Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09034


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Full Text

1
un imi. humero
i
Por tres mezes adiantados 5S000.
Pw tres mezes vencidos 68000.
teica nm m de abril de im
Por anv atirantad iD$0(W
Porte franco para o snbserttor.
ENCARREGADOS DA SaSCRIPCAO1 DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly,
Sr. A. de Lemos Braga;.Cer, o Sr. J.Jos di; Ol-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Josc flartns Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronvmo da Cusa.
l'AKI I HA OOS COKKhlUb.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarjss, Goaana e Parahiba as segundas
escxlas feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Cruar, Altinhoe
Garanhiins as tercas feiras.
Po d'Alho, Nazareth, I.imoriro, Brejo, Pes-
queira, lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricurv e Ex nns quarlas-fefras.
CabASerinhem, Rio Formoso.l'na. Barrciros.
Aguamela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Todns os correios parlem as 10 horas da manha.
KPlibMLKluhS UO ME/ UABHIL
5 La che a as !> horas e 40 minutos da tarde.
O"8/10, ninguanto as 11 horas e 13 minutos
da lard('.
21 La nova
nha.
28 guano crescente
larde.
as 3 horas e 26 minutos da ras-
as 3 horas e 16 minutos da
PARTE FF1CIAL
PRSAMAR DE HOJE.
Primcirj ai; 8 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas o 5i minnln da tarde.
Ministerio da ffazenda.
Expediente do dia 27 de ferereiro de 1860.
A presidencia do Cear, iJoclarando que para
se resolver sobre a nomeaco de Antonio
de Ai.drade Pessoa do Lima, para esVrivo
interino da mesa de rendas da cidade da Granja,
convm que a presidencia informo se aquella
mesa de rendas foi ou nao supprimida em virlu-
do da ordem n. 32 de 2 dejunho de 1856 : e, no
caso affirraativo. quando e por que ordem foi
ella restabelecda ; e benT assim qual a exporta-
go que lem lugar pela dita mesa.
A' (hesouraria do Pernambuco, mandando
abonar ao guarda-mr da alfandega respectiva,
urna gratificar;, correspondente porcenlagom
que perder durante o lempo em que esleve sus-
penso, por pronuncia do ex-cheie de polica da
provincia Jos Nicolao Kigueira Costa, pot occa-
sio da arreca daco dos salvados do brigue sardo
Carolina, naufragado uo lugar denominado
Ilhelas.
28-
Ao ministerio do imperfo, com-nunlcando,
para resolver como fr acertado, que o seu aviso
que mandn por dsposigo da presidencia do
Rio de Janeiro, na respectiva direrloria de fa-
zonda a quantia de 20:000g, para auxilio das obras
provinciaes, vai do encontr circular desle mi-
nisterio de 6 de outubro do anuo lido, que de-
clara s presidencias das provincias que todas as
vezes que se eoncederom crditos para obras e
quaesquor outrosservicos, a cscripluraco e pa-
gamento respectivo dovem ser eflecluados as
ihesourarias de fazenda c nao pdem sob respon-
sablidade das presidencias ler lugar era quaes-
quer oulras eslaces.
29
Ao ministerio da guerra, expondo a convenien-
cia de reformar-se, na parle relativa a tomada de
conlas, o regulamento de 15 de abril de 1851,
que creou a contadura geral da guerra ; afini de
que o lltesoureiro nao encontr embiracos no
desempenho das funecoes de que o incum'bsm o
art. 170daconslituico do Imperio e as les org-
nicas do mesmo thesouro, que Ih conferem a
administrago, arrecadago o contabilidado da
recolta o despeza da fazenda nacional, e possa
tornar elTecliva a tomada de conlas dos responsa-
veis do mesrao miuislerio.
Ministerio da justiea.
Decreto n. 2,538 de 2 de marco de 1860.
Declara do primeira entrela a "comarca do" S.
Raymundo Nonato, creada da provincia do
Piauhy.
Hei por bem decretar o seguinle :
Art. nico. Fica declarada de primeira entr-
ela a comarca de S Raymundo Nonato, creada
ullimaineule na provincia do Piauhy.
Joo Luslosa da Cunha Paranagu, do mnu
coiiselho. ministro e secretario de. estado dos ne-
gocios da justiea, assra o leona enleudido c fa<-a
execular. *
Placi do Rio de Jaoeiro, aos 2 de marco de
lt j, 39." da independencia do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Joo Lustosa da
Cunha Paranagu.
Decreto n. 2,539 de 2 de marco de 1860.
Marca o ordenado do promotor pblico da comar-
ca de S. Raymundo Nonato na provincia do
Piauhy.
Hei por bem decretar o seguinle :
Art. nico. Fica marcado o ordenado actual de
GM$ ao promotor publico da comarca de S. Ray-
mundo Nonato, na provincia do Piauhy.
Joao Luslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da justiea, assim o tenha entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 2 de marco de
1860, 39 da independencia e do imperio.Com
a rubrica ae S. M. o Imporador.iodo Luslosa
da Cunha Paranagu.
Decreto n. 2,543 de 3 de marco de 1860.
Crea cadeiras de ensino no seminario episcopal
da diocese de Goyaz.
Hei por bem decretar o seguinle : .
.Art. 1 Ficam creadas no seminario episcopal
da diocese de Goyaz as segutnles cadoiras :
De gramraalica e lingua latina.
De francez.
De rhetorica e eloquencia sagrada.
De philosophia racional e moral.
De Iheologia moral.
De theologia dogmtica.
De historia ccclesiastica e institu.-Oes can-
nicas.
De liturgia e canto gregoriano.
Art. 2." Os lentes das cadeiras creadas tero o
ordenado annual de 1:200]), ct>m excepcao do de
liturgia o cauto gregoriano que vencor sraenlc
o de 1:000.
Art. 3. Os lentes e os compendios sero pro-
pestos pelo bispo e approvados pelo governo.
Durante os Ires primeiros annos de exercicio os
lentes sero considerados internos
Art. 4.a Emquanto nao houver substitutos, os
lentes se substituiro reciprocamente em seus
impedimentos e faltas, segundo a ordem marcada
pelo bispo, descontando-se um terco do ordenado
do substituido em favor do substituto.
Joo Luslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da justiea, assim o tenha entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 3 de marco de
1860, 39. da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo Luslosa
dajjCunha Paranagu.
i>f.cueto n. 2,544 de 3 marco de 1860.
Altera os limites dos districtos das subdelegadas
de polica da freguezia de Sant'Auna, do mu-
nicipio da cuite.
Hei por bem decretar o seguint*:
Art. 1 O primeiro districto da subdelegada
de polica da freguezia de Sant'Auna, compre-
hender a ra de San-Joaquim, do lado direito
da egreja, ao campo da Acclaraaco, desle as
Iros aces pertenecntes freguezia, ra de San-
Diogo, do lado esquerdo do mesmo Campo es-
quina da travessa de Santa Rosa, ras de San-
Pedro, Sabao, Areal, San-Leopoldo, Alcntara,
Floros, Formosa, entre as do Conde e San-Dioso;
Kova do Conde,_ desde o chafariz fronleiro ao
predio n. 142 al caixa d'agua exclusivamente ;
ra de Catumby, al seus lirailes cora a fregu-
ta do Engenho-Velho; morro de Panla Mattos,
atea ra da Ladeira do Senado, largo do Roco
Pequeo, ra do Sabo do Mangue, e suas ira-
vessas ao sul da mesma ra.
Art. 2o O segundo districto comprehender a
ra da Imperalriz, do lado esquerdo, entre as de
San-Joaquim e Princeza : ras do Principe, da
Princcza, de Costa, de San-Lourenco, de Santa
Anna, de San-Diogo, do lado par al traves-
ea de Santa-Rosa, e de ambos os lados da referi-
da travessa ao lim ; ras do Bom-Jardiro, Velha
de San-Diogo, do Aterrado e suas travesas do
Sacco do Altores, da Unio, da Providencia For-
mosa, entre San-Diogo e a Pedreira ; travesas
das Partidas e dos Quarleis, praias Formosa, do
Sacco e Gamboa al os limites com a fregue-
zia de Santa Rita, morros de Nheco e da Provi-
dencia.
Art. 3o Picara rehogadas as disposigoestfoi con-
trario.
Joo Luslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da justiea, assim o lenha entendido e faca
executar.
Palacio du Rio Janeiro em 3 de mareo de lbliO,
39 da independencia o do imperio. Com a ru-
brica de S. al. o Imperador.Joo Luslosa da Cu-
nha Paranagu.
1IRCRETO N. 2,547 DE 7 DE SCARQO DE 1860.
Eleva o numero de interpretes do commcrcio da
praca do Rio de Janeiro.
Hei por bem."sobre consulla do tribunal do
comniercio da corle, decretar que, na praca do
commercio do Rio de Janeiro, hoja quatro inler-
preles para cada urna das linguas, ingleza, fran-
ceza, italiana e hespanhola, ficando nesta parle
rerogado o art. 3o do decreto n. 863 de 17 de
novembro de 1851.
Joo Luslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de oslado dos ne-
gocios da justiea, assra o tenha entendido e faca
executar
Palacio do Rio de Janeiro aos 7 de mareo de
1860. 39 da independencia e do imperio" Com
a rubrica de S. M. o Imperador. Joo Luslosa
da Cunha Paranagu.
Ministerio dos negocios da justiea. Rio do Ja-
neiro, em 27 de fevereiro de 1860."
Illm. e Exm. Sr.Sendo presente a S. M. o
Imperador o oflirio de V. Exe.. datado de 28 de
novembro do auno prximo passado, em que con-
sulla se da competencia dessa provincia melho-
rar as reformas por ella concedidas aos ofliciaes
de guarda nacional, o mesmo augusto senhor
tendo ouvido o consultor interino dos negocios
da justiea, e conforma ndn-se com o seu parecer
manda declarar a V Exe. que, nao lendo a le
de 19 do setembro de 1850 concedido recurso das
reformas conferidas aos ofliciaes da guarda na-
cional, quando nao se allendam aos serviros
prestados segundo o arl. 68 da mesma le. deve
se considerar lodo e qualquer melhoramenlo de
reforme como graca, e portanto fra da aleada
dos presidentes de provincia. O que commuhico
a V. Exe. para seu conhecraento e devida exe-.
cuco
Dos guarde a V. ExeJpo Lustosa da Cu-
nha Varanagu.Sr. presidento da provincia
das Alagoas.
AUDINECIAS Df TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : terjas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas. qoits e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercior quintas ao meio dia.
Dio de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio da
Segunda vara do civil ; quartas e sabbados ao
meio dia.
justiea
de 24
2a seceo.Ministerio dos negocios da
Rio de Janeiro 2 de marco de 1860.
Em resposta ao oflicio d Vmc, datado
do pissado, em que consulta ao governo impe-
rial se estando na junta de qualilicaco da matriz
de S. Joo Baptista da Laga, deve considerar-se
no exercicio do seu emprego. embora nao possa
comparecer s sessoes do tribunal do jury, que
actualmente est funeconando, cabe-me commu-
nicar-llic que, achando-se Vmc. impedido para
exercer qualquer funecoes de promotor, est im-
possibilitado ipso fado para exercer as oulras, e
porisso deve o 2o promolorsnbstitui-lo emquan-
to durar o seu impedimento, sem prejuzo dos
seus vencimentos, que perceber por inleiro.
Deus guarde a Vmc. Joo Lustosa ta Cnnha
Paranagu.Sr. primeiro promotor publico da
corle.
2* seceo.Ministerio dos nc^ocios'da justiea.
Rio de Janeiro, 8 ae mareo u.! iaou. ~
Illm. e Exm. Sr.Respondendo ao officio.de
V. Exe. de 17 de fevereiro ultimo, ao qual acom-
panhou o que Ihc dirige o juiz de direito dessa
capital, consultando se, por ter passado as ulti-
mas ferias a seis leguas do sua comarca. Unha
ou nao usado de um direito garantido pelo decre-
to n. 1,285 de 30 de novembro de 1853, tenho a
dcclarar-lhe que S. M. o Imperador, a quera foi
presente o dito oflicio, houve por bem, confor-
mndole com o voto do consultor interino dos
negocios da justiea, decidir que nenhum juiz, se-
ja qual fr a sua calegoria, est isenlo das dispo-
sices dos arls. 4 e 5 do citado decreto, isto :
Io,"residir em lugar d'onde possa vir s audien-
cias em 24 horas ; e 2a, vir pelo menos urna vez
por semana ao lugar cr que costuma despachar,
visto que todos os juizes teem residencia fixa,
sendo a aos juizes de direito a sua comarca,
Deus guardo a V. Exe Joao Lustosa da Cu-
nha Paranagu. Sr. presidente da provincia
de Minas Geraes
2" seceo.Ministerio dos negocios da justiea.
Rio de Janeiro, 9 de margo de 1860.
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao oflicio dessa
presidenciable 10 de Janeiro do anno passado, ao
qual acompanhou copia do que Ihe dirigi o juiz
municipal e de orphos da villa Januaria, consul-
tando se o menor, nao obstante o consentiraento
paterno para casar-se, prensa licenca do juiz de
orphos, ao que responderam diversamente dous
procuradores fiscacs, cujos pareceres vieram jun-
ios ao dito oflicio,tenho de declarara V.Exe. que
S M. o Imperador, depois de ouvir o conselhci-
ro procurador da corda e o consultor interino dos
negocios da justiea, houve por bem decidir que
segundo a legislae.o em vigor, o pai o tutor na-
tural de seus filhos, e emquanto esto estes de-
baixo do patrio poder nenhuraa autoridade judi-
cial ou administrativa lem junsdicco para inler-
vir no que entre ellos occorrer nos negocios do-
msticos e de familia ; devendo ser por tanto as-
sim entendida a Or. Hv. Io lil. 88, g 19 e 27. O
que communico a V. Exe. para sua intelligencia
e o fazer constar ao referido juiz municipal.
Deus guarde a V. ExeJoo Lustosa da Cu-
nha Paranagu.bt. presidente da provincia de
Minas-Geraes.
2a seceo.Ministerio dos negocios da justiea.
Rio de Janeiro, 9 de margo de 1860.Illm. e
Exm. Sr.Levei ao alio conhecimento de S. M.
o Imperador a consulla que o juiz de direito da
comarf a de Vianna lizera a essa presidencia, se
deveria considerar-se interrompido o lempo que
Iho foi marcado para tomar'posse da referida co-
marca, por isso que se achava servindo no tribu-
nal da reiacao dessa provincia por chamado do
respectivo presidente, ou.se no caso negativo,
Ihe cumpria pedir dispensa e seguir viagem ; e
bem assim a resposta de V. Exe, que, sendo
obrigalorio o servico para que foi chamado, avis-
ta do art. 83 do regularaento de 3 de Janeiro de
1859, deve considerar-se o lempo interrompido,
continuando no exercicio do tribunal, sera que
esteja sugeito s penas do art. 25 Io do decreto
de 26 de julho de 1830 : e o mesmo augnsto Se-
nhor, conformando-se com semelhante soluco,
houve por bem approva-la.
Deus guarde a V. Exe Joo Lustosa da Cu-
uha Paranagu Sr. presidenta da provincia do
Maranhao.
Ministerio da guerra
Expediente do dia 29 de fevereiro de 1860.
Ao Sr. ministro da fazenda, rogando que, de
conformidade com as ordens que se expedem
presidencia da provincia de Pernambuco. queira
autorisar a nomeaco de ura empregado da the-
souraria geral ou provincial para examinar a des-
peza que se est fazendo no presidio de Fernan-
do de Noronha que se receta se torne exhorbi-
laote.
Ao das Alagas. declarando qae logo que os
coronis cima mencionados terminaren! o con-
selho a que vo proceder, os faga regressar para
os seus corpos jia primeira opporlumdade.
Ao da de Pernombuco, remetiendo a repre-
sen laco da contadoria geral da guerra sobre a
excessiva despeza que se est fazendo no presi-
dio de Fernando do Noronha, afim deque mande
examinar o objecio por um empregado idneo
da thesouraria geral ou provincial, para o que se
requisita a competente autorisago ao ministerio
da fazenda, dssolvendo a representago com os
esclarecimenlosquc se colherem.
Ao mesmo, exigindo que informe, visto nao
lereaj sido mencionados na, relaco que apompa*
uliou o sen ilicin. 71 de 16 do crreme.-se
receben os seguntes avisos.
Avisociicularde21 de Janeiro ultimo, man-
dando exentaras ordens rea ti rasa marcha para
seuscorpoi dos ofliciaes arregimentados que esti-
verera servindo de secretarios dos commandos
de armas e brigadas.
Dito de !6 do mesmo raez. versando sobre o pa-
gamento d divida de exercicos fiados reclama-
do pelos filhos J herdeiros do tenenle-coronel
Manoel Mai.hado da Silva Santiago.
Dito circular do 31 do referido mcz. recora-
mendando a obsorvancia do decreto n. 158 de 7
de marco de 1842, que declara os casos em que
os presidentes das provincias pdem autorisar
despezas alm dis delerminadas por loi.
Ao ajudanto general, determinando que com a
maior breudado dfi as providencias para que
eesso o abura de estarem addidos companhia
de cavallaria da provincia de Pernambuco quatro
ofliciaes, sendo um lenle reformado, e tres al-
teres de inf; niaria, achando-se a companhia com-
pleta de ofl ciaes.
Despit-.ho eii requerimiento.Domingos Go-
mes Borges, alteres pharmaceuiico ,do corpo de
sauue do exercilo, em servigo no hospital militar
da provincia de Pernambuco, pede pormisso
para estuda-o curso medico em qualquer das
escolas de medicina.Despacho.Por ora nao
lem lugar.
1 de marco.
Ao ajudante general do exercilo, declarando-lhe
que o major reformado Antonio Dornellas Cmara
tora pcrmis:;ao para transferir sua residencia da
provincia di Pernambuco para a do Para.
Do presidente da provincia do Amazonas,
commuoicaido que so acha fixado em 500 rs. o
valor da etape para as pragas na dita provincia no
correnle sciicstro de Janeiro a junho, o era 161
rs. a meia li >ra dj pao alvo que lem de substi-
tuir a farinhi dosdoentesno hospital ; e preve-
iiindo-o, afim de o fazer constar thesouraria de
lazenda de que n raeo das praeas que entrara
para o hospital nao est sujeita avaliago por
ser a mesma que so d s effeclivas, com excep-
cao soraente da f jrnha que substituida pelo
nao como dispc o art. 6.- do regulamento de
17 de fevereiro de 1832.
Ao da Paiahyba, para expedir as conve-
nientes ordens olim de que, era confoimidade
do aviso circular de 2 de Janeiro do presente
ann. se/ec3lha aoseu corpo o alferes do 11.
balalhao de infan lara Manoel Raimundo Cordei-
ro, que se ada i disposgo da presidencia da
refendM produca.
Ao de Perrambuco, declarando, em res-
posta ao seu officMt n. 23, de 20 de Janeiro ulti-
mo, a que a:ompanharara copias dos que lhe3
dirigir o teuente general commandanle das ar-
mas da raen;ionada provincia expondo a conve-
niencia de djmar;ar-se o terreno da servdodo
forte do Pao Amarcllo, que deve expedir as ne-
cessarias ordens para a deraarcago do mesmo
terreno guiando-se, nessa occasio, a thesoura-
ria do fazenda ou oulra qualquer repartigo mili-
lar pelos documentos ou ttulos quo exiatirem
sobre semelhante oojecto.
aviso circular de 2 de jamuro uii.mn (*Ver"
Iher corte c tenenle-coronel do estado raor de
1.a elasse Manoel Lopes Teixeira Jnior, e ao
respectivo corpo o lente do 3. balalhao de in-
famara Hotencio Mara da Gama de Souza e
Mello.
Circula: s presidencias das provincias, re-
commendando a fiel observancia do disposlo no
art. 5." das nslrucges de 24 de julho de 1857,
porisso quo, segundo informa a conladoria geral
da guerra, v.m algumas thesourarias de fazendas
se lem feito indistinclamente abonos de forra-
gens a todos os ofliciaes, que em servico segucm
para outraa provincias.
Dia 5.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
declarando (ue o governo imperial raandou flcar
de nenhum ilFeilo o contraclo celebrado com o
Dr. Gustavo Adolpho da Silva, para o servigo de
saude do exjrcito, por assim o haver pedido.
Ao presidente da provincia do Rio-Grande
do Norte, aicusando a recepgo do seu oflicio de
13 do mez pissado, que cobrio a nota dos avisos
desta secretaria de estado ali recelados durante
o mez de jaieiro ultimo, se lhe declare que con-
vm recommendar que em semelhantes notas se
fagam extractos resumidos das materias coudas
uos avisos n'ellas mencionados.
Ao presidente da provincia do Cear, appro-
vando o contraclo feito com o boticario Antonio
Fernandes ila Silva Leite, para o tornecimento
de remedios necessarios enfermara militar da
mesma provincia e s familias dos ofliciaes, por
lempo de se s mezes.
Requcrimento de Gaspar Jos Freir, pe-
dindo remur eracf.o dos servicos que prestara as
campanhas do sul em 1811 1812, como com-
missario de munigoes de boca e de guerra do
exercilo pacificador. ^N.
Dito de Christian Reidner, pedindo a entre-
Ka do pardo Luiz, escravo de seu sogrirjpao
Ventura da Luz. quo assentra praga no 6. ba-
-lalho de i fantaria. \
Dito de Manoel Francisco de Paula, pedin-
do ser isent) do servigo do exercilo medanle a
entrega de i>003.
Dlo do capilo do 4." regiment de caval-
laria Joaquim Jos da Silvcira Jnior, pedindo
ser condecorado com a medalha de prata da cam-
panha do U'uguay.
Dito do Francisco Bandeira de Mello, ex-
soldado do 1. balalhao de arlilhana a pe, pe-
dindo a entega de sua f de oflicio. junta a um
outro requeriraeato que fez em 10de raao do
anno prximo passado
Dito di Maria Joaquina Alves da Costa, pe-
dindo baixi para seu filho o msico do 12. ba-
lalhao de infamara Jos Joaquim Alves da Costa.
Dito di Quileria Coulinho de Mondonga Bar-
roso, pedinro baixa para seu neto o furriel do 1.
regiment ce cavallaria Domingos de Moura Bar-
roso.
Dito de l.ourenga, crioulo, reclamando a sol-
tura de sen filho Eusebio de Azevedo, que fdra
recrutado, nao obstante ter servido no excrcito
o lempo da lei. e por isso obtove baixa.
Dito d ga, pedindo baixa para seu escravo Francisco, a
qiiem dra a liberdade sob a condieo de a ser-
vir em quanlo tosse viva.
8
Ao presidente da provincia do Tara, para
mandar remoller para a provincia do Amazonas
disposign do commandanle das armas, os li-
vros cooslantes da nota que se envia.
Ao de Pernambuco, declarando que pode
mandar ass'litar praca de voluntario a Antonio
Jos Bernaido, se mostrar estar isento do crimo
que se Iho mputou e fr julgado apio para o
servigo do exercilo.
Ao msmo, para mandar fornecer ao. 10."
balalhao de infartara, para o servigo da respec-
tiva escola de primeiras le tras no primeiro so-
mestre do correnle anuo, diversos arligos cons-
tantes da nMaque se transmute.
Ao m 'smo. dem idem ao meio balalhao de
cagadores do Cear, varios arligos de armamento
e equpame nto, livrose outros objectos, de que
necessila aquelle corpo para o sorvigo d escola
de primeir.'s letras no primeiro semestre do vi-
gentc anno
Ao mesmo, communicando tero Sr. mi-
nistro da niarinha declarado, em aviso de 3 do
correnlo, io haver inconveniente em passar pa-
ra o9. balalhao de iutantnria o aprendiz de mu-
sica e latoi ir o di respectivo arsenal do-guerra,
Fraiicjsico *,> pi l Nunes de Selxns, urna Tez qifb
elle iiidemnise
cia da despeza
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Demetrio b. ; S. Acacio b.
10 Terga. S. Exequiel profeta ; S. Terencio ra.
11 Quarta. S-. Leo Magno p. dout. da igreja.
12 Quima. S. Vctor c Vcssa mm.; S. Julio p.
13 Sexta. S. Hermenegildo principe m.
14 Sabbado. Ss. Tiburcio o ValtTiano.ram.
15 Domingo, da Pascoella. S Pancracio.
fe

da nacional da uuportaii-
cora a sua educaco.
9
Circular no* presidentes das provincia?, de-
clarando que simio conveniente, a bem da re-
gulandade e economa dos cofres pblicos cen-
ralisar no archivo militar da corte ludos os Ira-
liallios relativos cpnslruccao e reparos de for-
liflcagoes, quartei e quaesquer edificios perlen-
cenles reparligao da guerra, para, depois de
obiidos os precisos eselarecinientos, poder o go-
verno imperial resolver a semelhante respeilo o
que fr mais proficuo, nao so dever dar comeco
as dilas provincias a nenhuma das indicadas
obras, sem que previamente se tenha submetlido
a approvaeao destministerio o plano e reamen-
lo dola. '
dem, declarando que nao lendo sido sem-
rc Suardado o preceto do arl. 13 das insiruc-
goes de 10 de jajieiro de 18-13. que de. accordo
com o do 4 da provisao de 21 de margo de
18J, estaelecou que as pragas excluidas' dos
corpos, por torera sido condemnadas prisao
cora trahalho ou mesmo prisosimnles, nenhum
vencimcnto se Ibes huno pelos prets desses cor-
pos, o sim nicamente os alimentos carilalivos e
preciso vestuario pelas repartigoes a que forera
entregues, e se estimem cumprindo sentenca en;
lorialeza, ll.es sea^h abonados por meio de'prcls
espenaes, tirado! fcelo respectivo almoxarre-
recom monda aos d|os presidentes que facam ob-
servar resirictamcAc o disposlo na legislacio
cima citada, afim fe evitar que sedera abonos
mdevidis.
Ao de Pomamfluco. remeltondo. para in-
lormar. o requenm|nio do cabo de esquadra r--
formado Calisto Jo dos Anjos, pedindo ser in-
demnisado do sold^que allega ler recebdo de
menos.
oliendo, para informar, o
ado do 4. balalhao de arl-
xandrino, ora addido uo ar-
ndo o pagamenlo de ven-
Ao mesmo,
requerimento do s
Diaria a p Pedro
seal do marinha, r
cfhentos atrazados.
Ao mesmo, declarando"em resposta ao sen
oirtcio n. 546 bis de 24 de dezembro do anno pr-
ximo findo, aco'mparfhando o requcrimento de
Raymundo dosSanlof Figueiredo, pedindo o pa-
gamento de vencimentos trazados, que o sup-
plicanto deve dirigir-so thesouraria da fa-
zenda.
Ao mosrap, declarando que nao lendo An-
ua Joaquina de Souza Raugel, esuas irmas jun-
tado documento olgum em favor da sua prelen-
gao ao sold de seu fallecido pai o tenenlo refor-
mado Joaquim Bernardo de Souza Rangel, assim
o tara constar-Ibes, aGm de provarem o que al-
legam, para se poder resolver como fr de us-
liga '
~ ^,.dns Alagoas, remoliendo o requerimen-
o de .Feliciana Maria do Espirito Sanio, podindo
baixa para seu lilho lo Jos de Farias. soldado
do i..balalhao do infanlaria, afim de fazer cons-
lar-lhe que deve provar o que allega, quanlo
iseneao de praca do dilo seu filho, para poder ser
tomada em consideradla s sua preiewo.
Ao da Para^baTVemettendo pora informar
n <-querimenlo.dK fia**-'-- --r- -
"u"- ^^toA.whlio de cagaderos da mes-
ma provincia, pejindo baixa e urna penso an-
nual parii subsistencia de sua familia.
Ao inspector da thesouraria de fazenda da
do Matanho, para informar se tem sido paga a
consignagaodc 10j ao procurador do alferes do
5 regiment de cavallaria ligeira Dionizio Jos
de Oliveira ; o no caso aflirmativo, que sfja sus-
pensa, como pede o dito alferes, e passo a com-
petente guia, que renietter a osla secretaria de
estado.Ao da de Pernambuco expedio-so or-
dem no mesmo sentido pela consignago do 8#,
quo tambem all dexou o dito alferes.
Ao da do Para, lemctlendo o processo de
divida n. 8,919 relativo ao cx-segundo sargento
do 11. balalhao de infamara Jos Marques da
Gama, para Innexar ao dito processo a primeira
va do titulo passado pelo referido balalhao.
Ao ajudante-general do exercilo, remetien-
do para informar os seguintes papis :
Oflicio n. 360 C de 31 de Janeiro ultimo, do
presidente da provincia de Pernambuco, infor-
mando o remierimcnto era queJoanna Thomazia
de Mello pede a baixa de seu filho Geraldo Jos
Thomaz Mara, anspegada da companhia de arti-
lharia da dita provincia.
Dilo n. 878 do 9 de fevereiro, da mesma pre-
sidencia, informando o requeriracuto em que
Francisco de Salles pede ser indemnisado de ven-
cimentos que allega nao ter recebido quando ser-
vio no exercilo.
Dito n. 380. de igual data, eda mesma presi-
dencia, informando o requcrimento de Joanna
Maria da Conceieo pedindo a baixa de Mu mari-
do Antonio Joaquim Germano, cabo de esquadra
do 9. balalhao du infamara.
Dlo n. 890 de 13 do dilo mez, da mesma pre-
siJencia, informando o requeriraenlo em que o
pharniaceulico do exercilo Antonio Jezuino de
Oliveira Brrelo pede nova licenfk. para estudar
o curso medico, com a condieo de nao faltar aos
seus deveres.
Dito n. 364 bis de 29 de dezembro do anno pr-
ximo findo. acaanpanhando o requerimento em
que Bcllarmino Augusto de Moraes do Mosquita
Pimenlel e sua irma Augusta Celestina de Mu-
raes de Mesquila Pimentcl, pedem o abono de
meio sold do seu fallecido pai o capilo Anto-
nio Manoel de Moraes de Mesquila Pimenlel.
Requerimento do padre Ignacio Ferreira Cam-
pillo, capello da fortaleza Villegaignon, pedin-
do a baixa de seu criado Joo Pedro, quo foi re-
crulado. """
Dilo de Francisco Pedro de Alcntara, soldado
do meio balalhao de cagadores da Parahyba, pe-
dindo ser escuso do servigo, 4 vista do que al-
lega. /
Dito de Ludgaro Braulio da Cruz, alferes do 7.
balalhao de infantaria, pedindo ser condecorado
com qualquer ordem honorfica.
ENCA1GADOS DA SCBSORIPCO NO SUL.
Alaglo Sr. Claudno F.lcao Dia.; Babia, ch
Sr Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr .
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBUCO,
O proprielario do-diario HodocI Figuciroa de
Fana, na sua li-vraria praca da-Independencia ns
f> e 8.
nar pela olha dos despezas ira secretaria-urna -; .h .c-------
graliucacaoJeSog mensaes. qu deveria cessar i i e22?n^' ".So sel l'el conservaco
lozo oue ftwso rvroonohi.i, JZT...i. I ..." I dcMes nao s.)frre o r
logo que fosse preenchda a clausula de sua n
rneacao, e elle enlrasso em effectivo
passando a vencer o respeelivo ordenado Por
decreto de 6 de julho de 18:15 ftcou sem effeito
aquella clausula, e enlrou na cflectividado do
rdito da adtninistrago urna
vez que a parcialidade conservadora declara ao
l. I consclheiro guerra de XlerntDTO e elles-esto a
ella associados.
-,.-.._ .,.*,, t u,u na ciieciiviaaoo do re-
ferido lugar, percebendo o ordenado, graticaco
e emolumentos quo lhe corapetiain. Era 11 de
dezerabro de 1839 concedeu-se-lho licenca ill-
d
railada
- ga illi
com o yencimenlo de um terco do que
recebia pela folha do thesouro publico; afim de
iralar-so dos mcomraodos que soffria. Em 9 de
mato do 1810 determinou-se que cessasse esta
licenca. Fui aposentado por decreto de 14 de
Janeiro de 1842. cora ura tergo dos vencimentos
que percebia pelo mesmo thesouro ; admiido
a exercicio em 15 de fevereiro de 18 >, e dispen-
sado desle exercicio em 3 de Janeiro de 1856;
Secretaria do estado dos negocios da marinha.
EL j f"SS dc 186l)O dirodor geral mle-
nno, Angelo Thomaz do Amoral.
COMMAXDODS ARMAS.
Quartel general do commando das
armas de Pernambuco, na ci-
dade do Recife, 5 de abril de
1SGO.
ORDEM DO DIA N. 377.
H.ivendo amanha de retirar-se para a provu-
cia da Baha, o Sr. major do 7"
Em ludo sl nao vejo senao-urna-tctica in-
til, porquanlo, persHadera.se que urna opposico
acintosaao presidente, lhe traria necessafamn-
le a demissao. como seo governo geral podo su-
{,!;".",S, ,nU*n.dtr circunstancias-locae. mos_.
para demitlir seus de-
quiuhas ordinr.riauL'He
legados.
O presidente tem estado al hoje em completa
abstinencia de tentar intente na oMrecgo ccono-
e persuado-ma que assim
mica da assembla.
continuar.
Estou cerlo que a sua interveneao tera orirani-
sado urna grande maoria. porm porque preeo-
obteria elle isso? Quantos sacrfidos nao vr.am
a adinimstragao?'
As esperancas do demissao-murcharam comple-
tamente com a declaragao autorisada do seu or-
na!, porm hoje restara os corapromellimeMos
e ja algurnas zangas pelo manejo de illusoes.
Em ludo isto nao posso dexarde assignalar o-
seguinte : anda cm-ouiubro do anuo passado na
sua volta da corte, foi o consclheiro Torres rece-
bido nesta capiialcom pomposa ovaeo pelos con-
servadores : foi una asa fama geral entro ellej
para proraptificarera-lhc urna brilhaule recepeSo
ba.a.ho de I IZniT """ Chr,e nuu,er(>sissin3 '>
fanlaria Jos Francisco da Silva o tenenle-eene- n-E-1 ,
ral commandanle das armas jula#conseauenU V"af{ h" ,cl ^^ d declarar que. o mesmo Sr major Sm.antojr- BfC_,?L?W~'*B. ?.PPicao.deaencadeou-se.
n -i 1.11 .,-.,,.-. .1....*. _...: '.
peen
maneceu na guarngao desta provincia oreen i' Lf.-T''' i,n"oeI1el!,na'"'co, e raetteram era
satisfactoriamente as suas obrigaedes dcoo !? ^S co-nell,e'rf <" demii.ido.
simples capilo commandanle da comoanhla 1".h subi,fUuH'"> rara um. conservador extre-
como encarregado do commando do dTsfocaracn- "1Jf. ZL ^'S & ^^ Elles *"
lo no ..tenor da provincia, nn.i "!\ f_em.m!nor .rt8erv?v Porque sao alentados
ondo accumulou, e
por
servio bem os cargos de delegado do*"Voic"dos Ln,?,i5",d-eMa C,ft0' po,s fceolo neslo
lormne a c.-;..?.. j- s I pan ate a intriga acha-se centralisada.
termos do Ouricury c de Ingazera.
O mesmo tenenie-general determina, que fi-
que desligido da companhia fixa de cavallaria o
Sr. alferes do 10" balalhao de i.rantana, Antonio
Dionizio do Souto Gondim.
Assignado. Baro da Victoria.
Conforme. Joaquim Fabricio de Mattos l-
ente ajudanto do ordens interino do cora-
mando.
7 -
ORDEM DO DIA N. 378.
O lenente-general commandanle das armas faz
publico para o fim conveniente, que no dia 26
de margo ultimo foram pela respectiva commis-
sao examinados pralicamente n'arma de infanta-
ra, era manejo d'arraas, manobra de balalhao
exercicio de fogo, dealhe, escripturaco e eco-
noma, os Srs. lenle secretario Jos Francisco
de Moraes Vasconccllos. tenente-quarJel-mestro
Joao Paulo de Miranda, e lenles Thcotonio freu aind
Joaquim de Almdda Fortuna. Manoel de Azevedo
ao ISascimenlo, Joaquim G
cisco Borges de Lima e A
pertencentes ao 9o balalhao'deYnfan'lariariend
sido approvados simplesmente as tres primeiras
especialidades, o j>lenaa>eutc as tres ultimas,
rira"qne foi reprovado^BYlo'das ellas." *" '
Tambera foram examinados no referido da",
Pls mesma comraisso, o primeiro cadete do
So nao houver da parte do governo um aclo
desengaador que disfaca as illusoes que produ-
ziram este estado artificial, nada so deve espe-
rar da assembla n.i prsenle sesso.
Se o governo livesse a. desastrada complacen-
cia de mandar ura presidente como aqu inculcara,
ver-se-hia a Dragos com tuna opposico vigorosa
e ade.-trnda as lulas por lanos annos do cmba-
les aturados.
Finalmente nao- posso deixor de fazer sobresa-
lid urna circumstanda digna de altengo. Ha an-
nos nao ha presidente que satisfaga aos conser-
vadores desta provincia : esta irt pertinencia data
da inaugurago d polilica da conciliago. O cou-
selheiro Saraiva, conservador, deseontentou-os.
e o censuraram ; o vice-presdenle Dr. Roberto
de Almeida, foi por elles extremamente hoslil-
sado as duas veaes que oceupou a adminisira-
J senador Vascoccellos, conservador, sof-
\& raais ehv que o conselbero Torres ; o
conselheiro Gurgel, no curto prazo de sua vice- -
AutTslo Ip-Vp-uS i !re4,de!. *">*" **" moerago extraor-.
^r"??^}!"'*- \ ?" moUo em poltica, foi por elles alassa- .
Ihado horrendamente, No sei, pois, quera po-
der co*Wnia-lo4 ; creio que s um dos chelos.
daqui poderA operar este estupendo milagro.
i [Jornal dbX,ommerc\o do Ro.)
balalhao de infantaria Francisco do Reg Bar-
ros ; do 9o balalhao da mesma arma particular
primeiro sargento Joaquim Ignacio Ribeiro Ro-
mo, segundo sargento Jos Lunguinho da Costa
Leite, 2 cadele Io sargento Vicente Ferreira Lo-
rena, e do 10" balalhao o 2o cadele 2" sargento
Caetano Bessone de Assis Campos, em nomen-
clatura das differentes pegas d'arma, adn uso, e
suas especies, manejo d'arma, o exercicio de fo-
go, escola de peloto e pontaria ao alvo, tendo
sido approvado em todas as especialidades o pri-
meiro ; plenamente as Ires primeiras, e simples-
monte as tres ultimas o segundo e terceiro, e
reprovados era todas ellas o quarto e quinto.
Assignado. Baro da Victoria.
Conforme.Joaquim Fabricio de Mallos, l-
enle ajudante de ordens interino do com-
mando.
INTERIOR.
1 RIO DE JANEIRO
A tloaco de Garlos Magno.
Fagamos um reparo. A Imprensa da corle tem
sido mais ou menos indifierente na grande ques-
to que abala o mundo europcu, e que vai aba-
lando todo o calholicismo. Em suas columnas
ao houve lugar nem para a pastoral do venera-
vel metropolita brasilciro.
Entretanto pedo a justiga que confessemos que
o Jornal do Commercio, na sua correspondencia
de Pars, e na sua Ckronica Parisiense tem pres-
tado servige- real causa da verdade e da ctvili-
sago. Mas de larra propria apenas temos visto
algurnas linhs mv Correio da Tarde, no sentido
das ideas religiosas do TtaM* t Comp. e as de-
claraacoes auti-calholicas da faina que ae quiz
attribuir ao governo.
Nao assim, porm, em todo o imperio : em
Pernambuco, o Diario, essa primeira folha du-
norle, que exerce lio justa influencia pelo me-
recimento de sua redaeco, pela prudencia era.
que dirigida, publicou primoroso artigo edito-
rial acerca do poder temporal dos Papas, e a vet>-
dade oxposta com talento vai all entrar as pro-
fundas conviegoes calholicas da populago b:i-
letr.
O Diario de Pernambuco, na immensa csfthe-
ra de sua acgo, presta ao paz o mesmo bauefi-
S. PAULO.
S. Paulo 10 de margo de 1860.
A assembla provincial acha-se no estado em
que lhe descrevi na minha de 5 do correnle. Cor-
reram mais 10 escrutinios desse da, e o resultado
tem sido nullo, porquanto nenhum dos dous can-
didatos (Drs. Carro e Ncbasjconseguea maoria ci que nos, na pequea rbita era que gyramos.
i exigida pelo regiment. Em cada ses- desejamos preslar-lhe, o de firmar na grande
base dj calholicismo o edificio da liberdade,,.da
Ministerio da niarinha
Ro de Janeiro.Secretaria de estado dos ne-
gocios da marinha, era 15 de marco de 1860.
Illm. c Exm. Sr. O tenenle coronel Joaquim
Jos de Carvalho, tendo requerido cerlido dos
assentamentos do official aposentado Luiz de
Azambuja May, e obtido o que consta da copia
annexa, publicou-j no Correio Mercantil de hon-
tem e no Jornal da Commercio de hoje, como V.
Exe. ver dos exemplares juntos, alterando-a e
al enxertando-lho observages que entretanto
parecem partir da secretaria ; julgo, pois, de
meu dever dar conhecimento deste- fado a V.
ara o que entender conve-
ir que nos referidos jnrnaes
officio e a cerlido tal qual
Exe, ge
niente.^i
mande pu1
foi passada;
Deus guardeW^ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Francisco Xavier Paos Brrelo, ministro
e secretario de estado dos negocios da marinha.
O director geral interino, Angelo Thomas do
Amoral. '
Dos assentamentos qu existem nesta secre-
taria de estado, a respeilo do official aposentado
Luiz de Azambuja May, consta o seguinle:
Foi nomeaMo ofBcial em 12 de margo de 1827
com a clausula de nao vencer ordenado alguaL
nem emolumentos emquanto nao livesse-a idade
competente, e de nao contar antigaidade deste
lugar nem ter jus effectividade delle, urna vez
qu" por sua conducta o preslimo se nao tornasso
disso merecedor Na forera da sobredio nomea-
co, ordenou-sc em 28 de Janeiro de 1828 que
fosse admittido a praticar na mesma secretarie
sem venoimenlo, debaixo do auspicio e direcgo
de sen pai, para que um da o podesse substituir.
Era 11 de outubro de.)934 mdodou-ae-the abo-
sao c,orreu-se dous escrutinios, porque o regi-
ment diz mui seccamente que so no primeiro
escrutinio ninguem conseguir maoria absoluta,
entraro em segundo os dous noraes mais vota-
dos. E nao d providencia alguraa para o caso
em que este segundo nao d a nenhum dos dous
votados maoria absoluta : por isso tem sido en-
tendido de modo que era cada sesso s sao ad-
missiveis primeiro o segundo escrutinio.
Na sesso de 8 foi proposto por um conserva-
dor que all mesrao so sujeilassem ao sorteio os
nomos dos dous candidatos, para que a as-
sembla votasse no que a sorte indicasse ; seria
eleger o presidente 4 sorte em vez de votos. Este
expediente nao foi admittido pelo presidente
como opposto ao regiment, declarando que s
poda ser feito por accordo era particular das duas
parcialidades, mas nao como acto ofBcial so-
lemne,
Dzem os (ou nao conservadores,) que nao acei-
lam o sorteio, porque lendo os conservadores
elevado a questo da eleigo do presidente da as-
sembla altura de queeto poltica, querendo
collocor na presidencia da mesma um individuo
hostil ao presidente da provincia, o resultado
seria embaragoso a administradlo, para o que nao
podem concorrer.
Hontem chegou o (reputadaManoel Eufrasio de
Toledo, que eslava ausente, e queapezar de con-
servador como se declara, nocommunga as exa-
gerages deste, e por isso associou-se na ques-
to da eleigo aos liberaos. Mas anda assim nao
houve maoria absoluta, parque estavam reuni-
dos 35 deputados, c o Dr. Carro obtevel7 votos,
Dr. NebiaslO, e Dr. Alves dos Santos 1, (voto do
Dr. Nebias), e urna cdula em branco, aos dous
escrutinios.
Hoje esp'era-se um supple.ile pelo districto de
Arca, que volar cora os liberaos, mais anda as-
sim nao linver maoria absoluta, porque o Dr.
Carro obter somonte 18 volos, e estando ento
a assembla composta de 36 sero precisos 19
votos.
Os liberaes as suas reunios tm instado com
o Dr. Carro, que ponha termo a este estado ex-
cepcional e desagradavel, votando em si, o que
a lei permiti quando cstabelece o escrutinio. J
em cideo volaces em que os liberaes tjm tido
maoria de um voto, o Dr. Carreo.podoria ter de-
cidido, votando em ai, e nao o fez. Consla-ne
que conlinuam as inaUacias para que o faga ;
nao sei a* oaaolfer a iaao.
d'(B"fn,flt uac phtjanjes
lao^m TMjgpto I Uberaes do.es
vadores, o OjMl^t^H eee I
laro a doutrina da conciliario, a,a praHean. Os
conservadores o sao da gemaa, com e implaca-
bilidado dos lempos passados, cujas teadicoes
quero teaar resurgir, segundo parece.
ObeerreMBbem que entram os que fazem guer-
ra ao ceoseHmro Torres, ncham-se juizes de di-
reito e tres promotores. Dous destes foram no-
meados em 1858 polo cotiselbeiro Torres i forja
ordem, da prosperidade, da igualdado ; q*ie fura,
dessa base tudo varillante e ephemer '; tudis,
chimera.
Agora que, nao podendo transcrever esle, a*
ligo do jornal pernarabucano, pois sao ar.auUa-
dssimas as columuas de que disporao^ prega-
mos essa homenagem ao collega ; esevevaraos!.
anda algumas palavras acerca do peder, lempq.w.
do Papa.
E' idea geral que os dominios,.de S. ITodso
teem por Ululo as doagoes de PefV^o e. CarUs
Magno.
Esse titulo j lhes dara urna posso amq,uis-
sima, muito mais anliga do que a de quae^uer
principes, e de quaesyuer estadas.europeus. Mas
a maior antiguidada e a fontemais puta, aos pa-
rece que a historia faz remontar, ao podr tem-
poral dos Papas.
Desde que S. Pedro veio trjrzcr a. palavra da.
verdade a Roma, e comegeu. a predica, da Boa.^
nova, houve na sociedade. romana urna scisa^
profunda : subditos do imperador na, sua vida
publica, vctimas de suas.perseguigoe, oschris-
los conslituiam todava um mando paite, urna
sociedade sua ; as catacumbas eran a sua cida-
de, e nesta cidad6, oc.culla a, autoridade eccle-
siastica, exercia-se nteira sobre os fles. aU-re-
gulara a sua vida intima, a&suas. relagoes.de fa-
milia e compunha as. suas. contesiages de inte-
resses, nao se limilava a regular-lhes os inteies-
ses espiriluaes, nao raoaoa so oceupava. com os.
lemporaes, e a autoridad que exerciajn os bis-
pos era por cerlo.mais acolhida por esses fervor
rosos chrislaos do que ados, tribunaes. edos pre-
tores, peranie quem qulzessem deteoder os seus.
direitos, e que coraegariam por impor lhes. as.
praticas-.da id o! atrio.
Ah acharemos a origem do poder temporal ;
ve-lo-hemos porm mais manifest em diaspos-
terkores. /
A perseguiga de Diocleciana acabava. de fe-
cundar o calholicismo ; a obra dos maftyres es-
lava concluida ; era chegado o dia do triura-
pho.
Constantino Magno, vencedor de seus compe-
tidores, substituir a cruz s aguias. romanas, e
oin hao signo vincesao S. P. Q, ftmono-
grammo do poder romano. Cessando a persegui-
a, adqulrindo a igreja existoncia official, vis-
la* duvida de polilica humana levam o gran-
ee imperador para Byzancio.: Constantiaopla
eatal do Imperio. Quem fica eolo em Roma ?
iaforia.de seaado. sem importan-
m, pekoiailnrt real tora com
aova capital ; com osse se-
rnas sem poder moral
era considt Udo dolas vai subindo,
de Tttor, de tafOfHf Hl poder moral e de
poder effectivo sobre o o Papa, que- ficara.
na capital. *
E lofo o imperio se dirige ; ha um iwper*)
do 0 olro d,Q Pccideflle, e Q prtador
de pedidos e empenhpi; na precisio da recipro- do Occidente, em ym d residir e Ro^a, sem,




