Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09024


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Full Text
ANIO XXX71. BHERO 73.
Por tres mezes adtados 5$000.
Por tres mezes vencidos GftOOO.
QUIETA FEIBA 28 DE MARCO DI 1860.
Por anuo adiantado 19$000,
l'orfie franco para o subscritor,
E.VAIIREGADOS D A SUB5CR.IPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexnndrino de Lima-,
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty. o
Sr. A. de Lomos Draga; Cera, o Sr. J. Jos de oli-
veira; Mannhao, o Sr. Manoel Josc MartinaRibei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. .Joao Fernandes do
Aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. llamos ;
Amazona.1, n Sr. Ji>ronymo ra Costa.
i'ARI'lD.l DU> COMIMOS.
Olinda todos os dias as 9 1/8 huras do da.
Iguarjss, Goiaana e Paralaba as segundas
e scxias feiras,
S. Anta, Bezcrros, Bonito, Caruan'i, Allinhoc
Garanhuns nas ierras feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, Limoeiro, Rrojo, Po?-
queira, Ingazcira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury c Ex nas (juarlas-feiras.
Cabo,Sernhaem, Rio Formse,Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimentoiras e Natal quintas feiras.
'luios o*correiospartera astOhorasoft manhaa.
l-.riltVllMUDtS tu* .uiv. TE .UAlillU.
7 I.nacheia as 10 horas e 2t minutosda'manhaa.
14 Uarlo minguantc as 6 horas e i!) minutos da
manhaa.
22 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa.
;K) Quarlocrcscenle as 1 horas e-93 minutos da
manhaa.
PRLAMAR DE IIO.JE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 10 horas o 30 mundos da lardo.
ADDINECIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas c quintas,
llelaoo : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintase sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphios: toreas e sextas as 10 horas.
Primera vara do civil: leseas c sextas ao meio dia
Segunda vara do civil ; quortas e sabbados ao
meio dia.
DAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. Ludgero b, ; $, Braulio b. ni.
H7 Terca. S. Roberto b. ; S. Fileto c I.ydia.
28 Quarla. S. Alexandre m. ; S. Castor m.
29'Quinta. S. Berlholdoc. ; Ss. Joas Barrachio.
30 Sexta. As dores de N. Sra. ; S. Joao Clmaco.
31 Sabbado. S. Bal bina v na.; S Benjamin m.
1 Domingo di? Rumos. S. Macario ; S. Valerio.
PARTE OFFICIAL.
GOVER\0 DA PROVINCIA.
l.xj odente lo .lia le Janeiro
de O.
Officio no Kxm. presidente do Rio Grande do
r( ite coi!) a informaco do director do arsenal
d guerra respondendo ao|oflicio queV:Etc.seser-
vio dirigir-me em 19 de dczembro>ltraM> exigin
rcmessa dos medicamentos de que trata o
rr.esmo officio.
lulo ao commandante das orinas. Varo o pre-
sentar a V. Esc. para ser inspeccionado recru-
la los Pedro do .Viscimento..Communicou-se
ao chele ile polica
, Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
\ vista da cunta junta mande V. S. papar a fian-
cisco Antonio Correa Cardoso 5:18291)60,impor-
tancia de un serrote e oito boias rom suas per-
is que rendeu ao arsenal de marinha para o
:o da capitana do porto da Paralaba, de-
vendo essa qnaniia sabir dos rendimentos daquol-
la provincia recolhidus a cssa thesouraria.-Com-
municou-se ao Kxm. presidente da Parahiba, e
ao inspector do arsenal do marinha.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pule Vine, passar escusa do servir ao soldado
I > corpo de sen commando Izidro Rodrigues do
Nascimento, que tendo lindado o lempo de seu
engajamenlo, nao desoja continuara servir, como
d< ciaron no requerimento que ncompanhou o
otliicio de Vmc. de 31 de dezembro ultimo sob
u.524.
Dito ao director das obras publicas.Tendo
nesta data npprovado os or-amentos e clausulas
dezembro ultimo, sob n. 297, acabo de os trans-
muta- por copia ao inspector da thesouraria pro-
al para mandar por em hasta publica o ein-
pedramento dos dous lances de estrada de que
trata o citado otficio que Tica assim respondido
Offieiou-so a thesouraria provincial.
Dito ao engenheiro liscal da estrada de ferro.
Com a informaco do inspector da thesouraria de
fazenda respondo ao ollicio que Vni. me dirigi
em 10 de novembro ultimo, com referencia a ob-
jeclos importados para a estrada de ferro, ou para
o uso dos respectivos empregados.
Hilo ao I.xm. prelado diocesano.rara cum-
enlo das ordens imperiaes, rogo a V. Exc.
rva de informar sobre o incluso requerimen-
i i Je Manoel Jos Martins.Iguaes sobro os re-
qucrimenlos de Antonio Allomo do Figueirda
Sampaio, e Jos. Firroino de Oliveira Regs.
DfOciou no mesmo sentido :
Ao presidente da Baha, sobre os requermen-
! Manoel Ladislao de Jess, Joao de Souza
Santos e Justina Francisca da Cunha.
Ao Exm. presidente do Para, sobre os de Fran-
- i Mara da Conceicao c Florinda Maria do
Carmo.
Ao Exm. presidente das Alagos, sobre o rc-
rin mo do Manoel Saraiva do Carvalho.
Ao I.xm. presidente da Parahiba, sobre o re-
querimento do Antonio de Si Malheiro.
Ao general comniandanle das armas, sobre os!
n querimenioa de loio Jos de Uoura. Fraucucol
Miquilino Bezerra Csvalcanti, Mari i Joaquina da
Conceicao, Joaqun) Flix Pereira, Manuel Autil-
los Marlviins, Manoel Maria do Nascimento,
Pedro Chrisolugo da Cunha, Antonio Manoel Es-
tevao, Mara Joaquina da Penha, Manuel Ferreira
de Mendonca, Gregorio Marques da Silva, Jos-
Custodio dos Santos, Amelia Carolina Figueiredo
de Brito, Joaquim Estanislao Ferreira, Antonio
Jos Cavalcanti, Francolina Joaquim dos Praze-
los Faustino da Silva, Carolina Leopoldina
Guimaraes, Caelana Maurcia do Rosario, Ansel-
mo Francisco de Santiago, llerculano Geraldes
de Souza Magalhes, Juliana Maria da Conceicao,
Manoel Joaquim dos Santos, Antonio Dornellas
ira, Maria da Conceicao. Francisca Joaquina
Franca, Manoel Antonio Felippe, Alvaro de Lu-
na Freir, Francisco Pereira de Carvalho, Ale-
jandrina Rufina da Silva, c Francisco Ferreira de
Alcntara.
Ao conselheiro presidente da rclaco, sbreos
requcrmenlos de Manoel do Nascimento Pacheco
d Medeiros, de Lucio Candido Pereira de Carva-
lho, Lourenco Justiruano de Oliveiro, Manoel
Goncalves Ferreira e Silva, o do l)r. Antonio Joa-
quim da Silva Gomes.
Ao commandante da diviso naval, sobre os
re lucrimcnlos de Mara Ramos da Conceicao, An-
tonia Joaquina Rodrigues, Jos Gomes das Noves,
c Auna Maria da Conceicao.
Ao chele de policia, sobre os requerinientosde
Auna Joiquina de Azevedo, Izidoro Jos de Me-
deiros, Flix Fournic, Manoel Machado Dias, Jo-
nniia Maria dos l'razeres Guerra, -Bel miro Fran-
i da Silva, Theodora Felicia da Silva, Sebas-
tiao Por c ira do Nascimento, e Maria da Ora de
Carvalho.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, sobre
OS requerimentos de Joao Francisco, Vicencia
ira da Conceicao Bastos, Roque Francisco,
i Goncalves Ferreira, Marcelino Antonio Pe-
reira, Henriqueta Stepple da Silva, Pedro Jos
anlos, Tmbelina do Reg Barros, Francisca
do llego Barros, Ignez Felicia da Cunha, Joao
Ozono de Castro Maciel Montoiro, Antonio, Seve-
Francisco de Paula Oliveira Pila, Antonio
esa de Albuquerque, Paula Mario do Divino
Espirito Santo, Seralim Jos dos Arijos, Dionizio
dicto, Arma Maria de Jess, Marcelino Ro-
drigues da Silva, Germano da Trindadc.
Ao inspector do arsenal de marinha, sobre os
r qiierimenlos de Francisco de Paula Lima, D.
t osbeauex, Izabel Maria da Conceicao, Cosma
Damanna da Silva, Antonio Basilio Ferreira, Bel-
lumirio Ferreira Ramos, Antonio Francisco Paz,
Antonio de Mendonca Freir, Jeroneio Ferreira
Machado, Joaquim Jos Alvos de Albuquerque,
Antonio Cabrito, Antonio dos Santos Ro-
cha.
Ao cnmmandanle superior do Recifo, sobre o
requerimento de Jos Laurentino de Azevedo.
Ao do Rio Farinoso, sbreos requerimentosde
Francisco do llego Barros Goiabeira, e Braz Ono-
l're de Hollanda.
Ao Juiz de direito da 1.a vara, sobre o requer-
nento de Joio Francisco Pereira.
Ao juiz de direito do Cabo, sobre os requeri-
nionlos de Manoel Francisco dos Passos, Maria da
Conceicao, Miguel Augusto Fernandes, Jos An-
ttmio do Carino, Paulina Maria da Conceicao,
Mara Vareclar, Joaquim Ferreira, Ignacio de
Lovulla Paz. Jos Paes Barreto.
Ao da comarca de Santo AnlSo, sobre os re-
querimcnlos de Joaquim Jos de Lima, Joaquina
Mana da Concei(;o, Leocadia Relisaria de Jess.
Ao juiz da direito de. Pao d'Alho.Sobre os
requermenlos de Francisco Pereira Pinto Caval-
canti, Antonio Thomaz Pereira e Jos Mendes de
Souza.
Ao juiz de direito do Limoeiro.Sobre o re-
querimento de Canuto Jos Pereira de Lucena.
Ao juiz de dfreito deGoiannn.Sobre o reque-
rimento de Vital Francisco de Brlo.
Ao juie k direito do Rio Formoso.Sobro os
requer metilos de Antonio Jos Felippe c Joao
Ferreira dos Santos.
Ao procurador da corda.Sobre os requeri-
nienlos de Joaquim Pedro Barreno do Reg, Fo-
iicia Perpetua de Sanl'Anna Ferreira, Francisco
ta, -Jeronima de Aguiar Re, Hermano Hignis
ios Mariyres, Anna Joaquina de Puntes Marnho,
tita de Jess Moreira e S, e Clara Olympia de
Luna Freir.
Ao inspector da thesouraria provincial.Sobre
os requerimentos de Antonio Goncalves de Mace-
do e Francisco Luiz Bellro.
Ao diteclor das obras publicas.Sobre os re-
<|uenmenios e Jos lavares Pesaba Dornellas, e
Candido Emigitio Pereira Lobo.
Ao director do arsenal de guerra.Sobre os
requcrmenlos de Severino Antonio Pereira da
Silva, Francisco do Rezende. Alevn ir Antonio
de Arruda, Manoel Augusto de Menezes Costa,
Joao Ferreira Vidal, Anna Romana de Jess, Isa-
bel Maria Claudina, Joauna Thomazia de M>>|lo,
Olympio de Sonza Galvao, Joao Ferreira Tavares.
Candida Maria da Conceicao.
Ao commandante do presidio de Fernando
Sobre os requcrmenlos de Joaquim Marcelino
dos Santos Burburema. Joaquim Jos Nugueira c
Themolco Ferreira de Aniorim.
Ao capitao do porto.Sobre os requerimentos
de Manuel Estanislao da Costa, Manoel Luiz de
Mello e Manoel da Silva Noves.
Ao conselhn administrativo do patrimonio do
orphos.Sobre os requerimentos de Lui/.a Maria
Lopes, Faustiua Correia de Jess, Maria Theodo-
ra das Mcrcs Guerra, Antonio Jos Ribeiro, tm-
belina Coelho da Silva Boma, Bernarda Maria da
Conceicao.
Ao juiz municipal de Iguarass,Sobre o re-
querimento de Domingos Goncalves Pereira Bas-
tos.
Ao juiz municipal de Barreiros.Sobre os re-
querimentos de Antonio Teixeira e dos indios da
aldea do Barreiros.
Ao juiz de orphaos da capital.Sobre os re-
querimentos de Joaquim de Albuquerque Fernan-
dos Gama e Manoel Jacintho Pereira.
Ao curador dos africanos livres.Sobre os re-
queiiiueiilns dos africanos Jos, Joaquim o Vasco.'
Ao rededor do gymnazio.Sobre o requeri-
meiilo de Jos Tavares Pessoa Dornellas.
Ao guardio do convento de Santo Antonio do
Itecifo.Sobre o requerimento de fr. Jos dos
Santos Innocentes.
Ao promotor publico do Bccife.Sobre o re-
queiiniento do Elias Emiliano Ramos.
Ao director geral da inslruroo publica.Sobre
o requermenlo de Maria Isabel Lins.
Ao superilendonte da estrada de ferro.Sobre
o requerimento de Francisco Ferreira Leilao.
Portara.O presidente da provincia, atienden-
do ao que requeren o juiz do direito da comarca
do Brojo, Sebasliao do llego Barros de Lcenla,
resol ve prologar por dous mezes com ordenado a
licenca de 30 dias de que gozaya. Fizeram-sc as
precisas comuiunica oes.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO SHL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, a
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBJJCO.
O proprelario do muii > Manoel Fguciroa de
Faria, nasua livraria praea da Independencia ns.
f. p. 8.
mis lugares, em que houver curadores ge-
raes de horancas jacentos o bens de alsenles,
norteados em virlude do arl. 78 do regulamenlo
que baixoucom o decreto n.2,433do ldejunho
do auno prximo passado, no abono das porcen-
tagens aos mosinns curadores se observo proviso-
riamente a tabella junta, assignada pelo oilicial-
maior da secretaria de estado dos negocios da fa-
zenda.Angelo Muniz da Silva Ferraz.
Tabella que se refere a parlara desa dula.
Do producto di-
que trata o arl.
82 do regula
ment.....
Dos bens e di-
nheiro de que
trata o arl. 83 .
Rio de Ja-
neiro.
1 1/2 0/0
Babia.
2 0/0
1 O/0;1 12 0 0
Pernam-
buco.
3.a Secciio.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 9 de l'everoiro de 1869
lllm. e Exm. Si.Devolvo a V. Exc o reque-
rimento de Ignacio Francisco dos Sintos, mos-
tr pedroiro do hospital Pedio II com a informa-
cao da adminislracao geral dos estabelecimentos
de cardade, alim de que V. Exc. baja de deferir
como for jusio.
Dos guarde a V. Exc.Angelo Muni da Sil-
va Ferraz.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co. 2 de marco de 1860. L. B. M. Fiuza.
2.' Scccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 9 de fevercro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Transmuto a V. Exc. o in-
etaso r.q.ion'iiK-nl.) ftn que Juo da Silva l.ou-
reiro pede urna oondecoraco, afim de que V.
Esc. linja de la/er sjniilaV-lhe OS documentos
precisos para ser tomada em considerac.io a pre-
lencao do supplicaute.
Dos guarde a V. ExcAngelo Muniz da Sil-
va Ferraz.St. presidente da provincia de Per-
nnmbuco.
Cumpra-se. Palacio do governo do Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luiz Darbalh Muniz
Fiua.
1.a Scccao.Rio do Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, om 9 de fevereiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Respondendo aos ofliciosde
V. Exc. nmeros 86, 88, 107. 111, 123,152. 153,
155, 163, 173 e 205, de 7 e 9 de Janeiro ultimo]
que arompanharam os requcrmenlos em qu
loio Leite Ponteado, Jacintho Guedes do Barros
l.acerda, Joaquim Domingues de Souza, Joaquim
Mondes da Cunha Azevedo, Jos Teixeira de Car-!
valho, Joaquim Jos de Sanl'Anna Barros, Jos j
Francisco de Menezes Amoro), Joaquim Jos da
Silva Santiago, Joao Jacintho Guedes de Lacer-I
da Jos Leocadio da Silva e Joaquim Podro de |
Mello Horocm pedem sor empregados, cumpre-l
me declarar a V. Exc, para que o faca constar
aos supplicantes, que nao podem ser attendidasl
suas pretences por nao havor lugares vagos em
que ellos sejam prvidos.
Dos guarde a V. ExcAngelo Muniz da Sil-
va Ferraz.Sr. presidente da provincia do Per-
nambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pornaai-
buco, 2 de marco de 1860. Luiz Barbalko Mu-
niz Fiuza.
7.a Secqao.Rio do Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, om 9 de fevereiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Devolvo a V. Exc. o reque-
rimento de Jos Torres Pessoa Dornellas cora a
informaco do director interino da repaiiico das
obras publicas, alim deque V. Exc. baja 'de de-
ferir, como entender de juslica.
Dos guarde a V. Ex,Angelo Muniz da Silva
terraz.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
eo, 2 de marco de 1860. Luiz Barbalho Muniz
Fiuza.
i.1' Secco.Rio de Janeiro. Ministerio dos j
negocios do imperio, em 10 de fevereiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Devolvo a V. Exc. os dous i
inclusos requcrmenlos em que Joao Joaquim ;
Rabcllo e Jos lavares Pessoa Dornellas podem,
fuelle a admissao de duas lilhas nocollegio das'
orphaas, e osle a de dous filhos no Gymnasio:
dossa provincia, afim de que V. Exc. os delira,!
como entender de juslica, visto como laes neg-,
cios sao da exclusiva competencia da administra-
cao da dita provincia.
Dos guarde a V. ExcAngelo Munii da Silva
Ferraz.Sr. presidente da provincia do Pernam-
buco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luij Barbalho Muniz
Fiuzaz.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra em 15do fevereiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr. Nao declarando Pedro Ale-
jandrino de Barros Cavalcantr o que pretende no
incluso memorial, remello a V. Exc, para que o
peticionario, em requerimento por essa presiden-
cia informado, mencione qual soja a su a preten-
eao.
Dos guardo a V. Exc. Settastia do Reg
Barros.Sr. prcsidunlo da provincia de Pernam-
buco.
Cumpra-se. Palacio do governo do Pernam-
buco, 2 de marco de 1860.Luiz Barbalho Mu-
niz Fiuza
2." Secco.Circular. Ministerio dos nego-
cios da justica.Rio do Janeiro, em 15 de feve-
reiro de 1860.
lilm. o Exm. Sr.Remello a V. Exc para seu
conhecimento p devida execuco a portara do
ministerio da fazenda de 30 de Janeiro ultimo,
conslanle dos exemplares juntos, marcando pro-
visoriamente porcenlagcns aos curadores ganes
de horancas jacentos o bens de ausentes.
Dos guarde a V. Exc. Joao Lustosa da Cu-
nha Paranagu.Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luiz Barbalho Muniz
FU20.
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de
Janeiro, em 30 de Janeiro de 1860.
Angelo Muniz da Silva Ferraz, presidente
do tribunal do (ltesouro nacional, ordena quo
Secretara de estado dos negocios da fazenda
Ilio de Janeiro, em 30 de Janeiro de 1860.
Joi Seoeriano da /locha.
i.'1 Secciio.Rio do Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 17 de fevereiro do 1860.
lllm. e Exm. Sr.Determinando o arl. 86dos
respectivos estatutos os nicos casos em que po-
dem ser dispensados os exames para a matricula
nas Facilidades de Medicina do imperio, o nao
sendonelles contemplados os exames preparato-
rios feilos nas Facilidades de Direito, nao pode
ser deferido o requermenlo de Fnbio Se/.ino Bas-
tos da Silva, quo acampanhou o ollicio de V.
Exc. de 9 de Janeiro ultimo. O que communico a
V. Exc. para seu conhecimento o do nteres-
sado.
peos guaido a V. Exc. Joao de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luiz Barbalho Muniz
Fiuza.
3." Scccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, em 17 do feveroiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Devolvo o requerimento de
Antonio dos Santos Rocha, que est interinamen-
te servindo de ajudanle da companhia de oprerj-
dizos menores do arsenal do marinha dessa pro-
vincia, e a cujo respeilu versa o ofieo de V
Exc. dirigido ao Sr. ministro dos negocios do im-
perio em 5 do mez prximo pretrito, sob n.50.
afim de que V. Exc atienda ao supplicaute na
forma indicada pelo inspector do mesmo arsenal
na informaco, que pir copia acompanhou o ci-
tado ollicio, mandando-o admtlir como guarda
daqoolle eslabelecimenlo quando houver vaga,
se a V. Exc. parecer isso conveniente.
Reitero a V. Exc. as expresados de minha esti-
ma e consideracao.Francisco Xavier Paes Br-
relo.A S. Exc. o Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860. Lu; Barbalho Muniz
Fiuza.
Bio de Janeiro. Ministerio dos negocios do
imperio, em 18 de fevereiro de 1860.
lllm. e Kxm. Sr.Devolvo a V. Exc. o reque-
rimento de Joao Antonio Ribeiro, quo acompa-
ulou o ollicio de V. Exe. n. 311 do 21 de Janei-
ro iillimo. para quo V. Exc. o delira conformo
convier.
Dos guarde a V. Exc. Joao de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luiz Barbalho Muniz
fiuza.
4.a Secciio.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocio do imperio, em 20 de feveroiro de 1860.
lllm. e Kxm. Sr.Devolvo a V. Exc, em res-
posta aos scus ollcios de 17 de Janeiro prximo
passado, os quatro requerimentos documentados
em que Maria Joaquina das Dores, Maria Theo-
dora das Mercs Guerra, Luiza Maria Lopes e Ma-
na Elias de Mello pedem a admissao deseos fi-
lhos no collegio dos orphios dessa provincia.
afim de que V. Exc delira como-for justo.
Dos guarde a V. Exc. Joode Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se. Palacio do governo de Pernambu-
co, 2 de marco de 1860.Luiz Barbalho Muniz
Fiuza.
i.* Secco. Ro de Janeiro., Ministerio dos
negocios do imperio em 20 de'fevereiro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Devolvo a V. Exc. os reque-
rimentos em que Mariano Alvos de Brito, Manoel
Pereira de Andrade, Liborio Voira Olympio e
Manoel Mariano de Mallos pedem ser prvidos
em empregos pblicos, visto como nao pode ter
lugar o deferimento de suas pretences por nao
haver vaga alguma, o que V. Exc ibes far
constar.
Dous guarde a V. ExcJoao de Almeida Perei-
ra Fho.Sr presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se.Palacio do governo de Pernam-
buco 2 de marco do 1860.L. B. M. Fiuza.
4.a Secco.Rio de Janeiro Secretaria de es-
tado dos uegocio3 do imperio em 22 de fevereiro
de 1860.
Pola secretara de estado dos negocios do im-
perio se communica ao lllm. e Exm. Sr. presi-
doute da provincia de Pernambuco para seu co-
nhecimento, e de quem convier, que foram in-
deferidos os requerimentos que acompanharam
os ofilcios de V. Exc de 21 de dezembro do anno
lindo, e 14 de Janeiro ultimo, nos qtiaes os eslu-
dantes do primeiro anno da faculdade de direito
da mesma provincia Prisciliano Antonio da Silva
Ireire, Joao Raphacl de Azevedo, Alexandrino
Leonel Marques Santiago e Sevoriano Lucio de
rana, pedam ser de novoadmillidos a examedo
dilo anno, visto ser esla preteneo contraria aos
estatutos vigentes. Fausto Augusto de Aguiar.
Inteirado.
Palacio do governo de Pernambuco 10 de mar-
co de 1860.I. B. M. Fiuza.
EXTERIOR.
IX.
llAEC EST 1I0BA ET POTESTAS tXHEMUHBM.
Em quanto em Roma se tentara o ultimo gol-
pe na autoridade pontificia, c a Italia central se
agitava convulsa no delirio da febre revoluciona-
ria, vejamos o que se passava na Italia meridio-
nal, na bella e deliciosa Porihenope.
O re Fernando II linha pago toda a divida,
que fra conlrahida por causa da revoluco de
1820: as obras publicas tomavam admiravel in-
cremento ; os povos eram allivados de tributos
que sobre os menos abastados pesavam desdo o
secnlo XVI; a diminuico do imposlo andava
por tres para quatro milhoos de cruzados ( 1:100})
e tantos): quando em Reggio rebcntoii o grito :
Viva Pi IX 1 Viva a Conslituicol Viva o fei\
Entro os priraeiros revolucionarios eslava Do-
mingos Romeo, que fra encarregado do vender
por baixo prego, em beneficio da gente pobre-,
urna grande porc.o do Irigo, perlencente ao go-
verno. Someo fugio com o dinheiro, distrib*k>
urna parte delle aos revolucionarios, e guardou
nutra.
Mcssina breve Tesponden ao grito de Reggio,
ambos esses gritos porm foram protnptamenlc
abafados, primeiro pelas tropas, depois. pelas po-
pubcoos que repelliam de si os eleroosinjmigos
la ordem, da paz, e das venturas das nages.
Entretanto o rei coujioa na sua carreira re-
formadora ; divide cm. quatro s^coelsrias a gran-
de swwtaria & esldq que, K>ra admitiislrftda.
por baniangelo durante 17 anuos; e essas qua-
tro si-cretarias sao as do interior, de instruccao
publica, do commercio e das obras publicas ;
Santangelo retira-se do ministerio; novos ho-
mens inebriados no amor do npplauso que Ibes
disparavaii! queiOM rnupa os ingovernaves
cuidaran! que os amigos homens eram uns
nescios, que urna luz de intelligencia superior
allutniava os eulendimaiitos da nova geraco,
qoc nos lempos passados ludo era incapacida-
des; e que Dous reservara a e,II-s a gloria de dar
ao paiz dias de esplendor e ventura. Triste de-
cepcao Era o qiios Deus vultperder, prius de-
mental.
Pouco depois a rovolucao ergua a voa na pro-
pria capital, o mandara como rainha.
Viva Pi IX Era este o brado de rcvolla. O
erime acobertava-se com uro mime sagrado. A
revoliic&o diu em 793 limbrava do oynica, no
socolo 19." fizera-se hypocrla.
Aules do grito licu l'io IX exigia a turba
audaciosa que as msicas militaros tocassom o
hyiiiuo do Papa. Pouco depois bradava-se : re-
formasl reformas', abaixo o ministro da poli-
cia l abai.ro o eonfesstor do rei!
Na Sicilia, como a surte deparava aos revolu-
cionarios um govemador imbcil, foi mais ambi-
ciosa a revoluco. O povo da Sicilia era anda
menos fatigado por tributos do que o de iples ;
o rei linha para com os sicilianos urna predilcc-
c.io particular. All nao havia o tributo do sello
no pajel, ovullada receila em aples : nao se
pagavam quintos: o commercio de tabaco era
livro. Por isso mesmo os revolucionarios eram
niais exigentes.
Setenta e cinco levantam o grito. O govorna-
dor, em voz de osulfocar. manda reconcentrar as
tropas que eram em numero de oito mil soldados
fiis I
Os setenta c cinco que por urna coincidencia
nolavol eram a centesima parle de sele mil e
quinhoitos, ganham coragem: os ofllciaes da
marinha ingleza que estavam em Palermo exal-
tan! os animo dos revolucionarios : e o gover-
nador conserva-Be espectador mudo !
Parto urna expedicao de aplos, commandada
pelo geral Desangcl, que se rosnava, era das so-
ciedades secretas: a expedicao contava 7 mil
homens. Cheg ella a Palerm, c depois de nim-
ios dias de estpida ou traidora in.iccao, quando
as tropas pedam que as levassem ao campo, que
as levassem balolha. decide-se a abandonar a
cidade sem combator!
E nao parou aqui a extravagancia. Ordena-so
a retirada para Messina. Poda esta fazer-se por
mar ; mas isso era ir de accordo com o sonso
commiim ; c marchou-se por trra om meio do
milliOes de embaracos. Assim mesmo as tropas
I opprimidas de fadiga e perseguico, combalem
com herosmo no dillicil passo de Villabate, e al-
cancam uma momoravel victoria.
Entretanto o general recebia ordem de voltar
para aples; mas antes de partir manda aban-
donar (oda a arliiharia, e matar cavallos o bestas
de rarga.
Os revolucionarios senhores de Palermo, sbl-
lam dos carceros 13 mil facinoras, cujos procossos
distribuiram; o palacio foi iuvadido ; os movis
queorados e completamente destruidos.
De cincocnla o dous individuos da polica que
baviam licado presioneiros, 22 foram passa-
dos espada ; os trinla mellidos nocarcere ; mas
pelanoite uma horda de assassinos penetra na
priso, e Ibes leva ao corarn na ponta do punhal
o amor da liberdade.
A Sicilia linha j o seu gov, rno provisional, e
proclamava independencia.
Mas a Sicilia da banda de c do estreilo nao lar-
dara tambem em seguir o exemplo que lho fica-
va lao porto.
Em aplos os gritos sediciosos, as represen-
tacoes, os rumores surdos, as seducroes, tropa
o aos trabajadores do porto nao cssavam. Os
trabalhadores respondiam que nao sabiam nada
da tal liberdade, que o que queriam ora trabalho
para terem de que comer; e os revolucionarios
repetiam despeitados uns aos oulros: uma
gente estpida ; massas brutas sao povo que nao
comprehondenem ama a liberdade!
E no entretanto iingiam-se sustos! Ouvio-se
poralgumas vezes gritar: fujam Comecou gen-
te a fugir; o grito repetio-se; as portas fecha-
ram-se; e depois nao se sabia nem quem levan-
tara o grito, nem porque.
No entretanto o siciliano Carduni conseguio le-
vantar na Calabria o grito da rebellio. Desba-
ralado em Laurino, e fugindo para Alcea fez all
' prender o baro de Maresca, aquem atlribuia a
condemnaco de um reo poltico, e don ordem
para que o arcabuzassom dentro de dez minutos.
O baro protesta que morro innocente da culpa
que Ihe imputavam, e Carduni responde : ar-
Icabuzem-no para que se cale : pedio que o
: deixassem escrever a sua esposa e lilhos ; e o
; verdugo respondeu-lhe por mofa : escreve-lhes
do ouiro mundo ; supplicuu que ao menos lhe
concedessem um sacerdote para reconciliar-se
com Deus; v reconciliar-se com o dabo, foi
a resposta e aps ella o infeliz era lirado da pri-
so e arcabuzado.
O rei vista do que se passara na Sicilia, o ins-
tado pelos diferentes soberanos da Italia, excita-
do sobre ludo pelo exemplo do Summo Pontfice,
que lao condescendente eslava sendo com seus
snbditos, fez ludo quanlo lhe haviam pedido, e
muito mais do que isso.
Como primeiro sacrificio 3cparou de si o seu
confessor, dando asos a acredilar-se que iiiiiguern
tem dominio na vida intima dos homens, salvo os
liberdadciros, que por amor liberdade imperam
al na vida intima dos outros.
O minisiro da polica Delcarctlo contra quem
se baviam levantado gritos, foi chamado ao pa-
lacio, preso no momento de entrar a sala, o leva-
do por torea a um navio que o esperava. Este
rigor era indispensavel para acalmar os nimos;
pois as ponidas sem fel dos revolucionarios pro-
jectavam mata-lo, se nao se persuadissem que
elle solfreria pena capital.
Estes dous actos de governo foram agradecidos
por uma monstruosa ova^ao, onde os gritos sedi-
ciosos, as iusignias, e bandeiras tricolores, reve-
lavam o intento. A [orea armada dissolveu a en-
camisada' c poz termo ao tumulto. Mas a Jo-
ven Italia nao desanimou, pois as primairas e
nuicas louvaveis qualidades dos revolucionarios
sao a porliia e audacia.
Uma deputago do commerciantcs vai declarar
a Fernando II. que se quer salvar-se, de una
coustituico; o rei convoca o conselho de estado;
as mensagens mulliplicam-se.
Senhor, dizia um ; a capital est em plena in-
surreicao ; amanha ser ludo fogo e sangue, se-
uo acudimos : a resistencia iuipossivol.
Senhor, diza outro; os inglezes fallam em
bombardeiar aples, se vossa magestade nao
escota o voto dos povos.
Senhor, acrescentava um terceiro; as tropas
eslo insubordinadas,
Senhor, vinha noticiar um quarto, as Calabrias
sublevaran!-se: 30 mil homens marcham para
aples.
Senhor clamava um que se finga mais devolo
da pessoa do rei: nada de demoras, alias tudo
esl perdido. A'manha se vossa magestade qui-
zer dar uma conslituicio, jser larde, e nao po-
der darsenao a sua abdicoco. '
E apezardo ludo islo. uo" havia de verdade,
seno que a plano revolucionario, caminhava ma-
ravilhosamenle. O rei pensou quid lhe nao podiam
mentir, as que repulava lao seus am,ijjos; resol-
vou conceder o que se lhe impidta, o as bases
da conslituico apnarocerara tfffixodas pelas es,-.
Iminedial iininlo comocam as llldiilfeslaces, o
olvoroco. Passa-se palavra, cnihusiasmam-se
as- ruultides, e ludo em grande matla quer ir
agradecer ao rei o presento que era para aquella,
boa torra a tnica do centauro.
O ministro de Inglaterra nao poda fallir no
meio las turbas desenfreadas O rei saino fccar-
vallo pelo nuio da muldo ; o povo fiel sauda-
va-o de veras cora brados viudos do coracu ;
mas quem recebia a ovaco era Mazzini ; quem
trimpliava a revoluco.
O povo que nao sabia nada do que havia negro
e asqueroso por dentro da ovaco, clamava : viva
o roi 1 viva Deus viva Nossa Senhora viva S.
lanuario viva a familia real.'
Onda a ordem revolucionaria linha sido bem
comprehendida, bradava-se : viva a re viva a
conslituico viva Giobort viva Uoniou viva
Mazzini viva Pi IX viva a Toscana viva Ma-
niiani viva Carlos Alberto iviram os Bandie-
ras vivam os Inglezes viva Cicero Vac-
cliio !
Chcgado o rei ao Morra lo corre a elle uma
immensa mullido, bradando : morra a consli-
tuico viva o roi Aqui esla nos para defender
o rei contra seus ioimigos.
Era o povo fiel que despedazara naquella ho-
ra as turbas revolucionarias, se o roi com pala-
vras do paz nao o accommodasse.
O rei recolheu-se ao palacio.
a' noitecantavam nas prar.as os revolucionarios
auxiliados pela guarda nacional o livmno que co-
mocava :
A patria innundemos
Com sangue dos reis...
A revoluco Iriumphante agradeca as condes-
cendencias do Ihrono,
[Naci
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla provincial oceupou-se hoiitem do
seguinle :
Um ollicio do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, enviando as informacoes ministradas pelo
inspector da thesouraria 'provincial, acerca de
quaniias all receidas indevidamenle.
l;in projeclo dos Sis. Gitirana e Braulio, ele-
vando cathegoria de villa a povoaco de S. Jos
de Bezcrros, com a mesma denoiiiuaco, com-
prehendendo as kreguezias de Bezorros e Gr-
vala.
Continuarn da discussao do torca policial.
Oraram os Srs. Nascimento Porlella, Uoin-ah es
I Guimaraes e Gitirana.
O primeiro, discordando das opinioes emittidas
. na casa, susioniou a organisacao e o pessoal ac-
tual do corpo de policia,conculindo pordizer que,
, segundo pensa, todo o mal nasce da maneir.i de
| sua distribuico, e que o soldado desse corpo de-
\ va estar sujeito s mesmas lois que o de linha.
O segundo, entrn na narraeo de tactos passa
dos em diversas localidades da provincia, de que
, a polica, seu ver, nao tomn conhecimento ;
pedindo, ainal, as autoridades competentes, pro-
i videncias enrgicas para o dislricto de Limoeiro,
: do qual c representante.
O terceiro, dofendendo a nomcaoo do delega -
I do actual de Ourictiry, em resposta ao que disse
o precedente orador, e finalisando por tratar de
negocios do dislricto do Bonito, quo o clegeu.
Achando-se dada a hora, e com a palavra o
i Sr. Souza Reis, o Sr. presidente levanlou a ses-
so, dando para ordem do dia :
Continuaco da discussao da torca policial ; e
1* discussao do projeclo n. 36 do a'nno passado,
que approva o compromisso de N. Senhora do Ro-
sario de Alaga-Graude do Guita.
FERNAftlBUCU.
Assembla Legislnlivu provincial.
SESSAO ORDINARIA DE 23 DE MARCO
DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Joaquim.
Ao mcio-dia, feila a chamada e achando-se
presentes os senhores deputados, abre-se a ses-
slo. Lida a acia anterior, approvada.
EXPEDIENTE:
Um requerimento do porteiro do Gymnasio,
i pedindo augmento de ordenado.A' commissao
| de ordenados.
Outro do quartel mostr do corpo de policia,
pedindo augmento de vcncimenlos.A' mesma
commissao.
' L-se e fica adiado por pedir a palavra o Sr.
Mello Reg, o seguinle parecer:
A commissao de conslituico 'poderes, a
quem foi presente o olficio do secretario do go-
i verno, communicando a nomeaco do Sr. depu-
lado Henrique Pereira de Lucena, para delegado
de policia do Ouncury, do parecer que ao dilo
Sr. deputado inleiramenle livre ir ou deixar de
ir, durante as sessoes desla assembla, exercer o
seu novo cargo, independente de qualquer reso-
lueo desla casa.
Sala das commissoes 23 de marco de 1860.
J. A. Correa de Oliveira. S. do llego Bar-
ros de Lacerda. Antonio Epaminondas de
Mello.
Vai a mesa e lido approvado o seguinle re-
querimento :
Requeiro urgencia para que entre hoje cni
discussao o parecer da commissao de constitui-
i;o e poderes, adiado por ter pedido a palavra o
Sr. deputado Mello Reg.f. de Almeida.
Depois de algumas observacoes dos Srs. Mello
Reg e Epaminondas, o parecer approvado.
E' tambem approvado o parecer da commissao
de constituidlo quo reconhece legtimos os po-
deres dos Srs- Joaquim de Souza Reis e Galdino
Firmo da Silveira Cavalcanli, o primeiro pelo
circulo da Boa-Vista e o segundo pelo do Limo-
eiro.
Achando-se na ante-sala os honrados niem-
bras. sao inlroduzidos com as formalidades do
estylo, prestam juramento o lomam assento.
L-se e vai a imprimir o seguinle projeclo :
Sao approvados dous pareceres da commissao
de negocios de cmaras opinando pela impresso
dos artigos de posturas das cmaras de Tacaral
e Pao d'Alho.
Ficam adiados por ter pedido a palavra o Sr.
Nascimento Porlella, dous outros pareceres da
mesma commissao, no sentido de serem impres-
sos artigos de posturas da cmara municipal do
Recife.
ORDEM DO DIA
Continuaco da segunda discussao do artigo
Io do projecto que fiza a torga policial.
O Sr. Rufino de Almeida : Meus senhores,
vossa benigna altencao e vossa indulgencia, o
que primeiro peco.
Convidado pelos meu nobre collega o Sr. Dr.
Rrando lomar parle na discussao, nao posso
recusar-me aoseu pedido, e sou por consoguinte
toreado a expender o meujuizo conforme as mi-
nhas tracas forjas, conforme a minha pouca in-
telligencia. (NSo apoiados.)
O nobre deputado, que me provocou discus-
sao, diss6, quo era a scgdnda vez que em occa-
sio to solemne como aquella em quo se trata-
va'de dar ao governo meios de aeco, quando se
tratava de colar a policia com os mcio3 necessa-
rios para garantir a vida e a propriedade do ci-
dado, era, dizia elle, a segunda vez que va
reinar nasla casa profundo silencio.
Creio que o nobre deputado enganou-se, quan-
do persuadio-se que a discussao de forca poli-
cial pausara nesta casa capricho, como dissi:
naos pretenda guardar silencio, e esse que se
mnitifestava. cu o atiribuo a uma especie de rno-
iestia que reinava na casa, A casa compoe-se
permilla-se a expressao, de neephitos o de vele-
ranos j all'eilos s lulas parlamentares, aquel-
es osperavain que estes dessem o signal do
combalo e- delineasse aplano da eampaoha;
osles osperavam que aquellos lomassem a van-
guarda ; mas desde que o nobre deputado pedio
a palavra, e rompen o combalo, vio que esso si-
lencio dosapparecia, que a casa nao eslava gola-
da, como por ah so diz, desappareceu esse gello
om que se jutgara a casa sobmergida. E nao era
possivel, nao era mesmo acreditan), que 03 de-
puiadvs da provincia de Pernambuco deixassem
passai silenciosos a occasio de emillirem seu
juizo sobre os negocios pblicos, sobre os diver-
sos ramos da adminislracao publica.
Uno.bredepul.ido nao alacou o projeclo em
discussao. nao disse que rotara contra elle iu-
teiranierite, nolou apena-que lula va com dilli-
culd ides para volar, por isso qu>) nao sabia so
os cofres pblicos podoram comportar a despez
necessarii com o excesso da fon a decretada no
projecto que se discute: o convdou a commis-
sao de ixaco de forea policial para que o tiras-
se dessas duvidas. Um dos membros di com-
missao, queso achava presento, pedio a palavra,
o com a forca do raciocinio, com o desenvolv-
monto da intelligencia de que dolado, den
tronque nao haviam esses roceios, que a [orea
pedida pela commissao podia ser votada.
Me parece tambem, que quando so trata de
dolara provincia com meios de garanta da vida
e da seguranca de propriedade do ridado, nao
so deve roen ir anle o terror, de que os cofres
pblicos nao possam supporiar a despeza n<
saria para isso; porque, quando se reconhece
que ha necessidada desse augmento, como rcro-
iineeeu o nobre deputado, nao se deve recuar an-
te esse temor, porque em todo ocaso, quando as
rendas nao podessem supporiar essa despeza
par de ouiras, deveriamos nosto caso cercear
aquellas despozas, que fossem menos urgentes,
menos neccssarias, para acudir a essa, quo Como
disse o nobre deputado, urgenlissma.
Domis, senhores, lombro-mo que, leudo no
Diario de Pernambuco o relatorio do Exm. Sr.
prtsidi'iito da provincia, que anida nao existe na
casa, vi que o presidente nos disse, que nao nos
deviaraos aterrar com a idea de um dficit, por-
que para elle era muilo lisongeiro o estado da
provincia ; que esse dficit, de que se fellava,
tendia a dosappareccr de uma hora para outra,
queja safra futura promedia muito, e que as di-
versas verbas da recoila podiam cobrir esse d-
ficit.
Ora, j so v perianto que a Raneando-nos o
presidente que teromos n.eirs sullicieiiles para
tazerface a todas as dospezas nocessarias, para
bem vola.- a adminislracao com meios para odiar
enrgicamente como a civilisaco da provincia
exige, nao devenios recuar anle o excesso pro-
posio pela commissao.
(Ha um aparte.)
O Sr. /{. de Almeida :Mas essa forca nao se-
ra suflicicnle para garanta dos direit'os indivi-
duaos.
Om Sr. Deput-jdo :E' queslo de mais ou de
menos.
O Sr. R. de Almeida :Mas se as forcaa do
cofre podem supporiar essa despeza. E quando o
nao podesse se devia cortar pelas despezas me-
nos urgentes, para aecudir a esla medida de tan-
to alcance e utilidade.
O projeclo xa ,1 forca policial em 500 praCOS,
que podem ser elevadas a 600 em caso de "ne-
cessidade. Nao um pessoal como era para de-
sojar, mas esl dentro das torcas dos cofres pro-
rncises. Votemos o menos, j que nao podemos
dar o mais
Depois de mostrar as razos que linha para re-
cejar qne um dficit se dsse, se a casa volasse
a forca pedida pela commissao, pissou o nobro
deputado a tratar da companhia de pedestres, e
perguntou se ella eslava sujeila ao mesmo regu-
lamenlo do corpo de policia : respondi-lhe em
um aparte que nao, que havia um regulamenlo
especial dado pela presidencia, por onde se re-
gia essa companhia, e que esse regulamenlo he-
rs sido copiado quasi que ipsis verbis do da
corte ; disse o nobre deputado que julgava quo
nao, eque se haviam supprimido disposiees as-
ss prudentes do regulamenlo da corte, e adop-
tado oulros que nao couvioham provincia do
Pernambuco.
Creio que o nobre depulado enganou-se ; o re-
gulamenlo da corte nao foi alterado om cousa
alguma pelo regulamenlo adoptado para os pe-
destres da provincia ; o mesmo regulamenlo.
Nao duvido que elle se ausento de vicios,que ba-
jan lacinias,mas que haja necessidade de serrefor-
madoj,quando apenas comecamosa ensaiar essa
especie de furca.quando anda nao tem decorrido
tempo bastante, para com prudencia o medita-
gao se fazerem as reformas neccssarias, o que
eu nao posso admiltir.
Houve talvez engao da parte do nobre depu-
tado quanlo s alterar-oes quesuppe terem sido
feitas no rcgulamento'da corte : a companhia de
pedestres da corte como a de Pernambuco, esl
sujeila ao mesmo regulamenlo, mesma disci-
plina, lo regular, to severa como a de l ; o
al o presente essa companhia lem prestado ser-
vicos muito relevantes provincia e marcha re-
gularmente, sem que seja preciso fazer-se com
toda esta precipitacao urna aiteraco no seu re-,
gulamento.
Quanlo maneira de impor penas, ficou isso
ao arbitrio do chefo de policia, que as impo
conforme a gravidade das fallas ; mas nunca
uma pena superior a cinco dias de priso.
Esse regulamenlo foi dado pela presidencia, em
virlude da lei provincial n 456 de 4 do maio do
anno passado ; foi a assamblca quem autorisou
o governo a dar esse regulamenlo companhia
de pedestres, e por consequencia parece-me que
o presidente eslava autonsado pelo poder com-
petente para faz-lo, e impor as penas neccssa-
rias, c as penas impostas, nao sao excessivas era
comparaco das penas que esta assembla tem
imposto, quando trata de approvar posturas do
camara, nasquaesse pune com penas superio-
res 30 dias de priso.
Depois de ter tratado dessa parle do regulamen-
lo da companhia de pedestres, tratou tambem o
nobre deputado do artigo que impe a obrigaco
aos senhores dos escravos fgidos presos por pe-
destres, de pagarem a quanlia de 5 a SligOOO.
Essa imposico nao nova, uma iiupos.ic.3a
que j exista desde lempos muito remotos. sa-
bido que nesta provincia existia uma especie de
policia, encarregada especialmente de vigiar os
escravos c apprehende-los quando fgidos do
poder de seus senhores, c que se denominava de
capitaes de campo, insiiluico que nao linha fun-
damento algum em lei, o que foi obtida pelo ac-
tual chefe de policia.
(Cruzam-sc apartes.)
O Sr. R. de Almeida :Nao havia uma lei quo
aulorisasse esses homens a exercerera semclhan-
tC ollicio.
Um Sr. Deputado : Mas tinham uma patento
dada pelo chefe de policia.
Outro Sr. Deputado : E qual a imposico
que o dono do escravo paga 1
O Sr. R de Almeida : de 5 a 20$ por cada
escravo.
Um Sr. Deputado : Mas o regulamenlo nao
diz, que sejam os donos dos escravos quem
paguen).
O Sr. R. de Almeida : Os senhores sao obri-
gados a pagar todas as despezas feitas com os es-
cravos.
Quem disse tambem que os senhores sao obri-
gados a pagar despezas que os escravos Qzerem
na casa de dctemjo ?
O Sr. Brandio : Para esses havja dspo-
sico.


