Diario de Pernambuco

^C de corles de cambraia de cor de 10 a 11
& varas, gosto Condeca d'Arc a 4500 rs.
*B corte.
i
v&
/Si
Ti
Imperatriz. 27.
L. Pugi.
nica officina em Pernambuco para lavar as
palluuhas das mobilias as mais encardidas tor-
nndole oulra vez lao alvas como no e'slado
primitivo ; esta magnifica preparacao chimica
tem a propnedadede desenfeclar as mobilias das
pessoas moras de molestias contagiosas na
mesma casa lavam-se chapeos de palha de Italia
e poem-se moda. '
Precisa-se alugar urna preta que saiba en-
gommar, para casa de pouca familia, pasa-se
bem : na ra da Cruz n. 23, segundo andar
te as 10 da manhaa,
seguintes pontos
sob
re
no
pelo hiale
ou com o
Para o Aracaty.
Segu cm poucos dias o hiale Sernipano
quem no mesmo quizer carregar ou ir do passa-
cm, dinja-sc a ra do Vigario n. 5.
nisados: sabbado 31
horas em ponto.
do corrente
ve-
as 11
es
i'ara
io de Janeiro.
F.spera-se por estes, dias daquella praca a ve-
leira barca nacional Castro Ul, da q'ual ca-
pitao Antouio Goncalves Torres, e lem de seguir
para aquei'.a procedencia com a maior brevidade
.possivel : porlanto os senhores que quizerem to-
PMf praco para carga, desde j se podero en-
nder com os consignatarios Pinto de Souza 4
VUtaa, ra da Pcnha n. 6,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAOUETES A VAPOR-
O vapor Oyapock, commandante (o capiliote-
nenle Santa Barbara, espera-se dos portos de
norte em seguimenlo aos do sul al o dia 3 de
abril.
Recebe-se desde j passageiros, frete e di-
ubeiro c encommendas e engaja-to a carga que
o vapor poder condtizir, sendo os volumes des-
pachados cora antecedencia at a vespera de |
sua chegada : agencia ra do Trapicho n. 40.
Kl
LO.
DO
Senhor Bom Jess da Cruz
Tendo a irmandade do Senhor Bom Jess da
Cruz, creca na .groja de N. S. do Rosario do
bairro da Boa-Visla de expor a vista dos fiis cm
solemne procissao, domingo 1." de abril prxi-
mo v.ndouro, pelas 4 horas da larde, a imi-em
do seu divino padroeiro, pede aos moradorcsdas
^aAfla,x101me"CIO,ia,,as 1ueira,n candar lim-
" 53"? dC S-'aS- CaSaS' para brlhnnls-
mo da referida procissao, que lera de percorrer
as ras seguimos: ao sahir da igreja era direc-
Cavallos de Montevideo.
Borott & C. farao leilao por interven-
cao do agente Ilyppolito da Silva de 33
cavallos de lindas figuras cliegados de
Montevideo na barca americana Inman :
terca feira 3 do corrente as 11 horas
em ponto no armazem amarello con-
fronte o arsenal de marinba.
PELO AGENTE"
PESTAA.
O referido agento far leilao por feonta l.
quem pertencer, sabbado 31 do correte ao meio
da era ponto, na porta do seu armazem oa ra
do Vigario n. 11
DE
2 carrocas com 2 bois.
de
Avisos diversos.
Veras, ra do Aragao e Rosario, a recolher-se
=Joao francisco do Nascimenlo, thesoureiro
Orava-se c doura-se em marmore ttulos tu-
mularescom emblemas raortuarios. ou sera ellos
assim como lodo e qualquer trabalho em mar-
anrraa0;Ce.r "fr"]*1* ^ sol, brasoes de
armas, etc., ele, por menos preco do que em
outra qualquer parle, s trabalhos do annnn-
cianle j sao bem condecidos do publico o oo-
m.?SC5 aPrf,c,ad0S nocemilerio publico, nos t-
mulos dos Illms. Srs. Dr. Aguiar, Viriles, Tasso,
8 outros : a tratar na ra Nova n. 30, o ni ra
da Caixa d'Agua n. 52,
Precisa-so de urna preta que saiba bem co-
ser e engommar: para tratar, na ra do Impera-
dor n. 7. antiga na da Cadeia de Santo Antonio.
== Na na do Rangel n. 20, toja de relojoeiro,
precisa-se fallar ao Sr. Jos Mara Bamonda
Joao Wigao, subdito Brilannico, relra-sc
para a Europa.
Associacao Popular de Soccorros
Mutuos.
Tendo osla associacao sido convidada a arom-
panhar a procissao solemne que a irmandade do
Senhor Bom Jess das Chagas lera de expor ao
publico no 1." de abril prximo futuro, de ordem
do Sr. director interino, e segundo a deliberaran
co consolho administrativo, sao convidados'os
senhores socios que o quizerem, a se acharem na
casa da asscia?o s2 horas da tarde desse dia
para dala se dingirem encorporados igreja do
i araizo. Secretaria da Associacao Popular de
Soccorros Mutuos 2S de marco de I8G.-N0 im-
pedimento do l. secretario, Francisco Pedro Vd-
vincula, 1." vice-secretario.
Perdeu-se na noite de sexta-feira
do correte da ra larga do Rosario
ate a igreja do Corpo Santo, urna pu-
seira de ouro: quem a acbou querendo
restituir pode ir a' ra larga do Rosario i
n. 28 primeiro andar, que se dar' os
signaes e se recompensara'.
= Jos Francisco Barrolte, subdito portuguez,
vai a Europa, c deixa por seus procuradores" du-
rante a sua ausencia, os Srs Francisco Giiedos
de Araujo, .Miranda l Mello, e Jos Concia
Braga.
le.
'. Molestias de olbos ;
Molestias de coracao e
peito ;
3-. Molestias dosorgaos da gcra-;C
cao, e do anus ;
i-. Praticara'toda e qualquer^
Operacao quejulgarconvenien-(.
te para o restabelecimento dosr^
seus doentes. &
O exame das pessoas que o con-1^
V^sultarem sera' fcito indistincla-^
<> mente, e na ordem de suas en- i*
\ttr c'as i fazendo exceprao os doen-1)
^|tcsde othos.ou aquellesque por|
|motivo]ustoobtveifm hora mar-fy,
gfficada para este fim. b
A applicncao deylguns medica ^T
jmentos indispensaveis em varios m
Si casos, como o do sulfato de ati o-:T
^ P'na etc.) sefa'feito,oa concedido |e
,e|

<083>t.D
Seguro costra Fogo
COiUPAIVniA
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
o (le lava^ein
NA
AOS SRS. ASSIGNANTES.
0 pagamento da subscripcao deste
Diario nesta cidade, na de Jinda e
arrabaldes, deveser fcita vista de re-
cibos impressos, com a quantia lambem
impressa. Os recebedores nunca esti.-
1 >cram nem estao autliorisados a pas-
Casa de banlios do pateo do Carmo.
,. ^,csl.eoslabe lhos v.ndos da melhor fabrica da Europa, teem
de ser em breve ampliados cora outros ovos e
demaiores dimensoes, j se lava e engomma
com perfe.cao loda e qualquer qualidade de rou-
pa no curto prazo de 12 a 15 das. Consegue-=e
es o resultado pelos syslcraas mais simples ex-
actos e inofensivos, ajudado pelo concurs in-
teligente de obreiras fnneexas, inglezas, porlu-
guezas e nacionies, e pela ccrleza que resulta de
urna pralica do auno e meio.
Garante-se o bora resultado, tiram-se lodas as
nodoas, inclusive as do mofo na roupa branca
Becebe-se i roupa nos dias 1, 2 c 3 do cada
mez, o entrega-so nos dias 15, 16 o 17, c a oue
se recebe nos dias 16. 17 o 18, entrega-se nos
das 30, e 1 e 2 do mez seguinle.
No mesmo eslabelecimento precisa-se anda do
peritas engomraadeiras e boas lavadeiras, quer
sejam escravas, livres, nacionaes ou cstrangei-
ras. Paga-so at lj* diarios, dando-sc sustento e
podendo ellas dormir no eslabelecimento, 'ou
irem as 6 horas da manhaa e voltarcm as 6 da
tarde; mas ew tocio o caso deve dar garante
..sua conduca.
r- Manoel J Rio ,de Janejro. r
Yendc-se
I Tintas de oleo.
Formas de ferro
| purgar assucar.
Estaaho em barra.
j Verniz copal.
para
para marei-
Palhinha
ueibo.
Vincos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zem de C.J. Astley &C.
O abaixo assignado, em virtude de haver
outro com igual nqme, faz scienle ao respeita-
vel publico, que do 1." de abril em diantc assig-
nara Antonio Augusto do Amorim.
, ABl8n'o Jos- de Amorim.
-JoaoriiiloRogis de Souza retira-so para
fra do Imperio, e deixa por seus procuradores
durante asua ausencia aos Srs. Jos Joaquira de"
Lima Bairao, Rosas 4 Irmo, e Domingos Jos
Ferren Cuimaraes. 6
,nr.t.!!ki9,n0Lialh!'? & Con'Pann'a azera scienle
S I "i*1?8" "f" que Pandera abrir o seu
do^rSle lao:"'" in8,mS U dia 2 de ibtU
^SgratUitamente. A confianca
"neles deposita, a presteza'de
.acc;ao, e a necessidade prompta ^
$de seu emprego; e tudo quanto o ^
Jdemove em beneficio de seus 'fa
i.y doentes.
Tara um sitio na Ponte ae L'choa, necessi-
la-se de um fcitor : a tratar na ra da Cruz, ca-
sa n. 45. '
Curso de geometra.
Antonio Egidio da Silva, professor de matho-
malicasno Gymnasio Provincial, pretende no dia
io oe abril abrir um curso de neomelria parti-
cularmente : os senhores esludantes que quize-
rem aprovctlar as suas explicacoes, afim ele se
prepararem para os exornes cm novembro do
corrente anuo, queiram diripir-se casa de sua
residencia, na ra Direita n. 74, para serem ma-
triculados.
R^jl ^d'a 22 do corrPnlc fogio do engenho
Rosario, da comarca de Nazareth. o prelo Marli-
nho, cnoulo, um tanto fulo, de idade pouco mais
ou menos de oO annos. estatura media, cabellos
f!,H Ia.nt0.8rai> lalta de alguna denles na frente, roslo um lano
redondo, com o semblante um pouco carrancudo
c lera pouca barba,: quem o apprchender pode-
no ^ T D3 Casa d0 Sr- Mochado & Sanios
nesta cidede. ra do Qucimado n. 6, ou em Na-
zareih, casa de Antonio Aureliano Lopes Caval-
ni'7iQoem Precisar de um criado para comprar
na ra e juntamente entende decozinha, ou mes-
mo para administrar algum estabeljcimento. pois
en ende de negocio, e pela sua indigencia se su-
jeua a todo e qualquer servico, dando fiador a
sua conducta, duija-se a tratar na ra da Praia,
laberna n. 60.
Acha-se justa e contratada a taberna sita
na ra do Amorim n. 17, pertencente a Joaquim
ue Souza Couto : quem tiver alguma reclamacao
sobre dita taberna, se aprsente no prazo de tres
das, a contar da data deste. Recife 30 de marco
de 1860.
Ofterece-se um hornera para cobranca nosla
praga ou fra della, com as precisas habiitacoes
ou mesmo para caixeiro de algum armazem qu
so dependa de seus servidos durante o dia O
mesmo lem para vender urna ou duas carroca<
com dous bois fortes e em boas
raados ao servido
(Collegio) n. 12.
se una das melliores bar-
cacas que navega para este porto, a
(qual carrega de 280 a 300 saceos cara
assucar, e nova, bem construida e mui-
to veleira : quem a pretender dirija-se
a ra da Cadeia do llecife n. 56, a tra-
" com Jos Gomes Leal.
importante.
45 Ra Direita
Este eslabelecimento quer
com alguns p res de borzeguins que Ihe
restara, dos famosos arranca-tocos, ci-
dadios etc., e sem o menor defeito, re-
duzin.do-os ao preco de T.sOOO
Mao de vacca.
Amanhia haver maoderacca muito bem pre-
parada das fi s S horas do dia : na ra da Ca-
deia do Ie.ife sabrado do canto por cima da loia
do Sr. Pontos.
l'erdeu-se no pateo de S. Pedro dous va-
les de cama de ferro, pintado de encarnado :
quem dellesder noticia dirjase ao paleo
Corpo Sanio, armazem de massame n. 17
ser recompensado. '
do
quo
carnes, acost'u-
a tratar na ra do Imperador
No pateo de S.
Pedro n. 28, fornece-se comidas par
asseio e ptomptido por prejo commodo.
com
Novo lanche.
No pateo do Terco n. 58 haver domingo Io do
abril boa mao de vacca e continua haver lodos
o* domingos e dirs santos, assim como os bellos
peliscos sem excepco ; o mesmo acontece na roa
das Cruzes n. 21, e nos mesmos cstobelccimcntos
fornecc-se comedorias para fora com lodo o as-
seio, promplidao e barato.
A pessoa que trouxe urnas carias de Hacei
para Francisco Jos.': de Oliveira Rodrigues qoeka
'azor o tavor do eiiirrga-'.as no caes da Aifandesi
n. 7, armazem dos Sis. Lopes Irniaos.
Francisco da Silva Cardoso, com loja de al-
nate e roupa feita na ra do Crespo n. 12, pri-
meiro andar, participa aos seus amigos e fregue-
zes que mudou-se para a ra do Imperador n. 6
;aniiga ra do Collegio) aonde sempre o acha-
rao prompto para servir a todas as pessoas quo
o queiram honrar. Nesto eslabelecimento niio
so se vende todos os olelos pertencciues a ho-
mem co.no lambem se faz obras de encommenda
com todo o esmero e promplidao.
Na ra da Imperatriz n. 19 se dir quem
aluga um moleque, escravo, copeiro, sabendo
cosinliarc comprar, responsabilisando se o seu
senhor pela sua conducta.
O abaixo assignado previne ao rspeilavel
publico desta cidade, que acaba de abrir o seu
eslabelecimento de alfaiale no primeiro andarda
casa n. 6 da ra do Crespo, onde se acha promn-
lo a execular com loda a preciso e presteza nos-
sivel as incumbencias com que o honrarera O
emprego de conlra-mestre que exercl por 10 an-
nos na officina de alfaiale de S. II. o Imperador
dos Francezes, em Parts, me faculta a cotres-
pondencia era que rae acho com aquclle estabe-
lecimento dondo recebo regularmente todos os
artigos de modas necessarios a minha prollsso,
e estao patentes em minha casa, onde poderao-
ser examinados, pelas pessoas que me hoorarom
cora sua confianca. Conslan
Aluga-se a loja da casa n. 17 da ra do-
mperador lado do caes: tratar no primeiro-
andar da mesma casa.
A elles antes que
se acabem.
Vestidos pretos bordados a velludo a 22 man-
as pretas muito finas a 39200 rs., cada'urna
ludo na loja da ra Direila n. 68. *
Attenco.
Aluga-se o primeiro andar do sobrad> da ra
Direita p. 88 com bastantes commodos para gran-
de familia por 15# mensaes, com a condigno do
o mandar caiar e pintar : a tratar na mesma ra
o. 82, loja.
A
I MUTILikbO


....
r '
p
Curso das lingoas grega e
italiana.
O abaixo ossignado pretende brir era sua casa
um curso particular dessas linguas, que promet-
te ensina-las em oito mezcs a lr, escrever, Ira-
duzire fallar grararuaticalmenlo, principiando pe-
lo da lingua italiana, em quanto nao 1 lie chega-
rera os livros necessarios para a primeira que
mandou rir da Europa. As licoes terao princi-
pio no dia 3 de abril prximo, e Cndaro no
dia 3 de dczenibro correnle anno, sendo tres
em numero por cada urna semana, das 7 at as
9 horas da noile. As condicoes e mdica recom-
pensa estabelecidas, agradarao por corlo aos s-
niores que quizerem se matricular. Principiado
o dito curso nao ser possivel admlir-sc mais
nenhuma outra pesoa : os senhores que qui/e-
rem em lempo assignar seu nome, apparceam
na ruaDireita n. 89, primeiro andar, a qualquer
hora do da. /. Faehintte.
Irecisa-se de urna mulher de maior idade,
de honesta conducta, e que saiba tratar de me-
ninos, e do governo de urna casa de familia;
quem estiver neslas circumslancias, dando abo-
no a sua conduela, dirija-se a ra de S. Fran-
cisco como quem vai para a ra Bella, sobrado
n. 8, das 6 as 7 1|2 horas da manha, e das { as
8 horas da noile para tratar do ajuste, e nos das
loriados a qualquer hora do dia.
No domingo 25 de marco ausentou-se da
casa do senhor um preto muito conhecido por
bebado, e o nome de calraio, pertencente a Jos
Capnsta Braga : por isso roga-so a quem o pe-
gar, leve a ra Nova n. 33, que ser gratificado.
da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correnteannode
DIARIO pE PERNAMBUCO. SaBBADO 31 DE MARCO DE 1860.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 0 e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- KtRVASD-
Este hotel collocado no cenlro de urna das capilaes imporlantes da Europa, torr.a-se de grande
valor tiara os brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e conforiavel. Sua posicao
urna das raelhores da cidade, por se adiar nao s prximo s estafes de caminhos de ferro", da
Allemanhae Franca, como por lera dous minutos de si, todos'os iheatrose diverlimenies'; e,
alm disso, os mdicos presos convidara.
Ko hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, nglez e por-
uguez, para acompanliar as touristas, qur era suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfim para leda a Luropa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos 3S200 43*000 )
por dia.
Durante o aspado do oito a dez mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, eseufilhoor. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. Felippe Lopes
Netlo, Manoel deFigueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, } e multas ou-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Os precos de todo o servico, por dia, regulara de 10 a 12 francos ( 45OOO 4500.)
" !lulril enconlram-se informacSis exactas acerca de tudoque pode precisar ura estrangeiro
DE
Commissao de escravos
NA
Ra larga do Rosario n. 22
Nesta casa recebem-secscravos por commissao
para sercm vendidos por conla de seus senhores, I
alianea-se o bom tralamcnto e seguranza dos
meamos, e nao se poupa exforcos para que se-
iam vendidos com promplidao, alim de seus se-
nhores nao soffrerem empate coin a venda del-
les. IVesle elabelecimcnlo ha semprc para ven-
der escravos de ambos os sexos, moros e bonitas
Na ra do Imperador n. 28, aluga se c ven-
cie-se em grandes e pequeos pones
hamburguesas, e lambem cal da mais
ha, "
Precisa-se al"gar urna criada para cozi-
nhar: a tratar na fabrica de sabao da ra Impe-
rial.
Jos Antonio Al ves de Brilo vai a Portugal.
O abaixo assignado vai a Europa tratar de
suasaude, deixando encarregado dos seus nego-
cios, durante a sua ausencia, o Sr Antonio da
Costa. Recife 20 de marco de ICll.
Domingo Aflbnso vianna.
f5;
Compras.
bichas
nova que
mmoiin.
to de ho-
dirija'-se
lepara lanco do assucar, por preco co
Lava-se e engonima-sc roupa, Unt<
mem como de senhora : quem quizer
ao Corredor do Bispo n. 5.
Jos Rodrigues do Passo, invenlaiianle dos
bens de sua Imada mai 1). Maria Rosa d'Assump-
cao, passou sua residencia para o lereeiro andar
do sobrado n. 37 da ra da Imperatriz : portan to
os dcvodo.es dc> furos de terrenos perlcncentes a
heranca ou os de dividas, assim como os credo-
ros deverao all acha-lo, islo no prazo de 12 dias.
pois lem deje fechar o inventarlo. Recite 27 de
marro de 18G0.
Na livrarla n. G e
ndepenecia, pieciza-se
Joao da Custa Maravilha.
8 da praca da
fallar ao Sr.
moedus de ouro de 1 6.',' e 20# : na ra
da Cadeia do Recife loja n. 22.
Coinpra-se um cab iolet de qua-
tro rodas, que esteja em bom estado e
ten lia co berta : na ra da Gloria n. o.
= Compia-so urna negra crioula, de bonita fi-
gura, de 18 a 2 anuos de idade, que saiba cozi-
nhare engommar muito bcm. que cosa alguma
cousa : na ra do Bium n. 10, aiinazem de Ma-
r.ocl JosdeSAraujo.
mente
na ra
Sirop du
orFORl
JAI
MI
DO FOKGET.
Kste xarope est aprrovado pelos mais eminentes mediros de Paria
Iconto sendo o melhor para curar cootlipacoes, losse convulsa e outras
anecc0esdO3 bruDcbss, ataques de peilo, frriucftes nervosas e usomnolcocLs: urna colhera '
pela inanl.a, e outra a noite sao sufficieutes. O t licito deste excelente xarone satisfaz ao
lempo o duentii e o me lio.
O tpotUo na ra larga lia Ilosario, botica de fartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
nusmo
Forncchiicnlo de papel
Nos dias 27 c 30 de marco se ha de arre-
malar o sobrado de dous andares c solo na ra
nQl"l \fii ii larga do Rosario n 40, avallado em 1:2005 an-
[JUl el liJlfJl lilil Dual, pelo juizo municipal da segunda vara, os-
0 proprietario deste Diario lem efectivamente t-rivao Baplisla : quem quizer laucar, pode ver o
sortimento de papel para imprimir, de difieren- esenpto na raao do porteirodo juizo, para as cn-
ica formatos, desde o mais pequeo at o em que d".'oes-
111- so imprime o Diario ; c contraa o fornecimenlo :
Sr. thesoureiro manda fazer pu-
0
blico
das 0 oras da inanhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ra da I
Aurora n. 2G e as casas commissionadas!
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia numero 14 e 16,
e na ra da Cadeia do Recife nuine-
2
compra-so. vende-se c Iroca-sc escravos
Direita n. 00.
Compram-se dous escravos do boa conduc-
a : no aterro da Boa-Vista n. 7, terceiro andar
i T .\0n(\pra"se uma casa lerrea T'c nao exce-
que o alugucl da mesma soja o juros da quauli
emprestada : nosla lypngraphia.
"~ Compra-so um bom papagaio : na
, prximo ac arco de Sanio Antonio.
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
lono da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Na ra do Trapiche n. I), armazem de
sucar, de Jos de Aquino
loja
as-
com[iram-se
1M1(D(CMH2
numero 8
Batatas eni gigos de -0 libras a 800 rs feijao
amarello a 13 o 14-;} o sacco. J
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se no largo da Assembka
armazem n. '
Bom e barato.
Vende-se cspormacclo em libra aOO rs., tou-
cinho a 3G0, errilhas a 100, passas a 480, man-
toiga maleza a S00 rs.. dita franceza a 500, chott-
ncas a C00 rs., btalas a 40 rs., doce de goiaba
3 uu? ci1",xao' ceblas a 80 rs. o cenlo, painro
a 1UO a libra, por baixo do sobrado n. 16, coin
oitao para a ra da Florentina.
Novo salo de mo-
das para senhoras.
Os abaixo assignados jj receberam a primeira
. remessa monsal de objeclos de modas ao ultimo
igoslo e mclhor qualidado, chegados de Pars
pelo ultimo navio, c avisara as senhoras desta
, capital que em sen eslabelccimento, na ra du
llmpciatrizn. 10, tem tima sala destinada para
; ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
| Chapeos e manteletes de nobreza ptala c de
: cores bordados, e de rendas, do variados gostos.
indos enfeiles de cabera, gostos modernos
Ricos vestidos de nobreza decores e pretos.
MMa *ii?'!'L2?bnz' I,re,a l'ara vestidos
*aiO, Je 100 e J;000 o covado.
| \ eslidmhcs para criancas, de diversos gostos ;
eem como o melhor sotlimeuto de oulras militas
-ndas modernas por os menores precos : no
mrenralrr.U"N'St3 "" 10, aclua""' ra da
Vende-se ama negrinha crioula de lo mi-
jos, muito limpa, bonita figura, com principio
de costura o renda : na ra Formosa, sa do
>r. Dinamenoo Augusto do Re
rijtix.(.i, i'ii iii""vu ini **
continuadamente raodas de 10? e 20;000 aguias CIU '1"em lralar-
4ueSeacl,am a venCatodosos ^X!^^^ %S> S",! *" **"
y oras da manhaa as 8 ----- Im""-----------*
jo Rangel, quo
pequeas porces.
Vendas.
'--K*-axm,l aae*
i
:,
- Sndalo1
Os eoiixeiros.
i
8
m
noroilftiiio r.;^ i i regular da porcio que se quizer, dando-o nesta
J'UdUOICS, l'eiS e presidentes. ,i(ladc ou em qualquer outra : os precos serao
TJncmo .!,., :^i.. .razoavets, por quanto este papel importado cid
ItlbUmO UOS linpOStOS gC-' 'rreilurj dos lugares em que elle se fabrica.
vnne rr.r.-.-:.-.:^ 1'rccisa-se de unta ama para lodo o servico
lelLS, [II 0\ lllCiaeS, niUniCipaCS Je casa de pouca familia, preferindo-se de m-
itiuridadc; na ruadasCru/.es n. 20.
e policiaes.
Tdbelid dos emolumentos
parochides.
Empregddos chis,
ro 2 armazem do senhor Fon tes ate
as 6 horas da tarde somente, os bilhe- r
* les e meio da terceira parte da quarta
-se. .lotera do Gymnasio cujas rodas deve-
?^s^s- asi ''.;: i5?aa Jar ><&*** o a:a 4 do
participa aorespuitavelcorpo do coraniercio, que" IutlU0 mez de abril.
no dia 0 do correnle. vendeu a sua fabrica de O mesmo Sr. thcou
O abaixo assignado faz scicntc a quem pos-
sa inleressar, que nesta dala nao existe em ci
culacao letra alguma de seu aceile ou indosse
Recife 28 de marco "
45Ra Nova45 S
,1 daK,oXmCnl ^ ,e*1UCS dC ""-l
Peh
a secunda vez pede-se ao Sr.
no
Jos Goncalves da Silva morador
(engenho Aripibu', o favor de appate-
cera' ra da Cruz n. 02, terceiro an-
milita-1t'ar, a negoci (ue S. S. nao ignora e
charutos, sila na travesa da I.inguela n. 2, ao :OT,|mV^~ "' *"^wJre,r0 manda
Sr. Antonio de Souza Moreira Pinto, lcando o '^''^ente a/.er publico que ras casas
Sr. Tinto obrigado a qualquer divida que a mes- acima mencionadas se acham bilhetes
ma fabrica estoja devendo. d< niimAmnSn ^,..:j -i i
-TraspassaJ-seoarrendamentodeumenge->" TI ^ ^rt.das a vontade dos
nho distante desta praca duas legoas, vende-se I comPl 'l"Ores.
^endem-so saceos com fafelo de Lisboa, sac-
eos grandes, c superior qualidade, por menos
prego que era outra qualquer patio : na ra do
Rangel n. 62, armazem da porta larga.
Vende-se uma escrava crioula, com muita
iiaiuiiade, cozmha, lava c engomrua ludo soffti-
velmente : a tratar na na da Traa n. 29, segun-
do andar.
res, ecclesiaslicos, litterarios
de toda a provincia.
Associaeoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, Ilitera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes do
todds as qnalidades como to-
jas, vendas, ajougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
O bacharelWiTuuvio tem
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pelaCamboado
Carmo.
cjual o ne-
urna ama
meninos:
Dos n,
e promplidao : no
Engomma-se com asseio
beccodo Marisco n. 20.
Trccisa-sealugar um preto ou preta, i do-
sos, para comprar na ra e fazer o mais servico
e uma casa de familia, ou mesmo uma ama ns
rnesmas circumslancias : quem livor e quizer
annuncie oudinja-sc a tua de Sania Rita n. 40*
primeiro andar. '
g rv
> 3!W
g
es de francez t
R
as;
piano.
Mademois. l!e Clemencc de lannetot
e Uannevillecontinua a dar licoes de H
S rancei e piano na cidade e nos arrabal- *>
f des : na ra da Cr
caso nao appareca se dir'
gocio.
Precisa-se de
para tratar de dous
na ra da Madre de
36, primeiro andar.
Publicacao jurdica.
Acba-ao nu (nclon 2." ediciio dos elementos do
Direito administrativo, mais correcta e conside-
ravelmcnlc alterada, pelo Ur. Vicente Tereira do
Rogo, lente calhedratico da mesma sciencia na
Faculdadede Direito desta cidade. Subscreve-se
l'ara esta obra na livraiia econmica de Noguei-
ra & C, defronte do ateo de Sanio Antonio n. 2,
a 10$ por cada exemplar, pagos ao receber as
duas partes que j eslao irapressas
Lsta obra recommendavel, porque nella o
autor tratado um modo especial de cada paiz,
fazendo conhecer seu governo, religiao, rendi-
menlo, forra martima o terrestre, ele, salisfa-
zendo deste modo a necessidade desses conhe-
cimenlos.
A parlo astronmica 6 escripia com bastante
clareza e concisao, tornando-se por isso fcil o
seu esludo.
agencia los fabricantes america-
nos Gruuver & ISaker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
ob.nston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
i E' ehegado & loja de I.ccomle, aterro da
Boa-Vista n. 7, o cxcellente Icite virginal de ro-
sa blanca para refrescar a pello, tirar pannos,
sardas o espionas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e faior crescer os cabellos,
assim como pos imperial de lyrio de Florcnca,
para bortuejas e asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
NOVO DEPOSITO
DE
uma parle no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilacao nova e bem montada, 22 bois
de correr, seis quarlos, algumas obras, sadr
plantada, etc. etc. ; Irala-sc na ra do Crespo n.
13, oia.
FOLIIINIIIS HU 18(10.
Eslo venda na tivraria da praca da Inde-
Ioterias 2i de
Vende-se a padaria da rita Direiia dos Alb-
os, bcm afreguezada : as pessoas quo a
ma.
t
Thesouraria das
marco de 18G0.O escrivao, J. M. da T"' "t""0 aJDes
Cruz.
OLINDA.
Aloga-SC o sobrado da ra de S. Benlo n. 25,
confronte a academia: a tratar no Recife, ra da
Cruz n. 23, segundo andar.
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas par. 1SC0. im- | t^ASVw&fR ^SStS 5 ^
prc-
Na ra do Qneiniado n. 19.
Vende-so madapolao
3-rO a peca.
cora pequeo toque a
Palils de briiii a 51.
Palitos de brim de linho a 3ft cada um : na ra
uo (jueimado n. 19.
pressas nesta typographia, dasseguinlcsquali-
dades :
OLIIIXIIA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regularaento dos direitos pa-
rochiacs, a conlinuacao da bibliotheca do
Cristo Brasileiro. que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., aimitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e comraemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana
ao SS. corceo de Jess, saudaedes devo-
tas s chagas de Chrislo, oraoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
oulras oraces. Proco 320 rs.
TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
para
o da 1. de abril, no consistorio da mesma, as 10
horas do da. para se discutir o novo compromis- I
so quo lora apresentado pela commissao oncarre- !
gada da factura do mesmo, c roga a lodos os ir-
maos que nao deixem de comparecer essa reu- '
niao, que para beneficio da santa Irmandade o '
de todos os irtnaos.
= Antonio Marques de Amorim faz publico,
que no da 21 do correnle fui recolhida em seu
silio na Ponte de Ucha uma prcla velha por
nome Alina-, em estado de embriaguez c mordi-
didaj^uiis ciies. O seu estado nao permillio
o" I I mformacao alguma que indicasse se
'>'' ou escrava. Tendo sido cuidadosamente
ir.itada acha-so quasi restabeleeida, mas apenas
sabL dizer que perlenco a uma senhora viuva,
ooscquios | moradora na ruajdo Collegio, e por isso se faz
o prsenle annuncio para que a pessoa a quem
perlenca a mande buscar.
Poniece-se comida |com aceio
clao : a tratar na ru--. da Roda n. 23 ; e tambera
lava-se e engomma-se com perfeicao.
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Ga
Ao bazar da ra do Imperador, aonde so quei-
mam os gneros pelos modicissimos procos abai-
xo declarados.
Caixinhas de bolachinha de soda a 13200.
Ditas maiorescom cercado (i libras a 3A,
Presunto de fiambre a libra a 400 rs.
i.iixascoml garrafas do viuho Bordeaux a
i ojiOOO.
i ,A"ll'lxas franeczas em latas de 2 1 v2 libras por
Queijos a eseolher a 1>500.
l'.rvilhas novas, a libra a 1 0 rs.
Cevadinha franceza, a libra a 200 rs
Vinagre Uranro engarrafado, a garrafa a 260 rs.
Cnampanba, a garrafa a 2-.
Frascos com paslilhas de escolhidos aromas a
Charutos finos em caixinhas de 100 a IgOOO.
Iannha do reino muito propria para bulse
pao-de l, arroba a 2;500.
Ralasia superior, a garrafa a 000 rs.
e prompti-1 ^{""W com 12 garrafas de superior cerveja
Amendoas de rasca mole, a libra a 200 rs.
Macarrao francez, a libra a 200 rs.
mmt
xV 2^'000
C^i
peca.
Algodao rcm loque de averia a 2$ a noca
a do tjueimado n. 19.
na
2S000 aiiiizia,
Cobertas de chita : m ra do Qucimado n. 19,
merino a2.$5QO.
Vcndem-se estampados a 2500 cada um
ra do Quoimado n. 19.
na
rio.regulamento dos direitosparochacs,e( 1';,ulu Gaignoux, dentista, ra das La- 3
uma colleccao de ancdotas, ditos chisto-1S lo- Na mesma casa tem aSua e '
<-
&m&&immm\
uumiu v. uus arrauai- .>: r,. r t i ,
uz ii. o, segundo andar. U lvlll do imperador, confronte
&mw&mimgM ao oitao do deposito do az.
Honorato J Nireira Figuoire-
ou dirigir-se i
i annunciar sua morada
a da [..ara da InJei endeici..que s preci-
sa .jllar-lhe.
Precisa-se de ama ama de Icite,
tenha em abundancia, que sej
bem sada ede bous costumes
Ii.; n.
Dirigir
a praca de
paga-se
Pedro If
(antigo pateado Collegio) n. 57, scun- renca d"s ,ncs
Jo e terceiro andar. i 5*?, c da ll
i -------O
Rorott & C.altcndendo a que os senhores con-
sumidoros degelo sao pela maior parle, residen-
tes nos bairros de Santo Amonio e Boa-YiSla, c
que lutariamcotn grande dilliculJado se esle 'es-
te estabelecimenlo cstivesse collocado no bairro
do Recife, poderao encontrar na ra do Impera-
dor confronte ao oo do deposito do gz, um
armazem com aa proporcoes exigidas para depo-
sito deste genero, o qual estar aborto concur-
mos senhores, das 8 horas da rna-
tarde, do dia 3 do torrente em
diane.
B
rangeiras 15.
, p dentilico.
rcceilas diversas, quer acerca Je cozinha,: I)A_ i S*M
quer de cultura, c preservativo de aores fj fll] CAPIA lft Ci\ W .
e fruclos. Trcco 320 rs.
Fitas de velludo e BmDB|8 HOTI"UHI=
sed;
,
actualmente tua
ITA DE TORTA,a qual, alcn das materias do
costume, conlm o resumo dos direitos
parochiacs. Preco ICO rs.
::
m
i
@ Cruz
Attenco.
0
::
* 0
Curso pratico e thoorico de lingua fran- @
ceza por uma senhora franceza, para dez
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, das 10 horas ale meio dia : quem @
nzer aproveitar pode dirigir-se a ra da *
9, segundo andar. Pagamentos @

frisamenlo 500
rs.
C adiantados.
Rua dd Imperatriz n. 7.
I.ccomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro viudo de Paris. Esto eslabele-
cimentoesl hoje as melhores condices que
eposstvel para salisfazer as encommendas dos
objecios em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
rios, braceletes, anneis, rosetas, etc., ele, ca-
Lijlleiras de toda a especie, para honiens c se-
nlioras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Eslados-Lnidos, sem deixar uma s pelcula na
.... No aterro da Boa-Vista n. 10,
Ka toja da oguta d ouro, na ra do Cabug n. da Imperatriz, vendem-sc :
hpr'i," i"SC ,n,ll.,,s--!m;i3 liLl ,lc velludo, Lindos transparentes para jancllase portas de
honim L I1LS; ,de bon"S padr6c?' cheSad0S dTCrsos Pre?os ,isos e W09, muiljprop'riol
honlein de al andega ; assim como luirs pelas para a cidade e casas de .ampo
com bicoe vidnlho, ditas de seda para l.oinem, Lampeos de nova fornicio que dio uma luz
ditas de cores enfettad.s para senhora. capellas melhor que o gaz, trabalha.n
propnas para nuiva, que afiancamos do muito econmico.
brancas
vender por baralissimos presos para acabar.
a do va
NA
'-.:-; 00000 0000 0000! !'al,0''n d'.s c,ienes. Pra salisfazer os prctenden-
Ro"a-ce ans Sr j.ti j .\^ "'. us objeclos em cabello serio feilos em sua
no a se aos S,rs. devedores do estobete-presenca.se o desejarera, e achar-se-ha se mu re
cimento do fallecido Jos.la Silva Pinto, o ob- "m;i Pcssoa disponrel para cotlar os cabellos e
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col- I'e"lci'r as enhome em casa particular.
Grande e variado sortimento de calcado
francez, roupa, miudezas linas, e
perfumara.
legio venia n. 25 ou na ra
n. 10.
to Queiraado loja
Calcado fraaeez.
Na gallera e ofTicina pholographica da ra
.\o\a n. i, contmua-se a tirar retratos
ruis modernos o perfeitos systemas
i.os salados desse estabeledme.ito s3o bem co-
nheerdos do publico desta cenital
pelos
traba-
CASI LlSO-BllSILEIllA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRA lendo augmentado, com to-
n.1.a_r_rnsa-t'on,i8ua' ampias e exccllentes ac-. hornera
commodacOes para muito maior numero de hos-1que"delxa"lH08"demeciOMr:
pedesde novo se recommenda ao favor e
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes qu
visitera esta capital; continua a prestar- lhes seu
serviros e bous officins guiando-os em todas a
cousas que precisem conhecimento pratico do
filll Alo nl.__-1 I -
Rorzeguins de couro de lustre de fabricantes
i e quahdades diversas, e do todo preco, para iio-
mens, senhoras, meninas e meninos, dilos de ;
bezerro, amansa calos, a 10?, sapatoes de couro
tic, ditos gaspiados, ditos de bazerro para*
e menino, e muilas oulras qualidades
em um novo liquj-
Oroscopos, novo instrumento para conhecer
com toda a exactidio o estado dos ovos.
Esleirinhas para descanso dos pratosrias nicas
de janlar.
Espremedores de fruclas, como soja c;j la-
ranja, limiio, ele, ele. '
Atiadores mgicos para navalhas de barba.
Panno marroquim para forrar mesas, scif.-is
colchoes, traresseiros, muito usado lambem nar
forrar carros por imitar a casemira.
Panno couro de lustre, magnifica invencao.
servo para todos os usos era que se applica o
couro de luslre, sendo muito mais duravel c ba-
rato.
Cambilos para segurar roupa as cerdas para
enxugar, sao hoje procurados c eslimados era to-
da a parle.
Stereoscopos com variado sortimento de ri-
qusimas vistas de todo o mundo; vende-seo
instrumento a 49, c as vistas a -i a duzia.
Rcm como oulras muitas cousas de uso domos-
tico, que sao da maior ulilidade, e que poucose
couhecem andaneste mercado.
em-
que
s
as
Roupa.
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No dupozito dcste csta^clceimcnlo sempre ba grande sormeiUo de me-
ehanismo para os engentas de assucar a saljcr:
Madrinas de vapor modernas de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e de facillimo asiento :
Rodas d agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas
Cannos de ierro, e port Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Meas moendas com rodelas motoras para aguo, carallos, ou bois, acunhadas em aguilliues de azas :
vaixas de ferro fundido e batido, e de cobre
Pares e bcas para o caldo, crvos e portas de'ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinba
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois'
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvan.zadas para purgar etc., etc.
D.W.Bowrnanconflaqueosseusfreguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o Honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores esta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
?Cc!^ ad.aS fab^Cas da IngIaterra P onde elle faz viagem annual para o dito fim
mTn vnn?0^ co^iau^0 ^ sua fabrica Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a YOBiafe de e^la coaprodor, e de fazer os concert* de que poderOo necessiUir.
oo*L0t0,s de caseralra cur dc caf com leite a
paiz, etc. : alem do portuguez e do inglez fallase "* dllos prf'os com gola de velludo a 22-* di-
SlVJl8p,'.b2' e fra,,cez. I 'os JiMclados a 22j>. ditos pretos a 183, paTetols
V99### 5I @@@@g> de alpaca, dilos de brim de diversas qualidades,
* nFNTFQ i ca,5a*de casemira, camisas do fustoe de lioho.i
U tH I ti Z ceroulas, camisas de meia, mcias, lencos, gra- !
ll ARTIFICIAR SL I ffcseda de ,or5a'- "re,as c Jc
Armazem de lazendasl
c modas
DENTES
ARTIFICIxlE^
?*Ruaestreita do Rosario n. 3|
Irancisco Pinto Ozoriocolloca dentes ar- 1
tiliciaes pelos dous systemas VOLCAMTE,
platina, podendo ser ^
qualquer S
DE
Miudezas.
chapas de ouro ou
procurado na sobredi la ra'a
hora.
i Bicosido seda de diversas larguras, dilos fin-
j gindo linho, rendas, franjas e trancas de seda
prelas e de cores, fila de sarja larga' e estreita,
'@SSaS* s>e?f?l (ypv,^xnS: ?a clavraJa, lita de velludo estreita, prela e de
@@ cores, ricos chapeozinhos para meninas, bonetes
i Para meninos, pentes de tartaruga a imperatriz a
j S e Hlg, enfeiles de vidrilhos a 3, pentes de
I regaco para menina, cnQadorcs de seda para es-
piriijhos, dilos de linho. pentes de tartaruga pa-
ra alisar, carleiras e charulelras, oculos e lune-
I las, escovas, etc., ele, e inuitos outros arli'os
pertcoceules ao mesmo negocio, que o publico
encontrara na loja do vapor, na ra Nova n. 7
por menes do que em outra qualquer parte. '
Arreios.
Vende-se um completo arrcio para cabriolet
cujas ferragens sao de metal principe : c novo
o preco coramodo : na ra Nova n. 11, loja.
Aviso as pracas do i.- esquadrao'de
ca vallara.
IMM

COMPAlfBblA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
mm li mu.
CAPITAL
Cineo mV\Uoes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers* C- tem a honra de In-
lormar aes brs. negociantes, proorietario' do
casas, eaguemmais convier*. {ue esto^ena! I 'ria' oaTa r^c d^V"6""" mcsclaJa P-
mente autonsados pela dita companhia para I P P ?aS d mesmo "quadrao.
efTectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra. cobertos de telha e igualmente sobre os
objeclos *que contiverem os mesmos edificios I
quer cfinsisla em mobilia ou em fazendas d
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidacio, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimadon. 10.
Corles de vestidos pretos de todas as qua-
lidades. '
Ditos dc seda da cores.
Ditos de blondo. I
Ditos de phantasia.
Manteletes pretos de todas as qualidades. a
Ditos de coros. |
Capas prctas e dc cores.
Giande sortimenlo de bordados para se- l
nhoras em rambraias c lils.
Variado soriimento de enfeites para ca- 1
beca, pretos e de cores.
Dito dito de chapeos de palha e do seda. 2
Grande sortimento dc vestimentas
meninos.
Dito de chapeos e bonets
para
para ditos.
M%&$mm%gm-
Chegou loja de Guimares 4 Lima, na es-
Cal de Lisboa em
pedra.
Vende-se nicamente na ra do Tra-
piche n. 9, mais nova cal de Lisboa
em pedras e por pre^o commodo.
Vidros para vi
draca.
1M.TJL ADQI
A 6$ a caixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros aretalho do tamanho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.