fa

______2L

DIARIO DE PEBMlBUQft. TC!LQA TORi 1*I ABBIL DE 1860.
tmiiij Uuibrn ubedeteiio motivos Jiua.anui, demuao por seuleuca ilu juiz municipal da ci-
J- ___iTl _& > __ -1.1 1 A !* A ah #. k^ A *\ C ^felf T 11A1 A a JV OS 1 V ** n a ti .* a a
vai residir envKavcnna.
Mas nesses motivos humanos qoe zrrcdsm 4e
liorna todo* os imperadores, desde o da ero
le o carholicismo triumpba das pcrs*guic#es, *
poder 'c a influencia do Papa, nao podemos
ver o designio de Dees, ture nao quer que vi-
gario de Jess Chrito. o chefe do sua igro-
0 encontr poder temporal a que soja su-
jeito?
Continuemos com o historie Estamos era ple-
na invaso dos Barbaros: quem salva Roma de
Altila? 0 papa. Quem nao podendo salva-la de
Alarico e de Geoserico, oo menos redne a curto
prazo a sua occupaeo, e poe limites a seus es-
Tragos ? O papa... E depois que suecurobe in-
vaso o imperio do Occidente, masconsegue Jus-
tiniano o imperador do Oriente, coia os seus gc-
sieraes Belisario e Narss, arrancar aos Ostrogo-
dos a Italia central, eTiella constituir o exarcha-
do de ltavcnna, quem tica govewando cm Roma,
quem exercendo algum poder protector no meio
dos desaslres sanguinolentos, sobre o exarchado?
O papa.
Chegam porm os Congohardos, dominnm ellos
na Italia septentrional, otgaiitsam o seu poder ;
sao loo barbaros quo valcntes; j ameanam to-
da a Italia, o exarchado. c Uoma rio ser sua prezo.
Quem os comprime? Os popas.
Buscara clles proleclorre entre os povos barba-
ros ; sollicitam Carlos-Marlello, e-Pepino e Car-
los Hogno, e os Longobardos sao destruido?...
E perguutamos em vista desses dados histri-
cos apenas enunciados^ pode-sc dizer que si-
plesmeiile a Pepino e a Carlos Magno remonta o
poder temporal dos papas, que os Estados da 1-
greja nssrniam sobre -essa auliguissiuia doaco do
conquistador? Nao : Pepino e Carlos Magno nao
fuciam mais do que sagrar pela forca das armas
o queja havia sido feito c consagrado pelo lem-
po c pelos beuelicios, o que eslava evidentemen-
te us vistas do Senbor do eco e da Ierra.
Aprcscntcm-nus eiu toda a historia da huma-
nidade poder maissauto c innis saniamente fun-
dado : nto uus:e de urna usurpadlo, nao nasce
de algurna astucia da fraude, de alguma violen-
cia das armas ; nasce pura e suavemente da pro-
tecQtio e dos beneficios: quauJo nada protege os
povos, quando as armas dos Barbaros, e suas es-
|>oliai;6es ludo amea<;am, os povos busca ni natu-
ralmente quem os pode salvar, poin-su debaixo
de sua obediencia c prolcoco... c o poder tem-
poral se ocha fundado... "elle pois conlempoia-
iieo do tnum;iho da rcligu.
Sabemos que boje, dianle da theoria da sobe-
rana ao povo, essa questo da antiguidade como
liase da lcgiiiinidade pouco valor tura em mullos
spirtos que acham que a soberania da naco,
recuiihecida e consagrada na constiluico brasi-
leira, e na ra/o publica, confuude-se com o di-
reito das-revoluoes.
Ha porm individuos que anda nao eslo per-
dado deCoianna, provincia de Pernambuco.
Poran comrautadas : i
A Manoel Antunes deSlqucira, a pena deo.ua
ira meses de prisao e multa correspondente
am ir anillando c crescendo nessa cidade o aielade do lempo a que Coi condemnado por sen-
tenca do juiz de direlto da segunda vara, em 500$
para o instituto dos Sordos Mudos.
A Jos Carlos Nogueira de S, a pena de quatrr
mezes de priso e multa correspondente a duai.
, lorias parles do lempo cm que fot condemnado
I por senlenca do jairy da cidade de Raepcndy, en
400$ para o hospital de caridade da mesma ci-
dade.
Aos reos sera vos Domingos e La, a pena dn
raorle a que foram eondernnados por 8enlen?o do
lury da cidade de Oeyras, da provincia do Piauhy,
em gales perpetuas.
Foram nomeados :
Encarregado do quarlel -general, o conselher
chefe de esquadra Joaquim Jos Ignacio.
Ajudante do encarregado, o capilo lenenl;
Amonio Affonso Lima.
Secretario, o capilo lenle Jos Duarte di
Ponte Ribeiro.
Gflicacs da secretaria, os Io" lenles Eneas
Justo de Barros Torreo e Luiz Antonio da Silva
Peixoto.
Archivista, o Io lenlo Antonio Coelho Fra-
goso.
Amanuense, Arsonio Jos Ferreira, Joaquim
Antonio Coelho e Sebaslio Barbosa da Cunlia
Menezcs. ^
Porleiro, o sargento de imperiacs marlnhcircs
Valentim dosPassos Guiraares.
Continuos, o cabo de imperiacs marinheiros
Ignacio Jos Filippe.
Por decreto de 2odo passado concedcu-sc ro
Io lente da armada Francisco Pereira Dutia
demisso do referido posto.
O Sr. chefe de divtso Joaquim Raymunc'o
de I.amare foi uomeado director da escola (e
inariuha.
O Srs. capilo do mar e guerra Fernant o
Posselo, e capito-tenenie Joo Carlos Tarares,
foram nomeados membros do conselho de com-
pras da reparlico da marinha da corte.
O Sr. Augusto Cesar de Castro Mene7.cs Toi Ho-
rneado chefe do serco da contadoria do marinh i.
O Sr. vicc-almira'ntO barao de Tamandar fai
nomeade conselheiro de guerra.
Por decretos de 20, 27 e 28 foram nomcado :
O bacharel Jos &e Araujo Brusque, juir. de
direito da comarca de S. Raymundo Nonato, ptD-
vincia do Piauhy.
O bacharel Dario Raphnel Callado, juiz de d-
reiio da comarca de Cavokanli, provincia ile
Goyaz.
O chefe de polica da provincia da Par.i-
hiba, Manoel Clcinenlino Carnciro da Cunha,
para o mesmo cargo na provincia do Mari-
nho.
O chefe de polica da provincia das Alagors,
eitamenlc entrados nessas Iheorias de vacillaco j Manoel Jos da Silva Neiva, para o mesmo carro
c de inconstancia, e que pensam que a legilimi- na provincia da Porahyba.
dade lem algum valor, e que a duracao, qualor- j O juiz de direito Pedro Camello Pessoa. para o
7e ou quinze vezes secular, para o poder huma-1 cargo de chefO%E polica da provincia das A'a-
no base mais segura do que os caprichos da for- goas, fu-ando sem effeito o decreto que on>
_-a c da violencia. meara para o mesmo cargo na provincia do Pa-
uta demos que a leglimidade nada valha, que ran-i.
a base nica admissivel seja o assenlimenlo do O juiz de direito Jos de Araje Brusque pa-
povo. Verifiquemos na pralica a oonsequencia I ra o cargo de chefe de polica da provincia de
lessu doulrina : um numero mais ou menos li-i Sania Calharina.
Mita, Anlouio Caeiauo da Suva Rerfly, Joo JoseJ A-im"
do Rosario e I.ourenco Maximiartj Pecegoeiro. porigo de vida.
lerceires escripturarios, os chefas da secc&o
da IhesouraTia do Paran, Seb.aslio Jos Catal-
canti, actual inspector da Ihesouraria doSertJpo,
e Baymundo Joao dos Reis, e o ex-alnroxaxHo do
par el sejlado e terceiro escripurmio dolhesouro
Antonio <0ditihvaos. *m*L
Oflicial maior da secretalR.da Ihesoura-
ria de Pernambuco, o segundo,scripluano do
thcouro Manoel Mamede da ^va Costa.
Chefes de sccce da theseumia do Paran, o
primeiro escripturario da rnesn, Lucas Anto-
nio Monleiro de Barros, e o oUcial-maior [da se-
cretaria da Ihesouraria de S. Paulo, Joo de Sou-
za Carvolho Jnior.
Escrivo dd alfandega deSergipe, o amanuense
da da Baha, Jos Amancio do Ouleiro.
Segundo escripluiario da alfandega da Bahia, o
arrncense da mesma, Fianoiaoo Jos Monleiro
do Carvalho Jnior.
Amanuenses da alfandega da Bahia, o guarda
da mesma, Jos Manoel Alpoim e Claudio Jos do
Souza VsconcelIos.
Administrador das capslazias da alfandega da
Baha, Cicino Beluta Velloso.
Amanuense da alfandega do Maranho, o dd
da Parahiba, Joaquim Francisco Gomes Pereira.
Amanuense d. alfandega da Parahiba, o da de
Uruguayanna, Nunes de Seixns.
Curador geral das horancaojacenles e bens de
ausentes do termo da cidade de Campos, o ba-
charcl Jos Manoel da Costa Bfatos.
Curador geral das herancasfcenles e bens de
ni sontos da capital da Babia, Morcellmo Das da
Rocha
EI.BICO DE M SENADOR PEWA PROVINCIA
DE MINAS.
Apuraro final dos vinle e quaro collegGS da
provincia.
Os Srs. : Votos.
i. T. Ottoni......891
2." Teixeira do Souza. 717
3." Firmino......595
Cruz Machado .... 575
Luiz Carlos ...... 419
Peuido....... 78
Por decreto do 23 do correnle mez levo mer-
c do foro do fidalgo cavalleiro da casa imperial
o marechal de campo Firmino Herculano de Mo-
ra es Ancora.
Por cartas imperiaes da mesma data foram
nomeados ofliciaes da ordem da Rosa Jos Fer-
rara Abes, Louis Gros, c Bonifaci.
Por decreto o cartas imperiaes, lambem d.a
mesma dala, foram nomeados cavalleiros da dita
ordem Luir, Augusto da Costa, vi.-e-consul do
Brasil em Londres. Eduardo Ferrcira Alvos, D.
Andrs Perfumo. Theodoro Forrero, Vidal de
Lausun Viclor, Raimond Goulunel, Sochel, B:o-
oa, Lo Pago, Lacapelle c Maire.
O hialo Venus, cm riagem da Baha para
o porto do Itio de Janeiro, nanfragou no dia 21
di correnle em lat. 15 32' S. e long. 38 11' O
dj Grecnwich. A tripolacao, composla de olo
pessoas, foi salvapclo patacho Cartiado.
Os ltimos saques foram efectuados 25 d.
sobre Loudres; 384 385 por fr sobre Paris
1
nm
se que os leridos ravcnicnie esto em
mitado de ambiciosos,. de mocos ardentes, do
Calilinas e dn Cathcgos conspirai, associam-se a
todas as paixoes ms, do exterior, recebem lodos-
os auxilios de dinheiro, de armas, que Ibes mi-
nistra quem espera ganhar com as agilacoes, e
de soldados de todas as naceos confundidos na
defeza da causa commum, lia grande fralernida-
de revolucionara. Eulo fazem um rompimen-
to: sao urna minora insignificante; mas pelo
terror, pela violencia mpe-sc n maioria ; sao
um pugillo porm caminbam escoltados pela lcra-
braaca do punhal que assassinoua um Ross, da
ntrocidade com que
O juiz de direito Dario Raphnel Callado, pan o
cargo de chefe de polica da provincia de Minis-
Geracs.
Joo da Malta de Moraos Reg, para lu;ar
de secretario da polica da provincia do Pa-
ran.
Kogcrio Guanaes Mineiro, para o logar de
secretario da polica da provincia de Sor-
gipe.
Foram promovidos:
O alferes Jos Gomes Coelho, oo posto de ca-
pito secretario .geral do commnndo superior da
foi espantado, morto e por guarda nacional to municipio"de Barras'prov n-
lim degolado um Anvitc... o terror impe silen- ,.n dn Piauhv
o terror impor
ci e urna apoarencia de obediencia passiva a to-
da a populuro... E viris sagrar, em nouie da
soberania Jo povo, osso Iriumpho niquo da vio-
lencia de um pugillo de homens sobre a verda-
deira vonlade nacional, queelles nodeixam ma-
nifestar-se"?
Se essa a base de direito que noa propondes
in siibstituico a da leglimidade, diuturnidade,
dekai que vos per^uniemos, o que ento o di-
eito, a nao sera forca material? o que ajusti-
ca, a nao ser a violencia?
Ora, pensamos que nao nos queris levar pelo
caminho da liberdade e da igualdade mais atroz
oanrA.. .aa. <.'" vrv .rf.?i-rivVjsW tt .b \JTvlrr-
sa^ao c do progresso na scienci poltica o na sor-
te dos povos nao pode ser a bu bandado ; o em-
blema da civilsacao nSo podo sor urna pistola,
um punbaj, um enreereiro e um carrasco.
(Do Regenerador.)
DIARIO OE PERNAMBUCO.
i35 7t0 por m. b. sobre Hamburgo ; 120 122
0(0 sobre Lisboa.
Bahia-O tribunal da lolacao condemnou, em
31 do passado, oo grao mnimo do art. 154 do
i-od. crim. ao Dr. Evaristo Ffreira de Araujo,
cx-juiz de direito de Atirantes.
Nos dias 2, 3e 4 liveram lugar as sessoes pre-
raraiorias da assembla provinrinl, haveudosido
eleilos na primeira :
Presidente, o Sr. Francelino.
1." Secretario, o Sr. Sepulreda.
2. Dito, o Sr. Ilugolino.
O cambio ficavo:
Sobre Londres, 60 90 ds.25 d. por 1.
Sobre Paris, dem, 380 383 por fr.
Sobro Hamburgo, dem, 715 m. b. nom.
Sobre Lisboa, idem, 115 118 0[0.
A assembla provincial, depois deouvr a lei-.
tura de diversos pareceres de commsseea, pro-
jectos, e terdado assento.com as formalidades
do estylo ao Sr. vigario Francisco redrojo Sil-
va, como depulado pelo 13 dislricta-eleiloral,
ouvio os Srs. Fenelon e Ignacio de.Barros, con-
tra o projeclo n. \ desle auno, que concede um
subsidio de 10 contosde, ris.ao inslilulo agr-
cola, havendd o uU^mq,olT,reciiio um suhsluivo,
que, apniadd, entrou Cm dscusso.c o Sr. Nas-
cimentoiL'ortella, favor do primordial,.do qual
v autor
Achando-se esgotado a hora,-o Sr. presidente
d para ordem do dia de boje a mesma do din
antecedente,-e levanta a sesso as 2 horas e Ii4
da larde.
Hontem s6 horas da larde fundeou em noeso
porto o vapor porluguez Portugal, trazendo jor-
naes do Rio al 1 e da Baha at a do correnle.
Jfio de Jantiro.Eis o que de oais impertan-
te na : %
Por decreto de 28 de fevdreirooroximo pas-
sado foi Horneado :
Chefe de polica da corle, o chefe de polica da
provincia de Sania Catharina Esporidao tloy de
Barros Pimenlel.
Por decretos de 20, 21 e 23 do passado foram
aprcsentado6 :
O conego Miguel Antonio Ferreira.na digni-
dade de chantre da.s-metropolitana.;
O eonego honorario Manoel dos Sanios Perei-
ra, em urna cadeira.de.-meta prebenda da juesma
s.
Foram nomeados :
O bacharel Joo Alves-Fitombo, juiz municipal
e de orphos do termo de Jaguaripe. na .provin-
cia da Baha;
0 bacharel Pi Xavier. Garca de Noronha. jaiz
municipal e de ocpbaos do termo da Estancia, a
provincia de SergYpe.
O bacharel Jo6 Manoel Portugal, juiz munici-
pal e de orphos do termo de Pdrahybuna, na
provincia de S. Paulo.
O bacharel Man4eLBaplisU da Cruz Tamandar,
J" ueorph58 do lccmo da cap*;al de S. Paulo.
O bacharel Eduardo Jos de Mcura, juiz muni-
cipal e de orphos do tormo deliberaba, na pro-
vincia de Minas Geraes.
O bacharel Raymundo Borges Leal Casteil-
fianco, juiz municipal e de orphos do termo da
capital da srovincia de Santa Calharina.
O bacharel Francisco Jos Cardoso-Guimarea,
juiz municipal e de orphos do termo oe Jocua-
rao, na provincia do Rio-Grande.do Su!.
Foram removidos a pedido seu :
O juiz municipal e de orphos Fraucisco de
onr.a Parauo, dos termos reunidos de Porlo-
-Seguro, Sania Cruz e Trancoso, para .os de Ca-
jnamfio Barcellos, na provincia d Rabio,
O juiz municipal e de orphos Joao .Bernardo
de Magalhaes, ,do* termos reunido* de Caraao
* narcellos, para oe de Porto-Seguro, Sania Cruz
e i raneo, na mesaia provincia.
toi reconduzido o bacharel Trasibolo da Ro-
1 Ia?808 ^ lugar ^ Juiz municipal do Jermo
aa Wchoeira, na proiincia da Baha.
*0'Cdeu".fe ao Dr- *u,loel Antonio Duarte de
Aievedo a demisso que pedio do lugar de iuiz
de erplifos do capital da provincia de S. Paulo.
Fez-se merc a Frederico Augusto Neiva da
fifirventia vitalicia dos oKicios de contador e dis-
trbuidor da capital da provincia da rarahiba.
Foi aceita a desistencia jue fc Antonia Jas do
Souza Vaia da serventa vilaJicia doA^oiBcia^
abellio do publico, judicial e ""fr o psomL
de orphos do teimo d,Fibu,y|b, ^rc-Tima do
Jlio de Jaaeiro.
Foram perdoados:
Alos Antonio Rosa, a pan*, do dou* mezes-de
prisao e mulla correspondOTOt ntade do lem-
po i que foi condemnado por seotencji ijuz
municipal do termo ia'Jaguaro, pr.wintik do
Bio Grande do SuJ.
A Manoel Gongalm Subs Kthadow.airea
de-quotro nzs e motode pHsSo aiau cor*
fespondo*{* i nietffffe tfo'lempoTat^iftrfol cw>
ca do Piauhy.
O capilo Jos Antonio Rbero Bastos, ao
posto de major commandanlo da seceo fie bala-
lho de infaiitaria n. 4, do servico" activo da
guarda nacional da provincia do Rio de .la-
neiro.
O capilD Manoel Nogueira de Oliveira, ao
posto de tenente-coronel commandaotc do b; fa-
iho de infantaria n. 5 da guarda nacional da
provincia de Minas-Gofacs
0 major Bonifacio Jos Baplisla, ao posto de
lenentc-coronelcommandante do corpo de ca-
vallaria n. 4 da .guarda nacional da provnen do
Paran.
Xdolpho Valeria'no da SHveira Reis, do cargo
de secretario da polica da provincia de Serg pe,
por assim o haver pedido.
Foi apresentodo o conego Joo Jos da S Iva
Araujo na freguezia de Sanio Antonio do Morro
de Matheus Leme, na provincia de Minas Geraes.
Tveram raerrt:
Sergio Clcmenliuo do Souto Maior c Albuquer-
que, da serventa vitalicia dos olieios delabel-
liSo do publico, judicial enotas.e cscrivaode or-
*phos. residuos e cnpellas do termo do Bonito,
provincia de Pernambuco.
Sabino Antonio Morcira do Amara), da serven-
ta vilaliciados cilicios de Io tabelli'o do publico,
judicial e notas,o escrivo de orphos, residuos
e capellas do termo da Barrado S. Joo, provin-
cia do Rio de Janeiro.
Bernardino Jos Fernandos dos Res, da ser-
venta vitalicia dos ofrkios de 2o labeltio do pu-
blico, judicial e notas e escrivo do civel c crime
do lermo da Barra de S. Joo, provincia do Slio
de Janeiro.
I.aurindo de Carvalho Mareira. da serventa vi-
talicia dos officios de 1* taltellio do publico,
judicial e notas, e escrivo de orphos, residuos
e capellas, do termo das Dores de Camnquam,
na provincia d. S. Pedro do Rio Grande do >ul.
Luiz Marques da Cunha, da serventa vilo ieja
dos oflicios de 2" labellio do publico, judicial e
notas, c escrivo do civel e crme du termo de
Camaquam, na provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sul.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Francisco Antonio Tcreira da Cruz, da sen eo-
lia vitalicia do officio de escrivo de orphos o
ausentes do termo de Silveiras, provincia de S
Paulo.
Foram aceilas as desistencias que fizeram :
Augusto Rodrigues Vidal, da serventa vitalicia
dos officios de contador e distribuidor do lermo
de Vianna, provincia do Maranho, e Vic?nle
Ferrcira Guimares, do dos officios de Io la bel-
lico do publico, judicial e notas, e escrivo do or-
phos e auseules do termo do Boaifim, provincia
de Goyaz.
Por despocho da seor-elaria da marinha d; 28
foi norocado secretario do conselho de compras
da. mesma reparlico o Iosecretario Ja contido-
na JoGoncalves de Barros.
Por decretos de 27 foi nomeado Francisco Ber-
nardo de Brilo para o lugar de thesoureiro do im-
perial collegio do Pedro II.
Por portara de 29, Manoel da Mlta Teixeira
para o lugar de ajudaiile do secretario do museo
nacional.
Por castas imperiaes de 20 foram nomoidos
presidentes os Srs. :
Joaquim Pires Machado Poxteila, do Par.
Abilio Jos lavares da Silva, do Piauhy
Jos Berilo da Cunha e Figuekedo Jnior, do
iRio Grande do Norte.
Luiz Antonio da Silva Nunes. da Parahyha
Ambrozo Leilao da Cunha, de Pernambuco
Pedro Leo Velloso, das Alagos.
Joo Jos de Oliveira Junqueka Jnior d
Sergpe.
Desembargador Antonio da Costa Pinto da
Bahia.
Frederico Augusto Xavier de Brlo. de M as,
Pplicarpo Lopes de Leo, de S. Paulo.
JooCuilhermo de Aguiar Wilaker, de Santa
Calharina.
Por decretos de 31 oram aposentados :
Antonio Jos Fernanes Pires, no luga;- de
chefe de secco do thesouro nacional.
Augusto Carlos de Amorim Garca, no de Io
escripturario do mesmo thesouro.
Fraucisco Gonjalves da Araujo, no de escri-
vo da alfandega de Paranagui, provincia; Pa-
traa.
Joo Climaco de .Souza, no de escrivo da al-
fandega de Paroahiba, provincia do Piauhy
Leandro de Oliveira, no de segundo escriptu-
rario da alfandega da Bahia.
E oram aomeados ; ., ,
Chofe&de secejio dulhafburo nacialos pri-
SC vaiTUi*(ftoj| ^Kretfo NaVCca
BM dghesouro, os
pM^WlW Molld VaDdorley Maciel
fHihoiro, ipruai inspector da tbesquraria d<- Pa-
ran, Aplomo de Olivoira Maciel, Joo Carina do
jooza Ferreira,Frantisco Frederico duJlelk\Pa-
triares, e o ofnciab-maior da secrelaajkja'lbiaau-
rana ae Pernambuco Jos IuDocealfPeroi a da
Costa,actual inspector da thotowaHa'da ilato-
Grosso.
. ^fiy^f ecptursTios,s lercai/os Jo< Ma-
n e Btltencourt e Silva, Hcnriq'ue do Amirtl e
Por cartas que tivemos do Rio-Grandp do
Norte, omos informados de que he all esperado
ondosamente o Exm. presidenle Jos Benlo da
Cunha Figueiredo Jnior, cuja nomeaco ha sido
aem aceita pelo geral da provnola.
Moco dislncto o recomroeodavel pelos seus
precedenles.dlz a carta.lendo j nma grande pra-
nos lom sido fovoraveis, em con aclo milito com
esta para achar-se apar das cousas o das pessoas
J aqu, nao pode deixar de Uvainlar-nos do es-
lado emqueora nos adiamos, que lameulavel.
A provincia la o em maior allerago.
O espectculo mais repusuante com os sem
lmenlos de religin, que lodo o houiem aova
abrigar no peno, foi presenciado ua igreja do
Carino, occasiao da funoco religiosa da alleluia
que Bill se solemnisou sabbado 7 do correnle.
Emquanto os mioislros do altar oficiavam
emquanlo o Sr. se achava exposlo veneracj
dos lies, um punhado de individuos de varias
dades, nos quaes sobrava a falta de craco
sem respeilo Deus. nem ailcncao aos homens'
aciiava-se de costas para o altar-mr, de graacs
cima, e a praticar assim quanlos irreverencias
e possivel conceber-se, quo iudignavo aiuda
ao mais ndiircrenlc em taes materias.
Quem or malcriado aponto de dar taes espec-
tculos, quem for lo desalisado qu- nao rocun
peranle o escndalo, que o seja para si lo s-
menle ; que uao d lio mu exemplo aos do-
mis. r
Entro csse punhado de desvairados que con-
vert.ao o Irmplo em lugar da uaoro. sobresahia
essa entidade, de una triste celeoridade em se-
melhanles cousas, denominada chistoso c apro-
priodomente bemlevi de Igreja. A chronica deste
individuo assas cunhecida nosU cidade ; e
tendo elle arrefecido um pouco no seu ardor.de
novo apparece r,a pralica de seusaclos anterio-
res de urna uainoralidade pronunciaaa, cer-
cado sempre da nyihada dos bemlioimuhot;
de modo que nao obstante a adverlencia ou re-
prehensao do prior, nenhum cavaco ellos deram
e proseguiram emaeus actos reprovados.
Estas cousas nao devera passar sem urna cor-
w$ao ; ellos o Hacia o negocios mui moliodro-
sos cuja postergan) a sociedado nao devesup-
portar com nidilTerenca. A nossa legislacao cri-
muial ha comminado penas para os actos olen-
sivos da religio ; e estes aolos conslilnindo cri-
me polioiaes, iem lugar o procodiaienlo olttcial
segundo o Regolamonto de 31 de janoiro do
842, art. 263.
Faca-se portanlo efTecliva esta disposicoda
le. puna-se a quem desrespeitar a noss reli-
gio por tal modo, que se nao reproduziro a ca-
da passo semelhautes ineverencias, cuja tole-
rancia rovela um povo sem seotimenlos reli-
giosos.
Inormom-nos que na mesma. igreja e na
mesma festividade referida na noticia cima, op-
pareccra em urna das tribunas urna criaoca mui
eugracada, que levou lodo o seu lempo fazer
gragas era altas vor.es, taes como bote esU ba-
ldo par t, de' c este leaue, ele ao passo
que ia machucando os ampios bales, quebran-
do os leques, amarrolando as sedas, ele ; o que
apenas provocava um riso do complacencia e um
deixa islo, menino.
Cnancas assim lo vivas, lo espertas pro-
raeitom um bello futuro.
Na quinta feira passada, por obra das dez
horas do di, fallecen o subdito porluguez Jos
Cabral, que era morador no lugar do Zumb.
O seu cadver foi dado sepultura oo sabbado
s nove horas do dia.
;No da 8 do correnle, polas 8 horas da noi-
le, o Porluguez Jos Vieira Rezendo ferio grave-
mente com um canivelode molla, no Porto das
Canias, prximo a ponto da Boa-Vista, e uo prin-
cipio da ra da Paz. ao cronlo J
dos Sanios Alves, depois do djoo
perseguido pelo olfcudido,
pedestres, e nessa fuga foi
sobre quem enconlrav, do
tambem feridos gravemente J
Araujo raestre do palacho Villa-Flor, e o pe-
destre Joao Manoel Roma, o levemente Manoel
Joaquim da Silv.a, Porluguez empregado na es-
trada de ferro, Manoel Nunes de Medeiros, pedes-
tre, um marcineiro do ame Manoel Francisco
das Chagas e um preto que ra com uat vaso de
despejo cabeca: sendo finalmente preso na
tua do Fogo, depois que recebeu urna pedrada
na cabe; que o lane.ou por Ierra.
Rezende q#ando passava pelo Porto das Ca-
ndas levava em sua companhia urna mulher do
mos costuraos, que j havia perlencido ao cri-
oulo Jos Francisco dos Ssolos Alves, e cma-
se quo este indo reconhece-la, dona, isso lugar a
quo o Porluguez Rezende, julgando-se por isso
offeodido, o ferira do modo que iica dito, apo
sar do que diz o mesmo Rezende, que' lisera o
arimenlo ea Alyes, por ler yecebiio deite urna
boeuda.
Eis como un jornal fraacez termina urna
looga drsprtacao sobre os legitmislas:
O respeilo pela vida dos animaes, e cooseguin-
lemento o habit de se alimentar de vegetaes,
datam de murto longo. No primeiro dos seus
mandameiuea Boolia ordena qip a respeite a vi-
da dos animaes.OsBanianos, Ua alguns annos, ti-
nham, um hospital as visinbaocas de Surane,
que talvez anda exisla, para vaccas, cavallos, ca-
bras e caes doentea. eslropiadoo, ou velhos. Se
qualquer hornera lioha um boi vojho o caneado,
ese dispunha a mata-lo um Baniatic comprara o
animal, e mctla-oiio hospital, onde osustentava
al que a natureza lerminasse a sua vida. O Ba-
nione adorna a sua vacca criadeira com os ador-
nos de sua mulber, e- faz o mesmo com a arvore a
mais preciosa do seu jardim.
Todos saben que a doulrina da irriciaco entre
os Egypcios mpuuha o rgimen vegetal.* Na Cy-
renaica, onde os geographos aulgos dizem que
eslava o paiz do Sotophagos, o povo conserva
anda as recordacoes dessa philosophia, e susten-
ta-se principalmente de mol. Job, Diodoro eSira-
bo contara que ccrlos habitantes da Arabia nao
so sustentavara senode leguraese frutas; os hy-
lophagos da Arabia, assim como os gymneso-
phislasda Elhiopia cran todos rizophagos, islo ,
suslentavam-sc nicamente deraizes, segundo a
expresso de Diodoso.
Os Judeos liiiham regras de dtelica, que an-
da hoje conservara entre si. As pralicas dosEs-
sento, nao differiram daquellas que anda actual-
mente se observara na pennsula indica.
A alimenlasao dos Persas, diz Bollim, era pao,
ervas e agua. Slrabo assegora que os Medas
nao se suslentavam seoodo frutas, assim como
os Mysios. Os Thracios. os Dacios c os Ljetas,
que habitavam a Romelia, a Bosnia, a Albania, a
Bulgaria c a Moldavia, seguiam o este respeilo a
doulrina de Pilhagoras, que lhe havia sido ensi-
nu.ada por Zomolxis.
Quando os Hespanhes chegarara ao Chili
acharam que seus habitantes nao se sustentovam
seno de fructos e harvas : o mesmo uso linham
os Peruvianos e Mexicanos.
Os habitantes dos Comoros nao comem carne ;
os Broschimans vivera de raizes ; algumas tribus
selvagens da Australia susjentam-se dos frutos
das arreres, c de mariscos, que apanhom as bor-
das do mar. A caca e propriamente a pesca lhe
sao desconhecidas.
No J.ipan, os sectarios Smio escrupulisam lan-
o a respeilo de ludo o que lem vida animal, que
nem o lette provam, chamando-lhe sangue bran-
co. Na Europa, onde se consom talvez mais
carno, as Iros quarlas parles dos seus habitantes
nao a comem quosi nunca.
O povo russo nutre-se geralmenle de pao ne-
gro, ceblas cruas, couves e pepinos bravos. Os
Dalicarlianos, os mais robustos dos homens nao
vivem seno de pao de cevada.
A Islanda, que nao lem nem cevada, nem tri-
go.suppre esta falta com o liciten, que no mus-
50 muilo nutrclo e spido. Mullos Allemes
apenas se nutrem de pao e sal, tendo por bebidas
vinho e cerveja.
Os pobres na Snissa rarasvezes passara de lei-
leequeijo, os pastores dos Pyrneos seguem um
rgimen anlogo ; e do mesmo modo um grande
numero de habitantes da Irlanda nao se susten-
lam seno em bata'.as.
Observa-se a mesma sobriedade na Italia por
toda a extenso dos Apeninos ; c ossim como os
ahtigos-Ibepos, os montanhezes d'Alpujarra, em
Uospanha, fazem da glande o seu principal sus-
tento.
Passagciros do vapor Oyapock, sahido para
os porlos do sul ;
Joaquim Pedro, Antonio Mara da Silva, Ma-
noel Georsc Gomes, urna escrava a entregar a
Gustavo A. de Aguiar Pantoja, lenle Bernardo
Joacniim Correa com sua mulher c cinco fllhos,
desertores Eustaquio Pereira da Silva, Feliciano
Jos dos Santos, cinco escravos e um criado, Dr.
Figueiredo, sua senhora e urna escrava, urna
preto livre com um liiho, Joo Gomes do Costa,
Manoel Gomes da Cosa, Manoel R. Pereira das
Neves, Joaquim Juvencio da Silva Jnior, Ale-
xandre Jos dos Res, Pedro Rastelli, D. Jean
Asivedo Villaces, Thomas Whily. James Hunter
sua senhora sua cunhada c urna criada, Joo Bis-
po, Manoel Joaquim Duarte Guimares, Jooquim
da Cunha Meirelles, Joaquim Joo de Mirando de
Araujo c sua senhora, sua sobrnha, um criado e
dous escravos, Sevorino Randeira de Mello, Pa-
blo Pereira do Fario, Francisco Jos de M. Bas-
tos, seis recrutos, Pedro de A. Machado, D. Del-
liua Mara do Sacramento e doras fllhos, Manoel
de Coun. Ol. li, /uu't"'"' -^- >^ 0"^w Jv Aulv
rim, .jtu c .(mino praras de artilharia, un cs-
cravo a entregar, Francisco Luiz de Souza J-
nior. Jos Jorge, Aniceto Tavares, Pedro Lau-
nono, Jos Antonio Affonso, Manoel Laurindo,
Mara Francisco dos Anjos, vinte recrutas para o
exercito, Joo F. da Silva Braga, Manoel Jos de
Souza ex-suldado, Joaquim Antonio Barbosa. Dr.
Ludtfero V. dn Azevedo, Francisco Jorgo Pimen-
lel, Joaquim dn Silva Torres, Luiz Ferreira Cam-
pos Torres, cinco escravos a entregar, Antonio T.
Carvalho Lisboa e sua senhora, Germano Fran-
cisco de Oliveira, Raimundo Jos de Araujo,
Justina Galli, Capito Antonio Pinheiro.
Hospital db caridade. Existe 62 ho-
mens, 55 mulhercs nacionaos, 5 homens eslran-
geiros, total 122.
Na lotalidade dos docntes existem 42 aliena-
dos, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto s 8 horas da manhoa, pelo Or. Dornellas
s 10 horas da manhaa do dio 7 do correnle.
Mata nomo publico :
Matoram-so no dia 8 do correnle para o con-
sumo desta cidade 109 rezes.
No dia 9 do mesmo 105.
-----MORTALIDAOE DO DA 8 DO CORBBNTR
Limbolina, branea, 5 annos, gaslto incephalile.
Mygino, bronco. 2 annos, febre amorella.
Joanna, preta, 5 annos, inflamraaco.
Maria, parda, 6 mezes, convulsoes.
; 9
Antonio, bronco, 7 mezes, denlo.o.
Luiza, prelo, escrava, solleira, 46 annos, gaslro
hcoatile inlerlo.
que revendo o livro das actas das sessoes da jun-1 je iafsTr mais carrejar com a dospeza de con-
?*PJ"1'"?ta.,-i d. hosRlal porluguc do bene- iar0 que o hospital pelo monos deve paar.
ha flovn noiS. a V. S.. se dlm inn .,i.
Ucencia nesla cidade, nelle a fl. 6 verso ac
a de 24 de abril de 1856, da qual na foi pedido
pelo supplicantc a parle que se segu :
O Sr. presidenle declarando que seus sen-icos
mdicos nao podiam continuar em consequencia
de sua riagem e ausencia de tres .q,uao mezes
julgava dever chamar-so o medico adjunto Cor-
nelro Monleiro, o que foi approrado, votando
contra o Sr. Bairo, depois de haver reflexionado
a respeito : bem como o Sr. provedor declarou
quenesta data passava a provedoria ao Sr. Ber-
nardino Gomes de Carvalho, a quem entregu a
chavo do cofre, que lhe pertencia guardar, se
bem que seus servicos seriam igualmente presta-
dos al a ultima hora de seu embarque.Resol-
veu-se ofciar ao Sr. Carneiro Monleiro, cha-
mando-o logo que se d a ausencia do Sr. pro-
vedor, declarando-lhe haver esla adminislraooo
estabelecido urna gratificaco annual de 600^000.
U referido verd -de eme reporto ao dito li-
vro e acia. Recite, 2 de evereiro de 1860.Ma-
noel Ribeiro Bastos, primeiro secretario.
A urna tal deliberacao, insinuada pelo presi-
dente da adminislraco dessa poca, nao nos po-
demos furlar de oferecer a seguinte conjectu-
ra : ou o Sr. Dr. A Impida, mandando lixar o
ordenado de 600$OQ0 annuaes ao medjsp seu
subslituto, quera occultar a esto. manVJaV por
que al ento exerecra elle a caridade ; ou, nao
confiando nos sentimenlos humanitarios do seu
adjunto, nao levava a bem que este a praticasse
dah por dianto sob os raesmos auspicios ; e as-
sim lereraos por concluso que.no primeiro caso
o Sr. Dr. Almeida nao peccou por innocente ; e
no segundo, que elle apenas quiz se uesse a Ce-
sar o di/iuio daquillo, que al eulo sempre fra
somonte do seu Dous.
Mas volta o Sr. Dr. Almeida esta cidade, re-
ossume ia coiilinenti o seu lugar no hospital,
chora pelo man que lhe licara perdido no deser-
to, mas ja nao lem remedio seno sugeitar-se |
ao mesmo que elle arbitrara ao Sr. Dr. Carneiro
Monleiro, e assim ver-se cahdo debaixo da pro-
piia pena que elle havia decretado.
Buscam-se evasivas, escogilam-se melos, es-
quadrinham-se recursos ; mas ludo era baldado
porque u lance era critico, a siluaoao melin-
drosa.
E como, pois, sahr-se de um crculo lo res-
trictamente trocado polo proprio paciente l
Oh! nada'escapa ao hornera de espirito, a un
genio emprehendedur.
O Sr. Dr Almeida revolve in mente o seu me-
llior plano, e em breves momentos clama :
ludo para mira esl salvo iuueni inceni !
basta que desalent no trabalho e affrouxe no
servico, embora fique exposlo s re prehensiles
dos administradores do estabuleciinenlo.
E de feito a execuco seguio logo ao projeclo,
mas com lal infolicidade que nao pode ser eslra-
nha vigilancia da junta administrativa quedo
perlo a esprcitava, como ja tivemos occasio de
observar no requoriinento felo pelo Sr. Monleiro
da Cruz em sesso de 26 do outubro de 1857,
consequencia immediata recusa da administra-
cao era augmentar o ordenado pedido pelo medi-
co assislentc em 27 de fevprcro desse mesmo
auno, como se revela do se^uiulc documento :
Illm. Sr. provedor.Diz Jos Teixeira Basto,
que precisa que o primeiro secretario do hospi-
tal porluguez lhe de por certidao, vista da ocla
d sesso da junta administrativa de 27 de eve-
reiro de 1857, a parle que diz respeito ao requo-
rimentodo mdico do'mesmo hospital, cm que
pedia ougmenlo de ordenado : por lauto pede a
V. S. se digne deferir-lhe.E. R. M.
Certifique., querondo. Recife, 30 de Janeiro de
1860. J. P. R. Braga, provedor.
Em cumpriinento do despacho supra, certifico
quo revendo o livro das actas dasscsses da jun-
to administrativa do hospital porluguez de Bene-
ficencia nesta cidade, nello a fl. 16 se a. ha a de
27 de fevereiro de 1857, da qual me foi pedida
pelo supplicantc, a parte que se seguc :
Leu-se outro requerm?nto do medico assis-
tcnte. pedindo augmento do ordenado. O Sr.
presidenle poz cm discusso, alguns senhores
pedirara o adiamento e foi-lhes concedido.
Reporlo-me ao mesmo livro e acia. Rccfe, 2
de fevereiro de 1860.Manoel Ribeiro Bastos,
primeiro secretario.
Vendo-se pois o Sr. Dr. Almeida sempre con-
trariado em siiasirapcrlincnlcspelicoesparo aug-
mento de ordenado, nao desesperou comludo, do
sen firme proposito, c so oguardou a retirada da
admnislraco de 1857 para de uovo vollar car-
ff.i po"iq rnnt.litiiiit.1 n rto 18^. prooo^utdu
porem no deslenlo e. frouxido do servido aliui
de deraoveros admiuslradores do hospital a de-
ferirem a supplica por elle lanas vezes repelida.
Cumpre-nus pois trazer luz a comprovaco
do quanto temos exposto, para que fique in er-
num irapresso na memoria de lodos queu Sr.
Bogo, poiS, a V. S., se dhjrie lomar este nego-
cio oa devida considerte^o, levando esle raeu
officio ao conhecimentoda digna junta adminis-
trativa, aftnvdo^uo resolvam a este respeito co-
mo julgarem raais convcnienlo.
Aproveiio#dwaMlo palf&ijpfcsenlat.'oT. S, a
aos demas membros da jimia administrativa, oa
meus protestos da mais cifrada estima e consi-
deraba o.
Dos guarde a V. S. Illm. Sr. Jos Teixeira.
Bastos, dignissimo provedor do.real hospital por-
luguez de beneficencia, e prcsid.rate da junta ad-
ministrativa.
Recife 22 de fevereiro de 1858. ^
Jote de Almeida Soaret de Lima Bastot,
1* medico do hospital.
(Estova reconhecido).
Que exemplo a futuros fundadores e bemfeilo-
res de hospilaes de caridade I Que famoso com-
pendio de doulrinas em pro do homanidado en-
ferma c desvollida !
Oh o Sr. Dr. Almoida nunca se clevou lo
alio em sua abnegaco I nuura se ostentou to
sublime cm suas mximas de moral e philoso-
phia !nunca leve lo tavorarel cnsejo para
urna coufisso ingenua o consciencioso, como
eisa em que assegura quoa reparlico medica
do hospital porluguez de beneficencia' se achaca
desalentada e frouxa no serriro, porgue a retri-
buiriio dada a elle empregado, era insignifican-
te e metquihm !nunca se lhe proporciono!! io^
bella occasio para mostrar quedava dtbara-
to o sen lempo e?s seus serviroe em favor do es-
tabelecimento,como nesse officio era que pede/
admnislraeo do hospital a mesquinlia quantia,
de 5$ diarios para sua ronduco. !Nunca ello
desenvolveu lano inleresse em favor nlheio, co-
mo no occasio delanrar a esse papel o pedido
de 208por eada conferencia aos demas mdicos
que forem convocados Nunca finalmente, so
moslrou lo zeloso pelo oblo dos pobres, como
ao coordenar aquellas insinuantes phrasesque
fora,alm de injustiga, urna incoherencia, que-
rer continuar a remunerar os serviros pela mes-
ma tabella ento em rigor 1
E como pois pagar ao Sr. Dr. Almeida, apezar
dessa en lia da de peticoes, o abstinencia qae sem-
pre leve, de fazer qualquer reclamacao, por ser
qitesto que lhe desagradara, e mesm^ por ser,
l para elle, fra de duvida mesquinha a grati-
ficaco e 600jf000 que se lhe dava t 1
Nao ha polovros, nao ha litlos, nao ha Irom-
bela, por mois agudo que seja, que possa levar
as ozos da fama olm da posteridad?, o reco-
nhecimenlo que devdo ao ex-provedor-medico,
p^ir lio relevantes quanto, desinleressados ser-
vicos.
(fonlin*ar-sc-/ia).
Quatta-feira (11) d o seu beneficio no Iheotro-
de Santa Isabel a eximia e sympathica actriz D.
Isabel Maria Nunes de Oliveira, genio eminente-
mente creador, talento de elevada enneepeo
apreciado j por muitos homens illtislrados que
nao se desdourarom de votar a artista o preito
da mais sincero vassobgom, laneondo no "papel
phrases de muito maior realce e brilhnntisrao at-
iento a intelligencia que os escrevia, do que as
ossas, que se escondera anle a roupagem do
que ellos se a essa senhora tem a felicidade de apresentar-so
era scena, sabe de tal modo captar a atlenco
dos que a ouvem, que lodos 'a reconliecem ar-
tistao firmara es'.a sua opinio por bravos, pal-
mas e flores, que na verdado quando exponla-
neos, como sem ser, sao a sua carta de habilita-
Qo, seu diploma de artista, e o seu norae j oc-
cupo urna pagina honrosa ua histeria da brte dra-
mtica.
Indubitavclrr.rnle preenche a Sr.* D. Isabel
um fim eminentemcnlc civilisndor porque o llieu-
tro moderno serve de instrueco os (lasaos mai
inferiores do sociedade, que todo desconheceria
se nao fosse o poela da nova escola que lhe pio-
la lodos os seus usos e coslumes, como elles sao-
em si o nao exagerados como oolr'ora cujos ca-
radores erara excppcionoes e muilas vezes im-
possiveis c a artista inspirada que lhe faz sentir
o que escrevou o poeto.
Nao lisonja que vimos de dizer sobre o t-
lenlo desta senhora, pois que ella ridicula em
todas as classes, e o hornera social quo fadad
a sentir a verdade c a comprchonder os senti-
menlos mais elevados do (corar;o humano, nao
pode, oao deve aniDhar por um s instante urna
colisa loo baixa e mentirosa como ella o .
Quem pode negar os foros de artista a Sr." D.
Isabel ? S quem a u.'io livor visto, apreciado o
admirado nos papcis'de lgnez de Dorcef, barone-
za de Almorol, Maria Joanna, Virginia, e oulros
muilos que ocruparia longo espaco D enumra-
los, de lo diflicl execuco, que s o talento des-
ta actriz Ufo fcilmente os realisaria. A inveja, a,
ingralidoe o lempo csses tres iumigos capitaes
Ha l.,i... .i. 1____:_ j -
Dr. Almeida, concorrendo para por cm obra a ao ll0n,em jumis podero apagar o seu nome,
feliz inspiraco do finado Dr. Joo Vicente Mar- do catalogo dos genios nao pelos justos elogios
Joo, preto, escravo, solleiro, 40 anuos, hepatite
chronica.
Maria Francisca deMoura, branca casada, 33an-
nos, dinrrhea.
Anna, branca 19 mezes, convulcoes.
Antonio Dias do Nascimenlo," pardo, casado,
48 annos, collilu chronica.
Jos Goncalves, bronco, solteiro, 25 annos, febre
amarella.
Jorge, pardo, 3 das, espasmo.
Ignacio, prelo. solleiro, 48 annos, bexgas.
Affonso, pardo, 4 mezes nflammocuo nos intesti-
nos.
Joanna, parda, 6 annos espasmo.
.neisco
u^ fugir
do povo e
punhaladas
uitou seren
masceno de
Communicados.
Aos senhores socios do hospital
portuguez de beneficencia e ao
publico,
O genio do mol, que disfareodo ou
despojado tem por nica misso so-
bro a trra trenstornar, perverter e
perturbar o audamento regulor das
mais sanias instituices, ha de tam-
bera procurar estoror-vos.
A discordia o tmulo dos empre-
zas collectivas, a emulaco um n-
migo traicoeiro, que as 'ere solapada-
meute.
[Do discurso do Sr, Dr. Jos de
Almeida Soares de Lima Bastos,
dirigido- aos socios do Hospital Por-
luguez de Beneficencia, no dia da
sua inslallacao.)
( Continuocao do n. 80.)
Agora que j vimos sob as melhores provas,
sem admisso de replica, a maneita folgada e mi-
lagrosa porque o Sr. Dr. Almeida prestava a ca-
ridade e auxiliara com seus 6on officios i asso-
ciaco de beneficencia portugueza nesta cidade,
desde o berco de ua instituico ; sigamos na de-
raonstracoo do modo porque a aeompanhara e
servir sempre, dndonos para isso cunhecimen-
io da resoluco lomada pela junta administrati-
va, presidida pelo Sr. medico-provedor em 24 de
abril de 1856, dias pouco anteriores ao da sua re-
tirada para a Europa.
Vejamos:
Illm. Sr. provedor.Diz Jos Teiieira Basto,
gue precisa que o primeiro secretario do hospital
porluguez lhe d por certidao, A vista da acia da
sesso da junta adminisliaiva de 24 de abril de
18o6, a parte em que trata da ausencia do pri-
meiro medico do hospital, e da iudicaco pelo
mesmo fei|a para ser chamado o medico adjun-
to ( (Mr tamo pede a V. S. se digno deerir.E.
R. M.
Certifique, qaerendo. Recife, 30 de Janeiro de
Sfl0.-y. /. ti. Braga, pro*dor.
Jim cumpnmenlo ao despacho supra-, cerliflco
tins, creando-se o hospital porluguez de benefi-
cencia nesla cidade; embalando esla instilui-
5o desde o berco e pelo modo porque teios de-
monstrado acompanhando-a e servindo-a sem-
pre, navegou constantemente no baixel duinle-
resseem procura do polo de umpatrimonio
permanente.
Para desengao dos incrdulos passamos a
transcrever o seguinte importante documento,
que ot agor apenas descangava cm nosso ar-
chivo, mas quo O Sr. Dr. Almeida quz a lodo o
custo ver publicado, e para cuja leitura pedimos
a mais seria
ATTENCAOs.
i
Illm. Sr.Urna dos oondices essencioes
existencia e marcho regular de'todo e qualquer
eslabelecmento, sem a menor conlesiacao o
justa retribuico de seus empregodos na pr'opor-
co e importancia de seus servicos. As retri-
buircs insurtlcientes e mesquinhas irazem sem-
pre comsigo e desalent do empregado e por cou-
seguinle a frouxido do strtigo.
A reparlico medica do hospital porluguez de
beneficencia, acha-se infelizmente sob a influen-
cia dessa circumsioncia desfavoravel, e por con-
seguidle exposto o seu servico a serios emba-
races.
Desdo o principio lera sido a direceo medica
do hospital apenas qulnhoada com oraesquinhn
gratificacaa do 600g, arbitrada pelo primeira ad-
ministrarlo, fieando nella comprehendida lodo o
servico do hospital, isto nao somonte as visi-
tas diarias ao eslabelcoimonto, como lambem as
visitas extraordinarias, exame dos doentes em
seus domicilios, tratamento dos doentes do sexo
feminino fra do hospital, e operages nos doen-
tes de numero, emquanto aos outrs mdicos fo-
ram os seus servicos comprchendidos nesta dis-
posidio, quando porvenlura subslituissem o pri-
meiro medico, e extraordinariamente retribuidos
as operocesa arbitrio do primeiro medico, e os
conforcncia8 arbitradas emlft^r \
A primeira adminislracho ao proceder desle
molo, nao somonte reconheceu, que umi lal
retribuico era por deraois mesquinha (e tanto
que leve o cuidado de nochamar-lhe ordenado)
como lambem previo, qne de modo algum podio
ella ser permonente, e offerecer o necessoria es-
tabellidade; deixou porm admnislraco que
lhe succedesse o cuidado de regular melhor este
negocio d'accordo com os recursos futuros
do estabelecimenlo. At heje nenhuma allera-
go se lem operado a lal respeito ; e a direceo
medica do hospital lem-se abslido de qoalqer
reclamacao (a): Io porque urna questo que lhe
desagrada ; 2o porque tendo-se al agora con-
servado o hospital dentro da cidade, nao se Iho
tornara o servico lo penoso era a ella nem nos
demas mdicos do hospital.- Hoje, porm, que o
hospital se acho removido para um ponto distan-
te da cidode. e por consegninte muilo mais pe-
noso o trabalho e dispendiosas os condoces,
fra de duvida quo a mesquinha gratificado de
600} annuaes, isto do 1J600 ria-per dia, ar-
bitrada ao primeiro medico, nao pode de modo
algum, j nao digo remuneror-lhe os servicos,
mas era se quer indemnisa-lo das despezas das
condceles diarias.
Em quanto aos incidentes que exigem a pre-
senta de outros mdicos no hospital, lora alm
de injuslica urna incoherencia querer remuuerar-
lhe os servicos pelo mesma tabella, porque eram
regulados at agora quando o hospital se achava
dentro da cidade.
Prcsupostos estes principios, pens que urna
gratifieaco menor de 59 diarios (proeo ordina-
rio das condceos) arbitrada so medico que se
achar em eserricio, e de 20 para cada eon-
fereucia aos demas mdicos que orem convo-
cados, nao pode nem acorocoar os mdicos no
cumprimento exacto de seus deveres, nem regu-
lansar nesla parte o servigo do hospital. Em
quanloa mim posso, como at hoje- tsnho felo.
dar de barato o meo teaapo o os meus servicos
cm favor do estabelecimenlo (b) ; mas nao posso
i
1
que aqu consignamos, que nos neonhecemos
fraco pora decanta-lo, porm por outros mais
ab8l3odos do que nos, que em menos palavras,.
o ho devldamente aquilatado.
Cunvm oinda urna vez que urna reputaco do
criterio nao passe desapercebida pelo Ilustrado
publico peruambucano. De-se ao lalento o quo
lhe c juslameiiledevido. S a ignorancia ou a
maldade podem negar-Ihe a honras que merece
como artista e a estima que lhe votara pelo na-
tural amabidadequea todos dispensa.
Aescolha do drama que fez a beneficiada foi
feliz, denomina-seOsegredo de urna famila=
lindo pelo seu enredo e pela naturaliade das
aceas com que se desenvolve. E' da aclualda-
de, e a eximia actriz nelle deixa ver o tuda luz o
bello deseu lalento. Seguc-se a comediar=Roda
vivadando remate ao espectculo urna linda,
aria cantada pela beneficiada, cuja voz bella o
sonora ha de prodnzir um maravilhoso effeito.
Consta-nos igualmente que a dam-arin Virginia
Ramognoli presta-se a dansar dous possos nessa
noite. E' mais urna prora de que a beneficiada
procura por todos os modos possiveis preporor
um espectculo ludo variado cm que o publico so
distraa de um modo satisfactorio.
Podemos desde j augurar a beneficiada a mais
feliz endiente, porque o publico pernambucano
apreciador do mrito como necessariamenle,
lhe ha de pagar suas justas fodigas ; o que de-
sojamos do intimo u'alma a beneficiada a quem
volamos a mais sincera offeigao.
__________.______ O Pftocion.
de
" (*) V'ja-aea conlradicao exarada Jta acta
27 de fevereiro de 1867 j cima publicada.
(b) Rccebi do Sr. iheaoureiro do rea! hospital
Correspondencias.
Srs. lledaclores.Chegano dous das nesla-
cidode, soube que em diversos orligos anonymos
publicados em seu Diario, iralando-se das dc-
ploraveis oceurrencias do Ouricury, se lem feit<
raenso de meu nome de um modo que me com-
prouiettc, e offeode.
O meu primeiro impulso foi responder os dea-
tribes e calumnias, que me sao atiradas por essea-
arligos, e mostrar, ao publico a mentira, e per-
versidade com que elles foram redigidos, mas
depois reflecti que seria descer de rainha digui-
dade travar nina lucia com nimigos covardes, o-
que se escondera as trevas, como o assassino,
qu'e procura fenr a traiciio.
Era vista pois disto, provoco, c desafio ao au-
tor, ou autores desses arligos, para que se des-
cubra, exibindo seus noraes ; e ofllnco-lhes
que logo que o fizerem, levanlarci a luva, e en-
trarci cm urna Discusso sincera e leal sobre os
negocios do Ourioury, na qual pretendo provar
at evidencia, que os artigos que me refiro-
se acham recheiados de abominaveis falsidades
de negras calumnias1, laucadas sobre mira, c so-
bre o cadver do inleliz assassinado o capito Al-
ves Branco, cora o fim de desvaifar a opinio
publica na apreciado do horroroso faci, de que
foi leslemunha o Ouricury, e de obter proteceo
emfavotdos assassiuos, ou pelo menos de algum
dello3. .p
Se prm esses inlmgos pusilnimes nao qu-
zerera largar a capa, percara a esperanja de que'
cu faca o menor caso de seus insultos e provo-
cares, e peco al aos meus amigos, que nao-
dcejri rcsposla aos pasquins, que contra miro.
elles bouverem de publicar.
Vivo felizmente em urna provincia aondeha-
um publico Ilustrado, que sabe condemnar ao
deviuo desprezo os pasquinemos o anonymos ^
por isso nao sero elles que conseguirlo roubar-
rae, a eslima e consideracao de que gozo das pes-
soas, que me honrara com as suas Htencoes.
Rogo, senhores redactores, que publiqnem es-
tas linbas do seu assignante
O vigario francisco Pedro da Siha
y Recife 7 d abril de 1866.
porluguez de beneficencia a quaniia' da seis'cen-
tos o cincoenta mil ris, importancia de minha
gralilcacao como medico do mesmo hospital des-
de o Io de dezembro de 1856-at hoie.
Recife 31 de dezembro de 1857.
attfliim e<,a SQrts de Lima Dai>0'-
Pague-ae. Recife .3J de dexembro de 1867.-
Stlva Carneo, provedor interino.
(Esiavam reconhecidos).

