Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09028


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Full Text
>
*-
i
AIIO XXX7I. NUMERO 7!
Por tres mezes adiailaios 5SQ00.
Ptr tres mezes vencits 6$000.
7

SEGWfi FEIEi 2 SE ABfiH, DE ISfl.
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPTO" DO NO
Parahiba, o Sr. Antonio Alexondrino d
Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva; Ara
Sr. A. de. Lemos Braga; Cer$ o Sr. J.-Jos'
veira; Maranho, o Sr. Maecel Jos Ma
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Juo F
Moraes Jnior ; Para, o 8r. Justino
AmaznnDs. n Sr. Jeronymn lia Cosa
--------------------------rr-----'
&S^BtfS
segunda*
PARTIDA DOS CUliIttIOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarjss, Goianna e Parahiba as
sextas feiras.
S.Antan, Bezcrros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns uas Ierras feiras.
\ l'o d'Allio, Nazarclh, I.imoeiro. Brejo, Pe-
queira, lng-izeira. Flore3. Villa Bcfla, Boa-Vista,
Orcury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaom, Rio Formoso.Una. Barrciros.
Agua Preta, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Todos os corroios partem as 10 horas da manha
l
PARTE OFflCIAL
COMBANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eoinnianto das
raas de Pernambuco, na ei-
lade do Heeife, :t I de marco de
ORDEM DO DIA N.-374.
Otcnente general baro da Victoria c com-
Tnamrairte da.armas determina, que no dia 1.
de abril vindouro se observe o seguinle :
1. Que cm ronformidade a ordem do dia do
quartel general do exerrlo sob o n, 184, sejnm
desligados do \ > balalho de arlilheria a p, c
das compannias fixa de cavallaria. e de artfices
desta guarnic&o os Srs. offioiaes reformados que se
achara addidos, com exepcao doSr. alteres Qun-
tiliano Ileuriques da Silva" Primavera.
2." Que seja incluido como piTeclivo na viga
que ora cxisio no 9." batalhao de infautaria,
!^JiX*A'i emC.0 '' q,,af}el s8,,"J"', ",,um ncmrda lamilla Bonapar.e. nem o prin-
SffideiUdo corrr-nle o Sr alfares ada- cipe NnpoleaoJerony.no, genro do rei da Sarde-
?h. i '1""n le IWrros. que se ,, nera 0 pneipe N.pele, Qlho do rei Jos
ocha respondendo em consclho de guerra J e a quem o imperador conferio o titulo de a-
. Delmina_o.ilro sim que na manhaa do dio 2 ,CM'imperial. Segundo a mesma versao. a so-
se passe revls.a de moslra aos corpos .noves do ber,lriiaKdo rci do amonte na Romana seria cu-
- ,fr.t COm',a"hlas ,solauos Pela ordem se" o suzcn.no.do Papa, a que... devena pagar urna
tc".___ ... ... contrbuicao annual.
As t> horas a corapanh.nha de artfices; ao 6 w,fti,,in,lmi nnn,: ,.. i j
lfc\Ei*lVm *\."yfr>,-"!^fiJWJ5Sl cohec,do
todos deinfalana ; as 8 a con.panhia fixa de ca-
vallaria, e as 8 3|i ao 4. batalhao de arlilheria
a p da cidade de Olinda.
Assignado. Uarota' Victoria.
Conforme. Uerardo Joaquim Correa, l-
ente ajudante de ordens do conimando.
fc.ntfc.iUKR I DES no afEZ DE" ABRIL.
5 Loa i heia as 5 horas e 40 minutos da tarde.
12 Quarlo minguante as 11 horas e 13 minutos
da Urde.
1 La iov.i as 3 horas e 26 minutos da ma-
nha.
28 Quarlo cresecnte as 3 horas e 16 minutos da
tarde. ..i
PREH^R DEHOJE. .
Primenas 2 horas e 30 minutos da manha. '
Segundo as 2 horas e 6 minutos da tarde
Ao pauso que o* plano imperial uue de parle a
I annexacao da Toscana ao Piemonle, parecendo
que os comicios populares s devem ser chama -
I dos esculla do rei ; volam os Debates de 3 que
| o decreto publicado em Florenca, o do que j
fallamos cm um dos nossos extractos, convoca 0
; povo loscano para volar nos das 11 e 12, nao
smenle na formacao do novo reino, mas latn-
j bem na annexacao Sardenha.
Urna S,<3 hypoihose concilia o decreto com o
i disonjajyiu- NapolfcaflejgjT^rt^M^HtT. ron-
: sisttr-ellV.s^W9llfcjWVta7vfRio da Tosra-
I na decreto com independencia do governo sardo.
Brevemente o correio nostrara dous despachos
iinporiai.ios do ministro dos negocios estrangei-
, ros da Franca, em que as bases das novas pro-
postas sao explicadas. Unalos despachos di-
rigido ao represntame do imperador cm Turin,
; e o outro embaixada franceza em Londres.
Parece que, segundo a indicacao da Franca, e
pira darseguranca das suas inlefes, a propos-
tada organisaeio da Toscana em reino, lera co-
mo clausula, rio recahir a escolha para rei ne-
i.lium membrorda familia Bonaparle, nem o prin-
EXTERIOR.
0 despacho dirigido por Thouvcnelao gabinete
A Inglaterra nao cessn de se preoecupar, nao
son.enle com a annexacao da Saboya, mas com
as apprehences que esto desejo da Franca le-
vanta no espirito desconfiado dos subditos da
rainha britnica em ludo que diz respeilo ao scu
mais fiel alijado da era presente, aquella a quera
o pavilho. britnico se abalen no Tejo, so abate
vista das victorias hcspanholas, e soia teme-
roso ao discutir na cmara alta um tratado para
que a Franca v buscar India na escravalura
da eratgraco, os bracos com que possa tornar
ardo, expe claramente as condicoes com que a productivo o solo das suas colonias
*/Tan5,a. mantera oseuappoio ao Piemonle, as __As palavras de lord Wodehouse, na sessao de
-------i .-.. vw<,u "I'!""" MV I IIIOIIH lili)
complicares da siiuacao presente : ellas sao as-
=im resumidas.
1.a Annexacao completados Ducados deParma
c de Uodena Sardenha.
2." AdministraQao temporal das Legacoes, da
Romana, Ferrara'e Bolonha, por meio de um vi-
cariato, exercido peb rei da Sardenha em nome
da Sania S. '
3." Restabclecmenlo do gra-ducado da Tosca-
no, tanto na sua autonoma poltica, crJmo terri-
torial.
Se a Sardenha acceita estas indicaces, d mi-
nistro do imperador, assegura ao gabinete de Vc-
tor Emmanuel, que pode contar com aFranca para
quesejam postas em execucao.
No caso contrario, a hypothese em que o go-
verno sardo livesse nicamente recorrer s suas
unic3 torgas, desenvol-e-se a si mesmo, sem
carencia de observacoes, que sariam ale dolo-
rosas de apresentar da parle do ministro do im-
perador.
Mr. Thouvenel termina com algumas palavras
ac.ercada,Sjboia, mas referndoas razes que ler Jrntadp com o imp"\if'|f|ajf"ri pr ier um*
.nca"rfeclamar esse a'ugnfnto territo- que reolisa osysfemOanlajo'so
28. levantara indirectamente cima de taes tac-
tos a honra poilugucza, quando disse : o tra-
tado anda nao est assignado; mas a queslio
foi submellida, nao somenle ao exime do minis-
tro das colonias, mas do governo da India.
0 objeclo da conveneo projectada por termo
a cssesystema de exporlar.ao dos nagros do fri-
ca, que 6 bem conheciJa "pela cmara, e acerca
do qual nao ha duns opinies differentes, pois
que elTectvamenle, apesar de todos os regula-
mentos que possa fazer o governo francez, e se-
jam quaes foiem as vantagens ofierecidas aos
negros exportados inevitavel que aquelle syste-
ma eHabelece eperpetua o hurrivel trafico de car-
ne humana.
Nao ser este ainda o ultimo comracnlare
historia do Carlos Jorge.
A essa desconfianza ingleza acerca da Franca
se deve attribuir o addiamenlo de urna proposa
de urna inensagem i rainha, apresentada ni c-
mara dos COmmnoa aflm da mnnifi-.slar a S. M. o
reconhecimento dos represenlaiiles da nacio,
vam a Fra..,
rinl, como necessidad geographita para a segu-
ranza, das fronleiras, declarando que scrao toma-
dos em consideraeo o| interesses da Snissa, que
nao serao contrariados bsdesejos das povoacoos,
e finalmente que serao ouvidts as grandes poten-
cias da Europa.
O segundo despacho considerado, tendo pre-
sentes os actos dedesconfianc* do governo e do
povo inglez acerca da Franca, prova que o trata-
do de coniinercio nao um laco poltico toaper-
lado que ligue os dous collossos na impassibili-
dade que mullos jubjam.
Mr. Thouvene'. no despacho de mr. de Persi-
gny para ser jmmunicado ao gabinete inglez,
distingue l><-m o direito differenie que assisle a
urna o jutra naco para inlervir no ajuste das
queques da Italia, e diz :
Que Franca cabe mais do quo Inglaterra,
dirigir propostas dfinitivas Sardenha e Euro-
pa, para soluco das questes pendentes, e islo
por duas rzes : a priroeira e qu foi a Franca
_., i
-# para a industria
e para o commercio. oque estreita mais as re-
lages entre os dous poros.
Essa proposta foi apresentada a 5 e a 6, nos
annuncia um despacho tolegraphico, dirigido a
Madrid, que tinha havido urna calorosa discus-
sao acerca da annexacao da Saboya : sendo o pon-
to principal que uo de-via iuver discusso do
tratado com a Franqa emquanlo solemnemente
nao fosse discutida a queslo da Saboya. a
A parle mais importante do discurso, alguma
cousa impaciente, de lord Russcll, foi :
Que o imperador dos francezes linha declarado
que antes de operar na queslo da Saboya con-
sultara as potencias ;
Que nao saba que potencias seram consulta-
das ; mas que a excepcao da Inglaterra, nenhnm
oulio governo linha ainda fallado contra a anne-
xago, mas nao duvidava que se a opinio do
Vienna, Berln e S. Petersburgo fosse contraria o
imperador desistira.
O proprio governo queassim lenta desvanecer
~.m ir.. '...... 1 i.' -.....^o v piupr.u guverno queassim tenia desvanecer
quera soffreu os encargos da ultima guerra, era- as desconfiuncas danagao. figura possuido do seu
Gra-Brelanha se conservara na expec- fundamento quando vera apresentaPr ao parlamcn-
tativa : a segunda, porque se a experiencia do lo os ornamentos de marinas c guerra mais ele-
'i r -aiiviiviiiiu wv
systema poltico que esl progredindo na Italia,
nao podesse ir avante, ou provocasse una cris
vados, que nunca se propuzerara em lempo de
paz, sommando ambos rime setc milhes scs-
r ----- -----, ,-----^^.. ,,, uuu u. auujiii.iiiu amos vlirio sele mllhp* eos-
Europea a Inglaterra permanecera as circums- cenias e quarenta e quatro milTuze" tas c selen-
tancias de desviar de si a responsablidade, fican- la o cinco libras uuzeuias e seten-
, posicao observadora. A siluacao 6 ab- Para o atino prximo o secretario do almiran
solutamente diversa para a Franca, e. causando-
----------------.------r._ ,vf tl,,j,,nuu- tauu propoe a cuiisiruccuo de navios nui
ihe preocupacoes mais senas e poc-lhe deveres Ca a vapor representara 18,8t)0 cavallos
mais extensos. //.i j n.______._ j. '
mais extensos.
Sao portanto distioclas, segundo a Iinguagcm
oCficial de Mr. Thouvenel. as vistas da Inglaterra
e da Franca acerca da Italia,
A mais notavel das apreciarles que lemos no
discurso imperial, a de Saint More Girandin no
ortigoidos Debates de 4. patenteia bem era relevo
aquella differenca do vistas polticas.
O distincto jornalsla deseurolve as ideas con-
tulas no discurso da abertura do corpo legislativo,
com referencia Italia, e a poltica franceza e a
ingleza sao ah bem separadas, pelo que diz res-
pello aos meios de obter garantas para a paz do
mundo.
O ministro dos nogocios estrangeiros da Prus-
sia sustentou a conveniencia do congresso euro-
peu em urna das recentes sessoes da cmara.
Corran) boatos em Vienna a 3. de que o im-
perador linha sanecionado o augmento de nume-
ro dos conselheiros de Estado, designando para
membros os principes e altos dignatarios do Es-
tado. Segundo os meamos boatos, as assem-
blas representativas das 18 provincias seriara
encarregada de eleger quarenta membros que
peridicamente, deviam ser convocados com o
rnissao de fixarem o orcamento do Estado.de dis-
cutir projectos de Ici, e de recebereraascoramu-
nicacoes das assemblas representativas das pro-
vincias.
Realsado o boalo, o futuro mostrar se estes
passos dados pela Austria, no carninho da nova
poltica das sociedades, derivara ou n5o do cove-
mo de Villa-Franca.
Os ponlos capilaej da"q^slao da Italia, ao ao
prcsctiiB .
^Limites Cxados, pelas novas propostas france-
zas ao cngrandec.raenlo da Sardenha. devendo
nesle proposito Viclor Manoel. desviar as suas
vlas do Veneza. desistir da Toscana. e ficar em
duvida quanto as legacoes ;
Formacao de um reino na Toscana, e desiena-
Qao do principe quo seja o novo rei ;
Conressdes da Curia s reformas' polticas e
administrativas, que os romanos dnsejam ;
Addiamento da annexacaa da Saboya a Franca.
As noticias de hoje projcclam sobro nenhuni
do taes pontos luz bastante para se ver a possi-
blidade da sua solucao, mais n menos remota.
Era Paria, a 5, corra a noticia do que o con-
de de Cavbur responder ao gorerno francez, di-
zendo:
Que os conselhos do imperador seram se-
gamos na porie que se referem ao rei, sera
que se comprometa a que sejam impostas ao
iigressao a Milo, .,
^; proposlss da Franca sao lo
poaitlias, comose tem dito, Victnr Ma'nnpl n\
ti^at PdeseiaCdm ""'!' ?" taeto a
tala, que deseja nnir-se envolta do throno
sardo porque o co.undera como symbolo d,
berdade, perdida as ruinas das nacionalidades
disuadas poderoeas. que ou.r'ora a formavarn'
r------------- ww*www %* i'iiiuiiiii-
lado propoe a consiruccao de navios que em for-
[Jornal do Commereio de Lisboa).
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
13 de marco.
Teye lugar honlem, conforme havamos an-
nunciado, a execucao das duas praras da armada
sentenciadas.
Sobre este triste facto communicaram-nos as
seguintcs circumstancias :
Pelas 4 1/2 horas da tarde, na explanada da
0 a ,L w,,1<,8aignon, e em presenca de per-
lo de 400 pracas do corpo de impera'cs mari-
nheiros, 150 do batalhao naval e 101) da mari-
nhagem, depois de prcenchidas todas as forma-
lidades da le e prestados todos os soccorros da
religiao, forora passadns pelas armas os reos de
morte Honorato Tmotheo da Silva, soldado
balalho naval, e Pedro Jos dos Santos, impe
nal niannheiro; aquello caboclo, natural
Parahiba, com 25 annos de idade, e este pai
do. natural de Pernambuco, cora 22 annos
idade. >
Honorato era infelizmente avesado ao crme, a
diz-se que havia j praticado uraa oulra morte
em sua trra natal. Pedro era um bello moco
trabalhador o intelligente, era quem nunca's
havia descoberto tendencias para o mal.
Ambos se apresentaram corajosos ; o soldado
cora o riso do sarcasmo nos labios e o mari-
nheiro com resignado do chrislao conlricto.
Pedro declarara antes, nao ter ldo cmplices
no seu crme. Nao quizeram ser vendados. A
primeira descarga nscou o soldado da lista dos
vivos; mas o marioheiro suecumbio ao tiro de
gracas.
O Rvd. capellao dos corpos. o Sr. padre-mes-
tro Campello, recitou um elaborado discurso
apropnado s circumslancias. Suas palavras
cheias de uncao evanglica commoveram o nu-
meroso auditorio, que lhe prestova raaior at-
lencao.
Findo este acto, marcharara os corpos pelo la-
do dos cadveres e formaram em seguida na pa-
rada commum.
O Sr. chefe de esquadra. encarregado do quar-
tel general da marinha. Joaquim Jos Ignacio,
que eslava na fortaleza com os Srs. commandan-
tcs da estacao naval e dos diversos navios surtos
no porto bem como grande numero de officiacs
na armada, dirigi torca reunida a seguinle
allocucSo :
Mrinheros e soldados 1 *
Cahiram ftidos pelo ferro aquelles que com
-----------..., ----o Ierro COrtaram O fio da vida a v>n ramaradaa
connnuam M preparativos As.leis divinas e humanas foram" xccudM 2 i
propostas da Franca o In jjocudad mni. h___" ioram execuiauas, e a
^ociedade cotila de menos dous reprobos.
Esso sangue, porra. derramado em desa-
fronta da le. yai todo nodoar os briosos corpos
a que perlencets, cuja disciplina aquelles aua
como eu, rosso. chefe gjnpM amigo corafsnhei-
ro de Irabalhos, nao cflihecem, supporao poster-
K inecisii,- poi% redutjM aesfo.ros para
que nac fique duvidoso qat?f5nens lao" prest-
rnosos, quo nos dias mai^flliceia porque lem
passado o paz, souberam sacrificar sua existen-
cia era prol delle, s.io os mesmos que palsaram
o Tonelero e na velh.i Europa ie%m deixado as
melhorus j-ecordacoes da nossa disciplina, sao
fiis ao moi.archa e s lesfNj| obdienies a seus
superiores, e sabera como bTavos encarar e ven-
cer iodos es perigos.
Ganara Jas; fugio d\)$-#iti8,' toervnl-os
preceitcs da nossa santa refigiao, attcndei l%m
aos dev>res que vos s.io impostes pelos regula-
mentos, quo tantas vezes vos sao ldos. A.na
vossos .'uperese vossoscaraaradas; sao aquel-
les os |ue vos conduzera gloria o ves prote-
gen!, c estes que parlilham romvosco os inn-
meros trabalhos, de que c vo-sa vida cercada.
Dai um;i lagrima de saudade e dirig umsrai;ao
aoAllisi.no poresses desgranados que anda ha
ponen vestan, vosso uniforme, e sao agora fros
cadaverjs. nada, ou Ierra de quesahiram, qual
voluta. Dizei-lhe o ultimoadeos..... oremos por
ellos___ r
A cariis....
Heciu do este discurso, marchou toda a torca
para os seus quarleis o navios, depois de lerem
por alg ns momentos orado a Dos pelo descan-
so eterno de seus injelizes camaradas. Alera do
Rvd. Sr Campello, assistiram aos padecentes os
Bvms. .rs. Santa Prisciliana o Diniz, e Fr. Sania
llosa. Esto ultimo viera por paite da irraandade
da Mise corJia, que forueceu aos padecemos os
alimenl >3 necessarios.
A ordem do servico deste dia foi determinada
cora a cevida antecedencia pelo quartel-general
da marinha : em seguida a publicamos.
Oidem additional do dia 9 de marco
de 1860. .
Tendo do ser passado pelas armas, na forma
dos avisos de 7 do corrente, os reos sentenciados
a pena ultima, soldado do balalho naval Hono-
rato Tiiiiotheo da Silva e imperial marioheiro
Pedro os dos Santos, cuja petigao de grasa
nao houve S. M o Imperader por bera deferir,
ordena 5. Exc. o Sr. ministro e secretario de es-
tado, inspector geral da marinha, que os ditos
reos, depois de ser lida a sentenca e dola fica-
rcra inleirados, oolrera hoje para o oratorio, a-
lim de <|ue a execugao do taes sentcncas tenlia
lugar ik da 12 do corrente Urde.
Os >rs. cj(pjDandaii4es dos corpos, a que os
reos pe tencflUiji'farao executar as ditas ssnlen-
cas na ^spl|!ads da fortaleza de Villegaignon
cora todas as formalidades usadas era casos se-
nielhanies.
O Sr. commandante da estacao naval da cor-
lo pora, hoje mesmo, disposicao daquclles Srs.
conimai dantes os reverendos "capelles da cor-
veta yj.tus deJtirlho e fragata Amazonas, que
com o los coepoS;-prestaran aos padecentes os
auxilios espj'Byaes-dependentes do seu minis-
terio, c daftsuMOrdens, de combipagao com os
ditos sCnhofcs commandanlcs para que lodos os
destacamentos do batalhao naval o um forte des-
tacamento de imperaes marnheiros de cada
um dos navios da estacao eslejara era Ville-
gaignon hora opropriada part assislirem ao ac-
to da enecurjJo, findo equat devero regressar
aos seus navios, convindo que esles destacamen-
tos sejam acompanhados pelo maor numero de
otticiaes que seja possvel dispensar do servico
de bord >. *
A fortaleza de Villegaignou ca iacommu-
nicavel :om a trra era tudo que nao seja objec-
lo de servico, al depois da sabida para ocerai-
teriodo! cadveres dos reos executados; esobre
o cntertaraento del les entendam-se os Srs. com-
mandanles com o Sr. capilao de fragata director
do hosp tal da marinha.
As;uardas da fortaleza sejara refotcadas. e
poslem-se convenientemente as senlinellas in-
dispens; veis para conservacao da incommunica-
bilidado.
Lavrados nos respoctvos processos os ter-
mos de se liaver executado as senlen^as, os Srs.
coraraar dantes, devolvendo-os a este quartel ge-
neral, darao parte de estar esta ordem cumprida.
S. Exc. o Sr. ministro recommenda aos Srs.
comman liantes em geral que nproveitera a pre-
sente occaso para fazerera sentir s suas guar-
nn;oes os tristes resultados a que conduz a falta
de disciplina, a m ndole e a perversidade.
Os; nguo do soldado e do marinhero de-
vido patria ; aquello que esquecido do que
ella e a sociedade exigem, commelte crmes taes
que a ei faz punir com o cadafalso, duplica-
damenli: reo ; reo porque delinqui contra essa
sociedace de que, ainda que indigno, raem-
bro, e r:o porque roubou patria o seu san-
gue, a que ella linha direito pelo mais sagrado
dos jur inrer.tos.Joaquim Jos Ignacio, chefe
de esqu idra .
-16-
Fallecen c sepultou-se hontom no cemileriode
!>. Francisco Xavier o Sr.'seuador Jos MarUnia-
no de A.encar.
Nascej na villa, hoje cidade do Crato. provin-
cia do C;ar. o conlava 65 annos de idade.
Era o mais amiga memoro do senado c um dos
tres que restavam nomeidos pela regencia oer-
raanentt, qua durou de 1831 a 1835.
Cedo omecoii Alencar o sua carrera na pol-
tica. En. 1817, sendo enlo bem joven, foi man-
dado d Pernambuco com instrueges para pro-
mover i revoluto no Cear. Mallograda esta
sesunda tentativa da independencia, fui preso e
conduztlo para a Baha, onde esteve retido nos
carceres por espaco de quatro annos. tendo por
compan.ieiros Andrada Machado e oulras victi-
mas llustres daquella malfadada lula.
Sollo 3ra 1821. voltou ao Cear, soguiudo logo
depois para Lisboa, tomar assenlo as corles co-
mo depi lado.
Chegaado a Portugal a noticia da independen-
cia, Al.mcar-abandonou is corles cora alguns
outros s us cfJllegas, o voou no Brasil disposlo a
ludo, a sacrificar ludo, se fosse preciso, pela
eniancipajao do paiz I Mas quando chegou ja
achou consuraraada a independencia, e logo de-
pois rec.bou o diploma de depulado constiluin-
lo brasil ira. Desde entao s esteve tora do par-
lamento quatro annos na legislatura de 1825 por
nao pod.-rser eleito era consequemia dos mov-
mentos de 1824, nos quaes se achava corapro-
raetlido. r
Na secunda legislatura foi eleilo por duas pro-
vinciasvMinas Geraes e Cear ; oplou por esta
ultima, que era a do seu nasciracnlo.
Sendo presidente da cmara dos deputados foi
escolhid) senador em 10 de abril de 1832. e to-
mn assitito no dia 2 de maio do mesmo anuo.
Era todas as vicissitudes polticas por que te-
mos pasiado figurou sempro como ura dos mais
proemio ntes chefes do partido liberal.
Nenhc ra Drasileiro o exu^deu ana patriotismo,
e nem a gum outro loraou. patle mais activa na
poltica Jaquelles lempos de dedicacao e amor
causa publica.
Feij, Vergueiro, Jos Bento e Evaristo o luc-
rara seiipre a sen lado, quer na prospeidade,
quer nai poca siticas o arriscadas.
A provincia djBbr deve-lhe os maisassig-
nalados servicos, rainda hoje os Ccarcnscs se re-
cordara ;om saudade da enrgica c aalutar adrat-
nistraco que, dispoudo de traeos recursos, trou-"
xe provincia todos os beneficios da civilisacio.
Alnc.ir era inconteslavelmenle a maior gloria
da provincia do Cear.
A tena lhe seja leva. .
Coi-res|M>ndeaeia do Diarlo de
seo.
IG1PE
10 do marco de 1860.
i ten, sotundwaie record, u corresnoa-
AUDINJiaiS BOS TItIBUNAESDA CAPITAL.
TribunaV^'commercio: segundas e quintas.
Relaco ^tercas feiras e sabbados.
Fazenda r|Meas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juzo do ossimercio : qujalas ao meio dia. .
Dlo de y|i4o-. ttr^s riextas as 10 hora*
Primerrl1,^^ do-Tivir^tig^as e sextas ao meio dia
Segunda Tara dacvil partas e sabbados ao
------------ aa._________
meio
DAS DA SEMANA.

fovincia u porque deituu tao no- nos.' i/.em uus u'.e t<
lucnao eontinuou sroncor- v^ho Mello, e .ftzem o*lros q o Dr. ToWs
g^drinha-para 6 grande .edificio da
que nS fot perdante em njudar
denle m
bre mis
ror com sui
civil.sarad'jgPl^
o gigante.dWVprons.a brasi'leira, que bem mos-
tri represe** este Norte chamado Leo? Deus
aji.de a quc^l^anta-se- cm lugar de quem se
lino, fe >
as nrinfci' bitai (*&** prora
.lerudo-;aaria*^..1j
ci, que se esSoco', ora rplica* ^t- se" a,
ra,; ora do individuo, que so torna celebro como
hornera pubm ou particular; ora aflnal, tocaro
em ludo e sobre lodos. Quero ver se posso ser
imparcial; o crea quo quando rae inclino em fa-
vor de un partido, nao ficarei desviado a ponto
do mentir o calumniar. Serei jnlgado.
Quando oslamos a tutor cora grande crsefl-
nam-eiri, a sendo augmentado os nossos rela-
mes com o enfraquecmento da osperanca de
melhorarmos no auno futuro; porque sendo
nenhuma a safra p.assada, nenhuma seria a vin-
doura, se Deus Rao se araerciasse de nos. dando
chovas desde o aja 4 do. correle.
A safra que acabamos^Te lindar nao foi a quin-
ta parlo da atrnzada.
Engenhos de 2 e 3 mil pes s lizeram 500 o I
600! a casa do A, Scharamm &C.J.que carregou
40 navios, s carregar 8! Infeliz lavrador que
sem productos, nem outros rendimontos se v
sem recursos, e alm disto atormentado pelocor-4
responden!.- I
A provincia tambem recente-sc do mcs.no rao-
do, deve cada dia mais, c os empresados quis
vivem dos seus ordenados andam em desespero-
ha oilo mezes que muilos professores nao rece-
bera dinheiro! no entretanto que osquese acham
mais em contacto com o cofre, sempre sao rae-
nos infelzes, porque nao andara tao atrazados.
Para eonsolai;ao, ou antes resignacao, o governo
2 Segenda. S. Francisco de Patriafundador.
3 Terca. S. Ricardo Rei ; S. Demedelo f.
4 Q.iarla. de Trovas. Izidoro are; S. ojrio.
i Quinta. deEndoencasf* do miiiodia emcUante)
% Sexta, da Paixao(*at aonieodia. )
? Sabbado. de Alielua. S. Eaifa^o b. ra.-
8 Qomingo de Pas-rlioa da JHHrrjio.
ENCARREGADOS DA BSCRIP^ko^|L.
Alagoas. o Sr. Claudia Falca*. Dita; Babia, o*
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, a Sr,
Joao Pereira Martins. -
E PERNAMBUCO.
O proprielario do d
Faria, na sua livrari
6e8.
io MnoelqMrea de
de Car-
ao lugar d s'ipjjllHofcde qwiwfaer desles o ma-.
jor neajP. da PojiseCWdajjete
veio em etimnohia de!^s> o lpcrader." Par;
o conego que
onde pender a victoria ? nSo se! pelo rfhe estL
porora se#foi real rfuc o bario de Cotnguiba
gnerra-*o Sr. Moi.leiro, elfe perder
Hdo mudado agjquanto algns eandidj^f
- Segurando cadTvez maWb ^iIoocot!^
servador. se-psssar a reforma eleiloral reduzindo
a provincia em dous crculos e seus snpplentes.
Dos nos livre de maldita reforma. conve-
niente experimentar segunda vez h tei jtos circu-
ios, lembrada pelo P. e Souza cu*ectada iielo
Paran* fc c
Eu^everi#wTalW sobre a adminislracao da
provilfea, sobro o presidente e errefe a p'olicia,
o que -9*0, e o quo podem ser aa fuaoro ; po-
todo lempo ujppo,'e j eston cansado.
1"
ancta vai para
Corre que o Dr^i'lo jniz'de direito da Es-
o!icia do^io Grande do Nor-
lla ce marea vai c Dr. Angelo
cliel^de p*ilicia.
le, e que para a
Ramos nosso a
devern llVr \ .IrZ Z- f VTiZS lm lmP"t^a c beneficiadas nosta em os exer-
SUEft?2: LZXLZIX?** ejeios de 1856-1857, 57-58. 58-50. designando
nos rucebimentos; mas manda quem pode.
Estere na provincia SS. MU. II., vsilaram Ara-
cii.i nn.ia foi o !' '"',Y' '"'"'".'" y or. ariins i'ereira lez algumasconsideracoes
rangeiras e Estancia, indo mais S. M o Impera-
dor a S. Christovao, Ilaporanga, o ao canal Pa-
monga. Alm do muitas oSmolas deu dez'cdntos
de ris para o Instituto-Agrcola, creado por de-
creto datado da Estancia. O Diario tem trans- ,
cripto o que disse o C^rreio S*rgip%nse respefc- ri
to da visita raperia^a* que nada* mais tenhn a
augmentar.
A 27 do passado a asseinbla provincial deu
principio em suas sessoes preparatorias, e logo
foram reconhecidos os deputados dos dou* cr-
culos Estancia o Aracaj ; porm como receinsse
, '" c-s""''a o Aracaju ; poreni como recoiasse e ua Boa-Vista, ale o art. 7. sendo regeilado o 8."
du vidas sobre os dous circuios de Itabaianna igualmente approvou em 3.a as-posturas doGa-
do a valiosa ahianca do commandante superio
Mauoel Raymundo Tellos de Menezes. O Sr
tovao c Ilaporanga, que sa#da influen.cia do Sr
Bulto, mas que lhe faltam as freguezias de Ha
baianna propriamenle dita, de Campo do Brito
o de Simao-Dias, dando todas tres urna maioria
extraordinaria, ponlos esles que foram sempre
dos conservadores.
se nao houve intervengo do governo como al
gera espera, e se correr regular a eleico os fe-
lizes serao os Osa. Aloxanlro Pinto Lobao e Gon
calo TeixeiraTeHeede Menezes, derendo um se
o deputado o outro o supplente conforme a com
binacao.
Aracaj.Este circulo no todo do partido
conserrador, e tanto que nem ao menos o part
do contrario ae lembrou de apresentar candida
lo. A* reeloigio do Sr. bario do Maroira
vootade do todos, npezar delle nao querer,
suppleole do Sr. barao considerado deputado
porque passa por ccrlo que o proprielario, ( se
assirn se pode chamar ) nao lomar assento ; e
po islo tem apparecido pendentes como n Dr.
Tobas o Olireira Ribeiro ; mas s julgo segura
candidatura do Dr. Leandr. '
torca de amigos e prenles.
Prpri.Pc este circulo candidato pelos li
HAMBUCQ.
1
V assembla prorinciff oceupou-so sabbado do
senuinie :
Parecer da come#B9So de posturas de cmaras
aajaeeipaes, apresentanjo um projecto dando au-
torrsa^ao i cmara de Iguarass a aforar, a Cos-
ma Mara do Corarlo de Jess, os dous terrenos
Pitanga cMondego, que a mesma j possuo em
arrendaraento.
Roquermento do Dr. Ignacio do Barros, podio-
do, pelos canaes competentes,ojal a qunnlidade
de assucar e algodao de outras provincias que
fot importada c beneficiadas nosta em os exer-
qual o fin valor.
> Sr. Martins Pereira fez algumasconsideraces
.--._- __ ~-r,--------^.. ^ .|-nm luna (/aiu Jl ,
bitirana no seu discurso publicado no jornal da
cata:
.0 Sr. Braulio e Silva, motivou o raandou a
mesa nma.ipdicaca'o ; para que acomniissao de
tontas e despezas provinciaes passe na ihesoura-
" proriecialum exame nas.contas de despezas
ni pagas ; a qual foi enviada a commissao res-
pectiva para' dar seu parecer.
Entrando na ordem do dia opprovou em 1." dis-
cusso os artigosadditivsde posturas das cama-
ras do Recife c Olinda ; (m2" os das do Brejo.
da Boa-Vista, ale o art. 7. sendo regeilado o 8."
ranhuns, ficando dependentes de urna quarla, por
haver apresentado dous addilivoso Sr, Costa
Dourado.
Nao havndo mais casa, levanta-se a sessao a
1 hora e 3)4 da fard, dando-sc para oreen do
dia de hoje :
3." discusso do projecto n- 12 deste anno e
36 do anno passado. .
1.a do de n. 13 do correute anno, quo. separa
elevando a comarca diversos-termos da provincia.
por haver duplcala, a de Propri por pequeas
faltas do formulas, levantou-se a queslo se 12,
embora nao maioria, porieria decidir oos outros
12: esta quesl.io gaslou os das 28, 29 e Io de
marco, devendo ser este ultimo o dia do aber-
tura. Os deputados de Propri fugiam da casa lo-
go que so a votar sobre a materia cm discus-
so, descouOando que, se passasso a idea, islo
'f..ta d*c'J'' 12. elles proprio* sofTrcriam a
nullidadej promcltda a HaJiaianna, porque os
12 recr.nhee^.c^ra-ttOUSlns. Fi nucos-
sano quo oer6ij)ele coaroeasse es do^MiUdea
a palacio, crt p|ovocou um ecc.ordo entre as
partes contendoras, depois do calorosa discusso,
o at mesmo inconveniencias. Ficou de parte a
queslo incedento, os de Propri foram reconhe-
cidos no dta 5 abrio-sea assembla, o logo cm
seguida feram millas as eleicoes de Itabaianna :
est o partido conservador, pois, cm maioria de
12 contra 6.
Sao presidente Dr. Antonio Ribeiro Lima, se-
cretarios lenentc-co/onnl Bastos e Dr. Rogo.
Quera ga.iharS a provincial de Itabaianna? 0 par-
tido conservador, porque o commandante supo-
nor Manoel Raymundo, que forca dava o parti-
do do Sr. Bollo, delle separou-'se, e est ligado
aos seus antigos amigos do partido da ordem.
Aqu esleve entre nos o diputado Barros P-
raentelveio predispor as cousas e os homens
para sua reeleico ; e apezar de seus esforcos. de
sua posicao, e do alguns amigos dedicados creo
pouco na sua felicidade ; porque lhe falta a maio-
ria, sem duvida do partido que na eleico pas-
sada o collecou na cmara, como sabe o*Sr. Ba-
rao. o Sr. Benevides e o Sr. Cansansao.
No prmeiro do cotrento chegou aos bracos de
seus amigos o distnclo Sr. barao de Maroim, de-
pois de urna aasencia de quasi trc3 annos de via-
gem pela Europa. Teve um roccbimenlo de prin-
cipe. Vio-so nesta occasiao um verJadoro con-
traste : entre a multid.ao de amigos chelea de
alegra eenlhusiasmo segua o baro triste e me-
lanclico ; era porque em scu coracSo eslava um
vasio era sua ausencia a morte lhe linha arre-
batado sua boa corapanheiraaquella que o aju-
dau a parlilhar os dissabores da vida, e a gozar
os prazerca que da a riqueza e a gloria que lhe
lem dado a sociedade. O Sr. barao esteve em
nossa.grande escola, no meio do grandes cousas,
e ouviudo a (gandes homons tocado pir ludo
istono quer mais se envolver na pequea pol-
tica e de intriaas da provincia qer sor amigo
de lodos sem distinguir as flleiras : bello pen-
sament, mas creo que nao ser exequivel l-
tenlas certas circtiinstancias, o o futuro rae dar
rasad.
J que c3bmos no anno das eleces, quadra
tempestuosa, lempo de victorias e derrotas eu de-
vo lhe fallar dos crculos, dos candidatos, e da
forca de cada um conforme o met fraco pensar.
Estancia. Neste circulo apresenntnm-sa por
ura lado o Dr. Pedro de Calasans, e por oulro la-
<\,Dr,.Fie!.e 8e8unJo dizera a supplcncia o
Dr. Olivcira Ribeiro o primero candidato conla
com seu pai legtima influencia de S. Luzia. com
o Dr. Jo.io de Calasans, com o commandante su-
perior Tiago de Lagoa Vermelha e mais amigos ;
o segundo conla com a influencia do comman-
dante superior da Estancia Antonio Martins Pon-
tea, com a familia Mallos Freir, con o lente
coronel Jos Vicente de Habaianninha, o juiz mu-
nicipal do Lrgalo Dr. Fonles e como o lente
coronel Joo Dantas do Racho ; e o terceiro se-
gundo dizcm, conla cora Gregos e Troyannos.
Creo que o Sr. Dr. Fiel ser o feliz cm resolver
a quadralura deste circulo.
Itabaianna.O Dr. Barros Pimentel quer a re-
seede,xado'os homL^A" "T 9Cn0 UreS- mente com 33 'occidental," ondeVse
dwt, i ..a. ZJ"* id'r,m na "i!" certo que se deseja a independencia da Italia.
od?i.C.^ !? certo qujserespefta ossagrados direi'-
_____i __________ ---------------------------- i ^^fc^->
de Je resolver a queslo (alfana,
glezchegbira afrlrmar q_iaf a Ru.
tratado
aso r
brado cora* a Austria u"m
corapremottia a auxilia-la
fcrra na Italia, ou na Hungra
siria fazer prevalecer-nos priado,
nes a polticavussa.
w^^etlkorticll. porm, foi logo desmentida pelos
Lowdwitia'16* Pel tninistro d' Bu* o
jori.ial in-
bacele-
lelo qual se
nlasse ora
omeitendo a
losdanubia-
PERNAMBUCO.
RECIFE, 31 DE MARCO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
Betrospecto semanal.
Tivemos, durante a semana que hoje expira
noticias da Europa pelo Magdalena, novo paque-
te da linha transatlntica ingleza, e noticias das
republicas e das provincias do sul do imperio
viudas pelo paquete nacional Cruzeiro do Sul. '
Depois que o vapor Portugal, cujas nolicias
colligimos no ultimo retrospecto, deixou os por-
tos da Europa, a quesl.io italiana apresentou urna
nova face, que pode difficullar a decisao que le-
nha de proferir sobre ella o conselho europeu.
As populacoes da Italia Central foram convo-
cadas a declarar nos das 11 e 12 de marco por
raeio do sulTragio universal o em escrutinio se-
cretse queriam constiluir-se em estados sepa-
rados, ou se preferara reunir-se sob o sceptro de
Vctor Emmanuel.
Se os povos da Italia central se pronunciassem
pela separaclo, o que nao eremos, ainda haveria
difficuldades a resolver ; mas reduziram-se ellas
a dissuadir os principes depostos de suas preten-
cocs, e a ver que os pequeos estados que lives-
sem deconsttuir-se, se organisdssem do modo
que dessem Europa urna garanta de sodVgo e
de estabildade, Se, porm, elles preferirem a an-
nexacao ao reino Lotnbardo-piemonlez as difficul-
dades serlo rauilo maiores e mais graves, por
quanto, alera dos embaraces que resulUra da
reuniao sob um nico sceptro, de muilos estados,
que tveram, durante muilos annos, uraa exis-
tencia poltica dstincta e independente, aceres-
ce anda a quesl.io de saber, se convem ao equi-
librio da Europa crear na pennsula itlica urna
nova potencia de primeira ordem.
A eventualidade de uraa nova guerra na Ita-
lia, na qual Luiz Napolco quizesse fazer preva-
lecer as suas novas ideas pregadas no folheto
0 Papa e o Congressoe sustentadas pelo gabi-
nete francez, teria consequencas muito diversas
talvez, do que leve a campanha de 1859. As mo-
narchias de direito divino, as que teem a sua
existencia fundada no principio chamado dale-
giliraidade, e que assistiram impassiveis aos
desastres da Austria desde as margens do Sesia
atoMincio, esssssentram-so estremecidas des-
de quo so nvocou o principio da soberana na-
cional, desde que se proclamarara as regras do
direito publico da assembla nacional franceza
do anno de 1789, e muito provavel que nao
deixem a Austria combaler outro vez sosinha pe-
lo principio da legilimidade que nico as susten-
ta a todas. Presume-se, pois, com bons funda-
mentos, quc.se a Austria tiver de sustentar pela
segunda vez urna guerra na pennsula itlica,
tendo a Franca por adversaria, a Prussa e a Rus-
sia, esquecendo antigs rivalidades e aggravos,
lhe presiona alg_um auxilio Dada esta hypothe-
se, a Franca nao teria, nao poderia contar senSo
com os seus proprios recursos e os da Italia livre,
talvez com os da Inglaterra, e mu duvidosa-
Suoor.^ Te' Tt^S^FT ,d" =" annexaSrr eM^TS
tovao e Ilaporanga, que saida influencia do Sr <.>ni,i ___.....J__......ZL.x. *
_ que se respei
tos temporaes do Pontfice romano.
O Piemonte. que declara achar-secomproraet-
cenlral, nao quiz estar em conlradiccao com os
- seus, principios, pelo que acaba de conceder que
- a Saboya c Niza se pronuncien, por mei do suf-
fragio universal sobre a sua annexacao Franca.
Conslava, porm, que a Inglaterra se oppora
r. V j------- ...f.o ^uiisiavo, porem, que a uig.aierra se Oppona
Lora taes dados pens eu que com Todas as torcas a esta incorporaco, som que
'- as outras potencias se pronunciassem por ella.
No rcino.de aples conlinuava a manifestar-
.uiiu e o- so profundo o geral descontentamento pelo into-
n- ra temer que as continuas opprcssoes que soffre
o povo ni o terminassem finalmente por exaspe-
ra-lo o rebentar naquelle reino o incendio ravo-
- lucionario.
O gabinete do Vaticano nao segu melhor ca-
rninho : longe de adoptar as reformas Que o tera-
O po e a experiencia teem mostrado aerem necessa
' ras, obstina-se cm caminhar na sonda espinhosa
de medidas violentas, que augmentara diaria-
mente o numero dos descontentes.
A Prusia e a Russia, que se linha m conserva-
<-.~ -----. .j.jUu|,i do em reservado silencio sobre OS neaocn dn
SSgS^-JSS? BeM"a Pr ^^ Siti^M^.eapecie de Xrae^
bcrac o Sc^ptist, *3KCmK i^paTc^^h^^r^
ment esludado, desde que se tratou de augmen-
tar.a. Branca com os territorios de Niza e Saboya,
Tambem se afRrmou sera inelhor fundamento
quo a I russia se achava com a Austria na mais
perfeita harmona e intimidade. Como dssemos
pode vir a dar-se no caso de. urna nova guerra n
Italia, urna colligacao das monattfcas legilms-
las, mas por ora n.io ha essa colftico e menos
se pode adrattlir que duas polenT sewpre se
acnem nacais porji harmona.
A Astria cooliojf.oaercer as roaiores vio-
lencias no tfritoridajioreino veneiiano e na Hun-
gra. Da Yinecia tem emigrado cerca de 80 %Q0
pessoas ffcpois da paz do Villa-franca,.e a maor
porte dasu gen,la.se lejh-refugiado na Lombar-
dia. no PiMSIiibftmTarma e em Modena. Sao
outros tantos lojfrrigos encarnicados que a Aus-
tria encontrar conira si ; ura reforco do mais
para o exerclo da Italia livre.
Em Inglaterra a imprensa oceupava-se das re-
formas econmicas do Sr. Gladstone. que tinhaiu
sido geralmento bem recebdas. O ministerio
interpellado acerrada encorporaco da Saboia e
de Niza Franca, apresantou documentos oti-
ciaes por onde se ve que se lem enrgicamente
opposlo a esse engrandecimeiito do solo francez
o que salisfez plenamente a cmara dos com-
m uns.
Nao tendo sonido effelo a projectada meda-
cao na guerra da Hespanha com o imperio da
Marrocos. aquella potencia prosegu! as suas
operacoes militares. Preparava-se ultmameulo
para a tomada de Tnger.
En. Portugal a ordem do da era a discussae do
contrato de carainhos de ferro celebrados com
ura Sr. Salamanca, de cuja capacdade lem havi-
do ramio quem duvide, ulvez sem mula jusliga.
Tuilia-se perdido, nos mares da India, o briguc
de guerra porluguez Mondego ; o a noticia desse
Inste acontecimento, chegada a Lisboa e dada na
cmara dos deputados, onde se achava o Sr. Fer-
reira, ministro da marinha, deu causa a que
elle fosse acommellido de um ataque cerebral, do
qual se dizia geralmente que nao poderia escapat,
apezar do ter recebiJo iairaedialamenle todos os
soccorros.
Fica cm substancia resumido tudo o quo de
mais importante nos Irouxe de novo o Magdale-
na, que pela primeira vez toca nos portoa do
Brasil.
O Cruzeiro do Sul veio no dia 29 extinguir
a onciedade com que era esperado. Por elle re-
cabemos noticias das repblicas do Prata e de al-
gumas provincias do sul, por elle, tivemos noti-
cias dos despachos e mercsdo dia 14 de marco,
que ca todo o motivo da anciedade com que fru"
esperado.
Tinha tomado posse da presidencia da Confe-
deracao Argentina o Dr. Derqu, no dia_6 do
corralo, e organiaara loga o seu ministerio do
modo seguinte ;
D. Juan Pujol, ministro do interior; Dr. Emi-
lio Alvear, ministro dos estrangeiros ; Dr. Juan
Baplista Alberdi, ministro-da fazenda ; D. Severo
Olmos, ministro da justica ; e D. BejaminVicio-
rica, ministro da guerra e marinha.
O general Urquiza foi nomeado general em
chefe do exercito e da armada, o inspector geral
das mesmas armas e de todas as guarnices das
fronleiras. *
Era Cordova, territorio do Rosario, tinha ha-
vido urna pequea sublevar-o, que para lozo
tora sutTocada. p 6
Tambem o presidente de Montevideo. D. Ber-
nardo Berro, eslava de posse do poder, tambem
elle orgainsra o seu ministerio do modo
seguinle :
Dr. Acevedo, ministro do interior e dos es-
trangeiros ; coronel D. Diogo Lamas, ministro
da guerra e da marinha; apasta da fazenda
licira anda jaga.
0 territorio oriental linha sido dividido em 4
secQoes militares das quaes tinharo sido Hornea-
dos commandantes: o coroneH>enrardino
i a. seccao ; o coronel D. Dionysio
da"; o coronel D.LurasBorcnoda 3.": o
coronel D. Diogo Lams,-da 4.*
Este ultimo. ]ue depois fora chamado ao mi-
nisleno.nao tinha ainda substituto no commando
militar.
No interior da provincia de Buenos-Ayres
(campanha). linha recentado urna revolla de que
eram chefes Nadal. Chapaco, Lamelia e Po Ro-
drguez. Os revoltosos oceupavam Arreo, Giles
e as circumvizinhaucM de Lonjan e Motn.
Eram simples guerrilhas ; mas tomia-se que
nao lomassem corpo e constituissem ura exercito
organisado
O chefo vollra, depois das agitacocs do anno
passado, aos seus antigos habites de paz e do
tranquillidade. -
A dissencao entre o Per e o Equador anda
so nao sabia se eslava com effeito terminada de
todo.
Das noticias da corte as mais importantes sao
a de faliecimento de dous senadores do imperio,
o padre Jos Marliniano de Alencar, e o conse-
Iheiro Luiz Antonio Barbosa, e a dos despachos
do dia 14 demarco.
A morte dos senadores Alencar e Barbosa foi
urna grande perda para o paiz e a do senador
Alencar de mais urna grande calamidade para
o Cear, onde as eleces sao sempre urna fonlo
de graves perlurbaces do socego publico, e
muitas vezes o thealro de tristsimas sceoas de
sangue.
Quanto ao conselheiro Barbosa, o seu elogio
est era que tendo servido nos mais elevados
cargos do Estado com tanta inteligencia quanta
dedicagao e honestidade, roorreu pauprrimo
deixando na orphandade e na miseria a qualorse
filbos de menor idade.
No dia 14 de marco S. M. o Imperador dg-
nou-se deremmunerara todos oscidadosquese
destinguiram, nag provincias que se dignou vizi-
tar, em demonstrares de airelo pela sua au-
gusta Pessoa c de S. M. a Imperairiz.
^A nossa provincia coube nao pequea parle
d'esta manifcslaco da imperial munificencia.
Nao cabe nos estreitos limites d'este escripto a
enumeracao de todas as pessoas d'esta provincia
que foram agraciadas.
Os nossos leitores lero visto j a lista dos
condecorados e lera noUdo que nos coube real-
monto uraa boa parto dos despachos do dia 14
de marco.
Constara que o governo imperial pretenda
dar substitutos a todos os presidentes, que teem
assenlo das cmaras. E' assm que se dizia que
a presidencia do Para sena dada ao Sr. Dr. Joa-
quim Portella; a do Piauhy ao Sr. Dr. Abilio
Tavarcs ; a do Rio Grande do Norte ao Sr. Dr.
Jos Bento da C. Figueiredo Jnior: a V Ala- ,
goas ao Sr. Dr. Leao Velloso ; a da Baha ao Sr.
desembargadorCosta Pinto; a do Espirito Sanie
ao Sr. Dr. Souza Garvalho. Tambem se dizia,
que seria removido para esta provincia o Sr. Dr.
Lcito da Cunha, actual presidente da Para-
hybn.
San de pouco interesse as noticias das provin-
cias.
Do interior desla provincia temos recebido
tambem algttaas noticias de mais ou menos in-
teresse.
De Ouricury recebemos a narracao eircumsUn-
ciada do faci do assassinato do delegado militar
Muniz Brrelo.
Em Sauto Atilao tinha terminado o processo
..' ..' f ',


