Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09020


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Full Text
ANUO XXXVI. ROMERO 69.
Por tres mezes ndiantadns 5S000.
Pop tres mezes vencidos 6000.
SEXTA EEIEA 23 DE MAR DE 1860. -
$
Pop anno adianlado 19v
Porte franco para o subscritor.
*
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTR.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty. o
.Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Cuimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jc-ronvmn da Coala.
PARTIDA IJU.SCUltHfc.IU-.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do*d.i.
Iguarass, Coianua c Parahiba nas segundas
e sextas fciras.
S. Anto, Bezcrros, Bonito, Caruar. Allinho e
Garanhuns nas Ierras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pe-
queira, lngazeira. Flores. Villa Bolla. Boa-Vista,
Oricury e Ex nas quarlas-feiras.
Cabo, Serinheni, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Pela, Piuienteiras c Natal quintas feiras.
Tolos os correos parten! as 11) horas da nianha.
liflIfc.JIt.lUUt.S |)U Mfc Ut. MAltgu.
7 LiiacheiaaslOherase 21mnutosda manha.
14 Qunrto niinguante as 6 horas e 49 minutos da
nianha.
22 Loa nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa.
30 Quarlo crescente as 4 horas e 33 minutos da
manha.
PRF.AMAR DE HOJE.
PrimeirD as G horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 6 horas o 30 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
AUDINECIAS DOS TItIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaro : tercas (eiraa e sabb.idos.
Fazenda : Ierras, quintas o sabbados as 10 horas.
Juico do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primein vara do civil: trras e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil ; quartas e sabbados ao
meio dia.
GOYER.XU D.%. I'ROYI\CI,V.
Despachos lo lia SO le fevereiro.
fequerimenlos.
, '*> lalhao n. -2;> da guirda nacional de Sanio Antao.
pedindo guia de passr.gem para o bataho n. 2
ir animara do Rio Formnzo, em cojo dislriclo o
supplicante reside actualmente___Jndeferido, a
vista da informacao.
""o"-Antonio Pinto Rodrigues, soldado do 4.
Tbalallmo de arlilharia, pedindo passngem para
Mua Barbota da Conceico, que diz ser sua mu-
Jher.Indefcrtdo.
768 e 709.Antonio Xavier de Moraes e Victo-
rino Lopes de Barros, pedindo se encaminhc ao
governo imperial dous rcquerimenlos.Sejam
submettidos ao governo imperial.
770.Belarmino Jos Marques do Espirito-San-
to, guarda nacional reerntado para a marinha,
reclamando contra a sua prisao.Informe o Sr.
l)r. chefe de polica, ouvindo o delegado que re-
crutou o supplicante.
771. Caelano Pinto de Veras, pedindo que, a
vala das lisias de jualificacao feila na freguezia
de Santo Antonio no anno de 1859, se cerlifique
se o Dr. Joaquim Elviro de Moraes Carvalho foi
qu~'i,cl,do PID 1ue qnarl.'irao.Como requer.
.. Car'os Luiz Ruardo de LahaiHiere, pe-
dindo permissao para empregar, nos inlervallos
das saltos, as machinas do estabelecimenlo da
fabrica central de assucar. no uso de oulra indus-
tria, que, nao sendo a sacharina, della se desvie.
Corno requer.
773.Henrique Flix de Dada, pedindo ser
mistado no exercito.Apresente-se a inspecro
nojjuarlel general.
774.Honorata, africana, v. n. 579.O filho
da supplicante nascido no paiz nao estrangeiro,
c visto a informaran, por seu beneficio que
pe-Nence companhia de aprendizes ruarinheiros.
i >.Ignacio Hay mundo de Brillov. n. 635.
\olte ao Sr. director do arsenal de guerra para
mandar eliminar o menor, de quera se trata.
<76.Januari Constancio Monteiro de Andra-
oev. n. 682.Passe-se portara cuncedendo a
"Cenca na forma requerida.
**"""Jos Goncalves Nones de Pariasv. n.
148.Volie ao conselho administrativo do patri-
monio dos orphaos para pagar o salario do sup-'
Pilcante a raaao de 303 mensaes.
778.l.uz Pereira Simos, ministro da ordem
terceira de S. Francisco, pedindo urna guarda de
honra para acompanhar a procissao de cinza.
Ao commandanle superior da guarda nacional do
municipio do Recite se expede a ordem neces-
sara.
"79. Manoel Francisco da Silva Torresv. n.
bul).Nao ha lugar vago de srvenle.
780.Maria Francisca Carlotav. n. 691.__
Volle ao Sr. inspector do arsenal de marinha
para mandar admiitir na companhia de menores
o de quem se trata.
781.Sephorinha Maria da Conceiro. v. n. 589
"?ne a_iJade e a naluralidade d seu filho.
' J 783.Simplicio Jos de Mellov. ns.
JJG e al5.Volle ao Sr. inspector da lliesouroria
de fazenda para mandar pagar na conformidade
Jo aviso do ministerio da guerra de 18 de outu-
bro do armo prximo passado.
78i.Thomaz Rodrigues dos Santos, recrulado
para a marinha, pedindo asna liberdade.Prove
ser filho nico de viuva e sustentar sua nii.
785.Vicente L'inbelino Cavalcanti de Albu-
querque, pedindo ser nomeado amanuense da
secretaria do governo.Nao tem lugar.
786. Coronel Zeferino Velloso da Silveira, re-
presenlanJo contra a exclusao que pretende ta-
zar o juta de paz presidente da junta qualiica-
dora da freguezia do Bonito do supplicante e dos
moradores de seus engeridos Linda Flor e Flor
ti'> Dia.Informe com urgencia a cmara muni-
cipal do Bonito, ouvindo ojuiz de paz presidente
da unta qnalitlcadora.
787Itepresentacao de Antonio de Paira e
Mello e oulros. contra o juiz de paz do des'lnclo
da freguezia de S. Bento, termo de Garanhuns, o
qual nao convera a junta qualilicadora para a re-
visad da lista dos volantes.Informe com ur-
gencia a cmara municipal de Garanhuns, ouvin-
do ojuiz de paz, de quem se trata.
Oflcios.
78K.Do commandanle superior da gnarda na-
cional do municipio do Recite, informando sobre
o ollcio com que o inspector da thesouraria de
fazenda impugnou o pagamento da importancia
do 17 pares de luvas fornecidas aos portas ma-
chados do 3. baUlhao de intentarla da guarda
nacional por Jos da Silva Loyo Sobrinho.Re- j
mcltido ao Sr. inspector da Ihesouraria de fazen- I
da para mandar pagar a vista desta informarlo e '
da ordem que houve para o fornecimenlo.
789.Do jniz de direito da comarca de Gara-
nhuns, pedindo se mande destacar urna forra da
guarda nacional, ou se remeta alguma de polica
afim de substituir na guarda da cada a compa-
nhia do 8 bataho de infanlaria que dalli so
relirou para esta cidadeInforme o Sr. Dr. che-
fe de polica.
"90.Do inspector da Ihesouraria provincial,
inlorniando que ha crdito para as despezas com
o impedimento da estrada da Victoria entre os
marcos 6 a 12 mil ; ajuntando porm que Ihe!
parece achar-se esse empedramenlo comprehen- j
dido em que ullimamenio foram arramatados. |
Informe o Sr. director interino das obras publi-
cas sobre a segunda parte da reparlico da Ihe-
souraria.
791.l)o director interino da repartirn das
obras publicas, pedindo se resolva se o pagamen-
to devido ao arrematante dos concertos das pon-
te de Sernhem, que foi encarregado da execu-
ao do orramcnle supplementar da mesma ponte,
deve ser feilo de conformidade com o contrato a
que elle primitivamente se obrlgou.Informe o
6r. inspector da thesouraria provincial.
21
Ileqnerimenlos.
792 Francisco Bolelho d'Andrade v. n. 577.
Recorra ao ministerio da fazenda.
793. Fernando Francisco d'Aguiar Montar-
royos e oulros, representando de novo contra a
mesa qualilicadora da freguezia de Muribeca.
Informe a junta qualificadora da freguezia de
Muribeca, satisfazendo o despacho de 31 de Ja-
neiro.
79. Joo Carnciro Leilao de Mello, pedindo
se submclta ao governo imperial a petiro, pela
qual implora de S. M. o Imperador o foro de fi-
lalgo c.-ivallciro. Seja submetlido ao governo
imperial.
795. Jos Alfonso do Reg Barros v.
n. 666. Passe-se portara concedendo-se a
prorogarao requerida.
796. Jos Antonio d'Araujo, pedindo que,
na falla de qiinta, se ordene o pagamento da
quantia de 13:600000 rs.. importancia de 1 600
barricas de cimento, que na forma do seu con-
tracto recolheu ao arsenal de marinha nos mezes
de dezembro e Janeiro ltimos. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
797. Jos Mauricio Biltencourt de I.accrda,
pedindo se mande alistar na companhia de
aprendizes do arsenal de marinha seu filho Ar-
thur Biltencourt de I.accrda. Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha, a quem o me-
nor ser spresentado.
Oflcios.
798.Do Exm bispo diocesano, informando a
petiro do vigario da freguezia do Salguen o, que
solicita a demarcaro dos limites da sua fregue-
zia. Informe a cmara municipal de Cabrob.
799. Do Dr chefe de polica, solicitando se
mande pagar a Roma O do Rogo Barros a quantia
de 15g000 rs., alugnel de Ires mezes da casa que
serve de quarlel ao destacamento da freguezia da
Vanea. Remedido ao Sr. inspector; da the-
souraria provincial para mandar pagar.
800. Do niesnio, apresenlando a telarn das I
diarias abonadas a dous desertores do exerrito. ;
Remedido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
icnda para mandar pagar.
801. Do mesmo, solicitando se providencie i
Acerca do pagamento dos prets dos guardas na-1
rinnaes destacados em Barreiros, o qual recu- I
sado pelo collector de rendas prorinciaes do re!
i ferido termo. -- Informe o Sr. inspector da Ihe- i
souraria de fazenda sobre o modo de elTecluar-sc
o pagamento, que pcrlencc ao cofre geral.
802. Do inspector da Ihesouraria de fazenda, |
i informando o requerimenlo de Alvaro & Haga-
Ihes, = Informe o Sr. inspector do arsenal de
marinha.
803. Do conselho administrativo do patri-
monio dos orphaos, informando sobre a petiro i
de Antonio Bomeiro Bizcrra de Gouvoia, a qual. I
lendo sido entregue a S M. o Imperador, fra !
devolvida para ser deferida como fosso justo j
Nao lem lugar o que pede o supplicante.
M>4 Do mesmo, informando os requerimen-
tos de Faustina Crrela de Jess e Bernarda Na- '
ria da Conceico. Satisfaca.ni s supj.licantes
0 que se exige n'esta infurmaro.
805. Do director interino da reparliro das
obras, declarando que, comquanln nao Ihe pare-
ra conveniente por sua pouca solidez construirse'
cadeas de laipa como a que propde o Dr. che-
fe de polica em offlcio n. 1408 do anno passa-
do para n termo d'Agua-Prela : todava, atten- j
dendo a necessidade que ha, nao se oppije cons-
Irucco daquella, urna vez que o cofre provincial!
possa supportar a despeza. = Informe o Sr. ins- i
pertor da Ihesouraria provincial.
806 -- Do vigario da freguezia de Tejucupapo,
pedindo se resolva :
1." -- Se, tendo expirado no ultimo de desem- I
bro passado o primeiro pra/.o para o regislro das]
Ierras, deve remoller j a relaro daquelles pro-1
prieta ros que dcixaram dentro delle de cumptir
com o preceilo da lei; ou se o deve fazer, quan-!
do expirar o ultimo prazo :
2."-- Se deve suieilar novo regislro aquellas I
tenas que, estando j registradas, pastaren] a
novos possuidores. --Informe o Sr. delegado in-
terino da reparliro especial das trras publicas.
307, Pedido do alrnoxarife do hospital mili-
lar de objeclos para o serviro fnebre do mes-
mo hospital. Remellido ao* Sr. director do ar-
senal de guerra para mandar satisfozer.
- 22 -
Reqnerimento.
808.Major Carlos Felippe da Silva Muniz e
Abren, v. n. 743.
809.Eduardo Ferreira Bailar, v n.714.
810. Francisco Joo Honorato Serra Grande,
porleiro dos auditorios, pedindo o pagamento de
ordenados.Requeira a aseembla provincial.
811.Germano Francisco de Oliveira, empre-
sario do theatro de Sania Isabel, pedindo que se
declare a poca em que no corrente anno a sua
companhia obrigada a dar as represenlares
dramticas; porquanlo a empresa lyrica naodeu !
ninda as que devin no anno passado. Informe a I
directora do theatro de Sania Isabel.
812.Badin-I Jos Cndido Dias e oulros,;
representando contra a junta qualificadora da
freguezia da Estada.Informe o Sr. juiz de paz
presidente da junta qualificadora da freguezia da '
Escada.
813.Dr. Joao Capislrano Bandcira de Mello
Filho, lente substituto da facnldade de direito,'
pedindo 3 mezes de licenca para tratar de sua
saude.Passe-se portara "concedendo a lcenra
requerida com ordenado.
814.Maria Luiz.i da Boa-morle, pedindo a
liberdade de seu irmo Isidoro da Boa-morle,
recrulado para a marinha.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
815.Thomaz Rodrigues dos Sanios, recrula-
do para a marinha, pedindo que se prorogue o
praso concedido para provar isenco legal.Fi-
ta prorogado por mais 10 das o praso conce-
dido.
Oficio.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Jos Esposo de N.Senhora.
20 Terga. S. Martinho Dnmicnse are.
21 Ouarta. S. Bento ab. fundador; S. Berilio b.
22 Oninla. S. Emygdeo b. m. ; S. BeAvenafo b.
23 Sexta. Comm. da Paixo de JesusChristo*.
2( Sbado. Instituuo do SS. Sacramento.
25 Domingo, da Parxo ou de Lzaro.
collegio a orpha Malhtlde.Informe o conseltau
administrativo do patrimonio dos orphaos.
833.Manoel Francisco de Almpida, pedindo
se mande por cm liberdade Daniel Jos dos San-
tos, preso como desertor da guarnico da barca
de esravacjio.Informe o Sr. inspector do arse-
nal de marinha.
831.Maximiano Henrques da Silva Sanliago,
pedindo certidao do aviso do ministerio da guer-
ra de 15 de Janeiro ullimo tendente a habilila-
fo do supplicante e oulros para a percepro dos
sidos devidos ao fallecido lenle coronel Ma-
noel Machado da Silva Santiago.D-se Ihe.
O/ficios.
835Do Dr. chefe de polica, presentando as
coritas da despeza feila de setembro do anno
passado a Janeiro ultimo, com o sustento dos
presospobtes da cadeia do termo de Nazareth.
Remettido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar pagar, estando em termos
legaes.
836.--Do mesmo, remetiendo a relaro das
diarias abonadas ao desertor do corpo de polica
Joo Jos de Sant'Aima.nemelldo ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial para mandar
pagar.
837.Do mesmo, apresenlando a cotila para
pagamento do aluguel da casa que serve de ca-
deia e quarlel no termo da Estada, vencido de
outubro a dezembro ultimo. Remettido ao Sr.
inspector da thesouraria provincial para mandar
pagar, estando nos termos legaes.
838.Do director do arsenal de guerra v. n.
758. Volle aoSr. inspector da thesouraria de
fazenda para mandar pagar.
839. Do inspector da saude do porto, apre-
senlando a relaro dos medicamentos, de que fez
entrega ao Dr. Scveriano de Moraes Sarment,
para enmprimento da commisso, de que o refe-
rido doutor foi incumbido. Remellido ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda para mandar
salisfazer.
816.Do n?peclor da thesouraria de fazenda
solicitando inderonisac&o da quantia de 6?>20,;
dispendida pela coectoria de Caruata com 2in-|
dividuos que foram illegalmenle rccrulados. I
Informe o Sr. Dr. chefe de polica se houve culpa
da auloridade que remetteu os recrulas, que
mostraram isenco.
_ 23
Ilequerinientos.
817.Antonio Fernandos, ex-cabo de esqua-
dra do exercito, pedindo pagamento do que so'
Ihe ficou a dever. Informe o Sr. inspector da '
thesouraria do fazenda.
818.Antonio Joaquim de Souza Baha, v. n. :
401. Pode seguir.
819.Benedicta do Resino, pedindo que se ;
mande admiltir un neto orpho, na companhia
de aprendizes do arsenal de guerra.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
820.Companhia brasileira de paquetes a va-
por, pedindo ccrlido da informacao dadi pela
Ihesourura ce fazenda acerca da 'pretenro do
supplicante ao aforamento de um terreno de ma-
rinha na praia de Santa Rita.De-se-lhe nao
havendo Inconveniente.
821 Feliciano Francisco Xavier de Ilollanda :
Chacn, pedindo admisso de 2 filhos menores
no collegio dos orphaos.Informe o conselho ad-'
minslralivo do patrimonio dos orphaos.
822.Bacharel Peinando AfTonso de Mello,'
procurador fiscal da fazenda nacional, pedindo i
se prorogue por um mez a lcenra, com que se I
acba.Passe-se portara prorogado por um mez
a licenca conTque se acha o supplicante.
823.Joo Nepomuceno AI ves Maciel, pedindo
ser entregue dos documentos que ajunlou a po-
licio, pela qual requereu o lugar de amanuense
da secretaria do governo.Entregue-se.
821. Joaquim Clemente do Lomos Duarte,
apontador do arscnil de marinha, pedindo um
mez de licenca com vencimentos.Informe o Sr.
Inspector do arsenal de marinha.
825.Joaquim Vital Machado.Passe-se por-
tara concedendo 2 mezes de licenca cor venci-
mentos.
326. Jos Joaquim Nngucra, sentenciado,
pedindo se conceda a sua mulher passagem para
o presidio de Fernando, onde o supplicante tem
decumprra sentenca.Informe o Sr. Dr.'chefe
de polica.
827.Jos Marcelino Alvos da Fonseca, pe-
dindo certidao da data de sua nomeaco, no an-
no de 1853. para lente do 6o bataho de in-
fanlaria da guarda nacional.Cerlifique.
828. O mesmo pedindo isenco do pagamen-
to do imposto-de 4 por cenlo" sobre o aluguel
de sua olaria na Iravessa dos Remedios nos Afo-
gados.Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
829..'os do Reg Barros, preso na casa de
detenrao, pedindo ser transferido para outra pri-
sao, por nao dar-so bem naquella.Remellido
ao Sr. Dr. chefe de polica para mandar transfe-
rir o supplicante para o quarlel do corpo de po-
lica.
830.Jos Vicente Nunes, pedindo pagamento
da quantia 1808160, importancia de cal preta que
vendeu ao arsenal de marinhaInforme o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
831.Jos Zacarias Ribeiro, vigario da fregue-
zia de Po-d"Alho, pedindo se designe quola
para concertos de sua matriz.Informo o Sr
inspector da thesouraria provincial.
832.Manoel Carnciro da Cunha e Albuquer-
que, pedindo se mande admillir no respectivo
-24
feqiierimentos.
840.Antonio Goncalves da Cruz Vilella, te-
nenie da terceira companhia do bataho de
guardas nacionae? de Papacnca, enmarra de Ga-
ranhuns, pedindo a sua patente.Passe-se a D-
tente. v
851 Antonio Jos Victoriano, v. n. 685.Di-
rija-se a thesouraria de fazenda.
,812.Domingos Gomes de Souza, v. n. 713
A' vista da informacao, sero dadas as providen-
cias para que a devida prisao e punico de cri-
minosos nao seja motivo de prejuzo' ao direito
de propriedade, que alias ficar perfeilamente
garantido.
813.Flix da Cunha Teixeira c Bernardo da
Cumia Teixeira, v. n. 716.Requeiram ao gover-
no imperial.
841.Feliciana Maria da Conceico, v. n. 745.
Podo seguir.
845.Jos Antonio dos Sanios, recruta de ma-
rinha, pedindo o prazo de 30 dias para provar
sericap legal.Concedo 30 dias de prazo para
provar iseneo legal.
846.Jos Luiz Rodrigues Franca, v. n. 748.
Vistas a posiro em que se acha o supplicante c
a impossibildade de transporlar-se com sua fa-
milia, vai deferido por equidade ; devendo quan-
lo antes regressar a sua reparliro.
817.Juvenci Correia Lima Wanderley,guar-
da do nono bataho de infanlaria da cidade de
Olinda, pedindo ser eliminado do quarlo bataho
do Poro, aonde achando-se o supplicante tempo-
rariamente foi qualificado.=:A' vista da informa-
cao, nao tem lugar.
848.Matheus, africano lvre, pedindo so en-
caminhe ao governo imperial a sua petiqao de
emanciparlo. Informe o Sr. Dr. curador dos
africanos livres.
Oflcios.
819.Do Icnente-general commandanle das ar-
mas, informando o rciiueriiuento do lente re-
formado addtdo a companhia de cavallaria Joi-
quim Jos de Souza, que pede o pagamento de
seus vencimentos. o qual nao foi anda satisfello
por falla de eonsignaco.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
850.l)o mesmo, solicitando que se mande
indemnisar o commandanle da companhia de ca-
vallaria da quantia de 29000, que dispendeu
com a collocogo de tres Cerraduras e concert de
trinla em cavados da companhia.Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar pagar, estando nos termos legaes.
851. Do commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recifc, pedindo que se
mande por cm liberdade o guarda nacional do
quinto balalhao de infanlaria Thomaz de Aquno
Rodrigues dos Santos, que foi recrulado pelo de-
legado de Olinda.Informe o Sr. Dr. chefe de po-
licia, ouvindo o delegado do termo de Olinda.
852.Do Dr. chefe de policia, remetiendo as'
cotilas das despezas fetas com o sustento dos '
presos pebres da cadeia do termo do Bonito nos'
mezes de abril a setembro de 1859. Remettido
ao Sr. inspector da thesouraria provincial para
mandar pagarnos termos de sua informacao da-
tada de 22 do corrente, visto como se nao pode :
elevar a diaria marcada sem autorisaro.
853 Do inspector da thesouraria' de fazenda, I
pedindo se Ihe declare, afim de providenciar so- !
bre a respectiva despeza. desde quando existen)
na villa da Escada o destacamento de guardas
naconaes, ltimamente elevado a 40 pracas e de
quanlas pracas tem sido composto. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
854 Do inspector do arsenal de marinha, in-
formando o requerimenlo de Francisco Bolelho
de Andrade (n. 718).Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
855.Da regente do recolhimento do Nossa
Senhora da Soledade da cidade de Goianna, pe-
dindo urna africana para o servico do recolhi-
mento. Informe o Sr. inspector do arsenal de
marinha.
25
Kequerimenlos.
856.Amaro Fernandos Daltro, propondo con-
Iraciar sob novas condices a conservaco da es-
trada da Victoria.Informo o Sr. director inte-
rino da reparlico das obras pnhlicas.
857.Antonia Maria da Conceico, pedindo se
mande admiltir um neto menor na companhia de
aprendizes do arsenal de guerra.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra, a quem o menor
ser apresentado.
858.Cosme Damio Quirino, BX-proca do
exercito, pedindo ser alistado de novo.Dirja-
se no Sr. tenente general commandanle das ar-
mas.
859.Fr. David da Natvidade de Nossa Se-
nhora, capcllo da reparligo ecclosiastica do
exercito, pedindo permissao para consignar de
seu sold ao seu procurador a quantia de 30&000
mensaes.O supplicante s pode consignar at
duas tercas partes do seu sold.
860. Felismino do Bogo Barros, arrematante
dos concertos da ponte Oos Carvalhos, pedindo
se prorogue por 15 dias o prazo marcado para a
concluso da obra 6 seu cirgo.Passe-se porta-
ra concedendo ao supplicante urna prorogaco
de 15 dias, a contar desta data.
861.Ignacio Alvesda Cunha Soulo-Maior, vi-
gario da freguezia da Luz, pedindo de novo que
se mande extrahir urna parlo da loleria concedi-
da para as obras da sua matriz. Informo o Sr.
thesoureiro das loteras.
862.Bacharel Jos Rufino Pessoa de Mello,
juiz municipal dos termos de Camaragbc e Por-
to de Pedras. nas Alagoas, pedindo urna passa-
gem de estado para aquella provincia.Dirija-se
agencia da companhia brasileira de paquetes n
vapor.
863.Bacharel Le>oor!lo Augusto Ferreira Li-.
na, prolessor de frailee* das aulas preparatorias
da Faculdade de Direito, pedindo 2 mezes de li-
cenca para tratar de sua saude.Passe-se porta-
ra concedendo a licenca requerida.
864.O mesmo, pedindo urna passagem de es-
lado para a provincia do Cenr. Dirija-se
agencia da companhia brasileira de paquetea a
vapor.
865Luiz Dias de Toledo, pedindo ceMido
da patente de sen pai. Manoel Dias de Toledo,
alteres do quinto bataho de Infanlaria da guar-
da nacional deste municipio.Passe-se.
866.Mafalda Augusta Pilaluga Cintra, repre-
sentando contra o conservador da estrada de
Olinda, que lem feilo cscavaces no sitio da sup-
plicante no lugar de Santo Amaro. Informe o
Sr. director interine da reparliro das obras pu-
blicas.
867.Manoel Alfonso Aquino de Albuquerqtie,
altercado esquadro de cavallaria n. 7 da guar-
da nacional, pedindo a guia de passagem para
o municipio do Sobral, na provincia do Ccar,
apnde se acha estabelecido.Informe o Sr. com-
mandanle superior da guarda nacional da comar-
ca do Rio Formse.
868.Miguel Quinleiro de Pontes, major com-
mandante da secc.io de reserva da guarda nacio-
nal do municipio de Caruar, representando con-
tra o respectivo commandanle superior que re-
cusa approvar a proposla que Ihe apresontou pa-
ra os postos vagos de cflieiaes Informe o Sr.
commandanle superior da gnarda nacional do
municipio do Bonito.
869.layniundo Jos da Silva Lobo, v. n.
313.Volle ao Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda para mandar salisfazer.
Ofpcios.
870.Do tenente-general commandanle das
armas, commiinicando que Julio Rodrigues res-
cindir o contracto que fuera com a companhia
de cavallaria para ferrar os respectivos cavallos.
Remellido ao Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda.
871Do Dr. chefe de polica, v. n. 184.Vol-
le ao Sr. inspector da thesouraria provincial pa-
ra mandar pagar.
872.Do mesmo, solicitando o pagamento do
aluguel relativo ao segundo semestre do anno
passado da casa que servo de cada no terceiro
dislriclo do termo do Recite. Remettido ao Sr
inspector da Ihesouraria provincial para mandar
pagar.
873.Do mesmo, informando sobre o ofiiro
do inspector da thesouraria provincial (despacho
n. 349) que colirio o do agente da companhia
brasileira (despacho n. 240.) que pede pagamento
de passagens concedidas a duas pracas de polica
que foram em diligencia provincia do Cear.
Volle ao Sr. Dr. chefe de policia para informar
que provincia perlence o sentenciado.
871.Do inspector da thesouraria de fazenda,
solicitando o pagamento da quantia de 68$800.
dispendida pela collcclria de Serinhaern com o
sustento dos presos pobres existentes na respec-
tiva cada.Remellido ao Sr. inspector da the-
souraria provincial para mandar salisfazer.
875Do mesmo, declarando em virttnle do
despacho n. 756 nada constar na thesouraria
acera iio pagamento dos prets do destacamento
de guardas naconaes do municipio de Barreiros.
Informe o Sr. Dr. chofo do policia.
8/6Do mesmo, pedindo que so Ihe declare
de quanlas pracas se compe o destacamento de
guaidns nacionaes de Barreiros. e desde miando
deve ser pago.Informe o Sr. Dt. chefe de po-
lica.
877 Do director do arsenal de guerra, apre-
senlando conlas dos objeclos que tem o arsenal
kirnecido a diversas eslacoes, mediante indemni-
sacao, desde o l"dc julho de 1858 ao ullimo de
dezembro de 1859. na importancia de 43:707$720
reis-Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
878Do mesipo, apresenlando as conlas dos
objeclos fornecidos par? o corpo de policia e
companhia de pedestres, na importancia do rs.
6.038550.Remellido ao Sr. inspector da the-
souraria provincial para mandar salisfazer.
S/9Do director das obras militaras, comniu-
nicando que nao tendo apparecido licitantes para
a arremataco das obras que devem ser feitas no
hospital militar, conlratou a factura dellas com
Manoel Luiz Coelho de Almeida, pela quantia de
436S000.Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
880Do director interino da reparlico das
obras publicas, declarando, com referencia ao
despacho n. 228, queja prestou cotilas, perante
a thesouraria provincial, da quantia de 8;6503> res que Ihe foram entregues para reparos e
accessorios de palacio ; sendo que o orcamento
destas obras importou em 9:153j000 res, com
cujo accrcscimo de 508*000 ris devem ser pa-
gos os objeclos que ainda se esl a dever aos
respectivos fornecedores Informe o Sr. inepee-
tor da thesouraria de fazenda qual o crdito- abor-
to pelo ministerio respectivo para o pagamento
de que se traa.
881Do mesmo, communicando afim de re-
solver-se, que o arrematante do 7" e 8o leos
da estrada do norte nao acabou a obra dentro
do prazo de dous dias, como se comprometiera
fazer.Volle ao Sr. director interino da reparli-
ro das obras publicas afim de fazer-se o preci-
so exame, recebendo-se os lauros mencio-
nados.
882Do cnsul de S. M Brilannca, pedindo
a conta do armamento e carluxame torneados a
sen pedido, para a galera ingleza /tccrinjfon.
Informe o Sr. director do arsenal de guerra, re-
metiendo a ronla.'
833VX>*gfi"le da companhia brasileira de pa-
quetes a vapor, v. n. 238.Volle ao Sr. inspec-
lora thesouraria provincial para mandar salis-
fazer.
884Da cmara municipal desla cidade, com-
municando, afim de resolver-se que, tendo ofli-
ciado ao capito da guarda necional Joo da Sil-
veira Borges Tavora, que exerce ao mesmo lem-
po o cargo de juiz de paz do 4" anno do 3o dis-
lriclo da freguezia da Boa-Visla, para que op-
tasse por um dos exercicos, visto ser-lhe prohi-
bido arcumula-los, nao recebeu resposla do re-
ferido capilo, que contina no exerricio de juiz
de paz.Responda o Sr. juiz de paz Joao da Sil-
veira Borges Tavora.
885Da cmara municipal da villa do Ex,
pedindo se Ihe tornera os ilvros para a eleiro
de eleitoros e da cmara, visto que acha-se sem
rendas para occorrer s suas despezas.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
886 Pedido do almoxarif do hospital militar,
de 20 alades de piuho com orcinas de cabo de
linho.Fotnec.a-se.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commantlo das
armas de Pernambuco, va ci-
dade do Recite, S I de narco de
1H0.
ORDEM DO DIA N. 370.
O lente general commandanle das armas,
faz publico para sciencia da guarnico que a pre-
sidencia na data de houlem, conceden a exonera-
do que pedio o parteular 1. sargento do 8." ba-
taho de infanlaria Bernarda Gomes de Araujo
do lugar do cscrivao da colonia milital de Pimen-
le ras.
Faz publico igualmente, que o Sr. alferes do
9o balalhao do infanlaria Manoel Erasmo de Carva-
lho M-jiira, ano no da 19 do correle se man-
dou *4esligarda.compwsl\ia fixa de cavalla.vla, era
So jircenelicu satisfactoriamente o emprego que
oreiipou, no resperlivtft^nselho econo.wico, como
ENCARREGADOS DA STJBSCRIPCAO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcSo Dias; Babia, r,
Sr. Jos Martins Alvos; Ro de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMRLCO.
O proprietario do i>i\nic Manoel Figueiroa do
Faria, nasna livrarla praca da Independencia ns.
6 e 8.
p.eslou-seco.,1 Zlo ao servido de que fui ineuiii- iera |>jnIu j,. Vasconcelos, se era ventado ,er
bido conforme participen o respectivo comman-
danle em ollicio n. 22/.
Assgnado. Jos Joaquim Colho.
Conforme. Beraro Joaquim Correa, l-
enle ajudanle de ordens do commando.
ORDEM DOJDIA ADDICCIONAL A DE N. 370.
lenlo general Com mandan le das armas,
determina, que o bataho 10." de infanlaria tac
postar amanha as 6 112 horas da larde em frente
da groja matriz de San Frei Pedro Goncalves do
Kccifrt urna guarda de honra para aco'mpanhar
[ em procissao a iiuagera do Sr. Rom Jess dos
Passosem seu trajelo para a igrejo do Carino.
Os inferiores dos corpos de linha conveniente-
mente armados, e coridiizidos pelos respectivos
Srs. ajudanles, devero eslar presentes a indicada
hora na referida
convidado a Clemente Baplist, martimo e mo-
rador no bocea das Panellas, o acompanhar para
o Brasil um brasileira, que havra d-e levar una
grande porco do notas falsas, par o q.ue sev so-
; brinho Jos Correa Pinto eslava a abrir as cfit-
i pas, e se mais Ihe pedir para procurar pessoa
que vendesse as m-esmas olas ; de sorte que lu-
do rnonlasse em vint e tontos de res"?
Responden q*iee*a verdade ler convidado ao
referido Clemente para Ihe arrancar urna porc-o
de nulas falsas, nao para ella interrgala,, mas
para um brasileiro que havia de partir ora pouro
lempo para o Brasil, o qual biasilein! se chanta
Victorino: que effetivkmente ossas notas esta-
vam prompla?, dopeodeudo smente a sua en-
trega, da entrega do diuheiro bom. e da. appnova-
co da amostra : que quando cima se dissera
matriz, afim de guarnecerem o
andor. formando alas. Sao convdalos os Srs. que a chapa sera'abena por seu sobrinho; linha
olliciaes do exercito a acorapanharcm a mencio- havdo equivoco, porque nao era ello que a abra,
nada procissao, e a que devora ler lugar no dia mas arranjava pessoa que-a atirisse.
23 a larde, da igreja do Larmo para a do Corpo Sendo pergunlad se no dia mbooAi-lft do-
Santo ; devendo o andor ser quarnecdo pelo correle mez de outubro, recebera A mo do
mesmo modo com os inferiores dos corpos de Clemente Baplista de Urna, urna nota falsa do-
linl,a- Brasil, do valor de inte mil ris, papel br-ancu o
u mesmo lenle general commandanle das tinta preta, romo a mostra? Responden afirma-
armas, determina outro siui, que o 8." balalhao I livamenle. Perguntada Bobre o destino qne dera
de infanlaria .passe boje mesmo a alojar-se no a essa mesma nota, por isso que nao apparere t-
quarlel da Soledade devendo o 4." bataho de no acto da busca que se Ihe dera em casa, e betr.
arlilheria a p, oceupar o quartel de Olinda como assini sua pessoa no da 17 do corrente? Res-
j foi resol vido. pondeu que no acto em que a policia invadan
I'icam desligadas do 10. balalhao de infanlaria sua porta a laucara ao liime, e a queimara, na
as companhias 1.a e 7.' Jo dito balalhao 8." e as idea de evitar que algucm Heasse comprometiido.
pracas a elle pertencentes que se acham larabem Pergunlada se linha mais alguma censa a decla-
rar? Respondeu negativamoiilo.
addidas ao 9." da mesma arma.
Assgnado.Jos Joaquim Coelho.
As precedentes noticias dexar.nn de honren*
ConformeUerardo Joaquim Correa tenenle ser publicadas por descuido.
aldante de ordens do commando. A Rccoluco aecrescenta hoje, a respeilo-
^_____________________________ desle assiimpto, o seguinte :
Diz-se que por parte lelegraphica rebebida na-
i nole de 11 constara ao governo q.ue nessa mes-
ma noite, s 10 horas, o delegado da primeir
. vara, do Porto, Rodrigues-, principal agente da-
I ara que fiquem os nossos le lores par de tu- ; diligencia da pprehensao das notas falsas, fura
doquantoha feilo o governo porliiguez para a [ attacado n'uma esquina por um assassino,
EXTERIOR.
por un assassino, que-
do papel mocda-brasileiro, abaxo foi preso em flagrante, sem ter podido comniet-
- noticias publicadas nos '
Que tora preso lanibem nutro cumplir nas
Iransaccdes das moedas falsa?.
Diz-se lambem que por participar o chegsdi
boje, consta ter sido preso na comarca da Feica
oulro moedeiro falso.
falsificarlo
Iranscrevemos, todas as
jomas de Portugal :
Segundo parece, o inqiierln a que est pro-
cedendo o governidor civil do Porto, no negocio
da moeda falsa, ral produzindo bons resultados.
Vteremos se desla vez os falsos moedeiros, se-
jam ellos quem forem, nao zombam da Justina.
J era lempo de cuidar seriamente desle assunip-
lo. As descoserlas que se lem feilo demonstrara
o ni nito que osle negocio andava descuidado.
Todos applaudiram os esforcos que o gover-
no est- empregando para descubrir o lio desse
tenebroso commercio.
O Sr. Mrtens Ferro requeren boje, na c-
mara dos depulados, que fosse nomeada urna
commvsso de inquerito, para passat secretaria
da juslira, e ah examinar todos os documentos
relativos ao assiimpto da moeda falsa, e dar um
parecer sobre o sen procedimiento.
v Esta proposla fui sua commisso.
Os iornaes trazem as seguimos noticias acer-
ca das descobertas feitas, e individuos presos:
t* Acaba de fazer-se a approhenso de mui-
tos contos de ris de notas falsas do Brasil cora
prisao do pasaador. que eonfessou o crase-...

