Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09042


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Full Text
p
1110 XHiT. IDIERO 91,
Por tres mezes dintaAos 5$000.
Por tres mezes vcnedos 6S000.
ENCARREGAD09 DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribci-
o Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos do
Moros Jnior; Pora, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, n Sr. Joronymn da Costa.
PART IJA DUS CUUllLlS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do din.
Iguarss, Goiaaua e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas fciros.
Pao d'Allio, Nazareth, Limoeiro, Brojo, Pes-
queira, lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nos quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una, Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha.
QIHTi FEIRA 19 DE ABRIL DE 1860.
Por anno adiantado 19S000
Porte franco para o subscritor.
tl'lttWtltlDES- 1)0 MEZ DK ABRIL-
5 Luacliea os 5 horase 40 minutos ra larde
12 Quarta minguanle as 11 horas e t3 minutos
da tarde.
21 La nova as 3 hora e 26 minutos da ma-
nhaa.
28 Quarlo crescente
tarde
as 3 horas e 16 minutos da
PREAMAR, DE BOJE.
Primein as 4 horas e 6 minutos da- roanhoa.
Segundo as 3 horas e 42 minutos da tarde.
AUDWBjlAS- DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal commercio: segunda e quintas.
rc.as feiras e sabbados.
reas, quintas e sabbados as 10 horas,
ramercio : quintas ao meio dia.
hos: tc/aas e sextos a 10 horas,
ra do civil: tergas e sestas ao meio dia
ora do civil; qwartas e- sabbados ao
a.
II1H
PABTE OFFICIM.
ministerio ta guerra.
Expediente do da 10 de junco-
Ao ojudanle-goneral, remetiendo para mandar
rxccular as seotencas proferidas pelo conselho
supremo militar de juslica, os processos verbaes
feitaM ao oflhial e piaras do exercito abaixo de-
signados.
Corpo de saude do exercito.
i cirurgiao Dr. Antonio Jos Moreira.
Io regiment de arlilhnria a cavallo.
Soldado Antonio Rodrigues.
3 batalho de arlilharia a p.
Soldado Manoel Antonio de Oliveira.
Soldado Joao Carcia.
4" batalho de arlilharia a p.
Soldado Jos Clarindo.
3o regiment de cavallaria.
Soldado Francisco Machado.
Corpo do guarnico rixa da Babia.
Soldado Rayinundo Rodrigues.
Corpo de guarnico xa do Amazonas,
Corneta Adriano Jos Martins Vidigal.
Corpo de guarnico fixa de Goyaz.
Cali de esqnadra Fernando Bueno de Barros.
Soldado Alexandre Alvos da Costa.
Soldado Joaquina Jos Leal.
3o batalho de infantaria.
Soldado Bento Francisco das Chagas.
11" batalho de infantaria.
Soldado Innocencio Pereira dos Santos.
=:Ao mesroo, dem para informar.
OlTicio i). 474, del" de dezembro do anno pr-
ximo passado, do presidente de Pernambuco, in-
ormando o requerimento de rsula Maria do
Nascimento, que pede perdao para scu marido
Jos Francisco dos Santos, soldado do 9' bata-
lho do infantaria.
Dito n. 475, de igual data e da mesma presi-
dencia, informando o requerimento em que o
soldado do 10" batalho de infantaria Fortunato
Gomes Ferreira pede reforma com dous sidos e
clapo, avista do que allega.
Dito n. 483 de egual data c da mesma presi-
dencia, informando o requerimento cm que o Io
sargento do 10 batalho de infantaria Manoel
Artes de branlos, pede ser promovido ao posto
de alferes.
Diio n. 530 de 20 do dilo niez e anno, e do
mesma presidencia, informando o requerimento
m que Severiano Vieira d'Ortas pede a sua bai-
xa o perdao do crime de dosergo.
Dito n. 533, de egual dita, e da mesma presi-
dencia, informando o requerimento em que o
capillo reformado Manoel Joaquim Madureira
pede que fique sem elfeito o conselho de guerra
a que lem de responder pelo f icio de haver lira-
do nos pros dascompanhiasque commandou no
4 batalho de arlilharia quantias excedentes ao
numero de proras existentes.
Requerimento do capitn Manoel Agostinho da
Silva Moreira, commandanlc da companhia flxa
de Sergipe, pedindo ser promovido ao posto de
niajor.
Dito do 2" cadete 1 sargento da companhia fi-
ja de Sergipe Luiz Antonio de Menezes, pedindo
se mande trancar a nota que existe era 3eus as-
senlamenlos de praca, por tpr dcixado fugir um
criminoso do poder da escolla que commandava
Dilo do particular 2o sargento do meto batalho
de cacadores da Parahiba Antonio Alves da Cu-
nha, pedindo ai un lar ao lempo que lem de ser-
vico o era que fez parle do corpo policial da refe-
rida provincia.
Dito do cx-cabo de esquadra do Ia batalho de
infantaria Ezcquiel de Souza e Almcida,. pedindo
se lho passeoutra escusa.
Dilo de Theodora Maria do Espirito-Santo, pe-
dindo a baixn de seu filho Jos Francisco da Sil-
va, soldado da companhia fixa de Sergipe.
Dilo dos toldados Bemvindo de Jess Vianna,
da companhia flxa de Sergipe, e Antonio Luiz de
Souza, Antonio Jos Caetano, Jos Vicente Fer-
reiro, Jos Luiz Ferraba, Joao Gomes da Silva,
Joao Gomes Raposo, Jeronymo Pereira, Joo Pe-
reira de Jess, Manoel Jos, Manoel Vicente de
Lemos, Marcellino Pereira, Roberto Alves de Al-
meida, Vicente Ferreira Nobrega e Anaslacio
Marques, que pedem ser escusos do servico do
exercito.
Provincia de Pernambuco.
De Clemente Saraiva de Araujo, pedindo ser
reformado no posto de lenle do exercito.
Do ex-2" sargento do exercilo Joo Nunes do
Araujo Sodr, pedindo ser noraeado secretario do
4o batalho de arlilharia a p.
Do soldado da companhia fixa de catallaria,
Joao Fernandes Mariuho, pedindo ser excuso do
servico do exercito.
Do soldado reformado Euzebio Joaquim de
Santa Anna, pedindo confirmaco no lugar de
guarda do arsenal de guerra da provincia, e pa-
gamento de vencimenios que suppo deverem-
se-lhe.
De Joo Jos de Santa Anna, pedindo pa-
gamento de vencimentos relativos a cxcrcicios
lindos.
De Justina Francisca Feitosa, pedindo se con-
ceda baixa do servico do exercilo a seu filho Ma-
noel Antonio de Albuquej,que, soldado do 2 ba-
taflio de infantaria.
De Maria Barbosa do Nascimento, pedindo a
mesma graca para seu marido Joo Baptista de
Lira, que foi -recrutado.
De Maria Joaquina Feitosa. pedindo a mesma
grogo para seu filho Florentino Goncalves de
Castro, soldado do7 batalho de infantaria.
Provincia das Alagoas.
Do alferes da guarda nacional Luiz Bclarmino
Sidonio, pedindo ser transferido no mesmo pos-
to para o exercito.
De Josepha Emerencia Maria da Conceigo, pe-
dindo baixa do servico do exercilo para seu ma-
rido Silvestre Correia de Jess, soldado do 7o ba-
talho de infantaria.
Provincia de Sergipe.
Do roajor graduado da 2.a classe do estado-
maior do exercito, Antonio Joaquim Colho dos
Santos, pedindo ser reintegrado no lugar de
ossislenle do ajudanie-general na referida pro-
vincia.
Do lente da guarda nacional Jos Victorino
de Souza, pedindo passar no mesmo posto para
qualquer corpo de 1." linha.
Do lenle da guarda nacional Antonio Gerari-
no de Castro, pedindo a mesma grana.
Do alferes da guarda nacional Antonio Mximo
da Silva, pedindo a mesma graca.
De Anna Francisca do Amparo, pedindo baixa
do servico do exercilo para Jorge Honorio Cor-
rea,-que foi recrulado.
17
Itk de Janeiro.Ministerio dos negocios da
8rra, em!7 de marco de 1860.
Tendo a experiencia mostrado ser anti-econo-
mico o processo al agora seguido no arsenal de
guerra da corte e nos das provincias para a ma-
nufacluraco do fardamento e equipamenlo, nao
s pelo pessoal que se oceupana distribuido, re-
cebimenlo e fiscalisago do pagamento das pecas
que sao dadas para se coserem fra do oslabele-
cimenlo, como pelo prejuizo que tero sofTrido a
azenda nacional exiraviawdo-so importantes va-
lores com a falla de restriega entregue a pessoas
sem garanta, alem da demora que repetidas ve-
zes se d na promplificogo das costuras; acres-
centando olm disso estar reconhecido que a pra-
tica seguida nao prevalece na realidade as cla-
ses necessiladas que poderiam, pelo seu trabalho,
obler meios de subsistencia incumbindo-se de fa-
zer as costuras precisas nos arsenaes, pois que
cssas classes em geral difllcilmente obtem direc-
lamenle trabalho do arsenal, c quando em mui
limitada escala o conseguem se tornam victimas
da usura de individuos que se oceupam em re-
bater os ttulos conhecidos pela denominado de
bilhetes de costuras, sendo que as formalidades
fiseaes, se bem que indispensaveis, embaracam o
percebimento de pequeas quantias muilas vezes
produzindo perda de lempo, o governo resolveu
que d'ora em diante cesse a pratica de se distri-
buirem os costuras como actualmente se faz, e
que para a promplificacao do fardamenlo e equi-
pamenlo se execule as seguinles nstrucedes :
1 Logo que houvor necessidade de apromp-
tar-se qualquer quanlidade de fardamenlo e equi-
pamenlo, o arsenal de guerra annunciar pelos
jornaes que recebe propostas em dia determinado
Anies de Serinhem ha um pequeo no deno-
minado Rio Potos, que d nome a cidade fun-
dada no poni em que elle rcune-se aos alaga-
dos e manguss e a que chegam as mares. Da ci-
dade para baixo, o leito muito largo, mas at
o porto do Machado- muilo raso, de modo que
s com a rosr chegam asbarcacas-a mesma ci-
dade. Do porto- do Machado por diantc al
barra ha fundo bastante para navegarcm v
potes.
Comqjanto esla barra nao seja muito franca,
por ser o sen eanal muito estrello e demande
obras dispendiosos, que me nao rumpre descrc-
ver, me parece que seria de grande ulilidade a-
prouda-se usso parte do rio entre o citado pon-
to do Machado e a cidade, a qual actualmente
una da, inais importantes da provincia, e, j por
ser a sede de urna comarca rica pelos elementos
de prosDeridade que em si encerra, ha de ser no
DAS DA SEMANA.
16 Segunda, Nossa Senhora dos Prazeres.
Terca. S. Aniceto p. m.; S. Elias Monge,
18 Quarla. S. Galdino b. csrd ; S. Apolinario-ra.
19 Quinta. S. Hernrogenes m.; S. Scrates.
20'Sexta. S. gnea de Monte Policiano.
2T Sbado S.Ansclmo are; Ss. Silvio eIzacio mm.
22 Domingo do Bom Pastor. Ss Soler e Coio mm..
MHA\t>ASAAS.
ENCARBEGADOS DA SBSCRIpgO NO SL.
Alagos, o Sr. Claudino FalcSo Diasr Babia o
Sr. fos Martins Alves; Rio de Janeinv, o Sr-
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O preprietorio do diaiuo Manoel Figucirw d
Faria, n*suo livraria praca da Independcnciar
6 e 8.
i-nsi
das pessoas que quizerem arrematar o fabrico | futuro muito populosa e rica, que alias j pela
desles ohjeclos, sendo devidamenle afiaucadas. "
Os annuncios devero declarar a quanlidade de
ser entregue
cada urna das pee >s que liverem de ser prepara-
das e o lempo dc'nlro do qual devam ser entre-
gues no arsenal.
2o No dia marcado, aberlas as proposlas. ser
achila aquella que mais favoravel fr fazenda
publica, sen.do o mximo preco que se poder
aceitar o da tabella ora em vigor.
3" .Aceita a proposla, lavrar-se-ha o contrato,
quesera assignado pela pessoa que se incumbir
do fabrico do fardamento e equipamenlo, e pelo
fiador que apresentar.
4 No contrato se declarar especificadamenlc
o numero de pecas que liver de receber o arre-
matante, o preco do fabrico de cada pega, o pra-
zo marcado para a apresentaco do trabalho, a
obrigacao de indemnisar o valor da materia pri-
ma que o arsenal entregar, e de pagar adminis-
trativamente multas eslabelecidas para o caso de
falta de cumpriraento de contrato.
5o O arrematante se sujeitar a pagar a mullo
de dez por cento do valor do feilio do fardamento
e equipamenlo por cada periodo de quinze dias
que exceder ao pmo estipulado para a entrega
das costuras no arsenal.
6o Se porm o excesso chegar a tres mezes, o
arrematante ser obrigado a pagar nao s as mul-
tas em que houver incorrido, como o valor da
materia prima que se considerar perdida.
7o O fardamento. e equipamenlo
ao arrematante ja corlado, e nunca em peca
8o Recolhido o que arremtame houvirrccebi-
do, eterificado que as costuras esto fc-itas segundo
as prescripeesdadas pelo arsenai.se passar co-
nhocimento extrahido do livro de lalo, que para
essa escripturago dever haver, alim de ser o
arrematante pago, processando-se o documento
na contadoria geral na -forma ordinaria.
9o A orrematogao nao lera lugar por pequeas
fraeces, salvo o caso de nao haver necessidade
de mais avultada porgo do fardamento ou equi-
pamenlo.
10 Qualquer que seja a pessoa do arrematante,
nao ser dispensada do prestar lianca a iuteiro
conteni do director do arsenal.
11 No caso deigualdade decondiedos em mais
de urna proposla, poder o director do arsenal
preferir um s dos proponentes, ou mandar dis-
tribuir os obras por lodos era porces iguaes. O
quo communico a V. S. para su execugo na
porte que Ihe perlence.
Deus guarde a V. S. Se&asto do Reg Bar-
ros.St. Alexandre Manoel Albino de Garvalh.
lie tue rimen tos despachados.
Provincia do Maranhao.
De Manoel Joaquim dos Reis da Encarnaco
c Silvo, porteiro effeciivo do conselho adminis-
trador, pedindo melhoramento de vencimentos.
Espere por medida geral.
Provincia da Parahiba.
Dos soldados do mcio batalho de cacadores
Jos Alves de Sant'Anna e Jos Itoberto da" Silva,
pedindo ser escusos do servico do exercito.Por
ora nao tem lugar.
Do cabo de esquadra Manoel dos Santos Pri-
meiro e dos soldados Manoel Athanazio de Brito
o Vicente Ferreira Jnior todos do referido meio
batalho de cacadores, pedindo a mesma graga.
A scu lempo scro deferidos.
Provincia de Sergipe.
Do soldado da.companhia fixa Renovlo Jos
de Sant'Anna pedindo a sua baixa do servico do
exercilo.=Por ora nao tem lugar.
De Maria Gratolina das Neves, pedindo baixa
do servigo para seu marido Jos Joaquim de
Sant'Anna, soldado da companhia fixa.=Por ora
nao tem lugar.
De Maria Vicencia da Conceigo pedindo a
mesma graca para seu filho Benedicto Jos Fran-
cisco, soldado da referida companhia.Por ora
nao tem lugar.
fequerimentos indeferidos.
Provincia da Parahiba.
Do tenentc da guarda nacional Joo Hara Mas-
carenhas Rosado, pediodo ser transferido no
mesmo posto para o exeicito.
Do cabo do esquadra do meio batalho de ca-
gadores Manoel Ignacio da Silva, pedindo ser es-
cuso do servigo do exercito.
Do soldado do meio batalho de cegadores
"Joao Marques de Souza, pedindo a mesma graca.
De Florenga Maria de Souza, pedindo que do
sold de seu marido, o alferes Laureulino de S.
Pedro Neves, se deduza urna quola para alimen-
tos da supplicante.
DeTheoionia Rita da Molla, pedindo que a seu
marido o alferes do meio batalho de cacadbres
Luiz Antonio Ferreira da Molla, se conceda pas-
sagem para a provincia da Bahia.
sua acliridace e movimento commercial.
O Serinhem rasco na comarca do Bonito o
rasco
desagua na barra, do mesmo nome, prximo a do
Rio Formoso. E navegavel por barcagas at a
villa de Serinhom. e mesmo alm, no'sem dif-
ficuldaccs devidas em olguns pontos o correnteza
de suas ogurs, o tambera as pontes, lano da es-
trada do governo, como de alguns engenhos.
Sua barra m c tem-se por tal modo abstrado,
que somonte em mch mar pode ser deman-
dada.
Entretanto a navogoco desse rio importanle,
porque por meio della que fcilo lodo o trans-
porto djs productos daquelle rico municipio.
O Ipojuca, que nasco no termo de Cimbres da
Qu)>r4M general dcomnMiido das
'" en PeriMnilMieo, 18 le
e1No.
ORDEM DOMA N. 386.
-general commaflerante das armas faz
conhecimento da guarnigo e devido
a presidencia a Vi do eorrente exo-
. alferes do 8a batalho de infantaria
os dos Santos Portell do cargo de
subdelehado de polica d-a freguezia de Agoas-
Bellas. Faz eguolmenle certo, que hontem se
opresenlou o Ss. lente do 9a batalho da mes-
ma arma Antonio dos Sanios Caria, que por es-
tar fra o> capital em uso de medicamentos nao
pode era lempo recolher-se ao corpo; consc-
guinlemenle fica sem ofleo a ordem do dia de 2
do correte, sob n. 376, na parle que declarou
ausente o mesmo Sr. lenle, bem como o res-
pectivo edital de chamamento.
Assignado. Baro da Victoria.
Conforme. Joaquim Fubricio de Mallos, l-
enle andante de ordens interino do com-
niando.

T
INTERIOR.
S. PAULO.
Paulo 20 de marco de 1860.
i muilo loconico.'porqne as circums-
tn o exigem.
do eorrente complelou-se a eleico
assembla, sendo eleilo vice-presi-
Pinto Jnior com 18 volos em 31
comarca do Brejo da Madre de Deus, navegavel, lendo ofiaro do Rio Claro 15 e 1 distrahido, is-
como o anterior, ot prximo povoaco do mes-
mo norie com o socorro das mares, e com as
mesma.i difficuldadesde pontos.
Sobro todos os melhoramentosquc podem em- c
prchenler-SR necessario, o mais importante e.o turbar
quemis urge, o da sua barra, que alm de u
perigosa.torri o inconveniente de nao se prestar indii-i
a que os bicacas possam sahir quando reinara
cerlos cntos durante o invern. De modo que
tem es:.as einbarcagftes de demorar-se muilas ve-
zes pot graLdeespacode lempo, para sahrera ou
entrarem.
O Piapama e o Jaboatao, que ambos nascem
na comarca deJSanlo Anlo e dcsaguam na do Ca-
bo, na barra das Jagadas, sao navegaveis, aquel-
le at o cngjnlio Velho, e este al pouco alm da
Poule dos Carvalhos.
Esses nos, porm, perderam muilo da sua im-
portancia com a* estrada de ferro. Os productos
que oulr'orfi eram transportados em borcacas, o
sao hoje pela dita estrada : mui pouco sao os
genenu que sao remetlidos daqui para all, ou
vice-versa pela na fluvial, tanto mais quanto, a
to era segundo escrutinio. Nova celeuma levan-
tou-sc este dia, em que as amenidades da op-
posigoae revelaram francamente. Foi preciso
1 inaudita longanimidade para nao per-
dem.
veiro de insultos e docstos, directos e
, foi langado sobre o presidente e vice-
eleitos, que osouviram rom a calma
que as posicoes publicas s vezes na-
no nellasseachara. Declarou-se, porm
da minora que nem urna lei pas-
Uao ao Reo Barrus, que nao havia querido ae-
ceiiar a pasta da marinha. nomeodo pela re-
gencia commandante gerat dos guardes munici-
paes da corle ; mas logo que o primero perigo,
o qwo impoe lodts os socrjfkios. eslava passwto,
r desintelligencras com o ministro da justiea
dio a sua exoneraco. '
presid
appare
po aosi
por parte
sar.
O regiment da assembla j5 o peor possivel.
confeccionado em 1836, nos lem pos da innocen-
cia p.irlameniar, nao soffreu al hoje alteragao
alguma^ue possa altenuar os seus defelos ; e
por isso^ffrece todos os recursos imaginaveis a
urna minora qualquer para inulilisaros bons de-
jos da owioria.
Ante-honlein houve urna reunio conservado-
ra enT caa do liaro do Rio Claro, na qual foi
accorjlatfl que nada passasse. Contam com o ef-
feito desia recurso para influir no animo do go-
mencic nada barra das Jangadas nao de fcil pas- )'en^> contra o conselheiro Fernandes Torres, cu-
sogem
O Capibaribe, lo coDhecdo, porque em suas
margeos o foz que se eslende esla capital, oceu-
pa presentemente a allengo do governo, por cau-
sa da queslao do porto. Seu curso est muilo
esludado, e os meUioramenlos de que precisa
sao objecto do serios exames e estudo de proiis-
sionaes.
Ao norte iesta capital, o nico rio de impor-
tancia o ile Goianna. Mas antes do chegar
sua barra, ha algumas oulras que reclamara a al-
lengo do governo.
A primeira dessas barras alm da ponta de
Olinda, a de Maria Farinha, que serve de des-
ja demisto
roetdessac
jarn dadas c
que o gsirin
volrw de
teaposiK.
Aflirmo qu
tual esl este,
Continua a
lei de fixago
promellem, fundados as ossevera-
rle. Duvido *que essas noticias se-
fundameulo, pos .nao posso crer
lenha o desarrazoado plano de
oralisadora polilica de outros
com o tal regiment a ses9o ac-
usada.
primeira discusso do projeclo de
de forgas; pela segunda vez o Dr.
Barbosa da Cunta lem fallado tres dias lile an-
da hontem declarou que hoje pedera permisso
para continuar 1 !
Ora faca idea do que ser um fallador fallando
i por Ires sessoes seguidas em meteras mesqui-
?g 'li 8"ma? canlbo'?s.,Jo1.r,0 Ji?ua"e.! nl.as, repisando, e repisando sempre. e ludo isso
formada pola reun.ao dos nachos T.mb e sem gosio littorario. A mais pungente pena que
se pode infligir a qualquer ouvir um lo longo,
lo extenso e to comprido fallatorio.
Nao sei quando a razo far urna visita s as-
semblas provinciaes para convence-las que s
devem curar dos melhoramentos moraese mate-
riacs das provincias, deixando a poltica ao go-
verno e assembla geral. Parecc-me que ainda
cedo, e entretanto soffrera as provincias.
Tildo isto motivado pelo proximidade da elei-
co ; convem foier um esforgo, exaltar os ni-
mos, e envidar ludo para substituir o presidente,
porque podo vir um que seja dcil.
[Jornal do Commercio do Rio).
outros
Attendendo ao que esta barra se presta, mui
pouca a sua importancia,' porque o commercio
de cal constitue quasi que exclusivamente o tra-
fego das barcadas e canoas que all esto. Pou-
co adiiinte osla a barra de Iguarss, pela qual
passam vapores. O rio desle nome, que possa
tambera na villa de Iguarss, muito insignifi-
cante, por rao ter agua bastante para alimentar
um fundo suflicienle ao transito dasbarcagas sem
soccorro das mares, e isto sraente at a villa.
Por es:,a barra a entrada do canal que separa a
illia de Itamarac do cominele, chamado o ca-
nal de Ilapissuma. margemda qual era poulo
fronteiro ao mcio da ilha esl a povoago do mes-
mo nome, que hoje ponto do escala da compa-
RIO DE JANEIRO.
O cjnselheiro Sebastao do Reg Barros nasceu
nhia P jrnambucana.que all construo um bom tra- i em ^ **e agosto de 1803, em Pernambuco, sen-
piche. Pens que este porto muito importan-
te, e sabr elle convm que o governo lance suas
vistas, nao anto para melhora-lo, porque pouco
o quj ha a fazer ; como para facilitar, so nao
preparar a sua comraunicago cora o interior dos
municipios, que por all mandara seus pro-
ductos.
Sendo muito rao o caminho para all, e com
sumraa difliculdade que os assucares tamo do
do seu pai o coronel Francisco do Reg Barros,
e sua m a Exraa. Sra D. Maria Anna Francisca
de I aula Cavalcanti de Albuquerque.
Destinado carreira militar, sentou praca de
cadete em setembro de 1817, depois da revolu-
go que n'aquella provincia annunciou os pri-
raeiros impulsos da independencia nacional e da
liberdade, que em breve leara de triumphar.
Foram ellos porm ento, por prematuros e
Iguarss, como de urna parle do interior do Pao ma' dirigidos, fcilmente abafados, e o joven mi-
GOVERNO DA PROVINCIA.
RELATORIO
que a o Exm. Sr. Baro do Bom-Ja r-
flim, apresentou o Sr. Fernando
Vieira da Bocha, eapltao do porto -
Illm. e Exm. Sr.Cumprindo o que por V. Exc.
me foi ordenado em sitisfago do aviso imperial
de 5 de ouinbro do anno passado, relativamente
aos rios desla provincia, pora que informe quaes
os rios navegaveis da provincia, os melhoramen-
tos de que precisam e sao suscepliveis, quaes
estes, bem como o estado de suas barras ; cbe-
me dizer, que contam-se nesta provincia sete
grandes rios, alguns dos quaes sao de bastante
pujanga, a saber: o Una, Serinhem, Ipojuta,
l'irapama, Jaboatao, Capibaribe e o rio de Goian-
na. Infelizmente, porm, quasi nenhum nave-
gavel era' maior exienso do que aquellos a que
chegam as mares, nao gmenla porque a eleva-
co gradual do terreno, medida que vai-se af-
faslando da costa, torna a descida das aguas r-
pidas, e nSo consenln que-os rio as conververa
em volume suflicienle para constituirem um fun-
do desejavel; como lambem porque as pedras e
cachoeiras, sao um embanco para a navegago.
O sul da provincia c muilo mais favorecido de
rios e de riachos, c de mais forga d'agua do que
o norte. Comegando por ahi, o primeiro desles
rios, o Una, que tendo suas nascengas na comar-
ca de Garanhuns, vai desaguar na do Rio Formo-
so, na barra a que d o nome, a qual precisa de
melhoramentos, pelos porigos que offerece duvi-
das tanto sua estreileza e a impetuosidade das
vagas, que all sao mui tortes, como a mudanga
constante do seu canal. .
Esso rio navegavel por barcacas e canoas at
Barreiros, com soceorro das mares, mas com dif-
culdadcs causadas pelas pedras que oontom o
seu leito, e que podem ser quebradas para dar-
se maior fundo ao mesmo leito. Este trabalho
valer bem a despoza que cuslar, porque Barrei-
ros hoje cresoe e prospera, e parece ter sido des-
tinada pela nalureza para, ser um importante por-
to commercUl naquallo tremo da provincia.
do Allio e Nazareth sao para aquelle porto le-
vados. De modo que muiloa proprictarios prc-
fercra envia-los por trra em cosas de ca-
r altos,
Assjm, urna estrada que facilitasse acoramu-
nicago do interior desses municipios, cuja ferli-
lidade cenhecida, com o porto de Ilapissuma,
seria um dos mais imporianles beneficios, que s
poderia fszer-lhes.
Naextrcmidade norte da ilha, e communicando
lambem com o canal cima mencionado, esl a
barra do C; luania, formada por camboas pelo ro
Araripe e varios outros de menos forga. Com-
quanto por ella desea urna parte dos productos
domuoicipio de Iguarss, nao me parece que
lenha grande importancia, nem julgo que morera
a peni de fazer-se-lhe alguns melhoramentos,
pelo menos emquanlo seno fizer em outros.
No lmle da provincia extremando-a com a da
Parahiba, est a rio do Goianna. Este no conta
iim curso ele cinco leguas desde a sjia foz al a
confluencia doJaponim, e pode ser navegado sera
soccorro da mar at por vapores. Dah at a
bocea do Jacar, urna legua abaixo da cidade de
Goianna j o rio tem menos fundo. Nesse ponto
o rio desvii-se e vai-se afastando da cidado urna
legua pouco mais ou menos ; porm dahi mes-
mo ht um brago que va cidade, que hoje nao
man do que urna caraboa alimentada por um
pequeo riacho.
Diz-se entretanto que outr'ora foi por all que
corren o rio, e hoje repetidas sao ss rcclamaccs
que so tem feito pora que csse brago, ou camboa
seja aborto e francamente navegavel at a ci-
dade.
O governo tem prestado seus cuidados a essas
reclarnagoes, e tem enviado engenbeiros para
aquelle lugar, alim de examinarem o que con-
vem azer. As opinies nesse ponto parecem que
se di\ ider. Uns pretendere que seja feito o quo
fr p eciso para que o porto fique na cidaoV;
outrojquerem que fique na margeno doJaponim,
onde a companhia Pernambucana tem um trapi-
che, a mais de duas mil bragas de distancia da ci-
dade
Nao obstante ser necessario fazer-se urna es-
trada entr nim offerece a vantagem do ser accessivela va-
pores, o que jamis conseguir-se-ha no porto da
cidade, salvo se emprehender-se obras mui des-
pendieras, que nao serao correspondidas pelo
provjito que produzirem.
Sai estis as informagoes que posso levar aoco-
nhecimento de V. Exc.
Deus guarde a V. Eje. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Luiz Barbalho Munia Fiuza, presidenta ja pro-
vine a.Fernmlq Vieira 4a Rocha, capito do
porl). r
lar leve logo em 1818 de marchar para o inte-
rior da provincia, ocomponhando a (orea que ia
reslabelccer ahi a ordem perturbada. Nessa oc-
casio leve o seu valor a consagrado do sangue ;
foi ferido.
Em 1819 passou a servir s ordens do lenle-
coronal Francisco de Albuquerque Mello, oceu-
pado as obras publicas. Partidario da consti-
luicG, cnlo proclamada em Portugal, e j con-
cebeodo o movimento da liberdade o de engran-
dec nienlo da patria, quo della linha de sahir o
joven brasileiro, incorreu no desagrado do go-
verno suspeitoso daquellas eras, e foi pelo capi-
to-general Luiz do Reg Brrelo preso e man-
dado para Lisboa em 1821.
Depois de lcar olgum lempo no Caslello, foi
sollo e obteve licenga para seguir, na univeisi-
dade de Coimbra, o curso de sciencias mathema-
licas e philosophicas. Mas em 1823 as contesta-
ces e rixas entre os eldanles portuguozes e
brasileiros, repercusso necessario da indepen-
dencia proclamada nos campos do Ypirangs,
obrigaram-o a interromper os seos esludos, indo
enlo pedir Franga o complemento dclles. Em
1825 fez urna viagem Allemanha, o na univer-
sdade de Gollingen em 1826 recebeu o grao de
bacharel em malhemalicas; na universidade de
Pars [requema a escola do eslado-maior, e com-
pletados assira seus esludos acadmicos, volla
patria trazer-lhe o tributo do sua applicagao.
De Pernambuco, a que chega cm dezembro de
1826, paite logo para o Rio de Janeiro, oblem
possagem do corpo de cagadores para o de enge-
nheros, e na patente de capito vai servir na sua
provincia. Joven de 26 anuos, por ella eleilo
oeputado, e vem em abril de 1830 tomar assento
no parlamento.
Era poca de lula renhida entro o poder, que
nao conhecia a liberdade e della se arreceiava, e
a liberdade que nao conhecia o poder, e o via
hostil aopaiz. Os espilos se agilavam : joven
e volado a liberdade, Sebastio do Reg Barros
lomou posico entre os adversarios do poder, e
por seu esforgo conseguio que fossem dissolvidos
os batalhes estrangeiros, que inconstitucional-
mente existam
por
ped
Rnto comegou- pra elle urna vida lo excep-
cional entre nos, que ainda nao tem nome na
nossa lingua ; os Franeezes Ihe chamam vida, de
lonriste. Sempre reelcito, at os dias faloes do
predominio da au-toridade reactora, Sebastio- do
Reao Barros, ao passo que no parlamento ocau-
pava a posigo de honra de depulado indepen-
denlo, amigo do liberdade que liberdade, isto
6, que se consorcio- com a ordem, e considera o
airiondade sua atrioda, cohibindo-lhe todavr os
desregramentos, aproveilava o intervallo das ses-
soes para viajar. Montevideo o vio em 1833
Buenos-Ayresem 1831; de volla, ve o esluda as
provincias do Rio-Grande e de Santa Calharina
para onde havja seguido por Ierra.
N fim da sessao volla par sua provincia ;
desembarca porm na do Bahia, e segu por Ier-
ra, atravessaudo as de Sergipe e de Alagos.
O intervallo da seguinle sessao aproveilado
PaIa n i,jar "as Provincia de Minas, de S. Paulo
o do Rio de Janeiro. No fim da sesso do 1836
voltando por mar paro Pernambuco, soffre tima
pessima viagem : depois de 60 dias de perigos e
de prvagoes, arribando o barco no Rio de S.-
rrancisco, desembarca elle, e segu por Ierra.
No fin da sesso de 1837 graves aeonleclmen-
loa polticos o chamam ao ministerio. A lula en-
tre o poder exoculivo e o poder parlamentar, lu-
la das mais bullanles dos nossos annaes, cheg-
ra ao seu termo, o regento Fe j deixra o po-
der ; os homens da reorganisao e do futuro fo-
ram com o Sr. Pedro de Araujo Lima, hoje mar-
quez de Olinda, regente interino, chamados ao
governo, e Sebastio do Reg Barros eslreou ah
a sua carreira administrativa, lomando ronta da
pasta da guerra no sempre lembrado gabinete de
19 de setembro.
Nao pequea era sua tarefa : todos os servigos
mililares estavara desorganisados, nao havia
exercito, nem armas, neai provis5e3 bellicas, es-
pecialmente nao havia soldados, e o recrulamen-
to loanlipoihico oo genio brasileiro, lo difllcil
em" poca de lulas de partidos encarnicados, em-
baracado alias pela prcrogativo ass'egurada a
guarda nacional, e que com razo recoiava-se
que quizesse ella sustentar, mesmo pel sedicao
armada, contra o decreto do poder legislativo,'s
morosos resultados poderia dar. Ora, as circums-
lancias nao consenliam morosdade. Rio Gran-
de via essa fatal revolta que durou 10 anuos ta-
lar-llie os campos; Bahia via a sua capital pro-
clamar a repblica, e armar-se .. O novo minis-
tro da guerra achou recursos na sua oclividode ;
a Baha foi logo restituida ao imperio da loL; nu-
tro lano aconleceu ao Maranhao, onde o espirito
da revolta havia erguido a cabeca nos ltimos
lempos do ministerio de 19 de setembro, e se no
Rio Grande igual fortuno nao coroou os esforgos
da legalidade, nao Ihe foram elles poupados : o
proprio ministro quiz ver por seus olhos, dar op-
portunamente e cora a necessaria presteza as ne-
cessariaa providencias ; foi pols pessoalmente ao
Rio Grande ; sua presenca animou o exercito,
que elle acompanhou at alm do rio Pira-
linira.
De volta para a corle, por approximar-se a a-
berturado parlamento, achou dissolvido o minis-
terio, e por mais instancias que Ihe fossem feilas
para continuar na sua pasta, nada o pode de-
mover de acompanhar os seus collegas, logo de-
pois de apresentar s cmaras o relaiono da sua
repartigo.
No fim da sesso, enfermo e caneado, volta a
sua provincia; ahi recebe do ragcnle, com o
habito da ordem de Aviz, aeffeclividade do poslo
de capito, em que at ento linha sido gra-
duado.
Aggravando-se as suas enfermidades, parlo em
principio de 1810 para a Europa; as duas gran-
des copitoes, Londres e Pars ; a Escossa, a Ir-
landa, a Italia, nao menos que a Franga e a In-
glaterra, sao por elle visitadas. Tendo percorri-
do toda a Italia sera faltar-lhe nem mesrao essa
araostrinha de repblica de San-Marino, atraves-
sa os Alpes pelo Monte Cenis, ve a Saboia, a m-
xima parte dos cantes suissos ; admira a famosa
quedado Rheno em Sachaffouse; embarca om
Basila para descer o Rheno, v todas as lindas
cidades das suas margeos, atravessa-o em Colo-
nia, chega a Blgica, ahi demora-se algum lem-
po era Bruxellas, segu pan a Hollando, onde
chega a lempo de assistr grande o patritica
solcmnidade da inaugurago da estatua do celebre
almirante Ruiter.
Essa longa digresso, vem-a elle terminar em
Paris ; dahi em margo de 1842, vai a Liverpool, e
volta para Pernambuco.
Ahi sabe da dissolugo da cmara que havia si-
do eleila no meio das reaeces e violencias de
1840: na patria, pois descansa at que a nova
eleigo o mande outra vez ao Rio de Janeiro para
a sesso de 1813.
Em feverciro de 1844 ha uraamudangs minis-
terial ; em Pernambuco recebe o Sr. Sebastio do
Reg Barros convite e instancia para acceitar urna
pasta.
O novo gabinete ainda nao se havia desenliado
em sentido reactor contra os principios a que
adhera, eos homens a quo andar unido o Sr.
Reg Barros; recusa elle porm mais nma vez a
pasta, eembora declarasse explcitamente nao ser
a isso levado por vistas de antagonismo poltico,
o novo ministerio attribue a recusa a malqueren-
ea ou a desconfianga.
Os fados se precipito. Inslallada a cmara,
o ministrio divorcia-so da sua maioria, e a dis-
solve : a reaego previsla realisa-se Pernambu-
co urna das provincias em que mais implacavel
se faz sentir.
Todava nao lem ella tempo de executar tao
completamente a sua obra, que a eleigo nao d
triumpho ao Sr. Sebastio do Reg Barros e aos
seus amigos. Mas contra esses engaos da urna
ahi eslava a acgo e o voto da cmara na verifica-
co de poderes. Quando chegou corle, o de-
putado pernambucaao achou-se, com os seus col-
legas, excluido do parlamento.
Deixemos debatxo de um veo os lempos que
correram desde esse dia at setembro de 1818.
Apenas digamos que, sendo j tenente-coronel,
o Sr. Reg Barros nao quiz continuar no exercilo
e pedio a sua reforma.
O partido quo estvera no poder at setembro
de 1848 nao quiz abandona-lo, sem tentaros re-
cursos extremos e as armas da revolta : Pernam-
buco vio cerrero nobre sangue de seus Olhos. O
Sr. Reg Barros nao podia negar ento. a patria os
seus servigos.
Nomevlo pelo presidente da provincia, com-
mandante de um corpo de voluntarios, reuni-
se aos bravos que en 2 de fevoreiro de 1849 sal-
varan, com a cidade do Recite, talvez as inslilui-
ges do imperio.
Urna nova eleigo manda o Sr. Sebastio do
| Reg Barros
ruega, Russia sao dcpdfc dos ducados da Aleraa-
nha septentrional, por elle vala. A misera ca-
pital da Polonia nao podia deixar de chamar a al-
lengo do viajante brasileiro.
Era a esse lempo- exposigo universal de Lon-
dres ; o Sr. Rgo Borros nao i>eda perder essa
occasiao de- admirar, reunidos pelo genio da in-
dustria, o primores da riqueza e Wwbalho de to-
dos os pove* Parti pos para Londres, e leve
a fortuna de lchegar olo dias antes do eucerra-
menlo da grandiosa solomnidade.
Dahi vai a- Paris querendo l pasear o invern
e assiste ao famoso golpe de estado de 2 de de-
zembro que mudou as condicoes de rgimen par-
landWar na Franco e no mundo.
Eta fevereko seguio por trra o ttespanha dc-
niora-se algum lempo em Madrid, visita asmis
bellas cidades desse reino, Granada, Sevilha, Ca-
dix, onde embarca, e segu para Lisboa.
Era agosto eslava do vBlia ao Rio de Janeiro
onde se demora para dar conta de sua coui-
raissoo.
Reeleilo para a cmara de 1853. faz parte da,
fraceaq da amiga maioria, que lomou o nome de
partido parlameniar, e trouxe o efraqucciinonto>
e a modificagao do gabinete, a subida ao poder
do ministerio Paran, e esse rgimen poltico-
que de^nlo ole hoje so tem desenvolvido.
Convidado para lomar parle nesse ministerio,
nao annuio ao convite, mas em prova da sua
adheso ao gabinete, aceitou a presidencia da
provincia do Par, de quo loniou, posse a 16 do
outubro.
Activo c diligente, em provincia quo tanto ca-
rece da aeco do governo que. auxilie o provo-
que o seu dcsenvolvimenio, o Sr. Reg Barros
vizilou esses immensos rios, Amazonas, Tocan-
lins, cujos segredos de opulencia mal podem ho-
je ser calculados, e s o futuro revelar. No>
Ihe fallaram amarguras na sua adminislroco.
nao que Ih'os predispozesse a opinio provin-
cial, mas sim de um lado os flibusteiros ameri-
canos, sequiosos da invasao do Amazonas, do
oulro as prelences arrogantes e a ignorancia
dos cnsules ingleze francez com quem teve do-
lo lar.
Eslava de volla oo Rio de Janeiro, e prepora-
va-se para, no intervallo das sessoes, seguir
viagem para os Estados-Unidos, quando o minis-
terio exigi delle quo aceilasse a delicadissimo.
presidencia do Rio-Grande do Sul. Repcliindo
oconvite, mas qoerendo provar que a repulsa
nao era dictada por m vontade, aceitou vollar
ao Para, e continuar na sua administrago.
Era o tempo em que o cholera-morbus assola-
va a populaco, c sabe-sequo do cuidados, que-
de aclividade, que de providencias sanitarias o-
rora indispensaveis nesses dias falces.
Emflm.em maio do 1856 entrega a presidencia
aosuccessor que Ihe dado, o tene'nte-corooel
Beaurepaire Roban.
Urna ultima excurso cm 1857 o leva primeiro
aos Estados-Unidos, depois ao mundo asitico.
Chega a New-York em. 30 do dezembro. de-
morase em Washington, onde tem occasioo a-
ctiando reunido o Congresso, da poder conhe-
cer lodos os homens otaveis dossa repblica-
prodigio ; percorre as margeos do Mississipe o
os recentes estados que ahi ftorescem. Em fe-
rereiro de 1858 esl em Cuba : filho de provin-
cia cuja industria essencialmenle a produeco
do assucar, nao perde essa occasio de cstudar
o seu fabrico na opulenta rainha das Antilhas.
Volta aos Estados-Unidos ; segu pelos d nor-
te eslendendo as suas excursoes at o Canad,
adiando a cada momento occasio de admirar a
aclividade e o arrojo do espirito humano, langa-
do desimpedidamenle as vas de prosperidad
malcra!.
Volla ento Europa, quer seguir caminho da
Terra Santa; vai a Bavicro, nico estado alle-
mo quo anda nao tioha visitado. Desee o Da-
nubio : em setembro eslava em Conslanlinopla.
Smyrna, Rhodes, Chypro, Beyrulh, Damasco,
ruinas de Balbcck, cedrus do Lbano, Jada, Je-
rusalra, Jordo, Belem, ludo isso que o histo-
ria, a tradiego, a poesa tanto nos tem feito ad-
mirar, ludo isso a quo se prendera tontas recor-
dages, uma3 de grandeza humana, outras de
bondade c mageslade divina, o viajante brasilei-
ro visilou. De volla ao Egypto, a cidade d
Alexandre, o Cairo, todas as raaravilhas da Ierra
dos Pharaes e dos Ptolomeus, pde-as elle ad-
mirar. Atravessa o islhmo de Suez em estrada
de ferro, chega ao mar-Vermelho, o pode ver o>
lugar om que Moyses com os descendentes da
Jacob alravessou csse mar, aberto miraculosa-
mentc na sua presenca.
DeAlexandria a Malta, dahi Grecia___O Pi-
ren, Alhenas, Salamina, Marathona.
Dahi vai as ilhas Jonias, e era Corf reconhe-
ce a reaego do povo contra a]oppressora protec-
go ingleza.
Nao se esqnece da bella Sicilia. Dahi a a-
ples : na sua primeira viagem a essa cidade o>
Vesuvio eslava coberto de nev, agora o acha
vomitando fogo.
Nem um Brasileiro vio mais Ierras, senli
pois, mais fortes e mais variadas impressoes du-
que o Sr. Reg Barros. De tudo quanto vio*
adiamos noticia em livros de viajamos, de pol-
ticos, de historiadores, de poetas ; sao, porm.
todos elles estrangeiros.
As impressoes de um Brasileiro, do um filho
de nossa America meridional devem ser cimosis-
simas, sendo lo diversos os pontos de partida
e os termos de compararlo.
Para terminar a sua vida de viajante havia o>
Sr. Reg Barros asseutado visitar no fim da ses-
so de 1859 algumas provincias do Brasil, ver a
famosa calaracta de Paulo Alfonso, compara-la
com a lo gabada do Miagara Mas, nos filis
da sesso, urna mudanga ministerial o obriga a
tomar conla^essa pasla da guerra que tanta
vezes havia rejeitado. As exigencias da poltica
cede a sua resolucao : hoje S. Exc. ministro, e
assira aocabo de 21 annos prende o seu presen-
te ao seu passado.
[Galeria dos Brasileiros illustres./
a cmara, e em outubro de 1850 o
Percebendo a approximago da crise necessa-1 governo que se preparara parra gloriosa guerra
ra dossa lula, a joven deputado pressenlo que Rosas, cona-lhe corauisso 'delicada e impor-
seus servigos talvez sejam necessarios na c/te ;
aqui fica pois no Intervallo dos sessoes A revo-
lugo apparece : D. Pedro I vai paro a Europa ;
est no throno o Sr. D. Pedro II... Mas a ordem
fortemente abalada ameaga a ruina social; cum-
p're restabelecer, em quanto nao se reslabelece a
paz nos espritus, celo menos a ordem as ras,
o seguranga pessoal e de propriedade.
O exercito, indisciplinada pela cooperario na
revolta vencedora, havia sido licenciada : a lei
oind nao havia creado- a guarda nacional; foi
tante na Europa.
As cmaras tinhara aulorisado o contrato de
tropas estrangeiras: o Sr. Sebastio do Reg
Barros foi encarregado de realisa-lo.
Ento percorro elle diversos estados, entende-
secomseusgovernos,eemjulhodol851 jestavam
contratados, j remetlidos para o Brasil, e dirigi-
dos para o Rio Grande dou3 mil homens de boa
tropa, infantaria, arlilharia, e pontoneiros Morap-
ios para entrar ero acrio. Wv-HT
O Sr. Reg Barros aprov- u sua e9lad, na
necessario improvisar urna foroa publica. Sebas- Europa para visitar q OQrle dd Stiecia No-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla provincial conheceu hontam do
seguinle :
Requerimento de Francisco Antonio dn. Silva
Cavalcanti, porteiro da thesouraria prwincial.
pedindo reforma no logar que oceupa.
Dito da irmondade de Nossa Senhora dp. Liga-
mento, pedindo preferencia para suas. loteras.
Dilo de Manoel Marques da Costa Soares^ re-
presentando contra a execugo dada pela cmara
de Olinda ao ornamento municipal vigente.
Rcdacco das posturas de Garuahuns, que sao
approvadasr.
_ Requerimento do Sr. deputado Gpngalvcs Giii-
maraes, pedindo que se lembre ao governo de
precisar os limites da freguezia da Varzea cofia a
de Afogados, o qual appravado.
Passando-se ordem do dia, lido um reque-
rimento do Sr. Feneloo* pedindo urgencia para
a discusso do orgamenjo provincial, que, deooia
de oraren) os Srs Sebastio Lacerda e Fenean.
regeitada, continuando a discusso do projeclo,
n. 35 deste anno, addiado do dia antecedente,
O Sr. Gaspar de Menezes oppoe-sc ao projeclo,
historiando (actos acerca dos limites das tecnias
do Escadj e Serinhem. i
O Sr. N. PorleVla combale o precedente orador.
Posta i vq'.os approvada a emenda por 16 vo-
los. contra 9, senda prejudicado o projeclo !
Gn'.ra em segunda discusso o artigo 2o do oi-
C'VineniQ provincial, sendo approvado em lodos
os seus paragraphos
Hao opprovados igualmente sem debate os ar-
tigos 3, 4,6, 7, 9 e 10. "
II m^*.mm ._.


