Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09036


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Full Text
AMO XXXYI. HUMERO



- ...
Por tres mezs adiantados 5S000.
Por tres mezes vencidos C$000.
QIBTA TIRA DE ABRIL DE 1860.
Por anno adianlado 198000.
Porte franco para o subscritor.
aim
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. JoSo Fcrnandes de
Moracs Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. JiTonymo da Cusa.___________
FAKTIUA I1U.S CKUfclUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaaua e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Goranhiins as tercas feiras.
Pao d'Alho, Naiarelh, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
' (Todos os correios partem as 10 horas da manhoa.
fc.ftie.MhtUUfcS U Mfc- Ufc ABItlL
5 .uacheiaas 5 horas e 40 minutos da larde
12 Quarlo minguanto as 11 horas e 13 minutos
la tarde.
.na i.ov.i as 3 horas
iha.
)uarto crescenle as 3 horas e 16 minutos da
arde.
21
28
e 26 minutos da ma-
PREAMAR DE HOJE.
Primein as 10 horas e 6 minutos da manhaa.
Segando as 10 horas e 30 minutos da tarde
PARTE OFFICIAL
Ministerio da justica.
Decreto n. 2,562 de 2i de marco de 1860.
Determina que o augmento de vencimento con-
cedido aos ompregaus do ministerio da justi-
ca, que estando no coso de serem apresentados
na forma da legislado em vigor, continan) a
servir, nicamente devido pelo excrcicio ef-
efleclivo do e di prego.
Hei por bem determinar, que o augmento de
vencimento concedo aos emprogados do minis-
terio da justira.^Kie, estando no raso de seren
aposentados naSjma da Icgislacao cni vigor,
continuam a sror, nicamente devido pelo
exercicio eTectivoo sen emprego.
Joao Lustosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro c secretario de oslado dos ne-
gocios da justica, assim o lenha entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 24 de marco de
1860, 39 da independencia e do imperio.Cotn
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo Lustosa
da Cunha Paranagu.
COMBANDO DAS ARMAS.
Quartel general do conimando das
armas em Pernambuco, 11 de
abril de 1 SCO.
ORDEM DO DIA N. 379,
O tenenle general commandanle das armas
declara, para conhecimento da guarnico e
devido elTeito, que a presidencia exonerou por
portara da dala de honlem dos cargos de dele-
gado de polica, os Srs., capitaes, Firmino da
Cunha Reg, do termo de Serinhaem, Manoel
Sabino de Mello do termo de Sanio Antao, e al-
feres Antonio Jos Ribeiro do de Iguarass, afim
de recolhercm-se dos seos respectivos corpos, na
forma das onlens imprtaos.
Oulro sim declara,'que o senhor alferes do 1.
halalhao de infantaria Antonio Dionisio de Sou-
1o Gondin, em quanto servio como addido na
companhia fixa de cavsllaria, presin ali bons
serviros e preencheo cora probidade ezello as
incumbencias que leve no respectivo conselho
econmico. O servio) da guarnico ser de ora
em diante feilo de uniforme azul, a parada se
mudar as 9 horas em ponto, e o toque de rero-
llier ser dado as 8 horas.
Assignado. taro da Victoria.
Conforme. Joaquim Fabricio de ilattos, te-
nenle ajudante de ordens interino do com-
Tiiando.
EXTERIOR.
AUDINECUS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas. .
Relacao : lerjas feiras e sabbados.
FazendaMergos, quinlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quinlas ao meio dia.
Dito de orphaos": trras e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas c sextas ao meio dia
Segunda rara do civil; quartas e sabbados ao
meio dia.
Londres, *G de Ceverelro
Os debales, que acabam de ser encerrados
por urna maioria de 116 votos em favor do mi-
nisterio, provam da maneira mais evidente o ex-
tremo desojo do povo deste paiz de eslabelecer
irais estrellas relacoes, do que as que al hoje
tinham sido eslabelecidas com o povo francez.
Sabis qual foi a poltica de lord Palmerston do-
pois do golpe d'Eslado de 1851 : a allianca com
a Franca foi scu lim principal, e esta idea elle
muilo snrrilicou, excepto todava a qucslo de
Suez. Elle nao s fez face ao desconlentaraento
popular, com que foi em 1858 recebido o bil de
conspiraco, combatendo enlao com muito mais
vehemencia c ardor ; mas, quando foi demillido
do ministerio, nao leve escrpulo em mostrar o
desprezo, quelinha da opiniao publica sobre esle
poni e a importancia, que davn allianca fran-
cc/a.
No momento em que o governo francez era o
mais impopular em Inglalcna por causa das difli-
culdados com Portugal, em relacao ao Charles-
et-Georges, elle aceilou um convite Compiegne,
com grande cstiipeacco do muitos dosseus par-
tidarios polticos.
E' porlanto perfeiamentc consequente com
seupassado, propondo urna medida, cujo resul-
tado deve ser minorar o perigo d'um conflicto
futuro entre a Franca c a Inglaterra. Mas se lord
Palmerston, obrando somonte de accordo com
M. Cobden, M. Bright e seu nico partido, tives-
sem tido o desojo de apoiar este tratado e a po-
ltica ftnanceira, que elle implica, elle nao teria
tido novas provas do desejo da Inglaterra de chc-
gar urna entente cordiale com a/Franca; entre-
tanto que este desejo foi manifestado mu forte-
mente pelos homens d'F.stado de todos os lados
da cmara, mesmo por aquclles, que, sob a rela-
jo ftnanceira, criam de scu dever votar contra o
budget.
Nao verdade que o sentimento da oposicao
nesle debate possa ser attribuido chime ou
urna m vonlade contra a Franca, como o discur-
so de M. Bright e muitos outrs poderam fazer-
vo-lo suppor. Eu crcio que as difficuldades le-
vantadas pelos homens de Estado, que se oppo-
zeram isso, eram perfeitamente compativeis
com seu ardenle desejo de fazer justica ao gover-
no francez e aperlar o laco entre as duas najoes.
Por exemplo, ura dos" menos brilhantes de
nossos chanceleres do Erario, entre os whigs.
durante o desgrasado periodo da administrarlo
ftnanceira, que preceden a volta ao poder de Sir
Robcrl Peel era 1842, Sir Francis Baring. que
nao grande autoridade financeira, mas que
um homem lo sensato quanto liberal, baseou
inteiramente sna opposicao aobudget sobre diffi-
culdades Oscaes; c deelrou commuila emphase
o oesejo, que tinha do cultivar relacoes amiga-
veis coui a Franca. Se elle livesse de conside-
rar o tratado, diz elle, em suas consequencias
polticos e nao financeiras, seria obligado e
dizer quo, sob essa relajo, o approva. Ella
nunca se urrto esses ataques contra e gover-
no francez, que foram em excesso vivos no
paiz, mxime na censura, que tora fcilaporoc-
casio do memoravel bil de conspiracao. Ne-
nhum homem mais do que elle desoj va mais
cordialmente ver nossas relajos cora a Franja
lomarem o mais amigavel aspecto.
Posso dizer que o lom do discurso de M.
Francis Baring foi o adoptado pelos oradores os
mais importantes, que, liberaes como elle, ou
guiados por M. Decane e M. Disraeli, seoppoze-
m ao budget, Eltes nao cxprlmiram um senti-
mento se quer de ciume contra a Franca, mas
sim um grande cuidado sobre nossa propr'ia ren-
Elles mostraran) que abandonando para sem-
pro diretlos tao productivos e de urna percepcao
to pouco pesada, taes como os sobre os "v-
nhos e agurdenles, devemos recorrer constante-
mente um imposto sobre a renda, como fonte
indispensavel de receitas, menos que nao se-
jam as despozas reduzidas em proporjo. Elles
nos previniram que nao provavcl que um im-
posto elovado sobre a renda soja constantemente
supportado, com eloquentes agitadores como M.
Bright, excitando incessantementc o povo a pe-
dir sua rerogajo, 0 concluiram que seremos
breve forjados "ou a economas improvidentes,
xjue scflornaro ruinosas no futuro, afim de re-
pelluest^ pesado fardo, ou a empffjstimos para
azer face as despezas annuaes.
x Tal foi a calma apreciaco da opposicao fei-
ta ao budget por oradores dos dous lados da
cmara, e ninguem deu mais razo estes argu-
mentos que o pfoprio M. Bright. o qual previnio
o ministerio de que nao o sustentara na medida
de elevar o imposto sobre a renda seno em con-
siderado do tratado, c que o faza com tanto
mais satisfcelo, quanto previa que o meio adop-
tado actualmente pelo ministerio o arrastava for-
cosamente a reduzr materialmente as despezas,
ou a eoiillir-se do suas funeues aqui a um au-
no ou dous.
Ser absolutamente impossivel de ora em
diante oblor dos dircitos de alfandega o paga-
mento de despezas elevadas polo exercito e oa-
rinha ; este recurso, agora abandonado por M.
Gladstonc, nunca mais ser renovado.
Todos os orcamcnlos extra devem para o fu-
turo serinleiramente levantados sobre a laxa da
renda e da propriedade.
Mas. diz M. Bright, vos nao ousareis lan-
jar mo de um tal recurso seno ot um certo
ponto. O imposto to oneroso que o povo se
ttrilar e tornar-se-ha intratavel. A conso-
quencia ser que vos restar s a alternativa
de reduzr vossas despezas. M. Bright es-
Sueceu a dos emprestamos, que, sob ura governo
raco, seni principios, ser provavelmenle sul-
ciente : lalvez nao soja este recurso muilo hon-
roso : porm muilo mais popular que perigo-
1 sas economas, e, do fado, muilo mais fcil.
O co de atnsade pela Franca nao limitou-se
aos bancas dos liberaes. M. Wnlpole (secretario
de estado de lord Derby), que volara pela moco
de M. Ducane, cuidou.como sir Francis Baring,
de explicar que islo nao quera dizer votar con-
tra o tratado.
Eu devo anda fazer urna confisso, contra-
ria, eu o lemo, opinio de muitos membros,
que se sonlam ao redor de mim :Se eu cr-se
que esta mocao podesse destruir o tratado
francez, nao o volara.
F.is os razes pelas quacs sustento o trata-
do : nao posso comprchender o sentimento de
ciume de duas grandes iiores como a Franca
e a Inglaterra, quando trocam seos productos
nma tendo urna grande sttperioridade de ter-
ritorio e de clima, outra tendo, creio eu,
urna superiordade cgual em alguns do scus
productos naluraes, em sua habilidade mecha-
nica, em seus imraensos capitaes, o em sua
energa manufactureira. Convencido dcstas
verdades, n5o posso comprehender que homem
algum de eslado dos dous lados" possa ter ciu-
me ou intsmo abslenha-sc de contribuir para
quebrar as barreiras, que subsisten) anda en-
tre os douspaizos.
O ihema das objecees de lord Derby obriga
a crer que elle nutre o maior desojo de animar
as relacoes as mais intimas com a Franca. Na
discusso, por elle motivada na enmara dos lords,
sabbado larde sobre o tratado francez, elle
dtsse :
Nao pretendo de modo algum depreciar as
vanlagens, que lem o tia'.ado, de eslender c
augmentar nossas relacoes com a Franja ao
contrario, as considero muito altas. Tem-se-
nos feilo comprehender quo o gratule fin deste
tratado ora, nao obler a harmona o a boa
< entente entre os dous governos, mas sim entre
os dous povos, e previnir deste modo a possi-
bilidade de querelas futuras. Parece asss es-
tranho o rneiode atlingir este Om, pois que,
conforme a propria opiniao do nobre lord dos
negocios eslrangeiros, oto iiatauo levara o
povo francez a crer que seus intoresses sao sa-
criticados aos nossos ; e qual alias o terreno,
em que foi semelhante tratado elaborado ?
<< Previo-se que essas mudancas seriam muito
impopulares em Franja, que o' imperador, cora
toda sua destreza, nao poderia fazer admiltir
essas reduejos pela legislatura francoza ; o en-
tao se vos lembra que deveis ajuda-lo, e fazer
dessas mudancas urna materia do tratado, o
que era principio nunca devejiamser. >
No verdade, eu crelo que a opposicao mos-
trada a esto tratado nasce do temor de'que elle
produza vonlades ms contra nos no sentimento
popular em Franca. Alm do ponto, que allu-
do lord Derby, muitos de nossos mais sagazes fi-
nanceiros temem grandissima oxcitajo da per-
te dos productores de vinhos froncozes, se acha-
ren) na Inglaterra urna venda menor do que es-
peraran). Posto que a populajo geral da Fran-
ca tenha todas s vantagens na admissodas
mercadorias inglezas, os productores, em todas
as communidades, sao de tal modo molhor orga-
nisados e mais poderosos no barulho de suas
queixas do que o populaoao espalhada dos con-
sumidores, que muito para lemer que o trata-
do tenha a principio, no poni de vista dassym-
pathias entre os dous paizes, ura effeito inverso
ao que se espera. Mas se o tratado fr leal-
menle cxeculado, os inleresses dos productores,
actualmente lo assustados, acharo, como lemos
achado em Inglaterra, um beneficio indirecto
por lim pela livre troca, mesmo quando a Ingla-
terra nao consuma tanto vinho quanto elles es-
peravam.
A razo por que o ministerio leve urna maio-
ria muilo mais considcravel que a de segunda-
tetra tarde, porque quasi todos os conseja-
dores liberaos, que geralmente sustentara lord
Derby, e um ou dous torys, que sao regular-
mente seus adherentes, volaram com o governo
era quanto que segunda-feira tarde Mr. Dis-
raeli Ihes persuadir que sob o ponto da forma-
lidades, lord Palmerston nao segua os erros de
M. Pili. Os liberaes catholicos irlandezes sus-
tentaran), ao que parece, pela mor parte o go-
verno, posto que dous ou tres, que tiveram re-
ceto do estylo anli-papal de nossos ullimcdes-
pachos do ministerio dos negocios estrang .ros,
tenham volado com os torys: muitos membros
do partido conservador parecem haver-se retira-
do para evitar o voto.
Era condusao os debates mostraram d'uma
raaneira notavel o desenvolvimento do senti-
menlo amigavel para com a Franca dos dous la-
dos da cmara; e eu creio que deste debate data-
r urna nova era as relajes dos dous paizes,
se a poltica, na actualtdade entendida, fr firme
e hbilmente seguida. Lord John Russell pro-
melteu apresentar um bil de reforma quinia-
feira prxima. Supponho que ser concedido
um intervallo de duas ou tres semanas antes da
segunda leitura ; mas se elle passar, o principal
pengo da sesso ter sido francamente afrontado
desde o principio, e o resto da sessao, parece,
comparativamente, dever ser tranquillo:
(Prkssb S Filho.)
A no.ssa mantilla de guerra cotila hoto de olli-
ciaes comba leu tes :
Vtce-olmirontes .... 1
Chelos de esquadra. 3
l'.liees de diviso. ... 8
Copes de mar e guerra. 16
Capiles de fragata. 30
Capiles-lcncntes. ... 60
Primeiros-lenenles ... 153
Segundos-tencntes 48
Gunrdas-marinbas ... 51
Aspirantes......29
Nao fallamos dos oicioes reformados
A 31 de dezerabro do 1859 a forja naval do
imperio se compunha de 64 vasos sendo 36 mo-
vidos a vapor] com 283 boceas de fogo e um ef-
Jec.ivo de 4,421 prajas.
O conselho administrativo da sociedade Auxi-
liadora da Industria Nacional rcunio-se em ses-
so extiaordtnaria no dia 26 do corrente.
Conslou o expediente do seguinle :
.a viso do ministerio do imperio, mandando in-
onnar o requcrimenlo em que Manoel Olega-
rio Abranchcs prope-so a eslabelecer una es-
colii praitca do agricultura.A' scejao de agri-
cu^"ra.> Presidente o Sr Dr. Burlamaque.
Cilicio da cmara municipal da cidade do Ser-
r, requtsitando semcnlcs de trigo de Caliza.
Del berou-se mandar vir assementcs da Europa,
alint de satisfazer-se requisico.
flicio do Sr. oujcial-maior' da secretaria da
can ara dos doputados, acompaiihando a collec-
jao dosAnuaos da mesraa cmara de 1853.Re-
ceb do cora agrado.
O Sr. Dr. Miranda e Castro offertou sociedade
diversos tratados c memorias, peio que o conse-
lho llic volou agradecimentos.
Foi ta.iibenrreccbido com agrado um numero
do i.orrtio Paulistano.
Passardo-se ordem do dia, o Sr. presidente
dec arou que o firo especial para quo ra convo-
cad) o eonselho era o de tomar na devida consi-
dernjao o aviso do ministerio do imperio, cujo
ttieor o seguinle:
Rio do Janeiro.Ministerio dos negocios do
imperto, em 23 de marco de 1860.
lllm. e Exm. Sr.fendo-se de crear nesta
corle um Instituto Agrcola sob bases scmelhan-
les ; para os fins cora que foram creadas iguaes
iRSI tuijes as provincias da Bahia, Sergipe c
Pernambuco, e parecendo conveniente que a so-
ciedade Auxiliadora da Industria Nacional sirva
de ncleo a essa instituico, rogo a V. Exr, me
corrmunique se nosle pensamento poder acor-
dar aquella sociedade, habilitando o governo
com as ideas necessarias para clTectuar essa fu-
sao.
Dos: guarde a V. Exc Joao de Almeida
Per tira tttho.Sr. marquez de branles.
Pur proposta do Sr. presidente, o conselho de-
berou remoller o aviso do governo a urna com-
mtsiao especial, para inlcrpor oseu parecer com
urgencia A niosma com"* -.r&w > dm
sis. marquez de branles, Dr. Burlamaque, Dr.
\ lili nova Machado e Azevedo.
Ettt seguida foi approvado um parecer da sec-
jo Je machinas e apparelhos a favor da prelen-
jo de Roymundo de Macedo Pimcnlel.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla provincial tomou conhecimento
do seguirle :
OiTicio do Exm. presidente da provincia, en-
viando ittformajcs acerca da revogajao da lei
n. 369 de 14 de maio de 1855, em sen artigo 26.
Dito do mesmo, dem acerca do augmento da
quota para oluguel de casas dos professores de
insliucjo primaria.
Requerimcnlode Anaslacio Xavier do Cont,
ama luoii.-e da secretaria da cmara municipal,
pedindo aposentadoria.
Dito de Francisco Antonio Brayner de Souza
Rani;el, labcllio de notas e escrivodo civel de
Pao d'Alho, pedindo se lhe fajara privativos os
offlc os cima.
Dito de Jos Nicacio da Silva, professor do
Gymnasio, pedindo sojam eguolados seus venci-
mentos-aos dos demais professores do mesmo es-
labclecimenlo.
Ei.lrantlo em dscusso o projecto n. 35, ad
diada do dia antecedente, oraram os Srs. Epami-
nonilss e Nascimento Porlclla, favor, e Sebas-
lio Lacerda, contra.
Pesio a volos elle approvado por 12 votos
contra onze.
P.-ssaiulo-sc 2a dscusso do projecto que ele-
va o subsidio dos deputados 10S000 rs. diarios,
o Sr. N. Portella mandou mesa urna emenda"
reduztndo 5&000 rs., que posta a votos regeita-
da, tiendo approvado o projecto,
Em seguida, approvado em primeira dis-
cussiio sem, debate, o projecto n. 23 deste an-
no (|ue concede 4 loteras ao collegio do Bom
Conselho, dcsta cidade.
Hvendo pedido o Sr. Theodoro Silva os mo-
tivos que levaram o autor do projecto que refor-
ma i mar eir de contratar artistas para o thea-
tro de Santa Isabel a formula-lo, e dada o hora
tend) a patarra o Sr. Rufino de Almeida, elle
addndo.
O 5r. presidente levanlou a sessao, dando pa-
ra otdem do dia de hoje:
Ia dscusso dos projectos ns. 22 de 1859, 14
16 e 22 do corrente anno ;
2a dos de ns. 3 e 20 do corrente anno ;
Ia das posturas da cmara de Pao d'Alho
2a das do Recite, Olinda, Boa-Vista, Cabnb
Esca la ;
3a das do Brejo, Cabo o Villa Bella ;
Contiuiiajo do projecto n. 18 deste ann/.
PERNAMBUCO.
A torea policial que existe actualmente e com
a qual se dispendem enormes somrnas de di-
nheiro toda distribuida em pequeos destaca-
mentos que nao servem pura o policiamenlo da
provincia e o resto disliibuida em ordeuan-
C-3SA 6uaas de barroiras, ponles etc.
O Sr. Gilirana : E assim mesmo confessam
que nao chegam.
O Sr. It. de Almeida,: Ordenancas tero ape-
nas 14. Y
O Sr. G. Gnimares: Quanto aos pedestres
nada dtre mesmo por que j se disse na casa
que era um ensaio, urna tentativa, parece-so que
inda se nao pode formar um juizo a respeito
dos seus servijos ; entenda que nao tinha-mos
mais necesstdede dessa nova creajo. mas do
idea lixa a respeito de tacs moleras que sao
muito alheias ao meu eslado, dou seropre um
vol duvidoso a respeito deltas.
V'sr. Dtputado-Antes nao declararsse isso.
u r. o. huimaraes : Parecia-me que 60
pedestres nao precisavam de 4 commandanlcs ..
- b.r\R-d Almeida: Qualro commandanlcs
nao, 4 chefes de seceo.
O Sr. G. Guimaraes .-- Por eu nao comprc-
hender da materia foi que disso em principio
que pouco me demorara na apreciaco deste
artigo lenho serapre minhas duvidas' e a res-
peiio da forca policial eu s vol por nao ter
oulro remedio : e urna das razos que me tor-
nara indeciso presentemente, a falta de rela-
tnos, causas excenciaes que muito nos podam
orientar para a volajo.
O Sr. Souza Deis : Rclalorio de quem ?
O Sr. G. Guimaraes : Relalorios que raos-
Irem o estado das naneas da provincia, a dis-
Irtbuicao do forja ele.
L'm Sr. Depu'tado-. Entio isso que o no-
bre deputado quer ?
O Sr. G Guimaraes: Pois fallarei lo obs-
curamente, que me nao faca comprehender?
Essa pecas que nos fazem conhocer o estado dos
cofres da provincia, a maneira por que est dis-
tribuida a forca, as necessidades mais urgentes
da provincia e os seus recursos, seriam por cerlo
um guia muilo favoravel para poder-mos dar um
voto consciettcioso n'esta materia, mais at ao
presente ellas nao sao chegadas.
O Sr. Gilirana:Foram lidos e publicados no
jornal do casa.
O Sr. G. Guimaraes:Vcm os mappas?
(llaum aparte)
Ento mefhor ser riscar-se do contracto com
a typograplua a obrigacao do fazer essa im-
pressao.
Parece-me que estes apartes nao possara de
urna boa maneira de imlerrompcr a quem falla
Lctxando de parle osla queslo, porque ape-
nas live por lim mostrar a razo por que me
acnava embarajado para dar o meu voto eu
enlrarei n'aquella que.lemquasl que exclusiva-
mente oceupado a altenjo da casa.
Teem-se tecido u'esl* assembla elogios oom-
puau us actuis piAitetA uh*h
da, provjncia, tem-seTIiio que n'aque
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Demetrio b. ; S. Acacio b.
10 Terja. S. Exequiel profeta ; S. Terencio m.
1 Quarla. S. Leo Magno p. doul. da igroja.
12 Quinta. S. Vctore Vessia mm.; S. Julio p.
13 Sexta. S. Hermenegildo principo m.
14 Sabbado. Ss. Tiburcio e Valeriana mm.
15 Domingo, da Paseoella. S. Pancracro.
ENCARREGAD09 DA SUBSCRIPTO NO SCt.
Alagoas, o Sr. Claudino Folc3o Das; labia,
Sr. Jos Marlins Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Percrra Rartins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do mamo Manoel Figuelroa d*
Faria.nasna lirrarfa praja da Independencia nsv
6 e 8.
G. Guimaraes. E at o poderei fa-
0 Sr.
zer?
O Sr. C. de Oliveira : esle o rasis compe-
tente. r
O Sr. G. Guimaraes : Porque? Soutocora-
. rs K
iguaes
O Sr.
houver
OSr
'a trnu
do camp
lascadwr
INTERIOR.
9 de
BIO DE JANEIRO
24 de marco.
Tiremos dalas de Cisb de !
neiro. "
O commandanle dos Dourados, pri.neiro len-
te Francisco Pereira Dulra, foi rendido naquelle
commando, por e3lar desavindo com o presiden-
te, o Sr. Alenceslro.
O Sr. Dutra pedio licenja para mandar publi-
car nesta corte a correspondencia trocada entre
elle e o presidente, a proposito do molim dos
operarios do cstaleiro dos Dourados, que leve
lugar no 1. de setembro do anno lindo ; mas o
Sr. presidente Ih'a recusou.
No dia 6 de jineiro chegou a sea destino o pa-
quete Conselheiro l'aranhos.
Os gneros de primeira necessidade conlinua-
vam a subir de prejo.
A farinha eslava a 20$ o alqueire e pouca lia-
vis.
Em Corurab vendeu-se a 10$ urna partida do
Rio, que voou logo.
Em dezerabro parti da capital o alferes Vie-
gas, ex-commaodante da companhia do pedes-
tres, que, por ordem da presidida foi fundar
urna colonia as cabeceiras do Rio Miranda. In-
formara-nos que parti para essa commissao
com 5 soldados invlidos 1
28 -
Ja so publicou o Almamk da marinha para o
anno corrente.
JSSEIIBLA LEGISLATIVA PROVINJL.
Discurso do Reverendsimo Sr. Anlono Gti-
ca ves Guimaraes, na sessao de "Uto pas-
eado.
O Sr. Concalves Guimaraes: Nao tpreciso
Sent ores, que eu faja conhecer a can o aca-
nharicnlo cora que entro nesta discuso, por-
que >ela maneira por que vou fallar, cilmeole
o coinprehcndereis ; e isto Sr. presinte por
que lo s lenho de tratar do mate impor-
tante qual da fixacao da forja polica) que se-
gundo o estilos parlamentarios c a la da con-
fianca, como por que me cabo a parra depois
dome precederera na tribuna distines oradores
comd os Srs. Brando, Souza CarvAo, Nasci-
memo Portella o Corroa de Oliveirai outros.
O 3r. Souza Reis :Pois vou tal* depois do
nobre deputado. Peco a pyalavra.
O Sr. Gi capa: de aliar depois ios outros.
O Sr. G. Guimaref: Tralarei o artigo que
so a ha era discusso/no que pouo me demo-
rare!. /
O artigo 1. do p/jeclo eleva a foita policial a
jrajas, isto *ugmenta-se 54 al n. daquel-
las que foram vofdas o anno passido, t obre
a mesa ja existe/ma emmenda elevan* a 800
o n. dessas prafs.- L
Eu nao ilou *iw rolo ao projecto'e nao por
que i um prec/wconslitueioBal e o podemos
deixir t Rf. forja; mas de/Q diwrque
voto com lod#a repugMRcia por qualqww nu-
mero, o ciim/atoris, de razo prr urna enmeoda
que elere # oija a 800 prajas...
O Sr. Gtji"i:-Ninguem o obriga.
O Sr. c:laro: ... porque Seohotes.
vejo que f eiw aujaPUo de for^a.
554
>uup
so assentaram dous funecionarios
\a de Oliveira : Que anda nao
hores.
"alyes Guimaraes : Bom que nun-
milhores. Alguera ha o Sr. Pinto
ge tem che-gado al ao ponto de qua-
liBetr um deseos funecionarios, o Sr. chefe de oo-
licta, como um penlinho de tirar lendeas
para provar que elle nao dcxa possar nada por
alto. '
O Sr. Gilirana : Foi dito de urna velha,
nao fot de nenhum deputado.
O Sr. Goncafpes Guimaraes : Essa verda-
de Senhor, o actual chefe de polica, tem dado
provas de que era certos casos mesmo um
penttnho e Jjrar lendeas ; porque elle se
oceupa de nrthartas, de perseguices frivolas
( Reclamaioes J
L'm Sr. Diputado : Ser aecusajo ? !
O Sr. G. iuimares : Hade do ser.
E de mas, eu conlarei os fados e o nobre
deputado os ir qualificando como quizer nao
pense queeu recuo anto a responsabdade.
Como dzia, o Sr. Dr. chefe de polica lem-se
oceupado de ntnharias, tcm-se oceupado do
cousas, jue na verdade lhe do bem a qualica-
jo de-penttnho do tirar lendeas ,v. g o Sr
Dr. che muilo importantes na provincia.
Um Sr. Deputado : Quaes sao ellas ? E'
bom ir mostrando,
O Sk G. Guimaraes: Mosteando o que ?
'* Continu, continu.
O S:. G. Guimaraes :... para oceupar-se de
aprebmeoes de bilhetcs de loteras.
UnSr. Deputado : Sao prohibidos pela lei.
O. G. Guimaraes; Deixe-mo fallar,- por-
que apartes do nobre deputado, as suas in-
ternpjoes s fazem dar-me mais calma e maior
for?.
JSr. Gilirana : Enlao milhor, far o no-
btf deputado at fallar de mais.
OSr. G. Guimaraes : A polica tem sido
gtlanle de mais fazendo aprehences de bilhe-
es de loteras, considerando-as como contraban-
Jo, ao passo que deixa passar desapercebidos
contrabandos de mar e Ierra, sem que aprehen-
da um s. r
..,? ?r P- cl,efc de polica faz apreheneo de
bilhetes j premiados, em casas particulares
suppondo ter cumprido a lei ; mas quem qu
pode combinar cora semelhante theoria ? Pois
le n. 399 diz que nao se podero expor a
venda bilhetes de loteras seno depois de paco
o imposto de 80 0[0 e o Sr. Dr. chefe de poli-
ca aprehende bilhetes j premiados que por con-
seguinte nao podam ser expostos venda? Co-
mo se interpreta assim a lei? Pois alguem est
inhibido de mandar buscar bilhetes no Rio de
Janeiro, ou outra qualquer provincia nao sendo
para expol-os a venda ?
f/w Sr. Deputado : E o que acontecen ?
- Sr- G- Guimaraes : Aconteceu que o
!>r. Dr. chefe de polica fez aprehenjo de bilhe-
tes premiados no valor de loOO ris a Miguel
Jos Rodrigues e conserva-os al hoje em seu
poder sem que os queira entregar a seu dono.
Fez outra aprehenjo semelhante no correio,
lomando os bilhetes que em carta fexada ri-
uliatn dirigidas ao negociante Malreira.
O Sr. R. Almeida : Est engaado, nao
foi no correio, foi na agencia dos vapores.
O Sr. G Guimaraes : Que importa que fosse
aqu ou all ? Poda o chefe de polica faze-lo ?
Podia mandar que o individuo aquem era diri-
gida urna carta a abrisse em sua presenca para
ver o que conlinha e ento aprehender esses
bilhetes, que s era contrabando quando expos-
tos a venda.
> O Sr. Figueiroa : Isso faz-se em lodos os
paizes.
Um Sr. Deputado : Era todos os paizes se
obrera as cartas particulares ?
OSr. G. Guimaraes : Pode ser mas como
eu fallo so d'cste paiz em que nasci.
Um Sr. Deputado : E' da lei.
O Sr. G. Gutmordes : Aonde est a lei ?
A lei o que diz isto : ( le )
O carecteristico ao crimo por tanto a apre-
heneo no acto de expor a venda, ahi que est
o criwe, mas nao em mandar buscar bilhetes
para si ou para distribuir me3mo com alguns
amigos que fazom cncommeBdas, por que ncm
lodos leetn correspondentes no Rio e nem todos
esli para sujeitar-sc ao monopolio dos bilhetes
da provincia, proferem comprar no Rio que d
mais vantagens aos quo enlendem que ojogo de
lolerlias ventaja*).
Quem pois aulorisou o chefe de polica ; onde
a lei em que elle te funda para mandar correr
casas que nao sao do negocio e aprehenderos
Djtheles que all se achara ? Quera o aulorisou
a mandar correr os pessoas que transitara pela
roa para procurar-lhes bilhetes de loteras ?
tnirelanto que o Sr. Dr. chefe de pelicia se
mostra tao minucioso a resoeito do bilheipn n\>
lotera, que fez o mptto1*id&TSfiIEmZSIIZSSI&T^ Enlio-enlende
publicamente no Ouricury t p".auo q,,e Gotanna monopolio do nobre deputado que
Um Sr. Deputado : As providencias foram ?- i^ir?Il d fallar sobre c,la? Por ventura
asmilhotes. pruviaencias loram nao se limita o districto cleoral do I.imoeiro
O Sr. f7. Guimaraes : Parece Sr presiden- m\,mli,l"nn" #',5 le-"ho/u a,li ami8* <\W
e que o Sr Dr. chefe de polica d mais impor- P "s1^ 5?" d *"e se P19sa ?
tancia, considera mais grave o crime de furlo do c* r r. Mu PrLqiie nao?'
que o de assassinalo, por que viraos, que no na r.'ti rr" ?:"~Mas chcfe de Plcia
mez de desembro por occaiio de urakml de I s""?sos nr nu^? ?'''" re8rBMbl,Mr M"
sas pessoas, por quo ellas se acham aparentadas
um
joias que se de-i no palacio da presidencia.
O Sr. Je//o Reg : No palacio nao.
O Sr. R. tTAlmeida : Foi feilo por
criado do presidente.
O Sr. Goncalves Guimaraes. Mas maedou-se
a toda a proca um vapor em segiiimento do cri-
minoso, gastando-sc nossa commissao quanlia
superior a vinle contos de ris.....
OSr. Gilirana: Quinto?
O Sr. Goncalves Guimaraes : Quer fazer
qcstao_dc quanlia? Pois eu nao a faco.
cora inRuencias deGownna, por onde eu digo qm
o ptocedimeiilo da polica varia segundo a zona
e a lalitude.
Napovoaco deGoiann-inJia passcia irapunemen-
10 sondo o terror dos homens pacficos Manoel
Leite conhectdo por criminoso,sem-que soja pro-
curado pela policio. Aqui ainda a poicos din o
sr. Ur. chefe de policio deu provas de que nao
tinha conlianja na oulordode subaherna, porque
tendo-se dado o ataque de unrial Roque contra a
pessoa do Sr. Florencio Jos Carneiro Monlciro,
> Sr.
Entretanto Sr. presidente, 12 ou ICdias depois nT^Lr^V^n^L'^T^0 ""
do aconlecimento de Ouricurv nroviilencia Lc i- P g ',fre8efl da Varse,
nenhuma se tora dado ; eSdeP,Tn i! S P P .'T mand.U- ?* uoile u,na for*a
.ropa da que es.ava aq'u.rlel.ada na capilal pa" Jo da ^,ade """ "a Pa o subdelega-
esso ponto com instrueco ou ao delegado do //, Sr n,>indn m,. h,, ,
lugar, ou a pessoa de confianja que tratosso do n r u'P*taio :***L de ordo com ello.
Punir osse crirae, raandou-se Aclher a pila. JZZf3Z m",d0U a ^
urna tropaque dena ter retrocedido do caminho, i &Sr t,ul i!^ ,
ha um dosenconlro e vem aqui refazer-so n-ir ,-.- WV -Mandou a forja buscar o
depois seguir. e vera aqu rciaztr-se para prenso que se^d.z.acsiar em pdder do juiz do paz.
Um Sr. Deputado : Enganou-so.
O Sr. G. Guimaraes: Enganando-me mesmo
como diz o nobre deputado, cu vou continuando
e creio ir bom corlo.
Aocabo de muitos das rosolve-se a polica a
nomoar o Sr. Dr. Peona que nao acceitou, depois
o Sr. Dr. Lucelia, que nao sei se seguio. .
O Sr. ?ereira de Britq : Consta-me que foi
nomoado um militar, um majorde tropa do linha
que deu parle de docnte.
O Sr. R. d'Almeida : Nao houve tal.
O Sr. Brito : Pois posso-lhe asseverar que
honre.
O Sr. G. Guimaraes : Mas Sr.. com quanto
soja muito digno o delegado nomeado para Ouri-
cury, cora ludo nao sei se a escolha foi a mais
acertada, porque o que vai fazer no certo um
mojo acostumado a pesseiar as ras d'esta
cidade ?
O Sr.R d'Almeida : Deve fazer ludo quanto
e de esperar de sua prudencia e tino. (Apoiado)
O Sr. G. Guimaraes : Nao me consta lam-
bem. Sr. presidente, que a polica tivesse feilo
um igual espalhafato ao que fex com o roubo das
joias, acerca do fado de urna moca que foi en-
contrada assassinada no engonho Contra-acudo.
V Sr. Deputado : Ainda boje se sonbe
,
.. O Sr. G. Guimaraes: Ceu" ti sabia* desde
honlem. '
Un Sr. Deputado : Porque nao o foi dizer ?
O Sr. G. Guimores : Digo-'o agora.
Hoje fazem oito das que foi encontrado pertn
do acude desse engonho o cadver de urna moca
quo represenlava ter 20 annos.
O Sr. R. d'Almeida : Trinta.
O Sr. G. Guimaraes : Eu fallo cora as in-
lormajoes que tenho, o nobre deputaJo poder
depois dizer o que sabe pela sua secretaria de
polica.
Porm, era urna moja que represenlava ter 20
annos, bem vestida, cora um annelo no dedo
borseguins o meias de sedo, que foi encontrada
assassinada cora urna ferida no pescojo, aqui
bem perto, em Santo Amaro de Jaboalo, j l
vai 8 das e anda nem ao menos os jomaos
dtsseram urna palavra a tal respeito. ainda o Sr
Dr. chefe de polica nao fez a decima parle do
que Tez a respeilo do furto das joias.
Un Sr. Deputado : Dcvia mandar urna
pessoa a procura de quem ?
O Srj;. Guimaraes : A procura de quem
comrrefteu ocrune.
O que certo que nao urna circunstancia
considerada aggravunte pelo cdigo o comraet-
ler-so um crime ora nome do presidente entre-
tanto que esse assassinalo revislido de ci'rcuras-
lancias tao graves, ainda se nao deu a menor
providencia, e o cadver da moca foi mandado
sepuliar-se, immediatamente.
O Sr. R. d'Almeida : Ha a vestoria.
O Sr. G. Guimaraes : (Com forja) A vislo-
ria acaba mesmo as catacumbdS da polica.
u 5>r. (,. Ommaraes :Isso urna escapatoria
porque o homem nao foi nem est preso, e ainda
quando fosse, devia o choto de polica dirigir-
se ao subdelegado, e nooao ju/. de pa.
O Sr. chefe do polica muilo previdenle ties-
tas cousas, ciicommola-a por lo pouco que pa-
rece mesmo um pontinbo de tirar lendias. como
aqui se diz
Um Sr. Deputado :K quer com essa repelirao
n diculansa-lo?. *
Sr Pinto de Campos .--Parece que o Sr. de-
putado quer fazer do sen discurso um composto
de tendas.
O Sr. G. Guimaraes :Mas tendo-so dado um
conflicto no Cabo entre'um inglez e outros indi-
viduos, o Sr. Peni|o reio a meia noile n'um
trera ospeciel a cata do Sr. Dr. chefe de polica
porque o Sr. Jonson estar preso, o q'ue fez com
que o St. Dr. chefe do polica fosse a meia noito
ao Cabo, porque l foi preso um inglez.
Um Sr. Deputado :E o que fez ?
OSr. G. Guimaraes :O nobre deputado diga
o visto que empregado na polica ; parece que
o nobre deputado se est eniororaodando.
O Sr. R. de Almeida :Coute os fados como
elles se passararu, nao os adultere.
O Sr. G. Guimaraes:Deu-sc o fado dacon-
teaUcao entre cingre u pessoas do povo ?
o Sr. G. GuiiBoroei:Pentston reio a meia
noite.n'um trem especial?
,0 Sr. R. de Almeida :Veio
O Sr. G. Guimaraes: O chefe de polica foi ao
Cabo?
O Sr. Rufino de Almeida : Foi, raas cont o
reslo.
O Sr. G. Guimaraes:Isto me basta.
O Sr. Rufino de Almeida :Nao insine.
Ouro Sr. Deputado :0 inglez est preso ?
Oulro Sr. Deputado :Foi o inglez que dou
com una bengalla no tope da bandeira brasileira,
esta preso e est sendo processado.
OSr. G. Guimaraes : Est sollo, posso as-
segurar ao nobre deputado.
Observo tambera Sr. presidente, que ao passo
que o Sr. Dr. chefe de polica desliluio o Sr.
iciicnte coronel Hemetero Jos Velloso da Sil-
veira, do cargo de subdelegado de Iguarass,por
serera estes dous lugares incompaliveis, vejo a
conservaco de um lente coronel tambem sub-
delegado na froguezia de Pao d'Alho o qual ac-
cumula illcgalmento o exercicio do posto e o da
subdelegada.
O Sr Gilirana : Pejo a palavra.
O Sr. G. Guimaraes : Vejo tambem que so
acha tiomisiado no engonho desse subdelegado a
quem me refiro, um criminoso do morle conhe-
cido por cutia.
O Sr. Brando : Nao pode provar isto : o
Sr. Maranhao incapaz de horaisiar criminosos.
O Sr. G. Guimaraes : Mas eu posso provor
cora pessoas que merecem para mim tanto cr-
dito quanlo para o nobre deputado merece esso
senhor. *
Temseciado"senhoVes,Vlgu"s^ Sr. N Porlella : Ser ura protesto que
tra eleval-a ao grao que se lera querido ele- "' contra isto. (Apoiados).
ir, ao ponto de dizer-se nue ainrf. nsn h,. Y Sr- f- de Oiveira :. A rede de arruto,
vai a lude.
Um Sr. Deputado : Quera nao tiver crimes
nao tem de que recuar.
OSr. C. de Oliveira : Se tormos a acredi-
tar ludo quanto so diz, rauitas ilusas se diz al
contra os vigaros.
O Sr. G. Guimaraes : Porque os nao aecu-
sa ?_ Se insinuajo eu repilo-a.
Um Sr. Deputado : Os vigaros nao est
era dscusso, est em discusso a polica.
O Sr. C. de Oliveira : Mas ha fados prali-
cados por vigaros que esto debaixo de nossa
inspeejo.
O Sr. G. Guimaraes : Pois a polica que to-
me conta disso, e se o nobre deputado lera fados
para repelir, faja-o com a franqueza como eu o
estou fazendo.
O Sr. R. de Almeida : Os penlinhos de len-
dias nao lem chegado at onde deviarn chegar.
O Sr. G. Guimaraes : Deixarei, Sr.' presi-
dente, de mencionar mais alguns fictos que tem
chegado ao meu conhecimento a respeilo de di-
versas localidades para especialmente tratar das
que dizem respeito, ao distrelo eleiloral que re-
presento nesta casa.
O Sr. Sonso Reis : L vai o Antonio Ma-
Iheusl
O Sr. G. Guimaraes : E' bom que o nobre
deputado saiba.
O Sr. Sohso Reis Se o nobre deputado
tem nislo gosto particular.
O Sr. G. Guimaraes : E' a primeira vez;
que nelle fallo. Na sosso de 14 de abril de 58,
requer a esta assembla que, por intermedio do
S. Exc. o Sr. presidente, se me dessem inforroa-
majes do destino que tiveram 3 individuos pre-
sos no termo da Escada e remelUdos para o Li-
mociro como indiciados no tiro dado era Antonio
Malheus ; S. Exc. o Sr>/prcsideale da provincia
que ento era o Sr. T^jues, djgnou-se respon-
der que o negocio exiga algum teropo para es-
clarecer, mas sahio o Sr. Taques, cntraram
oulros presidentes, e al hoje nenhuma so-
lujo veio a casa a esse respeito, apenas re-so.
do relatorio cora que o St. Taques entregou a
presidencia oo Sr. Manoel Felizardo o seguinle :
(le). Mas nao tendo rindo essas informajcs pe-
didas no meu requertmento, entendo dever dar
algumas explicajoes, afim de mostrar o procedi-
nento das autoridades a respeito deste fado
Em das do anno de 1857 soflreu um tiro no
para
var, ao ponto de dizer-se que ainda nao houve
na provincia cousa melhor.
Um Sr. Deputado : Ncm o nobre deputado
pode contestar.
0 Sr. G. Guimaraes : O chefe de polica
prendeu urna pessoa importante por sua familia
na provincia, mas se comprehendermos bem a
posijao do chefe de polica neste negocio, vere-
mos que isso um acto antes vergonhoso para
elle, e um acto que por maneira nenhuma o
honra.
Um- Sr. Deputado : Quem tratou disso aqu ?
O Sr. G. Guimaraes : Tem se dito, eu nao
dtsse na casa.
OSr. Souo Reis : Ohl senhores I
O Sr. G. Guimaraes : Nao est agradando
ao nobre deputado ?
O Sr. Souzo Reis: Mas quera tratou disso
aqu ?
OSr. G. Guimaraes': Disse que nenhum
fado carectsava a administrado do chefe de
polica do que essa prizo entretanto, eu enten-
do que d'ahi lhe nao veio gloria nenhuma por
esse acto foi emanado de ordem de pessoa alta-
mente colocada.
Um Sr. Deputado : E poer-se-ha saber
quera foi esta pessoa ?
O Sr G. Guimaraes :Parti da comitiva im-
perial.
O Sr. Souza Reis :-Oh! Santa Mara I Como
sabe o nobre deputado disso?
O Sr. G. Guimaraes :Assim como o nobre
deputado sabe de oulras cousas.
Mas, senhores, infelizes d'aquelles lugares por
onde nao passou essa comitiva importante e feli-
zes para os criminosos.
Um Sr. Deputado :Porque ?
O Sr. G. Guimaraes :Porque nao houve re-
coramendajoo.
O Sr. Gilirana :Continu o nobre deputado,
seno parece que os apartes nao lhe trazem a
calma que disse.
O Sr. G. Guimaraes:Foi por conseguinte o
chefe de polica nessa occasio instrumento da
vontade alheia, porque ou esse individuo era cri-
minoso ou nao, se era devia ter sido preso inde-
pendenle de recommendajao de pessoa alguma,
visto que ha muito viria publicamente, se nao o
era, nao eslava as coodijes de ser preso no
obstante a recommendajio.
Porm, Sr. presidente, ao passo que essapriso
rrornciaa,div^irf?e\rSand0 ?S,a8 9bre a seu en8enha Espera, YteWte coronel Antonio
provincia, diversos tactos que provara que a ac- Matheus Rangef: administrava ento a provincia
Hril n nAnar. ..II.... O. U -.U..1.. D .^t1l .-----------
jao do Sr. chefe de policia nao a raesma para
todas as partes, ella muda conforme a zona e a
latitude em quegyra. Assim no engenho *Ca-
__ ----------. uu.u....u, ura-K um lacio
horroroso, foram all brbaramente castrados ho-
mens que se diziam ladroes de carallos. disto
soubeGoiannainteirae at boje que providen-
cia se tem dado a respeito? Nao se e o Dr,
cesso, nem foram presos os criminosos.
O Sr. C. de Oliveira :J si que se *, -
carrear de rel.ciqsr os (,r,M7 q *T" en"
xooir nn rlutrinn a rT.- a '"6c""u >"- acucio, mas para descoDriraento da verdade nem
Coro.trS'alfi^rT,^ fiL^ftlfea-fl^**?~ ^
o nosso collegao Sr. Machado Portella; corrern
diversos boatos acerca de quem era o autor desso
delicio, mas para descobriroento da verdade nem
fiAln IbJh -lail rs r\ m nnln IkJh il-> _>>_. mi
periores da provincia, passo algum se deu.
O Sr. M. Portella : Est engaado o nobre
deputado
u Sr. Souza Reis : Elle tem-se engaado
rauitas vezes hoje.
O Sr. G. Gutmoroe : Mas porque estou ea-
gan4o ?
ii iiirnAiAAA li r"T^f% fii
1 Al I