'21
O Sr, R. de Almeida Me pateo* quo hh
dcver nao um dcver 15o pes.iii >, e n prora
mo nao lem appareeido roclamacoes da parte
dos Si'iihores ; 6 untes um incentivo, para que os
pedestres procurcm capturar esses escravos f-
gidos, sern o que, afiianoo, que nenhum se duna
ao trabalho <1e andar capturando escravos.
Vin Sr. Deputado :Toem havido algur a-
busos.
O Sr. R. de Almeida : Ein que? Desojo que
diga quaes san esses busos.
O Sr. fraulio : L'm negro levava outropara
rasa do son senhor, mas um pedestre touiou-o c
levou-o iira a ralea.
O Sr. R. de Almeida E o dono paguu algu-
nia colisa por essa prisa o ?
O Sr. Braulio :Pagou.
O Sr. R. de Almeida : Rodaniou polici.i
contra este abuso, c extorcan ?
O Sr. Braulio : Nao sei.
O Sr. R. de Almeida : Se elle redamasso
p ilicia, se dissesso que esse escravo nao eslava
fgido, que lora proso llegalmenlo, afianco que
MATXTO DE PFTffiAMrftjm QlIARYA FKIRA 28 DE MAUQO I>E 1860.
cousas, que au ao corpo Je polica o esta lo que
o nobro deputado lamenta e qire nao 6 tal como
elle pinta.
O Sr. Brando :0 nubre deputado pinta-o
anda peior.
O Sr. R. de Almeida :Peior nao I Quando o
nobre deputado Iralava do corpo de polica, o Sr.
Dr. Figueiroa disse que a polica de nada servia.
0 Sr Figueiroa :Na capital.
O Sr R. de Almeida :Peco-lhe que lomea
palavra o explique quaes sao os [actos que sab6
do corpo de polica.
Tambem foi allribuido ao corpo de polica a
fuga de presos de diversas cadeas inclusive os Ja
de Goianna.
L'm Sr. Deputado :Mal so disse que ah hava
myslerio.
O Sr. R. de Al ntida :O que sei acerca da fu-
ga dos presos de Goianna o ia>gttinlc : a cadea
esteva em mo estado, nao offerecu a seguranza
devida e o delegado pedio a cmara que fizesse
retirar da cadea differentef olijoctos que all es-
tovara que podiam facilitar a fuga dos presos,
o ctete de polica mandava esliluir a gralihca- mas essa requeren e nao o atteiidida.
rao, como j tem feito em caso idnticos.
fondo tratado da companhia de pedestres.passa ,
o nobro deputado a tratar do corpo do polica, o O Sr. R. de AImeida .Erain diferculcs ob-
Um Sr. Deputado : que objectos eram es-
tes '
asim poucu mas ou menos se expresin : eu o | joclos que all linliam sido guardados quando se
ao.no passado disse que eslava inteiramente con- preparen a rasa da cmara para a recepeo de
vencido de que hada vicio profundo na orga- S. M. O delegado qucixa-so de que a falla da
iMSacao do corpo de polica, continuo a manter' retirada desses objectos deu lugar e fuga dos pre-
essas ideas, porque vejo dispendendo a provin- sos e quexa-se da cmara.
cia summas consideraveis comease corpo, e mu-1 Um Sr Deputado :Mas como?
o e. i; ./.. i i....:j. >..::..
_ qual o motivo porque disposio cuinu se
aoha, qae na praia dolhoalro haja urna rampa de
desembarque: quando for feito o respectivo caes,
foi essa rampa removia bu destocada para o or
te do mesmo llieatro, no pateo em que prolon-
gado o muro de palacio, vai caliir em meio da
citada rampa c dividi-la ao meio, litando urna
motade para dentro do respectivo quintal do pa-
lacio, e a entra oara-lora ?
Quoin poder dar as explicaces pedidas sod as
duas formulas cima, fara grande servieo ao in-
dicado individuo, e nao pequeo ao publico, que
deve cortamente estar ao fado ou ter sciencia ca-
bal dossas cousas, que Ihe diiem respeilo por to-
dos os lados.
l'oi transferido o professor publico de ns-
Assigiiou-se da para julgamuuiu das segumtes > prestalo conlraliio
oppellaeoes crimes : 0m 1857.....
Appellante, o promilor ; appellaJo, Francisco i Saldo em caixa. .
Josa do Espirito Santo.
As eppellacocs civeis :
Appellante, Rita Maia de Jess ; appellado, Quanlia dispendida co-
Amaro Lopes Ceibo.
Appellante, Antonio Domngues Pinto ; anpel-
lada. Manoel Alves Guerra.
Appellante,.Jos Domingues Correia ; appella-
do, Frantisco Antonio Ferr ira.
Appellante, Antonio Joaquim Branco ; appel-
lado, Marlinho Bordes.
Appollanle, Jos Benevdes de Albuquerque
appellado, Manoel Buarque de Macedo l.ima.
Appellante. Flix Jos do Uego ; appellado
8:1(10*000
l:18S5f.2
--------------- .2S8S6.2
truecan primaria da S de Olinda, Maximino Nar-1 Antonio Bernardo Pcreira.
ciso Pereira de Mello, para a cadeira da fregueza Appellante, Francisca da Cunha Banderra de
appellado. Joaquim Rodrigues de Mello
do Poro da Panolla.
o oslado do becco ou ra de Santo Amaro,
na sua entrado pela ra Nova ateo prtmero boc-
eo a dreita, 6 o peior possivcl em relaco im-
mundicia que ah se da.
Este espaco acha-se convertido cm lugar de
despojo, accrescendo que lia urna estribara que
para elle d sabida as ourinas dos animaos que appcllacdes criiues :
Moli
Appellaiile, Jos Feliciano l'orlela ; appflla-
do, Joaquim Jos Alves de Albuquerque.
Appellante, Francisco de Sd Albuquerque; ap-
pellado, Manoel Antonio Pereira de Abreu.
DISTUIBUIC.OKS.
Ao Sr. desembargador Fixuera de Mello, as
las vt'/,>s ello existe uuiniualuienlc ; a admiuis-
traco \-so embaraoada, seni os meios de obrar,
nao se sabe onde existe o corpo de polica.
lina proposico deata ordem, avancada pelo
obre deputado, nocossita de una explicaoao :
umitas pessoas veom nossas palavras una impu-
t.ijai desairnsa ao corpo de polica.
O Sr. brandad Nao lia tal.
O Sr. R. de klmeida : Militas pesoas veem
nisso urna aecusacao; porque dizer-se que o cor-
pudo polica existo noininaimeiiio, que o presi-
dente lula com difficuldades, que nao se sabe on-'
d i liste o corpo, parece querer indicar que os :
l.ouions que lem praea no corpo de polica exis-l
tem apenas nos lirros do corpo san invisrveis: '
finalmente que ha prcvarieaeSo, delapida^ao dos
iHnkeiros pblicos.
O .Ve. Brando : NaoJia tal.
Rufino a"Almeida -O corpo de polica pude
trr deeitos na sua nrganisai-ao, pode estar su-
geitoa nina lei ragulamentar muito aproxioiftda
da tropa de linlia, uo duviifo ; lalvo/. fosso oun-
veniente modvficar-se essa organisacao, tornr-la
monos militar : mas isso nao quer di/.or que
i corpo exista nomuialmenle, que nao se sabe
..mi.le pile esteja.
O Sr. Brando : Nao lome as palavras em
lodo o seu lgor.
'' Sr II. sentemente compoe-so do 3il pravas de pretque
\iste:n dcstaeadas, aqusrtoUnhrs, o distribuidas
pela maneira seguiule (l urna relaco daspra-
eas do corpo do polica, indicando os lugares
uide ellas se achara e por que modo dislri-
i li.Jas.
Eis a distribuiro segundo o nianpa de boje.
\o-se pois que PSSa finca existe, e so aclia
convenientemente distribuida. Accoilando po-
n :n a explieacfto. que raspeito i'n o nobre de-
putado, nao insistiioi maisnesse potito.
Tralou I imbetn o nobre deputado do regula-
!":iiii do corpo de polica : mus nesse portli
O Sr. R. de Slmeidn :Facilitando com isso
aos presos os meios de realisarem a sua fuga.
O Sr. Correa de Olioeira : Na prsao em que
j fu girara os presos nao exista ra taes objectos.
Outio Sr. Oeputado :Vpoiado ; c inexacta a
accusarfiO do nobre deputado
O Sr'. II. de Klmeida
comento que posso Ifer.
' S/#. Brando :Ser bom que se expliquem
essas cousas.
O Sr. II. de Almeida :O delegado quoixa-sc
do que a cmara nao promoveu os meios dese-
goranca des presos.
m Sr Diputado :Nao se queixa da cunara.
0 Sr. /: de Alm.ida :DS a entender isso.
U Sr. Alcei Sonsa :Nao estoja imputando
cousas ao delegado que ello nao disse.
0 Sr. R. de Almeida :Os nobres deputados
pir Goianna podem explicar isto.
0 Se. Corra de Oliveira d um aparto.
0 Sr. Brando : Em tal caso o nobre depu-
lado lem obrigncao de esclarecer esse negocio.
OSr. Correiode Oliceira : Qucm lera obrl-
gacio de explicar isto sao aquellesque a trouxe-
ram para a discusso, cu estou pro rapto a do-
tenderas pessoas a quem devo defender quando
o julgar conveniente, mas nao lenho obriga-
co iio entrar em discusso que nao provoque!.
OSr. Souza ttei E menos sujeilar a mos-
tr escola.
0 Sr. Brando ; Como fu urna imprctaciu
a cmara, deve-se dar a necessaria explieacSo.
ti Sr. R. de Almeida : --<) que corlo que
o documento que cu tenbo ,1a a entender que a
canina inve culpa da fuga dos presos.
1 m Sr. Reputado : -- E que documento
esse '.'
O Sr. R. de Almeida: um officio do di -
logado.
(Cru/.am-so muilos apartes).
0 Sr. II. de Almeida : lia aqu um mysle-
rio, que ou desojo ver esclarecido, mas o que
Appellante, o jui/.o appellado, Jos de Mello
Albuquerque Montenegro.
As 2 horas da larde eucerrou-sc a sossiio.
*;*? *^mcxm
SBgggiawi'if i<
Communlcados.
Corre ha das nesla cidade um boato, que lem
originado serias pprolieosoes no espirito daquel-
les que amara sinceramente esta heroica pro- ,
vincia, j lanas vezes abalada por commucoes in- 1." Entradas de socios.
um dos dedos da mo esquerda um annelao de
R. de Klmeida : Eu reQro-me a um do- ouro A cabera dola eslava enterrad! em urna
poca dolama, eo resto do corpo desroierto, do-
notando ter sido o cadver atirado do alto, e a
pressa.
Vislorindo-se o corpo. encnnlraiam-se varias
contusoes, e golpes na cabeca, e una punhalada
ao pe de um dos ouvido.
-Ningieuido lugar, e suas visinhancas conhe-
ceu a vctima e somonte so sabe que na nole an-
tecedente ao da da adiada do cadver, foi vilo,
porum morador prximo ao acudo do engenho,
e por um pescador, seguirern pola raeia noile,
em demanda de dito acude, tres cavalloiros, que
poneos momentos depois rollaram e seguirara em
direceo estrada do Cabo. Pelo cnniinho que
so d:z lerera seguido os cavalloiros em procura
do acude existan) signaos de singue, o que de-
nota tor sido o assassinato pralicado em outro I
lugar, o que apenas se procurava oceultar o vic-
lima que nao foi laucada ao acudo, por lerom os
assassioos encontrado ura ho'mem a pescar no I 'laciio esio a bater-nos porta, e todos sabem
nSu*C. que no Brasil, e sperialmenlo em Pernamhueo,
Na cxplosao que leve lugar em Timbauba as eloices sao sempre focos de graves discordias
apenas morreram o dono e o caixoiro da taberna, polo azedume o intolerancia dos prelendenles
Ucando 2(i pessoas feridas, urnas leve e outros que se chocara com escandalosa violencia ; raza
gravemente. porque muilos as assignalara como cauces da
airea isto de roclificnco noticia dada hon- desraoralieaQo dos nossos malulos.
lene, na parte relativa aos que suceumbiram. 1 Todava, as apprehensoes sobre o soreg pu-
Ilontem, 7 do coi rento, lendo havido a : blico, que pareca ameacado pelas prximas elei-
pnmeira sessio da direceo do Novo Banco de coos, liuhain desapparecido, porque a populacho
lernambuco novamenlc elcita, cscolheu dentro '
11 tenho ipi contt*siar-lhe. lano i ic era con- vera ide, >\ que us soldados do polica nao Uta
t ii !'.- .Mili I II .\ llltiiil.. I ... >.. ..... ^... .... i 1 .'...0 ..i ..i v .... .^ ........... f __ f I"
versa creiu qu manife-lei as raesmas deas q
o i obre deputado honiofii manitoslou nesla casa :
entendo <......regiilamento aesta parto defei-
luoso, ii mesino inconslituckinal c necessita do
uiiu reforma notando se porm que era parte
a casi culpada dessa iueonstitucionalidadis
porque approvou o lera iteix.ido passar al boje
esse regnlainento sema devida reforma. Confio
porm que o nobre deputado membro da com
n 5630 de li'gisia^ao certa mente propor as me-
didas necessarias, para que cese esse mal, visto
que no rogulamenlo desse corpo se impdem (li-
nas si; i riores a aquellas que san impostas polo
cdigo criminal pina casos idnticos, porexem-
plo quando se trata de punir o soldado que
di isa fugir um preso por negligencia, e este
hnmcn punido com a pena de 9 anuos de prsao,
entretanto que o cdigo criminal impdccmiguaes
circo instancias a pona de l! anuos no grao mxi-
mo. V -se portante que ha urna penalid.'de ri-
gorosissima, e rauito alera das atinbuicoes do
poder que coufee.cionoo n rogulamenlo.
O Sr. Bpaminondas : Pur isso que in-
constitucional ?
O Sr. f. de Almeida : E' inorrcstituconal
pi rque Uto de ouira constituico. Porgante
ni, a constilalcao deu poderes s assemblas
provinciaes ou aos presidentes para crear conse-
11)09 de l.'1 o 2" instancia, tirar offienos do exor-
dios p.ua fa/.jrem parlo deawwcooseUtos e jul-
gar era segur i oa instancia os procesaos dos solda-
dos do polica f
o Sr. paminondas :En prha que den poder
para organisar o corpo de polica, eslabeleeer
e ii eios d.- disciplina.
0 Sr, II. de Almeida : Depos de ter feito
as reflexoes a que acabo de responder, disse
o nobre deputado que era corto que nseslamos
no mesmo oslado de falta de seguranca indivi-
dual que era pocas bom remotas.
O Sr Brando :Uue nao eslavamos em esta-
do satisfa torio.
OSr. de Almeida : V. Exc disse : oque
4 corto c que nos ochamos no mesmo oslado de-
talla de seguranca pessoal cm que nos adiamos
'in lempos anteriores e parece que se alguna an-
: ara C as cousas se vio lomando peiores :
i 9 o estado da provincia, assassinalos sobre as- !
sassinalos todos os das.
Parece que o nobre deputado pinlou o estado
da provincia com cores multe (arrogadas, pare-
-iiie mesmo que o nobre deputado nessa oc-
casio eslava muito pessimista.
0 estado actual da provincia nao tem compa-
i icao algnma com o de pocas anteriores A po-
lica lem desenvolvido bastante aclividade, um
i outro assassino lera delxado de sor capturado
logo que comnictlc o crime, creio mesmo poder
afianzar ao nobre depnlado, que bom poucos lem
deixado de sor levados aos Inbiinaes.
N i (unoslo que a polica preventiva uao
iM-ta entre nos : altam-nos os meios para a re-
quanto mais para a prevenco ; mas
este estado devdo nao a.falta d corpo de
polica, c devdo causas muito differenlcs ;
devido fallado inslrucclo, o que o nobre de-
putado nao podor negar, pois que a insiruccao
entro nS anida nao suliieente nao termos es-
colas em numero sufFicienle.
,IIa um apatle.)
Nao uegue, e quando se tratar de instrurcao
publica o nobre deputado me achara promjito
para cor.correr com o rneu voto.
O poder lucia com falla de possoal pira oceu-
par os cargos policiaes, encontra muitas vezes
repugnancia da parle daquelles que podiara au-
r a polica : anda ha muito inuiirerenlsmo
di parte da popnlaco para com a polica, o que
nos oslamos vendo todos os das.
(lia um aparte.)
O Sr. R. de Almeida :jMuitas vezes lemos
visto nesla cidade cominullercin-se crimes c a
pnpulacad cruzar os bracos, nao auxiliar a po-
i Fa.
0 Sr. Brando :Enlo sempre certo que se
ccmmettera crimes na capital ?
0 Sr. R. de Almeida:Mas nao da maneira
que pens.i o nobre deputado, peior do que nos
curios anteriores.
[Cruzam-sn apartes.)
O Sr. II. de .i (metda /Todos os das v3o, mas
i i:/er, que muitas vezo; temos visto com-
rem-se crimes e mostror-sc o maior indile-
roiismo ; ser preciso mandar buscar Jorca no
quaftel para prender um criminoso quepodia ser
: reso no acto do delicio se nao houvesse ssein-
diftreniisino, lao fatal a causa publica.
fm Sr. Deputado : Os pedestres andam por
toda a parle.
O Sr. f. de Almeida : Anda nao so lanos
que eu enconirera era luda a parle.
\ parles.)
0 S: /! de Almeida :Altribua o nobre de-
putado o estado mo em que anda nos adiamos
i fall de punirao, i protccio que se costuma
dar aos criminosos pelo centro...
O Sr. Brando : Nao s pelo centro lam-
licm por aqui.
0 Sr. II. de Almeida :So o criminoso conlasse
com a punico certa e infallivcl, nao seria lo
tacrl, em expor-se a ella ; a falta do punico que
perder lodo o prestigio autoridade, que faz
mesmo desanima-la no cumprimento de seus de-
veres ; 6 que concorre para o estado do busas
que o nobre deputado lamenta, q que nos todos
lamentamos; sao as deciscs dos juryg, salvas
algnmas excopcoes, gao as protecces escanda-
! isas, sao as autoridades subalternas que nao
cumprem como devem os seus overes, que con-
correm para o estado que se lastima.
O .Sr. Lacerda .Naq apolado.
Crnzam-ie aparles.J
0 Sr. f. de Almeida :Alribuom-sc outros
ram parte na fuga dos pros 18, foi o que leve em
vista provar. Apartes). Os apartes dos aojares
di pulados me poe cada vez maisperplexo acerca
las materias da luga dos irosos do i> lianua. mas
estou cer o que nao forana culpa los os soldados.
Um nobre deputado pido Bonito disse em apar-
te que ha poneos di as naquella localidado se l-
nba.daJo um assassinato e don esse aparte na
occasioom que o^Sr.. r. Giiirana fazia aecusa-
cao as autoridades policiaes.
0 Sr. Gilirana '. Eu ? cu eslabeleci princi-
pios goraes.
O Sr. II. de Almeida : Parece quo o nobre
deputado d a cntendor que o assassinato foi de-
vdo a relaxaco das autoridades policiaes desse
lugar. 0 faci queso, deu foi um soldado de li-
nda lularcom \r,\ paisano e na lula morrer este,
portante nao sc que parle leve nesse assassinato
a autoridade policial do lugar, e espero que o
: nuble deputado se explicar,
i Tambera nessa occasio o nobre deputado polo
; Ouricury o Sr. Lcvino da Silva disse que o as-
sassinato do capito Jluniz Barretefora devido a
ter-se mandado para all como dehgado, um mi-
1 litar violente, homcm de genio arrebatado ; e
deu como que a entender, que isso tora o resul-
tado de arbitrariedades dessa autoridade. Eu de-
sejiva ouVir o nobre deputado dar explicaces a
respeilo desle fado, porque ello gr tem excitado animadverso publica.
OSr. Barrote Silva '. Os militares nao sao
os mais proprios para delega los.
0 Sr. R. de Almeida : -- Pelo menos contra os
que e.-io em exercicio nao tom havido recla-
maeooj, mas cu desojo qae os nobres deputados
pelos circuios cm que exislem delegados milita-
res aprsentelo os fados que possam provar a
iulervenjao desses militares em malcras eleilo-
raes, que posean provar as suas arbitrariedades
Osfaclos iiproscnlados pelo nobre deputado, o
Sr Gilirana, tanto se dao com os mililares em-
p negad os as dolegacias, como com leigos ? a
falla de conheciracnlo que lem os mltires, tem
larabera leigos, tanto lera sido processados uns
como outros por nao cumprirom o cdigo du
processo e formulario respectivo : hachareis mes-
mo o tem sido ; e passo a affianear ao nobre de-
putado, que muilos militares empregados nessas
commissoes.Icumprera melhor a lei leigos ; lenho viste processos fcites por ellos
tambem orgaoisados como
hachareis inloUigentes.
Sr. presidente, tenho sido tao interrompido
com apartes, que creio por muitas vezes tor per-
dido o fio do discurso, pelo que nao pude bern
desenvolvers minhas ideas. Aguardo a tereei-
ra discusso para dizer mais alguma cous se
por ventura for a isso provocado.
Vol pelo artigo em discusso, porque estou
convencido que a forca com que se pretendo au-
xiliar a administracao da provincia por ora
suficiente, urna vez qne se habilite o gorerno a
poder contratar bons soldados, danJo-sc-lhe para
isso os meios nec'essarios.
Vai a mesa e apoia-se um artigo substitutivo :
,Continuar-se-ka).
Nasessan publicada no Diario de honlom.aon-
do se ldiscurso pronunciado etc.deve lcr-se
--assombka legislativa provincial, sessao de 22
de marco de 18G0.
A feJaccao,
os oiganisados poi
tem cm si. Ora, semolhaute cousa repugna com i
lodos os principios,, o. por forma alguma pur tan-
Unte deve subsistir, coutnuando-se na toleran-
cia que se Ihe hi dispendido al o presente.
O Sr, fiscal queira dar por all um passeio, ej
providenciar como cumpre, c requero caso.
as proximidades do acude do engenho j
Contra-Acude, da fregueza de Santo Amaro do
Jaboao, em um lugar bastante rmo, foi encon-
trado o cadver de urna senhora, branca, 11ajan- ro da Silva.
jui/.o ; appellado, Joaquim de
Appellante, o
Oliveira Casado.
Ao Si-, desembargaor Silvcira, as appcllac.oes
crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Auna Rodri-
gues de Veras.
mo vamos demons-
trar......
DESPFZA.
Dielas de dnenles o raanulenco de
empregados......" .
Ordenados de empregados, inclu-
sive mdicos.......
Movis e utencilios......
Retratos de SS. MM. e benemritos.
Obras novas no edificio.....
Concerlos, reparos, pinturas, &c.
Demias de cazas......
Sellos de lieraiicas e cusas. .
Expediente, estatuios c mais pu-
blicacoes........
Monumento de J. V. l.ima. .
Guizament do Oratorio, funceds
religiosos, enterros &c .
Drogas e sanguesugas.....
Subslilucoes e alugues. .
35:298*817
5:870g790
5:O2!ti2()0
4:791l
1:4t)2f)80
12:2985950
816*490
2523026
anima e cada vez mais nos encoraja, a proseguir
com deuodo no proposito firme o inabalavel do
arrancar a mascara da hypocrisia mentira, 4
calumnia, perversidade e a quantas viperinas
serpes se nos antolham cm todos os tpicos des-
se monstruoso cartnz de aleivnsias ; e assim em-
penhados por nossa palavra, vamos continuar na
analysc de lao infame arcusacao,' seguindo-a par
a par da respectiva conlraried'ade
Dizem anda pois nossos aecusadores :*
Que durante lodo o periodo decorrido, 0 hos-
plal nao leve enfermero ; e que esse emprega-
do. quo l existe, nao merece esse nonio, por
filia das necessarias habilitacos, pois que, non
ao menos sabe 1er.
798#040
1:1503000'
177184 '
1:786*751
127*900
35:298#817
do vestid i preto de montaria. casaveque branco.
m cujo bolso existe a quantia de (g, lendo em Jacoescrimcs :
m i^ 1 ii.l..._ iU ...r,,. .,,-,...a ..... ____ .i j., *..._ .ii _.. .
Ao Sr. desembargador Silva Comes, as.appel-
Em presenca pois das verbas coneignadas na
conla supra, vejamos agora se os artigos da re-
Ao Sr. desembargador Gilirana, as appdla'oes ceita ti ve ram ou nao a devida appliearao
cnnues : sempre eircumscripla s delerminacSes dos
Appellante, o juizo ; appelladj, Joo Monlei- arte. 7:, 7 i e 75 dos estatutos que iremos Irans-
orevendo :
Art 73.
i luido :
S l. Pelo producto dos quanlitalivos por
entrada de cada socio.
S 2." Petes esmolas dos Lemfeitoics e bene-
mcritos.
5 3 Pelo saldo activo da despoza annual do
cstabelecimento, quando por ventura o haja.
S i." Pola amorlisaco dos quantilativos
entrada dos socios, conforme o disposto
art. 9.
lesluas e Iotas sanguinolentas..
O boalo. que aludimos, o de deixar-nos o
actual presidente, o Exm. Sr. Uoniz Piuza, por
lodo o inri prximo vindouro, ufim de ir lomar
assenlo as cadoiras da reprosenUeo nacional,
da qual um dos mais brilhantes lzeiros, e urna
das vozes mais autorisadas.
iesse boatocausoo-nos serias apprehen-
soos, porque as oloicoes dos representantes da Monumento ao beue-
si, os Srs.
Jos Joo do Amorini para presidente.
Manoel do nascimenlo da Costa Monleiros para
secretario
Luiz Anionio Vieira para gerente.
Jos Ignario de Medairo llego idem idem.
Koram jeeolhidos casa do ddteacao no da
26 do correle 5 homens Hvrca e i eocravos, a
saber : 1 a ordem do Dr. Cheto ,1^ polica, 1 or-
dem do Dr. dolegado lo 1" districto, 2 a ordem
do subdelegado do Recale. 2 a ordem do de Saulo
Antonio e 1 ardem do da Roa-vista.
M uuioiito publico:
Malaram-se no da 27 do crrente para o eon-
sumo desta cidade O rezos.
MonTALiiuoE do n 27 no crreme
Raimundo Jos de Souza Lobo, branco, casado,
57 anuos, hepatitis chronica.
Jos Joaquim da Costa Leite, branco, casado, 52
annos, febre cerebral.
l'olippa Mana do Santiago, branca, viuva, CS
anuos, cancro axlliar.
Feliciano, preto, escravo.solleiro, 80annos, diar-
rhea. ,
Hortense, branca, 10 mezes, iuTaramaco no in-
testino.
Hospital de caridadf.. Exislem 63 ho-
nens, 53 mulheres nacionacs, 5 homens eslran-
geiros, 1 homcm escravo, total 122.
Na lolalidadn dos doenles existen 2 alie-
nados, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas asenfermarias polo ficur^iTio
Pinto, as 7 boras c 20 minutos da maiihaa, e pe-
lo Dr. Dornollas s 8 horas t 3/4 da nianha.
falleceu 1 mulber de cancro anillar.
CHRONICUIJDICIARIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 26 DEMARCO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOS
SOtfZA.
As 10 horas damauhaa, achando-se presentes
03 Snrs. diqmtados Lomos, e Bastos, o Seuhor
presidente declarourrbcrta asesso edesignou o
deputado Lemos para servir de secii lao
DESPACHOS.
Um requeiiinenlo de Linden Wild 4 Compa-
nhia, pedindo o registro do seu contrato social.
Salisfacam o parecer flsc.il.
Outro de Francolino Eleuterio Ferrcira Chavea,
pedindo que se Ihe declare por cortilo se Pa-
rme Vunua & Compatiha sao malricuiadus.
I'a-so-se.
Outro de C. Slarr Ai Companhia, pedindo o re-
gistro da procuraco junta.Regslre-so.
Com vista 0 Sr. desembargador ii.se!, os se-
guinles roqnerimenlos :
Um de Antonio de Oliveira llorgos, do Ce.n.
pedindo o lugar de agente de leiloes da cidade da
Fortaleza.
Outro de Francisco Ricardo de Mosquita Gava.1-
canti, por seu bstanle procurador Manoel Alves
Ferrera, pedindo o registro do contrato que
aj u ii la.
Nada mais houve a tratar.
- TRIBUNAL OARELAG&O.
SESSAO r.M 27 DE MARCO DE ISfiO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSF.LI1E1R0 ERMCLIMl
DELB.tO.
As 10 horas da manha, achando-se prsen-
les os Srs. desembargadoros Eiguo.ira de Mello,
SilVoira, Gilir.ina, Guerra, Lourenco Santiago
SHVa Comes e Caelano Santiago, procurador da
corda, foi aborta a sesso.
'"assidos os feilos e entregues os distribui-
do?, procedeu-se aos seguiules
JLGAMKNTOS
Foi concedida a oidem do soltura pedida em
habeas-corpus por Marcoliuu Jacinlho de Santa
Auna e outro.
l'oi negada a ordem de soltura pedida em ha-
beas-corpus por Julio Cesar da Costa Murrissou.
Ari'liLI.VCOKS CIUMl-.S.
Appellaiiles, Miguel Joaquim Coriseo e outro ;
appellada, a juslica.
Conlirmaram a sentema.
Appellante, o juizo appellado, Malaehias, es-
cravo.
Nao lomaram conhecimonto da appellaco.
desean cava as luzes, experiencia e lino admi-
nistrativo de S. Kxc, cuja prudencia ningoem
dosconhece, e cuja energa se revelara de urna
maneira admiravel as promptas, fortes e acer-
tadas medidas que tomou. para que nao fique
impune o acto de vandalismo, que, em nfrunta
da lei e das autoridades, praticou em Ouricury
um hornera, que all ligura, e que lem amigse
prolecces por ser boa machina de eleicoes e ler
To descarnada de pravas a mentira que ah
Cica exposta na primeira parle do ponto em ques-
1:22840 ,l. rogacoes :
(Juem zclou, acudi c pensou a 231 docntes*,
que no decurso do anrio lindo fu rara acolhidos
as enfermaras do nosso instiluto de caridade?
Quem veln noite e dia rabeceira desses en-
fermos, satisfazendo anda suas mais impertinen-
tes exigencias, para mitigar seus soffrinientes?
Quem mnisiiou a lanos infelizes es medica-
mentos, as diolas, os lian!,i s, 08 diaphorclicos O
todas as mais prcscripcocs do madico?
Se esse crapregado incumbido de taes servcos,
e que bom os presin, nao merece o nomo" do
enfermero: essa negativa tambera Cara desco-
iihecer o titulo que deve dar-s.i aquello, quo
., diagnosticando as molestias, determina profis&io-
o cajulal da associacao consti- nalraente o seu Iraiamonto.
Mas dizem nossos aecusadores : nao merece
lalnome por falla dae Mceuaria habililaroes,
pote que, nem o menos sabe ler.
A isto eumprc-nos urna explicaco, e nella
nos uao demoraremos :
Ninguem ignora o quanto difficil a aeqnis-
co de um eropregido, quo rena era si loe
habilitecoes exigidas para o exercicio de .-
manes fiiuccoes : a adroinislrarao acensada pro-
videiiciuu o mais que Ihe foi possivel em diligen-
ciar cnconlra-lo ; dirigi recommendacoos e pe-
didos i Ualna, ao Um de Janeiro, e alea Lisboa
o apenas conseguio da Bahia a vinda desse, qu
era todo o lempo da administracao, cumpno sa-
tisfactoriamente os deveres inheien,tes a seu car-
go, sempre, porem, auxiliado pelo boticario do
eslabelecimento, que de bom grado e por mais
ulilidade dos doenlea se preslava a taes mis-
21:o(2-0l3l';res.
\e-se portante que nao a falla .que se nula
em uma das habililacocs do empregado, o qual
mu embargo della execulou o servido sera de-
trimento dos enfermos, o ante*, ao contrario com
preciso o acorto,que d direito ao arrojo de de-
clamar-so queo hospital nao leve enfermero
porque em tal caso tara bom apostropbariamos :
Quantos facultativos ha, e algum nos conhe-
-----v.v,., CC|||IIS, que nao teudo completado mais que o
---------------curso da cirurgia, e por lano se o as habiUlaeocs
E proseguindo, passaromos a copiar o seguiule: leeetsarias, exercem as fitncccs me ticas, e 'al
_, ." s^ .nrrrtLUm tltul...-...... IU '..-. Al
Ar. O capital da associaco deve
Que nao houveram horas regularos para a
distribuidlo das dietas, porque elas se confun-
dan) com os periodos em que devoran ninis-
trar-sc os medicamentos,
de
no
Rocapitulomoa pois de
2. Esmolas de bcmfeitores e bene-
mritos.........
3. Saldo da administradlo anterior
4." Amortisaces. ....
fleduzindo a despeza relativa :
Dcimas do heranca. 1:222S840
respectiva raceita:
2.591 000
15:1)1:275
3:189*738
70cOU
monto tinado
Vieira Lima. .
Retratos. ,
Joo
M..O5OOO
l.-('2$080
Teremus o liquido de
3:7748M
17 587st093
1. u capnai ua associaco eve ser
empregado
S l." No proprio edificio do eslabelecimento,
iclualmente denominado sitio do cajueiro.
S 2." No material do mesmo.
S :5." Em apatices de emprezas bancarias ou
industriaos, ou letlras de bancos commerciaes
de prorapta e fucil realisaeo, como melhoj en-
louder a junta administrativa.
Ora transportando para aqui o numerario ,
o supremo argumento na pona do punhal. ou rra dispendido em conformidade dos SS 1 e > do i V
bocea do clavioote. citado att. "' camenios, aos
Mas, agora, que as dissensoes polilicas esto i Acharemos:
fondas de lorpor, os partidos qusi morios, e os I Obras novas no edificio do estabe-
.nligos rancores apagados e exlinctes : quando lecimonto.......
graeas ao inlluxo beneITco que Ihe imprimi S. i Concerlos, reparos, pinturas; \c.
H. o Imperador, l'ornanniuco, risonho, choio de
Sommando.
. Nao sabemos, nesto potito, se ni3is admirar a
fulilidade o oleivosia da aecusacao, se o nenhum
fundamente em que ella assenta ; visto que a
lcr-se dado a irregularidade apresenlada, e ess 1
coufusao o proiniscnidade de dietas com medi-
ide logo dereria ser sentida
vida e de futuro, rxardiava passos agigantados
as vias do progresso e da civilisaco ; quando a
parle infeliz da nossa sociedade srria com gra-
.._.... ra.WIH gto E porlanto evidentemente concluido quo a
Udao para seus irmaos, os lilhos do chrislianis- despeza folla com as obras no proprio edificio'do
mo, que acabavam de dnr-lhe um asylo de nun- hospital, licou anda quem da rcspecliva recei-
dicidadc; quando nossa deca^nlc agricultura, la 4:471#653.
essa fonie inexgolavel de riquezas, comeca a ser I
regenerada pelo Instituto de Agricultura quan- gorn co,l'Ielemos o nosso pensamento com a
du todos osqueciam o passado, desfruet'avam o rt'l'r(")"".'") d ;,rl- "5 1"" 8Sm se explica:
presente e conavam no uluro ; quando final- ^ O rendimenlo da associaco constituido:
mente, nao roceiavamos, que a lianquilidade pu- 1-" Telo produelo das mcnsalidades pagas pe-
blica fosse alterada as prximas eleicoes pola
pelo
( medico em exercicio, ao ver contrariadas suas
: p 19-$oamka comprooielteria o (ralamente dos enfermos, por
mi;- i'.',, "^ cllD,ca s,:' elle responsavel ; mas nos desa-
__ "amos a quem quer qne soja para nos opporan-
da 9 mais simple?, porem verdadeira affirmativa,
de haver-sc nina s voz reclamado contra taes ir-
regularidades at ao momento era que o genio do
mal principien sua irnica misado sobre o ierra,
pondo em aceito sua nefanda obra ; emquante que
por nossa parle vamos offorecer a fidedigna res-
posta dada pelo Sr. Dr. Pitonga sobre o assumplo
de que se traa
13:115*440
confianca que depositamos em S. Exc, j poi-
que, nao teudo candidatos seus, sena completa-
mente dlhoio ao mov raen lo das nossas ninas, e
j por que, nao impedindo o livre exercicio dos
.iir..iins politieoa do cidado. s intervine ms
eleicoes como mantenedor u.i ordem publica, e
do respeilo devido s lata do paiz; os que aho-
ga ao nosso coniecraenlo que S. Exc, quo ora
para doscomo o Iris da paz, pretende deixar-
nosnlregues esse espectro chamado eloicjo, e
seguir para coito no mez prximo vindouro.
Desvanega o gorerno as nossas apprehensoes, 3.
conservano entro naso presidente que por lan- .
tos titulgs merece as nossassympalhias, o a pro-
vincia bemdira aogabinole actual, como unidos1 Que perfazendo o montante de.
que teem promovido com mais empenho
prosperijade c bom oslar.
Recife, 20 de marco de ltGO.
i.
Illm. Sr. Or. Prxedes Gomes de Souza Pi-
tanga.Apparecendo no Diarlo de l'emnmbuco
11. 277 de :i do coi rento mez uma publicuco feila
pelo Sr. I)r. Jos d'Almeida Soaresde Lima Bas-
tos em que osle Sr., entre outras assercoes, diz
S 2. Pelo rdito dos bens de propriedade da
associaco e do rondimenlo das doacoes. ---------......- .....,.,....
z 3." Pelo excosso do Iralamenlo "dos doenles '1"0 'l"'1'"1" novamenlc fura nomcado para medi-
parliculares. co do Hospital Portuguez achara muitas fallas no
S 4." Pelas esmolas feitas ao eslabelecimento. re8in*n interno do mesmo hospital, o -
-_,,,, \ > o diuiio rn..-iic> 'i'tc dCStfe meado do nnnrc
F. colhendo da con.a exposla as quantias all p. p. al agora, lem luto a seu cuidado t ata-
!..,,. adaa ....... referencia ao designado nos qua.ro ment clnico dos doentes alli ecolhidos a tonta
do artigo transcripto, deparamos com as que administrativa n,,uv.s '
seguem.
1." Mentalidades dos socios. .
Aleguis e rendimento do silio.
!): doenles particulares .
Esmolas ao estauelecimento .
, o
.Vos senbores socios lo iospit:ii
portasue/. de beneficencia e ao
poMieo.
O genio do mal, que disfarcado ou
despejado lem por nica misso so-
bre a ierra Iranslornar, perverlcr e
perturbar o andamento regular das
mais santas nsiiliiicocs, ha do lam-
ben procurar eslorar-vos.
A discordia o tmulo das empre-
zas collectivas, a emulaco um ini-
migo trai.oeiro, quq as feresolapada-
mente.
[Do discurso do Sr. Dr. Ja*l de
Atmeida Soares de Lima Basto,
dirigido ao* socios do Hospital Por-
tugus de Beneficencia, no dia da
sua inslallacao.)
_____ dnd*. 1e so digne do declarar ao p desto, so du-
. m-1:,'! rantc esse lempo cncontiou as irregularidades o
^')2o Tallas argidas no que diz respeilo ao rgimen
?"1q?!, lnlcrno o Iralamenlo dos doenles, e so alguma
I.I3JJ32 vez reclamou junta ou provedoria alguma me-
~ dida para romove-las.
16.525J440 Dignando-8e tambem declarar se desde une
, sena raffleiente para a despeza ordinaria do es- V. s. enlrou em exercicio leve alguna inlerru^!
tabelecimcnto, se a esta se nao addicionasse o cao c de quantos das
dispendio com drogas para a botica o oulros mui-
los objectos nao consumidos, e at j enumera-
dos na classiflcacao de bens movis e semo-
ventes.
:
Demonstremos anda uma vez:
Custeio diario do hospital. .
Ordenados.......
Movis o utencilios......
Decimas de casas......
Impresscs e objectos de expedien-
to...........
Gui-aniento, enterros e funeces
religiosas......* .
Substiluicocs e alugues ....
llolica..........
Deixando assim rerutn dficit do
que loi supprido pelo saldo oe .
Ten lo este anda a seu favor .
5:870*790
:02K>2uU
:2:.-!ll'i
23ttOW
< A junta adminislraliva pede a V. S. o ob-
sequio de deuir-lhe fazer do sua resposla o uso
que he convier.
Son com ludo o respeilo o considerado do
V. S. muito respelador criado Jos Teixeira Bas-
tos, provedor.Manoel Bibeiro Bastos, primeiro
secretario.
Provedoria do llospii.il Portuguez de Benefi-
cia em Peinainbuco 17 dedozembro de 1859.
736S040
1:786*751
lS:f8r7
1:883*011
4:471g653
3:588*642
de
Para com o recebi-
11.eio por conla
da proprio d 3 d e
vendida. .
0:700g000
appellado, o vigatio Can- esse espirito maligno naqueUas suas lo astutas, ffi'j minunoso exorne, a que podero coi
quan ferinas palnvras-,',,,!,-, fabulosa c iuci- '" 'Ji"lc Proc*r > porgunlaremos, cnsul
Appellante, o juizo
ddo Josd Col-IIio.
Nao lomaram conhccimenlo da appolUcoo.
Appellante, o promotor ; appellado. Joo da
Silva Jorges.
Improcedente a a|.pellaoo.
Appellante, o promotor; appellado, Antonio
tf REVISTR DlfiRlfl.
Informara-nos que, ha alguns dias a csla
parle, tem apparecido ua Passagein da Magdale-
na urna infeliz mulhcr, cujo csl'pdo de alicnaoo
mental faz verdadeiro d.
All, junto calcada da padaria que fica na
travessa dos Remedios, passa ella noile. e da
murmurando, exposta chuva, sol c cieno, c
quanla inclemencia ha.
Chamamos porlanto a altenco de quem com-
petir para verillcacao de scraelhante existencia
e posteriormente a providencia de ser remeltda
.1 misera alienada para o hospital, onde v reoe-
bor os cuidados que ora Ihe fallecen], e de que
credori a sua situadlo.
Possoa da comarca de Goianna faz-nos al-
go mas tfonSideraccs respeilo da nocessidade
deumacadeira de insiruccao elementar no po-
voado de Timbauba, pedindo que a coadjuvemas
com as nossas vozes esse intento.
I-utendendo nos ser mui convenonle o diffusao Jos Diniz o outro
!!S S?2 PHBe|MIr P*rji os- Improcedente a appellaco.
sa populacao, nao podemos deixar de chamar a Appellante. o mizo
aneucao docorpq legislativo para esta face da res de Albuquerque.' '
nossa sociedade. que por osle modo somonte po- i A novo jury
dera ser Iransformada dentro em poucu. Apellante, o juizo;
,nLuli?S ne rfc,"d,'e de ^"e se resento. quiu. Xavier Ribeiro.
aquello povoado grandemente, nao ha de sor por A novo jury.
corlo des.onhoc.da aos alustres representamos do AppfHlantefKwucisM Gomes do Baa
respe.: ,vo creulo ; e pois, ellos commet.emos lado, Francisco de Ges Nogueira.
o dar-lh.s remedio a equado, sustentando a ida A novo jury.
da ue.icao dessa cadeira, e afinal Iraduzindo-a
om laclo por meio do seu patrimonio valioso.
Un Individuo que costuma. segundo no-lo
escreve, em suas horas subcessivas ou vagas,
''thar para oque lera roto^ao com os melhora-
mentos maleriae nesla capital, leve a idea do
fazer as seguintea inlerpellaces, naesperancade
ser orientado porquera o po'sssa fazer .
Ia qual a razo porque, determinando a
planta municipal que soja a ra da Florentina
alargada, para allingra largura desessenla pal-
mos, consenlio-se que o demolisse uma parle
do muro velho, que alli existe, e se construisse
um porlaa de cocheira formando a fronle de uma
casa ; de maneira que por occasio da exapro-
pria.Mo. .tor-so-ha de dispender mas dinheiro do
!ue 50 disp.'iJori:i no csiado auterio* das cou-
sasl
e o saldo era caixa de
(Conriin/rrcuo do numero 7!
12." {iue finalmente consta iue o numerario
dispendido pela administrar/i.) durante a sua
gerencia, montar.1 no anuo p. p. somma fabu-
losa e incricel de quarenta.e seis ronlos e tanto,
e que nao obstante esse dispendio enorme, a
administradlo se retirara deixamlo o estabele- \
cimento indicidado.
Se apenas tivessemos de responder peranlc a
sociedade do beneficencia porluguoza pela de-
monstradlo da Iraca urdida por nossos aecusa-
dores no ponto, que acabamos de eslampar, o
nosso Irabalho reduzir-se-hia a pouco, porque a
simples loitura do relaloro da administracao
acensada, e que corre impresso, seria pima
juslilicico duvida mais fundada que por parte .,.--.. ... ....,.......,
1 de nossos consocios nos fosse offerecida; mas Va 'ie ? J;0"0- a '<""1 s,-"Jl"'<''"'J'' daquolla.
como o oenio do roai,esse oncrgumeno deca- (Jentar;' elaramenle demonstrado o haver sido
mador do averno.-tecou alarma pela voz da 'P*"?^PJWKfeg1 r'-'l'1'^ coramissao a
imprensa, c oiToreceu combale na arena pu- 'V',V 'J-^^oO, e ueste caso, sera mesmo
blica, forca 6 que, reprodnzindo nos aqui as "S"r'i",,a 'l""^" ri'. 1 P""
verbas da receila e dispeza do estabelecuneote KS2 J^L. ol crecen, romo liemos os
durante o anuo doc.irrido, em face dolas domos curl,osos e tom especialidad., os Iludidos, para
evidencia o incido da maquinadlo armada por ^-J".r.'s conc.uidas por aquella commissao; O
d.qiois de minucioso exarac, a que poderao com
lllm. Sr. Jos Toixeira Bastos.Em resposta
ao olhcio que V. S. se digno 11 dirisyr pergun-
lando se eu linlia sciencia das irregularidades
que foram pelo lllm. Sr. Dr. Almeida encontra-
das quando riovamonte noraeadu para o lugar de
primeiro medico do Hospital que se ada intori-
' mente por mim exerrido, e so alguma voz rc-
clarnei medidas para removo-lis,cumpre decla-
rar-lhe que nao me compelindo ingerir com a par-
lo administrativa, que loda pertenco junta, nao
poda ler conhecimente se existimo ou nao estas
irregularidad.>s, que creio so refere o mesmo
Sr. Itr., mato cerno o servir clnico sempre se-
; guiq.mais ou monos regular, senlindo-se apenas
dHiculdade de ura hora enformeiro que nao
o qual se balancea rom a differenra hnvjda entre '!",:, 'f'"11'"10 '|p "" """' enformeiro que nao
o pagamento do en.presli.no de que j fllanos J^ ^uI^?i^e"lCJem?d,ada' "**? (,"e
de KHiilMitKl loclamasso vocalmente a vice-provcdona, quo
me responden, tomara sol suas vistas a conso-
cii.o de um engajado no hospital do S. los, lo
"It tllll i_-li^ ll.l.ililli;...n m ...L!I! t- 1^ C. .1 -C -
Cabe anda aqui observar que a quanlia de
12:298*950 que so v consignada como verba dis-
dispeudida as obras accrescidas ao edifiuo do
hospital, representa inclusivamente poreao de
materiaesem deposito, calculados
go que isto permittisse a possibilidado. Satisfa-
zendo lambn, ao sogund 1 periodo do dito officio
ll'Mn ll'"''"'1 declarara V. S. que estivo constante-
^V.' "'('"'e no exercicio da clnica ,'esie eslabeleci-
__'^_"J_lZ m,'"' mediando otlicialn rulo o inlervallo entre
a -.ii3ia nomearo do Sr. Dr. Almeida, e a approvac&o
2 I de sua siibsiituieao.
Sou com todo o respeto e consderaeo de
v. s. muitoreseeMadercriado
Prxedes ti mes de Souza Pitonga.
Para destruir o arrazar essa estatua de pes do
1 tmpurlan^j barro, loranlada sob loes apparencias de aecusa-
cao para engodo o enleio dos desariercobidos.
nao lora misler ariete lio lorio, prova lo palpi-
tante, como o documento, quo aiii deixamos re-
gistrado.
[Conliiiuor-sc-Aol.
Correspondencias.
quam ferinas palavrassomma fabulosa e incri-
' cel; e d.-ein olvamos com reslriela proci/ao
Issaddicoes laucadas na conla respectiva, para
que Oque de uma vez por todas demonstrado,
I nao a que a despeza cora o eus tea mente do
hospital o suas obras foi de rs. 35:298*817 e nao
, de 40 cantos e tanto como allegara aleivosamenle
! nossos aecusadores ; mas at que o montante de
appellado, Manoel Taa- cada uma desses verbas dispendidas se acha nos
limites aulorisados pelo capitulo XVI de nossos
estatuios.
Compulsemos por tanto a caixa a rargo do
osinoler no auno administrativo de 1859, e ex-
tralimito della os esclarecimentos, que nos
fornecem as suas parcellas, resmanlos os
arligos, ijiie alli se descreveram comprovada-
mento auihenlcados, formulando a conveniente
demonslraco.
11ECEITA.
Saldo da administraban anterior. 3:189*738
Por conla da propriedade n.207-c- 0.700*000
dem da deixa de J.V. Lima. lOODJOOO
Entradas de socios...... 2:591*000
Ainoitisaroos........ 70g(l00
De doenles particulares. 6:458j2GoO
Alugues.......... 7845940
Esraulas do bemfeilores. .. 3.3ll!27.i
Ditas de benemritos..... l:8U0juU0
Ditas de diversos....... 1 430?:tZU
Mensalidades do sorios..... 7:75 'HM
Rendimcuos do silio..... 97*566
lando sua propria cousciendaso pode sor laxa-
da de fabulosa c exagerada a mencionada qnanlia
empregada na couslroc_o da sacrislta do pa-
teo c aterro do lado do'poenle do edificiode un
Srs. Redactores; Um commuiiieado, inserto
em seu jornal de hontem acerca do negocios do
Hospital portuguez, consagra um ollicio dirig:-
do_ delegada do primeiro districto desta cidade
pelo provedor d'aqnelle estabelecimenlo, em que
appellado, Manoei Joa-
appel-
Lioes eiogueira.
Appollanlo, o capito Jos Joaquim de Barros ;
appellado, Joo l'orreira.dos Santos.
llelormada a senlenca. absohido o appvllaulc.
AI'PKI.LA.jliES CIVEIS.
Appellante, a fazenda ; appellado, Benlo Jos
ltaiuos de Oliveira.
Coiiiirmaram a seiiteuca.
DlLlOENCU CHIMES.
Cora visla ao Sr. desembargador promotor da
juslica, a appellaco crime :
Appellante, o juizo ; appellado, Zoferino, es-
cravo.
Appullanle, wjuizo appellado. Jos Joaquim
dos Santos.
AppellaiUe, o juizo ;
cisco do Nasoimenlo.
rao ser vistas e apreciadas
Agora que temos concluido o exame a
a que nos compromettemos; e dadas as
niao exercendo as fonecocs d aquell
nalvlico P0(,B a|g,lefli suppor que fofa eu quem c
convo- "*"* 0I! para ajuda-lo em seu empeuho
m v il'.l 1/..I- -i ri.i.li In. .1 ......... ..
._ JAS ua oniri;- ------- ~.'. w^"
nienles explicaces, somente em salislacuo no pu- ra satislazer a podidos de nmif
' 1 nos havemos : nom 5 primeira e nem a ullim
blico, a cujo impardal e recto juizo no ..... -...... -......* jpuwirav o*) submellido, imnrenqomos sobre o genio do mal o S1/Iuer supposta em prejuizo do minha repula-
'* ..- .. .1,1 11.11 llil.l.^.l i.m l'l.ilP .1 Cnr.,,'. .., r. .ln1_u.n^..
o forne-
ou pa-
amigos ; e para que-
a hypolhese seja
appellado, Pedro i'ran-
'.
Appellante, Joc Joaquim ogueina ; appella-
do. o juizo..
Deduzindo-se o seguiule :
r.'gamenlij du cm-
i 587*459
analhema mais ful minante o lerrivel, que imagi-
nar-so possa ; alini que elle nao mais procure
transtnrnar, pe'rrerler e perturbar o andamento
regular da mais sama das instihtiedes ; mas
para com aquelles de nossos aecusadores, que ce-
garaente se deixaram guiar por esseresorvalo-
110 do iniquidadessuppliquemos em seu favor
com as proprias palavras de Jess Christo: Parce
illis quia nesciunt quid faciunt.
Presumindo ler cabalmente combatido os 12
pontos caractersticos da mais acre e despeitosa
aecusacao, forjada pelo draconico oenio do mal,
semmosmo nos havermes eximido da demons-
lraco comprobatoria, qne justifica nosso procc-
dnento em todoe os tactos pratieados na geren-
cia adminislraliva t hospital, durante os dous
anoos decorridos, prooedimeulo que s i trni-
oei'v. t^udaco pode feri.- solapadamente: aie
dio. me apresso, em lazor a seguinte declaraco.
l'ondo rocebnlo, aquelle ollicio 110 dia 15 de
Janeiro passado me dirig ao lugar if elle indi-
cado, onde ell'octivamonle cneonttci mullas pes-
soas exaltadas c divididas em trenlencoes op-
poslus.
Procure*, como rae cumpria ecom todo o em-
pento), re[iriniil-as, signilicando-ihes con, fran-
queza e energa que scriim punidos lodos os
que infringssein a lei, sera disliuco-da opiaio
que nulrissem, ou da fortuna, de que disposes-
scm.
Fui por todos respetado, e doceis as obscr-
var5es, que Mies liz, consegu que a ordem se
manlivesse, c que os trabalhos, a quo proce-
dimn. se concluifsem, sera que aenhuma des-
orden apparecesse.
Da* d>z)is, alguns amigos raeus toe procura-
r?m pedmoVme inslanlen;etilo quo Jhes nios-