urna lanrica, que inierveio na p
cotilos de ris em notas falsas do Brasil appre-
hendidasesta manha.
[A ferolucao de Setembro.)
_ Anl'honlem, por diligencias da administra-
cao do primeiro bairra, foi presa a viuva de Pau-
lo da Fonseca, que achando-se preso por se Ihe
encontraren! em casa, na ra do Pombal, nm ba-
lanc e oulros instrumentos de fabricaco de moe-
da falsa, fallecou ha pouco na cada. *
Esta viuva era ha dias vigiada pelo escrivo
dadila administraro, e com tanto aceito andou
este nas diligencias, que a prenden no largo da
Fierra de S. Bento, enconlrando-lhe 70 coroas de
500 ris., 6 duros hespanhoese 6 moedas de cin-
co francos- francezas. ludo duheiro falso. As co-
rtos teera a era de 1857, e tanto estas como as
moedas hespanholas e francezas sao perfeilamcu-
le cunhadas.
Logo em seguida dirigo-se o escrivo ca-
sa habitada pela dita viuva, na ra do Reguinhn
n" 18, terceiro andar, e all encontrn no fono
urna maejrinela de puchar o metal fieira. Fo-
ram presas tres ilhas da r, e todas qualro csli-
veram incommunicaveis at hontsm na casada
administraro, e depois de perguniadas foram re-
colhidas prso do Aljube.
(O Commercio-do Porto )
Esla madrugada foram os administradores
.*.... .. (lijsimui.^ui! C01HC99UU O trilllO...
2.'' Foi preso um negociante proprietario de
a fabrica, que inlerveio na passagem de vinte
Ante-honlem, sihimio do thealro Baque!, Ha-
ra da Cuiceico Gatialdieseu filho Jos Augus-
to de Vasconcellos, a poliein- seguo ambo, a
mt at sua casa, na ra de GoacMO Christovo-,
e o filho at a casa de seu sogro^na- ra de Santo
Andr, onde vive porta da- casa, a potkia
prenden a ambos, couduzindo a- mi e ti I lu> pura
a administraro. As casas Picaram- cercadas, e-
bem assim se cercou ao mesmo lempo-a easa>de-
Joaquina Rosa, na-ra da Boa-vsu, onde u-m
loja de cipellisla.
Ao da procedeu-se a busca nas- tres-casas, gas-
tando-so tiesta diligencia, lodo odia Nao appa-
recou nada, porm a dita Joaquina Rosa, Maria
da Conct'ii;o|GariaJii, e sen lillio, continuara
em custodia, e incommunicaveis, pira, avtrigua-
ces sobre os indicios une tem a polica.
Hara da Conceico Garialdi -vbiva>de Bernar-
do Aguerre, que em algum tnippo-leve fabrica de-
corlumesem Valboin, e que ha-cousa do 21) anuos.
foi envolvido n'um processo, pelo-crime de f.i-
bricarao do notas falsas, da Banco Comnier-
cial. Fui depoiapara llespanha., a alli, pelocri-
me de fabrii-ago de moede falsa, condemnado a
presidio onde se diz que fallecer.
Um genro da Sr a Gariald. que com ella viver
envergonhado pelo faci que se da va, lentou sui-
cidar-se com urna faca, lmpediam-lhe a ten-
tativa, porm ainda chegou a- forir-se n'uma mi.
[Couuneixio do-l'orla.)
No sabbado, com a pressa noticiamos, pele
puuis esclaretimenios que enlao Unhamos, fez-
se u/na importante apprehensae de notas falsas-
do-Brasil a Jos Dias de Assumpro, tnestre-es-
cola, morador na rua do Rosario*ti. 95 '/..
Tinha havido una denuncia de que esse nu-
men) lialicava em notas Clisas, e para q.ut o- cri-
me fosse descoberio foi concertado um plan
que deu em resultado a apprehenso de 3c39Ur>
cm notas do thesouro do Brasil de 20$ e 50a.- ,'
I Os Srs- procura Jor regio Camillo .Vurjliano-9
Jos Joaquim Rodrigues,, delegado da Ia vara.
cfneazmente coadjuvadn pelos tres, administra-
dores dos bairros effectuaram a diligencia cor
lano acorto que dando urna busca ni referida ca-
sa na occasio mais opporluna, q.uaiido o indus-
trioso meslre-escola tratar de fazer urna ne^o-
e i casa n 4-i na rua do Principe, onde habita o' I m^SSSJZ^^a C,"{a' J- quai>* '
c- u..;ii-, _____:..._:. sido vendidos por 3 donlos do rois
ros falsos vem-se cm grandes" apcrlos. "Til V* ,al?b-oin !'1 hav,,in4 "las- 'Tlas
Esla manha appareceram cercadas diversas ^* cneunlrou ; (o porem preso por se achar
casas nas ras do Principe e Rosario, por urna fr^_escl "aS"SUSS resiloslas CrD mes-
Em casa desto coalinuou hwilem a diligencia,
revolvendo-sc lodos- os escar.iuhos. mas nada"
torca da guarda municipal, para auxiliar a dili-
gencia das autoridades administrativas o judi-
ciaes, que eslo dando urna busca rigorosa para
descobrircm moeda falsa.
J cabio nas mos da auloridade urna cor-
respondencia, encontrada cm casa de- Jos Dias
da Assumpcjio, morador na rua do Rosario. A
correspondencia, ao quo parece, denuncia o
crime.
A hora cm que esernvemos, pressa, estas
mais se encontr, alem da peccao de notas que
foi approhondida no sabbado. lioje ainda se con-
tinuara as diligencias da aultwLdade-.
llonlem foi lambem preso Antonio Dias Gon-
ralvcs, pintor, morador ernlcadeHos por alcu-
nha o rei do Ftadellos.
Todas as autoridades sao.dianas do maior Ion-
*.\ Anuid c-iii uue i-ti i' cilios, a oiers-Ki. csias ..- i.. r. ^ "----- -----
linhas, contina a busca, cujos multados espe- I?* ?*'"* "^f que 'P^-Yam e empenho
ramos queconesponderao ao zelo. e aclividade ^,lncrm e9,"0|n Pe"seguic,ao desle crime.
dos administradores dos tres bairros, do Sr. Dr. ^uml>ro-nospois dar-Ibes os nossos emboras por
Camillo A.ireliano e do Sr. delegado Jos Joa- I o imnortanie apprehenso e pedir-lhes que nao.
quin Rodrigues,que sao osfunedonarios encarre-
ados desta importante misso, da qual daremos
no prximo numero, ampia inurma^ao. .
(0 Nacional.)
O Nacional publica o seguinle documenta, so-
bre o qual nao possivel aiuda fazer obse .aco
alguma :
Eu obaixo assgnado declaro, c juraren, se ne-
cessario fr, que em rneiados do agosto de 1858,
estando cu preso nas cadtms da Relacao, compa-
reccu nclla o Sr. consemeiro Antonio Dias de
Oliveira, presidente da relaro desta cidade, e
chamando-nic ao cartorio dadta cada, ahi rae
obrigou a fazer um depoiraento calumnioso con-
tra o Illm. Sr. Jos Bettamio, vice-consul do
Brasil : declaro, pois, para restabelecimenlo da
verdade, que tudo quo ento disse que podesse
comprometter a honra do mesrao lllra. Sr. Bet-
tamio, falso c calumnioso.
Declaro mais, que dou esle passo espont-
neamente, e fago a prsenle para descargo da
minlia consciencis.
Porto, 9de jauciro do 1860.
Joaquim Ignacio Xavier.
(Segue-sc o reconhecimenio.i.
(dem.)
O. Sr. "ministro da juslica pedio camatoi qo
noraeasse urna cowraisso, que examinass todos
os- documentos relativos ao processo dos. falsos
maedeiros ; acharaos que S. Exc. andou bem nis-
to, grave queslo e gravissmas sao as,accu-
sacoes, quo Ihe tom sido feitas, nem paen res-
ponder a ellas tem o ministre, outro recurso se-
no empregar todos os meios ao sen akance pa-
ra que este negocio seja levado maior lucidez.
Estamos porm to costuraados an pouco ou
nenhum resultado, que so tira deslas commis-
soes, que nos parece que aquella de que se traa
poder sim ser sufficiente para averiguar se sao
fundadas ou falsas as arguigea nos ltimos dias
feilas ao actual ministro da juslira, mas nada uti-
lisar ao proseguimenlo da queslo principal, e
sendo assim nenhuma vanlagem se tira della,
porque, diga-se a verdade, o ministro neste pota
to tem a seu favor a opinio publica.
l'alvez de futuro nao possamos dizev o, mfcs-'
a respeito desta queslo ; e nao o diremo -.io
Exc. parar, se nao flzer maia do que *" -, se S.
Y_-r?"-r*0_ DeB1.PUDl>ca a parte do um seus antecessores. Seremos et> uzeram os
e obdeccndoao mesma prinr1 o inexoraveis,
nos obrigou a declarar 0>* -pi de juslira, que
Malheus Frreo incan' -e suppunhamos p Sr.
cusao, viremos u2dcrirac de que era ac-
r-orrer i revet' ccdir-lho conlas de como deixa
depoimenlo feilo no inquerito a que procedeu e
cnsul do Brasil, no Porto, para mostrar quo se
nao tinha dado andamento, como cumpria, s
descobertas feitas.
Eis o documento publicado pela Purga-
torio :
>enoimento.
uepois do quo sendo mais pergunlada por
elle administrado.,: fl D. Mnlhildc Lo4vina Te-
lhe cent' j**f a nonra ncional, viremos pedir-
me- m Ia imPunid.ade. era que deixa nm cn-
r,n;c^qU!,an,opreJudica commercio, e de
que sao victimas innocentes tantas pessoas.
Os fac os dos ltimos dias provam que tem ha-
ILEGVELT


,
i
bftii solicitudo, e la/.cm lunra pnuui^ul-
.__autoridades administrativas do Porto,
i precisa que desse fados se tire tod.is as
r jlegens, que ellos podem dir, pois so se pro-
seguir coin a devida diligencia, pelas apprclieu-
edea de documentos, que se tlzeram, e pelas con-
lisscs de alguns criminosos ja presos, sendera
descubrir loda a verdad.
Ha annos fez-se em Braga urna descoberta mili-
to roais importante que ludo o que nos consta se
tem apprchcndido al aqui no Porto, mas que
resultado se colhcu ? Nenhum.
I'assado pouco lempo eslava exonerado do go-
veruo civil daquclle distado o magistrado que
to importante servido Unha prestado, e que se
nrouliasse.no governo o apoio, que devia espe-
rar, poderia talvez chegir ao onhecimento de
quacs eram os directores geraes da industria
da moeda falsa.
Acontecer agora o mesmo ?
O lempo, e s o lempo poder responder a es-
ta pergunta.'
E voz publica, c os tactos confirraam-no, que
possoas culturadas em elevada posiro sao os
prncipacs gerentes deste negocio, e aerresecnta-
sc ainda que a influencia de taes pvjssoas se deve
o nao Icr al agora sido rasgado o veo. que co-
bre os criminosos, livrando-os da acro da Justi-
na e da execracao publica. uecess'ario que ba-
ja quem lenha a enragem de rasgar esse veo. E
iicnlium mais proprio para isso que o actual
ministro-
A causa publica exige do .Sr. Mnrlins Ferro C3-
soservico, exige-o oseu bom nome. Levada esta
Sr. ministro da justica perdera muilo no con-
ceito de lodos os homens de bern, se se mostrea-
se frouxo, se, segundo os exemplos dos seua an-
tecessores, deixasse os falsos moedeiros envolvi-
dos no veo do myslorio.
Nao desapprovamos o pedido feilo a cmara
para nomear uma commissao, que eslude e exa-
mine todos os documentos existentes no ministe-
rio da juaHca, relativos a moeda falsa, mas sea-
mos isso pouco pira a questio principal.
Quando o ministro era argido por ter manda-
do farol um processo administrativo, louvnmo-lo
nos, porque entendamos que este processo nao
offend'a os bous principios, e poda contribuir
fiiuilo pira se chegar ao conhecimento da verda-
de ; os faites ja nos justifican), e se proseguir
com a aclividada devida podem-se tirar grandes
resultados. Enio seremos nos os ptimeiros a
louvaro ministro: mas, se pelo contrario, o qne
nao esperamos, elle se prender com os nomes
das possoas compromottidas. seremos tambem
osprimeroa a argni-lo desse erime, e pedir-lhc
que abdique um lugar cujas obrigaces lao mal
cumpre.
[Naci.]
L>. Dlo disincto de Olinda a oaua Ue cuuibaier :
A prime-ira vista parece que o Ilustre membro
tem razo, quando se oppoe a esse artigo por-
fa verdade
DIARTO prPERSAMBCft. ^ jEfrTA FEIIU *3 DE TBAffCO YYE 1860.
Sisle ua luueduia, que su olilein por meio de moa
que a movem a bracos. A farinha [djericht* que
resulta desta operacao dave ser peneirada ii'um
que na verdade considerando as cousas em ge- crivo [halfa], e passada depois por um penciro
ral, ulle de alguma forma offerece embaracos a de dina. v
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS 1)0 DIAUIO UE PEUXWI-
BOCO.
CKAH
*"ortaIe/.;t, 14 le maivo Meu caro redactor. Comccarei por dizer-lhe
que no dia 3 dd crrente chegou i esta o patacho
iimulaco, que Irouxe a noticia de ha ver a ro-
laro .lado provimento ao recurso crirae du I).
Mara Pirmina da pronuncia do Dr. chee de po-
lica desta.
Se a um correspondente permlllido referir o
que occorre sobre este ou aquello acontecimento
de qualquer nalureza etc.: eu dir-lhe-hia mui
Je passagem que rausou urna sengacn geral a
decisoda rclaco a respeito: Calvez porque aqu
era opiniao concille de que a relaco confirma-
ra a pronuncia.
Entretanto se diz que, qualquer que tesse o
magistrado que exercesse u cargo de chefe de po-
lica nao deixaria de proceder em semelhanle
materia corno procedeu o actual Dr. chele de po-
lica o Sr. Gayoso.
No dia cima referido encerrou-se a primeira
Setcao do jury do concite auno que funecionou
desde o da 7 do me/, pretrito.
Foram julgados crea de 28 reos, e pode-se
ili/cr que s liouveram 3 condomnacoca piopria-
mente ditas; pois quatro mais que bouvoram fo-
ram de um me/, de prisao.
A primeira eondemnaeo de 6 annos com tra-
balhos foi a o ni reo de crime de homicidio.
A segunda i amiosde prisao com trabalhos. foi
a um reo que roubou urna malla com 28 mil e
lanos ris.
A lerceira fui igualmente de 4 anuos com Ira-
balhos, por crime de ferimentos graves.
Eis pois O resultado de urna lo loriga cesso.
A maioria dos processos eram por crimes Je
isas pbisica leves e anua; prohibidas: o re-
sultado em crimes laes a absohicao, pi sos
nossdsjurados entendem que assim e mellror.
A experiencia,porm, lem por domis demons-
trado que um mal, e bern grave nao putir-se
rin.es, porque o resultado dar lugar a op-
erera os crimes graves.
Sao po lemos deixar de louvar ao Exm. Sr. Dr.
Antonio Marcelino Nones Goncalves pelas ener-
e repetidas ordens a ludas as autoridades
para que sejam prezos e processados todos aquel-
les que andarem armados sem licenca Multo
emb na o jury depois nbsolva a esses (aquistas ;
todava elles rio aoflfendo, e as autoridades
cumprindu sempre as ordena superiores c a le,
inultos crimes se evitarao, ao passo que se po-
d-r alcanzar extirpar um abuso summamontc
prejudicial de qualquer qudam andar carregado
de armas e quasi sempre com a ntencao de
tazer uso se por ventura alguem o nao tratar res-
peilosamente !
i que presentemente mais oceupa a atlencio
publica pelas localidades a poltica,sao as pr-
ximas cloicOes!
As paixes, as intrigas, estio em campo. A
comarca do Calo, sodio lodas, c que leva a
palma.
Nos dia* 8, '. O 10 liveram lugar as arremta-
las dizimas do* gados grossos, e rendeiam
H:!H)0; e tantos mil ris. menos <|ue o do auno
isaade 23:5000 o tantos mil ris.
livre permuto, creando difDeuldades aos que
qauerom negociar com gados comprados no Mu-
maojo-tie Garanhuns. Mas se esta Assenblea.
recordar-se dos clamores que se leem levantado
em todo o pais contra o furto de gados, nao ha-
de cstranhir que a eamara de Garanhuns pro-
cura-se incluir om suas posturas alguma provi-
dencia a esse respeito.
O Sr. Caaeiru da Cunha : Note que ahi diz
o dono da fazenda e o dono da fazenda pode nao
inorar ahi.
0 Sr. Brando : Senhores, o furto de ga-
dos hoje urna das maiores calamidaJes do ser-
tao, e mesmo das zonas agrcolas. Eu estive em
um dos pontos do meu Districto, aoude a au-
toridaJe policial deu em urna salgxdetra que li-
nha mais de 100 causas de bnis furtados.
O Sr. Le cio : E' exatissirno
O Sr. trando: E nas margens do rio de S.
Francisco, os ladres sao tao allrevidos e inso-
lentes que furtam os gados no territorio Per-
nambiicano e o vo vender defronle, no lado
oppnslo : furtam, nao nina ou dnas caberas rilas
16, 0, 30, ou para bern diztr, boladas mleiras
por cada vez.
O Sr. Carneiro da Cunha : E acha
elles lendo o bilhcte nao recbain ?
O Sr. Brando : Tero mais essa difficul-
dade, e islo j algumi cousa, visto como a
Assembla geral nao lem querido altender as
represenlacocs, que Me lem sido feilas por esta
e por muias entras Assemblas Provinciaes,
par converler em lei um projecto de anliga
dacta, que redusia o furto de gados a crime po-
'icial.
quo
Os habitantes das cdades, principalmenje os
de Conslanlina fazem desta preparaco urna e*-
cellento soba misturada com os damasco* seco
(fermatt.)
Menos delicados que os das cidados, os que vi-
vem nos achiartt, aproveitam a farinha, que ca-
be do peneiro, e fazem urna especie de papa com
laile, a quo ctiamam'rou-titai.
O mermer para a cevada oque o frik para
o trigo. Logo que elle llcalimpo de lodo o in-
volucre, frvido n'uim panclla a fogo lenta;
mas esta operacao exige algumas precauQes.
Depois estendem se es graos n'uma loalha, o sao
expostos ao sol para que flquem secos.
Em seguida sao torrados, pouco mais ou me-
nos, como o caf; mas basta que os graos adqui-
rara urna cor vermelha. Depois passa-se a ceva-
da para e pilao, e urna vez quebrada, peneira-
da em dous peieiros de difirante calibre. Com
a parle mais pura faz-se um bolo mlsturando-lhe
manteiga fresca e inel.
Os cainponezestchaona) como mais pobres pro-
curam tambem utilisar para o seu sustento a par-
te do grao que sahe do peuero, elles a misturara
com tmaras, ou outras quaesquer pssas, e fa-
zem urna especie de bolo masiiso e compacto,
o qual serve particularmente aos almocreves,
pastles, ceifadores e mais que ludo aos peregri-
uos. r
Ha tambem familias que fazem cuscs tanto de
frtk como do mermar.
Passageiros do patacho porluguez Souzah. C."
lovou a seu bordo Jos Pereira o Helena.
Passageiros que vieram no vapor TocolUi* dos
portos do norte.Capito Antonio M.
reato inereaiuil toin. y trat.
cambio, cap. 40, pag. 72.
4." das ietlraa ue
- Presentemente decidido em geral que as
lettras de cambio e os escripios dos negociantes
no que toca ao son coiumercio lem a forra de
esenplura publica, cmo se v das L. es-
travaganles. de 30 de agosto do 1770 e 23 de
junho de 1774, e segundo a gerai pratica, os
devudores de lettras sao demandados pela ceo
de assignacao do dez dias, de que trata a ord.
Concorda o distincto commercialisla portu-
gus Ferreira Borges, no seu Dice. Jur. Com
vbo.Letra de cambio a pag. 279, pr. ibi:
As ledas de cambio e risco considerarse
VSIiPluras Polkas, Alv. de 15 de maio de
177. ??S o 2.
E mais adianto vbo.Letra da torra pag 231
E particular a Portugal que as letras da trra
gozam dos mesmosc de torfos o* previlegios das
letras de cambio, c se regulara pelas mesmas
regras : assim o manda o Ass." conf. por alv
de 16 de Janeiro de 1793 : e por tanto nanlo
dissemos acerca das lettras de cambio, seus
reqnezilos direitos e obrgacoes de seus figu-
k rentes, valor o suas expresadas, apresentacao
aceite, e seus frectiros protestos, e accao' d
garanta, lulo applieavel s lettras da trra.
Ora iiuonlostavel que o mesmo principio
fot eonsagrapo pelo nosso cdigo commerrial nos
arto. 22. 42j, 27. c mxime na arl. lio do re-
gulainenlo n. 737, dispondo que consltuem
prova plena absoluta as cscripturas, instrumen-
tos pblicos e os actos que s.io como laes con-
siderados pelo cdigo e petas leis cicis.
Todava para lamentar que a sentenra ap-
pcllada se julgasse aulorisada para restringir, co-
mo restringi a folha 599 a legislado citada', li-
mitando, a forra de escriptura publica
| Como assemelliar-se urna tal prova com a tos-
! tomunhal quo nunca pode ser iludida, sem
que as leslemunhas fiq'iem suiritas um pro-
cesso rriminil ?
Rcferindo as ^eguintes palavras da citada lei
.Cornelia dexalsis: u6t falsi crimen inciderit,
tune acrrima fat indagalio argumenlis, tesli-
I 6, teripturarum. collatione ttHinque vestigiit
, veritatis, pondera anda Merlin no mesmo lugar
de sua obra supracitada.
Todava esta lei nao diz que a prova por
a comparaeao de lettras seja urna verdadeira
| '< orova ; pois nao quando muilo tenio um in-
/icio, como nos ensina Bildo (ad I. comparalio-
nes C. de fide iuslrumentorum) : Scriplura ex
qua fit. comparatio, nihil aliad est nxsi argu-
tnentum ti simili tt veritimile. Alm disso os
jiiizcs parlieulares e peritos sao sujeilos a en-
ganar-ee pela semclhanca das lettras que
muilo mais engaosa do que a das physiono-
roias c por isso que diz Tlieveneau a pag.
31 e 32, que um cssripto ou assignado que fr
reconhecido ou confessado por um particular
como lendo sido feito por elle, urna compa-
racao mais certa do que se todos os peritos do
mundo dissessem o contrario pelas regras da
sua aile que nem sempre se encontram cer-
tas.
Finalmente no mesmo sentido opina o douto
Mello Freir liv. 4"iit. 18 5 12 not. dizendo:
De urna bem feita compararan de lettras rc-
sulla certa presumpr.ao de faUidnde. Ord liv.
3"lil. 52 pr. nas palavras justificada or com-
paracao de Ultra, e liv. 3o til. 60 5 porm
muilo fultl e falhcel, pois que boje se encon-
tram muitos homens que imitara tao bem o
punho c a lellra de ouIi.mii, que anda os mais
< peritos naoos podem distinguir
J vem os meus leilorcs, que cusa de trans-
cripcoes,, anda que menos livres, do que aa do
Sr. Dr. Alcanforado, tambem sei tazer artigas
extensos, c em iinguagem jurdica e resu-
i/i i re.
Ilecifo 14 de marro de 1800.
/. /'. do lego
nicipio para tora, dever levar urna guia ou da
autoridade policial, ou do fazendeiro a quem
comprar, porque s assim se poder evitar que
individuo que compra 20 bois chegueao mercado
com : i, e 40, como mullas rezea acontece.
O Sr. Fitjuciia: Vem comprando pelo
caminho.
O Sr. Brando : Vem fazendo junta do
gado alheio.
Nem esta providencia pode Irazcr embararo
serio ao commercio,como suppoc o nobre depu-
tadopor Olinda.porqne nao vejo que bajadiflicul-
dade da parle do comprador em exigir um do-
rolina de Alexandria, l.uiz Je Fram;a Barros, Ha
noel de Medeiros Carvilho, Antonio Rodrigues
; Muniz, Jos Luiz Pereira Lima Jnior, Francisco
Ferreira Novaos, Marcelino de Souza Travasso,
, Joao Flix do llego e Francisco Flix do Reg,
Manoel Jos Rodrigues lima, Jjao Jos de Souza,
i cnsul trance/. Mmclleo Rouse. PeleratStab, Joao
A. Villares, M. HenryOirerisaridl, Joo Moreira
dos Sanios, Augusto i. Vieira, um desertur do
exercito, 4 pravas escoltando i criminosos, lau-
tos escruvos a entregar.
Seguem para o sul.
Manoel Jos Marques da Motta, lenle coronel
. e haviam sido objeclo deltas, como reconhece
a mesma sentenra ippellada c oulros effeilos
que nao lem os simples chyrographos a que ella
cimiento do vendedor, como succede nas outras Joao B. dos Passos, alferes Joao Puiho Humen
compras, atormente lendo isto por din altender alferes Antonio Joaquim da Costa sua senhora
s a que
pretendo compara-las.
O lerceiro principio urna consequencia do
segundo, e por isso diz ainda o citado Ferreira
Borges vbofalaidadea pag. 200 do seu dice,
jur. romm.
Em regra a falsidade do itislrumnnto nao
importa falsdale do contrato ou convenci nelle
coiiieda (CaaaroKis). A poasidado s de per si
a suspeita i too cisivel da falsidade ou a pre-
sumpeo mera nao oliendo de maneira algu-
ma o prevenido ou indiciado, neces " va effectiea e concludeale da parle do que a
hii visitar a cadeia.
<> Sr. Carneiro da Cnnha: E se o fazen-
deiro nSo ustiver l ?
0 Sr. Brando : Hade haver algtim auto-
i i-ido pan vender o gado, vaqueiro, adminiS-
Irador, ou procurador, e qualquer d'esles passa-
r o documento, pudendo acrescenlar-sc isio ao
artigo, pan Ocar completo. Por todas estas
considerarnos pois voto por elle.
pasaa
Muito niaior nao fui a dilTerenea porque o Exm.
Sr. presidente tomou o maioriuleresse a favor
das rendas da provincia.
\ ou terminar a prsenle reerlndo-lbe que cor-
re aqui eom visosde certeza terslo asaassinado o
capito delegado e cummandante do destacamen-
to da villa do Ouricury d'essa provincia
Os genero-- alimenticios ronscrram-ae caros.
A falta de dinheiro por dentis sensivel. O com-
mercio vai cada vez peior.
Anhclo-lhe salute petunia, c que Dos o livre
?? a mirn lambem desses nialfeilores que tirain a
existencia sem poderem da-la.
tem *jc veritacle pender-e.
^DilBIO~oT PEBNflMBUCQ.
A assembla provini'ial tomou honle.m conhe-
cimonto de :
L"m requertmeaito do Sr. Pina, podiiido, pelos
caiiaes competentes, a copia do reguinmenlo-con-
teccionado pela remara municipal de Pod'Alho
para a affericao de (esos e medidas, que foi ao-
provndo.
I moffieio do Exm. Sr. presidente da provincia
participando a nomearao do Sr. Henriqua Pereira
de I.ucena. para o cargo de delegado de policio
Je ronstituieao e poderes.
I no projecto do Sr. Figneinaa, concedendo
quatro loteras de rento e viole contos a ris,
i collegiodo lom Cuselho, esUbelecido nesta
cidade.
Entrando em discusso projecXo n. \ este
anao^ fkando a lei policial, o Sr. Ciiirana man-
aon a meza urna emenda pata 6er elevado o nu-
mero de pracas detiO 8U0.
PSr. Branddo, obundo a palavra, oppoz-se
nao soao numero crea'lo pe.lo projecto, como ao
I i i monda, apreseitlaado mui:u considera-oes
quer sobre a somma pedida, quer sobre a'ma-
neira do obterbouse ptimos soldados.
O Sr. I.ucena, membro da commissao de c-rra
policial, responJeu sustentando o projecto.
OSr. Glirana sustentou a emenda, respouden-
dpao Sr. Brando, depois do que entrou na apre-
ciarlo de factos passados em seu districto, era as
ultimas eleroes provinciaes.
Por achar-se dada a hora, ficou a discussao
.-iddiada, e levanlou-sc a sesso s 3 horas da
larde.
publico :
Halaram-sc no da 22 do conente para o con-
sumo desta cidade 33 rezes.
MOHTALIIIADE DO DA 22 DO CDIUIENTE :
: Pedro Antonio Airea, branco, viuvo, 40 annos,
hydropesia.
Arislides. pardo, 5 annos, gastro nlerile.
Theotooia Mara Joaquina, parda solleira, 36 an-
uos, sirro.
Mara, branca, 4 niezes, convulses.
Andr pardo, escravo. solteiro, l anuos, l'ebre
amaiella.
Manoel, branco, 4 anuos, escarlatina,
Simplicia Maria da Conceicoo, branca, casada, SO
anuos, ainoiecirnenlo cerebral.
Jos de Vasconcellos Menezes de Drumond, bran-
co, solteiro, 33 aunes deseniena.
Hospital de caiudade. Existem 63 ho-
mens, 53 mullicres nacionaes, 5 homens estran-
geiros; 1 homem escravo, total 122.
Na lolalidadc dos doenles existem 42 alie-
nados, sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas 3S enfermaras pelo cirurgiao
Piulo, as 7 horas e 50 minutos da manliaa, e pelo dos arls 2
Dr. Uornellas s 8 horas da manhaa. Dispoe a
Communicados
A o
artigo do Sr. Dr. Alcanforado, que outra
Cousa nao serillo a Irnnscrii'co iere U^sener-
rasoado parante a primeira instancia, opporei as
razcs produzidas por meu pa na mesma occa-
siao.
REVISTA DIARIA-
Honlem teve lugar a trasladado do Senhor
Bom Jessdoa Passos para o convenio do Carmo ;
o boje sahir em procisso para a sua egreia do
Corpo Santo.
Aquelln arlo foi prallcado com a piedosa so-
leranidade, que a nossa popularao cosluiiia li-
gar-lhe.
O acompanbamento era numeroso.
O Sr. lenle Lyra teve a bondade do pro-
curar-nos aflm de orientar-nos sobre o fado,
que deu-se en? sua coraraisso, e de que j tra-
tamos.
S. S. confirma ludo quanlo ullimamente disse-
mos, com excepcloda parte que se refere a sua
siibsiituiro naquciia incumbencia ; visto que as
ordens que ltimamente recebera mandavam-n'o
en I regar os 11.030$, de que era portador, ao Sr.
alferes Gondin que segua com urna forra im-
pon.inte de iiifjut ira para a conveniente garan-
ta (ii'ss.i conduceao, e que elle posteriormente
conlinuas.se a sua viagem at encontrar o Sr.
brigadeiro Muniz lavares, para entregar-llie os
oili. ios que levara.
S. S. assim proceden, rccolhendo-se em se-
guida esta cidade.
No dia 21 do conente, entrando em dlscus-
sa o parecer da commissao de posturas de c-
maras mtinicipaes, relativo s empanadas, foi
approvau'a a sua materia.
Islo posto, acha-se em inleiro vigor o arl. 8."
til. s." das posturas de 1819, invalidando assim o
artigo addiconal de postura que por ultimo pro-
hibi o uso de empanadas nas lojas.
Esta medida, apezar do sentir contrario que
respelamos, sobresali em vnntagem para as lo-
jas, sem que se dem esses inconvenientes nota-
; dos na sua praca.
I Mu aceitada foi a medida do Sr. f)r. chefe
do polica, mandando que o transito da ponte du
Berilo fosse vedado na note de honlem e larde
de boje.
Tendo por essa ponte seguido a pr^isso do
Senhor dos Mariyrios, era de suppr que a dos
Passos quizesse seguir esse mismo itenerario, ao
passo que o perigo de um prestito immensp por
ella salla aos olhos. Assim precaveu S. S. um
mal quas cerlo, tornaudo-se digno portaulo de
elogios.
O 5." batalho de arlilharia acha-se aquarte-
lado na cidade de Olinda, tendo de oecupar o
quartel da Soledad o por elle deixado o 8. de in-
ai.lara, segundo no-lo informara.
Nao sabemos se houve alguma ordem, que
suspendoss a execucao do rcgulamenio res-
peito do itenerario dos carros ; mas se effecli-
vamente nada heuve em contrario, comeca elle
melmu^eccio PS '1" "lra"Se e sahc_s*c Pela matedas as dee
Se isto se dsse em ras ampios e esparosas,
nao sera nolave!, bem que implicasso urna" pos-
lergaco de le ; mas nas estrellas, ond
roa mentes sao ou pdera ser mui fac
certo ntoleravcl, c reclama alguma providencia
no sentido da observancia do referido regula-La?kfcL5^liaS*r3a- .,I,Jqsl,ca ^.f 1" a
mente. 6 ^enlenca appellada allnbuia aos appellaulcs o
O novo banco de Pernambuco eslrealsan- E5.LJ55I? ".cs,a ea"'a- .ebn*a ,res Principios
do o seu divid
Mxime quando semper fieri debel prw-
a sumplio exclusiva falaitatis, ut sine magna
causa commissa minine censeatur.
Finalmente compulaando-se o dreito roma-
no v-seque na I. 2\ codd legan Corneliam de
(aUtii, di/.poz claramente legislador quo quando
o devedor Oppozor o crime de falsidade para de-
morar o pagamente deve (odaria ser a elle com-
pellido, tirando-llie salva a seco criminal. Cum
morondasolilionis fratia a delilore falsi cri-
men objiciCar nihilominus, taloa exenlione cri-
minis (id est, dizGodofredo na sua nota sobre
este texto, salva persecutione acousaliona] de-
bitorem, ad solaliunem compelli oporlere. Mer-
lin, Rep. 4 ediceo, de Pars, toin. 17, pag. 206
not. rbo-afoyena defoaax.
Julgandoa scntciica appellada que dos exa-
mes da polica e do arbitramento judicial resulta
seren faltosas letras ajuizadas. allribuio sem
duvida esses actos prova plena da falsidade
contra a expressa disposigao da ord. liv. 3, tit. 52
pr. que com |uanlo seja lei civil subsidiaria em
unmerciaes nos casos oinrnissos ex vi
713 do regulainenlo n.737.
citada ord. o seguinte :
1". dizemos que6 feita inste prova por urna
teslemunha sem suspeita, que deponha cum-
pridamento do caso sobre que a conteuda,
ou por conlisso feita pela parle fra do juizo,
ou por escriptura privada, justificada por
comparaeao de tettra, ou por qualquer oulro
modo, porqiM segundo direilo feita neta
prova. l'orm declaramos quo se a quanti-
dade sobre que a conteuda. fosse grande, que
a toma fosse de grande valia, nao lia lagar
ata lei ; porque ento nao provando o autor
cu tupi-idamente sua tenca,, ou o reo sua eurcep-
cao, nao hacera cencimento.
Oesta clara e terminante disposiro resulta
que o examepor comparaeao de leltraiio faz mais
Offereco aos leitores alguns trechos relativos
das razoes de que cima fallei :
Nao podem os appellanles deixar de lamen-
lar que a prevenro criada desde o principio da
causa por cerlos rumores vagos, espalhados a
r.w.T,rff\ v ''ro5a,a,, P*:la 'mprensa peridica i de meia prova, e isso mesinoVom'eiito'iias'ca's"s"s
. ,= r"clda'Jo das, 1(;l,ras e B 4 e fl 7, oc- de mdico valor. Assim o entendem e cismara
IIPES Sr\ d, v,!r,la.de'ro espirito de justi- | todos os praxislas. Assim lamben, o diz ainda
nparcialidade pan influir na deciso d'uma I'ertera Borges dice. jur. comm, vbo-comora-
o de instrumentos ou ledras, termo jurdico :
que 6a confrntelo que se faz de dnas escrip-
causa tao imprtente: prevenro que fundn o
o seu predominio"no despacho de fl 31. o d'ahi a
dommoii al o lira: prevenro que tem sido a
arma favorita de litigantes "astuciosos, que se
seniora baldos de razo e direito para vencerem
os seus pleitos.
De feilo o juizo tornou-se arbitral, contra a
expressa disposiro da lei ; os arbitradores eri-
giram-se em arbitros; julgaram de fado e de di-
reilo decidindo ex calhedra que as letras submet-
tioas aa seu exame eran, falsas ; e o digno juiz
quo lunilou-se a homologar o abitrio daquelles
cora a boa f, que todos Ihe reconhem. inter-
pondo alias todo o peso da sua respeilavel anlo-
ridade em favor dos apellados, quando [se es-
perava que julgasse secundum allgala el pro-
bala. r
Infelizmente porem lo preoecupado eslava
o digno juiz a qu da funesta prevenro a que al-
ludiran os appellanles que nao Vio diante de si
senao o aibitraraenlo de fl., a que deu um vul-
to exagerado, assim como nos depoirnentos das
leslemunhas produzidas pelos appellados ; tanto
assim que depois do longo relatono da causa oc-
cupa-se a senlenca appellada principalmente cm
com o raaior esforco possivel, urna a
eelarares dos arbitradores, por
: mus nconsequente e contraditorias que fossem,
frisantes arguires que lhes foram feilas por
< luras, urna com a ooira, para. reconhecer se
( sao da mesma mo.Em materia de compara-
gao de lettras a disposicio mesmo uniforme
dos louvados peritos nao faz jamis urna pro-
va bastante,o juiz nao deve olha-la, seno
como urna meiaprora em razo da incerteza
da sua arle sobre este objeclo.Com efleito
os labellies ou esrrives podem dizer que ha
conformidade ou dirrenra entre esc ipluras
comparadas, mas nao lera regra alguma para
pronunciar com certeza, que duas cscripturas
sao de urna mesma mo, ou de duas nios di-
versas (Merlin). A nossa ord. liv. 3 til. 52
conforme a estes principios quando da exeas
< po da meiaprovana escriptura prienda jus-
tificada por compararn de leltra. Esta lei ad-
t mitte esta mesma meia prora nas materias
< criminaos etc. etc. >
re ? h-l P*rte d0S aPPe,lnnltS suas allegares II na es,
;f, 1 1"e anez;r de todo o empenho com'que foram
cois, t por combalidas. licaram em p.
fundamentaos da jurisprudencia, a saber; 1."
por cada acclo.
endo na importancia ^^^1^-^^^^^^^
tornam-se auto-
Mas para bem so aquillatar o valor jurdico
iquedevern terna censura de direilo ou alias na
(lgica judicialia as taes mates prova, seja licito
I aos anpellanles invocar anda a autoridade do
mesmo commercialisla na obra citada vbo-Prona
j invocada igualmente pela sent nra appellada
I Ah se le a pag. 400 pr. o seguinte :
Voltando, porm, dislincco entro prova
i plena, semi-plena e leve, apezar de que a nos-
ce sa ord., assim as quahlica em alguns lugares,
, soja-nos licito dar como escriptor nesle lugar
| a nossa opiniao sobre taes dTerenca?, seja
|< qualquer quo for a materia que lem 'de cora-
| < provar-se: os interpretes que iinnginarnin essas
diffurencas nao Itrerara por guia a razo: el-
. las sao absurdas. Dsse com muilo senso
l Canco 1. 3a cod. ad leg Jnliam majestatis,
cenias est indicisa, el qnod non est plene 've-
rum, non estsemiplenexerum, sedplenefulsum.
A- mesma Iinguagem leve Cjjacio ao cap.
uniyersis decret deteslibus,ul oerilan Ha pro
bati scini non polesl, qui non est plena ve-
rilas, est plena faUilat; q
Os habitantes d* A frica reputam como comida
de eslimacao os graos de trigo collados antes de
madures, e lhes chamara frik de una palavra
rabe, que significa molle, gelatinoso. Como es-
la desigu.ac.ao nao explica bem o objecto.e os go- i nao
, -- ."", *"* ^nii ni wt/t* n un atitfi, dio
e, que a pessoa a quem se attribue o escripto ar-
gido de falso, aehava-se n'outro lugar determi-
nado e distante na data em que se diz feilo o
mesmo escripto. Mas flzeram os appellados al-
ma deslns provas nos autos ? Certo
quo
PERNAMBUCO.
IDiM'urMt pronunciado lelo Sr. Dr.
I ra museo Ca Tos Bniiulao, na ses-
sao de SO do corente.
O S. Brando ; Senhores, nao se adiando
presente nenhum dos Representantes do districto
de Garanhuns e tratndose de um materia que
iiitcrcssa a todo o serto, e por conseguiote ao
mou circulo, julgo que dero fnzer al|umas l-
geiras observneoes a respeito do artigo que o N
rnto, doutor.
O us do m com^oo de.de epoc. descoge- \ 2^%*"'"* "'" "" "" de mi<
que pugnar pela veracidado dos seus litulos de fl.
4 e fl 7 que nao era faeto novo.
O segundo principio em relaro s lettras de
radas das cliammas as espigas sao poslas ao ar, e
sujeitas debulhar. Separado o trigo da palha,
melte-sen'um acafatee mcrgulha-se este em a-
gua, afim de perder todas asereslas que se pos-
sam ainda conservar de mistura eom o grao.
Assira purificado o trigo recolhido n'uma loa- ,
Iba pulvilhado de sal moido, c exposte aos raios Carii na t
do sol at secar, e tomar um certo grao de con-
sistencia, depeis do que, muilo bem joeirado.
Has para o admilr alimenlaco preciso
submeite-te a urna uljiaa'j preparaco que con^
cambio e da Ierra acha-se consagrado na legis-
lacao patria, antiga e moderna, segundo a qual
so sabio commercialisla viseando de
obra.Principios de d-
(*| Poratlliienciade inaleria lera detracte de
ir publicado o prcsenijSPsrfigo.
A Redact'o.
miiihi conviiro vacilla, deixa de ser prova.
E mais abaixo conclue, dizendo :
Posso cliamar-ihe uma muptita: urna des-
con ftanca mas nunca dar-1he o nome de pro-
< va. Os interpretes, pois, e a nossa lei tortero
fallado com mais cxaclido, se dissessem tim-
plespresumpcoes, simples indicios, simples ad-
minenles, o que chamaran, prora semi-plena,
prova leve.
Pe sem duvida fundado neslas ponderosas ra-
zos que o sabio autor do rogulamento n. 737
nao admittio a absurda dislincrao entre prova
| plena, semiplena e leve; e se n arl. 138 enu-
meren entre os metes de prova as presumpees,
o arbitramente e as veslorias que podem dr-s
a respeito de muitos variados objectos com o
verdadero carcter de prova, em nenhuma de
suas dsposices consideran como tal o exame
por comparaeao de escriplos ou ctlras, e apenas
no arl. 211 tratando das veslorias falla no exame
dos livros.
Cora soboja razi, pois, exclama Merlin, rep.
do jur. 4' eaieaode Pars, lom. 2o vbo, compa-
raison d'lcrilurespag. 622 : Ridicula aulori-
'< dade a de uma reriScacao por peritos que
pode ser combatida c destruida por nutra veri-
< licco contraria 1 Ua'icula provnde convdcco
>< e essa .contra a qual pode-se pedir e ordear
urna prpva .contraria sem aecusir di alsidade
* os quo a foxaveeram, nem os que deperani!
;Vos seahores soelos do Itus^ital
I(ii*tsue/. le benelieene iu o ao
publeo,
(Cdiitinuacao do numero antecedente.
3. Que o provedor se assigna funddor do
hospital o confeccionador dos estatutos ; que
quanlo ao primeiro ltelo que se arroga, sabe a
associaco que nao foi o provedor de 1859 fun-
dador do estabelecimente c quanlo ao segundo
tambera ella sabe que os estatuios foram refor-
mados por uma commissao ; e assim que taes
litulos nao podiam desligar-se de quem Je direi-
lo os mereca, nem seselos cm quem iudevida-
mente os usurpava ele:
To fulil e pueril esla coarclada que e genio
do mal despejadamente lancou barra do racio-
cinio publico como ponto "de accusaco, que a
nao termo-nos imposto a tarefa de refular um a
um lodos esses malignos diatribas, por certo a
deixaramos precipitada no pelago do mais igno-
bil desprezo.
Mas liis, como nos cumpre. a quanlo ha ve-
mos promellido, vamos nao s descortinar os
j motivos, que arrastiram nossos censores para es-
\ ta parte de sua niordacidade, como demonstrar-
. Ilies a sem razo c devante que os doui'iiou pa-
ra darem de si to triste copia.
Para prova do primeiro, bastar sorcorrer-nos
a uma verdade to a proposito lembrada nas pa-
lavras de nosso texto, qne a nao tereni j sido
profo-das como ura funeste presagio pelo Sr.
Dr. Almeida naquellc seu discurso, forcar-nos-
hiam agora a propriamenle produzi-las : ,1
emulacao um inimigo traicoeiro que feresola-
padamente as emprezas colle'ctivas.
Em preaenca pois de um principio lao lrrefra-
gavcl, cujas consequencias infelizmente hoje
sent a associaco do beneficencia portuguesa
nesta provincia, somos levados a destruir essa
ephemerj vaidade deque se a pavona o fofo or-
gulho do espirito dastrecas, fazondo-lhe sentir
se bem que muito a nosso pezar) que o titulo
de. fundador de nosso instituto, tanto cabe, de di-
reilo aquelle que subscreveu quatro para dar
um, como aoque ainda nada subscrevendo, con-
tribua com dez ; que a verdadeira gloria de lo
; significativa virtude mais perlence ao acto expon
, tanco e conscencoso do beiieficenle, do que
accao calculada daquelle qoe a pratica com os
. olhos s postos no futuro :que o mcrecimento
grangeado com a fundaco dessa obra de lauta
i piedade c veneraco, nao pode deixar de locar
i rcparlidamenlc a quantos para ella concorre-
ram :qoe uma to sagrada propredade amis
! poJe ser arrancada a um sem numero de portu-
; guezes. e portante tambem aquinhoada ao pro-
vedor do 1859. enumwodo como se acha entre
essa respeilavel phalange, para sem Hturpaco
[de titulo, asaignar-se fundador do hospital 'c
i que finalmente por uma quas paridade de ra-
ides, como as quo acabamos de ofTerecer, lara-
bem lhe assiste um direilo, lodo legal e legi-
timo, de subscrever-se confeccionados dos esta-
tutos.
Conscios como estamos do haver demonstrado
a todas as luzes, o nenhum fundamento da accu-
saco, que vimos de abater ; aguardamos para
mais ao diantee em lugar apropria lo desta nossa
mesma justlficacSo. o fazer precisar a verdadei-
ra poca era que a negligencia, o deifico, oa6-
soea ttlegalidade, pareceu dirigirse e conver-
gir contra o proprio eslabelecimenlo, seu exerci-
co regalar e seus interesses.
Comprovando nos ento com os valiosos docu-
mentos, quo possuimos, aquillo que nossos ac-
cus.idores, no final deste poni a 'ue acabemos
de responder, pretendern) arteramente Qxar
'orno navendo tido lugar em lempo prxima-
mente decbrrido.
." Que a administrarn de 1959 mandara
levantar um mausoleo no Ce mi Ierro publico
cusa dos cofres do hospital, em homenagem do
una bemfeitor, que era a pedir, nem a mesma
administracao poda jior tal moda lsongesr ;
| infringindo ella por esla forma o arl. 2." dos es-
tatutos e oseu chefe oS 15 c a tercena parto do
SI do arl. 39.
E'com o mais pungente e doloroso senilmen-
te, arrancado do intimo de nossas couscien as
I que nos vemos forrados a vir a publico, revol-
vendo um facto de semelhanle nalureza, que no
proprio raerecimenlo dclle mesmo se vem es-
tampadas as poderosas radas que nos iunocen-
lam como autores que doli nos confessamos ;
| mas j que o genio do mal procura a lodo o cus-
i pcrverie ainpa as punssimas intences, que
se cncaminham para bem do andamento regular
da mais santa das instiluicoes: cumpre-nos con-
jura-te com o fazer patente c manifest os moti-
vos que guiaran a adatinislracao de 1859 pora
mandar levantar um mausoleo, onde fossem re-
colindas as cinzas de um bemfeitor do his-
p tal.
Todos sabern que o finado Joo Vieira Lima
legou nossa instituro por verba testamentaria
uma quaiilia de grande vulto, cora a qual a as-
sociaco de beneficenciaportugueza nesta paite
do imperio adquira, como adquiri, um patri-
monio de tal magnitude, que i fez sabir do a-
pertedoe resumido circulo de metes de quo al
entao s po'dia dispor, para elevar-se, para rn-
grandecer-se, e para valer a urna maiur porco
de indigencia amargueada e afilela.
Uma lo carldosa arcan,ornada de quantos
atavos moraes se pode engrnaldar a virtude,
nao devia por certo Bear esquecida ao reconhe-
cinienlo dos procuradores dos pobres enfermos,
e reclamava rom justo vigor que ura padreo de
immorcdoura recordacSo fosse levantado aos
olhos de toda a humanidade para servir ao mes-
mo lempo de estimulo ao louvavel espirito de
He I imitarlo.
Assim pois o provedor e mais membros da
junta administrativa de 1839 nao s dominados
desses senlimentos, como npadrinhando-se com
o art. 62 dos estatuios que lhes manda em laes
casos aquilatar o mrito da cunla nfferlada.
nao duvidaram levar a execucao o fado do que
hoje sao aecusados ; certificando ainda agora,
que nao Irepidarara reincidir em culpas desta or-
dem, sempre que aeros laes foram pralcoda3
em prnveilo do eslabelecimenlo ; e at ncessan-
lemenle fazem votes ao co para que ellas com
muita frecuencia se repitam
Pode ser que este nosso cordial desojo v
ainda despertar novas iras ao enderaoninhado
genio do mal que s procura eslorvar-nos ; mas
a sua mesma desesperaco ser o spide com que
se vncularam os atormentadores remorsos que
I o ralam, que o ferem e que o aniquilan).
5. Que a administrarlo emillio 36 litulos de
! bemfeitores do eslabelecimenlo, sem que caixa
tesse rccothida a sua importancia, que pelo art.
62 dos estatuios s podem ser conferido esses
litulos mediante a esmola de 1003 rs. pelo me-
nos cada um.
Anda neste ponto a astuta maligndadede mos
dadas com o pharisaico espirito de una leazo
caprichosa aecusaro. nao pode eximir-se de
con verter em hediondo crime, o que a boa razo
sabe louvar o applaudir sempre que tem certeza
quo s a gralido, e nenhum outro qualquer in-
'cealivo, diapo* a jjalardoar fcites imporUnis,
Jdfls quaes resullera preslmosos beneficios em
Pr^ da humanidade enferma o desvallida.
Nao o dinheiro e rnenle o dinheiro, coma
3uerem nossos arcusadores, o nico agente po-
eroso que pode e deve dominar-se esmola, ou-
lros ha e dentro da mesma esphera das contri-
buices, que passados pelo crisol da beneficencia
apoiam-se em igual, ou malor direito de seren
apreciados, e como taes retribuidos com os mais
expressivos signaos de nosso reconhecimenlo :
neste caso csto muitos dos ttulos, que__a ad-
ministracao de 1859 fez emiltr por que nem a
isso so lho oppunha nenhum dos arligns dos es-
latulos, nem a sua cousciencia se lhe agrava de
os haver indevidamentc conferido.
V no entente o genio do mal calculando
arithmeticamente o valor de cada accao merito-
ria na razo de 100000 ; que por nossa parte
somos francos em deeterar-lhe, que as repula-
, mos em to subido grao, que por maior que seja
o algarisrao, que lhe queramos equiparar, ainda
assim o acharaos muito quem do seu justo
; equivalente.
6." Que consta que a mesma adminisiraeSo
agraciara cora o titulo de benemrito do estabe-
j leciniento um cavalheiro cslranho associaco
| que pelo art. 62 s podo ser conferida essa rega-
la a quem fizer ao hospiUt um donativo de
1:000^000 pelo menos ; e que nao lendo entrado
esse dinheiro para a caixa, houve violacao ma-
nifesla no cilado artigo.
Nao vale a pena demorarmo-nos cm oppor
justificaco a una censura de igual jz da an-
tecedente, por que a baze falsa em que ella se
estriba, desfaz-se pelos mesmos fundamentos que
cima deixmos expostos; mas se elles forem
julgados nsuftlcientes curiosidade de al-um
de nossos leitores, pode este compulsar os docu-
mentes explicativos que existem no archivo do
hospital, que estamos cortos o satisfarn : evitan-
do nos porem o lranscrevel-os neste lugar por
que a virtude modesta nao consente que d'elte
se faca alarde e oslentaro ; e nos prezamo-nos
de_sabcr respeitaras uas conveniencias.
''a~ 9ucconsla 'I"ea mama administracao
mandara fa/nr, exequias, Irasladaro de oso"s
cusa dos cohes do estabeler-nent'o e em honra
e sulTragio de um beruoiter, e qe a despeza
dosearroa que conduzirara a junta administrativa
para essa feslrvidade tambera fura paga pelo
I mesmo cofre, o que por tante este pro-cd !
mente tao ilegal, como o foi a despeza "felia
com o mausoleo. F a
Quanlo m)is vamos penetrando o intrincado
laliMinto de tao extrenuas machinaedes tinto
mais nos convencemos serem ellas 'urdidas
pelo implacavel genio do mal, que como magis-
tralinente disse o Sr. |tr. Almeida no discurso a
que por ve/..s nos temos referido, nao lera ello
jamis outra muso sobre a Ierra.
O que porem faz subir de ponto nossa admis-
sao e al lomar pasmo o nosso j aterrado esot-
rilo vermosque se era algum lempo, como
na piirase .lo tvxto que reproducimos, a di dn era o tmulo das emprezas colleclivas, hoie
oh profaii:.eo oh horror! sao al revolvi-
dos os tmulos, para com os ossos dos que j
lormem o somno eterno, motivar-so a discordia
enlre essas mesmas empretas. Mas urge oppor
oarreira a lao nefando procedimcnto, envidando
quanlo em nos couber para de uma vez anathe-
malizare confundir esse dominador do Cocyto
borren lo ; e assim sem recuar da arena era quo
nos collocaram nossos aecusadores, (llevmo-
nos altura que nos destinada, e d'ahi diga-
mos eom toda a forra de nossas eonvicroese com
a iranquilidade de nossas eonscieocias que ;t
administrarn de 1859 para mandar, como ciTce-
livamente mandn, trasladar os ossos e fazer
exequias em sulfragio de um bemfeitor do esta-
bellecimenlo, consullou antecipadamente a le
que rege o insliluto, depois ouviu a voz da reli-
giao.c sondando finalmente em nome dos bene-
ficiados, os impulsos do reconhecimenlo teve
de decidir-so pela pratica de um acto, que era
nada ia de encontr, antes muilo se apoiavn na
letra e espirite dos 1. o 2." do art. 32 dos
estatutos, ao mesmo lempo que se edentificava
com as mximas da carinada e da moral chris-
laa : accrecendo ainda por cumulo do devores
que essa eerimooia reHgioza, qnal nossos cen-
sores emprestara a denominaco de festividade,
nao era mais que o complemento de um acto d
Igrntido j encelado pela adrainistraro de 1857
a respeito do qual ento nf m una s voz se er-
|geupara o hostilizar, antes sira para Iouval-o o
app!audil-o ; por-que nessa poca o genio do
i mal anda vivia hypocriimeiile disfarcado sob
n apparenrias de um ente revestido de'honesli-
dade, e saudar signaos, como agora, de ator-
menlar-se por ver sabir do cofre do hospital al-
Rumss cifras despendidas com a parra a hurail-
ile olt'renda de corares agradecidos benefi-
cencia do uma alma nobre o generosa, que jS
j Unha voado ao seio da eternidade. Mas hoje j
I uma tal accio nao podia mais ser perdoada por
i esse malfico espirito, por que se achara j to
/estremecidamenle remordido com o echo das
preces que ao eco derigiam os sacerdotes do
templo, como com o atlrilo dos carros que para
assislencia a essa fnebre s lemnilade condu-
ziam os membros da junta administrativa.
Conlinuar-se-ha.
Temos visto a maneira inolitas e desabridas
cora que atierra ao Exm. Sr. conselheiro Scbas-
liao do llego Barros actual ministro da guerra, o
peridico Militar que se publica na capital do
imperio, por ter S. Exc. de algum modo querido
acabar com os escndalos c abuzos que iam m-
troduzindo nas fileiras do exercito meia duzia de
ofnciaes, meramente lilbos da fortuna, sem ser-
viros alguns e que leem salgado os postos sem
nunca sahirem da corle, que se cobre lodos de es-
oSndalosa protecao, nem ao menos querem reu-
"irein-se aos corpos para que sao despachados,
com graves detrimento da disciplina o do serviro
publico, e os domis que eslejam servindo nas
provincias com mil sacrificios, e aiinal sejam pre-
teridos por aquelles que estando na corte fcil
lhe sera atravancarem o ministro corn empenhos
ue lodo o mundo, conseguido o que, novos em-
penlios npparecera para licarem na corte, ainda
mesmo deseropregados, lora de seus corpos, tro-
cando as peinas pelas ras da cidade. a almeja-
rem a poca de novas promores, c o ministro
que estes escndalos tolera "um bom e intelli-
gente ministro da guerra, e se pelo contrario
como acontece com o Exm. Sr. conselheiro Se-
Dastuo do Rogo, arrufa-se a pandilha da corte,
arvora-se um Pclournho e toca aroular-se repu-
tacuo sera mancha de ura militar, que bem sabo
coniprehender a sua alta misso de minislro da
guerra, e que nao telera semelhaules escndalos
platicados por olliciaes que se dizem militares,
como bem pude o publico avaliar, pelos sabios
avisos por V. Exc. expedidos ullimamente; ain-
da o,ais chega o arrojo a tal ponte dos rabisca-
dores do Mthlar. que araeacam a S. M. o Im-
perador, se por ventura nao demitiir o ministro
que onza nao curvar-se a vontade soberana des-
sa trompe infernal, e sem o menor pejo se inti-
tulara representantes do exercito, como se o exer-
cito pode acompanhar semelhanles desvaradus
sem disciplina, nem obediencia
Eslava reservada esta gloria ao Exm. Sr. con-
selhoiro Sebaslio do llego, que tem sabido raan-
tercom dignidade, como nenhum oulro, o cum-
primenlu de suas ordens relativamente disci-
plina, obediencia e boa orJera da repartico que
mu acertadamente lho Coi confiada, sem receio
dos hroes da sedurro militar de 1831. que deu
era resollado a abduarjj do seu imperador, e
que hoje se achara collocados nas mais elevadas
posi^oes III
Continu S. Exc, a preseguir na marcha ence-
lada que tendes com aecusado zelo procurado
consolidar a disciplina o obedienria no exercito,
nicos elementes capazos de deslinguir ofira pa-
ra que elle criado, a classe militar em geral
bera dir o honrado, brobo e juslieeiro ministro,
qne se nao deixou arraslar pelas insnuaces do
patronato que a causa de lautos males qua an-
da boje deploramos.
O recruta.
RESPOSTA CONVENIENTE.
Pode tanto o juiz municipal suplente, que se-
gundo diz o Sr. Perguntador do Diario de Per-
nambuco de 22 do crrenle lem de nlervir nns
prximas eleicoes priraaiias como parte.e que de-
ver presidir a junta municipal de ocurso as-
sim como pedetn os juizes de paz presidentes
das juntas de qualilcaro, l de recurso, presidir
as mesmas juntas sendo como pretenden! inter-
vir nas prximas eleicoes primarias.
Picar saptisteito o Sr. Perguntador das con-
reuteiicias
.__________O conlrarindor.
Correspondencias.
Srs. redactores da'/levista Diaria.N'o s
: a ponte de Motocolomb quo se acha era deplo-
l ravel estado, como Vv. Ss. por mais de uma vez
lera clamado : Yox clamantisin deserto. O mal
tem-se propagado por toda a estrada da Imbri-
beire, de modo que est rcduzida um Jeito
ILEGVEL1