... .-----------_ ,.
V--
ysTF^wwjg^^gu ,rr'

<**

a
Um Sr. Ueputado : Uuaudu~.se vaiiga jUPii
proposigao dessa, prova-se.
O Sr. M. Portella : V secretaria da pre-
sidencia ou da polica e ver os passos quo se
deram nesse sentido.
V Sr. C. Guimares : Nao se ticou processo,
nao se fez vistori, nada se fez.
O Sr rY. Portella. -Por nao.se ter feito-vis-
toa nao prova que deixassem de haver dili-
gencias
O Sr. G. Gutmare : Enlao o que st> fez?
(Ha um aparte). *
OSr. G. Guimares :Eu nao eslou aqu cm
tribunal judiciario para seguir as regras quo la
seguem. Digo quo ueste negocio nao houve pro-
cedimento alguin da polica, nem vistoria, nem
processo.
O Sr. Souza Reis ; E eu digo que se fez
tudo. .
O Sr. G. Guimares : Quaes foram essas
providencias? Diga onobrc depurado.
O Sr. N. Porlelia : O nobre depulado disse
sidencia, nem por parle da polica, eu digo qtre
ge deram.
O Sr. G. Guimares : Mas depois desse fac-
*o desapparecerain do engenho Espera o preto
arbeiro, um homem forro c o prelo Lauretflino,
us quaes achando-se trabalhamio no termo da
Tscada, e havendo suspeitas de que ellos teriam
sido criminosos, foram presos alii e vieram para
a comirca do Limoerro, o que consta pelo olcio
do subdelegado do liotn-Jardrn. Estes indivi-
duos foram remelVidos nao para a codeia do Li-
moeiro, sim para o engenho da Espera, c desap-
pareceram, encoirtrando-se depois mor o o preto
barbeiro, "sendo que urna tcstemunha quo de-
pozera perantc e juiz municipal c o Dr. promotor
publico, o limito digno baclwuel Hermogcnes S-
crates da Silva Tavares deiVascoucellos, declarou
que o prelo linlia sido assassinado, e que o ho-
rnera forro que o acompaulira e que se dizia co-
uivenlc no crime, linha assignado um papel de
capliveiro por 10 anuos. O que corto, seuho-
rey, quo depois do nieu requerimento, o presi-
dente da provincia pareceu ler vonlade de inda-
gar do fecto, mas Unte bice, tanta apadrt-
nhagem.....
O Sr. Mello llego :Elle nao era hornera de
padrinliagcin.
O Sr. G. Guimares :VoJa a provincia diz
v contrario.
O Sr. R. de Almeida :Mas o nobre de miado
nao orgo de toda a provincia.,
O Sr. Souza Carvalho : e lodos nos o
somos.
O Sr. G. Guimares .Nao ; s o Sr. Rufino
6 quera aqu orgo.
Sr. /{. de Almtidc : Nao digo islo.
O Sr Reg Barros : um or^oznhe.
O Sr. G. Guimarcs :O que certo -, que
fin lugar do ehete do polica mandar tirar o pro-
cesso com todo o cuidado, como o caso -exiga,
eonstou-me que pecante a mesraa subelegacia,
aquella mesraa que den o ofticio que acompanliou
tis presos, c que eslava raais ou menos compro-
meliida nesse negocio, iuslaurou-sc um pro-
cesso.
Um Sr. Depulado :I.og houve processo.
O Sr. G. Guimures :Fez so processo bem
arranjado da mortedo prelo, mas nao do tiro de
Antonio Malheus.
(Ha um parte.)
O Sr. G. Guimares: Parccc-me que fallo
le orna pessoa, de um homem coniecido na pro-
vincia por assassinoc ladro___
Um Sr. Depulado :Quera esse?
O Sr. G. Guimares :Antonio Malheus.
O Sr. Souza Res Eu nao disse !
O Sr.G. Guimares:Quando tralci dclle
ao meu requerimento, nao tive reserva.
Um Sr. Ueputado : Esso Antonio Malheus
nao foi absolvido ?
O Sr, G. Guimares:Por esse fado, nao.
Antonio Malheus, uuuca Hulla Udo com elle de-
savenga atguma.
O Sr. 'Qouza Res :Islo foi peiorando.
O Sr. G Guimares : O motivo que sedeu
para elle se tornar meu desaffecto, foi somon-
te o requerimento sobre os presos.
(Ha um aparte.)
Se o nobre depulado quer defender Antonio
Malheus, peca a palavra'e faca-o.
O Sr. Soum Reit :-J pedi.
O Sr. 6. Guimares:Coucluirei por Unto,
Sr. aresidenlc....
Um Sr. Depulaio:To cedo?
O Sr. G. Guimares:Eslou encomrao laudo ao
nobre depulado que quer fallar.
Um Sr. Depulado:0 nqifre depulado esta era
sen direilo, fatlando como qualquer um de nos.
O Sr. Souza fiis:E eu al eslou goslando
mu i lo deouvi-lo.
O Sr. G. Guimares :Provavolmente rospon-
derei ao nobre depulado que pircce eslar rauit
a pardos negocios do Liraoeiro, e concluo pedin-
do como pedio o Sr. Souza Carvalho para Goian-
na ao Sr. chele de polica que se lembre nao s
do Icrmo de Goianna, como para a comarca do
Liraoeiro e finalmente para a provincia teda que
uao vai l'i Lio bem que se pessa dizer que temos
as methores autoridades que a provincia lera
visto.
Um Sr. Depulado:Nao se esqueea dos con-
trabandos de mar e Ierra.
O Sr. G. Cuiinaries :-~Isso compele l a peri-
cia, que os procure, como fa* cora os bilheles.
UniSr. Depulado: Finalmente concluomos-
trando confiauca no chefe de polica, viste que
pedio que elle elsassc para sua comarca.
O Sr. G. Gnimares: Peco a quera devo pe-
dir; Icnho dte.
DIARIO DE PRRWAMWiCO. QUINFA FE1RA \9yg abR1l DE 1860>
dor a cuna db
sel os alias de luaioros diaineiros. fA ?u/cripc.ao
igual em ambos os sellos: < Sigr&um Edouardi
Anlorum Dasilei.
. rodado grande sollo de Guilhernte conqoi-
lador esl a seguinle inscripcao : ; Hox Narma-
noium >Villchraera nosce palionum, JjMa ver-
so Iloc Anglis regem signo falearu^undem.
i'e-s* qe um lado do sello era 4a*4iaU> a a-
zci coniecer asobarana de Guilherrnc snbreos
Normandos, e o oulro sbreos Inglezea. Se'm
duvida 6 desde cssa pora, e por causa das duas
so aeranias, que se introdutio o uso do sello com
dtus cvnhos.
O cunho dos sellos ora ordinariamenlc estan-j.
p; do sobre cera, pondo um pedaco dessa su es-
tancia entre os dous sellos.
< tros e desmandos de que aecu-
sada. *
2 A be" corj, collcc,,'<,. o ajusiando-a a
.i.^7 v4lt<' ques* ,rani. teconhecendo-se
r,Vrn* ^W" *raeo, com que figurramos os
perso tifpxn- curia, quo a sua consciencia
*ne m ^ue alguroos das nosM censuras lhe po-
f! i serapp'icadas, e a conscienci a voz da
Te .'Salea bradar no intimod'alraa.
. ouco diremos para justificar o Ululo dever-
adro eatholkncom quo nos apreseniamos
cm publico. Entendemos que o ser verdadeiro
catholiro nao consisto em parecer humilde
brando sendo hypocrila
k

b confessada
curia.
e dissimulado ; nao o
; ser candoso as palavras e ambicioso e inters-
Todos os Estados adoptaram este modo e.o el- seiro as obras ; nao 6 o especular com ascousas
EBKATA.
A scsso publicada no Diario do hoalem cm
tereciro lugar c de 3 de abril, e nao de 31 de
marco.
REVISTA DIARIA.
A cawiar-a municipal vai proceder deraolioao
das ruinas do predio incendiado da ra da Impe-
ralriz, attendende assim a urna necessidade ur-
gente, pie era reclamada pela dupla razao de
lar seus aclos, e as palavras Dei gralia s, comc-
earam no lempo de Henriquo l.
As diiuensoes do sello grande em 'tuglatcrra
ten augmentado cm cada reinado ; o de Ricardo
I, linhn quatro polegadas de. diamr.tro, diinen-
so, que pouco variou at a rainha Mara. O pa-
ra eiro sello dcsla rainha tinha quatro polegadas
e meia : mas por occasie do sea casamento com
Filippo de Hcspanha, mandn fazer um grande
sello com ni ais urna pelegada, qu represenlava
a rainha c seu esposo. Desde, eulao o sello gran-
de comcQou a ter seis polegadas, e anda hoje
conserva" a mesma dimensao.
Os sellos do Henriquo III eram gresseiramenle
lavr?.drs, mas desde ento at Ilearique VIH os
stlius firmara ume bella collerco de matrizesde
puro^cilhicn.muito rico e elegante. O sello da rai-
n ia Is; bel um dos mais curiosos. A boa rainha
Bess tem o cularinlio empavesado, o urna saia
b lSo como as actuaos : seu maato real desee
n.gestosamcuie do seus hombros at os ltimos
dsgros do throno.
Os grandes sellos da repblica tinham o par-
1i:menio cm assembla solemne, e esta legenda
In lhe first of freodone, by God's blessing, ros-
vlored 1618, e no reverso a represeutaco geo-
gaanhiea de Inglaterra.
Em 1651 foi gravado oulro sello com a Irlan-
da. Cromwell nao perraillio que osle sello scr-
vsse muilo terapo ; tendo expulsado o parlamcn-
i to, mandou fazer um grande sello, cuja legenda
era : Olivarius Dei gralia, rcpublicce anglice
seolia! el hibernii- etc. protelor ; no reverso
afor.nnsean.ento para a cidade c de vitar um pe-! g- ar(mas.^s lres reinos. e elr0 dtl"
rigo populacfio descuidosa. que bem podoa "V8 or>. _
O Sr. Souza Reis : Tem sido sempre absol-
vido.
O Sr. G. Guimares : Sim, senhor, mas
pesar de elle ter sido pronunciado por ler as-
sassinado lres ciganos para roubar, apusar de ter
sido culpado no assassinato dos infelizes Barbo-
sas Camello, aposar de mandante do assassinato
da mulher grvida que linha em su.a casa ; apo-
sar de ser o mandante da morlc de Frade e ou-
tros, apesar do tudo islo, lera ordem da polica
para andar armado e seus guardas-costas.
O Sr. R. de Xlmeida : Est engaado.
O :ii. Ouimuics :Nao entra voz nenhu-
iiia cm Limoeiro, nem em Bom-lardira sem qua-
tro guarda-cosas armados, cm vista de urna li-
cenoa que tem, assignada pelo chefe de polica e
oni o visto do delegado do termo.
O Sr. Rufino de Almeida :Nao ha tal, esl
mal informado, nao ha somoli.ante licenoa.
O Sr. G. Guimares :Puis o auno passado
procurando eu fallar cora o delegado, que o
Sr. tenentc Jos Antonio Pestaa, e indagando
dclle a razao porque esse homem andava com
guarda-costas armados, o delegado me disse que
vendo-o entrar sssitu no Limoeiro, foi entender-
se com elle para saber a razio porque assim pro-
ceda, e que nessa occasiao ello lhe mostrara
urna licenra do chefe de poluia, que o autorisava
a andar armado e as pessoas que o acompa-
nhavam.
O Sr. R. de Almeida : Pois uraa ordem
falsa.
O Sr. C. Guimares :Falsa com o visto do
delegado ".'
O Sr. Soma Reis :O nobre depulado sus-
pcilo sobre tudo quauto dissera respeto de An-
tonio Malheus.
O Sr. G. Guimares:Porque sou suspeito?
O Sr. Souza Reis:Porque inimigo de An-
tonioMalheus.
O Sr. G. Guimares :Nunca fui.
O Sr. Souza Reis :Se nao foi, agora.
O Sr. G. Guimares: Aprsenle um fado meu
que prove islo.
Sr. Souza Reis:Por que nunca aprcscnlou
sses fados quando eslava aqu o Sr. I.ucena?
O Sr. 6". Guimares:F. o que tinha o Sr. Lu-
celia com isto ?
O Sr. Sonsa Reis: Eslava habilitado a res-
ponder ao nobre depulado.
O Sr. G. Guimares :O que que o Sr. Lu-
cena podia responder sobre isto ? O pai do Sr.
l.ucena al foi testeraunha n'um processo que
ontra elle se intenlou por ter mandado assassi-
iiar tres individuos, enjos cadveres foram ex-
humados do engenho Espera.
O Sr. Sousa Reis : Tudo quanlo o nobre de-
pulado disser a respeto de Antonio Malheus,
para mim nao produz effeilo nenhum.
O Sr. G. Guimares :Nao 30 o nobre de-
pulado quo soffre desta molestia, a muilo lempo
que nao produzem effeilo os crimes que elle tem
praticado, a molestia contigiosa. Agora, por
cxemplo, tem elle um sequilo de ladros de ca-
vallos que fazem suas correras em Bora-Jardira,
Taquarelinga e Campia-Grande.
O Sr. Sousa fei Nao ha algum deflora-
menlo?
O Sr. C. d* Oliveira:Em Goianna nao des-
cobre algum sequilo de ladros de cavallos?
O Sr. G. Guimares :S se for os do que fo-
ram castrados de que fallei.
Um Sr. Depulado :Isto horroroso !
Um Sr. Diputado:Se ha alguma insinuacao
declare.
OSr. C.de Oliveira : Depois da theoria do
ao quero...
O Sr.G. Guimares:O anno passado foi as-
eassinado no lugar do Arroz. Jos Ludovico, e
-al noie anda nao se sabe quemfoi e criminoso
c nenhum processo so lem organisado.
No anno de 1853 foi assassinado erti Taquare-
tinga um individuo por anlonomasia Luiz Pella-
da, do qual o nobre depulado foi loslemunha.
O Sr. Gallindo: Eu era ne6se lempo coad-
jutor.
Q&r..G. Guimata:Nao se tirou al hoje o
p*ooesso, nao se investigou quera foram os as-
-sassinos. V
Jiesse mesmo lemfkWfoi assassinado Joaqurm
*JJ*M al hoje no-seNabe quem foram osau-
loreado crime. A poucos dios, segundo me in-
tormaram, serios disturbios se deram era Boro-
Jardim.
A^JL\9"lndo :-A""ue eu fui publicamente
desacatado por un vndalo.
Um Sr. OtpuUido-.ki
sadas.'
de um momento para outro licar em porte esma-
gada sob os destrozos do seu desmeronamenlo.
Esta rcsoluc&o da cmara municipal louvavel ;
por so folgamos do cousigna-la aqu.
Ftcareraos por lano livres daquellc espaotalho
dcnlro cm pouco lempo ; e raais una viaser
aberla ao transito publico era urna localidade
asss conveniente.
A sociedade bancaria Amorim, Fragozo,
Santos & C" realiza a segunda prcstaco dos
secios commandilarios, conforme o contrato
social.
Esta prestaco na razo de doze e meio por
cento sobre os respectivos capilaes, e o prazo
[iara a entrada da importancia della vai al o dia
15 do cerrewte.
A irraaudaJe de N. S. do Livramenlo Irala
de de d'-molir as catacumbas, que existera na-
quella igreja.
J leve omeco iii'iuraacao dos canos para
o despojo publico.
Anle-hontom larde leve o Sr. uiz de pi-
dos Afugados, Francisco Carneiro Machado Ros
Jnior, urna conteslacao com um lalZuza, o qual,
dizem, puchara um puhal, ou que se achava ar-
mado com um mola!. Coroparecciido o respec-
tivo subdelegado, aceoramodou os contendores.
Uonlem, porni, preteudondo entrar para a ma-
triz, um horaern que se dizia armado, a patrulha
que all se achava do guarda procurou fazcr-lhe
vistura, ao que elle se oppoz, havendo lugar no-
vo coiiilicto. que se accommodou.
A noticia dada pela Ordem, de ler sido en -
conlrada mora nos mangues de Sanio Amaro da
freguezia da Boa-Vista, urna preta escrava, amar-
rada e nua, tendo as carnes dilaceradas polo azor-
rague, inexata. Nao se deu seraelhanle faci.
Naquelle lugar deu-sc apenas a raorte repentina,
por appoplexia, de urna preta de idadu de 70 an-
uos, escrava do commendador Jos Candido de
Medeiros.
A moga de nome Idalina, snbrinha do subde-
legado de Santo Anlo, Alexandre de Hollanda Ca
Depois da morte de Cromwell fez-sc um sello
de nina grande dimensao para llicardo Cromwell,
e depcis para o parlamento ; mas na restauraran"
d is stuartsfoi rcslabeleeido o grande sello real.
Quando Jacques II fugie, elle lancen no Ta-
misa o sello grande, alim de quo nao servisse
para compronietter a antiga realeza.
No principia de cada reinado grava-se um no-
vj sello grande. Compem-se de Juis malrizes
ds praia em face e reverso. O sello da rainha
Victoria um dos mais bellos da colleccao dos
g andes sellos de Inglaterra.
Prado de luzeiis.. as regios, onde a
frescura do solo e a humidade da athmosphera
Um multiplicado os prados naluraes, e assegura-
d) o resultado dos prados artificiaos, o cultivador
n io deve encontrar a menor dilTieuldado seria em
entreter tanto gado, quanlo lhe for necessario
pira extremar as suas trras.
So lhe fallar estruine, se nao conseguir do seu
terreno o mxima de fertilidade relativa, qaeixe-
so de si, queixe-se da sua ignorancia a respeilo
d is primeiros elementos do seu nobre ofTicio.
Nao deve, porm, dizer-sc o mesmo a respeilo
do urc grande uumero de localidades, onde, pela
rraior parle, as iulillraces siihlcrraiieas produ-
zidas pelo esgotameulo de terrenos superiores
n.io cn:re(cm a frescura do solo ; onde tambera
nao sendo possivel adoptar ura meio fcil de ir-
ngacfio, as influencias da secca habitual do cli-
ma tornara toda a cultura de paslagons duvidosa
e dilficil.
Ora, sem pastos e em quautidade sufRcieiile,
impossivel todo o melhoramento agrcola, e lan-
o a Ierra como seu proprielaro empobrece de
auno para anno.
Consjguintcmente preciso, que lodos os pro-
ctssos, os quaes tem por fim eslender a cultura
da leguminosa por excellcncia. da luzcrna,
que Golunnclla chama herba eximia sejamcui-
dadosaieotc esludados o vulgarisados medida
que forera apparecendo, afim de provocar promp-
tamenle o maior numero do experiencias, para
raais sanias da religio a pretexto de a eslar ser-
vuido. Cremos que o verdadeiro catholico pode
o-dero estigmatisar os erres e os vicios que se
introduzem no rgimen da egreja, urna vez que
se naoaiasta da doutrina ensinada por esta ; ere-
mos que pode e que deve, segundo o cxemplo
do proprio Jess Christo. censurar os hypocrilas
e os merendles do templo, por que uisto faz ura
servico a egreja. Assim, o nome do terdarfeiro
catholico, com que nos temos
valcaiiti, que morava no engenho Javunda, da fre- i ^',e os cultivadores saib.im logo so esses proces-
guezu ou sanio aiu.uu ou a.u..:.<., .- ..-, sis corresponded s promessas dos se m.uu-
urna sua prima do nome Maria, casada com um
lavrador do dito engenho, Manuel Januariodei
Albuquerqiie, afilhada da Sr.' D. Rila Zeforina
Coelho dos Santos, c que se dizia ser a infeliz as-
sassinadu no engenho Contra-acude ; foi apres-
sentada hontcm na secretaria da polica, onde se
verifican a sua identidade de pessoa. He a pro-
prii Idalina Joaquina da Silva Cavalcanti, que
se acha residindo nesta cidade, no pateo do Ter-
co, para onde veio desde novembro do anno pas-
sado.
Foram recolidos casa de dclenco no dia
10 do correte, 7 homens c 3 mulher, sendo
6 livres e \ escravos, a saber : ordem do
Dr. chefe de polica 2, ordem do delegado do
Io districlo 1, ordem do subdelegado da fre-
guezia do Recfe 2. ordem do da froguezia
de Santo Antonio 3, ordem do da freguezia da
Boa-Vista 2.
Passageiros do vapor portuguez Yorlujal,
sabido para Milford Haven :
Antonio Jos de Mcnezes, Aun Harilgreve, John
Wigon, J. Antonio Tcixeira Pinto, Filppe Franco
de S, Maria Tlicrcza Franco e 1 criada, Domin-
gos Bernardo da Costa, Antonio FerlWndes de
A/.evedo, Antonio Gomes de Arrojo, Jos Francis-
co Brrelo, Joao Pinto Reges de Souza, Antonio
Jos da Silva Guimares, Manoel Antonio Santos
Pontes e 2 menores, Jos Nazeazeno de Albqucr-
que, Segcsfredo Leopoldina de Figueiredo Vei-
gas, Antonio da Silvva ata, Manoel Jos Ferrei-
ra de Almeida, Manoel Joaquim de Oliveira, Ma-
ria Burgos, Joaquim Lopes do Almeida, sua sc-
nhora c 1 filha, Domingos 11. G. Oliveira Jnior,
Manoel Joaquim Ribeiro, Jos Antonio Alvos
lilil, Joaquim Ferreira Rothcild, Joao Antonio
de Mallos Abreu, Fortunato C. Gouveia, A ntonio
Jos da Silva, Antonio Zacaras da Silva Coelho,
B. Pacheco Sanios, Domingos AITonso Vianna.
Passageiros do vapor Iguarass, sabido
para os porlos do norte :
D. Maria Magdalena do Amoral, D. Isabel F. M.
de Quintal, Carlos Estevcs Alves, Fr. Alberto de
Saula Maria Cabral, Manoel Joaquim de Moura,
Anlonio Ribeiro Campos, O. A. Raposo da C
Adelo Antonio de Moraes Carvalho, Antonio
Goncalves do Moraes e 1 escravo, Antonio Ber-
nardo do Araujo, Jos Antonio da Costa e Silva,
Manoel Ignacio do Barros, e 1 Criado, Stephano
Theotonio Bczerra, Manoel Ferreira Nobre do
Azevedo, major Jos Pereira de Azevedo o 1 Q-
Iho, Antonia Delfina Pereira, Bento Candido B.
de Azevedo e 1 escravo, Jos Luiz Pereira Lima,
3 escravos, Candido Gomes da Rosa, 1 escravo,
Salusliano Jos de Lima, Francisco Carrilhoc 2
filhos, Manoel Pereira de Araujo Vianna, Anlo-
nio Jos Rodrigues Vcliuha, Antonio Jos Barbo-
sa Bahiauno.
O sello grande d'Inclateiuia. O princi-
pal sello, empregado pela Jrealeza, na Gr.ia-Bre-
tanha, chama-so o grande sello de Inglaterra,
as patentes e os privilegios, os decretos, as cora-
msses, que emanara do soberauo, sao selladas,
com o sello grande.
Este sello a consagr.ic.ao de um acto sob a
forma a mais solemne
Legalmenle toda a autoridade lem e seu sello,
a realeza tem conscguinlemenle o sello grande.
O guarda do sello pequeo intitula-selord do sel-
lo privado, meml.ro do conselho privado, e um
dos grandes officlacs da corda.
O guarda do sello grande um personagem
ainda mais importante.
Inlilula-so lord guarda-sello, e de ordinario
accumula com esta funcc&o as de lord-chancel-
lcr. Nao lem side sempro assim.
O rci Heurique V linha dous sellos grandes ;
um de ouro, que era confiado ao bispdoDu-
Er.tre os procesaos recentimente indicajpfctrans-
creve o Journal d'agricullure pratquJ um de
ti o fcil execuco, quo merece as I' as do en-
saio, ao menos era pequea escala.
Efectivamente, una das causa- contri-
bu in para restringir ; em muitos p .,.s, a cul-
tura d.i lusetoa, a enorme exlrfimacAo, com
que nrsses pontos criam aquella planta."
M. de Gasparin no seu curso de agricultura diz
que alguns cultivadores do Meio-dia da Frauda
clicgam a empregar cento e tres mil kilogramos
de adu bos por hectare.
Ora, no Meio-dia poucos lavradores podem dis-
pnr do Uto grande porgao de adobos para obler
tida a luzerna de que devera de carecer.
O processo, a que se refere o ciuao jornal con-
siste era fazer a sementeira dajuztrna juntamen-
te com a do esparcelo, lancando i Ierra de cada
i ma sement a porgao iieccssaria pira a sua com-
pleta plaolaeio.
A v;getar;o das duas plaas, no orimeiro an-
no, fraca ; mas no segundo ellas cnscera como
ar de sol.
Entio deve-se demorar algum taito a cifra,
liara que o Esprcelo se desenvolva omplcta-
nente.
O prmeiro corle magnifico, e reguh, termo
raedt, quarenla a cincoenta quinlaes litricos
por hectare; no seguinte ainda se eutsntra al-
i;um esprcelo; mas a luzerna suppreinteira-
tnente a sua falla. v
No tercero, dcsapparece de lodo q espacelo, e
ti luzerna esl sciihora de lodo o terrera, e se
conserva por espago de tres annos emire em
bom estado, e nao cessa de produzir seiio de-
pois de ler enriquecido a torra em proveip dos
cereaes, que lhe devem succeder.
Cumpre, porm, notar que este Ticthol de
plantaco da luzerna nao pralicavol sonaanos
terrenas profundos, onde domina o elemenlocal-
careo, sera o qual o esparecto nao pode 'c-
getar.
Mxtadolro publico :
Malaram-sc no dia 10 do corrente para o co.-
umo desta cidade 101 rezes. I
MORTALID-ADE DO DA 11 DO CORRENTE
Mara da Agona, branca, solt ira, 35 annos ; fe
bre araarella.
. com que nos temos feito conhecido,
bem longo de ser um aclo de irreverencia a lan-
la ro.ligiao de Jess Christo, seguramente raais
capivel do que. o de ministros dessa mesma reli-
gio, cora que desgracadamenle sao conhecidos
alguns, que o solicitara sera vocago e somente
como ura meio de vida. O Sr. padre Gama sabe
muito bem que isto urna verdade.
Sera quererraos entrar na ndagacSo dos fun-
damentos com que o Sr. padre Gama se arroga
urna repulagao mabalavel, naos intr* mas tam-
bera extra muros, e cora que falla de si com tan-
ta fatuidode e pretenciosa jactancia, nao deixa-
remos todava de observar, que a cousa nao nos
parece tal comeo diz o Sr padre Gama, porque
estamos bem informados de que. para o publico
desta diocese, paraos homens Ilustrados princi-
palmente, S. S. foi sempre lido e havido por um
casuista comraum e emperrado era suas opines.
tondo apenas a sciencia pratica dos despachos
rotineiros eda tarifa ;=que foi sempre lido e ha-
vido por excessiv,.mente rigoroso na execurao das
leise caones daogroja, sempre que se nao acha
era jogo, ou que isso se nao oppe a algum in-
leresse seu, ou de seus amigos e protegidos
que foi sempre tdo e havido por hornera nimia-
mente dissunulado, o que, se grande e ahom-
navel vicio em qualquer pessoa, anda maior c
mais aboniinavel era ura sacerdote da religio do
Jess Christo. Ora. vista disto e nao se leudo
nunca o Sr. padre Gama feito nolavel por traba-
liio algum que revelasse asna recndita sapien-
cia, nao podemos saber, nem nos daremos tratos
a indagar, comoconseguio S. S. adquirir essa re-
putado, que transpe as barreiras de=la diocese-
e pot_i, mal 3e coraprehende que pretendessem
jaraais abalar aquillo que para nos nao existia.
1 eilas stas breves consideracocs ao prembu-
lo do hbello do Sr. padre Gama, passaremos a tra-
tar daquelles pontos do corpo da obra, que nos
parecerara merecer alguma resposla.
O Sr. padre Gama principia por irritar-so milito
contra o Diario de Pernombuco, porque este to-
mou, por epigraphe dos arligosda questao cccle-
siasticuo texto Clama, ne eesses, e dizque um
abuso applicar texlos religiosos a objectos profanos.
Que ptimo defensor das letlras sagradas nao
este Sr. padre Gama Mas, como concilia S. S.
esta sua tao orthodoxa opiniao, com o que prati-
cou, lomando par epigraphe do seu lbcllo famo-
so ura texto de Sanio Hilario ? Pois aquillo que
S. S. entende ser ura abuso do Diario de Per-
nambaco deixa de o ser quando se trata de sua
pessoa ? Lerabre-se o Sr. padre Gima da se-
guinte senlenga de Phedro : =S6i non cavere,
alus concilium dar, stullutn esse. Aconse-
Ihar a oulrem que faca aquillo, que nos nao
fazemos rematada louiurn.
No seu protesto, protestou o Sr. padre Gama
de ser inconsequente de principio a fim. Enten-
de que o Diario de Pernambuco nao leve bastan-
te, ou antes, nao leve a menor modestia, incul-
cando-se um sustentculo da religio calholica e
ura mantenedor da ordem social, o quo urna
verdade inconleslavcl. Mas o Sr padre Gama,
que julga ser isto urna grande falta de modestia,
como que com a mesraissima falla so teco asi
proprio um pomposo- e rasgado elogio, procla-
mando que a sua repula cao esl slidamente fir-
mada nesta diocese, e ainda em oulros lugares 1
o-;. -,..:n. .,..., i f^m, ,, mm|OS|a no fi-
no de Pernambuco, deixa de o ser no Sr. padre
Gama ? O Diario de Pernambuco, ao menos
louva se na opiniao de todos os jornaes impor-
lantesdo imperio, que o reconhecemeorao um ex-
tremo defensor da religio calholica e da ordem
publica, mas o Sr. padre Gama abstrahindo de
seu proprio juizo, onde ouvio fallar de3sa sua re-
putado tao preconisada por S. S. ? 0 Sr. padre
Gama, esquecendo a historia da mulher peccado-
ra. que prctendiam apedrejar, e a sentenca de
l hedro, que cima citamos, prega como' Frei
Thomaz ....
peto proprio Y defeusor r
Sempre que se traa da indagir os motivos que.
delerminaram a suspengao indifinida dos concur-
sos synodaes, oy.lera declarado abertamente
quo o motivo nico foi a apresentagao do_nadre
Reg para afregueziade Nazareth, que nao ha-
?nr concursos era quanlo essa quettio nao esti-
ver decidida. Vejamos entretanto o desplante
com que o reverendo Sr. Gama desmente o seu
acolyto.
O Diario, diz elle, ou qnem o inspira lcmbrou-
se do aecusar a curia do grave crime de ter
era sua sabedoria e consellws rcsolvido que
nao so celebrassem concursos em quanlo nao
fosse resolvidJ a questao de Nazareth. Nova
faltidade o
Dganos agora o Rvd. Sr. Gama a quem deve-
nios dar credilo.se aS. S.ou se ao seu acolylode-
fensorda curta, que nos afilrma ser a questao de
Nazareth e nico motivo da suspenso dos con-
cursos? Negando S. S. o que offirmara o seu
defensor. n'esle ponto, nao nos d o direito
do o suppor tarabem menos rerdadeiro em tudo
mais?
Este Sr. Gama e o seu acolyto fazem-nos lem-
brar a proposito d'islo, de uus ladrees que foram
apanhados de sbito pela polica, sera que se li-
vessera podido eulender, e que, interrogados a
separadamente, contava cada um delles urna his-
toria diversa acerca do modo porque haviam ad-
quirido os objectos furtados.
Paremos aqu, e esperemos pela conclusao do
protesto do Rvd. Sr. Gama. Nesta primeiru par
le a que respondemos, nada mais encontramos
digno de reparo.
Recfe, 10 de abril de 1860.
. O Verdadeiro Catholico.
P. S.Depois de concluido este arliRo, veio-
nos as mos o numero do jornal, em que o Sr.
padre Gama continuaba intreter os seus diocesa-
nas com urna ladainha de lamentosas qucixas
contra os Aereoes, qute tveram o hardimento in-
slito de palentearas irregularidades do reiziraen
da dioceso.
Ainda n'esta segunda parle de 3ua moiiwmen-
tosa apologtica, o Sr. padre Gama nada disse que
possa refular as nossas anteriores aecusaces
Salla pelas questes como gato por cima de "bra-
zas. Nao argumenta nem dcsenvolve principio
algum. r r
Acerca da inaraovibilidade e perpetudade dos
parochos osla de perfeilo accordo coranosco j
isto nao pouco, embora note-se a maior cii-
tradigao entre S. S. e os seus acolytos, que es-
creveram no Liberal Pernambucano que o con-
cilio de Tremo s exige o provimentodasegrejas
vagas, pouco importando que este soja temporario
ou perpetuo! Oque sobre ludo admira que o
Sr. padre Gama, roconhecendo a irregularidade
dos provimentos temporarios, nao procure apre-
sar os concursos das freg.iezi.is vagas, cuja viuvez
indefinida, anle-conomico, como mais de una
vez se lem demonstrado I Entretanto S. S. ao-
rando subtrahir a curia responsabilidade d'esse
fado escandaloso, exorca-sc poracoberla-la com
a autoridade de dous respeitaveis prolados brasi-
leros, inculcaodo quo foram ellos que aconse-
Iharam o Sr. hispo de Pernambuco a resistir ao
governo imperial! E um excellcntc subterfugio!
.Nao duvidamos que os dous respeitaveis prelados
fossem ouvidos u'essa qucsio ; mas quem sabe
slennos em que Ihes fra ella proposla ? A
falla de urna virgula Iranstorna muitas vosea o
sentido de urna consulta, quanlo mais a omisso
do enemistan..jas cssenciacs? O que lhe pode-
mos afilancar e, que pela ideia que lomos d'cses
dous dislinctos prelados, estamos convenridssi-
raos de que elles, era idnticas circunstancias,
leara evitado esse conflicto imprudente cora o
poder civil; porquanto elles sabein, qiis a pru-
dencia da egreja aconselha, que se evitem con-
tostaces d'esta ordem, quando nao envolvem
questes dogmticas ou quasi dogmticas, por-
qu s entio que toda a inflexibilidade do epis-
copado indispensavcl.
Prosiga pois o Sr padre Gama, que nos cora-
promettemos acompanha-lo.
11 de abril.
0 Verdadeiro Calholico.
tbrao a Ilustre a.tministragao recuou dianto
da questao do direito, a oommisso desorezar
tnmbera a questao do fado ; accrescenlarido so-
mente, que se esse abuso nao foi consumado foi
porque os membros da cnmraisso raulo lempo
te deote organwada e urna grande parte da as-
sociacao a cuio conhoriraciilo clicgou esta resolu-
go illegal fallaran) e revcllaram ha lempo o es-
cndalo desse procedimonto. Nao esto o nico
beneficio que ao estabelecimento tem j resulta-
do do pronuociamento de cada ura dos membros
da commissao contra o escndalo e contra o abu-
80- Um Sr. mordomo havia tambem pedido e ob-
iido da administrago que pela caixa dos pobres
oo hospital se lhe abonasse a quanlia de 50#
mensaes para ir em carro ver e dirigir a obras
do mesmo I ijraa grnJc parle d, n8oriaco
fn rto0inumeroenlrani os membros da rommis-
u? i larou-se abertamente contra esse escan-
menle tanto pelo peticionario, que fez a requisi-
cao, como pela administrar 4que Tautorison
mas afinal o peticionario fulminado VV\isoze
reprovadoris da sociedade nao leve coragem para
arrestar cora a deshonra de semelhnate prelen.
gao ; e os 50 mensaes em vez de cahramTo
bolsinho doSr. mordomo ficarampor esta \ci na
caixa dos pobres do hospital ou o ella foram de
novo recolhidos.
11 ponto. Dos 111:000SOO0 ou mais deUado$
ao Hospital pelo finado Joao Vieira tima, abalea
ou nao a admtmstraco ao devedor a nuantia
de 61:0009000/ Tran*formn ella ou meo no
momento desta infeliz transaeco o juro annual
de 18 por cenlo estipulado na retpecliva escrip.
tura em 10 por cento? Podia foz-lo Icoal-
menle f
prega
que
O Sr. padre Gama sabe, que peccado, que
brada ao co, negar a verdade conhecida porlal
A orthodoxia do Diario de Pernambuco de uina
evidencia a toda a prova, o se nao, que nos apon-
te 8. S. o artigo do Diario, era que cssa ortho-
doxia fosse jamis desmentida. Quando alguma
vez o Diario publica algum artigo menos ortho-
doxo, extrahido de outros jornaes, para Caz-
lo acompanhar. logo depois, de sua refulagao.
Felizmente, o Sr. pidre Garna, que nos repula
aleivosos e calumniadores, a nos o ao Diario de
Pernambuco, sempro que fallamos da curia epis-
copal, o isto pela razo muilo simples de se ler
appropriado quanlo temos dito da raesma curia ;
o Sr. padre Gama, diziamos, achou que, no meio
da nossa estrondosa declamaco, haviamos dito
urna verdade, quando alarmamos que alguns ec-
clesiastcos teem procedido com menos rogulari-
dade e ciusado escndalo. Como nao se tratara
propriamenle da curia episcopal, que o Sr. Ga-
ma encariioii era sua pessoa, e como alora disso
impossivel lhe fra negar hoje, que alguns eccle-
siaslicos teem causado grandissimo escndalo, S.
S. nao duvidou confessar que dissemos urna ver-
dade. Valha-nos ao menos osle brado da cons-
ciencia do Sr. padre Gama I
Cumpre porm fazer aqu um reparo. As ideas
de meno regularidade e de escndalo, empre-
gadas promiscuamente na mesma phrase, sao de
pura redaego do Sr. padre Gama. Nao as em-
pregariamos assim, porque sabemos quo oslas
ideas so repeliera, e nao quereriaraos arriscar a
nossa repulagao litleraria, que nao inabalavel,
como a do reverendo Sr. Gama. Sabemos que!
onde ha menos regularidade, ha sempre alguma
regularidade, e, onde ha alguma regularidade
nao pode haver escndalo, porque o escndalo
o ciiobiantaraento total de toda a regro, a ne-
gac/io completa da regularidade. Notamos esta
Francisca Jamara de Oliveira Dutra, branca, sol coa-dada de S. S., para quo a junte
herisipclla.
anuo ; dyarrha.
escrava, soltaira, 35 annos
lida os ha por l ? (Ri-
0 Sr. G. Cumaroe*: Terminarci por que i
eu sendo incommodo aos nobres deputados
Vi Sr Oeputado :-Pelo eentrario at uilo
ngradavel.
Or.G. Guiar*: Disse, Sr. presidente,
que o chefe de polica ora sem segundo, e entrel
tanlo a respeilo de todos esses fados nenhuma
providencia se ha dado e quando eu asdenunrio
quando cu provo a irnpunidade de um grande
criminoso, corao Antonio Malheus, o nobre de
pujado diz que eu fallei por ser inimigo do ho-
nJLrnxf \9 .Ba/ro': De certo, que se fosse
amigo n5o havia oe dizer isto.
O Sr. G. Guimara:_o anno atrasado quan-
* eu apresenini esse requerimento na casa, se
ijap taUetmha relacpes de iiujnnijsde coai o Sr
leira, 70 annos
Gera da, parda, 1
Perpetua, preta,
rheuraalismu.
Manoel Jos Baplisla, branco, solleiro, 14 anuos ;
fehre amanilla.
Jos Ramos do Prado, preto, solleiro, 42 annos ;
dirrho.
Hospital de caridadk. Exrstem 58 ho-
mens, 57 mulheres nacionacs, 5 homens eslran-
geires, total 120.
Na lotalidade dos doentes existem 42 aliena-
dos, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto s 8 horas e 25 minutos da manhaa, pelo
Dr. Dornellas s 8 horas e 10 minutos da manhaa
do dia 11 do corrente.
Falleceu 1 homem de dyarrha.
Communicados.
M jilo deve de ter admirado ao publico desta
cidade o protesto do Sr. padre F. i. lavares da
Gama, inserto em ura dos jornaes do da, a pro-
posito [das censuras que temos feito a curia epis-
rhan, chamado depois por esta possessao lord- copd; primeiraroente pela simpleza com que o
chanceller: o outro de prala, ca confiado ao bis- Sr. padre Gama, apezar da boa conta em que se
so de Londres. tem., appropria a si sement as caraancas, que
Os historiadores connindcm multas vezes os talhiramos curia, sem designagao de pessoas;
cbancelleres e os guarda-solios, mas hoje que s cm segundo lugar porque, depois de un longo
ha ura sellagrande, e um funccionario para sua silencio, depois do profundo meditar de mais de
guarda, tendo tambem a direceo da ehaocoHa- dous mezes, e adespeitodoque se diz de sua ca-
aos outros
Uluos, que lhe xrangearam a l.io solida repula-
gaoJe que goza inlro eexlra muros!...
OSr. padre Gama, bem como o defensor da
turii que se assigna Y po sempre o maior
impoiho em envolver o Sr. hispo de Pornambu-
- notas aecusages quo dirigimos referida cu-
rt, qiando certo que lomos sempre posto a S.
Ew. Ivm. fra'da responsabilidade dos actos a
qui esas aecusaces so referera ; que temos
scrrpri feito sentir, que S. Exc. Rvm. acha-se
coniniamente cercado da curia, que o illude,
que'hlocculta a verdade para conseguir seus
fins >oi meio de mentiras ecarillacocs. Nao con-
testona que alguma phrase so encontr em
noss* ampios, que possa ler uraa iiileliigcncia
desfa\jnvel a S. Exc. Rvm.; mas nao s nao
essa niielligencia quo Hie diriTos, como que is-
so nodsaulorisa o que temos dito em bem do
Sr. bi%j. nem d ao reverendo Sr. Gama, ou ao
aireito de lorcer o senlido de nossas pa-
lavras.*.
Fiquiuma vez por todas bem certo o averi-
guado, jie era nossas aecusages curia episco-
pal, fa/.aios rompila reserva de S. Exc. Rvm.,
cujo corao bondoso, e cujas boas iiileuccs so-
mos o priieiro a reeonhecer e a proclamar. Sa-
bemos, O os actos de S. Exc. Rvm., em quo
nao interim a curia cora os suas insidiosas sug-
gesles. (nem sempre o eunho do redidao, da
prudencia; da bondade. Temos disso proras
muilo re rites. "\
Deixemd, passar por a\|o aquelle adverbio
a|a, est tirada toda a confusao. O lord chancel-
ler, guarda-sello, um funecionario muilo ele-
vado, muilo influente ede urna cathegoria supe-
rior de lodos os lords lemporaes.
Sua dignidade lhe d entrada no conselho pri-
vado, e o faz speaker, ou presidente da cmara
dos loras por prescrpgo.
N'oulro lejnpo era sempre um lord espiritual;
at sir Thoniaz-More, uo linha havido chancel-
ler leigo; c por isso o lord guarda-sello presidia
aos exercicios religiosos da capella real, e guar-
dara M consciencia do re com o sello real.
O primeiro re, cujo ello so tem conservado
m agora, Eduardo o confessor. Ha estampas
dos dous sellos dcste rei. Neslas estampas esta
ello aventado no seu throjio, a a legenda esl
escripia em caracteres niaiores que as dos outros
beca, ninguem presumira que o Sr. padre Gama,
cuja fama diz ello que vai alera deste bispado, se
sahii.se a lume para produzir urna tao paluda e
engoiada defeza cora tamaita copia de banalida-
des .nsulsas e disparatadas.
O protesto do Sr. padre Gama um Irislissimo
documento, que vera por em relevo o que ha-
viamos dito do lastimoso estado de desgoveroo
em que se acha a nossa diocese, entregue quasi
que exclusivamente a insipiencia de crneos ob-
tuso e frouxido de maos nimiamente inertes.
As enrgicas, mas pacificase sinceras sdmoesta-
ges, que temos feito a quem pode remediar es-
tes rales, acabam de ser plenamente justificados
solo Sr. pad^ro Gama que mais parece ter querido
dar-;e uraa importancia,-que so elle se reconhe-
cece j, e lecec-ee o proprio elogio, do que defen-
kypocrita^nte com que nos mimosea o Sr.
padre Gama quo lhe conree bem o valor, por-
que a sua coiscicncin juizV^evra de seus ac-
los.e admiietnos quo S. S. jtgue nal cabidos,
ou improprios oa termos c\ria, consistorie e
aunedrio episcopalcom que asignamos as pes-
soas, qiooceupamos diversos jargos immedia-
lamenln^dslrictos ao governo d diocese 1 Esta-
r o Sr pdre Gana to alheioX ijcjodoa livros
de moral, os caonea e dos doures da groja,
quo exlranto desigiacoes to Wmjnlcmenle
usadas ? Abrs. S. qualqoer livrVle moral, de
caones e de aceito ecclesasticoV ah encon-
trar essas desigiaeee que emprekios.
J dissemos que o reverendo SrjGama, es-
crevendo a sua mercurial com o tilunVde protes-
to, protestara de ser ioconsequei cemsigo
mesmo. Assignalsremos agora a onJUco pal-
mar em que so ello acha com a vcruV sabida
Hospital Portuguez.
A eoiiuit issat de e vunie dos a buzos
e iltes^alidades eommettidas no
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia pela admiuistracao de twr.,
em le.posin quaito eominunl-
eado da defeza da mesma adminis-
(racaot (*>
Tenho f, Senhor, que a Pro-
videncia continuar a velar pelo
augmento e progresso desle pi
eslabelecimento.
[Dr. Almvida Falla com
com que pedio a S. Al. F. o seu
augusto .prolelorado em favor
do Hospital Portugus de tene-
. /ice'lt<* em Pernambuco.
[Continuaco do numero 81.)
9." ponto.A mesma administraco fez tirar
ou nao. e collocar na Gallera dos bemfeitores do
Hospital o retrato de um dislincto personagem
desta capital sem que eAtrasse em caixa a res-
pectiva propina de 1:000g ? Poda faze-lo legal-
menle em face do art. 62 dos estatuios?
A raesma administrago no qurlo com'muni-
cado de sua defezaconfesssa quo o fez, nem
poda neg-lo porque esse retrato ainda l exis-
le na gallera atlestando o espirito predulario da
raesma adrami&traco ; e sustenta que fez muito
bem porque esse dislincto personagem muilo
bom, muilo virtuoso, deu nm donativo acuitado
para a fundaco do Hospital [100) ; lem conlri-
outdo sempre com 109 mensaes para a sustenta-
cao do mesmo ; e deferio um requerimento para
a tnsliluico de um sacrario na capella do Hos-
pital Infelizmente a administraco com a sua
defeza colloca-ise ainda em peior posigo do que
quiz colloca-la a commissao. A commissao nao
quesliona nenhum dos principios apontados pela
administrago ; o que ella questiona e sustenta
, que a nlnguera pode nem deve ser mandado ti-
rar o retraa custa dos pobres, sem que o agra-
ciado entre para o caix do estabelecimento com
a propina de 1:000 art. 62 dos estatutos (n).
Ninguera mais do que a commissao acata e res-
peila as virtudes pessoaes onde quer que ellas
cxislam, mas essas virtudes nunca pdem nem
devem pozar sobre o cofre dos pobres, seno de-
poisde satisfeilos os requisitos da lei do estabe-
leci ionio. Por esses com mil ris, dados no
lempo da primeira administrago mandou ella
inmediatamente passar a esse dislindo persona-
gem o diploma de bemfeitor do Hospital o qual
de direito e por forga do estatuto lhe pertentia.
Ora a admiuistracao que nao cega bem v, que
a esmola de 10* mensaes, (ou 480 era quatro
annos), e o despacho de um requerimento nao
tazcn niscer dreilos retribuigo do j citado
art. 62. Mas a administrago nao' o entendeu as-
sim ; assentou que desses 10 mensaes dados
para alimento dos pobres e allivio dos afilelos
ella devia arrancar-lhes da bocea 160J pelo me-
nos para empreg-los em um quadro illegal I A
justiga do Deus nunca perdoal de certo essa fa-
tuidade ridicula ; mas a commissao confia, em
que a justiga dos homens far entrar tambem
nos cofres da indigencia essas sommas, que ar-
bitraria e voidosamenle lhe foram extorquidas.
Nao se lmanle a illuslre administraco por nao
arhar no estatuto meio mais dispendioso para
estas e outras que laos dapidaces. Nao man-
dou ella lavanlar um mausuieu'a um bemfeitor
morlo ? Poda mandar levantar tambera um o6i-
lisco a um bemfeitor vivo I Pobres doentes do
Hospital Porloguez em que mos esleve entre-
gue o vosso patrimonio !
- 10. ponto.A mesma administraco mandou
ou nao collocar tllegalmenle, na gallera dos
bemfeitores do hospital os retratos de dous con-
juges mediante urna s propina de 1:000$ ?
A commissao disse o nao foi contestada pela
Ilustre administrago que esto abuso havia sido
por ella autorsado : mas ella julgou-se dispen-
sada de urna juslificaco importuna, por isso
que loes retratos se nao acbam anda no estabe-
lecimento.___________________________
(*) Vide os Diarios n. 71.
(n) Art. 62 do estatuto. Quera offcrlar urna
esmola superior i 100 inclusive, ser conside-
rado bemfeitor do hospital, e aquelle cuja esmola
r superior 1:000 inclusive, ser considerado
benemrito do hospital. No primeiro caso tica
com direito expresso ao respectivo.diploma para
que possa gozar dos privilegios e regalas confe-
ridas pelos arM*84 o 85, o no segundo, almde
idntica disposigo, a junta administrativa, aqui-
laiando-o mrito da esmola.oTertada, decidir da
conveniencia de mandar 'tirar-lhe o retrato, o
que resolvido pela affirmativa, ser o retrato do
benemrito collocado na sala das conferencias,
ou gallera dos disliuclos bemcitores do estabe-
lecimento.
Relativamente .'. importancia total do legado a
commissao no supplemento aoseu Manifest ()
publicou j urna rertido do juzo competente da
qual consta ser ella nessa poca de 106:195727.
A commissao encarregada do relalorio de 1858
ja no lempo do Sr. provedor argido exprime-so
a este respeto nos termos egninles (pag. 7) :
O primeiro destes bemfeitores fJan Vieira Limo)
legoueste estabelecimentop, iisposico testa-
mentaria metade da so mina h maior'de dizen-
tos costos de res, que lhe devedor Gaspar
de Menez-s Vasconcellos de Urummond, caliendo
a outra metade por igual doaro ao grande Hos-
pital de Caridade.
No tnianlo quo o Sr. Jos Teixeira Basto no seu
folheto intitulado Relalorio de 1859. e cuj pa-
lernidade ao menos por empreslimo lhe portence
fallando aos senhores socios, so exprime a esto
respeilo nos Icrmo segundes [Pag. 8) :
l sabis que o fallecido Joao Vieira Lima
deixara ao Hospital Portugus um legado que
montou na quaulia de 60:U0OS0O0 ; em quanto
que agora no quaito commumeado de sua defeza
vera sendo que a tolalidade do legado impor-
touem 72:0O0S'i0O ; ( sinsular 1) e para prova-
lo, depois de fazer chover sobro a commissao
una torrente de improperios npreseuta urna con-
ta do debito em cujo crdito iguram sommas nao
recebidas pelo toslador, como por sua propria
leltra se acha declarado em urna nota existente
em poder do respectivo tcslamenleiro. A com-
missao protesta desde j.conlra tal conta por Ile-
gal e oanifeslameiitc oflensiva dos inleresses c
direitos do hospital, esperando poder dentro era
pouco lempo, apreseniar a associaco e ao pu-
blico urna conta regular e legal.
Era quanto porm o nao faz nao lem a menor
duvida em admillir em hypolhese os principios
eslabelecidos pela mesma administraco o argu-
mentar com elles. A admioislrago" diz no seu
j referido communicado que sendo a importan-
cia total do lecado 72 corilos de ris, recebendo
50 contos de ris. apenas abateu 22 contos do
res !... Bagalella !...
E em quanlo aos juros a commissao nunca
disse como quer empreslar-lhe a Ilustre admi-
nistraco, que al ao momento dessa desgracada
transaegiio elles nao foram contados a raz do
lo por cento como se achava estipulado na res-
pectiva cscnplura ; o que disse e a Ilustre ad-
miuistracao confessa, [veja-so o que diz o seu
corpo de delicio chamado parecer da commissao
encanegada dessa convenoo), foi, que desde es-
se momenio os juros do 18 por cento ficaram
transformados em 10 por cento, havendo por
conseguinlc por parlo da administraco um nba-
limenlo de 8 por cento ao anno at ao embolso
real e total da soturna convencionada. E quer
ver a associago e o publico qual a lotalidade do
prejuizo que ao hospital rpsultou dessa concorda-
la verdaderamente inqualificavcl, admiltindo
mesmo os principios consiuado3 pela Ilustro
adninislraoo?
Ei-lo : *
A batimento
gado
Dito de uraa verba que figura na
conta do crdito, romo paga ora
l^ de setembro de 1857, mas que
era representada por uraa ordem
sobre o erario, a qual nao foi pa-
ga corao so acha annotado por
propria leltra do leslador .
Juros correspondentes .
Aba timen lo de 8 por cento ao anno
nos juros correspondentes a 40
contos de ris pagos a prazos de
I, 3, e 4 annos, a razo de 10
contos de ris por auno .
na mporlancia do le-
22:58Cg678
3:26 5000
6:727310+
8-00000O
40.577782
A commissao repele que protesta contra esa
conla apresentada pela Ilustre administraco e
prolesta por lhe parecer absurdo que er uraa
conta de debito qualquer cora juros vencidos pos-
sam as sommas dadas pelo devedor ser levadas
conla de capital antes do amortizada a impor-
tancia dos juros; porm mesmo quando assim
possa ser mo)ia ainda umi outra razo contra
essa preiendida.reciprocidade de juros constante*
da referida conla ; a seguinte :
Para que o juro de raais de 6 O/o (juro estipu-
lado) seja procedente em juizo, preciso que se
d um Ululo estipulante, sem o qual a lei o nao
reconhece ; assim para jue em duas conlas de
debito se d a reciprocidadoode juro, necessario
que se d igualmente a reciprcala Je de ttulos -
ora essa reciprocidade do ttulos nao so dava no'
caso verlenle, porque Joo Vieira Lima possuia
urna esenptura de hypolheca na qual so achava
estipulado o juro de 180/o ao anno, emquanlo quo
o devedor apenas possuia recibos baldos a toda
c qualquer clausula relativa a eslipulagoo dos
juros ; logo parece commissao, que quando
mesmo essas quanlias podessom vencer juros, (o
que so contesta), esse juro nunca podia ser equi-
valente ao do debito e isto por urna razo muito
simples, por falla de coudigo previa e do res-
pectivo Ululo legal. Emira a este respeilo a com-
missao procura esclarecer-se, e do resultado dar
conla associaco e ao publico. Por em.iuanto
siivam os mesnios principios eslabelecidos pela
llustre administrago, de conformidade com os
quaes apparece j um prejuizo contra o hospital-
nao menor de 40:577g782 Mas poda a llustre
adittxmstrocao faser airosa e legalmenle asa.
transaeco 1
E' uro axioma de senso commum, e um prin-
cipio de direilo natural, que ninguera pode dar
o que nao seu. Ora, a commissao pensa que a
llustre administraco nao levar o seu arrojo a
ponto de querer sustentar, que esse legado lho
perlencia, e era jpropriedade sua ; e se o nao era
e claro que nao podia sobre elle transigir de mo-
do algum, e muito menos com a circumstancia
agravante de prejuizo enorme contra seus legti-
mos dou os. O direito de transaego presnppe o
direilo de dominio, e se a Ilustre administraco
nao tinha um, claro, que nao podia usurpar o
oulro ; e usurpando como de fado usurpou esso
direilo do transaego, tambem claro que alera
da nullidadc da concordata a llustre adminis-
trago incorreu na responsabilidade legal de to-
dos os prejuizos cansados ao hospital por esse
aclo alem de desairoso manifestamente illegal.
Dada porem a hypolhese de quo nao quizessa
a mesma administrago obedecer aos principios
apontados. aconselhada, como diz ter-se acon-
selhado, devia saber, que as leis do psiz de ne-
nhum modo permitiera aos procuradores pbli-
cos transaeges desta ordem.
Mas nao leudo havido licenca para a crtaco
do hospital, nem leudo havido amfirmaco dos
seus estatuios, podia o hospital addir eu nao o
legado 1
A illuslre admioislrago concluo pela negati-
va, uto que o hospital nao podia addir o lega-
da ; e sem calcular as consequencias do que diz,
e a tal commissao encarregada dessa concordata
esrreveu, afilrma, que foi esta a principal razo,
que a obrigou a firmar essa convenco, tem a
qual o prejuizo do estabekcimenio seria total,
seguindo ella a este respailo o principio de que
izantes pouco seguro do que muilo duvidou.
A commissao nao lem palavras bastantemento
expresabas con quo reproyor o fulminar lanlo-o
proccdimcnlo da adminislraco, como o princi-
pio em que olla se baseou ; principio quo cocer-