-rrtr.
"
m
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 31 DE MARCO DE 1860.
)
/

\
* >
Ra Direita n. 83
Com a frente-pintada de ama-
relio.
Lieos prclos de seda muito finos a 160, 240,
320 e 400 rs. a vara, atacadores pretos para pa-
letot e casaca a 160 rs., fita com clchete a 400
rs. a vara, Ieques finos a 2#500 e 3$., botos para
punlio finos a 320 is. o par, obreas para os na-
morados a 200 rs a caixa, ricos pentes do massa
virados com (lores douradas a 3$. ; alera desles
objeclos o publico encontrar um completo sor-
timento de ludo quanlo ha de melhor no merca-
do, por menos do que cm outra qualquer parle,
(a dinbetro).
Vende-se un caixo prin-
cipiado "
para duas casas, assim como se venda a meiaco
do oitao dobrado da casa parede-mcia, no Cam-
po Verde confronte ao oitao do sobrado do Sr.
Joanuim Ignacio Itibeiro Jnior ; a tratar na ra
da Iniperairiz n.78.
Vene-m
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C ra da
Cruz n. 61.
Carne de vacca salgada.
Vende-se na ra da Cruz do Recife n. 50, pri-
meiro andar, por menos precio do que em outra
qualquer parle.
Pechmha.
Fumo americano.
Vendo-se fumo americano proprio para mas-
car e fazer cigarros : na ruada Cruz do Recife n.
50. primeiro andar, caixinbas de 20 c 40 libras
a 400 rs. a libra.
Potassa da ttussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambero
cal virgem em pedra: ludo cor rec.os muito
razoaveis
Salmo.
Engenho.
Em casa de James Crabtrce&C, na ra da
Cruz n. 42, vendem-se latas com salmo de 1, 2
e 3 libras, de superior qualidade, chegado pelo
ultimo navio em direitura da Terra Nova.
@@@$@8@ @@@@@ @@@
AAxKKClA
DA


CALCADO
Grande sortimento.
43Roa Direiir-45
Os estragadora de calcado encontra-
ra} neste estibelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Ho me m.
Borzegains aristocrticos. 9,s000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$OOo
Borzeguins arranca tocos. 7 Ditos econmicos. ...... Gi'OOO
S.ipatoes de bater (lustre). 5.S000
Senhora.
Borzeguioi primeiraclassc (sal-
to de quebrar).......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4#500
Bjrzeguins para meninas (lor-
tissimos)..........hOOO
E u;n perfeitosortimento de todo cal-
Cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquias, cou-
i>o de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
freguezia de S. I.ourenco da Malla, entre
os engenhos Penedo de Baixoe Pencdo de
@ Cima : trata-so no mesmo engenho ou no
engenho Mussambique com Felisbino de 0
gl Carvalho Rapozo. @
@8@@@
= Vende-so urna cruz de ouro, contendo sote
brilhanles com urna volla de pcrolas, obra mo-
derna c de muito goslo, por praeo commodo : na
ra Augusta n. 43.
Aos senhores logistas de miudezas.
Ricos pretos de seda,
Ditos braucos e prclos de algodao.
l.uvas pelas de torca 1-
Cintos elsticos.
Linlias de algodao cm novellos : vendem-sc
por procos commodos, em casa de Soulhall Mel-
lors 4 C., ra do Trapiche n. 38.
A. retallio e em porcoes, por menos
preco do que em outra qualquer
parte.
Na grande fabrica de (amneos da ra Direila,
esquina da travessa de S." Pedro n. 16, vendem-
sc (amneos de loda* as qualidades, por menos
preco do que em ouira qualquer parte, tanto a
retalho, como em pequeas c grandes porcoes;
a casa est sempre surtida de dez mil pares
promplos.
Escrava.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro andar,
n. 28, vende-se urna escrava mulata de 16 a 18
annos.
Vndese
J$ Estopa.
@ Camisas inglezas.
Riscoulos em latas. <*
Em casa de Arkwight 4 C. ru3 da Cruz nu-
mero 61.
@-@@-@ @@@
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: cm casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Chales bordados a mil rs.
Na rna do Queimado o. 19.
Vendem-se diales borJados a seda cora defeito
de agua doce, a 1$ cada um ; a elles, antes que
se acabem.
Altenco.
o
Vende-se a elegante armacao (Iluminada a
gaz) da casa n. 12 do pateo do Terco, prapria pa-
ra loja de fazendas. para o que hoje esse lugar
muito procurado, miudezas, deposito, taberna,
ou loja de charutos.
8$ dinheir avista.
Ferros econmicos americanos com
folie e de'canco : na loja de ierra ge ns
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Re-
cife n. 50 A.
FUNDIDO LOWMOW,
Ra da Senzala IVova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comaplcto sortimento de moendas c meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leile & Irmo continuara a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam-
braia delinho a3fa duzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padrees a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3^800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados a 6, palctotsde
alpaca preta e do cores a 58, ccroulas de linho
e algodao, camisas uglezas muito superiores a
60$a duzia, organdys de lindos'desenhos a
I5IOO a vara, corles de cassa chita a 3J, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4$800, 5$, 5$o0,
6,7e8J, chitas inglezas decores fixas a200rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4-J, cortes de
calca de brira de linho a 2, ditas de meia case-
mira a 2^240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Xarope
Cheguem a rechincha |40 Ra do Oueimado. 40
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. % tem para
\ender:
Cbaly e merino decores, ptimo nao sopara
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas,'de variados padroes
a 260 e 280 ris o covaJo gravatas a fantazia.o
mais moderno posnvel a 19 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, cujos precos extraor-
dinariamente baratos, stisfaio a expectativa
do comprador.
Com loque de avaria
a 1:800
Corte3 de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3$
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Vende-se urna morada de casa terrea na
travessa Imperial, com 2 quartos, 2 salas, cozi-
niia fura, quintal pequeo : quera a pretender,
procure na ra Augusta n. 58, que a poder ver
e tralar o negocio.
m
&
m
GRANDE AM1ZEH
DE
Sndalo.
>inho superior em caixa de urna duzia :| ... ,
vendem Azevedo & Mendos, no scu armazcm no Ricas bengalas, p jlceiras. C Ieques :
largo da Assemblea n. 9. j vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
I loja do Lecomte.
Lojadaboneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem se na mesma casa a
qualquer bora.
Velas de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife n. 28, vendem-se
excellentes velas de carnauba fina.
Ra do Queimado
loja de A portas n. 10.
Ainda restam algumas fezendas para conclu-
ir a liquidagao da Arma de Leite & Correia, as
quaesse vendem por derninut p rec,o, sendo en-
tre outras as seguintes :
Macos de meias cruas para homem a 1$600
-y- -
AS MELHORES MAIHXAS DE COSER
DOS
Man afamados autores de New Vork
I. 31 SINCERA c.
E
WIIEELER d WlLSOX.
No novo cslabelecimenlo vendem-se as machi-
na* desles dous autores mostram-se a qual-
hora do dia Ou da noilo e responsibilisamo-
nos por sua boa qualidade o seguranca :no arma-
zem_ de fazendas de Raymundo Carlos Leito &
Irmo, ra da Imperatriz n. 10, anligamente
ro da Boa-Vista. '
*i ......' "?"' ~-
......."'-....................... .......^i'A
* .-
:
:
c:
:
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t:
:
c:
i
GRADEE VARIADO SOUTDfEYTO
* DE
HRouasp (bitas e azendas J
TLoJa
Ges&Bastos
i:
:
('.
:

(:
HA
e aruvazein
DE
:
U
:
-
: :
f-:
Ditos de dilas de cores 29000
Ditos de ditas cruas muito superiores 49000
Ditos de ditos para senhora 39000
Diiosde dilas muitoGnas 4$000
Corles de caiga de meia casemira 25OOO
Ditos de ditas de casemira de cores 59000
Ditos de ditas de casemira preta a 59 e 63POOO
Brim trancado branco de linho fino
vara 19000
Cortes de colete de gorgurao de seda 2$000
Pao prcto fino, prova de limao 39 e 4#000
Gravatas de seda preta e de cores 19000
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Dilas estreitas 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada cora 8 va-
ras por 23OOO
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 49000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Chali-:.- de laa bordados de seda um 29000
Grodenaple preto, largo covado 19800 e 29000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baptisado 525000
255000
15600
19280
Na ra do Queima-
do n. 46.
Ricas sobrecasacas de panno fino pretos
;: e de cores a 2S3, 309 e 35?, tambera temos
i [inletols dos mesmos pannos a 22> e 24J>,
I palciots de casemira de cores de muito :'
'.: bom gosto e finos a 12#, 14j, 16$ e 18, di- |
; los de panno preto para menino a 189 e fJ
;: 20|, dilos de casemira de cores a 8J c 109, :.
f calcas de casemira de cores e pretos ejun- ^*
ij taraente para meninos a 79, 8;j, 99, 109 e };l
i: 12S, colletes de gorgurao de seda e case- ;:
! : mif a 53,-63 e 7S, palctotsde alpaca pro- 4 mJJ' Cv J'3 nri "card?(a ^ ct a2Sl
: los de coes saceos a 49. ditos sourecasacos \* I 1 ITA^/^L^6'108 de. Vldrilh.0s Prets
; : a 79 e 8$, ditos de brim, de osguio o do ty
y: fusio tanto brancos como decores a 49, N
">00, 59 c 6(, calcas de brins brancos mui- 9
lo linos a 53, 63 c79, collcles brancos e de *
i: cores a 33 e 3^500, camisas para meninos M
E de diversas qualidades, calcas de brins de S
( ; cores tinas a 330OO, 43 e 59, um rico sorli- [
(i cor muilo superior goslo e muito
! a203cadaume 249, "eos casav
t: ment de vestidos de cambraia brancos M
B bordados do melhor goslo que lem appj-
i recido a 289, manteletes de fil preto e de 9
moderno M
iveques de H.
I cambraia bordados para menino a 109, di- S
t-; tos para senhora a 15$, ricos enfeites de H
\: froco de velludo goslo melhor que tem ap- fj
! parecido a 10^ e 12, e outras muitas fa- q
t| zondas e roupas feitas que com a presenca i-j
M do freguez se far paleiite.
iCasacasparaaquaresmaj
Neste mesmo estabelecimento ha um *'
' j grande sortimento do casacas pretas, as- i\
I sira como manda-se fazer por medida a von- \'
[ la Je do freguez, escolhendo os mesmos os i^
5': pannos a scu gosto sendo os presos a 35a \
c1e40#. ff||
Camisas inglezas
(j Temos novamente chegados: ricos vest- s
,-.; dos pretos bordados a velludo a 90#, ditos !
: bordados a seda a 759 e 60, assim como :1
Ji rico manteletes pretos da ultima moda a 9j
fc 169,209 e 309.
M .......r-v-v..;...;.,......^....^,^
Vende-se doce de caj em calda, frasaos
grandes cora lampas com 14 a 16 libras cada
um, bem proparado para aturar e proprio para
viagem: na ra do Rosario da Boa-Vista n. 55,
na padaria da bolacha furada.
Veos bordados para cbapeo
Entre meios bordados
Athoalhado adamascado largo vara
LenQos de chita escuros um
Gangas de cores para palitos covado
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, contendo 4 forna-
Ihas, e Torno para cozinha com lcnha ou carvao,
ptima invenco pela economa de gastar um
terco de lcnha ou csrvo dos antigos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a dilfercnga de se-
rem amoviveis, oceuparem pequeo espago da
casa, e de fcil condueco: vendem-se por pre-
cos muilo mdicos, na fundido de Francisco A
Cardoso (Mosquita) ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junio a Conceico da pon-
te do Recife, e ra do Queimado n. 30.
Chapeos de caslor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor
A pechincha
est se acabando.
Ricos corles de seda prclos bordados a 73g e a
SOS1, grosdenaple preto de todas as qualidades, o
'i no mercado a 189, e a 2g, 2g40O
, ricos enreites de vidrilhos pretos
e de cores a de ,5 cada um, ricas sedas pretas
tarradas a lJuOO o covado, pannos finos, prova
de hmao, de superior qualidade e differentes
precos, casemira preta de todas as qualidades e
o mais barato possivel, e um completo sortimen-
to de fazendas de todas as qualidades, que ludo
se vende barato por ser loja retirada, e os donos
querem-na acredilar: na ra ireita u. 104
chegando a igreja do Terco.
Botica.
Cartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Aflecteur.
Pilulas contra sezes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
A 2S000 cada duzia.
Ra do Rueimado n. 19.
Lencos brancos de cambraia para algibeira a
29 a duzia.
Coberlas de chita a 2$.
Na ra do Queimado n. 19.
Tambem se vende a 320.
Ra do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo baralissimo proco de 320 rs.
o covado, brira de linho branco trancado a Id a
vara, ganga franceza de edr para calca o paletots
a 500 rs. o covado, lencos de cassa de cor para
meninos c meninas a SO rs. cada um.
A 2^500 cada cha -
luii do Queimado n. 19.
Chales de merino estampados a 2J500.
Algodao monstro com 8 pal-
mos a 600 rs. a vara.
Vende-se na ra do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
Vende-se cambraia adamascada para cortinado,
de lindos lavrores : na iuu do Queimado n. 19.
TOM-SB
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscalcl, idem : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Pcnnas de ac inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
i 7, dcGuedesi Goncalves, as verdadeiras pennas
1001 de 3co inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
200 sorde calygraphia Guilhermo Sculy, pelo mdico
preco de 19500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na ra Direita n. 45.
O agente do verdadeiro xarope do Rosque tem
estabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
Mi n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brtlo & Filho : desnecessario 6 fa-
zer elogios bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de scu autor como pela acei-
tacao que geralmente tem tido. Um cera nu-
mero de curas so lem conseguido com applica-
eo do xarope de Bosque, o qual 6 verdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orgaos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprictarios. e no falsifica-
do. esta lilhographada.
Attencao.
Na ra Nova n. 71,vendem-se carrinhosde mi
a 1j3, fejao amarello muilo novo a 500 rs. a cuia
e em saceos por preto comraodo, farelo a 69, mi-
llo a 4J500, e oulros gneros por commodo preco.
Altenco.
Vendo-so urna mulata de 20 e tantos annos,
com 2 lindas mulatinhas, qor motivos de fami-
lia, a qual sabe engommar muito bem, coser, fa-
zer labyrintho e cozinhar : quem pretende-la,
dinja-se ao pateo do Terco n. 16.
As floristas.
Na ra da Santa Cruz, casa n. 28, ha para ven-
der o mais bem escolliido sortimento de papel
para flores, bem como folhas de lodas as quali-
dades para as mesmas llores, clices para rosas e
apndices, o que ludo se- vender em conta.
Vende-se um cavallo melado mui-
to novo e grande, proprio para carro :
a tratar no pateo do Trro n. 33.
Vendem-se 90 apolices da com-
panliia do Beberibe : a tratar com Mar-.
colino Jos Pupe, no eicriptorio da
mesma companlna.
Vendc-se um grande sido com casa devi-
vend, muito perto desta praca, com grandes bai-
xas para capim, que se cortam 100 fcixes de ve-
rao a invern, cora pasto para vaccas de leile c
plantacoes de verduras, com algunsarvoredos de
Inicio, boa agua de beber, tanque para banho :
quem o pretender, dirija-se a serrara n. 55, da
ra da Praia, de Jos Higino de Miranda.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
a
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceico dos
MHitares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande c variado sortimento de rou-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno lino preto c de cores, paletots e
sobrecasacas do merino, alpaca ebomba-
zina prclos e de cores, paletots
fg
So
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
Do-se amostras com penher.
Cortes de vestido de seda de cores com
babados
Dilos de dita preta com babados
Ditos de dita gaze phantazia
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado ljf e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremcios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho prelas
Chales de seda de lodas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
I Panno preto e de cures de todas as qua-
lidades, covado
I Casemiras idem idem idem
Gollinhaa de cambraia de todas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
j Ditos de merino bordados, lisos c es-
tampados de (odas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos o
de cores
Aberluras para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
! Sajas balo de varias qualidades
j Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimcnlo complclo de grvalas de
seda de todas as qualidades
i Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancas e de cores
9
I
9
9
9
1*200
8
35000
18500
10$000
164000
1&000
9
9
9
9
9
f
g90O
9
9
5-sOOO
9
3$500
9
65000
8^500
e sobre-
casacos de seda e casemira de toros, cal- fg Ditas de fustao brancas e de core
casde casemira prela e de cores, ditas de <& i rrlM ,i i.l. a i j-
merin, de princeza, de brim de linho 1 Jerolasde l.nho e de algodao
branco e de cores, de fustao c riscados, "t? '-apellas brancas para noivas muilo finas
calcas de algodao, collcles de velludo 1*5) | L'm completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia c seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de
S
i
I
5
de velludo t5>
preto e de cores, dilos de setim preto e S2j
branco, ditos de gorgurao e casemira, di- >* '
tos de fuslcs e brins, fardaraenlos para
a guarda nacional, libres para criados, J55
ceroulas c camisas francezas, chapeos e M
grvalas, grande sortimento de roupas J&
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- j
dando ao comprador algumas das roupas !^
feitas se apromplaro outras agosto do ^
comprador dando-se no da convenci- e
nado. jas
&&i-^m^mim&!iWMr&-9iiin
Piano
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do utimo gosto, recentimente
chegados, dos bera conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este, clima.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Iem-se chapos francezes de superior qua-
a 650o, 7 e 83, ditos de velludo, copa al-
ixa a 7g, 'J e 10$, dilos de lonlra pretos e
Vend
lidade
la e baixa a ij.-jo iu;j, anos ae lonira pr
de cores, muito finos a G-3 e 7#, dilos do chile a
3$5oO, 5, 6, 8, 10 e 12?, dilos de feltro em gran- c0(m i.A a ,j,.
de sortimento, tanto em cores como em qualida- ,'s0 de lodas ores, corado
Cuitas francezas claras e
e ae cores para
meninas
Dilas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pul.-cias de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sorlimento completo de u-as de
seda bordadas, lis:s, para smhorts,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de coletc de gorgurao de seda
de cores
Dilos de velludo muilo finos
Loncos do soda rdxas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda cora
molas para senhora
bapanhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Tafet rxo, covado
Setim preto, encarnado c azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
s
9
1S600
&320
l?20O
2S0OO
IffOOO
des, para homens e meninos, de 2JS500 a 7g, di-
tos de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
los de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4j, dilos de palha ingleza, copa alia
e baixa, superiores e muilo em conla, bonetes '
francezes e da trra, de diversas qualidades, para |
meninos, chapeos de muitas qualidades para me- j
ninas de escola, chapelinas com veo para senho- I -i romnloin Mrfi_ui.
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel I cmPleto sorlimento de roupa feKa
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei- !!" .?."sac,as' sobrecasacas, paletots.
escuras, co-
vado a 260 e
Cassas francezas de cores, vara a 500 e
Lencos de seda de gorgurao pretos
Collarinhos de esguiao do linho
demos*
mo-
8S0OO
2C0
9
25^00
ljOOO
$500
19600
9
5325
J640
I
ISOOO
Francisco Anfnnin rnpr^in P-ipiIata les.Para cabeca, luvas, chapeos de sol, e .oulros
ri.UIUSLO AUlOniO LOrrea LaraOZO, muitos objeclosque os senhores freguezes, vis-
teiU Um ffrandp ;nrlirTiPntn iciu um glttllUC bul UmeillO aeiXarao de comprar; na bem conhecida loja de
tachas de ferro fundido, assim i S^USS DS*LL de B- ,-",J-
como se faz e concerta-se qual-
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afajna-
do fabricante Roskell, por precos commollos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
Vendas,
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Loja da boa na na
da Imperatriz n.74.
Vendem-sc verdadeiras luvas de Jouvin muilo
novas, brancas, prelas, cor de canna, para ho-
mem e senhora, a 2$400 o par, pretas de retroz | ,
com palmas de vidrilho a I96OO, dilas de seda jr, {'',', Hai
enfeiladas a 23200, lisas a 1280, ricos pentes de t^. '"
tajlaruga virados muito fortes a lOjj, dilos sem
screm virados a 4g, ditos virados imitando lar-
taruga a I56OO, ricos enfeites de vidrilho pretos a
3ft e 4$, esparlilhos de linho com carreteis a Cj
cada um, ricos Ieques imitando marfim a 2J500,
ricos" manguitos com camisinha c gollinha de
cambraia bordados a 6 o par, manguitos com
gollinha a 4$ e 5, camis com gollinha 9 3 e
3j)500, gollinha de bordado aberlo para menina e
senhora a 800 e 1500, agulhas francezas com
fundo azul de n. 6 a 15, alOneles em caixinha de-
cabeca chata, brancos e pretos, ricas franjas pre
las cora vidrilho, ditas sem vidrilho, prelas ede
cores, fila de seda, velludo, bicos, rendas, fran-
jas, la, linho, gales de cores e brancos, tesou-
ras, caivetes, facas, garfos e colheres de todas
as qualidades, sapatos de raarroquim e couro de
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA 3IEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, comporto inleira-
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complei'jao mais
delicada igualmente prompto c seguio para
desarraigar o mal na compleico mais robusta ;
iuleiramente innocente em suas operacoes e ef-
feilos; pois busca e remove as doencaa de qual-
quer especie e grao por mais antigs e icnazes
que soja 111.
Eulre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
mortc, preservando era seu uso : conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de harer tenta-
do intilmente todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se ade-
sesperoco ; facam um competente cnsaio dos
efflc&zes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recupcraro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Vidros de boca larga com rolhas, de i oncas a luslre, Para menina senhora, ditos do Aracaty
121ibras
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual veude a mdico
preco. t
Superior o melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defroMe da
porta da alfandega.
para homem, e muilos mais objeclos que se ven-
dem por menos do que em outra qualquer parle,
babados bordados para manguitos e calcinitas de
meninos.
y)l)(D
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora,
de um dos melhores Jabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
SoulhaU Mellors & C*
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Fcbreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Heraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infiammacoes.
Ir r eg u aridades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
9
125000
Vendem-se fazondas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, cm peca e a reta-
lho : na ruado Queimado'loja de 4
portas n. 10.
dade.
por sacca de
Irmos.
sendo casacas,
colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Relogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores de 5$ a
Cocos italianos
I de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa -i00 rs. um
e 4,$' urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volum
da Corographia.
Histrica clionoiogica, pen>aIorica
godao com 8 palmos de largo, pelo ba- nobilinni pnnlhnaW;TO.- j n '
co de 600 rs. a vara ; este algodao serve nbl,lai' e Po1 .t,c^do "nperto do Bra-
sil, peloDr. Mello Mora es : vende-se a
4$ o volutne, podendo-se vender o se-
gundo em separe do : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas lacradas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Orosdenaple preto, covado
Dito largo e muilo superior a 2# e
Sarja preta larga, covado
Algodo monstro.
A 600 rs. avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algo "
ralo preco
p^ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
4,000 rs.
milho; nos armazens de Tasso
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n.224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n 98, em Per-
nambuco.
Nova iYMico aperfei-
c oada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora..
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Ra do Oueimado n. 37,
A 30S cortes de vestidos de seda quecustaram
60; a 16-3 cortes de vestidos de phautasia que
cuslaram30; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na ra da.Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso 4 Irmaos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso Milho
nos manas da Tasto & Irmos.
1S60O
2c000
1S8O0
2c500
2j00C
: S Coniinua-sc a vender fazendas p7 baiio^
g preco at mesmo por menos do seu valor S
w afira de liquidar contas : na loja de 4 portas S
synarua^do Queimado n. 10.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se cm casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montana, arreos para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalczes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e nscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
Vende-se
o engenho Aremtind sito na freguezia da Esta-
da, no limite do Cabo, arredado um quarlo de
legua da estrada de ferro, cora batantes mattas
virgens, edificado de novo e todo demarcado a
tratar no mesmo engenho com o proprietario.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree &. C. n.
42, ra da Cruz.
Em casa de Soulhall Mellors 4 C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-so os seguintes artigos:
Chumbo de municao sonido.
Pregos de todas as nualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungarian era barris.
Dilo de Moselle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prala, patente e chroaomc-
tros, cobortos e descobertos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
Discoitos sortidos em latas paqueaos.
TlUIILDOJ


^
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 31 DE MARCO DE 1860.
r
ARMAZEM PROGRESSO
so no
1MY
--largo da Peaha-
Mantciga pcrfeUamenle flor a 800 rs. a libra o em barril se far nais algum abatimento
Qneljos mnito novos
a 1J700 rs. c era caixa se lar mais algum abatiroento nicamente no armazern Progresso.
Amexas trancczas
era llas de folha e carapotcims de vidro a 900 ra. *> >* >- '> -____
Trogrcsso.
Cavtocs i\c bollnnos
muilo novos proprios para miraos a 500 rs., c era porcao se far algum abatiracntos no Pro-resso
Figos de comadre
um ^TohcomSo!emCntC ^^ C PrpraS "1M mi">0s s ^gresso e eora vista se fcrl
Isaas v\c soda
cora 2 l,21ibras de d.fiercnles qualidadcsa 1^600 rs.. nicamente no armazera Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vcDde-se nicamente no armazem Progresso.
\in\\os engarrafados
P^oc^ -* a vista se fafl o
Yrin\\os em pipa
Bolacninna in&lcza
muilo nova a 320 rs. a libra e barrica 4g, unicamcnle no Progresso.
Potes vidvados
no Progre/o" prpras para ""eig* ou outro qualquer liquido de 400 a 1*200 rs. cada ura, se
l>occ de goiaoa
muito fino de ISa 15500 o caixao, s no Progresso.
Cuocolatc rancez
,ulHdldMS^.! ven,'I"-se OfWgunlosgneros ludo rccenlemcnle chegado c de soperio-
KlflhhK^ 8 rf- a Ubra- chouri'-a muil nova- nrmetada do mais afamado fa-
eSmSS^JSS' *'6' Vcsvcc?> PT. facas em calda, amendoas. nozes, frascos i St. Julien.
Dan eo kpv ?k! 1 C,nte"0*- 'iasl',;,s de varias qualidades. vinagre branco Bordean* proprio i Margaux.
mmu fin, vS-.'f S mc,horels acames de S. Flix, macas de lodasas qualidades. gom- I Larosc.
normacte h.'rtn ra,"ccza?' chamPsn das acreditadas marcas, cenejas de ditas,''
L-ns n uio nnv-,- 'SE?r"ncezca Tl2 """^ niarras1uin ^ ", azei.e doce purificado, aaci
nllXs nnr^'Jan''Ve Porco "fi^ outros muilo gneros que encontraran ledenle a
SlSfemCiTmP|^e.L0,n08 nrof,r,Ic,"' venderem Por mu,.o menos do que oulro qualquer
prometen) mais lambem servirera aquellas pessoas que mandarem por oulras ouro orticas* como
se v-icssem pessoalmenle ; rogam lambem a lodos os sonhores de engenho" se ihoresavrado es
quciram mandar suas encommendas no armazem Progresso que se Ihes aflianr-a
d acondicionamento.
Yevdadciva goma de malar ana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Patos
lidalos para denles a 200 rs. o maco om 20 nacinos, s no Progresso.
Alfardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardss ingle-
zas. excellenles por sua duracao, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa do Henry
Gibson, ra da Cadeia do Rccife n. 62.
Superiores chapeos de maha.
Estes excellenles chapeos que por sua qualida-
ae e cierna duracao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exitlem venda nicamente em casa de
Henry Cibson. ra da Cadeia do liedle n. 62 por
prcc,o coramodo. '
-- Vende-so urna negrinlia de 15 a 16 annos.
sabendo coser, coziuliar e enjommar: no Man-
guinho. em frente do sitio do Sr. Accioly.
Pianos venda
Em casa do E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo sorli-
mento de ricos e excellenles pianos de todos os
presos e qualidades, os quaes sao de muila du-
racao pela sua boa conslruceao. Estes pianos
que foram premiados com a raedalha de primei-
ra classo na exposico universal de 1855, alem
de serem de 7 oilavas e 3cordas,so de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
sarem podem cmpralos cora 20 ou 30 UiO de
menos que em oulra qualquer parte.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
liBras : em casa de Tasso Irmos.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall HellorA C, ra do Torres
Q. do.
Era casa de Henry Forster & C, ruado
Trapichen. 8, vende-se :
Arreios americanos.
Bombas idem.
Foges idem.
Arados idem a 305000.
Champagne e cognac.
Belogios americanos.
Farinha de Irigo de lodas as marcas.
Lampeoes de oalente com azeite proprio.
Viillio de Bordeaox.
Em casa de Kalkmann IrraaosA C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposilo das bera co-
nhccidas marcas dos Srs. Brandenburg Frcres
c dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, era Bor-
deaux. Tera as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Estph.
m
FABRICA
DE
Sita na roa Imperial n. 1 i 8 e 120 junto a fabrica de sabao.
f.
DE
Sebaslio J. da Silva dirigida por Francisco Bcliniro da Costa
MP^(\V^m!!\e,"CII,ient0a.8ei,pre Prompl0,S alambiques de cobre de differentcs"dimencoes
(de 300 a 3.060*) simples e dobrados, para destilar aguardante, aparelhos deslilalorios comino
para resinar e destilar espinlos com graduacao at 40 graos (pela gratluacao de Sellon Cartier) dos
memores systemas hoje approvados e conhecidos nesla e outras provincias do impario bombas
de todas as dimencoes, asperantcs ede repudio tanto de cobre como de bronze e ferro 'torneiras
de bronze de mdas as dimencoes e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d agua.portas parafornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de lodas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sera ella, fugues de ferro notaveis e
oaTe^^^ CObK' frdS d,e alrb[',Ul's' P^eica espumaderas, cocos
Pfrn0lKrAi i / Fla,nd.re8' chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra, Isnccs e
l fnnlfnar-, for !! LCnc,OS d en0,d lata0-fcrro *"** inglcz de todas as dimensoes, safras, Tornos
IS X! ,.Wr0J e,C': ? "iros muilos artigos por menos proco do que em oulra qualquer
enra Saal?/" qua,qUCr Hencomme'!da com presteza eperfeifo j conhecida
rio na rui Novl n?*%$,freSuezes 1ue se d.gnarem honrarem-nos com a sua conlianca, acha-
rdo na ra wova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomiendas.
Pechincha.
Com pequeo toque de avada.
Na ra do Qneimado n. 2, loja do Preguica,
vendera-se pe^as de algodao encorpado, largo,
com pequeo loque do avaiia a 2.$500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de ccres fixas bastante escu-
ras, pelo baralissimo prero de 6S a peca, e 160
rs. o corado.
Vcndc-sc

