Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09019


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Full Text
AMO XXXVI. NUMERO 68.
Por tres mezes adiantados 58000
Por tres mezes \encidos 6$000
QUISTA FIEA 22 DE MARCO DE 1860.
Por anno nd imitado 19$000.
Porte franco para subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Uli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Hibei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos do
Muraos Jnior; Pata, o Sr. Justino J. Ramos;
Ama/oms. o Sr. Jeronvmo da dista.
t'KTJDA DOS CUBIlElOS.
Olinda lodos os das as 9 1/2 huras do dia.
Iguar.is.su, Coiaaua o Paralaba nas segunJas
c sextas feiras.
S. Anta, Be/.crros, Bonito, Caruar, Altiiihoe
Garanhuns nas trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro. Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Exti nas quartas-feras.
Cabo, Serinhom, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pi.nenteiras c Natal quintas feiras.
(Todos os cerrojos parlen) as ll) horas da inanha.
tPMEMEttJES do BUZ Dt MAHVU.
7 I.uacheia as 10 llorase 2iminulnsda manhaa.
14 iiarlo minguaiito as 6 horas e 49 minutos da
manUa.
22 La nova as lt horas e 37 minutos da ma-
nhaa.
30 Quarto crescenle as 4 horas o 33 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primen as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Secundo as 5 horas e 42 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TBIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal docommcrcio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Peleada: tercas, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos : ternas e sextas as 10 horas.
Prmeira vara do civil: tercas e sextas o meio dia
Segunda vara do civil ; quarlas e sabbados "ao
meio dia.
Desta data em diante no3*o agente
na villa do Cabo, o Sr. Sebastiao Anto-
nio do llego, em cuja casa dtveao os
Sis. asignantes mandar ver o Diario
todos os dia, logo a pos a cheguda do
trem das 8 horas da manliaa. O :nesmo
senhor acha-se a u toma do a rcceber o
importe dasassignaturas, e tomar novas.
EXTERIOR.
MABROCOS.
A Correspondencia d novos e curiosos de-
telhcs acerca dn entrevista quo s emissarios do
imperador dc> Marrocos liveram no dia 11 com o
general (ri)onnell pira tratar das condieocs da
paz.
O Sr. Nones do Arce, que eremos fra Icsle-
niunha presencial do faci, diz a Correspon-
dencia o refere do modo seguate;
\i chegar os parlamentarios: eram o Ciid
ou Rovemador de Tnger, o pacha do Riir e o
de Rabal.
Vinhain montados em tres bons cavallos com
paramentos de seda e prala, e os acompanhavam
cinco criados com espingardas pistolas com la-
vores do prala: tres delles caminliav un a p,
um a cavallo eoutro montado n'uma mua, onde
levaram tolas as prorisoos para o camlnho.
Os criado-, excepeo d'um negro, eram do
Rut, conhocendo-se-lhes a su a naluralidado pela
medecha de cabello entroncado, que assim como
oschinezes deixam rrescer na parto posterior da
tobera as gentes desta comarca.
I n dos criados trazia urna bandeira branca
de parlamentario.
A primeira forca que os recebeu foi urna
arencada do segundo corpo, que est acampada
sobre o raminti de Tnger, c o primeiro quo
'conferenciou com elles, fazendo-os descancar na
Sua barraca, foi o general l'rim.
Ncnhiim dos parlamentarios era vclho : o da
domis idado apenas teria quarenla e cinco
annos.
A sua phisionomia era grave o severa ; nota-
va-se que pesara sobre elles a fatalidade das
duas dirruas e que se julgavam rendidos, mas
nao homilhados.
O conde de Ileus os aeolheu carnhosn mente,
um dos embaixadores fallara o castelhano, e
com elle mantuve o general quasi toda a con ver-
sacio.
Com muito laclo e generosidade, longo de fc-
rir as susceptibilidades, procurou o general l'rim
reanimar o espirito abatido dos mouros.
Deus quem d ou lira a victoria, lhe
disse elle, os hornees e os exordios mais valero-
sos nada sao, se a sua mo os abandona.
O mouro levantara a mo e exclamara com
resignado accenlo : Deus assim o qui/..
Depois de ter descaneado breves momentos,
poseram-sn a caminho para o quartcl-general,
acompanhsdos d'um coronel de eslado-maior,
varios ajudantos e um.-i esculla de earabineiros.
Assim chegaram prosenc.i do conde de l.u-
cena, que os recebeu com toda a considerado e
agasalho.
<' Entrando na barraca do general, declararam
que eslavam aulorisados por Muley-Abas para
solicitar a paz, e ha quem lhe ourira dizer, an-
da que nao respond! pela exactido da noticia,
que linhara rebentado no imperio grandes tur-
bulencias com motivo da batalha dos acampa-
mentos e tomada de Teluan.
O general em chefe Ibes manifestou que esla-
va autorisado para fazer a guerra, mas nao para
estipular a paz; que daria conta rainha do que
se passara, e que dentro de cinco diassaberia se
lhe outorgara plenos poderes para entrar em ne-
gociaQocs e arranjos.
Os embaixadores partiram terminada esta en-
trevista, offerecendo rollar ao praso marcado, e
t-xtremo salisfeitos do trato c acolhimento que
tinham tido no acampamento dos hespanhoes.
Os parlamentarios para rollar ao seu acampa-
mento necessitaram passar outra vez pelo do se-
gundo corpo, e aproveilando esta occasio entra-
ran: na barraca do conde de Reus para despo-
dir-se delle.
All permanecern! por poueo lempo, com se-
guida eniprehcnderam o seu raminho, acompa-
nhados do general Piirn a cavallo com todo o seu
estado maior, at alm do seu acampamento.
l!m dos plenipotenciarios olliara com rida
euriosidede para o revolver que o general l'rim
levara ; notou-o o conde, e antes de separar-se
da comitiva mahometana e tirando-o dos coldres
o mostrou ao mouro dizendo-lhc :
Vais ver os elidios desta arma para vos des-
Cnnherida.
E disparou-o rollando com agilidade e soltura
o cavallo, os seis tiros do revolver.
Toma, accreseentou. Se a paz se faz, conser-
va-!) como prenda d'um chrislo. e se a guerra
contina, aproveita-te delle em defensa da tua
patria e da tua vida
O mouro deu moslras'de rcceber o prsenle
com aproen o enlregou ceremoniosamente ao ge-
neral urna pistola do arcao, com cinzeladuras de
prala.
Em seguida se despediram e separaram-sc.
Acampamento de Teluan, 16 de fevereiro.
Sao 12 horas e meia do dia e nao apparecem
09 mouros parlamentarios, que como se tinha
annunciado estavam aprosados para hoje, segun-
do a voz publica assegurava e as cartas confir-
maran!.
islo nao de bom agouro, e pode mui bem
ser que se tenha valido desle estratagema para
ganhar lempo e reunir gente.
Paz un fri cruel desde a nossa chegada, e
por certo que se islo se chama descanco um
sarcasmo, porque entro reconheciraentos'sobre o
caminho de Tnger e ir buscar fornecimenlos de
viveros alfandega por brigadas, nao lia um dia
de descanco o quando o ha, para se licar quasi
gelado.
Hoje se publican um bando do general em
chefe, prohibindo a permanencia em Teluan, co-
mo coninierciante ou vendedor, n lodo o hespa-
niiol ou forasteiroque nao tenha uns 8,000 reales
de capital, niarrando-lhes os sitios em que de-
vem collocar-se os que reunindo esla circums-
lancia dcsrjem abrir um cslabelecimenlo ; pro-
hibindo-se o roubo sob a pena de vida, spplica-
da por um conselho de guerra verbal, o raisano
que roube o valor d'um real de velln, e sujei-
tando-se a eguai pena o soldado que commellc
aquello crime ; e por ultimo, prohibe lanibem
com pena a lodo o dono de qualquer cavalgadu-
ra que a deile a pastar, destruindo os fruclos ou
li\gumes das borlas.
Isto quanlo por aqu occorre que mereca no
liciar-se
Seni embargo sempre quero dizer-vos que
liouieni cabio una grande nevada, cousa como
lia uns quinte anuos ninguem tem visto nesla
torra, o por certo que nos eslava reservada esta
nova prora.
Est visto que 9omos imcombuslires e emprc-
juiareis.
(Nacao).
t) c.enimondanle geral do exercto hcspanliol
le operacoes, dirigiu no miiislro da guerra o
segiiinie despacho :
Quartel general de Teluan, 23 de fevereiro de
1860.
Hoje ao meio dia apresenlou-se-me um com-
missario de Muley- Abbas, irmo do imperador,
baha e segn,lo do imperio, manifestando que
aquello se achara de caminho para Tnger a
una hora certa de distancia dos poslos avanza-
dos, com o fim doassislir ainterristn que baria
annunciado ; em eonsequencia dislo marchei cu
lambem para aquelle punto com o meu quarlel
general.
Mu ley-Abbas, que para vir a esta conferen-
cia tinha feilo urna marcha de qualro leguas, es-
perara-me acompanhado do ministro Mahamed-
el-Ketibe, como eu baria exigido. Dou-se prin-
cipio discusso pelo ponto relativo cesso da
cidade de Loan ; o Ketibe manifestou que Ibes
era imposslvel conceder o que so Ibes exigi.
Dei eu por'concluida a Inlervisla o levantei-me,
animado depois a continoal-a inslado por Abbas.
Km seguida expoz o Ketibe que assumpto to
grave nao o poda resolver porque nao tinha
anda recebido a resposta do imperador s con-
dicoes da paz, e pedia por isso que so lhe con-
cedesse o praso de mais alguna das.
Julguei que nao devia acceder a esla proroga-
co, e depois de haver prolongado a discusso,
e visto que nao era potsirel o accordo, puz ter-
mo as intervistas, manifestando quo da manh
segiiiule licava em completa liberdado para
obrar.
Julguri dever fazel-o assim, c para esse fim
rou conferenciar com o general Buslillos.
Agora que acabamos de dar noticia da iuter-
rista entre o commandante das torcas hespaobo-
las o os commissarios marroquinos, farcinos
lambem meneoo do que dlzem osjornaes hespa-
nhoes sobre as condicoes da paz.
Os jornaea hespanhoes publicaran) urna noli-
cia importante. Anda que renha debaixo da f
do um correspondente, parece ser tanto mais
autorisado, por isso- que foi originariamente es-|
lampada em una Tolba que se considera minis- |
leri.il Jase pode pois suppor que se trata das i
condigoes proposlas pelo governo hespanbol pa-
ra negociar a paz com Maocos.
Segundo o mesmo correspondente cssas con-
dicoes sao as seguintes :
1. Dominio sobre todo o territorio conquista-
do pelo exercito hespanbol.
2. Conserracao perpetua de Teluan e seus li- ;
miles natura es do dell'esa contados os pontos
circumvi/iohos.
3. Pagamento de 2>)0 milhoes
sar as despezas da guerra.
4. Respeito absoluto ao culto
gio que a Despalilla professa.
5. Eslipulaces commerciaes em que se traa
a llospanha corno a nacao mais favorecida.
Lis-a iiii as condicoes a que nos referimos, e
quando sejam exactas s falta aguardar a opi-
nio do governo, e do commandante em chufe
sobre c;.da una d'ellas.
para indemni-
d,i santa reli-
Um dos correspondentes deTurin da Indepen-
dencia Belga, representa acertadamente a silui-
co nter-nacional escrevendo que a verdade na
poltica hoje, pode amanh ser urna falsidade.
Na queslo da Italia, desde o convenio de
Villafranca, as difficuliades de urna soluco
prompta lem augmentado.
As noticias do correio de hoje apresenlam
cerla reserva ou espera das duas partes interes-
sadas.
Parece que o re da Sardenha tencionava pu-
blicar um manifest, que devia ser datado de
Milo, mas que tinha sido approvado em conse-
lho de ministros, na vespera da sabida do rei
para Tuin. A publieacao foi addiad'a. O do-
cumento a que nos referimos seria um passo
p?ra annexacao legal ; e a sua demora expli-
cada pela questo da Saboya. Segundo urna
correspondencia de crdito, a Franca loria ma-
nifestado a inlcncode responder com o addia-
mento da annexacao da Italia Central ao addia-
menlo da annexacao da Soboya.
A posico do ministerio Palmerston, mais
firme ; o que olferece garantas paz. Assim
o prova a maioria que obtuve na cmara dos
cominiins, na queslo previa Disraeli, chefe da
Opposico, para que as deliberagoes acerca do
tratado de commercio precedessem a discusso
do orcamento. O gabinete sustentava o contra-
rio, vuncendo por 293 votos contra 230. Com a
proposla de Disraeli coincidiram as observacoes
apresenladas, uo mesmo sentido por Derbv na
cmara alta.
A emenda Ducane, que o lelegrapho annun-
ciou como reprovado por 233 contra, era que a
cmara reconhecemlo a necessidade de prever
aos meios de melhorar a situaco linanceira do
paiz, nao julgava opportuno augmentar o dficit,
pela diminuico, em algumas das\erbas da re -
ceila, nao derende por outro lado engaar as
justas esperanzas da naci, que nao contara
com o augmento do icome lax. O vol da
cmara, contrario a esta emenda, e como a ap-
proracas indirecta de urna das bases do plano
de Gladslone.
Com a dala da circular do ministro dos cultos
de Franca, j conhecida dos leilores d'este jor-
nal, dirigiu o minislro do interior urna circular
aos preferios na qual chama a altenco d'aquelles
magistrados administrativos sobr o fado de
Circularen (ulhelos, distribuidos gratuitamente
com o fin de indispor os nimos, na queslo
romana, e sobre os abusos quealguns pregado-
res possam pralicar em prejui/.o da situaco
superior e imparcial em que deve estar o pul- I
pilo.
Alguns igaos da imprensa hespanhola jvlgam
que as ideas das duas ultimas circulares se dis- i
lanciam das ideas do celebre folheto O l'apa I
o Congresso. Outros nao pensam assim, e na I
docilidade das formas dos dous documentes no-
lam a prudente reserva com que o imperador'
^apoleao acta sobre a Inglaterra na queslo da
Saboya, nem que a moderaco do estylo signi-
lique vaiacao nas ideas que silo as do folheto.
A. publicidadc dos documenlos apresenladns
pelo governo ao parlamento britannico revela
mullas das diffiouldades, que demoram al a
escolha de modo como se duvia adoptar para o
ajuste das quostes da Italia. A iduia da con-
federado c ahi calorosamente discutida pelas
convursacous diplomticas, bum como o resta-
belecimenlo dos principes despotas. As dispo-
sicoes da Austria, referidas n'essesdocumenlos
para manler o commercio de Villafranca, deixam
de ter como fundamento o convencimento de
possuir a forca precisa para as manter. E as
noticias financeiras d'aquelle imperio revelam
que deve. fallar urna das bases d'ussa forca. A
nolici da possibilidade da negociaco de um
empreslimo de 20 a 220 milhoes"de florins.
nao nena probabilidade de preco superior a 58
p. c, e mediante o systema tentador da lotera
junto a promessa de que os fundos realisados,
scrao na mxima parte destinadas a pagar o que
o governo deve ao banco aiim de quo lesraino a
irapossibilidado em que ainda est esse cslabe-
lecimenlo de pagar s suas notas que eslo sen-
do verdadeiro papel moeda.
A Dieta germnica tomou relaijdes tendentes
a um accordo acerca dos ducados.
Existem esperancas de que os conselhos da
Europa sejam altendidos em Conslanlinopla.
Lu seguinda as reformas financeiras que se
eslo realisando ser escolbida urna provincia
para experiencia das reformas administrativas.
Lamentamos que fosse supprimido em Madrid
o numero das Novedades que se devia receber
hoje.
Acerca da queslo de Marrocos circulan) boa-
tos de soluco pacifica com a inlervenco diplo-
mtica de lerceira potencia. O Correio aulhor
grapho, jornal favuravel ao governo hespaaJiol
diz queso recebeu em Madrid um telegtjwiima
de Londres annuuciaudo a apreseutaco iiacamaa
dos coiufuuiw de urna mocu uici da hespa-
iiha deve_r ou nao licar com o terreno conquis-
tado ou que possa conquistar. O enlhusiasmo
pelos vencedores d'Africa 6 grande um lo la i Des-
palilla, o a elle so deve, segundo alguns jomaos,
e nao tem tido seguimento o coatodo modilcaco
ministerial.
A resposta da Austria acceilando, como bases
de discusso, as proposlas ahglo-franceza, .i
noticia mais importante, recebida bojo com re-
ferencias asquesles que preocuparam a Europa.
Os documentos offlciaes sobre os negocios de
liorna multiplicam-se lodosos dias. Aindhon-
lein publicamos a circular que o minislro da ins-
triico.io publica e dos eolios em Franca dirigi a
todos os bispos e arcebispos francezes, e hoje da-
mos cabimento nas nossas columnas a outra cir-
cular, expedida pelo ministro do interior a todos
os prefeitos, relativamente tambero aos negocios
de liorna.
O conhccmenlo de todos estes documentos
importante, c por isso chamamos para o sen con-
tundo a altenco do todos aquellos que so-
guera o andamento u odesenvolvimento da sita-
cao.
Eis a circular :
Paris, 17 de fevereiro de 1860.
Senhor prefeilo A questo romana d ha
algum lempo pretexto a tentativas de agitacoes a
que necessario por termo. Esquecendo que
o imperador tem feito ha dez anuos pelo Santo
Padre, falla-se de hoslilidado e de expoliaco ;
desconhecendo a paz profunda de que guia a
egreja em Franca, o respeito de que o governo a
Crea, a benevolencia e a liberdado com que
tratada, falla-so de perseguido.
Redigidas n'esle sentido* com mais ou me-
nos habilidade, pequeas brochuras em formatu
pupulaco sao s centenas de milhar gratuitamen-
te destribuidas, nos templos, nos collegios, e nas
casas particulares : o proprio pulpito um cer-
tas localidades, o eco d'essas calumnias e d'essas
excitaces Entre os promotores d'estes manejos,
inuitos obram sem duvida com cegueira, mas sin-
ceramente- o espirito de partido, porm d-lhes
auxiliares, e nao sao os menos ardentes.
As populaces parecem mover-se pouco com
estas excitaces, que os olhos da gente sensata
sao mais prejudiciaes do que utuis a ruligo, e o
governo esperava que ellas tivessem cabido dian-
te da sua paciencia e longaniniidadc; mis longe
de se suspenderen!, os exforcos redobraram ; os
bons cidados perguntam se' a longanimidade,
prolongando-se intilmente, se nao tornar em
Iraqueza, ese rerdadeiramente sabio deixar por
mais lempo sumeiar a exeilacu no rebatido dos
fiis a proposito do urna queslo diplomtica
que cortamente se nao resolver por essesensaios
lao imprudentes como infructuosos de aggrega-
cao popular. O governo desta opinio, u sem
duixar du ser moderado e benvolo, julga cliega-
do o momento de recordar squelles que se affas
tarem da execuco das leis, que a sua tolerancia
acabou.
O art. 6o da lei de 27 do julho de 18 9 pro-
hibe a distribuigo gratuita ou nao gratuita Je
quaesquer escriptos ou brochuras, quando pelo
prceito nao tenna sido dada a necessaria aulori-
saeo, e pune com priso do 1 a 6 mezes e nina
mulla du2D a 500 francos, ajuells que contra-
vierera esta prohibice.
Encarrugo-vos,'sunhor prefeilo de vigiar que
no futuro seja respeitada no vosso departamento
esta prohibico ; se, depois de um aviso amiga-
re!, essas dislribuicoes continuaran!, combina-
reis com os procuradores geraes e com os procu-
radores imperiaes, aos qu.ies S. Exc. o ministro
da justica d estas inesmas instruc oes, para que,
quasquurquo sejam os contraventores, Ibes seja
applicada a lei.
Existe outra ordem de fados mais delicados,
mas nao menos lamcnlaveis para que eu chamo a
vossa altenco: um muitos pontos do territorio,
iim zello lao injusto como pouco esclarecido, te
feito ouvir no pulpito, mesmo contra o proprio
imperador expressoes que nao tem attrahido a
vigilancia dos bispos, nem os conselhos e as ob-
sarvaces benvolas da auloridade civil. Plena-
mente livre para ludo quanto de f, o pulpito,
no interesse mais evidente da religio, como d
paz publica, deve permanecer cuidadosamente
estranho a excitaces exteriores, e nos nossos c-
digos exisle urna disposico queimpeaos que se
alfaslam urna pena correccional.
O governo nao julga opportuno prescrevera-
gora a stricta applicadlo. Sem recorrer quanto
ao prsenle, a severidade, de que s fados mais
graves podiam determinar o emprego, lembrai-
vos que nos termos da lei de 18 germinal anno X,
os abusos d'esta natureza sao, depois de urna in-
formaco ollicial, suscepiivuis du serum dell'eri-
dos para o conselho de Eslado. Para dirigir a vos-
sa aeco a este respeilo, recebereis instruccus
delalhadas do ministro dos cultos.
N'eslas circumslancias, em que a adminis-
trarlo nao pode afiaslar-su da sua habitual bran-
dura, suno adoptando o que fr estrictamente ne-
cessario para suspender a agitaco dos espiritos,
recommendo-vos toda a moderaco e firmeza;
vigiai cuidadosamente que ningum se illuda a
respeilo do carcter o alaance d3S medidas que
ros prescresvo. O imperador quer a paz e a li-
berdado por meio da religio ; enlende quo o
mais profundo respeilo, e a mais benvola pro-
leccaodevem ser prestados tanto a ella como aos
seus ministros; que os liis lenhara plena con-
rinca na conservaco e liberdade da sua f ; mas
quer alm disso que a sua auloridade, que a
chave da abobada em que se abrigam os interes-
aos religiosos,assim como os outros inleresses, se-
ja tambera respeitada; que aquelles que mais de-
vem dosejar a paz publica, nao Irabalhcm para
que seja alterada, e que nao po lendo em Franca
ser ninguem superior nem estar fura das leis do
paiz, necessario que sejam por toda parle fiel-
mente observadas.
Itecebei, sunhor prefeilo, a seguranca da mi-
nha muito dislincta consideraco.
O ministro do interior.
(Assignado )BiUaull.
Sosummamenle curiosas as seguintes iudica-
ces que faz um jornal, sobre os diversos assump-
tos da actualidade que complicara mais ou menos
gravuraente a situaco Ja Europa, e que preocu-
para a alienco dos honiens do governo o da di-
plomacia du todos 03 paizes.
Ia queslo. Dos ducados da Italia.
l'irma-se em 3 principios :
O da legalidade, que quer a restauraoo dos an-
tigos soberanos.
o dacreaco de um reino da Italia Central.
O da annexacao ao Piemonte.
2a queslo. lias legaces pontificias, em que
se notara oulras 3 distlnclas tendencias.
L'uiaqnequer a reslauracao armada do poder
do Sumrao Pontfice.
Outra que se inclina & independencia d'estes
paizes, formando urna especie de lugar lenle,
sujeito de cerlo modo a soberana do papa.
A ultima que lem relacao cora a annexacao ao
Piemonte.
3* queslo. A annexacao da Saboya Franca,
com ascomplicaces que se referen! a Nisa a
Saboya Suissa, que al agora apenas se lem indi-
cado, mas de que nao duvidamos que algn dia
poder a diplomacia europea oceupassu.
4-a A dos ducados allanaos.
5.a A da imgria.
Ika A de Veneza.
7.a- A de Veneza.
8va A da P.ianca franco ingczav
9.a Da. coalisaco das patencias.do. norte.
10k \&a& provincias-ciicassianas e de origom
Slavafc no iaoperio 9Houano,,que-UKdem par* a.
ouiat!i(]ai[io.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Jos Esposo de N.Senhora.
20 Terca. S. Martinho Doraiense are.
21 Quarta. S. Benlo ab. fundador; S. Berilio b.
22 Quinta. S. Emygdeo b. m. ; 8. Bcnvun^o b.
23 Sexta. Comm. da Paixo de Jess Christo.
i Sbado. Insliluico do SS. Sacramenlo.
25 Domingo, da Paixo ou de Laxan.
ENCARRF.GADOS DA STJBSCRIPgAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBCO.
O proprietario do ntvnto Manoel Figueiroa de
Para, na sua lirraria praca da Independencia ns.
i e 8.
11 J A uuidade altemaa, iniciada limiil.uneuto
por exigencias du refornla federal e militar.
Alm de todas estas qesles, ha na America a
do Mxico, a da lepuldica central na Asia, a
guerra da China e a da lochechina ; a da India
iugleza, e varias outras )ue interessam mais ou
menos distir.ciainente s potencias europeas;
de maneira que o mundo est bom oceupado, e
muito tem que trabalt ar para sabir de tantas
complicaces.
Dizum "du Turim :
A fusflo militar con Emilia opera-se sem
L'm jornal annu acia que j foram ex-
para Modena, grandes
e munices. Partera
diariamente olciaes e ci mraissari'os militares de
todas as cathegorias.
cessar.
pedidas do Piemonte
et quantidades de armas
Observo um novo me
tinha : no regiment de
rmenlo no exercito de
carallaria Vctor Ma-
noel foi mandado para Bulonba. Ha tunco vi-
zivul de mandar torcas pijra Forrara e Porli. O
g"-
general Cavalli fu rionii
ral do anudara das pror

ncias reacs da Emilia.
O Ihelegrapho j tern sera duvida dado ura
resumo do que dizem os
ca dos grandes preparatJ
lauto no Mincio como em Pescbiera e em Man-
lova. Segundo informac
das em Turim. esses detii
erados, nem o que se diz a respeito das medi-
das cada vez mais excesivas do intendente de
polica. O que mais notavel nas carias do
O papel
sagem ao cnsul francez.
panhara a commisso qi
geni foi dispersa pelos suissos e pelos carabinei-
' algumas pessoas se
ros. No dia seguinle I
apresenlaram no consul.i
ado coinuiandaiilo
jomaos de Milo, acer-
os militares da Austria,
es aulhenticas recebi-
Ihes nao parecem exa-
Veneza, sao os delalhes lulaliros miseria quo
reina no paiz. As fabiicas fechara urnas de-
pois das oulras.
cunto.
o Kscrevem de Bolonl
inforraacos acerca de ujna pequea manifesla-
cao que leve lugar em Ancona quasi ao inesrao
lempo que se veriQcou ; mauifostaco de Roma
no dia 22.
a Tratou-se da apresehlaco de urna mensa-
auslriaco perde 10 por
a c de Modena dando
V muliido que acoin-
apresuntou a monsa-
0
do
. entre ellas vinham
os condes Piccbi e Sturani. A mensagem entre-
gue ao cnsul prcsla honenagem ao imperador
Napoluo. e manifesla
dos signatarios, a espe
concorrer pira os niel! ores destinos.
cora o reconhetimento
anca que tora de ver ]
a de Pars dirigida
ahimos o seguinle:
hilos bispos franceses,
De urna correspondenc
Independencia belga, ext
Assagura-se quo ni
que ha pouco se achavamjem Pars, manifesta-
ra m desejos do rer o imperador, e de ouvir, se
fosse possivel da propria )OCCa de S. II. algumas
explicaces a respeito do projectos u intens) a
do seu governo acerca lo poder temporal' do
Papa. Propunba-se tambera a manifestar ao
imperador a expresso do seu senlimcnto e da
sua inquielaco. Tendo ol imperador a seu pe-
dido, concedido urna audiencia particular, os
bispos nao occullaram as suas preoccupaecs e
os roceios que linhara pelo futuro do passado.
Viara com dr, disseram elles, o triumpboda in-
surren^io nos estados do rlapa, a falsa posico
em que o deixavam os acpnlecimenlos, os po-
ngos que podia correr a pessoa de Sua Santida-
elle oslara de aban-
loccorresse urna situa-
que nao na as cou-
de, e a necessidadu em que
donar Roma se porrenlura
cao ainda mais grare.
O imperador responde!
sas de urna maneira to dejsagradavul ; que nao
julgava que o Papa fosse ottrigado ou arrastado
a abandonar Boma, onde o fcxercito francez nao
deixaria de velar respeitosanente pela sua segu-
rama. mas que, se apesar dte ludo o Santo Padre
abandonasse os seus estados, o imperador de-
Clarara .que nio retirara o seu exercito de Ro-
ma,que nao vera, na partida do Papa urna
origom de lio funestas complicages, a que nao
su pruoceupara tanto como of bispos.
Nesse caso, accreseentou elle, promulgara
os cdigos francezes nos estados romanos ; daria
a esses estados urna organisacoadminislraco,
justica, financas, polica, etc.,tomando 'por
modelo o que existi em Franca ; depois, quan-
do desta maneira tivesse re"alisado* reformas
que salisfizessera os povos, e restabelecido a or-
dem c a tranqnillidade, dar-se-ha pressa em fa-
zur saber ao Papa que, quando Sua Sanlidadc
quizesse regressar a Roma, encontrara all a se-
guranca que desojara, e que nao se reria a bra-
cos cora as difficuldades que to fatalmente ti-
nham aggravado a situaco actual; e que afinal
se o l'apa recusasse absolutamente vir para Ro-
ma sentar-Ce no seu throno pontificio, rodeado
de insliluices conformes com o espirito do se-
cuto, e to ardenlemente reclamada pelos votos
dos povos, o imperador combinara cora as gran-
des potencias da Euiopa.
Obtive de boa origem, sem comludo garan-
tir a aulhentieldade, este extracto da cntrevisla
que o imperador tere com alguns bispos. Mas
nao me disseram o que os prelados respondern!
a esla franca e firme declaraco do imperador, a
respeito da conducta que seguira no caso do Pa-
pa abandonar Boma, l'arece-me, porm, queseo
Sanio Padre chear a esla extremidade, um se-
melhante procedimento da parte do imperador
Napoleao teria a plena approracao dos proprios
Romanos, da Italia e de toda a Europa.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
Blgica.
Deu-sa ultimamenie no sonado belga um facto
digno de chamar a altenco :
O duque de Brabante tomou a palarra a pro-
posito do orcamento dos negocios cslrangeiros,
e era um notavel discurso, depois de ter mos-
trado quanto sao grandes os recursos econmi-
cos c industriaos da Blgica, chamou a atlenco
do governo e do paiz sobre os meios do cstn-
der e multiplicar as suas relaces commerciaes.
Tanto o discurso como a apparico do duque
de Brabante no parlamento deu nimio era que
fallar,
(yaco.)
DIARIO DE PERNAMBCO.
Hoiflem, ruundos 22 Srs. deputados, assem-
bla provincial, ourio a leiiura de diversos pro-
jectos e requerimentos, enlre os quaes:
Um projecto do Sr. Rufino de Alrneida, revo-
gando a lei n. 399. que dar a organisaco do
plano das loteras provinciacs, c mandando que
os mesmos passem a tur mais melado do valor
actual, c contundo mais outras disposices a res-
peito.
Um dito do Sr. Pina, creando urna cade-ira de
primeiras tettras, do sexo masculino, na povoa-
co do Rosirinho, comarca de Pao d'Alho.
Um requ-rimento do Sr. Ignacio de Barros,
pedindo informacoes acerca do rundimento do
assucar, algodo, couros, agurdente, etc., ex-
portados da provincia.
Um dito do Sr. Cintra, pedindo informacoes
acerca do quanto importou a collecta das agas-
ardenles, c quanto se lem gasto e se deve gastar
com a obra da casa de detenco.
Entrando em primeira discusso o projecto
n. 12, flxando a forca policial, fallaram contra o
Sr. Martins Pereira, e a favor o Sr. Luccna, sen-
do depois approrado Harendo pedido o Sr
Pigueiida dispensa do intersticio, e sendo ella
approvad, foi dada para ordem do dia de hoje.
Em seguida entraram em primeira discusso :
Projvcto n. II, que foi approvado, depois de
oraremos Srs. Nascimento Poitelia, e Gitirana,
sobre o. projecto, e Raphael explicando diversas
proposkes arancadas pelo segundo orador.
i Dutmras da carara da Estaiia cjae foram ap-
provadas, sendo dispensado, a pudido do Sr. NaS-
cimenio Portella, o inslerslicio para sor dado pa-
hoje.
Achando-se aldiada o parecer da commisso
de posturas de cmaras, acerca das empanadas,
e entrando o Sr. Raphael com a palarra,entrn
em discusso, e foi appro\ado depois de haver
fallado o mesmo sunhor, ficando por conseguin-
te em seu inleiro vigor o art. 8 do til. 8." das
posturas de 1819.
Em seguida enlrou um primeira discusso o
projecto n. 3, elevando cathegona du villa a
povoaco de Panellas.
Depois de orarem os Srs. Pina. Gitiranna, Ro-
go Barros e Braulio, foi approvado.
Nao havendo mais nada a tratar, o Sr. presi-
dente levantou a sesso, dando para ordem do
dia de hoje :
Leittira de projectos e pareceres de commis- ]
ses : segunda discusso do projecto n. 12, do
crrente anno, c segunda das posturas da Escada.
O vapor Oyapock, viudo dos portos do nor-
te, foi portador de jornaea com as dalas seguin-
tes : Amazonas 22 do passado. Para 13, Mara-
nho 16, Cear 18, Rio-Grande do Norte 19, u
Parahiba 20 do corrontu.
Amaxonas J era conhecido o resultado da
eleico para deputados provinciacs, no segundo
distiieto sihindo eleilos :
Deputados, os Srs Joaquim Gonealvcs de Aze-
vedo, Antonio Augusto de Mallos, Dr. Francisco
Heniles de Amorim, Lino Pereira Brasil, Manoel
Pereira de S u Francisco Benedicto da Ponccca
Coulinho.
Supplentes, os Srs. Alcxandrino Magno Tavci-
ra Pao Brasil, Antonio Ferrcira da Silva Franco,
Jurcncio Alvos da Silva.
Para. O resultado da eleico nos tres dis-
trictos em quo so divide a provincia, j era co-
nhecido. Alguns empates, porm, que se deram
entre os ltimos votados dos dislriclos de Came-
la e Santarm, lornim duvidosa a separacao dos
dcjiulados supplentes.
Primeiro distrelo
Deputados, os Srs. Drs. Augusto Thiago Pinto,
J. L. Paes de Souza, Joio Hara du Muraos, Jos
da Cama Malcher, Camillo Jos do Vallo Guima-
raes, Tilo Francisco de Alrneida, Domingos Anto-
nio llaiul, Joaquira Fructuoso Pereira Guima-
raes, Innocencio Pinheiro Correa e o Sr. Joo
Diogo Clemente Malcher
Supplentes, os Srs, Jos Caetano Ribeiro, Dr.
Joaquim Antonio da Silva B:irata, Antonio Agos-
linlio de A. Figueira, Francisco da Ponte u Sou-
za, e Jos Luiz da Gama e Silva.
Segn Jo.
Deputados, os Srs. Dr Marcollo Lobato do Cas-
tro, Joaquim Pedro Correa de Prcitis, Joaquim
Jos do Assis, Jos Pcireira Canto, conegos Ma-
noel Jos de Siqueira Mondes o Jeronvmo Bo-
berto da C. Finiente!, De. Antonio Ricardo du
Carralho Penna, Romualdo Antonio da Costa,
Pedro Honorato Correa de Miranda, Joo Simpli-
cio das Nevos Pinto c Souza, o Luiz Calandrini
da Silva Pacheco.
Supplentes, os Srs. Jos Estovad Ferreira G.,
Jos L. do Amaral Brasil, Joaquim Gomes da
Rocha e Feliciano Jos Pereira.
Terceiro.
Deputados, os Srs Raymundo Jos Auser, Jo-
s Caetano de Alrneida lavares, Joaquim Manoel
de Jess, Dr. Francisco Mendos Pereira, Antonio
Gentil Augusto e Silra, Drs. Antonio G. Nuncs,
Jos Calandrini de Azevodo, Manoel Pereira da
Silva Brarabilla, Antonio Pimenta do Magalhes,
Jos Raymundo Bilhencourt e Manoel Hoque
Jorge Ribeiro
Supplentes, os Srs. Miguel Antonio Pinlo Gui-
maraes, Joo Candido de Gusmo e Christo, Ma-
noel Antonio Rodrigues e Zeferino Urbano da
Fonseca.
L-se no Jornal do Amazonas, do Para :
As tres notas que appareceram dentro de
una carta na repartico do correio, por occasio
de se proceder a queima das cartas retardadas,
foram competentemente examinadas, segundo nos
consta, e julgadas falsas. Aquelle dinheiro seria
remetlido de proposito do Portugal para chamar
a odiosidade sobre quem ello foi remetlido?
Mas quem a pessoa a quem a carta se refere ?
Ignoia-se. Pela nossa parte, entendemos que
nao tanto sem escrpulo, que se fazem taes
negocios, e que o fim do individuo que remelteu
seraelhante carta, pulo coireio, nao foi mais do
que para acarrelar cora isso maiores odiosidades
sobre aquelle paiz e o seu governo, que to gra-
ves aecusacoes tem soffrido, mxime na impren-
sa, por causa de dinheiro falso ; no entretanto,
como se tem visto publicado, nao s l que el-
lo so fabrica.
A carta veio reraeltida a Jos Anlonio de
Araujo por Jos de Araujo : felizmente o pii-
meiro nao c conhecido, e esla razo salva a
proposico, que acabamos de aventurar. Talvez
que o futuro se encarregue de esclarecer este ne-
gocio.
Maranho.Nada de notavel occorreu depois
do ultimo vapor.
L-se no Publicador Maranhense:
a A falla de moeda miuda para os trocos, fez
cora que alguns negociantes raandasseni vir da
America inglcza, por intermedio da casa da Sn.
viuva de Jos Ferreira, Filhos &. Ribeiro, alguns
contos de ris em prata de 200, 100 e 60 res.
O brigue escuna Laura, entrado era dias da
semana passada du Nuw-York, Irouxe 16 conlos
dessa moeda, lendo j anteriormente rindo uns
qualro contos. Essa providencia tomada pelos
particulares, com uns dez conlos le ris em
cobre, e outros de prala miuda, que o governo
imperial lem mandado, deve fazer desapparucer
o vuxame em que vivia a populaco. a
Cear.As churas haviara sido geraes em to-
da a provincia.
J eram chegados capital, os Srs. Drs. Caja-
nema e Goncalves Dias, depois de torem percor-
rido lodo o sule oeste da provincia at o Cariri,
as serras do Araripe, pelos centros das provin-
cias de Pernambuco, Parahiba c Rio-Grande do
Norte. All se devem demorar al que a eslaco
permita partir para o noroeste.
Bio-Grande do Norte e Parahiba. Ambas
estas provincias gosavara do perfeita paz e Iran-
quiliidade. A assembla provincial da primeira
envin urna commisso do seu gremio, para ir
apresentar ao Exm. Si. presidente pa provincia
as expressoes de reconhecimenlo pelo bom des-
enipeiiho do cargo que oceupa. Por essa occa-
sio a commisso leu o seguinle discurso :
Illm. e F.xra. Sr.A assembla legislativa
provincial, interprete fiel dos sentimentos do po-
ro rio-grandense, acaba de resolver um vol de
felicitado e agradecimento a V. Exc. pela mar-
cha imparcial e esclarecida de sua administra-
cao, o pelos relevantes beneficios de que j se re-
conhece esla provincia devedora
Os honrosos precedentes que abonam o ca-
rcter e illuslraco do V. Exc. em sua vida pu-
blica, quer como magistrado, presidente de pro-
vincia, ou representante da naco, eram dados
sulficientes para que esta provincia dignamente
confiada aos cuidados de V. Exc, applaudisse
com satisfcelo e esperanza a acertada escolha
com quo o distingui o Soberano.
Hoje, porm, Exm. Sr., nao se traa somen-
te do esperancas fundadas, mas de beneficios
realisados, que sao o annuncio lisongeiro de ou-
tros muitos que a provincia ter de colber, se
aprourer Providencia, c ao monareba brasileiro
dar longa duracao administraceo de V. Exc.
O generoso pensamento de" bem entendida
concordia fielmeuto execulado, a escrupulosa
economa dos dinheiro? pblicos, a dislribuicao
egual de justica a lodos, eo nao pequeo nume-
ro do obras publicas enceladas, ou continuadas
por V. Exc. com irrecusavel proveto para a pro-
vincia, sao motivos mais que bastantes para jus-
tilicarem o voto da assembla, que fomos incum-
bidos de apresanlar a V. Exr., u respetosamen-
te pedimos se digne de accellarcomo a exprosso
genuina e sincera dos sentimentos da assembla
e da provincia inteia.
Paro da assembla legislativa provincial de
Rio-Giande do Norte, cm sesso ordinaria de 9
de marco de. 100.Jeronvmo Cabra I Raposo
da Cmara,Francisco Justino Pereira de P.rilo.
Tilomas Pereira de Araujo.Jos da Cosa
Vilar.Francisco Xavier Pereira de Brito.
S Kxc. o Sr. presidente respondn :
Senborcs.va sentimentos do benevolencia
0 agradecimento que a assembla legislativa pro-
vincial vos encarregou du transmittir-me em
nomo do povo lio-grandense, cotistituem o maior
galardo que eu poderia obter na ardua tarefa ad-
ministrativa.
Justamente ponderado pelas lisongeiris ex-
pressoes que vos dignasles prodigalisar-me, eu
sinto profundamente nao estar na altura do
conceito quo de mira fazeis, aiim de poder mais
elfirazniente contribuir comvosco para o desen-
volvimento desta bella provincia.
No entretanto eu cumpro um grato dever,
repolludo-vos quo enridarci todas as minios for-
cas para promover o bem-eslar da provincia do
Rio-Grande do Norte, animar a sua lavoura e in-
dustria, e firmar o imperio da lei e da justica.
Animado pelo juizo que a assembla su digna
fazer acerca dos meus actos em relacao a concor-
dia dos espiritos e economa dos dinheiros p-
blicos, mparcialidade cora que hei distribuido a
justica e acorto com que lem sido dirigidas as
obras publicas, eu lenho a assegurar-vos que
esla manifeslaco da parle da assembla um mo-
tivo poderoso, para que eu me empenhe ainda
mais na realisacao desses deveres.
E vs.senhores membros da commisso, Irans-
miliindo a assembla as mo has expressoes do
agradecimento e consideraco, licai curtos que
mu! agradare! me foi que ella ros houvesse es-
colhido, para me apresenlardcs este voto de fe-
licilaco.
Palacio do governo do Bio Grande do Norle,
10 de marco de lb6t).Joo Jos du Olivuira Jun-
quuira.
PERNAMBUCO.
Assembla Legislativa Provincial.
Sesso ordinaria km 20 o. marco.
Presidencia dn Sr. Bario de Camaragibe.
Ao meio-dia, feila a chamada c acliando-so
presentes 22 .entiores deputados, abre-sea sea-
silo. Lida acta anterior, c appruvada.
EXrKIMF.NTE.
Um requermento do bacharcl Joaquim IIir-
boza Lima instruidor o proprelario do rollugio
de Nossa Senbora do Bom Conselho. pedindo a
proteceo dusta assembla para conceder-lhe o
produelo de qualro lotuiias mediante as coinli-
coes que parecerem asoaveis a mesma assem-
bla para poder assegurar a inocidade a insiruc-
co que actualmente lhe offerece. com sacrificios
superiores as torcas de que dispouhe osupplicau-
te.A commisso de pelicos.
E' lido, iulgado objecto de deliberarlo o man-
dado imprimir o seguinle projecto :
A assembla legislativa provincial resolve :
Art. 1. Fica elevada Cfrlhegorid de cidaJe
a villa da Escada com a mesma denominaco.
Art. 2. Ficam revogadas as disposices un
contrario.
Paco d3 assembla provincial de Pernambu-
co 20 de marco do 1S60 Dr. Manoel do Nasci-
mento Machado Portella.
ORDEM UO DIA.
Segunda discusso das emendas eflorecidas em
lerceira as posturas da cmara do Bonito.
Sao approvados sem debate.
Primeira discusso das posturas da cmara da
Boa-Vista.
Sao tanibem approvadas sem debate :
Segunda discusso das posturas da cmara do
Garanhuns.
E' approvada sem discusso,
O Sr, Carneiro da Cunha :Sr. presidente,
chamo a atlenco da casa sobre islo. Nao vejo
aqu nenhum dos ropresentantes do circulo de
Garanhuns que talvez me podessem dar a razo
em que se fundou a cmara municipal para con-
feccionar este artigo.
Um Sr. eputado : Para acabar com o furto.
O Sr. Carneiro da Cunha : Pois ouca o no-
bre deputado o resto do arligo. (L.)
O Sr. G. Guimaraes:E' um desproposito ?
O Sr. Carneiro da Cunha :A primeira parle
dissididamenle o per que a auloridade raosa
dahi a 12 leguas, opparece comprador para o ga-
do, c negocio do fuira, como procurar-su ussa
guia ?
(Ha um aparte.)
O Sr. Carneiro da Cunha :Mas'para qne ser-
ve islo"? de que livra? qual a razo do artigo?
Um Sr. Depulado :Para evitar que hajam
furtos.
O Sr. Carneiro da Cunha :Nesse caso, quera
follar faz lambem a guia e nem sci como a aulo-
ridade policial poder saber disto. Um indivi-
duo compra em urna fazenda vinte cabecas do
gado o diz que coraprou duzentas : como prorar-
su o contrario ?
Eu s vejo na approracao desle artigo mais ura
cnlrave para esla industria, sem qn se prerina
o furto, porque a maneira de prerenir o furto
outro, pegar os ladroes, metle-los na cada,
nao os soltar l no jury, ule, mas nao crear osle
impcciliozinho para eu nao poder vender o muu
genuro sutil dar parle ao delegado
O Sr. Brando:(Daremoscm oulro numero.)
Encerrada a discusso e posto a roto o artigo^
approvado bem como a emenda. Em seguida
sao approvados os de mais arligos, excepto
do terceiro que regeitado. Pnmuira discusso
das posturas addiciouaes da cmara municipal do
Brejo.
Sao approvados depois de algumas observa-
coes do Sr. Pina.
Sao ura seguida approvadas era primeira dis-
cusso as posturas das cmaras municipaes do
Cabo, Villa-Bella e Cabrob.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordem do dia e levanta a sesso.
REVISTA DIARIA.
Hoje a trasladaco do Sr. Bora Jess dos
Passos da egreja do Corpo Santo para o convento
do Carino, d'onde deve sabir amauhaa a respec-
tiva procisso com o costilmado apparalo.
Terca-eira noile chegou a esta o Sr. bii-
gadeiro Muniz Tavares, e mais officiaes, que com
o 8. batalho estavam estacionados no centro
da provincia.
Hoje pela manha tem lugar, no saino da Pa-
culdade de Direito, a sesso de abertura anima
do Alhenuo Purnambucano
Nesta sesso devera proceder a eleico dos
membros da mesa.
Nao temos este anno procissao de Trium-
pho.
A respectiva contraria expor, porm no dia
competente as imagens a veneraco dos liis,
desde as 3 horas da larde al liiialisar o ser-
mo.
Mr. Cambronncjjdeu comeco cordeaco
ou medico para o asscntaireuto dos canos'da
sua empreza.
O mesmo senhor j convidou aos differentes
propietarios c moradores comprehcoditlas na