(*) Vide Otario a. 57.
mi mi ArvTL.
CfliMCl L


^P^MW
ra em si tanta Deshonra para n mesma lam-
ttacao, quanlo o descrdito para 0 estabeleeimen-
t. Como $te esss adrninrstracaoconvencida do
quo o hospital a podia addJr, sto nio tinha
dtreito do aceitar esse logado, levan o son despa-
jo a ponto do dispor, aceitar e dar o quo era do
outrem?! Sa o hospital n.io liuha direitos sobre
caso logado algucm os devia 1er; e como que
illuslre administracao nao recuou diante do ura
acto, que ia oHeuder manifeslamento direitos cs-
tranhos, e ia despojar do legitimo uso de sua
propriedade o heideiro tambora legitimo 011 her-
deiros legaes? I Nio v6 a administradlo que pro-
cedendo por este modo, rocebendo "urna parte
desse legado, e dando a outra ao deredor com-
metteu urna verdadeira usurpaeao, urna extorco
manifesta contra os legtimos nordeiros do lega-
tario?! Quo falla para quo est procedimontoda '
-do^fMa.-ooeflWoauxiliar-se a ua"
oeiiuaas palpaveis e sensiveis pan a
ficre^telli|ecis. Hala vista a m;
turrule le
HaJa vista'a tima fHsbre
itBcao403Jt.ydoart 3i dos ejialatos,
com o*.quae*A meaua adra'mistracao quu pro-
bar que poita conferir ttulos de berafeitores, e
manda* tirar retratos a seu bol-prazer mu
cusca dos pobres fra dis disposicScrs do arl. 61.
11 ?-0ra accresce miis que easa administradlo
h a a aS30ciat>. on antes os tao3 tres mc'ra-
Dro3 dessa commissao llludiram a junta adminis-
trativa quanlo lhe asseveraram que a nao ser
Ra"
**areiarta irancezu. Berth, r. Kieres,
.eou -os salga lose e 70 a'.'1* sectos.
atarse'ha IVarcs franceza ./tCaiaV, N.O. Bieber
& C ,(i76 saceos assucar "lascavado.
LiverpoolBrigue ioglez Adels'te. i~ Rfder
'4 C 52 saccas algodao ; P. fsh 4 C, 191
saccas algodao.
Porto--Barca portugueza Sympalhia, V Per-
reiM Bailar, 180soceos assucar mascavado.
Rio dd Prala Patacho portuguez Parto, A.
Irm ios, 5150 barricas assucar branco a 100 di-
tos .lito
todos os praxistas. Fazenda .publica? (" E coi
podia a fazenda publica ou oulrt qualquer her-
deiro sem direitos forjados, apropriar-se de ura
; tet^a^Sr^SgS^DOr des
verdadeiroroubo S fala o emprego da torca e
la violencia ; porque emquanto i usurpadlo" da
piopriedadc alheia, o fado nao deita a menor
duvida segundo os principios eslabelecidos pelos
tres raembros da commissao. quo roalisaram essa
concordata, o para cujo Ilm inslaram para que a
respectiva administrar!, Iho concedesse poda-
res ilUroitados l Alas o hospital receben, dir
ouida a administradlo, em virtude de nma con-
cordata. Que importa ? respondo a commissao,
sc_ essa concordata foi celebrada pola tal com-
missao, que nenhum direilo tinha sobre a cousa,
do outro pelo devedor que s poda entrgala
ao seu legitimo dono I
E esta a jmislrac.io que quer passar por pro-
ba e honrada! E* esta a adininisjracao que de-
pois de ler faltado ;\ f de seus coniprouiissos ;
depois de ter violado e calcado aos ps a lei do
cstabelccimcnlo, cuja gerencia em boa f lhe foi
confiada ; depois de ter barateado as honras do
instituto em signaes do baixa adalacio ; dopois
do ter esbanjado o alimento dos afiliaos, e o pa-
trimonio dos pobres ; vom ainda dizer ao publi-
co, o a urna associac.io honesta e phflintropica,
que o hospital so acha de posse, do somraas il-
legitimas, o quo os seus doentcs eslo sendo ali-
mentados cora o producto da fraudo e da extor-
co pralicada por tresds seus socios ; o que o
assembla geral approvra esse procodimento es-
candaloso, sem que do scu seio so erguesse una
sovoz par. fulmina-lo e protestar contra ello?
Nao. A commissao nao o consentir. A corarais-
so nao pode mais salvar a administracao que
por si mesilla se condemna ; mas salvar "a asso-
ciaciio, c salvar o csl.ibeleciineuto desso labco
deshonroso o infamante que a mesuia adminis-
tracao quiz tancar cllessobro .
A commissao apressa-se a declarar que esse
legado pela forma da duayo s podia perlcncer
ao hospital, e a ninguem mais ; quo s ello tinha
o direilo d.o addi-lo, islo recebe-lo, c nao ou-
trem ; que entrando este por qualquer forma ou
nio lo na posse delle, esse direilo nunca podia
sor-Irte valiosamente conlestado ; o que o uso-
fruclo que por ventura delle auferisse. era legi-
timo o do nonhum modo offonsivo de direitos
alheios. Salva por este modo a honra da associa-
cao e do cslabe.leciinoiilo, a commissao cala-so
para deixar fallar.a este respoilo o Eso*. Sr. con-
selheiro Nabuco, e o Illm. Sr. Dr. Frailas, am-
bos jurisconsullos distinclos da capital do impe-
rio, c cuja neutralidado nesla queslo os poe aco-
berto de toda o qualquer suspeita. Sao ellos que
vio fallar:
CONSULTA.
Em 16 deseterabro de 1835, foi fundado em
Pernambuco o Hospital Portuguez de Beneficen-
cia, cuja abertura levo lugar no dia 20 de novem-
ro do roesmo anno, os estatutos, que vid juntos
ioram approvados provisoriamente pela polica.
Antes destes estatutos serem approvados pela as-
sombla provincial, succedeu raorrer Pedro, que
deuou on mesrao hospital ura legado de al"ons
contos de ris Pergunta-so :
Podia o hospital addir esse legado e propOr as
acedes convenientes para esse fim 1
No caso do nao poder addir :
Este impedimento permanente, ou finda cow
aapprovacao dos estatuios pelo poder competente?
Pudendo addir o legado :
Porfa a junta administrativa em presenca dos
estatutos fazer qualquer transacedo a seu respei-
tpela qunl recebase menos que' a importancia
Tendo sido feta esta IransaccSo por urna es-
criptura publica, mas nao sendo'valida :
Qual o meio de a rescindir ?
RESPOsTA.
Parece-me que :
Io
Nao podia o hospital sem estar legalmenle
constituido addir o legado, de que so trata.
Todava.
2o
Tendo sido approvada a insluicSodo hospital
pelo poder competente cessou qualquer duoida a
este respeilo e o dilo hospital possue legalmente o
legado.
Nao podia a junta administrativa transigir a
respeilo da quantia do legado, nao s pelo prin-
cipio geral do nosso direilo, que os procura-
dores pblicos nao podem transigirsenao tam-
ben) a face dos arligos 46 c52 dos estatutos (o).
... 4o
E licito a assembla geral annullar a escrip-''
tura e demandar ao roesmo passo ao herdeiro
transigente a quantia da transaccao ; ou deman-
dar aos directores (administracao) a indemnisa-
! das aecoes, que sao cabiveis em um ou outro
case.
Rio de Janeiro 14 de dezembro de 1859.
Assignado, conselheiro Nabuco de Araujo.
RESPOSTA.
do Illm. Sr. Dr. Frettas a mesma consulla.
*Ao primeiro quesilo : O hospital, de que
falla a proposta, era quanlo nao estiver legal-
menle constituido, nao tem existencia jurdica ;
por tanto nao pode exercer actos de vida civil!
adquirir, alienar, aeccitar legados, nem figurar
cmjuizo como autor ou reo.
Ao segundo ;
Logo porm que o hospital estiver legalmenle
constituido pode haver os legados que forem dei-
scados, ao lempo einf^te nao estando ainda ap-
prooado pelo poder competente, ja estova organi-
sadoe lexto o compromisso, pois que licito dei-
xar legados a pessons que ainda nao existem. De-
mais accresceque os legados pios sao em direilo
privilegiados e muito favorecidos.
Ao lerceiro:
A vista do capitulo 8o dos estatutos e art. 52
c claro que junla administrativa nao era licito
fazer qualquer Iransaccao a respeko do legado
pela qual recebesse menos do que o valor do le-
gado. Pelas disposicoes citadas a junta pura-
mente administrativa, e a transaego de que a
questao, importando cessao, transcende a esphe-
ra de suas atlribuigoes.
Ao quarto:
O meio de rescindir a Iransaccao nao pode ser
outro seno a competente accao "da nullidade.
Rio de Janeiro 9 de dezembro de 1859.As-
signado, Augusto Teixeira de Freitas.
Asslra definidos, como acabam do se-Io os di-
reitos do hospital ao legado era queslo, ques-
tionar ainda a nlminislraco que o mesrao hos-
pital nao podia addir esselegido, islo accei-
ta-lo por nao se adiar na poca da deixa devi-
daraentc legalisados os seus estatutos? Que im-
porta? (responde a commissao. a lei e o bom
senso), s$ esse impedimento no#sendo perma-
neate, ma3 sira lindando com a respectiva appro-
vacio dos estatutos, cessava qualquer duvida a
este respeilo, e o hospital iria depois buscar na
sua lotalidade o legado, onde quer quo elle exis-
.lisse ? Que a falta do approvago dos estatutos
em um estabelecimento desta ordem alm de naj
constituir um impedimento permancnlo de ne-
nhum modo ofrende os seus direitos mediatos
sobre os legados que Ihes forom deixados fra
de duvida poroso que- /cito deixar legados a
pessoas fue anda nao exsfe(n._Que cumpria
pois administracao fazer no caso verlenle ? Se
na occasiao da transado nao eslavara ainda ao-
era habituar o hospital, promovendo aapprova-
cao destes, e depois de habilitado ir cora a lei
em punho receber a tolalidade do legado onde
quer que elle existisso ; o que lhe cumpria fazer
era1 alisar o pensaraento da segunda admnis
tracao a qual por intermedio do seu digno prove
dor de saudosa memoria o Sr. Lisboa, hara i
dado os prraeiros passos para a-gularisar nesla
parle o comptomisso do estabelecimento o que
Tbe cumpria fazer cm summa era por meio dessa
approvacao dos estatutos converter em direilo
t re, esse direilo que antes della j o hospital
tinha adrem. E se na poca dessa iransacro
ja so adiavam apwovados os estatutoscomo
E!S?.qtt a.SS'm acom,ftc.eu. (Pelo menos no que
reipeitaadata era que fot assignada a respectiva
esenptura.) a que poder soccorrer-se a adminis-
tracao para salvar se ? A. commissao oo v ou-
ro meio ae nao de fazer choversobreella (com-
rmaaao) urna Usmpestade de descomposturas como
tam foilo al hoie em.lodo os seus artigo de
" 1
Art. 46 e 52 doj aotigos eaUlutoa.
dTt^nZT0!,' le3ad c,onvtr'ttria ^7or i RJo"daPratT-B?iguel>'nacional Marinho II, A.
*aZ"eJl?l??.!!?a eJueJ?!a-V a, 9P10 d< .Irmi.os. !00 bafricas assucar branco.
LisboaBrigue portuguez Florindaa, Msnoel G.
de Cliveira, 600 saceos assucar masc&vado.
LisboaBarca portugueza Flor de S. Siraao,
C. Nogucira - doador ? !
uomo encontrou a administracao unaniradade
emtodo3os praxistas relativamente a urna dou-
Inna contra a qual so pronunciam abcrlaraente
os dous maiores jurisconsullos da capital do im-
perio? Quer essa administracao autoridades
mais competentes, proras mais convincentes con-
tra o desatino, iezar, precipitacao, e nullidade
dessa desgracada transaccao ? I...
Mas commissao. i maligna, endemoninha-
lo a administracao della quizer dizer; e porque?
Porque a commissao levanlou ura brado de in-
diznaco conlra o seu procedimonlc abusivo;
porque palenloou ao publico e a associacao os
seus de3concerlos administrativos ; poriue ad-
rogaa causa dos pobres ; porque quer que=en-
trom para os cofres da indigencia as sommas
que lhe foram usurpadas o exlorquidas ; porque
sustenta quo derera ser respeitados os direitos
dus desvalidos; emfim porque nao transige era
pode transigir com o doscredilo e com a deshon-
rado estabelecimento o da associacao!...
A vista do que fica expendido e dos documen-
tos que ah icam transcriptos quorera ainda a
celebre administracao que a sociodade e o publi-
co acredilem que nessa infeliz concordata foi
ella movida pelo principio,anles pouco seguro
do que muito d indoso?-Nao. Ha um outro
principio que explica melhor o scu procediraon-
10 ; e o seguinte :do pao do nosso compadre
grande futa aj nosso a/Hliaio..
(Continuar-se-ha.)
vade.
S. Miguel Escuna portugueza Kainha dos Aco-
res C. Nogueira & C 6 pipas agurdenle.
Dia II-
10 da PralaPatacho portuguez Parlo. A. Ir-
mao;, 400 barricas assucar branco.
Rio da PratiEscuna hamburgueza Precila.
A. limaos, 100 barricas assucar branco e 100
ditas dito mascavado.
Rio da PralaBrigue nacional Marinho II, A.
Irmaos, 5) barricas assucar branco.
Lisboa -Briguo portuguez Constante, diversos
carrcgadnre3, 10 barricas assucar branco, 10
ditas e 80 saceos assucar mascavado.
MarselhaBarca franceza Caid, N. O. Bieber
4 C. 1,32i saceos assucor mascavado.
PortoBarca portugueza Syrapathia, diversos
carregadores, 110 saceos assucar branco e 120
sacci3 assucar mascavado..
LisboaBarca portugueza Flor de S. Sim3o, C.
Nogueira & C, 75 saceos e 15 barricas assucar
branco. 1:15 saceos e 20 barricas assucar mas-
cava lo.
Ri? "^ PralaBrigue prussiano Urni a, Bailar
& O veira, 30 pipas agurdente.
Liverpool Barca ingleza Adelaide, diversos
carregadores, 423 saccas algodao.
Recebedoria de rendas internas
Sernos de Pernambuco
Correspondencias.
Srs. redactores So hoje pude lr aqui cm Pao
vom urna correspondencia assignada pelo Impar-
Embora natural desta comarca, onde ainda re-
sido, pouca attengo presto aos negocios polti-
cos, e por sso abster-rae-hei de tratar das ques-
toos suscitadas por ociasiao de qualiflcaco.
Apenas ditei que eslrauhou-me a acre censu-
ra dirigida nessa correspondencia ao presidente
da cmara municipal.
Conhecedor das exccllenles qualidades que or-
nara o cidado, que hoje exerec o lugar de presi-
uente da cmara municipal, nao posso deixar de
dizer que o Sr. Imparcial foi~ mal informado a-
cerca das oceurrencias
Segundo me dizem pessoas dignas de lodo cri-
terio^ o presidente da cmara procedeu mili ro-
mndrnme!ei.V-S- 0'00' sonuo-"'e entregue um
t".? d0 10, J".9 P em occasiao, em que j
se achava-m terminados os trabalhos da cmara
municipal nao lhe era licito abrir um ofT.cio di-
rigido a toda corpora$io, rarmente tendo esta
de reunir-se no dia seguinte, e por isso
dou-se para esse outro dia. Nenhuma
Rendimentodo da 2 a 10.
dem ilo dia 11
- luto de Magalhaes
}U eJoaquim de Oliveir
1W a8."00-1 Rom5 Correia de Araujo
\U ^. n' rieiaco de Carra Iho ,
\{\ *0"1"'.rt*a^ouza Miranda Coulo
128 DiS"110 Fn,ncisco deCarvalho
\lt{a.q,,im Tixeira Pelxoto
I Amonio Nobre do Almeii. e
outro
j.-p"Tlid2 ios dl Foneca
S Ped'o Banal da Costa Soares
141) 4naJli,Se^dM ChaSas andonea
140 Angela das Virgens do Soca-
*^. meil Viraa
Ui Oilo0010 Cw,S"1 dc Morae
s f"iaA Vicen"cia de Abreu Urna
ii.^:,a do Amaral Raposo
152 un Antonio Pereira
1r1 Ju'10 Halnens
156 AntonroJos do Magahaes Basto
ien *!.arcel"o Antonio Pereira
160 Dito
71 Joao Fewandes Lopes
- '.""cisco-Jos Das da Costa
ia Manoel Medciros de Souza
77 Joao Barbosa Maciel
79 Candido Jos da Fonsoca
81-Joaq.iim Goncalves Salgado
8d Jos Joaqoim Ferreira de Mon-
donga
85 Victorino Jos de Snuza Travasso
l adr,c Luiz-de Araujo Barbosa .
J Ur. Francisco de Assis de Olirei-
ra Maciel
Jl Jrtanna Francisca de Mcnezcs
Moura
Travesea do Dique.
Auna Joaquina da Santa Cruz
, Ra do Rangcl.
o-i Jos Joaquim de Novaes
altos)
., Rus Real.
47 Albino Jos Ferreira da Cunha
303UO.J
959800
79000
sejoeo
3MD0
28S000
368000
36^00
36OO0
36OOO
18J000
21{600
393600
459OOO
455000
363000
36JO0O
45000
45S0OO
30*000
36?000
1053O0O
1O5S50O
5-lSOOO
IO58OO
25-5200
2200
21000
28gOO
(9)
segumies emquanitf durar a sessao, sob as penas
da loi se faltaren.
E para que chegae a noticia a todos, mandei
nao s passar o presente, que ser lido e alixado
nos lugares mais pblicos e publicado pela im-
prensacomoremellcriguaes aosubdelegados do
termo, para publica-los e mindaresn fazer as noli-
Iicacdes necessanas aos jurados, aes culpados c
"el" q"C re oehareB n seus dis-
rSC!9* f' de 1860-Bo Joaquim Fran-
/ur^otbs'c'reW ES,CTeS CUltt"5a^ esc"" do
Francisco de Arauio Barra.
Declaraces.
1 A.
igucs de
os
18*000
323 OO
28J80O
18000
45D0O
3OJ000
12J600
150g000
60000
Consulado provincial
Rendirrenlo do dia 2 a 10.
dem co dia II. ... .
6:4815817
871*569 r m 2:2229100
-------------- L {*?." constar se mandou affixar o presente
7:353-3386 c publicar pelo Diario. f
becrctana da thesouraria provincial de Per-
nambuco 28 de marco de 1860.-O secretario,
A. t. da Annu>ciao.
23:7853363
3:329->129
27:114*492
MoTimento do porto.
larass.
Joaquim A.
aguar-
reclama-
?ao appareceu em sentido contrario, pois que se
ella se tivesse dado, por cerlo que o dign pre-
sidente da cmara, de boa vonlade accedera a-
delle CV"ar qU h0UVC3Se 1ucm se qoeixasso
Das proprias palavras do correspondente se vO
a conlradiceao flagranle, em que elle cahe. Com
efle.lo se o 1 Un, de paz foi quera tirou as fo-
lh, s do l.vro de qualillcacao (como quer dar a
entender o correspondente) ninguem mais do que
ifii S.'?0"i S3fe em liWr desobre si a rPon-
sabtlidade desse fado, e como pois dizer-se que
o presidente da cmara fez cora que o Io juiz de
paz reformasse o officio, e dirigisse outro refe-
rindo ter encontrados falla das folhas do livro'
ninguem mais do que o 1 juiz do paz era inle-
32V2S denunciarsse factn. n .1 d.
algum poda allcclsra cmara municipal, e me-
nos anda a seu digno e respeilavel presidente,
bem conhecido pelo seu bello carcter.
Assim pensa.
O amigo da verdade.
Navios sahido? no dia 10.
Em conimissao a corveta nacional Viamao, com-
maudante o primeiro lente M. Simos da
Almeida.
Milford-Haven e porlos intermedios o vapor por-
tuguez Portugal, commandantc A. II. de
uyron W
Portes do norte, vapor nacional Igu
commandantc o segundo lenle
Moreira.
Navios entrados no dia 11.
Richenund32 das, logro americano Florest
Quinf. dc 263 toneladas, capilao I. C Pcrrv
cquipagem 10, carga 3.042 barricas com fari-
nha de.lngo ; a Wlialluy Forsler & C. Soguio
para o Rio dc Janeiro.
Navios sahidos no mesmo dia'
Havre pelo Paragalera franceza Berlha. ca-
pilao L. Aiue, carga couros.
Rio de Janeirobarca americana Sara Ann
capitao James Hill, com a mesma carga que
Iroux.i de SI. Murys. Suspendeu do lamaru
MonleviJoescuna ingleza Ktlywake. capito
Stieet, em lastro.
a. tu W
w V W c
V 5?
o.
Horas.
n
e
5
c
C/5
PJ
Atmosphera.
Direco.
Publicares a pedido.
Persuntas innocentes.
Pergunta-se ao Sr. Dr. Feilosn se j teve lugar
a reuma da sociedade Liberal Pernambucana
annunciada pelo Sr. Dr. Felippe dc Olinda Cam-
pello para a ultima doniinga do correnle n para a eleicao da directora da sociedade, e dos
membros da redaccao do Liberal ?
Se ainda nao se'realisou esta reuniSo, cora
que auIonsacaoSmc. contina aescrever rticos
de fundo para o Liberal, tendo j declarado que
nao conlinuanam a apparecer arligos dc redac-
Sao n aquella folha, cm quanlo senao procedesse
a nova eleicao dos relaclores della, visto ler
expirado o mandato conferido a Smc. pela socie-
dad Liberal Pernambucana 1
Ou arrei.endeu-se Smc. de ter recorrido d
torca de urna reuniao, e quer continuar na forma
do costume a declararEgo sum Papa1
Islo deseja saber.
Um Liberal. I
%
1
I Inlensidade.
1____

