Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09029


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Full Text
a-
10 XXXVI. HOMERO
Pw tres ea8 4ailados 58000.
Por tres nezes vencidos 68000.

..
KNCAKRKOADOS DA SOBSCRIPCAO1 DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
fcr. A. de Lemoa Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Macanho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Maraes Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jrronymo da Cosa.
PARTIDA IJU.S CUlUlfclO.S.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do- dia.
Iguarass. Goiantia e Parahiba na* segundas
e sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brejr, Pes-
quis, lngazeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nns quartas-feiras.
Cabo, Serinhetn, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Tojos os enrreios partern as 10 horas da manila.
TEBCAFEBA 3E ABRIL DE 1860. *
Por auto adiaeUdo i$000.
Fortefranco par o subscritor.
Alfl
hl'l
5 Luacl
12 Ouart
da tar
21 La ii
nha.
28 Quart
tarde.
.b,UEKlDUS lio Nh HE AU-HIL."
ieia as 5 heras e 40 minutos da tarde
> minguantc as 11 horas e 13 minutos
de.
va as 3 horas e 26 minutos da ms-
t crescenle os 3 hora e 16 minutos da
PREAHAR DE IIOJE.
Primcin
Segundo
PARTE OFFICIAL.
as 3 horas e 18 minutos da manha.
as 2 horas e 5i minutos da larde
ministerio fia fazenda.
DECRETO N. 2,551 DE 17 DE MAHCO DE 1860.
llanda observar o regulanienlo das recebedorias
i 5 do ""lorisacao concedida no or. 30da
n de ,8 de selembro de 1845 e iris. 75 e
o 1." e 3. do decreto n. 736 de 20 de no-
vembro do 1850, hei por bem mandar que se
observe o regulamento das recebedorias que cora
sle haixa assignado por Angelo Muniz da Silva
erraz, Jomen conselho. senador do imperio
presidente do conselho de ministros, ministro e
secretario de estado dos negocios da f,.zenda, e
presiden e do tribunal do thesouro nacional, quo
assim o tenha entendido o faca execulor.
.i Jiam V2 5'. d,e j3neiro' om 17 d0 raar
de 1860, 39. da Independencia e do Imperio.
SfSu .srsg:i.0 ,rapcrador- Aneh
1XTh\H-EX!2 DAS RECEBEDORIAS A QUE SE
REFERE O DECRETON. 2,551 DESTA DATA.
CAPITULO I.
Das recebedorias, seus empregados e vencimentos.
u rcceDedo',ins das cidades do Rio de
Janeiro, Baha e Pernambuco sao eslaces de fa-
zendas incumbidas da inimeaiata iscalisaco e
arrecadacao das rendas internas dos respectivos
municipios que em virtude de lei ou regulamen-
to nao estiverem a cargo Ce outra repartico.
A recebedoria do Rio do Janeiro arre*cadar
tambera a receila municipal de que tratara asleis
de 21 de oulubro de 1843, art 47 e do Io de ou-
tubro de 1856, art. 12.
Art. 2." O numero e vencimentos do3 empre-
ados serao os fixados na tabella junta, que ica
dependente da approvaco do poder legislativo.
Art. d. A Rralificaco e poreenlagem marca-
aasina tabella, de que trata o anigo anteceden-
i**o serao abonadas aos empregados seno
rwcrivo exercicio, salvos os casos do impe-
We por ser ico gratuito em virtude de lei ou
orne superior.
Art, 4. Deduzir-se-ha a poreenlagem da re-
ceila qoe for arrecadada em dinluiro.abatidaaim-
portancia dos seguintes arligos.
'" Restituices dos direitos cobrados em qual-
f'o 52?Pez* de expediente.
h.n. JS0*"08 e caucoe8. comprehendidos os do
bens de defuntos e ausentes, e salario de frica-
i us i iv res
4. Receila extraordinaria.
5. Mullas.
6." Iridenisaces e reposices.
7. Divida acliva. "
^f.8m.,Rendme?10 da lyPPh'a nacional, e o
4e qualquer outra reparti{o de fazenda.
Art. a A porecntageo. que competo aos co-
*vn ?'} "*ulada na for"ia dos decretos n.
.059 de 19 de dezembro de 1857 e n. 254 de 16
de fevereiro de 1859, que ficara em vigor cora a
arteracao constante da tabella annexa, quanlo ao
numero do mesmos empregados.
Art. .* Alm -denles venrimenlos, poder o
governo conceder aos empregados das recebedo-
rias que completaren! trinta annos de servico e
nao estiverem para elle inhabilitados.a gratilicV
ao marcada no art. 42 do decreto n. 2343 de 29
de janelro de 1859.
A sobredita gralicacao ser tambera devida
nicamente pelo effectivo exercicio, salvos os ca-
*os mencionados no art. 3o c a quota della relati-
va poreenlagem ser calculada pelo que desta
competir mcnsalmenlo ao emprestado.
Art. 7. Logo que liver execuco este regula-
mento.cessarao todas as graiicagcs que seabo-
narera aos empregados das recebedorias por qual-
quer titulo que seja.
<.,A.r': 8- No abono de vencimentos pelas subs-
ituigoes e exercicio interino dos empregados e
em tudo que disser respeilo ao ponto, licencs
suspensoes, commissoes, remoce3, antiguida'de'
aposentadonos, responsabilidade, flaneas, posse'
gratificacoes de exercicio ordinarias e 'extraordi-
narias se observaro as regras pEescriplas pela
legislacao que reger o thesouro Plhesourarias
1. Durante o exercicio das commissoes os
empregados podero optar o ordenado e grali-
cacao de seus lugares, o soraente ter direito a
poreenlagem do que interinamente servirem, se
isso Ihes convier.
2." Aos empregados que forera aposentados e
contarem Ulnta annos de bons serviros poder o
governo augmentar a ordenado que lhes compe-
tir pela aposentadoria al mais 50 % do seu ven-
cimento flxo.
Art. 9. Os actuaes pralicantes nao tero direi-
-to ao augmentle vencimeutos da tabella anne-
xa, emquanlo nao forem de novo prvidos por
meio de concurso.
CAPITULO II.
Das nomtafes e demistoes.
Art. 10. Os empregados das recebedorias serao
comeados e deraillidos pelo governo. excepcao:
I. Dos recebedores, ou cobradores, do portei-
ro. do continuo e dos correios, quo o serao pelo
ministro da fazenda na corle, e pelos presidentes
nas provincias.
2. Dos fiis, que deverao se-lo pelos thesou-
reiros debaixo de cuja responsabilidade servi-
rCo Cnm aPProv3?*> dos administradores.
. Dos amanuenses e dos pralicantes, que o
serao pelo ministerios da fazenda.
Art. 11. A nomeaco dos pralicantes s pode-
r ter lugar por meio de concurso e exanie das
nialerlas exigidas para o provimento de iguaes
tusares do thesouro nacional e Ihesourarias de
lazendas; observando-so sobre a aaraisso dos
concurrentes o processo do concurso e a cscolha
eos rarsroos a legislagao que esliver era vieor
nas ditas repartieres.
Art. 12. O provimento dos empregos de oma-
unenses veriflcar-se-ha tambera por meio de
concurso entre os pralicantes, e exame sobro as
materias exigidas para o dos quarlos escriptura-
riosi oo thesouro, ou tereciros das Ihesourarias
mituaos nao s os pralicantes dessas reparticoes
como os empregados de oulrasquaesquer do mi-
ministeno da faxenda qne tiverem sido approva-
dos em concuiso nas referidas materias.
Art. 13. Os preenchimenloa das vagas de se-
gundos escripluianos das reMbedorias ter igual-
mente lugar por meio de coRurso entre os ama-
nuenses e quaesquer oulros empreados de fa-
zenda que eHerem nasmesm.sciicumstancios-
versando o exame sobre as materias exigidas para
o dos segundos escripturarios do thesouro ou se-
gundos das Ihesourarias mencionadas no artigo
antecedente. B
Art. 14tf Os concursos serao presididos, na cor-
le, pelo directores geraes ou contadores do the-
souro que o ministro da fazenda designar, e nas
provincias pelo inspector da respectiva ihesoura-
ria.
Art. 15. Se os concursos para o preenchiraento
os lugares de amanueuses e segundos escripiu-
rarios nao houver concurrentes em numero ex-
cedente ao dos lugares vagos, ou se nao so qui-
zerera elles inscrover, ou tendo-se inscripto, nao
complelar-se numero marcado por abandono ou
ausencia, serao admillidos os individuos quo se
o presentaren!, reunindo as conseccoes exigidas
para admusao dos pralicantes, os qaaes podero
ser noroeadosuma vez que se mostrem habilita-
dos, mediante o competente exame, nas materias
exigidas psra os referidos concursos
Art. 1. Nenhum empregado cuja promocio a
lugar inmediatamente superior depender de con-
curso poder ser a elle admitlido sem que tenha
pelo menos dous annos de exercicio no emnreiro
que oceupar. Exceptuam-so os pralicantes
jue poderao deixar de inscrever-se nos coiii'ur-
sos abertos durante o primeiro anuo do exercicio
do seu emprego, e os individuos comprehendidos
na disposico do artigo precedente.
1." Fora (lestes casos todos os empregados
cujo accesso depender de concurso sero obriga-
dos a comparecer nos quo se flzerem, salvo por
molestia reconhecida c provada a juizo do mi-
nistro da fazenda, na corte, c dos inspectores das
Ihesourarias, nas provincias.
2o. O seu nao comparecimento neslas cir-
cumstancias, abandono ou ausencia, depois de
lerem-se inscripto para o concurso importar ne-
cessariamente pena de demisso.
3. Ser igualmente demillido o empregado
que fr reprovado era dous concursos consecuti-
vos, e os que forera approvados, mas nao promo-
vidos por falta de vagas, ficaro dispensados "de
passar por no*o exame, e serio prvidos nas pri-
meiras que se dercm, nao se abrindo novos con-
cursos emquanlo houver empregados em taes cir-
eu rastradas.
Art. 17, O provimento dos empregos nao men-
cionados nos arts. 11, 12 o 13 6 de accesso, ex-
cepto os de administrador,- thesoureiro, fiel, re-
cebedor, porleiro ou continuos, para os quaes
poderao ser nomeados quaesquer individuos que
lenhnra a precisa doneidade.
Art. 18. No accesso sero preferidos os empro-
gados da classe inferior que se tenham distingui-
do pelas seguintes qualidades ; aptido piofessio-
nal, probidade, zelo, exaego, ossiduidade no
curaprinienlo de seus devers, servicos ao Esta-
do o opprovacao em o concurso ; e d'cntre os que
tiverem nessas circunstancias aquellos : 1" que
houverem oblido approvago plena nas materias
do curso do instituto comroorclal; 2o, que tive-
rem carta do bacharel era letras do collegio de
Pedro II; 3o, que tiverem o curso completo da
escola militar.
1. Em igualdade de circumstancias preferir
o mais anligo.
2. Sero reputados empregos do classe in-
ferior os que tiverem vencimentos iramediata-
racnte menores ao do que esliver vago.
Art. 19. As vagas que se derem nas recebedo-
rias sero preenebidas com empregados das mes-
mas ou de quaesquer reparticoes de fazenda que
estejam nascondicoes exigidas no presente decre-
to, podendo os primeiros ter tambem accesso pa-
ra as oulras reparticoes, conforme seus servicos,
merecimenlo e habilitaces, verificadas por raeio
de concurso.
Art. 20. Os empregos das recebedorias sao a-
movivcis.e seos serventuariospoderao ser exone-
rados Mpelo governo os de nomeaco por decreto
imperial e pelos presidentes das provincias, a-
quelles cuj nifecago lhes competir.
Art. 21. Os empregados prvidos interinamen-
te e os que esliverem exercendo algum lugar era
commisso poderao a todo lempo ser exonerados
de taes empregos ou commisso pelas autorida-
des que os houverem noraeado.
CAPITULO III.
Das substiluifei.
Art. 22. No impedimento do administrador fa-
rs suas veres o eserivo, seguinJo-so depois os
primeiros escripturarios e segundos.
Sendo os primeiros escripturarios da mesma
antiguidade de classe, substituir o que tiver mais
tempo de serviqo na repartico, e, em igualdade
de circumstancias, o que fr'mais antigo uo 3er-
vico publico.
Esta regra ser tambera observada a respeito
dos segundos escripturarios, sendo igualmente
applicada a sobslituico do eserivo.
Art. 23. O thesoureiro ser substituido pelo seu
fiel, e, na falla deste, por quem designar, com
audiencia e expresso consentimento de seus fia-
dores, pora servir debaixo de sua responsabilida-
de; podendo 3er algum dos cobradores, com ap-
piova^o do administrador, quando disso nao re-
sulto prejuizo do servido proprio dessa classe de
empregados.
Art. 24. Dando-se a falta simultanea.do the-
soureiro e do fiel, sem haver o substituto de que
trata o artigo antecedente, o administrador, sus-
pendendo o raesmo thesoureiro e balanceando os
cofres, nooiear um dos empregados da reparti-
do para servir independenteraenle de flanea
oendo logo parle ao thesouro ou thesouraria
competente.
Art. 25. Na hypothese de que trals o artigo
antecedente, o ministro da fazenda na corle, e os
presidentes nas provincias, nomearo pesso id-
nea par servir de thesoureiro podendo dispen-
sar a Sanca ou outra qualquer causao.
Art. 26. Ao recebedor do sello sao applicaveis
as disposicoes dos arligos antecedentes.
Art. 27. Os lancadores sero substituidos uns
pelos outros, e, sendo preciso, pelos primeiros
escripturarios, por nomeaco do administrador.
Art. 28. O porleiro ter por substituto o con-
tinuo, e na falla deste um dos correios que o ad-
ministrador designar.
CAPITULO IV.
Das attribuices e devere* dot empregados.
4 en Do ad,l>inistrador.
Art. 29. O administrador o chefe da recebe-
aoria. inmediatamente subordinado ao ministro
da fazenda na corle, e s Ihesourarias, nas pro-
vincias. Y
Art. 30. Compele ao administrador, e do seu
dever :
8 i._Manler a ordem na repartico, dirigir e
inspeccionar o servico, e fazer arrecadar os di-
reitos devldos ao estado, na conformidade das
Ieis. regulanicntos e ordens superiores.
2. Vigiar que os empregados cumpram exac-
tamente os uus deveres, reprehendendo os que
deixarem de cumpri-los, e at suspendendo-os
do exercicio do lugar, por lempo que nao exceda
de quinze das.
3. Dar conla inmediatamente autoridade
superior dos empregados que suspender porinap-
tidao, negligencia ou dolo, e daquelles que de-
vara ser suspensos por mais de quinze das.
4." Decidir verbal e summariamente as du-
vidas que se derem na execuco deste regula-
mento, observando, nos casos omissos, os do
thesouro e Ihesoursrias de fazenda no que forera
applicaveis.
5. Communicar directora geral das ren-
das publicas, eu thesouraria competente, as
oceurrencias extraordinarias, e enviar-lhes op-
portunamento quando forera exigidos os balan-
qos, tabellas de receila e informales sobre o pro-
cedimenlo e idoneidade dos empregados.
i 6* Propr as obras, cencertos, reparos do
edificio em que se achar a recebedoria. ecompa-
nhando a sua proposta o orcamento da respecti-
va despeza.
7. Promover os interesses da fazenda na-
cional, requisitando as providencias que forem
necessarias, na corle, por intermedio da directo-
ra geral das rendas publieas, e nas provincias,
uas Ihesourarias de fazenda.
8." Imp6r multas nos casos em que as leis
6 Leu0,amenlos 'he conferirem essa aitribuico.
. S. Inspeccionar o servico da agencia do
imposto do gado, dando inslrucges para a boa
execuco dos reglamentos peculiares aquella
estacao subordinada recebedoria do Rio de Ja-
neiro.
J,Re8olve,r n" quesloes que se suscilarem
acerca dos reglamentos expedidos para a cobran-
za das rendas a cargo das recebedorias, e man-
dar executar as suas decisoes. se o essumplo fr
de natureza contenciosa, e provisoriamente se o
nao or, submeiiendo-as ao conhecimento do the-
souro e thesouranas, salvo, quando as partes In-
lerpuzcrem recurso.
11. Permittir a resliluicao de direitos, na
forma do art. 66.
% 11 Faier cumprir os precalorios de levanla-
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quinto,
llelago : torea* feins e sabbados.
Pnzenda: torgas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 hwas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil quartas e sabbados ao
meio dia.
mtiulo d>s depusitus pblicos, deque traame
regulamento de 1 de dezembro de 1815 e o decre-
to de 22 Je jneiro de 1847, quando eslivercm no
caso de ser cumpridos
13. Vi estar asdifTerentcs autoridades do the-
souro e das Ihesourarias do fazenda, ou solicitar
dellas os esclarecimentos que Torem necessarios
a bem de servico por intermedio da direloria ge-
ral das mudas publicas.
14. Mandar passar as certides que se pe-
direm. sempre que nao houver nisso inconve-
niente.
15. leferir juramento dar posse aos em-
pregados que forera nomeados.
16. Iropr os meios e reformas que a prali-
ca moslr; r convenientes para melhorar o me-
thodo de arrecadacao e escripturoco de cada
renda.
17. A presentar annualmente ao director ge-
ral das rendas publicas na edrte at o mez de
marro, e aos inspectores das Ihesourarias de fa-
zenda na provincias at o mez de fevereiro, um
relatorio Mrcumstanciado dos trabalhos e do' es-
tado de sua lepartico.
18. Pirticipar a existencia de vagas nos lu-
gares da eparlico, dando ao raesmo lempo os
necessariis informac5es sobre os empregados que
julgar dif nos de precrtchc-las.
19. Prorogar o expediente, nos termos do
art. 68.
20. Ordenar a priso dos empregados ocha-
dos em fligrante delicio dentro da repartico.
ou ouiroi quaesquer individuos na forma" do
art. 70.
21. Prohibir a entrada na repartico a qual-
quer individuo cujo procodimento se torne sus-
peito, e proceder de conformidade com o difpoa-
lo no art. 71
22. Trcsidir os leiloes. ou delegar esta attri-
buicao a um empregado de sua confianza.
23. inspeccionar e fiscalisar o processo de
lancameiio dos impostos, corrigindo-o, e man-
dando-o refomar, como entender conveniente.
21. Cnnhccer e julgar as fallas ou demoras
de comparecimento, assim como as retiradas, an-
tes de linio o expediente, dos empregado* seus
subordinados, e suspende-los, se fallarem sem
causa justificada, Bjpr8dias uteis consecutivos, ou
por quinz; interpolados durante um mez, ou em
dous seguidos.
25. Encerrar o ponto diario dos empregados,
tanto na entrada como na sabida.
26. Remelter ao thesouro mensalraentc, ou
Ihesounria respectiva, o extracto do ponto dos
mesmos jmpregados, afim ds serem pagos dos
competen les vencimentos.
Art. 31 O administrador ser substituido nos
seus Impedimentos pelo eserivo e escripturarios,
na forma do art. 22.
Do eserivo.
Ar. 32. O eserivo especialmente cncarrega-
do de dirigir e fiscelisar, na forma da legislaco
em vigor, a sob a inspecr.o do administrador, a
escripturajo e contabilidade da recebedoria;
sendo res.ionsavel pela sua legalidade, exaclido
e clareza.
Art. 33. Coropete-Ihe :
l. F.-zer executar os despachos do adminis-
trador, e Isvar ao seu conhecimento as omisses
e a ias q' e ?ommcUerem os empregados.
2. Distribuir o servico proporcionalmente
pelos empregados, de modo que ande em dia ; re-
vesanejo ) trabalho quando for compativel com
as habilita oes dos mesmos empregados, para que
nao recaa s em alguns o de niaior peso e res-
ponsabilidade.
3. Viciar que os empregados so nao dis-
traiam do semejo, eadverti-los e reprehend-los
nas faltas leves que commetlerem.
4. Prupr c representar o que for convenien-
te para o bom andamento do servico da recebe-
doria.
5 Convocar exlraordinariamenle os empre-
gados qun forem precisos para eualquer servico
urgente. *
6. Deiempenharconjuncttmente com os de-
mais emtregados os trabalhos que Ihe forem
commelticos.
7. Exiiminar os trabalhos a cargo dos empre-
gados, e c irrigir os erros ou defoitos que nelles
encontrar.
8. Inf jrmar os negocios cujo conhecimento
compelir-lhe, dando sobre elles o seu parecer,
quando se a isso necessario.
9. Autenticar cora o seu visto as infor-
macoes que derem os empregados em virtude de
despacho do administrador, se com ellas con-
cordar.
10. Fiscaiisar o imposto do sello ou outro
qualquer a que estiverem suieilos os papis e ne-
gocios que tiver de informar.
11. Fr zcr observar os rcgulamentos, instruc-
goes e ordens quo forera relativas ao servico
a seu carga, e em geral as leis de fazenda na par-
te que lhe competir. r
8 12. Aisignar com o thesoureiro os conheci-
m|n' e i|uilac;6es queso expedirem.
13. Eumacar, por ordem chronologica. as
ordens su menores, afim de serem encauernadas
no lim de ;ada anuo
14. Rever contas e documentos de paga-
mento. r 6
8 15. Asiignar as certides que forem passadas
pela recebedoria.
8 16. Di-igir e fiscalisar a cobranca foila no
domicilio pelos recebedores.
17. Aichivor os papis lindos.
18. Substituir o-adminislrador nos seus im-
pedimentos.
19 Conferir diariamente com o Ihesoureiro
a escripluracao da receila e despeza geral que
ser legahwda com a assignatura de ambos.
20. Conferir com outros empregados os lan-
?amenlos. tendo em vista os do anno anterior
para verificarse forara preenchidas as formalida-
des presen jtas, e contempladas todas as recla-
niagoes otl.indidas pela autoridade competente
dando conla ao administrador dos dcfeitos auc'
encontrar. H
Art. 34. O eserivo ser substituido pelos pri-
meiros escripturarios e segundos, nos tormos do
XI t. Z2>
Dos escripturarios, amanuenses e praticanles.
Art. 35. Os escripturarios, amanuenses e pra-
licantes se oceuparo dos trabalhos de escripia
que lhes forem commettidos pelo administrador
o eserivo.
Os quo servirem de escrives do lancamento
tem por obrigaco :
1." Acompanhar o lanzador e assistir ao pro-
cesso do lancamento.
2." Prepirar os trabalhos necessarios para o
raesmo IariQamento, na forma dos respectivos re-
gulamento.
3. Entregar ao eserivo da reeebedoria, no
principio de cada semana, o processo do lanca-
mento fcite no anterior.
O empreado que servir de recebedor do sello
dever entregar ao thesoureiro di recebedoria'
no 0m de cada da, as sommas quo nelle houver
irrecadado,
Arl. 36. Os primeiros e segundos escriptura-
rios sobslituirao o eserivo e o administrador na
falta delles.
Dos lancadores.
Art. 37. Compete aos lancadores:
1." Fater o lancamento dos impostos cuja
cobranca liver lugar por esso meio, nas pocas
marcadas tos respectivos regularaenlos, e pela
forma nell< proscripto.
2. **nnunciar pelas folbas publicas, se olah-
cam^ato nloftir feto na repartico, o dia emque
n de prinupiar.
3. tiv.'Kr a compele ale seceo em cerlo o
u-
mero 0 ras, e declarar nos aiinuucios quaes"
as ras cm quo yai tw |ugBr 0 lancamento.
4. Communicar aos colloctads asalteraccs
que lizercm para mais nos lanamente*, e cxiirir
delles declaracaajfiscripla na nota que lhes derem
de que licam srghj^ja nlleracrio, nos lemos do
disposto nos ara. 7ffa 79. .
8 5. Arbitra no municjpio da corte, e pelo
quo respeita imposto da decima urbana a
quota do mosmo imposto, quando os predios fo-
rera oceupados pelos dous.
6. Fixar, nos impostos cuja baso for o al-
Kuel dos pted:08, o prego provavol do mesmo a-
luguel. se os constantes dos recibos ou arrenda-
mentos forem vnlvelmente dolosos.
7. Coadjuvar os mais empregados nos traba-
lhos de escripia.
8. Servir de; perito nas avah'aces -o arbi-
bramentos para^ue o nomear o administrador.
9. I ereorrer o competente dislricto, depois
defeilo o lancnpenlo, de lempos, em lempos,
quando pelo aMinislrador lhes for isso ordena-
do, alira de veracarem as mudanzas quo occor-
rem e de epie aJeparliQo deva tercouhocimcnlo
para os devidosf Beilos.
10. Informar sobre as reclaraaces que se
fizerera a respeilo dos langamcntos.
Do thesoureiro.
Arl. 38. O thesoureiro tem por dever :
S I. Heceber os leiidimenl^^aUjijMdarem
e guarda-Ios sob sua respXrttfl plWPum co-
fre fechado. MP
2: Reccber o dinheiro, objectos de ouro, pra-
la e podras preciosas, e papis de crdito que
torera levados ao cofre dos depsitos pblicos
8 3. Entrar para a thesouraria competente no
primeiro dia til de cada semana, com o saldo
perlencente ao cofre da recebedoria.
4. Recolher ahi igualmente os dinheiros do
cofre dos depsitos pulicos. na forma do decre-
to de 22 de Janeiro de 1847.
5. Fazer os pagamentos que o administrador
aulonsar.
6. Assignarcom o eserivo, os conhecimen-
tos e quitaces de que traa o arl. 33 10.
8 7. Conferir e assigoar directamente, com o
eserivo, os lancamenios feitos no livro de recei-
la e despera geral.
8 8. Propor. o seu fiel, o qual servir sob sua
responsabilidade.
9. Nomear pessoa de sua confianca para
substilui-lo, quando nao tiver fiel e esliver im-
pedido, com audiencia e expresso consentimento
de seus fiadores
Art. 39. O thesoureiro solidariamente res-
ponsavel peloi actos de seu fiel ou preposto.
Do fiel do thesoureiro, '
Arl. 40. Compete ao fiel, do |**ou'eiro, que
prestar llanca idnea vontad deste :
8 t. Coadjuvar o mesmo thesoureiro em iodo
o servico a seu cargo.
2. Substilui-lo em seus impedimentos.
3. Desempcnhar as obrigagoes do thesourei-
ro em todos os actos d recebimento, pagamen-
to, remessa ou entrega de dinheiros, quando por
elle lbe forera,, taes funeces delegadas.
. Uo porleiro.
Art. 41 Elpbrigac&o do porleiro:
11. AbrFs portas da recebedoria uroa hora
ames de principiar o expediente, e fecha-la loeo
depois de acabado.
8 *" Assislir constantemente na entrada prin-
cipal, e ter particular attengo so*re as pessoas
que enlrarera esahirem, dando parto ao adminis-
trador das que forem suspeitas.
3. Distribuir o servico do continuo, e cor-
reios, segundo as ordens'que receber do admi-
nistrador, ou eserivo; e fiscalisar o procedi-
mento desses empregados, representando ao ad-
ministrador nos casos de omisso ou desobe-
diencia.
8 4." Cuidar do asseio da casa, e responder
pelos movis e utensilios, os quaes sero inven-
tariados no acto de sui posse, assignando elle a
carga que dos mesmos se lhe fizer, c de qualquer
aecrescimo que por ventura lenha lugar posterior-
mente.
5." Comprar os objectos necessarios para o
expediente^ procedendo ordem do administrador,
e legalisar as compras com documentos, quando
o valor exceder de IflOoO.
8 6. Escripturar o livro da porta.
7.* Prover as mesas dos empregados de lo-
dos os objectos precisos para o expediente.
Art. 42. O porleiro ser substituido peto con-
tinuo ou correios, nr forma do art. 28.
Do continuo e correios.
Art. 43. O continuo tem por obrigacio :
j 1.* Coadjuvar o porleiro em seus trabalhos :
*. Encarregar-se da entrega da correspon-
dencia dentro e fora da repartico.
3." Fazer todas as notificacoes e mais dili-
gencias que lhes forem ordenadas pel adminis-
trador ou eserivo, e dellas passarem as certides
necessarias, para o que tero f publica, debaixo
do juramento de seus cargos.
4." Executar todas as ordens que lhes forem
dadas pelos seus superiores.
9 5. Ter debaixo de sua guarda todo o papel,
livros e mais objectos para o consumo da repar-
tido.
I 6." Cuidar na conservarlo "dos archivos, e
ter toda a cautela era que se nao extravien] os
livros o papis que ficarem sobre as mesas depois
de fin do o trabalho.
7. Substituir o porteiro em seus impedi-
mentos.
Art. 44. Os correios teem por dever:
1. Coadjuvar o continuo era seu servico, e
substitu-lo em seus impedimentos.
2. Executar as ordens que lhe forem dadas
pelos seus superiores.
3. Entregar a correspondencia dentro e fora
da repartico.
4." O desempenho de qualquer servico que
fr ordenado pelo administrador ou pelo es-
crivo.
Dos recebedores.
Art. 45. Compete aos recebedores arrecadar, no
municipio da corte, os impostos mencionados no
art. 1 do decreto n. 2052 de 19 de dezembro de
1857, e nas provincias, os que podercm ser arre-
cadados no domicilio dosconlribuintes.
CAPITULO y.
Obrigare* commun a todos os empregados.
Art. 46. Sao obrigac,dcs communs a todos os
empregados:
1." Desempenhar com zelo, asseio, inleireza,
dijigencia e perfeico os trabalhos ou commissoes
de que forem incumbidos; e salisfaxer as requi-
sicoes dos demais empregidos quo versarcm so-
bre o servico da repartico.
8 2. Velar que o livros, documentos e quaes-
quer papis sujeitos ao seu exame estejam era boa
e devida forma, e revestidos das formalidades l-
gaos ; sendo responsaveis por elles duranto o
lempo em que estiverem a seu cargo.
9 3. Comparecer repartico s horas ordina-
rias que forem marcadas, e nella permanece?
desempenhando o trabalho que lhes or distribui-
do, ou estiver a seu cargo, salvo o caso de licen-
ca do respectivo chefe.
4. Expor aos seus superiores todas as duvi-
ds que offerecerem os negocios, documentos e
papis que exarainarem, quaesquer vicios que
nelles encontraren, o os abusos contrarios boa
ordem do servico que chegarem ao seu conheci-
mento ; e quando elles nao derenPaj providra-
ciaa convenientes, representar a taTrespeitoao
thesouro ou respectiva thesouraria.
5. Guardar inviolavcl sogredo nao s sobre
todos os negocios que se trataren na repartico.
ou de que estiverem incumbidos, como a respei-
to de ludo que nella constar sobro quaesquer as-
sumpto que por sua natureza o exigir; ou sobre
qoaesquer despachos, decisoes ou providencias
.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. S. Francisco de Paula fundador..
3 Terga. S. Ricardo Rei ; S. Benedicto f.
4 O'iarla. de Trevas. S. Izidoro are; S. Zozimo.
5 Quinta, deEndoengas(* do meiodiaemdiaote]
6 Sexta, da Paixo ( at ao meiodia. )
7 Sabbado. de Alleluia. S. Epifanio b. ra.
8 Domingo de Pasrhoa da Ressorrei.-o.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCO NO SL.
AJagoas oSr. Claudino Falco Dias; Babia, o
Sr.Jos Marl.ns Alves; Rio do Janeiro, o Sr.
Joao Peretra Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueirqa da,
Farra, oa-sua livraria praca da Independencia n$.
6 e 8.
MUTILADCFI
que se liverem de expedir, tomar ou publicar, as-
sim dentro, como fora da repartico.
8 6. Indemnisar qualquer prejuizo causado
por sua negligencia ou culpa, descontondo-se-
Ines mensalnifiite a quinta parte do seus venci-
mentos at prefazer a importancia cm erue for
avallado o prejuizo, se nao poderem logo, uidora-
n isa-lo.
7. Assignar e rubricar todos os actos pa-
pis, clculos e escripia ofBcial. afim de- se' tor-
nar eflectiva a responsabilidade em que possam
incorrer. '
Art. 47. Todo o empregado tem obrigarao de
tratar com urbanidade as partes que forera'a re-
cebedoria promover os seus negocios, aviando-as
cora promptido, c sem dependencia ou predi-
lecQoes odiosas. v
T,AcParle ?"? sc "1*" "gravada poder quei-
xar-se verbalmenle ao administrador, que ou-
h.?.i?.8? empr-egad0 aruid. o reconhecendo a
jiislica, da qucua. dar a devida satisfaro. ad-
for o so SUSpend Cuando porm a queixa fr contra o adminis-
nc,or'as Parles recorrer por escriplo 00 mi-
nistro da fazenda na corto, o ao presidente nas
provincias, para providenciaren! como fr do jus-
tica. com os recursos legres.
Vi,*o4t' E Pr'bdo aus empregados :
oanel Vlll ? **' com'8 qualquer livro ou
papel da repartico.
8 2 Enlretcr-se cora qualquer outro empre-
gado. bem como com as partes, era conversares
quenaosejam relativas aos trabalhos do sua
competencia.
,8 3. Tratar com as parles sobre negocios da
respectiva repartico ou outro qualquer, sem or-
dem positiva ou faculdade do superior que se
achar presente. *
Art 49. Fica tambera prohibido aos emprea-
dos sob pena de demisso. alm de oulras era
que possam incorrer, na forma da legislaco oe-
nal em vigor : *
8 1. A percepcao de emolumentos, bracazens
(exceptos os encarregados da escripturaco dos
turPcz P" U esportula de qualquer na-
2." A aceitaco ou recebimento do qualquer
oirerta, doacao ou davida de valores, de pessoas
qUR Sf* ,enham negocios nas recebedorias.
9 d. Receber ou pedir por emprestimo dinhei-
r0 U ?uJ'esquer valores a mesmas pessoas.
8 4. Commerciar em grosso ou a retalho clan-
destinamente, ou s claras, por si, ou por pes-
soa de sua familia, oujue lhe sejasujeita, e ter
parle ou interesse era qualrfuer negocio commer-
ciai, ou empregar-stjj er&> oaieclos de profisso
mercantil. r
5o Ter parle em sociedades comracrciaes.
extepto como accionista nas compauhias ou so -
ciedades aoonymas. ou socio commandilario nas
sociedades cm coraraandita. '
n..A/i" \ Ncnhara empregado poder ser pro-
T^n/1 W' na ,rma d0 arl- W Jo are-
lo n. 736 de 20 de novembro de 1850 : ser-lhes-
iP?fl? if,t0 SMbslal>elecer a procuracao.
iir j emPregados sao responsaveis por
ndirtrlwpT08 U PrejUZ0S aue difecta ou
n.r fr ,Hme?'e ca"sa.rem fazcnda publica.
Sa a?nH,',nCUn,a'de,eiX0' ignorancia ou cul-
pa anda que levo seja, ou pelos que nao
preven.rem. podendo faze-Io; e por qualquer
descam.nhodas rendas para que concorden, de
qualquer modo, prestando servicos ou consenfi-
raento, ou deixando de participar a autoridade
competente o que chegar ao seu conhecimento
ou presenciarem,
Arl. 52. Os empregados das recebedorias nao
poderao ser dislrahidos do servico por qualquer
autoridade sem permisso do respectivo chefe a
?I|U S4c4jequesitado nos termos do decreto n.
512 de 16 de abril de 1847.
Exceptuam-se porm os casos : Io do sorteio
para o jury : 2o do servico da guarda nacional
nao es ad0 de les dispensados a requesio do"
respectivo ministro. "*
Capitixo vi.
Da escripturaco e contabilidade.
Arl. 53. Os livros do expediento das recedo-
nas serao abertos, rubricados e numerados, no
municipio da corte pelos empregados da direc-
tora geral das rendas publicas que 0 director
designar, e nas provincias pelos das ihesoura-
rias de fazenda que forem designados pelo ins-
pector.
.A^yfrftwfl* ser feila segundo os modelos
es,auelecidos ou que se estabelecerem.
Art. 54. Entender-se-ha por divida activa a de
impostos e direitos que se nao combrarem dentro
do exercicio e semestre addiccional.
Art. 55. As entregas que se fizerem nas rece-
bedorias serao acoropanhadas de guia em dupl-
cala, com distincco de cada renda. Urna destas
guias ser entregue ao eserivo. e a outra se res-
tituir ao portador com urna verba posta pelo
mesmo eserivo. declarando que fica escriptura-
da a importancia della. Exeepluam-se as passa-
aasfpelas reparticoes e funecionarios pblicos
para pagamento de impostos.
Art. 56. As restituices de direitos e impostos
que se houverem de fazer deverao ser escritu-
radas era livro especial, averbando-se i margem
do auxiliar da receita onde esliver lancada a
quantia que se restituir.
Art. 57. Continuara em vigor as disposicoes
das m3trucces do 28 de abril de 1856, n. 151
as quaes sero extensivas s recebedorias da'
Bahia e Pernambuco, com excepcao da do art
9 o bem assim as do decreto 2,059 de 19 do de-
zembro de 1857.
Art. 58. Os depsitos pblicos sero escritu-
rados em contas correntes, segundo os modelos
que acompanham as instruccoes de 24 de julho
de 1854.
CAPITULO VII.
Dos recursos
Arl. 59. Das decisoes do administrador da re-
cebedoria do Rio de Janairo, em materia de na-
tureza^ contenciosa, ha ver recurso na forma do
Smo d decre, do de Janeiro de 1859, n.
2,343 '.
'" Para o tribunal do thesouro, nos casos
de que trata o art. 3 8 Io do mesmo decreto.
8 2.* Para o ministro da fazenda, nos oulros
casos.
Art. 60. Das decisdos dos administradores das
recebedorias da Bahia e Pernambuco, em as-
sumplo do contencioso administrativo, haver re-
curso para as respectivas thesourarias de fa-
zenda.
Art. 61. Estes recursus sero voluntarios e in-
lerposlos no prazo de um mez, sob pena de pe-
rempeo, seja qual fr a materia de que se tratar
Os prazos se contaro da data das decisoes
publicadas no livro da porta, ou da inlimaco
nos casos em que esta tiver lugar. '
Art. 62. Alm dos casos em quo, por disposi-
coes especiaes. deverem os administradores re-
correr ex.-offlcio de suas decisoes, sero obriea-
dos tambem a faze-lodos despachos que auto-ri-
sa rara restituices de direitos excedenles a 508
e em geral dos que forera favoraveis s part
em objecto que exeeda a 100j>.
Art. 63. O prazo para os recursos necessarios
inlerposlos ex-offlcio, ser tambera o
contados da dala da deciso.
Arl. 64. Os recursos voluntarios sero
poslos por mel de tequerimeoto docuoffcndo
es
necessario i
'de TI"'
sero wuer-
dingido instancia superior, mas apresenlado
recebedoria, de cuja decisao se reeorrer, para fa-
z-lo seguir com as informales necessarias.
Arl. 65. Em nenhuraa instancia se lomar co-
nhecimento do recurso que lhe fr HdRtcnl.iJj
cora preterido das formalidades dos ai rfgos an-
tecedentes, imputando-se parte a demora que
por essa causa houver.
Os e.ros carameiiidos paR empregados fia-,
caes nao prejudicaro as partes que tiverem
cumprido as disposicoes legaes, devendo defe-
rir-se-lhescomofrdejustica, salva a respon-
sabilidade dos mesmos empregados.
Art. 66. Ficando perompto o recurso volunta-
rio, lavrar-se-ha um termo assignado pelo admi-
nistrador, em que so declare haver passado era
julgado a deciso, para todos oseffeilos legaes.
Art. 67. As partes interessadas poderao exigir
das recebedorias certificado da opresentaro do
recurso, allegares e documentos annexos, com
especificada declaraco do dia, mez e anno e do
numero c qualidade dos mesmos ttulos e docu-
mentos.
CAPITULO VIII.
Diposiroes geraes.
Art. 68. Nas recebedorias durar o trabalho
seis horas em todos os dias que nao forera do-
mingos, dias santos do guarda ou de feslividado
nacional, e nos casos urgentes, os administrado-
res poderao prorogar o lempo de servigo at duas
horas.
Esta prorogacio ter lugar sempre que a affluen-
cia de conlribuintes de rondas lancadas torna-la
necessaria nos dias marcados para a cobranca
com a communicaco da multa.
Art. 69. Se, nao obstante a prorogacaoda hora,
alguns conlribuintes deixirera de sor avisados
por falta de tompo no ultimo dia do prazo, o ad-
ministrador far relacionar seus nomos, afim do
adruitti-los ao pagamento sem multa at o'dia 5
do mez seguinle, sendo a relaco assignada pelo
dito administrador no mesmo dia.
Arl. 70. Sendo achado em flagrante delicio,
qualquer erapregfc^ b admmislpidor o far
prender pelo continuo ou correios, e remetter ao
Juiz competente para a formacao da culpa, com o
auto lavrado pelos ditos empregados, e assignado
pelo eserivo da recebedoria.
O mesmo praticar cora quaesquer oulros indi-
viduos achadosam flagrante delicto dentro da re-
partico, ou que lira desobedecerera em seu of-
ficio. e desallenderem aos empregados, ou aa por-
taren! de modo que perturben) o expediente.
Art. 71. Se por seu procedlmento algum Indi-
viduo se Qzersuspeilo aos interesses da fazenda,
o administrador lhe prohibir a entrada na re-
partico : quando seja nella encontrado, o re-
metiera em cuslddia ao juiz competente, com
parle por escripto para processa-Io por desobe-
diente, o fazer-lhe assigoar termo do nao voltar
a ella. Se fr preciso forca militar, poder re-
quisita-la autoridade competente.
Art. 72. A cobranca dos emolumentos das cer-
tides passadas pelas recebedorias ser regulada
pela tabella dos da secretaria da fazenda.
Art. 73. Nos processos e execuco dos julga-
menlos das apprehenses observar-se-ha o que
esliver ou fr estabelecido para as alfandegas.
Art. 74. Na execuco das mullas impostas por
deciso dos administradores sc cumprir o art.
33 do decreto de 29 de selembro do 1859 n. 2.486
"exceptuando aquellas que sao exigiveis indepen-
dentemente do despacho, pela demora do paga-
mento das rendas lancadas, que se arrecadara
conjuntamente com as mesmas rendas.
Art. 75. Os administradores nomearo um dos
escripturarios para servir de eserivo do cofre de
depsitos pblicos, o qual haver das parles os
emolumentos de 500 rs. por cada termo de en-
trada ou sabida, e 200 rs. por cada verba de em-
bargo au penhora. A nomeaco, ter lugar an-
nualmente, sendo os escripturarios revesados.
Art. 76. O premio de 2'por cenlo, de que tra-
ta o art. 12 do regulamento l de dezemarodo
1845 n. 131 ser exigido na occasio de effoc-
tuar-se o deposito, quando este consistir em di-
nheiro.
Ait. 77. As alleracos para mais que se flze-
rem nos lancaraentos sero notificadas aos col-
leclados por meio de urna nota que lhes entre-,
garo os lancadores, mencionando o augmento-
do imposto e o motivo dello, na qual os mesmos
colleclados deverao declarar que ficam scienlcs...
Exceptua-se o lancamento da decima urbana,
em que os proprietarios dos predios sero inti-
mados por esto meio, no caso nicamente de re~
sidirem nellas.
Art. 78. Se os colleclados nao forera encon-
trados, ou recusarem-se a fazer a declaraco de
quo trata o artigo antecedente, publicar-se-hio
seus nomes pclosjornaes, afim do que possam
allegar em tempo o que for a bem de seu direi-
to, e interpor os recursos que as leis facultarem.
No lancamento da decima urbana, quando os
proprietarios nao residirem nos predios, seguir-
se-ha logo a publicaco, independentemente da
intimaco.
Arl. 79. As regras eslabelecidas nos arligos
precedentes sero tambem observadas por occa-
sio do primeiro lancamento.
Arl. 80. O governo poder commetter a co-
branca dos impostos que se arrecadam fra dos
limites da cidade a urna ou mais collectorias es-
tabeiecidas nos pontos que julgar cojfTenientes,
as quaes sero directamente subordatas di-
rectora geral das rendas, ficando a actual agen-
cia do gado annexa a urna dessas eslagoes.
Art. 81. Gonlinuaro a ser observadas as dis-
posicoes das instruccoes sobra a liquidaco e co-
branca da divida activa, mandadas executar peto
decreto de 16 de fevereiro de 1859, n. 2,354.
Art. 82. O thesoureiro, recebedor do sello e os
recebedores prestarlo flanea perante o tribunal
Jo thesouro e thesourarias de fazenda antes de
entraren era exercicio.
Art. 83. Ficara revogadas as- disposicoes en
contrario.
Palacio do Rio de Janeiro en 17 de marco de
1860 =Angelo Monif da Silva Ferraz.