2V
Zuna das ras por eile designadas, para quo Ir'a-
tein do escolher os apparellios que devera ser
postes cid suas habitacoes.
Para que, pois, se-nao procrastne indefinida-
mente a execueo de una or*, que instante e
cuja uti}ididc salta aos olhos, nao devem essas
pessoas se demorar em ir fazer a escolha solici-
tada pelo respectivo enprezario ; porquaute da
proraplido o rapidez dessa escolha depende
tambera a morar brevidade da execueo do roto-
nda obra.
Pov portara do Exm. presidente da provin-
cia de 17 do mrente, foi nonicado para o lugar
'o censor do Gymnasio Provincial o Rvm. Sr.
Tranquilino Cabral tararea de Vasroncellos.
Os vencimcntus dos guardas da rasa de de-
tenerlo foram levados 1$600 ris drorios, por
ato da presidencia de 17 deste mcz.
No dia 18 do crrente mcz na rttla do Bo-
nito un soldado de l."liulia. alli destacado, as-
sassinou cora tinco lacadas a Jos Albino Imbu-
rana.
O motivo, que levou o soldado commelter
lio brbaro assassiialo, foi o ter recebido da
victima nina bofetada, ein acto de disputar esta
cora aquello por ter seducido uin seu filho para
nssentar praca.
Foi preso immediatamente pelo c apila o com-
tnan Jante do destacamento.
Timos vista cartas da villa do Ouricury,
le 29 do passado, que nos dizom acliar-sc aquello
termo CID completa tranquildadc, accroseenlan-
do-se que o lente coronel Alvaro, desampara
Jo por todos os membros de sua familia, quene-
nliuma parlo Viveram en) sua atiociJade, se po-
nera om fuga ; sendo, por conseguate, falsas as
noticias que por aqu se lera espale, >do de adiar-
se elle com gente retrada. l'm geral a popula-
ra o aguarda providencias enrgicas da paito do
governo, vista como, o delegado alli em exerci-
ci; adherente urna das parcialidades, nao ins-
pira a necessaria conlianra, e nem d abonos de
imparcialidades.
Escrevem-nes da comarcado Sanio Anlo, em
17 do correnta :
Ueu chore amigo.Os tactos que nao ap-
riarecen lo por esta cidade, das lugar a que caja
ma se previna de alguna sitada, que desconfie-
mos mis dos oulros, isol.in.io-nos evitando mes-
aso qualquer communicaco, porque a face da
preeeuca nao a mesma da ausencia.
llomens ha lie intolerantes c injustos que
guerreara a outros iirraleiioiiienlo, por verein
per.lides as suas aapiracees a scu respeito.
.Nos porera que somos sinceros e nao ali-
awntados com o hile da traicM e a cujo ollio
nao podem escapar esses tramas, vamos aeaulo-
laado-nns e chamando-ern nosso socorro as Tor-
tas dispersas para na estacada esperariuos qual-
quei assalio.
0 acampamento da general prevenido, nao
aera atacado impunemente.
Cousta-nes que o caplo delegado da co-
n*..irca do Ouricury, Muuiz Brrelo lora assasst-
rwdo ruin dous Uros. Lamentamos este brbaro
ocolilecimenlo.
Cunsta-nos que-i cadete que ti vera unta al-
ti reacio i.o becco da Bomba s 7 horas da larde
cora un caixeiro perltigucz em casa de urnas Hi0-
< as, i que se .iiiM-nu'ir.i, o feriru mui levemente,
se aposentara ao Sr. capilu delegado desle ter-
mo Manuel Salino .-lando com 5 illas di: ausente, alim de nao ser
lida como desertor, e que assim seguir com
Quicios para a raptad, a se apresentar ao Fxm.
Si. general, e por decnU nao seguio luyo
\ iiii esU o Kvd. Sr. vig.irin Camilla inqui-
nado leslemunhas sobro uma denuncia ende-
i -lia ao F.xm. Sr. hispo contra o Un. Si. vi-
lano dcsta freguezia Francisco Xavier dos Sanios.
Consta-nos que o Sr. gario bsm apezar seu se
lellcra a lio ardua laicfa estamos bcra per-
suadidos que ser desempenhada satisfactoria-
mente Menlas as ptimas qualidadcs, de que
adornado o Sr. gario Gamillo.
s Srs, Drs juiz-dc direilo Souza Leoc pro-
motor publico Paraguass se recolherain a esta
cidade no dia f5, depois de con. luida a sesso
do jury na villa da Esrada, na qual nao foram
julgadns os Sis. J iao Lupes e seus Gllios pro-
nunciados pelo crime de hri .lientos graves pra-
lic.idusiia pessoa do Sr. capito Francisco Pau-
lino de Mello, por falla de prepares do processo,
< assim II cara ni r-ecolhidos a prisao.
0 Sr. ,.,; tito Manuel Sabino de Mello, delc-
dcste lerme continua poitar-sc dignamen-
te, com prudencia, honradez q aclividade. Cons-
ta-nos que prosegue no processo instaurado con-
tra os escravos, que noengenho Novo, com mot-
il o brbaro aesassinato na pessoa do infeliz
Thom Antonio Martins.
Terminou-se a qualificacao dos volantes que
foi teita con; lod is as formalidades que a lei
'
Ls listasalixalas dentro da matriz, foram
rasgidas; c devemoe crer, que smenlo para
tar-se a fazer o oserivau de iitizo de paz, co-
piando e ..lii.iiii'in :.i unirs, como de facise
di ii Nao foram nitondidas nlgumas reclamaroea
por falla de formalidades, como beraVm idi-
vidu/i reclamando por inultos sera aulorisacao
legal, isio seni [irocuraro para es.-e lint.
Parece-nos que a eloicao a.iui correro sem
trop ru. Dizem que pessoa certa que se quera
iuralear chote de um lado, tora aconsclhado que
se retirasse, pela antipathia, que se Ihe linba.
Outros porm traduzera este lacio por ouiro mo-
do ; e que se Qnge esta retirada alim de que se
nao aprsente certo suspeito influente, que in-
f-tllivolmenif nao recuaiia-se esse retirado con-
sse .i ap.iar.eer em campo. Demos por
tanto lempo ao lempo, que a verdado so palen-
tear.
Consta-nos que o Sr. cor.selheiro Jos Bento
daCunha Pigueiredo se apreaeolar por este
', por onde j. representa na assembla le-
gislaliva gcral. Nao sabemos porm, so esta no-
3i r vi idideira. 0 que c certo c, que o Sr.
ouselli.iio ion; amigos no eirculo da Victoria e
- nctdtienses nao devem-esquecer os ser-
viros por elle prestados a provincia inleira, c
com parlicularidade a cidade da Victoria, duran-
te o agcllo do cholera murbus.
;n-por cerio que o Sr. tenen(e Manuel
loaquim l'eieira Borges ntirc-se desla cidade
para a capital du Reeife, por desgostos ( o que
ignoramos que se Ibe tero causado.
A oiiselhaiiios a um empregado desla cida-
de que dove respeitar as autoridades legilima-
menle constituidas, nao I nos negando aquelle
cortejo que exige a civihdade c boa edueacao.
So!.re a correspondencia que publicamos
.acerca da Capunga, enviam-nos a reciamaco sc-
K'iinte, que inserimos para maior cluctdacao do
laclo argido :
< Sis. redactores da F.evisla Diaria..(loando
onsctencia est tranquilla, quando a polica
presume bera cumprire sustentar a lei para o
nem estar da sociodade, peuee dcvia importar a
Hla as arguicoes (eilas na sua bem coBceituada
Revista de 11 do crreme pelo Sr. Y, a nao ser
ohrigarau de dar urna satisfaco ao respeitavel
publico a falsidadc de lo cckbres arguiees.
a autoridade que mandou mevlher ao' quartel
o porluguez alienado, assim como a entrega dos
i%. a subdelegacia foi o inspector Libanio Jos
Lopes Morena, e i ao o inspector Silva, que sen-
do empregado publico sahe do sua casa todos
os das pelas 7 horas da manha e volla depois
de i ; assim no dia 14 SO depois dessas horas
foi que chegou aoseu conliecinienlo o infortunio
oo d:lo portugus; tralou entiio ahi o inspector
Silva, de lomar providencias para aa enterro da
infeliz victima, o leriam sido lomadas mais tar-
de a nao ser o Sr. Casera i ro do Iteis Gomes que
u-so offereeer urna redo e un cobertor
visto esse lugar (CapungaJ ser disprovido dease
arranjose de piuraplo lalve nao se podesse
ohter. '
-a infeliz victima poucas horas antoa de
fallecer liuna estado na taberna do Sr. Amaral
am coaaeu, e l caridoso a victima posfuia a ajuanlmje 7g, a qual foiexi-
gtda da guarda,.sendo natural c excedente
dessa quanlia fui a pag.1 da conida e bebida sa-
be Dos quanto..... isso nnsmo raiiade \c
-sahir porlanto da tabiraa percorreu por onde
bem Ihe apiouve de mauef ra que quando a guar-
da fui avisada deque elle se alirara ao rio, g
cabo conimandanc parti inmediatamente para ;
l e tratan de mandar tirar o corpo, t> que de-'
Jeito consegeio, nao sabemos pois coma so en- :
crepam tantas fallas na pesse* do referido cabo '
-I'i.mdo elle cuinpr.oelmenlesius obriga -.oes as- !
aim como as orden que recebe das autoridades '
policiaca a quem est ubordinado, com pruden- !
ca e inoderaeo.
N'o nosso entender se ha algnma culpa 6 da\
iulondade encapotada pulo Sr. Y, que sabeudooj
-stado da forca que compe o destacamcnlo (4
pracas) distraliidas a cada momento para dili-
gencias, alm da obrigacao da roada effectiva, em
vez de mandar o porluguez alienado para a guar-
da que nao tem seguranza para semclhante flm i
levia diligenciar e fazer com que immcdiata-
nenla o infeliz alienado fosse recolhido ao hos-
pital. Admiramos igualmente o Sr. Y nao sa-
per jual as providencias']m> deu o inspe-lor-
P1AHT.Q DE PERWAWBUC(, QUWTh f^TRA 2 DB MARCO >E 1860.
b*nio a lespeilo do iuieliz alienado lirado murto
rro porto em frente do seu quarteirao 1
Mais nada disto convem ; trata-se de m.icolara
circumspeccao do cabo, que c Uel executor das
ordens superiores e que lhes sao transrailtidas
pelo inspector, e que na ausencia deste conserva
o socego publico. L um grande mal que Ihe
pesa sobre si o^nuio eucommoda o Sr. V, o
tanto o encommoda que nao pode arranjar d tal
aranzel calumnioso dcscobeiio e scus eucapo-
Udos.
Quanto aos apontamentos que o illustre Sr. Y
pretende mimosear diariamente a sua Revista
scrddt graMdt utilidade para este pobre lugar.
Com a publicacao. Sis. redactles, destas li-
ulias bastante grato se confessar o
S. C.
Foiam rerolhidos cusa de detencao no dia
20 ds concille 2 homens livres e 1 ecravo, sa-
ber : 2 nidem do subdelegado da freguezia do
Recite el duda freguezia da Boa-Vista.
Passageiros do vapor porluguez Portugal,
saludo para os portos do sul :
Francisco Candido da Silva, Manuel Martins
Ros, e sua familia.
Passageiro do patacho brasllciro Julio,
sabido para o Rio de Janeiro :
Au((|liatio Augusto da Silva Serra.
Passageiros da barca poitugueza Tejo ,
saludo para Lisboa :
Padre. Bonifacio Antonio Pereira, Jos da Cos-
Ja Brandad, Braz da Cunha Brandao e 2 criados.
Matauoiiio pcbi.ico :
Malaram-se no dia 21 do corrente para o con-
sumo desla cidade 81 rezos.
MOHTALIIIAIIB PO 1>IA 21 n0 COHIIF.NTF :
Manuel Antonio, pardo, solteiro, 1^ anuos afo-
godu.
lenlo, preto, cscravo, solteiro, O anuos ; gaslro
hepalite.
Francisco, prclo fi mezas interile aguda.
Henriquea, parda, annoa ; maligna.
Pirmino liento das Dores, pardo, solteiro 27 an-
nos ; phthisica.
Maiioel, pardo, C annos ; eolitos.
II. scii vi. de cauidai'B. Existem 63 ho-
mens, 5; mullieres nacionacs, 5 homens eslran-
geiros, 1 honiem escravo, tolal 12!.
Na lolalidade dos doenles existem -52 alie-
nados, sendo 32 mullieres c 10 liomcus.
Foram visitadas as enfermaras pelo nrurgiao
Pinto, as 8 horas e 10 minutos da manha, e pelo
Dr. Dornellas s 8 horas e 10 minutos da ma-
nha.
Fallecen um soldado de polica de phthisica
pulmonar.
CMARA MUMCUUL DO RECIPE.
SESSA.0 ORDINARIA DE 13 DE MARCO
DE 1SC0.
Presidencia du Sr. Franca.
Presentes os Sis. Reg, Oliveua, Gamoiio. e
Piulo,fallando com causa participada o Sr. Mello
e sem ella os mais Srs.' abrio-se a sesso e foi
lida e approvada a acta da antecedente.
Foi litio u seguinle
EXPEDIENTE:
Um oflicio do Exm. presidente da provinci.a
dizendo que para satisfazer ao que se requisitou
por paite da ;.-seinli'a legislativa provincial,
conviuha que a cmara miiiisirasse inforraacoos
sobre os motivos que a movern) a suprimir o
lugar de medico do matadouro publico.Queso
responderse que a cmara nao supimioe lugar
, o que fez foi dispensar o referido medico da com- i dade, e ao secrulaii interino" a falta que depo-
imssao de que eslava em arregado temporaria-I ramos.
mente, sendo os motivos que a moverom a islo
Moje, poreio, que u publico, v em especial os
socios do hqspilal porluguez visto cm campo armado esse genio do nial
ostentando todo seu poder para confirmar aquel-
lo prophetico aviso, c que nao salisfeito ruin a
discordia por elle implantada no proprio
seio da associaeao, arroja-se atravez i luz da im-
prensa uma infinidado de leivosas aecusaeoes a
malignas calumnias atiradas por sobre o prnve-
dor e mais membros da junta administrativa dos
annos de 1858 e 1859, calumnias, que pelo fel
que dolas verle, bem revela o espirito infernal
que as dirige, e a asquerosa mo que as forja ;
nao podemos injustamente offendidos, conscios
da pureza da ulencao que presidio a todos os
scus actos, e da razao cora que se escudara para
bem os justificar, deixardo oceupar as columnas
deste mui lido cconceiluado jornal, expondo sem
o menor rebugo o com a ingenuidade e franque-
za que lhes propra, nao s liuha de conduc-
ta por oudo guiaram seus passos em todo lempo
de seu exercicio administrativo, como la rabera
dando evidencia os documentos que devem ins-
truir os fados que ellos justificara.
Firmes ncsle proposito vamos cuniprir nossa
promessa ; oppoudo verdades a mentiras, ho-
nestidad* a escndalos, realidadc a pfeantastas,
provas a falsidades, documentos a impotacocs.
E pora que nada escape ao plano que temos tra-
gado, acompanhareiiios una a uma Indas as par-
tes desse libello difamatorio, o que nos propo-
nemos responder.
Eis os poetes cardeaes da accusaeao :
1.Que o pro-redor Jos Tcixeira Bastos
hostilsou e offendeu injusta e desloalmenle os
provedores Lisboa e Almeida ; o primeiro no
lim da primeira poca daquelle. como se ni du
relalorio da adminislraco de 187)8, o segundo no
lim da segunda aosahir da adminislraco, como
se observa do oflicio dirigido delegada du Itc-
cife, em l de Janeiro ultimo.
Nao c oceulto a toda a sociedade que quando a
adminislraco de 1858 leve de entrar na gerencia
do hospital, esta liie foi entregue por funciona-
rios interinos que nao poderam oOVrcccr aos olei-
los uma narraeao compendiosa do oslado do es-
labclecimento poi motivos cnlo s raanifestos
pelo mui digno presidente da asociaco o Sr.
Manoel Francisco da Silva Carricn, conio palpa-
velracntc se demonstra com a seguinle exposi-
can por elle eila em substiluicao ao relalorio,
cujo dever Ihe impuiilian os estatuios.
Ei-li :
Seuhores accionistas do real hospital porlu-
guez de benelicencia em Pernambuco.
Tendo o nosso presidente por motivos de
moleslii de deixar a gerencia a seu car-
go, desla sociedade, c do seu eslabelecimenlo,
coube-me a mim por forca dos estatutos o acei-
lar este encargo, que SC "bem minio honroso, e
milito superior a minhas foreas, o que lento lugar
no principio de novembro prximo passado, vos
devia hoje dar conta desenvolvida, seiuclhauca
do que fez o nosso anterior presidenle, no seu
relalorio de i de Janeiro de 1857 do estado actual
delle, mas irregularidades se devaiu al cnlao,
que rae priram de desempenbar como desejava
e devia, esle meu rigoroso dever agora.
Tambera o nosso secretario deu parle, de
doento em 18 dedezembro passado, c foisubsli-
luido interinamente, como ordenara os estatutos,
mas nao estando os encargos que elle tinha no
estado era que deviam estar para se poder con-
* Acta la sessu da assemlnea geral dus Srs. ac- i temos que se dao a esse rn.sler sao ui
ciomstas do Real Hospital Porluguez de Rene- cao de vadlos, e mui perniciosos a soc
ficencta cm Pernambuco em 11 de abril de decavallos. auxiliados vigoro'amonte
1858.
Presidencia do lilm. Sr. Teixeira Rasto.
A's 11 horas da manha do dia 11 de abril
de 1858 achando-se reunida no salo do Real
Hospital Porluguez de Benefiencia nesla cidade,
a assembla geral dos Srs. accionistas do mesro
Hospital, o Sr. presidenle declarou aberts a ses-
so. Lida a acia da antecedente foi approvada.
O Sr. presidente disse que, nao tendo sido era
lempo
ma collec-
scciedade) e a
pela lei do
mximum, [a que certa nolabilidade de alguma
nomeada em oratoria tribunicia cbamoulei sal-
vadora e nos a denominamoslei espoliadora)
em breve faro desapparerer al o nome decria-
dures^salvo se os nossos rlamorcs cliegaram al
a o Ihrono do nosso Augusto Monarcha e que por
elles venha a conheccr que ha na provincia do
Gran-Par una classe de seus fiis vassallus, e
das mais uleis, como a dos creadores, quo d'e-
o S ,n' '''i geral o relato- pos do perderem por exterminado epizootia
rio do estado do etlabulecimenlo, tinha nomea- I lodo o numeroso gado ravallar que possuiam
do nma commissao para organisar o mesn.o re- softeran os eueito* horrorosos eniS
jalorio, e havendo ella apresentado o seu Iraba-
Iho, ia mandar proceder A leilura delle.
Depois de concluida, o Sr. presidente mandn
proceder igualmente a leilura do parecer da com-
missao de exame de cenias, o qual sendo sub-
n> 3rv,"la'',0,f0! nanimeinente approvado. camenlc a ultima migalhad
lenta revolueao. exclusivamente de salteadores,
como foi a cabanagem, cm que perderam eolio
quati ludo quanto possuiam, e que anda cerca-
dos de miseria, veio o fisco organisado de ma-
ueira atroz c caprichosa, arrancar-lhes vandali-
e p7,o que Ihe resta-
e o ultimo andrajo que os cobria !!
____- ; p---------- ...... -- ..v...u i*.-.--i'uiiueu-se- ne* com insullo i^
essas irregularidades dando como lgaos c ap- deelarou-sc que se man ter i a i tei a Tavor da no!
^^^-"^^^JMtapnhewlo. brfia E que nicamente aos ricos a quem
s '. t. ,. ,, -I ','"1 PWWlado ; porque se a carne verde abun -
Sala dassesaoes da assembla geral dus accio-
nistas dulteal Hospital Porluguez do Beneficencia
era Pernambuco 11 de abril de 1858.Manoel
Itibeiru Bastos.
O qual sendo apoiado, enlrou em discussao,
em que loroaram parle os Sis. Itibeiro Bastos,
Rebollo Braga, Domingos Pinto e oulros seuho-
res. Sr. presidenle consulto!! a casa se julga-
va a materia soUicienleinenlc discutida, e sendo
da no mercado, i hega a todos, e ento o pobre
nao precisa da lei ; mal se ella escaca como
surcede minias vezes. nao chega aos pobres, pa
ra quem a pag occultamenle a 100 < 20e mais
conforme a occasiao, segundo diz u publi-
co, a pobreza rai taberna fornecer-se do peixe
i ou carne salgada, c quo a compra a 32.) e -OO rs
i e muiias vezes de m qualidade. E que offere-
.. ceu-se um premio por cada boi importado, que
respondido pela afrmaUva. o mesmo Sr. presi- ; t.esse 10 arrobas, e declarou ser-que eran. .
itleu o reqnenineiilo a volaco. e eluidos desse premio os creadores
denle suDraetleu o requerimento a volaco, e
foi unanimente approvado.
O Sr. presiden'c disse, que indicando o relato-
pie liuha sido lido a nec.essidade de seren
. da provincia
dolara Os productores do mesmo genero. >
no conlribuem pata esse premio. na verda-
reira de Souza Barboza, secretario.
Est conforme. Kerifc 12 de fevereiro de 1830.
Manoel Itibeiro Bastos, 1" secretario.
l'-sa commissao zelosa pela eslabelidadc o en-
grandecimento de lo til instituico, amadurc-
cida na pralica pelas rauitas lacuns que oll'ere-
ciam os estatu js, que ento vigoravam, e sem
mesmo esquecer o carador provisorio com que
haviam sido promulgados, apresititou o projecto
da sua reforma, o qual era sesso de 11 de ju-
Iho fui pela assembla gersl descutido era ludos
us seus arligos, e alinal por ella mesma logo
leccionar aquelle relalorio que us estatutos or- adoptados : tal era a necessidade reconhecidt
deiiarn, mais me forcou lambein osla irregulari-
aquelles que foram mencionados na informadlo
que dei a a presidencia na petico de recurso da
me.ico ; iii'or/riacu que leiu'ellida agora a as-
sembla.
I ma petico, viuda da presidencia para a c-
mara inhumar, de Mainel Joaquini Fernandos
de Azo.vudo, solicilaudo a plaa da diviso d
Cumpria-nos no raante, antes de oreuilarmos
este verdadeiro oslado, sermos liamos e verda-
deiros, e esperar ss providencias que jalgardos
a proposito para soccorrer a esto mal que agora
daris ou approvareis.
A nova junta que deveis agora eleger, dedicar
_ sem duvida os seus esforcos, para reparando a
seu silio, na Iravessa do Poinbal, aqual ulTere- fa'la 'I110 no momento actual se d, pelos moll-
ee ra a aprovacao desta cmara, que a subraelte-l vo.s P'^Jorados, continuar a dar a este estabelc-
ra a da presidencia, 'onde voltara em 11 de Ja-
neiro destu auno.Que se iuformasse que en.
data de 8 de selembro do anuo passado sujei-
lara a cmara aprovacao da presidencia a refe-
rida plaa, mas que esta nao Ihe fura mais de-
volvida, era existia cilicio datado de 11 de
neiro.
cimento a prosperidade com que elle tem eami-
uhadu desde asua instituico
Ousirei
ja-
propor-vos e nova junta que no-
mcasse, uma commissao de tres membros, para
fazer fechar a escripluraco do auno que lindou
em 31 de dezembro, e redigir o relalorio desen-
volvido que agora vos devia ser presente al ao
de sua prompta exccuc.to.
Era breve pois chegarain ao dominio da socie-
dade e do publico esses estatuios revestidos cora
lodo o carcter de lei, havendo para isso mere-
cido approvaco o saneco dos poderes compe-
tentes : e o Hospital Porluguez do Beneficencia
em Pernambuco, que al essa poca nao passa-
va de uma casa particular de saude, tolerada
pela benevolencia e Senlinientos humanitarios
I daquellcs era cujo poder resida o direiio de a
I fazer dissolver pelos mesmos fundamentos cora
que fui instaurada, appareceu legalracnte consli-
luido e seus estatuios respeitados e defendidos
sombra das leis do
acolho.
A publicidade de que
permanente era provcito das classes as mais abas-
tadas da sociedade, a inda apezar de sercm em
sua inaioria pobres, c cercados de mil obstculos
que se oppocm creaco do gado... E que a 1 'i
quedeve proteger os direitos do cidado. foi no
Para transformada em instrumento do oppressao
o espoliaco Conlncer que urna lei que nem
ao menos conserva as apparencias de juslica, e
igualdade, porque nao iinpozeram laxa ao prego
di familia, e nem a outros gneros de primeira
necessidade e nem pralicam como nospaizes on-
de ara la se encontra vestigios desse erro desas-
troso, como cm alguna departamentos da Franca,
onde a laxa do proco da carne e pao, eila se-
raanalmente, e tem por base o preco do mercado
livre. E que 113 tribuna, quando se suslentava
com vigor a lei do mximos, so disse que acar-
ne verde era o nico alimento que conviuha a
salubridad.) publica : amar-se o produc-
i", matar-se o productor Estranlia aberraco
do bom sonso !
[no os argumentos da sciencia que lera de-
a evidencia o absurdo dessa lei, e
Oulrodo vereador Mello, parlicinando que por | l"'"l"'iro do mezdc fevereiro prximo futuro, pa-
encommodado, nao podia comparecer ao resto
das sessoes ordinarias. Inteirado.
Huiro do advogado, respundeudo au oflicio que i
a cmara Ihe dirigi em t> do corrento, que ten- i
do sido o all'oramenlo requerido por Antonio!
Uoircalves de Moraes, aolorisndo pela lei piovin-
cial, nao sabia qual era a duvida que exislia. ei
pata que podesse dir o seo parecer, era indls-
pens.ivel que Ihe fosse ella exposta : que se re-
cordova de haver dado o scu parecer sobre esle
negocio, masque nao encontrara copia delle no
seu registro.Que se concedesse u all'oramenlo
por termo, na raso de 00 rs. por palmo de
terreno, pediado-se previamente a presidencia a
sua aprovacao.
Uulro do engenheiro cordendor, remetiendo a
planta do lugai de S. Amaro, do bairra da Boa-
N isla, com a supresso de uma praca projeclada
na plaa primilliva, requerida [a supresso) por
Miguel Fernandos Viatnia, e aprovada por esta
i cmara.que se subrueltesse a alteradlo da plan-
; ta a administradlo da provincia.
Ouiro do fiscal do Recita informando que Luiz
lose da Lusla Amurini eslava no caso de obler a
' cenca que pede, para por nova coberla no scu
, armazem terreo, na ra do Aniorim. n. l, e ele-
var as respectivas empresas. Concedeu-se.
Outru do fiscal de Santo Antonio, pedindo se
niandasse pagar ao cirurgio Francisco Jos Ci-
rillo Leal a quaulia de 2?> de I corridas sanita-
rias que fez nos dias ti de julho, 18 e 20 de a-
gosto, e 2 de selembro da anuo passado.Man-
, dou-se pasase mandado.
Outru do fiscal de S. Jos, pedindo lamben) se
mandasse pagar ao roesmo cirurgio a quanlia
de 303 de cinco corridas que fe/..A mesma re-
sulucu.
Ouiro du mesmo informando que Claudio liu-
beux apenas dora principio a allorrar o lugar era
que pretende edificar casa para deposito de pl-
vora era u mangue da ilha do Atina Bezerra.
Concedeu-se a liccnca que requer o peticionario
para conservar por 3 inezes. o deposito de pl-
vora da ra Imperial, emquanto acaba aquella
casa.
Ouiro do juiz de paz da Varzee, Ignacio Alves
Monleiro reinellendo o livro das
licaco dos votantes
archivo.
A' requerimento do Sr. Franca, raandou-se de-
clarar por editaos, que o prazo de 18 mezescou-
(edido aos propnelarios para a eonstrurio do
muro nos terrenos por edificar expira no dia 2
de mareo luluro.
ra serem remettidos commissao do exame de
cuntas, que agora temos de eleger, e no lerceiro
domingo do mesmo roez, reunir-se uovamenlea
assembla geral para discutir e deliberar sobre
laesdocumcntos, como devia ser no terceirp do-
mingo do correle mez, o que nao possivet rea-
lisar-se como reconhecereis. A esta commissu
seio prestados lodos os couhecimentos, tanto da
ininlia parte como da do secretario interino', e da
dos dous funecionaros que substituimos cuno
du dever de lodos nos que nos Bebamos em uma
posidio desagradavel por semclhante falla, cuja
responsabilidade temos.
Preferimos este expediente a convocar a as-
sembla geral antes dcstf. dia, para providenciar
as irregularidades que encontramos, do que so
segua iiis inconvenientes ao andamento regu-
lar da sociedade, ou mesmo a deferir para mais
larde a vossa convocaeo, pois q
sempre o mais arbitrario e injuslific
jamis adoptaramos.
Senhercs accionistas do real hospital porluguez
de beneficencia, esl dissolvida a actual adrainis-
tradio e pssamos a eleger a que a deve subsli-
tuir e a commissao do exame de ronlas.
Real hospital porluguez de benelicencia em
Pernambuco, em sesso da 3 de Janeiro de ls">v
(Assignados.)Manuel Francisco da Silva Car-
neo: presidente interino.Jos Joaquim da Cos-
a Uaia, secretario interino.
Est conforme o original. Recifo, 12 de feve-
reiro de 1860.Manoel Itibeiro Bastos, primeiro
^-secretario.
Em presenca, pois, de lo desfavoraveis rir-
cuinstancias como as que, segundo a exposico
que acabamos de transcrever, se va collocada a
adminisliaco do hospital, c desojando o provo-
dor sabir dessa dillicil e amaranhada siluaco,
leve de recorrer ao expediento lembrado pelo
Sr. Carrico, nomeandn em sesso da junta de 6
de Janeiro desse anno uma commissao especial
qual encarregou de confeccionar o relalorio da
adminislraco anterior, socrorreado-se ella para
isto dosesclareciinenlos promellidos pelo digno
monstrado at
a mesma experiencia, nao tem conseguido des-
viar aobslinaco era que e=lo, bem semelhantes
a esses seres que quanto mais os desviara do
paz, que cordealmcnte nos abysnio, mas se arremdame elle.
Ora quem d 320 c 100 rs. por "libras de peixe
carne salgada, dara de melhor vonlade. 1G0
zam esses estatutos e o
nosde nosso proposito, nem prctendermos equi-
par-nos a nossos aecusasadores. bastar COIlilu-
do lembrar-lhes a distancia que vai do espirito
quedominou o coloborador do ait. 101 dos esta-
tutos decahidos, para a inlencao que presidio
Cabugal
que leiitaram essa especuladlo por sua
conta a abandonaram inmediatamente, porqu
perderao, entretanto que se a cune fosse rendira
a 100 rs. a libra leriam alguma vantagem e con-
| tiiiuariam a imporiar gado : mas se couceden lo
a venda da carne verde a 160 rs. a libra, podc-
' essa queslo de honra) ir ferir a mnita se-
! creta, e lazer cessar os lucros a que ha anuos se
dis,o,u,;,o do Hospital, sera tu- esta acostumando a perceber nesse caso seia a
do vendido e igualmente repartido pelos Sr. a,- assembla consequeute semprc con!os t/?rfn*
cipios : conceda esse preco nica mente ao gado
que for importado, por esle modo abastecer
conleceao do artigo do mesmo numero nos esta-
tutos em vigor, e que o seu equivalente.
Naquclle determinava-se :
Em caso de
que e',i se'riaVl'"SlaS n'n l'f"i">:co das suas apolices, guar-
:vel, eoqne ,. 18RC8pe,l0,,as doaS6es o disposto nos
ve consignado o seguinle
Im.o do Hospital, obser-
aclas da quali-
da mesma freguezia,Ao
ineicado de carne verde sem prejuizo da mnita
secreta.
Ha um ensaio de rorlumes, sen
terminad.i no urt. 71 qec assim cncebio
.Nao se adiando previsto na doacn a hypo-
these de que falla o artigo antecedente (passar
ao immediaio possuidor qnc o doador liver n-
dieado] os valores primitivos das doacoes, e o
producto que das mesmas eniu existir, ser re-
partido por casas de candade existentes nesta
provincia.
Agora permitta-se-nos uma innocente divaga-
cao estabelecendo neste ponto o segrate
silo :
que-
so o provedur, como querem nossos arcusado-
res, fosse responsavel pelas deliberaces da mara-
a de
A nossa assembla provincial em poder i
do que a constituico, que no artigo 170 13 de-
termina que a lei igual para lodos, quer pro-
teja quer castigue, llavera igualdade para os
creadores '
Na resolucao de 16 de agosto de 1S2;{, do Ex-
celso fundador do impeaio acha-sc esta disposi-
eo. '
D. Pedro pela graca de Dos el?. Hei por bem
determinar:
1" Que se nao ponlia mais a lanens o forneci-
iiiento das carnes verdes, eque "soja livre o
franco todo o commercio do gado vaceumfi-
descobrir(o que nao ciemos) hostilidades e nf-
fensas injustas e desloaos do provedur o Sr. Lis-
Marques Lius. Jos Lucio Lins, Juo Bapiist.
tabello, Luiz Jos Rodrigues do Souza, Manuel
Eustaquio Reg da Multa e Albuqiierque Manuel
Pereira Caldas, e Sebastian Ju Gomes Peiraa e
kvaiitou-se a sesso-
Eu Manoel Ferreira Accioli,secretario a escre-
vi.llego o Albuquerque presidente.Franca
Reg. Olivcira. Puno. Garaero.
Communicados
XtM seiilioro socios <[< h perttiKuoz de Itencficniu-ia e uo
I MI Mico.
O genio do mal, que Msiarcado ou despejado
tem por nica misso sobre ierra Iranstornar
pe verter, c perturbar o andamento regular das
mais santas insliluicocs, ha de tambera procurar
osturvar-vos.
A discordia o tmulo das emprezas cullecti-
vas, a emulacao ura inimigo traieoeiro, que as
feto solapadamente.
DISCURSO
Do Sr. Dr.Jode Almeida Soares de Lima Vas-
to*, dirigido aos socios do hospital porluguez
de beneficencia, no dia da san imlallaro.
Longo e muito 2agQ esta va ni de pensar os so-
cios do hospital parluguez em Pernambuco
quando oiivnam piueiir as plavras, que como
texto deixamos copiadas, de que em breve cons-
liluiriam ellas uma verdade palpitante e irresis-
ii'el aus olhos de toda a uciedade, que a nu
respeilarom-se naquclla poca como uma mxi-
ma dictada de ba t e sinoe^do, devero logo
ser oco hidas como uma solemne anicaca de an-
temao lara;ada conducta dos assaejados, e co-
mo revelacao de consequencias premaitiladas era
una serie de injustas aggressoes, inuvidas s-
mente pelo mais nMfiwficante despeilp de quem
quer que se phantasiasse ufiendido pora cora mais
liherdado o apparenle forca de razao ftwctKai
t iranstornar, perverter e fierluihar o aiiamjjri-
lo rpgular Dispensamos-nos de rorainrntar o ouiro fado
a que neste mesmo ponto se refere a accusaeao
por eslarmos intimamente convencidos qui na
piopria consciencia daquelle que tambero se quer
lazer victima de hostilidades e oll'ensas ,
anda hoje adiar-se-ha jusUBcaco plena a
procedmenlo do provedur.
2.Que o provedoreleto violn o estatuto
propondo approvaco da assembla geral un!
capitulo do doacoes era oppusicu com as cra-
vencoes da sociedade ; que coverleu em pm-
pnedade dos socios, o que o espirito da caaidade
constituio patrimonio dus pulsn-s. (Veja-se oca-
pilulo das doacoes nos primoiwsestatutos e scu
equivalente pos acluaes.)
Independenle de quaesquer eeanideraces que
tenhamos a oppor a esle puntu de accusaeao
eremos firmemente que nimia a mais curia in'lcl-
ngencia deve alcan^r a miseraliilidado desla a-
cinlosa asserco ; porquanlo, onde se vio facer
carregar responsabilidade a um chelo de corpora-
'.ao.pclo simples ficto de prnpor deliberaco de
auna grande parle de seus membros quhpior
medida por elle repulada conveniente aus inte-
resses da associacu que dirige f
O'iein. so nao um despeiioso proposito de ag- .
gredir, jamis se arrbjou a lana insolencia e per-'
ver.-idade, guiando seu damnado intento, or ca-
rada de fiiiidanientos para felos desla ordem?
pesar sobre o de.linquente, cumpre-nos aqu re-Ida carne de vacca como de viielia.
V di",e^ "*"?"'* :i" QUfl f "r'-t' illustriis'r i T ''"I1"';'05 Pros,d, o muito to dos compradores, pendeudo nicamente da
mil!, i 'se de Almeida Soares de Li- concurrencia do mercado.
A' dos*'segundos o -- Agra,j01-0 v- S.MJoraaes que leve i bonda-
Teixeira Bastos.
humilde
{Continuar-seha.)
b obscuro Jos de mandar-me, e talvez que pelo Cojuciro escre-
va a V. s e d cumplimento ao que me pergun-
A Cazeta 0/flcial do Par de 18 de Janeiro,
trazuma cari que cbamou a nossa aUenco
por isso a copiamos.
Trata de uma lei que se ausenten do Rrasil com
despotismo colonial, pois as leis do mximum
uiiircharam aos priraeiros Liados da nossa inde-
pendencia.
Como{ que se sodio o jugo frreo de uma lei
inconsiiiucional, pelo espaco de l annos dirigi-
da nicamente contra uma classe lo uilcomo
a dos creadores sem que os representantes do l'a-
|| i rguessem a sua voz contra ella I Contra es-
se monopolio, uu interesses parlkularee, contra
esses parazitas que se nutrera cusa dus infe-
lizes creadores, e que preferom animar a mesma
industria as provincias visinhasda quena sua
Creadores da provincia du Para dirigi-vos
assembla geral legislativa, c credo quo a pri
mena voz que se elevar no recinto da represen-
laco nacional a vosso favor, adiar echo era to-
dos os corados contra opf ress.) lo odioso e
para isso nu ha cores polticas, lodos sao Ria'si-
leiros, lodos amara a liberdade e lodos respeitara
a conliluico.
Chaves ... de....
Na mmha antecedente narrei a Vmc. os graves
la sobre os rditos da prodcelo
da ilha.
e iminoralidade
Sou, etc.
!
a
pn-
Ma=
lera prejuizos que nos causou o invern, especiabaien- fez especificada e
nlr.i- to s fazendasdas margens do rioCurur, a age- appellada
isima ra direi que o vero anda nos ora sido maisla- I No artigo anlcri
Derimo qninlo fundamento.
Que allegando-se em ditos embargos a alsi-
dade das letras, incumba aos embargantes como
do direilo prova-la de modo a nao deixar du-
vida, e longo disto eslkroram e eslo :
Nao ventilarei a queslo de serem na asatgna-
co aedez das os embargantes, que seoppoe ao
pagamento das letras pelas quaes sao demanda-
dos, sulorcs, quando nu propcm elles a deman-
da e deffendem-ee da que Ibes proposla, ad-
mittirei mesmo que pela forma dada no preces-
so e contra a ordem natural das cousas, se ja ni
considerados amores quando eAfectrvamente sao
reos ; mas pergunlarei se exacta a assev.raco
de nao haveiem os embargantes provado os sus
embargos ? A respes a nao pode deixar de ser
negativa; e nem duvida pode offereeer aos que
lverem acompanhado esta discussao ou hsuve-
rem lido a senteneaappellada.
A falsidade das luirs foi provada rom os est-
oica, em que ella foi reconhecida e demonstrada,
cura a irregularidad'! da proposta, com u exame
dos livros das respectivas casase finalmente com
as presumpeoes que foram provadas. e de que
minuciosa mencao a scnicnca
para que nao fique sem prova era co
ss::::i sss i|??5s=
lenorraen.o havemoareferido, mas anda uueessa Doriua"*hrSfflSl^^ESfe?!!0 I tSCr eare*Q,t^ s.Por '"^r-se que fazia
reforma de estatuios foi por
comniettida a urna touimisso.
pacte socios insuspeilos.cQmo
meida, se bem que este j|o quiz preslar-s< a
esse irabalho, UJvez pela simples u'-o por elte
anteriormente offerecida ca
...(.-de puWicarea/>s.