d'ai-fia por onde no menino |>Je correr udi
caudaloso sua vonlade cora suas ribancciras aK
canliladasem que se converlem os taludes dh de- nQ^;!ElT,r?\r J i %!
unta estrada. Den* *<. lomhre itil. lli Rend.raeolo_do da la 21.
estrada. Dos se lembre dola, e sccom-
radega dos pobres viandantes, que bem pdem
afogar-sc no ramo que ella deixou, e que bseve-
roenlc se conrerler tambem em um pelago pro-
fundo; boi dizia ovelhoGunncrse qne nao lia va-
cuo na nalHreza. Dizem que ha all mft conser-
rador chamado Salvador ; mascrfi-segeralmen-
lo que elle s cuida em conservar o fardo n. 1 e
1"e '"i81";5 dc calvar sniente a sua pobre indi-
vidual.dade, se por l houver algum naufragio,
quod Deus a vertat c se amercie do
Almocreve da verdade.
Publicaces a pedido.
AO DIST1NCTO ACTOR
Antonio Jos Duartc Coimbra,
SO SEf 1IESEF1G10 DADO ?iO THE.MttO DE SANTA
^Aeeebe'doria de rendas tuleruas
geraes de Pernambuco
MARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA PErRA 23 DE MARCO DE 1860.
Idea do di 22.......1:692?! 48
OSCILLACAO DA MAKE.
Baixamar as 10 h 18* da manhaa, Hura t.0fr>.
36:851*951 l'reamar as 4 h 30' da tardo, altura 8.50 p
Observatorio do arsenal da marinha 22 de mar-
go de 1860 Viegas Jnior.
38:544gl02
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 21. 52:168j>747
dem do dia 22.......3:066jS25
55:235 572
Declaraces.
ISABEL.
Tu vas boje gozar, sublime artista,
Mais um dia feliz em tua vida ;
Oh si ni eu quero ver cheia de gloria?.
De tantas gloriasfronte enuobrecida !
Reina longo silencio. Alguns instantes
0 poro se conserva q.iasi mudo. .
Eis appareeo em scena o rei da testa. .
Bravos palmas i elle.. ,. gloria ludo. 1
Apparero !Kilo altivo c sobrancoiro,
1 rompi arrestar fadigas no proscenio ;
Olhai aquella fronte niagoslosa. .
Olliai e reapondei se elle genio
Es gomo, sim, Coimbra O povo apressa-se
A tributar-te um cntico. uma palma ;
Eu tambem vpnho dar-te uestes versos
L'm tributo sincero da niinha alma !
A'ti, Coimbra, ti que bajo na scena
fao feliz arrebatas esto povo,
Offereeo contente este mea canto
Que o leu talento me inspirou de novo '.
Ves artista t E-te povo que te applande,
Sabe presar leus di>tes. leus tliesouros. .
Prosejgue, ah nao renos dosia sonda
Onde lena gaubo merecidos louros!
Por lodos nos se espallia o onthusiasmo,
Divida-se por todos tanta gloria ;
Cuiba,ao povoa alogria de applaudir-te,
A' tia de ter ganlio urna victoria !
Pauta dos procos dos prineipaes gene-
ros e produeces nacionaes,
que se despacham pela mesa do consxt-
lado na semana de
\')de a 24 de marro de 1860.
Agurdente aloool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaea. ......
dem de cana......
dem genebra......
dem idem....... botija
dem licor....... caada
dem idem....... garrafa
caada
arro,ba



arroba
alqueire
arroba

caada

arroba

arroba

21 de marco de 1860.
Traca do Hecife 22 de marco dc 1800.
AS TRES DORAS DA TARDE.
Goiedesj ofllciaes.
Cambios sobre Londres 25 3i d. 9) div. a
ii rrheiro. ^ '
Assucar bruto bom d\\rori6$,70() por arroba.
Georqa PatchsWLA'i- sidente.
- >uaourc'gecretario.
Alfandejra*
Rendimento do da 1 a 21.
dem uo dia -21. ,
'
hit!
lovimento da ilfaiuli"-
Volumes entrados cora fazendas .
com gneros '.
Wera rcstilada e do reino
Algodlo em pluma 1.a sorte .
dem idem 2.a dita ....
dem idem 3." dita ....
dem em earoro.....
Arroz pilado......
dem com casca .....
dem branco novo.....
dem mnscavado idem .
Azeite de mamona ....
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......
dem grossa...... .
Caf era grao bom. ,
dem idem rcslolho ....
dem idem com casca .
dem muido.......
Carne seccu.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem era velas. .
Charutos bons......corito
: dem ordinarios.....
Mem regala.......
Chifles........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem idem seceos espichados.
; dem idem verdes.....
i dem de cabra cortidos .
dem de onea......
I Dosce de calda......
: Idom de Guiaba .....
dem seceos......
269.766$ 158 Espauadorea grandes. .
4029512 dem pequeos*. .
Esleirs de prepori
Bessout.
. J
8jj67U
> .V -







libra


um

libra


um

urna
Estoupa nacional.....arroba
a
293
268
Yolumes sabidos com fazendas
com gneros
------ 561
180
109
------289
Descarregam hoje 23 de marro.
Barca ingtez3=Margarethbacalhao.
Barca inglezaCeliabacalhao.
Barca americanaExpressc Theresefarinha
bolachinha.
Barca americana Brasileira breu.
Brigue inglezAdclaideo resto.
Brigue austraco Triestefarinha de trigo.
Brigue dinaraarquczAgalhmereadorias.
Brigue portuguezFlurinJa echlas.
Escuna iuglczaMary Bloehmercadorias.
Importuvao.
Brigue portuguez Florinda, vindo de Lisboa,1
zuanicstou o seguate :
5 barricas milo do amendoa, 20 Larris azeite
doce, 40 ditos chourioas, 50 ditos toucinho : oos|
gnatarios.
90 barns azoile doce, 145 ditos toucinho, 40
ditos carne ensaca Ja, 10 ditos manteiga de porco,;
20 ditos chiurieas, 7 pipase 6 barris vinagre lin-
io, 15 pipas e bd barris vinhos, loo aurrelas azei-'.
tonas ; a Francisco Severiano [tabello & Pilbos.
10 barricas sardiuhas ; a Manoel Jos Uartins
da Silva.
\ pipas o 31 barris vinhos, 2 tipas c 7 barris
vinagre tinto ; a Uanoel Joaquim liamos c Silva.
30 barris carne ensacada, 50 ditos toucinho, 4
0 barris viulio ; a Teixeira Bastos, S
AC.
1 caixa imagens; a Antonio Jos Pumo.
3 caixas marmelada : a ordem.
li barris peixe ; a Custodio Jos Alvos Gui-
iii araos.
16 barris sardiuhas, 1 caixa lirros ; a Almcida
Gomes, Alvos S C.
3 caixas linos ; ao padre Jos Antonio dos
Santos Lessa.
15 barricas sardiuhas, 30 barris tuuoinho, 20
ditos azeite dore, 11 pipas, mcias ditas o 7o
Larris vinho, "> caixas cera em velas ; a Ihomaz
d a [uiuo Fonseca.
1 caixa chimlosde relo ; a Salyro Seralim da
Silva.
rama.
Sola ou vaqueta (ineio
100 Larris toucinho ; a Ju Marcellino da
Rosa. I Salsa parrilha
31)9 pedris de lagedo ; a Barroca cMedeiros.: geD0 ll
18 caixas [rucias seccas, 1 dita massa de to-
mates ; a .los Antonio da Cunha i limaos
39 barris sardiuhas : a Ferreira & Hartins.
''', barris vinho ; a Manocl Ignacio dc Oliveira
& l'ilhos.
100 ditos toucinho ; a J. da Silva Regadas.
1 barril paioj, 1 dito vinho ; a Manoel Ribeiro
Cirnoiro.
3 ditos oleo de amendoa 1 caixa COUtOS para
perolas e caixas com capsulas ; a Domingos Al-
Malheus.
187 lages de cantara, 30 .barris sarjiuhas, 12
ditosgorases salgados ; a Jos Augusto de Souza.
10 pipas vinho ; a Jos dos Santos Pereira
Jardim.
10 saceos semea finas ; ao commendador Jos
I. Vianna.
10 barricas c 10 saceos trelo ; a Jos Pereira
da Cunha.
100 saceos dito ; a Vicente Ferreira da
Costa.
1 caixole azulejo ; a Tasso Irmo.
65 barris sardiuhas, 30 ditos toucinho, 150 cai-
xas ceb das : a Luiz Jos da Cosa Araoiim.
% caixole livros ; a Antonio Zacaras da Silva
Ci elho.
Barca ingleza MargarilU. vinda de Terra-No-
va. consignada a Johostou Pater &G., manifes-
tou o seuuinle :
20 barricas bacalhao : aos mesmos.
Farinha de araruta ....
! dem de mandioca ....
; Feijao. '...... .
Fumo em folha bom ....
' dem idem ordinario ....
dem idem restolho ....
, dem em rolo bom ....
1 dem dem ordinario. .
1 Gomiua polvilho.....
Ipecacanhua.......
i Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Lotiro pranches de 2 custados
Cosladinho. .......
Costado '.....
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadus.....
dem quiriz.......
Virnhlico pranches de dous
custados.......
dem id<*m custadinho de dito
Idem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 do
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos desecupi-
ra para carros .....
di'in idem rodas de dita para
ditas ........
|M*1. ].....
Milho.........
Pedras de amolar. .
dem de filtrar......
! dem rebolos......
Piassava em raolhos ....
Sabo.........

alqueire
alqueire
arroba



arroba
cento


urna
um
urna




um





800
470
500
640
240
640
2S0
720
8$700
7S00
6S!00
2$100
3000
3$500
4$000
2SS0O
900
2S560
73000
4g000
7^000
4g500
5$000
9g600
7000
2$560
10000
12$000
2r>oo
goco
3SO0O
5$U00
5000
285
400
175
300
10$000
500
400
1$000
33200
ljJGOO
300
1SG0
3g000
2!600
TgOOO
14$000
9g00
7g000
123000
6$000
3$000
353000
20500
13600
12300
3-3000
IO3OOO,
63000
8J000
23500
43000
2320.
13600
23000
143000
453-.00
10300 o
53000
103000
par 103000