w
......

.
1L:
2
,'
TABELLA dos eratfregafjtj^das-i^ebedorias do Rio de Janei-
ro, Babia e PernambiKso, e bus vencimentos.
DE T>1?rlNAMBU
-
EMNlEGOS.
Administrador.....
EscrivaO.......
Primeaos escriplurarios. .
Segundos ditos.....
Amanuenses......
Tralicanlcs ......
Thesourciro......
fiel do lliesoureiro .
Iteccbedor do sello .
fiel do recebcdor ....
Lanzadores ....
orteiro.......
^onlinuo. ,.....
Crrelos .......
Rocebedorcs ou cobradores.
1 "" >..........-"
RIO DE JANEIRO.
0,9 por 0/0 da renda era 171
partes. ^^^^
Venciraenlo animal de rada
emprego
BAHA ETEUNAM BUCO.
4,4 por. 0/0 da renda era 67
partes.-
u-pfcrt
TTjRCV FEIlfo P8 ABRIL, PE 1860.
rotada, o Pieraonte a aceitar.
Ordenado.
1
1
6
10
20
1
1
1
1
7
1
-i
4
15
1:400000
l:2OOO0U
6O&Q00
500S00O
400000
360&O00'
1:2009000
800*900
6083000
400fJ0
*S0jf0O0
800500^
t-oogooo
600S000
4110*000
3oo$ouo
2008000
140000
60DS0O0
900SOOO
400S000
600()0o
4O0S000
2008000
2005000
2005000
14
12
Vencmenlo animal de cada
emprego.
C)
1:000$000
700g()O0
500j!000
400g00
3000000
300000
SOOiOOO
500$000
30(^000
BOOJOA
240;000
OOOfiOOO
4003000
3009000
2505000
200*000
lOOSrOOl
400000
6009000
3003000
20i'9000
100*000
lOOfDOO
_ H
10
7
5
4
3
6
louuer as mil maravilhas. poique-parece >eitu Kr#*a, peuiido returiua no lugar Uo esenvao a i medicina que melfaor~a
lile nao adhere aoluco da eircutor d II. Thuu- coli.orla do Olindo. observacao do CnanccUer do Inriaterri >
venet. o que resulta Ja deeisao, que acabo de Deu? precios do Sr. depulado Galindo. um -
;er lomada na Toscana, onde Vai-se >4ar, pelo plevanlfa-..calhegoiia de villa a freguezia de
foffrago universal, sobre a crueslao da-wnienaco^Seainlrdim, cmprehendondo os lerriloiios da
Tosca ao Piemonte, Se a annejaco, for mesara cT^da, de^Taquarilinga; outro, creando
Esta poteneia ton flmriiiaelM de prtmeiras letlras na povoacao de
H^M ,:Vni ftfll
uno os olhos a*0re> a Venecj^^|MM
Wplomalica, na qual M. de Cavanr asgnala is
edites europeas a oppiesso, da que vi, lima
esta provinria, anauncia quoogevr-Vnopicmontez
nao considera de nodo algum impossivel a li-
bertado da Verter i. Elle derogara assim obrar,
ter a confanos de que a Franca ser fatalnicnle
levada a apoia-lo no momento decisivo.
Nesias circumsinncias comprehende-se que ser
bem difficil impedir que urna lula suprema rom-
pa na Italia. As sympathias adquiridas pela cau-
sa italiana na Europa quasi inteira, fajern prever
o desles o pro va vel desla lula. Estas synipalhias
seriara anda mais unnimes, se, para as Roma-
nhas, que querom annexnr-seao Piemonle, o po-
der temporal do Tapa nao csvesse em queslao.
ircular Beat-Jrdi
le 8 por cenlo pela arrasad acao dos impuslos
4$ para cavalgadura, quando*forera incumb-
EXTERIOR.
r
(*) Estes empregados purcebero a coinmissao
sobre que o ha mullas'e a gratifkaco diaria do
los do cobrancos us freguezias de fura da ciilade.
(**) Abona"r-sc-r,a a osles a mesma commisso do 3 por cnnlo, sendo a gralifleaco diarla
para cavalgadura arbitrada pelas respectivas thesourarias, na furnia do decreto n. 2,251 de 6 de
evereire de 1859.
Rie do Janeiro, em 17 de marco do 1860.Angelo Mnniz da Silva Ferrar.
DRCBKTO N. 2,582. DK" 17 DE HVR.r.0 DE 1800. |
Jlutorita a incorporando e approva os estatuios.
da caixa econ&mica da cidade da Bahia con
diversas d7(rwes.
Alteiidnndoo que me representaram Quirino
Jos Gomoso oulros, lando ouvido a soceo de
fazenda do conselho de estado, hoi por bi>m au-
lorisar a incorpora(ao da sociotade annima es-
tabclecida na cidade da Babia sob o Ululo de
Caiita Econmica, e approvar os sous estatutos
annexosao picscnlo decreto, comas seguintes
alterarnos:
1.* Acrescentc-sc ao art. Io :
nico. Aduraro desta caixa ser do dez an-
uos contados da data em que oicm aceitosos
jiiesenles estatuios.
2." O artigo secundo soja subsliluido pelo se-
guiite :
Arl. 2. O capital social nao poder exceder do
6,000.0003. podendo todava ser augmentado por
deliberado da assemblca geral dos accionistas, e
com aulorisacao do governo.
As suas acTiies st-rao do valor de 33 c podando o accionista entrar cora a quanlia que
quizer, comanlo que prefaQI urna aciao ou o
mltiplo de urna aceito.
3." Subslitua-so o art. 0" pelo soguinte :
Arl. 6." Ao accionista ser pcrmitlida a retira-
da, em qualquer poca ou lempo, do valor de
suas arces nao superior a 503. se porm a quan-
lia que pretende retirar fdr do 503 para cima ate
a de 10I3, devora manifestar su a volitado di-
receo com 30 dias pelo menos de antecedencia.
Sendo a retirada de mais de 1003 at 5003 a ma-
nifeslaeo deve ser fcila tres mozes antes do dia
cm que o accionista desojar ofleclua-la ; e se fdr
maior de 500g ser a directora prevenida pelo
menos com quitro mozos de antecedencia.
4." Subslilua-so o art. 7o pelo seguinto:
_Arl. ^. As dsposieoes do artigo antecedente
nao iuhibem a retirada de qiMesquer valores, an-
tes dos prazos marcados, ou no mesmo dia em
que a volitado do accionista r eonhecida pela
dirercao, se o permiltirem as circunstancias da
prae.a ou os inleressos da caixa.
5.* Supprima^e no arl. 13^uTlma parle, que
trata do registro do letras.
6 Substilui-seo g quarlo do artigo 14 pelo
>scguiiite :
4." Emprestar sobic apolces da divida pu-
blica, accocs de cstalielccimcntnsdc credilo at a
quanlia que a direccito enlendor conveniente,
mediante nrocuracao para so fazerniu elfcclivas
as respectivas liansforcnclas.
7.a Subslitua-sa o 5." do mesmo artigo 14
pelo soguinte:
5." Emprestar sobro ponhores de ouro o pra-
ta at urna quanlia equivalente S que (r dada
por perito da eseolha dos contrllenles : pioeo-
deudo-so sua venda cm lcilao mercantil com
previo annuurio publico, se a letra nao fr paga
ou reformada no son vcucimenlo, e podendo o
dono resgatar o ponhor al o momento em que
ptincipiar o leilao, solvendo o quo devero as
despezas accrcscidas..
8.S Ao arl. 14 acrcseenlem-se osseguinlcspa-
ragraphos :
!? 6. Tcr em deposito ou cm conla cor-
rente qualquer banco sous fundos disponi-,i|
veis.
S 7." Emprestar parle ou lodo o capital na ac-
quisko de apolces e litlos da divida publica
geral ou provincial, e dispor (lestes quando o
conforme for conveniente aos interosses e neces-
idades da companlna.
9.a Subslitua se o art. 15 pelo seguinte :
Arl. 18 Ojuro para qualquer emprestimo ou
doscoolo ou amorlizacao ser de 1 por cenlo ao
raez, e na falta de pagamento ou reforma serao
cobrados os que forem convencionados o decla-
rados nocorpo das letras, e odevedor renuncia-
r quansquer privilegios, o o do foro domicilia-
rio, e bem assim os sous garantes para ppderem
ser demandados no do contrato, como permilte
a lei do 30 de agosto de 1833. '
10.* Sup'prima-se e art. 20,
11." Supprma-se o art, 21.
12.a Accrescenle-se os segttin'les artigos :
Artigo. Sao prohibidos os Tipreslimos sobre
.gorantias ou caucao de accoes da proptia taixa
econmica.
Art. 64. N3o permitlldo a caixa econmica
azer outras opera^oes alera das que se achara
.numeradas no arl". 14. .
Artigo. SO podetfo fazer parle dos dividen-
dos os lucros provenientes de operacoes ef-
fectivamente concluidas no respectivo semes-
tre.
Artigo. A direccao da caixa econmica, na
conurmidade do decreto n. 2,4J de 5 de so-
te mbro de 1859, no prirneiro da do cada semana
remetiera oo presiderite da provincia urna de-
monstracao era duplcala das operaoos reulisa-
1 as iia semana anUrior, e al o dia fc de cada mez
publicara um bala neo desenvolvido do activo o
;pssivo da beiedade, c das operac&ee que livor
elto no mee antecedente.
Artigo. A^ opf,rQpofi aulorisadas polo art. 14
-so poder ter lugar sobas penas do arl. 10 do
decreto n. 575 de 10 de Janeiro de 18.49, om-
.'inanto por le nao se determinar o emprego
-quedever ler o capitel das caixas ecouonu-
nico. tExceptuam-rse : 1., os de dcon(o
lilulos do. governo goral on provincial pa-
saveisa prazo lixo o de assignados da alfa o-
dega ;.2/..as 4oque.lraiam os 6." T" do
art. 14.
Artigo. A discelo da catsa econmica dentro
Ao.ptazo de 30 diaa, contados da data da publi-
caco do presonte decreto ooc peridicos era que
sefeostumam imprimir os actos oflciaes, cnvo-
cav a ssembla geral dos accrontslas para se
it&tiWor se deve rt' companhia continuar suas
operacos do confoemidade com os csialulos ap-
prorados. Resolvida a questio pela afrmativa,
ser a inesina companhia obrigada dentro da
ijuatio roeae* soguiwt.es a registrar na estoeo
competente a caria de conrraacac ou approva-
co dos sous eslalut na forma do.cdigo com-
mercial. No caso de faia de deciso, ou do ser
e#a negativa, ao podec a companhia .continuar
-em suas operacoe3 qrdiRarias, e cntcar desde
logo em liiuidaeao, sob as penas do anenciona-
do arl. 10^ decreto n. 57 de 10 de Janeiro
de J849. MB disposicao extensiva a o caso de
aJla de registro da earU de coiiLrmngao ou
apprui'aco dos estatuios nos prazos mar-
cados.
Artigo. E' applicavel .em lodos os casos de
tcajtsgratfo dos presentes .estatutos a citada
discosicio do a'r. 10 do deccelo 575 do 10 d
Janeiro de 1849.
ngel Uuniz da SHra Ferraz, do meu consrv
Iho, senador do imperio, presidente do conso-
Iho de ministros, ministro e secretaria de estado,
dos negocios da azenda e presidente do tribu-
nal do thesouro nacional, ssim o tenha enten-
dido e faca executar. -
lai d Rio d Janeiro, em 17 de maceo de
1860, 39." da independencia e do wperio.-^.Gom
rubrica de M, o ImperadorM^h Munip
ISiM'Ferrnr '
Mas anda aqui, a imparcialidade forca-me a d-
ze-lo, a corle de Roma lem alienado a rnassa das
populacoes por sua poltica absolutista e anli-ita-1 cusso :
liana. E' deploravcl quejo clero catholico nao com- j Art.
1/2 prehenda que o mr-lhor meio de conservar c for-
3 tiftear sua inlTnencia, seria seguir o curso das
ideas liberaos o progressivas.
Isio leva-mc a fallar de um escripto, que cau-
sou urna corla sensago na Blgica. Em urna
brochura intituladaO Imperio e a Inglaterra,
M. Oeschamps, membrudo nossa cmara dos,re-
prcsnulantcs e amigo ministro dos negocios es-
trangeiros, sustenta quo nenhuma reforma ha a
fazer no Koverno temporal dos estados da Santa
RequorimeMo do Sr. depotaddloao Cavalcanti,
pedindo diversas informaedes da reparlieSo das
obras publicas sobre a casa de delencio e nono
Unco da estrada do norte.
O Sr. Raphael deu algumas explicarnos acerca
do que pedo o requerimento, concluindo por di-
zer que votava favor.
Omcio do Exm. Sr. presidenlc, enviando exem-
plares dos regulamentos das barreiras o illumi-
nacao gaz.
O Sr. Gitirana defendeu-se das arguices feilos
pelo Sr. Miranda Pereira, em urna das scsses
antecedentes.
Em seguida passou-se b. lerceira discusso do
projeelo de forca policial.
'orara mandados mesa o seguinte projocto e
emendas, que sendo apoiados, entraram em ds-
1." A forca policial para o anno Cnan-
cciro de 1860 1861 constar de 350 pragas do
corpo di polica c 100 da companhia de pedes-
tres.
Art. 2. 0 presidente da provincia flca aulo-
risado a gastar at a quanlia do 250:000, e a dar
ao corpo de polica e cjmpanhia de pedestres a
organisaro que melhor convior ao servico pu-
blico. v v
Arl. 3. Fica egualmente o presidente da
provincia autorsado a rever o regulamento do
como os conkecimentot imoerfeitoi da philoso-
phia indutmos homens ao atletismo, seu es-
tttdo proffto os leva ao perfeito dtsenvolvi-
mento do etptrxto religioso. ~ Do mesmo mo-
do urna deploravel experiencia nos demonstra
t*s ., quando o el# *sta "wM| mal
iniciado por falta das doulrinas fundamentis da
lgica e da philosophia ; quando ella se limit a
um imperisrao grosseiro e inslinstinclivo, s ob-
serv aces mais superliciaes; quando, emfm,
urna meditaco assidua, um serio estudo nao cs-
merilham os arcanos da naluraza para desenro-
lar suas verdades mysleriosas, ludo esl per-
dido I
Que importa que nao seja eu um Bruno de
Amanlea, clebre cirurgio napolitano, de quera
tao bellamente falla Antonio Scolti ? ou um
virtuoso e profundo Cotugno, lio decntado pelo
clebre Ventura?
Abaixo, o muito abaixo, dos genios sublimes,
larabem so encontrara muitas virtudes secunda-
rias, muilos deveres cumpridos, muila gloria
obscurecida ; e, se alguma pesso por accaso ter
na carreira em que vivo, cousisle no esforco
:s o amor da sciencia o o em-
penho da^vos prestardes ao pcoximo. do que o
ijM4ii*Wf,osg-Um.aoexercico da pro-
rissao.Auasi-dift, epi ac inl> vos lendcsdis-
lingulrro ; pofqenao faltah Tmi voz? que s
ergapxpara, desmentir os que ousam cajuraniar-
vos attribuindo ao desojo de adquirir algumas
patacas quanlo lMVa*prat^Hfm bJMBMV"*
fermos que acertadamente aa leer confiado a
vossos cuidados.
Eu mesmo, que do fundo de aneu acanhado a
obscuro gabinete assim vos {alio, poderei teste-
munhar vosso desapego a recompensas pecunia-
rias ; pois que, devendo-vos o desapparecimealo-
desse aleij.io dos pea de me* filhiftho, d que j
me oceupei as paginas desle mesmo Diario,
do-vos visto, ha quosi um anno, dedicado dia
por dio ao complemento dessa vossa obra merito-
ria que de sobio o coracao de pai arrancou-me
dolorostssimo pe?; i,By,oei emAi, obser-
vado, no correr desse lempo, o zelo com que vos
leudes enoarregAdo d0 lraia,uuai|,o.deoul/es mem-
brosde miuha numerosa familia, ainda nao vos
ouvi urna palavri sequr que mp revolasse. ou,
dmxasse suspeitar ao murios. qtfal o honorario,
alias devido e meiecldo, que aspiris por ta
que semprc emprego para nao copiproa.et.cr os aturado trabalho. por rais que icha"n ocu a
nicua enfermos por ignorancia e por inercia, e do sondar-vos a respeto- P'ocura-
cipio prolcscant'Cta poHlit*, elle poderia recon- do por isso approvados os do primordial ;' sendo
approvados oterceiro do substitutivo, e a emen-
da do Sr. Gitirana, e regeitada a do Sr. Braulio.
Sao approvados era lerceira discussao o pro-
jeelo n. 36 do anno paseado*; e era ptimeira o
den.3tambcm do anno passado, elevando
cathogoria de villa com o nome de Itamb, a fre-
guozia de Pedras de Fogo.
Sondo approvada a dispensa do intersticio,
iE de esperar quo os calholicos belgas nao se.ol pedido do Sr. Joaouim tVaucisco. dado liara a
n.. ,,11!,,..,. .,...,,,r.r,,l, .... ..*. l.v --.1-__J. J!. ____ -.. t
Corrcs|ionileiici;i do Diario de
Pcrnamhaco,
BRdXELLAS
7 de marco do 1860.
O successo desles ltimos dias o discurso com
que Napoleolll abri a sesso do corpo legisla-
tivo. Esto documento, que era esperado com una
febril mpacieivia, confirma as indicacoes, que
dei ern minhas precedentes mi.ssivas, sobre as len-
dencias da poltica imperial. O verdadeiro fim
de Napolco III o cngrandecimonlo da Franca,
c o djiiuiquilamonto das circuinscripces lerrito-
riaes, estabolecidas pelos tratados de 1815.
"rcsentemontfi s trala-se da Saboia e do con-
dado de Nice. Mas a opinio publica inquieta-sc
com precedenlee, q>ie devem necessariameuk
crear pretengoos desta natureza ; sent que o sys
tema das reivindicacos pode conduzir muito Ion
go..; e finalmente percebe que bastara mudar pon
cas patarras ao paragrspfto do discurso imperial
concernenle Saboia para applica-lo s frontei-
ras do lllieno.
No enlanto a crse italiana chega ao apogeu,
de um momento outro pode surgir um aconte-
cimenlo, que ateo a guerra nessa parte da Euro
pa. Para bem elucidar osla siluaco, permte-
me consagrar algumas linhis dous documento i
diplomticos, dados honlein publicidade. Que-
ro fallar dos despachos enderecados pelo minisiro
dos negocios estrangoirns de F'ranc.a,*a|. Yhouve
nel, aos embaixadores fiancezes d Londres e -\
Tunra.
A' simples Icituri destes despachos, duas cou-
sas forera principalmente o espirito : a grand.;
nitidez da forma, que faz logo suppor a clarez i
das vistas o a firmeza das resolucos, e, por um
contrasto singular, urna evidente*contradicao ni
poltica que ellas traduzem. V-se quo M. Thou-
veuel quiz dissimular, sem com tudo alterar a ni-
tidez de sua linguagein, essa conlradico, a qual
melhor do que ninguem elle deve ler'porcebido.
Ella subsiste com ludo, e ser notada por todos,
que eslao habituados a sondar o fundo das con
sas, o que sabem subirahir-sc influencia do
estylo diplomtico.
o despacho dirigido ao ministro de Franca em
Tuirm, JI. Touvenel formula um verdadeiro ul-
timtum. O programma preciso e a saneca
comrainaloria patenta-se. A solucao que ell:
propoo esta :
1-Annexacao complela'dos ducados do Pal-
ma e de Moderna Saitlenha.
2.Adminislraso'lemporal das legacoesdj
Rotnanha. Ferrara o Bolouha sob a forma de un
vicariato excrcido por ViclorEinmanuel em no-
me da Santa S.
3.Reslabelccimento do grande ducado do
Toscana em sua autonoma poltica e territorial.
Nao examinaroi esta soluro em si, e limitar-
me-hei smenla em observar superficialmente
que ella constitua antes urna serie de expedien-
tes, do que urna solugo positiva, que ella ao
mesmo lempo conforme e opposta s convencen s
de Villa-franca e ao tratado deZurich.
II. Thou venol insta com o Piemonte para sub:^
crever o programma, que he traca e renunchr
as outras parles da Italia que selhe ollorecesson .
Se Victor Emmanuel submeltcr-se s este pro-
gramma, podo contar com o apoio da Franca. 0
governo imperial nao seadslringirio, dizM. Thou-
vcnel, a temar em urna conferencia a defeza de
urna tal combinadlo, elle a proclamara in'all-
cavel seus olhos por urna inlervenco eslrar-
geira.
Porm se o Piemonle quizer levar as annexr-
Cties alm dos limites indicados, M. Thouven ;1
llie annuncia que o faria seus riscos clrigos,
e que o governo imperial nao ossumiria preio
algum a resporisabilidade desla situac.io.
Desta modo, em caso de recusa do Pemont;,
a Fronga chamara suas tropas o deixaria Victor
Emmanuel s s prezas com a Austria.
Parece pois que a solucao proposla o ullin o
termo da misso da Hsaoga na Italia, e limite, no
qual Ihn co;vem parar: ella julga estar de o a
cni vante livre de todo compromisso para cem a
Italia .; que pela execucao ou pelo desprezo seu actual programma, sua obra fica terminada,
e o Piemonle s vem aor responsavel para o
futuro.
Vejamos agora qual o pensamenlo, que diclou
o despacho ao embaixadorfraooazcni Londres e
teremos em resultado que ello n corisequen-
te cora*) que inspirou as declararles feilaaao gi-
binele de Turira. Nelle acharemos um paragia-
pho, ondoso manifcta a coulradicao, qde m<-
propouho assignalar. -. .
Cito textualmente:
A harmona (entente), d; M. Touvenel. qje
temos o vivo desejo de mapler entre nos o o go-
verno ingka, nao poderia cijiji^udo impedic-nos
de provac que as resp'eclivas, psoes nao sao
exaclamenle as mesmas. tm etfeijo o cueso dos
aconlecimentos rio annqpassdo. cbllocou-nos na
ncessidade de sustentar o. peso d'uiua guerraA
Inglaterra ad contrario podo, scoi prejudiearscus
interesses, conservarrso em mu a posico de ex-
pectativa.
Eu nao pretendo que a Inglaterra dflv,HHs-
trar-se ndiirererile aos resallados prsperos ou
inrelizc3 da experiencia (traa-se do propusici*s
inglezas mais favorave;s ao PemonAe do que v
ultimo programma francez), qul lU nos con-
vida a associar-nos mas nao direi nada serio
conforme a natureza das cousas, ndmiltiqdo que
se esta cxpericiicia vesse qupr a niallograi-ge na
Italia, quera provocar urna crse europea, a In-
glaterra seria spmpe sepbara de ckcmnscrexiir-
se era um estado de simples, obserya^o,
Esla larera seria segurameniemeuos fcil
Franca, e nos temos o direito, sem querer, i p-
:por-nos aos votos da Italia Cepira!, nem or da
menos dictar umaolucao, consultando simples-
men.tenosss coovenienoia^, lomos 'direito de
preocupar-nos, muito mais que a .Inglaterra i
ncessidade de o azer. do elemenios de ord->
interioro de paz exterior, coutdas n^s diveciaa
soluges a dar ao grande problema, que tem I p-
je-suspensos os espifilps..
nao e
same
S, o quesraenlo curapre crear um forte exer- j corpo de polica e o da companhia de pedestres,
cito para a manulenco da ordera. ; atlendendo melhor applicagao desla om bem do
Oauorpreconisa alm disto a poltica do de- servirlo publico, reformando, em conformidade
com a legislacao criminal, a parte penal do re-
gulamento do corpo de polica, o o modo dejul-
gamento.
Paco da assembla provincial de Pernarabu-
ro. 2 de abril de 1860.Luiz de Albuquerque
Martins Pereira.
Emenda addliva ao art. 4.Todos os nffi-
ciaos perceberao suas gralilicacoes, mesmo quan-
do doentes, nao excedendo a "molestia a quatro
mezes Gitirana. I
Ao art. 4 accrcscenle-se.O lente ajudan-
te lera de gralificacoSUft, em vez de 4# que per-
cebe.S. R. Braulio.
O Sr. Rogo Barros pede explicocoes acerca do
projeelo subsliliilivo.
Ilavi-n I > podido a palavra, o Sr. Gitirana, cede
quando Ihe foi esta concedida.
O Sr. Miranda Pereira, justifica o projeelo que
mandou mesa.
O Sr. Nascimeulo Portella pede que seja votado
por parles.
Tendo posto votos, sao regeildos os dous
priiuciros avtigos do projeelo substUiitivo, flean-
fmo principe do Melcruich, cujas tendencias
comprossivas e absolutistas foram tao falaes
Italia o mesmo Auslrta, e sao a causa das in-
surreicoos, de que temo sido lestemuuhas. E'
com esla poltica que ello quereria combater o
proleslanlismo na Europa e o que elle chama a
revolucao.
Urna [raccio consideravel de calholicos. de
correligionarios polticos de M. Oeschamps leem
visto com pena produzirein-se semelhanles don -
trinas. Elles creein quo o cnlholii ismo nada tem
a ganhar, agarrando-se principios absolutistas
e Ihoocralicos, que j se vo nopissado. Croo
quo ocalholicismo lornar-se-ha muito mais for-
te, aceitando os principios dill'oreutcs, que buje
vogam, Rao no partido revolucionario prnpria-
meiilo dito, mas na parle sa c sabiamente pro-
gressiva de quasi todas as nacoes do centro Ja
Europa ;systoma aceito por muilos i .calholicos cmnoales, entre os quaes pcnuitiido
enllocar os Ilosmini, os Ventura, os I.acordai-
ro, etc. '
Quinto ao principie catholico, opposto ao prin-
piislar seu amigo asrendenla, improguamlo-se
das ideas modernas. O melhor meio de quo de-
ve sorvir-se para alcanc.ar preponderancia na
F.uropa, lirar aos povo's protjanles sua eflr
apoarento do nicos amigos dalibordade. Em de-
niliva, a libenlado o o direito das nacoes do se
govornaroin mais pelo calholicismo romano do
'Me por outra^qual'iuer fnna actual do religlao.
os ltimos a couiprelicud-lo.
Urna parto mais digna de allencu da brochu-
ra de M. Oeschamps um plano atrevido, quo
elle suggere para a ordem commum dos nego-
cios da Italia o do Oriento. Eis-aqui esso (rocho,
que se lera com inlerosse :
A independencia da Italia nao pode ser com-
prada por compensacoes concedidas Austria so-
bro o Danubio ; s no Oriento se encoulrarao os
recursos o os nieios necessaros para resolver a
dilTicil queslao italiana, para roslabelecer a boa
harmona entre as potencias e a seguranca da
Europa.
Eis-aqi.i meu pensamenlo ; eu o patenteio
com tanlo maisconliauca, quanlo nao elle no-
vo e nao saho das realidades o dos limites traca-
dos pelos alonlccimeutos :
A Austria renunciara a Venecia, que, depois
da perda da I.ombardia, souienio ser para ella
ura embarazo liuauceiro o urna causa permanen-
te de perturbares e de guerras. A Austria nao
deve ler a posse da Venecia e do quadrilatero, a
nao cicr poder relmer mais larde a Lnmbardiae
sua influencia poltica nos ducados. Ella poderia
conservar Verona como chave mililardo Tyrul e
da confoderaco germnica Itccebera umacom-
penaca pecuniaria e territorial-: em Iroca de
Milo "o de Veneza, obteria os Principados Da-
nubianos, constituidos cm estado separado e uni-
do, sob o governo d'um archiduqudie sob a so-
berana da casa de llabsbourg,
O Piemonle oblando Voncza leudo rerobido
Mi la o, fundando um grande reino na Italia do
Norlo, do Mediterrneo ao Adritico, ullrapassan-
do assim todas as esperanzas italianas, renuncia-
ra suas vistas sobro a Italia central e a Roma-
uha seria restituida ao Papa. A Italia loda iulei-
ra seria restituida aos Italianos; as nacionalida-
des seriara respetadas ; os votos reaes da Italia
seriam cumpridos; o programma de Napofoo 111
sera realisado c grande dfficuldadn religiosa e
europea, que a queslao do Papado suscita, seria
paciticamenle resolvida.
ordem do dia seguinte
Primoira discussao do projecto n. 13 desle an-
no qie crea diversas comarcas.
Oraram : conira o Sr. Luiz Felippc ; e a favor,
os Srs Martins Pereira, hdro de Miranda e Nas-
ciment Portella.
Dada a hora, achando-se com a palavra o Sr.
Costa Deurado, o Sr presidente a i lia a materia,
levanta a sosso, o d para ordera do.dia de hoje :
Segunda discussao das cracuda^apresentadas
ao projeelo de forca policial; e sgunda do pro-
jeelo n. 32 do anno passado.
PERNAWIBUCO.
REVISTA DIARIA.
Hoje as9 horas do da o Exm. e Rvm. Sr.
prelado domestico Joaquim Pinto de Campos,
celebra urna missa na matriz deS. Antonio, pelo
repouso eterno do senador Joaquim Marliuiono
de .Menear.
Consta-nos que o Sr. Dr. Joaquira-Pircs Ma-
chado Portella, nao acceita a presidencia da pro-
vincia do Para, para que (di ltimamente no-
meado
Nao podemos deixar de chamar a atlenco
da polica para uns ingredientes, que por ah Sao
vendidos por prelas da Cosa aos escravos, ingre-
dientes ou preparaces que por sous simpliecs
nao podera deixar de ser mu nocivos saude.
Dizcm-nos quo sao um mixto de fumo picado,
cal triturado ou fragmentos de louca pulverisada;
o que reduzera a um p, que osfrguezescomem
com O presupposto de adquirir torcas e nao sol-
fee r fome
visto, porlanto, que a ingeslo de semelhan-
(e mistura no ostomago melhor orgausado, ha de
por infdllivcl arruina-lo a ponto de afTeclar loda
a economa animal, c resultar por lim a cessacao
da vida. Parece-nos quo csse halchis africano
lera, seno maior, so menos igual forca a garapa
Por outro lado, a Austria ficaria salisfeila. os! P'cada, cuja fermenlaco antecipad polo raeo
Romauhos verlara cumplido seu desojo de unio
e o imperador Napolco teria foilo triumpuarsua
poltica nos Principados como na Italia.
arlilicial do cobre ou de outras materias igual-
mente projudiciaes saude.
Isio posto, importa nao deixar na indilTerenca
O tratado de Pars de 1856. assim modifica- semelhanle venda, que deve ser coarctada por
do sobro o Danubio, se-lo-hia lambrm no Mar- I louos os lucios repressivos, que eslo ao alcance
Negro. A iuierd'iccao relativa marinha russa ^a autoridado
qual a Hussia oro pode mais subniellcr-se, e
que a Franca n.y deve conservar, essa inlerdic-
co.injusla a impolilica seria levantada.
Seria mister ir alm desla solugao, que sa-
tisfaz tudas as exigencias da quaslo italiana? A
Franca vendo lacs resultado.* ^sahrem das duas
O lado sul do caes do Capibaribe, na ex-
trema em que fiuda o hinco promplo, acha-se
completamente tomado por quanta qualidode de
bixo ha, que all vo tancar com incommodo das
pessoas moradoras as vsinhan^as.
O respectivo liscal tomo alguma providencia,
guerras da Crimea e Italia., crer-se-hia ter o di- 11"o interrumpa esta pratica, pois que oslamos
relio do redamar abonos era relac con o i. I convencidos de que qnelle ponto nao foi desig-
pel.que reprcscnlo'u? Napole-ui III tjxigiria aan- "adu Para despejo publico,
nexaco da Saboia. Franca? JLis pur esla con- | HoJe lem logaras provas de hobililacao dos
cesso feita Franca sobre ps Alpes,, a Inalaler- | concurrentes as vagas de amanuense da secreta-
ra exigira urna compensarlo no Medilerrauao ? : rla do govern.
em uma peca diplomalica, que pr.econisa a pjj.
elle tenha devida eufranuecer ,a ram^in Anr.i.
tenha devido eiitraquecer.a expresso desle
pensamenio ; mas tal como se ada nao comli-
Uw menos uma conlradicocom o uliimaUi .n-
viado Xnri'm, e faz melhor Conceber a verv-
deira politiea da Franca. Esla poltica;,n)<
IHT0.
daSiW 'Ferrar.
Nao smente seria menos fcil Franca do ru
Inglaterra car simples oxpecladora de eerlos
acontecimentos, mais anda ella represelaria
nelles um papel tarjado.
Se a Ausrw. nao lendo majs em frente eeno
a llana, declarar a gnerra, invadir o Piemonle e,
4e_viciona em .vieirio. cnegar o p:dosAlpee,
deua-la-ha a Fraoga assim fazer ? fivideole-
menio ella nao e pdei.miaesquer que sejam alAs
suaaqueixas contra o Remonte.
A poltica conslarUe-tradicien! da Franca foro
sido Proseguir a deslruicao da influencia ans, ia-
caBatalia. Negie-moanen.d. ella quorobter a
fronimra 4oa Alpe pela cesso da SfibaiJ. Ora
ella nao pode consegui-lo aonab trumphandJ o
Piemonte na Italia do norte. r7lT^ If Eopo gabinet* de Turia ptuce comp fe-
lilla coloca Canda, que a anarehia devora, e cu-
ja populado de raja. grega e clii.ilaa 6 preparar
da doininaco ingleza. fJma conil'ioac,o egual
deveria alm disto ter por collorarios duas con-
diges : a primeara, que a populacho saboiana a
ratificasse com sua formal adheso. a segunda,
que os tratados de 1815 assim uiodg.cados reee-
besspm urfta nova o solc,rano coiisagijcrio curo-
pea, sfim de fechar as portas oulros sonhos.de
engrandecimeulo e arabico.
Era um congresso, oudo este pensamenlo
foss.e debatido, a Franca, a Russia, Austria, Pie-
monle, Roma e aples poderiam facilmou'e se
cntaodtxfl uni,r-*e., A Psossia, conservada neu-
tra, o dosinlercssada. c razo neiihtima poderia
aconselhar-lhe ura dissejiUmento.
Vos no.tarm's que a base deslas combinacoesj
foi indicada cm, miaftts. precedenles ca.is. O
Oriente fax os gastos das a^nlomerajes len-
tpriaes, que a Europa vai fnevilavelmeiile fazer
flrp. CQjiscquencia da- poltica determinada da
Franca de destruir o edificio lo trabal|iosaracu-
te cons(ruido cm 1815. Dous camiuhos acham-se
abortos 4 Franca : o primcirp consta em proqu-
rar bater a Europa inleira, como lez'muilas ve-
zes Napoleo I, e eng_radpcer-:sei,fajendo peque-
nas ns.onJru.S., potencias; q *egundo consisie cm
proceder as mudanzas lerritoriaes por vas de
coropii'sagO.cs, h'ojlmeulo feitas. esle ultimo
canunho que soguo evidenteuiente o cspjrlo de
Naplao III. Urna guerra.gral comproraellera
seu throno; lal premfo. ello vla-l-hia. As
outras nacoes europeas uo a busvarao ainda
menos. Ella seria com effeilo urna causa de rui-
'na e desordm para todas. Devenios pois cingir-
nosalulas puiamenle locaqs, laes como a da
Crimea e, Italia, e o desfeiso final destes aronto-
cimenlos ser prpv.avclmeule urna rcunio de
mudancas na carta da Europa, consentidas ou cm
certas medidas solTridas ppr todas as grandes po-
tencias. No meio destas peripecias o principio
dos dir,eiios dea pqyos. a,^querir torcas novas c
nos levar, devenios espeia-lo, uma era de re-
poti/.o. E niislor que a urqmessa moderna da li-
berdado e da iidependoucia. dos ppvos seja bem
poderoa.^ara que Napolco' 111. represenlante
doajespotismo, lenha-sido levado pela toreadas
cousas a fazor-se na llalia.o defensor do .iireilo
dos povos. Qualquer que tenha sido o mobil se-
creto desle soberano, o tacto que a Italia est
livre o o est por elle.
O estado da praca do capim contina no
mesmo p, queja assignalamos de oulra vez.
immundicia ah avulla uotovetoientc. mxime na
calcada prxima cochera, por onde se nao
pode passar sem enlerrar-se a gente em bixo.
O despejo mandado fazer na maro, e nao do
lugar om que all se faz; e por ivsodeve-se olhar
para esle abuso obslando-lho a continuacao.
MOIITALIDADE DO DA 2 DO COMIENTE
Mara, branca, 5 anuos, peneuroouia agride.
Antonia, parda, 6 dias, espasmo.
Francisca, prea eseravs, solteira, 26 annos, can-
cro na vagina.
Leopoldo, branco, 7 annos, espasmo anazarca.
Francisco, branco, 6 annos, espasmo.
Maria, parda escravd, 3 anuos diarrhea.
Joaquina Mina Vieira, prcla, Solteira, 65 annos
apoplexia cerebral.
Maria Rosalina do Kosario, branca, solteira, 25
anpus, box i gas.
Rosa, parda, 7 roces, denteco.
M ATAllOCKO publico :
Matjrara-sc no da 1." do correte para o con-
sumo desla cidade 65 rezes.
No dia 2 do mesmo raez 57 rezos.
Hospital de cauidade. Exislem 61 ho-
mens,- 51 mulhcres nacionacs, 5 homens esn'au-
geiros, 1 homem escravo, total 121.
Na lolalidade dos doenles exislem 42 aliena-
dos, seudo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto s 8 horas da raanha, e pelo Dr. Uornel-
las s.8 horas da maulia.
Passageirosdo vapor naciooal l'ersinunga sabi-
dos para os poitos do sul : Jos Manoel Bap-
sta, ajleros Francisco do Reg Barros, Jos Joa-
quim de Magalhes Bastos, Antonio Joaquim da
Silva Figueiredo, Joao Francisco do Reg, Jos
Alcxandr da Silva. Fr. David da Nalividade, Jos
Bernardo Se*a du Espirito Santo, Joao Francisco
de Souza, Francisco Ribciro Mendes, Bernardo
Eliaco da Rosa, Lcvjno Vieira de Lima, Gustavo
Uebos. Bernardo t>o'rr.e3 de Mello.
na boa vontade, que me alimenta, de levantar a
minha sciencia do abysmo que a procurara
levar.
Y.' um delicio que comractlo, cu bem o sci;
mas que o commeito com San-Anselmo c San-
Paulo, o muilos dos seus successores, digno hoje
de ser punido, em verdade, pelo azorrague do
arrioiro, pela maldicao dos chamados espirilos
pralicos, nesta bolla poca em quo vivemos, on-
de a philosophia uroa cga, a observacao uma
chimera, e a lgica uma avenlurcira.
L'on n'estimt gure dans les aulres les q ua-
ts que l'on croit posseder soi-mme, diz o sabio
Lamennais.
Assim, o charlalo amar sempre o charlalo
polo accordo as ideas ; o ignaro amar ao ignaro
pela curleza de seu pensamentos; o sabio amar
ao sabio pela harmona lo sua inteligencia e de
seu saber. Eis a origem de uma lula sera Jim, que
lodos reconheccm, mas quo obscurecida pela
ganancia.
J ve o publico Ilustrado que, baseando-me
em laesconvicces, julgo-mecom direito a esli-
ma dos mous collegas; e que o Sr. Dr. Cosme
de S Pereira, ou outro qualquer collega legilimo,
me nao poda, nem antes, nem depois da folla-
da conferencia sobre o finado Lobo, ser hostil,
sem jue se exposesse a um verdadeiro escar-
ment; pois, se ha medico quem sempre le-
nho tratado com a devida considerarn, o Sr.
Dr. S Pereira; sendo certo, como sabem ami-
gos meus, que mesmo quanlo quclles que me
tribulam odio gratuito teuho feilo juslica a seus
talentos o illusiraco; deixando sempre, ver-
dade, uma certa reserva para feri-los quando
elles me ferirem, para bal-los quando elles me
balerom. E, se o epilhelo de curandeiro tenho
muilas vetea applicado, claro que nao pode por
forma alguma ser dirigido a homens graduados,
e que dos principios solidos da sciencia leen), ti-
rado a sua reputaco; e quondo por laman ha
leviandade o flzesse eu, seria para que elle me fos-
se revestido sem desvio possivel do minha par-
le. Prova do que he dito, queem muilas df-
ficuldadcs nao tenho deixado de recorrer aos
que sao de minha conlianca.
Estando o Sr. brigadeiro Joaquim Bernardo
do Figueiredo ltimamente cm sollrimenlos,
quando se tratou de urna conferencia, fui cu o
prirneiro a indigitar o mesmo Sr. Dr. Cosme pa-
ra emitlir o seu juizo acerca do diagnostico e
Intrnenlo convcnienle. O Sr. Dr. Ferrera di-
r se porvenlura nao me utilisei, ha pouco, de
seu bom sonso e de sua pratica era favor de uma
pobre raulher quem a caridade mo ordenara
iratasse na ra do Rosario da Boa-Vista.
O mesmo so. tem dado com os Srs. Drs. Sar-
ment, Silva Ramos e oulros, que sao medicas de
principios e de uma pratica provavelmente fir-
mada nos raesmos principios. .
J v,. pois, o publico, que separo o medico do
homem. c o eurandeiro do medico; que para o
hornera ha uma permutable CCspeJJfcVe de civi-
lidade ; para o medico AMa estria c mesmo
amizade, que seja sem eoijipromisso, porm, de
opinio, que, para ser honrosa e til ao enfermo,
deve ser franca, o nicamente firmado as bases
da sciencia ; para o eurandeiro, emfira, respeito
ao homem, e guerra sua fraqueza e sua es-
peculado, emquanle me convencer que com lal
guerra poderei ir salvando a digiiidade da pro-
lissao era beneficio da vida, humana. Entretan-
to, soja-rae licito dizer que a ignorancia e o
furor do charlatanismo, seudo uma das causas
forles do descnvolvimento do uma certa ordem
do molesas, nostes ltimos lempos leem cor-
rido por enire a sociedado com a velocidade e
estragos do rochedo que se desprende do mais
alio de uma monlanha ; c quo o governo, c
aquelles que s encontrara no poltica as honras
e a publica estima, sao os que hao proporcionado
tola velocidade e tanlo estrago.
Ora, bem fcil me sera a iscnco de uma-lo
encarnicada guerra, que me trama o geni* do
charlatanismo. Todos coraprehendem o meio ;
mas que a preferencia em resislr-lbe cabera
sempre melhor no medico que se prza, do que
nao caberia uma perniciosa tolerancia com vistas
no juro de uma grande humiliaco.
Mas que, se a f religiosa do Cotugno e de
Bruno de Amanlea nao a minha f, por fraco
que sou, morrerei sempre por aquella que me in-
fundem o amor de philosophia e a lgica dos
fados.
Verdade que o pouco quo enire os Pernam-
bucanos, como medico, tenho desenvolvido, to-
ma sua origem mhis na torga de vontade e as
vigilias do quo cm uma robusta inlelligencia ;
mas que me congratulo de haver merecido es-
sa estima o reputaco de quo goso, pelo bem
que lenb.o pralieado. E todos iiuaulo rae pro-
curan) no exercico da minha profisso, sabem
coro quanlo inlerosse me oceupo sempre das mo-
lestias, passando muilas ve zea por austero na
oxaclido de nimbas applcacoes, sempre cla-
mando conira n invasao do charlatanismo, que
sera o menor respeilo c deferencia invade a um
grande numero de familias.
O que posto, correndo os cousas de modo tal,
quo me veja obrigado a justificar a minha con-
duela na conferenciado linado Raymundo Jos
de Souza Lobo, passarei a expr o fado e to-
das as suas circurastancias, mostrando ao publi-
co, que o motivo do lana algazarra foi sem du-
vida o ter-me eu afastado da retina, tendo a an-
dida de manifestar a minha humildo opinio
sobre a natureza da molestia, sua marcha, as
causas do incremento, e realisaco exirla de meu
prognoslico; obiecto este, qu sor! para am
outro arligo. Pois nao possivel que, no com-
prmanlo do meu dever, sem que a mais leve De-
fensa tivesse dirigido aos que haviam assisiido ao
enfermo, nem na conferencia, nem fra della,
mesmo por delles nao ler lido sciencia senao
depois de estar em casa do doente,me inves-
lisse o rei dos esludanles com uabaw e denles,
lo chco de ferocidade, a me lan.-ar insultos re-
provados.
Nao locarei mais sobre este pento.
Dr. Carolina Francisco de Lima Sanios.
respe
Se, porm, vos peco que vos nao amesqui-
nheis descendo a taes mizerias, apresso-vos a ro-
gar-vosque nao volteis costas a qualquer dos
mdicos que, (codo divergido de vossa opinio
na malfadada conferencia que lana diatribe vos
custou, vos chamar para uma discussao Irma o
leal acerca de quanlo nella se passou, nao mane-
jando o florete ou o azorrague, mas sim as ar-
mas do raciocinio, que o as nicas proprias do
genle quo se eslima, e quo preparou-se para vi-
ver em sociedade, nao as salas de esgrima,
nem as cochuras e estribaras, porm naa es-
colas e faculdnde, onde, em vez das forras cor
poraes, procara-se desenvolver as da intelli-
gencia.
Recife, Io de abril de 1860.
Florianno Corra de lirillo.
I!osiilil Poriuguez.
A coiiiinissfto do exame dos afm/os
e i Ilegalidades cuinmct ti t as no
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia pela aduiiuistraeao de 1859
em re-posta ao segundo e leroei-
ro coiiiinuiiicadoe da defeza da
mesina ailaiiuistrai/ao. (*)
(Co/i/ini/nco do numero 72.)
A commisso contina a declarar quo acola
e respeila as palavres do illustre presidente da
commisso, fundadora do Hospital Porluguez
de Beneficencia em Per/iambuco o lllm. Sr.
Dr. Almeida; mas que nunca- presumi que
essas palavras ditadas pelo estudo c experien-
cia dos homens podessem servir om dia de the-
ma e razo explicativa do proecditoenlo de-
uma administraco, que verga sob o peze de
graves e ponderosas aecusaroe. Contina ain-
da a declarar que nunca presumi que essa il-
lustre administraco quizesse arverar-se em
[< jenio do malconln o eslabelecimenlo por
meio de repelidas conspirado* conira os seus
interesses e disperdicios incessantes dos seus
capitaos ; que promovesse a -r- discordia
enire os associados praticando quaiita arbilra-
riedade lhe veio a nreVite, e procurando depois
por entre as fileirasda sociedade propugnada-
res, que as confirmassem; e finalmente que,
dominada ^>or esse espirito de emnloeo per-
tendesse ferir o estabelecimanto c urraslar ao
tmulo uma insliluico, que tantos sacrificios
cuslou a seus fundadores 1 Nao. A commisso
nunca presumi. Foi a misma administraco
quera o revclou, lomando essas palavras pro-
seus actos c do seu
e abusivo I...
phelicas por epizraphe de
procedimento analmente illebal
continuemos na questSo. >
Communicados.
-U.
Souza Filho.
OUfilO DE PEBMAMBUCO.
Haptem, paeeotes 30 seohore's dcpulados, a
aesrhlJIa provincial oceupou-se do seguinte :
Reprcsenlaclo da cmara municipal do Brejo,
redamando contra a scparaeio do dislrido de
Q>tTrplo>*
Dita de diversos miradores da Riheira do Capi-
baribe, pedindo revojjajip de r/osturas da.caaiara
do Liraoeiro.
Tleqirvtimcalo de |jft GomakSt &oig Nao importa a guerra : minhas forcas se vigq-
ram sempre que as dirijo contra os fracos de es-
pirito e os curandeiros.
No meio disto, tenho a salsfacco de curvar a
cerviz e venerar a lodos aquellej collegas que
em suas lides e caprichos souberam colher as
bencos do Co, e dos homens io'ns o amor e
consideacao.
Przo a sciencia medica, rcpilo, cprao a -primoi-
ra do mnpdo; porque a sciencia da natureza
physica do horneen, e al de sua inlelligencia,e
de sua moral; e por isio que np me pesa o
encarg de resistir aos inimigos della, stipporlan-
do o tardo enorme de intrigas forjadas de propo-
sito para contra mira chamarem a aalrnadverso
da provincia e dos verdadeiros raedreos. M#io
mizeravelJ..;por'iue lem or elemento a lahda-
d, epor fim o lucr!
Um pedid a* lUn. Sr. Dr. Cureliuo
Francisco de Lima Santos.
Vi e apreciei devidamente, meu charo e dis-
lucio amigo, o modo, em tudo digno de vos,
como, em o Diario de Pernambuco de hoja,
accudisies insulluosa provcacao quoem o nu-
mero 76 do mesmo Diario vos fe o Sr. Dr.
Manoel B. do llego Vallenca, a quem, asseve-
rastes e eu creio piamente, sem jamis haverdes
conhocido, era de nome, nem de pessda, nem
sequr ao de love offendostes em occasiao algu-
ma, o muito menos nessa conferencia, quo to-
tes assislir, dominado ainda uma vez sem do vida
pelo louvfvel desejo de serdes ulil a um seme-
lhanle vosso em lula com a raorte, sem que pe-
la mente vos passasso que do factode vas pro-
nuncia rdes nella cora vossa habitual franqueza
provir-vos-ia lo grossa dse do desaforada
descora postura.
Estou satisfeitissirao de vosso procedimento;
o espero em Daos e nos. vossos nobres senliroen-
tos, que outro nao seja o ihcor de vossa condue-
la, cada vez que lo descomedida e injustamente
vos oggredirem- Entretanto, achando-me hoje
ligado a vos por lacos da mais cordeal,amiade.
vou dirigir-vu* um pedido, e o seguinle :
Nao deseis nunca da altura cm que vos ho
collocado vossos feiloa medico, por dentis co-
nhecidos nesta capital, para voachafurdardes no
lamacal dos convicios, a que, com a maior sem-
cerimoma, vos convida quem o proprio a con-
fossar qfi sabe brudir o azor raque do arri-
leiro,,-
Nao discutis com quem, aureolando os mais
comezinhos prcceilos da raodesli, apresenla-so
pela vez priraeira n'uma das folhas publicas
desla cidade, fazondo parada do talentos e habi-
liUcoes, qjiennguem ba.vja. posto en dovida.
Nao vos avilleis ao 'ponto *de (enlardes de-
3 poni. O Sr. procedor do anno de 1$58 e
1859, assignon se ou nao fundador d-> Hospital
Porluguez de Beneficencia em Pernambuco e con-
feccionador dos seus estatutos f Podia faze-lot
O illustre provedor, ou administrar-5o por S.
S. mi -fn'nii Jo com mullicado de sua defeza nao
nega nem podia negar, quo o mesmo senhor as-
sim o fizara no requerimento, que dirigi a S.
M. I.; mas argumenta,que podia faze-lo,porque-
S, S. deu una es mola para o estabelecimanto !
O argumento por conseguate do illustre prove-
dor ou da illustre administraco reduz-se aos ler-
raos seguintes : Quem d urna esmofa (pequea
ou grande) para uma insliluico qualquer fun-
dador dessa mesma inslituigao e confeccionador
dos seus estatutos; o Sr Jos Teixeira Bastos dea
urna esmola para o Hospital Porluguez ; logo o
Sr. Jos Teixeira Bastos fundador do Hospital
Porluguez e confeccionador dos seus estatutos i
A commisso convencida asavessas da proce-
dencia e rigor lgico d'esle raciocinio, nao podo
deixar de recomnicndar d'ora cm dianle a asso-
ciaco, que respeila o Sr. Jos Teixeira Bastos
como fundador do Hospital Porluguez em Ver-
nambuco] Nao a commisso, quem o diz; nao
a associaco, quem lho conferio osse Ululo;
nao nem ser o publico, que por certo tira jus-
lica a quem a tem, quem como lal oreconheccr;
mas i o Sr. Jos Teixeira Bastos quem com seu
proprio piinhagissim se assigna e intitula.
4," ponto. A administraeo de 1859 mondo
ou no_ cantar *m mausoleu no cemilerio es-
la capital a cusa rfjs cofres do eslabelecimento T
Podia faze-lo legnlmcntei
A mesma administraco no referido comraun-
cado nao nega, antes co'nfessa quo assim proce-
den cm homenagem & memoria de um bomfeilor
do eslabelecimento ; c acha esle sel procedimen-
to muito bom, muitorazoavel, muito .convenien-
te, muito. airoso, muito honesto, muilo santo,
muilo justo, muilo edificalico. etc.
A illustre administraco esl no direito declas-
siflrar este seo procedimenti, tomo muilo bem
lhe aprouver : mas o que nunca poder provar
a sua legalidade em face do estatuto, que rege
o eslabelecimento, e dova reger tambem a.illus-
ire administraco. Prevenidos como, se acham
os actos meritorios feilos ao estabelecimcnlo, o
o genero de romuneraco, que por elles curapre
retribuir aos bemfeilores, art. 62^ dos estatuios
(k), a illustre admitiistraco nSoT>odia sob pre-
texto algum, a(Tastar-sedo que nelles se aqhava
estatuido, e aflustando-s, est ipso fado, res-
ponsavel pelas somraas illegalmenl desviadas do
fim da insliluico e da lcllra dos mesmos esta-
tuios.
Alera de que nao v a Ilustro adrri/istracc5or
3ue se os cofres do eslabelecimento coffessem-
mcrc dos caprichos das adminlslracocs, a ac-
tual (vmbora intruza) poda mandar' fazer um
mausoleo ou nma lapide anda mais suraptuosa
e por consoguinte mais dispendiosa para q es-
labelecimento : a o;ue se lhe seguisse oulra ele,
ele. ; e que assim podiam ser tantos os monu-
mentos quantas as administrares ? I
Nao ve alem disto a ilhjslre ndminlslraco, que
distrahindo de qualqucV donativo ou esmola a
menor somma por pequeua que sejo paja emprc-
ga-la em actos de pompa e valdade mundana^
vai com csse procedimento de encontr a mes-
ma vontade do doador ou bemfetor T Nao vio
que fazendo levantar esse mansuloo contra von-
tade do respeclivo licmfeilor coverieu em' pedras
o alimento da indigencia, e o sustento dOs po-
bres afilelos?-! A illustre administraco de 1859
- -sUjaditames da razio, da jus-
foi Sorda a todos esl
Videos //ario* ns.. 69 o 70.
(k) Art. 62 dos estatuto. Qoem oflferlar im
esmolo, superior a com mil reis inclusive, ser
cmisiderado bemfeitor do hospital, e ja esmola for superior a um conlo de res, inclu-
sive ser considerado benemrito do Iwspital.
No prirneiro caso tica com o direite expWsso ao
rr*peclivo diploma par qe posa gobr do
previlegiose regalas conferidos petos arax 84 e
85, e no sosundo, alm de idntica dispesicao, a
a junta administrativa, aquillatando o mrito da
esmola olTertado, decidir da conveniencia de
mandar-lhe lirar o relrate, o que resol vid* pela
alTVrBjaliva, ser* o retrato do benemrito collo-
cado na sala dea conferencies^ ou alletia do
disiinrlos bemfeitore do eslabelecimenlo.
Art. 84. O ocio benemrito ou bemfeitor do-
hospital quando procure ser tratada como docn-
to parlcular, pagar, em 1* clatse 8. diarios, e
em i" cla.-se i$500 e ser isenlo da remunera-
cao separada para os Cus dclerraiaados noa ar-
tigos antecdanlos.
Arl. 85. No casa previsto pelo 4> do 76 (era
casodemdigenci), o socio acra racokido no
hospital, e nelle tratadoora-a diaUnccJ* raga,
galias concedidas aos doenles parhukra*- de 2*
clssse e o benemrito ou beaateiUr do hospital
da mesma forma que sao receidos e tratados os
doenles particulares de 1' classe.
mm