icio, pussar _.
aproveilam o eusejo da dispersu para cliacinar o'
gado que apparece cutre o seu.
Todos estes nialesjuuos, falla de vaquekos
agemos que ha >orjue os poucos livres qiic .
jurisconsultos em que me fundava para ter
tal dislincco como ubsoleta ou, ao menos des-
cunhecida na legislarao commercial, que a ad-
rante som dislinrco de unerne prora ou pro-
vn ateira.
Referindo-me, pois, ao dilo artigo, que seria
inulil repetir, digo, que os embargos foram pro-
vados e s por manifesla injustica so podia de-
cidir o contrario recorrendo-se ou a devogaces
ou a principios que cunlrastam com a lei, com a
boa razo, c com a pralica de julgar, que o me-
lhor inlerpetre das leis.
Eulreanio escapou ao accordo que, se ao
autor incumbe o onus da prova, nao menos in-
cumbe aos reos provar os fados que allcgam en?
suadefeza, como trrenle em direito.
Os embargados nao provaraYn o que allegaran-,
em sua conleslacao. o que se prova com o mes-
mo accordo, que contrario a evidencia dos
autos, na parle era que se refere a conleslacao,
sendo que aquillo que se deu por provado nc'
conclua pela veracidade que sustmlavam, e pela
qual o accordo se nu anirnou a decidir de um
modo formal, como era de mslr para concluir
pela condemnain dos appeliados ao pagamento
das letras em queslo.
Na combinaco pois de una e oulrn prova 6
l que se devia fundar o jnlgamento, della que
resullava o allegado e provado ; mas se por um
lado os embargantes provaram pelos meios ad-
millidos em direilo, e mais do que islo nao
erara obligados, que as letras eram falsas cons-
pirando para esle lim diversas e condudenlcf
presumpedes que sao meio de prova pela legis-
tacao commercial, se por oulrn lado os embarga-
dos nao derara prova alguma da veracidade das
lettras, nao provaram que as letras livessem sidu-
assignadas pelas firmas que nellas figurara, ou-
, que livessem sido descornadas por pessoa das ca-
sas dos embargantes ou por elles auloiisada ; su
j as nicas leslemunhas que ueste ponto produzi-
ram foram o seu thesoureiro, cujo dcpoimcnlo
I nao merece f pelu seu theor e pelo interesso
qne elle mesmo declarou ter na causa, e Joo
; Pereira Reg que, alm de singular, jurn por
modo vago o em desaccordo cun seu patrio ;
quem se referi, segne-se que nao i iludida a
prova dos embargantes, o que contra ella se nao
poda julgar sem clamorosa injuslica.
Dcimo quinto fundamento.
* One a sentenea folbas, limitndo-so a refu-
tar a conleslacao e sua prova ; e a sustentar a
procedencia do- exames sem oceupar-se da au-
seui-ii da prova dos embargosereou a nuva ju-
risprudencia de qie o prova m-uuibe no quo
nega, n o exame dos peritos constitu! prova bas-
tante ; sendo que alias o contrario, quanto ac-
ollos da prova eao exame dos peritos reounhectu
o jui/ romo se v a ful has e tullas.
O que se l neste fundamento inexacto o
nao se deduz da sentenea appellada como ne.lc-
; se afflrraa.
, Reconhece o accordo que a sentenea tralou
.de refutara prova dos embargados e de susten-
tar a procedencia dos exan.es, acrescenlaudo que
te mo oceupou da ausencia du iroca do em-
bargos.
Esqueceu, porm, que alm dos exames, se
OCCUpou a seiiteii.i appellada da prova leslemu-
nlial dos embargantes, das piesumpcoes que mi-
liiavam em favor delles, sendo portante anda
nesla paite improcedente. Nao sei como liavia
( a sentenea appellada tratar de prova, que se nao
deu, ou como devia oceupar-se da ausencia do
prova. deixando raargem que exislia nos
autos.
Ora se a referida sentenea se oceupou da pro-
! va que havia nos autos, e fornecida por uma e
outia parte, romo era de seu rigoroso dever o
Ufo ordenara a lei, dilficil de romprehender
que no accordlko se f.i.-a o reparo de que s tra-
lou da precedencia dos exames e nao da ausencia
da prova dos embargos", c quando tal reparo
fosse aamissivel dira smente respeito a forma
da sentenea appellada, e nao a juslica da causa,
c i prova que existe nos autos.
Creou uma nova jurisprudencia, diz ai
o accordo rd'ei indo-se a sentenea appella-
da, de que a prova incumbe ao que nega, e que
a prova dos peritos constilue prova bastante.
Este fundamento est era conlridiceo cora o
11 era que se ai/., que, o jais aqu'recoukeceu
que o exame meia .prova e nao pode ser am-
pliado pelo juramento supletorio e lera aconfu-
tieao no lira desle nieiino fundamento as se-
guidlos palavra; ; sen to que alia* o contrario
quanto ao onus da prora reconheceu o juiz como
se re a folhas e follias.
Se o juiz reconheceu o que fica exposlo como
claramente se v de sua sentenea as segrales
palavras Isto posto, sera duvida vista
da doulrina cnsinada pelos jurisconsultos c pa-
vistas citados pelos embargado;, que ao embar-
gante em geral, incumbo o onus da prova do
seus embargos em que faz vezes de autor; o por
couscguinlc aos embargantes desla causa que
compela provar a falsidade que llegaran das
letras demandadas, mas nao menos verdade quo
lid i o reo alguna fado cm sua defeza lhu
incumbe a prova delle, liounicr i'r.ict, theor. o
ortico das provas. S 29, Gabriel Ess. sob nal. e
fon;, das provas, ij 2Js, Pereira e Souza primei-
ras lnhas sobre o processo civil 197 e nota 1 t.
Ferreira Borges, dice. jur. comm. vbo-prova e
outros, e por conseguinle aos embargados na
qualidade de reos quanto aos embargos de olhas
Ui corra o dever de provarein o que allegaran!
em opposico estes com o intuito de pugnaren:
pela veracidade das letras de folhas 4 e folhas 7,
as quaes como cima se via linham sido declara-
das falsas desde o dia 12 de marco du auno pr-
ximo (indo, isto seis dias antes da pr opositor a
da presente aeco.
Se o accordo declarou o que se le no 11" fun-
damento e no final desle, cuino que arge a
senienca de haver estabelecidu urna jurispru-
dencia nova, de que o exame faz prova sulficien-
le ? A senieuca appellada, dizendo que o examo
por peritos s fazia meia prova, acresceulou quo
esta fora completada por prosumproes vehemen-
tes e graves, e portante su lucientes, mas o ac-
cordo no intuito de mostrar osdefeilos da sen-
tenga appellada, diz que ella esUbelece o con-
trario do que nella se le, e portaute jurispruden-
cia nova.
Rasla comparar os dous fundamentos do ac-
cordo, altcuder no Qnal do ultimo, e lr nesta
parle a sentenea appellada para secouhecer cla-
ramente que q inexacto, e improcedeute esse
fundamente ; poste que esle puntu nada lenha,
que ver cora a juslica da causa, ou < ora a proce-
dencia dos embargos todava rae oceupo delle.
para levar a evidencia que este fundamento el
em desaccordo com a evidencia dos autos, e u
contrario ao que se cscreveu no mesmo accordo.
Declarou esteque era nova,a jurisprudencia de
incumbir o ouus da pro'a ao que nega, mas era
que parle da sentenea appellada se eslabelecia
um lal principio, ou de que parle della se pode
elle inferir ?
Afoutamenle digo, que esla asserco nao g-
menle gratuita,como que contraria ao queso
escrevou na sentenea appellada, quer lomada no
todo quer sobriamente, e esta asserco con-
firmada pelo que se tem publicado, e pelos mes-
mos fundamentos do accoido era que se reco-
nhece que dita sentenea se oceupuu da prova de
uma e outra darle.
A sentenea appellada disse bem que se ao au-
tor incumbe o onus da prova ao reo tambera
cumpla provar os fados que deduzia em sua de-
loza,que juslamenie a doulrina des jurisconsul-
tos como demonatrei na analyae do fundamento.
O accordo estranha, e cora justa razo, a dou-
dnna, que errneamenteaUribute sentenea ap-
pellada, de que o onus da prova incumbo a'o que
nega, mas pergunto, na hypoiliese controvertida
quem nega ? o que assevera serem as lellra
verdadeiras, ou o que allega que su falsis?
Ninguem contestar que a ssseveraco est da
parte do quo di/, serem as Idiras verddeiras e a
negativa da parle dos que dicen que sau falsas
ou por oulras palavras, nao verddeiras.
Ncstes termos, e pela doulrina do accordo a
prova da veracidade das latirs incumba aos quo
assevoravam e nao aos que negavam, entretanto
o accordarasuppc o contrario e du.qoe a nega-
tiva este da parte dos que asseveram a veracida-
de das lettras, e a tlirmativa da parte dos quo a
negara.
Cabe acresecntar que estes principios nao so-
applreados absolutamente na pralica de julgar,.
queso combinados com outros, e que nos julga-
menlos sobre ludo se deve altender ao allcad
c provado, anda que a consciencia do juiz Ihe
dicte o contrario ou elle o saiha, como enrgica-
mente se exprime a oroeuaco do L. 3 Til" 06
o como tambera dispoe o "art. 3t) e 231 do re-
gulainenlo, para o prucesso das causas commer-
ciaes, anda que nao enipregue as expressdes c-
nergicaa da ord.
Do exposlo conclue-se que o accordo allribuio
a sentenea appellada doulrina que elln nao ex-
penden, cslabelcceu ura principio que contra o
que julguu ; c que, pur tanto, insubsistente, e
nao contera razo plausivel de decidir.
J. R. O. Alcvforado.
Reeife, 16 de marco de 1S69.
Correspondencias.
Srs. redactores.Voltamos agora ao seu bem
conecituado jornal para cnniprir a promessa quo


fizemos ao llustrado publi.o, de untenleac o que
se passou no jury desta cidade, em sesso de 10
ao eorrente.
Tendo sido aberta a dita sesslo pelo Sr. juiz
oe direilo Dr. Doria, e tendo sido sorteados os
juizes de fado, foi chamado o roo Euscbio Pinto
Pra ser interrogado ; sendu-lhe feilas algu-
nas perguntas. pedir ao Sr. juiz que Ihe de-
xassn eipor o facto de que era aecusado ; o que
Ihe tora conced.do. Satisfeito assim o deseio
que, mostrando-so asss escandallado por se
ochar preso, embora cum couscicncia de seu
rime, cotoneara a ranear peranle um auditorio
respeitavel o labo do ridiculo sobre meu pre-
sado pai, Manoel Jos Soares d'Avellar, e meu
irmao Jos Maxiraiano Soaros d'Avellar; dizen-
o que o primeiro era assalariado por seu eu-
nhodo (do reo) Alexandrino Martins Corroa de
Barros, com o lira somonte de o perseguir ; c
que o segunde [que era o autor) nao havia com-
prado o escravo Malinas ; quo a venda era
pnantaslica ; e que. o mesmo escravo achiva-se
n.vpothecado sua fallecida sogra D. Francisca
tho da Silva Rrando.como provara co
DIARIO PE PEBNAMBUCO. QUINTA FRIRA 22 DE MARCO DE t860.
Uescarregam nie 2 ue mareo.
Barca ingleza=Margarelhbacalho.
Barca inglezaCeliabacalho.
Brigue inglez Adolaidebarrilhas e ferro.
Brigiie ingiez Limos forroe carrito.
Brigue austraco Triestefarinha de trigo.
Brigue portuguezFlorinda vinho e toucinho.
Barca rancezaBerthbatatas.
Brigue dinamarquezAgathfazandas.
Barca americanaExpressc Thercsefarinha de
trigo.
Barca americanaBrasilcira bren.
Escuna inglezaMary Blochfazendas.
ImportiM/an.
Barca franceza Bertha, fiada do Havre, con-
signada a Tisset & Frcres, luanifestou o se-
guinlo :
47 barris c 47 meios manteiga, 3 volumes loa-
Ihas para mesa, rhaiios, calcado, 1 caixa objec-
los para sellciro, 3 ditas un carro e seus pectn-
ees, 8 barris vinagre, 35caitas queijos, 100 .'ai-
xas velas, 400 gigos batatas, 4 barris vinho, 10
fardos ignora-se, 50 gigos chanipanbe, 1 caixa
presunto, 1 dita liugoas; aos consignatarios.
4 caixas leudos de algodao; a C. J. Asllcy
1iver.sus provluciai
Rendimento do da 1 a 20. 8:975J207
dem do da 21....... 245j306
9.20t513
._m um
papel quo tirara do sua algibeira ; e cuja hvpo- & c "
].avoar'a,-'f1el'''\,;lle' ".'u P*tlcncii\ ">*> Pr H 3 Cardos pannos, 26 volumes tocidos do algo-
n ,8 ,P rllllU-S : '"ando-se "^ Ja, de la sodas chapas de dita, 3 fardos pe-
Smenle n 1, L^' *Jmi T0"n,en.fal" "ea envergadas. 165 caixas vinho o cognac; a
sosr Sfi estas palavras :- R.an- u. Kalkman.
i V', fois slo c proprio dos senho-
rea .' At que ponto chaga a audacia do
um reo, qm vera responder purum crime permi-
te um tribunal rosiieitavel !
Entretanto, (Indo o interrogatorio, principiou a
aecusacaoquo foi ierao*e bem esclarecida e ani-
mada, vista das provas de crminalidado exis-
ten tes nos autos ; mas dcixemos de paite a ac-
cusacao, e entreoos na materia da defo/.a, que,
sem um apoto serio o seguro, tinha necessi'
uauo de raler-se de meios labios e pouco de-
centes.
Por occasio, pois, de ter a patarra o adroga-
do da defeza, e estando este a narrar lacios es-
trauhos ao processo, nc quo ia de accordo com
o interrogatorio feito pelo ro adiando-so niou
pai junto mesa do advogndb da aecusaco, le-
vantou-se, eom viz baixa deu ao dito advogado
algumas itiformaooes que a respoilo (orarasolici-
tadas ; e embora com isso nao perturbasse a or-
tlem da tribunal, pois que se havia desordein no
mesmo tribunal ora por corto ora oulra parle, o
Sr. juiz de dircito, sem querer prudentemente
verificar donde partia o ruin.ir, quo por corlo vi-
nha das galeras, em rirtudo da grande concur-
rencia quo all havia, prevalocendo-.se do fado
do achar-sy mea pai recostado referida mesa,
o reprehender deste modo : o que o ge-
nitor nesta causa se pai do autor, j eu o sa-
bia ; cale-sc, pois atada faco muilo em conser-
va-lo noslo sala !...
Continuara anda o adrogado do reo, dtondo
quo o autor havia protelado a causa, fazendo
com que o proceMO dentro desta capital se pro-
longarse por mais do dous auno.-, e quo son
conslituinle tora quem promover todas as des-
bezas para o andamento do processo (o quo ludo
o falso ; o soja nao apresculamos a Cerlidao do
escrirSii respectivo para nao demorar mais es-
la publicoslo; ; e linalinenlo, quo o autor era os-
teHionatario cor harer comprado um escravo hy-
pothecado !
Srs. redactores, mullo nos almiramos que o
nobre adrogado do reo, lendo segu lo a marcha
do processo, e devendo estar sonhor dos autos,
ousasse lancar sobre 0 autor, em pleno audito-
rio, semelhante estigma 1
Nao so acharara nos autos a publica-forma da
tal hypotheca que se taxava do legal e legitima
(faltando alias as solemnidades'essenciaes, pres-
criplas pela le) e o papel do venda do escravo
passado a meu irmo por Antonio Podro Kodri-
Guimaros, ule etc.-.' Como dizer-se que
o autor cnfestollionalario !
Mas, a falsa impulacao do advogado do reo,
que nao podia sor (illia, seno do ardor da dis-
cussao, porquanlo o proprio advogado. alm do
ter declarado isto mesmo aoSr. juiz logo que
retorquira enrgicamente o advogado do autor),
nunca procurara apreseolar em nosne do seu
constituidle a tal hypotheca, para com ella in-
tentar nina quoixa contra oautor, so por ventura
fosse elle eslellionatario, foi bstanlo para im-
pressionar ao Sr. juiz do dircito, a poni do as-
sim procodor Quem aqu o autor e
tendo-se meu irmo apresenlado, fdra-lrrc inti-
mada ordem depriso porcrime de estellionoto
sendo-lhe logo recoramondado pelo Sr. Dr. Do-
na ao sargento da guarda, para que nao o
tieuasse sabir da sala sem sua segunda or-
oem I
Entretanto, como o papel de hypotheca fdra
entregue ao Sr. Dr. promotor publico interino,
esto, pouco depois, declarara ao Sr. juiz, que,
tendo de decidir una questao de direilo, fazia-
so raister um cstudo, que empregaria em sua
casa, vista disto retirara o Sr. juiz de: direilo a
sua ordem de priso. E boje que a innocencia
do autor se acha anda mais comprobada com a
declaraco que o nobre promotor j fizera a a-
gumas pessoas alias de consideraco, que nao
achara nos aulos quo estivoram em seu poder
oito dias, criminslidade alguma contra o autor:
c nesle mesmo sentido, consta, j officiara ao
Sr juiz de direilo Dr. Doria, nao temos reccio de
qiialquer perseguicao.
Que triste situacao, porm, nao deviasera-
quetla em que se achavam meus prezadospai e
irmo, quo, procedondo judicialmente contra
um criminoso que havia offendido um dos seus
mais sagrados diroitos, o d'reilo depropriedade,
erara tratados lao mal !! E como era possivel
que, considerando-nos como filhos obedientes e
pregadores da lionra o dignidade de nosso pai e
de nossa familia, nao recorresseraos fi imprcr.sa
para narrar ao publico, o que verdadeira e incon-
testavolinoiiie so passara no jury do Rccifo, em
sesso do 10 do eorrente ? !
Julgamos pois lor cumprido por ora o nos so
sagrado dever Entretanto, em oulr.i occasio,
mostraremos ao Ilustrado publico, que o reo
io Pinto fra absolvido, rda le, pelos
juizes do lacio ; mas Casemos patente urna ques-
tao que, sendo proposta polo advogado do reo
como questao de direilo, lora resolvida pelo Sr!
Dr. Doria, presidente do-jury, perante todo o au-
ditorio, logo que acabou de fazer o resumo dos
ites.
Dignem-se, Srs. redactores, dar publicidade a
esta, que muilo gratos Ihes seroSeus venera-
dores e criados
Joaquim Thinlonio Soares d'Avellar.
ManuelJofiSoares d'Avellar Jnior.
Rccifc, o do mano do 1860.
Srs. redactores. Dentro as arguic5es quo o
Sr. correspondente do Liberal Pernambucano
Je boje, que se assigna o Glorense faz ao
Sr. lenente-corooel Jos Mara dos Sanios Ca-
valcanli, rem, que esto quandosublelegado da
lezia da Gloria, euvolvia-se at em invenla-
rios, sendo o herdeiro melhor aquinhoado, como
foi no do fallecido Cabega Vermelha, etc.
Ora, somonte para prevenir ouganos 8 illacoes
malignas a meu respeito, visto que all exerco o
lugar de juiz municipal e de orphos, o. nao so
precisa o lempo do quo so menciona,devo de-
clarar quo, seo Sr. lente-coronel Jos Hara
iu em inventarios, nao foi, nunca, pirante
mrn. senda o quo se apona de dala multo an-
terior iiiiuha nomeacao para juiz, ao que me
parece.
Deixo de tazer reparo em ah tratar-sede Jos
Mara de S, por ailribuir isso a erro de impren-
sa, o crer quo o Sr. correspondente quiz anda
re' rr-se raesroa pessoa do Sr. tenenle-coroneP|
Jos Mara dos Santos.
Dignom-8Q por tanto o publico c os Srs. redac-
tores de aceitarem esta minha declaraco,era tem-,
po de ser um preservativo, tanto i minha repu-
taco, como as suas conscieucias daquelia sus-
peita iniqua.
Recite 1! de marco de 1&C0.
Francisco Teixeira de S.
5 caixas machinas, 5 ditas formas; a Barros
Brrelo.
2 caixas imprensas, typographia o cyltudros ; a
Manoel Gonoalves da Silva.
3 caixas pianos ; a J. Vigues.
16 pacotos o 9 fardos papel de imprimir ; a M,
Figueira de Paria.
3S volumes lio do ajgodo, tocidos, mercearia,
'. qiiiuquelharias, vidros, drogas, lilas e productos
-1 chimicos, 2 caixas sardinb.is, 23 ditas fruclas e
conserras; a J. da Silva Faria.
25 barris e (5 meios manteiga
Rodrigues.
a Antonio L.
J. Gor-
a
a J. B. da Foa-
Despachos de exportn^o pela me-
sa do consulado desta eldade n
dia SI de marco de 1860
LiverpoolBarca ingleza Bonita, Rostron Boo-
ker 4C, 1 rolo de salsa parrilha.
Rio da PrataSumaca hesdanhola Dulcinea,
A. Ilejo (S C, 400 barricas assucar branco.
Rio da PrataBrigue portuguez l'auline, A.
frmos, 400 barricas assucar branco.
Rio da_ PrataBrigue inglez lolui & Mary, A.
Irrao3, 250 barricas assucar branco e 50 ditas
dito mascavado.
LisboaBriguo portuguez Constante, T, de A.
Fonseca, 200 podras do amolar.
LisboaBrigue portuguez Tarujo I, Manoel J.
Ramos e Silva, 300 saceos assucar branco e
225 ditos dito mascavado.
Recebedoria de rendas internas
, geraes de l*ernaiubuco
Rendimento do dia 1 a 20. 36:4023(03
dem do dia 21. ".:... 44950
36:851-3951
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 2. 49:0585200
dem do dia 21.......2:510*517
52:168?747
4 barris vinho, 2 caixas relogios
man n.
15 barris o 15 meios manleig
seca Jnior.
3 caixas perfumaras; a E. I.ocomt.
10 volumes tintas, vidros, camas de ferro, qua-
dioso diversos artigos; a Joqum do Alnioida
Finio.
1 caixa lecido de algodao ; a Campos Lima.
1 caixa perfumaras; a Cmara & Guimaraes.
1 dita calcado, lirios e estampas ; a Miranda &
Vascoucellos.
Svoluni's tocidos do la, enfites e cassas do
seda ; a J. Baptista l'ragozo.
2iill gigos batatas, 19 volumes capas para cha-
pos de sol, artigos de lyposraphia, calcado, rou-
pa, sodas, charutos, camisas, conservas e essen-
cia do lerenbentina ; a A. Garnior.
13 volumes tocidos do algaoe de la, i cai-
xas drogas: a 1). P. Wila.
27 volumos modas, perfumaras, camisas, gr-
valas, conservas, calcado, chapeos, bonecas-e ap-
parclhostoprographicos; a ordem.
caixas lucidos de la e sedas ; a Lindom
Wild.
caixa estampas, formas, filis, livros e sus-
pensorios ; a Esicvo C. Hedeiros.
50 caixas cliampanhe ; a Ch Leclero.
4 caixas pellos de roarroquim, 2o barris o 20
molos manteiga; a ltolho c Bidoulac.
ti c.iixas vi iros, perfumaras, chapos, roupa,
2 botijoes agua-raz ; a .1. Koller & C a
30 costos cerveja, 2 caixas tecidos de la e se-
da ; a Schaplieillira & C.a
6 caitas chapeos, bonols, formas para chapeos,
Pilas para ditos; aChrstiani & Irmo.
2 caixas conservas, 8 barris e 8 meios mantei-
ga, 15 volumes quadros, caixas de msica, cha-
peos, oleada, llores e lilas do
Alvos & C.a
12 volumes calcado, perfumaras, vidros. pa-
pel e agua do colonia, 25 barris c 45 meios man-
teiga ; a F. Alvos do l'inho.
1 malla armacoes e coberlas para chapos do
sol. 3 caixas tabaco, perfumaras e lecido de al-
godao; a M. Aiiio.
li volumes botos, seda, calcado, chapeos de
sol, enfoitcavpannos, objectos para pintura, 50 !
caixas conservas, luO barris c 100 meios mau-j
seda ; a Amaral
Praca do Kecife 21 de marco de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotacoes ofciaes.
Cambio sobre o Rio de Janeiro = 1(2 0/0 de
rebato.
Descont de letras11 e 15 0(0 ao anno.
George PatchellPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfandega
Bendimento do dia 1 a 20. f7;829j875
dem do dia 21.......21.93692S3
269.7663158
Movimento da alfande^rn
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sabidos cora fazendas
com gneros
272
409
------681
109
319
------428
leiga ; a N. O. Bieber & C."
1 caixa figuras de. cera, 2 ditas seringas, ven-
tosas e fundas ; a J. Soun & C."
14 volumos fruclas em consorras, xaropes, li-
cores o vinho ; a L. Pinche.
1 caixa modas ; a Buessard Millochou.
S caixas pannos, t dita pianos; a Dammayer
Carneiro & C.a
5 volumes tecido de seda, roupa, chapeos dse-;
da modas, 1 caixa bogins ; a liinolio Dediorr.
2 caixas medicamentos; a I), c Souza.
I dita sedas; a M. A. Guerra.
40 pacoles panel de embrulho : a J. M. da!
Rosa.
II rolumes grarnras, roupa, calcado ; a Ser1
Fillios A C."
S caixas ignnra-s" ; a Adour & C.a
22 volumes perfumaras, chapos, vidros, llo-
res, molas, roupa, vestidos, jarros para llores.
enfeites, sodas, etc. ; a Ramos, Drupral A C.a
1 caixa boles, escoras para denlos, 4 rolu-
mes vidros e drogas; a Dcncher & Barrozo.
3 caixas quadros e movis; a J. A. Moreira
Dias.
1 dila tecido do seda capas para chapos do
sol : a Maostraloy.
37 roliimo chapos do sol de panno, porce-
lana, chapeos, camisas, pollos, cordes, obras Je
sirgueiro, roupa, pollos envernisadas, vidros,
calcado e nrtisos de muda ; a Y. Souvagc.
1 barril vinho, 1 caixa livros c capas para cha-
pos do sol; a Ch Somier.
1 caixa livros ; a Dcstebeaux.
3 ditas linteiros, marroquins e fio de seda ; a
11. \ A/evedo.
1 caixa papel de embrulho ; a Sanios i C
2 ditas lirros ; a Almeida Gomes, Aires s C*
2 ditas ditos a Guimaraes v Oliveira.
10 volumos calcado, vidros, livros, obras do
cabello, figura do cera, porcelana ; Cals limaos.
1 caixa msicas, candieiros o papel ; a II. Du-
mont.
'lilas sedas, cap os c camisas ; a L. A. Si-
queira.
1 caixa papel, 2 barris vinho, 1 pacotc rolhas ;
a Meo ron v (',.'
5 caixas trastos ; a Siqueira & Pereira.
18 volumes perfumaras, quinquclharias, tras-
tes, modas e obras de forro ; a Vrente V. & C.a
1 barril verdete, 15 caixas vidros ; a B. Fran-
cisco de Souza.
10caixas vidros, chapos, sedas, sapatos de
la ; a Per rer a & ranjo.
2 volumes pentes, sapatos, camas, papel
mercearia ; a Mello Lobo & C.:l
19 volumes anvellopes, letras, papel, roupa,'
chapeos, mercearia, bonols de algodao, perfu-
maras, fitas : a l.efeller \ C."
2n volumes vidros, pocas de papel, porcelana, 1
sodas, modas, flores, 2 caixas velas ; a Roberl & i
Filhos.
25 caixas trastes; a Santos Siqueia Cuval-
canti.
22 caixas o 4 barriquinhas porcelana ; a l'ra-
gozo (X Vallo.
3 caixas camas de ferro, porcelana e papelo ;
a Bastos.
23 volumes modas, calcados, marroquins, ma-
las, pentes, papel, biscoilos, vidros, tilas do seda
e agulhas ; a Var & Le.
12 caixas vidros ; a J. IIalleday & C.
10 bairicos vidros e drogas ;"a Fcidel Pinto
&C.
2 caixas gangas ; a Antonio Joaqnim de Faria
Jnior.
15 volumes obras de forro, vidros, calcado, cha-
pos, panos e etc. ; a Coucanos Duburq & C.
2110 gigos batatas, 47 volumes chapos de sol,
diversos artigos, panos, trastes, calcados, e mo-
das ; a E. A. Bull. & G.
47 volumos calcado, sadas, quinquilharia, vi-
dros, chapos, capas para chapos de sal, camas
de ferro, porcelana, inslrnmcnlo de msica, pel-
le enveruisado, padras do marmore, 200 caixas
cerraja : a J P. Adouj i C.
2 caixas papel e quinquilharia ; a Francisco
Guedcs de Azevedo.
2 ditos calcado; a Manoel Joaquim Ramoso
Silv.
2 cairas modas, panos do algodao, chapos de
sol etc. ; a Ch llarduy.
25 barris c SO meios manteiga ; a M. D. Ro
drigues.
2 caixas vidros papel e agua do colonia : a S-
tahll l C
6 saceos fareos; a J. J. Montero.
50 barris e 50meios manteiga : aJohnslon Pi-
ler & C
15 caixas conservas, 15 ditas sardinhas ; J.
Traeger & C.
2 caixas tecido de algodao, 17 ditas sardinhas ;
a N. O. Bieber & C.
Consulado geral.
Rendmenlo.do dia 1 a 20. 53.052*447
dem Jo dia 21....... 2:6645603
35:716H50
TUECOS COMIENTES.
Londres 23 de fevereiro.
Desde o nosso proco correle de 8 dcsle mez,
temosa notar o seguiulo :
Mercado monetario.
Tem havido procura regular dodinheiro ao m-
nima da laxa do Banco de Inglaterra, 4 p. c. do
descont para letras de prirneira classe.
Algodao. O mercado tom sido quieto, cas
vendas estovara om escala moderada, montando
o total desde o dia Sa corea de 123.000 saecas,
mas nao obstante as augmentadas existencias, os
possuidores conservam-se firmes.
Nos procos do dos Estados-Unidos nao liouve
allcraces notaveis, mas para algumos das qua-
lidadcs do Brasil, alcancaram-se precos um pou-
co mais altos, como so ve das nossas cola-
coos.
Assucar. Continuou a frouxido notada cm
nosso ultimo.
0 Biidget nao propoz modificago nenhuma
nos drcitos sobro este genero, e ainda que nao
Unha sido geral .expectativa de una redueco
dos mesmos, nem por isto deixou de haver al-
l um desapontamento, e por ora nao voliou a ani-
maco.
A segunda mao, porm, est mal supprida; as
pequeas transaccilos que se li/.oram forara sus-
tentados os procos das qualidades pioprias para
relinadores, e as nutras qualidades s soffrerain
urna reduccao muito pequea cm procos.
No do Brasil nao houvc transaeco" nenhuma,
quer cm deposito, quer no mar. As'cotacoes para
cargas sao como segu :
De Pernambuco :
Branco 28,0 a 30|Q para o Continente, 23i0 a 3110
para o Mediterrneo.
Mascavado23|6 a 24i6 dem idem, 23i0 a2ii0
dem idem.
Da Rabil :
Branco 28|0 a 30[0 para o Continente, 23i0 a 30i0
para o Mediterrneo.
Mascavado 2p5 a 20^ dem idera, 24i0 a25i0
idem idem.
Era Liverpool venderam-se 7,000 saceos do
mascavado de Macci, Pernambuco e Parahiba a
2(|0 a 2|6, ludo da safra vclha.
Caf. I'ara o das colonias tem havido procu-
ra regular c os precos fcaram muito Drmes ; o
do Drasil om deposito tara bem eslava procurado,
mas por falta do suprimentos nao so fez ne-
gocio.
No mar estao se offorecendo poucas cargas, mas
tambera a procura pouco. e os procos que su
ollereccm silo abaixo dos ltimamente pagos.
Isto ex plica-se cm parte pela circumslancia de
sor a maior parto das cargas agora em caminho
do Brasil por conta de casas no Continente, e as
poucas olferccidas nesle mercado nao sao sulli.
cientos para attrahir a attoncao dos compra-
dores.
Colamos a carga do GoodFirslssdo Rio como
segu :
Para o Continente 55|0 a 55(6.
P-ira o MedUerraneo 55(6 a 50|0.
Em Liverpool nao tem havido transacees no
do Brasil.
Cacao.Tem havido alguma fluctuago no das
colonias, cojos precos regulara om pouco mais
baixos; o de Guayaquil tambera se tem podido
comprar mais barato, mas o da Babia, ainda que
a procurase oslara parcial, alcancou precos um
pouco mais firmes, 400 saceos, alcancrmdo" OiO a
17|0.
Tabaco do Brasil.Ainda conlnuarr.os sem su-
primentos.
I f/olla.Nao se est fazendo nada nesle gene-
ro ; daqui a uns doz dias ter logar um leilo de
urnas 200 toneladas, do Lima.
Mar(lm.--Os leudes sao annunciados para odia
7 de marco ; no entretanto nao ha altoraca ne-
nhuma a notar.
Couros.As existencias om prirneira mo Rca-
ram muito reduzidas, c os precos que colamos
sao muito firmes.
Cobo.O mercado iioou muilo quicio, e redil-
zimos as nossas cotacoes para o da America do
Sul como seguo :
De boa cor 59(6 a 60i0, por 142 libras di-
roitos pagos.
Soffrivele oscuro 57iG a 59[0 por 142 libras di-
reilos pagos.
Escuro o muito oscuro 5[6 o 5G[G por 12 li-
bias, diroitos pagos.
Azeile doce. Em consequencia de ter o go-
rerno Napolitano dobrado os direitos de expor-
laco, sendo o augmento nos direitos de S I6|0
por tonelada, os possuidores estopediado pre-
oos mais altos.
As existencias sao muilo reduzidas.
Azeile do palma. O mercado tem si lo muilo
inanimado, nao excedendo as vendas desde o
nosso ultimo de 50 toneladas, sendo os procos
para a qualidade superior 'J. 46 a S C 1<)|0."
As existencias sao pequeas, constando de 600
toneladas na maior parlo de qualidade inferior,
e nao se espera muilo durante as prmeiras se-
manas, mas por causa dos negocios polticos o
nogo io est iuleiramente paralysado. Nao hou-
vc entradas.
Em Liverpool chogaram cerca de 1,200 loneta-
dos ; vendoram-se em deposito cerca da 50;) to-
neladas a S i i a / 46, e cara ehegar 2,100 to-
neladas a X i a.X 45. lia vendedores a 3*45
10|0.
Nao se esperavam grandes supprimentos du-
rante o mez vindouro.
Em Bristol venderam-se em leilo urnas 300
toneladas de qualidade inferior a X 41 a 45
5(0. O valor actual da qualidade superior 45
10[0 ; nao liouve entradas.
Cambios. Sobro o Rio de Janeiro nao tem
havido transaeco, offerecendo-se papela2d.
sem ochar tomadores; o supprimcnto de papei
sobre Portugal eslava muito insignificante, ha-
vendo ao mesmo lempo boa procura de letras so-
bre Lisboa e sobre o Porto s nossas cotacoes.
Molaos preciosos. As patacas mexicanas polo
Tasmanian o mencionadas em nosso ultimo to-
ra ni logo depois vendidas a 52 5p8 d e as de
Boliria e do Chili pelo mesmo vapor a .r>i0 1[ d.,
a cojo proco tambem venderam-se porcoes um
tanto consideraveis de pecas de 5 francos". Sub-
sequenlemente o mercado' iicou quieto, e as nos-
sas cotacoes ha mais vendedores que compra-
dores.
li-in com casca.....
dem branco novo. J* .
dem mascavado idem .
Azeite de mamona .
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......
dem grossa......
Caf em grao bom.....
dem idom rcstoiho ....
dem idem com casca .
dem moide.......
Carne secca.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem em velas. .
Charutos bons......
Idom ordinarios.....
dem regala.......
Chfrcs........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem idem seceos espichados.
dem idera verdes.....
Idera de cabra corlidos ,
Idera de onca......
Dosce de calda......
dem de Guiaba.....
dem seceos......
Espanadores grandes. .
dem pequeos......
Esleirs de prepon ....
Estoupa nacional.....
Farinha do a rara t a ....
Idom de mandioca ....
Feijo.........
Fumo em folha bom ....
Idom idem ordinario ....
dem idera rcstoiho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. .
Goninia polrilho.....
Ipecacanhua.......
Leuha em achas grandes .
dem idera pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboasde forro.
Louro pranches de 2 cuslados
Costadinho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quriz.......
Virnhlico pranches de rtous
distados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de ce 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
Idom idem de torro ....
dem idera soalho de dito .
dem era obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dila para
dilas........
Mol. ... |.....
Milho. *......
Pedras de amolar. .
Idera de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em inolhos ....
Sabao.........
SaNa parrilha .....
Sebo em rama......
Sola mi vaqueta (meio) .
Tapioca........
Unhas do boi......
Vinagre ...
m
atqpeire ;oou
arroba 4g600
> 2^800
caada 900
2560
arroba 7g000
4^000
arroba 7g000
4g500
5j[000
9$600
7g000
2g560
ogooo
12$000
ce.nto ' 2S500
ISOOO
3$O(J0
nx'.iHi
55000
libra 28
400
175
um 300
105000
libra 500
400
igooo
um 33200
geoo
urna 300
arroba 1$600
33000
alqucire 2J600
alqiieire 7,^1)00
arroba 143000
9300p
73000
12.000
65000
3S000
arroba 35300o
cento 2500
15600
123000
urna 33000
um 103000
urna 63000,
8:000
235OO
43000
23240
13000
um a (Sooo
143000
453-100
163000
53000
103000
fc uiaia se nao coiilinlii iii TTa senlenoa aqu
transcripta, c para cumprimenlo da mosma con-
voco a lodos os (redores presentes dos fallidos,
para romparecerem na sala das audiencias no
dia 22 do corrate m"z, polas 10 horas da ma-
nha, a fin de se proceder nomeacao de depo-
sitario 011 depositarios, quc'ho do recebor-e
adininisliar provisoriamente a casa fallida, rita-
do Vicente Ferreira dos Sanios Caminha, ausen-
te, mombro da dita firma fallida para os termos
da referida fallencia.
E para que chegue ao conheeimento de todos,
mandei passar ediles que sero publicado pela
imprensa e afBxados nos lugares designados nos
mencionados artigos 129 do reg. n. 738, e 812
do cod. com.
Dado e passado nesta cidade do Recito aos 16
do marco de 1800, trisegimo nono da indepen-
dencia o do imperio do Brasil.
Eu Manoo! Mara Bodrigues do Nascimento,
escrivao a subscrevi.
Anselmo Francisco Pi/elti.
Declaraces.
par 103000'
30$000
caada 280;
alqueirc 23500
urna 8001
93000 !
15120!
um 200!
libra 120 !
arroba 25S000
1IISOOO!
urna arrba cento pipo 33200 3:5i)00 i S3U0! 50-3000
Mov ment do porto.
Navio sahtdo no dia 20.
Portos do sulVapor portuguez Portugal, de
capito Il"iirique A. de Brion.
Varios entrados 110 da 21.
Aracaty9 dios, hiato brasileo Invendr!, do !
35 toneladas, capito Jos Joaqnim Alvos da |
Silva, equipagem 4, carga cora de carnauba, i
couros e mais gneros ; ao capilo.
Terro-Nova24 dias, barca ingleza fifargaritha,
de 213 toneladas, capilo T. Scolt, equipagem
\2. i-arga 2.800 barricas com bacalho ; a Joiins-'
lo;. Palor & C.
Navios sabidos no mesmo dia.
Portes do norteVapor brasilciro Toeanlins, '
oommandaute primeiro teneule Pedro Hyppo-
lilo Duarle.
Rio de JaneiroVapor brasilciro Mau, capilo1
Charles Srwin, om lastro.
Ro do Janeiro Patacho brasilciro ./o, capito
Antonio Jos M. Moreira, carga assucar
Rio de JaneiroParea brasilcira Atrevida, capi-
lo Jos Francisco da Silva, carga assucar.
LisboaBarca pOrlugueza Tejo, capito Jos
Emigdio Ribero, carga assucar.
CanalBrigue inglez George, capilo L. Robcrls,
carga assucar.
LisboaBrigue portuguez Soberano, capilo An-
tonio Agostinho do Almeida, carga assucar.
Tendo-se de fnzer a numeraco de lodos os
predios desta cidade Bujeitos ao imposto da de-
Cima urbana, o administrador do consulado pro-
vincial polo presente comida a todos quantos
se queiram encarregar do um tal sor. ico a com-
pareccrem no dia 26 deste mez no mesmo con-
sulado com suas propostas em cartas fechadas,
as quaes dcclararoo menor preco porque pos-
sam fazer cada numero, assim como quaes os
seus fiadores. Mesa do consulado provincial 20
de marco de 1860.O administrado, Antonio
Carneiro Machado Rios.
Pola delegada de polica de Iguarass se
faz publico que se acha preso na cadeia di> termo,
o cnoulo Ignicio, que disse ter fgido de son so-
nhor, Pedro Ferreira de Almeida, do lugar Ra-
chao, na fregueza de*S. Bentode Garanhuns.=0
altores e delegado, Antonio Jos Ribeiro.
Pela adininislraco do correio desta cidade
se faz publico aquem interessar possa, o artigo '
10 das instruidos quo pelo ministerio do impe- '
porio foram Iransmittidas directora gcral dos
correios com o aviso de 16 de dezembro do an-
no passado, cuja rigorosa execucao dever lor lu-
gar do 1." do julho do corrate anno cm dianle ;
Art. 10. As cartas seguras devoran, alm dos
mais requisitos exigidos pelo regulamento, sor
fechadas com lacro de urna s edr, em dous ou
mas lugares visiveis, c os tochos sellados com
sinete particular do uso do segurador, tomando-
so quaesquer oulras cautelas que a experiencia
for indicando como necessarias, e forem ordena-
das pelo diretor geral. Correio de Pernambuco,
12 de marco do 1860.O administrador, Domin-
go? dos Paseos Miranda.
Pela contadura da cmara municipal do
Recito se faz publico que no fin do eorrente mez
se termina o prazo para o pagamento, sem mul-
ta, do imposto municipal sobre estabelecimen-
tos.O contador. Joaquim Tarares Rodovalho
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recobedora do rendas in-
ternas, em cumplimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fazenda de doz de Janeiro prximo
fin do e da portara n. 76 da thesouraria do 16 do
correlo, tendo mandado intimar no dia 21 as
companhias e sociedades que tem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encorporadas com
suaaulorisago, c que nao tnham pagos novos
e velos direitos pela approvaco de seos estatu-
tos o o sollo do sen capital nos pra/os lgaos pa-!
ra que cntrassem com sua importancia e revali-
dacao para a mosma recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias constara de urna relaco as-
signada pelo oficial maior interino da secretaria
da mesma thesouraria n sao ; companhia dse-
guros martimos uldade publica, idem da es-
Irada de torro do Pernambuco, idem pornambu-
cana de navegaco cosletra, idem do seguros
marillmos indemnisadora, idem de colonisaco
em Pornamburo, Alagoas e Parahiba, das quaes
somente as duas de seguro martimo menciona-
das moslraram haver pago o sello do seu fon o
capilal o os novos e vellios direitos pela appro-
vaco de seus estatutos, faz Iranscrever o art. 9
S inico'do decreto 11. 20 de 30 de setombro
do anno prximo passado que sujeita s penas
do_ art. 87 do regulamento de 10 do julho do
1850 aos em pregados c antoridades an.inislrali-
vas ou judiciarias que do qualquer medo reco-
nhecerera a existencia das sobreditas compa-
nhias.
Artigo 9. Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymos ou companhias que enlrarem em
operacoes ou estiverem funecionando contra o
disposio nos arls. 295 e 296 do eod.go commercial
e por conaequencia sem pagamento do sello do
seu capital, esto sujeitcsa dlsposiQo da art. 31
do regulamento de 10 de julho de" 1850, alera
das niais penas em que incorrerera, na confor-
midade da legislaco xa vigor.
nico. Aos empregados e autoridades ad- '
minislrativas ou judiciarias que aceitarem, at-
tenderem, deferirom 011 admittirem reciamaedes,
requermentos, represenlscoes, aeces, ttulos e
documentos de analqoor natureza, apresenlados '
era nomo de companhias c sociedades anonymas,
suas caixas filiaos e agencias em laes circunstan-
cias ou de suas administrares ou de qualquer'
modo reconhecerem sua existencia fcaro exten- :
sivas as ponas do art. 87 do regulamento de 10
do julho de 1850.
Recebedoria de Pornamburo 25 de fevereiro di
18G0.=r/anoe Carneiro de Souza Lacerda.
= Por ordem do lllm. Sr. Dr. vigario geral
juiz dos cnsaracntos se previne as pessoas, que
liverem prestado na cmara ecclesiastica Cianea a
banhos do lugar de sua naluralidade, c bou ve-
rom inrorrido em mullas, que omentoas devera
pagar em vista de um conheeimento mpresso,
rubricado pelo Rvm. Sr. conego Fabriqueiro da
S, e pelo Rvd. escrivao da dita cmara. Os
mesmos Srs. fiadores ou afiancados derem apre-
sontar na retorida cmara cm Olinda, ou no Ke-
cife ao Sr. vigario geral 03 recibos das multas
que ja pagaram, e no prazo que Ibes foi conce-
dido os respectivos proclamas aOu de que se
cumpra os disposicoes da le.O escrhe da ca-
raira episcopal, padre Joaquim da Assumpoo.
= O lllm. Sr. regedor do gymnasio manda" a-
visar oos_ pois, tutores ou correspondentes dos
alumnos internos, meio pensionistas e externos
que no dia 22 do eorrente principia o recebi-
menlo das mensalidades, conrespondenle ao 2."
quarlcl, do 1 de abril ao ultimo de junho do
eorrente anno. Socrcliria do Gymnasio provin-
cial de Pernambuco, 21 de> mareo do 1860.A.
A. Cabral.________ _________
thTro
DE
a Isabel
.1
SABBADO 2 DE MARCO l)F. 1860.
Grande e variad espectiteulu dra-
mtico c musieal,
concedido pelo Cvm. Sr. resi-
dente da provincia em
BEKEF1CIO DE
MSICO Dfl CAPELLA IMPERIAL POR S. M. I.
Pl'.IMF.IRA PAUTE.
Logo que a orchostra houver execulado urna
brlhanto ouvertura, tocar o beneficiado no pis-
tn un.a phantasia sobro motivos da opera // m,i-
ramento msica do maestro Mercadanti; em se-
guida subir ascena o primeiro acto di excellen-
te comedia ;
0 CONDE DE PARAGAR.
SEGUNDA PAUTE
Noinlervallo do primeiro acto exocutari o I>p-
nelicado urna aria variada sobre motivos di
opera Reatricede Tenda msica do maestro Bel-
lini depois do quo seguir-se-ha o segundo acto
da comedia :
TERCEIRA PARTE.
O beneficiado executar por fim urna brilhan-
to phantasia sobro os melhores motivos da bem
eonhecida opera I.u Traciata, msica do maes-
tro Verdi, e terminar o espetaculo com a mu
intorossanlo tarea :
O INGLEZ MACHINISTA.
Tal c o espetaculo que espera o beneficiado
merecer approvaco do Ilustrado publico d sla
capital, a quem do antemn se confessa grato.
Nao pode porm perder occasio d.- publica-
mente manifestar o sen reconhccimonlo ao Sr.
director, e uviis socios da companhia dramtica
que generosamente prestaram-sc cm obsequi
ao beneficiado.
Os buhlos acham-se em mo do beneficiado
na ra do Hospicio n. 1, e 110 theatro 110 lugar do
eostu me.
Pi ineipiar s 8 horas.
Avisos martimos.
Para o
Janeiro,
O a, 5' os 0. &> B 1 1 1 Horas.
* 0 s F- c Vi P". V. y. 0 c 3 c" V. 0 1 1 1 1 1 Atmosphera
* Uireco. y. a H O
S S3 O 1 1 1 Intensidade.
00 os OC 00 '- 1 en en ' 1 ! Centgrado. -t en O 5 i
1.5 0 a 1 Reaunnir.
cr- 00 CO rr, lo C 1 Fahrenheil
-i a. -1 0 -^1 OS c f 0 CO 0 0:3 1 Jlygrometr 0.
-.1 QO c OT '3 en | i Barmetro
J-
Se
o S