Jies
a boa qualidade c
VO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
D,le-A?eim ^-I^^^r^min ""cu.ano-A. G. Bamos-A. Guiraa- HSS&! comisa p?r.
S!fc^ijS3^^ ^P? de Ven_donra-A. Xavier f.^edos de fruc.o, e aom
Gomes de AmorimF.
jjalhaesCoutinhoJ*.
Latino CoclhoJulio Mximo d"oivei'ra
Jos d
Cunha
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da MottaRodri-o Pa-anino.
es Cordciro-Carlos Jos Barrciros-Carlo"s Jos^Caldeira-lt'pn 1
CliAteau Loville.
Chleau Uargauz.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Ciiale.iu Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Shcrry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em Larris, qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ceneja branca.
Baralissimo.
Papel de impressao do formato do Liberal, e
maior, muito alvo e de superior qualidade, a
ponto de sojeilar-se a toda e qualquer experien-
cia que o comprador exigir, tanto cora tinta do
impressao, como com oulra qualquer, em lote de
10 resmas a 9^ a resma : na ra do Imperador
defrontc de S. Francisco.
Vende-se um silio em Bem-Qca margem
grande familia, lem
terreno para plan-
azo: a tratar na ra Real n. 1, at s 9 horas
da manhaa, e das 3 da larde em dianle.
^endem-se saccoi com
pelo baralissimo preco de
(Jueimado n. 8.
Vcnde-se urna ne^ra com habilidades c bo-
nita figura : na ra do Collegio n. 25
andar.
m
. c=y45-RlIAJiOV\-<5
^ Grande soriimento de roupa feua para _
3j homein. .V
^ Djlo dilo de chapeos de castor e de seda. K
Sobilia,
Vendem-sc 12 cadeiras, 2 consolos "o 1 sof,
ludo de amarello de qualidade, obras novas c de
feitio moderno, por menos de sen valor: na ra
da Madre de Dos n.,36 A, se dir.
llclogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, ra da Cadeia do
Uecife n. 62, ha para vender um completo sorii-
mento de relogios de ouro e prata, chronome-
Iros, meiojihionomeiros e de ptenle, os nie-
lliores que vera a esle mercado, e a precos ra-
zoareis.
57 Roa do Qneimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a esle estabelecimento ura completo
soriimento de obras feitas, como sejam : pale-
tots de panno fino de 16g al 28S, sobrecasacas
de panno fino prcto e de cores rauito superiores
a 35?, ura completo soriimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se rendem por preco commodo, cerou-
las de linlio de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2g at 5g
cada urna, chapeos franeezes para homem a 8#,
ditos muito superiores a 10?, ditos avelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a lOg, cha-
peos de fellro para hornera de 4, 5? e at 7?
enfeitados pa-
... IfUS u
mimo minio novo. .
gO; na ra d ca'iaum- dllos de scda e de Palha
linha de novello de lodos os sortimentos meias
do seda inglezas de peso c mais inferiores, bran-
cas e pretas, por precos commodos : era casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 02.
Relogios.
Vpnde-seem casa de Johnston Taler & C, ra
do Vigario n. 3, ura bello soriimento de relogios
de ouro, patente inglcz, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
vanedade de boniios trancclins para os mesmos.
EniQasa de Borott &C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello inleiramente
novo.
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodao americano (raneado.
Presuntos para fiambre.'
Che preto de superior qualidade.
Pumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris do superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muito afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Uent Julop, Bitters, Wniskey
C, ludo despachado lia poucos dias.
y^w&m &!&wm$ mmmm
a| Vende-se um bom engenho na fregu- Sjj
^ zia de l'o d'Alho, leudo Ierras paramis *f
k dous ongenhos as quaes tambera se ven- i
^J dem em separado : quera pretender diri- *|
jfc ja-se ao Sr. Joaqun] Marques Santiago g|
$jp na ra do Drura desla cidade, primeira
^ casa depois do chafanz. ^
Kfgfse@$ge m&mmm mmmm
Vende-se ou arrenda-se o cngenlio Lelo,
silo na freguezia da Escada, mocnie c corrcnlc ;
esle engenho (lea a urna legua da estrada de for-
ro o a pequea distancia de porlo de embarque:
seu terreno conten raneas corladas por riosque
peridicamente os alagam e por isso os fertili-
sam : foi movido por agua, e se-lo-ha cora pe-
queo trabalho porque existe um grande acude e
levadas necessarias ; suas obras sao antigs', mas
em perfeito estado de conservacao, solidas, vas-
tas, e com todos os commodos "desejaveis. Po-
rm o que torna este engenho ura predio verda-
deramente ambicionavel. sua exlensao de mais
preco :
Vldwe "ola solta por baralissimo
no armazem da ra do Amorim n. 46
Vende-se um mulato de 18 a 20 anno
sera achaques, proprio para engenho ; tambera
SCyCnvLaJT ; "a TV da Gui. taberna n.E
- Vende-so ura cabriole! em bom eslado-
muilo raaneiro e cora boas molas, por preco cora
modo-: na ra da Aurora n. 52. v
Escravos fugidos.
car-
pe-
Fugio no dia 24 de marco do correle mez
o molcqucde nome Juslino, de cor fula, idade
de 11 annos, pouco mais ou menos, andar manso
por causa de urna unlia arrancada no dedo m-
nimo do pesquerdo : quem o pegar.leve a rus
de Sania hita n. 71, qce ser gratificado ; outro
sim, levou camisa de algodao branco.
s-^ViriA r11 d0 correnl fuS'<> Jo engenho
de J\, n* frP''Uezl', da '-uz. avo cfoulo
1no"ac Domingos, cosluma tralar-se por Joo.
o^ inm ,?n Sde ldlldp- PUC0 n,aisou nc-
olhoi!,! "n?1"1 rOS, Puco baixodo
ol o esquerdo bragoscompridos, raaos e ps re-
gulares, lem falta de denles na r'cnle. un.^cica-
triz em um dos hombros que parece ser de faca
marca de chicote as nadegas. tcm cravos nos
pes, muila prosista, gaba-sc de Tlente
reiro, fui escravo do engenho Minos Novas -
de-seas autoridades policiacs c capilaes de cam-
po a captura do mesmo, c mandarem a seu se-
nhor Antonio Luiz dos Santos, morador no mes-
rao engenho.
l'ugiram no dia 18 de marco de 1800. do
erige nho Gameleira, comarca de Santo Anto,
Ires escravos, ocm os signaes seguintes ; = un
crioulo de no me Manoel, idade 25 annos, seceo
docorpo, sera barba, olhos vormelhos, e. tem
urnas glndulas no pescoco, e ps muito peque-
os; oulro donme Benedicto, cabra, idade 20
annos, grosso do corpo, rosto redondo, olhos pe-
queos c vivos, e ps pequeos ; e oulro de no-
eni Honorato, mulato, do idade 20 annos, secco
do corpo, ramio abestalhado, nCs pequeos o
nimio limpos; todos esis escravos costumam
andar sempre bebados : pirlanlo roga-se as au-
ondadrs policiacs lano do lugar como de ou-
tro, os queiram capturar, assim como aos capi-
laes de campo que os peguem e levem-os ao dilo
engenho, ou nesla praca, na ra Imperial n. 3:1,
que serau generosamente gratificados, alem das
despezas feitas qne pagar-te-ho.
No dia 0 do torrente fugiram do engenho
L'cha o escravo Filippo, cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 annos de idade, f.,lla bem
o no da 8 o escravo Marcoiino, denaco An-
gola, cr fula, alio e secco, sera barba, lem nos
bracos signaos de vaccina, na testa urna cicatiiz
em forma de meia la, ecra cima de um dos pc's
urna sicatriz que repuchou alguma cousa a pello,
lem a falla descansada, bem feito de rosto c re-
prsenla ter 28 annos de idade ; ambos esles es-
cravos levaram calca de algodao azul trancado o
camisa de algodao de listra, alem de mais 'roupa
que possuiam, c suppe-seque reuniram-sc pa-
ra seguirem viagera para o serlao do Sobral de
onde opriraeiro natural : a quera os aprehen-
der junios, ou a cada um de per si, ou dellcs der
noticia, ser Lera recompensado pelos seus do-
nos, no referido engenqo Uclia
200,000 de ffraiifi-
cacao.
tereciro
tres
um omTdP la a8,?!!SUnda-s r1"5 erm M^S- de WPHB*. e completa todos os semes
um Tolume de 420 paginas cora ndice e frontispicio competentes
Assigua-se n9 escriptorio desle Diario, ra das f.ruzes, e na ra Nova n 8
brasiS) assisnalura : Pclos P^ue,es vaPr 10200 por anuo ; por navio de vela 8$ (moeda
Ha algumas colleccoes desde o comeco da publicado do jornal.
CONSIILT
DO
I ^6*
Wm IPUBf Hl I PBMBIDIR.
>A GLORIA, CASA DO FUNDI 3
Clnica pot arabos os systemas.
Tachas e moendas
Braga Silva J C, tem sempre no seu depo^'
aa ra da Moeda n. 3 A, um grande sortiro<
de tachase mocr.das para engenho, do mi
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratan .
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44. ?
Espirito de viiiliocom M
Os chamados devem ser dirigidos 5 sua casa at
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo
pessoa, o darua eo numero da casa.
Ncssa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement eos mol
mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguimos
Bolita de 12 tubos hmi1
Ditos de 24 ditos
Ditos de 36 ditos
as 10 horas da manha e em caso de ur-
por escripto em que se declare o nome da
e os melhores medica-
Bolita de 12 tubos grandes", !".*""."T\ T". 10S000
5000
Ditos de G0 ditos. ... ........iM^n
Tubos avulsos cada um. ..'.'.'.'.', '
2^000
Jvulsos cada um.....'. 1er
Frascos de linduras....... ......
Manoal de medicina homeopathic plobr.'jahr'trduzido
em portuguez com o diccionario dos termos do medi-
cma.cirurgia etc.. etc. ...... 20SOOO
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. '. '. 101000
Beperlono do Dr. Mello Moraes......... 6-oo
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larga do Rosario n. 36
\endem-sc ceblas em caixas e aos ceios
por barato preco : na ra Direila n. 69
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharesde individuos de lodasas nacOes po-
dem leslemuiihar as virtudes desle remedio in-
comparavcl e provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizerara tcm seu corpq e mem-
hros inteiramenle saos depois de haver emprea-
do inutilmcnle oulros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravillosas
pela leilura dos peridicos, que Ih'as relatara
lodos os das ha rauilos annos ; c a maior parte
dellas sao lo sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
oraram cora este soberano remedio o uso de seu
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilacs, onde de viam sofTrer h
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para scno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord eorreee-
dor e outros magistrados, am de maisaulenti
carem sua firmaliva.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
'ivesse baslante confianca para cnsaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mcntralaloqucnecessilassea nalureza do mu
cujo resultado seria prova rinconlcstaveljuente !
Que tudocura.
ra meninas a 10#, ditos de palha para senliora a I ^ 'W* >berU de matas virgen convidando
-q, ,. ,, ^ -. .olrabalhador a rasgar-lhc as entranhas pela cer-
123, chapel.nhas de velludo ricamente enfeita- \ lcz, de grandes colheilas : pela nalureza do solo
das a 25$, .ditas de palha de Italia muito finas a e suas dimensoes, o engenho Lefio pode fornecer
25$, cortes de vestido de seda em carto de 40$ i 'errcnos para dous grandes cngrnhos sem per-
at 150$, ditos de phantasia de 16 al 35S000,1 fnVon^u'nfi'.o5 J^i0 dis,inSucm : com Krnes-
..... ,, ,M .. .* i,0 'oncalres Pcreira Lima, no engenho V rente
- -e cambraia de 1 ate 5. manguitos Campcllo da mesraa freguezia, poder enlcnder-
al 5ft, organdys escuras e claras a sc qualquer prelcndenlo
rara, cassas francezas muito superiores
.u^roes novos a 720 avara, casemirasde cor-
les para collctes, palctots e calcas de 3^500 al
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 2jt500
al IOS o corado, cortes de collete de velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
e de fustao brancos de cores, tudo por prego
barato, aloalhado de algodao a ljp280 a vara, "pi
cortes de casemirasde cores de 5 al 9, gresde- V CFFOS (16 6DffOIHa
naples de cores e pretos de 1600 at 3S200 o i
covado, esparlilhos para senliora a 0$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12;} cada um, I
lencos de cambraiade linho bordados
nhora a9e 12$ cada um, ditos lisos
mem, fazenda muito superior, de 12
duzia, casemiras decores para coeiro,
2$00, barege de seda para vestidos,
para se-
para ho-
al 20$ a
corado a
corado a
CASA DE BAHO
>.0CSt,e I)rov^'oso estabelecimento, que pelo
?ieD^"1* f^,n,d0' kr-ae-Mo lambem do 1
nentemente montado, f, m-pvlos no ros mclhoramentos fetos acha-se conve-
maior commodidadee econoraiado r?, fi^ l l de norerabro era vante, contratos mensaes para
tantos sacrificios. sconomiado publico de quera os propnetanos esperara a remunerado de
Asignatura de banhosfriospara urna pessoa por mez.....10$000
Series de carine* tX^iH^ de cho1ue ou chuviscos por mez 15^000
senes ae canoes e bannos avulsos aos oreos aiiminr.iadiw.
FUNDICAO OARORA.
Seus proprietarios ofTerecem a seus numerosos freguezes p o imUi am BOi 4^.
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimento a s h! L P?1' toda/
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos lodas de fe m o n,ra cubo'e m/nfr. SllfJ6
lZ! mhc,asKmuend?^ ^chas de ferro batido e fundido de todo oS taraanhos \Z
thos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas JZ t
ZLe Par" dTar2?ar 8lgod&0' Pren?as Para "a"doca e oleo eS por '
fcf. e,moinhoKs *enle, arados, cultivaJoies, ponles, -aldeiras e tanquJs bo?g
JL "S iHb"8 de ohno. Execta-se qualquer obra seja qal fr sua na'
desenhos ou moldes que para tal tim forera apreeentados. Rccebem-Uincommld-./
x^rSlecfraenSrs'o^^ [,-d ^"egio hoje do Im^adoTn^'t^u do cai-
nteder para qualquerVbrt Joa*utfil da ^^ ^eir.a, com quem ^etendentes se ^dem
O ungento lie til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
ncini, portoes gradara, co-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupccs e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammaco doflgado.
Vende-se
*iga.
Inflammaco da be
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Literas na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrucco era prtuguez para o modo de
fazer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceuiico, na ra da Cree. 2, em Per-
a enhoc.
1^400, um completo soriimento de collctes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7J> o corado, pannos
para cima de mesa a 103 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 2.5SO
o corado, bandos para armacao de cabello a
12500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gera, eum grande soriimento de macas e malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivcl aqui mencionar, porm com a vista dos
'comcradoresse moslrarao
Altenco.
Vende-se milho em saceos a 5J, farelo dq Lis-
boa a 63 o sacco, farinha de mandioca de supe-
rior qualidade. em saceos, arroz pilado, dito de
casca, courinhosde cabra, esleirs de palha ; tu-
do se rende por menos do que em oulra qual-
quer paite : na ra do Rangel n. 62, armazem.
JACARANDA.
Acabara do chegar algumas duzias desta ma-
deira, e vendem Azavedo & Mendes : para ver
no seu armazem no largo da Asserablan. 9.
Narocheira do porto do Capira
nos fundos do sobrado do Sr. Dr
Salino, guarda-se carros e tra-
anse de cavallos mais barato do
Villa do Cabo
Ra do Livi'aniciilo. esquina da ra-
vessa da Tomnha.
O Machado est queimando carne e bacalho
por todo o preco ; cheguera freguezes antes qu
se acabe.
mar econmicos
A sjsooo.
Desde o da tu defevereiro prximo passado.
Ingio do engenho S. Juao do Cabo o negro Ama-
ro, de nacao, okial de pedreiro e mestre de as-
sucar, alto, bom corpo, com 35 annos de idade
tneio dota, anda desembarcado e um lano cm-
barado, tera na testa c na ma.-siiu esquerda assim
como na canella da perna direila urnas cicatrizes
esbranquicadas e nos peitos um rergao atraves-
sado. 1 o comprado em 1857 ao Sr. Tiburcio
Antonio de Oliveira c antes desla dala tcm
do em Santo Ignacio e engenho Novo do C;.bi. :
provavel que so intitule de for.o ou de pagador
de semana : quem Q pegar leve-o ao engenho
>. Joao do Cabo, ou as Cinco Ponas, na fabrica
unagre, que sc pagar a recompensa promet-
de
lida.
A 8,000 rs.com todos
os pertenecs.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se esles magnficos ferros as seguin-
tes casas :
Praca do Corpo Santo n. 2.
fu da Cadeia do Recife n. .
Dita da cadeia do Reciten. i).
Ra Nova n. 8.
Rua Direila n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
flita do Crespo n. 5.
Dita daPenha n 16.
Dita do Cabuga n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dita Direila n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. -56.
Dita do Lirramento n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Im eratriz n, 10. rmazera de fazendas
de Raymundo Carlos Leite & Irmao, em todos
estes lugares dao-se por um ou dous dias para
experimentar-se.
que era outra qualquer parte.
Oleado de
cores.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
possivcl neste genero, e de diversas larguras,
por prego commodo : na rua Dircta n. 61, loja
de chapeos de B. de B. Feij,
Perfumaras.
Banhasera dirersos rasos, extractos esabone-
les, ludo de qualidades, e fabricantes dirersos
Pivel, Violet, Monpelas, Pinaud Regnier Ker-
ben, etc., etc.
Os apreciadores da boa
fumaca
Charutos de qualidades e fabricantes dirersos
vende-se na loja do vapor, na rua Nova n. 7
Chapeos.
Chapeos de sol de seda a 8g, ditos de feltro fi-
nos para cabeca a 4 : na loja do vapor, na rua
Nova n. 7.
Vende-se um boi de carrosa, muito manso,
e em coota, ao p do sitio dos engajados, era
Santo Amaro para fallar e rer, no mucambo ao -
p do dito si Vende-se um rico coup 6em uso algum, s
Suim1 rail? i iraS^cL^x, "j* I i6 SUpeT qeu,a lidadc a 500 = a "to : na
* -"""seo, cocneira n. 7. 'livrana ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
ra
baixa, bocea
pelas fonles,
porm muito
bem
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felippe, de na ju \ -
gola, de idade -5 a 50 annos. com os' signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula
testa carregada, olhos pequeos, cara larga
barba, falla fina e a voz sempre
larga, com alguns cabellos brancos
parecendo ser muilo mancinho, r
velhaco e mettiao a curador de emposlurias" ,
bora corpo, pernas ura tanto finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
Hago Pereira da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Preta quem
o pegar ou disser onde de cerlo est ser
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaxo assignado, no dia 18
do corrente, urna sua escrava da Costa de nome
Maria, que reprsenla ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pieta, tem
bastantes cabellos brancos. costuma lraz->r ura
panno atado roda da cabeca, lendo por signal
mais salienle as mos foveiras, proveniente do
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com renda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, porlanto, s autoridades poli-
ciaes, capilaes de campo e mais pessoas do poro,
a apprehcnso de dita escrava, e iera-la loj
do Preguica, na rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina dcfronle
dacocheira do Illm. Sr. tenenle coronel Sebas-
lio, qne sero generosamente recompensados.
Rua da Cadeia do
Recife n. 23,
Confronte ao Vjccco l^argo
Saia balo superior rendada, dita de mussu-
lina para senliora por G>. ditas para menina por
5#, todas da melhor qualidade e com litas pro-
prias para o bom commodo, manteletes bordados
de grosdenaples preto de diferentes gostos, ditos
de lil, corles de vestidos pretos superiores bor-
dados a velludo a 50$, ditos de seda a 80g000, e
ouiros muitas fazendas, proprias para a quare's-
ma, que se mandara amostras.
Verdadeires Uivas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na rua da Im-
peratrizn. 7, loja do Lecomte.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco coramodo.
Tinta para escre-
ver.
_ No dia 6 do corrente, Tugio do engenho
L'choa, o escravo Filippo. cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, falla bem c representa ter 32annos de idade ;
e no dia 8, o escravo Marcoiino, de naco Ango-
la, cur fula, alio, secco, sera barba, tem nos bra-
cos signaes de vaccina, no testa urna cicatriz pe-
quena em forma de meia la, c em cima de um
dos ps urna cicatriz que repudia alguma cousa
cousa a pelle, falla descansado, bem feito de ros-
to, e reprsenla ter 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levaram calcas de algodao azul
trancado e camisa de aleoda de listra, alem do
oulra roupa que possuiam ; suppoe-se que estes
escravos reuniram-sc e seguiram riagem para o
serlao do Sobral donde o primeiro escravo reio
ou para oulro qualquer sertao, porque consl
que seguiram para o centro : roga-se a todas as
autoridades policiaes, capilaes ou a qualqut-r
pessoa particular, que os apprehenda, ou aviso
ao major Antonio da Silva Gusmo, no Recife,
ou no engenho l'cha, que sendo auloridade lio
icar cni eterno agradecimento, e compromci-
te-sc a pagar generosamente as despezas com a
conduccto ou aviso dos referidos escravos, assim
como a capito de campo ou pessoa particular
quo zer o favor prcnde-los a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, ser generosa-
mente recompensado.
A 5 de marco de 1860 fugiram Joo c Vi-
cente, tendo ambos levado fouces de mao os
quaes Uveram bexigas e conserrara as marcas-
o primeiro levou camisa e ceroula de alodao*
azul, chapeo de palha, lem 40 annos de idade
altura regular, cabellos ralos, testudo olhos
brancos e amoitetidos, sem barba, denles per-
fetos, muilo pintado, bracos'e pernas finas, que-
brado de urna verilha, e muito besta : o segundo
levou camisa e calc,a de algodao de riscado, tem
30 annos da idade, altura regular, testudo, olhos
vivos e rermclhos, sem barba, denles perfeitos,
bracos o peinas Cnas, ps pequeos, lem marcas
do chicote as nadegas, tem urnas cicatrizes em
ambas as candas, muilo regrisla, trabalham
arabos de carreiro o canoeiro : quem os pegar,
traga a Francisco H. Teixeira de Araujo c Suva,
que ser bem recompensado.
No dia 2 do corrente mez fugio da fabrica
de sabio de Joaquim Francisco de Mello Santos,
o seu escravo Antonio, crionlo, cor bem prela,
nariz chalo, baixo e um pouco grosso, com idade
do 2o annos, c o signal msis conhecido ter a
falla de um dente na parte de cima : a pessoa
que o pegar, dirija-se a mesroa fabrica de sabo,
na rua do Brum, que ser recompensado.