DTARTO DE PEWW4WBDC0. QUABTA FEIRA 58 PE ITAff^O DE Ifffff).
(Si
trasse aquelle ollicio, o end.ig mdo-ae d elle Ules
mandara eu darcorlido^caso a pedissom : re-
cusei-lhes o que de mim exigiam. e Ihes res-
pond que me pareca nao dever-lhes mandar
dar a ceriiddo, do que fallavam, por que pen-
sava, como pens, que aquello offieio, nao sen-
do seno un aviso a autlinridade para occorrer
a un lugar em que pi^lo ajudanlatncnto de mili-
tas pessoas, poderia a ordera ser eompromrael-
tida e onde poda o derla niesmo ella inter-
vir, apenas livesse scieneia, e independente dc
qualqucr requsicao, afim de prevenir que lulas
pessoaos, ou oulros fados criminosos se realisas-
sera ; nao eslava ella adstricla a fazer entrega
d'esse offieio ao sen escrivao, para delle dar as
cerlidocs, que pedissom.
Desengaados mea respeilo, soube que re-
quereram ao meu successor, meu llustrado e
honrado collega o Sr. Dr. Correia de Andrade
da Silva, que pensando diTereuleinento, do mim,
llies mandn dar a cerlidao, que pediam, sondo
que lalvez fusse por isto quo o commnnicanle
declara lor oolTieiocm seu poder, legalmenle au-
theijticado.
Em vista d'esta declaraco. que oulro motivo
nao lem sino a revcllaco da vordade, parece-
nio poder afirmar que eu como autordnde, nao
smenle nao anxiliei e menos atropello! a causa
do communicante, como que igualmente nao
auxilioi e nem atropellei a de seus adversos.
uranle o liinit.nlo tompoemque exerci o im-
portantsimo cargo de juiz, proeurei semprc
quanto poude salisfazor a juslica possivel que
niuitas vezes nao o livesse conseguido; mas
CfHmente foi isto motivado por erro da inlol-
ligeocia, e nunca do corarlo.
Sirvam-sc, Sis. Red ictares de inserir estas let-
- do n nssignnnte e amigo.
Recite 28 de marco d- 1860
Francitoo Josi Marlin Penna Jnior.
Srs. redactor d Diario de Pernambuco.
1;.''.- irei muilo que Vmc. dignem-sc anda de
inserir em o seu conceiluado Diario o docu-
mento que se segu, visto como a occessidade
urgente de ana publicaran assim reclama ; e
creiam que continuar a ser-lhes anda mais
grato quem se presa ser de Vmc. atiento respoi-
tador o constante leilor
t titanio Lobo Alberiim de Miranda Uenriqnes.
Cidade de Olinda 27 do mano do 1S6U.
Ilim. Sr.Antonio Lobo Alberiim de Miranda
Renriqucs, alteres da oitava companhia do nono
batalho de infantaria Ja guarda nacioual desla
cidade do Olinda, para bem de seu direito c jus-
tica precisa que V. s. polo seu respeUavel des-
pacho digne-SG mandar aoSr. capito secretario
do digno comraand do V. S. llic aprsente por
cerlidao do verbo ad verbum, avista do livro
competente, a itiformco de V. S. ao Exm.
ispu-lo ii j am^ -ti uu ja Ciloa le, Cft|>iu' pelo aviso r.. 82 de 23 de abril de 18i7 2.,
compete manter a polica c a ordem dentro da
matriz duran lo os trabalhos da qualieaeo ; e
portanto nao houve excesso ou abuso da parle
do representante, quando fez retirar a torca ar-
mada que se apresentou sem sua requisita o :
em secundo lugar que, & vista da exacerbaco
em que estavam os nimos, houve-sc o mesmo
representante com prudencia suspendendo os
trabalhos da junta para representar a V. Exe.
Com este procedimeulo elle evitou lalvez desor-
dens e perturbarlo da ordem publica, sem pre-
jui/.o dos trabalhos da junta, as quaes sem ineon-
venienlc podiaui ser adiados para outra poca,
como i'oram.
Deo< guarde a V. Exc.Joo do Almeida Pc-
reira Filho Sr. presidente da provincia do Per-
nambuco.
Cumpra-se.' Palacio do governo de Per-
nambuco, 2 de marco de 1660. L, B. M.
l'iuza.
Conforme.Antonio Leile dePinho.
IZlUoilu llumuj
Sr.
presidente da provincia, por delerminacao do
niesmo Ezm. Sr., a minha pelico instruida com
13 documentos, que o supplieante assumio o
matar prazor dc apreseala-Ia peasoal a S. M. o
Impera lor n 'sta cida b', por occasio d.i feliz vi-
sitado SS. MM. a raesma. Assim como tambem
o dia, mez e anno em que foi desta respeitavcl
commando superior para a agencia do corren
dosta ci I i !e; aim Je ir ao merelijimn e Emi.
Sr. presidenta da provincia. Nestes termos p li
a V. s. Hlm Sr. commandanlc superior da guar-
da nacional u'ns municipios do Oliu j i e Iguaras-
s, digno-se mand ir quo se lavre a cerlidao pe-
dida. K R. II.Antonio Lobo Alberiim de Mi-
' i Henriqnes.
Passe. Quartel do commando superior em Olin-
da 17 de ievereiro de 1860./. Catalcanti.
Em virtudedo despacho do lllm. Sr. comman-
danlc superior exarado em frente da pelico re-
1ro e supra certifico ser o Iheor da oforraaco de
que traa a mesn a pelico dn Iheor seguinte :
lllm. e Exm. Sr.l'.in cun i limen'o do que me
fi ni donado por V. Exc. em offieio datado de 23
do dezembro ultimo, para que infurme sobre o in-
cluso requeiimentodo alteres da oitava compa-
nliia do nono batalho do infantaria da guarda
nacional do municipio do Olinda, Antonio Lobo
vlbortim de Miranda EIcntiques, que implora a
Sua \i igestade o Imperadora graca de confrma-
lo no poslode alteres do exercito ou qualqner
outra graca que o Mesmo Augusto Serthor se. dig-
nar conceder-lhe, tanho a honra de declarar a
v. Exc. que considero esse offcial pela sua de-
dicado a causa da ordem e da monarchia, zeta
no cumprimeuto de seus devores o boa conducta
civil o moral, como am dos mclhores da guarda
nacional sob mpu commando E' o que lenlio a
informar a V. Esc que decidua o que for scr-
W.lo.
H ios guarde a V, Exe. Quartel do commando
superior da guarda nacional dos municipios de
Olinda n Iguarass 12 do Janeiro do 1860.lllm.
e Exm. Sr. l>r. Luiz Barbalho Muniz Pinza, pre-
sidente da provincia. Joaquim Catalcanti de
Albnquerque, comman 1 ni sup rior.
E' o j i o ios a do ai-iii'ivn do comman lo su- !
perior relativamente a infurmaco de que trata
a dita pelico ruja informado foi entregue a
ocia do corr io dosta citado para seguir o
o ptente destino.
Secretariado commando superior da guarda1
9 municipios de olinda o Iguarass,
18 de fevereirode 1860.Escrevi o assignei.o
- 'crelaifn geral, Edu trdo Daniel Caval-
canli Vellesde Gueoara.
.na selladoe reconhecido.)
Despedida.
O lllm. Sr. raajorJos. Francisco da Silva, ou-
tr'ora capito commaudanlo da 2.a companhiado
l. batalho do infantaria, acha-sc prestes para
seguir para a provincia da Baha, afim de incor-
porar-so ao 7." da mesma arma : para o qual foi
iillimamcnlc despachado ; separando-so portan-
te de seus compnheiros d'aruias, com os quaes
servio alguna anuos, gozando s'empre a syinpa-
tliia de lodos, ; (amo que os ab.iixo assignados
penhorados pelas nianeiras affaveis e delicadas
com que sempre foram tratados por lo dislincio
cavalheiro, faltariam ao mais sagrado dever, se
nao rocorressem ao mais sublime orgo da im-
prensa, para, por um modo mais solemne. Ibe
darem provas de gratido, e da Bbtisfaco de
que se acham possuidos por veremseus relevan-
tes serviros coroados.
Prevalcem-se do ensejo para felicitarem a
briosa ofli.ialidado do 7." batalho, por lorem,
tihez, mui breve de apreciar as Dianas qualida-
des de lo integro official, ao qual pedimos accoi-
tj nossos eniboras, e conlo em ludo c qualqucr
lempo com estos amigos sinceros c dovolados
que llio anhelain urna viageni propicia, c cnchen-
les de prosperidades.
Recito 27 de marco de 1860.
Capito Candido I.ial b'eneira.
Dito Manoel Pereira do Souza Burle.
Tenenie Joao Antonio Leitao.
Dito Caelano Xavier d'Oliveira.
Uilo icacio Alves de Souza.
Alteres Jos Francisco Machado.
Dito Antonio Manoel Barboza.
IJiio-ajiidanio Antonio Raimundo de Litis Caldas. ;
Dito Miguel Augusto Barbalho Picaneo.
Dito Candido Rodrigues de Berros.'
14 Oiiuiuuiuiia iioius
& C.
2 ditas ferragons; a Tisset & Frrre?.
12 volumes fazendas do algodao, de linlio, lo-
nas; a N. O. Bieber & C*
4 caixas fazendas de linho, 5 fardos e 2 caixas
ditas de algodo ; a James Crablreo & C.a
100 harriquinhas barilha, 55 gigos e urna bar-
riquiuha louca, 1 cana queijos ; ordem.
2 caixas camisas ; a Arlengtul & C."
20 volumes fazendas de algodo e poilos de li-
nho para camisas ; a A:' C. de Abren.
6 fardos fazendas de algodo, 1 caixa cobre ;
a Barroca & Medeiros.
1 caixa miudezas ; a Vaz & Leal.
1 dita fazendas de linho, de algodo, damasco
1 dila chapeos de sol de seda, 1 lita lalo ; L. A.
Siqueira.
6 laxas 1 volme e -111 pecas o 53 caixas obras
de ferro, 300 canos de dito ; a D. W. Bowman.
.4 barriquinhas queijo, 4 ditas lonja ; a C. J.
Asile)-&C.a
102 volumes fazendas do algodo, baela, ele. ;
a Southall Mellors & C.a
6 caixas e 10 fardos fazendas de algodo; a
Braga Silva &. C.1
l toneladas ferro coado, 1 caixa e 1 embrulho
miudezas ; a C. Starr & C.a
100 barris manteiga ; a Tasso & Irmo.
5 barriquinhas e 4 caixas terragens. 2 barriqui-
nhas vidros, 71 volumes objeetos para o gaz, 2G0
canos do ferro, 260 pegas para dito ; a Roslron
Rooker & C.
4 fardos fazendas de linho a Johnslon Paler
& C.a
30 volumes fazendas de algodo ; a Saunders
Brothers & C."
1 sacro amostras ; a diversos.
Patacho nacional Beberibe, viudo do
Janeiro, consignado a Azevedo & Mendos
festn o seguidle :
limu 21 Un uiuiou U 1ouu. Ausolinu Ifiuu-
cisco PercUi.
E mais o nao conlinha c nem alguma ou -
Ira cousa se declarara em a "dita sentenca, e
para cumprimento da mesma convon lodosos
credores presentes dos referidos fallidos, para
comparecerem na sala dos auditorios, no dia 29
do corrente mezas 10 horas da minha, afim de
se proceder nomeaeo de depositario'ou d?po
sitarios que ho de reeber e administrar provi-
soriamente a casa fallida.
E para chegar ao conhecimento de lodos, man-
dei passar editaos, que sero publicados pela
imprensa, e aflixado nos limares designados nos
mencionados artigos 129 do regulamento n..728,
e 812 do cdigo comraercial.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos
23 de marco de 1860, trigsimo da independen-
cia c do imperiodo Brasil.En Manoel Maria Ro-
drigues do ascimenlo, escrivao o escrevi.
Anselmo Francisco Piretti.
= Pela inspeeco da alfindega se faz publico,
que no dia 2b do corrente, depois de meio dia,
se ho de arrematar em hasta publica, porta
da mesma reparlirao", do conformidade com o dis-
posto nos arts, 276 e 277 do regulamento de 22
de junho de 1836, livres do direitos ao arrem-
tame as mercidorias abaixodescriptas j annun-
ciadas por edital de 30 dias'datado de 14 de se-
terabro do anno prximo passado, a saber :
Armazem n. 4.
IC1 fardo com cordas de linho, pesando 6 ar-
robas, a ij por arroba, tolal 215, viudo ni barca
inglesa Seraphim$, entrado em junho de 1805;
ordem.
Armazem n. 6.
M diamante1 caixa n. 3 com 150 litros im-
t pressos por 4f, viuda no brigoe portnguez Ale-
Rio de grle, entrada em 20 de julho de 1853 ; Jos
mani- Monteiro de Siqueira.
Sem marca2 podras pequeas desbastadas
300 sacros niilho, 228 ditos caf ; a ord-m. j or lf200. viudas no brigue portnguez Maria
Barca franceza Theoderie \ inda do Marse- Feliz, entradas em 5 de sclembro de 1832 ; V.
Iha, consiguado a Nicolao O. Uiebcr &C, mani- S. Barroca.
festn o seguinle : f Leiroiro2 ancorlas com azeilonns, viadas
200 caixas o 200 meia"
liuii si. i. jui/. luui.ieipai ua pnoi.ii.i vara. ra aglia i tnar.nilas de folln para cosimento 12;
-Diz Manuel Ouarte Rodrigues, procurador de mnrmila de fulha grande 1 ; rnel de abclhas. -
HSnoel Jos Francisco e Quitea Mana, que ten- bras 8 ; moscas de Milo 50 ; phosphato de ferr
doLinoJos de Castro Aranjo, seobrigado a pa-!de soros_ vi,iros 20 pon(.ir;is d(, cabellos 2 ;
gar-lhe n.o da l de dezembro de 1854, a quan- paslas de Naff, caixas 12 : ditas de zeguantel
lia de 1:00.'. do que o supplicado devedor aos c,nxas \ pBrecioria, libras 2 ; sabo medi.inal,
ditos Manoel Jos o Quitea Mana, como melhor, |bras 4 ; espermacele em rama, libras 4 liiel-
sevi*6 da ola jpromissona junta acontece qutf las je fnlha de Flandrcs 6; luvt.ito de polnssa u
at esla dala nao pagou osupplirado dila quan-lsoJa, libras 4 ; thesoura de corlar raiz com cai-
lia ; por isto requer o supplieante a V. S. sedig- ; xa de ma()L.ra \ dila hpquena de um nalmo 1
ne mandt-lo citar, afim de reconhecer sua lelira | xarope dc Raff idros24: xnrope de Lnmou-
e obngaeao, e ver assignar-se-lhc o prazo de 10 ; r01lx> vidri)S 2 xarope peitoral nslez carra-
dias, dentro dos quaes devera ser condemnado a fM 12 ; xarooe de ponas de espargo, garrafas l
pagar-lhe a dila quantia c juros at effeclivo em- Quera quizer vender taes objeetos aprsente
boleo, ou oTcreccr quitado e embargos que o as suas propostas em carta fechada na secretaria,
relevem da condemnaran ; pena dc rnvelia e cus-1 do consclho, s 10 horas da nianha do dia 2
tas. Ecomo se acha O supplicado em lugar nao : de abril prximo vindouro ; sob a condico do
sabido, requer o supplieante e a supplieante dig- serem entregues os medicamentos e mais'objec-
ne-se V. S. adimt-lo a provar essa ausencia,; ius pedidos para o hospital militar, naquella re-
afim de preceder-se a cilarao editas, por lempo | partico em presenca do respectivo pharmaceu-
legal, lindo o qual seja elle havido por citado ; tico dc semana,
para todos os termos da acro al final sentenca
e sua execuro.
Nesles termos. Pode a V. S. deforimenlo. Es-
pera receber merco.O advugado.Godov Vascon-
celos.
Distribuida. Na forma requerida. Recife ') de
fevereiro de 1860.Seraphico.A. Baptisla.
Oliveira.
Nada mais se conlinha em dila pelico e meu
despacho depois do que produzindo o suppliean-
te suas teslemunhas, subindo os autos a minha
conclusu nelles dei a sen'.enra do Iheor se-
guinle :
Julgo por sentenca justificad* a ausencia em
lugar nao sabido de Lino Jo< de Castro Araujo,
vista das tcslemunnas de fls. a fls. : c por isso
muido que seja o mesmo citado por caria de
editos, com o prazo dc 30 dias, que conero do
dia de 311a publiraco na imprensar. Rpcifo .21 de
marco de 1860.lnnocencio Seraphico do Assis
Carvafho.
Nada mais se conlinha em dila minha senlenca
ditas massas, 25 fardos
papel, 10 ditos amendoas, lOdilOS alfazernas, 100
caixas licores, 170 pipas, 40 nieias ditas e 500
barris vinho, 150 gigos champaulie ; aos consig-
natarios.
5 barricas salitre ; a Isidorodo Ilalliday & C.
1 barril breu, 3 caixas papel para sig3rro ; a
Joao ua Silva Faria.
Consulado
Rendimento do dia 1 a 26.
dem do dia 27. .
re ral.
64 73!>6S i
4;910282
69:6 i0?966
.
i-r* iHMMaB tmmmmam
Pnblicaeoes a pedi.io.
Tara os habitantes da comarca de Pao
il'Alho lereai.
3.a seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
- do impeo, em 17 de fevereiro de
160. i
lllm. e Exm. Sr.Com o offieio de V. Exc. j
v. 358 de 31 dejineiro ultimo, foram presentes
00 governo impelila represenlaro que llie di-
ligio o presidente da junta de qualifieaeo da pa-
rochia de P l'Alho sobre as occurreiieias que I
rain lugar por occasio da organisaQo da I
mesma junta, n a rosposla quo V. Kxe. Ihe den. 1
O representante, expondo a Interferencia que os
cleitorcs Luiz de Albu (uerquo Haranho o Ma- j
n ni Thoroaz de Atbuquerque Haranho preten-
diam ler nos trabalhos da junta, nao obstante
eslarom mudados, por lerem sua residencia em j
territorio que foi desmembrado da dila parochia
O arrnexado a outra, ao que nao annuio a junta,
e as desordena que dosta quesio seorignaram,!
0 que deram lugar a apresenlar-se o delegado r'1
polica na Igreja matriz com torea armada, em
virtuiie de requisi^o do promotor publico, c
nso dos trabalhos da junta : causullou a
V. Exc. sobre as seguinles duvidas:
1.a Se aquellos eleilores, moradores em 1er-
ritoiio desmembrado da comarca de Razarelh, c
anncxado lo P5o d'Alho por lei provincial do
anno passado, deviam sor qualificudus volantes
na parochia de Pao d'Alho.
2." Se como residentes no 'ofendo territorio
podiam lomar parle nos trabalhos da junta do
qualiticaco da mesma parochia, naqualidadc de
eleilores.
;!.' Se os eleilores mudados de urna fregnezia,
podem partilhar dos trabalhos da respectiva jun-
ta de qualiticaco, apesar da doulrina do aviso
de Q de fevereiro de Ib 17.
Em resposta declaro a V. Exc. :
1. Que, segundo tem silo declarado em va-
rios avisos, como sejam o quo cita o represen-
tan^, n. 19 de 29 de fevereiro de 1817 no 5.,
e o de 5 de dezembro de 18G, sob numero 150.
do 3., ile conformidade com a disposicao do
artigo 5." da lei regulameular das elcir.es, os
eleiloresc supplentes, que em viriudc de divi-
san ou desmeraOrajo de parochia ficarara per-
lencen I 1 outra, nao devem ser convocadas pa-
ra a organisaco da junla de qualificaco da pa-
rochia 9 que d'antes pcrlenciam, e por onde fo-
ram olilos ; e nem devem ser admiuidos a to-
mar parle nos seus trabalhos. Por consequencia,
seos dous eleilores de que se traa tecm com o-
feilo a sua residencia no territorio que foi des-
membrado da parochia de Pao d'Alho e annexa-
petencia para intervirem nos trabalhos da quali-
licncodaqucllt parochia.
Se porm a hypolhese c a que V. Exc. figura
n* sua resposla ao representante, de continua-
ren! os ditos cleitores a residir na parochii dc
To d'Alho, lendo em oulra estabelecimenlos
ruraes, nos quaes re.si lem temporariamente, en-
to bem decidi V. Exc. que elles deviam ser ad-
miuidos Buer parle da junta qualificadora da
mesma parochia.
2. Que os referidos eleilores nao devora ser
qualificados votantes na parochia de Pao d'Alho,
na primeira hypolhese ; mas devem-no ser na
segunda : porque, secundo determina o artigo
19ada citada loi rogulamenlor das elei^es, de-
clarado por varios avisos, s devem s?r qualifi-
cados volantes em urna parochia os moradores
della. .
Resolvidas ossim as duvidas formuladas nos
tres quesitos da represeulaco, rcsla-rae obser-
var a V. Exc. em primeiro lugar, que ao presi-
denlo da junla de quolificaco, em rtudo do
ERRATAS.
No pedido feilo ao Sr. redactor da Revista Dia-
ria porUm Reclamanteo que foi publicado
. no Diario desatiblo 2 do rorrenle na 1" colum-
I na da 31 pagina, linha 17, le i-searl. 1" do de-
: crto n. SI2 de 23 de agosto de 1S50,em lu-
lugar learl. Io do decreto 11. 1817 de 6 dc
agosto do 1856.
Aannaciac i Se jando o texto S. de. huecas
Soleando os mires da Luz
('.leste Archanjo voou,
Eis a virgiMn da Idurnca
Reverente assim saudou.
Salvo! Maria bcmdicla !
Do Senhor clieh de giari:
lu til lio roncebers,
Salvador da humana raca.
E rujo dai s & Luz,
i) Mis-ias desejado,
I: por lo lo universo
Ser mui grande chamado.
Jess filho do Altissimo
'.>ue o Senhor Heos l!io dar
0 Ihrono do seu Pa David,
Seu poder so firmar.
Sobre a casa de Jacob
Coni todo o vigor assim
II inar eternamente,
Seu reino nao lera lira.
E disse Maria aoAnjo,
1 ora loda vener.icau :
Ci mn isso se fai
Se eu nao couheco varao?
Com a Luz do Santo Espirito
j'.'m xi'iiiii' s.t.'i pu'iAsmA,
As sombras queja Ihe cobiem
Sao rirludes do Alivsainio.
No esplendor da Magostado
Brilharam os olhos leus;
De li nascer o Santo
Q te o Filho de Dos.
Es de Deus assombro c graca.
Dos liomens conforto, exempio ;
Em 11 oh! Virgem, seencorra
S u Ihrono sacrario, e templo.
Isabel tua prenla,
E" um exempio visivel,
- :o esieril concebeu,
Nidi a Deus impossivel.
Mara toda hiimilhada,
Chela de le e de amor,
Ao paraninpho responde:
Eis a escriiva do Senhor!
Apenas dita a palavra,
Quem a redempeo sanecionou,
Abrem-sc os C^os desee o Verbo,
E no seu ventre cncarnou.
Da Omnipotencia Divina
Kspelho da natureza,
E' Maria em ludo pura
Em Sanlidade, em belleza.
Sobe Maria as montanhas
Entra em casa de Isabel:
No ventre alora o Baptisla.'
Ao justo Deus d'lsiael.
Choia Isabel de prazer
Diz um sublime louvor ;
Esta que vem visilar-me
L' a Mi de meu Senhor.
Abracando a Virgem pura
Sauda assim reverente,
Es bemdictaentre as mulheres
" lenlo o fructo do leu vcutre.
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 26.
dem do dia 27. .
10:135*200
8672l>2
11:3025502
Despachos de expt>rtat;ao pela me-
sa do fitiisiiladii desta cidade 11
dia S? de marco de 18UO
CanalEscuna dinamarqueza "Adelina, Adam-
son llowic & C, 1,0'JO saceos assucar masca- i
vado.
LiverpoolBarca Inglez Caroli la, Patn Nash
& C, 600 saceos ssucar masca vado.
Liverpool Brigue inglez Triaste, N. O. Bieber;
& C, 1.400 saceos assucar n ai cavado.
New-YorkBiroa ainoricana Br
telv Porstec C, 20U saceos
vado.
Bio da PralaBrigue portnguez aPauline
Irmos, 50 barricas assocar branco.
Rio da Prata = Patacho portugaez Soberbo,
Guilherme Carvalho & C, 70 barricas assucar
branco.
na barca portugiiezn Sania Cruz, entradas em 19
de selembro de 1853 ; Joaquim Anlunes da
j Silva.
B/1 caixote vasto vindo no 'rtavio JVium-
\pkanle, entrado em 19 do abril dc 1854; a
ordem,
Lelreiro1 saquinhu vasio, vindo no brigue
portnguez .V Manoel I, entrado em 19 de selem-
bro de 185; Antonio Jos de Oliveira Braga.
Sem marca1 sacro com rolhas de eorlica,
pesando 11,2a ) por arioba, tolal G$, vindo na
polaca hesoanhola S. Jos, entrado em 6 de ou-
luliro de 1851 ; a ordem.
Lelreiro2 paroles com impressos, vindos na
barca porguez Gratido, entrados era 5 de maio
dc 1855 : Antonio Ignacio do Rege Medeiros.
G & C2 caixas com rap, viudas no hiale na-
cional Lindo Paquete, entradas em 23 de maio
do 1855 ; ordem.
C1 caixote com 48 frascos com conservas
pesando 96 libras a 260 rs. a libra, total 24$960,
viudo na galera inglcza Hermione, entrado em
29 le oululiro de 1855 ; ordem.
em cumprimento da qual o escrivao Manoel Joa-
quim Baptisla fez pnaj presente caria de edi-1 |>intm a" 00 rs..'iTa'b
los com o prazo dc 30 das, pelo iheor da p0rluguezas por M
chamo, rilo
Sala das sesses do consclho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, S dn
marco de 1860.liento iox Lamenha tus, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Consellio administrativo.
O consclho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, era cumprimento ao arl.
22 do regulamento de l de dezemnro de 1852.
faz publico, que foram acceilas as proposlas dos
sen ores abaixo declarados :
Para o arsenal de guerra
Joao Jos de Carvalho Huraes40 mcios do
, sola garroliada a (5175 rada rucio.
Joan Jos da Silva 21) arrobas do arcos defer-
; ro de 1 pollegada a 22i0 a arroba, 10 dilas do
dilo de 1 1/2 pollegada a 24o0. o arroba.
, Para o meio batalho de caradores da Parakiba
do norte'.
Guimares 4 Oliveira6 resmas de papel al-
, maco, a resma a 3600, 2 raniveles de i folhaa
por I-O.ii, C garrafas de tinta prela para cscre-
ver a 480 rs-, 20 colleccoes de cartas para prin-
o idas a 60 rs., gramma-
portuguezas per Moni' -Verde, ultima odi-
eio a 1S. coi
qual, chamo, rilo e hei por citado o supplicado c&0 |$ compendios de arithmelira por Avila
..no Jos de Castro Araujo pelo conleudo na pe- ., ,;i.;0- 0 pauUs a 40 rs 2o irag|ados de es_
iiQao supra transcripta ; pelo que toda e qual-1 cr,,ia a (o ,'s
quer pessua, prenles, amigos e conhecidos do \
supplicado Lino Jos de Cistro Araujo o podero !
i fazer sciente do que cima fica exposto E 0 por- '
leiro do juizo publicar o afiliar a prsenlo no
I usar do costumo mais publico, a qual ser lam-
ben peta imprensa.
Dado e passado nesta cidade dp Recite de Per-
umbuco, aos 26 de marco dc 1860.
/(Inocencio Seraphico de Assis Carvalho.
Deciaraces.
CORRKIO.
Pela adminislracao do corrcio dosta provincia
se faz publico, qu no dia 1. de abril vindouro,
pelas 3 horas da tarde cm ponto, fechar-se-ho
as malas que tem de ronduzir o vapor costeiro
Persiniinga, com deslino i Tomndolo e provin-
B F S19 barricas com sal refinado, pesando ca do Macei.
4.180 libras, a 200 rs. a libra, total 836$, viudas
no- brigue fraucez llelem, entradas cm 18 de
mano de 1856; a B. Francisco de Souza.
A S A G & C2 caixoes com cha em latas, pe-
cumplir con la rea
las i onU
"'Vicc consulado ile Espna. "
I 1 ra a
isileira, Wha-
assucar masca-
A.
saudo 39i) libras, a l$50 por libra, total 55S,
viudos no brigue nacional Sagitario, entrado em
3 de abril de 1856 ; ordem.
B--1 caixo n. 7 com 30 latas de biscontos,
pesando 60 libras, a 260 rs. por libra, lulal ris
15?6l)0, vindo na galera ingleza Bonita, entrado
em 4 de abril de 1856 ; ordem.
Sem marca- 2 latas com cha prelo, pesando
20 libras a 1&500 por libra, total 30$, viudas na
barca ingleza Ilhuriel, entradas em 11 de abril
de 1856; ordem.
Pata
ord
en
i
1 de marzo de 1851 en lo que dice re$- orracha vuleaniaadaTaqSa'ntidad que for pos-
11 conselhoavisa aos mesmns vendedores que
devem recolheragneros cima declarados, n;
secretaria do conselhops 10 horas da manha J
dia 28 1 orn nte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 26 d
litaren de 1SG0. francisco Joaqvim Vereira Lo-
bo, coronel vojal secretario interino.
Consellio dc eoinpi'ns nteres.
Tendo de fazer-se a Bcquisico de diversos 1 b-
jeclos de material, abaixo decclarados, p; ra pro-
vimenlo do almox.nii.ido do arsenal de marmita,
manila o conselno fazer publico, que tratar dis-
so em sesso de 4 do mez de abril prximo, i
vista de proposlas em carias fechadas entregues
nesse mesmo dia at s 11 horas da manha, a-
companhadas das amostras quo raibam no pos-
sivel, cerios os concurrentes do sugoilart-m-se .1
mulla de 50 O/o do valor de cada objecto nao
entregue da qoalidade eha qu.aniilade contrata-
e de rarregarem alem disto rom o excesso
Teco, se o houver, quanto pela falla se recor-
ao mercado, bem como de serem pagos d>>
|ue venderem pela forma ha muilo em pratii a.
Obji
pecio n
subditos
alistamiento
y matricula de
espaoles en los consulados y
vice consulados de S. Al. en pases os-
tra 11 ge ros :
Invito a todos los que siendo legal-
mente snbditosde S. M. y residentes en
Porto=Bngue portnguez
& Mondes, 80cascos mi!
PortoBarca porlugueza
veira, 77 cascos niel, 1|24 couros salgados.
Rio da ProlaBriguo inglez John & Mary, A.
Irmos, 60 barricas assucar branco.
Lamlasle=Bafea ingleza Margareth, Johnslcn
Pater & C, 2,GI0saccos assucar mascavado.
I>. jii>rt:>v:".
Rio da Prata, polaca sarda Maria El iza, de
20 1 toneladas, conduzio o seguinle : = 50 pipas
ca haca, 1,271) barricas assucar.
ltio de Janeiro, hiate nacional Artista, de
239 lonoladas, 1 onduzio o seguinle: 3,148 sac-
eos nssu nr, 160 saccas algodo.
dem, brigue nacional Laura, de 218 tonela-
das, conduzio o seguinle : 2,200 saceos assu-
car, 119 saccas algodo, 100 molhos palha de
Carnauba, 20'J caixas velas de rnrnaub.-i. 3U 1-nr-
I lis azeite doce, ti caixas chapeos de Italia.
lliuiiburgo, l.iiyne hamburguez Capibariben,
de 305 toneladas, conduzio o seguinle : 1,900
barricas assucar.
Brigue Soberano, de 230 toneladas, condu-
zio o seguinte : 1,600 saceos assucar, 212 cas-
cos niel.
Hece!>iloria de rotulas internas
geraes le Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 26. 4:l19e58o
dem do dii 27.......1:027jJ82
Harmona, Azevedo Sem marca-3 boioes de barro quebrados, vin- \ este Astricto consular no se hallen roa-
sivel obter-SC.
Cabo de linho de 1/2 a 6 pollegadas, 56 pecas.
Qadornaes de ferro de 3 gomes com rod:is do
metal 2.
Cadernaes de dito de 2 ditos, e rodas de dilo 2.
Calcas dc panno azul para impelaos marinhei-
ros 4.
Chumbo em barra, 20 arrobas.
Colchos dc brim chcios de la 12.
Uobra Jiras de metal de 4 pollegadas de comori-
menlo, 50 pares,
Tardas de panno azul, para aprendizes marinhi -
corlar capim, a 2S cada ama, total 8, vindo na I fin dentro del plazo de 4 mezes de esta 1 ro.s *-: ,., ... .
hii-ci in.iinia Kinntinn rinnri nnir-iri.i m 1ii dn ir j i irardas dcditodiio, para impenaes niannlu-.-
narca ingleza i-ioannj ti ana. cnirauo im u oe publicacin .pues del contrario, Sf/run- rns \ '
junho de 1856 ; John Carrol. *, ,. ,' i ," j .'"r ,
l.etreiro-4 barris com carne de vacca cm sal- d,ul '-'al orden, este vice consulado no ; Po dc vela, 4 arrobas
dispensatn'su protecion a'los que no se!0".0 a de PBtenle. a qantidade que for possivel
i obter-se.
hayan presentado.
I'ornambuco 20 de marzo 1800
dos no mesmo bario, entrado na mesma dala ; u
Svmpalhia, B. & Oli-I ordem.
l.elreiro1 embrulho com 4 machinas para
triculados en este yice consulado a mi
cargo, a' que se presenten para' dli'5
nioora, sendo um vasio, pesando t arroba, por
3j20 ', viudos na barca ingleza Ilhuriel, entrados
em 11 de abril de 18io ; ordem.
Diamante A1 caixote com cha prelo, pesando
18.lilir.is I)J500 por libra, total 27"?, viudo na
birca ingleza Floaling Clnud, entrado em 3 de
jiiiiho de 1856; a \V. Cam.
F1 caixole com caslanhas, vindo no brigue
porluguez Trovador, entrado em 11 de junho de
1856; fgnacia Tinoco de Souza.
Sem marca2 barreas vasias por 2S, vindas
no palacho americano Levante, entradas em 17
do junho do lsr",; ordem.
l.elreiro1 calzte conlendo um parrofo que-
brado, viudo na barca nacionol Thereza I, entra-
do em 17 de jurho de 1856 ; 5 J. M. de Albu-
querqiie Gragcl.
Diamante C1 barril cora 25 medidas de azeite
dc peixe a G'r) rs. por medida, total 15?, viudo
mi palarho ingle/. //. Cruirem, entrado em 1 de
agoslo de loo : J. Carrol.
X i caixas com are
a 4,? por arroba, total
marzo
Juan Anclada Hijo, vice-consul.
O lllm. Sr Dr. Chota de polica manda fa/r
publico, que foi preso pela subdelegada do 1."
districto da freguezia de Jaboalo, e acha-se
recolhido ao quartel dc polica, um moleque de
nomo Bernardo, que representa ler a dado de
qualor/.e anuos, o qual deelarou ser esrravo de
Manoel Antonio de Souza Villaca, morador no
lugar da Palmeiru em Garanhuns, e que vindo
para esla cidade em companhia do Senhor, esle
o deixara aqui em casa do urna pessoa, cujo
nomo nao sabe dizer, para ser vendido ; sendo
que fugio da casa dessa pessoa
Secretaria da polica de Pernanihuro, 22 de
marco de 1860.O offichl servindo de secreta-
rio.Jos Xavier Faustino llamos.
Pela contadoria da cmara municipal do
otes, pesando 39 arrobas Recife so [ publr0 ,,ue no flm do corrente me/
1209 viudas no brigue ge termil,a 0 ai0 para 0 pa
45:117$407
Consulado provincial
Rendimento do dia 1 a 26.
dem do dia 27. .
61-79S368
2;884760
6:6:!i:l7
Movimeptp do porto.
Aacio sabido no dia 26.
Monte-Video Brigue nacional Infeliz, capito
Bento Jos Pereira, carga assucar e mais g-
neros.
Savios sahidos no dia 27.
Valparaizo Loare brmense Theinis, capito A.
Schentt, carga assucar.
73
C5
O.
I
Horas.
* -
v-
-
c
Atmosphera.
Direccao.
7>
00
Inlensidade.
Praga AS TRES HORAS l)A TARDE.
Cotacoes oflitriaes.
Descont de letras11 e 15 0[0 ao anno.
George Patchell Presidente.
Uubourcq Secretario.
novoTanco
DE f
PBRHAMB11GO.
EM 27 DE MARCO DE 1860.
O Banco desconta na presente semana a 11 por
cenlo al o prazo dc 4 mezes, e a 12 por conlo
al o de 6 mezes, c toma clinheiro em conlas
correnles simples ou com juros pelo premio e
prazo que se conrencionar.
-* ce ce -1 lo 1 1 Centgrado.
N3 ^-4 re ce Ce 4 ce rs o i- " Beaumur.
oc ce 55 Fahrenheit
-4
O
ce
llygrometro.