T.
A noile clara, vento ENK, veio para o terral e
assim amanheceu.
oscn.tvcio Da sun.
Baixamar as 9 h 42 da nranhia, altura 1.20 p.
Preamar as 3 b 54' da larde, altura 8.0 p
Observatorio do arsenal de marinha 21 de mar-
co dp 1860 Vicr.S Jiwinii.
Editaes.
Pauta dos precos dos principacs gne-
ros e protlaccoes nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
19 de a 24 de marco de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem canea, .....
dem de cana.....
dem genebra.....
dem idem......
dem licor -......
dem dem......
dem restilada e do reino
Algodao em pluma 1.a sorte
dem idera 2.a dita .
dem idem 3." dita .
dem em caroe.0 .
Arroz pilado......arroba
caada 800
470
500
610
botija 240
caada 640
garrafa 280
caada 720
arroba 8$700
7[400
6jJ400
SglOO
arroba 3JOO0
0 Dr. Anselmo Francisco PereMi. commendador
da imperial orlcm da Rosa, e juiz de direilo
especial do commercio desta cidade do Recito,
capital da provincia de Pernambuco e seu ter-
mo, por S. ||. I. c C. o Sr. D. Pedro II, que
Deus guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem, e
dellc'nolcia liverem, que requermento de E.
A. Burle & C, Kalkmann, Irmos & C, repre-
sentantes de Henry Brunn <& C, Mello Lobo C,
acha-se aberta a fallencia de Caminha & Filhos,
pela scnlenca do theor seguiule :
Das letras, cartas e exposices juntas aos au-
los, se mosjra ter cessado os seus pagamentos a
firma de Caminha & Filhos, estabelecida nesta
cidade, com cscriptoro na ra da Cadeia 11. 60,
pelo qual declaro dita firma cm estado de >:u-
bra, e fiz o termo legal da existencia deslo con-
: lar do dia 6 de fevereiro ollirao. Nomeio cura-
(dores fiscaes da fallencia aos tredores E. A.
Burle & C e depositarios interinos Kalkmann,
' Irmos & C.. representantes dos credores Henry
j Brunn S C ; e prestado pelos curadores fiscaes o
'juramento do cslylo, e pelos depositarios assig-
nado termo de deposito, ser reraettida copia da
presente sentenca 00 juiz de paz competente pa-
! ra a upposicfio de sellos, que ordeno se ponham
, em lodos os bens, livros o papis da firma falli-
jda. Feito o que e publicada esta sentunca em
1 conformidade dos arls. 812 do cod. com c 120
do reg. n. 738, so da roo as sobscquenles provi-
dencias que o indicado cdigo e regulamento
prescrevoin. Recito 14 de mareo de 1860..in-
selmo Francisco Piretli.
PERNAiflHCO.
O Rauco paga o quarto d'uidendo na razo de
10-5100 por aeco.
Conscllao :nlaiiiiistrativo.
O consolho administrativo, para forueciment 1
do arsenal de guerra, lera do compraros ob-
jectos seguiites :
Para o meio balalhao do Viauhy.
Conloes para cornetos de sopro 9.
Para provimenlo dos annazens do aliuo.xa-
r i fado do arsenal de guerra.
Arcos de torro de 1 1/2 pollega la, arrobas 10,;
dito de dito do 1 pullegada, arrobas 20.
Quem quizer vender taes objectos apresentt '
as suas propostas em carta fechada na sccretare '
do consolho, s 10 horas da mauba do dia 28
do eorrente mez.
Sala das sesses do consolho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 19 de
mareo de 1SG0.Rento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
CORREIO.
Poli administradle do correio desta provincia
so faz publico, que boje (2) do eorrente, s 3 j
horas da larde em ponto, techar-se-ho as malas
que tem de conduzlr o vapor brasilciro Tocan-I
lio.- com destino s provincias do sul.
Consellio administrativo.
O consolho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimenlo ao ort.
22 do regulamento de 14 de dezemt>ro de 1832,
faz publico, que foram aeccitas as propostas dos
senhores abaixo declarados :
Para o 10 balalhao de infantaria.
Joo Jos da Silva200 mantas grandes de la
a 1.J850.
Antonio Ferreira da Costa Braga 200 grvalas
de sola de lustre a 740 rs.
Para a fortaleza dos Santos Reis Magos da pro-
vincia do Rio Grande do Norte.
I.uiz Borgos de Cerqueira2 bandeiras do f-
lele com 6 pannos a 45j>, com a condico de cn-
troga-las no dia 31 do eorrente me/..
Para o 9. balalhao de infantera de Unha.
Antonio Joaquim Panasco1 bandeira de soda
com orinas imperiacs por 983, 1 porte eom galo
de o uro por 51$200, 1 bastea com esphera dou- I
rada por 13^, 1 insigna do officialato do Cruzeiro
com o respectivo ttulo do dia em que foi ella con-!
cedida por20J, 1 'ra do fila para a mesma insig-
na por 55,1 sarco de oleado por 2{?, 1 dito de dito
de brim por 400 rs., paia serem entregues esses
objectos promplos no dio 25 do eorrente mez.
Para os msicos e lambor-wr do 4. balaho
de artilheria 1.a Unha.
Jos Baptista Braga27 centuroes com galao
do prata, e chapeo prateado. conforme o figulino
novamenle adoptado a 18j$050, 27 tercados com
punhos e ponteiras prateados a 20^900, pora o
tambor-rar 1 toreado por 285500, 1 baslo dou-j
rado com um fiel prateado por 42J750, 1 lalabar- '
le de casemira branca e galo de 40#.
Romos & Lima--! centuro poro o tombor-
mr com galo de prata por 19g500, 16 cordes
de la para os inferiores a 1*100. sendo que es-
tes dous ultimes fornecedores obliveram do con-1
seibo 50 dias de espera pora apresentarem os
objectos offerecidos, e marco 11-se o dia 28 do
eorrente mez para scrcm recolhidos os objectos
que foram comprados sem condigno.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 21 d
marco de 1860. Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo, coronel vogal secretorio interino,
Pretende sabir no dia 23 do eorrente o bar '
Recife, recebe alguma carga miuJa e passagei-
ros. para os quaes lera aceiados commodos : a
tratar -om Manuel Francisco da Silva Carneo,
ra do Vigario 11. 17, primeiro andar.
Para a Baliia.
O bem conherido patacho nacional Amazo-
nas II pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos do seu carregamento a bordo :
para o reslo que Ihe falto, tsata-se com os seus
consignatarios Azevedo & Mendos, no seu escrip-
torio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
O patacho portuguez Jareo*, novo e muito
veleiro, devor seguir com brevidade ; quem no
mesmo quizer car regar, enlcnda-se rom fos
dos Sanios Pereira Jardim, cu com o capilo do
navio Jos Marques Coolho Sobrinho
CEAR E ACARACL".
Segu com muita breviJade o hiato eBoin A-
migo, recebe carga e passageiros : a tratar cora
Caetano Cyraco da C. M., no lodo do Corro Santo
numero 25. *
Para o Porto
O veleiro e bem conLecido brigue portuguez
Harmona, pretende seguir com muita brevida-
de, tem parto de son carregamento prompto :
paro o resto que Ihe falto trala-sc cora os con-
signatarios Azeredo i Mendos, no sen escriptorio
ra da Cruz n. 1, 011 rom o capito Arnaldo Fer-
nandos dos Reis, na praca
Vende-seuma uarcaga de 38 caixas,
construida : a tratar na piara do Corpo S 1
numero 17.
Porlo.
A bom conlieeida barca portugueza :S\inpa-
Ihia, por sua excellcntc marcha e construeco,
acha-se proposta a tomar carga e passageiros,
que se destiera cidads do Porto, par onde
tem de seguir brevemente : os pretend:-tiles, do
urna ou oulra cousa,eniendani-sc com os consig-
natarios, ra da Cadeia do Recife n. 12.
Para o Araraiy
segu nosles dias o hiato Sergipano ; para o
resto da carga e passageiros, trala-se na na do
Vigario n. 5.
Rio tic Janeiro.
A barca nacional 1..Planeta vo seguir breve-
mente : quem na mesma quizer carregar o ros-
to da carga que falta, enlenda-se com os consig-
natarios Bailar & Oliveira,
Para Lisboa
vai seguir com muilo presteza o bom cor.hecido
brigue portuguez Constante, capito Attgnsto
Carlos dos Reis : quem no mesmo quizer carre-
gar ou ir de passagom, dirjase ao consignatario
Tliomaz de Aquino Fonseca, 11a ra do Vigario n.
19, primeiro andar
COMPANHIA riKUBCANA
DE
iMavcgatjocosleiraavijior
O vapor Persinunga, commandanlo Lobato ,
sabe para Macei, com escala por Tamaodar,
Barra Grande, Porlo de Pedras e.Camaragibe, do-
mingo 1. de abril s 6 horas da'tarde. Recbe-
se carga al o dia 30 de larde e encommendas
al 31 os 4 horas da tarde.
Leilocs.
Cavallos^ carneros, 110-
Yilhas e 3 canoas de
earregarcapini,
Quinta-feira 22 do eorrente.
O agente Borja autorisado pelo Sr.
capito Leopoldo Augusto Ferreira, fu-
ra' leilo era seu armazem na ra do


'*)
Imperador n. 15, ps 10 horas em pon-
to, de cava los, carneiros, novilhas e 3
canoas de carregar capim.
LEILAO
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FF.IRA 22 DE MARQO DE 1860.
SEM LIMITE.
Quinta-feira 22 do corrate.
O agente Boija far leilo em seu armazem
na na do Imperador n. 15, de ricas mobilias de
Jacaranda com pedra e sem olla, candelabros,
serpentinas, camas e muitas obras de marcinei-
ria de apurado gosto c trabalho, os quaes serao
vendidos sem reserva de preco, no referido da
is 11 horas em ponto.
Continuado do leilo
DE
Gneros de esliva.
SECNDA-FEIRA 26 DO CORRENTE.
l. I'raeger & C. centnuaraoo seu leiiao de g-
neros de esliva por intervenco do agente Borja,
no da cima designado s 10 horas em ponto,
sem reserva de prero como lem sido.
= 3.53
=" m =' =>
"1 ^ U> i
3 '. i
S B 5
S3
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3 c (nca
o -: -^
B> a.
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Leilo
A 27 do corren te
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o
53
CZ3
GO
c
a -n
Maleriacs do Trapiche |1
G
0.
I)
= Caeiano Tinto de Veras faz scienlc a qiiem
iniercssar que est em exercicio da vara de juiz
de paz do 4o anno, do primeiro dislricto da fre-
guezia do SS. Sacramento de Santo Antonio des-
, ... ... 'a cidade, para que fui eleto e que despacha na
taSXSu Ir8 n e 52"! r!rslcf por casa de s,,;i regencia ra de S? Francisco n. 8,
,,.!',,. J? A"10"10 ^c Soza o em qualquer parle que for encontrado ; c que
';'""'Araiijo Pereira, do todo o material do d audiencia oae tercas e sextas-feiras as 4 1.2
ap,cle denonunado Novo consisUndo em te- horas da larde como'ja tem annunciado, na cosa
rS^aSS DHi ?. TiVJ l MTVi '?U' Pb, uas audiencias. Recite 29 de evercro
r, esicios, pilares de podra, guindastes, etc., de 1860
torca tetra "2/ do corrente, no mein da em poni ; KMNHffl*M r^,rm.,^rM^v~rmV^rs
O Ur. Cosme de Su' Pereiri '
trapiche, ra do Trapicho Novo. S
Sabbado 24 do corrente.
Andre de A breo Porto fara' leilo por
otervencSo do agente lyppotoda Sil-
ra, dos genoros de escoliida quaiidade
existente na tua confeitaria da ra da
Cruz n. 17, como seja
Tumo americano.
Bolacha.
Garrafas corn C ;nae.
Ditas com vinlio do Porto.
Ditas com Tinlio de Lisboa.
Ditas com vinho Xerez.
Ditas com cervej.
Ditas com licores.
Bolijis com oltc-m.
Latas com doce.
Ditas com conservas de frutas.
Ditas com mirmeada francesa.
Ditas com mu-melada portugueza.
Ditas com biscoilos para cha'.
Ditas com sardinhas.
Ditas com aineixas.
D.tas com jeleia.
Fiascos com conservas.
!)tos com azeitonas.
Ditos "oin ructa ingleza.
Ditos com doce.
li.tos com ameixas.
e otttros muitos artigos que serao pa-
tente aos senhores arrematantes sabba-l
do 21 do coi rente as 10 horas em pon-
i no seu armazem n. 17, ra da Cruz. [
/Jde volts desua viagem instructi-^
Spftiva a turopa continua no exer-g
-'jeicio de sua prosso medica. fi
Da' consultas em seu escripto-^
rio, no bairro do Ilecife, ra daF*
.Cruz n. 53, todos os dias,
yj nos domingos, desde as G
jSt as 10 da manha, sobre
^ seguntes pontos
menos*.
toras
r.\
Molestias de olhos