-\>

.. I.. '___%f> -
v
DIARIO PE PERNAMBBOO. SEGUNDA FfclIU 2'DE ABRIL DE 1860.
eclesistico queatli lora naaurjic.cunta o i
gario da Victoria Xavier Jos Sanios, o Sr. vi-i
gario Camilla de Mondonca FurtaMo.' O eonlpa-'
Tecirrvcnto da moca raptada peto vigario na uovle
de 24 de dezembro ultimo, cas oog <4eWfcc*e4
em juizo vieram esclarecer de todo aquelelacto,
confirmando o depoimento oefilesto flo^loaS^fs
testesMMrtws do proceso*
Quo se diga, depois, 8 risa dos fados escan-
dalosos praticados peto vigario da Victoria, que
este Diario nao tilma fundados motivos de cen-
surar aq uelles que sabia ni- deslcs factos o os to-
leravam com grande detrimento da moral pu-
blica e da rcliflo. Prosiga a auloridade eccle-
siaslica nesta Seda,, procuro punir com severas
penas os roaos paslorc, trate do moralisac o
nosso clero, e o9i*rio ser o primelro a faaer-
lhejustiea.
O Sr. vigario Camillo houvc-se, em sua com-
missao, como era de esperar de sua intelligencia
e honeslidade.
."V.wJisiiiulo do Sanio Amaro de Jaboalao deu-
s rwdias um assassinato, que estove por h\-
guns das envolvido na sombras do tnyslerio.
Apparecen morta una senhora, quo pela physio-
nomia e pelos vestidos pareca ser de familia
dislincta. Hoje a polica est senhora do segre-
do c trata de proceder contra os auloies deste
brbaro assassinato.
As fnneedes religiosas da quaresma tecm con-
liuuado a fazer-sc cora reguiaridado.
Demandarara o nosso porto, 20 erabarcages
mercantes, com a lolaeao do 8,556 toneladas,
e o vapor nacional de' guerra riel. Sahi-
ram durante os mesmos dias, 42 embareacoes
mercantes, cora a lolaeao de^ 8,633 toneladas;
e sahiu lambona o mesino vapor Tiel.
Renderam, do da 2i ao dii 30 do corrente :
a alfandega, 85 474J60U rs. ; o .consulado go-
ral, 17:819*933 rs. : a recebedoria das rendas ge-
racs internas, 9:738j399 rs. ; o consulado pro-
vincial, 15:3329467 rs
O movinidiii) geral da alt.indcga, no mes-
mo lempo fei de 7.121 volun/es, a sabor i vo-
lumcs entrados com azcndasSGi;com gne-
ros, 2,361 ;total dos volumes entrados, 3,225;
volumes sahiJos com fazendas, 789 ; com
gneros, 3,110 : total dos volumes sahidos
3.899.
REVISTA DIARIA.
Ante-honleni entrn da Bah:a rom'dons
lias o meio de riogeui a crvela a hlice nacio-
nal Gequilinhonha, cooimnndada pelo primeiro
lenle Honripio Antonio B.tptisla, a qu.il reto
aqu receber carvo, e dore seguir brevemente
para o Maranhio, eui eujo porto vai fazer obra
no fundo.
No mesmo da sabio para Macci, nllm de
cruzar as aguas da provincia do'Alagoas,o bri-
guo escuna de guerra nacional Xiiig, cotnman-
lado peto primeiro lenlo Joaqutin Notasco da
Fontoura l'eretra da Cunha.
Foi snlisliliiir naquclle servieo o hiale l'ara-
hybano, quede-ve recolher-se' este porlo
O Sr. Dr. Femando AIYonsode Mello, pro-
curador fiscal da Ihesouraria de fazenda, rciissu-|
mi o exercicio do seu em prego, que eslava sen-
do ptoenrhido mui vanlajusaniente pelo Sr. Dr.
Eduardo de Barros Calcio de Lacerda. Nflo nos
podemos furlnr ao dever imperioso de dar a esse
Sr. os nossos devidos emlKirns, pelo interesse
e boni desempenlio na execuco das commisscs
que Ihe sao confiadas.
Nos mulos conferidos no dia 14 do nirz ul-
timo dousillustres generaos de mar e Ierra,
viee-almiranto Joaquim Marques Lisbua e loneii-
lo-goneral Jos Joaquim Cnelho, observa-se urna
feliz escolba, c urna delicada finura do Sobe-
rano.
O primeiro, elevado baro de Tamandar
com grandeza, receben urna prora de que nao
iiissmi desapercebido osen louvavel proeedimen-
lo, mandando trasladar os ossos de seu irmao
enterrado na fortaleza de Tamandarlia 21 au-
nes, para o jazigo de familia ; com o que mani-
feslou o espirito religioso e fraternal queem alio
grao possue, re.unido s mals elevadas virtudes
militares.
O segundo, romeado lamliem baranda Victo-
lia, com grandeza, receben una tocante alfosio
nos seos afamados fettos d'armas, e bem que en-
canecido pelos longos serviros que tcm prestado
aopaiz, devo ter-se animado com esla gloriosa
recordacao.
O Sr. Io lente da armada Manocl Antonio
Vital de Oltveira foi contemplado com o olliciala-
to da llosa na distribuirlo das gracas ultimas ; o
que por se ni duvida, una preciosa manifesta-
rn do grao de acothifliento que tem receido os
seus bellos iraballios liydrgroplvkos, que fazem
honra no Brasil, c saocaria reduzida de Pitin-
A.'s 7 oras o# nono, uiais ue OO pussous ue
lodas-es-condieesacompanharam o fretro, car-
regftdJfjj^S-amigQS do finado. Consto-nos jue
quasi pt-os credores nada prelendem dos
poueoWiel que deixou o merlo.
O reverendo vigario e mai i
acorripanharam o enterro, preatarsm
rosas a groen do 1}
cimento oa^!hurueroa<-ltoiili
latmbrar-ibee^tf as boas"acce# sp os melho-
rea titulse recerqjnendwcoes rnrs^eos e para
os hemens, mereceudo especial ment o nisto os
S*.Jos4fcuizde Maltes, alteres JoseJ Honorato
Chaves eo negociante Manoel Figueireflo da e-
oKa, o primeiro ^r te-lo em sua casa at etj>i-
rar, leudo elle e sua familia prestado os mato-
res desvelos, o Sgundo e o tereciro por se te
rera encarregado da subscripeo.
<} Sr. Lavenere nada quiz recebet pelo tra-
tamenlo eTemedros.
O estado sanitario do lugar nao satisfacto-
rio affecctfes variadas tem reinado, e assim conti-
nuar al que venha o invern.
O jury vai funecionar quinta-feira onze pro-
cessos, tem de ser submetdo ao arcopago do
Bonito.
-ficmbramos oos dignos representantes do
circulo que as maiores necesssidades do lugar
sao : uinatideia ea botada dollio Bonito, para
nos fornecer aauapotavelat breve.
O Ben:tcnse.
Foram recoihidos casa de detenco no
dia 30 do torrente; 21 homens el niiilher, sen-
do Zl livres e 1 escravn, a saber: 11 ordem do
Dr. chefe de polica, i ordem.do Dr. juiz de d-
reito especial do commercto, 9 ordem do sub-
delegado do seguido dislrieto de Jaboalao e 1
ordem do subdelegado de Sanio Antonio.
Passageiros do vapor Cruzeiro do Sul, sa
hiiospara o norte :Atieres Joao Paulo de Li-
nw, Jooiina Francisca da Costa e 2 fitbas, Iknfo
Gomos da Silveira, segundo cirurgiSo )r. lr-
nesln Ueluiano da Silva lavares e sua senhoro^,
Guraldo Gelfas deOliveira, Jdanoel ReliciAio Cas-
mn r ircpiieo uo giuiiapara nuue cua||iruui. u.;
eaea neo e a4rrisao, como so faria com umob'
jeele indino-do respeito d/sociedade o julgado
t iternicioso '
D< aenganem-sc, porm. quo i i majo
qae^guirio. s
0:a. se naquillo mesmo que se fez,'
~ "kHI* voJ#aUa*ia e sjunr MUfi
ftdeiicw, actarm noasos antagonis
ttvo paro a cenma e para t mordacidad,
nuiltfB rhtar-feque sejn aecusada _
mlnistraijte por havar dispeniio Com um gr,.u-
defagarj-p^ra a eozinlm, a ve'rba de 883|680,
que na cegveiraie nowsdelraclores fui con-
siderada nortne. Sirrfessetraste, que para ijoal-
qei casa^de familia sempre objeeto indispe-n-
savd para sua economa domestica, e desco-
nhe :ida a sua necessidade por aquella que come
da f 5pa alheia, no etllcnder da areusacao re*
piilj do superfluo. e por conseguinte intilora
moiet tletaTKa-vanlagem per soas necommoda- "hCsslaade
ces.n'um esktoelecimcnto, quoolom de forne-l-
cer regularmente dietas para 30 enfermo, e ma^
nutincao jara 6 empregados, exiue um perma-
nente deposito d'agua qacnte sempre nrompto
pan bardios,. pediluvios c oulros mistares
Vas a pertinacia da aecusacao, que rcvolvcu o
areiivomelteu'a mao na'cajn do esmoler
prdfanou o-jazigo dos morios,'analyseu Min-
ios de betafeitores,desdenhou do*retratos de
benemritos.nialdisc^ia casa ,d,i oraco,re-
provou as obras de tolo b edificio,revisin as
enfirmaria*,ioquielou os doeutes,bolio com
Mis emprcgadosT-injuriou a administrneno.e
que finalmenlt de ludo e de todos faltou (ex-
ceilo do medico) ; nao poda por certo comple-
tar asuu nefanda tarifa sem entrar na cozinlia
apilpar o fogo^-o nMclier as caldeiras ; sendo
s para sentir que nao tivesse provado os caldos
na maior inlensidade -da fervura at quciinar a
pona da lingua, resultando assim deste mal de
po icos, a lranqujlida.de du um giaude nu-
rmro.
I'drm o gio do mal que, como pedagogo,
acnmpanhu a toda'a parle os discpulos de sua
ue ollwecei para i-seainur ansa meiilira escuu-
dalolrro que se quiz embar o. atlerrar o espi-
o os no mes respciaveis dos assiz-
V^W'doaurcentos que espozemoS,
de lanos mordomos de semana
Inorraoco supra; para lestefica-
yLtttUeza de noasa janlifnr;ao '
lira : e nesta conviego assen&-
i no s a consciencia, sempre segu-
iosa mxima do imperador Julianno :
saris innocente, so bastasse o ser
Quis innocens ase opleril, si aecu-
suflici/Lt.
(Conlinuar-te-ha.)
_L
exacta e restricta observancia da lei na sua
Mpliaacao dever imperioso da auloridade que
T'execula; mas esse dever augmenta e eleva-se
ft la^ajto quei torna-so a con*toeao primeira, a
Tlade tosanle de ordem rigorosa, se essa .
stiluo disciplina militar ou de algum modo i l3.a l'Jder levantar o homcm.
eiilliiisiasiiiu com
So o nobre red
esla
ao cscriplo. | Euiao nao basta o rigor
da lei, porque a pralica dos preceitos
lvos o reexo do braco que os appli. a ;
ronjicao exige,e com mais torca tinjuslica
oza e rectidao severa do executor.
ssao da autoridade
e foi recebido o Imperador.
or do Mercantil tivosse vindo
provincia, como foi da Baha, certamenle
?idaor Sl p.roprio sc C0l^cnceria da *u. Ju^ t?, q"e ne,,f Provi"-'a "o existe esse
rlido testa do qual suppoe o redactor do K-
mL lenaenlaooliwwiu que.pe^ m h*.
raem, de-genio atrabiliario, ha pouco salado da
academia, e sustentado por meia duza do em-
perrados, e crdulos fazendeiros dispunha de
urna folha, A qual deu o titulo de orgio do tinado
ParU^'beral, e nella aroilava desapiedadamen-
lc as matares as mais (libadas, levajo algu-
ra.as vJHpo seu arrojo e loucura ao ponto de
nella MRacar o Ihrono imperial.
Se convencera por si messife, que o parlid*
liberal dcsia provinciaioi p*ouco a pouco desap-
parecpndo da arena jornalistica, depois da des-
astrosa rcv0luca4j.de 18. e que dollc apgnas exis-
te hoje um oxt outro destroco, sobre os quacs na-
que confessou ler
1 sido ouaiiru al o memorave dia 2 de feverero
\f.
de 4tl, em que empreslou cavallos ( guias, para
o nolfre, quaulo mais imporlante
seu noiprimeiilo. Honra p ao fiel
dtirdJjl'toia. ao executor exactissimo.
perseguir os miseros rebeldes, que procuravam
abrigo as mallas de seu sitio.
E se esse homem livsse a philancia de se di-
lauto mais honrosa 7 e cJiTiri 1 o
prtneiro, bastava para confuudi-lo, que o nobre
redactor do Mercantil Ihe perguntasse : aonde
eslao os benemritos do partido iraieiro ? Onde
abnepaeao exempiar, despresa e repelle as consi- eslaus Drs. Vilella lavares, Nelio. Abreu o Li-
deraces-de prQtqc-;o individa, reliabililando a ,n. Vteira de Amorim, Farias, e muios oulros
que com
le em lodo o*se* vjjptrc prestigio!
Ufane-s^ afhnit qiipoder dar esga hor
orgi#^-se*o Br|sll, polrque pode tnbutal-a.
MaMjiuco importa alguem essa verdade!
honra
quecrearam e#ustentram esto fraudo partido?
Porque vos abandonaran!, c na.o querem lercom-
vosco o menor contrato? Porque as principaes
, tullas que se dizcm liberaos, inclusive o Mercan-
NiRse pode desconhecer o mo cxemplo que ''/ (luei' "a corl ^ imperio, quer em oulras pro-
vincias nao tem abracado as roa ideas, n.io tem
lo comvosco as inesmas allencLS que dispen-
t'llo Prales.EugcncConrad.Dr. Jos Liberato Bar-| loi pozas, livrou-os anda urna vozdo lo justo e q0' d0via' ser dos verdadeiros
roso,Francisco da Guerra Machado,Antonio M. da
Cosa Soares, Dr. Benjamn J'iulo Noguei'a e /
escravos, Domingos Uibeiro efe Oliveira, D. Ca-
rolina S. de Albuqucrque e 1 lilho, Francisco
Paula de Souza l.eSo, sua senhora o 5 escravos,
Joan llodolpho Gomes e 1 criado, Americo Neito
de .Moraes, Alexandre Fernandos da VeigaLima,
Joaq>iim Ferreka do Araujo.
Passageiros da galera americana Cowrier,
entrada de Uchmjiid :George Fortunato, Fe-
be 11 moreciio castigo, para que pripseguridq el-
le? na iccuaaco.-pudossem apuntar como culpa
gr.ive o que-se v'no (oslante do periodo a que
vanos respondendo.
^ssira pois, o dever de justificarmos toJos os
nossos actos, especialmente aquellcs que se
v 111 feridos pala calumnia distarcada sob asap-
parencas da rcaliJade, nos obliga a descubrir
essa boceta de Pandora, para que se tipie sa-
be ndo queantes de ser auiorisada*
pareci perverter e enervar o exercilo, porque
nao se pode dccullar o patronato que aos gran-
des isentava e comprima os pequeos. E anda
assim, contra um homem, quem deve o paiz
tributar lana, liomonagem ; contra o digno rc-
pressor dos abuso tas leis e disciplinas milita-
ros, que, com espanto geral, se crguo o orgao
cniraua de Mclimoiid : Ueorge Fortunato. Fe- b< ndo queantes de ser aulorisada- a (nota I Ho irri,,' Z [ ,,"
lesa Cdurainee Jos Fronlc, e segu.ra.n para o de OSOOO rs. para alugucl mental dos HrZ I t\ZVM d^mi^H ,Wq por al" se ,mPn
li I ,i I 1 1 1 II.M : \ /. ( ,1 I .... .....v^ .-I ........ ... ^. .. J^_______ .... 1 I T U,U Ul. IIU I I lili .
mleresses do
exercilo, mas que s parece defender a causa do
interesse individual, declarando, procurando in-
solentemente conspurcar o seu caracler e repu-
laesto, para proteger tao indignamente a dvcaffei-
cao'do alguem.
Esalp-homem, que no paiz e fora dclle con-
beeiJd c respeilado por seos actos, he o Exm.
Sr. cnseHieiro SebasliSo do Reg Barros, actual
minmro da guerra ; e esse orao dos inleresses
me
L11 S. Benlo, ampliada desde o rio Massoro, nt
o rio de S. Francisco, pelas suas rcenles obser-
vaciies-; comprehendeAdo o liitoralde^iialro pro-
virrcias, que sao Rio Grande do Norte, Parahyba,
Fernambueo o Alagoas ; corlas dos lag^as dosul
c norte do Marei: plano do baixo das cabras.
Sirva este incentivo para que u dislinc.to per-
iiambucauo. olficial da marinha imperial, n.io ar-
refeca no ardor, que tem aprsentelo noservico.
Sabbado o Sr. Mr. Trislao do Alentar Ai'a-
ripe mandn rezar urna missa fnebre pelo re-
pouzoeteino do fallecieo senador Jos Martiniano
de Alencar, no convenio de S. Francisco.
Este acto de piedosa recordacao do prenle c
iimigo, foi concorrido pelos amigos do illuslrefi-
iiado e de S. S.
Na forma das instrueces de 11 do junho
lo auno prximo passado, acha-se aborta a ins-
cripeo c o processo de habililaco para o con-
curso da cadeira vaga do curato da Sdo Olinda.
O prazo marcado de 30 dias.
lionlem iealisarain-se as procsscs de fia-
mos e do Senhor Bom Jess da Cruz ; esta no
liairroda Boj-Visla, feiu pela irmand.ide respec-
tiva, creca na igreja do Rosario d'alli; e aquella
iiosie de Sanio Vitont, e igualmente toila pela
irmandade do Senhor Jjum Jess das Chagas.
Ambas foram apresantadas ao publico com a
devida decencia.
llio de Janeiro.
J-isla dos baplisaMos havidos nesta fregue-
zia da Boa-Vista, de 25 a 31 de margo do cor-
rele :
Joo, bronco, nascido em 15 de dezembro do an-
no passado, lilho legitimo de Jos Beuevidcs
de Souza e Anua Emilia do Souza.
Juanita, parda, nascida em >7 de dezembro. do
anuo passado, til lia legitima de Candido Cor-
rea Gumus e Seiiliorinha de Almeida Lima
Rosalina. parda, com 1 mez de nascida, torra na
pa, lilha natural de Domingas, escrava.
Olympia, parda, nascida a 29 do jullto do anuo
passado, lilha legitima do Manoel Rodrigues da
Silva e Maria Francisca do Rosario.
Clara, Africana livre.com 20 anuos de idade. :
Julio, brauco, nascidu a 4 de Janeiro do crren-
te, filha de Julio Augusto Torres e D. Leoniila
Candida de Oliveira.
Esmezia, parda, nascida a 23 de Janeiro do cor
rente nono, filha natural de Antonio Maia
Silva c Francolina Maria do Espirito Santo.
MORTALIOAOE 00 DA 31 U0 COlUtBNTB
Joanna Biptisla do Espirito Sanio, branca, casa-
da, 25 annos; phthysica
Anluniu Maria, preto, viuvo, 55 annos, can-
cro.
Mariinho Nolasco, pardo, solicito, 18 annos, In-
terne perniciosa.
A mir, pardo, 4 mozos; diarrhea de sanguc.
Saliisiiana, branca, 6 annos ; gaslro-inleritc. *"
Francisco Zacarias de Freilas, brauco, solleiro,
3 annos ; plilhysico.
Mara Francisca da Conceicao, prel, soiteira,28*"
anuos ; diarrhea.
Filippa.preta, escrava, 10 annos; diarrhea.
Matadocho publico :
Malarani-sc no dia 31 do correte para o con-
sumo desta cdade 86 rezes. ^
Hospital de cahidadr. Existem 63 ho-
mens, 53 mulberes nacionacs, 5 homens esirau-
geiros, 1 homem escravo, total 123.
Na tolalidade dos doenles
dos, sendo 32 mullieres e 10
Foram visitadas as enferm
Pinlo s 8 horas da manliaa, e peto Dr. Dornel- !
las s 9 horas da manha.
Filleceti urna, mulher de phlhysica
e diarrhea, c um homem de phlhysic
monar.
qie Irunsporlastem os mordomos ao sercico do
hispital, j a adminisliaeao eslava certa que
a generosidade daquclles, a favor de quem iu-
dislinclamentc ia ser concedida, 4io consenta
quo ella osse levada a efieilo, c sini somenle
c< nsignada, afim de constar o dispendio que se
poupava ao estabelecimcnt com a suppressao de
u na verba de tanto alcance.
E' desi'arle que rosluinam praticar os que se
dedicam de coracao e sem vistas inieressei.ras :
assim tambera que sonbe proceder em ludo a
adraiciistraco de 1859.
Ponhamos agora de parle o desvario econlra-
S'Uiso que se palnla no final desse aranscl de
C lotradices, <; (iranios somenle o ponto onde a
nnlignidadc de nossos aecusadores se slenla
niais positiva c cora maior porr;ao de virulencia
era feforco da calumnia e da meqlira que apre-
glam, quando, para completar o pathelico da sua
ja* declamaran assim se exprimem -
Que a adminislraco devia saber que esses in-
f:h:es'alienados precisavam de q un ros decentes
e apraprfadoSJrnas que em ctz desse'meio itois
justo,saxoa el, regular e humanitario, deu-lhes
i m tronco
AUogxee que o capilao Alves Braneo ( fszia
o que o vigario determipavn, sendo seu conipa-
nheiro as descompostura* a pasquins contra os
inimigos do mesmo vigario, e lira-se a conclu-
sfto do que deste proceriimenlo resollara o esta-
do de excitarlo, quo, aggrarada pela circums-
lancta do- compra de olgumas cuias de farinha,
e de insultos verbnes feite"ao lenenle-eoronel
Alvaro Ernesto, produzira aeuclle nefando assas-
sinalo : jn'as quem nao-f que ha em Indo islo
orna lctica para conseguir-se o duplo tlm de
torna odioso o vigario, o desvairar a opiniao
publica no juizo que deve fazer a respeito do tao
horrortos^attenlado ?
O autor da nasicia pensa seguramente, que o
publico come araras, e que nao ha quem o com-
Qhonda. Cuitado 1 Sabe-se que todas cssas
n^rarocs sao feitasde adrede, e, portanlo, perdo
Su lempo.
*. T|S8rio a das dtrsgraras do Onricu-
ry, e n"
cesso
no entauto foi elle quem sofTreu um pro-
so. urna perseguicao immoral,
A nao ser o rnuilo interesse que j hoje pren-
toa atlenco publica para a queslo queem
campa armado temos procurado defender, s-
Inenio para que a mentira nao triumphe da'ver-
( ade, nem o vicio da virlude ; certamen! nos exi-
miramos do trabadlo de contrariar o ponto da
iccusacao que cima demos i estampa, porque a
calumnia nello tao palpnvel, quanto saodesco-
uhecidos os scnlimenlos huraauilarios que alii
lingem nossos detractores.
Poica porm que nos nao desviemos da estra-
da que una vez temos irilhado ; e assim nella
iroseguindo, oflerecaruos a nossos leitores os do-
Mmenlos que seguom, para que fique demons-'
rado que se a admiiustric.o de 1859 nao pode
cas pftr um provedor
gideei laes po
a quem cabil*\coi maior
. -*-- i razao o conh^cimenio dos meios'mais Mropriados
PU|monsr ; para accommodacao daquellos infelies. Veja-
sica pul- mos p0js a compVovocao do que o raneamos :
CHRONICAJUOICIARIA.
TRIBUNAL DARELAClO.
SESS.iO EM 31 DE MARCO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SK. C0SSEL1IEIIV0 ERMEL1S0
DE LEAO.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes os Senhores desembargadores Villares, e
Silveira, Gilirana, Guerra, Lourenco Santiago
Silva Gomes e Caelano Santiago, procurador de
corda, faltando o Sr. desembargador Figucira da
Mello, foi iberia a sessao.
Nao houverara dslribuii;es.
Passados os feitos deram-se as seguinlcs
D1L1CENCIA CRIBES.
A casa do banhos do palco do Carmo acaba
do addicionar & si um laboralorio de lavasen! de
roupa, por meiode apparelhos novos e de. gran-
des dimenstvis ; os quaes d.io lugar a lavogem
para cada freguez poder ser ultimada no espaco
de doze quinze dias.
Esta addic.io muito importa nossa cidade,
onde todos sabem o quanto cusa iceeber-se a
roupa que se manda lavar, nao fallando na conf-
iante perda de pecas. Com esla medida pode-se
agora d'ante-mio c com cerlcza marcar o quando
se tem do roceber a roupa, e nao ficar-so nessa
incerteza que actualmente se d, demorando se
mu tas ve/es esti por mezes no rio.
O preprielario daquelle eslalielccimenlo desig-
na es dias para a recepeoda roupa suja. c aqucl-
les em quo deve eTcciuar-so a entrega da lava-
da ; o que una condicao de vonlagem para o
publico, quo assim nao Picar na duvida dedos,
e sugeilo i ronlado das lavadeiras, que por ri
4e regra nao sc apressam aislo.
Estamos que esla empieza ha de deixar lucros
aos empreheudedores ; seja isto pois a su i re-
compensa-
Do Bonito recebemos a soguinlecarta, que
fierecemos leilura dos nossos assignantcs :
c Bonjto, 19 de marco de 1860.
No dia 17 do corrente (sabbado) polas 4 ho-
ras da tardo e ei presenca de mais de 400 ps-
eos, foi apuohalado.Jos Albino Imburano, al-
moerove., casado e,com 9 filhos : o autor do
rime foi o cabo de esquadra Laurindo, perten-
cenle ao deslaca meato de. linho que aqui se
Depa'a do acolencimento, o povo amo(inou-e
. armado, queria apoderar-se. do assassino ; e
o negouo teria tomado urna face desrunvmiia'o-
te, a ne er a inteivcnrio dos Srs. delegado eo-
ronel Beaerra, e Dr. juir.de direlto Lourenco Jo-
s de Figacredo. que conseguiram resUlilecer
o socego, fazendo reculber o cabo cadeia, c
m seguida ao tronco por maior cautela.
O infeliz Jos Aibiuo fot recelhido casa do
oogociaole portoguez os Loiz de Mallos, man.
dando-se inwnediaiamentc chamar o Sr. Lavene-
e, que observouos seguinles erimentos, e por
elle descriptos ao corpo de delicio : Dous feri-
moalos sobre aclaricula esquerda.ouiro uo bra-
co sobre a ar.licoAaco scapulo-huaierai, oulro
tres polegadas mais naixo, e finalmente oulro
sobre o nypucondrioeBqucrdo regiao renal,, of-
Jeodeudo o orgao que I be empresta o oome, e
beta asafm se rasos Posloque ia principio o
erido rooslrqsse rouila 'corage.ro, todava 2 ho-
zas depois os symplcipaa. eram assusladores,
auares .fros innuudavam o eorpo e queixava-se
de fadiga, es soeporros fora/u-llie administrada
e. permafcceu.aasyn al s;j| horaa da madru-
gada, depois desta hora o pulso tornou-se ,pe-
3ueno e cxjm.oassado, og suorea tornoram, a a-
iga augmeatou seguida de lipothymlas, tendo-,
se recuubecidp.rnie. *ao exisliam esaorancas de
alya-lp, os uliiraos,Sawmenlos Ihff.fowra mi-
nifIrados e as 4 horas e*pirou
.r/.o Albino,tnw-p0r.,gwis. ,\ annos Ano-
crevou, Unbaadftujrido a,conaanaae oslima.ge-
M*rL,p0r ,uo PMff'^u-se uma^ubscriprie-pa-
Illm. Sr. Dr. Prxedes-Gomes de Souza Pitan-
ga.Rogo a V. S. o especial obsequio'de me de--
clarar sob sua paltura de honra, qual a orma
porquo eram comidos e conservados no hospital
porluguez os alienados, que tem sido tratados as
enfermaras do mesmo hospital, durante o lempo
de Mu exercicio medico.
Anlecipo meusagradeciraenlos por esto obse-
quio, pedindo-lhe olm disso, permisso par
usar do sua resposta como me convier.
Sou com eslima e consideraqoi-d V. S. nini-
lo atiento, venerador e ciiado Jos Teixoira
Basto.
Illm. Sr. Jos Teixeira Basto. Satisface ao
que pede na caria cima, declarando que qtiando
fui empregado no hospital porluguez, por occa-
sio do primeiro encommodo do meu amigo e
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da collega o Sr. Dr. Lima Bastos, acbeieslabelccido
justica, a'app'ellacocrimc : o systema de correiasde sola para prender a c>-
Appellanle, o juizo ; appelhdo, Auna Rodri- mo os loucos que all exisiiam, e visto como nao
giro de Veras. exisiiam oulros mcios poslertorniculc atom des-
Appellanle, o juizo ; appelladj, Joo Monlei- les, se mandaram preparar dous clleles, sem
ro da Silva.
Appellante, o juizo ; appcllado, Jos de Mello
Albuqucrque Montenegro.
Assignou-se dia para julgamcnto das seguinlcs'
Nao a primeira vez que S. Ex. se eleva
postead que dislinclamenle oceupa, nem esta
a prova nica du conflanca imperial. Por varias
vezes tem desenipenhado honrosamente as mis-
ses deque peranlegovernosstrangeiroso nosso
governe Ihe lem encarregado; e i presidencia
de urna provincia em poclia de melindrosa
rise inda mais certifica essa confianca lao
ampia que nelle deposilava o governo "impe-
rial. O. mesmo povo o tem constantemente es-
Colhiio para seu representante na asscmblea
geral. E em todo esse circulo nobre de revolan-
tes servieos ao paiz um s tacto nao existe quo
desagradarse ao governo ou aos governsdos.
Onde pois o psito de aecusacao acerba em
que se firma esse peridico? Que crdito e
acceilaco merece do paiz esclarecido um jornal
que lo estpidamente se affronla apparecer em
publico, s para vilipendiar e ultrajar urna pes-
lanas vezes com a confianca da cora c do
povo *?
Essa infundada ou antes suspeitada aecusacao
nao merecera as honras de una resposta ler-
niinanle, se porveniura o papel que a publicou
nao se inlilulasse o re|iresenlante dos verdadei-
ros inleresses da classe militar, dessimulando e
encobrindo dft'arte com- a dignldade do (iluto a
baixeza de tal eaeripto.
Basta ler-se o jornal referido para comprehen-
der-srsem mais duvida o rancor que alii se sus-
tenta contra o Exm. Sr. couselheiro Rogo Barros;
e a causa nica de tanta injuria a importancia
convenienteque este ministro liga a seu cargo,
nao couscnSirdo q|ic appareca o escndalo. E
por essa independencia de carcter e de posicao,
qualifica^se o ministro da guorra de sem intclli-
gciMJp, de perverso I
Mas1 toato,- tiflue a verdado dos factos, que o
autor;destes sarcasmos nao se atreven, no meio
de tanta oiva e apesar n frase insultante que
em prega indicar um s faci que ao menos de
leve deshonrasse o nobre ministro de Estado I
Fra desnecessario lembrar a insultuosa amea-
?a que temeraria e ousadamenle se fez nosso
Augusto Monarcha para reprimir os aclos do
ministro da giierr*; mas preciso por em rele-
vo.o quanto -a raiva e o despeilo- preponderan!
m> animo do autor desse artigo, para melhor se
conlieeer-*>afr*co e consideraeao que mtPcem
apor o arfigo-dessa naturefca. *
0 exercilo, por quem quc que tosse, rra
poda fazer tal representaco peranle o Impera-
dor. O exercilo est satistoito com osen minis-
tro, porque nelle v a sua elevacao, c delto re-
cebe o elemento de ordem e de obediencia que
sempre deve exisir as suas filciras. E o exer-
cilo brasileiro acata e respeita muito o seu chefe
augusto, para lo cobardemente alocal-o nessa
auieaca infame !
Para maior gloria do Exm. Sr. conselheiro. e
para maior desprezo de tal representante, intei-
ramenleopposio foi efleilo que produzio seme-
Ihante represenlaeao: enera poda deixar de
assim acontecer, quando o procediinenlo ao S.
Exc, se ocha estampado nessa serie de avisos e
mais ordens relativas ao servico militar, que
tanla honra fazem ao ministro que as expodio.
Na pnblirnco que ora fazemns nao pretende-
mos ofender a molestia de S. Exc nem lecer-
Ihe elogios iramciilos: a verdade
guia, e presumimos tel-a dito.
san a oulras suas irms ?
Hoje mesmo poderia o nobre redactor do Mer-
cantil pergunUr-lhc : se sois orgao de um parti-
do inicuo, poa*j*iis nchajftjsutodo, abandona-
do dos bachjrw-Waqpstancisco Teixoira, Uibei-
ro, Leonardo. Serfico, MoracsTnlieiro, oulros
neophilos que vos aeonipannavara na redaccio
uo Liberal.' Porque abandonasies a redacto
deste jornal, ha mais de um mez, e anda nao
podestes reunir esta-lo fallada Sociedade Li-
beral ?
Poderia ainda o nobre redactor do Mercantil
pergunlar-lhe : quem sao os membros dessa so-
ciedade liberal, quanlos sao, seus nomos, posi*
coa na sociedade e ideas politicas? Porque se
nao reunirain no dia marcado pelos estatuios
dessa sociedade, e tem sido necessaito adiar esla
rtunio l para as kalendas gregas ?
Se o nobre e Ilustrado redactor do Mercantil
livesse viudo a esta provincia conbeceiia por si
proprio, que nem ludo que luz ouro. Teria se
desengaado, e voltaria convencido de que nesia
provincia nao existem mais partidos polticos, por
que a revolucodel88, eafuzo de ideas que so
tem operado acaberam com elles
Encontrara apenas lulas pessoaos, como bem
dissu o Exm. Sr. Fuiza, presidente desta provin-
cia no relalorio que leu assembla provincial.
Os homens nao formam os partidos, e sira as
ideas ; em quanto estas nao governarera ser
ni illi.ii- em ferro fri.
O Ilustrado redactor do Vereantil ainda csteve
em erro, .|'iando ligou grande importancia a es-
ses arligos que cscreveu o redactor do Liberal
sobre a mouarcbia, c aos quaes chamou preparo
da opiniao de um partido-para a recepeo do Im-
perador.
Esses arligos foram filhos de urna estrategia do
redactor do Liberal, quando vio que o seu plano
de recepeo do Imperador nao era acceilo pela
populacho, e que por couseguitte estova perdido
na opiniao publica, e comprometlido com o poder
a quem ameacava.
lalrri o nobre redactor do Mercantil se nao
record do que sc passou no Liberal l'emambu-
cano, quando sc comecaram os preparativos para
a recepeo imperial.
Apenas de divulgou a noticia da visita de SS.
MM. as provincias do norte, comecaram os ho-
meus de mais importancia n prestigio nesta pro-
vincia, a formarem sociedades que se cncarregas-
scui de cerlos e determinados festejos, e logo se
creou um balalho popular sob o commandoem
chefe do valenle e brioso coronel Lamenha.
Mas o que fez o redactor do Liberal1! Oppoz-se
abertamenle a idea do festejos populares, e em
um artigo de redaeco consclhoii a populuco
para que recebesse o monarcha framente, e de
cabera baixa, afim de que elle conhecesse o povo
Vicia escraviaado sob o jugo de urna olygarchia
que ha 11 annos gozava de todas as vantagens
ao poder.
Nao exageramos, o nem levantamos um falso
ao redactor do Liberal. O redactor do Mercan-
til que recorra as collecoe$ do Liberal do mez
de sclembro do anuo passado, e um dos ltimos
dias do dito mez encontrara o artigo, a que allu-
dimus.
r?.?i?,i fe-nl,lou -n- sei0 Ja "Preicniarao pro-
vincial foi o capilao Alves Braneo, que era seu
nmijo quem ambn de ser victima do bar-amar-
lo ; tof o capilao JosWoaquiro' de Barros, que
egualruonle com elle manimlia rolaces de am-
zade, quem sofireu ura^processo e condemnara
lao absurdos, que cahiram peranle o Ilustrado
iribunal da relaco ; o vigario o autor das a-
taces do Ourieury I M
Aponlai porn a"s perseguices, e solTrimenlos
dos seus adversarios: dizfii se algum dcllesji
Ioi assassiuado, ou pelo menos processado ; ex-
hib qualquer fado, do qual sc possa rolligi'r ler
havido quera Untasso ctnitra ellos, para poder-
dcs ser acreditados. Mnsinlol Vos nao fazeis
isto, porque oulro vosso plano, e sabis, quo
nesso terreno' Acaris necessarianente derro-
tado.
Sede francos, -e dizei antes, que- tendea m
vonlade ao vigirio, porque elle representa o ele-
mento inoralisador, do que procurardes empazi-
nar o publico cun narmees infieis e adulte-
radas
E-laioos dispostos a aconrpanhar-vos, e fcai
convencidos de que nao perderemos de visla os
negocios do Ourieury, para inslruirmos 0 publi-
co de ludo quanto se passar all.
Pcrdei a esperanca de mentir tranqnillamente,
porque, para esgreilar-vos, temos resolvido se-
guir-vos lo de porto, como a sombra acompu-
nh:i o corpo.