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.
-I
Ao publico.
*v\ Senhores redactor**;Pela legunda-vez vej-
me obrigado a recorrer-4 imarenaa. afta deoc-
cuparo pul'lioo com historia do procesa que
rante as juslitius do- Rio-Fermoso moro oonlra
quim Francisco Cavalcanli de Albuqucrque,
peles crimes de eslellionalo e faisidade.
Recorrendo imp'ensa, lenho era vistas doos
fio* : primeiramonlo fazer um appello para a
; piniao publica, quando certo o seguro de meu
boro direilo vejo as autoridades dosvacillanles e
de animo ficmio n occasio em que dellafcrecla-
mc Justina, s porque esta vai ferrr 'ora hornero
a quem se quer considerar e dar importancia,
embora Iraga imprasso no fronle o ferrete de fal-
sario ede usurpado/ doalheio. em segundo lugar
(ornar, desse modo, conhecido do governo desta
provincia e mosao do geral o procedimcnio das
autoridades que nesse negocio faltaram escanda-
losamente ao scu dorar, embora de sua prevori-
ca>oresuUo naos'o sacrificio da fortuna alheia
que cajis autoridades leem a obrigacao de prote-
ger e do garantir, senau tambera a impunidade
te enojes graves sugeitos ao procedimcnio ofrial
o que ser incentivo para a reprodueco de cri-
mes idnticos.
Sim, senhores redactores, razo sobeja lenho
e queuar-me das autoridades a quem infelu-
menle Uve nccssldade de pedir justica.
Dei queixa de eslellionalo c falsid'ado contra* t ...
Joaquim Francisco Cavalcanli de Albuqucrque, I Jo dVoiaido n 11/
por haver esa* fnrp-A.in mn os,mi r,u. .i V."V08au0'.' Urummond.
- -------*.-wm. w vw>uiimi* ut. niuuuuv^
por haver esse forgicado urna escriptura .falsa" da
ooacao a seus fiihosdos bens que deixou D Ma-
noella Francisca de Moura, sendo a escriptura
passada em nome desta quando j era fallecida.
As provas quo offereci levam o crime- evi-
dencia.
Existe a escriptura. O labellio de paz que fez
jura que nao vio a doadora, no acto da escriplu-
ra, mas lavrou esta pelo que lhe dilava urna voz
le dentro de um quarlo, no qual nao lhe consen-
tirn! que enlrasse, quando leve do fazer assg-
nar a escriptura, sob o pretexto de que era isso
incommoio i doadora que se achava inferma :
verificando elle labellio, depois-do fado, que a
doadora j era mora nesso dia em que se liivrou
a escriptura. O irtesmo juram as lestemunhas
que esliveram nesla, accrescendo quo o estellio-
natario nao se animou jumis a trazer & lume
seu titulo criminoso, forgicado as trevas e a ti-
rar proveilo delle, quando dezeseis anuos depois
da inorte da supposla doadora, pensando estar
esquecida a historia de seu crime, que foi publi-
ca entre a visinhanca, por simples despacho do
delegado de polica lomou couta dos bens que
deixou D. Manoella, arrancando-os do poder e
legitima pnsse dos herdeiros desta I
Dei minha queixa peranle o delgalo de polica
do Rio Formoso, o capilo Alexandrc de Albu-
qucrque Barros, em 17 de oulubro de 1859. S
lieus sabe a luta que me foi preciso mtnler para
levar ao cabo esse proeesso. Das c das andamos
eu e miabas lestemunhas legoas cima o lcgoas
abaixo, porque nao havia dia de que se podesso
dispor para a forntaejio do proeesso 1
Depois deslo encerrado, esliveram os autos
MAIS DE DOUS MEZES na concluso do delega-
do, como prova o requerimenlo abaixo Iranscrip-
to, eso depois de replicB, (replica e de haver cu
procurado desfazer por uui appello opinio pu-
blica (minna correspondencia inserta no Liberal
Pernambucano de 27 de, dezembro prximo pas-
sado) as probabilidades de que o summario seria
julgado improcedente, segundo ao menos lodos
na cidade da Rio Formoso propalavam, julgou-
se provada minha queixa e foi o usurpador de
minha fortuna pronunciado:
Mas de que modo pronunciado? No arl. 265
Io do cdigo penal, quando a queixa pedia a pro-
nuncia nu3 arls. 167 e 2G 4o ; para quem tiver I
alguma tintura de direilo penal, oulra nao podia
ser a qnalificacao dos crimes.
O fabrico de urna escriptura falsa do doaco,
pela qual o eslellionatario veio a u.'ufruir os
bens da supposla doaco, deixou de considerar-se
irtiucio_fraudulento para qualiiicar-sc o crime no
arl. 265 que manifestamcule nao lem applica-
co ; pois este artigo assim concebido usar de
qualquer faisidade para se constituir a oulro em
obrigacao que nao livcreni visla, ou nao poder
coolrahir .suppe quo a outra parle com quem
se di o eslellionalo tenha internado no acto,
mbora fosse diversa a obrigacao que tiuha em
vista contrahr.
E'claro o fim de scmelhante manejo. Sendo
por deraais escandaloso julgar-se improcedcnlc
o summario, e nao provada a queixa, convinha
qualificar o crime de modo que podesso dar lu-
gar flanea I
Nao me admira lano que assim julgasse'o ca-
pilo delegado do Rio-Formoso, porque emfim
bem sei que a tarefa de julgar c para homons cul-
tivados, de espirito recto e nao para qualquer
bronco nascido e educado para mysleres mais
condignos de seu carcter. O que admira que
naquelle sentido fosse tambera concebida a pro-
moQo do Dr. promotor publico, que graduado,
devera conhecer mclhor o direilo c que lendo a
seu cargo zelar os inleresses da justica, promo-
ver a punicao do crime, nao devera jamis affa-
ga-lo, alterar-lhe a.pena que a le lhe commi-
nara.
Mas cmfim dos males o menor. Torceram a
le, mas nao podero de lodo supprimir a ver-
dade 1
Agora o que occorre que lendo ido o proees-
so ao segundo supplcnle do juiz municipal paia
.confirmar ou revogar o pronuncia, ja se aprega
que esse honrado eidado, em cuja justica alias
confio, dar-so-ha de suspeilo para ir o proeesso
a um dos ltimos supplenles, e este que 6 capaz
de tudo revogat a pronuncia, ou confirma-la co-
mo est. '
Fique, pois, saliendo esse feliz estellionalario,
sso despejado usurpador de meusbens, que nao
me sao cslranhos seus manejos
Nao 6 de esperar da probidade do juizsupplcn-
tc em cuja concluso se acham os autos, que se
preste elle a 15o torpe manejo. Denegar justica
c lano julgar contra aquelle que a lem corri
deixar de da-la a quem a lem para que oulrem a
d a quem nao a lem. Isso nao deixa de ser
urna prevaricaco, urna indecencia criminosa.
Havcndo donado em Rio-Formoso o meu ad-
vogado o Sr. Dr. Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drummond, incumbido de recorrer para o Dr.
juiz de direilo da comarca, se meu adversario
nao for pronunciado como a justica exige nos ar-
tigo* 167 o 261 4 do cdigo "penal que sao
aquellos que corresponder a seus crimes, nao
sendo de esperar que o Dr. juiz do direilo inte-
rino da comarca sanecione urna escandalosa pos-
Jergaco da lei, vim, senhores redactores, soltar
um clamor por meio de seu jornal.*
E quando todos os recursos me faliassem, ap-
pellaria para os poderes supremos do estado,
sendo que agora mesmo passo a mandar Iraus-
crever oslas linhas nos jornaes da cOrlc, afini de
ir desde logo chamando a atlenco do governo
sobre este negocio.
Na_ possivel que em urna sociedade que se
diz civilisada, fiquem impunes lio atrevidos at-
lentados contra a propriedade do cidado I
Do minha parle, nao cstou disposlo a calar-
me, se autoridades indignas, nao sabondo man-"
ler-se na altura de sua uiissao, quizerem prote-
ger o crime a cusa de meu direilo : hci de cla-
mar incessanlemenle contra ellas, para que ao
monos nao escapem pena da animadversiio pu-
blica. .
Sou, senhores redactores,
Jos Filippe de Santiago Ramos.
DOCUMENTOS.
N. 1.
Illra Sr. capilao delegado de polica do Rio-
Formoso. -Jos Filipe Santiago Ramos, tendo da-
do urna queixa conlra Joaquim Francisco Caval-
o faisidade, acontece quo tendo se concluido a
formacao da culpa foiouvido o Dr. promotor pu-
blico; e o proeesso subi 6 concluso de V. S.
para proferir o despacho de prontfflRi ou n5o
pronuncia.; no entretanto al hoje (mais de dous
mezes) nao lem sido possivel o apparecimenlo
desse despacho, o que alm de occasionar ao sup-
plicanle grave prejuizo, acarreta urna infraccao
xpressaina le que manda que se coDcla lacs
tactos em 8 das 1
O atropello do afazeres poder occasionar que
se espace por alguns das esse prazo ; mas em
verdadeseja dilo, ncm estaalluvio do afTazercs
4em apparecido no jujio de V. S., nem mesmo,
anda que co-m etleiio teoha havido, pode justi-
ficar urna delonga lo extraordinaria.
Nesla conjunclura, po\s, T-se o supplicante
obligado a requerer a V. S. o comprimen tuda lei,
* que em virtude delta se digne despachar o pre-
dito proeesso.
Qalfiler deciaio convinhave ao supplicante
c preenvel a inaccao em que se acha o proeesso,
qu por certo lhe produz mais males que urna
entanca Jfvccsa. Espera pois deferimento. pelo
qw^-R. M-O advogado, V. Drummond.
Bm tcmrHiwf deferido. Rio-Forajoso, 13 de
marco de 1860.Albuquerque.
lllm. Sr.cajrtao delegado de polica do.Rio-'
Forro**.E com o mais profundo rcwefto ano
o suppheante rem Tepiicar ao despacho do V S.
puOiniuj-lifa IB,at-Ttigno-titenr ^-mmmrpBTr-
cio telro, porqaanfo o despacho o^iue se replica
nao ra otis aera meuos do que dar urda esp-
ranos futura,, que em ferdade soja dilo, nio po-
de instigar os iucommodos e despezas que ho
carreta a delonga extraordinaria qu se
na UdQ no curso se lavra causa toda aummaria e-
cuja concluso nao pode exceder a oilo das! I
P aupplicante vem pedir respeitosamente a V.
que se digne dar esse despacho em o predilo
proeesso, porquanto com elle o supplicante nao
deixar por corlo Qcar oopelido o seo direilo, o
que alias nao espera de V. S.
Justica; St. capilo delegado, ci o ruo-Tcquer
o sjjpplicanie.
Nao retardnmenlo na marcha desse fado, eiso
que so implora, um e oulro pedido sao de fac-
lima execucao, mormenle para V.S. que 6 zelo-
8o cumplidor des seus deveres.
A' vista disto, pois, espera o supplicanle que
desla vez V. S. lhe deferir o seu pedido : pelo
queE; R. M.O advogado, V. drummond.
Ja deferi. Rio Formoso, 19 de marco de 1860.
Albuquerque.
N.3.
lllm. Sr. capilo delegado de polica do Rio-
Formoso.Jos Filippe Santiago Ramos requera
v. S. que se digne mandar juntar o-requeriaren-
to junio ao proeesso instaurado era virtudetla
queixa do supplicanle contra Joaquim Francisco
tavalcanli de Albuquerque : pelo queE. R. M.
WyinreTO-
Junlo-se. Ro Formoso," 20de marco do 1860.
Albunverque.
Publica^oes a pedido.
NEMA.
A' mor le de ama moca
> *
Perdoai-lhe, meu Dos 1 Nunca soubcra
Se a vida lem docuras ;
Rojou se ao mundo, nos se'us ps locaram
Milhoes de sepulturas 1
Perdoai-lhe, meu Dos Beber tragos
v enenos nos banquetes;
Apos o sonho, disperloucadver
Na roda dos deleites!
lio moga anda I Se julgra linda
as cortinas do leito;
SDngue na fronle lhe alteraran! veas,.
O volcao era o peno I
Perdoai-lhe. meu Dos Nunca a natura
Conservou-asagrada....
Um corpopara o chao desceu, nos labios
Tocara mao de fada!
Indmito o corsel da morte eis corro
N'arena do deserto;
A cada golpe seu gyra um cadver.
Rola um corpo de certo !.
Rompeu-sc-lheda vida o novo quadro,
To bella se nao v....
Cansada ; sobre o marco do camnho
Morrera Gauller!
Urna idea, ao morrer, gua o enfermo
Pensamenlo dos cus!
Acha que a vida curta, val de dores...
Perdoai-lhe, meu Dos!
1860.
Munis lavares.
-Onrt lermrr Carrailio & c.,
car liraaco 480 ditas dito m'ascarado;
:8. MiguelEscuna portugwz sRaiahadM Aro-
res, Bairoca 4 Medeiros, 60 aseos mcl.
Porlo Burea portugueza Sympalhia, David
errnra Bailar, 100 saceos assucar mascavado.
Lisboa Bwcaportugaeaa Flords S. SimBo, C
Nogueira 4-C., 600 saceos assucar masoavado.
Viuva Aioorim. & Filho, 150 saceos assucar
brn;o e S59 ditos dito maaesvado ; D. Rodri-
gues deAndrade, 313 raeios de sola.
LlverpuolBarca ingleza Adelaide, Patn Nash
4 C, 215 saccas algodao.
Lisboa -Brigue portuguez Constante, ilanoel
Antonio Pires, 25 saceos assucar branco.
Exportado.
New-York, barca americaoa Brasileir, de
588 toreladis. conduzio o seguale:6,650 sac-
eos assicar.
Liverpool, barca ingleza Caroline, de 253 to-
nelada:!, conduzio o sagunte : 1,600 saceos
assucar, 374 couros, 502 saccas algodao.
Becebedoria de randas internas
geiaes de Pernambueo.
Renditien^do dia 2.a 7 4:8418163
dem do c.ia 8 ....... 909376
5:750838
CnsuIado provincial.
Rendirientc do dia 2 a 7'. 15:807^267
dem] lo dia 9.......3:853j9U8
19:661917
Ta vto. emriat"mf^dS~W
LiverpoolSOjlias, escon'a ingleza -ff&r*kiA
Barler, de 260 toneladas, cpita W. Peahath,
cquipageaJO, carga fazenas e mais generes .
e ArkwriBWk C.
i k niE> e.ntrados nsdia O.
mk 2 br'sue Prl"f" Rttamptgo, de
2J5 lonea m, capilo Joao X. da Fonceca,
cquipage^ML carga vinho. saliollas e mais ge-
eros; a^^Wnaz d'A. Foaree.
Trieste-MfflB, patacho hTdlIandOz Jfaria Cor-
nelta, de Wf^loneladas, capitao A. D. Brenke-
renk eqoiQein 8, carga 1.942 barricas com
fannlia de-ggo: 0 y. (l. njet.er A C.1
Edkaes.
I'auh dos precos dos princpaes gene-
ros e produeces nacionacs,
fie te despachara pela mesa do consu-
lado na semana de
de 9 a 14 de abril de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente.....caada 750
dem caxaca....... 490
dem de cana...... 640
dem i;enelra...... 800
Idemiiem....., botija 280
dem 1 cor.......caada
dem dem.......garrafa
Pela inspecco da aifandega se faz publico
que no da ttdo correle, depois do meio dia,
sohao deirrwnatar em harta publica porla da
meema reparto : 4'queijos pesando 46 libras
no valor de 18J400 rs., apprehendidos pelo cora-
mandante da guarda desta aifandega, e 2 saceos
conlendo osseguiniesbjeclos : 3. pares de meias
de linho grandos, curtas e Ordinarias, no valor
de 467 rs., 2cerolas de algodao no valor de
-1$333 rs., 2 camisas para horneo), de algodao
ordinarias, no valor de I9666 es., 1 toalha de
linho lavrada no valor de 2*000 rs., 1 panno
Tiara barba no valor de 18000 rs 22 libras de
lingmcas no valor dff8800 rs., 3.ditas de favas
torradas no >alor de 500 rs., 4 vara3 de brim
liso*ordinaria no valor de 800 rs.,e2caixas con-
lendo 50 lihraode doce era massa no valor de
20?000 rs, aprehendidas por Manocl Miguel dos
Sanios Coelho, sendo a arrematao livre de dt-
rcilos ao arrematante.
Aifandega d Pernambueo, 4 de abril de 1860.
O inspector, JJeno Jos Femandes Barros.
-- O lllm. 8r. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordera em vigor, man-
da convidar aos proprietarios abaixo declarados
enlregarcra na referida thesouraria, no prazo
de 30 dias, a contar do dia da primeira publica-
cao daste, a importancia dasquolas com que de-
voto entrar para o calcamenlo das ras abaixo
indicadas, conforme o disposlo na lei provincial
n. 350. Adverliudo que a falla da entrega vo-
luntaria ser punida cora o duplo das menciona-
950 das quolas, segunlo o arl. G do regulamcnto de
caada
arroba