ms
"i

O Sr. Machado Porllla jusiilit-o u manda
mesa as scguinles emendas, aos ^2 e 4" do ar-
tigo 5o : ,
Km vez de 400g00 dga-se 800*000.
Em vez de 2:5t'O*00O diga-s8:240JOttL
Oraram a respeilo os Srs. Cintra e Machado
Portclla, sendo aliual approvado o iMigo tom n
emendas.
O Sr. Gaspar do Menezes pede cxnlicaces
ncerra das escolas da comarca de Rio Furroozo,
por occasio da discussao ilu art, S.
O Sr. Mochado Porllla fatelgumas considera-
res em resposla.
E' mandada mesa urna emenda do Sr." Gas-
par ie Menezes, aulorisondoo presidente da pro-
vincia 4 crear duas cadenas de primeiras leltras
do sexo feminino em Agua Preto e Barreiros, que
nao aceita pela mesa, por j se ter deliberado
a respeilo. sen lo onrt. 8o approvado.
O Sr^Nascimenlo Porllla dizque, lendo-se de
volar a quanlia do juro addicionul da via frrea,
desoja que se encele urna discussao acerca da
mam-ira porque fui ella executada conl sendo
acliialmcnle.
Dada a hora, o Sr. presidente levanta a sessao,
dando a mesma ordem do dia.

JM&MO PE PEttWAMBDCQ, QUISTA. FF.lrU Ift PE ABRIL PE 1860.
.
9't l
PERNAIYIBUCO.
XSSEMBLI LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE ABRIL.
Presidencia do Sr. Vizconde de Camaragibe.
(Conclusivo).
Vai a mesa e apoa-sc o seguintc roqueri-
mento :
Requeiro que o projecto -m discusao v as
ceromissoes de commercio e orcamenlo provin-
cial para omitlircm sobre elle seu parecar.Mel-
lo Reg.
O Sr. N. Vorlella : Sr. presidente, dirci
diu i 1 o pouco.
As obse vacos que acabam de ser ieilas pelos
onus illuslres memluos me demoveram do pro-
pusilo em que eslava de nao tomar rnais par-
te nesta discussao, porque o que havia dilo as
sessoes passadas julgova-o suflkicnle para de-
monstrar a ulilidade do projecto c para dislruir
mesmo oque alguns uobres membros haviam di-
lo cnnlra ella.
O nobre deputadn qire acabou de fallar, pela
maneira porque a fez, parecen dar a entender
Depois e preciso tambera Hender que iiistilui-
coes iguaes (orara fuodadas na Babia e era Sergi-
l'ie, o o governo linha necessidado de procurar
que houvesse a raaior uniformidade possivcl nos
estatutos desses difTerentes eslabelecimenlos o
assim que deve-se explicar.essa falla quo o no-
bre deputado allribuio a centraliss;o.
Tratando dos etalutos Sr_ prewdenlp, cabe
ainda observar que longo de julgar menos digno
dos membros do Inslilulo o fado de serom elles
aprescniados pelo governogeral, longe de enten-
der que foi isto urna falla de confianca da parle
do governo para com esses membros, eu enlendo
quo foi um nieio de evitar difflculdades que tem
apparecido era oulras occasios e que podiam ap-
parecer: houve zelo, houvo boa vontade da parlo
do governp c nao falla de confianca.
Julgo-me dispensado de apreciar a observaco
do nobre deputado quando diz quedada ao Insli-
lulo a mis sao quelhe conferem os estatuios den-
tro em pouco a assembla provincial nao leria
rnais acro sobre os negocios da agricultura.
O Sr'. Ignacio de Barros : Foi um receio
meu.
0 Sr. N. Porllla : Mis um receio infun-
dado.
Agora, Sr. presidente, duas palavras sobre os
requerimentos. O rcqucrimenlo de aditamento
me parece ( permilla-me seu nobre autor dizo-
lo ) ura meio de dar urna raorle fatal ao projecto.
Quanlo ao outro requeiimcnlo, cu declaro que
eslimarei muito que a Assembla votando a sub-
vencao proceda de mndo a garantir os cofres p-
blicos, porque o quo mais desoja que a assem-
bla mostr que est disposla a auxiliar o Insti-
tuto, que nao indilTerenlc as necessidades da
agricultura, quo est prompta a distribuir parles
das mposices que procedem da agricultura,
a beneficio da mesma agricultura Assimv o
proieclo s commisses, se a casa entender que
essa conveniente para tomar urna boa reso-
lueo.
Tenho dilo.
Encerrada a discussao e posto a votos os re-
querimentos sao approvados.
Primeira discussao do projecto n 35 deste au-
no que desmembra diversos engenhos dos ter-
mos de Serinhem e Ipojuca fazendo-as perien-
cerao da Escada.
O Sr. Pereira de ffito pede commissao au-
tora do projecto as razocs que a levaran) assim
confecciona-lo.
O Sr. N. Porllla :Sr. presidente, o nobre
r neta quo na divisan dos termos se procure a
linha recia.
Um Sr. Deputado : Devc havr urna cstroda
40 palmos dividindo
O Sr. JV. Porllla : ~- Se o nobra
<;uze\ proponbo-o.
Diz-se porm Sr. presidente, que afregueria
u Escoda .muilo extensa, e que este proieclo
Ir prejudicar aos interesaos dos difTerentes
gentes deautondade netses termos donde se
irom terrenos para a Eatada, mas qreio. quo
(piando mesmo fosse real este prejuifo d inte-
restes jamis iste pnderia aer razo que nos lc-
vasse avotar em sentido conlrs aos inleresscs da
idmimslraco da juslra o do paito espiritual.
Mas Sr. presidente, era mismo estes inieresses
io podem julgar prejudicadbs, pois que posto
que pelo projecio que ora se discute se liram
i res engenhos a Serinhem, do-so-lhe tres en-
ijenhos lambem pelo projecto do nobre deputa-
ilo. (Cruzao-se apartes.)
O aparte do nobre deputado me obriga a dizer
iuo o engenho Amarangi a que se refere o seu
iroJeMo perlence freguezia e terreno da Esca-
la. Eu sei que a lei n. 85 sujeitou os terrenos
lo cigonho Amarangi ao pasto espiritual da
reguezia da Escada e no mais deixar a Jurisdi-
;ao as autoridades de Serinhem, mas sei tam-
jem que a lei de creacao dif terreno da Escada
loroprebendeu lodos os terrenos pertencfnles
.reguezlo da Escada : ora se o terreno do enge-
nho Amarangi eslava comprehendido na fregue-
sa d,i Escada. sogue-sc que passou a perlencer
10 termo da Escajjp, porque quando a lei disse,
pie faziam parte do termo os terrenos da re-
i>iet\, 6 claro que revogou as disposicoes em
onirano e assim ficou o engenho Amaranai
aertencendo Escoda no civil assim como j
nieinos' de earidate de prelerencia a oulras
qnaosquer consignares ; e que, em relaco aos
demais dbitos, aitspectiva adminislrac en vi
doase todos os esforcos para a realisaco do com-
depulado .plente pagamento,- nao omitlndo o recurso de
accionar mesmo aos omissos no cumprmeuto de
seos Ir atoa.
Referem-nos que na povoaa oa Aboga-
dos fra encontrado morlo, na propriaoasa, nm
empregado do almoxaiifado do arsenal de ma-
rinha.
O cadver j achava-se era decomposico. e
pelo mi ebeiro que exhalava da casa, que es-
lava fechada, que vcio a dar-se pela morte ;
a quol attribuid molestia inleriordoque pa-
deca o fallecido.
De Goianna eommunicam-nos que, sema-
na pretrita, foi all assassinado um gente infe-
rior do polica, de nome Marlinho, prenle do
fallecido general Scra.
A origeni desse assassinio foi o haver elle rea-
lisado a prs.io de urna mulher de mios costu-
mes, quo brgava ; e esse fado lao simples foi
reputado em grande insulto pelo amazio doquella
mulher, homem casado c que vive de fszer va-
gens, do raaneira que era urna occasio, em quo
o nsssssinado trabalhava n'uma planlayo do ca-
pm. falsa fe alirou-lhe elle urna cacelada ao
pedo pescoco, que o deilou por Ierra, e era se-
guida sangrou-o seu salvo, dando-fhe assim a
morlo I
Acresconta o nosso informante, que o assassi-
no anda dormo em sua cos, e no da seguate
retrou-se sem a menor reserva.
Nessa mesma comarca foi assassinado um
outro individuo, quo ha pouco ha va-se levan-
tado do leito da molestia onde o alirara a va-
rila.
jiic o Inslilulo Agrcola nao era urna msliluicao deputado pede quo alguns dos membros da com-
dos agricultores, mas sim do governo. mtssio expenda as razoes pelas quaes iulgou el-
0 Sr. Luiz Fihppe : Pode ser, mas nao foi' la dever apresentar o projecto quo ora entra em
esleomeupcrisamei.to. discussao. vejo-me. pois, na obr.gac.io de acudir
O Sr. A. Vorlella : Eu concordo rom o no- ao reclamo feito pelo nobre deputado.
bre depulado quando diz, que insiiluicoes dessa | Senhor presidente, o nobre deputado comecou
em devem partir daquellcs que sao mais im- observando que na sessao pistado foi oqu ap're-
mediaUniente nlcrcssados nos seos resultados! sentado um pleito entre particulares que triuxo
e partilho anida com o nobre deputado a idta de em resollado deliberar a assembla que lodos os
pie a elles cabem os pnmeiros onus, por essa papis relavos a esta queslao fossem remeitidos
que sao os pnme.ros 'l-ie parlicipam dos bcnell- rela?o como poder compleme para decid-la
cos. Mas o nobre deputado foi alera, e expri- e dahi eoncluio quo a assembla est incumbida
mio-se de mancira a dar a entender que era da de tomar conhccimenio desse negocio,
exclusiva competencia das quo se. dava.n a indus- 0 Sr. Brito :-Nao ha tal, lano que eu pergun-
Iria. carregarcom todos os onus resultantes das lei qual a ulilidade
insiiDiieoes; destinadas promover a sua prospe-| 0 Sr. N. Porllla :0 nobre depulado ainda
obsorvou que nao de ura momento para oulro
lidade. Mas serao Sr. presidente, csses indivi-
duos os nicos interessados no desenvolvniento
-.que se fazera lleraces de limites porque quasi
da industria ? Nao, Sr. presdeme, o governo de- \ serapre essas alteraces sao determinadas p
ve prolcrao o industria nos paizes novos como o teresses cleiloracs
porin-
soii depulado que o
loraes.
nosso para que se possa contar com a sua pros- O Sr. Brito:Desde que
pendade. vejo nesta.
.u, i?r,,h,S0HqUt. Iefd" q,.,- nhre dc" Sr- A- Portell(t :-Bom foi 1e o nobre de-
pulado ochando multo insigniliranle a quan- pulado se encarregasse de declarar, que da parle
ta volada pelo projeclo.nao devia concluir como de nenhum dos membros da commissao houve
cunctuio. altencao a laes inieresses; recebendo a sua de-
O,,. Luft t ihppe : Por ora nao enunciei' cloraco como lilha dos seus senliiaenlos muito
juizo a cssj! respeMo. dignos, sou obrigado anda a dzcr que esta as-
O Sr. N .Porllla : Sirva ,ss0 mesmo de semblo quando procede a alteraces delimites
resposla a observaroo doSr. depulado Ignacio de dc freguezias e termos, nao se deixa levar p..r
inieresses eleiloraes osim pelo interesse publico
bem reconheuido, bera determinado e melhorjul-
iertcncia no ccclesiastico. Nao quero.entrar na I Por stio iufelicidade, logo aps a sua sahda,
ipreciacao dos actos que se tem pralicado por; encontra-se com um inimigo, que o esfaquei
! das autoridades, porque isto nao prova ] horrivelmente, nao obstante o eslado em que se
:onlra o disposiciio da le que cousderou aquel-
les terrenos da Escada.
ello ochava.
Amanhi 6 a reunio da segunda sessJodo
Sendo assim pois, linha eu razao quando dizia jury desle lermo do Recifo.
pjc os inieresses que se diziam prejudcados. se i Forom recolhidos cosa de delenco no dia
ichavam compensados pelo fado de passagem 17 desle mez, 8 homens e 1 mulher, sendo 51i-
Jos tres engenhos da Escada para Seruhaem ; vres o 4 escravos, a saber: ordem do Dr. cha-
mpa perfeila iroca..... \ fe de polica 2, ordem do subdelegado da fre-
/i Sr. Deputado; Troca sem ser pedida, guezia de Santo Antonio 3, ordem do da fre-
O Sr. N. Porllla : Sr. presdeme, o que guezia de S. Jos 1,oi ordem do da freguezia da
importa queno leona Serinhaera pedido que os Boa-Vista 3.
engenhos comprehendidos no projecto do nobre i Passageiros do hiale brasilero Sania Bita,
deputado liqucm pertencendo oquello freguezia sabido pora o Aracaty :Jos Jooquim Osono'.e
e lermo? Islo nao deve pesar no animo do Lucio Guimares.
assembla, porque esta procedo em sens actos j Matadouro publico :
segundo julgo serem elles determinados pelas Matarara-so oo dia 17 do correle para o con-
necessidades publicas independenle de haver ou sumo desla cidade 80 rezes.
nao reclamacao. No dia 18 do mesmo 95.
gado.
Foi justamente esse interesse bem claro e bem
demonstrado nos papis remellidos a commissao
que levou-a entender que era indispensavcl o-
da casa o projeelo que se
llarros quando disse que o projecto era o alimen-
to niuilo suculento para urna creanca recem-
nascido.
O nobre deputado que fallou em segundo lugar
fez urna observaco nova, qual a da necessidado
de dcnionstracfio" da deficiencia dc recursos da
parle do inslilulo, para que assim a assembla se I fererer a consideraco
resolvaosubsidia-lo. 'discute
n %' tilh,F,lEe: ~Vr" mm P0n' tHS*A no"p "pulado querendo impegnar o projec-
JL'* %,J ~ C,'el q q"an' ? (!S i ,0- cro nalu,al 'lue Prucurasse munfr-te dos do-
poderes do eslado j.ilgam necessario contribuir cumenlos que forom sugeitos commissao, exa-
m favor do qualquer.ns itu.cao ul.l. nao pre-' minosse e opreciasse as razoes comidas o pa-
uso que previamente se demonstre que os seus recer.
recursos niosao suiriciei.tes Qnando se trata I 0 Sr. S. Lacerda : Mas as razoes oceultas 1
de urna insl.lu.cao da ordom desla, quando se re- O Sr. N. Porllla:- Eis o que diz a com nis-
-.onhocc que os particulares apezar de seus bons sao (16) : wohh
desejos, nao podem com seus recursos pessoaes| Aqu v6-se ainda a commissao julgar necessa-
assembla a incotiveniencia que
visla pareca rcsullar da deliberando
por ella no auno passado, isto 6, de ter
fazer com que tal ou tal industria prospere, o' rio fazer sentir
governo tem o dever dc prou-je-la independenle! primoira visi
dc m pedido de auxilio. E' preciso desconhecer lomada por el I
as diRiculdadcs com que lula qualquer insiiini- resolvid que lodos os'pape'Ure'livos" i'qettao
ecaa desenvolver-se, os eraba-! fossem submettidos relaeao.
rao quando com
reos que enconlra para allingir a seus fins, pa-
ra enlendcr-se que indispensavel que se de-
monstre a deiicienci* de recursos proprios ;
tonto mais quanlo o respeilo do inslilulo se vC
que os seus llns sao niilo ampios, refercm-sc
como mesmo diz o nobre deputado que falln
cm primeiro lugar a lodas as necessidades da
O Sr. S. Lacerda :Nao apoiado. lodos os pa
peis relativos ao conflicto judiciario.
O Sr. Porllla :A commissao aqu ex-
pende seu peiisainenle a respeilo, Uz ver que
longe do ser islo motivo que delerminasse a abs-
Icncao di ntervencao da assembla n'uma deli-
beracao que delerminasse os limites dessas fre-
agiicultura. e assim o poder que tem de subven- guezias, era o complemento ainda da divisao to-
wonar nao precisa dessa roclamacao da parle da ( mada pelo tribunal da relaeao, porque era esse
insiituicao. mesmo tribunal que em se accordao linha re-
No nosso paiz. Sr. presidente, yernos cons- solvido que postoque llcasso prevena ojursdic-
tamemenlena assemula geral inslituices mui- I cao do juizo municipal de Serinhem, todava ao
to difTerentes, de muito menes importancia,e que
dispoem de grandes caplaes, serem subvencio-
nadas pelo governo e nesta provincia mesmo a
companhia Pcrnambucana,..
O Sr. Luiz Filippe : Pedio depois de estar
unecionando. (Apoiados).
O Sr. N. Porllla : Sr. presidente, eu nao
sei mesmo comprehender se os nobres depula-
dos desconhecem os lins a que se destina o Ins-
tituto Agrcola.
. O Sr. Fenelon : O que est escripto nao
bstanle.
Outro Sr- Depulado : Dislina-se a ludo c a
alRumn cousa mais.
O Sr. N. Porllla : E* preciso altender-se
um pouco os inlcncoes que fizeram apporcccr o
instituto, a poca em que elle appareceu, as cir-
cumslancias qute acompanharam, para dahi colli-
gir quaes as garantas que offererc da exequibi-
Jidade dos fins a que se propde ; c preciso ter
mais um pouco de confianta na boa vonlade da-
quellcs que o dirisirem.
Um Sr. Deputado : Queremos factos.
O Sr. .V. Porllla : verdade: mas os pre-
cedentes desses individuos, as crcumslancias que
acompanharam a creacao, devem-nos levir a ter
confianca na instiluicao.
( Ha um aparte. )
Cora isto. Sr. presidente, nao ha manifestacao
de dcsconfianca na ulilidade da instiluicao, pelo
poder competente cumpria resolver a queslao pa-
ra evitar novos conflictos para o futuro.
Assim, senhor presidente, creiu que seo nobre
deputado tivesse ottendido as razoes cuntidas no
parecer da commissao,se tvesscui querido dar-se
oo trabalho de examinar os papis que lhe foram
remellidos, havia de convencer-so de que nao
podio deixar dc opparecer o projecto. Mas j quo obiniao que sustento.
! depulado nao se quiz dar ao trabalho, to de jurisdicrao nao
seja-rao permittido agora dar
a commissao
O projeelo do nobre depulado til, neces-
ario...
QJr. Rejo Barros : Mas nao est em dis-
:usso.
(Cr.izam-sc apartes.)
O Sr. N. Porllla:Ora querera os nobres
lepulados por torga terminar o modo porpo hei
Je fa lar?
' fin Sr. Depulado : O nobre depulado esl
preciando um projecto que nao esl en dis-
:usso.
O Sr. N. Porllla :Eu eslava dando urna ra-
;.ao justificativa da mnha proposicao, isto que
i existencia de prejuizo de inieresses por si s.
lo era motivo quo delerminasse o abstemio-nos
le faj.er divisos e quando mesmo esses prejui-
'.03 se dassem, cram elles compensados pelo
projeelo do nobre depulado que faz passar por
Serinhem tres engenhos perlcnsenles a Escada.
Agara seja-me permittido preciar a queslao
lue os nobres depulados jnlgom a mois impor-
tanle, quero filiar da resolucao tomada pela as-
sembla na sessao do anno passado, pela qual
leve i relaeao de resolver um conflicto de juris-
dieco entre os juizes raunicipaes da Escada e
Serinhem. .
Sr. presidente, commissao foram present.es
os papis que aulorisaram a deciso d'aquelo
tribu.ial; e eu tenho conhecimento de ludo quan-
to o anno passado leve lugar. Houve, ,Sr. pre-
siden le um conflicto dc jurisdccao da 'p&rto dos
propietarios dos engenhos Jussara e Tres-T3ra-
os, jsse conflicto deu lugar a que houvesse do
parte das autoridades da Escada e Serinhem
representacoes ao presidente da provincia que
enlac era o Sr. Saraiva, e este julgou que a as-
sembla era a competente para resolver a ques-
lao, pelo que romelteu-nos todos os papis ; a
asseiiibla resolveu quefosse ludo o urna com-
missao, a quol deu seu parecer pedind informa-
Qes mas a .assembla julganJo quefno cram
ellos precisos, ou amosque a questAo ^ia Ul ifne
devi, ser resolvida pelo poder judiciprio/resol-
veu ubmelle-lo no poder judiciario. 7
O Sr. S. Lacerda : Noo senhor, ja existia o
conflicto de jorisdiccao na relaeao.
0 Sr.N. Porllla:Tem razao. Mas a rola-
cao resolveu o conflicto de jurisdieco de modo
especial.
Um Sr. Deputado :Nao poda deixar de re-
solver as'im.
O sr. N. Porllla :Julgou prevena a juris-
dieco do juiz municipal de Serinhem at que
pelo poder compleme sejam marcados os limites
dos tlous termos.
0 Sr. S. Lacerda .Nenha a bondade do lr
o accordao antes do artigo que.
O Sr.N. Porllla :(L.)
Ei.'i aqu a demonstrado mois clara da neces-
sidaele em que esl a assembla de tomar urna
deliberaco 110 sentido da ullima parle do ac-
cordao paro por lermo a laes conflictos por taes
mol vos.
(Ha um aparte.)
O Sr. JV. Portella :0 aparte do nobre depu-
tado longe do me ser contrario, favorece-me na
E'verdade que oconflic-
exisie foi decedido, nao
MORTALIDAOE DO DA 18 DO CBRENTE
Mario, preto, 14 mezes ; febre pernicioso.
Jos de Araujo. branco, casado, 31 annos ; fe-
bre omorella.
Tristo Piulo da Fonseca, Indio, 30 annos ;
phthystca.
Loorencp Benedicto, pardo, casado, 24 annos ;
tubrculo pulmonar.
Francisco Das da Silva, pardo, casado, 33 an-
nos; congesto cerebral.
Antonio, pardo, 4 mezes; febre.
Joo, bronco, 13 mezes ; intente aguda. -
Francisco Xivier dos Sanios, pardo, casado, 27
annos; pulmonite.
Francelina, parda, escrnva, 5 annos ; ana-
zarca.
Florencia rsula Mara, pardo, casado, 35 annos;
tubrculo pulmonar.
Manoel, preto, 1 anno. denlco.
.Manuel de Barros do Nascimento, preto, viuvo,
66 annos ; hydropesia.
Hospital db caridade. Exislem 54 ho-
mens, 59 mulheres nacionacs, 5 homens estran-
geiros, total 119.
Na lolatidade dos docntes exislem 42 aliena-
dos, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinlo s 7 horas da manhoo, pelo Dr. Dor-
nellos s 8 3(4 horas da manha.
Falleceu um homem de hydropesia.
Communicados.
daquelln, bem como uu demoi companh-iros da
adminislrac, aa vozesdo consociodo irmao
do ophtalmicoe do necessitado, que no s re-
claraavam altencao, mas inda exigiam por essa
forma o complemento do abraco fraternal, por
este solicitado. e
Fatal nomeaco pernicioso decriment '
Doavaiterida e inebriada adniinisUacao pela
obra de caridade, que em boa f acabava de pra-
licar, nem soquee de leve suspeilou icr abracado
um lrai(oeiro Caira,nem queo mtalico que de no-
vo ella admiliia, era o pruprio jento do mal, que
en to afagado e colindo noseio do eslabeleri-
meiito, havia logo de (rnnsiomor, peirerier e
perturbar o andamento regular da mais sania
das instituicots.
Tardo arrependimento !
Corriam porm plcidamente os das; ludo era
Iranquilidade, ludo silencio: mas no antro da
malignidade nao Cisavam de foijar-se as setas
com qu* em "brere linham de serforpeodas as
victimas do odio do Sr. Dr. Alraeida; porque
este havia jurado no altor da sua vingancs o nao
deixar impune a demisso que lhe for'a dada,
nem a liomilhacao em quo e collocaram de an-
dar dc porla cm porta, e chapeo em punho, men-
digando a sua-rcinlegraco.
O plano eslava trocado, a eleico da nova jun-
U approximava-se, e era par ah, no centro
desse mesmo campo, que o medico do hospital
havia destinado dar o seu combate ; porm urna
crcumslancia se lhe oflerece.quc o faz atilecpar
a etecuco de seu nefando projecto; e de um of
(icio, quo pela provedora lhe foi dirigido, forma
elle o seu grande cavallo de batalha, e de.lanca
em risle, investe logo a cobrir de insultos c im-
properios a quelles mesmos de quera pouco an-
tes beijra as mos agradecido
E' forzoso pois que pouhamos nossos consocios
e o publico ao alcance dessa innocente oceurren-
cia, para que bem se conheca se esse funecionario
foi alvo de insinuaces malvolas, partidas da ad-
ministrando, ou se era verdade nao foram bem
fundadas as razoes que ella leve para proeeder,
como procedeu, no circulo de suas allnhuicdes.
A Iranscripco do documento infra o resumo
fiel e verdadero dessa vergonhosa historia, que
apesar de ter sido levada polo Sr. Dr. Atmedo
peroute o respectivo juizo, ainda hoje permanece
em seu inleiro vigor; por havercm sido all sus-
tentados pelo provedor citado, lodosos seus fun-
damentos, como j livemos occasio de fazer pu-
blicar, e cm nada destruidos os pontos dessa exi-
gencia feila ao dito Sr. Dr. Almeida; sendo
muito para lamentar que al hoje o archivo do
hospital o guarde o precioso alvar de S. M
Fidelissima, nem as enfermaras a importante
caixa de ferros cirurgicos !
Allenda-se :
lllm. Sr. Provedor do Hospital Portuguez.Di,
Jos Teixeira Basto que se lhe faz preciso que o pri
meiro secretario revendo o livro das oclas lhe d
por certido o theor do parle da acia de 6 de no-
vembro de 1859 era que trata da scyndicaucia re-
lativa ao abar de S. M Fidelissima e de urna
caixa de ferros dc cirurgh que fallavara no esta-
tielecimeuto, por isso, pede a V. S. lhe delira na
forma requerida.E. R. M.
Cerllique querendo.Recife, 6 do marjo de
1860. J. B, P. Braga, provedor.
as razoes quo tpve existe a causa pola qual o anno passado a as-
sembla julgou nao dever lomar deliberscao al-
nao me demnvena por oulros principios que nao tenti ponha lermo a taes
lossem aquellos que determinara a convieco da (Ha um aoarle 1
verdade. (Apoiados.)
Entend que a proposta
conflictos.
contrario o poder que se reserve a prole'ger urna urna legua da sede da freguezia da Escad
n^utuigaoqiielemporflm dardeserivolvimenloa distancia de cinco ou se3 da dc Ipojuca ;
modo e fcil o transporte desses dous engenhos
urna industria que nflo tem podido chegar ao
ponto a que pode, chegar, o poder competente re-
conhece as difliculdades com que lulam os que se
destinam a essa industria,vem cm seu apoio com a
proleeco que esl em suas torcas bem que com
essa demonstre desconfianca. Nem eu crcio, se-
hores to ignorantes das condcoe3 em que se
achom os nossos agricultores par'a desconfiar por
momentos se quer da boa vontade ql* cada um
delles tem de concorrer para a prosperidade da
agricultura.
Agora, 8r. presidente, referindo-rhe ao nobre
deputado que falln em primeiro lugar, direi que
a subvencao progressiva, noo me parece prefe-
rivel a que consigno no projeelo. Pela idea da
emenda do nobre deputado a subvencao est na
conlnbuiro dos socios.
O Sr. tgnaclo de Barros : Na razao da pros-
peridade do Instituto.
O Sr. N. Portella : Nao, o nobre deputado
ha de convir commigo que differente a prosperi-
dade do Instituto da subscripeo que elle realisar
porque o Instituto pode ser bem subvencionado
no entanlo no prosperar.
O Sr. Ignacio de Barros : Nao disse bem
quera dzcr da existencia real delle.
{ Cruzam-se oulros apartes. )
O Sr. N. Portella : Nao ha por esto conside-
da cmara da Escada
eslava no caso de ser approvada.
Aoreciando o primeiro ponto sobre que versa
a represenlaeno, se v que a cmara representa
pela necessidado da reunio dc dous engenhos
que hoje perlence a Ipojuca e o razo allegado
lo procedente que bosta profer-la para ser re-