(8)
DIARIO Dfi_PEftSAMBUCO. SABBAftO 31 t)fi MAftCO D-E f60.
Lilleratura'
Nao aniecipcmus porera a expusn-nu das ideas,
que mai3 larde loremosque expender para dosen-
volvimcnlo e expresso das nossas opinics nes-
(a materia.
Prinieiro que ludo, p para caminliar luz dos
fados que nesta parle nos ho do servir como de
argumento c guia, desenliemos o largos traeos o
quadro do poder temporal do Tapa, e descreva-
inos a. actual situaco do s<;u governo e soberana
temporal.
Temronlos estas infoimaces n'um livro ro-
0 poder temporal do Papa.
Comermos hoje a escrever tima serio de arli-
gos sobre esse agitado e transcendente problema,
cussoes nas altas regios da poltica europea, e
abri margi-m j urna lula do principise
trencas rJjgil^ih e p'oliliras, que se nos nao
le a crjnsdpncia, nem nos illude a ilesassom-
dos fados-est prxima do
ai e. '
sso proposito avivar paixoes adorme-
?, nem lomar voz na imprensa por una das
ojiiiHQC exclusivas, cm que ii i"> repartida e se-
rSa a opino geral da F.ufopa. Estamos asss
. parlados do campo om que se fercm e debalcm
as grandes e imponentes quesles de transforma-
cao poltica e religiosa, para fndannos o nosso
juizo nas largas c iseulas cunsideraces dos in-.
teresacs communs da christandade, s'em macu- *>. c"ita e levanta sempre o espectculo da
teneos a conscie.ncia em exclusivismos e facete- PPP8?5.0 e Iransviamenlo ou exagerado das
sida.los.que desluzem e iiiiiuinanu sempre a r- ["ioSMauCOOS.
donaldade do conceito c a legilimidade das opi- O reino de alguns sacerdotes, diz aquel-
nioes. lie esenplor, eslende-se n'uma superficie de
Para ns Roma o que sempre foisede c ca- 4,129,7G hectrea segundo a estatistica publi-
1 ,n da egreja universal, foto c centro da com- cada em 1857 por M. Ulezi, boje cardeal. Eiu
luunho cailiolica, thronu e assento emflm do cifra redonda, podo dzcr-se que os chotis da
primeiro principe chrrslo do universodaquello Egreja administran] temporariamente milhes
que tem nas mos o annel do pescador, oque ,l,! nctares, ou 40,0>0 kilmetros quadradoa.
na tlwra e no bculo poniiilcal reprsenla as Nenhum palz mais opulentamente dotado, nem
insignias da realeza catholica dossa santa e ve-' melhor talhado para a ogricullura eindustria, e
neranda dynastia de apostlos, que atravez da
nao devera causar eslranhez.i, que unamos a
nossa tos s dos eminentes cscriptores, e desas-
sombrados estadistas o reformadores, que neste
solemne pleito d'e.uconlrados principise doulr-
nas, ho emiltidoasua opinio, e proclamado as
mais sas e avisadas ideas. livrepara todos o
campo da discussao, c na larga-estacada em que
nos adiamos militando felo progresso malcrale
moral das naces, principalmente quando tantos
erros e prr-juizos por longo lempo enraizadosms
crencas populares se conspiran contra o trium-
perder ? Esse segu diruo no seu caminlio nao
poupanpando nenhum poder, pela s razao que o
mais perverso conquistador nada Uvera que llie
roubar.
E' egualmente corto, diz anda o mesmo es-
criplor, que as mais vastas conquistas do cato-
licismo ho sido operadas no lempo em que o
Papa nao reinava. Desde que elle re, o ter-
reno conquistado Egreja pode medir-se por
centmetros.
Os pnmeiros.Papas, que nao eram res, nao
i
cenli 'mente publicado, que lem espertado vivas \ pho das ideas liber.-.es, nao seremos nos que em-1 timVm orcamento, c por linio nao linham dficit
sympathias no seio da Europa, e produzido do-
lo rosas i mpressoes em todos os coraedes genero-
eos que sabem condoer-sc dos alheios sofl'ri-
mentos, e render ao infortunio o preilo e conso-
lado da dor o do sollinnenlo commum. E' a
queslo romanade M. L. Abontlivro rop.is-
sado do frvido eothusiasmo pela emancipadlo
dos povos italianos, e chco aquella nobre ir
irito Ilustrado
dignacao, que n'um osi<
alma temperada pelo influxo da lber
mudeoamos dianle do geral clamor dedesvaira-
dos preconceilos, impondo silencio conscicncia,
c subordinando ao temor do desagrado ou ani-
madverso publica a justa exposico das nossas
crencas e principios. 'Isso o que ora fazemos.
Esse apenas o nosso intuito.
a supprir todos os anuos, nem eram forrados a
pedir emprestados os milhes do Rolhscild, nem
eram mais independemos que os Papas co-
rados.
Desdo o da em que o espiriliiaUc temporal
forameucadeados un ao nutro romodous po le-
Somos aberlamcntamente contra a conserva- !I0S Siamc-zes, o mais augusto dos dousperdeu
cao e existencia do poder temporal do Papa. Eis-1 "eccssariamenle na su a independencia, pois que
Es-ah a nossa opinio.
c diuturuidade dos seculos mantera
Iradicces e crencas da f religiosa e
e"originarias idades do chrislia-
sucressao
l rmes as
(as primeias
nlsmo.
Somos chrislos c religiosos. Acatamos no
no Pontfice o supiemo sacerdote da Egreja,
investido pelo fundador da rcligio catholica na
I -SO das mais levantadas e mageslosas func-
(es, que na Ierra foram al hoje conhecidas. E
pura e verdadeira a nossa f nessa veneranda'
insliluic&o creada por delibcraoo do espirito di-
vino.
Isto basta para arredar das nossas palavras
A populac&o dos Estados da Egreja sobe,
segundo o mesmo escriplor, a 3,l2,0G8 ho-
mens.
Islo pelo que toca exlenso do lerriloro c
sua populacho. Vejamos agora as formas e prin-
cipios do governo.
A Egreja calholica romana, diz o mesmo es-
criplor, compe-c de 130 milhes de indivi-
duos E' governada por sessenta caldeaos ou
principes da Egreja ara memoria dos 12 apost-
los. O cardeal bispo de Roma, que designado
tamhcm com o nomo de vigariu de Chrislo, de
Santo Padre e de Papa, 6 investido de urna au-
qualquer sombra de duvida ou suspec'o, sup- loridade sem limites sobre
pondo-as talvez nascidas de pouto fervoro- milhes de catholicos. Os cerdeaes sao nomca-
sos senlimentos, ou laxando-as de monos af- j dos pelo Papa ; o Papa nomeado pelos car-
feieoadas causa c principios da religio chris- Ideaos.
Ia. Nao aceitando i o amargor c azedume, que
Para o Summo Pontfice egualar os altos des- j vislumbra neslas phrases, e culhendo s os
linos di sua divina misso, ser porm indis- fados que ellas encerram, entraremos no pro-
pensa vel, quo ao lado do puder espiritual sejam I x<>no artigo na apreriadio das consequendas
lambem attribuidas ae soberano das conseiencias occessariaa e legitimas do
Papa.
C ao depositario da horanea e poderes apostoli-
ce extensas provincias, dilatado imperio, direi-
funecoes governativas, subditos c vassallos,
pino e exercilos, e finalmente lodos os elemen-
tos e rarele:Uticos do poder e soberana tem-
poral ?
Eis ah o problema collocado em toda asim-l
pieza o verdade dos fados, e das ideas actuis.
Kingucm contesta ao Papa a legilimidade e san-
ti lado da soberana espiritual. Todos os povos a !
iiain. Todos os gabinetes a reconhecem.
9 as opiniSes polticas a acceilara, como in- i
controverso faci, que o scepticismo de ho-
je, como a irreligiu e fanatismo d'outras eio-:
cas, nao tei a sobeja torca para negar e des-!
truir.
Com o poder lempor.il nao 6 o mesmo. Nao s
se disputa e controvertc a sua legilimidade, so-
nso que al se pc em Utigio a sua necessdade
c conveniencia.
Neste campo se ha renhido e incendiado a lula
lula de reformarn c insurre?o poltica a
principio, e agora lambem controversia e dispu- <" desde
tacjio religiosa em que andjin empenhadas as Jl* n
consciencias c arriscados os inlcresses geracs do
orbe calhoheo.
II
! Deve ou nao existir o poder temporal do Papa?
ou nao esle essencial e indspeusavel condico
da conservado o ntegridade da soberana pomi-
(lcia ? SofTrer algum deslustre ou quebra a dig-
nidade religiosa, e as immunidades eatholcas li-
gadas e consubstandadas na augusta e veneran-
da insliluico, que na Ierra representa as supro-
nias allribuices do fundador do calholicismo, e
e n'uma gnj 0 nosso sentir. Es-ah a nossa opinio. Em
10" todas as razes, que inulilmenle se ho allega-
do por parle dos estreios defensores da sobera-
na leuporal do Summo Puntillee, nao podemos
alada deparar una s quedesconcertasso os nos
sos principios e nos demovesse da crenc,a cm que
oslamos.
Nao dado nos curios limites de um arligo de
jornal o entrar em aturadas e profundas disser-
lacdes sobre a conveniencia ou desnecessidade
das attribuices lemporaes do poder pontificio,
nem aquilatar devida e consciencosamente lodos
os argumentos, que nesta queslo lem por urna
eoulra parte sid*o produzidos. Pur aso lioitar-
nos-hemos ao que julgamos inleiramente in lis
pensavel para dar fundamento e razo opinio
que acabamos de annunciar.
Encaramos em face o primeiro e principal ar-
gumento em que se tirina a defe/a da soberana
temporal do Papa. E' a independenciadeste, que
s pude manter-se, no dizer dos cscriptores ul-
tramontanos, pela existencia de ura estado inde-
pcndnnle, pela autondade de um guvorno livro
de eslranha luiella e com o cortejo, e concom-
lindo d'exer ilos armados cm defeza da Egreja,
d'iustituicoes theocraticas organisadas em de re-
dor do Ihrono pontifical, como para Ihe engran-
decer o prestigio e a magestade, do povos e vas-
o espirito dos 13!) salos subjugados pela forca das baionetas e pela
lyrannia do arcabuz asseslado sempre contra a
libcrdadc e armado contra as mais leves ma-
nifestarjes de independencia c emancipadlo po-
pular.
Era o que j dizia M. Thiers em 189 na assem-
blca legislativa :
Para o pontificado nao ha independencia, d-
puder temporal do ; lia ella, seuao na soberana. E' esse o interesse
de prirneira ordem, diante do qual devem enmu-
decer todos os interessi'S particulares das naces,
como cm qualquer estado o interesse public de-
ve fazer emmudecer os inlcresses individuaos.
Esse lambem o principal e mais vulgar argu-
mento corn que se quer amparar anda hoje a
estremecida e racillanle soberana dos herdeirus
e Eiiccessores du primeiro apostlo.
Infeliz e pouco solida razo essa em nosso
jilzo. Em que implica ou prende aindependi-n-
lodos os dias o Soberano Ponlillce ob'rigad a
optar entre os inlcresses geraes da Egreja e os
inleiesses particulares da sua cora.
Eis-ahi como se sustenta a independencia do
Papa pela co-existencia das siis prerogativas
ospiritiiaes e lemporaes. Sao dous poderes que
so destroom reciprocamente.
ICommercio do Porto.)
continua as gloriosas Iradicoes das edades apos- cia du Papa com a existencia do seu poder o at-
igio chrisi i .' i tiibuices lemporaes ?
E lastima 6 que assim seja A msela das
paixoes, o cruzamcuto e confuso das ideas po-
lticas o as doutrinas religiosas, a assimilacao
forjada da causa dos povos e da aausa dos prin-
cipios o dogmas thrisios, pode crear graves com-
prometlimentos, c. fazer correr varia e incerla
fortuna perpeluidade e manulenco do poder
i si liiual do Summo Pontfice.
FOLUETIM
lolicas da reli
Esse fu o assumpto, que no primeiro ailigo,
que escrevemos sobre esta materia, deixmos pen-
dente de mais averiguado esludo, e posteriores
appreciacoes. A' essa grave interrogado vamus
agora dar conveniente e ajustada resposla.
Bem sabemos que por humilde, insignificante,
e modesta nao peder a nossa opiniu preponde-
rar nos conselhos da dinloma.ia europea, nem
concorrer pela sua parle para o melhur ou peior
solui o desse lemeroso e gravissmu problema,
muilo lempo preoecupa a attenco
civilisad.
Nem tal podera ser o-nosso intuito no por a
lume as limitadas e concizas reflexesque a dis-
cussu e o exame dosla queslo suscita no nosso
animo, e accorda na conscicncia de todos os que
eslo habituados venerar no supremo ciiefe da
Egreja Romana o primeiro prelado du univer-
so, c o augusto pastor, a quera a Providencia de-
legou a misso e o encargo de velar carinhosa-
mcnle no grande rebanho da christandade.
Como catholicos, porcm, e como Porluguezes,
Variedades.
A CAMl-I.IA.
A camelia, ou rosa do Japo, foi introduzida
na Inglaterra em 1793 ; o volgarisou-se na Eu-
ropa no comeen do secuto actual. Os jardinei-
as suas variedades a mais
ros lem multiplica Jo
de cem.
E' um ramo de industria consideravel em Pa-
rs e Londres, onde a rainh.i das estufas. Che-
gara a vender-se em Paria rozeiras do Japo a
2UU francos cada urna [369.)
Em Portugal, o Porto e suas immcdiaces c
ende mais abundam as japoneiras, que cres.cem
o se multiplicara ao ar livro com muita facili-
dad o.
As camelias tornaram-so, pela sua abundan-
cia, flores vulgares.
DESASTROSO El.M D'UM CAO
Bob, o faruosu cao do |. balalho de fuzi-
leiros escocezes da guarda, que t in ha sido con-
decorado com a medalha da Crimea, acabou de-
sastrosamente a sua gloriosa carreira. lia das
Bob acompanhava o seu balalho e fui es-
mBgado por urna carruagem. Rub embarcou em
1854 para Malta, com o regiment, bordo du
Siiiiojn. Quando leve lugar a declar.icu de
ierra, o regiment
pois na Crimea Depois
que o balalho morreu de tome. Na poca cita-
da tres batathes, completamente equipados e
armados, partiram das boceas do rio Amor. Cal-
culou-sc que a marcha sera do dous mezes, e
deram-lhes vveres segundo este calculo.
Porm vio-sc que o calculo fra errado. p"ois
os vveres foram consumidos muilo antes do fira
da viagem. Os soldados e officiaes estavam ves-
tidos d'um modo insufficienle para a estaeio, e
nao se preveram nenhumas das diCicuWd linham a vencer para alravessar o descro do
Amor.
Os dc*ls balalhesque partira.n primeiro efToc-
tuaram, ora bem, ora mal, a sua viagem, ron-
bando os habitantes ribeiranos ; porm, saben-
do esics quo anda linda do passar um nutro ba-
lalho, fugiram para os bosques, levando comsi-
go quanlo possuiam.
O batalhn vio 50 eiito exposlo a lodos os
horrores da lomo, o conimandante, com os offi-
ciaes e alguns soldados, lomaram a dianteira, e
subindo jiela margem do Amor, tiveram a felici-
dade de encontrar o vapor Argoune e una barca
cheia de viveros, presa nos gelos do rio.
O capilo do vapor, a tripuladlo e os homens
da barca linham partido para Irkoutsk, deixando
nicamente tres homens para guarda das duas
embarcaces. Esles tres homens, urna manha,
virara chegar um grupo de homens extenuados
pela fome e moio loncos. Depois de os soccor-
rerein, foram ao encontr dos ontros, mis s en-
conlraram cadveres, excepto de dous outros
urupos que acharara oceupauos a fazer cuzer um
cama rada.
Quasitodos estes homens morreram depois.
Nao se falla deste aconlecmenlo seno ao ou-
vido, e exigc-se dos que vollam para a Europa,
a promessa de guardar o segredo.
MOSAICO
O general sir \V. Napier morreu no din 12 em
Londres.
Napier servio na Hespanha, o cscreveti, entre
outras varias obras, a Historiada guerra Penin-
sular.
Fallecen em Ferrara Mr. Camerin, possui-
dor d'uma fortuna de 25 milhes, reunida cus-
la de trabalhu e adividado, pois principiuu sendo
um niudestu emprez.iriu de estradas viccinaos.
Deixou a sua alma por herdeira de quasi toda a
sua riqueza.
Ao Pipa fez una doaco do quatro milhes e
meio, destinando dous milhoes para reconquistar
a Romana emancipada.
Na enseada de Teluan principaran! a fazer- mor com seu marido, deve smente con tentar-so
s desembarcou depois naPCrimca ''Depois* da |so' cora desno Para exercito, alguma com- com a honra de comer dos seus restos.
balalha d'Alma fui dado em falta, mas nao linhal V(iKS dli vinhos, por procos bastante mdicos, aos 6. Se sen marido se rir, ella rir-sc-ha ; so
morrido, porque tres dias depois reunio-se ao | navios que se vio apresenlando naquelle ponto chorar, ella deve chorar.
com grandes carregnmeut03, attrahidus pela fran- 7." T.i ia a mullier, qualquer que seja a sua
qua du porto o seguranca do consumo. dasse, deve varrer todas as manhas a casa, la-
perf hespanhol Monserrat, quedevi.i entramo
porto de Oro uo da 19 de manhaa, procedcnlo
de Barccllona, se perder pcrlo de kVnttarl, bj-
ten'do em urna grande podra. Os passageiros e a
tripolaco poderam salvar-se.
O embaixador de Portugal, o Sr. Ponlo So-
veral, junto da corte de Madrid, deu no da 18
um esplcuJdo banquete liiplomatico, ao qual
assistiram o ministro da Russia, conde de Calen
e sua esposa ; o d'Auslria, Mr. Crivel ; o de In-
glaterra, Mr. Ruchanan; o da Turqua e o da Mr
namarca, conde de Molthe ; a condessa de Torro
Diar, o director geral dos correius, Lopes Ro-
berts, o o introductor dos embajadores-, o Sr.
Vicdraa.
CDIGO CONJGAlToipS INDIOS.
Ve-so pelos arligos da le conjugal, que abtrsO
Iranscrevcmos, que a mais bella melade do ge-
nero humano na India sugeila a mais abjecta
condico.
De-nos ver assim lo degradado o sexo quer
ns chamamos bello, e que entre nos domina pe-
los encantos, e fazemos votos pela emanciparn
das mulheres indias, que era sequer podem di-
zer que sao scnlioras do seu nariz Pobres In-
dias !
Eis os arligos alndalos, que de corto atlrahiro
sobre o legislador a malJico de todas as mulhe-
res do mundo :
1.. Nao ha sobre a Ierra oulro Deus para una
mullier seno seu marido.
2 Embora seja esle marido vellio, conlrafei-
lo, repulsivo, brutal ou que dispenda todos os
seus beus com amantes, sua mullier nao deve por
isso por menos aliencao em trala-lo como seu
senhor, seu soberano, seu Deus.
3. Lina creatura feminina feita para obed:-
ccr em qualquer edade ; sollcira, deve curvar-se
vonlado do seu pae ; casada, de seu marido ;
e viuva, i de seus filhos.
-." Toda a mullier casada deve evilar cuidado-
sanente de fa/.cr a menor attenco aos homens
que forera dotados das vanlagens do espirito e
do corpo.
A una mullier n5o devu ser perrailtido co-
Para que ser mister, que um povo inleiro
um povo sdenlo de liberdade e de independen-
cia, um povo que ama os seus direlos polticose
a sua emancipaco cvica, um povo linalmente
que pede para si as mesmas immunidades e ga-
rantas, que cabera e pertencem por legtima ra-
zio a todos os domis povos no escolher e deter-
minar as suas formas e systemas de governo
porque ser mysler, dizemos ns, que esse povo
soja escravisado, opprimido, conquistado, e re-
duzido ultima degradaco do despotismo tem-
poral, quando sera lacs vexames, e independen-
leraente de lo abusiva e insuspeilaveis prepo-
tencias pode conservar-se a veneraco e respei-
lo do pontificado, manter-se na devida altura o
prestigio e forca moral do supremo pastor da
christandade ?
A i-so diremos com M. About no livro que j
citamos que os apostlos eram independentes
com menos sacrificios, porque nao lornavam nin-
gueni desgracado. O mais indepondente dos
homens nao c por ventura o que nao lem nada a
seu balalho em Balaelava. Assislio famosa
carga de cavallara de Balaelava e balalha de
Inkeimann. Estove nas trincheiras com o pri-
meiro de fnzilerus da guarda, e por tira peoe-
Irou em Sebastopol. Rub vollou Inglaterra
com o seu regiment, e eulrou era Londres na
frente do 1." de tuzileiros.
OS P.ONS PRINCIPIOS LA VRAM.
As noticias de Shanghai de 7 de dezembro d-
zein que n'aquelle porto se publicara um edito
do Imperador da China, reduzndo os direitos de
lonelagem para os navios de ludas as naces aos
direilus cstipuladus no tratado cora os Estados-
Unidos.
ACONTECIMIENTO IIORRIVEL.
Escrevcrn-nos da Sibcria, diz o Kolohol [Sino],
jornal russo que se publica em Londres, que
houve era 1855 um acontecimenlo ternvcl.
Os soldados de ludo um balalho viram-se re-
dundos necessidade de ser anthropophagos.
GuarJou-se segredo sobre o fado. O com-
mandanle do balalho de que se traa, o major dus vates alli presentes.
Ableonkholf, foi condecorado e nomeado director
da fabrica era Schilkinsk.
Coniou-se que o balalho de que se trata forl
destruido, durante a viagem, por urna doenca
contagiosa e desconhecida, porm a verdade
O conde do Villalobos o fie rece u ao general
em chefe de exordio d'Afri.a, duque de Teluan,
una mahina de sua invenco que serve para o
cscalamenlo de pracas. Sobe-se por ella, cora to-
da a seguranca, a qualquer altura, sem se fazer o
mais pequeo barulho, c o seu peso e volume
to pequeo, que al so pude levar dentro d'um
bulso, pudendo servir-se della qualquer pessoa
desde o momento que a veja usar.
Em una reunio Iliteraria celebrada pelo
marquez de Molins, no da cm que cheguu a Ma-
drid a fausta noticia da lomada de Teluan, hou-
ve a idea de escrever a historia da expedidlo do
Marrocos n'um Romancero, ou poemelo pi-
co em romances octosillabos rimados, verdadeira
poesa popular hespanhola, adoptada por varios
Este pensaniento prin-
cipiou j a realisar-se. O lucro da publicaco
deste romance para os inutilisados na guerra
d'Africa ou para outro lira semelhanle.
Dizia-so em Vallencia no dia 18 que o va-
reaos
ORIGINAL DO DIARIO DE PERHAMEUCO-
tros dolados de menos tlenlos, nao devendo ja-
mis subir mui alto ; mas cuja paciencia, as fa-
digas e os longos serviros paredam merecer urna
RESENHA MARitmA.
X
asARio.Decadencia do material c do pessoal
de nossa mai inha de guerra.Causas que a or-
trinaram, e que a alimentara.Medidas salva-
doras, urgentemente exigidas pela situaco.
Cracas e desgracas noticiadas pelo vapor Cru-
zeiro do Sul.
dever, ningnera alli eslranha que elles nao te-
nham arle paiaornar os seus discursos, nem que
se cansera em nao polir a phrase.
Vo direito ao seu fim,.e islo o que se quer; raojhor sorte .
ou por outia tollam o seit rumo ao fazer-se \ E assim mesmo. O illustre princfpe fallou
reta e navegam convenienlemente.como comman- inspiradamente, c usnada melhor pedemos fa-
dantcs de um nobre navio de guerra que nao zer do que servtr-nos destas suas palavms.
precisa oceultar sua bandeira. Folheem-se os annaes do nosso parlamento,
Em Franca, alm disso, o imperador lem o di- leam-se com atleneao os discursos proVfMn na
reilo denoraear os senadores, e elle o usa esco-. discussao dos negoci-s da marinha, t
Ihendo fiequenteraenle os mais Ilustres almiran-
tes para oceupar as vagas aberlas, nao s como
urna recompensa serviros prestados, como para
aproveilar as luzes de sua experiencia na conser-
vadlo e augmento de sua marinha de guerra, que
muito tem-se aperfeicoado no reinado actual.
Nos bem longe estamos dissu, entretanto que
razes peculiares nossa organisaco martima,
quanlas proposices exquisitas eslo an
nelles!
Com urna generosdade o confianca "sin.
elle concede outorisaces para reformar, augmen-
tar rcncimenlos etc ," que se tornara delegaces
mu perigosas, como as de que usou oExm. Sr.
Saraivana reforma da escola de marinha, des-
(ruindo por um arligo do regulamenlo urna lei
zuino La mego Coala se aprescnlam candidatos
deputacau aera! pelas provincias do Amazonas,
Mlllo-Grosso o Sania Catharina.
Se os povus dessas provincias derem os seus
sull'ragios lu Ilustres cidadros, e os elevarem
posico que alraejain, e que teni direitu, se
longos servidos, dedieaco e iiilelligcncia podem
habilitar para isso, faro um iuiporlaute seivlco
ao Rrasil; porque coucorrero para a salvacaV
de sua marinha.
VolUremos cssas candidaturas mais de
es-
J vimos que na organisaco do nosso poder
execulivo ha urna imperfeico, que altela radi-
calmente a existencia de nossa marinha de guer
i a. E' a ausencia do elemento profissional em sua
composico.
Esta falla, po'm, em um paiz como o Brasil,
regido pelo bello syslema representativo, em cu-
ja consiiiuico o principio da liberdade cora lo-
dos os seus" direitos, se allia maravillosamente
com o principio da autoridade com ludo o seu
vigor, em vez de se repellirem mutuamente, nao
loria valor algum, se no poder legislativo, em
que repousa o equilibrio do syslema, esse ele-
mento fosse representado. Ento, a opinio dos
profissonaes manifestada com franqueza, aprecia-
da pelas cmaras, c por ellas adoptada, prevale-
ceria sempre, e esla parte importantissima da
fon-a publica sera dolada com insliluiges, Iris,
e resularaentos, que lhe fallam anda, c que lhe
dariam muito impulso, com grande vantagem,
nao s para o pessoal que a compe, digno de
todo o apreco, como para o estado, que della
Obtcria a maior somma possivel de esforcos uleis ;
porque o adiara sempre nas mais favoraveiscon-
dices moraes para se consagrar ao servico com
dedieaco.
Mas, infelizmente, a marinha nao leve, nem
tcm ainda representantes genuinos ; de sorte
que, n'um imperio verdaderamente martimo,
onde as florestas e bosques, pelas ricas madeiras
de construeco que encerrara, os rios, os mares,
c porlos, pela sua profundidade, e accessibilidade
mais ampia navegaco, s dizem marinha,
nenhuma influencia lem na direceo dos nego-
cios pblicos, esla parle consideravel de Brasi-
leros que forma a marinha de guerra nacional, e
que lera demonstrado que ah onde a natureza
pareceu predispor ludo para a florescencia da
marinha, o hoinem nao foi esquecido por esta
providente organisadora, e que possuc o ardor,
constancia, e vigor que se admira nos officiaes
das outras naces.
Movidas pelos relevantes servicos que esta
distincta classe tem prestado ao paiz, em todas as
pocas, era lodas as crises porque elle lera pas-
sado, quer no seu meio proprio de aeco, o mar;
quer nos incendios em tena, nas rebellies. nas
pestes devastadoras que nos lera assolado lti-
mamente, algn.as vuzesgenerosas soam as vezes
no parlamento, advogando a sua causa. Ellas
partem de cavalleiros alastrados, que, rara, lhe
dedcam sympathias; porque estau convencidos
que pralicam um acto de gralido, de elevada
Justina, e de grande tino poltico,propugnando
pela corporac-o em que reside a nossa forca, o
futuro de nossa patria, todo o seu progresso, to-
do o seu prestigio, c al a integridade deste vas-
to imperio, que, se ella nao fra, j se teria es-
boroado era lempos calamitosos, que convem nao
recordarmos.
E de facto, agricultura, industria, e commer-
cio como podera florescer seno sombra pro-
lectora que se projecta de una marinha de guer-
ra respeilavel?
Estas vozes, porm, apenas apparccem como
um proteste vehemente indiflerenca que em
geral se ubserva, a qual em alguns se "transforma
cm m vontade, cm pronunciada antipalhia, e
nada podem conseguir do favoravel, ou de ra-
zoavel, salvo pomposos_ elogios com que se vai
embalando a imaginaco dos pobres do espirito,
que tomam a nuvem por Juno.
Nos Estados-Unidos, na Inglaterra, e na Fran-
ca, naces egualmente governadas pelo systema
representativo, bastantes officiaes de marinha
sentam-se em suas assemblas, e os dignos re-
presentantes, seus collegas, os ouvem com pro-
funda atleneao quando elles discutem osassump-
tos de sua rparlico, com a gravidade e convic-
co de quera falla 'na sua profisso.cora autorida-
de. Homens habituados vida laboriosa do mar,
'i dar lodo o apreco ao lempo, cujo valor conhe-
cem, fallar quanlo menos possivel, a proferir
um discurso em urna palavra ; como Nelson em
seu celebre signal antes da balalha de Trafalgar:
A Inglaterra tapera que cada um far o seu
mais que em tudos aquellos paizes"oxigeno a pre- antga no que ja tocamos, c no decrete n. 1981
senca de officiaes de marinha no parlamento na-' de 30 de selembro de 1857, augmentando os ven-
cioal. cimentos dos officiaes do corpo de saude da ar-
Quando succedeu tomar assento na assembla I mada cm desproporco notavel com o dos olli-
geral em 18(1 um official de marinha, logo con- ciaes combaten tes, que, desde enlo reclamam
jet-turamos que elle nao era representante de sua urna reparacau justa, cada vez mais desgoslusos
vapor Cruzeiro do Sul, qme era anciosamen-
perado, fundeou em nosso porte no dia 29
doVurionte. Foi elle portado! da noticia dasgra-1 dalhas que o imperador
cas conferidas no dia ti do corren te, anniversa-1 vos.
rio do natalicio de S. M. a Imperatriz, to veno- No anuo segnnte, havendo chegado Baha
rada por todos os Brasileiros.
Ainda agora a curusidade pblica nao se preoe-
cupa de outra cousa, e em lodas as partes se
var a louca c preparar por suas proprias
guisados que sejam do gosto de seu marido. \
S." Com o fira de lhe agradar, deve bnnhar-so
todos os dias, primeiro era agua pura, depois em
agua de acafrao, c perfumar seus cabellos, pin-
tar as bordas das palpcbras cora antimonio, e tra-
tar sobre a frente algum signal verraelho.
'J." Se seu marido se ausenta, devejejuar, dor-
mir no chao o abster-sc de toda ao toilette.
10. Quando o marido rollar, deve ir Irium-
phalmente ao seu encontr, dar-lhe corita de lu-
do quanlo fez, do que disse, al do3 proprios
pensamentos.
11. Se eslcralhi com ella, deve-lhe agradecer
os seus bous conselhos.
12. Se ello lhe tf pancadas, deve receber-com
paciencia a sua correceo, depois pegar-lho nas
maos, beija-las respeilosamente pedinJo-lhc
perdo de haver provocado a sua culera.
(Comntercio do Porloj.
melhores intensos (ios que compem a que fra
sua metrupole, e finalmente a poltica da r.eu'.ra-
lidade que o governoimperi.il se havia proposte,
rec.lamavam do delegado militar do governo im-
perial tal criterio c-filamente, que a menor fal-
ta na-observancia daquell.i poltica e na defesa
dos inlcresses brasileiros aulorisariam abusos
cuja* consequencias seriara ou amargos voxames
para nos, ou graves conflictos cora os belligeran-
les em Ierra c com os interventores no mar.
Durante cinco arvnos, prompto a opeiar a lo-
u dOKato^o^e dVMrinleH|UR-td4 *hJ'a 'gVantfl e Pruilenl*=. movendo-se em
tesservfcus o comniando do brigue Independen- uma rc'de de ntecesse* cruzados que a poliUca
cia. tomado acs rebeldes, c uma das doze me-
couferio aos
manifestou no acampamento do general Lima,
em desempentio de sua coramisso, fonda-
rain os primeiros alicorees de seu crdito, e me-
receram-lhe a veneraco que consta das cor-
respondencias intimas do general c do almi-
rante.
O ataque confurme o plano combinado den um
resultado a tomada da cidade rebellada c a pa-
eilicaeo da provincia.
Bravo no combate como reflecl'ido nas provi-
dencias, Pedro Fcrreira de Oliveira leve em re-
havia tecido, Pedro Fcrreira
classe, e nao nos engaamos. Foi alli levado pela
poltica smente, e, embora fizesse um papel
proprio de seu brilhante talento, tomasse parte
era lodas as questes que enlo se agitaran!, na-
da disse sobre marinha, nenhum projeclo de uli-
lidade para ella lembrou.
Era um homem poltico, que por acaso perten-
cia ao qadro da marinha. Referimo-nos ao Sr.
conselheiro Olloni, que tantos servicos lem pres-
tado ao paiz, j no magisterio, j na inaugura-
cao da prmera grande estrada de ferro que pos-
suinios.
Com a ultima reforma da lei de clcces, al-
guns officiaes de marinha furam eleitos supplen-
les, e al o Sr. Rocha Faria pude tomar as-
sento.
Este dislincto official j pensava enlo em re-
tirar-se do servico, como em pouco realisou, pe-
de sua profisso.
Por ventura se exislissc um official de marinha
na assembla geral, deixaria passar esta medida
sem propr a que a devia acompanhar, seno
preceder, para nao lornar-sc to profundo o des-
contentamente de sua classe ?
Nao se aproveitaria das palavras proferidas pe-
lo mesmo ministro em seu relatorio, manifestan-
do o desejo de que as inancas du estado conce-
dessem fazer-se uma reunio na tabella dos ven-
cimenlos da officialidaiie da marinha para mclho
ra-la, finar.cas que o ministro da fazenda decla-
va ao mesmo lempo serem prosperas, por que
exista de saldo uma somma importante?
Nao, por sem duvida o taamos, c pensamos
que qualuuer oulro nas mesmas circuraslancias.
Desla falla, por conseguinte, resulla promul-
gar-se esla reforma, que s ella ubscureceu todo
discute o mrito ou desmerite dos agraciados.
Nao nos importaremos com isso, porque mais
impresionados Picamos com a noticia das des-
granas Ira/.ida pelo mesmo vapor.
No dia 11 falleteu u distinti chefe de esquadra
Pedro Ferrcira de Oliveira, conselheiro do guer-
ra c director da escola do marinha, deixando Inn-
la mil ris por toda a sua fortuna I Para ser en-
luto Pedro 1, forte do 900 pracas, lendo o mes-
mo Jewet de deixaro mando, esubsistindo re-
cetes bem ou mal fundados, por accordo daquel-
lc chefe com o presidente da provincia, foi Pedro
Fcrreira de Oliveira o escollado para comnian-
d-la, sera embargo de bavereni por occasio
officiaes superiores ao servico da esquadra nas
aguas da Baha-.
Era elle enlo primeiro lenle da armada 1
Nunca vaso de guerra brasileiro mostrou mais
ordem, mais disciplina o mais asseio que a nao
terrado promoveu-se uma subscripeo entre os Pedro I sob seu commando.
dindo dmisso, e esteve poneos dias na assem- o brilho da administradlo inlellgenle e Uuslra-
bla, fazendo comludu ouvir alli sua voz auto- da do Sr. conselheiro Saraiva, quem dedicamos
risada. j uma grande sympalhia, e consideramos um dos
Os officiaes de marinha nao leem ainda pro-! mais nobres caracteres que avullam em nossa
habilidades de entrar no parlamento; porque,! scena poltica, como por mais de uma vez ja ha-
quasi sempre embarcados, ou fra de suas pro- vemos declarado. ^
vincias, do circulo de suas rcla^es, esqnecidos D'ahi dala, principalmente, a generalidade do
dosamigos, nao podera telar em uma eleieo cora pensam ') que ora prudoraina na joven ollcia-
quera est presente, goza de influencia a loca-' lidade dedeixar o servido, e ella s espera para
idade, e dispe do todos os recursos necessarios
para alcanzar a victoria*
As alias quesles de adminislraco da mari-
nha, portanto, que nao podem sir resolvidas
Exms. Srs. ministro de marinha, chefe de esqua-
dra encarregado do quartel-general, e chefes de
divjso Oliveira Figueirdo e Delamare
Entretanto esle homem linha oceupado eleva-
dos eropregos, e era ura general da armada !
Para que nossos leite>res apreciem a pepda
que solTrcu o paiz coi-a rrorte deste bravo, trans-
crevemos as sentidas palavras proferidas depois
da mssa do stimo dia, pelo Sr. 1" lente Ju-
ronymo Pereira de Lima Campos
Sobre o seu tmulo recem-fechado depomos
uma lagrima de saudade, como um tributo de
nosso seniiiiiento intimo.
No dia 12 foram passados pelas armas na for-
taleza de Villegaignon : o soldado do balalho
naval Honorato Thcmoteo da Silva, nalitral da
l'arahyba, pelo crime de homicidio pralicado na | ees.
pessoa de seu cantarada Jos de Oliveira Gulma-] Assumio para logo o commando da fragata
res, e pelo fermenlo feilo em Eslevo Marques : Principe, aperluu o bloqueio da cidade, o dirigi
de.Mesquila, taiabem suldadu do masmo bala-| o ataque contra uai dos vasos de guerra dos re-
Ihu ; e o imperial niarinhero Pedro Aos dos beldes, que lomou de abordagem com esca-
lercs.
Finda aquella revoluco, a parte sonsala da
provincia entendeu dever dar demonstradlo do
apreco em que linha seu mrito e seus servicos,
e manifestou esse apreco clegendo-o seu repre-
sentante na assembla provincial.
Nacampanha do Rio da Prala em 1828 foram
relevantes os- servicos de Pedro Fcrreira de Oli-
veira, j no thaatro da guerra, j na defeza do
cortmercio e das costas do imperio, que por ve-
zes lhe fui cummellida, e que execulou abordo
do brigue Pawpeiro que commandou.
Com seto anuos de servico achava-sc j eleva-
do ao poslode capilo-tenente.
A revoluco da Baha, em 7 de novembro de
1837, tarabm o vio pclejando ms lileiras da le-
galidade.
Capilo de fragata e intendente da marinha na-
quella provincia, no dia da revoluco reunio-sc
ao presidente legal, e foram seus esforcos da
maior ulildade nas-corabinaces e na execuco
das primeiras providencias sobre as- opera-
de quairo naces
mais bra-l '*e Wiveira houve-se no desempenho de sua to
ardua e espiuhosa tarefa cura tal circuraspccco
e intelligeneia, que com o governo imperial fo-
ram tributarios- da- veneraco e respeiio sua
pessoa os governos belligcrantes e os almirantes
bloqucadore*.
Dous postes n-'aquelles cinco annos demons-
trara o apreco que S. M. o Imperador dra aos
servicos por elte prestados n'aquelle in'.erregno.
Esses sefvi'-os haviam sem duvida realcado o
seu mrito. No meio de tantas compiieaces,
nunca um desmentido poltica imperial, nunca
un desar bandeira que lhe fra confiada !
Um dia. rendida a eslaco ingleza por disposi-
co na ordenaba naval britannica, o novo almi-
rante ingle/, bloqueador, desconhecendo alguns
dos pontos amigos o inimigos da costa que re-
eem-bloqueava, promova um conflicto entre as
tercas de S-. M. Britannica e a diviso brasileira,
mandando aprisionar un escaler da esquadra
imperial qme vollava do hospital militar brast-
Santos, natural de Pcrnambuto, por ler ferido o
decidir-se a votaeo da tabella nova que pciitle segundo sargento do mesmo corpo Jos Mu/.
de 3a discussao do senado, e que ja podera e de- Ramos, de cujo fermenlo rcsullou a morle
vera ler passadu na ultima sesso. deste.
Nao foicerlamenle esla medida que gerou se-; Os iufel/.es marcharam com passo firme para
pelo poder execulivo pur falla do concurso de \ melhante disposicao de espirito ; mas concorreu o lugar do supplino, e nao quizeram ser venda-
homens prolissionaes, nao podem lambem en- muilo para anima-la com mais intensidade. dos, e assisliram execuco lodas as autoridades
eonlrar soluco justa no poder legislativo ; por-, O official de marinha, por exemplo, eleito de- militares da marinha.
que alli tanbcni nao figura este pessual indis- putado provincial, nao pode temar assento sera Gratas c desgracas, quantas ligues uleis encer-
pensavel. licenca do governo Nas outras classes da 30cie- rara Quanlas decepedes nao destruiram !
Os nobres depulados que as tem de decidir nao dade' justamente o contraro : o deputado que \ Assim o mundo : folgam uns, cmquanto cho-
rcsislem ao desejo de disseriar tongamente so- "o pode aceitar commisso do governo sem l- rara outros; o verso o reverso da medalha.fi.A.
bru a materia, e fazem discursos em que se ob- cenca de sua cmara, com o que sabiamente ga- DISCl.RSO NECROLGICO,
servara muilas heresias martimas. Nada os ac- ranlio a cousliluicao a indepencia du escollido do : Tcvo honlern lugar s 8 1V- horas da manhaa,
nha. nem o pensamcnlo de que meltem mos POao. "a igreja de Sanio Antonio dos Pobres, a pnmoi-
em sera alheia, c em resultado a marinha du-; Esta disposicao s applicavel ao official de ra missa pela alma do fallecido chefe de esca-
lada com leis perniciosas, que alimentara a sua; marinha : o do exercito nao conhecc semelhanle
decadencia pea ; por isso o Sr. primeiro lente Alvares de
Nao s no Brasil que islo se d : na propria Araujo na assembka provincial da liahia a laxou
Franca, nessa naco Ilustrada, j o distinelo al- de inconstitucional e viciosa, com grande applau-
mirantc principe do Joinville esligmalisou esta so da casa, que admillo a modio por elle apre-
leudencia com as seguintcs expresses, que sao sentada, pedindo sua revogaco assembla ge-
mui adequadas i nossa situaco actual, e como ral. Note-se que esle acto e emanada do poder
que a slercolypam. execulivo.
Quando a'salvacao do paiz o exigir, como o exi-
leiro, silo em torra dominada por forca do go-
verno da praca sitiada, c eslabclecid-o ahi com o
consenso do mesmo governo, e das esquadras in-
terventeras.
Eu ni'-s-ii >, ao servico d'aquella esquadra, e
em aclividade na hora da occurroncia, ccmmu-.
niquei aquello triste incidente. Chegando lol--
da, c vendo o escaler brasileiro de bandeira,
abatida, em pleno dia, no porte- de Montevideo,
seguindo, escoltado por escalere-s inglezes arma^
dos, rumo da capitanea do almirante inglez, Pa-.
dro Fcrreira de Oliveira nao hesiten um m-
menlo no cumplimento do dever que tantas ve-
zes o elevara altura do sau crdito. Fuiseu
primeiro signal esquadra.: (Preparar para.coiii--
balc.)
Aps este signal, e cora-rapidez digna da es-
quadras disciplinadas, ura escaler, e depois.oito
arnados, lomaram o passo presa, e a arranca-
ran! das mos dos Inglezes.
Foram suas instrucc.PS ao cammasdanlc-ta
Para borde aa
du marinha Pedrs-Fcr-
aiz sabe o juste preco daqnclla demonstra- torca embarcada nos estaleres :
ada pela provincia da Babia a quera nao trgala ingleza s cadveres.
era filho della, c dada em lempos de proscripdio i A esquadra imperial, que ia velejar, leva q-uc
para a candidatura dos officiaes de marinha's desfazer os aprestos, porque prorapta.e complete
tribunas polticas. jsatisfacco do almirante inglez vete reparar o
Reunindo mrito de cavalhoiro a qualidades desar qiie Pedro Ferrcira de Oliveira se dispu-
Mui raramente se resiste em nosso paiz ao
prazer de ter urna opinio cm uma queslo que; gio a da revoluco franceza, que se manlenham
mui poucos conhocem, e se pretende encarara esquadras no Ocano, e seja necessario realisa-
marinha, distnguindo verbas de despezas sepa- las, enlao conhcccremos a gravidade dessas nos-
radas, sas faltas; porque teremos de apromptar com
O pessoal e o material sao enlo discutidos rapidez, do todas as causas du mundo, como diz
parte, e nao podendo negara necessidade irapc-i Juricn de la Graniere, a que demanda mais tem-
riosa desle, ne oussndo fallar muilo sobre elle po e methodo, a que se acconioda menos com a
sem conhcce-lo, espera-sc adiar nas redueces precipila^o e desordem a reconstiluico J
dosquadros, ou do sold do pessoal, una dimi- uma marinha respeilavel.
ra nnssa peta alma
da e director da escola
reir de Oliveira.
Finalisada a ceremonia religiosa, o Sr. J.ero-
nyrao Pereira de Lima Campos, official a arma-
da e lente da mesma escola, pronuncteu o. se-
guinte discurso :
Senhores 1 Aps um culto, oulro nos cumpre
render, nao meaos imperioso nem meos sa-
grado.
A piedade chrisla nos reuni aqui para diri-
gir supplieas ao Aliissimo pelo repouso eterno
do chefe de esquadra l'edro Fircira de
vera.
de
militares, foi ainda Pedro Ferreira de
incumbido de conduzir a Lisboa aquellos que a
onda poltica em dias difceis arrojara da patria.
Associando aodcsempcnlio official o trato urba-
no, essa misso conquistou-lhc auiizaes dignas
de quem as conferia, e que o homarain ate o t-
mulo.
Guarda de nossa augusta imperatriz no oca-
no, comocommandante de ura dos vasos da di-
viso expedida cm 1812 para aples, Pedro
Ferreira era sempve escolhido como o servido!
zeloso para as misses de paz, de guerra e de
honra.
Condecorado pelo rei das Duas-Sicilias com a
l insignia de cavalleiro da <.rdem de S. Fernando,
Oli- havia sido por vazcs nomeado membro da wnas
commisses scienlificas.
nuieo das despezas que se julgam grandes, e
que nao se sabe como alliviar.
As economas que so oblcem deste modo
sao insignificantes. Os homens praticos que exe-
cutam a le, diriam talvez aquelles que as fa-
zem, que estas economas sao, nao s ruinosas
para o eslado, como para o servico que as sup-
porta ; que a m vontade c o surdo descontenta-
mente que ellas engendram em muilos espirites,
fazem o material padecer perdas mais fortes que
as reduc<;es das despezas oblidas ; que os ho-
mens inlelligentes e fortes, ainda bastante jovens
para mudar de profisso, abandonara urna car-
reira que lhes parece ingrata, e procurara me-
lhorar de sorte
Muitos se conservam no servirlo, verdade !
porm porque ? porque mui larde, e neces-
sario persistir no Irilho que j nao lempo de
abandonar. Quantos lambem ficam desanimados 1
A generosidade do paiz soffrer das privarles
impostas tantos homens, que sao todos dignos
de interesse ; uns i quem a sorte iranio, e dei-
Enlo lalvez tomemos o expediente da con-
venci : taremos sabir nossos navios desmante-
lados para o mar, com um pessoal novito, inca-
paz de comprehender a sua misso ; porque nao
possuir as habilitacoes necessaias : uma serie
prolongada do desastres, uma paz deshonrosa,
perda de territorio importante, aclos assignala-
dos de herosmo sem fructe, o saciificio de mi-
litares de exislenrias preciosas, moslraro o nos-
so crime, em deixar abandonar o servico tantos
officiaes distiuclos que ja haviam conquistado
uma bella nomcada.
Tudo isto ser a obra daquelles que imprevi-
dentemenlc eslo accumulando cssas causas de
profundos desgoslos, que nao altendeni & mari-
nha, nao allcndem s suas principos necessida-
dcs 1
Felizmente vemos agora brilhar um tenue raio
de e-peranra, que nos apparece, como ura Sanl'
Elrao em noitc tempestuosa.
Os nossos distinclos generaes da armada, che-
fes de esquadra Joaquim Jos Ignacio, t> cliefes
Oliveira I nha a lavar com o seu e com o sanguc das-guar-
1 nices ollendidas de sua esquadra^
Se naquella.poca aprouvesse Deus-p termo
existencia de Pedro Ferreira do Oli>esa, pro-
fundos desgoslos nunca houveri. ravado i sepul-
tura do guerteiro Ilustre, qus- dedicara patria
uma vida inleira de abnegaejioede sarificios.
Os que acompanharem a vida.de Pedro Ferrei-
ra de Oliveira de 1850 para c como presidente
da provincia do Rio Grande do Sul, c depois-
corao commandante da c.vpedc.o ao Paraguay a
como ministro plenipotenciario para ajuste das.
quesles pendentes entre-o imperio e aquella re-
publica, ve-lo-ho mysJificado nos ecos ruid'ssos-
iia tribuna parlamentar.
All, onde se estabelsce controversia at sdire-a
causa da expedico diicuiio-sc-a honra e a coragera
do que havia jugado a. vida em 20 combates, o
linha para oppr a teda a hypolhese dairosa
um passado glorioso e sem mancha.
N'essas duas eommisscAes nao seria Pcd/o. Fer-
reira de Oliveira o mesmo lyoo, o mesmo ho-
rnera que havia sido om tedas"as que- desempo-
xou em posico mui baia para seu saber i ou- I de diviso Joaq;uirii Itaymundo de Lamarre e Jo-
Agora que o santo sacrificio est celebrado, Era rnpito de mar e guerra e commandante
prestemos lambem memoria do Ilustre guer- da diviso naral du Rio de Janeiro, em 18i,
reiro justes tributos de horaeHagem o de sau- quando urgia ao governo imperial os servicos de
dado. um olficUl bravo e ntelligente.
Pedro Ferreira de Oliveira foi um militar dis- O que fra eapilo-tencnie aos 26 annos, neste
tete e foi um marlyr. I posto e nesta idade. commandante de fragatas,
Convm considerar nelle eslas duas entidades, no poste anterior e aos 21 anuos commandante i nhra durante sen passado inleiro t Nao seria
se se pretende juiga-lo sera avor e com jus- de nao e de corvetas ; o que havia servido ao elle o mesmo servidor inlelligcnlc,. bsavo e lion-
lica paiz turante 23 annus como ollicial de marinha rado ?
"Militar, nao foi um hroe do cem combates : em 30 vasos de guerra; aquelle a quem tom-
pelejou porm nas campanhas inscriptas era as mandos constante, logios, promoces e conde-I
nossas chroncas. i coraces allestavam precedente* honrosos, foi o
Ao servico das armas do imperio desde 1821, indicado pelo governo para as exigencias uacio-
sua espadaroncorreu poderosamente para a cao- naes.
sa da ordem em 1821, quando a revoluco del E, pois, em julho daquello anno, Pedro Fer-
Peruambuco rasgara osseios da patria. reir de Oliveira arvorava o pavilho do com-
Moco e subalterno, seus conselhos enlo pesa- mandante em chela na capitana da diviso na-
vam j nas delibrracoes dos generaos. Sua pe- val do imperio no Rio da Piala,
nelraco e agudeza de espirito nao vulgares ad- s revoluces que assolavam to frequente-
verlirara a David Jewet, official goueral da ar- mente as visinhas do Praia linham n'aquella
mada c commandante da diviso naval do impe- poca levado s portas de Montevideo um exerci-
rio era operaces naquella provincia, que Pedro; to, melade nacional pela revoluco. melade ar-
Ferreira de Oliveira era dos officiaes da esqua- gentina pela guerra do didador da Gonederaco
ao go.verno oriental.
Interesses brasileiros cravado no campo dos
combates, mais larde a inlervencu anglo-fran-
ceza ; por oulra parle o espirite de animosidade
que previne 08 povo? d,e uma naco contra M
eir era aos umciaes oa esq
dra o mais apropriado paia combinar com o
commandante em chefe do exeteite de Sna Ma-
gestade o plano de taque com as forjas do mar
e trra contra a cidade.
Suas reOexcs, o grao, de intelligeneia que
Havcria prevaricado? Tornar-so-hia covard*?
Que o digam aquelles quo sabera que em
nome das inmunidades e das conveniencias na-
cionaes lhe foi lolhrda a defeaa.
As nomeaoes de vogal do conselho supremo,
de conselheiro de guerra o de director da escela
do marinha pareca deveie-m reparar as impres-
ses derivadas de discusses calorosas ; mas a
tortura moral j lhe havia quebrado as tercas, o
na buscado uma esperanza era quo repousasse a
almo, encontrou o lumulo I
Quando a historia imparcial, colhendo no3
fados o elenco da vida do Pedro I erreua de OJi-
veira, lanar sua senlenca, o nomo do, guerreiro
illustre, cuja porda hoje lamentamos, ficar re-
gistrado na catalogo dos militaros dulinctos c no
cataloga dos martyres. Bsse.
"PERN.^TYP. DEM.
F. DEFATirAT" 1W'. "
[MUTILADOI