'*: wwi
v
_ fonscieiicla t mas'
triiss&b faz votos ab ci para que as sua9 succcs-
%***** nao imitem contcncendo-** do que se
podara a*ett bei-ptazer fazer nRim cortejas
com PSeu.jMmtfo, nao podcm do mismo modo
Taz!-las conWdos pobres doentes do Hospital
Fortuguez de Beneficencia.
mesma admuustracao emxllin
......
5." "ponto. 4 mesma adminislracao emxtiio
o* nao trinta eteis iiulos de bemfeitores ou mais
*em que a caca fosee vecothida a respectiva im-
portancia? Poda jaxe-lo legalmenle? .
A Ilustro adniinistracao conessa em seu com-
municado, que os emitlio e que fez muito bem,
porque ha tnicos que valem mais de cem mil
risl
#__.........
A commissao nao quesliona que hajam ou dei-
xcm do haver servicos que valbam mais de cem
mil res ; o que ella sustenta que nao pode ha-
ver bemfeitor do estabelecirncnlo sem que este
entre paNa a taita cota uma'ostnola de cem mil
ris, art. 62 dos estatutos j citados.
Se os agraciados linhan feilo servicos ao hos-
pital lodo e qualquer oulro meio de'reconhec-
inento, seria razoavcl menos dar a administra-
cao a cada nm, un litu'.o de bemfeitor que o es-
. tatuto s manda conferir cm Certa e determina-
da especie, e que nu 6 um simples papel cora
algumas assignaluras, pois que impraza o eslalie-
lecimento a bendicios posteriores cm favor do
agraciado quundo por ventura este venha delles
a precuar, sao ainfla corlezias feilas pela adini-
iiislnijao de l&j'J, com o chapeo dos pobres
doentes do hospital porluguez; mas idrlcsias
. que nao acreditara a quem as fez, ncm pela sua
illegalidade honram a quera as recebeu.
(Conlinar-se-ha.)
ERRATAS.
No communicado publicado hontcm na 4." co-
lumna da 2. pagina, deve-se fazer as emendas
seguirles :
Linhas 7, cm lugar de escripto, diga-se exer-
cilo.
Linhas 10, em lugar de injuslcs, diga-se Jus-
tina.
Linhas 32, era lugar de, declarando, diga-se de-
clamando.
Linhas 40, en lugar de, por all, diga-se por
ahi.
Linhas 41, cm lugar de, militar, diga-se Mi-
litar. '
Linhas 50, era lugar de, se affronta, diga-se, se
afoul.
Linhas 64, em lugar de, suspeilada, diga-se,
despertada.
No communicado assignado W. publicado hon-
tem, derarose. alcm de outros erres menos sen-
siveis, mais os seguintcs, que couveni recti-
ficar :
Na 4." columna da 2.a pagina linhas C, onde se
lo, deferido, diga-se. referido.
Na mesma columna linhas9, onde l-se, anni-
Tersario, lea-se, anniversario natalicio.
dem linhas57, onde le-se, recebidos, lea-so,
recebidas.
Na S.'kolumna, linhas 9, depois da palavra
alrebilario ICa-se mais, acompanhado do tres
liacJwreis. -
dem idem onde l-se, sahido, diga-se, sj-
hidos.
Idom linhas 36, onde diz, contrato, la-se, con-
tado.
dem linhas 70, onde diz, governarem, lea-se,
germioarem.
IJera linhas 106, depois da palavra, passado,
lea-se, em um dos ltimos, etc.
dem linhas 107, onde diz, das, l-sc, nu-
mero.
dem linhas 109, onde diz, ensitou, lea-se, en-
cetou.
dem linhas Hl. supprima-se a palavra
que.
dem linhas 139, onda diz, prendeu, 10a-se,
presidio.
em li
Idtm idem com casca .
dem-moleta.....
Carine'secta.....
Carvo de madeira .
Cera de carnauba em pi ^
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios .....
dem regala. .......
ehrfres '.'..!....
Cocos seceos.....
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra corlidcfs um
dem de onca i
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba .....
dem seceos ......
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esteiras de prepon .... urna
Estoupa nacional ..... arroba
Farinha de araruta ....
dem de mandioca alqueire
Feijo......... alqueire
Fumo em folha bom .... arroba
dem idem ordinario ....
dem idem restolho .... >
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. ...
4JPUV
5S000
9J600
$500
2g560
Dti*rO DI fgggatjBBOCO. -- TBKt&A FEIK .f DE'Al*lt ftg 1WQ.
Gomma polvilho.....
Ipccacanhua.......arroba
. cento


urna
um
urna





Lcnha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Louto pranches de 2 cuslados
Cosladinho. ..."...
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranches de dous
custados.......um
dem idem custadinho de dito >
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura .......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ,
dem idem soalho de dito
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros.....par
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel. ... |.....caada
Milho.........alqueire
Podras de amolar. .... urna
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava era molhos .... um
Sabao.........libra
Salsa parrilha .....arroba
Sebo cm rama......
Sola ou vaqueta (meio) urna
Tapioca........ arrba
Unhas de boi....., cento
Vinagre.........pigB
12J000
2g500
igooo
SJOOO
5S00O
4J000
285
400
180
300
103000
500
400
lflOOO
33200
1J600
300
1S600
33000
2$700
73000
14$000
9S00O
73000
153000
63000
33000
353000
23500
18600
128000
3$000
103000
63000
8J000
28500
4S000
23240
13600
2t3000
143000
compare em no da 3" o>bfTl viiiuouru, nt sala
das audi nclas, slO horas eramunha, afim de
se proceder a nomeaclo de depositario ou depe
sitarios.
E pan que chegue noticia a quem possa intc-
ressar, ciandci passar editaes, que serao aCQxados
no* lugires do costurae e publicados pela ira-
prensa.
Dado e passado nesla cfdade do Becife de
Pernamlco*. aos 27 de tirarlo de 1860. Su
Pranciscj Ignacio de Torres Bandeira, escrivo
do juizo especial do commercio, o Qz escrever.
Antelmo Francisco Pirelti.
-- O lllro. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumpriraento daordem em vigor, man-
da convidar Sos propietarios abaixo declarados
entrogirem na referida thesouraria, no prazo
de 30 diis, a contar do dia da prime>ra publica-
Qo dest, a importancia dasqnotas com que de-
yem entrar para o calcamento das ras abaixo
indicadas, conforme o'disposto na le provincial
n. 350. Adverlindo que a falta dacnlrega vo-
luntariajser punida com o duplo das menciona-
das quojas, segundo o art. 6 do regulamcnto de
22dedcL