o meio mais proprio
appellarcs crimes :
a ppeilanie, Lu/. Jos Correia de S ; appella-
do, o juizo
As l horas e me5a da manhaa cncerrou-sc a
sessao.
Communicados.
Aos senhores socios do hospital
poitu-ue/ de henefleneia e ao
publico,
0 genio do mal, que disfarcado o
despejado tem por nica niisso so
bre a Ierra Iranstornar, perverter t
perturbar o andamento regular da;,
mais santas inslituices, ha de tara-
bem procurar eslorvar-vos.
A discordia o lumulo dasempre
zas collectivas, a emulacao um ini-
migo traicoeiro, que as ere solapada
mente.
[Do discurso do Sr. Dr. Jos d:
Almeida Soares de Lima Basles,
dirigido aos socios do Hospital Por-
luguez de Beneficencia, no dia di
sua inslallaco.)
[Ccnliuuacao do numero 73.)
Que ao mesmo lempo que se construir umi
ea pella vistosa, se levantaram estatuas, se dii-
ptHdia com um fogopara a cozinha asommz
(uorme de perlo de 1.000 rs., e a administra-
do auiorisav* a despeza de 508 mensaes e.n
beuficio do mordomo encarregado das obn s
para poder ir em carro ao hospital ; os infeliz is
doenles tio tinam um quarto para banhos -
w lugar segregado para urna molestia cqntc -
giosaum quarto apropriado para umagon-
SM-um lugar conveniente para umopen-
{ao-crurgica,e os desgranados alienados eran
desapiadadamente comprimidos em seus Uii >s
eom crrelas, camisolas, cordas, etc ele, te
oueesseespectculo ceuimovesse a administra-
ra o.
So a iniquidade, -sempre de-enrolla com o dis-
perto, poderia enumerar enlre os arligos de ce i -
sura e-ciassticaco de desperdicios, otpraal-
ministracao aecusadaifeilo construir cusa par-
ticular urna vistosa capella, que hoje se presta
oos :nmia sagrados misleres para a cura das 11-
mosdos iufelizei, .que vo demandar em jiosb
enfermaras saude ao eorpo e paste ao espirito.
S o gento do mal, esse inimigo jurado de lu lo
que de mais sanio e justo se dfferece i eonlen-
placao da piedada cbrKiaa, poderia ,en*eratr
neaaabra do tonta mognltude e rcreracao, flr'ta
pedra.dee6CBndaIo#irada onlra as conrinie-
ciase l'ilece^esTdjywifitol oorluguez. S'tpiJ
invfilorado o 9 proposito de perverter e
perturbv, ubrigadJUWiaasos aceusaores a trasor
-araalado jjaja -Mte& do ununle*sse .b* -.oj

que ainda exista completo
em taes circumstancias.
E' o que sci a respeito.
Sou com toda atlengo c eslima de V. S. muito
aliento, venerador c criado Prxedes Gomes
de Souza Pitansa:
lllm.Sr. proredor do hospital porttigTiez.-rI>z
Jos Teixeira Basto, que se Ihe faz preciso,'que
o reverendo capello, o regente interno do mes-
mo hospital, informe, de que meios se lem ser-
vido para conter e conservar as enfermaras do
mesmo hospitales alienados, que nellastcm sido
tratados, assim como declare os noma dos mor-
domos de semana, que serviram nob03pitt du-
rarle as pocas em que all estirerarrfesses'lie-
nados;esed'algum delles ou da provedoria rece-
ben se quer algum a insinuarlo para ernpregar
oulros meios, ulm dos que eslavam Cm pratica,
quando S. Rvm." lomou posse do seu cargo.
Espera que V. S. te sirva defcrir-lho. E R.
Me.
11 ,-u
Informe,. que rendo. Recfe 13 d> mareo de
que nos
1860.Braga- provedor.
Em allenco ao despacho supra, doctoro, que
os doeutes de aenacaoque entraram,neste hos-
pital durante o lempo que oceupo o lugar de re-
gente interno, lem sido comidos, quando mais
furiosos, as camisolas que.aehei, e manielados
as respectivas camas com as correias, que paro
isso, tambera achei, e alguraas vezes com cordas,
parji^occorro das ditas correias, que sao as mes-
mas com que o Sr. Dr. Almeida mandara Castigar
algn doentes, que sera screm doudos, se torna--
vam insubordinados. --.tjj
Os mordomo semanarios que serviremducan
o lempo que aqu cstiveram ires alienados om
IS59 foram os senhores :
Amonio Pereira de Oliveira Ramos.
Joaquim Antonio Pereira. por tros vezes,
Hennque Jos da Cunha idern.,
Antonio Francisco Correa Cardse, por dua vezes.
Manoel Ferreira da Silv Tarrosotlpor.tres vezes.
Domingos Bernardino da Cunha..
Jos Joaquim Lipa Bairo.
Joao Jos Rodrigues Mondes. '.
Narcfeo JosfyJa Cosa Pexeiu.
Polycarpo JusEayme-
Marcelino J0jt.Gon;alre.da Fanle
Miguel J,os Barbosa Guraares.
Francisco Jos Pacheco de Olrejm,
Manoel Ferreira de Souza BarbosaV
Jos Jlpolciro de Siqueira,,
Joaquim Antones da Silva.
6eudo que nunca rtcebi delles no da provs-
dona ord^ni^ou, insinuaco para empragar oulros
meios para fpqMir ditos alienuda*, atoro dea-a
ficam ditos.e cuja, pratica-j ocontrei, qn
vim para <-ste cstauelecimeiito.
E' quanto me qumpre informar,
aiTirmo in verbo ncerdotis.
Hospital portuguez de Ban
nambuco 1- demarco do 1860___
Santa Anglica Pimntel, ciipaiao e'
Agora, pergnrrtamo ni: opde e
Wjrrn.io tronco cotlruidq a i
nossos detractores' ?
Algumaspalatras sobre o a'ligo da redacrao do
Correio Mercantil' de 22 do mez fmdo relativo
as oraras da dia 1-1.
O modo sentencioso, agravidadeda phrasecom
que coraecoii o Ilustre redactor do Correio Mer-
cantil o arligo cima deferido, fez-nos suspcilar
que grandes o clamorosas njuslicas se haviam
dado aa distribuirlo das Bracas por oecasto de
sc solemnisar o annirersario da nossa adorada
Imper.itnz. A proporco quo amos adianlando
a leilura desse artigo mais ia crescendo as nos-
sassuspeitas: mas logo que ctiegnmos ao ponto
cm que o iltostrado autor trotou do exempdficar
ns suas queixae,' cahimos das nuvens : vimos a
realisarau da tabula Mona parluriens Quan-
do esperavornos ler a relaco das pessoas esqne-
cidos, ou pretendidas, tomos lo somenle a desi^-
naro de tres on quatro pessoas, e enlre ellas se
fez mensii'j honrosa do redactor do Liberal Pcr-
nambucano, censnrando-sc o poder moderador,
por ter-se esqsecido do homem, que preparo
u-m partido-inteiro para recee-lo com entusias-
mo.
E-' para protestar Contra esta proposicao que
irncamos o prosonte eommunieado.
O Ilustrado Mador do Mercantil assim se
exprimi :
Que ficasse esquecido o redaelqjr' do Liberal
Ptrnambucano compreherVde-se : apezar de ler
preparado o opiniio de um partido xnteiro para
reeeber com enthnsiasmp o Imperador, reo de
algma8 liberdades de discussao, que o devem
airodar das boas gracas. d
Batplaslamos coiitra'semelhanle proposii;5o, por-
rr*e*iella e contera urna inexacliflao, c urna
B; ao*-brios dqsla provincia.
Ha otTcnsa os oseo^brios poique, o povo
Pernambucano nao necessiloii ser preparado por
Uiguem, paro roceber com o enthusiasmo, com
que neebeu, o seu idolatrado Monarcba, por
quem estar.aempre prompto a dar a propria
vida. r r
O-entliusiasmo o unidad de pensamenlo que
remou dorante a visita de SS. MM. II. nio podia
ser obra de un homcm, livesse elle o prestigio
que,tivosse.
A alegra, e expansivo jubilo do que se apos-
sou o nossa populneij ao ver pisar o solo Per-
nambucano o adorad* Par, quo faz os delicias do
Brasil toheiM, as provns de amor e dexticncojiue
ao Monarcha deram os Pernambucos nao'podem
sor a ti ri buidas escriptos de gazelns. 4esses
preparativos da opiniao de um parlido^cofb
disse o redactor do Mercantiles
So-pode pensar assim, qucABb leve o prozer
com seus proprio olbos *lr o modo porque
41. foram recebidoesta provincia.
loe es con testera e*lqbo presenoiaram 18o
ceno; que nos CoMrlem'os ne ze-
da comitiva impeilajfc
quedigam au nobrsr-MaVlctor do Jfcrenri-
se poda er obra de uravhabtem o enHiusias-
ue preseneiaram,
act-e embarque al
0 dias que cptoajajtfi ^^^
Ha inexaclido nafqgw&o dsitlusirado re-
dactor do MercanUi n parW.enihriifc suppo^ue
xedaclor do LiUial i'erwubue+jiQ draa^a
Nao se mitou 6 esle-conseiho somenle : ens
lou urna serie deTonar6eB*our a sorte de alguns
res da Franca, e que por fim apresentou urnas
celebres coincidencias do reinado do Sr, D. Pe-
dro I, cora oac'.ual.
Contrariado pela opiniao publica, que cada dia
mais se prouunciava contra* suas iheorias, ata-
cado pela mprensa da provincia, que estigmati-
za va o seu procedirnento. deliberou-se ento o
redactor do Liberal o mudar de ruino, e a escre-
ver esses celebres arligos, incensando a mouar-
cbia, ao ponto do fumo do sou turibulo sollocar
o redactor do'J/ercan a nurem por juno.
Pedimos ao illuslre redactor do Mercantil que
se d ao trabadlo de ler os nmeros do Liberal do
me?, de seleinbro do anno passado, e os que se
seguiram *t a mudanca de opiniao, isto c, al
de coraegar as oreleceoe sobre a formo do go-
verno menanaMco eenatiltmoMa*, e depois que
nos diga se oslamos invenlaudo tactos e fazendo
iccusac'ics sem provas.
Chamamos anda a allenco do Ilustrado re-
dactor do.Uercanlil para a'discripcao que lize-
ram os jornaea da provincia, e mesmo da corle,
de urna celebre iduoiinaco, que se armou em
frente da cuso, onde existe a tvpograplna do Li-
bw+i. ----
Becorde-se o illuslre redactor dos dsticos que
Se collocaram nessa iHumirlacao, d diga-nos qual
foi o peusamento que ptendeu a sua -eoltoca-
co.
Aqui vinha a doclaracae em caracteres maius-
culosjde quetodos os poderes do estado sao de-
legaces da nacaotodos situ "uaes perantea lei
(A consiiliiico diz lei c igual para todos, e nao
lodos sao iguaes peranle lei?)
Mudos virara nessa celebreira urna ameaca ao
monarcha ; c raudos um desejo de desvairar a
opiniao publica, e promover assim algunia scena
triste.
Quanto i nos se nao houve fundo de maldode,
(como mais provavel) houve asneira, permilla-
se-nosa expressao.
J v pois o Ilustre redactor que bou .er illu-
saoda sua parle, quando seexprioiio a respeito
do redactor do Liberal do modo porque so ex-
primi no arligo do 22 do m z lindo, censurando
o monarcha por nao ter galurdoado aquelle re-
dactor, que lu laudo na mprensa ha 11 anuos,
somenle tcm conseguido plantar a desunio na
lamida pernambucana, promovendo odios e for-
men tan do intrigas e vi n gane as,
Nao duvidamosque o Illuslre redactor ik Mer-
cantil, dcil c cordato como reforme o seu jui-
zo uesse ponto.
Quanto as iujusticas de que se queixa relalira-
mente a outas pessoas. nao estamos longe de a-
creditar que algumes se dessera, apezar do pa-
ternal desvedo com que o nosso iuclyto monar-
cha procura sempre contentar o seis subditos,
remunerando os seus bous servieos. Evitar essas
chamadas iujusticas ser mpo'ssivel, como o
contentar a lodos.
Confieos os brasileiros no monarcha que dirige
os seus deslinos, e fiquem cerlos que os seus ser-
vicos, as suas dedicace sero recompensadas:
sc nao forem hoje, sc-lo-hao amauha, se-lo-bo
Cm ouira poca.
W. -
Recito, 31 de marco de 1860.
Um jornal desta cidade. dando conta dos tra-
badlos da assembla legislativa provincial na
sessao, em que se iralou dos negocios do Ouri-
eury, entre oulras faz a s*guinle observaeito .
Seja porm procedente a defesa que fez o co-
nego Campos ao governo, c certo que o Exm. Sr.
Fiuza nao deve adormecer na tranquilidade, que
semelhanle defesa Ihe infiltra na sonscienci.t. A
adminislraco superior deve ler superabundan-
cia de aclividade e vigilancia; se quando S. Exc.
rcoebeu a reproscnlacao do juiz de paz presid ri-
le da junla nao sc lirnilasse somenle a mandar
oucir o juiz de dircito, a cmara municipal, mas
desse logo algumas iiishocces e providencias
(em reservado) ao juiz do direlto, lalvez quo hoje
sua defesa fosse mais completa, ou nao tlvewe-
nius que lamentar o trafico aconlecimenlo do Ou-
rieury. As iiformacujea eram necessarias, mas
ellas somenle nao basiarain om visla da distan-
cia do llio airo dos acoiiiecimentos.
Se nessa observagu do collega nao ha inlen-
cao de urna censura ao Exm. Sr. Dr. Fiuza, ao
menos ninguera deixar de ver nella a falla' do
conveniencia, que coiivm guardar-se em oppo-
sicao do certa ordem, afim de eviiar-sc a facili-
dadn de urna inexaclido ou de um juizo menos
seguro.
E' bem verdade que a autoridade superior cm
certas occurrencias deve proceder de modo que a
suaaegose faca sentir quasi instantneamente
onde se fizer necessaria ; mas nao menos cer-
to que nem por isso a prudencia e reflexo de-
vem deixar do presidir a seus aclos. O Sr. Dr.
Fiuza guiou-se por estes principios.
Havendo dimittido o delegado de Ourieury, o
pedindo nformaces sobre a representaco que
Ihe dirigir o juiz do paz presidente da junta, po-
deria ter procedido de um modo mais acertado
e conveniente ? Ueixaria por essa simples reprc-
eenloco suppdr que o estado daquelle termo
chegaria aos aconlecimenlos que tiveram lugar,
antes das providencias, quo tomara ? Era ser de-
masiadamente precipitado 4suppr que nada po-
deriam all as nuioridads,*ique nao represeula-
rvm a semelhanle respeito, e que por um sim-
ples officio do juiz de paz, devesse ernpregar pre-
venlivameule os recursos de que pode disor a
administrado.
Deste modo qualquer funcionario do centro
(jue quizesse diverlir-se cusa da primeira au-
toridade da provincia, nao loria mais do que di-
ngir-lhe um oicio, em que aeiasso um pouco
as cores da situaco.
Purtanlo ossa especie de cnsura, qae o coUe-
ga quer fazer adminislraco 3o podo ter cabi-
mento "
allend
ordens em reservado.
As ordens reservadas, por seu carcter espe-
nao podem ser levadas ao dominio da publi-
ll1 5l'Ii;in luir flhucn >. infa_.-. i ',
--------. ------^mwhpuhv ay liuuu ms taui-
), e ha de convlr otngo nesta verdade, so
i para o que disae com relago as
ca i
cidade, seno por abuso ou infra^o" do d
da parte daquelle a quem sao diriga^ ou quan.
do o cumprimento dellas lem feto p'twler este
caracler. Ora como se poderia afumar qj .
Exc. nao expedio ordem alguma em separado w^
juiz de dircito ? Como pode o collega aventurar-
se semelhanle afllrmaco?
Pora tahez mais prud'enle que o collega se li-
rnilasse a appreciaco dos lacios e das circums-
tancias, em que se dora, sem jamis azer rece-
ir a sua responsabilidado sobre quem lem pro-
curado pun-tos pelos meios, que a razio c a
prudencia aconselha.
Quando o dominio da consciencia estiver sob o
poder da adminislraco, ou quando oo lado de
cada cidado se enllocar um pedestre ou soldado
de polica, ento sim, cont tambera o collega
comigo, que sere o primeiro em bradar contra
o governo pelos lacios criniiassos, que so prali-
caram ; mas emquanlo istfeJa der, nao pa-
rece muito prudente intBjjpinar-se a auloridade
por lacs acouleciinenloajSp-
Nao ha paz no mundo,"'wdea polieia, por mais
perfeila e senhora que seja do todo os recursos
uccessarios a represso dos crimes, o a admiois-
traijo por mais superabundante de aclividade o
vigilancia que bajara consiguido preveni-los. A
razo clara, e so podem desconhece-Ia sent
mentos poucos generosos.
0 Exm. Sr. Dr. Fiuza nos poucos mezes do sua
adminislraco tem dado provas de que compre-
hende perfeiamcnte a misso do administrador,
e nossa lorefa tem desenvolvido a energa e acli-
vidade, que as circumstancias lem exigido, mas
3empre a par de urna prudencia e reflexo que
caraterisam o verdadoiro functionario publico.
Sentimos profundamente que semelhanle procc-
dimcnlo digno de elogios, nao leuha podido me-
recer do collega ttulos para urna apreciaco-
m.iis justa e merecida.
Plinius.
Correspondencias.
8*
m serSaulTicicules t'jirvrjir )o *cali*lno 'ajiRiao de uro m-o, '.e -qae w OURICUBY.
Anda o vigario Francisco Pedro em scena !
Anda as cousas do Ourieury narradas de um cer-
to modo, com um certo geito, e para um certo
fim I E' muito !
Pelo que consto da nolieia quo se 15 na ierts-
la Diaria de 27 do eorrentc, o infeliz capilao
Alve Brajeo deria morrer 1 Indubitavelmonte
islo o que quer o notiaador da Revista, ou pelo
menos, desmoralisar o vigario. mas alii est o
publico para er o roiz.
Anda ha poneos dias, demonstrou-se at
evidaecisfl assembla provincial, que bem ton-
go dd*er-o aolor, o vigwio Jisvia sido a victima
ifaa.perseguicw-s premovidas no Ourieury, e ago-
ra- lie apostado romo a .causa, aepao prxima,
aoMMfg remoto do bariMo asaaiioaiodc capi-
to-Mkes Braneo i J! ^
E'deelealdade, dwsemos mal. ej-versidade
que oa m cUflfificojau. %
Senhores redactores.Agora vomos expOr ao
Ilustrado publico, por meio de seu bem concei-
luado jornal, a questo do que fallamos em nossa
segunda correspondencia, datada de 20 do cr-
renle.
Em urna das occasies era que leve a palavra
o advogado da defeza, esle sahio-se com mais
outra vevasiva, que.nao lendo a sorte das primei-
ras. sortio o seu effeito desejado; e nao falta-
mos a verdade, pois que esla evasiva a referi-
da quesliio, que se de nominenqoeslao de dkei-
loei-la: (falla o advogado do reo):
So a razio que allega o autor conlra o meu-
consliluinle de Ihe hover fuiUdo o seu escravo
Malhias, nicamente o faelo (diz elle) de ter si-
do o dito escravo oceulto por mea consliluinle.
ora em Caianna, ora em sea eagenhe Secupemi-
nha ; como dizer-se que meo cousiiiuinte crimi-
noso de furto 1
Onde est aqui um tal crimel onde eslo os
seus elemento, exigidos pelo ai t. 257 do nosso
cdigo criminal; isto a tirada-da eousa alheia
conlra a volitadodeseu dono, para ai ou para ou-
lrem?I Ora, a visla ditto, a quando.muito, po-
dia, o meu consliluinle ser considerado como de-
leulor; e d'ahi Tesullar para o autor -nao una
aeco criminal defuiio, mas uniaarcao civel do
deieoco.
fisum teneatis.
Eis, pois, a concluso que da (araese qucstSo
lirou o adrogado do reo ; cuja lgica e erdade
^contestamos, o a consideramos apenas como un
sophismaparaseencobrit a criminalidade do reo.
E se ella porm, pode merecer algum -eonaeito.
foi unicamenle (a raso ciara) no.jury Testa et-
dade, cm sessao de 10 o corrente : por quanto,
acbando-so ella agora patento, o illstralatpu-
blioe^ come umjoiz reetoquee, reconheeot* vi-
denlemente a su futldade e chimenea im-
oj-Jajjci; o que nao devia encb.ergar, por con-
-*l
i.
MUTILADO i