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09027


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Full Text
f
AMO imi. HOTO 76,
Pop tres mczes adianlados 5S000.
Por Ires mezes vencidos C$000.
SABBADG 31 DE HIRCO DE 3860.
Por aune atontado 19$000.
Forte franco para o subscritor.
ENCAB.B.EGADOS 1)\ SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silla; Aracaly. o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de li-
veira; Maranho, o Sr. Wanoel Jos Harlins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronvmn da Cosa.
l'AK'l IDA DOS COUKElOS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Jguarjss, Goianna e Parahiba as segundas
c sextas foiras.
S. Anto, Becerros, Bonito, Caruar, Altinlioe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarcth, I.imoeiro, Rrojo, Pes-
queira, Ingazoira, Flores, Villa Bulla, Boa-Vista,
rcury e Ex n.is qunrtas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.L'na. Barrciros.
Agua Preta, Pimcnleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manhaa.
bl'HEMEKlDES 1)0 MI./. DE MARCO.
7 LuacheiaaslOherase 2i minutosda manhaa.
14 Quarto minguantc as 6 horas e 49 minutos da
manhaa.
22 hua nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa.
30 Qoarloerescente ai 4 horas e 33 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira aos 51 minutos da manhaa.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
AUDINEGIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Rclaco : lorgas feiras o sabbados.
Fazenda: trras, quintas o sabbados as 10 horas.
Juizo do corrMiiarcio : quintas ao meio dia.
Hito de orphaos: ierras c sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segundan vara do civil; quartas e sabbados ao
meio dia.
DAS DA SEMANA.
Segunda S. Lud
20 Segunda S. I.udgero b. ; S. Braulio b. m.
27 Terca. Sv Roberto b. 'r Ss. Flelo e I.ydia.
28 Ouarla. S. Alexandre ra. ; S. Castor m.
2!) Quinta. S-. Berlholiro e.; Ss. Joas Barrachio.
30 Sexta. As dores de N. Sra. ; S. Joao Climaco.
31 Sabbado. S. Bal bina v n:.; S Benjamn m.
1 Domingo de Ramos. S. Macario ; s. Valerio.
PARTE OFFICIfiL.
COWIAXDO DAS ARMAS.
Qiiartel general do cmnmanilo las
armas lo l*eniaiiit>u*o, na c-
datio do lteeife, IO de Marco de
ICO.
ORDEM DO DIA N- 373.
O lente general bar.io da Virloria e com-
Diandaole das armas, faz publico para conheci-
menlo da guarneo e devido eiTeito que hontem
apresentou-se, rindo da corle, o Sr. lenle Joa-
quini Jos dosPassns, o qual ficou reunido a scu
batalhao 10 de infantaria.
As3gnado. Bardo da' \'icloria.
Conforme. Ucranio Joaqnim Correa, te-
rente ajudante de ordens do commando.
PERNAMBUCO.
ASSEftlBL LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSO DE 23 DE MARCO.
Presidencia do Sr. Ilaro de Camaragibe.
(Concluso )
O Sr. Brandan :Sr. presidente, sem em-
bargo da declararn que faz o nobre depuiado
pelo nono districlo, de que havia quem preten-
derse discutir o projeclo de forca policial, en-
tendo que prcstei um servico, quando lomei a
palavra, o abr a discussao no niomonto em que
elle ia ser sileiiciosnmenio volido.
Tal vez que se assim nao (osse, tivessemos de
licar ignorando muilas cousas que principian! a
chegar ao nosso conhecimenlo.
O Sr. Uilirana : E anda nao ouviram
tudo.
O Sr. Souza Reis: Que anteara .'
O Sr. Brando Entretanto," deploro que o
nobre deputado que me succedeu, visse no que
eu disse a respeilo do corpo de polica, e com-
panhia de pedestres desla ridade, una hoslilida-
dt adminrslragd policial da provincia.....
l'm Sr. Deputado:Se nao foi, pelo menos
pareceu-o.
U Sr. Brando : ..... c anda mais que sur-
gase do debate urna lula pessoal entre dous re-
presentantes do mesmo circulo.
Quanto a esta ultima oceurrencia, nada direi;
roas pelo que respeila a intenco cora que discu-
li, devo declarar ao nobre deputado e a cmara
que nao live em vistas censurar o chele de po-
lica, porque se fosse esse o nieu proposito, nao
o faria encapotadamente, nao procurara subter-
fugios ; accusa-la-hia franca e claramente, co-
mo tenbo feilo a muitos ministros de estado,
som receio de assumir a responsabilidade de
minhas aecusacoes.
Consequenletncnte a outro. que nao a mim,
que pode convir essa tctica de opposico laten-
te, visto como del la nunca me prevalec aida
-mesmo as occasies em que me tenho visto cer-
cado dos maiores perigos.
O Sr. Souza Reis;Isso nao era de esperar
do nobre deputado !
O Sr. Brando :Censuro, verdado, e cen-
snrarei sempre osyslema policial do paiz, e da
provincia, mas respeilo o magistrado que aqu o
cxecula.
E, senhoros, pode-se sensatamente dizer que
csse systenia bom ? Pode-se airnm?rquea se-
guranca do cidado est devidamente garantida?
Tenso que nao.
O Sr. Soura Reis :Eu crcio que nao ha pe-
rigo coutra a s.eguranga.
O Sr. Brando :Oh nao ha perigo contra a
seguranca, e no entretanto os assassinatos esto
constantemente apparecendo o que significa
isto ?
l'm Sr. Deputado: Etilo aonde est" o
mal?
O Sr. Brandan :Por ora estou descrevendn
a siluaeo, e allribuindo ao systema empregado
na prevencao c repressao dos Crimea, ao modo
de fazer a polica, o estado pouco lisongeiro em
que nos adiamos.
O Sr. Souza Reis :Vamos ao remedio para
isto.
O Sr. Brando :O nobre deputado tem tanto
deyer como eu de apresenta-lo ; esclarega-nos
pois com as suas luzes. auxilie-nos.
O Sr. Soma Reis: Entilo nao fazemos
nada !
O Sr. N. Portella :J nao 6 pouco descobrir
a materia do mal.
O Sr. Brando :Sr. presidenle, do que Oca
dito, v-se claramente que a minha intenco foi
c censurar, nao pessoa, mas ao systema, e
que por isso o nobre deputado pelo I.imoeiro, ou
nao mecomprehendeu, ou deixou de ser justo
para comigo, quando altribuio-me o proposito
do hostilisar ao chefe de polica ; igual injus-
tica me fez elle, atlrhuindo-me o desejo de ver
acabar.se com o corpo de polica.
Nao sao, nem nunca foram estas, senhores. as
minhas vistas.
i) que eu disso foi, que o eslado financeiro da
provincia nao era satisfaclorio, que achando-se
ella a bracos com um dficit, que exislndo urna
divida a pagar, nao me era possvel votar pela
quantidade de forca que o pn.jecto indica.
Se. o anno passado, que as circunstancias
eram melbores, apresentando-se urna emenda
que elevava o corpo de polica a COOpracas, esta
assembla cntendeu que nao a devia admitlir,
para nao comprometler os cofres da provincia,
com maioria de razo deve assni proceder hoje,
que a situac.iio das nossas financas se tem loma-
do mais critica. Foi este o meu pensamento,
nao que se extinguisse o corpo de polica.
sn;ao, que nao posso admiliir, por me parecer
contraria aos principios, que garanten) a lber -
dade individual, e vera a ser que autorisa o pe-
deslre a prender a lodo aquelle que se negar s
iiidagaecs policiaes.
O Sr. /t. de lmeida :Aonde ?
O Sr. Brando :No 12 do arl. 1." : ah se
v a seguate doutrina [10 .
O Sr. R. de Almeida-:Isso regularacntopara
as rondas de pedestres.
O Sr. Brando :Mas nao est elle sendo exc-
culado ?
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Brando :Nao faz parte das dispos-
coes que regulam a companhia de pedestres?
Nao conten essa idea, que acabo de mencionar ?
O Sr. /{. re Almeida :O das rondas ?
O Sr. Brando Senhores, urna altribuico
destas dada a um pedestre, aulorisa-o a cxer'ccr
um poder doscricionario, do qual a scu salvo
elle poder abusar, insultando e injuriando
qiialqucr cidado.
l'm Sr. Deputado :Ellos j leem tomado ben-
galas de pissoj.s que vio seu caminho.
O Sr. lt. de Almeida : Knto a polica nao
tem altribuicdes nenhumas !
TJ Sr. Brando :Nao tem essa, e quando a
livesse seria perigoso concede-la ao pedestre,
como fez o regulamento.
O Sr. R. de Almeida :Isso um regulamento
para a noile.
O Sr. Brando : Perdoe, nao s para a
noiio.
l'm Sr. Deputado : (I.endo) Art. 1.- A ronda
lem obrigacao de prender qualquer individuo
quer de dia quer do noile.
O Sr. Brando Responda agora a isso
(Risadas).
V porlanto a cmara, que esse regulamento
consagra principios inadmissiveis, adopta ideas
que sao verdadeiros allenlados, contra a liberda-
de do cidado...
O Sr. Sonsa Reis:Allribuicoesquearnhuma
auloridade tem.
O Sr. R. de Almeida :Sao attribubiics dadas
pelo chefe de polica.
Um Sr. Deputado :Razao de mais ; devia dar
menos atlribucoes.
O Sr. Brando :... sendo de admirar, que
fosse muilo alm de que se acha establecido
as bases da creacao da companhia de pedestres,
e que consagra-se urna doutrina, que pode ser
prejudicial utodos, ainda mesmo ao nobre depu-
tado que me contesta.
O Sr. R. de Almeida :Eu nao hei-de fugir s
pesquizas da polica
O Sr. Brando : E por isto pois, senhores,
que eu disse, que ha vicio radical na organisa-
cao desaa companhia oque cumpre examinar
severamente o seu regulamento.
0 Sr. fgueira: Este regulamento una
tentativa.
O Sr. Brando : Ou tentativa ou nao, con-
vm que elle nao fique como est, porque se ac-
conlecer o contraria, icrcmos. iias pedestres ou-
tros tintos j inizaros. que dciricm pone
po fe hao de lomar temiveis.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SCL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia, o
Sr. Jos Martina Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
IM PERNAMBDCO.
O proprielario do diario Manoel Fgueiroa de>
Faria, nasna livrarla praca da Independencia ns.
6 e 8.
poaco teni-
Tambem o S 5 do art. Io do mesmo regula-
mento diz o seguinte (16) :
De maneira que o pedestre O juiz da razio
suficienle, porque um cidadao est parado nesle
ou naquelle lugar, 6 arvorado assim em julga-
dor, pode condu/.i-lo cadea, se lhc parecer
conveniente.
O Sr. Rufino dejAlmeida d um aparte.
O Sr. Brando/: Nao estou aecusando o che-
fe de polica e pens que elle sendo, como um
mo0 Ilustrado, nao ha de querer impor a sua
opiniao aos deputados, e exigir que estas nao di-
gam urna s palavra sobre as cousas policacs,
nao manifeslem o scu modo de entender a res-
peilo dellas.
O Sr. R. de Almeida da um aparte.
O Sr. Brando : Se o nobre deput'ido in-
siste, tomo o accordo de sentar-me.
Um Sr. Deputado:Isso um meio de tolher
a liherdade da discussao.
O Sr. Brando : E'
vejo isto !
Ja disso ao nobre deputado que se eu quizesse
aecusar ao chefe de polica, fa-lo-hia francamen-
te, porque lenho acosado a ministros de estado,
epor corto nao recuaria dianlo de urna aecusa-
co ao chefe do polica.
O Sr. R. de Almeida :Est provando que nao
leveintelligencla quem fez este regulamento.
Um Sr. Deputado : Isso zelo de mais.
O Sr. Brando ; Nao possivel que lodos
pensem pela mesma forma, e eu divergindo da
opiniao de quem fez o regulamento nao o of-
fendo.
a primeira vez que eu
Um Sr. Deputado :Vamos ao regulamento.
O Sr. Brando : Ha ainda nesse regulamen-
to urna doutrina que me parece nova e vem a
ser a de prender-se um individuo por tactos con-
tra osquaes a Ici nao tem fulminado pena de pri-
so.
l'orexemplo a infraccao de posturas na mao-
ria dos casos osla oessa bypolhese, e no entre-
tanto o regulamento autorisa o pedestre a pren-
der o infractor, sem dislincco alguma I
O Sr. R. de A meida :Nos casos em que tem
lugar a pristo.
O Sr. Branda > : O regulamento nao diz is-
to ; falla em termos geraes, c seria exigir muilo
do pedestre que elle soubesse, em que casos
as posturas niunicipacs cominam prisao, e em
que outros deixam de o fa/.er.
Nao contino a analisaro regulamento, senho-
res, para nao excitar desgoslos, e ser interrom-
pido, como tenho sido, porm creio que disse al-
e gnma cousa, que merece ser tomada em conside-
ICo : passarei agora a dizer poucas palavras om
.i- j T------.'I r~ ".. laL.iu passaiei agora a aizcr poucas palavras om
Alem de que, senhores, tenho urna opiniao Gxa rcsposla ao nobre deputado a respeilo da Rr,l-
Mema ser, que conven mais a provincia ter ; (cacao que se diz competir aos pedestres pela
na forca menor, porem muilo bem paga, do prisao dos escravos fgidos. I.endo o re-ulamen-
e
um
que conservar um corpo avultado em exercicioe
mal retribuido.
Ouando o soldado e offieial de polica, encon-
trarem no seu sold os recursos necessarios
vida, naturalmente ho de servir cora ruis zelo,
e actividade.
O Sr. Fgueiroa .-Quando tiverem mais ga-
rantas de futuro que hoje nao tem.
O Sr. Brando :Por conseguinle julgo mais
acertado que se faca melhor escolha, e que se
de um sold mais vanlajosa, do que se angmen-
le o pessoal do corpo, como a commlsso enten-
de : entretanto, se ella poder convencer-me,
que a receita ordinaria da provincia pode com-
portar esse augmento, sem comprometler outros
servicos, nao duvidarei em volar por elle
Explicado assim o meu pensamento. passarei
a fazer ligeiras observacoos subre o que acabou
le dizer o nobre deputado o Sr. Dr. Rufino de
Almeida.
Senhores.eu disse que o regulamento dos pedes-
tres desta cidade nao me pareca bem confeccio-
nado e o nobre deputado affinnou, que elle era
bom, c que altendia todas as necessidades.
O Sr. /{. de Almeida: Eu nao disse isto,
disse que linha defeitos que s a prudencia e a
reflexao podia emendar.
O Sr. Brando :O nobre deputado citou-nos
o regulamento do corpo de pedestres da corte e
dsse-nos, qve aquelle havia sido extrahdo des-
te, parecendo-me que com isto quiz justificar a
sua bondade, mas permitta-me, que eu nao pen-
se assim.
) regulamcuto dos pedestres da corte dc-
feiluoso e por mais de urna vez os seus defeitos
teem sido discutidos e analysados ; por conse-
guinle lom-lo por norma do que foi organisado
para os pedestres d'esta cidade, nao me parece
ler sido bom expediente.
Vejo, senhores, nesse regulamenlo urna dispo-
que 6 a
lo dado pela presidencia para a creacao da com-
panhia nao encontr disposicao pela qual os se-
nhores desses escravos sejani obrigados a pagar
essa graticacap ; e pois, se assim nao posso
comprehender como appareccu essa obrigacao,
como se pretende torna-la exequivel I
Um Sr. Deputado : Est entendido
polica mam deve pagar.
O Sr. Brando : Contino pois a pensar que
exigir urna tal gralficacao dos senhores, com-
meltcr urna extorsao, tanto mais odiosa quanto
elle3 sao conlribuintes, pagam imposlos, e do
producto destes que sali o sold que os pedes-
tres percebem, de maneira quo seria oncra-los
duplicadamente, obrigando-os a pagar uro servi-
co que se deve julgar j retribuido pelos venci-
nienlos que os pedestres tem.
E so urna semelhante doulrina for aceita e ad-
millida, forcoso tambem ser admitlir todas as
suas consequencias.
(Ha um aparte.)
Porguntareiao nobre deputado que defende o
regulamento. se o senhor do escravo nao quizer
pagar a gralficacao, quem o ha de obrigar, e por
que meio ?
Vm Sr. Deputado:A violencia.
O Sr. Brando : Ir para a cadeia ? tomar-
sc-lhe-ha o escravo para ser arrematado ? Pare-
en que assim dever acontecer.
Um Sr. Deputado :O dono do escravo sem-
pre tero dinheiro para pagara multa.
O Sr. Brando :Pode ser que nao lenha, po-
do ser que o escravo pertenca a alguma viuva ou
a algum orphao ; e neste 'caso ser arrematado
para pagar a gratiflcacao.
Um Sr. Dtputudo ; Ja exista para os capi-
taes de campo.
O Sr Brando:Em vrtude de que le ? ou
nunea a vi.
tugnJo gralllique luelle qiiH i; apurehi.'inler ; is-
to c proprio do coraco braslleiro, que em geral
6 generoso, mas o que eu contesto o direiio de
cslaiielecor como rngra essa gratiiicaco, de im-
pr una obrigacao, de laxar a importancia que o
pedestre tem direito de exigir.
(Cruzam-se muitos apartes.)
O Sr. Rufino de Almeida d um aparte.
O Sr. Brandan : Sempre o chefe de polica !
O Sr. Rufino de Almeida :Nao dei aparte ao
nobre deputado.
O Sr. Brando :Oh se den.
O Sr. Rufino de Almeida :Estou conversando
aqu em particular,
O Sr. Brandan :O nobr deputado quer por
forca que eu esteja aecusando ao chefe de polica ;
paciencia !
O Sr. tipaminondas : era elle tem gloria
por esse regulamenlo.
O Sr. Brando : Estou bem corto disso. Se
entrei nesla discussao, senhores, como vos sa-
bis, foi principalmente para abrir o debate. Te-
nho entretanto enunciado com franqueza a mi-
nha opiniao sobre o regulamenlo da companhia
de pedestres o outros objeclos, sem pretender of-
tender a pessoa alguma.
Proced como qualquer outro membro que c
inspirado pelo louvavel interesse de que as cou-
sas de sua provincia marchen) regularmente e
com isto estou salisfeito.
(Muito bem.)
0 6'r. Souza Reis: Quanto a companhia do
pedestres, muito bem.
Dada a hora, fica a discussao adiada.
O Sr. Presidente designa a ordena do da e le-
vanta a sessao.
SB8S0 OHDIN.UIIA EJ|2 de marco.
Presidencia do Sr. liarn de Camaragibe.
Ao meio dia, feila a chamada e verificandose
haver numero legal de deputados, abre-se a
sessao.
Lida a acta da antecedente, c approvada.
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo, remet-
iendo as informaces prestadas pela cmara
municipal do Recife e director da reparlico
das obras publicas, acerca do requerimento de
Antonio Goncalves de Moraes.A' commisso de
obras publicas.
Outro do mesmo, remetiendo a inormaco
ministrada pelo conselho do patrimonio dos or-
phaos sobre o requerimento de Jos Bento da
Costa.A' commisso de orc-amenlo provincial.
Outro de Alexandre Jos Doruellas, professor
jubilado de primeiras letiras da povoaco de Be-
beribe, requarendo a gralficacao estabelecida
por Ici que em taes casos lie compete.A'
commisso de legislaro.
Lo-se c approva-se sera debate o seguinte
parecer :
A commisso de obras publicas, tendo exami-
nado a indicaco do Sr. deputado Manoel Coelho
Cintra, relativa & companhia de Beberibo, bem
como as razos sobre que foi fundamentada a
mesma indicaco, de parecer que na le no
orcamento soja incluida a seguinte disposi(;5o:
Fica o presidente da provincia autorisado a
mandar proceder, para os fins convenientes, a
un rigoroso examc de peritos em todas as obras
da companhia do Beberibe, e igualmente a cele-
brar com a dita companhia os ajustes necessarios
para que sejam collocados novos chafarizes nos
centros de populacno desta cidade mais distantes
dos que agora existen), pudendo ser nessa occa-
so reconsiderada a autorisacao conslante iki
portara da presideucia de l de oulubro de
185.
Sala das commisses da assembla legislativa
provincial de Pernambuco 24 de marco de
1860.A. A. de Souza Carvalho.J.Calateante
de Albuquerque.
OIUiF.MDODtA.
Conlinuaco da 2 a discussao do art. 1. do
projeclo de lixaco de forca policial.
O Sr Liiinb de Barros: Sr. presidente,
tratando-se de discutir o projecto de flxaco de
forca policial, e sendo esta a occasio mais aza-
da para que qualquer deputado emita sua opi-
niao acerca da marcha que tem seguido os ne-
gocios pblicos nas diversas localidades da pro-
vincia; eu, com quanto nao lenha as habilaces
necessarias para entrar em urna discussao dsta
ordena, (nao apoiados) todava aproveito-me da
occasio para fazer algumas considerarles geraes
acerca da marcha que tem seguido os negocios
pblicos na comarca da Boa-vista, e principal-
mente nas freguezias do Ouricury, e Cabrob: e
a razao principal que me moveu a isto, foi ter
sido eu hontem provocado pelo nobre deputado
que se assenta a minha direila, o Sr. Rufino de
Almeida, o qual, tratando de defender actual
administracie da provincia, sem que, todava
ella livesse sido aecusada, trouxe ao campo do
combate um aparte que cu havia dado em urna
das sessocs passadas, na occasio em que fallavn
um de meus nobres collegas,pretendendo queeu
nesse aparto lancava urna acre censura contra o
actual administrador da provincia, e juntamente
contra o honrado Sr. Dr. chefe do polica, que
alias meu prente,e especial amigo.
Sr. presidenle, quando eu dei o aparte deque
fallou o nobre deputado, a quem rae refiro, nao
Uve a menor intenco do censurar a administra-
Cao da provincia; eu apenas quiz mostrar, que,
se o ex-delegado do Ouricury fosse hornera de
prudencia o de moderaco, elle nao teria sido
assassinado to brbaramente como foi.
O Sr. Correa de (Xiveira : Eu nunca con-
heci um hornera mais prudente do que elle.
O Sr. Avino de Barros : Osados pratcados
por elle no Ouricury provam o contrario do que
diz o nobre deputado.
Mas, como eu ia dizendo, Sr. presidente, j
que o nobre deputado com suas interpellacos
me obngou lomar parte na presente discussao,
seja-me permittido dizer, que, segundo o meo
fraco pensar, o governo de alguma sorte o cau-
sador das desordens, dos desatinos e mesmo de
nlguns assassinatos, que de vez em quando vao
apparecendo na provincia (Apoiados, c nao
apoiados)
Talvez que alguna dos nobres deputados me
porgunlem, como que o governo o causador
de tudo isto? Mas eu lhes responderei, que
principio correle e incontcstavel, que
om urna completa aoariiua, lricass autorida-
des policiaes 'aquellos dous infelices termos.
Com effeilo, Sr. presidente, o governo sabia, e
sabia muito bom, que a villa do Ouricury desd-
ha muilo que eslava sendo o Ihealro de "urna luc-
ia encarnizada entre as autoridades policiaes
o reslo da populaco da fxeguezia
germen dessa lula tem sido os delegados "mili-
tares, que desde r> auno de 1853 tem policiado
constantemente o Ourycury, os quacs tendo a
certeza de que platicando qualquer arbilrarie-
dado nenhutn mal Ibes poda vir da parto dos
habitantes, por isso que podiam ser transferidos
inmediatamente para qualquer oulra locallidad,
nao punnara a menor duvida em pralica-Ias ; em
suinma, o governo soube da maneira perquo se
portou o ex-delegado do Ouricury Alvos Btdnco.
na occasio em que se reuni a junta de quali-
ficaeo dos votantes daquella reguezia soube
iiue esse delegado invadi a egroja
aun. Mas nao e ludo quanto- ou liuiia a dizer
desse delegado, eu ainda cilarei um outro fado
nao menos grave do que este, pralicado em fins
de dezembro prximo passad. Ei-lo tendo um
individuo alugdouma sua casa a o Dr. juiz mu-
nicipal de Cabrob, e leudo este viudo para aqu
sabia que o- em viriude de urna liceoca que lhc fura conce-
dida, deixamlo. todava lodos os seus trastes den-
tro da referida casa que licra por sua conta ;
succedeu que o dono da mencionada casa preci-
sando delta, dlrigio-se as- autoridades policiaes e
Ibes perguutou se linha o direito de arromba-la
para ir morar nella, visto ler o juiz municipal
coiiduzido as chaves, ao que estas autoridades
respondern! quo elle linha lodo o direito e que
fazia muilo bem, por isso que a casa era sua.
Ora, avista do semelhante conselho, esse indivi-
duo lancou mo de um machado e arrombou pu-
blica eousadamente urna das portas da casa, c
coro, urna j assenhoieou-se dola, sem dar a menor satisfaco
ao juiz municipal que a havia alugado por um
lampo indefinido.
Porlanto, Sr. presidente, jase, ve que indi-
viduos que proceden) desle molo, nao sao certa-
monte os mais aptos para oceupar as posicoes
ollioiacs, mormente om urna poca em que* se
forca armada, e lomara violentamente as espa-
das de alguns oTiciacs da guarda nacional que
all seacjp.avam, o que obrigra, por meio da
torca brifl, o primeiro juiz do paz que linha i lo
presidir a junta de qualifieac,o a rolirar-se da
egraja, alim de presidir a junta de qualilicaco
um quarl juiz de paz, pcrlencente a urna frac- proclama jntica e moderarao.
cao poliiica, a cujo lado eslava o delegado : e Fazendo estas breves e "lgeiras considerar-oes
entretanto que providencias tomn o governo a acerca da comarca da Boa-Vista, eu nao live em
este respeilo 1 Nao me consta que livesse lo- vista oulra cousa mais do que respon.-ler in-
niado alguma. I lerpellacao que me foi feila, e juntamente chamar
Se, pois, Sr. presidente, o governo saba que o a alten, o do governo para os actos pratcados
germen das desordens do Ouricury eram os de- pelas autoridades policiaes de Ouricury o Ll-
egados multares, e contlnuava a manter all o brob, aflu de providenciar como for justo, e
dominio militar ; se soube do precedimonlo do
ex-deleg.ido Alvos Branco. e nao manden retra-
lo immediatamente do Ouricury, nao ser conse-
quencia lgica que o governo "de alguma sorte
brob, aflu de
por isso vou sentar-me, p-romeltando todava
vollar de novo a discussao, se por ventura for
provocado. (Muilo bem, rauito bem )
O Sr. Pinto de Campos:Comecarci, Sr. prc-
concorrea, anda que indirectamente para o as- dente, por louvar a dedcacao e coragem com
sassinato desse infeliz delegado ? Eu creio que que o nobre deputado, representante do crculo
sim. Porque, meus senhores, nao se queira di- de Boa-Vista, acaba de eslrear a sua carreira
zer que a nica causa que concorreu para esse
assassinalo fora a mesquinha questo de farinha,
como se diz por ah
E' verdade que essa questo talvez concorresse
em grande parte para isto, porm alm dosla
existan) outras muilas causas a que cu ailribuo
parlamentar, aJvogando nesta casa os interesses
de seus amigos. Snlo, porm, ver-me forcado
a combater algumas proposicoos inexactas que o
nobre deputado aventurou; proposices quo nao
s ferem a veracidade de alguns fados de que
tenho noticia, como tambem o zelo das auturida-
esse assassinalo. O delegado, por causa de seus j des policiaes de Cabrob, a quem o nobre de-
despotisroos e arbitrariedades, eslava geralnienle
odiado na freguezia, e o governo. que sabia de
tudo isto, devia le-lo retirado dalli afim de evi-
tar o infausto aconlecimcutoque desgracadarnen-
le leve lugar naquella villa.
Sr. presidente, o que eu disse acerca do
Ouricury, lem toda a applicaco a respeilo de
Cabrob. Porquanlo o governo da provincia sa-
be que os assassinos dj Ouricury se achara re-
fugiados .no termo de Cabrob, por isso que
as folbas pblicas o denuncian) ; sabe tambem
que os individuos que presentemente oceupam
os cargos policiaes naquella freguezia nao tem
pulado to inmerecidamente atscou.
O Sr. Livino ae Barros :Eu nao especiOquei,
fallei em geral.
O Sr. Souza Reis e outros :Esla c boa falla
claramente no delegado de Cabrob, ediz que
nao especiflcou.
O Sr. Pinto de Campos :O nobre deputado di-
rgio-se formalmente ao delegado de Cabrob. e
saben lo toda a gente que esse delegado o Sr.
Jos Soares de Mello Avellins, claro que elle
o objecto das aecusacoes do nobre deputado
i apoiados.)
Mas antes de oceupar-me dosto ponto, iiei ao
Barros : Tenho cartas jue
O Sr. Livino de Barros :- Ordinariamente J-n-n-l-U-a!COna maior teal e re<5ula-iJa,le. c
os partidarios sao mais complacen tes para com !
os seus correligionarios, do que paia com os seus !
adversarios polticos.
Um Sr. Deputado : Nao se trata aqu de
parldos.
O Sr. l.icino de Barros ; Alera disso, Sr.
presidente, o governo sabe muilo bem quo na
freguezia de Cabrob desde ha muito que reinam
as mesmas desordens, a mesma anarchia e o
mesmo genero de intrigas e de perseguicoes,
quo lera reinado no Ouricury ; sendo todas estas
agtacoea causadas pelas proprias autoridades
policiaes, as quacs nao tendo nenhuma impor-
tancia poltica,e querendo a todo o transe vencer
as oleices, lem-se servido dos seus cargos para
amedrantar, perseguir e opprmir aquelles com
os quaes ellas nao contara para seus lins eloito-
raes ; e entretanto estas autoridades, que se por-
tan) desta maneira, continuara a merecer a con-
fianza do governo.
Eu podera, Sr. presidente, apresentar aqui um
calhalogo de lodas as arbitrariedades pralicadas
passarei a expor.
Dias depois daquelles aconlecimenlos, recebi
urna caita de ura amigo meu do Ouricury, dentro
da qual vinha um officio ou representaco do juiz
de paz expellido, narrando ao presidenle as par-
ticularidades do fado e pedindo ao mesmo lempo
providencias. Desojando servir este meu ami-
go, que alias era estranho ao negocio, masque
me rogava que encaminhasse a representaco ao
presidente, fui em pessoa cnlrega-lo. O presi-
dente, querendo conhecer al que ponto erara
axactas as bazes da representaco, fez aqoillo que
faria todo o governo prudente "e sensato, isto ,
matidou sem perda de lempo, ouvir o juiz de
direlo da comarca, e a cmara municipal do Ou-
ricury, visto que s esta especialmente podia in-
formar cora seguranca, se com effeilo o juiz de
paz se tinha mudado do municipio, conforme di-
ziam os adversarios. Creio que este expediente
toinado pelo administrador da provincia foi o
mais curial e sensato (apoiados); e o nobre de-
putado que comanla proiciencia cultiva o estu-
do do direito natural, sabe que este prescreve
um
lodos os aconlecimenlos humanos presiden) or-
dinariamente duas causas princpaes, urna pr-
xima e directa, e oulra remota e indirecta ; ora,
estabelecendo este principio, cu nao levaroi a
minha proposito ao ponto de aflirmnr que o
governo teja o causador prximo e directo das
desordens, dos desatinos e dos assassinatos, que
de vez em quando vio apparecendo na provin-
cia ; mas digo, o supponho que digo bem, que
elle em muilos casos o causador remlo e in-
directo. Porquanlo era vez de nomear para os
cargos policiaes das diveras localidades da pro-
vinciahoraens de considerarlo, amantes da
paz e da ordem, e que estejam fora aas ludas
polticas; pelo contrario, dexando-se levar
por falsas informaces de certos imbusteiros e
traficantes polticos, as mais das vezes s nomea
para estes cargos homens dosmoralisados, e
desordeiros, os quaes nao tendo nenhuma oulra
importancia, que nao seja a dos cargos que oc-
eupam, servem-so sempre destes cargos para se
constituircm inluencias eleloracs, pralicando.
para este Ilm arbitrariedades de toda a. sorla ;
e para provnr esla minha. proposito, raaus. se-
nhores, nao preciso, qiae eu analyse- o. pessoal
da polica de toda a provincia, bastete que eu
exponlia casa os-acoatecimentos. havidos ulli-
maraenle n* comarca, da Boa-visla, principal-
mente nas freguezias. d.e Cabwb,
pelas autoridades policiaes de Cabrob, "mas como'que, ouvida urna parte, seja Vambem ouvida c
nao vim prevenido para sto, contontar-mc-hei' outra, alim de que se saiba de que lado est a
em apresentar as seguintcg por serem as de que razao.
mais me record Entretanto, senhores, antes mesmo de chegar
Exista naquella freguezia um riacho ba.stanle ao Ouricury esla deciso da presidencia, diz-se
povondo, e cojos habitantes nao prestavam a me-! geralmcnte que o tenente-coronel Alvaro Ernesto '
or adhesao ao dele"
tencesse ao primeiro districlo, ossentou de remo-
ver este embarar.o ; e por isso sendo elle presi-
dente da cmara, nao obstante estar nu exerci-
cio do cargo de delegado, que incorapalivel
com o de presidente da cmara, presidio arbi-
trariamente urna das sessoes da cmara, reunida
ari hoc, c creou nessa sessao ura quinto distric-
lo de paz na freguezia, no riacho cima mencio-
nado, licando por conseguinte o primeiro dis-
triclo composio nicamente da povoaco e de
urna ilha habitada por miseraveis indgenas,
que com qualquer ameaca volara nelle. Mas
slo ainda nao era bstanle, porque quando
muilo lhe poderia dar o trurapho no primeiro
pelas Informaces que delle lenho, ministradas
por pessoas imparciaese cireumspectas, estou in-
limamenio convencido de que o Sr. Soares de
Avellins um cidado distindo, e ura dos mais
dignos delegados da provincia.
O Sr. l.icino- de Barros : Nao tem mostrad >.
O .Sr. I'iiitn de Campos : O nobre diputa-
do intende assim ; mas ha de pcrmitlr que eu
discorde de sua opiniao. At o presente nao te-
nho ouvrio nada que deponha contra o z
moraldade daquetle delegado ; antes o tentio
visto sempre elogiado por pessoas desinteressa-
das ; e a ser eiacto o que delle diz o nobre di-
putado, nao fallara quem levasse ao conhoci-
mento do governo da provincia os seus erro3 o
abuso?.
O Sr. Livino de Barros : Ja prendeu algum
criminoso ?
O Sr. Pinln.de Campos; Nao posso ueste
momento responder ao nobre deputado, porque
nao estou imbuido nos segredos da policia, o
nem tenho entre mos a estatistica dos crimes ;
mas o que posso hsseverar-lhe que se o d le-
gado de Cabrob nao lera prendido criminosos
porque, ou ellos nao existera no son termo, ou
se existen, se lhe tem falhado os meios de tor-
nar effectiva a captura delles ; pois o nobre de-
P otado nao ignora as difficoldades com que lu-
tan os delegados do centro, que muilas vezes
leem sua disposi^So um diminuto numero do
soldados, que mal chegam para guardar os pre-
sos i
Disse mais o nobre deputado que o lenle
coronel Alvaro e seus cmplices, haviam de en-
contrar todo o opoio da parte das autoridades do
Cabrob, onde lhe constava acharom-se homi-
siados. Admiro quo o nobre deputado formu-
lasse nina aecusaco dosla ordem, sem fazo-la
acompanhar de fados ou documentos comproba-
torios !
O Sr. Livino de
dizem isso.
O Sr. Pinto de Campos Se me fosse licito
apresentar esla assembla urna caita de pessoa
fidedigna, que acabo de receber de Cabrob, creio
que me seria fcil convencer ao nobre deputadu
da injustica de sua aecusaco ; pois que essa
pessoa me diz que as autoridades daquellc termo
se acha na na mais firme resoluto ue cumprir o
seu dever, auxiliando a aeco do governo no lou-
vavel empenho de punir s criminosos de Ouri-
cury, com os quaes o Sr. Soares de Avellins nc-
nlium ponto de contacto tem.
O Sr. Livino de Barros : Sempre foram alia-
dos.
O Sr. Pinto de Campos : Que importa quo
fossem aliados ? Domis, eslou autorisado para
declarar, que de tonga data se interroraperam
as rclacdes entre os Srs. Alvaro e Avellins. K
una fado que ha muito lempo d'alli mecommu-
ncarara, e nao rae consla que de en to para c
essas relacocs se eslabelecessom.
O Sr. Livino de Barros'; Nega que perten-
cam ao mesmo partido?
O Sr. Pinto de Campos : Nao neg que per-
teucain ao mesmo partido ; mas neg e contesto,
que o Sr. Avellins, sejam quaes forero as consi-
doracoos. doixe de perseguir o Sr. Alvaro, o seus
cmplices, so por ventura pizarcm nos lugares do
sua jurisdieco.
O Sr. Livino de Barros: E a que faccao per-
tence o Sr. Alvaro ?
O Sr. Pinto de Campos : Pouco impor-
ta saber a que lado elle pertence. Era outros
lempos perlenceu ao lado conservador; mas de-
pois das phases por que lera passado a poltica
do paiz, tendo completamente desapparecido as
divergencias partidarias, a excepeo de ura ou
outro lugar onde so encontrara ainda resaibos
das antigs lulas, difltcil assgnalar o ponto
em que seaclum os individuos. Mas qualquer
que seja o carador poltico do Sr. Alvaro Ernes-
to, ello encontrar a mais vigorosa opposico da
parte das autoridades de Cabrob. J l vo os
lempos em que os interesses do partido prevale-
can] aos da justica ; hoje sao outros os princi-
pios, outras as mximas que actuam na socieda-
de. Por conseguinte, anda sob esto poni do
vista, as aecusacoes do nobre deputado sao im-
procedentes, porque sao destituidas de funda-
mento ; e sao ainda destituidas de fundamento
as increpares que faz ao delegado de Cabrob.
por nao ter prendido os criminosos, os assassi-
nos ferozes do infeliz subdelegado Manoel Flo-
rentino, cuja morle desastrosa, c liorrivel clama
a mais severa vinganca por parte da justica pu-
blica. Entretanto, sei "que o digno delegado de
Cabrob, so livesse tido occasio de prender a
qualquer desses faccinoras, de cerlo a nao teria
perdido ; pois sei que elle urna das pessoas que
ainda hoje lamentara esse atrocissmo assassina-
lo fallado na necessidado de
us autores.
havia representado? Nao era necessario averi-
guar se essa representaco era justa?
O Sr. Livino de Barros d um aparte que nao
ouvimos.
O Sr. Pinto de Campos : Nao acho muita
razo no azedume com que o nobre deputado se
pronuncia contra as delegadas militares. Devo
declarar ao nobre deputado, que eu nem sou
eminentemente panegyrista dos delegados mi-
litares, nem sou dos que os reprovam tu limine.
Inlendo, e estou convencido de que elles em al-
gumas localidades, e em certas conjuncturas dif-
ficcis, lera prestado servicos mu importantes.
Apoiados ). Enlendo que foi esta urna das rae-
, ._.... _..^0-^- .( uiwwiu, e Ouricury,
t muito natural, que quera, tem seu escravo | que (fcq uflt Qerto. tetapp, esto pacle t&a estad.,
subdelegado invenlou um outro plano tanto mais
ridiculo, quanto arbitrario, a saber : primera-
mente dividirn) e desmembraran! todos os quar-
leires da freguezia ; depois demittiram todos
os inspectores que entao exisliara, e nomearam
oulros com bs quaes podessom mais fcilmente
execular os seus planos, e iinalmento ordenaram
a csses injpeclores que cabalassem, e livessem
urna lista nos seus quarteiroes de todas aquellas
pessoas pite proraetliam votar nelles, e daquel-
las que nao promedian), e quo lhes fizessem a
ameaca de que aquella lista era para se saber
quaes as pessoas que nao votaran no governo,
afim de serem processados, presos e recrutados!
Eu esliro l agora, Sr. presidente, e live occa-
sio de ver muilas pessoas se queixarem de todas
estas perseguicoes de que acabo de fallar.
(Ha um aparte quo nao ouvimos.)
OSr. Livino de Barros : Entretanto, senho-
ros, ao passo que essas autoridades se tem tor-
nado lo cuidadosas e to solicitas para esses fins
eleiloraes, tem inteiramenle esquecido a perse-
guido dos criminosos, os quaes vagam impune-
mente pela freguezia. o al pelas ras da villa,
como ou os lenho visto.
Ainda aaais, Sr. presidente, tendo o juiz muni-
cipal de Cabrob prendido c processado em dias
do anno prximo passado, a um individuo que
havia tentado contra a existencia do promotor
interino da comarca, o sendo esse preso confiado
aos cuidados do delegado, esto a principio o con-
servou em rigorosa prisao ; por depois, tendo
alguns amigos (segundo rao informaran)) lhe pe-
dido em favor do preso, elle, nao o querendo
soltar publicamente, nao se importou mais era
botar guardas na cad6a, ordenou ao carcereiro
que deixasse o preso andar por ra da cada, al
que a fanal para fingir melhor o negocio ofkiou
ao primeiro supplcnto de delegado, que mona 80
leguas distante da villa, para entrar em exerci-
cio, o nesse mesmo dia evadio-se o preso da ca-
da. Agora, perguntoeu, avista de tada esta es-
trategia, nao se poder dizer que ai; o delegado
que soltou csse preso, ouao mono* que ccocor-
rcu, 4Uscl.anMn.le pan sua. fwga.?> Cor, c^rto que
?).^"fi!^!i^I-!!f?e.2m.i!!I!lM ,nccordo.coni ojlhorcs providencias que o governo poda tomar
para certa comarcas, onde a gravidade das cir-
curaslancia3, e a exacerbarn dos odios locaes,
exigan) urna autordade de fora, estranha aos
partidos. Nestas condices parece que se acha-
va o termo do Ourieury".
O Sr. Livino de Barros : Nem por isso elles
deixam de involver-sc nos partidos e praticar as
maiores violencias.
O Sr. Pinto de Campos : Sim, senhor, con-
venho em que lenham havido muitos abusos da
parle de alguns desses delegados ; creio mesmo
que por via de regra exageram os meios de ac-
qio ; o que rauito proprio da ndole da forca
militar ; assim como nao duvido de que era to-
dos teem procedido cora a devida imparciali-
dade.
O Sr. Livino de Barros d um aparto.
O Sr. Pinto de Campos : O governo nao tem
tido o proposito de fazer do Ouricury um aquar-
lelamenlo militar, como diz o nobre deputado.
As medidas que tomou para Ouricury, tem toma-
do para oulros pontos, como bem para Paje de
Flores ; e se cada um deve contar da festa como
lhe vai nella, devo declarar que os delegados mi-
litares que l leem estado, sempre se conduziram
muito bem, e nunca me canstou que commettes-
sem violencias e arbitrariedades ; e quando o fi-
zessem, cu teria bastante coragem para denun-
cia-Ios peranle o paiz.
Feitas estas consideracoes, que supponho se-
rem bastantes para justificar o procedimento do
presidenle da provincia, em relago aos aconle-
cimenlos do Ouricury, passarei ao segundo pon-
to do discurso do nobre deputado, concernenle
aos-negocios de Cabrob.
0> nobre depulado ainda aqui fez graves incro-
pacoes ao governo, por conservar nas posicoes
olrciaes do centro pessoas sem mrito e nenhu-
ma importancia social, em menoscabo das legi-
timas influencias; querendo concluir disto que o
delegado de Cabrob nao est nas circumslancias
de ser delegado de policia.
Senhores, eu nao lenho a honra de conhecer
pessoalmente o Sr. Soares de Avellins, embora
eutretenha gom, elle relacoes de amizade. Mas
Barros, d ura aparte.
Campos:Melhor seria que o
nobre deputado nao livesse Irazid discussao
esse. fado; porque lhe assevero que nao conse-
guir comprometler a policia de Cabrob. E, so
nao, perguntarei eu : o juiz municipal supplenle
que ha pouco livrou em recurso um desses as-
sassinos perleneer parcialidad.) poltica do Sr.
Soares de Avellins?
O Sr. Livinode Barros:J sei aondo vai to-
car.
O Sr. Guimaraes :Ahi ha myslerio.
OSr. Pinto de Campos: Quem lhe disse quo
ha myslerio ? Eu s conhego myslerios na reli-
gio christa ; e acho de mo goslo andar-se aqui
a ver myslerios em qualquer cousa quo se diz.
A minha pergunla, pois, nao encerra myslerios ;
ella assenla em um fado, que prava exuberan-
temente que nao 6 o Sr. Soares de Avellins quera
protege os assassinos do infeliz Florentino. D-
go-o, e nao receio de ser desmentido.
Outras aecusacoes fez o nobre depulado ao Sr.
Soares de Avellins ; mas essas aecusacoes ver-
sara sobre fados to insignificantes e to locaes,
que delles nao lenho a menor noticia, e por isso
nao me acho habilitado pera refuta-los ; mas fa-
go to favoravel concedo da intclligencia, zelo o
moralidade daquelle digno cidado, que o repu-
to altamente incapaz de praticar violencias.
O Sr. Livino de Barros, d um aparte.
OSr. Pinto de Campos: Essas escara mugas
enlre inspectores de quartoiro o votantes bao-
do dar-so sempre em pocas de eleico ; nas
entendo que se nao dove fazer cargo s autorida-
des superiores por um ou outro acto menos pen-
sado de um inspector de quartoiro.
Alera de quo, senhores, quando nao fosse a
idea favoravel que fago do Sr. Soares de Avel-
lins, bastara, para justifica-lo, oconecito econ-
fianga que elle tena raerecido ao actual chefe do
policia da provincia.
O Sr. Livino de Barros:Elle nao conhccc esse
homem.
O Sr. Pinto de Campos :Quem disso ao no-
bre deputado que elle o nao conhccc? Acha que
o Sr. Araripe, to escrupuloso no Gumprinien'.u-
de seus deveres, tfto activo na averiguago dos
fados, e mais que tudo severo na escolha de
seus agentes, deixaria do ter procedido a respei-
lo do Sr. Soares do Avellins asmis serias iuda-
gages ?
O Sr. Livino d'Warros: Pode ser levado do
falsas informagesA
O Sr. Pinto de Campos: O Sr. chele de po-
licia nao homem do levar-se do falsas informa-
eu o conhego hoje muito de porto, e te-
goes .
nKo bastante independencia de carcter para nao
tecer elogios a quem nao os merece. Elle lem na
comarca da Boa-Vista orgaos legtimos a quem
consulte soe o pessoal da policia. Tena juizes
do direito, tem juizes municipaes, e tem alm
disto parantes, q,uc Ibe nao occultariam os erras,
!'MUTILADO*.