COUMERCIO.
Praca do Recife 9 de abril de 18G0.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaces ofaeiaes.
Cambio sobre Londres 251/4 d. 90 div
Descont de letras11 e 12 0[0 ao anno. '
Assucar Canal bom 2>50Dpor arroba.
George PatcheltPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfandejga.
Rendimento do dia 2 a 7 74-693^196
dem do dia 9.......10:2778888
84:9713384
Mos-Knento da alfandegra
Volumesrentrados com fazendas
com gneros
Volumes sabidos

cora
com
fazendas
gneros
380
4S
332
136
551
------697
Descarregara hoie 10 de abril.
Barca fwncezaTheodicepipas com vinho.
Barca portuguezaFlor da Maia = diversos g-
neros.
Brigue porluguez Relmpago ceblas c urna
vacca.
Brigue inglezGowardmercadorLas.
Brigue inglezCythiafazendas.
Escuna americanaMariquitagollo.
Escuna nacional Carlota diversos gneros.
Importa 9&0.
Barca nacional Matilde, vinda do Rio Gran-
do do Sul, consignada a Manoel Alves Guerra,
manifeslou o segninle :
10,037 arrobas de carne de charque, 107 ditas
de sebo em rama, 40 barricas com 260 ditas de
dilo coado, 8 barris com 2,000 lainhas, 50 cou-
ros vaceuns; a ofdem.
Iliale nacional Lindo Alfredo, vindo da
Bahia, consignado a Carvalho 4 Rodrigues, ma-
nifeslou o seguinte.:
100 caixas muscalel; a Manocl Joaquim Ra-
mos c Silva.
12 ditas charope do bosque. 2 dilas salsa do
sands e do brislol; a Joao Soun 4 C.
98 pipas e 13 barris vazios, 5 cascos azeile de
palma, 65 fardos panno de algodao, 20 saceos
lio de dito, 30 lalas oleo de ricino, 2 barricas fa-
milia de mandioca, 75 saceos caf, 19 fardo
fumo, 3 caixis e 2,706 caixinhas charutos ; a
ordera de diversos.
Vapor nacional Oyapock, vindo dos portos
do norle, manifeslou o seguinte :
25 encapados com 25 alqueires de gorarna de
mandioca, 56 rolos com p3 arrobas c 23 libras de
salsa, 2 caixas cora 3 arrobas e 30 libras de gua-
ran, 1 amarrado com 1 arroba e 4 libras de ta-
boca, 1 cavallo ; a ordem do diversos.'
3 fardos com 1,272 chapeos do Chyli ; a Kalk-
man 4 Irmaos.
1 encapado ignoro; a J. da C. Bravo.
1 dito dito ; a Antonio Joaquim de Faria J-
nior.
1 dilo dilo; a Antonio de Moura Rolim.
1 molde de ps ; o Manoel Duarle Rodrigues.
1 caixo ignoro ; a Francisco L. da G. Lobo.
1 encapado dito : a Pedro Jos de Pnho.
dilo dito; a Melchiadcs Pcroira Jnior.
Minaba dito ; a Vicente Jasem Pereira.
Escuna nacional Carlota, viuda da Bahia,
consignada a Domingos Alves Matheus, manifes-
lou o seguale :
4 csixas melim de cores ; a Johnslon Paler 4
Companhia.
1 dita palilols; a Schaeitlin 4 Compauhia.
16 ditas el pacote rausselinus, chilas, melins
e 126 duzias de chales de la; a James Rydr &
Companhia.
2 caixes charutos ; a R. Schmetlau 4 Com-
panhia.
9 pipas fumo raoido a Meuron 4 Companhia.
2 caixes charutos : a E. Mestler.
23 pipas, 2 meias o 21 barris vinho, 4 caixas
azeile de palma, 6 ditas espadas, 3 dilas capotes
do borracha, 41|2 dozias de cossueiras de Jaca-
randa, 200 garrafes do genebra, 60 saceos caf.
4.000 quariinha.s, 50 fardos fumo. 21 caixes e
487 caixinhas charutos ; a ordem de diversos.
Consulado geral*
Rendimento do dij 2 a 7 11:497*445
dem do dia 9 5:427fi621
arroba

arroba






dem restilada e do reino
Algodco em pluma 1." sorte
dem idem 2. dita ...
dem idem 3.a dita .
dem um cc.roco ....
Arroz rilado...... arroba
dem com casca..... alqueire
Asssucar branco novo arroba
dem masca vado idem ...
Azeile de mamona .... caada
dem de rrendoim e de coco.
Borracha fina ....
dem irrossu.....
Caf eia grao bom. ;
dem i lem restolho .
dem iiem com casca .
dem noide.....
Carne necea.....
Carvo de madeira .
Cera de carnauba em pao
dem i iem em velas.
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem r-galit........
Chifres........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados. >
dem idem verdes. ....
dem de cabra cortidos um
dem deonca......
Doce d3 calda...... libra
dem de Go.aba .....
dem seceos......
Espaa lores grandes. um
dem pequenos. ......
Esleir) de nreperi .... urna
Estoupu nacional..... arroba
Farinha de araruta .....
dem di mandioca .... 'alqueire
Feijo......... alqueire
Fumo mfolhabom .... arroba
demicem ordinario ...
dem i lem restolho ....
dem en rolo bom ....
dem idem ordinario. ...
Gomma polvilho.....
Ipecacitihua....... arroba
Lenb. >m achas grandes cento
dem i lem pequeas. ....
dem era toros......
Madeiras cedro taboasde forro, urna
Louro pranciies de 2 custados um
Cosladinho. ...*... urna
Costado........
Forro.....'.
Soalho ........
Varas guilladas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranches de dous
cusUdos....... um
dem ilem :ustadinho de dito
dem tiboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem i lem soalho do dito
dem em obras eixos de secupi-
ra pera corros ..... par
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel. ... I..... caada
Milho......... alqueire
Pedras de amolar. urna
dem c e fil'.rar......
dem rsbolos......
Piassa> a em raolhos .... um
Sabae......... libra
Salsa parrilha-..... arroba
Sebo ea rama......
Sola 011 vaqueta (meio) urna -
Tapioc........ arrba
Unhas de boi...... cento
Vinagri i...... pipB
320.
800
8J200
7JJ200
6S200
2J050
3g200
33500
4S600
2JJ750
000
2.50O
7jj000
4$0GO
7g000
4$500
5S000
9g600
6JS500
2560
10$000
135000
25300
15000
35000
55000
45000
285
400
180
300
105000
500
400
15000
35200
1560o
300
15600
35000
25700
75000
1.45000
93000
75000
15500o
6gO0OJ
33000
355000
23500
15600
125000
35000
105000
65OOO
85OO
25500
4S000
25240
13600
245000
145000
455i00
165000
55000
103000
105000
305000
250
2J500
800
95OOO
13120
200
120
255000
105000
33200
3$000
53C0
509000
Moyimento do porto.
o.
o.
m
C3
a.
1
B I
Horas.
c/s
P3
c
e
en
P3
Atmotphera.
Dvreccao.
16:925*066

Diversas provincias,
Reudimenlo do dia 2 a 7
dem do dia 9
1:434*930
336348
1.-771&278
Despachos de exportaco pela me
. sn do consulado desta cidade.n t
dia 9 de abril de 18JO
HavreBarca fronceza Berth, T. Freres, 1,063
couros salgados e 60 ditos espichados.
tSlrr'~>B<^a "meriesna Inman, H. Forster
* j accos aMucar mascaVado.
Rio da PrataPatacho porluguez Ferio. A. Ir-
maos, 450 barrica .assucar mascavado e 350
dilas dilo branco.
Rio da PialEscuna aambucguwa Precila,
A. rmeos, 280 barricas assucar branco e 200
ditas dito mascavado.
Hio d* Prata == Palactio porluguez .Sebctbo,
Inlensidade.

-.: 00
S
1
Centgrado.
s k;

GO
u
b
'Reaumur.
a.
9
s g ^ .1
o
s
o
o
V
a
o
Fahrenheit
Hygrometro.
~3
Barmetro.
o
EB
CC
CS
5=
-I
H
sim aiaanheceu.
OSCILLACAO k AR.
Baixar.iar a l h 30 da maqha, altura 1.0 p.
Preamjras J h 18 da tarde, llura 6.80 p.
Obs< rvato rio do arsenal de marinha 9 de abril
de 1860 Yucas Jumo.
Naoio tahido o dia 7.
Porlos dosulTapornacional-Oj/opocit, comman-
danie o kpitn-lenonle Artonio Joaquim de
Santa Ba"rbft.
22 de dezembro de 1851.
Caes de Apollo.
If*.
43 A Jos llamede Alves Ferrcira
Largo da Penha.
2 Bernardo Antonio de Miranda
Ra Direita.
131 Manoel Romao de Carvalho
139 Joaquim Lopes de Almeida
Ra dos Martyrios.
3 Candido Francisco Gonies
Ra das Cinco Ponas.
92 Anna Mara de Carvalho Uchda
94 Joanna Francisca dos Sanios
96 Francisco Martina dos Anjos Paula
100 Rila Marja da Conceico
102 TiburcioValcranno Baptista
104 Ignacio Jos Coelho
106 Antonio Joaquim dos Sanios
Andrade
108 Mara Luiza a Purifieaco
110 Padre Jos Antonio dos Santos
Lessa
112 Jos Pinto de Magalhes
114 Jos Joaquim de Oli-eira
120 Manocl Ronio Corroa de Araujo
122 Antonio Francisco do Carvalho
\1\ Joaquim de Souza Miranda Couto
126 Antonio Francisco de Carvalho
8 Dilo
130 Joaquim Teixeira reixoto
132 Antonio Nobre de Almeida e
oulro
13i Candido Jos di Fonseca
136 Pedio Banal da Costa Soares
138 Francisco das Chagas Mendonca
140 Angela das Virgens d Socr-
menlo Vianna
142 Antonio Goncalves de Moraes
144 Dito
146 Mara Vcenca de Abreu Lima
148 Joo do Amaral Raposo
150 Marcelino Antonio Pereira
152 Dilo
154 Joao Matheus
156 Antonio Jos do Magalhes Bastos
158 Marcelino Antonio Pereira
160 Dilo
71 Joao demandes Lopes
7B PrancjB Jos Das dnosla
75 ManoeWncdeiros de Souza
77 JoaoJIarbosa Maciel
79 Candfbo Jos da Fonseca
81 Joaquim Goncalves Salgado
83 Jos Joaquim Ferreira de Mcn-
. doea
85 Victorino Jos de Souza Travasso
87 Padre Luiz de Araujo Barbosa
89 Dr. Francisco de Assis de Olivei-
ra Maciel
91 Joanna Francisca de Mcnczcs
93 Filhos de Joo Rodrigues de
Moura
Travessa do Dique.
1 A, Anna Joaquina da Santa.Cruz
Ra do Rangel.
62 Jos Joaquim de Novaes l os
allos)
Rus Real.
47 Albino Jos Ferreira da Cunha
195S0O0
60gOOO
103800
903OOO
64*600
278000
329100
24*000
90<)0
25*200
18#OO
365000
I830OO
18S000
309000
259200
27*000
36g000
365000
269H00
361090
363OO0
369000
36JO0O
18SO00
21J600
399600
459OOO
459000
363000
369000
459000
453000
30*000
3 (5000
105O00
1053500
590QO
10980(1
259200
259200
219000
283O00
189000
329400
28^800
189000
459000
309000
123600
150S0OO
609000
-----~, }u jo direilo da segunda vara crhninaV
# omarca, me foi eoarannicado haver desig-
nad o dia 20do correnle. pelas 10 horas dama,
nhaa, para abrfr a se|unda.sesslio do jury desla
ierra,tyio trabil har em das oonseeuttvoe, ha-
vcrfdo pro^ddif ao sorleio do*'48 jurados, que
lem deservir na mesma sessao-em coaformidade
da art. 320-do fegulamenlo n. 120de 31 do Ja-
neiro de *Oi2, oram sorteados e designados oj
cidadaos seguintas :
Fregu*ja de S. Fr. Pedio CdUr-alves.
Antonio Tetxeira'de'Mendonra.
Estevao Jorge Baptista.
Capitao de mar e guerra Elisiario Antonio dos
Sanios.
Jos Lourcnco de Sant'Anna Barros.
Manoel Pinlo dos Sanios.
Joao Manocl da Costa e Silva.
Joao Antonio Ribero.
Joao Ferreira da Cosa.
Freguezia de Santo Antonio.
Antonio Domingues Ferreira.
Claudino da Silva Ferreira.
Claudioo do Reg Lima.
Francisco da Fonseca Soares e Silva.
Joaquim Jos da Cosa Soares.
Jos Lopes de Farias.
Francisco Manoel Beraoger.
Freguezia da Boa-Visla.
Antonio dos Sanios Siqueira Cavalcanli.
Dr. MariioianoMende Pereira.
Jos Filippe Nery da Silva.
Jos Francisco da Cosa Lobo.
Joaquim-Tavares Rodovalho.
Joao da Cruz Mendonca.
Antonio Jos Leopoldino Arantes.
Jos Vcira de Araujo.
Joao Francisco de Oliveira.
Dr. Francisco Augusto da Costa.
Jos Victorino de Paiva.
Joaquim Calino Coelho.
Jos Vctor da Silva Pimcnlel. .
Freguezia do S. Jos.
Francisco Goncalves Rosa.
Malhias de Albuquerque Mello
Manoel Antonio Torres.
Freguezia dos Afogados.
Joaquim Jos Alvos de Albuquerque.
Manoel Joaquim doi Passos,
Freguezio do Poco da Panella.
Antonio Jos Gomes do Correo.
Jos Lopes Carnciro.da Cunha.
Dr. Luiz Francisco Belem.
Freguezia da Vanea.
Egidio Carneiro RodriguPsXanjpello.
Jos Correia Leal.
Freguezia de Muribeca.
Joo Hermenegildo das Candas.
Nereo de S Albuquerque.
Joao Ferreira da Costa.
Freguezia de Jaboato.
Joao Figupira de Araujo Lyra.
Malhias Mendes Rodrigues Campello.
Jnvino Coelho da Silva.
Honorato Alves de Jess.
Francisco Antonio Ramos.
Jos Joaquim da Costa Figueira.
Thomaz Jos de Oliveira.
A todos os quaes c a cada um de por si, bem
como a Iodos os intoressados em jgeral, se con-
vida para comparecerem no grimeiro andar da
casa que foi cadeia, em a sala das sessoes do
jury, tanto no referido dia como nos mais das
seguintes emquanlo durar a sesso, sob as penas
da lei se fullarem.
_E para que chegue a noticia a lodos, mande
nao s passar o prsenle, que ser ldo c sffixado
nos lugares mais pblicos e publicado pela ira-
prensa, como remoller iguaes aos subdelegados do
termo, para publica-los e mindarem fazer as noli-
ficacOes necessarias aos jurados, aos culpados e
as lestemunhas que re acharem nos seus ds-
trirlos.
Recife 9 de abril de 1860.Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Esleves Clemente, escrivao do
jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
(7
_ 2:2229100
L para constar se mandou afTixar o prsenle
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 28 de marco de 1860.O secretario,
A. F. da AnnuMciaro.
O Dr. Innocencio Serfico de Asss Carvalho, juiz
municipal supplenlo da primeira vara nesla
cidado do Recife do Pernambueo, por S. M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro 11,
quo Dos guarde, etc.
Fajo saber aos que a prerenle caria de editos
virera e della noticia liverem, que Manoel Duar-
le Rodrigues me dirigi a pelicao do theor se-
guinte :
lllm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara.
Diz Manoel Duarle Rodrigues, procurador do
Manoel Jos Francisco e QuiRIna Maria, que len-
do Lino Jos de Castro Araojo se obrigado a pa-
gar-lhc no dia 31 do dezembro de 1854 a quan-
lia de 1:0009, de que o supplicado devedor aos
ditos Manoel Jos eQuilcria Mara, como meliior
se v da nota promissoria junta, acontece que
at esU data nao pagou o supplicado dila quan-
lia ; por isto requer o supplicanle V. S. se dig-
ne manda-lo car, afim de reconlic'cer sua letra
e obrigacao, c ver assignar-se-lhe o prazo de 10
dias, donlre dos quaes dever ser condemnado a
pagar-lhe a dita quantia e juros al effectivo era-
bolQo, ou offerecer quilacao e embargos que o
relevem da condemnacao ;" pena do revclia c cus-
las. E como se acha o supplicado em lugar nao
sabido, requer o supplicanle e a supplicante dig-
ne-se V. S. admitti-lo a proyar essa ausencia,
nlim de proceder-se a citacio editas, por lempo
legal, findo o qual soja elle havido por citado
para todos os termos da acQao at final sentenca
e sua execucao.
Ncstes termos. Pede a V. S. deferimento. Es-
pera receber merco.O advogado, Godoy Vas-
concellos.
Distribuida. Na forma requerida. Recife 3 de
fevereiro de 1860.Serfico.A. Baplsla.Oli-
veira.
Nada mais se conlinha em dita pelicao e meu
despacho, depois do que produzindo o supplican-
le suas lestemunhas, subindo os autos a minha
concluso nelles dei a senlenca do theor se-
guinte : -
Julgo por senlenca justificada a ausencia, em
lugar noaahido de Lino Jos de Castro Araujo,
ma das teslemunhas defls. a fis.: e por isso
raaflfe (je soja o mesmo citado, por caria de
editos com <\M0zo de 30 dias, que correro do
dia de tUk|jHEaco na imprensa. Recife 21 de
marco doj pvlunocencio Serfico de Assis
Carvalho J^*^
Nada ntals se conlinha cm dila minha senlenca
em cumprimento da qual o escrivc Manoel Joa-
c quim Baptista fez passar a presente carta do edi-
los com o prazo de 30 dias, pelo kheor da, qoal
chamo, cit e hei por citado ao supplicado Lino
Jos de Castro Arauje pelo conledo na pelicao
supra transcripta ; pelo que toda e qualqu
pessoa, prenles, amigos oconhecdosdo suppU-,
cado Lino Jns de Castro Araujo o podero fazer
sciente do que cima Oca exposto. E o porteiro
Declara ces.
A noite clara, vento SE,veio para o lerral-'c as- 52^- d0'.1,.,e mfi-porto. E o porteiro
im aiiuhcceu. c ar do |uizo publicar o afTixar a prsenle rio lugar.
do costurao mais publico, a qual ser tambera pu
blicada pela imprema.
Dado e passado nesla cidade do Recite de Par-
'umbuco, aos 26 de marco de 1860.
Imhocmtcm S'o/io de Avia Gurvomc*.
O Dr. Francisco de Araujo Barres, jtMi mtraiei-
pol da; segunda vara do4errao d cidade do
Recife, por S. M. o imperador, quo Dees guar-
de, ole. 1
Fac,o saber quo pelo Dr. AoltftiO FraatUo ft
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber que o lllm. Sr. Dr. director geral
interino manda declarar aos iuleresaados, que e
prazo de 6 mezes marcados no edilal de 15 de
utubro do anno passado para os professores e
professoras, directores e directoras de escolas*
collegios de cnslnopauicultu achuuliun.m oro
gularisarem os seus ratabelacimentos na 'Jornia
das instrucfcs de 11 de junho de 1859, tcm do
expirar no dia 15 do correnle, Picando os ornis-
sos sugeilos as penas da lei n. 369 da 14 de maio
da 1855.
Secrelaria da inslrucco publica de Pernambu-
eo 2 de abril de 1860.O secretario interino,
Saloador Henrique de Albuquerque.
Inspecco do arsenal de marinha,
O lllm. Sr. inspector manda fizer constar ao
Sr. Anlonio Henrique de Miranda, que, como or-
denou oExm. Sr. presidecle da provincia em
dala de 31 do mez findo, deve pagar na recebe-
doria de rendas inleruas, a,importancia dos di-
reilos e emolumentos correspondente ao lugar de
almoxarifc desla repartico, para o qual fui no-
mead.o pelo governo imperial por decreto de 18
de fevereiro ullimo, constando essa importancia
da nota enlregar-lhe esta secretaria, logo que
a solicite.
Iuspeccao do arsenal de marinha de Pernam-
bueo, em 2 de abril de 1860.O sccrelario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O-adminislrador da recebedoria do rendas in-
ternas, era cumprimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fozenda de dez de janer?o prximo
findo e da portara n. 76 da thesouraria de 16 do
correla, lendo mandado intimar no dia 21 s
compendias e sociedades que lem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e cncorporadas com
sua :iulorisai;u, o que nao. linhain pagos novos
e vclhos direitos pela approvaco'de seus estatu-
ios e o sello do seu capital nos prazos legaes pa-
ra que eulrassem com sua importancia e revali-
dado para a mesma recebedoria, as quaes socie-
dades e coropanhias constam de urna relaco as-
signada pelo offirial maior interino da secrelaria
da mesma thesouraria e sao ; companhia de se-
guros martimos ulilidade publica, idera da es-
trada de ferro de Pernambueo, idem pernambu-
cana de navegaco costeiro, idera de seguros
martimos indemnisadora, dem de colouisaco
em Parnambuco, Alagoas e Parahiba, das ques
somente as duas do seguro martimo menciona-
das mostraram haver pago o sello de seu fundo
capital e os novos e velhos direitos pela appro-
vacao de seus estatutos, faz transcrever o arl. 9
.inico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anno prximo passado que sujeila s penas
do art. 87 do rcgulamenlo de 10 do julho de
1850 aos empregados e-autoridades aministrati-
vas 011 judiciarias que de qualquer medo reco-
nhecereui a existencia das sobreditas cempa-
nhias.
Arligo 9." Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymasou companhiasqueentrarem em
operacoes ou esliverem funecionando conlra o
dispos'o nos arts. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consequencia sem pagamento do sello do
seu capital, eslo sujeitos a dspnsii-o do art. 31
do rcgulamenlo de 10 de julho de 1850, alem
das mais penas em que incorrerem, na confor-
midade da legislacao jm vigor.
nico. Aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou judiciarias que aceitarem. at-
tendercm, deferirem ou admitlirera reclamacoes,
requerimentos, representages, aegoes, ttulos e
documentos de qualquer natureza, apresentados
em nome de compauhiase sociedades anonymas,
suas caixas filiaes e agencias era laes circumstan-
clas ou de suas adminisiracoes ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia ficaro exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamenlo de 10
de julho de 1850."
Recebedoria de Pernambueo 25 de fevereiro de
1860.=Uanoe{ Carneiro de Souza Lacerda.
Santa casa da misericordia de
Olinda.
O escrivao da santa casa da misericordia da
cidade de Olinda, por deliberaco da mosa rege-
doraem sesso do 31 4c marc prximo findo.
,vifc* a toderos forctros aVwos- e terrenos eir:
mmsso, perlencente m io da mesma,
. te no jmproro'govel pMM > SO dios, a pnlar
da datadesla, devera vir ou mandar saldar seas
dbitos, ailm do^evllarem a cdmpierjie accao de
iceaqftteeo que a mesma mesa pietende por aos
|^^epois de Gndo o referido prazo.
. iist Ba sania casa da misericordia da ci-
ide de 6 ida'7 de abril de 1800. O escrivao,
Saltador Hearique de Albuquerque.
O nove bano 4
TPeYnambuc repteo ai-
de i o;ooo e 20,000 da
emissao do banco.
Eivtnefca naval. v
De-ordem de lllm. Sr. chele de divisao Fran-
cisco Manoel Barroso, commandaRio da estaco
naval desla provincia, previno ao grumete do
corpo da armada Jos Gomes das Noves, desertor
da guarniro do brigue de guerra nacional Cep>-
baribe, que, para^er lomado em considerarlo o
seu requerimenlo dirigido a Sua Magesiade o
Imperador, pedindo perdi e baixa, deve so
apresenlar primeiro ao mesmo senhor chefe. se-
gundo o despacho coramuoicado polo quarlel-g--
neral de marinha, oque manda o m/smo senhur
commandanle da estacao fazer publico era con-
sequencia da dulermiuacio que para isso tete.
Bordo do brlgue-barca Itamarac em Pernani-
ouco, 2 de abril de 1830 U primeiro lenle da
armada, Euzebio Jos Anlunes, secretario e al-
danle de ordens.
Directori* geral da instruccao publica.
Faco saber o quem convier, qae leudo o Exm.
Sr presidente da provincia por portara de 21
do correnle, transferido o professor publico Ma-
ximino Narciso Sobreira de Mello, da cadeira de
instruccao elementar do 2. grao, do Curato da
S de Olinda, para a do 1. grao da freguezia do
N. S da Saude do Poco da Panella, achae
aquella roga pela sobrdala transferencia ; era
consequencia do que. mands o lllm. Sr. director
geral interino Tazer publico, marcando o prazo
de 40 das, a contar da data desle, pera a incri-
pcao e proeesso de haeiliacao dos oopositores
na forma das instruccoes de 11 de junho de 1850."
Secretaria.da nslrucrao publica de Pernam-
bueo aos 30 de marco-de 1860.-O secretario in-
terino, Salvador Henrique de Albuquerque.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneciment>
do arsenal de guerra, lem de compraros ob-
jectos seguinlcs :
Para o presidio de Fernando.
2 tornos do cobre e as madeiras que de fazem
precisas a urna prensa para fabricar farinha do
mandioca.
Pira o meio batalhao a provincia do Cear.
363 esleirs de palha de carnauba,
Para provimento dos armasen* do almoxari-
fado do arsenal de guerra.
27 1/2 caadas de azeile de edeo.
Quem quizer vender laes objectos aprsenlo
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conseHio, s 10 horas da manha do dia 1S
do correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fomeciraento do arsenal de guerra, 4 do
abril de 1860.-fleno os Lamenha Lins, co-
ronel presidenlo.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Pela recebedoria de rendas internas geraea
se faz publico, que o prazo da cobranra no do-
micilio dos contribuales do imposto d'e 20 OO e
do especial de 80$, relativo ao 1. semestre do
exercicio correnle, Onda no ullimo deste mez.
oepois do que seguir-se.-ha a cobranca executi-
va. Recebedoria de Pernambueo 26 de marco
de 1860.=O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Pela subdelegacia do Recife se faz publico
que se acha recolhido casa de detencao um
pardo escuro que representa pouco monos .de 18
annos, e suppo-sc es'.r fgido da provincia di
Parahiba ha 4 annos, e dando diversos noraes
no aclo da priso, acha-se recolhido com o nomo
de Jos.=Ignacio Antonio Borges.
O lllm. Sr. Dr. chefe de polica manda fa-
zer publico, que de conformidad com as order.s
eslabelccidas, absolutamente prohibido trans--
larcm pelas ras desla capital nos dias e noites
de quinta esexta-feira sania quaesquerfarros ou
vehculos, c pessoas a cavallo, sob pcua de ser
imposta aos infractores a cominsda as posturas
municipaes de 18.de julho de 1855 e regulamen-
to policial de 4 de agosto do mesmo anno.
Secrelaria da polica de Pernambueo 4 de abril
de 1860.O oficiil servindo de secretario,
Jos Xavier Faustino /tamos.
Tribnnal Jo Commercio.
Tela secretaria do tribunal do coramercio dj
provincia de Pernambueo se faz publico, que nes-
la Otila r<,i corapolontorooulo incorialiy nn ragistrt*
publico o conlralo de sociedade quo era 20 de
oulubro de 1858 celebraram os commcrciantes
portuguezes Manoel Alvos Ferreira e Manoel da
Costa Lima, domiciliados e eslabelecidos nesla
cidade sob a Arma do Manoel Alves Ferreira &
Lima, da qual podem Usar ambos paraocommer-
code consignacocs c operacoes de crdito ; de-
vendo a raesma sociedade, que tere comco no
1." de novembro do referido anno, durar 6 annos
como eapital de 80:000, ornecido pelo socio
Alves Ferreira.
Secretara do tribunal do commercio de Per-
Bambuco, 4 de abril de 1860.Dinamerico Augus-
to do Reg Rangel. oflieiul-maior interino.
Cerreio geral.
Retaceo das cartas seguras existentes na admi-
nistraco do correo desla cidade para os senho-
res abaixo declarados i
Almeida Gomes, Alves & C.
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Antonio Padua Hollanda Cavalcanli.
Antonio Jos Pereira de.S.
Claudino H. Cavalcanli. '
Firmino dos Santos Vicira.
D. Francisco Ballazar da Silveira.
Francisco do Freitas Gamboa.
Galdiiio Ferreira Gomes.
Joaquim Ignacio de Miranda. s
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcofor'ado.
Jos Domingos do Cauto.
Jos Pacheco Pereira Jnior.
Manoel Ildefonso de Souza Lima.
Manoel Vicente de Oliveira.
(.'Hincas de Oliveira.
Rufino Jos Mara.
Siqueira & Pereira.
Vieira Amorm & Filho.
THEATRO
DE
anta Isabel.
BENEFICIO DA ACTRIZ
2'1:A'21 HUMA ami33 9)3
tDi&avsiaij.;
Quarta feira 11 de Abril de 1860.
Terminada a ouverWira, subir a scena a no-
va e inieressanle comedia drama em 3 actos,
original do Sr. i. C. dos Santos
* 6) sgfMin
DE
tima Familia.
Dispensamos qualquer elogio ao enredo desta
bella produco, deixando ao publico a aprecia-
cao dos interessanles lances della.
Os intervallos sero precnchidos pela roaneira
seguinte :
No do primeiro ao segundo aclo a orchestra
locar a varsoviana
Rainha^o Palco.
No do segwido ao Verceiro a Sra. D. Virginia,
bailarina, erjHobscoaio a beneficiada, dansar
lm lindo passo.
o. Dm do'draaaa a uepcAc-ida cantar a no-
va ; bella aria''
Em lon^penosa ausencia.
Segur-se-ia pela iofcsma Sra. D. Virginia
O.
Dir* m ao espeoteculo'a sempie applaudida
Comedia em um oto
-. "A <* '. I
m
.[ a ai inri i
W"



<*)
DIARIO DE PtasatBCO. 'TBUpa FEHU 10 B /BIL.D1 TOTO.
^
O resto dos buhles pode ser .procurad em
.isa da benelkiada, ra eslrcita do Rosrrio n.
32, segundo andar.
A beneficiada espera do Ilustrado publico
desta capital Heda a coucorrencia, anlecipando-
Ihc feus protestos de gratido.
Igualmente agradece a seus companheires d
arte a expoulancidade com que se prestaram a
este, espectculo.
Os Srs. que encommendarara mllieles de ca-
marotes da prime-ira ordem, teaham a hondada
de mandar receber mais urna mirada, visto que
por engao se deram 5 entradas.
pradores no dia cima designado s ti horas->a
ponto.
Consulado de Franca.
B
A. requerimento dos Srs. llamos Du-
prat& C. e por ordem do Sr. visconde
de Lemont cnsul de Franca e em sua
presenca e por corita e risco de quem
** ^
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Tendo-se perdido o carlo do camarote n. 5, pe tencer, o agente IlvppolrtO da Silva
da Primei rd_em.__t4 jer_enlra_da: para elle ,fara. ,ello de ljma caixa marca RD&C n.
om novo carlo assignado pela beaeiciada.
BPriaci piar s 8 horas.
Aysos martimos.
Para o iraca ly
segu em poucos dias o hiate Sorgipano par
o resto da carga e passageiros, trata-se na ra do
Vigario n. 5.
Lisboa e Porto
Vai sahir brevemente a muito veleira
e bem conhecida barca
Flor de S.Simo
recebe carga e passageiros para os doui
portos cima, a tratar com Carvalho
Nogueira & C, na ra do vicario n. 9,
primeiro andar, ou com o capitao na
praca.
Para Lisboa
pretende sahir com milita brevidade o brgue
porlug-icz Florinda, capito ioaquira Augusto
de Souza ; tem promplo a maior paite do car-
regaroento, e para o resto a (rete ou para passa-
geiros, trata-se com Amorini Irmos, na ra da
Cruz n. 3, ou com o capito na praca do com-
mercio.
Para o Ass sahe o hlale .cEeberibe ; pa-
ra carga e passageiros, trala-seiCS xua do Vigario
; i ii ni ero 5.
33i. conferido 52 duzias de.ca misasava-
dada a bordo do navio francez la Ville
de Boulogne, capilao Pugibet no arma-
zem dos mesmos senhores na ra da
Cruz n. 45 : quarta feira 1,1 do corren-
te as 11 boras em ponto.
Consulado de Franca.
A requerimento dos Srs. Ramos Du-
prat& C e por ordem do Sr. visconde
de Lemont cnsul de franca e em sua
presenca e por conta e risco de quem
pertencer, o agente jHvppolito da Silva
vender' em leilao urna caixa marca
UD&C n. 535, contendo 52 duzias de
camisas a va riadas a bordo do navio fran-
cez l'Occident capitao Hautbois, no ar-
mazem dos mesmos senhores na ruada
Cruz n. 45 : quarta-fejfa 11 do correr-
te as 11 lioras em ponto.
LEILAO

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Para
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carro americano
om eavallo
iodo Janeiro.
Segu nestes dias, por ter o carregamento
promplo, a barra nacional Castro lili, capilao
Antonio Goncalves Torres : para passageiros e
escravos, trata-se cera o capito ou com os con-
signatarios Pinto de Souza & Bairo, na ra da
l'enha n. 6.
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C#