$
^


Centgrado.

O
Reaumur.
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Fahrenheit
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Hygromelro.


1
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Barmetro.
I
A noi.e clara cora alguns nevoeiros, vento
SE, veiD para o terral e ao amanhecer rondou
pelo S.
OSClLLAC.iO DA HAR.
Preamar as 8 h 54 da manhaa, altura 6.25 p.
Baixaraar as 3 h 6 da tarde, altura 1.50 p
Observatorio do arsenal de marinha 11 de abril
de 1860 vnspAs Juniob.
eou hercio y
Praca doRccife 11 de abruce 4860.
AS TRES HORAS DA TARe.
Cotaces orflciaesA
Cambio sobre Londres 251/4 d. 90 d^.
George PatcheltPresidefite.
ubourcqSecretar*.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 10 DE ABRIL DE 1860.
Directores da semana os Srs. :
Dr. Augusto Frederico de Oliveira
Marques de Amorim.
A caixa desconta letras a 11 0/n, loma saques
sobre-a praca do Rio de Janeiro, c recebo diuliei-
ro ao premio de 8 0/0.
Alfandega.
Rendiraento do dia 2 a 10. .
dem do dia 11.....
Editaes.
c Antonio
Movlmento da alfandega
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos

cora
com
fazendas
gneros
Descarregam hoje 12 de abril.
Brigue inglezSowardferro.
Brigue inglezCynlbiafazendas.
Barca portuguezaFlor da Haia = diversos g-
neros
Brigue portuguez Relmpago idem.
Hiate nacionals.Dous Amigosidem.
Importaeao.
Brigue hespanhol Vigilante. vindo de Barce-
lona e Malaga, consignada a Amorim & Irmaos
manifestQu o seguinte :
75 pipas, 719 barris e 61 caixas vinhos diver-
sos, o dilas cognac, 16 saceos amendoas, 750 cai-
xas de diversos tamanhos passas, 10 barris pi-
menlao, 50 ditos azeile doce, 150 camas de ferro,
6 sofs de dito, 2 volumes objectos para os ditos)
1 caixa podras de raarmore, 1 dita pinceis, livros
de uro e objectos para dorar, 2 barris azeile co-
pal e verniz; a ordem dos consignatarios.
Consulado geral. .
Rendimento do dia 2 a 10.
dem do da H. .
Diversas provincias
Rendimento do dia 2 a-t0.
dem do dia 11. ,
Despachos de exportac&o pela
a do consulado desta oidade na
dia O de abril e 1860
O Dr. Silvino Cavalcanli de Albuquerque, juiz
municipal da primeira vara da cidade do Re-
cife que Dos guarde, etc.
Fago saber.que em cumprimento ao arl. 36 da lei
de 19 dc agosto de 1346, sao convdalos todos os
cidadaos que tiverem sido desattondidos na qua-
i lificacao do votantes que leve lugar as difteren-
I tes freguezia deste muuicipio, e que enlentaram
recurso na firma da lei a apresentarera-se pe-
ranle o conselho que deve principiar os seus
trabalho* do dia 15 do correnle em dianle na casa
d/camara municipal desta cidade.
E par. constar mandei lavrar o presente que
ser publicadd pela irapren3a e afflxado nos lu-
gares dc roslume.
Dado ; passado nesta cidade do Rccife, aos 11
de abril de 1860.Eu Francisco Saraiva de Arau-
jo Galvo, escrivo o oscrevi.
Silvno Cavalcanti de Albuquerque.
Pe a inspccQo da alfandega se faz publico
quo no da 11 do correnle, depois do meio dia
sohao di arrematar cm harta publica porta da'
mesma leparticfco : 4 quejos pesando 46 libras
no valor de 13400 rs., apprehendidos pelo com-
mandanle da guarda desta alfandega, e 2saceos
conlendo os seguinles objectos : 3 pares dc meias
de linho grandes, curtas e ordinarias, no valor
de 467 rs., 2 cerolas de algodao no valor de
99:2580510 l333rs, 2 camisas para hornera, de algodao
20.444&336 i ordinarias, no valor de 1^666 rs., 1 loalha d
.TTTTT- !linho ,a"rada no valor de 2J00O rs., 1 panno
119;702876 para barba nc valor de 1000 rs 22 libras de
linguicas novator de 8;J800rs., 3 dilas de favas
torradas no valor de 500 rs., 4 varas de brim
liso ordinaria no valor de 800 rs., e 2 caixas con-
lendo 5C libras de doce em mas3a no valor de
2030OO ts, apprehendidas por Manoel Miguel dos
Santos CDelho, sendo a arremalac,ao livre de di-
reitos ac arrematante.
Alfandega de Pernamlaico, 4 de abril del8C0
O inspector, Bento Josl Fernandes Barros
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem cm vigor man-
da convar aos proprietarios abaixo declarados
entrega re m na referida thesouraria, no prazo
de 30 dins, a contar do dia da primara publica-
cao deste, a importancia dasquotas com que de-
vem entrar para o calsamento das ras abaixo
ndicadan, conforme o disposto na lei provincial
n. 350. Adverlindo que a falta da entrega vo-
luntaria ?erl punida com o duplo das menciona-
das quolis, segundo o art. 6 do regulamcnto de
22 de de;:embro de 1854.
Caes de Apollo.
N.
43 A Jos Mamede Alves Ferreira
Largo da Penha.
2 Bernarda Antonio de Miranda
Ra Direila.
131 Ma oel ."lomo de Cartalho
139 Joaquim Lopes de Almeida
Ra dos Martyrios.
3 Ca did o. Francisco Gomes
Ruadas Cinco Ponas.
92 An ia Miiria de Carvalho Uchda
94 Joanna Francisca dos Santos
96 Francisco Marlins dos Aojos Paula
100 Rita Mario da Conceigao
102 Tiburcio Valerianno Baptkla
104 Ignacio Jos Colho
106 Anlonio Joaquiu dos Santos
y.ndrade
108 Ma ia Luuada Purificacao .
110 Padre Jcs Antonio aos Santos
88
646
------ 734
92
339
------431
21:3880256
4:273J652
25:6610908
l:51if(18
897J555
24085973
195000
608000
103JJ800
993OOO
. 640600
270000
320400
24*900
9*000
25*200
180000
36$000
180000
Ju
lugar na
i vista
mande
edil* .
O Dr. Innoccncio Serfico de Assis Carvalho juu
municipal supplenle da primeira vara nesla
cidade do Recife de Pernambuco, por S M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro II
quo Dos guarde, etc.
Fago saber aos que a preronle carta de edilos
v'rera e della noticia tiverem. que Manoel Duar-
le Rodrigues me dirigi a petico do theor se-
guinle :
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara.
Diz Manoel Duarle Rodrigues, procurador de
Manoel Jos Francisco e Quitea Maria, que ten-
do Lino Jos de Castro Araujo se ohrigado a pa-
gar-lhc no dia 31 dc dezembro do 1854 quan-
tia do 1:000^, de que o supplicado devedor nos
dilos Manoel Jos eQuitcria Mara, como melhor
se ve da ola promissoria junta, acontece que
ate esta dala nao pagou o supplicado dila quan-
tia ; por islo requer o snpplicanlc V. S. se dig-
ne manda-lo citar, afim de reconhecer sua letra
o obrigac3o, e ver assignat-se-lhe o prazo de 10
das, denlre dos quaes dever ser condemnado a
pagar-lhe a dila quantia e juros al effectivo era-
boleo, on offeiecer quilacao e embargos que o
relevem da condemnacao ; pena dc revelia c cus-
las. E como se acha o supplicado era lugar nao
sabido, requer o supplicante e a supplicante dig-
ne-se V. S. admilti-lo a provar essa ausencia,
alim de proceder-se a citacao editas, por lempo
legal, findo o qual soja elle havido por citado
para lodos os termos da accao at final sentenca
c sua execuco.
gestes termos. Pede a V. S. deferimonto. Es-
pera receber mere.O advocado, Godoy Vas-
concellos.
Distribuida. Na forma requerida. Recife 3 de
feverciro dc 1860.Serfico.A. Baplista.Oli-
veira.
Nada mais se continha cm dila peligao e mcu
despacho, depois do que produzindo o supplican-
te suas tejilemunhas, subindo os autos a minha
conclusa** nelle- < ...i-- j- ^w.. at-
uintr; I
l^ior sentenga justificada a ausencia, em
sabido de Lino Jos de Castro Araujo,
s testemunhas de fls. a fls.: e por isso
soja o mesmo citado por carta de
Trozo de 30 dias, que correrao do
da do sua/ |.ffblicsi;o na imprensa. Recife 21 de
marco de. 1860.Innocencio Serfico de Assis
Carvalho.I
Nada mais se continha em dita minha sentenca
em cumprimento da qual o escrivo Manoel Joa-
quim Baplista lez passar a presente carta de edi-
los com o pr*o de 30 dias, pelo theor da qual
chamo, cito e hei por citado ao supplicado Lino
Jos de Castro'Araujo pelo contedo na pelicao
supra transcripta ; pelo que toda c qualquer
pessoa, prenles, amigos e conhecidos do suppli-
cado Lino Jos de Castro Araujo o podero fazer
scienle do que cima fica exposto. E o porteiro
do juizo publicar e afllxara a presente 110 lugar
do costume mais publico, a qual ser lambem pu
blicada pela iraprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 26 de marco de 1860.
Innocencio Scra/co de Assis Carvalho.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, juiz munici-
pal da segunda vara do lermo da cidade do
Recife, porS. M. o Imperador, que Dos guar-
de, etc.
Fago saber quo pelo Dr. Anlonio Francisco de
Salles, juiz de direilo da segunda vara criminal
da comarca, me foi communicado haver desig-
nado o dia 20 do correnle, pelas 10 horas da ma-
nha, para abrir a segunda sessao do jury deste
termo, quo trabalhar em diaa consecutivos, ha-
vendo procedido ao sorleio dos 48 jurados, que
lem de servir na mesma sessao em conformidade
da art. 326 do regulamcnto n. 120 de 31 de Ja-
neiro dc 1842, foram sorteados e designados os
cidadaos seguinles :
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Antonio Tcixeirs de Mendonca.
Estevio Jorge Baplista.
Capilao de mar e guerra Elisiario Antonio dos
Santos.
Jos Lourenco de Sant'Anna Barros.
Manoel Pinlo dos Santos. .
Joao Manoel da Costa c Silva.
Joao Anlonio Ribeiro.
Joao Ferreira da Costa.
Freguezia de Santo Antonio.
Anlonio Domingues Ferreira.
Claudino da Silva Ferreira.
Claudino do Reg Lima.
Francisco da Fonseca Soares e Silva.
Joaquim Jos da Costa Soares.
Jos Lopes de Parias.
Francisco Manoel Beranger.
Freguezia da Boa-Vista.
Antonio dos Santos Siqueira Cavalcanli.
Dr. Martiniano Mendos Pereira.
Jos Filippe Ncry da Silva.
Jos Francisco da Costa Lobo.
Joaquim Tavares Rodovalho.
Joao da Cruz Mendonca.
Anlonio Jos Leopoldino Arantes. '
Jos Vieira de Araujo.
Joao Francisco de Oliveira.
Dr. Francisco Augusto da Cosa.
Jos Victorino de Paiva.
Joaquim Calino Coclho.
Jos Vctor da Silva Pimcntel.
Freguezia de S. Jos.
Francisco Goncalves Rosa.
Mathias de Albuquerque Mello
Manoel Antonio Torres.
Freguezia dos Afogados.
Joaquim Jos Alves dc Albuquerque.
Manoel Joaquim dos Passos,
Fregnezio do Poco da Panella.
Anlonio Jos Gomes do Correio.
Jos Lopes Carneiro da Cunha.
Dr. Luiz Francisco Belem.
Freguezia da Varzea.
Egidio Carneirt) Rodrigues Campello.
Jos Correia Leal.
Freguezia de Muribeca.
Joo Hermenegildo das Candas.
Nereo de S Albuquerque.
Joao Ferreira da Costa.
Freguezia de Jaboalao.
Joo Figuera de Araujo Lyra. *
Mathias Mendes Rodrigues Campello.
Jovuo Coelho da Silva.
Honorato Alves de Jess.
Francisco Anlunio Ramos.
Jos Joaquim da Costa Figueiroa.
Thomas Jos de Oliveira.
A todo* os quaes e a cada um de per ai, bem
como a todos os interesando em geral, se coa-
vida pera comparecerem no grimeiro andar da
.nnlca8a qu" fci aei' e ala das sesses do
180fJfJ jury, lauto no referido dia cono aos mais. dias
Directora geral da instrueco
publica.
iniearn8lberHqU?0lIllm- Sf" *""'" feral
om, ,1. *anda ded,rflr,aos *ressado8, qe e
outubrn HoT68 m"r"dos Mr edital de lo de
ouiubro do anno passado para os- professores e
lltnLt ons,naPar*'" se habiillarem ere-
golari^reni os seus est^bclaciraentos na forma
espirar no da 15 do correte, ficando- os omis-
da 8^C. PenaS da '" m *U *
co^doelanrn.daJnsc,0Caopt*,ica dc Pernambu-
lnlr,'r dB 186O secretario interino,
Saltador Ihnnque de Albuquerque.
orn^9?0 doarsenal '!*
Sr n ,nsPcclor """"la f,zer constar ao
Sr. Antonio Hennque de Miranda, que como or-
aSade sftm o V?*fLl9 d' >r^
aata de 31 do mez findo, deve pagar na rerebe-
rP0na,doVen,da*-"ler;ias' a npoftoncU dos di-
reitos e emolumentos correspondente ao lu-orde
meado pelo goverao imperial por decreto de 18
di rfo.^lr y,l,m.ll':>wando essa importancia
Jsohcite en.regar-lhe esta secretaria, logo que
Iospec.;ao do arsenal de marinha de Pernam-
buco, em 2 de abril dc 160.-O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
RECEBEDORIA DE RENDAS,
administrador da recebedoria de rendas in-
ternas, em cumprimento da circular n. 6 do mi-
finan?u 1T"** *?,n dc Prximo
findo e da portara n. 76 da thesouraria de 16 do
correlo tendo mandado intimar no dia 21 s
"K e sociedades que lera sido facultadas
pe o1 ministerio do imp*no e encorporadas com
to?w iSaCn.0' e *ue ftSo linham P;,Ses novos
e velhos direitos pela approvacao de seus estatu-
ios o o sello do scu capital nos prazos legaes pa-
ra que cnlrassem com sua importancia e revali-
dado para a mesma recebedoria, as quaes socie-
adose companhias constam de urna relaco as-
signada pelo oflicial maior interino da secretaria
oa mesma thesouraria e sao ; companhia de se-
guros martimos ulilidade publica, idem da es-
Irada de ferro de Pernambuco, idem pernambu-
cana de navegacao cosleira, idem de seguros
marillmos ndemnisadora, idem de colonisacio
em Pornambuco. Alagas e Paralaba, das ques
somenle as duas de seguro martimo menciona,
das mostraram haver pago o sello de seu fundo
capital o os novos e velhos direitos pela appro-
vacao de seus estatutos, faz transcrever o ar 9
mico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anno prximo passado que sujeila s penas
do ort. 87 do regulamcnto de 10 de julho de
1 Sol) aos empregados c autoridades aminislr.ili-
vas ou judiciarias que de qualquer medo reco-
nhecerem a existencia das sobreditas cempa-
nhias. *
Artigo 9. Os contratos ou estatuios de socie-
dades anonyniasou companhias que entrarem em
operacoes ou estiverem fnnecionar/do contra o
disposto nos arls. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consequencia sem pagamento do sello do
seu capital, esto sujetes a disposkao do art. 31
do regulamento de 10 de julho de 1850, alem
das mais renas em que incorrerem, na confor-
midade da lcgislacao jra vigor.
nico. Aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou indiciaras que aceitarem, at-
lendercm, deferirera 011 admiltirera reclamac.oes
requerimenlos, rcpteSjentacoe-s^-ac uocumeiitus de uaalqucr natureza, apresentados
em norae do companhiase sociedades anonymas
suas caixas filaes e agencias em taes circunstan-
cias ou de suas adminislracocs ou de qualquer
modo reconheceremsua existencia iicarao exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamento do 10
de julho de 1850.
i0?nceb.e.doria,de Pernamlraco 25 de Tevereiro de
i>SW.=Ianoel Carneiro de Souza Lacerda
Pela subdelegaefa do Becife se faz publico
que foi opprehcndido um saceo com arroba
meta do algodao em pluma, e urna davina de ca-
ga ; os pessoas a quem pertencer o que vai dilo
dinjam-se mesma subdelegada, que lhes ser
entregue.
Recife. 10 dc abril de 1860.
Ignacio Antonio Borges.
Pela subdelegada do Recife, foi apprenen-
dido hoje s 4 horas da manhaa. no lugar do
!?? do Mallos> u,n slco com una arroba e
16 libras de algodao que conduzia um preto : a
pessoa a quem pertencer, dirija-so mesma sub-
delegada, que lhe ser entregue.
Recife, 10 de abril dc 1860.
Ignacio Antonio Borges.
patita casada misericordia de
Olinda.
O een> 5o. da son,a "a da misericordia da
cidado de O. naa,' P''eliberasao da mesa rege-
don em sesfso 3* de Warro prximo findo.
avisa a lodos o#'fo.' d* Slll0 e terrenos ent
coromisso, perlerrccrn^ a, Pl"monioda mesma.
que no improrogavef pi*."0 de ^ dias, a contar,
da data deta, devem vfr f\, mandar saldar seus
dbitos, alim de evllarera'al co-.'n,'elen,c acCo da
comratso que a mesma mesa K,|c,nd.e P oinmBsoa, depoie de fhhfc 9 Wk""?* P"-
LonsistoTio da santa casa ra mserrcor., a da ci-
dade de Olirda 7 de abril de 1800. O asV0*80!
Salvador Hcnrique de Albuqoerquf.
Pelasubdek-gdcia da Varzej se faz scienle
a quem mteressar possa. que foram pegados doosrv
cava nos um castanho e outro redado, na mata
U^ no Goiana da mesroa freguezia. para o que-
apresentando-se revestidos dnc -.. Vs7n.MiTI
5 revestidos dos seus documentos
, .e sci^" ""'
do, Jos Correia Leal.
ificativos e seao entreguesO subdelega-
TFIEATRO
SABBABO, 14 DE ABRIL DE 1860.
Grande e variado espectacnla
coniposto de
dramtico e viunastieo,
E>r BEENEFICIO
DO '
ARTISTA SOTA ROSA
larS^dlHuv^S0"3 da "^^ --
M\UCO SPiYBA,
representar-se-ha o bem aceilo e applaudido dra-
ma em 5 actos, intitulado
A JSTICA DTM RE
OE
4 QUEDA DO MINISTRO
p'anhi'a! ,omJr3 Parlt ,od,>3 <>s rusias da com-
O benoficialo esforcar-se-ha para bem desem-
penhar a jocosa parte de Joao. guarda porto.
Os intervalos sero preenchidos com as ricas
peas de msicas, taes como Miserere do Trova-
dor eCram-Batalha de Almuster.
m?D\d0 drama 0Sr loio l'rancscoda Silva,
mostr da gymnaslica o um seu discpulo, era
obsequio ao beneficiado, daro um inlervalo
HOMM WSMM.
O beneficiado espera a protecao do publico a
quera mais do urna vez tem fecorrido, sendo
sempre acoll.ido com enlhusiasmo.
Os bilhetes acham-se desde j & disposicao do
publico, na ra do Santa Issbel n. 13, casa do
beneficiado, e no dia do espectculo no escripto-
nodolhealro.
Comecar s 8 horas.
Avisos martimos.
Para Lisboa e Porto,
o bem conhecido brigue portuguez Harmona,
pretenlo seguir com muila brevidade, lem parto
de sua carga a bordo ; para o resto que \h*> fal-
la e passageiros, para os quaes tem excellentes
comraodos, trala-se com os seus consignatario
Azevedo 4 Mendes, no sou escriptorio ua ra da
Cruz n. 1.
= A barcaca denominada Santa Isabel, da
^jual juasic U.iUr.....o para os porlos do sul at o Paco de Camaragibe -
quem pretender, dirija-sc a ra do Livramento.
casa n 18.
Para a Bahia segu em poucos das a escu-
na Carlota por ter a maior parle da carga
promplo: para o resto, trala-se com seu con-
signatario Domingos Alves Malheus, na roa da
Cadeia do Recife.
iuT Para Bahia se%uc em Poucos dias o pa-
lliaboleDous Amigos por ler a maior parle da
carga prompta : para o resto, trala-se com o seu
consignatario Domingos Alves Malheus, na ra
da Cadeia do Recife.
t Correio geral.
Rolarlo das cartas seguras, vindas do sul pelo
vapor portuguez. e das existentes na adminislra-
para os senhores abaixo decla-
rua da Con-
cao do correio,
rados :
Almeida Gomes, Alves & C.
Antonio dcPadua Hollanda Cavalcanli.
Antonio Jos Pereira de S.
Clao (subdelegado da Boa-Vista
ceiijo.
Carlos Eduardo Muhlerl.
Claudino H. Cavalcanti.
Firmino dos Santos Vieira.
Fiamisco Dornellas Cmara.
Francisco de Freitas Gamboa.
Gabriel Antonio.1
Galdino Ferreira Gomes.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Joaquim Ignacio de Miranda.
Joaquim de Oliveira e Souza.
Joaquim Candido da Silva.
Dr. Jos Bernardo Galvio Alcoforado.
Jos Domingos do Couto.
Jos Pacheco Pereira Jnior.
Manoel Vicente de Oliveira.
Quincas de Oliveira.
Rufino Jos Maria.
Viuva Amorim & Filho.
Estaeao- naval.
De ordem do Illm. Sr. ehefe de divisao Fran-
cisco Manoel Barroso, commandante da estucho
naval desta provincia, previno ao grumete do
corpo da armada Jos Gomes das Neves, desertor
da guaraicao do briguo de guerra nacional Capi~
baribe, que, para ser tomado em consideraco o
seu requerimento dirigido a Sua Magestade o
Imperador, pedmdo perdao e baixa, deve se
apresentar primeiro ao mesmo senhor chefe, se-
gundo o despacho communicado pelo quarlel-ge-
neral de marinha, o que manda o me3mo senhor
commandante da estaeao fazer publico era con-
sequencia da determinadlo que para isso teve.
Bordo do brigue-barca Itamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860 O primeiro lente da
armada, Euzebio Jote Antunes, secretario e aju-
danto de ordens.
Conselho a/nafnistrativo
O conselho administrativo, para fomecimenti
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguinles :
Para o presidio de Fernando.
2 tornos de cobre e as madeiras que de fszem
precisas a urna prensa para fabricar farinha de
manduca.
Poro o meio batalho da provincia do Cear.
S63 esleirs de pallia de carnauba,
Pmr* provimenlo dos armazens do almoxari-
fado do arsenal de guerra.
27 1/2 caadas de azeile de edeo. /
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretstii
do tonselho, s 10 horas da manhaa do di 13
do corren te mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de euerra 4 de
abril de 1860Aento Jos Inmenk/Lins, co-
ronel presidente.Frtuvcitcd Joss&n Pereira
Loio. coronel varal secretario interino
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que o prazo da cobranca no do-
micilio dos conlribuintes do imposto do 20 OtO s
do especial de 80, relativo ao 1 semestre do
eicrcicio orrente, finda no ultimo deste mez,
aopois-do 4ue "R"ir-c'-uf n ronronea pnui-
!a*o?^ceJ,edoria ** Pecoambuo 2b" de marco
de 18Q,=0 adwinbjtcador
Marteel Carneiro de Sosa laarifi.
COXPAKOU PERNAMBUCANA
DE
Navegaco cosleira a vapor
O vapor Ftmnu-nga, commandante Lobalo
segu para os porlos do sul de sua escala no d<
15 do correnle s 5 horas da tarde c recebo carga-
at odia 13 s 4 horas.
COMPASIIIA BRASL1EIRA
DE
O vapor Tocantins, commandante o primeiro
t6nente P. Hypolilo uarte, espera-se dos porto
do sul cm seguimenlo aos do norte al o da 13
do correnle.
Recebe-se desdeja passageiros,frele de dlnhei-
ro e encommendas e engaja-se a carga que o>
vapor poder condu/.ir, sendo os volumes despa-
chados cora antecedencia al a vespera de sua
chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
REAL COMPAA
DE
paquetes ioglezes a vapor.
At o dia 14 deste mez, espera-se do sul o va-
por Magdalena, commandante Woolward, o
qual depois da demorado costume seguir para
Southampton, tocando nos porlos do S. Vieenlo
e Lisboa : para passagens etc. trata-se com os
agentes Adamson, Howio 4C, ra do Trapiche
n. 42.
N. B. Os embrulhos s se recebem at duas
horas antes de se fecharem as malas ou urna
hora pagando um palaco alm do respectivo
frete.
Lisboa^e Porto
Vi lahi brevemente a muito veleira
bem conhecida barca
Flor de S. Simo
recebe carga e passageiros para os doui
portos cima, a tratar com Carvalho
Nogueira & C, na ra de vicarion. 9,
primeiro andar, ou com 0 capitSo na
"Para tisb, a
I **- .
prelepde sahir com muila brevidade o brigue
portugut Gloriada, capilao Joaquiai Augusta
de Souza ; tem Tirompto a maior parle do car-
reganjanto, e gara a resto a frelo ou para passa-
geiros, rrta-e cm "Amorim Irmaos, na ra da
Cruz a. 3, ou com o capilao na praca 00 com-*
mercio,


'4)
Para o Rio de Janeiro segu em puucoe
das o palhabole Lindo Alfredo ; para o reato
da carga, trata-se cora seu consignatario Domin-
gos Alvcs Malheus, na ra da Cadeia do Rccife.
Para
Rio de Janeiro.
Sc-gue nesles das, por Icr o carrega menta
apromplo, a barca nacional Castro II1*>, capilo
Antonio Gongalves Torres ; para passageiros e
escravos, trata-sc cura o capitao ou com os con-
signatarios Pinto de Souza & Bairo, na ra da
Penha n. 6.
Para o Aracaty,
segu em pseos das o hiato Sergipano ; para
o rosto da caiga e passageiros, Irata-se na ra do
Vigario n.5.
Vara o Rio Grande do Norte,
segu e barcada Conctelo de Maria, anda re-
cabe carga : a tratar na ra da Madre de Dos
n. %, xju no caes da aUandega.
que se retirou para Europa, (ara leilo em seu
armazem na ra do Imperador n. 15 de urna ri-
ca mobilia de Jacaranda, piano, candelabros,
taca, vidros e todos os mais pertences de urna
casa de familia, assim como de um bera acabado
cabriolet de 2 rodas com muitos boas arreios.
Frincipiar s 11 horas em ponto.
LILAO
DE
Carla k frelameolo.
MARIO 1>B PfcftNAMBtCO. QUISTA FEIKA ti DB AB^j, pg ^
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id )& m rai w
Gr .nde e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios presos.
Do-se amostras com penhor.
Coatinuacao
Leiloes.
Cwallos de Montevideo.
Borott&C. faraoleilao por interven*
*to do agente Hyppoltto, de 50 cavallos
dos rnais lindos que tiem vindo a tsta
praca, chegados ltimamente na barca
norte*mencanaMeddlesex,no dia 12
do corrate as 1 i horas em pojto por
detrs do armazem amarello co nfronte
ao arsenal de marinha.
Consulado de Franca.
LEILO
A requerinent dos Srs. Cchafeitihn
& C. por ordem do Sr. visconde de Le-
mont cnsul de Franca e em sua pre-
senca o agente fyppolito da Silva ven-
der' em leilao urna caixa marca B n.
321. contendo 97 chales de fil bordados
e 30 cUr/.ias de chales de mursulina ada-
mascado, avanados a bordo do mvio
francez Pernambuco, capitao Lorduan :
quinta feira 12 do coi rente as 11 horas
em ponto no atmazera alfandegado no
caes d'A pollo, casa do Exui. baioVado
Livra ment.
Sexta-feira 13 do corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
V porla da associacao commetcial na mencio-
nado dia pelas 11 horas da manha, o referido
gente vender por conta de quem pertcncer :
A carta de Tietamento da barca franceza Theo*
dice, 3-31-1 de lote de 5,000 saceos de as-
sucar pouco masou menos, tem 15 diaspara
carrejar e mais 10 dios a razao de 123 francos
por dia ; e pode dirigir-se para Marselha, Ge-
nova ou para Trieste.
Awcrida carta de (retamenlo pode ser vista
em ao do agente para nielhores informacoes.
ItllEO.
A 12 do corrente.
a | s g-a
2!" hS
"*3 =3 C O
^*o c
* 2 2. <*
3.
I
I
O
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13.
O
O.
I!1
II
S fe-p
m e-
\
fie
f S
I ^
55
3
5"-a
VI