Traca do Recife 2 de abril de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaroes offlciaes.
Cambios sobre Londres 25 3|4 c 26 d. 90 dpr.
Cambio sobre o Rio de Janeiro = ao par 15 d|v.
Assucar bruto d'America 2,650 rs. por arroba.
Georg PalcheltPresidente.
DubourcqSecretario.
Alfandej
Bcndimento do dia 2 .
-a.
18.1363050
Movhnentn da alfandesa
Volumes entrados com fozendas
com gneros
45300
168000
53000
108000
103000
308000
280
28500
800
98000
13120
200
120
258000
108000
33200
3-JO00
8300
50-50G0
-MfovimcRto do porto.
-----------------------------------------------------.. : .------------------------------:---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Volumes saludos
>
cora
com
fazendas
gneros
83
145
108
517
------625
228
Descarretram boje 3 de abril.
Barca francezaTheodeccevinho.
Brigue inglezGorivardmercadorias
Escuna portugnoza:=Rainha dos Acores=o resto.
Barca porluguezaFlor da Maia = diversos g-
neros
Barca sarda^Vaulorrmarmore.
B3rca francezaCaid charque.
Consulado eral
Rendimento do dia 2..... 4 4S83602
Diversas provincias.
Rendimento do dia 2*..... 170837
Despachos de exportacao pela me-
sa do consolado desta cidade n >
^ia de abril de I86O
LiverpoolBarca ingleza Adelaide, Adarason
Howie & C, 1,400 saceos assucar masca-
vado.
LiverpoolBarca ingleza Carolina, Paln Nash
& C, 374 couros sclgados.
HavreBarca franceza Berth, T. Freres, 1,600
couros slgalos verdes.
New-York=Birca americana Brasileira, Wha-
tely Forsler & C, 1,100 saceos assucar mas-
cavado.
Bio da Prata = Patacho porluguez Soberbo,
Guilherme Carvalho & C, 300 barricas assu-
car b rauco.
PortoBarca porlugueza Sympathia, Bailar &
Oliveira, 100 saceos assucar mascavado.
LisboaBarca porlugueza Flor de S. SimSo, C
Nogueira & C, 600 saceos e 40 barricas assu-
car mascavado.
Lisboa Patacho portuguez Jnico, Jos dos
Santos Pereira Jardim, 100 saceos sasucar
brancoe 250 ditos dito mascavado.
Lisboa Brigue porluguez Constante, Manoel
Goncalves da Silva, 200 saceos assucar branco
e20 ditos difo mascavado ; Jos R. F., 11
saceos assucar mascavado.
Becebedoria de rendas internas
geraes de Pcrnambaco
Rendimento do dia 2.....I:09i#3l0
NavioTrentrados no dia 1.
Buenos-Ayres6 dias, barca franceza Caid, de
219 toneladas, capitao M. A. Ilenry, equipa-
gem 11, cm laslro; a N. O. Bieber& C.
Rio de Janeiro30 dias, patacho dinamarquez
Picciola, de 145 toneladas, capilao L. G. H.
Zwanck, equjpagem 9, em lastro f a Araorim
Irrnaos.
Navios sahidos no mesmo dia.
MontivedeoBriguo'portuguez Paulino, capitao
Francisco Dias dos Santos Bordo Jnior, carga
assucar
Macci e portes intermedios vapor nacional Per-
sinunga, cnmmandanle Lobato
Navios entrados no dia 2.
Iahit90 dias, galera americana Modim Times,
de 642 toneladas, capilao Overton, equipagem
19, carga guano ; ao capilao. Velo refrescar e
seguio para New-York.
Rio de Janeiro21 dias, brigue brasileiro Pero
11, de 261 toneladas, capilao Silverio Antonio
da Silva, equipagem 12, cm laslro: a Aranaza
Hijo & C. > s
Rio de Janeiro33 dias, brigue prussiano Urania
do 250 toneladas, capilao G. Bergman equipa-
gem 9, em laslro: a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
HamptonRoads pelo Rio Grande do NorteBarca
americana Imperatri: Tlieresa, capilao II. I.
Waller, em laslro.
Liverpool por Maceibrigue austraco Trieslre,
capitao G. Guirioaich, carga assucar.
Cea_rHiale brasileiro Cames, capitao Joao Jos
Viauna, carga differenies gneros.
01 co -
sembr de 1854.
Caes de Apollo.
Ns. I
43 A 3os Mamede Alves Ferreira
j Largo da Penha.
2 Bernardo Antonio de Miranda*
Ba Direila.
131 Mnoel Bomao de Carvalho
139 Jo'iquim Lopes de Almeida
Ba dos Marlyrios.
3 Candido Francisco Gomes
Ra das Cinco Pontas.
92 Auna Maria de Caryalho Uchda
94 Jo aun a Francisca dos Santos
96 Francisco Marlins dos Anjos Paula
100 Rita Maria da Conceicao
102 Tiburclo Valerianno Baptisla
10* Ignacio Jos Coelho
1(J6 A'itonio Joaquim dos Santos
Andradc
108 M tria Luiza da Puriflcaco
110 Podre Jos Antonio dos Santos
Lessa
112 Jcs Pinto de Magalhaes
114 Jcs Joaquim de Oliveira
129 M inocl Bomao Correia de Araujo
122 Aitonio Francisco de Carvalho
124 Jcaquim de Souza Miranda Couto
126 Ailonio Francisco de Carvalho
128 Dto
130 Joquim Teixeira Peixoto
132 Aitonio Nobro de Almeida o
outro
131 Cindido Jos da Fonseca
136 P;dro Banal da Cosa Soares
138 Francisco das Chagas Mcndonca
140 "Angela das Virgcns de Socr-
mento Viauna
142 Antonio Goncalves de Moraes
1- i Dito
146 Maria Vicencia de Abreu Lima
148 Juao do Amaral Raposo
150 Marcelino Antonio Pereira
152 Dito
154 Joao Matheus
156 Antonio Jos de Magalhies Bastos
158 H arceliuo Antonio Pereira
160 Dito
71 J >ao Fernandes Lopes
73 Fraijcisco Jos Das da Costa
75 Manoel Medeiros de Souza
77 J )5o Barbosa Maciel
79 Candido Jos da Fonseca
81 Jjaquim Goncalves Salgado
83 Jjs Joaquim Ferreira de Mon-
donga
85 Mctorino Jos de Souza Travasso
7 ladre Luiz de Araujo Barbosa *
I r. Francisco de Assis de Olivei-
ra Maciel
Jianna Francisca de Menezes
I los de Joo Rodrigues de
Moura
Travessa do Dique.
1 A, Anna Joaquina da Santa Cruz
Ra do Rangel.
62 J3s Joaquim de Novaos ( os
altos)
Ra Real.
47 Albino Jos Ferreira da Cunha
caso baia por1 seuieitian
correr-se
m
ivos a ah re-
e Toju nu)
. f t*ovii "dpel pB" do forneci-
ment perl Wrtha Jfo Wuito ert prtica.
Sa4 do MBselho de compras eiraes, em 2 de
abril d* 1860.-0 secratario.
Alejandre Rodrigues dea Aojos.
Estacao naval.
De 2121ra do Illm- Sr-chefe de d'TS* F"n-
cis ltlwejl Bsrroso,. coniaiandante da estucho
W pwvhieis,
re prela,
perluguezae
caivetes 3!
89
91
93
iicmrV wmv pAirta-ia, previno ao 'frnitAele do
corpo da armada Jos Comeadas Neves, desertor
da guaricab do brigue de guerra nacional Capi-
baribe, que, para ser lomado em considerado o
sen requcrimenlo dirigido a Sua Magestade o
Imperador,' pedindo perdao e baixn, deve se
apresentar priroeiro ao mesmo senhor chefe, se-
gundo o despacho communicado pelo quarlel-ge-
neral de marioha, o que manda o mesmo senhor
commandante da estarlo fazer publico em con-
sequencia da determinac80 que para isso leve.
Bordle briaue-barca Itomaraaem Pernam-
buco, 2 de abril de 1860 O nrimeiro lente da
armada. EureWo Jos Anutis, secretario e anu-
dante de ordens.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico que do dia 3 do cr-
reme por diantc pagam-se os ordenados dos cm-
pregados provinciaes relativos ao mez de marco
prximo lindo. Secretaria da thesouraria pro-
vincial dePernSmbuco 2 de abril de 1860,O se-
cretario, Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Direcloria geralda instruego
publica.
Fago saber que o Illm. Sr. Dr. director geral
interino manda declarar aos inleressados, que e
prazo de 6 raezes marcados no cdital de 15 de
outubro do anno passado para os professores e
professoras, directores e directoras de escolas e
collegios de ensino particular se hab Harem e re-
gulansarem os seus estabclacimentos na forma
das nstruccoos de 11 de junho de 1859, tcm do
expirar no dia 15 do crrente; Orando os omis-
sos sugeilos as penas da lei n. 369 da 14 de maio
da 1855.
Secretaria da inslruc^ao publica de Pernamhu-
j co 2 de abril de 1860.O secretario interino,
Salvador Hcnrique de Albuquerque.
Cormo geral.
Bolachodas cartas seguras,'vindas do sul pele
vapor Cruzeiro do Sul, e d8S existentes na ad-
ministraco do correio, para os senhores abaixo
declarados :
Aureliano Jos dos Santos.
Deserabargador Agoslinho Erraclino de Leao.
Alexandrc Jos dos Reis.
Ameiico Pinto Brrelo.
Alfonso de Paula Albuquerque Maranho.
Antonio Fndua Hollanda Cavalcanli.
Padre A11 Ionio da Cunha l'iguaircdo.
Antonio Goncalves Ferreira Cascio.
Antonio Jos Pereira de S.
Bernardo Jos Correia de S.
Reido Dantas Marlins.
Carlos Fieiller & C
Claudino H. Cavalcanli.
l-'irmino dos -Santos Vioira.
Padre Francisco Jorge de Souza.
Francisco Lauro da Silva Costa.
Galdino Ferreira Gomes.
Joao Ferreira de Oliveira o Silva.
( Joao Jos de Carvalho Moraes.
IOjSOO Joo Pedreira de Cerqucira.
259200 Jos Domingos do Couto.
2200 Jos Pedreira Franea Jnior.
21*000 Lourenco Justioian'o da Bocha Ferreira.
2830OO Lourenco Luiz das Neves.
Luiz do Albuquerque Marlins Pereira.
Marcelino dos Santos Pinhciro.
Manoel Barbosa de Araujo.
Manoel Vicente de Oliveira.
Octaviano de Souza Franja.
Quincas de Oliveira.
Rufino JosJMaria.
Esperidiao Zaneiro de Souza.
lOfOOOI Pela subdelegacia da freguezia de S. Josa
do Recite, foi rcblhiJa casa de dciencAo a par^
da de rime Bernada, que declarou andar fgida,
e ser escrava do Sr. Pedro de Alcntara Ribeiro,
morador em N. S. do O'da villa do Cabo : quem
sejulgarcomo direito a ella, appareca perante
osla subdelegada. Subdelegacia de S. Jos do
Recife 29 de marjo de 1860. Jos Antonio Pinto.
195*000
6O3OOO
103800
993000
Crooo
27g000
32 00
21*900
90(X)
2520
lSjjOOO
363000
185U00
183000 i
305OOI
25^200
27000i
36S0O0
. 363000
269000
363000
363OOO
368000
365000
183OOO
21;600
39600
455000
45;tl00
36$000
SGjOOO
45000
45$000
30*000
860OOO
1055000
10535UO
543000
una preta, garrar*; Je^is 72 ;
libras 6; tabeadas 20-, (panunalicas
. por Monte-Verde, ultima edico,
exemplaresij; compendios d aritbmetiea por
Amia, exemplares 6 ; paulas 6 ; trasrado de es-
npla, exemplares 6.
P Caldeiroes de ferro eslanhados, para50pra-
cas 2.
Quem q-nizer vender taes objeclos aprsente
assuas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 4 de
abril prximo viudouro.
Sala dassesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 d
marco de 1860. Bento JoU Lamenha Lins,
coronel presidente.Fronciaco Joaquim Perei-
ra Lobo coronel vogal secretario interino.
v- tfia administracoo do correio desta cidade
se faz publico a quem interessar possa, o artigo
10 das in.slruccoes que pelo ministerio do impe-
perio foram transmitidas directora geral dos
correios com o aviso de 16 de dezembro do an-
uo passado, cuja rigorosa exceucao dever ter lu-
gar do 1. de julho do corrente'anno em diante :
Art. 10. As cartas seguras deverao, alm dos
mais requisitos exigidos pelo regularaenlo, ser
fechadas cruu. lacre de urna s cor, em dous ou
mais lugares vigiareis, p os fechos sellados com
sinete particular do uso do segurador, tomando-
so quaesquer outras cautelas que a experiencia
for indicando como necessarias, e forera ordena-
das pelo diretor geral. Correio de Pernambuco,
12 de marr-odel860.O administrador, Dowiin-
gotdos Passos Miranda.
Direcloria geral da instruccao publica.
Faco saber a quera convier, que tendo o Exm.
Se-presidente da provincia por portara de 21
do crrente, transferido o professor publico Ma-
ximino Narciso Sobreira de Mello, da cadeira de
insfrucejio elementar do 2." grao, do Curato da
SdeOlinda, para a do 1. grao da freguezia de
N. S, da Saude do Poco da Panella, acha-se
aquella vaga pela sobrdila transferencia ; em
consecuencia do que. manda o Illm. Sr. director
geral interino fazer publico, mareando o prazo
de 30 Utas, a contar da data desle, para a inscri-
pcao e processo de habililaco dos opposilores,
na forma das instruccoes de 11 dejunho de 1859.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco aos 30 de mareo de 1860.O secretario in-
terino, Salvador Ilenrique de Albuquerque.
O novo banco de
Pernambuco repele o avi-
so que fez paraserem re-
colhidas desde j as olas
de 1 o.ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
Ptita o-Aracatyv
Segae em pontos dias- o hiato S*ro*pano:
quem' no mesmo qoizer estregar ou ir do paaqa-
gem, dirija-se roa *j Visarlo n. 5. :TTr
Vende-e um des melhores bar-
cacas que navega para este porlo, a
quaicarrega de 280 a 500 saceos com
assucar, nota, bem construida e mui-
to Teleir* : quea a pretender dirija-te
a ra da C&rteia do Recife n. 56^ j a. tra-
tar com Jos Gomes Leal.
185000
325400
28g800
188000
455000
123600
1503000
60000
2:2225100
E para constar se mandou afxar o presente
e publ car pelo Diario. .
Sccrtaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de marco do 1860.O secretario,
A. F. la Annunciaco.
Declaracoes.
o- te
* ~
a.
I
Horas.
en
c
3
c
03
O
Atmosphtra.
Direcao.
S8
en
I
I Intensidade.
00
*0
I-
Centgrado.
1 -j
ts
Reaumur.
Consulado
Rendimento do dia 2 .
provincial
7:3725278
Paota dos precos dos principis gne-
ros e produeces nacionaes,
que se despachara pela mesa do consu-
lado na semana de
de 2 o 7 ll aftrif de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxac.a.......
dem de cana......
dem gehbra......
2 gg
OO
I Fahrenheit
ce
-I"
i'
-4"
en ce
-a "
os
~1
Ilygromelro.
(Ji5
Barmetro.
c
Ce
V.
= 1
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O ac ministrador da recebedoria do rendas in-
ternas era cumprimenlo da circular n. domi-
nisleria da fazenda de dez de Janeiro prximo
Ando c da portara n. 76 da thesouraria de 16 do
correnta, tendo mandado intimar no dia 21 s
Avisos martimos.
-------------------------- 1 1^ 1 1 _i_______
Para o Rio Grande do
Norle,
sahe com milita brevidade a barcaca Conceigao
de Maria ; inda recebe carga : a tratar na ra
da Madro de Dos n.2.
Para o Ass sahe o hlale cBeberibe ; pa-
ra carga c passageiros, trata-se na ra do Vigario
numero 5.
r~ ,'r'~" ~-~%
Vice, consulado de Espaa.
Para cumplir con la real orden de
1 de marzo de 1854 en lo que dice res-
pecto|ial alistamiento y matricula de
ubdiSs espaoles en los consulados y
vice amulados de S. M. en pases es-
trangeros :
Invito a todos los que siendo legal-
mente snbditosde S. M. y residentes en
este districto consular no se hallen ma-
triculados en este vice consulado a* mi
cargo, a' que se presenten para' dliO
lin dentro del plazo de 4 raezes de esta
compendias o sociedades que tcm sido facultadas
pelo ninisterio do imperio e cncorporadas cora
suaautorisaciio, e que nao linham pagos novos publicacin, pues del contrario, srgun
e vclh >s direitos pela approvacao de seus estatu-
ios e 11 sello do seu capital nos prazos legaes pa-
ra que cnlrosscm com sua importancia e reva'li-
decjto para a mesma recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias constam de urna relarao as-
signada pelo-oflicia! maior interino da secretaria
da mesma thesouraria c sao ; companhia de so
guros martimos ulilidade publica, idem da es-
trada de ferro de Pernambuco, idem pernambu-
cana le navegacao costeira, idem de seguros
maritlmos indemnisadora, idem de colonisagao
dh Lleal orden, este vice consulado no
dispnsala'su protecion a'los que no se
hayan presentado.
Pernambuco 20 de marzo 1860.
Juan Anglada Hijo, vice-consul.
= Actia-se recolhido casa de delenco o pre-
te Joao. que diz ser escravo de Francisco Apri-
gio de VasconceilosBrando, moradar na villa de
S. Joao: portanlo, quem for seu senhor, dirija-
coiraniA peinaibijcapu
DE
Navegacao costeira a vapor
O vapor Iguarass, commandanto o segundo
lente Morcira, seguir para os portos do norte
com escala pelos da Parahiba, Rio Grande, Ass,
Aracaty e Ccar no dia 10 do corrcnle s5 horas
da tarde, Recebe carga para o Cear no dia 3,
para o Ass 4. para o Rio Grande do Norte nos
dias 5 al o meio dia e 7, no dia 9 at meio dia
para a Parahiba.
Rio de Janeiro.
em Pernambuco, Alagoas e Parahiba.das quaes se & esle ,l'z. que provando lhe ser entregue.
A noite nublada, vento SE, veio para o trrale
assim amanheceu.
03C1LLAC.O DA MAB.
Preamaras 0 h 42 da tarde, altura 5.75 p.
llaixaraar as 6 h 30 da manhaa, altura 1.50 p.
Observatorio do arsenal de marinha % de abril
de 1860 Vieoas Jnior.
^w^^3
Editaes.
dem idem........ botija
dem lieor....... caada
idem idem....... garrafa
Idetn resillada e do reino caada
Algodio em pluma l.1 sor te arroba
dem idem 2.* dita .-.%.
dem idem 3.a dita ....
dem em caroco.....
Arroz pilado ....... arrobe.
dem com casca..... alqueire
dem branco novo. .... arroba
dem mascavado dem ....
Azeite de awmona .... catada
dem de mendoim e de coco. *
Borracha fina...... arroba
dem grossa...... ,
Ufe cu grao -boto..... arroba
850
500
640
SCO
280
960
320
800
somer te as duas de seguro martimo menciona-
das mostraran.) haver pago o sello do seu fundo
capital c os novos e velhos direitos pela appro-
vacao de seus estatutos, faz Iranscrever o art. 9
mico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anuo prximo passado que sujeila s penas
doait. 87 do regiilamcnlo de 10 de julho de
1850 nos empregados e autoridades aminislrati-
vas ou judiciarias que de qualquer medo reco-
nhr-cerem a existencia das sobreditas cempa-
nhias
Subdelegacia da freguezia do Sanio Anlonior 24
de marco do 1860.Antonio Bernardo Quinteiro,
subdelegado supplente.
Capitana do porto.
De ordem superior se faz publico a seguinte
circular:
1 secii,o.=:Palaco do governo do Maranho
10 de marco de 1860.
Illm. c xm. Sr.=Tendo sido arreado o machi-
dispo:to nos arts. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consoquencia sem pagamento do sello do
seu c ipitil, estao sujeitos a disposico do art 31
do reglamento de 10de julho de" 1650, alem
mais penas em que incorrerem, na confor-
das
nismo do amigo pharol dailha OeSant'Anna, afim
de ser collocado 110 que all se est edificando, as-
Ari go J. Os contratos ou estatutos de socie- sira o participo a V Exc, rogando se sirva do o
dades anonymasou companhias que entraremem fazer publico nessa provincia, na certeza de que
ndo contra o logo que o novo pharolesleja concluido e Ilumi-
nado me apressarei cm dar disso conhecimento a
V. Etc. Dos guardo a V. Exc., Illm. e Exm Sr.
presidente de Pernambuco.=0 presidente, Joao
Silveira de Souza.
Conforme=4n(onto Leile de Pinho.
Circulir.=l.seccf\o.Palacio do governo do
Maranho 15 de marco de 1360. = Illm. e Exm.
Sr. = Em additament ao meu offlcio do l..- do
corrontb, remello a V. Eic. afim de que se sirva
de dar lhe toda a publictdade nessn provine i o
incluso anntincio, pelo qual so previne a-navega-
^o qup foi arreada o machinismo do pharol de
Sanl'Anna, em consequencia do mo cstadV do
edificio. Dcos guarde a V Exc, Illm: e Exm.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco. O
presidente, y O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador,
da imperial ordem da Rosa, ejuiz de direitoes-
Eecal do commercio da provincia do Pernam-
uco, c seu termo, por S. M. Imperial, que
Dos guarde, etc.
Faco saber pelo presente, que a requerimento
dos negociantes Henry Forster & C o'outros, se
acha aberia fallencla do commercante Manoel
Jos Ferreira Gusmao, pela senlenja do theor se-
guinte :
' vista das letras de fls. 3, 4 o 5, bllhele de
fls. 6, carta de fls. 7 e contas da fls. 8 fls. 18,
conhece-se que Manoel Jos Ferreira de Gus-
mao, commerciarrte eslabelecido com podara na
ra Imperial desta cidade n. 43 ; ha cessado os
seus pagamentos ; pelo que declara o mesmo
Gusmao em estado de quebra e fixo o termo le-
gal da existencia desta a contar do dia 16 de-fe-
vereiro prximo passado.
Noraeio curadores fiscaes aos, credores Henry
Reorn Prs,cr & C., e depositarios interinos aos credo-
r**"" res Pinto de Sua & Baro.e prestado pelo pri-
6Sz00
2$050
35200
3|500
45600
meiro o juramento do eslylo, assignado pelos
segundos termo de deposito, 0 escrvao remetiera
copia desta sentenca ao juiz do paz competente
para a opposijo de sellos, que ordeno se
nhara em todos os bem livros e papis, do
lido. *^ ~
Fcto o que e publicada
po-
fal-
._ a prsenle sentenca
. nos termos dosartigos 812 do cdigo commercial
el do regulamento n.738, se daro nssub-
sequentes providencias, que o sobredito cdigo o
regolamenl deteminam.
900
?$500
75OOO
4|000
75000
Recife 26 de marco de 860.JtAnselmo Fran-
cisco Pefelli.
Por forga desta sentenca convoco I todos os
midade da legislaco" jm vigor.
u )ico. Aos empregados e autoridades ad-
minisiralivns ou judiciarias que aceitarem, at-
tenderem, deferirem ou ddmitlirera reclamaoes
requeriraentjs, representacoes, aecoes, ttulos e
docuraentos de aualqner natureza, apresentados
em njme de companhiase sociedades anonymas^
suas naixasfiliaes e agencias em Iaes circunstan-
cias cu de suas adminislracocs ou de qualquei
modo reconhecerem sua existencia flcaro exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamento de 10
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevereiro de
1860. =Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Pela dcleg3cia de polica do termo de lin-
da se faz publico, que no dia 2i do correnle, pe-
las 1( horas da noite, foi entregue nesta delega-
da p'-lo subdelegado do 1. districto desla cida-
de, u n menino por nomo Justino, pardo, de ida-
de de 7 annos, pouco mais ou menos, diz ser es-
crave, c que foi seduzido no Recife por urna
preta qne o conduzio para o Rio Doce, onde foi
encontrado pelo respectivo inspector daquelle
quarleiro, e remcllido subdelegacia o mencio-
nado Justino. Olinda 27 de marceo de 1860.
f Caetano Filgueira.
lnsitecco do arsenal de marinha,
O .llm. Sr. inspector manda fazer constar ao
Sr. inlonio Henrique de Miranda, que, como or-
deno i oEfm. Sr. presidente'da provincia em
data de 31 do mez findo, devo pagar na recbe-
dori de rendas internas, a importancia dos di-
reito 1 e emolumentos correspondente ao lugar de
almoxarifo desla repartirn, para o qual foi no-
raeatlo pelo governo imperial por decreto de 18
de fevereiro ultimo, constando essa importancia
da n)ts enlregar-lhe esta secretaria, logo qe
a solicite.
Itp'ooco do arsenal de marinha' de,Pernam-
buco, era 2 de abril de 1860.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Conselho de compras navacs.
Tendo de ser contratado o fornecimento de car-
ne d 3 vacca salgada para o consumo dos navios
da armada e estabelecimentos de marinha na
quarlidode de 30 a 40 barrls, manda fazer publi-
co qi,e isso tere, lugar na sessao de 4 do correnle
mez, is 11 horas da manhaa, em presenen de
propjstas acompanhadas da amostra desse objec-
to, c;rlo o que foroec-lo ter de pagar a milla
de eileoenta por cento favor da fazenda se ho
tfizer isso com o d qualidad contraiada, alm de
credores preseotts d referido fallrdo, paraqno>iWRifar com o eicej o preoo no Wwko,
Capitana do porto.
De ordem do Sr, chefe da diviso e capitao do
porto, faz-se publico a navegacao, que foi ar-
reado o machinismo do pharol de Sanl'Anna. em
consequencia do mo estado do edificio, confor-
me os annuncios dessa reparlico do 3 de se-
tembro do anno possado, e 10 de fevereiro ultimo;
e oportunamente se marcar o dia em que deve
principiar a funcionar o que se est constrnindo.
Capitana do porto do Marnho 9 de marco de
1860.=No impedimento do secretario, faymun-
io Querino Benfica. Conforme, nfoneo Lei|
de Pinho.
Capitana do porlo de Pernambuco 23 do mar-
co de 1860.=No impedimento do secretario,
Francisco Firmino Monteiro.
Por esta secretaria se faz publico, para co-
nhecimento de quem possa interessar, que no
dia 3 de abril prximo vindouro, s 11 horas da
manhe, podero apresentar-so na mesma secre-
taria os pretndanles aos dous lugares vagos de
amanuenses della, afim de sugetarem-Se i pro-
va de Suas habilitacocs para o exercicifl. daquel-
les lugares. Secretaria, do governo dvfeernam-
buco 28 de marco de 1860.
Jos Bento da Cunha Figueiredo Jnior.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tcm de comprar os objectos
seguintes:
Para o 10. batttlhao.
Papel almaca, resmas 6; patinas de ganco 408;
canelas 2 ; tinta preta, garrafas 6; lap'is 72 ;
areia prcla, libras 6 ; colleWftes de tartas para
principiantes20; taboadasiX; grammaticas por-
tuguezas por Monte-Ycrdo, exeftplaree 6 ; oom-
pendios de arithmetica por Aula, exemplares 6;
pauta 6; tinleiros o areeiros de estanto, pa-
na 8; traslados de escripia, exemplares 20.
Para o-meio batalhoo o Ctar.
Papel almajo, reama? *> peottasdefanee 401;
O veleiro o bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir.com moila brevidade,
tem o seu carregaraenlo prompto podendo ape-
nas receber algumas miudezasrescravos a frete,
e passageiros para os quaes tem excellentes com-
modos : trala-se com Azevedo & Mendes, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Bio de Janeiro.
O brigue escuna Joven Arthur, pretende seguir
ncsles dias, tcm o seu carregamento prompto
apenas recebe algumas miudezas, escravos a fre-
te e passageiros para os quaes tcm excellentes
commodos: trata-se com o seu consignatario
Azevedo & Mendes no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Lisboa e Porto
Vai saliir brevemente a*muito veleira
e bem conhecida barca
Flor de S. Si mo
recebe carga e passageiros para os dous
portos cima, a tratar com Carvalho
Nogueira & C, na ra do vieario n. 9,
primeiro andar, ou com o capitao na
prnga.
Maranho e Para.
O patacho Alfredo, capilao e pratico Manoel
da Silva Santos, segu com muita brevidade aos
portos indicados : os senhores que nelle quize-
rm carregar, queiram deelara-b ate o fim da
presente semana, no escriptorio dos consignata-
rios Almeida Gomes, Alves 4 C, ra da Cruz
numero 27.
Vaceasenovilhas
Quarta-feira 4 do corrate.
NA
Ra da Florentina.
O agente Borja far leilo
na cocheira da ra da Floren-
tina, ira mesma occasio em
que vender os burros
DAS
Melhores vaccas
destesarrabaldes
e de muito boas
novilhas
acostumadas a este pasto. O
mesmo agente convida aos
moradores do campo para se
proverem dasmaislindas vae-
cis de leite que por aqu ap-
parecem, que lhe sero en-
tregues sem reserva depreco.
As 10 horas em ponto.
Consulado de Franca.
ueil
A requerimento dos Srs. Mello Lobo
& C. por ordem do Sr. visconde de Le-
mont cnsul de Franca e em sua pre-
sencia e por conta e risco de quem per-
tenecer, o agente Hyppolito vender' em
leilao urna caixa marca ML&C n. 190,
contendo 50 duzias de pentes para se-
nhoras avariados a bordo do nano fran-
cez Berte, capitao Laisne: segunda-feira
2 de abril as 10 horas em ponto no ar-
raazem alfandegado do caes 'Apollo
casado Sr, Araujo.
LEILAO
DE
Burros e caballos.
Quarta-feira 4 do corrcn'e.
(A PRAZO.)
Brunet capitao da barca
franceza S. Lpuiz, far leiio
por intervericao do agente
Borja, na cocheira da ra da
FJorentina, de urna porco de
burros os melhores que tem
vindoeste mercado, naos
pela sua boa qualidade como
por serem mansos e quasi to-
das as parelhas certas, pro-
prios para carros etc., sobre
sahindo d'entre ellas tres to-
das brancas, assim como tres
cavailos de maito boa raga e
com todos os andares.
Os licitantes podero exa-
mina-los na cocheira que foi
do Illm. Sr. major Sebastiao
na ra da Florentina.
Principiar s 10 horas em
ponto.
Para
LEILAO
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far por conta de quem per-
tencer, terga-feira 3 do corrente s 10 horas da
mana no armazem do Sr. Annes defronte da
alfandega
DE
20 caixas com queijos flamcngos vindo ueste ul-
timo vapor.
6 ditas com queijos pralos vindo no mesmo va-
por o melhor que tem vindo a este mercado.
Rio de Janeiro.
spera-se por esles das daquella prac,a a ve-
leira barca nacional Castro III, da qual 6 ca-
pitao Antouio Goncalves Torres, e tem de seguir
para aquella procedencia com a maior hrevidada
possivel : portanlo os senhores que quzerem to-
mar prara para carga, desde j se|poderio en-
tender com os consignatarios Pinto de Souza A
Bairo, ra da Penha n. 6.
Cavailos
Al
de Montevideo.
Borott & C. arao leilao por rterven-
cSo do agente Hyppolito da Silva de 33
cavailos de lindas figuras chegados de
Montevideo na barca americana Inman:
terca-feira 3 do corrente as 11 horas
em ponto no armazem amarelto con-
fronte o arsenal de marinha.
Cear e Acarae.
O- pSIliabole Jot-ge Slie impretetivilmente no
di7de abril para 0 Ceara e Acarae, tambem
receto carga para a Granja de*rrjtfitdo-a no
Acarae d'onde sera lranspomlir5>elo htate
Patp-ito: a (Valar edrix TssS IrmiSTo. com o
capillo-Main.
Avisos diversos.
Precisa-e de urna pessoa para dis-
tribuidor deste Diario : a tratar na pra-
ca da Independencia n. 6e8.
sioel lorg* GbifaeS, rUr-s para o Rio
de Janeiro,
MUTiLAnm


> i i^ii-
-*.



(4)
>c^
AOS SUS. ASSlfiNANTES.
O pagamento da subscripto deste
Diario Resta cdade, na de linda, e
arrabaldes, deve ser feita vista de re-
cibos impressos, com a quantia tamben
impressa. Os recebedores nunca esti-
veram aem estao authorisados a pas-
sar recibos manuscriptos, nem a emen-
dar quantias a sen arbitrio.
-- Nesta typogra-
phia precisa-se de
compositores ty-
pographicos,
Precisa-se de urna preta para o servigo de
casa de pouca familia, sendo forra ou escrava :
oa ra da Imperalriz n. 1, loja.
O Sr. Roberl Dewning, queira nppareccr no
escriptorio da ra do Trapiche n. 18, para pagar
um frelepelo Burger-meisler Sluve, de Londres-
Extracto dos dentesj
Jos Anacleto da Silva bem conhecido
2 dentista e sangrador est eslabelecido na
9 ra da'camboa do Carmo, em seu gabi- #
nete n. 19; tira tambem dentes e raizes @
como qualquer cirurgio dentista, caiga os
g turados e separa bem os denles da frente, @
J tanto cm seu gabinete n 19 a qualquer
hora como fra, mandando-llie escripto
com o norae da pessoa indicando o lugar e O
W numero da casa, sangra muito bem e ap-
< plica ventosas sarjadas o &
I Tambem fabrica
* cxcellenle pomada e banha imperial mui
|S lina e cheirasa, era latas com meia libra
9 para raanter com solidez e bello lustre pre-
to os cabellos, esta nova forma de poma-
9 das e de banha imperial superior e pre-
ferivol para o uso diario, a toda espeeiede
hanhas fabricadas ncsla praca a 2} o 33 a
9 lata. @
@@ #
Precisa-se de um menino portuguez de 12
cl anuos de idade para ser caixeiro de urna das
nielhores casas em Nossa Scnhora do O' : quem
pretender dirija-so a ra Direita n. 53.
O proprielario Manoel Jos Pacheco de Mel-
lo e sua senhora, relirara-se para Lisboa, levan-
do dous criados era sua companhia por nome
Marcolino Pacheco de Mello e Filippe Pacheco de
Mello ; e julgath nada dever, se porm alguem
se julgar credor aprsenle suas conlas no prazo
le oito dias. que epois de conferidas lhe scro
pagas. Recite 3 de abril de 1860.
Joaquim Carneiro Leal deixa de ser caixci-
ro de Valenga 4 Companhia desde o dia 26 de
marco prximo (indo
Vicente Ferreira da Costa vai & Lisboa, le-
vando em sua companhia o menor JooMartins
de Barros Jnior. Fica ericarrogado da gerencia
do sua casa seu entcado Joaquim Filippe da
Costa. 1K
David William Bowmann vai Inglaterra.
Manoel Joaquim de Oliveira deixa por seus
procuradores durante sua ausencia os seguintes
senhores .1. o Sr. Antonio Rodrigues de Moi-
rellcs, seu socio ; 2o os Srs. Prente Vianna &
Companhia ; 3J os Srs. Vianna k Guimaracs.
No largo do Paraizo, nica praca publica
tiesta (rcguoia, no acougue novo, o m'elhor que
lia nesta praca por sua localidade o aforraosea-
raenlo, tanto exterior como interior, o ser muiio
fresco, que conserva as carnes sem que ellas se
corrompan) lio depressa e larguem mao cheiro.o
que grando vantagem para os donos e mesmo
para os compradores, anda existe dous tainos
para alugar, porpreco comraodo : a fallar na ra
do Imperador n. 28.
a ra do Socego no Campo Verde, d-se
dinheiro a juros sobre penhores de ouro, prala
ou predios, assim como rebatc-sc lettras com
firmas boas c rebato ordenados.
O abaixo assignado faz publico ao respeita-
vel corpo do commercio. e a quem interessar
possa, quecomprou ao Sr. Manoel Jos do Nas-
cimento e Silva o seu eslabelccimento de mollia-
dos, silo na ra da Cadeia do Recife n. 25, li-?re e :
desembarazado, o qual estabelecimento desde'
esta data [em diante gyrar debaixo da rma do
mesmo abaixo assignado. Recife, 2 de abril de
Jou.
Antonio da Silva Campos.
Precisa-se de urna ama secca que saiba co-
zinhar e engommar, e que sirva para comprar
a ra, para casa de urna senhora solteira : quem
pretender dirija-so ra dos Marlyrios, sobrado
de um andar, u. 9.
_ Perdeu-se na noite de sexta-feira
23 do corren te da ra larga do Rosario
at a igreja do Corpo Santo, urna pul-
sena de ouro: quem a achou querendo
restituir pode ir a' ra larga do Rosario
. 28 primeiro andar, que se dar' os
signaes e se recompensara'.
S Seguro contra Fogo
1 COHPAN1IIA
motm
LONDRES 5
AGENTES I
C J. Astley & Companhia. 8
Koga-s a ae Sr. 11 sea I do bairro de S, -4osa
ou a quem ompelir, que lance suas vistas com
attengo pa.ra casa que se est reedificando na
na Oireit. n. 121, com um eitao singelo a ma-
neira de raiola ou ratosira para pegar gente e
manda-la para o ceiniteo: isto lhe pede um
medrosa que nao tem medo de ficar pegado.
A.ntoniehacharas da Silva Coelho vai nar
Portugal. F
O atanco assignado, subdito inrfee, retira-
se para InulateFra.
No dia 8 do-cerrente a ultima arremata -
ao da casa da ra Imperial n. 145, cem o abato
la. quinta parte, depois da audieacia do iuli
municipal da primeira vara.
PESCA-SE
Na quarta equinta-feira santa, no viveiro do
Muuiz.
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CX3
DIARIO DE HjRNiOTOa. TEl^A inEKk "> PB ABRIL T TWft
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B
o
Sil
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Consultorio medico, ra da
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua nos
seus trabalhos medico.
wm
TROVADOR.
lVua do Rosario larga nu-
mero 46.
Este novo eslabelecimento bem montado ei
servindo a lempo aos freguezes por mdico pre-'
co, continua a servir melhor ( so 6 possivel )
avista das dislinctas pessoas que se dignam obse
quia-lo : do-se igualmente comidas para fora
com lodo o aceio e promMidao.
O Dr. Cosme de Sa^ Fereiral
I de volt de sua viagem instructi-
itiva a Europa continua no exer-j
cicio de sua profissao medica.
| ^ Da' consultas em seu escripto-f
(rio, no bairro do Recife, ra dal
Cruz n. 53, todos os dias, menosj
nos domingos, desde asv 6 horas!
te as 10 da manhaa, sobre o
seguintes pontos :
1
1
3*
Yende-se
i