cebda.
O Sr. Ignacio Leao .-Admira qu6 at hoje se
nao tomasse urna providencia nesse sentido.
O Sr. N. Portella :Os engenhos Uniao e So-
ledado acham-sc situados na distancia apenas de
a e no
como
t.2. mi0*!1.6- VC "3 emPJnda d0 ntbre dePu" missa conhecou a' procedencia
"o 'col i L,ia0JL0rreSp"de f sHa boa '"icn-lco da cmara da Escada, quand
.ao. como inda mesmo ura outro inconveniente*iue os rnnonhn. nSriDn,,ig
para a Escada, oo mesmo lempo que difcl pa-
ra Ipojuca, paro onde os caminhos sao quasi in-
transilaveis em lempo de invern. Acresce ain-
da que um desses engenhos ja lem partes de um
terreno na freguezia da Escada.
Um Sr. Depulado : Que engenho esse.
O Sr. y. Portella : Soled ade o qual esl
situado em terreno da oldeia da Escada.
E' sabido que os poderes geraes nao podem
deixar dc mandar proceder a medico dos terre-
nos dessa aldea emuilo ileficil ser demarcaco
dessas trras estando ellas situadas parle em
um municipio parte cm oulro eportanto como me-
dida preventiva para evitar deficuldades futuras,
terna-se necessario que os terrenos desse enge-
nho fiquem s pertencendo a Escada. Assim Sr
presdeme, j pela proximidade, j pela conve-
niencia que a pouco refer, claro e manifest a
ulilidade que resulta da transferencia desses
engenhos.
Agora Sr. presidente, tratando dos engenhos
Jussra dizcm os nobres depulados que ah est
a mainr queslao........
Um Sr. Depulado : Mas nao a queslae
local.
Ouro .Sr. Deputado : E' if-queslo judicial
O Sr. N Portella : Sr. presidente, a cora-
da reoresenta-
U Sr. JV. Portella .Agora. Sr. presidente, se
se a Hender s inforraacoes das autoridades da Es-
cada com relaco ao conflicto quo foi decidido
pelo tribunal da relaco, sou anles levado a crcr,
pie esse tribunal julgou a favor do juiz de Seri-
iihijm antes pela consideraco do ter sido esse
juiz quera piiraeiro toraou conhecimento da
quenlo do que por oulra crcumslancia.
Assim pois, creio, que tenho explicado ao no-
bre deputado as razoes que leve a commissao pa-
ra apresenloroslc projeelo.
T.'iido dado a hora tica a discussao adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
.....ido esta observa
.JConvenientefXiue os engenhos pertencentes a Serinhem
^l^oKtel.nK!?"*'10*0 n0bre dePHUo em bem pouca distancia da sede da fre-
"?coTodT toma ^TJVtU d?" Tl0l a-sub- eue"a e lermo da lacada : ainda nao menos
to.HScant,uTnir q^Vo nobreT^u.a^ .e/mulo era visl,
Sr Dresidont* aeora nem rU/mitl-., a quando se Irala da dmsao de trras e freguezias
nobe depmadT^diz^
feilamente csgniado quando emende
n REVISTA DIARIA. .
3 nota dumonsiraliva do estadoadual a di-
vid activa dos eslabelecimenlos de caridade, ve-
rificada al o ultimo do mez prximo pastado, e
que doraos aqu aprecilo do publico, decorre
que um grande alrazo existe no recebimento de
producto dos ramos, que conslitucm as respecti-
vas rendas.
Al aquella data achovam-se cm debito asse
giiintes verbas :
Renda doi predios vencida al
dezembro do anno prximo
passado........
Foio do engenho Bonifica .
Subvencao paro a Ihcsourarin
provne'nl de ..dezembro a
morco ultimo......
Di 11 para a obra do hospital
TedroII ......
Curativo das pravas dc policia
al dezembro......
Dito de mendigos de julho a
r.iarc.o......, .
Curativos particulares .
. que da
centrligaeao fjuw deecobrio nos estatutos resul-
to o fado dent iet al hoje funecionado o Ins-
tituto. O nobre depulado querendo comprobara
suaasserco, disse que o fado da nao reunio do
Inslilulo foro causado por ter o ministro do im-
peno o_esaiuiot guardados na sua algibeira.
m o nonro deputado nao lem razo, porque ta-
be terrenamente que no dia da instarlaco foi quo
teve lugar o embarque do Sr. minislro para*
norte,. foi isto justamente o qe den lugar a
que E*c. independenle de sua vontade levas-
ob laluos para o Rio 'ende 00 manditu,
que si
para evitar essa torluosidade de divisao
nota entre a Escuda e Serinhaera.
Pelo que respaila aos terrenos doengenln
Amarangi e oulros que Ihes ficam contiguos e-
para transferencia dos quaes, o nobre deputadi
representante do Cabo, julgou dever apresentar
um projeelo ftzendo-os passar da Escada pan
Serinhem, este projecto de conveniencia po
que evita as immeoiaa torluosidade que se dio,
a ponto de ser necessario para hegar Etcadii
passar era terrenos do Serinhem; por isso ei
desde j rae comprometi a votar pelo projem
9 nobre deputado, porgue de luda a convei-
Hcsle eslado consequenleraente obvio, que
ha urna impossibilidade physica de occorrerem e
realisarera aquellos eslabelecimenlos as suas
desipezas, dando lugar, esla emergencia a que es-
teja grande parle dellas por pagar; ao passo
que sao despezas indeelinaves, impreleriveis,
poiuqueso feitas com ocosleo das difTerentes
secjoes de que se elles co.npoem.
Ainda quando o referido recebimento anda em
dia, a Acalla eflectva uo suflicienle para cu-
br,- a despeza ; e se isto assim, como podero
os eslabelecimenlos de caridade desenvolver suas
operaces com ura alrazo de30:193$114 no rece-
bimento de suas rendes T
Importa pois que seja lomada urna medida ef-
flesz, de modo que seja sanado semelhanle in-
conveniente, e desappareca uma actualidade'
pouco vantajosa para o desenvolvniento daquel-
aa operaces, que por ccrlo nao devem e nem
podem aer entorpecidas e menos parolysadus em
sui marcha ordinario. Ceoriria, para consecuco
desle desidertum, que fossem pagas as subven-
cocs roladas pela o*efljlla para os etUbcleci-
Veis senhores socios do hospital
portuguez de beneflcencla e ao
publico,
- O genio do mal, que disfarcodo ou
despejado lem por nica misso so-
bro a Ierra tronslornar, perverfer e
perturbar o andamento regular dos
rnais santas inslituiges, ha de lam-
bem procurar eslorar-vos.
A discordia o tmulo da3 empre-
sas collectivos, a emulacio um ini-
migo traicoeiro, que as tere solapada-
mente.
(Do discurso do Sr. Dr. Jos de
Almeida Soares de Lima Bastos,
dirigido aos socios do Hospital Por-
tugus de Beneficencia, no dia da
sua inslallacao.)
I Continuaco do n. 8G.)
Scienlificando o Sr. Dr. Almeida da demisso
quelhe fora dada, reg\essa incontinente a esla
cidade, o com ensaiadas maneras c melifluas
palavras, corre, salla c voa da casa do provedor
para a de cada ura dos membros da adminislra-
c ; principia por confessor seus erros, por jus-
tificar suas faltas, por pedir e rogar humilhonle-
raenle o reintegrarao rio seu lugar de medico do
hospital ; mas encontrando formal repulsa do
parto daquelles, que elle tomava por seus protec-
tores, ainda assim nao trepidouem busca de no-
vos meios, sl insinuar um requerimento no sen-
tido dc seus desejos. Esse rcqueiimento, lido
em sessao de 2 de julho o apesar de bem apa-
drinhado por aquclles, que infelizmente se
haviam deixado altrahir pelo canio da Scrcia, foi
ainda desla vez repellido e regeilado.
Nada ha porm que resista tenocidade de
uma prctencao, principalmente quando esta se
cobre com o manto da hypocrisa i I
Volvo e revolve pois o Sr. Dr. Almeida a cap-
tar a benevolencia dos membros da junta admi-
nistrativa, iroca a sua rogativa de reintegraco
por uma nova nomeaco, recorda seus servicos
corno socio, invoca em seu auxilio o doce nome
de irmo de patria, raove compaixo com o seu
mo estado physico, enternece com o critico de
sua stuaco, exagera o muito que lhe interessa
o engrandecimento do eslabelecimenlo, e termi-
na por pedir em compensacao de ludo isso, que
0 deixem pelo menos gosar do hospital em sanio
ocio o mesquinho ordenado de um conlo de risl
Aqu trara-se a luta ilc deveres com os senti-
menlos da comisersco, abafam-se os resent-
montos da ousadia, riscam-se da mimoria dos
administradores as desattencoes do empregade,
cancellara-se as conicencinsprejudiciaes ; e n'urr
momento Indo esquecido. ludo desculpado a
ponto do deixar vencer a humilhaco e com ello
liiumphor lambem o hypocrisa I
Eis pois o Sr Dr. Almeida do novo nomeado
medico do hospital porluguez de beneficencia ; a
cuja corainunicaco responde elle com o seguin-
tc oflicio, para melhorar asssgurar o seu maior
inlerpsse na tolerancia de sua inaeco como go-
so do proveilo monetario.
Illm. Sr.Tenho a honra de oceusar a recep-
tan do offico de V. S. datado de hoje, no qual
V. S. mecommunica a minha nomeaco de me-
dico elfeclivo o nico do hospital porluguez de
beneficencia nesta cidade. Por essa occasio cum-
pre-rac ratificar a V. S. para os fins convenien-
tes os mes jios senliraentos do mais alio opreep
e reconhecimento, j por mim leslemunhados a
digna junta administrativa em sessao do dio 7 do
rorrele, por esto aelo ae consideroco e bene-
volencia com que esta officiosa e dislincla cor-
poraco houve por bem honrar-mo.
Pico entendido emquanto a segunda parte do
1 mencionado offico. Relativamente a tercelra ro-
.. |go a V. s. o obsequio de eselarecer-me sobre o-I
* seguinlo ponto :
Se, alienta a impossbiliJade, em que ainda
rae acho por causa do meu padeciraenlo de pres-
tar ao eslabelecimenlo um servicp regular e nao
somante de accordo com o que ambos convencio-
namos na conferencia em que V. S. por parte da
digna juula administrativa me propoz a minha
nomeaco, como lambem em harmona com as
reftexes por mim apresentadas mrsma digna
juma na referida sessao de 7 do correte, devo
eu considerar ou nao por V. S. approvado para
mo auxiliar e subslituir em meus impedimentos
durante o meu suiTrimenlo o lllm. Sr. Dr. Prxe-
des Gomes de Souza Pilaoga. Em caso negativo
renov a V. S. a mesma proposta ; esperando que
V. S. se dignar ratificar a sua approvacao.
neus guarde a V. S. Redfe 9 de agosto de
1859.
7:I13!>214
1:0003000
10:000^000
5000*000
2:079*900
4:000*000
1 000*000
lllm. Sr. Jos Teixeira Bastos, digno provedor
do hospilal porluguez de beneficencia.
Jos de Almeida Soares de Lima Bastos.
Apenas recebido o offico suppra, o deferimen-
lo do provedor correspondeu logo supplica do
peikionarjo, prquo unta ecboaran no corscio
Era observancia do despacho supra, certifico
que revendo o livro das actas das ses-oes da jun-
io administrativa do Hospital Porluguez de Be-
neficencia nesta cidade. n'elle afls..79 se cha
lancada a acia de 6 de novembro de 1859 da quol
me foi apuntado e pedido pelosupplicanle a par-
le que so segu :
O Sr. provedor disse: que quando entrara para
a provedora do Hospital no principio do atino de
1858, nao lomara canta de cousa olguma, pela
confuso em que so ochava ludo, lauto assim,
que no comeen de sito adruinisiracao foi mistar
nome-ar urna commissao para orgo'uisar a escrip-
lurac.ao do anno anterior e descrever os objedos
pcileiiceules ao eslabelecimenlo, visto como o
secretario desse auno de 1857 havia abandonado
o Hospital, sem nada deixar felo, mas apezar do
inmenso e penoso Irabalho que essa commissao
Uvera, nao pode conhecer se fallavara alguna ob-
jedos, nem se os que existan) erara ou uo do
eslabeleciiiiciito, e s mais larde e por informa-
co do alguns empregadus. o de pessoas que li-
zeraiu parle da juula de 1857, se pode conhecer.
quo fallavara o deerelo pelo qual S. M. F. se ba-
ria declarado protector do Hospilal, cuma nci
caixa com instrumentos de cirurgia. Cumpria a
provedora, nao s para livrar-so da respousabi-
lidade, como por interesse do eslabelecimenlo
investigar onde se achava uma e outra cousi.
Quo dessa invesligaco soubera a provedora,
que lano o decreto, como a caixa se achuvamem
poder do Sr. Dr. Almeida ,- que-precisando-se de
uma certido do mesmo decreto, encaneara ao
Sr. Souza Barboza digno secretario de 1858de fa-
ze-lo recolher ao archivo d'oude nunca devera ler
saludo, e ao Sr. Cosa Main, pora ariecader a cai-
xa com os ferros de cirurgia.
Que com efleilo o Sr. Souza Barboza, por ve-
zes mandara pedir ao Sr. Dr. Almeida u dilo de-
creto e i'ouiiuunicou j provedora, que o Sr. Dr.
Almeida lhe mondara dizer, que quando estives-
se melhor de seus euconimodos procurara esse
decreto entre os seus papis, e o remelleria i se-
cretaria, sendo que al hojo anda nao appareceu.
Que o Sr. Cosa Maia tambera exigir a caixa
dos ferros c coinmunicuu i mesma provedora,
que fallando com o Sr. Dr. Almeida, oas antea
do embarque desto senhor para as Alagoas, lne
dissera que deixova a chavo de sua casa ao Sr.
Dr. Pilonga para ello entregar a referida caixa.
Que com eUeiio o Sr. Dr. l'itanga maudarn pa-
ra o eslabelecimenlo, das depois da sahiJa 1K1
Sr. Dr. Almeida, a caixa que se ocha presuite,
com u firma do referido Sr. Dr. Almeida ; que
vendo o Sr. Maia, que aquella caixa nao era a do
Hospilal, eniendcu-se com o Sr. Dr. Pilauga e
que este senhor respondera-lhe, que na casa do
Sr. Dr. Almeida nfto exista oulra.
Quu a provedora liada mais tizera, uo s por
que o Sr Dr. Almeida se achava auseule, por
causa de seus encommodos, como porque coma-
va que 110 seu regresso nenhuma dilliculdade ha-
veria na enireg do mesmo decreto e na destroc
da caixa.
Que approxmando-se a poca do actual pro-
vedor deixar a adminislrac e adiando-se o Sr.
Dr. Almeida nesta cidade, entender que era de
seu dever novaraenlc pedir ao Sr. Dr. Almeida
uma c outra cousa, leudo por nico lira arredar
de si a pecha de pouco zeloso dos inieresses -du
esUbelecimento, sendo que antes de fazer esse
pedido a provedora anda quiz certilicor-so do
empregado mais anligo do Hospilal Jos Mara
Navarro Poito .erca da troca da caixa, o qoe a
juula ia ouvir d'elle mesmo a informaco que lhe
dero em particular... O Sr. provedorchamou o
Sr. Porto presenga da junla, pedindo ao secre-
tario, que escrevesse na acia ludo quanlo ello res-
pondesse; e comparecendo o dilo Sr. Porto, or-
deuod-lhe quo reietasse era presenca da junla. o
que por vezes lhe liuha dito a respeilo da caixa
dos ferros: o qual fez a declaracao seguinle :
Que quando a caita vei do l'rau^a, por in-
termedio da casa de Sou 111 &.C., fra^por estes
entregue ao Sr. Dr. Almeida, que a'couscrvou
em sua casa c onde elle Poilo a vira, porser-lhe
ella mostrada pelo Sr. Dr. Almeida; que poroc-
cosio do anniversario 00 1857, fra ello, na qua-
lidade de empregado, casa do Sr. Dr. Almeida
buscar a dita caixa e a levara juntamente com
oulras do mesmo senhor, para serem exposlasao
publico no dito anniversario: que no segundo
dia depois do festejo, o Sr. Dr. Almeida deu-llie
oidcm para oulra vez conduzir as mesmas caixas
pora sua casa ; que conhecendo elle Porto a do
Hospilal a separara pare a deixar no eslabeleci-
menlo ; mas o mesmo Sr. Dr. Almeida nao quiz,
e repeli -I lio o ordem do as levar ludas, o que
cumprio na qualidade dc empregado; que d'abj
para c nada mais sabia a tal respeilo, pareceo-
do-lhe com ludo, que a caixa que se achava pr-
senle nao era a mesma que o Sr. Dr. Almeida
lhe havia mostrado, quando ella velo de Franca
em junhode 1857.
A visia da declaracao do Sr. Porto, conlinuou
o Sr. provedor, que igual informaco que
lhe. dera era particular, e visla da certeza
que linha, de que o decreto nao eslava no archi-
vo, a provedora dirigi ao Sr. Dr. Almeida o of-
licio seguinle :
lllm. Sr.Conslando-mc que existe em poder
de V. S. o decreto de 2 de julho de 1856. pelo
qual S. M. P. Se declarara prolector do Hospi-
lal Porluguez, rogo a V. S. o obsequio de enviar-
m'o para ser archivado.
Tambero rogo a V. S. que so digne de mandar
uma caixa com instrumentos cirurgicos perleu-
cenle ao eslabeleeimen o, que fra trocada por
outra de V. S. que se acha na botica, com o
leireirode V. S.
Dos guarde a V. S.Provedora do Hospital
Porluguez de Beneficencia em Pernambuco, 31
do agosto de 1859.-lllm. Sr Dr. Jos, de Almei-
da Soares Lima Bastos, muilo digno socio bene-
meiilo do mesmo.A este offlcio. que nenhuma
offensa Irrogava ao Sr. Dr. Almeida responder
elle com o seguinle :
lllm. Sr.Acabo de receber o offlcio de V. S.
com dala de honleo, c em resposla cumpie-me
tafloaa a V. S., qu o meu padecimento me
nao permute por ora entregar-rpe a uma pesqui-
sa minuciosa nos meus papis, com o flm dc ve-
rificar, se enti'elles exisie ou nao o decreto, a
qoe V. S". anude; o quefarei logo ques"mepro-
porcione ensejo fayoravcl.
m quanlo a caixa de instrumentos cirurgicos,
tenha declarar V. S. que nanea como anligo
primeiro medico do Hospital couheci do pioprie-
dade do eslabelecimenlo oulra nesse genero, a-
lm da existente no mesmo eslabelecimenlo, que
a diCTcrenca do nome proveio de um equivoco do
fabricante que a confundi com oulros instru-
mentos que com ella vieram para meu uzo; o
quo com ludo nao obatou a que a digna provedo-
ra d'enlao a acceitalse, e como tal ten lia at ho-
je servido no eslabelecimenlo ; no entretanto se
olguma duvida houver a tal respeilo, ou se por
qualquer motivo estiver com ella discontente a
4iMmtToo, pde V S. ter a bondade dc man-
dar-m'a entregir, por que eu intfemnisarei o Hos-
pital do seo uslo, eu mandarei vir outr* de Fran-
ca com esse equivoco remediado ; nao podendo
iroca-laj,. porque uma quasi igual, que possuia
perda infelizmente em servico do Hospilal ainda
no lempo, cm que este menos abastado do quo
hoje acceilova reconhecido os meus humildes e
insignificantes favores.
Heos guarde a V. S.Soledade, Io do selera-
Dro dc 1 59.lllm. Sr. Jos Teixeira Basto mui-
to digno provedor do Hospilal Porluguez do Be-
neficencia, Jos d'Almeida Soares Lima Bastos.
A provedora, continuon, dizendo que nao que-
na encarregzr-sc do onalysar o offico do Sr. Dr.
Almeida, c que apenas notara mui de passagem,
que elle uo eslava mui de accordo, com as con-
veniencias necessorias aos inieresses do eslabele-
cimenlo. Que passado mais de um mez depois
da provedora ler recebidj a resposla do Sr. Dr.
Almeida, chegara ao conhecimento d'ella, que
quando foram relacionados os bens da cosa do
Sr. Joo Domingues Ramos, fra discripts uma
ou mais caix is com ferros de cirurgia e cnto oc-
correra-lhe a idea de que como o Sr. Ramos ha-
via sido o secretario do Hospital em 1857, pode-
ro por algum equivoco orhar-se all a mesma
caixa, que pora veiillcar essa duvida, fizera em
nome da junla um requerimenlo ao juiz do com-
mercio, no qual nem por sombra se tallara no Sr.
Dr. Almeida ; c conhecendo tambera que os
ferros existentes no poder do 3r. Ramos, nao etom
do Hospilal, nada mais fizera a provedora, por-
que esta nem pretenda irazer o conhecimenlo
da juma os oveiiguaces que fizera muilo em
particular com o Io secretario, e lano que na
sessao dc 18 do mez passado uo dera conta des-
sas occorrencias, e se agora o faz porque lhe
consta que o Sr. Dr. Almeida procura desairara
junta, ou anles a provedora, provocando-a por
toda a parle, e relatando estas occorrencias a al-
guns membros da junta do um modo pouco con-
venanle ; que nao era de sua intenco otlender
a pessoa alguma, mas que provocado, talvez an-
da so veja toreado a dizer olguma eousa de quo
o Sr. Dr. Almeida nao hade gostar, o que aguar-
da va para a reunio d'assembla geral. Os Srs.
Souza Barboza c Costa Maia, coufirinaro que
dissera a provedora na parte relativa ao que Ihes
dizia respeilo. Sr. Joaquira Amonio Pereira
disse que eslava aulorisadu por parle do Sr. Dr.
Almeida a declarar queeste senhor eslava
promplo a pagar a caixa com os ferros de cirnrgia,
ou a mandar vir oulra dc Franca,e fez ainda
breves consideaces a este respeilo, bem como
oulros membros da junio. O referido verdado
ao dilo livro e acia me reporto.
Manoel Ribeiro Bastos, Io secretario.
Recife, 8 de marco de 1800.
O que porm muito curapre nolar-se do quan-
lo tica exposto na acto que vimos de transcrever,
que o Sr. Dr. Almeida accolhcndo a exigencia
que lhe fura feila do alvar, e da caixa de ferros
cirurgicos, cm oflicio datado de 31 de agosto,
nao se dera com isso por offendido ; antes ao
contrario em sua resposla se mostra todo dis-
poslo a sanar estas faltas e al se promptifica a
pagir o caixa subtrahidj.
Mis a razo obvia : a elego anda distavo
mais de tres mezes, e assim confiaba muilo a
seu intento e projecto, aguardar ecouterem s o
veneno, que s mais larde tii.lu de ser infiltra-
do com maior forca e vigor, para produzr um
efleilo mais promplo e eflcaz E nislo nao nos
engaamos ; porque s as proximidades da
elcijq, que devia ler lugar a 4 de dezembro,
que b Sr. Dr. Almeida", para tocar alarma e desa-
liar os sacrificados s suas iras, dirige prove-
dora reiiorado e inslenles oicios, pedindo sa-
tisfaco d'aquillo mesmo quo elle proprio j an-
tes havia procurado salisfazer.
Eulo nada mais ha que se anteponha tor-
rente do seus desvarios, ao dique de seus dam-
nados internos :
Urde insidias nos Clubsvocifera improperio
por todas as esquinosdespeja insultos pela im- *"
prensaarrasta o provedor aos Iribunaesdes-
honra a administragodesacredita o eslabeleci-
menlo ;mais reserva anda o mus tenebroso de
seu plano para o proprio dia das cleices e no
centro do mesmo instituto.
Mas a Proridencia Divina que l era todos os
coracoesque protege a innocenciaque defeodo
a houeslidadee que ampara cora sua poderosa
egide a mais sonta das iuslituicoes, soube ogri*
Ihoar o genio do mal,frustrar as Iraicoes que
elle havia tramado,reverter contra elle as inju-
rias e oITcnsas rasgaodo-lhe assim a nojeula
capa da impostura,fazer triumphar cm juizo o-
provedor acensadodeixandoo aecusador contnc-
10sfslentar a probidade caracterstica da junta
adrainisirativa.com dar-lhe torcas para combater
e repellir victoriosamente os ullrages quelhe fo-
ram laucadosnianier miado o ere 11 lo desee tem-
plo da caridade,e bu-lar finalmente,com o bom
senso c criterio do maioria da associoco, o ma-
lvolo pensamentoque o Sr. Dr. Almeida leve a
habilidade de fazer conceber o homens lo rss-
peilaveisporsua posico, asocios lo dignot do-
nosso respeilo, quanlo ainda hoje credores da
nossa eslima.
Mas j agora cumpre que nossos lelores sejam
instruidos dos promenores de lodas essas oceur-
reucias, e assim vamos dar-lhes conhecimento
dos fados que se seguiro primeira provocaco
du Sr. Dr. Almeida, o que ludo resumidamente
ver-se-ha do seguinle documento :
lllm. Sr. provedor do Hospilal Porluguez.
Diz Jos Teixeira Basto que precisa que o Io se-
cretario lhe d por-cerlido a parte da acta da
sessao da junta administiotiva do Hospital Por-
luguez. que trotada apresenlaco de dous offi-
cios do Dr. Alraeida c do um requerimento apre-
entado na mesma sessao de 16 de dezembro do
1859 pora ser chamado i responsabilidade o mes-
mo Dr.
Pede 5VS, lhe defin.E R. M.
Certifique, querendo.
Recite 10 de marro. J. P. R. Braga, pro-
vedor.
Em altencao ao despacho supra certifico, quo
revendo o livro das acias das sessoes da junla do-
Hospital rortuguez de Beneficencia nesta cidade,
n'elle a fl. 81 v. se acha laucada a acia de 16 do
dezembro de 1859 deque traa oaupplcante, cuja
parle por elle requerida a seguinle:
Foram lidos dous offlcios do Sr. Dr. Almeida
com dota de 5 e 28 de novembro p. p. em quo
dizia no primeiro,que constando que a provedora
fizera peranle a junla insinuaces odiosas e pou-
co dignas a seu respeito acerca de urna caixa de
ferros, pedia a reunio da-jnla para elle dar
era sessao a devida resposla : no segundo cen-
surava a provedora, por nao ter esta convocado
a junta em continente, laxando-a dc desleal e do
m .O Sr. provedor mandou ler a copiado ofli-
cio que dirigir aoSr. Dr Almeida.com data de 26
do dito mez em resposla ao primeiro, em que
dizia ao Sr. Dr. Almeida que convocara a junta
o mais breve que lhe fosse possivel ; e accres-
cenlou dizendo, que nao responder ao segundo
de 28. por nao julgA-lo merecedor de resposla
Que quando ofliciara ao Sr. Dr. Almeida eslava
no firme proposito de convocar a junta a seu pe-
dido, apezar de contieeer, que elle nao linha di-
reto algum. para fazer semelhanle pedido, o quo
se o nao iez em continenli, foi por ser incompa-
livet eom as suas occapa^es; mas que com a'
leilura acrimoniosa do segundo offlcio (8 de no-
vembro) mudara do opinio reservando-se para
em assembla gerol, que linha de reuiyr-se em 4
docorrente, dar as explicace que lhe pareces-
sem convenientes, s qnaes o Sr. Dr. Almeida
nao quiz annuir, apezar de ler previamente asse-
vrado que dessas explicaces muito dependa o
sou crdito. Que lambem nao mandara avisar o,
dilo Sr. doulor para comparecer sessao de hoje,
nao s pelo que iicav* dilo, como porque nao
julgou isso necessario desde o momento, cm que
o Sr. Dr. Almeida declinando da competencia da
assembla geral e da propria junla recorreu aos
iribunaes do paiz para juslificar-se. e 6 imprensa
para predisporos animas dos socios na vespera da
eleico, sem o menor escrpulo, e sem se leni-
ficar, que depreciando a junta, ou a provedora
desapreciava o eslabelecimenlo. do qual se in-
culca muilo zeloso.O Sr. provedor leu em se-
guida o rpia de um requerimento assignado
pelo Sr. Dr. Almeida feilo ao juiz municipal,