'
-
venieucta. o aurorado o reo, visto a sua critica
situacao nao puder dispensa-lo de raais este ex-
pedient.
Em visla das proras, e dos documentos, existen-
tes nos autos, que foram loo bem analysados, e
pesados com o seu devidd criterio pe imparcil
c recto Sr. Ur. Francisco de Araujo Barros, quan>
do juiz dedireilo interino; te ve de pronunciar ao
reo Euzebio Pinto ; a vista de algumas carias es-r
criptas pelo proprio punho do leo, quer a seu
inhado Antonio redro, e quer a sua irma, re-
sidente no Pora ; entre ellas urna, conlendo odo-
sejo ardente do que se achara dominado o reo
ra querer possuir o escravo Malinas, remetiendo
para isso ao dito seu cunhado urna copia do pa-
pel de venda que Ihe devia passar: e oulra.em
, que declarara a sua irma que srfbia o lugar, on-
de o referido escravo se achava, mas que nao o
fazia por nao querer fazor beneiicios muguen
(o que 6 para admirar cm quem se acha preso e
icsar a
~----
Dito
Dito
dade, manitcsfar as convicce, consume
um medico urna indignidad^ umaofTensa, o pu-
blico que classilquo o quo nao ser o sacrincrSt DfToV d
da consclencia e do enferme as leviandades e
condescendencias dos que as nao p reza ni.
Com estas censideracoes, Srs. Redactoiefci 4e-
nho respondido a um insulto que hontem mo
trouxe o seu Diario, assigeado por um moto
que nao conheco, era de vfeta, e de cujo neme
na conferencia do finado Raymuado Jos de Sou-
za I.ofco, nein de leve su lratoW-endo que toda
mmha queslao scienfica fura dirigida o-Sf. Br.
Cosme de Sa Pereira, quo liana sido medico u-
sistenlc, e ao Sr. Dr. Silva Ramos que participara
da conferencia.
E ntm um neo outro deases dous*bhores,
alias oppostos *s minbas ideas, poderla dizer!
com honra e consencia, queeu os ferisse de le-
ve, nem a algun oufro cellega ausente.
Sou, Srs. Redactores, com tuda a considera-
MAMO DEfErWAatBieai
Oiiftt ue U.l.ieaCS '"VealprTapit
par i o prioi trangtirui ,. .
'e bldac.o reejperiae/w
r,- os poVtos do imperio ....
ftxpe. ieftl o dos gneros estraogeirot
nM*fllop*rcabUgem ttfre
dir ilto d cooiamo. .....
lo paiz...........
ivres ....
Arm; zenitaem das
mSfcwu
TW19A *m ABRIL-DE iSOfr.
Din
Prem o
processado;) e finalmente a vista dos manejes! cao, su constante cilor
empregadoa pelo reo para se furlar a punico, Dr. Coralino Francisco dt Lima Sanios
como fosse um d"elles a csiralc&ia de vir Antonio ______
Fernandos Velloso da Silveira jmar no processo
depois de ter-se a istorecuzado por muito lempo,
nao obstante as diversas petices do autor a tal
respeilo; por-quanlo, lameudo' a declaracao que
ja havia felo ao inspector francisco das Virgens,
quando fra fazer a diligencia, ordenada pelo de-
legado de Iguarass, que o dito escravo se acha-
va em seu poder mandado por Euzebio Pinto,
ara ajusio de coulascora sou cunhado Antonio
edro, e que no oulru dia Ihe mandara levar
visto.se adiar o dito escravo Irabalhan lo distante
no mencionado inspector, pela manha do dia
designado, que o cscrarosc havia evadido doca-
miuho; como ludo fra confirmado nao so pelo
proprio inspector do seu oflkio ao delegado de
iguarass, o no seu depoimento, coaio lamben,
por putras teslemunhas). procurou negar a iden-
tidado
exiga
do escravo.
Sr. redaclorei. Tamaoha a offensa como
deve ser a reperaco, o-eliz aqaelle que pode
lempo reparar, netos ditados pela calor de stip-
postas offen3as, alias engrandecidas pelas paixoes
de momento.
Do alto do seu conceitoado jornal flz graves
accusacs ao Sr. Luiz Antonio de Siqueira, ne-
gociante desia praca, bem condecido por sua
honradez e- bons costamos : sirvo-mc agora do
mesmo jornal para restituir ao Sr. Siqueira o
que Ihe poderia 1er lirado naqueHa micha cor-
respondencia deM3do passado mar.
A procipilaraocom que me corrduzi na oceur-
rencia batida entre mira e o Sr. Siqueira, deu
causa a mairifestar-me de modo a er serio arro-
pendimento, logo que me sobreveio a moderacao
e prudencia, que me habitual uc desde logo
resolv a dar ao mesmo Sr. Siqueira salisfacao
Mulfc
Sello
Dito
rmpo
Di lo.
Emol
Cita
cUa
a ptlvora
s.
de sasigaadoc .
Interior.
. .
io papelfiso. .
lo proparcianal........
Jo dos despachantes......
otajndantai do despachante*
intentos de cerliddes......
/ailios da Ulules doa despa-
'..........
MfcHoiiimtf, JjA MUA W Wmiku bU
D?UKO*Wm T00 E AJ160
CensulaodeSuwcenlo. 73:11751,74 8.
3#$00
; 2*100
Extraordinaria.
Prodi efe de impopuibots .
ai a trtntnal.........
I*.
19:8l8952
573
419
as seguales especies.
inheiro 397:IJ70I2
Em bihun;i
fai rer j
Eulra los no corrale mez.
Sahid >s ..........
como a necessidade assira o das oiTeosas que daquelle men p'rocedimcnto re-
2 dizendo nessa occasiao ler viudo ao sull*aam contra o mesmo
Roofe.-ineB<,ri.son.ftauelinha sido citado no ar-ifa"pelo presente meio.
mazemdesal.siioua ruada CoucciQlo.as 5 horas -*->'
senhor, o que agora
Confiando, pois, no cnvalaeirisrao do mesmo
poJcrJai-iiitho e naoMalhias.-e ser per-
tencentc nao--a Antonio Pedro,--mas-ao Dr. Serpa I
Brand.io ;dorendo-se todava notar que se essas
cartas existissom, o fossem verdadeiras, o reo ;
Euzebio Pinto, dentro do csp.ico de on/.e me- '
zcsque enl.io havia deconid ao dia em que
Assisnados.
2:70I9i(J
Dito da 2jrcenlo.
Ancorage. .
Djreilode 15 por cealo
das crabarca$6o* e-
Irangiras que passam
aoaciooaes. ,
Diretloado 5 por cent
na coropr e vendadas
ombarcacoes.
Expediente" da cap*ta'zia'
Sello fixo c proporSonal
Feitlo de ttulos de ca-'"
xeiros despachantes.
Emolumentos de Crtil
does. 4. .
11*700
2-731#380
8250
looieo
766*615
1:168*055
2^100 #
57200
Batatas VeiiUerara-se de IjuUO a ijzo
rs^ por arroba.
Carne gecca a do rHo-6rmdo vendeu-se de
t400a 5S8O0 ; e Buenos-Ayres
ti 35GO a 45*508/. ficando em
ser 20,';00 arrobas da primeira,
. ,. e 12,000 da sagunda.
tare-------------**endeu-se de 65UK) a 7;000
Mr roba.
Carvaodpedra- A%"Jumas
FarinhaH trifo
21
I)
n;.;, a a ^'*rafrot-tnetas.
Dizimo de diversos g-
neros do Rio Geande
do/forte. .
Dito dito da Parahjba. '
Dito doabjcodo, assucar
c couros da. dita. .
dito do aisucir das lla-
goas. .. ., .
77:9735274
l:871Jjl37
710g692
2:783*807
8:01g7O5
13:376S3il
(I
Jaram efTec-
8 n tonelada.
17SOO0l a
19*000rsTj.orVrScede Bich-
mohd; dc21$00lVaMO0Oa de
Teste.a 183000Ve Pfcila-
delfia e New Orlcans ; fleando
om ser : t8,400 barricas da
primeira, 12,400 da segunda,
S.OUOdaterceira. 1,400 da ullw-
total 29,200 barricas
Depsitos.
no ultimo '-'e
9:752iJ248
2:7213376
91:3493615
j ', Depsitos.
Em balanco no ultimj de fevereir
I saludos 110 crreme mez.
Existentes. .
9ft$
2
708*371
iiiu'o de
Publicages a pedido.
Minhu eliuien cirui'^iea no Sobral
Conlinuacao.l
32-Um
1 xa paz
deposera o dito Silveira, seria o priraeiro a aiun-: 'Jade soffria dores na cn.isso da urina c
ta-lasem suas diversas peli^oes, para provar a '' ,Lm_a_raenle_provocirani-lho ataques convulsiv
do 16 anuos, desde a mais ten-
ulli-
a sua innocencia, mostrando a nao existencia .do
idenlidade no escravo; pelo conlrario, em um
requorimunlo em que pedia a sua soltura, quan-
do pra preso a primeira vez, cunfessjva que o
escravo Mathias havia apparecido em sua casa,
Examinando cuconlrei-lhe
bcxijga.
Nao ra
la lithi '
dureza e grandeza da
um grande calculo na
ao mo parecondo conveniente extrahi-lo pe-
,Il0,flLia om lrtln?ao n ii3,0 do doente, a
pi'dra, depnis
'" 1 fiirniia 1 **------- !"" >"" "' c"i.j un chloro-
e que dala seuira para Caianna ; accrescendo 1ur"M3a"o, praliquei a lallia lateralis.ida ; achan-
ainda serem essas mesmas cartas, e mais outra,' .?, u.n,.e Ja podra superior ao que havia cal-
consideradas falsas e simuladas nao so pel Ion- '. d'M mais exlensao ao golpe da poslala
ga e sabia senlertca do Sr. Dr. Barros, como tam- | \*"* ''J5'"" curvo. Encoiitrei dilliculdade
bem por um examca que procedern)os peritos:
como, poi?, dizer-se agora quo Euzebio Piulo
nocommelleu o crime de furto de escravo, isto!l'"V" D,1,i"eo;,l'o aiguns instrumentos para deslo
nao tirou a cousa alheia contra a vonlade de I ," e "ar-"".! a posirao vertical consegu apa-
lea dono, para si ou para oulrem, e que segundo n"n"la eextrahir. Nao houve hemorrhagia ou oulro
apenas con- f,^,, J;"le- } ['edra.quo a conservo 6 do lamanho
m n,r h *-'"' cucomiei oiuicuiaade
ni1 pegar a podra por achar-se alravessada c como
,v"a ?Ce.a3*lw da bex,8a- s "iepoKe
aver empregado alguns instrumentos para deslo-
o al
legado pelo autor, podia ser elle .(. tul,- ,
, siderado -delonlor? 11 ae um .ovo de gallinha, muito dura c aspenj, pe3a
Esla argumentacao, porlanto, do nobre advog- '{"" 01lHVils,e mfeia' ." doenle passon bem, des-
do do reo (iniimaineiilc convencidos o dizemos) '!!? sc ap'1ou.dcscrabaracado deste corpo. em
s serve pura favorecer a impunidade; porque iias P1""1*''!''01' parle da urina enc.iminhar-
quem quizesse tirar o olheio, sem solfrer um
pena, bastava que nao conservasse o objectofur-
tado em seu poJer, mas o tivesso em poder de
Uta terceiro, ou cm urna sua fazenda bastante
retirada, afim de nao s achar-sc a salvo dos as-
sallos e diligencias da polica, como lambem
deslc modo poda livrar-seda pena e do castigo
sendo apenas delcntor; visto nao sera detenco,
no diznr do nobre advogado dadefeza, qualificada
comocrime pelo nossocdigo ciimiual! Masque ab- C,orl" e|iranho-
surdo! e que funestasconsequencias nao resulta- v,ul(;''C'a,Travou-
riam d'ahi para a sociedade? 1 lnfelizes de nos se l"1. lr,njccl fi?lul,J
uma tal doulrina prevalecer em lodos os casos,
como prevaleceu na questo de que ora nos oc-
cupamos: alguns dos ariig.g, como fosse o257,
estando a merc do todos, cdeixando por isso de
terem execucao. seriam por lim riscados ou abo-
lidos do cdigo criminal.
Assim, pois. pruvada asetrazao do advogado
da defeza na sua inliaJpBque.-lao dedireilo
t-m fuco do proccsso^aKmus agora palentear o
que a respeilo prolicffiraaSr fe. Doria de eterna
recordai;ao).
O Sr. juiz de direilo, tendo de entrar no resu-
mo dos debales, principien, dizendo:
Scnhores jurados, como seja noite, o nao cn-
chergue o que escrevi com lapis, a respeilo do
que disseram os advogados da aecusagao e da de-
feza, vou por isso cing'r-me a memoria etc.
Sobre isso podamos fazer algumas observa-
'OeSi porro.contenianio-nos coan> juizo do nu-
meroso e esclarecido concurso que ento se acha-
va presente : c concluitdo o tau resumo assim
se expressoo:
Tendo-me o advogado da defeza submettiJo
umaiiestao de diraito, para resolve-la, eu pos-
to quo nao me julgue com as babilitaces preci-
sas, vou lodevia expr aos seuhores jurados o
tneu parecer.
Opino com o dito adrogado; por quanlo,
quem apenas detentor, nao se acha incurso no
citado arl. 257. isto faltarn-liie os requisitos
exigidos por elle para haver crime de furto : a ac-
^ao pois, que se devia intentar neste caso, era
civel.c nao criminal.
Esta resposta do Sr. Dr. Doria no fim dos de-
bates, c quando os juizes defacto linhara de reli-
rar-separaa sala secreta do suas conferencias;
resposla que sondo contraria nossa legislaran
criminal, importara a negativa e, por assim di-
ser, a destruijao do facto principal, isto do
crime do que se tratara, nao podia dei-
xar, com o mais que ja dissemos cm nossa cor-
respondencia passada, do gerar nos nimos dos
senhores jurados a idea de ser Euzebio Pinto um
innocente (nao desejamosa ninguem a sua cons-
ciencia),e por isso merecer a sua absolvicao; ve-
james, porom o que diz o Exm. Sr. conselheiro
l'imenla Bueno, era sua distincla obra do pro-
cesso civil e criminaliza poderosa razao.diz ello,
porque a lei prohibe ao juiz de direilo que deixe
percebersuaopiniao, porque ella poderia exer-
cer influencia sobre o espirito dos jurados etc., e
induzir a crenca de racommendacocs do poder.
Entretanto, sc o Sr. juiz, resolvendo a queslao
que Ihe fra submettida, coneordou com o advo-
gado da defeza: nos tambem, de lodo nosso co-
ragao, submetlemos tudo quanlo tomos dil, a
apreciaeo o ao jnlgcmento do Ilustrado publico,
para quem appellam lodos os cidadaos, quando
offendidos.
se pelo canal natural, no lira de quime havia ci-
caiiizado, c o restabelccimenlo foi completo.
33.Una hornera de trala e tantos annos, va-
queiro, havia oilo niezcs que em suas carreiras
habiluaes, tinha introduzido um galho de arvore
de meia polegada do rossura e cinco.de compri-
nienlo na reguo do lira esquerdo, dirigindo-so
de cima para baixo
comtudo haver
c do fora para dentro, sem
penfjlrado a cavidade do ventre.
leudo penetrado com grande
sc entre os tessidos, e apenas
oso condiuia o cstillte a uxlre-
midade superior do mesmo e o deixava perceber.
1 ara dilatar o canal chloroformsei-o, o depois
de harer pralificado um golpe de bisluri no sop-
lido vertigal nlroduzi uma forte piusa, segurei-o
e extrahi. No da seguinto parti para sua ha-
bitacao sem maior cncommodo'.
31.professor doDrimciras lellras do Ip
com oO annos de dado* tinha um tumor no cor-
Rhada a esta foncT^jEu^i Ti;,.^'.'."^""0:"
jeco que produzio a inflammaco plstica, e no
lim de doze das regressou, achando-se o turaot
em resoluco.
35.Um oulro docnto, do 55 annos de idade,
so me apresenlou com a mesnja inoitsUa limita-
da no mesmo lugar, estando de uro lado .bastas-
te crescida, e.de oulro pouco., A, mesm^opera-
gao fof feita de ambos os lad|fit. "
36.Uma senhora, do 25 annos, aprescnlara
ura tumor do tamanho de ura ovo sobre a cartil-
lagem tnyroide, e como muito sobresahia, a doen-
te desejara rer-sc desembaracada, o para o que
j hara reoorrido ao em prego do substancias
caiilerisantes, quclhc haviam dcixado uma larga
cicatriz sera oulro resultado. Nao me parecendo
que esse tumor fosse formado pela hyperlrophia
da glndula thyroidb, annui aos desojos da do-
enle. A salisfacao de se ver livre do deffeito,
dando-lhe bastante coragem dispensei o chloro-
formlo. Praliquei uma inciso desde a extremi-
dadesdpcrior da caitillagom at a furcula do ex-
terno, dissequei o tumor que aprescnlara a cor
rxa, quasi negra, a superlicio desigual, oconli-
nha dirersos kysies choios de serosidade. Nao
houve hemorrhagia, c as margena foram reunidas
por primeira inlenso, o que effeclivamente ob-
livo em doze dias.
37.Uma senhora de quarenta e tantos annos,
tinha uma ulcoracao da pelle do rosto, que a-
brangia o lado direilo do nariz c macaa do mes-
mo lado, a superficie fungosa e elevada. Prali-
quei uma inciso de lodos os lecdos alterados,
curei o ferimenlo com cerold simples adminis-
Iraodo-lhe remedios internos, boles do boa na-
lureza substiluiram os tessidos degenerado?, re-
corr diversas vezes a pedia infernal para modifi-
car o trabalho de reparaco ; na ultima occasiao
que vi a operada pouco faltava para coniplelar-se
a cicatrisacao
38 Um homem do 80 annos tinha uma ul-
cerac.io, dura no ngulo interno do olho esquer-
do, a qual havia revestido a diversas medicales
empregadaa ; pelo que julguei preciso urna o'po-
racao. Corlei a circumforencia, raspei os lecidos
Existentes.........
.\as segnintes especies.
Iiinheiro .... 613*80.*>
Letras......8:911*037
ContribuirSo de caridade.
Rend menlo ueste mez.........
Alfindcga de Ternambuco, 31 de
is;o.
0 eserivo.
Faustino Jos dos Santos.
Importar.
Vapor brasileiro CVoaaira do Sul, viudo dos
porloi do Sul, manijeslou o segiUnle :
1 caa ignora-so; a Ferreira Basto S
1 cita dito ; a Guimaracs c Oliveira,
2 citas dilo: a Silvino Guilherme de Barros.
1 dita dito; a I.copoWo"Bourg/ml.
1 barrica el volunte dito: a Jos Ferroira Vi-
anna.
1 cita a 1 dito dito; a Amorim Irmos.
1(2 dita dito; a.Manuel Goncalves da Silva.
1|2dila*dito ; a Jos Joaquii'de Amorim.
412 dins dilo ; a Raymundo C. Leite.
1 caixa dito; a Pinto da Silva Bairo.
1 dita dito Siatao da Silva Leite.
1 dita dito: a Antonio Cacimiro.
1 cita diio; ao presidente da sociedade dos
listas.
40 rolos dilo; a AzcvcJo & Mondes.
I ilinha dilo ; a A. P. de O. Ramos.
1 lila dito; a Jos Baplista da Fonseca J-
nior.
2 caas dito; a Ribeiro (uiniares.
1 firdodilo; a Almcida Gomes Alvcs& C. 1
1 (aixa dilo; a J. B de Mello.
1 < la dilo ; a M. P. Cmara.
1 olumc dito ; a C. Pinto de Veras.
1 tito dito; a J. J. de C Moracs.
. 1 c ito dito : a Manoej Goncalves da Silva.
1 c ito dilo ; a D. dos Pass'os Miranda.
1 cito dilo; a JooAnglado Jnior.
.1 cito dito; a J. de Silva Loureiro.
1 cito dilo ; Nogueira de Souza &..C.
1 cito dito ; a Fredcrico Chaves.
1 cito dito ; a Comphman.
1 dito dito: a Joaquim Piulo de Campos.
1 dito dilo; a A. C. Duarte Pereira,
1 dte dilo; a J. Rostron.
1 cito dito; a Octaviano de Souza Franca.
2 cilo3 dito; a J. D. de Araujo.
1 cito dito; a Themolheo CU. Pereira Sanios.
1 tito dito; a Paulo Gaignour.
1 tito dito; a E. J. do R. B.
1 t lo dito : a Jos Ferroira de O. 01 Souza.
1 ililo dilo; aJ. V. Duarte.
Ya ior brasileiro Iguarass, procedente dos
porto3 du norto, raanifestou o seguinte :
1 caixa_chapeos,,13 ditas champanhe, 15 ditas
1 dita mercadorias,
paroles, papel. 8 barricas canos
." ''"robo, 90 panellas de ferro, 88 baldes ztn;
agodo*em""rnrV"'i,288 n!o*os"uB jJffia.'M
204*675
12j2lS
vt-... 192J458
""".''""""ladodePernanibiico 31 do.mar-
0 le 18b.).--Oprimeito seriplurario sorvindo
le esenvao, Joao J'raacisco Regii Quintplla.
Despachos de exportado pela me-
s.x do consulado desta c i da de n ,
da 30 de marco de 186
^T'llr81"" ingleza Carolina, Patn Nash
jar.t., 92 snecas algodo
roa, ...,, j,a-J(
Dita de mandioca- Vende-se de 6>uOO a 7*O00
_ ... a sacca.
Fejad ----- Vendeu-se de l^OOO a 3S000 Saldino Ferroira GomrsT
,. 1 por arroba. Jao Fcrreii de Oliveir?
alantetga----------a ingleza vendeu-se de 700 a
800, e a francesa de 490 a
y-ik 500rs- -
aune-------------Vendeu-se de4j500 a 5J00O rs.
n .. a sacca.
Queijos- *- r dem
. preio geni.
y.inor8?a da* 9nJu sp8ura. v>n<'as do sul pele
miniar C.^rodo S"U' e d8S cxiatenlesna nd-
55s : ^rrei0' pcra os se"m,res *b*~
Aufeliano Jos dps Sanios.
!5.Bnr7aJS. > ErBerin0 ^
Americo Pinle Brrelo.
AfTonso de Paula All>u"querque MarnnhSn
Antonio Padua Hollanda CavlcanU
Padre Antonio da Cunha Fignciredo
Antonio -Goncalves Ferreira Cascao.'
Antonio Jos Pereira de S.
Bernardo Jos Correia de S.
Benicio Dantas Martin.
Carlos Fielller,& C
Claudino H. Cavalcanti.
Firmino dos Sanios Vieira.
Padre Francisco Jorge de Souza.
Francisco Lauro da Silva Costa.
Toucinho-
de 3J0O0 a 2J200 rs, os
flamengos.
Vendeu-se de 8;000 85503 rs
v. por arroba.
vinagre-----------jdcm de jo&SOOO a 125J000
... a pipa.
vinrios-------------Mein do 260000 a 300i000 rs.
v 1 a P'Pa
. e as As de Slearianas venderam-se
n, a60rs.a'S
esconio--------a. pracn continua n sofrer falta
dinheiro, bem que a caixa
filial
_.ra e Silva. .,
Joao Jos de Carvalho Moraes.
Joo Pedreira de Cerqeira.
Jos Domingos do Coulo.
Jos Pedreira Franca Jnior.
Loureafo Jusliniauo da Bocha Ferreira.
Lourenco I.uia das Neves.
I.uiz de Albuqiicrque Marlins Pereira,
Marcelino dos 9ant03 Pinhciro.
Manocl Barbosa.de Arabio.
Manoel Vicente'de Oliveira.
Oclavisno de Souza Franca.
uincas de. OJveira.
Buflno Jos alaria.
Esperidiao Zanefro de Souza.
, ~ p.eJa subdelegacia da freguezia de S. Jos
do Rccife. foi recohida casa de detenco a par-
da de norae Bernada, que declarou andar fgida.
saccoi laa de algodao, 24 couros salgados, 111
saccoicarnauba, 100 meios desolla, 80 molhos
couri ihos. 96 esleirs de carnauba, 31 molhos
dilos, 1 c.iixa velas de carnaubi, 1 pacolo bizar-
ro te lidiado, 2 barris mol de abelha, 3 volumes
cera ie d.ta, 35 saceos carropeta. qeljos, 1 ilo
Cimcfl- ^eix* ordentr '
Brigue-escuua Jovem-Arthur, vindo do Rio
de J.inciio, consignado a Azcvedo & Mendos,
raanifcslou o seguinte :
5 cascos azeite do palma, 30 pipas vasias, 20
rolos esleirs da India, 4 temos de cestos de ot-
lim [ ara roupa, 1 volume com cadeiras de dito
para creancos, 100 barris banha americana, 285
sacets caf, 99 ditos feijao. 2 caixos rap, 5 ditas
chap ios. 1 barril cerveja, 1 surro ignoro, 30 ro-
los fi mo, 20 ditos dilo da Mina ; ordem de di-
verso.
Barca ingieza .Voica, vinda de Tena-Nova,
consignada a Johnston Pater & C. manifestou o
segu nle :
2:". 6l) barricas bacalho ; aos niesraos.
Baria sarda Paolo, vinda de Genova, consigna-
da a Bastos & l.emos, manifestou o seguinte :
30 pipas, 200 barris e 4 caixas vinhos, 250
barri.-asfarinha de trigo, 900 caixas massas, 740
sacecs farcllos, 207 ditos railho, 100 caixas en-
xnfre, 12 fardos alfazem, 4 caixas essencia de
dila, 6 saceos flor de viola, 40 caixas e 27 fardos
pape 33 caixas el lata azeite doce, 30 barricas
eastanhas, 147 caixas, 78 podras, 2 banheros e
5000 lijlos marmore, 60 caixas man,.5 saceos
sena, 20 caix.is alvaiade, li ditas agua flor de
laranja, 28 latas niassa de tmales, 120 cadeiras,
28dias de bracos, 12 sofs, 2 caixas chapeos do
palliii, 2 potes batatas, 1 porco de pedras para
laslri, 1 caixa fazenda, 30 molhos junco da In-
dia, 172 saceos feijao, 21 fardos cabo alcalroado,
20 dilos fio do vella, 52 barucas alpisla, 50 sac-
eos emendoas, 1 caixa livro3, 266 caixas, 283
meia! ditas, e220 quartos de oila com passos, 1
caix; confeites ; a ordem.
Escuna portugueza Rainha dos Acores, vinda
; da ilha de S. Miguel, consgnala a Barroca & Me-
que formavam a base da dila olceracao, talhei un.! a."" r g cws,^aia
pedeco de pelle para cobrir a falta que ha AVSMtS^ W1* : .
, deixado a ulccr.i4>, tornada maior pelas parles 3' Va -C0S milh0' Ca,Xa toucl
Aprove.iando porra. a opportunid.de cabe- eitlraHMa, tennias mSSm. pwmeio dVpPonS
!L!l!R!!tte5^ separados," a adherencia fez-se' prompUmenle a
a niiriha volla, a cicatriz conservara bello as-
pecto.
Dr. Jo.io Ferbeiba da Silva.
[Conlinuar-se-ha.
nos
cscriplor do jornal Ordem oCompadre Provin-
cianopela parle qno tiio desinlcressada e m- '
parcialmente toniou, narrando quasi ludo que se
passara na memoravel sessao do jury de 10 do
correnle ; e posio que nao tenhamos a felicidade
de manter retacees de omizade com S S. toda-
va digne-so rceber os sinceros votos de nossa
eterna gratido.
Com a pubJicaco desta, Srs. redactores, ainda
mais gratos lhcs serao seus veneradores e
criados.
Joaquim Theolonio Soarcs de Aceitar.
Manoel Jos Sores de Avellar Jnior.
Bccife, 24 de marco de 1860.
Srs. Redactores. Combaler constantemente o
charlatanismo, os curandeiros e ignorantes, meu
dever, que alias rae impoe a nobre e humana
proflssao queexerco, procuro salvar a sciencia da
oppresso, do vilipendio e da mentira, que, com
anta audacia, se tecra desenvolvido nesles ulti-
mes lempos.
Assim pralicando nao fajo mais do que um
bem e respeitar os exemplos dos homens sin-
eros.
E, alm desla mjnha conducta, quando mes-
mo entre os meusmais respeitaveis collegas, le-
nho si'lo sempre inflcxivel no cumpriraenlo de
Mitro dever. nao menos npbro, pela manifesiago
franca e leal com jue rae comporto 00 cmttiir
meu juizo acerca dequalquer questo, qur as
conferencias, qur foca dellas; porqu lambem
cntendo, que as condescendencias e as conveni-
das, que mais proprias sao dos saldes e dos lu-
gares alegres, nao devera por forma alguna ser
admiliidas no triste qu.ar.to do eoferrao, que sof-
fre, que geme, e reclama da sciencia c do saber
-a aalvacao.
Seria eu indigno apostolo.se, receiando uivos
de cesiinUos ruias, seguisse a velha rolina
dos ignorantes, que, m uma concordancia, sem-
pre estupida,.sacricam a nobreza do medico e
es deveres sagrados que Ihe sao imposlos n
utros Irajadas cutre o Uoniem e a 'humai'i-
COMMERCIO.
Praca do Hecife 31 de marco de 1860.
AS TRES HOrr-AS DA TARDE.
Cotacoes offlciaes.
Cambios sobre Londres 25 3|4 d. 90 div.
Assucar bruto d'Araeric -2,660 rs. por arroba.
Cotacoes oflciaes no dia 30 depois das tres horas
da tarde.
Cambio sobre Londres 25 3/4 d. 90 drv_
Descont de letras11 e!2 0[0 aoanno.
George PatcheUPresidente.
DubourcqSecretario.
Alfandega.
Rendimento do da 1 a 30. .
dem do dia 31.'.....
398.3943511
21r431441
419:828952
Novimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas 103
com gneros 191
Volumes sabidos com fazendas 213
'com gneros 114
294
317
"

'."
' '
set fcauc.OjpujQar pela vec-
Dcscarregam boje I." de abril.
Brigue inglezGorivardmercaderas
Barca francezaThrodeenvinho.
Barca sarda=Paulo=:diversos gneros.
Escuna poriugueza=Rainha dos Acores=idem.
Barca portuguezaFlor da Maia=cebelas, bafa-
tis, sardinhas e arcos.
Barca francezaLonisburros.
RENDIMENTO DA AkFANDBfiA DE PEfcW
NAMB4JCO NO MEZ DR MARCO DE
1860.
iv-u a J>nportaft*>
Ditai'os, de impoH*o ax* con-
sun>... ....... .. .MbW7ftM
cinho ; aos con-
signatarios.
1 najuinhofavos e feijao ; a Manoel da Silva.
1 c:aixa toalhas, lencoes e guardanapos : a An-
tonio de Souza Reg.
1 jarril ignoro ; a Antonio da Rocha.
3 .accos Caras, 1 barril e 1 lata porco, 1 barril
J)ola:ha, 8 barricas sardinhas ; a Joo lavares
Oordeiro.
1 caixa chauncas ; a J. de-Fontes Araujo.
1 barril e 1 sacco ignora-se: a J. Cordoiro do
Reg Pon tes.
1 :aixo chourira; a Duarte Pereira da Silva.
5 barricas sardinhas, 4 saceos feijao, 2 ditos
IrenoQOS ; a i. do Reg Lima & Irmo.'
1 lata carno de""porco ; a Manoel Joaquim
Gomes.
2 caixis objecto de porco, 1 dita semeirtes. 1
cap.eir gallinhas ; a Antonio de Souza Bego
Jun or.
50il>arrcas sardinhas, 8 ditas bonitos ; a J. Ma-
ra 2ordcro Lima.
1 barril lorrismo-do chourico3 ; a Manoel Bor-
ges do llendonga.
1 caix.i chapc'os de palha, 1 dita sabonetes ; a
Domingos Monteiro.
8 barricas batatas doce ; a M Joaquim Ramos
e Slve.
4 lata objecto de porco, 1 embrulho ciroulas ;
a M. de Medeiros lavares.
2 barris carne de pirco, 2 saceos favas. 1 dilo
feij; o, 5 dilos dinheiro. 3 barris carne, 1 caixo-
le diversos sementes_2 dilos carne e toucinho,
1 dilodilq. 1 pacote livros.l caixa carne, 1 pa-
cota quijo, 2 lotes e 1 atado igiiora-se, 1 sacco
rau ^a, 2 barris carne e toucinho, 1 sacco crvi-
lna.i c grao de bico, 18 barricas bolachas, 2 sac-
eos 1 embiuihp e 3 ancoreUs ignora-se ; a or-
Consulado eral.
Re dime Dio de dia 1 a 30. 77;
Idea do dia 31. .
topa-Barca PorluguezaAKlir; de*. Siraaoo
fNogueira ,$ C, 48 pralcMSde'
0.
, .- r..^^^o adiarello.
Lisiioa-Ungne' porto4>z Conslanten, Jos de
Aquino Fonseca, 56D saceos assucar niasca-
Tado.
Dia 31 -
Bm da Prala = Patacho portiiguez Soberbo
Guilherme Carvalho & C, 50 barricas assu-
car branco.
Riodn Prata-Brigue dinamarquez t*gth, Jos
1 odrigue, Pmto C, 70 cascos agurdenle
fcisboa-Brigue porlugucz Constante. Jos do
Aqu.no Fonseca, 250 saceos assucar masca-
T uO.
, Exportaco.
Liverpool, barca ingleza Bonita, conduzio o
aSo!1- 0COSCCOSaSSUCar' '0T sa"
Lisboa, brigue portugnez Tarujo I, da 3?8
toaeladas.cond.iiio o seguinte : -2.644 saceos
e fttiarnqiiiiihas assucar, 20 pranchoes de lonro.
Havre pelo Rio Grande do Norte, barca france-
za Pemambuco. de 251 toneladas, conduzio a
seguinte : 1,200 couros verdes. uuuuzl a
Walparaizo. lugre *remense Themis, de 318
toneladas, condozio o seguinte : 3,500 saceos
(I A 9 U L ii i
Kecebcdoria de rendas internas
geraes de Pcrnambuco
Ksndimentodo dia 1 a 30.
dem djo dia 31.....'.
ESTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
cN'lsG5vi:s DE i'e'mnambuco' do
E MARQO, A SABER :
dos propros nacionaes...
o terrenos do marinha ..
bens.de raiz.............
addicional das corpora-
e ruao mora.............
novos e velhos c de
chaapellaria....................
DHosle patentes dosofciacs"do
guaYda nacional................
Ditinia de chancellara...........
Hitricola da Faculdadedc Direilo.
Multa por infraejoes do regula-
monto..........................
Sello do papel fixo................
SsP-K^u".!1"-;::.......
Rnioi..-------,.,,r *" pnMimg.,..
Imposto ksobre lojas e casas ue
desconms............
Dito sokrocasas de movis, rou-
pasfete. fabricados em paiz es-
traogeiro...........
Dito spfcrc barcos do -interior! '
Taxa de escmvns ....... .
Cobranca da divida activa .
Extraordinario.
Indemnisacocs...........
linda cerca de mil contos, ni-
co dinheiro de quo pode dispor,
mai9 que nao satisfez os pre-
leydentes, que montavo a
mais de'1:500 coulos de res. I
... Os desconlos deste mez na re-
jto***11 cnixa, subir a mais de
deis mil contos, os quaes reu-
nidos a cerca de sele-ecntos
\ que lomou em lelra's sobre o
Rio de' Janeiro, aproxirao-se
de trez mil contos ; mais esla
somina nao foi suficiente para
as precizoes da praca ;,e acha-
nam facilmenle-disconto cerca
de mil coulos mais, visto o de-
zejo que apprezenlaiam os ne-
gocionresdo assucar de especu-
lar para os prolos do Sul do
Imperio, onde tem este genero
oblido procos animadores : le
para notar, que s precizoes
desla praca eslam reunidas as
tres provincias lcmilrophes,
iro,.a ?,ue n"'o em cazas de dsconlo.
i retes i>ara 0 Canal a ^ Liverpool
a lo pelo assucar, e 3/8 por
de Algodo.
d.conlasse na semana c ser escrafa do Sr. Tedrb de Alcntara Ribeiro*
mi .._: morador em N. S. do O' da villa.do Cabo quem
se julgar como direilo o ella, appareca peanle
?w?UaCl,,ga0Ia- fcW- > & Jos do
montavo a Uecife 29 de marjo de 1860. Jos Antonio Piolo.
Vice consulado de Espaa.
Para cumplir con Ja real orden de
1 de marzo de 1854 en lo que dice res-
pecio al alistamiento y matricula de
subditos espanples en los consulados y
vice consulados de S. M. en pases es-
trangeros :
Invito a todos los que siendo legal-
mgnte subditos de S. M. y residentes en
esf^Astricto consular no se hallen ma-
tncflrados en este vice consulado a' mi
a' que se presenten para' dbd
a
a es-
DO
1JJ500
11:586^345
347888^
1 569#403
5288000
2515616
12-1349400
62^486
3:6-29c 0:945^872
28195
11.74SJ960
NOICIAS MARTIMAS.
Sahiram do Rio de Janeiro, para este porto :
13, o bngue-escuna Joven-Arthur ; a 17 a es-
fssrsssns*"**e Ernetina ;'c a is-
garam ao mesmo. procedente deste : a 12.
10 dias de via-
brigue ilaria Luzia, cora".?. "'ra ? 19
Achavam-se carga: brigue llosa, amao e
Bella lana, tocando na Rahia.
i.Suh.ira.'" d.a Bahia- Para esle Porto : a 12 o pa-
ilebote Ltndo Alfredo ; e a 13. a escuna Carlota.
Acnava-sea carga o palhabotc Dous Amigos.
i9 3Ai^i J-hegaram ao m'e
711147^ bngue mcri"no Fairy, c
__ gCm a 6' barc
*6.-716$600
1:320*000
67680U
POfOOO
2:1725980
338*650
567169600
de marco
Recebedoria,de Ternambucuco 31
do 1860.
Servindo do eserivo, o 1. escriplurario,
Joaquim Jos de Souza Serrauo.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a30. 72:352*724
dem do dia 31.
1:0439368
73'396**0 87
RENDIMENTO DA MESADO COSULADO PRO-
VINCIAI. EM O MEZ DE MARQO DE1860.
Direitosdc 3 por ccnlo do assucar
exportado............
Dito idem idem do algodo expor-
tado...............
dem idem de 5 idem dos mais
gneros exportados.......
Capalazia de 320 rs. por sacca de
algodao exportado.......
Dcima dos predios urbanos .
Sello de-herancas o legados. .
\ por ccnlo de meia siza de es-
cravos..............
tO porcenlo de novos e velhos di-
'. reitos dos empregados provin-
ciaes...............
taposlo de 4 por cont sobre di-
versos estabelecimentos.....
109 por cada escravo exportado
'para fra da provincia.....
Emolumentos de polica.....
Dito de 403'JOO por c:isa de perfu-
maras.......................... 320*000
Dilo dem idem debilitar......... 20*000
Taxa da inslruccao publica....... 22*i0
Multas por infraeccoes. ..... 45*277
Iteslituicocs o reposicocs 306*780
Juros da decima.......... 19$891
54:012g972
1:8499033
6:195*654
791g560
3.607652
627*833
2:162$380
73$305
2:7i3*960
2S0g0Pn
14*400
Movimento do porto.
Navio sahido no dia 30
Porlos do norle-Vapor nacional Cruzeiro do
C Ma^bo" llC0Capla0 demar C s"orra
n a Navios entrados no dia 31.
u!.": la'\ CU7.e'a a "I" J'1Uinhonha,
BaplTsta ,Ie"ri't,lc Anl<>ni
RiVl\7alt0r^dias-barca ranceza S L^
r. S kdas' CoP"ao BurDel- equPag"m
13.^ carga 39 burros e 3 cavados ; aN. o Bie-
:a!ll-a^'
Navios sahidos no mesmo dia.
Barbaeloes-Bngue inglez Una, capitio J. Whil-
^J!" era lastro.
gi, rom
Rio da Prala
a navega-
'Z*ra de Souza.
pilao Antonio Pages, carga assucar.
MaceiBarca ingleza Roben Cray, capilao Da-
vid Dirk, em lastro. Suspendcu do lamaro.
* -. S
os
B
Horas.
en
c
5
e
en
O
Atmosphera.
Direcgo.
53
o
Intensidade.
CO
(X

Centgrado.
'
i-
141
8
Reaumur.
OO
OO
OO
00
1
OO
Fahrenheit
73.396p087
Mesa do consulado provincial 31 de marco de
1860.
O escriplurario,
Vicente Machado Freir Pereira da Silva.
g
O
OJ
o
-a
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O
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o
O
-2.
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| Hygrometro.
Barmetro.
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v.
a S
" p:
> R
s> as
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c-
C
c
>
V-
A noite clara, vento ESE, veio para o terral e
assim amanheceu.
OSr.ILl.ACAO DA MAR.
Preamaras II h 6 da manhaa, altura 5.2 p.
Baixamar as 5 h 18 da tarde, altura 2.25 p.
Observatorio do arsenal de marinha 31 de mar-
go de 1860 Vikga8 Ji;iob.
Deca races.
carj
fin dentro del plazo de 4 mezes de esta
publicacin, pue3 del contrario, spgun-
djia Ueal orden, este vi ce consulado no
dispnsala' su protecion a'los que no se
hayan presentado.
Pernambuco 20 de marzo 18G0___
Juan Anglada Hijo, vice-consul.
Novo Banco de Pernambuco.
n?J?,anco pa8a 10*100 por accao.
:= Acha-se recolhido casa de detenco o pre-
le Jo.io. que diz ser escravb de Francisco Apri-
giode \asconcclosBrandao, moradar na villa de
S. Joao : pnrtanto, quem for seu senhor, dirja-
se esle juizo, que provando Ihe ser entregue.
Subdelegacia da freguezia do Santo Antonio, 24
de marco de 1800Antonio Bernardo Quinttiro
subdelegado supplenle.
Capitana do porto.
De ordem superior so faz publico a seguinte
circular:
1 scccao.=Palacio do governo do Maranh
10 do marro de 1860.
lllm. o xm. Sr.=Tendo sido arreado o maclii-
nisnio do anligo pharol da ilha de Sant'Anna, alm
dcsercollocadonoqueallise est edificando as-
sim o participo a V Exc, rogando se sirva de o
fazer publico nessa provincia, na certeza de que
log j que o novo pharol esleja concluido e illumi-
nado me apressarei em dar disso conhecimento a
>.Exc. Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm Sr.
presidente de Pcmambuco.=0 presidente, Joo
-S'ilcetra de Souza.
Conforme=r4ntonio Leite de Pinho.
cn ?. JtJ-nunc'-Pel 1ol se previne
Diversas provincias.
rWi4rmtiBaBfdal a30. \
dem do dia, ai......
Praea do Recife
31 demarcodc10.
, 'Ai 3 horas da tarde.
REVISTA SEMANAL.
Cambios-----------Negociaram-se cerca de 50,000
S sobre Londres a 25 3/4 e 26
.dpor IflOOO, nao tendo havido
saques sobre outros pnizes.
Algodao----------o superior obteve 8J200. c o
regular 8)000 rs por (.
Assucar----------Os braocos veoderara-sc de
4g40O a 5J600 rs. por, (a) os
somenos ae SffiOO a 4g000 : os
masca vados pingados de 3*100
a 3*200, ditlos America de
2*600. a 22700 ; e ditlos Canal
do 2*500 rs. por t^ : o deposito
o branco he limitado, e o do
mascavado, calculn-so ero
16,000 saceos.
Aguardante-------Vendeu-se de 90* a 100*000
rs. por pipa.
Cauros- Osseccos sesgados negociaram-
se de 285 a 285 1/2 rs. por <3.
----------Vendeu-se de 2J600 a 3*200
por arroba,
.teite doce. Idem,doi7002J800porga-
lao
o- Err.atacado vendeu-se a 13*000,
e a retalho de 14 a 16*000,
fleando em ser cerca 8,000 bar-
ricas.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenti
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos scjruintcs :
Para o 10 balalho de infantaria.
1169 botoes grandes de melal bronzeado com
on.lO; 747 ditos pequeos do mesmo metal
bronzeados com o n. 10 ; 211 esleirs de palha
de carnauba.
Para provimenlo dos armazens do' almoxari-
fado do arsenal de guerra.
300 grosas de botes prelos de osso.
Para c botica do hospital militar.
Alambique de folha de Flandres de duas cana-
das 1; acido estrino, libras 16; aniz estrellado,
libras 2; baeliltta branca para coadores, cov'-
dos 10 : capas do vidro lapidados 2 ; essencia de
salsa parrilha, vidros 2t; essencia d rosas, onca
1 ; enxofre dourado de antemonio, oneas 2: ex-
tracto de Rhuibarbo, oncas8; funil ao vidro de
1 libra 1 ; dito de dito de 2 ditas 1; flor de ro-
sas, libras 2 gramma. arroba 1; iodo, oncas 4 ;
iodoreto de enxotar, oncas 4; Jarr* de barro pa-
-raagua 1; marmitas de folha para cos ment 12;
marmita de folba grande 1 ; mol de abelhas, li-
bras 8 ; moscas de MHo 50 ; phosphato de ferro
de. seros, sidras 20 ; poneiros de cabello 2 ;
pastas de" Naff, caixas;'12; ditas de zeguanlel,
caixas 12 ; parectoria, libros 2 ; sabao medicinal,
Ubra4 ; esprmacete em rama, libras 4 ; lijel-
las de" folha de Flandres 6; lurlrito de polassa e
soda, libras 4 ; thesoura de corlar raiz com cai-
xa de madeira 1 ; dita peqoena de um palmo 1 ;
xarope de Naff, v1drbS24; xarbpe dfr Laraou-
roux. vidros 24; xarope poitoral inglez, garra-
fas 12 ; xarope de ponas de espargo, garrafas,!-2.
Qiem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manba do dia 3
de abril prximo vindouro ; sob a condicao de
serem entregues os medicamentos e mais obje#-
tos pedidos par* o hospital militar, naqella re-
partido em p reseo a do respectivo pbarinaceu-
tico de semana.
Sala das sessoes do conselho administra ti ve
para fnrnecimento do arsenal de guerra, 26 de
marco de 1860. BtntitasAjmtnha Lins, .co-
ronel presidente.'fiajjBt>_ iaaquxm Ptreira
i Lobo, coroQcl roga) afl itio interino.
MUTILADO I

IJJEGJYELi
Capitana
De ordem do Sr, chefe da divAa.
porlo, faz-se publico a navegacan, *q.n.--i30 fo
reado o machinismo do pharol de .Sant'Anna. e^.
consequencia do mo estado do edificio, confor-
me os annuncios dessa repartigao de 3 de se-
lembro do anuo possado, e 10 de feverciro ultimo;
e oportunamente se marcar o dia em que deve
principiar a funcionar o que se esl conslrnindo.
Capitana do porto do MarnhaoS de marco de>
1860.=No irapedinicnlo do secretario, Raymun-
do Querino' Benfica. Conforme, Antoneo Leite
de Pinho ,
Capitana do porto de Pernambuco 23 de mar-
co de 1860.=No impedimento do secretario,
Francisco Firmino Monteiro.
Por esla secretaria se faz publico, para co-
nhecimento de quem possa inleressar, que no>
dia 3 de abril proximo.vindouro, s 11 horas da
manha, poderao apresentar-se na mesraa secre-
taria os prelendentes aos dous lugares vagos de
amanuenses della, fin de sugeita/em-se pro-
va de suas habillacoes para o exercicio daquel-
les lugares. Secretaria do governo de Pernam-
buco 28 de margo de 1860.
Jote Bent'o da Cunha Figueiredo Jnior.
A directora das obras militares tem de fa-
zer diversos reparos no quarlel de Olinda, onde
se acha aquarldado o quarlo batalho do or li
Iharia a p : quera desle servico se queira en-
carregar, compareca na referida directora, das
10 horas da manhaa era diante, nos dias 29, 30 e
31 do mez de marro.
Directora das obras militares de rernambuce*
28 de margo de 1860.O amanuense.
Joo Monteiro de Andrade Malvina.
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arseual de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes:
Para o 10. batalho.
Papel almaco, resmas 6; pennas de ganco 400 ;
caetas 2; tinta preto, garrafas 6 ; lapis 72 ;
areia prcla, libras 6 ; colieccocs do carias par
principiantes 20; taboadas20; graromalicas por-
tuguezas por Monle-Verde, exeroplares 6 ; com-
pendios de arilhnielica por Avila, exemplares 6 ;
paulas 6; linleiros e areeiros de estanho, p-
rese; traslados de escripia, exeroplares 20.
Para o meio batalho do Cear.
Papel almaco, resmas 6; pennas de ganco 400;
caivetes 2 ; iinta preta, garrafas 6; lepis 72;
areia preta, librase; taboadas 20 ; grammaticaa
porluguezas per Monle-Verde, ultima ediro,
exemplares 6; compendios de arithmetica por
Avila, exemplares 6 ; pautas 6 ; traslados de es-
cripia, exemplares 6.
Para a fortaleza do Brum.
Caldeiroes de ferro estanhados, para 50 pra-
gas 2.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha do dia 4 de
abril prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
marco de 1860.Bento Jos1 Lamenna ttn*.
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra tobo coronel vogal secretario interino.
Pela adminislracao dd correio desla cidade
se faz publico a quem. interessar possa, o artigo
10 das inslrueces que pelo ministerio do impe-
perio foram transmitiidas A directo gcral do
correios com o aviso de 16 de dezembro do an-
no passudo, caja rigorosa execucao dever ler lu-
gar do 1. de julho do correte anno em dimite r
Arl. T0. As cartas seguras deverao, alm dos
mais requisitos exigidos pelo regxilamenro, ser
fechadas com lacre de uma s cor, em dous mais lugares visiveis, e os fechos sellados com
sinele particular do uso da segurador, tomndo-
se quaosquer otitras cautelas que a experiencia
for indicando como ecessarios, e forera ordena-
das pelo dretor geral. Correio de Pernambuco.
l do marco c* 1860.-^0 admiotstrarjor, Domin-
Ifot-dos Pqtm Urania.