COMPAHHIA BRASILEIRA
DE
O agente Hyppotito ara' leilao por
autorisacSo de urna pessoa que se retira
para fora da cidade, de um carro ame-
ricano de 4 rodas em pereito estado,
tendo tambem rodas de sobrecelentes e
arreios novos, assim como de umexcel-
lente eavallo muito forte proprio para
o mesmo carro, tendo bonita figura e
grande. Com especialidade se cluitn a
ai tenca o das pessoas que eos tu mam an-
dar todos os momentos a carro como
por exemplo os Srs. mdicos, por ser
esse animal forte e manteudo ; sendo
efectuado o leilo terca-feira 10 docor-
rente as 11 l|2em ponto, na porta do
armazem da ra do Imperador n. 11 C.
LEILAO
fo domingo 25 do margo ausenlou-se da
casa do senhor um prelo muilo conhecido por
bebado, e o nome de calraio, perleneenie a Jos
Eaptista Draga ; por isso roga-se a quem o pe-
gar. Uveatua Nova n. 33, que ser gratificado.
O Ur. Cosme de Sa' Pereira
devoltadesua viagem instructw
sativa auropa continua no exer-
'cicio de sua profisso medica.
Da' consultas em seu escripto-;
v\o, no bairro do Recife, ra daj
Cruz n. 53, todos os dias, menost
nos domingos, desde as' 6 borasS
t as 10 da manbaa, sobre os,
segui ntes pontos*:
fia liviana n. 6 e 8 da praca da
Indepenecia, preciza-se fallar ao Sr.
JoSo da Costa Maravilha.
= No Caf & Restaurant do commercio, na
ra do Trapiche Novo n. SU, precisi-se de ser-
rentes
_ Precisa-se fallar ao Sr. Joo Ma-
ra Ramonda, ex-director da compa-
nbia lyrica italiana : na ra do Rangel
o. 20, casaderelojoeiro.
NICA,
VERDADEIRA
GITIMA
E LE-
SALSA PARRILHA
DE
PAQUETES \ VAPOR-
O vapor P.uun, commandante o capilao le-I
rente Torre/.o, espera-se dos poitos do sul-j
em seguiracnto aosdo nortale o dia 11 do cor-
reate mez.
Recebe-se desde j passageiros, frete de di-
nlioivo o onBomacndaa o encaja- ai: ti (\ll'ill qU6
o vapor poder conduzir, sendo os volumes des-
pachados cora antecedencia al a vespera de
sua dieuada : agencia ra do Trapiche n. 40.
Leiloes.
DE
>5Q) $>
A 11 do corrente.
O proposlo do agente Olivcira (ara leilol por
conla de quem pertencer de 100 pegas de casto-
res, para feixar conta : quarta-Teira 11 do cor-
rele s 10 horas da manha, no scu escriptorio
rus da Cadeia do Recife.
LEILAO
DE
Cavados hespanhoes.
Borott &C. farSo leilo por interven-
cao do agente Hyppoto, de 19 cava I los
de Montevideo, vindos na barca ameri-
cana Inman os quaes serSo vendidos por
atacado ou a vontade dos Srs. comp, a-
dores : quarta-feira 11 do corrente ao
meio dia por traz do armazem amarelio
confronte ao arsenal de marinba.
Urna cocheira.
O. agente Hyppoto fara' fetlao por
autorisacao do Sr. Manoel Joaquim de
Paiva de urna cocheira sita na ra do
Imperador n. 1 contronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, tendo em ser 3
carros de 4 rodas em bom estado para
Irabalhar e 10 excedentes cava los em
muito boas carnes, e bem assim estivas
e mais utencilios que sero mui con-
teniente a quem a arrematar: terca-
feiralOdo corrente as 11 boras em
ponto na mesma cocheira..
Avisos diversos.
1*. Molestias de olhos ;
I*. Molestias de cora cao e del
peito ;
3*. Molestias dos orgaos da gera-j
cao, e do anus ;
. Praticara' toda e qualquerj
operacao quejulgarconvenien-l
te para o restabelecimento dos?
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultaren! sera' feto indistincta-j
mente, e na ordem de suas en-!
tradas;fazendoexcepcaoosdoen-|
tes de olhos, ou aquel les que por
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este Gm.
A applicacao dealguns medica1:
m en tos indis pensa veis em varios
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido
gratuitamente. A confianza que
nelles deposita, a presteza, de sua I
accao, e a necessidade promptaj
de seu emprego; tudo qjuanto o
demove cm beneficio c seus|
doentes.
Para um sitio na Ponle ae Uchoa, necessi-
ta-se. de um feitor : a tratar na ra da Cruz, ca-
sa n. 45.
Curso de geometra.
Antonio Egidio da Silva, professor de roathe-
malicas no Gyranasio Provincial, pretende no dia
16 di: abril abrir um curso de geometra parti-
cularmente : os senhores esludanles que quize-
rera aproveitar as suas explicaedes, adra de se
prepararen) para os exames em novembro do
crranle anno, queiram dirigir-se casa de sua
residencia, na ra Direita n. 74, para serem ma-
triculad os.
? Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo.-enfermidades do Ogado, dyspcpsia, debili-
dade geral, febre biliosa e inlermittente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupcoes que resultam da impureza do
sangue,
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-9e obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa Parrilha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprietarios da receita
L5r" Bnsto1. lendo-lhe comprado no anno de
lOOD.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma'tera
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman 4 Kemp.
Para evitar engaos cora desapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sem os quaes qual-
quer outraprcparaco falsa :
Io O envoltorio de for est gravado de um
lado sob urna chapa de ajo, trazendo ao p as
seguinles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOLB AGENTS
N. 69 Water Street.
do outro lado tera um rotulo em
dos pro-
2* O mesmo
papel azul claro com a rma e rubrica
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. BrisoZ em papel cor de rosa.
3o Que as aireces juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhante a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz u. 22.
sasf^jAmus
Desap|)areceu no dia quarta-feira de trevas,
do logar do Rio-doce, um eavallo ruJado, pe-
queo, sellado e enfreiado, por dar com o dono
o chao em consequencia de ser menor, e o ca-
vello precipitou-se em um buraco, e logo que
ihio do principicio deserabeslou que nao se
pode mais pegar, e por isso a peasoa que o a-
Chou 0u souber onde elle existe, dirija-so ao lu-
gar de Beberibe de Baixo, cm cas* do Sr. Joa-
quim Correia Lima Wanderley, quesera bem re-
compensado, por ser este eavallo de seu filho.
2O$0O0.
Paga-se a urna iraa que saiba cozlnhar e com-
prar, sendo forra ou captiva: na travessa do Li-
vrameuto, segundo andar do sobrado de varanda
de pao n. 18.
Lava-se c engomma-se com muila perfei-
co, tanto roupa de hornera como de senhora :
na Camboa do Carmo n. 40.
Precisa-se de um forneiro para a padaria :
no pateo da Sania Cruz n. 55.
Jos Francisco Rodrigues da Costa, declara,
que dcsla data em diante tem incumbido ao Sr.
Salusilano Bartholomeu da Rocha a cobranca de
suas dividas. Recife 10 do abril de 1860.
Luiz Ferro, subdito italiano, casado, e re-
sidente nesta cidade ha perlode ura ar.no, aelian-
do-se desoecupado, offerece-so para qualquer es-
tabclecimento que 1 lie possa convir, como cai-
xeiroou administrador, ou mesmo para ensinar
a liogua italiana o franreza, cujas linguas fall
e cscreve correctamente, tanto nesla praca como
fra della, e sua mulher offerece-se tambera pa-
ra coser e bordar, ou para ensinar ambas as cou-
tas, poisdisto tem perfeito conhccimenlo : quera
possa precisar delloou quizer utilisar-se de seus
prestimos pode procura-lo no Forte do Mal-
los, becco da Boia n 6, segundo andar, a qual-
quer hora do dia.
O abaixo assignado avisa aos contribuintes
do imposto de 20 0(0 da agurdente do munici-
pio do Recife, para que venliam pagar as suas I
colletas at o dia 15 de abril, era coulrario lira-
rei mandado exerutivo conforme marca o regu-
laraento deste contrato.
Aluga-se um mulatinho para o servico de
casa, ou para criado ; na ra do Impera lor'con-
fronte a orJera lerceira de S. Francisco n. 1 D.
Na ra do Queiraado, loja n. 8, precisa-se
contratar para criado nesla cidiJe, um menino
porluguez de 10 a 14 annos ; garante-se bom
tralamenlo e igual ordenado.
A mesa regedora da irmandade de N. S. do
Livramento convida a todos os irmos e mais
pessoas que liverem ossos de cadveres as cata-
cumbas da igreja do N. S. do Livramento, hajam
de mandar retirar em razode ter-so He demo-
lir a catacumbas ; fica pois marcado 8 dias, lin-
do os quaes nao lero reclaraaco alguma a fazer.
Francisco Lino de Souza Coulo.
Thesoureiro.
Liquidaco.
O abaixo assignado, tendo de retirar-se para a
Europa a tratar de sua saudc, se lhe faz preciso
liquidar seus negocios, por isso roga a fodas as
pessoas que lhe eslo devendo de gneros com-
prados em seu cslabelecimenlo da ra da Cadeia
do Recife n. 25, defronle do boceo Largo, o fa-
vor de vinal quanto antes pagar o que devem.
Manoel Jos do Nasciraenlo Souza.
Meeo.
i
Attencao
Um moco que tem as habilita cues
precisas oferece-se para leccionar la-
tira e francez: quem o quizer honrar
com sua confianza dirija-se a ra estrei-
ta do Rosario n. 30, primeiro andar.
Precisa se fallar com o Sr. Fran-
cisco Jos Siqueira A Ivs de Barbosa:
na ra do Vigario armazem n. 7.
Precisa se saber se existe nesta
praca o Sr. Antonio Carlos de Amorra
ou algucrn por elle, filho de Antonio
Carlos de Amorim e Joaquina Rosa,
natural do forto, e que veio para Per-
nambuco na idade de 9 annos, abordo
do brigue Vencedor em 1826: na ra
do Vigario armazem n. 7.
(BEKEMP^mY(mK)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
Seguro contra Fogo
COMPAN1IIA
I LONDRtS
AGENTES
| C J. Astley & Companhia. 9
3
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconstipages, ictericia, affeccoes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
Hemorrhoidas, diarrhea,docncas da
pelle, irupcSes,e todas as enermidades,
Yende-se
3
Cimillos de Montevideo,
Borott & C. farSo leilo por interven-
cao do agente Hyppohto, de 50 cavallos
dos mais lindos que tem vindo a esta
praca, chegados ltimamente na barca
norte americana Meddlesex, no dia 12
do corrente as 11 horas em ponto por
detraz do armazem amarelio confronte
ao arsenal de marinha.
Leilao
Quarta-feira 11 do corrente.
O agente Camargo fara' leilo de urna
lancha muito bem construida e em bom
estado : na porta do trapiche do algo-
do, as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE I
Im escravo.
D. Hara Emilia Goncalves Ferreira, D.
Isabel Emilia Goncalves Mascarenhas, An-
tonio Goncalves Ferreira, Luiz Antonio
Goncalves Ferreira, Joo Luiz Goncalves
Ferreira, D. Emilia Cirolina de Castr Ma-
deira e o Dr. Miguel Joaquim de Castro
Mascarenhas, agradecen) a lodos os senho-
res que acompanharam ao scu ultimo jazigo
os reslos morlaes de seu sempre chorado
pai e sogro Antonio Luiz Goncalves Fer-
reira, o da novo rogam aos seus amigos e
aos do finado o caridoso obsequio de as-
sislirem ao officio que se ha de celebrar na
matriz da Boa-Visle pelas 9 horss da ma-
nha do dia 13 do corrente.
para
Tintas de oleo.
Formas de ferro
i purgar assucar.
Estanho em barra.
9 Verniz copal.
Palhihha para marci-
nebt.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
| Brimdevela: no arma-
zem de G. J. Astley & C.
PROVENIENTES DO ESTADO IJIPL'RO DO SAMGL'B.
75,000 caixas deste remedio conscmmem-se an
nualmente I 1
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pilulas
pu-amente vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial era algum outro mineral ;
eslo bem acondicionadas cm caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
em sua operaeo, e um remedio poderoso para a
juventude, pu'berdade e velhice.
Lea-se o folhetoque acompanhacada caixa,pelo
qual se icar couhcccndo as multas curas milagro-
sas quelem effectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado era Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano &C, ra Julio n 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
DELICIOSAS E INFALLIVEIS.
Vende-se urna casa na roa Bella n. 10, con-
tendo 3 quartos, 2 salas, cozinha, quintal e ca-
cimba : quem pretende-la, dirija-se ao silio no
principio da estrada do Arraial, do Gnado Rufino
Jos Fernandos de Figueiredo ; tambem se ven-
de o mesmo silio, o qual tem rauilo -boa casa
com os seguinles comraodos : 8 quartos, 2 salas,
1 gabinete, cozinha, estribara e cacimba, con-
lendo as principaes arvores frucliferas, bem como
jaqueiras, larangeiras, coqueiros, e urna excel-
lente baixa de capira, um riacho no meio do dito
sitio, sendo chaos propcios, cera 250 palmos de
frente c 1,450 de fundo, e outras coraraodidades
que o comprador as apaeciar.
No dia 8 do corrente, pela subdelegada do
Recife, s 4 horas da manha, foi apprehcndido
no lugar do Forte do Mallos um sacco com 1 ar-
roba e 16 libras de algodo queconduzia um pre-
lo : a pessoa a quem pertencer, dirija-se mes-
ma subdelegada, que lhe ser entregue-
Moleque fgido.
Na madrugada da quinla-feira, 5 do correnle,
desappareceu o moleque escravo de nome Anto-
nio, idade de 10 a 12 annos, baixo e cheio do
corpo, olhos pequeos, cabello nao muito cara-
pinhado e cor acabralhada, pucha do p direito
era razo de urna impinga que tem no lornozello
da parte de fra, anda muito ligciro e com pas-
sos curtos, signal este que pode ser muito bem
conhecido ; foi comprado ha dias a Jos Mendcs
da Silva, morador no Inga, pelo que desconfia-
se que por l fosse seduzido, e desde j proles-
ta-se contra quem assim pralicou, ou o liver
acoulado, com lodo o rigor da lei: gratifica-sc
generosamente a quem o pegar, ou ao menos der
noticia na ra eslrcita do Rosario n. 25, loja de
funileiro.
Na praca da Independencia n. 22, deseja-so
fallar ao Sr. Antonio de Paula Mello.
Precisa-se de ama ama para cozinhar e fa-
zer o mais servico de casa de portas dentro :
na ra dos Pescadores ns. 1 e 3
Precisa-se de om negro para andar com
urna carroca, paga-se bem ; na ra dos Pesca-i
doros ns. 1 o 3. 1
Vende-se um bom eavallo cora lodos o* ao-1
dares, multo gordo, sera achaques, por barato
preco, ou Iroca-se por.um burro que seja man-
so : na ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
Bicos, rendas elabyrinlhos
da (erra.
Na loja ao p do arco de Santo Antonio che-
gou ura rico-t^cojBDlclo sortiraento de bicos o
rendas, assim como fronhas e toalhas de labv- ~
rintho. -v _-- *
Bons escrares
Uraa.escrava recolhida de idade 22 annos, cn-
goraraa, cose, borda, o sabe vestir urna senhora
3 ditas com habilidades, 1 dita de 33 annos por
700, 3 escravos peras, 2 ditos do meia idade
1 bonito moleque do idade 13 annos, 1 bonito '
mulatinho de 16 annos, alfaiate: na ra de V-
guas Verdes n 46.
Vende-se urna negrota de 14 a 15 annos
com varias habilidades, de boa conducta e figura,
1 moleque de 9 a 10 anuos, oplirao para quilquer
ofcio, de bom crescimento, urna casa terrea no-
va, assobraJada, era boa ra no bairro de Santo
Antonio, 6 cadeiras. 1 sof, 1 par de bancas, t
dito de jarros douridos, 1 marqueza gran le do
palhinha para cama, 1 mesa de jantar, tudo isto
por proco muito coraraodo, para liquidaco do
urna pessoa que se retira : na ra das Cruzes
numero 20.
Vende-so um bom sobrado de tres andares
e soto, em urna das melliorcs ras desta cidade,
chao proprio, livre de qualquer oiius, o qual se
vende por o seu proprietano ter de retirar-so
para fra do imperio ; nesta lypographia se dir
i cora quem se deve tratar.
Vende-se um moleque de idade de 19 an-
nos : na ra do Rangel, sobrado n. 49 : os pre-
tendcnlcs dirijam-se a loja para tratar.
Agencia de passa-
porte e folha corrida
Claudino do Reg Lima lira passaporle para
dentro e fra do imperio por commodo preco e
presteza : na ra da Praia n. 43, primeiro andar.
O dono da casa n. 10 da ra Bella, a qual
quer-se comprar, dirija-se a ra larga do Rosa-
rio n. 17.
Joo Pires de Almeida Lopes scicntifica ao
rauilo respeitavel corpo de commercio, que deu
sociedade em seu arroazcm.de carne secca na ra
da Praia n. 10 ao Sr. Manoel Jos de Miranda,
cuja sociedade fica gyrando sob a razo de Pires
; & Miranda, podendo qualquer dos socios usar da
; firma so nos negocios tendentes ao dito arma-
zem, e principiar dcsla data em diante. Recife
2 de abril de 1860.
= Os abaixo assignados dissolveram amiga-
vclmente nesla data a sociedade que linham no
armazem da ra da Praia n. 13, que gyrava na
razo de Ramos & Silv, ficando todo o activo e
passivo a cargo do socio Ramos. Recife 31 do
marro do 1860.=Jos dos Santos Ramos de
01iveira.=Joaquira Baptista da Silva.
Jos Jorge retira se para o Rio de Janeiro,
e julga nada dever a ninguem.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel
corpo de commercio desta praca, que deixou de
ser caixeiro da casa do Sr. Bernardiuo Francisco
de Azcycdo Campos ; e prevalece-se da occasiao
para lhe agradecer as maneiras attenciosas, e o
bom tralamenlo que do mesmo senhor"recebeu.
e de sua familia, durante o curto espaco de 4
annos que estove em sua casa. Recile 4 de abril
de 1860.Joaquim Caetano da Silva.
= Jos Antonio Teixeira Pinto segu para a
Europa no primeiro vapor a tratar de sua saude.
O Sr. Francisco da Silva Lisboa queira por
favor ir a ra do Cabug, loja n. 11.
Fornecimento de papel
para imprimir.
O proprielario deste Diario lem efTcclivamenlo
sortunento de papel para imprimir, de differen-
les formatos, desde o mais pequeo al o emque
se imprime o Diario ; e contraa o fornecimento
regular da porco que se quizer, dando-o nesta
cidade ou em qualquer outra : os precos sero
razoaveis, por quanto este papel importado era
!:rcitura dos lugares em que elle se fabrica.
Altenco.
o
Joaquim de Souza Galvo faz scienle ao res-
peitavel publico, que de hoje era diante fica cha-
raando-se Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.
Quem precisar de um caixeiro que entenda
o francez c inglez, escrevendo as raesmas lin-
guas, com pratica de escripta, queira dirigir-se
a esta typographia, dando-se exaclas iiiformacoes
a respeilo.
Gravarse e doura-se em marmores letras
com asseio. goslo e promptido possiveis, a tus
lo cada letra : na ra Nova n. 30, ou na ra da
Caixa d'agoa n. 52.
Cera de carnauba, sebo retinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se no largo da Assembla,
armazem n. 9.
Quarta-feira 41 do corrente.
O agente Borja fari leile em seu armazem
por desuarho do lllrn. Sr. Dr, luiz de orphaos'e
a requerimento de Hermenegildo Eduardo do Re-
g Monteiro, curador do prodigo Claodino Josa
Al ves de Amorim, do escravo Vicente perleneen-
ie a este, o qual estar a exame des Srs. com-
Fugio sabbado 7 do corrente o es-
cravo de nome Francisco, de nacao An
gola, com os signaes seguintes : altur i
regular, [os olhos vermelhos, tendo a)
partes baixas crescidas e calos as mao;
por ter officio de serrador* portanto
pede-se as autorid des policiaes e ca pi-
taes de campo se o pegarem leva-lo em
casa de seu senhor na ra da Penha n.
31, que .sera' generosamente recom-
pensado.
Fugio em um dos dias do mej p.
p. o escravo Severino, de idade pouo
mais de 22 annos, levando calca e ca-
misa de algodao, seus signaes sao o se-
guintes : altura regular, corpo- refonjs *
do, tem urna grande belide naolho -
querdo, cor lula, testa um tanto carre-
gada e sem barba : quem o char e qui -
zer ser bem recompensado lVe-o a' ra
da Aurora casa de J, P. de Lemoi J-
nior*
Eau minerale Natu-J
relie de Vichy. n
Deposito na botica fraoceza ra
da Cruz n. 22.
Precisa-se de duasamas urna para
cosinhar e outra para engommar, dan-
do-se preferencia a escravas : na ra
do Imperador n. 15.
~ Lava-se e engomma-se com toda a perfei-
cc : na ra Velha n. 113.
W. H. Stabb, subdito britannico, relira-se
para fra do imperio.
Aluga-so urna mulalinha ptima para an-
dar com criancas, por ser muito carinhosa : quero
pretender dirija-se ra do Queimado n. 30,
primeiro andar.
Vendem-sc dous pares de rodas novas, tati-
to em conta, proprias para carroca ; na ra Au-
gusta, casa de soto, confronte ao gasmetro.
Vende-se um benito raulecao por 1:000*.
con20annos, bom cozinheiro diario,faz bolo fran-
ce:t, faz chapeos, canoeiro, falla francez; na
ru x dos Traplcheiros n. 29.
; Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm." inspeceo de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis avista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnem sensaces debilitantes.
Testcraunho exponlaneo em abono das parti-
lhas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, cura rara meu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
comicho no nariz, tao magro se poz, o.ue eu
temia perde-lo. Nestas circumstancias um visi-
nho meu disse que as pastilhas de Kemp tinham
curado sua Qlha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyi.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Bahiq, Gocmano & C, ra Julio n. 2.
Pewambqco.,00 armazem de drogas de J. Soum
SOCIEDADE
DAS
ARTES MECII VMC\S E L1RE1UES
DE
PERNAMBUCO.
llavera sesso ordinaria as 7 horas da tarle de
12 do corrente para Iralar se de negocios de ur-
gencia.
Recife 9 de abril de 1860.
Targino Francisco de Helio.
Secretario.
Offerece-se um hornera para criado de qual-
quer casa estrangeira ou nacional, dando 200$
de Ganga.
= Antonio Francisco Corroa Cardoso partici-
pa ao respeitavel publico que Joaquim Morcira
da Silva Crovo deixou de ser seu caixeiro desde
7 do correle mez.
Precisa-se de um Irabalhador do masseira :
na padaria da Capunga.
= Quem precisar de urna preta para alugar,
a qual coiinh?, engorama e faz a compra, diri-
ja-se a ra da Senzala Nova n. 26.
Precisa-se alugar urna preta que saiba en-
gommar, para casa de pouca familia, paga-sc
bem : na ra da Cruz n. 23, segundo andar.
Precisa-se de um criado ou criaaa : na ra
da Cruz n. 21, segundo andar.
Jos Hypolilo relira-se para a Europa.
Aluga-se o terceiro andar da casa da ra
de Sania Rila : a Iralar no armazem do Airaos,
defronle da poria da alfandega. .
Vendem-se saceos com railho, muilo gran-
des, por menos preco do que em outra qualquer
parte : no armazem do Aunes, defronle da porta
da alfandega.
O 39 A
O abaixo assignado roga a seus devedores do
exlinclo negocio de confeitaria, que venham sa-
lisfazer seus dbitos, do contrario entregar a
cobranca a um procurador.
Joo Jos tiendes da Si/1 a.
.\7eved0 & Mendes, tendo de mandar cele-
brar no stimo dia urna missa por alma de scu
amigo Arnaldo Fernando dos Reis, convidara aos
seus amigos e aos do finado a assistirem a missa
no dia 11, pelas 8 horr-s da manha, na igreja do
Corpo Santo,
Jos Joaquim da Silva Maia retira-se para
fra do imperio, levando era sua companhia sua
senhora o 5 filhos de menor idade.
= Jos Francisco Lavra, eslabelecido com loja
de fazendas na ra do Queimado n. 34, declaia
que, o que diz a Revista Diaria do Diario de
Pernambuco de honlera u. 82, nao so entenda
com o supplicante, por isso quo se v que existe
outro de igul nome, e que resida em outra co-
marca : assim, d'ora em dianle, assignar-se-ha
por Jos Francisco Lavra Penna. Recife 9 de
abril de 1860.
= Madame Caroline Sauvage relira-se para a
Europa, eleva em sua companhia urna criada.
Manoel Ignacio de Souza relira-se para a
Ilha do S. Miguel, levando em sua companhia
sua mulher e urna Qlha menor.
= O abaixo assignado. procurador da cmara
municipal desta cidade, tendo de proceder a de-
molico das ruinas do predio incendiado do ater-
ro da Boa-Vista, convida a qualquer pessoa que
se queira encarregar desse servico, a comparecer
do paco da mesma cmara.
Jorge Viclor Ferreir* Ltfei,
Precisa-se de uraa criada que saiba cosinhar
e* engommar, para servico de ma casa a> pe-
uena familia : a tratar .com A. M. Sw.es, roa 4o
re?po n 9, primeiro Andar..
Fazendas de gosto
para a quaresma.
Vendem-sc na nova loja da ra da Cadeia do
Recite n. 23, confronte ao becco Largo, asseguin
tes fazendas :
Cortes de vestidos pretos bordados a velludo,
com barra aquille.
Ditos pretos bordados a velludo imitando
aveutal
Ditos ditos bordados de seda, de duas saias.
Mantas prelas de blonde.
Ditas dilasde fil de linho.
Manteletes pretos de fil de linho.
Pelerinas pretas de fil de linho.
Taimas pretas de fil de linho.
Manteletes prelos de grosdenaples bordados do
seda e vidrilhos.
Ditos prelos de grosdenaples com duas ordens
de bicos de linho.
Pelonczas superiores prelas de gorguro, pre-
sentemente o mais moderno e proprio para se-
nhorns. Neste novo eslabclecimento existe gran-
de quaiilidade de fazendas modernas e de gosto,
que se far o preco vista dos compradores ; pa-
ra casa de familias mandam-se amostras : na ra
da Cadeia n. 23, loja de Augusto & Pcrdigo.
O Demonio Familiar.
Vende-se esla excellenle comedia, na ra da
Cadeia do Recife n. 11 : bem como a Corda Scn-
sivel e 29 ou Honra e Gloria.
sem exemplo.
Borzeguins para senhora (dengosos) a 4;50O.
Ditos para dita (inferiores) a 45.
Dit.os para horaem (chique) a 6J
Bonetes para meninos (rauilo lindos) a 15*280.
Jabnele aromtico, duzia a 1").
E outras muitas qualidades de calcado por ba-
rato preco, que s com a vista se desengaado :
na grande loja de calcado na ra do Livramento
numero 29.
Attencao.

Vende-se urna mulata de 20 e tantos anno?,
com 2 lindas mulalinhas, qor motivos do fami-
lia, a qual sabe engommar muilo bem, coser*, fa-
zer laby^fttho e cozinhar : quem pretende-la,
dirija-se ao pateo do Terco n. 16.
Ra Nova n. 34.
Madama feosa Hardy acaba de receber no na-
vio Rerthea um. lindo sorlimento de fazendas
vindasem direilura por sua conla, ricos chapeos
de seda com veos, sortidos, do cores, para se-
nhora, lindos chapeozinhosa Garibaldi para mo-
cas de 8 a 13 anuos, chapeozinhos de baptisado,
um grande sorlimento de manteletes do ultimo
gosto do preco do 25 al 55/,, lindas mantas
pretas pira cabeca, enfeites de vidrilho para se-
nhora, ricos corles de vestido de seda brancos,
prelos e de cores, grosdenaples de lodas as co-
res, capellas as mais modernas para noiva, bai-
les e theatros, luvas de pellica para hornero e
senhora, ricos loques, bouquel, flores, osso e
raadreperola, um grande sorlimento do chapeos
de sol de todas as qualidades, vestidos de baplisa-
do, perfumara, eaparlilhos.chila, cambraia bran-
ca e de cores, musselina branca, organdys, ma-
dapolo, e muitas outras fazendas que se vendem
muito em conla. *
Na rus do Socego no Campo Verde, d-se
dinheira o joros sobre peohores de ouro, praia
ou predios, assim como rebatc-sc ledras com
firmas boas e rbale ordenados.
4 lvji itii fivr\r\ i
.akjr
J ii r-s+x /i i L


" w^m

*wm^^

Pipi


Por mu corte de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomlo acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-raesire da cosa Augusto Clau-
dio, o uin oulro viudo de Pars. Esla estabele-
cimentoesl hoje as melhores condices que
possivel para salisfazer as encomaiendas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejara : marraas aLuiz XV, cadeias de'relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, -etc., etc., ca-
bdlleiras de toda a especie, para horaens o-se-
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna so pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os prclenden-
tes, os objectos em cabello scrao feitos em sua"
presenta, se o desejarem, c achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
peutear ai senhoras em casa particular.
Atteiico.
Um moco cota bastantes habilitacoes
para o corainercio e que falla e escre-
*e. perfeit atoen te as itnguas ingleza e
portuguesa e falla cerrentemente o al-
lemao, oller-ece-se para caixeiro de qual-
quer casa nacional ou estrangeira :
quem precisar dirija-se a ra Direita n.
7 2^- andar.enlrada pela ra da Penha
das 5 as 5 horas da tarde, ou annuncie.
Alman da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correne anuo de