r-x"
1 111 i-rn *-rva*vi


T5T
-tintineada pura em-
pelo qual a proveyoritt df .
audiencia de 15 du correnle dar asexpricagSes.
cerca^drasupposlos insinuarles, que o Sr. Dr.
que ella fizera na sess'io passada,
Almciila diz
PUMO W niWAMBUCO> QUINTA FEfRA, tt^DB AftRQL DE 180.
rnacoira qm? me Trcou prvsente "osle tacto, [mis la um rlmiam..... .>.. i i
elle.leslenf.mha toro insoria om Unto feU, hrisfi*.i,i"...*".^"erado sou.
acercados faci* que presencia, nao So pS fSS enearn95BO ""
-referencia* ltoca oTa eaiY.de' ferrosa %SX>V S5 ?E ^sC^ I JotfffiS? ^S*'^^?"
s^nVott .rr-rass? rt ssrde ,er enc*,irado F ^^ag^tsra safes
songa do juiz munUpsl, osle Ihn dissera, quo
nao podia le lugar a dita audiencia por se achnr
o respectivo escrivo doente, e que aguardasse
Sor nova notificaco. Quo oslando a junta por
emais setenio das oceurrencias havidas com o
Sr. Dr. Almoida e que sendo de presumir que n
provedotia fusse novaroente notificada para ou -
tra audiencia desejava saber o pensamenlo da
junla emrolacao as mosmns oceurrencias, para
egualmenle saber se devia apresentar-se em jui-
o como tal, isto corno provedordo Hospi "
ou no scu carcter do simples particular
era qualquer destes dous casos accoitaria com I deu que se recordara
satisfacao aquello que a junta lhe indicasse. caixa cm o mez de novembro
arios Srs. raembros da junta discorreram sobre
os Tactos mencionado pela provedoria, acerca do
Sr. Dr. Almeida o cora referencia ao altar do
protectorado de S. M. F., c troca da caixa dos
na caixa. 11.,... ~~7-------'-----------<.. .......c..^ i.-
isra&ssss z arar i E? i^KSz*
vetabre do anuo passado, e que ello testaraunht
f*ra que desconlava alK naqnelle dia faltav.-tm ao
scu palro Joo Cardoso Ayres para que pergun-
lasseaelle lestemunha se no referidolSde norvem-1 plic7dV,"o'riomem coTeciiVo"
bro tinha encontrado na caixa alguma pessr/a '
munga o ficto.sera o pro-
- poltica nao pode passar sem
a Uieclogit, assim como o homem nao pode pas-
safseirHa rligio. Visada sobre o molde da na-
ividual, a sociedade o homem mulli-
A sciencia de go-
uiu iini grande
de haver encontrado na ihvologo.- Verdades intuitivas que nao so de-
ja mencionado a monsiitim! Conceber uma poliiica sem reli-rio
F ?l *C0, """V?0 nMrVa m?'- Cer, de h-a- P^damar cora, o socialismo que aanarhia
ver isso mesmo dito a elle sen patiuo no propno est as comiedes naturaes de toda sociedade !
da do encontr dcvida esta cireninfunria a eos- Tal ,\ o ultimo dogma da escola liberal Reoel
turnar o sen palrao pergunlar elle lestemunha I lindo a "--------:-
TiSSSSi Cm S?gUdS a j"nta dBf3' q"andU U >'"' C de'ra '"^". qunes'arpes: | cY.raar dSsoo^
5","nAn.,.m,Jda.,le .d0 vo'os, quo a provedoria | soas quo all vto e eneon.rava. disse que no dia | alheisno que ella pode pedir a solucao dos gran-
dando parle dos actos que praticara no inieres.se ', cm q"0 elle teslemunh
do eslabeleeimento, nao fizera insinuares algu-
g'imas na sesso panada contra b 9r. Dr. Al-
meida, e que tendo(a mesma junla plena convic-
cao do que a snspcila, que tinha a provedoria,
ue haversido trocada tima caixa com ferros, bem
como o desapparecimento do alvar de protecto-
rado de S. M. F. era uma realidade, tomavacol-
leclivamente a respoasabtlidade de todos essos
actos, e aulorisou ao mesmo Sr. prove.lor a ir a
julzo neste carcter, podendo contratar com
s direitos do Hospital, e os actos da adminis-
traoao..') Sr. vice provedor Siquoira oblendo
a [lalavra fez diversas consideraeoes acerca das
calumnias publicadas pelo Sr, Dr. Almeida no
Diario de Pernambuco de 3 do correnle e con-
cluio mandan lo mesa o segr inte : Requeiro
para que seja chamado responsabilidade o
a enconirou a Francisco des problemas da liberdade e da ordem.
na caixa, elle teslemunha foi all duas vezes co- I
E' e: la poltica que o iornal A Patria invoca
moe sempreseu costme miando descanta letras como i taboa desaVao da sociedadeTrasileira
a saber: uma vez quando foi usar a proposta do BraJandoescndalo ao governo dos padres
SI?."!1" qUand0 f' '!form9r-sc da escndalo-thcocracia.l-escandalo-thco:
"!??0.?05.111^11""" ,,ao se recordaodo em qual | logia, -escndalo ao jesuitismo.-escndalo
10 dj l'ol'cia seiB pravas coimnujana pur un
sargento, as quas reunidas as quatro qne ou li-
nha no quartW prefaziara o numero de doze. c
nao do dezeseis ou vinte, como falsaniMite alle-
ga o !>r. Man*l7oaquim cm su a corresponden-
CA -
.A '.l triz, e ah. pstela guarda no pateo da mesma,
recommcndaiMla-lhe a conservad da ordem.
m?n r.CLna ,8re,a' e nnlml0 ^cah him
millas pcssoassuspetlas efcxtranhas fteguezia,
n.tf nc,a.L9Old0.d"s 1" ""es.em alguns dos
que, estando anda da parle de fra. erara tam-
bera suspeiloST extranhos S froguezia
.Z,,ne,'1U *i"e Sr' Manot', Jnaquim, demons-
rando que nao era indifferenie ao apparecimen-
lo de taes indivuluos, c julgando-so ferido as
atlribuK-oes do poderoso, so fsse corrida
suas
ca
greja
sita boa gento. levantoo-so furioso da presilen-
da mesa, e dirigiudo-se a miro, j fon da
. grilou em altas vozes fra a polica,
nesla igccja o nos Afosados quom gnverna sou
eu.-Bepliquei-lhe com dignldade, que ello de-
vena ser o pnmeiro a respeitar a auloridade, c
que-ou alh mo achara, n.\o para perturbaros
trauainos
c
tonl
aftalhos da mesa no exorccio do suas funcedes
sim para garantir a ordem publica, c evitar at-
miados do que no da antecedente feria apoa-
.r*..f i\ itm a...... i i ^ I f"
rendo um desagradavel ensaio. Khtao o Sr. Ma-
nooHoaquimjceceaiulo quo eu fizesso efTecliva
sobre elle minha auloridade, abandonou a igreja &
pretexto do coacc.ao.
Nao devo deixar passar sem conleslarao o pon-
intluencia clerical, a Patria renega o dog- ilinhoda corresnondeiuia do Sr u,niu'i i,..;,..
'"""'"'r ,elle lT- tiolicc. renega a religiao do pal. e faz-sc a relativo a have?ou KA^lTiSff?
J* \?. ? CS,rma ll,,ada d0 l'rotwiantismo e a nUlada do soda- i lo a verdade que esse escrlva
Uestas vozes foi que encontrn a Francisco" na I ~
caita, sendo que a
munha ra a caixa nc
ser as dez horas da manhaa o a segunda as dua3
horas da tarde.
Disse que nao se recorda em que posico se
achava Francisco quando foi por elle testemunha
encontrado na caixa, e nem se tinha algum ob-
jeclo na mflo, o que se recorda porm que se
achava entre a escada o o baldo ja dito.
Disso que nao s-) records se nessa o^casiao
Francisro falln cora elle lestemunha, ou elle les-
leinunliacom Francisco, suppondo que nenhum
lismo.
vio
os 011-
Dr. Jos de Almeida Soaros de Lima Bastos cm' fallou cora oulro por nao haver entre ambos in-
nome de loda junta,pela correspondencia insul- ; siduidade.
luosa publicada no Diario de Pernambuco n. I ,)is*e que no dia eitl que elle teslemunha en-
277%-onlra o nosso provedor o Illm. Sr. Jos controu na caixa a Francisco alli vio ouiras pes-
Teixeira Basto, qae na la mais tem aquello acto, son8- mas a nenhum se recorda senito do mi-s-
do que um nsnlto feito loda a junla, para que mo Francisco por ser a nica vez que all o
nos proveem que lempo n3 reclamamos seus | ao passo que iodos os dias eslava vendo
servicos mediws,em que que encontrn o ,ras pessoas cuja presenca nao excitou por con-
Hos'pital orami ordem,qual o esbanjamenlo de seguinU da parlo dellc teslemunha reparo algum.
oinheiro do-mesmo Hospital,cm que scssao foi' Disse que nao so recorda do haver elle toste-
dle insultado pola provedoria, para falsamente I n,un,,a qiland'> voltou da caixa no dia em que al-
allegar motivos a uma queda que fez contra o enconlrou a Francisco, mencionado o nome de
provedor peranle o juiz municipal da primeira : a'gomas das outras pessoas que lambem alli en-
vara dcsta capital quando o provedor nada controu na mesma occasio, a sen palro.
mais tem, que representar osla -corporacao I Disse que nao esl corto da importancia das
e sendo seus actos approvados pela actual junta 'elr;>s que ello leslemunha fon descoolar ni cai-
esta loma a si loda a responsabilidade d'elles. xa ? occasiao em que all encorilrou a Francisco
Sala das sessoes da junta administrativa do Hos- assira eol,lu n se lembra das pessoas que em
o c o di subdelc-
gacia. e queseo chamei para oH'iar ao Illm
"a: "nl.?-ril?'!e-I",ra,;50 d3 sociedade (exclama a Sr. Dr. efiefe do polica acerca das oceurrencias;
IIP sus-
assonlo
[oe se reoiganisem. a seus chefes que se'qe o Sr. Manoel Joaqu'im ttiuque Tescnv"^"
' as dinjam, seus interpretes quo o''"" sou, esl.tbelecendo por lal modo um conflicto
avol. q.ic eu evitoi, prefeiinlo levar pes-
- u.i, giauoe inimigo as sociedade (exclama a r. i*r. cneie uo-polica acerca das oceurr
/ atna, que, ha cerca de seculo e meio, batido e < porque os trabalhs da junta se achava
repelliio do mundo cmlisado, pretende hojo re-; pensos. o o Sr. Manoel Joaquim fra do i
tomar lis po-icoes perdidas, e brada s suas le- ; da presidencia da mesa ; pelo que foi sen
pital Portugus de Beneficencia em Pernambuco
oos 16 de dezembro do 1839.intonso Jos de
Squeira.Ca'o requerimento entrando era dis-
cuss.w foi depois de breres consideracoes. un-
nimemente approvado. Reporlo-rao o dito li-
vro c acia.
Reeie 12 de marco de 1860.Manoel Ribeiro
Bastos, 1." secretario.
Quo genio por mais fleunnlic.o e soffredor !
Que espirito por mais pacifico e moderado, po-
deria deixar de revoltar-se e oppor barreira
tcntagao impertinente e desesperada do Sr. Dr.
Almeida,aos violentos ataques da sua grosseria,
aos impetos deseo vingalivo despeito,aosjor-
ros de sua malignidade ?1
Pois adianto mostraremos que a essas offon-
fias,aessasinjusticas -aesses desmandos do me-
dico ceg de odio e de furor, correspon leu a ad-
ministraeao, por elle ferida o atrozmente agrava-
da, com um evanglico perdSo.
(Coniaar-se-Aa.
Disse em um dos meus arligos que se fosse
contestado sobre o depoimento de loao Pereira
Reg em o qual se fundn o accordao do mcre-
Ussiino tribunal do commercio. para asseverar
quo Joao Pereiri Reg encontrara na caixa filial
a Francisco Fewheerd no dia 12 de novembro de
J8;7, eu publicara certido autentica desse de-
poimenlo, que faria patpnte a inexaclido do ac-
cordao nesla paite. E isto oque venho fazer hoje
publicando a referida certido que se lera em se-
guimento deste.
Aproveito a oportunidade para declarar que
temto anilysado os 15 fundamentos ou razoes do
decidir do accordao de
.. pessoas que em
laes letras liguravam, sendo que fot elle tesmu-
nha quem assignqu por sou palrao a proposta do
descont dessas letras cujos endossos estavam em
branco, a saber : com a data e assignalura escrip-
ias pelo puiiho de seu palro sem inoicacao de
portador certo.
Disse quo elle teslemunha presenlemenlo tem
procilracao do seu palrao na caixa filial e que
suppoe antes do dia 12 de marco do presente an-
gioes
movam e
annunciem e proclamem na lula Este grande
nimigr a solaina do padre, a batina E
nos completamos o senlido da Patria: Este
grande inimigo a religiao, c a igreja, Jess
CHrislo Este grande inimigo o dogma caiho-
lico, i doulnna universal semprc alerta, sera-
pre vvi, sempre real e eflicaz, indivisivel o idn-
tica em todos os lempos como o Verbo que a
sustento, absoluta o soberana como a voutade
increada de que ella a revela;o I
Eis al fo-mulada a doulrina da Patria. E'
essa mesma doulrina que o patriarcha da escola
M. Guizit. resuma nestas patarras : c Hos pri-
meiros iioculos, e dirar.le a meia idade, o cato-
licismo prcslou civilsacSo eminentes servicos.
Mas a himanidadc chegou istia idade adula.
A lulelli exercida pela greja romana hoje su-
perfina : urna legitima cinanciparao foi operada
polo prc tosa itismo.
E' a escola doulrinaria que a Patria resusci-
la. Ha ah apenas, enlre a escola franceza e a
LisliuaBrigue portuguez HoiinUao. A. Irniaos,
500 saceos assucor branco e 100 diios dito
mascvado.
PortoBarca porlugueza tSvmpalhia, diversos
carregadotcs, 11 barricas aasuear branco, 32
caixoe3 doce de goaba.
S. MiguelEscuna porlugueza Rainha dos Aco-
res, C Nogueira 4 C, 50 bajricas *ssucar
mascavado.
RecebedorI de rendas Internas
,. eraos de Pernambuco.
Rendimentodo dia 2 a 17. .". 11-5215866
Idea do di 18.......1.536J788
W
13:06065 i
Consulado provincial.
Rendimento do dia 2 a 17. 403068477
dem do dia 18....... 1:813^3J
42-1199lo
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 18
Aracaly10 dias hiato brasilero Exalarao d e
d, lonelladas. capilao Antonio ManonlAITonso
eqnipagem 5 pessoas, carga varios gneros ;
Grugel & Irmans.
Buenos Ayres-30 dias patacho hollundoz Sara
Klysabeth, de 200 tnnMladas, capit.io W F
Kupers, eqnipagem 10 pessoas, em laslro ; a
Amonm & Innaos.
Navios sahidos no medio dia.
Bio da Pratapatacho portngnez Faro, capilao
Jos A. L. da Rosa, carga assucar.
Aracalyhiato brasilero Santa Rita, capilao
Jos Anlonio Fernandos, carga diferentes -e-
neros, .
Mar.-eelhabarca franceza Cata, capilao A. M
Henry, carga assucar.
soalmonto ao llim.Sr. Dr. choto de polica a nar-
ragao do occorrido.
Eis, senhores redactores, como realmente se
dorara as oceurrencias do da 11 ; ao Sr. Manoel
Joaquim nao cwrrinha refer-las com a verdade
porque cntao faria sua propria accusar5o, e as-
sim gaguejou todas as falsid.ides, que se nolam
cm sua correspondencia, cuja leitnra, -por certo
provocou-me estrepitosa gargalliada.
Felizmente, Sr. Manoel Joaquim, ambos nos
somos eonhecidos, Smc. pelo scu genio vilenlo
leoc,.,,, c". ?0,a mil,l,a prudencia o cir-
produzir
pr
elTeito
cumspeccao; n dahi veja quo
sua correspondencia.
Nao devo deixar sem resposla dous insultos
que me fez o mesmo Sr. Manoel Joaquim no fi-
nal de sua correspondencia, dizendo que sou
ingrato, o que raoenvergonho do pergarninho que
me deram. *
Sr. Manoel Joaquim. se ingrato 6 no exereicio
perior s suas ba-
to me deixar ar-
x"Im'_?.a (ilia.ao vs parecer tan auracomo j ccr-lhe podero, liem iiiueiicia, so ingrato
nova escola de que a Pulria o coripheu na im- dos meus deveres lornar-mesui
prensa, alguns annos de distancia o de separa- jnlaces diarias, se ingrato na
cao. A ravessai o periodo que separa as duas i raslar sua volitado, se intrato
escolas, c a liliacao vos parecer lao naluralcomo! ccr-lho podero, nem influenc...
e a aitinidadc de um erro com todos os errosan- cornprehenJer meus deveres e prezar minha diff-
l^C;. u nlda,|-e Pssoa|. "o me submeltendo s suas m-
l'or mais eslranha quo seja apparentemente
5 preciso ere-la. O liberalismo
giosa ;
ninguom tinha alli procuraco excepto os"ofue ^Ju 2^5? tolS^^ ^i*!V
m onnM^. a.~____irr_ '.. a""1 "la fo> sempre a irmaa congenila do
quo me lenho oceupado,
elenho conseguido demonstrar a improcedencia
de uns e a inexaclidiio de otitros, demonstrando
assim o asserlo do meo primeiro artigo, isto .
dos autos, ou com prevenc.ao: e demonstrando
ao mesmo lempo a procedencia e fundamento
das casas dnsconiaddras que | protestantismo. IS's
elte lestemunha va assignar j irresislivel des fados
erara encarregados
erara aquellos que
por procuracSo.
Disso que'segnndo sua lembranca elle leslemu-
nha eiittegou a proposta das letras a que esl al-
ludindo a Jos Francisco Ribeiro de Souza que
cnto era porteiro ou continuo da caixa, nao os-
lando corlo seexerca as funcedes de continuo ou
porteiro.
Disse que na occasiao de que est tratando elle
lestemunha nem vio as letras ajuizadas, c nem a
proposta que a ellas se refere nao estando elle
testemunha ceno se cm tal occasiao fallou na
caixa com Jos Antonio de Azevedo Santos J-
nior, assim como nao se lembra de ter posterior-
mente conversado com o mesmo Azevedo Sanios
na casa do palro. dello lestemunha a respeilo
do encontr de Francisco, o elle leslemunha s
taiiou com seu palro a respeilo desse encontr
5Te.*5??'.,!,.ae"w. wcionou, e nao se recorda
vamos prova-lo pela lgica
s fados, e ver-sn-ha desla rpida
analyse ]ue a doulrina da Patria a doulrina
do protestantismo, em seus principios e em suas
consequi'iicia;.
Ser smente entao, quando a Patria se hou-
ver convencido que a sua doulrina a doutriiia
protestante, que por nossa vez bradamos cons-
ciencia catholica : escndalo impiedade I
Escndalo ao protestantismo I Escndalo
doulrina subversiva que ameaca a ordem a civi-
lisajo e a sociedade I
Sr. redactor. N'uma correspondencia assig-
nada pelj Illm. Sr. Dr. Jos do Almeida Soares
de Lima Bastos, publicada no Diario de Pernam-
so lembrando quando foi que o director Oliveira
fez este pedido a seu palro, e era lao punco se
entao ja estavam abortas as ioquinedea pela po-
lica assim como nao se lerabra do dia em que el-
le leslcmiiiiha foi depor na polica, e nem se
aqnelle pedido foi prximo a esse dia, ou delle
remolo.
3 tora proferida a senlenca a pp ella da do f desS^Z*"' taBtoBM"1* "**" ** na cai"
Exra. Sr. Dr. A F. Peretti mu digno juiz do
comraercio desla cidade, e finalmente que o ac-
cordao era injusto, e manife.-tamente iniqno em
relaco aos autos c ao allegado e provado, po-
cho aqui termos esta analyse.
/. G. Alcoforado.
Recite 28 de marco de 1860.
N. o. ftiber & C. e J. Keller & C. preciso a
bem de seu dirciloquo V. S. mande passar por
certido o theor do depoimento de Joo Pereira
Reg na causa cm que sao appellanles o presi-
dente e directores da caixa filial do banco do Bra-
sil em Pernambuco o appelUdos os supplicaules.
Pede a V. S. Sr. deserabargador relator do fei-
to assim o mande E. R. M.
J. B. G. Alcoforado.
Passe. Recifu8de marco de 1860. Silva Gui-
maraes.
Jos Marianno de Albuquerqiie, escrivo de ap-
pellaces, aggravos e protestos de letras do m-
ritissimo'tribunal do Commercio desla cidade do
flecife capital da provincia de Pernambuco, ca-
pilao da guarda nacional doservijo activo por S.
M. Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro II,
quo Deus guarde, etc.
Certifico que revendo os autos em que sao ap-
pellanles o presdeme o directores da caixa fi-
lial do banco do Brasil em Pernambuco e appel-
lados os negociantes N. O. Bieber & C. e Joo
Keller i C, dellos consta a folhas Iresciilas e
solenla e tres o theor do depoimento de que trata
a nelifio retro, e o seguinte : '
Teslemunha oitava.Joo Pereira Reg, sol-
teiro, idade vinte e dous annos, morador nesla
idade, vive de negocio, leslemunha jurada aos
Santos Evangelho, que proniclleu dizer a ver-
dade, e do coslume nada disse. E pergunlado
pelos a'ligos.daconlcslacao as quaes lhe foram
lides, disse que sabe do vigsimo, que l#ndo ido
por varias vozes <-aixa filial no mez d novem-
bro do anno passado descornar letras de Joo
Cardoso Ayres, de quera caixeiro, sendo que
oi este mez aquellc- em que elle lestemunha
mais vezes foi a referida caixa, alli vio Francisco
Delf Fewheerd emuma dessas vezes no espaco
comprehendido ni primeiro andar, entre a esta-
da e o balco das proposla3, nao podendo elle
teslemunha dizer por nao se recordar se foi a
primeira vez que no meneionado mez elle leste-
munha fui a caixa que vio ao indicado Fewheerd,
nada mais disse, e reperguniadu pelo advogado
adverso disse que nao se lembra que dia era do
mzanle dito de novembruu a primeira vez que
elle lestemunha foi naquell mez caixa, o que
elle lestemunha poderia saber se consultasse a
caderuda em que elle faz os seus assenlos, sen-
do que nao a consultou antes de vr depdr.
Disse quo nao sabe por nao se lembrar quantas
vezes foi a caixa no mez do novembro o suppde
que foram de seis a oito, nao se lombrando lo
pouco dos dias em que foi a mesma caixa, a ex-
cepgo dos dias 1 i e 18; sendo quo npesar de j
haver deposlo na polica a este respeilo nao se
lembra de mais cousa alguma acercadas vezes
que foi a caixa, e das dalas dallas, lano mais
que o quo agora depoz, o que disso na polica
quanto as dalas, com a differenea de haver pre-
cisado mais algumas de que eulao 3e rec'ordava,
pois segundo parece elle lestemunha preciso
na polica mais quatro ou cinco dalas.
Disse que das datas dos dias doze e dezoilo de
novembro recorda-so de memoria, conservados
de eulao para c, enao porque livessn consulta-
do a sua caderneta de que cima falla, por que
se a livesse cfarainado indicara com preciso
todas as datas.
Disso que duas vezes depoz ello testemunha
na polica, e que depois que alli deu ocla primei-
ra vez o scu depoimento foi ver a SU3 caderneta,
e conhecen que no mez de novembro de 1857
tora mais vezes na caixa do que dissera na po-
lica, e accresceniou que da segunda vez que foi
a polica, nada depoz a respeilo do datas por-
que sobre este objeclo nao foi interrogado.
Disse que nao se recorda se foi no dia 12 ou 18
do sobre dito novembro que vio- a Francisco na
aixa; aSsimxio'ino se au lembra em que oulra
dala ahi o vio naqnelle mea.
Disse quo nao se lembra do ter vislo em oulr
occasiao dito Francisco na caixa.
Disse que foi desde o dia qae to- a Francisco
aigum a nao ser para seu palro ou pa-
ra si, sendo que elle lestelemunha para si s fez
um descont segundo se lembra esem ser de al-
guein com sociedade nao se recordando da po-
ca desse desconlo que ja leve lugar a milito
lempo.
Disse que nao sabe se na occasiao em que elle
testemunha enconlrou a Francisco na caixa, al-
li eslavara ambos os directores da semana porque
ambos Irabalham em cima e elle testemunha fez
a sua proposta em baiio sem o ver e nem com el-
les ronversar.
Nada raais disse nem lhe foi pergunlado e lido
o seu depuimenlo o assiguou com o juiz e os ad-
vogaJ.is.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira es-
crivo o escrevi, Ansplmo Francisco Pereiti, Joo
Pereira Reg, Dr. Felippo Lopes Neto, Cypriano
Fenelon Guedes Alcoforado.
E raaisse nao continha ora dito depoimento que
eu escrivo abaixo assignado fh litar por certido
do proprio original ao qual me reporto, e vai es-
ta na verdade sera cousa que duvida faca confe-
rida e concertada, subscripta o assignada nesla
cidade do Recite capialda provin;ia de Pernam-
buco aos 26 das do mez de marco do anno do
iiascimenlo de Nosso Senhor Jess Christo de
1860 39 da independencia e do imperio do Bia-
sil. Fiz escrever, subscrevi e assigno.
Em f de verdade.Jos Mariano de Albuquer-
que.
A RELIGIA'O E A POLTICA.
O liberalismo da Patria.
I
No meio do movimento que leva a sociedade
brasilein, pe-se claramente u nossa um fado
bastante grave para que possa escapar alienco
do espirito pei.sador. Este phenomeno a op-
perfeita arvoice'. por"ssS,rjuvei,u HfSPF^AJm
sabe rnelior do que eu, e do que todos, as dis-
posicoes dos estatutos.
Sao ttrbucoes da junta administrativa:
Art. 31.
4Crear sob proposta do provedor todos os
emprego necessarios ao exereicio regular, e
sob a mesma proposla arbilrar-lhes os respec-
livos ordenados. Nesles empregos 'sao compre-
hendidos o de capelldo e o de medic, e lodos os
que as circunstancias tornarcm necessarios.
Art. 3>. Sao allribuic6c3 do provedor:
13Conceder, ou denegar licenca aos cm-
pregados do cstabelecimenlo pira 'se ausenta-
rem por mais do vinle e quatro horas.
Son, S-s. redactores, com toda a consideraco,
de Vuics. milito venerador o criado obrigado"
Rocife 16 dt: abril de 1860
Manoel Ribeiro Bastos
posieoes, como a de demillir alguns Inspectores
de quarleirao, que alias exercera bem suas ubri-
garoes, entao.Sr. Manoel Joaquim tem razio em
dar-me semelhante qualificacao.
Quanto ao segundo insultoquo mo enver"o-
ihn do meu pergarninhosement responder-
Ihe-hei quo olho bem para si e para mim, o en-
tao, se nao houver completa cegneira, icconhe-
cera que Smc. deve ter mais razoes de rnvcr'o-
nhar-se de si, do que eu do meu pergarninho.0
Toda furia do Sr. Manoel Joaquim contra mim
prnveio do fado do ler eu deferido as petices de
alguns cidados, ordenando aos inspectores dos
quarteiroes que altestassem o que ellos reaue-
nam. *
Sr. Manoel Joaquim, como presidente da me-
sa pnrochial, organisou uma qualificagao com
tantas exclusoes e irregularidades, quo provocou
a indigna^o do loda a freguezia. Os prejudica-
dos para provarem ludo isso requereram-me dif-
fercnles atlestados, e como eu s tinha cm vista
fazer juslica, pouco me embarazando com esta ou
aquella opinio poliiica, mandei passar laes ai-
testados. Ficou o Sr. .Manoel Joaquim desapon-
lado, porque receta que os Iribunaes superiores
reformen) os seus abusos : e porque fazendo jus-
lica, forneci os documentos que me requereram,
praliquei m crimo de lesa-submisso, e es-m
exposlo s suas irase diatribas, como j aconle-
-W Oi>>.o..>eu.antecessor o Sr. Jos Gorgouio,
Paro aqu, senhores redaetores, asseveTtttati .,
Sr. ManoetVoiiqiiim. quo nao eslou disposto
voltar imrensa para discutir rom sua pessoa,
lenho militas oceupacoes, cm que melhor devo
empregarminha allencao. Pode dizer de mim o
que quizer, e 80 lhe digo, que emquanto forcum-
prindo exaclamente os meus deveres, sem me
lembrar das nojentas adulaces que Smc. me fa-
zia, nao temo .suas descomposturas ; emquanlo
merecer a confianca das auloridadesv superiores
vou desprezando suas iras, filhas do despeno o
de um orgulho lao mal entendido.
Afogados. 17 de abril de 1860.
Jos Roberto de Moraes e Silva.
COJI11ERGIO.
Lendo a puhlicacao que no Diario de Pernam- PrCa dO ReCfe 18 de abril de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaces offleiaes.
Desconlo de lelris=:12 0|0 ao anno.
George PatcheltPresidente.
xVu6ourcgSecretario.
N0V0BANC0
PEiwvranrco.
EM 17 DE ABRIL DE 1860.
O Banco desconta na prsente semana all for
cenlo ao anno at o prazo de 4 mezes, e a 12 0/q
al o de 6 mezes, c toma dinheiro em coritas
correnlcs simples ou com juros pelo premio e
prazo que se convencionar.
li-ca oriliodoxa, inspirada rio amor do bem.
Initniga cornmum do Ihiono c do altar, sub-
versiva da ordem e da liberdade, esta poliiica
jansenista se inocula no corpo social sombra
de uma doulrina prooria a "fascinar os espirilos
menos cultivados no estudo das grandes ques-
toes poltico-religiosas que so debalem no mun-
do catholico.
Naturalmente alliada do protestantismo, ella
exige era syslema, sem talvez o sonhar, a fatal e
pengosa doulrina que os governos caiholicos co-
nhecemdebaixo do nome de jansenismo. Aspi-
rando reconstituir a sociedade que julga amea-
Cada do purigo im mrente da theocracia, ella
ataca em sua fonte a auloridade religiosa, o de
uma vez a renega.
Ella se proclama calholica, e a inimiga irre-
conciliavel do Verbo humanado ; diz-se chris-
laa, c faz de Christo um ideal, um mytho ; diz-se
amiga do throno, e solapa os fundamentos da or-
dem proclama em theoria o liberalismo, e roo-
ba a liberdade s suas mais efficazes garantas.
Tal essa poltica dg todos os lempos e do
lodos os paizes, que, abalando e acariciando as
paixes populares, as desencadeia em desorden!
contra a influencia moral que a egreja lo legi-
limamento exerce sobre a ordem social.
Nao de hoje, nem de honiem que essa dou-
lrina, qu6 se enroupa no manto do liberalismo,
invade o ousa ameac^ar a sociedade calholica.
Nao constiluindo por si um syslema, caminhan-
do sempre pela negaco, c sempre atfectando um
zelo desleil e prfido* pelas liberdades publicas,
ella aeceita todos os principios e lodos ossyste-
mas, orna vez que todos lendam a cer-earesia
real e legitima influencia da ordem religiosa so-
bre a ordem social. E' a ultima palavra do scep-
licismo religioso; o syslema protestante em
sus triste nudez.
Desprestigiada na ordem rrTral e na ordem re-
ligiosa, esta escola de sceplicismo assesla as
su as bateras na ordem dos inlerOsses polticos,
Ella diz-so a escola liberal, e sob este nome m-
gico da as inaos enm o protestantismo para ata-
car o mi migo commnm de ambos, que 6 a egr-
ja. E desla allianja em que a escola liberal
Densa ganhar em forca sem perder ora catholici-
dade, resulta para a sociedade inlelra o deplora
vel escndalo de tima escoto; que ge-di,, catholi-
ca-liberal c que nao se peja de dar ganhe de cau-
buco de honiem, fez o Sr. Francisco Vieira Car-
duzo onde prDeura disfazer s impresso produ-
zida por alguns calraciros que propagara quo
suas balieiras se achara arruinadas e nenhuma
garanlia jfferecem oos que nellas embarcara nao
podemos deixsr de dar uma gargalhada por ver
o modo porque o Sr. Francisco Vieira Cardozo
procura restaaeloccr o crdito ou conceilo que
merecem suas balieiras !
Na verlade pensa o ir. Cardozo que dando
grandes rrilos e apregoando cm altas voses que
suas bateiras eslao em bom estado que todos o
accredita n o que centenares de passageiros pro-
curam suas embarcaedos e que assim S. S. far
fortuna ; que engao !
Sr. Vieira, deixe-so de historias, ninguem
quer brincadelras no meio do mar porque depois
de largar o fundo urna de suas balieiras os pas-
sageiros s tem o remedio : do Oeus nos aecuda !
Nao duvdamos que suas balieiras soja ni mais
fortes do que qualquer fragata sabida dos nossus
eslaleiros, porra pelo amor de Deussequer res-
Ubelecer o crc-dilo de suas embarcaces para de-
pois fazer forluna requoira um exame cm suas
balieiras peranle a capitana do porto ese o re-
solllo I ie for favoravel cnlo mande-o publi-
era ellras garrafics e como o Champo do
,.A1iiai-!!,irJa umfPl,'"'a.anli-f'hri^4ean- Bosque u ento'meu amiguinho quo clienleta
ticitliolira do tnumpho definitivo e final da poli- nao lhe
Alfandega.
Rendimento do dia 2 a 17. .
dem do dia 18.......
197.4165219
13.-437o62l
210:853 j8i0
Movimento da alfantlega
Voluntes ntralos com fazendas
com gneros
cora
e apparecer O Sr. colher thesouros que
s toro comparaQo com os das Mil e uma noitos I v
Tome nosso conselho e deise-se de patovriadas
puis S. bem conliecido dos seus amigos.
Os Cali-aceros.
Srs. redactores.O Sr, Manoel Joaquim do Ro-
go e Albuquerque, respondendo cm seu numero
88 s aecusacoas que lhe dirigi o Liberal Per-
nambucaio pelos seus desatinos e de alguns seus
espoletas por occasiao de algumas redamacoes
relias ji na do qualificacao da freguezia dos
Afogados por diversos cidados, enteudeu que
devia aproveilar 0 ensejo para alirar-sc dosapie-
dadamen'c sobre minha pessoa, assim desaba-
faro odi(> que de certo lempo me vola, porque
prezando minha dignidade nunca me quiz prostar
servir de seu instrumento na observancia de
meus devores, como subdelegado da mesma fro-
guezia, 1'igar.quo alias aceito! depois dn uma ins-
tancia de mais de vinte dias da parle do mesmo
Sr. Manm I Joaquim.
Hesilei ao principio cm responder s provora-
cese falildades desse sonhor, porque pareca-
me que por esso modo eu dava-lhe uma impor-
tancia, qi e ello nao moroco ; rrjas considerando
que sua torrespondencia corre por muitas par-
les, onde lalvcz nao sou rouhecido, resolvo-me
semprc p'la primeira o ultima vez a dizer algu-
mas patarras restablecendo a verdade dos fic-
tos.
Nada direi respeilo da narraco dos aconte-
cimontos do n dez ; nao s porque nio me di-
zem resptn, senSo porque foram fielmenie re-
feridos nn Revisto Diaria de 14 do correnle, a pe?
as me o:cuparo dos fados do dia 11, nos quaes
o Sr. Manoel Joaquim envolvo minha pessoa.
Tendo-se no dia 10 do correnle dado uma con-
testaco entre ii Sr. Jos Francisco do Reg Bar-
ros Jnior o o Sr. Manoel Joaquim, o tomando
lidia parte o Sr. Francisco Carneiro Hachado
fazendas
gneros
152
313
------465
171
197
------368
Descarregam hoje 19 de abril.
Galera americanaMargareih=farinha e fazenda.
Brigue portuguez Relmpago diversos'g-
neros.
Brigue portuguezConfiancadiversos gneros.
Brigue inglezCynthia ferro e carvo.
Escuna ingleza=Elisabethfazendas.
Escuna hollandeaMarta Cornelia farinha de
trigo
Patacho americanoApplegarthidem.
Patacho 'traericanoSotnersbacalho e fazenda
Importa caoi
Barca americana Margarita, vinda de Phila-
dclphia, consignada i Saunders Brothers 4 C.
105 caixas panno de. algodo, 1,000 resmas de
papel. 21)1) caixas o 76 meias ditas cha, 10O bir-
ris e 27 caixas unto de porlo, 400 barriquinhas
bolaxinhas, 50 barris vinagre, 1,675 barricas fa-
rinha de trigo, 150 barris breu,3 caixas chapeos
do palhs. 12 duzias vassouras, 6 feixes cadeiras;
aos consignatarios.
Consulado geral.
Rendimento do dia 2 a 17. 39:6378017
dem do dia 16....... 1:758^568
41:4955585
Diversas provincias.
Rendimento do dia 2 a 17. 4.-060*a85
Idom do dia 18....... 15393l
4:2145316
Despachos de exportaco pela me-
an do consulado desta cidade n 1
din fS de abril IelStiO
Ros Jomor, resttllou dahi um conniclo dosagra-! Stockholra Brigue sueco W. Tersmedn S
davel. coirejidci depois o boato de que no dia se- Broters & C, 871 cours salgados
gufntapaarcceramsccnas anda mais desagra- Rio da PrataBrigue dinamarqus Agalh*, Jos
d,Tcl".-... ., F. Coimbra, 20 pipas agurdenle.
A vista disso, como auloridade, cumpria-rae LisboaBarca porlugueza Flor de S. Sim5o>.,
previnir qualqt-.er Insto emergencia e manter a C. Nogueira & C 210 saceos assucar branco
ordtm ; t nessi! intuito dirigi-mo ao Illm. Sr. e 60 ditos dito mascaiad.
Dr.chefe de pr-lrci*. a qnern narr! o occorrido. LisboaBrigue portugoce tonslanttf>. diversos
em conseqnencia do que no dia 11, s 8 tiorsda i carregadores, t33 saceos assucar atascavado e
manhaa, cimo-me mestho Hlnr;-6r Dr. che*' 1 barrica assucar beance;-
a> te
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Boros.
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A noite nublada e agnaceiros, vento SE, veio
para o terral e assim amanheceu.
0SClLLAg\0 DA MAn.
Baixamar as 8 h 30 da manhaa, altura 1 25 p
Preamar as 2 h 18 da tarde, altura 6.20 p.
Observatorio do arsenal demarinha 18 de abril
de 1860 Viscas Ji'Nioa.
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em viriude da ordem do Exm. Sr presi-
denle da provincia, manda fazer publico, que
no dia 10 de maio prximo vindonro, se ha de
arrematar, a quem por menos izer a obra dos
reparos dos empedramenlos da estradas da Vic-
toria entre os marcos do 6 a 8 mil bracas, ava-
llada cm 6:5128-
A arrematacoser feita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 4 de maio de 1851, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se quizerem prnpqr a osla arre-
malaco tomparcram na sala das sessoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Por-
nambiico, 1.8 de abril de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1.a Os reparos dos emp.'dramentos da estrada
da Victoria enlre os manos de 6 a 8 mil bracas,
n'e'a {f.lflU|d,e; conformidadn com o ornamento
Iho, e submetiido appidva~tfrail-i,.fli". capse-
sidente da provincia, na raportaucia de res
6:512$.
2.a O arrematante comecar as obras no prazo
de 15 dias, e as concluir no de 4 mezes. conta-
dos segundo o art. 31 do regulamenlo das obras
publicas.
3.a O empedramenlo na importancia da arre-
mataco ser feito em tres pre.-Uaces iguaes,
sendo a primeira quando livor fciio um len;o da
obra; a segunda quando houver feito dous ter-
cos, e a ultima na entrega da obra.
4.a Em ludo o mais que nao esliver especifi-
cado no orcamento e as presentes clausulas w-
peciaes, se observar o que dispe a lei n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciacao
O Dr. Inncencio Serfico de Assis Carvnlho, juiz
municipal supplenle da primeira vara nesla
cidade do Recife de Pernambuco, por S. M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro II,
quo Dos guarde, etc.
Paco saber aos que a prerenle caria de editos
virern e della noticia liverem. que Manoel Duar-
te Rodrigues me dirigi a.pelic,o do theor se-
guinte >
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara.
Diz Manoel Dnarte Rodrigues, procurador de
Manoel Jos Francisco eQuiteria Maria, que ten-
do Lino Jos de Castro Araujo se obrigado n pa-
gar-lho no dia 31 de dezembro do 1854 a quan-
tia de 1:0009, de que o supplicado devedor nos
ditos Manoel Jos eQuileria Mana, como meliior
se ve da nota promissoria junta, acontece que
at esta data nao pagou.o supplicado dila quan-
lia ; por isto requer o supplicanle V. S. se dig-
ne manda-lo citar, afim de reconhecer sua Idra
e obrigoco, o verassignar-se-lhe o prazo de 10
dias, di'nlre dns quaes dever ser condernnado a
pagnr-lhe a dila quanlia e juros al efledivo em-
bolen, ou offerecer quitacao c embargos que o
releveni da condemnacoo ; pena de revelia ceus-
tas. E como se arha o supplicado em lugar nao
sabido, requer o supplicanle e a supplicanle dig-
ne-se V. S. admitli-lo a prnvar c-ssa ausencia,
afim de proceder-se a cilacao edilas, por lempo
legal, findo o qual seja elle havido por cundo
para lodos os termos da aeco al final senlenca
e sua execuco.
Nestes lermos. Pede a V. S. deferimento. Es-
pera receber mercS.O advogado, Godoy Vas-
concellos.
Distribuida. Na forma requerida. Recffe 3 de
fevereiro de 1860.Serfico.A. Baptista.Oli-
veira
Nada raais se conlinha cm dita policio e meu
despacho, depois do que produzindo o supplican-
le suas leslemunhas, subindo Os nulos a minha
concluso nclles dei a senlenca do theor se-
guinte :
Julgo por senlenca justificada a ausencia, em
lugar nao sahido do Lino Jos de Castro Araujo,
vista das lesteraunhas de fls. a flsr.: e por isso
mando que seja o mesmo citado por carta de
editos com o prazo de 30 dias, que corrern do
dia de sua publicado na imprensi.. Recife 21 de
margo de 1860.Inrrocencio Serfico do Assis
Carvalho.
Nada raais se continha em dita minha senlenca
em cumprimento da qual o escrivae Manoel Joa-
quim Baptista fez passar a presente carta de edi-
tos com o prazo de 30 dias, pelo theor da qual
chamo, cito e hei por citado ao supplicado Lino
Jos de Castro Araujo pelo contdo na peligo
supra transcripta ; pelo que toda e qualquer
pessoa, prenles, amigos e eonhecidos do suppli-
cado Lino Jos de Castro Araujo o poderlo fazer
scienle do que cima fica exposto. E o porteiro'
do juizo publicar e affixar a presente no lugar
docostumo maia publico, a qual ser tambero pu-
blicada pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do'Recfe de Per-
nambuco, aos 26 de margo de 1860.
Innocencia Serfico de Atsis Carvalho.
= Pela inspeeco da alfahdega se faz publico
buc no dia 19 do correolj, depois de meio dia se
ho de arrematar a porta da mesma reparticlo,
sendo a arremataco livre de direitos ao arre-
matante, 19 barricas com 41 SO libras de sal refi-
nado j annun-iadas em edilal de 30 dias.
Alfsndegade Pernambuco 16 du abril de 1860.
O inspector, lento Jos Prnandes Barros.
jectos de material, abaixo declarados, para pro-
vimento do olnioxarifado do arsenal de marinhn.
mandou o conselho fazer publico, que tratar
disso em sessr, de 21 do correnle mez, risl.
de propostas cm cartas fechadas entregues nesse
mesmo da ate s 11 horas da manhaa; acompa-
nh-das das amostras que caibam no possivcl.
cerlos os concurrentes de sugeitarem se mulla
de 50 por cenlo do valor de cada objeclo nao en-
Ireguo datjualiJade e na quanlidade coutrata-
das, ede earregarera, alem disio, com o excesso
do prego, se o houver, quando pla falta se re-
corra ao aereado, bem como de screm pagos do
que venderem pela forma ha muito em pralica.
Objeclos.
Brochas sirlidss 100.
Hae ilha 280 covados.
Boiieis de panno 80, pora aprendizes mari-
nheiros.
Brim da Russia 50 pecas.
Carteados sorlidos 40. *
Flmulas de navio 30.
Ditas do escaler 60.
Cracha do Rio Grande 20 arrobas.
Gomma gracha 50 frasquinhos.
Gomma elstica 50pes.
Linha crua 10 libras.
Lapis 12 duzias.
Lacre 50 paos.
Plvora grossa 31 arrobas o 31 libras.
Tijolos inglezes 200.
Sala do conselho de compras navaes, em 17 de
abril de 1860.O secretario,
Alexanre Rodriyues dos Anjos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, toni de comprar o objecto '
seguinte:
Para o quartel general.
Um relogio.
Quera quizer vender tal objeclo aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da uianha do dia 20 do
erroente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 13 de*
abril de 1860. /fe ni o Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.francisco Joaquim Pereira
Lobo coronel vogal secretario interino.
Fstabi'lecitaento ule caridade.
O thesoureiro da administrago geral dos es-
tobeleciraentos deraridado previne aos interes-
sados, que rfo dia 23 do correnle, pelas 11 horas
da manhaa, na casa dos expostos, pagam-se as
respectivas amas as mensalidades vencidas l
dezembro do anno passado, deixaudo de o fazer
al margo ullimo por nao ter a thesouraria pro-
vincial podido pagar as quotas votadas para os
estabelecimentos de caridade desde o referido
mez de dezembro por diante.
Thesouraria da adninistracao geral dos esla-
belecimenlos de caridade 17 de abril de 1860.
Jos Pires Ferreira.
Thesoureiro.
_~Pcla subdelegada da Boa-Visia foi aprehen-
dido na noite de 13 do coi rente mez um cavilo
alazo : quem fr seu dono comparega que dan-
do os signaes cortos e pagando as despezs lhe
ser entregue.Clorindo Clao.
Pela subdelegarla do primeiro dislricto dos
Afogados, se faz publico qua se acha depositado
um ravallo alazo cachito, o qual lora encontra-
do com uma carga de farinha do reino, vagando
pela ra de S. Miguel : quem se jul^ar com direi-
lo no mesmo comprela que provando legalmen-
te lhe ser entregue.
Subdelegada do primeiro districlo da freguezia
dos Afijados 14 de abril do 1860.Jos Roberto
de Moraes e Silva
Consulado de Portugal.
Por esle consulado se faz saber a todos os cro-
dores do espolio do fallecido subdito portuguez
Manuel Jos Bernardo de Paiva, qne no dia 1
de malo prximo, se ha de proceder ao rateio
do dito espolio na chancellara do mesmo consu-
lado pelas 11 horas da manhaa.
Os credons portante do dito espolio devem at
esse dia e hora apresenlar os seus crditos, de-
vidamente legalisados c autorisados pelo respec-
tivo juiz dos ausentes.
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recobedoria de rendas in-
ternas, em cumprimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fazenda de dez de Janeiro prximo
findo e da portara n. 76 da thesouraria de 16 do
correnla, lendo mandado intimar no dia 21 s
companhias o sociedades que tem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e enrorporadas com
sua auiorisaco, e que nao tnhain pagos novos
roTJ"r! U'jiHlo'&cffn.Si'tapnr.ov.iicao de seus estatu-
ra que enlrassem com sha iiiiportantan c"iel-
dngo para a mesma recebedoria, os quaes socie-
dades e companhias conslam de urna relaco as-
signada pelo official maior interino da secretaria
da me*ma thesouraria e sao ; companhia de se-
guros maritimos ulilidade publica, idem da es-
trada de ferro de Pernambuco, idem pernambu-
cana de navegaco cosleira, idem de seguros
maritimos indemnisadora, idem de colonisagao
cm Parnambuce, Alagoas e Parahiba, das quaes
somente as duas de seguro martimo menciona-
das mnstraram haver pago o sello de seu fundo
capial e os novos e velhos direitos pela appro-
vaco deseos estatutos, faz Iranscraver o art. 9
inico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anno prximo passado que sai el la s penas
do art. 87 do regulamenlo de 10 de julho de
1850 aos empregdos c autoridades aministrati-
vas ou judiciarias que do qualquer medo reco-
nhecerem a existencia das sobreditas compa-
nhias.
Artigo 9. Os contratos ou estatuios de socie-
dades anonymasou companhias que entrarem em
operacoes ou estiverem funecionando contra o
disposio nos arls. 295 e 296 do cdigo coromercial
e por consequencia sem pagamento do sello m
scu capital, esto sujeilesa disposico do art. 31
do regulamenlo de 10de julho de' 1850, alem
das mais penas em que incorrerem, na confor-
midade da legislaco jm vigor.
nico. Aos empregados e reloridades ad-
ministrativas ou judiciarias que aceitaren),-at-
! tendetom, deferirem ou admittirera reciamacoes,
requerimentos, reprcsentjcoes, aegoes, ttulos e
documentos de qualquer natureza., apresenlados
em nome de companhiase sociedades anonymas,
suas caixas filiaes e agencias em laes circumstan-
cias ou de suas administraedes ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia ficaro exten-
sivas as penas do art. 87 do- regulamenlo de 10
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevereiro de
18G.=J/(rnop Carneiro de Souza Lacerda.
Estacan naval.
. De ordem do lllni. Sr. chefe de divisao Fran-
cisco Manoel Barroso, commandanle da estugo
naval desta provincia, previno ao grumetede
corpo ? armada Jos Gomes das Noves, desertor
da guarnirn do brigue de guerra nacional Capi-
baribe, que, para ser lomado em considerago
seu requerimento dirigido a Sua Mageslade o
Imperador, pedindo perdo e baixa, deve se
apresenlar primeiro ao mesmo senhor chefe. se-
gundo o dtpacho communicado pelo quarlel-ge-
neral de marinha, o que manda o mesmo senhor
commandanto da estago fazer publico ero con-
sequencia da dettjrminago que para ispo leve.
Bordo do brigue-barra Itamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860 O primeiro lente da
armada, Euzebio Jos intimes, secretario e eju-
danto de ordena.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que o prazo da cobranga no do-
micilio dos contribuimos do imposto de 20 0(0 e
do especial de 80jJ, relativo ao 1." semestre do
exereicio correnle, finda no ultimo desle mez.
depois do que seguir-se-ha a cobranga executi-
va. Recebedoria de Pernambuco 26 de morco
de 1860.=O administrador,
Manoel Carneiro de Sonsa Laetrda.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j s notas
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
Declaracoes.
OAttth de eanprs navajM,
Tendo de fazer-se a acquisico de diversos 66-
Avisos maritimos.
Para o Aracaly segu o hiitc Camaragibe :
para carga e passageiros, Irata-se na ru do Vi-
gj*k>*. 5.
Para a Baha segu em poucosdias a escu-
na Carlota por ter a maior parte da carga
prompta: para o resto, trata-so com scu con-
sigrtaiario Domingos Alvcs tUlheas, na ra da
Cadcia do Recife,
A



H)
MARIO DR TERSUMCOO. C- QIfTl-TEIRA t DE ABRH, M 1860
= l'ara a Uahia segu era ppucos das o pa-
lhabole Dous Amigos por ler a maior parle da
varga [.rompa : para o reslo, trala-se com o seu
consignatario 1)6mingos Alves Malheus, na ra
da Cadeia do Recite.
J
PELO AGENTE
REAL M1FANHU
Anglo-Luso
O vapor Brasil, espera-se da Europa do dia
19 em danie, e seguir para os porlos do sul
depos da demora do coslume, para passageiro
trala-se com os ogenlcs Tasso Irmos.
Para Lisboa.
O patacho portugus Jareo a sahir por estes
tres das prximos, recebe ainda alguma carga a'
frete, para "tratar com Jos dos Santos Tereira
Jardiin ou com o capito do navio^Jos Marques
Coelho Subrinho.
a
O referido agente far leilao por conts de
quera pertencer hoje 19 do corrente sll horas
da manhaa no armazem do Sr. Annes defronto
da alfandega
DE
1,500 caitas com charutos.
2 caitas com 200 latas do biscoutos e bolachinhas.
lg.S3
f fifi
. 3
3 2o
583
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES \ V4P0R.
O vapor Cruzeiro do Sul, comraandante o
capitao de mar c guerra Gervazio Mancebo, es-
pera-se dos porlos do norte em seguimento aos
para Maeei, Baha e Rio de Janeiro : agencio
ra do Trapiche n. 40, escriptorio de Thomaz de
Tari a.
Lisboa,
-" 3 s s
o -tsS-2-
3t2
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S u
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'/ o.
r a
5.
o
Sfej
A requerimertodo curador da massa
fallida de Pedro Jos de Mello Costa e
despacho do 111 m. Sr. juiz de direito es-
pecial do commercio, o agente Hyp-
poiito da Silva fara' leilao das dividas da
mesma massa na importancia de .
3:856$760: quinta-feira*19 do corren
te as 11 horas em ponto, na ra da Im-
peratriz n. 11 C.
LEILAO
DE
Urna cocheira.
O agente Ilyppolito da Silva fara'
leilao por autorisacao do Sr. Manoel Joa-
0
O
se
O
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Bes
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<:sc 3

5 3
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3
3
3
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O
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-ce
as
W5

CfCS
/2

Grande e novo sorinSerjtole fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiinos precos.
Do-se amostras com penhor.
CSC
CSC
^*
a o 3
?D O O
Vai sahir impreterivclmenle at 21 do correnle quim de Paiva, de urna cocheira sita na
* bem conhecida o muito veleira barca Flor de ra do Imperador n. 1 confronte a or-
S. Simao ; ainda recebe alguma carga e passa-
geiros a tratar com Carvalho, Nogueira Si C,
na ra do Vigario n. 9, prlmeiro andar,
Para o Aracaty,
dem terceira de S. Francisco, tendo em
servico > carros de 4 rodas cm boin es-
tado e 10 excellentes cavallos em muito
boas carnes e bem assim todos os uten-
cllios pertencentcs a mesma cocheira :
segu em poucos das o hiate aSergipano ; para j (Jumta_fera 19 do corrente ao me0 di ]
o resto da cargae passageiros, trala-se na ra do Mu,,,la lc"a 4
passag
Vigario ii. 5.
Para Lisboa
ahe mpreUrivelmente no dia 21 do corrente o
bem conhecido brigue Constante, capitao Au-
gusto Carlos dos Res ; aiada recebe alguma car-
ga a frele e passageiros, para os quaes lera as-
iseiados commoilos : quera o pretender, dirija-se
a seu consignalario Thomaz de Aquino Fonseca,
lia ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
em ponto na dita cocheira.