O propoto do agente Oliveira fari leilo por
conta e risco de quem pertcncer
DE
14 barrrs de 51[2 arrobar superior loaclnho.
30 ditos de 1 arroba de superior chouricas.
20 sacces feijo brance.
Quiffta-feira s 11 horas da manhaa, no arma-
zem de Sr. Annes defrontc da alfandega.
4
i-i ?
"O o
lis
? -a
ca o.
O o
c
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B
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Cfe
as*
CX2
s
Q
CZ5
^
1 PUAZO.
Gneros de estiva
Sexta-fcira 13 Jo rrente.
O agente Berja far leilo na -porta da alfan-
dega por conta c risco de qnem pertencer do
seguate:
150 gigos cora champagae.
80 caixns com cognac.
5 barris vinho Sherry.
2 ditos de cognac.
1 dito genebra.
5 ditos com er.
70 barricas cora serveja branca.
Frincigiara as 11 horas em ponto.
LEILAO
j
PELO AGENTE
Quinta-feira 11 do cor-
rente s 11 horas.
O agente Ca margo fara' leilo no seu
armazem na ra do "Vlgario n. tS.
DE
Um mobilia de Jacaranda', urna dita
de amarello, mesa elstica, appara Jo-
res, urna porcao de cadeiras, appa-
rellios para mesa e outros objecin
(jue se deixam de mencionar ; as 11
horas em ponto.
A' porta do armazem do Sr. Annes defronte da
alfandega o referido agente vender por conta de
quera perlencer pelas 10 horas da manha
20 barricas com sardinhas.
_3JLmcias ditas ditas.
o banicis cuui o UAv.elltulu pon
o Doni*oa.
Caixas com queijos de prato e ftamengos.
200 caixascom charutos.
LEILAO
Lava-sc e engoroma-se com toda a perfei-
^ao : n ra Velha n. 113.
V. II. Stabb, subdito biitannico, re tira-se
p,ra fra do imperio.
O JJr. Cosme de Sa' Fereira?
|de volt de sua viagem instructi-j!
i ti va a Europa continua no exer-|
[cicio de sua profisso medica.
Da' consultas em seu escripto-5
[rio, no bairro do Recife, ra daj,
Ci-ue n. 53, todos os dias, menos;
nos domingos, desde as'6 horas!
,"Ue as 10 da manhaa, sobre osS
seguintes pontos :
l*. Molestias de olhos
. Molestias de cora cao e de
peito ;
. Molestias dos org5os da gera-|
cao, e doanus ;
'. Praticara' toda e qualquer!
operaqao quejulgarconvenien-
te para o res'tabelecimento dot\
seus doentes.
O exame das pessoas que o con* j
Isultarem sera' feto indistincta-
I mente, e na ordem desliasen-i
I tradas; fazendo excep^ao os doe n-
I tes de olhos, ou aquellos que porjj
motivojustoobtiverem hora mar-j
icada para este fina.
A applicacao de alguns medica
meatos indispensaveis em varios?
casos, como o do sulfato de atro-j
pina etc.) sera'feto.ou concedido i
gratuitamente. A confianqa que)
nelles deposita, a presteza de sua I
r^ioa^vo,- o rx. v-o^ccra At> |%roi^nta
de seuemprego; tudoquanloo!
demove em beneficio de, us
doentes.
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias g
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados 9
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores 9
Romeiras de fil de seda preta bordadas 9
Visitas de grosdcnaples prclo bordadas
com froco 9
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado 1200
Dito liso prelo e de cores, covado 8
Seda lavrada preta e branca, covado 15 e 3&000
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros 19500
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes 109000
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte 16)000
Cambraias orlandys de cores, lindos pa-
drt-s, vara 1JW00
Manguitos de cambiaia lisos e bordados 9
Tiras e ntremelos bordados 9
Mantas de blondo brancas e pretas 9
Ditas de fil de linho pretas 9
Chales de seda de todas as cores 9
Loncos de cambraia de linho bordados g
Ditos de dita de algodo bordados 900
Panno prcto e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado 9
Casemiras idem idem dem 9
Gollinhas de cambraia a $640
Chales de touquim brancos 9
Ditos de merino bordados, liaos e es-
tampados de todas as qualidades 9
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores 3^500
Aberturas para catnisa de linho e algo-
do, brancas e de cores 9
Saias balao de varias qualidades C5OOO
Tafel rxo, covado J500
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado 280
Cassas francezas de cores, veri $500
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos $800
Um completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, patetots,
colleles, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes Gnos. forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodo
Capellas brancas para noivas muito Gnas
Um completo sortimento de fazendas
Eara vestido, sedas, 15a e seda, cam-
raia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
I Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu^as de.
seda bordadas, lisas, para eenhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de collele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito Tinos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas larguras mui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Solim liso de todas as cores, covado
I.crieos de gorguro de seda pretos
Relogios e obras de ouro
Cortes do casemira de cores a
9
89500
9
I
9
8
9
9
19600
9320
19200
9700
2S0O0
I9OOO
de um rico e grande sortimento de (amneos d?
todas as qualidades, que se vende tanto a reta-
Iho como em pequeas e grandes porcoes, por
preco o mais barato possi?el : na ra DireiW,
esquina da travessa de S. Pedro n. 16; a casa
tem sempre de 1 a 1,000 pares proraptos.
Sal do Ass.
Ven le-se sal do Ass muito superior; a bordo
do hiale Sauto Amaro.
Vende-so a taberna da ra Augusta n. 9,
propria para principiante por ter poucos fundos ;-
a tratar na mesma taberna.
Vende-se um moleque crioulo, do idade do
14 annos, muito sadioe de ptima figura, muito
proprio para pagem ; a tratar Com Antonio Al-
berto de Souza Aguiar, na ra do Amorim, ar-
mazem n. 52.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cruz n. 29, tendo hablante commodos ;
a tratar na ra do Rangel n. 62.
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
s>.
t^.
9
9
29500
9
2S-K)0
19000
19600
9
9
9
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22-.
DE
UGDLM)
DE
Um lindo cavallo.
Q uarta-feira \\ do cor-
rente s 11 Iioras.
O agente Camargo fara' leilao em seu
armazem de um i ndo cavallo com todos
os andares; e na mesma oceasio vn-
dese dois arpoes de matar baleia.
LEILAO
DE
Esplendida mobilia.
A 16 do corrente.
O prcposio do agente Oliveira, atilorisadd pelo
lllni. Sr. J, E. Roberts prximo a ir a Europa,
ar leilo da mobilia doste senhor, que orna a
Krande casa do sua residencia no Poqo da Panella
Seria enfadonho aqui designar-se a infinidade de
ubjectos de que se coropoc a indicada mobilia, o
jo todava ser aproxiroadamenta feilo em cat-
logos que previamente se deslribuiro ; em re-
sumo porm consta ella de ludo quanto c pos-
sivel precisar-so em tima g.-ande casa de luxo c
de 1 mu goslo, sendo a mor parte feita pelo exi-
mio fabricante francez nesta prar.a Mr. Poirier :
ter pois lugar o supradito leilao cora magnifico
lunch, sogunda-feirn 16 do corrente, s 10 horas
da manhaa, casa grande em frente da estrada ao
entrar no Poco da Panella.
LEILAO
Sabbado 14 do corrente,
PELO AGENTE
PESTAA.
Couros e lila.
NA
Rwadal^apa u 13.
Sabbado 14 do corrente.
O agente Borja, far leilo na ra da Lapa n.
13, prensa do Sr. Ribeiro, por despacho do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio e a requer-
monto dos depositarios da massa fallida de Carai-
nha & Flhos, de 72 couros salgados c 64 saceos
de algodo perlencenles eos mesmos, lan-
do-se os couros a exame dos Srs. compradores,
no armazem do Sr. Prcderico Velloso Coope,
largo da Assombla, e a la na referida prensa
onde ter lugar o leilao s U horas em ponto.
.odtsriH
Curso de geometra. *
Antonio Egidio da Silva, professor de malhe-
raalicas no Gymnasio Provincial, preteride no dia
16 de abril abrir um curso de geometra parti-
cularmente : os senhores estudanles que quize-
rem aproveitar as suas explicacoes, adm de se
prepararem para os exames em novembro do
corrente anno, queiram dirigir-se casa de sua
residencia, na ra Direita'n. 74, paca serem ma-
triculados.
Guarda livros.
Pessoa suicieutemente habilitada e
com a pratica de alguus annos, olere-
ce-se para guarda livros de qualquer
casa de (azendas em grosso e a retalho,
sujeitando-se das 6 horas da manhaa as
6 da tarde : quem precisar dos seus ser-
vicos dirija carta a' livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, com as mi-
ci es A. A.
O escrivo da irmandade
do SS. Sacramento da fregue-
zia de S. Jos do Recife, convi-
da a seus charos irmos para
domingo 15 do corre nt.o poIa<
7 horas da manha, compare-
cerem na igreja de N. S^do
Terco que serve de matriz,
afim de acompanharem a pro-
cisso do Senhor aos enfer-
mos da freguezia.
Pechincha.
no
9
3
Seguro contra Fogo
COJUPANHIA
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
Sexta-feira 13 do corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
No referido di pelas 10 horas da manhaa no
armazem do mencionado agente, far-se-ha lei-
lo por conta da massa fallida de E. 11. Wyall
DE
4 caixas com candelabros do viJro, caslicaes e
mangas.
1 dila cora camas de ferro.
1 dita com espingardas.
Algumas caixas com velas slearinas.
Vende-se
para
Sr. Francisco Antonio
para fora da praca, o
Leilao
casa da
da Au-
Aulorisado pelo Illm.
de Oliveira que se relira
referido agente vender era leilo na
residencia do mesrao Illm. senhor ra
rora :
Mobilia de Jacaranda com cadeiras, sof, mesa e
consolos com tampolde pedra marmore, ea-
deirasde bragos e do ^alan-jp, conversadera,
riquissimos espclhos, nWeis de xaro, guarda
roupas du Jacaranda e 'ogno, toilets, cama
franceza, secretarias, colhIHodas, toucadores,
jarros de porcelana, guarda loucas, apparado-
res, mesa elstica, cadeiras, bancas, quadros,
loucas, crystaesetc, etc.
Obrasde prata e diversos escravos.
Um rico coup, sera igual, com quatro ordens
de arreios-
Um carro americano volla inteira.
m dito para dous cavallos.
Umaptrelha de lindos cavallos pretos.
Um cavallo rozilho muito possanle.
Ura cabriolet e cavallo.
E mutos outros objeclos que serio descriptos
r.o catalogo previamente distribuido.
A requerimento dos curadores da
massa fallida de Caminha & Filhos, t
por despacho do Illm. e Exm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio, o agente
Hyrpolito, vender' em leilao o hiatc
nacional Aracaty, pertencente a mesma
massa, o qual se acha ancorado neste
porto ondeos Srs. pretendentes o pode-
rao examinar : sexta-tetra 13- do 'cor-
rente as 11 horxs em ponto, na porta
da associacao commercial.
LEILlO
A requerimento dos curadores di
massa fallida de Caminha & Filhos e
por despacho do Illm. e Exm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio, o agente
Hyppolto vender' em leilao os movis
existentes no segundo andar do sobrado
da la da Cadeia doRecifeondemoravara
os r&ridos Caminha & Filhos, con -
tindo era mobilia de mogno, guarda
roupas emais .utencilios indispensaveis
a qualquer^asa : se.vta-teira 13 do coi1-
rente ao meio dia em ponte no mesmo
sobrado.
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
g Estanho em barra.
} Verniz copal.
Paltoriha para marci-
neirt.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
I Brimdevela: no arma- g
| zemde C. J. Astley & C. 3
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodo.
Contina a vender-se no largo da Assembla,
armazem n. 9.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Indepenecia, preciza-se fallar ao Sr.
Joo da Costa Maravilha.
= Madarae Caroline Sauvage rctra-se-para a
Europa, eleva em sua companhia urna criada
DE
MOVIS.
Quinta-feira 12 do corrente.
U agente Borja autorisaJo por urna familia
Avisos diversos.
Aluga-se um escravo pardo de 16 anno; :
quem precisar djrija-ee ra cstreit do Rosa-
rio n. 31, segundo andar.
Precisa-se de urna ama livre de meia idade
e de boa conducta, para cozinhar e comprar para
duas pessoas : na ra de Santo Amaro n. 28, ta-
berna.
Perdeu-se na noite de sabbado 7 do corren-
te,. da ra eslreila do Rosario vindo pela das
Trinchciras ate a ra da Aurora, urna pulseira
de ouro com esmalte azul : roga-se a pessoa
ue a tiver achado do levar a ra da Cadeia n.
4, esquina do becco do Largo, que ser genero-
samente gratificado.
= O Sr. A. B. S. Junior'lenha a bondade de
ir ou mandar pagar o aluguel de um mez de casa
em que morou, na cidade de Olinda, na ladcira
di Misericordia, e quando assim o nao faca, ve-
r seu nome poc extenso oeste Diario at que
pague o dito aluguel.
Precisa-se alugar urna preta para o servido
de urna casa da pouca familia : ni ra do Quet-
mado n. 18.
= Tratarse de cavallos, no sitio dos Afogados
junto aigreja de 8. Miguel, por menos pre$o que
em oulra qualquer parle, e obriga-se a mandar
trazer os cavallos aqui rja praga: a tratar no
mesmo silio a qualquer hora.
Troco de chapeo de sol.
A pessoa que levou por troca, da loja da praca
da Independencia, livraria ns. 6 e 8, unr chapeo
de sol de seda, queira leva-lo para receber a que
ddxou.
Antonio Bastes telira-e para a Europa a
iMlardc sua saude.
Tendo de fechar-se.nostes dias o estaboleci-
mento de retratos da ra Nova n. 18, as pessoas
que desojirem honrar este estabelecimento e -
car cora um fiel c perfeilo retrato, aproveitem a
oceasio.
Quem for dono de ura boi manso do carro-
sa, dirija-so a estrada do Pombal, sitio que faz
esquina para o cerailerio, quo pagando as despe-
zas, Ihe ser cnlregue.
Aluga-se por proco commodo urna exccl-
lenle loja e soto no paleo do TerQo n. 30 : a
tratar na ra da Cadeia do Recife n. 4.
= No dia 4 do corrente, urna boceteira de no-
me Joanna Rosa, conduzo do Rio Doce para esta
cidade, aflm de mcller no arsenal de guerra ou
marinha, um menino pardo claro, de nomo Ma-i
noel Florencio, de idade de 10 a 11 annos, e
como nao se tenlia encontrado o dito menino nos
referidos arsenaes, e se ignore onde more a re-
ferida boceteira Joanna Rosa, roga-sc-lhc queira
annunciar sua morada, ou a pessoa que souber
noticia do menino, leve ao mesmo lugar quese-
ra recompensado, ou dirija-se a esta typogra-
phia.
= Pedc-se a senhora viuva Leal, queira man-
dar pagar o enterro de seu fallecido marido, quo
leve lugar no dia 4 de marco prximo passado.
= Vende-se a casa n. 7 da ra do Nogueira :
a Iratar na ra doQueimado n. 36.
-= Vende-se no lugar do Peres, confronto ao
engento, um bom sitio com 216 palmos de fren-
te e 450 de fundo, lem na frente, ao correr da
estrada publica, urna grande casa para familia, e
urna oulra mais pequea, onde se acha montada
urna padaria, a qual faz bastante vantagera, e
lambem serve para qualquer outro negocio, em
virlude do local: quem pretender, dirija-sc ao
mesmo sitio, ou no pateo do Paraizo n. 10.
Vende-se urna canoa aberta de 1,200 lij-
los ; para tratar, no Hospicio, na taberna do
leao de ouro.
Moleques.
Vendem-se dous ptimos moleques, sendo um
com 12 annos, ptimo Dpeiro, faz todo o servi-
50 de urna casa de homem solteiro, oulro com 6
a 7 annos : quem os prstender, dirja-se a ra
da Cruz n. 23, segundo andar, que achara com
quera tratar.
Na casa de pasto da ra da Cruz n. 47,
primeiro andar, fornece-se alniogo e jantar para
fra a 25J> mensaes, vindo-se buscar, c a 30^000
mandando-se levar ; na mesma se precisa de um
bom cozinheiro, preferindo-se escravo, assim co-
mo precisa-se de um menino porluguez de idade
de 10 a 12 anuos para caixdro.
Antonio Pcreira da Costa Lima, subdito
porluguez, retira-so para a Europa a tratar de
sua saude.
Se j foi vendida ou empenhada urna cor-
rente de relogio com um passador com tres cor-
nalinas azues no meio da dita correnle, queira
annunciar que a comprou ou empenhou, que se
lnes restituir o importe, e se lhe ficar bstanle
agradecido.
O abaxo assignado arrenda o seu engenho
Recreio, sito na freguezia de Muribeca, com capa-
cidade para safrejar 3,000 pes, sendo a Ierra pro-
pria pira trabalhar-se de arado, e com boas bai-
xasde paus : a Iratar no engenho Santo Andr,
na mesma treguczia, com u seu propriclario, ou
no Recife, na ra cstreita do Rosario, escriptorio
do Sr Dr. Antonio Jonquim A y res do Nascimcn-
lo.=Antonio de S Albuquerq'ue.
ASSOCIAgO
DE
Soccoitos Mutuos e Lenta Emancipaco
dos Captivos.
O vice-presidenle convida a todos os senhores
socios para urna assembla geral extraordinaria
no dia 15 do corrente, s tO horas do da, no pa-
laceto da ra da I'rai.i; aflm de se loraarcm as
medidas convenientes mesma sociedade ; e pa-
ra especialmente proceder-se a eleic,5o dos mem-
bros do novo conselho.
Sala das sessoes 11 de abril de 1860.
Madama Appoline Roussel'primeira costu-
rera da casa de Madama Millocheau.lem a honra
de participar ao respcitavel publico, que se acha
prompta para satisfazer a qualquer cncommenda
concernente a sua arle, assim como ricos vesti-
dos para casamento, baile e soirl.feilos a ultima
moda, e ptima perfeiQo : as pessoas que de seu
presumo se quzercm "ulilisar, podem dirigir-se
ruada Iraperatriz n. 11, primeiro andar.
J. T. Kothschild nao tendo podido despedir-
se de tolos os seus amigos, ltenla a presteza da
sua viagem Europa, o faz por meio desle, pe-
diudo-llios desculpa desta falla involuntaria.
-= *Extravou-se urna letra da quanlia de
255$500 sacada polos Srs Arknright & C. c acei-
ta peloSr. Anlonio Bezcrradc Mcnezes l-yra, com
data de 30 de oulubro de 1859, a vencer-se era 30
de junho do correnle anno : roga-se, pois, apes-
soa que por/acaso a encontrou, o obsequio de a
levar rua/da Cruz n. 61, armazem.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contracotutipades, ictericia, affeccoes do f,gado,
febret biliosas, clicas, indigesloes,enxaquecas.
Hemorrhoidas, diarrhea,doencas da
pelle, irupcOes.e todas as enermidades,
PROVECIENTES DO ESTADO 1HPURO DO SANGCB.
75,000 caixas deste remedio consommem-se an
nualmente I I
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
coramendado como o mais valioso catrtico Ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pilula
pu-amente vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum oui.o mineral;
esto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efflcaze
em sua operayo, e um remedio poderoso para a
juvcnlude, puberdade e velhice.
Lea-sc o folhetoque acompanhacada caixa,pelo
qual se Ocar conhecendo as muitas curas milagro-
r. sas quetem eHectuaJo. D. T. Lanman & Kemp,
jIXv2. I droguistas por atacado era Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e propietarios.
Acham-se venda era todas as boticas dasprio-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Jujio n 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de i. Soura
& C, ra da Cruz n. 22.
DELICIOSAS E LNFALLIVEIS.
PasJtilhas vegetaes de Kemp
contra aslombrigas
approvadas pela Exm.* inspeccao de esludo do
Habana e por muitas outras juncias de liy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
iufallivel"voutra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnem seosa^oes debilitantes.
Testcmunho espontaneo em abono das pani-
llas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Port Ryron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaram meu lho ; o pobre
r-iuaz padeca de lombrigas, exhala va um cliei-
ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
comicho no nariz, to magro se poz, uue eu
temia perderlo. Nestas circumstancias um visi-
nho meu disse que as pastilhas de Kemp tinham
curado sua Glha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu i 1 lio.
Soude Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprlelarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do Imperio,
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Julion. 2.
Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soura
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Aluga-se urna escrava que saiba engommar j
perfelamenle, cozinhar o diario de urna casa, e
fazer os mais arranjos, e que lenha boa conduc-
ta : na ruado Fogo, sobrado n 26, de veranda
de pi -
= D-se a quanlia de l:O00jJ a premio com
penhofes ou hypolheca em predio, com a condi-
co de receber o premio meusalmenle ; na ra
do Fogo n. 26.
A mesa regedora da irmandade do SS Sa-
cramento da Boa-Vista, convida a lodos os ir-
mos, afim de
rente no consisto
10 horas do dia, para em mesa gcral so discutir
o novo compromisso, sendo que esta a segun-
da vez que para este Om se convida, advertindo,
porm, se nao comparecerera, se discutir com
PEDIDO.
Deseja-se fallar a um senhor de nome
Joao Pereira dos Stntos,vindo do Rio de
Janeiro para esta provincia, a negocio
de seu interesse; na praca da Indepen-
dencia n. 26.
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa do pouca familia : no /ecife, ra da Cruz,
n. 31, segundo andar.
Precisa-se alugar um preto para
servieo de casa, preferindo-se nao muito
moco ; a tratar na ra da Cruz n. 4.
'Aluga-se o sobrado e sitio da Passagem n.
5, ra do Bemfica, com grande b3ixa de capim,.
I pertencente aos herdeiros d^falleciJo Paulo Pe-
reira Simes, na praca do CoTpo Santo n. 2.
Precisa-se de serventes forros ou captivos-
para a obra na travessa do Pocinho a 1$280 rs.
diarios : os pretendentes dirijam-se a mesma
obra, que acharao com quem tratar.
Precisa-se de um criado que d fiador a sua
conducta, para o servieo interno e externo de
una casa : na ra da Imperalriz n. 48, segunda
andar.
O abaixo assignado rclira-se para Portugal,
c julga nada dever a esta praca, porm se alguem
compaiccerera no dia 15 do cor- i 8e julgar seu credor, aprsente sua conta no pra-
ro da raesraa irmandade, pelas ] zo de 6 dias, na praca da Boa-Vista n. 12.
Joo Jos dos Santos.
I"iiko da casa de seu senhor, no dia 4 do
corrente, o preto de nome Flix, de nacao Mo-
os irmos presentes mas confiamos em nossos j ^ambique, idade de 35 a 40 annos ; levou calca
Caixeiro.
Offerece-se para caixeiro de qualquer estabe-
lecimento um menino de idade de 13 a 14 annos,
chegado ha pouco do malo, sem relacao alguna
nesta praca.
Aluga-se urna casa de ura andar e loja com
commodos para um grande collegio, em Santo
Amaro, quasi defronle da fundidlo do Sr. Starr:
quora precisar, dinja-se a Manoel Joaquina Go-
mes, ra do Imperador n. 26, que dir quera a
William Noakes, subdito inglez, retira-se
para fra da provincia.
Trajano Cornelio da Costa Mello participa
ao respcitavel publico, c com especialidade ao
corpo do commercio, que deixou de ser caixeiro
do Sr. Thomaz de Fana desde o dia II do cor-
renle mez ; e agradece ao mesmo senhor o bom
acolhiroenlo que recebeu durante tres annos, cin-
o raezes e 11 dias que esteve em sua casa.
- Domingos Antonio Villana embarca seu fi-
Iho Amerito Numezieno Antunes Villana para
Portugal a tratar de sua saude.
No domingo, 25 de marco, ausenlou-se da
casa do senhor, um preto muito conhecido por
bebado, e o nome de catraio, pertencente a Jos
Baptista Braga ; por isso roga-se a quem o pegar testando os
lv jua Noy* 38, que ser gratificado, 1 entradas.
irmos que nao deixoro de comparecer para um
fim to justo, o de ulilidade para a nossa santa
irmandade.
Assuca; crystalsado.
No deposito da ra das Larangeiras n. 15, con-
fronte a mitiga refinaco, contina a vender-se
assucar primeira sorte'cryslalisado da acreditada
fabrica do Montciro, pelo prec,o de 210 rs. a li-
bra e 7-3 a arroba.
Aluga-se na ra do Crespo n. 6, o primeiro
andar, cora commodos proprios para escriptorio :
quera o pretender, dirija-se a loja do mesmo
predio, que achara com quera tratar.
Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico interno de urna casa de poquena familia : a
tratar no escriptorio da estrada de ferro, das 10
horas da manha s 4 da lardo, nos dias uteis.
Aos senhores selleiros e
encadernadores.
Pelles do carneira hamburguezas, do tamanho
de marroquim, proprias para os selleiros e en-
cadernadores : na ra Direita, esquina da tra-
vessa de S. Pedro n. 16, preco commodo.
Ra do Rangel n. 62, armazem.
Vendem-se saceos com farinha de mandioca
de superior qualidade, saceos com railho, ditos
com arroz de casca, ditos com (arelo de Lisboa,
ditos com arroz pilado do Maranho, ditos com
caf do Rio, volas de carnauba, ditas de esper-
macete, gomma do Aracaty, sabo massa, th
hysson, courinhos de cabra, esleirs de palha
da carnauba, barricas com bolachinhas inglezas,
tanto so vende em porcoacomo a retalho, e por
menos que se vende em oulra parte.
= Compra-sc umf cssajia cidade de Olinda,
em qualquer urna das ras, cujo preco nao ex-
coda de 5u0j000 a 600a ;' quem liver, dirja-se
a ra do Imperador n. 9, loja de corrieiro.
Pergunla-se porque se nao tem anda dis--
soUido a companhia de colonisagao, que ha mais
de 5 annos esl creada, a anda nao funeciodou,
accionistas no desembolso de suas
e camis'i de algodo do listra azul, estatura baixa,
coi fula, lem na testa por cima do nariz um ca-
lombinho o que parece ser signal de sua Ierra,.
lem os pfe um pouco apalhelados ; foi escravo
do Sr. Manoel Francisco Duartc, que fez venda
delle ao Sr. Symphronio Olympio deQueiroga, a
! quem foi comprado no anno prximo passado.
Este preto tem sido pescador e caiador e hoje -
padeiro, epor isso tem calos as juntas des dedos
pelas costas das maos, em razosla masseira ;
j esteve fgido na villa do Cabo muilo lempo, o
entitulou-se forro, raudou de Flix pira Joao ;
1 foi pegado por um mogo do mesmo lugar por al-
cunho Quincas ; domingo, 8 do corrente era urna
das tabernas da Passagem da Magdalena que a
1 para os Remedios, e o Sr. Duarle diz que sitar
1 fugidas tem sido para os lugares seguintes : Ca-
' changa al o engeuho Camaribe, Barboiho, Im-
bura at o Cabo : roga-se s autoridades poli
ciaes, capitcs de campo 011 qualquer pessoa que
o encontrar o apprehendam o levem a seu se-
nhor, na padaria do paleo da Santa Cruz n. 6,
que ser generosamente racompensado.
O abaixo assignado arrenda o seu engenho
Recreio, silo na freguezia de Muribeca, distante
desta cidade 4 leguas, com proporcoes para sa-
fregar 3,000 pes anoualmente ; todas as suas
plantacoes sao era varzeas lavradias e de mas3a-
p ; alm disto lem bons paos seceos, para an-
nos, o dista da sta<*o dos Prazeres da via (er-
ferrea menos do urna legua : quem o pretender,
dirija-se ao abaixo assignado era seu engenho S.
Andr, sito na mesma fregvezia.on em casa do
Dr. Antonio Joaquina Ayres do Nasciraento, na
ra cstreita do Rosario n. 18, que achara com
quera tratar. .
Antonio de S e Albuquerque.
__perdeu-se urna letra da quantia de 5:070$,
vencida em 30 de margo prximo passado, aceita
por Dinaraerico de Arruda Cmara e Manoel d
Arruda Cmara, e com o Iraspasse de Manoel Joa-
quina do Reg Albuquerque e Bernardino Maia
da Silza : portan lo adverle-se aos acceitantes,
que s ao abaixo assignado a deveua pgr. por
ser o secador. Becife 11 de abril de 1860.Frau-
[ cisco Jos Rodrigues Baptista.
1 kVJi a
11
**\ # I


^T"
. ~'
_
NOVO DEPOSITO
DE
PUMO D EERNAJEpcO ~ QOlWTA EriRA.lt pg ABRIL DE. 1860,
m
Rua do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gz.J
Borolt & C.allendendo a que os senhorcscon-
sumidores dcgelo sao pela raaior parte residen-
tes nos bairrosde Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lutariaracom grande difculdade se este es-
te estabelecimento eslivesse collocado no bairro
do Rccife, poderao encontrar ni ra do Impera-
dor confronte ao oito do deposito do gaz, um
armazem com as proporcoes exigidas para depo-
sito deste genero, o qual estar aberto concur-
rencia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nhaa as 6 da larde, do da 3 do corrente em
oante.
Attencao.
Um moco cora bastantes habilltacoes
para o commercio e uue (alia e escre-
ve perfeitamente as linguas ingleza e
portugueza e falla correntemente o al-
lemao, ofTerece-se para caixeiro dequal-
quer casa nacional ou estrangeira :
quetn precisar di rija-se a ra Direita n.
7, 2.' andar,entrada pela ra da Penha
das 3 as o horas da tarde, ou annuncie.
\lmanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o corrente anno de
ms:
Rua Nova, em Bruxeltes (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- KERTO-
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes m[ortar tes da Europa, torna-se de grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posico
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estfcoes de oaminhos de ferro, da
Allemanha e Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatros e divertimentos ; e,
alm disso, os mdicos presos- convidara.
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, lamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as louristas, qur cm suas excur;oes na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca exceder de 8 a 10 francos (39200 49000 )
pordia. ,
Durante o espaco do oito a dez mezes, ah residirn js Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
ro, e seufilhoo Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel de Figuei roa Faria, e desembarga Jor Pon te.; Yisgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Os precos de todo o servido, pordia, regulara de 10 a 13 francos ( 48000 4&500.)
No hotel encontram-se nformacois exactas aceres de t ido que pode precisar um eslrangeiro
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope est apirovado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
Icomo sendo o raelhor para curar constip icoes, tosse convulsa e outras,
aOecces dos bronchios, ataques de peito, irritaijes nervosas c nsomnolenci s: urna colberada
pela maulla, e outra noite so sufQcientes. 0 ilcito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O dipotito na ra larga do Rosario, botica de DarthoUmto Franeitco de Souio, n. 36.
o qual se vende a 800 rs. na
prac.a da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil :
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, liItranos
le toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, litera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve He de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
O bacharel Wituu vio tem
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova, ,
fillia filtrada npla f/im-hnn \a sabe d,MT quc Per'r-cc B uraa senhora viuve
CUja eiHIUUde |>iaL.dlIIDOa Q moradora na ra do Coltegio, e por isse se fa;
Consultorio medico, ra dai
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua nos
seus trabalhos medico!.
Companhia de il-
luminacaoa gaz.
Os agentes da companhia de illumi-
nacao a gaz, rogam a todas as pessoas
que devem a mesma companhia con-
lormeas contas ja entregues, o favor de
saldarem as suas contas da data deste a
10 das, findo este prazo os agentes
veem-se oBrlgados a nao fornecerem o
gaz diario ecobrarem judicialmente os
objectos empregados nos estabelecimen
tos e casas particulares. Rccife 7 de
abril de 1860.
Na ra do Queiraado, loja n. 8, precisa-se
contratar para criado nesta cidade, um menino
portuguez do 10 a 1 ( annos ; garante-so bom
trataraenlo e igual ordenado.
Por um corle de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, o um ulro vindo de Paris. Esta estabele-
cimento esta hojo i>as melhores condiroes que
possive para salisfazer as encommendas dos
objectos em cabelle*, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas aLuiz XV, caeias de relo-
ros, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
ballereas de toda a especie, para homens e se-:
nhoras, lava-se igualmente a ca"beca a moda dos
Estados-Uuidos, sem deixar urna s pelcula na
cabe<;a dos clientes, para salisinzcr os pretenden-
tes, os objectos em cabello sera o feitos cm sua
presenta,se o desojaren), c-achar-se-ha sempre
urna pessoa tlisponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras emcnsa particular.
= Antonio Marques de Amorim faz publico,
que no dio 21 do corrente foi recolhida em -seu
sitio na Ponto de Ucha urna preta vclha por
nome Afine, cm estado de embriaguez e merdi-
dida por im'-es. O seu estado nao permitlio
obter detla informado nlguma que indicasse se
era livrceuescrava." Tendo sido cuidadosamente
Carmo.
Engomma-se cora asseio e promptido : t.o
becco do Marisco n. 20.
Precisa-se alugar um preto oo preta, j Wo-
s*s, para comprar na ra e fazer o mais servico
de umacasa de familia, ou mesmo urna amasas
mesmas circumstancias : quem liv-?.-. e quizer,
annuncieou dirija-se a-tua de Santa Rita n. 40,
prrmeiro andar.
que a pessoa a quem
para a-padaria
Augusto C. de Abreu sa-
ca sobre Portugal,
F0LH4S PAR 1860.
Estao venda na ttvraria da pra^a da Inde-
pendencia ns. (5 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesta typographia, dasseguintes quali-
dades :
K OLHINIIA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamentodos direitos pa-
rochiaes, a continuado da bibliolheca do
Cristo Brasileiro. que se compe: do lou-
voi ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a-N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemorsco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Chrislo, oraces a N. Se-
nhora, .o patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
ou.ras oraces. Preso 320rs.
OlTA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, t-egulamento dos direitos parochiae'-
una collecco de ancdotas, ditos
no, contos, fbulas, pensamento.
re< citas diversas, quer acerca J
%\in de cultura, e preservatJYO
e fructoj. rrego 320 rs.
ASSV.
X
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia, que sirva para comprar,
cozinhar e fazer algum engomraado : quem se
achar nestas circumstancias e queira, dirija-86 a
ra da Cadeia do Recite n. 19, armazem, para
tratar.
s O Dr. Joaquim de Aquino Fonscca conli-4
na no exercicio de sua proflssao, interrompido
era consequencia de sua molestia ; mas, estando
ainda no campo por conselhos de seus collegas,
s poder prestarse a consullas e visitas medi-
cas das 9 horas da manha as 3 ds larde. -
= Lava-se e engomma-se com muita promp-
tido : na ra do Queiraado, sobrado n. 30, ten
ceiro andar.
i Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leiie & Correia em Hquidacao, o obsequio
de manjar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queiraado n. 1().
Attencao.
Victorino de Almeida Rabello e Domingos Jos
Barbosa compraram ao Sr. Pedro Jos Carlos da
Silva a taberna sita na ra de S. Francisco n. 68,
a qual se acha sobre condieoes licitas ; porm se
alguem achar-se com direito sobreda mesma, di-
rija-se a ella, munido das provas que lhes diz
respeito, no prazo de tres dias, a conlar da data
desti;, terminados os quaes nao se responsabili-
sarao pelo que houvcr. Recite 9 de abril de
1860.
Aluga-se a casa terrea com 4 quarlos, ga-
binete e cozinhafra, sita n\ ra da Esperanza,
acabada de novo : a tratar na ra do Nogueira
numero 21,
ss O abaixo assignado declara ao respcilavel
publico desta cidade, e com especialidade ao
corpo do commercio, que deixou de ser caixeiro
do Sr. Joaquim de Paula Lopes desde o da 3 do
corrente ; o approveila-se desla occasiao para
lhe agradecer o bom tralamenloquo leve durante
o lempo que foi seu caixeiro.
Jos Anlonio Soares.
No da 8 do corrente, pela subdelegara do
Recite, s 4 horas da manhaa, foi apprehendido
no lugar do Forte do Mallos um sacco com 1 ar-
roba e 16 libras de algodo queconduzia um pre-
to : a pessoa a quem pertencer, dirija-sc mes-
ma subdelegacia, que lhe ser entregue.
Liquidacao.
O abaixo assignado, lendo de retirarse para a
Europa a tratar de sua saude, se lhe faz preciso
liquidar seus negocios, por isso roga a fodas as
pessoas que lhe eslo devendo de gneros cora-
prados em seu estabelecimento da ra da Cadeia
do Recite n. 25, defronle do becco Largo, o fa-
vor de virem quanlo antes pagar o que devem.
Manoel Jos do Nascimento Souza.
Aluga-se um mulatinho para o serviap de
| casa, ou para criado : na ra do Impera Jor con-
fronte a ordem Icrceira de S. Francisco n. 1 D.
Precisa s saber se existe nesta
praQa o Sr. Antonio Carlos de Amorim
COLLEGIO DE BEMFICA.
Director,
ou algucra por elle, illio de Antonio;"l3\o|(kv!ft YanU.a T'w*i*
Cario? de Amorim e Joaquina Rosa, N^T6d?^ 5! CuU^a'
natural do "*- -.....:-_____- "16d- cotreil? br'1- abre-sc curg0 3c
Joaqt
forto, e que veio
narobuco na iJade de 9 annos
do bri'gue Vencedor era 1826 :
to Vigario armazem n. 7.
para Per- Igeometria e philosonhia racional e moral
1 os alumnos que tenhim de
vembro futuro.
abordo
ra
na
D. Mara Emilia Goncalvcs Ferreira, D.
Isabel Emilia Goneahes Mascarenhas, An-
tonio Goncalves 7Ferreira, Luiz Antonio
Gongalves Ferreira, Joo Luiz Goncalv-s
Ferreira, D. Emilia C.irolina de Castro Ma-
deira e o Dr. Miguel Joaquim de Castro
Mascarenhas, agradecen) a todos os senho-
res que acompanharam ao seu ultimo jazigo
os restos morlnes de seu sempre chorado
pai e sogro Antonio Luiz Goncalvcs Fer-
reira, c do novo rogara aos seus amigse
aos do Goado o caridoso obsequio de as-
sistireui ao officio que se ha de celebrar na
matriz da Boa-Vist pelas 9 horas da ma-
nha do dia 13 do corrente.
examinar-se em no-
i^ = rr?
= S8 =-.
3
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JA DE PORTA,* qiral, alm Jas mm.. .
co turne, cestm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 160 rs
M,itves de francez e
1 piano.
Maderaoiselle Clemence de Hannetot
H de Manneille continua a dar lines de M
5 fraace-z-t? piano na cidade e nos arrabal- K
jg des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar. 1k
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire-
do queira aununciar sua morada ou dirigir-ee
ivrariada peaea da IndepeodencU.que se preci-
sa fallar-lhe.
o presente annuncio para
per*ea? a mande buscar.
Precisa-se de um forneiro
no patee da Santa Cruz n. 55.
Precisa-se d urna croa para urna-pessoa :
na ra Bella n. 10.
Traspassa-s o arreadnmento de uro enge-
nho distante desta praea duas legoas, v urna parte no mesmo ngeuho, machina nova
vapor, distila^ao nova e de correia, seis quartos, algumas obras, saffra
plantada, etc. etc. : trota-se na ra do Crespo n.
13, oja.
semela dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnetn & C, ra da Senzala Nova n. 52.
V chegado lojn de Lecomle, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excelleale leite virginal de ro-
sa branca para refrescar a pello, lirar pinnos,
sardase espinhas, e igualmente o .afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os cabellos,
assim como pos imperial de lyrio de .Etorenga,
para bortuejas o asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
I Attencao. \
@ Curso pratico e theorico de lingua fran-
ceza por orna senhora franceza, para dez
mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
Ss mana, das 10 horas at meio dia : quem
quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da #
'$ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @
adiantados. ftj
@@s %% jtn mi imit
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
Cimerrto do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio cte saldaren) seus dbitos na ra do Col-
legio randa n. 25 ou na ra do Queiraado loja
n. 10.
= interessar que est em exercicio da vara dojuiz
de paz di) 4o anno, do primeiro disinti da fre-
guezia doSS. Sacramento de Santo Anlonio des-
ta cidade-, para que foi eleito c que despacha na
casa de sua residencia ra do S. Franolsco n. 8,
c em qualquer parte que for encontrado ; o que
d audiencia as tergas e sextas-feiras as 4 !|2
horas da larde como ja lera annunciado, na casa
publica das audiencias. Recite 29 de fevereiro
de 1860.
K. 27-Rua da Imperatriz-IH. 27.
L. Pugi.
nica officina em Pernambuco para lavar as
pafhinhas das; mobilias as mais encardidas, tof-
raando-se outra vez tao alvas como no estado
primitivi) ; esta magnifica preparacao chimica
tem a piopriedadededesenfectir as mobilias das
pessoas moras de molestias contagiosas : na
mesma casa livam-se chapeos de pallia de Italia,
e pem-se moda.
Na ra do Imperador n. 28, aluga see ven-
de-se -en grandes e pequeos porces bichas
hambaq;uezas, e tambem cal da mais nova que
ha, para fabrico do assucar, por proco commodo
FUNDICAO
DO
i n i \i
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No i\c\>oVio deste. esiabeleeimenlo sempre Via grande sovinenlo de tac-
enanismo nava os engennos de assucar a sanev:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e de facillimo assento ;
Rodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Cannos de ferro, e port Moendas inteirascom virgensmuito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunbadas em aguilhues deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalhas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
AguilhOes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguzes acharo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechan ismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagein anmual para o dito fim,
assim como pela continuaeo da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mecbanis-
mo a vontatfe de cada comprador, e de toser os concertog de que pod erfio necessitar
i regedora da irmandade de N. S. do
convida a todos os irmos e mais
J liverem ossos de cadveres as cata-
igreja do N. S. do Livraraenlo, hajam
retirar em razo de ter-se i'e demo-
mbas ; fica pois marcado 8 dias, fln-
,s"> tero leelnmaro alguma a fazer.
ancisco Lino de Souza Couto.
^ Tnesoureiro.
Jos Uancisco Rodrigues da Costa, declara,
que desta Mata em diante tem incumbido ao Sr.
Salustlano Bartholoraeu da Rocha a cobranca de
suas dividas. tecife l'O do abril de 1860.
Luiz Ferro, subdito italiano, casado, e re-
sidenlc nesta cidade ha periodo um amo, aelian-
do-se desoecupado, oferece-so para qualquer cs-
tabelecimcnlo que lhe possa convir, como cai-
xeiro ou administrador, ou mesmo para ensinar
a lingua italiana o franceza, cujas linguas falla
e cscreve correctamente, lauto nesta praca como
fra dclla, e sua mulhcr offerece-se tambera pa-
ra coser e bordar, ou para ensinar ambas as cou-
fas, pois disto tem perfeito conhecimenlo : quem
possa precisar delleou quizer utilisar-se de seus
prestimos podo procura-lo no Forte do Mal-
los, becco da Boia n 6, segundo andar, a qual-
quer hora do dia.
O abaixo assignado avisa aos contribuintcs
do imposto de 20 O|0 da agurdente do munici-
pio do Recite, para que venham pagar as suas
collclas at o dia 15 de abril, era contrario lira-
re mandado exerulivo conforme marca o regu-
lamento deste contrato.
Lu: Jos Marques.
ESCRIPTORIO DEADVOCACIA
nos doutohes
FILLIPPBDA MOTTA OE AZEVEDO CORREIA.
E "
MANOEL JOS DIAS SALGADO CARNEIRO.
Ruado Carmo n. 18 B.
Us rs. Molla do AzeveJo e S-ilgado advogam
tanto no foro civel e commercial como 110 crimi-
nal e ecclesiastico, era qualquer das instancias ;
encarregam-sc de qualquer queste, cmGtn, Ira-
lam de tullo quanlo diz respeito a sua profisso,
o por un honorario razoavel.
Tendo em vista o inlcressc daquelles que ha-
bitam as provincias c que tendo dependencias
na corte, a maior parte das vezes nao possucm
um procurador ou correspondente habilitado que
cure de seus interesses, os supradilos advogados
teem annexado ao seu escriptorio um outro, es-
pecialmente de procuradoria, no qual, debaixo
de sua inmediata vigilancia e di recodo, se en-
contrara empregados habilitados que'tomam a si
o tratarem de lodos os negocios que correm pe-
las secretarias de estado, e reparlices publicas
da oflrte e capital da provincia do Rio de Janei-
ro ; azerem tirar alvars de raercs, ttulos, di-
plomas, extrahir patentes para officiaes da guar-
da nacional, tartas de juizes de direito, munici-
paes e de orphaos, de escrivaes, tabelliaes, con-
tadnroe, distribuidores, partidores, provses pa-
ra advogar e sollicilar.dispcnsas para casamenlos,
respostasa consultas.dadas pelos mais abalisados
advugados ; agenciaren! pelo lliesouro geral o
recebiuvenlo de dinhelros que lenham cahido em
exercicios Ondos, tratarem de cartas de nalura-
lisacio, de.
Os preoos sao mui razoaveis, e garanle-se a
promptido e zelo no desempenho das diversas
commissoe^., sendo sempre bora que as parles in-
diquem qual a pessoa da corte cncarregada do
negocio e do pagamento das despezae. As par-
tes que nao liverem correspondentes na corle
poem dirigir-se directamente aos advogados ci-
ma mencionados, ou a algum dos seguintes agen-
tes as capilaes as provincias: trata-se em Per-
nambuco com Frederico Chaves, na ra da Im-
peratriz n. 17; CaboeEscada o Dr. Carlos Eu-
genio Donarche Havignier.
Sacase para o porto e
Lisboa, qualquer quantia : no
escriptorio de Carvalho No-
gueira & C. ra do Vigario n.
9, primeiro andar.
Charna,
compendio de pYiilosop\\ia
Esl ao prclo urna ndraedicao deste compen-
dio, a qual deve sabir por lodo este mez, e as-
signa-se dssde j a 5J o exempler, na lirraria
dosedictoreg Guimaries & Oliveira, ra do Im-
perador n. 20 : og senhores estudantes podem
receber as formas que se achara impressas al
iaginas 64, e dahi por di&nlo a proporc&o que
prem sabiodo do prelo. l i
Na casa n. 6 da ra da Alegra ha quem se
encarregue de mandar extrahir na corte os ttu-
los dos agraciados no dia 14 de margo A tabel-
la dos despachos respectivos ser patenle a quera
convier.
= Albino Jos da Silva, durante sua ausencia
desla cidade, deixa por seus bastantes procura-
dores os seus cunhados, 1." Jos Marcelino da
Rosa, 2. Joaquim Mauricio Goncalves Rosas, e
lerceiro seu irrao Narciso Jos da Silva, fi-
cando este encarregado da gerencia de sua, loja.
Precisa-se alugar urna preta para cozinhar
e fazer algumas compras na ra : a tratar na ra
da Lingoeta n 2.
Pergunta-se ao Sr. director da sociedade
Trois Juillet quando quer mandar pagar aos so-
cios as accoes da mesma sociedade.
O barril de quinto 1 Fr. Lambanca.
Attencao.
O abaixo assignado faz saber a todos os se-
nhores mercantes ou capilaes de navios, naci-
naes ou eslrangeiro, que lera raestre para cor-
tar e fazer qualquer velas para navios, tol-
dos o encerados : quem se quizer utilisar de seu
prestimo dirija-se ao becco da Boia n. 39, se-
gundo andar.
Marianno Joaquim da Costa,
CO JIIMlXHI A
ALLIANCE
Eslabelecida em Londres
IMfJG) SI M4.
CAPITAL
Cineo mVnocs de Vibras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. nego.ciantcs, proprietarios de
casas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
ellectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou emfazendas de
qualquer qualidade.
= O abaixo assignado. procurador da cmara
municipal desla cidade, tendo de proceder a de-
raolicao das ruinas do predio incendiado do ater-
ro da Boa-Vista, convida a qualquer pessoa que
se queira cncarregar desse servlco, a comparecer
no paco da mesma cmara.
Jorge Vctor Ferreira Lope,
DENTISTA FMUQEZ. I
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 3
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
p denliflco. *J
CASA LtSO-BRAS LEMA*
1.2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAleudo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllentcs ac-
cominodares para muito raaior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-lhes seus
serviros e bous officins guiando-os cm todas as
cousas quo preciscra conhecimenlo pratico do
paiz, etc. : alera do portuguez e doinslez alla-se
na casa o hespanhole francez.
SOCIEDADE BARCARIA
Aifa/rim, Fragoso, Santos
(feCompenhia.
Os Srs. socios commanditarios sao convidados
a realisar a segunda entrado de 12 l[2 por rento
sobre os seus capiiaes at o dia 16 de abril cor-
rente, do conformidade cora o respectivo contra-
to social.
20$000.
Paga-se a urna ama que saiba cozinhar e com-
prar, sendo forra ou captiva: na travessa do Li-
vramento, segundo andar do sobrado de varanda
de pao n. 18.
Manoel Ignacio de Souza rclira-se para a
Ilha de S. Miguel, levando cm sua companhia
sua raulhere urna filha menor.
= Coelho, Porto & C. declaram ao respeilavel
publico, e particularmente ao corpo do commer-
cio, que lem coutratado comprar a taberna sita
no pateo da Ribeiro de S. Jos n. I, ao Sr. Jos
Ramos da Silva, livre e desoncrada do quaes-
quer dbitos a que a mesma taberna esteja obri-
gada al esta d3la, tanto de impostos como ao
trapiche : quem se julgar com direito a dita ta-
berna, comprela no prazo marcado de 3 dias a
contar da dala deste, munido de documentos e-
gaes, e do contrario os annuncianles se nao res-
ponsabilisara pelos dbitos que depois apparc-
cerem. Recite 11 de abril do 1860.
= Precisa-se de urna ama para o serviro de
urna casa de pouca familia : no pateo de S." Pe-
dro n. 18.
Attencao
Um moqo que tem as habilitacOes
precisas olFerece-se para lecciomr'la-
tim e francez-: quem o quizer honrar
com sua conianca dirija-se a ra estrel-
la do Kosario n. 30, primeiro andar.
Precisa se fallar com o Sr. Fran-
cisco Jos Siqueira / Ivs de Barbosa :
na ra do Vigario armazem n. 7.
= Quem precisar de urna preta paPa alugar,
a qual coznha, engorama e faz a compra, diri-
ja-sc a ra da Senzala Nova n. 26.
Precisa-se de um criado ou criada : na fu
da Cruz n. 21, segundo andar.
Jos Hypolilo retira-sc para a Europa.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da rua
de Santa Rila : a tratar no armazem do Anocs,
defronte da porta da alfondega.
039A
O abaixo assignado roga a seus devedores do
extinclo negocio de confeitaria, que venham sa-
tisfazer seus dbitos, do contrario entregar a
cobranra a ura procurador.
Joao Jos tiendes da Si/ia.
Precisa-se de urna ama para cozinhar o fa-
zer o mais servieo de casa de portas dentro ;
na rua dos Pescadores ns. 1 e3
Precisa-se de um negro para andar com
urna carroca, paga-se bem ; na rua dos Pesca-
dores ns. 1 e3.
Jos Joaquim da Silva Maia retira-se pan
fra do imperio, levando em sua companhia sua
senhora o 5 filhosde menor idade.
= Jos Francisco Lavra, eslabelecido com loja
de fazendas na rua do Queimado n. 31, declara
que, o que diz a Revista Diaria do Diario do*
Pernambuco* de hontera u. 82, nao so entenda
com o supplicanle, por isso quo se ve que existe
oulro de iguul nome, e que resida em oulra co-
marca : assim, d'ora em diante, assignar-se-ha
por Jos Francisco Lavra Pcnna. Recife 9 da
abril de 1860.
Precisa-se de um hornera bem entendido
para tiatar de cavallos, o de um pequeno sitia
perto da cidade, assim como de uraa perfeita en-
gomraadeira e lavadeira : a tratar no escripto-
rio da companhia da estrada de ferro, das 10 di
nnmli.ia s 3 da larde dos dias uleis.
Na padaria da rua estreita do Resario n,
13, precisa-sede um trabalhadorde masseira.
Precisa-se para casa cslrangeira de urta
ama forra ou escrava, que saiba bem engommar
e cozer : a tratar, das 9 da manhaa as 2 da tard>>,
na rua do Imperador n. 7, confronte a ordem da
S. Francisco.
Precisa-se de urna criada que saiba cozinhar
e engommar, para servico do urna casa de pe-
quea familia : a tratar com A. M. Soares, rua Jo
Crespo n 2, primeiro andar.
SOCIEDADE
I DENTES '1
ARTIEICIAES. S
Ruaestreita do Rosario n. 3
' @ Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- @
$ tificiaes pelos Jous syslcmas YOLCANITE,
chapas de ouro ou platina, podendo ser
sobredila rua a qualquer
DAS
ARTES
HECIIlMC.tS E LlitERAES
DE
PERNAMBUCO.
llavera sessao ordinaria as 7 horas da larJe Je
12 do correle para tratar se de negocios de ur-
gencia.
Recife 9 de abril de 1860.
Tarjino Francisco de Mello.
Secretario.
Offerece-se um homcm para criado de nual-
quer casa estrangeira ou nacional, dando 200,8
de fianza.
= Antonio Francisco Correia Cardse partici-
pa ao respeilavel publico que Joaquim Moreira
da Silva Crovo deixou de ser seu caixeiro desda
7 do correle mez.
Precisa-se de um trabalhador de masseira :
na padaria da Capunga.
Compras.
bandejas enfeitadas.
Conlina-sea preparar cora different.es modol-
los c figuras, bandejas dos mais escolhidos boli-
nholos do nosso mercado, e delicados bolinhos
em libras separadas, posado vista e contento
da encommenda ; assim como bolos inglezes,
francezes e de massa secca da mandioca, pudios.
crome, pastis do nala, e tambera os pastis de
carne de porco proprios da paschoa, ludo com
muito asseio, bem feito, e o mais em conla ; di-
nja-se a rua da Penha n. 25, segundo andar,
que ficar bem servido.
Laboratorio de lavagem
NA
Casa de banhos do paleo do Carmo.
Neslc cslabelecimenlo, cojos perfeitos appare-
lhos vindos da melhor fabrica da Europa, teem
deser era breve ampliados com outros novse
de maiore3 dimenses, j se lava e engorama
com perfeico toda e qualquer qualidade de rou-
pa no curto prazo de 12 a 15 dias. Consegue-se
este resultado pelos syslemas mais simples, ex-
actos e inofensivos, aiudido pelo concurso in-
telligcntede obreiras frincezas, inglezas, porlu-
guezas e nacionaes, e pela certeza que resulta de
urna pralica de anno e meio.
Garanle-se o bom resultado, liram-se todas as
nodoas, inclusive as do mofo na roupa branca.
Rccebe-se i roupa nos dias 1,2 c 3 de cada
mez, o enlrega-se nos dia^ 15,16 c 17, e a que
se recebe nos dUs 16, 17 e 18, entrega-se nos
dias 30, e 1 e 2 do mez seguinte.
No mesmo estabelecimento precisa-ce ainda do
peritas engommadeiras e boas lavadeiras, quer
sejam escravas, livres, nacionaes 0u eslrangci-
ras. Paga-so al lj>diarios, dando-se sustento e
podendo ellas dormir no estabelecimento, u
irein as 6 horas da manha e voltarera as 6 da
tarde; mas em todo o caso deve daf garante \
sua conducta.
Precisa-se de um bom ortelo pa-
ra um sitio distante desta cidade 5 le-
guas, paga-se bem: dirijam se a Ilha
dos Ratos a fallar com o
obras publicas.
Compram-se, j usadas, dous pares de per-
las para janellas, que lenham de 6 a 7 palmos do
alto e 5 a 6 de largo, 1 porta de 12 a 13 de alio
e de 5 a 6 de largo : na rua estreita do Rosario
n. 4, deposito.
Compra-se um cabtiolet de qua-
tro rodas, que esteja em bom estado e
tenha coberta : na rua da Gloria n. 3.
Constante-
mente
compra-se, vende-se e troca-se escravos : na rua
Direita n. 66. *
Compra-se urna preta boa engommadeira e
cozinheira.e que seja moca c de boa conducta :
no escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira.
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
torio da rua do Trapiche n. 11, primeiro andar.
moedas de ouro de 1 6$ e 20# : na
da Cadeia do Recife loja n. 22.
rua
Vendas.
Vende-se um bonito mulecao por 1:000*,
cora 20 annos, bom cozinheiro diario,fat bolo fran-
cez. faz chapeos, canoeiro, falta francez: na
rua dos Trapicheiros n. 29.
Attencao.
/Vende-se urna casa na rua Bella n. 10 con'-
tendo 3 quartos, 2 salas, cozinha, quintal 'e .ca-
cimba : quem pretende-la, dirjase ao sitio no
principio da estrada do Arraial, do finado Rufino
Jos Fernandos de Figueiredoi Umbcm se ven-
de o mesmo sitio, o qual Ha tsuilo boa casa
com os seguintes coaasMdss 8 quartos, 2 salas,
1 gabinete, cozinha, estribara e cacimba, con-
tendo as principaes arvsrea fructferas, b&m como
jaqueiras, larangeiras, coqueiros, e urna excel-
lente baixa de capirn, um riacho o meio do do
sitio, sendo chaos proprios, cera 250 palmos de
frente e 1,150 de fundo, eonlras commodidades
que o comprador as apjeeiar.
Vender una bom cavallo con lodos os an-
dares, multo gordo, sem achaques, por barato
prego, ou trora-se por um burro que seja man-
ao : na rua dos Pescadores ns. 1 o 3.
Arados americanos e machinas
director das para lavar roupa: cm casa de S. P. Jo-
jhnston dt C. rua da Senzala n. 42.
,.--
ir