w
e desmandos uo Sr Suau-a se A\etlie,
ventora os livesse commellido.
(Trocam-se ararles entro t>8 Srs. RufineflcAl-
meida Lninodc Barros.)
O Sr. Pinto de Couifts: Croic que o nobie
depulado pela Boa-Vis'a nao poder contesiar-
me no juizo que formo d v Sr. Araiipe, rujo es-
pirito, indagador c minucioso so voi f'azcndo no
tavel entre iros.
(O mador cotito aqui una aned-ocla proposilo
do ossuniplo )
'Concluirnto estas minhas rpidas cotisideractVs,
e .por i embaalos nu justiea : poique bunreM sera os
devidos conhecimcnlos do processo criminal, in-
dispensaveis ao. exercicio de taes emprogos;
multas tczcs al violentos petos seus costures,
ootras veres na mellior boa t, c dotados dos me-
lhorrs desejos de acerlarcm, cites teem conimet-
twfo violencias c erros, -que alguem. lera sido
fatal. Invoco para garanta desla minha vorda-
dc os muitos proeessos de responsabilidadc con-
tra muitos desses oflkiaes.
Vejo por outro lado que sewelhanles nomca-
toes envolver em si urna -offensa so justo amor
DIARIO DE PEKSAMBUCO. SABBADO ^Dfc MaRCq dE 1860.
-----............ v,-.i.j iiiiMii.^ nij i.n'.^n ii. i'" "' '-t ._.-. iim vtu 01 una vuruad su iumvj anrov
Vara as cru-acs de ceito me nao kehava preparad, ] proprio daquelles cidodos nao a potados), dessas
* ff'in llllH' Til m Ivnnluraj i ... itmcii 7i t> (lite TI (ilcv- l(u;i! iil nlr> itw. TificoniruW. fn.!.._..
creio quv nem oventurci ptoposito que m-oles-
tasse o obre depulado, a queni tenlio respon-
dido, vic-m lambem me rscopasse algum de seus
nrgimicntos sem a devitia irsposta.
(Coii/iitor-.e-4o).
0 Sr. fego Marros
iga do progresso, son o prnreiro
localidades, que possuirKto foiluna, e influencia,
adquiridos por muitos Irabalhos e serviros, to
mereccriain csmorccesse~crs em sua dedtcaco causa pu-
blica.
1" Sr. Depulado-. Nao teem razo pura isso.
Discurso iiixmm;1aIo na vessao tle O Sr. 'Gitirana- Elles teem algirma razo :
't lo titrreiitc pelo -SSr. tlcuuta- i cu desenvolvere* melhormente minhas ideas.
lo Hoj^o IParros. | E' un fado, Sr. presidente, que todss as loca-
Sr. presidente, cu sou 'i^ades ua provincia, conforme sao mais ou me-
a deseiarn nos importortes, conforme tambero teem eni si
para que era podesso dar o meu assenticneiiio p-
1a ser elevada cahegoa de villa a novoagaa o
r*Ttellos ; nenio obre diputado prova eenve-
eirtetnoilte a sna irlutdado com a clareza de-
vda.
0"9r. 'Citirana :-3 un aparte.
O'Sr. fego Barros:0 que. o tt|jve debutado
disse, me faz crr, que a povoaco de Panelias
iao-est as condi;;.k'.s do sor ?ili*.
eos, c dedicariio causo de govenu, teem-se
tornado importantes em suss localidades, reu-
nihd ao mesmo tempo esso prestigio, e o qu
rcsiil'.a de un crgo policial, estiio muito mais
tcu-Ju que o libcrUae u voto, recomiiienuada pe-1
la constituicio, deve ser uma libefdade para o ci-
dado : flrmoainda mais minha opiniao, cornos
movim'cnl'os pulilicos, que se lein operado em
muitas comarcas.
Um Sr. t)eputado:Em loda a parve, em to-
da provincia, em lodo mundo.
O Sr. Giliana :Bem : cu sei quoemtoda
provincia, em lodo o imperio, mas eu reiro-re
minha comarca, porque nella os observei.
(Ha um aparte.)
O Sr. Gtt'raiia:Fullarei mm a fra'nrueza
com que coslumo, e que morecem os me;rs hon-
rados collegas. Anles porm de entrar o apre-
ciamento dos factos, permiUam os noores colle-
gas que eu declare, que nao sou levado a islo
por motivo algum pessoal. Felizmente eu nao
me sinto oflccidido em prelen^o olguma : feliz-
mente eu reconheco, pie nao seria capaz de abu-
sar do lugar que nre foi confiada pelo corpo elei-
loral do tu* districlo, para aqi vir desenvolver
mesquinhas paisoes, 1J0 que sla casa nao me-
recedora; uizitteflte, seuheres, eu nao lalo de
aplanar diOicildades para flei^ao futura, como
j o disse alguc-Ri aqui. t ludo islo afirruo, por
que, se sou depulado pelo 10" dislriclo, devo-o so-
mete a boniade dos cieilores, dos meus bons
proectorcs e amigos d"alli, c nao a emprego a-
.%im quu na comarca-exer^a; e muilo menos o
devo ao meu mcrecimenlo. (Nao apoiailos.)
l'nt Sr. Depulado; Ueve-o a scu mereci-
mento.
0 Sr. tertivs fereiitt :t que deseja uaupar
'en-'jo-we fra da]li
. ^.S?- *Gitirana:Talvez que por be dos meus
pamcos ,- mas declaro, que se um da acceitar
emtirego publico, nao serci mais homem poli-
Dizia eu : quem desconlicccTS que um promo-
tor publico, que oorgao da justicja em um-alo-
calidadc, que aquelle a quem corre dirccla-
menic a obrigagao de denunciar dos fados crimi-
nosos, das pessoas quo os praticam, que infrin-
gem as disposicoes dalci;quem ignora, digo, que
a apresenlaro de um promotor que nao re-
conimendado pelos seus recursos pessoaes, em
uma comarca, aonde nao tnembro de uma familia
poderosa que a proleja, que a efladjuve, que essa
eleicao Ine deve Irazer por forca compromelli-
mentos, ou antes compromissos, que mais larde
serao inodvos ou do desafeicao para com esses
individuos, que na occasiao o ajudaram.ou ento
de compromeltiim-nlos para o lugar quoexcrce
quem desconher era isso, senhores?
t M Sr. Depulado :-A lci dos circuios dcsco-
nneceu-a.
O Sr. Gitirana:E porque a le dos circuios
nao excluio lambem os promotores, nem por
isso deixare de confessar que aquelles que como
promotores, envolvenda-se nos eleicoes quere-
rao mutilisar muitos vezes. um homem, ao me-
nos por alguns dios, porque ordinal menle a
accao dajustira lento, podem fazc-lo? tiuem
deconhecera com receio de um procedimento
semclhanle, porque ninguem quer ver a iustiea
em sua porla, taes promoloies muitas vezes ob-
al a troco de oulras? quem
de magistiado polico, tanto que a mitu mesmo
disse que a minhs eleiQao era devida esse iuiz
de direilo, Dr. Pessoa.
Ora, sendo ou nSo verdadeiro essa confissao
do nobre depulodo, segue-se que quem primeiro
tlassiicou de magistrado poltico o Dr. Pessoa
foi o nobre depulado e nao eu.
O Sr. Marlint Peretra :Como elle nao j
mais juiz, o nobre depulado pode fallar desem-
baragadamenle.
O Sr. CiUrana :Eu nao temo os que sao
actualmente, autoridades. Porventura o nobre
depulado j pedio sua demissao de promotor?
0 Sr. ilarlins Vcreirn :Ainda nao.
O Sr Gitirana : Entretanto allei com a
mesma corogein.
O Sr. Marlint Pereira :Mas se procura a
minha demi=sao, c pretende com esse discurso
obl-la.
O Sr. Gitirana: Eu nao procuro, nem pes-
soa algoma procura para mim o lugar de promo
guerts do Recife,- pedindo augmento de orde-
nado.
Dito de Jos Fernandes Monleiro, arrematan-
te do empedromento do4 e 5o loncos da es-
trada da Escada pedindo uma indemnis^co de
IfOM ris por cada broca de empedramcnlo.
Projedo do Sr. Gitirana, autorisando o pre-
sidente da provincia a mandar construir um
aeude na poveacao de Grvala, podendo despen-
der at 2:000(MJO ris.
Parecer da commissao de oreamonto provin-
cial, cxiglndo informaces acerca do pedido de-
abale requerido por Francisco Cavalcanli do
Albuqiierqiie.
Foi approvado, sem dbale, o projedo n. 36
do anno passado, approvondo o compromissode
Nossa Senhora do Rosario do Goil.
Entrando em 2a discusso o art. 4 da for^a
policial, o Sr. Gitirana motiveu o mandou A
meza o tegti inte augmento o teneriteajudante
lera de graQcaco 20$000, e a doquortel-mcs-
'fundamentado o-seu projedo, tevi-ter provado
jue a povoaeao de Panellaa eslava nos rondi-
<6es de sx vUta, mostrando a impotlancia de.
lugar a sua riqueza o melhoraim-ntos harido-nos
\iliiinos lempos, ^ssitn como s (untes de suo
prodnecio, qn?.es assuas lircumstoncias odiues,
vota-se pode-.-calcular as suas m-eessidades e-se- j
rein salisfeitcs, a vei-se so. esta em-estado de
comportar ac conlriboicoesoaerosas que (em de
apparetcittn? mas. isso nao justilicou o nobre
-depulado, antes asseverou que a!li sempre-rppa-
verera rooaioces, i^ que essM-desordcns rau-
sa do abatimiento daquellc litjjnr, o quedepoe
contra os habitantes daqueila loralidade ( nao
apuiados;] foi o nobre depuiadu defensor do pro-
jedo quem assim o disse.
O Sr.'Braulio :Quo as re*oluers-*K se en-
conlravam.
0 Sr. Citirana :Nao sao os 'alli ifuc fazcm
ais revn'ui oes.
O Sr. Reg Danos:Mas qnem faz-esses nio-
v intentos ? Sao os hai.ilant-es do outro mundo?!
(O'Sr. Gitirana e ou tros genitores debutados do
partes )
O Sr. Presidente : Atteniao.
Sr. Reg Barro:Assi'm,-senh-ores, como
*c lia de elevar um lugar mde sempre lem a in-
felicidade de haver desordeHst-'Sor- esse omeio
mais proporcionado para pflr termo a taes eom-
uoces ? parece-me que nadff o remedio ter
alli uma auloridade policial.
/ m Sr. Depulado: l,:'i -(em subdelegado.
0 Sr. Reg Hunos : Se l exisle auloiidade
policial, enlo d-sc-lhe arca.pois c o melln.r
meio que temos paro so m.-inu-r a ordem, mas
nao a rreaco de villa, qtw .purura s sen ir de
augmentaras despezas, de-sobrecarregar os seus
habitantes rom dt-rimas de casas coulrosim-
postos que sao iigeilos as lillas e (i.lades.
O Sr. Braulio: No 'P-onilo ainda nao se
paita.
O Sr. llego Barros : Senhores, o povoado d<>
ranillas lano nao eslfro caso de ser villa, que
ainda nao frpguezia.
O Sr'liitiraiiu :(j que provo islo !
0 Sr. fego Barros: Ento nao sei o que
que pode provar ao nobre diputado? Se Panel-
las so por contar um .pequeo povoado est no
raso do ser villa, eutn nutras lugares quo-se
acham fm mell res ciiemnslancias j ha muito
quedeveriam ler sido villas. Senhores. nao
esse u meio mais apropriado para augmento de
irosperidadc desses lugares, portanlo uao posan
por agora dar o meu voto ao projedo que eleva
& cathogoria de villa o povoado oe Panellas, f n
que elle nao precnilie o lim a que altingem os
nohres depulados: essaa creaies de villas dc-
ii m sei futas rom toda a regularidade, quando o
inieresse da loralidade porsi mostr que seacha
desenvolvida, quando a sua esteuso diveisidade
siin ; esse o meio mata prudente ; por agor
nao, daqui a dez un cinco annos pode bem-ser.
Sr. Braulio:E' muila bondade da paite do
nobre denotado.
0 Sr. Reg Barros:Os senhores bao de co~
nhecer essas verdades que acabo de manifestar.
Discurso lo Sr. Insultado Francisco
Jos rernaiidcs'.liifi'ana, na ses-
sfto de 'i' I> eotrente.
O Sr Gitirana: Sr. presidente, considera-
iio para mim sao bem valiosas,aduoram em
meu espirito, para que eu nao me conservasse
silencioso na importante discusso da fixaco da
forra policial, e agora que tenho de expen'dc-las
nao desconheco os embaracos com que trei de
lutar. Fallo de habilitaeoes que me lecommen-
dem, lutando rom as ciunislancios de achar-se
a ln ra adianlada, c a casa sem duvida caneada,
silo, senhores, que lambem psia commigo
se jais benevolentes.
rrinciiiani por declarar que vol pelo aug-
nlo da forra policial.para o anno linsneeiro
0 Sr. Gitirana :Dizia eu, Sr. presidente, que
,mu, os fados de minha comarca, dos quaes iiifelizmeu- i
no caso de. bem esercerem suas funcees ; esio i le nao posso prescindir.robuslescem a opinio que tem conveneoes a
mu.lo mais no coso de serem elementos de or- lonho. de que o^overno devia lomar a liberda- desconhecer o peri-o ou lia nislo m!em ''
dem ; de coueorrer para a reprcsso do crime,! de do voto uma realzado, nao inlervindo as c- csses em pregado^" F-inu fa h ,l\ ?iP
de que aquelles que nao teem conhecimenlo do leiees. Principiarei a considerar esses fados,c se agora facamos epplicaco '""""uu tnl u,('se.
:gar, nao teem estudado a ndole do pevo, e o meu proposito j por so adiar a hora adianto- Applicando os meus" principios aos mnvimo.,
S .arn<'.;rmnn'u< .1 friii-nrnnr rnm s*: il.i 1:1 niir-an :icl..-ir ,.= i,,,I,,-..- ,i.-.........i... h- .1 t~. -J___i.. .. iiineipius aos movimcn-
Sr. presidente, c nobre depulado para bem ter' ',;g'ir'
itiil.inient.iit.i -mu ni-n.>i-iii lamia ,i. .....>...i I mullas vezes acos'.u-mados a governar, com os
ores da disciplina militar, eniendem que os
r._r------ j.. r. .,, ,- ;.rt.ne..ii'iu os meus principio
da, ja por-se adiar os nobres deputados, de al- tos de minha comarca, pate que c
um modoTM.gados se acontecer, digo, que eu p. ao aopromotord'alli que o nobre i"iern.iirL
Sao Soldados. [Apoiados* nao pOSSa lo*r n offiiln n mou Mi.r..........._ r........:_*..
- ._,___, ,--------- c sctieiaru
pergunlono sabemos todos nos que no anno de S
MR enlao o juiz de direito daquellocomarcal)r.
.Manuel Correa l.im.-u homem muito digno ma-
gistrado muito probo, solTrcu um Uro em Ca-
lila apartes.)
Digo eu, ignoramos nos nuc na enmaren do
mais lardo motivos de .njuslicas: presencioi BonHo.na cidade de Caruar h Ir mesmo que o la municipal do lionilo. ba harel somcuuin tiro quesem duvida al-uma ti, ,a po^m
LourcDCO Jos de l'.guc.redo apresen.ando como ; mala-l0 ? E que nos consta qWesfc rSeito
ulidaio. ao seu irmao Dr. Jos Antonio de Fi- liwsse o promotor publico dalli o nobreT'se-
n do'n", ?Und" ""V^'S-* .*re,a.r0 ? 0u8nd fonscieneia punli-a indi'-ita-
homem de que o governo impeual la n car a mao va alguem sob que lazia recabirsusneitas o no-
para dminisirar justiea ao povo de Bonito, nao bre diputado promotor publico d rea l
duidou, digo, csquecir-se.de sua importancia, 'sem esperar pela manifestacao da eonsdencia
n clfeS^,Sf i{';'ra t'",,rar/,m PSoS com bliea, devia w si investigar todos os hetoro":
aq .elles que, sendo ou podendo ser parles, po- I venientes a desroberta do delinquente oauefez?
dcriam lambem delle precisar, nao como naili-, Declaren nue nln. mi;,-,.,.. ".\. !"7
eular, mas como juiz. Senhores, elle fe/, mais
du que compromeiler-se, com pedidos desta or-
dem em um lugar como Bonito, aonde era ape-
nas conhecido por ser alli juiz municipal; lam-
bem ameajou....
OSr. Marlins Vereira :Nao apoiado.
O Sr. Gitirana:A. persuadido talvez, que
OS eUitores do dislriclo de Bonito, homens inde-
pendentes toda piova, deixariaiu succuuibii-se
soes ornearos.
Um Sr. Depulado:Isso agora grave.
OSr. Gitirana :Sim, Sr. presdeme, esse
a 1661, como dispoe o art. 1. do pro-
de 18C0
jerlo ; e tendo submettido consideraran" dos
:.....res depulados uma emenda elev.indo-a a seis
prehendi, Sr. presidente, que este meu frocedi-
menlo ainda mais reclamaba, que nao me con-
servasse silenciom discusso : porque, senho-
res, nao quero que de modo algum se possa en-
tender com o meu silencio que eu sou da opiniao
daqucllcs, que entendem que o governo precisa
ler sua dispesico um grande numero de tro-
la, porque s assim pod' garantir os diieilos
de vida, honra e ptnricdade do cidadao; por-
jue. senhores, no ^ueio que em lempo algum
se diga, que eu emendo, que o governo deve
ppor-se mmediata c voluntariamente com o
torea, a qualqucr desvio, a qualquer infraeco
de um particular, que muitivs vezes ollendidoem
scusdiieitos, pe lu hado em sua razo, lanca-se
ao commeltiniento de um delicio qualqucr '
Considerei, Sr. presidente, que a illuslre'com-
missao de ixaeao da forra policial, determinando
o numero de pracas do respeotivo corpo, autori-
fiara o presidente da provincia a augmenla-lo
atesis cenias pracas em caso de necessidade
oncedendo apenas, em taes circumslancias o
augmento de J6 pracas, nu meio este, que. a meu
ver, serc duvida insignificante em relaeao
idea que vos deve suggerir a cxpresso 'caso
de necessidade.
Nao duvi.ld, Sr. presidente, depositando alta
conlionca na administrado da provincia eoncor-
rer com o meu voto, para que exisla 'sua dis-
positao urna orra suffirienle, capaz de concor-
rer para que a aceo da justiea, lornando-se
rialidado, possa rerahir com aceito e
prompUdao, n'a3uelU8 localidades onde convier
que ella se faca sentir. Considerei mais, Sr
f/mt 'T a Hrovincia de ^".ambuco, con!
tendo em si ramios termos que necessilam de
destacamentos, era-sem duvidalinsuflicier te Da-
r satisfazer toes -necessidades, com numero de
Piaeos inferior ao e.ue eslahetece o projedo
Jambem nao esqueci, que assim concorreria
egualmenle, para quese despensasse o aquarlc-
.amento da guarda nacional, com o queimaiio
lucraramos; porque, senhores, nos sabemos
que os individuos que a compoc sao os que
xieaicam j s arlee, j ao commercio, i ari-
cuiiura, j finalmente a oulrc qualquer ramcTde
.nduslria, c que retirados de suas cecupa. oes
;'?" vnm a *cr uma ba parte de nos-
Z esta^m," "Sai f-"dW dimi'luir5o. visto
qu^ estao sempre na razo da produeco En-
tentfo Po,s qUe dando-.se um nuWro s^fiicien e
de pracas ao corpo policial da pro ncla rem-
Eu disse 'Sr. presidente, que orinando nela
a-igmento da Torra policial, o que ntesmo !
festei com a emenda que ofiereci casa o
^un que se supposcsse que reconhecia ne"
esbdade de grande numeio de tropa, p0f%n-
|!nrdUe St0 lud0 P01'-' r P*lo forra |
teconherendo a necessidade L* dislnbuico'dc
Sel daTroi n8P0UdaCS' ^U$ dVerS3S Jo(^"
Sf oue ludo ,/ef"^' D' 1uero com isl0 *-
ttJSLZBS'iS!* 4- -0-222S
particulares tambera sao soldados. [Apoiados-i neo possa levar a ell'eiio o man proposito, asse-
Jio apdiadoe. ) guroque o farei em outra opportuuidadc.
Dtn Sr. Dcpaia-do :Nem sempre. Vi. Sr. presidente, que por occasiao da eleico
O Sr. Giliraiia : Entendo, Sr. presidente, provinciaj no dislrtcta) pelo qual fui eleito, a na-
que nao com-uma energa desconveniente, que tervenco de cerlos ^mpregados d'alli, de algu-
o governo dore procurar reprimir factos, que lo- ma sorle trouxe embararos, c deixou elementos,
dos nos lamentamos queso decm ; entendo isto, que era minha opinio, o podem deixar de-ser!
Sr. presidente, porque, quanto a mim, o gover- '"' '
no, que tambera lem por fim moralisr o povo,
somonte pode usar da forra, quando c.--otados
todos os meios prudentes.
l.'m Sr.1 Depulado :Se no lujar nao bouver
quem aeeeile, quera se ha de nomeor?
(lia um ap:irle).
O Sr.'Gitirana :Se for necessario, facam-se
despezas.
Um Sr. Depulado :Como ? a asscmblca pode
dar ordenado aos delegados?
O Sr. Gitirana :Eu eslou rospondendo o
aparte do nobre depulado; digo que nao me cons-
ta que, se lenha dcixado de nomear pessoas do
lugar, pelos motivos que referi. Entendo que
essas, devem ser os preferidas ; mas se acontece,
que em una locolidade, lodas ellas neslas cir-
eunist.incias, recusara acreilara nomcai.o.oudi-
vididas em parcialidades,envolvem-se nos acnte-
i iik nlos, que lornam o crise anormal, ento ad-
miti pela necessidade, que sejam Horneadas pes-
soas eslranhas ao lugar, indiiferentcs as lulas.
Nunca, porm, em circumslancias ordinarias,,
nem mesmo n.-iiuellas, em que. embora um fado juiz dii igindo-se quosi lodos os eleilo'res do
vilenlo se lenha dado, quenecessite represso, I seu termo, para o que percorreu alguroas tecali-
lodavis, os homens importantes do lugar, nao dades, a pretexto ue fzcr inventarios recebeu
estao nelle envolvidos, nao mspiram recelos por, de muitos a franca c leal coulissao de ouc nao
r-sta ou aquella circunstancia.
lin Sr. Depulado :Se os circumslancias exi-
girem um miiilor?
OSr. Gitirana :Nao ha circumslancias. que
o exijo, porque, quando meamo se desse um fac-
lo.exiraordjnariopela suagraridadr, ainda assim,
seria conveniente nao noraea-los ; por que fns-
piram recetes aos particulares dessas localidades,
porque os povos do centro julgam que o militar
vai persegui-los. E um receio infundado, mes-
mo um abuso, que eu nao quero justificar, mas
que entendo, que suavemente que se deve
acabar.
Se, pois, as localidades da provincia, existem
homens aptos a ex rcerera cargos policiaca, se-
jam elles os nomeados, e em crises arriscadas o
governo lance mao de hachareis.
< m Sr. Depulado :De graea.
_ O Sr. Gitirana :Neslcs rasos, que felizmente
sao raros, e pouco duradouros, poique logo aps
elles vem a reaeco, como elTeito providencial, o
governo, reconendo aos hachareis, gaste cora el-
les alguma cousa do que destinado para as des-
pezas da polica.
J m,Sr' epulado : ,:llc cs, cndo islo seria ainda juiz' quairo annos, praolq
ft ,,,, ., ., rolassem em seu irmo. Mesmo com alg&s elei-
u-zi. Giuiana .Approvo mullo a providen- lores de Sapucaia n
l>"So^ioTa,nU.TVhf(:^Uv!''a^-\ Sr" Mrlins Pereira :-*o se donde
io lo laclo de Ouiuuiy ; confio igualmente que o sejam esses cleitores
resultado da commissao do nosso collega, ser 0 Sr. Gitirana : Nao admira
lor to ii..Ti--------. j j ."" iera ue gratuiraeao 20.SOMC
toi do Bonito, a cusa da demissao do nobre de- lr0 ser elevada"'. tncnvi ,
pulado. tievaua a jii^uuu, perceoeinto-as anda
(Ha um aparte 1 m"mo 'I'!an,1 ''nies, o be.n assim lodos es
, O Sr. Gitiranl! Declaro ao nobre doputa- > S meze CrP' """ "" q"e "^ CXCCda de
^i^riH-!" ^f-- s"-;^! v^^^'^.^rc^^^-P^ s^;^
SE'n^
Centro tanto nao pode dizer o nobre depulado raisso, disse que ella leve em vista eslabeT
Uizia cuque com essas declaraees que ls J 'SS?'*' '"'^ ^ VenCme",OS dc ldos
.incoes, e que nao Sunoozes.se al"iiem nue me- i.j. u j- in""i
mentando oVorpo de pulira, cuqucria emoi-lJ f *?* **> .opresen.a,,-
ver autoridades em Heieoes, ap^ia-bs inda ?i?J!?^AU?t.l.fl.C.a,imde SUa P'^. aseado
saAra* SKnc5S^s^~?as ^&wss
mais nos seus actos de inle'rvenco.
Votando por maior numero de forca policial
eu quero ver se as autoridades policiaes habi-
lltam-se melhormente para fazerem effccliva a
aceao da justiea contra quem quer que conve-
nha, ou seja potentado, ou simples particular,
sem todava haver violencia no emprego da tor-
eo quero lambem com este augmento habilitar
nielhormcnte o presidente do provincia, afim de
quo lendo um corpo de polica sullicienie, pos-
sa despensar o aquartellamcnto da guarda nacio-
nal com o que tiraremos um proveilo mais
real. '
A hora se ocha csgolada, espero ainda rol-
lar a discusso e por isso conduo pe.linto-vos
desculpa de haver portante lempo abusado d"
vossa atteiK-ao. (Nao auoiados.)
ipdigitava, elle respoiisabilisa'va-se; que esses
ndi.iduos nao podiam ter parle em seraelliaute
aconiecimenlo.
(lia um aparte.)
0 Sr. Gitirana :Eu nao quero dlzer que fos-
sera autores desse atlentado, esses contra quese
manireslava a opinio publica, e ainda mais boje
creio que ellos nao tii erara parto nisso ; mas digo
que o promolor publico devia 1er procedido de
CO. onin^,an,'l'S dgna' 0jmCI,0S '"""- '
;;S!!.; v,t ird-scrr{of"i^sou scnso i,isPi"d >*<&* <*,*
louira aiguem, exiga que fossem destruidos os --
seus recelos
(lia um aparte.)
Um Sr. Depulado:Aprsente astestemunhas
ao promotor.
0 Sr. Gitirana :Em factos desta ordem bas-
' que algum a circunstancia denuncie este ou
REVISTa DIARIA.
No lugar competente desle Diario, deixainos
oiilein a lista das pessoas que foram agracia-
das no da li do crrenlo do que hoje (inda, por
occasiao do feliz natalicio de S. M. a Impcratriz.
.Na distribuir o honorfica dessas grabas, a nos-
sa provincia fui considerada devidameiite. sendo
grande numero de patricios nossos contemplados
nos elleitos da munificencia imperial, que ainda
mais esta vez veio cahir sobre elles como um
orvalho benfico.
Quando o governo distingue ciJados pres-
tantes, a quem a raassa da popularo com o
- -------------------------- v*aw*>w w- UUV lliJ
I podiam mais scrvi-lo 1 E quando deveria felici-
tar-se por encontrar tanta sinceridad*, tanta fran- .
queza, esse homem yangloriava-se de dizer, que aquelle individuo porque, efiecluada sua nrisao
anida sena juiz municipal quairo annos 1 '"<" ii.-t-j-I -'
O Sr. Marlint Pereira :Sao informaces fal-
sas que deram ao nobre depulado.
O Sr. Gitirana : l'oi um fado, que conti-
go mesmo se deu, fui um fado, que eu apenas
o reliro, porque o meu discurso lera de scrim-
presso, e enlo desafio quo 0conteste.
( lia um aparte).
O Sr. Gitirana : Mas, dizia eu que esse ho-
mem, nao como particular, mas como juiz, en-
yolvera-se era eleigos, pedindo, e procurando
intimidar, aquellos mesmos, que lero de ser
parles, e elle juiz E' essa auloridade que em
vez de rc-conhecer-se como garanta dos indivi-
duos do seu termo, dava assim a entender, que
satisfactorio.
l'm Sr. DepuladoKa theoria do nobre depu-
lado e uma afronta feila aos individuos importan-
tes, dessa localidade.
O Sr. Gitirana:Nao, nao ha aqui afronta, por
que a cuse assim exige o nosso coilega voi, nao
como militar, provocar novas desordeus, mas co-
mo homem que tem conhecimento do processo
instaura-lo contra quem convier, afim de punir
o delinquente.
Quando eu digo, senhores, que nao se deve ar-
mar olficiacs militares cora o/ cargos policiaes,
nao quero lambem dizer que as localidades pos-
sa m subsistir sem destacamento, e tonto noc as-
sim que pens, quo estou susleiilandos o aug-
mento da fona policial. Reconheco essa neces-
sidade e, expendendo minhas Idase respeilo, o
que desojo 6 mostrar casa que o governo nao
de ve ser precipitado no uso do torea, que deve
prescindir dos delegados militares, porque seme-
lhanles nomcaroes sao motivos de recetes e
principio de arbiirariedade.
[Apoiados o nao apoiados),
... i ,,i -,-----.----;--------" "-i ".....r- (--->' nivigitu: r.u nao sei UNO
todos elles erara um bando de criminosos, por- oulro motivo houvesseao nobre deputaJo se nao
que, senhores, procurava-os amearar com o seu receio de compromeltimento na eleico '
emprego e nos sabemos que a "autoridodc s 0 sr. Marlint Pereira:Se nao o de'zeio aue
ameoio c intimida criminosos e mal-fqitores. tem o nobre deputado de fazer um discurso para
ro a mim mesmo, foi em minha resonca, sahirem militas columnas do Diario nao sei Dar
presidente, que semelhanle juiz isse que i quem est fallando, -porque o nobre deputido
abe que o he-i de desma-carar.'
O Sr. Gitirana >-E por contar que tomar
o palavra para entrar na discusso a que eu fallo
e nao por querer aspirar aos foros de litlerato'
de algum Lamartine, ou Viclor Hugo.
I.u que obsrvala, senhores, esse grande mo-
vimento, quese apresent&ra na comarco em que
resido; eu que era amigo do Dr. Correa Limo:
que realmente sent que um fado lo desmora-
lisador se desse na Ierro onde nasci, semi e ao
mesmo lempo laslimei, que nao se podesse des-
cubrir o seu autor, para que ao menos um des-
abalo fosse dado sociedade.
E ainda maissenti porque comprehendia egual-
logo pelos interrogatorios conhecem-se.
O sr. Martins Vertir:Preso por ter cao e
preso por nao ler: se eu livesse dado a denuncia
era pora lim eleiloraes.
0 Sr. Gitirana :Entretanto o nobre depula-
do levou a sua maceo ao porto de pelo con I ra-
no ate garantir que os individuos contra quem a
voz publica se pronunc iava cram ncapazes
de um lal alternado.
(Ha um aparte.)
O Sr. Gttirana :E porque assim inactivo
conservou-se o Dr. promotor do Bonito, que era
e anda e 0 nobre depulado, na occasiao em que,
5i "ssarSc^psSis a%t sss f A-^oun,a iw^]-em
i su que completo rebolieo com as suas rondices, desen-
vohendo uma torea admiravelmcnlc herclea
beiienierilos,
usa admiravelmente do sacerdocio sublime de
que a na..a o o inveslio, ao mesmo passo que por
tal forma saneciona a opinio publica.
Hontem tiveram lugar as duas firocisses
deque demos noticia nos nmeros anteriores.
Ambas tiveram o esplendor com que taes" ac-
tos socra ser celebrados entre nos, revelando as-
sim que a dcscronca nao nos ha ainda altoetado
radicalmente.
Terca fura 3 do corrcnle, pelas 11 horas da
manilla, furam as suas provas os concurrentes
aos dous lugares vagos de amanuense da secre-
ria do governo.
Inioimara-nosque nao havia castraco no
prcto, que foi eneontrido para as bandas da ri-
bo ira.
Este pelo sofl'ria de uma diarrha chronica, a
que sobreveio-lhe uma hcmorrhagia da bexiga,
que deu occasiao ao estado do derramanienlo de
sangue em que foi adiado.
Hontem pela manha um alienado poz o
----. -----....... que o nobre
depulado ja boje desconheca quem sejam os
elcilores de Sapucaia, quando al desconhece
que foi eleito pelo appoio do lente coronel Be-
zeira, edos amigos de sua parcialidade, visto co-
mo o fado de dous escrutinios mo.'lrou que s
pelos recursos dos eleitorrs, que o sustentaran),
o nobre depulado nao seria eleito Nao admira',
que ja agora islo aconleea entretanto que ainda ,
o anno passado ou atrasado, o mesmo nobre de- mote nessa innaccao d'o promotor
pinado lano fallou na familia de Sapucaia, al-.cousa nao se poda" originar seno' receio- d
sforros a priso de Thomaz de comprometter a sua causa poltica. Nao 6 uma
'ei a
a meus
Gouveia.
( lia uro aparte )
0 Sr. Gitirana : 0 nobre depulado sabe
muito nem, que quando em Bonito se diz clei-
tores de Sapucaia, quer-se significar os cleito-
res de Barreiros, e sabe bem a razo disto.
Dizia eu, Sr. presidente, que muitos desses
elcilores estranharam o modo de proceder desse
em pregado. Ouvi, senhores, ainda um fado
bem significativo do scu despeno : enlreleudo
eu com esse juiz relares de amisade intima,
pergunlei-llie pouco anles do dia da cien -o se
que faco, uma theoria que applicar
Confessore mesmo, que mullas vezes esses of- havia despachado a ,
fie oes sao bons homens, pelas suas qualidades bem pronunciado, ello m retn'ondcu a
pessoaes ; confessarei mesmo que os seus erros depois da eleico !weB.ffir*; ? 5J
a ?|. I/.. ..I.".. n. n.
o lie lis a
raim mesmo. Se pelo menos eu, entregu
recursos, pretenderse urna depulaeao, em qual-
quer comarca era que fosse promotor, sem duvi-
da ver-me-ia n'uma occasiao destas bem emba-
ncado, e creio que qualquer dos nebros depa-
llas, porque motivo procedeu assim o nobre
promolor rn.blico ? Porventura perguntar-me-
neis, um individuo ou dous no comarca serao
quem dola dispoe? nao. senhores: a comarca
do Bonito contera em si muitos homens impor-
tantes, poro,,, que infelizmente nao sei se o '
perversidode ou a voz publica, desta vez verifi-
cando o dito de alguem, que aqualiuca.a voz de
nmuro mentiroso, indigitava pessoas de ol-
de alguem, direilos que deviam ser garantidos
como o devera seros de qualquer um de nos.
0 Sr. 31clio fego :Os particulares sao os que
sabein muito^bem disto.
O Sr. Gitirana ;Nao quero dizer que os par-
ticulares esieji.ni iscntos de fallas, de omisses
de rregulandades nos processos que instaura-
ren!, como autoridades, mas digo que com elles
cu advogado e que talvez houvesse lido a dig-i
nidade de declarar que nao podia dar seu voto
ao candidato desse juiz municipal ; urna sentn-!
Pereira :Diga o nome.
O Sr. Marlint
[Ha um aparte.
achava-se revocada i^ U w J m^s ara,go>. ou.r ora eram-no do nobre depu-
achava-se revogada
de outubro de 188.
Crusam-se muilos apartes
ncsla paite pela lei do Io.
ftn conlramilencia aos que o quedara subjugar.
Logrou-so porm afinal este resultado, sendo
elle coiiduzdo em um carro, pois que de outro
nodo nao foi po*vel faze.lo. para livrarpopu-
lacao dos*efreilosda sualoucura, que nao respei-
tavaaiiadi, parecendd um verdadeiro possesso.
Anle-honlcm chegou mais uma cnuipanhia
do 8'balallmo, a qual estacionara em Tacarut.
Consta-nos que deve vollar, ou volta a cada
momento para commissao naquelles lugares.
Entre as pessoas agraciadas no da 14, foi
contemplado o nosso patricio o Sr. Eduardo Ga-
dault.com o habito da imperial ordem da rosa.
Esta dislincco muito deve honrar ao artista
pernambiicano, cujo mrito assim mais releva-
do pela munificencia imperial; celia dcve-lhe
ser lano mais grata quanto lodos nos conhecc-
mns-lhe o genio rctrahido que exclue toda e
qoaaajuer idea de solicitaco de sua parte ou de
amigos seus para acquisico desta graca, que
slenlo sobo caracterstico'da mais pronunciada
esponlaneidade.
O governo que assim nao olvida o mrito ar-
tstico, que o vai buscar no seu proprio silencio,
nao pode deixar de enraizar-se na all'eco dos
seus governados.
Eoram recolliidos casa de delencao no dia
J do corrente 6 homens livres, 3 escr'aves e 1
miilher, lambem escrava, a saber : a ordem do
l)r.chee de polica 2, a ordem do subdelegado
do Recite 5, do de Sanio Antonio 1, do da Boa-
Visla 1 edode S. Jos 2.
-- Passagciros da barca portngueza Flor da
ilaia, viuda do Porto ; Antonio dos Santos e
Silva, Joaquim Pendra, Jeaquim Manuel Perei-
ra, Uanoel Gonealvesde Parias. Antonio do A/e-
vedo Neves, Haooel Francisco dos Santos, Ua-
noel Francisco da Cosa, Jos de Azevedo Uaia
jonior, Jos de Vraujo. Domingos Romos daSil-
va, Joaquim Jos. ^i S-Ira, Antonio Thomaz da
Si va, Jos Joaquim dos Sanios, Jos Thomaz da
Silva, Uanoel Horeira, Joo Goncalves Perrcira,
Uanoel Ferreira Pinto Malheiro, Bernardino Pin-
to, Beraardino Atoes, Vicente Antonio Anselmo,
Joaquim Coelho, Narczo de Campos Lima, Anto-
nio Ferreira, Amonio da Silva, Antonio Coelho
Barroso, Jos Ferreira, Joaquim Coelho, Antonio
Ferreira Uaia, Antonio Nello, Joaquim Pereira
de Carvalho, Joaquim Martins Pereira. Joo Ro-
am leis anteriores.
Encerrada a discusio, e posto a votos o artigo-
toi approvado, sendo regeitado o augmento. E-
gualmenle foi approvado o art. eliminanda-so
a sua priincira parle, quo creara t(J pra;as
montadas.
Eu Ira rain em 2.'1 discusso as posturas da c-
mara da Escada, que turara approvadas.
Dada i hora, levantou-se a sesso, lijando pa-
ra ordem do dia de hoje :
1.a discusso das posturas addiccionaes do Re-
cife b Olinda : l dita das do linjo, Cabo, lia-
Vista. Villa-Bella c Cabrob ;
t." dita ibis de Garanhuns, que ficaram ad-
diadaspor2l horas, pedido do Sr. R.iphael.
Commu rucados
Em um jornal desla cidade foi publicado a pri-
meira caria da correspondencia aberla entre
O verdadeiro Bonitcnsee dito joma!, e tendo
eu encontrado as noticias, objecto de dita carta,
inexaetides, devo procurar fazer reparo a taes
inexactides, para que nao continu alguem a
pensar que pode impunemente mentir.
A quolilicaeo foi o campo onde o emberbe ra-
pasola quiz mostrar que sobio atrepellar a regu-
laridade legal e conveniente a qualquer acto, foi
occasiao para mostrar-so despeilo que vola a'uin
homem velho, osquerendo-so esse rpasela do
insulto que Ihe havia feilo no escandaloso fado
de querer desligar na Ierra a quem na Ierra tora
ligado e deve ser ligado nos cos.
Nao obstante as serias considerares do digno
juiz de paz, que bom homem, illu'dido por esso
rpasela, nao obstante os juizes mais ou menos
favoraveis a ordem publica, o coronel Zcferino
Velloso da Silveira, e os moradores dosengenhos
Linda Flor e Flor de Dia foram qualilicados nos
Irabalhos dos cinco dias pela junta de qualifica-
eao, porque esse rapasola eslava nesta cidade ;
sendo que foram eliminados dous individuos que
naviera sido qualilicados iliegalmcutc, por ser
um praca de piel e outro cstudante da aculdado
de direito e menor.
A demissao do capilo Mathias Ferreira do
Mello, do cargo de segundo supplento do subde-
legado da Villa de Bonito, considerada como
um principio de intervenco directa da aulorida-
de na eleico futura, pete rapazola, mas este,
com quinto muita confianca deposite no actual
chefe de policio, nao procura a causa da demis-
sao do capilo Malinas na representado que di-
rigi o digno commandanlc superior Vnsconcel-
los Torres ao Exm. presidente da provincia, na
qual queixava-se dito commandanlc de abusos o
violencias pralicadas pelo capilo Mathias contra
guardas nacionaes, e quer enconlra-la na in ter-
venco da auloridade as prximas eleicoes.
Na referencia aos candidatos a futura eleico
geral, diz ojal rapazola que o Dr. Urbano fra
apresentado peto Or. Pessoa ex-juiz de direito da
comarca, o que nao c exacto, pois o Dr. Pessoa
nunca so oceupou do Dr. Urbano em referencia a
negocios eleiloraes. A -causa de ser considerado
candidato o Dr. Urbano, ainda merecer ofl'ei-
eao c concoilo entre os liberaes da comarca do
Bonito, o amigo chefe do partido praieiro e por
haver desagradado a ditos liberaes o procedi-
menlo do Dr. V'illela Tarares no auno passado na
cmara dos Srs. depulados.
Nao quero apreciar se os liberaos da comarca
do Bonito tem ou nao razo, se justo o juizo
que fizerem do procedimento do Dr Vilclla la-
vares, mas nao posso deixar passar como verda-
de a mentira, com vistas de ofuscar-se o brilho
da reputaco que se ha sabido grangear o Dr.
Pessoa e de justificar-so pela imprensa encapo-
tadamente aquillo que se avanrou na tribuna c
negu-se porliculoimente.
Admira que O Verdadeiro Bonilense nao
saiba se o pai ou o filbo, o nutro candidato,
quando nao pode deixar de lembrar-se que o ti-
teo ja sacrilicou o pai em outra occasiao, que o
(liboO verdadeiro Bonilense a par dos negocios
do dcimo dislriclo, l, aqui e por onde possa
iz candidato, se apregrra esperanzoso do irium
X
seguiriam.
Um Sr. Depulado :Dispensao o processo *
OSr. Gitirana :Nao; nao o dispensao, n
eu digo que se dispense, pirque emendo
- --- 'J u truc.
cU Pn^Ue "5 fSlUn, le nr-D, Pr "^S2 : didau,ra prPovtecial. "^ "**"* Sua CM" '. ,,;."*" r** -E para os interesses
iai.oes pessoaes, em negocios que afledam a or- Ja vedes nnrH..i : fll'ros do nobre depulado.
dem en bem publico: o que digo que t quVolMe eSaltori^ ,S''- <;i""' :LN5o assim e nem se per-
qu muitas cousasconscBuem som n mn,c .i.! 1 !.:.:.?" .qu5 es!a dulundade, cnvolvendo-se suada que eu. (razando esses acontccimenlos
. i* ------------ viiiunviiiiu-pr oiiuwu 'M|v' (;ij IrO/
ue muitas cousas conseguera sera o emprego da
,K e niu.,i,s ?> causa occasional da ex- uu a crear ei
SSS'Sflg" C,U"tS' 'IUC maS ,ardc *- "1?' 1 suVs'Soes.
'' -Sr. Depulado Apoiado.
O Sr.fUrana:_Em resultado pois cu nao que-
ro, com as minhas ideas, mostrar que sou hostil
ao governo : uepoe:lo-lhe a mais seria confianca
eu quizera mesmo, se a lei nao exigisse que 's
fixasse o numero das pracas. quizera, digo, ue
se coniasse ao governo o arbitrio de a^men li-
to, tanto quanto o seu elo e Uno administrativo
rccoinecessem suflicionte.
J se v que depositando lana confianca na
admmistracao, cu nao Ihe sou hostil; mas "quero
expender rom franqueza minhas ideas, acerca dos
inovimenlos da provincia que devem ser repara-
se al aqui leuho mostrado, que nao sou da
r.piniao que os commandanles de destacamentos I O Sr titirana H> vs,"'""e meoaina, vejo de um lado minha
rcunam -emsi auloridade policial; lambem Dio se bre deoutadn toi~i q .*' q"e "" *}nc-a0> "(.0<"ro a do nobre depulado, que nao a
persuadan,, os que rae ouvera. que eu quero de?- SprSmelle dor!,te Jn""0 E* q"anl? '' descre.ver.e' mClosamento porque nieu L,
i?^*??^5mV,^w^-!f,'l?*o6,H*iP0-t Pa" cora este ou aquelle
Um Sr. Depulado J agora nao se falla
ue torca, era a polica foi que pralicou isso.
OSr. Kirano : Estou justificando a pro-
posicao, que eimnciei, de que por raen voto
as autoridades nao se envolvtriara em eleicoes;
e estou mostrando ao mesmo tempb as arbitra-
riedades de uma auloridade.
por ventura poder-mc-ha o nobre depula-
do 1 secretario contestar esla verdade quan-
do assislio a lodo o moviraenlo eleitoral que
viu como se fizerara as eleicoes ali ? Nimruem
ma directamente do que o nobre depulado en-
tonelo u ellas 1
f,.( Sr:.Y fui candidato e sahi eleito.-
bre depulado sabe muito bem, e leve* occasiao de
experimentar, que ha entre raim e o nobre depu-
lado urna grande distancia que nos separa
(J Sr. Martint Teir : grande porque o
nobre depulado me teme
O Sr Gitirana : Nao, porque nao SOU reo, e
se era Bonito o nobre depulado s promotor
eu como pretndeme, o deverei temer, quando
esliver criminoso, emquanto nao, tenho amigos
que me sustentam, capazos de me fazerem tri-
umphar, como j o lucrara desla vez, e como o
nobre depulado nao o pude conseguir
O Sr. *rrins Pereira, :Ouer ver o reverso
da medalha ?
O Sr. Gitirana .-Eyt nao o entendo, o que
quer dizer com isto o nobre depulado' Se quer
que examine a medalha, vejo de um "
te modo armar as autoridades tocaos para as lu-
las da eleicie nao, senhores.
-------------------.......-. -MI' UU UC llllj IU
de de ura empregado publico em eleir-o
O Sr. MarUns Pereira :yuero qu"e nc
cifiuj pelas *uas sympalhias, por seus mereri-
mentos. porten* recursos pessoaes; que fossem
livreiivenle eleitoc sem a imposicM da autorida-,
ae. i. umo mais reconheco quesera muito con-
venienle uma medida que livesse por lim retirar,
certa oriipn to f..ni./.;^.,,.;... ___i_t*__. '
tempe as autoridades pSa^Ti loSioV
des. colino a historia ?$ TeU se
vejo quo esses officaes, especialmente os de tro
certa ordem de funecionarios pblicos, das lutos
eieitoraes. quanto lateando os olhos sobre a co-
m.orca em quo resido, sou toreado a assim pen-
(Ha um aparte.)
nr?, S''; oi'imnf --J vejo que nao me fizcom-
prehender do nobre depulado: o queeu diMTtoi
que quizera, que nonhuma.auloridade inlervies-
secm eleicoes em favor desle .ou aquelle candi-
dato ; que se rleuasse o campofiivre aos preteo-
dente*; que por seus recursos pessoaes or sua?
affeiQoes elles dis.outos*am suas protences
orlanto j se ve qua nao quero dascam en tes
* m i,. M,.,- Ksip^srs^^srs^r,:.'^
individuo: apenas chamar era meu apoio, em
sustenlacao de inmlia opinio, lodas as conside-
raeoesqueme poderem aproveitar, nao s as
J* *.*-*.- est fazendoisto t^ OS;, tirana: -Dizia eu que ninguem pode nao eXaf S d^Spio"^"6 mDh" lu';'
er i na.s certeza .de quanto sao valiosas estas OSr. Marlins Pereira-t bom nuo se ni.
consideraos, do quanto comproraclledora a esqueca dos magistrados polticos q
. -, ^---------- ^ >'ui |.i t-na-tif'-.t'i .i a
ntervencao das autoridades as eleicoes, do que
o nobre depulado primeiro secretario.
Negar-me-ha por ventura que edno candidato,
endo recomroendado por sua pessoa, nao
O Sr. GtftfWna .-Quando me refer a
traites polticos cerra dos negocios da comarca
comprehend. lambem no termo-magistradoi-
oaju.zes mun.cipaes, c agora direi ,U^ compre-