para |
s
5
I
?*
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estauho em- barra.
Verniz copal.
PalKinha para marci-
nein.
1 Vinhos finos de Moselle.
I Folhas de cobre.
g Brimdevela: no arma-
zem de C.J. Astley & C.
%<9i9BflMBflpi a m virintwvr _
Na ra da Imperalriz n. 19 se dir nuera
aluga um moleque, escravo, copeiro, sabendo
cosinharc comprar, responsabilisandose o seu
sennor pela sua conducta.
O abaixo assignado previne ao respeitavel
publico desla cidado, que acaba de abrir o seu
eslabelecimento de alfaiate no primeiro andar da
casa n. 6 da ra do Crespo, onde se ada promp-
io a execular com toda a precisao e presteza pos-
sivel as incumbencias com que o honraren) O
mprego de contra-meslre que exercl por 10 an-
sas na officina de alfaiato de S. M. o Imperador
dos Francezes, em Paris, me faculta a edrres-
pundencia em que me acho com aquelle estabe-
eeimento dondo recebo regularmente todos os
arligeade modas-necessarios a minha prolsso,
e eslao paleles em miuha casa, onde podro
ser examinados, pelas pessoas que me hoorarem
ora sua eonfianra. Conelant
~ Beraardo Antonio de Miranda arrenda o en-
genho Mamueaia. silo na freguezia da Luz, dis-
tante da praja menos de quatro legoas, moente e
correnle d'agua, lendo casa de vivenda e mais
obras de pedra e cal em bom estado : quem o
quizer arxendar procurar o annuncianto na ra
do Imperador, as tersas-feiras e sabbado de ca-
da semana, ou no Cachang nos demsis dias da
semana.
Precisa-se de urna ama de leite : oa ra
Oireila n 2, primeiro addar.
Precisa-se lugar urna prea que saiba en-
gommar, psra casa de pouca familia, paaa-sa
b?m : da ruada Cruz n. 23, segundo aadax.
. Molestias de olhos ;
. Molestias de coracao e def
peito ;
Molestias dosorgaos da gera-
cao, e doanus ;
4-. Praticara' toda e qualquer
operario quejulgarconvenien-'
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-!
sultarem sera' feto indistincta-{
mente, e na ordem de suas en-;
trsdas; fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquel les que por
motivojustoobtiveremhora mar-
cada para este fim.
A applicacao dealguns medica'
mentos indispensaveis em varios)
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera'feito.ou concedido!
gratuitamente. A confianza que)
nelles deposita, a presteza*de sua |
accao, a necessidadepromptaj
de seu emprego; tudo quanto o \
demove ^m beneficio de seus i
doentes.
Para um sitio na Ponle ae Uchoa, necessi-
ta-se de um fetor : a tratar na ra da Cruz, ca-
sa n. 45.
Curso de geometra.
Antonio Egidio da Silva, professor de malhs-
roaticas no Gyranasio Provincial, pretende no dia
lo de abril abrir um curso de geometra parti-
cularmente : os senhores esludanles que quize-
rera aproveitar as suas explicacoes, afim de se
prepararem para os exames em novembro do
crreme anno, queiram dirigir-se casa de sua
residencia, na ra Direita n. 74, para serem ma-
triculados.
. Quem precisar de um criado para comprar
na ra e juntamente entende de cozinha, ou mes-
mo para administrar algum estabelacimenlo, pois
entende de negocio, e pela sua indigencia se su-
jeita a todo e qualquer servigo, dando fiador a
sua conducta, dirija-se a tratar na ra da Praia
taberna n. 60. '
Acha-sc justa e contratada a taberna sita
na ruado Amorim n. 17, pertencente a Joaquim
de Souza Couto : quem liver alguraa reclamadlo
sobre dita taberna, se aprsente no prazo de fres
dias, a contar da data deste. Recife 30 de marco
de 1860. v
No pateo de S,
Pedro n. 28, fornece-se comidas para fora com
asseio e promplido por preco commodo.
= Proeisa-se alugar urna criada para cozi-
nhar: a tratar na fabrica de sabo da ra Impe-
rial.
lo
ni
fa
Atteneao*
Vendera-se e eoncerm*s camdhos de mao :
na ra da Concordia confronte a roflnagao.
Venle-se urna caneca e um boi por preco
co omodo : na rus do ngel n, 15.
Para a semana sania.
a ra da Cadeia, squina da Madre de Dens, ,,
para vender optwiios marrteletes e taimas de *e grande : a tratar o aterro da Boa-Vista, pa-
> OretO COm Dice alo e 188. luvn* nrptis de dara rn nminnu ni..;., ,i c..__o..:.:. '
h_ ,
0! i prelo com bioe a 16 elSS, luvas pretis de
pellica a 29500 teneos preles bordados, com lu-
co i e vidrilho, cakas de casemira preta, o me-
Ih ir que ha no mercada, casacas e sobrecasacas
pr:tas, ludo por preco comraodo : na mesraa ca-
sa tem soriiuiento de calcado para hornera, so-
nt ora c meninos.
Ra Nova a, 34.
tfadama Rosa HarJy ac iba de receber no na-
i Berthe* um lindo sortimenlo de fazendas
idas era direiiura por sua conta, ricos chapeos
seda com veos, sortidos, de cores, para so-
ora, lindos chapeozinhosa Garibaldi para mo-
cas de 8 a 13 anima, chapeozinhos de baptisado,
ui i grande sortimenlo de manteletes do ultimo
gislo do preco do 25} al 55J, lindas manas
pelas pira cabeca, enfeites de vidrilho para se
n ora, ricos cortes de vestido de seda brancos,
pelos e de cores, grnsdenaplcs de todas as co-
re;, capellas as mais modernas para noiva, bai-
le) e theatros, lnvas de pellica para hornera e
senhora, ricos loques, bouquel, flores, osso e
m idreperola, um grande sorlimento do chapeos
* sol de todas as qualidades, vestidos de baptisa-
, perfumara, esparlilhos.chita, cambraia bran-
. e de cores, musselina branca, organdys, ma-
d polo, e muitas outras fazendas que se vendem
m lito em conta.
= O abatx assignado tat saber ao publico,'
tjue a casalerrea da ra se 8. Miguel n. 28, que
tem anonciado. nao se pode vender, porque esl
em questao com Jos Martins de Mello; existo a
quesrao^aa reticio, e aida Bao houve decise
ilguma,
Frane-uittno Manoel de Parias.
Precisa-s3 de umaraassador que aejatom :
a fadana da ra larga do Rosario n. 48.
- Precisa-se de ura bom amassador para a
padaria da Passagem da Magdalena ao p da pon
VI I
vi
d(
ni
bandejas enfeitadas.
^ontina-sea preparar com differentes model-
e figuras, bandejas dos mais escolhidos bli-
dos do nosso mercado, o delicados bolinhos
er libras separadas, pesado visla o contento
daiencommenda; assim como bolos inglezes,
ncezes e de massa secca da mandioca, pudins.
' 'me, pastis de nala, e tambera os pastis de
a ne de porco proprios da paschoa, ludo cora
nlo asseio, bem feilo, e o mais em conla ; di-
. i-se a ra da Penha n. 25, segundo andar,
qi i car bem servido.
&WL
Allencao.
Vendo o abaixo assignado um annuncio do Sr.
Jos Teixeira Leite, em que declara nada dever-
lne o abaixo assignado, muito se admira do pro-
cedimento do mesmo Sr. Leite com urna seme-
Ihante declaracao que demonstra que o mesmo
senhor alguraa cousa lem do abaixo assignado,
mo nao ler o mesmo cobrado quanlia alguma
ao mesmo sertw, nem io pouco ler dito em
parlo algaraa que o mesmo senhor lhe deve-
Adt. Se o Sr. LeiU ir em sua consciencia que
oto essa publicacao quer obstar algum fim pira
o futuro, bom ser que desde j lhe scientiflque
qtw me aeho prevenido ; assim como nao me
julgo evedor de couaa alguma. Recife 30 de
jnirp de 1800.Jorge Pereira Pejnandoi,
recisa-se de urna ama para casa de pouca
i lilla (2 pessoas), que faga tambem as com-
pr s ; no paleo do Carmo n. 20. primeiro andar.
SOCIEDAEE
;m\o be\efice\te
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Km Pernambuco,
Por ardem do Sr. presidente convido a todos
os senhores socios effectivos para coraparecerem
qu.nta-feira 5 do correnle, ao meic dia, na sala
das sessoes, para darem posse ao novo conselbo.
secretaria da sociedade Uniao Bendceme dos
Aristas Selleiros era Pernambuco 2 de abril de
18(i0.O 1. secretario.
Taurino Cantidiode Moraes.
SOCIEDAUt
Instituto Pi e Litterario,
l'or ordem do Sr. presidente scientilico aos
senhores socios que hoje (3 de abril) haverses-
sao da issembla geral as 9 1|2 horas da ma-
nhaa, depoisda sesso do conselho director
Secretaria da sociedade Instituto Pi e Litte-
rario 2 de abril de 1860.
Joo Baplisla de Siqueira Cavalcanti.
Io secretario interino.
:Artonio Jos de Souza Guiraaraes"retira-se
para fra do imperio, e declara nada dever nes-
ta praca nem fora della, assim como nao existe
letra aljama ou obrigacao de seu aceite ou en-
doco, i deixa por seus procuradores aos Sis.
Jos Antonio Goncalves da Rocha o Jo;- Manoel
da Veif;a e Seixas.
J. Keller & C, scienlificam ao respeitavel
corpo co commercio desta praga, que teem cons-
tituido seu basiante procurador ao Sr Jos Mar-
ques de s Sanios Aguiar.
Precisa-sede um menino de 10 a 14 annos
pa-a caixeiro de taberna e urna ama para todo
seivico de pequea familia ; na ra da Impera-
tri: n. 74.
Muito importa saber em poder de quem
ex sle a escrava Maria, mulata clara, filha da es-
crava Barbosa, que foi de Jos Fernandes do Re-
g, de Sobral, passou a Antonio Ferreira deFon-
te das l.avras e este vendeu a Joaquim Pereira
Tamboat negociante do Aracaty no Cear, que
supc-se ter vendido na praca de Pernamnuco
em 1847 : fallar com o vigario Francisco Jorge
de Souza na ra da Imperalriz n. 5 ou annuncie
pelas fclhas.
SOCIEDADE BASCARA
Amorim, Fragoso, Santos
Compenhia.
Os Srs. socios commanditarios sao convidados
a realisar asegunda entrado de 12 1i2 por rento
sebre os seus capiiaes at o dia 16 de abril cor-
renle, do couformidade cora o respectivo contra-
to socicl.
Quem precisar de urna ama de leite diri-
ja se ao paleo do Hospital n. 26.
O abaixo assignado vai a Europa
finando na administracao des seus ne-
gocios tendentes ao seu eicriptorio de
cousignacoes o Sr. Miguel Jos Rodri-
gues Vieira, e procuradores os Srs. An-
tonio Lopes Pereira de Mello, Antonio
B ir nardo Vaz de Carvalho e Joao Uap-
titta de Campos. Pernambuco 31 de
marco de 1860.Joao Ferreira Mou-
ti:iho.
-- O abaixo assignado vai a Europa
deixaudo na gerencia dos seus negocios
tendentes a sua loja de fazendas ao seu
3cco o Sr. Luiz Domingues de Souza,
e como procuradores os Srs. Miguel Jo-
s Rodrigues Vieira, Antonio Lopes Pe
r ira de Mello e Antonio Bernardo Vaz
di; Carvalho. Pernambuco 31 de marco
di; 18ij0.Joao Pereira Moutinho.
I Joao Pereira Moutinho, portuguez
vai a Europa, levando em sua compa-
n lia sua raullier, tres meninas e um
rr enino de menor idade.
Perdeu-se domingo pela manhaa,
un relogio patente inglez, caixa de
prata : quem o achou querendo- resti
ti i i -lo pode (aze-lo no pateo do Paraizo
cocheira n. 10. quesera' gratificado por
Jos Pinto de Magalhaes.
Despachado major para o 7. batalho de
rfanlaria, forgoso me dcixar o 10. da mesma
aima, 9 antigo 3." de caladores, ao qual pertenci
dusde 1822. Est separaco me um dos ocon-
leciraentos que mais me tem sensibilisado, por
que no longo espaco de quasi 38 annos cm urna
corponcao, adquirem-se certas affeicoes, bem se-
ra elhantes as de familia, e das quaes, quaodo au-
sentes, sempre nos restam saudades. Nao tenho
sinao cue agradecer aos Srs. offlciaes as allen-
ces qje continuadamente me prestaran). Ao
Illm. Sr. tcnente-coronel Kelly, reitero os raeus
protestos de considerado e eslima, o confessan-
do-mo grato pela bondade com que sempre me
Iratou, e conQanga que em mim depositara, des-
p.ijo-rae aaudoso e ponho sua desposicao todo
o preslimo de que mejulgar capaz : offerecimen-
tc esle que tamnem aco extensiro aos demais
S -s. oliciaes do batalho.
Recile i de abril de 1860.
Jo$ Francitc da Silva.
Precisa-se do um caixeiro que tonha prati-
c<: de tiborna e que fiador a sua conducta; nao
s olha dar-se bom ordenado: na ra do JlosaTio
di Boa Yla o. 56, taberna.
dara de Domiogos Antonio de Sonza Beiris.
Domingos Bernardino da Costa vai a Por-
tugal, e deixa por seus procuradores os Srs. Jos
Antonio Ferreira Vinhas, Joo Luii Ferreira Ri-
beiro o Domingos Jos da Silva, a quem deixa
poderes para receber e pagar todo3 os seus d-
bitos. .
Antonio Fernandes de Azcvedo vai a Por-
tugal e deixa por seus procuradores os Srs. An-
tonio Martins do Carvalho Azevedo e Joaquim
omingues Fernandes, Antonio Avelino Leite
Boga.
= Manoel Joaquim do Oliveira vai a Portugal
a tratar de sua saude, levando em sua compa-
nhia sua mai D. Maria Borges.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e engommar para casa de homem sollciro, prefo-
nndo-sc de meia idade : na ra do Camaron.7.
f= Acha-se estabelecida na ra do Jasmira do
bairro da Boa-Vista urna nova fabrica de ferreiro
com todas as proporr5e3 necessarias para bem
deserapenhar toda e qualquer encommenda tanto
novas como de concerlos. O proprielario da dita
fabrica Guilherrao Daniel, promelte a raais res-
tricta pontiialidado no curaprimento das obriga-
ccs que conlrahir e por isso espera ser coadiu-
vado pelo publico desta cidade.
Willam Charllon retira-se para a Europa.
Aluga-se um bello predio de dous andares
e sotao, que eiuivale a .um tereciro andar, silo
silo na ra Augusta : quem o pretender dirija-se
ru Direita, casa da esquina do becco da Penha
segundo andar.
Olfercce-se um criado portuguez para co-
peiro e comprador, de boa conduca, e aluga-se
barato : a tratar na ra Nova n. 57.
O abaixo assignado faz publico ao respeita-
vel corpo do commercio c mais a quem interes-
sar possa. que vendeu o seu eslabelecimento de
moldados da ra da Cadeia do Recife n. 25. ao
Sr. Antonio da Silva Campos, livre e desembara-
zado, ficando o mesmo abaixo assignado encar-
regado da Hquidacac. Recife 2 de abril de 1860.
Manoel Jos do Nasoimenlo Silva.
= O Sr. Antonio D. F. dirija-se ra da Roda
n. 11, para o fim que nao ignora, isto no prazo
de 30 dias, contados da data deste, o se o nao fi-
zer passara pelo dissabor de ver o seu nomo por
extenso nesla mesma folha, e lalvcz era outras
raais, eent.io sa explicar melhor o negocio.
Nova fama.
Toucartos de velludo e Gta.
Ricos toucados de velludo e fita, lodos engra-
zados a rclroz, obra do ultimo gosto, chegado a
esle mercado pelo baralissimo preco de 6> e 8g :
na ra do Crespo, loja do miudezs de tres por-
tas n. 5.
Enfeites de vidrilho.
Enfeites de vidrilho, o melhor que lem appa-
recido a este mercado, tanto em gosto como em
qualidade, pelo barato precio de 3, 4, 5 o 65 ca-
da um : na ra do Crespo, loja de miudezs de
tres portas n. 5.
Lepes de sndalo !
Ricos leques de Sndalo, o melhor que se po-
de encontrar, para senhora de bom gosto, pelo
monos prego do que em outra qualquer parte : na
ra do Crespo, loja de miudezs de tres portas
Parr a quaresma.
Luvas de lorcal,bordadas a vidrilho, obrado
ultimo gosto. pelo baratissimo prego de 1}800 o
flb dllas sem vdrilho, bordadas a rclroz, a
15280, ditas para meninas a 1$ o par, tanto de
seda como de rclroz : na na do Crespo, loja de
miudezs de tres portas n. 5
Pentes de massa.
Ricos pentes de massa virados, todos dourados
a^imitago de tartaruga, tanto em desenho como"
em gosto, pelo baratissimo prego de 3) cada um:
na ra do Crespo, loja do miudezs de tres nor-
ias n. 5.
Bonetes para meninos.
Bonetes de palha, obra do ultimo gosto, a 43
ditos de velludo a 6$, ditos do panno fino a 3 :'
na roa do Crespo, loja do tres portas n. 5.
Ricas filas de sarja, largas e eslreitas, franjas
de seda e laa, Irangas de seda e laa, e outras mui-
tas fazendas para enfeites de vestidos o cazave-
ques : na ra do Crespo, loja de miudezs de tres
portas n. 5.
ESCRIPTORIO DEADVOCACIA
DOS nOUTOIlES
FILLIPPE DA MOTTA DE AZEVEDO COR REA.
E
MANOEL JOS DIAS SALGADO CARNEIRO.
Ruado Carmo n. 18 B.
Os Drs. Molla do Azcvedo e Salgado advogam
tanto no foro civel c commenial como no crimi-
nal e ecclesiastico, em qualquer das instancias ;
encarregam-se de qualquer questao, emfim, tra-
lam de ludo quanto diz respeito a sua profissao,
o por um honorario razoavel.
Tendo era visla o inleresse daquellrs que ha-
bitan) as provincias e que tendo dependencias
na corte, a maior parte das vezes nao possuem
ura procurador ou correspondente habilitado que
cure de seus interesses, os supraditos advogados
teem annexado ao seu escriptorio um outro, es-
pecialmente de procuradoria, no qual, debaixo I
de sua immediata vigilancia e direccao, se en-
conlram erapregados habilitados que'tomara a si;
o tralarem de todos os negocios que correm pe-
las secretarias de estado, e reparligoes publicas'
da corle e capital da provincia do llio de Janei-
ro ; fazerem tirar alvaras de raercOs, ttulos, di-
plomas, extrahir patentes para officiaos da guar-
da nacional, cartas de juizes dedireilo, munici-
paes e de orphaos, de escrlves, tabellifies, con-
tadores, distribuidores, partidores, provises pa-
ra advogar e sollicilar.dispcnsas para casamenlos,
resposlasa consullas.dadas pelos maisabalisados
advogados ; agenciarera pelo thesouro geral o
recehiinento de dinhelros que lenham cahido era
exercicios lindos, trataren) de cartas de natura-
lisacao, ele.
Os pregos sao mui razoaveis, e garanle-sc'a
promplido e zelo no desempenho das diversas
commissoes, sendo sempre bom que as partes in-
diquen) qual a pessoa da corle encarregada do
negocio e do pagamento das despezas. Aspar-
tes que nao tiverem correspondentes na corte,
podera dirigir-se directamenle aos advogados ci-
ma mencionados, ou a algum dos seguintes agen-
tes ascapitaesdas provincias: trata-se em Per-
nambuco com Frederico Chaves, na ra da Im-
peralriz n. 17; Cabo e Escada o Dr. Carlos Eu-
genio Donarchc Mavignier.
Attencao.
Em resposla ao annuncio de alugar-se urna
ama com bastante leite, e um homem para car-
roca, na ra da Calgada n. 8, se responde que
alli nada ha em exposigo, e que, se quizer ar-
rancar a sua mascara de cobarde defamador de
familias honestas o autor desse pasquim, se lhe
pora a calva ao sol, e dar-se-lhe-ha aciaga quo
merece um ente to desprezivel
== Thomaz Whiuy, subdito britnico, rai para
o Kio de Janeiro.
= Vende-se um garrote, bpi tourfno, muito
novo, gordo e bonito : no sitio Cajueiro, em Be-
beribe de baix*.
= Vendase ama preta crioula, de 30 a 35 an-
nog, perfeita lavadeira de roupa, com principios
de oogomraar, e outras habilidades, que o com
a presenga do comprador se dir, por prego mui-
to commodo : na ra Oova n. 20.
Vende-se urna porco de sola, chegada l-
timamente da Granja, de muito boa qualidade e
pregos muito commodos: na ra Nova n. 20,
loja do Vianna.
Candieiros econ-
micos^
Contina estar venda um completo sorli-
mento de candieiros econmicos, pela experien-x
cia j conhecidos. assim como tambem contina
a estar venda os preparos para os mesmos, em
porco e a retalho, com preferencia, e consumi-
dores que compraram na mesma loja : na rna
Nova n. 20, loja do Vianna.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelas uincos proprtelarios D. Lanman e
Kemp, droguistas porataeado em New York.
Achaa-se venda em tod^Phi boticas das-
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 80.
Bahia, Germano & C., ra Julo n. i.
Pernambuco.no armaren de drogas de- J. Sonm
& Companhia roa da Craz n. SI.
Vende-se urna morada de casa terrea na
u sa IraDerial. com 8 quartos, 2 salas, cozi-
nna fra, quintal pequeo : quera a pretender
procure na ra Augusta n. 58, que a poder ver
e tratar o negocio......
Attencao.
/TskJI" "" 7,Vvend.em-8e crinhos de mao
a 15J, fejao amarello muito novoa560 rs a cnia
hS^jSSS? Pr PreCcomiodo, trelo a'6*. mi-
hoa-4500, e outros gneros por commodo preco
Compram-se dous escravos de boa conducl
la no tem da Boa-Visla n. 47. terceiro andar
.T v?nde-s,e a Podara da ra Direita dos Afo-
gaaos, bem afreguezada : as pessoas que a orc-
tenderera dirijam-so a mesma. K
Fitas de velludo e
SALSA PARRILHA
seda.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupgoes que resultam da impureza do'
sangue,
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de alguraas te-
nues imitacoes da Salsa Parrilha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos propietarios da receita
dXD.r- Brisl01. tendo-lhe comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparago acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos cora desapreciaveis co-
binagoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sem os quaes qual-
quer outrapreparago falsa '.
Io O envoltorio de fora est gravado de ura
lado sob urna chapa de ago, trazeudo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGE.NTS
N. 69 Water Street.
New York.
2# O mesmo do outro lado tem ura rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. ISristol em papel eflr de rosa.
3o Que as aireges juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhante a qua,vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPOSrFflfc"-
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco no armazera de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz u. 22.
Na loja da aguia d'ouro, na ra do Cabug n
IB, vendem-se riqulssimas fitas de velludo'
abertas e lisas, de bonitos padres, chegados
nonlem de alfandega ; assim como luvas prelas
com b,co e vidrilho, ditas de seda para homem.
ditas de cores enfeitadas para senhora. capellas
brancas propnas para noiva, que afianramos
vender por baratissimos procos para acabar.
Salmo.
Prn, d 9mS CrblrCe 4 C- D *
n < i? 42-venden>-so 'alas cora salmo de 1, 2
ifim'-*.' ?e SUp.rior 1ualidade. chegado plo
ullimo navio em direilura da Terra Nova.
Velas de carnauba.
Na ra-da Cadeia do Recife b. 28, vendem-se
cxcellenlcs velas de carnauba fina
Vendas,
rKEMP <>nuey:4york)
PILULftS VEGETAES
ASSUCARADAS
Attencao.
Vende-se urna preta com urna cria, a qual co-
zmha, engorama, cose, marca, faz labyrintho,
boa enfermeira, eraflm sabe fazer com perfeigo
todo o servigo de urna casa de familia : na ra
da Imperalriz n. 9, segundo andar. Na mesma
casa se vende urna mulaliuha muito geitosa, de
8 annos de idade.
Esposicoesde metaes.
Grande sorlimento de metaes de todas as qua-
lidades, chegados ltimamente da Europa, dos
mais lindos modellos que se podem en onlrar
para servigos de cesa, de almoco e janlar, por
pregos muito commodos : na roa Novan. 20, lo-
ja do Vianna.
Na loja n. 4 da praca da Independencia,
vendem-se os seguintes calgados :
Borzeguins para homem a JOOO.
Ditos para senhora a 3*.
Ditos para meninas a 2*500.
Dilos para enancas a 2tf
8apalos do couro do lustre para hoaem a 53.
. Bitas de bezerro a 4f 500.
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconstipaces, ictericia, affeccoes do fijado,
febres biliosas, clicas, indigestoes, enxaquecas.
Hemorrhoidas, darrhea,doencas da
pelle, rupcoes.e todasasenermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANCIE.
75,000 caixas deste remedio consommem-se an
nualmente 1 I
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
pu-araente vegetaes, nao contera ellas nenhuro
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
eslao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e eficaze
em sua operago, o um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-se o folhetoque acompanha cada caixa,pelo
qual se ficar conhecendo as muitas curas milagro-
sas quelem eflectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda era todas as boticas daspriu-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ruJulion 2.
Pernambuco, noarraazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
DELICIOSAS E INFALLIVEIS.
Pastilhasb vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm. inspecgSo de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Naocausamnau-
seasnem sensages debilitantes.
Testcmunho exponlaneo em abono das parti-
Ihas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. p0rt Bvrnn
12 de abril de 1859.- Senhores. As pasUlhaa
que Vnscs. azem, curaram meu fllho ; o Dobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
comicheo no nariz, to magro se poz. 1
tema perde-lo. Nestas circumstancias um visi-
rrJneU.,?JSSfliUe,aSpa8tlhas de KemP lnh"n
fa\^t l>- L8?.(>ueoube disso, com-
vida Vne0u8fiiehorS,llha8 6 Cm eUaS "l a
Sou de Vtncg. seu amo agradecido.
W. T. Floyd. t
Relogios de ouro e prata, coberts e descober-
tos patente inglez, os melhorea que existem ao
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
pregos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, roa da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
flDGfl r.
= Vende-se urna cruz de ouro, conlendo sec
bnlhanles com urna volta de perolas, obra mo-
derna e de muito gosto, por prago-comraodo : na
ra Augusta n. 48.
A retalho e em porcoe, por menos
preco do que em outra qualquer
parte.
Na grande fabrica de lamancos da ra Direita
esquina da Iravesss de S. Pedro n. 16, vendem-
se lamancos de todas as qualidades, por menos
preco do que em outra qualquer parte, tanto a
retalho, como era pequeas e grandes porgos;
a casa est sempre sorlida de dez mil pares
promptos.
Escrava.
Na ra da Cadeia do Becife, primeiro andar,
n. 28, vende-se urna escrava muala de 16 a 18
annos.
Vinho superior em caixa de urna duzia:
vendem Azevedo & Mendos, no seu armazcm no
largo da Assembla n. 9.
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, contendo 4 forna-
Ihas, e forno para cozinha com lenha ou carvo,
ptima invengo pela economa de gastar um
tergo de lenha ou carvo dos antigos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a diflerenea de se-
rem amoviveis, oceuparem pequeo espago da
casa, e de fcil conduego : vendem-se por pre-
gos muito mdicos, na fundicao de Francisco A.
Cardoso (Mesquita) ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceigo da pon-
te do Recife, e ra do Queimado n. 30.
Apechincha
est se acabando.
Ricos corles de seda pretos bordados a 7.">S e a
80#, grosdenaple prelo de todas as qualidades, o
melhor que ha no mercado a 18J, e a 2, 2g4CO
e 3JS o covado, ricos enleiles de vidrilhos pretos-
e de cores a 3 c 4$ cada um, ricas sedas prelas
lavralas a 1500 o covado, pannos finos. proa
de Jimao, de superior qualidade e differentes-
pregos, casemira prela de todas as qualidades, e
o mais barato possivel, c um completo sorlimen-
to de fazendas de todas as qualidades, que ludo
se vende barato por ser loja retirada, e os donos
querem-na acreditar: na ra Direita n. 104,
chegando a igreja do Terco.
Itua Direita n. 83
Com a frente pintada de ama-
relio.
Bicos prelos do seda muilo finos a 160, 240,
320 e 40U rs. a vara, atacadores prelos para pa-
leto! e casaca a 160 rs., fita com clchele a 400
rs. a vara, leques finos a 2-5500 e 3)., boloes para
punho linos a 320 rs. o par, obrcias para os na-
morados a 200 rs a caixa, ricos pentes do massa
virados cora flores douradts a 3g. ; alera destes
objectos o publico encontrar um completo sor-
limento de tudo quanio ha de melhor no merca-
do, por menos do que era outra qualquer parte
(a dinheiro).
Vende-se doce de caj cm calda, frasoos
grandes com lampas cora 14 a 16 libras cada
um, bem preparado pora aturar e proprio para
viagem: na ra do Rosario da Boa-Vista n. 55,
na pallara da bolacha Curada.
Nos dias 27 c 30 de marco se ha de arre-
malar o sobrado de dous andares e solo na roa
larga do Rosario n 40, avahado cm l:2C0j an-
nual, pelo juizo municipal da segunda vara es-
crivao Baplisla : quem quizer laucar, pode ver o
escripto na mo do porteiro do juizo, para as con-
diges.
Na gallera e officina pholographica da ra
Nova n. 18, continua-se a tirar retratos pelos
mais modernos e perfeitos syslemas. Os traba-
lhos sabidos-desse eslabelecimento sao bem co-
nhecidos do publico desta capital.
- Precisa-sede urna ama de leite
que o ten lia em abundancia, que seia
bem sadia ede bous costumes : pagase
bem. Dirigir se a' pra (antigo pateo do CoUeeio) n. 37, segun-
do e terceiro andar.
No da 6 do correte, fogio do engenao
Lcha, o escravq Filippe.. cabra, estatura regu-
ar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, falla bem e representa ter 32 annos de idade ;
i. a'? ?' escravo Marcolino. de nscao Ango-
la, cor Tula, alto, secco, sem barba, tem nos bra-
cos signaes de vaccina, no testa urna cicatriz pe-
quena era forma de meia la, eem cima de um
dos ps. urna cicatriz que repucha algnma cousa
cousa a pelle, falla descansado, bem feito de ros-
to, e reprsenlo ler 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levarara caigas de algodao azur
trancado e camisa de aljtod de listra, alem de
outra roupa que poatuiam ; suppde-se que estes
escravos reuniram-so e seguiram viagem para o
serlo do Sobral donde o primeiro escravo veio,
ou para outro qualquer sertio, porque consta
que seguiram para o cenlro : roga-se a toda as-
autoridades policiaes, cpitaes ou a qualquer.
pessoa particular, que os apprehenda, ou avise
ao major Anlonio da Stb Gusmao, no Rcrife,
ou no eogenho Uchoa,-que sendo autoridade lhe
flear em -eterno agradecimento, e compromet-
iere a pagar genorosasMAla as despezas com a
condurco ou aviso dos referidos escravos, assim
como a capilo de campo du pessoa particular
que Dzcr o favor prende-os a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, ser generosa-
mente recompensado.
J MUTILADO
Tn
TV-.T---


-.
DUR DE
m mo para ocomm'ercioe que falla e escre-
ve per fei ranente as iinguas iogleza e
>ortugu$& e falla correntemente o al-
emao, offerecc-se para caixeito dequal-
quer casa nacional ou estrangeira :
quem precisar dirija-se a ra Direita n.
7, 2.- andar,entrada pela ra da Penlia
das 3 as 5 horas da tarde, ou annunce.
Prefessor dentista.
Ra da Cruz numero 44.
D. Juan Nogus, fax scienle aos se-js frezuezes
e ao respeilavel publico geral'5 qug.UeVJI
\Ulno eonhocimento da perftoo o delicade-
za do seu Irabalho que contir.ua no exercicio de
sua proflssao. tira denles com a raalor rapidez
possivel. a 2 e a 3a sendo cm casa c tora della
a oj, limpa-osa5|, chumba com rasssa diaman-
tina a 5A e com prala a 33, colloca-os sobre cha-
pa de ouro o 10$, sendo para Tora da cidade qual-
quer operaco ser o pre;o que se convencionar.
, Ninguem coniie tazendas ou qualquer ob-
iecto pedido em meu nome ou de minha fami-
lia sem bilhele nicu, porquanlo somonte assim
m for seca.
No domingo 25 de marco auscnlou-se da
casa do senhor m prelo muilo conhecido por
cebado, e o nontis de catraio, pertencente a Jos
Baptista Braga : por isso roga-se a quem o pe-
gar, leve a roa Nova n. 33, que ser gratificado.
Almanak da provincia.
Satlio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correnfe anno de
TftRQA FEl
1800.
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclcsiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome,Made etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostes ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
de toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, liItera-
ras e particulares.
Estabelecimentos fabris, to-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
imerciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
ObacharelWTRuvio tem
o seu escriptorio no 1- andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pelaCamboa do
armo.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECCAO DE E- IKBVAHD.
Este hotel collocado no centro de urna das eapilaei imporlantes da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasilei ros e portugueses, por seus bons commodos e confortavel. Sua posifo
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estajees de caminbos de ferro, da
Alleroanhae Franca, como ,or ter a dous minutos da si, todos os theatrose diverlimenies ; e,
alm disso, os mdicos precos convidan).
No hotel hasemprepessoas especaes, fallando o fram:ez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as touristas, qur em suas e::cursoes na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Bnropa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3*200 43POOO )
por da.
Durante o aspado de oito a dez raezes, ahi resid-ara os Exras. Srs. conselheiro Silva Fr-
reo, e seu filho o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Netto, Manoel deFigueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Os precos de todo o servio, pordia, regulam 10 a 12 francos (48000 4*500.)
INo hotel enconlrajn-se informacis exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
E*Ie jarope est approvado pelo:; mais eminentes mdicos de Pars,
Icomo sendo o melhor para curar constipares, tosse convulsa e outras,
aileccoes dos branchios, auq>ies de peilo, irriucoes nervosas e insomnolencus: una colberada
pela manli, e outra i noite so sufBcientes. O dl'eito lesie excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medico.
O tttposito i na rua larga do notario, botica de ltarlhohmeo Frauciuo de Soma, n. 36.
Fornecimento de papel
para imprimir.
O proprielario deste Diario tem efectivamente
sorlimento de papel para imprimir, de differen-
tes formatos, desde o mais pequeo at o em que
se imprime o Diario ; e contraa o fornecimento
regular da porcao que se quizer, dando-o nesla
cidade ou em qualquer outra : os precos serao
razoaveis, por quanlo este papel importadocm
tireilurfc dos lugares em que elle se fabrica.
- Pela segunda vez pede-se ao Sr.
Jos Concalves da Silva morador no
engenho Aripibu', o favor de appare-
cera' ra da Cruz n. 62, terceiro an-
dar, a negocio que S. S. nao ignora e
caso nao apparera se dir' qual o ne-
gocio.
Terdeu-se no palco de S. Pedro dous va-
ros de cama de ferro, pintado de encamado :
quem delles der noticia dirija-se ao pateo do
Corpo Santo, armazcm de niassame n. 17 que
ser recompensado.
Novo lanche.
No pateo do Terco n. 8 haver domingo Io de
abril boa mao de vacca e continua haver todos
os domingos c dir s santos, assim como os bellos
peliscos sem excepto ; o raesmo acontece na ra
das Cruzos n. 21,eiK>s mesmos eslabelccimcnlos
fornoce-se com#fliaBpara foracom lodo o as-
seio, promptidao e barato.
A pessoa que Irouxe urnas cartas de Macei
para Francisco Jos de Olivcira Rodrigues queira
fazer o favor de cnlrega-'.as no caes da Alfandega
n. 7, armazem dos Sis. Lopes limaos.
~ Francisca da Silva Cardoso, cora loja de al-
( faiale e roupa frita na ra do Crespo n. 12, pri-
dustriaes e commerciaes d^ 'meiro """'S1 narlicifa aos seu8 ***&* e fregue-
^ ^/uiuii uiac U<3 zcs que mudou-se piira a ra do Imperador n. 6
todas as qualidades romo la-',antisa rua d0 Colleio.)aonde s^mpre o acna-
"" i rao promplo para servir a todas as pessoas que
o queiram honrar. Neste eslabelecimenlo nao
s se vende lodosos objeetos pertenerntes a ho-
mem co.no lambem se faz obras de encommeuda
com todo o esmero e promptidao.
= Aluga-se a loja da casa n. 17 da rua de
Imperador lado do caes : IraftaT no urtmeire
andar da mesma casa.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C. rua da Senzala Nova n. 52.
E' chegado loja de I-rcomle, alerro -da
Boa-Vista n. 7, o cxcellcnte leile virginal de ru-
sa branca para refrescar a pello, tirar pannos,
sardas c espinlras, e igualmente o afamado oleo
\ babosa para lirapar e fazer crescer os cabelles,
assim como pos imperial de lyrio de Florer.ca,
para borluejas o asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da urimavera da
"" NOVO DEPOSITO
DE
= I.avi-se e engomma-se roupa, tanto de ho-
mem coma de senhora : quem quizer, dirija-se
ao Ccrredor do Bispo n. 5.
Jos Rodrigues do Passo, invenlariante dos
bens de sua finada mi D. Maa Rosa d'Assump-
&o, passou sua residencia para o terceiro andar
do sobrado n. 37 da rua da Imperatriz : porlanlo
os dvedoresde foros de terrenos pertcncenlcs a
heranca ou os de dividas, assim como os credo-
res deveriio alli acha-lo, isto no prazo do 12 dias,
pois lera de se fechar o inventario. Recite 27 de
marco de 1860.
* Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho ilistantedesta pra^a duas legoas, vende-se
DE
Commissao de escravos
NA
Rua larga do Rosario n. 22.
Nesla casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conla de seus senhorca,
aanca-se o bom Iralamenlo e seguranca dos
mesmos, e nao se poupa exforcos para que se-
iam vendidos com promptidao, afim de seus se-
nhores nao sofTrerem empate com a venda del-
les. Neste estabelecimento ha sempre para ven-
der escravos de ambos os sexos, mocos e bonitas
figuras.
Na rua do Imperador n. 28, aluga se a ven-
andes e pequeas porcoes bichas
i?)
Attenco.
Sio convidados todos os credores de Marcolino
da.Costa Raposo, (que se acha ausente) a com-
parecerem no armazem de Lctlellier 4 C, na
rua da Caiteia n: 14, na tergi-feira 3 de abril, as
11 horas, para resolver o que se devo fazer da
loja do mesmo Marcolino, visto a desislencia que
elle fez da mesma, por intermedio de Miguel Jo-
s de Abreo.
Agencia de passa-
porteefolha corrida
Claudino do Reg Lima lira passaporle para
u< ntro e fra do imperio por commodo preco e
presteza : na rua da Praia n. 43. primeiro andar.
Caecano l'inlo de Veras faz scienle a quem
inieressar que esl em exercicio da vara do juiz
e paz do 4o anno, do primeiro districlo da fre-
guezia do SS. Sacramento de Santo Antonio des-
MfilWiiMlHf
numero 8
Batatas
em gigos de 40 libras a 800 rs
amarello a 13 e 14* o sacco.
Cera de carnauba, sebo refinado e
de algodao.
Contina a vender-se no largo da Assembla.
armazem n. 9. '
feije
fio
hamburguezas, e lambem cal da mais nova que ',a cidade. para que foi cleilo e que despacha na
na> P ;o oo assucar,_ por preco commodo. i casa de sua residencia ruada S. Francisco n. 8,
a livraria n. 6 e 8 da praca da
fndeperiecta, preciza-se fallar ao Sr.
Joo da Costa Maravillia.
IOTERI4
O Sr. tbesoureiro manda azer bu-
blico que se acham a venda todos os das
das 9 hora da manhSa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da rua da
Bom e barato.
Vende-se espermacete em libra a 610 rs lou-
cinho a 360, ervilhas a 160, passss a 480, man-
leiga ingleza a 800 rs., dita franceza a 560, chou-
riQas a 00 rs., batatas a 40 rs., doce de goiaba
1 o caixao, ceblas a 800 rs. o cenlo, paineo
a 160 a libra, por baixo do sobrado n. 16, com
oilao para a rua da Florentina.
Novo salo de mo-
das para senhoras.
rO?,Lacb,a'X0 ass1iSnad0? J receberam a primeira
remessa mensal de objeetos de modas ao ultimo
gosto, e melhor qualidade. chegados do Paris
pelo ulmo navio, e avisara as senhoras dcsta
capilal que em seu eslabelecimenlo, na rua da
I Imperatriz n. 10, lem urna sala destinada para
; ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza piala e de
cores bordados, e de rendas, de variados gostos.
Lindos endites de cabera, gostos modernos.
-' k ,aS veslldos de nobreza de cores e prelos,
pessoas moras de molestias contagiosas: na^do "PerI obrcia prcla para vestidos a
mesma caa lavam-sc chapeos de palha de Italia S. 2'*OOe 26O0 o covado.
i >eslidmhos para enancas, de diversos gostos :
nem como o melhor sorlimento de outras moitas-
e em qualquer parte quo for encontrado ; o que
da audiencia as tercas e sextas-feiras as 4 li2
horas da tarde como ja tem annunciado, na casa
publica das audiencias. Recite 29 de evereiro
de 1860.
Precisa-se de urna ama para urna pessoa :
na rua Bella n. 10.
N.27
urna ama para
-Una da Imperatriz-X. 27.
nica eflicina
L. Pugi.
em Pernambuco para lavar as
paiiiinhas das mobilias as mais encardidas, tor-
nndole ouira vez lio alvas como no estado
primitivo ; esta magnifica preparaco chimica
lem a propriedadededesenfecUr as mobilias das
e pem-se moda.
Aurora n^CenascaJas commissionada, ^^te.^.^oliS^ ..Sd. ZtZll ^ 8 "
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-;assim como ldo e qualquer Irabalho em mar-
I more, como sejam : relogios de sol, brasoes do
armas, etc., ele, por menos preco do que em
outra qualquer parte. Os trabalh'os do annnn-
da Independencia numero", i e^6, ,m
ca
e na rua da Cadeia do Recife nume-
ro 2 armazem do senhor Fontes at
as 6 horas da tarde somonte, os bilhe-
tes e meios da terceira parte da quarta
lotera do Gymnasio cujas rodas deve-
rSo andarimpreterivelmente nodia ido
futuro mez de abril.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bilhetes
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loterias 24 de
marco de 1860.O escrivao, J. M. da
Cruz.
OLINDA.
Aluga-se o sobrado da rua de S. Benlo n. 25.
confronta academia; a Ifalar no Recife, rua da
Imperatriz.
10, actualmente rua da
cianle j sao bem conhecidos do publico, e po-
dem ser aprociados.no cemilcrio publico, nos t-
mulos dos Illms. Srs. Dr. Aguiar, Viraos, Tasso,
e outros : a tratar na rua Nova n. 30, ou na rua
da Caixa d'Agua n. 52,
Precisa-se de urna preta que saiba bem co-
ser e engommar: para tratar, na rua do Impera-
dor n. 7. antiga rua da Cadeia de Santo Antonio.
a rua do Rnngel n. 20, loja de relojoeiro,
fallar ao Sr. Jos Mar
Joao Wigan
para a Europa
precisa-se fallar ao Sr. Jos Hara Ramonda.
rilannico, relira-se
Ha
subdito r
Laboratorio de lavagem
NA
Casa de banhos do paleo do Canto.
Cabra bicho.
Vende-se urna com muito c bom leile, tendo
dous cabnlinhos ; a tratar na rua estrella do
nosano o. 31, primeiro andar.
Sndalo!
@
45Rua Nova45 I
Variado sorlimento de leques do san- A
dalo a 1OJ000. S
!@@ @ @@St
e.promplidao : nc
Engomma-se com asseio
fcecco do Morisco n. 20.
Pfecisa-se alugar um preto ou preta, j ido-
sos, para comprar na rua e fazer o mais servido
mesmas circumctancias : quem tiver e quizer
annuncie ou dirija-se a rua de Santa Rita n. 4o!
primeiro andar.
M
urna parte no raesmo engeuho, machina nova Cruz n. 23. segundo andar,
vapor, dis;tilacao nova ebem montada, 22 bois = Antonio Marques de Amorira faz publico,
?.2S?a, .qoat?"' BlBumas obras, saffra q? no dia 21 docorrente foi recolhida em seu
plantada, etc. ele. : trata-se na rua do Crespn, sitio na Ponto de Uchoa urna preta velha por
10 0|a- fome Anha, em estado de embriaguez c mordi-
dida por uns caes. O seu oslado n5o permittio
obler della inrormacao alguma que indicasse se
era Uvre ou escrava. Tendo sido cuidadosamente
lralada. acha-sa quasi restabelecida, mas apenas
sabe dizer que perlence a urna senhora viuva,
moradora na rua do Collegio, c por sso se faz
o presente annuncio
jmmiiis PAR 1860.
Esto vfinda na tivrara da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas pasa 1860, im-
presi,as n-3sl typographia, das seguintes quali-
dades :
FC1HINHA RELIGIOSA, contendo, alm do
k .endario o regulamento dos direitos pa-
loehiaes, a continua cao da bibliotheca do
Cr islo Srasileiro. que se compe: do lou-
vor ac santo nome de Dos, coroa dos ac-
to de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitaoao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Va-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. cor*cao de Jess, sandaces devo-
la s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da,
guarda, respongo pelas almas, alm de
outras oracoes. Preco 320 rs.
HA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparochiaes.e
nina collcccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
tecoitos diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, o preservaliro de arvores
fruotos. Prego 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm Jas-materias do
costume, contera o resumo dos direitos
ikirochiaes. Preco 160 rs.
>?#< @@@ @@@@
1 Attenco.
Madapolao a
3$00o
Neste eslabelecimenlo, cujos perfeilos appare-
lhos vindos da melhor labrica da Europa, leem
de ser ero breve ampliados com outros novos e
de maiores dimensoes, j se lava e engomma
com perteirao toda e qualquer qualidade do rou-
pa no curto prazo de 12 a 15 dias. Consegue-se
este resultado pelos systemas mais simples, ex-
actos e inofensivos, ajudado pelo concurso in- Na Illa (lo Ouemaflo 11 i U
lell.genle de obreras frsnceza. inglczas, porln-! Vendos m.H,i- ,
guozas e naciomes, e pela certeza que resulla do 3^00-..?. raadaPolao cora P^ueno loque
urna pralica do anno e meio. ?a-
Garanie-se o bom resultado, tiram-se todas as
nodoas, inclusive as do mofo na roupa branca.
Bccebe-se a roupa nos dia3 1,2 c 3 do cada
mez, o entrega-so nos dias 15, 16 e 17, e a que
so recebe nos dias 16, 17 e 18, enlrega-se nos
Palitos de lirim a 3$.
c por
para que a pessoa a quem jT.'/S" 1 V"JT n"i"
pertenca a mande buscar. lias JO, el e 2 do mez seguinle.
^TTTTTT^TTTYYYYYY-rxTrxTrrTtTrrxYw ? mesmo eslabelecimenlo precisa-se ainda de
nPTiVi V11-V4,MflS Pe.r,tas eogommadeiras e boas lava'dciras. quer
K ^ sejam escravas, livres, nacionaes ou estrangei-
ras. Paga-so ot 1 diarios, dando-se sustento, e
podendo ellas dormir no eslabelecimenlo, ou
irem as 6 horas da manha e vollarem as 6 da
tarde; mas em lodo o caso deve dar garante
sua conducta.
Manoel Jorge Gomes, porluguez, vai para o
Rio de Janeiro
Domingos Henrique de Oliveira manda pa-
ra a Euiopa ecu filho menor de nome Domingos
Henrique de Oliveira Jnior, cidadao brasileiro.
Est jusa e contratada a compra da casa
torrea si'a na rua dos Marlyrios n. 14, com o Sr.
Alejandrino Mximo Leal de Barros, c se alguem
se julgar com direito a ella sobre hypotheca ou
outra qualquer transaceiio, declare-so por esta
folha no prazo de 3 dias, a contar do primeiro
annuncio, e flndo o dito prazo flcar sem vigor
qualquer reclamacio que por ventura possa ap-
parecer.
Precisa-se alugar um prelo forro ou capti-
vo, para cozinhar e fazer o serrico interno de
urna casa estrangeira : a fallar na r'ua do Trapi-
che Novo n. 18.
Lrmandade
Palitos de brim de linho a 3j> cada um : na rua
do Queimado n. 19. =^
O
m
i