caada
alqueire
urna


um
libra
arroba

uma
Tapioca........arrba
Unhas de boi......como
Vinagre........pipa
303000
280
23500
800
93000
13120
20i'
120
25300 0
l$0O0
332OO
3.-JOO0
33!. 11
50--OO
MoTimento do porto.
Consulado g*eral>
Rendimento do dia 1 a 21. .
dem do dia 2>.......
Diversas provincias.
Bendimenlo do da 1 a 21.
dem do da 22. .
.Varios cnlradus no da 21.
Munda22 das, hiato brasileiro Crrelo do
Norte, de37 toneladas,capttao Francisco Flix
Nogueira, equipagem 5, carga toros de man-
gue : a C. C. da c. Morcira.
Pnrahib.i 2i horas, hiato brasileiro Cames, de
:'<'> toneladas, capitao Virginio J. dos Sanios.
equipagem 5, carga toros de mangue ; a C C.
da C. Morcira.
Liverpool60 dias, brigue inglez Gomar, do
165 toneladas, capitao F. Rouch, equipagem S,
eanra fazendas : a Paln Nash & C
Portland33 dias. hiato americano ,trfrieuio,
dc 14') toneladas, capitao Dcnnison, equipagem
8, carga carvao de podra e mais gneros; a
ordem. Arribou com agua aborta, seu destino
era para California.
Naviotahido8 no mesmo dia.
S. Miguelpatacho portuguez Souza & C, capi-
llo Francisco Joaquim de Souza, carga varios
gneros
Rio de Janeiropatacho brasileiro Amazona II,
capitao Manoel Gonoal'cs de Araujo, carga as-
sucar e mais gneros.
Lisboapatacho porliiguez Unio, capitao Jos
do Oliveira Robre, carga diflercntos gneros.
oa^WJjOH o da Pialabrigue dinamarqnez Concordia,
capitao J. D. Grano, carga assucar.
Portes do solvapor brasileiro Tocanlins, cora-
8 fon i '"anJanle 1." lente Podro Hvppolilo Duarte.
55:716350
2:886:634
10:0ilJ327
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n 1
dia *S de marco de 18WO
HavreBarca franceza Pernambuco, T. Fre-
res. 1,200 couros verdes.
New-YorkBtrca americana Brasileira, Wha-
lely Forster & C, 900 saceos assucar masca-
vado.
LiverpoolBarca ingleza Bonita, James Ryder;
4 C, 60 saccas algodao.
Rio da PrataSumaca hesdanhola Dulcinea,
A. Hejo & C, 200 barricas assucar branco.
Bio da Prata=:Drlgnc nacional Infeliz, Basto &
Lomos, 300 barricas assucar branco.
Costa da Mina Patacho portuguez S. Josfi, A.
trataos, 100 cas -os cachaca.
Lisboa Briguo portuguez Constante, V. Jos
Monteiro, 2 barricas assucar branco.
LisboaBrigue portuguez Tarujo I, Jos da
Silva Loyo & C. 60 saceos e 4 barricas assu- 1
car branco e 40 snecor dito mascavado ; Bas-
to? Irmos, 9 saceos osjucnr branco.
* u o. 0. 3 Horas. c B> V. p: P s > 0 ?s B ro ir. a 2S > ? 0 r-C C. >
w -i c B v i E Atmosphera.
W 1 1 Uireccao. < H H
* * * Intensidade.
M 'i -1 Centgrado. H e H H O
-4 b ' Reanmur.
ce 0) 8 ~i 00 <.< 'O 00 M O 0 -1 * Fahrenheil Ilygro'nrtr
^1 ce -I 3 Barmetro.
A noite clara, vento assim amanheceu. SI 1610 para 0 le rral e
Tendo-sc de fazer a numeracao de todos os
predios desta cidade sujeitos ao imposto da d-
cima urbana, o administrador do cousulado pro-
vincial pelo presente convida a todos quantos
se queiram encarregar de ura tal servido a com-
parecerem no dia 26 desle mez no mesmo con-
sulado com suas propostas em cartas fechadas,
as quacs declararlo o menor prego porque pos-
sam fazer cada numero, assim como quacs os
scus fiadores. Mesa do consulado provincial 201
de marco de 1860.O administrado, Anionio '
Carneiro Machado Ros.
Pela delegara de polica de Iguarass se
faz publico que so acha preso na cadeia do termo,
o cnoulo Ignacio, que dsse ter fgido de seu 60-
nhor, Pedro Ferreira de Almeida, do lugar Ria-1
chao, na freguezia dc S Rento de Gnr8nhuns.=fjJ
alferes e delegado, Antonio ios Ribeiro.
Pela administrarlo do corrcio desta cidade!
se ffz publico a quera inlorossnr possa, o artigo
10 das instruccoes que pelo ministerio do impe-
pciio foram Iransmitiidas direclo/ia geral dos
correios com o aviso de 16 de dezembro do an-
uo passado, cuja rigorosa execucao devera ter lu-
gar do 1." de julho do correnteanno em diante :
Art. 10. As cartas seguras deverao, alm dos !
mais requisitos exigidos pelo regulamenlo, ser!
fechadas cora lacre de urna s cor, em dous ou
maia lugares visiveis, e os fechos sellados com .
sinete particular do mo do segurador, tomando-
so quaesqner outras cautelas que a experiencia ;
for indicando como necessarias, e forem ordena-
das pelo diretor geral. Correio de Pernambuco,
12 de marco de 1860.O administrador, Domin-
gos dos Passos Miranda.
Pela contadoria da cmara municipal do
Recre, se faz publico que no fim do corrente me/
se termina o prazo para o pagamento, sem nwil-
la, do imposto municipal sobre estabelocimen-
los.O contador. Joaquim Tapares Rodovalho
RECEREDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas, em cumnrimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fazenda de dez de Janeiro prximo
t (ido e da portara n. 76 da thesourara do 16 do
corrento, leudo mandado intimar no dia 21 as
cornpanhias e sociedades que tem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encorporadas com
sua auiorsaeo, e que nao lnhain p.-.goos novos
e voltios dircitos pela srovacao dc scus estatu-
tos e o sello do seu capital nos prazos legaes pa-1
raque entrassem com sua importanciae revali-
dado para a mesnia recebedoria, as quacs socie-
dades c cornpanhias constam de uma rolarlo as-
signada pelo offical maior interino da secretaria
da mesma thesotlraria o sao ; companhia de so
guros martimos utilidado publica, idem da es-
trada de ferro de Pernambuco, idem pemambu-
cana de navegarao costeira, idem de seguros
martimos Indemnisadora, idem de colonisalo
em Pornambuco, Alagoas c Parahiba, das qucs
soraentc as duas de seguro martimo menciona-
das mostraram haver pago o sello de seu fundo
capital c os novos e velhos dircitos pela apnro-
vaco de scus estatutos, faz transcrever o art. 9
inico do decreto n. 2"4'J0 de 30 de setembro 1
do auno prximo passado quo sujeila s penas I
do_ art. 87 do regulamenlo de 10 de julho do '
1850 aos empregados e autoridades aministr.il-
vas 011 judictaras que de qualquor modo reco-
nhecerem a existencia das sobreditas ccrapa-
nhas.
Artigo 9. Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymasou cornpanhias que entrarem em
operacoes ou esliverm funecionando contra o
disposto nos arls. 295 e 296 do cdigo comraercal
e por consecuencia sem pagamento do sello do
seu capital, esto sujeitos a dsposielo do art. 31
do regulamenlo de tO de julho de' 1850, alera
das mais penas em que incorrerem, na confor-
mdade da legislarlo ;m vigor.
nico. Aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou judiciaras que aceitarom, at-
lenderem, deferrem ou admuirera reclamacoes,
requerimontos, represenlaroes, aeroes, ttulos
documentos de nuatquer ntureza, apresentados
era nome de cornpanhiasc sociedades anonvmas,
suas caixas Qliaes e agencias era laea rcumstan-
cias ou de suas adminislraroes ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia ficarao exten-
sivas as ponas do art. 87 do regulamenlo de 10
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevercire de
18G0.=.I/ano?/ Carneiro de Souza La cerda,
NOVO BANCO
PERMA1IBCCO.
O Raneo paga o quarlo dividendo na razio dc
lOjiOO par acolo.
Conselhn administrativo.
O conselho administrativo, para forneciment)
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguinles :
l'ara o meio balalhao do Tiauhy.
CorJoos ura cornetas de SO pro 9.
Para provimeiito dos armasen do almoxa-
ri fado do arsenal de guerra.
Arcos de ferro de 1 1/2 pollegada, arrobas 10,
dito de dito dj 1 pollegada, arrobas 20.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta techada nasecretariu
do conselho, s 10 horas da manha do dia 26
do concille mez.
Sala das sessoes do conselho administrative
para fornecimento do arsenal de guerra, 19 dc
margo de 1860.Boho iosi Lamenha Lita, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conscllio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumplimento ao art.
22 do regulamenlo de 1 de dezembro de 1852,
faz publico, que foram accoitas as propostas dos
senhores abaixo declarados:
Vira o lo balalhao de infanlaria.
Joo Jos da Silva200 mantas grandes de la
a 19850.
Antonio Ferreira da Costa Braga-200 gravatas
de sola de lustre a 740 rs.
Para a fortaleza do* Santos Rei Magos da pro-
vincia do Rio Grande do Norte.
Luiz Burgos de Cerqueira2 bandeiras de f-
lele com 6 pannos a 45$, com a condirlo de en-
trega-las no dia 31 docorrenle mez.
Pura o 9." balalhao de infantera de linha.
Antonio Joaquim Panasco1 bandeira de seda
rom armas imporiaes por 98$, 1 porte rom gallo
de ouro por 5132,10, I bastea rom esphora dou-
rada por 13^, 1 insigas do ofRcialalo do Cruzeiro
com o respectivo titulo do dia em quefoi ella con-
cedida por2O9, 1 vara de fita para a mesnia insig-
na por 55, 1 sarro de oleado por 2$. 1 dilo de dito
do brim por 400 rs., pata sorem entregues esses
objectos promplos no dia 25 do corrente mez.
Para os musicos e lambor-mr do 4. bataho
de arlilheria 1.a linha.
Jos Baplista Braga27 centuroes com gallo
de prata, e chapeo praleado. conforme o figurino
novaraenle adoptado a 18gO50, 27 terrados com
punhos e ponleiras "prateados a 20^)00, para o
lambor-mr 1 lercado por 28S500, 1 basti dou-
rado com um fiel pretendo por 423750, 1 talabar-
te de casemra branca e gallo de 4Qf.
llamos & Lima1 ceniurlo para o lambor-
mr cora gallo de prata por 193500, 16 cordes
de lia para os inferiores a l#10O, sendo que es-
tes dous ltimos fornecedores obtiveram do con-
selho 50 dias de espera para apresentarom os
objectos olte-recidos, e niarrou-sc o dia 28 do
corrente mez para serem recolhidos os objectos
que foram comprados sem condiclo.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 21 do
marn de 1860. francisco Joaquim Vertir Lo-
bo, coronel vogal secretario interino.
= Por ordem do Illm. Sr. Dr. vigario geral,
juiz dos cisaraentos se previno as pessoas, que
liverem prestado na cmara ecclesiaslica flaneas
banhos do lugar de sua naluraldade, c hpu've-
rera incorrido em mullas, que sniente as devera i
pagar em vista de um eonhecimento impresso,''
rubricado pelo Rvm. Sr. conego Fabriquotro da
S, c pelo Rvd. escrivao da dita cmara. Os
mesmos Srs. fiadores ou afianzados devem apre-'
senlar na rererida cmara em blinda, ou no Re-!
(fe ao Sr. vigario geral os recibos das mj^ s
que ja pagaram, e no prazo que Ibes fui conce-
dido os respectivos proclamas alim deque se'
cumpra as dispqsicoes da le.O escrivae da ca-l
mira episcopal, padre Joaquim da Asfumpro. \
= O Illm. Sr. rededor do gymnasio randa" a- !
visar aos pas, tutores ou correspondentes dos
alumnos internos, meio pensionistas e externos
que no da 22 do frrente principia orec&hi-,
monto das monsr.lidades, conrnsponjerjfjajt^o 2..
quar'.e!, 'Jo 1 de abiil a: ul'.iuicajB^MLmho lo
curreulH anuo. SecreUriu do Gymuaai provin-
cial de rernambuco, 21 de mareo de 1860.X.
A. Cabial.
Vicc considudo de Espaa.
Para cumplir con la real ord 1 de marzo de 185i eu lo que diee res-
pecto al alistamiento y matricula de
subdito espaoles en los consulados y
vice copulado* de S. M. en pases e-
trangeros :
Invito a todos los que siendo legal-
mente snbditosde S. M. y residentes en
este districto consular no se hallen ma-
triculados en este vice consulado a' mi
cargo, a' que se presenten para' dli
fin dentro del plazo de 4 mees de esta
publicacin, pues del contrario, spgun-
dha Real orden, este vice consulado no
dispensara' su protecion a'los que no se
hayan presentado.
Pernambuco 20 de marzo 1860
Juan Anglada Hijo, vice-consul.
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica manda fazer
publico, que foi preso pela subdelegada do 1.
districto da freguezia do Jaboatio, e acha-se
recolhido ao quartel de polica, ura molequo de
nome Bernardo, que representa ler a idade de
quatorze anuos, o qual declarou ser escravo de
Manoel Antonio de Souza Villara, morador no
lugar da Palmeira em Garanhuns", o qne vindo
para esta cidade em companhia do Sanhor, este"
o deixara aqu em casa do uma pesso, cujo
nome nao sabe dizer, para ser vendido ; sendo
que fugio da casa dessa pessoa
Secretaria da polica de Pernambuco, 22 de
marro de 1860.O official servindo dc secrVfa-
rio. Jos Xavier Faustino Ramos. "*
Pela inspocelo da alfandega se faz publico,
que exstindo em deposito em armizem alfan-
degado de Prxedes di Silva Gusmlo, a reque-
rimenlo de Barroca & Castro, desdo 2 de julho
Je 1857, 700 pedras para moinho. viudas da
liba de S. Miguel na escuna portugueza Rai-
nha dos Acores ; pelo presente sao os mesmos
avisados a vir despachal-as no prazo de 30 dia
contados desta dala, lindo o qual serlo arrema-
tadas j>m hasta publica de coiiformidade com o
arl. 274 do Regulamenlo, sem que em lempo
algum possam reclamar contra o effeilo desl
venda. Alfandega de Pernambuco 20 de marco
de 1860. O inspector Rento Jos Fernandos
Barros.
Tribunal do Cominercin.
Por esta secretaria se faz publico, que na dala
infra foi competentemente registrado o contralo
social em nomo colleclivo e em coraandia, quo
fazem ILenriquo de Oliveira Soares o Joaquim
Francisco da Silva Azevedo, naluraes de Portu-
gal, e residentes nesla cidade do Recite, socios
responsaveis, e mais em commandilario, sendo
o fim social o commercio de coramisses e iro-
portaclq de mercadorias! grosso, da conta pro-
pria e alheia, sob a razio social de Ilcnriqnc &
Azevedo, da qua! poderlo usar ambos os socios
gerentes ; duiando dita sociedade qualro anuos,
a conlardo 1." de Janeiro do corrente, com o ca-
pital de 90:0003, fornecido 60 000 pelos sufra-
ditos socios, c 30:00110 pelo socio commandilario.
Secretaria do tribunal da commercio dc Per-
nambuco 21 de marro de 1860.Dinamerico Au-
gusto do Reg Rangel, official maior interino.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco so faz publico, que nesta dala-foi
registrado o dislrato social que lizeram Luiz Jos
da Costa Amorim c Amonio Jos Carneiro Gui-
maraes, perluguezes, da sociedade que lnham
nesta cidade, do comprar e vender gneros de
estira e fazendas, ticando o socio Amorim en-
camgado da liquidarlo do activo o passivo da
dita sociedade.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 22 de marco dc 1SG0. D. A. do Rejo
Rangel. official maior interino.
/
COXCLrJMtTO
\0C\L E IISTUIIEITAL
KO s\L.\0 DO
312!aD D3 3Bf 3332J,
SEGUNMA-FEIRA 26 MARCO.
Dado pelos Srs. Sinnltz, Snntini,
Steuber,Hyppolito e llaraonda,
A BENEFICIO
DA
ARTISTA JUSTINA CALLI
PRIME1RA PARTE.
1"Symphonia a qualro ralos, exectilada pe-
los Srs. Smollz e Sanlini.
2."Aria da opera Catiiauina dk Cleves, pelo
Sr. Ramonda.
3 "Adelaide de Bethoven, por armonum e
piano, pelos Srs. Smoltz e Santini.
4.Fantasa para rabecca e piano, pelos Srs.
Sleuber e Smollz.
SEGUNDA PARTE.
5."Symphonia a quntro mos, cxeculada
pelos Srs. Smoltz e Sanlini.
6.Aria da opera Gem 1 DE Ykiu.\, pelo Sr.
Hypolito.
7.Cecilia, por armoniura e piuno, pelos Srs.
Smoltz e Sanlini.
8."Duelo da opera Arnu. pelos Srs. Ramon-
da e Hyppolito.
Principiar Ai 8 horas.
Os carios do entrada acham-se a venda no
hotel Francisco, ruado Trapiche.
A beneJVtJiia sumamente penhoradi pola arlo
phlanlrofiiet) rom que estes Srs. t.1o generosa-
iiienle se prestara para a soccorrer as suas cri-
ticas circunistaneias, occasionadas pelo desastre
occorrido no desembarque do Cear no da 18 do
! prximo pastado aneiro, agradece desde ja a
> osles Srs., e ao publico que concorrer ao con-
vite do dito concert.
urna porcfmde fazendas do li-
nho e algodo vindas do Por-
to de Gallinhas, iih barcada
Paran cujas fazendas se
acham no trapiche do Pelouri-
nho, onde tera' lugar ao meio
dia em ponto.
Continuado do leo
DE
Gneros de estiva.
Seyunda-fciva 2G do
crvenle.
J. Praeger C. cnti-
iiuanlo o seu leiluo de
gneros deesiivi por in-
tervencao do agente Bor-
ja, no dia cima designa-
do s 10 horas em ponto,
sem reserva dc preco co-
mo tem sido.
-Avisos maritiauos,
ParaoRo
ITJaneiro.
THEATIIO
DE
Sania k
SABBADO 2 DE MARCO DF. 1860.
Grande e variado e.sper-taculo dra-
mtico e musical,
concedido pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia cm
BENEFICIO de
MSICO DA CAPELLA IfllPERItL POR S. I. I.
PRIMEIRA PARTE.
Logo que a orcheslra houvor executado nma
brlliar.le ouvoj-ura, locar o beneficiado no
Ion uma phantasia sobre motivos da opera // Giu-
ra ment msica do maestro Merradanti; em so-
guilla subir a scena o priraeiro acto da cxcellcn-
te comedia ;
0 CONDE DE PARGAR.
SECUNDA PARTE
Nointervallo do primeiro acto execular o be-
nellciado nma aria variada sobre motivos da
opera Beatricede Tenda msica do maestro Bel-
lini depois do que seguir-so-ha o segundo acto
da comedia :
TERCEIRA PARTE.
O beneficiado execular por fim uma brilhan-
le phantasia sobre os melhores molivoa da bom
conhecida opera La Traviata, musir do maes-
tro Ver di, e terminar o espetaculo com a mui
intcressnnle tarca :
O INGLEZ MACHINISTA.
Tal o espelacnlo qne espera o beneficiado
merecer approvacao do Ilustrado publico desta
capital, a quem de antemlo se confessa grato.
Nao pode porm perder occasilo de publica-
mente manifestar o seu ro.conhecimenlo ao Sr.
director, e mais socios da companhia dramtica
quo generosamente prestaram-sc em obsequio
no beneficiado.
Os blhetos acham-se em mi do beneficiado
na ra do Hospicio n. 1, e no thealro no lugar do
coslumc.
Principiar as 8 horas.
Pretendo sabir no dia 23^dp corrente a barca
Recife, recebe alguma carga" miula o passagei-
ros, paraos ^uaes tem aceiados commodos : a
tratar -om Manoel Transeo da Silva Carero,
ra do Vigario n. 17, primeiro andar.
Pura a Baliia.
O bem conhecido patacho nacional Amazo-
nas II pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos do son carreganienli a bordo :
para o resto que lhe falta, Isala-se com os scus
consignatarios Azevedo & Mendos, no seu escrip-
torio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
O patacho portuguez Jareo, novo e milito
veleiro, devora seguir com brevidade ; quem no
mesmo quizer carrogar. cnlenda-se com Jos
dos Sanios Pereira Jardim, cu com o capitao do
navio Jos Marques Coclho Sobrinho.
Para o Porto
O veleiro e bem conhecido brigue portugus
Ilarmonia, pretende seguir com muila brevida-
de, tem parte de seu carregamenlo prompio :
para o resto que lhe falta trata-so com os con-
signatarios Azeredo & Mendos, no son escrptoro
ra da Cruz n. 1, ou cora o espillo Arnaldo l'er-
nandes dos Rcis, na praca
Porto.
A bom conhocida barca portugueza Svmpa-
Ihia, por sua escltente marcha e eonslr'uerao,
acha-se proposta a tomar carga e passageiros,
que se deslnem cidade do Porlo, para onde
tem de seguir brevemente : os prelendentes, de
uma ou ouira cousa,enlendam-se com os consig-
natarios, ra da Cadeia do Recife a. 12.
Para o Aratatv
segu nestes dias o hiato cSergipano ; para o
resto da carga e passageiros. trald-so na ra do
Vigario n. 5.
Rio de Janeiro.
A barca nacional Planeta ra seguir breve-
mente : quem na mesnia quizer earregar o res-
to da carga que falta, cntenda-se com os consig-
natarios Bailar & Oliveira,
Para Lisboa
vn seguir com muila presteza o bom conhecido
brigue portuguez Constante, capillo Augusto
Carlos dos Res : quera no mesmo quizer carro-
gar ou ir de passagem, dirjase ao consignatario
i lioraaz de Aquino Fonseca, na ra do Vigario n.
19, primeiro andar
A .27 do crrenle
DOS
do Trapiche
Novo.
I preaste do agente Oliveira faro leillo, por
ordem do Illm. Sr. Dr. Jlo Antonio de Snii/.t
Beltrode Araujo Pereira, de lodo o material de.
trapiche denominado Novo, consistindo em le-
lhas, estrame de boas madeiras, taboas de hui-
ro, esloios, pilares de podra, guindastes, etc.,
terca fcira 27 docorrenle, ao meio dia em ponli>
no mencionado trapiche, ra do Trapicho Novo.
PARA
nndacAo
;

COHMMUA PERXAMBtaM
DE
^
(ipanilc e pomposo espectculo ein fes-
tejo ao aniversario do juramento
ta constituicao do imperio,
Domingo 2;; de marco.
Logo que o Exm. Sr. presidente da
provincia assomar a'tribuna a orches-
tra executara' uma simples introducco
(inda a qual a companhia damatica
cantara' o hymno nacional perante a
eflit';e de S. M. o Imperador.
Segu'ir-se-ha a representacao do mui-
to interessante drama 'm 5 actos
A JUSTICA D'LM REI
ou
i Ol'E!)\DO MINISTRO
no qual tomarao parte todos os artistas
da companhia.
A sociedade dramtica tendode lina-
lisar prximamente os seus trabalhos,
julgou nao deixar passar desapercebido
um dia tao glorioso para o imperio bra-
sileiro, solemnisando-o com o presente
espectculo que o mais adequado.
Os bilhetes acham-se desde a' a dis-
posicao do iKtblico tVj theatro.
Comee-ira' as'b. do costume.
Navegacao costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandanle Lobato ,
sabe para Macei6.com escala por Tamandar,
Carra Grande, Porto de Pedras o Camaragbe, do-
mingo 1. de abril s 6 horas da'tarde. Recbe-
se carga at o da 30 de larde e cncomraendas
al 31 os 4 horas da larde.
Maranho e Para.
O patacho Alfredo, capillo c pralico Manoel
da Silva Sanios, segu cora muita brevidade aos
portos indicados : os sniores que relie quize-
rem carrogar, queiram declara-h al o fim da
presente semana, no escriptorio dos consignala-
ios Almcida Gomes, Alvos cV C, ra da Cruz
numero 27.
Para o Aracaty
sahe com brevida le o hiato Santa Rita, j lm
a maior parle da carga : para o resto, trata-se
com Marliusi Irmao, ra da Madre, de Dos nu-
mero 2.
Lisboa e Porlo
Va i sabir brevemente a muito veleira
e beta conhecida barca
Flor de S. Simo
recebe carga e passageiros para os dous
portos acuna, a tratar com Carvalho
Nogueira & C, na ra do vigario n. 9,
primeiro andar, ou com o capitao na
praca.
Sabbado 1\ do corrente.
Andr de Abreo Porlo fara' leilo por
intervengo de agente Hyppolito da Sil-
va, dos genoros de escolhida qualida le
existente na sua conteitaria da ra da
Cruz n. 17, como se ja
rumo americano.
Bolacha.
(arralas com Cognac.
Ditas com vinho do Porto.
Ditas com vinho de Lisboa.
Ditas com vinho Xerez.
Ditas com cervej i.
Ditas com licores.
Botij is com clti'ui.
L^itas com doce.
Ditas com conservas de fruta?.
Ditas com mirmcllada franceza.
Ditas com marnela Ja portuguesa.
Ditas cora biscoitos para cha".
Ditas com sar.linhas.
Ditas com auoeixas.
Ditas com geleia.
Frascos com conserva?.
Ditos com azeitonas.
Ditos
Ditos com doce.
Ditos com ameixas.
e outros muitos artigos que sera o pa-
tente aos senhores arrematantes sabba-
do 2V do corrente as 10 horas em pon-
to no seu armazem n. 17, ra da Cruz.
\j;i frucia ingleza.
Terca-feira T do corrente.
DE
Um corle de eapim.
O agente Borja, autorisado pelo Sr.
capitao Leopoldo Augusto Ferreira fara'
leilao era seu armazem na ra do Im-
perador n. 15, do corte de capim do si-
tio do fundao em lieberibe : os pro-
tendentes o podeao examinar, e sobre
elle lancar no supva men. ionado dia as
10 horas em ponto.
Leiles.
LEILAO
Sabbado 24 do corrente,
NO
Trapiche do Pclourinho.
O agente Borja fanV leilao
por despacho do Illm. e Exm
Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, e a requerimento dos
depositarios da massa fallida
qe Antonio da Silva llosa, de
Movis, ouro, e escravos per
tencentcs ao casal do lina-
do Antonio Luiz Vieira, bem
como da anuaco, fazendas
e utencilios da loja de cha-
peos da ra da Cadeia do
Recife numero 4.6, que fura
d'aquelle finado.
Sabbado 24 to corrente.
O agente Borja autorisado pelo Illm. Sr. Dr.
juiz do orphios e a requerimento do 1). So:.ho-
rinha Francisca Vieira, invenlariante dos benst
deixados por Antotiio l.uiz Vieira e tutora dos
orphaosseus Ribos, tari leillo no dia cima de-
signado, dos movis, ouro e escravos que per-
lenceram ao dilo soohor, assim como da arma-
can, fazendas c mais objectes do sua mui sorlid.i
foja de chapeos na ra da Cadeia do Recife n. 16.
Os licitantes poderlo examinar os referidos eb-
jertos e dirigir-so a mencionada loja, onde ser
efl'eetuado o leilao sM horas em ponto do su-
pedito dia.
Avisos diyersos.
-- Nesla typogra-
phiaprecisase de
compositores ty-
pographicos.
ILEGIVEL


\
*)'
d
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MEUIOR REMEDIO CONHECIDO
CorAraconslipacoes, ictericia, a/fecces do figado,
febres biliosas, clicas, indig($lcs,ci\xaquecas.
Hemorihoidas, diarrhea,doenc>a8 da
pe le, irupcoes,e todas as en terna idades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMTirVO DO SAlfSCE.
75,000 caixas dcste remedio cousommem-se an
iiualnieule I 1
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicinq, e rc-
conimendoao como o mais valioso catrtico ve-
fttel de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
Vu~arav'nte vegelaes, no conten ellas nenhum
Venene mercurial nem algum outro mineral;
festto bem acondicionadas em caixasde folha pa-
ta vsguardar-se da horaidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
'em sua operaeo, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhicc.
Lca-sc o folheto que acompanha cada caita,pelo
qual se lear conhecendo as multas curas milagro-
sas quelera efeetuado. D. T. I.anmnn & Kerap,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, ruaJulion 2.
l'ernambiico, no armazcm de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PARRILHA
DE
remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspopsia, debili-
dad e geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resallantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupcoes que resullam da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por alacado
Ki w York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitarnos da Salsa Parrilha de Brislol que
boje se vende nesle imperio, declarando a todos
do Dr. Brislol. teuJo-lbe comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direilo do fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
I irque o segredo da sua preparaban acha-se so-
mente ora poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos cora desapreciaveis co-
binac&es de drogas perniciosas, as pessoas que
rom comprar o verdadeiro deven bem ob-
servar OS soguintes signaos som os quaes qual-
quer outrapreparaco falsa :
1" O envoltorio de Cora est gravado de um
lado sub urna chapa de ac, tra/.cudo ao p as
seguintes palavras :
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGEISTS
N. G9 Water Slrcet.
PROVINCIA.
MAR1?Jt fERNAMBUCO, gjTA ratu 23 DE MA^C0 nE 1860.
Ten do sido impressos por eiYLan0 0
autographo os bilhetes da '/olera do Sr.
Bom Jess da Via Sacre., cujas rodas de-
varao podar no da 24- do presente raez,
como pertencentes a terceira parte da
pi uncir loteria, (|uando deviatn ser a'
(juarla parte da roesma lotera, o Sr.
tliesoureiro manda declarar que os di-
i tos bilhetes devem ser entendidos como
i pertencentes a quarta, e nao a terceira
parte, como nelles se acha, visto como
esta ultima parte oi extrahida em o de
julhode 1858.
^'* moco cora bastantes habitacdes
^ara o commercio e que falla e escre-
ve per fei lamen te as tnguas ipgleza e
portugueza e falla correrftemente o al-
lemao, oFerece-separa caixeuo dequal-
quer casa nacional ou portugueza :
quem precisar dirija se a ra ireiti n.
7, |. andar,en irada pela ra da Penha
das 3 as o horas da tarde, ou annuncie.
Ordcni terceira do Carmo.
Em nome da mesa regedora convido
a todos os nossos charissimos irmos
para que se dignem comparecer era
nossa igreja paramentados com seus
hbitos no dia 25 do corren te pelas 2
Thesourai a das loteras 21 demarco horas da tarde afim de a companhar-
de 18G0.
TROVADO.
mos a procifao do Senhor dos Passos,
para o que fomos convida 'os pela ir-
. mandadeO secretario adjuncto, Fran-
. cisco Lopes da Silva.
Ordem terceira do Carmo.
A mesa regedora faz sciente aos seus
^ctrnAiuducana.
De ordem do Sr. presidenlo, sao pelo prsenlo
convidados todos os senhores socios effoelivos
para que se dignem de comparecer domingo 5
do correnle, s 10 horas da miuiha, afim deex-
Iraordinariainonlo [unecionar a assemblca geral,
visto que ha negocios de summa importancia a
tratar.
O mesmo Sr. presidente manda rccommcridar
aos senhores concclhciros que comparceam s
9 horas para funecionar o conselho director.
Secretaria da Associaco Typographica Ter-
nambucana, 1 de marco de 18G0.
J. L. Dornellas Cmara.
1 secretario.
Polo juizo de orphaos, cari ario do escrivo
Guimaros, tem de seren arrematadas nos dias
20 e 27 do corrento mez, sondo a ultima praca
no dia 27, as dividas activas constantes de letras
j vencidas, aceitas por diversos, pertencentes
aos herdeiros da finada Joaquina Jeronyma de
Jess, reqoerimento do Sr. Dr. procurador fis-
cal da fazenda provincial, para pagamento de
sello.
Roga-scas auloridados policiaes e aos se-
nhores de enjzenho, que apprehendam um caval-
10 que foi furtado ao amarillecer do dia 19 do
correnle, na povoacao de N. S. da Luz. termo de
I ao d'Alho, oujo cavallo lem os signaos seguin-
tes ; mellado, dinas o cauda brancas, frente
aberra, 4 ps calcados, ilileiro, com idade de 10
annos. pouco maisou menos, estradeiro de baixo
al moio. est descarnado, muito ardigo, lem
urna belide noolho esquerdo que pouco enxcrga
por elle, lem urna junta do peiador de
Muila att.i Os herdeiros da finada Josepha Maria da Pai-
,,. nr^T LVCm qT qU i"leressar Psa' Rcspondendo-se ao Sr Capunguense. tign
que pretende comprar a heranca dos annuncran- rio do annuncio inserto no Liberal Pera
_ mesa rcKciiurd iz sciente aos seus '" -"- "" u,uu juumi uu jieiuuur uu um dos
Una do Rosario larga il-M^ ,5o, ? ao publico em fB.^aTySS^Ti: S.TSi
IIICl'O -46. I ra tlue n3 1G sen^ possvel expor cm Monleiro de Parias, cavalleriano do norte : quem
Este novo estabolecimenlo bem montado e SO,emne procissao as suas Santas ma-
servindo a lempo aos froguezes por mdico pre- gens, tem rcsolvido conservar no da 50
co, continua a servir melhor ( se possivel ) 0 corrente a reja ab-rta desde as 5
avisla das dislinclas possoas quese drgnam obse 'i j t> > ,
quia-lo : diOMe igualmente comidas para fura hor arde a,e "K do SermaO de-
com lodo o acJtsi^ prom jlidao.
6 Di
Cosme de Su
o anprehonder, dirija-se a mesma povoacao cm
casa do abaixo assignado, quesera generosamen-
te recompensado.
Lui* /:las da Silca e Albnquerque.
Quer-se alugar.
Prccisa-se alugar um escravo para conduzir
tiata-se na luja da ra do Cabug nu-
A-.inm *^nnr ; j o t-<
de volt, de sua viagem nstructi-g 0rtlem tor^ de S Fmn"
stiva a Europa continua no
: jiccio de sua prolisso medi
New York.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
itor C. C. Oristol em papel cor de rosa.
-" t,)ue as airecoes juinas a cada garrafa tem
nma phenix snmelhanle a que vai cima do pre-
io annuncio.
DEPSITOS.
Rio deJaneiro na ruada Alfandega'n. 89.
i'iliia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
iiubuco no armazcm de drogas de J. Soum
. Companhia ra da Cruz n. 22.
exer-,
ica.
Da' consultas em seu escripto-p
i^ro, no bairro doltecfe, ra daK'
fO Cruz n. 55, todos os dias, menos
^nos domingos, desde as 6 horas
"t as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos :
l*. Molestias de olhos ;
l*. Molestias de coracao e de'
peito ;
3". Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do a us ;
i". Praticara' toda c qualqucrwl
,^| operacao quejulgarconvenien-^f 49i^aJ
j te para o restabelecimento dos^jjuiz di
j seus doentes.
j^J O exame das pessoas que o con-
l^sultarem sera' ferto indistncta-
: V^ mente, e na ordem de suas en-
jBg trs das; fazendo excepcao os doen-
^ tes de olhos, ou aquellesque por|>
! ^motvojustoobtverem hora mar-
133cada para este im.
4 A applicacao de alguns medica s
m en tos ndispensaveis cm varios
casos, como o do sulfato de alro-
pinaetc.) sera'feto.ouconcedido
gratuitamente. A conianca que
nelles deposita, a presteza de sua s
acco, e a necessidade promnta s
\\ le seu empreco; e tudo quanto o %
j^demove era beneficio de seus S
IS doentes. jj
sencerrados os altares, e expostas as san- (3tcn
tas magens a veneracao dos fiis. j mero 8.
Precisa-se alugar
i casa do pouca familia*:
praca de Pedro II n. 2.
cisco Forlc iiilliinuiian'io na bocea do
O secrelarioda mesma, em nome da mesa re- (' gedora, -convida a seus charissimos irmaos a
comparererem na nossa igreja paramentados com
seus hbitos, para sexla-feira 23 do correnle, po-
las 3 horas da tarde, reunidos em cornmnnidade, ,
acorapanharmos a procissao do Senhor Rom Je- !
sus dos Passos, para o que foram convidados.
Bernardo Jos da Costa Valcule.
Secrelario.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com- i ".'" *->" nos lusi.ia laiui uu res-
prar : na ra de Hortas n 75, esquina da tra- : P!raao c oulros incommodos, e lendo-lhe adrai-
vessa dos Martyrios. rastrado vanos remedios sem beneficio algum.
O Sr. Lui/. Gonzag do Nascimenlo tenha a Poru.llm recurso recorr as chapas medicinaa
bondade de apparecer na ra Dlreita n. 91, a ne- ^Ricardo Kiik, escriptorio na ra do Parto n.
I gorio que nao ignora, visto se i"norar a sa rao- .' coni as 'I"acs em 31 dias ficou perl'eilamen-
rada para ser procurado. l0 Y9*:
Precisa-sede um menino de 12 a 1 annos visla, pois, da utilidade deste remedio, faco
para caixeiro de taberna ; na ra do No"ueira n osta 49, bairro de S. Jos. Para ser conhecido do publico.
Ra das Foros n. 3, em S. Chrislovo, Rio de
Janeiro.JosiJoaquim Iiorges dos neis.
(Consultas todos os dias, das 9 horas da ma-
nhaa s 2 da tarde.) Ra do Parto n. 119, Rio de
Janeiro.
urna escrava para urna
quem livor, dirija-se a
Cura eoinnlcta,
Obtitla sem resguardo neui incoin-
modo.
Eu abaixo assignado declaro que urna escrava
j de minha mana londo padecido por muito lempo
i de urna forte in/lamaro no estomago, a qual
"he causara dores ns costas falla de ros-
tes, consistindo em bens de rau, que ellos nada
devem ao Sr. Joao Pinto Regis de Souza, autor
do annuncio do Diario n. C6 de terc.a-feira 20 do
correnle; por quanto urna conla d gneros de
taberna, que elle diz vender a dita finada Jose-
pha Maria da Palxao, fora por (alia de legalidade
desatendida nos autos de inventario, que correm
pelo juizo de orphaos, feito quando fra julgada
prodiga a referida Josepha Maria da Paixao, sen-
do que o Sr. Joo Piulo al boje nao procuron
mais cobrar esta divida, talvez pela dilliculdade
de a provar, o porque o Sr. Joao Pinto tem em
seu poder urna letra da quantia de l20)jj, que
perln ce hojo aos annunciautes, que lhe foi dada
para cobrar pela supradila Josepha Maria da Pai-
xao, litulo que a honra do Sr. Joao Pinto devia
to-lu feito mais ponlual no curaprimenlo do seu
dever cm relaco ao ajuste de cotilas com os an-
nunciautes; os quaes declarara finalmente, que
em juizo s ha urna queslao entre os dous her-
deiros Joao de Duela da Silva Rorgos e Jos Teo-
lonio da Silva Rorges. Recite 20 de marco de
1860.
Traspassa-sc em um engenho, tres leguas
distante da praca, obras, safra toda bem princi-
piad i, boas moendas e vasos, a engenho e casa
de purgar em ponto pequeo, a crner safra, e
tem 9 safras a criar com a presente, lendo a fa-
zor urna obra muito comraoda neste lempo, para
deixar, cercado, e militas malas para abrir : os
preteudenles dirijam-se a cocheira da ra da Paz,
do Sr. Jos Gorgonio.
Precisa-so de um caixeiro do. 1 a 10 an-
no*, que saiba lr e escrever : ra ra do Caldei-
reiro n 60, taberna.
O Sr. Capilao Mauricio Francisco de Lima
lem uma caria vmda da villa de Barreirog, pro-
vincia da Parahiba do Norte : na Passagem da
Magdalena, junto ao Dr. Ponscca, n.29.
Na ra das Cruzes n. 21, precisa-se de um
piolo cozinheiro, paga-se bem.
= O Sr. Antonio I)ia l'oroandfs lem uma car-
ta vinda do Malu : ni ra da Itoda n. 11.
O Sr. Joao Marcelino Ribeiro lem uma car-
la vinda do malo : na ra da Roda n. 11.
i *v v ... <,><# nijciiu uu Liuciai i r i ti J :il b'l
I cano dequarta-feira 21 do correnle, declara-so
r que seja o mesmo Sr. Capunguense o primeiro
a dar o exemplo, apresentando-se de fronte dcs-
coberta, afim de dar-se-lhe
ente
a resposla conveni-
qunlo a aclividade e maneiras do inspec-
tor Silva Cavaicanti, que taolo alardoia em seu;
referido annuncio, parece desnecessario entrar
em queso, porque o publico o nico compe-
tente para aquilatar o nosso mercermento, sendo
alem disto vituperio o louvor cm bocea propria.
l)ispa-se,pois, o Sr. Capunguense, da capado
auonymo, visto como islo exige em seu referido
annuncio, que o imitar.=0 Tempera.
Pede-seao fiscal do bairro de Sanio Anto-
nio, que lance suas vistas sobre a ra Nova, onde
se despejan), a noile, aguas em tal estado de pu-
trefacto, que impossivel deixar de cacoinmo-
dar-so as pessoas que por all passam.
V'ende-se um sitio em Bemfica, margem
do r.apibaribe, cora cssa para gran le familia, tem
arvorodos de fruclo, e algum terreno para plan-
UcSo : a tratar na ra Real n. 1, at as 9 horas da
manhaa, e das 3 da tarde cm diante.
Cal de Lisboa em
pedra.
VTende-se nicamente na ra do Tra-
piche n. 9, a mais nova cal de Lisboa
em pedras e por preco commodo.
Forneiro.
No da 23, depois da audiencia do Sr. Dr.
c orphaos, vai praca pelo lempo de dous
annos, os alugneis da casa Ierres com sota O. na
l froguezia dos Afogados, ra do Molocolomb n.
16, servindo de base annual a quantia de 60}
a ultima praca.
Precisa-se de uma ama para coz
I diario de uma casa de pouca familia ; na ra da
Cruz do Rocife n. 31, segundo andar.
Alnga se o segundo andar do sobrado n.
16/ da ra Imperial, outr'ora aterro dos Afoga-
, dos, com commodos para grande familia : a tra-
i;-! Grande olfieina de calcado
nacional.
|Jg j lar na loja do mesmo.
Necessita-se de um copoiro que tenha boa
conducta e enlonda bem seu servico
Crespo n. A, casa do mcio.
na ra do
Ra larga do Rosario n. 23, defronte da
botica do Sr. Bartholomeo.
Nesle estabolecimenlo acha-se um completo
sortlmenlo de calcado e lamancos por menos
: preco que era outra qualquer parte, toma-se tola
; e qualqucr encommenda, e fazeni-se todos os
De .sexla-feira para sabbsdo 17 do 0OrrcntcJ con;'"1',s ^^ n.uila pcrloico e por preco com-
ausenlou-se do engenho Cassupim da froguezia S m, ^S.*.8.6 2f C"8'!"ar 5 frue'-cs,""
d.Escada. pertencente ao a'aixo assisnado, as {" "J" l^; **-" aobf' Pimpla son, ha-
seguintes pessoas que lhe roubaram uma grande
porcao de moedasde. prala e ouro : uma mulherl
branca de nome Luzla, bem moga, tem pelo rosto
Altenco.
ECONOMA.
nmr
Caeiano Pinto de Veras faz scienle i quem
nteressar que est em ezercicio da vara do juiz
de paz do 4o anno, do primeiro dislricto da fro-
guezia do SS. Sacramento de Santo Antonio des-
ta cidade, para que foi eleilo c que despacha na
-l .casa de sua residencia ra do S. Francisco n. 8,
' HYIO HYIPri*nHO loonl T^'l-ier parle que for encontrado; c que
da audiencia as tercas e sexlas-feiras as 4 \\i
, hons da larde como ja tem annunciado, na casa
, publica das audiencias. Rocie 29 de feverciro
I de 1860.
"J* l> '
Lava-se engomraa-se e fornece se al-
raoro c jantur por commodo preco na
ra da Alegra casa n. 38.
Ven do-se fumo americano proprio para mas-
i o fazer cigarros : na ra da Cruz do Recito n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a oO rs. a libra.
Allencao.
loram-so duas letras sacadas por J. Kcllcr i
& C. dista [iraca sobre Guimares & Lima o Joa-'
qnimPereira Arantes a primrira em l:339$?60,
a vencer cm 30 do abril prximo, a segunda cm
742f 400 a vencer em maio prximo: a pessoa '
1 loastiver adiado o quizer restitui-las, pois
que nenhum proveilo lera em conserva-las em
seu poder, visto como j foram prevenidos os i
saradores eacceilantes: dirija-se a ra da Cruz1
n. 45.
= Precisa-se de uma mulher do idade para fa- j
mpanhia a uma senhora, datido-se-ltie co-
mida, casa ole.: a Iralar na ra Diroila n. 1, loja
i lezas.
Rasto & Lemos consignatarios do brigue
brasileiro Infeliz, viudo da Babia, podem a quem
perlencer una 20 fardos com fumo sendo 3 da
di marca TGSG, luda marca GSC, 7 da marca
G&CA que vieram no subredilo navio, a ordem,
de apparecer no escriptorio dos annuncianlos ra
do Trapiche n. 17, para se lhe mandar entregar
ditos fardos, pagando o competente frote e mais
despezas que com os mosmos se fizoram.
Basto & Lemos, consignatarios da barca
sarda Paulo e brigue belga Lumia, peJem igual-
i.' culo a quem perlencer os seguintes volumos
viudos pelos sobroditos navios e a ordem, sendo
pelo Io a P 4 caixas com missangas, polo 2" EL
1 d i 13 cem linas, de maodar pagar aos annun-
cianlos es competentes freles, visto ignorarom
quem sejam os recebedores de ditas mercado-
rias.
William O' Donnell rctira-se para Europa
indo em sua companhia sua senhora.
Avisa-se as autoridades
.qui; se a lei de nao haver empanadas para to-
dos, enlo olhe para a loja dofronlc do boceo do
Peixe Prito
Um amigo da igualdade.
O abaixo assignado declara ao respoil.ivol
publico que o Amaral com taberna na Capunga
de que traa a Revista Diaria de 10 do correnle,
nao se ectende com o seu pai nem com o abaixo
---;iado.Manoel Antonio Sunes do Amara)
.!.;:iior.
Joao Carroll rclirando-sc para fora do im-
perio participa ao respeitavol publico que fica en-
i-arregado da gerencia do seu armazera de mo-
ldados o seu mano Diogo Carroll.
SOCIEDADE
DO
Irislitiito Pi c Iliterario.
De ordem do Sr. presidente identifico aos se-
Bhorea socios, que domingo, 25 do corrente, as
9 horas da raanhi, havor sessao do conselho
director, depois da qual havor assemdla geral,
presidida pelo socio honorario Dr. Antonio Ran-
g"l de Torres Itandeira.
Socrelaria do Instituto Pi e Lilterario, 22
do marco de 1860.francisco Taes Brrelo,
1. secretario.
Fornccimento de papel
para imprimir.
O proprielario desle Diario tem effectivamente
sortiraenlo de papel para imprimir, de difteren-
tos formatos, desde o mais pequeo aleo em que
so imprime o Diario ; e contrata o fornedmenlo
regular da porgo que se quizer, dando-o nesta
cidado ou cm qualquer outra : os pregos serio
'izoaveis, por quanto este papel importado em
r.'ituu doslugres em que elle se fabrica.
Na livraria n. C e 8 da praca da
In lepenecia, prema-se fallar a Sr.
Joao da Costa Maravilha.
Seguro contra Fogo
COHPMm
algumas marcas do bexigas inda de fresco ; nu-
tra de nome Maria, branca, idade de 15 a 10 an-
nos, pnuco mais ou menriS, com muito marn
do bexigas tambera inda do fresco, o proveniente
dolas esla-lhe cahindo o cabello ; um cabocli-
nho do 12 annos, pouco mais ou menos; uma)
escrava prcla, do nomo l.isbanea, idade de 18
anuos, pouco maisou menos, com o rosto muito '
bexigado ; e julga-se ter ido em companhia desla
genio um filho do abaixo assignado por nomo
Antonio, branco, moreno, idade do 18 a 20 an-
nos : roga-se, portanto, as autoridades de todas,
as localidades, as pesquizas necessarias afim del
effectuar a priso desta gente ; nssim como ro-
ga-so a qualquer pessoa que dclles lenharn no-
ticia, pailicipar logo nao s a polica como ao I u~r* ii Vcnr^i'T"^ i7r^"'V"."iV 'i*
mado no referido seu engenho. ou |conSrMmeama^
Irmandade.
DE
N, S. do bom Conselho
0 secretario nlerino da irmandade acadmica
de N. S. ii i Bom Conselho, por ordem do irmo
juiz, convida aos seus irmos a comparecer sex-
Precisa-se do um forneiro que saiba desempo-
lvar o seu lugar : na padaria do Saraiva, na ra
do Mdndego n. 95.
Traspassa-se as chaves de uma casi de ne-
gocio, propria para um principiante, aluguel cm
conla e bom local : na ra de Santa Thercza n.
19, se dir quem vendo.
= Justino Marlins de Almelda declara que nao
deve nada nesta praca, c que so retira brevemen-
te para o Rio do Janeiro.
Precisa-se de um olficial do pharmacia q
Icnha 2a 3 anuos de pratica : a fallar na praca
da Independencia com o Sr. Manoel I'iguciroa de
Paria.
O abaixo assignado dcixou de sor caixeiro
da casa do Sr. Joaquim Marlinlio da CruzCorreia
desdo o dia 2 do fevereiro, e junlamenlo agra-
dece o bom Iralamcnto que leve durante o lem-
po que esleve em sua casa. Rocife 21 de marco
de 1860.Jjapiim de Almeida Queiroz
Quem precisar do uma ama para casa do
familia, dirija-se a ra da Florentina n. 3, que
achara com quem tratar.
Compra-so effectivamente notas dos Rancos
do Rio na ra da Cadeia do Recite n. 40, casa
de Martinbo i OHveii i.
Joaquim Jos deSanl'Anna, pardo, casado,
morador na povoacao de Agua Prela, oIBcial de
albiale, avisa ao respeilavel publico, que tenuo
sido incomiuodado, preso o aecusado de um cri-
meimputado do ter morto sua mulher, oque til
nunca acontecer com ello, mas sim com outro
que linlia o mosmo nomo, o como juslilicasso a
verdade e obtivesse a sua libordade, faz saber
que d'oracra dimito muda o seu nome para Joa-
quim Goncalves de Gusmo.
OfTereco-se uma ama para casa de pouca
familia ou homcm solteiro, cozinha e fazo dia-
rio do uma casa : as Cinco Ponas n. G9.
Na ra do Crespo n. 12, primeiro andar, pre-
cisa-sede uma ama para cozinhar, pagase bom,
agradando o coznhado.
Antonio Schlapprl vai a Europa.
AGRADECIMENTO.
I ii II a ni maca o de estomago c dores le
peilo.
O abaixo assignado taz sabor publicamente, o
em beneficio da humonidade, que tendo soffrido
por espago de longo lempo urna forte inltamma-
cuo de esiotnago e dores de pcilo, muito cansare
e falta de resoiraco, ludo procedido da dila it-
flammaeao, e lendo lomado e applicado varios
remedios sem nenhum resultado favorovel, a-
chaudo-se quasi cm estado desesperad)..por ulli-
fazentlas finas da ra do
Crespo u. 15, de Gaspar An-
tonio Vieira Gomes, geren-
te Jos Gomes Villar
vende-se sedas, las, linhas, algodoes, perfuma-
rias, ralbados, ele. ele.
Nesto eslabelecimento de fazendas finas, so
acaba do receber de Taris sedas do todas qu'ali-
^ dados preUs o de cores, msnleleles de gupure
| ditas de gros bordados, chapelinas para senhora?',
ue lano de ualha como de seda, riiuissimos diales
do touquim de todas as cores, o outras fazendas
de muito goslo como manguitos o gollas para so-
nlioras, c.issas chitas, musselinas brancas, que se
vcndein por menos do que em oulra parle, a lira
de fazer-se muito negocio.
E' adnypavel a pe-
clnncha a
6S500 o corle.
Vcn casemfra prWa selim a 6g500 rs o corle.
o abaixo assignado, inveulariante dos bous
de sua finada raiii, l) Maria llosa ua AssumpQo
pede a todas as pessoas, que forera foreiras dos
solos perlencoiilcs a dita heranca, queiara apre-
soniar-se cm casa de residencia do mesmo na
ra da Imperalriz, sobrado n. 47, segundo andar,
com os ltimos recibos de paga, que najara feito
dos respectivos foros, visto que est a fechar-se
o inventario ; assim como, que qualquer pessoa
que se julgar credora da inventariada, apresen-
Ic-S8 cm o competente litulo para ser visto, e
descripla a divida, devendo tambera aprsenla-
rom-s as que forem devedoras aiesraa ; e isso
no prno de 15 dias.
Jos Rodrigues do Passo.
Attenco.
*
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Josas da Vip-Sacra da Sania Cruz do-la cidade,
>r vista dos liis a milagrosa ima-
or llom Jess dos Passos, cm pro-
ij ;iu du correore para percorrer as
seguimos roas desla froguezia ao sabir da igroj i
riada Santa Cruz al S. Goncalo, a fazer volta
para a ra da Gloria, ra ra Matriz ao voltac
para a ra da Emperatriz, ra da Aurora, ra
Pormosa, ra do Hospicio, praca, boceo do Ve-
ras, ra Velha, ao vollar para ra do Arago,
roa da Conceico, ra do Rosario,'ao recolher
Assim como pede-se a todos os moradores das
ras que t-oni do passar a procissao tenham
tendn de ex
gem do Son
CSSfO, no Uia
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
Vende-se
Tintas de oleo.
Formas de ferro para
purgar assucar.
Estanho em barra.
11 Verniz copal.
Palhinha para marci-
nein.
Vinhos fino de Moselle.
Folhas de cobre.
Brimde vela: noarma-
| zem de C. J. Astley & C. I
.CJilEMLi!!"3Ml3U em 13 LBaa>OnnJES
Attenco.
nesta praca a Jos Joaquim da Silva, no pateo do
armo, que ser generosamente recompensada.
Jos Francisco Ver reir.
Irmandade das almas do Cor-
po Santo.
O actual cscrivao da irmandade das almas do
P
rades, acompanhar a procissao do Senhor Bom
Jess dos Passos, quesahir da groja dos reli-
giosos carmelitas em seguimento matriz do
Corpo Sanio, para o que foi a mesma irmandade
convidada pela misa regedora da do mesmo Se-
nhor. O mesmo secretario pode aquellos irmaos
que tiverom tarjas em seu poder so dignem cm-
Recife, em nome da mesa regedora, convida a to- i parecer com ellas.Augusto Magno de Mello e
mo recurso applicou as cftapas medicinue* de Ri- bandado demandar lirnpar as frentes de suas
cardo Kirk, com escriptorio na ra do Parln.'
119.com as quaes, Ira/.enJo em SupuracO os
humores, em52das se nchou livre desta lerrivel
molestia, do que d ao mesmo senhor os seus
mais puros o sinceros agradecimenlos. Jos
Pinto Ribeiro /'orto, ra da Carioca n. 83, Rio
do Janeiro.
Reconhecida verdadeira a assignalura
pelo labelliao Pedro Jos de Castro.
i Consultorio
supra
ra da
dos os seus irmaos a comparecer no dia sexla-
feira 23 do correnle, as 2 horas da tarde, na
igreja matriz do Corpo Sanio, para, encorpora-
dos, irem acompanhar a procissao do Senhor
Bom Jess dos Passos.
Manoel Moreira Campos.
Irmandade do Senhor Bom Jess das
Portas.
O actual escrivio ds irmandade do Senhor Bom
Jess das Portas, erecta na igreja da Madre de
fe Dos, em nomeda mesa regedora, convida a lo-
i idos os seus irmos a comparecer no dia sexla-
g ; feira 23 do corrente, pelas 2 horas da tarde, na
1 mesma igreja, para, enenrporados, irem acom-
M = Precisa-se de uma pessoa que tenha boa
letra propria para escrever em livros em uma
casa de commercio, desdo as 7 horas di manhaa
s G da larde : quera se adiar com estas habili-
lacoes e que tenha informantes de sua regular
conducta, senao for conhecido, procure no largo
do Corpo Sanio, armazera do fallecido Miguel
Antonio da Cosa o Silva, quo se lhe dir quera
precisa.
i
e
J. Falque participa seus fre
guezes e a todos em geral que elle aca-
ja. para, encorporados, acora- i ^d .^t "^Ceber de Puris um SOrtlmentO
panhar a procissao do Senhor Bom Jess dos artigos de borracha, consistindo em ho-
Passos.-Joaquira Francisco da Silva Jnior. [ tat, perneiras de diversas qualidades e
P!mriT*P'7fl \f\ 0/>aa/\: eitioi paletots e saceos de vtegem tudo
UlIipiCAcl UU aCeiO dtSupeVorqual.dadeede preco com-
modo : na ruado Crespo n. 4.
publico.
Na padaria da ra Diioila n. 8, precisa-se com-
prar um cavallo muito pequeo, proprio para
menino, anda que nao soja bom andador.
C. L. Cambrone, emprezario da limpeza e as-
seio das casas desta cidade, previno ao publico,
. que em virtude da autorisago do Exm. presiden-
le da provincia, c de accordo com a Illma. cma-
ra municipal, segundo as condicoes do contrato
de 25 de setembro de 1858, prope-se dar imme-
dialamonle comeco a collocacao dos canos de
escoamerrto as mus do Crespo, praca da Inde-
pendencia, ruado Cabug, ra Nova e ras adja-
conles, taes como as do Imperador, Queimado,
Cruzes, Rosario larga e travessas respectivas.'
Em consequencia, o mesmo emprezario, roga aos
senhores proprietarios o moradores dos quarlci-
res cima tragados, queiram dirigir-se ao es-
A"na Josepha Duarte dos Sanios, An'.o-
J"o Jos Conrado. Ignacio Nery da Silva
opos c Jos Hygino dos Santos agrade-
cera mu cordialmente a todas as pessoas
que se dignaran) acompanhar ao jazigo os
restos moraos de seu querido consorte e
pai Joo Eugenio dos Santos, e especial-
mente tributara csses agradecimenlos ao
niuito Rvd. padre provincial Frei Jorge de
Sant Auna Lodo e Seus dignos companhei-
ros, e esperam aioda que estas mesmis
pessoas se dignarao assistir s exequias do
stimo da, que dever ser celebrada na
igreja matriz de Santo Antonio pelas 9 ho-
ra da manhaa do dia sabbado 24 do cor-
renle.
DELICIOSAS E IXFALLIVEIS.
criplorio da administracao, na ra do Imperador Pacl l]iac vp^olapQ iIa fomn
n. 7, primeiro andar, atlm de cscolherem os ap-: VC0biaeS lie JACDip
parelhos que quizercm collocar nos seus domici- i COlllra aS lomlll'r'KJ
los. E que visto a collocacao o assenlamenlo de a < r *uwi iQa
91 approvadas pela Exm.a inspeccao de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dosslados Unidos e mais paizes,
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
o remedio
Attenco.
Precisa-se alugar um preto, e sendo que o do-
no precise de algum dinheiro, pode dar-sc por
conla dos singuis do dito prelo. na ra de Hor-
tas numero 82.
I--------------------------wyw *. uooi.lliuil" IIIH UU
taes apparelhos exigem algum lempo, ello roga
ainda aos mesmos senhores, que nao se demorem
cm fazer a dila escolha, alin de que nao haja
interrupcao, e sobre tudo repetico e perda de tra-
balho no servico, o que tornor' este mais one- .
roso aos quo so demorem, e ltimamente difli- i da/e's avista, doces ao paladar sao o remedio
cuitar o transito publico, que o emprezario nao infallivel contraes lombrigas. Nao causam nau-
lodo algum embaracar Os lr*h*lhn. seasnem sensacoes debilitantes.
Testcmunho expontaneo em abono das parti-
lhas de Kerap.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazera, curarara meu filho ; o pobre
rapaz padeca de iorabrigas, exhalava ura chei-
ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
comichao no nariz, to magro se poz, >me eu
leruia perde-lo. Nestos circumstancias um visi-
nho meu disse que as pasti|has de Kerap tinham
curado sua filha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Slreet pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado cm New York.
Acham-se venda era todas as boticas das
priocipaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pornaj^c^io armazcm de drogas de J. Soum
& V lia ra da Cruz o. 22,
desoja por modo algum embaiacar. Os Irabalhos
serao comecados imraedialamenle pela ra do
Crespo, a partir do treo de Santo Antonio. O es-
criptorio da administrado conservar-se-ha abor-
to lodSs os dias uteis, d'as 9 horas da maDha al
3 da tarde.
Confraria da vene-
ravel Santa Rita de Cassia.
Pelo presente convido a todos os cha-
rissimos irmaos para comparecerem em
nossa igreja no dia 23 do corrente a 1
hora da tarde para encorporados acom-
panharmos a imagem de S. Bom Jess
dos Passos que sera' trasladada em pro-
cissao do convento de Nossa Senhora
do Carmo para matriz deS. Frei Pedro
Goncalves. Consistorio da confraria de
Santa Bita de Castia 20 de marco de
1860. Aotonoj dfigues Pinheiro,
escrivo.