de coraco e
. Molestias
peito ;
. Molestias dos igaos da
cao, e do anus ;
e qua
Attencao.
Um moco com bastantes habilitaces
para o commercio e que falla e escre-
ve perfeitamente as linguas ingleza e
portugueza e falla correntemente o al-
lemao. olferecc-se para caixeito de qual-
quer casa nacional ou portugueza :
quem precisar dirija se a ra Direiti n.
7 entrada pela ra da Penha das 3 as 5
horas da tarde. *
Ordeni terceira do Garmo.
Em nome da mesa regedora convido
a todos os nossos charissimos irmaos
para que se dignem comparecer em
nossa igreja paramentados com seus
hbitos no dia 25 do corrente pelas 2
horas da tarde a din de a companliar-
mos a proctsao do Scnhor dos fassos,
para o que lomos convidados pela r-
mandadeO secretario adjuncto, Fran-
cisco Lopes da Silva.
Ordem terceira do Canto.
A mesa regedora faz sciente aos seus
charissimos irmaos e ao publico em ge-
ral que nao Ihe sendo possivel expor em
solemne procisso as suas santas ima-
gens, tem risolvido conservar no dia 50
do corrente a igreja ab rta desde as o
horas da tarde at o fim do sermao de-
sencerrados os altares e expostas as san-
tas imagens a veneracao dos fiis.
Pechincha.
Ovas frescaes de camoropim vindas no
palliabote Jorge, por atacado dous cai
xoes e a retalho : na casa de Joao Jos
de Gouveia, ra do Queimado n. 27.
Ordem terceira de S. Fran-
cisco .
O secrelario da mesma, em nnme da mesa re-
gedora, convida a seus charissimos irmaos a
comparecerem na nossa igreja paramentados com
seus hbitos, para sexla-feira 23 docorrenle, pe-
las 3 horas da tarde, reunidos em communidade,
acompanharmos a procisso do Senhor Bora Je-
ss dos Pasaos, para o que foram convidados.
Bernardo Jos da Cusa Valeult.
Secretario.
Precisase de urna ama para co/.inhare com-
prar : na ra de Horlas u 75, esquina da 1ra-
vessa dos Marlyrios.
O Sr. l.uiz Gonzaga do Nascinienlo tenha a .
bondade de apparecer na ra Direila n. 91, a ne- Por nllimo recurso recorr <
gorio que nao ignora, visto se ignorar a sa mu- '
rada para ser procurado.
Precisa-sede um menino de 12a li annos
rna: na ra do Nogucira n.
Labyrinthos.
Na loja ao p do arco de Santo Anlonio, ven-
dem-seduas ricas toalhas de labyrintho, sendo
tuna toda de labyrintho e a outra de labyrinlho a
roda, proprias para baplisado.
Aos senhores acadmicos.
Vendom-se em segunda mao os seguinles li-
vros : Chauveau e Helio, droit penal, Ortolan
Droil Romain, Dr. Aulran ; Direilo Publico, Se-
dillol; Medecina legal, Diccionario classico, Ma-
nual do cidadao. por Silvestre Pinhciro, ctc.-
etc. : no
rarriz n. 92 A.
Vcndem se dous carros em bom estado,
com excellentes parelhas ou sem ellas : a tratar
na cocheira da ra de Santo Amaro.
Pelo juizo deorphos, carljrio do escrivao
Guimares, lem de serera arrematadas nos dias
20 e 27 do corrente mez, sendo a ultima piara
no dia 27, as dividas activas constantes de letras
j vencidas, aceilas por diversos, pertencenlos
aos herdeiros da tinada Joaquina Jeronym.i de
Jesus, reqoerimento do Sr. Dr. procurador lis-
cal da tatenda provincial, para pasamento de
sello.
Nao lendo liando audiencia do juiz muni-
cipal da primeira vara no dia 20 do corrente, (i-
cou para o dia 23 do corrente a arrematarlo da
casada ra Imperial n. 115, pois a ultima ar-
remal.ico.
Roga-se as autoridades policiaes c aos se-
nhores de engenho, que apprehendam um caval-
lo que foi furtado ao amaohecer do dia 19 do
crreme, na povoacSo de N. S. da Luz, termo de
Pao d'Alho, cojo cavallo tem os sigues seguin-
les ; mellado, dinas e cauda brancas, fente
aberta, 4 ps calcados, ihloiro, com dade de 10
annos. pouco malsou menos, estradeiro de baixo
ii meio, esl ilescarnado. muito ardigo, lem
urna belide no'olho esquerdo que pouco enzerga
por elle, lem urna junta do peiador de um dos
ps um pouco grossa, e tem alem da marca do
criador urna outra marca que a do Sr. Antonio
Honteiro de Parias, cavalleriano do norte : quem
o aprehender, dirija-so a mesma povoacao em
cssa do abaixo assignado, que ser generosamen-
te recompensado.
I.uiz Elias da Silva e Albnquerq-ie.
Quer-se alugar.
Precisa-se alugar nm escravo pan conduzir
fazendas : trata-se na loja da ra do Cabug nu-
mero 8.
Precisa-se alagar urna oscrava para urna
casa de pouca fimilia : quem liver, dirita-se a
praca de Pedro II n. 2.
Forle iiillammaeo na bocea do
J)ctrti De ordem do Sr. presidente, so pelo prsenle
convidados lodos os senhores socios cffeetivos
para que se dignem de comparecer domingo 25
do corrente, s 10 horas da munha. allm de ex-
traordinariamente funecionar a assemllca geral,
visto que ha negocios de sumnia importancia a
tratar.
O ni es m o Sr. presidente manda recommendar
, aos senhores concclheiros que comparceam s
no aterro da Boa-Visla, hoje ra da Impe- 9 horas para funecionar o conselho director.
Secretaria da Associaco Typngrapliica Ter-
| nambucana, 21 de marco" de 1860.
/. L. Dornellas Cmara.
Io secrelario.
D-se 1:500$ sob hypolheca em algumi
casa sendo nesla cidade : quem quizar, falle na
praca da Independencia ns. 6 e 8, que la se dir.
quem d.
0 gaz liquido purificado.
Na ra Nova n. 20.
Riquissimo sorlimento de candieiros grandes
c pequeos, de nova invencao, com lodos os
competentes preparas para d.ir luz um armo in-
teiro sem que possa falhar, o que muito deve
radar aos compradores, e lambern lica so for-
cslomajo.
Cuva completa,
v^. iirasci-seue un
6,-/? Pnra caixeiro de taber
gera-^V. 49, bairro de S. Jos.
*;(* = No dia 23, depoi
Praticara' toda
quer
pois da audiencia do Sr. Dr.
juiz de orphaos, vai praca pelo lempo de dous
resguardo neni iiiconi-
uiod.
Eu abaixo assignado declaro que urna escrava
de minha mana lendo padecido por muito lempo
de urna fu re inflamaro no estomago, a qual
Ihe causava dores as costas falla do res-
piraco c oulros incommodos, e lendo-lhe admi-
nistrado vanos remedios sem beneficio algura;
. chapas medicinaes
de Ricardo Kirie, escriptorio na ra do Parto n.
119, com as quaes em 31 dias licou perfeitamen-
te boa.
A vista, pois, da ulilidade desto remedio, faco
esta declaracao nao s por agradecimciilo, couio
para ser conhecido do publico.
Ra das l'ores n. 3. em S. Chrislovo. Rio de
necendo os preparas para os ditos quando se aca-
bar ; na ra Nova n. 90, loja do Viauna.
Irmandade
DE
N, S. do bom Consellio
O secrelario interino da irmandade acadmica
de N. S. do I! un Conseibo, por ordem do irmao
juiz, convida aos seus irmaos a comparecer sex-
ta-feira, 23 do corrente, s 2 horas d.i larde, no
I consistorio da mesma irmau i.ide, para, encorpo-
| rades, acompanhar a procisso do Senhor it un
Jess dos Passos, que sahir da igreja dos reli-
giosos carmelitas em seguimento matriz do
Corpo Santo, para o que fol a mesma rmiii iade
convidada pela mesa regedora da do mesmo Se-
nhor. O mesrao secretario pede quelles ir.nos
que tiverem tarjas em seu poder se dignem com-
parecer com ellas.Augusto Magno de Mello e
Mallos, secretario interino.
Pergunta conveniente.
O juiz municipal sopplenle que tem do inter-
vir as*prximaseleiQdes primarias, como paite,
i devora presidir a junta municipal de recurso ?
I ^Precisa-se de urna pessoa que tenha boa
letra propria para escrever em luios em um i
cisa'de commercio, desde as 7 horas da manhaa
; s 6 da tarde : quem se adiar com estas haliili-
lacocs e que tenha informantes de sua regular
conducta, senao for conhecido, procure no \.n^n
do Corpo S.mio,. armazem do fallecido Mlguci
Anlonio da Costa e Silva, que se Ihe dii
precisa.
J. Falque paiticipa a seus fre
guezes e a todos em geral que elle aca-
ba de receber de Pars um sortimento
artigos de borracha, consistindo em bo-
ta-:, pernei ras de diversas qualidades e
eitios, paletots e saceos de viagem tudo
de superior quaiidade e de preco com-
modo : na ra do Crespo n. 4.
Conf paria da vene-
ravel Santa Rita de Gassia.
Pelo presente convido a todos os cha-
rissimos irmaos p^ra comparecerem era
nossa igreja no dia 23 do corrente a
hora da tarde para encorporados acom-
p-inharmoi a imagem de S. Uom Jesus
dos Passos quesera'trasladada em pro-
cisso do convento de Nossa Senhora
do Carmo pira matriz deS. Frei Pedro
Goncalves. Consistorio da contraria de
Santa Kita de Cassia 20 d(
18G0. Antonio
escrivao.
Rod
igues
marco de
Pinheiro,
TROVADOR.
IVua Ao osarlo Varga a-
me vo 46.
novo eslabelecimcnlo bem montado e
i lempo aos fregueses por mdico pre-
melhor ( so possivel 1
Este
serviri
eo, continua a servir melhor
avistadas distinctas possoas que se dignam obse'-
quia-lo : dao-se igualmente comidas para fora
com iodo o accio e promHido.
Vende-se urna lina casa tarrea, sita na ru-
das Mores n. 17 : qiem a pretender
travossa da ra das Cruzes, taberna
achara rom >iuem tratar.
dirija-se a
n, 6, qua
Oh! que pechin-
cha.
minio
libra :
trata-
Corno
quem
Ao publico.
annos, os alugueis da casa terrea com soto. na aneiro. JosJoaquim Borges dos Iteis.
te
leracao qucjulgarconvenieg,n-|C|fr;guezia dos Afogados, ra do Molocolomb n. | (Consullas todos os dias, das 9 horas da
restabelfjcimcnto dos^ 0, s,;rvil"1,j de base annual a quantia do OJ
j^y a ultima praca.
^ u exa
insultaren
@ mente,
para o
seus deentes.
3 exa me das pessoasque o con
ra sera' feto indislincta-
. e na ordem de suas en-
^ trsdas; fazendo excepco os doen-1}
" tes de olhos, ou quelles que por"
motivojustoobtivere.m hora mar-
ceada para este lim.
A applicacao dealguns medica^
yimentos indispensaveis em variosf
^casos, como o do sulfato deatro-^
ma-
e
. Precisa-se de urna ama para cozinhar o
diario de urna casa de pouca famjjia ; na ra da
Cruz do Recife n. 31, segundo andar.
Alnga se o segundo andar do sobrado n.
167 da ra Imperial, oulr'ora aterro dos Afosa-
dos, com commodos para grande familia: a Ira-
lar na loja do mesmo.
Necessita-se de um copeiro que tenha boa
conducta e cnlenda bem seu servico : na ra do
Crespo n. -i, casa do meio.
ilhaa s 2 da.tarde.) Ra do Parlo n. 119, Rio d
Janeiro.
Grande oiciaa de calcado
AUenco.
De sexta-feira para sabbado 17 do
auseiilou-se do engenho Cassupim da
trrenle,
freguezia
IIua larga do Rosario n. 23, deronte da
botica do Sr. Bartholomeo.
Neslc estabelecimenlo acha-sc um completo
sortimento de calcado e tamancos por menos
preco que era outra qualquer parte, toma-se toda
e qualquer encommenda, e fazem-se todos os
concerlos com muita perfeicao c por preco com-
enganar os freguezes no
modo, alianca-se
dia que se tratar, d-se a obia prompta sem ha- da nutras letras queja
O abaixo assignado, vem pela alteneo que de-
ve ao publico e especialmente aomui respeitivel
corpo do commercio, esclarecer um aviso publi-
cado na fol ha denominada Vapor dos Traficantes,
do dia 10 do corrente, que lem por tituloItou-
boafim de que se nao supponha haver o mes-
mo abaixo assignado commetlido o faci que esse
mesmo aviso Ihe empresta. Eis o facto :
Tendo o abaixo assignado aceitado urna letra da
quantia de 3769040, em 31 de agosto do anno
passajo, a favor do Sr. Antonio Jos Pedro G m-
calves, ao prazo de 6 mezes, venecu-se em o
dia 2'Jde fevereiro, no qual Ihe foi apreseolada,
pelo Sr. Jos Machado Pimcntel, caixeiro da casi
dos Srs. Matheus Ansi'm & C., que haviam rece-
bido em pagamento do sacador, or descontad),
a quem o abaixo assignado Fazendo vr nao estar
legalcente fornialisada adia letra, disse todava
que a pagava, por ser portador delta uiii caixeiro
de urna casa respeitavel, e fallando no importe
da letra perguiitou ao Sr. Pimenlel se linha troco
para 400*. ao que respondeu o dito senhor que
nao, porque era a primeira casa, e a pril leira
letra de farinhas que recebia, e que o dinheiro
Espelho
para nava-
para senhora
prompt
Sde seu emprego; e tudo quanto o
demove em beneficio de seus;
i doen tes.
Pa hvraria n. G e 8 da praca da
Indepenecia, preciza-se fallar ao Sr.
Joao da Costa Maravilha.
^CftQ'SitjD iliiol.js riSSLiiiL.jmn'-?
Seguro contrafoso I
Tera-feira 21 do corrente.
DE
Un corc de capim.
O agente Borja, autorisado pelo Sr.
capitSo Leopoldo Augusto Ferreira fara'
lei ) en seu armazem na ra do Im>
perador n. 15, do corte de capim do si-
tio do fundao em Behei ibe : os pre-
tendentes o poderSo examinar, e sobre
elle laura- no supra memionado
10 horas em ponto.
Mo\
GOMPANHIA
^
di
a as
5 c
k
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
Vende-se
Ira de nome Harta, branca, idade de 15 a 16 an-
nos, pouco mais ou menos, com muitas rnarets
de bexigas lambcm inda de fresco, c proveniente
dolas esla-lhe cahindo o cabello ; um cabocli-
nho de 12 annos, pouco mais ou menos ; urna
escrava preta, de nome Lisbanca, idade de 18
annos, pouco mais ou menos, com o rosto muito
bexigado ; ejulga-se ler ido em companhia desta
gente um lilho do abaixo assignado por nome
Antonio, branco, moreno, idade de 18 a 20 an-
nos : roga-se, porlanto, as autoridades de todas
as localidades,as pesquizas necosssrias afim de
eftecluar a prisao desta gente ; assim como ro-
ga-se a qualqner pessoa que dclles lenham no-
ticia, participar logo nao s a polica como ao
abaixo assignado no referido seu engenho, ou
nesla praca a JosJoaquim da Silva, no pateo do
Carmo, que sera generosamente recompensada.
Jos Francisco ferreira.
Um homom de boa conducta se offeroce
para criado de homem sulleiro ou de pequea
familia, prestando-se a comprar, fazer recados e
w cozinhar o diario de urna casa: a tratar na
da Alegra, casa n.4.
irmandade das almas do Cor-
po Siinto.
O actual escrivao da irmandade das almas do
Recife, em nomo da mesa regedora, convida a lo-
dos os seus irmaos a comparecer no dii sexta-
feira : i do correle, as 2 horas da tarde,
de ouro e prata.
ra
para
f a
DE *
eis, onro, e ese ra vos per
lene.-tiles ao casal do lina- !
do Antonio Lniz Vioira,bem
cmoda armacio, fazendas
e ulencilios da loja de cha- I
I"')s da rna da Cadeia do I
Recife numero 46, que lora \
d'aquelle finado.
Sabbado 24 do crvente.
ule Borja autorisado pelo Illm. Sr. Dr.
jui deorphos e a requerimenlo de I). Senho-
rmlia Francisca Vieira, inventatianle dos bens
deiudos por Anlonio l.uiz Vieira e tutora dos
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal.
Palhinha para ma'rci-
ueiMt.
Yinhos finos de Mosclle.
Folhas de cobre.
I Brimdevela: no arma-
I zemdeC.J. Astlev&C.
-*;CJiitt,lltfJliD Attencao.
Na padariada ra Diicla'n. 8i, precisa-se com-
f!
prar um cavallo muito
orphaos seus flllios.far leilo no dia acim
lo, dos movis, ouro c escravos que per-
leneeram ao dito senhor, assim como da arma-
cad. fazendas e maisobjectes de sua mu sortda
luja de hapeos na ra da Cadeia do Recife n. 16.
Os licitantes poderao examinar os referidos ob-
jectos e dirigirse a mencionada loja, onde sera
-ilectoalo o kilo s 10 horas em poni do su-
pridito da.
Avisos diversos.
pequeo, proprio para
'a jo I menino, ainda que nao seja bom andador.
Scionlilica-se a quem iniercssar possa, que
a casa n. 4, sila na ra Direila desta cidade, e
ne foi annunciada venda pelo Diario de Pcr-
namiiuco de 19 do corrente, se acha sujeila, as-
. mu como lodos os mais bens deixados por D.
pha Mana da raixo, s dividas activas do
seu casal, sendo que vo-sc j propOr as respec-
tivas acedes : quem a compiar, Ccar obrigado
(icla soluQao dessas dividas.
Precisa-se de um caixeiro que de flanea a
*ua conducta : na rua.da Senzala Nova, nadara
iumero 30. .
Fornecmento de papel
para imprimir.
O proprielario desle Diario tem efecti va mente
sorlimento de papel para imprimir, de difiran-
los frmalos, desde o mais pequeo aleo em que
se imprime o Diario ; e contraa o fornecmento
regular da porcao que se quizer, dando-o nesta
cidade ou era qualquer oulra : os precos serao
r.miaveis, por quanto esle papel importado em
iiiellur& d(*6 lujaras em que elle se fabrica.
r ?na.,0SePha Duarte dos Santos, An'.o-
innn Co"ra(1. Ignacio Nery da Silva
rom Jos Hy]no dos Santos agrade-
tem mu cordialmente a lodas as pessoas
que sedignaram acompanhar ao jazigo os
reslos moraos de seu querido consorte e
pai Joao Eugenio dos Santos, e especial-
mente tributara esses agradecimenlos ao
muito Rvd. padre provincial Frei Jorge de
am Anna Locio e seus dignos companhei-
ros, e esperara ainda que estas mesmas
pessoas se dignaro assislir s exequias do
selimo da, que dever ser celebrada na
igreja malnz de Sanio Anlonio pelas 9 ho-
ras da manhaa do dia sabbado 21 do cr-
ranle.
na
encorpora-
do Senhor
igreja matriz do Corpo Santo, para,
dos, irem acompanhar a procisso
Bom Jesus dos Passos.
Alanotl Moreira Campos.
Lcolinc Amelie Braga segu ao Rio de Ja-
neiro
irmandade do Senbor Bom Jess das
Portas.
O actual escrivao da irmandade do Senhor Bom
Jess das Portas erecta na igreja da Madre de,,.
Ueos, em nome da mesa regedora, convida a to- I levadas necessarias suas nlin< <>
uural3SSoScren,SparrP-T,CCr "a di' "'- P^" "^ -" "tr""
mi,:, !"' rbS 2l"rasd.a ta^- "a las, e com lodos os commodos
naX f n ocissao' Ktt "'T "T' r,n ''UC lor"a Mto cn^"ho u'" P*
Mssos i Ir! t-Ves"! dos deiramente ambiclonavol. sua eitensao de
lassos.Joaquira francisco da Silva Jnior.
Empreza do aceio
publico.
ver a menor falla.
Carneiros gordos.
No engenho Pomo da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Kelogios
F.m casa de Henry Gibson, ra da Cadeia do
Recife n. 62, ha para vender um completo sorli-
menlo de relogios de ouro c praia, chronoroc-
Iros, meioschronometros e de ptente, 'S mo-
Ihores que vera a esle mercado, c a procos ra-
zoaveis.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas nue-
zas, excellentes por sua durago, levesa o com-
modidade pira os animaes : em casa de Henry
Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapeos de manha.
Estes excellentes chapeos que por sua quaiida-
de e eterna duracio, sao preferiris aos do Chi-
le ; exigiera venda nicamente em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n 02, por
preco commodo.
Vende-se
linha de novcllo de tolos os sortimentos, raeias
do seda inglezas de peso c mais inferiores, bran-
cas c pretas, por procos commodos : em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Ilecife n. 62.
Vende-se um grande sitio com casa de vi-
venda, muilo pcrlo desta [iraca, com glandes bal-
xas para capim, que se cortan 100 feixes de ve-
rao a invern, com pasto para vaccas de leile e
plantacoes de verduras, com alguns arvoredos de
Inicio, boa agua de beber, tanque pira banho :
quem o pretender, dirija-se a senaria n. 55, da
ra da Praia, de Jos lligino de Miranda.
= Vende-se ou arrenda-se o engenho l.eao,
sito na freguezia da Bscada, moente 0 corrente ;
esle engenho fica a urna legoa da estrada de fer-
ro o a pequea distancia de porlo de embarque:
sea terreno conten var/.eas colladas por ros que
peridicamente os alagam e por isso os ferrili-
sam : foi movido por agua, e se-lo-lia com pe-
queo trabalho porque existe um grande aeudeje
mas
cao, solidas, vas-
dese]aveis. Po-
crda-
deiramenle ambiclonavol, sua exlenso de mais
de legoa coberla de malas Virgens, convidando
olrabalhador a rasgar-Ihe as entranhas pela cer-
teza de grandes colheilas : pela nalureza do solo
e suas diraensoes, o engenho Leao pode fornecer
avia recebdo de logis-
tas linha guardado em casa, em vista do que
abri o abaixo assignado sua carleira, o pagou ao
Sr. Pimenlel o importe da dita letra em urna
nota de 20), urna de 100 do Novo Banco, urna
; de.503 da Caixa Filial, urna de 203 ou duasde
10$, urna sedula de 5:}, urna de \$, que foi bus-
| car gaveta do balcao da loja, e 40 rs. eoi cobre,
quantia que o Sr. Pimenlel conloo, recebeu,
| guardn contada, a pachorra de que dolido,
; tendo sido esta transaco feita com lo la a calma'
| c depois de assim realisada o Sr. Pimenlel foi
passar o recibo na letra em cima do balcao, dan-
do lugar ao Sr. .lo.io Jos da Silva, da casa dos
Srs. Sampaio, Silva & C lomasse o lugar em
que primeiro se acha va o Sr. Pimenlel, me apro-
seotisse outra leilra que vinha receber dj abai-
xo assignado, e quando Ihe eslava sendo paga, o
Sr. Pimenlel entrogou ao abaixo assignado a le-
tra que Ihe havia .-ido paga, a qual o abaixo as-
Signado guardou na mencionada carteira, e re-
iiranlo-so o Sr. Pimenlel; e no dia seguinte
veio de novo loja do mesmo abaixo ass
o referido Sr. Pimonlel pergunlando se lena ii-
cado ou cabido por all I00S, que Ihe fallava na
cobranca, pois que Ihe nodia ler cabido ou voado
com o vento que ii/.ia, e respondendo o abaixo
assignado que nao, o endagandb de seus caixei-
ros, e mesmo fazendo procurar por baixo do
balcao vista do Sr. Pimenlel, nada se encon-
trn, c fazendo o abaixo assignado ver ao Sr. l'i-
ml-nlel ler recebide toda a importancia da letra,
elle o nao negon, pediodu com tudo ao abaixo'
assignado hotivos$ed,e veriflear a sa caixa a ver
se encontrara netla acrescimo de 100$, e com
quanto o abiixo assignado estivesso cito nao
for havJo entra no pagamento da letra cujo
importe o Sr. Pimcntil havia recebdo vista,
dola, todava o abaixo assignado disse faria o
?nn?e' c ca5 ^e aPParccer o acrescimo dos
lOfljl que Ihe seriam embolsados, e rolirou-sc ;
alguns dias depois leve o abaixo assignado occasio
de mostrar ao Sr. Nicomedes, caixeiro do arma-
zem dos ditos Srs. Matheus Auslin &G, que
para o dito flm procurara o abaixo assignado por
vezos, nao lerhavido engao, o que se mostra e
so prova a outro senhor qualquer cora toda a
franqueza; o nada mais se passou : quando po-
ram menos o espera va cis que o tal Vapor dos
Traficantes em seu dito numero ira/, umaaitusao
a esse fac, como um roubo, c do lu forma que
squem nao o conhecer, que po lera duvidar
de entender-so esse aviso com o abaixo assigna-
do, por tocar no nome de duas pessoas com quem
lera relaces, e parentesco, e que Ihe merecen:
considoraco e respeito.
Narrando o facto como elle se deu em prazo
Fejao mulatinho a 4S0 a cua, qneiios
bons a l.;8:)(>, arroz a 80 rs.. c a 100 rs a
no paleo da Penha, deposito n. 15.
Sal do Ass.
Vende-se a bordo do brigne Alfredo
se com Teixeira Basto. Sai C, largo do
Senlon.fi, segundo andar.
= Vende-se doce de caj secco a l a libia :
na ra Direila n. 72.
para acabar.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vendem-se riquissimos loucadores grandes com
gaveta e chave a li>;>. ditos mais pequeos ab<
ditos de bom tamanho para paredo a 2} at !);'
ditos de Jacaranda rom p que serve para urna
oulra cousa a 2;oO, diioscom caixa
lias a 2fl e 25:i(), caixas de costura
a I0#, 12$ e 14*.
Para baldes.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
v n lem-SO molas todas eobertas pa>a ei.liar ba-
Inrs a 16d rs. a vara, pontes de tartaruga vira-
dos de muito gosto a S e 10-, ditos lisos lam-
bern para atar cabello a 3$, dilos de massa vira-
dos a impera!riz a Ir*, ditos dilos de tartaruga
para alisar a3$, dilos de bfalo brancos e pretos
a 500 rs., 4iles mais ordinarios a 20 e 320, gar-
rafas grandes C0M verdadera agua de colonia a
I" i 0, assim como nutras perfumaras muito li-
nas, que vista do freguez, se "ara lodo o ne-
gocio.
Enfeites pretos e de cores.
Ni loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vendem-se enfeites pretos com vidriiho a 3$
,>, ditos de velludo pretos e cor de caf a 3-- di-
los de ores e laco de fitas a 4J e 6g, lesouras
minio finas para coslura a800, ltfel$200, o ou-
Iros minios mais objectos de goslo, que Vista
do freguez, se far todo o preco.
Estampas fina*.
Na loja d'aguia de ouro, rna do Cabug n f
B. vendem-se ricas estampas de santos e de vis-
las, assim como collecces dos passos, o mais
lino que pode haver.
Pernambucano da Tiia do
Imperador.
Neste eslabelecimcnlo ha para vender urna
factura de excellentes charutos de diversas mar-
cas e qualidades a Ia caixa de 100, assim corno
cevadinha nova a 200 rs. a libra, queijos chega-
rntemenle, os melhores que se en
Iran no mercado a I$600 cada um, amendoas
de casca mole a 2!0 rs a libra, presunto de fi-
ambre de superior quaiidade a {00. rs. a libra,
is irlandezisdesembarcadas hornera a l$a
arroba, ditas hamburguesas a 800 rs. a arroba,
ervilhas novas, fazenda muilo superior, a 1 0 rs.
a libra.
terrenos para dous grandes f ngenlios sem per- i ao mesmo Sr. Pimenlel a declarar se esta
der asqualidadas que o dislinguem : com Ernes- | posicao o que na verdade se
lo Goncalves Pereira Lima, no engenho Vicente
Campello da mesma freguezia, poder entender-
se qualquer prelendenle,
C. L. Cambrone, emprezario da limpeza e as-
seio das rasas desta cidade, previne ao publico
que emvirtude da autorisacao do Exm. presiden- Pastllh/m vpffplflps rlp Vomn
le da provincia, c de accordo com a Illma. cama- dS \egetaCS UQ KCmp
ra municipal, segundo as condices do contrato COIltra 3S lomhr a<5
de 25 de setembro de 1858. propOe-so dar imme- V r ttf .1UIUUI 1Oab
dialamentc copeco a collocacao dos canos de f ?PProvadas Pela Exm- 'speccao de estudo de
escoamento as mas do Crespo, praca da Inde-I Ha_aDa .: P01! m."'fas. ou.l.ra?. ""das de hy-
Alteneo.
o
Precisase alugar um preto, e sendo que o do-
no precise de algura dinheiro, pode dar-se por
conta dos alucueis do dito preto: na ra de Hor-
las numero 8a.
pendenciu, ruado Cabug, ru Nova e ras adja-
centes, taes como as do Imperador, Queimado
Cruzes, Rosario larga e travessas respectivas!
Em consequencia, o mesmo emprezario, rea aos
senhores propiietaros a moradores dos quartei-
res cima tragados, queiram dirigir-se ao es-
criptorio da adminislracao, na ra do Imperador
n. 7, primeiro andar, alim de escolhcrem os ap-
paralhos que quizerem collocar nos seus domici-
Iioe. E que visto a collocacao c assenlamenlo do
taes apparelhos exigem algum lempo, elle roga
anda aos mesmos senhores, que nao se demorem
em fazer a dita escolha, afim de que nao haja
interrupcao, e sobre tudo repetirlo e nerda de tra-
balho no servico, o que tornar este mais one-
roso aos que se demorem, e ltimamente diffi-
cultar o transito publico, que o emprezario nao
deseja por modo algum embaracar. Os trabalhos
serao comecados iramedialame"nlc pela rna do
Crespo, a partir do i reo de Santo Antonio. O es-
criptorio da adminislracao conservar-se-ha aber-
to lodos os dias uteis, d'as 9 horas da manhaa al
3 da larde.
Carros fnebres.
No estabelecimenlo do pateo do Paraizo n. 10,
alem de oulros bem arranjados carros fnebres',
ha um ricamente ornado de columnas e cpula, o'
melhor neste genero,-pora enterras de primeira
ordem : ahi so encarrege de todo o necessario
para qualquer cntewq, .fltjionlento e economa
dos iuleressodos.
giene publica dos Estados Unidos e mais paiz'es
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causom nau-
seasnem sensaces debilitantes.
Tesleraunho exponlaneo em abono das parti-
Ihas de Kemp. #
Srs. I). T. Lanman e Kemp. Porl Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As paslilhas
que Vmcs. fazera, cura rara meu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, linha o estomago inchado e continua
comicho no nariz, tao magro se poz, nue eu
tema pcrde-lo. Nestas circumstancias um vis-
nho meu disse que as pasti|has do Kemp tinham
curado sua Dlha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Slreet pelos uincos proprielarios D. Lnnman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano 4 C., ra Juiaoo. 2.
Pernarabuco.no armazem de drogas c J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
passou, estando per-
suadido que esse aviso nao parti do Sr. Pimen-
lel, mas de algum que saben lo do laclo e deso-
jando mariar a reputacao alheia por nao ler pro-
pria a perder, se apressou a fazer presente desse
pedacinho para carregamenlo do barco em que
la I vez j estoja empregado.
Publicando eslas luhas muito obligar ao seu
aisignantc
Antonio domes da Cunha e Silva.
Recife 21 de marco de 1860.
= Pede-se ao Sr. ElisiarioGomos de Lima o
favor de dirigir-se rna Nova, loja n. 7.
Quer-se alugar
um moleque de 8 a 10 anuos, para compras e
recados : na ra do Crespo II. 11.
No dia 23 do corrente mez, pelas 11 horas
da manhaa, depois da audiencia do Dr. juiz de
orphaos, se arrematar de venda, por ser a ul-
tima praca, uma casa terrea no Campo Verde
com 30 palmos de frente, 50 de fundo, cozinha
fora, avahada era 1:800, penhorada a Joaiuim
Demetrio deAlmeda Cavalcanli por execueodos
orphaos de Francisco Carneiro da Silva', cuja
asa Dea enlre as casas de Joaquira de Almeida
Lopes e D. Josepha Leao de Castro. O escripto do
cdital acha-se em mao do porteiro.
= Virginia Rosa da Cosa Carvalho, invonla-
nanledos bens dcixadns por fallecimenlo de seu
pai Jos Mana da Cosa Carvalho, participa que
pelo juiz de orphaos, escrivao Brilo, se acha pro-
cedendo o inventario dos bens deixados pelo mes-
mo ei por isso convida aos credores do mesmo
fallecido a apresenlarem suas conlas legalisadas
para serem incluidos no inventario.
ECONOMA.
Lava-seengomma-see fornece se al-
moco ejantar por commodo preco na
ra da Alegria casa u. 58.
D
Tendo siiio imnressos per encano do
autofrapho os billietes da lotera do Sr.
Uom Jess da Via Sacra, cujas rodas de-
vaio podar no da -\ do presente mez,
como per-tener rites a terceira parte da
primeira loteria, (juando deviam ser a'
quarta parte da mesma lotera, o Sr.
thesoureiro manda declarar que es di-
tos bilbetes devem ser entendidos como
pertencentes a quarta, e nao a terceira
parte, como nelles se acha, visto como
esta ultima parte foi extrahida em 3 de
julliode 1858.
Thssouraria das loteras 21 de mam
de 1860.
Vire consulado de Espaa.
Para cumplir com la real orden de
1 de marzo de 185i en lo que dice res-
pecto al alistamiento y matrcula de
subditos espaoles en los consulados
vice consulados de S. M. eu
tcanfjeros :
Invito a todos los que siendo legal-
mente snbditosde S. M. y residentes en
este districto consular no se sallon ma-
triculados en este vice consulado a' mi
cargo, a' que se prasentenprara' de um
im dentro de! plazo de 4 mezes de esia
publicacin, pues del contrario, segun-
dha real orden, este vice consulado no
dispensara' su protecion a'los que no se
bayau (presentado.
Pernambuco 20 de marzo 18G0.
Juan Anglada Hijo vice-consul.
= Vende-se um sitio com boa casa de viven-
da. estribara, casa para escravos, baixas para
capim, com olwra. forno, com paslo para vaccas
e 4 yiveiros muilo bons, e tem porcao de solos
foreiros, ou a vonlade do comprador] conlm co-
queiros c alguns arvoredos ; a Iratar na ra da
Paz, cocheira do Sr. Jos Gorgonio-Paes Brrelo.
= Vendem-se duas casas na ra Bella : a
tratar na pra;a da Independencia n, 10.
y
pases es-


'<< I .1
III III lilil
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FRIRA 11 DE MARgO DE 1860.
5)
$
Curso das lingoas grega e
italiana.
O baixo assignado pretende abrir em sua casa
um curso particular dessas linguas, que promet-
i ensma-las em oito mezes a 16r, cscrcvcr, Ira-
duzire fallar grammalicalmente, principiando pe-
lo dalingua italiana, em quanlo nao Ihe chcga-
rem os litros neccssarios para a primeira que
mandou vir da Europa. As licocs terao princi-
pio no da 3 de abril prximo, e findaro no
da de dezembro corrente anffo, sendo tres
cm numero por cada urna semana, das 7 al as
9 horas da noito. As condicOes e mdica recom-
pensa eslabelecidas, agradarlo por ccrlo aosse-
nlnrcs que quizerem se matricular. Principiado
o dito curso nao ser possivel admiilir-sc mais
nenhuma oulra pessoa : os senhores que quize-
rem em lempo assignar seu nome, apparceam
na ra Direita n. 89, primeiro andar, a qualq'uer
hor3 do dia. /. fachinette.
Antonio Maa da Silva relira-se da pro-
vincia.
Ama porlugueza.
No caes do Rimas sobrado n. 24, no segundo
andar, precisa-se de una niulher porlugueza,
que saiba dirigir os trabalhos de urna casa de fa-
milia, e mesmo que saiba cozer: a que esliver
nestas eondieces e poder justificar a sua boa
conduela dirija-se a mesma tasa (das 3 as 6 ho-
ras da lardo' que ahi encontrar com quem tratar.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corrente anno de
DE
Commissao de escravos
NA
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Q. r. 3 2
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Ra larga do Rosario n. 22.
Neslu casa recebem-se escravos por commissao
para seren vendidos por cotila de seus senhores,
afianea-so o botn tralanieiilo e seguranca dos
mesmos, c nao se poupa exforcos para que se- a."=, g.^
am vendidos com promplido/alim de seus se- i = %>Z 2. =
nhores nao soffrerem empale com a venda del-'
les. Neslc etauclorimenlo ha seniprc para ven-
der escravos de ambos os sexos, mocos e bonitas
= s-s
2.
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figuras.
Altenco.
Precisa-se alugar duas escravas para casa de
pouca familia, sendo uinaque saiba ongommar e
coser, c oulra que saiba tratar de meninos e co-
ser : na ra da Cruz do Recite n. 23, 2 ndar.
Precisase de urna ama secta para Iratar de

n
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(6
e^
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIKCClO DE E- KEIVAND-
Esle hotel collocado no centro de urna das canilaes importantes da Europa, torna-sede grande >" menino com um anno de idade prefcre-se
, .. r i c i escrava : na iua do Trapiche n. /, hotel l-ran-
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. aua posi$ao e csco '
urna das mtlliores da cidade, por se adiar nao so prximo s estagoes de caroinhos de ferro, da Na rua do Imperador n. 28, aluga se c ven-
Allemanlia e Franca, como portera dous minutos de si, lodos os theairose diverlimenlos ; e, de-so em grandes e pequeos porches bichas
alera disso, os mdicos precos convidara. I hamburguesas, e tambera cal da mais nova que
u i i ii n i ha, para.fabriro do assucar. por nrero commodo.
I\o hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-! iTprecisa-se de urna roulher que saiba cn-
uguez, paraacompanhar as tourislas, qur em suas excurses na cidade, qur no teino, qur gommar: a fallir na ra do Seve : casa terrea
emfim para loda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (38200 4^000 ) junio ao sobrado de 5 varandas, visinho grande
or jat i casa que se esl fazendo para o gymnasio pro-
Durante o espado de oito a dez mezes, ahi residirn) os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer- .Existe na adroinislracio do correio desla
rao, e seu filho o Or. Pedro Auguslo da Silva Ferrao, ( de Portugal ) 6 os Drs. Felippe Lopes cidade tres" macos dejornars sem directo, para
Netto, Manoel de Figueira Faria, edesemhargador Ponies Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou- Anlouio Pereira Caracho, Jos Concia de Olivii-
ttas pessoas lano de um, como de outro paiz. c Jos ["" A'vcs, ltocl'a = 8. .^*f^*T
r\ j.i i- -i j Os presos de todo oservico, por da, regulam de 10 a 12 francos (45000 a 45o00.)
No hotdl encontram-se inforrnacois exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro
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Vcndc-se na tregnena deS. Ik ti-
to termo de porto Clvo da provincia
das Algoas, o engcnlio Piabas do lom.
Successo. muente e corrente de agoa,
com utna Iegoa de terreno, obrado en
ponto pequeo, tem terreno suiciei -
i te para levantai-mus tres ptopriedadee,
tem urna excediente casa de vivenda coib
commodos para gr.mde familia, quem
' pretender dirija-se ao niomo engenho
a tratar com o seu prop ieiario Joao Do-
arte Lopes de Vasconcellos.Tambera
se troca por outro eogeabo ; sendo na
provincia de Pernatnbuco.
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A Os proprielarios dcste novo

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dirccla-
no palco do Ter-
Sirop du
JARABE DO FOtlGET.
Esle ^a^ope esl anj n>vailo pelos mais en'in- nles nieiiicos de Pars,
!como stmlo o mrlhor rara eurar contUpa^oes, Mse convulsa e ouiri-s,
aRec^oes dos broncbos, ataques de peito, rrUa^dea nervosas e nsomnolencus: nina collierada
pela maulla, e outra noite sao sullicjentes. O (ll'ito deste excelente sarape Bltisfal 30 mesmo
lempo o iloente e o me lico.
O ilsposito na ra larga do ltosario, botica de Ilartholonuo Francisco de Souza, n. 3G.
I Nos dias 27 c 30 do marco se ha de arre-
; malar o sobrado de dous andares c solo na ra
larga do Rosario n '0, avaliado cm 1:2C0 an-
imal, pelo jmzo municipal da segunda vara, es-
irivao Baplista : quem quizer laucar, pode vero
cscriplo na nao do porleirodo juizo, para as con-
diijes.
Miguel Carroll vai ao Rio de Janeiro.
Precisa-se alugar urna ;tnia livre ou escra-
Precisa-se de una ama
co n. 26.
rrecisa-=c alugar um sitio que tenba boa
baixa para capim c boa casa de vivenda : a Ira-
lar na ra da Impeatriz n 18, toja
Para um silio na l'onle de Ucha, necessi-
la-sede um feitor : a tratar na ra da Cruz, casa
numero 45.
Aos Srs. terceiro
anislas. j
Est no prelo urna anasyse do cdigo criminal
com a denominacao deLices Acadmicas, ;
para as quaes acha-sc aberia una asignatura
pelo proco de lfl#, na livraria Universal, onde j
aquelles que quizerem assignar poderao ir bus- j
caro que se achai publicado.
O Sr. tbesoureiro manda fazei pu- na ra do Trompe, silio n 2.
Perdeu-se no dia 15 do corrente, na estra-
ara o servico de urna casa do pouca familia : da do Itecife. entre Duros e Prazeres, un peque- dfo (ni(r0 vii|(|o do pars Eslj Mlabe,0.
hoje as nielliores condircs
no caderno conlendo o resultado de algumas ob-
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alin do
kalendario ecclesiastico |
civil:
Noticia dos principacs esta-
dos da Europa e America com
o nome, dade etc. de seus im-J
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostas gc-
raes, provinciaes, munici
e policiaes.
Tabella dos emolumentos j^0mmoSeh^i^r^"n7pr-; rua Nova n-8-loja-
parOChiaeS. i ca da Independencia numero 1 e 16 J ^SSSSSS ^TSl 'SSS ^ ^f ^ ^T*' 'm "^
Empre^adOS CViS miltl-- "a rUa Cadeia. do Recill ,lume- urna parte no mesmo engenho, machina nova na rua OO trapiche n. ll.cscnp
res, ecelesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, iudustriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimeulos fabtis, in-
duslriaes e commerciaes de, ,
de numeracao scridas a vontade dos
todas as qualidades como lo- compradores.
jas, vendas, acougues, enge-
j:^ meato que desde hoje so aclis
@ concurrencia publica, lecebendo direela- f
^ mente de Paris o Londres por todos i -
@ paquetes artigosde modas que constilue o A
mais bello sortimento de fazendas cni apu- st
@ rado gosto, tem resolviifo para merece- |
A.rcm a allencao do respeilavel publico, '.
'.$ venderem as suas fazendas com muitanio- jr
q dicidadede proco.
Vendo-so una casa lerrea nos A.fog
O Sr. Manoel francisco Luiz da Silva tem na rua do S. Miguel, com commodos sufllcienle
uina carta,c urna eiiconunenda viuda do Rio tiran- para familia : quem pretender, dirija-se a rut.
de do Norte, na livraria n. Ce 8 da praca da lude- Direita n. C, que achara com quem Iratar.
pendencia.
*TYYYTTT VTYYYYTry YTTrn Y TAY*
DENTISTA FRANCEZ. A\
> Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <<
>* rangeiras 15. Na mesm-i casa lem agua e <
^ p dentilico. "i
Por um corle de cabello c
frisamento S00 rs.
Rua da Imperaltiz n. 7.
I.ecomtc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-meslie da casa Augusto Clau-
Vi ndc-se urna escrava de mria ii! m! i
molcque de 10 omos : na rua do Collegioo. 9.,
segundo andar.
ltcncao.
Vende-se a taberna n. 10 da rua do Axagae.
a dinheiro ou a prazo, com boas firmas: a tra-
tar na mesma, o os pretendemos dirijam-se,
se nao deixar Je fazer negocio.
Ceblas novas.
Esto-se acabando, cbelas grandes de m
o ccnlo a 1^700, e solas a I530O, barricas n
sardinhas rauito novas, e chegadas ltimamente
ao mercado, tambam se estio acabando, c s
com feijao amarello de C alqueires, do Porto,
por diminuto prCQO : na rua da Vigario n. 7.
Vcnde-sc sebo derretido em blticas, el
gado ullimamenlc do l'orlo,
caca em bom estado de lote de
250
arecer
e na rua da Cadeia do Kecife nume
ro 2 armazem do senhor Fon tes at i vapor, dislilaeo nova e bem montada, 22 bois para tratar
as 6 horas da tarde sement, os bilhe-
tes e meios da terceira parte da pt i
raeira lotera do Senhor Uom Jess da
Via-Sacra, cujas rodas deverao andar
impreterlvelmente odia 21 do corrente
mez.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acliatn bilhetes
Casacm OlinJa.
Arrenda-se urna boa casa com sitio
na rua do Cabra 1 na cidade de Oliuda,
de correia, seis quarlos, algumas obras, saffra
plantada, ele. ele. ; Irata-sc na rua do Crespo n.
13, oja.
FOLIIiXIUS PARV 1860.
Estao venda na livraria da praca da Inde- com o fundo para a estrada do noite,
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18C0, im- e do outro lado desta grande baixa para
pressasnesia lypographia, dasseguiutesquali- capim : na livraria n. e 8 da praca
dades : da Independencia.
Folhinha religiosa, contendo, aim do Analyse da constituico,
kalendario e regulamenlodos direitos pa- Pel I)r- o Js de Moma Magalhaes, publi-
rochiaes, a continuado da bibliotheca do rada ',or scu fllho: as Rtsso;is 'I"c u
a nhoras, lava-se igualmente a rabega a moda dos
Estados-Luidos, sem deixar una s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os prelenden-
ptortO, les, os objeclos em cabello seao feilos ern sua
presonca.se o desejarem, c achar-se-ha senipre
una pessoa disponivel pora corlar os cabellos, e
pontear as seuboras cm casa particular.
nhos,etc., etc.
Serve elle de guia ao com-'
merciante, agricultor, mar-
timo e einm para todas as
classes da sociedade.
Thesouraria das loteras 10 de
marro de 18G0.O escrivao, J. M. da
9
Cruz.
Publicacao iuridica.
Acha se no prelo a 2. edicao dos Klenientos de
Dircilo administrativo, mais correcta e conside-
ravclmcnle alterada, pelo Or. Vicente Pereira do
Reg, lenle calhedratico da mesma scicncia na
Faciildade de Direilo desta cidade. Subscrevc-se
para esla obra na livraria econmica de Noguei-
___O li/1pll.ir<>l WlTRIVIO loril ra & c- Jffi"i|ntc do aico de Sanio Anlonio n. 8,
U IMLliaiLl niIKLMU Leill I a jqj pof ca(ja e,cmpiari pagos ao receberas
o seu cscriptorio no i' andar.duas l'arlcs que iA csla0 in,prossas
do sobrado n. 23 da rua Nova, *sncia dos Maneantes amenca-
nos Grouvcr & SCaucr.
CUa entrada pela Camboa dO Machinas de coser : em casa deSamuelP.
* Johnston & C. rua da Scnzala Nova n. 52.
CarmO. E'chegado loja de Lccomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o exccllcnle leito virginal de ro-
Engomma-so com asscio e promptidao : no sa branca para refrescar a pello, tirar pumos,
beceo do Marisco n. 20. sardas o espTnhas, e igualmente o afamado oleo
Precisa-se alugar um preto ou prela, j ido- babosa para impar e fazer crescer os cabellos,
sos, para comprar na rua o fazer o mais servico assim como pos imperial de lyrio de Florenca,
de urna casa de familia, ou mesmo una ama as para borluejas e asperidades da pello, cooser-
mesmas circiomstandas : quem livor c quizer, va a frescura e o avelludado da primavera da
annuncie ou dirija-se a iua de Santa Rila n. 40, vida,
primeiro andar. ....* ,- -. < -~
NOVO DEPOSITO
i nar-se assigna-la, podem dnigir-se a
Cnslo Brasileiro, que se compoe : do lou- i universal.
livraria
vor ao santo nomo de Dos, coroa dos ac- I Offercce-se um rapaz para caiveiro, de 18 '. sao de lon"a vida
lado, c por proco commodo.
Altenco
u
VenJe-se milito em saceos a 5<, farello li
Lisboa a fo sacco, farinba de mandioca de
perior qnaliiade ein sarcos, arroz pilado, di
casca, courinhos de cobra, esleirs de palha,
se vende por menos do que em ouiia qualq
parle : na rua do Rangel n. 02, armazem.
Fil de cores.
Almeida A- Burgos, em sua loja de fazend."
ruado Cabug n. 8, leein para vender lil de -
Avisa-se a lodosos Srs. fazcndeiios e agricul- "'10 l"-1^. cor de rosa, amarello, [.reto c a;
lores de algodo que na fazenda denominada Li- ?lar0. 'Iuc sorve Para.cortinados, e cobrir-se
beralzinho no termo de Cimbres] propriedade do J'''. Ps 'l"t '.luer"se cvllar os estra80S uas '"'
Rvind. Jos Rodrigues \ alenca existe una gran- a O"1" a v""a-
de quamidtde de burroshespanhoes proprios pa- rpAnrmi-i opo nc pcturlnntPC!
ra carregar algodao e todo servico pesado, pois 1^01101111(1 pal nftosso bastantes fortes para viagem, como Riquissimo soitimenio de candieiros ce
micos [tara esludantes