*
X
P
m
(i
PUMO DE FEftJUMBUCO. QUINTA FEIRr U DE. ABRIL DE 1860-
Bicos, rendas elabyriatlios
da Ierra.
Na loja ao p do arco de Sonto Antonio che-
gou uin rico e completo sorliraenlo de bicos e
rondas, assim como fronhss e loalhas de laby-
rinlho.
Bonsescravos
XJraaescrava recolhida de idade 22 annos, en-
gorama, cose, borda, n sabe vestir urna senhora,
3 ditas com habilidades, 1 dita de 30 annos por
7003, 3 escravos pecas, 2 ditos do meia idade,
1 bonito moloque de idade 13 annos, 1 bonito
ronlatinh'o de 16 annos, alfaiatc : na ra de A-
guas Verdes n 46.
Vndese urna negrota de 14 a 15 annos
com varias habilidades, de boa conducta e figura,
1 molcqiic de 9 a 10 anuos, ptimo para qualquer
offlcio, do bom crcscimenlo, urna casa terrea no-
va, assobradada, era boa ra no bairro de Santo
Antonio, C cadeiras, 1 sof, 1 par de bancas, I
dito de jarros dourados, 1 ranrqueza grande de
palhinha pan cama, 1 mesa de jantar, tudo isto
por proco inuito coramodo, para liquidacao de
una pessoa que se relira : na ra das Cruzes
numero 20.
Vendera-sc dous pares de rodas novas, mui-
to era conta, proprias para carroca ; na ra Au-
gnsla, casa de solio, confronte ao gasmetro.
@
Sndalo
Carne de vaca salgada.
Vende-se na ra da Cruz do Itecifo n. 50, prr-
raeiro andar, por menos prego do que em oulra
qualquer parte.
Pechincha.
Fumo americano.
Vende-se fumo americano proprio para mas-
care fazer cigarros ; na ruada Cruz do Recite n.
90. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a 400 rs. a libra.
Potasa da Russia
E Ns ben conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potissa Ja Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e d) superior qualidade, assim como tambem
cal rirgem em pedra: tudo sor creeos muito
razoaveia
I Vndese
m
A..RRC1A
P
45Ra Nova45
@ Variado sorliraenlo de leques de san- @
dalo alOSOOO.
CALQADO
Grande sorlimento.
43--Rua Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
ra) oeste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Bor/.egainj aristocrticos. ty'OOO
D tos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7$000
Ditos econmicos....... 6#000
SapatSes de bater (lustre). 5$000
Senhora.
B'jrzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de marin contra
calos (salto dengoso).....4#500
Barzejuins para meninas (for-
tisstmot). .......4#000
' E un perfeito sorti ment de todo cal-
cado e dacjuillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marrofums, cou-
ra Je lustre, lio, fitas, sedas etc.
AS MEMORES MAIINAS DE COSER
DOS
Mi afamados autores de New York
I.M SINCERA C.
E
WIIEELER & WLSOX.
No novoeslabeleciraento vendem-se as machi-
nas dcstes dous autores nnslram-so a qual-
qier hora du dia ou da noile e responsabisamo-
i. IS por sua boa qualidade e seguranca :no a pina-
zera de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
lrmao, ra da Imperatriz n. 10, anlizamente
aterro da Boa-Vista.
?.32.2.S3B2*S3:U33JS3222SE1
A.W 5
t i
. :

HA
e armazem
DE
GRANDE E VARIADO SORTUIEMO \
db ;
i)uas|) leias e fazcadas.!
:
I^oja
IGes &Bastos
I Na ra do Queima-
don. 46.
;: Ricas sobrecasacas de panno fino pretos
: e de cores a 28J, 30#e 35?, tambem temos
i: paletots dos mesmos pannos a 22j e 21J>,
;: palclols de casemira de cores de muito
R bom goslo e Gnosa 12#, 14g, 16J e 18, di- H
[ | los de panno preto para menino a 18# e y
j: 20,9, ditos de casemira de cores-a 8$ e 103, :
|: calcas de casemira de cores e pretos ejun- 5
lamente para meninos a 7#, 8, 9j, lOtf e S
i': 123, collctes de gorguro de seda e case- w
1 mira a 5S, 6$ e 7$, paletots de alpaca pre- \:
11 tos de cores saceos a 4#, ditos sobrecasacos U
( a 7# e 8$, ditos de brira,de osguio e de w
g fusjao tanto brancos como decores a 4#, '
tj 4^500, 59 e 63. calcas de brins brancos mui- S
j to tinos a 5g, 69 e79, colleles brancos e do $
M -cores a 3$ e 39500, camisas para meninos r^
: d_> diversas qualidades, calcas de brins de i"
i.; cores finas a39500,4$ e 59, um rico sorti- ^
' I ment de- vestidos de cambraia brancos a
j : bordados do melhor goslo que tem appj- Q
\ i recido a 289, manteletes de fil preto e de p
t:-: cor muito superior gosto e muito moderno
['! a 20! cada um e 249, ricos casaveques de H
r j cambraia bordados para menino a 109, di- p
(i tos para senhora a 15$, ricos enfeftes de ij
' i troco de velludo goslo melhor que tem ap- jf
, parecido a 109 e 12J, e outras muitas fa- fj
1 i zendas e roupas feitas que com a presenta U
'-f; do freguet se fara pateute|
j Casacas para a quaresmaf
f'| Ueste mesmo estabelecimento ha um
' grande sorlimento de casacas preta3, as-
"; sim como manda-se fazer por medida a von-
t\ lade do freguez, escolhcudo os mesmos os p5
I p?nnos a sou goslo sendo os presos a 359 *
3 e409.
Camisas inglezas
l Temos novamenle chegados: ricos vest- 3
< dos pretos bordados a velludo a90g, ditos !f
i: bordados a seda a>75# e 609, assim como >'
'; ricos manteletes pretos da ultima moda a M
'- 165, 20 e 30.
Attencao.
Vendem-sq e concerlam-se cartinhos de mo 1
na ra da Concordia confronte a renacao.
Engenho.
# Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na )
# freguezia de S. Lourenco da Halla, entre &
% os engenhos Penedo de Baixoe Penedo de
ft Cima : trata-se no mesmo engenho ou no
$ engenho Mussambique com Fclisbino de 9
# Carvalho Rapozo. A
###m9mm9^mmm99
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e pretos do algodio.
Luvas pretas de torgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo era novellos : vendem-se
por precos commodos, em casa de Southall Mel-
lors &. C., ra do Trapiche n. 38.
Ra do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Anda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidacao da firma de Lcile & Cor rea, as
quaesso vendom por derainut proQo, sendo en-
tre outras as seguintes :
Majos de meias cruas para homem a T&GOO
Ditos de ditas de cores 29000
Ditos de ditas cruas muito superiores 49000
Ditos de ditos para senhora 39000
Diios de ditas muito finas 49000
Corles de caiga de meia casemira 2*000
Ditos de ditas de casemira de cores 59000
Ditos de ditas de casemira preta a 59 e 69009
Brim trancado branco de linho fino
vara 1J00O
Cortes de colete de gorguro da seda 29000
Pao preto fino, prova de Hmo 39 e_ 49000
Gravatas de seda preta e de eores 19000
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas eslreilas 160
Pascados de cassa de cores lindos padrdes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 29000
Tiras bordadas 200
Gambraias lisas muito finas peca 49000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda ara 29000
Grodenaple preto, largo covado lf 800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baptisado 69000
Veos bordados para chapeo 29000
Entre meios bordados 19600
Athoalhado adamascado largo vara 19280
Lencos de chita escuro* um 100
Gangas de cores para Balitas covado 200
Chpeosle'castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osme-
Ihores chapes de castor
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, roa larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico. ~K \
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 jcas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o cjual vende a mdico
prego.
Estopa.
Camisas inglezas.
Bismutos em latas.
Em rasa de Arkwiglit 4 C. ra da Cruz nu-
mero 61.
8$ dinheiro avista.
Ferros econmicos americanos com
folie 'e descanco : na loja de ferragens
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Re-
cicn. 56 A.
Sndalo.
Ricas bengalas, p lceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
lo a do Lecomte.
Loja da boneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingemse na mesraa casa a
qualquer bora.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Wilhares de individuos de todas as nacoes po-
de m te.':temunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brDs inleiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
lo los os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao tab sor prndenles que admiran; so
m:dicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braran! com este soberano remedio o uso de seus
bracos c pernas, depois de ter permanecido lon-
gc lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer *
anputacao I Dellas ha muitas que havendo dei-
xedo Ssses asylos de padecimentos, para senao
stbmei.terem essa operaco dolorosa foram
ci radas completamente, mediante o uso desse
pieciosoremedio. Algumas das taca pessoas na
enfusao de seu recouhecimento deelararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisaulenti-
ci.rem suafirraativa.
Ningkjem desesperara do estsdo de saude sa
'iresse bastante confianja para ensaiar este re-
r edio constantemente seguindo algum lempo o
a entratato que necessitasse a natureza do mti,
cujo resultado seria prova riaconlestavelmente :
Que tudo cura.
0> unsuenio be til, mais partica-
larinciiie nos seguintes casos.
Alporcas.
C umbras.
FlNftldiOLOW-MOW,
Roa da Senzala Rova s.0 42.
Neate estabelecimento continua a harer um
coma pie to sorlimento de mo endas e meias moen-
das para eu8enho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dio.
Cheguem ao barato.
O Leite & lrmao continuam a torrar n* roa
da Cadeia do Recite n. 4$ pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4*500 e 5fl, lencos de cam-
braia de linho a-3g a dnzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padrees a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3)>800 a duzia, ditas cruas In-
glezas para homem e meninos, chales do meri-
no lisos a 4$500,' e bordados a 69, palelots de
alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodo, camisas iuglezas muito superiores a
60 a duzia, organdys de lindos desenhos a
1&1O0 a vara, cortes de cassa cnila a 3$, chita
franceza a 240,280,300 e 400 rs. o covado, pecas
de nwdapolao com 30 varas a 4S800, 5$, 5S500,
6,7 e 85, chitas inglezas de cores Das a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, corles de
caiga de brim de linho a 29, ditas de meia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Na ldja do Preguica na-ra do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chaly e merino aVoores, ptimo nio 5 para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bstanle largas, de. variados padroes
a 260 e 280 ris o covado gravatas a fantazia,o
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e
outras martas fazendas, cujos precos extraor-
dinariamente baratos, sStisfaro a expectativa
do comprador.
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3?>
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Cores de cabeca.
--das costas.
dos membros.
I nfermidades da cutis
em geral.
Iitas do anus.
Lrupcoes e escorbti-
cas.
fstulas no abdomen.
l'naldade ou falta de
calor as extremida-
des.
I'rieiras.
(engicas escaldadas.
Inchajes.
Inflanimaco dofigado.
Vende-se este
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas- *"
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras d
Picadura de u.
rulmoes.
Queimadelas
Sarna
Vende-sel
Relogios patentes. ,
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C
Cruz n. 61.
Supuracj
Tinha, em
te que sej
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do ligado,
das articulacoes.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
(eral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
ncarregadas de sua venda em toda a America
lo snl, Havana e Hespanha.
Ver. de-se a 800 rs., cada bocetinha contm
nma instrueco em prtuguez para o modo de
lazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambuco.
Pennas de a^o inglezas.
n Vendem-se no ra da Cadeia do Recite, loja n.
, de Guedes& Goncalves, as verdadeiras pennas
de ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
Mordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
>reco de 1*500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na ra Direita n. 45.
O agente do verdadeiro xarop8 do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
lha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brllo & Filho : desnecessario fa-
zer elogios bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
ta$o que geralmente tem tido. Um cera nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orgaos palmo,
nares. Pora conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contm uo envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios. e no falsifica-
do esta lilhographada.
rema
importante.
45 Ra Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
com alguns pares de borzeguins que lbe
restam, dos famosos arranca-tocos, ci-
dadaos etc., e sem o menor defeito, re-
duzndo-os ao preco de 7#000
Oleado de
I cores.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
~'vel neste genero, e de diversas larguras,
'o commodo : na ra Direita n. 61, loja
is deB. de B. Feij,
om e barato.
espermacete em libra a 640 rs., tou-
jO, ervilhas a 160, passas a 480, man-
ga ingleza a 800 rs.,dita franceza a 560, chou-
rigas a 600 rs., batatas a 40 rs., doce de goiaba
a 1 o caixao, ceblas a 800 rs. o cenlo, painco
a 160 a libra, por baixo do sobrado n. 16, com
oitao para a ra da Florentina.
Vendem-se 20e3cravos de ambos os sexoo,
com habilidades ou sem ellas, tanto o prazo cs-
mo a dinheiro, e por preco commodo : na rae
Direita n. 66.
GRANDE ARNAZEM
DE
Roupa feita.
Ra Nova n 49, junto
aigrejada Conceigo dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sorlimento de rou-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno fino preto e de cores, palelots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina prelos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira prela e de cores, dilasde
merino, de prnceza, do brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados,
calcas de algodo, collete3 de velludo
preto e de coros, ditos de selm preto e
branco, ditos de gorgurio e casemira, di-
tos de fustoes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
gravatas, grande sorlimento de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplaro outras a gosto do
comprador dando-se no da convencio-
nado.
Pianos
Ferros de engom-
mar econmicos
3*
Elegancia
A 8$000.
Bonitas e elegantes caixinhas com
amendoas para brindes : vende-se na ra
-j. Nova n. 45, no armazem de fazendas e
|i ciadas de Paria & C.
tSS?" No mesmo estabelecimento so ven-
ce cortes de cambraia de cor de 10 a 11
varas, gosto Condeca d'Arc a 4$500 rs. o
nimmiwz smmwsm smmsm
Loja da boa f, na ra
da Imperatriz n. 74.
A 8,000 rs. com todos
os pertences.
Do-s a contento para ex-
.periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Praga do Corpo Santo n. 2.
Ba da Cadeia do Recite n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Rita da Madre de Dos
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPenha n 16.
Dita do Cabug n. 1 Bi
Dita Nova.n. 20. \
Dita do Imperadnr-nr 20.
Dita do Queimado n. 14,
Dita Direita n. 72.
Dita da Prai n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 86.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Im eratriz n, 10, armazem de azenda,
/
n.7>
Vendem-so verdadeiras luvas de Jouvio muilo
novsg, brancas, pretas, cor de canna, para ho-
rnera e senhora, a 2$400 o par. pretas de retroz
com palmas de vidrilho a 1600, ditas de seda
entenadas a 2200, lisas a li80, ricos penles de
lajUruga virados muito fortes a 10J, ditos sem
serem virados* 4g. ditos virados imitando tar-
taruga a 13600, ricos enfeites de vidrilho pretos a
a* e 4$, espartilhos de linho com carteteis a 65
cad. um, ricos leques imitando marim a 2)1500,
ricos manguitos com camisinha e gollnha de
carr.braia bardados a 6 o par, manguitos com
^lnha a^Le 5*',C0n,i8 com gollinha a 3{> e
dO&'JO, gollmha de bordado aberto para menina e
senhora a 800 e 1500, agulhas francezas com
fundo azul de n. 6 a 15, alfioetes em caixinha de-
cabeca chata, brancos e pretos, ricas franjas pre
tas com vidrilho, ditas sem vidrilho, pretas e de
cores, fita de seda, velludo, bicos, rendas, fran-
jas, Iaa, linho, gal5es de cores e brancos, tesou-
ras, caivetes, lacas, garfas e colheres de todas
as qualidades, sapatosde marroqum e couro de
lusre par menina osehora, ditos do Aracaty
para homem, e muitos mais objectos que se ven-
den por menos do que em outra qualquer parle,
babados bordados para manguitos e calciuhas di
meamos.
1
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cardozo-,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOTA.
Este Inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doen$a3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e enazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afictas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
efficazes efleitos desta assombrosa medicina, e
psestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em.tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
em grande sortiuiento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade o 6$50o, 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7J, 9 e 10J, dilos de lonlra pretos e
de cores, muito finos a 6J e 7, ditos do chile a
d500, 5, 6, 8,10 e 12*. ditos de feltro em gran-
de sorlimento, lano era cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2&500 a 7g, di-
tos de gorgurSo com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4g, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes e da trra, de dftersas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xarao de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direila n. 61, de B. de B Peii
H-Uff-M
Vendem-se fazandas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em pega e a reta-
lho : na ruado Queimado loja de 4
portas n. 10.
arreios.
Excellenle graixa americana para arreios e por
barato preeo ; vende-se na ra da Caddia do Re-
cite, loja de ferragens de Vidal 4 Bastos.
Escadas americanas**
A* melhore e mais com modas e uleis escadas,
de todos os tamanhos : vendem-se na ra da
ladea, loja de ferragens do Vidal & Bastos.
A 8,000 rs.
'T? econmicos americanos para engommar
com toles e descanso : vendem-so estes excel-
entes ferros na loja de ferragens de Vidal &
Daslos, ra da C'ideia. a
Fio Le algodo.
Fo de algodo tanto para pavios como para
rdese oulros mistares : ?ende-se o mais bara-
to possivel na ra da Cadeia loja de ferragem de
Vidal & Bastos.
Moinho pararefi-
naco.
Chegarem a loja de ferragem de Vidal & Bas-
tos grande porcao de mohnos de todos os tama-
nhos, com rodas e de aovo autor, os quaes sao
recommendaves pela sua excellente qualidade o
commodo prego.
Camas de ferro.
Um completo sortimenlo de camas de ferro e
com lona de todae as qualidadts, as quaes se
vendera por menos do que era outra qualquer
parte : na ru da Cadeia do Recife loja de ferra-
gem de Vidal 4 Bastos.
Bombas de Japy.
Bombos de Japy de lodos os tamanhoa, com os
competentes canos de chumbo : vende-se por
commodo do preco na ra da Cadeia loja de fer-
ragem de Vidal & Bastos.
Balanzas decimaes,
Reslam algumas balances decimaes, as quaes
se vendem por coramodo preco 1 na ra da Ca-
deia do Recite loja de Vidal & Bastos.
Aviso aos Srs.mar-
cineiros.
Excellenles armacoes de serra de lodos os ta-
manhos, sepos dedilTerenles qualidades, os quaes
se vendem o mais barat possivel : na loja de
ferragem de Vidal & Baslos, na ra da Cadeia do
Recife.
Aos Srs. padeiros e
refinadores,
Sorlimentos completos de penetras tanto de
amare lalao como de metal e de tudas as grossu-
ras : vende-se por prego commodo na ra da
Cadeia do Becife, loja de ferragem de Vidal &
Bastos.
Aos senhores de engenho.
Enxadas americanas, do Porio, inglezas o ame-
ricanas, pequeas, de ago e j com cabos, safras,
tornos, foles, ferro Suecia, ac, arcos de ferro do
todas as larguras, ferro em vergalhao, ferramen-
tas completas para lanoeiros, e muitos outros ar-
tigos da melhor qualidade possivel e prego com-
modo : na ra da Cadeia do Recife, loja de fer-
ragens de Vidal & Bastos.
Nova moda.
Chegou a loja do Ramalho, da ra Direita n.
83, um grande sorlimento de penles de massa
virados a I30OO, dilos com bordados dourados a
3$000, alem deslcs objectos achara o publico iim.
grande sorlimento de tudo quanto hade melhor
no mercado, tendente a miudezas, por menos do
que em oulra qualquer parte.
Relogio.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de excellente gosto.
(
4,000 rs.
por sacca de milho ;
Irmaos.
nos armazens de Tasso
A iplas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
o.
De'
i
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Irregularidades
menstruagao.
ilidade ou falta de Lombrigas de toda es-
forgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de ourina.
Bheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Nova invengo aperei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para pentedos de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmo.
Ra do Queimado n. 37.
A SOS cortes de vestidos de seda que custaram
60; al65corte8 de vestidos de phautasia que
custaram 30; a 8 chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n, 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muilo superior; garante-se que nao
desbota: na ra da Cadeist do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & lrmao- .
Ihfeites de vidrilho e de retroz a 4$ cada
um.: na ra do Queimado h.87, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
| elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
de Raymundo Carlos Le le 4 lrmao ~ em tadoi [de um dos melhores fabricantes de
tes lugares dar
experimenlar-se.
coliertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora,
Liverpool,
estes lugares dSo-so por um ou dous dias fmn vU dos pelo ultimo paquete ingles; ementa de
iftouthafi Meltors 4C. ~ .
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadaa de sua venda em toda a America do
Su!, Havana e Hespanha.
Vendem-se ubocelidhaa a 800 rs. cada ama
dellas, coklem urna inslrucgao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pimas.
Q JepoaUe geral i em casa de Sr. Saum
-pharmaceutico. na ra da Cruz n. IS, id Eu-
nambuco.
do deposito
com Tasso Sl Irmaos.
geral do Rio de Janeiro: a tratar
: Irmaos.
Fariflua de uandioca
nos armazens de Tasso & Ionios.
Mirho
aos armazens da Tasto & Irmaos.
Vende-se um relogio de ouro palenle inglez,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
por prego commodo : as Cinco Ponas, taberna*
numero 152
Vende-se um molequedo 12 annos de ida-
de, muito sadio e sem vicios : a tratar na ra es-
reila do Rosario n. 25. primeiro andar.
Vendem-se saceos com milho, muilo gran-
des, por menos prego do que em oulra qualquer
parte : no armazem do Atines, defronle da porta
da alfandega.
Cocos italianos
de folha de flandrs, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatco dos nossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. Mello Mora es : vende-se a
4$ o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas tarradas, lindos desenhos
covado 1S60O
Gorguro de seda Iavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado tNOO
Grosdenaple preto, covado lfi800
Dito largo e muilo superior a 2j e 2&50G
Sarja preta larga, covado 2J000
na ra do Queimado. loja de 4 portas n. 10.
& toutinua-se a vender fazendas por baixo
| prego at mesmo por menos do seu valor, S
afim de liquidar contas : na loja de 4 portas
na ra do Queimado n. 10.
RuadaSenzala^Nova^^
Vend-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lo-
nas inglesas, fio de vela, chicote para carros e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relosios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
p.ra senhora. brancas e nietas, e para meninas,
brancas e meadas: vende-se na loja de Leite
4 lrmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
Vende-se
o engenho Premuna sito na freguezia da Esca-
da, no limite do Cabo, arredado um quarto de
legua da estrada de ferro, com bastantes maltas
virgens, edificado de novo e todo demarcado : a
tratar ao mesmo engenho como proprietario.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas da
dentro, e um asseoto para boleeiro e criado fra,
ferrado de panno fino, e tudo bem arraejado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree 4 G. a.
42, ra ta Cruz.
Em casa de Southall Melloxs 4 C, ra do
Trapicho n. 88, vendem-se os seguint.j artigos:
Chumbo de munigao sortido.
Pregos d todas as qualidades.
Alvaiade.
Vinho^Shery, Porto Hnarian em barril.
D*p de Moaelle ni eU...
Coguac em caixas de dnzia e barris.'
Relogios de ouro e rala, patente ech roaos**.
tros, cobertos e.desnoberlos .{bem acreditadas!.
Tranceln da u*a pm aa aw. '
Biscoitos sonidos em latas pequeas.
UnAl IXII AVM