medico ,
Glorian *>.
O Dr. Lobo Moscoso contina nos seus Iraba-
lhos mdicos
Compra-se um cabrioletde 4 rodas que es-
toja era bom oslado, e tenha cobcrla : na ra da
Gloria n. 3.
Vende-se um excellcnle fogo de ferro
muito bom construido e acabado ltimamente,
que pode cozinhar para mais de 40 pessoas :
quem o quizer comprar, dirija-se a ra da Ca-
deia do Recife n. 5'., ou a ra do Viga rio n. 21,
loja de alfaiate. Na mesma loja n. 81, vendem-
se sobrecasacosde panno prelo e do coros, calcas
e colleles de todas as qualidades, tudo obra
muito boa c muito em eonta ; assim como so faz
toda obra por medida, dando-so todas as fazen-
das que quizerero.
Barato que ad-
mira.
Carlas do ABO, o milhoiro 30#, o cenlo 4g,(K)0,
uma carta G0 rs., aboad.is, um milheiro 30$, ii
cenlo i#, uma tabeada 60 rs., cathecismo da dou-
trina chnstaa em muito bom papel, lypo grande
e formato muito maior que o ordinario, um mi-
lheiro 10-3, o cenlo 5$. um calhecsrao 80 rs., lu-
do muito bem impresso, o ptimamente era bro-
churado, pautas impressas cm papel grave cora
seis dilfereiitos larguras, o milheiro 18g, 0 cento
25, uma pauta 30 rs, procuradles [insta utos, o
milheiro 1G, o cenlo 2$, uma procuraco 30 rs.,
apudaulas, o milheiro 12-3, o cenlo 15500, uma
apudaula 20 rs., carias de enterro muito bom ar-
ranjados com duas columnas, ornadas com figu-
ras propras, chegadas prximamente de Pars,
0 milheiro 16$, o cenlo 2#. uma carta 30 rs., !
na ra do Imperador, defronte de S. Francisco,
onde rautos mais objoctos se raoslraro ao com-
prador.
Escravas.
1 Vende-se umacxceente escrava prela, de 22
annos de idade, cora 2 filhas mulalinhas, cuja
preta chegou agora do Maranbao, c sabe coser,
engommar, fazer lahyrintho, e todo o mais ser-
vico ds uma casa de familia ; tambera se vende
uma negra da 17 annos de idade, boa cozinhoira
e hbil para todo o mais servico de uma casa de
familia : a tratar na travessa da Madre de eos
n. 16, armazera de Fcrreira & Marlins.
Pilas de velludo e de seda
Na loja d'aguia.de ouro, ra do Cabug n. 1
B, venJem-se riquissimas fitas de velludo abor-
tas e lisas, de bonitos padros, chegados honlem
da alfandega, assim como luvas pretas com bico
o vidrilho, ditas de seda para hornera, ditas do
cores enfeiladas para senhora, capellas brancas
proprias para noiva, que allancamos vender por
baraliss'mos presos para acabar.
Permutd-sc uma otaria nos Coelhos, em
terreno proprio, por uma casa para familia, sen-
do no bairro da Boa-Vista, assim como compra-
se outra, que seu proco nao exceda de 1:0003 a
1:20(1: na travessa do Mondego n. 8, se dir
quem compra e faz esse negocio.
i asas, afim de que baja alguraa docencia no ac-
to. Pede-sc a todos os irmaos quo tenham a bori-
dado do comparecerem no dia cima referido
para acompsnharcm a procissao, assim como
11 los que liverem capas propras o os que tenham
algumas da casa quo desdo o anno passado cs-
queceram-so do as levar ou vendara acompanhar
ou tenham a bondado do as mandar levar na
igreja
IDClSSD
Senhor Bom Jess da Cruz.
A mesa regedora da irmandade do Sr. Bom
Jess da Cruz, erecta na igreja de N. S. do Ro-
sario do bairro da Boa-Vista, participa ao res-
peilavel publico, que transferio a procissao do
de sou divino padrociro para o dia I." de abril
nao sendo possivel ser feita no dia 25 do corren-
le como de coslumo fazer-se, por ser dia de
gr.mie parada, e nao lermos guara do honra
pan acompanhar o acto.Manoel Jo Nascimen-
lo Rosa, escrivao.
irmandade de San-
Jos d'Agona.
O secrelario da irmandade de S. Jos d'Agonia
de ordem da mesa regedora convida a lodos es
seus irmaos, a comparecer no da 21 do corrente
s 2 horas da larde no consistorio ia mesma|ir-
mandade, para acompanhar a pro.-issao do Se-
nhor dos Passos.
y/io Cc?ar Vereira da /locha.
Troca-se um bonito mulaliuho do 9 sanos
por uma negrinha ; assim como vende-se un
escravo peca, bom ollicial de carapitu : na ra
do Collegio n. 20, primeiro andar.
Domingo 25 do corrente. polas 11 horas, ha-
vera sorvete na Passagem da Magdalena, confron-
te o hospital portugiiez por baixo do sobrado da
Sra. viuva Amoriin & Filhos, e continua haver
lodosos domingos.
David Antonio de Carvalho Braga, subdito
portugiiez. retira-so para o Itio de Janeiro rio
patacho nacional 7't'jre.
= Corupra-se uma rarroca usada para caval-
lo : na ra da Senzalla Nova n. 1.
Compra-se umacarroca que estoja em hora
oslado : quem a tver annuncio por esle jornal
ou dirija-se ao Corredor do Bispo, sitio junto
tabrica de ferreiro.
-- Compra-se moedas de 1G e 208) : na pra*-a
da Independencia n. 22.
Compra-se
ou
na
menos
ra da
um fieiro com 7 palmos pouco mais
de comprilo, proprio para charutos :
Cadeia do Recife n. 15, loja.
Garoede vaca salgada.
Vende-se na ra da Cruz do Recifo n. 50, pri-
meiro andar, por menos preco do que em outra
qualquer parlo.
O padre Diogo de Barros Araujo faz sciente
ao Sr. Manoel Jos de Siqueira Pilanga morador
ncsla cidado do Recife, que o raoloque Benedicto
que o mesrao Sr. Pilanga comprou o Sr. Ma-
noel Antonio Ribeiro, eiu Cruangi, e que depois
mandou por em sua casa naquelle lugar, acha-se
em casa do mesmo Sr. Ribeiro no engenho So-
rii e que elle padre nao se responsabilisa em
lempo nenhum por esse escravo.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia na ra do Livramenlo n. II, segundo
andar.
Precisa-se do uma ama forra ou captiva pa-
ra coser e engommar, que seja recolbida ; em
casa de madama Rosa roa Nova n. 3(.
Joo C.iroll subdito brilannico rctira-se pa-
ra fora do imperio, levando em sua companhia
ura seu ilh) menor de nome George Carroll.
maman*
rMQTIU
ILEGVEL
1
i


-
--
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 23 DE MARgO DE 1860.
W
\
Curso das lingoas grega e
italiana.
O abaixo assignado pretende abrir em sua casa
un curso particular dessas linguas, que promet-
tc eusina-las em oito mczes a lr, escrcver, tra-
duzir e fallar graoimalicalmente, principiando pe-
lo'da lingua italiana, em quanto nao Ihe chega-
rem os livros necossarios para a primcira que
mandou yir da Europa. As lines lerao princi-
pio no dia 3 de abril prximo, e findoro no
da 3 de dezerabro eorrenle auno, sendo tres
cm numero por cada urna semana, das 7 al as
9 horas da noite. As condiccs e mdica recom-
pensa eslabelecidas, agradaro por rerto aosse-
nhjrcs que quizcrem se matricular. Principiado
o dito curse nao ser possivel admlir-sc mais
nenhuma oulra pesoa : os senhorc3 que quize-
rem em lempo assignar seu nome, apparccam
na ra Direita n. 89, primeiro andar, a qualquer
hora do dia. /. Fachinelte.
Lcolinc Amelio Braga segu ao Rio de Ja-
neiro
Ama portugueza.
No caes do Riraos sobrado u. 21, no segundo
andar, precisa-se de urna mulher portugueza,
que saiba dirigiros trabalhosdc urna casa de fa-
milia, e mesmo que saiba cozer : a que esliver
ueslas condiccea o poder justificar a sua boa
conducta dirija-se a mesma casa [das 3 as 6 ho-
ras da larde] que alii encontrar com quem tratar.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correneanno de
W3
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SO A DIRf 1.(10 DE E- klRYAM)
DE
Commisso de escravos
NA
T3 *a
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Esle hotel collocado no centro de urna das capilaes importantes da Europa, torna-sede grande
Valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus boas commodos e confortavel. Sua posicf
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estafes de caminhos de ferro,
Allemanha o Franca, como por ler a dous minutos de si, todos os theatrose diverlimentos
alera disso, os mdicos presos convidara.
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acorapanhar as tourislas, qur em suas excurses na cidf.de, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (39200 4$00 )
por dia.
Durante o espaco de oito a dez mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-i
rao, e seu filho o r." Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Nello, Manoel de Figueira Faria, e desembargador Ponles Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
tras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Os precos de todo oservigo, por dia, regulara de 10 a 12 francos (433000 450O.)
No hotel encontram-se informacois exactas acerca de tudo que pode precisar um eslrangeiro
Sirop du
DrPORGET
JARABE DO FORGET.
Este xatope est aprrovado pelos mais cii'inrntes mdicos de Paris,
Icomo sendo o melhor para curar consli pactes, losse convulsa e outris,
Sceles pela manlia, e outra noite sao sufticienics. O illVlo deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o lente e o medico.
O dsposito nu ruu larga do notario, botica o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticiados principaesesta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos lllipOStOS ge- se aXm'agenda todos 0$ dias i 20 *?
rilftS nrOVlllPlPS mnn p hipc! al i u- ,*. o i U. cou para o da 2J do corrente a arremalacuo da
i ae, [HU lIlLldCS, mUUltipaeS das 9 horas da manhaa a"$ 8 da noite, | casa',ja rua imperial n. 145, pois
Ra larga do Rosario n. 22.
Nesla casa rerebtim-se escravos por commssao
para serem vendidos por conla de seus senboros,
afianca-so o bom tralamcnlo seguranca dos
meamos, e nao so poupa exorcos para que sc-
am vendidos com promplido, alim de seus se-
nhores nao sofTrcrem empate com a venda del-
les. Nestc ctabclecimcnlo lia sempre para ven-
der escravos de ambos os sexos, mocos c bonitas
figuras.
Attenco.

Precisa-se alegar duas rscravas para casa de
pouca familia, sendo urna que saiba engomniar e
coser, e outra que saiba tratar de meninos e co-
ser : na rua da Cruz do Recite n. 23, 2 ndar.
Na rua do Imperador n. 28, aluga se e ven-
de-se em grandes e pequeas porcoes bichas
. hambirguezas, e lambcm cal da mais nova que
! ha, para fabrico do assucar, por preco commodo.
j Precisa-se de urna mulher que saiba en-
ommar: a fallrr na rua do Scve : casa terrea
junto ao sobrado de 5 varandas, visiuho grande !
casa que se est fazendo para o gymuasio pro-
vincia!.
Existe na adminislraoao do correio desta
cidade tres macos de jomaos sem direce,5o, para
Anlouio l'ereira Baracho, Jos Corroa de Olivei-
ra, o Jos l.uiz Alves tocha : os inleressados
comparecain para dar-lries os deudos destinos.
Prc'cisa-sc de una ama : no pateo do Tor-
io n. 26,
Precisa-se alugar um sitio que tenha boa
baixa para capim e boa casa de yivenda : a Ira-
lar na rua da Imperalriz n 18, loia
Para um sitio na Ponte de Uchoa, necessi-
la-sc de um feitor : a tratar ua rua da Cruz, casa
numero 45.
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CfS
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Vendc-se na reguezia deS. lien-
to termo de porto Calvo da provincia
tas Alagoas, o engcnlio Piabas do Bom
Successo. mueute e corrente de agoa,
com urna legoa de terreno, obrado em
ponto pequeo, temteireno suicien-
te para levantar mais tres piopriedades,
tem urna excellente casa de vivenda com
commodos para grande familia, quem
; pretender dirija-se ao mesnio engenlio
a tratar com o seu proprietario Joo Du-
jarte Lopes de Vasconcellos.Tambem
se troca por outro engenbo ; sendo na
provincia de Pernambuco.


H
C^2
Nos dias 27 c 30 de marco se ha de arre-
malar o sobrado de dous andares e solo na rua .
larga do Rosario n 40, avaliado cm 1:2C0J an- | aquclles que quizcrem assignar poderao ir bus-
Est no prelo urna anasyse do cdigo criminal
com a denominacao deLices Acadmicas,
para as quaes acha-sc aberta urna ossignatu
pelo proco de 109, na livruria Universal, onde
O Sr. Manoel Francisco Luiz da Silva tem
urna carta,c una eiironimenda viuda do Rio Gran-
de do Norte, na linaria n. 6e 8 da praca da Inde-
pendencia.
g DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
^ p dentilico. ^
nual.polo juizo municipal da segunda vara, es-
crivo Baplista : quem qulzer laucar, pode ver o
escrplo na mo do porleiro do juizo, para as con-
dados.
Precisa-se alugar urna ama Hvre ou escra-
va para o sorvico de urna casa de pouca familia :
na rua do Tiompc, sitio n 2.
manda lazei pu- Nao lendo havido audiencia do juiz muni-
car o que se achar publicado.
lVrdeu-se no dia 15 do corronte, na estra-
da do Rerife, entre Durws c Prazeres, um peque-
no caderno contendo o resultado de algumas ob-
scrvnrocs Rilas em Olinda por Luiz Anlouio de
Souza l'itanga : quem anchar pode entregar no
consulado francez, pelo que lera urna boa grati-
ficacao, se a exigir.
Quem tiver para vender urna bar-
lote de
Por um corle de cabello e
frisamento 500 rs.
no pavimento terreo da casa da rua da remaiaco
r./. _. _________ ____l_.i !..;
e policiaes.
Tabelia dos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiaslicos, lilterarios
de toda a provincia.
Associaces comuierciaes,
agrcolas, industriaes, litera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e coinmerciaes de
de numerarao soitidas a vontade dos
todas as qualidades como lo- compradores.
jas, vendas, acougues, enge-i- "'TfK n SS t
Imarco de 18C0.O escrivao, J. M. da
i
Cruz.
Aurora n.26enasca$as commissionadas
emolumentos pelo mesmo Senhor tliesoureiro na pra-
|ca da Independencia numero lie 16,
e na rua da Cadeia do Kecife nume-
ro 2 armazcm do enbor Fon tes at
as 6 horas da tarde sement, os bilbe-
tes e meios da terceira parte da pri
meira loteria do Senhor lom Jess da
Via-Sacra, cujas rodas deverao andar '<,
impreterivelmente o dia 2i do corrente
mez.
O mesmo Sr. tliesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acliam bilhetes
Precisa-se de urna ama
rua Nova n. 8, luja.
Traspassa-se o arrendamento de umenge-
nho distante desta praca duas legoas, vende-se
una parte no mesmo cngeiihc, machina nova
vapor, dislilac.ao nova e be.qi montada, 22 bois
de correia, seis quartos, algumas obras, stira
plantada, etc. etc. ; trata-se iia rua do Crespo n.
13, oja.
FOLIIINIMS PAIU 1860.
Estao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as flhinhas para 1860, im-
pressas nesla typographia, dasseguintcsquali-
dades :
F
Rua da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
.0 primeiro contra-mcslre da casa Augusto Clau-
dio, c um outro vindo de Paris. Esto eslabele-
cimentoesla hoje as melhores cindicocs que
possivel para salisfa/.er as encommendas dos
tompo, co-
mo sejnm : marrafas a l.uiz XV, cadoias de relo-
gios, bracelclcs, aunis, rosetas, ele, etc., ca-
caba em bom estado de lote de 250 a | objectos em cabellos, no mais breve
300 saceos de assucar, queira apparecer
._, '.. *! in'u'J| uiutiuitj, miaic>9( tuauma, ct
para cozinhar: na na rua do lrapicne n. 11, escnptorio, | balleiras de toda a especie, para horneas e se-
para tratar. nhoras, lava-se igualmente a rabeca a moda dos
Casaem Olinla.
Arrendase uma boa
cosa com sitio
ava-sc igualmente a
Estados-Unidos, sem deixnr uma s pelcula na
cabera des clientes, para satisfazer os pretenden-
ios, os objectos em cabillo scrao feilos cm sua
presenta,se o desejarem, c achar-sc-ha sempre
O
I Fazendas e modas.
i DE
I MM S E.
145 RUA NOVA451
sj Os proprielarios deste novo estabcleci-
|j ment que desde hoje so acha aborto a
@ concurroncia publica, recebendo direcla-
@ mente do Paris e Londres por todos os
j paquetes arligosde modas quo conslilue o
i;* mais bello soilinicnlo de fazendas cm apu- g
^j, rado goslo, leni resolvido para merece- ^5
^ rom a atteneao do rcspeilavel publico, g
** vendercra as suas fazendas com muita mo- q
*.j dicidade de proco. @
Vende-se uma rasa terrea nos Afogados,
na rua de S. Miguel, com commodos soOloieutes
pa familia : quem pretender, dirija-se a rua
Direita n. G3, que adiar com quem tratar.
Vende-se uma cscrava de meia dad e um
molcjue do 10 aunes : na rua do Collesio n. 9,
segundo andar.
Altcnco.
Vende-se a taberna n. 10 da rua do Aragao,
a dinheiro ou a prazo, com boas firmas : a tra-
tar ua mesma. e os piotendcnies dirijam-se, que
se nao deixar de fazer negocio.
Ceblas novas.
l'-slo-se acabando, cbelas grandes de mil lie,
o cento a 1&70Q, e solas a 1jj;i0, barricas com
sardinbas mu i lo novas, e chegadas nltimamente
ao mercado, tambam se estao acabando, o saceos
com feijo amarello de 6 alqueires, do Porto,
por diminuto proco : na rua do Vigario n. 27.
Vende-se sebo derretido em barricas, che-
gado ltimamente do Porto, proprio para os se-
nhores fabricantes de velas : na rua do Brum n.
14, armazem de Voreira Costa & C.
Vonde-se na rua da Florentina n. 30, uma
mesa de escrcver, una dita decantar, una mar-
que/.a c urna cama de armaco, ludo em b
lado, e por preco commodo.
A lien cao
Vende-se milho
na rua do Cabral na cidade de Olinda, lim'' pessoa disponivel para corlar os cabellos, e Lisboa a fgo saco
com o fundo para a estrada do norte, ^
e do outro lado desta grande baixa para
capim: na livraria n. ti e 8 da praca;
da Independencia.
Compras.
nhos,etc., ele.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mari-j
timo e emini para todas as
classes da sociedade.
Publicacao jurdica.
Acha se.no prelo a 2.a edico dos Elementos de
Dircito a ravelmenlc alterada, pelo l)r. Vicente Pereira do
Reg, Ionio calhedralico da mesma seicncia na
l'aculdadc de Dircito desla cidade. Subscreve-se
para esta obra na livraria econmica de Noguei-
Ohaprmr-ol WiTnrvtn tfm ra & C, defronte do aico de Santo Antonio n. 2,
LV1U l Ha IOS por "da exemplar, pagos ao receberas
duas partes que j estao impressas
OL1IINI1A TvELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamcnto dos direitos pa-
rochiaes, a conlinuacao da bibliotheca do
Crislao Brasileiro, que se compe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor,
Compra-se cm| muilo bom oslado um fa-
queiro de uso, moderno, pagase bem : a tratar
na rna Nova n. 53.
i'.ompra-sn uma morada de casa terrea,
pelo Dr. Joao Jos de Moura Magalhaes, pubh-scndo quc 8graJe mi-ae bem, sendo em boa
cada por seu lho : as ptssoas uuc quizerem dig-; .... ... f.ii,. ,.' ,,,, n
Analyse da consiituico,
por seu Iiiho : as pessoas que qi
nar-se assigna-lo, pndem dnigir-se a livraria
universal.
Offcrcce-se um rapaz para caixeiro, de 18
anuos, que d liadur a sua conducta, para co-
brancas, ou para armazem ou loja de miudc-zas o
fazendas, que j tem algnma pralica, inda mes-
mo para alguma das provincias do sul : quem
liymuos ao Espirito Santo e pretender annuncie.
a : a fallar na na do Qucimado n. 03, luja.
Altenco.
o seu e&criptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da rua Nova, se*cia ios u
' nos uro
cuja entrada pelaCamboa do
Carmo.
fabricantes amerlca-
uver & ICakcr.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnsion & C, rua da Scnzala Nova n. 52.
E' chegado loja de l.ccomte, aterro da
Doa-Vista n. 7, o excellente leite virginal de ro-
sa blanca para refrescar a pello, tirar punios,
sardasc espionas, e igualmente o afamado oleo
Engomma-sc com asseio e promplido : no
becco do Marisco n. 20.
Precisa-se alugar um prelo ou preta, j ido- babosa para limpar c fazer crescer os cabellos,
sos, para comprar na rua e fazer o mais servico assim como pos imperial de lyrio de l'lorerica,
de urna casa de familia, ou mesmo uma ama as. para borluejas c asperidades da pelle, conser-
mesmas circumstancias : quem tiver e quizer, va a frescura e o aveudado da iirimavera da
annuncie ou dirija-se a rua de Santa Rila n. 40,
primeiro andar.
vida.