m
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
J SOB A DIBECCiO DE E- MYAND.
Este hotel collocado no centro de orna das capilae* importantes da Europa, torna-se de grande
Talor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicao
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estacSes de caminos de ferro, da
Allemanha e Franca, como por ter a dous minutos ds si, todos os theatrose diverlimeotos ; e,
alm disso, os mdicos precos convida m.
No hotel ha sempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguee, para acompanhar as louristas, qut em suas e;cur$es na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por precos que nunca exci dem de 8 a 10 francos (39200 49000 ) -!-a"oe.* Vieira, dem,
por dja. v "lio Lovres de Olivti
Durante o aspado do oito a de* mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fr-
reo, e sen fiHio o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel de Figueira Faris, edeserabargador I orates Visgueiro ( do Brasil,} e muilas ou-
tras pessoas tanto de um, como -de outro paiz.
Os precos de todo o servido, pordia, regulara ce 10 a 1-2 francos (49000 4 4&500.)
No hotel encentra m-se informaris exactas acere: de tudo que pode precisar um estrangeiro
Gabioele PwtBgde
Leilnra.
A directora do Gabinete Portugu(z do l.eilura
faz publico, quo se acha vago o lugar de ajudan-
lo de bibliothecarlo, e por isso convida a qual-
puer socio accionista (ou pessoa que esleja no
caso de o ser.) que lenha pretencoes a dito car-
go, de aprseutarem suas propostas no mencio-
nado estabelecmeulo, para os convenientes frns.
Scctetatia do Gabinete -Portuguez de Leilura
em Pernambuco aos 3 de abril de 1860.
Manoel Jote de Faria.,
1." secretario.
Joaquim Carneiro Leodcixa de ser caixei-
ro de Valenca & Companhia desde o da 26 de
marco prximo findo.
r Os consignatarios da escuna portugueza fai
nha dot Arares, avisan) aos passageiros abaixo
declarados, que anda nao saliszeram suas pas-
sagens e adiantamentos que o venham fazer al
o da 10 de abril prximo futuro, do contrario
serao as respectivas obrigaces devolvidas para
a illia de S. Miguel, atim de seren cobrados dos
respectivos fiadores, com os juros vencidos.
Antonio de Medeiros e sua familia, do Ponta
Delgada.
Joao Jos Vicente e sua familia, idem.
Jos Antonio da Silva, dem.
Mana Isabel da Silva, idem.
Virginio Augusto Quintal, dem.
Jos Cabral Pacheco, de Villa Franca de Campo.
Manoel Joaquim Correia, idem.
Sirop du
JARABE DO FORGET.
Mi
I
Este xarope est approvado peles mais eniinrntes mdicos de Pars,
__Jcomo sendo o melhor para cu jr conttipa<;oes, U-sse convulsa e cutres,
aSecc,oes dos bronenios, ataques de peito, irriUcAes nervosas e insomiiolencU s: urna colberada
pela manlia, e outra i noile so sutlicientes. O tffeito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O dtpoto-i na ra larga do notario, botica de Ilt rthohmeo Francisco de Sonta, n. 36.
oqualse vende a 800 rs. na
pra$a da Independencia livra-
Tia n. 6 e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiastico e
civil :
Noticia 4os principaes esta-
dos da E-uro^a e America com
o omeri&ade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes proviaoiaes, muidles CTnE 3
e polroiaes.
Tabella dos emolumentos
p-aroobiaes.
Empregados civis, milita-
s-es, ecclesiasticos, luteranos
le toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
aercolas, industriaes. lutera-
nas e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
duskriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc., etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mari-
timo e emfim para todas as
elasses da sociedade.
'ObacharelWiTRuvio tem
o seu-escriptorio no l* andar
de .sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja e&trada pela Camboa do
Carmo.
Engomma-se cora asseio e promplido : no
neceo do Marisco n. 20.
Precsa-ee alugar um prelo ou preta, j ido-
sos, para comprar na ra e fazer o mais servico
Je urna casa de familia, ou mesmo urna ama ns
mesmas circamstancias : quem tiver e quizer,
a-nnuneie ou dirija-se a ra de Santa Rita .a. 40,
pwroeiro andar.
Lfees de francez e\
piano.
MademoiseAle Clemence de Hannetot
de MaKBeville continua a dar liedes de
fraacez e piano na cidade e bos arrabal-
des : ua ra da Cruz u. 9, segundo andar.
=s Na ra do Queimado, loja n. 8, precisa-se|
contratar para criado nesla cidade, um menino I
portuguez de 10 a 14 annos ; garaute-se bom
tralamcnto, e igual ordenado.
= Antonio Marques de Amorim faz publico,
que no da -21 do corren te foi recolhida em seu
silio na Ponte de Ucha urna preta velha por
nome Anna, era estado de embriaguez c raordi-
dida por uns caes. O seu estado nao perrillio
obterdeila ioforma^ao alguma que indicasse se
era livre ou escrava. Tendo sidocuidadossmcnie
tratada acba-sa quasi restabelecida, mas apenas
sabe dizer que perler.ee a urna senhora viuva,
moradora na ra do Collegio, -e por isso se faz
o preseRtc annuncio para que -a pessoa a quera
pcrlen.ca a mande buscar.
Saca-se sobre o porto por qual-
quer soma, a vista ou a prazo, pogavel
all ou etn Lisboa, podendo as lettras a
vista mediante o
e 4 por cento ao
anuo, aos portadores que assim o exigi-
rem, dirijam-se a Joaquim da Silva
Castro, ra do Crespo.
INSTRUCCAO PUBLICA.
Aclia-se abeila a niiltricula da aula de priuiei-
ras letras da freguezio do Po^o da Panella, e j
tircram principio ostrabalhs da mesma, em
uma das casas que ficam margera do rio.
O professor publico,
Maximiano'N. Sobreira de Mello.
Precsa-se de uma na para uma pessoa :
na rea Bella n. 10.
Traspassa-se o arrcr.damcnto de um enge-
I JI.I..I, Ju p..j. J.. l.e..o, rvB4l-M
una parte no mesmo cngeuho, machina nova
vApor, aistilac^o nova eera montada, 22 bois
de correia, seis qwarlas, algumas obras, saffra
plantada, etc.-etc. :trata-se ua ra def Crespo n.
13, oja.
Francisco da Silva Cardoso, cora lojn de al-
aiale e roupa feitaxia tu do Crespo -n. 12, pri-
meire andar, participa aes seus amigos e fregue-
zus.'jtie muduu-se para a ra do Imperador n. 6
(oaliga ra do Collegio) aande sempre o acha-
ro pvompto para servir a todas as pessous que
o queirara honrar. Neslo eslabelecimenlo nao
i se vende todos os-objectos pertenecntes a ho-
tnem co.no (ambem se fac obras de encommeuda
com todo o esmero o promptido.
Agencia dos fabricantes america-
nos Gron ver & Baker.
Machinas de coser: cm casa^de Samuel P.
Johnaton & C, ra da Senzala Nova n. 52.
T chegado loja-.de Lccomle, aterro da
Boa-Vista n, 7, o exodleiite leite virginal.e ro-
sa branca para refrescar a pelle, tirar prunos,
sardas e rspinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa, para limpar e fazer crescer os cabellos,
assim como pos imperial-de lyrio de Flurenca,
para berluejas c asperidades da pelle, conser-
va a frescura o o avelludado da primavera da
vida.
flOVO DEPOSITO
DE
ira. dem.
Jos Autonio da Silva, idem,
ManootdeSouza Pimenlel, idem.
Jos de Medeiros, iirem.
Lourenco de Medeiros, idem.
Manoel Rodiigues Lima e sua fllha, de Arrifes.
Francisco dos Santos Molla, da Laga.
Manoel Domingues Bcnevides, de Campellos.
Francisco Crabral, idem>
Agncllo Augusto da Silveira, da Relva.
Francisco Raposo de Medeiros, da Povoaco.
Francisco Pereira, idem.
Jos de Medeiros Torres. Agua Retorta.
Antonio Raposo de Vasconccllos, de Quindes.
Albano Raposo de Vasconcellos, idem.
Manoel de Aguiar, idem.
Manoel de Almeida Raposo e sua familia, idem.
Mauricio Pacheco de Oliveira, de Rabo do Teixe.
Jos Tavares de Gouveia, dem.
Manoel Jacintho Raposo dos Res, da Povoac,5o.
Pedro de Mello Botelho, de Santo Antonio.
Antonio Botelho, de S. Vicente.
ESCRIPTORIO DEADVOCACIA
DOS DOtTOHES
F1LLIPPE DA MOTTA DE AZEVEDO CORREIA.
E
MANOEL JOS DAS SALGADO CARNEIRO.
Ruado Carmo n. 18 B.
Os Drs. Molla de Azuvedo e Salgado advogam
tanto no foro civel c commercial como no crimi-
nal e ecclesiastico, era qualquer das instancias ;
Augusto C. de Abreu sa-
ca sobre Portugal,
FOLIIIMIVS l'ARl 1860.
E to venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinbas para 1860, im-
pressas nesta typographia, dasseguintesquali-
tiadi'S :
V OLHINHA RELIGIOSA, coatendo, alm do
kalendario e regulamento dos dreitos pa- I encarregam-se de qualquer q'uestao, emOm, Ira-
rochiaes, a contiauago da bibliolheca do
Atteiico.
O abaixo assignado Uz aaber a todos os se-
nhores mercantes ou capitaes de navios, nacio-
nacs ou etlrangciio, que tem raestre para cor-
lar e fazer qualquer velas para navios, tol-
dos e encerados: quem se quizer uliiisar de seu
preslimo dirija-se ao becco da Boia n. 39, se-
gundo andar.
Marianno Joaquim da Cosa,
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
do Leile & Correia em liquidadlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos Da lujada ruado
Queimado n. 10.
OLINDA.
Aluga-se o sobrado da ra de S. Benlo n. 25,
confronte a academia: a tratar no Recife, ra da
Cruz n. 23, segundo andar.
COMPANHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
If P l ML
CAPITAL
Cinco lailnocs de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, prprietarios de
casas, e a guem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, coberlos de lelha e igualmente sobre os
objectos que coutiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
(lualqucrqualidade.
Precisa -so alugar uma preta que saiba en-
gommar, p>ra casa de pouca familia, paga-sc
bom : na ra da Cruz n. 23, segundo andar.
ATTTr?T?Tr'TTTTT-{rrS"TTTTTTTXCT>
DENTISTA FRANCEZ. 2
>* Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <*
r rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
P p dentifico. *
^i.i.JLAJt.A.JLi.i.XiJLXX.JL!LXi.t.ffri.X
mm
DA
PROVINCIA.
Francisco Antonio de l'liTeira, ten-
dO obtido do Fxm. Sr. presidente da
provincia, a exonera rao do lugor que
oceupava de thesoureiro das loteras,
declara pelo presente, que tem suspen-
dido o pagamento dos bilhetes premia-
dos das loteras que se tem extrahido
(exceptuando os da que o deve ser em o
dia 4 do presente mez, porque os paga-
ra' somente at o dia 11 do mesmo mez
na casa de sua residencia na ra da Au-
rora n. 26) por isso que tem de reco-
lher as contas das loteras que einda
existem em seu poder, bem como os
respectivos saldos a thesouraria provin-
cial, d'onde as pessoas interessadas po-
deao ha ver os pagamentos a que sejul-
garem com direito- Recie 3 de atiril
de 1800.
Acha-se justa e contratada a taberna sila na
praca ds Boa-Vista n. 12, pertencenle a Joao
Jase dos Santos, livre e desembarazada : quem
tiver direito a mesma, aprsente suas contas no
prazo de 3 dias. Recife 7 de abril de 1860.
Ha um caixeiro que toma conta de uma ta-
berna por balanco : quem pretender, dirija-se a
ra da Imperatriz n 8, que achara cora qu-:ra,
tratar, na luja desapatos.
Perdeuse
urna pulseira de menina, de cabello, com ataca
de ouro, sabbado de alelluia, da ordem lerccira
de S. Francisco ra dosQuarteis: quem achou,
querendo restituir a sen dono, dirija-se a ra
dosQuarteis n. 12, que se gratificar.
Francisco Gongalves de Moraes, Dr. em tne-
decina pela Faculdade do Rio de Janeiro, achan-
do-se residindo na cidade de Olinda, oflerece ao
respetavel publico daquella cidade o de seus
suburliios.es seus prestimos mdicos: as possoos
que delle se quizeiem uliiisar o poderao procu-
rar na ladeira da Bibeira, sobrado do um andar.
O Illin. Sr. Manoel Peres Campello Jacome
da Gama tem urna encommenda vinda do Rio de
Janeiro, na ra da Guian. 58.
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figucire-
4o queira aonuociar sua morada ou -dirigir-se
livraria da praja da Iadependenci* que se preci-
,sa>'allar-lhe.
Ra dokuperador, confronte
ao oit do deposito do gaz.
Iiorolt & C.,atiendendo a que os senhoresoon-
sumidores degele sao pela maior parte residen^
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariamcom grande difiieuldade se este es-
te eslabelecimenlo eslivesse collocado no bairro
do Recife, poderao encontrar na.qta do Impera-
dor confronte ao ot'.ao do deposito do gaz, um
armazem com as proporqes exigidas para depo-
sito deste genero.o qual estar aborto concur-
rencia dos mesmos senhores, das horas da ma-
nha s 6 a tarde, o dia 3 do corrale em
diante.
D
D
Crislao Brasileiro. que se compoe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitagao do do Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemorajo ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exerekio da
Va-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, sauda^ocs devo-
tas s chagas de Christo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas olmas, alm de
outras oracoes. Prego 320 rs.
TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparochiaes.e
uma collecco de ancdotas, ditos chisto-
c<.o, ooutoa, Xaliulaa, peusa Hi t'ii la ujoraos,
receitas diversas, quer acerca Je cozinha,
quer de cultura, e preservado de arvores
e bracios. Prego 320 rs.
TA DE PORTA.a qual, alm Jas materias do
costume, contera o resumo dos direitos
pirochiaes. Prego 160 rs.
Atteco.
i
i
Curso fwaco e theorco de lingua fron-
ceza por uma senhora franceza, para dez
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
maiu, das 10 horas at meio dia : quera
quizer aprovoitar pode dirigir-se a ra da (
Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
adiantados.
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cioento do fallecido Josda Silva Pialo, o ob-
lam de tudo quanlo diz respcito a sua prolisso,
o por um honorario*razoavel.
_ Tendo era vista o nteresse daquelles que ha-
bitara as provincias e que tendo dependencias
na corle, a maior paite das vezes nao possuem
ora procurador ou correspondente habilitado que
cure de seus interesses, os supraditos advogados
teem annexado ao seu escrplorio um oulro, es-
pecialmente de procuradoria, no qual, debaixo
de sua imraediala vigilancia e direccao, se cn-
contram empregados habilitados que lomara a si
o trataren) de lodos os negocios que correm pe-
las secretarias de estado, e reparticoes publicas
da cdrle e capital da provincia do Rio de Janei-
ro ; fazerera tirar alvars de raercs, ttulos, di-
plomas, exlrahir patentes para olficiacs da guar-
da nacional, carias de juizes de direito, munici-
paes e de orphos, de escrlvaes, tabellies, con-
tadores, distribuidores, partidores, provises pa-
ra advogar e sollicilar,dispensas para casamcnlos,
respostasa consultas,dadas pelos maisabalisados
advogados ; ageuciarem pelo thesouro geni o
recebiMento de dinheirns que tenham cahido >n)
exerciiuos findos, tralarem de cartas de natura-
lisacaf etc.
OsJj-*ecos sao mui razoaveis, e garante-so a
prora^fio e zelo no desenipenho das diversas
Ct^BP^oos, sendo sempre bom que as partes in-
diquem qual a pessoa da corte encarregada do
negocio e do pagamento das despezas. As par-
tes que nao liverera correspondentes na corte,
podem dirigir-se directamente aos advogados ci-
ma mencionados, ou a nlgura dos seguintes agen-
tes ascapilaesdas provincias: irala-se em Per-
nambuco com Frederico Chaves, na ra da Im-
peratriz n. 17; Cabo e Escada o Dr. Carlos Eu-
genio Donarchc-Maviguier.
Condecoraces.
Compras.
C\S\ LDSO-BRAS LEMA,
2,- Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e escolenles ac-
comroodaQes para muito maior numero de hos-
Eedesde novo se recommenda ao favor e lem-
ranca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-lhcs seus
servicos o bons officins guiando-os cm todas as
cousas que preciscm conhecimento pralico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do inglez alla-se
na casa o hesprnihole francez.
SOCIEDADE BARCARIA
Amorim, Fragoso, Sanios
Compenhia.
Os Srs. socios commanditarios sao convidados
a realisar a segunda entrado de 12 1(2 por cento
sobre os seus capiiaes al o dia 16 de abril cor-
rente, jlo couformidade com o respectivo contra-
to social.
2*M"**J* @| c -se. vende-se e troca-se escravos :
g Direita n. 66.
| *T Compra-seuma preta boa engommadeira e
^^ozinheira.e que sej moca c de boa conducta :
no escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira.
Corapram-se moedas de ouro : no escrip-
torio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Compra-se um cabriolet de qua-
tro rodas, que esteja em bom estado e
ten ha coberta : na ra da Gloria n. 5.
Constante-
mente
DENTES
ARTIFICIAES.
|Ruaestreiia do Rosario n. 3|
@ Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
uficiaes pelos JoussyslemasVOLCANlTE, @
chapas de ouro ou platina, podendo ser S
procurado na sobredita ra a qualquer &
@@@ @@@ tt Mili
O abaixo assignado, empregado no thesouro
nacional, e residente na corte, se encarrega de
tirar e remetter com promplido os competentes
ttulos quelles senhores, que foram agraciados
no dia 14 de marco, anniversaro natalicio de S.
M. a Imperatriz. Ser porem ncessario que lhe
itos na ra do Col-1 SSJWSSff SSSt&S:
do Queimado loja residencias para facilitar a remessa dos mesmos
leg o venda n. 25 ou na ra
n. 10.
:= Caeiano Pinto de Veras faz scente a quem
nl ;ressar que esl em exercicio da vara dejuiz
de paz do 4o anno, do primeiro distado da fre-
gurza doSS. Sacramento de Santo Antonio des-
la .dade, para que foi elcilo o que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n. 8,
e em qualquer parte que fur encontrado ; e que
da audiencia as tercas e sextas-feiras as 4 1|2
noissda tarde como ja tem annunciado, na cosa
de 1860daSaUdenCaS* Recife 29 de fevereiro
l. 27-Roa da Irapcratriz-X. 27.
L. Pugi.
nica eflicina em Pernambuco para lavar as
pHliinhas das mobilias a mais encardidas tor-
nando-se outra vez tao Ivas como no estado
primitivo ; esla magnifica preparacao chimica
em a propnedadede desenfectir as mobilias das
pe.'soas moras de molestias contagiosas na
mesma casa Iavam-se chapeos de palha de Italia
e Lem-se moda.
ttulos. Encarrega-se igualmente de lodos
bandejas enfeitadas.
Conlinua-sea preparar com dilTerenles model-
los o figuras, bandejas dos mais escolhidos boli-
nnojos do oosso mercado, e delicados bolinhos
em libras separadas, pesado vista e conlento
da encommenda ; assim como bolos inglezcs
francezes e de massa seccada mandioca, pudins'
crcme, pastis de nala, e tambera os pastis de
corno de porco proprios da paschoa, tudo com
muito asseio, bem feito, e o mais em conla ; di-
rija-se a ra da Penha n. 25, segundo andar
que ficar bem servido.
Francisco Jos de Oliveira Barbosa e sua
mulher, tendo feito patrimonio a seu cunhado c
irmao Malinas Ayres Delgado, paja lomar ordens
de nnssa, em um predio seu, sito na ra de S.
SebasliSo da villa de Iguarass, fazem publico,
que tendo o referido seu irmo e cunhado mu-
quaesquer negocios pendentes das secretarias de I dado de vocaciio. c abandonado os esludos, Dea
estado, thesouro nacional e internuncio aposto- sem vigor a referida escriplura, assim como ne-
lico. Rio, 20 de mareo de 1860. Joo'Bapia
Carneiro da Cunha.
o mesmo para receber alu-
nhum direito tem
gueis.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
POI 10 e ra da Cruzn. 29, lendo duas vistas, ra da Cruz
tratar na
E
moedas de ouro de 16$ e 20^' : na ra
da Cadeia do Recife loja n. 22.
Vendas.
Saca-se para o
Lisboa, qualquer quantia : no ?uaUd0B.pneian. dS T",oe^': v
escriptorio de Carvalho No-
gueira & C. ra do Vigario n.
9, primeiro andar.
Irmandade do Senhor Bom Je-
ss das Chagas da igreja do
Paraizo.
A mesa regedora desta irmandade julga cum-
pnr um dever de solemne gratidao, manifestan-
do publicamente o seu reconhecimento s rom-
munidades religiosas dos Rvms. Carmelitas -
= Precisa-se de um criado para um hornera
solteiro, c que d fiador de sua conduela : a tra-
tar na ra do Imperador (antiga ra da Cadeia,
n. 25, segundo andar.
Consultorio
ra da
nos
DO
D. \l
Ra do Brum (passando o chafariz.)
-- Nii ra do Imperador n. 28, aluga se e ven-
de- se em grandes e pequeas porces bichSS Franciscanos desta ciddde". a"ssocTed7des dosTv-
Jiainburguezas, e tambera cal da mais nova que rf)graphos, dos Saccom.s Mutuos, dos Selleiros
na, para laDnco do assucar, por prego commodo I e dos Marcineiros. e as pessoas particulares que I
concorrerara para o brilhanlismo da procissao '
que expuz vista dos fiis domingo prximo pas-
sado, 1 "do correnle. Oulro sim, agradece cor-
dialraente aos moradores das ras por onde tran-
silou a procissao, pelo eslado de limpeza das res-
pectivas testadas de suas casas ; pedindo descul-
pa aos moradores daquellas ras por onde, se-
gundo o annuncio anteriormente publicado.' dei-
xou le passar a mesma proci.'so, por seme'lhan-
le falla, nicamente devida lardanca de com-
p3recimento do capellao da irmandade, o que
occasionou que a procissao nao podesse sahir da
igreja se nao j bastante tarde. Consistorio da
irmandade do Senhor Bom Jess das Chazas da
igreja do Paraizo 3 de abril de 1860. ,-
Bemjamin do Carmo Lopes.
Escrivao.
Precisa-se de um criado de t i a 16 annos
dando fiador sobre sua conducta, assim corno
uma menina da mesma idade para pensar uma
enanca, dando-se alguma conveniencia: na ora-
ca do Corpo Santo n. 17, terceiro andar.
Charnt,
compendio de pulosopha
Esl no pftlo uma nova edcao deste compen-
dio, a qual deve sabir por todo este mez e as-
s.gna-se desde j a 5J o exemplar, na 1 vraria
dosedicloresGuimares & Oliveira. ra do Im-
perador n. 20 : os senhores esludanles
receber as formas quo se achara
podem
impressas at
proporco que
^o depozlo deste eslabelecimenlo sempre ba grande sorlimenlo de me-
ebanismo para os engenbos de assncara saber: !
Machinas de apor moderna, de golpe cumprido, econmicas de combustive e deCcillimoassento ;
Rodas d agua de ierro com cubo* de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Cannos de ferro, e portis d'agua para dtas> e serrilhas para rodas de madeira
Moenda inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Meias moend-a com rodetas motoras para agua, cavalLos, oubois, acunhadas um eguilhOei deazs ;
Taixai de ferro fundido e batido, e de cobre;
Pares e bca para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinho de mandioca, fornos para coaer farinha ;
Bodetas dentadas de todos o tamanhos para yapor, agua, cavallos ou bois ;
AguilhOes, bronzes e parauwi, arados, eixos e rodas para carrocat, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D.W.Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com 1
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanisino proprio para os gricul- Santissimo Viatico
tore desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoa lmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela eontinuaco da gia fabrica ein Pernambuco, para modificar o roechanis-
mo a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
paginas 64, e dah por daute
forem sahindo do prelo.
O juiz da irmandade do
Santissimo Sacramentoda fre-
guezia de S. Jos do- Recife,
aos enfer-
mos, por motivos niujto jus-
tos, fica transferida para do-
mingo 15 do corren te, s 8 ho-
ras da manha.
medico,
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua
seus trabalhos mdicos.
Companhia de il-
Iumina(;ao a gaz.
Os agentes da companhia de illumi-
nacao a gaz, rogam a todas as pessoas
que devem a mesma companhia con-
lome as contas ja entregues, o favor de
saldarem as suas contas da data deste a
10 dias, Cndo este prazo os agentes
veem-se obrigados a nao fornecerem o
gaz diario ecobrarem judicialmente os
objectos empregados nos estabelecimen-
tos e casas particulares. Recife 7 de
abril de 1860.
Laboratorio de favagem
NA.'
Casa de bandos do pateo do Carmo.
Neste eslabelecimenlo, cujos perfeitos appare-
lhos vindos da melhor fabrica da Europa, leem
de ser em breve ampliados com outros novos e
de maore3 dimenses, j se lava e engorama
com perfeicao toda e qualquer qualidade de rou-
pa no curio prazo de 12 a 15 dias. Consegue-se
este resultado pelos systeraas mais simples, ex-
aclos e inofensivos, ajudado pelo concurso in-
telligentedo obreiras fnncezas, inglezas, porlu-
guozas e nacionses, e pela certeza que rcsulla de
uma pratica de auno e meio.
Garanle-se o bom resultado, tiram-se todas as
noiloas, inclusive as do mofo na roupa branca.
Recebe-se a roupa nos dias 1,2 o 3 de cada
mez, e entrega-sc nos dias 15,16 o 17, e a que
se recebo nos dias 16, 17 e 18, entrega-se nos
das 30, el e 2 do mez seguinte.
No mesmo eslabelecimente precisa-re anda do
peritas engommadeiras e boas lavadeiras. quer
sejam escravaa, lvres, nacionaea ou cstrancei-
ras. Paga-sc at1* diarios, dando-se sustento, e
fri?n..VJla' d?rmir n. eslabelecimenlo, u
ViT,"8b0ra? .d1 m,,r,h5a e "Harem as 6 da
su. coacfaem ldoocaso de > 8te
Precisa-se de um bom ortelo pa-
ra um sitio distante desta cidade 5 le-
guas, paga-te bem: dirijam se a lba
dos Hatos a fallar com o director das
obras publicas.
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWA Y. tU "
Milharesde individuos de todas as nacocs pp-
dem teslemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso ncessario, que,
pelo uso que delletoram tem seu corpo e mem-
bros inleiramente saos depois de liaver emprega-
do intilmente outros tratarantos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas myavilhosr.s
pela leilura dos peridicos, que Ih'as reliiam
todos os dias ha muitos annos; ea maior pa:ie
dcllas sao tao sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Quautas pessoas reco-
braran! com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam solTrer 1
amputacaol Dellas ha muilas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimeutos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das laes pessoss na
enfuso de seu recouhecimento deelararam e-
les resultados benficos diante do lord correg s
dor e outros magistrados, afim de maisaulCLii-
carem suafirmativa.
Niuguem desesperara do cstsdo de saude sa
livesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratatoqunecessitassea natufeza do m.-.i,
cujo resultado seria prova rincontestarelim'i::e
Que tudo cura.
O ansuento he til, mais particu-
larmente nos seg-uintes casos.
Inflammaco dabesiga.
da matriz
Ler
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupgoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
rnaldade ou falta de
lof as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
{"chaces. Veas torcidas ou neda-
Innammacaodongado.l das as pernas.
Vende se este ungento no estalecimciilo
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e liespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocelinha coctfm'
uma instrucSao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 23. em Ter-
nambuco.
,
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de repfig.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarua.
Supuracoes ptrida.
Tinha, em qualquer j.. r-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulacoes.
I
I
:
Sndalo
45Ra Nova45
Variado sorlimeoto de loques de san- %
dalo a 10)000.
SIN
Milho e fardo a
5tf>00, saceos grandesna : ra Nova n. 52.

j~m~sr
"-r?

-IV U'


w
mfiKhPE PHISAMBOCQ. TEBtf. FEIRf 1& DE .ABRIL f g 1860.


a
3(00o
Na ra do Queimado n. 19.
Vende-so madapolao com pequeo loque a
39000 a pega.
Palitos de brim a 3S.
Palitos de brim de linho a 3j cada um : na ra
do Queimado n. 19. ^
Carne de vaca salgada.
Vendc-se na ra da Cruz do Recito n. 50, pri-
raeiro andar, por menos preco do que Cm oatra
qualquer parte.
Peclncha.
Fumo americano.
Vendo-se.fumo americano proprio para Bas-
care fazer cigarros : na ruada Cruz do Recite n.
50. primeiro andar, caixinhas do 20 o 40 libras
a 400 rs. a libra.
Pofcassa da Russia
E GAL DE LI0.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra di Cac.eia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal Tirgem em pedra: ludo sor retos multo
razoaveis
mtet
Vndese
m
2$000
peca.
Algodo cora toque de averia a 2g a pega :
ra do Queimado n. 19.
na
&
Engenho.
Eitopa. @
C imis(>s inglezas. @
B scoutos em latas. Qf
R n casa de Arkwight & C. ra da Cruz nu-
mero 61.
28000
Cobertas de chita : ni ra do Queimado n. 19.
Chales de
merino a2$500.
a 29500 cada um

@ Vende-se o engenho Santa Luiia, sito na
roguezia de S. Lourengo da Malta, entre @
^ os engenhos Pencdo de Baixo o Pnedo de
Cima : trala-se no mesmo engenho ou no
engenho Mussambique com Felisbino de g>
Carvalho Rapozo.
@@@s@@*#
Aos senhores logistas de miudezat.
Bicos prelos de seda,
mina brancos e prctos de algodo.
Luvas pretas de torcal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-se
por precos commodos, cm casa de Soulball Mel-
lors & C., ra do Trapicho n. 38.
na
Arados americanos e machinas
pan lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hns on & G. ra da Senzala n. 42.
diales bordados a rail rs.
Na ra do Queimado n. 19.
V nderi-se chales bordados a seda com defeito
do a za doce, a 19 cada um ; a elles, antes que
se aiabera. ? .
Attenco.
Vendem-se eslampados
ra do Queimado n. ID.
CALCADO
Grande sorlimento.
4a--Raa Direita4S
Os estragadores, do calcado encontra-
ra j oeste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegains aristocrticos. 9,8000
D.tos (lustre e bezerro)..... 7^000
Borzeguins arranca tocos. 7#000
Ditos econmicos....... 6#000
SapatOes de birter (lustre). 5^000
? Se^ahora.
Bjrzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) v^>. .... 5f000
Ditos todos de marin contra
calos (salto dengoso).....4#500
Borzeguins para meninas (Cor-
tissimos)..........4000
E um perfeito sorlimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, corno sala, couros, marroquins, cou-
ro de kutre, Qo, itas, sedas etc.
19000
2&000
49000
100O
AS lELUORES MAHIXAS DE COSER
DOS ,
Mais afama los autores de New York
I. M SINCERA C.
E
WHEELER & WILSON.
No novo eslabelecimento vendem-se as machi-
nas destes dous autores moslrara-se a qual-
quer hora do dia ou da tioite e responsabilisamo-
nos por sita boa qualidade e seguranga :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leito &
Irmao, ra da Imperalriz
atorro da**oa-V'isla.
Si .
l";
1 :
i
n. 10, amigamente
: :.!X332&222S~i?.Z2Z237r.-fi
M
M
:.-
;>
: i

H
l:
S
-2
GRANDE E VARIADO SORTMEUTO
DE
Ra do Queimado
loja'de 4 portas n. 10.
Ainda restam algumas fezendas par* conclu-
ir a liquidado da firma do Leite & Correia, as
quaesso vendom por deininut prego, sendo en-
tre oulras as seguintes :
Magos de meias cruas para homem a 19600
Ditos de ditas de cores
Ditos da ditas cruas rauilo superiores
Ditos de ditos para senhora
Ditos de ditas niuito Gnas
Corles de caiga de meta casemira
Ditos de dlias de casemira de cores
Ditos de ditas de casemira preta a 59 e 69000
Brim trangado branco de liaho fino
vara
Corles de coleto de gorgurao de seda
Pao prelo fino, prova de limoo 39 e
Grvalas de seda preta e de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estreitas 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade eovado 286
Cassas Je cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 29000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega 49000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de lia bordados de seda um 29000
Grodenaple preto, largo covado 19800 e 29000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baplisado 59000
Veos bordados para chapeo 29000
Entre meios bordados 19600
Athoalhado adamascado largo vara 19280
Lengos de chita escuros um 160
Gangas de cores para palitos eovado 200
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
Ihores chaces de castor.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecleur.
Pilulas contra sezes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermifugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway.
Pilulas ilo dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oucas a
121ibras
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Von'de-se a elegante arraaco (Iluminada a
gaz) da c;isa n. 12 do pateo do Tergo, prafria pa-
ra lija di fazendas. para o que hoje esse lugar
mui.o pncurado, miudezas, deposito, taberna,
ou I ija do charutos.
8$ dinheiro avista.
Ferros econmicos americanos com
folie e descanco : na loja de erragens
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Re-
cife n. 56 A.
Sndalo.
Hicas bengalas, pjlceiras e leqiies :
3*0001 vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
49000 loja do Lecomte.
29000
59000
Esa da Senzala Itova .r4i
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimento de. moeodas e meias moen-
das para en8enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para dio.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmio eonlinuam a torrar na na
da Cadeia do Recife n. 48, pegas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4*500 e 5$, lenges de cam-
braia delinho a 39 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linios padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 39800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales do meri-
no lisos a 45500, e bordados a 69, paletotsde
alpaca prela e do cores a 59, ccroulas de linho
e algodo, camisas iugVczas muito superiores a
609a duzia, organdys de lindos desenhos a
I9IOO a vara, cortes de cassa chita a 8$, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4$S0O, 5J, 5J500,
6,7 e 85, chitas inglezas de cores xas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, corles de
caiga de brim de linho a 29, ditas de meia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muilas fazendas que se vende por
barato preco.
a
Xarope
Na loja. do Preguica oara do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Cbajy e merino de cores, ptimo ro k para
roupoes evestiJos de montara de Sra. como para
vasiuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito fios pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, listante largas, de variados padroes
a 260 280 ris o covado grvalas a antazia.o
mais moderno possivel a 19 e 1200 cadauma, e
oulras muitas fazendas, cujos pregos extraor-
dinariamente baratos, stisfarao a expectativa
do comprador.
Com (oque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lengos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arraa-
xem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmos. ra da Imperatriz n. 10.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 1,
loja do Leconte.
mmsm $m% msm ms $&%$im
40 Ra do OneimaSo. 40
Grande sorlimento defazen-
G1UM ARHAZEH
DE
Le ja da boneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gr os cabellos em dez minutos, como
tarabein tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
A 2SO00 cada duzia.
Ra do Rueimado n. 19.
Lengos brancos do cambraia para algibeira a
2$ a du> a.
Cobertas de chita a 2$.
Un ra do Queimado n. 19.
Tambem se vende a 320.
Ra do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo baratissirao prego de 320 rs.
o covado, brim de linho branco trangado a 19 a
vara, ganga franceza de cor para caiga e palelots
a 500 rs. o covado, lencos de cassa de cor para
meninos c meninas a 80 rs. cada um.
A 2$500 cada chales.
Ra do Queimado n. 19.
Chales de merino estampados a 2$500.
Algodo monstro com 8 pal-
mos a G00 rs. a vara1.
Vendo-se na ra do Queimado n. 19/
Cambraia adamaso, la.
Vcnde-secambraia adamascada para c\.....-Jo,
de lindos lavrores : na iua do Queimado n. 19.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque lem
estabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e arraazem do drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Filho: desnecessario fa-
zer elogios bondado dcste xarope, nao s pelo
reconliccido crdito de seu autor como pela acei-
tago que geralmente tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido cora applica-
cao do xaropo de Bosque, o qual verdadeiro an-
udlo para todas as molestias dos orgaospulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro-
pria assignutura dos proprietarios. e no falsifica-
do' esta lithographada.
Roupa feitaJ
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceifo dos
Militares.
Neste armazcm encontrar o publico
um grande e variado sorlimento de rou- i
pas leitas, como sejam casacas, sobreca- !
sacas, gndolas, fraques, e palelots de i
panno fino preto e de cores, palelots c
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, palelots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira preta e de cores, dilas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, do fustao e riscados,
i calcas de algodo, colleles de velludo
| prelo e de coros, ditos de setim preto e
branco, ditos de gorgurao e casemira, di-
tos de fustes e brins, fardaraentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas franccza3, chapeos e
grvalas, grande snrtimcnlo do roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitasse apromptaro oulras agosto do
comprador dando-se no da convencio-
nado.
Pianos
Rouasj) leitas e lazendas,;
NA
e aTmazem
DE
:;
;-.
liona e barato.

Vend3-se espermaecte em libra a 640 rs., lou-
cinho a 360, ervilhas a 160, passas a 480, man-
leiga ingleza a 800 rs., dila franceza a 560, dura-
rlas a '300 rs., btalas a 40 rs., doce de goiaba
a '19 o caixao, ceblas a 800 rs. o cenlo, painco
a 160 a libra, por baixo do sobrado n. 16, com
oi'io para a ra da Florentina. -"
Pennas de a Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, de Guedesi-Gongalves, as verdadeiras pennas
de 3go :.nglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
pr^go de 1500 a caixa.
Bezerro franeez
grande e grosso ;
Na ra Direita n. 45.
importante.
45 Ra Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
com alguns pares de borzeguins que lhe
restam, dos famosos arranca-tocos, ci-
dadaos etc., e sem o menor defeito, re-
duzindo-os ao preco de 7#000
Oleado de
cores.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
6 possivel neste genero, e de diversas larguras,
por prego commodo : na ra Direita n. 61, loja
ae chapeos elJ. ae u. reijo,
Cahmgas.
Na loja da aguia de ouro, na ra do Cabug n.
I B, vendem-se boneclas de choro a 500, 600,
^is^stssj^ss. =-.i sitas\ t MaSSSaS:
borzinhos proprios para meninos, apparclhos pa- e
ra almogo e para jantar para bonecas.
para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mbs precos para acabar.
B-se amostras con ueohw.
Corles de vestido de seda de cores com
babados
Ditos de dita preta com babadoa
Ditos de dita gaze phantazia
Roraeiras de fil de seda preta bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado 1$ e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmes
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaza trans-
parentes
Ditos decarahr3ia e soda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos o bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de Monde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas .
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dila do algodo bordados
i Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
i Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia de todas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho franceos pretos e
de cores
Aberturas para camisa de liaho e algo-
do, brancas c de cores
i Saias balao de varias qualidades
; Chapeos francezes Onos, forma moderna
! Um sorlimenlo completo de grvalas de
seda de lodas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas do fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodo
jCapcuas brancas para noivas muito finas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
i Meias cruas
meninas
|Dilasde seda para menina, par
| Luvas de o de Escocia, pardas, para
I

I
I
I
19200
I
33000
lCOO
lOOOO
161000
1&000
9

9
9
9
8
900
9
9
53000
9
3q
9
6S000
85500
s
9
8
brancas e de cores para
9
1*600
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
RELOGIOS.
es&Bastos
Na ra do Queima-
do n. 46.
Ricas sobrecasacas de panno fino pretos ...
E e de cores a 283, 309 e 35?, tambem temos g
i' paletots dos mesmos pannos a 229 o. 249. I
s: palelots do casemira de cores de muito 3
fi bora gosto e finos a 129,14$. 16$ e 18, di- g
gg tos de panno preto para menino a 189 e
K 20$, ditos de casemira de cores a 89 e 109, f;
f': cuicas de casemira de cores e pretos e jun- o
j tara'ente para, meninos a 79, 89, 99, 109 e ^
t: 12$, colleles de gorgurao de seda .e case- :s
|; mira a 5$, 6$ e 7$, paletotsde alpaca pre- |s|
.i los de cores saceos a 49, ditos sobrecasacos :';,
fti a 79 e 8$, itos de brim, de esguio e de ^
^J futo tanto brancos como de cores a 49, ti
ti 495OO, 59 e 6$, caigas de brins brancos mui- H
lo linos a 5$. 69 e 79, colleles brancos e de 3
f-! cores a 3$ e 35500, camisas para meninos |\,
.: de diversas qualidades, calcas de brins de H
; corel finas a 39500,4| e 59, um rico sorti- |
11 monto de vestidos do cambraia brancos
; bordados do melhor gosto que tem appi- H
, 1 recido a 289, manteletes de fil preto e de j
i: cot muito superior gosto e muito moderno M
j a 203 cada'um e 249, ricos casaveques de H
.; cambraia bordados para menino a 109, di- jg
*i tos para senhora a 15$, ricos enfeites de 4
^j froco de velludo gosto melhor que lem ap- j|
j; parecido a 109 e 129, e oulras muitas fa- f
idase roupas feitas que com a presenga O
|] do freguez se fara patente.
^Casacas para a quaresma
Ncslo mesmo estabelecimento ha um U
P grande sorlimento- de casacas pretas, as- y
ai} sim como manda-se fazer por medida a von-
R lado do freguez. escolhcndo os mesmos os
'1 p.'11 nos a seu gosto sendo os pregos a 359
'Jl e 409-
|r Camisas inglezas
Temos novanjento chegados: ricos vesli- H
P dos pretos bordado a velludo a 90$, ditos a
Sj bordados a seda a 759 t 609, assim como 3
J ricos manteletes pretos da ultima moda a f
169.20*e309.
Attenco.
VendcmTie^crmceftani-se .carrinhos de mi :
na ra da dricorfli mlroute'a reuti Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C
Cruz n. 61.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Boskell, por pregos commodos,
e ;amhm trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle sosto.
ra da
Ferros de engom-
mar econmicos
A S$000.
_5~
Elegancia
A 8^000 rs. com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Praga do Corpo Santo n. 2.
Ra da Cadeia do Recife n.44. -
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dila do Crespo n. 5.
Dita daPenha n.16.
Dila do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperadora. 20.
Dila do Queimado a. 14.
DitaDiceila n. 72.
Dila da Praia n. 28.
Dila da Praia n. 46.
Dita do Livramcnto n. 36.
Dila da Santa Cruz n. S
Dita da.Im eratriz n, 10, irmazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leite & Irroo, todos
estes lugares do-se por um ou dous -dias fara
QiperimenltF-sc.
Bonitas e elegantes caixinhas com
jjj; amendoas para brindes : vende-se na ra
*, Nova n. 45. no armazem de fazendas e
H> madas de Paria & C.
$#,) S^" No mesmo estabelecimentp so ven-
J5 de :ortes de cambraia de eor do'10 a 11
S varas, gosto Condega d'Arc a 4$500 rs. o
f) corle.
msmmzwz %mm$m$w$ $&$&%&*
Leja da boa na ra
da Imperatriz n. 74.
Vendem-se verdadeiras luvas de Jouviu muito
njvas, brancas, pretas, tr de canna, para lio-
nera e senhora, a 2$400 o par, pretas de relroz
com palmas de vidrilho a I96OO, ditas de seda
e feiladas a 2$200, lisas a 19280, ricos pentes de
t ataruga virados muito fortes a 10$, ditos sem
sorem virados a 4$, ditos virados imitando-lar-
V rUf5?,,a l600'ricos enfoites de vidrilho prelos a
Ap e 4j espartilhos de linho com carreteis a 69
ciida um, ricos leques imitando marfim a 2S500,
ricos manguitos com c.amisinha e gollinha de
cambrua bordados ^i 69 o par, manguitos com
gollinha a 49 e 5, camiet com gollinha a 39 e
;500, gollinha de bordado aberlo para menina e
senhora a 800 e 19500, agulhas francezas com
findo azul de n. 6 a 15, alfinetcs emxaiiinha de-
cabega chala, brancos c prelos, ricas franjas pre
US con vidrilho. dilas sem vidrilho, pretas e do
cores, fila de seda, velludo, bicos, rendas, ran-
js.la, linho, galoes de cores e brancos, esou-
rns, caivetes, facas, garfos e colheres de todas
a qualidades, sapalos de marroquim e couro de
lustre para menina o senhora, ditos do Aracaty
para homem, e muitos mais objectosque se ven-
den) per menos do que ero oulra qualquer pirte,
babados bordados para manguitos o caloinhas de
meninos.
Vendem-se 20escravos de ambos os sexoo,
com habilidades ou sem ellas, tanto o prazo cs-
mo a dinheiro, c por prego commodo : na rnc
Direita n. 66.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS hlLWOYA.
Este tnestimavel especifico, composlo inteira-
menle rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, eacompleico mais
delicada igualmente prompto c segu o para
desaireigar o mal na compleigo mais robusta ;
inteiramente innocente em suas- operagoes e ef-
feitos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer especie egro por mais antigs e enazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
mort'e, preservando em seu uso : 'conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais affiictas nao devem entregarle a de-
sesperago ; facam um competente ensaio dos
efcazcs efTeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
menino
U6SI^-gSS8ie5^^S^3iSie-^ I Velludilho de cores, covado
> elbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e deco-
res, o par
Ditas de seda idem idem
"Um sorlimenlo completo de mas de
seda bordadas, lisss, para swhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de collele de gorgurao de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
sapaiiniios de merino borJados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasnfui-
lo superiores, covado
Tafel rxo, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
pretos e j Para foos, com 4 palmos de largura,
ue cores, muito finos 69 e 79, ditos do chile a j covado
33500 5, 6, 8.10 e 129, ditos de feltro em gran- Setim liso de todas as cores, covado
de sorlimento, tanto em cores como em qualida-,ri ,, f ,^' covaao
des, para homens e meninos, de 29500 a 7$, di- irancezas claras e escuras, co-
9320
I92OO
700
23000
lCOOO
em grande sortimerlto' para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
vado a 260 e
Cassas francezas de cores, vara a 500 e
Longos de seda de gorgurao pretos
esguio de linho mo-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre, di-
tos de casemira cora aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conta, bonetes'rAii*"_K"
francezes e da trra, de diversas qualidades, para |,j011annnos
meninos, chpeos de muitas qualidades para me- demos
ninas de escola, chapelinaseom veo para senho- \ Ura complelo sorlimenlo do rouna frita
ra, muilo em conla e do melhor eoslo oossivel I ,j. ._ 'u^a iena
chapeos de seda, ditos de palha JazoJsln&l S?e "SS^ ffi?'
les para cabega, luvas, chapeos de sol, e outros l"'1" de muilas "lidades
muitos objectosque os senhores freguezes, vis- R0int,n- ur, j
la do preco e da qualidade da fazenda. nao dei- 1 ??i?JSA bras. dVuro
xarao de comprar; na bem conhecida loja de |CrteS d "sn" de c.ores de 59 a
chapeos da ra Direita n. 61, de B. de.B. Feij.
9
89OOO
25*500
2$ooo
I9OOO
$500
19600
9
9325
*640
5
l$O0O
9
9
12C000
-
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto internitente.
cstotfais edescobrtos, pequeos e graades, de
ouro^ atente ingLaz, para homem o aenhora,
da um dosmelhores fabrvafltea da Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Siuthall Mellors 4 C.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidaa.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes".
Inflammacdes.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucgo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso. *
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se fazandas por barato"
prego e algumas por menos de seu
valor para acabar, era peca e a reta-
Iho : na ruado Queimado loja
portasn. 10.
de 4
Algodo monstro.
A 600 rs. a vara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; este algodo serve
para toahas de mesa por ser de superior quali-
dade.
por sacca d#--*miIho;
Irmos.
*4,000 rs.
nos armazens de Tasso
Cocos italianos
de folha de landres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatro dos nossoa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
I loja de unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, pelo Dr. Mello Mora es : vende-se a
4# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas larradas. lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda Iavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 29 e
Sarja preta larga, covado
1$600
29000
1$80
2^500
2JU0C
Vendem-se estas pilulas no estabelecnentol
geral de Londres n. 224, Slraod, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
enearregada* de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetidhas a 800.rs. cada urna
deltas, contm urna inslruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de m usar dotas prtuls.
O deposito geral *m tasa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. M, em Per-
oambuco.
Nova invengo aperfei-
(iiaila,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite &. Irmao.
Ra do Queimado n. 37.
A 30$ corles de vestidos de seda quecustaram
609; a 169 cortes de vestidos de phautasia que
custaram309; a 8$ chapellnhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
pretb,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota: na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite &. Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loj de 4 portas.
- Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican. Ilratar no raesni engcoho com o proprieiario.
fo Tr,nm.nn A* urak..>~ Vende-se m cerro de 4 rodas, bem cons-
te Traumann de Hamburgo. truido e forte, cem assento para 4 pessoas de
dentro, eumaasenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arrai jado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree &. C. n.
42, ra da Cruz.
Em casa de Southall Mellors & C, ra do
Trapicho n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de munigo sorlido.
Pregos de todas os qualidades.
Alvaiade.
Vinbq de Sliery, Porto, Hungarian em barri.
DUo de Koseibi em .xm.
Coguarl em calas de duzia e barris.
Rel tros.coberqs e descobertos (bem acreditados].
> ( Traatf I ios de ouro pera o raaos.
BiSpilos sorlidos em Utas pequeas. .
naj-uado *SiraaOoja de 4 portas n. 10."
H Continua-se a vender lazendas por"baixo
g prego al mesmo por menos do seu valor, B
* alm de liquidar contas : na loja de 4 portas 9
f na ra do Queimado n. 10. fe|
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. Pl.ionhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeeiros e casligaes bronzeados lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patenteinslezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, epara meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
Vende-se
o engenho Aremun silo na freguezia da Esca-
da.no limite do Cabo, arredado um quarlo de
legua da estrada de ferro, com bastantes mallas
vi.-gens, edificado de novo e lodo demarcado a
do de
com
SABO
enosito geral do Rio, de Janeiro :
Tasso Irmos.
.. Farinha de mandioca
POS armazens de Taaso & Irnlos.
ItfiHlO
aos atmazos. de Tao & Irmao*.
a tratar