~-w
mm
JPtAMO DE "HSRNAMBUtO. QtifTA PEIRA ti Pfc ABRIL DB 1866.
.1
DE

\\
m
--largo da Penha-
Manteiga perfe.lamento flor a 800 rs. a libra e era barril se far mais algutn abalimento.
Quecos multo hoyos
a 1J70O rs. e era cairo se far mais algum abalimouto nicamente no arraazera Progresso.
A.meixas tr anecias
em latas de folha e campoteiras de vidro a 900 rs., e em porgo se far algum abalimento s no
Frogresso.
Cartocs debolinnos
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porco se far algum abalimento s no Progresso.
Figos de comadre
em caixinhas elegantemente enfeiladas e proprias para mimos s no Trogresso e com vista se far
um prego commodo.
Latas de soda
com 2 1|2 libras de differentes qualidadesa 196O0 rs., nicamente no arraazera Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso.
fto\ac\\in\\a ingleza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, unidamente no Progresso.
Potes Yidrados
de t a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1;200 rs. cada um, se
oo Progresso.
CuocoYatc francez
a 1$ a libra, assim como vendrm-se os seguintes gneros tudo recenteracnte chegado e de superio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriga muito nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maga de tomate, pera secca, paseas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoas cobertas, confeilos, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
ma muito fina, emitas francezas, champagne das mais acreditadas marcos, cervejas de ditas,
spermaecte barato, licores francezes muito finos, marrasquino do zara, azeite doce purificado, azei
ouas muito novas, feanha de porco refinado e oulros tnuito gneros que encontrarlo tendente a
molhados, por isso prometem os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer
pTometem mais tanibem servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas como
se viessem pessoalmenlc ; rogam tombem a todos os sanhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandarsuas encommendas no armazem Progresso que se lhes afBanga a boa qualidadee
o acondicionamento.
Vevdadciva goma de mata vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhaJos para dentes a 200 rs. o maco cora 20 raacinho. s no Progresso.
Cha hyson, vcTuia e preto
os melhores que ha no mercado de 15600 a 2#500 a libra, s no Progresso.
Passas em caixinhas de 8 lihvas
as mais rovos que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto preco de 2g560, s no Trogrosso.
Maas em eaixlnhas de H Vihvas
contendo 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrelinha, aletria branca e amarella c pastilhas de
maja, s no Trogrosso, etom a vista se far um prego commodo.
Choxuicas c palos
as mats-novas que temrindo ao mcrcado.s no Progresso, aiaoeando-se a boa qualidade e a vista,
se far um prego commodo.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOHADO
PELOg SRS.
D. Antonio da Costa A. E. de CastirhoA. GilAlexandre erculanoA. resA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendongaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva o CunhaF
Gomes de AmorimF. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollacoJ. E. de MagalhesCoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Graga JniorJ. Julio de Oliveira PiuloJos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Fippe LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. nebdlo da BilvoPlo MidosiRieordo Julio FerrazVatenlim Jos da Siiveira
Lopes.Visto Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. dcCarvallio-4. F. Sveira da MollaRodrigo Paganno.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offerecer aos leitoes, con-
funtamenle com a revista do que mais notavel houvcr occorrido na poltica, na scieDcia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos originaes sobre qualquer destes assumptos, o archivo universal,
desde Janeiro de t859, em que comegou a publicar-e, tem satisfeito aos seus fins, com a maior
exactido e reguleridade.
Publica-se todas as segundas feiras era folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigua-se no-escriptorio deste Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. 8.
Prego da assigaatura: pelos paquetes vapor 10$200 por anno ; por navio de vela 81 moeda
brasileira).
Ha algumas collecgdes desde o-comego da publieago do jornal.
Augusto k Perdigao
Com loja na ra da Cadeia do
Resife n. 23, confronte ao
Bexo Largo.
_ Desejf ndo fazer conhecido sou novo estabele-
cimento|offerecem aos seus freguezes um com-
pleto sojtiipento de fazendas de moda, Onas e
mais injeriotfs, pelos mais commodos pregos
que llics'so possiveis. e compronieltem-se man-
dar leva} as casas das familias quando queiram
escolher a sua vontade.
Entre rnuit.is fazendas mencionamos algumas
como se. ara as seguinles'.
Ricos cortes ele vestidos de seda bordados a vel-
ludo larra aquille.
Ricos corles de vestidos de seda estampado de
duas saias.
Polonez is pretas de grosdenaples o mais- moder-
no e iroprlo para senhora.
Ditos de gorgurao iniilago de casaveque po-
rem muito comprida.
Mantele.es pretos bordados a seda.
Ditos pietos bordados de vidrilho.
Diios de fil de linho.
Pelerinisde fil muito moderna.
Taimas preta de novo goslo.
Manteletes de lorcal de seda froxa de differentfS
cores ( esla una fazenda intciraraeJte nova.)
Lindos :orle.s de vestidos de phantasia de ba-
bdof.
Ditos de gazu de 15 e seda duas saias.
Camisa; de linho para senhoras.
Saias bilo rendadas, ditas de mussulina c ma-
dapolo, tonto para senhora como para me-
ninas.
Saias balo de dous saiotcs com 4 ordetiS de
bico
Pentes de tartaruga de differente goslo c supe-
rior ([iialidade.
Chales le caxemira de cores.
Ricas cipas bordadas para baptisadode criangas.
Como entras muitas fazendas que se far o lem-
brar .ios compradores.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhccidi.s marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
c dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, cm Bor-
deaux. Tem as seguinles qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Eslph.
SI. Jul en.
Margal x.
La rose
Chalen i I.oville.
Chotea i Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Jul en.
St. Jul en Mdoc.
Chateaj Loville.
Ni niesina casa ha
DE
GlffigOBBOA g dfi)C$ifi) M II?18.
Sita na roa Imperialn. i 18 e i20 junto a fabrica de salmo.
DK I
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabeleciraento ha sempre promptos alambiques de cobre de differentes dimengoes
(de 3008 a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para restilar e destilar espiritos com graduagao at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
de todas as dimengoes, esperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tornelras
de bronze detodas as dimenedes e feitios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua.portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos do cobre e chumbo de todas
as dimengoes para encmenlos, camas de ferro com armago e sem ella, fugo es de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espuraadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lengole barra, zinco era lengol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenges de ferro3 latao.fcrro suecia inglez de todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outrqs muitos artigos por menos prego do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualque* encommenda com presteza e perfeigo j conhecida
e para comraodiriade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conanga, acha-
rao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
para
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. lobo Hoscoso,
wxmm fsmwm i psusidDi.
3 MUA DAGJLOHIA,CASA IHH I \IV\O 3
CAinVea per ambos os systemas.
r ^ ? Dr-,Vjbo Mowosod consultas todos os dias pela manha ede tardedepois de 4 horas
tomrao partidos paracurarannualmente nao sopara a cidade como para osengenhos ou outras
profriecades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos i sua casa at as 10 horas da maohaa e em caso d ur-
gencia outra qualquerhoradodia ou da noite sendo por escripto em qse declare o nome da
pessea, o darua e o numero da casa.
Ns casos quenoforem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodoBecife podere re-
moller-seus bilhetes a boUca do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou a Iota de lirros do Sr. Jos
Nogueira-de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnncianio achar-se-ha constantement e os melhores medica-
meD.teflhoaeopathicos ja bem conhecidos e pelos pregos seguiutes :
Botica de 12 tubos grandes,..........103000
Ditos de 24 ditos........ 150000
Ditosde 36 Jilos............*.'.' 20J09O
Dito de 48 ditos...... SScnftl
Dito de oo ditos..........::::*. tB
Tubos avulsos cada um............. 1JO0O
Frascos de linduras.........." 2S000
Jianol de medioina homeopattvica pelo Dr.' JaWtejiduzido
em portuguez cora o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia-etc. etc..... 20*000
Medicina domeaUca do Dr. Herig, com diccionario*. '. '. 10$000
Repertorio do Dr. Mello Moraes. 6J0OO
CASA DE BANHOS.
Dentomt^PnT?^^He-Cm.e*^,<^Jpei0/10^me1110 feit0 eha-se coare-
maiorSmnHiH^ ,ar'*e"ha0, Um^in ^ J de nwembro em ?>. contratos mensaes para
Sos SSScioladeeecwwmiad0 PublM>0 4e 1uem ** Proprietarios esperara a remuneragio de
Assignaturt de banhosfrios pata urna pessoa por raer, logOOO
moros, de choque ou ehuviscos por mez l&ttOOO
series de cartoes e banhos avulsos aos precos annunciados.
niesraa cas
vender:
Sherry em Larris.
Madcira em barr?.
Cognac era barris. qualidade Pina.
Cognac em cateas qualidade inferior.
Cervej.i branca.
^ a ra Nova n. 35, vende-se farinha de
mandioca, a dinheiro vista, pele haralissimo
prego le 5$60O asacca
s= \ eidem-se libras sterlinas em ouro: no
escripiorio de Manoel Ignacio de Oliveira, de-
fronte doCorpo Santo.
Tachas e moendas
Braca Sil ra 4C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortitneuto
de tachase meeedas para engenho, do multo
acredi.do fabricante dwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche u 44.
Pechincha.
Com pequeo toque Na la do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
vende n-se pegas de algodao encorpado, largo,
com pjqueno toque de avaria a2g500 cada urna.
Aos; amantes da economa
Na i ua do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
vendecn-se chitas de cores lxas bastante escu-
ras, pulo baralissimo prego de 6$ a pega, e 160
rs. o i'.ovado.
Vende-se algodo da Bahia para saceos e
fo de algodae : no escripiorio de Manoel Igna-
cio de Oliveira, defronle do Corpe Santo.
* W i VW vm* cdw V7aSW mHVM VlBm Vam iJPH
^r4S-ltl]AK0Vil-45
Armazem de fazendas
e modas
Relogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, ra da Cadeia do
Recite n. 62, ha para vender um completo sorti-
menlo de relogios de ouro e prata, chronome-
tros, meios rhronomeiros e de ptente, os me-
lhores que vem a este mercado, e a pregos ra-
zoa-is.
S ^4S-RU\N0VA-45 S
S| Grande sdrlimento de roupa feita para SI
W horaem. Sj1
^ Dito dito de chapeos de castor e de seda. H
37 Ra do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
tots de panno uno de 16$ at 28$, sobrecasaeas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 359, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por prego commodo, ccrou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5$
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8#,
ditos muito superiores a 109, ditos avelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10g, cha-
peos de feltro para hornero, de 4#, 5j e at ~s
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a IOS, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeila-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, corles de vestido de seda em cartao de 40$
at 150$, ditos de phantasia de 16$ at 35SO00,
gollinhas de cambraia de 13 al 55, manguitos
de 1$500 at 5#, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletotse caigas de 3^500 at
4$ o corado, panno fino preto e de cores de 2$500
at 10$ o covado, cortes de collcte de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguro
e de fusto brancos de cores, tudo por prego
barato, atoalhado de algodo a 1280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 9$, grosde-
naples de cores e pretos de 1600 at 3&200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12$ cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9* 12$ cada um, ditos Usos para ho-
mem, fa*>nda muito superior, do 12 al 20$ a
duzia,caseViiras decores para coeiro, covado a
2$40O, ba^ de seda para vestidos, covado a
1*40* 'lelo sorliraenlo de colletes de
gorgrat. t ^ira preta lisa e bordada, e de
ruslao de c^res, os quaes se vendem por barato
precd, velludo de cores a 7 o covado, pannos
parafeimademesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado proprio para paletotse colletes a 2#800
o covado. bandos para armago de cabello a
1$500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem.eum grande sortimento de macas e malas
de pregada, quo tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se moslraro
Vende-se
DAURORA.
.im.!t ,*?.22 rnM 0Jerecem seus numerosos freguezes e ao publico em geni, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconheado estabelecimento a saber: machinas de vapor de
tt.f?.n,n,-!.1L0d.a8 aua1Para SD?.eJnho" M" de fe"o ou para cubos de madeira, moen-
*>'.f. k. Amoend?8' tacaf d ierro batido e fundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
$"\to*]>jriu**rtetn,tuh6n*boccuVUi fortialha, machinas para amassai man-
iZ.t I^JT"**' l8oa"0. P^ta? Pa mandioca e oleo de rieini, portos gradara, co-
lumnas emoinhos de vento arados, cultivaJoies, pontos, wldeiras e tanues, boias, alvarengaV
botes e todas as obras de machinisrao. Eiecuta-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pilos
desenhosou moldes siue para tal flm forem presentados. Recebem-ae encommendas neste esta-
beleciraento na ra do flrura n 28 A e na ru do CoHegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
seiro do estabelecimento ,to otauiia Coito Pereira, com quera os prateodantos se codera
entender para qualquer obra. w Vu*vm
Ct res de vestidos pretos de todas -as qua-
lidajes.
Ditos de seda da cores.
Ditos de blonde.
Ditos de phantasia.
Manteletes pretos de todas as qualidades.
Ditos de cores.
Crpas pretas e de cores.
Glande sortimento de bordadas para se-
nhoras em cambraias e flls.
Variado sortimento de enfeites para ca-
beca, pretos e de cores.
Dito dio de chapeos de palha e de seda.
Giande sortimento do vestimentas para
meninos.
D tode chapese bonets para ditos.
Gelo e barricas
com macas.
Yende-se gelo, e barricas
codi macas de superior qua-
lickde; no antigo deposito do
gelo da ra da Sanzalla.
- Veode-se um corte de capim e
aluga-se urna grande baixa que da' em
todo o auno, situada no lujar da Sole-
dad* ; a tratar na ra da Cruz n. 4.
nfeits de vidrilho.
Chegou loja do Raroalho da ra Direita n.
83, u n grande sortimento de ricos errfeites pre-
tos di vidiilho, pelo diminuto prego de 38 e 45
Bicoserendas da ilha.
Cht gou i loja do Ramalho da ra Direita n. 83,
um gande sortimento de bicos e rendas da ilha,
os mais finos que tem apparecido, c por baratos
prego 3.
I di escravo moco.
com iifiacipios de alfaiato e de pintor, sotTrivel
bolee: ro, e com bastante habilidada para serem-
pregaloeni qualquer outro servico : vende-so
no Porto do Mallos, armazem n. 18', confronto ao
trapiche do algodo.
Vende-se urna boa propriedade denomina-
da Ca rrapatl, com meia legoa quadeada, quasi
toda em r- ala virgem, e torras do muito boa
produegao vj toda qualidade de lavouras, ser-
vindo tambera para criaeao de gado e refazer
auimoeg, silo na freguezia do Bom Jardim, co-
marca do Liraoero ; vende-se por precisaos do
principio da ra Imperial ao p do chafariz n.
34, aciarcom quera tratar.
Vende-so um lindo o bem acabado cabrio-
le! patente, de'S rodas, com arreios, goslo mo-
derno : a tratar na ra da Domingos Pires, fa-
brica le cairos do Sr, Grosgeur.
linha de novello de todos os sortimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas e pretas, por pregos commodos : em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife u. 62.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Tater 4 C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de- se: J
Carros de 4 rodas de um modello inleiramente
novo.
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Ilavana verdadeiros.
Algodo americano trangado.
Presuntos para Hambre.
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Ment Julop, Billers, Whiskey &
C, tudo despachado lia poueos dias.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por prego commodo.
Tinta para escre-
ver.
De superior qualidade a 500 rs. a garrafa : na
llvraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
Espirito de vinhocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larca do Rosario n. 36
= Vende-se urna preta crioula, de 30* a 35 an-
nos, perfeita lavadeira de roupa, com principios
de engommar, c outras habilidades, que s com
a presenca do comprador se dir, por prego mui-
lo commodo : na ra Oova n. 20.
Vcnde-so urna porgao <1e sola, chegada l-
timamente da Gran],', de muito boa qualidade e
pregos muito commodos: na ra Nova n. 20,
loja do Vianna.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellentes por sua durago, levesa c com-
modidade para os animaes : e'm casa de Henry
Gibson, ra da Cadeia do Recito n. 62.
Vende-so urna negrinha de 15 a 16 annos,
sabendo coser, cozinhar e engommar : no Man-
guinho. em renle do sitio do Sr. Accioly.
Venc-se sele casaes de canarios do impe-
rio era seus com plenles viveiro, um raelro mui-
to novo, urna carauna, um curi e tres canarios
da trra era soas gaiolas, casaes de rolas bran-
cas e ditas pardas ; no sobrado da ra de S.
Francicco, como quem vai para a ra Bella, n.
8, das 6 s 7 horas da manha e nos domingo?
e dias santos a qualquer hora do dia.
Vendem-se
caos de amarello das melhorem que tem ap-
parec .o mercado, de 25 a 45 palmos, por
prego Ajmmodo na ra do Vigario, n. 5.
KB A loja
Encyclopedica
Vends-sa um bou ssbrad do tres andares
e oto, era urna das melhores ras desta cidade,
chao proprio, livre de qualquer onus. o qual se
ronde por'o seu propriotano tet de retirar-se
para fia do imperio ; nesta lypographia se dir
com quem se deve tratar.
Vende-se um saotoqne de idado de 19 an-
nos : na ra do Rangel, sobrado n. 49: os pre-
tendemos dirijam-se a loja para tratar.
Vende-se urna canoa aberta, de carga da
mil e tantos lijlos, e por barato prego : os pre-
lendentes dirijam-se taberna do leo de ouro,
no Hospicio, que se dir.
Carne de vacca salgada, em barris de 20l>
libras : em casa de Tasso Irmos. -
Vende-se superior linha de algodo, bran-
csse do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall MellorA C, ra do Torres
n. 38.
Em casa de Basto & Lemos
ra do Trapiche n. 17, ven-
de-se :
Chumbo em lenccl.
Carios de dito.
Cabos de linho inglez.
Selins patente inglez com todos os
tences.
Papel de imprimir..
P?nellas de ferro.
Baldes de zinco.
Livros em branco inglez.
Cadeiras genovezas.
Licores finos em garrafas de cry&tal.
Enxore em caixas de 5 arrobas.
Alvaiade de Veneza.
Cordoalha para apparellios de navios.
Chapeos de palha de Italia singelos.
Vassourat* genovezas.
Drogas diversas.
Banheiros de marmorc
Talhas de barro vidrado.
CUMA WIM.
\ende-se cebla sola por baralissimo prero
no armazem da ra do Amorim n. 46.
per-
pregos
actualmente ra da
Novo salo de mo-
das para senhoras.
Os abaixo assignados j receberam a primeira
remessa mensal de objectos delmodas ao ultimo
goslo, e melhor qualidade, chegados de Paris
pelo ultimo navio, e avisam as senhoras desta
capital que em seu estabelecimento, na ra da
Imperalriz n. 10, (em urna sala destinada para
ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza prata e de
cores, bordados, e de rendas, de variados gostos.
Lindos enfeites de cabeca, goslos modernos.
Ricos vestidos de nobreza de cores e pretos,
bordados, superior nobreza preta para vestidos a
$200, 2JM00 e 28600 o covado.
Vestidinhos para criangas, de diversos goslos ; DE
bem como o melhor sortimento de outras mntos. /ogriar intnnn A7il0
fazendas modernas por os menores pregos: no "HSJJal xllliUllIU v ILllil
Guimares gerente Jo-
s Gomes Villar.
Una do Crespo numero 15.
Este importante estabelecimento de fazendas
Qnas, continua a receber de Paris, Inglaterra o
Suissa as melhores fazendas cm gostos c quali-
dades tanto para o bello sexo como para homens
e os seus pregos sao muito baratissimos am do
seu proprielario fazer muito negocio. Pcde-so a
prolecco das senhoras, dos amigos o dos mora-
dores do matto para que dirijam-se este esta-
belecimento a comprarem as suas fazendas c
vero o asseio, circumspecgo e amabilidacto.
Nova fama.
Rua Ao Cpespo, \oja de
miudezas de 3 portas
numero 5.
Toucadores do moldura com gaveta, obra de
gosto para ter na sala para as senhoras veslircm-
se, pelo tamanho do espelho, pelo baralissimo
prego de 15, que em outra qualquer parto nao
se venda por menos de 30g.
Meias, ligas, etc,
Meias relas para senhora, pelo diminuto pre-
go de 240 rs. o.par.
Dilas brancas para meninas com o boccal de
barracha a 320 rs. o par.
Ligas de seda muito bonilas e todas bordadas
a 19 o par.
Luvas do teda para meninas, fazonda muito
boa, a 800 rs. o par.
Ricos ehapeozinhos para baptisados, todos de
froco, obra de goslo, a 5,$ cada um.
Caixinhas cora amendoas proprias para dadivas
a 25500 cada urna.
Bonecas francezas muilo bonitas, vestidas, a
19 cada urna.
E outras multas miudezas que deixa-se de men
ciooar por nao se tornar muito extenso, tanto
para prega como para os mscales : tudo na loja
de miudezas de 3 portas na ra do Crespo n. 5.
Superiores chapeos de manilha.
F^rcS excellentes chapeos que por sua qualida-
de c eterna durago, sao preteriris aos do Chi-
le ; existem venda nicamente em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recie n. 62, por
progo commodo.
Vende-se urna carroca e um bonito boj, na
jua de S. Francisco, n. 68 A.
aterro da Boa-Visto "n. 10,
Imperalriz.
Vidros para vi
dra A6#acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louga.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retatho do tamanho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
Vende-se um elegante e bem construido
cabrioiel de 2 rodas, modello moderno, cora os
competentes arreios, vindo no ultimo nHrio frau-
cez : a tratar na ra da Cruz, armazem n. 40.
= Vende-se massa de tmale, a "melhor o mais
nova que ha no mercado, por prego commodo :
na ra das Cruzes n. 40, ou na ra larga do Ro-
sario larga a. 52.
Esposices de metaes.
Grande sortimento de melaes de todas as qua-
lidades, chegados ltimamente da Europa, dos
mais lindos modellos que se podem encontrar
para servigos de cesa, de almoco e jantar, por
pregos muilo commodos : na ra Novan. 20, lo-
ja do Vianna.
Na loja n. 4 da praga da Independencia,
vendem-se os seguinles calcados :
Borzeguins para homem 6|000.
Ditos para senhora a 3ft.
Dilos para meninas a 2J50O.
Ditos para criangas a 2#
Sapalos de couro de lustre para homem a 5.
Dilos de bezerro a 4$50O.
Vendem-se libras sterlinas em ouro: no
escripiorio de Manoel Ignacio de Oliveira defron-
te do Corpo Santo.
Vende-se superior vinho de Bordeaux em
quartolas o em caixinhas de urna marca muito
acreditada, cerveja em caixas de urna duzia, vi-
nho de champagne excellente, voios de esperma-
cete e unta pequea porco de ferro u Europa :
na ra do Trapiche n. 11, em casa de Tisset-
Frerea.
Escravos fgidos.
Fugio do bordo do patacho brasileiro Re-
lmpago o escravo Joao, crioulo, da Bahia, leu-
do levado caiga cor de cinza e camisa azul, al-
guma cousa cxo da perna esquerda e cambado
do3 ps, bastante retinto, figura baixa, e segun-
do consta frcqiienta'muilo o bairro da Boa-Vis-
ta : quem o apprehcnder e levar a bordo do
mesmo navio, ou ao escripiorio de* Amorim Ir-
mos, ra da Cruz n. 3. ser gratificado.
Aenco
* -
Fugio na larde do dia 4 do correnlc, o molc-
que Amaro, crioulo, de idade do 10 a 11 anuos,
I chegado de Panellas, ha poueos dias, com os sig-
: nacs seguinles : fulo, cabega redonda, olhos pe-
queos, cabello pouco crespo e aparado, ps pe-
queos o bem feilos, sahio cora caira de castor
de quadros, camisa branca e chapeo de palha ;
dcsconfla-se estar mesmo pela cidade : roga-so
a quem o pegar, leve-o a padaria da ra Direita
n. 34, quesera bem gratificado.
Moleque fgido.
Na madrugada da qmnta-fcira, 5 do rorrente,
desappareceu o moleque escravo de nome Anto-
nio, idade de 10 a 12 annos, baixo e rheio d>
corpo, olhos pequeos, cabello nao muito cara-
pinhado e cor acabralhada, pucha do p direilo
em razo de urna impinge que tem no tornozello
da parte de fra, anda muito ligeiro e com pas-
sos curtos, signal este que pode ser muilo bem
ennhecido ; foi comprado ha das a Jos Mendes
da Silva, morador no Inga, pelo que desconfia-
se que por l fosse seduzido, e desde j protes-
la-se contra quera assim praticou, ou o tiver
acontado, com todo o rigor da lei: gralifica-Sc
generosamente a quem o pegar, ou ao menos der
noticia na ra cstreita do Rosario n. 25, loja de
funileiro.
Fugio desde agosto de 1858, o cabra Ma-
noel Candido, idade 26 onnas, alto, bom corpo,
cabello crespo, falta de dou denles na frente, um
olho vasado e grande, cicalrizes a roda do mes-
mo ; cosluma andar elogiando : roga-se s au-
toridades e ou qualquer pessoa do povo a cap-
tura do referido escravo, sendo conduzido ra
do Imperador, onde se graliOcar com 100$.
Fugio em um dos dias do mez p.
p. o escravo Severino, de idade pouco
mais de 22 annos, levando calca e ca-
misa de algodao, seus signaes sao os se-
guintes : altura regular, corpo reforja-
do, tem urna grande bebde no olho es-
querdo, cor ula, testa um tanto carre-
gada e sem barba : quem o achar equi-
zer ser bem recompensado leve-o a* ra
da Aurora casa de J. P. de Lemos Ju-
nior.
Fugio sabbado 7 do corrente o es-
cravo de nome Francisco, de nacao An-
gola, com os signaes seguintes : altura
regular, ['os ollios vermelhos, tendo as
partes baixas crescidas e calos as maos
por ter oficio de serrador, portanto
pede-se as autorid des policiaes e capi-
taes de campo se o pegarem leva-lo em
casa de seu sen'ior na ra da Pcnha n.
31, que sera' generosamente recom-
pensado.
= Fugio no dia 4 do correnle um escravo de
nome Flix, de nago Angola, idado de 60 an-
nos, baixo, cheio do corpo, cor fula, pernas tor-
tas, um p mais grosso que outro, muilo regris-
la : roga-se a quera o pegar, leve ou mande dar
parte na ra Direita n. 69, que ser bem grati-
ficado.
No dia 6 do correnle fugiram do engenho
Ucha o escravo Filippo, cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, representa ter 32 annos de idade, falla bem ;
-o no dia 8 o- escravo Marcoiino, denago An-
gola, cor fula, alto e secco, sem barba, tem nos
bragos signaos de vaccina, na testa urna cicalriz
era forma de meia la, eem cima de um dos ps
urna sicatriz que repuchou alguma cousa a pelle,
tem a falla descansada, bem feito de rosto e re-
presenta ter 28 annos de idade ; ambos estes es
cravos levaram caiga de algodo azul trangado e
camisa de algodo de lislra, alem de mais roupa
que possuiam, e suppde-seque reuniram-se pa-
ra seguirem viagem para o serlo do Sobral de
onde o primeiro natural: a quem os spprehcn-
der junios, ou a cada um de per si, ou dclles der
noticia, ser bem recompensado pelos seus do-
nos, no referido engenqo Ucha.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correnle, urna sua escrava da Cosa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, edr nao muito pia*a;tera
bastantes cabellos brancos, cosluma tr^zer um
panno atado roda 3a cabega, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente do
calor de ligado. Esta escrava tendo sahido como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la loja
do Preguiga, na ra do Queimado n. S, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do Ulm. Sr. tenente coronel Sebas-
tio, que sero generosamente recompensados.
No dia t do correnle moa fugio da fabrica
de sabo de Joaquim Francisco de Mello Santos,
o seu escravo Antonio, crionlo, edr bem preta,
nariz chato, baixo e um pouco grosso, com idadd
de 25 annos, o o signal mais conhecido ter a
falla d um dente na parle de ciay : pessoa
que o pegar, dirija-se a mesma fabrica de sabo,
na ra do Brum, que ser recompensado.
.