i
Curso prstico e theorco de lingua fran-
oeza por urna senhora raneoza, para dez
iMcas, segunda c quinta-feira de cada se-
.cana, das W horas t meio dia : quero
uizer aproveilar podo dirigir-se a rua da A
:ru* n. 9, segundo andar. Pagamentos
idia na dos.
DENTISTA FRANCEZ.
>* Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- .*
>* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
& p dentifico. **
Por um corte de cabello e
frisameoto S00 rs.
Rua da Imperatriz n. 7.
Lectimle acaba de receber do Rio de Janeiro
opmnkjro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio. c*R oulro vindo de Paris. Esta estabete-
cimentbest hoje as melhores condices que
e possivel para satisfazer as cncoramendas dos
oujecios em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
t22isbraccletes. annes, rosetas, etc., etc., ca-
caleiras de toda a especie, para homens o se-
nhoras, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objeetos em cabello scro feitos em sua
presenta, se o desejarem, e achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para corlar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
CASA LUSO-BRASILEIRA,
2, Goldea Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenlcs ac-
commodacoes para muilo raaior numero de hos-
pedesdo. novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
visitero osla capital; continua a prestar-lhes seus
serviros e bons officins guiando-os cm todas as
cousas que precisem conhecimento pralico do
paiz, ele. : alm do^iorluguez e da inslez ulla-6e
na,asa o hespanhole francez.
2000
a
peca.
Algodo com toque de avada a 2g a peca: ca
rua do Queimado n. 19.
2S000 a
ros de chita : na rua
Chales de
Coberlas de chila : na rua do Queimado n. 19.
merino a 2.S500.
Vendem-se estampados a 2j>500 cada um na
rua do Queimado n. 19.
N.
actualmente rua
acadmica de
S. do Bom Couselho.
O secretario inteiino desta irmanda-!
de, pororderu do rmSo iuiz, avisa aos No aterr0 da Boa-v'sla n. 10,
spti di .i itilmn ;..^r., da Imperatriz, vendem-sc :
elmn A P l CmPare- ,. ""los lrnnsparen.es para jnnellas e portas, de
cerera no convento dos religiosos fran- diversos prrros, lisos e pintados, muilo proprios
cscanos afiai de assistirem aos actos pa,ra a cidade, "sas.de campo.
ra amnnn i p l.ampcoes de nova invonciio aue da o urna In
da semana santa, na qu.nta-feira as 9 : melhor qne o gaz. trabalhan em um doto"iqui!
oras da manliaa, na sexta as 8, no sab- do muilo econmico.
Oroscopos, novo instrumento para conhecer
com toda a exactidao o estado dos ovos.
Lindes de franeez
piano.
Madcmoiselle Clemence de Uannetot
ce Maoneville continua a dar licoes de
francez ^ piano na cidade e nos rrabal-
des : na rua da Cruz u. 9, segundo andar.
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Fgueire
ca queira annuociar sua morada ou diiir-se
livraria da
Rua do Imperador, confronte
?2| ao oito do deposito do gaz.
Borolt & C.altendondo a que os senhore6 0on-
cumidores degr-lo sao pela maior parle residen-
tes nos bairrosde Saflto Antonio e Boa-Visla, e
que lutariara com grande difliculdade se este es-
te eslabelecimenlo eslivesse collocado no bairro
: do lecfe, podero encontrar na -rua do Impera-
dor confronte ao oito do deposito do gaz, um
i armazem com as proporces exigidas para depo-
sito-desle genero, o quarestaraberlo concur-
rencia dos mesmos senhores, das 8 horas da roa-
bado as 7, no domingo as 5.
lrmandade acadmica de N. A Eslerinhas para descanso dos pratosnas mesas
o. tlO l>Om ConSelho. Espreraedores de fructas, como soja caj la-
O thesoureiro interino desta rman- "Sd^ftU*. *b.rb.
t)(g@ @g@ @@ m||S PMHtliM @ ### ade' P0r crdem do irmao juiz, convida Panno marroquim para forrar mesas, ss
Ra- utea-se aos ars. deNedores do eaabele- g -Lll I LO 2 roj.. j Qi i M forrar carros por imitar a casemira
emento o Tallecido Jos da Silva Pinto, o ob-'f A ||TII? MiT W? G 3 -8 J celebrar as m.ssas dos do- Tanno couro de lustre, magnira inven, o
sequo de saldarera seus dbitos na rua do Col- 2 *II***Ii legi) venda n. 25 ou rua do Queimado loja | {Rita estrella do Rosario n. 3.1 a.-'ua- COnta' vist0 cjmo 8 traballios da '( 5lre> sendo muil mais duravt
n. 10.
iA-alIar-lhe.
da praca da lisdePen dianle.
era
.^^^^L0^..^.58.0,8..?^^03 @ chacas de auro ou platina, podendo ser
na sobr-edita rua a qualquer
Pre.ka -se
ha tonco de Portugal 'quem liver algum |
arr. mar diriia-se a rua do Queimado n. 37, leja S Lm
e lazenlas. : S
Esl justa e contratada a compra da casa I
lerrea di! rua do Pilar n. 25. perlenccnle ao Sr '
Joao Petoira da Silva e mais herdeiros dos fina-
dos Jcaquim Baptisla dos Santos e sua mulher
D Rila Baplistn dos Santos : roga-se a quem li-
ver alguma cousa a alegar sobre esta venda, o
aro-.- declarar por esta folha al o dia 4 de abril
Francisco Pinto Ozorio colloca dentes ar- _
Itftciaes pelos Joussyslcmas VOLCANITE,
dita irmandade comeoarain desde
15 de marro. <
No Caf Reslauranl do commercio. na
rua do* Trapicho Novo n. 22. precisi-sc de sr-
venles
FUNDIQAO
COMPIHHIA
ALLIANCE
Estabclecida em Londres
EX
DO
I
Rua do Brum (passando o chafarte.)
enanismo pava os engennos de assnear a saber:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel. e de facillimoasiento ;
Rodas d agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas
Cannos de ferro, e port Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetasmotoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas en aguilhOes deazs ;
Tai\as de ferro fundido e batido, e de cobre
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de'ferro para as fornalhas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, for nos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois';
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e roda para carrosas, formas galvs nizadas para purgar etc.. etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honran, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz vagem annual para o dito fim,
aas*m como pela continuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mecbanis-
n?0 a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que f odrao necessitar.
CAPITAL
Cino mllhoes de libras
esterlinas.
Saunderj Brothers & C." tem a honra deln-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, e a guem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita coropanhia para
efectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeetos que coutiverem os mesmos edificios
quer consista em mobilia ou em fazendas d
qualquer qualidade.
Compras.
ralo.
O dia Cambitos para segurar roupa as cerdas para
I enxugar, sao hoje procurados e eslimados em to-
da a parle.
Slereoscopos com variado sorlimento de ri-
qusimas vistas de lodo o mundo ; vende-se
instrumento a 4#, e as vistas a 4 a duzia.
Bem como outras muitas cousas de uso domes-
tico, que sao da maior ulilidade, e que poucose
conhecem ainda neste mercado.
No deno-Mlo deste estabelecimento sempre ba grande sorlimento de me- \i 7 ?gr5.808 SrB* dTed?Jre8 a firm. social
liema no.ft D U,, ~___. Lei1* torrea em liquidado, o obsequio
. obsequ..
de mandar saldar seus dbitos na loja da rua do
Queimado n. 10.
GABINETE PORTUGUE
DE
. LEITURA.
logo da respectiva bibliolheca j se acht^mpres-
lr' CBaf!,'a.rr^eg*d0 pregado do Gabinete o
Sr Estima de os distribuir, bem como, que o
Gabineto acaoa de receber urna factura de obra*
novas pubhcacoes Bovisaimaa, no genero-co^
media, dramas, historia, lilleralura,
Compra-se um cab iolet de qua-
tro rodas, que esteja em bom estado e
tenhacoberta : na rua da Gloria n. 3.
~ C?m.pa~il uma neSra crioula, de bonita fl*
gura, de 18 a 20 annos de idade, que aiba cozi-
nhare engommar muilo bem. que cosa aliuma
cousa : na rua do Brum n. 16, armazem de Ma-
nuel Jos de S Araujo.
Constante-
mente i
compra-se. vende-se e Iroca-se escravos : na rua
Direita n. 66.
45-IIIA RtVA4S
[Armazem de fazendas!
e modas
poesa: as quaea j se achara" ca'ssifica^as^e
promplaa para os senhores
as,
podarem
moedas de ouro de 16$ e 20$ : na rua
da Cadeia do Recife loja n, 22.
Compra-se uma prela boa engoramadeira e
cozinheira, e que seja moca e de boa conducta :
no escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira.
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
torio da rua do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Na rua do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, de Jos de Aquino Fonseca, compram-se
continuadamente modas de 168 e 209000 anuas
dos Eslados-Unldos, modas de cinco francos
oncas hesnanbolas e mexicanos, em grandes e'
pequeas porcoes.
Corles de vestidos prelos de lodas asqua-
, lidades.
; Hilos de seda da cores.
Ditos de blonde.
Dilos de phantasia.
| Manteletes prelos de lodas as qualidades.
Ditos de cores.
Capas prelas e de cores.
Grande sorlimento de bordados para
nhoras em rambraias e filos.
Variado sorlimento de enfeiles para
beca, pretos e de cores. *
Dito dito de chapeos de palba e de seda.
Grande sorlimento de vestimentas para
meninos.
Dito de chapese bonets para dilos.
se-
ca-
Vendas.
---------- associados
gozar da leitura.
Socretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
em Pernambuco tos 29 de maio de 1860.
Manoel Jote de Faria.
1. secretario.
O abano assignado, ocio da casa de J.
Keller & C. lendo de retirar-se muito brere para
a Europa, julga nada dever nesla praca, mas se ,
Vendm secommendas, hbitos c officiala-
los de diversas ordena, cora brilhantes
elles, e por precos commodos
numero 66.
na rua
e sem
Direila
-Vende-se um caixao prin-
cipiado
para duas casas, assim como se tendo a meiacio
do oilao dobrado da casa parede-eia, no Cam-
a yerdeconfronle ao oilao do sobrado do Sr.
a tratar na rua
Vidros para vi-
draca.
A6|a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Botarlo loj n. 28
armazem de louca, mandam-se botar t-
droi em casas particulares por pre^o
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retatho do tamanho mais pe-
queDO at mais de 6 palmos.
i
MiiTii Anrri


w
WlRfOPg FSRRAMBIJC.O. ~ TEBCAITOA^W ABRIL DE WO.
= Vende-so una osera va crloula, com muita
habilidaile, czinha, lava e engomraa ludo soffri-
velracnte : a tratar na ra da Praia n. 29, segun-
do andar.
mmm-mmwmm
Vende-sel
5
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas rnglezas.
Peilos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwghl & C ra da
Crin n. 61.
CALQADO
Grande sorlimento.
4a-Ra Direita4S
Os estragador^ de calcado encontra-
ra > neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
lloinem.
Borzegains aristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro)..... 1*00()
Borzsguins arranca tocos. 7#000
Ditos econmicos. ...... 6$000
Sapatoes de bater (lustre). 5.S000
Senhora.
Bji'zeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar).......50000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
B ;>rz?giiins pata meninas (for-
tissimos)..........4#000
E urn perfeitosortimento de todo cal-
ci3 e daquillo que serve para fabrca-
lo, com) sala, couros, marroquins, cau-
ro de lustre, lio, fitas, sedas etc.
AS MEMORES MAHL\AS DE COSER
DOS
Mats afamados autores de New York
I. M. SINGER & C.
E
WHEELER & WLSON.
No novo estabelecimento vendera-se as machi-
nas dcstes dous autores mostrara-so a qual-
quer hora do dia ou da noile o responsabilisamo-
nos por apa boa qualidade e seguranza :no arma-
de fazendas de Raymundo Carlos Lcite &
n. 10, antiganieule
zem
IrmSo, ra da Imperariz
aterro da Boa-Vista.
.... :.....
33sa..............::3:33
MMS1
M
: i
:.
3
I
3 GRADEE VARIADO SORTIMENTO
DE
HRuuasp leilas e lazendasj;
Ltoja
:J
: i
1 i
i:
c armazem
DE
:
Carne de vacca salgada.
Vende-se na ra da Cruz do 1tecifo n. 50, pri-
meiro andar, por menos preco do que em outra
qualquer parle.
Pechincha.
Fumo americano.
Vende-se tumo americano proprio para mas-
care fazer cigarros : na ruada Cruz do Recite n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libias
a 400 rs. a libra.
I Engenho.
Vende-se o engenho Santa Luzia, silo na @
; freguezia de S. Lourenco da Halla, entre @
os ongenhos Penedo de Baixoe Penedo de
g) Cima : trata-se no mesmo engenho ou no
$ engenho Mussambique com Felisbino de fp
a) Carvalho Rapozo.
Aos senhores logistas de miudezus.
Bicos protos de seda,
Ditos brancos e prolos de algodo.
Luvas pretas de torzal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-se
por precos commodos, em casa de Soulhall Mel-
lors & t., ra do Trapiche n. 38.
Ra do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidacao da firma de Lcite & Correia, as
quaesso vender por derninut preco, sendo en-
tra outras as seguintes :
Magos de meias cruas para homem a 18600
T o tassa da fiussra
E CAL TJE LISBOA.
N) bem conhecido '* acreditado deposito da
ra da Cxdeia do Recife a. 12, Ha para vehder
pvtiea il Rnssia e da do !U ne Janeiro, iova
e a superior qualidade, assim como tambera
calrirgemem pedral ludo or nrec.os muilo
iaz I
Vndese


'K&ERGJA
2000
4000.
89000
49000
2&000
59000
2#000
4&000
1000
Na rua do Queima-
do n. 46.
g Ricas sobrecasacas de panno fino pretos
R e de cores a 28$, 39je 35?, tambera temos
i; paletotsdos mesmos pannos a 22*} e 2i$,
' \ palelots de casemira de cores de muilo i
1 bom gosto e finos a 12, 14g, 16g e 18, di- \\
; loa do panno preto para menino a 189 e -I
M 2)g, ditos de casemira de cores a 89 o 109, !
H calcas de casemira de cores e pretos ejun- 3
I tmente para meninos a 79, 8j, 9jj, 10tf e H
>' 123, colleles de gorgurao do seda e case- tj
g mira a 5g, 6J e 7?, paletolsde alpaca pre- 9
tos de cores sjeos a 49, ditos sobrecasacos H
: a 79 e 83, ditos de brim, de osguio e de '-)
: fusto tanlo brancos como decores a 49, '.'
',, 49500, 59e63, caigas de brins brancos mui- :
; to linos a 5$, 69 e 79, colleles brancos e de" 3
.": rnrne .> 'AS a VUUft onmici.a na>. ..;____''
i. ment de vestidos de cambraia branco3 n
; bordados do melhor gosto que lera appa- jf
f- recido a 289, manteletes de fil preto e de 3
fii cor muilo superior gosto e muilo moderno \$
t a 20$ cada um e 249, ricos casaveques de H!
ta cambraia bordados para menino a 109, di- 3
1B los para senhora a 15$, ricos enfiles de m
' J froco de velludo gosto melhor que tem ap- $
% parecido a 109 e 129, e outras muitas fa- [!
Sj zendas e roupas feitas que com a presenja a
[ do freguez se far patente.
Casacas para a quaresmal
Ditos de ditas de cores
Ditos de ditas cruas muito superiores
Ditos de ditos para senhora
Diiosde ditas muilo finas
Cortes de calca de meia casemira
Ditos de ditas de casemira de cores
Ditos de ditas de casemira preta a 89 e 69000
Brim trancado branco de liaho Gno
vara
Cortes de coleta de gorgurao de seda
Pao preto fino, prova de limao 39 e
Grvalas de seda prela e de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
co.alo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estrellas 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 Ta-
ras por 29000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega 49000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda ara 29000
Grodenaple preto, largo covado 19800 e 29000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baptisado 59000
Veos bordados para chapeo 29000
Entre meios bordados 19600
Athoalhado adamascado largo vara 19280
Lencos de chita oscuros um 100
Gangas de cores para palitos covado 200
Chapeos de caslor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
Ihores chapes de castor
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Bosario n. 36, rende os seguintes medica-
mentos :
Bob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febre).
Ungento Holloway,
Pilula3do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Loja do vapor,
NA
R H Q Vi H, f*
Grande e variado sortimento de calcado
francez., roupa, miudezas linas, e
perfumada.
Gallado francez.
Borzeguins de couro de lustre de fabricantes,
e quahdades diversas, e de lodo preco, para ho-
mens, senhoras, meninas e meninos, ditos de
bezerro, amansa calos, a 109, sapales do couro
de lustre, ditos gaspiados, ditos de bazorro para
homem e menino, e muitas outras qualidades
que deixamos de mencionar.
9 atopa.
Camisas inglezas. c-
Biscautos em latas. fc
@ Sm casa de Ar'kwighl Sl C. ra da Cruz nu- @
tmero 61. @
^ Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Challes bordados a mil rs.
la ruado Queimado n. 19.
A end m-se chales bordado a seda com defeito
de jgua doce, a' 19 cada um ; a elles, antes que
se icabera.
Attencao.
a
\ende-se a elegante armacao (Iluminada a
gaz) da (asa n. 12 do paleo do Ter^o, propria pa-
ra loja de fazendas. para o que hoje esse lugar
muilo p-ocurado. miudezas, deposito, taberna,
ou ,oja tic charutos.
8^ dinheiro avistad
ferros econmicos americanos com
folie e descancp : na loja de erragens
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Re-
di n. 56 A.
FUiM^laiLQW 1I9W,
la da Senita Huyan.0 4t.
Nett-estabe6ecimito contiMa a ktter um
conMplto'orliilientl>4 moeodae emeiismoen-
das para enSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanta*
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leite Si Irmao conlinuam a torrar Da ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardaa a 4*500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraias-tnuito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 39800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para humera' e meninos, chales do meri-
no fisos a 4J500, e bordados a 69, ple'totSde
alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linbo
e algodo, camisas iuglezas muito superiores a
609 a duzia, organdys de lindos desenhos a
19100 a Tara, cortes de cassa chita a 3J, chita
franceza a 240,280,300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 raras a 4$800, 5$, 5JJ500,
6,7 e 8J, chitas inglezas de cores fizas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
[calca de brim de linho a 29, ditas de meia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras multas fazendas que se vende por
barato preco.
Sndalo.
Ricas bengalas, p-ilceiras e leques :
vendeca-se narua da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja la boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
_ Vendem-se caixas de tintura para tin-
19000 gii' os cabellos em de/, minutos, como
tambem tingem se na mesma casa a
qualquer hora.
A 2S000 cada duzia.
Rua do Rueimado n. 19.
Lencos brancos de cambraia para atgibeira a
29 a duzia.
Gobertas de chita a 2$.
Ha ru.i do Queimado n. 19.
Tambem se vende a 320.
Rua do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo baratissirao preso- de 320 rs.
o ovado, brim de linho branco trancado a 19 a
vara, ga.iga franceza de cor para caiga e palelots
a 5)0 rs. o covado, lencos de cassa de cor para
meninos e meninas a 80 rs. cada um
A 2,0500 cada chales.
Rua do Queimado n. 19.
Chale; de merino estampados a 2J500.
Algodo nionstro com & pal-
mos a 600 rs. a vara.
Veode-se na rua do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
A ende se cambraia adamascada para cortinado,
de lindo lavrores : na mu do Queimado n. 19.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito chanpagne, idem, dito musuatcl, idea : no
armazem de Barroca St Medeiros, rua da Cadeia
do lecife n. 4.
Peanas de a<^o inglezas.
>endein-se na rua de Cadeia do Recife, loja n.
7, co Gutdes& Goncalves, as verdadeiras pon as
de ico inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia GuiHierme Sculy, pelo mdico
pre;o de 19500 a caix.
Bezerro francez
grande e grosso :
Na rua Direita a. 45.
41
.rope
a Pechadla
Pa loja do JPreguica ntt na do
Quaimado n. 2. tem pa
leader:
Chalj e merino decores, ptimo ato s para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vattuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo fios pelo
demiouto preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o covado grvalas a fantazia.o
mats moderno possivel a 19 e 1200 cada urna, e
I outras muitas fazendas, cujos prejos extraor-
dinariamente baratos, satisfaio a expectativa
do comprador.
Com toqese avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia dilos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
IrmSos. rua da Imperatriz n. 10.
Vende-se algodo da Babia para saceos e
fio de algodo : no escriptorro de Manocl Igna-
cio de Oliveira, defronte do Corpo Santo.
GRANDE ARMAZEM
DE
RELOGIOS.
Roupa.
Paletols de casemira edr de caf com leite a
22g, dilos pretos cora gola de velludo a 220. di-
Neste mesmo estabelecimento ha um t|
grande sortimento do casacas pretas, as- !_'
sira como manda-se fazer por medida a von- | ios mesclados a 229, dilos pretos a 183. palelots
tade do freguez. escolhendo os mesmos os nido alpaca, dilos de brim do diversas dualidades
pernos a scu gosto sendo os precos a 359 j| cal?as de casemira, camisas de fusto e de linho,
"* ceroulas, camisas de meia, meias, lencOs, gr-
valas de seda e de lorgal, pretas e de cores a
1*500.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praci do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tamben trancellins e cadeias para oa mesmos,
de xcellente costo.
Escravos bons e baratos.
I ma cscrava boa cozinheit por 1:0009, urna
dilti por 9009, urna dita por 7009, dous mole-
qus pecas do idade de 12 a 13 annos, urna es-
cra/a perita coziuhcira c engommadeira ; na rua
das Agu.is Verdes n. 46.
| Efegaoeia
Bonitas e elegantes caiiinhas com
jjj Novi. n. 45. no armazem de fazendas e
jg mad is de Paria & C.
Jg do corles de cambraia de cor de 10 a 11
vara3, gosto Condeca d'Arc a 43500 rs. o
corU;.
Camisas inglezas
Temos novamenle chegados: ricos vesti-
dos pretos bordados a velludo a90S, ditos
bordados a seda a 759 e 6O9, assim como
ricos manteletes prelos da ultima moda a
I65,209 e 309.
Miudezas.
Vinde! vinde!
Ao bazar da rua do Imperador, aonde se quei-
nmru os gneros pelos modicissimos pregos abai-
xo declarados.
Caixinhas de bolachinha de soda a 19200.
Dilas maiores com cerca do 6 libras a 9.
Presunto de arabre a libra a 400 rs.
Caixascom 12 garrafas de vinho Bordeaux a
83000.
Ameixas francezas em latas de 2 li2 libras Dor
23000. v
Queijos a escolher a 19500.
Krvilhas novas, a libra a 140 rs.
Cevadinha franceza, a libra a 200 rs.
' Vinagre branco engarrafado, a garrafa a 280 rs.
Champanha, a garrafa a 29.
Frascos con pastilhae de escolhidos aromas a
9000.
Chorlos finos em caitinhas de 100 a ljJOOO.
Farinha do reino multo propria para bolos e
po-de.l, arroba a 2*600.
Ratasia superior, a' garrafa a 600 rs.
(>ixinhacom 12 garraaa de superior cerveja
Amendoas de casca njole, a libra a 200 rs
acarrao fratrez, a lffira o 200 rs.
-ui.
Bicos de seda de diversas larguras, dilos fin-
gindo linho, rendas, franjas e trancas de seda
pretas e de cores, fita de sarja larga e estreita,
lisa e lavrada, fita de velludo estreita, preta e de
cores, ricos chapeozinhos para meninas, bonetes
para meninos, peales de tartaruga a imperatriz a
85 e 10$, enfeites de vidrilhos a 3, pentes de
regaco para merlina, enfiadores de seda para es-
piriilhos, dilos de linho', pontos de tartaruga pa-
ra alisar, carleiras e charutelras, oculos e lune-
tas, escovas, etc., etc., e muilos outros artigos
porteoceutes ao mesmo negocio, que o publico
encontrar na loja do vapor, na rua Nova, n. 7,
por menos do que em outra qualquer parle.
Arreios.
Vende-se unv completo arreio para cabriolet,
cujas ferragens sao de metal principe : c novo, e
o preco commodo : na rua Nova n. 11, loja.
Aviso as praqas do 1.* esquadrao de
ca val aria.
Chegou i loja de Guimares & Lima, na es-
quina da rua do Crespo, casemira mesclada pro-
pria para calcas do mesmo esquadrao.
Balcao
Vende-se um balcao de amarello em muito
boa estado, paoprio para qualquer estabeleci-
mento, o soda por preco eommodo : na rua tfa
Cada do Bacife, tojon; 29. ,
Loja da boa f, na rua
da Imperatriz n. 74.
7endm-o verdadeiras luvas de Jouvin muito
no ras, brancas, pretas, cor de canna, para ho-
mem e senhora, a 2(400 o par, pretas de retroz
cora palmas de vidrilho a I96OO, ditas de seda
en eitadaa a 23200, lisas a I928O, ricos pentes de
tajtaruga virados muito fortes a 10$, ditos sem
seiem virados a 4S, ditos virados imitando tar-
taruga o 1&600, ricos enfeites de vidrilho pretos a
39 e 4$, espartilhos de linho com carreteis a 69
caila um, cieos leques imitando marfim a 2$500,
ricos manguitos com camisinha c goHinha de
ca nbraia bordados a 69 o par, manguitos com
gollinhn a 4# e 59, camis com goHinha a 39 e
39S00, ijollinha de bordado aberto para menina e
se ihows o 800 19500, agulhas Trancezas com
fundo azul de nf 6 a 15, alOnetes em caixinha da-
ca sega chata, brancos e pretos, ricas franjas pre
la core vidriloo, dilas sem vidrilho, pretas e de
cotos, lita de seda, velludo, bicos, rendas, fran-
ja, laa linho, galoe* de com e brancos, tesou-
ra, caivetes, facas, garfos e colheres de todas
as qualidades, so patos de marroquim e couro de
lustre para menina o senhora, dilos do Aracaty
pira homem, e muilos mais objeetos que se ven-
d m po: menos do que em outra qualquer parte,
bbados bordados para manguitos e calcinhas de
menino i.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque leirr
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brltoft Filho : oeanecessario fa-
zer elogios bondado dcste xarope. nao s pelo
reconhecido crdito de su autor como pela acei-
tado que geralmente tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
tidoto para todas as molesHos dos orgaos pulmo.
nares. Para eonhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera ao envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios, e rro falsifica-
do esta lilhographada.
Attencao.
Vende-se urna mulata de 20 e Untos annos,
com 2 lindas mulatinhas, qor motivos de fami-
lia, a qual sabe engornmar muito bem, coser, fa-
zer laoyrintho e cozinhar : quem pretende-la,
dinja-se ao paleo do Tergo n. 16.
As floristas.
Na rua da Santa Cruz, casa n. 28; ha para ven-
der o mais bem cseolhido sortimenlo de papel
para llores, bem como folhas de todas as quali-
dades para 83 mesmas-flores, clices para rosas c
apndices-, o que tudo se vender em conta.
OSUOaV-
importante.
45Rua Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
coin alguns pares de borzeguins que llie
restam, dos famosos arranca-tocos, ci-
dadaos etc., e sem o menor defeito, re-
duzindo-os ao preco de 7s000
(fe cowxeiros.
Vcndm-se saceos com milho a 49 cada sacco :
n ruado Rangel n. 62, armazem da porta larga.
ATTEN(ftO.
Vendem-se saceos com trelo do Lisboa, sac-
eos grandes, e superior qualidade, par menos
preco que em outra qualquor parte : na ruado
RaDgel n. 62, armazem da porta larga.
Tachas para engenho
Fundi$o de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Gardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
&YSTEHA MEDICO DEIOfeLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este nestimavel especifico, comporto inteira-
menle de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e acompleirao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente inaocente em suas operac6es-e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e- ienazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as- portas da
morte, preservando emseu uso: conseguirn)
recobrar a saude e fo-rcas, depois de. haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao derem estregar-ge ade-
sesperago ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assomkrosa medicina, e
prestes recupezaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo era tomar este remedio
para qnaiquex das seguintes enermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extena-
cao.
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas.
Febreto internitente.
Roupa fcita,
Rua Nova n. 49, junto |
a igreja da Conceicdo dos |
Militares. |
Neste armazem encontrar o publico S
um g/ande e variado sortimenlo de ron- %.
*$% pas feitas, como sejam casacas, sobreca- 33
<^ socas, gndolas, fraqoes, e palelots de 31
S| panno fluaprelo e de cores, palelots e
** sobrecasaeas de merino-, alpaca e bomba-
zino pretos e de cores, palelots e sobre-
cosacos de seda e casemira'de cores, cal-
cas-de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
fg branco e de cores, de fusto e riscados,
calcas de algodo, colleles- de velludo
prete-e de cores, ditos de setim preto e
braneo; dilos de gorgurao e casemira, di-
los de fustes e brins, fardaraentos para
a guarda nacional, libres para- criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimenlo de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; no agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplawo outras a gosto do
compradar dando-se no da convencio-
nado.
40 Ba do Ouetnaio. 40
Grande srtim* ttkfazen-
das para a quaresma* e ou-
tras muitas, por baratissi-
mos precos paraacabar.
Do-se amostr com pnhw.
Cortes de vestido de seda de cores com
babados
Dilos de dita prela eom babados
Ditos de dita geze phanlazia
Romeiras de fil de seda prela bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores eom quadriohos
covao
Dito liso preto e de cores, covado .
Seda lavrada preta tranca, covado ljf e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda degaze trans-
parentes
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguito de cambraia lisos e bordados
Tiras e entromeios bordados
Mantas de blondo brancas e pretas
Dilas de 016 de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dita de algodo bordados
Panno preto e de ccres de todas as qua-
lidades, covado
O (Casemiras idem idem idem
|g Gollinhas de cambraia de todas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquira brancos
II | Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas a qualidades
de vidrilho franeezes pretos e
8
*

I
19200
33060
19500
lOfOOO
161000
18000
9
I
9
V
9
8
{900
I

5000
9
I
350o
9
6*000
ajaoo
s
9
f
9
Pianos
Saunders Brothers & C tom-para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiraent
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
em grande sorlimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 65no. 7 e 8. dilos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7, 9 o lj!, ilos de lonlra pretos e
de ores, muito finos a 68 e 7, ditos do chile a
3SOO, 5, 6, 8, 10 e 12$, dilos-de feltro em gran-
de sorlimento, tanto em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2&500 a 7$, di-
tos-de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira cora aba forrada de palha, ou
sem ella a 4g, ditos-do palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conta, bonetes
francezes eda trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas-qualidades para rae-
ninas de escola, chapelinascom veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
tes para caneca, luvas, chapeos de sol, e outros j
muilos objeclosque os senhores freguezes, vis-
la do pre^o e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
ehapeos da rua Direita n. 61, de B. deD. Feii.
9
1600
3z0
15200
700
2S0O0
1;000
cobertcs e descobertos, pequeos e grandes, de
oiro patente inglez, para homem o senhora,
d'i um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vndospelo ultimo paquete
SoutfaifilWtartij,*
Febreto da especia.
Gotta.
Hernorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Irregularidades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucgo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulinonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, cSlrand, e na luja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, HavaD e Hessanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coHtem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se osar des tas pilulas.
O dsposito geral em casa do Sr.-Soum
Enfeites
de cores
j Aberturas para camisa de linho e algo-
do, brancas e de cores
iSaias balo de varias-qualidades
Chapeos francezes Onos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Dilas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho c de algodo
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, am-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninas
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Bscocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de u--as de
seda bordadas, lisas, para sMhoras,
homens e menino, de todas as qua-
lidades
Corles de collete de gorgurao de seda
de cores _.
Dilos de velludo moito Anos
Lencos de seda rxas- para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda oom
molas para senhora
Sapalinhos de merja^bordados proprios
para bnplisados, o par
Casinetas de coros de duas largurasmui-
to superiores, covado
Tafel rxo, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
corado
Setim liso de todas as-cores, covado
Chitas francezas claros e escuras, co-
vado a 260 e
Cassas francezas de cores, vara a 600 e
Lencos de seda de gorgurao pretos
Collariahos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, palelots
colleles, calcas de muitas qualidade
de fazendas
Relogios e obras de ouro
Cortes-de casemira de cores de 5$ a
Cocos italianos
de follia de flandre3, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossos 400 n. um
e 4$, urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de f unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
AkOla mMfa neiroalguDs exemplaresdo
tguuae UlUUMsU. primeiro e segundo volttme
A 600 rs. a vara. da Corographia.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven- Histrica clionolopica, pen^lo^ica
de-se algodo cora 8 palmos de largo, pelo ba- nobiliaria e nalitipa Ho Imr-U .j~tr> '
rato preco de 60U w. a vara ; este algodo serve *m 1 W 11 'mpeno do Bra-
pura toatasde masa por ser de superior quali-' *u Pe, Ur- Mello Aforaes : vende-se a
4# o volume, podendo-se tender o ie-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas lavradas. lindos desenlies.
covado 1600
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, jinra vestido, covado 2j}00O
Grosdenaple preto, covado 1g80lt
Dito largo e muilo superior a 2$ e 2>50C
Sarja prela larga, covado 2-00C
naruado Queimado, loja de 4 portas n. 10.
g Continua-se a vender fazendas por baixo
preco at mesmo por menos do seu valor,
g, afim de liquidar contas : na loja de 4 portas
na rua do Queimado u. 10.
Vendem-se fazandas por barato"
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, era peca e a roia-
lho : na rua do Queimado" loja
porlasn, 10.
I,
8JK)00
2500
9
2J isooo
$500
18600
9
9325
*640
9
lgOOO
9
liOOO
e 4
4000 rs.
por socca de
rmaos.
milho; nos aimazens de Tasso
Nova invenco ape-rei-
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ruada Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Rua do Queimado n. 37.
A 30J cortesde vestidos de seda quecustaram
609; a 169 corles de vestidos de phautasia que
custaram 309; a 8| chapelinhas para senhora:
naruado Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda multo ^superior; garante-se que nao
desbota: na rua da Cadei-i do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso Irmos.
de Janeiro: a tratar
Farinha de mandioca
nosarmaxena 4* Tasso S Inaioj.
Inglez: encasa de I pharmaceutlco. na rua da Crui n. M, em Per- iHIfllO
Inambuco. i i mntient da Taato 4 irmloa.
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sllins e silhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para canos, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e nscadas: vende-se na loja de Leite
4 Irmao na rua da Cadeia do Recife u. 48.
Vende-se
o engenho Aremun sito na freguezia da Esca-
da, no limite do Cabo, arredado um quarto do
legua da estrada de ferro, com bastantes maltas
virgens, edificado de novo e lodo demarcado 1 a
tratar no mesmo engenho com o proprietario.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento pera boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, a tudo bem arranjado :
para fallar, eom o Sr. James Crabtree 4 C. n.
12, rua da Cruz.
Em casa de Southall
Trapiche o. 38, vender
Chumbo de municao ]
Prego de todas asg^
Atvaiade.
Vinhd de ShetT, Fl
Dito de Moselleei
Coguac em caitas i
Relogios de ouro- e Dfata, patele chronomo-
tros.-cobertos e descobertos (bem acreditados).
Traacclina depuro para as MMH. r-
Bukoilo sorddoi em lalaj pequeas.
4 C, ma do
es artigos:
rtan m flirts*.
barris.