veira Jnior, Julio Autunes Pereira, Domingos
Linse Joceiro, Joo Bernardo de Magalhes.
Passagciros do brigue nacional Mrinho
11 indo da Babia, Ignacio Virencia Lopes Be-
lm, Joaquim Antonio de Araujo Souza.
Possogeiros do brigue inglez Snr sabido pa-
ra o Canal pelo Rio Grande do Norte ; Dr
Adolpho Cobral Raposo do Cmara e I esclavo
Herculano Olegario Ribeiro Castro.
Passagciros da barca ingleza Margarina
sahida para I.ainblash : John Carrol c un liiho
menor.
Passagciros do hialo nacional rnoencMl
sahido para o Aracaty : Antonio Saboia da Sil-
va Leitao, l.ourenco Pereira da Silva Pimentel,
Antonio da Molla e Silva, Jos da -CuiiIh c 1 es-
trave, Manool Braz da Cunha, Trislo Rodrigues
dos Kcis, Ltiiz Jos de Prrnca, Vicente Ferreira
da Silva, D: Anna Candida de S l.eilo, 1 filho
menor e 1 escrava rom 3 fiihos menores.
Matapoiro plbi.ico :
Matorom-se no dia 28 do corrente para o con-
sumo desla cidode 54 rezes.
MOHTALinAPE DO DIA 30 DO CORRENTE
Ignacio, pardo, 2 mozos, convul6es
J,- "ie *' p,1r(,' 5 annns. inflamacao
ado minha. Joao dos Santos, branco, solleiro 24 a'nnos
bre araarclla.
Joo Smurslers,
relia.
Maria branca, 2 annos, ronvulsoes.
Hospital de caridade. Existem 63 ho-
mens, 53 mulheres nacionaes, 5 homens esiran-
geiros, 1 homem escravo, total 123.
Na totalidade dos doenles existem 42 aliena-
dos, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto s 8 1|2 horas da larde, Dr. Dornellass il
horas e 10 minutos da manha.
ganho cinco con-
fe-
solleiro, 30 annos, febre ama-
-------- -----,,., ,,,, >IK, peisoo, nao jhizus mur Cipoes C a"ora riirni mwt ..~
tendo en. seu favor alli uma apresentncao exlra- he.ldendo os jui/es mun clSs e rPfe ndn Z
rrtta ao ugar que oceupa, de .alguma r.e a su. comarca de Bonito, Tic qUPcro nll& Tr,
eleico Ihe deveria (razer embaracos, se nao pas- ruar. que nao meTonsda rrue ,(, ,nl^
SsSSSSB^^Si -^ --Iff^SK^^lii^ntenie^
pulado lera procurado e mata de uma vez oc-
upado.
.0 Sr. Giliroftis:Eque lenho ccupadotte-
riiiamenta.
>w---------- v .... ., Priiu au
expnmindo-me assim, reHro-me rnenle ao juiz
nranicipal de en'.ao, nao sei se o obre depula-
do tona motivos .para assim pensar, bem que
i9i q auiie .deDuudj; o rmtko, que e .flualtucou
DIARIO DE PERWAflBflCir
A assembla provincial conheceu, hontem do
segrale : u
Officio do Exm. Sr. presidente da provincia
onv.andcio mappa demonstrativo do exporlaeao'
organisado pela meza do consolado ceta!
Jtequer.menlo de diversos moradores de Ma-
CBOM, Cacimba-cercada, Salgadinfeo, Carrapalo,
eiioorporados ao termo de Caruarfi
Dte Jm guardas dos ilscaes das fuio fre-
pho, porque alera do mais lera
los de reis ?! ...
O subdelegado de Grvala Vital Pereira de Mel-
lo apresentado como preparado e preparndo-
se para a todo transe vencer a eelico, o que nao
c exacto, pois o que quero ver ladeiio bonilense
e ver se coosegue a exoneraco do Sr. Vital, e so
abriga a sombra de algum carvalho, por que tem
cerleza que o Sr. Vital sendo eletor nao votar
no_pai e menos no filho.
E de to mo gosto a anedocta que overda-
deiro bonilenseao Sr. Vital que resposla seria
nao merece, e s revertendo o ridiculo aover-
dadeiro bonilensepor que nao nosso fim io-
garmos pulhas. '
De noticioso que pareca ser o verdadeiro
bonilenseno principio da carta, de aue no* te-
mos occup-ido, passou a policar apreciando o
reparo que fuera o Dr. Marlins Pereira ao Diario
do Rea fe, quanto a certa parle de um resumo de
Irabalhos de assembla provincial.
Esla parte da carta s tem por fim dar a conhe-
cer quem e o pai da noticia ; pois quem lr dita
noticio diro autor o iilho do pai.
O papel nao repugna em consentir escrevi-se
nesta cidade como se se estivesse na villa do
Itenito. c qualquer filho dopai pode dar a luz nes-
ta cidade a lilho que tora concebido na vila do
Bonito estando o progenitor nesla cidade.
E. S. A.
HOSPITAL P0RTL61EZ
Tendo nos deparado nos Diarios d'estes ltimos
das cora varios coramunicados em defeza da jun-
ta do Hospital Portuguez do anno de 1859; ap-
pressamo-nos era laucar mo da penna para es-
crever lgeramenle algumas palavras acerca des-
sa defeza que por tal titulo, s poder sor contie-
nda por algum analphabelo a quem o creador
houier fallado cora a luz do raciocinio.
Todava necessario acompanhar essa efeza
para que o publico e associaro a que pcitence-
mos possa comprehemter melhor os seus mvsle-
rios. Estamos firmemente convencidos de que a
commissao retadora do Manifest o continuar a
faxes mu dignamente: no enlanlo enjilliremos
tambera a nossa opiniao de socio, nao s pelo di-
reiio que nos compele, como ainda no sentido de
esclarecer como podermos, as bazes daquelle a-
moiitoado de sophismas. que nem Iraz outro fim
senao impedir os passos da commissao, e dislra-
lur os associados, transfigurando a queslo, in-
enenando-o com orguicoes imtempestiveis e re-
provadas pela razo c pelo bom scnso, confessan-
do ale era varios pontos os abusos de que foi ac-
ensada, acoboitando-se ao mesmo lempo com o
manto de caridade e religio, de que tem feilo
sacrilegamcnle um cobertor elstico.
E acaso defeza ura vestido de arlequim ser-
vido de remondes que alienas Ihe tocam a luz da
verdade, se vo descozendo pouco a pouco.
Se nao fosse o publico, se nao fossem os tribu-
naos para onde esla queslo deve seguir bem dis-
cuiida, por certo que a associaeo leria j parti-
do para elles; por quanto se aquellos communi-
cados inimigos da verdade, pode consliluir uma
deftxa, qual sena o aecusado que deixaria de
justilicar-se plenamente perante os seus juizes?
Cilamartigos.revolvcm os estatuto?, e nao en-
contrara um s artigo que os desculpe ao menos;
saccodem da poeira a peilo de um mez os archi-
vos do Hospital, e nao encontrara um documen-
to siquer de que se possam prevalecer pira mo-
delar os seus actos, Analmente recorrem a lgica
do mentiroso, o comparecer barra dj opiuio
ADO i


l^Sa.'.

**'
s.
3
DIARIO M PEBNAliBC'O- SArTBADO 31 DE MaRCO D lM,
- ~
f*J
publica com soplusmas de l.il naiureza. que raui-
muilo depe contra todos aquelles que dse-
la! (er urna reputacao sobre-natural em despci-
lo das lagrimas do pobre.
Passando a inventar diz a junta era sua defeza
quo a commisso offendera ascinzas do provedor
Antonio Francisco Lisboa, quando declarou em
seu Manifest que aquella o havia olTendido.
Kem um socio sabe onde est a tal oTcnsa, por
quanto a opinio maior dos associados ainda pre-
valece declarando quenem 30 provedoresdel859
E osados a ouro de lei davam anda oulro Lis-
oa ?
Parece-nos quejquem se cipressa d'eslo modo
nao arge era invectiva I
Desejavamos de coracao que junta aecusada
se defendesse tao dignamente como era para de-
sejarera vista dos documentos que dizia ter era
seu abono: porm infelizmente estamos vendo o
contrario, por quanto nao ha urna s patarra em
sua defeza que possa justifica-la, nem lo pouco
contrariar os pontos da aecusaco do Manifest.
So o que a junta lem dito pode constituir urna
defeza e se depois delta so podem colher alguns
louros ; qual ser o mais humilde de todos os so-
cios do Hospital Portuguez de Beneficencia, que
dc3ejara lar um dia em seu abono os louros de
tao sublime defezal...
Ningucm diga pois, que os socios do Hospital
Portuguez desoja ni que a junta de 1859, soffra
injustamente a menor censura alm das que Ihe
sao dignas, isso nao. Os socios, antes pelo con-
trario desejam que ella se justifique plenamente ;
mas nao com divagaces, nem cilacoes de argos
que valem apenas para sua roeriminaoo, maqu-
nalmcnte dispostas por nmeros, para ganharem
terreno na opiniiio do publico.
Sira, os socios quernra o bera do eslabeloeimen-
to, que tao fielmente entregaram aquella junta,
que como a primeira atlrahio os iuleresses do
Hospital nao possa concluir ou realissr as expres-
ses propheticas do discurso do Sr. Dr. Almeida.
Os socios requercni a rosponsabilidado de seus
actos, porque unia-administraeo segura de su as
nleocea como ella di/, ser, jamis se dc-cr
negar a um tal mister. Os socios finalmente que-
ro m saber como foi organisada a verba fabulosa
de quarenta o seis contos de ris I Para este lim
reclamara os sen? direitos calcados aos ps, pela
provedoria de 1859, requerem urna ad ministra -
rao legalmente constituida e nao illegalmente
reeleila como a que nos dizem oslar ainda diri-
gindo o Hospital; querem ver cumpridas pela
espada di justioa as letlras sagradas do estatuto ;
querem livreinente doposilar o seu voto em favor
de quem possa convencer a associaco c o publi-
co inteiro, do estado a que s-> acha reduziJo o
eslaholerimento querem finalmente gozar das
regalas que 1 lio sao conferidas em virlude de
una lei o nada mais.
A administraco da 1853 contou todas as bazos
de direito, e a paz de quanto disparate pode com-
netler o Genio da destruir'), em um ostabele-
[iieoos que nao sejais um medico atiaixu uu iuo-
diocridade.
Vos sois, sira, ura ignorante, porque s a ig-
norancia ter-vos-hia dado o arrojo de sensurar-
des a medicacao por mim prescriptal
As patarras dos mestres fogem-vos da memo-
ria : queris fazer medecina a rosso geilo para
mpingir por man dasciencia !
I.evastes o alarma ao seio daquella familia
contristada procurando persuadir que a morle de
seu marido c pai devera-se-lhe attribuir ao Ira-
lamento medico erradamente dirigido 1 Com to-
da vossa sciencia, com todo vosso orgulho, ja-
mis consigui-lo-heis provar. Se quizerdes a
lula da imprensa entrarei nella, cerlo que sei
brandir tao bem o florele de cavallciro, quanto o
azorraguo de arrieiro.
Nao usti rollar face a campeoc3 valcntcs quan-
to mais a um sycophanla pedante do jaez do
Dr. Carolino. Se aceilardes o cartel de convite
para nos moslrardes os erros, ser-vos-hei muilo
agradecido. Enlo a calva da impostura luzir,
bem clara, eo medico, agiota, que posterga a
nobreza de 3ua profisso ficar dc.todo conhc-
cido.
Recife, 29 de marco de 1SG0.
Dr. Manoel E. do Reg Valenra.
Publicaces a pedido.
Betaco dos offlciaes de justica que traba-
Ihain no l"e2 dlslriclos da subdelegacia da fre-
guezia de S. Fre Pedro Gonoalves do Recife.
Francisco Joo Honorato Sorra Grande.
Albino Jos Bandeira,
Manoel Goncalvcs Branco.
Francisco de Paula Real.
Amando Goifofrodb Luna.
Bernardo Jos Brrelo.
9
Dnz.
i
Moio
A