ai
ar
Para.
e
O veleiro e bem conhecido brigue escuna Gra-
ciosa, capitao e pratico Jos de Souza, segu com
muila brevidaJc aos porlos indicados, por ter j
prompta a maior parte do seu carregaracnlo,
pan o reslo, Irala-se com os consignatarios A.1-
meida Gomes, Alves & C ra da Cruz n. 27.
Para o Rio de Janeiro segu em pouco
das 0 palhabote Lindo Alfredo ; para o resto
gos Alves Malheus, na ra da Cadeia do Recife.
Para a Baha.
O veleiro e bem'conhccido patacho nacional
Amazonas II, prelende seguir com muila fare-
vidade, lem rirlr rfr rii'ii cary --------' "
na,. ..%u iinJ'iJrita, ti ila-se com os seus
consignatarios Azevedo criptorio na ruada Cruza. 1.
Avisos diversos.
U abaixo assignado comprou a casa de pas-
to sita no becco da Boia n. 12, ao Sr. Jos Ma-
noel da Silva ; se algucm se julgar com direito
e pozer algum obstculo a esta compra, dirija-
se a mesrna, no prazo de Ires das. Recife 17
de abril de 1860.Luiz de Pinho Ttvares.
Pedro Goncalvcs Pereira e sua senhora Li-
bania Rosa da Silveira vio a Europa.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALS1 PARHLH4
DE
Vai sahir com toda a brevidade, por ter parte
de seu carregamento, a barca porlugueza Flor
da Maia : para carga e passageiros trata-se no
escriptorio de Manoel Joaquina Ramos e Silva,
ra da Cadeia do Recife n. 88.
= Precisa-se alugar urna ama paracozinhar
o diario de urna asa do pouca familia : ua ra
da Praian. 53.
O Dr. Cosme de Sa Pereira
de volta de sua viagem ihstructi-
tiva a Europa continua no exer-
cicio de sua proGssao medica.
Da* consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as" 6 horas
le as 10 da manhaa, sobre
seguintes pontos :
t*. Molestias de cilios ;
l*. Molestias de coracao e de
peito ;
3*. Molestias dos orgaos da gera-
co, e do anus ;
i-. Praticara' toda e qualquer
operacao quejulgarconvenien-
te para o restbelecimento dos
seus doentes.
O exarae das pessoas que o con-
sultaren! sera' feto indistinta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquel les que por
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este m.
A applicacao de alguns medica
mentos indispensaveis em varios
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera' feito,ou concedido
gratuitamente. A conianqa que
nelles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
de seu emprego; tudo quanto o
demove em beneficio dj seus
i doentes.
39HB
rrecisa-se de um hamem portufc'uez ou na-
cional, de idade de 45 a 35 annos, com pralica
ou sera ella de trabalharem farinha de trigo, e
de um eseravo j de idade ; a tratar na ra Im-
perial n. 49.
.i#cj reiEjinMQKiD nati Liados cortes de vestidas de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
nilos ditos de ditos de gaze phaotazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 19 e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Cambr.iias orlandys de cores, lidos pa-
ulos, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de liaho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafet rxo, covado
Chitas rancezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collaunhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento do roupa feita
S
9
9
9
1200
8
35OOO
1500
OIKKM)
161000
19000
9
9
9
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, cairas de militas qualidades
de (azendas
Chapeos fraccezes finos,furnia moderna
Um sorlimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fuslo brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de (azendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu-*as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Cortes de colJele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito Gnos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
3;5D0 I Sapatinhos de merino borJados proprios
9
s
900
9
8640
9
9
63000
J500
280
*500
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas larguras mui-
to superiores, covado
Sctim preto, encarnado e azul, propria
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Sctim liso de todas as cores, covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Relogios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
9
8$500
9
8
9
8
9
8
9
1600
9320
I92OO
9700
23OOO
I5OOO
9
9
2500
9
2S 13000
1600
9
I
9
58000
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza ra da Cruz n.22.
M.
RA DO TRAPICHE NOVO N. 2.
PIERRE PUECIE vient de recevoir
les
CONSERVES &LUE1TA1RES
de'nommees c -dessous, qu'il vendr des prix moderes.
Leiles.
Liquidaeao
Sabbado 21 do corrente.
Conliniiaeao do leilao
MOVIS.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os maisiminentcs como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis--
mo, enfermidades do figado, dyspcpsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego "de mercurio,
ulceras e erupefies r^'vjkiam d mpor *"
sangue CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitacoes da Salsa Parrilha de Rristol qu hoje se vende neste imperio, declarando a todos
3no sao clles os nicos proprielarios da receit i
o Dr. Bristol, lendo-lhe comprado no anno d;
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma ten
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredodasua preparado acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os suguintcs signaes sem os quaes qual-
quer outraffreparaco falsa !
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa de aro, trazendo ao p is
seguinles palavras: .
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
2* O mesmo do outro lade tem um rotulo en
papel azul claro com a firma e rubrica dos prc-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma c'o
inventor C. C, Tiristol em papel edr de rosa.
3o Que as airecoes juntas a cada garrafa ten % VerDlZ PODll
nma phenix seraelhanle.a que vai cima do pro- 2 .. ura"
para
Seguro contraFogo
COMPAMIA
MOT
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
Yende-se
Tintas de oleo.
Formas de ferro para
purgar assucar.
I' Estanho em barra.
CapresCliocolatCepes Choucroute AuclioisJuennesHaricote
verdsBeurre fraisBoeut et Mouton ConilliFromage de RoqueortFro-
mage de GesMoutardeChampignos Pointes d'AspergesSauississes truf-
fe'es et non trulTesSaussissons en conserves-^Grand Assorliment de Liqueurs
fines : Chartreuse Blanche, Jaune, Veiteset autres. Vins fins : Chateau LatTite
Margaux etc., etc.
= Precisa-se de um amassadoj, ^,,^50"..
AS asST>iiK,(Td''tto'sa"rio n. 2 A, deposito.
Purtaram da casa do abaixo assignado as
seguinles obras de dircilo : Consolidacao das lcis
civis, doulrina das acedes, primeiras linhas, por
P. e Souza, praxe forense, ordenaces, segundas
linhas (Lobfto), Polhis processo civy, cdigo pe-
nal dos Paizcs-Baixos, Coelho da Rocha, e algu-
mas mais quo nao se sabe ainda : todas estas
obras eslao rubricadas com o nome do abaixo as-
signado : a quera forem offerecidas que as apre-
henda que ser recompensado.Romualdo Alves
de Oliveira.
Percisa-se de um menino de 10 a 12 annos
de idade, que tenha muito boalcttra e saibacon-
lar, para um escriplorio : na ra do Vigario
n. 22, primeiro andar.
= Aluga-sc um moleque de 16 anno3 de ida-
de, muito esperto, e que entende ou tem alguma
pralica de servico de cozinha, c sabe comprar :
quem precisar drija-sc a ra da Auroran. 40,
pavimento terreo.
Precisa-so de um caixeiro que nao seja
muito crianca e lenha alguma pralica de taberna
e d conhccimenlo de sua conducta : na ra do
Arago n. 15.
|3crtiamhucana.
Domingo,- 22 do correnle, s 9 horas da ma-
nhaa, haver sesso ordinaria do conselho direc-
tor, no lugar do costume.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
narabucana, 18 de abril de 1860.
J. L. Dornellas Cmara,
Io secretario.
Roubaram do sobrado da ra do Quclmado
n. 10, urna correnle de relogio com 4 cornalinas,
sendo duas decores escuras e duas encarnadas
fingindo urna chave : pelo qual roga-se aosse-
nhores ourives ou alguma pessoa a quem a mes-
ma for oflerecida do a apprehender e leva-la a
ra do Crespo, loja de miudezas de tres portas n.
5, que ser recompensado generosamente.
Movimento do hospital portu-
de beneficencia em
de
sent annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Manoel Antonio dos PaSSOS I p.ernambuco,0 armazem de drogas de J. Soum
AI. Companhia ra da Cruz u. 22.
Oliveira, nao podendo acabar
leila.o


com o leilao de sua loja de
trastes sita na ra Nova n. 24,
continuar a vender por in-
tervenco do agente Borja, to-
dos os movis que existein no
deposito, constando de ricas
mobilias de diversos gostos e
feitios, guarda roupas, guarda
vestidos, aparadores, toilets,
cadeiras, camas francezas etc.
e urna infinidade de obras que
sero vendidos a vontade dos
compradores esem reserv.ade
preco. Principiar s 10 ho-
ras em ponto e nao se poden-
do concluir at s4 horas con-
tinua r noite.
LILAO
MOVIS.
Sexta-feira 20 do corrente.
Pedro Gonc.c'lves Pereiri, tendo de
retirar-se para a Europa no prximo
vapor, fara' leilao por intervencao do
agente Borja no armazefc da ra do
Imperador n. 15, de todos os movis de
sua casa, consistindo eraPTim rica mo-
bilia de Jacaranda', candelabro, loutjai,
mesas, cama, prata e mais objectos que
estarao a vista dg concurrentes no dia
Vende-se um bom cavallo castanho, grar-
de, capado e gordo, para sella ou carga, bastan .e
forte, e por preco commodo : no paleo do Parai-
zo n. 10.
i
cima aes'goado at 1 i born em ponto, gados.
Pechincha-
No aterro da Boa-Vista, actualmente ra da
Imperalriz, loja do boceo dos Ferroiros, venderj-
se cortes de riscado franr.cz a 2*. tapeto de linio
a 2$, toalhas de linho a 640 cada urna : na mes-
ma loja vendem-se saceos com feijao amare lo
muilo novo e barato.
Vende-se 1 carrosa o 3 bois acostumados ao
servico : na ra do Imperador n. 12, se d r
quem vende.
Precisa-ge do urna ama forra ou captiva
para todo o servico de urna casa : a tratar na
ra do Torres n. 16, primeiro andar.
D-sc dinheiro a juros sob penhoresde o ro
ou prata : na ra da Aurora,loja n. 20.
Pede-se ao Sr. director o mais membros do
Gabinete Portuguezde Leitura, qual o motivo de
nao se achar no lugar deajudanle do guarda do
mesmo Gabinete o socio accionista quo ofciou
para o mesmo cargo lhe ser concedido, pnis este
senhor que o oceupa nao lem mais habilitaces
do que elle, nem tarabem accionista paraeslar
era primeiro lugar; espero a resposta pelo hu-
mero seguinte desta folha.Um especulador.
or. Lacerda que empenhou um pouco de
ouro na ra do Rangel n. 71, por 6 mezes, ru
se lindaran) a 26 de marco, queira vir lira-Ios
nestes oito das.
Purtaram no lugar de Santo Amaro, na roi-
te do dia 17 do corrente, um cavallo casiai.ho
escuro, pequeo, cora o ferro na anca direila :
quem o achar, leve ao mesmo lugar cima, em.
casa de Antonio Jos Pereira, que ser recom-
pensado.
Moleque fgido,
Sabbado, 14 do correnle, fugio da ra da Ca-
deia, correado pela rua-da Cacimba, o cscr.ivo
Graciano, com os signaes seguales : idade 16
annos, pouco mais ou menos, estatura regular,
secco do corpo, olhos brancos, o re has grandes e
cabanadas. falla alrapalhada por ser gago, an lar
banzeiro, e est amirello ; desconQa-se que ss-
teja acoulado em alguma casa, e prolesla-se npr
plicsr as penas da lei contra o acoutador : >e-J
de-se portanto aos senhores pedestres e capilies
de campo a apprehensio do dito moleque, que
levando a ra da Guia, n, 6, serio jecpmp >n-
Palhiriha para marci-
nebo.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de colre.
Brimdevela: no arma-
zem de C. J. Astley &.
Rio Formoso.
Roga-se ao Sr. Antonio Pereira da Rocha, que
tenha a bondade de apparecer na ra do Quei-
mado.
Com os herdeiros do finado Miguel Bernar-
do Quinlciro, esl justo comprar-se, na frtgue-
zio da Boa-Vista, a casa n. 30 da ra da Gloria,
e 120 palmos de terreno devoluto na ra da Ale-
gra (chamado Campia) : quem pozer embaraco,
annuncie por este Diario de ho>e at o dtW do
corrente.
Manoel Marques da Cunha, morador no
Manguinho, na entrada da estrada dos Afilelos,
onnuncia ao publico, que ninguem faga negocio
ou iransaccao qualquer com seu genro Flix Jos
de Scona, sobre bens movis ou immoveis, per-
ecenles ao anii uncanle ; o que faz publico pa-
ra prevenir conleslaces que dahi possam re-
sultar.
Roga-se no Sr. Antonio de Menezes, com
loja de fazendas nesla praca, queira apparecer
na ra estreila do Rosario, no armazem de Jos
Morera da Silva, a negocio de seu interesse.
Aluga-se um eseravo para servicos doms-
ticos : quem precisar, dirija-se a ra estrella do
Rosario n. 31, segundo andar.
+- Pugio de casa de seus senhores o eseravo
de nome Malheus, com os signaes' seguinles :
c'k bem prela, quondo falla tem a lingua pega-
da, com algumas espinhas no rosto, bem vizivel,
I lem todos os denles na bocea e bem alvos, altu-
ra regular, reforjado do corpo, lera mos pe-
queas, e andar miudo ; este eseravo foi perten-
c.enic aos Srs. Cosme de Pinho Santiago e Jos
francisco da Costa, negociante da fazendas em
Quebrangulo, d'oode q mesmo eseravo natu-
ral, dado em pagamento aos Srs. Souza, Barros
i C., negociantes nesla praca ; portanto, pede-
iie as autoridades locaes ou algum capitao de
campo que o capturara e levem a seus senheres
Mello & Irmo, na ra de Apollo n. 7, ou na ra
Nova, loja de calcado francez do Sr. Francisco
Antonio do Reg Helio, que o recompensar.
T- Urna pessoa que escrore bem, com alguma
,-iabilitacd, offerece-se pra .qscrever qualquer
nscripluraco simples : qiem precjsar drija-se
Attenco.
*
Na roa das Cruzcs n. 21 precisa-se de um mo-
leque ouum preto de idade para alugar; quem
quizer procure ou annuncie.
Quera precisar de um homem entendedor
de agricultura por ter muila pralica c ha muios
annos viver dislo, dirija-so ra do Brum, na
segunda tenda de ferreiro, a tratar com o annun-
cianle. e enlao fazer o ajuste que se prelende ;
Afllanca-se a idoncidade de pessoa, e sendo ne-
cessario d-se fiador.
guez
Pernambuco. no mez
marco de 1860.
Ficaram em Iralamento cm 29 de fc-
reiro .............................. ldocnles.
Entraram no mez do marco.......... 34
Total.............. 49
Sahiram curados.................... 18
Falleceram.......................... 6
Existem em Iralamento.............. 25
49
Dos fallecidos foram 1 de gaslro hepalo. 1 de
ipulmonte, 1 de hydropsia. 1 de gastro enterile
A pessoa que annunciou no Diario prc- ,
cisar de alugar tres pretos de 12, 14 c 16 annos, chro.nca._c 2 de febre amarella.
pode dirigir-so a ra do Trapiche n. 22, restau-
ranli caf do coramercio : na mesma casa pre-
cisa-se de urna preta boa engoramadeira.
Miama ^o>a .^a sm ^Wfr* MM BiM SSMI SIBM HJMMMI
31'
ii ra do Imperador n. 17,
ncbar com quem iralar.
ptiOKty WlUr, que
Attenco
Vende-se por 5.0009, scenla mil te-
lhas e quarenta mil lijlos de ladrilhn,
^ convem a estrada de ferro por sahir a 50#
ffi o milheiro e nao a 75#, (como aclual-
| mente esl comprando) porisso que lucra
S 2:500$ : nasularias de Jos Carneiro da
H Cunha.
mwSfWrowiiiW !TO VaW&tEfS ^TetSW LspX PoWs W0K
SOCIEDAEE
IM\0 BENEF1GEME
DOS
ARTISTAS SELLEMOS
Em Pernambuco.
A commissao encarregada do Festejo
do terceiro anniversario desta sociedade
faz sci -nte aos Srs. socios e o publico
que o mencionado acto tera' lugar no
palacete da ra da Praia, no domingo
22 do corrente, devendo principiar a
scssSo magna as 11 horas da manhaa.
Outro sim, tendo a mesma soc edade
deliberado apresentar a' vista dos con
currentes diversas obras fabricadas pe-
los mesmos associados ellas estarao pa-
tentes de manhaa a hora da sessao e de
tarde das 6 horas em diante, tendo tam-
bera lugar a' noite a ladainha a nossa
radrorira como determina o art. 81
dos nossos estatutos, sendo os mencio-
nados actos francos a todos os concur-
rentes que se apresentarem decente'
mente vestidas.
Vende-se a taberna da ra Augusta n. %
= Vendemnse chinelas do Porto, bogadas
ltimamente, muito bem feitas. e por preco ce.ro-
moig : ua ra i Senzala Nora o. .
Aviso.
Barbosa & Bandeira com loja e fabrica de cha-
peos sila na praca da Independencia us 23 c25,
rogam a todas as pessoas que lhe sao devedoras
desdo o lempo em quo este estabelecimenlo foi
da Sra. viuva Costa, bajara de lhes mandar pagar
at o lim de abril corrente, do contrario entre-
gara a seu procurador para judicialmente fazer a
cobranca.
Offerece-se um homem
casado, com pouca familia, para administrar um
engenho, o qual lem bastante pralica destes ser-
vicos, e al pode entrar com 3 ou 4 escravos pa-
ra o servigo do campo, conforme o negocio que
se ofTerecer: quem o pretender dirija-se a ra
da Assumpcao n. 14, que ahi se lhe dir quem
pretende este negocio.
Precisa-se de urna ama para sraenle cozi-
nhar, podendo ir dormir em sua casa : no Reci-
fe, ra da Cruz n. 31, segundo andar.
Pedro Goncalves Pereira, deixa seus nego-
cios a cargo dos Srs. Taulo Jos Gomes, Joaquim
Fcrreira de Souza e seu socio Jos Manoel da
Costa Gamillo.
Precisa-se de urna ama para lodo o servico
dentro do casa de pouca familia : na ra das
Cruzes n. 20.
A pessoa que tiverem contas contra o Sr.
W. W. Slapp, cnsul dos Estados-Unidos, tero
a bondade de apresentarem no mesmo consulado
at o dia 28 do correnle- mez, afim de serem pa-
gos. Rer ir 18 de abril de 1860.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra cozinhar c engommar para urna so pessoa : na
ra de Horlasn. 16, primeiro andar.
Aos senhores officiaes de marialta.
Tendo-se de celebrar urna missa pela alma do
fallecido Antonio Jos do Carmo, commissario da
segunda classe da armada, convida-se aos senho-
res ofciaes do corpo da armada e classes aune-
xas para assistirem a este acto de religio na ma-
triz do Corpo Santo, s 8 horas do dia 21 do cor-
rente mez.
Silvestre Ignacio do Bora-Successo.
Fugio no domingo de paschoa, da refina-
cao da ra nova do Santa Rita, pertencentc a
Jos Alves Guimares, um eseravo de norae Ju-
vencio, cujos signaes sao os seguinles : edr mu-
lato, altura balxa, corpo cheio, bem parecido,
loro urna cicatriz como de queimadura as cos-
tas, pouco mais ou menos, do Umanho de urna
moeda de vinlem. lera de idade 19 annos, pouco
mais ou menos : roga-se a- todas as autoridades
policiaes e mais pessoas do povo o favor de o
prender e avisarem a seu senhor, ou conduzi-lo a
mesma fabrica de reDoaco, onde sero bem gra-
tificados.
Antonio de rummond tendo de
retirar se para o Rio de Janeiro no va-
por Cruzeiro do Sul esua prima Ha-
ra Severina de Menezes Vasconcellos de
Drummond, agradecem a' todas aquel-
las pessoas que se presta rara durante a
enfermidade de seu irmo e primo o
fallecido Dr. Jos' de Vasconceltos Me-
nezes de Drummond, e ibes olerece o
seu limitado prestimo na corte*.
Boa casa para alugar.
Nos dias 20, 2*. e 27 do correrlte vai
a praca do juizo municipal da primeira
vara, por ar renda monto de tres annos
o sobrado de tres andares e sotao com
mirante, $ito>a ra eslreita do Rosa-
rio n. 41, cora uro grande armazem
lageado de tres po tas na frente, gabi-
netes em cada ura dos andares, e otras
muitas accommodaroes, avahado no
todo em :700# por anno,
Ao respeitavel corpo jo
coramercio.
Antonio Jos Villar faz publico com cspepioli-
dade ao commercio desta pra^a, que tem vendido
seu esta bel cci ment de raolhados, sito na r|ia da
Praia n. 27, aosej ex-caixeiro Antonio de Aze-
vedo Carvalho.lesde 16 do correnle mez, per-
tencendo ao qto Carvalho a cobranca de todo o
activo pertencentc ao mesmo estabelecimenlo, e
bem como deixa na mao do mesmo senhor fun-
dos sufficienlesxpara pagamentos pra$a de lodo-
o passivo, relativamente ao mesmo cstabeleci-
meuto. Recife 19 de abril de 1860.
NOVO DEPOSITO.
DE
MS m H1M).
lina da Imperalriz n. 75
Neste eslabelecimento recebeu-se ltimamen-
te, em direitura da Europa, um grande sorti-
mento do camas de ferro fundido e batido, e de
todas as qualidades, c dos mais [indos modelos,
i lanto de urna como duas pessoas, com arroaces
[c sem ellas, ditas para meninos com vnrandas e
sem ellas, e berro de ferro, que tudo se vender
por prego commodo, tanto a retalho como em
porco.
Arcos.
Vendem-se rodas de arcos de pao para barri-
cas : na ra do Brum, armazem n. 26.
= Vende-se 1 carrinho de 4 rodas o arreos
para 2 cavallos, ludo em perfeito estado e por
commodo prego- a tratar era Santo Amaro, pas-
sando a fundijao, casa de J. O. Mello, cm frente
dos pes de arvores.
Fugio no da 17 do corrmta o mulato bus-
cando a cabra, por nomo Marcolino, que repre-
senta ter 32 a 35 annos, secco, alio, com bigodc e
barba no quelxo, falla explicado, anda calcado e
com passo moderado, inculca-se forro, 'natu-
ral de Maeei, julga-se ter ido para all: por
isso roga-se as autoridades policiaes, capiles do
campo, c mais pessoas a apprehenso do dilo-
eseravo, e leva-lo a na de Hoalas n. 16, primei-
ro andar, que serio generosamente recompen-
sados.
= Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
r lodo o servico de casa de pouca familia a
tratar na roa do Torres o. 16, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar:
na ra doCabuga n. 3, no segundo andar. ,
ASSOCIACO
DE
Soccorros Mutuos c Lenta Emancipaco
dos Captivos.
O 1." secretario interino, em virlude da reso-
luco da non>bia gorol de 16 do corrente, con-
vida a lodos os senhores socios para rcunio ge-
ral no dia 22 do meSmo, as 3 horas da tarde cm
ponto, no palacete da ra da Praia, alim de so
preceder a eteic&O dos membros do novo conse-
lho, de conformidade cora o que foi legislado na
mesma assembla geral, o quo habililou i lodos
a votarera e seren votados.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuos
o Lenta Emancipaco dos Captivos 18 de abril de
1860.Josi Leocadio da Silva,
1. secretario interino.
~ O Sr. Manoel Marques da Costa Soares tenha
a bondade de comparecer na ra da Lingoeta n.
2, para tratar do negocio que nao ignora.
Precisa-se de algumas travs de 5 pollego-
das em quadro, de 20, 25 e 30 palmos, c encha-
ms, assm como alguns caibros em primeira
mao : a tratarnos Afogados com o teiinle-coro-
ncl Manoel Joaquim do Reg e Albuqnerque.
\enQo.
Fugio da ra Oireita n. 6 ura cabra de nonio
Antonio, que diz ser tilho da cidado de Goianna,
e consta que ahi foi visto, e nao se sabe se dahi
tomn oulro deslino, um pouco alto e reforca-
do, fulo e lera de idade 60 c tantos annos, falla
bem e bastante esperto, e um pouco adulador:
quem o preder e o levar a casa de seu se-
nhor, recebar a gralificago de 50$ livre do dcs-
pezas.
Curativo pelas plalas paulistanas.
liydrtfpvsa,
Por ter conhccimenlo do curativo cima, pro-
cureio mesmo iralamento para ura eseravo mcu,
tambem inchado desde os ps at a cabera, cora
as afflicces da morte ; logo que loraou as dilas
pilulas e xarope, as afflicces foram diminuindo,
c em menos de 50 das o mcu eseravo saiou per-
leramente : nao se pode chamar curativo, mas
sim ura milagre. J sabido que a hydropsia
curavel pelos remedios do autor das pilulas
paulistanas.
Freguezia do O'20 de dezembro de 1859.
Joao Luiz de Barros.
As pilulas paulislanrs sao depurativas e pur-
gativas, em pacote de 2 caixas; n. 1 o n. 2, para
se lomar de noile e de raanha : deposito geral,
na rua'flb Parlo n. 19, no Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazer todo o servico de casa : na ra do Cal-
dereiro, taberna n. 60.
= Ao senhor que faz a pergunta a Illma. c-
mara municipal do Recife, em o Diario de hon-
tem, o respeito da demolico da casa queimada
da ra da Imperalriz, responde-se, que a Illma.
cmara annunciou (eremos que por mais de urna
vez) convidando a quem quizesse encarregar-so
de scmelhanle objecto, offerecendo maiores van-
tagens a cmara. A maior foi, de de'molire re-
mover todo o enlulho, rm (roca dos malcraos
que por ventura podessem ser aproveitados, sem
dispendio algum pura a cmara, c com tal condi-
q5o foi entregue.
Nao obstante, se o senhor perguntador quizer
ofTerecer mais alguma vantagem, pode apresen-
lar-sc, que a pessoa a quera foi entregue o ra-
mo, est disposlo a cede-lo, em favor da Illma.
cmara, podendo o dilo senhor perguntador di-
rigr-se ao Ulna. Sr. procurador da Illma. cma-
ra, que est aulorsado para eflcctuar o traspasse.
A pessoa que recebeu por engao urna car-
ta para D. Mara da Paixo Mallos, entregue por
um carteiro que as andou dislribuindo uo dia 16
do corrento, queira por favor entrega-la na ra
Direita, soBrado n. 40, ou na caixa geral do
correio.
Ama.
Precisa-se alugar urna prela escrava que saiba
engommar, coser lavar, paga-so bem : na ra
da Cruz n. 23, segundo audar.
Moleque.
Vende-se um ptimo moleque com 13 annos,
ptimo copeiro, o qual sabe fazer todo o servico
de casa : quem o pretender, Jinja-se a ra da
Cruz n. 23, segundo andar.
Compram-se na praca da Independencia n.
22, bilhetes de loierias rccolhidas.
' Vende-se ura sitio confronte-ao engenh
Peres, com grande casa de vivenda, e urna outra
em que esl montada urna padaria, offerece min-
ias vanlnj?ens,.iiao s por ler bastante terreno
para edincacocs, como porque o negocio naquel-
le lugar de bstanle interesse,'nao afro de pa-
daria como outro qualquer, por ser lugar bas-
tante povaado, como por ser i beira da estrada
que vai para Santo Anlio: a tratar no mesmo
sitio, 90 PO largo do Paraizo a. 10.
Jl A Al I
i.. _^r.____-i





V.
Fabrica do gaz.
Nesta fabrica se precisa alugar 20 escravos que
spjam hmeos robustos, capazes de qualquer ser-
vido, e que spjam sobre ludo de bom comparla-
mento : quem os liver para alugar, dinja-se a
mesma fabrica, aoude achara com quem tratar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da-
ra Imperial n. 169, com S salas, 5 quarlos, so-
lao corrido com mirante para o lado do mar,
pintura em bom estado, por 30 meusaes : a tra-
tar no primeiro andar do mesmo.
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
a familia : na ra do Hospicio o. 34 : na mes-
ma precisa-se de urna escrava para vender fazen-
das com oulra pessoa.
O bacharel Jorge Dornellas Ri-
beiro Pessoa tem o seu escriptorio de
advocada na cauboa do Carmo n. 10,
primeiro andar, onde pode ser procu-
rado das.9 horas da manhaa as 2 da
tarde.
Precisa-se de urna ema forra ou captiva
para o servico de urna casa de pequea familia :
na ra do Vigario n.13.
- Pergunta-se a Illma. cmara mu-
nicipal do Recita quando pretende por
em arrematado a demolicao das frentes
do sobrado queimado da ra da Impe-
ratriz, pois ha muito quem queira ar-
rematar e com vantagem .para a mes-
ma cmara*
Aluga-se urna casa de dous anda-
res na ra da Aurora n. 26 : a tratar
na mesma casa com o proprietario.
Offerece-se urna niulher para ama de casa
do homem solteiro ou pouca familia ; a tratar na
ra do Rosario n. 58, defronte da ra do Aragao.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o alin-anak da provincia para
o eorrenfe anno de
so
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostes ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, Iliterarios
ie toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commerciaes de!
todas as qualidades como le-
jas, vendas, acougues, enge-
nbos, etc., ete.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emftii para todas s
classes da sociedade.
O bacharel Witru vio tem
o seu escriptorio no 1* andar
Mao be prambdc. QrJnrA peUU i* de abril di mm.
51
Rua Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- KliRYAND-
Este hotel collocado no centro de urna das espitae; importantes da Europa, torna-sede "rande
valor paraos brasileiros e porluguezes, por seus bons ommodos e confortavel. Sua posico
urna das melbores da cidade, por se achar nao so prximo asestarles de caminhos de ferro, da
Allemanhae Franca, como por ter a dous minutos di si, todos os theatrose divertimentos ; e,
alm disso, os mdicos precos convidam.
Ko hotel ha sera pre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acoropanhar as louristas, qur era suas evcurs&es na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (39200 4#000)
por dia.
Durante o aspaco de oito a dez mezes, ahi resid am os Exms. Srs. conselheiro Silva Fr-
reo, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel deFigueira Faria, edesembargador Ponte!! Visgueiro (do Brasil,) e muitas ou-
tras pessoas tanto de am, como de outro paiz.
Os precos de lodo oservico, por dia, regulara di 10 a 12 francos (4OOO 4*500.)
Ko hotel enconlram-seinformacois exactas acerca de tudoque pode precisar am estrangeiro
MM,
:s Precisa-se de urna ama quo seia boa cozi-
nheira : na ra do Crespo n. 21.
O abaixo assignado, jior ter de seguir para a
Europa, doixa por seus procuradores os seguinr
tes senhoros : em 1. lugar ao Sr. Joaquim Mr-
aos Moreir, emi, ao Sr Jos Domingues Maia,
e em 3.- ao Sr. Antonio Joaquim Yaz di Mirando.
Pedido.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro para urna loja fra
da cidade, o qual esteja inteirameule habilitado
para lomar conla do costeio de lodo o negocio ;
garanle-se bom ordenado : quem a isto esliver
resolvido, dirija-se a ra da Cadeia n. 55, loja,
que achara com quem tratar.
Archivo Universal
Os Srs assignantcs deste jornal quei-
ram vir ou mandar buscar a continua-
dlo da segunda serie e o principio da
terceira, na ra No"va n. 8.
,~ O Dr. Joaquim de Aquino Fonscca conti-
na no exercicio de sua profissao, interrumpido
em consequencia do sua molestia ; mas, estando
ainda no campo por conselhos de seus collegas,
so poder preslar-se a consullas e visitas medi-
cas das 9 horas da manhaa as 3 ds tarde.
Uoga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite 4 Gorreia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10,
Sirop du
DfFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Pars,
Icomo sendo o melhor para curar constipares, tosse convulsa e ouiras,
afiecees dos bronebios, auques de peito, irritacoes nervosas c iiisomnolencUs: urna colberacla
pela manha, e outra i noite sao sufficientes. O tlteito teste excelente xarope satisfaz ao mesmo
tempo o doente e o medico. ,
O Osposito na rua larga do Rosario, botica de Barlhohunto Francisco de Souza, n. 36,
O Sr. Antonio Bento Froz deixou de ser
caixeiro da casa de Araaral, Alves &.C
Aluga-se o segundo andar e solao da casa
da ra da Praia n. 35. que tem bastantes com-
modospara grande familia a tratar no mesmo
Precisa-se de utn homem nacional ou es-
trangeiro para Irabalharem um sitio muitissimo
porto desta cidade, dando-se bom salaiio : a tra-
tar no paleo de S Pedro n. 4.
2 3
3. -o
5 sr =r
rz c
a. 2 =>
O = Cu
_ ^ O c o.
o e 8 e
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fe
o o 53 99
Si