cramcnlo c N. S. do Carmo, exercicio da prctvudcr annuncie
\ a-Sacra, directorio para oracao mental. 0 CS(,rvri0 Ja irmanJl(]e do Sf ll0r Ron
dividido pelos dias da semana, obsequios jcsus ,ios pilssoSl erecta na matriz de S. l'r. Pe-
ao SS. coraco de Jess, saudacoes devo- dro Gonc.alves do Recite, em nonio da mesa re-
tas s chazas de Christo, oracoes a N. Se- gedora, comida a todos os seus irmos e aos sc-
i a o il.i ^ j nhoies reverendos clrigos, para, em o dio 23
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oracoes. Prcco 320 rs.
de;ia provincia c aos do Cear e geralotenle sao dieiros conlra logo o competente liqukb
muio passoiros. lem de gastar durante urna semana, o d> ; -
se acabe Oca s( mpre o deposito para oslar vi n-
; da o dito liquido no mesmo eslabelecimenl
CAS\ LlSft-BR\SILE!\,
SLicos de francez e%
DE

piano. i
Mademoiselle Clemence de Ilannelot ^
de Maimevillo continua a dar licoes de We
1TA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, rcgulamenlo dos direitos parochiaes.e
una collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e tractos. Prcco 320 rs.
1TA DE PORTA,a qual, alcm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiacs. rreco ICO rs.
ara, cm o
do concille, as 2 horas da (arde, coniparecerem
na igr"ja convento de X. S. do Catmo, parfi
acoinpanharem a veueravcl iiragem do Senhor
dos Paseos que vom em prociss.io para o Corpo | bran
Sanio. Consistorio 20 de marco de 1660.
F. M. dos Sanios Lima.
Escrivao.
Furlaram do abaixo assignado, no dia 10 do
corrente. as 9 horas da noite, na rua da Sen zal
Velha, cocheira n. 11 peilenccntc ao Sr. Joa-
qun Paes Pereira da Silva, um bah contendo
roupa de seu uso, 50; etn dinheiro, o diversos
2, Goltleu Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAleudo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-{
commodagoes para murto maipr numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
pa dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
visitem esta capital; continua a prestar-ihcsseus
servicos e bous ullicms guiando-os em lodos as
cousas que preciscm conbecimenlo ortico do
paiz, ele. : alm do porluguez e do inglez falla-se
na casa o hespanholn francez.
Alugi-se um silio na Torre, com baixa de
capim, leudo a c isa de boas accommodacoi s para
'""o do conselheiro
quese venden) os ditos candieiros ; garante-si
mesmo candieiro com a condico de tornar c
collar, no caso de nao salisfazer au mesmo i.
prador : na rua Nova n. 20, loja d i Vi inna
grya-^JOaw=f^:'Pjaya3^tf^fcsjMMLain_3tK-;
Compras.
^ francez e piano na cidado c nos arrabal- ^J ,, rw>ri H des : na rua da Cruz u. 9, segundo andar. II iia UO llUpCl aUOr, COUIlOlllt
Mtiass ias &iZ: *i'5ss me&B&vt
os tacas ve^@ 3^Ss sssvsjk
O Sr. Honora|^ Jos de Oliveira Figucire-
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
livraria da praca da Independencia,que se preci-
sa fallar-lhe.
Precisa-se de nina ama de leite,
queotenha em abundancia, que seja
bern sadia ede bons eos tu mes : paga-se
bem. Dirigir se a' piara de Pedro II
ao oito do deposito do gaz.
Bnrott & 0 .altcndendo a que os senhores con-
sumidores de gelo sao pela maior parle, residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande dilliculdado se esle es-
te eslabelecimenlo estivesse collocado no bairro
do Recite, poderao encontrar na rua do Impera-
dor confronte ao oilao do deposito do gaz, um
armazem com as ptoporces exigidas para depo-
sito deste genero, o qual estar aberlo concur-
(antigO pateo do CoUego) n. 57, segn- rp,1pa.(1"rs mesmos senhores, das 8 horas da ma-
v o / b |,|iaa ,s 0 da tarde, do da 3 do crtenle em
do c terceiro andar.
I dianlc.
4 > --. '-k -c. <.- ^\ ca x> .o. ex <- -c> o <-- S
*> .-V *> 'J> \S vv \:> xi> x> <^r <& 9 VpVti'ISt'Xy w V,
, Altenco.
i$ Curso pralico e theorico de lingua fran-
v toza |>or una senhora franceza, para dez ;:;
;j mocas, segunda e quinta-feira de cada se- f
;^ mana, das 10 horas al tneio dia: quem
} quizer aproveitar pode dirigir-se a rua da g/
@ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos g
f adiantados. m
-.. < *.. *~ Os Q a <7>. ..).
\>o4\>k> xjviVt-> v_><-> ^V \f ^V -;:j- vjxfy?^
Roga-se aos Srs. devedores do eslabele-
cimenlo do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
uuia familia: a tratar no siti
recibos cm um so ;.ap_el, passados pelo Illui. Sr. jS1; n.-nlo, na Ponte de choa. ou na rua eslre
l.ias baplisia da Silva, firmando lodosa quantia ia do Rosario n. 2(i.
de 9503 que ao mesmo senhor baria entregue '
para guardar, a quemj preveni para nao pagar
dita somma, e sim passar-mc novo titulo, Mean-
do aquello sem validado : roga-so a quem livor
ile semelhanlo roubo qualquer noticia, o favor de
declarar ao Sr. cocheiro, que se gratificar ge-
nerosamente.Manoel de Suu/.a Marques.
Bois fgidos,
Desappareceram em a noite de 18 do correte,
da casa do Hospicio, que. foi propri dade do fi-
nado Arcenio Fortunato da Silva, dous bois man-
sos, um dos quaes lem a cor rasliiiha, e o outro
mesclada, e cerradas as ponas dos thifres ."
quem delles liver noticia ou os apprehemler, le-
ve-os a mesma casa, que ser generosamente re-
compensado.
S? 5
C P = c
co ** ro z
^ ____, <
ro
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es -; p
7? ~ 7?
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_ C. Slarr, subJilo biitanico, faz viagem para
fura do imperio.
sequo de saldaren) seus dbitos na rua do Col- ; 0 s,c'relar0 da irmandade de N. S. do Ter-
legio venda n. 25 ou na rua do Queirnado loja eo convida a seus charos irmaos, para sexla feira
:i do corrente s 3 horas da tarde cm ponto,
coniparccerem em nossa greja, alim de em cor-
Coropra-se em^muito bom estado um fa-
queiro^e uso, niodetno, paga-se bem : a tratar'
na rna Nova n. 53.
Conipra-se urna inorada de casa lerrea,
sendo que agrade paga-sc bem, sendo em boa
rua : a fallar na rua do Queirnado n. (-3, loja.
Altenco.
*
Compram-se algumas casas terreas, .endobcm
construidas, e por precos razoaveis : trata-so na
rua da Cruz n. 2.
Compram-se mnedas de ouro : no escrip-
torio da rua do Trapiche n. 11, primeiro andar.
* o o
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f~ i 73 -*
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LmM ^ V-.
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m* ^ U a
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p 3
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n. 10.
O
73
Na gallera e oficina phntographica da rua
Nova n. 18, conlinua-se a tirar retratos pelos
mais modernos e perfeitos syslemas. Os traba-
lhos sabidos desse cslabeleciir.euto sao bem co-
nhecidos do publico dcs'.a capital.
gs:;
F13ND
Compram-se, vendem-sc c Irocam-sc escravos:
na rua do Imperador n.2I, primeiro andar.
Na rua do Tiapiche n. 9, armazem de as-
: i.Tio acompanharmos a procisso do Senhor i socar, de Jos de Aquino Ponseca, compram-se
Bom Jess dos Passos, para que houve convite. | continuadamente raodas de l; e 20j00, aguias
dos Estados-Unidos, modas do cinco francos,
oncas hesoanholas e mexicanas, cm grandes e
pequeas porces.
Compia-se urna negra crioula, de bonita fi-
gura, de 18 a 20 anuos de idade, que faiba cozi-
nhare engommar muito bem. que cosa alguma
cousa : na rua do Bru n. 10, armazem de Ua-
r.oel Jos de S Araujo.
f
Rua do Brum (passando o chafariz.) .
l\o depozilo Acslc csiaVicVccViiiciilo sempre \ia gvande sovUmcuto de me-
elianismo pava os cngeu\vos de assucar a sacr:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas tie combustivel, e de facillimoassento ;
Kodasd'agua de Ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem Palancadas ;
Cinnos de ferro, e portis d'agua para ditas, e serrilbas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhoes de azs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornallias ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, formas para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.. etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes a chamo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito im,
assim como pela continuacao da sua fabrica em Pernambuco, para modiQcar o mechanis-
mo a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
H- t* rx&- V v> i*> ^ x-> %; v- <- S& I DENTES
ARTIFICIAEIIS. 1
gRuaestreita do Rosario n.3j
@ Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- @
:5 tiliciacs pelos dous syslemas YOLCANITE,
^ chapas de ouro ou platina, podendo ser @
@ procurado na sobredita rua a qualquer @
$ hora. m
-* F* .^ ^ <^ ^ i> ^ *?* 5-> ^ ^ ^ & ^' <-/-
j *$>& -i, x->-fc--.- -iv v*7>ey\>-TV x-y<& v\2rVS1'"o}i>>
OMiArtfIIIA
ALLIANC
Eslabclecida cm Londres
iSf 6) u mu.
CAPITAL
Cinco nuYnocs de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de In-
rorruar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dila companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeclos que coutiverera os mesmos edificios,
quer consista em mobllia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queirnado n. 10.
Ensiiio particular.
O abaixo assignado, residente no terceiro an-
dar do sobrado n. 58 da rua Nova, contina no
exercicio de seu magisterio, ensinando primeiras
letras, lalim e francez, e tambem admitte alum-
nos internos.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
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Constante-
mente
compra-se, vende-se e troca-se escravos : na rua
Direita n. 6.
Vendas.
Vidros para vi-
draca.
*
A 6^ a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Vende-se una parle do engenho Orejo,
Iricto de Serinliom, o. dito engenho perl
aos herdeiros do fallecido Francisco Xavier Lo-
pes : quem pretender,dirija-se a rua do Vigaria
n.lO, segundo andar, que adiar com quem
tratar.
Ferros de engom-
mar econmicos.
*r:V^
IE
Do-se a conteni.
Vendem-se esles magnficos ferros u.'S sec i tes casas:
Praca do Corpo Santo n. 2.
Na rua larga do Rosario loja n. 28 Ba da Cadeia do Itecife n. 41.
armazem de louca, mandam-se botar vi- {^i1'1 da Madre de Dos n. 7.
dros em casas particulares por preco i|a d PeXn""!!.-
muito commodo, assim como vendem- ujta do Cabug n. 1 B.
se vidros a retalho do tamaito mais pe- i !,14 ?ovTa D- 20:
________.> n ] Dita do Imperador n. 20.
Dila do Queirnado n. 14. \
Dila Direita n. 72.
Dila da Praia n. 28.
Dila da Praia n. 46.
Dila do Livramcnto n. 36. \
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita dalmpcralriz n, 10, armazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leite & Iruiao.
queoo at mais de 6 palmos.
Piano.
Vende-se um riquissimo piano c com muito
pouco uso, por menos de seu valor, a prazo ou a
dinheiro : na rua da Impcralriz n. 88, segundo
andar.


(I
os amanles da boa
funiaca.
Na loja da Loaldade n. 2, na ruada Concei-
cao da Boa-Vista, "ha escolenles charutos Ira-
viala, por menos que em qualquer paite.
Vende-se una mobilia completa de Jaca-
randa, com lampa de podra: no cscriplorio do
agente Oliveira, ra da Cadeia do Recfe.
I Engenho. |
@ W>nde-sc o engenho Santa I.uzia, sito na Sfc
@ froguezia de S. Lourenco da Malta, entre
g os engonhos Penedo de Baixoe Penedo de
O-i Ca : trata-so no mesmo engenho ou no
engenho. Mussambiquc com Felisbino de ifc
# (.arvalho Rapozo. @
Vende-se urna negra com algumas habili-
dades : na ra nova de Santa Rita serrara n. 23.
Altenco para a pechin-
cha.
Na ra Direita, sobrado de um andar n. 33-
defronle da padaria do Jos Luiz, vcndem-se do*
ees seceos e de calda, caj, mangaba, limo, pi-
langa, sidrao, jalea, e oulras qualidades, por pre-
sos commodos ; lambem se fazem bandejas de
bolinhos de linios modellos, que serviram no
baile de SuasMagestades Imperiaes ; lambem se
fazem doces d'ovos, pudins, pao-dels com en-
feites de alGnins, pastis de nata e de carne, ar-
roz de leite, jaleas de substancia : quem preci-
sar mandar fazer o arranjo de comidas para ca-
sas particulares, na mesma se faz.
Vende-se sebo em pao o em velas, vindo
de Porto : no armazem confronto porta da al-
fandega n. 7 A.
Vendem-se saceos com milho muito novo a
4J: no armazem do Sr. Aunes defronle da alfan-
dega.
DIARIO DE PERWAMBUCO. QUINTA FEIRA 22 DE MARCO DR
1860.
Relogios
Suissos.
Relogios patenles.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilos para camisas.
Riscoutos.
Em casa de Arkwiglit & C
Cruz n. 61.
Em casa de Schafheitlin
fcC, na ra da Cruz n. 38, ven-
de-se um grande e variado
; sorlimento de relogios de algi-
beira horisontaes, patentes,
chroiiomelros, meios chono-
Graude sorlimento.
4o--ua Direita4S
Os estragadores de calcado encontra-
supe-
Salmo.
Em casa de James Crabtrce & C, na ra da
Cruz n. 42, vendem-sc latas com salmao de 1, 2
e 3 libras, de superior qualidade, chegado pelo
ultimo navio em direilurada Terra Nova.
Casacas, sobrecasaeas e
collelcs.
Na ra da Cadeia n. 23, vendem-se casacas e
sobrecasaeas de superior panno, e colletes de
seda pretos feilos por Coulard, o mais acredita-
do jaliricanle de Paris.
Na rua da Cadeia do Recife n. 50, primeire
andar, vende-sc :
Saceos grindes cora farinha de mandioca.
Ditos eom cera de carnauba.
Ditos com farclo.
Meios de sola.
Vinho do Porto em caixinhas de dunas.
Dito dito superior.
Tualhas de panno de linho e algodao de diTe-
rentes tamanho* -
Darriscora cal.
Toalhas ou bnbados de linho e algodo
Cuntas douradas.
Apilos.
Cadeirasdc palhinha.
Chales bordados a rail rs.
Na rua do Queimado n. 19.
> endem-se chales borJados a seda com defeito
;ua doce, a 1 cada um ; a elles, antes que
metrOS, de OUL'O, prata dOUra-l^t^-senma mesa redonda, dous e
da, e loleados aouro ; sendo1 iesc.adeirase umacommoda.,,"io doama-
___, i i '."u"( relio: a tratar na rua Direita n. 82, primeiro
estes relogios dos pnmeiros Ta-1 a',dai.
bricantes da Suissa, que se
venderlo por precos razoa-
veis.
primeiro
Franjas de \idrilho
c reroz.
esta be
9*000
8$000
8$000
G.sOOO
5*000
i a ) oeste estabelecimento, obra
rior pelos piceos abaixo :
Homein.
Boiv.efj.ins aristocrticos. .
.tos (lustre e bezerro).....
Borzeguins arranca tocos. .
Ditos econmicos. ......
Sapa toes de bater (lustre). .
Senhora.
I! irzeguins prhneiraclasse (sal-
to de quebrar) ......
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....
Borzeguias para meninas (br-
lissimos). .......4^000
E um perfeito sorlimento de todo cal-
ca lo e daquitlo que serve para fabrca-
lo, com sala, couros, marrouins, cou-
ro Je lustre, fio, itas, sedas etc.
Vendem-se franjas pretas de vldrilho e reta,
de todas as larguras : na rua da Cadeia do Re-
cife n. 23.
PotassadaRussia
e cal de lisboa. I Vestidos de seda bordados
a velludo.
5000
4500
f* y-


!
V'V

No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambera
cal virgem em pedra : tudo nor creeos muito
razoaveis
Rua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anda restam algumas fezsndas para conclu-
1600
2JS000
45000
300|
455000!
2000 i
5$000J
63OOO
1&000
2#000
455000
13?0001
200

----" 'f?r*&*~^'
AS 3IELI10RES SAHNAS DE COSER
"OS
Mi afamados autores de New York
I. M. SINCERA C.
WHEELER \ WILSON.
V' novo eslabelecimento vendem-se a*= machi-
- oestes doti9 autores moslram-sc a qual-
r hora du dia ou da noile o responsibilisamo-
GRA5DE E VARIADO SORTIMENTO
DE
ssouasp feas e fazendas.
L.o]a
n
ir a liquidarlo da firma de Lcile &Correia, as' Cadcia o Recifo n 23.
quaesso vendem por deminuto proco, sendo en-
tre outrss as seguintes :
Majos de raeias cruas para homein a
Ditos de ditas de cores
Ditos de ditas cruas muito superiores
Ditos de ditos para senhora
Diiosde ditas muito finas
Corles de caiga de meia CDsemira
Ditos de ditas de caseruira de cores
Ditos de ditas de casemira prea a 59 e
Brim trancado branco do linho fino
vara
Cortes de coleta de gorguro de seda
Pao preto fino, pro va de limo 3 e
Grvalas de seda preta o de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado
Chitas francezas largas finas covado
Ditas estrellas ico
Riscados de cassa de cores lindos padrees o
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2#000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega
Ernestinas de cores para vestidos covado
Challes de la bordados de seda um
largo covado 1J>800 e 28000
rada 1?>800 e
bordados para baptisado 530OO
\ endem-se ricos cortes de vestidos do seda
pretos bordados a velludo e a seda frxa, do mais
moderno gosto : nu rua da Cadeia do Recife nu-
mero 23.
Manteletes e lalnias.
Vendem-sc ricos manteletes e taimas de gros-
uenaplc preto bordado a agulha e cnfcilados com
oslo e igualmente de fil : na loja da rua da
A 2S000 cada duzia.
Rua do llueimado n. 19.
Leos brancos de cambraia para algibeira a
2-5 a duzia.
Coberlas de chita a %$.
Na rua do Queimado n. 19.
Taraliem se vende a 320.
Rua do Queimado n. 19.
- Alpaca preta pelo baralissimo prer-o do 320 rs
o covado, brim de linho branco trancado a 1 a
vara ganga Irancezade cor para calca e paletots
a auu rs. o covado, lenc.03 de cassa 'de cor para
meninos c meninas a 80 rs. cada um
A 2#500 cada chales.
lua do Queimado n. 19.
Chales de merino estampados a 2!500.
24o Algodao monstro com 8 pal-
mos a 000 rs. a vara.
Vende-se na rua do Queimado n. 19.
Cambraia adamascada.
\ende-secambraia adamascada para cortinado
do lindos lavrores : na rua do Queimado n 19*
IIMDM
vinho do Porto, do mais superior, engarrafaJo
4*000 dit0 champagne, dem, dito muscalel, idern : no
... armazem de Barroca & Medeiros, rua da Cadeia
240, do Recife n. 4.
2000|PCllnaS Je a(,0 glezaS
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife, loja n
2000! < deGutdesi Goncalves, as verdadeiras pennas
K3*nnA de 3 ins'ezas. mandadas fabricar pelo profes-
DA
FINDIC10 LOW MOW,
Hoa da Senzala Itova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
ae ierro batido e coado. de todos os tamanhos
para dte.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmo conlinuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 45O0 e h%, lencos de cam-
braia de linho a 3# a duzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padres a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados a 6, palelots de
alpaca preta e do cores a 5#, ccroulas de linho
e algodao, camisas uglezas muito superiores a
60$ a duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, cortes de cassa chita a 3jjt, chita
franceza a 240, S0, 300 e 400 rs. o covaio, pecas
dejnadapolao com 30 varas a 4j800, 5, 5jp0,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores Gxas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4$, cortes de
calca de brim de linho a 2$, ditas de meia case-
mira a 2>240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
(llieguem a Pechincha 40 Rua do Oueimado. 40
NajojadoPreguifanaruado Grande sortimento defazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos presos para acabar.
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chaly e merino de cores, ptimo nao grj para
roupes evestidos de moniariade Sra. como para
vestuarios de meninos a 300 e 409 ris cova_
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padr5es Ditos de dita preta com babados
a 260 e 280 ris o cdvado grvalas a fantazia.o Dilos de dita gaze phantazia
mais moderno pos-ivel a 1 e 1200 cada urna, e Roraeiras de fil de seda preta bordadas
outras muitas fazendas, cujos pregos extraor- '
dinariauenle baratos, satisfaro a expectativa
do comprador.
Dio-sc amostras cora penlicu*.
Cortes de vestido de seda do cores com
babados
Sndalo.
Ricas bengalas, pu Ice i ras e leques :
vendem-se na rua da Emperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca rua da Impc-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas detintuia para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem se na mesma casa a
qualquer bora.
"xmm mm ?mm mm %m%m
ARMiZES
DE
cae
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1J( e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Hitos de cambraia e seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de Monde brancas e pretas
D.tas de fil de luiho pretas
Chales de seda de todas as cores
Loncos de cambraia du linho boidados
Ditos de dila de algodao bordados
Panno preto e de cures de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem dem dem
Gullinhas de cambraia de todas u qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Militares.
{$? Neste armazem encontrar o publico '
<*>> um grande e variado sortimento de ron- M Sa
Aberturas para camisa de linho e s
dio, brancas c de cores
balao de varias qualidades
m Pa"no lino preto e de cores, palelots e .A l ""ment completo de grvalas de
* sobrecasaeas de merino, alpaca e bomba- 11 scda de todas as qualidades
tina pretos e de cores, palelots e sobre- ** Camisas francezas, peitos de linho e H
SR2BS W7S y-a-t I ^ ,** r -
& nienn, de princeza, de brim de linho ''S '" br;'"as e de cores
Rua Nova n. 49. junto
Oagene'dovcrdadeiroxaropedoBosquelem M mrPn An r'nm<*nAA ,1~& Enfeiles de idrUbo franceses pretos e
estabelecido o sea deposito na rua da Cadeia Ve- J -> CU COHCCirO OS j| de coies
ha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brllo& Filho : desnecessario fa-
zer elogios & bondade deste xarope. nao SO pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tagao que geralmente lera lido. m cera nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
rao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
udlo para lodas as molestias dos orgos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos propietarios, e no falsifica-
do esta lilhographada.
oes & Basto.
Saiasabalo.
tI1d;a; mussuna, fuslo, madapolao, e to-
das de go.lo moderno, que aiuda nao veio a es-
a guarda nacional, libres para criados
centolas e camisas francezas, chapeos
grvalas, grande sorlimento d roupas
i
-l'.'s ?
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- H
cjr dando ao comprador algumas das roupas v >
a goslo do M
convenci- xp
feitas se apromptaro outras
comprador dando-se no da
nado.
praca.
Espermacete a040rs., man-
leiga ingleza a 800 rs.,
SXSS^J600 rs-c,,i' h>'3Son a W60, bo-
S l''\nn240 r3-1Ilouci"1'0 de Lisboa a 360 rs .
leiria a 400 rs lalharim a 320, queiios a 1800
S? a,rrZ a,282rS- Cuia na ^erna da cs-
tiella do largo do Paraizo n. 1 .
- Verdideires luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na rua da Im-
peratrizB 7, loja do Lecomte.
Vendem-se 90 apoces da
panlna do Beberibe : a tratar
colino Jos Pupe, no
mesma companhia.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
com-
com 31 u-
eicriptorio da
cores para
pardas, para
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e do
meninas
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia
menino
Velludilho de cores, covado
Velhutina decores, covado
Pulseiras de velludo pelas e de co-
res, o par
Dilas de seda idem dem
L'm sorliinenlo completo de u'as de
seda bordadas, |8SBl para 3choras,
Iiomens e menines, de todas
lidades
8
9
9
9
9
l20O
8
3000
15500
10#000
16000
1CC00
9
9
9
9
9
S
g!>00
9
9
59000
9
9
88500
9
CsOO
89500
9
8
9
8
S
IfC'JJ
S30
lj200
9700
SSOOO
l-:ooj
bricantes J. Broadwood &Sons de
muito proprios para este clima.
as qua-
seda
em grande sorlimento para
homens, senhoras e
255000
13?600
19280
100
200
NA
c armazem
DE
asios

: '
:
; Na rua do Queima-
do n. 46.
; Ricas sobrecasaeas de panno fino pretos '-
; c de cores a 28J, 305 e 35?, tambem teros ij
Molsdos mesmos pannos a 22j e 2S -'
. pilelotsdc casemira de ci/res de muiio :
boaoi gosto e finos a 12, lfg, t6g e 18, di- ::
do panno preto para menino a 1& e =:
- 8, ditos de casemira de cores a 8a e 103 =
; calcas de casemira de cores e pretos oju^ ;'
ament para menino a 7#, 85,9.3, 105 e g
1. US, colletes de gorguro de seda e case- :-
mira a 5g, C e 73, palelots de alpaca pro- i
1 do cores saceos a 4, ditos sobrecasacos
I j a 7|1 e 83 ditos de brim, de esguiao e do :i
t'i-Uio tanto brancos como decores 3 45 :
; 19500, 5jM6g, calcas de brins brancos mui- 3
. lo finesa 5$ 69 e79, collelcs brancos e de ?
. cores a 33 e 33500. camisas para meninos I
: ae din rsas qualidades, calcas d
1 linas a 3*500,4J e 5, um
i ment de vestidos de cambraia brancos i
bordados do mclhor goslo que lera appi- ''
ido a 28, manteletes de fil preto e de |
cor muito superior gosto e muito moderno :;
- a 2(l,> cada um e 24j>, ricos casaveques de ''
i cambraia bordados para menino a 109 di- 1
1-5 tos para senhora a lg, ricos enfeites de 3
; troco de velludo gosto mclhor que teman- ''
! parecido a 109 e 12, e outras muitas la-
' a las e roupas feitas que com a presen a :
j do freguez se fu patente. :;
jsacasparaa quaresma
Neste mesmo estabclecimento ha um *j
Veos bordados para chapeo
Entre meios bordados
AthoalhaJo adamascado largo vara
Lencos de chita escuros um
Oangas da cores para palitos covado
Vendem-se ogoes de ferro econmicos, de |
patente, para casas de familia, contendo 4 forna- '
Ihas, e Torno para cozinha com lenha ou carvae,
ptima inven^io pela economa de gastar um
terco de Icnba ou carvo dos anligos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a difierenca de se- |
rem amoviveis, oceuparem pequeo spaco da '
casa, e de fcil condurcao : vendem-se por pre-
cos muito mdicos, na fundico de Francisco A.
Cardoso (Mesquita] rua do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da pon-
te do Recife, e rua do Queimado n. 30.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Qu cinta do n. 37, vendem-se os me-
mores chapes de castor.
A pechincha
est se acabando.
Ricos cortes de seda prclos bordados a 733 e a i
NJc grosdenaple preto de lodas as qualidades o !
melhur que ha no mercado a 189, e a 23 2SC0 '
e 39 o covado, ricos enteiles de vidrilhos pretos I
e de cores a 3 o-9 cada um, ricas sedas pretas
MTradH a 1500 o covado. pannos finos, pro-a I
de lwnao, de superior qualidade c dillerentes I
procos, casemira preta de lodas as qualidades e I
o mais barato possivel, -
. pelo p
sordocalygrapiua Guilherme Sculy, pelo mdico
preco de IjOO a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na rua Direita n.
para engenbo
Fundico de ferro e bronze
DB
Francisco Antonio Correia Cartlozo,
Saunders Brothers & C. tem para vender em
jeu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11
alguns pianos do ullimo gosto. recenliment : r.rlni
chegados, dos^bem conhecidos e acreditados fa- cs do co1 cl de gorguro de
e de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda roxas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
I Sapatinhos de merino bordados propjios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Tafet rdxo, covad.o
idade a 65n0,7 85, dilos"de\eUaan7copaal- I Se,i,n Prot. encarnado e azul nronrin
a c ba.xa a 1% Je 10f. diloa de lontra pretos e : Pa" forros, com 4 palmos de' l,,
StN6,?8l,10.0iA-,07% }~**! covado Pa"os de largura,
^oou, j, o, 8, l e 12>, ditos de feliro em eran- I eii 1- ,
de sorlimento, tanto em cores como em qulida- ; tdas as C0re3' covado
des para homens e meninos, de 2>50(l a 73, di- chllas francezas clarase escuras co-
os de gorguro com aba de couro de lustre, di-1 vado a 260 e
-ssaffi.'Wnti ssws fe ';a"Ts,de cores-
e ba.xa, superiores c muilo em conla, bonetes ,'"1-03 dcseda do S<""gurao prelos
franceies e da trra, de diversas qualidades, para rColIanonoa ^ esguiao de linho mo-
meninos. chapeos de muitas qualidades para me- demos
ninas de escola, chapelinas rom veo para senho- rim 1
ra, muito em conla e do melhor gosto S?! ',pk'0 sorlimcn'o chapeos de seda, ditos de palha amazonas enfei- SC"do casacas, sobrecasaeas, paletot*
i!S.:paIai-,'<1.'-'a' Juvas' cliapeos de sol, e oulros colletes, calcas de muitas
meninos
Vcndem-so chapos francezes d
hilado
e superior qua-
9
8000
2500
I
2ooo
l500<)
S500
1;600
?325
iG4U
1000
4o.
tem Um r/ramln 8nrlim, IT* I muJ'0S obec"<>fue os *"hei fr^eze's.a"^- defazendaV"' "" "~"" ualidade3
lt.IU UIU granC SOrlimento de a d" Pto e da qualidade da fazenda, nao de Relogios c obra- de ouro
Cocos italianos
Fardo de Lisboa
por commodo preco
primeiro andar.
na rua do Vigario n. 19,
tachas de ferro fundido, assim
i como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
RELOGIOS.
Vende-se em casa deSaunders Brothers &
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Itoskcll, por precos commodos,
e lambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle gosto.
I
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
JaJe e y'^.osmelhoresqueexistem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente OH-
veira. rua da Cadeia do Recife n. 62
andar.
primeiro
Loja da hoa f, na rua
da Imperatriz n. 74.
e brins de '' ,0 d f',zc,ndas de lodas M tides q.,e
rico sorli- ='' VCn'le barato Pnr sor ,0J retirada, e os
-dilar: na ru
i do Terco.
Botica.
querem-na acreditar: na rua Direita
cliegaodo a igreja do Terco.
donos
u. 104,
as-
: granda sorlimento de casacas pretas,
: suncomo manda-se fazer por medida von- ;
[r^uez- scolhendo os mesmos os j
pregos a 35#
Mimos a seu gosto sendo os
j e 403.
Camisas inglezas
a d os
.:
es
ricos
:
:
:
vesli- !f
Tomos novamontecr..r
d..s prelos bordados a velludo a90S, dilos L
rdados a seda a 75$ c 003, assim como 1
' ir'?S9ns"-f4leS prelos da aU&M mda a 1
lb\2'5 edJJ.
- \endem-se na taberna de Gria*d'o',SS
4 quutaos gordos esem achaques, de 8 annos
pouco mais ou men-.s, 3 vaccas parideiras en-
trando nesta conla 1 novilha da primeira barri-
ga, parida ha 10 das, estao gordas.
entenadas a 23200, lisas a 1280, ricos pentes de
laataruga virados muito forles a IOS dilos sem
screm virados a 4g. ditos virados imitando lar-
fiflc ^C0-r'cosf nf,ei,,es de vidrilho pretos a
Jj c -tS, espartilhus de linho com carrete a 65
cada um, ricos leques imitando marfira a 2S500
ricos manguitos com camisinha e gollinln d
cambraia bordados a 63 o par, manguitos com
fj-an ,,4*,e ? camis com gollinha a 3-J e
JOjOO. gollinha de bordado aberlo para menina e
senhora a 8i)0 e 1*500, agulhas francezas com
fundo azul de n. 6 a 15, allinetes em caixinha de-
SYSTEIA MEDICO DE IIOLLOWAY.
PILULAS IIOLLWOYA.
Este inestimavcl especifico, composlo inleira-
: mente d herras medicinaes, nao conlm mcrcu-
1 no, era alguma outra substancia delecteria Be-
nigno mais tenrainfancia, eacompleico mais
de.icada igualmente prompto c seguio para
desarrugar o mal na compleicao mais robusta ;
einteiramente innocente era suas operar-oes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenea3 de qual-
quer especio e grao por mais antigs e leazos
quesojani.
Entre milhares de pessoas curadas com esfe
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn]
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-so ade-
sesperacao fa?am um competente ensaio do=
eflaazes efTeitos desla assombrosa medicina e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles enfermidades :
lm
S
12j00
Vendem-se fazondas
preeo e algumas por menos do s
valor para acabar, em pera o a rea-
llio: na ruado Queimado" loja de i
i porlas n. 10.
"lor^Sir^ ^^''^fl-'nJres.muito bem acaba-
dos, podendo um durar tonto
^
:.'-
duiam quatrodos nossosa 400
i1;/
quanto
rs. um
ireita n. 47,
e 4# urna duzia : na rua Di
loja de: unileiro.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns ejemplares do
primeiro e segundo volume
da Corographia,
s de largo.'Velo'ba': H'torica clionologica, fjen>aIoSca,
ralo preco de 60O rs. a vara ; este algodao serve nobiliaria e poltica do imnerio da Rra
P.ratoa.hasderaesaporser de superior quali- s,|, pelo Dr. Mello Mora7: vendei
'iS o volume, podendo-se vender o
Ateodo iiionsir
8.Uu mmmt.
A 600 rs. a vara.
No armazem da rua do Queimado n. 19.
de-se
ven-
4,000 rs.
por sacca de
Irmaos.
J
milho
no; armazens de Tasso
5
fiel-
gundoem separado : na Iivraria 1
8 da praca da IncieDSndencia.
Pitra a quaresma.
Sedas pretas Iarradas, lindos desenhoa
a
se-
6 e
covado
Gorgueo de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 2 e
Sarja pela larga, covado
1600
29000
1S80U
50G
250C"
Parlholomeu Francisco He Souza, rua Iar"a
do Rosario n. 38, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'AfTccteur.
Pillas contra sezes.
Dilas vegetacs.
Snlsaparrilha Bristol.
DilaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febresl.
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
12 hS ^ bCa larga Cm r0lhas' de i OD58S a
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deronte da
porta da alfandega.
cabera chata, brancos o pretos, ricas iranias nrc
las com vidrilho ditas sem vidrilho, pretas ede
cores, fila de seda, velludo, bicos, rendas, fran-
jas, laa, linho, galoes de cores e brancos, tesu-
ras, caivetes, facas, garfos e colheres de todas
as qualidades, sapatos de marroquim e couro de
lustre para menina e senhora, ditos do Aracatv
para horaem, e muitos mais objectos que se ven-
dem por menos do que em outra qualquer parte
babados bordados para manguitos e calcinl as de
meninos.
BaiDM
cobertos edescobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool'
8?WXilT"'ia'l*l: emcasa d>
i Accidentes epilpticos.
i Alporcas.
Ampolas.
1 Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convuls5es.
Dcbilidade ou extenua-
cao.
De'bilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
Oor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figadc.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Pobreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidaa.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infiammaees.
Ir reguaridades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis. *
Obstruc^ao de ventre
l'hlysica ou consumo-
pulmonar.
Retcncao deourina.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
nos
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral do Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregades de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conlm urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O d?posito. geral em casa da Sr. Soum
pharmaceulico. na rua da Cruz a. 22. em Per-
uambuco.
(oada.
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
v. senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re- 1 ES5 o Queimado n. 10 J S g
cife n. 43, loja de Leite & Irmjo.
Ruado
A 303 corles de
60; alCS corles
cuslaramS0;,aM chapelinhas para senhora":
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao. '
- Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um na rua do Queimado n.37. loja de 4 portas.
m casa de Rabe Schmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
mon.ana arreios para carro de um edousViva
ur0 Palentc-in<:lezes.
Meias de seda de peso
K,r^nh0-"' b/anCaS e Pretas. e Para meninas,
brancas e rocadas : vende-se na loja de Leit
& Irmao na rua da^ Cadeia do Recife u. 48.
Vende-se
o engenho Aremun sito na freguezia da Esta-
da, no limite ao Cabo, arredado um quarto de
legua da estrada de ferro, com bstanles maltas
yirgens, edificado de novo e lodo demarcado
SABAO
Janeiro
elegantes pianos do afamado fabrican- lratar" memo engenho"cTopropreario" *
te Traumann de Hambureo ,r,~,n i ?'Tn um c,rro de 4 rodas. bem cons-
truido e forte, cora essenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno fino, e tudo bem arrar.jado !
para filiar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, rua da Cruz.
I Vender a taberna n. 141 da rua
do Pilar, tendo poucos fundos: a tratar
no primeiro andar da mesma.
Tijollos de inarmore branco a
400 rs. catla um.
Vende-se no laboratorio de GamitLi
-i C.: no caes novo por traz da rua do
Imperador.
do deposito geral do Rio de
com Tasso & Irmaos.
a tratar
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmaos
Milho
ao armazens d Tasso & Irmosv


DIARIO DE PERNAMBUCO. QllHTA FEIRA 22 DEMARCO DE I8fi0.
ARMAZEM PROfiRESSO
DE
1B1M1T1 MU
Manteiga pcrfe.lamenlc flor a 800 rs. a libra e em barr! se far mais algum abalimento.
Qucijos multo novos
a 15700 rs. e em caixa se far mais algum abalimento nicamente no armazera Trogrcsso.
\nicvxas txaueczas
rrUr'33 dC f1Iia C cam'oleiras de vidro & W rs-> e Cartocs &e\jolm\ios
muilo novos proprios para mimos a 500 rs., e em poro5o se far algum abalimentos no Progresso.
Figos Ac comadre
era caixinhas elegantemente enditadas e proprias para mimos s no Trogresso e com vista se far
um prococommodo.
lalas de soda
cora 2 1|2 libras de diiTerenles qualidades a l60O rs., nicamente no armazera Progresso.
Conservas
a (00 rs. o frasco vende-se unramonle no armazem Progresso.
\iu\10s engarrafados
rorln^Madeira, Xerra, Moscatel, Feiloria, Rnrdoaux. e outros uiuitos mais e cora a vista se faja o
preco toninido, conforme a qualidade sno Progresso.
Yinlios em pipa
Torio, Lisboa, Figueira o Palos de 800 a 6 JO rs. a garrafa em porco se far algum abalimento
ende-se (nicamente allendendo a qualidade) rn arma/.em Progresso.
BolaelvVnUa inglcza
muito nova a 320 rs. a libra c barrica 4$, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
de la 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de {00 a 1;200 rs. cada uro se
no Progresso.
Hoce de goiaua
muito fino de ISa 1*500 ocaixa, s no Progresso.
Chocolate franecz.
a 1 a libra, assim como vendem-se os seguinles gneros ludo recentemente chegado e de superio-
res qualidades, presuntos a -180 rs. a libra, chourica muito nova, mannelada do mais afamado fa-
lincanle de Lisboa, maca de tmale, pera secoa, pasosa, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
cora amendoascobertas, coneilos, pastillas de varias qualidades, vinagro branco Dordeaux proprio
para conservas, charutos dos melliores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades, goni-
ma nuilu tina, crvilhas francezas, champagne das mais acreditadas manas, cenejas de ditas.
spermacele barato, licores francezes muito linos, marrasquino do zara, azeile doce purificado, szei
lonas muilo novas, banha de porco refinado e outros muilo gneros que encoulraro ledente a
moldados, por isso prometem os proprietarios venderem por muilo menos do que outro qualquer
petem mais tambera servirem aquellas pessoas que niandarem por outras puuco platicas como
se riessem pessoalmcnte ; rogam laubcm a iodos os sanhores de engenho e senlioies lavradoies
queiram mandar suasencommendas no armazera Progresso que se Ibes afanca a boa qualidade e
o condi.ionamento. "
Ycrdadcira goma de mata vana
a 500 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
lichaJos para denles a 200 rs. o maco c>m 20 raacinhos, s no Progresso.
Attenco. 'Te,f!swia
Na rua Nova n. 71,vendem-se carrinhos de mo
a 15}, feijo amarello muito norq a 560 rs. a cuia
e em saceos por preco comraodo, farclo a 68, mi-
lho a 4#500, e outros gneros por commodo preco.
Alineidii & Burgos.