<08
?*
nannetot
Uedes de bk

Lices de francez e|
piano.
Mademniselle Cleraencc de
de Vannevillc continua a dar
francez o piano na cidade c nos arrabal- SJ
des : na rua da Cruz n. 9, segundo andar. ^
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire-
do queira ainiunciar sua morada ou dirigir-so
livraria da praca da Independencia,<}ue se preci-
sa fallar-lhe.
Precisa-se de uma ama de
NOVO DEPOSITO
DE
Furtarnm do abaixo assignado, no dia 19 do
corrente, as 9 horas da noite, na rua da Senzala
Velha, cocheira n. 144, peilencente ao Sr. Joa-
quim Paca Pereira da Silva, um bah contendo
roupa de en uso, 50$ em dinheiro, e diversos
recbela em um s papel, passaoos pelo luin. Sr
Ellas Bap lisia da Silva, lirmaudo lodosa quantia
do 958 que ao mesmo senhor havia onlrogue
para guardar, a quem j preveni para no pajear
nliora, ao patrocinio de S. Jos c aojo da dita somma, e sim passar-mc novo titulo, con-
guard, responco pelas almas, alm de ll.u aquello sem validade ; roga-se a quem tiver
de scmelhanto roulio qualquer noticia, o favor
declarar ao Sr. rocheiro, que se gratificar ge-
i^.. .-,.- ... ^,^r.. ^^ i i j 1 nerosamenteManoel de Souza Marques.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda- _. .
rio, regulamenlo dos direitos parochiaes, el Liio.V LLN|i"[)u.\oLLIIS:\
uma colleccao de ancdotas, ditos chisto- 2? Goldeil Squai'C, Londres.
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes, I j G OLlVEIRA-tendo augmentado, com to-
rcceilas diversas, quer acerca de cozinha, mar a casa contigua, ampias e excellcnles ac-
quer de cultura, e preservativo de aores commodacocs para muito maior numero de hos-
Proco '120 rs pedesJo. novo se recommenda ?o favor e lcm-
branea dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculalorias e commemorDeao ao SS. Sa-
cramento c N. S. do Carmo, excrcicio da
Via-Sacra, directorio para ora<;o mental,
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jesus, saudaces devo-
tas s chagas de Chrislo, oraeoes a N. Sc-
10 patrociu
responco
outras oraeoes. Preco 320 rs.
Compran)-se algumas casas terreas, .endo bem
construidas, e por preeos razoaveis : Irata-se na
: rua da Cruz n. 2.
Compram-se moodas de ouro : no cscrip-
torio da rua do Trapiche n. 11, primeiro andar
Na rua do Trapiche n. 9, armazcm de as-
i sucar, de Jos de Aquino Fonseca, compram-se
continuadamente modas do lCs e 20g000, aguias
idos Estados-Unidos, Rrodas. de cinco francos,
OOQas hesoanholas c mexicanas, cm grandes e
I pcqucmis porees.
=r Contpia-se urna negra crioula, de bonita Ti-
igura, do 18 a 20 anuos de idade, que saiba rozi-
nbare engommar muilo bom. que cosa alguma
I cousa : na rua do Drnm n. 10, armazem de Ma-
\ r.oel Jos de S'Arauio,
de _.. '
>
era sarcos a 5J, farello de
farnha do mandioca d.' su-
perior qualilade em saceos, arroz pilado, dito de
casca, couriohos de cobra, eateiras de palha, tu
se vende por menos do que em oulra qualquer.
parle : na rua do Rangel n. 02, armazem.
Fil de cores.
Almeida A' Burgos, em sua loja do fazendas ns
ruado Cabug n. 8, leem para vender fil de li-
nho branco, cor de rosa, amarello, prelo e azul
claro, que serve para cortinados, c cobrir-se ob-
joc'.os que quer-sc evitar os estragos dos moscas,
a 00 a vara.
tEnfeites pretos e de coros.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
vendom:se enfeiles pretos com vidrillio a 3{
'i, ditos de velludo pretos c cor de caf ''>'.
los de llores e laco de filas a 4$ e 6$, tesouras
muito Qnas para costura a 80O, 1; e lg200, o ou-
Iros muitos mais objectos de gito, quo
do lieguez, se far lodo o preco.
Estampas tinas.
Na loja d'aguia de ouro, rua du Cabug n. 1
R, vendem-se ricas estampas do sanios e de vis-
las, assim como rollecces dos passos, o m.i.;
lino que pode haver.
= Vendem-se duas casas no rua Bella : c
tratar na praca da Independencia n, 10.
tante-
menlc
e fructos.
compra-se, vende-se e Iroca-sc escravos: na rua
Direita n. 60.
1TA DE PORTA.a qual, alm das materias do ^^
costume, coutm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 100 rs.
oflo<>oppo rt '> > > ftftfifi 36 S>
Atteneao.
Ilua do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Rorott & C.allendeiido a que os senhores con-
sumidores degelo sao pela maior parle residen-
tes nos barrosde Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande dilliculdade se este es-
leite, i le estabelecimento eslivosse tollocado no bairro
Que seia d0 Becife, podero encontrar na rua do Impera-
* dor confronte ao oilo do deposito do gaz, um
pafja-se' armazem com as proporcoes exigidas para depo-
bem. Dirigirse a' praca de Pedro II sito deste genero, o qual estar aberlo & concur-
(antrn mh'idr Collpo-iol n 7 ^antigo pateo ao UJiegioj n. ot, segn- nh-a s 6 du tardli do dU 3 do torrcnte em
do e terc-.'iro andar. | diante.
que o tenha em abundancia
bern sadia e de bons costumes :
m
&
Curso pralico e theorico de lingua fran- @
ceza por uma senhora franceza, para dez @
mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
mana, das 10 horas ot meio da : quem i
quizer aproveilar pode dirigir-so a rua da (fe
e bous ollicios guiando-os em lodas os
cousas que preciscm conhecimenlo pralico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do inslez falla-se
na casa o hespenbolfl francez.
Aluga-se um sitio na Torre, com baixa de
capim, leudo a casa de b-ias accommodaces para
uuia familia: a tratar no sitio do coiisclbeiro
los B"nto, na Ponto de Uchoa, ou na rua estrel-
la do Rosario n. 20.
= Pcde-se ao Sr. Esiario Gomes de Lima o
favor de dirigir-sc rua Nova, loja n. 7.
Quer-se alugar
Vendas,
Cruz n. 9, segundo andar.
~ adiantados.
p-_ |g g> um moleque de 8 a 10 anuos, para comprase
0' g recados : na'rua do Crespo n. 11.
>cv^ .-.. : No da 23 do corrente mez, pelas 11 horas
mW9WWBG*-K>isPi*> &&m& Ja manhaa, dopois da audiencia do Dr. juiz de
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-1orphos, se arrematar de venda, por ser a ul-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob- ilin,a P-rara- un,a casa lcirpa no Ci,mP Veiu0-
sequo de saldaren! seus dbitos na rua do Cul-
legio venia n. 25 ou na rua "do Queimado loja
n. 10.
' Na gollera e officina pbolographica da rua
Nova n. 18, conlinua-sc a tirar retratos polos
mais modernos c pereilos systemas. Os traba-
rnos sabidos desse estabelecimento s5o bem co-
ndecidos do publico desla capital.
Vende-so um sitio com boa casa de viven-
da, estribara, casa pora escravos, baixas para
capim, com olaria. forno, rom posto para vaccas
e i viveiros muilo bons, e tem porco de solos
foreiros, ou a vontade do comprador, conlm co-
queiros e alguns arvoredos ; a tratar na rua da
Paz, cocheira do Sr. Jos Gorgonio Paos Barreto.
Espelhos para acabar.
Na loja.d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
vendem-se riquissimos loucodores grandes com
gaveta ochave a 109, dilos mais pequeos a8J,
ditos de bom tamanho para parede a 2-3 al 99,
dilos de Jacaranda rom p que serve para una e
outro cousa a 2j400, ditos com coixa para nava-
Ihas a 28 e 2s500, caixas de costura para senhora
| a 109,129 e 19.
Para balees.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
vendem-se molas todas cobortas para enliar ba-
ldes a 160 rs. a vara, ponles de tartaruga vira-
com 30 palmos de frente, 50 de funjo, cozinha
fora, avahada em 1:8009, penhorada a Joaiuim
Hemcirio de Almeida Cavalcanti por execuco dos
orphos de Francisco Carneiro da Silva, cuja
casa fica enlre as casas de Joaquina de Almeida
Lopes e D. Josepha Loo de Castro. O escrplo do dos de muilo gusto a 8$ e 109, ditos lisos tom-
edlal acha-se em mo do porteiro.
DENTES
ARTIFICIAES.
C:C
Rua do Brum (passando o chafariz.)
No depoiito dcste cstaAiclccVmeiito sempre \\a grande soriViaeiilo de me-
enanismo para os eugenhos de assucar a salacr:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e de facillimoassento ;
Redas d'agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas ;
Cannos de ferro, eportis d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgens muito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhOes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ; .
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornallias ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, formas para cozer farnha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
Apuilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carracas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes a chamo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagera annual para o dito fina,
assim como pela continuago da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessitar.
9
|) im.M* AlVlltlilE* f
Ruaestreita do Rosario n. 3
Francisco Pinto Ozorio colloca denlos ar-
@ tificiaes pelos doussyslomas VOl.CAMTi:, &
@ chapas de ouro ou platina, podendo sor @
f procurado na sobredila rua a qualquer
hora.
e @@ @s@@@
GOMPAMUIA
hem para alar cabello a 3$, dilos de masa vira-
dos a imperatriz a 1S, ditos dilos de tartaruga
pora alisar a 'i, ditos de bfalo broncos o pretos
a 500 rs., dilos mais ordinarios a 210 o 320, gar-
rafas grandes com verdadeira agua de colonia a
1*500, assim como outras pe fumarias muilo li-
nas, que vista do freguez, se far todo o ne-
gocio.
ALLIA
Eslabelecida em Londres
I M
Ao Biliar
88 Periiambiicano da ruado
Imperador.
Nesla estabelecimento ha para vender uma
faclura de excellcnles charutos de diversas mar-
case qualidades a 1ja caixa de 100, assim como
cevadinha nova a 200 rs. a libra, queijos chega-
dos rocciilemcnlo, os melhores que se encou-
Iram no mercado a l60O coda um, amendoas
de casca mole a 2(0 rs a libra, presunto de fi-
ambre de superior qualidade a 400 rs. a libra,
btalas irlandesas desembarcadas hontem a 1J a
arroba, ditas hamburguezas a 800 rs. a arroba,
ervilhas novas, fazenda muito superior, a 10 rs.
a libra.
Vidros para vi-
draca.
A 6$ a caixa: na rua larga
Vende-se uma parte do engenho rejo, dis-
tricto de Scnnliom, o dito engenho pert i
aos herdeiros du fallecido Francisco Xavier Lu-
pes : quem pretender, dirija-se a rua do Vigario
n. 10, so;
Iratar.
undo andar, que achara com que;
lisio) m 82
CAPITAL
Cinco miluocs de litaas
esievVviias.
Saunders Brotliers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprielarios de
casas-, e a guem mais convier, que eslo plena- i
mente autorisados pela dita companhia para j
effecluar seguros sobre edificios de lijlo epe-i
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os!
objectos que couliverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social;
de Leite & Correia em liquidagao, o obsequio do Rosario armazem de loUCa.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
Ferros de engom-
mar econmicos.
Queimado n. 10.
Eusino particular.
Do-se a contento.
Vendem-se esles magnficos ferros as seg'iin-
los casas:
Praca do Corpo Sanio n. 2.
Ba da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPenha n.16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nov n. 20.
, Dita do Imperador n. 20.
i Dita do Queimado n. 14.
'armazem delouca. mandam-se botar vi-i Di,a Direita n. 72.
O abano assignado, residente no terceiro an- ";"" ec "wu" Yl i r)ta fa praa n 28
dar do sobrado n. 58 da rua Nova, contina no ros em casas particulares por preco Dita da Traa n. 46. '
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tamanho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
exerciciode seu magisterio, ensinandn primeiras
letras, lalme francez, e tambem admitte alum-
nos internos.
Jos VaflKachado de Figueiredo.
%aCl
Dita do Livramcnto n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Imperatriz n, 10, irmazom de fazenJa*
de Raymuudo Carlos Leite 4 Irruo.



(I
Aos amantes da boa
fumaf a.
Na loja da Lealdade n. 24, na ra da Concei-
cjo da Boa-Vista, ha exccllentes charutos tra-
viata por menos que era qualqucr parle.
Vende-se una mobilia completa de jaca-
randa, com lampe do pedra: no escriptorio do
agente Ohveira, ra da Cadeia do Recfo.
Engenho

\ende-se o engenho Santa Luzia, silo na St
m froguezia de S. Lourenco da Malla, entre &
@ os engenhos Penedo de Baiioc Penedo de
tp Lima : trata-se no mesmo engenho ou no @
W engenho Mussambique com Felisbino de $
arvalho Rapozo. s*
Vende-se urna negra com algumas habili-
dades : na ra nova de Santa Rila serrara n. 23.
yende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilos para camisas.
Riscoutos.
Em casa de Arkwight & C ra da
Cruz n. 61.
Aitencao para a pechin-
cha.
Na ra Direila. sobrado de uro andar n. 33-
defronle da padaria do Jos Luiz, rendem-se do'
ees seceos e de calda, caj, mangaba, limo, pi-
langa, sidrao, jalea, e outras qualidades, por pro-
cos commodos : tambera se fazem barajas de
bohnhos de lindos modellos, que^erviram no
baile de Suas Magestades Imperiacs ; tambem se
lazem doces d'ovos, pudins, pao-de-ig com en-
fetes de arfinins, pastis de nata o de carne, ar-
roz de leite, jaleas de substancia : quera preci-
sar mandar fazer o arranjo do comidas para ca-
sas particulares, na mesma se faz.
"~ Vende-se sebo em pao e em velas, vindo
de Porlo : no arraazem confronte porta da al-
fandoga n. 7 A.
Vendcra-se saceos com milho muilo hoto a
4: no armazem do Sr. Annes defronte da alfan-
dega.
DIARIO DE PERIfAMBUCO. SEXTA FEIRA 23 DE MARCO DE I
860.
Salmo.
m-mw
Era casa de James Crablrce 4 C, na ra da
Crui! n. 42, Tendem-sc latas com salmao de 1 2
e 3 libras, de superior qualidade, chegado pele
ultimo navio em direitura da Terra Nova.
Casacas, srecasaeas e
colleles.
Na ra da Cadeia n. 23, vendem-se casacas e
sobrecasacas de superior panno, e collelcs de
seda prelos feilos por Coutard, o mais acredita-
do jabncante de Paris.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, primeire
andar, vende-se :
Saceos grandes com farinha de mandioca.
Diloseom cera de carnauba.
Ditos cora farelo.
Meios de sola.
Vinho do Porlo em caixinhas de duzias.
Dito dito superior.
Toalhas de panno de linhoe algodao de diffc-
rentes tamanhos.
Barriscora cal.
Toalhas ou babados de linho e algodo
Conlasdouradas.
Apilos.
Cadelrasdc palhinha.
CALCADO
Grande sorlimento.
4'iU* Direila-4S
Os estragadores de calcado encontra-
rlo neste cstabelecimento, obra supe-
rior pelos piceos abaixo :
Homem.
Borzegdins aristocrticos. 9,s'0!)0
Ditos (lustre e bezerro)..... 8$OOoJ
Borzeguini arranca tocos. 8<000
Ditos econmicos....... C$000
SapatOes de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguins priineiraclasse (sal-
to de quebrar)......5/jOOO
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....-^OO
Borzeguins pata meninas (Cor-
tissinros)..........^-000
E un pc;rn.'to sorti ment de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marro uins, cou-
ro Je lustre, lio, fitas, sedas etc.
Suissos.
Era casa de Schafheitlin
&C, na ra da Cruz n.38, ven-
de-se um grande e variado
sorlimento de relogios de algi-
beira horisontaes, patentes,
chronomelros, meios chono-
raelros, de ouro, prata doura-
a, e loteados aouro : sendo ?, e3CadeiraseuraacommodMudodeama-
Ai i-i '.^""" i relio: a tratar na ra Direila n. 82, primeiro
estes relogios dos pnmeirosfa- andat
Franjas de vidrilho
Chales bordados a mil rs.
Na ra do Queimado n. 19.
\ endem-se chales borJados a seda com defeilo
o agua doce, a 1 cada um ; a elles, anles que
so acabem.
Vende-se urna mesa redonda
dous conso-
AENCliV
DA
FUNDIDO LOWHIOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haTer um
comapielo sorlimento de moendas e meias moen-
aas para euSenho, machinas de Tapor e taixas
ae ierro batido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuara a torrar na ra
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos do cam-
braia de linho a 3 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padres a 640 a Tara, meias fi-
nas para senhora a 3JS900 a duzia, dilas cruas In-
glezas para homem e meninos, chales do meri-
no lisos a 4JJ500. e bordados a 6, paletots do
alpaca preta e do cores a 5, ccroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muilo superiores a
60 a duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a Tara, cortes de cassa chita a SjJ, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 Taras a 4$S00, 5$, 5g500,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores ixas a 200 rs o
coTado, toalhas para mesa a 3 e 4, cortes de
calca debrira de linho a 2, ditas de meia case-
mira a 2J240, Testuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se Tende por
barato preco.
Cheguem a Pcchincha
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. teni para
vender:
Chaly e merino decores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de monlariade Sra. como para I
40 Ra do Queimado. 40
Grande sorlimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
bricantes da Suissa, que se
venderlo por precos razoa-
veis.
PotassadaRossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para Tender,
potassa da Bussia e da do Rio de Janeiro, noTa nro" ,em:sS ncos f,or!es do vestids de seda
e de superior qualidade, assim como tambem i !,. ir ,0S a velludo,c a eda (roza, do mais
c retroz.
Vendem-se franjas pretas de vidrilho e-aelroz
de todas as larguras : na ra da Cadeia do lle-
cife n. 23.
Vestidos de seda bordados
a velludo.
Vende
m


cal Tirgem em pedra: ludo or .precos muilo
razoaveis
Ra do Queimado



'&*: '
AS HELH0RES MAHMS DE COSER
AI r D0S
'tu? afamado, autores de New York
I. H. SWCER & C.
WHEELBR & WLSO.X.
i novoeslabeleoimenlo Tondera-se as maciii-
nas desles dons autores nustram-sc a qual-
'l < n '!' do ha ou da noite e responsibilisamo-
nos por sua boa qualade e seguranca :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leito &
>"V-Wreralrh:10, anuam"ie
.........................,. .

:


loja de 4 portas n. 10.
Ainda restam algumas fezendas para conclu-
ir a liquidado da firma de Leite & Correia, as
quaesse vendem por deminut pre^o, sendo en-
tre outras as seguintus :
Macos de meiss cruas para homem a 19600
Ditos de ditas de cores 23000
Ditos de ditas cruas muito superiores 49000
Ditos de ditos para senhora 3&000
Dos de ditas muito finas 43>000
Cortes de caiga do meia casemira 2$000
Ditos de ditas de casemira de cores 5J>000
Ditos de ditas de casemira prela a 5* e 65000
Brim trancado branco de linho fino
^ vara jjjoOO
Cortes de colete de gorgurao de seda 23*000
Pao prelo fino, pro va de limo 3fl e 455000
Gravatas dfseda preta e de cores 1J000
Riseados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Cliilas francezas largas finas covado 240
Ditas eslreitas J60
Riseados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 25?000
Tiras bordadas 200 : vnho do Porto, do mais s
Gambruias lisas muito finas peca 4$000 : dlto cll"npagne, idem, dito muscatel, idem : no
Ernestinas de cores para vestidos covado 240[SE5n'4*" & McderS'IUa da Cadeia
Challes de laa bordados de seda um 2000 PeilliaS de HCO n^lp71
Grodenaple preto, largo covado 1800 e 2000 V.-" ,'. *eZQS'
caJo ,* I- \end("-se na ra da Cadeia do Rocifc. loja n.
beda, e sarja lavrada 15800 e 200O '. deG.iedesi Gonealves, as verdadeiras pi-nnas
Vestidos brancos borJados Para baptisado 550001 tVSg^SSSi^X E
moderno gosto : na ra da Cadeia do Recite nu-
mero 2J.
' Manteletes e (almas.
Vendem-se ricos manteletes e taimas de gros-
denaple prelo bordado a agulha e enfeilados com
Rostoi c igualmente de fil : na loja da ra da
Cadera do Recife n 23.
A 2S000 cada duzia.
Ra dollueirnado n. 10.
Lencos brancos de cambraia para algibeira a
2) a duzia.
Coberlas de chita a M.
Na ra do Queimado n. 19.
Tambera se vende a 320.
Ra do Queimado n. 19.
Alpaca preta pelo baratissimo preco de 320 rs
o covado, brim de linho branco trancado ala
vara ganga franceza de cor para calen e paletots
a oOO rs. o covado, lencos de cassa "de cr para
meninos c meninas a 80 rs. cada um
A2$500 cada chales.
Ra to Queimado 11.19.
Chales de merino estampados a 2500.
Algodao monstro com 8 pal-
mos a G00 rs. a vara.
Vende-se na ra do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova- j DAo-se aiUOSlras Cm penllCr
oouiaiiesde merm estampados muito finos pelo Cortes de vestido de seda de cores com
deminuto preco de 2:500 cada um musselinas babados
modernas, bastante largas, de variados padroes Ditos de dita preta com babados
a 260 e 280 ris o covado gravatas a fantazia.o Ditos de dita gaze phanlazia
ma.s moderno posvel a 1 e 1200 cada urna, e Romeiras de fil de seda preta bordadas
outras muitas fazendas, cujos precos extraor- Taimas de grosdenaple preto bordadas
dinanauente baratos, stisfaro a expectativa '
do comprador.
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e loques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
S'r os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem se na mesma casa a
qualqucr bora.
mu
I
DE
Roupa fei
Vende-se cambraia adamascada para cortinado,
de lindos lavrores : na ra do Queimado n. 19.
TDDDI-81
GRANDE E VARIADO SORTIHESTO '
DE
Rouaspleilaselazendasi
^A
:
*
;
ljoja carmazem
DE
es&Baso
Na ra do Queima-
do n. 4G.

'\ Ricas sobrecasacas de panno fino pretos ':>
i lei cores a 2SJ,30Jte 35?, tambem temos %
i'etots dos mesmos pannos a 223 e 2~
ilotolsde casemira de cores de muilo :
: bom gosto e finos a 12#, 1 {$, 1G e 18 di- \
^l- panno prelo para menino a 183 e
Veos bordados para chapeo 25S00O'
Entre meios bordados 155600
Alhoalhido adamascado largo vara 1280
Lengos de chita escuros um 100
Oangas da cores para palitos covado 200
Vendem-se foges de ferro econmicos, de
patete, para casas de familia, conlendo 4 forna-
lhas, e Torno para cozinha com leuha ou carvo,
ptima invencao pela economa de gastar un
terco de lecha ou carvao dos anligos, e de cozi- '
Dhar com mais presteza, tcm a difTerenga de se-
ren anioviveis, oceuparem pequeo spago da
casa, e do fcil conducrao : vendem-se por pre-
cos muilo mdicos, na fundirao de Francisco A.
Cardoso [Mesquita] ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Cooceicao da pon-
te do Recife, e na do Queimado n. 30
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, Tendem-se'os me-
mores chapes de caslor
proco de 1$50U a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso ;
Na ra Direita n. 45.
Farelo de Lisboa
por commodo prceo : na ra do Vicario n
primeiro andar.
O agente do Terdadeiro xarope do Bosque tem
estabelccido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brtto& Filho : desnecessario fa-
zer elogios bondado dcste xarope. nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tagao que geralraenle tem tido. Um cera nu-
mero de curas se tem conseguido cora applica-
8.0 do xarope de Bosq-ie, o qual Terdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orguos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o Terdadeiro contm no envoltorio a pro-
una assignatura dos proprietarios. e no falsifica-
do esta lithographada.
Ges & Basto.
Saiasabalo.
cnMfm^T ",P-Sle ""bcleciiDcnlo um rico
sorlimento de balos de todas as qualidades, sen
da< rtn ^ mUS?Ul"a' fuS,0' ""apolao, o to-
das de go.,to moderno, que ainda nao vei a es-
* >ra(a.
Espermacete a G40 rs., man-
teiga ingleza a 800 rs.,
achihn'fl.n 600,rs- Cl'^ hysson a 1*760. bo-
& aL "-, oucinhondc Lisl,oa a 360 rs ,
letru a 400 rs talharim a 320, queijos a 1S800
u fa ,LT7- V28?.rs- "cuia na laerQa cs-
liea do largo do l'araizo n. 14.
Verdadeires luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na ra da Im-
peratvizn 7, loja do Lecomte.
Vendem-se 90 apolices da com-
Fanl,ia do Beberibe : a tratar com Mar-
col.no Jos P.ipe, no eteriptorio da
misma companliia.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
3 Itua Nova n.&9, junto
m a igreja da Conccico dos
Militares.
P Nesle armazem encontrar o publico
<0> um grande e Tariado sorlimento de rou-
pas feilas, como sejam casacas, sobreca- 5*
sacas, gndolas, fraques, e paletots de ~f$
panno lino prelo e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca o bomba-
ai zraa pretos e de cores, paletots e sobre-
cj casacos de seda e casemira de core
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, coTado
Seda Javrada preta e branca, covado lJJ e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Orlaudys de cores, lindos padres, Tara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras o ntremelos bordados
M;intas de bloude brancas e prelas
D.las de fil de linho pelas
Chales de seda de todas as cores
Lomos de cambraia de linho bordados
' Ditos de dila de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
j Casemiras idem idem idem
85 Gollinhas de cambraia do todas as qua-
M i lidades de C00 rs. a
^ vj. Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos c es-
p I lampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho fraucew pretos e
de cores N
Aberturas para camisa de linho e algo-
dio, brancas c de cores
Saias bajlo de varias qualidades
Chapeos francezes finos, forma moderna
una sonimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
alodao brancas e de cores
cas de casemira prelae "de COreV.'dias de 5
merm, de pnnceza, de brim de linho nc l fusIi'0 bracas e de cores
branco e de cores, de fusISo e rucados ** Cero,ll|S de linho e de algodao
* rl?,"9dH!. d^..C.nele3..de 'c,.,do liCapellas brancas para noivasrauilo finas
I
9
I
9
9
1*200
$
3&000
1S500
OOOO
16J000
19U00
9
9
9
9
9
S
$900
9
9
59000
9
9
3*500
9
6s000
83500
8
9
s
9
preto c de cores, ditos de se lira prelo e a
^ ranco ditos de gorgurao e casemira, di- ^
jZ los de usloes-e brins, fardamentos para SS
* a guarda nacional, libres para criados. **>
y| ceroulas o camisas francezas, chapeos e &
^ gravatas, grande sorlimento de roupas ^
M para meninos de 6 a 1- annos ; nao agr-
4> dando ao comprador algumas das roupas 2
ag tollas se apromptaro oulias a gosto do m
$t comprador dando-se no da convencio-
Hf, nado.
para engenho
Fundico de ferro e Lronze
Saunders Brothers & C. tem pira vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11
alguns pianos do ultimo gosto. recentiment
chegados, dos Lera conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres e
muilo proprios para este clima.
mmm
i
em grande sorlimento para
homens, senhoras e.
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior aua-
idade a G50. 7 e S. dilos do velludo, copa al-
ia e baixa a 73, 9 e lOg, ditos de lonira prcto= e
Om completo sorlimento de fazendas
para vestido, sojas, laa e seda, cam-
braia e soda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de coros para
meninas
1 Ditas de seda para menina, par
luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina de cores, corado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimenlo completo de u-as do
seda bordadas, lis, para sjahoras,
homens o meninos, do todas as qua-
lidades
Corles de col'ele de gorgurao de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxas para senhora
Mar.juezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Tata rxo, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para turros, com 4 palmos de largura
covado
teref' m,'Uo1ninof C?.e 7- ditos do chile a
li-iOO, 5, 6, 8, 10 e 12S, dilos de feltro em gran- <
de sorlimento, tanto em cores como em aualida- 7Z-. s as cores' covado
escuras, co-
vado a 260 e
a 500 e
pretos
de linho mo-
...J em quull
des, para homens e meuinos, de 2*500 a 7;J di- Chllas francezas claras e
os de gorgurao com aba do couro de lustre' di- vado a 260 e
Mffsasa.'Wrfti flWE I assas 'rc"s de mk*
; baixa, superiores e muilo em cont, bonete* :sdesoda de gorgurao pr.
francezes oda torra, de diversas qualidade
t' T11 P1 i
meninos, chapeos de muitas qualdadespar me- '
ninas de escola, chapelinas
Collarinhos de esguio
dernos
DE
19,
RELOGIOS.
A pcchincha
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem t.-ancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
Vendas.
acabando.
los bordados a 73j| e a
todas as qualidades, o
-~ a I85, c a 2g, 2$0O
: los de cores saceos a 4, dilos sobrecasacos '" Y colado- r,('os enTeiles de vidrilhos pretos
: a 79 c 8g, ditos de brim, de esguiao o do tjSS^l IS4* cada "'" ricas scd3^ pretas
r usiao tanto brancos como decoros a 43 :' Ti- 1?y) rovad. pannos finos, proa
r. id, o o 63, calcas de brins brancos mu 'i de ,,ma0' dn. s'JP^rior qualidade o differentes
bordados do melhor gosto que tem appj-
: revi Jo a 28, manleleles de fil preto e de :
'_: cor muito superior goslo e muito moderno :
: a 203 cada um o 2 i, ricos casaveques do :-
i cambraia bordados para menino a 10" di- :
i: los para senhora a 15$, ricos enfeites de :
,: froco de velludo goslo melhor que teman- S
i parecido a 109 e 129, e outras muitas fa- 9
11 radas e roupas feilas que com a presenta 3
; : do reguez se far patente. B
Casacas para a quaresma
Neste mesmo eslabelecimento ha um :
j grande sorlimento do casacas pretas as-!
si o como manda-so fazer por medida a Ton- '
: lade do freguez. eseolhendo os mesmos os '->
. | pannos a seu goslo sendo os precos a 35 i;
: W5. ti
Camisas inglezas
I Temos novaraente chegados- ricos vcsli- !
: des prdos bordados a velludo" a 903 ditos 2
s a seda a 75 c 60j, assim como :
moda a '
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaVeis : no escriptorio do agente Oli-
Teira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primero
Loja da boa f, na na
da Imperatriz n. 74.
Vendcm-sc verdadeiras luvas de Jouvin muito
novas, brancas, pretas, tor de canna, para ho-
mem e senhora, a 2S400 o par, prelas ao retroz !
com palmas de vidrilho a 1600, dilas de seda
enfeitadas a 2J20O, lisos a 1*280. ricos nenies de
lajtaruga virados muito fortes a 10|, ditos sera
seren virados a 4. dilos virados imitando lar-
taruga a 1-600, ricos enfeites de vidrilho prelos "a
J9 c 4g. espartilhos de linho com carreteis a 63
cada um, ricos leques imitando marfim a 2S500
ricos manguitos cora camisinha o gollinha de
cambraia bordados a 6* o par, manguitos com
52-.J1 a,v*Le **' camis com gollinha a 3-} e
da0, gollinha de bordado aberlo pora menina o
senhora a 800 e 1*500, ogulhas francezas com
fundo azul do n. 6 a 15, alnetcs em caixinha de-
cabeca chala brancos o pretos, ricas franjas pre
las com vidnlUo. ditas sem vidrilho, prelas de
cores, fila de seda velludo, hicos, rendas, fran-
jas, laa, linho, galoes de cores e brancos, lesou-
ras, caivetes, facas, garfos e colheres de todas
as qualidades, sapatos de marroquim e couro de
lustre para menina e senhora, ditos do Aracaty
. para homem, e muitos mais objectosque se ven-
nel n. i a U? gr;,nde ortimenfo de pa- de,m Por menos do que em oulra qualqucr parle
! P-iP.ara forro de saIa- o al vende a mdico ^do bordados p^ra BiaDgu,08'10 cJcinhpaasrdc
ra larga
chegaudo a igreja do Terco.
Botica.
Rartholomeu Francisco de Souza, ,
montos3:'0 "' 36' Tede S $e*aBtM d^
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas Tcgetes.
Salsapirrilha Bristol.
Dita Sands. /
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra lebrel).
Lnguento Holloway.
l'ilula3do dito.
Eliixir anti-asmathico.
12bra0sS,,e bCa hrga Cm rIhaS' d0 2 onS8S a
a seda a 75j c 6j. assim como
ricos manleleles prelos da ullima
I'- 1C>,20c309.
:
preco.
achaques, de 8 annos,
penco mais ou men-s, 3 Taccas parideiras en-
trando nesla en ni.i 1 novilha da primeira barri- a
ga, p-iida ha 10 das, esliio gordas.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasdevacca erasalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luz Annes deronte da
porta da alfandega.
meninos.
mi
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool'
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
qucr obra tauto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composlo inteira-
mente de lionas medieinaes, nao contm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecl eria. C, -
mgno mais lenra infancia, e a comnlei^ao mais
delicada igualmente promplo c segio para
desarreigar o mal na compleirao mais robusta ;
inteiramcnte innocente era suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remore as doencaa de qual-
quer especie egro por mais antigs e teazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em sen uso : conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois do haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afililas nao devcni entregar-sc a de-
sesperado ; facara um competente ensaio dos
efficazes effoitos desla ossombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saudo.
Nao so perca lempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
1^600
30
19200
&700
2S0OO
15000
I
9
SjjOOO
2$500
3
2$ooo
15000
S500
1-5600
9
S325
640
f
1000
eijf.
3
IScOO
ta do preco e da qualidade da fazenda, na'o del- Relogios e obras de miro
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
durara quatrodos nossosa 400
Vendem-se fazondas por baraio"
preco e algumas por monos do seu
valor para acabar, em peca e a reta-
lho : na ruado Queimado'loia de 4
porlasn. 10.
m
rs. um
Algodao monsro.
AG00 rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19 Ton-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelona- |J,t'>ca clionologica, jenaIopca
[, r0,^ihJe/ a vara : ls,e al-od5 w"8 nol,il,;'-'i' e poltica do imperio do Bra
p,ra.oalhasdomosaporser de superior qual,- sil, pelo Dr. Mello Moraes: vende-fe a
4^ o vulume, podendo-se vender o se-
e 4$ tuna duzia : na ra Direita n. 47,
loja chi funeiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo volunie
da Corographia.
cao.
Debilidado ou falta de
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
ConTulscs.
Debilidade ou exteruia-
cao.
;bili
forcas para qualqucr
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventro.
Enfermidades no ventre.
Dilas no figado.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Febreto da especie.
Go'.ta.
Hemorrhoida3.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigcstoes.
Inflammares.
Ir reg u aridades
menstruacao.
Lombrigasd'o toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao de ventre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Ilheumatismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
4,000 rs.
porsaccade milho; nos armazens de Taso
Irmaos.
Nova iflvcnflio aperei-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
,InndieSie -um'camen,e"a ma da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite c Irmao.
gundo em separado : na livraria n. 6
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
lindos desenhos
or om
1560O
Seda? pretas larradas.
coviadot
Gorgurao de seda lavrado, superic
qualidade, para vestido, covado
Orosdenaple preto, covado Snfl
Dito largo o muito superior a 23 e S&snr
Sarja piola larga, covado SmC
"ua_do Qj^imado, loja de 4 portas n. 10."
| Com.nua-se a venderfazendlsT?bxoa
g preco ale mesmo por menos do seu valor
g al.m de iquidarconlas : na loja de 4 portas S
fina ra do Queimado n. 10 g
Rilado OlieimadA l ^7Ruada^enzalaWovan.4l
MUU U V y UUPUUHIU i. O. Vde -je em casa de S. P. Jonhston & C. Ta-
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n.224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coulem urna inslrucfiao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O doposito geral em casa de Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz a. 22, em Par-
nambuco.
fin* 303 cortes de vestidos de seda quecustar,
60J a 165 corles de veslidos de phaulasia que
cuslaram 30; a 8g chanelinhas para senhora!
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao. *
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um na ra do Queimado n.37, loja de 4 porta-.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, yendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te TraumanndeHamburgo.
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irraos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso 4 Irmaos.
Milho
aos armazens d* Tasso & irmaos.
quelas de lustre para caraos, sellins e silhdes in-
glezes, candeciros e casticacs bronzeados lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros e
montana, arreos para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patento inalezes.
Meias de seda de peso
Rn n' biranCaS eJpre,as> e D3ra meninas,
brancas e nscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
Vcude-se
o engenho Aremund silo na freguezi da Esca-
aa.iio Iimiledo Cabo, arredado um quarto de
legua da estrada de ferro, com bastantes mattas
virgens, edificado de novo e lodo demarcado a
tratar no mesmo engenho com o proprietario
- Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com essento para 4 pessoas de
dentro, e um asiento para boleeiro e criado fra,
forrado de ranno fino, e tudo bem arranjado !
para fellar cora o Sr. James Crabtree & C. n.
\, ra da Cruz.
Vende-se a taberna n. 141 da ra
do Pilar, tendo poucos fundos : a tratar
no primeiro andar da mesma,
Tijollos de^narmore branco a
400 rs. cada um.
Vende-se no laboratorio de Gamitta
i C.: no caes novo por traz da ra do
Imperador.


DIARIO DE PRNAMBUCO. SEXTA FEIRA 23 DE MARCO DE 1860.
AKMAZE1IPROGRESSO
DE
da IPeitlia-
Attenco.
Na ra Notan. 71,vendem-secarrinnosdc mo
a 15$, feijo amarello milito novo a560 rs. a cuia
c ero saceos por preco commodo, trelo a 69, mi-
lho a 4jf500, e oulros gneros por commodo prego.
Almeida & Burgos.

Manleiga perfectamente flot a 800 rs. a libra c em barril se far mais algum abatimento.
Qucijos multo no\os
a lfiTOO rs. e em caixa se far mais algum abatimento nicamente no armazera Trogresso.
iYmervas francezas
em latas de folha e campoteiras de vidro a 900 rs., e em por<;o se tari algum abatimento s no
Progresso.
Cartocs acbo\in\\os
muilo novos proprios para mimos a 500 rs., c em porro se far algum abalimcnt.os no Progresso.
Iigos de comadre
era caixinhas elegantemente enfeiladas e proprias para mimos s no Progresso ccom vista se far
um prero commodo.
lalas de soda
cora 2 1|2 libias de diflcrcnlcs cualidades a 1JC00 rs., nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a /00 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso.
YmVios engarvaados
Porto, Hadeira. toros, Muscalel. Paitarla, Dordeaux, c oulros muitos mais e cora a vista se faja o
Com luja de fazendas na na do Cnbug
2 n. 8, fazem scicnte no respeitavel publie >,
si aos seus amigos e freguezes, que se acham
* prvidos do mais completo sorlimenlo de
fa/endas finase grossas, como tambera de
f* roupas eitas francezas c perfumadas,
fc Tcm ludo quanlo preciso para apromp-
@ tar-se para a quaresma, e eslo resolvidos
a venderem demasiadamente barata, e
j@ rauilas fazendas por menos de seu valor
para fecharem contas. l)o-se amostras.
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3?>
4:000 a dusia ditos con 4 pairos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
i lrmaos. ra da Imperatriz n. 10.
|37 Ra do Qiicimailo 37

Loja de 4 portas.
Cbcgou a este, estabelecimento
en

Fardo a 5S500.
se far algum abatimento
Ra da Imperatriz, loja do beceo dos Ferreiros
saceos grindes para acabar.
= Vende-se una casa terrea com pequeo
sitio era Santo Amarinho c viveiro no fundo : de feltro para homem de ^ 53 e~al
quem a qui/er comprar, dirija-se a Manoel Luiz '
da Veiga, na ra dos Pires n. 44 A, que Ihe dir
quem vende.
Garneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por prero commodo.
preco commodo, conforme a qualidade sno Progresso.
\Tin\ios em pipa
Torio, Lisboa, Figueira e Pralos de 800 a 610 rs. a garrafa em porfo
vende-se (nicamente atlendendo a qualidade) no armazem Progresso.
I$o\acliiii\ia ingleza
muito nova a 30 rs. a libra e barrica 4$, nicamente no Progresad.
Potes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1?200 rs. cada um, se aSrnt,alr 08 compradores, e tambera tica
a o Progresso. necendo os proparos para os ditos (piando
Hoce de goiaia
xnuile fino de ISa 1^500 ocaixo, s no Progresso.
CAvocoiatc vancez
n 1 a libra, assim como vendem-se os seguate! gneros ludo recer.temcnlo chegedo c de superio-
res qualidades, presuntes a 480 rs. a libra, chaunca muito nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de lmate, pera secea, pas*sa, fructas es calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoas cobertas, confeitos, paslillias de varias qualidades, vinagre branco Bordoaux proprio
para conservas, chartites dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades, gom-
raa muito fina, i rvilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacete barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azci
ionas muilo novas, banha de porco refinado-o oulros muito gneros que encontraran tendente a ons a IjSUO, arroz a 80 rs..e a 100
molhados, por isso promelem os proprietarios venderem por muito menos do que oulro qual quer no Palc0 da l c"n?' ePuslt n-
prometen) majs tambera servirem aquellas pessoas que maudarem por oulras poueo praticas cotno Sil (O A^m'l
Vende-se a bordo do brigue Alfredo : (tala-
se viessem pessoalmente ; rogam lanibem a lodos os senderes de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suos encommendas no armazem Progresso que se Ibes a blanca a boa qualidade c<
o acondkionamerrte.
Vcrdadcita goma de matarana
o 400 rs. a libra, s no Progresso.
Paulos
lichaios para denles a 200 rs. o m*;o c-,m 20 macinhos, noProgressc.
um completo
sorlimenlo de obras feitas, como sejara : pale-
lots de panno fino de 16g at 28g, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 35, um completo sorlimenlo de palelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por proco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5$
cada urna, chapeos francezes para homem a 8J>,
ditos muito superiores a IOS, ditos avelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10$, cha-
cada um, dilos de seda e de palha enfeitndos pa-
ra meninas a IOS, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinbas de velludo ricamente enfulla-
das a 25$, ditas de palha de Italia muilo finas a
25$, cortes de vestido de sed3 era carto de 40$
at 150$, dilos de phantasia de 168 at 35000,
gollinhas de cambraia de 1$ at 5$, manguitos .
de 1$500at5S, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
; e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colleles, palelots e calcas de 3^500 at
4$ o corado, panno fino preto e de cores de 2J?500
! at lOg o covado, corles dc collcte de velludo
| muito superiores a 9 c 12$, ditos de go-guriio
e de Tuslo brancos de cores, ludo por preco
' barato, atoalhado de algodo a 1280 a vara,
, cortes de casemiras de cores de 5 at 9#, grosde-
I naples de cores e prctos de lBfiOO at 38200 o
, covado, esparlilhos para senhora a 6$, coeiros
| de casemira ricamente bordados a 128 cada um,
! lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12$, cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 208 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
rs. a libra :! 2$400, barege de seda para vestidos, covado a
lj>400, um completo sortimenlo de colleles de
gorguro, casemira prcla lisa e bordada, e de
fusto de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 78 o covado, pannos
para cima de mesa a 108 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colleles a 28800
o covado, bandos para armacao de cabello a
18500, saceos de tapeto e de marroquim para via-
gem.eum grande sortiniento.de macas e malas
de pregara, que ludo se vende voutade dos
freguezes, c outras muilas fazendas que nao
!> possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
DE
ummmm i muU& s tifies-
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Beluiiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de dilTerentcs dimences
(de 3008 a 3:0008) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios con ti dos
para reslilar c destilar espiritos com graduaco al 40 graos (pela graduarlo de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas boje approrados e conhecidos nesta e outras provincias do impjrio, bombas
de todas as dimences, asperanles c de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torueiras
Je bronze de odas as dimences e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para tomainas e crivos de ferro, lubos de cobre e chumbo de todas
is dimences para cncamentos. camas de ferro com armarlo e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de l'landres, chumbo em lenrol e barra, zinco era lencol e barra, lsnces o
armellas de cobre, lences de ferro o latao,ferro suecia inglez de todas as diraensoes, safras, lomos
e folies para ferreiros ele, e oulros muitos artigos por menos prero do que em outra qualqucr
parte, desempenhando-se loda e qualqucr encomraenda com presteza e perfeiclo j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se diguarera honrarera-nos com a sua runfian ;a, adia-
rlo na ra Nova n. 37 loja de (erragens pesso.i habilitada para tomar nota das encommendas.
0 gaz liquido purificado.
Na ra Nova n. 20.
niquissimo sorlimenlo de candieros grandes
I c pequeos, de nova invencao, com lodos os
'competentes; preparos para dar luz um auno in-
! teiro sem quo possa alhar, o que muilo deve
compradores, e lambem tica se for-
proparos para os ditos quando se aca-
bar ; na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-se urna boa casa teirea, sita na ru
das Flores n. 17 : quem a pretender, dirija-se a
Iravessa da ra das Cruzes, taberna n, que
achara rom quem Iralar.
Oh! que pechin-
cha.
I'eijao mulatinho a 480 a cuia, queijos muilo
se com Terxeira Basto, SI & C?, largo do Corpo
Sonto n. 6, segundo andar.
Al bardas iuglezas.
Ainda ha para vender nlgumns albardas ingle-
zas, exceilenles por sua duracao, levesa c com-
\ modidade para os a-nimaes : em casa de Henry
Gibson, roa da Cadeia do Recito n. 62.
Superiores chapeos de manilha.
de. e eterna duracao, siio preferiveis aos do Cl..
le; exL-tem venda nicamente em casa de conjuradores se mostraro
j Henry Gibson, ra da Cadeia do Recite n. 62, por AA
prcc.0 commodo.