en
OS
en =
O
Barmetro.
I
c
ce
Se
ll
> C
OS V-
2
o terral e
A noite clara, vento SE, veio para
assim amanheceu.
OSC1LI.ACAO DA M.\nK.
Preamar as 8 h 6 da manha, altura 6.0 p.
Baixamai as 2 h 18 da larde, allura 1.25 p.
Observatorio do arsenal de marinha 27 de mar-
co de 1860 ViKc.AS Jnior.
Editaes.
Alf.in.leia.
Rendimento do da 1 a 26. .
dem do dia 27......
Movimsnto da "al Ti mi osa
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos cora fazendas
com gneros
O Dr. Anselmo francisco Perctti, commendador
da imperial ordem da Rosa, e jui/. de direito es-
pecial do comraerrio da provincia de Pernam-
3'8.978[786 buco, o seu termo, por S. M. Imperial, que
23.88>)J>167 Dos guarde, ele.
(------------~ Fago saber aos que o presento edital virem e
362;85&953 : delle* noticia liverem, que a reqnerimento de
Henry Gibson acha-se .iberia a fallencia de Ca-
minha Irmos & C, pela sentenca do Iheor se-
guinte :
Tendo os commerciantes eslabelecidos nesla
cidade com a firma Caminha, Irmos &C, aban-
90 donado a sua loja sila na ra do Livramenln n..,
e cessado assim os seus pagamentos, declara a
131
292
------ 423
porluguez Esperanza, entradas em 29 dc oulu- I
bro de 1856 ; Jos Alves Xavier.
A o C8 canasiras com eMtanhaa por 610 rs.,
vindas no brigue porluguez l.nia II, entrado em
9 do setembr dc 1856; a Luiz Jos da Costa
Aniorim.
Sem marca1 espingarda de um cano por '#,
entrada em 8 de Janeiro de 1857 ; ordem.
Sem maresi barricas, sendo 1 c un 32 garra-
fas de cor vejo rom 8 medidas a 72D rs. por me-
dida, total 6#760, e 2 ditas vasias por 23 rs vin-
das na.barca ingleza ladro, entradas cm 7 do fe-
vereiro de 1857 ; ordera.
MIOB1 caixo comparas era mo estado,
vindo no brigue portnguez S Manoel l, entrado
em 20 de marco do 1857 ; ordera.
61 1/2 arrobas de ge>so, a 160 rs. por arroba, i
total 9)380, vindo na barra franceza Custave, en-1
irada em 12 de fevereiro de 1857 ; J. Soum.
M F & I.3 barricas com macarro em mo es-
tado por 39, vindas no brigue francez Parahiba,
entrado em 20 de agosto de 1857 ; Deslibeaux.
til)3 caixas com pastithas seceos de "roelas,
vindas na baria franceza Savanilla, entrada em
23 de fevereiro do 1858 : Deslebeauz.
M & C P1 gigo com 10 garrafas de medica-
mentos, pesando 20 libras a 2-3 por libra, tolal
40;?, vindo na bcrca franceza Carmen, entrada
em 12 de dezembro dc 1S57 ; Meuron C.
A&C12 caixas com 114 garrafas de medica-
mentos, pesando 228 libras a 23 por libro, total
465t. vindas na barca franceza Aaelle, entrada
em 19 de agosto de 1858 ; ordem.
D P1 barril com vinho portnguez commum,
com 16 medidas a 480 rs. por medida, tolal ris
7$880, viudo no brigue porluguez S. Manoel I,
entrado em 15 de oulubro de 1858; ao Dr. Jos
Pereira da Costa
C6 barricas, sendo 3 com 350 garrafas de li-
monada gasoa, pesando 350 libras, a 500 rs. por
libra, tolal 175J, e 3 ditas cr m 140 garrafas va-
sias. pesando 70 libras, a 06 rs. por libra, tolal
4>620, vindas na barca ingleza Hermione, entra-
da em 10 de Janeiro de 1859; ordem.
Armazem n. 11.
C/ diamante123 ancorlas com figos, sendo
112 com 88 arrobas, c 11 dilas em mo estado,
por2112i)0, vindas no brigue nacional S. Jos,
entrado cm 19 de fevereiro de 1859 ; i Jos An-
tonio da Cosa Irmo.
M C M1 barril com 2 presuntos em salmou-
ra, pesando 2 libras, a 133 rs. por libra, total
49192, viudo no mesmo navio, entrado ua mes-
ma dala ; Manoel Correia de Menezes.
dem6 ancorelas com azeitonas, pesando 2
e meia arrobas a 1{) por arroba, tolal 250, vin-
das no mesmo navio, entrado na mesma data ;
ao mesmo.
Alfandega de Pernambuco, 20 dc marco de
1860.O inspector,
Beno Jos Fernandes Barrot.
Pela nspec^o da alfandega se faz publico,
que exislindo em deposito em armazem alfan-
degado de Prxedes da Silva Gusmo, a reque-
rimcnlo de Barroca & Castro, desde 2 de julho i jectos seguinles
pagamento, sem mul-
ta, do imposto municipal sobre eslabcleciraen-
j tos.O contador, Joaquim Tavares Rodovalho
Novo Banco de Pernambuco
0 Banco paga o quarto dividendo na razo de
105i00 por aeco.
Acha-se recolhido casa de detenco o pre-
lo Jofio, que diz ser escravo de Francisco Apri-
gio de. Vasconceilos Branda, moradar na villa de
S. Joo : portanto, quem for seu senhor, dirja-
se este juizo, que provando Ihe s?r entregue.'
Subdelegada da freguezia do Santo Antonio, -2[
de marco de 1860.Antonio Bernardo 'Juintciro, i
subdelegado supplenlo.
Pela delegacia de polica do lermo do Cabo, l
se faz publico, que se acha recolhido cadeia
daquella villa, os escravos seguinles : Chrislovao,
crioulo, pertcncenlc ao Exm. Sr. Dr. Porte I la,
lendo fgido do engenhn Algoduaes ; Joo, ca- \
lira, pertenecnte o Jos Antonio de Figueredo,
do engenho Bom Succcsso, que fica entre Tini-
buass O capilo, Jos Pereira Teixeira.
Capitana do porto.
De ordem superior se faz publico a seguinte
circular:
1 secc,ao.=Palacio do governo do Maranho
10 de mareo de 1860.
lllm. e Exm. Sr.=Tendo sido arreado o rrachi-
nismo do anligo pharol da Iha deSant'Ann, afim
de ser enllocado no que all se esl edificando, as-
sim o participo a V Exc, rogando se sirva de o
fazer publico nessa provincia, na certeza de que
logj que o novo pharol esleja concluido e Ilumi-
nado me npressarci em dar disso conhecimenlo a
V. Exc. Dos guarde a V. Exe., lllm. o Exm Sr.
presidente de Pernambuco.=0 presidente, Joo
Silvcira de Souza.
Conforme=4ntonio Leile de Pinho.
Circular.=1." seceo.Palacio do governo do
Maranho 15 de marco de 1960. = lllm. e Exm.
Sr. =r Em additaraenlo ao meu ollkio do l.'do
correle, remello a V. Exc. afim de que se sirva
de dar Ihe toda a publicidnde nessa provincia o
incluso annuncio, pelo qual se previne a navega -
cao que foi arreada o machinismo do pharol de
Sant'Auna, em consequencia do mo estado do
edificio. Dos guarde a V Exc, lllm. c Exm.
SY. presidente da provincia de Pernambuco. ti
presidente, Joo Silveira de Souza.
Pela delegacia de polici do lermo de Olin-
da se faz publico, que no dia 2 ido corrente, pe-
las 10 horas da noie, foi entregue nesla delega-
ca pelo subdelegado do 1. dislrioto desta cida-
de, um menino por nome Justino, pardo, de fda-
dc de 7 anuos, pouco mais ou mono?, diz ser es-
cravo, o que foi seduzido no Recife por urna
preta qne o conduzio para o Rio Doce, onde foi
enconlrado pelo respectivo inspector daquelle
quarleiro, o remctlido subdelegada o mencio-
nado Justino. Olinda 27 de marco de 1860.
Caelano Filijueira.
Conselho administra tivo.
O conselho administrativo, para fornecimenti
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
------283
de 1857, 700 pedras para moinho. viudas da
Ilha de S. Miguel na escuna porlugueza Roi-
nlia dos Acores ; pelo presente sao os mesmns
referida firma em estado de quebra e fixo o lermo avisados a vir dcspachal-ns do prazode 30 dias
legal da sentenca desta a contar do dia 15 do fe-
vereiro prximo passado.
Noracio curador fiscal ao credor Henry Gibson
o depositarios interinos aos credores Ro.-tron
Rooker & C. o prestado pelo primeiro o jura-
mento do estylo, e assignado pelos segundos fer-
ino de deposito, o escrivao remetiera copia desla
ao juiz do paz competente para a apposic.o de
sellos, que ordeno se ponham em todos os bens
livros e papis dos fallidos.
Feito o que e publicada a presente senlenca
nos termos dos artigos 812 do cdigo commcrciol
e 129 do regulamento n. 738, sero dadas as sub-
Descarresrara hoje 28 de marco.
Galera fr.inceza=rBerlh=mercadorias.
Barca americina Expresse Therese farinha,
breu e banha.
Barca sarda=Paulo=niiversos gneros.
Rriguc portnguezPlorindadiversos gneros.
Brigue austracoTriestefarinha de trigo.
Importaban.
Brigue Inglez Govard, vindo de Liverpool,
consignado a Paln Nash & C.a, manifestou o se-
guinte :
35 barriquinhas alvaiade, 10 dilas nrzarco, 20
ditas breu, 15 barris oleo do linhaca, 100 dilas
banha de porco, 159 volumes fazendas de algo-sequcnles providencias, que o sobredilo cdigo c
do, de linho ; aos consignatarios. I regulameoto prescrevem.
contados desla data, findo o qual serio arrema-
tadas em hasta publica de conformidade com o
art. 274 do Regulamento, sem que em tempo
algum possam reclamar contra o effeilo desta
venda. Alfandega dc Pernambuco 20 de marco
de 1860. O inspector Bento Jos Feruands
Barros.
O Dr. lnnocencio Seraphrco de Assis Carvalho,
juiz municipal supplente da primeira vara nes-
ta cidade do Recife de Pernambuco, por S. M.
I. e C. o Sr. [). Pedro II, qno Dos guarde, ere.
Fncn saber aos que a prsenle cart de edilos
virer c dola noticia liverem, qk->'Manocl IXiar-
te Rodrigues-oie dirigi a policio do Iheor se-
guate
Part o 10 batalho de infantaria.
1169 botes grandes de metal bronzeado com
on.lO; 747 ditos pequeos do mesmo metal
bronzeados com o n. 10 ; 211 esleirs dc palha
de carnauba.
Para provimento dos armazens do almoxari-
fado do arsenal de guerra.
300 grosas de boioes pretos de osso.
Para a botica do hospital militar.
Alambique de folha de Flnndres.de duas rana-
das 1 ; acido oat:n*Q-^~fe>ijfr*'%'' estrellado,
libras 2; ^2&j*BJJH^VV^l'W* rnfcdores, eovi-
dos- l-: SHHPVpV'^03 2 ; casen ci a de
salsa paFrilhs, viJros 2; essencia de rosas, onca
1 ; enxofre dourado de nntemonio, onras 2; ex-
tracta de Rliuibarbo, oncas 8; funil oe vidro de
1 libra t ; dito de dito de 2 dilas 1 ; flor de ro-
sas, libras 2 gramma. arroba 1 ; iodo, onc.as 4 ;
liodxreto dc enxotar, cnc/s 4 ; jarra de barro pa-
Garrafa de ferro 1
Linha do barca, 5 arrobas.
Lona ingleza estrila, 100 pecas.
Lences de brim 18.
Na ralbas de martnheiros 100.
Pennas d'co 5 caixas. *
Pregos de ferro de 5 pollegadas, costado 2 bar-
ricas.
Sola inglaza preparada 50 nieos
Sapatos para marinheiros, 12 pares.
Hilos para aprendizes matinlitiios, 10 pares.
Sondaroza, 4 pares.
Sacatrapos para gazmia 4.
Tornos de ferro grandes 6.
Tarrachas completas com macho e desamoador,
1 jogo.
Travesseiros de brim cheios de la 12.
Vidros coloridos e ovados 16.
Zarco 5 arrobas.
Sala do conseibo de compras navaes, em 26 de
marco de 1860.O secretario.
Alexandre Rodrigues dos ,\njos.
Pela recebedoriade rendas internas genes
se faz publico que o prazo da cobranei no domi-
cilio dos conlribuinles ao imposto de 20 por
conloe do especial de 80j, relativo ao Io semes-
tre do exeicicio correle, linda no ullim'o desle
mez, depois do qee seguir-so-ha a cobranca exe-
cullva. ReiebJoria de Pernambuco 26 de mareo
do 1860.O administrador. Manoel Carnciro de
Souza I.accrda.
O conselho econmico do S" batalho de
infantaria precisa conlratar o fornecimento dos
gneros abaixo mencionados nos 3 mezes vin-
douros a saber : paos de 4 e Gj8, caf muido ou
em grao, assuear refinado, manteiga franceza,
carne verde, dila socca, bacalho, feijo, fari-
nha, arroz, loucinho, azeite doce, vinagre e li-
nha, as pessoas que se jolgarem habilitadas a fa-
ze-lo dirijam-se a societaria do mesmo batalho
no da 29 de marco corrente pelas 11 1|2 horas
da manha a apresenlarem suas proposlas. Quar-
tel do 8o bxlalho de infantaria ua Soledade 26
de mareo de 1860.--Vrislides Ballhasar da Sil-
vcira, alteres secretario.
Cnpitinia do porto.
De ordem do Sr, chefe da diviso e capilo d;>
porto, faz-se publico a navegaeo, que foi ar-
reado o machinismo do pharol dc Sani'Anna. em
consequencia do mo oslado do edificio, confor-
me os annuiieios dessa re;>arlico de 3 de se-
lembro do anno possado, e 10 dc fevereiro ultimo;
e oportunamente so marcar o dia em que deve
principiar a funcionar o que se e-i con-iruindo.
Capitana do porto do Maruho 9 de marca de
1860.=No impedimenta do secretario, ftayinun-
do Queriiio Bcnfica. Conforme, Anlonco Leile
de Pinito
Capitana do porto de Pernambuco 23 dc mar-
co de 18S0.=No impedimento do secretario,
Francisco Firmino Mor.leiro.
Tribunal lo Coinmcrco.
Por esta secretaria so faz consiar, que por mu-
lla convenco de lodos os socios da firma de
Jos Antonio Moreira Dias & C, se permilto a
retirada do socio Jos Antonio de Azevedo Sen-
tos Jnior, lendo recebibo o seu capital, segundo
o bulanco procedido em 30 de dezembro ultimo,
litan io o sobredito Azevedo Sanios desoneredo
de toda e qualqucr responsabilidade social.
Secretaria do tribunal da commercio de Per-
nambuco 21 de moren de 1S60. Dinnmerico Au-
gusto do llego Bangel, official maior interino.
Tribunal do commercio,
Tor esli secretaria se faz publico, que nesta
dala fica regislrado no competente livro o cen-
Irato social cm nome colleclivo e roromandilo
que Qzeram Leal & Rorgcs, da qual so socios
solidarios Manoel Rodrigues Fernandes Leal e
Joaquim Jos Pereira Borgcs, Porluguezes. iro-
radores e eslabelecidos rom loja de fazendas na
ruado Livramenlo n. 4; devendo durar tres an-
nos, a contar do 1." de Janeiro do corrento, com
o capital de 10'.000$, fornecidos seis pelo socio
co.nmandilario, e dous por cada um dos oulros.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco. 24 de morco de 1860.D. A. do /lego
Bangel official maior interino.
Tribu na I to commercio
Por esta secretaria se faz publico, que na data
infra foi competentemente registrado o controlo
de sociedade em nome colectivo o em eomnmn-
dila que fizeram Antonio Marques de Aniorim,
Joo Baptisla Fragoso e Jos Antonio dc A/evi d
Santos Jnior, serios so/idarios, c varios co*n-
mandtarios, cm 6 do corrente mez, com o en li-
ta/de mil contos de rejs, fornecidos 150 conios
por aiuetles, e 860 por estes : devendo a mesma
sociedade, qae leve principio no 1." do referido
mez, durar tresannos, sob a firma dc Amurim,
Fragoso, Santas & C.
Secretaria do tribunal dn commorcio de Per-
nambuco 23 de marco de 1860 =t)inamcrico Au-
to do Bego Bangel, official maior interino.
Pela delegacia de polica de Iguarass. se
ILEGVEL
- c.


')
tai publico que su acha preso a cadeia du termo,
o cnoulo Iguicio, que diese ler fgido de-seu so-
nhor, Podro Ferroira de Almcida, do lugar Ria-
cJiao, na freguezia de S. 'Bento de Gnranhuns.=0
alteres e delegado, Antonio Jos fibeiro.
Pili administraco do correio desUi cidade
se faz publico a quera Lnloressar possa, o artigo
10 das instiiicces que pelo ministerio do impe-
perio foram iransiuitlidw directora .geral dos
eorretos com o aviso de 16 de dezccnbro do an-
uo passado, cuja rigorosa execucao dev-ev ler lu-
gar do 1." de julho do cerrente'anno ein diante :
Art. 10. As carias segaras deveru, alm dos
irais requisitos exigidos pelo regiamcnlo, ser
fecha las com lacre de urna s cor, era dous ou
mais lugares isiveis, e os fechos sellados com
silicio partioular do uso do segurador, tomndo-
se quaesquer oulras cautelas que a experiencia
for indicando corno nocessarias, e forera ordena-
das pelo direlor geral. Correio de Pernambuco,
12 de marco de 1800.O administrador, Domin-
go* dos Paseos Miranda.
DIARIO DE TERNAMBUCO. (JUARTA FEIRA 28 DE MARCO DE 1860.
Avisos niarilimos.
Cear
. no dia 31 do me?, corrente o hiale Camoet, an-
da recebe carga : a tratar com Caetanu Cyriaco
da C. M ao lado do Corpo Santo n. 25.
Para allha de S. Miguel
n escuna flainha dos Aeor'ts, seguir ate o dia
10 de abril, nao recebe carga da praca e s sim
passageiros : a tratar na ra da Cadcia do Reci-
te n. 4.
LISBOA F. PORTO.
Traten le seguir com inulta brevidade o veleiro
o bem conhecido brigue portuguez Hnmonia,
tem p.nle do seu carrpgmcnto promplo : para o
resto que Ihfl falta e passageiros, para os quaes
tem excellonlcs caminlos, lrala-se rom os seus
consignatarios A/.evedo & Mendos, no sen es-
crptorio na ra da Cruz n. 1, ou com o capilo
Ain.Udo Fernandos dos Res,
Porto.
A bem conhecida barca portugueza cSympa-
thia, por sua cxcellen(o marcha e cooslruccao,
acha-se proposla a lomar carga o passageiros,
que se destinem ridad^do Porto, par onde
tem Je seguir Preveniente : os prelendentes. de
urna mi outra cousa, enioudam-se cora os consig-
natarios, ra da Cadcia do Recite o. 12.
Rio de Janeiro.
A barca nacional Planeta voi seguir breve-
mente : quem na rnesma quizer carregar o res-
la da carga que falta, entenda-se com os cousig-.
alarios Bailar & Oliveira,
Para Lisboa
vai seguir com muila presteza o bem conhecido
le portuguez Constante, capito Angosto
Carlos dos Reis : quem no mesmo quizer carre-
i ir de passagei, dirjase no consignatario
Thoraaz Je Aquino Fonseca. na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Para o Aracaty
un brevidade o hiato Sania Rila, j tm
a maior parle da carga : para o resto. Ira (a-se
MarliusA Irmo, ra da Madre de Dos nu-
nuro 2.
Lisboa c Porto
Vai sahir brevemente a muito veleira
e b.'rn conhecida barca
quem pertencer -o agente liyppolito
vender'em leilao 1 caixa DC&C n. 52,
contando 40 duzias de camisas de algo-
do a vaciadas & bordo do navio francez
Pernambuco, cagito Corduan, tendo
lugar o leilao no armazem alandegado
no caes de Apollo casa de Jos Antonio
de Araiyo:.qnDta-feira 29 do uorrente
as 11 horas em ponto.
Consulado de Franca.
Leilao
A requer ment do Sr. Dr. Jos Ber-
nardo Alcoforado e por ordem do Sr.
cnsul de Franca, o agente Hyppolito
fara' leilao por conta e risco de quem
pertencer, e em presenca do mesmo se-
nlior cnsul, de urna caixa mar^a JBGA
n. 4 contendo dous grandes espelhos
avariados no navio francez Pernambu-
co, capito Corduan : quinta-feira 29
do correnteas 11 horas em ponto no
caes d'Apollo armazem alandegado ca-
sa do A tanjo.
Csnsiilado de Franca
rento, s 10 horas da maniaa.
ra da Cadeia do Recife.
no scu aimazein,
c^a
A 30 do corrente.
O' Donnell, capito do navio inglc-z Johon &
Lucy, far leilao por inlervenco do preposto do
agente Oliveira, com aulorisaVo do lllm. Sr.
inspector da alfandega dcsla cidade, era presenca
do agente de Loydes, o por conta e risco de
quem pertencer, de urna excelente machina A
vapor para seriar, 1 ancora c 2crrenles de fer-
ro de 2 pollegadas de grossura e 105 bragas do
compnanento cada una, salvados do supradito
navio, naufragado no lugar das Carcas em outu-
bro de 1859 : soxla-feira 30 do correte s 11 ho-
ras da manha, no armazem alandegado do Sr.
Araujo no Forte do Mallos.
Avisos diversos.
A0S SUS. ASSIGXANTES.
0 pagamento da sufosciipeao dcste
Diario esta cidade, na de Olinda, e
arralialdcs, deve ser fcita vista de re-
culos impressos, com a quantia lambeiii
impressa. Os recebedores nunca csti- arabas ascandas, muito reg
,vci'ainncm estao authoi'isadosanas-h"ul'osdecarrciro c cano,,ro; qcm os pegar,
lanuu-iMnlne ., ..,.._ lraga a ?" B. Teixeira de Araujo e Silva,
Perdeu-se na notte de sexta-tena
25 do corrente da ra larga do Rosario
at a igreja do Corpo Santo, urna pul
seira de ouro: quem a achou querendo
restituir pode ir a'ra larga' do Rosario
n. 28 primeiro andar, que se dar' os
signaes e se recompensara'.
Vendo-se um bonito escravo crioulo, de 22
annos de idade, muito reforcado do corpo e pos-
sante, proprio para servico d"e campo; bom pa-
deiro e canoeiro, tora algurn principio de car-
riintoiro : no pateo do Terco o. 32.
= Vende-so un cavallo mellado, muito novo
o, grande, proprio q.ira carro : a tratar no pateo
do Terco, casa n. 33,
Vendo-se um escravo moco e robusto, co-
zinheiro e boleeiro ; os prelendentes dirijam-se
a ra Dircita n. S8.
A 5 de marco de 1860 fugiram Joao e Vi-
cente, lendo ambos levado fouces de mo, os
quaes IIveram bexigas e conservara as marcas;
o primeiro levou camisa c ceroula de algodo
azul, chapeo de palha, lem 40 annos de idade
altura regular, cabellos ralos, testudo olhos
brancos o amortecidos, sem barba, denles per-
feilos, muilo pintado, bracos e pernas finas, que-
brado de urna verilha, e muilo bosta : o segundo
levou camisa e calca de algodo de riseado, lem
30 anuos da idade, altura regular, testudo, olhos
vivos e vermclhos, sem barba, denles perfeitos,
bracos c pernas finas, ps pequeos, leu marcas
de chicote as nadegas, lem unjas cicalrizes em
ambas
na
LEILAO p>
,A requerimento dos Sr. Vaz & Leal
e por ordena do Sr. cnsul de Franca e
em sua presenca o agente Hyppolito da
Silva fara' leilao de urna caixa marca
ViL n. 2S8, coftendo !5 duzias de cri-
nolinas diversas, avariadas no navio
francez Pernambuco, capito Corduan,
e por conta e risco de quem pertencer :
quinta-feira 29 do corrente as 11 horas
em ponto no armazem alandegado no
caes d'Apollo do Sr. Araujo.
LEILAO
DE
Courodelnstrc
O agente Hyppolito fara' leilao em
seu armazem,sito na ra do Imperador
n. 11 C. de 5 caixas com couros enver-
nisndog: sabbado 31 do corrente as 11
horas em ponto.
Teixeira de Araujo
que ser bem recompensado.
Aluga-se urna ptima cscrava, a qual cn-
gomma, cozinha e cose : na ra da Praia, pri-
meiro andar n. 43.
Atteiico.
Roga-sc aos Srs. capito Cardoso o tenente Tei
xeira do 8." batalhao a bondade de declararem
por este Diario qual o mo trato que receberam
da officialidadc do 10." batalhao. durante o tem-
po que esliveram adidos ao referido batalhao nu-
mero 10.=Um curioso.
Oirerece-so um rapa/, portuguez para cai-
xeiro de qualquer estabelecimenlo, o qual lem
praticn c da (iaJor a sua conducta : quem quizer,
dirija-sea pracada Boa-Vista n. 10, que achara
com quem tratar, ou annuncie por esta follia.
Manoel Antonio dos Santos Fontcs relira-se i
para Portugal, levando em sua companhia ous
alilhaJos, sendo um Jos Ferreira da Cosa, e i
Candida, ambos de menor idade.
Jo.- Rodrigues do Passo, inventariante dos
V ;.?3,IS "m- cspe('l.e1 de J "- I bens de sua finada mal 1). Mana Rosa dAssu.np- !
; l, a,X1 Prcser ,"""eira V1Sl.a '"" P}' ci> P8880U residencia para o terceiro andar
' t trVla 3 "m ,na.Pcraf elerla ; ola- j0 sobrado n. :il da na da emperatriz : po.lanlo
\tl?*mX??%lZ C'I,ir=flI,V,1r'H H" devodoresde foros de terrenos pertcncentes a
Sril' nf a,a de so'tm(a d" ou heranca ou os de dividas, assirn como os credo-
Mmato? ?, =nV ii\? r"" v e" CaV"'!l" res deve,r, alli acha-10- isl oprazotlpiadias.
ao major Joao do Rogo Rarros Falcao : quem o po|S lem d(! so fechar 0 nvcnlario. Recito 27 d
marco de 1860.
sar recibos manuscritos, ncm a ciucn-
par quantias a seu arbitrio.
-- Nesla typogra-
lia precisa-se de
compositores ly-
pographicos.
Furtaram do engeiiho Ramos, na noile do
dia 2 ou na manha do dia 25 do correnle mez,
um cavallo russo, grande, bonito, ardigo e cas-
trado, lem os dous cascos das maos pelos e dos
ps brancos. marcado com dill'ereutes ferros, en-
tre tiles o de ( I prolongando-se urna linha recta
longa sobre o lado superior cora a forma de um
S na extromidade
COHPAMHA PERXAMBOXA '
DE
Navegado costeira a vapor
i
O vapor Persinunga, commandante Lobato,
sane para Macei, cora escala por'Tamandar,
Barra Grande, Porto de PedraseCamaraglbe, do-
mingo 1. do abril s 6 horas da tarde. Recbe-
se carga at o dia 30 de larde e encommendas
ato 31 os 4 horas da larde.
Maranho e Para.
^ patacho Alfredo, capito e praticn Manoel
Iva Santos, segu com muita brevidade aos
sindicados: os sniores que nelle quize-
rein carregar, queiram declara-h al o fim da
presente semana, no escriptorio dos consignata-
rios Almoida Gomes, Alvcs & C.. ra da Cruz
lero 27,
Quinta-feira 29 do correnle.
O agente Ca margo fara' leilao neste
dia as i 1 boras da manbaa no armazem
da ra doAmorim n. 19
DE
Cento e tantas saccas com milito.
LEILAO
COMPANHIA BRASILEIRA
PAQUETERA VAPOR.
O vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
lao do mar e guerra Gervasio Mancebo, es-
pera-so dos portos do 3ul em seguimeulo aos
do norte al o dia 29 do correnic mez.
Recebe-sc desde ja passageiros,frete de dinhei-
ro e encommendas e engaja-sc condicionalmen-
te a carga que o vapor poder condu/.ir, sendo os
vo.umes despachados com antecedencia alea
vespera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
t he n. 40.
r
Qnarta-feira 28 do carrate.
PELO AGENTE
Falco
pegar o poder entregar em Pao d'Alho a'senho-
ra do mesmo major ou nesla cidade a Joaquim
Bernardo de Mendoiira, que ser bem recom-
ponsado.
_\ citrino Jos de Souza Travassos
Jnior agradece cordialmenle a todos os
seus amigos que se diguaram assis'ir ao fu-
neral de sua prezada esposa Josepha Ame-
lia Campello Travassos : e convida tos mes-
nios amigos e aos que nao poderara assis-
lir aquello acto para a missa do seiimo
da na matriz da Coa-Vista ;is C horas da
mauhaa do d:a 29 prximo.
vmtmmmmmkmm
U abanto assigiauo relideiro do engenho
Sernnba, sito na fregqezla de Nossa Senhora da
Gloria de Goil, comarca de Pao d'Alho, avisa ao
publico que Simplicio Jos de Andrade, proprie-
lano do mesmo engonlio, se acha de posse de
i cinco letras Bateadas pelo abaixo assignado a seu
favor, da quantia, cada urna, de quindenios mil
ris, urna j vencida era raaio prximo passado,
outra a vencer-se em raaio prximo futuro, c as
mais a venecrem-se de rnaio a maio al scssenla
e tres, sendo que o abaixo assigdado nao pagou
a letra j vencida porque havendo condicoes de-
claradas na escriptura para o rendeiro fa'zer cor-
las obras indespensaveis e botar ferragem de
moenda e tachas, occorre que o abaixo assignado
ja lem feito obras irapor'aiiles para poder moer
o engenho equivalente a importancia de tres ou
mais letras, que oslando acabadas acharn-sesu-
jeilas as condicesl da escriptura, pois iiolla de-
Clara-se que ser descontado seu importe nos
priraeiros pagamentos da ronda ou das letras que
Ihe sao provenieno ; e como me consta
mesmo Sr. Simplicio
masd
Ama deleite.
Precisa-se de um ama de leile sem filho :
ra da Cruz do Rece n. 64.
= l'erdeu-se na noile de sexta feira de Passos
na occasio de so ver os passos, urna pulceira de
ouro : quem a tiver adiado e quizer a restituir,
dirija-se ra da ra da Cruz do Recife n. 61,
que se dir os signaos da mesraa, c se gratificar
bem.
Precisa-se de ura caixeiro de 14 a 16 annos
com pralica de taberna, que de fiador a sua con-
duela ; dirija-sc ao piteo do Terco n. 12.
= Antonio Marques de Amor'im faz publico,
que no da 21 do corrente foi rccolhida em seu
sitio na Ponte de Uchoa urna prcla velha por
nome Anna, era estado de embriaguez e mordi-
dida por uns caes. O seu estado nao permiltio
obler della iuformaco alguma que indicasse se
era livre ou cscrava. Tendo sido cuidadosamente
tratada acha-so quasi reslabelccida, mas apenas
sabe dizer que pcner.ee a urna senhora viuva,
moradora na ra do Collegio, e por sso se faz
o prsenle annuncio para que a pessoa a quem
pe lenca a maride buscar.
O bilhele n. 330 da lotera da Via Sacra foi
vendido na loja n. 48 do abaixo assignado lera
posloa venda os da quarla parte do Gymnasio
que lera de correr a 4 de abril.
Bilhele.... GgOOO
Meio....... 3J000
de OOJ para cima a 53500. .
Autunio daSilca Guimares.
Attenco.
Acha-so na roa do Brum, urna tonda de for-
re iro que se uiTercee ao respeilavcl publico, a
fazer todas as qualidades de obras, coraosejam :
lerros econmicos para qualquer casr. do. familia,
do todos os procos e tambera grade para varan-
dasf porles o qoaosqner encommendas perlen-
conle n ferrriro e scrroUioiro, com a muior bre-
vidade possivel : a tratar na mesma cora Pedro
Das dos Sanios.
Antonio de Drurninorid, e Dr. Joao Ne-
pomuceno Dias Feruandes e f.uiz Francis-
co Fontoura l.ima, agradecem cordialmenle
a todas as pessoas que se dignaram acom-
pauharao ultimo jazigo os restos moraos
de seu prezado irmo, cunhado e primo o
Dr. Josii do Vasconcellos Menezcs de Drm-
raorid, o de novo Ibes roga de assislirom a
una missa que pelo descanco eterno de sua
alma mandan) celebrar no dia 28 do cor-
rente s9 horas da raauhaa na igreja ma-
triz da Roa-Vista.
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Agencia de passa-
portccfolha corrida
Claudino do Rogo Lima tira passaoorle para
dentro e fura do imperio por commodo proco e
presteza : na ra da Praia n. 43, primeiro andar.
= Vendo-se urna casa terrea sita na ra da
Gloria : a tratar na ra do Sol, casa terrea junto
ao sobrado, de manha at as 8 horas, e de lar-
de das 4 em diante.
numero 8
cija o
Raalas em gigos de 40 libras a 800 rs t
amarello a 13 o 14$O sacco.
Escrava.
Na ra da Cadcia do Recife, primeiro andar,
n. 28, vende-se urna cscrava muala de 16 a 18
annos.
Velas de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife n."28, vendem-se
encllenles velas de carnauba Qna.
Cera de carnauba, sebo refinado e lio
de al^odao.
Contina a vender-se no largo da Assemblca,
armazem n. 9.
io lem querido no
\w: o
ociar algo-
REALCOMPANHIA
DE
P.iqueles inglezes a vapor.
Al o di.i 29 desta mez espera-se da F.uropa o
vapor Magdalena, commandante R. Rivelt, o
qual depois da demora do cosime seguir pura
o Riodc Janeiro tocando ni Bahia, para passa-
gens etc., trata-so com os agentes Adarason Ho-
wie C, ra do Trapiche n. \.
Flor de S. Si mo
Por despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio a requerimenlo dos deposilarios da
massa fallida de E. II. Wyalt, o. referido agente
vender em leilao publico rio dia cima determi-
nado e pelas 10 horas da manha
Urna factura de ferragens e cutilerias, composla
de 50 volumescomo da nota em mo do agen-
te na importancia de 7:670S525, a qual pode
ser examinada pelos prelendentes a toda a oc-
casio.
LEILAO
DE
Chapeos do Chyli.
Aranaga Hijo Si C. farao leilao por
inlervencao do agente Hyppolito da
Silva, de urna escollada poicao de cba-
pe'osdoCbyli, sendo que sejam os m is
finos que tem vindo a esta pra$a,e para
este im convidara a todas aquellas pes-
soas que negociara com esta 'azenda ele
cotnparecem em seu escriptorio sito na
ra do Trapiche : sexta-feira 30 do cor-
rente a$ 11 horas em ponto.
pessos
negocio arguni. pois unas letras so serao pa_
com alleneo as despezas feitas por raim. levan-
do-sc em conla o valor das despezas. Engeuho
Serrinha 20 de marco de 1860.Joao C. de Lo-
mos e VasconcelUs.
Ai
Uia Dircita n. 83
de ama-
lellas, avsatelo presente a toda e qualquer Clll VClltc pintada
a a quem forera ofTerecidas, que nao faram ,
:io algum, pois ditas letras s serao pagas, Vl'lll).
Armazem de fazeii(las|
c modas