ASSOCUCO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Por ordera do Sr. director interino aviso
aos senhoros socios que eslo atrasados em suas
mensalidades, que venham satisfaze-las al o dia
22 do crreme, pois desta data em diante so pora
era execuc o arl. 75 1. e 2.- e os artigos 79
e 80 do capitulo XI do nosso estatuto.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mutuos 16 de abril de 1860. No impedimento
dos secrcLwros, Francisco Tedro de Adcincula,
1." vice-seerelario.
Consultorio medico, ra da
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua nos
seus trabalhos mdicos.
Por um corte de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Rua da Imjp<*ratriz n. 7.
Lecorste acaba de receber do Rio ^e Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um outro vindo Je Paris. Esta estabele-
cimenloesla hoja as melhores condicoes que
possivel para salisfazer as cncommendas dos
objeelos em cabellos, nc mais breve tempo, co-
mo sejam : marrafas al/uiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
bolleiras de toda a ospeeie, para horoens e so-
nhoras, lava-se igualmente a calora a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula ua
cabeca dos clientes, para salisfazer os prelendon-
les, os-objectos eu cabello serao feitos em sua
presenta, se o desejarem, c achar-se-ha sempre
urna pessoa disporiivel.p&ra cortaros cabellos, e
Precisa-se alugar urna ama de lei-
te, que o tenha em abundancia, que le-
ja bena sadia e de bons costumes ; epa-
Attenco.
Trecisa-se de urna ama para o servico it
e externo 4e urna casa de pouca familia eslraa-
Degeja-so fallar ou saber om:e existe Justino de
Souza Alntida, porluguez, de menor idade, filho
de Jos de Squza Almcida e Joaquina Moreira'. geira ; na Boa-Vista, ruTdoAalrra'Vi'l
Dias, residentes cm Portugal, a negocio de im- | Quem precisar de roupa lavad/ e'
porlancla e da seu inleresse, o muilo se agrade- mada, di.ija-sc atraz
ce a qualquer possoa que dello der noticia, na ; porlo verdo.
roupa
da caixa d'agoa.
engorr.-
casa n. 1,
pracada Independencia n. 26.
Arrenda-se o engenhoOulerio, sito na fre-
- Madama Appoline Ilousscl, primeira cos.u- E2 tt:*^<^*"*'
* Para c.sam^.otSleTsoir'^to^tSi daS ?^>-^ ?">?<"
moda, e ptima perfeirao : as pessoas que de seu
preslimo se quuerem "uiilisar, podem dirigir-se a
rua da Imperalriz n. 11, primeiro andar.
Precisa-se alugar ura preto para
scrvicode casa, preferindo-se nao muito
moco ; a tratar na rua da Cruz n. 4.
Na rua da Cruz n. 45. segundo andar, prc-
cisa-se dc'nma ama forra ou captiva, e que saiba
cozinhar.
COMPAX1IIA ,
ALLIANCE
Estabelecida cm Londres
CAPITAL
Cinco mttuoes de libras
eslerUuas.
ment como para morada ; a tratar na rua da
Cadeia do Reri* n. 33, loja.
= Precisa-se do um menino de 12 a 14 anno
de idade para criado de um rapaz solteiro, pro-
mctle-sc bom Iratamento ; a tratar na rua da
Penha, sobrado n. 25, primeiro andar.
Aluga-se a loja da casa da rua do Impara-
dor n. 77, lado do caes : a tratar no primeiro
andar da mesma casa.
Negra fgida.
Sabbado, 14 do corrente, lendo ido fazer ale-
mas compras a escrava do abaixo assignado, mui-
to tonhecida pelos signaes seguinles : chama-so
Filipna, fula ou cabra, foi do Sr. Rodrigues que
se acha em Portugal, c cosluma a tomar seu bico
e ficar dormindo peles escodas que acera entrar,
tem o beico de baixo muito saludo para fra e
anda sempre muilo apressada : quem a pegar,
leve a rua Nova n. 38, ao senhor, que ser bom
recompensado.
Jos Daplista Braga.
Para um engenho perto desta praca preci-
sa-se de um bom horlelao, prefefindo-se algum
chegido rigentemente : a tratar na rua da Cadeia
So Po.'cifc n. 50, primeiro andar.
POLHfflLMS PAR 1860.
Es o venda na livraria da praca da Inde-
pendenci ns. S e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla typograpMa, dasseguintcsquali- Sa"*e em. Dirigir-se a' praca de Pe-
dadS : | dro II (antigo pateo do Colleg'io) n. 57,
F-eUHKHA RELIGOSA, conteni, aHm do :seSundo andar.
kalendario e regulamentodos-direitos pa- | INa 'vrana n. G e 8 da praca Ha
wchiaes, a coolinuago da brbliotkeca do ^depenecia, preciza-se fallar ao Sr-
<:risto Bragileiro. que se rmpoe: do lou-1 loo da Costa Maravilha.
vor ao saeto nome de Dos, coroa dos ac-
peuloar as senhoras em u:sa parliculax.
do SObrado II. 23 da rua Nova,! = A*n'. Marques de Amorta 4u publico,
cuja entrada pela Camboa de
Carmo.
que no dia 21 do torrente foi recolbida em seu
sitio na Ponle de Ucha urna preta velha por
nome Anna, em estado de embriaguez e mordi-
dida por uns caes. O seu slado nao permiltio
obterdella inforrnacao alguma que indicasse se
najra livre ou escrava. Tendo ido cuidadosamente
tratada acha-sa quast restabaleeida, km apenas
Precisa-se alugar um preto ou preta, j ido-Uabe dizer que pertence a urna senhora
Engomma-sc com asseio
beccoo Marisco n. 20.
e protnplido
sos, para comprar na rua e fazer o mais servico
de urna easa de familia, ou mesmo urna ama ns
mesmas circuinstancias : quem tiver ^ quizer,
annuncie ou dirija-so a rua de Santa Rila n. 40,
primeiro andar.
viuva.
moradora na rua do Collcgio, e por isso se faz
o prsenle annuncio para qite a pessoa a quem
pertenca a-mande buear.
Precisa-se de uaia ama para urna pessoa :
najua Bella n. 10.
\ i agencia dos fabrdantes america-
nos Gronver & Baker.
I Machinas de coser: em casa de Samuel P.
i Johnslon & C, rua da Seazalafova n. 52.
Cchegado' loja de Lccomte, aterro da
11 Boa-Viala n. 7, o exccllente leite virginal de r<>-
|: sa branca para refrescar a pello, tirar pimos.
'sardasc e*pinhas, e igualmeote o afamado oleo
babosa para limpare fazer creseer os cabellos,
Sr. Honorato Jos de OUveir re- i assim como ^s imperial de r/rfe de Florenca,
do queira aaounciar sua morada ou dirigir-se i para borlueJa* c asperidades da pelLe, conser-
livraria da praja da IndependeneU.que se preci-1 va a frescura o o avelludado da nrima*-era da
faliar-lhe,. r I va.
ices de francez e\
piano.
.Mademoisetle Clemence d HanneleH
de Wanneville continua a dar lices de |
fraoeez piano na cidade e nos arrabal- i
des : na rua da Cruz u. 9, segundo andar. 1
vida.
to:5 de amor, hymnos ao Espirito Sanio c
a t S., aimitaeao do de Santo Amlirozia,
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa-
crimento e N. S. oVCarmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para ora^ao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ee SS. coracao de Jess, audacoes devo-
tas s chagas de Christo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de "S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelae almas, alm de
outres oracoes. Preo320rs.
JTA DE VARIEDADES, eontendo okalcnda-
rio.regulameuto dos direitos paroohiaes, e
una collecgo de ancdotas, dilos chisto-
sos, coutos, fbulas,.pensamentos moraes,
receitas diversas, qusr acerca Je cozinha,
quer de cultura,' e^reservatiro de arvores
fructos. Preco 320 rs.
Sociedade Bancaria,
Saunders Brothers & C." 1cm a honra deln-
Tormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, e a guem mais convier, que eslo plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar segnros sobre edificios de lijlo e po-
dra, coberlos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou mfazendas de
qualquer qualidade.
DENTISTA FRANCEZ, 3
y> Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- *
r rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *
Z p dentifico. **
XA AAAAl-AAAA X i. i. 1 A i. i. *Y A s.
CASA LSO-BRAS LE111A,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com to-
mas a casa contigua, ampias e execllenles ac-
5." I commodacocs para muilo maior numero de hos-
Ecdcsde novo se recommenda ao favor e lem-
ranca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visilem osla capital continua a prestar- Ibes seus
servieos e bons ifQcins guiando-os em todas as
cousas que preciscm conhecimento pralico do
paiz, etc. : alm do porluguez e do inglez alla-se
na casa o hespsnholc francez.
Compras.
Amorta, Fragoso, Santos & Crmpanhia.
Una da Cadeia do Recife.
O publico e os.socios desta empreza podem
oblcr pela pralica de coutas correntes vantagens
incon testa veis. Cessaria o prejuizo que soffrem
as pessoas que improductivamente conservam
em suas gavetas quantias, que. dadas pela forma
abaixo desciipla, estarn em cerlo periodo con-
sidravelmenlo augmentadas ; portante, em
nosso interesse e no do publico que fazemos as
constderaces seguinls :
Todo o individuo que possuir a quanlia de
1003, e dahi para cima, pode abrir conla corrente
cem esta sociedade, opositando em seu cofre
cssa quanlia, que flear vencendo juros desde o
SOCIEDADE BARCARIA
Amorim, Fragoso, Santos
Compenhia.
Os.Srs. socios commanditnrios sao convidados
a realisar a segunda entrado de 12 t(2 por rento
sobre os seus capiiacs at o dia 16 de abril cor-
rente, do conformidade com o respectivo contra-
to social.
I DENTES I
I ARTIFICIAOS.
|Ruaestreita do Rosario u. 3|
momento em quo for entregue at aquello em % F"cisco Pinto Ozoriocolloca denles ar-
que for retirada ; estes juros serao accumulados S '\1'C1
oo caDital no Dm de cada semestre civil, para X p
KA?-DE PORTA.a qual, alm das materias do |
costume, cootm-o resumo dos direitos
pi:rochiaes. Preso 160 rs.
I Attenco.
@ Curso pratico e theorico de lingua fran-
:eza por urna senhora franceza, para dez.
nocas, segunda e quinta-feira de cada se- #
6 mana, das 10 horas at meio dia : quem 4$
[uieer proveilar pede dirigir-se a rua da %
Zruz i. 9, segundo andar. Pagamentos A
idianlados. ^
S5 @@@ @@1
Roga-se aos Sts. devedores do estabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio xte saldarem seus dbitos na rua do Col-
legi ven.lo n. 25 ou na rua do Queimado loia
n. 10. l
=: Caeiano Pinto de Veras faz scieote a quem
interessir que est em exercicio da vara de juiz
de paz do 4o anno, do primeiro dislricto da fre-
c
flcarejn por seu turno vencendo juros, que sero
iguaimente aecumulaos.
A ciodade pagar sempre nma laxa de jaros
de dqZs por cento, menos que a laxa, per que a
ca:xa filial descantar ts letras da praca.
As quantias assim depositadas em conta cor-
rente podero ser retiradas parcial ou totalmen-
te a lodo momento do modo sogninle : al a
somma de 5:000, vista de 5 at 20 tontos com
aviso anlecipado de tres dias, e de 20 contos-pa-
1 ra mais com aviso de seis dias.
As pessoas residentes nesta praca a sociedade
fomecer gratuitamente urna caderneta para
nella se fazer a escripturacao da conla, -como
tambem para servir de documento s quantias
que por ella forem reeebidas ; s residentes fra
remetiera aunualmente urna copia da coirla cor-
rente para ser conhecido o estado dola.
Deslo modo, sem aespeza alguma, poupado
ciaes pelos Jous syslcnias VLCAMTE,
jpas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredita rua a qualquer
m hora. *
@@ g@(
MHUOSUt
E
bandejas enfeitadas.
Conlina-sc a preparar com difTerenles modol-
os e figuras, bandejas dos mais escolhidos boli-
nno os do nosso morcado, e delicados bolinhos
em libras separadas, pesado vista e contento
da encommenda ; assim romo bulos inglezea
francezes e do massa secca da mandioca, pudins'
crome pastis do nata, e tambera os pastis de
carne de porco proprios da paschoa, ludo com
tempo e Irabalho, poder qualquer pessoa juar- I m- assc'. bem felo, e o mais cm conla ; di-
dar as suas economas augmenta-las~xom oc rlia"" a ,r,ua da Penha n. 25, segundo andar,
juros que for vencendo. ('ue ICi,ru bem servido.
Nao acontece o mesmo seniln n dlnWimH.^ ~ Na rua das Cruzes n. 21. se dir ouem di
d i udicncia oas tercas e*extos-feiras as 4 1|2
berisda tarde como ja tem annunciado, na casa
publica das audiencias. .Recife 29 de evereiro
de '. 860.
31. 27-Itui da mperalriz-S. 27.
L. Pugi.
acontece o mesmo sendo o dinheiro dado
a juros a prazo Gxo por letras ao portador, pois
nao sendo reformadas no vencimcnlo deixam de
vencer juros.
Pedindo a allencao do publico para C6la classe
de operaces demonstramos quanlo Ihc sao pro-
as, basta ter em conaMeraco que, conser-
correntc
porcemo.,
e periodo.
Periuuta-se
BOM das primeiras caas da villa da Escada. fior
sua edilicacao por seus commodos por outra
nesta praca; quem pretender e*se nogseio, di-
rij*-seu,rua do^eimado n. 43.
-t !Tn-Na rua das Cruzes n- 21- se dir (Iuem d
:4UO& a premio com hypotheca : quem precisar
procure. r
Prccisa-sp de um caixeiro de 12 a 14 annos
de idade para taberna : trala-sc as Cinco Pon-
Antonio Ferreira
Portugal.
de Souza rotira-se para
tnica efficina em Pernambuco para lavar as
piMiHohas das mobilias a mais encardidas, tor-
na.ido^se oulra vez to alvas como no estado
primitivo ; esta magnifica pceparaco ebimica
tem a prcpricdadededcsenfeclar as mobilias das
pessoas moras de molestias contagiosas: na
BM?sma osa lavam-se chapeos de palha de Italia,
e jk em- se moda.
Na ruado Imperador n'. 28, aluga see ven-k
de^e en:- grandes e pequeas porces bichas- 1
haatfufgi.'eza,,e tambem cal da mais* nova qu<
ha, para fabrico.do assucar, por preco commodo
Precisa-se
de um menino porfuguoz com pratica de taber-
na, para urna em Beberibe, e igualmente de urna
ama para servir em urna casa de pouca familia,
a tratar na rua do Qucima-
no m*mo lugar
do n. .
FUNDICAO
DO
D.
Rua do Brum (passando o chafarii.)
No depozito deste esiaVieleeimento sempre lia grande sortimento de me-
clianismo para is eugen\vos de assucar a saber: '
Machinis Je vapor modernag, de golpe cumpr'do, econmicas de combuitivel, e defacillimoassento ;
Koaas d agua de ferro com cubo* de madeira largas, leves, fortes, e bem balan cadas;
Cnnos de ferro, e port.s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira 1
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Metas moendas com rodelas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em a;uilhoes deazs ;
Taixas dg/erro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de'ferro para as fornalhas;
Alambiques de ferro, raomhos de mandioca, fornos para cozer farinha
Rodelas dentadas de todos os Umanhos para vapor, agua, cavallos ou bois';
Agutlhoes, bronzes e parafusos,- arados, eixos e roda para carro9as, formas f;alv5.n,zadas para purgar etc., etc.
^a.?'W,Bow^a?COnfiaque.osseusfreguezes acharotudo digno da preferencia com
que o onram, pela longa experiencia que elle tem do mechanisn o proprio para os agricul-
lore desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagein annual para o dito fim,
!im^?. mo a vontade de cada compra&r, e de fazer osconcertos de que pdelo necessitar!
Warnka3iiig
em latim.
Na rua do Crespo n. 11, loja de livros.
ESCRIPTORIO DE ADVOCACIA
_,___ DOS D0UT0RES
F1LLIPPE DA MOTTA DE AZEVEDO CORREIA.
E
MANOEL JOS DIAS SALGADO CARNEIRO
Rua do Carmo n. 18B.
S3) 0)2 392:niD
Drs. Molla de Azcvcdo c Silgado advogam
o oo loro civel e commercial como no crimi-
|l e ecclesiastico, em qualquer das instancias
carregam-se de qualquer questao, emlim, tra-
wm de ludo quanto diz respcito a sua profissao
e por um honorario razoavel. '
Tendo em vista o interesse daquelles que ha-
itam as provincias e que tendo dependencias
na corte, a maior parte das vezes nao possuem
uro procurador ou correspondente habilitado que
cure de seus inieresses, os supraditos advogados
teem annexado ao seu escriptorio um outro es-
pecialmente de procuradoria, no qual, deb'auo
desua mmediata vigilancia e direccao, se en-
contrara empregados habilitados que'tomam a si
O bairt assignado tem justo o contratado
com o Sr. Antonio Alves Bandcira Campello, a
compra desua taberna, sila no Barro Vermelho :
quomse julgar com direilo a mesma, compareca
dentro 4o prazo de 5 dias, a contar dusla data cm
diar.io, c depois de effectuado o negocio, naoat-
lon-ler a rrclamarao alguma. KeriTe 17 de
abril de \8G0.-iIanoel Gonfalva Telles.
Precisa-se fallar com o" Sr. Maximiano, na-
tural da provincia deTraz-os-Montes, quo ha pou-
co chegou a esta cidade. roas que seu deslino era
para o llio de Janeiro, acerca de urna encom-
menda que receben, em Villa Real, na rua doCo-
aorniz n. 18, com Alvaro Baplisla de Sonza, ou
designar sua morada para sor procurado.
Perdeu-se um deposito de azoite perten-
cenie | um cabriole!: a pessoa que o achou le-
ve-o ao aterro da Boa-Vista, casa de Francisco
cadoecomewnd* U lcr-a"feira "eri pati-
gCoiisnltorio central liomeopathicog
1 f MHMffilIJlCi. 1
Continua sob a mesma direccao do Ha-
9 noel de Mallos Tcixt-ira Lima, profossor 1
era homeopalhia. As consultas como Tan- I
tea. 2
Compra-se um cabriolet de (|ua-
tro rodas, que esteja em bom estarlo e
tenha coberta : na rua da Gloria n. 7>.
Constante-
mente
compra-se, vende-se e troca-se escravos : narja
Direita n. 66.
moedas de ouro de 1 6 e 20^' : na rua
da Cadeia do Recife loja n. 22.
Compra-so um boi manso para carrosa :
quem o livor, dirija-se ao paleo de S. Pedro n. 4.
Vendas._________
^ Yendas de predios.
Vcudem-so tres casas terreas livres c desem-
barazadas, sendo una por Iraz da igreja do Pilar
com frente para o pharol e as duas na rua das
Calcadas ns. 40 e 62, o que podero examinar e
tratar na rua da Concordia n. 26, armazem o
sol.
Venda de predio.
Venciese um elegante predio edifi-
cado a tres para quatros annos, situado
em urna das melhores ras desta cidade
(rua da Concordia) de um andar e com
Iravt-jament para segundo andar ou
jsoto com trezentos e tantos palmos de
$-:* fundo que da' para edificar tluas pti-
mas propriedades, com frente para a
rua projectada : a tratar no armazem
por b.i\o do mesmo sobrado na ruada
Concordia n. 26 ou na rua do Livra-
mento loja de calcado n. 29, a qual-
ejuer hora do dia.
Vende-se urna exccllente mobilia
de.jacaianda' chegada ha pouco do Rio
de Janeiro : na rua da Madre de l)eos
armazem n. G.
Plantas de flores.
Pellorce, raembjo da sociedade Imperial Jo
horticultura de Paris, tem a honra do informar
os habitantes desta cidade, que vem de chcir
com umi linda colleccjiode plantas de flores, ar-
vores fructeiras, semenles do lodas as sortes' es-
peciaes a climas quenles: sua loja, na rua do
Cabug n. 3.
Vcndo-se urna commoda nova de an^-ico
na na do l.ivramento n. 13.
Vende-se um novo e perfeilo apparelho Jo
botar madeiras para cima de qualquer obra : a-
tratar na rua da Concordia, armazem do sal.
Vende-se a taberna da rua de Horlos n 16
com fundos para a rua de Sania Thereza, a ora;
ou a dinheiro, conforme se conveniionar : a Ira-
lar na mesma.
Vende-se urna traduccao.de Virgilio contra
de Horacio : na ruada Florenlina, taberna n. 30
para sc-
meninas (idem) a
o tratarem de todos os negocios q
las secretarias de estado, e reparlicoes publicas
da cOrlet) capital da provincia do Rio de Janei-
ro ; fazerem tirar alvaras de mercs, ttulos di-
ploma, exlrahir patentes para officiaes da guar-
da nacional, cartas de juizes de direito, munici-
paes e de orphaos. de cscrives, tabelliiies, con-
tadores, distribuidores, partidores, provisoes pa-
ra advogar e sollicitar.dispcnsas para casamentos
respostasa consultas.dadas pelos maisabalisados
advogados ; agenciarem pelo thesouro gersl o
receuimento de diuhelros que lenham cahido em
exercicios findos, tratarom de cartas de ualura-
lisacao, etc.
Os precos sao mui razoaveis, e garante-se a
promptidao e zelo no desempenho das diversas
commissoes, sendo sempre bom que as partes in-
aiquera qual a pessoa da cflrle encarregada do
negocio e do pagamento das despezas. Aspar-
tes que nBo tverem correspondentes na corte,
podem dirigir-se directamente aos advogados ci-
ma mencionados, ou a algum dos seguinles agen-
4es as capilaes das provincias: trata-se em Per-
nambuco com Frederico Chaves, na rua da lm-
poratrizn. 17 ; Cabo e Sacada 0 Dr, Cflrlaj Eu-
genio Poqrche Uavignier.
, Botica central homeopalbica
i Do
DR- SAIIXO 0, L PIMO-
Novos medicamentos homeopalhicos en-
viados da Europa pelo Dr. Sabino.
Estes medicamanlos preparados espe-
cialmente segundo as neerssidades da ho-
meopalhia no Brasil, vende se pelos pro-
cos conhecidos na bolica central homeo-
palbica, tua de Santo Amaro (Mundo No-
vo) n 6.
Q
= Na rua da Cadeia n. 55, loja, deseja-se fal-
lar ao Sr.Joao Alvos de Oliveira, para cujo fim
se pede declare sua morada para ser procurado
ou oiilao dirija-se a referida loja.
Aocorpo do eommercio.
Joaquim Antonio Dias de Castro faz scienle ao
respeilavel publico e com especialidado ao corpo
do eommercio desta praja, que tem chamado
para socio do sua loja de miudezas, sita na rua
do Cabug n. 2 B, ao Sr. 4os Gomes de Amorim
e que a razao commercial ser Castro & Amo-
rim, a qual leve principio n. 1.- de abril corren-
te, sendo ambos responsaveis pelo debilo nesta
pracada extincta firma de Joaquim Antonio Das
de Castro. Pernambuco 17 de abril de 1860.
Precisa-se alugar urna preta para o servico
de casa de porta?adentro : na rua dos Pescado-
Milho c farinha.
Vcndem-sc saceos grandes com milbo e fari-
nha de mandioca, o melhor possivel: na taberna
grande da Soledade.
Vendem-se bois mansos e duas vaccas pan-
das ; no aterro da Boa-Visla n. 47, terceiro an-
dar, ou no Giquia, olaria junio ao engenho.
Vende-se um escravo pardo, bom official de
sapateiro, canoeiro c carreiro, preferc-se vender
para engenho : na rua Nova de Santa Rila, cisa
n. D.
Vende-se um jogo de bancas de Jacaranda
queso a madeira val o dinheiro por que se ven-
de ; na rua do Livramenjo, loja de calcado nu-
mero lt.
Para o Invern.
Tamancos de marroqmm com borlla
nhora /nunca vistos] a 600 rs.
Ditos de dilo para menino c
500 rs.
Ditos de couro pecto para homem (idem) a 6(0.
Calcado de borracha para homem, senhora n me-
ninos a 2j500 ; na grande Toja de calcados na
rua do l.ivramento n. 29
Vendem-sfc 2execllenles clarinetes," sendo
um dedo o outro de si-bemol, urna flauta, um
flautim e um violo, ludo por batato preco ; na
rua do Livramento n. 29, loja de calcado.
Aos senhores fabricantes de
calcados e tamancos.
402000 d 'USlrC Sm nenluJm defeil. duzia, a
Dito dilo com algum defeito. idem, a 35g
Marroquim do todas as cores, pelles grandes
sem deleito, duzia a 22$50O
Sola a mais superior que ha cm qualidade s
grandeza, meio. a 5S500.
Dita a 5, 4$500, 4J e mesmo a 3 I!
Na grande toja de calcados, na rua do Livra-
mento n. 29.
Vende-se urna bonita crioulinha
com 10 a 11 annes de idade, muito sa
dia e bonita : na rua Forraosa casa do
tenente-coronel Vilella, se dir' quem
vende.
Vende-se um escravo cnoulo, de 24 annos
de idade, sadio, sem vicio ou defeito algum bom
copeiro, e oplimo official de sapateiro : a tratar
com o abaixo assignado, na alfandega. ou em sua
residencia, aa rua da Saudade, primeira casa com
solao do lado do sul.
Pedro Alejandrino de Barro Cavalcanli.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo voluine
da Cofographia.
Histrica^honologica, genalgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
$&, pelo Dr. Mello Moraes : vende-se a
Precisa-se de urna ama de leile.; na rua 8undoetn*ePar8do : na horaria n. 6 e
m Plores, loja n. 2. 18 da praca da Independencia.
Allencao.
j aj itii


m
DIARIO DE EERWA1KBUCO* QlffTA FEIRA *ft PE ABRIL PE \860.
:
Fazens por baixos precos
Ra do (jueimado, loja
de 4 ponas n. 10.
Anda restam algumas fazendas para concluir
a liqoidaco da urina de Leite & Gorreia, asquics
so vendem por diiniuulo prero, sendo entre ou-
tras as seguintoi:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 16;) rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Itiscados francezes de cores flxas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muilobom, va-
ra, a 1JWU0.
Cortos de calca de meia casennra a 2g.
Ditos do dita de casemira de cores a 5.
Panno prelo lino a 3J e 40.
Meias do cores, linas, para hornera, duziaa
l#fr)i>.
Grvalas de seda de cores c pretas a 1$.
Meias brancas Unas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito Anas a 4$.
Ditas cruas Tinas para homem a 4$.
Cortes de collelesde gorguro de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 40.
Chales de lia e seda, grandes, un 2$.
Grosdenaple prelo de 1J60U a 2.
Seda preta la rada para vestido a 1600 c 2g
Cortes de vestido de seda prcla lavrada a 16#.
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peilospara camisa, um, 320.
Chita frauceza moderna, lingindo seda, covado
a 400 rs.
Entreraeios bordados a 200 rs.
Convsetas pora senhora a 60 rs.
Ditas bordadas tinas a 2g50l).
To-ilhas de linho para mesa a 20 e 40.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
zas a 5j000. K
Corles de caifa do casemira preta a 60.
Chales de merino com franja de seda a 5S.
Cortos do caiga de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1*280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 20.
A 8,000 rs.
Ferros econmicos americanos para engommar
com fules e descanso : vendem-sc estes excel-
lcntes ferros na loja de ferragens de Vidal &
Bastos, ra da C:ideia.
Fumo americano.
Vende-se'fumo americano proprio para mas-
car e fazer cigarros : na ra da Cruz do Recite n.
50. primeiro andar, caizinhas de 20 e 40libras
a 400 rs. a libra.
Potas&ada Kussia
tAL DE LISBOA.
No beri conheeido e Acreditado deposito da
ra It Cudeia do Recife n. 12, ha para Tender
potissa c.a Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e de suportar qualidade, assim como tambem
cal' irgem em pedra: tudo j>or Breos muito
razcaveii
Engenho.
Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
freguezia de S. Lourenco da Malta, entre
os engenhos Penedo do Baixoe Penedo de
$ Cima : Irata-se no mesmo engenho ou no
$ engenho Mussambique com Felisbino de
;- Carvalho Rapozo.
!0- Sndalo;
AlUC^COl
M
45Ra Nova45
Variado serlimento de leques de san-
lalo .i 100000.
Aos senhores logistas de miudezat.
Ricos prolos de seda,
Ditos brancos e prolos do algodo.
Luvas pretas de torcal.
^Cintos elsticos.
Linhas de algodo em. novellos : rendem-se
por precos commodos, em casa de Soulhall Mel-
lors & C, ra do Trauiche n. 38.
Sndalo.
Hica bengalas, pjlceiras e leques :
veuderji-se narua da Imperatriz o. 7,
loj i do Lecomte.
Leja da boneca rua da Impe-
ratriz n. 7.
Vemiem-se caixas de tintura para tin-
git os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem se na mesma casa a
qualquer bora.
AS MEMORES MAIHXAS DE COSER
DOS
Mju afama-Jos autores de New York
I. M. SINCERA C.
E
WflEELER & WILSOX.
No novoeslabelecimenlo vendem-se as machi-
nas deslns dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia ou da noito e responsibilisamo-
nos por sita boa qualiladc e seguranza :no arma-
zem^ do fazendas de Raymundo Carlos Leite &
lrmo, rua da Imperalriz n. 10. anlijjaniente
aterro da Boa-Visla.
\ GRANDE SOUTIJIEPTO
DE
iFazendaseokasleilas
Ges&BastoJ
HA
e armazem
DE
|| Na'rua do Queitaad) n.
46, frente amarella.
ff Completo e grande sortimento de cal- |
m cas de casemira de cores e pretas a 85), 5
gjj 9j. 10J c 12$, ditos das mesmas casemi- f
?* rasa 7j. 8 e9J, ditos de brim trancado a
ifg branco muito fino a 5g, C$ e 7 dilus de \
m corea a 3g, 3,^330, 4 e 5j, ditos de me- S
( Sg c.isomiras pretas, ditos do ditas de cores, S
< ditos degorguro pretos e de cores a 5g,
*|J nos a 3 jj[ e 403. sobrecasacas dos mesmos '
i* pannos a 28j. 30.it e 35g paletots dos raes- s
mos pannos a 22$ e 24, paletots saceos \
do casemira modelo inglez 10tf, ditos de i
ap casemira mesclado muilo fino de apurado
j}j| gusto 15J e 16. ditos sobrecasa das mes- j
o, mas cures a 18$ o 20jJ. ditos sobre de al- \
jg paca pr,ta fina a 7g e 8$, dilos saceos a S|
oy> 5L dilos de fusto branco e de cores a 4j), ?jy
% ^550l)e5J, ditos de brim pardo rauo X
stiperior 49500, camisas pa.-a menino de (s>
lo'ososlamanhosa26g00Uaduzia, meias '$
r^ ile todos os tamanhoa para menino c rae- 9g
v) ninas, palitols de lodus os taraanhos e ffl>
3| qualiJades para os mesmos, colleles do ig
"to brim branro a 3}500 e 4j>. ricos colleles |
as v iludo prolo bordado c de cores diver- m
^ sa< o por diversos procos, ricos coberto- *
II res de fuslao archoadu para cama a 6>, m
S colarinha de linho a peer a 6*500 a du- J*
?* zia, assim como temos recebido para j|
tos (Inniro deste eslabelecimenlo um cumple- ??
g^ lo sortimento de fazendas de goslo para a|
o senhoras, vestimentas modernas para me-
^ nio e meninas de qualro a seis annos e j|
$Ug tudo vendemos por precos razoaveis. As- u
Id sim como neslc estabalcimento manda- g|
^ se apromptar com presteza todas as qua- ag
A lid^ides de obras relativo a ollcina de al- {$
S| faiale sendo isto com todo goslo e asseio. jtt
mzmm&m smtmmm m^m
Rua da Imperalriz n. 14.
Calcado para homem.
Na loja da viuva Dias Pereira & Amellar, ven-
dem-se a diuheiro calcados francezes, pelos pre-
cos segnintes:
Botzpguins de verniz, deNanles, para homem
a 7$000.
Pitos -titos, de Pariz. idem 5J>.
Ditos de bezerro laxiados. idem 8J500.
Ditos de dito e pellica, dem 88000
Ditos de castor, idem 8$.
Botins de bezerro, idem 7S.
Sapales de vaqueta laxiados, idem 6
Dilos de lustro c borrarha, idem 4
Dilos de bezerro, borracha cillas, ii'fem 48
Sapatos de verniz de sola e vira, idpra 5A?
Ditos de bezerro idem dem, idem 48500
Ditos de fellro, idem 640
Ditos do Aracaly, idem 800 rs.
Calcado para senhora.
Borzeguins para senhora 3J.
Sapalus de lustre, Lisboa lj>.
Ditos de marroquim. francezes 1.
Ditos de seiim branco \.
Ditos de dito de cores a 320 ra-
Calcado para menina.
Borzeguins para meuinas a<$500
Vendem-se na anliga loja de calcado francer
doalerrodaBoa-Vista, hoje Imperatrk n 14
Augusto k Perdigao,
com loja na rua da Cadeia do Recife n.
23, coafronte ao becco Largo,
previnem aos scus freguezes. que acabam de sor-
lir seu novo eslabelecimenlo com fazendas de
gosto, finas, e inferioras, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se venderao por um preco fixo
que ser o seu proprio e.usto as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Nesle cslabi'lecimeuto se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babndos e duas satas.
Ditos de laa e seda e duassai.is.
Dilos de larlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de 016.
Poionezasdc gorguro de seda pelas.
Cintures para senhora.
Espariilhos com molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Salas de balao para senhora o meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Penles de tartaruga dos melhoresgoslos.
Perfumaras do Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Gilas e manguitos os mais. modernos.
Camisas do linh j para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodao de todas as qualidades.
Lencos de labyrinlho para presentes. "
GolLis do crochet para menino.
Vestidos de phaiytazia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colleles de seda idem idem.
Dilos de fusto.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de dilTcreules qualidades.
Malas e saceos de viagam.
Borzeguins de Melliere oulros fabricantes para
hornera.
Ditos para senhora.
Charutos de Harana, Bihia e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e criancas.
Chapeos de caslor preto
e brancos
Na rua do Queimad n. 37, vendem-se os me-
Ihores chapes de castor
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermifugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellivir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oocas a
libras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
Conlinua-se a vender fazendas por bano *
preco at mesmo pw menos do seu valor,
nfim de liquidar contas : na loja de 4 portas
na rua do Quermado n. 10.
FUNDICiO LOWW,
Roa da Sensala lava n. 42.
Neste eslabelecimenlo continua a 9trer um
comapletosortimento de moendas e meias moenp
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhoa
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leite & lrmo continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4*500 e 5J, lencos de cam-
braia de linho a 3* a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linaos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3&800 a duzia, ditas cruas In-
glezas para hornera e meninos, chales do meri-
no lisos a 4J500, e bordados a 9, paletots de
alpaca preta e do cores a 5#, ceroulas de linho,
e algodo, camisas iuglezas muito superiores a
60^ a duzia, organdys de lindos desenhos a
1*100 a rara, cortes de cassa chita a 35, chita
rance2aai48,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 raras a 4$800, 5$, 5S500,
6,7 e 85, chitas inglezas de cores flxas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4*, cortes de
caiga de brim de linho a 2*, dita3 3e meia case-
mira a 2*240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
feehnha
REMEDIO INCIY1PARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
miliares de individuos de todas as nacocs po-
den tes emunhar as virtudes dcsle remedio in-
conpartvel e provar em caso necessario, que,
ped uso que delle izeram tem seu corpo c mem-
bros int< iramente saos depois de haver emprega-
do inuli mente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-st-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
lodos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas si o to sor prendentes que admiras: so
mdicos raois celebres. Cuantas pessoas reco-
br.-.ram lom este soberano remedio o uso de scus
br eos t pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
airputai;o Dellas ha muitas quo havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
sulimetlerem essa operaco dolorosa foram
cu:adas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
en'usaode seu recouhecimento dcclararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
ca! em sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude so
'ivesse bastante confianca para ensaiar este re-
me dio constantemente seguindo algurn lempo o
mentratatoquenecessitassea natureza do mu,
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
Quetudo cura.
O ung liento he uttl, mais partlcu-
lariaente nos seguintes casos.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposilo na rua da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto & Filho : desnecessario a-
zer elogios 4 bondado deste xarope, nao s pelo
reconliecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralmente tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cao do xaropo de Bosque, o qual verdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orgaos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios, e no falsifica-
do esta lilhographada.
Alporca?.
Caimbras.
Callos.
Cancere?.
Cortaduras.
Do-es de cabeca.
(as eostas.
dos n.cmbros.
En'ermidades da cutis
m geral.
Ditas de anus.
EriipQocs e escorbti-
cas.
Fi tulas no abdomen.
Fr.aldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Ge igivas escaldadas.
I'.chaces.
Iuilanimacao doflgado.
vende-se este
preco.
T
Inflamma^o dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos'peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sama '
Supuraces puf-idas.
Tinha, em qualjuer par-
te que seja. y.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulages.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
tocos os boticarios droguistas e outras pessoas
en.-arre;;ndas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vendo-se a 800 rs., C3da bocetinha contm
un a in.'itruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
phirma;eutico, na rua da Crun. 22, em Per-
nanbuco.
importante.
45 Rua Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
coin alguns pires de borzeguins que lbe
restara, dos famosos arranca-tocos, c-
dadaos etc., e sem o menor defeitu, re-
duzlndo-os aopreqo de 7;000
Na loja do Preguica nana do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chaly e mdrin ck corea, ptimo nao sopara
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 res o cova-
do Challes de merino estampados muilo fiaos pelo
deminuto prego de 2:500 cada nm musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o covaJo grvalas a fantasa,o
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e
piltras muitas fazendas, eujos presos extraor-
dinariamente baratos, sa usa rao a expectativa
do comprador.
Com loque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
leos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusa ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meo por 5:000 eousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
IrmSos. rua da Imperalriz n. 10.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
, das as cores, rua da Imperatriz n. 7,
loja do Lecante.
si seste mm etaas mtm smzmn
GRANDE ARMAZEM
DE
Roupa feita.;
Rua Nova n. 49, junto i
a igreja da Conceigdo dos \
Militares.
Nesle armazem encontrar o publico '
um grande o variado sortimento de roti-
pas feilas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e palelols de
panne fino prelo e de cores, paleluts e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados,
calcas de algodao, collete3 de velludo
\ prelo e de cores, ditos de setim preto e
| branco, dilos de gorgurSo e casemira, di-
i tos de fustocs e brins, fardamentos para
' a guarda nacional, libres para criados, J*'
ceroulas e camisas francezas, chapeos e |
grvalas, grande sortimento do roupas R
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- li
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplarao outras a gosto do li
comprador dando-se no da convenci-
, nado.
45-
Grande sortimento.
-Rua
45
Oleado
cores.
Pianos
rguras,
n. 61, loja
-se
Relosios patentes.
Eslopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight 4 C, rua da
Cruz n. 61.
MMJHHMM
Ferros de engom-
mar econmicos
\ $$000.
Pennas de a^o Qglezas.
Vcndem-se na rua da Cadeia do Recife, loja n.
7, de Gi iVs & Goncalvcs, as verdadeiras pennas
,de ac inglezas. mandadas fabricar pelo profes-
soi decilygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
prisco di 1500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso ;
Na rua Direita n. 45.
| ^Elegancia *
B)nilas e elegantes caiiinhas com
amendoas para brindes : venJe-se na rua
Nova n. 45. no armazem de fazendas e
maclas de Paria & C.
S^ No mesmo eslabelecimenlo se ven-
do cortes de cambraia de cor de 10 a 11
varas, gosto Condeca d'Arc a 4J500 rs. o
corle.
A 8,000 rs.com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um oudous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros naa seguin-
tes casas :
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ba da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Rua Nova n. 8.
Rua Direita n. 135. _
Dita da Madre de DeoV'n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita da Penha n 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dilt Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14,
Dita Direila n. 72.
Dita da Praii n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n, 36.
Dila da Santa Cruz n. 3 *
Dita da Ira eralriz n 10. arraazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leite ft talo, era lodos
estes ugares dSo-se por um ou dous dias ara
spennientar-4*. *"'"
Loja da boa f, na rua;
da Imperatriz n. 74.
Vendem-so verdadeiras luvas de Jouvin muilo
nevas, brancas, pretas, cor de canna, para ho-
ra sra e senhora, a 28400 o par, pretas de relroz
com pamas de vidrilho a I56OO, ditas de seda
enfeiladas a 2JOO, lisas a lz80. ricos pentes de
la. taruga virados muilo fortes a 10$, ditos sem
se-em virartosa 4J, ditos virados imitando tar-
ta uga ,1 Is600, ricos enfeites de vidrilho pretos a
3* e 48, espariilhos de linho com carreteis a 6>
cala um, ricos leques imitando marQm a 2S500,
ros rranguitos com camisioha e gollinha de
cambraia bordados a 6 o par, manguitos com
golhnh.i a 4e 5, camis6 com gollinha a 3 e
33300, zollinha de bordado aberlo para menina e
seihoni a 800 o D&50O, agulhas francezas com
fu ido azul de n. 6 a 15, alflnelcs em caixinha de
cabeca chata, brancos e pretos, ricas franjas pre
la 1 com vidrilho, ditas sem vidrilho, pretas e de
cores, lita de seda, velludo, bicos-, rendas, fran-
jat.la, linho, gales de cores e brancos, tesou-
raj, caiivetes, facas, garfos e colheres de todas
as qual dados, sapatos de marroquim e couro de
lustre para menina o senhora, ditos do Aracaty
pira homem, e muitos mais objectosque se ven-
d m por menos do que em outra qualquer parle,
b bado: bordados para manguitos e calcinhas d
meninos.
\endem-se oleados decores os mais finos que
e possivel neste genero, e de diversas 1
por preco commoJo : na rua Direita
de chapeos de B. de B. Feij,
Vende-se urna parle no engenho Pacas ou
Conceicao, na ribeira de Santo Antonio Grande,
na provincia das Alagoas : os prelendentes diri-
jam-se a rua do Queimado n. 8.
Vendem-se caixas com duzia de garrafas
de ceneja, quartolas com vinho de Bordeaux,
caixas com duzia de garrafas do mesmo, quarto-
las com vinagre branco, champagne de suptrior
qualidade, velas slearinas e licores sorlidos ; na
rua do Trapiche n. 11.
Vendem-se 20e3cravos de ambos os sexoo,
com habilidades ou sem ellas, tanto o urazo cs-
mo a dinheiro, e por preco commodo : na me
Direita n. 66.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Corrcia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composlo inicua-
mente de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecleria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove.as doencaa de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
eflicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes. epilpticos.
Alporcas.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood iSons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
A npulas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou extewia-
cae.
Debilidade ou falta de
orcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Cnxaqueca.
Herysipela.
Febe biliosas
Febreto internitente.
ctbertcs e descobertos, pequeos e grandes, de
otro patente inglez, para homem o senhora,
d< um dos melhores fabricantes de Liverpool,
'2ISlwSl?JETrtelnU,: etteasade
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidaj.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaces.
Irr egularidades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de venfre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencio de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas
rios
Tumores.
em grande sortimento para
liomcns, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6J50o. 7 e 8*. dilos de velludo, copa al-
ia e baixa a 78, 9 e lOg, dilos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 6 e 7, ditos do chile a
3S500, 5, 6, 8, 10 e 12, ditos de fellro-em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homeus e meninos, de 29500 a 7$, di-
tos de gorguro com aba do couro de lustre', di-
tos de casemira cora aba forrada de palha, ou
sera ella a 4$. ditos de palha ingleza, copa alia
e baixa, superiores e muilo em conla, bonetes
francezes eda trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabega, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da rua Direita n. 61, de B. de B Feij
HB-fiffi-H '
Vendem-se fazendas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, era peca e a reta-
Iho : na ruado Queimado* loja de 4
portas n. 10.
RELOIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para o mesmos,
deexeellente eosto.
Os estragadores de calcado encontra-
1 So neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegains aristocrticos. 000
D.tos (lustre e bezerro)..... 7^000
Borzeguins arranca tocos. 7<000
Ditos econmicos. 6/1000
SapatSes de bater (lustre)'. '. 5^000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ...... 5^000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4#500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........4#000
E um perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo qne serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Graixa para
arreios.
Excellenle graixa americana para arreos e por
barato preco vende-se na rua da Cadeia do Re-
aro, loja de ferragens de Vidal 4 Bastos.
Escadas americanas
As melhorea e mais commodas e uteis escadas
de todos os tamanhos : vendem-sc na rua d
Cadeia, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
Fio Ae a\god&o.
Fio de algodao tanlo para pavios como para
rdese oulros misteres : vende-se o mais bara-
to possivel na rua da Cadeia loja de ferragem do
Vidal & Bastos.
Mainho pararefi-
naco.
Chegarem loja de ferragem de Vidal & Bas-
tos grande porcao de moinhos de lodos os lma-
nnos, cora rodas e de novo autor, os quars sao
lecommendaves pela sua excellenle qualidade e
commodo prego.
Camas de ferro.
Um completo sortimento de camas d ferro e
com lona de todae as qualidades, as quaesse
vendem por menos do quo em outra qualquer
parle : na rua da Cadeia do Recife loja de ferra-
gem de Vidal & Bastos.
Bombas de J.apy.
Bombas de Japy de lodos -os tamanhos, com os
competentes canos de chumbo : vende-se por
commodo do preco na rua da Cadeia loja de fer-
ragem de Vidal & Bastos.
Balaceas decimaes.
Reslam algumas bataneas decimaes, as quaes
se vendefn por commodo preco na rua da Ca-
deia do Recife loja de Vidal & Bastos.
Aviso aos Srs.mar-
cineiros.
Excellenles armaces de sorra de todos os ta-
manhos, seposdedilTerenles qualidades, os quaes
se vendem o mais barato possivel : na loja de
Recifg6m BaStS' "a rUa da Ca(kia d0
AosSrs.pdeirose
refinadores.
Sorlimenlos completos de peneiras lano de
amare latao como de metal e de todas as grossn-
ras : vende-se por prego commodo na rua da
Bastos d erra8em de Vldal &
Aos senhores de eogeobo.
Enxados americanas, do Por'o, inglezas o ame-
ricanas, pequeas, de aro e j com cabos, safras
tornos, toles, ferro Suecia, ac, arcos de ferro do
I todas as larguras, ferro em vergalho, ferramen-
tas completas para tanoeiros. e muitos oulros ar-
ligosda melhor qualidade possivel e prego com-
modo : na rua da Cadeia do Recife, loja de fer-
ragens de Vidal &. Bastos.
Cocos italianos
de folha de landres, muito bem acaba-
dos, podendb um durar tanto quanto
duram qualro dos nossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja dj funileiro.
4,000 rs.
por sacca'de
Irmaos.
milho; nos atmazens de Tasso
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Nova invenfo aperei-
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & lrmo.
Rua do Queimado n. 57.
A 30S cortes de vestidos de seda quecustaram
608; a 16j) cortes de vestidos de phanlasia que
custaram30; a 8 chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota: na rua da Cadei-i do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & lrmo.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na rua do Queimado n.S7, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
secunda-! C, rua da Cadeia n. 37, Tendem-se
Relegantes pianos do afamado abrican-
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strandt, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadaS de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Yadem-se asbocetidhas a 800 n. cada ama
dellas, contem urna inslru'ccaq em portuguex pa-
ra explicar 0 modo do se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa de Sr. Seum
pharmaceutico, na rua da Gra n. t, em Per-
nambuco.
A'
Traumann de Hamburgo.
SABIO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irmos.
Farinha de mandioca
nos mazeos de Tewdti Irmos.
Milho
1 aos smaseos e Tasso & Irmios.
_ \endem-se as seguintes casas : o sobrado
de um andar na rua do Sania Rila n. 7 a casa
terrea da rua da Praia dos carnc-secca 22 e
urna casa terrea, ha pouco construida, sita na
estrada do Arraial, passando o sitio do finado
Burgos : a tratar na rua Nova n. 35.
= Vende-se massa de tomate, a melhor o mai:
nova que ha no mercado, por preco commodos
na rua das Cruzes n. 40. ou na rua'larga do Bo-
sarlo larga n 52.
Vendem-se canoas de amarello, o melhor
que tem apparecido no mercado, de 25 a 45 pal-
mos, por preco commodo : na rua do Vigario nu-
mero 5.
Para a quaresma.
Sedas pretas lavradas. lindos desenhos
covado 1J600
Gorguro de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado 2J000
Grosdenaple preto, covado 18809
Dito largo e muilo superior a f| e 2^^500
Sarja preta larga, corado SjOOC
na rua do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
Roa da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoesin- -
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de ura-e dous cval-
os, e relosios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
Eara senhora, brancas e pretas, e para meninas,
raneas e riscadas: vende-se na loja de Leite
4 Irmao na rua da Cadeia do Becife n. 48.
Vende-se
o engenho Aremund sito na freguezia da Esca-
da, no limito do Cabo, arredado um quarto de
legua da estrada de ferro, com bastantes maltas
virgens, edificado de novo e lodo demarcado a
tratar no mesmo engenho coc o proprietario.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree 4 C. n.
42, rua da Cruz.
Em casa de Soulhall Mellors & 6., rua do
Trapiche n. SS^endemsc Chumbo de municao sortido.
Pregos de (odas as qualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungaran era barra.
Dito de Mosclle em caixas.
Cognac era oaixas de duzia e barris.
Heosios de onro e praia, patente e chronomc-
iros, coberto e descobertos (bem aoredHadosL
Trantelins d ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidos em latas pequeas.