8
Cora luja de fazendas na rua do Cabug
n. 8, fazem sciente ao respeitavel publio, 5 j
aos seus amigos e freguezes, que se achara J, |
prvidos do mais completo sortimento de *"
fazendas linas e grossas, como tambera de i
roupas 'citas francezas e perfumaras. @ !
Tem ludo quanto preciso para apromp- @ '
tar-se para a quaresma, e esto resolvidos @ i
a yenderera demasiadamente baratas, e @
muitas fazendas por menos de seu valor @
para fecharem contas. Do-se amostras. t
ARCHIVO
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBADO
PELOS SRS.
D. Antonio da Costa -A. F. de Castilho-A. Gil-Alexandre Hcrculano-A. G. Ramos-A. Guima-
p.j'J*-;"r'"'rU_ rde, 0ll,vulra Mar/eca-Alves Branco-A. P. Lopes de Mendonca-A. Xavier
rodrigues Cordeiro-Carlus Jos Barroiros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva e Cunha-F
Gomes de Amomn-bM. Bordallo_J. A. de Freitas Oliveira-J. A Maia-J. A. Marques-J. de
p" i CHV~r d,a CnSla Casc?es-J- Daniel Collaco-J. B. de Magalhaes Coulinho-J. G. Lobato
Piros-.l. 1 da Cunha Rivara-JJ. da Craja Junior-J. Julio de Oliveira Piulo-Jos Mara
Latino Coelho-Julio Mximo de Oliveira Piraentel-J. Pedro de Souza-J. S. da Silva Ferraz
Ai\T.rr<>*-:J-1.x-S-daMolU-.Lea.idro Jos da Costa-Luiz Filippe Leile-Luiz Jos da
Cunha L. A. Rebollo da Silva-Paulo Midosi-Rieardo Julio Fcrraz-Valenlim Jos da Silveira
DIRIGIDO
por
. P. de CarvalhoI. F. Silveira da HoltaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offerecer aos leitores, con-
rtintamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos originaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo universal
desde Janeiro de 185'J, em que coraccou a publicarse, tem satisfeilo aos seus fins, com a maior
exaclido e regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras era folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volurae de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escrplorio deste Diario, rua dasCruzes, e na rua Nova n. 8.
Prego da assgnalura : pelos paquetes vapor 10$20 por auno ; por navio de vela 8S (moeda
brasileira). l
Ha algumas collecces desde o cometo da publicaco do jornal.
Farelo a 58500.
Rua da Impcralriz, loja do becco dos Ferrciros
saceos grandes para acabar.
= Vende-se urna casa terrea rom pequeo
sitio em Santo Amorinho, o viveiro no fundo :
quem a quizer comprar, dirija-se a Manoel I.uiz
da Veiga, na rua dos Pires u. 44 A, que llie dir
qiiem vende.
Pedimos toda altenco.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
vendem-se lodos os objeetos por baralissiraos
procos, para liquidar, assim como sejarn :
Bicos de seda e de linho de todas as larguras.
Franjas pretascora vidrilho e seni elle.
Ditas de todas as cores e lindos padres.
Traneas prolas e brancas com vidrilho.
Franjas de linho brancas e de cores.
Ditas com belota e sern ella para cortinado.
Ditas de lia de todas as coros. .
Galeszinhos proprios para enfeitar roupeszi-
nhos de meninos.
Fitas de seda de todas as larguras e lindos
gostos.
Eneites com vidrilho prolos e de cores.
Peales de tartaruga lisos e virados muito lindos
Ditos de massa lisos c virados.
Leques muito ricos de madreperola e de outras
qualidades.
Filas de velludo lisas e abortas de todas as
larguras.
Pontos de desembarazar de todas as qualidades
Cbapcozinhos para homens.
Gravatinhas decoros para meninas.
Trancinhas do caracol de la a e de linho.
Botos de todas as qualidades.
Oculos muilo finos, armacao de ac.
Binculos muito lirios.
Ponles de travessa para menina.
Saboneles finos a 2300 a duzia
Oloo de babosa voniadoiro para conservar oca-
bello a 500 rs. o frasco ; assim como muito su-
periores perfumaras de todas as qualidades, que
vista do fregnez se far lodo o negocio.
Laa para bordar.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n 1
D, vende-se laa muilo pura para bordar ou para
toncas a G a libra.
Figos torrados.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n 1 B,
vendem-se latiohas de folha muito lindas com 8
libras do melhor figo torrado como ainJa nao
tem viudo a osle mercado.
Vende-se urna negriaha de 15 a 16 anuos,
sabondo coser, cozinhar e engommar: no Maa-
guinho. em frente do sitio do Sr. Accioly.
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zera de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmos. rua da Imperatriz n. 10.
37 Ruado Queiinado57
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimento de obras feltas, como sejara : pale-
tots de panno fino de 16g at 28S, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 35#, um completo sortimento de paletots d
riscadiuho de bnm pardo e brancos, de braman
DE
Sita na roa Imperial n. 148 e 120 junto a fabrica de saho.
DE
Scbastiao 1. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Noste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de diflerentcs dimencoes
(de 300 a 3:000*) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios conlinos
para resillar e destilar espirlos com graduaciio at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
aielhores systeraas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do iiiipurio, bombas
Je todas as dimenQcs, asperantes e de repucho lauto de cobre como de bronze e ferro, lornciras
de bronze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos d'e bronze e
te, que se vendera por preco commodo cerou- I "? Para.rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre c chumbo de todas
' I aa dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos
para engenho, folha de Flaudres, chumbo em lencole barra, zinco era len?ol e barra, ls'nces o
arroellas de cobre, lences do ferroo lato,ferro suecia inglezfle todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitos arligos por menos proco do que em outra qualquer
parle, desempenhando-se (oda e qualquer ericommenda cora presteza e perfeico j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarera-iios com a sua confianca, acha-
ra na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das cucouimendas.
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2g at 5j
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8$,
ditos muito superiores a 10*. ditos avolludados,
copa alta a 13J, ditos copa baixa a 10$, cha- I
peos de feltro para homem de 4$. 5 e at 7
cada ura, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 10$, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-j
das a 25$, dilas de palha de Italia muito finas a V(,d,>seem casa de Johnston Taler & C, rua
25g. cortes de vestido de soda em carta o de iO Ti^V.lI'u"' b.e,, sflimcnl, de relogios
ue ouro, patente ingles, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
variedade de booilos IranceJins paja os mesmos.
Relogios.
REMEDIO iNCOWIPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacoo.s
25$, cortes de vestido at 150$, ditos d phantasia de 163 at 35$000,
gollinhas de cambraia de 15 at 5#, manguitos
de l$500at5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padiocs novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colleles, paletots e calcas de 3j500 at ,
4$ o covado, panno fino prelo e de cores de 2$500 dom lestemunhar as virtudes dcsle remedio
al IOS o covado, corles de collete de vellu do
muilo superiores a 9 e 12$, dilos de gorgurio
e de fusto brancos de cores, ludo por proco
barato, atoalhado de algodao a ljj280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 9J, gresde-
naples de cores e pretos de 1600 at 3?2(K) o
covado, csparlilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
loncos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12^ cada um, dilos lisos para ho-
po-
meo), fazenda muito superior, de 12 at 20# a ,
comparare! c provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle Qzeram lom seu corpo e mem-
bros intoianienle saos depois de haver omproga-
do intilmente oulros trat amen tos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pola leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos jhihos ; e a maior parte
dolas sao to sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Olanlas pessoas reco-
braran! com esle soberano remedio o uso de seus
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2$ 500, barege de seda para vestidos, covado a
1^400, um completo sortimento de colleles de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendera por barato
preoo, velludo decores a 7$ o covado, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 2S00
o covado, bandos para armacao de tabello a
15500, saceos de tapete e de mairoquim para via-
gom.eum granfle sortimento de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, c outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao
raens e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tompo nos hospitacs, onde de viam suiTrer
amputacol Dolas ha muitas que bavendodei-
xado esses asylns de padecimentos, para seno
submelterem essa operacao do'.orosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconlicciracnlo declararan! es
Filulm
Vegeto- depurativas-Pau-
listanas.
PLANTAS EBAI7.F.S MEOICINAES BRAS1LEIBAS
^ 1)0 DESCOBKIOOn
Carlos Pedro Dchccoin.
Estas Pillas Paulistanas, ja lao eonhecidas o.
lao afamadas em lodos os lugares deste imperio
pelas maravilhosas curas obiidas com seu uso,
sao as provas evidentes e incontestaveis desuas
iccdos ejnfluencias que operara mi iodos os ca-
sos de enfermidades. As ditas pilulas sao asroc-
Ihorcs que at agora se dosiobriram, pelo moti-
ve que ellas sao tnica mente compostas de puros
vegetaes, recolhidosnos campos e mallos da pro-
vincia de S. Paulo, o ellas sao sem duvida do
urna effcacia iucontoslavel. Tratementos com-
pletos de raorpha, hypropisia, erysipella bran-
ca, etc., etc. : rua do'Parlo 11. 119,'no Rio de Ja-
neiro.
Escravos fgidos.
No dia do corrente fugiram do engenho
Uchoa o escravo Filippe, cabra, estatura regu-
lar, pnuca barba, com signaos do bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 anuos de idade, falla bom ;
o no dia 8 o escravo llarcoiino, drnaco An-
gola, cor fula, alo e socco, sem barba, tem nos
bracos signaos de raccina, na Icsta urna cicatriz
em forma de meia la, eem cima de un jIus pfs
les resultados benficos diante do lord correce-1J""" sifa.,1riz 1ae repiuhou alguma cousa a pello,
dor o oulmi maoi^irTins ,r,ra ,i ,, em a,ll descausada, bom feitode rosto e re-
e ouiros raagi>lrados, afin de maisautcnU" prsenla ler 58 annos do idade ; ambos estes rs-
carera sua firmaiiva. travos levarara caira de algodao azul trancado o
Ningucm desesperara do estsdo de saudc so CSIn'sa de algodao de lislra, alom de mais rouj a
'ivesse bstanle confianca para ensaiar este re- ?."toPJ.?Ui"n,e suPP0t'-8e '|ue leuiiiram-sc pa-
ra seguucm viagem para o aertao do Sobral de
Vestidos pretos
de grosdenaples.
Vende-se na rua do Cabug n. 8, cor- W
tes de vestidos para senhora, do grosde- ^
naples pelo com saias ricamente borda- i>
das, em seus grandes caitdcs, com o aba- M
le de 30 por conlo do preoo que nao ha <{
muilo se venda, d-se a 70$. ^
DKM iPMirsas 1 kurjudwe.
3 UUA DA GLORIA, GASA DO FIJIVDlO 3
CYinica ^or ambos os systemas.
r LiSS "#Sd cnnsi1,as ,odrs o? M pela manha ede tardedepois de 4 horas
W$&^^ ****** na Spara addade C0U10 ,ara osn> ou outras
. ascl1,a,"ad,,f em dirigido sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
TLin, pessoa, o darua eo uiimoro da casa. a
mo(lp:!0lc?s,l|,s qnenoforem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
raolterseuslulheios a bobea do Sr. Joo SounnA Coa ruada Cruz ou loja de livros do Sr Jo%
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do anunnciante achar-se-ha constanteraenl e os melhores medica-
mentosbomeopathicos jabera conhecidos e pelos precos seguate*; memores medica
Bolita de 12 tubos grandes, insnnn
Dilos de 24 ditos. ......' K
Dilos de 36 ditos..............X^XX
5" j f-...........: : : : $w
Dilos de 00 dilos............ OaOOO
Tubos avulsos cada um........ 1|000
Frascos de linduras........,'.'.'.".'.' 2S00U
Manual de medicina homcopathica pelo Dr.' Jahr traduzido
i m portuguoz com o diccionario dos termos do medi-
cina.cirufgiactc. etc............ 20000
Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario. 10S0OO
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6S0OO
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhornmentos feilos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-hao tambera do Io de novembro era vante, contratos mensaes para
maior commodidade e economa do publico de quem os propietarios esperara a remuneraro de
tantos sacrificios. *
Assignalurt de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOgflOO
> momos, de choque ouchuviscos por mez lagOOO"
Series de cartoes e banhos avulsos aos uiecos annunciadoa.
FUNDIQAO D'AURORA.
Seus proprictarios offereccm a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os lamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de mndeira, moen-
dase meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os lamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassat man-
dioca e para descarocar algodao, preos para mandioca e e4co de ricini, portes gradara, co-
lumnas e mn-inhos de venio, arados, cultiva.lojes, ponles, "aldeiras e tannuos, boias, alvarengas.
boles e todas as obras de machinisme. Executa-ce qualquer tra soja qual fr sua natureza pelos
desenhos ou moldes que para tal fim forera aprescii'.ados. Reoelem-se encoramendas nest esla-
beleciraenlo na ruado Brura n. 28 Ac na rua do Coegio hoje do Imperador n... raoradia do cai-
eiro do estabelecimento Jos Joaquina da Cost Pererii, com o,uom os pretendentes se podeia
t'ctender para qualquer obra.
lanosa venda
Em casa de E. A. Burle & C, rua da Cruz n.
So, lia sempre para vender um completo sorli-
monto de ricos e excellenles pianos de lodos os
precos e qualidades, os quaes sao de muita du-
rarlo pela sua boa conslruccao. Estos pianos
que foram premiados cora a mcdalha de primei-
ra classo na oxposico universal'de 1855, alem
de serem de 7 oitavas e 3cordas,sao de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren) podem cmpralos cora 20 ou 30 OO de
menos que em outra qualquer parte.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
libras : em casa de Tasso Irmaos.
Vende-se superior linha de algod3o, bran-
cas e do coros, em novello, para costura : em
casa de Scuthall ellor & C, rua do Torres
n. 38
Em casa de Henry Forster & C, ruado
Trapichen. 8, vende-se :
Arreios americanos.
Bombas idem.
Fogoes dem.
Arados dem a 30*000.
Champagne e cognac.
Rologios americanos.
Familia de Irigo de Iodas as marcas.
Lampeos de nalente com azeite proprio.
Vialio de BordeauY.
Em casa de Kalkmann Irmaos & C, rua da
Cruz n. 10 oncontra-se o deposito das bem eo-
nhecidas marcas dos Srs. Brandenburg Frcres
e dos Sis. Oldekop Mareilhac & C, um Dor-
deaux. Tem as seguinles qualidades :
De Bramleuburir frres.
St. Estph.
SI. Julien.
Marga ux.
La rose.
Chteau Loville.
Chleau Margaux.
J)e Oldekop & Mareilhac.
SI, Julien.
St. Julien Mdnc.
Chateau Loville.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madoira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ccrveja branca.
A 300 rs.
I.aas para vestidos e roupas de enancas, fazen-
das de padres modernos : na rua do'Queimado
D. 17, a primeira loja passando a bolica.
Por melade de seu valor.
Sedas prolas lavrndas em cortos, pelo diminu-
to preoo de 20<( o corte : na rua do Queimado n.
17, a primeira loja passando a bolica.
ATENCIO.
\ endem-se velas de composicao de muilo boa
qualidade, em arrobas, por prego muilo cora-
modo : na labrca do largo do Terco n. 29.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Mceda n. 3 A, um* grande sortimento
de tachase moeedas para engenho, do muilo
acreditado fabricante EdwinTlaw : a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Traoiche a 44.
Espirito de vinlio com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
araos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
anda*- na rua lanza do Rosario u. 36
Vendom-sc ceblas em caixas e aos centos,
por barato prego : a a r ua Dircila n. 69.
* Estopa.
Camisas inglezas.
Hisoutos em latas.
n Em casa de Arkwignt & C. rua da Cruz nu-
@ mero 01. *
Pechincha.
Com pe<(ueno toque de avada.
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguiea,
vendtm-se pecas de algodao encornado, largo,
( com pequeo loque de avario a 2$50O cada urna.
Aos amantes da economa
medio constantemente segundo algum lempo o
moniratato que necessitass'e a natureza do mal,
cujo resultado seria pro va riacoa testa velmcn te '
ue ludo cura.
O angoento lee til, mais partica-
Iunnciitc nos BegruiBCes casos.
Iaflammacao da bexiga.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos menibros.
Enfermidades da cutis
era geral.
Ditas do anus.
Eiupcoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falla de
calor as extremida-
dos.
Na rua do Queimado a 2, luja do Preguiea, r"0"-'8,
vendem-se chitas de cores iixas bstanle esc'u- p"i5lv?s escaldadas,
ras, pelo baralissirao preco de 6g a peca, e 160 -
rs. o covado.
VenJe-se uma loja de miudezas na
rua Direita, a qual tem poucos fundos,
e por i?so propria para quem quizer
prineipiar neste nerjoeio : quem pre-
tender dirija-se amesrm rua Direta lo-
ja de calcado n. 7.
- Vende-se por muilo commodo preco, a di-
nheiro ou a prazo, um engenho d'agua. bom
moedor, com boas torras, situado entre a villa do
Bonito c a Escada, distante daquclla villa tres le-
guas : quera o pretender, dirija se a rua Bella n.
14, que ahi achara com quem tralar, das 11 ho-
ras do dia s 2 da tarde.
onde o primeiro natural : a 'non. os ipprehen-
der junios, ou a cada um de per si, oudellesder
noticia, ser bem recompensado pelos seus de-
nos, no referido engenqo Uchoa.
wm
l "ffi!
easa ha para
Aos amantes do barato.
Confronte a travessa de
S. Pedro.
7llua Direita7 ,
O propriotario desle estabelecimento, queren-
do acabar cora uma factura decalcados france-
zes, expoz ao publico, polo proco abaixo ;
Borzeguins inglezes lcOOO.
Dilos francezes. lastro de phanlazia 93500.
Dilos dilos aristocrticos 0$.
Dilos dilos do pellica e lustre 8.
Ditos e onomicos 6g.
Sapatos francezes de luslro a phanlazia 6J-
Ditos ditos democrticos 5?500.
Dilos econmicos 3;500 e 4|3O0.
Sapalos de cnlrada baixa com sallo 4i500.
Dilos de dita sem salto 3J500.
Borzeguins a phanlazia para senhora 5#.
Dilos de coros a 4>S0.
Ditos democrticos para menino 1#.
Ditos de edr 3g800.
Tamancosdc marroquim para hornera c senho-
ra a iOrs,', e oulros muitos calcados, cujos pre-
cos extraordinariamente baratos, salisfario as
expectativas dos compradores. #
PECHINCHA.
Ovas frescaes dcC-moropim, viudas no palha-
bote Jorge, por atacado 2 caixoos, e a rctalho :
em casa do Joao Jos de Gouveia, rua do Quei-
mado n. 27.
Cadeiras de rame.
Grande sortimento de cadeiras de ferro com
assenlo de rame, por baratissimos pregos : na
rua Nova n. 20, loja do Vunna.
Novo armazem de fazendas
e modas
DE
Faria C, rua Nova
numero 45.
Os proprielarios deste novo eslabelecimenlo,
recebendo directamente de Pars e Londres por
lodos os paquetes arligos de modas, que consti-
tue o mais bello soi tmenlo de fazendas em apu-
rado gosto, fazem scienle aos seos freguezes c ao
publico em geral, que todas as fazendas do seu
eslabelecimenlo seao vendidas por preco muilo
mdico.
Na loja de miudezas, caleados
e funileiro, no aterro da
Boa-Vista n. 78,
vende-sc bozorro francez muilo novo e boa qua-
lidade a SiO a pelle, tranga com vidrilho, bo-
nitos padres, branca e prela a 560 e a 500 rs. a
vara.bico com um palmo c mais a 1J200 a vara,
alfiucte de ferro para armador a 120 rs. a carta,
penles de tartaruga virados, bonitos padres, a
99, paoel de peso pautado a 3J500 a resma.
Na rua da Imperatriz, loja de miudezas,
vende-se um lindo diorama com vistas, por pre-
co commoJo.
da matriz
i-o ra.
Mi li i das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoos.
Queimadelas.
Saina
Supurarles ptridas.
Tinha, era qualquer par-
te que st ja.
Tri mor de ervos.
L'lceas na bocea.
do ligado.
das articulacdes.
Veas torcidas ou noda-
wiiammaeao doflgado das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregndas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e llespanha.
Vend.; se a800 rs., cada bocelinha conlm
uma instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr.
pharmaceulico. na rua da Crun.
narabuco.
Fugio no dia 6 de fevereiro prximo passado
aescrava Leandra, erioula, cor fula, alia, ma-
gra, bem fallante, com os denlos da frente po-
dres c alguns quebrados, e com alguns cabellos
brsncos, levando toda a sua roupa. Esta escra-
va natural d-i cidade de Olinda, e ha pi 9
dias fui pegada no bairro do Recife por um pre-
lo, o qual querendo leva-la para casa, foi por
ella illudi.io, e evadin-se na mesiua occas
por isso julga-se que olh anda por tiles lugares
1 cima mencionados : roga-se a qua quor poss 1
que a pegar, que a |< ve ,i rua do Sania bi'.
! bi.-ido n. -o, primeiro andar, que sera grailli
00,000.
Millift, a 5S000 i sacca.
Vende-se mlho americano novo a ."$ a sacca
grande : 110 armazem de Travassos Jnior i C,
rua do Amunm u. ''-i.
Emcasa de Borolt AC, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de ura modello iuteiramente
novo.
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Algodao americano trancado.
Presuntos para hambre.
Cha prelo de superior qualidade.
Eumo americano de superior qualidade.
Gliampaiiha de primeira qualidade.
Carne de vacca era barris de superioi quali-
dade.
I uiz Caetano Borgea, ofTerece 50| de gratiftea-
gaoaquem po^ar elevar o seu escravo Antonio,
mualo acuoclado, com dade de 22 annos, sem
barba, eslatura regular, lendo os bracos arquea-
dos e carmeno, fugio no da 5 do crrenle leudo
encostado a canoa na ponie de Uchoa, levando.
em um sarco uma poma de roupa o se intitula
por lvie : quem o pegar pode leva-lo a rua da
Concordia n. 2.
Eugio no dia 7 de novembro do anno pro-
; xirno passado o escravo Felippe, de naoao An-
Soum,!S<''a. de idade 45 a 50 annos, cora os" signaos
em Por i seguinles : um lano baixo do corpo, cor lula,
tI", lesla carrogada, olhos pequeos, cara larga, sem
j barba, falla fina e a voz sempre baixa, bocea
larga, cora alguns cabellos brancos pelas fon les.
parecendo sor muilo mancnho, porm muito
velbaco e mollino a curador de emposlunas, de
bom corpo, pernas um lano finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiagol'ereira da Costa, proptielario do engenho
Providencia, na frcgneza de Agua Prela quem
o pegar ou disser oude de corlo est ser bem
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 1S
do corrente, uma sua escrava da Costa de nome
liara, que representa ter de idade 15 annos, al-
tura e corpo regularos, cor nao muito pela, tem
bastantes cabellos brancos, cosluma Irazer um
panno alado roda da eabeca, tendo por signal
mais saliente as mos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta escrava londo sabido como
de coslume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capios de campo e mais pessoas do povo,
a appiehenso de dila escrava, e leva-la loja
do Preguiea, na rua do Queimado n 2, ou casa
n,' 00 rreguica, na rua o uueimadn n 2, ou casa
uieauos americanos proprios para eobir carros de sua residencia na rua da Florentina dofronle
Carne de porco em barris muilo bem acondi- da cocheira do lllm. Sr. lenle coronel Sebas-
conada.
Licores de diversas qualidades, como sojam
o muilo afamado licor intitulado Morring '
. Ca .
VA hiskey i'
Sherry Cordial, llenl Julop, Billcrs,
C, ludo despachado ha poucos dias.
Para apurar dinheiro.
Na grande fabrica de tama neos da rua Direita,
esquina da travessa de S. Pedro n. 10, ha effoc-
livanienlc um grande e 1110 sortimento de la-
raancos de Iodas as qualidades, que se vende
muilo cin conla para apurar dinheiro; a eslaeao
i invernosa esl ua porta, portanto, os senhores
1 commerciantes da praoa o. de fra devem-se pre-
: venir: vende-se a retalho, e em pequeas e
grandes porees.
Carro.
lao, qnc sero gene rosam en lo recompensados.
No dU 6 do corrente, fugio do cngenlin
Ochda, o escravo Filippe, cabra, esUtura regu-
lar, pouca barba, com signaos de bexiga no ros-
to, falla bom e reprsenla ler 32 anuos do idade ;
o no dia 8, o escravo Marcelino, de naco Augo-
la, cor fula, alto, secco, sem barba, tem ros bra-
cos signaos de vaccina, no testa una cicatriz pe-
quea em forma de meia la, c em circa de um
dos ps una cicatriz que repucha alguma cousa
cousa a pelle, falla descansado, bem feto de n s-
to, e reprsenla ter 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levaram calcas de algodao azul
trancado c camisa de sisadlo de lislra, alem do
outra roupa que possuiam ; suppe-se que osles
oseravosvieunram-sc e seguirn] viagem para o
serijo do Sobral donde o primeiro escravo veio,
ou para outro qualquer serto, porque consta
que seguirn! para o centro roga-se a todas as
autoridades policiaos, (apilaos ou a qualquer
pessoa paiticular, que os apprehenda, ou avise
ao major Antonio da Silva Gusmo, no Recife,
ou no engenho L'cha, que sendo autoidade Iho
licai em eterno agradecimenio, c cunipromct-
te-se a pagar generosaraenle as despezas com a
condueco ou aviso dos referidos escravos, assim
como a capitn de campo ou pessoa particular
que zer o favor prende-los a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, ser generosa-
renle recompensado.
No dia 15 do correnle fugiram da casa do
abaixo assunado., os escravos Paula, crioulo, G
anuos de idade e Jos, cabra de 22 nonos, am-
bos foram vestidos cora reupa de algodao azul
de listras, e o Paulo c seirado, secco do corpo e
fulo da cor ; presume-se que andeiu aqui mes-
mo na cidade. pede-se s autoridades policiaos
o capl-s de campo, a captura dos referidos cs-
cravos, c os levem rua do Imperador n. 21,
que scrao grallicados. Recife 10 de marco do
1800.Silcino Guilhe.ime de Barros.
Fugio desde o dia 14 de fevereiro ullimo, o
escravo Pedro, pardo ,cr do niel), beigos e na-
riz grossos, retornado, cora 18 annos iricoraple-
'.""iu rui uu su- i los de dado, boa estatura ; tendo as costas um
ti o oilao para rua da Florn-1 signal (vulgarmente chamado calombo) de urna
pancada que lhe deram : quem o apprchender,
leva-o rua senhor abaivado, que d 5g. Re-
cife 15 de marcj de 1860. Francisco Bal-
thazar da Silveira.
Vende-se um erro americano de 4 rodas, para
um scavallo, de elegante modello : na rua da
Cadeia Velha n. 35.
Bombas dejapi.
Grande sortimento de bombas de jap de todos
os nmeros, c tambem canos de chumbo para as
mesmas, ludo por preco muito comraodo : na
rua Nova n. 20, loja do Vianna.
"" mmmm mm
Vende-se um bom engenho na fregu- S
zia de Pao d'Alho, tendo torras para mais l
dous engenhos as quaes tambora se ven- $
dem om separado : quera pretender air- *
ja-sc ao Sr. Joaquim Marques Santiago 3i
na rua do Brura desla cidade, primeira
casa depois do cliafanz.
Afianca-se a qua-
lidade-
Vende-se ervllha a 160 rs., painco a 160 rs. a
libra, mlho a 4*600 o sacco : por baixo do so-
brado n. 16, ce
lina.
Vende-so um moleque de 18 annos, que
serve para criado e copeiro : na rua do Impera-
dor n. 16, terceiro endar,