t\
Corles do vcslidos pretos de todas as qua-
lidades.
Ditos de seda da cores.
Ditos de blonde.
Ditos de phanlasia.
Manteletes prelos de todas as qualidades.
Ditos de cores.
Capas prctas e de cores.
Grande sortimenlo de borda las para se-
nhoras em cambraias e filos.
Variado sortimenlo de enfeites para ca-
bera, prelos e de cores.
Dilo dito de chapeos de palha e de seda.
Grande sorlimento de vestimentas para
meninos.
Dito de chapese bonets para ditos.
Ouarta-feira 28 do corrente,
na portada associacaocom-
mercial, s 10 horas era
ponto.
f
na ra
recebe carga c passageiros para os dous
portos cima, a tratar com Carvalho
Nogueira primeiro anclar, ou com o capito na
C r.; ;a.
O AGENTE
CAMARGO
por despacho do Exm, Sr. Dr.juiz espe-
cial do commercio e a requerimento do
Sr. Jos Joaquim Dias Fernandes, fara'
leilao do casco, apparelhos e mais per-
cances do brigue nacional Elvira, per-
Lcara c Acaracu. te.ncente a massa &* ^ Machado &
Pinheiro.
Os Srs. pretendentes o poderao exa-
minar na volta do Forte do Matto, on-
de se acha ancorado.
0_palhabote Jorge sabe imprelerivelmente no
dia 7 de abril para o Cear o Acarac, tambem
recebe carga para a Granja descarregando-a no
Acarac d'onde ser transportado pelo hiale
Palpito : a tratar com Tasso Irmaos ou com o
capilao Mafra.
Leiles.
Consulado de Franca.
A requerimento dos Srs. Damayer
Carneiro conde de Lemcnt cnsul de Franca e
em sua presenca e por conta e risco de
LEILAO
DE
FAZENDAS.
A 28 do corrente.
Henry Gibson far leilao por Inlervencao do
picposln do agente Oliveira, do nais completo c
melhor sorlimento de fazendas inglezas, que se
procura nesle mercado : quaila-feira 28 do cor-
moedas de ouro de 16$ e 20$ :
da Cadeia do Recife loja n. 22.
Retira-se para Europa Jos Na-
ziazeno de Albuquerque, para estudar.
pa- Sndalo?
45Ra Nova45 S
@ Variado sortimenlo de loques do san- @
@ dalo a OJOOO. @
9Q9&
A Sra. Justina Galli,
queira mandar pagar nesta
typographia, a importancia da
publicacao do annuncio para
seu beneficio.
I C745HUIAN0VA-4S
H Grande sortimenlo de roupa feta
t|. homem.
Dito dilo de chapeos de castor e de seda. 1|
m~ O abaixo assignado roga a Sra.
luira Joaquina das Mercs Crysole, au-
tora do annuncio publicado no Diario
di Pernambuco de 7 de fevereiro deste
anno, chamando diversos devedores pa-
ra remirem seus penhores, seoLoyo-
laque alli se le, entende-se com o
abaixo assignado ou algum de seus i-
llios.Ignacio Bento de Loyoia.
Bicos prelos do seda muilo finos a ICO, 2i0,
320 e 400 rs. a vara, atacadores prelos para pa-
lelol e casaca a 160 rs., fita com clchele a 100
rs. a vara, leques finos a 25500 e 3j., botos para
punho finos a 320 is. o par, obreias para os a-
morados a 2n0 rs a caixa, ricos peritos de massa
virados com llores douradis a 3$. ; a lem de-tes
objeelos o publico encontrar un cmplelo sor-
limento de ludo quanlo ha de melhor no merca-
do, por menos do que era oulra qualquer parte,
[a dinheiro).
Era casa de Soulhall Mellors & C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguiules orligos :
Chumbo de munico sonido.
Pregos de indas a's qualidades.
Atvaiade.
Vinho de Shery, Porlo, Hungartan em barris.
Dilo de Mosclle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Rclogios de ouro e praia, patente e chronome-
tros, cobertos e descbelos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os rnesmos.
Biscoitos surtidos em latas pequeas.
iiKiin .Huiveira, que
trouxe do Marnhao unt livros paia o
abaixo assignado, queira manda-Ioson-
tregar ra das Ltuzts n. \\.
Dr. Manoel de Figueirl Fatia.
Professor dentista.
Ra da Cruz numero 44.
D. Juan Nogus, fax scicnle aos seus freguezes
e ao respeilavcl publico era geral os quaes j.i
lem pleno conhccimcnto da perfeico e delicade-
za do sen Irabalbo que continua no exercicio de
sua profissao. lira denles com a maior rapidez
possivel, a 2; e a 3J sendo em casa o fura della
a 5)5, limpa-OSa5f, chumba com massa diaman-
tina a 55 e com prata a 3), colloca-os sobre cha-
pa de ouro a IOS, sendo para fora da cidade qual-
quer operacao ser o prejo que se convencional
Arrenda-se um excellente sitio nos A nuc-
ios, com muilas commodidades : a tratar na ra
do Mundego casa terrea junto ao quarlel general.
= Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia, para cosinhar : na ra Nova n. 40.
engenheiro Antonio Feliciano Rodrigue?
Selle, sulfiienlmenle habilitado com os mellio-
res instrumenlos mathemalicos, como sejam o
lheodolito de II. Reicbenbach, o graphomelro de
Lenoir, o circulo repetidor de Borda, a planchla
de Cugnot, urna excellente bussula c um nivel
, debollhei d'ar com luneta'! de tlcancc.se offerece
I para emprchender os mais serios e delicados
1 Irabalhoa geodsicos e lopojcraphicos, jucr soja
precisoo eraprego de grande ou pequea Irian-
Bjulag&o, e coiiscguoulecncutc so eucarrega de to-
da e qualquer demarca rao de limites de propie-
dades ruraes, com (oda precisao e probidade rc-
commendadas pelos profess'ipnaes [.cierre, La-
croix, Bonort e Tuissanl. Excusado 6 annunciar
que 13 anuos de exercicio de engenheiro archi-
chileclo e de ponlcs o calcadas o habililam a
execular iodo irabalho de edilcacao, levanla-
mento de plantas lopographicas, nivellarnento e
orcamcrilo de obras, quer sejam concernenles ;i
constrgecao de edificio, qur digam respeilo a de
ponlcs o estradas : na ra cslreila do Rosario
sobrado 11. 30, terceiro andar.
O r. Hcrmilo Pereira Monlciro lem urna
encommenda na ra do Cabug loja 11.11.
Lolcrii da provincia.
O abaixo assignado vende bilheles da terceira
parle da quarla lotera do Gymnasio garantido
por cento da le os quaes sao pagos pelo
prin-
Ventlc-se un caixo
ripiado
para duas casas, assim como se vende a meiacao
do oilao doblado da rasa parede-mcia* no Cam-
po Verde confronte ao oilo do sobrado do Sr.
Joauuim Ignacio Ribeiro Jnior ; a tratar na ra
da Imperaiiiz n. 78.
Vende-sc urna cruz de ouro, contendo scle
brilhanles cora urna volta de perolas, obra mo-
derna e de muilo goslo, por praco commodo : na
ra Augusla n. 48.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda.
Ditos brancos c prelos de algodo.
I.uvas pelas de lorcal.
Cintos elsticos.
I.inh.is do algodo em novellos : vendem-se
por precos commodos, em casa de Soulhall Mel-
! lors & C, ra do Trapiche n. 38.
Bom e barato.
I Vende-se espermac.ele em libra a 640 rs., lou-
; cinho a 360, ervilhas a 160, passas a 380, man-
I toiga ingleza a 800 rs., dita franceza a 560, chou-
ricas a 600 rs., hlalas a 40 rs., doce de goiaba
a 13 o caixo, ceblas a 800 rs. o cento, painco
a 160 a libra, por baixo do sobrado n. 16, com
oilao para a ra da Florentina.
para
captiva
a
Nobilia.
Vendem-se 18 cadeiras, 2 consolos e 1 sof,
ludo d amare-ito de qualidade, obras uvas e de
feitio oderrlo, por meaos de seu valor: na xua
lie Ma*j ia Dos n. X t se dir.
= Vende-se a casa terrea da ra
25, cora 4 quarlos, cozinha fra e copiar, quintal
bastante grande com porlao para a ra do Pha-
rol : quem pretende-la, dirija-se a ra da Guia,
loja de marcineiro de Joao l'ereira da Silva, que
achara com quera tratar.
Na ra da Palma n. 2, ofierece-so. urna ama
para o servico interno de urna casa, prefere-se
homem solleiro ou eslrangeiro.
Domingos Bernardino da Cunha vai Por-
tugal.
J. F Rolhechild vai Europa.
Antonio Fernandes de Azevedo vai Por-
tugal. *
Precisa-se de urna ama forra
para o servico do urna casa de pouca familia
tratar na ra" da Madre de Dos n. 7.
O abaixo assignado declara nada dever ao
Sr. Jorge Pereira Fernandos.
Jos Teixeira Leile.
Precisa-se de urna ama cscrava ou livre
quesaiba cozinhar par se alugar, paga-se bem :
na ra da Imperalriz n. 66.
Arkwrigni & Companhia, consignalarios do
brigue inglez Adelaide, vlndo de Liverpool no
corrente mez, pedem a quem for o dono de urna
caixa de marca W B n. i de dirigir-se ra da
Cruz n. 61 para poder fechar-se contascom o ca-
pilo do mesmo.
Compra-se urna cscrava recolhids para ca-
sa de familia que tenha de H a 20 annos de ida-
de : quem a livor para vender dirija-se ra do
Cabug, loja do Sr. Vicenlo Villas Boas, que en-
contrar com quem "tratar.
Precisa-se de nasa .una do bom Jeile : ira
ra do Rosario a, 8.
dos 8
mesmo.
Bilhele........ 6?000
Meio........... 3$000
Joaquim Antunes (le Oliveira.
Henrique Pinto Alvesdeixou de ser caixei-
ro do abaixo assignado, desde o dia 17 do cr-
rente.Joaquim ralo Alces.
A meza regedora da irmandddc de N. S. do
Terco, leudo do expor \ isla dos liis, em solem-
ne procisso quaresmal, como cosluma, as ima-
gens do Sr. Bom Jess dos Desamparados, e de
alaria Santtssima Sra. da Suledade, sexta l'eira de
Triumpho30 do corrente pelas 3 horas da tarde :
Roga por isso aos moradores aas ras abaixo
declaradas, queiro mandar impar as testadas de
suas cazas, para o bom Iranziloda procisso. Ra
Dircita, Livramenlo, Queiraado, Largo e ra do
Imperador, Travessa do S. Francisco, Cru/.es-
Queimado, Travessa e ra do Rosario Larga, Ca-
bug, Nova ale o fim, Flores, Gamboa e pateo do
Carino, Orlas, Martirios, Augusta ,1 voltar no Vi-
veiro, Cinco Ponas, a rocolher Pede tambera
as respeitaveis corporales que tem de a compa-
nhar a procisso o obsequio de as 3 horas, se
acharem na igreia
Por so ler lindo os dias da lei vai sor ar-
rematado, lindas as audiencias dojuizo municipal
da segunda vara, o sobrado de dous andares e
solo na ra larga do Rosario n 40. porlres an-
nos, avaliado a renda annual por 1 200 ; as tres
pracas principia no dia 28 e 31 de mareo, e de
18 de abril ; para as condirijes se acha escriplo o
cdital em mo do porteiro* dos auditorios; lera
bons commodos e o local nao mo.
No dia 2 do correnle mez fugio da fabrica
de sabo de Joaquim Francisco do Mello Sanios,
o seu escravo Antonio, crioulo, cor bem prela,
do I'lar n. nariz chalo, baixo e ura poucogrosso, com idad.-
do 25 annos, e o sigiial mais conhecido 6 ler a
falla de um denle na parle de cima : a pessoa
cjue o pegar,, dirija-se a mesma fabrica de sabo,
na ra do Brum, que ser recompensado.
O Secretario da irmandade de N. S. do Terco
convida a todos os seus charos irmos, para coni-
parecerem, sexta feira 30 no correnle pelas 2 ho-
ras da larde, era nossa igreja para ncorapanhar
a procisso do Sr. Bom Jess dos Desamparados.
O Escrivoda irmandads do SS. Sacramen-
to da freguezia de S. Jos do Recife convida a
seus irmoes. para comparecercm no Concistorio
da igreja de N S. do Terco que serve de matriz,
sexla feira 30 do corrente pelas 2 horas da tarde,
afim de acompanharem a procisso do Sr. Rom
Jess dos Desamparados, que lem de sahir da
mesma igreja.
Precisa-se de um moco para caixeiro de ta-
berna, preferindo-se dos chegados ltimamente
do Porlo : a tratar na ra da Imperalriz, loja
O engenheiro Antonio Feliciano Rodrigues
, Selle profundamente compenetrado da evcelen-
cia das doulrinas constantes do manual do en-
genheiro do Gadastro por M. Manuel Pommis
cuja inslructo habilitar inconlestavelment
qualquer individuo aexercer com pericia a nobre
ario de agrimensor, lera abeilo um curso das
rendas materias, na ra estrella do Rosario n
'JO, lerceiro andar. E tomando em consideraco
os pedidos de alguns amigos ha igualmente aber-
10 um curso do anthmetica commercial leccio-
nando as materias da exccllonto obra de. arilh-
i^nelica commercial de Frederico Wanlzel, ani >
negociante e professor da escola especial do com-
mercio, e de Josepb Garnier, amigo professor c
inspector dos esludos da mesma eseela.
Ordem teFceirade S. Francisco
O secretario da mesma em nonic da mesa 1 -
gedora convida aos seus charissimos irmos "a
comparecercm na nossa igreja paran entadoscora
seus hbitos, na sexla-feira 30 do corrente pe-
las 2 horas da larde, para encorporados
panharmos c procisso do Snhor Bom Jess des
1 Desamparados, para o quo tomos convi lad 5.
Bernardo Jos da Costa Valen le,
Secretario.
O Sr. Jos Malliias da Fonseca, que fez pro-
posta cmara municipal desla cidade para ven-
der niadeiras para os curraes do maladouro pu-
blico, enlenda-se comoSr. vercador Joaquim
Lucio Uonleiro da Franca.
Antonio Gomes de Araujo retira-se para
Portugal.
Est justa c contratada a compra do enge-
nho Msrtapagipe de porlcira fechada, com u Sr.
I commendador Antonio de Siqueira Cavalcanli :
quera se julgarcora direito o dita propriedade e
no mais, annuncio por este Diario dentro do n -
lixo prazu de tres dias, cerlo de quo nao seca
, attendivel e nem valiosa reclama.-io alguma dc-
pois deslc lempo.
Precisa-se de urna mulher do maior idade,
de honesta conducta, e que saiba tratar de me-
ninos, e do gjverno de urna casa de familia;
, quem estiver nestas circumslancias, dando abo-
, no a sua conducta, dirija-se a ra de S. Fran-
cisi o como quem vai para a ra Bella, sobrado
1 II. 8, das 6 as 7 1|2 horas da manha, e das s
8 horas da noile para tratar do ajuste, c nos dias
feriados a qualquer hora do dia.
= Traspassa-se a Liberna da ra Imperial o.
102, pcrtenccnle a Severino Jos de Al;
l.cil : se algueni lirer alguma rcclaraagu a fa-
zer, a faca no prazo de lies dias, depuis desla
dala a nada se anuir. Recife 25 do inai
i>;i).
No domingo 25 de marco qusentou-se da
casa do scnbor um prelo muito conhecido por
bebodo, o o nome de calraio, pertencente a Jos
Captista Brasa : por isso roga-se a quem o re-
gar, leve a ra Nova n. :H, que ser gralil
Uaria Haooella da Encarnaeo, propricla-
ria da casa do largo da Paz, na povoacao dos A-
fogados.n. 23, quer saber a quem deve pagaros
foros do terreno da mesma case, pois ha muito
nlnguera os procura.
= Precisa-se fallar ao Sr. Jos Teixeira da
Molla Cavalcanli, que morou no termo de 1_ -
rassu*, o ignora-se onde reside actualmente : na
vraria ns.6 e 8 da proea da Independencia.
Precisa-se de um homem para di-uibuir
este Diario era Olinda: na piara da Independen-
cia ns. 6 e 8.
Acha-se justa c contratada com o Sr. An-
tonio Domingos Severiano de Souza a casa da
ra de S. Miguel, nos Afogados, n. 28. por 1
pra : quem se julgar cora direito a ella, coi
11 a as Cinco Ponas, taberna u. 152, oestes
oilo dias.
Para um sitio na Ponte de Uchoa, necessi-
ta-sc de ura feitor : a tratar na ra da Cruz, ca-
sa n. 45.
Consultorio medico, ra da
Gloria 11.:{.
O Dr. Lobo Mosccso continua nos
seus trahalhos mdicos.
Precisa-se de urna ama
para tratar de tlbus meninos:
na ra da Madre de Dos n,
30, primeiro andar.
1
I
n. 22.
Quem precisar de urna ama secca, dirija-se
ao becco do Rosario n. 16.
Ninguem confie tazendas ou qualquer ob-
jecto pedido em meu nome ou de miaba fami-
lia sem bilhele meu, porquanlo somonte assim
rae considero obrigado. F. Menna Calado da
Fonseca.
Roga-se a pessoa que tem urna caria para
Antonio Fernandes de Caslro tenha a bondade de
mandar entregar na ra do Crespo n 1 A, ou an-
nunciar sua morada.
Juan Arevalo Vtlacio, subdito peruano re-
ta-se para e-Rio de Janeiro.
TROVADOR.
IVwa Ao Hosavio larga au-
stero 46.
Esle novo estabelecimenlo bem montado e
servindo a lempo aos freguezes por mdico pre-
eo, continua a servir melhor se possivel )
avista das dislinctas pessoas que se dignam obse-
quia-lo : do-se igualmente comidas para fora
com lodo o aceio e promjlido.
ECONOMA.
Lava-se engomma-se e fornece se al-
moro ejantar por commodo preco na
ra da Alegra casa n. 58.
Attenco.
Um moco cora bastantes habilitacoes
para o commercio e ciue falla e escre-
ve perfettamente as linguas ingleza e
portugueza e falla correntemente o al-
lemao, olferecc se para calxeuo de qual-
quer casa nacional ou portugueza :
quem precisar dirija se a ra Dtreita n-
* 2^ andar,entrada pela ra da Penha
das 5 as 5 horas da tarde, ou annuncie..
as Cinco Ponas n. 89, ha urna ama parar
casa de pouca familia ou solleiro, a qual sabe
fazer lodo o servido.
I)m torno de tornear raadeira e melal mui-
lo bom e grande, tocado por urna roda grande :
a fallar cora o porleiro da fabrica do gaz
Perraula-se um sobrado nesta cidade por
trras ou propriedades na ilha de S. Miguel: na
ra do Imperador n. 26.
= Alugarse 3 loja da casa n. 17 da ra do Im-
perador, do lado do caes : a Iralar no primeiro
andar da mesma casa.


tktto
4
V
i
Curso das lingoas grega e
italiana.
abaixo assignado prelendc abrir cm sua casa
um curso particular dessas linguas, que promel-
tc crisina-las cm oito raezes a ler, escrever, tra-
duzire fallar grammatiealmentc, principiando pe-
lo da lingua italiana, cm qu3iito nao Ihe chega-
rcra os livros neccssarios para a ~primeira que
mandou yir da Europa. As lines lero princi-
pio no dia 3 de abril prximo, e findaro no
dia 3 de dezcrabro corrento anno, sendo tres
era numero por cada urna semana, das 7 at as
Hioras da noile. As condicoes e mdica recom-
pensa eslabelecidas, agradro por ccrlo aos se-
nil i res que quizerem se matricular. Principiado
o^lilo curse nao ser possivel admiitir-se mais
neghuma oulra pessoa os senhorc3 que quize-
rem em lempo assignar seu nome, apparceam
na ra Direila n. 89, primeiro andar, a qualquer
hora do da. /. Fachinelle.
~ l'erJeu-sc na noite de sexta-feira de Passos
A do crrente, urna pulceira de ouro, desde o
passo da ra da Cruz at a ilha dos Halos : quera
a tivcr adiado e quizer rcslilui-la, medanle a
competente gratilicacao, dirija-so ra da Ca-
deia do Recife, casa n. 5G, a fallar com Jos Go-
mes Leal.
BtARO D PERNAMBUCO. -- QUARfA FElfU 28 )E MARCO DE 1660.
()
Ra larga
Ra Nova, era Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- BRYASD.
nos
reiro
Oflerece-se urna ama
para casa de pouca
as Cinco Puntas n. (i'J.
W?.mi,lia .iu ll.on,cm. Ptlteiro; cozinha e faz b dia-
'JjA do urna casa
Alipaya provincia.
Saliio a luz a folhinha com
NA
do Rosario n.
Nesta casa rocebem-se cscravo3 por commisso
para seren vendidos por conta de seus senhores,
aianca-so o bora Iralamcnio e seguran(4 dos
mesmos, e nao so poupa exforcos para que se-
ara vendidos com proraptido, afira de seus se-
nhores nao sofTrerem empale cora a venda del
les. Nesle eslabclccimculo ha semprc para ven-
der escravos de ambos os sexos, moros e bonitas
figuras.
Na ra do Imperador n. 28, alaga se c ven-
de-sc em grandes e pequeas ponucs bichas
hamburguezas, e lambem cal da mais' nova que
ha, para fabrico do assucar, por preco comniodo.
Existe na administrado do corrcio desta
cidade tres macos dejornaes sem direccao, para
Anlouio l'ereira* Baracho, Jos Corrcia de Olivei-
ra, c Jos Luiz Alves Itocha : os inleressados I
comparoram para dar-lhes os devidos deslinos. !
Precisa-se alugar um sitio que tenha boa
baixa para capim c boa casa de vivenda : a Ira-
lar na ra da Impealriz n 18, loja.
Aos Srs. terceiro
anislas.
Est no prelo urna anasyse do cdigo criminal
cora a denominaco deLigues Acadmicas,
i para as qunes acha-so aborta una assignalura
dro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felinpe Lopes pelo pceo de 10, na livruria Universal, onde
aquelles que quizerem assignar podero ir bus-
car o que se achar publicado.
Casaem OlinJa.
Arrenda-se urna boa tosa com sitio
DE
Commisso de escravos
O abaixo assignado declara ao respeilaval
publico que deixou de ser caixeiro do Sr. Joa-
quim Piulo Alves desde o dia 17 do corrcnle
Diez.llenrique Pinto Alus.
i^ O Ur. Cosme de Sa' l'ereira
yde volt desuu viagem attructi-j
y ; tiva a Europa continua noextr-
^cicio de sua proissao medica. \x
Da' consultas em seu escripto-gs
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os das, menosK
!nos domingos, desde as 6 liorasgf
t as 10 da manha, sobre
seguintes pontos
folie e descanco : na loja do ierra, !
de Vidal & Bastos, ra da Cadeia do Re-
cife n. 56 A.
Sndalo.
Ricas bengalas, p .leeiras e loques :
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boueca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se eaixas de tintura para tin-
gir os cabello? cm dez minutos, como
.tambera tingem se na mesma casa a
qualquer bora.
I*. Molestias de olbos

de cera cao e de
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes rnportanies da Europa, torna-se de grande
is ques'aTba^er0 um %Caixciro de 14 a 16 an- valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicao
ir'o n 60. taberna.CSCreN0C: "a fUa a l'alde'" urna das melhores da cidade, por se adiar nao s prximo s estacSes de caroinhos de ferro, da
Allemanhae Franca, como ,ior ler a dous minutos de si, todos os theatrose diverlimentes ; e,
alm diso, os mdicos precos convidara.
No hotel uaserapre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, ingtez e por-
uguez, para acompanhar as touristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
jemfim para toda a Europa, por precios que nunca excedem de 8 a 1C francos (3200 4^000 )
i por dia.
Durante o Gspaco de oito a dez mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
--------mu, e seu C
O alLDanak. o coiTcne auno de lras Pessoas tanl ^e umcomo de ou,ro Paiz'
Os presos de todo o servido, por dia, regulam de 10 a 1 2 francos ( 45OOO 4500.)
No hotel eirconirarn-se informaris exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro
Molestias
peito ;
'. Molestias dos orgaos da gera-J
cao, e do antis ;
'. Praticara'toda e qualquer &
operacao quejulgarconvenien- ~
te para o restiibclecimcnto dos
seus docntes.
O exame das pessoas que o con aR
Esultarem sera' fetto indistincta- *
f| mente, e na ordem de suasen-$
| tradas; fazendo excepcSo os doen- &
f| tes de olhos, ou aquelles que poi k
motivojustoobtiverem bora mar-'^
'.cada ">*" t/ Ri
Nadanolao
pai-a
este im.
oqualsevcnde a 800 rs. na;
pra;a da Independencia livra- i
ra n. G e 8 contendo alm do!
Calendario ecclesiastico e
civil :
Noticiados principaesesta-,
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus
peradores, res, e presidentes.
Resumo dos iinpostos ge
raes, provinciaes, municipaes
e policiacs.
Tabella dos emolumentos
parocliiaes.
Embregados civis, milita-
res, eclesisticos, litterarios
de teda a provincia.
Associacoes
Sirop du
nrPORGET
JARABE DO FORGET.
Esle xarope est ap[rovado polos ma!s eniirntcs mdicos de Pars,
Icomo sendo o melhor para curar conslipacoes, k'SW convulsa c outras,
attecces dos broochtes, Maqiies de peito, irriuedes nrrvosfs c insoninolenci s: una colberaclu
pea rr.an'Ki, e outra a noiie sao suflicicnies. O ilcito desie excelente xarope satisfai ao mesmo
lempo o iloenle e o medie.
O tpotiU i na ra larga do Rosario, botica de farlhulomco Francisco 4 Soma, n. 3G.
Fornccimeiito de papel
para imprimir.
O -proprielario desle Diario tem efectivamente
I A appcacao de algnns medica /i
mentos tndispensaveis cm ?ariosas
i:
'(casos, como o do sulfate de airo-?.
pina etc.; sera'feto.ou concedidt
,\gratuitamente. A conianca que
na ra do Cabra 1 na cidade de Olinda, <$ ,i
r i ni nene
com o iunuo para a estrada do norte, 668,
e do outro lado desta grande baixa para
capim : na livraria n. t e 8 da praca
da Independencia.
Na-rua do Queimado n. 10.
\enJc-se madapolo com pequeo loq : ..
39000 a pera.
Palils de. Jiriffl a 3S.
Palitos de brim de linho a 3j cada um na : la
do Queimado o. 19.
c^>
A 2000 a peca.
Algodo com toque de avaria a 2$ o peen
ra do Uueuuadu n. 19.
i Nos dias 27 c 30 de marco se
malar o sobrado de dous andares e sotao na ra
larga do Rosario n 40, avallado em 1:2005 an- i
nual.pelo juizo municipal da segunda vara, es- I
trivio Daplista : quem quizer tancar, pode ver o
sortirjcnto de papel para imprimir, d<_> diflrn- Jj'T'f10 "8 ma do Por,eirodu Juiz" T^a as con-
tes formatos, desde o mais pequenoalo emqu" Ullecs-
Na livraria n. G e 8 da praca
ndepenecia, piectz.a-se falLr ao
ha de arre- J0a0 da Costa Mar vi Iba.
s deposita, a presteza de sua
IgjaccSo, e a necessidade prompta .*
V-ic seu emprego; e ludo quanto c
i^demove era beneficio de seus..)*
da il(,oent(;s- m
Caeano Pinto de Veas faz scirnlc i quem
inlcrcssar que est em exercicio da vara de iuiz
de paz do 4o auno, do primeiro dislriclo da fre-
guezia doSS. Sacramento de Sanio Antonio des-
ta cidade, para que foi cleit'o c que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n. 8,
O em qualquer parle que for encontrado; e que
i d audiencia as toreas e sextas-feiras as 4 \"
horas da tarde como ja lem annunciado, na cosa
publica das audiencias. Recife 20 de fevercko
de 18C0.
. ^CLlcJiLt tf'afCJUtftt .iJliOCJiiilv
mu a
Cuberas le chita
diizia,
19.
1

Grande olliciua de calcado
n;
Ra larga do losai io n. 23, defronte da
botica do Sr. Bartboiomeo.
a tratar narua Direila d. 1, Ma '->bco que se acbam a venda todos OS dias ;! ,^0(VIIPA PltnlPQ FaO'A
das 9 hora* da manbaa as 8 da noite, I
para cozinhar: na no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26e nascasas commissionadas!
Traspassa-sc o arrendamento de um onge- peIomesmo Senlior thesou
mida, casa etc.
de miudezas.
Prccisa-se de urna ama
ra Nova n. 8, loja.
Nesle estafcelecimcitto acha-se um completo
sortimento de cfll^ado e (amneos por meaos
prego que cmoc'ia qualqaer parle, loraa-se loda
I e qualquer encenimenda, e tazem-se todos os
comerlos con: muila perfeino e por preco com-
COUiniGrOiaOS, n?oJo. 'Ilii"|l.''i-se nao enganarios fregueses no
a'i'ifnlie ;.,!,r.i ..: i-i dia que se irtat, d-se a obra prompta sem ha-
dpItCOiaS, llUlUStnaeS, llttera- vermenor ralla.
l'ias O particulares. J. falque particifia a seus fre-
Te". ilmlCn;m. i c i guezes e a todos em geralque elle aca-
L4.al)cleCimeut0SfabriS,in- badereceberde Para um sortimento
duslriaes e commerciaes .delart' tr\ft.4.- or.____i?-i i tai, peine iras de diversas qualidades e
i qualidades como lo- {etos, pa|,tts e saccos de v\8gein tudo
de superior qtiabdade e de preco com-
modo : na ra do Crespo n. 4.
IHiblicacao iuridlca.
*r
Ai-I.a so no pela : 2.'1 .-.Ji.jrio doa l-:lcriortlos 'lo
Direito administrativo, mais correcta e considl-
r.ivolminr.o llctadn, pulo l)r. Ylcemc Vereira 0o
Reg, lente caihedratiuo da mesma sciencia na
PculdaJe d,' Direito de.*ta cidade. Subscreve-se
para esta obra na livraria econmica de Nftguei-
ra & C, dflfroote do aico de Sanio Antonio n. 2,
a 105 Por ca,'a exemplar, pagos ao receber as
duas partee que j estao imjiressas
ageucla ls labrieantes amcrlca-
d sobrado n. 23 da ra Nova, .nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
cuja ejftrada pelaCamboado.,ofenslon&c-ra ^ scma\aNovan.52.
~ E' chegade loja de l^comle, aterro da
Cat'nO. Boa-Vista n. 7, o excellenle kilo virginal de ro-
I sa branca para refrescar a peile, tirar pannos,
e promplido : no sarjase nspinhas, e igualmente o afamado oleo
nho distante desla praca duas legoas. venderse H^'"'""'"" ocu.iui u.esuuretro na pra- |
urna parte no mesmo ngenho, machina nova 9a da Independencia numero 1 i e IO,
vapor, distilaciio nova e bem montada, 22 bois
do correia, seis quarlos, algumas obras, sallra
plantada, ele. etc. ; lrata-se na ra do Crespo n.
as ti lloras da tarde somente, os bil
jas, vendas, acougues, enge-
)i;s,etc., etc.
Serve elle de guia ao com-
oaerciaiite, agricultor, mar-
timo e einfim para todas as
cJasses da sociedade.
Q bacharel Wrriuvio tem
o seu escriptorio no i* andar
Ffgnmma-se com asseio
becco 4o Marisco n. 20.
Piccisa-se alugar um preto ou preta, j.1 ido-
sos, para ci.r.iprar na ra e fazer o mais ervico
iie ama casa de familia, ou mesmo urna ama ns
mesmas cireumslanelas : quem liver o quizer,
annuncie ou dirija-se a ra de Santa Rita n. 40,!
lices de francez em
piano. ||
MademoisciIe CIcmencc de Hannelc.t ;^
de Uanneville Cbulinua a dar lic5i's de ^
^ francei e piano na cidade e nos arrabal- *;
t?g des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar, m
v- O Sr. Honorato Jos de Oveira Figuoire-
do ;ueira annunciar sua morada ou dirigir-se i
..i da pra^a da ladependencia.qae'se preci-
i.T-'lie.
Precisa-se de nina ama de
babosa para limpar e fazer crescer os cabellos,
assim como pos imperial de Ivrio de Floronca,
para bortuejas e uperidades da pelle, conser-
va a frescura e c avelludado a primavera da
vida.
NOVO DEPOSITO
DE
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Borolt & C ,.'iltendendo a que os senhores con-
sumidores degelo sao pela maior parte residen-
tes nos bairros4e Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande diieuldade se esle es-
1 i---------------------------------------o------- -- *** -_-" ^
eite, te estabelecimento eslivesse collocado no bairro
ero encontrar na ra do Irnpera-
ao oito do deposito do gaz, um
s proporcoes exigidas para depo-
se a praca de Pedro II sito deste genere, o qualestar aborto c^ricur-
ma-
em
que o tenha em abundancia, que seja do Recife, podei
bem sadla e de bous costumes : paga-se, tLSSti
. n. Dirigirse a praca de Pedro II sito deste gener-
[antigo pateado Collep-io) n. 37 se^un- rencia d"s mesmos senhores, das8horas da
do etero andar. dSe d dia d Crte"le
FOLIHMIAS PAR 1860.
Esto venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18C0, im-
pressas nesta typographia, das seguintes quali-
dades :
W OLHINIIA
e na
ro 2
RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regularacnto dos direitos pa- I de nUmr;rao
rochiacs, a continuacao da bibliotheca do *
compradores.
Thesou raria
ra da Cadeia do Recife mime-
armazem do senbor Fontes at
..
ie- g
tes e meios da terceira parte da quarta 2
lotera do Gymnasio cujas rodas deve-jg
rao andar impreterivelmente no dia h- do s
futuro mez de abril.
O mesmo Sr. tbesoureiro manda 3
igualmente fazer publico que nascasas Z
cima mencionadas se acliam biibeles I
sortidas a vontade dos 1
"ANUA
GUBH
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
Vende-sc
Crislao F>rasileiro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito SauUi e
a N. S., a imilacao do du Santo Amhrozio,
jaculatorias e commemorariio ao SS. Sa-
cramento c N. S. do Carmo, exercicio da
Via-S.nrn, .iircctoiiu puru oracao mental,
dividido pelofl (lias iin semana, obsequias
para
das loteras 2't de
| marro de 1860.O escrivo. J. M. da
Cruz.
= Precisa-se de um caiseiro porluguez de 14
a lannos, para urna taberna na Capuiiga : a
Ira lar na mesma j uito n leuda do Caldei reiro.
I Pede-se no Sr. lente Brai J. dos U o
lvor|de ir ou man lar na ra
mero 11.
ao Cal agd loja uu- ^
ao SS. coracao de Jess, saudaeoes devo- i lneroil
as as chagas de Chns.o, oraeoe^s a N. Se- aZclZ^tl^l 'SaSoS I
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da de do Norte, na livraria i:. 6 e t da pro a da Inde-
gusrda, responco pelas almas, alm de
outras oracoes. Pre0 320 rs.
TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulameulo dos direitos parocliiaes,e
uraa colleceao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receilas diversas, quer acerca Je cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e ru/Ctos. Preco 320 rs.
ITA DE TORTA,a qual, alm das materias do
cosime, conlm o resumo dos direitos
parciiiaes. Preco 1G0 rs,
es'r-.'.'rT'-.^? im?':>.??<> ir> ?r>t>,
I Altenco.
CurcM pralico e Iheonco de lingua fran- @
@ ceza por urna senhora franceza, para dez @
mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
j$ mana, das O horas al meio dia : quem ^
S quizer aj>ro-v.ei(ar pode dirigir-se a ra da o
n 9, cgundo andar. Pagamentos @ ,',',0l',Sl l"*Z
c S Estados-Luid
adianto das.
pendencia.