'*)
Directora geral da instrucco publica. nhor Faro saber a quem convier, que lendo o Exm.'
Sr presidente da provincia por portarla de 21
do correntr, transferido o professor publico Ma-
TBARIO DE PERNAMBOCO. SEGUNDA FRA 2 DE ABRIL DE 1B60.
ximino Narciso Sobreira de Mello, da cadeira de
instrucro elementar do 2. grao, do Curato da
S deOlinda, para a do 1. grao da freguezia de
N. S, da Saude do Puro da Panella, acha-se
aquella vasa pela sobredila transferencia ; era
consecuencia do que. mandi o Illm. Sr. director
gnral interino fazer publico, marcando o prazo
de 30 das, a contar da data desle, para a inscri-
pto e processo de habilitaran dos oppositorcs,
na forma das inslruceesdc 11 dejunho de 1859.
Secretaria da inslrucco publica de Pernam-
buroaos 30 de marco de 1860.O secretario in-
terino, Salvador lltnrique de Albuquerque.
O novo banco de
Pcrnambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o.ooo e 10,000 da
emisso do banco.
cez Berte, capitao Laisne : segunda-feira
2 de abril as 10 horas em ponto o ar-
mazem alfandegado do
casa do Sr, Araujo.
caes d'A,po lo
Avisos martimos.
D
J8
Burros e eavallos.
Quarta-feira 4 do correa-e.
(A. PRAZO.)
Brunet capitao da barca
fraaceza S. Louiz, far leilao
por iutervencao do agente
Borja, na cocheira da ra da
Florentina, de urna porco de
burros os melhores que teui
viudo este mercado, nao s
pelasua boa qualidade como
por serem mansos e quasi t3-
das as parelhas certas, prp-
prios para carros etc., sobre-
sahindo d'entre ellas tres to-
das brancas, assim como tres
cavallos de maito boa raca e
com todos os audares.
Os licitantes poderao ex 1-
mina-losna cocheira que 3
do Illm. Sr. majo'r Sebastio
na ra da Florentina.
Principiar as 10 horas em
ponto.
LEILAO
Rio de Janeiro.
O veleiro e b'cm conhecido palaclio nacional
JJeberibe, pretende seguir.com mjila brevidade,
tem oseu carregamento prompto podendo ape-
nas receher algumas miudezas, cscravos a frele,
e paasageiros paraos quaes tem excellenles com-
modos : trata-se com Azevedo & Alendes, no scu
escriplorio ruada Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna Joven Arthur, pretende seguir
nestes das, lera o seu carregamento prompto
apenas.recebe algumas miudezas, escravos a fre-
le e passageiros para os quaes .tem excellenles
commodos: Irala-se com o sen consignatario
Azevedo & Mondes no seu escriplorio ra da
Cruz n. 1.
LISBOA E PORTO.
Pralende seguir com milita brevidade o veleiro
o bem conhecido brigun portuguez Harmona,
Xem parle de seu carregamento prompto : para o
resto que llie falla e passageiros, para os quaes
tem excellenles commodos, trata-se com os seus
consignatarios Azevedo & Mendos, no seu es-
criplorio na ra da Cruz n. 1, ou com o capilao
Arnaldo Fernandos dos Reis.
Lisboa e Porto
Vai alnr brevemente a muito veleira
e bm conhecida barca
Flor de S. Simo
recebe carga e passageiros para os dous
portos cima, a tratar com Carvalbo
Nogueira & C, na ra do vitrario n. 9,
primeiro andar, ou com o capitao na
prora.
Maranho e Para.
O patacho Alfredo, capilo e pratico Manocl
da Silva Santos, segu com muila brevidade aos
'portos indicados : os sniores que nelle quize- ,
rem carregar, queiram dcclara-lj aleo lira da n- >i a vana do abordo do navio fran-
presente semana, no escriplorio dos consgnala-i cez Pernambuco, capitao Corduan con-
nSfflroT AX~*- J" "tenaooi) pecas ce ganga : segurftratfei "a
2 de abril as 11 borasem ponto no ar-
maz-un dos mesmos senhores na ra
da Cruz.
_ fiuMukuk A requerimento dos Srs. Flix Sou-
vage & C. e f or ordera do Sr. cnsul
de Franca e em sua preseica o agente
Hyppolito fara' leilao por eonta e risco
de quem pertencer de 2 caixas marca
JMC Sn. Ole 95, contendo cada um ;0
duzias de camisas para homem avada-
das a bordo do navio francez Pcrnam-
buco, capitao Corduan : segunda-feira
2 de abril no armazem dos mesmos s=-
nhores na ra da Cruz, as 11 horas em
ponto.
da casa
com o Sr.
Esta justa e contratada a eora|
tmwoa si'a na ra dos Marlyrios n. 14, e__
Alexandrino Mximo Leal de Barros, e se alguora
-.iejulgar com direilo a elia.sobre hypolheca ou
outra qualquer Iransaocao, declare-so por esta
folha no prazo de 3 das, a contar do primeiro
innuncio, e Ando o dito prazo Picar sem.vigor
qualquer reclamado que por ventura possa ap-
parecer. .
' Precisa-se alugar um preto forro ou capti-
vo, para cozmhar e fazer o servico interno de
urna casa eslrangeira : a fallar na ra do Trapi-
che Noto n. 18.
Bronzedegor-
gurao para senhora.
O Na ra da Cadeia do Reclfe n. 23, confron-
te acbecco Largo vendem-se ricos bronzes de
gorgurao de seda prclo para senhora do melhor
que at o presente temos visto todos ornados,
assim como saias balo com babados fazenda in-
leiramcnle nova.
Irmandade acadmica de N.
S, do Rom Conselho.
O secretario interino desta irmanda-
de, por ordem do irmao juiz, avisa aos
seus char issimos irmaos para compare-
cerera no convento dos religiosos fran-
ciscanos aGm de assistirem aos actos
da semana santa, na quinta-feira as .9
horas da manliaa, na sexta as 8, no sab-
bado as 7, no domingo as 5.
Irmandade acadmica de N^
S. do Bom Conselho.
O thesoureiro interino desta irman-
dade, por ordem do irmao juiz, convida
ao Rvd. Sr. sacerdote, que icou encar
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far por conta de quera per-
tencer, lorca-feira 3 do crreme s 10 horas da
manliaa no armazem do Sr. Annes dcfronle da
alfandega
DE
20 caixas com queijos flamengos rindo uesle .li-
li mo vapor.
Cditas com queijos pratos vindo no mcsino 'a-
por o melhor que tem vindo a este mercado.
Consulado de Franca.
II
A requerimento dos Srs. Flix Sou-
vage & C. e per ordm do Sr. visconde
de Lemont cnsul de Franca, o agente
Hyppolito fara' leilao em presenca do
mesmo Sr. cnsul e por conta e risco de
quem p rtencer de um fardo marca B
Cear e Ao^rm.
;,^t^**V a Granja descargando-a -
itracu d onde s
dia
re
era transportado
Palpito : a tralar com Tasso Irmaos
capilao Mafia.
no
"pelo hiale
ou com o
Para o Aracaty.
Segu em fioucos dias o hiale Sergipano.
quera no rnesmo quizer carregar ou ir de
gen), dirija-sc ra do Vigario n. 5.
passa-
Fara
liodeJaneiro.
Espcra-sc por esles dias daquella prara a ve-
leira barca nacional Castro) III. da a'ual ca-
pitao Anlouio Goncalves Torres, e lem "de seguir
para aquella procedencia com a maior brevidade
possivel : porlanto os senhores que quizerem lo-
mar praca para carga, des tender com os consignatarios Tinto de Souza &
Bairao, ra da Penha n.6.
COMPANHIA BRASILEIRA
PAOUETESA VAPOR.
O vapor Oyapoek, commandante |o capitaote-
nenle Santa Barbara, espera-se dos portos do
norte era seguiraenlo aos do sul al o dia 3 de
abril.
Rlcebe-se desde j passageiros, frete de di-
nneiro e encommendas e engajase a carga que
O vapor poder conduzir, sendo os volumes des-
pachados com antecedencia al a vespera de
sua chesada : agencia ra do Trapiche n. 40.
Vende-se urna das melhores bar-
cacas que navega para este porto, a
attucar, nova, bem construida e mui-
to veleira : quem a pretender dirjase
a ra da Cadeia do Recie n. 56, a tra-
tar com Jos Gomes Leal.
Leudes.
Consulado de Franca.
Leilao
A requerimento dos Srs. Mello Lobo
& C. por ordem do Sr. visconde de Le-
mont cnsul de Franca e em sua pre-
senca e por conta e risco de quem per-
tencer, o agente Hyppolito vender' em
leilao urna caixa marca ML&C n. 190,
contendo 50 duzias de pentes para se-
Cavallos de Montevideo.
Borott& C. farao leilao por irterven-
cao do agente Hyppolito da Silva de o3
cavallos de lindas figuras chegados de
Montevideo na barca ameticana Inuiari:
terca feira 3 do corrent as Lf hor.
em ponto no armazem amarello coi-
fronte o arsenal de marinha.
Precisa-se tomar tres a quatro couto de
ris a premio cem hypolheca em predios nesla
praca : a quem conrier annuncie nara ser pro-
curado E
-Domingos Heorique de OILveirs manda pa-
ra a Europa seu (lrtio menor de nome'Domingos
Hennque dc-Otiveira Jnior, cidadao brasileiro.
0.
Avisos diversos.
Precisa-se de urna pessoa para dis-
tribuidor deste Diario : a tratar na pra-
ca da Independencia n. G e 8.
AOS SRS. ASSIGNANTES.
0 pagamento da subscripeo desle
Diario nesta cidade, na de linda, e
arrabaldes, deve ser feita vista de re-
cibos iuipressos, cora a quantia tambera
irapressa. Os recebedores nunca esti-
> erara ncm estao antliorisados a pa i-
sar recibos manuscriptos, nem a emen-
dar quantias a sen arbitrio.
-- Nesta typogra-
phia precisa-se de
compositores ly-
pographicos.
O Sr. Roberl Dewning, queira apparecer no
escriplorio da ra do Trapicho n. 18, para pagar
um frele pelo Burger-meitter Stuve, de Loadrcs.
i. Keller & C, scionlificam ao respeilavel
corpo do commercio desta praga, que leem cocs-
iiluido seu bastante procurador ao Sr Jos Mar-
^Ues *^Sanlo3 Aguiar.
"~ ^fe*"se uma ama cora cxcellenle leile, e
um portaijez para carrosa : quem precisar diri-
ja-se rudas Calcadas n. 8.
PrecliMe d uma prela para o servico de
casa de pouca familia, sendo forra ou escriv :
na ra da Imperalnzn.l, loja
deTiJE?' Jr8e GOam' wlin"" **" Ri0
Ach-sena ra do Brum, um* lenda de fer-
reiro que se offereee ao respeilavel publico, a
laier todas as quaHdades de obras, como seiam :
rogoes econmicos para qualquer casa de familia,
de lodos os precos e tambera grades e varan-
aas porioes e quapsqner encommendas pcrlen-
cenle a ferreiro e serralheiro, corri a maior bre-
vidade possivel: a-tratar na mesma com Pedro
TOas dos Santos.
Professor dentista.
Ra da Cruz numero 4 i.
D. Juan Nogus, fax scienlc aos seus freguezes
e ao respeilavel publico em geral us quaes j
lem pleno conhecimento da perfei^o e delicade-
za do seu Iraballio que continua no ejercicio de
sua prolissao. lira denles com a maior rapidez
possivel, a 2 e a 3 sendo era casa e fura dola
a 05, limpa-osa5|, chumba com massa diaman-
tina a 09 e com prala a 3>. colloca-os sobre cha-
pa de ouro a 10$, sendo para fora da cidade qual-
quer operaco ser o prego que se convencional
c "." cn8;Bheiro Antonio Feliciano Rodrigues
Selle, sufllcicntainciitc habilitado com os melho-
res instrumentos malhen.alicos, "como seiam o
Iheodolito de U. Rcichenbach. o graphomelro de
Lenoir. o circulo repetidor de Borda, a planchuta
de Cugnol, urna cxcellenle bussula o um nivel
debollhei d'ar com lmelas de alcance.se offereee
para eraprehender os raais serios c delicados
Irahalhos geodsicos e topographicos, quer seia
prt-cisoo euiprego de grande ou pequea Irian-
Ijulagao, e conseguciileraenlc sn ncarrega de lo-
da e qualquer demarcado de Umites'de proprie-
dades ruraes, com toda precate c probidade re-
a apreseniar commendadas pelos professionaes Leferre La-
lua conta, visto c lino os trabalhos^kr*0". Bonort c Tuusant.
regado de celebrar as mu
mingos durante as ferias,
dos do-
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_. w ....,.*,^ ---------- Escusado anminciar
dita irmandade COmecaram dosde o dia q."e. an"?s de cxer*--cio de engenheiro archi-
I5demarrn chiUclo e de ponles o calcadas o habilitan a
luucuidiyi, (execulii
Em casa de Basto
lodo Irabalho de edincaeo. levanla-
^ T pmn ** Z^1""3 |Or<;amciilo de obras, quer sejam concernenles a
rila UO I rapiClie l. 17. Vea- lc0l,struc-1f> > edificio, qur digam respeito a de
ponles e estradas : na ra cstrciU do Rosario
sobrado n. 30, (c-rceiro andar.
de-se:
Cbumboem lenqol.
Cannosde dito.
Cabos de linho inglez.
Selins patente inglez cora todos os per-
tences.
Papel de imprimir.
P?nellas de ferro.
Baldes dezinco.
Livros em branco inglez.
Cadeiras genovezas.
Licores linos era garrafas de crystal.
Enxofre em caixas de 3 arrobas.
Alvaiade de Veneza.
Cordoallia para apparellios de navios.
Cbapeos de palha de Italia singelos.
Vassouras genovezas.
Drogas diversas.
Banheiros de marmore.
'fallas de barro vidrado.
n.
= Por se lr findo os dias da lei vai ser ar- I
emalado, findas as audiencias do juizo municipal I
la segunda vara, o sobrado de dous andares e
Utao na ra larga do Rosario n 40. por tres an-
ios, avahado a renda annual por 1200 ; as Ires
iracas principia no dia 28 e 31 de marco, e del
B de atiril ; para as comlicocs se acha escriplo o '
elital em mao do porleiro dos auditorios ; tem I
tons commodos o o local nao mo.
Ninguem conlie lozendas ou qualquer ob-
jeto pedido em raeu nome ou do m^nha fami-
la sem bilhele mou, porquanto smeiHe assim
ae considero obrigado. F. Menta Calado da
Fmseca.
Attenco.
Oengenlieiro Antonio Feliciano Rodrigues
Selle profundamente compenetrado da excelen-
cia das doulrinas constantes do manual do en-
genheiro do Cadaslro por II. Manoel Poramis
cuja instruccSo, habilitar incontcslavelmeiiic
qualquer individuo a excrcer cora pericia a nobre
arle de agrimensor, tem aberlo um curso das
referidas materias, na rmeslreila do Rosario n
30, terceiro andar. E lomando em consideraco
os pedidos de alguns amigos ha igualmente aber-
lo um curso de arithmetica commercTal, leccio-
nando as materias da excellente obra de ariili-
melica coramercial de Frederico Wantzel, antiso
negoiianle e professor da escola especial do com-
mercio, e de Joseph Garnier, anligo professor o
inspector dos esludos da mesma escola.
Consultorio
ra da
nos
medico,
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua
seus trabalbos medco3.
83- S)|f
TROVADOR.
l\\\a Ao Rosa vio \avga iu\-
hicyo 46.
Ra da Imperalriz K f.
Um moco cora bastantes habilitacoes
para o commercio e que alla e escre-
ve perfeilamente as Imguas ingleza e
portugueza e falla correntemente o al-
lemao. olferecc-se para caixeiro de qual- j
quer casa nacional ou estiangeira :
quem precisar dirija se a ra Direita n. |4
lem a honra de i' *" andar,entrada pela ra da Penha : k
das 5 as 5 horas da tarde, ou annuncie. '4
Perdeu-se na noite de sexta-feira
Hdame Ruessard Millocheaut
avisar a todas as suas freguezas, que ella acaba
de receber um rico sorlimenlo de modas as aais
modernas que Sao de uso em Paris, como cha-
KlKWaa?S ^^^^^^T^ruarfdo Rosaii i
mente enfeitados. bicos de guipuro verdadei-o I $ Corpo Santo, uma pul-1|
brancos c relos. eollirihaiin moomn h .. 11 Seira de-------.....-
c preids, gollirihasdo mesmo, de gosio e,ra de ouro: quem a achou querendo
derno, mantas de bico preto, rraifi_ restituir nod ira' rna Um. An n^...:
lesdocabega, de bico, capellas <"j./lu''e* com *,. o 8 do Rosario
mais moderno,
les do cabera, .
imji^mim^t^s^'^Vi^ tran
laHPH para
para vestidos, de core e prolas, chapeos prets
para luto, ricos enfeiles do cabeca. prelos, pro-
prios para jgreja, luvas do Jouvi, brancas e de
cores, ludo por precos muito em conla.
Aluga-se uma prela para o servico do cas
i ma, g cozinhar o diario de urna casa de fami*
na : quem precisar, dirija-se a travessa do Car-
ino n 2, sobrado do lado da ra do Fogo, bu
se far o ajuste.
,7^ NS Cnu* JlcsUurnnl d0 commercio, n;
ruado Trapiche Novo n. 22, precisi-se de sr-
venles
Agencia de passa-
portee folha corrida
Cjaudino do Reg Lima lira passaporte pan
acniro e fora do imperio por comrnodo preco
Presteza : na ra da Praia n. 43, primeiro anda
Caetano l'inlo de Veras faz scienlc a quert
i'ilercssar que esl em cxencio da vara dojui-
de paz do 4o anno, do primeiro dislriclo da fre-
guezia doSS. Sacramento de Sanio Antonio de-
ta cidade, para que foi eleilo e que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n 8
c era qualquer parle que for encontrado ; o qu
da audiencia as tercas e scxlas-feiras as 4 ltf
horas da tarde como ja lem annunciaflo, na caa
publicadasaudiencias. Recife 29 do fevereiro
ue looO.
Precisa-se de uma ama para uma pessoa:
na ra Bella n. 10.
N. 27-Uua da ImperatrizN. 27.
'* ^R nrimpim andar ,
signaes e se recompensara .
= Mills Lalhan & Companhia fazem scienlel
aos senhores logislas, que pretendem abrir o seu
armazem de fazendas inSlcza3 no dia 2 de abril
do correte anno.
Este novo estabelccimcnto bem montado e
servindo a lempo aos fregue/.es por mdico pre-
co, continua a servir melhor ( se 6 possivel
avista das dislinctas pessoas que se dignara obsc
quia-Io : dao-se igualraenle comidas para fora
com todo o aceio e proraDlido.
O l)r. Cosme de Sa' Pereirajjg
de volt de sua viagem inlh-ucti-?
itiva a Europa continua no exer-l
cicio de sua prolissao medica.
Da' consultas em seu escripto-^
rio, no bairro do Recife, ra da'
Cruz n. 53, todos os dias, menost
nos domingos, desde as' 6 horaM
!t as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos
1
io\
0
Mt{EJTiU CUIfiiD lD*
Seguro contra Fogo
COMPJLlVniA
LONDRES s
AGENTES S
J. Astley & Compauhia.
Vende-se
para
L. Pugi.
nica ofticina era rernambiico para lavar as
palnmlias das mobilias a? mais encardidas, toe
nando-sc oulra vez lao alvas como no eslado
primitivo ; esla magnifica prepararao chimica
lera a proonedadededesenfectar as mobilias das
pessoas moras de molestias contagiosas na
mesma casa lavam-se chapeos de palha de llalla,
e poem-se moda.
Grava-se o doura-se em marmore ttulos lu-
mularescom emblemas mortuarios, ou sem eiles,
assim como lodo c qualquer Irabalho em mar-
SS00."10 '?aiu: rel0gi09 de S'. brasoesde
n! i" e C P0r menos Prfi5 d0 1" ?m
cutra qualquer parle. Os Irabalhos do annnn-
ciante j sao bem conhecidos do publico e po-
dem ser apreciados nocemilerio publico nos t-
mulos dos Illms. Srs. Dr. Aguiar, Viraes, Tasso,
e oulros : a Iratar na ra Nova n. 3o, ou na ra
da Caixa d'Agua n. 52,
Preciss-se de urna preta que saiba bem co-
ser e engomraar : para tratar, na ra do Impera-
dor n. 7. anliga ra da Cadeia de Santo Antonio.
= Na ra do Rangel n. 20, loja de reloioeiro.
precisa-se fallar ao Sr. Jos Mara Ramonda.
Joao Wigan, subdito Brilannico, retira-se
para a Europa. _.
Laboratorio de lavaem
_ NA
Casa de banhos do paleo do Garmo.
Nesle estabelccimento, cujos perfeitos aupare-
mos vindos da melhor fabrica da Europa leem
de ser era breve ampliados com oulros novos e
de maiores diraensoes, j se lava e engorama
cora perfeicao toda e qualquer qualidade de rou-
5.a,ile.Uril.0J,ra"0.del al5d. Consegue-se
es e resultado pelos syslcraas mais simples, ex-
actos e inofensivos, ajud-ido pelo concurso in-
telligenledeobreiras frincezas, inglezas, porlu-
guezas e pacionses, e pela cerleza que resulta de
uma pralica do anno e meio.
Garante-se o bom resultado, tiram-se lodas as
nodoas, inclusive as do mofo na roupa branca.
Recebe-se a roupa nos dias 1,2 o 3 de cada
mez, e entrega-se nos dias 15, 16 o 17, e a que
se recebe nos dias 16, 17 o 18, entrega-se nos
das 30, e 1 e 2 do mez seguinte.
No mesmo estabelecimento precisare anda do
peritas engo mina deiras e boas lavadeiras, quer
sejam escravas, liwe, nacionaes ou estrangei-
ras. Paga-so at 1 arios, dando-se sustento,
podendo ellas dormir _no estabelecimento, ou
em as 6 horas da manhia e vollarem as 6 da
tarde; mas em todo o caso de-va dar
Si.a conduca.
Manoel Jorge Gomes, porlugue.
Ri -de.Janeiro.
Tintas de oleo.
Formas de ferro
j purgar assucar.
Estaaho em barra.
I Verniz copal.
Palhihha para rnarci-
neibt.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brimdevela: no arma-
I zemdeG.J. Astley & C.
HM^MM a-m or L"aij&ttTn4ia .<.
Na ra da Imperalriz n. 19 se dir quem
aluga um molequo, escravo, copciro, sabendu
cosinhare comprar, responsabilisando se o seu
senhor pela sua conducta.
O abaixo assignado previne ao respeilavel
publico desla cidade, que acaba de abrir o seu
estabelociraeiito de alfaiatc no primeiro andar da
casa n. 6 da ra do Crespo, onde se aa promp-
(0 a executar com toda a precisao e presleza pos-
sivel as incumbencias com que o honrarcm O
craprego de conlra-meslre que exerci por 10 an-
nosnaofficina de alfaialo de S. M.o Imperador
dos Fraucetes, em Paris, jge faculla o corres-
pondencia em que mo acho com aquclle estabe-
lecimento dondo recebo regularmente todos os
artigo de modas necessarios a miha proBssao,
o eslao patentes em minha casa, onde poderao'
ser examinados, pelas pessoas que me hoorarem
cora sua conflanca. Constanl
CondecoiaQoes.
O abaixo as-ignado, erapregado no thesouro
nacional c residente na corte, se encarrega de ti-
rar o remetter com promptido os competentes
lilulos aquelles senhores que foram agraciados
" d,a de*marco, anniversario natalicio de
Sua Mageslade a Imperalriz. Ser, porm, ne-
cessano. que lhe remeltam a compleme aulori-
snQao, ou carta de ordem. indicando-lhe a pro-
vincia e lugar de suas residencias para ficililar a
remessa dos mesmos lilulos. Rio de Janeiro 20
de marco de 1860. Joao Baplista Carneiro da
Cunha.
Na padaria da ra eslreila do Rosario n. 13.
precisa-se de um bom Irabalhador.
= Bernardo Antonio de Miranda renda ocn-
genho Mamucaia. sito na freguezia da Luz, dis-
tante da praea menos de quatro leg'oas moente e
correlo d'agua, lendo casa de vivenda e mais
obs de pedra e cal em bom eslado : quera o
sr arrendar procurar o annuncianlo na ra
do Imperador, as lergas-feiras e sabbado de ca-
da semana, ou no Caehang nos demais dias da
1 1 semana. %
, la L~",.PreciSa'8* de uma "" de leile : na ra
gartola Diteila n 2. primeiro addar.
1- Precisa -se alugar uma pesia que saiba en-
vaiparso ommar, pira casa de pouca lamilla, paga-se
. *eaj; na ra da Cruz n. 23, secunde andar.
\ r, Ijo l.'co Jo cli-v->
Molestias de coracao e del
peito ;
Molestias dos orgaos da gera-
co, e do anus ;
. Praticara' toda e qualquer
operacSo quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
Ssultarem sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
2 tr&das; fazendo exceprao os doen-
tesdeolhos, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este fim.
A appHcacao de algnns medica
meatos indispensaveis em varios
casos, como o do sulfato de ali o- $
pina etc.) sera' feto.ou concedido
gratuitamente. A confianca que
nelles deposita, a presteza de sua
accSo, e a necessidade prompla^
*|de seu emprego; tudo quanto o |>
deraove era beneficio de
Vende-se um sitio no principio da eslrad*
do Arnial, lendo os seguales commodos: 4
quarlos, 2 salas, cozlnha. eslrib.rU, chao pro-
prio, contendo as principaes arvores fructfera
bem como jaqueiras, manguoira*. coqueiros
uma excellente baixa do capim, um riacho no
meio do sitio, e ouiras commodidades que o
comprador as apreciara : a tratar no mesmo
sitio.
-- Vende-se uma casa ua ra Bella n. 10, con
do 3 quartos, 2 salas, cozinha, quintal o ca-
cimba ; quem pretende-la, dirija-se ao sitio no
principio da estrada do Arraial.
O Sr. Manoel Francisco Luiz da Silva lem
uma carta e uma encommenda vimla do Rio
brande do Norle : na livraria ns. 6 e 8 da praca
4 Independencia. '
n",?' rua N?v n- 35, vende-se farinha de
S dea5Sa6(),,'her0 Sla' pe, b"ali^no
IraD"erNia|iraJcS',ueira & per. n^ ruado
Leite ao p da vacca.
Na cocheira da rua da Florentina n. 3 que *.
do lenente-coronel Sebastin, vendelse leu-
peda vacca era abundancia para os bons fregue-
lliri mesm cocheira recebem-se cavallos pa-
ra tralar-se a 500 rs. por dia, metade do preco
por que so traa era outra qualquer parle e tu.in
com a bundancia, como se pode ver
ESCRAVO.
Vende-se um preto mo<;o, bonito, muito re-
forjado do corpo e possante : Um elle habilida-
de para qualquer servio : na rua dos Guarara-
pes n. JO R, era Fora de Portas.
No di 3 do correntc a ultima arremata-
cao da casa da rua Imperial n. 145. com o abato
da quinta parle, depois da audiencia do iuU
municipal da primeira vara. '
PESCASE
Na quarta e quinta-feira santa, no virciro do
Muuiz.
Fugio no dia 30 de marco prximo passado,
pelas 0 horas da manhaa, o cabra Luiz, alto, cora
urna quebradura na venina esquerda, Irabalha
de carniceiro : quem o pegar," leve-o a rua do
ngel n. 3u, a seu senhor Jos Antonio de Sou-
za Jnior, onde ser recompensado.
O abaixo assignado, subdito inglez, retira-
se para Inglaterra.
Cebla nova.
No anligo deposito de assucar da rua do Viga-
rio n. 2/, ha para vender ceblas de mlho o
solas, chegadas ltimamente do Porto, as me-
lhores que ha no mercado, e vendera-se btalas
para acabar, assim como saceos com feijo ama-
relio, de 6 alqueires, do Porlo, ou 30 cuias, o
mais baralo possivel, e muito novo, t sardinhas
em barricas, muilo novas.
Fdijao e fardo.
Na rua da Imperalriz, loja do boceo dos Fer-
reiros, vende-se feijao amarello e pardinho, mui-
lo barato, vista do comprador se dir o prere,
e ver a boa qualidade dos gneros mencionados.
Roga-se ao Sr. fiscal do bairro de S. Jos
ou a quem competir, que lance suas vistas com
allencao para a casa que se esl reedificando na
rua Direita n. 121, com um oilo singlo a ma-
neira de gaiola ou raloeira para pegar genle e
manda-la para o cemilerio : isto lhe pede um
medroso que nao lem medo de (icar pegado.
Antonio Zacharias da Silva Cotlho vai nara
Portugal. r
Est justa e conlralada a compra da ca9a
terrea da rua do Pilar n. 25. perlenccnlo ao Sr.
Joao Pereira da Silva e mois herdeiros dos fina-
dos Joaquim Baplisla dos Santos e sua mulber
i l> Rila Baplisla dos Sanios : roga-se a quem li-
| jer alguma cousa a alegar sobre esla venda o
lavor declarar por esta folha at o dia 4 de abril.
Pedimos (oda allencao.
Na loja da aguia de ouro, na rua do Cabug n.
B, vendera-se todoe^aobjeclos por baraiissi-
mos prcros para !n]iiidl^|ua'o recebido emJi-
: reilura da Europa, assjmtbuio sejam :
'goMoT *....... """^ ""< Ditos de linho de lodas as larguras.
Ditos.de labynntho de muilo lindos padrn
|linVosToSs,oPsr.C,aS Cm Vdt,h ??*
Trancas prclas o' de lindas cores
Iranjas de cores e lindos padroes
Dilas de linho brancas e de cores
Das cora befla e sera ella para cortinado.
Iranpse Irancinhas do laa de lodas as cores
Trancinhas e galoes de linho.
Fitas de seda de lodas as larguras o mais rico
que se pode encontrar.- nc*
Enfeiles com vidrilhos e de outras mais .i;
dades. iuau-
lindos'08 de tarlnruga lisos e airados muilo
I-cqucs muito lindos de madreperolae de ou-
tra qualidade.
Fitas de velludo aberlas e lisas de toda as lar-
guras.
Penles de massa lisos c virados que imitam
larlaruga. *
Dilosde bfalo do desembarazar.
Cliapeozinhos para menino e menina.
Boles de lodas as qualidades.
Penies de Iravcssa para menina.
Assim como muilos mais objectos de lodos os
goslos; que vista do freguez se far iodo o ne-
gocio.
doentes.
seus
Para um sitio na Ponle ac Uchoa, necc?si-
ta-se de ura feitor : a tratar na rua da Cruz, ca-
sa 11. 45.
Curso de geometra.
Antonio Egidio da Silva, professor de malhe-
raalicasno Gymnasio Provincial, pretende no dia
10 de abril abrir um curso de geometra parti-
cularmente : os senhores esludantcs que quize-
reni aproveiUr as suas explicacoes, alim do se
preparntem para os exames em novembro do
crreme anno, queiram dirigir-se casa de sua
residencia, ua rua ireita n. 74, para serem ma-
triculados.
Quem precisar de um criado para comprar
na rua e juntamente cnlende do cojinha, o mes-
mo para, administrar algum 'estabelMinelo, pois
entende de negocio, e pela sua indigencia se su-
jeitaatodo e qualquer servico, dando fiadora
sua conducta, dirija-se a tratar na rua da Praia
taberna n. 60.
Acha-se justa c. conlralada 3 taberna sila
na rua do Amorim n. 17, pertencente a Joaquini
de Souza Coulo : quem tiver alguma reclamaco
sobre dita taberna, se aprsente no prazo de Ires
.iasv,Lconlar dn dala dcsle- Recite 30 de marco
de 1860.
Offerece-se um homem para cobranca nesla
praca ou fura della, com as precisas habiilacoes,
011 mesmo para caixeiro de algum armazem que
so dependa de seus strvicos durante o dia. O
mesnjo tem para vender uma ou duas carrocas
com dous bois fortes e em boas carnes, acosl'u-
mados ao servi?o ; a Iralar na rua do Imperador
iCollegio) n. 12.
No pateo de S.
Pedro n. 28, fornece-se comidas para fora
asseio o promptido por prego comraodo.
Precisa-se alugar uma criada para cozi-
nhar: a tralar na fabrica de sabo da rua Impe-
rial. '
Mobilia.
com
AlleDfo.
Vendo o abaixo assignado um annuncio do Sr.
JosTeixeira Leile, era que declara nada dever-
lhea abaixo assignado, muilo se admira do pro-
cedimenlo do mesmo Sr. Leile com uma seme-
lhanle declara^ao que demonstra quo o mesmo
senhor alguma cousa lem do abaixo assignado
visto nao ler o mesmo cobrado quanlio nkuma'
do mesmo senhor, nem lo pouco ler dilo em
parte alguma que o mesmo senhor lhe deve-
dor. So o Sr Leile vir em sua conscicncia que
cora essa pubhcacao quer obstar algura fim para
o futuro, bom ora que desde j lhe identifique
que me acho prevenido ; assim como nao me
julgo dwedor de cousa algum. Recife 30 de
ureo de K60.-Jorge Pereira Feroandei.
Vcndcm-se 12 cadeiras, 2 consolos 1 sofi.
ludo de amarello de qualidade, obras novas o de*
feilio moderno, por menos de seu valor : na rua
da Madre de Dos n. 36 A, se dir.
== Vendem-se libras slerlinas em ouro: no
esciiplorio de Manocl Ignacio de Oliveira, de-
fronle do Corpo Sanio.
Vendc-sc algodo da-Babia para sacros e
fio do algodo : 110 esrriptoiio do Manocl Igna-
cio de Oliveira, defronlc do Corpo Santo.
Compra-seuma prela boa engommadeira e
cozinheia, e que sej moca o do boa conducta :
no escriplorio de Manoel Ignacio de Oliveira.
Precisa-se de um caixeiro desses chegados
ha pouco de Portugal : quem tiver algum para
; arrumar, dirija-sc a rua do Queimado I. 37, loja
! de fazendas.
Fugio no dia 6 de marco prximo passado
I a escrava crioula de nome MarU Rosa, nalural
do P.ir, alia, bom prela, rom marcas de bexigas,
j cabello alto, pouco e repartido na frenle, tere os
ps apapagakidos, sendo mais o direilo que o es-
querdo, e mais uma cicatriz ae la I lio entre o
dedo index o o pollegar d uma das mans. Esta
escrava que perlence ao Sr Guilherme Frederico
de Souza Carvalho, esleve lie pouco fgida se in.
Ululando de forra em Olinda, muilo ardilosa
e por Isso julga-se que esleja usando do mesmo
ardil ; quem della souber e der noticia corla a
scu senhor, ou na rua Velha n. 69, ser bem re-
compensado.
A Ue 11 gao.
Sao convidados lodosos credores de Marcolino
da Costa Raposo, {que se acha ausente) a com-
pareccrem no armazem de Leltellier ft C na
rua da Cadeia n- 14. na lerct-feira 3 de abril, as
II horas, para resolver o que ae deve fazer da
lo-ja do rnesmo Marcolino, visto a desistencia que
ciie tez ua mesma, por intermedio de Miguel Jo-
s de Abreo.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
A directora do Gabinete Porluguez de Leilura
scienlifrea aos senhores associados, quo o calha-
logo da respectiva bibliolheca j se acha impresa-
so, o encarregado o empregado do Gabinete o
Sr. Eslima de os distribuir, bem como, que a
Gabinete acaba de receber uma factura de obras
novas, publicaces notsimas, no generoco-
media, dramas, historia, lilteratura, romance,
poesa : as quaes ji se achara classificadas, o
promplas para os senhores associados podaren)
gozar da leitura.
Secretaria do Gabinete Porluguez de Leilura
em Pcrnambuco ao9 29 de maio de 1860.
Manoel Joti di Paria.
secretario.
"mt Mignado, socio da casa de J.
Keller C. lendo de retirar-se muilo breve para
a Europa, julga nada dever nesta praca, mas se
alguem sojulgar seu credor, naja de apreseniar
sua eoniA do prazo de 8 m.-Atchlappriz.