T*
IMIJTII ADOi

7,* ^^.JU'JffiW
"W!T


'-----J.A.
tUlf
-largo da OViilia-
Manteiga perfectamente flor a 800 rs. a libra e em barril se far mais algum abatimento.
Quejos multo HOYOS
a 1J700 rs. e em caixa se far mais algum abalimeulo nicamente no armazem Progresso.
A.meixas francezas
em latas de folha e campoleiras de vidro a 90O rs., e em porgao se far algum abatimento s no
Cavloes de \>o\in\\os
muilo novos proprios para mimos a 500 rs., e em porro se far algum abatimento s no Progresso.
Figos de comadre
em caixinhas elegantemente dnfeitadas e proprias para mimos s no Progresso ecom avista sefar
um prego commodo.
lalas de soda
com 2 1|2 libras de difTercnles qualidadesa ll>600 rs., nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso.
ttolaclvinua ingleza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4g, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
no Progresso propriaspara manleiSa ou oar qualquer liquido de 400 a 1J200 rs. cada um, se
Cuoco\ale Crancez
wmw2Zt^l2S!. ven2om"se ?.f uintc "?eneros lud recenteracnte chegado e de snperio-
bnea'd1 ?.i PrC8unlS f r!- a "bra. el"""?* niuilo nova, marmelada do mais afamado fa-
rommpndhf l' V e l,om,lc' Perasccca. P"838. '"'das em calda, amendoas. nozes, frasco*
" arn"" c*"lw. no paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaui proprio
ma m fin. cha.rutos fdos "c" fabricantes do S. Flix, micas de todas as qualidades, gora-
nPrmoLi' 7 '"""zas, champagne das mais acreditadas marcas, clrvejas de ditas,
f-.?!^ ral0' l,coes francezcs mult0 finos. marrasquino de zara, azeite doce purilicado, azei
ml&idn.Ino.vas-bauhadePorcorcfinaJoeoutros muito gneros que cncontrarao tendente a
uiumaaos.por sso prometcm os proprielanos vendorcm por muilo menos do que outro qualquer
promotera mais tambera servirem aquellas pessoas que mandaren) poroulras pouco pralicas como
se viessem pessoalmenle ; rogara tambera a todos os sanhoros de engenho e senhores lavradores
queiram mandarsuas encommendas no armazem Progresso que se lhcs allianca a boa qualidade e
o acondiciouamcnlo. "
Yerdadcira goma de mala vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso. ,
Palitos
cilhaJos para denles a 200 rs.^ maco cim 20 raacinhos. s no Progresso.
Cha nyson, nevula c preto
os mclhores que ha no mercado de lj600 a 2j>500 a libra, s no Progresso.
Passas em caixinhas de $ Vibras
as mais novas que lem vindo ao nosso mercado pelo diminuto proco de 2$560, s no Progrosso.
Maceas em caixinhas de libras
contendo 405 qualidades pevide, grao de bico, cslrelinha.alclria branca e amarella e pastilhas do
maja, s no Frogrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cuouviv,as c paios
se Srf unrparSe?oUecomramodo8*>. afiaoeando-se a boa qualidade e a vista.
bwkwtwiaroc, ^ iBmfr-m&ii*Mktki.**w-fm*i
Aogusto k Perdfgao
Com loja na ra da Cadeia do
Recife n. 23, confronte ao
Becco Largo.
Desejando fazer conhecido scu novo eslabele-
c ment offerecem aos sus freguezes um com-
pleto sortiment de fazendas de moda, finas e
mais inferiores, pelos mais commodos presos
que Ins sao possiveis. e compromeltcm-se man-
as r levar as casas das familias quando queiram
escolher a sua vonlade.
Entre muitas fazendas mencionamos algumas
cerno sejam as seguintes :
Reos cortes de vestidos de seda bordados a vel-
ludo barra aquille.
Ricos corles de vellidos de seda eslampado de
duas saias.
Polonesas prctas de grosdenaples o mais moder-
no e proprio para senhora.
Ditos di gorgurao imitarlo de casaveque po-
rera muito comprida.
Miinleltes prelos bordados a seda.
Ditos pretos bordados de vidrilho.
Ditos da fil de linho.
Pelerinas de-fil ruuito moderna.
T.ilraas prcla de novo gosto.
Miintel tes de lorcal de seda froxa de dilTerentes
en
DE
(MUDUBAfiDA I f ttffiEGD fi)g IE7AES.
Sita na roa Imperial 1.118 e 120 joato a fabrica de salmo
' DE
Sebastio J. da Silva dirigida p*r Francisco Belmiro da Costa
fde300aVf^*rleCm,en,0HhVempre PromP!?,s ambiques de cobre de d.fferentes dimencoes
(n.5u d00i)!.?imPles?dobrados.Para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contino'
Sfrfh^Silar deslllar.pinlcs com graduado at 40%ros (pela graduacao dSel on CarUer do
^tSs%W2n8,o,e aPPr0'ad<"/0nh^ud0S.nesta e ouiras proTina. do imJanV bombas
H hrrin.f^^ C0CSUaSpera-nle8 e,de,rePucho tant0 de cobre como de bronze e ferro, torneiros
^^^^^h^^61110^^ alarabi?u' tan,lues e,c- Parafusos de bron e e
,TU agua.portas parafornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
?m"Q0C8.paa encomtnt08- masde ferro comarmagao e sem ella, fugoes deferootaveis e
econmicos taehas e tachos de cobre, fund* de alambiques, pasaadeicasT esDumadPirPas rnLl
para ent,.iiho,'fclha de Flandres, chumbo em lenrole blmi, zin'o em lencol S b^m u'nrSl f
rolles par fcfcir ?S deflfe"0(anlaia'fe(rr0 S,UCCa inlez de "*- dimensoes, safras?"&
Relogios de ouro e prata.
Em casa de'Henry Gibson, ra da Cadeia do
ftecifeo. 62, ha para vender uro completo sorli-
mento de relogios de ouro 1% prata, chronomo-
iiros, racioschronoinetros e de peiente, os mo-
:res ( esta ura fazcnd'a iuleiraraeJle nova.),.,
Liidos corles de vestidos de phantasia de ba- L."".,ue vemm esle mercad>. e a precos ra-
jados.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
PELOS SRS.
D'rfens-i de" Lim'~AH;ni?.5"1 ub"A- GiJrle,?andre Herculano-A. G. Ramos-A. Guiraa-
raes-A. de Lima-A. de Oliveira Marreca-Alves Branco-A. P. Lopes de Mendonca-A XaviPr
??,n^errrre|^;JuX->cdaMo"a-Lcandro Js da Cosla-Luiz Filipoe Leito-[u,z JosdF
opesxio Camara a S,Ira-Pau, ^osi-Bicardo JuUo Ferraz-ve^lim Jos da Silvea
DIRIGIDO
Di.os do gaze de 15 e seda duas saias.
Camisas de linho para senhoras.
oaias biriio rendadas, dilas de mussulina e ma-
iapolo, tanto para senhora como para me-
ninas.
Saias halo de dous saiotcs com 4 ordens de
bico
Pentes dp tartaruga de differente goslo c supe-
rior qualidade.
Chales de caxemira de cores.
Ricas capas bordadas para baptisado de crianjas.
Cono outras muitas fazendas que se faro lcm-
braraos compradores.
Vioho de Bordeaox.
lira c:isa de Kalkmjnn Irmaos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bera co-
nh :cidarmarcas dos Srs. Brandenburg l'rres.
e Jos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deiiux. Ten as seguinles qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Estph.
St. Julirn.
Margaux.
Laiose.
Cli teau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
SI. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chrteau Loville.
Na mesina casa ha
zoaveis.
I c^45-RB\tlO\'A-48 I
m Grande sorlimento de roupa feita para U=
*- homem.
Dito dito do chapeos de cantor e de seda.
Venae-se
para
mesma casa
vender:
Shfrry cm borris.
Mailcira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveja branca.
mr,7/a rua Ilov? 35> vende-se farinha de .
WtoiitSS* mla Pe' baraUssimo ^ocovado,pannoflnopretoedecoresde.''.9500
as Vendem-se libras sterlinas em ouro: no all0S covado, corles de colletede velludo
esciplorin de Manoel Ignacio de Oliveira, de-
frouledoCorpo Santo.
37 Ruado Queimado57
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sorlimento de obras feitas, como sejam : pale-
lols de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 353, um completo sorlimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por prego commodo, ccrou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho e de 'panninho de 2J at 5$
cada urna, chapeos francezes para homem a 8$,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alta a 13$, ditos copa baia a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4$, SJ e at 7$
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-'
das a 25$, dilas de palha de Italia muilo finas a
25$, cortes de vestido de seda em carto de 40$
at 150$, ditos de phantasia de 16* at 35$000,
gollinhas de cambraia de 1 at 5, manguitos
de l$500at5$, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletols e caigas de 3fi500 at
POR
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da MottaRodrigo Paganino.
fmiiPm-n?^ resumif lodas as semanas o raovirnento jornalistico e a fferecer aos leitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
i"'0".nas.art,eVQ,t?nnS arllSs "6>naes sobre qualquer destes assumptos, o archivo universal,
eiacfiaST?e ula?fddem qU COmesu a Publicar-se. tem satisfeilo aos seus fins, com a maior
m i^nmnl. i^naS a? seundas iras e,m f?lha de 16 paginas, e completa todos os semestres
um Totume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio deste Diario, rua das Cruzes, e na rua NoTa n. 8.
brasilira). assignalura: pelos Pa1ueles "Por 10$200 por anno ; por navio de Tela 8f [moeda
Ha algumas collecQoes desde o comeco da publicaco do jornal. *
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. Kobo Hoseoso,
3 RUA AGLORIA, CAS\ DO TI \0AO 3
Clnica poi ambos os systemas.
ContraSarrUrtn.nM^COSOdc0nSl,Uas.tod?s ? dias Pela manha ede tardedepois de 4 horas
proprieaPde^ curar annualmeote nao s para a Cidade como para os engenhos ou outrjs
RenciaouuTaIdalSm,Preh^eHrn,!rgd03 &m, CaSa a,t as 10 ^oras da manhaa e em >so d <"-
fessoa,8 oUdaruqaUea oqnunme" datsa" ** Dlle 8eDd Pr eSCrpl 6m *" d^e nom-e da
im.ti.r ???k re nl04f.orem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Ree poderao re-
metter seusbilhetes a botica do Sr. Joo Sounnt C. na ruada Cruz ou loja de ML do Sr lw>i
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha. ^* 8
-.-. essa lo^^ na casa d0 annnncianie achar-se-ha constan mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes memores meaic-
Botica de 12 tubos grandes....... iffflfloo
Ditosde24 ditos..............2855
Dilosde 36aitos. '...... |.....; '208090
Dito de 48 ditos...... .......2XXX
Ditos de 60 ditos. ...........2S
Tubos avulsos cada um.....[.......Femn
Frascos de linduras.........'.'.'.'*' Hooa
Manoal de medicina homeopathic pelo Dr.' Jahr 'trduzido ^^
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,".......10800O
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. ". 108000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6$000
maior"ommodidade e e^oSudc^W^ ** D0Vembr T "* CDtralS meD8aes P"
tantos sacrificios. economia do Publl"> de quem os proprietanos esperara a remunera*!) de
Assignatora de banhos fros para urna pessoa por mes.....10J00O
Xatm Aa MFtna. \ orno*. d choque ouchuTiseos por mex 159000
Senes de caxtoes e banhos aTulso aoa precos annunciadoa. ^^ *
Sw/p^A ^0da,, rodete? WUhe. e boceas par, omalha" m^S.8 maSar I
5Sh ^a-er1a^qS,o^af^^B, ^t^Perel, com i*eZ H^SS^tJL
muitosuperiore1i9 e 12$, ditos de gorgurio
de fusto brancos de cores, tudo por prec,o
barato, atoalhado de algodao a 1*280'a Tara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 9, grosde-
naples de cores e pretos de 18600 at 3$200
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12* cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora9e 12* cada um, ditos lisos para ho-
me'j^fczenda muilo superior, de 12 al 20* a
c0.plTno,toq?e, de/aria- ^fc^tr^ris: z%:
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica, tf*nn S.m ^mi. ......L._,. *.'.... .
venjem-se pe^as de algodao encorpado, largo.
Tachas e moendas
BragaSilTa 4C, tem sempre no seu deposito
da -ua da Moeda n. 3 A, um grande sorlimento
de lachas e moendas jpara engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mes mo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
* Pechincha.
com pequeo loque de avario a 2$500 cada urna.
A/K nmontoo /! ^: lustao decores, os quaes se vendem porbarato
AOS amanteS Ca eCOllOmia PS0, filudo decore a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10* cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 2*800
o covado. bandos para armaco de cabello a
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica
vendem-se chitas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo baralissimo preco de 6$ a peca, e 160
rs. i) covado.
Vendem-se saceos com milho superior, por
na rua da Cadeia n. 57.
Milho.
-.eos com milho sup
barato preco : na rua da Cadeia n. 57.
Candieiros econ-
micos.
Contina estar venda um completo sorli-
mento de candieiros econmicos, pela experien-
cia j conhecidos. assim como tambera contina
a estar a venda os pregaros para os mesmos. em
porcao e a relalho, com preferencia, econsumi-
dores quo compraram na raesma loja : na rna
Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-se algodao da Baha para saceos e
lio de algodao : no escriptorio de Manoel Igna-
cio ce Oliveira, defronle do Corpo Santo.
memism mmmm ateaes
r 4SKD4 NAVA45 1
[Armazem de fazendas!
e modas
(orles-de veslidos pretos de lodas as qua-
lidades.
Hitos de seda da cores.
Ditos de blonde.
Hilos de phantasia.
Manteletes pretos de lodas as qualidades
Hilos de cores.
(apaa pretas e de cores.
( rande sorlimento de bordadas para se-
nhoras em carabraias e filos.
Variado sorlimento de enfeiles para ca-
bei;a>, pretos e de cores.
lulo dito de chapeos de palha e de seda.
(rande sorlimento de vestimentas para
meninos.
lito de chapeos e bonels para ditos.
1
1*400, vum completo sorlimento de colletes de
??_r.fura,0,ia8enira Pr,a lisa e bordada, e de
por barato
1*500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, eum grande sortiment de macas e malas
de pregara, que tudo se vende Tonlade dos
freguezes, e oulras muitas fazendas que nao
5? a. <27e110 2e loios os "-limemos, meias
do seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas e pretas, por precos com modos : rm rasa de
llenry Gibson, rua da Cade4a do Recife n. 62.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C rua
do Vigano n. 3, um bello sorlimento de rc-io-
de ouro palele inglez. de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool tambera urna
Tanedade de bonitos Irancelins para os mesmos
Emcasa de Borolt <&C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de- se :
Carros de 4 rodas de um modello inleiramente
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodao americano trancado.
Presuntos para fiambre.
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade. ^
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne do porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali
Sherry Cordial, Uenl Julop, Bitters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por pre^o commodo.
Tinta para escre-
ver. I
De superior qualidade a 500 rs. a garrafa : na
liviana ns. b c 8 da praca da Independencia.
Espirito de vinlio com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro coin 44
tros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larga do Rosario n. 38
= Vende-se urna prcta crioula, de 30 a 35 an-
nos, perfeila lavadelra de roupa, com principios
de cngomraar, c oulras habilidades, que s com
a presenta do comprador se dir, por preco mui-
to commodo : na rua Oova n. 20.
Vende-se urna porreo le sola, chegada l-
timamente da Granje, de muilo boa qualidade c
precos muito coramodos: na rua Nova n ^0
loja do Vianna. '
Fabrica e loja de chapeos na
rua Nova n. 44, de Christia-
ni e Irmo.
Receberam pelos navios chegados l-
timamente do Havre, um escolhido
sortiment de chapeos e bonets, como
sejam chapeos de castor preto (Velours
Zephir), ditos de castor branco, ditos de
maca francezes de ultimo gosto e supe-
rJl0S!Tp*,*1!"** %. oran-
Superiores chapeo de manilha.
Estes oxcellenles chapeos que por suo qualida-
de e eterna duracio, sao preferivett aos do Chi-
le ; existem -venda nicamente em casa do
Henry Gibson. rua da Cadeia do Recite ir. (2 por
prec,o commodo. r
Altenco.
Vende-se urna preta com urna cria, a qualco-
zinha.engomma, cose, marca, faz labyrintho,
boa cofermeira, emfim sabe fazer cora perfeico
iodo o servico de urna casa de familia : na rea
da Imperatriz n. 9, segundo andar. Na mesma
casa so vendo ama mulaliuha muito geitosa, de
8annos de idade.
Esposicoes de metaes.
Grande sorlimento de melaes de lodas as qua-
lidades, chegados ltimamente da Europa dos
mais luidos roodcllos que se podem enonlrar
para servaos de cesa, de almoco e janlar, por
precos muilo commodos : na rua Nova n. 20 lo-
ja do Vianna. '
Na loja n. 4 da praca da Independencia,
vendem-se os seguintes calcados :
Borzeguins para homem a' 6*000.
Ditos para senhora a 3jJ.
Ditos para meninas a 2*500.
Dilos para criancas a 2*
Sapalos de couro deluslro para homem a 53.
Dilos de bezerro a 4$50O.
Vendem-se libras sterlinas em ouro: no
escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira defron-
te do Corpo Santo.
Vende-se um caixo prin-
cipiado
para duas casas, assim como se vende a meiacio
do oitao dobrado da casa parede-meia. no Cam-
po erde confronte ao.oilao do sobrado do Sr
Joaaum Ignacio Ribciro Jnior ; a tratar na rua
da lmperairiz n. 78. r.
Vende-so superior vinho de Bordeaux em
quartolas o cm caixinhas de urna marca muito
acreditada, cerveja em caixas de urna duzia, vi-
nho de champagne excellcnte, velas de esperma-
cele e urna pequea porco de ferro da Europa :
na rua do Trapiche n. 11, era casa de Tisset-
Freres.
Aeii^ao.
Xa rua das Cruzes n. 21, vende-se manleiga
ingleza a 640 rs. a libra, loucinho de Lisboa a
Iz rs.^ libra, ludo muito superior.
Em casa de Basto & Lemos
rua do Trapiche n. 17, ven-
de-se, :
Chumbo em lencd.
Cannosde dito.
Cabos de linho inglez.
Selins patente inglez com todos os per-
tences.
Papel de imprimir.
Panellas de ferro.
Baldes dezinco.
Livrosem branco inglez.
Cadeiras genovezas.
Licores finos em garrafas de crystal.
Enxore cm caixas de 3 arrobas.
Alvaiade de Veneza.
Cordoalha pai-a apparellios de navios.
Chapeos de palha de Italia singelos.
Vassouras genovezas.
Drogas diversas.
Banheiros de mar more.
Tallias de barro vidrado.
Vende-se cebla sola por baralissimo preco-
no armazem da raa do Araorim n. 46. '
Escrayos fgidos.
iue nao e .. ,----......~ o""*" *
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos!Vor comuradoresse mostrarao l'ha para meninos, ditos de panno nara
n i, i- [homem emeninos, chapeos de palha es-
rara DalOeS. cura Para senliora e meninas, ditos de
Na loja da aguia de ouro, na rua do Oibugi a.I"*0 eneitados,tanto para senhora co-
1 B vende-se peCa com 50 metros de astia para mo para meninas.tudo do ultimo costo
fazer baloes a 6*. luvas de seda e bi^o com vi- nn a,mn .* u i ""ogutiu,
drilho a i$ o par, ditas de cores a 1 00 al 2* mei.mo estabelecimento ha um gran-
ditas de pellica branca a 2*. louquinhas de lia de sortiment de chapeo* de palha da
Italia, escuros e amarellos e chapeos do
muilo lindas a 1* e IjSOOVsapa'linhos de
merino ricamente enfeitados.
Laa para bordar.
Na loja da aguia de ouro, na rua do Cabugi n.
B, vende-se laa muilo fina e de todas as cores,
pelo baralissimo preco de 6* a libra.
Figo especial.
Na rua do Cabug n. 1 B, vende-se riquissimo
figo em caixinhas de 8 libras a 2$.
Linhadogaz.
chegada a loja da aguia de ouro, na rua do
Cabug n. 1 B, a superior linha do gaz, em cai-
xinhas com 30 novcllos, quo se vende pelo bara-
lissimo prego de 1*200 a caixinha.
Para igrejas*
Na loja da aguia de ouro, na rua do Cabug n.
1 B, vende-so volante largo e eslreito, trina e
galoes de todas as larguras, que se vende por ba-
ralissimo preco.
Novo salo de mo-
das para senhoras.
Os abaixo assignados j receberam a primeira
remessa mensal de objectos de modas ao ultimo
gosto, e raelfcer qualidade, chegados de Paris
pelo ullimo navii; e avisara as senhoros desta
capital qe era seu estabelecimento, na rua da
ImperaWR n. T, ew urna sala destinada para
ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza piala e de
cores, bordados, e de rendas, de variados gostos.
Lindos enfeiles de cabeca, gostos modernos.
Ricos veslidos de nobreza do cores e pretos
bordados, superior nobreza preta para vestidos
2*200, 2*400 e 2*600 e corado.
Veslidinhos para crianzas, de dirersos goslos ;
bem como o melhor sorlimento de oulras muitas
fazendas moderos por os menores precos : no
aterro da Boa-Visli n. 10, actualmente rua da
Imperatriz.
No aterro da Boa-Vista n. 10, actualmente rua
oa Iiapcnilriz, vendem-se :
Lindos transparentes para janellase portes de
diveisos rreoos, lisos e pintados, muilo proprios
para a cidade o casa* do campo.
Lanpeoes de nova invenco que do urna luz
melhor que o gaz, trabalham em um novo liqui-
do muilo econmico.
Oroscopos, novo instrumento para conhecer
com -toda a exactidao o estado dos otos.
Esieirinhas para descanso dos pratosnas mesas
deja otar. ,
Espremcjdores de fructas, como seia csi la-
raDja. lim5o. etc., ele. '
Aadores mgicos para navalhas de barba.
Panno marroquim para forrar mesas, sofs
colches, travesseiros, muilo usado tambem para
forrar carros por imitar a casemira.
Panno cauro de lustro, magnifica invenco,
serve parir ledos os usos em que se applica o
court de listre, sendo muito maiao.uravel e ba-
rato.
CainbilOM para segurar roupa as cordaa paral
enxui;ar, siio hoje procurados*estimados ea lo-
da a parle
&terseopofl on muiado aorlimenlo 4e ti- T*~^=y",*?"luB-wiur'Ti-
qniscOls vistas-de ledo o mundo:; vndense o re, em casas particulares por preco
instrumento a 4, e as vistas a 4* aduaia. -----:- -------J -
. Boia coaio outris muiUs couaasoe nao domes-
lico, i|ue aiio da naaior uiilidado, e que pouco se
conhiccm aindaneste aereado.
ara vi
dracal
A 6^ a caixa: na nia^ larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para cixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar t-
dror em casas particulares por prec*
muito commodo, assim como verdem-
se vidros aretalbo d< Umanho mais pe-
queo at mais de* 6 palmos.
Uiyle a preqo de o# a 60.^ e outras mui-
tas qualidades de chapeos bonets,
vende-se tudo por presos razoaveis.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellentes por sua duraco, levesa o com-
modidMe para os animaes : m casa do Uenrv
Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se urna negrinha de 15 a 16 annos,
sabenao coser, coznhar e engommar: no Man-
guinho, em frenlo do sitio do Sr. Accioly.
Vende-se ou aluga-se urna cscrava com
oom leite e algumas habilidades : na rua Dircila
numero 66.
Nova fama.
Toucados de velludo e fila.
Ricos toucados de velludo e Ota, todos engra-
zados a relroz, obra do ultimo gosto, chegado a
este mercado pelo baralissimo preco de 6-3 e 8g :
na rua do Crespo, loja de miudezs de Ires por-
tas o. 5.
Enfeiles de yidriiho.
Enfeiles do vidrilho, o melhor que tem appa-
recido a osle mercado, tanto em gosto como em
qualidade, pero barato preco de 3, 4. 5 e 6 ca-
da um : na rua do Crespo, loja de miudezs de
tres portas n, 5.
Lepes de sndalo
Ricos leques de Sndalo, o melhor que se po-
de encontrar, para senhora de bom gosto, pelo
menos prego do que em outra'qualqoer parte : na
rua do Crespo, loja de miudezs de tres portaB
Para a quaresma.
Luvas de lorcal bordadas a vidrilho, obra do
ultimo gosto, pelo baralissimo preco de 15800 o
ar. dilas sera vidrilho, bordadas" a relroz, a
0280, ditas para meninas a 1J o par, tanto de
seda como de relroz : na rua do Crespo, loja de
miudezs de Ires portas n. 5.
Pentes de massa.
Ricos pentes do massa virados, todos dourados,
a imitacaede tartaruga, tanto em desenho como
em oslo, pelo baralissimo preco de 3 cada um:
na rua do Crespo, loja do miudezs de tres por-
tas n. 5
Vende-se 6 cadeiras americanas, na rua
Nove, iojan.18.
Vende-se seto caaaes de canarios do impe-
no om seus competentes viveiro, um melro mui-
to noro, urna oarauna, um curi e tres canarios
da torra em saas gaiolas, casaes de rolas bran-
cas e ditas pardas ; no sobrado da rua de S
Prancieco, cerno quem vai para a rua Bella, n.
, da a* 7 horas da manhaa e nos domingos
o das santos a qualquer hora do dia.
Vendem-se
canoas de amaiello das melhorem que tem ap-
parecido no mercado, de 86 a 45 palmes, per
prego commodo : na rua do Tigario, n. 5.
-* No da 4 do correte fugio da casa de seu
sennor o preto de nome Flix, de nacao Macanv-
bique, de idade de 35 a 40 anuos, levou caica de
bnm de assento tranco com ramagem azul,' ca-
misa do algodaozmho com lislra azul,-estatura
baixaesecco do corpo, tem os ps um pouco
apalhetados, lem calos as juntas dos dedos pe-
las costas das roaos, de amassarmassa em pala-
na, a que pertence ; este prelo foi do Sr. Joao
Francisco Imarte, vendeu ao Sr. Symphronio O-
Umpio deQueiroga, a quem foi comprado o an-
no passado ; este prelo quando foge cosluraa
mudar o nomo para Joao. e suas fgidas lem sido
sempre para o lugar da lmbura, e tambem para
o lugar do Barbalho i por isso roga-se a pessoa
que o pegar, leve-o a seu senhor, napadario do
paleo da Santa Cruzn. 6, que ser generosamen-
e recompensado, e protesta-so contra quem o
liver acoutado em sua casa.
Pugio no dia 6 do correle, da casa do
abaixo assignado. o seu escravo crioulo, fulo, de
nome Raphael, idade 35 annos, filho da provincia
do Marannao, foi aqui vendido pelo Sr. Francisco
MathiosPoreira da Costa, ailo, bstanle grosso
do corpo, fallas mansas, leve bexigas ha pouco
lempo, for eesUdocom caiga e camisa azul e cha-
peo de palha ;. presume-se que ande por esla ci-
dade e seus suburbios : omesmo abaixo assigna-
do prometle gratificar generosaraenle pessoa
que o pegar e o levar a Apipucos ; assim como
roga as autoridades policiacs seus auxilios para
a captura do mesmo escravo.
. Francisco Cesario de Mello.
' Fugio no dia 4 do correte um escravo do
nome Flix, de nacao Angola, idade de 60 an-
nos, baixo, cheio do corpo, cor fula, pernas lor-
ias, um p mais grosso que outro, muilo regris-
la : roga-se a quem o pegar, leve ou mande dar
parte na rua Direita n. 69, que ser bem gruti-
ficado.
No dia 6 do corrente fugiram do engenho
Ucha o escravo FilippO, cabra, eslalura regu-
lar, pouca barba, cora signaos de bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 annos de idade, folla bem ;
c no dia 8 o eseravo Marcolino, denaco An-
gola, cor fula, alio e secco, sem barba, tem nos
bragos signaos do vaccina, na tesla urna cicatriz
em forma do meia la, e ero cima de um dos ps
urna sicatriz que repuebou alguma cousa a pelle,
tem a falla descansada, bera feilo de rosto e re-
presenta ter 28 annos de idade ; ambos estes es-
cravos levaram caiga de algodao azul traogado e
camisa de algodao de listra, alem de mais roupa
que possuiaro, e suppoe-sequo reuniram-se pa-
ra seguirem viagem para o serlao do Sobral do
onde o primeiro natural: a quem os pprehen-
der juntos, ou a cada um de per si, ou dellesder
noticia, ser bem reconrpeti9*4o pelos seus do-
nos, no referido engeniio Ucha.
Escrayaiugida^
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correte, urna a escrava da Coala de nome
Hara, que representa terdfc idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cOr nao muilo pieta, lem
baslanles cabellos brancos, cosluma Iraz-r um
panno alado roda da cabeQa, tendo por signal
mais saliente as mos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta escrava tendo sahido como
de coslume, cora renda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanlo, s autoridades poli-
ciaes, capitaes de campo e mais pessoas do povo,
a apprehensao de dita escrava, e leva-la loja
do Preguica, na rua do Queimado n. 2, on casa
de sua residencia na rua da Florentina defronte
da cocbera do Illa*. Sr. lente coronel Sebas-
tio, qne sordo aenerosamento recompensados.
No dia 2 do correte mez fugio da fabrica
de sabio de Joaquim Francisco do Helio Santos,
o seu escravo Antonio, crionlo, cOr'bem pceta,
nariz chato, baixo e um pouco grosso, com idade
d26Yaonos, o o Signa 1 mais conhecido ter a
falta de um denlo na parle" do cima : a ppssoa
que o pegar, dtrija-se a mesma fabrica de sabo,
na rae do Broa, quesera recompensado.
1 Al



m
Lilleratura.
^
Resposta do conde Solar de I*
Marguerlte,ministro de estado e
depatado, ao opsculo o Papa e
o Congresso.
Un muiU) terapo que sabamos cm que consis-
te a verdadeira scienria poltica : a arle de Jiri-
- homens, osentimeiHo e a intolligencia do
o ito xstem, quando se er e se ama a ver-
t entinada pela egreja; mas nunca luiramos
lo tanto a Superondade do hornera desla-
d catholies, como leudo o excellenle c subslan-
eseripto, que acaba de publicar o anligo e
i. bre chefe da diplomacia sarda.
Experimentamos urna especio do alegra pelo
c >i tecimento, . eseripto, e, duendo islo, nao tememos dizer
cuito: a sciencia de que a Europa tem hoje ne-
cessidade, a verdadeira sciencia poltica ; os
homens religiosos a teem demasiadamente es-
quecido ; durante rauito lempo files pensaran).
que o governo das sociedades o a direccao de
t^ ios os inieresses temporacs eram dessas ques-
toes vaas e secundarias qu6 Deus entrego
merci dos homens ; tinham sofTridu o imperio do
erro geral, no ineio do qual elles viviam, e que,
separando a poltica da roligio, deva terminar
por substituir a vonladc divma pela vontade do
borneo.
C.ragas a Deus, a natureza das quesleshoje
sugeridas, rc.a todos os homens inteligentes a
reconhecer. que os principios da poltica leem
tambera sus importancia c que nao se pode n-
diilVrenlemenle adoptar uns ou oulros, se se
quer conservar nao s a-orJem na sociedade, co-
mo lamben a livre difluso e a integridade das
verdades reveladas ierra.
Reconquistar o dominio dcstes principios e
deslas ideas, que foram senipre a regra reconhe-
Ca e idmillida as relacoes das naques entre si
pois, urna das coudgOcs indispensavois para
entrar na ordem, e por isso, que nos resosija-
r.:"s todas as veces que urna circumsiancia vem
1 Miil.rar aos espirilos as vcrd)dciras nocoes do
direito. Mas raramenie, digamos autos, nunca
acontecen-nos encontrar estas nocoes reslabele-
cidas com tanto vigor e lucidez, e applicadas a
una multido do pontos controversos e orticos.
como no nolavel escriplo do conde de la Margue-
rito. Qual com elTeilo, hoje na Europa o ho-
meni que tem feilo um esludo consciencioso,
t.'io longo e lo nobremente pralico, como aquello
q;', durante tres annos, dirigi com lana dis-
't:necio as relages cstmngeras de um reino, de
q te ninguem pode contestar a importancia? Nao
queremos, pois, 'supprimir as pal&vras de um tal
i. Mr". Os mais habis terao muito que apren-
der alii, e os caracteres polticos mais fortes po-
derlo corar de sua fraqueza.
I
O Papa e o Congresso. Que opsculo este
que nos vem d'alm dos Alpes, annunciando-se
i oni senlraentos de religio, de piedade e de de-
funesto contra esta mesraa s, contra os direitos
seranos do Pontlflce supremo; oseupensa-
menlo hostil escapa-so mal disfargado sob phra-
ses sophysllcas. A oulros pode ser permittido
gemer e calar-se; eu desojara lambem poder
fazer o mesmo, mas tambem ve-se Icnho mos-
trado niinlia mancira (le pensar j na tribuna,
j nos meus escriptos, que o silencio tornar-so-
liia para mim urna falta indesculpavel, urna ba-
leza e ama indelidado, quando se traa da cau-
.; da egreja o do seu veneravel chefe. Longo
de mim una egual ignominia.
Entro na materii.e em algumas palavras ataco
o erros, que contera esto eseripto; elles nao sao
to enormes, que nao ha necessidade de muita
penetrado para os descobrir, ucm de urna gran-
de eloquencia para demonstrar sua falsidade. S
podero fazor illusao aquelles, que leem a inlel-
j.gencia ja obscurecida, e o espirito est eulre-
gue a falaes impressoes.
II
Que opsculo 6 quo nos vem dzer que o poder
1- m pora l dos papas necessario? Ha dez secu-
los que o mundo o sabe ; o que elle nao sabia
qu houvesso um problema u'esla questao: Co-
ii;o pode ser o Papa ao mesmo lempo Pontfice e
rei? A questao eslava resolvida ha dezoilo se-
culos para o mundo, que, venerando no Papa as
duas autoridades reunidas, nunca percebra que
sua reuniio apresenlaria um problema lo diffiel
a resolver. Ah, como nos-oulrcs estados, hou-
ve revoltas de subditos e provincias ; o orgulho
luimano data de muito lempo; mais de urna vez
os papas oram cxpellidos, despojados, laucados
ero prisao e mesmo morios, como tem succedido
a tantos oulros res da (erra ; mas com esta dif-
feronca que muitas dynastias desappareccram,
entretanto que a succesco dos Soberanos-Ponti-
ficss nunca foi interrompida ; seus direitos sem-
fre esliveram intactos; ninguem prevaleceu-se
oslas pocas falaes para dzer que o poder tem-
poral do Papa era incompalivcl com um esta-
do de alguma exlenso. Todo o universo ca-
tholico sempre saudou com alegra o aconteci-
menlo, que levando o l'apa Roma, a ella levou
- a paz e o esplendor; nunca se disse: Para evi-
tar novos desastres, preciso que o Papa deixe
de reinar. Urna egual idea era todos os lempos
lera sido agradavel aos iniraigos do PontiOce:
as os nerdadeiros catholicos sempre (mam
-ouvir o mesmo grito : Que elle reine sempre !
O autor do opsculo quer tambera que o Papa
reine, mas com a condigo de que elle nao lesna
rein, assim que no seculo do progresso c das
luzes se esquece a lgica e n razao.
III.
O poder do Papa s pode ser um poder pa-
ternal ;... assim nao sement nao necessario
que seu territorio seja mu extenso, mas al jul-
gainos que essencial que elle seja restricto.
O poder de todos os soberanos da ierra deve ser
paternal ; tal a vonlade divina, e tambem o
que pede a I.'imanidado. Mas abramos a histo-
ria. Onde lem-so visto lyrannos, que tem sido
o flagello dos povos, que olharam seus subditos
como escravos 1 l'oi em Roma ou n'outra parte?
Em que estado tem havido mais dorura as leis,
mais recudi na administrago da juslica, mais
privilegios concedidos as sciencius, mais prolcc-
gao s artes ?
Onde tcm-se exigido menos trbulo? Onde
tem-se mais largamente dado entrada s funecoes
publicas sem dislincgao de ricos e pobres;" de
nobrese homens do povo? Era preciso, na vei-
dade, que surgisse um escriptor anonyrao pa-
*ra lembrar aos Papas a sabedoria no governo,
aquelles que ha tintos seculos estao no pulpito
.para cnsina-la on mundo; e demais nunca os
estados foram melhor governado, do que quando
as mximas, os exemplos o as doutrinOs dos Pa-
pas foram seguidas. Entretanto, at nos Esta-
dos-Romanos, tem havido algumas vezes desor-
dens na admnislragio publica ; todos sabera que
as desordens sao "inseparaveis das inslituices
humanas, e que ellas exisiem-em todos os paizes;
e governo dos dominios pontificios 6 o governo
dos homens, nelle pode achar-se defeilos, e nao
pretendemos que delles seja iscnto ; nos seculos
Xe XI vio-se mais que desordens, vio-se horro-
res ; faeces iniquas apoderaram-se do poder; a
egreja sotTreu as faltas de seus filhos ; houveram
perseguicoes alrozes ; os Pontfices, enlo eram
soberanos somenle no nomo : passado 0 furor
dos homens perversos, restabelecida a autorida-
de dos Papas, cessaram os flagellos, e desappa-
receram os males quesoffriam ossubditos.
Se, com tinto, as desjrdens tornassem-se um
motivo do enfraquccimenlo dos estados, se os go-
vernos a podessem ser palernacs com a condi-
c9o de ser exercidos sobro paizes pouco extensos,
entao a razao exigira que este singular beneficio
nao fosse somenle applicado aos vanallos do so-
berano Pontfice, mas ainda aos dos maiores im-
perios ; a historia do todas as nacoes, sem excep-
tuar urna, um triste quadro de rcvoluces e des-
granas.
Era proriso, pois, reduzir a Europa, c mesra o
o mundo interior, condieao de lodas essas pe-
queas repblicas ou estados, que rompunham a
antigV.Grecia. Mas a historia nos ensina que ah
JjjUUQ Ps PttSMBtl^^ TEftCA ffgRA Id M.-AMHL DB floQ.