DENTISTA FRANCEZ.
s> Paulo Gaignoux, dentista, ra das la- <
.> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e "^
iJ^ p denliflco. *<
>; Ai. AAJ.JU..X&A AA A X X X .X X *. i. Por um corle de cabello e
frisaraenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
I.ecomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
i dio, c um outro viudo de Pars. Esta eslabele-
| cimento esta hoje as melhores condirc.es que
possivel para satisfazer a9 encommeiidas dos
( objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
! mo sejam : marrafas a l.uiz XV, cadeias de iclo-
i gios. braceletes, armis, rselas, ele, etc., ca-
I ballenas de toda a especie, para horneas c se
lava-sc igualmente a cabera a moda dos
os, se ni deixar urna s<5 pelcula na
ai
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estauho em barra.
Verniz copal.
Palhinha para marci-
neitt*.
Vinhos finos de Mosclle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zem de C.J. AslIev&C.
l
-

y
1
m ra Jo Queimad
c ce
merino a^$50i>.
Vendem-se estampados a 25500 cada um :
ra do Ooerroado n. 19.
Vende-se um quario muilo novo, pi
pira carga : na Camboa do Carmo n. 18.
shmds amini-ii
aios.
No aterro da Boa-Vista n. 10, actualmente
da Imperatriz, vendem-se :
Lindos-transparentes para janellase por!. -
diversos presos, lisos e pintados, muilo pro|
para a cidade e casas de campo.
Lampe oes de nova invenco que do un.
melhor qnc o gaz, Irabalhath em um nove I
do muilo econmico.
Oroscopos, novo instrumento pan conh
com loda aexaclido o estado dos ovos.
Esler i nhas para descanso dos pratosnas :
de janlar.
Espremedores de huelas, como seja caj,
ranja, limo, etc., etc.
Aliadorcs mgicos para navalhas de bar
Panno marruquim para forrar mesas, s
colchos, travesseiros, muito usado tambera pira
forrar carros por imitar a casemira.
Panno couro de lustre, msgnifira inver, ,
serie para todos os usos em que se appl
couro de lustre, sendo muito mais duravel
rato.
Cambilos para segurar roupa as cordas
enxugar, sao boje procurados e estimados en
da a parte.
Slereoscopos com variado sortimento di
quissimas vistas de todo o mundo; vende-
instrumento a 4S, e as vistas a i> s duzia.
Bem como outras muilas cousos de uso doi
tico, que sao da maior ulilidade, e que poi
conhecem ainda ueste mercado.
i
|
vl ':r, : cr=5 F-iii ana u s.v, c3iff.>v
Loja do Ramallio.
Ra Direila numero

nn'erece-seum rapaz de 1C annos para cai-
xeiro de loja de miudezas ou d molhados, ou para cobranca,- dando boa infor-
macao a sua conducta : quem quizer, queira an-
nunciar para ser procurido.
Frente piltnda de amarello.
Agulhaa francezas a 200 rs. a caixa, i I
a 60 rs. o cartao, grampos a 40 rs. om
leirasde verdadeiras agulhas fxancezas a i
agulheiros do metal a 00 rs., meias pretas
j senhora a 240 o par, bicos linos a 40, 60,
100 rs. a vara, estampas de todos os sanios
rs., ricas toucas de la para menino o ]-.
carias portuguesas a 200 rs o baralho, ditas -
. eczas a 20 obaralho, pentes virados para a
Lumpra-se um cahriolet du qua-}cabello a Ig600, sabio non-prosullra a 640, ca-
iro rodas, que esteja em hom estado e K?}t![a, "r-1*',1??9 de li'"> .'u' c
lenlnmlw.H -., i pi a -0 a peen, g.il^o do linho para enfeilar
tenlidcobeita : narua da Glorian. 5. roque 100 e 120 rs. a rara, luvas de (,.
Compra se uma carrora que esteja em bom v'drillio a 1$800 o par, papel almaco n 2C2
quem a liver annuncie por esle jornal, resma, toucas para menino a 560, botoes | na
ao Corredor do Bispo, sitio junto .a calca a 240 groza, franjas de linho lord
160 a vara, ditas do cor a 200 rs., bonei
na pra;a choro a 5u0 e 640 rs., ticas luv.isde (lo de I
Compras.
estado
ou dirija-se
fabrica de ferreiro.
Compra-se moedas de 1G> e 205
da Independencia n 22.
Attenco.
Cruz
-.*
I '"&&@%9 @@@I "bcS ^,&s c,lienlcs. Pa salisfazer'osrpretenden-
. 'es, os objectos em cabello sera o feitos cm sua
Compram-se algumas casas terreas, endobcm
construidas, e por procos razoaveis : lrata-se na
ra da Cruz 11. 2.
Compram-se moedas de ouro : no esc
- Hog.- a. Srs. devedores do esubele- presenca.'se o VcsVa^^ h:;y:h. Vp!'- N* ro" jSSSS n V' fmazem de
cimento do faiiecido Jos da SKva Pinto, o ob- uma Psst>a disponivel para coitar os cabellos, e sucar, de -
sequw de sardaron seas dbitos aa ra do Col- PMt" jenhoraa em casa parUcular.
legio -sen-Ja n. 25 u na ra do Queimado loja tAS.l LljSil'BRASILEUlA')
n. 10.
ciapara senhora e homem a 500 rs. o par, 1 -
Iho de Jacaranda a 2j$800, sapalinhos de laa
menino a 500 rs. o par, franjas de seda a 320,
e oO rs. rara, grvalas muito finas a 1$, r -
enfeilesde vidnlho prelos a #, dilos de coi
4-J, franjas prelas de seda a 400, 500 e 640 rs. 4
vara, cinleiros de borracha a 500 rs., pentes
icrip- alisar de baleia a 240, babado do Torio iai:
ndar. a 160 e 240 rs. a vara, franjas para toalha a I
compram-se
a vara, pentes de tartaruga lina a Ai ; alem des-
les objectos encontrar o publico um completo
Na gallera e officiw pho'.ographica da ra
Nova n. 18, con.';.ni:a-se a lirar retratos pelos
mais modernos e .oereiios syslemas. Os traba-
liios salados desse estabelecimento sio bem co-
nhecidoi do publico ttfcta capital.
JosdeAquino Fonseca, .
continuadamente moedas de 165 e 2O3OOO. aguas sorlimenlo de ludo quanlo ha do melhor no
dos Lstados-L nidos, moedas de cinco francos, codo, por menos preco do que em oulra au,
si o oncas hesoanholas e mexicanas, em grandes e Parle; dao-se amosi'rase lambeni se man
l, liOUlfr Stlliare, LOIldreS. ; PL''l"Pn"s Porcoes. w amostra (a dinheiroj.
J. C. OLIVEir.A-lendo augmentado, com to- ~ 2%'!^ ?"" ncS-a crioula. de bonita fi- ^1 1 I f !-.__ ^,^^
iu nj a
FUNDICA
DO
I
I III
Ra do Brum (passando o chafariz.)
^io depozilo Acslc estabclcciiiieiito sempre lia grande sorlmenlo de me-
enanismo para os cngcnluvs de assnear a saer:
Machinas de vapor modernas, de fjolpe cumprido, econmicas de combuslivel, e defacillimoassento ;
Ilodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Csnnos de ferro, e portis d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito (ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunliadas em aguilhoes de azas ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinba ;
Rodetas dentadas de todos ostaraanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
/jue o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito im,
assim como pela continuado da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero pecessitar.
nhare cng&mmar muilo bem. que cosa
cousa : na ra do Brum n. 16, armazem dea-
r.oel Jos de S Araujo.
Constante-
mente
na ra
compra-se, vende-se e Iroca-se escravos
Direila n. 66.
Compra-se um cavailo muito pequeo para
Drei'taV'T qU "^ lnha audarcs : na rua
Vendas.
eomniGdaces para muito maior numero de hos-
. pedesde novo se iccommenda ao favor e lem-1
; branca dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
: visitem esta capital; continua a prestar- llies seus !
servicos e bous ollicins guiando-os em todas as
cousas que preciscm conheciinenlo pralico do
paz, ele. : jlm do portuguez c do inalez ialla-se
i casa o heapsnbol e francez.
3 DENTES I
A1IT1FICIAEIS. S
iRuacstreita do Rosario n.3%
Francisco Tinto Ozorio colloca denles ar- ir*
tiriciaos pelos dous syslemas VOLCANITE, @ |
@ chapas de ouro ou platina, podendo ser I
procurado na sofecedila rua a qualquer fl* '
hora. ^ 'm
ALLIANCE
Estabclecida em Londres
mo> m mu.
CAPITAL
Cinco tnilhucs de liaras
esterlinas.
Saunders Brothers & CL" tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de 1
casas, e guem mais convier, que eslio plena- tniXSS^Sk.^fT; d,e "'?08 goslos ;
mente autorisados pela dita comoanhia nr. ?. Smo_ ,Jnelhor sorl">'eto de oulras muilas
pedra.
Vende-se nicamente na tya do Tra-
|piche n. 9, a mais nova cal de Lisboa
em pedras e por preco com modo.
Ao Bu
zar
Pernambiicano da na
Imperador.
Sil
Xesle estabelecimento
Novo salo de mo-
das para senhoras.
Os abaixo assignados
j receberam a primoira
remes*, mengal de ol)jeclug de mo(|as ^ uI(
gostne melhor qualidade, chegados de Paris
pelo ultimo navio, e avisara as senhoras desta
capUal que em seu estabelecimento, na rua da
Imperaln/n. 10, tem uma sala destinada para
ellas escolherem ditas fazendas, a saber :
Chapeos e manteletes de nobreza prala c de
cores, bordados, e de rendas, de variados gostos
Lindos enfeiles de cabeca, gostos modernos
Ricos vestidos de nobreza de cores e prelos
!"dos superior nobreza prela para vestidos
232OO, 2f00 e 2600 o covado.
- ha para vender >in:a
----- factura de excellenles charutos de diversas mar-
cas e qualidades a lija caixa de 100, assim como
cevadinha nova a 200 rs. a libra, queijos rl
dos rccenlemenle, os melhores que se ei
liam no mercado a 1$6P0 cada um, amei
de casca mole a 240 rs a libra, presunto de fi-
ambre de superior qualidi.de a 400 rs a libra
batatas rlandezis desembrcalas hornera a K
arroba, ditas hamburguezas a 800 rs. a arroba
ervilhas novas, fazenda muilo superior, a 140 s'
a libra.
companhia para fazendas
aterro da
Imperatriz.
eflectuar seguros obre edificios" dYllo ene- ^Zr*? ndeJ-nf* p0r ?2 menore9 Preoos : no
; aterro da Boa-VisU n. 10, actualmente rua da
dra, cobertos de telha e igualmente sobre o
objectos que contiverem os mesmos edificios
quer consista em mobilia ou em fazendas de'
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedoxes a 6rma social
de Leile & Correia em liquidacao, o obsequio
de raaodar.saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10,
Cabra bicho.
Vende-se nma cora muilo e bom leile lendo 2
cabritinhos : a tratar na rua cstreita do Rosario n.
o4, primeiro andar.
8$ dinheiro avista.
r'ogoes econmicos americanos com queoo ate mais de 6 palmos.
Vidros para \ i-
draca.
A 8$ a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para.caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
multo commodo, assim como vendem-
se vidros aretalho do tamanho mais pe-


(61
DIARIO DE PERNAMBUCO. QARTA FEIRA 28 DE MARCO DE 1860.
' _.________*______
JQ,. Na loja
Encyclopedica
de fazendas finas da ra do
Crespo u. 15, de Gaspar An-
tonio Vieira Gomes, geren-
te Jos Gomes Villar
Tcndc-se sedas, laas, linhss, algodes, perfuma-
ras, calcados, ele. etc.
Nesle estabelecimento de fazendas finas, se
acaba de receber de Pars sedas de todas quali-
dades piolas e do cures, manteletes de gupure,
ditas de gros bordados, chapelinas pura senhoras,
tanto de palha como de sedj, liqnissimos chales
de touquim de todas as cores, o oulras fazendas
de inuilo gosto como manguitos e gollas para se-
nhoras, cass.is chitas, musselinas brancas, que se
Tendea por menos o que cm oulra parle, am
de fazer-so muilo negocio. ^
Carne de vacca salgada. Potassa da itussia
Vende-se *a roa da Cruz do Recife n. 58, pri- E CAL DE LISBOA.
meiro andar, por menos prero qualquer parte.
' Pechincha.
Fumo americano.
Vende-se fumo americano proprio para mas-
car e fazer cigarros : na ruada Cruz do Recite n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a 400 rs. a libra.
m
m
H
Relogias patente^.
Estopas. *' : .
Lonas. *
Camisas inglezas.' *
l'citos para camisas.
Biscoutos.
'Enro*sa de Arkwight & C ra da
Cruz n. 61.
i
Grande sorliment.
43laa Direita-4S
O* estragadora de calcado encontra-
ra! neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Horaem.
Borzegjin? aristocrtico*. .
>s (lustre e bezerro).. .
9.<000
8^000
S^'OOO
C.S000
5<>000
..'juii arranca tocos. .
Dito econmicos.......
5apat<5es de bater (lustre). .
Senhora.
Bjrzeguin? priineiraclasse (sal-
t_> de ([-i brar) ......
i).tos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....
Borzeguin paia meninas (Ibr-
tissimos)..........4>>000
E u a perfoito sortimeato de todo cal-
c i I > d iquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, ouros, marro uins, cou
:;j le lustre,fio, Ctas, sedas etc.
I Engenho.
@ Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
$ freguezia de S. Lourence da Malla, cutre
':} os engenhos Pencdo de Baixoe Penedo de
Cima : trata-so no mesmo engenho ou no
@ engenho Mussambiquc com Felisbino do
J Carvalho Rapozo.
11 ## @ s@ 3
Vende-se a taberna do pateo do Terco n.
4, hora afreguezada para a Ierra, a dinheir'o ou
a prazo, com boas firmas: a tratar na inosnia,
ou na travessa da Senzala, armazem n. 4.
Vende-se um terreno proprio, prompto a
edificar, lado de mar pequea, na ra imperial,
com 110 palmos de frente sobre 140 de fundo, e
se dar mais, com escolente vista por tr.iz : para
ver e ti alar, na mesma ra e lado, casa de fen-
le a/ul, envidracada, ao pe do porlo de ferro
n. 171, a fallar com Victorino Francisco dos
Santos.
A. retaII10 e em porcoes, por menos
preco do que cm outra qualquer
parle.
Na grande fabrica de lamancos da ra Direita,
esquina da travesea de S. Podro n. 1C, vendem-
se lamancos de lodas as q'iali Jados, por menos
preco do que em oulra qualquer parte, tanto a
ri'ialho, como em pequeas e grandes porces;
a casa est sempre sorlida de dez mil pares
prom j>los.
Armaco.
s
Vende-so urna, na ra de Hortas n. 2'J, sem
goneros : liata-se na mesma n. 31.
-= Vinho superior em caixa de urna duzia:
renden Azevedo & Mondes, no seu armazem no
largo da Assemblca n. 9.
Ra do Queimado
No bpm conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e fia do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambero
cal virgem em pedra : tudo aor urecos muito
razoaveis
Salmo.
Em casa de James Crabtrce & C, na ra da
Cruz n. 42, vendem-se latas com salmo de 1, 2
e 3 libras, de superior qualidade, chegado pelo
ultimo navio cm dircitura da Terra Nova.
Casacas, sobrecasaeas e
colleles.
Na ra da Cadeia n. 23, vendem-se casacas e
sobrecasaeas de superior panno, e colletes de
seda pretos feilos por Coutard, o mais acredita-
do fabricante de Pars.
@@@$@ @@@@ t

AAxftA\
DA
FUNDIDO LOWMOW,
Roa da Senzala tova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
das para euenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os lmannos
para dio.
Chegem ao barato.
Cliegucm a fechiicha 40 Roa do Queimado. 40
Na loja do Preguiea na rua do Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muilas por baratissi-
raos precos para acabar.
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chalye merino decores, ptimo nao sopara
roupoes evestidos de monlariade Sra. como para
vestuarios de meninos a
DAo-sc amostras com penher.


Vndese
55000
*$500
Q

\
-V*
-*
AS MELHORES .TI.VHIXAS DE COSER
DOS
-d lis afamados autores de New York
[. M SINCER & C.
E
WHEELER & WILSON.
novo estabelecimento vendem-se as machi-
! desles dous autores mostram-se a qual-
'i !i ra du Jia ou da noite e responsibilisamo-
orsun boa qualiJadee seguranca :no arma-
de fazendas de Raymundo Ca'rlos Lc.ito &
i, ra da Irnpcralriz n. 10, antigamente
rro da Boa-Vista.
":............' :. 1 1&337H&.Z332 ... ''
I
--
i
GR.WDEE VARIADO SORTHIEMO ^
DE
luaspciaselazeadasi
KA
liOja c armazem
Estopa. S
Camisas inglezas.
Riscoutos cm latas. |J
?5 Em casa de Arkwighl & C. ra da Cruz nu- @
mero 61.
@@@-@-J$l#&@
Arados americanos e macliinas
para lavarroupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. i2.
Chales bordados a rail rs.
Na ra do Queimado n. 19.
Vendem-se chales bordados a soda com dofeito
de agua doce, a 1 cada um ; a ellos, antes que
so acabem.
Franjas de \idrilho
e retroz.
Vendem-se franjas prelas de vidriio e retroz,
de lodas as larguras : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 23.
Vestidos de seda bordados
a velludo.
loja de A portas n. 10.
Ainda resiam algumas fezendas para conclu-
ir a liquidagao da firma de Leile & Crrela, as
quaesso vendem por deminut proc,o, sendo en-1
[re outra? as seguinles :
Magos de raeus cruas para hornera a 1&600
Vendem-se ricos corles de vestidos de seda
pretos bordados a velludo e a seda frdxa, do mais
moderno gosto :,na ra da Cadeia do Recite nu-
mero 23.
Manteletes c laloias.
Vendem-se ricos manteletes e taimas do gros-
donaplc prelo bordado a agulha o enfeitados com
I Coso o igualmente de lil : na loja da ra da
Cadeia do Recito n 23.
A 23000 cada doria.
Ra do Rueimado n. 19.
Lencos blancos de cambraia para algibeira a
i a duzia.
Cobertas de chita a 2$.
Na ra do Queimado n. 19.
Ditos de ditas de cores 25000
Ditos da ditas cruas muito superiores 4&000
Ditos de dilos para senhora 3J5O0O
Diios de ditas muito finas 45OOO
Corles de caiga de meia c^semira 22*000
Ditos de ditas de casemira de cores 5#000
Dilos de ditas de casemira preta a 5$ e 65OOO
Brim traillado branco do liaho fino
vara IfOOO
Cortes de colele de gorgurao de seda 25>000
Pao prelo fino, prova de limo 39 c 45000
Grava tas de seda preta e de cores 1C000
Riscados francezes,-largos, cores fixes
co.ado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estrellas 160
Riscados de cassa de cores lindos padrees o
superior qualiJade covado 280
Cassas Je cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2??000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega 4$000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 29000
Grodenaple preto, largo covado 18800 e 2&G00
Seda e saria Uvrarla 1Rnn 9*finn vinho do Porto- do mais suPerior. engarrafado,
seaa, e sarja lavrada HP8UU e 2000 dit0 champagne, dem, dito muscale!, id
Vestidos brancos bordados para baptisado 53J000, armazem de Barroca & Uedeiros, ra
Veos bordados para chapeo
Entre meios bordados
300 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados multo finos pelo Cortes de vestido de seda de cores com
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas babados
O Leite & Irmo conlinuam a torrar na ra moAemM, bastante largas, de variados padrees' Dilos de dita preta com babados
da Cadeia do ltecife n. 48, pecas de cambraia li- !a 2^0 e 280 ris o covaJo grvalas a fantazia.o Dilos de dita gaze phantazia
sa com 10 jardas a 4&500 e 5$, lencos de cam-
braia delinho a 3a a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3800 a duzia, ditas cruas In-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a igOO, e bordados a 6, palctots de
alpaca preta e do cores a 5, ceroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
60$ a duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
franceza a 210, 280, 300 o 400 rs. o covado, pecas
de madapoliio com 30 varas a 4j?800, 5$, 5S300,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores filias a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4#, cortes de
calca de brim de linho a 2, ditas de meia case-
mira a 2?}240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muilas fazendas que se vende por
barato preco.
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e Romeiras de fil de seda preta bordadas
oulras muilas fazendas, cujos presos exlraor- Taimas de grosdonaple preto bordadas
dinariatuente baratos, stisfaro a expectativa Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
do comprador.
Com loque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3
4:000 a dusia ditos com palmos por cada facej Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma- | ^lla,l(ivs de cores, lindos padroes, vara
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
Seda lavrada prela e branca, covado ljf e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de veslido de seda de gaze trans-
parentes
peralnz
-- Chegou urna porcao de canoas de amarclln
do Pilar das Magnas, de diversos lmannos, q
andar.
se yeadeni por preco commodu : quem pretender
.."i8"86 rua da s,i,Jrc Je Dos n. 7 primeiro
GBABD 4BHAZEH
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
eslabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
lha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Drtto& Filho : desnecessario c fa-
zer elogios bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralmcnte tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
co do xarope de Dosque, o qual verdadeiro an-
udlo para lodas as molestias dos orgiios pulino.
nares. Para conhecimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprieUrios. e no falsifica-
do esta litliograpliada.
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de Llonde brancas e prctas
Ditas de fil de linho prelas
Chales de seda de todas as coros
Lencos de cambraia de linho bordado
Ditos de dila de algodao bddados
i Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidados, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia de lo Jas as qua-
ldades de 600 rs. a
, Chalos de touquim brancos
i l>iios de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades
lilla Nova TI. 49, jlintO II < E"]eUcs de vidlilh0 frMes Prelos e
i rr i S de cores
m d igrCJCl (Id ConCCiniO dos J Aberturas para camisa de linho e algo-
^ Militares. ||l dj0- brancas e de cores
^ Nesle armazem encontrar o publico 8 \ Saias ba,a de 'nss qualidades
'je Um Krn"l!i; e variado sorliuienlo de ron- fg Chapeos franco/es finos, forma moderna
% pas feilas. como sojam casacas, sobreca- g ir sorlimento completo de grvalas

9| panno lino prelo e de cores, palelols e Ja ldJS M T,:illdad
^ ziua prelos e de cores, palelols c sobre- j algodao branca.se de cores
^ casacos de soda e casemira de cores, cal- % Ditas de fustao brancas e de coros
$ cas de casemira prela e de cores, dilasde roriul|n ,. t;nhna ,.TOtes
it merino, de princeza, de brim lie linho ff I );eroula8e ,u>n<>e le algodao
jg calcas de algodao, colleles de velludo Um completo sorlimento de fazendas
M prelo e de coros, dilos do selim prelo o S| para vestido, sedas, Isa e soda cim-
!f branco, dilos de gorgurao e casemira. di-
^s los de fusles e brins, fardamtntos para J?'
p a guarda nacional, libran nnra rri.id...
ceroulas c camisas
de
*
I
9
I
1*200
8
3$000
1*500
10*000
16-OOO
1*000
9
I
1


8
$900
85
>
5,^000
*
3;500
6-5000
85500
a
s
grvalas, grande sortimento
para meninos de 6 a 11 anims
ruis, fardamentos para
lilus para criados,
franceza?, chapeos e |^
de
-",
i_ roupas ;^
nao aura-
Tanibew se vende a 320.
Rua do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo Laralissimo preco de 320 rs.
o covado, brim de liriho branco trancado a 1-5 a
vara, ganga franceza de cor para calca o palelols
a 500 rs. o covado, lencos de cassa 'de cor para
meninos e meninas a SO rs. cada um.
A2$500 cada chales.
Iiu:i (lo<)ticinui Chales do merino estampados a 2J500.
|Algodao mouslro com 8 pal-
mos a 000 rs. a vara.
Vende-se n; rua do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
Vende-se cambraia adamascada para cortinado,
de lindoslavrores: na iua do Queimado n. 19.
.loes

:
:
Na rua do Queima-
do n. 46.
Ricas sobrecasaeas do panno fino pretos!;
.; o de cores a 28$, 30* e 355, tambom temos
etols dos mesraos pannos a 225 e 25,
d os de casemira de cores de muio :
i b ira gosto e unos a 12*. l, 16 e 18, di- jg
los de panno preto para menino a 189 e I
: -2H3, dilos de casemira de cores a 85 e 108, :
caifas de casemira de coros e prelos ejun- ;-
para meninos a 7, 8-5, 9j, 105 e :.-]
: 12, colletes de gorgurao de seda e case- a
. mira a 5>!, 0 o 7, palelols de alpaca pre- p
los d coros saceos a 3, ditos sobrecasacos i:
a 75 e 8, ditos do brim, de esguiao e do 3
fustao tanlo brancos como decores a 45, i
49500, 5#eSf, calcas de brins brancosmui- 3
to linos a 5$, (o o 75, colleles brancos e de :!
cores a 3J e 3j>500, camisas para meninos
do diversas qualidades, calcas de brins de
I linas :i 35500, 4j e 5, um rico sorti-
mnlo de vestidos de cambraia brancos
bordados do melhor gosto que tem appi- '.'
recido a 285, manteletes de fil preto e de
cor muito superior gosto e muilo moderno :
a 0,$ cada um e 2j>, ricos casaveques de i
cambraia bordados para menino a 10*, di- S
tos para senhora a 15$, ricos enfeiles de M
froco de velludo gosto melhor que tem ap-
parecido a 10* e 125, e oulras muitas fa- I
zen las e roupas foitas que com a presenta t
do freguez se far patente.
]asacasparaa (uarcsiaa
Noste mesmo eslabelecimenlo ha um ?
grando sortimento de casacas pretas, as- 3
sim como manda-se fazer por medida a von- : i
lado do freguez, escolhondo os mesmos os :;
pannos a seu gosto sendo os pree.os a 35 i:
e4*.
:

:
I
1:
:

:
1 :
.
Camisas inglezas
Tomos novaraentc chegados: ricos v
.. .n^ iiu'uiuciiii: cnr|cauv8: ricos vesli- 5J
. i dos prelos bordados a velludo a 90$, ditos S
. : bordados a seda a 75 e 6O9, assim como
; : neos manteletes pretos da ultima moda a 8
16fc20t e309. I
a '".." '.'' ";"' V'*^SS'55*aJHWl
Vende-se doce de caj em calda, frasacs
grandes com lampas com 14 a 16 libras cada
um, bom preparado para aturar e proprio para
viagem; na rua do Rosario da Boa-Vista n 55
oa padaria da bolacha furado.
Athoalhido adamascado
Lenros de uhita escuros ura
Oangas de cores para palitos covado
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
palcnle, para casas de familia, contendo 4 furna- I
Ibas, e Torno para cozinha cora lonha ou carvo,
ptima inveneao pela economa de gaslar um-
terco de lenha ou carvo dos antigos, c de cozi-
uhar com mais presteza, tem a difforenca de sc-
rem amoviveis, oceuparem pequeo espaco da
casa, e de fcil conduccao : vendem-se por pre-
sos muilo mdicos, na fundicao de Francisco A.
Cardoso (Mosquita) rua do Brum, e as lojas de
forragens de Cardoso, junto a Conceico da pon-
te do Recite, e rua do Queimado n. 30.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na rua do Queimado n. 37, iendem-se os me-
Ihores chapes de castor
echhicSia
est se acabando.
Ricos corles de soda prelos bordados a 7.">g e a
80-5, grosdonaple preto do lodas as qualidades, o
melhor que ha no morcado a 185, e a 2g, 2g4CO
e 3-5 o covado, ricos enreiles de vidrilhos pretos
e de ores a3 e 49 cada um, ricas sedas pretas
lavralas a 19500 o covado, pannos finos, proa
de limito, do superior qualidade e diUerenles
precos, casemira preta do lodas as qualidades, e
o mais barato possivol, e um completo sortimen-
to de fazendas de todas as qualidades, que tudo
se vende barato por ser loja retirada, e os donos
querem-na acreditar: na rua Dircila u. 101
chegando a igreja do Tcrc.0.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes Jedica-
mentos:
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaos.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
l'ilulas do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidrosde boca larga com rolhas. de oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalaioura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
em : no
da Cadoia
2550001 dIiRedfen-4- .
i96oo! leunas de ac majezas.
19280 Vendem-se na rua da Cadeia do ltecife, loja n.
7, deGiiedos& Concalves, as verdadoiras pennas
100 (Jo ac inglezas, mandadas fabricar
200 sor de calygraphia Giiilhermc Sculy
' proco de 1^500 a caixa.
co> dando ao comprador algumas das roupas j,
fj^ feilas so apromptarao oulras agosto do =|
}C> comprador
$ nado.
Laja
dando-se no da convenci-
cores para
para
y
mmw&m-vm

braia e seda tapadas e transparente
covado '
Meias cruas brancas e de
meninas
Dilasde seda para menina, par
l.uvas de fio de Escocia, pardas,
menino
Velludilho de cores, covado
VelbuUna de cores, covado
Pulseiras do velludo prelas e de co-
r 'S, O par
Ditas de soda idem idem
m sorlimento completo de u-'as de
soda bordadas, lis;s, para SMhoras,
homons e meninos, do todas
lijados
Corles de col'cte de
do cores
Dilus de velludo muilo finos
Lencos de seda roas para senhora
Harquezitas ou sombriohas de seda com
molas [iara senhora
Sapalinhosde merino bordados proprios
souuc wu-uuiiuiiu para: para baplsad08f 0p pp
hOlUCnS, SenhoraS e Casinelas de cores de duas largurasmui-
meninos l0 sui>er'res' covado
Vender-se Chapaos rrancczc/jc superior rua- ; T'".'"''' "'v"' corado
lidado a650o.7 o ss. ditos de velludo, copa al- "'"m preto, encarnado e azul, proprio
la c baila a 7, 0 e lOjJ, ditos de lontra pelos o Pari> forros, com 4 palmos de lar"ura
Saundors Brothers & C. tem para vender en,
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ulimo gosto, recentiment
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &S011S de Londres, e
muito proprios para este clima.
as qua-
gorguro de seda
Na rua Nova n. 7!.vendem-secarrinhosdc mo
a loj, foijao amarello muilo novo a560 rs. a cuia
nemsaceos por preco commodo, fardo a 65, mi-
Ino a 45500,e ou tros generas por commodo proco.'
Vende-se urna nogrinha de idade do 12 an-
uos, cose liso, e enlende do fazer algum servien
do una casa : na rua do Sobo n. 29. '
Vende-se urna partedn sobradon. 1 da rua '
de Sania Rila Nova : a tratar na rua Direita n.
12/, dofronle do oilao da igreja do Terco, a qual-
quer hora.
K' admiravcl a pe-
chiachaa
6SS0O o corle.
Vende-se na rua do Crespo 11. 15, corles de
casomira prela sclim a 6500 rs o corlo.
Vendem-se 90 apoliccs da com-
panliia do Beben be : a tratar com M;tr-
colmo Jos Pupe, no eicriptorio da
:m sma coinpanlii.
Vende-so um grande sitio com casa do vi-
venda, muito porto dest.i praca, cen grandes bai-
xas para capim, que se corlain 100 feilCS do ve-
rao a invern, com paslo para vaccas de leite e
plaota?oes de verduras, com algunsarvoredos de
Iructo, boa agua de beber, lauque para banho :
quem o pretender, dirija-so a serrara n. 53, da
rua da l'raia, de Jos lligino de Miranda.
Tachas para cngeaSio
Fundicao de ferro e bronze
DB
Francisco Antonio Corroa Cardozo, iuito'robe'ctos'qe""s" S taTi.TS
tem UUl Crailde qnrliniPntn rp 'la d, pri'': da ^,,aliu;ld(, ^ fenda, nao de- r'l','^! e 0brM. deJouro
tem UlU ,1 dllUC bul UlUeniO Qe xarao do comprar ; na bom conhecida loja do Curks dc case>i" de cores do 55 a
b
em grande sortimento
de cores, muito finos a 69 e 79, dilos do chile a j covado
3500, 5, 6, 8, 10 c 12?, ditos do foltro em gran- c,;m i;., h i^
do sorlimento, lauto cm coros como era qualida- odas as cores covado
dos, para homons o meninos, do 29500 a 7J, di- i c'"las francezas claras e escuras, co-
tos do gorgurao com aba de couro de lustre', di- Vado a 260 e
los de casemiM com aba forrada de palha, ou Cassas francezas de core* van
sem ella a ditos do palha ingleza, copa alia
I e baixa, superiores e muilo em conla, bonetes
francezes e da Ierra, do diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muilas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conla e do melhor go.-to possivol,
chapeos de soda, ditos de palha amazonas, enfei-
les para cabcoa, luvas, chapeos de sol, e outros
muilos objcoiosque os senhores freguezes, vis-
a 500 e
Lencos dc seda de gorgurao pretos
Collarinhos do esguiao do linho mo-
dernos
m completo sortimento de roupa feila
sendo casacas, sobrecasaeas, pal. tota
colletes, calcas do muitas qualidades
Bezerro francez
grande e grosso:
Na rua Direita n. 45.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambera trancellins e cadeias para os mesmos,
de excellente gosto.
Sio.
ilic
Relogios de ouro.e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que exstera no
mercado, e despachados hoje, vendera-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, rua da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
andar..
Loja da boa f, na rua
dalmperatriz n.74.
Vendem-se verdadoiras luvas de Jouvin muito
novas, brancas, prelas, tr de canna, para ho- ,
metn e senhora, a 2j!400 o par, prelas de relroz 'vlPorcas.
com palmas de vidrilho a I36OO, ditas de seda AmP01a
enfeiladas a 23200, lisas a 1280, ricos penles de
lajlaruga virados muilo fortes a lOg, dilos sem
serem virados a 4 taruga a I5OO, ricos eufeites de vidrilho pretos a
3# e 4g, esparlilhos de linho com carretois a 63
cada ura, ricosleques imitando marlim a 2g50,
ricos manguitos com camisinha o gollinha de
cambraia bordados a6}o par, manguitos com
gollinha a 49 e 59, camis com gollinha a 3-3 e
3#500, gollinha de bordado aborto para menina e
senhora a 800 e l#5t)0, agulhas francezas com
fundo azul de n. 6 a 15, allinetos em caixinha de
cabeca chata, brancos e pretos, ricas franjas pre
las cora vidrilho, ditas sem vidrilho, prelas e do
cores, fita de soda, velludo, hicos, rendas, fran-
jas, la, linho, giles de cores o brancos, tesou-
ras, caivetes, facas, garfos e colheres dc todas
as qualidades, sapatos de marroquiui c couro de
lustre para menina c senhora, ditos do Aracaty
para hornera, e muilos mais objectos que se ven-
dem por menos do que em outra qualquer parle,
babados bordados para manguitos e calcinitas de
meninos.
ftaiDM
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente ingtae, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : Vtn casa de I pharmaceulico
Soulhall Mellors 4 C. laambuco.
poio profes- tachas de ferro fundido, assim
elo mdico '
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MDICO DE HOLLOWAY.
riLLLAS HOLLWOYA.
Este inoslimavol especifico, componte inteira-
monte do hervas medicinaos, nao conlm mercu-
rio, era alguma outra substancia deleeleria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a comploioao mais
delicada igualmente prorapto c scgiiio para
dcsarroigar o mal na compltelo mais robusta ;
inteiramonte innocente em suas operaooos e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie egro por mais antigs e imiazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas-curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn]
recobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente lodos os outros remedios.
As mais aducas nao devera entregar-sa ade-
sesperaco ; facam um competente ensaio dos
elicazes cfTeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperante o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Colla.
Hemorrhoidas.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaoes.
Ir r eg u aridades
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObstruccAo deventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
ebilidade ou exteruia-
ao.
dade ou falta de
toreas para qualquer
cousa.
Dysiuleiia.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfcimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipola.
Febre biliosas
Febreto internitcnte.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
9ul, Havana e Hesponha.
Vndem-se asbocetidhas a 800 rs.- cada urna
dellas, coutem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
, na rua ia Cruz n: 22, 9m Per-
Cocos italianos
3
19600
C'-.l
1521 .!
97 I
ls
9
9
SjOOO
2S500
2S'100
ljOCO
S500
15600
5
?325
CiO
isooo
9
9
12S000
chapeos da rua Direita n. 61, de lt. de B. i'.ij.
% \ '' folln de fl-inJrcs, muito bem acalja-
dos, podando um durar tanto quanto
duram qualrouos nossosa 400
Vendem-se fazondas por barato
preco c algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rola-
Iho: na ruado Queimado loja de 4
portas n. 10.
. ;
rs. um
n.
47,
**-"

e 4$ urna duzia : na rua Direita
loja le unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
No armazem da rua do Queimado n. 19. ven-! Histrica elionolopica. PPnln de-se algodao cora 8 palmos de largo, pelo ba- nohilinru *. r^Mtln A~il T
rato proco de 600 rs. a vara ; esle algodao servo Dl,"nJ e poltica do imperio do Bra-
p^ra toalhas dc mesa por ser de superior quali- "' pelDr. Mello Moraes : vende-se a
\o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separe-Jo : na livraria n. 6 e
8 da praca da Ir.deendenca.
JgOlO IDODSlrO.
AC00 rs.avara.
4000 rs.
por sacca de milho
Irmaos.
nos armazens de Tasso
mvc8?o aperiei
foala,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cite n. 48, loja de Leite & Irmao.
Hua do Oueimado n. 37.
Para a quaresma.
Sdas pretas arradas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdonaple preto, covado
Dito largo e muilo superior a 2j e
Sarja prela larga, covado
lf6C>
"rua do Queimado, loja de 4 porlas n. 10.
2500(1
IgSll
950C
2cOOC
proco ale mesmo por menos do seu valor
^j afim de liquidar contas : na loja de 4 portas S!
tna rua do Queimado n. 10.
Rua da Senzala JNova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston A C. vo-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
A 30g cortes de vestidos de seda que custaram gtezes, candeciros e casticaes bronzeados lo-
60; a I65 cortes de vestidos de phantasia que "as inglezas, fio de vela, chicote para carro's e
custaram 30; a 8g chapelinhas para senhora: montara, arreios para carro de ura e dous caval-
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeiles de vidrilho e de retroz a 4 cada
os. e relogios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e nscadas: vende-se na loja de Leite
a. Irmao na rua da Cadeia do Recite u. 48.
Vende-se
. o engenho Aremun sito na freguezia da Esta-
um : na rua do Oueimado n.37, loja de 4 portas, da, no limite oo Cabo, arredado um quarto de
Em casa de Rabe Scbmettan & i ,e.gua da es|ra*ia dc ferro, com bastantes maltas
C, rua da Cadeia n 57 vndeme : v,r?ens' ea'ncaJ de novo e todo demarcado
, ^.ucia u o, Tenuem-se ; tratar no mesmo engenho com o proprielario.
elegantes pianos do afamado fabrican- r ve^de-se um carro de 4 rodas, bem cons-
te Traumann deHamburpo. t1ruiJo e for,e- ccm assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para bolceiro e criado fra,
forrado de panno uno. e tudo bem airanjado :
para filiar, com o Sr. James Crabtreu & C. n.
12, rua da Cruz.
0 gaz liquido purificado.
Na rua Nova n. 20.
Riquissirao sortimento decandieiros grandes
o pequeos, de nova invenco, com lodos os
competentes preparo? para dar luz um anno in-
teiro sera quo possa falhar, o que muilo deve
agradar aos compradores, e tambem floa se for-
nocendo os preparospara os ditos quando se aca-
bar ; na rua Nova n. 20, loja do Yianna.
SABAO
do deposito geral do Rio de Janeiro : a tratar
com Tasso & Irmaos.
Farink de mandioca
nosarmazens de Tasso 4 Irmaos.
Milho
aos armazens da Tasso & Irmaos.
ILEGIVL