d:amo db mmaate^*rtei>m*+*t:imt ft ,**

no
--largo da Penha-
Manteiga perfectamente flor a 800 rs. a libra e em barril se far mais algum abatimento.
Queijos multo no vos
a 1J700 rs. e em caixa se far mais algum abatimento nicamente no armazem Progresso.
-Vinel xas fraueexas
em latas de folha e campoleiras de vidro a 900 rs., e cm porco se far algum abatimento s
CarU.es de boVinYios
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e era poreao se far algum abatimento s no Progresso.
Figos de e ornad ve
em caixinhas elegantemente enfeiladase proprias para mimos s no Progresso ecora vista se lar
um preco commodo.
lalas de soda
com 2 1|2libras do difTerenlcs qualidadesa 1^600 rs., nicamente no armazcm Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso.
lo\ac\n.\\\a ngleza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica i$, unidamente no Progresso.
Potes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de -100 a 1200 rs. cade um, so
no Progresso.
C\\oco\atc frailee/.
a 15 a libra, assim como vendem-se os seguimos gneros ludo reccntemenle chegado e de superio-
res qualidades. presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmelada do mais afamado fo-
rmicante de Lisboa, maga de tomate, pera secca, pasas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoas coberlas, conteitos, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melbores.fabricanles de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
mamuito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas manas, cervejas de ditas,
spermacele barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azci
ouas muilo novas, banha de porco refinado e outros muilo gneros que encontrarlo tendente a
molhados.por isso prometem os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer
promelem mais lambem servirem aquellas pessons que mandaren! por oulras pouco pralicas como
se viessem pessoalmente ; rogam tambera a lodos os sanhores de engenho e seuhores lavradoies
quciram mandar suas encomroendas no armazem Progresso que se Ihes affianca a boa qualidade c
o acondiciouamento.
Verdadeira goma de mata vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
PaVUos
cilhados para dentes a 200 rs. o maco com 20 macinhog. s no Progresso.
Cha \i y son. nevnla e relo
osmelhores que ha no mercado de l$600a 2500 a libra, s no Progresso.
Passas cm vaixinAias de 8 libras
as mais novas que lem vindo ao nosso mercado pelo diminuto proco de 28560, s no Progrosso.
Macas em caixinbas de 8 libras
conlcndo 405 qualidades pevide, grode btco, eslrclinha, alelria branca e amarella c pastilhas de
maca, s no Progrosso, e com a vista se fa.r um proco commodo.
Cl\onrias c paios
as mais novas que teni vindo ao mercado, s no Progresso, afiancando-se a boa qualidade e a vita
se tara um prego commodo. "
Al'baf das inglezas.
Anda ha para vender algumas arbardag iogle-
zas.excnllenlcs fir saa duragSo, levesa e com-
modidate poa s ahinuras- eto casa de Heir
Gibson, ra da Cadeia do Reoife n.8.
Superiores chapeo de manifba.
Estes axcellenles chapeos que por sua qualida-
de e eli rna iluragao, sao preferiris aos do Chi-
le ; exi tem venda nicamente em casa de
Henry Cibson, ra da Cadeia do Recite n. 62, por
proco commodo.
Vi-nde-se urna negrinha- de 15 a 16 onnos,
sabende coser, cozinhar e engommar: no Man-
guinho, em frente do sitio do Sr. Accioly.
Pianos venda
Em csa do E. A. Burle 4 C, ra da Cruz n.
4, ha semrre para vender um completo sorli-
mento de ricns e excellentes pianos de todos os
pregos ( qualidades, os quaea sao do muita du-
ragao pela sua boa conslrucgo. Estes pianos
que foram premiados com a medalha de primei-
ra class na exposieo universal de 1855, alem
de serein de 7 oitavas e 3cordas,so de Jacaran-
da e chapeados de metal. Aspessoas que preci-
sarem poden: compra-Ios cora 20 ou 30 OO de
menos c.ue em outra qualquer parte.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
libras : em tasa de Tasso rmeos.
v"eide-nesuperior linha de algodSo, bran-
ca e de cores, em novello, para costura: em
casa de Seulhall Mellori C, ra do Torres
u. 38.
de Bordeaux.
Em c.isa ce, Kalkftann Irmaos&C., ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bera co-
nhecidas marcas dos Srs. Brandcnburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tea; as seguinles qualidades :
De Brandeaburg frres.
St. Eslcph.
St. Julhn.
Margauc.
Larosc.
Cha tea i Lovillc.
Chteai Margaux.
De: Oldekop & Mareilhac.
St. Juliin.
St. Julbn Mdoc.
Chateai Leo filie.
Nci mesilla casa ha para
vender:
Sherry em bmis.
Madeira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveia branca.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLA SOBADO
PELOS SUS.
D. Antonio da Costa -A. F. de Castilho-A. Gil-Alexandre Herculano-A. G. Bamos-A. Guima-
raes-A. de Lima-A.de Ohjdn Marreca-Alves Branco-A. P. Lopes de Mendonca-A. Xavier
Rodrigues Cordcirp-Carloa Jos Bafreiros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva e Cunha-F
Gomes do Amonm-F.M. Bordallo-J. A. de Freilas Oliveira-J. A Maia-J. A. Marques-J. de
AndradeCorvo-J. da Costa Cascaes-J. Daniel Collaco-J. E. de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
nresJ. H da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PirnentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
JosdeTorresi.X. S. da MottaLftndro Jos da CostaLuiz Filippe LeitoLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebelto da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentim Jos da Silveira
LopesXiilo Caar.
DIRIGIDO
POR
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da HoltaRodrigo Paganini.
R9.1
Chapas de sol de seda a 8$, ditos de fcllro fi-
nos paiacabeca a 4 : na loja do vapor, na ra
'Novan. 7.
Vende-se urna casa na ra Bella n. 10, con
tendo quarlos, 2 salas, cozinha, quintal o ca-
cimba quem pretende-la, dirija-so ao sitio no
principio da estrada do Arraial.
Na ra Nova n. 35, vende-se farinM d0
mandicca, a dinheiro vista, pelo bar--lssimo
preco de 5$(l
'Vende-se um rico coup sen- uso algum,
cora urna parelha do aavallos, 'u scm e"a : *
tratar na ra de S. Francisco cocheira n. 7.
FeijSo e *relo.
Na rna da Imperatri'. 10Ja do becco dos Fer-
reiros, vend >-se feia0 raarello e pardinho, mui-
lo barato, visi'do comprador se dir o preco.
e ver a boa qualidade dos gneros mencionados.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offerecer aos leitores, con-
funtaraenle com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na scicncia, na indus-
tria ou as artes, alguns arligos originaes sobre qualquer destes assumplos, o archivo universal,
desde Janeiro de 1859, em que comegou a publicar-se, tem satisfeito aos seus ns, com a maior
exaclido e regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com ndicee frontispicio competentes.
Assigua-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Preco da assignatura: pelos paquetes vapor 10S200 por anno; por navio de Tela 85 (moeda
brasileira).
Ha algumas collgcces desde o comeco da pubcaco do jornal.
DE ._-
eAMSfiAISA I WMk8) SI ilf IS.
Sita na rna Imperial n. 118 c i 20 jnnto a fabrica de sabo.
DE
Sebastio 3. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimenlo ha scrapre promptos alambiques de cobre de difTerentes dimencoes
(de 300JJ a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espiritos.com graduacao at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier) dos
melhores systeraas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impario, bombas
de todas, as dimencoes, asperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiraa
de bronze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para forualhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
js dimencoes para encmenlos, camas de ferro cora armacSo e sera ella, fugos de ferro potaveis e
econmico*, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra, lsnQes e
arroellas de cobre, lences de ferroa lato.ferro suecia inglez de todas as dimnses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignaren) honrarem-nos com a sua confianza, acha-
no na ra Nova n. 37 loja de ferrageus pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Qneiraado n. 2, loja do Preguica^
vendem-se pe^as de algodo encorpado, largo,
com pequeo loque de avaria a 2g500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado n.
vendem-se chitas de cores
ras, pelo baralissimo
rs. o covado.
SI
Vende-se
linha de novello de todos os sortimcnlos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas e pretas, por probos commodos : em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recite u. 62.
Relogios.
2, loja do Preguija,
fixas bastante cscu-1 e oa}0
proco de 6g a pesa, e 160
c=r45MLlNdYA"-45
Grande-sortimento de roupa feta para
homem.
Dilodito de chapeos de castor e de seda.
3E
Mobilia.
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. Lobo Rosese,
mwm Mira s oipimi.
3 RIJA DA GLORIA, C ISAItOFITNDO 3
Cliuea por ambos os systemas.
? Dr' u?bo Moscoso dS consultas todos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou outras
propnedades rtiraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no feairro do Rcife podero re-
metter seus bilhetes a botica do Sr. Joo Sounn i C. na ruada Crui ou i loja de livros do Sr. Jos
NtflawnPne^ouza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medie'
mewoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes :
Botica de 12 tubos grandes,..........
Ditos d 24 ditos.........
Ditos de 36 ditos........
Dito de 48 ditos......: .
Ditos de 60 ditos...............
Tubos avulsos cada um............
Fraseos de linduras..........."
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.'iahr trduzide
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario; 10*000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 68000

.
.
Vemiem-se 12 cadeiras, 2 consolos e 1 sof,
ludo d' amarello de qualidade, obras novas ede
feitio n odorno, por monos de seu valor : na ra
da Madre de Dos n. 36 A, se dir.
= Vendem-se libras sterlinas em ouro: no
escriptDrio ele Manoel Ignacio de Oliveira, de-
fronte iloCorpp Santo.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da'ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de lachase moeedas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesme deposito ou na ra do Trapiche a 44.
Espirito de viohocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas; na ra larga do Rosario n. 86
Yendcm-se ceblas em caixas e aos ceios,
por barato prego : na ra Direila n. 69.
RF.MIIDO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Millares de individuos de ludas as nacOes p9-
dem tostemunhar as virtudes deste remedio in-
comp; ravel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinteiniracnte saos depois de haver emprega-
do inutmente outros tratamentos. Cada peso*
poder-se-ha convencer dessascuras maravillosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitosannos; e a maior parte
dellassao lao sor prndente? que admiran: so
mediros nais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seug
bracos epernas, depois de ter permanecido lon-
go te mpo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
ampi.tacsl Dellas ha mutas que havendo dei-
xado esses asylos de padeciraents, para senb
subnetterem i essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das tes pessoas na
enfusao de seu reconhecimento .dexlararam es
tes rjsultados benficos dianle do lord correge-
dor < outros magistrados, am domis autenti.
care n sua firmativa.
Niguem desesperara do estsdo de saude sa
ive.'se bastante confianza para ensaiar este ro-
med.o constantemente seguindo algum lempo o
menlrataLoquenecessitasse a natureza domai
cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
Que ludo cura. (
O ungento le til, mais particu-
1:rmente nos seguintes casos.
SKm
Relogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, ra da Cadeia do
Recife n. 62. hadara vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronomc-
Iros, meioschronomeiros e de patente, os me-
lhores que vero, a este mercado, e a prcQos ra-
zoaveis.
11 Ra do Oueimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este stabclecimento nm completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
lots de panno sno oe 10 ali 205> oo*"coooohb
de pannojUO Prel e de cores muito superiores
a 354 um completo sortimento de palelots de
r...odiriho de brim pardo e brancos, de braman-
l.e, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2g at 5$
cada urna, chapeos francezes para homem a 8j>,
ditos muilo superiores a 109, ditos avelludados,
copa alta a 13?, ditos copa baixa a 10g, cha-
peos de fellro para homem de 49, 59 e at 79
cada um, ditos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 109, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, cortes de vestido de seda em carto de 40$
al 150$, ditos de phantasia de 169 at 352000,
gollinhas de cambraia de 19 at 59, manguitos
de Ig500at59, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor-
tes para colletes, paletots e calcas de 39500 al
4$ o cayado, panno fino preto e de cores de 29500
allOgtf covado, cortes de colletede velludo
muito^nberiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
e de fusKo brancos de cores, tudo por preco
barato,t^oalhado de algodo a 19280 a vara,
corles de casemiras de cores de 5 al 99, grosde-
naples de cores e pretos de I96OO at 39200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 129 cada um,
lenros de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 129 cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 al 209 a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
2J400, barege de seda para vestidos, covado a
19400, um completo sortimento de colletes de
gorguro, casemira preta lisa e bordada, e de
fusto de cores, os quaes se vendem por baralo
prego, velludo e cores a 79 o covado, pannos
para cima de mesa a 109 cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots e colletes a 298OO
o covado, bandos para armaguo de cabello a
19500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, e um grande sortimento de macas e malas
de pregariai quo ludo se vende vontade dos
freguezes^ e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao
Vende-se em casa de Johnston Palcr & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento te rologioE
patente ingloa,. do um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonilos Irancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello inleiramente
novo.
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodo americano trancado.'
Presuntos para fiambre.*
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Meul Julop, Bitlcrs, Whiskey &
C, tudo despachado lia poucos dias.
Vende-so um silio no principio da estrada
do Arraial, tendo os seguinles commodos : 4
quarlos, 2 ins>. cozinha, estribara, chao pro-
prio, conlendo as pnncipaes arvores fructferas
bem como jaqueras, manguciras, coqueiros,
ma excellente baixa do capim, um riacho no
ilio, c outras commodidades quo o
apreciar : a tratar no mesmo
ir.lio do
comprador
sitio.
gurao para senhora.
.Jh"? d" Cad*,a.do Recie n. 23. confron-
Lnr^r^CH L8;6 vfndem-" ricos bronzes do
^o^!dePd8,pre.l0para8enh<>- do raolhor
que at o presente tomos visto todos ornados,
assim como saiasbalao com babados fazenda in-
leiramente nova.
Em casa de Basto & Lemos
ra do Trapiche n. 17, ven-
de-se :
Chumbo em lenqol.
Caos de dito.
Cabos de linho inglez.
Selins patente inglez com todos o per-
tences.
Papel de imprimir.
Pendas de ferro.
Baldes de zinco.
Livros em branco inglez.
Cadeiras genovezas.
Licores finos era garrafas de crysta\.
Enxore em caixas de 3 arrobas.
Alvaiade de Veneza.
Cordoallia para apparellios de navios.
Chapeos de palha de Italia ngelos.
Vassouras genovezas. '
Drogas tven-as. ,
Banheiros de marmore.
Talhas de barro vidrado.
Ra (la Imperalriz-iV 1.
Madamc Buessard Millocheau* tem a honra do
avisar a todas as suas freguezas, que lia acaba
de receber um rico sorlimenlo de modas as mais
modernas que sao de uso em Pars, como cha-
peos de seda para senhoras c meninas, dilos do
palha para ditas, fichus rom suas mangas rica-
mente eufeitados. bicos do guipuro verdadeiro
brancos e pretos, gollinhas do mesmo. de goelo
mais moderno, inanias de bico preto, ricos enfei-
tes do cabera, de bico, capellas de llores com
seus cachos, cnfeites de todas as realidades para
noiva, um rico escolhimenlo do franja c tranca
para vestidos, de cores eprclas, chapeos pretos
para lulo, ricos enfeiles de cabera, pretos pro-
prios para igreja, luvas de Jouvii, brancas c de
cores, ludo por precos muilo em cotila.
mmu mm.
Vende-se cebla sola por baralissimo preco-
no armazem da ra do Amorim n. 46.
scra\os fgidos.
imT^'0^ doSi goslo, ou para se fazer um in.,.\..r-,a\.?
alianca-se quo so vende por preco commouJ,r
Leiteao p da vacca.
Na cocheira da ra da Florentina n. 3, que foi
do tenenU-coronel Sebastio, vende-se leite ao
|p da vacca em abundancia para os bons fregue-
zes. Na mesraa cocheira recebem-so cavallos pa-
ra tratar-so a 500 rs. por dia, melado do preco
por que se trata era outra qualquer parle, e ludo
com a bundancia, como se pode ver.
ESCRAVO.
Vende-se um preto mogo, bonito, muito re-
toreado do corpo e possantc : lera elle habilida-
de para qualquer servido : na ra dos Guarara-
pes n. 3P B, em Pora de Portas.
Cebla nova.
No anligo deposito de assucar da ra do Viga-
rio n. 27, ha para vender ceblas do mlho e
solas, chegadns ltimamente do Porto, as me-
lhores que ha no mercado, e vendem-se btalas
para acabar, assim como saceos cora feijao ama-
relio, de 6 alqueires, do Porto, ou 30 cuias, o
mais barato pos3ivel, e muilo novo, o saxdinhas
em barricas, muilo novas.
Ferros de engom-
mar econmicos
A S$000.
' K-,
Neste
DE BANHOS.
te proveltoso estte!ecimento, que pelos no vos meThoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-hao tambem do Io denovembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade eeconomia do publico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de
tantos sacjiucios. VT..
Assignatura de banhosfrios para urna pessoa por mez.....
* momos, de choque ou chu viscos por mez
Senes de cartoes e banhos avulsos aos precos annunciados.
lOflOOO
155000
Seos proprietarios offerecem
qualquer o'
todos o
chos e bo
lumnas e moin
ko tea ele das ai
Aesenhs o
beteci me oto na ra
taHli gj|USe*iar
fOmuK ^*ra qualquer obra.
a seus numerosos freguezes e;ao publico em feral, toda e
facturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
-^das d'agua para engen+ios todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
tachas odetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
Ffclgadio, prendas para mandioca e oleo de ricini, porles gradara, co-
into, aradas, cultivaJojes, pontea, *aldeirai e tanques,. boias, alvarengas.
achinismo. Ecuta-se qualquer obra seja qual fo> sua natureza pelos
a tal lira forem apresentados. Recebem-se eneommendas neste esta-
n. 28 A e na ra o Collegio hoje o Imperadora... moradia do cai-
Joaquim da Costa Pereira, com queat os pretendeates se podem
Alptrcas.
Cainibras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
d,s costas.
dos meirabros.
Enormidades da cutis
era geral.
Ditas do anus.
Eiu;}coe e escorbuti-
CS.
Fstulas no abdomen.
Frialdad o ou falla de
ci.lor na extremida-
ds.
Fritiras.
Gengivas escaldadas.
Inchace.j.
Inl imra cao doflgado
Vende-se este
Inflamraacao dabezig.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos,
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Pedimos toda allcnco.
Na loja da aguja de ouro, na ra do Cabug n.
1 B, vendem-se todos os objectos por baralissi-
mps precos para liquidar, ludo recebido em d-
reilura da Europa, assim como sejam :
Bicos .do seda pretos e brancas de lindos
gostos.
Ditos de linho de todas as larguras.
Dilade labyrintho d muilo lindos padroes.
Franjas preas com vdrilho e sem elle, de
lindos gostos.
Trancas pretas e de lindas cores.
Franjas de careaandoapaardea.
Ditas de linho brancas e de cores.
Ditas com hella e sem ella para cortinado.
Franjas e Irancinhas de laa de todas a cores.
Trancinhas egates de linho.
Filas de seda de todas as larguras o mais rico
que so pode encontrar.
Enfeiles com vidrilhos e de oulras mais quali-
dades..
Penlcs de tartaruga lisos e virados muito
lindos.
Leques muito lindos do madreperola e de ou-
tra qualidade.
Fitas de velludo aberlas e lisas de loda as lar-
guras.
Pentes de massa lisos e virados que imilam
tartaruga.
Dilos de bfalo do desembaracar.
Chapeoziefaos para menino e menina.
Botos de todas as qualidades.
Feotes de Iravessa ara.menina.
- Assim como mullos mais objectos de lodosos
gostos; que vis lado fregu* se (ir iodo o ne-
gocio.
Supurarles pulridar.
Tinha, era qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado;
das articulares.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geni de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
ene irreg idas de sua venda em toda America
do snl, Havana e Hespanfaa.
Vende-se a80O r., cada bocelinha contm
um i ins ruccao em prtuguez para o modo de
faz< r uso deste ungento.
0 deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
oatibuce.
cores.
Vendem-se oleados de cores.os mais finos que
possivel neste genero, e de diversas larguras,
por preco commodo : na ra Direila n. 61, loja
de chapeos de B. de B. Peij,
Perfumaras.
Banhas m diversos vasos, extractos esabone-
les, tudo d qualidades, e fabricantes diversos,
Pivel, Violet, Monpelas, Pinaud Regnier, Ker-
bn, etc., etc.
Os apreciadores da boa
fumaba
Charutos de qualidade e fabricantes diversos;
veude-se na loja do vapor, na ra Nove. n. 7.
A 8,000 rs.com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ra" da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direila n. 135.
Dita da Madre' de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita da Penha n 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dila Direila n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Im eratriz n, 10, rmazem de fazendas
de Ratmundo Carlos Lelle & Irmao, em todos
estes lugares dao-se por um ou dous dias para
ezperimentar-sc.
Ra da Cadeia do
Recife n. 23,
Confronte ao becco l^urgo
San 4 balo superior rendada, dita de mussu-
lina para-senhora por 69- ditas para memua por
5$, todas da niclhor qualidade e com lilas pro-
prias para o bom commodo, manteletes bordados
de grosdenaoles preto de difTerentes gostos, ditos
de fil, corles de vestidos pretos superiores bor-
dados a volitado a 50$, ditos da seda a 80$000, e
outros muitafazendas, proprias para a quares-
ma, que se mandara amostras.
Verdadeires luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na ra dalm-
peratrii n 7, loia do Lecomte.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos-por preco commodo.
Tinta para esere-
ver.
De superior qualidade a 500 rs. a garrafa.-:
livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
No da 11 do crreme fugio do engenho
Santa Rosa, fregucz.a da I.uz, o eseravo cfioulo
do nomo Domingos, cosluma tralar-se por Joao
com os s.gnaes seguinles: cor fula, alto, cono"
regular, 40 annos de idade. pouco mais ou me-
nos lera urna c.calriz no rosto pouco abaixo do
ol o esquerdo. bracos compridos, raaos e t>f* re-
gulares, lem falta do denles na frente, urna ma-
triz em um dos hombros que parece ser de faca
marca de chicote as nndegas, lem eraros nos
jpts, muito prosista, gaba-so do valenle cor-
do-s,eot2'.e?cr*vo d0 engenho Minas Novas : pe-
po a caplura^nf^B.0-1!0'868 e capiles de cam-
nhor Anlonio Luiz dos SanfoS,noiaem a seu se-
mo engenho. "-
No dia 6 do corrente fugiram do engenho
chda o eseravo Filippe, cabra, eslalura regu-
lar, pouca barba, cora signaos de bexiga no ros-
to, representa ier 32 annos de idade, falla bera ;
o no dia 8 o eseravo Marcoiino, denarao An-
gola, cor fula, alio e seeco, sem barba, tem nos
bracos signaos de vaccina, na testa urna cicatriz
era forma do meia la, e em cima de um dos pfs
urna sicalrizque repuchou alguma cousa a pelle,
tem a falla descansada, bem fcito de rosto e re-
prsenla 1er 28 annos de idade ; arabos esles es-
cravos levaram calca de algodo azul trancado o
camisa de algodo de lislra, alem de mais roupa
que possuiam, e suppe-seque reuniram-sc pa-
ra seguirem viagera para o serto do Sobral do
onde o priraeiro natural: a quem os ipprehen-
der junios, ou a cada um do per si, ou delles der
noticio, ser bem recompensado pelos seus do-
nos, no referido engenuo Ucha.
Fugio no dia 6 de margo prximo passado
aescravacnoula de nome Mara Rosa, natural
do Para, alta, bem prela, com marcas de bexgas,
cabello alio, pouco e repartido na frente, tem os
pes apapagaiados, sendo mais o direito que o es-
querdo, c mais urna cicatriz ae talho entic o
dedo ndex e o pollegar de urna das maos. Esla
escrava que pertence ao Sr. Guilherme Fredtrico
de Souza Carvalho, esteve ha pouco fgida se in
Ululando de forra cm Olinda, muito ardilosa
e por isso julga-se que esteja usando do mesmo
ardil ; quem della souber e der noticia cert a
seu senhor, ou na ra Velha n. 69, seri bera re-
compensado.
Fugio no dia 30 de marco prximo passado,
pelas 6 horas da manhaa, o cabra Luiz, alto, cora
urna quebradura na verilha esquerda, Irabalha
de carniceiro : quera o pegar, leve-o a ra do
ftangel n. 35, a seu senhor Jos Anlonio de Sou-
za Jnior, onde ser recompensado.
Fugio no dia 7 de novenjiro do anno pr-
ximo passado o eseravo l'elippe, de nacao An-
gola, de idade 45 a 50 annos, com ns signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
tesla carregada, olhos pequeos, tara larga, sera-,
barba, falla fina e a voz sempre baixa, bocea-
larga, com alguns cabellos brancos pelas fontes,
pareceudo ser muilo mancinho, porm muito
vclhaco e mcltiao a curador de emposlurias, de
bom corpo, pernas um lano finas, segundo o
mesmo corpo, oujo eseravo de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na fregnezia de Agua Preto quem
o pegar ou disser onde de cero est ser bem
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio d casa do abaixo assignado, no (a 18
do cirnte,,urna sua escrava da Cesta de njin.e
Maria, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pela, lem
bastantes cabellos brancos, cosluma traz-r um
panno atado .roda da cabeca tin^o por signal
mais saliente as maos foveiras, provenieule de
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao vojlou
mais : roga-se; portanto, as autoridades poli-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprehensao de dita escrava, e icva-la loja
do Preguica, rw ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina dcfronle
da cocheira do Illm. Sr. lenle coronel Sebas-
tian, qne serlo generosamente recompensados.
A 5 de marco de 1860 fugiram Jlo o Vi-^
cont, tendo ambos levado foueee de mo, os
quaes Ifverom bexigas e conservera as marcas ;
o primeiro levou camisa e cerouia de algodiu
azul, chapeo de palha, tem 40 annos de idade,
altura regular, cabellos ralos, testudo olhcs
brancos e amortecidos, sem barba, denles per-
'feitos, muilo pintado, bravosa pernasOo*s. que-
brado de urna verilha, e muito bta : esegondw
levou camisa e calca de algod de riscado, lem
30 annos da idade, altura regular, testudo, olhos
vivos e vermelhos, sem barba, denles perfeitos,
bracos e pernas finas, ps pequeos^ lem maren
do chicote as nadfgas, tem urnas ciealrizes em
ambas ns candas, muilo regrisla, troballiam
ambos de carreiro e caaoeiro : qliera o pegar,
traga a Francisco H. Tetxeira de Araujo e Silva,
que ser bem recompensado.
No dia t do corrente mei fugio da fabrica
de sabio de Joaquim Francisco de Mello Santos,
o*eu escrava Amonio, crionlo, edr bem pela,
nariz chalo, baixo e ora pouco grosso com idade
de 25 annos, o o signal mais conhecido ter n
falta de um denle rra1 parle de cima : a pessoa
"que b pegar, dtrija-soa mesraa fabrica de-sabao,
na ra do Brum, que ser recompensado.
na