P 100*000 1105000
1209000 iiO&OOO
740
700
;50(/.>
1200
4i00
70
740
21)700




Marco

Alfandega.
Rendimento do da 1 a 29. .
dem do dia 30......
Movimcnto da "alfande
Volumes entrados com fazendas .
cora gneros
Volumes saludos
>
cora
com
fazendas
gneros
------22
164
333
------502
Doscarregam'hojo 31 de marco.
Barca sarda Paulo=liver?os seeros.
Barca inglezaNorval bacalho.
Barca portugueza Flor da Maia=bagagem.
Brigue inglezGorivardmercaduras.
P.rigue nglez=Janthe=terro e carvo.
cimento severamente religioso e carita ti 70, para Brigue portuguezFiorindadiversosf
conclusao dos seus nobilissimos projectos na elei- '
cao de 1 de dezombro prximo findo.ordeuou co-
mo se suppde, a um de seus membros para que
espalhasse no recinlhodo eslabelecimcnlo ; e fu-
ra delle, um pasquim recheado de arguiedes c
insultos sobre fados particulares do um illuslre
socio, com o sentido de desgoslar os associados
c lcvarera a cabo o triunipho da illegalieade o
que de fado se vcrilicou.
No dia 15 de Janeiro do corrcnle auno, que foi o
dia da posse, continuou a proredoria na carreira
j encelada, dispondo-se a ludo, com tanto que
se nao descobrisse o motivo de tantos escanda-
loso abusos commoliidos, j negando a patarra
aos associados, que por direito a deviam ter, j
rejoitando requerimonlos bascados as leis do
estatuto, e inierpetrando inlencionalmente as
mesmas leis. Queinteresse loria o Sr. provedor
cm abafar urna discusso lo importante para os
associados "? temera maso dexar de sabir mor-
domo do hospital ? Ernlim, para conclusao dos
actos pomposos deste dia, em que so lizeram,
brindes o saudaccs, contenlamo-nos em lem-
brar aos senhores socios o offieio dirigido ao Sr.
delegado do Recife nesse mesrao dia.
Mais tarde, em um communicado incerto no
numero 40 deste Diario, voltou a junta para rc-
produzir os seus aclos, tuneando urna trrenle de
insultos sobre os proprios accionistas representa-I
da por urna commisso, com o fim de se Curiar a
explicaces, talvez para embaracar a comrais-
so, desaliando-a para o campo miseravel da po-
lmica, vasta do todo interesse para quera apren-
den a medir bem os actos de sua coiiscioncia.
Porm estamos j ante o publico, o tribunal era
mais severo, e a verdade harta refleclido como o
sol sobre todas as caberas !
Agora como fazer callar asvozesdo mais de (r-
senlos socios quo br'adam altamente contra os
seusjfibusos e desperdicios ? como abafar todos
css/s pensamcnlos, que respirara livremenio a
sombra da verdade e da lei i
Cora insultos ? com sophismas? com hypotho-
ses desmedidas? e finalmente com^iue ? aonde
csto os valiosos documentos?
Pelo amor de Deus, senhoros da junta, nao ex-
alta! o voto do nossa reprovaeo, os aclos de vos-
sa illegalidadc, os desperdicios c abusos de vossa
adminslrai.o.
Responsabilisai-vos pelas frescas obras que
deixastos no estabelecimento, c deixai tambera a
um i administradlo inteiramenle nova e legal-
niento constituida, o livro direito de dirigir por
maneira mais legal o satisfactoria os deslinos de
tao til insliluieo.
Declaramos que continuaremos na livre e ver-
dideira exposico de nossos direitos.
Um accionista.
Escuna pinugii'v.aRainia dos Acores=dem.
Barca amcricana=lrmanburros.
Consulado geral.
Rendimento do dia 1 a 29. -
dem do dia 30.......
o.
--
74:5963219
2:679512
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1
dem do dia 30. .
a i9.
Despachos de exportaciio pela me-
sa do consulado desta cidade n .
dia 30 de marco de 18JO
Costa da Mina-Patacho portuguez S. Jos>, A.
Irmos, 100 garrafoes cachaca.
Lisboa Patacho portuguez JaiCO, A. G. do
M. Leal, 100 cascos saceos nssucar mascarado.
HavreBarca franceza Berlh, T. Freres, 670 |
couros slgalos verdes.
Porto Barca portugueza Sympalhia, Jas da
Silva L. & C, 70 saceos assucar brauco e 30
ditos dito mascavado. .
LisboaBarca portugueza Flor de S. Simo, C.
Nogueira & C., 125 saceos assucar mascavado j
CanalEscuna dinamarqueza Adelina, Adam-
son llowie Sl C, OUO saceos assucar masca-
vado.
LiverpoolBarca ingleza Carolina, Patn Nash
& C, 422 saccas aigodo.
Becebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia la 29. 47:98f>S614
dem do dia 30........1:837|710
49:37 ir 32
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 29. 69:9r>r528
dem do dia 30.......2:407j)196
n>
15".
153
Duas palabras ao Sr. Dr. Carolino
Francisco de Lima Santos.
mister arrancar a viseira ao pedantismo; e
que o publicoconheca onde a verdade existe.
Foi em vista desta lo alta necessidade que na
Blgica acaba de ser apresenlado na cmara dos
representantes um projeclo de lei c de disciplina
medica prohibindo formalmente aos mdicos
e pharmaceulicos fazerem qualqucr annuncio
<' sob pena de serera perseguidos como chirla-
a laes e punidos de priso.
E' que a ousadia e o despejo sao o apanagio
daqnelles que tomara por escapo de su as accoes
o interesse monetario e fazem do ouro as pre-
misas de seus raeioeiuios!.
E* q'ie homens assim moldados rompem com
todos os laros da dignidade c da polidez, e bus-
cara elevar o edificio de suas prosperidades so-
bre as ruinas do mrito alheio !
Abocanhar a oulros mdicos, seus iguaes, Sr.
Dr. Carolino, para passar por sabio cousa f-
cil..... A clnica, a clnica, ainda que a expor-
tula do trabalho soja fiaga sobre as carnes frias
de um cadver! Nao imporla, mais una vic- '
loria que so ganha ; mais urna luir que pende i
para a algibeira !..
Diris: ossas pessoas que assistiram a con fe-
renria de Raymundo Jos de Souza Lobo, e que
ouviram meus berros dar-me-iam razo ; ellas'
convenceram-se ao estrondo do meus pulmoes,
de que se Souza Lobo hara tocado aquello es-
tado extremo fura dovido ao tratamento, mal
proscripto, dos Srs. Marques, Cosme, Souza e
Vallenea, o qual foi alm disto julgado curan-
dero por S. S Muito bem. (1)
O estudante, que desde a estra de seu tiroci-
nio de ledras al sua ultima prora escolar s ti-
rou umRpor ter espichado a um lente (2) foi
julgado curandeiro pelo Dr. Carolino Francisco
de Lima Santos! Risura teucalis.
O estudante, que tem una menso honrosa na
thesc de urn de seus collegas (3): homenagem
urna das mais vastas intclligencias com que
a provimia de Pernambuco honrou a Escola
de Medicina da Babia foi julgado curandei-
ro pelo Di. Carolino Francisco do Lima Santos!
Jtisum lencatis.
U estudante, a quem um dos lentes da Facul-
I.1SBOA, 13 DE MARCO DE 1 SCO.
Preros correntes do gneros de importacSo do
Brasil.
Algodio de Pernambuco.. ";
Dito da Maranlio e Para'
Assucar de Pernambuco bran-
co ............
Dito mascavado.....
Dito do Rio de Janeiro in.
Dito da Babia b.....
Dilo dito mascavado. .
Dito d Para bruto ....
Dilo de Cabo Verde.....
.zuardeute de caima du Bra-
sil.........
Alpisla............
| Arroz da India (Goa).
I lilodo Maranhao e Para sup.
| Dilo dito bom........
i Hilo dito ordinario
! Dio dito miode .......
i D'lo de Inglaterra superior. .
: Diici dilo regol-r.......
; Caf do Rio primeira sorle .
i Dilo dito segunda dita.
Dilo dito lerceira dita ....
! Dito de Cabo Verde.....
Dito de S. T. e Principe. .
! Dito de Angola.......
i Cacao do Para ...
Dito da Babia.......
Dilo de San Thom ....
Cera amarella de Augola .
Dita dita de Benguela. .
Cravo do Maranhao ....
Miuieig.i ue porco. .
Pai as..........
Presuntos......',
9a I. ...*
Trigo rijo do reino.
Dito molle.......
I'oueinho........
Vinho de Liiboa linio.
Dito dito branco ....
Vinagre da Lisboa tinto P. 45000 50&000
Dilo branco dilo...... 50JiU00
Combiot.
Rio da Janeiro. 60 dv. 125.
Londre 90,d|d......54
Pars 100 d[d.......530
Genova 3 m|d.......5'27.
liarrburgo 3 m|d.....47 1|2
Amslerdam 3 m(d.....42
Madrid 8 div........945
Porto 8 d|v.........p>r.
Melaes.
Pegas de 8&000 .... 8^000 8*030
Oosai despalilllas. ljODO -15*200
Ditas mexicanas. 14*000 11*200
Aauias de ouro dosE-lu-
doi-Uoidos .... 18*250 18500
Soberanos (a prata). 4*190 4*500
Ouro cerceado (a ouro) 1*970 1*990
Patacai hespanholas 910 9ti0
Dilas brasileiras 90 90
Ditas mexicanas 950 970
Vinle francos .... 3*530 3*560
Cinco trancos .... 880 89J
Prata (marco)..... 8*120 8*160
Fundos e aceOs.
3 por cent de aneutaraenlo 47 a 47 114
Coupons......46 a 46 e 1[l
Divida defferida 33 a 33 1|2
Bjiico de Portugal. 540*000 a 512*000
Dito cominercial do Porto 255*000 a 256)00q
Dito mercantil, dem 235/000 210j00()
Bevisla commercial
de 11 defevereiro a 11 de marro.
Xo periodo desta revista o nosso mercado es-
teve mais animado do quo no anterior, c diver-
390:600*26- sas transaccoes de olguma importancia tiveram
7:791*219 |Ugr era varios gneros, principalmente em as-
~"-----"------I sucar que neslas ultimas semanas houvcram ven-
398.391^511 das arultadss. O mercado de fundos tem con-
tinuado sem animaeao.
a Assucar. Entraram do Rio de Janeiro 5 bar-
130 ricas, da Bahia 222 caixas, 2 feixos, 5 barricas e
112 615 saceos, de Pernambuco 1 barricas o 3560 sac-
eos, do Para 100 barricas o 51 saceos, e do .Mara-
nhao 17 barricas e 166 saceos.
Al o fim do raez passado as vendas foram re-
gulares, conservando-se serapre os precos com
muila firmeza e augmentando progressivamento ;
porm as noticias chegadas pelo Oneida, O a
reducao no deposito aniraaram os compradores a
ofTertas ranlaiosas, a que parte dos possuidores
annuiram, realisando-se vendas de muila impor-,
tancia, entro as quaes mencionamos cora pirli-
cularidade as dos carregamontos dos brigues j
Conde da Baha, e Robim de Pernambuco
com a grande melhora dos precos que colamos.
Calcuta-se a existencia deste genero em
Caixas Feixos Barricas Saceos
116 36 1012 13.082
Algodao.Consistirm as entradas era 77 sac-
77:275;731 cas do Maranhao c 108 fardos o 15 saccas do Li-
verpool.
Desde a nossa ultima revista al o fim do raez
passado as vendas foram regulares.
No principio deste mez houverarn alguns pedi-
dos para o Porto, e esta circunstancia e do depo-
sito ser diminuto tizeram cora que os precos me-
lhorassem alguma cousa.
Agurdenle do Brasil.As transaccoes foram li-
mitadas e pequeos embarques para asilhas.
No decurso desta revista entraram do Maranhao
50 pipas, da Madeira 2, de Londres 10, de Liver-
pool 11 c de Glasgow 40 cascos c 90 pipas.
Azeile.Al o fim do mez passado nao houvc-
ram embarques, porm p.estas duas ultimas se-
manas teem-se realisado algumas vendas nao -o
para o Brasil mas tarabem para oulros porlos do
cslrangeiro.
Arroz.As vendas sao regulares o limitadas ao
consumo. Entraram no periodo desta revista
12(.7 alqueires do Para, 100 saceos de Londres,
1100 de Liverpool c 2 de Gibrallar.
Alpisla.As entradas foram tao somonte de
'Gibrallar 168 ceiroes. Poucas vendas lem tido
i lugar durante a presento revista.
Caf.Em cale do Brasil tumos e a mencio-
, nar a venda para Gibrallar do que vcio pelo San-
j ta Clara, conservando-se cm ser por exccsstvas
, exigencias dos possuidores os 7U ou 80 saceos do
I pequeo deposito que licou no fim do mez pas-
i sado. O as colonias lem obtido a considerare]
differenca era precos em conseqiienca de estar
reduzid a um deposito que nao chegar para 2
mezes.
F.nlrararn no decurso desta revista do Rio de
Janeiro pelo Sania Clara 151 saceos, de Cabo Ver-
de 37 ditos c do Maranhao 10 saceos.
Cera.Continuaran! as transaccoes para reex-
~~~~Z~ portar para o Mediterrneo ; o deposito est ex-
72:3SZ}7a4 ] tinelo, comtudo as noticias do Genova nao sao
favoraveis para' eslo genero. Entraram de Gi-
brallar 150 caixas e de Londres 310 ditas.
Cacao.Os compradores para reexportar atas
laram-se do mercado,c as transaccoes (icorara re-
duzidas as urgencias do consumo. Entraram do
Para 253 saceos.
Couros.Venderam-se os rerdes do Para, e
2*200 29900 i,,,,, harido algumas transaces cm outras qua-
1*700 2^100 lijados de diversas procedencias. Foram ascn-
1*600 25<00 | [ra(|88 durante a prsenle rerisla de 1381 e 1144
2*100 2*400 meos do Maranhao, de Ternambuco 200, do Po-
1*500 IJ750 ra \.\% jn Madeira 95 e de Gibrallar 100 e 57
19600 19800 rardos de ditos.
2-jbOO 2*7001 Goinma copal.As Irjnsacooes foram limita-
i das dorante o periodo de nossa revista.
1 43^000 M}000 Gomma do Brasil.Entraram do Rio de Ja-
950 i neiro 2 barricas e do Maranhao 261 encapados e
494001368 paneiros. As vendas foram regularos para
69400 l o consumo.
5*800 Melaco. Os precos tecni bnixado, a redurcan
592OO que se "espora nos direitos d'aguardente fez com
39800 que os possiiidores de 80 a 100 pipas da trra as
6*2 I reembarcassem para o Porto, em conseqiienca
592OO jas bailas olleras que tiveram. As entradas fo-
49103 rain de 57 barra do Maranhao, 57 cascos e II
399OO barris de Pernambuco, 155 do Para, c de l.on-
3*600 1 dios 317 cascos, 6i pipas e 56 barris.
53C00J Marlim Sem altcraefio no que dissomos em
59OOO1 nossa ultima revista. 'Entraram do Cabo Verde
49600 t ponas.
396OOI Ourur. Desde a nossa anterior revista en-
12caixotes ue uoce, 2 di peixe e esea&exe, 1301 Ucta-vianu de Sxiiza franca,
caixas de massas, 206 de cera em veMss, 150;Quirfcas de Olivefya/.
meias caixas e 300 quarlos de pnssas, 261/ caixi-
nhas de figos, 100 barris de cal cm p, 20 de
sardinhas, 16 de cnxadas, 10 de pregos, 280 ar- Inspeceo do arsCna d niarinlia
Rufino Jos Mara.
Esperidio Zaneiro
de-Souza.
robas de batatas, 1160 molhos de cebollas, 150
ancorlas de azeitonas, 30 cndeles de macha-
dos efouces, 6 de fechnduras, 9 de queijos, 18
volumes de dragas e tinta?, o 25 diversos.
Barra de Lisboa.
ENTRADAS.
Fevcreiro 27 Ligeiro-, Santo?, Para.
Roe!,
Paracnse,
Boa F, Maranhao.
28 FlordeM., l?ugiganga, Pernambuco.
Robim, Gaspar.
1." Oneida |J Bevis, Brazil.
y Portugal (v) Baion, Mlford-Haven.
S All DAS.
Ferereiro 13 Tyne. Jellico, Brazil
15 Fiorinda, Souza, Pernambuco.
18 Amazonas, l.eite Joirior, Para
Margo 3 Portugal (v) Bron, Brazil.
10* Relmpago, Pernambuco.
Emban-iieiies cargraem 11.
Pernambuco.Barca Progressisla, brigueV'eii-
cedor, e patacho Flor de Maria.
Maranhao.Patacho Trovador, galera Cidade
de Bolera.
Para. Brigues Feliz Ventura, e Ligeiro.
Faz-se publico, que a commisso de peritos,
examinando na forma determinada no regla-
me nto baixado com o decreto IK T324 de 6 de
ferereiro de I85, o casco, machinas-, caldeiras,
apparelho, mastrearjo, amorras c ancoras do va-
por PerinuTiga da Companhia Prrnambircana
de navegacio costeira, achou todos estes objec-
tos cm estado- regular.
Inspeccao do aTsenal de marnha de P'ernam-
queo em 30 de marco de 1860.O inspector,
/'liziarin -i nIonio dos Cantn.
Trislo de Alencar Araripc convida aos
seus amigos o aos de seu finado tic sena-
dor Jos Martiniano do Alencar, para as-
sistirem a una missa que pela alma do mes-
mo finado se ha do celebrar hoje pelas 8
doras da manhaa na igreja de S: Francisco.
Movimento do porto.
Navio sahido no dia 29.
MaceiPatacho inglez Mery Bhok, capitao Ro-
berlon cm lastro.
Navios entrados no dia 30.
BahiaBrigue brasileiro Marinho l, de 289 to-
neladas, capitao Joaquina Goncalres Lages,
equipagem 15. em lastro e alguns gneros; a
Amoriin Irmos.
Porto28 das, barca prirlugueza Flor da Mnia,
de 22 toneladas, capitao Antonio Ribero Lo-
pes, cquipagem 19, carga vinho, sebolas e mais
gneros; a Manoel Joaquini R. e Silva.
Navios saludos no mesmo dia.
Canal, pelo Rio Grande do NorteBrigue inglez
Sar, capitao David Jappa, em lastro.
Canal, pela ParahibaBrigue inglez lints, capi-
tn John Robert, cm lastro.
BarbadosBarca ingleza Celia, capitao II. Dolly
em lastro.
Lamblash Barca ingleza Margarina, capitao
Thomaz Scott, carga assucar.
MontevideoBrigue inglez Joshua & Mary, ca-
plao .1. B. Turner, carga assucar.
Aracaty Hiale brasileiro Jnccncivel, capitao Joa-
quira AUes da Silva, carga varios gneros.
I
B
5
Horas.
11:5985741
1:107254
12:705*998
P5
O
c
5
c
C/5
O
Atmosphera.
Direcco.
S !
Inlensidade.


ce -I * 1 0 1 Centgrado.
--A ta '- i-I Iteaumur.
ce .1 Fahrenheit
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CO PS
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-3 g
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c
>
v.
A noite clara com grandes noroeiros, vento
NE, reio para o terral e assim araanheceu.
0SCILHCV0 da M\n.
Preamar as 10 h 18 da manha, altura
BaixQmar as 4 h 30 da tarde, allura 2.00 p.
Observatorio do arsenal de marnha 30 de mar-
co de 1860 Viegas JcNion.
novo banco d s Pernumbuoo re-
pete o aviso que fez pira serem reco-
lliidas desde ja as notas de 10jJ e 20.S d;i
emisso do banco.
Peta subdelegacia da freguezia d* S: Jos
do Recite, foi recotni la casa de detencao a par-
da de nomo Bernada, que declarou andar Rgida,
e ser cscrava do Sr. Polro de Alcntara Ribeiro,
morador em N. S. do U' da villa do Cabo ajuero
se julgar como direito a ella, apparera peranle
esta subdelegacia. Subdelegacia de S. Jos do
Recife 29 de margo de 1860.
Jos Ar.lonio Pinlo.
Consellio udniinstrativn.
O conselho administrativo, para forneciment)
Jo arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguinles :
Para o 10 balalhao de infantaria.
1I6!> botdes grandes de metal bronzeado com
on.10; 717 ditos pequeos do mesmo metal
bronzeados com o n. 10 ; 211 esleirs de palha
de carnauba.
Para prorimento dos armazens do almoxari-
fado do arsenal de guerra.
300 grosas de botoes prelos de osso.
Para a botica do hospital militar.
Alambique de folha de Flandres de duas rana-
das 1 ; acido estrio, libras 16 ; aniz estrellado,
libras 2 ; baetilha branca para coadores,' cora-
dos 10 : capas de vidro lapidados 2 ; essencia de
salsa parrilha, vidros 25; essencia de rosas, onca
1 ; enxofre donrado de anlemonio, oncas 2 ; ex-
tracto de Rhubarbo, oncas 8 ; funil do vidro de
1 libra 1 ; dito do dilo d'e 2 ditas 1 ; flor de ro-
sas, libras 2 gramma. arroba 1 ; iodo, oncas 4 ;
iodoreto do enxofar, oncas ; jarra de barro pa-
ra aga 1 ; marmitas dc'fulha para cosimento 12;
marmita de folha grande 1 ; niel de abelhas, li-
bras 8 ; moscas de Milito 50 ; phosphato de ferro
de seros, vidros 20 ; peneiras de cabellos 2 ;
pastas de Nad, caixas 12; dilas de zeguanlel,
caixas 12; parecloria, libras 2 ; sabao medicinal,
libras 4 ; espermaeelc em rama, libras 4 ; lijel-
las de folha de Flandres 6; lurtrito de polassa e
soda, libras 4 ; thesoura de corlar raiz com cai-
ta de madeira 1 ; dila pequea de um palmo 1 ;
xaropc de afio, vidros 2S ; xarope de Lamou- ,
roux, vidros 24 ; xarope peitoral inglez, garra- trrenle, remeti a V
fas 12; x
Ouem quizer vender laes objeclos ap
0.25 p.
Editaes.
documento de inalquer nctiiTeza, apreseotadoS
em notne de corapanhiase sociedades anoaymas,
suas caixasfiriaes e agencias era tacscrcunistan-
cfas ou de suas adminislrages ou de qualquer
rfiodo reconhecersm sua existencia ficaro eneo-
str as penas do art. 87 do regulamenlo da.10
de julho de 1850.
Rtccbedoria de Pernambuco 25 de ferereiro de
1860.=JfffMoe/ Carneiro de Souza Lacerda.
CORIIKIO.
Peta adminislracao do correo desta provinci
se faz publico, rjue no dia 1." de abril nndouro.
pelas 3 horas da tarde em poni, fechar-se-lio
as malas que tem de condiizir o vapor cosleiro
Peninunga, com destino Tamandar e provin-
cia de Macei.
Vce eons iilado de Espaa.
Para cumplir con la real orden de
1 de marzo de 1854 en lo que dice res-
pecio al alistamiento y matricula de
subditos panoles en Fos consulados y
;vice consulados de S. M. en pases es-
trangeros- :
Invito a tocios los que siendo legal*
mente snbditos-de S. M. y residentes cu-
este driteictb consular no se bailen ma-
triculados en esfe rice consulado a' mr*
cargo, a' que se presenten para' dliir
ln dentro del plazo de 4 mezes d^. esta
publicacin, pues del contrario,-segn
dlia Keal orden, este vi ce consutado no-
dispensa a'su proteoon a'los que nose-
bayan presentado.
Pernambuco 20 de marzo 18G0
Juan Anglada Hijo, viie-consul.
Pela contadura da cmara municipal do
Recife se faz publico que no Om do cprrente aune
setermiiia o prazo para o pasamento, sem mul-
ta, do imposto municipal sobre, eslabclecimen-
tos.O contador, Joaquim Tarares Rodovalho.
Novo Banco de Pernambuco.
0 Raneo paga o qu.irto dividendo na razo de'
109460 |ur aeco.
Acha-se n colindo casa ? delencao o pro-
le Joao, que diz ser escravo de Francisco Apri-
gio de Vasconceilos Rrando, mnradar na villa u-
S. Joao : pnrtanto, quem for seu senhor, dirja-
se este juizo, que provando Ihe ser entregue.
Subdelegacia di regueiia de San'o Antonio,
de marco de 1800.ii/o;mo Bernardo Qninteiror
subdelegado supplente.
Capitana do porto.
Tie ordem superior se faz- publico a seguinte
circular :
1 a scccao.=:Palacio do govcrr.o do Maranhav
10 de marco de 1860.
lllui. o xm. Sr.=:Tendo siior.rreado o maclii-
nsmo do andigo pharol da ilha de Sant'Anna, alim
do ser collocado no que all se est edificando, as-
sim o participo a V l-'.xc, rogando se sirva de o
fazer publico nessa provincia, na certeza de quo
loga que o novo pharol esteja concluido e il 1 umi
nado me apressarei em dar disso conhecimento a
V. Exc. Deus guarde a V. Exc, EHtn. o Exm Sr.
presidente de Pernambuco.= prosidenle, Joo-
Sil i eir de Souza.
Cooforme=nton*o Leitcde Pinito.
Circutar.=1.aseccao.==Pataeio do governo d
Maranhao 15 de marco de 1860. = ifin. e Ezm.
Sr. = Em aJdiamenio ao meu oficio do l.-di
os -., uiuue ,.1-i.u.o. ...., fta,.a-,--.............- Exc. alim de que se sirva
arope deponas de espargo, garrafas 12. do dar Ihe loda a publicidade nessa provinci o
quizer vender laes objeclos aprsente incluso annuncio, pelo qual se previne ? narega-
A
<1'I
M









O
v


n
Cra\ro d girolle.......
8)0
/i#ooo
?')00
53100
59000
3S603
58600
4$o'.H)
^5000
:i:oo
35)0
SIOO
4-3'JOO
Iy50 i
3^500
39000
29800
328
330
700
110
39100 iranni do Tara 3I paneiros. Eslo genero esta
39060
330
333
800
130
Chifres
M 30?000 709000
Couros seceos do Rio.....ar. 127
Ditos verdes do Para' 02
Diloaeipiehado* de Minas i!'7
Ditos ditos de llalli-. ... 182
Ditos ditos de Angola..... 140
Ditos s-lizdas do Maranhio t">7
Ditos aalg. de Pernambuco... 167
ditos ditos de Ang >la...... 16)
Ditos ditoi de Cabo Verde.. B 135
Ditos ditos das tilias..... u 135
Dilo ditoe muuros....... 115
Cevada eslraugeira......A 3)0
Comii.los..... @ 2g800
Denles de marlim lei...... 192.50
Ditos dito meiao........ 19100
Ditos dito escravelho..... 700
Erra-doce...........@ 3#>00
Farinha de pao.....A.
1.>inima copal superior..... 45000
Dila dita regular....... 3$t>o0
Dita dita ordinaria....... 19400
Dila do Bra.il.......... 19300
340
197!
102
2)7
202
200
217
207
17".
165
210
160
330
39->00
1J500
19300
1-3200
frouxo.
Oleo do copaiba. Nao ha venda.
Salsa pamlha Entraram do Para 105 rolos.
Conlinuaram algumas transaccoes para reexpor-
tar, e a falla de compradores tireram logar em-
barques de cunta propra; 0 deposito anda e
abundante.
Sal. Teem havdo embarques para varios
portos estrangeiros, o preco conserva-se com fir-
meza.
Urzola. As qualidades superiores limpas de
pao obteem prompta venda, e nao se vende mais
porque a nao ha ; quanto s oulras qualidades
diflicilmenle achara compradores. As entradas
foram de 207 saceos deXabo Verde.
Yinhos o vinagres Em apathia. Os em-
barques sao de conta propria.
Embarcaeocs despachadas.
Pernambuco.Ilelampago (brig. port.) com 46
, pipas 451 barris e 71 ancorelas de vinho, 20 pi-
pas e 36 barris de vinagre, 40 barris de azeile,
153 de carne ensacada, 40 de chouricos, '!0M.-
Directora geral da instruccao publica.
Fajo sabof .i auem convier, que tendo o Exm.
Sr presidente da provincia poi porior'm do 21
do corrcnle, transferido o professor publico Ma-
ximino Narciso Sobrera de Mello, da cadeira de
lMrucciio elementar do 2." grao, do Curato da
de Olinda, para a do 1. grao da freguezia de
da Saude do Poco da Panella, acha-se
quella raga pela sobredila transferencia em
conseqiienca do que, manda o Illm. Sr. director
geral interino fazer publico, marcando o prazo
de 30 dias, a contar da data deste, paVa a inscri-
pta o e processo de habilitado dos oppositores,
na forma das inslrucc.oes de 11 d'ejunho de 1859.
Secretaria da instruccao publica do Pernam-
buco aos 30 de marco de 1860.O secretario in-
terino, Salvador Henrique de Xlbuquerque.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador,
da imperial ordem da Rosa, ejuizde direito es-
pecial do commercio da provincia de Pernam-
buco, e. seu termo, por S. M. Imperial, que
Dos guarde, etc.
Faco saber pelo presente, que a requerimento
dos negociantes Henry Forster & C e oulros, se
acha aborta a fluencia do commerciante.Manocl
Jos Ferreira Gusmo, pela seutenca do theor se-
guinte :
A vista das letras de lis. 3, 4 e 5, buhle de
fls. 6. carta de fls. 7 e contas de fls. 8 Os. 18,
conheco-se que Manoel Jos Ferreira de Gus-
mo, commerriante eslabelecido com padaria na
ra Imperial desta cidade n. 43 ; ha cessado os
seus pagamentos ; pelo que declara o mesmo
Gusmo em estado de quebra e fixo o termo le-
gal da existencia desta a contar do dia 16 de fc-
vereiro prximo passado.
Nomeio curadores fiscaes aos credores Henry
Forster & C, e depositarios interinos aos credo-
res Pinto de Souza & ltairo.e prestado pelo pri- I
meiro o juramento do estro, c assignado pelos
segundos termo de deposito, o escrivao remollera |
copia desta seolenga ao juiz do paz competente
para a opposicao de sellos, que ordeno se po-
ntiam em lodos os bens livros e papis do fal-
lido.
Feilo o que c publicada a presente seutenca.
nos termos dosarligos 812 do cdigo commercial'
e 120 do regulamenlo n.738, se dar o as sub-
sequenles providencias, que o sobredilo cdigo e
regulamenlo determinam.
Recife 26 do marco de 1860.Anselmo Fran-
cisco Perelli.
Por torga desta senlenca convoco todos os
credores prsenles do referido fallido, para qne
comp3reeem no da 3 de abril vindouro, na sala
das audiencias, as 10 horas da manha, alim de
se proceder a nomeacao de depositario ou depo
sitarios.
E para quechegue noticia a quem possa inte-
ressar, mandei passar editaes, que se rao affixados
nos lugares do costume e publicados pela ira-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Pernambuco, aos 27 do marco de 1860.Eu
Francisco Ignacio de Torres Bandcira, escrivao
do juizo especial do commercio, o fiz escrever.
Anselmo Francisco Piretti.
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 3
de abril prximo vindouro ; sob a condicio de
sercm entregues os medicamentos c mais objec-
los pedidos para o hospital militar, naquella re-
porlico em presenea do respectivo pharmaceu-
lco de semana.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 26 de
marco de 1860.Vento ios Lamcnha Lins, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho do compras navacs.
Tendo de fazer-sc a acquisico de diversos ob-
jeclos de material, abaixo decclarados, pera pro-
vimento do almnxaiifado do arsenal de marnha.
manda o conselno fazer publico, que tratar dis-
so em sesso de 4 do mez de abril prximo, '
vista de propostas em cartas fechadas entregues
nesse mesmo dia al s 11 horas da manha, a-
companhadas das amostras que cabam no pos-
sivel, cerlos os concurrentes de sugeilarcm-se a
multa de 50 0,o do valor de cada objeclo nao
entregue da qualidade e na quanliiade contrata-
das e de carregarcm alera disto cora o excesso
do proco, se o houver, quanto pela falta se recor-
ra ao mercado, bem como de sercm pagos do
que venderera pela forma ha muilo em prutica.
Objeclos.
Borracha vulcanisada, a quanlidade que for pos-
svcl obtor-se.
Cabo do linho de 1/2 a 6 pollegadas, 56 pecas.
Cadernaes do ferro de 3 gomes com rodas de
metal 2.
Cadernaes de dito de 2 ditos, c rodas de dilo 2.
Calcas de panno azul para imperiaes marinhei-
ros 4.
Chumbo cm barra, 20 arrobas.
Cnlches de brim rheos de la 12.
Dobradicas de mclal do 4 pollegadas de coniDri-
ineiilo, 50 pares,
Fardas de panno azul, para aprendizes marinhei-
ros 12.
Fardas de dito dito, para imperiaes marinhei-
ros 4.
Fo dovela, 4 arrobas
Gaxeta de patente, a quantidade que for possivel
obter-se.
Carrafa de ferro 1
Linha do barca, 5 arrobas.
Lona ingleza eslreita, 100 pecas.
I.ences de brim 18.
Navalhas de marlnhciros 100.
Pennas d'aco 5 caixas.
Pregos de ferro de 5 pollegadas, costado 2 bar-
ricas.
Sola ingleza preparada 50 meios
Sapatos para marinheiros, 12 pares.
Ditos para aprendizes marinheiros, 10 pares.
Sondareza, 4 pares.
Sacatrapos para gaxota -i.
Tornos de ferro grandes 6.
Tai-rachas completas com macho c desamoador,
1 jogo.
Traresseiros de brim cheios de la 12.
Vidros coloridos e ovados 16.
Zarco 5 arrobas.
Sala do conseibo de compras navacs, em 20 de
marco de 1800.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos An/os.
cao que 101 arreada o niachinsmo do pharol de
Sant'Anna, em conseqiienca do mo oslado do
edificio. Dos guarde a V. Exc, Illm. e Exm.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco. .(>
presidente, ./oo Silceira de Suuza.
39600! presuutos.lO de manleiga de porco,562 de touci-
19O00
vi |lio eitr;
Melaco.
eiro.
dade chamara'de re dos estudanles, foi julgado cJ|p d,e copahiba
curandeiro pelo Dr. Carolino Francisco de Lima '
Sajitos I Risum tcnealis.
Um medico que no meo de um auditorio nu-
meroso e cseolhido ourio as palavras elle re-
feridas de joven philosopho, deescriptor espe-
ranzoso, de Iliterato incanQavel, de medico ds-
tinclo (4) foi julgado curandeiro pelo Dr. Caro-
lino Francisco de Lima Sanios 1 Risum tenealis.
Risum tenealis, e mais risum tenealis, Sr. Dr.
-Carolino.
Essa fosas parvoicc, esse rosso descanca-o in-
tellectual, foi um horrivel pesadelo. Sonharcis
quando proferisles expresses tao mal cabidas, a
1) Nao eslive presente a e3sa conferencia.
2) Em inha defeza de theses.
3) Do Dr. Joaquim Dias da Rocha.
4) Discurso do Sr. Luiz Carlos Lins Wander-
ley, por occasio de ser conferido o grao de dou-
tor pela faculdade de medicina da Bahia, no au-
no do 1857. Bem sei o lugar que mereco e o que
ralho. Se sito essas passagons porque a occa-
sio as requer. O personagem deste arligoassaz
se lisongeou em seus communicados de espa-
lhonome. Tenho a mao a Imprenta n. 4 de 7 de
Janeiro de 1852,
Pimenla da India.....
Salsa parrilha superior
Dita dila regular ... .
Dila dita or linaria.. .
Tapioca boa
A
P
I!
Arr.


45000
2-3 00
3-3000
370
nho, 26 barris e umacaixa de banha, 4 caixas de
409000 139000
509000 5290OO
(00 1SO
130 140
159000 169000
129000 149000
89000 109000
I9IOO 29100
Urzella de Angola......<1<| 129000 139500
Dita de Bengoela....... 139000 139500
Dila de Cabo Verde...... 103000 119)00
Vaquetas do Maranhao.....orna 29100 23100
Dilas de Pernambuco.... 29200 29500
Expcrtarao.
......P.
Agurdente
210900 2H3000
Azeile doce........Alm. 39700 49000
Amendoa doceem milo 39000
Batatas........... ar.
Cera branca em grume. 330
Dita dita em velas..... 400
Ceblas........., M 240
Centeio........... A 3i0
Corada........... A 350
Carue de vacca....... 6 @
de porco e
Chouricos.........
Farinha de tr"g>..... It
Milho............ A 340
43500. dore. 6 do ridros, 5 de rap, 50 caixas e 1500
molhos de cebollas, 10 barricas de er, 8 de car-
rao animal, 7 barricas de cera em grumo, 29
caixas de dila em relias, 200 saceos de farellos
200 varas de lagedo, 60 barris do cal, 30 saceos
d'alpista, 41 volumes de drogase erras medic-
naos e 6 diversos.
Horinda (brig. port.) cora 55 pipas 8(2,247
barris e 16 ancorelas de vinho, 9 pipas e 13
barris de vinagre, 130 barris de azeile, 70 de
carne ensacada, 60 do chouricos, 1 de paios, 10
de maniera de porco,605de tucinho,120 barris
e 55 barricas de sardinhas, 26 barris de peixe,
586 pedras do lagedo, 3 caixas de doce ,18 de
fruclas scccas,3 de oleo de amendoas,25 de cera
cm vellas, 150 de cebollas, 10 saceos de semeas,
10 barricas e 119 saceos de farellos, 100 ancore-
tas de azeitonas, 5 barricas de miollo de amen-
doa, 50 barris de cal e 11 volumes diversos.
Confianca (brig. port.) com 75 pipas, 10
meias ditase651 barris de vinho, 10 pipas e 10
3g200 meias ditas de vinagre, 82 barris e 14 caixas de
550 I azeile, 358 barris de carne 5 caixas de canella,
400 80 saceos do semeas, 5 caixas e 1 barrica de dro-
420 gas, 30 barricas c 23 meias ditas do sardinhas,
250 10 caixas de cera e 10 volumes diversos
380 Para.Amazonas (barc. port.) cora 284 barris
360 50 caixas e 2 garrafoes de vinho, 115 barris de
I29OOO vinagre, 122 barris c 10 bilSas de azeile, 10 bar-
209OOO'ris e 2 volumes do carnes, 56 barris o 1 volnme
4920O' de chouricos 110 barris de toucinho, 350 meios
93OOO', de sal, 6 barricas de amendoas, 0 de ervadoce,
400 10 saceos de alfasema, 10 de grao, 20 de cevada,
Declarares.
Corrcio geral.
^Relaeodas cartas seguras, rindas do sul pelo
vapor Cruzeiro do Sul, e das existentes na ad-
ministrarlo do corrcio, para os sentiores abaixo
declarados :
Aureliano Jos dos Santos.
Desembargador Agostinlio Ermelno do Leo.
Alexandre Jos dos Reis.
Americo Pinto Brrelo.
Alfonso de Paula Alhuquerque Maranlio.
Antonio Padua Hollanda Cavalcanti.
Padre Antonio da Cunha Figueiredo.
Antonio Goncalves Ferreira Casco.
Antonio Jos' Pereira de S.
Bernardo Jos Correia de Sa.
Benicio Dantas Marlins.
Carlos Fieiller & C
Claudino II. Cavalcanti.
Firmino dos Santos Vieira.
Padre Francisco Jorge de Souza.
Francisco Lauro da Silva Cosa.
Galdino Ferreira Gomes.
Joao Ferreira de Oliveira c Silva.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Joo Pedreira de Cerqucira.
Jos Domingos do Couto.
Jos Pedreira Franca Jnior.
Lourenco Jusliniasvc- da Rocha Ferreira.
LourenQo Luiz dasNwes.
Luiz de Albuqerque Ma,rtn3 Pereira.
Marcolino dos. Santos Prnhciro.
Manoel Barbosa de-Araujo.
MauoslYictmle d* QUveira.,
RF.CF.BEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebedona do rendas in-
ternas, em cumplimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fazenda de dez de Janeiro prximo
findo e da portara n. 76 da thesouraria de 16 do
corrento, tendo mandado intimar no da 21 s
companhias o sociedades que lem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encorporadas com
sua autorisaco, e quo nao lnliam pago os novos
e relhos direitos pea approvacao de seus estatu-
tos e o sello do seu capital nos prazos legaes pa-
ra que cnlrassem cora sua importancia e revali-
daco para a nv-sma recebedoria, os quaes socie-
dades e companhias constam de urna relaco as-
signada pelo oflicial maior interino da secretaria
Capitana do porto.
De ordem do Sr, chefe da diviso e capitao do
porto, faz-se publico a navegacn, que foi ar-
reado o machinismo do pharol de Sal'Alina, em
consequencra do mo estado do edificio, confor-
me os annuncios dessa repartico de 3 de se-
terabro do auno poesado, e 10 de fevcreiro ultimo;
e oportunamente se marcar o dia em que deve
principiar a funcionar o que so est couslrnindo.
Capitana do porto do Marnho 9 de marco do
18C0.No impedimento do secretario, Raymun-
do Qnerino Uenjica. Conforme, Antoneo Leile
de Vinho.
Capitana do por',3 de rornambuco 23 de mar-
co de 1860.=No impedimento do secretario,
Francisco Firmino Monteiro.
Por esta secretaria se faz publico, para co-
nhecimento de quem possa inleressar, que no
dia 3 de abril prximo vindouro, s 11 horas da
manha, podero a-prescnlar-se na mesma secre-
taria os prelendentes aos dous lugares vagos de*
amanuenses dola, afim de sugeilarcm-se pro-
va de suas habililacoes para o exercicio daquel-
les lugares. Secretaria do governo de Pernam-
buco 28 de marco de 1860.
Jos liento da Cunha Figueiredo Jnior.
A directora das obras militares lom de fa-
zer diversos reparos no quarlel do Ohnda, ondo-
so acha aquarldado o quarlo balalhao de orli
lharia a p : quem deste snico se queira cn-
carregar, comparece na referida directora, das
10 horas da manhaa em diante, nos das 29, 30
31 do mez de marco.
Directora das obras militares de Pcrnambuo
28 de marco de 1860.O amanuense.
Joo Monteiro de Anrade Vallina.
Conselh administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento-
do arsenal de guerra, tora de comprar os objeclo*
seguinles:
Pan o 10.' balall i)
Papel almaeo, resmas 6 ; pennas de ganeo 400 _
canelas 2; tinta prcto, garrafas (i; tapia 72;.
areia prcla, libras 6 ; colleeeoes do cartas para
principiantes 20 ; taboadas 20 ; gramma ticas por-
tuguezas per Monlst^ordc, exomplares 6 ; com-
pendios de arilhmelica por Avila, exemplares 6
paulas 6 ; linteiros c areeiros do estanbo, pa-
res 6; traslados de escripia, exemplares 20.
Pura -> meiu batalla)*) do Cear.
Papel almaeo, resmas 6; pennas do ganco 00;
caivetes 2 ; tinta- prea, garrafas 6 ; tapie 79 ;
areia prcla, libras 6 ; taboadas 20 : grammatica
porluguezas per Monte-Verde, ultima edi$ae.
exemplares 6; compendios de aritiimelica por
Avila, exemplares 6 ; paulas 6 ; traslados do es-
cripia, exemplares 6.
Pura a fortahza doRrum.
Caldeiroes de ferro eslanhados, para DO pra-
cas 2.
Quera quizer vender basa objeclos aprsente
as suas proposlas em caria fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhia do da 4 de
abril prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
marco de 1860.Rento Jos Lamenii Lins,
coronel presidente. Fro-n-cisco Joaquim Perei-
ra Lobo coronel rosal secretario interino.
Pela administraco do correio desta cidade
se faz publico a quem inleressar possa, o artigo
10 das in.slrucc.des que pelo ministerio do impe-
porio foram transmitidas directora geral dos
correios com o aviso de 16 de dezembro do an-
uo passado, cuja rigorosa exeruc&o dever ter lu-
gar do 1. do julho- do correnle'anno em dianto :
Art. 10. Asearlas seguras dereruo, alera dos
mais requisitos exigidos pelo regulamenlo, ser
fechadas cora lacre de urna s cor, em dous ou
mais lugares visiveis, a os fechos selIados.com
THEATRO
DE
a thesouraria e sao ; companhia de se- sinete particular do uso do segurador, tomando-
"uros "martimos ulilidade publica, idem da es- i so quaesquer outras cautelas que a experiencia,
irada de ferro de Pernambuco, idem pernambu- for iadicancto como necessanas, e forem ordena-
cana de navegagao cosleira, idem de seguros das pelo direter geral. Correio de Pernambuco
martimos indeninisadora, idem de colonisacao 12 de mar^o de 1860.O administrador, Ooh.u:-.
em Pornambuco, Alagoas e Paralaba, das qu'aes 1 gas dos Passos Miranda._______________^
somenle as duas de seguro martimo menciona-
das mostraram harer pago o sello de seu fundo
capital o os novos e velhos direitos pela appro-
vacao de seus estatutos, faz transrrnver o art. 9
S mico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anno prximo passado quo sujeita s penas
do art. 87 do regulamenlo de 10 do julho de
1850 aos empregados e autoridades aministrali-
ras 011 judicarias que do qualquer modo reco-
nhecerem a existencia das sobredi!s compa-
nhias.
Arligo 9.* Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymasou companhias que entrarem em
operacoes ou estiverem funecionando contra o
disposto nos arts. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consequencia sem pagamento do sello do
seu capital, esto sujeilos a disposico do art. 31
do regulamenlo de 10 de julho de" 1850, alem
da3 mais nenas em que intorrerem, na confor-
mdade da legislaco jm vigor.
1 onico. Aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou judicarias que aceitarem, at-
tenderem, deferirem ou ddmiltirera reclamacoes,
irequerimeirtos.Tefresentscdes, acedes, titulse
anta Isabel
ULTLM\ RECITA
DA
COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
SOB K D1RKCC..VO DO ARTISTA
ANTONIO JOS blARTECOMBRA.
^SABBAO, 31 DE MARCO DE 1860.
Pinda a introduc?5o do estylo, subir a scena,
a pedido de muitas pessoas, o drama era 3 actos,
du Si. MendesLcal (Antonio), que lanos opplau-
s recebeu ueste theairo;


TMJTILADO
^ '-
^-------,


w^m

j

i
'*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADQ S1 DE MARCO DE 1860.
. Soguir-se-ha a comedia era 1 aclo. j por ve-
zes representada cora immensosi applauos
0 HOLLANDEZ.
Tomara
Leiloes.
Consulado de Franca.
Leilao
parle na representicao os artistas
i..1t 'J en *yndo> Skyner, Lcssa, D.
Isabel e t). Mana Luiza.
Os inletvallos sero preenchidos cora agrada-
sr,Sn..T:!'dl0sra P^cas de msica, escolha do & C. por ordem do Sr. visconde
roont cnsul de Franca
senca e por conta
para encerrar seos trabalbos,
iprovvitando a oeeasio para dar ura publico les-
temunhode sua gralido, ao publico que (o be-
nignamente os acolheu, durante o lempo da so-
XMclade.
Os senhores que para o prsenle espectculo
ncommendaram camarotes o cadeiras, sao ro-
bados a prorurarem al sexta-feira por lodo O
la, no esrriptorio do Ihcalro.
Sr. Queiroz, afim. domis abrilhantar c
taculo, '
l.is o divfrtimenlo, que o director e seus ccl-
'gas prepararam para encerrar
ten cor,
Avisos martimos.
n

io de Janeiro.
O veleiro o bem cenhecide patacho nacional
Jltbcnbe, pretende seguir.com muila brevidade,
A requerimento dos Srs. Mello Lobo
de Le-
e ere sua pre-
e risco de quem per-
o agente ilyppolito vender' em
leilao urna caixa marca ML&C n. 190,
contendo 50 duzas de pentes para se-
nhoras averiados a bordo do navio fran-
cs lierte, capitao Laisne : segunda-feira
2 de abril as 10 horas em ponto no r-
maseos alfandegado do caes d'Apollo
casa do Sr, Araujo.
Consulado de Franca.
A requerimento dos Srs. Flix Soa-
vagei Ce per ordem do Sr. visconde
de Lemont cnsul de Franca, o rente
leu carregamenie prompto podendo ape- ; Ilyppolito ara' leilao cm presenca do
as receber algumas miudozas, cscrjvos a frete
passageiros para os quaes U>m excellentes com-
mo las : trata-so com Azevedo & Mendes
scriplorio ruada Cruz n. 1.
incsino Sr. cnsul e por
no seu quem p rtcncer de un)
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna Joven Arthur, pretende seguir
ncsles das, tem o sen carregamenlo prompto
apenas recebe algumas miudezas, escravos a fre-
te f passageiros para os qnaes lem excellentes
-onimodos : trata-se com o sen consignatario
Azevedo & Mendes no seu escriplorio ra da
i^iuz n. 1.
Cear
to dia 31 do mez correntc o hiale Camdes, ain-
i? recebe carga : a tratar com Caetano Cyriaco
da C. M ao lado do Corpo Santo n. 25.
Para a Tilia de S. Miguel
a escuna Rainha dos
e so sim
do Itcci-
- Agora, seguir at o dia
lli le abril, nao recebe carga da praca
passageiros : a tratar na ra da Cadeia
te n. 4.
LISBOA E TORTO.
Fratendc seguir com muita brevidade o veleiro
ebem ronhecido brigue portuguez Harmona?,
lem parle de sen carregamenlo prompto : para
resto que lbe falla c passageiros, para os quaes
lem excelloiiles commodos, trata-se com os seus
consignatarios Azevedo i Mendos, no seu es-
criptorio na ra da Cruz n. 1, ou cora o capitao
AmalJo Fernandes dos Res.
Rio de Janeiro.
A barca nacional Planeta vai seguir breve-
mente : quem na mesnia quizer carregar o res-
to da carga que falla, enlenda-se com os consig-
natarios Dallar & Oliveira,
conta e risco de
fardo marca B
| n. 231, avanado abordo do navio fran-
cez Pernambuco, capitao Corduan, con-
tendo 30 pe;as le ganga : segunda-feira
2 de abril as 11 horas em ponto no ar-
ma z'.>m dos mesmos Senhores na ra
da Cruz.
Consulado de Franca.
sar recibos maiiuscrplos, nein a emen-
par qaantias a seu arbitrio.
- Nesta typogra-
phia precisa-se de
compositores ly-
pographicos.
Condecoracoes.
no thesouro
Attenco.
Acha-se na ra do Brum, urna tenda de fer-
reiro que se offerece ao respeilarcl publico a
fazer todas as qualidades de obras, comoseiar :
fogoes econmicos para qualquer casa de familia
do todos os procos e lambem grades e veran-
das, portese quaesqner cncomraendas perlen-
cenle a ferreiro e serralhciro, com a maior bre-
vidade possivel: a tratar na
Dias dos Sanios.
CA
. as ~<
3 >
u
Ho .
S = B *
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mesraa com Pedro 8 5
y.
O Sr
Frankhn Malveira, que
trouxe do Maranhao uns livros para o
a. n
-
O abaixo assignado, empregado
nacional c residente na corte, so enearrega
raro remetter com premptidao os competentes; tregar ra das truzts n -4i
ttulos quelles senhores que foram agraciados
no dia 1 i de marco, anniversario natalicio de
Sua Mageslade a Imperatriz. Ser, porm ne-
cessario. que lbe remetlam a competente atori-
saco, ou carta de ordem, indicando-lhe a pro-
vincia e lugar de suas residencias para ficilitara
remessa dos mesmos ttulos. Rio de Janeiro 20
de marco de 1860. Juao Biplisla Carneir da
Cunha.
Na padaria da ra eslreita do Rosario n. 13.
precisa-se de um bom trabalhadnr.
= Bernardo Antonio de Miranda arrenda o en-
genho Mamucaia, sito na freguezia da Luz dis-
tante da praca menos de quatro legoas, mt'ciile e
corrento d'agua, lendo casa de vivenda
obras de pedra e cal em bom estado :
de ii-;'l>aixo assignado, quetra manda-Ios on-
Dr. Manoel de Figueir Faria.
Professor dentista.
Ra da Cruz numero 4i
D. Juan Nogues, fax scienle aos seus tregelos
o ao rcspeitavel publico era geral us quaes ja
lem pleno conhccimenlo da perieicao e delicade-
za do seu trabalbo que continua o exercicio de
sua profissao. tira denles com a maior rapidez
possivel, a 2& e a 3$ sendo em casa e tora della
a 5jJ, limpa-osaDj, chumba com raassa diaman-
tina a 5 e com prata a 3>, colloca-os sobre cba-
e mais
quizer arrendar procurar o annuncianie ''naTua pa de "r 10^.8Cndo P foia da cldade'ql-
quer operacao sera o preco que so convencional
O engenheiro Antonio Feliciano Rodrigues
do Imperador, as tercas-feiras e sabbado de ca-
da semana, ou no Cachang nos domis dias da
semana.
Precisa-se de urna ama de leile : na ra
Diruila n 2, primoiro addar.
Ordem t?rceira do Carmo.
Pelo presente se convida a todos os raos em
geral para que se dignem comparecer em nossa
igreja no dia 30. para a exposiciio da Santa Vir- i trabalbos geodsicos
geni no da 1, 5, 7 e 8 do abril prximo futuro
para assistir aos actos da semana santa que lem
de serem feilos no convento dos reverendos re-
ligiosos.
m
&
A requerimento dos Srs. Flix Sou-
vage i G. e por ordem do Sr. cnsul
de Franca e em sua presenca o agente
Ilvppolito fura' leilao por eonta e risco
dequem pertencer de 2 caixas marca
JAICS n. 95- e 95, contendo cada um 50
duzias de camisas para homem avada-
das a bordo do navio francez Pernam-
buco, capitao Cjrduan : segunda-feira
2 de abril no armazem dos mesmos se-
Agencia de passa-
porteefolha corrida
Claudinn do Reg Lima lira
dentro e fra do imperio por
quem
do juiz
da fre-
Lisboa e Porto
Vi saliir brevemente a muito veleira
e bem conhecida barca
Flor de S. Simo
recebe carga e passageiros para os don*
portos cima, a tratar com Carvalho
NuKueira & C, na ra do vicario n. 9
primeiro andar, ou com o capitao na
pr.'.r.t.
nliores na ra da Cru?, as 11 lio
ponto.
ras em
passaporte para
coiniiiodo preco o
presteza : na ra da Praia n, 43, primeiro anar
. = Caciano Pinto de Veras faz scienle u
inleressor que est em exercicio da vara
de paz do -Io auno, do primeiro dislricto
guezia doSS. Sacramento de Santo A
la cidade, para que foi eleilo c que de
casa de sua residencia ra do S. Francisco
e era qualquer parte que for encontrado ;
ua audiencia as tereas e sexlas-feiras as
'toras da tarde como ja tem annunciado,
Selle, suflu-icntouicnte habilitado com os meTho-
res instrumentos mathen.aticos, como sejam o
lheodolito de M. Rcichenbacb, o graphometro de
Lenoir, o circulo repetidor de Borda, a planchuta
de Cugnot, urna excellcnle bussula c um nivel
dcbollboi d'ar com lunetas de alcancc.e offerece
para einprehender os mais serios e delicados
e lopograpbicos, quor seja
preciso o emprego de grande ou pequea Irian-
gulagao, e conseguentemcnlc se enearrega de to-
da o qualquer demarcacao de limites de proprie-
dades ruraes, com toda preciso e probidade re-
commendadas pelos professionacs .eferre, La-
croix, Bonorl e Tuissant. Escusado c annuncar
que 13 anuos de exercicio de engenheiro archi-
chiteelo e de ponles c calcadas o habilitara a
execuM* todo trabalbo dc"cdificaeao. levanta-
monto de plantas topographicas, nfvellamcnto e
orcnmciito de obras, quer sejam concernentes a
construejao de eoincio, qur digam respeilo a de
ponles e estradas : na ra estreita do Rosario
sobrado n. 30, tc-rceiro andar.
= Pcir so ler lindo os dias da leivaiserar-
nlonio decj r,emalad()' '"'das as audiencias do juizo municipal
pacha na se8unda vn,'a- sobrado de dous andares e
- 2."1 -
a -. o ~
-3 O 3 = =
C- B _
uj o _.a
= 3"0.
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Scnlior Bom
Jess das Chagas
Por ordem da mesa regedora faco sciente ao
publico, que a procissao do raesrao Senhor lem
de percorrer as ras seguintes : ao sahir, pateo
do 1 araizo, Quarleis. ra larga do Rosario, uei-
mado Cruzes, S. Francisco. PonleNova, Caes do
Apollo, Cadeia, ao voltar pela Madre de Dos
Amonrn, Cordoniz Vigario, Trapiche. Cruz, Cal
dcij.Caes do Apollo, Ponte Nova, Impe .dor
Oueimado, Livramento, Direila, travessa do \l,
risco Mariyrios. Hor.as. Cambia lo I
ros. Nova Cabug, Praca da Independencia' Cru-
zes, a recolhor : pedimos aos moradores qne' Iim-
pem as testadas de suas portas, e as ffil
nao Iivcrcm limpas dcixar de passar a referid
procissao B. de Carvalho Lopes, escrivao
Aluga-se urna preta para o servico do caa
c ra, e coznhar o diario de urna casado fami-
lia : quem precisar, dirija-se a tiavessa do Car-
mo n. 2, sobrado do lado da ra do Fogo Le
se far o ajusle.
= No Caf & Reslaurant do commercio, na
ra do Trapicho Novo n. 22, precisi-se de sr-
venles
02
publica das audiencias,
de 1860.
a
n. 8,
c
4 [2
na casa
Rccife 29 do feverei
ro
3oGec\&c/io rnpogtttpfttCA
JcVt1A1HlutCAtt(t.
Ilyppolito da Silva, ara" leilao de
urna porcao tie paletots de brim e dia-
les de merino, para ecbar conta : sab-
bado 31 do corrente uo seu armazem
na ra do Imperador n. 11 C, as 11
horas em porto.
LEILAO
armazem do agente
gil o m
m
Sabbado 31 do corrente
ao meo dia.
0 referido agente vender em seu armazem da
ra do Vigario n. 11
Movis de toda a qualidade de madeiras como
cadeiras, sofs, mesas, consolos, marquezas,
comraodas, guarda roupas, guarda loucas, es-
tantes, secretarias, pianos, cabides,' quarli-
nheiras, lavatorios, quadros, jarros do porec-
lana e de cryslalfetc.
Urna porcao de cobertores.
Urna mulata de 22 annos, bonita Figura, lava per-
.. feitamenle e cosinha o diario de urna familia
Barra Grande. Por\o d"e>e"^as"eCamarS do- U^rmIeqUe d rningo 1. de abril s 6 horas da tardo. Ree'ebe-
Tendo a Associacao
bucana assentido ao' convite
do pela irmandade do Senhor Rom Jess das Cha-
gas acompaiihai- domingo Io de abril a procis'o
de Ramos, que lem de sabir da igreja do Parai-
zo, sao convidados lodos os Srs socios eleclivos
la mesma adiarse nesse dia, s 2 horas da
nf;, "arnCi,S- da,A?a5o. para encorporados
se dingirem a referida igreja do P
lim indicado.
solao na ra larga do Rosario n 40. por tres an-
nos, avahado a renda annual por 1200 ; as tres
- pracas principia no dia 28 c 31 de marro e de
18 do abril ; para as condigdes se acha escriplo o
edilal em mao do porteiro dos auditorios: lem
bons commodos c o local nao mo.
Ninguem confie tazendas ou qualquer ob-
jeclo pedido em raeu nome ou de minha fami-
lia sera bilhelc ineu, porquanlo smenie assim
me considero obrigado. F. Menna Calado da
ronseca.
Permula-se
'P^l&Wdiri": *l-!V'n 80br?.t ne8l ^- r ilorras ou propriedades :|
araizo, para o
J. L.
Mello Lobo &
Dornellas Cmara.
Io secretario.
C fazem scienle ao publico
ra do imperador n. lij.
na Iba de S. Miguel
na
cJT I en.8e5heiro Amonio Peliciano Rodrigues
Selle profundamente compenetrado da cxcelen-
cia das doulnnas constantes do manual do en-
genheiro do Cadaslro por M. Manoel Pommis
cuja instrucco habilitar incontestavelmenle
qualquer individuo a exercer com pericia a nobre
arle de agrimensor, tem aborto um curso das
referidas materias, na rus eslreita do Rosario n
: dU, terceiro andar. E tomando em considerado
os pedidos de alguna amigos ha igualmente aber-
j lo um curso de anthmetica commercial, leccio-
nando as materias da excellcnle obra de arith-
! mlica commercial de Frederico Wanlzel. auliso
negociante e professor da escola especial do com-
, mercio c le Josoph Carnier. antigo professor c
inspector des estudos da mesraa escola.
Consultorio medico, na da
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Mosceso
seus trabalbos mdicos.
= Acha-se justa e contratada a compra do
caixao em respaldo de lijlo e cal, chao proprio
sito no lugar dos Coelhos, bairro da Boa-Vista
que faz quina com amado Jasmim, pericltenle
a Francisco Avcllos Mendonca : se alguem tem
de oppr-se a realisacao desie negocio, hala de
declarar por este jornal at o dia 2 de abril pr-
ximo futuro, cujo annuncio se faz para evitar
duvidas futuras. Recife 28 do marro de 1800.
Allencilo.
Vendo o abaixo assignado um annuncio do Sr.
Jos Teixeira Leile, em que declara nada dever-
lhe o abaixo assignado, muito se admira do pro-
cedimenlo do mesmo Sr. Leile com urna seinc-
Ihante declaracao que demonstra que o mesraa
senhoralguma cousa tem do abaixo assignado.
visto nao ler o mesmo cobrado quantia alguma
do mesmo senhor, nem io pouco ler dito era
parle alguma que o mesmo senhor Ihe deve-
dor. Se o Sr. l.eitc vir em sua consciencia quo
com cssa pubhcarao quer obstar algum lim para
o luluro, bom ser que desde j Ihe scienliiquo
que mu ado prevenido ; assim como nao rao
julgo devedur de cousa algum*. Recife 30 de
marco de 18ijO.-Jorge Pereira Fernandes.
\endein se commendas. hbitos o olliciala-
103 de diversas ordens, com bullanles e sera
cues, e por procos commodos : na ra Direita
numero CO.
continua nos
Um
hoWSrC,,d!"!e r t0rp d0 cercio. que L Derfeia,
boje 8 do correnle dispensaram de seus servi- P-neuai
eos ao Sr. Francisco Ignacio Ferrcira. portufjueza
Precisa-se de urna amn mr-. ..^, --------- i___-^ _ e
al-
racco com bastantes habilitacJe
o commercio e une falla e escre-
famente as linguas ngleza
e falla correnteraente o l.
na ra Belfa n 10? "^ ama Par3 "ma pCSSa :: ,em5' oTereccsepara cai.veiio dequal-
Antonio Jos do Souza Cuimaraes relira-se' ^uer Caanaconal ou estrangeira : ,
lora do imperio, e declara nada dever nes-iquem precisar dirija-se a ra Direita n I
TROVADOR.
IVua do HosarVo larga mi-
Vcnde-se um balefio de aaiarcllo em muito
bom oslado, proprio para qualquer cstabcleci-
mcnlo, e se d por preco commodo : na ra da
Cadeia do Recite, lojan. 2J.
Escravos bons e baratos.
Urna escrava boa cozinheira por 1:000#, urna
dita por 900, urna dita por 700, dous moie-
ques pecas de ida de de 12 a 13 annos, urna es-
crava perita cozinheira e engommadeira ; na ra
das Aguas Verdes n. 4(i.
Cabra bicho.
Esle
COMPAMIM rERMMBLCAM
DE
Navegaco costeira a vapor
O vapor Persmunga
pa Hacei, com
commandante Lobato
escala pt
al 31
a al o dia 30 do tarde
as -i horas da larde.
e encommendas
Maranhao e Para.
O paUchoAlfredo, capitao e pralico Manoel
da Moa Santos, segu com muila brevidade aos
portos indicados : ossenhons que nelle quize-
rera carregar, queiram deelara-b at o fira da
presente semana, no escriplorio dos consignata-
n Almeida Gomes, Alves &.C., ra da Cruz
numero 27.
Cear e Acarac.
O palhaboie Jore sahe imprelerivelmente no
da 7de abril para o Cear e Acarac, tambero
j-ecebe carga para a Granja descarregando-a
Acarac d'onde ser transportado
Palpito : a tratar com Tasso limaos
capilao Mafra.
V1J0.
Na mesma occasiao vender-se-ha urna porcao
de loros do coqueiro e cerca de 150 palhas de-
positadas as ierras do sitio que foi da socieda-
de de fiaco, assira como enchadas, masselas,
machados, quadro e mais perlences.
LEILAO
DE
Courodelustre
O agente Ilyppolito ara' leilao em
seu armazem,sito na ra do Imperador
n. 11 C. de 5 caixas com couros enver-
ta praca nem fra della,
letra alguma ou obriga
doco, c deixa por ocus pi.icuraoores aos Sis
Jos Antonio Goncalve da Rocha c Juao Maoci
ua \ eiga e Seixas.
Attenco.
Francisco Ignacio Ferrcira declara, que .' ju
de ser caixeiro dos Srs. Mello, Lobo A: C. o que
laz presente para conhecimento do publico.
Precisa-so tomar 3 a 4 contos de ris a pre-
mio com hypotheca em predios nesta praca a
quem ennvier annuncie para ser procurado*
K. 27Ra da "
das
o as o lioras da tarue, ou annuncie.
ASSOCIACJO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domingo 1." de abril prximo futuro ha sessao '
ordinaria da assembla geral, na forma dos es- !
lalutos, na casa do antigo collecio da Aurora ra '
da Praia.
nievo 46.
novo eslabelecimento bem montado e
servindo a lempo aos freguezes por mdico pre-
co, continua a servir melhor (se possivel i
avistadas distinctas pessoas que se dignara obse
dao-se igualmente comidas para fora
com todo o aceio e promatidao
O Dr. Cosme de Sa' Pereira?
de volti desua viagem instructi-g
tiva a turopa continua no exer-1
cicio de sua profissao medica.
Da' consuitas em seu escripto-fG
rio, no bairro do Recife, ra dalg
Cruz n. 53, todos os dias, menos-;;
nos domingos, desde as G horasi
\ende-se urna com muito c bom leile, lendo
dous cabnimhos ; a tratar na ra eslreita do
Rosario n. 3 i, primeiro andar.
Irmandade das almas do Cor-
po Santo.
Em nonio da mesa regedora da mesraa irman-
dade, convido a lodos os irmos para que com-
parceam na matriz do Corpo Santo segunda-fei-
ra, z e abril, as 6 horas da inanhaa, aim do
acompanharem a procissao do Senhor aos cn-
lermos.=Manoel Morcira Campos, cscrivo.
O Sr. Luiz Francisco de Mello Tavares lem
urna carta viuda de Hacei ; no trapiche da corn-
panlna, a fallar com Adriano Ramiro de Albu-
querque.
Elegancia
Bonitas e elegantes caixinbas com
mendoas para brindes : vende-so ua ra
ftova n. 4o. no armazem de fazendas e
nudas de Faria & C.
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