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA PEIRA 28 DE MARCO DE 1860.
en
AKMAZE H PROGIiESSO
argo dn Penha--
Manleiga pcrfe'.laineiile Hor a 800 rs. a libra e cm barril se far mais algum abalimcnto.
Quc\jos muito hoyos
100 rs. e em caixa se far mais algum abalimenlo utiicaiiKntc no armazem Progresso.
A.mcxas francezas
em latas de folha e canipoleiras de vidro c. 900 rs., e em porco se far algum abalimenlo s no
Progresso. v '
Cartees de oolinnos
muilo novos proprios para mimos a 500 rs., e em porco se far algum abalimenlo s no Progresso.
Figos de comadre
em eaixinhas elegantemente enfeiladas e proprias para mimos s no Progresso e com visla se far
um preco commodo.
Latas de soda
com 2 1(2libras de dilerenlcs qualidades a ljs600 rs., nicamente no armazcm Progresso.
Conservas
a /0O rs. o fraseo vende-se nicamente no armazcm Progresso.
Yinuos engarrafados
Porto. Madcira, Xerez, Musca le, Feiioria, Bordeaux, c outros niuitos mais e com a visla se faja o
preco commodo, conforme a qualidade son Progresso.
Yinuos
Torio, Lisboa, Flgucira c Pratos de800 a OiO rs. a
vende-se
cm pipa
garrafa em porco
se far
(nicamente aitendendo a qualidade] no armazcm Progresso.
BulacUintia ingleza
muilo nova a 320 rs. a libra c barrica -J, unidamente no Progresso.
algum
abalimenlo
de 1 a f
no Pros
Potes vidrados
libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de {00 a 1J200 rs. cada un, se
tesso
muito fino de 1$a 1>500 o caixo,
Bocc de goiaua
s no Progresso.
Cnocolate franecz
a 1,> .i libra, nssiro como vendem-se os seguintesgneros ludo recentemente chegado c de superio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa- Eslph.
bricaute de Lisboa, maca de lmale, pera secca, pascas, inicias em calda, amendoas, nozes, frascos i St. Ju
com amendoascobertas, ronfeitos, paslillms de variasqualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melliores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gom-
osa muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cenejas de ditas,
spermacele barato, licores fraocezes muilo linos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei
ouas nimio novas, banba de porco refinado e outros muilo gneros que cnconlraro tendente a
molhados, por isso promelom os propietarios venderem por minio menos do que outro qualquer
promoleni mais lambem servirem aquellas pessoss que mandarem por outras pouco pralieas como
se viessein pessoalmenle ; rogam lambem a lodos os sanhores de engenho e seuhores lavradoies
queiram mandar suas encouimeudas no armazem Progresso que se Ibes aflianca a boa qualidade e
o acoridicionamcnto.
Albarclas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua duraco, levesa e com-
modidade para os animaes : rm casa de Henry
Gibson, ra. da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapees de manilha.
Esles excellenles chape js que por sua qualida-
de c eterna duraco, sao preteriveis aos do Chi-
le ; exi.-tem venda nicamente em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recite n. 62, por
prego commodo.
Vende-so urna negrinha de 15 a 1C annos,
sabendo coser, cozinhar e engommar : no Man-
guinho, em frente do sitio do Sr. Accioly.
Pianos venda
Em casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo surti-
miento de ricos e excellenles pianos de todos os
precos e qualidades, os quaes sao de muila du-
raco pela sua boa eonslrucco. Esles pianos
que foram premiados com a medalha de primei-
ra classo na exposco universal de 1655. alem
de serem de 7 oitavas e 3cordas,so de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren) podem cmpralos com 20 ou 30 0(0 de
menos que em oulra qualquer parle.
Carne de vacca salgada,' em barris de 2O0
libras : em casa de Tasso Irmos.
Vende-se superior linha e algodao, bran-
cbs e do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mellor & C, ra do Torres
a. 38
Em casa de Henry Forsler & C, ra do
Trapichen. 8, vrnde-sc :
Arreios americanos.
Bombas dem.
I'oges idem.
Arados dem a 808009.
Champagne e cognac.
Belogios americanos.
Familia de Irigo de todas as marcas.
Lampeos de oatentc cora azeite proprio.
Viiho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos A C, roa da
Cruz n. 10 encontrare o deposito lias bem co-
nhccidas marcas dos Srs. Brandcnburg Frcres.
e dos Sis. Oldekop Mareilhac & C, cm Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades
De Brandcnburg fieros.
DE
eufi!iM&c g mmtu si iif ais.
Sila na rua Imperial n. 1 i 8 e \ 20 junto a fabrica de sabo.
DE
Scbastio i. da Silva dirigida por Francisco Bclmiro da Costa.
Ncste estahelecimenlo ha sempre prompios alambiques de cobre de ditrerentes dimences
(de 3008 a 3:000fc) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios con ti nos
para restilar e destilar eaf ritos com graduaco at 40 graos (pela graduaco de Sellen Carticr) dos
melliores syslemas boje approvados e conhecidos nesla e outras provincias do impono, bombas
de todas as dimences, asperanles c de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de iudas as dimences e feilios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para ornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
is dimences para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, ospumadeiras, cocos
para engenbo, folha de Flandros, chumbo em lenrol c barra, zinco era lencol e barra, lsnccs e
arrocllas de cobre, lenoos de ferro o lato,ferro succia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muilos arligos por menos proco do que em oulra qualquer
parle, desempenhando-se loda e qualquer encommenda com presteza e perfeico jconhecida
e para commodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos rom a sua conlianca, acha-
rad na ra Nova n. 37 loja de erragens pessoa habilitada para tomar nota das encomrneudas.
Pechincha.
Com pcqticno loque de avada.
Na ra do Oueimado n. 2, loja do Preguica,
vendera-se percas de algodao encorpado, largo,
com pequeo loque do arara a 23500 cada una.
Aos amantes da economa
Na na do Queimado n 2, loja do Preguica,
vendem-sc chitas de cores fixas bastante escu- \
ras, pelo baralissimo proco de 6g a peca, e 16(1:
rs. o covado.
Vende-se por mullo commodo proco, n di-
nheiro ou a prazo, um engenho d'agua. bom
moedor, com boas Ierras, situado entres villa do
Bonito e a lascada, distante daquclla villa Iros le-
goas : qneii! o pretender, dirija sea ra Bella n.
1 que ahi achara com quem tratar, das 11 ho-
ras do dia s 2 da larde.
Novo armazem de fazendas
e modas
Vendc-sc
Ycrdadcira goma de matarana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
lidalos para denles a 200 rs. o maco cim 20 maciohof, s noTrogiesso.
para
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLADORADO
PELOS SRS.
D. Antonio da Costa A. F. de Castilho-A. Gil-Alexandre HerculanoA. G. Bamos-A. Guima-
raesA. de LimaA. de Ohveira Marreca-Alves BrancoA. P. Lopes de MendonraA. Xavier
Bodngues CordeiroCarlos Jos Barreiros-Carlos Jos CaldeiraB. Pinto da Silva e CunhaF
Comes de Amonm-F. H. BordalloJ. A. de Frcitas OliveiraJ. A Maia-J. A. Marques-J. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollaeoJ. E. de Magalhes CoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha Bivara-J. J. da Graca Junior-J. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
ose de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LeitcLuiz Jos da
Cunha L. A. Bebello da SilvaPaulo MidosiBicardo Julio FerrazValentim Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
roR
A. P. de CarvallioL F. Silveira da MollaRodrigo Paganino.
Margaux.
La rose.
Chlcau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
SI. Julien.
St. Julien Mdoc.
Cliateau Loville.
Na mesma casa ha
vender:
Sherry em barris.
, Madcira cm barris.
Cognac em barris. qualidade fina
i Cognac em caixas qualidade inferior.
, Cerveja branca.
A 300 rs.
l.aas para vestidos e roupas de enancas, fazen-
das de padroes modernos : na ra do\lueimado
n. 17, o primeira loja passando-a botica.
Por melado de seu valor.
Sedas pretas lavradas em cortes, pelo diminu-
to proco de 20$ o corte : na ra do Queimado n.
17, a primeira loja passando a brica.
Faria
lili
()., ra
numero 45.
Nova
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
de tachase moendas para engenbo, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito cu na ra do Traoiche n 44.
irito de viiiho com 44
graos.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a otTerecer aosleitores, con- Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
riintameiiie cora a revista do que mais notavcl houvcr occorrido na poltica, na sciencia, na indus- ftrns, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
tria ou as artes, alguns artigos originaos sobre qualquer destes assumptos, o ARCHIVO DHIVERSal, : andas- na ra larca do Bosario n. 36
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, tem satisfeito aos seus fins, com a maior! Vendem-se ceblas em caixas c aos ceios,
exactido e regularidade. por barato preco : na ra Direila n. GIL
Publica-se todas as segundas feras em folhas de 16 paginas, e completa lodos os semestres
um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no cscriptorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignatura : pelos paquetes & vapor 10200 por anuo ; por navio de vela 83 (moeda
brasileira).
lia algumis collccc.oes desde o cornejo da publicado do jornal.
, ~- .... -w |"-- UM i"..' 11,1 11, V**.
Ceblas novas.
Os proprietarios desle novo estabelerimcnto,
recebendo directamente de Pars e Londres por
todos os paquetes artigos de modas, que consli-
tuc o mais bello sortimenlo de fazendas em apu-
rado gasto, fa/.em sciente aos seus freguezes c ao
publico em geral, que todas os fazendas de seu
eslabelecimcnto sero vendidas por preco muito
mdico.
lelogios de ouro e prata.
Ein casa de llcnry Gibson, ra da Cadeia do
Becife n. 62, ha para vender um compilo sorti-
menlo de relogios de ouro e prala, chronome-
Iros, meioschronomclros n de ptente, os me-
lliores que vera a este mercado, e a procos ra-
zoaveis.
37 Ruado Queimado57
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelerimento um completo
sortimenlo de obras feitas, como sejam : pale-
tots de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasaeas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 35?, um completo sortimenlo de palelots de
rscadinlio de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por proco commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
cada urna, chapeos franeezes para homem a 8#,
ditos muito superiores a 10$, ditos avelludados,
copa alta a 1155, dilos copa baixa a 10J, cha-
peos de feltro para hornera de 4J. 53 e at 7?5
cada um, ditos de seda c de palha enfuilados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12j?, chapolinhas de velludo ricamente enfeita-
dasa 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
linha de novello de todos os sortimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas.e prelas, por precos commodos : em rasa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Becife n. G2.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater i C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambom urna
variedade de bonitos trancclis para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello inleiramente
novo.
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodao americano trancado.
Presuntos para Hambre.
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americarfo de superior qualidade.
(hninpanlia de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris n.uilo bem acn i-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam
o muilo afamado licor intitulado Murrios Cali,
Sherry Cordial, Moni Julop, Bitters, Whiskey \
C, ludo despachado ha poneos dias.
Vende-se um bom engenho na fregu- U
Escravas.
Vende-se umacicellento escrava preta, de 22
annos de idade, com 2 filhas mulalinhas, cuja
preta chegou agora do Maranbo, e sabe coser,
engommar, fazer labyrintho, e todo o mais ser-
vico d* urna casa de familia ; lambem se vende
una negra da 17 annos de idade, boa rozinheira
e hbil para lodo o mais servico de urna casa de
familia : a tratar na travessa da Madre de Dos
ii. 16, armazem de Perreira A Martins.
Vende-se sebo derretido em barricas, che-
gado ltimamente do Porto, proprio para os
nhores fabricantes de velas : na roa do Brtim n.
14, armazcm de Moreira Costa & C.
Vende-se urna linda rrioiilinba de 10 annos,
com principio de costura, muito habilidosa, lii :-
pa e sadla : na ra Formosa, casa do Sr. Dina-
merico Augusto do llego Itangcl.
Vende-se doce de caj a lj} a libra : na ra
Direila n. 72.
Vende-se
urna crioula de idade 15 anuos, com principios '.c.
costura e engommado, c um crionlo de 0 ann ;
de idade : na ra da Conceicao n. 4-
Escravos fgidos.
Pugio no da l', de marco do or ron te mez
0 mole no de nonio Justino, "de cor fula, .
de 11 anuos, pouco mais ou menos, andar manso
por causa de una un ha arrancada no dedo m-
nimo do pesquerdo : quera o pegar.leve a ra
de Santa rila n. 71, qee ser gratificado ; outro
sim, levou esmisa de algodao branco.
No dia 11 do crrenle fugio do engenho
Santa llosa, freguezia da Luz, o escravo riioulo
do nomo Domingos, costuma tratar-se por Joo,
com os signaes seguintes: cor fula, alio, c
regular, 40 annos de idade, pouco mais ou mo-
nos, tem urna cicatriz no rosto pouco abaixi
olho esquerdo, bracos cumplidos, roi'.s e ps re-
culares, lera falla de denles na frente, urna cica-
triz em um dos hombros qne parece ser de faca,
marca de chicle as nadegas, tem cravos
ps, muito prosista, gaba-se do ralele, car-
reiro, Coi ascraro do engenho Minas Novas : pe-
de-seas autoridades policiaes e capiles de cam-
po a captura do mesmo, e mandaren a seu -
nbor Antonio Luiz dos sanios, morador no i, -
ino engenho.
= Anda est fgida desdi o dia 23 do mi :
passado, a minha escrava de nome l.m/a, costu-
ma mudar o nome para Joaquina, de naco M-i-
cambique, cega do olho direito, denles lim
tem um pequeo caroco atraz de urna orelha,
muilo conhecida : consta que lem andado lai u -
do roopa de ganho em Bf berilio, Poro e na Tor-
re, e outras partes; dizcm estar oceulta, eo
abalxo sssignado protesta ir haver os das de
I si rvice de quem < tiver em se poder: n
la qualquer pedestre ou rapiao de campo .i ap-
prehendam c levem-na ra da Cadeia Velha n. I,
i que sei pago o seu liabalho.Jos Gonc
1 Perreira.
No dia C do correle fugiram do engenho
I Ueha o escravo Filippe, cabra, estatura n
<*> zia de l'od'Alho, tendo tenas paramis *^ i,
% dous engenhos as quaes tambera se ven- | ,ar F"nica lJi,^lli, cora "P1" d'' beua no ros-
' | to. reprsenla ler 32 annos de idade, falla bem ;
e no dia 8 o escravo Marcelino, denarao An-
gola, cor fula, alio e si eco, sem baila, lem n :
! biaros signaos de vaccina, na testa tima cicaltiz
em forma de meia lua, ecm cima de um des .
la sicatriz que repnchou alguma cousa a pi le,
tem a falla descansada, bem fcitode rosto e
prsenla ter 28 annos do idade ; ambos estes es-
clavos levaram calca de algodao azul trancado e-
camisa de algodao de lislra, alem de mais roupa
| que possuiam, e suppoe-se que rcuniram-s
ra seguirem viagera para o serlo do Sobral do
; onde oprimeiro natural : a quem os ippn
der junios, ou a cada um de per si, ou delli S d ;
;*sj dem em separado : quem pretender uiri- ffi
4 ja-se ao Sr. Joaquim Marques Santiago a|
^ na ra do Brum desla ciiade, primeira j
^ casa depois do chalana. ^ffi
mwmm ^mm% siseen
fanca-sc a qua-
lidade.
Vende-se crvilha a 160 rs., painco a 100 rs. a
libra, milho a 56OO o sacco : por baizo do so-
biado n. 16, com o oilao para ra da Floren-
tina.
= Vendc.se ou arrenda-se o engenho Leao,
silo na freguezia da Escada, moeulc e corren lo ;
osle engenho fica a urna legua da estrada de fer-
ro ea pequea distancia de porto de embarque
seu terreno conten varzeas cortadas por riosqu
peridicamente os alagara o por isso os ferlili
sam : foi movido por agua, e se-lo-ha com pe-
queo trabalho porque exisle um grande acude e
levadas necessarias ; suas obras sao antigs, mas
era perfeito eslado de conservacao, solidas, vas-
las, e com lodos os commodos desejaveis. Po-
rin o que torna esle engenho um predio verda-
deramente anibicionavel, sua extensao de mais
de lfgoa colieria de amias virgeaa, convidando
o trabalhador a rasgar-lhe as enlianhas pela cer-
teza de grandes colheilas : pela natureza do solo
e suas diuiensoes, o engenho Leo pode fornecor
terrenos para dous grandes fngenhos sem per-
noticia, ser bem recompensado pelos seus do-
nos, 110 referido engenqo Lcha.
;!200,000degralif-
caco.
T
m mwsiim s ipbuiidkr.
3 RUADAGLORIA,GAi1
CUniea por ambos os systemas.
3
O Dr. Lobo Moscosod consultas todos os dias pela manha e de tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curar annualmeiite nao sopara a cidade como para os engenhos ou outras
propriedados ruraes.
Os chamados devera ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a oulra qualquer hora do dia ou da noile sendo por escripto em que se declare o nome da
i, o dama eo uurnero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Becife poderlo re-
r seus bilhetcs a botica do Sr. Joo Sounn & C. na rua'a Cruz ou loja de livros do Sr. Jos :
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha. .
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos pre-os seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ...".......10S0OO
Ditos de 2i ditos,..............150O0
Ditos de 36 ditos..........\ \ 20jl0'J0
Dito de 48 ditos...............2500
Dilos de 60 ditos. :............. 0^000
Tubos avulsos cada ura.............IgOOO
Frascos de linduras........,.....SgOOO
Jdanoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em porluguezcom o diccionaiio dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. etc............20000
Medicina domestica do Dr. Heriug, cora diccionario. lOgOOO
Bepertorio do Dr. Mello Moraes......... 6g000
l'slo-se acabando, cbelas grandes de molho,
0 cenlo a I36OO, e solas a l.;300, barricas com
eardinhas muito novas, e chtgadas ltimamente
ao mercado, (ambara se eslo acabando, e saceos
com feijo nmarello de 6 alqueires. do Porlo,
por dimiuulo proco : na ra do Vigario n. 27 .
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacSes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que dellc fizeram lem seu corpo e mem-
bros inleiramente saos depois do haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que liras relatam
todos os dias ha muilos annos ; e a maior paite
dolas sao to sor preudenles que admiran, so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braran! com este soberano remedio o uso de seus
bracos e peinas, depois de ter perrlfanecido Ion-
j go tempo nos hospitaes, onde de viara soffrer a
1 ampularo I Dellas ha muilasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimenlos, para senao
subraelterem cssa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das tacs pessoas na
enfuso de seu rccouhccimento deelararam e8
tes resultados benficos diante do lord cerrege-
dor e outros magistrados, afim de mais autenli.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sd
Uvesse bastante conlianca para cnsaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
raenlratatoqueueccssitasse a natureza do mu
cujo resultado seria prova rincontestavelmente i
Que tudocura.
feitos acha-se conve-
con tratos mensaes para
Neste proveitoso estabolecimento, que pelos no vos melhoramentos
nientemente montado, far-se-ho tambem do Io de uoverabro em vante,
maior commodidade e economa do publico de quem os proprietarios esperam a remuneracode
tantos sacrificios.
Assignatur de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOgOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez lfiyOOO
Series de cartoes c banhos avulsos aos oreos annunciadoa.
Villa do Cabo
Ra do LivraiiHuilo. esquina ta tra-
vessa da Ttrrnha.
O Machado esl queimando carne e bacalho,
por todo o proco ; cheguem freguezes antes que
se acabe.
Ferros de engom-
mar econmicos.
255, corles de vestido de seda em carto de 40$ der asqualidadas que o distinguen!: com Entes-
at 150S, dilos de phantasia de 163 at 35g000, '*' C-oncalves Pereira Lima, no engenho Vicente
,,- 1 j 1 j ,. .1 r- Caupcllo da mesma freguezia, poder entender-
gollinhas de cambra de 1 at 5. manguitos se qualqilcr pri;lende..le
de l$500at5S, organdys escuras e claras a'
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemras de cor-
les para collelcs, paletotse calcas de 3$500 al
4jj o covado, panno fino preto e de cores de 2-5500
al 10$ o covado, corles de colletcde velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de go-guro
e de fusto brancos de cores, Indo por preco
barato, atoalhado. de algodao a lj2S0 a vara,
cortes de casemras de cores de 5 al 9$, gresde-
naples de cores c pretos de 1^600 at 3:J2<)0 o
covado, espartillios para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12# cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12f cada um, dilos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 al 20g a
duzia, casemras de cores para coeiro, covado a
2$40O, barege de seda para vestidos, covado a
1;>400, um completo sortimento de collelcs de
gorguro, casemira preta lisa e bordada, e de
fusto de cores, os quaes se vendem por barato
prego, velludo de cores a 7J> o covado, pannos
para cima de mesa a 105 cada um, merino al-
cochoadb proprio para palelots e colletes a 2^800
o covado. bandos para armacao de cabello a
1&500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, eum grande sortimenlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aq'ui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
prximo pass
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
dabexga.
FUNDIQAO D
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido eslabelecimcnto a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodao, prendas para mandioca e oleo de nciui, porloes gradara, co-
lumnas e raoinhos de vento, arados, cultivadores, pontes, "aldeiras e tannueg, boias, alvarengas.
boles e todas as obras de machinismo. Ezecuta-se q*ialqucr obra seja qual or sua natureza pelos
desenhos ou moldes que para tal fm forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belccimer.to na ruado Brum n. 28 A e na ra do Collegiohoje do Imperador n... moradia do cai-
zeiro do estateleciraento Jos Joaquim da Coala Ptreira, com quem os pretfiodentea se podem
entender jara qualquer obra.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca,
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Friciras.
Gengivas escalda das.
Inchaces.
Inflammaco dofigado
Vende-se
Infiamniaco
da matriz
Lepra.
Males das pomas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pul 111 oes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs ptridas.
Tinlia, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e n*Ioja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hcspanha.
Venie-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
uambuco.
Altenco.
Ycnde-se -milho em saceos a 5#, farelo de Lis-
boa n 65 o sacco, farinha de mandioca de supe-
rior qualidade, em saceos, arroz pilado, dito de
casca, courinhos do cabra, esleirs de palha ; lu-
do se vende por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Bangel n. 62, armazem.
JACARANDA.
Acabam de chegar algumas duzias desta ma-
dcira, e vendem Azavedo & Mondes : para ver,
no seu armazem no largo da Assembla 11. 9.
Vende-se urna duzia de cadeiras com os-
sento de palhiuha, urna marqueza tambem com
astenia e palhiuha, e duas banquinhas de co-
lumna, ludo do amarelto, e em bom eslado, por
proco muilo commodo : na ra de Santa Rita n.
85, loja.
Vende-se um escravo que entende de bo-
tica visto seu prmeiro senhor ser boticario,
por pieco commodo c aflianca-se a conducta :
para tratar na ra da Imperatriz n. 47, prmeiro
andar, das 9 al s 4 da larde.
Na rocheira do porto do Capim
nos fundos do sobrado da Sr. Dr
Sabino, guarda-se carros e tra-
la-se de cavallos mais barato do
que em oulra qualquer parle.
tlleadU de
cores.

Do-se a contento.
Vendem-se esles magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ra" da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da Madre de Dos 11. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita da Penha n 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. "14.
Dita Direila n. ~-2
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 36.
Dila da Santa Cruz n. 3
Dita da Imperalriz n, 10, rrmazem de fazendas
de Baymundo Carlos Lcite & Irmo.
Ra da Cadeia do
Recife n. 23,
Confronte ao oecco YjStvgo
Saia i balo superior rendada, dita de mussu-
lina para senhora por 6S- ditas para menina por
5g, todas da melhor qualidade o com filas pro-
prias para o bom commodo, manteletes bordados
de grosdenaples preto de dilVerentes gestos, ditos
de fil, corles de vestidos pretos superiores bor-
dados a velludo a 50g, dilos de seda a 80$O00, e
outros muitas fazendas. proprias para a quares-
ma, que se mandam amostras.
= Vende-se um lindo cosmorama de caixa
ainda novo : na ru da ImperatriZj loja de miu-
dezas n. 58, de Jco Augusto.
Escravos baratos.
Vendem-se 3 moloques c 2 escravos pecas, de
13 a 20 annos de idade, 1 escrava engomiuadeira
c cozinheira, 1 dita quilandeira, cozinha e lava
por 1:0009, 1 dita mucamba de 20 annos de ida-
de : na ra dasAsuas Vordesn 46.
Verd&deires luvas de Jouvin de
todas us cores: ven-Jem-se na ra da Im-; ^ ftS ***
peratnzn h, lo|a do Lecomte.
Carneiros gordos.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
possivel neste genero, e de diversas larguras,
por preco commodo : na ra Direila n. 61, loja
de chapeos de B. de B. l'cg(){ }
Vende-se a taberna sita na praca n. 12, a ; No engenho Forno da Gal vendem-se carneiros
qual tem poucos iundos e muilo aireguezada,; gordos por preco commodo.
tanto para a trra como para o malo; vende-se > Na estrada dos Aflliclos, junto ao Mangui-
em consequencia do seu proprietario querer re- I nho, no sitio do porto de ferro, veude-sc ura boi
lirar-se pora a Europa. I manso por commodo preco.
Desde odia 15 de fevereiro t
fugio do engenbo S. Joo do Cabo o ni i Ai -
ro, de naco, offlcial de pedreiro e meslre de ns-
sucar, alto, bom carpo, com 35 annos de id
recio flota, mida desembarazado e gm tanto rra-
barado, tem na tosa e na massa esquerda
como na canella da perna direila urnas cicatriz ;
esbianquicadas c nos pcitos um vtrgo airavcs-
sado. Foi comprado em 1857 ao Sr. Tiburcjo
Antonio de Oliveira e antes desla dala lem esta-
do em Santo Ignacio e engenho Novo do Cabo : 6
provavel qoc se intitule de for.-o ou de pagador
desemana: quem o pegar leve-o ao engenho
S. Joo do Cabo, ou as Cinco Ponas, na tabrica
do vinagre, que se pagar a recompensa promet-
tida.
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felippe.de naco .An-
gola, de idade 45 a 50 annos, com os signaes
seguintes : um tanto baxo do corpo, cor fula,
tosa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla fina e a voz sempre baixa, bocea
larga, cora alguns cabellos trancos pelas fonles,
parecendo ser muito manciulio, porm muilo
velhaco e mettino a curador de emposlurias, de
bom corpo, pernas um lano finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Preta quem
o pegar ou disser onde de corlo esl
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do obaixo asignado, no dia 13
do corrcnle, urna sua escrava da Cosa do nome
Mara, que represcnta-ler de idade 45 annos, al-
tura c corpo regulares, cor nao muito preta, tem
baslanles cabellos brancos, costuma trazer um
panno atado roda da cabeca, tendo por signal
mais saliente as mos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta escrava tendo sahido como
de coslumc, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanlo, s autoridades poli-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprchenso de dita escrava, e leva-la loja
do Preguica, na ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. tenenle coronel S
tio, qne sero generosamente recompensados.
No dij 6 do corrente, fugio do engenho
L'clida, o escravo Filippe. cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, cora signaes de bexiga no ros-
to, falla bem e representa ler 32 anuos de idade ;
o no dia 8, o escravo Marcolino, de naco Ango-
la, cor fula, alto, serco, sem barba, lem no- I
eos signaos de vaccina, no testa urna cicatriz pe-
i quena em forma de meia lua, cera cia de um
dos ps urna cicatriz que repudia alguma i
| cousa a pelle, falla descansado, bi m fe fio de ros-
to, e representa ler 28 annos de idade ; ai
esses escravos levaram calcas de algodao azul
trancado c camisa de aleodo de lislra, alen de.
outra roupa que possuiam ; snppe-se que estes
escravos reuniram-se e seguir tu viagem para o
serlo do Sobral donde o prmeiro escravo i
ou para outro qualquer serlo, porque consto
que seguirara para o centro : roga-se a todos as
autoridades policiaes, capiles ou a qualquer
pessoa pailicular, que os apprehenda, ou avise
ao major Antonio da Silva Gusmo, no Recife,
ou no engenho cha, que sendo 3toridade lhe
fiear ern cierno agradecimenlo, e corapromel-
| te-se a pagar generosamente as Yspczas ci n ;:
jeondueco ou aviso dos referidos escravos, assini
como a capilo de campo ou pessoa paiticjlar
i que zer o favor prende-los a ambos ou a rjual-
] quer um dos referidos escravos, ser generosa-
| mente recompensado.
Desaupareceu do peder do anaixo a=signa-
e Manoel, ambos de
ncenles a Manuel Jos
Ferreira Gusmo, e se chavara em poder do a-
baixo assignado, cm consequencia de haver as-
signado delles pela peuhora nelles feita porHen-
rique mercio. eacrivo Manoel Mara : quem delle.- li-
ver noticia ou appreliende-los, leve-os ra Im-
perial n. 40, que ser gratificado.
Manotl Joaqui, Ferreira Esttv s


(8)
Lillcratura.
DIARIO DE PERNAMBUC. r- QAftTA FEIRA 8 bB MARCO DE 1860.
I d lempo algum estove o papad livre dos
aloques dos seos adversarios ; a sua historia
obstculos que pesad) soore as almas, o que se
oppoo dilatado das suas mais sublimes am-
bioes. So os homons do seculo rceonhecom
que a Recia um reino importante, c com o
qual preciso contar, os escriptores para logo
proclamara como veidadeiro esse pensamento e
nmo uarracao de lulas dos povos e dos reis con- mislerqui, os leitores tambera o rocounecaoi.
- dircils do vigario de Jess Chrislo ; to- ; Parfrque recusarem a esses homons do seu toto-
a consolac^o do
: i diretos lem silo contestados, mas
sao reco.nhccidos. Nosso Senhor nao veio
3 paz, porm a guerra, glaJium. t) ea-
.''js conhecem o gume e a pona dos-a es-
: pois qi|.: nao o sen esforjos, o som com-
- que ellos, su jeitos lei da carne c do pec-
q io aiormeulava a S Paulo, coosegucm
i aq seu Redcroptor, participar com elle Ja
'liosa, (oriiar-se-lli verdadeira-
iicloa pelo soflrimcnlo, cpmo elle
id para ser mais larda como elle tam-
il iumphanles c glorificadas. A espada por
;s Chrislo coiiduzida ao inundo nao s essa
interior, ardente c subiil que peneira at
liras as mais secretas do coracao. O Divino
1 re falla de divisos o de lulas" apparenlcs ;
mos.ra o filho cm desharmoola com seu pai, a
tom sua ni a i ; e elle uiesmn quein
i veio fazer esla obra e susciiar esta lula co
tro natureza.
;fn. se escandalise. A lula durar
i o mundo durar.
0 duplo espirito, que vivo o s-> debato no co-:
do homem calholico, agita tambem a so-
le inteira, que se corupe de almas c de

|i s os elementos que obscurecen) ouillumi-
i .i eonscincia de um s horaem, se cncon-:
i; mi era um povo, c oceupam lugar, exoreem
no congresso das naces. Se a sabedoria
a i alii tem diretos e podem seus proccitos
mi ir crdito, nao menos se dcixain cahir no
ment, nem deixam menos de exorcer
ITueucia a brutalidade da carne, o orgulho
o humana, a louea conanca que esta
is suas toreas, seu dcsprezii e ignorancia de
luz sobrenatural, t) papado deve contar
i esse lado ino da natureza
;
po a consoiaco de acclama-los mais avisadas
que os seus antepassados ? Se, pasque a hu-
nian lade avanea som pro, augmentando a cada
passo o seu foco de verdades, do luzcs, o .le for-
ras, olios querem que nao teuha npparecido
a Ierra.gcraeao ogual nossa, nao sei, na
verdade, o que se ganharia em desfazor esla
illuso. 1". quem alero disto ousaria lano ?
tam mais de adornar a ulsTr, do que do exim
a doutrina.
Os primeiros apostlos do protoslanlismo de-
ram-lhes o exomplo, c souberam trsbalhar as
chronicas do mundo. Todos sabem como nislo
foram favorecidos, o como 03 trabalhos mais
apreciados c eruditos dos spcuIos XVI o XVII fo-
ram minias vezes a oxpressao do desprezo o do
odio contra o papado. Ti.davia a desordem que
com os seus livros podiam occasionar, se limita-
va no circulo da classe erudita ; smeniea reper-
cusso pedia al cancar o povo. Hoje a elasse
vulgar e a mocidado ano se corrompe directa-
mente ; as^hUiorias falsas sob lodas as formas
innundam a Frailea, e concorrem por lodos os
muios para arredar os espirites da t, e embola los
cada vez mais.
Fm lugar de comlmlor essa verdade primor-
dial o (ida como nm axioma polo nrgulho do
soculo XIX, nao ser melhor laucar mo do
f^mZ\t, d rcenDh7; 'ma sera razao e I giir.enlos historicos.cmque se formam c
nsulTicie.c.a no papado? Domis pelo in- todas as especies de prejuizos conlra a
lerrpsse do mosrao papado que assim so pralica,' '
o fino seus filhos Iho pedera um pequeo sacri-
ficio Un urna escola que se di/, o ijuo Ulvez
0 lliealro, o romanee, as salyras ; de ludo se
ha hincado mo : um diluvio de mentiras elin-
fortifican
a fe calho-
lesu-munhos quo o mais evo exame basta para
destruir. Quando a base parece mais solida, c
quando a historia parece dar-lhe algum funda-
mento, nao todava fora do proposito aprofun-
da-la c esclarece-la. e o capitulo do abbade
Conslant sobro Alexandre VI, cxlrahido quasi to
do dos esludos histricos dos escriptores protes-
tantes, bem curioso, c atiesta os excessos de
imaginario entro os detractores da Sania S. Ha
casos em que a calumnia subsiste somonte por
causa da alrocidade de que 6 acompanhada ;
porque parece impossivol que a inven cao do ho-
rnem alliuja a corto grao de perversldade.
III
As liceos da historia lem a sua conclusao, o os
artificios dos historiadores votados ao odio contra-
aegreja nao sao sem resultado*. So ao privile-
g0 da infallibilidade quo o correspondente da
(pinino Nacional, por exomplo, reconhece no
Soberano Pontifico, junlasse a inlelligencia ver-
_ a imu 1 na 11 nin oscoia que se aiz o quo lalvoz
w se julgno catholica ; o Seculo a enche do elogios ;
oa. a Opinio Nacional a coadjuva na publicidades
lica. Nunca se leve tanta nocessidade de refuta- dadeira da grandeza moral e poltica dos Soliera-
cessimples o sabias, concludentes c accessiveis ,03 Pontfices, allondendo a que, ha qualro socu-
elles nao se acham mais fronte das naces,
em
das suas columnas, lodas dedicad ( so sabe !)
sania ogreja. Aposar da opposco do Pap,
est escola, n'nmi carta dirigida
o
fe
lodos os leitores. Is.
. n como elle diz, concluira quo os povos se arre-
A Pefesa da Egreja Ao abbade de Garini veio | dam do conhecimenlo da verdade e da eivilisaefio
Esta obra lao modesta, e lao solida. real e em vez de pedir ao papado nina trans-
iera
lisio
fez sabir do calliolicismo, I.amennais, Hugo,
Lamartine, e lanos oulros amigos goncrosos da
humanidade .
1 do Jess Chiisto dissipar as trovas e,^os /,0l*'-
Se os Papas devem acabar rom esse systnia
mal entendidos, porqno provavelmonlo isso
Ibes convem : pois que a poli tica por olios
seguida desde o lempo dos Mediis nao s lem
arruinado os generosos amigos, da humanidade,
como tambem lem abandonado aos Papas dos
ltimos soclos as grandestradicoes do panado
m' da o Indo media, desses. lempos e"m que o Ttispo
dn fioma era verdadeiramento o primeiro pastor
n Mivcns que se -1111011103111 sem cessar. E' tam-
1 a obra do demonio mover c agitar esses lo-
1] inTectos que o peccado forma e consciva
n 1.1 ,ri> e no espirito do horaem. Mesmo no
; 1 do seu maior podero, quando o mundo