'.V *Ty '.X .: X *^x TV iCA - i3> /CX Ti ^x
-_> vi >V t-> SxiyVi' >i xrV v> xzy *&
Vende-se urna negrinha de 15 a 16 annos,
sabendo coser, cozinliar e cnsommar": no Man-'
guinho, em frente do sitio do Sr. Accioly.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAUOBADO
PELOS SKS.
D. Antonio da Costa A. F. de CastlhoA. Gil-Aloxandre HerculancA. G. RamosA. Gima- llTnc I <1 no nTinrAf-
raes-A. de LunaA. de Oliveira Marreca-Alves Branco-A. P. Lopos de Mendonra-A. Xavier \ CdMliOs 1)1 CtUS
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaideiraE. Piulo da Silva" e CunhaF *s -1
Gomes de AmonmF. M. BordolloJ. A. de Freilas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ de
AndradeCo-voJ. da Cosa Cascaes-J. Daniel CotlacoJ. E. de Magelhaes CoiitinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha Rivara-4. J. da Grara JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino CoolhoJulto Mximo de Oliveira PiraentelJ. Pedro dcScuzaJ. S. da Silva Ferraz
Josi de TorresJ. X. S. da MoHaLeandro Jos da CosaLuiz Filippe LeitoLiz Jes da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentim Jos da SHveira
LopesXlIu Cmara.
DIRIGIDO
po:i
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da Molla^Rodrigo Paganino.

Vende-se
i
i

$ Estopa.
Camisas inglezas.
Riscoutos em latas.
Em casa de Arkwigbl & C. ra da Cruz nu-
mero 61. U
, @8@@-g 3- @990
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambora urna
variedade de bonitos trancclit'.s para os mesmos.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as narres po-
dem lestemuiihar as virtudes desle remedio in-
comparavcl e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle Ozeram lem seu corpo c mero-
bros inteiranienlc saos depois de haver emprega-
do intilmente oulros tratameiilos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos asnos; ea maior parte
dellasso tao sor prendeiites que admir.-.n. so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram cora esle soberano remedio o uso de seus
braros e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam BOrer -i
amputarlo I bellas ha militas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimenlos, para senao
submetlerera essa operaclo dolorosa foram
curadas coraplelaraente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconhecimeiilo declararam e8
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor c oulros magistrados, afim de mais autenti-
caren! sua Qrmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo do saude sa
'ivesse bastante confiaba para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentralalo que necessitasse a naiureza do mal, |
cujo resultado seria prova rinconleslarelmente :
Que ludo cura.
O ungento lie til, mais particu- i
larmente nos seguintes casos.
Inflammaco dabexiga. i
Vendc-sc
lnha de novcllo de todos os sorlimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores, bran-
cas e pretas, por precos commodos : era casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. C2.
Vende-se um grande sitio com casa de vi-
venda, muilo perto desta praca, com grandes bai-
las para capim, que se corlar 100 feixes de vc-
rao a invern, com paslo para vaccas de leite o
plaolacea de verduras, com algunaarvoredos du
iiudo, boa agua de beber, lauque para banho :
quem o pretender, diiija-se a serrara n. 55, da
la da Proia, de Jos Divino de Miranda.
Pechincha.
Cvas frescaes de caraoropirn viadas no
palliabote Joifje, por atacado dous cai-
xocs e a rctall>o : na casa de Joao Jos
de Gouveia, na do Queimado n. 27.
de grosdenaples.
?S Vende-se na ra do Cnbug n. 8, cor-
S les de vestidos para senhora, de grosde-
] 5 naples pjelo com saias ricamente borda-
|fc das, em seus grandes carios, com o aba-
* te de 30 por cent o do preco que nao ha
g nii'o se venda, d-se a t0.
^m-mw^m^Kmmi] c?m Pequeo toque de avada.
loja do Preguira,
Pechincha.
Destinado a resumir todas as semanas o moviiaento jornalisticc-e a olTerecer aos leitOFOS, con-
funtamenle eom a revista do que raais notavel houvcr occorrdo na .poltica, na scieocia, na indus-
tria ou as arles, alguns rticos originaes sobre qualqucr destes assumptos, o auchivo cnwehsal,
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicarse, lem satisfeilo aos seus fias, com a maior
exaclidao e rcgularidade.
Publica-so todas as segundes feiras era folhes de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas cora ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra das Cruzes, e na ru Nova n. 8.
Preco da assignatura : peloe paquetes vapor 10 brasileira).
Ha agurecs colleccoes desde o comeco da publicago do jornal.
PSBa
CONSULTORIO
Br
Alporcas.
Caira bras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Hitas do anus.
Eruproes e escorbuti-
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguira, Kc,as,-
vei.df ra-se peSas de algodao encorpado, largo. f,'r"lasno abdomen.
com pequeo loque de avario a 2jJ50 cada urna. i''"a|uade ou falta de
Aos amantes da economa Stna
Na '" nHa4 a i..:, j- n._..:__I 'ieiras.
ra do Queimado n 2, loja do Preguira,
bastante csc
a peta, e 160
vendem-se rhilas de cores lisas"
ras, pelo baratissimo preco de
rs. o covado.
Vende-se urna loja de miudezas na
ra Direita, a qual tetn poucos fundos,
e por uso propria para quem quizer
prneipiar neste negocio : quem pre-
, P. A. fliODO JOSCOSO
EEDlfi PMTH1BID B IPIlilDDIE.
3 RCA 1A GLORIA,CASA DO FVHD10 3
I
Cllmca 'poT ambos os systemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas lodos os diaa pela rnanha ede tarde depois d* 4 horas
Contrata partidos para curar annualmenle no sopara a cidade como para osengenhos ou outra-
propnedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 hora* da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualqucr hora do da ou da uoite seudo por escripto m que se declare o nome da
pessoa, o darua e o uumero da casa.
Nos casos que nao brem de urgencia, as pessoas residentes no hsirro do Recife podero re-
znelter seus bilheles a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros de Sr. Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte vclna.
Ncssa loja e na casa do annnnciante achar-se-fta constanteraeni e os melhores medica-
menteshomeopalhic^s ja bera conhecidos e pelos preces seguintos;
Botica de 12 tubos grandes, ...".......105000
Dilos de 24 ditos...............lgOOO
Ditos d 36 ditos...........'..'. 20^090
Dito d 48 ditos............... 25S000
Ditos de C0 ditos.
Tubos avulsos cada um. .......... '.
Frascos de linduras........,.'.'.'.'.'
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez cora o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. '.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
05000
1$000
SjOOO
20000
lOgOOO
6fi n. 38
Em casa do Henry Forster A C, ruado
! Trapiche n. 8, vende-se :
Arreios americanos.
Bombas idem.
Foges dem.
Arados idem a 30$000.
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Lampeos de Dtente com azeile proprio.
Yiaho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos & C, ra da
Cruz n. 10 enconlra-se o deposite das bem co-
nhccidas marcas dos Srs. Brandenbu-rg Freres,
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguinte qualidades :
De Brandcnburg freres.
SI. Estph.
SI. Julien.
Marga ux.
La rose.
Chaleau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
SI, Julien.
SI. Julien Mdoc.
Cliatcau Loville.
Na mesraa casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveja branca.
Pianos venda
Em casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo sorli-
menlo de ricos-c-encllenles pianos de lodos os
presos-c qualidades, os quaes sao de muita du-
racao pela sua boa construccoo. Estes pianos
que foram premiados com a medatha de primei-
ra classe na exposioao universal de serem de 7 oilavas e 3 cordas.so de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci- i
sarem pedem cmpralos com 20 ou 30 0u0 d!tenc,er dirija-se amesuu, ra Dir ta l-
menos que em outra qualquer parle. ja de calcado n 7
lib7asCaenm iUSES*?*' -em ba"9 de ^ ~ Vende-se por multo commodo proco, a di-
VerT JnriIm!.0"-. v \r,hciro ou a P"z- um engenho d?agua bom
c^e do ort irnvil^ g ,' bran- ^<. com boas ierras, situado entrea villa do
MlS,tV.n ''"' costura: em Bonito e a F.scada, distante daquclla villa tres le-
.ellor & C. ra do Torres fi0as : quera o pretender, dirija-se a ra Bella n.
14, que ah achara com quem tratar, das 11 ho-
ras do da s 2 da tarde.
Aos amantes do barato.
Confronte a Iravessa de
S. Pedro.
7Ra Direita7
O proprielaria desle estabelecimenlo, queren-
do acabar cora urna factura decalcados france-
zes, expz ao publico, pelo prego a'baixo ;
Borzeguins inglezes OJOOO.
Ditos francezes. lastro de phantazia 9J500.
Ditos dilos aristocrticos 9g.
Ditos ditos de pellica e lustre 8#.
Dilos c onomicos 6g.
Sapatdes francezes de luslre a phantazia &*
Ditos dilos democrticos 58500.
Ditos econmicos 3j>500 o 4}300.
Sapatos de entrada baixa com sallo 4JJ500.
Dilos de dita sem gallo 3500.
Borzeguins a phantazia para senhora 5$.
Dilos de cores a 4S00.
Ditos democrticos para menino 4j.
Di loe de-cor 3g800.
Ta mancos de marroquim para hornera e senho-
ra a 50rs,, e oulros muitos calcados, cujos pre-
cos extraordinariamente baratos, satisfarao as
expectativas dos compradores.
PECHINCHA.
Ovas frescaes deC-moropim, indas no palha-
bote Jorge, por atacado 2 caixOcs, ea retalho :
em casa de Joo Jos de Gouveia, ra do Quei-
mado n. 27.
Novo armazem de fazendas
e modas
,''' Gengivasescaldadas.
. Incharoes
chaces
Inflammarao dofigado
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura <. mosquitos.
Pulmes.
Oueimadelas.
Sarna
Supurares ptridas.
Tinlia, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na boi
do ligado.
das axciacoes.
Veas torcidas ou noda-
Labyrinthos.
Na loja ao p do arco de Santo Antonio, ven-
dem-sc duas ricas toalbas de labyrintho, sendo
una toda de labyrintho o a outra de labyrintho a
roda, proprias para baplisado.
Aossenhores acadmicos.
Vendam-se em segunda mo os seguintes li-
vros : Chauveau e Helie, dioit penal, O telan
ttroit Romain, Dr. Aulran ; Direilo Publico. Se-
dillot ; Medecina legal, Diccionario classico, Ma-
nual do cidadao, por Silvestre Pinheiro, etc.,
etc. : no aterro da Boa-Vista, boje ra da Impe-
raniz n. 92 A.
Vendem-se dous carros em bom estado,
com exceilenles parelhas ou sem ellas: a tratar
na rocheira da ra de Sanio Amaio.____________
Escravos fgidos.
No dia do crrenle fugiram cu engenho
Uchfl o escravo Filippe, cabra, eslaiura regu-
lar, pouca barba, com signaos de bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 annos de idade, falla bem ;
0 no dia 8 o escravo Marcoino, deuarao An-
gola, cr fula, alio e secco, sem barba, lem ni s
braros signaes de varetea, na testa una cicatriz
em forma de meia la, e era cima de um dos ps
urna sicatriz que repuchou alguma coi.sa a pello,
tem a falla descansada, bem feilo de rosto e re-
i presenta ter 28 anuos de idade ; ambos estes es-
cravos levaram calca de algodao azul trancado o
camisa de algodo de listra, alera de mais roupa
que possuim, e suppoe-scque reuniram-se pa-
ra seguirem viagem para o serlo do Sobra! de
onde o primeiro natural : a quen, os ippreln n-
der j mos, ou a cada um de per si, ou delli
noticia, ser bem recompensado pelos seus de-
nos, no referido engeniio Ucha.
A 3G0 rs.
Neste
nientemen
maior com
antos sacricios.
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por mez.....
momos, de choque ou chuviscos por mez
Series de cartees e banhos avulsos aos precos annunciados.
Laas para vestidos e roupas decrianras, fazen-
das de padres modernos : na ra do Queimado
n. 17, a primeira loja passaudo a botica.
Por metade de seu valor.
Sedas prelas Iavradas em cortes, pelo dimnu-!
mado n.
DE
e proveitosoestabeleciraento, que pelos no vos melhorsmentos feilos acha-se conve- to PrP'.'" de 20g o corle : na ra do Quei
te montado, far-sc-hao tambera do Io de novembro em vante, contratos mensaes para 17' a Pmeira loja passando a botica. '
imodidadee economa do publico de quem os propietarios esperam a remunerado de | TrTP!\I^I'"A
Faria C, ra Nova
numero 45.
ogooo
155000
FUNDICAO DAURORA.
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu rcconhccido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engeuhos tedas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meas mueadas, lachas de Ierro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ncini, porles gradara, co-
lumnas e monhos de vent, arados, cu 1 Uva,lores, pontes, 'aldeiras e tanauea, boias, alvarenga.
Leles e to"
i monhos de vento, arados, cultivadores, pontes, 'aldeiras e tanques,
3dasas obras de raachinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr
Vendem-se velas do composirao de muilo boa
qualidade, em arrobas, por preco muito cora-
modo : na tabrica do largo do Terco n. 29.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Mceda n. 3 A, um grande sortiraeuto
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Espirito de vinlio eom 44
graos.
Os proprietarios desle novo estabelecimenlo,:
recebendo directa trente de Pars e Londres por!
lodos os paquetes arligos de modas, que consli-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabeciraenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., rada bocetinha conlm
urna instrucc.ao em prlugucz' para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambuce.
Euicasa de Borolt & C, ra
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello iuteiramente
novo.
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodo americano tranrado.
Presuntos para fiambre."
Cha preto de superior qualidade.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muito afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Menl Julop, Bitlers, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Para apurar dinhelro.
Na grande fabrica de tamancos da ra Direita,
esquina da Iravessa de S. Pedro n. 16, ha eflec-
tivameulc um grande e rico sorlimenlo de la-
mancos de todas as qualidades, que se vende
muito em conla para apurar dinheiro; a eslac&o
invernosa esl na porta, portante, os senho'res
commerciaules da praca e de fura devem-se pre-
venir : vende-se a retalho, o era pequeas e
grandes porcoes.
*mm&& sigsi33i3i3 mmmm
Vende-se ura bom engenho na fregu- ^
zia de Pao d'Alho, tendo Ierras para mais "v
dous ungenhos as quaes tambera se ven- ^S=
dem em separado : quem pretender airi- 5
ja-so ao Sr. Joaquira Marques Santiago S
na ra do Brum desta cidade, primeira ?
^ casa depois do chafariz.
mKQH mmesem &&2?m-
Afianca-se a qua-
lidade.
seja qual fr sua naiureza pelos Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
desechos ou moldes que para tal lm forera aprsentelos. Recebera-se encoraraendas neste esta- (tros, chegado da Europa as arrafas ou as ca-
belecimentona ruado Brum n. 28 k. c rfa ra do Collegio hoje do Imperadorn... moradia do cai-
xero do .estabelecimento os Joi'iia da Cc?! Pereira, Cfltn quera os preteodentes s podtm
ectejid3rpi>i2 qtwlqucr obrt4
andan: na ra larara do'Rosario n.M
Yendam-se ceblas em caixas e aos eenlosy lhores que vera
por barato preco ; n? ra Direita n. 69. jzoavei?/
Vende-se ervilha a 100 rs., pateco a 160 rs. a
tuo o mais bello sortimenlo de fazendas em apu- libra, milho a 4j}600 o sacco : por baixo do so-
rado gosto, fazem scientc aos seus freguezes e ao '
publico em geral, que tedas as fazendas de seu
estabelecimenlo sero vendidas por prero muito
mdico.
Na loja de miudezas, calcados
e funileiro, no aterro da
Boa-Vista n. 78,
vende-se bezerro francez muito novo c boa qua-
lidade a IftlOO a pelle, tranca com vidrilho, bo-
nitos padres, branca e prela a 560 c a 500 rs. a
vara, bico com um palmo o mais a lj>200 a vara,
alfinete de ferro para armador a 120 rs. a carta,
pentes de tartaruga virados, bonitos padres, a
9#, papel de peso pautado a 3#500 a resma.
Relogios de ouro e prata.
Em casa do Henry Gibson, ra da Cadeia do
Recife n. 62, ha para vender um complete sorti-
menlo de relogios de ouro e pra.'a, chronome-
Iros, meioschronometros o de peioute, os ra-
osle mercado, e a grecos ra-
biado n. 16, com o oilo para ra da Floren-
lina.
= Vende-se ou arrenda-se o engenho Leo,
site na freguezia da Escada, moenle e correnlc ;
este engenho fica a urna legoa da estrada de fer-
ro e a pequea distancia de porte de embarque ;
seu terreno conlm vai/.eas colladas por usque
peridicamente os alagara e por isso os fertili-
sam : fui movido por agua, e se-lo-ha com pe-
queo trabalho porque existe um grande acude e
levadas necessarias ; su3s obras sao antigs, mas
em perfeilo estado de conservaban, solidas, vas-
las, e com todos os commodos desejaveis. Po-
rm o que torna esle engenho ura predio verda-
deramente ambiciona*?!, sua extensao de mais
de legoa coberta de matas virgens, convidando
o trabalhador a rasgar-lhe as enlranhas pela cer-
teza de grandes colheitas : pela naiureza do solo
e suas dimensocs, o engenho LeSo pode fornecer
terrenos para dous grandes ingnitos sem per-
der as qualidades que o distinguen): com Ernes-
to Goncalves Pereira Lima, no engenho Vicente
Canipcllo da mesraa freguezia, poder entender-
se qualquer pretendente.
Fugio no dia 6 de fevereiro prximo passado
a escrava Leandra, ciiuuta, cor fula, alta, ma-
gra, bem fallante, com os denles da frente r o-
dres e alguns quebrados, e com alguns cal
brsncos, levando loda a sna roupa. Esta csi ra-
fa natural da cidade de Olinda, e lia poneos
das fui pegada no bairro do Recife por um pre-
sto, o qual querendo leva-la para casa, foi por
. ella illuddo, e evadio-se na ntesma occasiao ;
1 por isso julga-se que ella anda por eitts lugares
cima mencionados : roga-se a qualquer pe-
que a pegar, que a leve ra de Santa Rita, so-
brado n. -0, primeiro andar, que sei graUfkada.
Fugio no dia 7 de novembro do auno pr-
xima passado o escravo Felippe. de naco An-
gola, de idade 45 a 50 annos, cora os signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla fina e a voz sempre baixa, bocea
larga, com alguns cabellos brancos pelas Con tes,
parecendo ser muito mancinho, porm muito
vclhaco e mollino a curador de cmposlurias, de
bom corpo, pernas um lano unas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Pela quem
o pegar ou disser onde de cerlo est ser beo
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assgnado, no dia 18
do correnle, urna sua escrava da Costa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 anno, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pela, tem
bstanles cabellos brancos, costuma trazer um
panno atado roda da cabera, tendo por signa!
mais saliente a3 mos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esta escrava leudo sabido como
de coslume, com venda de airoz, nao vollou
mais : roga-se, portante, s autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dila escrava, e leva-la loja
do Freguica, na ra do Queimado n 2, ou caa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do lllm. Sr. tenenle coronel Sebas-
tio, que se rao generosamente recompensados.
No da 6 do correnle. fugio do engenho
Ucha, o escravo Filippe. cabra, esUtura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ic-
io, falla bem e reprsenla ter 32 annos de idade ;
e no dia 8, o escravo Marcoino, de na cao Ango-
la, cor fula, alio, secco, sem barba, tem nos Lia-
ros signaes de vaccina, no testa una cicatriz pe-
quea em forma de meia la, e em cima de um
dos ps urna cicatriz que repucha alguma cousa
cousa a pelle, falla descansado, bem feito de ros-
to, e representa ter 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levaram oteas de algodo azul
trancado e camisa de-alcod de listra, alem du
oulra roupa que possuiam ; suppe-se que esles
escravos reuniram-sc e seguiram viagem para o
serlo do Sobral donde o primeiro escravo veio,
ou para outro qualquer sertao, porque consta
que seguiram para o centro : roga-se a tedas as
autoridades polciaes, capites ou a qualqucr
pessoa particular, que os apprehenda, ou aviso
ao major Antonio da Silva Gusmo, no Recife,
ou no engenho Ucha, que sendo auloridade lhe
tirar em cierno agradecimenlo, c compromet-
le-se a pagar generosamente as despezas com a
condueco ou aviso dos referidos escravos, assim
como a capilo de campo ou pessoa particular
que fizer o favor prende-los a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, ser generosa-
raente recompensado.