mi nm/vii


^^7***inr*i
^m*m
AKMAZPROGRESSO
iWiomimHmimco. ~ >qpniri.*> wxmL ** i*.
DE
-largo da Penha--
Manteiga perfectamente flor 800 rs. a libra e em barril se far mais algum abatimento.
Quejosmuilo novos
a 1J700 rs. e em cana se far mais algum abatimento nicamente no armazem Progresso.
A.uteixas francesas
rToressode flha camP0,eir08de '"ro a 900 rs., e em porgao se far algum abatimento s no
Cartoes ueboUnnos
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e ero porco se far algum abatimento s no Progresso.
F.igos de comadre
um CparecohcoSmmgdnlemCnlC enfeiladas c DroPrias Para miras s no Trogresso o com vista se far
Latas de soda
cora 2 1|2 libras do differcnlcs qualidades a 1600 rs., unicameale no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vonde-ae nicamente no armazem Progresso.
RolaeViinua ingleza
muito nova a 320 rs. a libra c barrica 4$, unidamente no Progresso.
Potes vidrados
no Progrso* propraspara manlciSa outro qualquer liquido do 400 a 1*200 rs. cada um, se
nromPiPrn'miISf Promelem.os proprietario* venderem por muiio menos do* que outro qualquer
v?P..m^f i" semrem aquellas pessoas que mandaren, poroulras peuco pralicas romo
ni.Pirnm m^ nle;rsam,tambenialdasos ""hores de engenho e senhores lavradoies
O aconidoi.araenUtaS encommendas no arraazem Progresso que se Ihes affianca a boa qualidadec
Verdadevra goma de malar ana
a 400 rs. a libra, no Progresso.
Palitos
nlha Jos para dentes a 200 rs. o mogo cim 20 macinho. s no Progresso.
Cha uvson, perula e nrcto
os mclhores que ha no mercado de 15600 a 250O a libra, s no Progresso.
Passas em eixinhas de 8 libras
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto preco de 2J560, s no Progrosso.
Macis em caixinhas de 8 libras
n??^nd? 40^qualidade pevide-^^ e amarella o paslilhas de
maja, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cbonvitis e paios
a f^rS,nVaS que tPra v!.nd0 ao mercad.s'5 D Progresso, afiancando-se a boa qualidade e a vista,
se iara um proco commodo.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLI.VRORADO
PEL03 SRS.
D-r5enSt0n Sa??ma "AZ-nr Casl1-A- Gil-Alexandre Herculano-A. G. Bamos-A. Guima-
raes-A. de Lima-A. de Ohveira Marreca-Alvcs Branco-A. P. Lopes de Mendonca-A Xavier
C^V ACOrdp,r",Cau0l0S, ""iros-Carlos Jos Caldeira-E.'pinTo daSil* e Cunha-F
DIRIGIDO
, POR
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da MottaRodrigo Paganino.
runumpnb? rnm 'SSI'a?* semanas, omento jornalistico e a offerecer aos leitores, con-
riaounaaT, W.\r?.q '""" ""'" houver CCO"ido Da POca, na sciencia, na indus-
1L a Vo&unS arllgos or,8,naes sobre qualquer destes assumptos, o archivo universal
racfidroeer?egula?id9deem ^ ""^ ***** ** satisfeito .. seus ns.* com EB
um i, i^^^^z^^^x^ e completa todos os *-*
Assigna-se no escriptorio deste Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n 8
brasS) a3Slgnalura: pelos p"1uele8 "Por 10*200 por anno ; por navio dtela 8g (moeda
Ha algumas collecg5es desde o comego da publicagao do jornal.
COLUTORIO
?. P. A. Lobo Moscos,
wmw 9mmm i wimni.
3 RUADA GLORIA, CASADOFUNDAO 3
Clnica por ambos os systemas.
Contrata partidos pfef?.cons?Uas.tod?s ? dia8 Pela manhia e de tarde depois de 4 hora.
propriedadesruraes.CU *nnua,menlenaosPara dade como para os engenhos ou outras
gencia a^utrTqJaTnfe 'eJ" Ap#io* su cas 10 horas da manbaa e em caso de nr-
pessoa, o darua e o mu?" h dia ou da n01te sendo Por eseripto em que se declare o nome da
Nos casos que nao iVasa'
metter seusbilhetes a botf. A u'85nc'a- as Pessoas residentes no bairro do Recife poderlo re-
Nogueira de Souza na ru. o CrV5m\*n ."^*.0- nVuad* Craz ou lo*de "OS do Sr. os
Nessa loia e na casa P p da pL0llte Telha-
mentoshomeop;thicosjaber^f,T""f'ante a.char-se-ha constantement eos melhorea medica-
Botica de i"hecidos/ Pels preSos seguintes:
Ditos de '36 dnf............... 15J000
Dito de 48 dit\ :....... I0J090
Ditos de 60 ditoA!............. S5J000
Tubos avulsos ca'f ............ 0mO
Frascos de linduras............. I*000
""eS trTuScm;pat,;i^ P1'Dr"'Jah' "tradu'"d
m zzp^^r^ -- d -di. ,
1P Df B flfHOT
nientementemontndo?fa*S!Mmt?rr^,ueJeWf0,Mme^^ feitos c*-e conve-
maior commodidade e economa do S 2 \e DOYembro. em .vante. contratos mensaes para
tantos sacrificios. publico de q^n os propnetanos esperara a remunerajao de
Assign.turadebanhosfriosparaumaV.oaporrae,.....10J0OO
Serlea de cartee, e ban^osTvifsos !lt0U chuvisc(?8 POT mez 15000
""* auisos aos pacos annunaado.
, jetos para noiva.
B.ciscwjeUasbwnMspara r^iw 6# cada
urna, neat de seda bfftnca, fjrenda multo boa
a 5 o pr, ricas filas de sarja brancas e de co-
res pa-a oslacos e oncites, franjas, tranca^ bi-
co d l.Mri, de. todaa as largunaa, e por menos
prefo lo que e,m oulra qualquer parlo : na ra
do Crespo, loja de miudezas de (res portas n. 5.
Pe ates de tartaruga lisos e
virados.
Ricos pon :es de tartaruga, virados, muilo for-
les, de apurado gosto e desenh*. pelo baratissi-
mci pco de tacada um, ditos tambera de mui-
lo boa quahlado, muilo fornidos, a 5S, dilos de
massa, virados, lodos bordados, fazenda a mais
moder.ia que lera vindo ao mercado a 3?), 2500
2JJ el500 cada um : na ra do Crespo, Ion d
miudeas de lies portas n. 5.
> ende -se urna porcao de laboas de louro e
uns ca xilhos. ludo j servido de urna armaco :
na ra do Cabuga, loja n. 9.
Na taberna sita na ra da Iraperalriz n. 2
se vcn.lem superiores batatas a 1&280 a arroba
marmelada muilo nova em latas de uma e de
duas li iras 800 rs. a libra.
Novo Mez de Mara.
m
DE
6L(DEDBfiDA l f FKf U ilf LU,
SiU na roa Imperial n. 1181 i 20 janto a fabrica de suba.
DE
Vccbincba.
" CruzpS,n. 81. vBd<
M-. lourinho de Lisb
lo superior.
Ehgenho.
inarUa6dl8rU08'n-J1' "^*-e m.nleig-
Vendc-se o engenho S. Joi de Bom Jar'im
rreguezia de N. S. da Luz, com bons le"nos"
moente e corrento e com boas obras, quasi Pr" m-
pto para se moer com agoa, faz-se lodo e qual-
quer negocio, dando vista qualquer qn.intia
os prclendentes dirijam-se ao mesmo engenho'
ou ao engenho Penedo de baixo, na freguezia d
>- Lourengo da Malta.
A ben cenhecida edicto do Mez Marianno,
ennqucida com muitas eslampas e ricas vinhe-
tas, cora a noticia histrica da nova medalha,
aberla 3m honra da immaculada Concei(o e sua
competente novena, conforme se usa no conven-
dos tvms. Carmelitas desta cidade, boa im-
Relogios de ouro e prata.
Em casa deHenry Gibson, ra da Cadeia do
Recife n. 62. ha para vender um completo sorti-
. ment de relogios de ouro e prata, chronome-
pressao, bom papel. contina estar 4 venda a 2$ f08' mt'I0schronoinelros e de peienle, os mo-
a volurie, ni ra do Imperador defronte de S.!,hor" que vem a esle mercado, e a precos ra-
Francisco. zoavcis.
Nn=?ebf!i? J*da Siha dirg(,a Por Fraacisca Belmiro da Costa.
de30oTa3oXei?m?,cl00HaKSeTpre PromPl?,s alambiques de cobre de d.tTerentes dimencoes
(de suu9 a d.uuu) simples e dobrados. para destilar agurdente aparelhos deslilainrin. Tninnc
wmmimmm --
econmicos, tachas e lachos de cobre fundo* d rf!-SI2 ,'fugoes de ferro P0,aveis e
para engenho, folha de Flandres^ chumbo^em leneT Francisco.
Ara.ios americanos e machinas
para lavarroupa: em casa de S. P. Jc-
hnstou d C. ra da Senzala n. 42.
Conliiinaclo
de um i ico c grande sortimento de tamancosde
todas a .i qualidades, que se vende lano a reta-
Ihorono em pequeas e grandes porrees, por
prego o mais barato possivel : na rua Direila
esquina da lavcssa de S. Pedro n. 16; a casa
tem senpre de 1 a 1..000 pares promptos.
Sal do As.
Vcni-se sal do Ass muito superior; a bordo
do liiil-; Santo Amaro.
Rio do Kangel n. 62, armazem.
Vend;m-S3 saceos com farinha de mandioca
de superior qualidade, saceos com milho, ditos
com anoz de casca, ditos cora fardo de Lisboa
ditos com airoz pilado do Maranhao, ditos com
cate do Rio, velas de carnauba, dilas de esper-
macete, gomma do Aracaty, sabo massa, ih
bysson, courinhos de cabra, esleirs de palha
decarniuba, barricas com bolachinhas inglezas
tanlo st vende em porcao como a retalho, e por
menos i(ue so vende em oulra parle.
Yinho de Bordeaux.
Emcsa de Kalkmann lrmaos&C, rua da
oruz n. iu. enconlra-se o deposito das bera co-
nhocidaj marcas dos Srs. BrandenburR Frres
e dos ,rs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
D3BraadeHburg frres.
St. Estiph.
SI. Juti >n.
Margau i.
La rose.
Chioai Loville.
Chleat Mar;aux.
De: OJdekop & Mareilhac.
St. Juli-n.
St. Juli?n Mdoc.
Chatca Loille.
Na mesraa casa ha
vender :
Sherry >m b.irris.
Madeira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina.
Cognac em ciixas qualidade inferior.
Cervea branca.
--N rua Nova n. 35, vende-se farinha de
5S3?i*!S2visla- pe,baraUssimo
Tachas e moendas
Brag Silva & C, tem sempre no seuf deposito
aa rua la Moeda n. 3 A, um grande sortimento
.ti as?m?enda9 par* engenho, do muito
acredildo fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na na do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se pe^as de alodo encorpado, laro.
com pe-iueno loque de avaria a2g500 cada uma.
Aos amantes da economa
Na n a do Queimado n 2, loja do Preguica,
venden- -se chitas de cores flxas bastante escu-
ras, pel baralissimo prego de 6fi a peca, e 160
rs. o civadc.
para
Rap.
Vende-se rap Paulo Cordeiro, muilo fresco,
chogad.j do Rio de Janeiro pelo ullimo navio :
na rua larga do Rosario, passandoa boltca, a se-
gunda oja de miudezas n. 40.
Vsnde-se um bom sobrado de tres andares
e olao, em uma das melhores ras desla cidade,
chao p :opric), livre de qualquer onus. o qual se
vende >or o seu propriclano ter de retirar-se
para fora de imperio ; nesta typographia se dir
com qiem se deve tratar.
Cirne de vacca salgada, em barris de 200
libras em casa de Tasso Irmos.
<=r45-RDAK0VA4S
Armazem de fazendas^
e modas
DE
3FAMA
FUNDIQAO DMURORA.
qualq^0\P;Pyneur^ publiCo em ger.l, toda e
todos os tmanhos, rodas d'agna para engenho, toda, d ec"% a 8abckr? achinas de vapor de
daLe ,nKe,a8KmwDd. tachas de ferro bMolti^ioalV^ %"? "^ lle ?"?*"*' moen-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e bow.. ?. 0o?M. UB.tth guindastes, gum-
dioca e para descarocar algodo, prencas narS mfn5? a forn8lhtGhinas para amassar man-
lumnase noinhos de vento, arados cSltSra?.?. ^ e o,1?* ni, portes gradara, cp-
botese todas as obras de machinismo. ecdJSe?aTieS 'M*\*", boias. alvareng.1.
desenhos ou moldes que para tal flm foreoapreUta^' ^ 94tUal l6r SU5 U*lurza pelos
beleciraento na rua do Oru n. 28 A a na r. a rfii .Receben>-^pacomiaendaa neste esta-
ieiro do eaableeimealo Jas Joaquia da Corta Permrf^e d ta"%2LB-- moradia do "'"
entender para qualquer obra, wwai'eretra, com 4oem %reieiidentes e podem
Coi tes de vestidos pretos de lodas as qua-
lidades.
Ditos di seda da cores.
Ditas de blondo.
Dilos d Maliceles pretos de todas as qualidades
Ditos de cores.
Capas pretas e' de cores.
Gr nde sortimento de bordadas para se-
nhoiastm cambraias e filos.
Va lado sortimento de enfeites para ca-
beca, pretos e de cores.
Dilo dito de chapeos de palha e de seda.
Grnnde sortimento de vestimentas para
men nos.
Dito de chapeos e bonets para ditos.
Gelo e barricas
com macas.
Tende-se gelo, e barricas
com macas de superior qua-
lidade ; no antigo deposito do
gelo da ru da Sanzalla.
Im escravo moco,
com piincipios de alfaiate e do pintor, soffmel
boleeiio, e com batante habilidade para ser em-
prendo em qualquer outro servico : vende-se
na Por ,e do Mallos, armazem n. 18, confronte M
irapicli3ilo algodao.
c^- 4 BMal NO VA4 S
Grande sortimento de roupa feita para
homem.
Dilo dilo de chapeos de castor e de seda.
37 Rua do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabolecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejara : pale-
lots de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno Dno preto e de cores muito superiores
a 35j>, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de bnm pardo e broncos, de braman-
te, que se vendem por pre^o commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5g
cada uma, chapeos francezes para homem a 8$,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alia a 13$, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4#, 5 e al 7
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 108, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeila-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, corles de vestido de seda em carto de 40$
at 150$, ditos de phautasia de 16S at 35$000,
gollinhas de cambraia de 1S al 5>, manguitos
do 1$500 at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas Muito superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colleles, palelots e caigas de 3*500 at
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 2*500
at 10$ o covado, cortes decolletede velludo
muito superiores a9e 12$, ditos de gorguro
e de fuslo brancos de cores, tudo por prego
barato, atoalhado de algodao a 1*280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 9*. grosde-
naples de cores e pretos de 1*600 at 3*200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12* cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenta muito superior, de 12 al 20* a
duzia, casejAas de cores para coeiro, covado a
2$400 btrege de seda para vestidos, covado a
1*400, um completo sortimento de colleles de
gorguro, casemira prela lisa e bordada, e de
fustau de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10* cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colleles a 2*800
o covado. bandos para armaejio de cabello a
1500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, eum grande sortimento de macas e malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores so mostraro
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C, rna
ao vigano n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro, patente inglez. de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera uma
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos
E-mcasa de Borott 4C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Csrros de 4 rodas de um modello inteiramente
novo.
Cabriolis muito lindos.
Charutos de liavana verdadeiros.
Algodao americano trancado.
Presuntos para fiambre.
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampauha deprimeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade. a
Oleados americanos proprios pora cobrir carros
Carne de porco era barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muito afamado licor intitulado Morring Cali
Sherry Cordial, Menl Julop, Bitters, Whiskey 4
C, ludo despachado ha poucosdias.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Tinta para escre-
ver.
De superior qualidade a 500 rs a garrafa : na
aviaria ns. 6 c 8 da praca da Independencia.
Espirito de vinhocom M
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
fros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larga do Rosario n. 36
Liquidaco para
acabar.
Na rua Direita n. 13, loia de miudezas um
grande sortimento de miudezas, enfeites para
vestidos do senhora, filas de sfida e de velludo,
pontes de massa, pulceiras de velludo, franjas
brancas para casavoques, luvas de seda, meias
para meninas e meninos, boloes de selim para
casacas, espirilos finos de diversas qualidades, ba-
nhas faanrezss, sabonetes, pomadas francezas e
outros muitos objectos que se vendem por menos
de seu valor por estar em liiuia ao.,
Altenco.
Vende-se urna loja de funileiro com
seus pertences: na rua Direila n. 71 :
pretender dirija-se a mesma loja.
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua duragao, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de Henry
Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
, Vende-se- uma negrinha de 15 a 16 onnos,
8bendo coser, cozinhar e engnmmar: no Man-
IV- | *. gumho, em frente do sitio do Sr. Accioly.
1AUVO SaiaO tlC mO-{. Vende-so se^casaes de canarios do impe-
j no em seus competentes viveiro. um melromui-
IIS n?IPl CPnhnrOC I ^ r!ovo* uma Cr8un. um curi e tres canarios
*"***kJ M**i OCIJIIUI O da trra era saas gaiotas, casaos de rolas bran-
--.- .... cas e ditas pardas; no sobrado da rua de S.
m m m
Antonio,
Chegou tira rico sorlimenlo do pcilos bordados
com gollinhas. proprios para senhora, assim co-
mo gollinhas de contas para senhora, ditas para
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se no largo da-Assemble.
armazem n. 9.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cse do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Uellor4 C.. rua do Torres
n. OO.
Em casa de Basto & Lemos
rua do Trapiche n. 17, ven-
de-se :
Cbuujboem lencel.
Carios de dito.
Cabos de linho inglez.
Selins patente inglez com todos os per-
tences.
Papel de imprimir.
Pfnellas de ierro.
Baldes dezinco.
Livrosem branco inglez.
Cadeiras genovezas.
Licores finos em garrafas de crystal.
Enxore em caixas de 3 arrobas.
Alvaiade de Veneza.
Cordoallia para apparelhosde navios.
Chapeos de palha de Italia sir.gelof.
Vassouras genovezas.
Drogas diversas.
Banheiros de marmore.
Talhas de barro vidrado.
CIMA MU.
Vende-se cebla sola por baralissimo preco
no armazem da rua do Araorira n. 46.
Escravos fgidos.
lodos os
quem a
Os abaixo assignados j receberam a
remessa mensal de objectos de modas ao ullimo
gosm e raelhor qualidade, chegados de Paris
pelo ullimo navio, e avisam as senhoras desta
capital que em seu estabelecimenlo, na rua da
Imperalnz n. 10, tem uma sala destinada para
ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza piala o de
cores bordados, e de rendas, de variados gostos.
Lindos enfeites de cabeca, gostos modernos
Ricos vesiidos de nobreza de cores e pretos,
2j2O4Xe^n0Oob^'vaPdroeU "^ TCSld?8a
>estidinhos paracriancas, de diversos gostos
bem como o melhor sortimento de outras muitas
fazendas modernas por os menores precos : no
aterro da Boa-.Visti n. 40, actualmente rua da
lmperatnz.
Vende-se uma mulata com uma cria e com
bastaole leile. boa cozinheira e engommadeira,
e um negro mogo muilo bonito e robusto : na
rua Nova n. 52, primeiro andar.
Vendem-se libras sterlinas em ouro: no
escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira defron-
le do Corpo Santo.
= Vendem-se 20 fardos de fumo em folha, de
Primeira qualidade. superior, vindo ultimameulc
da ania: na roa Direita n. 3.
Vinho e batata.
Vendem-sebarris com vinho a 25g cada um,
batata*iJJfJOa arroba, em libra a 40 rs., tou-
cinhoa36, ervilhasal60, paingo a t60, man-
leiga inglezaa800 rs.. dila franceza a 560, doce
ae guiaba a 1$ o caixao, espermacete a 640 a li-
bra : por baixo do sobrado n. 16, com oito para
a rua da Florentina.
Escravos vtnda.
Vendem-se, trocam-se e compram-se
vos de toda idade. e de ambos os sexos :
do Imperador n 21, primeiro andar.
Vendem-se saceos grandes cora milho da
ierra muita novo a 4$, em porcao se far difTe-
renca : na rua de Apo lo n 19.
escra-
na rua
S^600.
Saceos de milho de Mamanguape : na rua do
Queimado n. 24, primeiro andar.
Escravos bous e baratos.
Cinco escravos para tedo o servico, 1 meleque,
3 osera vas con habilidades. 1 dita por 700$ com
dades : na rua de Agoas Verdes n. 46.
Vendem-se bonitos burros e por menos preco
do que se tem vendido, para ver e tratar na
cocheira da rua da Florentina, que foi do len-
te coronel Sebasliao.
Fitas para bababos e en-
feites de vestidos.
Ricas fitas ou casearrilha da lodas as corea pa-
ra babados de veslido, tacas, chapeos e fazenda
ao u,"n0 MIl0> Pel bwatiasimo preso de l$50,
28 e 8|: na rua do Crespo, loja de miudezas de
Ircs portas n. 5.
Francicco, como quem vai para a rua Bella, n.
o, das 6 s 7 horas da manha e nos domingos
e das santos a qualquer hora do dia.
Altenco.
Vende-se uma casa na rua Bella n. 10, con-
tendo tres quartos, duas salas, cozinha, quintal,
e cacimba : quem prelende-la, dirija-se ao sitio
no principio da estradaflo Arraial, do finado Ru-
fino Jos Fernandes de Figueiredo. Tambera se
vende o mesmo sitio, o qual tem muilo boa casa,
com os seguintes commodos : cito quartos, duas
salas, um gabinete, cozinha, estribara e ca-
cimba, contendo as principaes aivorcs fructfe-
ras, bem como jaque-iras, larangeiras, coqueiros,
e urna deslenle baixa de capim, um riacho no
meio do dito sitio, sendo chaos proprios, com 250
palmos de frente o 1450 de fundo, e outras cora-
modidades que o con prador as apreciar.

Nova moda.
Chegou loja do Ramalho da rua Direita n.
83, um grande sortimento de ricas gollinhas de
contas com lago de fita, pelo diminuio preco de
2$ para senhora, e 1$500 qara menina.
Superiores chapeos de manilha.
Estes excellenles chapeos que por sua qualida-
de e eterna duragao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; existem 'venda nicamente em casa de
Henry Gibeon, rua da Cadeia do Recite n. 62, por
prego commodo.
Nova fama.
Na rua do Crespo, loja de miudezas de
tres nortas n, 5.
Chegou a esta loja um rico sortimento de cha-
peozinhos de seda, todos forrados de fil, bico de
seda e raixo francez, obra de goslo, proprios-pa-
ra baplisados e passeio, pelo diminuto prego do
5$, 6 e 8j.
= Vende-se um bom cavallo muilo novo e
gordo, sera achaques, com todos os andares, por
pouco dinheiro : na rua dos Pescadores ns. 13.
Vendem-se todos os accessorios para esta-
belecer-se uma grande padaria, sendo.cylindro,
machina de trabalhar com cavallo. masseira, len-
dedeira, taboas, ps, bilhas, toslhas, etc., tudo
novo j vende-se a prazo : a tratar no largo do
Terco n. 32, sobrado.
Vende-se
linha de novello de todos os sortimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas o pretas, por precos commodos em casa do
Henry Gibson, rua da Cieia do Recife n. 62.
Muilo bonitas gollinhas de contas ou mis-
sangas, as maja bonitas que tem vindo a esle
recreado, tanto para senhora como parame-'
niuas a 1*500 e 2$000 cada um, aljofaro bronoo
para peacoco a 400 rs o fio coral tambera
para enar e fazer pulseira a 2200 o mas- _
ao, e outras muitas miudezas e quinquilha-|do25annos, e o signa 1 mais conherido ter a
na que te vendem por menos prego do que em falla de um denlo na parte de cima : a peasoa
oulra qualquer parlo : na rua do Crespo, loja de que o pegar, dirija-ae a mesma fabrica de sabio,
miudezas de tres portas n. 5. na rua do Brum, quesera recompensado.
No domingo. 25 de margo, ausenlou-sc da
casa dosrnhor. um prelo muilo conhecido por
bebado, e o nome decalraio, pertencenle a Jos
Baptista Braga ; por isso roga-se a quem o pegar
leve rua Novan. 38, quesera gratificado.
Fugio desde agosto de 1858, o cabra Ma-
noel Candido, idade 26 onnjs, alio, bom corpo
cabello crespo. Talla de dous dentes na frente um
olho vasado e grande, cieatrizes a roda do mes-
mo ; cosluma andar elogiando : roga-se s au-
toridades e ou qualquer pessoa do povo a cap-
tura do referido escravo. sendo conduzido rua
do Imperador, ond.> se gratificar com 100.
Fue' ha 16 dias a Pr,,|a Sebastiana, de cor
fula, desmaiada, parecendo doente, tem o cabel-
lo cortado, uma cicatriz ao lado esquerdo da ca-
bega, nariz chalo, cara e oluos pequeos, pan-
nos brancos salpicados pelos pcilos, ps o niaos
pequeas, estatura baixa, e magra da cintura pa-
ra cima levou veslido de chita cor de caf, com
mansas largas, e um par de argolas de oure as
orclhas, falla bem, parece crioula ; fui vista ha
poucos das nos Remedios Torre : quem a pe-
gar, far favor levar a rua do Queimado n. 03
que sera bem recompensado.
Attenco.
Fugio no mez de junho prximo passado, um
mulato por nome Joo. com os signaos seguin-
tes : cor alaranjada. alto, seeco. cabellos cara-
pinhos, pouca barb* por baixo do qu.xo. bigode
pequeo com uns pannos pretos por baixo da
barba ; levou um cavallo com cangalhas, um par
de saceos, um annel de brilhanle, um corrpnio
de ouro para relogio, 4 dnzias de colheres do
sopa, 4 ditasdo cha, uma grande para sopa, uma
pequea para tirar assucar, tudo de prata as
pecas de roupa seguintes ; 2 paletos sarcos, sen-
do um de alpaca preta c outro e de casemira do
cor, 2 chapeos preos sendo um de feltro e outro
de baela, um collete de veludo bronco para noi-
vo, diversas camisas francezas, calcas de case-
mira fina de cor, o de brim branco, scroulas
rrancezas, grvala de seda branca o de cor, uma
colrha de laa para cama, uma camisa de baela
azul; consta que anda para as bandas da villa
do Ingazcira, na provincia da Parahiba na villa
do Inga, e no lugar Quebrangulo na provincia
das Magnas: quem o pegar leve-o ao engenho
i agao, na freguezia de Santo Anlo, a 'nlregar
ao abaixo assignado, ou ao sch correspondente
na cidade do Recife, Braga 4 Anlunes. na rua do
vigario, quo ser bem recompensado.Miguel
Alexandrino da Fonseca Galvo.
= Fugio no dia 8 do corrente o preto escravo
de nonie Joaquina, de idade de 46 a 48 anuos
baixo, choio do corpo, baibado, foi veslido d
camisa e caiga de riscado, tem urnas cieatrizes
as cosas proveuenle de fogo, anda ganhando
na rua : roga-s< as autoridades e capilaes do
campo a captura do dilo escravo, e o aemeller ao
seu senhor na rua estreita do Rosario, armazem
do Sr. Jos Moreira da Silva, que ser recom-
pensado.
No dia 6 do correle fugiram do engenho
cha o escravo Filippo, cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, cora signaes do bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 annos de idade, falla bem ;
e no dia 8 o escravo Marcoiino, denago An-
gola, cor fula, alio e seeco, sem barba, tem pos
bragos signaos de vaccina, na testa uma cicatriz
em forma do meia la, eera cima de um dos ps
uma sicalriz que repuchou alguma cousa a pille,
tem a falla descansada, bem feilode rosto ere-
presenta ter 28 annos de idade ; ambos estes es
cravos levaram caiga de algodao azul trangado e
camisa de algodao de lislra, elem de mais roupa
que possuiam, e suppe-seque reuniram-so pa-
ra seguirem viagem para o serlao do Sobral de
onde o primeiro nalural: a quem os ipprehen-
der juntos, ou a cada um de per si, ou dcllcsder
noticia, ser bem recompensado pelos seus de-
nos, no referido engenu.0 TJcha.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correle, uma sua escrava da Costa de nome
Mana, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, edr nao muito piera, tem
bastantes cabellos brancos, cosluma trazar um
panno atado roda da eabeca, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente d
calor de ligado. Esta escrava tendo sahiao como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dila escrava, e leva-la loja
do Preguica, na rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na roa da Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. tenente coronel Sebas-
liao, orne sero generosamente recompensados.
IC dia 2 do correle mea fugio da fabrica
de sabo de Joaquim Francisco de Mello Sanios,
o sea escravo Antonio, crionlo, cor bem preta,
naris chalo, baixo e um pouco grosso, com idoda