ILEGIVEL


'Tu i ii ni-
"V
Curso das lingoas grega e
DIARIO DE WlRNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 2 DE ABRIL DE 1860.
italiana.
O abaiio sssignado pretende hbrir era sua casa
um curso particular dessas linguas, que promet-
i ensina-las em oilo mezes a 16r, escrever, Ira-
duzre fallar grammalicalmento, principiando pe-
lo da lingua italiana, em quanto nao Ihe chega-
rera os lirros ncccssarios para a primeira. que
mandou ?ir da Europa. As lines tcrao princi-
pio no da 3 de abril prximo, e lindaro no
dia 3 de dezembro correte anno, sendo tres
em numero por cada urna semana, das 7 at as
9 horas da noite. As condices e mdica recom-
pensa eslabelecidas, agradaro por certo aos s-
niores quo quizerem se matricular. Principiado
o dito cursu nao ser possivel admiitir-se mais
nenliuma oulra pessoa : os senhores que quize-
rera em lempo assignar seu norae, apparceam
na rua Dircila n. 89, priraeiro andar, a qualquer
ora do da. I. Fachinttle.
Irecisa-se de urna mulher de maior idade
lie honesta conducta, e que saiba tratar de me-
ninos, e do g.jverno de urna casa do familia:
luem estiver neslas circumslancias, dando ab-
lo a sua conducta, dirija-sc a ra de S. Fran-
lisco como quem vai para a ra Bella, sobrado
i. 8, das 6 as 7 1(2 horas da manha, e das 4 s
horas da noite para tratar do ajuste, c nos dias
enados a qualquer hora do dia.
No domingo 25 de marco ausenlou-se da
casa do senhor um preto muiio conhecido por
bebado, e o nome de calraio, perlcnceute a Jos
jjaptista Braga : por isso roga-se a quem o pe-
gar, leve a ra Nova n. 33, que ser gratificado.
m
Rua Nova, em Bruxelllas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- KfclttTO
Este hotel colloca Jo no centro de urna das capitaes importantes da Europa, torna-se de grande
valor paraos brasileiros eporluguezes, por seus bons eommodofl e confortavel. Sua posicao
urna das melhores da cidade, por%e achar nao so proxn\p sestages de caminhos de ferro, da
Allemanha e Franca, como por ter a dous minutos de si, lodos os theatrose divertimenles ; e,
alera ilisso, os mdicos precos convidara.
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o fran:ez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as louristas, qur em suas excursjes na cidade, qur no reino, qur
emfini para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3-$200 49000 )
por dia.
Durante o aspaco de oito a dez mezes, ahi residirn) os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seufilhoo Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. Felippe Lopes
O alllianalv da nrOVnra mn \^eXl0' ManoeI deFigueira Faria, edesembargador Ponte.' Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
___________, "u'tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Os presos de lodo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (-49000 49500.)
No hotel encontram-se informabais exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
DE
Commissao de escravos
NA
Ra larga do Rosario n. 22.
Nesta casa recebem-se cscravoe por commissao
para seren vendidos por conta de seus senhores,
aiianca-so o bom tralamenlo e seguranza dos
mesmos, e nao so poupa exforcos para que sc-
jam vendidos co promplido, afim de seus se-
nhore'sjiao solTrerem empate com a venda del-
les. Nesle eslabclcciroculo ha sempre para ven-
der escravos de arabos os sexos, mocos e bonitas
figuras.
Na ra do Imperador n. 28, aluga se e ven-
de-sc era grandes e pequeas porces bichas
hamburguezas, e lambem cal da mais" nova que
ha, para fabrico do assucar, por preco commodo.
Na hvraria n. 6 e 8 da praca da
ndepenecia, preciza-se fallir ao Sr.
Joo da Cota Maravilha.
LOTIRI4
moedas deWro de 16$ e 20$ : na ra
da Gadeia do Recife loja n. 22.
Cnmprani-se dous escravos de boa conduc-
a : no sierro da fcia-Yista n. 47, terceiro andar
Compram-se oioedas de ouro : no escrip-
lorio da ra do Trapiclie d. 11, primeiro andar.
Na ra do Trapiche n. 9, arniazem de as-
sucar, de Jos de Aquino Fonseca, compram-se
continuadamente modas de 16c e 20*000, aguias
dos Estados-Unidos, modas de cinco trapeos,
oncas hesoanholas e mexicanas, em grandes
pequeas porces.
Vendas.
o correne anno de
M
oqualsevende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America cora
o nome, idade etc. de seus im-
Sipop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope esl approvado pelos mais emiornlcs mdicos de Pars,
cuino sendo o melhor para curar constipado??, tosse convulsa e ouiras,
aflecc6es dos brjncbios, ataques de peilo, rriUQ&ei nervosas c insomnolenci.s: urna collieraila
pela manli, e outra noite sao, sutficienies. 0 illcilo desie excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medico.
O dsposito na rua larga do Rotarlo, botica de Bartholmuo Francitco -de. Souza, n. 3C.
Fornecimcnto de papel
para imprimir.
Nos dias 27 c 30 de marco se ha de arre-
malar o se brado de dous andares e solo na ra
larga do Hosario n 40, avaliado cm 1:200$ an-
imal, pelo juizo municipal da segunda vara, es-
trivo Ba (lista : quem quizer tancar, pode ver o
O propriclario desle Diario tcm effeclivamente '
sortimento de papel para imprimir, de difieren- .^criplo ui raao do portcirodojuuo, para as con-
tcs formatos, desde o mais pequeo ateo emane '.-oes-
se imprime o Diario ; c cuntala o fornecimento = '"S? e enS0,nna-sc "P. lant9.'! h-
regular da por-.-o que se quizer, dando-o nula i mem con? d? S.iihora : quem quizer, dinja-sc
peradores, reis e presidentes. |cia8dc ou era qualquer outra os procos se
* razoaveis,
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e poiiciaes.
Tabella dos emolumentos
parocliiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, liItranos
de toda a provincia.
AssociacOes commerciaes,
agrcolas, industriaos, littera-
rias e particulares.
Estabelccimenlos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as cualidades como lo-
jas, vendas, acougues, eoge-
nhos,etc., etc.
Serve elle de guia ao com-
raerciaute, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
ObacharelWiTRuvio tem
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova, aenc,a ds labl
' nos Grouv
cuja entrada pelaCamboa do!
Carmo.
= l.av i-sc
mem como de seuhura
ao Corredar do Bispo n. 5.
por quanto este papel importado em ', ~ Jfj Rodrigues do Passo. inventarianle dos
rcilur dos lugares cm que elle se fabrica. < b-cns ,le ?u" n"ada .rnal R- Mana Ro,sa AssumP-
n i i i o cao, passiu sua residencia para o terceiro andar
Pela segunda vez pedese ao Sr. do sobrado n. 37 da ra da Imperatriz : perianto
O Sr. thesoureiro manda azei pu-
blico que se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as caas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
e na ra da Cadeia do Recife nume-
ro. 2 armazem do senhor Fontes at
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
tes e meios da tefeeira parte da quarta j
lotera do Gymnasio cujas rodas deve- i
rao andar impretertvelmente no dia k- do
futuro mez de abril.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fuzer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bit lie tes
de numeracao sortidas a vontade dos
Vcndem se cormendas. hbitos o offieiala-
tos de diversas ordens, com brilhanles e sem
elles, e por presos coramodos : na ra Dircila
numero 66.
Balca'o
Vcndc-sc um balrao de amarcllo em muilo
bom estado, proprio para qualquer estabeleci-
menlo, o se d por preeo commodo : na ra da
Cadeia do Recifc, lnja n. 23.
Escravos bons c baratos.
Urna escrava boa cozinheira por l:00O$, urna
dita por 900, urna dita por 700$, dous molo-
ques peras de iJade de 12 a 13 annos, urna es-
crava perita cozinheira e engomniadeira ; na ra
das Aguas Verdes n 4G.
3*
Elegancia
ffiMl(GiBffiM2
numero 8
Batatas em gigos de 40 libras a 800 rs feijo
amarello a 13 e 149 o sacco.
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se no largo da Assembla,
armazcm n. 9.
Bom e barato.
Vcnde-se espcrmacele em libre a 640 rs., tou-
cinho a 360, ervilhas a 160, passas a 480, man-
loiga ingleza a 800 rs., dila franceza a 560, chou-
ricas a C00 rs., hlalas a 40 rs., doce de goiaba
a la o caixao, ceblas a 800 rs. o ccnlo, painro
a 160 a libra, por baixo do sobrado n. 16, com
oiiao para a ra da Florenliua.
Novo salo de mo-
das para senhoras.
Os abaixo assignados j lereberam a primeira
remessa monsal de objeclos de modas ao ultimo
gostn e melhor qualidade, chegados de Pars
pelo ultimo navio, c avisam as senhoras desla
capital que em seu cstabelecimenlo, na ruada
Imperatriz n. 10, tem urna sala destinada para
ellas escolhcrem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza prala e de
! cores, bordados, e de rendas, de variados gostos.
Lindos enfeilcs de cabera, gostos modernos "
, Ricos vestidos de nobreza de cores e pretos,
bordados, superior nobreza prcta para vestidos a
2f200, 23400 e 2j600 o covado.
, \eslidinhos para enancas, de diversos goslos ;
he ni como o melhor soi tmenlo de oulras muilas
fazendas modernas por os menores precos : no
Ierro da Boa-Vista n. 10, actualmente ra da
Imperatriz.
Cabra bicho.
Bonitas e elegantes caixinhas com
amendoas para brindes : venJe-se na ra
Nova n. 45. no armazem de fazendas e
modas de Faria & C.
xsr No mesmo estabeledmento so ven- 2? ,J Jnfi"? ulma co,n ra,,il e bt"i loite. tendo
de cortes de cnmbraia de cor de 10 a 11 ffe ,, C't,n,'l!nos lra'a'" na ra eslreila do
varas, goslo Condera d'Arc a 4S&00 rs o ? ^^"~S1' P"n'^ro a',dar-
corle. i's^^'
**m
importante.
45 Ra Dircila-
lisie estabelecimenlo quer
//
(%
-45
acabar
Jos Goncalves da Silva morador no
engenho Aripibu', o favor de appate-
cera' ra da Cruz n. G2, terceiro an-
dar, a negocio que S. S. nao ignora e
caso no appareca se dir' (pial o ne-
gocio.
Terdcu-se no paleo de S. Pedro dous va-
ros de cama de ferro, pintado de encarnado :
quem delles der noticia dirija-so no pateo do
Corpo Sanio, armazcm de niassamc n. 17, que
ser recompensado.
Novo lanche.
No pateo do Trro n. 58 hatera domingo Io de
abril boa mao de vacea e continua haver lodos
os domingos c dir santos, assim como os bellos
peliscos sem escepcJo ; o mesmo acontece na ra
dasCruzesn. 21, e nos mesmos estabelccimenlos
fornece-sc cornedorias para fora com todo o as-
seio, promplido c barato.
A pessoa que trouxe urnas carias de Macei
para Francisco Jos de Olivcira Rodrigues queira
fazer o favor de cnlrega-'.as no caes di Alfandeg
n. 7, armazcm dos Srs. l.opes limaos.
Friiicisco da Silva Cardoso, com loja de al-
1-faialc e roupa feila na ra do Crespo n. 12, pri-
meiro andar, participa aos seus amigos e fregue-
zes que mudou-se para a ra do Imperador n. 6
(anliga ra do Collegio) aunde sempro o aclia-
rao promplo para servir a tods as pessoas que
0 queiram honrar. Nesto estabelecimenlo nao
so se vende todos os objeclos pcrtencenies a ho-
mem co.no lambem se faz obras de encommenda
com todo o esmero e promplido.
= Aluga-se a loja da casa n. 17 da ra do
Imperador lado do caes : tratar no primeiro
andar da mesma casa.
fabricantes anierlca-
cr & liiilicr.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
E' chegado loja de I.rcomle, aterro da
Boa-Vista n. 7, o cxcollenle leite virginal de ro-
Engomma-se com asseio e promplido : no1' sa hianca para refrescar a pello, lirar pimos,
1 sardas c espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os caballos,
assim como pos imperial de lyrio de Florenra,
para borluejas c asperidades da pello, conser-
va a frescura c o avelludado da primavera da
vida.
os devedores de loros de terrenos pertencenles a
Iieranca ( u os de dividas, assim como os credo-
res deverao all ncha-lo, isto no prazo de 12 dias,
pois lem de se fechar o inventario. Becifo27dc
marro de 1860.
Tra..passa-se o arrendamento de umenge-
nho distante desla praca duas.legoas, vcnde-se
una par; no mesmo engenho, machina nova
vapor, dslilarao nova e bem monlada, 22 bois
de correi), seis quarlos, algumas obras, salTra
Clanlada, etc. ele. : irata-se na ra do Crespo n.
3, oja.
FOLIIMI.VS PAIU 18G0.
Esto l. venda na Hvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
compradores. Icom alguns pares de borzeguins que Ihe i
Thesouraria das loteras 24 de|re*tam, dos famosos arranca-tocos, ci-l
marco de 1860.O escrivao, J. M. da j dados etc., e sem o menor defeito, re- '
duzindo-os aopreco de 7j000
Os cuxciros.
Vendm-se saceos cora milho a 5 cada sacco :
na ra do Rangel n. 62, armazcm da poria larga.
ATIENDO.
^ endem-se saceos com trelo de Lisboa, sac-
eos grandes, e superior qualidade, por menos
preijo que em oulra qualquer paite : na ra do
Cruz.
OLINDA.
Aluga-sc o sobrado da ra de S. Benlo n. 25,
confronte a academia: a tratar no Becife, ra da
Cruz n. 23, segundo andar.
= Antonio Marques de Amoiim faz publico,
que no da 21 do rorrcnle foi rccolhida em seu
sitio na Ponte de Ucha urna prela vclha por
nome Anna, cm estado de embriaguez c raordi-
dida por uns caes. O seu estado nao permitlo
obler della iuformaQo alguma que indicasse se
era lvre ou escrava." Tendo sido cuidadosamente
Sndalo!
45-Ra Nova-45 i
Vanado sortimento de leques de san- O
CS dalo a lOjjOOO. 2$
Madapolao a
quasi rstabelccida, mas apenas ; Rangel n. 62, armazem da porla laiga.
tratada acha-sa
sabe dizer que perler.ee a urna senhora viuva,.
moradora na ra do Collegio, c por isso se faz !
o prsenle annuncio para que a pessoa a quem
pertenra a mande buscar.
^TTTYTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTA1>
Pressas nesta typogranhia, dasseguintesquali-i > v s ." <*
> Paulo Caignoux, dentista, ruadas La- <
r rangeiras 15. Na mesma casa tcm asua e <
dades
F
OLIIINnA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a coDlinuaco da bibliotheca do
Ciisto Brasileiro. quesecoropoe; do lou-
ver ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hyinnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoraejio ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
V a-Sacra, dircelorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
ii .ora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
g arda, respondo pelas almas, alm de
o itras oraces. PreQO 320 rs.
beccodo Marisco n.20.
Precisa-se alngar um preto ou prela, ja" ido-
sos, para comprar na ra e fazer o mais serviro
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama as
mesmas circiimstancias : quem tiver e quizer,
annuncie ou dirija-se a ma de Santd Rita n. 40,
priraeiro andar.
\Licoes de francs *
piano.
, Mademoiselle Clemence de
g ce Ma^nevillc continua a dar
NOVO DEPOSITO
DE
!*
francez
Hannelot
lir.oes de
piano na cidade e nos rrabal-
iffi des : na ru da Cruz n. 9, segundo andar.
&m&s mm ^g^e &% m$%gU
Sr. Honorato Jos de Olivcira Figueire-
do queira annunciar sur morada ou dirigir-sc i
Iivramda praja da iadependencia.que se
5a fallar-lhe.
Precisa-se de urna ama de
queotenha em abundancia,
bem sadia ede bons eos tu mes
bem. Dirigir se a* praca de
(antigo pateo do Collegio) n. 37, segn- re"
io e terceiro andar.
Ra do Imperador, confronte
ao oitao do deposito do gaz.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
r'o, regulamento dos direitos parochiaes,e
urna culleccdo de ancdotas, ditos chisto-
sas, contos, fbulas, pensamentos moraes,
r3cclas diversas, quer acerca Je cozinha,
quer Je cultura, e preservatrra de arvores..
e fruclos. Trego 320 rs.
TA DE PORTA.a qual, alm Jas materias do
Paulo Caignoux, dentista, ra das La-
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
p dentico. 3
XA A A JL&JL XjL jUJL X XX XX X i. O'.i X X ..
Por um,corle de cabello c
iisainento S00 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecoike'acaba de receber do Ro de Janeiro
o primeiFo contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, o um oulro vindo de Pars. Esto eslabele-
ciraenloest hojo as melhores condices que
possivel para salisfazer as cncommendas dos
objeclos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejaqi: nfralas a Luiz XV, cadeias de relo-
r'ios, braceletes, annes, rselas, ele, ele, ca-
bjllciras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
Estados-Unidos, sein deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, s objeclos em cabello serao felos em sua'
presenca.se o desejarem, e achar-sc-ha sempre
una pessoa disponivel para cortar os cabellos, e |
pcnlear as senhoras em casa particular.
CASI LllSO-BlUSILEIRA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com lo 1
= Vcnde-se urna escrava crloula", com muila
habilidade, cozinha, lavae engomraa ludo sofTri-
vtlmente : a tratar na ra da l'raia n. 29, segun-
do andar.
= Vcnde-se a padaria da ra Dircila dos Afo-
gados, bem afreguezada : as pessoas que a prc-
tenderem dirijam-se a mesma.
Vinde! vinde!
Na ra do Queimado n. 19.
Jende-se madapolao com pequeo toque a
35000 3 pera.
Palitos de brim a 5$.
Palitos de brim de tinho a 3$ cada um : na ra
do Queimado n. 19.
Mm
A 2000
a peca.
Algodao com loque de avaria a 2g a peca :
ra do Queimado n. 19.
na
Ao bazar da ra do Imperador, aonde sequei-
mam os gneros pelos modicissimos precos abai-
xo declarados.
Caixinhas de bolachnha de soda a 1200.
Dilas maiores com cerca de 0 libras a 3;>.
Presunto de fiambre a libra a 400 rs.
Caixascom 12 garrafas de vinho Bordcaux a
8$00.
Ameixas francezas cm latas de 2 li2 libras por
2$000.
Oueijos a escolher a 1J500.
Ervilhas novas, a libra a 140 rs.
Cevadinha franceza, a libra a 200 rs
Vinagre branro engarrafado, a garrafa a 280 rs.
Champanha, a garrafa a 2?.
Frascos com pastilhas 'le escolhidos aromas
1000.
Charutos finos em caixinhas de 100 a IgOOO
Fariuha do reino muilo propria para bulse
po-de l, arroba a 2*500
Balasia superior, a garrafa a 600 rs.
Caixinhas com 12 garrafas de superior cerveja
a .4g500.
Amendoas de casca mole, a libra a 200 rs.
Macarro francez, a libra a 200 rs.
, mar a casa contigga, ampias e exccllentes ac-
costume, contm o resumo dos direitos ommodares para muilo maior numero de hos-
Borolt i C.altcndendo a que os senhores con-
sumidores degelo sao pela maior parle resideft-
preci- | tes nos bairres-de Sanio Anionio e Boa-Visla, c
que lulariara oom grande dilliculdadn se este es-
le te, le eslabelecimento eslivesse collocado no bairro
do Recife, podero encontrar na na do Impera-
dor cunronie-eci oilo do depos'rto do gaz, um
paga-sej armazem com as proporces exigidas para depo-
Pedro II! sito deste genero, o quaf estar aberlo concur-
rencia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
ha s 6 da larde, do dia 3 do correne em
diante.
que seja
i arochiaes. Proco 160 rs
| Altenco. |
C uso pralico e Iheorico de lingua fran-
5 cez por urna senhora franceza, para dez
J mocas, segunda c quinta-feira de cada se-
mai a, das 10 horas 3t meio dia : quem
S qui/^r aproveilar pode dirigir-se a ra da *
Crut n. U, segundo andar. Pagamentos
adi; otados. @
@@@@@
floga-se aos Srs. devedores do eslabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus Jebilos na ra do Col-
legio vjnda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10
>a gallera e officina pholograpbica da ra
Nova r. 18, conlinua-se a lirar retratos pelos
mais modernos e perfeitos syslemas. Os traba-
liios s; Uidof desse cstabelecimenlo sao bem co-
nheckos do publico desla capital.
FUNDIDA
- H
DO
I
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No depoLilo dcste csla\>e\ceiiiieulo sembr \\a grande sovlimcnlo de me-
tliamsmo pava os engcn\\os de assueav a saber:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e de facillimoassento f"
Rodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Cannos de ferro, e port.s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgensmuito (ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, carallos, oubois, acunhadas em aguilhoes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as ornallias ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, Tornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou- bois ^
Aguilhoes, bionzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas giilvanizadas para purgar etc.^etc.
D.W.Bowman confia que os seus freguezes a chamo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechauismo proprio para os agricul-
tores d esta provincia, epelofacto de mandar construir pessoaltaente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela continuaco da aua fabrica em PernamJ)uco, para modificar o mechanis-
mo a vontade Je cada comprador, e de fazer os concert6s de q*i podero necessitar.
pedesde novo screcommenda ao favor e lem-
branra dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
visitera esla capital; continua a prestar-lhcs seus I
servieos o bons ofGcins guiando-os em todas as
cousas que preciscm conhecimenlo pralico do
paiz, ele. : alm do portuguez e do inglez ialla-se
na casa o hespanhole francez.
@@@ 9wm @@s@g
1 DENTES I
ARTIFICIASS.
|Ruaestreita do Rosario n. 3
Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
lificiaes pelos Jous syslemas V'OI.CA.MTE,
chapas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredita ra a qualquer
hora. @
@@@ @@@@@@
COMPAilIIA
ALLIANCE
Estabelecida cm Londres
Fitas de velludo e
seda.
Na loja da aguia d'ouro, na ra do Cabuga n.
1 B, vendem-sc riqulssimas lilas de velludo,
abertas c lisas, de bonitos padroes, chegados
hontem de alfandega ; assim como luvas pelas
com bico e vidrlho, dilas de seda para homem,
dilas de cores enfeiladis p.ara senhora, capillas
brancas proprias para noiva, que aliauramos
vender por baralissimos preeos para acabar.
Loja do vapor,
EX
CAPITAL
Cneo mVVViiics de Vibras
esierUnas.
saunders Brothers 4 C." tem a honra de ln^
R(AHdVM.7',
Grande e vanado sortimento de calcado
francez, roupa, miudezas finas, e
pertumaria.
Calcado francez.
Borzeguins de couro de lustre de fabricantes,
e finalidades diversas, e de lodo proco, para ho-
mens, senhoras, meninas e meninos, dilos de
bezerro, amansa calos, a 10J, sapaloe3 do couro
! de lustre, ditos gaspiados, dilos de bazerro para
I homem e menino, e muit^s oulras qualidades
que donamos de mencionar.
2S000 a
Cobcrlas de chita : na ra do Queimado n. 19.
Chales de
uterino tb2$ottO.
Vendem-se eslampados a 2-J500 cada um : na
ru.i do Queimado n. l'J.
. illSMS HdKBTflt-JUIUK-
1B!(CMS.
No aterro da Boa-Visla n. 10, actualmente ra
da Imperatriz, vendem-se :
Lindos transparentes para janellase portas, de
diversos prcros, lios e pintados, muilo pioptios
para a cidade c casas de campo.
I.ampeocs de nova inrenco flue dao urna luz
melhor qnc o gaz, traballiain em um novo lqui-
do muilo econmico.
Oroscopos, novo instrumento para conheccr
com toda a exaclio o oslado dos ovos.
Esleirinhas para descauso dos pratosuas mesas
de janlar.
Espreniedores de fruclas, como seja caj, la-
ranja. liraao, etc., etc.
Afiadores mgicos para navalhas de barba.
Panno marroquim para forrar mesas, sofs,
colchocs, Iravesseiros, muito usado tambera para
forrar canos por imitar a casemira.
Panno cmr de lustre, magnifica inrenco,
serve^ardDodosTs usos orn quo se applia o
couro ae iusttiu sendo muilo mais duravel e ba-
Cambilos pan segurar roupa as cordas para
enxugar, sao hoje procurados, e estimados em lo-
da a parte.
Slereoscopos rom variado sortimento. de ri-
quissimas vistas de todo o mundo ; vcndc-sc o
instrumento a 43, e as vistas a 4;} a duzia.
Bem como outras muilas cousas de uso domes-
tico, que sao da maior ulilidade, o que poucosc
couhecem aindaneste mercado.
" 41-104 RNJL-4I I
Armazem de fazendasl
e modas !
Roupa.
DE
Mm
c
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de M'ff* nJae, "se"'1" cor de caf com lete a |
. ,.ffi3 convier, ^oplena- j U^^f^^ gfi ISe.o'ls
^mpannia do alpaca, dilos de brim do diversas qualidades, I
mente autorisados pela dila
effectuar seguros sobre edificios "de" tijolo e pe-
dra, cobertos de tena e igualmente sobre os
objeclos que coutivercm os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas d
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
do Leite & Gorreia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ra do
Queimado n. 10.
Cpmpras.
Compra-se um cabriolet de qua-
tro rodal, qae esteja em bom estado e
tenlia coberta : na ra da Gloria n. 3.
= Compra-se urna negra crioula, de bonita fi-
gura, de 18 a 20 annos de idade, que taiba cozi-
nhare engftmmar muilo bem. que cosa alguma co"ntrar''a"oj'a
calcas de casemira, camisas de fuslao de loho,
ceroulas, camisas de meia, rocas, leos, gr-
valas de seda e de lo real, prelas e de cores a
1*500.
Miudezas.
cousa : na ra do Brum n. 16, armazcm de Ma
cuel Jos de S Araujo.
Constante-
Bicos de seda de diversas larguras, dilos fin-
gindo linho, rendas, franjas c trancas de seda
prelas e de cores, fila de sarja larga e eslreila,
lisa o la viada, fila de velludo estreita, prela e de
cores, ricos chapeoznhos para meninas, bonetes
para meninos, penles de tartaruga a imperatriz a
8S c 10$, enfeites de vidrilhos a 3, penles de
regaco para menina, enOadores de seda para es-
piNilhos, ditos de linho. penles de tartaruga pa-
ra alisar, carleiras e charuteiras, oculos e lune-
tas, escovas, etc., ele e mulos outros artigos
pertencenles ao mesmo negocio, que o publico
do vapor, na ra Nova n. 7,
por menes do que era outra qualquer parle.
Arreios.
mente
\ ende-se um completo arreio par* ealmolcl
cujas ferragens sao de melal principen Fnovo
o nrer.o commodo : na ra Nova n. 11, loja. '
Aviso as pravas do !. etquadrao de
ca vallara.
Chegou loja de Guimdracs A Lima na es-
K?;8VeQU**6e e trCa-98 MCr"M: DarUa 'IU-Qa da rua d CresP. esemir, mesc.da pro-
prn para caljas do mesmo esquadro.
Direila o. 66.
Cortes de vestidos prelos de todas as qua-
lidades.
Ditos de seda da cores.
Ditos de blonde.
Dilos de phantasia.
Manteletes pretos de todas as qualidades.
Ditos de cores.
Capas pretas e de cores.
Grande sgrlimcnto de bordadas para se-
nhoras cm cambraias c filos.
Variado sorlimcnto de enfeites para ca-
beca, pretos e de cores.
Ditodilo de chapeos de palha c de seda.
ji|j Grande sortimento de vestimentas para
jG meninos.
* Dito de chapeos e boDcls para ditos.
Vidros para vi-
dra^a.
A6^a Gaixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja" n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preqo
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retal/io do tamanho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.


-^.rtfc-^'
(81
PIARiQ BB f ERKAitBUQQ. SEGUKDA FSHU fcVM A&Ifc. OgMO.
mu i mmmi*
ttua Direita n. 83
Com a frente pintada de ama-
relio.
Lieos prclos de seda muilo finos a 160, 240,
320 e 400 rs. a vara, atacadores prelos *para j>a-
leiol e casaca a 160 rs., fila com clchete a 400
rs. a vara, loques Anos a 2c500 e 3., botoes para
punho linos a 320 rs. o par, obreUs para os na"
morados a 200 rs a cala, ricos pentes do massa
virados com flores douradis a 3$.; alera dcstes
objectos o publico encontrar um completo sor-
timento de ludo quanto ba de melhor no merca-
do, por menos do que cm oulra qualqucr parle,
(adinheiro).
Vende-se um caixo prin-
cipiado
para duas casas, assim como se vende a meiaco
do ollo dobrado di casa parede-mcia, no Cam-
po Verde confronte ao oito do sobrado do Sr.
Joaauim Ignacio Ribciro Jnior ; a tratar na ra
da Imperaiz n. 78.
T
Carne de vacca salgada.
Vende-se na ra da Craa do Repito n. 50. pri-
meiro andar, por"menos pre^o do que em outra
qualquer parle
7.

Russia
E CltLVf LISBOA.
!obem conhecido e acreditado deposito da:
ruj da Cata do Recite n. 12, ha par Tender
pelusa da Russia e da do a^o de. Janeiro, ora
e le superior qualidade, assim como tambem
calvirgemem pedra: ludo or precos muito
razoaveia
Relogios paleles.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Pcitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C
Cruz n. 61.
CALCAD
Grande sortimento.
45-Ra Direila4o
Os estragadora de calcado encontra-
ra:) neste csttbeleciraento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegains aristocrticos. 9Sf000
Ditos (lustre e bezerro)..... '^OOq
Borzeguins arranca tocos. 7^000
Ditos econmicos....... 6000
Sapatoes de bater (lustre). 5000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzegoinl pata meninas (for
tissimos)..........4000
E un pe tfeito sortimento de to Jo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marro uins, cou-
ro de lustre, lio, fitas, sedas etc.
Fqmo americano.
Vende-se fumo americano proprio para mas-
care f-ier cigarros : na ruada Cruz do Uecifo n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a 400 rs. a libra.
* Engenho.
@ Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
:%; freguezia de S. Lourenco da Malla, entre @
$| os engenhos Penedo de Baixoe Penedo de
g Cima : Irata-so no mesmo engenho ou no @
i} engenho Mussambiquc com Felisbino de >
j$ Carvalho Rapozo. @
^3&aSo:;@@
= Vende-se urna cruz de ouro, contendo sele
brilhanies com urna volta de perolas, obra mo-
derna e de muilo gosto, por prego comruqdo i na
ra Augusta n. 48.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda.
Ditos broncos c prelos de algodo.
Luvas pretas de torzal.
Cintos elsticos.
l.iithas de algodao em novellos : vendem-se
por procos commodos, em casa de Soulhall Mel-
lors k C., ra do Trapiche n. 38.
\ retalUo e em porcoes, por menos
precio do que em outra qualquer
parte.
Na grande fabrica de tamancos da ra Direita,
esquina da Iravessa de S. Pedro n. 16, vendem-
se Liman eos de lodas as qualiJades, por menos
prego do que em oulra qualqucr parle, linio a
rctalho, como era pciuenas e grandes porcoes;
a casa est semprc sortida de dez mil pares
promplos.
Escrava.
Na ra da Cadcia do Recite, primeiro andar,
n. 28, vende-se urna escrava muala de 16 a 18
annos.
-= Vinho superior em caixa de urna duzia:
vendem Azevcdo 3 Mendes, no scu armazcm no
largo da Assemblea n. 9.
Ra do Queimado
Sa
o.
Pl]lM(lftOW-IIW,
Roa 4a Serizala !Yova n. 42.
Em casa de James Crobtrce & C, na ra da
Cruz n.42, yendffm-se latas com salmo de 1, 2
e 3 libras, de superior qualidide, chegado pelo
u limo navio em direitura da Terra Nora,
f >#@S @ S@

II
t
ni
v> Estopa. @
Camisas inglezas.
$$ Biscautos em latas. #
Vi Em casa de Arkwight & C. ra da Cruz nu-
4$ mero 61. $
se
a
tinM a recUnki
Na loja do Preguiea na ra do
Queimado n. 2. tem para
Nit*. estabelecimento continua a haver um vcaauoa ^
compiaiaaorlnento de moendas e meias moen- Chaly e merino decores, ptimo nao s para
loja de 4 portas n. 10.
Ainda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidarlo da firma de Lcite & Crrela, as
quaesse vendom por deminut p rece, sendo en- tambem lingem se na
treoutrasasseguintes: qualquer bora.
Macos de meias cruas para k---------- *"CAA
Arados americanos e machinas
para lavarroupa: em casa de S. P. Jo-
linston & G. ra da Senzala n. 42.
Chales bardados a mil rs.
Na ra do Queimado n. 19.
Vendem-se chales bordados a soda com defeito
le agua doce, a 19 cada um ; a elles, antes que
>e acabera.
Attenco.

Vende-se a eleganto arraaco (Iluminada a
gaz) da casa n. 12 do paleo do Trro, prapria pa-
ro loja de fazenda*. para o que hoja esse lugar
muito procurado, miudezas, deposito, taberna,
ou loja do charutos.
8$ dinheiro avista.
ferros econmicos americanos com
folio e descanco : na loja de. erragens
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Ue-
cie n. 56 A.
Sndalo.
Ricas bengalas, p jIceiras e leques :
vendem-se na na da I
loja do Lecomte-
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
_ Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
mesrna casa a
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamajihos
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cumbraia li-
sa com 10 jardas a 43500 e 53, leos de cara-
braia delinho a 39 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3*800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales do meri-
n.lisos a 4$50, e bordados a 6, paletots de
alpaca preta e do cores a 59, ccroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60ja duzia, organdys de lindos desenhos a
lalOO vara, corles de cassa chita a 3J, chita
francezaa240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 Yaras a 4$80, 5 5g500,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, Xoalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
calca de brim de linho a 29, ditas de raeia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Xarope
[rnperatriz n. 1,
homem a 1*600
AS MEMORES MAIHXAS DE COSER
D03
Mais afamados autores de New York
I. M SINCER & C.
E
WHECLER & WLSON.
No novoeslabeleciraento vendem-se as machi-
nas desles dous autores moslram-se a qual-
quer hura do dia ou da noito e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e seguranga :no arma-
zem de fazendas de Raymuudo Carlos Leite &
Irmao, ra da Iraperalriz n. 10, antigamente
aterro da Boa-Vista.
GIANDIEYARIADO SORTIMENTO
DE
RouaspleitaselazendasS
Ltoia cavmazem
! DE P
Ges&Bastoi
Na ra do Queima-
do n. 46.
wl Ricas sobrecasacas de panno fino prelos
g e de cores a 28$, 30J e 3oJ, lambem leraos 'J
fi paletots dos mesmos pannos a 229 e 249, t
| palolols de casemira de cores de muito j|
bom gosto e finos a 12j, U$, 16Je 18, di-
I tos do panno preto para menino a 189 e p
j 20J, dilos de casemira de cores a 89 e 109, j,
s caigas de casemira de cores e pretos e jun-
fi lamente para meninos a 79, 89, 99, 109 e
GC 1*S, colletes de gorguro de seda e case-
g mira a 5g, 6$ e 7jj, paletots de alpaca pre-
S tos de cores saceos a 49, ditos sobrecasacos
f-i a 79 e 83, ditos de brim, de osguio e de
* fusto tanto broncos como de cores a 49,
^ 49500, 59e6g, caigas de brins broncos mui-
a lo finos a 5g, 6 e 79, colletes broncos e de
! cores a 3J e 3^500, camisas para meninos
sj de diversas qualidades, caigas de brins de
; cores finas a 39500, 4g e 59, nm rico sorti-
S medito de vestidos de cambraia brancos
, bordados do melhor gosto que tem appi-
(U recido a 289, manteletes de fil preto e de
fii cor muito superior gosto e muila moderno
a 2O3 cada um e 249, fieos casaveques de
S cambraia bordados para menino a 109, di-
8 tos para senhora a 15$, ricos enfeites de
troco de velludo gosto melhor que tem ap-
s parecido a 109 e 125, e outras muitas fa-
fe zondas e roupas feilas que com a presenta
7. do freguez se far patente.
Casacas para a quaresma-
Neste mesmo eslabelecimeulo ha um
graote sortimento do casacas pretas, as-
(- sinTComo manda-so fazer per medida a von-
S tade do freguez, escolhendo os mesmos os i$
S p?nnos a sou goslo sendo os precos a 359 3
S e 409. 1
I Camisas inglezas
Temos novaraente cliegados** ricos vesli- H
{y dos prelos bordados a velludo a 90$*, dilos 3
tH bordados a seda a 759 e 609, assim como ^
t> ricos-manteletes pretos da ultima moda a
^16j,2O9e309.
Dilos de ditas de cores 29000
Ditos da ditas cruas muito superiores 49000
Ditos de ditos para senhora 39000
Diios de ditas muito finas 435000
Corles de caiga de meia casemira 2*000
Ditos de ditas de casemira de cores 59000
Dilos de ditas de casemira preta a 59 e 69000
Brim trancado branco de linho fino
vara 1*000
Cortes de colele de gorguro de seda 2ffOOO
Pao preto fino, prova de limo 39 e 4000
Grvalas de seda preta e de cores 15000
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas eslreilas 16C
Riscados de cassa de cores Irados padroes e
superior qualidade eovado 28C
Cassas de cores covado 24C
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2?W)0C
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega 4900C
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 29000
Grodenaple preto, largo covado I98OO e 29000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baptisado 5#OO0
Veos bordados para chapeo 29000
Entre meios bordados 1960C
Athoalhado adamascado largo tara 19280
Lengos de chita escuros um 10C
Gangas de cores para palitos covado 20C
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, contendo 4 forna-
lhas, e Torno para cozinha com lenha ou carvo
ptima invengo pela economa de gastar urr
Ierro de lenha ou carvo dos antigos, e de cozi
aliar com mais presteza, tem a differenga de se-
ren amoviveis, oceuparem pequeo espago df
casa, e do fcil conduego : vendem-se porpre-
gos muito mdicos, na fundigao de Francisco A
Cardoso (Mesquila) ra do Brum, e as lojas do
ferragens d Cardoso, junto a Conceigao da pon-
te do Recite] e ra do Queimado n. 30.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
Ihores chapes de caslor.
carnauba.
Na ra da Cadeia do Becife n. 28, vendm-se
excellenles velas de carnauba fina.
A 28000 cada duzia.
Ra do Rueimado n. 19.
Lengos brancos de cambraia para algibeira a
29 a duzia.
Cobertas de chita a
Na ra do Queimado n. 19.
Tambem se vende a 320.
Ra do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo baratissirao prego de 320 rs.
o corado, brim do linho branco trancado a 19 a
vara, ganga franceza de cor para caiga e paletots
a 500 rs. o covado, lengos de cassa de cor para
meninos e meninas a 80 rs. cada um.
A 2$500 cada chales.
Ra do Queimado n. 19.
Chales de merino eslampados a 250f. '
Algodo monstro com $ pal-
mos a 600 rs. a vara.
Vende-se na ra do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
Vende-se cambraia adamascada para cortinado,
de lindos Iavrores : na iua do Queimado n. 19.
cem saceos por preco commodo, farelo a 69, mi-
ho a 490OO, e outros gneros por commodo prego.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
lha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Filho : desnecessario fa-
zer elogios bondade deste xarope. nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tago quo geralmente tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
go do xaropo de Bosque, o qual verdadeiro an-
tidoto paro lodas as molestias dos orgospulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios. e no falsifica-
do esta lithographada.
Attenco.
/ "{0..Novan- 71,vendem-secarrinhosdcmao
115J, fejo amarello muilo novo a560 rs. a cuia
1 por preco commodo, farel
, e outros gneros por comn
Attenco.
Vcndc-se urna mulata de 20 e lanos annos,
com 2 lindas mulatinhas, qor motivos de fami-
lia, a qual sabe engororoar muilo bem, eoser, fa-
zer labyrintho e cozinhar : quem pretende-la
dinja-se ao palco do Tergo n. 16.
As floristas.
Na ra da Santa Cruz, casa n. 28, ha para ven-
der o mais bem escolhido sortimento de papel
para flores, nem como folhas de lodas as quali-
dades para a3 mesmas flores, clices para rosas e
apndices, o que tudo se vender em conta.
Vende-se um cavallo melado mui-
to novo e grande, proprio oara carro :
a tratar no pateo do Terco n. 33.
Vendem-se 90 apolices da com-
panbia do Beberibe : a tratar com Mar-
colino Jos' Pupe, no eicriptorio da
misma companliia.
Vende-se um grande sitio com casa de vi-
venda, muilo perlo destapraca, com grandes bai-
las paro capira, que se corlara 100 feixes de ve-
rao a invern, com pasto para vaceus de leite c
planlages de verduras, com aVguas arvoredos de
fruclo, boa agua de beber, tanque para banho :
quem o pretender, dirija-se a serrara n. 55, da
ra da Praia, de Jos Iligino de Miranda.
roupoes evestidos de montaa de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo Goospelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 280 ris o covaJo grvalas a fanlazia.o
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas,'cujos pregas extraor-
dinariamente baratos, stisfaro a expectativa
do comprador.
Com loque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha na a 1:800
lengos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3$
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. rna da Imperalriz n. 10.
Vende-se urna morada de cass terrea na
trovessa Imperial, com 2 quartos, 2 sala, cozi-
nha fura, quintal pequeo : quem a pretender,
procure na ru Augusta n. 58, quo a poder ver
e tratar o negocio.
mm$ 2ms smzm mm m^m
I GUARDE ARMAZEM |
Roupr feitaj
Ra Nova n. 49, junto
aigrejada Conccicdo dos
Militares. g
Neste armazem encontrar o publico >
um grande o variado sortimento de rou- H
pas feitas, como sejam casacas, sobreea- CJ
sacas, gndolas, fraques, e paletots de H
panno Uno preto e de cores, paletots e A
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- %
zina pretos e de cores, palelols e sobre- i
casacos de seda e casemira do cores, cal- fl
gas de casemira preta e de cores, dilasde merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados, 93
calcas de algodao, colletes de velludo
preto e de cores, ditos do selim preto e ||
bronco, ditos de gorguro e casemira, di-
tos de fusloes e brins, fardaraentos para fJ
a guarda nacional, libres para criados, 3
ceroulas e camisas francezas, chapeos e 8
grvalas, grande sortimento do roupas 5,
para meninos de 6 a 14 anuos ; nao agr- |j
dando ao comprador algumas das roupas S
feitas se apromptarao outras a gosto do M
comprador dando-se no da convenci- nado. =H
40-ftDadoin^imao. 40
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
uios precos para acabar.
9
I

9
I
19200
%
3900C
19501
OJOO
16J0OC
1900
9
9
9
9
9
f
S900
9
9
59OOO
9
9
3950o
9
69OOO
89500
S
9
8
9
Pianos
-$ext
iihidmie
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo goslo, recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
em grande sortimento para
houiens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650fj, 7 e 8, dilos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7, 9 e 10$. ditos de lonlra prelos e
de eores, muito finos a 69 e 79, dilos do chile a
3$5oO, 5, 6, 8, 10 e 129, ditos de feltro em gran-
de se-rlimcnlo, lanto em cores como em qualida-
des, paro homeus e meninos, de 29500 a 7g, di-
tos de gorguro cora aba do couro de lustre, di-
tos de casemira cora aba forrada de palha, ou
ser ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinascom veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha ama: Mas, enfei-
!ftPW.ia rii'rlA7A '.Para cabega, luvas. chapeos de sol, e outros
uui 1 ca \mX\ uu, muitos objectos que os senhores freguezes. vis-
) na ra da Cadeia do Recite, loia n.Mom lim ffrandp nnrlimontn lo la do PrcS e da qualidade da fazenda, nao dei-
& Gongalves, as verdadeiras pennnsf^^ Oi*i*o ouiumcuiu UC Mrao de comprar; na bom conhecida loja do
chapeos da ra Direita 1. 61, de B. de B. Feij.
vinho do Porto, 3o mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscalel, idem : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recite n. 4.
Pennas de ayo inglezas.
Vendem-se
7, deGuedesL -
de ac inglezas mandadas fabricar pelo profes- tachas de ferrO fundido, aSSim
sordo calygraplua Oiiilherme Sculy, pelo mdico
Tachas para engento
Fundigao de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio
prego de 19500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na ra Direita n. 45.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e lambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de eiccliente Costo.
Vendas.
est se acabando.
Ricos cortes de seda pretos bordados a 75$ e 1
8O9, grosdenaple preto de lodas as qualidades, >
melhor que ha no mercado a 189, e a ~S. 2j40 )
e 39 o covado, ricos enfeites de vidrilhos proles
e de cores a 3 c 49 cada um, ricas sedas pretas
lavradas a 19500 o covado, pannos Unos, prona
de limo, do superior qualidade e differenUs
precos, casemira preta de todas as qualidades, e
o mais baralo possivel, eum completo sortimer-
to de fazendas de todas as qualidades, que tuc o
se vende barato por ser loja retirada, e os donus
querem-na acreditar: na ra Direita n. 101,
chegando a igreja do Tergo.
Botica.