w
L i llera tura.
A Hungra ea Austria de i848 a 1859.
i
[Continuafo.)
Julgamos ter dita bstanlo para que se noss.i
apreciar a imporljnria geral da Hungra, e tam-
il em a importancia i0(ja 0S[lPCai ,> c||a lem na
existencia da Austria. Finalmente a Europa ata-
ca ha punco deu provas do que nao ignora to-
talmenteque no corado da Austria existo um
paiz, do qu.il depende a prosperidade 011 a de-
cadencia gesta grande potencia. Poi ventura nao
Uno desde que roruegaran as ultimas complica-
cor* ilaljanas, o no curto esparo d.i guerra em-
prohondda pela franca alm dos Alpes, escapar
de todos os labios e cahir de todas as penuas es-
Va pergunla : O que faz a Hungra? Porque razio
os estadistas eos publicistas dirigan) as suas vis-
tas para o que faziam alguns exilados em Geno-
va ou en Acqui, para o que so prrparava sobro
t littoral do Adritico, e par o que surdamento
se agitava entra as populages das margens do
Danubio e do Tisza? Porque a opiniiio publica
011 para nnMhor di/.ero inslincto universal re-
coiihicia que a chave da questao da Italia era a
Mungria Cada qual outrevia qud a Austria seria
perdida no dia em que a Hungra iniitasse a
llalla c, como esta, sarodisso um jugo que nao
sup'orlava com menos impaciencia. A Hungra
exultan de prazer coinsigo mesmaemquanto que
o canliao riliomliava no meio dii dos Alpes. O
cauhao c.ilou-se sem que ella se movesse ; po-
rtal sera simples espectadora por muito lempo,
se a guerra contnuasse ? Niugucni o suppnuha,
e menos suppnnha o governo de Vienna. Todos
S'liein que o receio de uina sublevaran na Hun-
gra fui urna das causas que determinaran)
O que admira 0 que essa luta entre as tradi^Toi
coes liberacs da Hungra e as tendencias absolu-
tistas do cada um dos seos notos senliores tenl a
podido durar secutas, sem ter como rostittac o
delinilivo ou a ruina cnmplela da libordade con o
nos esla tas hereditarios da AuMria, ou derro a
da aulondade.como na Hollanda o na Inglalern
Este milagre apparenle pode-se muito beroe-
phear. A nobreza hngara formara ento pi.r
si so toda a naci ; o seu vivo apegos suas n -
cordacoes de gloria c de independencia, assi n
como s mmunidades da suajadminislraco intt-
rier. e s suas liberdidrs.civis. lhe dar baalar -
te forga para resistir, o impedir o triumpho'com-
pleto da invasao que era semprc tentada pelo
gabinete de Vienna ; porm era 3lo ludo quanl
se podia obter dos se.ntimentos puramente con-
servadores, das tendencias piramcnte defensi-
vas, de que eslava inspirada a nobreza, faliava-
Ihc porm urna deseas ideas grandiosas e fecun-
das, que elvame forliicam um povo inleiro, ar-
raslam-o s victorias, e lhe asseguram ; suas
forgas crao antes negativas que positivas. Per
oulro lado a realeza nao encootrava na Hungra
o auxiliar que, era oulros paizes, tanto a coadji.-
vava contra a nobreza ; ao dominio austraco fal-
lou ah urna classe media para oppor aristo-
cracia. Esla falla era sem dunda alguroa pre-
judicial Hungra, porque o seu descnvolvimen-
lo geral teria sido mais activo e mais rpido por
meio das elasses medias do que pela classe pobre.
Encarando-se porm a consorvago nacional
nao era muito para lastimar cssj falta ; porquan-
lo em 1825, quando uina ciesse media comeco i
a tomar alguma parte nos negocios pblicos, a)
fui precisamente em favor da libordade e da in-
dependencia
DIARIO 01 rfcllJUBC. ^ Q1KTA FE1RA i DI ABBIL Dfl 16*6.
que aeierminaram as
disposiees pacificas que o imperador Francisco
loso inostrou em Villa-franca. A Europa espan-
tan-se dessa paz taosubiia, porm a Austria sa-
bia o que se agitava no seu seio ; nao ignorara or sua natureza, estove condemnada a g)-rar du-
qne nao tinha mais lempo a perder para salvar, I s s.eculos- No dia em que as dietas o os
nao o seu dominio na Italia, mas ialrez a sua comt(:i0* .nao se mlaram a defender a anlig.i
q'JC empregaram loda a sua influ-
encia os recem-chamados S vida publica, repre-
sentantes na dieta das cirfarfes licres.
Essa situagio em que os dous partidos se acha -
ram constanienaeuta em luta, sem que esta ti-
vesse um resudado difinilivo qualquer, durar'n
anda se o progresso moderno nao tivesse obli-
gado a aristocracia a sahir do circulo em que
propna existencia.
O perigo seliavia lomado lio imminente que
nao bastara somonte destruir a causa priman*.
Receiata-se em Vienna, e com muila razio, se-
gundo nos pareco, que o movimonlo rebentasse
na Hungra anda mosino depois da conrlusio da
paz. Eis a razio porque logo depois da assigna-
ttna dos preliminares lra(ou-se de ganhar a opi-
lliao publica por meio de promossasa de rnelho-
ranicutos n.is leis e na administrarlo, e de um
i: cscnvolvimenli* razoavel das forjas moraes e
jhysicas promessas frita solemnemente no
manifest imperial datado de l.uxcmburgo 15 de
jdlho, e que ningiicm o ignora se dirigan
particularmente Hungra. Essas promessas es-
li ainda por seren realisadas, entretanto que a
agitaran na Hungra cresco era virlude de novas
deceproes, e adquirc cada dia mais oxtonsao u
iotensidade. O governo do Vienna r-se j for-
rado a tomar precaures militares, e talvez, no
sen punto de vista, lenha elle muita razo. O
movimento hngaro 6 urna questio verdadera-
mente grave;,asegranos interior da Austria,
para nao dizer mais, se acha com elle compro-
meltida. O que se passa, c o que se prepara so-
bre as margens do Danubio c do Tisza merece
poto, a nosso ver, oceupar a attencio do resto da
Europa.
11
As religos cnlro a Hungra o a Austria nunca
fjram revestidas do excessiva cordealidade. Nos
tres ltimos seculos da historia hngara, islo ,
desde a poca em que a Hungra cedeu espont-
neamente a corado Santo Estevao a um princi-
pe da dynaslia dos Habsburgos, essas relagoes so
exacerbaran por urna lula constante cutre a na-
cao, que qu.-ria manlcr scus dirolos o inmuni-
dades, e a dynaslia que irabalhava em suppri-
mi-las ou pelo menos em rcslringi-las. sta lu-
la entre a Austria absolutista e a Hungra cons-
titucional era muito natural o quasi inevitavel.
Do secuta XV ao seculo XVIII na Austria, asaim
como na maior parlo da Europa continental, a
tendencia geral favorecen a cstabilidade do go-
verno monarrhko em prjimo das insliluicos
mais ou menos conslilucionacs, do que goza-
Tan as popularnos, o soluetudo dos privilegise
prerogativas da nobreza. Depois da famosa bala-
iha da Monlanha-Brauca, na qual pereceu a li-
berdade poltica da ltohemia, apenas nos diver-
sos paizes, que compunham o vasta dominio dos
ll.'tisburgos, permanecen urna sombra de coope-
raran da parle dos cidadans na disposigio dos
seus interesses geracs. Em loda a parle, ex-
ceptan da Huogria, reinara a vonlade desptica
do soberano ; o nao ha quem nao comprelienda
quanto penosa devera ser essa excepgio para o
governo de Vicua, e como era inevitavel a lula
entre o poder absoluto, quo quera eslender-se,
e a naci, que fuzia consistir loda a sua gloria
em maulero que lhe restara da sua antiga li-
bordade. Essa lula s foi nlcrroinpid por meio
de (icguas, o deslas a mais tanga foi a do reina-
do de Maria Tliereza. proprio dos caracteres
generosos o ligaren-se i aquellos, quem sal-
van), em virtudu mes/no da importancia do ser-
vido que prestam e dos sacrificios que fazem. A
nobreza hngara se ligou joven iinperatriz,
precisamente porque considerava como obra sua
o poder c grandeza de sua soberana ; e na verda-
de fura s a heroica assistencia da Hungra que
sustentara a flha de Carlos VI, cuja pona quasi
toda a Europa pareca ter jurado. De sua parte
Alaria Tliereza soube com maravilhosa liabidade
conservar as sympalltias de que era objeclo. O
quesera pois da independencia e da constilui-
cao da Hungra, se o reinado j to longo de Ma-
ria Tliereza tivesse durado mais una dexena de
anuos? 0 que seria anda, se Jos II nao tivesse
com a impeluosidade das suas reformas ulula-
ras conipromcltido o resultado da longa obra de
absorpcao que, durante quarenta anuos, sua mae
dirigi com tanta prudencia e successo ?
Salvo o reinado de Maria Tliereza, durante o
qual a naci hngara parecu exhaurlr nos com-
bates contra Frederico II o fugo dos seus instinc-
tos bellicosos, e tornar-so pacifica & forra de glo-
lia. c tranquilla forra de fadigas ; salvo esse
reinado brilhante e desptico, durante o qual as
dietas se reunirn) tres ou quatro vezes para fa-
zcrem-se notar pela sua maravilhosa condescen-
dencia ; a lula entre o reino e a dynaslia jamis
cessou no decurso de tros seclos. Ella, linha
por thealro ora os campos de b-italha do valle
de Tisza e do Danubio, o os desfiladeros dos Car-
patlias, ora as grandes dictas de Presburgo, ora
tambem as pequeas dietas das provincias. as
grandes e pequeas diotas a luta, por nao ser
sanguinolenta, nao era menos tempestuosa, e
menos perigosa para o dominio austraco ; por
exemplo, na dieta de 1791 tratou-se seriamente
a queslo da decadencia da casa de Habsburgo,
prctendendo-se que em virtude dos actos arbi-
trarios de Jos II ,se achara rompido ojpaclo 6-
lateral que ligava a naci dynaslia.
consiiluiQao, e oceuparam-so tambera no desen -
volvimento das ideas contemporneas de egual-
dade civil e de libordade geral, nesse dia a sita -
cao dcixou de ser a mesma enlre os subditos o
a dynaslia : esla se acbou em face nao de um i
arisirocraca corita d'anles, cuja ruina podase-
desejida por outras elasses, mas do urna nobre-
za verdaderamente liberal, seguida de quasi toda
a nacao o o quem ella proraellia iniciar nos so-
gredus de umu nova vida.
Essa inudanca no carcter da lula entre a Hun-
gra e a Austria data, para bein dizer, do lempo da
revolucao, franceza ; c s se manifeslou em 1825
As guerras da Repblica c do Imperio, e a reacio
que seguio paz de Vienna, linham impedido u
desenvolvolver-se mais cedo a actividade inte-
rior da Hungra : mas essa poca de lelhargo ap-
parenle nao fra absolutamente perdida. Basl;
coraparar-se a dieta de 1791 con a de 1825 pam
conhecer-sc o progresso inmenso que se havi;
operado cin tao pouco ten JO. Ambas forio bs-
tanlo tumultuosas: se em 1791 l.'-opoido II vio-si
obrigado a desfazer o que hava feilo seu prede-
cesor, o desafortunado Jos II, em 182i Fran-
cisco I leve de ir em pessa coufessar os acto.',
de usurpacao, o jurar nao mais pralca-los. Po-
rm como differe o espirito que anima as dua;;
dietas, e dicta as suas aeros Em 1791 vo-sr
a aristorracia lular com uina nobre energa con-
tra os actas arbitrarios de Jos 11, e reinvindica
os foros da sua libordade nacional; porm os ac-
tos de Jos II lhe parcC'-ram arbilarios, porque
elles lao de enconlra aos seus previlegios ; e a
libordade nacional lhe era muito chara, porque, i
fallar a verdade, essa libordade era a sua pro-
pria existencia, o nico sustentculo dos seus di-
reilos polticos. Em 1825 a mesma aristocra-
cia atacou o poder imperial, sobro ludo porqui
o imperador prelendou crear imposlos arbitra-
rios, e estabelecer o recrutamento, quando havi<
isencio desse onus, pois que nunca haviam pa-
go o imposto do dnheiro, e desde a instituidlo d;
conscripcao nio mais haviam pago o impos'to di
-sanguc. Assini ella cessou de pugnar por si s
e foi em nomo dos iuteresses geraes da popula-
rao que a opposirio falln dahi em diante. Es-
sas novas tendencias, risireis desde 1825, se fo-
rao pouco e pouco desenvolvendo at 1818, no
espaco deccorndo entre estas duas datas as die-
tas, semprc composlas de elementos aristocr-
ticos, inclinararam-se para a causa do mais for-
te, e que maior numero centava. Em vesperas
da dieta de 1847 o partido liberal, que cada dia
lomava novo impulso, collocou no fronlispicu
do seu programma os quatro ponlos importan-
tes que se seguen :
1.Dislribuicio dos cargos pblicos entre to-
dos nscidadaos.
2.Partioipacio dos cidadios, que nao per-
tencem a classe nobre, da legislacao, o dos direi-
los municipacs.
3.-Igualdade civil.
.*-Abolicio dos foros c rendas, com indem-J,
nsacio aos possuidoros.
Desta sorte o partido que em 1837 fazia oppo-
si$ao ao governo austraco nio era,como em 1791,
um partido puramente aristocrtico; havia-se tor-
nado um vedadeiro pirtid. liberal o popular, o
ao mesmo lempo hostil aos projeclos anlenacio-
naes c as tendencias reaccionarias do gabinete do
Vienna.
Porm em compensario fui tambera ness.i
transformacio da opposirio que a Austria encon-
Irou apota na Hungra.
Em quanlo se tratou de defender a antiga con;-
liluicao, a independencia do governo c integrdi-
de territorial da Hungra contra um-" iridade
estrangeira que as ameacava sem eos;. toda a
naci hngara, pelo menos a classe qufc consti-
tua a nagio poltica, so achava em Of/oscio a
dynaslia; mas no momento em que a'opposi-
cioadoptouum programma de verdaJeira libei-
dadee progresso geral.cessou a unanimidade con-
tra a Austria.
Os grandes e potentados, que lemiam as retar-'
mas modernas, levados desse temor, buscaran
naturalmente um apota contra os seus adversa-
rios; e para que fosse mantido o stalu quo se
dispozeram a ligar-se com o governo. A Aus-
tria, vista de tao inesperado auxilio, achou-se
forte para oppor-se s tendencias liberaesca
grande matara da dieta e do paiz; percebenco
alm disto que o raovimento nacional dos Hu -
garos seaproximava muilo do movlmento geni
da Europa contempornea, e quo cada dia au;-
raentava de intensidade o de tarcas, recorreu lo
meio de suscitar rivalidades entre'as oulrasrajis
o a raga magyare, que diriga ssuas irmaas nos
actos da opposicao aule-au3lriaca, e do libera-
lismo.
III
Quando fallamos na prmeira par te deste tr.i-
balho da diversidado de origem entre as popula-
ces da Hungra, dissemos qu a rivalidade dis
ragas, a qual em 1818 e 1849 causo* tantas lulas
sanguinolentas e falaes, era de pocas modern; s.
ide*se muilo Dem oeterminar a datado sou co-
mego ; ella remonta i poca em que appareccu o
poema panslavista, no qual o ministro evanglico
Jcan Rollar eantava a supretsio da rara magyare
e > diluvio do slavismo at sobre as margens do
Stma SlanyDtera {la Vierge llave Bude, 1824).
Observemos do p>ssagom que esse poema foi pu-
blicado no proprio paiz magyare, e que o autor
d lao violenta cntico de guerra contra os Hn-
garos conlin jou a residir em Peslh, sem que ti-
vesse jamis soffrido a menor offensa pessoal,
sem que mesmo tivtsse sido prohibida a propa-
glo das suas idejaa. Esla circunstancia faz
honra aos Hngaros, e prova exhuberanlemenle
quao pooco fundadas eram asaecusaces deinio-
lenncia e opprossao feilas a raga magvare.
O despertar da nacinalidode magyare, que don
oceaaiao ou prolexlo para o despertar das outras
nacionalidades.igualmenle nao de data antiga ;
pode-se muito bem fixa-la no reinado de Jos II
que quena germanuar a Hungra. Jos II li-
nha em mente formar um imperio unitario do
dominio dos seus onlepassados, composlode par-
le de elemeutos tao heterogneos. Para reali-
sar essa idcia, para fundir insiiluirdes o raras di-
ve-sas ii um mesmo corpo, nada lhe pareca mais
ellicaz do que uniformar a lingua e.n toda a ex-
tensao do seu vasto imperio ; pelo que quiz in-
Iroduzr a lingua allemaa na adminislngao pro-
piamente dila. na justiga. na instrucglo publica
de tTJdos os seus Estados. Quando sub ao thro-
no o sentimonto nacional dos Hongaroi se acha-
va quasi adormecido; a prudencia de aWia Thc-
reza nio linha contribuido pooco para a-propaga-
gao na Hungra das idoias o idioma da Alle-
manba.
Quando morreo Jos II j nada exista do que
sua mae havia obltdo pacilicaraenle. A germa-
nuaco forgada linha despertado a naciQialidade
magyare. que nio devia mais arrefeccr/Sem que
se renuiiciasso s experiencias infructferas do
gertnanisador.
O despertar do elemento magyare nio era pois
a principio mais do que urna prolestario contra a
gtt manisago orgarja ; ninguem pode contestar
a legitimidado dessa.prolestario, porque a lingua
allemaa por nenhum Ululo devera ser inlroduzi-
da nos dominios Hngaros, onde fallad* apenas
por um diminuta numero do individuos^ Convi-
dados por Ccyza II no seclo XIl, osAllemies
(appellidados Saxonios na Pransylvania) conser-
va ram sempre nos diplomas offieiaeso Ululo de
hospedes (hospes), c nunca dcixaram de ser trata-
dos pelos Hngaros com uina generosidade ca-
valleirosa, ou. para dizer ludo em umsrpalavra,
segundo os habitas da hospitalidade oriental. Ou
pelo reconhecimenlo ca. virlude da aceitagio que
tivoram, ou pelo carcter da sua raga diHicil de
domar e que tanto se liga com as ragas entre as
quaes se planta a emigragan, o certo que os
Allemies da Hungra, tange de quorcr imporaos
Hngaros o seu idioma, se moslrarn mais dispos-
tos que qualquer oulra raga nao magyare a adop-
tar a linguigem nacional."
Finalmente a queslio (omou urna fice diversa
quando a /ermantsaro tornou-se para a Austria
um objeclo secundario. jV poltica de M. de Me-
ternich, todo o mundo o sabe, nao foi a conti-
nuara.i da poltica de Jos II. Este diploma! i.
qoo foi a alma do gabinete austraco duranlc cin-
coenlaannos, quera s nniilcr o statit ouo, e s
tinlia por principio a iinmobilidade tema o
menor esforgo, e a palavra reforma pareca-Ule
quisi idenlica palavra revjlurao. Sol o seu
reinado (podc-sc assim chamar a'sua tanga e po-
derosa administracao) sob o seu reinado, islo ,
durante a prmeira melade do seculo actual, o
gabinete de Vienna nada fez ostensivamente para
propagar na Hungra o elemento germnico. As
conquistas, que o elemento hngaro procurara
obtar, prejudicavam a urna lingua que nao per-
lencia a raga alguma de quo esse paiz povoa-
do ; queremos fallar da lingua latina. Os Hn-
garos, especialmente a sua nobreza, se linham
habituado ha muitos seclos ao idioma da anliga
Roma, c delle haviam fcito, por assim dizer, a
sua segunda lingua materna, se bem que na Eu-
ropa muilas pessoas, que apenas tecm laucado os
olhos sobro os onnaes do reino de Santo Eslovio,
julgam que os Hngaros nunca falbram oulra
lingua seuio a latina. O lalim em lempo algum
foi o idioma da sua vida privada, mas lem sido
at o prsenle seculo o da sua vida publica. Na
diela, as pequeas assemblas, nos Iribunacs,
as escolas, predominava a lingua latina ; logo
depois do despertar da nacionalidade magyare
iralou-se de substiliii-la pelo idioma nacional.
Eis aqu a que ponto se reduz toda essa ques.tio
nljiona dos.habitantes do paiz, nao exciuindo os
eloitore dts pronriot depulsdos.
Os direitos lingua magyare i oceupar o pri-
meiro lugar, que lije davam os reformadores da
Hungra, parecem-nos l.'Qlceia do contestar. E'
ella a lingos d-iquellcs que pTmeiro occupar*m
o paiz, deram-lhe urna existencia propria, do-
larsm-no de insliluicoes polticas, e defenderam-
rn duranlc tantos secutas contra seus nimigos
interiores e do exterior E' ella domis disto o
linS'ia da matara relativa dos habitantes, pois
que de 13 railhe's de almas, que compunham a
Hungra anlos de 1848. haviam insis de 5 railhoes
de magyarei, ao pas.io que nio havia ahi oulra
nacionalidade que cornprehendesse metado e
quer desse algarisrao. E' ella anda a que mais
progressos lem feito. a que lem adquirido mais
desenvolvimonto litlerario entro todas as linguas
quo se fallara no paiz, excepta a lingua allemia;
o aquellos que fallara osla ultima, como dissemos
neniiuma objecgo poem a que seja adoptado o
idioma hngaro.
O numero total dos habitantes slavos sem
auvida alguma cousidcravel ; porm sosubdivide
em tres grupos, quo se nocompretiendera entre
si, sendo que o principal deltas se destingue dos
outros al na maneira do escrever ; os Croatas
que se servera dos caracteres latinos ; os Serbios'
que se servera das letras cyrillicas. Nenhom dos
idiomas slavos polo ser comparado ao idioma
hngaro.
Finalmente todas as linguas nao magyaresao
lanadas quasi exclusivamente no territorio da-
quclles que as oprenderam desde quo nasccram
ao passo que a hngara pode-se dizer que ge-
ralmenle fallada no paiz, at por muitas pessoas
de or.gem nao magyare, que a preferem sua
lingua materna.
Quan lo sobreverara os acontecimontos de fe-
vereiro de 1848. o partido liberal, que dominara
na Dila.e inha porvsi grande maioria da naci
procurava chegar a tres resultados :
1-Queria tornar elTectivas as relacoes legaes
do reino (as quaes adianto exporem'osj com o
imperio da Austria, islo firmar a independen-
cia nacional c polilica, que os tratados ejuramen-
tos rcaesgaranlhm Hungra ; para esse flm op-
punham urna barreira extraordinaria a qualquer
nova usurpagao do gabinete de Vionna, a quem
obrigavam a voltar sobre seus passos ; '
_2Realsarsob as bases da antiga constitu-
gao as reformas reclamadas pelo espirito do se-
cuta XIX, e sobretodo fazer extensivos todas as
elasses da popuiagao os direitos o i
' .i
firm,\08,rU.*5D,rai,ir-sc necessidade de cofi-
flrmar par vonlade as retamas lf ea*sone uode-
falnao ^^ e". ,ereeiro' Prtidolibe-
IV
Sem durida os soccesos que assignaliram o
mez de marro do 1818 na Hungra furam a
repercussio daquelles- que em fevereirn ante-
rior haviam rebenlado na Franca. Entre- tan-
to cumpre f.izcr urna observacio que bas-
tante importante r so a Hungra receben da Fran-
ga'o impulso, esle impulso eslrangeiro nao alta-
rou.o cararter todo especial do seu movimento ;
o moviniento hngaro se dislinguio do raovimen-
to francez em um ponto capital ; elle nio foi an-
ti-monarchico, e al mesmo nio foi lioslil & dy-
naslia reinante, ncra no seu principio, nem nos1
SCU3 resultado.
Bem se pode dizer que o que so passou entio
na Hungra foi urna reforma, e nao urna revolu-
gao. A revotaran derriba precipitadamente 0
que exista para substituir por alguma cousa de
novo, que, tange de ser a consequencia lgica e
natural, muitas vezes o contrario do prineipio
existente ; ella opera-so por motas mais ou me-
nos violentos : em todo caso sahe de caminhos
conhecidos e procede por medidas illegacs. A
reforma urna mudanga pacifica, em .que as no-
vas instiloiges sao a consequencia logic* daquel-
las que exisliam antes, e em quo a transformacio
se faz pouco o pouco e conforme logaldade. os
aconlecimcntos de marro na Hungra encontra-so
ludo o que consliliie urna reforma ; e nada ah se
enconlra que caracterise urna revolurio.
O resultado mais imprtanle desse.- aconteci-
raentos foi a cossio Hungra do um ministerio
particular. Foi ludo quanlo a depulagao envia-
da pela dicta de Presburgo, c que chegou Vien-
na 15 de nurco de 1848, pedio ao imperador
Fernando ; foi tudo quanlo ella obleve para a
Hungra com grande salisfacio da dieta, o do
paiz.
E era islo urna revolugao ? Nio, certamentc ;
porque nio passava de urna innovagao; era urna
reforma das mais simples, em virtude da qual as
relagoes seculares entre a Hungra e a Austria de
equivocas que eram passarara a ser verdadeiras.
A Hungra, amando ao tbrono a dynaslia do
rara, per .nio merecer* a coeflanga das popu-
tagajs, receberam a garanda de que os scus es-
Upeodws conlinuanam a ser-lhe psgos durante
a sua rlda De mais o mormentn r
que eram at ento o prcvilog
''~Yu'oarisar a lingua nacional, desenvolv
por meio dellaa litteratura. c lomar as medidas
neccssarias para quo o idioma magyare se tornas-
se olliciM ora todas as cousas quelocasscm ao do-
mio publico nao o particular e municipal que
era reconliecido invtalavel pelas leis e eos turnes
Hngaros.
O governo austraco, como era natural, erapie-
gou toda sua-habUidaJepara impedir que o par-
tido liberal conseguisse o seu empenho.
Quanto ao primeiro ponto, o governo so acha-
va solado, porque lodos os partidos, todas as ra-
gas desejavam a mannleneio, e mesmo o desen-
volvimento das insltuigoes antigs do reino ;
ninguem quena ver eslabelecido o rgimen abso
liitista que nesava sobre as provincias heredita-
rias da casa de Habsburgo.
Deste modo, sobro o terreno puramente cons-
tiiucional. o governo limitou-se a urna posigio
iieiensiva. salvo em um poni : arrogou a si a
nomeagao dos administradores das populaces ou
distados.
Esta medida, que tinha por flm dar & autori-
dade austraca urna influencia directa sobre as
pequeas dietas dos departamentos, at ento
absolutamente livres, deu causa a um grande
rumor que se conservou de 1844 a 1817. e nio
contribuio pouco para precipitar o movimento.
Na sua opposigao ao segundo ponto, o gabine-
te de Vienna era favorecido, como j dissemos.
pelo partido conservador, que se julgava atacado
pelas tendencias democrticas da Diela era seus
previlegios aristocralicos, c cuja ambiguo eslava
.los o mmunidades Habsburgo. nio tinha consentido por esse facta na
gio da nobreza ; sna fuso com o imperio da Austria, que nem
mesmo exista quando a Hungra conferio a co-
rea de Santo Estevao Fernando I, irmo do im-
perador Cartas V. Tanto na linguagem ollicial
como na phrase vulgar o vinculo que unia a Hun-
gra s provincias chamadas provincias heredita-
rias da dynaslia habsburgueza, se appellidava
uniio pessoal [personali uni.) Nada mais jus-
ta do que esla expressao.
Os dous paizes formados pela Hungra o pelo
grupo dos estados hereditarios, s tinnam de com-
mum enlre si a pessoa do soberano, o qual re-
nava sobre a Austria pela grara do Deu*, e como
senhor absoluto, ao passo que na Hungra rece-
bia a cora em virtude de eleigio ; mais tarde,
quanlo tai admitdo o diroitode successio, em
virlude da inauguragio, do juramento prestado c
assignado constluiga'j nacional, elle anda as-
sim nao governava s e sera rcsponsabilidade,
mas com o apota c.sob as vistas de uina dieta,
que represenlava a nagoo.
Esla dstiocrio de re e de imperador foi om to-
do o lempo mantida com muito cuidado. O ulti-
mo soberano auslro-bungaro, segundo esse rgi-
men, islo o predecessoK do Francisco Jos I,
tinha, como os seus antopassados, urna qualifica-
gio numrica difireme na Austria e na Hungra;
nesta chamava-se o rei Fernando V, e naqucl-
lao imperador Fernando 1.
V-se, portento, qi, at ncsteauUimos lem-
pos a independencia do remo lHflgar ja mais dei-
xou de existir de diretornera> de ser reconheeila
de facto, tanto quo fra de novo definida e sanc-
cionada no art. 10 do dwcreta da dieta de 1790
som cessar voltada para os altos eropregos e dig-l 7W : Hungaria nihilorainuscum partbusad
nidades, que lhe podia distribuir o imperador da "cni, sit rognum liberum et roate ad. totam le-
Austria, rei da Hungra. galera regiminis formam indepcndens, id ost,
Quanlo ao lerceiro ponto, o governo nio ou-
sou fazer obcrtamcnle opposigao ao- inovimento
movimento no geral abra-
fedHo1hglo> por cheles legtimamente encar-
regados dos negocios antes da explosao franceza
de fevereiro. Foi a diela. cujas sessoes comeca-
ram em novombro de 1847, o nao a populara ar-
mada que determinon o pedido de um ministe-
rio rcsponsnvel ; esse pedido redigido em forma
de suppHca chegou ao imperador por intermedio
de urna deputagio de magnates e' membros da
ogunla cmara, esta deputafao tai apresenlada
a S, M. o rei da Hungra por seu prente, e de-
positario dos aous poderes no reino, o erehido-
Que Palatino Estevao ; foi esse mesmo principe
quo irouxe a rcsposla favoravel de Fernp;ido al-
gumas horas depois da entrevista. 9trSfitando-se
algumas diPitudades sobre a intcrprelagao da
resposta real, tai oinda o archiduqoe Estevao
que tratou de sana-las intervindo entre os sob-
ditos e o monarch Finalmente o inrperidor
Presta rgo a lu de abril para encerrar aflMMfe
da dieta, e pronunciar, sancionando as reformas
t, e ^8> esw memoravei palavras :
Desejodo fundo d'alma que a mnha nobre na-
gao hngara seja feliz, porque a sua felicidadr-
para mira urna grande dita. Assim pois concedo-
Ihe o que me pedio para semelbante Om, e en-
carrego a ti, meu caro sebrinlio f o Palatino Es-
tevio ) de Iransmillir a mixba resposta, confir-
mada por minha real palavra, toda- esto nago,
em cuja fldelidade o meu eoracao- enconlra a
maior consolacao.
Por conseguinle no qu diz respeite a rela-
goes legaes entre a Hungra c o seu soberano, as
conautstas de Margo (foram assim ap[.eflidadas
as leis livrcmcntc confirmadas por Fernando V )
nao constituiam o que se chama urna reoofo-
gao. Julgamos dever insistir sobre este ponlrj.
porque a Europa conbeco mal csia historia qoest
conlemporanca.e concebe de urna maneira errnea
a siluagao da Hungra depois do 1849, eo" moviU-
nicnto que hoje comega a operar-se. Cr. piibli*
cislas favoraveis ao governo austraco chegarara
a propalar, acreditando al certa ponto, o racio-
cinioseguinte : O auligo pacto bilaicrat qiie
regulava em oulro lempo as relacoes entre a
Austria e*a Hungra foi destruido pelo pacto do
margo de 1848. O governo real achando-se fra-
co leve do ceder, e contra-assignar luda quarrto
so lhe impunha ; loruando-se porm mais forte,
natural quo queira considerar o anligo pacto
como abolido, e que so juVgue coro direito do ics-
pr, segundo a sua livre vonlade, ura pacto ne-
vo. O enunciado, qoe precede, demonstra ev-
dentemenle que esse raeioeinio se funda sobre
um erro do facta. As reformas obiidas petas
hngaros em 1818 nao foram a abuligio do pac-
i federal ; mas sim foram o desenvolvinicuto
natural desse mesmo pacta.
Unge de querer acabar com ae relagoes legaes
que uniam a Hungra Austria, tanto o ministe-
rio hngaro, como a assembla nacional, durante
lodo o esiio de 1S48. deram prova mais exube-
rantes do seu ardenle desojo de extinguir as dif-
licuWadcs que havia suscitado a applicagao da
retama obtida em margo. A dieta e o go'verno
se dingiram incessaut ao rei da Hungra, sup-
plicando-lhe urna providencia que pozesse ter-
mo a essas agitages, que bem depressa pode-
riara tomar o caraeler de urna luta, que os mi-
ustros do imperador d'Austria tamentavaro no
interior do paiz. Os Croatas, os Serbios-, os Va-
laquios e os Saxonios, animados secretameule,
reclamavam, c.insurgiara-sc contra o novo esta-
do de censas,, o qoal alias em nada linha muda-
do a siluacau das nacionalidades, pelo contrario
Havia conseguido, em virludo da abolicio dos di-
reitos feudo es e proclamagio da egoaldade civil
e poltica, mmensas vaotagens nao s pora os
.iMgyares, como tambem para lodosos habitan-
tes da Hungra, sem dislribuigio de rara, e do
religiao. Comprehende-sc boro a razco'porque
os hngaros levavam as suas queixas > presenga
do soberano-; porque nio era ora seu nomo, nem
sob pretexto de defend--lo, que ellos eram ata-
cados.
sobre as linguas, a
curidade.
que se lem ligado tanta obs-
nisto, que
ingua viva
dever
..oli-
lasse pre-
galein tegiminis formam ndepcndens, id
nuHi alleri regno aut populo abonoxium, sed pro-
priam habens consistentiam, el constitutionem,
magyare ; julgou mesmo' 'prudente mostrar-se-i proinde a legitime coronado ha?reditario rege
lhe favoravel al corto ponto. suo, adeoque eliam a Sua Majestato sacralissima,
Verdade que antes e depois do 1848 nenhu- successoribusque ojus Hungaric regibus, pro-
ma dislincro se fez em favor dos propagadores prilegibus et consiicludinibus, non vero, ad
da lingua e da litteralura hngaras, entretanto normara aliarum provinciarura regendum el go-
que o lllyricn Gaj. Tchque Palacky, e outros es-' v?rnafidum.
en plores panslavistas foram accumulados de Er osl o direito : a Hungra go-vprn.ida ere-
IOMJ1I illl
(*)
F.' muilo natural, e todos convir
os Hngaros queiram substituir s
outra lingua mora ;- talvez se
de que larde se lembraram. Q
tica e inlcllectual eslava aborta^
vil 'giada. com exrlusio de oulra qualquer, o uso
do lalim linha urna explicagio ; sabe-se que du-
rante seculos ello foi em luda a Europa a lingua
das sciencias, das lettras, o das artes: porm-de-
pois queso introduzio as margens do Danubio o
progresso universal da cvlisagio, depois qoe a
naci intuir subi aspiragio da existoncia po-
ltica e intelleclual com a aristocracia, a lingua-
gem somente condecida por alguns devia ser sa-
crificada linguagem que todos fallavam. As
dietas de Presburgo proclamando como ollicial, e
ndoqoada instruegio publica, a linguagem hn-
gara, os patrilas e os liberaos fundando urna
academia para o fim de propagar essa liuguagcm,
e empregando-a lias discusses publicas como
particulares, realisavam assim a mais lgica e
essencial das reformas. Gragas a ella todas as
outras eram possiveis; S3iu ella, o alcance de
qualquer oulra, restringido a um pequeo nume-
ro do previlegiados, nio podia chegar a lodos, e
por consegunte era desconhecido.
As nacionalidades nao magyares poderiam quei-
xar-se do progresso do idioma hngaro, como de
una usurpagao, de um atlentado aos seus direi-
tos ? E' evidente-que ellas nio podiara desejar
no meio das espraces democrticas do seculo
XIX a conservaco da lingua de Roma para a tri-
buna, para os tribunaes, o para as escolas. Ten-
do por orao urna lingua mora, a Hungra ver-
se-bia em embaragos sem poder acompanhar o
mavimento progressila do resto da Europa, e esse
estado de cousas nao seria menos nocivo s ou-
tras nacionalidades do quo raga magyare. Po-
rm tendo-sc de abandonar o lalim nao haveria
ni: Hungra urna outra lingua viva que se podesse
preferir hngara? Sob o dominio da mais ex-
cessiva cffervescencia da rivalidade entro as ra-
gas, nenhuma nacionalidade co-exisjente na Hun-
gra lovou suas prolongos a ponto de exigir que
a sua lingua fosse adoptada para o estado. As
rivaes da raga magyare o mais que faziam era por
bices propagagao do idioma hungaie; assim
elegeram, por exemplo, durante os annos que
precedern! crise de 1818, deputidos croatas,
q ic e obslinavam a fallar na dieta a lingua la-
lina, a qual j nio era comprehendida por alguns
dos membros, e nem mesmo por mu grande
Conslanca Vcrrier.
POR
GEORGE SAND.
XIII
( Continuacio. )
Ah I voss nio enganou Conslangs ? Con-
Cou-ibe os seus transportes d'amor comigo, os
seos requintes de espirito com aduqueza ? Cons-
tanza sabia de tudo, (fraudo esla tarde, ouvia
aqu essas duas historias ?
Conslanga nada saba e espero que nada
saiba anda. Creio que nio me vio nem rae ou-
vio, e estou certo que a duqueza nio far urna
mi aegio.
Conla entio com a sua amizade fiel ou com
o seu pudor ?
Agrada-ihe persistir em crer que a duque-
za me honrou com as suas bondades, cu lhe res-
pondo siraplesmente que a duqueza generosa e
prudente. E' ao seu pudor e a sua amizade para
que appello.
Sim 1 o que pede o meu silencio? Entio
s se teme de mini ?
Nio me temo de ninguem, e se voss nio
tem coragao, nio lhe pego nada. Quizera obter
de voss calma e disengio durante alguns das,
durante vinle e quatro horas pelo menos. Eu
lea levado Conslanca, e prmeira pergunla
'. .
() Vide o Diariv a. 81,
honra.
Todava a corle, om certas orcasies solemnes
procutava attrahir osHungiros, illudindo os com
galtnteoa c lisonjas proprias dos soberanos e
principes.
Por exemplo, quando pela morle do palatino
Jos, n principe Francisco Jos, que ento iin-
guora suppunha destinado ao throno.veio a Peslh
instalar o archiduque Estevarn, nomeado lugar-
tenente do reino em substituigio a seu pac. o
joven sobrinho de Fernando V. se porlou por sua
linguagem e por suas raaneiras mais como um
principe hngaro, do que como um principe aus-
traco.
No mesmo anno o rei veta possoalinento abrir
a Dieta em Presburgo, e levou o seu galanleio
para com os Hngaros, a ponto do pronunciar o
seu discurso de abertura na lingua nacional da-
quelles, a qual elle proprio mal sabia ; dous se-
culos haviam que nenhum monarr.ha da casa dos
Habsburgos manifestava dessa sorte o seu amor
Hungra.
Mas, se officialmente so faziam certas conces-
ses ao elementa magyare, procurava-sc sur-
dina despertar a auimosidade, e rivalidade das
ragas nio magyares.
Ossuccessos de 1848 c 1819 deviam bem de-
pressa mostrar quao fundados eram os receios
que, de 1810 a 1848 sobre ludo, nao cessava de
inspirar ao paiz a attitude do governo de Vienna
na questao de nacionalidades.
No tempo em que o contra-golpe da revolugao
franceza de fevereiro do 1848 so fez sentir al as
margens do Danubio, o gabinete de Vienna cedeu
immediataraenle ao primeiro dos tres pontos,
que mencionamos ; perrailtio Hungra um mi-
nisterio nacional responsavel, isto coosentio
que os negocios hngaros fossern dirigidos e ad-
ministrados nio em Vienna por Austracos, mas
era Peslh por Hngaros.
Sobre esse primeiro ponto, nenhuma duvida
havia era que a Austria cedesse, quando.nelle nao
tinha quem a auxiliasse ; quanto porm ao se-
gundo via-se embaragada, e lhe era mu difficil
nao ceder egualraente.
Al em Vienna prevalecan) as ideas de liber-
dade e egualdade; os auligos conservadores, ni-
cos alliados que na Hungra Uvera a dynaslia,
comegavara a esquivar-se vista, das manifesla-
ges ainda pacificas apparecidas em Peath a 15
de marco ; os principios liberacs e democrticos
eram proclamados com enthusiasmo e quasi cora
unanimidade pela Dicta de Presburgo. Como,
que fizesse sobre a minha Gdelidade, eu lhe tciia
dito o que voss vai forgar-me a dizer immedia-
tamente antes que ella mo interrogue, a sabor,
que amo-a mais que ludo no mundo, e que a-
crifico-lhe as curtas paixes, que, a pezar meu,
algumas vezes agilaram minha vida, sem nurca
perturba-la realmente, c sem me desviaron do
meu fim, que esposar Conslanga e loriar
indissoluvel a affeigao suprema que lhe te-
nho.
Sim! sim eu vejo 1 respondeu a Mozzcll
anniquilada ; voss era tudo para mim, c eu pa-
ra voss nio fui mais do que um incidente de
viagem. Apaixonado por urna s mulher, vo s
cedeu necessidade de dislracges. Isso a his-
toria de todos os homens c Conslanga pod;r
perdoar-lhe fcilmente. Mas eu nunca lhe po-
derei perdoar o me ler dcixado sonhar o co nos
seus Dragos. Devia dizer-me que prefera al-
guem-
Nunca fizemos essa pergunla.
Voss sabia que eu nio amava a nin-
guem.
Juro-lbe que nio mo linha informado
disso.
Entio foi minha casa como se vai casa
de qualquer corlezia.
Bem sabe que nio I Amc-a, e amo-a an-
da, porm j sera paixao, e d'ora em dianti a
presenga de Conslanga a minha egide contra
togas as sorprezas da vida,mas com reconhe-
cimenlo e amizade verdadeira, a menos que vos-
s nio repula o meu coragio, mostrando urna
faco do seu carcter que eu nio conhecin, o
despeilo e a vinganga I
Yamos 1 parla 1 disse a Hozzelli desespe-
rangada. Aproveite um momento em que faltam
as forgas ao meu desespero. Se fleo mais lem-
po, Coustanga que sabe sem duvida que voss
chegou, inquielar-se-he........
' Conslanga nio pode saber que cheguei. Nio
disse o meu nome s pessoas da casa em que el-
la habita. Soube que eslava em oulra casa da
cidade. Tinha tanta pressa de v-la que rin, de
noite, com o chapeo nos olhos, pela mas de
gida por suas proprias leia o costumes, tendo
uin-a constiluigo propri, nao sendo-ligada n ou-
lro estado qualquer, sendo livrc e- independcnlc
em lodas as suas partes 1 Quanto ao. facto, bem
que nio estiresse em conlradicao com o direito,
todava nota va se que nio eslava de ura perfeilo
aceordo com elle.
O facto de residir em Peslh o lugar-tenenle do
Palatino, e de achar-se estabelecida em Vienna
a chanrellaria hngara, testemmvhava o direito
que tinha a Hungra S independencia, e a dis-
tinegio que devia haver enlre os scus interesses
o os- do resto da mouarchia austraca : porm es-
sa chancellara e Lugar -Ienenrra nio garanta
mu seriamente essa independencia c iulercs;es.
O Palatino era um archiduque, e os chancelleres
ompregados superiores, lodos irresponsaveis para
com a dieta de Presburgo, c dependentes do ga-
binete imperial. H.i muitos annos que a nacao
se lastiroava por esse estado de cousas, e nao
cessava de pedir una reforma. O partido liberal
por conseguinle no seu programma do 1847, que
nos citamos, nao fazia mais do- que reproduzir as
queixas do toda a nagi, quanlo dizia : Na si-
luagao actuil da Hungra, o governo hngaro nio
um governo constitucional de facto, islo nao
emana di vonlade da nagc- manifestada pela
maioria, o nem reconlkece a sua existencia como
dependente da vonlade dessa maioria. O gover-
no hngaro, contrario a nossas leis consliluco-
naes, acha-se como submettido a urna influencia,
estrangeira e anli-nacional, o confiado a homens
que adminstralo, as outras provincias da rnunar-
chia coro um poder absoluto, que encarara as
nossas formulas constitucionaes como um emba-
race par o sou systema de administragio geral,
e que por consegunte sao antagonistas da libor-
dade A concessao de um ministerio indepen-
dente era pura e simplesmente a realisagao desse
pedido, e s por meio dola se poda eslabelecee
urna organisacio mais leal e mais verdadeira
das relagoes entre a Austria e a Hungra. Sem
duvida era isto urna grande reforma; porm an-
da fallava muilo para que podesse ser urna revo-
lugao 1
Os muios pelos quaes tal roalksada essa refor-
ma nio linham um caraeler revolucionario. As
(Coninuar-e-/o.)
Variedades.
sirias; Conslanca portanto nao rae espera, e nio
quero sahir som lhe ter restituido a coragem e a
razio.
E' porque voss me temo ?
Resolvtdo a confessar-rae sinceramente,
nao posso lero-la. Convenho que desejava pou-
p ir um momento desorpreza e do pezar mi-
nha nolva, e nada roubar alegra da nossi pr-
meira entrevista. Mas voss recusa-me isso c o
meu orgulho impede-mc do insistir. Se fago
ainda uta esforgo para ajiranda-la, crea na pa-
lavra de um homom recto e corajoso, c mais por
sua causa do que por mim.
XIV
No carcter de Ral Mahoult nada havia do
prfido ou mesquinho. Elle disse todo o seu pen-
semento. e sonlia-se muito forte porque senta-
se muito franco e essencalmente boro. Era esse
todo o segredo do seu ascendente sobro as mu-
lheres. Seu rosto regular e do expressio suavo
tinha urna firmeza do linhas que revelava urna
energa tranquilla, e como que em reserva" para
n verdadeira occasiao. Muitos homens eram mais
bellos, nenhum mais sympalhico aos homens de
bem. Os ladres reounciavam depressa a enga-
na-lo, os fracos sentiam-se allrahidos i sua pro-
loccio, os indecisos upportavam com pra-
zer o feliz prestigio de um espirito activo e lu-
cido.
Tinha inlclligencia elevada, porm antes pra-
tica do que contemplativa. Austero na juvenlu-
ie c fiel por priucipio.-tinha por muito tempo
ignorado que houvesse no mundo oulra mulher
alm de Conslanga c mesmo vencer heroica-
mente as suas paixes durante os dous primeiros
annos da sua separagio.
_As viagens haviam-lhe modificado a orgenisa-
gao sem alteror-lheo caraeler. Umasoude enr-
gica havia subsliluido o temperamento um pou-
co lymphatico do fllho de Paris Sentir desper-
t r-sc a necessida'ic das emoges vivas, e per-
dendo coragerr,, cscrevera i'Coustanga : Deixe-
roe voltar, iasemo-nos, e eu tornarei a partir no
dia seB/iinle, a menos que voss queira ocoropa-
nher-me,
A AIlvoitL DE CERA E A. AH.VOAE DE CEBO.
Enlre as produeges naturaas da Chiiia, ha
miwlas que sera ter urna importancia agrcola e
conwnercial, compacavel do eh, e da seda,
nao sao menos interessaotes por. m.isdu ama cir-
cumsiancia ; ellas provaiu quanto os alunas;
(latisieuses o cuidadosos observadores, no- seu
deseje de aproveilar, de urna ou de o ulna ma-
neira, as propaiedades dos vegelaes, que eres-
cera sob o seu clima-, lera chg.ido a. obter de
certas arvores producios realmente singulares.
Elles cultivarn, por exemplo, una aoro que
Ibes d urna c-ra branca, brilhante, o aseas dia-
pliana, para que a luz a penetre at 3 centme-
tros de sua espessura^ e do que fazem expelien-
tes bugias.
Um missionario francez quiz pessoalraeule ex-
perimentaros processos, pelos quaes o chinas
obtem esla cera, antas animal q_ue vegetal, e d
a asta respeite os soguintes esclarecmenlo :
Cumpre saber, que a arvore de cera,, nao obs-
tante o seu nome, produz tanta a c-ra, como a
amoreira a soda.
N'ella ha tambem um insecto quo vive na ar-
vore, e que tarnece cera deste modo : no co-
megodo invern, aprsenla a arvore cedos tumo-
res da grossura de urna cereja ; estas tumores
sao ninhos. Sao corlados da arvore e rolloca-
dos em roolhos de patha, qoo se suspendem
nos ramos das arvores No fim do mez demaio,
quando a arvore floresco, as larvas comidas nos
ninhos abren,, se produzem os insecto, que se
espalham pelos ramos.
No fira. de um mez, po uce mais ou menos, elles
se lixam as folhas, e nellas se involvem de
forma, que fazem um casuU Em pouco comega
a apparecec urna materia araludada, que cobre
todo o involucro ; esta materia, que se colhc
em setembro a efira em questao, que so classi-
lica con a maior facilidade.
A arvoro de cebo [croluno cebiftrumj da al-
iara das cerejeiras da Europa. Seus ramos sao
toctos achetas de nos, sua talhagem abundante
lem a cor averroelhada ; o fructo, como a cas-
tanha, est encerrado, a'um involucro, quo
racha ese abro na poca da malernida.de, a des-
cobro corpos brancos spheroides da forma, de
urna avela, cuja cer faz um lindo contrasto cosa
as folhas. Estes-frucios- tem o cheiro, o a6poc*
e a consistencia do sebo.
Parece que em certas provincias do importa,
c-s chinas coaleniam-se de fazer tundir estos
fruclos, c sem querer ter o trabalho de purifica-
noticias viudas do exterior nio produziram gran- (tas fabricam velas,- que seriam boas so lossem
munidas do coropelenle pari, mas em lugar da
mancha de lalgodao, elles empregam um cipo
muito seco e lino, que nao smento diminue o
brilho da chama, mas augmenta o.fumo, e o mo
cheiro.
do agitagao nos espirites ; nio se conslruio una
s barricada, nio se deu um tiro nem em Pres-
burgo, nem em Peslh, nem em qualquer outra
parle. Nio foi um s empregado destituido do
seu emprego por violencia ; aquellos que o fo-
Couslanga nio tinha cemprehendido loda
angustia desso pedido. Nio podia expor sua ve-
Iha ta docnlo a tangas e penosas viagens. Ceci-
lia s Unhi a ella no mundo e niosupporlaria a
sua ausencia. Couslanta receou ver Abel muito
mais infeliz se depois de ter estado cora ella,
fosse de novo obrigado a dcixa-Va. Exhortou-o a
coragem. Abel lnUa muilo orgulho, nao quiz
parecer fiaco. Persisti na sua obra e suecumbio
s suas paixes
Essas quedis foram raras, mas algumas mais
senas do que teriam sido na vida ordinaria de
um hornero dado aos prazeres. Era-lhe quasi ira -
possivcl separar os sentidos do espirito ou do
coragio, fosse qual fosse a resolugSo que lomas-
so a esse respeilo. Elle linha o inslincto da de-
dicagao. E por isso suas fraqnezas lhe causaram
serios remorsos, e juando tinha de romper lagos
que olhava com razio como illegilimos, fazia ao
seu amor Conslanga e ao seu dever para com-
sigoura sacrificio cuja gravidade era urna verda-
deira expiacao da falla commetlida.
do seu amor, e isso
um bom.em pode fa-
da sua estima do que
a maior conquista que
zer.
Promelteu partir ao amanhecer e nao escrever
Conslanga.
Assim, disse ella a Ral, nada o forra a
levar Conslanga para poupar-lbe pozares. Nada
haver que lhe perturbe a (clicidade, ao passo
que irei bem tongo arrestar a minha humilln-
cio e a minha miseria. Guarde-lhe o nosso se-
gredo, faga com quo a duqueza o guarde tambem
e esquega-mc.
Guardar o seu segredo, islo nunca, fallar
no seu nome, sim, de certo! respondeu Ral;
porm engaar Conslanga a respeito da& meus
desvarios passados o que nio posso fazer. Som
coragem e sem lealdado,- nio ha nada possiVfel
neste mundo I
Tem razio I disse a Mozzelli e todava..........
Olhe I se quer que eu leve a dedicagao a sua fe-
licidade a ponto de Iho dar um conselho, onca
este ; muilo possivel que Conslanga nio o in-
edade, separado de.la o tanlo
porta do sali abrio-sa
a dmquoza enlrou excla-
AMozzelH nao tinha pois sido engaada pela terrogue a respeilo das suasrelacocs com mu-
suaimaginagao, no dia em que tinha adevinhado
nelle um horacm muita digerente daquelles que
a moda e a vaidade haviam atirado ao seu ca-
minho. Pressenlira a solidez do seu carcter e a
elevagio do seu espirito com a penclragio ins-
Unctiva da mulher e da artista. Conslanga tam-
bem nao se tinha engaado olhando como sa-
grada a promessa do seu regeesso c a persis-
tencia da sua affeigao. A prudente duqueza li-
nha feito peiores loucuras que. a de conQar-se
nelle em um accesso de reconhecimenlo e em
um dia de coquetleria requinrda. Talvez so
houvera abslido desse capricho p conhecera os
lagos que uniam os noivos ; te a mais atten-
ces i Conslanca do que julgnva dever. ter para
com a Mozzelli ; mas certo que nio molejava
interiormente daquelle que, durante um dia, ha-
via acceito o seu imperio, e nisso, derrogava aos
seus habitas.
A pobre Mozzelli sentio-se ainda urna vez do-
minada pela sinceridad de Ral. Chorou o nio
leve mais colera, nem ameaca- Precisa. mi
Iheres duranlc os annos que osliveram separa-
dos. Ella urna mulher superior, urna mulher
extraordinaria! Ou tem acnndura ea castillado
de crer que voss pode sor-lhe fiel ou tem ac-
ceito ludo pela reflexio e pelo raciocinio Tem
lana juslica como innocencia, tanta sabedoria
como simplicidades Se nao lhe pergunlar nada,
nio lhe diga nada I talvez prcflra nada saber.
Talvez quando voss for forrado a entrar em
certas detalhes, mesmo para desculpar-se.-lhe
enterre agulhas no coragio; e voss sabe que
urna agulha mata tao bem como um pu-
nhal.
, Sim, cu sei, respondeu Ral, e todava se
ella exigir, cu me coufessarei, estou resolvido.
Nio passei quatro annos tange della-sem inter-
rogar o futuro, e minha feliciaade nada quer de-
ver mentira. Eu prefereria sua curiosidade urna
confianes muito pueril, e sentira esposa-la sem
que ella me conhecesse como Deus me conbeco
Conslanga j nio enanca, o s urna crianga
acredita ao aasleritjade monacal de um ho-
rnero da minha
lempo.
Nesse momento
com mpeiuosidadu
mando-:
-~ Conslanga nao esti aqui ? onde estar?
..*"* 0,s nao oUo* P*" a casa, respondeu a
Mozzelli assuslada.
* Nao. A lia fot ao meu aposento ptocura-la
e anda esti espera dola. Occultei a minba
inquielagao a essa pobre mulher, e vun at e.
Achei a sege do Conslanca na sua porta : mas
ella, Qcou no jardn ?
Sahiram lodos tres do salao.
Onde a tinha deixado ? disse Ral ater-
rado.
Al 1 disse a duqueza correndo par a
niouta de rosas trepadeiras, onde, sabendo o
verdadeironome do amantadas suas duas om-
pauheiras, Conslanga responder framente-; /-
sopara mim o mesma.
Aqui nio ha ninauom ? bradou a duqueza
entrando no caramanchio. Foi alli que ella fi-
cou sentada e muito tranquilla.
Ral caminhou al o fundo do caramanchio, e
vio urna forma pardacenta estendida atraz .do
banco. Encontrou um vestido de soda e com um
grito de desespero ergueu ponlauca, immovel,
gelada, quasi mora %
Ah 1 exolaroou a Mozzelli, ella sabe tudo.
Quem lhe disse o nomo de Ral ?
Eu 1 disse a duqueza admirada.
Pois foi a senhora quem a raalou I tornou
a Mozzelli. Esse homcm que a Isva nos brages,
esse homcm a quem tomamos infiel, aquello
a quem aniava f
No momento em que Ral deitou Conslanga
sobre o divn do salao, a duqueza e a Moz-
zelli estavam lio perturbadas que estavam qua-
si a desmaiar, o agilavam-se sem poder soccor-
r-la.
[Conlinuar-se-ha).
PERN.~TYP.DE. U. F. DEFARIA. -
T"
II I"
1% #1


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