Do sorlo que so dovor cnnrlnir destaa p.ila-
vras quo o Rispo do Roma depois quo abando-
nan as grandes tradiedos do papado nao c mais
verdadoiramente o prinioro pastor dos nnvos.
ii lormar una repblica cl.rislaa, co Evan- J? ^S^, '/.'u' "dmirar"se ? I'romnitaoo
de seoielh^nlo doulrma( lano mais se o osenp-
lor que a promulgou s jacta de ser ratholieo.
Entro lanas outras prolestaijSes anlogas esla
parece sor mais oso.inialosa or qu soil como
oxpressao de urna escola. A voneracan i fdr<*a
so lem insinuado dos nimos anda dos mais
pretenciosos o amantes da lierdade. Conhene-
- essa coragem que se ergne o brada & unifor-
midade da mullido, e que julga color ao im-
pulso da eonscincia. O progresso da humani-
dade o idolo dos lempos modernos ; se o culto
dosie idolo inonslruoso encnnlra Iropecos na
sua contradiccSo com a doutrina de Jesus-Chris-
lo, porque nao ser esto depreciado, c depre-
ciadas as suas proraessas'?
: a base e a regra do direilo universa .
irhava exposto aos ultrages e arli-
- 1I0 inferno, quo sublcvava os res, insu-
iva os excrcilos, suscitava sophisias, pro-
..1 enrolar o extinguir as recordacoes do
com a idea de um l'uluro
ssii 1 I.
1 iil c oilocentos anuos que nao
' le |ue nao i";iba laucado mao,
i nao lonbi assumido, astucia e
cuuiicnco e
lia escar-
caracter a
disaimula-
. a que nao lenlia recorr lo; c nunca salis-
, ronlinua sempre no proposito de enfraqne-
auniquilar o imperio lo Jess Chrislo sobre
lu.as. Parece-lhc que o lypo dniuo i-e acba
-'.me estampado no espirito humano, e mui-
i\o nr.>l" inundo ; quer poriauto calca-lo aos
e exlingui-lo com|iletamenle. 0 papado o
; por mais experiencia que lem adqui-
.1 solidez da podra mysteriosa, nem por isso
- desanimado so acha.
porm, nao so pode negar que os
- deixara seduzir com esses arlilicios,
1 orrem para completar os designios do
1 ir a' forja descoberta, com astucias, con-
os o mentiras buscan) tambem contestar as
ssas livinas, c deltas experimentar a con-
ncia. A' julgar pelos seus estorgos, medir
cursos de que dispoe, ao ver o isolamento
1 a pe li 1 Fundamental, o a sua pouca
1 ilidade na npparencia, pode-se muito bem
1 que ella vai ser deslocad o arredada do
111 em que a humanidade toda se preci-
n
Os :
A infillibilidade foi dada para nutro fim n o
como, ha qualro soclos, o soberano Pontfice
abandonou as grandes traiieoes p doixou ifo sor
o primeiro pastor dos povos.'o cuidado daquolles erros
que o amam, o qnerom conseri-.-ir-se-lho liis,
dovo ser dospoja-lo pola violencia para resla-
bolete-lo na sua dignidale.
manas dao certa importancia, na qual o autor nao
havla pensado ; osle livro 6 A Historia e a
infatlibiiidade dos P.ipas, ou lodasaces criii-
ras o histricas sobre os aelos o deises dos
Soberanos Pontfices, que foram julgados como
contrarios f por diversos oscrptores >; Ira-
balho Coito pelo abbade Constan!. Nos seus dous
voluntes o autor discuti com bstanle erudico o
clareza as calumnias diversas dirigidas contra o
papado : seu lim mostrar que a infallibilidade
promet ida. a S. Pedro jamis se achou om falla.
Parece que este so delvera limitar a urna simples
exposico da f cathdlica ; porque se se compa-
rar a f que nosso Sanio Padre o Papa Pi IX
aconselha o professa, com a que o proprio Jesus
Chrislo pregou na Juda, a infallibilidade do So-
berano Pontfice, guarda do deposit divino, ser
soiaento por este ficto sttestada de una manei-
ra irrefragavel. Porm os adversarios do papado
tiveram o cuidado de nao se enllocar sobre um
terreno lao simples ; e chamaram a historia em
seu soccorro.
Aponlaram os Papas que aberraram, dizom
olios, da f ; o sobre ludo aponlaram aquellos
aos quaes allrbucm mimes e infamias, que Ibes
parecer incompativeis com esse privilegio dein-
fallibilidade. Oceupam-se alinal em confundir o
privilegio da doutrina com a fraqueza da con luc-
ia, o esperam desfurte atarantar os simples, e
aterrar os tmidos.
O abbade Conslant os acompanha as suas vis-
las; nao escolhe o assumpto, recebe-o de ordi-
nario dos escripiores protestantes. Fleury e o
proprio Rosiiiel oceupam um lugar as suas cri-
ticas. O abbade Conslant onlendeu que devea
por o grande bomem ao abrigo dessas trincas, e
11 m pseudo Rossuel que elle responde os
e os arlilicios da Uefezada Declarar]' da
Clero, publicada, como todos sabem, depois da
morle do bispo de Menu por mios, cuja repula-
cao de lidelidade uo grande.
to, aliri;
pastor.
ado e protegido no
aprisco do nico
I.KON AlT.lNKAC
l'niccrsSilceira.
Varicdade
s.
Jnlgariamns offrndor os nossos loiloros so Ira-
Inssemos de refutar oslas trtes inspirarnos.
Porio nao se pode negar que nimos" ha dis-1
postos a acolhe-las. O velho principio do ro-
piignan"ia aos preceitos divinos, que existe no
coracao du hornera, comeen n fermentar o os
espiritos csto corridos loda luz. as paixes
sao o son nico gua ; Indo quanlo conoorro pa-
ra animar estas esaiisfazer aquellos, lido om
alan. A experiencia se renova todos os erando conla e como nrn bem por excellenria.
os horneas anda os mais esclarecidos
omprehendem que ah ha urna torc,a myste-
Todos chegam aps uns dos oulros para
-a podra ; pesam-na em suas conscicn-
. s,e julgam que hcil sera suspende -la : a his-
; irm, oflerece a narraco das suas illu-
F.grcja era ntida no seu berec, e ja o espi-
. in ano se revesta de garantas contra o
I
:
se
;
VI
Resistir [orea lornr
Os Papar a quem os hisloriadores aecusaram
de lerem aberrado da f, sao pouco numerosos :
entrolanlo o* herticos condeninados nunca ces-
saram de aecusar a Santa Sede fallar a verdade.
De nossos das ouvimos I.amennais ; tambem to-
dos sabem o que dizia Pascal; l.ulliero, Arins.
Donat, Montan oslentavam a mesma linguagem.
Os hisloriadores a seu pezar sao Careados a dei-
xarcm cahir todas essas recriminacoes; e apenas
conlenlam-se com duas ou tres" aecusacoos de
1011-se um acto vergonhnso ; montaismo, de mouotheismo, de ari 1110 ou
o o dovor, segundo as interpretarnos da sabedo- de idolatra.
na humana, consiste
commodar-se a ella,
para nao perturbar
em soffrer a injuslica, ae-
0 al mesmo favorece-la
a paz do mundo.
As discussoes mais bem fundadas, e luminosas
conseguirao arrancar os homens a esses baixos
sentimenlos ? Peder a caria do Sr. hispo de
Arras, por exornlo, transmit esses espi ritos
provenidos nina oenlellia de luz sobre a nocessi-
dade de manler-so, sem Iransformaefio alguma,
o poder temporal da Sania S ?
II
ior do Papa para evi.tar o seu jopo, nao s
. indo as ib uli mas da cadeira de S. Pedro o
parando-se da verdadeira fe, como tambem
que o Soberano Pontfice so des-
1 da doutrina de Deus, o por sua propiia au-
lade reclamava e defenda o erro. Os Papas
que com o seu sangue regaran a sede pontifical
..i aecusadosde herticos o idolatras, da mes-,
ma forma porque c aecusado o actual Soberano
I Dlifice de regeilar o progresso moderno, e
do ser fraco peranlc a
A aecusaco se remonta eras passadas. Ha
ro securas [dizemj que a Sania S nao mar-
1 de harmona com a humanidade. Os catlio-
\ I ero antes concluir de ludo isto que a
inidade que nao se acha de accordo com o
l angelho.'e que os progressos, de que lauto se -
unos povos, nao eslao conformes ao espi- .Perseverante, o Pode-=e jvancar que. no abali-
rilo do chrislianismo. A dala que aponlam nos
A Providencia emprogou todos os meios para
tornar accessivel razo humana o mysterio da
1 infallibilidade pontifical. A historia do papado,
civilisaco do seculo os combales que osle sustenton, o as victorias que
gauhou no mundo, cercam a Sania S de urna
aureola que se casa admiravelroonle e de um mo-
do razoavel com o seu grande e nico privi-
legio.
Era, pois, natural que o espirito do mal se ap-
plcasse em occullar esse brilbo extraordinario o
ANTIGIDADESs.
ntreos documentos imporlanlcs que recente-
monte foram descobertos nos archivos de Hode-
na, appareceramcartas dirigidas a Torquato Tas-
so por sua amante. I). Coccapani-Rendidio, e
que erradamente se attribuiam prlneeza Eleo-
nora. Havia tambem nos mesmos archivos tres
volumes do carias inditas do poeta, que foram
tiradas pelo archiduque Francisco, e bem assim
urca preciosa biblia, em papel velino, e o cele-
bre manuscripto modenez de Dante.
O Dr. Sigmond, sabio medico inglez, que habi-
ta em Paria ha muilos anuos, e que se entrega
com paixao busca dos manuscriptos e dos au-
thographos, dcscnlraiihou, nao se sabe aonde,
muilos documentos importantes relativos a Col-
bert. Quasi toda a bibliolheca de Colberl lem
ido para Londres, comprada, pouco a pouco,
por um commissario ad hoc, que os livreiros in-
glezes.conservara em Pars.
tin-ntos diversosJBe que careccm, em doses u-
riaveis resulta 4To cultivador, se quizer manlcr
e augmentar a fertilidade do seu solo, deve de-
pois de cada colheila reslituir-lhe, sob a forma
de adubo, quanto a colheila tiver absorvido do
terreno, salvo as subslancias que, exislindo em
lao grande quanlidade, nada facam receiar pela
sua falla.
E-las considera'oes do urna utilidade real
SOS uiappas publicados no Journal U'gricul'ure
Progressive, l'.aseado nos melhorcs principios,
esla publicacao m ostra ao cultivadoras materias
orgnicas c minoraos, de que as plaas mais
vulgares se alimentam nos seos campos, o lhe
indican a nalureza e a quanlidade dis substan-
ciis que elle Ibes deve restituir.
Apezar do que a tal respeilo se tem do por
militas vezes. os agricultores pouco ou nada exa-
minan! quies os principios nutrientes, quo seu
solo tem perdido depo3 da coiheila ; porque elles
julgam que tem feto tudo, quando cstrumam os
campos, sem Ibes importar se o adubo ou nao
proprio, isto se elle conlm ou nao os prin-
cipios deque o sen campo carece. Depois, quan-
do o producto de suas somenteras nao correspon-
dem s suas esperanzas, cis que cornpcam a
queixar-se do lempo, de influencias misteriosas
etc., quando nao deveriam sono ccusar seu
deleixo, porque nao proporcionaram planta
os meios necessarios para que ella podesse pas-
sar normalmente polas phases da sua vegetado,
porque o solo nao continha os principios proprios
da sua organisaco.
ARCHEOLOGIA.
Escrcvem do Liego :
A demolicio de nossa velha Ponte dos Arcos
ten sido a ori
o Ai.t'trvfciuo.
O alfeneiro ( Liguslrum vulgnre) da familia
das oleceas, produz um cacho de flores brancas,
que no 1.11 tono sao transformadas cm bagas ne-
gras. N'eslas bagas, que s3o empregadas para
corar os vinhos c fazer tinta prela. M. Nickles
descobrio um principio colorante de um bello
ca-mesim, que elle denomina ligulina.
Esla substancia colranle, soluvel n'agua o no
alcool, mas insoluvel no elher, nao conlcm azo-
te, e ser por consequencia mais (xa na tintura
d" que as suas congneres. Ella nao se altera
pela continuada cbolieo n'agua, nem lao pouco
soffre modilcacao alguma pelo acido sulfuroso.
Como ella se torna osverdinbada pela accao da
I ssa, resta belcen do a cor verme I ha pela ac-
cao dos cidos, peder preencher na chinaca a
linliira do ail.
i.iuando so derrama una dissoluco squosa ou
alcoolica de ligulina n'agua dstillada, a colora-
cao nao se altera, e conservo-se 'n'nm bello cor-
niesim ; porm,se a dissolucao da ligulina fei-
ta em agua que conlenha bicarbonato do cal a
cor carmesira se transforma em cor asul. Esta
propriodade podo servir para reconhecer a pre-
senca da cal as aguas, e apreciar a sua quanli-
dade Bproxroadameuic, segundo a ntensidadc
da colorar/So asul, que loma o liquido. A diss
lucio deve ser sempre l'eita a fri, derramando a
dissolucao da ligulina n'um copo, onde estiver a
agua que se quer ensaiar,
Ainda se pode fazer a experiencia com mais
lacilidade preparando um papel corado com o
vermoliio carmcsim da ligulina. Este papel era
contacto com 03 saos de cal, que a agua pode
conter, lomar logo a cor asul.
O papel corado com a ligulina, podor ser de
grande utilidade para os gelogos, os mdicos,
os naturalistas viajantes, que o poderao ler sem-
pre na sua carteira, e por ineio desle reagenle li-
cario habilitados para conhcccr em qualqucr lu-
gar se a agua conlm ou nao cal.
INFLUENCIA DA MSICA SOflttE 03 RICOS
DU CAZ.
J se tem notado, om nanlo o saz arde no
igcmde nui.las descobortas arcl.eo- or,, io -0i l)1C0Si ,, *,. urna especie do
lgicas, cada qual mais importante. M. llomholte, variacao na luz, produzido pilos sons dos mslru-
engpnheiro em chefe, nao se lem poupado para pernos, que so locam V sua claridado. () j
recolher corn o maior cuidado todos os objectos,
112I1
KALENDARIO TURCO.
Os astrnomos do sullao publicaram cm Cons-
lanlinopla o Calendario turco para o novo anuo
que coraeca no raez de mareo, como a astrolo-
gia reprsenla ainda 11ra importante papel no
Oriente, acredila-se as suas predicedes. Desta
voz o astrlogo do kalondario turco deixou em
branco o lugar d'uma corla sexta feira do novo
auno, o que causa grande inquielaoao na capital,
porque o astrlogo um velho do lempo do sul-
lao Mahmoud, do qual ndicos a morle, em 1839,
pelo mesmo meio.
Oscrenrcs juram por islo que o sullao Abdul
Medjid nao passar desle anuo, ou que um oulro
grave aeontecimento amcaca o imperio turco.
O erro mais celebre atlribuido ao papado o
do Papa I.iberio no seculo IV. Bossuel procurou
lirar delle parlido ; mas afina! renuncien a isto.
O abbade Conslant lhe consagrou era melado de
um volme urna discusso seria e sabia ; mos-
trou a nihilidade e falsidade das testemunhas in-
vocadas conlra Ciborio, inscripto no calhalogo
dos sanios pelos amigos marlyrologistas.
Nao exporemos aqui o assumpto da infallibili-
dade O Divino Salvador bem poderia manler a
integrdt.le di f apezar das mais tristes e odio-
sas fragilidades do parlo daquolles a quem fizesse
depositarios egoardus da mesma fe. Elle porm
poupou-nos essa (ontaco; e sobre a sede de S.
Pedro collocou a infallibilidade .sobrenatural, ro-
deada das mais preciosas virtudes: o raartyrio
as escolten por longo lempo atravez dos sectil os :
a virginidade as lem quasi sempre acompanhado.
cnh."ma ra^a ^e rei.s prseotou ainda lao longa tero e completo desenvolvimento, c
I Mln
severanca e mais firmeza as ideas polticas, mais
rta com cffeito aos lempos do Renascimeolo
1 la Reforma. De entopara c odireiio publico
I 11 o.a cessou de conformar-se rom as pres-
;6es divinas ; a liberdade do homem foi pre-
ada, c o seu espirito aviliado pela submis-
so ao imperio brutal da forca.pela sujeico aos
monto de f, quo hoje soffre o mundo, a historia
dos santos e solire tudo a historia dos Papas, da
nianeira porque sao narradas, lornaram-se urna
das mais lemireis c das mais activas leula-
coes.
AI.IMF.NTACO VEGETAL.
As analysos numerosas a que se lera submet-
tido urna mullido de plantas, tnostra claramen-
te que o oxjgenio, a agua, o acido carbnico, e o
azote sao os principios que constiluem a base da
organisaco dos vegetacs ; sem osles elementos
a vida vegetativa nao pode comecar, nem to
pouco continua r.
Mas entre estes principios indispensaveis a to-
das as plantas., ellas, segundo as suas diversas
especies, tem necessidade para adquirir seu in-
achar no
dedicaco ao governo dos povos, em sumraa mais
nobreza, dignidade, c dosinteresse cm lodas as
cousas. Sem duvida, romo diz a Opiniio Nacio-
nal, a infallibilidade foi dada para um outro fim;
porm a Providencia, na sua misericordia, quiz
circundar esle privilegio de lodas essas virtudes,
e dar 00 mundo Soberanos Pontfices infallivcis
As philosophias e as seilas dissidentes se ar-
raniam para esse terreno. Ellas nao querem sa-
Bttractivos do prazer c s seduccoes do natura- ber dos principios; alirara-se aos fados allegan-
'"'"." I do estes palavrOesindependencia da razao hu-
f\ao quero avivar a historia deslas ultimas oras iana e trevas da superslico.
do mundo. Basla aellas considerar para se re-I
conhecer que a vida sobrenatural se eofraquece Todos aquellos que se prosuniem enleodidos
la gcraeao, que o bem estar das massas di- i em philosophia, teem era nossos lempos tomado ] gera se admira desse foco de argumentos agi-
le gradualmente ao mesmo lempo que se 1 sobre seus hombros o cargo de historia lores. Os j lados hoje pelo protestantismo, e pela philoso -
embota o vigor dos espirites, embuidos cada tactos podem ser alterados, ainda mais que os ra-1 phia. Bradem quanto quizerem, as rehabililacoes
. Qttis as delicias e nos pracres terrestres, ciocinios. Osdoulorcs de Genova, os ministros i jS come^arara. A calumnia umitas vezes a cau-
i-shistoriadores fazem alarde dessas ignomi- dos diversos cultos nos pequeos livros de pro- sa das aceusacoes mais graves ; estas repousam
nas, dssim como trataai de liberdadeos paganda, que divulgara por lodas as parles, ira-'sobre falsificaces vergoahosas, e sobro frageis
duraran c grandeza lao resplandecente, oais per-1.
u 1 solo, e em conformidade dos seus orgaos de assi-
miliacao, certas substancias soluveisa, propiiadas
seu temperamento c sua natureza.
Islo demonstra al a evidencia que os vegetacs
possuem a faculdade de escolher seu sustento, e
que nem a todos convm a mesma qualidade de
as doulrinas, c revestidos de urna grandeza mo- : sustento, porque dous vegetaes, que crescem ao
ral que em neohuma oulra cousa se encontri. lado un do outro n'um terreno idntico, offere-
e^nhrilho8d^iHt W2S! irUSCar ,0d cera a BM,JW u,na coraposicao chymica absolu-
esse uriiho de virtudes c de luzes.com os crimes I ..
lamente difiranle.
uzcs.com os enmes
e vicios de que aecusam os Papas: todas as pai-
xoes sedespertaram para obscurecer, quando me-
nos, o lama dos Soberanos Pontfices ; todas se
conjuraram em nome dos povos e dos reis, e nin-
FOLUE11II.
ConslaHca Yerrier.
ron
GEORGE SAND.
x
Conlinuaco.
sabe isso lao bem como eii.e eslou certa que nos- \ mura, e de achar uella o que procuio, a f, a ca-
sas mudancas muito bruscas que se censura, co- ridade, a esperanca.
mecou sempro a prestar de boa f c por se per-
suadir que a amar muito e por muito lempo.
Isso verdade at o da em que compre-
heodi que o homem lnha outro desojo e oulra
necessidade,o de dao gastar o seu coracao avaro,
e de nao compromeller a sua liberdade egoisla.
Voc l'alla-nie das leis de Deus Pouco se im-
porta com ellas o homem, que procura, nao urna
mulher, porm o maior numero de mulherespos-
sivel, afim de s pertencer a si, isso ao seu
apetite !
Oueixe-se das desordeos das ideas e do mal
estar geral da sociedade. As mulhcres lera con-
tribuido para isso lano como os horneas, unas
perdendo
Esta analyse serve para provar effeclivaoiente
que um pede Kali plantado ao lado de urna es-
piga de tri^p, absorvem una quanlidade de sal
muito superior do seu visinho.
Por isso que as plantas lem urna alimentacao
inteiramenle ditferente, e por consequencia que
ellas absorvem continuamente do solo os ele-
que se tem adiado, rolligindo-os, e remetindo-
os para o niuseu da provincia.
Estacollecco, devida ao zelo de M. Hombolle.
nada monos do que qualorze medalhas de;
prata, bronze e chumbo, do Papa Clemente Vil
1342a 1352uma estatua em bronze, urna ala-
barda, diversos utensilios de ferro, e dous escu-
dos do metal, que se referem data da illumi-
naeao da nossa cidade, leudo esculpidos os no-
j mes dos dous oouraue-meres, que organisaram
la mesma illuminacao, esao Joao Luiz Lbcrt de
Flmalle, c Malinas de Loonard.
O uso dos lampeos que s se accendiam no in-
vern, dala de 1711. Os objectos apresentados por
Hombolle devem ler u 111 lugar distinelo no museu,
por causa dos fados importantes, quo elles re-
cordam
A proposito da Ponte dos Arcos, para sentir
que apezar dos cuidados, que*se tora empregado
para nao se perder preciosidade alguma, que se
pode encontrar, ainda assim, nao foi possivcl
achar as medalhas, que segundo o coslumc, dc-
vam ter sido depostas n'um dos pilares, quando
se constrio a ponte.
Presurac-sc que as medalhas, que nao se podc-
rara achar, cahiram n'agua por occasiao do de-
sabaniento imprevisto, que sobreveio, quando se
fazia a demolido da ponte. Essas medalhas
alm do valor archcologico, erara de grande pc-
eo. Havia ra algumas de souro no valor de 250
francos cada uma, duas de prata, e algumas de
bronze, segundo a (testara os documentos relati-
vos editicaco da antiga poole.
BELLAS -ARTES.
Na venda dos quadros, que ltimamente se fez
do conde Sindberg ern llanover, appareceram
dous de Ruysdaels, que se compraram para a
galeria nacional de Londres pelo preco, um de
1,180 libras esterlinas, e outro do 1,000 libras.
Estes qua Iros representara magnificas cscalas,
e sao considerados como duas obras primas do
autor.
O BRAX NA AGUA DOCE.
Ha muilo lempo que se tem reconhecido a
existencia do brax em muilos pontos da Cali-
fornia. O condado de Tchama aprsenla exten-
sos lagos lao saturados de brax, que suas aguas
j nao pdem dissolver os chryslaes, que se
achara depositados no seu leilo.
Mas uma nova descoberta acaba de ser commu-
nicada academia das sciencias naturacs, em S.
Francisco, pelo Dr. John A. Wealch, e vem a
ser r a presenca do brax em estado de dissolu-
cao as aguas do mar prximas s costas "do Pa-
cifico, parlndo de S. Diogo al o estreito de Pre-
se!, lano mais prximo de S. Diogo, quanto
mais sensivel se torna a inicnsidide desta subs-
tancia.
Estas observaces sao de bstanlo inleresse
para a sciencia ; porque ellas deixam presu-
mir, queexistem oaquellas paragens grandes de-
psitos do brax, por effeito de alguu grande
movimento volcnico.
Logo que a duqueza sabio, Sophia soltando : peraenuo a f, como voc por cansaco ; oulras,
alhada nervosa, sonlio-se alliviada de "Servando por calculo c de partido tomado.como | "ao ha mulheres irrepi
fez a duqueza. Convenho que, debaixo do ponto i era c cu sou, depois de
de vista das relaces enlre os dous sexos, o mundo 1 r : araemo-nos e fu
lorna-se cada da mais enfermo. isso por causa '
das prooecupaces fatacs que trazem muitas ve-
zes. na historia, a transieron d^s errncas e a in-
gar
um peso eaorme.
Parece-me disse ella, que a bella Sy-
billa nao leve muilo bom exilo aqui esta aoite !
Sabe voc minha querida Constanca, que lia
um quarlo de hora que nao gosto della ; quo me
p irece uma gala raaravilhosa, branca como le
mas cujos dedos de velludo sao armados de g
ras lerriveis ?
Seja mais indulgente, disse mademoiselle
Vcrricr, ellasoffieu antes de chegar a esse poo-
to e ouvio ruaos cooselhos. Prcscrve-sc dos seus,
c ame-a pelas basquahdades que lera.
Ah I voc leai a aiansuelude das pessoas fe-
lizes Nada quero saber da sua vida. Sinlo
que a minha curiosidade seria uma profana-
cao ; mas d-nie uma solucao para mira, agora
que me conhece bem. Trace-mo uma rega de
conducta, (pie lhe juro segui-la-hei.
iiiiilanca dosconliava da duqueza, mas nao da
Mozzell. Saba que esta era sincera e amante.
ar da hora adianlada, conservou-a comsigo
dosvairam. Nao nao
Amo todos os homens
rao aquellos e aquellas
.j'l'^ certeza dos acontecimenls. Meu pai, que era um a piedade ainda affeidao. I
yarl bomem previdentc e calmo, tinha-me predilo 03- se me tornou habitual, eu at
sa crise e esse progresso. Mas elle linha um gran- "
de coracao, e ensiuava-mc a protestar interior-
mente, sem cahir 110 odio da miaba poca, oque
tambera urna enferraidade, acredle. O melhor
que posso fazer, repelir-lhe as suas palavras,
Ser tambem a] miaba historia.
Laborioso, hbil, probo e sensivel, elle ex-
primia-sc muilo simplesmeotc, mas com uma
conviccao que empenhava pela dolara. E bom,
dizia-me elle, que haja na vida de uma alma ho-
nesta e generosa, momentos de. indignaco e
mesmo de colera contra o mal. -lhe permitli-
do tambem ler horas de desgesto e de pezar pro-
fundo ; mas cumpre preservar-mo-nos dessas
Era, em tres palavras applicadas a lodos os
seus raciocinios e a todas as suas aeces, a ni-
ca doulrina de meu pai e cheguei dizer como
elle, quando taco como elle e aole elle o meu
exame de eonscincia, <|ue se senli alguma per-
turbarlo e deixei de fazfr algum bem, foi por rae
ter fallado um pouco de esperanca, do caridade c
de f I
E por isso, applico a religio de meu pai
quanto me possivel aos meus sentimenlos
imenlos particulares Eu
homens mereccra ser
leno 11ra bom, era meu
im depois delle o meu
o que nao quero dizer :
eheusiveis ; minha mai o
nos, oeuhunia mais have-
iamos d'aquellos que se
essa a minha religio,
e lodas as mulheres, mes-
que nada valem, porque
E oe3sa caridade que
hei para o meu co-
la.
;m sua pleoilude, c em
hnra Sophia 1 Enfermos,
irderaos o poder de amar.
c sao, pode s conceber
geraes e aos meus sent
oo quero dizer ; o
odiados ; nao havia
pai, ou se existe alg
ooivo ; do mesmo moii
racao uma sade perfei
A saudc, a vida
sua liberdade, minha 1
nos nao vemos bem e p
O corceo tranquilisadd
um grande amor, entrel-lo forte-, mesmo na dr
da ausencia. Voc am
necessaro escolher o
igun. tempo.fallando-lhe'com boadade e inters- i el0<>rMs prolongadas e intensas, era que o esees-
Jf
sando-se realmente pela sua enfermidade moral.
Acho, disse-lhe ella, que voc nao est na
verdade quando eslabelece urna especie de dis-
lincco entre a alma do homem c a alma da mu-
I ter. Ja nao a primeira mulher que recrimina
os homens, dizendo-se de uma essencia mais pu-
ra c mais lina. Tenho ouvido tambem mu-
tos homens se attribuirem ingenuamente nes-
sa superioridade de raca sobre nos e alirar-
1 ,i segunda ordem nos designios de Deus.
Pois bern de ambas as partes, vejo nisso uma
inipiedadc revoltanle. Em todas as espacies de
erea^ao, o macho o a femea nao sao nem mais
nem menos favorecidos um do que o oulro ; sao
dous culos que tem cgualmcntc necessidade rec-
proca para se completaren!, e cujoamor faz uma
unidade admiravel ; uoidade ephemera nos ani-
maos, durayel em nos, porque a inlelligencia ahi
osla para ajudar o coracao e os senlidos a nao se
esgolarem n'um dia. O amor bumano, pois, na-
turalmente inclinado uma aspira;ao de duraco
t de cscolha exclusiva as almas saas e o desprezo
dessa faculdade amesquinha-os e os entibia. Voc
f] Vido 0 iar.j n. 6.
so dos nossos bous movimenlos nos impclliria ao
orgulho e ao desdem. Cumpre que a caridade
domine tudo o sare as nossos fondas pela espe-
ranca generosa de curar as dos oulros.
Tomados era delalhe, s ha muilo poneos co-
rages mos, e muitas cousas ms, deploraveis
tendencias, resullam de um lodo deploravel e
desunido. O muodo moral tem, como o oiutido
sideral, seus desfallecimenlos de luz. Odiar os
nossos semelhante3 por quo nao vcem bem,
uma injuslica de que a verdadeira bondade oao
capaz por muito teoipo.
E meu pai, acrosecntava, ao contrario da du-
queza que nos diz que a razo a forca a razo
a bondade.
Ah 1 voc bem mostra ser sua Clha I disse a
Mozzell eoleroecida.
Procuro s-lo e desde que perdi csso amigo
iocomparavel, islo ha qualro anuos, coosagro
fielmcole todos os das uma hora a lembrar-me
das suas palavras, a cscrev-las proporcao que
oie veem memoria, recoostruir assim os aanos
do sua vida em que fui capaz de comprehend-
lo. Escolho essa hora 110 dia, e reservo-a, afim
de nao ser perturbada pelos deveres da vida com-
1 as llores, sabe que Ihes
solo, o ar e o sol. O
amor a flor da nossk vida. Para quo cresca
esplendida e magnilicajiiao se deve ench-lo de
ervas parsitas oeo atlrahir em loroo della os
passariuhos gulosos que chilram e saltitam nos
bosques de Cilhera. Para cultivar e preservar o
saocluario era que deve expondir-se a rosa do co
luz e perfume d'alma, necessario orar, crr o
querer.
Aquelle que me ensinou ludo, era um ho-
mem, era meu pai. A delicadeza das ideas c o
fervor dos senlimenlos nao sao o dote celeste ex-
clusivamente das mulheres. E eoconlrei, svm
procurar, um pobre mancebo, um pobre empre-
gado de meu pai, que chorava comigo em lomo
do seu leito de morle. Eu linha por elle os son
tmenlos de uma irma ; absorta pelo amor filial
eu ainda nao linha pensado em amor nem no ca-
samento, ou pelo menos, linha pensado nisso
sem objecto, reservando para escolher larde, c
quando me julgasse digna do alto destino de es-
posa e de mai.
Meu pai ao roorrer pegou-me na mo e p-la
na do mancebo. Eiso leu noivo, disse elle, aquel-
le qu'e cu- te destinava, e que ha muilos aanos
experimento e observo ainda muito mogo
para casar, lem apenas vinte e dous anuos, e le'm
deveres a cumprir ; sua familia pobre ; eu aju-
do-o a sustenta-la o"Xu continuars. Mas cum-
pre que elle nao adormeca oa ventura sem ler as-
segurado por si a existencia dos sous. Elle co-
rara de oos dever tudo, e como nao qirer nos
dever seoo afeic/io, ia partir pra terminar no-.
BOCIOS em que uma parte da minha fortuna, islo
, da tua, ainda se acha emponhada. Partir, e
como um grande trabalho que lhe confio, ter
direilo melado dos lucros. E o seu dote que
lhe confio o cuidado de constituir. Era dous ou
Iros annos, elle vallar, nao rico, mas uma posi-
co honrosa, que estar en estado de desenvol-
ver; sei quo te ama c que teui as qualidades e
ideas que devem le assegurar (oda a digoidade,
loda a ventura possivel ueste mundo.
Meu pae acrescenlou : Nao me importa o di-
nheiro, nao tenho apello que to importes. Odi-
nbeiio de um bomem honrado nos negocios, nao
representa, seno o seu trabalho e a conflanco
que inspira. Se os interesses a que associo o ten
noivo nao corresponder! minha expectativa,
pouco importa. Ter trabalhado, far-se-ha co-
ndecido e estimado. Pobre apezar dos seus cs-
forcos e da sua rirtude, ser ainda digno de ti, c
imbosserao ricos so se amarem muilo.
Meu pae nao me consuliou de outro modo,
o minha alma renlo accitou o quo a sua me dic-
tava com conviccao.
Deixou-nos com urna serenidade extraordi-
naria, corlo que eslava de ir encontrar a alma
de sua queiida e digna esposa, que partir dez
annos antes delle, e tranquillo sobre o meu fu-
turo, que havia aticncoadoe proparado.
Fiquoi s no mundo com a minha velha tia e
?sso irmo aJoplivo, em quem eu devia ver o fu-
lero companheiro da minha vida.
Pela ordem de meu pao, elle devia pasear
comnosco o lempo necessario para nos por ao
fado de nossa siluaco ; um mez quando muito,
porque essa siluae era clara o pura do loda a
obrigaco nao cuiiiprida.
rao de leu pae, que lo olhes como absolutamen-
te livre.
Eu despcrlci como de um profundo somno.
Tinha-me encerrado no triste repouzo da morle
com meu pae. O passo da minha boa la lem-
brou-moque a alma do meu pao viva sempre, e
que ainda relava sobro mira.
Mande chamar Abel, rospondi-lhe eu,
quero fallar a ambos ao mesmo lempo.
Ah chama-se Abel? perguntou Sophia,
que nooie doce!
Abel nao o preme do mancebo, um
nome de amizade que meu pao lhe tinha dado,
pelo contraste de seu rosto manso com o rosto
sombro e aecusado de um de seus rmeos, que
apezar disso era o melhor rapaz do mundo, e
que nn lendo justificado o appcllido do Caira, nao
o conservou ; mas o de Abel linha-se-nos loma-
do lo familiar, mioha tia e a mim, que nunca
chamavamos ao meu noivo de oulro modo, do
que elle gosla em recordacao de meu pae.
^ Chamou-se Abel o elle dirigio-sc para mim,
lo paludo e commovido que lhe eslendi ambas
as mos e abraeoo-o com um senlinienlo do ter-
nura profunda. Elle tinha amad
rado, tratado e chorado tanto aquello por quem
eu chorava Eu amo-o, disse-lhe cu, com lodas
as forras do meu coracao. Nao reccie nada, eu
s amarei o s casarei'com voc.
Ao di/.er-lhc isso eu eslava lo tranquilla,
como me v aqui. Cahio aos meus ps quasi des-
maiado, e s pode responder com solur.os.
Essa emoco violenta principio" me admi-
rou, depois de repente commuiiicou-se-mo, nao
sei .'orno. Creio que o amor uma sorpreza, o
que isso faz parte das suas delicias. O homem
tem a iniciativa; isso ainda esi, como creio, na
ez reiere por esse motivo uma observaco
curiosa no genero; oxoculava-so no piano, vio-
ao o raboca os grandes trios de Beethoven, e os
bicos do gaz 11 ne-pondiam por um movimento
da chamma, marcando uma medida om harmo-
na com a msica Foi recoiihecido que esto
movimento compassado nao provinha seno da
vibracao do ar pelos sons dos instrumentos.
TARIFA.
Kntro as dl'ereiiles pracas martimas da
la da Andaluzia, acha-su Tarifa, que nao
una das menos interossanlos por sua sita-
cao, e pelas lembraiicas histoiicas, que ella con-
serva.
E' a cidade a mais meridional da Europa, os-
la siluada no eslrelo de Gibrallar, que por el-
la dominado, e disia -i2 kilmetros de Cdiz.
Miliaria era o nomo, com que 03 Romanos a
conheciom, c no lempo de Slrabo era famosa
polas suas magnificas salinas. Sou nomo mo-
derno dala da poca da iuvaso dos Mouros.
Valid I, sexlo califa ommiada, succedendo a
seu pai Abel-el-Melck, conecbou o projecto de
estender sou dominio sobro a Europa meridio-
nal, e para commandar seus exordios cscolheu
Moussa-beu-.Nassen, general clebre, que lempos
depois levo o ululo do vice-rei d'Africa.
Noussa linha, como seu segundo, um homem
enipn hendedor c disiindo, Tarif-ben-Zeyad que
foi Horneado governador da parte occidental
da frica ; esle, lendo orgauisado uma expedi-
co formidavel, atravessou o estreito, e desem-
barcando no porto de Miliaria, na cosa da Hes-
panha, deu o titulo de Tarifa esta cidade, cm
honra do seu nomo.
O general raouro avanenu al Xeres, cidade
de Andaluzia, siluada a 22 kilomeiros de Cdiz,
o deu urna tialalha conlra Rodrigo, ullimo rei
dos \ izigodos de Hespanha. O combate durou
nove dias, desde 17 al 26 de julho, com um cn-
carnicamenlosem egual. Rodrigo foi morlo no
lerceiro dia, combaleado valentemenle; Tarf
corlou-lhe a cabeca, e a remelteu a Moussa, o
depois pelojaado sempre, couliuuou 1 sua mar-
cha, o tomou Toledo.
O vice-rei, cioso de tanta fortuna, mandn que
suspendesse a sua marcha e o prendeu. O ca-
lifa Valid, leudo conhecido este tacto, mandn
sua vez prender a Moussa, e que pagasse a Ta-
rf uma mulla cousideravel. Moussa com esla
desgraca, e com o castigo de cen acoules, que
o califa tambem lhe mandou dar, morrou em
pouco (empo. Tarif, depois da morle do califa,
perdeu o commaudo c morreo obscuro. IJuanto
6 cidade de .Veres de U Frontera, Alfonso o sa-
bio, a conquislou aos Mouros em lid, e vingou
assim o infeliz Rodrigo.
Tarifa tem um porto muilo frequentado, c um
clebre pharol, que um dos pnneipacs meios
de reconhecimento para os navios que alravcs-
sam, durante a noite, o estreito de Gibraltar. A
cidade lem suas obras de defeza importantes, o
um forte castello, cuja construeco data da po-
ca do dominio dos Mouros As vizinhancas de
Tarifa produzem laranjas, que se considerara co-
mo as molhores de loda a Andaluzia. Esla ci-
dade hoje um poni importante em relaco
guerra da Hespanha com Maocos, e esta" cir-
cumstancia faz cora que ella soja objedo da at-
tenco publica.
A Andaluzia, que forma uma capitana geral,
esl siluada enlre Portugal, Eslremadura hespa-
nhola e Castella velha; sua capital Sevilha,
clebre por sua belleza. A Andaluzia foi n'oulro
lempo a primeira possesso dos Carlhaginezes.
em Hespanha. Os Vndalos all se eslabeleceram
antes da passar frica. Os rabes senhor.es
desla provincia, por ella comec.arara a conquista
da pennsula. O primeiro governo regular, que
elles all constituirn), foi o califato de CorJova,
e Abd-er-lthaman I, foi o seu piimero calila.
Fernando III reconquistou esla provincia, aos
Mouros, depois de unid lula gigantesca.
desprovida de fados como a minha. Se a conti-
no, para dizer-lhe como entendo o verdadeiro
amor.
Elle me linha amado desde o dia da sua en-
trada em nossa casa. Eramos enlo duas crian-
zas, eu muilo seria e ello muilo limido- Meu pae
que linha grande affeico ao delle, linha-m'o
apresentado, recommen'dando-me que o iratasso
bem e com famliaridade. A minha tis le acha-
ra que era bom etisiuar-lhc o xadroz, larde du-
rante as horas da nossa rerroacao. Meu pae o
minha lia achando-nos muilo graves, mettiam-
nos bulla, e divertiam-se era. nos fazer dispu-
tar. Nao era fcil ; eramos ambos muilo silen-
ciosos, elle por sympalhia, eu por habito de ca-
rcter. E quando emfim conseguan fazer cora
que dsputassemos, Abel era feliz, porque no ca-
lor do dbale, eu me familiaiisava insensivel-
aienlechania.va-0 Abel s.
< Era o nico de todos os empregados do mea
pae quejanlava comaosco, o quando eu servia,
o, servido, vene- daya-lhe gulodices, sob protexto de que elle 0:^
iuello por quem K?-. I*" o oobro rapaz era uma especie de
supplicio. Nao quena recusar nada do que cu lho
olTerena, eslava conteni por me ver occuDada
com elle, e ao mesmo lempo muilo humhada
por me parecer gulolo, sendo j um rapaz jua-
llb.0.
E depois algumas vezes levavarao-lo. ao
campo : aquillo para elle era ocio porque arom-
panhava-nos loda a parle, e via-me dws inlei-
ros. Conlou-me lodos os pequeos delalhes da
nossa innocente vida, que a elle liih&m parecido
Eu eonhecia o meu noivo como so fra meu .
irmo. Desde a edado de dezeseis anuos elle li- ordem das cousas santas que Deus cslabeleceu. GranJ".s dramas, recooiecavatuos ambos pela re-
iros estados com uma rapidez inau-1 Al enlro eu s amava Abel com o coracao e cooi fordaco, admirados do ai ha-la lia choia e lao
/.ora os primei
ditaque elle Irabalhava com meu pae c" morava a razo. Amci-o de repente com a ternura cx-
na nossa casa. E u sabia, pois, que podia ter aol- Iraordioaria que elle proprio experimeutava, e
le absoluta confianca. Para o amor um bello cuja forca impetuosa e sagrada me revelara.
ponto de partida uma estima assim eslabelecida
sobre uma seguranca completa.
Fu nao sentir" viva sorpreza sabendo a von-
tade de meu pao. So oie linha admirado de al-
guma cousa, era de ao ler nunca pensado 110
que elle oe dizia a respeilo dos sculimentos do
maocebo. Mas a solemne dr que cu soffria pela
peda do nosso melhor amigo, impedio-me de
pensar em mira mesmo, c de iulorrogar a miaba
inclinaco.
U01 da, era oa semaoa seguale morlo de
meu pap, minha lia cntrou no meu quarlo, c com
o seu Dora senso que parle do coracao, disse-me:
Tens animo que eu sei, mas recoio que sintas
duas dores. Temo que o mando que teu pao te
deslinou nao le agrade. O pobre rapaz lanibem o
teme, e manda-me ler comligo para te lembrar
quo meu irmo stibmetteu a sua idea tua von-
tado. Elle o repeli muitas vezes ao dizer-nos o
ultimo adeus Sempro lhe disseste que seguiras
os seus cuuselhos ; agora cu e o teu futuro noivo
tememos que Icnhas fallado assim na cxallaco
d,a leu amor Qlial, e te pedimos, em nomo mes-
A minha boa tia foi feliz vendo-me to com-
movida. Nao conhece o amor. Declara que lem
delle uma idea muito vaga ; mas er ucllecomo
em Deus, cuja noco nao mais clara para ella,
porm que o seu corceo presento o adevinha.
O meu amor, um amor immenso, immorta
j bella. Quanlas vezes, sem o saber, sem descon-
fiar, eu o linha transportado de prazer, com uma
palavra, com um gesto, com uruolhar. Mostiou-
me un thesourozinho de ramiuhos, do fioressec-
cas, pedacos de papel o de lila que tinha apacha-
do as gyelas da sua secrelria. E ludo isso no
meio da vida fra dos negocios, o dessa austera
lencn do espirito sobro cifras I O pensar em mim
era loda a sua mocidade, toda a sua poesa, toda
.1', MIIIMI'I lili, ---.--------
como a alma que recebi de Deus, mas adorme- r.n8mr,i:l CJ a ?. sua ,lunnl,le e "H'da
cido ainda na ignorancia de si mesmo, dosperlou 'Stencia. De mulheres ello s eonhecia a mim.
pois as lagrimas, s bordas de um tmulo em
que dorma tudo quantj 011 amara e con bocera
na Ierra. Que origem mata pura, que pacto oais
serio, mais inatacavel Pareccu-me que o espi-
rilo de oieu pai passava para o do meu noivo, e
que cu amava nelle duas almas irmas. Nao bou-
ve nem incerteza, nem exame, nem reserva na
unio solemne de nossas vonlades. Abel lornou-
se ludo para mim, como eu j era ludo para elle,
porque conlou como e quaulo me amava, havia
seis annos.
Oh I conte-me ludo, disse a Mozzelli, j
quecomecou.
A minha inlencao, disse Cooslaoca, nao
ero conlar-lhe uma historia to simples' e to
nunca lnha olhado para oulra. mesmo para com-
parar ; s cu era bella para elle o oulra nao po-
dia exislir.
E uuoca linha esrerado, al o dia em quo
meu pae o sorprender, apanbando uma das
minhas luvas rolas, que eu linha alirado fra do
qnaito. Ficra gelado de lerror, jurara que nun-
ca me linha deixado adevinhar a sua loucura : o
meu pae lhe tinha respondido: Sei bem, mas
porque seria loucura? Trabalha.se puro, bum e
forte, lorna-le digno della c de mim.
(Continnar-se-ha).
PERN. TYP. E M. F. DEFAUIA. -7 l^ftf
ILEGIVEL


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