(8)
Lill<&atura.
DIARIO DE PERNAMRUCO. SEXTA FFIRA 23 DE MABCO DE 1860.
t\j>os mana sobre os eseravos, durante a
repul!
do secile VI da era enlistan.
(Citncluso.
diam gozar dos direitos intermediarios que por-
lenciam aos'itlicos ou provincianos.
A loi roiga Renlia 6 um cdigo de manu-
missito quo abro la (odas as leis o usos que Ihe
sAo anloriorcs. Pifcle-sc notar que Augusto, cio-
so d.>s dircilos de cidade romana, outr'ora indis-
iC e O iinpei'0 at O COineCO lmdamenle prodigalsados aos libertos, cercou
_i_ ii j_ _i .- as nianumisses de numerosas formalidades, to-
das indispensaveis.
ART 1.
Capacidade daqnelle que liberdade.
O senhor deve ser maior do 20 annos para con-
ferir a liberdade seu c3cravo : nao se exige
SF.f...'.\0 2.a J)UliAAJK ) IMPERIO
:'j^SJ^W) 'iri-i"ni era antes
y.\m o nscrav itu que um neto como nas insltur-6es dos menores d -25 alios!
2 fFr* '! ?cn!,"r' '"Hiou se, quo a edade sej cmplela : no ultimo da do
i*0 ntoierave nos ltimos lempos vigsimo anuo torna-so apto para manumi-
c Roma, din Moi Ic^quicu, (Grand. lir.
H. des Rom. 13) linha feito, em todas as | Em outros caso3 (2! determinados
guerras, um numero cilraordinatio de prisionei-
ros : e quando os cidadaos esliveram f.irlos de ri-
quezas, comprramos de todas as parles ; mas
piles os olforriavam sem numero, por generosi-
dade, por avarc/.a, por fraqueza. L'ns queriam
recompensar osrravos fiis, outros queriam rece -' llio, era Roma, em certos da
ser em seu nome o trigo que a repblica destri- pro.incias, smente no ulli
bula nos cidadaos pobres, outros emfim muilas ca;5o.
pessoas que os acompanhasseni com ramalhe'les Quando urna raulber era quem manumitia, sua
de llores Assim pois as leis. pela corrupcao' capacidade era menos extensa, posto que fosse
08costuraos da repblica, coneorreram para niul-j maior de 2J annos, se ella eslava em tulella le-
Hpiicar n numero dos proprietanos. que torna- gitima, menos que nao livesse o jus libera-
s a manu-
misso podaitcrlugar antes desta edade, mas
era necessaro que fosse approvada por um con-
selho composlo em Roma de cinco cavalleiros
romanos pubeies, c nas provincias de 20 cida-
daos romanos. Manumitia-se peranle este conse-
as marcados, e nas
mo dia da convo-
ram-80 os instrumentes das violencias de Mario
e da usurpadlo de Cesar.
No lempo das guerras civis, cada rhefe de par-
tido, para sustentar a lucia, fnzia inniimeraveis
manumisses, e esses cscravo<, cidadios d'um
dia, tornaran)-se soldados, instrumentos de ty-
rannia para domarcm os verdadeiros cidadaos de
origen). Tal foi e ser sempre a conducta dos
ambiciosos.
Para prevenir esses abusos que se poderiam
renovar no lempo do imperio, Augusto creou
una legislarn inleramente nova sobre a manu-
misso.
Estabeleceo-se tres clastes de manumisso,
modeladas pelas tres classes de liomens livres :
os cidadaos. os latinos o os dediticii.
Os primeiroa gozavam de todos os privilegios
civis, em urna palavra eram cidadaos. Os latinos
gozavam de certos prcvileglos recusados aos ou-
tros povos que raziam parle do imperio romano.
Pelo que respeita aos ltimos, clles eslavam -< in
pi ssima condilione : cha rearara-se peregrine
dediticii os povos que liuliam pegado em ar-
mas contra Roma, e depois se enlregaram dis-
cricao.
Augusto promulgou tres leis celebres : a lei
jimia norbana que intruduzio os libertos la-
tinos : gracas i esta lei, os eseravos que ante-
riormente in librtale roorabaiilur adquiran)
urna rerda letra liberdade. c se clles nao eram
rum ; porque a manumisso sendo urna alie-
naco, ella nao tinha o poler de alienar urna.
cousa mancipi sem aulorisaro de seu tutor.
Em regra ella podia manumitir com aulorisa-
co do conselho, mesmo para casar com seu es-
cravo.
Conforme osla restrircao feila pela lei celia sen-
ta, o menor de 20 annos nao podia por (esta-
mento conferir a liberdade, comqnanlo livesse ca-
pacidade paradispor do todos os sous bens de-
pois da puberdade.
Justiniano adiando esta dslincco ridicula e
:nsupporlavel, decreten logo que por testamento
se poderla manumitir com a edade de 17 annos,
porm, mais consequen le oilo annos depois. em
5fl da era christa, elle abrogou esta disposicao
da eolia senli.i, o quiz que se podesse maiiuiiii-
tir por lestamcnto desde a edade cm que se po-
desse testar.
A capacidjde do senhor eslava ainda restricta
por ura oulro artigo da lei celia senta.
Era prohibido manumitir em fraude dos credo-
res, e notemos que comquanlo a manumisso
material livesse lugar, o eseravo nao adqueria a
liberdade, pois del la podia ser privado. (1)
E-la disposicao se applicava nao somonte aos
cidadios romanos, mas ainda aos esliangcros,
segundo um SC'.o, promulgado no lempo de
Adriano.
Lm senhor milito individado podia entretanto
eiauaos romanos, linham pelo imuios dircilos]sem defraudar seus credores, dar liberdade
nos e podiam lornar-se cidadaos romanos
A lei libertos, e restringi as manumissdes prescreven-
d > orlas legras.
Emflm a lei furia canini,. vcio por entraves
manumtsses testamentarias. (I).
Primeira lei jimia or baa.
A lei jimia norbana SOOCCionOU a liberdade que
O Pretor nos ins da repblica nao fa/.ia mais do
que manter de fado ; ella fez inteiramcnle des-
apparecer a escravidao que nao cossava de pesar
esses escravns in librtate por oulra
idos libertos < in servitute Ella reronhe-
cev os nniigus privilegios dos povos do Latium,
em urna palavra, assimilbou esses autigos liber-
i eseravos mixtos, aos cid id.ios roma ios,
qner ingenuos, quer libertos, que abandonavam
Roma para fazer parte de urna colonia ou fun-
da-la.
Pela promulgarlo desta lei. vio-sc ditas clas-
s 's de libertos uns nao ciJada;is, os outros la-
A liberdade foi plena e inleira, o nito se achou
mais esta especie mixta de eseravos ou libertos
que o pintor manlinlia em liberdade de faci e
-l.uain kg.ilinentc em escravidao, se a ni i-
nao era feila por cidadao romano .
tanto se a liberdade era conferida por um
geiro o eseravo eslava simplesmente in
lie ese a lei do libertador nao decida n
contrario, o pretor nom permitid manumissi-
num servir .
A lei jimia norbana confvrio latinidade a to-
ravos.que o pretor in librtale tue-
balur ; mas nao sci quem poz no numero dos ..
lalinos-junianos os eseravos que leudo sido ma- se culpado.
um de seus eseravos, instiliiindo-o lierdeiro ne-
cessario : era deshonra em Roma morrer intes-
tado.
Quando ninguem aceitara a heranca o que
st- dava por causa de divi'iis hara nina espe-
cie de deshonra pra o definido quando em seu
nome so rendan) seus bens em leilao.
Um eseravo pertencenle muilos nao podia
ser manumitido por um s de seus sonhores:
aquello que o libertara perda, porcslofacto, sua
porco, que augmentara a dos co-propriefarios.
Justiniano declarou quo a liberdade seria confe-
rida, so os co-proprietarios fossein indemni-
sados.
O mudo ou o suido nao po lem libertar pelo
testamento ou pela vindicta, porque era misler
pronunciar corlas patarras: mas elles linham o
direilo quando a manumiss'io podia resultar de
urna simples manifestara o de iutenco ; sem pa-
lavras solemnes.
RTICO II
Capacidade do eseravo para ser liberto.
O eseravo para tornar-se cidadao romano de-
ra ser maior de 30 anuos, menos que nao se
prorasse peranle o conselho una causa legiti-
na : ,') liberto antes desta edade sem causa le-
gitima, lornava-se latino, se nao fosse marcado,
torturado, dado para combaler com as furas, lau-
cado em ferros, porque Milito qualquer que fos-
se a sua edade elle s podia ser dedilicius. To-
dava era preciso que o castigo inflingido fosse
justamente ordenado; porque o eseravo que pe-
ranle um presidente livesse. sido torturado, nao
se ternaria libertos dedilicius quando fosse ma-
numitido de sua escravidao, se nao se confossas-
nuniilidos pelos modos solemnes nao o podiam
ser (este modo.
\--ini o eseravo in bonis nao pode, me
-.ser manumitido ['da Vindicta, pelo Cen-
rcslamenlo, e tomou-se Ir lino e juniano,
.e antes da lei junia norbana nao linham
protegidos pdn pretor.
r tic notar que todos os textos que fallam da
".ei jiiuia norbona nao fallam seno dos inler
is manumissi >, sem nada di/erem a res-
Ios eseravos libertos por um modo solem-
ne, riorra de um modo contrario lei, isto ,
-.nido nas con licocs exigidas.
l les eram as formulas e cffeilos da manumis-
inles do anuo 758 de Roma.
2.a lei alia senlia.
i jimia norbana nao restringa as marin-
es, ella creava una nova ordem de libertos,
ioiiando a liberdado que de fado goza-
". am cei los eseravos.
Mas
ns depois de 14 annos de reinado, Augusto,
lem lirmado no throno, poz entraves ao direito
de manumiti pela loi adia senlia ; cnlao
ute appareceram os naptidocs para manu-
mitir e para ser liberto.
Itrenles ordens de libertos foram asseme-
Ihadjs s diirerenles ordens de horaens livres.
Sotemos entretanto que existiam tres especies
do libertos : os assemelhados aos cidadaos, aos
'.atiuos e aos deJilicii, c que nenhum destes po-
(1! Hiimbold dala esta lei do anuo 761 de Ro-
ma, a lei adia senlia de alguns annos antes (757J,
eemjyn a le junna norbana do lempo deTiberio,
em 77-2. (Juanto mim julgo esta ultima le an-
ieii'.r lei sala senlia. Seria rauilo fastidioso
Irazer para aqui as numerosas autoridades cm
que eu me poderia fundar, ser bastante obser-
var que a loiselia senta innmera os meios pelos
iuaps os latinos podiam alcancar os dircilos da
cidade romana ; ora esta lei nao" prescrevia estas
disposicoes se nao se tratasse de colonos latinos ;
rilas eram motivadas pela nova inlroduccao dos
'iberios que se assemelhavam aos colonos latinos
em virtude da lei junnia norbana.
I 0)L1II71I u.
Nao se dava o mesmo para rom o eseravo rom-
mum castigado smenle porun de seus sonho-
res ; nem para com o eseravo castigado pelo cre-
dor quem o deredor dsse em penhor, nem pa-
ra com aquello que fosse castigado por um pu-
pillo ou por um furioso.
O eseravo que livesse reeebido a liberdade por
fidei commisso nao se tornara dpditieius se o seu
novo senhor o homesse garroteado,
{i As priucipaes causas de mainimissao da-
ram-SC quando se quera dar a lberdide ao pai
ou i mi, ao Qlho ou lilha, ao irmo ou ir-
niaanatiiracs.ao^ pedagogo, ama de leite, ,'i
sua irmaa ou irmao collaco. urna cscrava para
desposa-la, constando que" nao houvesse impedi-
mento ao casamento, e alm dissoque o senhor
jurasse espsala dentro de 6 mezes, um esera-
vo para conslitui-lo procurador, comanlo que el-
le podesse servir de procurador, isto que li-
vesse 17 annos de edade, um eseravo que hou-
vesse salvado a vida seu senhor etc. Era pre-
ciso que su libertisse o eseravo, nao par vaidade,
mas sim por affeicao. Entretanto o eseravo pa-
gando urna semina, podia ser manumitido: o
conselho podia approvar esta causa. A approva-
cao do conselho urna vez dada, posto que fosse
materialmente provado que a causa era falsa, nao
era menos immutavcl.
A faculdade de manumitir era inleiramenle
recusada aos pupillos; anda que elles livessem
causas legitimas : o conselho nao podia, pois,
approvar se eram as manumisses feita3 por pe-
nhores.
(3) Considerava-sc manumitir em fraudo dos
credores todas as vezos que elles se achassem
defraudados pelo fado da manumisso. Esla opi-
niao nao prevalereu. Reclamavam-sc duas cir-
cumslancias: Ia que o manumissor livesse a in-
lencao de defraudar, consilium 2" que as ma-
numisses fossein discordes com a fortuna even-
tos.
Assim para annullar a manumisso nao basta-
va que o credor solTresso urna perda, era preciso
quo o devedor livesse a inlenejio do defraudar.
(4) Vid. a nota Mileccdeule!
Constanza Verrier.
POR
GEORGE SAND. -
VIII
( ContinuaQo.)
Os horaens cada vez flcarn raais hypocrilas
t eis ludo. Franqueza ou malicia, o reinado das
;j. \ues absoluto o fatal. S a maneira de se
servirem dellas que varia.
Aqui a duqueza inlcrrompeu-se parar rir da
rara que mademoiseile Verrier que eslava ainda
mais admiraaa e cuidadosa do que o eslivera du-
zanlo a historia da Mozzelli.
Se lizer essa cara, disse-lhc a duqueza, s
serei sincera na metade da rainha historia, ao
i que seria nas tres quartas parles, so v'oss
:iao lizesse objocco nenhuma.
Nao estou tazendo objeeao, "esculo apenas
disse Constanca, a senhora esli nos preliminares
e cu obrara mal protestando de antemo.
Quando lornei a ver minha madrinha, conti-
nuou madama d'Evereux, que deu-se por adver-
tida, eslava resignada. Confessci-lho que a ml-
uha nslruc^o tinha-uie cuslado muilo, porque
havia sido necessaro sacrificar risonhns chimeras
e renunciar encontrar horaens perfeitos na vi-
da ; mas concordei tambem noefleito salulai do
incu desencanlamenle ; nao odiava mais o duque,
j a meus olhoselle nao era ura flagello, um in-
grato, um dcspola ; era um homem corao os ou-
tros, ou pelo menos como a maior parle dos ou-
tros, e mesmo inQnilamenlc melhor que muilos
daquelles que compe essa maioria de homens
colricos, embolados ou curiosos.
O egosmo era a lei do mundo, eu bem o via
e supportava-a tambem, apezarde ma nao rego-
cijar cora o prazer que raeu marido apreciava nos
b-acos de oulro. Se eu fra dedicada em toda a
accepcao da palavra. nao loria soffrido com a sua
inudelidade ; ora nao podendo lisongear-me de
*] Vide o Diarxj n. 68.
poder vencer era mim a natureza ponto de
querer bera bella moca que o fazia feliz, eu de-
via lomar o meu partido ; malar no meu coracao
um amor intil c importuno, fazer juslica s bitas
qualidadesTJo Sr. duque, contenlar-mo com a
sua aniizade c absler-me de censuras, quo s pro-
duziriam discordia no nosso interior.
Ora, afinal chegou-se verdade, exclamou
um dia muilo contente minha madrinha ; cu sa-
bia bem que, n'ura bom espirito como o seu, as
ideas sas haviam de prevalecer. Se livesse se-
guido os ms incIinaQcs do romance, eslava per-
dida. r
Brigaria com o duque, procurara a vinganea,
langar-su-hia no escndalo do processo, ou nos
bracos de um exaltado, que depressa a compro-
metiera, como fazem todos esses sujeitos ; o seu
marido bater-se-hia como seu rival; ou Iraziam-
o para casa morlo ou ferido, ou elle matara o
seu amante, e mandara-a melter cm algum con-
venio. Ora, ahi linhamos urna familia desacre-
ditada, filhos abandonados, e urna repulacao per-
dida Sim, eis aonde Ihe conduziriam as fbulas
e eis do que a preservou a historia !
Pois bem, agora, disse eu a marqueza, es-
lou submissa, eslou tranquilla ; maso que ser
de mim ?
Minha querida filha, respondeu ella meia
ofrendida, o com profundo sorriso, vai educar
com amor a sua filhinha, e principalmente ensi-
nar-lhe a razo Conservar urna fama cxcel-
Icnlc ; que digo ? vai adquiri-la, porque o mun-
do sabe bem que o seu esposo desdenha as suas
pcrfeicocsparaembrulecer-se nos passos de dan-
sa, e a sua honesidade brilha, tanto mais quan-
to, 6 menos apreciada por elle. Por isso vai at-
trahir as rislas de lodos, o acha-la-ho tanto
mais encantadora, quanto a sua rival marcada
do bexigas, e mais velha quo vosse dez annos.
Emfim vai ser bella, verdaderamente bella, corao
o sao todas as mulhcres que lem amado um pou-
co, solTrido, chorado, e que se deliveram cm lem-
po. Ainda quando eu nao Ihe livesse feito outro
servico seno conservar os seus olhos puro3 e a
sua tez lisa, seria sempre urna boa fada para vos-
s ; porque o primeiro dora das madrinhas de
rarinha sempre a belleza.
A belleza, minhi chara Pergunla-me o
que ser de si e possue o primeiro dos bens !
Urna raulher bella sempie feliz, quer encadeie
aseusps mysteriosaraente alguns homens de
( mrito, quer so contente era fazer exasperar as
joulras mulherese absorver todos os olhares. Nao
espere de mim mos conselhos ; s Ihe darci um.
I que bom ; que soja muilo prudente, perfei-
| lameulc senhora de si, respeilc as conycuioucias,
Posto que menor de 30 anuos, e na ctasse da-
quelles queso poJiam pretendertornarem-sc de-
diticii, o eseravo nomeado herdeiro necesgario por
um senhor individado, lornava-sc logo cidadao
liberto ; provavelmenle talvez pira que os deu-
ses domsticos do defunlo nao fossem abandona-
dos por sua morle
ARTIGO III.
Mudoi.de manumisso.
Io Para que um eseravo se torne cidadao ro-
mano, 6 preciso : alm de sua aptidao pessoale
capacidade desou senhor, que ellB'seja liberto
pela Vindicta, pelo-*Teslamcnloon pelo Censo ; e
alemdisso que seu senhor o tenha nosonmenle
in bonis, mas tambem ex jure quivilium.
Io O ultimo recenccameiito feila em Roma te-
re lugar no anno 828, no lempo de Vcspasiano ;
todava este modo de mauumitir nao parece ter
cabido em desuso antes de Alcxandre Severo. Es-
to modo de manumisso in sacrosantis ecle-
sis. (5)
2o A Vindicta era o nico modo de manumiasao
que so podia empregar quando se tinha necessi-
dade de provar urna justa causa ucranio o con-
selho.
Os cnsules poderam manumitlir sem duvida |
nenhuma durante o impe/io, porque se durante
a repblica suas funeces eram militares e polili-
ticas, durante o imperio tornaram-se puramente
civis. Assim podiam conferir a liberdade pela
Vindicla, os cnsules e os pretores de Roma ; e os !
presidentes (6) nas provincias.
Como manumitlir era um acto de jurisdicco
roliintarh, esses magistrados nao linham necs-
sidade de estarem em seus Iribunaes ; bastava
que se os enconlrasso indo aos banhos pblicos,
ao espectculo etc.
3" Para libertar por Testamento u senhor devia
ler sobre seu eseravo os dous dominios, nao so-
mente em sua morle, mas ainda no momento da
confoeco do testamento.
O escraro era legatario da liberdade que Ihe
conferia o testador ; assim era preciso que o tes-
tamento fosse valido c que arceitasse a heranea.
I.ogo que o eseravo era instituido herdeiro, re-
clamava-se que a liberdade fosse cumprida na
tnstiUiicio ; Justiniano porm declarou que o
simples fado de instituir herdtiro seu eseravo
importara para este a liberdade.
Podia-se tambera manumitlir um eseravo por
lidei commisso; enlo. em lugar de ler por pa-
trono o defuncto, elle linha o fidei commissano.
Designavam-o pelo nome de statu liber^., tido
sob a condieo, em quanto esta se nao rerifl-
casse : chamavam arcinus ao eseravo que l- !
nha sido manumitido directamente, e que linha
por patrono o defuncto.
2." Para tornar-se latino cr.i necessaro que '
faltasso urna das Iros condices exigidas para fa-
zer do um eseravo um cidadao romano, isto '
que nao fosse maior de 70 annos, em que seu
senhor nao o possuisse no jure quirilium ou
que nao fosse manumitido pelo Censo, Vindicta, !
ou Testamento. Bastara que o senhor possuisse
seu eseravo in bonis .
Chamavam-se modos solemnes de manumisso !
ns que acabamos de mencionar,e menos solera-!
nes os segundos: t. Inler amicos Este
modo de manumitir nao linha formalidade al- I
guma que Ihe fosse propria. Consista na enun-l
ciaco da rontade de libertar, feila provavelmen-
le peranle lestemunhas (7). 2." Per episto-
lam Era um modo de conferir a liberdade a
um eseravo ausente. 3." Per mensam O.
escravo admitlido mesa de seu senhor, s por
este fado era manumitido. Era urna maneira de
honrar seus convivas ( Callumel de re rust. 18.)
3." Hara anda um modo de alcancar a liber-
dade sera acto de manumisso sine* manumis-
sione .
1." Um escraro vendido por seu senhor com a
condieo de que o comprador o liberlasse.
2." Um edicto do Claudio dispunha que o es-
eravo abandonado por causa de doenea ou delei-
to lornava-se livre.
_3. Urna escrava vendida com a condieo de
nao ser prostituida.
4 O pretor confere a liberdade ou recom-
pensa ao eseravo que encobrir o assassiuo de seu
senhor.
5." O eseravo dadoem no.ra pode resgatar-sc.
4. Um eseravo adoptado por seu senhor po-
dia por islo ser manumitido, mas elle nao fazia
parle da familia.
7. O eseravo coberlo cora o bonete da liberda-
de preceda aos funeraes, ou que linha eucober-
to o corpo do defuncto.
8." (.toando no judilio liberali o proco do
eseravo vendido era pago ao senhor.
9." Quando o senhor tinha instituido urna do-
laco, e dava a ura homem livre sua escrava em
casamento.
10. Se cm um acto publico o senhor eliamas-
se i seu eseravo seu filho.
Justiniano obrogou a lei juuia e a lei a-lia sen-
ta ; quiz que todo liberto se tornasse cidadao ro-
mano ; qualquer que fosse o modo pelo qual fos-
se manumitido ; somente ordenen que as manu-
misses inler amicuseper epislolam devam
ter lugar peranle cinco lestemunhas.
4. Nao podiam tornar-se seno' dediticii os
ascravos que houvessem sido marcados, acouta-
dos vara, menos que nao fossem herdeiros
necessarios.
Justiniano aboli tambem esla classe de liber-
tos, segundo elle a manumisso tornara sempre o
liberto cidadao romano ; elle obrou de um modo
(5) Seria dilTicil lixar precisamente a poca
desla mudanca ; Constantino reclamou no anno
316 da era clirista que a liberdade nao poda
ser concedida seno em presenca do poro com a
assslencii dos bispos ou clrigos.
Na porta principal da egreja de Orleans l-sc a
seguidle inscripcao : ex beneficio s. per Joannem
episcopum el per Alberlem s. easatum facusejus
liber letberius hacsanclw ecclcsiw.
Foi nos fins do secuto XI que teve lugar esta
manumisso.
Tal era talvez a formula que se empregra no
imperio romano no lempo dos imperadores chris-
tos para conferir a liberdade ao eseravos.
(6! Debaixo desto nome deve-sc comprehen-
der os procnsules, os legali Cwsar os pretores
e os pro-pretores.
(7) Dum hcec loquimur, pucr specie sus il-
bos haeredisque redimilus modo Bronium inler-
dum, Lyccum Euchiumque confessus Calattisco
uvas circuntulit el poemata domini sui aculissi-
ma roce Iraduxit ad quem sonum conversos tri-
mulchio Dyonise, inquit, liber isle, puer delraxil
pileum apr rapitique imposuit. (Potrn, Arbi-
iri saly. p. 143 el Blam. 1669.)
as aparencias, se quizer, como a arca santa da
nossa ventura e da nossa liberdade. Nao quero
sondar as necessidades do seu coraco ; teuho a
mo muilo velha e trmula ; nao poderia distin-
guir bera os sentimentos secretos que ah se asy-
lam sob as azas do silencio. Nao me dig urna
palavra, c se cedo ou tirde algum delles appa-
recer, oceulte bem, mesmo a mim, esses indis-
cretos amoricos a que nunca se deve dar, o no-
me de mor. Nao se fie d scripeo de ninguem, e
lembre-se deque Sybilla sua' madiinha.
Segu esse bom conselho, ainda o sigo, e eis
a razo porque acabou a minha historia.
Acabou c j exclamou o Mozzelli ; aca-
bou antes de ler comejado?
Cora que cnto quera urna historia de amor?
replicou a duqueza. Pois parece me que foi com-
pleta. Se s live um amor na minha vida,
pouco, convenho, nao foi por minha culpa. Amei
smenle meu marido, o todava...
Todava, disse a cantora, procurou amar
pelo menos oulro ?
Pro^urci amar muilos outros. Nao son for-
eada a dizer-lhes se levei longe a experiencia.
Isso s a mim diz respeito, e acho conforme ao
pudor da minha posico c de meu estado na so-
ciedade.que urna mulher nao cont, que sen co-
raco pulsou mais ou menos de desejo e de ale-
gra, a menos que nao se trate de seu marido ; e
nesse ponto fui lo explcita quanto podiam de-
sejar. Conlei-lhes a invaso de urna perturbadlo
mortal o deliciosa, que tomou lano mais ener-
ga, quanto apenas confessada, foi repellida. Ora,
eu tambem conheci o amor, seu i langores. seus
ciumcs, suas lagrimas e seus soohos sem fim.
Mas reconheci em lempo que esse supposlo bene-
ticio do co era urna horrivel enferraidade d'al-
ma, c so tenho urna obrigaco qualquer para com
a memoria do meu querido duque, que esse
homem razoavel e corajoso, nao me enganou cora
falsas esperances. Desde o principio leve o es-
pirito e a lealdade de dizer-mc : Conlenha-se,
eu nao quero amor em minha casa. Com quanto
o arresto fosso cruel, todava expollio o mal do
meu coraco e preservou-mede paixes.squaes
apezar de ser duqueza, eu me senta muilo dis-
posla e to exposta como qualquer*
Logo, eu tinha razo. disse a cantora, os
homens nao sabem amar. Ha sempre na vida de
urna mulher, urna homem, que cumpre a horri-
vel misso de malar o amor em seu coracao. Na
minha vida houve um cobarde assassiuo", o re-
Iho pa'ricio de Genova ; e na sua, senhora du-
queza. houve um assassiuo brutal, o Sr. d'Eve-
reux.
Ou urna envenenadora como a Rila de Rcc-
conirano a Augusto, que nao quena prodigalisar
este Ululo lemendo avilia-lo.
ARTIGO IV.
Direito dos libertos.
Se pela manumisso o eseravos adquiriam a
liberdade, elles nao a gozavam inleramente co-
mo os ingenuos. Seus dircilos eram mais ou me-
nos ampios conforme a condieo de que se acha-
vam.
. 1. Cidadaos. Anles de Servio Tullio ignora-
va-so qual era o destino polico dos libertos;
elle foi o primeiro que Ibes den o? dircilos de
cidade e de suRragio, collocando-os nas tribus
uibanas; porm os ingenuos, descontentes de se
acharem assim confundidos, relirararri-so logo
dessas tribus, preferram fazer parte das tribus
rusticas que eram compostaa de pessons de ori-
ftem livre. A fuso se operou inleiraiyente quan-
do Appius Claudius Censor, espalhou-os lelas
tribus rusticas.
Elles todava nao estavam inteiramenls asseme
Ihadjs aos ingenuos; recusaram-sc-lhes certas
frueoes, esla ineapacidade se estondia mesmo
seus descendentes, para alguns erapregos pbli-
cos.
Nos comeos, os libertos nao podiam ser admit-
idos ao senado, durante as guerras civis abran-
dou-se esta severidade, o no consulado de l'iso
os expelliram. (Suet. ero 15 ; dic. cocceiau XL.
p. 150.)
Os iberios nao podiam ser soldados, todava
conceda-se-lhes este direilo cm circumslancias
urgentes.
No lempo de Augusto elles gozavam desta fa-
culdade ; mas eram sepralos dos ingenuos e e-
ram armados dilTereiitemente. (Suet. Aug. 25;
App. Alexand. de bellis civil. 1. p. 379.)
Nao era permitido aos libertos restrcm-se
como os ingenuos; (8) dislinguiam-os nao so-
mente pelo traje,mas ainda por signaos corporaes.
Parece que nao era uso em Roma furar as ore-
Ihas, uso conimum ntreos povos quem os Ro-
manos chamavam barbaros, barbaria hosles:
com este signal deslnguiam-so certos libertos.
No lempo do imperio foi permitlido aos ingenuos
trazerem argolinbas nas orelhas.
Pela lei papia poppe, promulgada no lempo
de Augusto, foi prohibido um liberto desposar
a neta de um senador.
Os libertos eram punidos differentemente dos
ingenuos, conservaram-se-lhes os supplicios de
sua primeira condieo.
No principio os' libertos podiam preferir seis
oatronos; em seus testamentos, a lei das doze
tabeas nao constitua osles ltimos herdeiros se-
no no caso em quo o liberto morresse intestado
sem herdeiros seus. Depois o pretor deu ao pa-
trono a posse dos bens contra tabulas >: quan-
do os herdeiros eram filhos adoptivos ou descen-
dentes adoptivos ou provenientes de adopeo, a
agnaco nao foi mais un obstculo ; foi s a
cognaco.
Em seguida a le popa veio augmentar os di-
reitos dos patronos no caso em que o liberto
dexasse um patrimonio do seis mil sextercios e
menos de tres filhos.
Antes desta lei, as libertas estavam cm luidla
perpetua, c nao podiam testar sera autorisaco
do patrono ; mas esla lei as libertara da luid-
la, quando fossem mais de qualro filhos.
A partir da lerpopa, para que a patrona go-
zasse do favor concedido pelo Edicto do pretor,
era precise, sendo ingenua, que fosse mi de
tres filhos, e sendo liberta de qualro. Notemos
que a patrona nao succede a seu liberto morto
intestado sem herdeiro nalural, seno quando
ella ou o liberto nao lera sido a capile mi-
nuli.
Nao smentc o patrono gozava dessos dreitos
de successo, mas tambem sua descendencia
agnatca, postoque desbordada por .ello : toda-
va a filha da patrona nao exercia dreitos seno
quando fosse mi de um filho.
2." Latinos. Podiam usar da mancipatio
isto vender com as solemnidades do direito
civil.
Elles nao podiam fazer testamento como os ci-
dadaos, mas podiam tornar-se herdeiros, quando
antes de expirar as delongas da ocretio. adqui-
ran) os dircilos de cidade.
Pela promulgado da lei, os eseravos a in li-
berlali protegidos pelo pretor podiam trans-
millir por sua morle seus bens : em geral dava-
se o mesmo a respeito do liberto latino ; o que
elle poSSUa era sob o titulo de peculio ; o pa-
trono pela morle do liberto recobrava a posse
destes bens, dos quaes o liberto nao tinha sido
seno momentneamente propietario. Assim os
libertos latinos s podiam Irausmittir inler-vivos,
toda iransmisso uiortis causa era nulla, elles
viviam livres e morriam eseravos.
O prinlipal direito dos libertos latinos consis-
ta na acquisirio dos direitos do cidade ro-
mana
1. A loi celia senlia deu no principio os direi-
tos do cidade ao liberto htino'menor de 30 an-
uos, que, cm presenca de 7 testemunlias, cida-
daos romanos, declarassn querer casar-se. Logo
que elle livesse um filho d'um anno, nao tinha,
para adquirir esta qualilade, mais do que hpre-
scnla-lo em Roma ao pretor, e nas provincias
aos presidentes. Depois da morte do pai a mu-
lher poda mostrar.
Um SCto promulgado no consulado de Pega-
susou de Pisa estendeu esto privilegio aos li-
bertos maiores de 30 annos.
2. Por urna nova manumisso, o latino obti-
nha os direitos de cidade com tanto que se preen-
chessera as condices exigidas para conferir-se
esta prerogalna.
3. No lempo deTiberio a lei Vesellia conferin
os direitos de cidade aos libertos latinos que
livessem folio parte da milicia, durante seis
annos ; depois um SCto reduzo este lempo a tres
annos.
4." Claudio conferio os dreitos de cidade aos
libertos latinos que houvessem construido um
navio que podesse couler dez rail alqueires, e
que durante seis anuos trouxesse trigo Roma.
Suet Claud.18, 19.)
5. Urna construeco que absorvesse metade
do patrimonio a um*liberto latino fa/.ia com que
elle adquirisse os direitos de cidade. (.Edili-
cium.)
(8 Concessum est, ut liberlinorum quoque li-
l, qui ex juxia dun laxat malres familias nalis
fuissent, logum pnelextam el lorem in callo, pi
decore bulto' gestaren!. (Macrob. satur. 1. 6 )
Anliquitas pueri nobilium bullas ameas babebanl,
pauperum de lovis dignum liberlalis. (Ansias
scholias. Juvenal sal. 5, vers 16 Vid. Oplin
XXIII.
co, ncrescenlou Constanca ; quero dizcr. a velha
marqueza.
Ora 1 d3e a bella Sybilla voltando-sc ne-
gligentemente na sua poltrona, com soperba ri-
zada ; esses assassinos sao lalvez habis cirur-
gies que noslivram de urna parsita fihesta. O
amor, como vosss o entendem, urna especie
de cogumello venenoso, producto de urna civili-
saQo enferma. Leiam entretanto certos racio-
cinadores modernos, e vero que os lyricos do
amor sao os verdadeiros envenenadores que cum-
pre mandar enforcar. O aphorismo c brutal, con-
venho. Euno teuho, como esses senhores, tan-
la ira contra os pobres renles que so engaara
de secuto, e nao os desterrara para o pianeta
cm que reina a edade de ouro, se acaso ainda
exislem desses planetas no azul do eco. Nao te-
nho razo para odiar aquellos que sonham
e aquellos que can la m. Isso prova que elles
vivera. Eu nao son tambem contra os morios ou
contra os impotentes. Nao os laslimo, era os
invejo. Sao o que sao. Destinados a dizer nao,
representara na creaco a aiitithcse necessaria do
sim. Ro de lodos os systeraas e tolero todas as
maneiras de ver e de existir. Mas digo-lhes com
conhecimeiito do causa que s ha uraa boa ; a
que expeli o desconhecido do seu sancluario que
nao pede vida seno o que ella pode dar sem
anomala e sem calaclismas.
Ento oque? disse Constanca atienta.
Ora meu Deu o amor... nao quero dzer
o amor verdadeiro, porque os poetas c o deses-
pero ligara essa palavra urna idea magestosa e
fantstica, maso amor real sempre relho e sem-
pre mogo, risouho, tranquillo, que nao engaa
nem engaado,que nao despota,bstanle vivo
c ingenuo para ser um pouco ciumenlo na posse,
mas bastante philosopho e Ilustrado para reti-
rar-sesera vinganea de uraa stuaco que jamis
nada pude dar ; para prender-se coi novos lacos.
Com esse amor no pensamento, urna raulher do
espirito poderia ser feliz, se soubesse rodcar-se
do amigos seguros e escolhidos, ciosos de res-
peitarera a dignidade de sua posico, ciosos tam-
bem de oblerem a sua preferencia era um dia
dado ; mas muilo pouco romanescas, isto mui-
lo bem educadas para comprometlo-la, maltra-
tndole reciprocamente, quando os chama
amizade tranquilla, com os encantos da recor-
daco.
O que ahi nos pinta, disse Constanca cora
tom severo, que debalde se esforcava por disfar-
car com ar de gracejo, o amor philosophico, sao
os costumesda regencia I
A mira tambem pareca assim disse a can-
lora cora uta tnoyiracnto de orgulho ; ha paixocs
6." Um tiberio latino que li/esse cavar um vi-
reiro, tecebia lambem os direitos da cidade.
7. Um SCto tornava cidada romana, a liberta
latina que desse -fuz tres vezes.
8." Um lalino oblinha o ttulo de cidadao por
beneficio do principe ; mas esla concesso nao
trazia comsigo lodos os effeitos dos direitos de
cidade, porque Trajano decretou que o lalino ai-
caneando assim os direitos de cidade, sem pirli-
ciparao ou contra vontade de seu patrono,
permaneca cidadao durante a sua vida, porm
norria lalino porque nao se podia despojare pa-
trono de seus direitos de successo.
Depois Adriano decidi que seria assim, me-
nos que se nao seguisse alm disso um dos ou-
tros modos legaes de alcaner os direitos deci-
dido, com effeito o beneficio concedido pelo !
principe nao devia causar prejuizo ao libeilo. |
3_. Dediticii. Estes libertos eslavam na con-
dn;o a mais Irsle pessinn ; nao smenlc ;
nao gozavam dos direitos de cidade, mas tambem
nao linham a esperanza de adquri-los, naofa-l
ziam (estamento como os cidadaos romanos;1
eram nteiramente eslrangeiros, nao podiam go-
zar da mancipatio.
Nao lhes era permitlido haiiitar cm Roma nem
mesmo a cem milhas desta cidade. Su iransgre-
diam esta prohibico, eram de novo reduzidos A
escravidao, e para que isto nao se dsse, prohi-
bia-se-lhes servirem ueste espaeo. Sa o senhor !
se commovessee lhcsconferiss de novo a liber-
dade tornavam-se eseravos do povo romano.
Segundo a op nio Retal, a faculdade de leslar
lhes era interdicta, elles morriam eseravos; eram
assemelhados aos eseravos, aos quaes ossenho-
res deixavam um peculio que administraran!
sua vontade em quanto servo.
ARTIGO V.
Direitos dos patronos.
Pela manumisso nasria, entre o liberto e seu
. antigo senhor, chamado pairnos, certas rela-
! Ces e obrigaeoes de algum modo semelliantes
as relaees de pai e filho : ha entre elles un pa-
| rentesco civil, uma especie de agnaco : o liberto
| toma o nome do patrono, se impnbere. o li-
! berlo nao pode fraudulentamente privar pela ma-
, nurnisso seu patrono dos eseravos subrapllidos
seu poder "?
As obrigaeoes do liberto para com o patrono,
chamadas opera- sao de duas especies :
1 Opera; ofticialis ou obsequia preslanda :
o liberto deve respeito c submisso a seu patrono
elles sao llovedores um ao outro de alimentos se-
gundo suas posses, o liberto deve tambem aos
liilios que deixar o patrono
Segundo uma constituidlo de commodo, o pa-
trono era excluido da submisso de seu liberto,
se elle Ihe recusasse alimentos.
Estes servicos consistalo principalmente em
| honrar o patrono, conservar para com elle certos
signaes de respeito, por islo que o liberto nao
podia chamir seu patrono juslica sera certas
' formalidades preliminares.
Elle nao podia tornar-se arcusador de seu pa-
| trono, servir-lhedc pairnos causee nem de
l subscriptor ; esla prohibico era reciproca.
2." < Operce Tabules, ou piclurcc. Estes ser-
vicos, ditrerentemente dos precedentes, sao sem-
pre deridos ; sao uma condieo essencial da ma-
numisso ; os primeiros nao sao rigorosamente
! exigidos seno para com o patrono, mas as se-
\ gundas passam seus herdeiros. Consisten! em
1 uma renda, por exemplo, de salarios de artistas,
Ido uma parle do producto da arte ou do oRlcio
do eseravo liberto, em quanto continuar meru-
ce-lo. Nao preciso que estes servicos estando
; alm das forcas do liberto possara abrcviir seus
I dias.
Elles podern ser jornaleiros ou em certas po-
: cas lixas ou indeterminadas, como, por exemplo,
j os servicos exigidos de um liberto medico ou
i pantomimo nao sao necessarios seno quando o
I patrono esldoenle ou deseja diverlir-se.
3." Dispensas de servidos. Os libertos sine
i manumissiono eram dispensados do obsequia-
j rem seus ltimos senhores.
Quando um patrono viva cm concubinato com
sua liberta, esla era dispensada de obsequiado,
se entretanto ella sahisse do poder dominical de
deus senhores, o que nao vive em concubinato
com ella pode exigir.
3.a lei Furia Caninia.
Dispe-se mais fcilmente por. testamento do
que inlervivos ; o homem nao hesita em des-
pojar seus herdeiros, mas evita diminuir seus
gozos.
Os eseravos libertos pjr testamento deviam
preceder o enterro de seu senhor : o orgulho dos
Romanos continuara mesmo al depois di mor-
le. Assim para tornar um enterro sumpluoso li-
bertavam por lestamcnto um grande numero de
eseravos: era um abuso quo se devia reprimir
porque haria perigo para a repblica em serem
admittidos como cidadSos, pela vontade de um s
homem, lalvez dez mil individuos, quo na ves-
pera sendo captivos deviam sem duvida conser-
var ainda scntimeulos e inclinaces conformes a
sua primeira condieco.
Augusto, perseverando em suas vislas de re-
formas, restringi singularmente as manumis-
ses. A lei celia senlia linha somonte cstabele-
cido uma certa capacidade para manumitlir, a
lei furia caninia puz verdadeiros limites esta
faculdade, mas s nenie por tesla ment. Assim
o eseravo devia receber a liberdade nominativa-
mente ; todava nao era rigorosamente exigido
que o nome do eseravo fosse inscripto no testa-
mento, bastara que elle fosse designado de modo
que se podesse deprehender qual fosse.
O numero de eseravos que se possuia dclerm-
nava o numero que se podia libertar por testa-
mento. Se nao se possuia mais do que dous es-
eravos, a lei nao era applicavel ; se se possuia
tres, ella permittia manumitir dous ; de tres a
dez, cinco ; de dez a trinta, dez ; de Irinta a cem,
vntc e cinco ; de cem a quinhentos para cima,
smente cem. Se alguem manumitisse um nu-
mero maior de eseravos do que aquello que a
lei permittia, os primeiros inscriptos erara os
nico! que recebiam a liberdade. Para ewtar
esses impedimentos serviam-se de mil subterfu-
gios, que foram todos successivamenlc proscrip-
tos ; assim, por exemplo, o testador escrevia em
um circulo o nome dos eseravos que desejava
manumitir, afim de que nao se podesse saber
quaes eram os primeiros inscriptos ; para punir
esla infraeco lei, decidio-se que nenhum
fosse livre.
Na denominacao dos eseravos deixados pelo
testador, conlava eu como fazendo parle de seu
pairimonio, os eseravos fgidos, assim um se-
nhor que morria deixanlo Irinla eseravos dos
bera ms e bem toncas, eu o sei ; nem sempre
tenho sabido garantir-me dellas ; mas a galante-
ra tranquilla... sempre me fez medo. Matar o
amor em um dia de embriaguez furiosa, c um
grande crime ; mas mala-lo sangue fri, s al-
lindadas, cora premeditadlo, o que isso, made-
moiseile Verrier .'
segundo creio, disse Constanca corando
de pejo, o que se chama sensualidade.
Ora vamos replicou a duqueza, nao cu-
bram as faces augustas, sacerdotisas do ideal !
Nada lhes disse de mim, e talvez a minha apo-
Iheose do tinado nao passasse de uma fieco para
fazc-las fallar. Querida Constanca, d-nos einlim
uma boa definco de S. Mageslade o Amor no
secuto XIX !
IX
Constanca recusou-se.
J que o seu systema nao passa de uma
fieco, dis intil refuta-lo. Como qualquer oulra, sei rir
de um gracejo, e nao quero fa/er-me aqui de in-
nocenlinha de quinze annos. Tenho rite e cin-
co, e sei muito bem que o mundo est cheio de
mulheres prudentes, que lem pordeseulpa sua
hypocrisia, a hypocrisia do seu lempo. Nao as
queimo na fogueira, mas nao lhes fallo.
Costa ento mais,disse a duqueza resentida,
das que fazem ludo s claras ?
Eu prcliro essas, respondeu ousadaracntc a
Mozzelli.
Alguem poderia dizer-lhc, minha chara, re.
plicou madama d'Evereux ; voss ourices.Sr-
Josse ; nao se zangue por isso como nao me ln-
gara as suas invectivas. Estaraos aqui nao para
termos questoes, mas sim para philosopharmos ;
n.io para oulhorgarmos o premio Monlhyon
conduela de uma de nos, mas procurarmos juntas
o melhor systema ; porque afinal de contas ne-
cessaro, que appareca, porque, por mais que se
esfalfom os sophislas, nunca se suprimir o amor.
Sofa, sustenta que foi suprimido pelos homens
d?sle lempo; eu neg E mesmo, declaro-lhes
que julgo ter sido muito amada, mais de uma vez
era minha vida.
Ainda talvez o seja, quera sabe ? Nao ne-
cessaro aecusarmo-nos e contar ludo com os ff e
rr para emittir-se uma convicio. E quando me
enganasse, que importa. Julgo-me amada, logo
sou. A ingralido do meu marido para comigo
nao um argumento contra o sexo barbado. Elle
amava com furor sua bailarina. Morreu talvez
de pezar por ter sido, nao digo Irahido por ella,
que a isso j eslava elle acostumado, mas aban-
donado sera remisso. O fado que suecumbio
a uraa fcLrc cerebral, pouco lempo depois, e de-
derogou esla lei : assim datar
as manuraisses por testamento,
quaes vinteeslavam fgidos, podia liberlar|de.-,
posto que nao possuisse mais do que este nu-
mero.
Justiniano
desta poca
tornarara-se Ilimitadas, esto principe as favore-
ca quer nter vivos, quer mortis causa.
Reuogarao da manumisso.
Os cleilos di manumisso desappareciam
quando o liberto tornava-se ingrato para com
seu jalrono.
Ha duas especies de ingralido : a primeira
seria pela recusa de operce ofRciales. ella
nao acarretava a perda da liberdade. Perdera,
por exemplo, quando o liberto mostrasse orgu-
lho e insolencia para rom seu patrono, quando
0 caluuiniasse, ou quando recusasse administrar
a luidla de seus lilhos.
Nao faliava o respeito para com seu patrono,
ou pelo menos nao era considerado como ingra-
to, quando, contra a vontade do pairono, o es-
eravo exercia uma arte ou offico, ainda mesmo
que fosse a do pairono e na mesnia provincia.
A segunda especio de ingralido seria ento
pela recusa de apero; fabriles, esta acarretava
a rcvogaijo da manumisso : realmente esses
servicos sendo condiedes da manumisso, uma
vez que nao sao conseguidos, ella deve 3er revo-
guda.
A inobservancia do certas operen fabriles,
pode tambem ser a causa da revogaco, como,
por exemplo, a recusa de alimentos; todava po-
dia-se considerar esse dever como uma opera-
fabriles lacla, imposta a toda manumisso.
Assim, a manumisso ainda era revogada quan-
do n liberto tentara casamento com uma patro-
na, e alm disso era condemnado a trabalhar nas
minas.
Tareco que foi no reinado de Claudio, e somen-
te cm casas particulares, que esla pena exorbi-
tanle foi pela primeira vez applicada. Pelo me-
. nos foi nesta poca segundo os textos nos ensinam
i que um liberto rerahio em escravidao por causa
, de ingratidn. (Dcnis d'llalic II, 26; Dei ilh. sust.
et episl. I). Haderi III, 3, p. m. 862 seq )
Foi smenle em virtude de constitu! oes pes-
: soaes, pDis que no reinado de ero discutise
| no senado se um liberto ingrato podia por esta
causa recahir em escravidao, e foi resolvido que
seria desterrado, pelo motivo de que nao se po-
dia tomar aquillo que se tinha dado. (Tacit
Aun. XII. 26. 27] l
O liberto ingrato nao o era impunemente ; pu-
niara-o de dill'erenles modos, qur em seus bens,
! qur em suas pessoas ertriando-os para o exilio.
Segundo um texto do Digesto, e verdade que
, se poderia crer que Commodo erigi esses exem-
1 pos especiaos em direito commum. (Modest.
fr. 6. de aguse, el alend. 25 3,j quando alias
nos nao couhecemos seno uma oulra passagem
| das Pandectas, que tenha directamente |e!aco
, cora esta revogseo. (Paulo fr. 21. quod meus
| causa. 42.) que entu nao leria lugar se nao no
caso em que o liberto recusasse alimentos seu
patrono.
Dabi pode-se concluir que nao bastar ser sim-
plesmente ingrato, pois que, ingratos libertus
, est qui patrono ali sequium nom preslal, vel res
(ejus, lberonumve tutelara administrare delrcc-
tal. Provavelmenle era preciso ser ingrlo por
1 unn causa determinada, pois que solo obscauii
nom presiili rebnenlo dala libertas rescind nom
potest.
Depois, no lempo dos imperadores christos, a
ingralido mesmo a mais leve era uma causa para
revogaco da manumisso, se fosse jurdicamen-
te provado que o liberto ingrato Esla pena nao
fa/.ia recahir era escravidao os lhof que lives-
sem gnsado da liberdade, porque illis delicia
parcnlum nom nocust ; e talvez tambera se-
gundo esse principio que um ingenuo nao pode
em geral tornar-se eseravo de um homem livre.
E' curioso ver a revogaco da manumisso tor-
nar-se rnsis fcil, logo q'ue se destruir os impe-
dimentos concesso da liberdade, e quando se
regeilarern as distinces entre as diversas espe-
cies de libertos, c uesmo entre os libertos e os
ingenuos.
Sanlayra.
Heraclilo V. Fiock Romano.
Variedades.
IMAGENS TOSCAS.
Os camponezes russos deenram as suas caba-
I nas com imagens toscas, quo primitivamente
gravavam em casca de arvores.e que actualmen-
le gravam era pao, pedra, cobre ou cstaoho.
I sem que por isto sejam melhores.
Nao ha nada mais selvagem do que estas ima-
j gen3. sar.ipinladas de veranillo, amarello e A'er-
, do ; comludo fazem as delicias do povo, e com
o texto que as acompanha conslitucra quasi toda
a lilteratura popular.
E por estes textos que se pode fazer alguma
| idea da extrema ignorancia e superslieo dos
; camponezes russos ; ao passo que revelara algu-
ma cousa de sincero c original que lem certa poe
sia.
O PADRE LACORDAIRE.
O padre Lacordaire (Joao Raplisla Henrique' ,
que foi ltimamente eleilo para a dcima sexta
cadeira da academia franceza, nasceu em Ricev-
Sur-Ource a 18 de raaio do 1802. Tcm, por
consegunle, cincoenla e oilo annos.
Depois de ler esludado direito era Dijon, foi
para Paris. onde residi dezoilo mezes.
Era 1824 enlrou no seminario de S. Sulpicio.
onde se rcvclaram as suas eminentes qualidades
de orador.
A 6 de abril de 1849 tomou o habito de domi-
nico. Oilo annos depois, os eleilores das Rocas
do Rlineo elegeram merabro da assembla cons-
liluinte, d'onde se rdirou a 15 de raaio, no mes-
mo dia era que a assembla republicana foi inva-
dida.
O padre Lacordaire hoje director do collegio
livre de Scrze, estabelecimento que corita, en-
tre os seus autigos alumnos, o marcchal Pelis-
sier e rauitas oulras illuslraces contempor-
neas.
Os acadmicos que volaram a favor da adrais-
so do reverendo padre foram : o hispo de Or-
leans, Villemain, Cousin.Guzol, Thiers, Barante.
Lamartine, Remcnsal, Mignel, Montalcmbert, Sa-
cy, Falloux, Beriier, duque de Broglie, duque de
Noailles, Ampre, Vilel, Biot, Saint-Marc-Grar-
dtn e Vctor de Laprade.
lirando, o pobre homem gritava-me, julgando
dirigr-se dansarina :
. Engana-mo ainda, engana-me sempre, rajs
nao me deites para fra !
Logo senta uma paixo real, tcrrivel, e so
alguma cousa me ensinou a preservar-me dess3S
paixes, foi justamente o espectculo dessa.
Mas diga-nos, fra de gracejo,qual a sua ver-
dadeira philosophia ? disse mademoiseile Ver-
rier. Se quizer philosophar, deixe-se de zora-
bariss.
_ llavia verdade no fundo da minha hyperbo-
le, disse a duqueza. Fiz o elogio da prudencia,
que cousa absolutamente necessaria, menos que
nao se ame o escndalo, cousa que deleslo ; mas
por isso nao fiz o elogio do deboche. Nao gabei
a regencia, com quanto vosses me lenham aecu-
sado disso gratuitamente. Fallei das ligaces se-
guras, das affeccocs lu fiis quanto possivel.
Se em nome da alta moral me querem excom-
mungar, calo-me. Tenho a desgraca de nao ser
devota, e quanto lei civil, como nao atlinge
seno os fados confirmados e patentes, como ne-
nhum procurador e nenhum magistrado lera o
direito de me vir perguntar o que se passa no
meu coraco e na minha cabeca, nao vejo ahi on-
de estara a hypocrisia. O sleucio que moral
publica as obriga a guardar, nada lem de prfido,
e acho mesmo que ha alguma cousa de indecen-
te em ostentar-se. So a senhora abbadessa He-
loisa voltasso ao mundo, acha-la-hia ridiculas.
Nao a meus olhos, disse Constanca. Imagi-
no que as grandes e bellas paixes lera feito mui-
to bem em cncher o mundo o alravessar a his-
toria. Nao se oceulta seno o que fcil de oc-
culiar, islo o que muito pequeo, uma carta
de namoro, uma aventura, um capricho Mas
oceultem um templo ou uma moulanha, um mun-
do de emoces, uraa paixao oranipolente Isso
nao me parece possivel, e todo osentimento que
solTro fcilmente o peso da razo, toda a alTero
que estreitamente subordinada afleico c"ao
uso, deve ser muilo pouca cousa, na verdade !
Enlo faz-se muilo bem cm empregar ura pouco
de pudor e os amoricos mysteriosos sao um pro-
gresso sobre as desordens imprudentes, rnen-
te creio que seria ainda mais seguro, e quasi to
fcil absterem-se dessas phantasias que oceupam
lofouco lugar na vida de uma raulher pru-
dente.
[Conlinuar-se-ha )
PERN. TYP. DE M. F. DEFAR1A. lbCQ
ILEGVEL


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