Bartholomeu Francisco de Souza, ra lar, 5a
do Rosario n. 36, vende os seguintes medie i-
mentos:
Rob L'Affecteur.
Pilulas contrasezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmthico.
Vidros'de boca larga com rolhas, de 2 onca a
121ibras.
Assim como tem um grande sortimenfo de ;>a-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Relogios de ouro e prata, cobertos e deacober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, despachado hoje, vendem-se por
pregos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recite n.\f"
andar.
n.\62, primeiro
Venda-se doee de *a> em eslda, frasaos
grandes cpm tampas com 14 a 16 libras cada
um, bem preparado para aturar e proprio para
vigon: n r d'Rosari da Boa-Vista n. 55
na padaria di bolacha furada.
Loja da ba f, na ra
da Imperalriz n.74.
Vendem-sc verdadeiras luvas de Jouvin muito
novas, brancas", pretas, cor de canna, para ho-
.mera e senhora, a 2S400 o par, pretas de retroz
com palmas de vidrilho a I96OO, ditas de seda
enfeiladas a 2^200, lisas a I98O, ricos pentes de
laitarnga virados muilo fortes a 10J, ditos sem
serem virados a 4g, ditos virados imitando tar-
taruga a I96OO, ricos enfeiles de vidrilho'pretos a
39 e 4$, espartilhus de linho com cairelis a 6
cada um, ritos leques imitando marfim a 28500,
ricos' manguitos com camisinha e gollinha de
cambraia bordados a 69 o par, manguitos com
gollinha a 49 e 59, camis com gollinha a 89 e
395OO, gollinha de bordado aberto para menina e
senhora a 800 e 19500; agulhas francezas com
tundo azul de n. 6 a 15, ormeles em caixinha de-
cabega chata, brancos e pretos; riea franjas pre
tas com vidrilho, ditas sepa vidrilho, pretas e de
cores, Ola de seda, velludo, hicos, rendas, fran-
jas, 1 a a,' nho, cales de cores .broncos,: tesou-
ras, caivetes, facas, gartos c colfceres de todas
as qualldados, sapatos de. roarroquiui e ouro de
lustre para menina n senhora, dilos db Aracaty
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEIA MEDICA DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, compoolo inteira-
menle de hervas medicinaos, nao ccnlm mercu-
rio, ncra alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleigo mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleigo mais robusta;
inteiramente innocente em suas operages e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedio.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperago ; fagam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
presterecuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes eafermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
*
v
rior ao melhor
presunta de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vinilas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz A.nne$ defronte da
porta d al&nde^*.
Ampolas.
Areias (malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
clo.
Denilidade ou falta de
Torgas paro qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga. '
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas.
Febreto internitente.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez. para homem 9 senhora,
de um dos melhor^ Jabacajitei de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez ; em casa de
Southa Mellors 4 t.* ^ .
Febreto da especie.
Gfftta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Irregularidades
menstruago.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstmcgo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se fazendas por barato
prego e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a reta-
lho : na ra do Queimado* loja
portas n. 10.
de 4
Algodao monstro.
A 600 rs. avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; este algodo serve
Pura toalnas de mesa por ser de superior quali-
dade.
Do-sc amostras com peabor.
Cortes de vestido de seda* de cores com
babados
Ditos de dila preta com babados
Ditos de dita gaze phantazia
Romeiras de 016 de seda preta bordados
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado U e
Dita lisa preta e de cores, cora 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze irans-
parenles
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lidos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Longos de cambrsla de linho bordados
Dilos de dila do algodao bordados
Tanno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia do todas as qua-
lidades de 600 rs. a
l Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francees pretos e
de cores
Aberturas para camisa de li:iho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimento complelo de grvalas de-
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas da fusto brancas e do cores
Ceroulas de linho e de algodo
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de fazendas
paro vestido, sedas, la e $eda, cam-
braia e seda tapadas o transparentes,
covado lo-o
Meias cruas brancas e de cores para
meninas
Dilasde seda para menina, par
Luvas de Do de Escocia, pardas, para
menino
Velluditho de cores, covado
Velbutina de cores, corado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de u-*as de
seda bordadas, lisas, para sahoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de col'ele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lengos de seda roas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas Iargurasmui-
lo superiores, covado
Tafet rxo, covado
Setim prelo, encarnado o azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
Sclim liso de toda3 as cores, covado
Chitas francezas claras escuras co-
vado a 260 e
Cassas francezas de cores, vara a 500 e
Lencos de seda de gorguro pretos
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um complelo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Relogios c obras de ouro
Cortes do casemira de cores de 58 a
Cocos italianos
de follia de flandres.mnito bem acaba-
dos, pbdendo um durar tanto quanto .
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 4-7.
loja de funileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
. neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
9
15600
320
1&200
700
SgOOO
15O0O
9
asooo
&S500
25000
19000
500
15600
9
325
8640
I
1000
9
*
129000
por sacca de
Irmaos.
4,000 rs.
milho; nos aimazns de Tasso
Nova invengo aperei-
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados de
senhora.
Yende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cite n. 48, loja de Leite & Irmao.
Ra do Queimado n. 37.
A SOS corts 3e vestidos de seda quecustaram
S09; a 69 cortes de vestidos de phautasia que
custarom 309; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de.vidrilho e de retroz a 49 cada
um,:.naru do Queimado n.37, loja de4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vendem-se estas pilulas no esta^eUtimenU
geHbdQ Londres n. 224, Slranfl, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
eatf negadas de sua venda em toda a America do
SuL, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetidhas a 800 rs. cada urna
del las, c9WtemomBruccaeiem porhigtrez pa-
" "fltftoi p;fcodp > sanear destwpilulas. .
O doposilo geral em eau do S^.&oum
pharmaceutico, na ra da Cruz n 12, sm Pat-'
nambuco.
do .deposito geral do Rio
com Tasso <& Irmaos.
de Janeiro: a tratar
Farnha. de mandioca
nos armazens de Tasso - llillHI
os armeis de Tasso & Irmaos.
Histrica clionolo^ica, genealoeica,
nobiliaria c politiza do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Montes : vende-se a
4$ o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livrara n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas lavradas. lindos desenhos
covado 15600
Gorguro de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado 29000
Grosdenaple preto, covado 188O0
Rilo largo e muilo superior a 28 e 2&50G,
Sarja preta larga, covado 8#000/
,liL!! Queimado, loja de 4 portas n. 10.
g Coulinua-se a vendt.
g preco1 at mesmo por menos ~d~o se* valor
gj am de liquidar contas : na laja da 4 por
g na ra do Queimado n. W<
Ra da Senzalaord n. 42
Vende-se em casa de S. P. Xoehston, & C. va-4
quetas de lustre para carros,"seUas esilhoesin-f
glezes, candeeiros e casticaes bromeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para cairos
montara, arreios para carro deom ai"
os. e relogios d'ouro pateptei
Meias de sed?
Sara senhora, broncas
raneas e riscadas : vena
4 Irmao na ra daXadiadb*,!
Vende-
o engenho ,1 remun silo
da.no limite oo Cairo,
legua da estrada def
virgens, edificado i,
tralar no mesmo en
Vende-se ai
Iruido e forte,
dentro, e um asse
forrado de psnno
para fallar, com*
42, rqa,da Crua.
Em casa de Soulhau Hellors 4.C., na do
Trapiche o. 38, vendaa^aftjM sgninS artigos :
Chumbo ac municlb sorllao.
Pregosde,todf^o'slualjddes, .
VinbojdwShajy, BdU, fsca-
qarlo de
^ malas
4C. n.
Cogtrtfi ^STWrtffs f'Jtia e barris.
noiogws de ouro e mata,, patento efhtMs*i-
tros, cobrrlos e desco%tos (bem credifados}.
Traqcelins de o uro pala osmesmes.
BiKoilcs sorlidosem Ila.areqaenas.
r
i


.r : ,

2_^^3II2S -^-^- '-------- ------------------ > i ii mi
s no
DE
--largo "da Peulia-J
Manteiga perfe-tamcnto flor *800rs. a libra e em barril se far mais algum abalimento.
Qucjos muilo hoyos
a 15700 rs.e^em caixa se far mais algum abatimeulo nicamente no armazem Progresso.
\meixas faucezas
em latas de folha e campoteiras de vidro a 900 rs., e em porcao se far algum abatimeulo
Progresso.
Cavocs ebo&inlios
muilo nevos proprios para mimos a 500 rs., c em porcao se far algum abalimentos no Trogresso.
Figos le comadre
cm caxinhas elegantemente enfeitadas e proprias para mimos s no Progresso ecom avista se far
um prego commodo.
Latas de soda
cora 2 1|2 libras de differcnles qualidades a lj}600 rs., nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso.
Yinuos engarrafados
Porto, Madea, Xercz, Muscalel, Feitoria, Bordeaux, e outros muitos mais e com a vista se faja o
prego commodo, conforme a qualidade sno Progresso.
Vinhos em pipa
Porto, Lisboa, Figucira p. Pralos de 800 a 610 rs. a garrafa em porgo se far algum abalimento
vendo-se (nicamente atlendendo a qualidade) no armazem Progresso.
HoiacMnna ingleza
muilo nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
de l a 8 libras proprias para manteiga ou oulro qualquer liquido
noProgresso.
Albardas irjglezas.
A.inda ha. para vender objiimas albordas indft-
zat, excelentes por sa dtiregio, levesa cMP-
modiade para os animae itm casa de' Henry
Gmod, ra da Cadeia do-R**sfe u. 62.
Superiores chapeo de manilba.
Bates excellentes chapeos que por suo qualida-
de e eterna duraco, saa'prefcriveis aos do Chi-
le ; existen) venda nicamente em casa de
Ui nry Gibson, ra da Cadeia do Recie n. 62, por
pngo commodo.
Vende-so urna negrinha de"15 a 16 annos,
sajendo coser, cozinhar a engommar: no Man-
guinho, em frente do sitio do Sr. Accioly.
Pianos venda
Um casa do EA- Burle & C, ra da Cruz n.
48 ha sempre para vender ura completo sorli-
m< nto de ricos e excellentes pianos de todos os
primos e qualidades, os quaes sao do muita du-
rai o pela sua boa conslruccoo. Estes pianos
que foram premiados com a niedalha de primei-
ra classo na exposigo universal de 1855, alem
de serem de 7 uilavas e 3 cordas.so de Jacaran-
da e chapeados de metal. Aspessoas que preci-
sa) em podem compra-Ios com 20 ou 30 (J[0 de
menos que em outra qualquer parte.
Carne de vacca salgada, em barra de 200
libras : em casa de Tasso Irmos.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cas; e do cores, em no vello, para costura : em
cata de Seulhall Mellor & ., ra do Torres
n. 38.
Em casa de Henry Forster & C, ra do
Tiiipichen. 8, vende-se :
Arreios americanos.
lombas dem.
J'oges idem.
Arados idem a 30*000.
Champagne e cognac.
ilelogios americanos.
I'arinha de trigo de todas as marcas.
l.ampeoes de Dtente com azeile proprio.
CfV
de 400 a 13200 rs. cada um, se
Hoce de goiaia
muito.flno delga 1J>500 ocaixao, s no Progresso.
Cno colate francez
a \$ a libra, assim como vendem-se os seguintes gneros ludo rccentemcnle chegado e de superio-
res quoiiuades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marraelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de tmale, pera secca, pasas, fruclas em calda, amendoas, nozes, frascos
cora amendoas cobertas, confeilos, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
ma muilo una, emitios francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cernas de ditas,
spermacetc barato, licores francezos muilo finos, marrasquino de zara, azeite doce-purificado, azei
lOuas muilo novas, banha de porco refinado e oulros muilo gneros que enconlraro tendente a
raolhados.por issu prometcm os proprielarios venderem por muito menos do que autro qualquer
prometen) mais torabem servirem aquellas pesseas quemandarem por oulras pouco pralicas como
se viessera pessoalmente ; rogam tambem a lodos os sanhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommendas no armazem Progresso que se lhes affianca a boa qualidade c
o acondiciouamento.
Vcrdadcira goma de matarana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
lidalos para denles a 200 rs. o maeo cira 20 macinhos, s noProgresso.
de Bordeaux.
afamado fa- St. Eslph.
St. Jiilien.
Margaux.
Era casa de Knlkmann Irmos A C, rua da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bera co-
nhcidas marcas dos Srs. BrandenbuTg Frres.
e los Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
de.'iux. Tem as seguintes qualidades :
De Brandeaburg frres.
DE
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 j unto a fabrica de sabo.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promplos alambiques de cobre de differentcs dimencoes
(de 300^ a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espiritos com graduar o at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impario, bombas
de todas as dimencoes, asperante3 e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, lornelras
de bronze de iodas as diraengoese feltios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para tomainas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, ospumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lengole barra, zinco era lencol e barra, lsnges e
arroellas de cobre, lcnccs de ferro a lato.ferro suecia inglez de todas as diranses, safras, tornos
e folies para ferreiros ele, e oulros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encoramenda com presteza e perfeico j conhecida
e para commodidade dosfreguezc3 que se dignarem honrarera-nos com a sua confianca, acha-
ro na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para lomar nota das encommendas.
^JBITOUmiUL
\ende-se cebla sola por baratissimo preco :
no armazem da rua do Amorim d. 46.
Vende-se um mulato de 18 a 20 annos,
sem achaques, proprio para engenho ; tambera
so vende a prazo : na rua da Guia, taberna n. 9.
Vende-se um cabriolet em bom eslado-
muilo mapeuo ecom boas molas, por preco com
modo : na rua da Aurora n. 52.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se pegas de algodao encorpado, largo,
com pequeo loque de avaria a2$50O cada urna.
Aos amantes da economa
Na rua do Queimado n 2, loja do Prcguiga,
vendem-se chilas de cores flias bstanle escu-
ras, pelo baralisSimo prego de 6$ a1 peca, e 160
rs. o covado.
mm$$m$&m$ ese m% smmsmm
| c^p45^WIAS0VA-45 |
a| Grande sortimento de roupa feita para &e
x homem. ^
si| Dito dito do chapeos de castor e de seda. ja|
Mobilia.
La rose.
Chsicau Loville.
Chileau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Medoc.
Chnteau Loville.
Na mesraa casa ha
vender:
Shrry em barris.
Malcira em barris.
Co;nac cm barris. qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveja branca.
para
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIXABORADO
PELOS SRS.
D. Antonio da CostaA. F. de CastilhoA. GilAlexandre HerculanoA. G. HamosA. Guima-
raesA.'de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos Barreiros-Carlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' e Cunha-F
Gomes de Am^nrnF. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ de
Andrade Corvo-rJ. da Costa Cascaes-J. Daniel CollacoJ. E. de Magalhes CoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Craca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino Coelho-'-Julio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SoutaJ. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ X. S. da MottaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LeiteLuiz Jos da
Lunna L. A. Rebello da SilvaPaul* MidosiRicardo Julio FerrazValenlim Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
Baratissimo.
POR
A. P. de CarvalhoI. F. Syeira da MottaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o raoviroento jornalistico e a offerecer aos leitores, con-
funtamenle cora a revista do que mais notavel honver occorrido na polilica, na ciencia, na indus-
tria ou as artes, alguns arligos originaos sobre qualquer destes assumptos, o archivo universal
desdejaneiro de 189, em que comejou a publicar-se, tem satisfeito aos seus fins, com a maior
exactido e regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um voluroe de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigua-se no-escriptorie deste Diario, rua dasCruzes, e na rua Nova n. 8.
. i Preco da ssignatura: pelos paquetes vapor 10S200 por anno: por navio de vela 81 [moeda
brasilera1 -
Ha algumas colleccoes desde o comeco da publicago do jornal.
A. liObo Hoscosof
WIMIU 9MWXSM S Of lUUDttl.
RIJA DA GLORIA, CASA.DOFUMDlO 3
Clnica por ambos os systemas.
horas,
outras
rnntratln.rr^ Mo9C0S0 d consultas todos os dias pela manha ede tarde depois de 4
propiedadesi ruraes" CUtar annualmente nao s0 Para a cidade como para os engenhos ou
BendaourTmt!!^ seF d]Fgids sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
n!it II qua'quer ho.a do di ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o uumero & meller'oMSoTf fl*f?>reM ^-gencU. as pesTOarresidwrtes no bairrodo Hecife poderloK-
lnofir. SbslheteS d b0tl5a 5 Sc- Ioao Sounn & G- na ru*da Cruz a toa de Bros do Sr. Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponto velrfa.
niJk!!0.rt.' M ?8la o aaLanciaWe achar-se-ha conslantemenl e os melhores medica-
rnentoshomeppathicos ja bem conhecidos o pelos precos seguintes :
^ 5i.ACa1dax1^,lub0S6randes'..........iOgOOO
JiU6sde24 ditos............ 15fi000
n?^SHe?5'0S............
Ditos de 60 ditos............ .- .
Tubos avulsos cada um.............
Fiascos de tincturas. .
Majioal de medicina homeopathca palo-Dr.' Jahr trduzid'o
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, wrurgva etc.. etc. ..,,...'....
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. '.
'.pwlono do Dr. Mello Moraes. ........
2OJ090
25g000
OjOOO
1S000
ssooo
20000
10X000
6J0OO
?apel de impressao do formato do Liberal, e
mior, muito alvo e do superior qualidade, a
ponto de sojeilar-se a toda e qualquer experien-
cia que o comprador exigir, tanto com Una de
impressao, como com outra qualquer, em lote de
10 resmas a 9$ a resma : na rua do Imperador,
deronte de S. Francisco.
Vende-se um sitio em Bcm-ficn margem
do Capibaribe. com casa para grande familia, tem
aroredos de fructo, e algum terreno para plan-
laiao: a tratar na rua Real n. 1, at as 9 horas
da nvanhaa, e das 3 da tarde em dianle.
Vendem-se saceos com milho muilo novo
pelo baralissimo prefo de 4K50O; na rua do
Queimado n. 8.
Vende-se urna negra com habilidades e bo-
ni.a figura: na rua do Collegio n. 25, terceiro
andar.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moeedas para engenho, do multo
c-editado fabricanle Edwin Haw : a tratar do
mosmo deposito ou na rua do Trapiche a 44.
Espirito de vinlio cora 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
lirios, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
aedas: na rua larca do Rosario o. 86
Vendem-se ceblas em caixas e aos ceios,
per barato preco : na rua Direita n. 69.
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT."
Milhares de individuos de todas as nagoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fzeram tem Seu corpo e mem-
br js inteiraraente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratmentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao to sor prndenles que admiran: so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seu8
bricos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
aniputaco I Dellas ha muilasque havendo dei-
xaio esses asylos" de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
corad* *eompletam!te, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam es
te i resultados benficos diante do lord correge-
der e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
'ivesse bstanle confianca para ensaiar este re-
medio constanlemenle seguindo algum terifpe o
muntratato qne necesstasse a hatureza ,do ai
pujo resultado sena prova rincontestavelmente :
Qit tudocura.
Vendem-se 12 cadeiras, 2 consolos e 1 sof,
ludo deamarello de qualidade, obras novas c de
feitio moderno, poHmenos de sgu valor: na rua
da Madre do Dos n. 36 A, se dir.
Relogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, rua da Cadeia do
Becife n. 62, ha para vender um coraplelo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronome-
tros, meioschronomeiros e de plente, os rao-
Ihores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoaveis.
37 Rua do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento ura completo
sortimento de obras feitas, como sejara : pale-
lols de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 359, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos.de braman-
te, que se vendem por prego commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2j} at 5$
cada urna, chapeos frantezes para homem a 69,
ditos muito superiores a 109, ditos arelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de fellro para homem de 4$, 59 e ot ~t>
cada um, ditos de seda e de palha enfeltados pa-
Vendc-se
linha de novcllo de lodos os sorlirr.enlos, mcias
de seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas e prctas, por precos commodos : em rasa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recite 11. 62.
Relogios.
Vendc-se em casa de Johnston Tater 4 C, rua
do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonilos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello integramente
novo.
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Ilavana verdadeiros.
Algodao americano (randado.
Presuntos para fiambre.
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barr3 de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco era barris muilo bem acondi-
cionado.
Licores de diversas qualidades, como sejam
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sharry Cordial, Menl Julop, Bitters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Vende-se um bom engenho na fregue-
zia de Pao d'Alho, tendo Ierras paramis
i dous engenhos as quaes tambera so ven-
dem em separado : quem pretender airi-
ja-so ao Sr. Joaquim Marques Santiago
na rua do Brum desla cidade, primeira
\ casa depois do chafanz.
Escravos fgidos.
Fugio no dia 24 de margo do frrente mez
o moleque de nome Justino, de cor futa, idade
de 11 annos, pouco maisou menos, andar manso
por causa de urna unha arrancada no dedo m-
nimo do pesquerdo : quem o pogar.leve o rua
de Sania bita n. 71, qec ser gratificado ; outro
sim.levou camisa de algodao branco.
No dia 11 do correnle fugio do engenho
Santa Rosa, freguezia da Lux, o escravo crioulo
de nome Domingos, costuma Iratar-se por Jfco,
com os signaes seguintes: cor fula, alto, corpo
regular, 40 annos de idade, pouco mais ou me-
nos, lem urna cicatriz no rosto pouco abai.vo do
olho esquerdo, bracos compridos, ruaos e ps re-
gulares, lem falla de denles na frente, urna cica-
triz em um dos hombros que parece ser de faca,
marca de chicote as nadegas, tem eraros nos
ps, muilo prosista, gaba-se de valenle, car-
reiro, fui escravo do engenho Minas Novas : pe-
ae-se as autoridades policiaes e capilaes de carc-
po a captura do njcsmo, e mandaren) o seu se-
nhor Antonio Luiz dos Santos, morador no mes-
mo engenho.
Fugiram no dia 18 de marco de 1860. do
enge nho Gameleira, comarca de Sanio Anlad*
tres escravos, ocm os signaes seguintes ; = ura
crioulo de rro me Manoel, idade 25 anuos, serco
docoipo, sem barba, olhos vermelhos, c lem
urnas glandolas no pescoco, e ps muilo peque-
nos; outro de nomo Benedicto, cabra, idade 20
annos, grosso do corpo, rosto redondo, olhos pe-
queos o vivos, c ps pequeos: e oulro de no-
ein Honorato, mulato, de idade 20 fhnos, secco
do corpo, muito abcslalhado, ps pequeos o
muilo limpos; lodos esles escravos costumam
andar sempre bebados : prtanlo roga-se as au-
toridades policiaes lano do lugar como do ou-
lro, os queiram capturar, assim como aos capi-
laes de campo que os peguem e levem-os ao dito
engenho, ou nesta praca. na rua Imperial n. 33,
que serao generosamente gratificados, alem das
despezas feilas qne pngar-tc-hao.
No dia 6 do correnle fugiram do engenho
cha o escravo Filippe, cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, representa ter 32 annos de idade, falla bem ;
o no dia 8 o escravo Marcoiino, denarao An-
gola, cor fula, alio e scoco, sem barba, lem nos
bracos signaos de vaccina, na testa urna cicatriz
cm forma de raeia la, ecm cima de um dos pt's
urna sicatriz que repuchou olguma cousa a pello,
tem a falla descansada, bem fcito de rosto e re-
prsenla ter 28 annos de idade ; ambos esles es-
cravos levaran) calca de algodao azul trancado e
camisa de algodao de lislra, alem de mais roupa
que possuiam, e suppe-se que reuniram-sc pa-
ra seguirem viagem para o sertao do Sobral de
onde o primeiro natural : a quem os ipprehen-
der juntos, ou a cada um de per si, ou delles der
noticia, ser bem recompensado pelos seus do-
nos, no referido engenuo Ucha.
= Vende-se ou arrenda-se o engenho Lea o,'
silo na freguezia da Escada, moente e correntc ;
este engenho lira a urna legoa da estrada de fer-
ro e a pequea distancia de porto de embarque ;
seu terreno conten varzeas corladas por riosque
peridicamente os alagam e por isso os ferlili-
sara : foi movido por agua, e se-lo-ha com pe-
queo trabalho porque existe um grande acude e
levadas necessarias; suas obras sao antigs, mas
em perfeito estado de conservaco, solidas, vas-
las, o com lodos os commodos desejaveis. Po-
rm o que torna este engenho um predio verda-
deramente ambicionavcl, sua cxlensao de mais
del
e suas dimensoes, o engenho Leao pode fornecer
terrenos para dous grandes engonhos sem per-
der as qualidades que o distinguen): com Ernes-
to Goncalves Pereira Lima, no engenho Vicente
Campello da mesroa freguezia, poder entender-
se qualquer prelendentc.
Villa do Cabo
Rua do 1. i vi-amento, esquina da tra-
vessa daTorrinha.
O Machado est quoimando carne e bacalho,
por todo o preco ; cheguem freguezes antes se acabe.
Ferros de engom-
mar econmicos
A SgOOO.
A-----
-------
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a 10^&tr^^
12g, chapelinhas de velludo ricamente enfeita- icza de grandes colheilas : pela nalureza do solo
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, corles de vestido de seda em carlo de 40$
at 150$, dilos de phantasia de 16 at35$000,
gollinha de cambroia de 1* at 59, manguitos
de l$50uAt 55, organdys escuras e claras a
800 rs. aM'ara, cassas francezas muito superiores
e padioe^novos a 720 avara, casemirasde cor-
les para coltetes, palelots e caigas de 3$500 at
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 2$500
al 10$.o covado, cortes de collte de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguro
e de fustao brancos de cores, tudo por prego
barato, atoalhadb de algodao a 19280 a vara,
Cortes de casemiras de cores de 5 al 9$, gresde-
naples de cores e prelos de 1*600 ot 3*200 o
covado, espartilhos para Senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados 12$ cada um,
lengosde cambrdiade linho bordados para se-]
chora a 9 e 12$ cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20*- a
duzia,casemiras de cores para coeiro, covado a
2$40O, barege de seda p*ra vestidos, covado
13M00, um completo sortimento de colletes de
gorgUrao, casemira prela lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
prego, velludo decores a 79 o covado,. pannos
para cima danesa a 109 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 29800
o covado. bandos para armagao de cabello a
19500, saceos de tpele e demarroquim para via-
gem, e um grande sortimento de macas e malas
de pregara, que ludo se vende voatade dos
freguezes, c outras muitas fazendas que fiad
possivel aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostra rao
Attenco.
Vende:se milho em saceos a Sj, farelo de Lis-
boa a 69 oseeo* farinha e^hfodloca de-supe-
rior qualidade, em saceos, arroz pilado, dito de
casca, eournhosde cabra, esleirs de palha; tu-
do se vende por menos do que env oulra qual-
quer paite : na rua do Bangel n. 62, armazem.
JACARANDA. '
Acabam de chegar algumas duziss desla ma-
deira, e vendem Azavcdo & Mendes : para vf,
no seu armazem no largo da- AssemWa n. 9.
Nacoeheira do porto do f.apim
nos fundos do sobrado do Sr. Dr
Sabino, gujrda-se carros e Ira-
la-se de cavallos mais barato do
que em oulra qualquer parle.
O ungento be til, mala par ir n
lanneute nos seguintes casos.
Al jorcas.
rf.J *itJso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos aeha-se conre-
SSiuV' f"Jse-n"ao tambem do 1* de novembro em tante, contratos mensaes para
e economa do publico de quem os proprielarios esperara a remuneragao de
*ra de banhos friog para urna, pessoa por met. ....
momos, de choque ouchuvisces por mez
sene* oe eartoe e banhos avulsos aos precos annunciados.
lOfOOO
159O00
Cambras.
Callos.
Caoceres.
Corladuras.
Dores de cabega.
las costas.
los membros.

-s- Seos propriotrio^teTeem a seus numerosos freguezes e aa pubUco em geni, toda e
quaJu*r^r,manj|*ttliirada emseu reconheodo estabelecimento a saber: machinasde vapor de
todo* oswaanhos 1^9,8 d'guaoara engenhos todas de ferro tu para cubos de njadeira. nHjem-
iDKi!KmendJa, ta^M de err?. balido e fundido de todos os tamaahos, guindastes, guin-
ctM* Domoas, rodas, rodetes, tg^hoes e boceas para, iornalha, machinas para amassar man-
ffi.Sa5fA&rSQar*1?0 \^lin^^teAai0'^9^^ailiyal?ies' ponl,es' lald e tanaues, boias, alvarengas.
boles todas as obras de machinuwo. Executa-se qualquer obra se> qual fr sua juurwa. pelos
desenhos ou moldes que para tal (Ira forera apresentados. Recebem-se encommendaT nesle MU-
beleotmeatonaruadoBrumn. 28 A e na rua do Collegio hoje do Imperador n... moradi* cai-
mtrJw-Jtraquiai da Costa Pereira, com .quem o pretendente e podra
i gcalqur Obra.
Inflammagao dabeiiga,
da matriz
Lenra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras d reptis.
, Picadura de mosquitos.
Enfermidades da cutis Pulmdes.
Queimadelas.
Sarna.
Saparae&es ptridas.
Tinha, em qualquer par*
t que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
de
m ge ral.
Di as do anus.
Enpcoes e escorbti-
cas.
Pi: tulas no abdomen.
Fr.aldade ou falla de
calor as extremida-
des.
Fr.eiras.
Ge ogivas escaldadas.
Ir.;hag5es.
In lammacap do figado
Vent> este ungento no estabecimnto
ge-al de Londres n. 224, Strand, ena loja de
toilos os boticarios droguistas e outras pessoas
en;arregadas de sua venda em Uda a America
do snl. Harn* e Hespanha.
7ende-se a800 rs., cada bocelinha contm
unialnstrucga em prtuguez para o modo de
faz er uso (teste Muguento.
) deposito, geral
cores.
Vendem-se oleados de cores os sais fios que
possivel neste genero, e de diversas larguras,
por prego commodo : na rua Direita o. 01, loja
de chapos de B. de B. r'eij,
Perfumarias.
Banhos em diversos tusos, extractos e jabone-
tes, ludo-de qualidades, e fabricantes diversos,
Pitet, Viofet, Monpelas, PinatK Regnter, Ker-
ben, ele, etc.
Os apreciadores da boa
fumaba
Charntos de qualidades e fabricantes diversos ;
venda-se navaja, do vapor, na roaNocan.7.
Ur*tes de Miro fi-
idoispor, na rua
Cbapoosid sol de teda a
nes pawcabeg a 49 : na '
Star* n. 7.
Vende-se um boi decarroca, muito manso,
era conla, ao p do sitio dos engajados, em
Ssnto Amare : para tallar e ter, no mucambo ao
em ata'-do Br. Sonm, P'do.ditosiiio.
ceutico. n* r**dtr Crun.; em Per- com ZZ^F^^TJPSgT
nanbucc. irUr o* rua'de S. Francisco, cocheira d. 7.
A 8j000 rs. com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se esles magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Prae4 Corpo Santo n. 2.
Ba da Cadeia do Recife n. 44.
Otla da cadeia do Becife n. 49.
Rua Nora n. 8.
Rua Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPnha n. 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita or a. SO.
Dit do: Imperador n. 20.
Dita do Queiaiado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dia da Praia n. 28.
Oha'da Praia n. 46.
Dita-do Livramento n. 30.
Dita da Santa Crus n. 3 *
Dita da Im eratriz n, 10,1 armazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leite & ir mo, em lodos
estes lugares do-se por um ou dous dias para
experimentar-so.
Rua da Cadeia do
Recife n. 23,
Conrone ao becco Liavgo
Saia balo superior rendada, dita de mussu-
lina para senbora por 6$. ditas para menina por
5#. todas da melhor qualidade e com filas pro-
prias para o bom commodo, manteletes bordados
de grosdenaplcs preto de diHerentes goslos, ditos
de fil, corles de vestidos pretos superiores bor-
dados a velludo a, 50$, dilos de seda a 80$000, e
ootros muilas fazendas. proprias para a quares-
ma, que/se mandara amostras.
Verdixdelres luvas de JouVin de
todas a*core: vendern-se na rua da Im-
peratrizn 7,loja do Lecomte.
Carneiros gordos.
Ntj engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por prego commodo.
Tinta para escre-
vm.
llvraria ns. 6 e S da prags dInd^ipndencTa.
200,000 de gralifi-
cacao,

Desde o dia 15 de fevereiro prximo passado,
fugio do engenho S. Joao do Cabo o negro Ama-
ro, dc-nago, ofiicial de pedreiro e mslre de as-
sucar, alio, bom corpo, com 35 annos de idade,
meio fila, anda desenibaragado e um lano rm-
barado, tem na testa e na massaa esquerda assim
como na canella da perna direita urnas cicalrizes
esbranquicadas e nos peitos um vergao atraves-
sado. Foi comprado em 1857 ao Sr. Til.urcio
Antonio de Oliveira e antes dcsta dala lem esta-
do cm Santo Ignacio c engenho Novo do Cabo : 6
provavel que se intitule de for.-o ou de pagador
de semana : quem o pegar leve-o ao engenho
S. Joao do Cabo, ou as Cinco Tontas, na fabrica
de vinagre, que se pagar a recompensa promel-
lida.
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felipe, de naci An-
gola, de idade 45 a 50 annos, com os' signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sera
barba, falla fina e a voz sempre baixa, bocea
larga, com alguns cabellos brancos pelas fonles,
parecendo ser muito mancinho, porm muito
velhaco e mettiao a curador de emposlurias, de
bom corpo, pernas um tanto finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Prela quem
o pegar ou disser onde de certo est ser bem
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correte, urna sua escrava da Costa de nome
Mona, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pieta, tem
bastantes cabellos brancos, costuma traz>:r um
panno atado roda da cabega, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costurae,. com senda de arroz, nao vollou
mais-: roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capilaes de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la loja
do Prejuzga,.na rua do Queimado n. 2, ou casa
de suastesidencia aa sua da Florentina deronte
da cocheira do Illm. 9f. tenente coronel Sebas-
tiao, qne sero generosamente recompensados.
No dia 6 do correnle, fugio do engenho
chos, o escravo Filippe. cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, cora signaes de bexiga no ros-
to, falla bem e representa ter 32 annos de idade ;
e no dia 8, o e^craxo Marcoiino. de nago. Augo-
la.cor fula, alto, secco, sem barba, tem ros bra-
cos signaes de vaccina, n lela urna cicatriz pe-
quena em forma de meia la, e em cima de um
dos ps ama cicatriz que repudia, alguka cousa
cousa. a pelle, falla descansa Jo, bem feifo de ros-
to, e representa ter 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levaran) caigas de algodao azul
trancado e camisa de algodao de lislra, alem de
outr roupa que possuiam ; suppe-se que esles
escravos reuniram-se e seguiram viagem para,o
serto do Sobral donde o primeiro escravo veio,
ou para outro qualquer serto, porque consta
que seguiram para o centro: roga-se a lodas as
autoridades policiaes, capilaes ou a qualquer
pessoa particular, que os apprehenda, ou avise
ao raajor Antonio da Silva Gusmao, no Recife,
ou no engenho Uchoa, que sendo autoridMe lHe
ficar em eterno agradecimento, e coropromet-
te-se a pagar generosamente as despezas cffm,a
condueco ou aviso dos referidos eseravos, assim
como a capito de campo ou pessea particular
que fizer o favor prende-loa a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, sera generosa-
mente recompensado.
A 5 de margo de 1860 fugiram Jo&o e Vi-
cente, lendo ambos levado fouces de mo, os
quaes llveram beiigas e conservara as marcas ;
o primeiro leveu camisa e ceroula de algodao
azul, chapeo de palha, ^em 40 annos de idade,
altura regular, cabellos ralos, testudo olhos
brancos e amortecidos, sem barba, denles per-
feitos, muilo piolado, bragos e pernas finas, que-
brado de urna verilha, e muito nesta : o segundo
levou camisa e caiga de algodao deriscado, lem
30 annos da idade, altura regular, testudo, olhos
vivos e vermelhos, sem barba, denles perfeitos,
bragns e peinas finas, ps pequeos, leo) marcas
do chicote as nadegas, tem urnas cicatrizas cm
ambas as canellas, muito regrisla, trabalham
ambos de carroiro e canoeiro : quem os pegar,
traga a Francisco H. Teixeira de Araujo e Silva,
qqe set& bem recompensado.
__No dia 2 do correnle raez fugio da fabrica
de sabio de Joaquim Francisco de Mello Sanios,
o seu escravo Antonio, crionlo, cor bem preta,
nariz choto, baixo e ura pouco grosso, ,com idada
de25unos, o o signal .mais conbecido 6 ter a
falta de um denle na parle do cima : a pessoa
De superior qualidade a 500 rs. garrafa : na que o pegar, dtrija-sea mesraa fabrica de ssbio,
na rua do Brum, que ser recompensado.
iiiiTii Ano I