nca
M


w
Dti M EgftftAaaftpc*.. & Omnta Feira ift.foi AtttL D nid
Lilleratura.
O Crdito.
Ir sus Cliristo dizla que era nmis diflicil enerar
um rico no reino da gloria, do que passar una
corda pelo fundo de urna agulha.
Un. dia um grande ministro, na tribuna do
i:nio das maiorrs narrs do mundo, disse aosque
i mhauam a ordeni poltica bascada sobre o cen-
, por excluir muilos cid.idos realmente rapa.
zeS : Prorae a rossa capacidade enriquecendo-
>is : enrichisez-irout.
A pUarra do ministro o contrast perfeito da
patarra do Divino Mestrc : axiomas opposlos de-
civil isa cr-s oppostas ; a cjvilisac&o
termibando
na qu*busca o bem-eslar, a satisfarn
' sual, o Iriumpbo do orgulho ; e a-civilisa-
ro
r;:u chnsla que procura a perfcieao moral, pela
substituido da caridade ao egosmo, da humil-
o,-.!.. ao orgulho.
t'nrichissez-vous 6 a palavra do scculo, Gui-
20I uo fui mais do que o echo dola !
Tara conseguir esse desidertum universal, foi
necessario dar ampias ensanchas especulacao :
pelo trabulho assiduo, com o lucro regular desse
trabalbo, o horneen poderia livrar-.se das priva-
coes, conquistar para si c para osseus a abastan-
ja, conseguir ainda com queenthesourisas.se no
C'U, por meio da caridade, alliviando o soflrimen-
lu do prximo
lias, para enriquecer, esse Irabalho asriduo,
esses luiros regulares lornaram-se insuflicien-
i s, e enlo veio subsliluir-se-lhes a especu-
laeo.
A palavra de Deus encerra a verdade moral
que a reflcxo inimedlotanientc conlirma.
I.' mui diflicil dissoc.iar a riqueza do orgulho,
6 diflicil ossocial-a verdadeira caridade, essn
que sem ostentarn, sem alarde, sem, assignar
sjbsenpcoes, e esperar o galardo dos elogios e
das honras humanas, alevn a miseria do prxi-
mo, sem que a mi esquerda saiba o que fez a
mfto direila O rico v-se roceado de'balxezas e
de odulecoos, 6-lhe mui diflicil nao desprezar a
humanidade que suppc represantada por esses
queso aecurram a seus ps : o ro tem mil
molos de oniregar-se sensualidade, 6-lhe mui
lliiil vencer os incitamentos que a ella o pro-
vocara ; o rico enilim est acoslumado a ludo
conseguir; e se alguma vez, por asualidade, en-
corara algum obstculo a seos dsejos, 6-lhe
muilo diflicil nao exasperor-se, nao se entregar
a tulas as teguciras da ira.
ludo peis conlirma a grande verdade pelo Di-
vino Meslre enunciada : ludo pois mostra que
para seus discpulos, para o hornera moral a ri-
queza 6 un encargo penoso, que o rodela de
inimigos e de lontoces a que cumpre vencer,
que llie impde devere's de mais ampia caridade a
que cumpre satisfazer.
A philosophia lambcm tm parte pensa assim,
c io nos fallam nos aulhores profanos bellissimas
Considerarles acercados inconvenientes das gran-
des riquezas ;nao nos poetas e nosfaliam nos Ili-
teratos bellissinios trechos para provaremque nel-
< nao reside aventura.
M is contra o testemunho dos poetas, dos phi-
losophos, contra o pensamento moral do chris-
lianismo, ergue-seo enrichisez-vous dacivilisaco
moderna ; pois bem, acompanhcmol-o no sen
desenvelrinienlo vejamos o ponto a que nos
te ni levado ; comprchendamos toda a sua vaida-
de e mentira.
dos capirara que toram desluCado"! cozn o piga-
mento dos agios. Esses agios n.ltiifivolveriam
urna perda, se porventura as accoes cjtle com
ellos se compraram, fossmn de ossociaces lio
prosperas, de emprezas to bem calculadas, que
relribuissem com excesso o serviro do capital
nellas empregado, porque esse excesso seria a
retribuirlo legitima do agio.
Mas nem urna dessas emprezas prosperou, nem
urna dellas foi calculada convenientemente ,
hf uve pois paro os qut compraran) cssas accoes
um prejuizo reai dos" 21'mil conlos em proveflo
de outros mais felizes ou mais expertos. Esses
an menos Qcartam n>ais ricos, consegoiram o de-
sidertum da poca?
Nao ha um grande principio de verdade eterna
consagrado pela sabedoiia de lodos os povos, e
a que nao d desmentido a poca em que vive-
mosHule parla mate delabunlur, diz elle.
Esses 'tinheiros, ganhos com tanta rapidez,
projudcaram a t aos que es ganharam ; porque,
abriram-lhes aspirarles de luxo, crearam-lhes
um sem numero de necessidades ficticias, cuja
salisfagio Ibes foi ento possivel, mas que, ab-
sorbidos esses primeiros lucros, transfurmaram-
se cid tormentos e em pecares paia os que Ibes
nao poderam mais satisfazer.
Ao lado do individuo a sociedades; sociedade
niio vicram seno inconvenientes : nao foi s a
ruina desses capilaes que a agiotagero deslocava,
e o luxo consuma, c que leve ella de lastimar ;
o exemplo da sensualidade e do luxo contaminou,
de prximo em prximo, todas as carnadas so-
ciaes; procurai a razio dessas accumulaccs,
dessas cosimisses, dessas ajudas de custv, de
que tanto se tem fallado, e ainda se falla, e nao
as acharis se nao no contagio communicado la
sociedade inteira pelos esplendores c luxo doo
homens de dinheiro.
Outr'ora quando se combata o trafico, mos-
j trava-se a sua acro desmoralisadora com o es-
| cndalo dessas fortunas, improvisadas pelo cri-
me, actuando com exeplos sobre a massa dos
cidadios que pelo irabalho honesto c suado de
seus dias nunca as podenam alcanzar. Por nao
ser a agiotagem, como era o trafico, eSpcculago
criminosa, nao foi menos funesta sobre a mora-
lidade publica a aeco dos exemplos de follonas
rpido amonloadas que ella apresentava.
Mas essa massa enorme de 24 mil conlos, per-
didos na agiotagem, de onde sahiu ? porventura
das economas anteriormente accumuladas pelos
ffior.ilidac o combatendo a usura, e condemnan-
do Indos esses lacros de espccuUgn, que todos
se r< duzem a dar menos do que se recebe.
que a pagaram ? Em parte assim havia do ter
sido ; mas urna parle, e consldcrabtlissima, sabio
do crdito por via do enipresiimo, que ainda
nao eslo solvidos o que esmagam a actualidad
com um peso fatal de soffrimcnlo c de desgra-
nas, serensima punco do enrichesse: o vous,
E d-is agios venhainos ao valor proprio das
accoes: lia ao mercado para cima de 190 rail
conlos em aegoes.
Essa quautia enorme que a especulago pz
em iogo nio est toda perdida, verdade ; pois
alguns valores tem sido com ella creados; ha-1
era porm quem nos conteste quando dissermos
que duas tercas parles pelo menos desse capital
est em divida, atormentando com o onus do
seu pagamento e dos juros necessarios os donos
accidentaos dessas accoes.
Eis ao que nos levou o e/irichesser-cous! !
Dcslocacao de enormes capilaes, consumo im-
productivo da mxima parle delles, exemplo dcs-
moralisador do luxo e do sonsualisTno actuando
sobre a sociedade, urna massa mais que mons-
truosa de dividas alormenlando aos parlicolaies,
No fim de nossas lula polticas a palavra en- c ameaeando-os de sinislros castigos.
r: liisez-rnus foi ouvida no paiz ; ento oque E agora v6de: so ao abysmo assim fatalraen-
vii.ios ? llouve por ventura augmento de activi- ic aberlo quizer o bom sonso subtrahir o paiz,
dade ? comecou-se a fecundar a Ierra com mais Se alguem entender que deve por cobro ao mal,
assidio, e mais nobre sur ? coraecou se a eslu- : liquidando em lempo a conia das loucuras pas-
sadas,lodos esses que eslo compromctiidos iressa
i. : e a applicar processos agronmicos mais adi-
anlados, que dispensassem grande paiic do tra-
1 niho humano, restituisscm 6 ierra as suas for-
cas amortecidas, ou (aclliUssem as condices da
produccio?... Nao, que por este caruiuho nao
so clicgaia ao enricke-vatii.
llouve crca'cao de Irabalho sobro productos na-
loracs para lurnal-os mais immediaiamenle ap-
plicaveis s necessidades do consumo? Nao,
nem disso se traclou, nem quando se tractasse,
I rse-ia esperar a riqueza ; pois o producto
assim oblido viria encontrar junto ao consumi-
t! r a concurrencia de productores extrangeiros,
que mais baralo o houvessem conseguido, e o
podessera dar.
Erttio o que houve ? A especulacao.
Improvisaram-se emprezas, decantaram-sc mi-
lagrr-s dclla ; avidez exrilada por essas promet-
idas maravilbas lancaram-se immensidades de
aeces, o ella as acolheu. Logo procuraram mis
arrancal-as aos outros pagando-lhes altos agios.
Nesso pTimcira periodo a especulacao viveu so-
mente com as illusoes das suas promessas. Em
breve porm a avidez foi arrefecendo ; rauitos
Comecsrsfn a duvidar da veracidade das promes-
san, e da rcalidadedo valor pelo qual davam tao
altos agios. Enlao recorreu a especulacao ao es-
tado, que llie afDamasse favores e auxilios, e al
garantas de juro. Com esse adminiculo, conti-
ii'jou por algum lempo o jogo della.
Pouco foi esse lempo; jugadores havia, cartas
rarajogar, istn accoes, havia-as de sobejo;
allava porm dinheiro.
Entao veio a theoria do credilo, as grandes as-
piaeoes sua liberdade. l.ivre o crdito, com
a mulliplicacao de bancos facililavam-se era-
preslimos que podessem continuar a alimentar a
especulacao. *
Assim caminhou-se : urna deploravel aclivi-
dade; nao se creou no pais o mais insignifican-
te valor ; porm multiplicaram-se ttulos de va-
. lor. ficticio.
enoimissima divida bradarao indignados, em vez
de rcsgiiarem-se, c aceitar o castigo da sua im-
prudencia. Vede como blasphemaram de quom
quizer impedir, em vez de la i litar e provocar o
mesmissimo jogo fatal! Contine elle, dir cada
um dos prejudicados, contine elle mais alguns
dias ; que eu possa passar a utrero as miabas
accoes, aliiar s costas de oulrora o onus u>ic
agora me esmaga Maldieo sobre quem me
priva desse meio de salvaco, nico que me
resta !
Como o hydropico que, quanto mais bebe, mas
sede tem, e mais aggrava sua enfermidade al
que della morre, o que pror.urou na especuliujao
obedecer ao conselho de Gui/.ol e le do seculo
enriqucccndo-sc, pede mais jogo, mais agiota-
gem, novos incitamentos i imprudencia e i, co-
Todavia, com todos os esforqos da especula-
cao, essa phaulasmngoria nao poda durar. lia
dous annos que urna reaeco se vai produzindo,
e j se vao descortinando os males que essa
quadra vertiginosa, que felizmente foi breve,
causou ao paiz.
Segundo informaces que temos, pde-se cal-
cular em urna somma superior a 24 mil conlos a
FOMJIETIJl '
onstanca \errier.
bica, at que morra.
Em compensar.au levantam-se palacios, nvulti-
plicam-se carru'agens, sobre os paral-epipedos
de nossas ras bellos coreis arraslam coches
triumpnaes; as lojas de. ra do Ouvidor nao lera
sedas e veludjs sobejos para as damas fluminen-
ses, c thealros esplendidos nos apresentaro can-
tores e cantoras que aqui vera ganhar 1U cootos
de ris por anno, e que mostrara que os uovidos
fluminenses nao sao menos dignos do que os dos
felizes de Parla c'de Londres da maviosidade
desses rouxines.
O erro leva ao erro, miseria e ao soffrimen-
lo ; individuos e povos, todos -soffrem a mesma
lei. A mxima desmoralisadora que Guizot leu
como divisa da civilisacao de nosses dias, nao
podia seno trazer esses resultados.
J de ha muilo urna sciencia quo nao mente,
a estadstica, nos aprrseutava os sejas algaris-
mos, com muilo esludo oblidos, para provar
que, quanto mais industrialista era um payz,
lauto mais na sua populaco avultavam os crimi-
nosos e os mendigos; quanto mais dado la-
vcura, a inimiga necessaria do industrialismo,
tanto menor era o numero de mendigos e de
criminosos quo se aehava na sua popuiago.
J se havia reparado em quo o pauperismo,
essa chaga hedionda, era exclusiva dos pazes
de industria, era crcaco natural da civilisacao
da industriosissima Inulalerra.
No rgimen da civilisacao catholica isso nao
acontece ; que ahi ha o senlimenlo profundo da
A egrejn brasllelra.
Enbort: pjam de honlem as nossas Iradices,
sempre cerlo que j lomos um passado : nesse
pas'.ido que grande pensamento adiamos domi-
nant o ? Quando osf rimeiros colonos aqui se vic-
ram eslabelecer, quem eslava frente driles?
Oual o primeiro padro que levanlaram do in-
gresio da civilisacao neslas trras, qual o primei-
ro nimc jue Ibes deram ?
M1 desembarca o Portugus, ergneu-se urna
cruz c um altar; o santo sacrificio da missa a
saudico que ao mundoselvagem dirigcm os
descubridores ; e a Ierra se chamaTerra da ver-
dade, ra_C-uz.E logo appareccm os missiorrartos
do C-ucificado, os sacerdotes da companhia de
Jesu.i, e entre ellcsNobrega eAnchiela; esses nao
olha n a perigos, nao recuam dianle de tormen-
tos, lio admittem impossillidadps : o a palavra
que liz :Gloria a Deus as alturas, paz na Ierra
aos homens de boa vonladc6 repetida as nos-
sas foreslas seculares, aos ouvidos desses Ind-
genas que mal conhecem o DVnis do trovo, e as
suporstiews assustadoras de fetichismo. Sob os
auspiios do catholicismo faz a eivilisacSo' o seu
ngresso ; nem um povoado se !unda, qe rt-o
se ponha debaixo do padroado de *m santo-/ os
progressos da torra se vio marcando- pola funda-
c o lo egrejas, do parochias, de coirrentos, de
colligios, e de bispado.
4 E lepis, veio um dia em que alguns pontos
da colonia foram invadido-i pelos Uollardczes.
Essej antigos subditos da Hcspanha, que della se
haviam separado, alm de nutras causas, por dis-
side uas religiosas, cuidaram' de conquistar para
seu eom-nercio algirm pomo tfa" grande colonia
porlaguera eram porm hereges esses conquisa
tadores. Todos os representantes da*j racas bra
sileiras, coirfraternisaJas pelo cnlltolvismo, eque
presentiam a-condico que os rctTirztrta o orgu-
lho filho de estlidas preoecupaces do-protestan-
tismo, Ilenriquc Dias, o negro. Cama rao; o indi-
gena, Negreiros e Vidal unram-se, destrocaran)
os hereg'S, conservaram j ento a ur.idade do
Bra;il catholico, qoie nao tinha podido ser ante-
riormente alterada pela oceupaco dos hxtjutno- s
es Irancezes do territorio em que hoje se ergue
ufana a cidade deS-. Sebaslio do Rio de Janeiro.
Eis as tradigoes que adiamos nos nossos-an-
naei, eis os ttulos de gloria qus cada dia invo-
can os: o carcter nacional, eminentemente re-
ligiso e catholico, nao-as podia desmentir, spor
isse vede :
l'assairr-se- lempos; a-colonia adqoire fOrcas;
e tirna-se irrd'ependene ; o povo illuslra-se, err-
riquecc-se, e quer ter parte de influencia e de
accio no seu governo : forma-se urna constltii-
co, c orno apparece etla ? poera-sc debaixo da
saneco catholica. Km nome' d Sanlissima'
Trindaoe a invocaco que precede s estipul-
cocs do pacto fundamental da nova naco.
I', consenranea com essa invocaco; a todas as
fomaliclades polticas que determina; a lei f
pn ceder ceremonias religiosas. O pavo invoca
o Espirito-Santo, repele o-hyrono sagrado Vttw
Cr'.alor nos dias eleiloraes-; os-eleilos-do poro,
an es d? comepareraj,9eus trubalhos.ouvcm cgual-
mente una- missa- do Espirito-Sinto.- E par3
que o pensamento religioso estivesse sempre pre-
sente ios qie inlerviesscm as lulas pli(icas, \
retanme o- impulso das paixoes profanas, lodos-
os ajuntamentos populares- pra oleicc*- deviam
favor-so por parochias, e nas-matrizes, a-prineb-
pi) at sob a presidencia ou a alta inspeceo des-
v (artos. /
E essas consagrarles- solemnes da IroJ-ico- e
d( espirito nacional, como so haviam 'poslo de
accordo com o grande principio da 'rancia
reclamado imperiosamente-pela conscieneiaindi-
vidual ?
Escr'iveu-so :a religiao- catholica apostoVtea
remana continuar a ser a religio dr> imperio.
T idas as outras religiocs- serao permitidas-com
s( u culto domestico ou particular, em casas para
isso destinadas, sem forma alguma exterior de
te ni po.
Em breve porm a ac^ao deletcnta. do scculo
foi completando a sua obra. So a um. sacerdote
CDube a gloria de propor o casam?nlo dos pa-
dres,a idea applaudida por um partido inlei-
ro ; se suecumbe diante da indignacao dos catho-
l.cos, em compensaco merece ao-seu autor a
l.onra de ser propesto para o episcopado flumi-
nense !
Posteriormente um deputado. cntrico esque-
ne o s:eu juramento, e propoe que a egreja bra-.
iilein se separo da egreja ron>anj ; mas ss ri^
ds dos collegas fazem juslica dessa exlravar-1
gancia.
Entretanto, a apresentaco ctessas ideas singu-
lares musir qunolo liavuruu desandado do pon-
to em que nos tfnna achado e confirmado, cm
assumpto religioso, a conslituicio poltica do im-
perio.
E logo as paixoes eleiloraes, inflammando-se
com todas os furias do orgulho, nao respcllaram
as egrejas, nem mesmo as imagens sagradas ;
um clamor contra a profanado foi exigndo a
modificaco das leis que fazem das matrizes os
lugares dos comicios ; e logo aos vigarios foi li-
rada toda ingerencia nos trabalhos eleiloraes ; o
arrolamcnto dos par%chianos so fez com excluso
delles ; apenas lhes fcou o dever de cnlrcgar as
chaves das matrizes aos cholea do ajuntamenlo
popular, de celebrar as missas do Espirito-Santo,
e de dirigir patarras chrislas s phalanges ira-
pacientes dos cabalistas.
E assim foi fcom ? pois ao menos um dos es-
cndalos que presenciamos, e que deve ter arran-
cado araarguradas lagrimas a lodo catholico, nun-
ca mais ser reprodorido. Esse escndalo, com-
pre lembra-lo, pois serve,- mclhor do que twdo,
para mostrar o poni a qaic foi levada a egreja
brasileira. Era em S. Paulo, nos dias das mais
violentas rcaeces; um r)gario efire nos traba-
lhos eeitoraes nao agradara ao presidente, foi
por elle suspenso-. O vigariaacredito que a au-
toridade temporal nio o podia suspender de suas
ordens, e preparara-se para celebrar o santo sa-
crificio da missa, quando um agento policial foi
inlima-lo, sob pena de- priso, que o nao Dzesse.
Deu isso lugar a urmr queixa de responsaWti-
dade, nao promovida p*& sentmen?o catholico,
nao pelos chefes da egreja, nao petos de mais-
parochos, mas pelosadversorrospolilicos-daquelle
prcsirJC-nte ; o supremo tribunal de juslfra man
do proceder queixa ; mas a- assembla provin-
cial, que devia sua existencia ao genio das reac-
ces a que esse presidente harin> ebedecidev, de-
cho pata euconyirandar algum detunJo de sua
casa, e por fe etn algaras missa de stimo dia,
ouvida cm conpanMa dos amigo da familia.
Toda extertW, ittgoeittde habito, nunca bbjecto
de reflexo, religio para esses nao resiste i me-
nor prorocacBo do espirito de reforma ; nao me-
rece o menor sacrificio ; o paganismo puro.
E assim deve ser ; a educado moderna se faz
em livroscscriplos por adeptos da mesma escola,
por sectarios do mesmo materialismo.
. O espirito, pois, nao recebe urna luz que nao
seja viciada pela refraeco do mesmo erro : para
esses quantas vezes o patriotismo de Vidal de
Negreiros, de Henriques Dias o de Camaro nao
lera sido amnldiroado ? pois imped o prffxresso
do Brasil septentrional qu^ to proiigioso ieria
sido.se houvesc ftc'adn colonia balara f
Por baixo porm dessa elasse existe cr pOvo, o
verdadeiro povo que.se as cidedes pode a-rgurna
vez viciar-se com os elementos hetereogeaeos
amonloados pela cmigraco.e com o contagio nrais
immedialo da descrenca, anda- conserva os seirs
Variedades.
O OVO ANrtO DOS CHINAS.
Os Chinas tambem colebram o anno com reglas
solemnes.
O primeiro mez dd anno chinez, que cornaca
no meado de fevereiro ehama-se jat-yrutt Lo-
go as proximidades dessa poca, pobres e ricos
abandonam seus negocios, c tUta Iratam seno de
'ementar os templos, os espectculos,e a pawar
boa vida. E reputado como jus e aanlo que
lodosos negocios pendentes sejam regulados d
accordo e salisfacao das partes, rJ tes-pera do
novo anno.
Nesta poca, o poder dos mndanos ffca'nHo,
o que, s vezOs, di occasiao a graves desorderr9>
por causa da fatuldade, que tem todos os" part'-
culares de regular suas corras e seus negocio
confrmeos coslumcs antigos.
O resultado mutns vezes to fatal ao de'e-
principios de f viva, anda seria capaz dos pro- dor como ao credor ; porm sempre menos ci-
dgios outr'ora praticados para conservar a pa- "
tria litro do dominio da heresia.
terminen que se pozeese termo'ao processo..-. e
nunca mais se fallou disso !
E se rro-basta esse fado para'mostrar como
havemos NhbmMMo a nossa origcm; v mois-o
snguinte 5
No trum-pfo' liberal de*183l nao sO fbi prohi-
bido o ingresso nos nossos convente**,-a bem da-
liberdade assim alalhou-se alibcrdado : pois era
ter.'ao dos dominadores deasa pora deixar que
Entre esses homens. a palma de nm misso-
oario, mais poderosa do que todas as leis, alcan-
ca milagres, desalma facies, levanta altas fo-
gueiras, cora o instrumenta do errme e daderas-
sido arrependida, eonslrue de improviso asylos
para a penitencia, para a educacov.. dalii pede-
r part* a regeneracio : pois ahi achamos- os
germens de todas as vir'.lides : falta apenas-a pa-
lavra que os fecunde...
Chegamasagora ao clro... O clero braseircr*
nao piima de certo pela sua illustraeSo. pelas-
suas virtudes-; merece porm todas as aecusaces
qae geralraente lhe fazem ?' Se algum ha dsco-
lo, depravado, e al escandaloso, deveremos, por
amor desses, nnvon outro, ferrar condemnarao
contra todos,cor.fon'dindo tanlcsqne sao modelos
de nbnegacao c de cridade ?
Na por cerlo ; seria inquo. O nosso clero
o que 6 tem feilo a sociedade citt quo vivemas;
o nosso clero somos nos, como' o nosso jury',
como nosso excrcito; a nossa magistratura, como
ludo era-fim : resente-se todo dasdefeitos, des-|
vicios do carcter nacional; pois todo sahe dos
jxtnguissem os conventos, por faKa-de reli- tenientes da mesma sociedade todas as corpora-
gioss, entrar o-estado na propriedade dos bens
delles, sera conflictos nem conlestaces;como
at s determino qnc nao podc-sse o Brasileiro
abiacar o estadoecelesasticorooHcitar e receber
o sacramento de ordens, semrjire primeiro im-
pelrasse licencadbgoverno!... Aquella primera
prohifciiro foi-cata o andar ds-lempo alterada,
especialmentepelaoss*mbla provincial balviarra;
e os conventos com seos patrimonios forara sal-
vos ; aoutra, porm, a mais escandalosa, -sub-
sisti al-- os dias do boje : fo'n necessario tjj e
actual ministro da juetica a revegasse...
E revr.gu-a S. Ex. de-motu proprio : ninguem
em nome da liberdade,ninguem em. nome da jos-
tica, ninguem cm nomo da religio-e da egraja-}.
nem um-orador na- parlamento,- .nem um Uspo
leclamouy durante es vmle e oito- annos que d*-
rou essa iiqua deleraansco.
Mas do onde vem essa decadencia em queja
a egreja- brasileira?"... Deus, csneeiolmcnte em
assumpto- dessa ordernt arrede denos lodo juiza-
lemerar.o : quebre-se-nos para sompre a penne,
anlesquoescrevamos^iiaa accusa^Soealumniosov-
ou nos forjamos pr>goeiros de doelamares g;--
quas : digamos com. sinceridade- o nsso pensa-
mento ;. pois tal vez por He deseobecla a origem
do malr possa apparecer-lho o jemedi.-
A egaojoj.compoe-sa-do corpo de fie-is e do cle-
ro : no- eorpodos fieispodemos formo duas cas-
ses, a dusejue pouca-ou ncnhuiao illostrac;o pro-
fana lerrt adquirido, a dos que m-gr* maior ou
menor a tem oblide..
As hamadas elasseitluslra*aef.aqap*como %m,
quasi lado o munio,-. nos -dias-am qc viverftosT-
eivara'-eo faeilmento. de um seoptieismo fatoij
que s-vezes nao va.alm de um eteisino vago,
incertOv do um materialismo praoo,. que 3 que goaar a condicat do hornern- na Ierra, e-dei-
xa paro ao depois as conlas ulterior*s.
Os.cjue porteneem a.cssas olasssapregoam>6
zes a.Mecessidadc-da religio- par as preoeupa-
qes- populares ; Ss vezes masm sen tem. nos
seus eoracoes um vasio qae-des*jariam peder
eneher com o pansamento religioso, cosa tanto
qi:e lhes nao cuslasso sacrvficio akgum do sor.su-
lismo a que estao entregues
Moitos de8sesao catholcoSyeindignar-se-iaB
contra quem lhes dispulassc esse titulo-, .mas-s
oumprem mcterialmente alguns encargos religio-
sos ; ontros.at so. fazem cajtttat de irawndadj,
levam-lhes.o espirito dovaidade, de competen-
cia, de oslentacao : p>ra.oros a religio consis-
te no baplismo que receboram, na nc?essidarie do
vigario para casarcro^.o na contribuieo aoparo-
ll'l =
coes reerntam-se no meio della.
Se o clero livesse urna educaco especial, os
cstabeleciroentos pios, montados nos-verdadeiros
principios do catholicismo, recebesserrro menino,
fulero levita, para desde os primeiros-annos ensi-
na>lhe o qaw deve saber, acostnma-!o s virtu-
des-de que tere a loo exemplo, assim por cer-
to nao soccederia.
Mas quando nao existerntaesestabelecrmento o
como querer que o sacerdote saiba o que nao
aprendou.iseie^se do conSagio social, no aaeio da
qual vive desde a infancia.
Se ha aecos-aco justa contra o taro-* a de
frouxttJ&o a-de erondescendeneia, que quebrando a
disciplina... inos diga-nes o mais ir.fenso anti-
clerical, onde entre mis nfio ha essa frouxido,
essa condesccndiencia ? oale entre nos-so man-
tem a sevoridade dos prr.eipios disciplinares?
Entretanto queramos... sn, teme,con>9 ca-
tlicos,, dircito- de querer... quizeramos qje lo-
dosos nossos mspossimulijToamenie sc-possiiis-
sim, comoolguns o eslo, do- santo ervor/eom-
prchendessem queem suas raaos est neslaarar a
disciplina^ que neiles a frouitido ea cond^seen-
enc-ia sao ltaos-; o que pois a lodo euste- ellas
so prcservasscni.
pela frauxidao e condeseidonciada.a-tttr-
dade cccesiaslica que o c'.er e a egscjalesa ca-
l.'i-lo na pras(raca>3 que lamo4amos, tem derxado
de obter da. soeiedade a consideraco Movida, e
do3 poderes- temporaes es medidas r.ecessarias
para sua organisaeo, a coadiuvaco preciso para
a fundaco-da seminarios.
por araordessa frouxi 17x> que o- ;olo- catho-
lico orrefeee,.e B>albarata:n-se-, em loucuras pec-
eaminosase se-nsuaes, recursos que do boa mente
proslar-se-hiom para reerguei o cutio, para fun-
dar egrejasy. como para formar por urna educa-
co conveniente um corpo ecclesiasUoo digno de
sua missa-r..
roso do qne a interven^ao da jus1ira.
Soon-Nin o nomo dado as solemnidades do
primeiro do anno. Desde logo cerneca-so por
construir na visinhanca templos e grandes thea-
lros de bamb, nos quaes sedevem representar
diversas-percas cm honra da dvindade do tem-
plo. Cadnxasa compra ento Innlerria novas ;
forram-se as porfas de papel encarnado, refor-
ma-se loia-a mobitia, e a familia prepara-se com
seus vestdss mais ricos. Este ultimo costme
obrigalorio, porque am China se julgaria votado-
pobreza todb o anno-, se nao vestir roupa no7"a
no seu primeiro dia ; eonscguinlemente, empre-
sa- Ipdos os meios-o seu- alcance para observar*,
esta manca, a ponto do'ftirtar algumas vBzcS o
fcto que elle nato pode comprar.
Apenas soa msa noile do primeiro der anno,
nao c ouvem senao delona<;ocspor toda aparte;
sao feguetes que todosfazcm estalar nos ares pa-
ra anrunciar que sensnego-jlo terminaram "liz-
irreute.
Bem mo na Eirx)pa aaCHino-egualmenlc SS'
usam as visitas pelo-anno novo;
Se urna risita a ara-liomem-rico, a recepce '
deslafurina : elle est-habiVualmeiile na sua
grande sala, rodeado de todos os-seus triados ; a'-
visit culpo, e o douo da casa, que es 14 assentado
n'um sopha riquissimo, levanla-se, aproxima-so
do visitante-,- e neste momento os-OTtBOVw tocata
tambores, timbales, e toda a casta-de iuorumcu-
loe eslTondosos.
No meiodeste molim o dous-Chinas faiem re-
cprocos ci>mprimenlos, que dura dez minutos.
A final asseatam-sc, e o dono da easa coovida o
hwspede paea aoaaar cha,-encada um bebe urna
chaveua, saudaodo-se reeiprocamente ; o hos-
pede levanta-so logo depo9, e despede-se cora
novo cumprimcwio o novc-eslrondo do tambores.
, As festas do onno novo durara de dias- & pri-
meiro dia, que se denomina Eay-Yat!{0 doo-pas-
saros) destiaado a lembrac que as aves so um
des alimentos-do homens. Nstc di>h*eomple-
taabslenco de carne e cs'-rigoristae-obser.vam
completo jejavsa. .
'segundo- da ehama-se -Chen-Yal dia dos
poreos). urna. &lemnidade como a proceden-
te ; os Chinas-absteem-se r.asse-dia de comer car-
ne-de porco, !emb#ando-so- de que um porco-sal-
vuu-una ves-uro- manuscribo precioso-de um
gr.iMic incendio.-
0;lerceiro di* Kon-Yati/e da dca-csl. Os
Ciinas veneran os caes ; por que um destes
aiiiotfts salvou da mortc um dos sene-sablea
O-quarlo dia do Yaong-YM (o da dssoveKlas).
Este dia consagrado a PeoK.yon^Venga, que
ensinou a tear a ovelhas, a apreveitar a. sua
lia...
O quinto -oTew-Yat {diodas vaac-aa) pc que
an orphc*, que foi depo'is tnandarim, foi oriado
na sua infancia jMr um destes animos.,
O sexto -oBla-Yat (dio.,dos cavallos). Esla
Testa foi instituida para insinuar no povoa. cou-
sideraco por esio til iisadrupcde
O stimo.di consagjado ao hoaiam, a-Icha-
ma-se Yen^Ya*.
Comprehendam lodos osbtsposbraeUouas, como
alguns o tsn> comprehendido, o cmearg severo
que assumiram : de que podem eUos ter medo?
que resistencias, que crMifliclos recelara ? A so-
ciedade brasileira profundamente catholica-:
applaudir ella a sua obra.
Onde o desanimo e a frouxido.acham-se r.a-
tevendo adversarios, eonlostadoaes, achara a boa
vonlade-dedicacocs sinceras. A. f reerguer-ss-
ha at nos-espirilos ivoje maistibio.*.
A vinha abundante erica ;. s- aguarda viadi-
meiros.
(egeneradort) \
O oitavo-. 6 e Ko-Yal
reaes.
dia consagrado ios ce-
POR
vint'. c cinco annos o que se julga quo as mocas
igno:am. Pois esse coBWecimenlo Iheorico.ne-
nhuina perlurbaco havia trazido milita,vida.
ancio : liz mal em apressar esse casamento. A
causa do inrommndo physico toda moral. K um
combate interior de lenivel energa, e a pobre
natureza humana suecumbe a elle. Era necessa- Quero, dizia eu comigo mesma, quo aqneWe a
rio que fosse seu irmo durante mais ou menos quem amo che o mc-u pensamento tao puro co-
tempo : mas o sentior nao ter essa coragem. mo i meu corac-o, e eu nao sonhsvii seno com
Tc-la-hei respondeu Ral; e vollnu a ter um lieijo loo frvido como urna oracn, com um
com sua esposa a quem achou dormindo tran- abraco em que os nossas olmas se conundissem ;
quilla.
GEORGE SAND.
XVII
Aos grilos de Ral, Cecilia Verrier veio s car-
reiras ; julgou que linha surcedido alguma ca-
tastrophe.
Dcsla vez, exclamou, est tudo acabado.
Prefiro morrer a ser la; envenenou-so lal-
vezl .,
A pobre senhora eslava quasi louca ; mas j
Ral tinha a certeza de que Constanza viva e que
apenas eslava desmaiada.
Ellalornou a si para tranquillsar Cecilia eju-
rar-lhe que ainda quando fosse a maisintoliz das
crealuras vivas quera viver e vivera para ella.
Entretanto soffria urna oppresso que os ternos
cuidados de sua lia ede seu n:arido nao conse-
guirn! dissipar. Nao podia explicar essa oppres-
so ; senlia um lerror singular, estremeca a me-
nor bulha, olhava com sorpreza cm torno de si,
c por vezes agarrava-sc ao braco da lia, como pa-
ra supplica-la que nao a dcixassc s com Ral.
Ral, que a observava dolorosamente, com-
prehendeu toda a exlcnsio de sua desgraca. Elle
fallou de ir procurar o medico.
Nao, nao, disse Conslanca, seria ridiculo.
Nao eslou lio doentc que preciso disso.
E tornou a repetir o pedido que j fizera em
Nice. Trecso apenas de descanso.
Ral beijou-lhe respeitosamente as mos, o
desesperado, joven sem mostrar lerror nem des-
peito, deixou-a s com a lia O infeliz ruminou
toda a noile as ideas e projectos mais sombros.
Se ConsUnqa tinha horror delle, porque lhe ha-
via deixado rcr que linha perdoado tudo e que
casava com ello com prazer? Seria em respeito
opiniao, por causa della mesmo, ou por dediea-
co para com elle que um rompimento vindo da
parte de tal noiva leria de certo compromcllido
gravemente pensar da sua_roia?_
Deixe-mc s com etla, disse elle lia,
que tinha dormido no sof ; v descansar.
Nao! respondeuCecilia, uo a dcixarei s
comligo. Mala-me, se qulzcres, mas eu nao saio
daqui.
Pois bem, fique, disse Ral. Quando etla
acordar faltar-lhe-hei dianle da senhora, talvez
seja mclhor.
Falle-me j, disso Constanza, que linhr
e essas delicias nonhum outro honiem no mundo
me pode fazer saborear. Eu nao poderia amar
outro homem. O beijo de*outro nao. me rosario a
le juigsva em um ^aiz,ein que poda perder os
leus vestigios. Euk morrt por onde-pequei ; pela
confianza.
Pois bom, e o.quo fazer? Obramos mal em
nao aos explicar-mas uem antis, da tita partida,
nem em nossas cardas, sobre a uocoo que ambos
tinlvamos da fUelidade reciproca. E' evilonte que
differimos nesso ponto sem o saber.
Nao l.eactaiou Ral, nio differimos I Pen-
sava e ainda pens como tuI' Nao. son sophisla
e nunca live a- imprudeiim-.de querer provar-to
O noso consagrado a Pon-tsov_que easinou*
plantar o a. preparar os-oe-reaes para susi^-uta i'o
homem..
O decimo-dia o Ka-Yul, coasagrado- s avas
e s ervilhas; ainda on-itso quem ieebe 9
honrasjleste dia, per que foi elle tambem, u0
eosinou'a plantar os-logumes ; e lodos os Cr"83
correm ao templo da ricae osin&tlas, core a. aquello a.qyem eve- a nr* -
le da.agricultura. ^^^^
quom. as detesta, osoaagi-as o f^las^saPpai:*'~-
er? Kjo vs qet> tenho resistido- a fio aepois
da-hssa desgrasa ?E nio.tcnbo eo*cltl0. "^f11
vezes que um orgulhoso vulgar ter/3'
ouvido tudo ; cstou forte agora, eslou socegada
Mas espera___eu sei o que queres dzer-me. Pri
meiramente, cscuta-me. Escula-me tambera, ti.
querida. Tenho de me confessar.
Julguei-me urna mulher forle. Tomei as mi-
nhas boas crencas e as minhas sinceras aspiracci
por taculdades." Vejo que nao passo de urna po-
bre moca nervosa e iiupressionavel, em quem >
espirito falla, quer e nao trlumpha. Abel 1 toda-
va amo-te com toda a minha sima 1 eis o que. i
to verdade como o juramento de fidelidade que
le fiz honlem perante Deus c perante os homers
....mas......
__ Mas esse juramento sincero lo cnganoi,
disse Ral interrompendo-a. Julgas-tc amar-inc
rom toda a la alma ; ainda o julgas, porque o
dizes; mas nao assim ; alguma cousa mais fol-
ie do que lu se oppoe ; a recordado que appii-
recc mais terrivel no momento em quo julgas li-
la expedido 1 ..
-f- Pois bem 1 6 isso 1 disse Constanga deilaii-
do-se-lho nos braQOS e desfazendo-sc em pra i-
to. Irmo I perdoa-me. nao dundo do ulur>l
Estmo-te, e tenho certeza de li. O meu corarlo
nao parlilha esse inedo quo tenho agora das teas
caricias ; elle te pcrlence, nada f., ofrende ni m
desanima, quando se traa de ti*.-anda te pi r-
lence lo inteiro e to submissff'que nao tem Mi-
tra vonladc seno a tua. Mas, o que queres I Eu
tinha vndo comligo a esto quarlo e sentir que
ia morrendo; nio I ainda alguma cousa pelor I
creio qne livejisies ; delirio, o tenho medo azo-
ra, se noiirUmm pouco de descanco e depie-
dade de mim mesma, que fique louca. Tem tam-
bem piedadel ves bem que me s cem vezes
mais charo do que a vida; mas quio infeliz se-
ria a la se eu perdesso a razio 1 Ah 1 sinto-me
Havia disso sera dunda, e Ral nao se engana- humilhnda con essanilo rrnqu^.a das minhas la-
va ; mas havia oulra cousa quo anda mais de-,
terroinava Constanga ; amava-o e Ral o conhe-
cia ; mas que amor penoso I Quizera lorno-lo fe-
liz, sem se importar comsigo, o a forca physica
nao auxiliara a forca moral. Ella recahia nos bra-
cos ta morte no momento em que quera dar vi-
da ao seu amor.
logo que amanheceu, Ral correu caja do
medico. O amig da familia era um homCm gra-
ve 0 religjoso. Elle conlou-lhe ludo.
Enlo, eu me tinha engaado, disse-lho o
(] Vide o /Karts/ o 90.
cuidados. Durante qualro aunos, contei tao or-
gulhosamente com ellas Eu supportava a au en-
ca, nao havia em mirrraccesso menor duv.da,
o linha Teilo da dr de esperar, urna especie do
alegra divina que mo suslcntava. Aspirav/ aos
leus bregos coreo se aspira ao co. Sim, cstou
aqui.para nada occultnro o casamento d-mi di-
rcito de dizer lulo. Viv com tanta purezt, li
tantas cousas serias, fui to pouco curiosa desuel-
las que nio o sao, quiz com tanta austeridad: sa
ber os mysterios da creago e os designios de
Deu8 a nosso respeilo, que aprondji dos vinU qs
face-. Se fosse condemnada a supporta-lo, mor- que linha mata direit6s auo tu. lcitos 1 e po
reria anles de horror e dcsgostOv.
c Eis quo eu dizia comigo mo&ma ; o que sa
chama o prazer sem amor 6 urna mancha p.v-a
urna alma elevada. Perdoa-n, Abel, eu era tal-
vez muilo exagerada o muvko rgida querendo fa-
zer do racu instinclo urna Ui da ronsciencu ap-
plioavel a todos; mas foi esse bello sonho que
rae deu qualro annos de fe e do repouzo ia-tmior.
O que queres? os instiaclos levam uns para os
pn zeres dos sentidos, aos outros para as alegras
do espirito. Se se perda aos primeiros, cumpre
perdoar tambora aos outros. Dependa de roig
na acreditar no amor exclusivo?
x Eu acreditava uelte I c se alguem eolio me
viesse dizer: Estas louca urna moga sem expe-
riencia pode acreditar isso so quizer, c tanto
melhor para a sua virtude ; mas.m homem um
ente lo diffefente que nio pode soffrer a mesma
le. e impor-so a mesma reserva. Um homem
arraslado, (argado pela natureza a nio viver sem
mulher, e nio lhe basta s o ideal
Pois bem 1 se me tivessem dilo isso, eu jul-
guria que mo enganavam Teria respondido : Se
as tcutagcs do homem sao mais fortes, como a
sua forga physica tambera maior do que a nos-
so, o a educago desenvolvo mais a sua inlclli-
g'jcia, que a sua torga moral, pode combaler
a.i suas paixoes cum probabilidades eguaes s
nossas. E como sabia que tu eras o mais iutell-
genle o o mais moral dos homens, cu teria, sem
orgulho nenhiim no que diz respeito ao meu pro-
prio mrito respondido por li como por mim
mesmo.
Tinha-mc enganade, querido Abel! Tlnhas
sincumbido seduegues mais poderosas do que
;, recordagoda minha pessoa. A principio fiquei
(icabrunlia'da com isso. E depois aecuso-me do
meu orgulho, porque dessa vez, era orgulho ; da
tua falla s eu tinha a culpa. A minha alma li-
tera sem duvida, alguma languidez que se com-
municara tua. Talvez te houvcsse cscripto al-
guma caria fra ou dislrahida Todava uio me
ccordo disso I
E i>orquo nao houve tal I disso Ral, nio lia
nada que me desculpe 1 Todas as cartas que rece-
bide li eram aduraveisl
Pois, replicou Constanga, que se extravia-
ram talvez algumas cartas nessa viagem impre-
vista para a Inglaterra, de que nio liveste lempo
de advertir-mc. Pensaste talvez, mo grado teu,
que cu lo desprezava, que a minha paciencia ia
al a tibieza? Nao mo escreveste do Londres nem
de Edimburgo. Nao tinhas animo, nao queras
cngaiiar-me 1 Eu devia ter adevinhado isso e pre-
parar-me para o golpe que me- ferio. Eu s es-
tav inquieta pela tua saude e pela lu vjda. Nao
dc-se der o. nome de'diroitos i liberdade que o
homem tem do aviltar-sel' Degradei-mo purn.e
simplemele aos leus olhos e ao9 meus ; eu t'o
disso ao.confessar-me,.Oon8laBcs, e consentiste
que cu reparasso as filias, pesque tu, espiilo
religioso o seguro, nao nogas a rchabilitogo I
mas vejo bem que sa a tu razio admilUo essa
possibilidado. o teu instincU). a repelio.
O amor, nos estovamos de accordo nesse pon-
to, o ideal da cgnaldads, porque o-supremo
esforgo para a atssimilhagio das almas, e quando
essa egualdade- se. transtorna, a alegria das almxs
est perturbaJa, o enthusiasmo oscilla.; alguma
cousa que ajmeotava o fogo sagrado falta de
repente e a chanana empallidece <'.e ambas as
parles. Eis. o quo succedeu. Eu nao sou mais
teu eguol; foamidavel ligio para o homem fue
quizesse-atlribuir a si os dircilos.da impunidadel
A malar parte das vezes o casamento a uniio
de urna moga pura com um homem cem vezes
manchado pelo deboche ; e aqui, era que o ho-
mem um dos mais rigides, que se poden apre-
sentar a li entre os de sou tenipo edesuaeda-
de, ha ainda urna nodoa lo grand q,ue tem
descido uro degro e que nio mais egual
sua companheira.
Nao digas isso exclamou Genslanga. Nio
quero que o digas.
Sim, quero dize-lo, replicau Ral coro for-
ga. Devo contar o que e o que nenhum pre-
conceito masculino pode impedir de ser. A tua
generesidado tambem nao o pode tazar. Por
maiores esforgos que fagas para nao te julgares
superior a mim, lomastoesse lugar e nio pode-
ras perdo-lo seno degradando-le por urna falta.
Pois bem, Constanga, reflecto na minha silua-
so para comligo I u disse a mim mesmo; vou
entrar no casamento com urna mancha quo mi-
nha mulher v e aceita. Eis-me seu inferior,
tanto aos olhos della como aos meus. Se eu nio
livesse feilo a minha fortuna por mim mesmo,
ella poderia secusar-me de urna espceulagao
vergonhosa. Talvez em vez de 6sqnecer, se lem-
bra cada vez mais. Talvez chegue a desprezar-
aceitado o papel que represento, e o
contas a paixio oro teu corac e na lu pro-
pria vontade. A piedade. hoje todo o leu amor
e asoninhas carci?s assusteret-te a ponto de cau-
sarte o fri da morte !' O leu santo pudor nao
loria corado noa.Ur.co..te um hornero p-ro. El- | ftJ~S*J f: fri^. J^8?a DrapS."
o, como sa-
al as fezes.
e assisUr. aos.
mares ,m.im
a mais.liorru-
sofres sempre^ e
que haem num
t revolla-se, extrangula-lo a respirara sentin-J leu reproches ,tua nrUTwen
de dirigir-se a. si o homem que conheeeu outros! vergonha ? Todava eu tenho r
. prazeres, e qpem julgas que nada d novo ra*, ^s^ P_01f ^m^Jieb a varga
Tifa-imaginago muiln im
fazer experimentar
pressionada, julga ver coa torno de nos os es^.
pectros das las rivaes, e es humilhada de fazer
o maior saerificio quo-una virgero pode offere-
cer a um homem que talvez nio lhe conheca o
valor e que se- lersbrari nos tetas bracos das
prazeres que outras Iho deram. E'; necessario. to-
car a chaga viva.;. sao isso, Constanga?-
Ah I respondeu ella chor*ndo ; bem a
meu pezar l| e at o ultimo mcaieulojiguci que
esses espectros, nio lornariam.
Towiaraai, disse Ral :. eu j o espora va e
tinha previsto. E por isso cu, nao ms diriga a li
com a imbcil vaidade de um hornero que julga
encantar 'os demonios coa) a sua pcesenga. Eu
vinha resignado e abatido corpo hoje para dizer-
le : S minha irraa todo.o lempo que quizeres.
Nao tenho direito nenhum. sobre ti. Arrisquei a
felicidade e a dignidado da minha vida
esposando-te, apezar da lucidz/do meu desespe-
ro. Posso ser para sempre teaescravo e la vio
lima. O que poderia, eu fazpe mais ? dize Coas.-
langa, o que podia fczer mais eu cm quem eo-
nhe-ceste altivez o dignidade ? Eu que creo e tu
tambem o crfis, o,uo o homem deve ter a ini-
ciativa da vontade no casamento e nao cederse-
nao persuasc- ?; Imagina e inventa alguma ou-
lra provenga que nao conheco, aquella por que
passo neslc momento I Se achares, sabmetier-
me-hei I Se bao queres amar-me realmente se-
no em mais quatro annos depois do teres-me
visto durante todo esse lempo em tua rasa nao
viver seuo para ti somonte, sem raequeixac nem
revoltar-mc, julgars que esl sanada a minha
fala ? Ero Nice, tallei-le a linguagem da paixao.
Commoveu-le, tejulgaste persuadida, e no dia
seguinto, diziascomligo mesmoeu bem o couhe-
Soffri o constrapgimento. mo
leus esforgos- impotentes, par
E depois..'..., anda alguma
vel, vi-te sotlrer, o sel
que eu sou.a causa disso
me por ter
ouvir dizer que esl aulorisada a engaar-1 Quero o que tens domis arden
mo para punir-me de ter ido o primeiro a enga-1 coragio. Sent que ji o merego
na-la.
Nao nao dissesle de cerlo tudo isso pen-
sando em mim I disse Constanga offcudiila.
Quiz dize-lo como qualqer outro homem
dejuizo dirt em meu lugar. Quii suprior o pos-
sivel ate alm dos seus limites ; o que Oca de
aceitavel muilo terrive\, porqu. cerlo que,
desde o primeiro dia da nossa uniio urna parte
do que eu pren p effronfe s realisou. Nao, eo,^
ci t-Oquc elle me disse. j tinha dito a outrasl "* wurnnranie a.
Haje, tallo-te de outro moo ; tallo-lc qunsi trf v^ a"-uma n|cl,ina
mente como homem que se prepara, nao i aj-1w "S/ffi*?!*!?%.'
briaguez da posse, mas annos de expago
respeilo absoluto. t
Ah tu s um anjo exclamou Cons/na.
eu sou urna ambiciosa I Pedia mais do n*-' i
reg !
Nio 1 respondeu Ral, nio querr/ue Pe"
gas monos o que tua ambigo se conflle C0'5
ni amor que nio sentiras na altura/J ,eu :.*".
nio quero urna affeicao resignada e Alancolica.
te/ suave no
arque j sof-
fri o'maityrio) mas t ainda ni r/ poderias dar
a felicidade que sonho. Espera/'. Constanga,
esperarei 1 Deixa-me dizer so/ente quo nio
quero desesperar, porque im/ssvel desespe-
rar quando se um homem d/alma e que se
conhece mais'forle que a faladade. Nao por-
que se tem traqueado urna A duas veze3 que
inevitavel fraquear ainda.^sse bom para a-
quelles que ostam cja^lu*' raqnem i mas
um homem a.quero lasm/- 1uem amas, a.
quem consola, e ewlro.l>/em 1ue l-z- *<>.
como un estraoho. que eesse Por loc'a as-
tucia iiilxoduzir-sa- na V* intimidada. E todava
eslou aqui, assistindo-/ m,nha Profis de*rada-
co o nio querendo o/ a la piedftdo e enga-
e para roe poupar o/rror della. Seik um amor
fraco. o qiie chama ofcs'igo ^e* de subtra-
hir-se a dio,, e q-ue/n yz da ^iser Serei avil-
lana, pelo pendo.jpede a psovaaga e soffri
sem.azduoM a dr"nuauQa ipe a iropoe ?
s Tens raao, *sse Cosiajtga, e acceito o quo
djzes. Nao, nao f'er0 perdoar-le, porque coro
n'lei'ra elTeito o perdcr4 ulua cou* h.uithante quando
nao a reconc!"?00 de lodo o ente que o on.~
cede. Dat-le--0' lemprque pedes e seremos
dous tornos oaigos at- o dia om que estUecea
bem cerlu i' 1uc meu aroor nio piedade,
mas. sim c-"us'asm*i e respeito como outt'ora.
Esse dia v-a breve ? .Eu tambem fiz coro que
desconfir56? do meu aer, porque, sem que-
rer, vi"ei"me cruelmente 1 Temos nois que
fazer j/,'a do& nossos erros mutuos. Pecamos
a I)eu/l"e pord-oe a ambos nos, c quo aosresli-
lua viver
r/ul levou sua mulher para o campo onde el-
la esejava passar o invprno as suas trras
0Je ccuihecia que precisava enlrincheirar^so
,ntra os aflagos da dunueza o o regresso possi-
cl da Mozzell. S tornacajo. a apparccet cm
'aris ao cabo de dous annos. Constanga eslava
enlo deslumbrante do belleza c a boa Cecilia
rosda-dequem ieiagina-.
<. oscreveu ento i Mozzell;
S6 feliz, minha chara amiga, porque tambera
o sou c te amo.
Todava.nunca mais a vio e foi pouco e pou-
co afaslando.se da duqueza que s insis-
ti quanto era necossario para salvar as appa-
rencias.
Constanga feliz, com effeto ; seu mando
soffreu mais lempo do' que ella. Durante moito
lempo, no meio dos mais ardentes transpones
do reconhecimento, ellesento o aguilhio do ro-
morso e essa comparago que ella Unto ieceiava
estabelecia de tal modo em vantagem sua no
pensamento do Ral, que teria abengoado a falla
desle, se so livesse ciumes por vaidade. Mas
esse o ciume das bellas almas ; ollas sao
nao
raimnmo
da^'
humildes e um pouco tmidas. E' pengoso offen-
de-laa, e Ral eslivera por um triz u ver a do
Constanga dilacerar-se sem vemedio na note do
assassiralo.. Fin.,
PERN. TYP. DE M, T, DEFARIA, ^ \m
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Jll
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I-I I


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