co, de Aillnult de Brcscia e de NictWs de Bien-1 tra o eslraAgiro, e que cora isto esleudeis-lhe as
; a oleiida pode usurpa-!o, como no lempo! mios suppticantes. Mttihas ideas sao muito dif-
-s.
de Napolea< 1 ; a revolucao e a violencia par-
cem ser cordemeadas pelo autor, mas. logo de-
pois, eile si considera juiz c se pronuncia em fa-
Os ftetos, que elle
fados devidos as
ra execu-
mslaiicins ;
pode con-
P criminosos,
thlonro de
lambem haviam porturbares, rcvoluces e de-
sordens. O raciocinio do" autor pois, muito
frivolo para que eu pare aqiii. Acrescentarei so-
menle que cada esladi lera seus defeitos, o que
se cada um cuidasse em remediar as proprias mi-
serias, antes do que oceupar-so das dos oulros,
as cousas por toda a parte iran) muito melhor.
Julga-se emitliruma idea mui engenhosa pro-
pondo-se sentar o Papa da obrigaoao de repre-
sentar um papel poltico. Ainda que o autor pa-
reja s ter cm vista as relacoes entre o Pontfice
e seus subditos, certamento elle comprehcnJe
tambem isonla-lode toda obriga^o nos negocios
inlernacionaos.
Nao s um insulto, umi ingralidao ; um
esnsecimento de ludo quanlo tem feilo os Papas
para o bem da humanidade, quando, arbitros da
paz no mundo, finalisaram tantas guerrus alro-
zes, deram a paz s nacoes, e restabeleceram a
concordia entre potencias rivaes e inimigas.
As potencias catholicas cessem, se quizerem ,
de recorrer sabedoria do Valicauo as mais
graves conleslaces entre um e outro Estado, el-
las nao acharao certamente nenhuma vanlagem-
mas, a final, ellas tem este direito ; pode, entre,
tanto, acontecer que urna ou oulra dVntre elles,
persuadida que o Papa julga com mais sabedoria
os inieresses deste mundo, tenha mais coufianca
nos seus conselhos do que nos do urna poltica
entregue clculos de egosmo, vaidade e am-
bicio ; por conseguinte em lugar de querer sen-
tar o Papa de toda obrigacio de representar um
papel politico, deveriamos desejar que elle esli-
vesse sempre era estado de fazer taes serviros.
Qucrcm que o papado tenha finalisado seu lem-
po ; muilas vezes acreditou-sc nsto nos quatro
seculos que seguirn) as o^oaces de Carlos-Mag-
no, mas da mesma mancira que os adversarios
do papado so enginaram cnlao, elles so enganam
ainda hoje. Nao, os Papas nao so tornaran) es-
Iranhos a poltica ; elles se servirn della para
a felicilale do mundo, c nao com vistas interes-
sadas para estender seus dominios, para abaler
os fraeos e para semear a discordia entre as na-
coes.
V
o Se o Papa nao fosse soberana independente.
elle seria Francez, Austraco, Hespanhol ou
Italiano, e o titulo de sua nacionalidade
lhe tirara o carcter do seu pontificado uni-
versal.
Por conseguinte, segn lo a lgica exposta no
opsculo, o meio de augmentar a independencia
do Pontifico restringir os limites de sua juris-
dicQo temporal I
O autor nao se d ao trabalho de demonstrar,
mas elle acrescenta que um successor do Prin-
cipe dos Apostlos tete a desgrac de deixar ab-
sorver sua auloridade no Santo-Imperio germ-
nico. Nao islo o que atiesta a historia. Al-
gum anti-papa intruso pelos imperadores na s
apostlica, lera deixado absorver esta aulorida-
de, mas islo nunca aconteceu a um Papa verda-
deiro, e muilas lulas seculares cnlre os Pon-
tfices e o imperio o provam exuberante-
mente.
Houve imperadores dedicados sania s, e os
Papas lhes teslemunharam seu reconhecimento,
sem nunca osquecer ou sacrificar os interesses
das outras nacoes ; quinto aos imperadores que
atlentaram contra os direitos da egreja, os Papas
sempre lho resistirara, e, com islo, defendern)
a liberdade da Italia Hullas vezes opprimida
pelos Cezares, a auloridade pontifical nunca des-
appareceu.
Ha muilos seculos que terminou-se a lula dos
Guelfos e Gibelinos ; nao ha mais relaco entre
estes lempos e os nossos ; mas, quando nos re-
cordamos desla poca, nao podemos deixar de
dar gracns Deus pelos Papas que desde entao
tem sido soberanos. Desgranada da Italia se fosse
de outrasorle I Entao que o imperio leria f-
cilmente estendtdo sua dorainaco desde os Al-
pes al o eslrelto de Pharo. O pontificado roma-
no tem servido do grande obstculo a que-a pe-
nnsula inleira solfra a doruiuaco do estran-
geiro.
VI
Que bella idea o autor nos d da felcdade de
Roma, quando o dominio pontifical, reduzido
aos mais estreios limites, "nao liver represen-
laco nacional, nem exercilo, nem liberdade
de imprensa, nem magistratura... Quando.
sob o governo do Soberano Pontfice, a gloria
de soldado, de orador, de hornera de estado
for urna va prelenco. Seria um governo de
paz, urna especie de oasis, onde nao chega-
riara as paixcs e os inieresses da poltica, e
queso teria dante do si a doce e tranquilla
perspectiva do mundo espiritual 1 O autor'
consulte a si mesmo se urna egual irona ajus-
ta-se cora a profissao de calholico sincero,
que lomos na primeira pagina de sua bro-
chura.
Tem ello appcllodo para os habitantes da ci-
dade eterna para saber, se seduzidos por esta
agradvel idea, fazem votos para possuir com
presteza sua realisacio ? Tem-se convencido que
os costumes eslio mudados, que a natureza hu-
mana uo mais a rnesma, quo as paixes estao
extinclas, para que so deseje no mundo a felc-
dade que elle descreve ?
Pela niinha parle, sei que Roma, destinada a
reinar sobre o mundo, primeiramente pela torga
das armas, depois pela auloridade do chefe da
egreja, sempre soberana, e que nao consente
absolutamente lornar-se nesle oasis, que o autor
compraz-se em nos representar. Roma prefere as
lulas, as agitaroes, as calamidades humanas
mesmo, este estado da calma servir*, que lhe
apresenlam cm perspectiva. As dificrcnles vi-
cissiludes, boas e ms, que os povos estao su-
jeiios, nada tem de novo pira ella, j as (em
experimentado em todos os seculos, as tem alra-
vessado e alravessar ainda oulras".
Seus adversarios conservem-se, pois, em re-
pouso, e nao venham oceultar sob o mysticismo
de phrases romnticas um ataque e urna injuria ;
porque tudo o que encerra a idea de despojar
Roma do sua soberana e de urna grande parte
do seu esplendor, para que nao se veja uella
urna soberana, mas unta subdita.
vor del las.
lados, sao
quandn a juslira so cala, a viole;
solidar os fados, que lornam-;
quando ella reina.
rm
O aulor nao lem nbsolnlaml
atacar os direitos do Suberano-Psstiflre, de lhe
prejud.rar do algumn sorie, elle sl cheio de
benevolencia e Q> una insigne soiilude : A
separa ;o das Ronvagnes nao um enfraqueei-
mento para o poder temporal do Pap's.'diz elle...
Sua auloridade poltica nao diminue, augmenta
inrala ente
Aqui ainJ i se v a ironia insullaqlc ou a ab-
surda idea. Se a Corsega so subleTassc tambem
para entrar na grande patria italiarta, se a Alsa-
cia, se a Lorrane rcvollassem-se ainda urna vez
para se reunir a grande familia alloman, a Fran-
ca engiandeceria moralmenle pela prda de suas
provincias ? Teria ella de que alegrar-se? Mas,
talvcz que o Papa, sendo chefe (U qgreja. deva
ser indifTerente no numero das 'Zoviucins sub-
meltidus ao seu dominio? F. porqAfazo ? Como
soberano temporal, nao ello senhor de seus do-
minios com outro qualquer rei OU imperador?
Polticos de extranhas ideas, que nao veem onde
vo pa ar lgica e nccossammenle suas magnfi-
cas theorias! Elles nao pereebem quo dao lo-
dos os povos direlo de regeitar a autorididc de
seus governos, republicanos ou monarchicos. Se
quereni fazer urna aicepcao para 03 dominios
ponlifi;acs, mostrem siles pnmeiramente um ti-
tulo, quo os autoriso a mudar nesle ponto os
principios sobre que repousam hs sociedad.-s hu-
manas e a abalar suas bases, quando se trata da
santa s ; mostrem-nos ao mesmo lempo como
possivel preservar os oulros oslados das cnse-
quencias inevilaveis de eguaes enormidades, c
como elles pretenden) ah chegar.
IX
O autor prosegne o expe scrapr com a mes-
ma benevolencia de inlcnfao, que a importan-
cia do Papa nao se prova pelas vinle e urna pro-
vincia?, que possue... Oque admira o mundo,
o P; pa estar sentado no Vaticano tendo o seu
Ihrono em liorna. Seja ; a elevaco do seu ca-
rcter a alta dgnidade do vigario do Rodemplor
do mmdo excede mnilo a niageslade dn princi-
pe temporal; mas os homens que se deslumhrara
pelo prestigio das cousas exteriores, aos quaes a
torca de urna autoridader que pode-se fazer le-
mer. impe mais respailo, nao se admiraran! de
ver no Papa, nao um principe soberano, mas um
padre revestido seus olhos da nica dgnidade
de pri neiro prelado do mundo?. Nao licnriam,
entilo, menos disposlosa venera-fo? E os gover-
nos seo realmente lao obsequiosos para com a
sania s, tao cheios de zelo pela egreja, que lo-
rian) todos os respeitos c allencoes pelo Papa,
despojado de toda autorizado, temporal, reduzido
unir conlicao anloga do grande sacerdote
do Jnpo ? Sinlo que eguaes comparaces se
apresonlcm naturalmente ao espirilo. quando se
l o eseripto de um horaem, que se diz sincero
calhoac. i) Mas lambem quanlo admiravel seu
zelo pel paz da egreja, que elle quer servir, uo
Iheconcccudo a Uomagne, porque ella seria
obligada a ver filhos inflis nos subditos rebel-
des!... Para ficar soberana, ella deveria renun-
ciar (o seu mais bello titulo, ao de mae. Ha
ahi ti nlos sophismas, quanlas palavras. D-se
o nome de rebeldes aos subditos, c quer-se re-
compensar sua rebellio ; d-se o nome de mae
egreja, e quer-se que ella soffra os consequen-
cias da ingralidao de seus filhos. Em que po-
de servir ao prestigio, dgnidade, grandeza do
Sobeano-Pontilice, as leguas quadradas, que
cncetram seus estados? Se o papado fosse ins-
tituigao humana, se se tralasse de elevar hoje
um principe esta dgnidade, poder-^e-hia dis-
cutir como conviria constilui-lo, quaes deveriam
ser as condices de sua existeocia, quanlas for-
VII
A Romagne, ha alguns mezes, est de fado
separada da auloridade do Papa... Esta separa-
gao tem a auloridade do facto consumado. Um
pouco a cima, o autor dissera : O poder lempo-
ral do Papa legitimo ; elle o repele de novo e
accrescenta mesmo : A iusurreigo destes ha-
bitantes contra o Papa pois, urna revolta con-
tra o direito legal e contra os tratados.
Qual o pensamento do autor, que escreve
cousas semelhanles ? Queiram perdoar-me, mas
me impossivel deixar de exclamar: lUenlila
est iniquitas sibi. O dominio do Pontfice le-
gitimo sobre qualquer estado egualmenle ; nao
mais sobre Roma do que sobre a Romagne. E,
se legitimo, quem pode dispor delle i A revo-
lucao pode feri-lo, como no lempo de Crescen-
que lhe toram dadas pe
genernsidade dos principes, ou dadivas exponia-
neas ; nao compete a nenhum soberano tirar
urna nica polegada do territorio da santa s.
X
Mas o grande argumento que o Tapa riaa po-
de com suas proprias torgas rostabelocer sua au-
tondade, c que a Franca nao pode mesraol inler-
vir. nem permitlir que* a Austria interven"*
Houve um lempo em que todos os se nos
ealh ilr.os julgavam fazer urna cousa mui> *)-
ral, tomando a defeza da sania s ; elles acredi-
lavan mesmo que islo era simplesn.ente un
dever ; assim pensou Pepino, Carlos Magno,
Olhon, Henrque II e Lolhario, quando foram
Italia em soccorro dos Papas. Os imperadores
do Oriento perdoram sua supremaca por ter
abandonado o Papa lyrannia de Bercngcr c As-
lolpho.
Hije nao mais o mesmo, ainda que a Franga
lenla seguido cm 1819, as tradieges antigs e
restabelecido a auloridade desse "mesmo Papa,
que o aulor do opsculo desoja ver protegido de
um i mancira inleiraraeiile differenle. Segundo
elle pensa, isto foi urna desgraca para a egre-
ja. Ella considera de oulra sorte o admiravel
affecto deslas generosas nagoes, que tomaram sua
def-za na triste siluacfiO, em que se achava en-
lo. Mas hoje, nao se d a mesma cousa ; ainda
que os principios sejam immulaveis, outras ideas
reinan), e eu nao pego, nem pretcndo"quc se te-
nha a cciragem de vollar aos principios, quando
estamos sob o imperio de urna indifferenga lo
geral.
. urna trisle cousa abandonar o Papa s suas
proprias torgas, mais trisle anda estimular as
revoltas dos povos, e urna tcrrivel cousa fazer
entrever o Iriumpho da revolta aquelles, que sao
levados pelas paixcs ou pelas ideas presentes a
se insurgir. Quando se est nesse p, nao con-
veniente dzer que o soberano, contra o qual os
sol ranos se revoltara, nao tem a forga necessa-
ria para os reduzir e us levar obediencia. Ces-
so-30 de agradar de qualquer modo a insurreigo,
e ne oblcr a melade das vaniagens, de urna in-
tervengiio leal.
Ou o Papa chegar a recobraros seus dominios
e Uilas aprevises sinistras se dissiparao, ou nao
lei bom xito, e ficar em seu direito, esperan-
do pela manifest intervengan do poder divino no
din em que o lurbilliu actual passar por sua vez,
corno tantos oulros tem passado.
O autor nos diz que, para acalmar os espirilos
na Italia central, se tem esgotado bons conselhos
e )s moios de persuaso ; perm, se urna alia n-
flesela foi inefficaz para proteger os legtimos di-
reitos da santa s, islo ,|uma razao de mais para
ella, em pedir que esles mesmos direitos sejam
pisados, com o consentiraento e sob a garanta
ds potencias europeas.
XI
O aulor estabelece oulras hypolheses. A Fran-
g nao podo intervir, a Austria lambem nao pode
por causa da situago em que a collucou a ulti-
ma guerra. S o re de aples poder. e enlo
o Pierronte nao se opporia a isla ? Urna seme
llaule desordem seria utnarerolta contra ajuris-
d ceo da Europa. .
Ncstas palavres vfi-se o anniquilamento da in-
d -pendencia de todos os estados da Pennsula, era
que parece so lomar tanto interesse.
Abr, pois, os olhos, Italianos, que clamis con-
foluevim
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
RSOT/t ffiiRf fft,
-ferentes das que prevalecen hoje ; mas quando
se trata do anniquilamenlo da independencia e da
honra do paiz, oio consinto abandona-lo a nin-
guem. Ora, nunca acreditarei que a Europa te-
nha o direito de nos impor sua jurisdieco, nem
que ella pos possa diter que nos revoltamos con-
tra ella.
Em que parle do cdigo das nacoes esl eserip-
to que os paijes independemos nao pdem fazer
guerra sem o plaet de oulros soberanos, que,
por serem mais forles, seus direitos nao sao me-
nos eguaes?
O aulor nao percebeu, que em semr-lhanles pa-
lavras encerra-se urna olTensa a todo Italiano,
qualquer que seja o partido a que elle per-
tenca.
Urna nica intervenco regular, continua
ele, a da Europa, reunida em congresso
Eu aprend a conheter a competencia dos con
gressos. Quando loda a Europa, ou urna grande
parle de seus astados esl alterada, as potencijs
se reunem para dar a paz ao mundo, regular as
prelencoes, e terminar as controversias ; cuto
ellas lem a hiculdade e o dever de pessr de com-
mum accordo os destinos dos povos e dos reinos,
dos quaes ellas tem a respeilaros inieresses eos
deveres ; mas, ellas nao lera quo se inlrometler
pira impedir que os principes e os povos inde-
pendcnles estojara em paz ou faga-se a guerra,
como elles enlenderem.
Esles lem de dar conlas a Deus dos pensamen-
los, fim e razes, que o determinaran) a obrar,
mas nao esto sujeitos ao tribunal de alguma po-
tencia.
A jursdiego da Europa nlo existira e nao so
poderia conciliar com o respeito devido aos di-
reitos das soberana? particulares.
Cada potencia lem jurisdigo sobre seas pro-
prios dominios, c nao tem nenhum sobre os dos
outros ; ella lem a forca para exigir a sntsfaco
dos males que lhe causaren); quando usa dotla
para impor sua vontade, nao em virtude de ju-
rsdiego alguma, porque elle independente.
Permita Deus que esta forca nao seja nunca era
pregada contra a juslica 1
"XII
E muila ver.lade que os estados sao engrande-
cidos, modificados e transformados em virtude dos
tratados ; mas c preciso necessariamenle a adhe-
sao explcita, ou ao menos tacita do todos os es-
tados interessados ; as mudancus operadas pola
forca sem o ronsentimen^o do'principe poden)
subsistir de fado, mas san nu'.las de direlo.
Que um principio mais de urna vez lem sido
pisado, nao seguc-se nada dahi, ainda que o diga
o aulor, em proveito do urna pretendida jursdie-
go das potencias, reunidas em congresso para as
mudangas a fazer nos dominios pontificacs. Te-
nho muita coufianca as luzes dos plenipoten-
ciarios, qne ho do estar em Paris, pira ne per-
suadir que elles conheccm mais que isto o dire-
lo das gentes.
O congresso que vai haver tem, di/.am, plenos
poderes para mudar o que so fez no congresso
de Vinna.
Eu o concedo, sob a condico do consenlmon-
to espontaneo de lodas as poleucias, que nelle
inlorvem ; cada urna dolas pode oppor-se ao
que for contrario a seus inieresses. Ellas con-
vencionam entre eguaes ; nenhuma dellas esl
subjudice ; nenhuma d'ellas 6 obrigada a sub-
metter-se a urna medida pronunciada contra sua
vontade e em seu prejuizo.
XIII.
O escriplo inteiro que combalo um lecido de
sophysmas, e cura estes sophysmas que o au-
lor parece querer diciar a le ao congresso, pre-
parar as decises e substituir pelas ideas mais
phanlaslicas aquellas que sao dictadas pelo bom
sonso, pela sciencia e por principios immulaveis.
assim que elle acaba de dzer : A Europa
reunida em Vienna em 1815 deu as Romagnes
ao Papa A Europa reunida cm Paris em 1860
pode decidir o contrario .
Islo falso e inleiramente falso. Em 1815,
a Europa nao deu, restituio as Romagnes, irre-
por-
quel-
e nao
dadas
ou restituidas ao Papa, ellas hoje lheperlencera,
e cm 1860 nao ha autoridade de principes ou
congresso, que possa despoja-lo d'ellas.
Os principes menos poderosos, que adheris-
sem ao principio contrario, commclteriara um
illenUdo enorme contra seus proprios direitos.
Acaba-sc com a independencia das nacoes, se
urnas podesem ser augmentadas e outras di-
minuidas pelo nico fado do um c%ngresso,
que as partes inleressadas queiram ou deixem
de querer. Eu sei que isto se lem feilo mil vezes,
se far anda, porm nao prova nada contra o
direito, o ao direlo, que nos devenios unir.
Quando nao se pode resistir, cede-se violencia,
como cede-se aquelle, que nos rouba, como
cede-se peste, s innundagoes, i. fome e tan-
tas outras calamidades e flagellos.
XIV.
O aulor examina se o territorio do Papa in-
dvisivel, para estabelecer que, nao sendo, ello
esl sujeilo competencia do congresso. Eslc
territorio, desde o momenlo que perlence ao
Papa, s pode ser desmembrado por elle ou pelo
seu consentimento ; a historia, que o autor quer
invocar nao serve absolutamente de apoio suas
dedcenos De que os dominios pontificacs sof-
freratn mudangas n'outras pocas, nao se segu
que um congresso tenha hoje o direito de fa-
zer oulras. Os que tiveram foram sempre o re-
sultado da violencia o nao poderam mudar a
natureza dos direitos soberanos. Tal foi o acto
da assembla constituinle.que decrelouera 1791,
a reunio de Avignon c do condado Vendissim
Franca.
O autor lgico quando diz que se esto ter-
ritorio patrimonio da cgrsja, preciso restituir
ao Papa o departamento de Vaucluse; eno o ,
quando tira, de um facto de espoliago, a cou-
quencia, que se pode tirar a um outro o que
elle possue.
XV.
A santa se repousa sobre um volco ; o So-
berano Pontifico est continuamente amoagado
de urna rovolugo... Sm, elle esl ameagado
nao posso negar ; mas aquelle, q.ue jst0 nos (}jZj
nao quer mais que os governos catholicos pre-
encham sua alia missu de protectores da egre-
ja ; elle quer que se constiiuam arbitros c se-
nhores do seu deslino. Comega-se repetindo
contra ella o que dizem seus inimigos ; depois
dio-lhe o ganho da causa ; em lugar de impor
silencio aos que censurara, approva-se suas cri-
ticas, tem-se ar de se interessir pelo Papa, pre-
lende-se lomar a palavra era seu favor, mas,
fazendo-o se lornam contra ello.
As calumnias semeadas para lhe prejudcar,
sao todas acolhidas, o menor erro exagerado,
o bem passa em silencio, os actos generosos
nem mesmo sao mencionados ; assim que se
irovoca desordens, cuja falta recahe sobre aquel-
es, que eslo na impossibilidade de previnir :
desta maneira alemp.ase as sabias e previdentcs
medidas, que desejavam tomar os Pontfices,
depois Ccnsura-sc nao salisfazer as necessidades
da civilsagaoe do progresso. Nunca se vio urna
injusticia mais flagrante, e quando se deplora
tudo quanlo ha de afflictivo era um tal estado de
cousas, o nico remedio que se enconlra privar
o Pontfice da maior parle do seu dominio tem-
poral, depois de ter dito 'e reconhecido quo
este dominio legitimo que necessario.
E' da mesma mancira que se um medico, no
letlo do doenie, so vissccura daudo-lhea morle.
A comparagao nada ten de paradat: ella
exacta. Tirar ao Papa todos os eslsssi!
cepgo de Roma, de'rrubar en'poucs tonpo sua
soberana. Virao oulros depois de nos que acie-
dilarao teros mesmos direitos que nos nos atri-
buimos, e qun dirao ser necessario restabelecer o
que fez o congresso de 1860; que Roma nao de-
ve ser separada do resto da Italia ; que ella
seu ornamento e gloria; que o poder da Papa,
com qualquer reslricco, urna anomala,- e,
alm d'isso, um obstculo realisaco d'essas
grandes e novas ideas, que a mana de innovn-
ccs adianto c faz circular com a rapidez do va-
por.
Seja o Tapa prelado c n5o oulra cousa, corno
foram seus predecessores nos primeiros lempos*
da egreja.
A Europa reunida era 1863 deu Roma ao Pa-
pa : a Europa reunida no anno da'graca... po-
de decidir de oulra sorte. Taes so'as conse-
cuencias de urna poltica, que rompeu com toda
idea de direito e de justiga.
XVI
No meio de (antas proposiges aventuradas, to
contrarias historia, como aos principios da po-
ltica, o aulor aprsenla oulras ainda lo pueris,
que nao roerecem ser refutadas. assim que no
seu entender as potencias calholicas sao obri-
gadas a pagar grandes tribuios ao Santo Padre.
U'esla sorle seu budgel nao ser exclusivamente
romano ; elle ser internacional.
Todos os .estados catholicos se gloriavam, nos
seculos precedentes, de contribuir para o esplen-
dor da s pontifical; o aulor lalvez se tenha es-
quecido que elles qzeram livrar-sn d'essos tri-
butos, quer por causa da dminuigo do sua f,
quer porque os tributos de sua piedade clirista
o filial nao lhe parecessem estar mais em rela-
gilo com as ideas mais adianladas da poca.
Nao supponho quo se pretenda voltar a el-
les ; os lempos, nao sao favoraveis a estas mu-
dangas ; mas, ainda que urna pioposigo d'este
genero fosse acolhi.Va no congresso e acidia pelas
potencias, o que setaria ahi? dar-se-hia ao Pa-
pa o carador de um empregado superior? Em-
pregado por lodos, se querem, mas, strmprc c afi-
nal simples empregado retribuido. E se alguma
potencia jnlgosse ler o direito de se q.ucixar, e
qutzessc lirar-lhe toda subvengo, as oulras far-
Ihe-ham guerra para obrigar a pagar sc-u tribu-
to? Ese todas julgassomconveniente recusa-la?..
Mas isto perdet^empo com palavras.
XVII
O aulor di/.-se calholico sincero; deveriamos,
pois, crer que elle fosse dedicado a egreja, orgu-
lhoso de sua gloria o da auloridade de seu chote ;
tudseu desojo, sent de paixao, sera trnala
mais forte, mais respeitavei e mais amada.
Cousa singular 1 lodos os inimigos da sania
s adherirain s suas palavras, aos seus pensa-
naentos, s proposiges que fez;, para elles, ura
publicista de una rara doulrina, lodos os ap-
plausK>s lhes sao devidos : pouco falta para qaie
elle decrelem, que suas ma-xmas sejam grava-
das sobre marmore. Mas, q,ual o senlimenlo
dos catholicos, e de todos acuelles que veneran
e tespeilam no Soberano Pontifico o successor de
Pedro, o chefe da egreja ? Para esles, a brochara
una desgraca. E ella laJ, com elTeilo, mo-
no pelos argumentos capciosos que ella empre-
ga, do qne pelos receios quo disperla. O autor,
veja agora a que cansa lem elle servido.
lempo de terminar ura esoripto tragado ao
correr da penna para alliviar meu afilelo cora-
cao ; minhas ultimas palavras, entretanto nao se-
rn do abalimenlo S de dor, sero palavras de a-
stao e esperanca.
Continvar-se-ha.)
Variedades.
Caata le um lavrador de Pcnajoia a
se compadre de Ritr-Tiuto.
Meu compadre e velhoamigc
Do nosso bom lempo amigo,
Em que a mi alraz da filha
la missi de manlilha :
E o povo lodosos das
Rezava as Ave-Maras,
E da va gragas a Dos
No fim dos jaularcs seus.
Hei de eslimsr, na verdade.
Que passe sem novidade,
E que tenha resislido
Ao fri to desabrido.
Que bem me cusa diz-Io,
os leva couro e cabello ;
Na amavel enmpanhia
Da senhora Ignez Mara,
A cujos ps me pora,
E nislo me obrigari.
Eu, compadre, o mez passado
Passei niuito incommodado,
Pois quando ao romper do da
Da missa me recolhia,
Um ul veiiiiho nordeste
Sem ceremonia me investe.
Constipei : veio o catarrho
Com o seu competente escarro ;
Mas tanto me mesinhei,
E tanto me charopei.
Que o lal catarrho infernal
Me abandonou afinal.
Hoje, compadre, estou fino,:
Estou meitido n'um sino.
Quem de muito me servio
E quo sempre me acudi,
Foi miliha mulher Quiteria,
Que lera voto na.materia.
Forneceu-me rebucados,
Capils assucarsdoi, '
Charopes emolientes,
E oulros mais engredientes
Do boticario visinho.
Que dizem ser bom mocinho.
A mnha Quiteria lem
De certo como ninguem,
Certos dotes singulares.
Cura como os Alvcilares
Os burricos c da casa.
Sabe quando a mar vasa,
Arranja bons capils,
E mu bons escalda-ps.
Lauca bixas sangradoras, t
Perlenccndo s enfermeiras
Se assemelha, na verdade,
A's irmas de caridade ; .
Finjlmenlc c das minhas,
Pois me trata das galiinhas,
Dos patos, dos bacorinhos,
E dos mais animaesinhos.
XI
SIjoiario. Decadencia do material e do pes-
soal de nossa marinha do guerra.Causas que
a nriginaram, e que a alimenlam. Medidas
salvadoras, urgontemanle exigidos pela sita-
gao.
*
Tondo provado cora a lgica inexoravel dos al-
garismos e dos fados a decadencia assusladora
do material c do pessoal de nossa marinha de
guerra, e indicado as causas prximas o remolas
que a orinnaram, e que a alimenlam, na opiniSo
de loda a corporacao, pasearemos agora parle
nao menos importante de nossa these, spre-
senlago das medidas salvadoras urgentemente
exigidas pela siluago que approximadanicnle
pintamos.
Nao nos limitamos, pois, & censurar e qc exis-
te, tarefa sempre fcil: ao contrario, vanos ex-
por aquellas ideas que se acham forlrflcarlas em
nosso pensamenlo por um longo esludo; c pela
lico da experiencia do muilos annos passados
sempre no servigo activo do mar.
Escrevendo, principalmcnle, para o nosso paiz,
dasejando que as reformas que aconselhamoslhe
sejam uleis, nao seremos somenle simples copis-
ta das instiluiges que possucm outras nagoes
civilisadas, para propo-las ; mas faremos urna es-
colha discreta do que nos poder sor applicavel,
altendendo aos nossos erros e costumes, e A nos-
sa posigo geographica, que muita influencia tem
nesle caso.
Provindo a decadencia da marinha da Jalla de
conheciracnlos da especialidade na adrainistracao
superior, entregue sempre um cidado cslranho
a classe ; di ausencia do pessoal proflssional as
cmaras, o da nenhuma ingerencia que temo
conselho naval, mero tribunal consultivo, na di-
A defeza do paiz, o prnlccco de seus habilan-
l"8, a garanta de suas riquezas, a honra da ban-
deira nacional, dependen! deslas duas pastas, a-
l> nellas repouza tudo quanlo de mais sagra-
do lem a sociedade.
Se para cultivar uro jardim chamamos um jar-
cineiro. para dirigir urna machina ura machi-
i isla, para abrir estradas o canacs, engenheiros
habilitados, para o exercicio da medicina urame-
< ico, etc., como 6 que nao procuramos um bom
oftlciiil de marinha para governar o sua classe,
issim como procuramos um oflicial do exercilo
para'dirigir a sua ?
Mais tabeo tolo no seu do que o avisado no
itlheio : ao ha quem ignreosle velho rifo por-
uguez, de urna sabedoria inconlestavcl, o que
inda no caso do que tratamos tem loda a appli-
:aao.
E' rauibom, compadre amigo,
Ter flt gente comsigo
Urna mulher forte e rija,
Que nao goste da bola,
Nem seja namoradeira,
Porm sm, arranjadeira ;
Mulher, emfim, c do Minho,
Que arranja panno de linho
Para ICneoes c camisas
E outras cousas precisas :
Mulher gorda e musculosa,"
Fresca como a fresca rosa,
E que tenha bom dormir,
Sem na cama se bolir,
Temos c na vsinhanga .
Una familia qu dansa,
Pae e mae e quatro filhas,
recgo dos negocios da repartigao, parece-nos que
a boa razao aconselha que se torne pralica an-, Marinha e guerra consomem annualmeale qua-
terior ao anno de 1834, era que sempre, ouordi- a terga parte das rendas do estado, e muitas
nanamente, o ministro da marinha era oflicial de
marinha, ou pelo menos do exercilo, islo mi-
litar, o portinlo apto sustentar a disciplina, que
nao reside, como muilos pensam, em urna exa-
gerada oppresso, quo s nroduz despeito, e ali-
menta o espirilo de recalcitrancia ou opposigo.
As pastas da marinha e da guerra sao mais
importantes do quo goralroenco se considera no
Brasil ; ellas abrangem interesses de Ul monta,
quo nao deveriam de forma alguma estar sujeitas
A essas alternativas polticas quese succedem em
nossa Ierra, i essas modificagoes minisleriaes
lo frequentes, que nenhum lempo deixam so
osiudo c i execucio.
lo suas despezas sao verdadeiros desperdicios. Se
i testado sua adminislrago exstissem homens
>niendidos, estas quantiaa seriam utilmente ap-
plicadas ; isto permiltiria fazer melhoras consi-
deraveis nos vencimenlos do pessoal, ele.
Satcmos que na Inglaterra, primeira potencia
martima do mundo, o ministro da marinha rara-
mente sabe desta classe, e entretanto ella nao
lem rival nesle servigo. Esto exemplo nao pre-
ludien o que dzetztos : all, nao s ha sempre of-
lciaes as cmaras, como e conselho do almiran-
lado tem ampias prerogalras, e 6 quera real-
mente dirige a reiartgo, seguinda o systcma
inmiavel 4? sugraentaf es^a, forc^A em que a
Gra-Rrclanlu ten o seu destino envolvido.
Nestas condices pde-se dispensar um proflssio-
nal no miniaierio ; mas as nossas circunstan-
cias, cm que o conselho naval ura instrumento
do governo, como o defini o Sr. ex-minislro
Wanderley, quando discuta a sua organisago,
nao possivel.
Alguns ofliciaes de marinha no parlamento se-
riam tambem auxiliares ben prestrnosos qual-
quer governo : na commisso do marinha o guer-
ra elaboraran projeclos necessarios, e imprimi-
ran) A repartico um progresso sensivel.
O povo que paga os imposlos, com os quaes se
sustenta i forga publica, e se allende A lodos os
ramos do servigo, tem um inleresso immediato
em enllocar all alg\ins membros proominentes
dessa classe. Em breve serA chamado para ejer-
cer este direito, o mais importante que lhe ha
cabido cm conquista ; est em suas mos pronun-
ciar-sede maneira que satisfaga esta verdadeira
conveuiencia publica.
O oflicial do marinha nao tem crculos, nao
tem provincia ; perlence A qualquer localidnde,
por mais obscura quo seja, onde o sou braco e o
seu sangue for preciso para detonder a orden o
salvar as inslituices.
Perlo de trimbannos do experiencia ho pro-
vado o quo ello vale, e desde o Amazonas at o
Prati nao se enconlra um s facto que destrua o
justo eonceito quo esta classe goza cnlre seus
concidados.
Conscios da utilidade quo ha em sentaren-se
alguna proQssionaes ajarnh.a no parlamento,
Queso viven de quadnlhas :
O pae joga o domin.
Ellas eomero po de 16, .
E segundo diz a fama,
Passam a man boa na cama ;
A roca all se nSo ve,
Pois s familia s 16
Romances e ninharies,
E outras masphanlhesias ;
Ellas vivera do que comem,
O pae passa por bom homem,
Pois para um baile que deu,
luda lia pouco elle vendeu
Um quintal quepossuia
Denlro c da freguezia.
Nao passam de magrizellas,
Trazem mostra as costcllas,
E segundo um dito avlso
J lem febrinha no pulso.
Chegou hoje aos meus ouvidos
Que ellas procuram maridos,
Mas at ao fazer desta ti
Ellas nao brilham na testa, ?
Pois no fim da patuscada
S hanoves-fia, nada.
Quem quer, a nao caguar.
No lempo d'hoje casar,
Com mulher de carne % osso,
Que nao Irazendo carogo
S quer. cusa o que custar,
Pelos bailes pernear,
E arraslar seda e velludo, s:?
Dando, emfim, cabo de tudo, j
E por causa da cacholla.
Acabar pedindo csmola.
Eu bem sei. compadre amigo.
Que nao gostam do que eu digo,
Que mechamam per ah.
Como eu mesmo ha pouco ouv,
P de boi, ginja, caturra,
Mas cu nao deseo da burra,
E dirci que islo vai mal.
Que esle nosso Portugal
Oue s vive do passado,
Tem sido mal gobernado,
E que hoje sem calcular
O luxo quer adorar ; "
Se nao faz parar a roda.
Morro viclma da moda.
Quem gasta uiai* do que lem
A pedir, compadre, vem.
Ouv a Ires homens serios
ijue o luxo mala os imperios ;
Isto dito c por miro, .
Que nao esludei latn).
Nem aprend o francez,
Parecer estupidez,
Porm um senhoi letlrado,
E que j foi dcpulado
as cortos de vinte e dois,
E que sabe o nome aos bois,
Apesar de ser judeu,
Tambem do voto meu
Ouv quejj nosso vigario,
Oue mestre no kalcndario.
Dissera n'um pequenique
Que Portugal ia a pique.
Que pNiogal vai vella,
E que lena grande mazclla,
Foi o dito bem fatal
Do bom marquez de Pombal,
Lo morque/, lnha razio.
Portugal, romo naci,
Nao vale dous caraces.
Pois qualquer senhor d'anzes
Mostrando um francez cartucho,
Vem mclter-lhe a falla ao bucho ;
O Portugal portuguez,
Hoje Portugal francez,
Breve ser caslelhano,
Ou bretao, ou musulmano.
, Seas nossascousas mudarfim,
E por mar nosalacarem.
Nao temos vasos de gueira ;
Se a cousa vier por trra.
Temos s para lhe oppor
Quatro galos por favor.
Portugal nao lem estradas,
Portugal nao lem armadas,
Portugal nao tem soldados,
O que lem sao empregados,
-Chuchando o suor do povo.
Sera fazer nada de novo.
As reformas que se fazem
E que ao povo pouco aprazem,
Sao filhas s do caprichos,
Sito Iribunecase nichos
Para arranjar allihados,
-Que fi ara mu repimpados,
* Tomando o seu lalher d'ouro'
Nos banquetes do thesouro,
Que ni ostra ser multas ve/es
Como roupa de francezes.
Islo, compadre, esl mo,
Porm nao so leva a pao,
Nem a golpes de badallo.
Se desla maneira fallo,
E' por ler mulher e filhos,
E muilo amor aos meus milhos,
Que hoje esloo ameagodos
De serem mais tributados.
Era honra s e louvor
Do mismo dito senhor ;
Esle nosso povosinho
E' de cerlo um burruzinho.
Se fallo desta maneira,
E' que a cousa nio me cheira,
E' porque vejo e vou vendo
Como M cousas vo correndo
No raeu paiz, meu compadro ;
O devesso -faz-se padre,
E manlm no mesmo ninho
A mulher e o seu filhnho ;
Reina s o patronato, -
0 ralo caca o galo,
1 o dnheko compra a le,
outras cousas mais que cu sei.
Portugal quer ser janota,
E os seus recursos esgota,
fie balde quer pimponar.
Pois jamis pode hombrear
Com essas grandes nagoes,
Oue 'teem naos e lem milhes.
, -Quem caminha devagar
Pode ao seu lugar chegar ;
Quefli caminha ligeirinho
Cansa sempre no caminho.
Tenho eseripto por demais.
Nao o quero enfadar mais ;
Tenha sade e patacos,
E v preparando os saceos,
Pois segundo por c soa,
A colheita ha de ser boa,
O feverciro vai mui fri,
Cela o lauque, gla o rio :
Porm para os cereaes
Sao, compadre, bons signaes.
Talvcz que tenhamos vinho,
E que tnumpheo baguinho,
Sem de novo estar doente,
O que faz mui mal A gente.
Que nao refresca a goeila,
Ou dcixa entornar por ella
Urna mixordta fatal,
Ao systcma estomacal.
Um lavrador sem ler vinho,
E' animal mui tristlnha.
At mesmo por nao ter
Na gaveta que metter.
(Bras Tisa*a)
i
J

\
-
.-
tres ofliciaes gencraes da armada se apresenlam
agora candidatos A deputago geral as prximas
eleicoes.
Sao os senhores chefe de esquadra, conselho-
ro Joaquina Jos Ignacio, pela provincia do Ama-
zonas, o os scnbores cheles do divisan Jczuino
La mego Costa, por Santa Catharina, e Joaqun)
Raymundo de Lamarc, por Mallo-Grosso.
Na situago toda especial em que nos adiamos,
esta prelengo nao dexa de ser temeraria ; mas
elles confiando em amigos dedicados da mari-
nha, no concurso de lodos os collegas, sobretodo
no bom sonso dos seus compatriotas, que ho de
com pretender que ahi ha mais do quo urna elei-
gao ordinaria, ha urna rehabilitago civil para o
oflicial do marinha, urna suspenso da senlcnga
do proscripgo que sobro He pesava.
O primeiro, como lodo o Brasil sabe, urna das
maiores illuslragocs de nossa armada, e por suas
luzes, independencia de carcter, o franqueza que
lhe propria, esl no caso de ser o melhor re-
presentante da marinha no scio da assembla na-
cional.
Sua voz respeitavei ser on vida cora atleneo.:
ella decidir todas as qtfesles mais complexas da
reparligo magistralmentc, e cocaminharA a c
A tomar urna deciso acertada. /
O segundo lambem um nobro carcter 0 ap-
io paradosempeuhar a ardua tarefa de que so
quer incumbir. A armada teria egualrj,cnie nclle
um extremo defensor de seus droifoS.
O torceiro, finalmente, 6 o ls joven/de lo-
dos, mas nem por isso lhes inferior, nem em
ttilolligsnc, nem W. WlT2,.i.
Nao escrevemos biographias, e pot isla nao
apontaremos os ados de herosmo, os servicos
relevantes desses homens. Basta duer que o go-
verno imperial os tem distinguido sssipre, j
proinovendo-os por cscolha, jA enckesdo-os do
condecoragoes e ttulos honrosos, que os recom-
mendam gratido publica, A estima de toda a
corporagao, que merecidamente goiam.
Se liressemos alguma influencia a empregaria-
mos do bom grado no triumpho desta til causa ;
era falla della limiamo-uos A fazer votos para
que as urnas s declaren) A (avor, porque ento
leremos um elemento indis'pcnsavcl para a feli-
cidado do nossa marinha uno al agora nos lem
fallado.
Do que temos, eseripto hoje nao se conclua que
somenle as ires medidas cima indicadas, cste-
ja a salvar-o i\c nossa marinha. Ellas sao as prin-
cipaes, vprdade, porm nada mais sto do que o
meio, e r,0 0 fim.
L'tn-j serio de providencias, cada qual mais no-
v'el, que guardara enlro si a mais inlima rela-
'o, urna reforma salutar no vetusto regulameo
lo orgnico da marinha, que ainda provisorio,
bem que dale de 1796, quanlo pode coticot-
rer para isso."
Reserramo-nos cxpcnd-las em os seguinles
artigos, com a clareza que a materia requer,
' E. A.
PERN. -.TYP. DE M. F. DEFAMA. 13W
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