-,
-*

(8)
DURie M PgftHAitSOCO. *- SEGUEiU fBlttA Si t)E AlRIt DE 1860.
L i llera tura4
En I re te ni ment se califico.
Academia das sciencia.Grande discusso sobre resto do sou curso o Mississip Apenas chega as
do Htsstsstpt, cujas ritas sau uupelliuas para les-
te, do lado esquerdo do seu curso, deve-se atlri-
buir fsia excepeo trrenle impetuosa do golfo
do Mxico, que segu a direccao de leste e que
nesse poni.dcslrtie a influencia geral ; porm no
o movimento de rotacao da trraPndula,
gyroscopio, eleO movimento de rotacao in-
fluindo sobre a margem direita dos rios.At-
tracro terrestre; farra centrifuga simples,
{orea centrifuga cmaosla.Concuso nega-
tiva da grande discusso.
/: pur si muar Lis aqu qualro patarras co-
lcbres, que seguramente nao furam pronunciadas
por aquello a quera sao allribiiidas, pelo menos
nao o foram as circunstancias inJicadas pela
planicies se espraia para a dircila, como fazem os
oulros ros do nosso heraispherio.
Esses phenomenos, na opinio de II. Babinet,
tcm a su a expliraco no movimento da trra.
Quanlo nos rios que vorrem do norle para o sul,
a agua qne vem do norte, e que por esta causa
tcm uma velocidadc menor que a Ierra as parles
mais merdionaos, re atrasa nesse movimento de
Ierra do occidente para o oriente ; o aconlece-
Iho o mesmo que s corre Mes de ar viudas do
polo : a margen) direita ou occidental dianla so
legenda ; as quaes, sendo repelidas as ultimas
sessdei da academia das setnelas, ahi suscita- sobre ella c a attraho ma3 forlemcnte que a ou-
ram uma tonga e interossanla discusso, cojo' lra, ou, o que vom a ser o mesmo, a agua dccli-
prncpal horoo foi II. Babinol. Muilo ha que "a para a margem direita c estenio so por ella.
nao tinhamos o prazer de ouvir o illustre sabio ; Quanlo aos rios que correm do sul para o norle,
temo- lo apreciado no Journal des Debis, onde a agua, que parle de lugares vsinhos ao cqtia-
contina a dissertar a proposito de qualquer dor, tem ao contrario um movimento mais con-
sciencia, e citar torio e a direilo o grego, o sideravel que as parles mais septentrionaes, elle
tatim, e alguna,versos franeczes, a pardas inler-
minareis criticas e faceras de M. Julos Janin ;
e aprociamo-lo ahi revestido de seu carcter ol-
cal de sabio, no seu estylo serio o digno, um
pouco embaracado na linguagem, mas certo do
fado que alarma, e atirantado a allcncao dos
seus collegis com interessanles pheiiomenos.
Por ludo islo vale bcui que nos oceupemos da
discusso acadmica.
A Ierra gyra sobre si mesma* O movimento
de roiago da Ierra um dos dogmas fundamen-
taos da religio astronmica, e estamos longe de
contraria-lo. Nem todas as razos que dio para
demonstrar esse movimento nos parecem con-
vjicentes ; porm minias ha to fortes que a
ella nos submcltcmos de boa volitado. Recente-
mente duas ordens de experiencias mu curiosas
tcm, por assiin dizer. cournmado o movimenlo
da Ierra ao redor do seu eixo, e em quanlo de
otilra forma nao se explicar satisfatoriameole os
phenomenos conhecidos, cumpre-nos admitlir
essa rotacao : as duas experiencias, de que fallo
saoa penduja e o gyroscopio.
Tomen uma pndula, suspeudara-na uma
altura conveniente, ponham-na depois em movi-
mento para certa direccao. Se na suspenso que
se lioiircr taita nada concorrer para mudar essa
direccao, ella conservar-se-ha no mesmo senti-
do, isto em quanlo o instrumento nao for le-
vado ao oslado de repouso pela aeco do seu
peso, dirigr-sc ha alternativamente para osdous
pontos oppostos em cada urna das suas panca-
das. Ora, acontece que o peso livreraente sus-
penso que conslituo a pndula, declina pouco a
pouco para o Oriente, ou por oulra, para a es-
querda do espectador. Donde vem essa declina-
cao ? Do movimento de rolaco da letra do Oc-
cidente para o Oriente. Eis a courluso que ti-
rara desta experiencia, c digamos-aiuda uma vez,
a concuso que devenios admitlir, em quinto
nao livermos ouira explicacao mais satisfatoria.
O gyroscopio um appaie'lho inventado por M.
.Foucault precisamente para demonstrar a rotacao
da torra. Esse apparelho demonstra com elTe"ito
que todo o corpo, que gyra ao redor de um eixo
livre na sua direccao sera sabir do plano horison-
lal, move esse eixo para o meiidiano, e o dispo
a gyrar no sentido da roiago da Ierra ; demons-
tra ao mesmo lempo que se o eixo 6 livro na sua
direccao sem sahir do meridiano, o corpo leude
pnrallelamenle para o mesmo rumo que o eixo
do mundo, isto tende a gyrar no mesmo sen-
tido que a Ierra.
Na sesso da academia das scicncias de 31 de
oiilubro SI. Perrot declarou que hara descoberlo
uma nova experiencia que, no seu entender,
uma prova raamfesla do movimento de roiago
da Ierra. Foi eslo descoberla que chamou II.
Babinet ao campo da discusso acadmica.
M. I'errol toma um vaso redondo de grande di-
menso, cheio d'agua, o seguro sobre dous espe-
ques bem firmes ; faz eseoar a agua por um bu-
raco laiubem redondo leito no fundo e no centro
do vaso. Se a Ierra gyra do Occidente para o
Oriente, as partculas da agua, cncaminhando-sc
da beira para o centro, em lugar de seguir o raio
que paite da circunferencia para esse mesmo
centro do liquido, devera declinar mais para a
direita. M. Perrot invcnlou o inuio seguinle de
descubrir a direccao seguida por essas molcu-
las. Derrama sobre a superficie na direccao de
um dos raios alguns pingos da cera, que na Ame-
rica conhecida sob o norac de carnauba. A ob-
servado do escoamcnlo Ihe demouslrou que o
raio, principio rectilneo, torna-so curvo, se-
guindo uma linha, cujas partes mais visinhas do
centro declinam sensivclmenle para a direita do
lado, que leara oceupado, se houvesscm seguido
o raio com exactidao. Quando essas parles se
aproximara do centro do escoamenlo formam urna
spiral, o seu roovwiotito visto da beira do vaso
ainda para a direita.
D'aqui conclue SI. Perrot que o movimento da
trra se manifesla pela direccao que tomara os
corpsculos ao aproxmarem-s'c do centro'do es-
coaraento. A experiencia na verdade curiosa ;
M. Perrot a tcm renovado umitas vezes e com
bastantes precauces, afim de ficar bem certo de
haver evitado toda a sorle de illuso.
M. Babinet, tomando a palavra, declara que a
descoberla de M. Perrol faz cora que elle se lem-
bre desse fado curioso, observado principio no
curso dos grandes nos da Siberia, e vera a ser:
que o Obi, o Jenissei, o Lena, que correm para
o norte, apenas chegam nos lugares planos pro-
curam continuamente o lado direilo, sem queal-
gum obstculo, inclinaco ou resistencia desigual
do lerreno determine "esse singular desvio que
faz o rio do seu leilo.
Ora, no nosso heraispherio (boreal) esse fado
geral, quer para os rios nue correm do sul para
o norte, quer para os que correm do norte para
o sul, como o Rhodano, ou mesmo de leste para
oeste, como o Sena, c de oeste para leste, como
o Danubio. No equador o effeito nenhura ; po-
rm no hemispherio austral contrario, isto ,
produz-se sobre a raargera esquerda dos rios.
Assira o Mo, que corre do sul para o norle, ar-
remessa para o leste, do lado da Palestina, suas
reas, e ludo quaoto arrasta no seu curso ; as
oreas do Rhodano vo ler no occidente, e elle,
assira como o Ebro, desagua no mar as circum-
visinhangas das ilhas Baleares:-1 As aguas do P
correm ao sul para as bocca3 de Cattaro, ejpro-
curam o lado da Italia emando o da Dafmacia.'
Finalmente a grande corrente do oaeanftjHue en-
tra no Mediterrneo pelo ealrcito de GilMiltar, e
cncaminha-se do sudocsttjb nordeste, seappres-
sa (a cxpresso 6 de SI Babinet) em lomar para a
direita, c costear as praias da frica septentrio-
nal. Se trouxerem como cbjecgo a embocadura
succede o mesmo que s correales do ar vindas
do equador ; a margem dircila se acha em atraso,
e a agua procura-a cora a velocidadc adquirida
desse lado.
K' um pouco m is dfficil, observa M. Babinet,
determinar a razo porque o rio que corro para
oeste ou para leste, orno o Sena, o Loire, o Da-
nubio, etc., derrama as suas aguas sobre a mar-
gem direita, quando para ellas uo lu trazo
nem adiantamento'sobre margen* mais meridio-
nacs, ou mais septentrionaes. Todava elle re-
avive esta dillieiildade, eslabolccendo dous prin-
cipios demonstrados : 1. o movimento continuo
de iim (luido qualquor determina um desvio para
a direita ; 2 a uclinacSo dos rios para a mar-
gem dircila (no nosso hemispherio) exactamen-
te da mesma intensidade em retacan 6 uma di-
reccao qualquor como em rclaco s correles
viudas directamente do norle ou do sul. Islo pos-
to, ludo se explica ; vc-sc a razo porque o Se-
na, as partes do seu leilo em que oslo egual,
so approxima do lado direito das planicies que
alravessa, e porque na parte inferior do seu cur-
so, onde predomina o effeito da mar, estende-se
para o lado esquerdo, porque elle o lado direi-
lo para as aguas do mar que entrara no leilo do
rio.
Para aquelles que ainda nao comprchendem, M.
Babinet d uma oulra explicacao : l'ode-se,
diz elle, iudependdiite do calculo pressenlir, se-
llo medir, o elTjiito que prnduz sobre a margem
direita o curso i e um rio que segn, por exem-
plo. para oeste, como o Sena, o Loira, a Ciron-
na, e em geral (dos os rios da Franca o da Hes-
panha occidental. Collocai-vos margem de um
rio com a frente para o sul,,observai o sol c no-
tai os pontos do horizonte a que elle correspon-
de. V-lu-lteis nasccr leste, para cima dorio,
isto vossa esquerda ; depois elle approxima-
r do meridiano e lloara fenle a frente cnmvos-
co, caminhando dest'arle da vossa esquerda para
vossa direita, o finalmente por-so-ha oesto pa-
ra baivo do rio, isto A vossa direita. Ora, to-
llos sabem que o movimento diurno dos asiros
um apparencia devida ao movimento da rola-
co da Ierra, dirigido precisamente em sentido
contrario. Logo se o sol vos parecou ir da es-
querda para a direita, islo de leste para oeste,
passando pelo sul, porque o movimento da tor-
ra se fazia de oeste para leste, passando lara-
bem pelo sul ; portanlo o lerreno, que serve de
leilo ao rio da parte de bailo, para oeste, segua
dahi para o sul, e do sul para leste, o que vem i
ser o mesmo que seguir di vossa direita para
vossa esquerda. Esse mowmcnto concurren para
que a margem direita, que eslava ao norle da
crrenle, fosse absorvida pela agua, ao passo que
a raargera esquerda, qife lieava ao sul da mesma
crrente, so afaslasse delta na sua rotacao para o
sul: eis como o rio deva declinar as suas aguas
para a dircila. Um raciocinio anlogo se pode
applicarao caso em que o rio corta para leste,
como o Po e o Danubio.
Assim fallou II. Bibinel. Nao contestamos as
duas prmeiras proposiees por elle emittidas;
mas cumpie-nos confessar que nao estamos in-
leiraircnle satisfeitos com a sua ultima explica-
cao quanlo s correles parallclas ao equador,
isto que vao de isto a oesle, e vice-versa.
Nao quer islo dizer que contestamos o fado, nem
a Iheoria bascada sobre as duas propositos que
cima reproduzimos, mas quercoios nicamente
pergunlarse a rotacao da Ierra nodovcria pro-
duzir um effeito contrario sobro as margens do"
rio parallclas ao equador? Na hypolhese dessa
rotaran, a superficie terrestre lem um movimento
tanto mais rpido quanlo mais prxima se acha
do equador, e 6 desto modo que so explica, peta
acgo da forca centrifuga, a escibrosidade da
trra para o equador, e a planeza das regioes po-
lares. A agua que costea a margem esquerda de
um rio, que corre para oeste, solicitada poi
uma forca centrifuga mais consideravcl que a
que banha a margem direita do mesmo rio ; sen-
do assira, a agua deve ser em maior abundancia
para a esquerda que para adireita ; por oulra,
dove declinar mais para esquerda, e por conse-
guirte esta a margem mais procurada : o de
mais, alm da corrente natural do rio, costuma
luver uma oulra crrenle da diroita para a es-
querda, produzida pela agita;?o da massa liqui-
da da esquerda. Nao aprcsenlaraos esta observa-
do como objeceo, uma darida que submette-
mos ao sabio acadmico. Se 6 verdado que o rao-
viracnlo continuo de um fluido qualquer deter-
mina um desvio para a dircila, lambem verda-
de, pelo menos 6 hypolhese geralmenle admit-
lida, que a Torga centrifuga, no caso cima stfp-
posto, deve atlrahir a agua para a esquerda, as-
sim como a altrahiria para a dircila cm um rio
que corresse para leste. Existcm por conseguirte
duas tendencias oppostas : qual deltas a mais
forte, o porque razo? A nos nao compelo resol-
ver questoes desta ordem.
Talvez M. Babinet nos responda que os fados
temdemonstrado urna soluco incontestavel, e
confirmado a sua Iheoria. Nao recusaramos
acredila-lo, o era teamos a audacia de jpre-
senlar-lhe a mais pequea objecjo, se nao li-
vessemos visto oulros sabios duvidar, senao da
iheoria, pelo monos dos effeilos sobre que M.
Babinet se funda com tarta confianza.
M. J. Bertrand na sesso de 7 de novembro
augmentou as duvidas que haviamos.conce-
bido.
M Bertrand admiti com M. Babinet o com-
nosco que u'ura o que corre do norte para o
sul, leudo de alravessar parallclas mais ou me-
nos prximas ao equador, a3 molculas d'agua
devem, para participar do movimento da trra,
adquirir uma velocidadc cada vez maior na di-
FOSLIIETIU
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNIMBUCO-
recelo de oeste para
prod izida pela aeco do leilo dos rios", Va reac-
cio t as molculas d'agua deve por conseguirte
repellir a margem direita para Oesle Se o rio
corre do sal para o norte o effeito produzido e
inveiso ; as molculas d'agua ho retardadas, e
aind; a margem dircila que. impellindo-as para
oeste, lambem por seu turno repellida para
Ai ni M. Bertrand te aparta da opinio do M.
Babi id. Se se quizer calcular a torca posta cm
acgn i, nao Ihe parego possivet conceder-se-llie
um lugar importarte na explicacao dos fados ob-
servados.
Ccmelfeilo, quando urna molcula d'agua so
dirige do norle para o sul com a velocidado de
dous metros por segundo (quaionze kilmetros
por ora) a torga que devecompoila-ta Dar ac-
celeiar a sua velocidado de rolaco, e conserva-
la eia harmona com a velocidde' das regioes
quo illa alravessa. vai-se tornando menor pro-
porgio que a molcula se vai approximando do
equaJor, e na latitude media do 45 graos (pouco
mais ou menos egual 4 latitude media da'Franca)
seu alor de 1 (63530 do peso da molecnla. o
que rem a ser equivalente torga centrifuga de-
vida curvatura do rio, quando o raio da curva
era quo ello se move 6 egual a 58 kilme-
tros.
Pareco claro a M. Bertrand que igual addicco
conponeute horisontal da presso do rio so-
bre mas margens,nao de natiircza tal que pos-
sa n odilicar seusivelmente os cffeitas.
c Quanlo ao caso do ro que corre de leste
para oesle, diz M. Bcilrand, parece ainda mais
difQiil accommodar Iheoria de M. Babinet as
asseges por elle emittidas: porque diz que
nesl) caso as cousas deveriam passar-so como no
caso antecedente.
a Ora, era primero lugar observamos uma df-
ferenga tirtarel : quando um rioerre do norte
para o sul, a influencia mni diminuta da rolaco
da tirrs proporcional i.velocidado' do curso
d'agia, e torna-se milla junUraenle com esta ; o
contrario succede a respeito do rio que corre cm
linhi recta do oesto para lesle.
Qualquer ques"a a formula em que SI. Ber-
trand luuda a sua opinio, o certo que nao
se a;ha de accordo com M. Babinet, e sem com-
bater absolutamente a Iheoria desle, hega que
os uffoitos lestemunhados por seu sabio col-
lega possam ser produzidos pelas causas alle-
gadas.
II Babinet respondeu promplamente na mes-
ma icsso.
M. Morin inlerveto para uma reclamaco de
priordade cm favor de M. Poncelet; masera
evidente que a discusso recomecaria na ses-
so seguirte.
E oque passamos a mostrar.
II. Bertrand deu principio, talvez que arras-
ladi pelo fogo da mocidade. puis quedos^nem-
bmi da nossa Academia das scienens cl.le um
dos mais jovens. segundo julgamos. Examinar,
diz ille, a infl|^ncta da rotarlo da trra sobre
um pheiiomerTtrq'ua^uewindagar as dfferen-
cas entre o que succede realmente e o que suc-
ced ra se a Ierra, dimnuindo gradualmente o
seu movimento, cessasse de gyrar sobro os seus
pal n.
Ora. encarando a queslo por esta forma,
nao Ihe parece objecto de conleslacoque um
m-lil impellido para oesle pode"ser desviado
pan a esquerda ou para a direita, conforme a
velocidde que se Ihe imprime : a differnga
qui ha entre as conclusoes de II. Bertrand e M.
Bal inet consiste na maueira por que ambos es-
lab Meccm a quostao ; porm, continua o pri-
me ro. se se adrailtir.como muito possivel.que
a turra vindo a suspender o seu movimento re-
sul aria para os lquidos em repouso uma ten-
del cia a precipitarem-se para o norle, deve-se
tan bem admitlir o fado contrarioque s rota-
go da Ierra exerce, sobre um liquido no seu re-
pouso relativo, uma acgo que lendc a precipi-
ta-la para o sul.
M. Babinet responden vivamente, e a sua res-
po.'la abund.iu tarto das palavras a/.imuth, seno
e co-seno, que -nos impossivel dar aos nossos
le'Pores uma idea dos argumentos pir elle em-
pri gados.
' odavia suslentou vigorossmanle suas primei-
ras assercoes, e aquellos que poderara segui-lo
as suas formulas algbricas lloarara convencidos
de quo na superficie da trra, e por causa da ro-
lago delta, lodo o mobil tende a desviar-se pa-
ra a direita, no nosso hemispherio.
vi. Delaunay, outro joven membro da Acade-
mia, se encostou opinio do seu artigo col-
leja ; a facilidade da sua elocugo, a clareza das
suis explicagoes, o a sobriedad com que usou
das formulas algbricas, Ihe grangearam a appro-
vaoao geral, menos de M. Bertrand, a qubm nao
olslanle elle fez algumas concessoes. A
M. Babinet sustenlava quo, em virludcJdo mo-
v nenio de rolaco da Ierra, os cursos ^os rios
de nosso hemispherio tendem constantemente
pora a margem dircila, entretanto que os do ou-
lr> hemispherio devem tnder para a margem
esquerda, qualquer que seja o norte da sua di-
reccao.
M. Bertraad.de accordo quanlo aos rios que
ceirem ou para o equador, ou para o polo,
ai rescenlava que a torga que os impela para a
si a margem direita lao fraca que nao pode
produzir um effeito sensivel.
M. Delaunay so cinge ao parecer de M. Ber-
trand nesse ponto ; porm combate-o quanlo ao
ponto cm que contesta a existencia de uma ten-
dencia anloga para os rios quo correm de leste
a oeste o vice-versa.
Para apoiar a sua opinio M. Delaunay intro-
d izio na discusso um novo elemento : a Iheoria
dis forcas apparentes nos movxmenlos relativos;
Iheoria estalecida por Coolis. Segundo ella,
forca que obra sobre o corpo, cujo movimento se
quer estudar, e que nao outra cousa mais do
que a atlracgo da trra sobre esse mesmo corpo,
s 3 deve acrescenlar duas torgas ficticias : o forca
antrifmga, devida rolaco da Ierra, e a forca
c.ntrifuga composta, cujo valor direccao e senti-
do foram cora pela raen le definidos por Coriulis.
.-. primeira dessas duas torgas ficticias subsiste s
cuando o corpo, que se considera, conserva-se
iramovel sobre a trra, isto em equilibrio ro-
tativo, caso em que desnecessaa a torga cen-
trifuga composta.
Como observa M- Delaunay, a resultante da
i ttracgo da Ierra sobre o corpo, e dessa forca,
i entrifuga, que nos designamos com o nome de
eso do corpo ; a intensidade dessa resultante
le oblemos quando suspendemos' o corpo i um
lyuamometro ; finalmente a direccao dessa
mesma resultarte a que nos o fie rece ol fio
irurao. Essa resultante, alm disto, tem para
) nos lauta iionuriaucia. como se tossu uuicamen-
te devida atlragab da Ierra.
Nos phenomenos qne observamos, nada nos
pode aaer coohecer directamente que o peso de
um corpo. e a direccao do fio i prumo sao artes
a intensidade o a dcecgo de uma torga obtda
pela corobioacao da altrago da trra com orna
torga ficticia, do que a intensidade e a direccao
smento dessa abslracgo.
Porem, acrcscenla M. Delaunay, se passannos
do equilibrio relativo de um corpo sobre a torra
para o movimento relativo desse corpo, as cou-
sas mudamcompletamenle. A torga centrifuga
compnsta, que neste coso de necessidado, vera
combinar o seu elTeio dvido aeco do peso do
corpo ; e desse movimento resultam modfica-
coes que revelara a existencia da rolaco da
Ierra.
a torga centrifuga composla que occasiona a
rotagao do plano d.i oscllagao da pndula na ex-
periencia de M. Foucault"; ella que produz os
monmentos observados no gyroscopio do mesmo
physico; ella ainda que intervemno movimen-
to do curso dos rios, e que faz as aguas declina-
rem para a margem direita do seu leilo.
ur conseguirte M. Bertrand tere razo, segun-
do pensa Y!.Delaunay, em oceupar-sedo que suc-
cedoria se o movimento da trra diminutsse, ouse
suspendesse ; o que mudou a nalureza da ques-
lao ;e a proposco de SI. Babinet devera ser con-
cebida da mmeira seguinle :
Todos sabem que a ierra gyra ; seu movi-
mento de rolago se opera cora uma velocidado
determinada ; do que deve resollar uuo o curso
das aguas tende para a mrgera direita ou para a
esquerda, segundo o hemispherio, em quo so
acha situado, boreal ou austral, e isso com uma
energa, que de algunia sorle depende do rumo
dessas aguas sobre o globo.
Para tornar a materia mais precisa, M. Delau-
nay suppoe um canal perfeitamente regular ca-
vado sobre o hemispherio em qualquer direego.
Considerando-se esse canal cheio d'agua, e tapa-
das as suas extremidades, de sorte que aquella se
conserve immovel, o liquido oxercer pressoes
eguaes sobre as duas margens do canal ; porm
se se determinar o movimento d'agua ao longo
do canal, a presso diminuir um pouco sobre a
margem esquerda da corrente, e augmentar um
pouco sobre a margem direita ; o esle elleito.
devido nicamente rolaco da Ierra, ito se
produziria se esta fosse immovel.
Quaoio intensidade da torga que tende egual-
menle a declinar, no nosso hemispherio, o curso
de um lio para a sua margem dircila, M. Detau-
nay repeli, terminando, que eslava de accordo
cora M. Bertrand, por julgar muilo fraca essa
torca para produzir effeilos sensiveis.
M. Bertrand respondeu dizeiido, que elle ha-
via eslabelecido bem a questo ; e que a citaco
de Corolisnala vinha ao caso ; porianto nao se
poda dar por vencido.
Nos julgamos lambem que M. Bertrand Irium-
phou. quando conclnio :
Teirano observando que por qualquer ma-
neira porjuo se ennunce a questo theorica, to-
do mundo parece admitlir a ausencia da influen-
cia sensivel da rolaco terrestre sobre o desvio
do curso das aguas.'
Eis o que claramente nos parece resultar des-
la sabia e longa discussj,que icou por terminar. !
De ura lado, prctende-se que o desvio para a di-;
re i la do curso das aguas mais uma prova da ro-
laco da Ierra ; de outro, ad:nitte-so que o effei-
lo dessa rolaco sobre a direccao daqelle curso
pouco sensivel. c que tud reduz-se a uma
tendencia.
Nao porm no curso da aguas que se deve in-
dagar o movimento da rotagao. da Ierra ; a esle
respeito o vaso de M. Perrot parece mais conclu-
dente que todos os argumentos sobre o curso de
Nilo, Rhodano. Sena, Danubio o Teje-.
Onde est por conseguinte a razo da discus-
so ? Em primero lugar que indo foi ella enco-
lada para chegar-so ao conhecimemo de que o
curso das aguas em nada esclarece a questo da
rolaco da trra ; na verdade um excellente
resultado esle... ; cm segundo lugar, para fazer
um alarme sobre fados scientifieos ; ainda ou-
tro resultado nao menos celebre... Para que se-
riara os lorueios no oulro lempo?
J. Chanlrel.Silveira.
Variedades.
4 CARTEIR4.
31 DE MARCO DE 1860.
Carta da viscondessa de Kikiriki seu
esposo o visconde do mesmo titulo.
i
Corre por c uma galga,
Que me nao cheira mui bem:
Uma senhora que lem
Em Roma o marido seu.
Triste noticia me dou.
II
Que o successor de S. Pedro
Larga por bem ou por mal,
O seu reini temporal;
Islo as possessoes.
Chamadas as legages.
III
E que fica redundo
Somente a Roma e seu termo,
Cora figura de estafermo,
Governando cruzes, opas.
Como qualquer rei de copas.
~ i lV
Disse mais a tal menina,
Que grande oiga lem ao Papa
Que quem o reino Ihe rapa,
E' visconde, que traigao !
O primo Napoleo I
V
J se sabe de mos dadas,
Com a sagaz Gr-Bretanha,
Que com inleresse e com manha,
Conseguio metter na dansa
O hroe da grande Franga.
VI
E eu enlo que punha n'ello
Toda a minha conflanca
Que julguei que s da Franca,
Nos viria a redempgo,
E a nova roslaurago !
VII
Elle, que deva ser
Amigo do Padre Sanio,
Ir arrura-lo ura canto,
E tirar-lhe o qne era seu,
Aquillo que Deus Ihe dou !
VIII
Se tal vejo nos meus dias,
Nao dou trinta ris por mim,
Dou um estouro por flm.
A SEMANA SaCTA. A ECREJA CATHOLICA. BE-
FLEXES SOBRE A RELIG1AO E A PHILOSOPHIA.
OS DESUSOS DA SOC1EDADE.
Continuaramos lioje na exposigo dos nossos
pensamentos relalivamenlc ao progresso mate-
rial do nosso paiz. 30 uma idea profunda e mui-
lo mais elevada nos nao chamasse quasi impe-
riosamente para oulra serie de spreciagdes.
A materia que se nos offerece hoje tara no-
bre e ao mesmo lempo tara vasta, quo nao sobo-
rnos so nos ser possivel comprchendl-'a em
toda a sua exlenso, e tralal'a cora a dignda-
dc que ella merece.
Entretanto, nao nos permiltido j declinar
do proposito, cm que estamos, de seguir n'esle
novo plano, interrompendo por' momentos as
considerares que iamos fazeudo, em assumplo
incontestavel mente inferior ao que nos preoecu-
pa n'esla occasio.
Que importa que o cscriptor nao tenha a torga
e o talento precisos para enlrar no exame do
urna grave questo, ou de ura principio impor-
tarte e cmiDentenacnte philosophico, se o publi-
co, diento do qlal se aprsenla esse escriptor,
deve ser o primero cm reconhecer seus bons de-
sejos o a pureza de suas inlengoes semelhanle
espeilo? Se lodos se convencen) de que elle,
esposando urna boa causa, a causa do verda-
deiro progresso, e abragando a defeza de ideas
Generosas, obra cora sinceridade, e falla com to-
a a ingenuidade de sua propa consciencia, pa-
rece que a par dessa mesma conviego deve' es-
tar a prora pa desculpa aos erros e aos defeilos,
cm que esse cscriptor haja de cair, ao erope-
nhar-se no desenvolvimenlo de um assumplo
superior.
E' justamente o que se di comnosco.
A historia o a philosophia dara-se as mos, -para
poderera resolver, do commura accordo, muitas
questoes do vital inleresse, feUitivamento so-
ciedade e aos deslinos que Ihe sao reservados,
desde a origem dos lempos; N'esle commercio
intimo de sentimentos e de aeco apparece tam-
bera o influxo poderosissirr.o dos principios e das
inspirares religiosas ; e raro ser que o homcm
de sao juzo e de coracao recto deixe de obser-
var e de reconhecer era tudo isso um effeito su-
premo de leis providenciaes, cujo exame se Ihe
patenla i inteligencia, romo um campo im-
menso s mais serias e sublimes investigages.
So langamos a vista para um quadro d'estes.
lam magnifico e esplendido, quem nos poder
tolher o caminho para maditagoes mais altes e
solemnes? quera nos vira dizer: o que es-
ts contemplando nenhnma attcnco merece :
um fado enramum ; um espectculo de todos
os dias ; um resultado Infallivel das tais nalu-
raes, que presidem marcha dos lempos e
successo dos aconlecimcntos?
Ninguem o poder dizer, se pensar como de-
ve, sobre mullos d'esses objeclos de indubilavel
transcendencia, que excilam irresistivclmcnto o
espirito, e o chamara para estudos da mais ele-
vada importancia, na ordem geral das ideas quo
se Ihe apresontam.
------
A semana que principiar dentro em pouco fi-
gura por si s uma poca distiocta nos annaes da
historia da humanidade.
Snela por excellencia, como o seu proprio no-
me nol' o est dizendo, ella o typo represen-
tativo de um fado extraordinario, cuja memoria
se tem transmiltido at nos, atravs das edades,
e que Oxa, por certo, o dominio da ctvilisago
em todos os pontos do globo.
Nao porquo esse periodo de seto das, cujas
rocordagocs tanto devem impressionar todos os
coraces piedosos, falle do mesmo modo, com a
alosma unego c pureza, a todos os homens, de
qualquer n'agao e de qualquer culto religioso
que seja.
Posta d parte a differenga de opinies, que
anda infelizmente divide a roca hu lago s crengas e s doulrinas religiosas, nao se
pode contestar que toda ella a humanidade era
geral solidaria em sua queda, em seus ac-
tos, e era seu procedimcnlo, desde os priraeiro;
Instantes de sua existencia n'esle mondo, lam-
bem solidaria em seus destinos, na represen-
tago completa do papel, quo Ihe esl marcadt
nos altos decretos da FrovUcncia.
Urna vez dmillida e reconhecida a necessida-
de da reparto,
ndispensarel, e quo debalde procuraran] expli-
:ar, por seus proprios systemas. todos os philo-
lophos da lena ; impossivel deixar de adrait-
ire reconhecer, ao mesmo lempo, que essa re-
parago dereria ser realisada e completamente
Jesenrolvida, em toda a serie dos consectarios
que Ihe sao inherentes.
II* povos, para os quaes parece nao ter soado
ainda a hora suprema do bem e da feliciJade mo-
ral. Esses, arredados do Irilho -da civilieaco,
que a doulrina de Jess Christo offerecera a to-
dos, como uma condico primordial para a sal-
var o eterna, conservam-se indifferentes e esta-
cionarios, quasi na posigo do estatuas,por dian-
te das quaes passam, o passaro todos os dias.po-
pulagees que se afervorara no progresso, e que o
procuraos aociosas c solicitas.
Entretanto, que prova esse facto que anda mal 1
se esl observando no mcio de algumas nages
conhecidas? que.prova esso enlibtamenlo, essa
indolencia de que se apossam tantos espiritas,
mo grado as razes de superior gravidade e con-
veniencia, que, por assim o dizermos, se Ihcs es-
to despertando a cada momento, e que os de-
veram retirar para sempre de uma stuago lo
crilica e violenta?
NaJa ha ahi que deponha contra a efficacia das
doulrinas religiosas, que o irreffavol sacrificio do
Golgothi veto sanecionar ainda com mais parti-
cularidade, tornando ainda maisgeracs, e de um
I valor mais subido, as ideas Implantadas, no mun-
do por uma revelugo anliquissima.e sempre sus-
tentada em bases solidas.
As nagocs que vivem sequestradas ao jugo
suave do verdadeiro chrisltanlsmo, e aquellas
que ainda hoje parecem dormir nasrevas e as
sombras norte, pao team menos direilo ao
chrislianismo, se professe ainda algures o pan-
theismo com todos os seus absurdos excessos, o
racionalismo dcstemperado c hybrido, a quasi
idolatra do rido protestantismo britannlco.
Ate onde chegam, porm, os esforcos desses vi-
sionarios philosophos da Allcmanha e da Fran-
ga, que anda se empenham, talvez, na rehabili-
lago da escola, de que a Eneycloptdia foi orgo,
e que apontsva para Yol taire como o seu apostlo
mximo, como o seu primero chele?
llavera, sem duvda, um limite natural a essas
tentativas lo ousadas e temerarias; e esse lmi-
te impol-o-ha a propria aeco do lempo, pro-
porcao que a humanidade for seu caminho, e que
a sua historia fr sendo estudada na invartave)
successo dos lacios.
O cerlo que o periodo consagrado aos mys-
terios da Bedempgo, e quo ahi vem apparecen-
do de novo, com toda a sua magostado, com to-
da a severidade o belleza do culto que Ihe pro-
prio, nao cessarde Irazer-nos memoria a mais
indiscreplivel de todas as scenas, mas que nao
deixa de sor, por issu mesmo, amis uigna das
aliences e do respeito publico.
E' a renovaco de uma poca celebro na histo-
ria de toda a humanidade ; porque a regenera-
gao da familia e da sociedade, a rcslauraco am-
pia dos principios de direito e de moral para os
povos, a conseengo de molhoramenlos em todo
o sentido, a substiluigo emftm. da barbarie pela
eivilisago. tudo isso dependen do chrislianismo.
proveio somente doli ; t tudo isso que se nos
poe diante dos olhos, ao pensarmos no periodo
que se vai abrir.
Com que condicoos, de leilo, se obleram todos
; esses resultados de summa importancia, cm re-
faci da reparaoo universal; mas o certo que' lago ao genero humano, so se nao desse, ros-
ainda so nao souberara aproveitar at hoje dos. peito delle, a redempeo, cujos rayslcrios vamos
t
que um ctirne primitivo tcrnAri
immensos beneficios, que esse mesmo facto lhes
trouxera, assim como a lodos os oulros povos da
Ierra
O espirito de quasi completa eslerilidade, que,
em materia de crengas religiosas, vai dominando
a um graode numero de populacea, tambero-'na
da pode provar contra esse principio da solida-
riedade, e conlra esBrfaclo da repararo. Sem-
Sire se deu no mundo, c sempre se ha de dar
pensaraol-o, com os bllios na historia) uma por-
tada luta de principios o de ideas. Os mos sys-
temas, as ms theoriasso esforcara por supplan-
tar os sysemas o as Iheorias regulares e legiii-
mas; e, pois, nao para almirarque, em p'tjno.
presenciar e celebrar, daqui ha pouco?
Val muilo a historia para quem a hoitver de
ler atiento, para quem poder comprchonder-lho e
apreciar-lho o sentido em suas preci"sssmas
ligdes. E' ella, entretanto, que nos abre 0 seu
grande livro, para mostrar-nos, cada pagina, o
movimento progressivo da especie humana, ca-
minhando serapre, atravs de todas as revolu-
ges e de lodos os lempos, com os olhos filos na
croz, a partir da representagio daquclle mysle-
rioso drama, lo cheiu de soffrimenlos e de gloria
para o Filho do Deus.
V el[a que nos diz, com loda a torga de .uma
Um estouro que ha-de aur
Na Europa que (aliar.
' 1 -V
A ser eerta, meu visconde,
Esta grande patoscada,
Vota formar urna crusada,
D'ella a frente me porei,
E o Papa libcrlarei,
X
E o visconde ha-d/e ir comigo,
Corao audaz cinlurio,
Ha-de levar O pendo,
Isto a cruz sagrada,
Pelas minhas mos bordada.
XI
E a meu la lo ha-de marchar
Todo o christo qne lem f,
Ou a cava'lo ou a p ;
Eu cont, viscondo amigo.
Que os padres iro comigo.
XII
Tenho f que desta vez,
Pois deceno nao rae engao,
Salvarei o Vaticano,
E moslr-arei ao Luiz,
Que agora nao foi feliz.
Xlll
Levar um sopapo desles,
Confesso que nunc esperci,
Pois lie ccrio nao sonhei,
Que fosse c ura dos nossos.
Que fizesse laes destrocos.
XIV
C dos nossos, digoeu,
Ejulgo que digo bem,
Pois se elle agora lera
Ura Ihrono, a que chama seu'
Todos sabem quem lh'o deu.
XV
Tenho a meu favor, visconde.
Todo o orbe catholique.
Que nao quer que o Papa fique,
Sem um reino, quo elle herdou,
Que regeu que govemou.
XVI
Se us povos das legaces.
Quietos no querer estar,
Se tambera querera brincar.
Cora seu senhore soberano,
E mostrar o fio ao panno.
XVII
Confio que desta vez.
Ideas lo desgrenhadas.
Nao iro s mos lavadas,
Podem revollas fazer,
Slas comigo se ho de haver.
XVlll
Sou calhoiito nos ossos.
Mas catholica romana ;
Nao quero ser lutherana,
Nem cheirarum s iustanlc
A cousa de protestante.
XIX
J ped a frei Francisco,
Talento de cosa cima.
Tanto era prosa como cm rima,
Quo escrevesse nos jornaes
Contra ideas lo talaos.
XX
At cu, c nunca tive
Fumaras de ser doulora.
Que nunca fui escriptora,
Desta vez pege na penna,
Debro papel, entro em secna.
XXI
Vou cscrever ura foi hoto
A favor do Sanio Padre ;
J fallei ao meu compadre.
Que tem voto dos livrelros,
Da ra dos Caldeireiros.
XXII
Quero que mo d lices
Sobre os terrenos do Papa,
Pois j nao -lenho o meu mappa,
Que os ratinhos, por chibanga,
Derara com elle na panga.
XXIII
Eslou que mui grande effeito
Ha-do fazer o folheto,
Pois aquillo em que me mello
Tem sempre bom resultado Mi
Sei dar corta do recado.
XXIV
Tenho f, lenho a certeza
Que este tolhelo de arromba.
Ser, visco nde, uma bomba
Que eu tango nos arraiaes
Dos taes pingas liberaes.
XXV
A meus ouvidos. visconde,
J rebomba %sle estampido ;
Depois da Franca o ler lido,
Ver como a Franga amua,
E torna atraz e recua.
XXVI
O proprio Lord Cupido,
Fabricante de bernardas.
Ha-de ver-se era cuicas pardas,
Pois movcudo-lhc osla guerra
Dou, Primo, com ella em ierra.
XXVII
Eslou vendo o Padro Santo
A dar putos de contente,
E a dizer a toda a gente,
Urbi el orbi, que fui eu
Que salvoi o ihrono seu.
XXVIII
Cora que gosto. meu viscoade.
Ha de ver no Vaticano
O meu busto soberano.
Cercado de verde louro,
E o meu oome em lettras d'ouro.
XXIX
Eu estuu que o Santo Padro
Nao se fica s com isto.
Logo que me tenha visto.
Me abraca, me immorlatisa,
E por lr me canonisa.
XXX
Talvez o visconde julgue
Que eu di todo endoudeci,
Talvez se benze ou se ri,
Talvez pega a Dos por lira
Tenha compaixo de mita.
XXXI
Pois saiba; meu rataosinho,
Que tem havido entre as gentes
Muitas mulheres valertes,
Que thronos lera derrubado,
E oulros thronos conquistado.
XXXII
Judith, que de Helofernes
Os gorgomios cortou,
E o seu paiz libertou,
liosas, relativamente a esse aconlccimento% que
o principal, o mais elevado e importarte para
a humanidade, s no seio daEgreja Catholica, e
s por meio delta, lera sido at hojo mantidas,
respeitadas e consagradas em toda a sua primi-
tiva pureza e dignidade. .
A f que uma, como tonto divina, da qual
procede, nao poderia ficar sugeila, em materia de
religio. ad arbitrio exclusivo de tantos militares
de hypolheses, que sao oulros tantos perigos pa-
ra a intelligencia, porque lbe .emmarauham c
Ihe tolhem o caminho para o dcscobcimcoto da
verdado.
Se ficasse razio individual o pleno direito
de firmar, quanlo religio, principios e eonse-
quencias. venamos nesse terreo a mesma infj-i
nidado de opinies e de Iheorias, que infelizmen-
te nos aporta a historia da philosophia, com par-
liculardadc at certa poca.
O que succedeu com essa selencia, em quanlo
um espiritado rigorosa analyse nao veio exami-
nar-lhe o dominio, c deieroainar-lha a marcha
necessaria e conveniente, na propria escala das
sciencias, devora succeder tambera com a reli-
gio, se, deixados'ao acaso os thesouros da v e
as tradges e os fados historeos, que a ella* so
prender, nao se procurasse estabelccer una tomo
centro de unidado para as doulrinas, pava os
podpios.e al para o que puramente regula-
racntar era cousas religiosas.
Ninguem contestar que esse centro existe na
Egreja Catholica; o, por tanto, IU mais do que
nenhuma outra (mesmo porque nenhuma oulra
ha regular e cora as condicoc.es propras para ,
qirese possa chamar egrrj), conserva, respeito]............*.....*..............................
dos mrsterios religiosos, que cnlendcm com a
regeneraco e o progresso da humanidade, as
verdadeirns, as unuas o mais convenientes ideas.
O periodo, pois, do que fallamos, para ella
uma grande poca ; e nenhuma socodade reli-
giosa, nenhuma sella, por mais quo
Segundo o juno meu,
Nao era mclhor do que eu
xxjm
Esquecia-ne dizer-lne
Que ainda me dura o calhsrro ;
" Todo o da lusso, escarro ;
Se no fosse ocapil.
Eu j me nao linha em p.
XXXIV
Acabou-se-me o papel,
Por tanto ponho aqui ponto.
Com o meu visconde cont,
Cora os bons auxilios seus,
E com a graca de Deus.
[Ora-i Tizana)
CASAMENTO DOS JUDEUS.
Os casamentas dos Judeus sao contratas, se-
gundo diz um sacerdote de Tetuo, puramente
avia.
O noivo escolho a esposa, e, com o previo con-
sentiraenlo paterno, vai ao sabio, que marra6
me/.es para que os noivosse conhegara bem. Ce-
lebran) os respectivos esponsacs e convencionam
os interesses, particularmente em quanlo s ar-
rhas, cuja insliluigo lambem conhecem ; e, por
ultimo, passado o praso marcado, lavra-se es-
ciiplura de compromisso, na qual intervera o ra-
bino, demonstrando as obrigages dos novos es-
posos.
Esta escriplura manlem-se em toda a sua torca
e vigor, at que a raorte or o repudio dissolva o
contrato.
Tanto o homem como a mulher podem repu-
diar-so, al pelo motivo de estarera cansados de
viver unidos.
N'esle caso, o marido tem obrigago de alimen-
tar o educar os filhos. Ambos os esposos po-
dem celebrar ura segundo contrato quando quei-
rara.
CEREMONIAS JUDAICAS.
Todos os dias se do aconteciraenlos curiosos
em Teluo, entre os Hespanhoes e os vencidos,
e vem-se cousas raras e esla vagantes. Pre- u
senciei, diz um correspondente, o enterro de um
velho hebreu, ferido pelos Arates na ultima noi-
te que possuiram Tetuo.
Depois de Ihe torera lavado c perfumado o cor-
po o collocaramcm uma macasimilhanle a urnas
andas. Cobriram-no cora um panno negro e
collocarara-no no meib do pateo da casa.
As Hebreas, vestidas elegantemente com um a-
vental negro bordado, rodearam o fretro, dando
saltos compassados, balcndo no peito e esbofe-
leando-se no rosto.
l.antav,.m unaniraamente uma cango lgubre
fazendo profundas iuclinagoes e levantando es
olhos ao eco.
Outro coro de mulheres grilavaem uma galera
alta, em signal de pezames familia do detanto.
Depois de atroadores cantos, os Hebreos locavam
e benziam o panno funerario. No da seguirte,
quando se enterrou o cadver, as Hebreas, com
a familia do defunto, foram aocemileo rezar,ou
antes gritar sobre a sepultura!
USU EREMITA IN'GLEZ.
Ura correspondente do Wolwer-Hemplon-Chro-
nicle, escreve a esle jornal :
A algumas militas de Saint Venage, e a 30
railhas da inelropole, esl ura lugar para ondo
se relirou um eremita.
Visitando, ha poucos dias, um amigo, que te-
nho naquella localidade, fui convidado para ir
ver o anachoreta ; e liquei desengaado de que os
eremitas actuaes nao sao o que eram no seculo
dcimo.
Eu esperava encontrar um hornera de aspecto
veneravel, barba branca, com unias disciplinas
na cintura, com os olhos sempre fixos n'um li-
vro in-folio, e tendo sobre sua tosca mesa uma
arapulhcia para medir o lempo. Imagnava uma
celia piloresca, com poucos movis, mas estes ain-
da que simples e pobres, limpos e collocados con-
venientemente : nas quanlo distava a realidade
do que eu va, daquillo que havia imaginado.
Desde logo d esa p paree eram os sonhos que
minha phautasia havia creado.
No (ira de uma cstreila vereda, pela qual en-
riamos, vimos uma casa bastante grande, que j
linha lido habitadores de mais gosto, porque
por toda aparte nao encontramos seno ruinas e
dessolaco. O lempo nao linha respeilad o pro-
prio edificio, a alienara destacada do seu esque-
leto cobria a (cstuda. Cada porta eslava fechada
com barrotes grossciraniente aplainados ; ne-
uhum ente humano tinha entrado' naquella casa,
havia 11 anuos. O interior que linha n'oulro
terapo sido rico e coramodn, aprsenla agora o
fcio espectculo da degradago ; ura silencio se-
pulcral domina neste recinta, nicamente inter-
roropido pelo ruido dos ratos e dos vermes.
Approximando-me da celia do eremita, que
esl situada atraz do edificio, espreitei por entre
as praochas, que tapam as janellas, e vi uma casa
em completo abandono ; era a habilaco do
spleen em toda a sua nudez e miseria. Nem um
s vidro nas janellas, o chao era a trra hmida,
a respeito de movis, apenas um basteo de pao.
No fogo qualro lices quasi apagados.
Nos entramos ; o eremita um homem bem
educado, de boa familia e da mais perfeita cor-
tesa. Elle eslava coberlo apenas com uma es-
pecie de mana com duas mangas curtas, tendo
ns os Dragos e os ps, e a barba excessivamen-
te comprida. Denis das prmeiras saudages
perguulou, com cdmsldade, noticias de algumas
familias aristcratas de Staffordshire, e dos con-
dados visinhos. E' evidente que elle tem vivido
na melhor sociedade ; mas a causa do seu retiro
um mysterio, e a gente da isinhanca, que Ihe
fornecepao o leile, seu nico alimento, nada
mais sabe e seguramente nunca o saber.
Ha j onze invernos que o eremita passa na-
quella casa, tendo por cama o chao, no qual se
estende, embrulhado n'umas pelles de carneiro,
e por nica companhia os ratos e os morcegos,
que vivem com elle na mais perfeita seguranza.
Depois que se separou do mundo, o ereroiv
deixou de praticar Iodos os actos de ablucfo e
por isso eslava perfeitamente negro.
Nao pude deixar de lamentar este horrara, que
rae parecen de uma intelligencia suprior, cuja
mocidade ainda nio tinha leonado cuja
vida tem sido, e poderia ser air-** cheia de agra-
dos, o qual so resigna a um.' existencia intil e
embrutecida. Nao pode de-:xar do ser curiosa a
causa de lo exlranho r-ocedimento.
(Commercio do Pori}
escolas grcge orentaes, transplantadas para a
Allcmanhi c para alguns oulros pontos da mo-
derna Europa, se fixeo v adiarte, neslc seculo
de movimento, arvorando como peaxlo a mais
fallivel de todas as autoridades, a propria rasa
humana, entregue aos seus nicos recursos?
Como ser possivel, em uma palarrra, que a phi-
losophia hoje se queira elevar al o Ihrono da
verdade, e apanhar, por assim dizer. os ltimos
segredos da vida e da sociedad*-, se anda se con-
servar titubante, e oscillarna varredade immensa
das escotas, e na desharmoni extrema dos prin-
cipios ? Poder ella resolvet por ai a a maior
parte das questoes de mais alto alcance para a.
humanidiHo, c que esto ligadas immediatamen-
le aos deslinos sociaes ? Peder ellausurpado-
ra e perturbadora, muta vea, osdireitosda raaio
e da bom sonso, prescindir do auxilio da f,
do concurso da religio, em suas mais adiaala-
dase difiieois pessuiaas .
Os la.ntos o lo diversos problemas a resal ver,
na esphera da sciencia, moral, na politice, no di-
reilo, nas lettras geralmenle, nas artas d toda a
especie, e m lodos os ramo dos eonbeciraenlos
humanos, sao autras tantas necessidades e inte-
resses de primeira ordem, em relagaoao homem
e sociedado cm que ello se Oa e na qual tcm
do completar seus destinos, neste mundo.
Ttoder-se-ha chegar solugo th todas essas
quesloes. que se resumem noaptrfeicoamsnlo
moralsem que se procuro harroonisar a f e a
razio, a religio e a pbilosophia f
perlendesse
arrogar-se o Ululo de civilisadora, teria tantos
motivos para allegar, em prol de sua prominen-
cia, na oelebraco das ceremonias quo eisc perio-
do faz renascer.
a
Como ser possivel que o protestantismo, que
a doutrtna da liberdade excessiva, da licenca,
escape s mil consequencias oppostas, aos mi-
niares de erros, tar dessa indefinita serie de principios, cada qual
mais heterogneo e abetruso,* Cerno ser pos
vonvlrcao'prorunda, que todas as.tradices vs- sivel que e wcionalijjns, iegido fatal *fUa>
Assumplo esle para habilisstmaa 0>aUs ;
deixcmn-lhes a tarefa, que, por demaia j4|or-
lanle, pesa muilo para na.
Alem disto, o espago de que nos dado, dfspor
pouco favorecerte esse desidertum, quando mes-
mo o podessemos tentar.
Recolhamo-nos, meditemos sobre os momen-
tos e as horas que vo correr; e tenh'amos sem-
pre como cerlo que s a Egreja Catholica a depo-
sitara da vtrdadeira rehgio, da rerdaeira
phiheophia, da verdadeira sciencia, e, por con-
seguinte, a chore nica e suprema, quanlo aos
destinos da sociedade.
T.B.
PERN. TYP. DE M. F, DEFARIA. 1360
ir


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