.-. r.\.' i 2& .-< '';-
* I i. ..
W
Litteratura
Os inimigos do Fapa refuta ndo-s a
si niesmos.
A propaganda revolucionaria contra o chefe do
catholicismo di, a seu pezar, pravas evidente*
de que nn a independencia da Italia ncm o
Rovcmo temporal do Papa o firo principal de seus
clamores. Depois de fazer feYver a Europa, cons-
pirando por lodos os modos, alravessa o Atlnti-
co, e vcm onde o Pupa nao tcm dominios tenipo-
r.-^os vociferar e insuflar contra elle e a religio
'Miliolica, alvo especial e nico de toda essa
guerra encarnicada.
Se assim nao 6, porque o Sr. Laurenza, autor
de um communicado do Gunycur comer o seu
escriplo com a epigrarhe do lfieri, adoptando o
ponsnnicnto desle contra a religio calholica T
Se esta fosso incompalivel com a liberdade,
como cscreve Alfieri e nprega o Sr. Laurenza,
sun penna rertamentc nao publicara csse auda-
cioso absurdo em um paiz liabilado por calholi-
cos, e onde o catholicismo a religio do estado.
O artigo pois refuta epigraphe, c esta respon-
de ao artigo.
Pelo trexo. com que o lidador da Italia cora
scu communicado, \e-se, como pelo dedo o ai-
ganle.que aquelle um inimigo nao s das tem-
poralidades do Papa, mas tambem do catholicis-
mo. E natural que nao gosle do Papa ainda
quando seja este excellente soberano, e
Deus quer a verdade, exclamamos egualmente
m o Sr. Laurenza, masem vez da verdadeelle
lumnia o Papa, o catholicismo c a historia
-------------.,..,, e que ve-
tilla clamar mesmo no meio de nos, nao para de-
fender os direilos do povo italiano, que nao cor-
rern pongo no Brasil, nem podem ser abalados
pelo artigo do Pharul a que se apressou de res-
ponder, mas para tornar odioso o Papa aos Brasi-
leiros.
Perde o sou lempo o Sr. Laurensa, o terreno
e o clima nao se preslam essa especie de plan-
tacao.
Deus
com
calumnia o rapa, o calholicismo c a historia.
Engana-se redondamente se pensa que est fal-
lando aos selvagens indgenas, como muita gente
nos suppc na Europa ; tambem por c se lem
noticia do que por l se passa, assim cmoda
insioiia, c se esta, como diz, a verdade, o seu
esenplo falta a historia.
Nos o provaremos nao com os escrlplorcs pa-
pislas, mas com os seus proprios palricios che-
les da propaganda contra o Papa e o catholi-
cismo.
Sao ellos e s elles que invocaremos para refu-
ta-lo, assim como se refulam a si niesmos.
Comecemos pelo Papa, objetto principal do ar-
tigo do Sr. Laurenza.
S. S. hade sem duvida conhecer o seu
fom
ie-
ao Pai>, poique o popfdo esta itrevogarelmenie
acabado.
Se o papado havia definitivamente terminado,
e Mazzini nao fallava ao Pontfice, mas ao ho-
rneen, 6 claro que o governo universal que elle
lhe prometlia fundar, era a soberana temporal
nao s na Italia, mas em todo o mundo.
Ou Mazzini um malvado que quera oflagello
do governo temporal do Papa para lodos, ou case
governo eum bem que elle, sincero amigo da
humanidade, desej.iva derramar pelo universo
ou cmOm era um hypocrila que illudia para che-
gar a seus fins; e este excmplo nos autonsa a
desconfiar do lodos os revolucionarios da Italia.
O Sr. Laurenza que decida, e entretanto j muilo
ongo este arligo, em oulro nos oceuparemosain-
DiRJ l EBiEAUMa. a> TE8CA FEttO M Aftilt. D tMO.
lno* torSlt "na isto destruir eua obra. Elle
resieita em nos os dons que nosdeu.
A segunda verdade de que muilas vezes nos
esqueccinos, que a vida presente nao 6 seno a
preparjcao para a vida eterna que nos espera
alen do tmulo. A terceira que nos nao es-
tamos actualmente no estado puro e perfeilo no
qual Deus nos creou, porm em um esisdo de
decidoncia, de desordem moral, e portanto de
exp acao por causa do peccado. A oraca de Deus,
nos foi restituida, verdade. por Jess Chrislo
nos io Redemplor, porm deura modo que a Jus-
tina Divina pode anida excrcilar seus direilos im-
prcicrip.iveis.
ludo aquelle que tem dianle de seus olhos es-
verclades fundamenlaes do chrislianismo.
sa^nlS^aemn,Unica.d0 .Prome,|e"do nao nos esquecer dos quemados vivos c condemnados i Ira a Previdencia. O mundo, vida, do muda
de iispeclo. O bem nao mais para o christao,
aquillo que o mundo conhece Dor este nomo :
os r razeres. as riquezas, a gloria humana ; o
Den o que prepara melhor para esta felicida-
de infinita, ineffavel, cierna, da qual a vida pre-
sen e urna curta preparado ; e elle compro-
hende, desde ento, aquellas palavras que Jess
Chr.sto clisse no seu Evangelho : Berna rencura-
itos o pobres felizes o> que soffrem, felizes os
que clioram, felizes os que sao perseguidos pela
luslira ; porque urna grande recompensa os es-
per i no reino dos cos.
O mal muda egualmente de aspecto ; e quan-
do christao pede a Deus quo o livre do mal,
nao pede que o livre daquillo que o pode privar
dcsia felicidade eterna, tunca,solida, pura e du-
ravul.
O soffiimenlo, as lagrimas, as
vid na j sao mais para elle
peccado.
A religio lhe moslra, que estas penas inen-
lavcis, aficcoes passageiras, sao destinadas, nos
gales.
Hielos de fazer prosperar os in-
teresses de Jess.
Poder parecer cstranho quo Nosso Scnher se
queira servir de instrumentos lo vis como nos
para lamanha obra, mas lembremo-nos que elle
mesmo para salvar o mundo fui tirar entre po-
bres pescadores seus intrpidos Apostlos. cerlo
que nossos peccados nos servem de palele em-
barazo, e qucnossasimperfeigcsaiTaslan denos
o Divino Esposo, nao havendo lugar em que os
inicresses de Jess coriam mor perico que em
nos mesruos; lodavia lomos obrigacao de ser Apos-
tlos, o de trabalhar na salvado dos outros com
o mesmo ardorque na nossa. O Evangelho urna
le de amor, e a vida do chrisio urna vida de
oracao, c segundo o Apostlo devenios orar por
todos os horaens. Ora nunca trabalhamos melhor
na salvaeo propria, do que quando trabalhamos
na salvacao dos oulros. Muitos se desconsolam e
queixam-scdc que nada adiantam no caminho
que
mil dores da
a punico do
da virlude, vendo passar os annos sempre as i designios de'Deus, a provar sua felicidade;
mesmas paixes o defeilos. Sabis de que proce- P"r 'cacao de suas fallas, a torna-lo mais seme-
; lhaule ti scu Salvador crucificado, (azer-lhe
de islo?
f' porque sao egostas, sculdam em si, nunca
orara pelo prximo, 6-ihns indifTerenle o bem ou
mal que outro padoce.falla-lhesem n. o melhor
a fraternal caridade. Ore-sc muilo pelo prximo
quando j se nao possa, e ver-se-ha como se
va na estrada da perfeico, e como chovem so-
bre nos as gracas de Deus.
Mas notemos que os inicresses de Jess seguem
diverso rumo dos intereses do mundo, porisso
licamos descorocoados do pouco bem que parece
fazemos. Os inleresses de Jess sao pela maior
parte inris!veis; devenios ler muita f na efca-
cia da oracao; porque a oracao, sem o sabermos,
consegue admiraveis elTeilos" que sse revclaro
no grande ia do Senhor. Seja excmplo um sanio
lavao conseguindo a conversan' de Paulo que
rado conterrneo Kicenro Gioberli, um dos mais approvavaseu marlyrio guardando as vestes dos
que os apedrejavam. Se Slephanus non orasset,
l'.cclesia Paulum non haberet, exclama um santo
padre : se nao fosse o oraro de S. Eslevao, nao
leria a igreja um S. Paulo"! -Imaginai agora lo-
d*s as boas obras deste grande Apostlo, perpe-
tuando-so de dia em dia al o fim dos sceulos
lor-les confeus da propaganda anli-papisla de sua
ierra. No capitulo XII do seu (.'estuca moderno
quo S. S. infallivelmenle ha de (er lido dizia Pi
IX as seguimos palavras :
Vos sois, Bealissimo Padre, o mais poderoso
dos principes, porque sois o senhor dos coraces
o arbitro das vontades, o moderador das intelli-
gencias. De que serve a exlensao dos dominios
e a multidao dos canhes quando se nao reina
sobre os coraces? Que podem os imperadores e
os despotas com suas armas brutaes e sua diplo-
macia prfida 1 Urna de vossas palavras faz mais
que um exercito : o som de vossa voz mais po-
deroso para excitar as almas a esperanca ou o
temor, que a forra dos aunse o tumullo das ba-
talhos.
Nao o nome s da vossa dignidade que
poderoso, tambem o o de vossa pessoa, porque
elle recorda glorias antigs que vos preparaes nao
s a egualar mas a exceder. Foi um Papa de
nome Po. que concebeu o magnifico psojeclo de
livrar a Italia do temor dos Turcos.
Um oulro Pi suggero, excitou e auxiliou
com seus esforcos a liga das potencias ehristas
contra o mesmo inimigo : urna memoravel victo-
ria corou a empreza, c Itoma moderna trf -
orar os triumphos da anci/ia.. w-
Foi ainda um. P- 1'1"lfilc Pl < ro ainda.Jirup cobflam un,a p8f|e dog
W.s a egreja, e esses lugares inhospilaleiros e
incultos augmentaram o seu dominio temporal,
kmlim, um Papa do vosso nome, que mostrou
por seu excmplo a omnipotente moral do ponti-
lirado, por sso quo venceu sem soldados e des-
armou o homem que escravisava e esmagava o
mundo com os artificios de sua poltica eo peso
de suas armas. e
Mas vos Sanlissimo Padre, vos seris mais
feliz que Sylvio, e maior que Ghislieri, libertan-
do a Italia de um xnunigo peior que os Turcos
vos mereceris dos homens mais que Braschi
semeando as flores da generosidade e os fructos
das virtudes civis no solo melhorado e preparado
por vosso llustre predecessor; vos seris mais
poderoso que Chiaramonti, pois que livraes a so-
ciedade e a egreja, nao da oppresso de um ho-
mem, o qual por formidavel que seja,passa e des-
apparece logo, mas da lyrannia tenaz e sempre
viva dos barbaros e das faeces.
A gloria que o co vos" prepara por tanto
singular, e assim como hoje nomeamos Gregorio
Julio, Innocencio, Leao (Papas) sera ter necessi-
aade de nada ajunlar para designar o que mais
lluslrou cada um delles, assim vira o lempo, em
que para tos lembrar aos povos reconhecidos
ser bastante pronunciar o nome de Po. (1)
Gioberli fez mais : no dia 27 de maio de 1848
m Roma mesmo, propoz um reino trauco e um
liga poltica a o fim de assegurar santa si esse
dominio temporal to til para garantir a inde-
pendencia do stu governo religioso.
Qual seria, accrescentou elle, qual seria hoje
o principo quo ousasse dirigir o menor ataque
aos direilos temporaes da 5anta S? Se algura o
tentasse, nao somente a Italia, a Europa todain-
teira se opporia. (2).
Mais larde porm Gioberli tirava a mascara da
hypocrisia revolucionara, e escrevia absoluta-
mente o contrario as seguinles palavras:
A soberana temporal do Papa nociva
Italia. (3).
Jos Mazzini (nade ser conhecdo e muilo do
Sr. Laurenza) em 8 de selembro de 1847 lnha a
mesma linguagem. Eu esludo.dizia elle ao San-
to Padre, en estucro o vosso procedimento com
irm interesso iramenso, e cu vos escrevo com
tanto amor, com um tal cstremecimento de mi-
rilla alma... permilli-me de vos dirigir urna pala-
vra profundamente sincera-eonfai em neis. Nos
fundaremos para vos um ooverno unieo na Eu-
ropa.
A 10 de dezembro de 1856 Mazzini escrevendo
ao director da Italia e o Papa, de Genova, dizia :
(1) Gesuila moderno Turim 1848, lom. IV
pag. 136 e seguinles.
(2) Gioberli, operelle politiche. Capolago,1851.
tom. XI pag. 85. .
(3) Rinovamento civle d'Ilae.
meiecer urna nova felicidado na patria eterna.
Elle lh'as faz supportar com paciencia, atgumas
vezes mesmo com alegra : lhe faz amar a mo
P,'rnl 'I'ic nao o fere seno para o salvar.
Sede chrislos, e comprehendereis a Providen-
cia. Se nao o fordes nao podereis comprehen-
der Deus, o homem, a vida e ludo que nos
cen:a '
Quando as vossas decepecs e nos vossos sof-
trin enlos, senlirdes elevar-se em vosso coracao
alguma quena, algum duvida eontra a Provi-
dencia de Deus, so forde3 tentados pergunlar
porque razao taas desigualdades as condi-
coe.i da vida presente; porque esle nasceu po-
bre e aqaelle rico : porque tantas penas, tantas
amiccoes para uns c lanas prosperidades para
oulros ; porque esle homem osla em um logar
e vos em oulro ; porque o rigor das eslaces ;
por pie M pnvacws da pobreza ; porque este ac-
cidente da fortuna, da 8audei qunndo a saude ,
orlma vos senara -o uteis ; porque este cri-
mir oso impune, e aqut|e justo no soTrimcnto ;
_ porjue esle homem befazejo. roubado pela
lodo esse bem immenso de que autor S. Paulo. I mo'ie, e nao aquello mo, ele. ; lembraios da
a reliz consequencia da oracao do Sanio Martyr. I Elenidade, pensii em Jess Chrislo crucificado '
Apparece um moco, encom'mcnda-sefisoraces' *"' es," a solugo do problein,__/>etts pacieni'e
porque i eterno.Elle recompeia com as passa-
geias prosperidades da ierra o beq que tem fei-
lo i sie homem mo, esle grande pecador para
cas ig-lo ao dermis com umn siarn'H4(|c s,'an.
E osles justos que o mundo reputa to -,(ei
zes, Deus Ihes faz expiar por meio de curta,f"
flicroes as faltas inseparaveis da fraqueza huma'
na ; ello prepara as coras eternas que recom-
pc i sarao para sempre sua virlude I
A Eternidade ajuttificaro da Divina Pro-
viJtncia.
I.' medida da Eternidade que deremos jul-
gar ludu qunio nos acontecer noste mundo,
l-pra disto, tmpossivel comprehenderos desig-
nioii de Deus sobre nos.
0 que Deus faz bem feito, e se elle permute
o mal, sempre para um maior bem.
do nossa congregacao para quo Deus prospere,
abence c dirija sua voi aeo a um estado sanio :
ordena-se esle moco, aaiie um sacerdote cujo mi-
nisterio e doulrina salva a centenares de almas,
formando bous pais do familias e out'o iovos
bons sacerdoles, quo .lambein salvara a militares
de outros. Ora eis aqui os fructos d'aquella nossa
oracao se estendendo e dilatando progressiva-
meute lalvez al o dia tremendo em que (oda a
Ierra prosliada apparecer diaule do Soberano
Juiz.
Nao nos inquietemos, pois.com resultados visi-
veis o pblicos. O que o mundo chama desgraca
muitas vezes o um bem para Jes<|C "' Um
homem por exemplo snfr'ro ui grande injuslica
por ser c->'!--.'-'-". "sta ierra: vos oris por esle
. ...ciil. a injustira contina, e os protcslnntes
inumpham e se encarnijam contra elle mais que
nunca. Have de estar julgando que nao foi ou-
vida vossa oracao e enganai vos redondamente
porque quanlo nao ganhou elle em ser clima"
d aquella injuslica ? Jess quiz fazer dcste Imem
um sanio, e por vossa oracao conccdeu-lhe urna
superabundancia de gracas, a que elle corres-
pondeu. De maneira que, gracas ao Padre Nosso
o Ave Mana, que por esle hornera fervorosamente
recitaslcs, ve-lo-heis eternamente no co.coroado
de gloria por fructo de vossa oracao. Os inicres-
ses de Jess nao seguem as leis do mundo, mas
sim as regras da graea, marcadas comocunhodo
sanlnano. Nunca o Salvador Divino Iriumphou
mais, do que quando se deixou pregar na ruz;
e comtudo o mundo ceg quao vcloioso sejul-
gava eolao Relucamos maduramente nisso.
de fque Deus ouve as oraces boas, e de urna
maneira que excede mais subida esperanca, mas
Deus nao dexa ver de presento o como elle as
ouve. Quanlo a nos basta-nos a f c estejamos
seguros que afinal nao seremos defraudados.
A Providencia Divina.
A Providencia o cuidado que Deus tem de
suas crealuras e sobreludo do hornera, sua crea-
tura inielligenle.
Os que dizem que Deii3 nao se oceupa de nos,
sao bem absurdos ; porque irapossivel cotice-
ber Deus sem Providencia.E' tm/>osice que
Deus omnipotente, sabio, c previdente, abdique
seu soberano imperio sobre suas crealuras, e
depois de as haver formado nao as governe ;
unpossivel que Deus saulo e justo, vendo ncres-
sariamcnle o bem, detestando necessariamenle o
mal, rooslre-se indifferenle s nossas aeces
boas ou ms
Eis, pois, toda a Providencia. Deus faz por
nos, o que o pai de familia faz por seus fllhos;
ello vela sobro nos. nos faz conhecer o que
bem ou mal : moslra-nos o bom caminho que
devenios seguir, o rao que devenios evitar :
castiga-nos quando lhe desobedecemos, c recom-
pensa-nos quando cumprimos sua vontade.
Pergunto eu, o que ha d mais simples e na-
tural ?
O que nos faz algumas vezes duvidar da Provi-
den:ia, a ignorancia ou anles o esquecimento
de duas ou tres grandes verdades, sera as quaes
o mundo era que vivemos um'enigma inexpli-
cavcl.
Aprimera destas verdades que, debaixo da
acr5o de Deus, nos permanecemos (eres para
favorecer o bem ou mal : Deus nao nos govetna
como geverna o mundo material, os astros, os
elementos, e os auiraaes. Elle nos trata como
crealuras racionaes, capa/es de acceitar livre-
menle, e de adquirir o thesouro da felicidade.
Elle nada despreza para nos fazer escolhcr o
bem ; inslruccoes, consclhos, temos convites,
terriveis ameacas, nada poupa. Enchc-nosde
suas gracas ; cerca-nos de soccorros; porm nao
FOjLHETIM
Constanca Verrier.
POR
GEORGE SAND.
XII
( Conliouacao. )
Quando mademoiselle Verrier Jevou duque-
za o convite da Mozzelli esta recusou, mas dizendo
que agradeca boa moga nao de terficado mal
-com ella.
V voc, minha querida, dsse para Constanca.
Fazer obra de caridade talvez a sua misso I
Voc gnstade consolar, e sabe faz-lo. Eu mes-
ma poderia dizer-lhe que tolTri a sua influencia,
depois de me ter defendido na sua presenca, e lhe
cedido alguma catastrophe no mar, alguma mo-
lestia grave, e mesmo, que livesse morrido, e pas-
sei das bem tristes. Mas emflra recebi noticias
encllenles. Passa bem, nao lhe succedeu des-
grana alguma, e est a chegar a qualquer dia. Es-
t era Pars, e daqui a qualro ou cinco das vira
ter aqui. Abrace-rae, sou muilo feliz ; agora fal-
le-me de si.
Eu tambem sou leliz-1 exclamou a Mozzeli
abracando-a. Nao tanto como voc, mas o que
lenho ainda muito para mim. Ja que a duque-
za nao vem, comecemos por jantar tranquilln-
menlo. Olhemos pela janella aberla para- esse
bello co azul, pelo qual lauto suspirci em Lon-
dres e Pars. Respiremos este paiz de flores, e
como ellas, nao nos importemos com o da de
amanha.
Constanza observou que a Mozzelli nao beba
mais vinhos fortes, que nao tomava mais caf, c
que por conseguinte nao procurara excitar os
ervos.
Oh 1 eslou muilo mudada 1 dsse a cantera:
a minha alma e o meu corpoesto de dieta. E
0 dia de domingo.
Quando contemplamos a importancia que se
dev.; ligar ao dia de domingo, antes aodia do Se-
nhore as profanaces, que do dia a da se vio
danlo em nosso seculo.nos contristamos e treme-
mos diante da Juslca Divina.
A proposito citaremos urna bella passagem cue
se li em um dos inleressantes escupios do sabio
e rcspeitavel Sr. conde de Santa Cruz.
S Exc. Rvm seado consultado pelo instillo
episcopal do Rio de Janeiro sobre a santifl-acao
do domingo, depois de mostrar a restict. oaci-
gagio quetemos de guarda-lo; depois de, iom o
saber e solicitude pastoral, lamentaras prna-
Qoe e busos, disse .-Todos os esforcos do
zelo pastoral tem sido at agora impotentes pa-
ra contei esta torrente favorecida pela ausencia
da educai;o religiosa, pelas dourrirvas materia-
lista* que invadiram eslas pacificas legOes, e pe-
los clculos da insactavel eobi^a A falta ere edu-
cago chrisla era minha opimao a principal
cau: a deste funesto abandono da santifieacjao do
domingo.
So os pais de familias e os instktttidttres da
mocidade tivessem o cuidado- de exp)kr a seus
Qlhcs ou alumncs tdda a importancia d tereciro
preceito do declogo, e a esta inslmeqao juntas-
som o CMiemplo, guardando e faiendo. guardar
pela stus familias o santo repouso. nesses das,
seguramente nao feriamos de genusobre esta
deplocaveA indifferenca ou especie de protesto
contra a economa e distribuir. dos dias da se-
mana, la 3 sabiamente establecida pelo mesmo
Creador na origem dos lempos, renovada pelo
Divino Legislador do Evange4ko, e que pode ser
considerada, para servir-n das palavras da um
distineto escriplar, como o signal augusto e so-
leen i do chrislianisnio, de tal sorte que por toda
a psrlo onde se vir o dia de Deus profanado,
ou lelos mo vilenlos da industria, ou pelas fadt-
gas ncesjantes dos trabalhos terrestres, ou pela
agacSo dos prazeres criminosos, bem so poder
dizerEu eslou om urna torra infiel... A reli-
gio esli toda inteira no domingo, como o raio
no ueufoco, como o fructo no seu germe, e por
conseguitite onde nao se observa o domingo, pe-
de-se di'<:er que nSo ha mais religio.
ira verdade os factosde todo o dia infelizmen-
Ento nao diga o nome. Uma mnlher s
deve dizer o nome do seu marido. Espera casar
con elle ?
Nao I Elle me parece um pouco inimigo
dos lacos obrigntorios. Diz que os mais dura-
do! ros sao os que a vontade prolonga da por
dia; mas creio que anda nao me eslima bastante
pata fazer projeclos. SofTro com isso, mas che-
guc i a vencer a minha imperiosa personalidade
te demonstrara que os chnslaoa ou nao compre-
hendem a importancia do terceiro preceito do de-
clogo, oo se eomprehendem, nao teraem a res-
ponsabilidade tremenda perante o Supremo Juiz
dos vivos e dos morios.
Sendo seis os dias da semana destinados para
os diversos aisteres da vida, o homem ingrato
ao preceito do sen Creador, como que protestan-
do contra a economa lo sabiamente eslabele-
cida na creago, com o maior escndalo, profana
0 da do Senhor entregando-so s obras servs, e
quiea s do demonio com manifest detrimento
de sua salvajo.
Quando os templos de Deus franqueara suas
vi"/ e0' ?'nS uh,amsm s chrislos para ou-
vnem o sanio sacrifico da missa, e orarem em
comraum, vemos que as casas de jogos se con-
servara aberlas.
Os theatros e os balcdea sao oceupados por
aquelles que, apreciando em nada os principios
da caridade evanglica, apunhalam a reputaco
dos seus irmaos.ao lempo em que se celebra a
mais augusta das ora5es do chrslianisrao.-O
Sacnucio da Paixo e morle dAquello, quo no
alto da Cruz orou por os que O matavam-/>a/er
demxtte xllis.
Era verdade a falta de educacao concorre gran-
demente para la reprovavel abuso, como sabia-
mente disse o Exm. e Revm. Sr. arcebspo conde
de Santa Cruz.
5e lancamos as vistas para a educado pater-
na, acharaos que. em geral, os pas de familia
bem longe de levar seus filhos para ouvirem a
santa missa, e em suas casas eulrete-Ios com al-
guma leilura religiosa, ou minislrar-lhe bons
conselhos, que lhes sirvara de bussola na difcil
peregrinado da vida, os enttetm com passa-
lempos perigosos, consentindo at que seus fllhos
se vao acapacitando de que o dia de domingo o
dia proprio para os divertimentos profanos, peri-
gosos, o que muitas vezes se convertera em com-
pleta orgia.
Muilos, verdade, levam seus filhos s egre-
jas nos dias de domingo ; mas o que fazem el-
les ? Tcro o cuidado de fazer que os filhos se
conservem dentro da casa de Deus cora o respei-
to devido ? Nao : lemos observado 6 contrario.
-Chegam os pais as egrejas, deisarn os filhos
entregues aos seus proprios cuidados, ei-s cor-
rendo pelos corredores, pelas oseadas, al cau-
sando pecturbaco aquelles que desciam efffcaz-
raenleouvirasanta missa. Se, porm, o pobre
pastor que mi lora duas lmas, uma para Deus
eoutrapara o mundo, aconselha e adverle ao
mesmo para que se cohiba de seraelhante proce-
dimento, ahi lemos o pai de familia oflendid em
sua susceptibilidad ; ahi leao-lo conjurando to-
dos os seus brazes contra o pastor que nao quiz
sanecionar a*desenvolturas d pobre crianca que
de futuro ter de qucixar-se contra a criminosa
condescendencia de seu ps.
Alm disto, nao devendo a educacao limitar-se
Un"brCUl0 d* censelhos e ** *>*"nas, seno
* H ao excmplo, o que que vemos praticar
"""OSP^ no da de domingo ?1,
Trabalhar^ obrigam 03 aihoa e fmulos ao
Irabalho servrf, ,escinaindo de. Mvr % SM,a
missa cuja assiste.^ muitos. desgracadaraente
quahcam de torvo ^s seua fina Tmmm
inleres.es temporarios I t. ftlho que v en
pai um tal procedimento. certaCnto vai desde
a infancia acostumando-se a consio,rar COmode
eenhum.momento a santificaco do diifjQ do-
mingo.
Se olhamoe para o modo por quo alguns pre-
ceptores da mocidade dirigen os seus alumnos
no que diz respelo educacao religiosa, acha-
raos infelizmente, que as escolas mui soperfl-
eialmenle.sanfto materialmente, se ensina a dou-
trina chrislla.
Queremos-fazer justiga s intcn^oes do gover-
no e dos legisladores ; mas tambera nao pode-
mos deixardeconfessar queem muitas aula* nao
apparece o-ensino docalhecismo recommeodado
pelo regulamcnlo da instrucQo publica.
Contentani-se os nossos raestres em fazer de-
corar algumas oraces e repeli-las do me-
moria ; mas nao lerao ellos o cuidado de ex-
plicar ao menino.que somonte se guarda o ter-
ceiro preceito do declogo ouvindo a raissa in-
teira, e empregando o resto do dia em leilura de
livros religiosos, ou ftwendo actos do religio.
de caaidade o de juslicar Tero o cuidado de
eosinae aos seus alumnos que a falta de obser-
vancia, do dia do dojviego importa ma peccado
gravo-M'
Infelizmente nao, e por isso eremos quo a
falla, da- educacao eligise um dos-principaes
motivos do apparecioiento de lantss- abusos ede
tantas profanaces.
Quera, com espirito calmo, lendoa historia de,
diferentes povos^ faz uma confw>atao do quo
se passa entre nos dos domingos, possue-so de
1 listeza.
Na Inglalwra ebservava-se too affincadamento
edi de domingo que um graode numero-, diz
Roller, nos reinados de Isabel,. Jayme I, Cculos-I
e Carlos U no maior uron- das. persegatces,
com manHesto perigo das proprias-vidas e fortu-
nas, faziam durante a nolte iagens longae. o pe-
rigosas somente porque queriam reunir-so antes
de amaahecer nos subterrneos maispsofundos,
ou ero outros lugares egualmente desconhecidos
para terem a consolacoo de assistirera no. domin-
go ao santo sacrificio da missa, e fazee em .com-
raum os oulros exercieios da. religio. calholica
Vemos que na Frangak no reinado de terror e do
alhesmo, era que foi sujjsliluido ao stimo dia o
famosoDecadeou dcimo d.ak muitos foram
sr^e^.^^
descoberios e condemnados cuutisjfyao
dos seus beos, prisio a i Borle.
Que ditTerenca I I Aquelles povos nao duv-
daram de soffrer os trabalhos, e as torturas so-
mente porque queriam, e deviara guardar o dia
de domingo, embora sobre suas cabecas riessem
as espadas, e o carro das perseguiees; era os
oos3os dias, porm, no seio da. paz, e no exer-
cicio publico da religio calholica apostlica ro-
mana, os fiis so mostrara tao.indiflerenles na
guarda do domingo, e dos dias santificados a
ponto de prelender-se que o dia do domingo
seja designado pelas municipalidades para as
oceupaces da feira, oceupaces, que perlurbam
* paz, e a calma indispensaveis ao espirito para
cheio de gratidao, recordar-se da Paixao, Morle,
c Ressurreijo do Filho de Deus por amor da
redempejio do homem I I
A proposito citaremos um dos cscriptores
da primeira edade S. Justino pirilosopho e
martyr. No domingo, disse elle, lodos, seja
nascidades, ou nos campos, se juntam era um
mesmo lugar: all se leem os livros dos Apos-
tlos, os livros dos prophetas. Quando o leilor
acaba, aquelle que preside a assembla, levanta
a voz, e faz uma exhortado para animar os as-
sistenles a praticar as doutrinas, que ouviram
ler : depois nos levantamos lodos para orar : e
acabada a oracao se oflerece o sacrificio, e se
deslribue a Eucharistia aos fiis, depois da con-
sagrago e aeco de gracas.. Temos escolhido
para esles actos o domingo, porque o primeiro
dia da creaejo do mundo, e da Ressurreicjo de
Jess Chrislo Nosso Senhor. celebrado c guarda-
do em lodo o imperio romano : ordenou mesmo
esla observarlo ao3 seus soldados despensando-
os nesto dia do servico militar.
Se os Gregos e os Romanos sentindo a uecessi-
dade do descanso para o homem cansado por
duros trabalhos da corpo. to somenle pela razu
humana, aquellos escolniara para repouso os das
festivos de seu culto, e esles o dia do domingo,
al dispensando os seus soldados do servico mi-
litar, ser curial, ser razoavcl, e orlhodOxo que
nos escullamos o da do domingo para as- nego-
ciaces comraerciaes, e os cuidados dierra,
como deseja a Ilustre radaeco do Correw Str-
gipense em seti n. 78? i 1
Temos a fortuna de conhecer o Ilustrado con-
temporneo, de quera somos amigo ; folgamos de
fazer juslica s suas crensas religiosas, lano
mais porque, mais de uma vez, ha erapunhado
sua hbil penna em stislentacao dos principios
religiosos, que, merco de Deus, professamos.
Acreditamos que S. S. quando invocou o patrio-
tismo da cmara municipal da capital, pedindo
a transferencia do mercado para odia de domin-
go, soraeuto altendeu quo as oceupaces da feira
nao sao d'aquellas que se qualicam de obras
servis ; mas hade ler a caridade de ouvr-no3,
e concordar coraoosco. O collcga sabe perfeita-
menlo que o 3. mandaraento om parle moral,
e era parte ceremonial ; moral envruanto csta-
belece ura lempo, que deve ser dedicado ao cul-
to, o honra de Deus, e nesle sentido o manda-
monto subsisto sempre, esera mudanca alguma :
ceremonial, etnqaanto- estabelece-,. cue esse lem-
po seja um determinado dia de cada semana,
Isto, o sabbadoy como era- no antiga le, e o
domingo na oova,. quando, era lugar d'aquellc
so mudou para este dia por ter sido o era quo
leve lugar a Ressurreiro do Salvador, e outras
raaravilhas do chrislianismo.
A egreja,. completamente sutocisada pelo Le-
gislador Supremo, defini e delorminouo pre-
ce;to moral acc.5o deouvir missa, e de praticar
oulros fllcios de religio e caridade,. e para que
isso podeste ter lugar, ordenou. a ccssac,o do
Irabalho.
Se, pois, o dia de- domingo -designado pela
egreja pira a aaaialcnoio o mulo oaciiCKiv du
missa, o oulros actos-de religio, o caridade ; se
davo ser guardado lodo inteiro,. lgico que
nesle dia sao prohibidas- as- feivas, ou negocia-
ces, porque irapedera a santificaco dos dias.
Prescindindo de olTerecer aos- nossos leitorcs-
muitas autoridades de idelogos notaveis, vamos-
transcrever o que se acha escwpto. pelo Exm. Sr.
conde de Iraj em sua interessanle obra do-1
Ihoologia. moral.
AsnegnciaQdes,.ocora espacialidado as feirae
sao prohibidas nos-domingos,, o dias santos. A.
negociacao.que seexercila principalmente pela
compra e venda deve cessar nos dias sanios par
que distrahe,. o- sobreraanoira impede a san-
tificaco de taes- das, ordenaudo por isso a cons-
tiiuio do arcebispado que as tojas e oflicinas.se
fochera nos domingos, dias. sanios, como-se-v
do livro 2 til. 13: n. 383.
Masdir-se-ha.quc, na oapital por excmplo,.
inconveniento a. feira om dia til visto, como,
d'ahi resultara, serios embaracos ao semeo pu-
blico, porque os empreados distraherarse das
oceupaces do seu embrego. Duvidamos. de
couceder este deservigo. publico ; porque nesla
cdade, que foi a capital da provincia, o.mercado
sempre levo lugar no. dia de sabbado, o nao
consta, que se dsseo os iuconvenientes, de
que falla a llustre redaego do Cerreio. Sergi-
pense ; porm, ainda que assim seja pegunta-
rnos, e seria catholico que se saccificasse a ob-
servansia'do. preceito divino, o ccclesiaslico
esses inconvenientes, quando a eiecuco do pre-
ceito divino se pode plenamente hacmonisar
cora as.conveniencias do servico. publico ? I
Ciemos que o Ilustre collega bem p-esando as
refmxoes, que vimos de offerecer sua intelli-
gencio. Ilustrada, ha de convio comoesco que as
feiras no.devem ter lugar no.dia do domingo,
que devoraos santificar n somenle ouvindo.
resto
quo contribaam
missa inteiro. seno tambera oceupando O
do dia com leitaras ooraes, e
para o culto e honra de tteus.
Eeperajnos que o collega roocorra com seus
urainosos artigos para conseguir das munlcipa-
'dades da provincia posturas, que prohibam as
negociares no dia do Senhor.
O SIGNAL DA CRUZ.
Todas as obras de Deus sao grandes e admi-
raveis. A menor flor, ojnenur grao de ara
examinados cuidadosamente em seus dctalM$
revciam. tanto quanlo o sol e os esplendores do
'rrm,aHm0"-',. ? omnipotencia, a sabedoria, e a
grandeza infinita de seu Creidor.
!. Vi- h? *mao* d-e,DeuB- como nalureza
... i t .? m"n'flCo. a revelacao que
Deus fez de si mesmo a seres ricionae que elle
se dignou crear. "
Da mesma sorte. quando examname cvm
altencao os menores delalhcs da religio, des-
cobrimos bellezas, prorundezas nfto mcn'od-
miraveu que as bellezas da nalureza, o exclama-
mos dianle de urnas como dianle de outras DeUs>
s poderfa fazer laes maravilhns. O dedo dt
Deus est aqui > Em prova disto vejamos o
que-o signitl da cruz, esla pequea praticr
de religial lao universal, to frequente no de-
curso do dia.
Nos todos fazemos o signal da cruz, porm
quanlos eonhecerao ns mystertos quo elle en-
ccrral assim quo o boi, o cavallopizam as mi-
mosas flores escondidas debaixo da herva dos
prados sera conhecererrr o scu encanto.
E' por falla de roflexo que nos nao damos
aquella importancia que merece o signal da
cruz.
O signal da cruz um signal exterior, om
moyimenlo que 03 chrislos formsm sobro s,
ordinariamente com a mao- direita, formando a
figura de urna cruz, sobre a fronte, sobre o-co-
racao, ou sobre qualquer objec to ^exlerer.
O sipnal da cruz o signar do christao, isto
e. o srgnal exterior que dislingue o christao'dos
oulros nomens.
Os seas i-nstituidores foram os apostlos : fb-
ram elles que revestido- da autoridad* da Jess
Chrislo, eusinaram aos discpulo do Evangelho
esla pratrea religiosa.
Porque escDlh>ram este signal db preferencia
a qualquer outro? Porque e como*este signal v
o signal do christao ?
Porque elle lembra aquelles qne o fazem e
aos que o veera fazer, que Jess Christo o
Deus dos chrislos e o Seuhor anito-de su*
alma :
Porque ella- lembra quo esle grande e bom
Deus nos amou* tanto, quo se entregouao sup-
pticio da cruz, e que nos devemos amsr de todo
nosso corago. O signal da cruz nos- colloca
sem cessar dlante dos olhos de Jesus^Chrislo
crucificado, nosso modelo cujas virtudes'deve-
mos imitar so nos quizermos salvan por elle
e nelle. Jess Christo 6 a regra viva de todos
seus discpulos- e a sua crift o cdigo de
sua moral: o signal da cruz da Jesos Chrislo
resume pois toda moral cnrisli, e lembra a quem
o faz com altencao e relegio. a obrrgac d
seguir na sua conducta quotidiana a peniten-
cia, a raortifica?ao, a humildade. a dcura, a
pacien-ia, o desenleresse, a caslidade. 'obedi-
encia- de seu mestre,.sei amor para coneu Pe
Celeste, para com sua Mae Santissiraa, wra om
todos- os homerrs-, sua- misericordia para cora
seus nimigos, e sen amor pelo sofTriment.
gava assaz curada. Se me tivessem dito pela
manha : c Amarte esta tarde eu nao quize-
ra cr-lo, e lalvez me tivesse defendido. Mas eis.
que, nao pensando, emanada, sent a perturbaco
inconcebiyel e a chamraa ardente de um primei-
ro amor. A tarde, qoaodnprecurei conhecer bem
esse prodigio, disse comigo mesmo; Ora I ataaro.
por que o amas l E isso ora muilo profundo,, co-
mo v, Amo-o ja pelo reconheciraento, poc cau-
e nao fazer mais cora que soffra aquelle a quera sa do beneficio do amor que me fizera.
lilha anda por aqui ; mas com ella nao me lem-
bra de que sou mulher, lembro-me s*que sou
mi. V pois a casa de Sophia. Encarrego-me
de fazer companhia mademoiselle Cecilia, que
nao deve ouvr as confidencias que reservara pa-
ra voc, e quo alera disso pouco se lhe da de ir
janlarfora. Emquanlo lhe esperamos, jogarc-
mos. Voce tem guardado lanas vezes minh afi-
lha que eu posso bem guardar um da sua lia.
O jantar era para esse mesmo dia. Quando
Sophia e Constanca se reuniram diste aquella :
A primeira cousa que eu devia pergunlar-
lhe, so espera aqui o regrosso do seu noivo,
mas nao me atrevo. Nao me diga, pois, seno
que quizer. Crea que me interesso por voc mais
do que por mim.
-Pode interrogar-me, respondeu Constanca, eu
so tenho cousas boas que annunciar-lhe. Estve
muilo inquieta por causa de Abel. Passei dous
rnezessem ler noticias delle. Da Russia elle de-
via vir pela Suecia, onde se devia arraigar o ul-
timo negocio. Parece que as cartas que mo es-
crevou, extraviaram-se. Pensei que lnha suc-
{"J-Vide o Dianv n. 74.
e quando me ataca o spleen conheco que posso
reagir. Voc me abencoou e salvou, Constanza I
Sim, airo, eslou ero termos do renascer dss mi-
nhas cinzas como a phenix I Voc ver I Tal-
vez ainda nao me amera tanto quanlo eu quera;
mas araar-me-ho por que chegarei a mere-
c-lol
Tendo terminado o jantar, as duas amigas sen-
tadas sob um carramanchao de rosas Irepadeiras,
a margem de um tanque mudo em que se mira-
vara as nuvens rosadas do poente, comecaram a
conversar sem teslemunbas. O lugar nada lnha
de vasto, mas confinava com o campo, e linha
atravez das folhas, vista para o mar. A tarde es-
lava magnifica, e o ar suave e a harmona da on-
da tranquilla, dispunham s voluptuosidades da
alma.
Emfim, minha querida Constanca, meu ao-
jo bom, disse a Mozzelli com uma voz suave co-
mo a brisa, posso resumir tres mezes da minha
vida, como voc resume toda a sua. Amo! amo
um ente puro, grande, sensivel, apaixenado I
Quer que Iho diga como se chama t-
Conhejo-o ? disse Constanca.
Pens que nlo.
amo.
Encontrei-o na Inglaterra. Ello devia pas-
sar all pouco tempo, por que sua encadeada
por obrigacoes que nao quer o que ainda nao po-
de deixar ; mas o amor faz milagrea, e nos deu,
apnzar de todos os obstculos, oilo das de deli-
cias. Oh 1 minha amiga I eu tinha-o amado
primeira vista I ser porque tinha a alma bem dis-
poita I creio que sim. Voc linha parte naquil-
lo ; eu linha sabido do Pars toda perturbada
cora a nossa conversaco. Voc eslava diante
don mcus olhos com o seu bello olbar enterneci-
do sua palavra generosa, sua confianza em Deus
e tambem em mira, pobre espirito desvairado !
A luqueza, a quem eu via de lempos em lempos
en Londres, esfriara-me com o seu riso zombe-
leiro e leus ares de cruel bonhoraia ; mas en pen-
saba logo em voc e dizia comigo : Quo impor-
ta se Constanza ora per mim, e espera om meu
la jar 1
1 Emfim, ti esso mancebo e sent derreterem,
se em um instante lodos os gelqs do meu cora-
Ci. I.so foi lo singular, lo repentino. E olhe-
no dia em que elle me oppareceu, eu tinha jus-
tamente fallado de voc com a desgraca. Ella
mo fazia pergunlas, juro-lhe qne em pura perda;
mas depois das duas palavras que voc lhe lenha
dio, ella procura va fazer uma idea do feliz mor-
tal que ira sou noivo. Gracejava como sempre,
er nao a esculava. meu espirito eslava com vo-
c. Foi isso que roe deu felicidade:
c Mas nao crea que esse amor sbito e irre-
siilivel, quo parece uma fascnaco, se tinha
apreseniaclo como um capricho. N5o 1 cu nio
ni) enfisliava, trabalhava muilo; linha xito.
Eilava oceupada com a minha arle, e mesmo 11-
nl a resolvido nao.pensar muilo tempo em amor.
Quera lazer como voc me tinha dito, curar-me
at tes de ledo do meu sceptirismo e nao me jul-
Cumpre dizer-lhe que a sua physioneroia-
muito interessanle. A duqueza bem o per cebera,
porque fe-lhe avancos, e comquanto > esse res-
pelo elle (osse de uma discrico iropenetra,vel,
elle lem tanta delicadeza para com es mu.lheres!
bem que ella lenha affectado nao se terebrar
delle quando aqui a interroguei, estoa quasi cer-
ta de que fez quanto pode para ra'e coubar.
Uma grande gargalhada interrompeu, a Mozzel-
li, que, voltando-sc vio com pasjn.ov atravez das
sombras da noite, a duqueza tran^eillamente sen-
tada alraz do carramanchao, na altitud de urna
pessoa que se pz vontade para escular.
X11I
A Mozzelli Dcou interdicta; depois tomou o par-
tido de zangar-se.
Isso uma (raiceo, minha senhora, disse
ella; desdenha jantar em minha casa, e nao des-
denha vir escular s portas.
Tinha sido convidada, respondeu madama
de Evereux a vir, o eiu Pars tinham-nos dito
bastantes segredos para que eu nao me julgasse
de mais aqu. __ E depois senta c quasi quo linha
remorsos de nao Iho dar um abraco anles de par-
tir- Mademoiselle Cecilia Verrier deu por isso 1
encarregou-se de fazer :oraprehendcr minha
filha que, tambera roe jurou ter muilo cuidado
dclla. Eu vinba pois, com o coracao leve, dizer-
lhe que cVm "ou sem minha Dlha, lhe quera sem-
pre bem. Mas eis anda uma vez a sorte dos ira-
pulsos romanescos 1 Chego para ouvir me ca-
lumniaren) 1...
Sophia, disse Constanca, faga como a du-
queza, ciado caso I Dem v cjue ella lhe perdoa
e tem bstanle espirito para ignorar que quem
lem ciumes nao sabe o que diz e sacrifica as me-
lliores amigas neeessdade de se queixar I
Perdo de todo o meu coracao, replicou a
duquana estendendo as maos para Sophia, tanto
0-K*ticiador Catholico
Variedades.
EflTIKROS; DOS JDEUS.
Osenterro3 dos Judeus sao bastante cariosos
eeis-como os dssereve- em correspondente de
l.etuao :
Os enterras fazera-se com aasistencia.de lodos-
os amigos o farorlra do finado, que vo ropelindo
ii>o n>oa Posa, O cadver conduzide era ura caxode ma-
aeira. onvollo oroum.panno branco, qu* cobra
lodo o corpo, e com ura- eapuz que lapa-tenia-a.
eabeca, e segundo o scu eslado, branooou
Os pobres mendigara a roupa ou panno, para.o.
enterro dos seus-prenles defuntos. Este sufr-
fragios o unieo quo recebem dos seueaeiigoa-
Os ricos lc-v-anlaro. moiisolus, un de- forma
egypcia oulro golhicoe. e muitos sem.genero de
onde se depositat os cadn-
scultura conkeeida,
veres.
Nao guardem. sycnelria
trueco.
algvma na sua, coas-
HONRA, E PROVEITO.
Segundo- dizom.as noticias de aples, ge-
neral Filangier conservar, duranto-a. sua> vida
as honras evoiicimeatos do presidente de con-
selho de ministros^de conselheire. de estado, de
ministro do. guerra* do ajudanle do reL elevan-
do-se a soo.pensSo. nove rail ducados- per anno
A vista disto, digam lque honra, e proveilo
nao cabeo n um sacco !...
A PRESTEZA DA TfcLESRMdWUA.
A 27" de dezembro, a linba, teregraphica do
Allanhco. e Ohio. entre PKiladBlpaiia e PJts-
bourg. Iransnllio 578 despaohos parliculwes,
mais do 5:000 palavras sobra noticias impransa'
associada, e uma copia inteiu da mensagem do
presidente, communicando ao. jornal Ptt diflit.
tsbourg;. esla mensagem cenlinha mais dequin-
ze mil palavras. Esle lUmo documento foi
transmUlulo em 15 horas e 16 minutos. Um uni^
cooperario, M. Zeiglcr, traasmiuio 8:038-pala~.
ras n'uma hora; cumpas porm dizer em apoio
do. faci, que M. Flening, empregtdo cerrespon-
donte em Pittsbourg, traascrevia as palavras.oia
a, mesma rapidez como, eram annunciadas. naU
apparelho Morso. "
mais quajito nao sou culpada da horrivel cousa
de que rae aecusa. Nao conheco o seu phenix;
vio urna, ou duas vezes fazendo-lbe a corle ; mas
se me disseram o seu nome, csciueci-o. Somenle
observei que era encantador.
E disse-o de maneira que elle ouvsse !. ex-
clamou a Mozzelli irritada
De veras l elle ouvia? replicou a duqueza
tornando a rir; ora essa I Digne-se perdoar-mo
minha querida amiga, Palavra que na* o fia d
proposito I Foi elle quem Iho disse cauo eu o
acha va bonito? que ialeo I
Nao, nao foi elle, replicou a Heraelli, tran-
quillisada pela alegra da duqueza, e desarmada
pela sua dogura. Ello nao fatuo, porque eu pu-
de araa-lo, e abomino os faluos. Vui eu, bella
duqueza, quero a ouvfo, e de certa a senhora fa-
zia-o de proposito para me atoraaenlar I
Nao, erra em cr-lo ; quando me vio m ?
Eu nao quera seno experimenta-la e a culpa
sua. Por que razao quando lhe allci era Lon-
dres nesso mancebo, mo negou que eslava louea
por elle 1 Se como amigamente me tivesse cor-
ccdida a sua confianza, Ulvcz eu nao tivesse pro-
curado sorprende-la. Mas ludo isso, de ambas
os lados, muilo innocente. Ora vejamos I est
fela ou nao a paz est ? nesse caso continu- a
sua historia, mas advirlo-lhe quo nio creio uma
so palavra, por que ouvi e principio, Voc diz
que est regenerada por uma grande paixo c
na "a da sua parte sono mais uma vel-
leidade, por que, gabando-se de ter combatido e
vencido a desconfiansa. voc me aecusa de trai-
cao e me faz urna scena de ciumes I
E uma pequea reoahida do scu amigo nial
disse Constanca cora docuia, ella vai combalo-lo
anda uraa vez ; e como quer, saber Iriumphar
delle nleiramente.
Deus a ouca 1 roplicou Sophia ; faco o aue
posso. H
Enlap falle-nos d//e francamente, disse ma-
dama de Evereux, isso hade consola-la Diaa-
nos que adora-o; que tal vez o convenga causan-
do-nos piazer 1 Y
A Mozzelli julgou ver uma irona impercenli-
velno lom affectuoso da duqueza e Vomqun, to
nao se Mn usa mais dUposla expanso em ana
presenca, f-lo por orgulho. .
Ella linha, como diz Ruzzaote, um corr;ao
q/ie diziafaze-oe- eulro corar.ao.que lhe di-
zia nao o facas. Mas cedeu ao. coracao. quo
aconselhava mal. ista a um pouco. asis de
vaidade e de despoUo do que do v.erdadwa ex-
panso.
Lm?" lh- idbia ^f* Consiana. enlinuou
Sophia, c tambesenhora diMueza, jaque est
h2!V rV0t*l\ ,Pfilne ^Uta. Tinha aca-
bado do cantar Adalgisa na fiorm, quando um
dos raeiis amifas opresenloit-o, na nlu cmaro^
e. Devo dizer que eu linha cantado e represen
lado bem ; eslava contente comigo, c quando las
me acontece rara que nao i^ue comente eexeo
os oulros- Os cumprimentos de amadores a um
artista que acaba de ter verdadeira inspiraco.
razem-lUc o cfTeito dagelo alirado ao fogo. Vou-
varo-sos pelo que meaos apreciamos, e nao, sen-
tirara o que nos transportou. Pois bem \
raaocebo... demos-lhe um nome, porque
tico, vezada para eeatar.
esse
assim
du~uc5zUaPPOnhamOS',Ue ** Chan>* Meln tes* a
3 liMfeSto D,,ai' Wou SPhia-
leTentr.radunqr,ezalSab8 veradeiro nome de!.
hTp* ;; N n5 me reCOrdo Enlre n4s.
nao era um nome.
Na sua opiniao !
~" r "S sua,.tambcm ; nao artista I
..r m5.m,*(Lsse Constanca sorrindo, era algura
principe disfamado em simples particular I
fcnlao T quem saber o quo importa r repli-
cou Sophia. seja Melvil | Melvil poi agradeceu-
me pelo prazere pelo bem que eu lhe tinha feito
cantando, e exprimio-se de uma maneira delica-
da e verdadeira, em termos qne nao posso repe-
tir' mas que mo tocaram o coracao. Era a pri-
raeira vez que mo ouvia e eslava encantado. Eu
linha recebido ramalhetes, dei-lha um. A ma-
neira. com que aeccilou... isto qaoike cont sao
nadas, Constanga, mas voc besHB que esses
nadas sao odyssas I
Faga de conla que eu nio sei Conle lu-
do, disse malignamente a duqueza.
(Concinuar-fe-na.J
PBHN. -TYP. D p, DEFAMA. lSfllP
**

(LADO


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