(8)
DIARIO DE PEBNAMBUCO. QUINTA FEIRA 22 DE MABCO DE860.
Lillcralura
E\posi<;aosummaria da Icgislacao ro-
mana sobre os cscravot, durante a
repiiblica e o imperio al o comeco
do scculo VI da era christa.
(Coiilinuoro).
Pars se poder ser liberto*c absolutamente pre-
ndo legnlmcnle privado da liberdade ; e
aftao recobrando-a que se retobe essa
ifiii lid
Augusto tez grandes mudaneas no direito de
manumitir nos examinaremos essas pocas.
i.\ 1.a DURANTE A REPBLICA.
Depoisda rxpnlso dos reto, c raesmo depois
lio, indos os escravQs libertos
i!' Servio Tull
lo da repblica, que -aquelle que linha gosadu
dos beneficios da liberdade, mesirio nao Irgnl-
menle, mas por vonlade do senhor, reahiese
do tarto cm eseravido Todava, elle nao po-
de conferir-Ibes s oulras vantagens provenien-
tes da nianumisso, porque para lornal-os ci-
dados em virlude da Vindicta, era absoluia-
menle precisa 3 requisieao do senhor. Elle
O piimeiro oestes tres nrltgos toi rogu exocu-
tado. O segundo foi a 24 de selembro, e o go-
vcrnsdor de Yoku-Kama, Wizus, lsikogo no Ka-
mi e K>to Ki, foi demiltido e privado de todo o
emprego. Quanloao 3. artigo, o governo japo-
nez declara que csll posto a executa-lo como os
dous outros, os assassinos, fossem dcscobertosal
poca indicada ; como o nao oram, spezar das
permaneca esrravo nada adquira para si, nada activas diligencias, o governo aponez compro-
metile, logo que forera agarrados, depois da
possuia de seu o Pretor smenle o manlinhn cm
sua liberdode defacto.
[CcnliMiar-se-ha.)
Variedades.
partida da fragata Ascold a informar mme-
dialamcnle o cnsul russo cm llakodadi, o os re-
presentantes de todas as oulras nnces cslinn-
geiras em Ieddo cm Kanagnw.i, o punir cun a
morte os culpados no m-siiio lugar i ni que o as-
sassinato foi comnietlido, na presenta das pes-
I soas designadas pelo tereciro artigo, se deseja-
I rain assistir execucao. Finalmente, o governo
CARNAVAL.
O verdmioiro entrujo s Iriumpha na casa do'japonez se rompromolte lomar
D iiianninissuiio lnrnarani-sc cidadaos,' bnrguez ; a1 :
tDenisd'Hhlic. IV 6. n. 1
, e provavelmente rom
odas as prerogalivascivis inherentes 6 este ti-
tule. Os historiadores guardam silencio sobre as
manumissoes que liversm lugar no lempo dos
primeiros res. As formulas de manumissao de-
v.-,m ler cabido em desuso, ou tal vez fossem as
wesmas de que so usavam no lempo da repu-
Hrea.
Gonhecemos tres modos de manumissao em
oso durante'a repblica, que sao o Censo, a
Vindicta, e o Testamento.
Kara que um senhor podesse manumitir, era
absolutamente neressario que podesse alienar, e
dMO julgoque elle deia ser proprietario
to escravo ex jure quiritium, o nao te-lo
simplesmerilc in bouis ; ainda niais, ambos os
dominios deviam estar reunidos as maos do
- ...a snn, o elle absoluto e desptico, debaixo da sua protecc.no a espolia que r edili-
chio le peripecias, de aventuras, de amoresede cada sobre a sepultura dos russos assassinados,
aianumissor, o qual devia ser cidado, porque Para este 0 rasamenlo eslava prozi
pos. Nesses tres dias suspendem-so as garantas
dos paes e dos marido, c os comed** dos namo-
rados nadam nos mares de una liberdade, em
que mullas vezes nao arham p o se afogam.
N'oulros lempos, a don/ella revelava o extre-
mo do seu afTeclo laucando um fogareiro sobre a
rabera do prezado bem, c o namorado lainenta-
va ,-i sua desdiln se, ao passar pela ra querida,
a ingrata Ihe ncralirnsse ao menos com um al-
guidar de Irinla ris. Que ser islo, meu Deus?
exclamara ello enlo ; que lhe fiz en para lhe
nao merecer neni um puenrn, nem una rigdei-
ra "? E tavin dilo.so, que era 15o amado, que lo-
vava com una tigellada casa, e as meninas riam,
c elle, o feliz, dar um pulinlm e guardava no liberdade db commcrcio.
coracao a grata lembranca de lio grande prora. Foi elleilo depulado cm 1819, e lornando-se
como M. Ounkowsky exigi as conferencias
A 2I do oitavo mez do sexlo anuo do reinado
de Ansny-llitsj.
(Assigriado) tlanabe Simnusa, no Kami e
Vakisaka i\'akul-Suka, no Taju.
CONDE DE CAVOUB.
O conde Cnmillo de Carour tem boje quasi 51
anuos, pois nnsreu em Turim a ldejulhode
1809. Seu pai, rico commerciantc, foi feilo con-
de pelo rei Carlos Arberlo.
O actual conde de f.avour foi uro dos funda-
dores do jornal // fisorqimento, cm que escrc-
veu sobre qucslocs econmicas, dvognndo pela
erlainenle um eslrangeiro nao pedera conferir
nina qualidade superior sua. Nenio dal quod
L( ti babel.
1. O censo inlroduzido por Servio Tullio foi
;'. principio vigiado pelos res, depois pelos con-
eniflm por magistrados articulares.
!>ara que um escravo losse manumitido pelo
censo, era necessaiio que o seu nome, fosse por
ni de seu senhor inscripto as tabeas do
cnso. (Cicero de Oral. 1. 40)
"i." A manumissao linha lugar com a sanrcao
do magistrado. Era um arto de jurisdiceao vo-
runiaria, de tal sorle que elle nao linha necessi-
tiade de presidir ; cm qualquerlugar em que o
encoulrassem, podiam reclamar quesancionasse
fom sua anloridade a manumissao. Tal era a
manumissao pela 1 indicia. 3)
O escravo, rom a cabera raspada, era conduzi-
(io peanle o Magistrado ;" o senhor segurando-o
tigella ila casa nao era cousn
oximo, que una chefe da oposiro moderada, enlrou para o po-
que assim sahisse der, primeiro para o ministerio dos negocios es-
da janella, sem que o hymlneu andasse por alli Irangeiros e depois para o da fazenda Porde-
a bater as suas azas : nao, que as viziuhas linham saccordo com os seus collegas de Azeglio e de
os cilios sobre o caso, e com a repulaco d'uina ; Foresta, deu a sua demissio em 1852 porm,
menina sena nao se brincar*. apoiado pela maioria da cmara, lornou de novo
Mas se das jnnellas afora acabaran ja essas para o poder, subslituindo Azeglio na presidencia
mnnifestnces de cnrnho, no interior das fami- do gabinete.
lias O enlrudo anda nao perdeu o seu glorioso Para preparar a independencia italiana, apre-
inipcno. A menina ila casa deila papelinhos no senlou na cmara, em 26 de Janeiro de 1855, a
2." Nao comer carne nem C0US3 que provenh
dos annaes. O leite s permillido aos recem-
nascidos (alguns dissidenles autonsam o leite
proveniente d'animaes herbvoros, dizendo que
isso nada lera de commum com a carne);
3." Nao laucar as suas comidas nem sal, nem
especiaras de especie alguma ;
4. Separar o farcllo da farinha do p5o rigo-
rosamente prohibido;
5. Absler-se de bebidas de qualquer especie,
mesmo de cha e de caf ; a agua pura a bebida
natural ;
C. Os exercicios do corpn devora caninhnr a
par com a revteneracao moral ; assim deve-sc fa-
zer um uso assiduo da gymnaalica, de banhos,
ele., em todas as edades e"eiu ambos os sexos ;
7." Trazer vestidos simples, conformes natu-
reza, o nao sobmettidos uos caprichos inconstan-
tes da moda.
O fundador di sociedade fui um corlo .1. New-
ton, que, cm 1811. puhlicou um curioso livrosob
o titulo de Volla natureza ou Apologa do re-
gtmenvrgelal (em ingle/), e fundou no anno se-
gumle nina associacio que ao principio se com-
poz s de uns cen mernbros. O primeiro rela-
torio appareceu em 1814. V-se delle que du-
rante um lapso de tres annos sessenla pessoas
linham vivido nicamente de vegrlaes e de agua
pura, e que goza vara da sade mais florescente.
iNeiihuiu dos adherentes linha morrido neste es-
paco de lempo. Dezeseto pessoas, lano da fa-
milia do fundador como da do Dr. Lanbe, que
succedeu a Newton, segniam este rgimen havia
dezeseto annos, c bem que entre ellas houresse
menores de lenra idade c um doente, nenhum
caso de morle, nenhum accidente grave se linha Shocko, e ao meu querido
mfeslado. Deu-se enlao muila importancia a esterlinas de
veis sensacoes que eiperimentei por espaco de
tres annos, contemplando o seu adoravel nariz.
Julgando que a enganavam, Miss B..., perguo-
lou aos homens de lei que lhe levaram para ella
assignara acceilaro dolegado.se o testador ja
eslava enterrado.
Nao, lhe responderam. Enlao acompanha-me
ao lugar onde est o cadver. Chegando alli a
admiracho tornou-sc geral. E elle, exclamou
Miss B..., vendo o resto do defunto: o horaem
que por espaco de tres annos me perseguio com
os seus versos de elogio ao meu nariz!Km llv.i-
l'ark, Covcnl-Gardeo, eslata sempre dianlo'de
mim. #
Miss B. acceilnu osTnilhes.
Em 177C, morreu em Londres um individuo
Ique linha ganho no rommercio una fortuna de
60.000 !. Quereado prestar urna especie de ho-
menagem bolsa, onde ganlira lodo este di-
iiheiru, insliluio unidos seus primos (que nao era
negociante) seu legarlo universal, com a clausu-
la formal de que sera obrigado a ir todos os dias
bolsa, e conservar-se l das duas s Iros horas.
Nem o lempo, nem os negocios deviam impedi-
lo de cumprir este dever, a que S por motivo de
molestia bem prov.ida pedera fallar ; sera o que
a beranca passaria a oulras maos.
O legatario viveu escravo detc dever, malds-
se a sua fortuna, tornou-se melanclico, e por
fim rnorreu de spleen.
Una-dama inglezi incluio no seu testamento o
seguinle : Logo ao meu macaco, ao meu charo
e divertido Jork, a somma vitalicia de dez libras
esterlinas, que ser exclusivamente empregada
para a sua aliuienlac.ao. I.ego ao meu liel cao
alo Tiu, cinco libras
. pensao aiiiiu.il a cada um. No ca-
esta eslalistica. e nos saloes de Londres fallara- so de morte de um dos ditos legatarios, a somma
se dos fillios do Dr. Newton, como modelos que Ibes pertencia passar para os oulros dous,
completos para a estatuaria, e egu.ilmente bem e assim al ao ultimo qualquer que seja. Depois
dotados pelo que respeila ao moral, leudo os de morrerem lodos tres a somma destes legados
mais doris e teios senlimenlos y,, o que se al- perlenceni minha Ulna G..., a quem don esta
Inbuia ao genero d'alimentacao a que erara sub- preferencia entre-todos os ineus lilhos. porque
mellidos. (,;, uma numerosa familia que lhe cusa a sus-
roi em 18< que a sociedade se reorginisou lentar.
sob as bases actualmente existentes. Desde esse M Borkey. rico gontil-homem. fallecido a 5 de
poscoco do onvergonhndo primo, erstc^e con, propost. para o Pieraonte enlrr na IfX "^^1^^ s^mem'eg? p'ensao^.elS'.ibra^lea l^'aqS-iin^"" "'"'
.^0A ,rmao ma,s vcll,' os 1"1'u,s ne.m-*? d,s ; dcn,al- .No congresso de Paris (omou a iniciali- laes! Todos os annos timbeni so pul.lic un!i re-
latorio, no qual sao enumerados os progressos da
gracas dos pequeos, que se mascaram de aaloios
C poem a caraca de nariz comprido, e a creada
da cozinha nao' perde a occasiao de pregar uma
peca creada do meio.
Ao jauldr nao falla o per, nem a carne de
porco frita, e o marido deixa-sc engaar rom os
lilhos, em que elle mesmo ajudra a motler a
estopa. Bebe-so mais um copinho, que nesses
va, que fui o sigoal para os
depois se seguiram.
aconlecimentos que
HISTORIA CUB'IOSA.
M. X ..... provinciano, demaneiras milito com-
niiins, mas immensamente rico, mandou editicar
una casa nos Campos-Elysios, onde no anno
(indo, receben a alta sociedade de Paris que nao
na caneca ou era oulra qualquer parte do corpo das ludo c excepcional, e a esposa leve o cuida- c sempre muilo prudente nest.is cousas.
Jtuia : Hunc hominem liberum esse vol, c|dole se previoir com ujna garrafa do (tranco. Asi Este anno deu ainda um baile magnifico e
ndo-0 voltear, deixara de Segnral-O. En- quatro horas da larde o vizinho do lerceiro andar ltimamente devia dar outro, para o qual todos
Km 0 magistrado enllocando uma varinha na ca- | vem abrir a cancella com a faca, e sorprende a OS conviles estar\m feitos. s 9 horas eslavam
le ;a do escravo, pronunciara estas patarras : hmlla A sobre-mesa, elle apparece na casado os saloes de M. X.... brilhanlenienle Iluminados
Aro hunc liberum esse non qnertium, e' jantar embrulhado n'um leneol, na cabera o cha- com esplendipo buffet preparado a orcheslra
ndo-se para o t.iclor accrescenlara: Se- po de palha arrendado da ta reina, e a cara co- afinara os instrumentos... e ningum rinha. a
sundum luam causara, sicuti dix, cece libi rin- berta de tael preto com tres buracos. As gar- meia noite ninguem rinha.... As duas horas da
lete. Pronunciadas estas patarras, o Pretor galhadas dos paes C os guinchos dos pequeos madrugada ninguem linha chegado.
va -j varinha dava rom ella na cabreado saudn a graca ; dentro em pouco ludo con- s tres horas da madrugada um lacao de li-
raro, e com a mao dava-lhe na face e as fosio e gritara: %traz das cascas vem os belis- brchgoujaa paite de seu amo.eentegoua M X..
-. i9. Taes eram, pelo menos, segundo Boe- ecs, atraz dos beliscoes as cocegas, as criadas
m> e_ Testus, as formulas materiaes da mann- ipmam parte na folla, o criado espreila entre por-
sao por meio da Vindicta. Segundo sevins' ,ns, e as maos do vizinho sao umitas vezes de
,v 8 eneid) o liberto apenas dispedido pelo i indiscripCjio bem censurare!.
-irado, dirigia-sc no templo de Feronia E sol posto ; a familia prepara-SC para o thea-
-i dos libertos, e ahi recebia o bonete da li- i ,rn. o silencio reina de novo cm casa, e o Gym-
berdad
um subscripto tarjado de preto. M.X... abri e leu
eslas patarras: Lembrai-vosdo da 18 de oulu-
bro de 1838.
M. X..,. icou aterrado. Agora 8nnuncia a ven-
da de sua casa, e dispde-se a partir para n Ame-
rica com sua mulher e sua familia, que nao com-
berdade. j nasio ou a ra dos Condes passa a completar o prehende nada do que se passa.
A eseravidao sendo assim destruida lavrava- j da. Se ii'unia das noiles a familia nao tem ca- Ks a revclacao do mysterio a 18 de outubro
im nulo que devia servir de prova.() mnrote, recebe alguns prenles chegados, e o vi-, de 1838 foi gu'ilholinada uma miMier em Thiou-
Os cnsules gozando o poder soberano de que *"'ho do lerreiro andar nao esquecido. Algu- rule, chamada Margarida Rosdcr condemnada
sociedade e demonstradas as vantagens do sys-
tema. O reino vegetal, diz-se ahi, ofTerece l.io
grande variedade, sobretudo so se lhe reunir o
que fornecem os climas eslrangeiros, que os seus
productos, qupr no seu estado natural, quor em
sua trarisformac,rio culinaria, poilern amplaraenle
salisfazer o estomago mais ditlicil. Desgr.icada-
menlc estes recursos 15o variados sao perdidos
para os carnvoros, no meio dos assados e dos
beefsleaks da sua mesa, ou enlao sao consumidos
pelo gado nos prados e deste modo subirahidosa
um emprego mais racional,
a
Quan-
do. durante a sua vida, lhe observavam que o
dinbeiro que gastara com oseaos era meMiur em-
pregado em obras de caridade, responda : Os
homens atlentaram contra os meus das, c os
ces fiis rn'os conserraram E assim era, pois
n'urna viogem que fez pela Franca e Italia foi
atacado por ladros, e deven a savacao ao seu
co.
COMMT.BCIO DAS ARTES.
Segundo a estatislica efBcial, o valor dos qua-
dros n wculpturas que se exporlaram de Boma
em 1859 de 600 coritos de ris. Juntando es-
que agrade vis'a q ao paladar, ao espirito e ao
corpo, etc.
Nesse rclatorio gaba-se muilo a batata, as lor-
ias de fructa, as quaes os fruclos snbslilucm a
raanleiga, e finalmente as conservas de legumes
para aquellos que habitara longe dos ceiros e
rio podem obter legumes frescos.
A sociedade rila entre seus antepassados na an-
liguidade, Pylbagoras, Porphyro, Plutarco, Epi-
nnliam gozado os reis," arlmioistraram por si i maa pejas dirertem a bella reuniao, e nao ha
mesmos a juslcn, al que os negocios da re-! chambre, nem coberla, com que as meninas se
publica tornando-so mu numerosos, foramobri-1 na.0 mascarem de improviso. Chega o ch.a; a
esses primeiros magistrados despoja- criada, anda de cabello enfarinhado pelas folias
Tidos
F'.'"j-se de seu poder
anno de 3S7 de Roma, vio-se crear urna ma-
lura puramente judiciaria, o Pretor nao
administrara juslica senao as contestares en-
irticulares, e devia ser este magistrado que
doria presidir s manuniisses por meio da Vin-
dicta^ Todava, como nao se tralava se nao de
jurisdiceao voluntaria, os cnsules conser-
m jiinianienle como Pretor o dilo de manu-
Biislir, assim romo o pro-consul apenas sahindo
? recinto de Boma para ir para seu governo,
pedia presidir a
rnlunlaria, rcm vanlo elle nao
territorio de sua alenda judiciara. as prorin-
rias em que nao baria pro cnsul, mas sim um
Pretor este gnsavn dos mesmos direilos.
3. A lei das aoze labies legitimando as
ic6es feitas era testamento, permita por islo
magistrados despoja- criada, ainda de cabello enfarinhado
judiciario : enlao, no da larde, Ira/, nos labios o sorriso i
morte por crime de inranlicidio.
Todos os preparativos eslavam feitos; o pat-
bulo levantado, o execulor prompto; mas falla-
va-lhe ura ajudanle. 0 execulor de Saint-Nihiol
ndicnlivo de linha sido avisado para se achar cm Thiouri
0 trigo, o cenleo, la somma a produzida pela venda de mosaicos,
cevada, o arroz, o sag, a tapioca, o milho, as camafeus. dezenhos, rzanos, ele, resulla um
ervilhas sob todas as formas, as favns. procurara valor de 2,000 coritos do ris.
um alimento substancial em todas as estacesdo Ncsta estalisca ofllcial da exporlaco nao se
anno. Com as macaas, as peras c cm geral com comprenende a que se faz por contrabando, que
todas as fruclas que se conservara, podem-sc ter lamber importante.
em qualquer lempo uma mesa copiosa e elegante, ____
INCIDENTE CUBIOSO.
Den-se um curioso incidente em uma das ul-
timas represenlaces do grande drama militar A
historia de uma baudeira, que est em scena no
Circo Imperial de Paris.
Appareceu o quadro que representa o r-xercito '
republicano agrupado ao p das Pyrarrides do
Egyplo.
O calor e a fadiga opprimem os soldados. Os
curo; na idade media, Tb. Tryon ; no meiado mais jovens cahem extenuados e os mais velhos
do seculo XVIII, o Dr. Cliivne ; entre os moder- fazem ouvir o seu histrico resmungar.
I.iuneu, Bernardin de Saint-Pierre, Fran- O desconlentamenlo larra por todas as fileiras
A sociedade funda lodo o seu syslema, quando chega de repente o gene ral Bouaparte.
O hroe das Pyramides aproxma-se dos des-
foram no quirlel general do' eominaadant'ccur
chefe do exercito hespanhol, pafa1 tratar das con-
dices de paz, eram : o caid ou governador de
TariRpr, p os pachas de Biff e de Babat. I3m
montados em tres bons carallos, com jaezes de
seda c prata, e acompanhados do cinro cralos
com espingardas epstolas com lavoresde prata :
tres a p, um a cavallo e outro montado n'uma
mua, que condnzia as provises para ocaminho.
Os creados, excepcao de um negro, eram de
Iiilr, o que se conheria pela madeixa de ca-
bello entranendo, que, do mesmo modo que os
chinas, usam na parle posterior da cabeca.
Nenhum dos tres parlamentarios era velho : o
mais idosolcria apenas quarenla e cinco annos.
A sua physionomia era grave e severa. Nolsra-
so que pezava sobre ellos a fatalidade das suas
derrotas, e que se jnlgavam vencidos, mas nao
liiimiliados. Um d'elles fallara hespanhol.
O general Prira, prorn-ando reanimar o espiri-
to abatido dos tres raouros, dissc-lhes :
Deus que da ou tira a victoria ; os ho-
mens e os exercilos mais valerosos nada sao se
sua mi os abandona.
O iKouro levantou a mao e exclamou com re-
signado accento :
Deus assim oquiz !
Quando regressaram com a resposla do genera!
em chefe, o general Prim, cora todo o seu esta-
io-maor. os acompanhou at fura dos limites do
seu acampamento.
Un dos plenipotenciarios olhavn rom \ida
curiosidad!! o rerolver que o general levara, o
dando este por isso, ae separar-so dos parla-
mentarios monros, pegou no revolver, e mos-
lrarido-o aquelle que parecia cubca-lo, lhe
disse :
Vaos ver os cfTcitos d'esla arma que vos
desconheeiila.
E, f izendo rodear com agilidade o cavallo, dis-
parou os seis tiros do revolver, e feilo islo, o deu
ao mouro, dizendo :
Toma. Se se fizer a paz, conserva-o como
presente d'um clirislao ; e se continuar a guerra,
serve-te d'elle para defeza da tua patria c da la
vida.
O mouro recebeu o presente com mostras de
apreco e entregou. reremoniosamenle no general
urna pistola de areao, cora molduras de prata.
Em seguida se despedirn) c separaran.
O YACHT MONTE CHBISTo.
Este navio, que pertence Alexandre Dumas e
se est forrando de cobre em Marselha, foi cons-
truido na Syria.
Parece que, por se nao ler preenchido certa
condieo, nao pode, segundo a lei de 1857, coa-
celer-se-lhe naluralsacao franceza.
Nao podendo vencer os obstculos que lhe op-
punha a lei, Alexandre Dumas lenibrou-se do
obter para o seu navio a baudeira de Jerusalm,
que privilegiada e esl debaixo .da proteccao
inmediata da Franca, e que, sendo a baudeira
dos peregrinos, entra e sae lrremente nos por-
tes de. lodas as naees, mesmo em lempo de
guerra.
Disseram em Marselha ao celebre romancista
que para a obter devia dirigir-se ao superior d'um
convento de Franciscanos, em Lime. Correu
alli, porm, o reverendo riada linha qtio ver com
o negocio.
Depois de imitis viagens, Alexandre Dumas
foi tercorn o conde Piccolomini a Florenca, que
que d a baudeira de Jerusalm, e d'elle* obteve
para o seu yarht o pavilbo dos peregrinos, com
o qual val viajar nu Arcliipclago, na Grecia e na
Palestina.
que n'alguma des chivonas ha sal cm vez de as-. no dia lixado, porm a ordem chegou muito tar-
surar e lumenla as bordas, e para maior desfar-'de, porque elle linha n'esso mesmo dia ou no
ce diz ao predestinado :
Pode lomar, que nao tem nada.
klin, etc.
diz ella, na constituido anatmica do hornero,
que c feila piara a alimentaco dos vegelaes.
Depois do cha o dono da casa tem a condes-
cendencia de recontar na esquecida flauta alga-
mas conlradansas dos seus lempos, o a dansar
terminara os gozos do dia.
N'essas peripecias de enlrudo o amor anda qua-
si sempre de permeio, e mais de um casamento
lodosos actos de jurisdiceao de uma infideldade leem nellas a sua origem.
eslivesse no I carnaval o caminho de ferro do amor, eso
na quarla-feira de cinza que se ollia para Iraze
se ve o caminho que se ganhou ou se perdeu.
contentes e os interroga.
Todos eslao commovidos e se calam ; porm
um delles designa un joven voluntario, que seus
enmaradas podem com cusi amparar.
O general Bouaparte aproxima-se do soldado,
e, sera trahir a sua commocao, ordena que o con-
CEREMGNIAS HEBRAICAS.
As ceremonias judaicas em Teluan e
nutras
a doaeao da liberdade ; mas para que o escravo P;i"es do imperio marroquino, onde ha judeus,
e tornnsse livre, era preciso que o testamento | sa0 Publicas, e chrislos e monros podem assis-
iir a ellas o com nteira liberdade.
Os templos, se lal nome pode dar-se-lhes, siio
: isso valido'e que o herdeiro instituido acceitas-
le i horanca.
F.m resumo, no lempo da repblica, os es-
ravos para selorriaiera cidartos, deviam ser
libertados por uma das tres formas de manumis-
sao. A manumissao conferia irrevogavelinenle
rritos civis.
is as vezes quC o escravo nao era manu-
mitido por meio do Censo, da Vindicta, ou do
reglamento, permaneca escravo ; c, anda que
seo senhor nao conteni de manifestar sua in-
lencao benigna, por palavras nao livesse exigido
a'elle alguma especie de servicos durante longos
annos, e mesmo o deixasse gosar de grande in-
ependencia, comtudo, apear dessa posse de
liberdade por mais longa que seja, a vonlade s
fio senhor punha o escravo debaixo de seu po-
ner, do que dizer a verdade nunca linha sido
liberto, pois que nao se tiuhain observado as for-
mulas legaes.
Tal era o direito striclo, o qual permaneceu em
rigor at que o Prelorviesse prolegcr a liberdade
que o senhor tinha por seu gosto dado seu es-
eravo, mas de um modo nao reconhecdo pelo
direilo.
Este magistrado nao permiltia, no ultimo secu-
A ARVOItE DA CEBA,
scginnle.de exercer o seu ollicio em Vcrdun. Enlrc as-produeces nalumes da China, ha al-
l execulor do Melz, qne eslava s em Thou- gumas que, sem trem urna importancia agrcola
Hile, fot declarar ao procurador regio que nao e commercial comparavel do cha c da seda,
poda s clfecluar a execucao de Margarida Roe- nem por isso deixam de ser interessantes por d'uzam i sua propria tend e'lheprcstem lodos
iais d'un titulo. Ellas provam como os chine- os cuidados necessarios.
Este acto de generosdade acclamado pela
tropa e'npplaudido pela plateia ; porm, no meio
dos applausos do publico, levantou-se dasga-
"erias uui velho, que se poz a gritar : Fui eu !
fui eu
O facto coudo no drama era histrico. O
com muila polidez :
Senhor, sei que nao pode (cr lugar a execu-
cao pela falla do execulor de Saint-Mihiel, e ve-
nllp otlerecer os meus servidos, como ajudanle,
c lerci muito prazer de tirar" a juslica de emba-
razos.
O magistrado olhou para o homem f|ue lhe fa-
zia uma tal proposta com sorpreza misturada de
repugnancia, porm acceitou o offcrccintenlo e
a execucao leve lugar.
O carrasco curioso houve-se como homem ex-
ponento no lrisle papel que leve a coragem de
sollicilar.
F'ste homem nao tinha nada, nem prxima nem
remotamente, cora a juslica, nem com os
executores.
Era um amador cm loda a forra do lermo. Fi-
umns casas como as oulras, sem nenhum signnl
exterior que revele o fim n que sao destinadas.
(J oratorio esl no paleo, onde se levanta uma |
especie de pulpito engredado, toscamente cons-1
truido, e que o s.lio onde se colloca o rabino
ou sacerdote.
Os judeus cantara, movendo-sc como se esti- '
vessem convulsos, e esliemecera e ngilain-se se- i Iho d'um negociante estnbelecidb na capital de
gundo as palavras que pronunciam ; c quando um departamento do Eslc, commerciava lambein
oram ao Deus de Abrahnin e de Moyss, vollam- e linha j alguma forlund.
se para o Oriente, como para buscar com open- Assislia s exocuces pji
samento o templo de Jerusalm.
Perguiilando-se a um judeu a razo dos seus
morimentos quando orara, respondeu que para
las arrores productos nteiramenle singulares.
Cnllivam, por exemplo, una arvore que Ihes d
uma cera branca, brilhanl
para
mi
espessura, e da qual fazem mui boas velas. Esle incidente lerminou por uma ovnco no ve-
Um missionario francez que qniz experimentar; Iho soldado. Todosquizeran rr a rara, c tal-
la cera branca, bilhante e bastante diaphana Iho em queslerao voluntario soccorrido por Bo-
ra que a luz possa penetrar alravez d'uma la- aparte, c chorava, repelindo sempro : Fui
na desla substancia de 2 a 3 centmetros de eu fui eu
Bcssura, o da qual fazem mui boas velas. Este incidente lerminou por uma ovnco no re-
l m missionario francez que qniz experimentar; Iho soldado. Todos quizeran ver a rara, c tal-
pessoalmente os nrocessos pelos quaes os chine-, vez nica reliquia do heroiro exercito que vio as
tea obiem osla cera, mais animal do que vegetal,, Pyramides e entrou triuniphaiile na cidade do
entra a esle respailo em particularidades mui I Cairo.
precisas que se podem resumir aasim. Observe-
! mos primeiramente que a arvore d. cera, apezar AS PBETAS E yS CBINOl.INAS.
j de seu nome, prodnz tarila cera como seda pro- As noticias do Cabo de Boa FLsperanc.i dizem
duz a amoreira. Naquella egualmente pur meio que um quinquilheiro de Grahm's-Tow renden,
seus de um insecto que vive sobre a arvore que se ob- em duas semanas, um quintal de rame s da-
lem a cera, c eis aqu como : no principio do in-
APPEI.I.IDO NOTAVEL.
O actual imperador de Maocos nao popular.
Foi califa ou lugar lenle na vida de seu pai,
roniparlindo com este o governo. Seis mezes do
anno resida e gorernara em Harreos, emolan-
lo que seu pai eslava ao mesmo lempo em Fez e
Mequinez. Trocavam, c os outros seis mezes go-
vernavai o pai em Marrocos e o filho em Fez e
Mequinez. Onde eslivesse o filho aconteca quo
as subsistencias encarecan), nao porque gover-
nasse peior nem mellior, masDor casualidade os
mouros pozeram-lhe o nome de Sidy-Mohamed-
Careslia. .
para se distrahir. A sua
paixo por esle genero de especalo nao o dis-
trahia do cuidado da sua fortuna. Ha qualro
annos, sendo j millonario, dexou o commcrcio
veio residir para l'3ris, mandou edificar una ca-
sa nos Campos-Elysios e deu bailes, at que vio
(3) Vindicta est ingula qucedam quam liclu
iiDnumiilendo serv capli inponens eundem ser-
vum in liberlati vindicabal, dum verbam qutvdam
soierania atque idro singula illa vindocla appel-
latur. (Callad topic. Cicer. Til. Lirio, (liv. 2.
cap. 1.") pretende que esta palavra tira sua ori-
gem do nome do escravo que descobric a cons-
pirafio para fazer notar os Tarquinios. Theo-
pinlo hesita entre eslas duas opinies, mas nos
J'jvemos notar que desta palavra vindicta, usam
ss poetas muites vezes em lugar de futuca, que
significa varinha ( V. Plan! e Pers )
(4) Plaul in Persa, act. 5 se. 3. faz dizer
Boxalos, para provar a veracidade de uma ma-
sumissao : Ad forum, ad prcetorum ex quive si
qudam crederemihi nom vis libera inquara est.
A cham-so autos ds alforria nos manuscriplos
lo Vaticano, tambrm exislem as compilacoes
ilades : Ipapiri diplomalici de Marini ; inris
lomani negociorum solemnium tlente de Span-
no distrahir com a quielac&o do corpo a sania
meditando do espirilo.
No snbbado em casa de nenhum judeu se nc-' os seus saloes disertos no ultimo' que prepa-
cende lume, nem se coze pao, nem se abrem as rara,
lojas ou lendas: homens, mulheres e craneas,
com os seus melhores vestidos, vo para assyna-
'anliorg
gogas, que em Marrocos chaniam ingresas.
S.VTBFACCAO COMPLETA.
Eis a copia da carta do grande consetbo do im-
perio do Japo a M. Ounkowsky, ajudanle de
campo do imperador da Bussia, em dala de 2G de
selembro:
Depois de qualro conferencias dos directores
dos negocios eslrangeiros com M. Ounkowsky,
ajudanle decampo do imperador da Bussia, re-
lativamente ao assassinato commellidoem Yoku-
llausa, as pessoas de um oUicinl c um mar-
nhero russos, o alto conselho do imperio do Ja-
pao foi informado que a satBfaccao exigida por II.
Ounkowsky consiste nos pontos seguintes :
1. Lina depulaco dos mais altos dignatarios
ir a bordo da fragata russa Ascold e pedir
desculpa, na presenta dos officiaes e da Iripola-
co, pelo desgranado acoiileciinento de ioku-
llausa.
i." O governadnr da cidade ser demillido e
privado de todas as uneces.
3. Os assassinos devem ser descoberlos antes
de 24 de selembro, e juslicados, na presenca dos
otliciaesc Iripolacoes russas, no mesmo loc'al em
que foi perpetrado o assassinato.
verno encontrara-se, as arvoresque precedente-
mente deram a sua produeco, tumores da gros-
sura d'uma ccreja. Estes tumores sao ninhos.
Cortam-n'08 e t collocam sobre molhos de pa-
lha que se siispeiidem aos ramos das arrores.
Pelos fins do mez de ntaio, quando a arvore flo-
resce, as larvas coudas nos ninhos sahern, e os
insectos que delles provm espalhain-se pelos
ramos.
Ao cabo de um mez pouco mais ou menos, os
insectos apegara-se s l'olhas, que elles enrojara
para formaren) uma especie de celia. Dahi a
pouco_ comer a levantar-so em torno delles urna
materia pernugenta, que por fim cresce ese con-
densa a ponto de os involver nteiramenle. Esla
materia, que se colhe em setmbro, a cera de
que fallamos, cuja clarilicacao nao ollcrece dili-
culdade alguma.
mas de cor daquelle dstriclo, onde aclualmenlc
esl niuio em voga a crinoline!
O magistrado deThiouville, que oceupava boje
um cargo elevado, foi convidado ao primeiro baile
que Mr. B... deu esle anno. Sorpreso vista do
carrasco curioso, hesitara em o reconhecer ; po-
rm um signal caracterstico, junto do olho es-
querdo nao lhe dexou duvida.
Naturalmente contuii a muitas pessoas a his-
torio de 18 de oulubro de 1838.
Esta historia espalhou-sc na sociedade, como
as ondas concntricas produzidas por urna pedra Colheitas vvenles i de "um opsculo que tem
lancada n um tanque. Desde ento ninguem quiz ttulo O sangne rico e a.tua exploracao racional
mais visitar o homem de 18 de outubro. | prope utilisar o sangue fluido dos aiimaes como
Acnou-se repentinamente solado no meio de artigo alimenticio, islo sangrar os bois de quan-
ns. Nao sabia a que atlribuir esle aflsta- ; do em quando, como se ordenham
VENHA MAIS ESSA.
ODr. Sieinroth, autor de um livro intitulado
que
merilo inexplicavcl... o ullimo baile e a carta que
recebeu abriram-lbe os ohos.
SEITA DOS LEGUMISTAS.
A Vegeterian Society cuja sede em Lon-
dres, ou sociedade daquelles que nao- querem
alimentar-se seno com vegelaes, a Scila dos e-
gumislas, como se lhe chama no continente, cen-
ia hoje perto de 3,000 adherentes, diz a compi-
lado allemaa Lnscre Zeit, que d algumas par-
ticularidades sobre esla singular associaco.
Eis em primeiro lugar quaes so as sus regras
fundamrutaes:
1. Nao matar animnes ;
as vaccas, e
utilisar o sangue. Se cada semana se sapgrassc
um boj durante muitos annos e se isto se zesse
extensivo aos carneiros, cabras e outrosanimacs,
uo ha duvida que se leria uma boa produeco
de materia alimenticia.
LEGADO CELEBRE.
TETUAN.
O correspondente de um jornal hespanhol diz
de Teluan :
Como s linham Picado os judeus c rabes
ancies, quando entramos na cidade nao me foi
possivel ver ludo o que de bello e luxoso ha
dentro das ha xas e sujas portas das casas. Ago-
ra que j vo regressando os habitantes abasta-
dos, e se pode entrar com alguma coofiaoca
n'ellas, tenho visto ricos tapetes, grandes espe-
llios, paredes forradas de damasco, e ricos objec-
los de piala, crvslal e porcelana, pavimentos de
mosaico, tontos cora excedente agua nos palcos,
que sao muilo numerosas, ele.
Parece, analmente, que s ha vida no interior
das casas.
E* MERECIDA.
Diz um jornal de Madrid que o general Prim
ia ser agraciado pela rainha com a grandeza de
Hespanlia de priineira classe, c o ttulo de mar-
quez de Castillejos, como recompensa do seu va-
lor na actual suerra d'Africa.
EXERCITO AUSTRACO.
O exercito austraco conta, na actualidade, 4
fcld-marechaes, que sao : o principe Windisch-
graelz, o conde Nugenl, o conde ^ralslaw e o
baio Hess ; 17 feld-zeugmestres era servico e
25 em disponibilidade; 95 lenles feld-marc-
ch.aes era servioo e 132 em disponibilidade ; 12i
Um rico habitante de kondres morreu e deixou majores generaes em servico e 186 eai disponibi-
Miss 15..., que nem se qner o conhecia, uma lidade ; total 583 generaes.
fortuna que monlava n milhes. Ninguem poda
imaginar o motivo de Ido inesperada munificen-
cia. Supplco, dizia o testador no testamento, a
Miss B .. de aceitar toda a minha fortuna, muito
mesquiiha doaeao comparada cora as inexprimi-
() numero dos coronis de 202 em serrigoe
301 retirados.
OS PARLAMENTARIOS MOl'BOS.
Os parlamentarios marroquinos, que no dia II
FOIJHETOl.
CoiisUnca Yerricr.
POR
GEORGE SAND.
VII
[ Continuacao.)
Minha querida filhn, respondeu o duque,
;i vejo o que isso Creio que rio tens lido
romances, mas romanesra. Talvez livesse
rindo ao mundo assim Pois necessario que se
corrija de uma molestia que nao assenta cm uma
nolher casado, e que nunca lolerarei naquella
que lem o meu nome. Peco-lhe que fique na
medida da alTcieo, que nos devenios reciproca-
mente, e que nao exija xtasis de pola o visa-
gens de thealro. Seja natural, fique cranla e
tlescuidosa, isso lhe assenlava tao bem I Advir-
to-fhe que s casei com ross para ler uma vida
tranqoilla. Tenho lido muitas amantes. Tenho
inspirado bellas paixes. Tenho de mais. Tudo
isso affec^ao, mentira, ou sonhos do cerebro,
iesejo ser amado, sinceramente, com confisnen,
e dir hle-hei como seu pai.queespiriluoso e ra-
zoarol, procuremos ler a paz 1 esse todo o
ideal do casamento I Nao ha oulro. Ccrlos trans-
portes nao tem por fim se nao o dever de perpe-
tuar a familia ; a sua belleza torna esse dever
muito agradavel. Mas as viagens e os sermes,
as censuras c nslagrimns, sao os flagellos do hy-
meneu e os assassinos do repouso domestico ; nao
asqueca 3 advertencia I
Tudo isso foi dilo com docura, mas com tan-
to precisao, que eu me Uve por advertida, e pro-
melli nao cahir n'oulra.
Eis-me, pois, aos d^zesseis annos, apaixona-
dn por um marido que me prohibe que o mostr,
que pareca lerna e com movida em seus bra^osj
quesonhe nclle em sua ausencia, que me a Alija"
com o seu ar distrahdo, e que chore quando
zumba eomigo.
'I adavia amei-o mais de um anno, com a
i)eixe-me conlar e conclurao. O meu du- '
que nao era uma alma de gelo. Amava. Ape- i
mira, e isso nao dependa \
amava
as nao
de^e.
Amava uma dansarua da opera, uma crea-
tura encantadora, urna deusa ; voss v, Sofa,
que todas as fidalgas nao sao injustas para cora
versar juntas, disseram que era a princeza Gra-
ciosa, consultando a velha fada sua luadrinha.
Quando me arrancn a confissao das mnhas
penas, disse-mc .
Enlao como vamos com o prfido ? ama-o
ainda ?
Contei-lhe fielmente tudo qunnlo se tinha
passadn eomigo desde o dia funesto em que eu
descubrir a verdade.
A principio eu s linha pesar, e norniva,
certeza de quo amava-o s, e nao foi pequeo suas rvaes, mesmo quando eslo no lliealro. A
mailyrio, creia-nie. 1 prirncirn vez que vi dansar essa per!, admire-a
Eu eslava to apnixonada, que tema antes sem reserva, c roltei-me inslinlivamenie para o
de ludo, desagradar ao meu dolo. Tomava al- duque. Lile nao quera npplnudir, mas eslava da minha rival. Nao quizera despreza-la, nem
lencao tora os meus olhares, com as mnhas pa- sensivelnieiile commovido ; um tremor ronvul- amaldicua-la. Era anda untcITeito do temor que
lavras, cora as nimbas altitudes. Se elle rae sor- i svo agilava-lhe as raaos ; lagrimas, verdadeiras j rae inspirara meu marido. Eu imaginara que
prenda era uma medilacao dolorosa, cu me le- i lagrimas corriam-lhe dos olhos afogados em lan- elle lia os meus pensanicnlos alravez do meu ce-
vantava, coma ao piano, e torava uma walsa, ou guidez .... O que querem ? essa divmdade lizera rebro, e que se nclle sorprenderse arersu & sua
uma ana de caca. So aproveilando do momento j uma pirueta admiravel 1 i amante, comecaria a odiar-me francamente. Eu
em que elle nao me via eu me esqueeia a con- | A senhora j era philosopba esse poni ? nao queria cofiiprometler o rcslo da amizadeque
tcmpla-lo, logo que ello vollava os olhos para disse mademoisolle Verrier. elle me lesternunhava.
mim, cu affectava estar admirando o meu leque, I Nao, de certo, respondeu aduqueza ; mas Pouco a pouco Az tal idea do poder dessa
ou arranjando as mininas fitas. Quando, apezar 160 era mansa e resignada, acosluinnda a vencer- mulher que nao pensei mais nella sem terror.
me, e perfeilamenle curvada ao jugo das conve- Sentia-me a inimiga c o rlngello desses dous
nicncias. Nao moslrei sorpreza nenhuma, despei- entes, e fazia-me pequea para escapar sua
lo algum. e o duque nao desconfiou da minha averso. Trema quando ouv.a dizerern o nomo
descoberla. | dessa dansarina dianle do duque, ejulgava sen-
Goslou da opera? perguntou-me elle quan- lir os seus olhos sobre os meus, comquanlo elle
Vide o Viar-.j a. 67.
meu,chorava, escondia-me como uma crianca que
fez uma arle. Emfim cu me cohiba de pensar
nelle como se fosse uma infideldade conjugal,
uma infrncco do dever, adorar meu marido.
Eu o tema como um lyranno, bem que elle
livesse um carcter egual o de perfeila polidez
cm todos os momentos da vida. Eu nao poda
confiar-me a ninguem, minha mi me leria re-
prehendido, e meu pai zombado de min. Meus
irmos e irmiias lodos eslabelecidos eoceupados
em procurar sua propria vida, ter-me-hiam dilo
que me conlenlasse com a minha, que lhes pare-
ca esplendida ; inhibas irmas invejavam-mc o
titulo. Eu vivia, pois, na mais horrivel solidao
d'alma, cora un segredo, cuja confissao leria aca-
bado de afiastar e fazer estriar o objeelo do meu
culto.
Pois bem disse a Moizelli inlcrrompendo
a duqueza, acho a sua historia mais triste e mais
sombra que a inhiba I Ser possivel que de-
pois de semelhanle casamento, a senhora, que
achou ludo isso no fastigio da sociedade, ainda
deferida os homens contra as minlias aecusa-
coes
Tenha paciencia, respondeu a duqueza ; eu
lhe provarei ao depois, que, quem tinha razao
era meu marido.
De veras? disse CoDslanca com ar de du-
vida.
do iamoa na seg.
Sempre goslo dos lugares em quo eslou com
voss, respondi-lhe eu ; o depois, a opera eslava
muilo boa hoje. Mademoiselle um lypo de gra-
ca c de poesa, nao acha ?
Nao sei : dnnsou bem esla noile?
Esta dissimulaco acabou de coiivenccr-mo,
e nao me foi necessario procurar mais oulras
proras.
VIII
Minha dr foi immensa, mas firon qunsi mu-
da. Nao tire expanso seno dous mezes depois,
quando nasccu minha filha. A freza que meu
marido moslrou pobre crianca, cnusou-se um
desespero, de que quasi morro, l'oi enlao que
abr o meu coracao uma velha amiga, que eu
tinha desprezad al enlao, mas que soube
provocar o ganhar a minha coniianca a propo-
sito.
Era a marqut-za de... nao digamos o nome
de ninguem. Ella tinha-me levado pia baptis-
rasl ; a ella c que devo o singular preme de
Svbilla, e como era muilo fraca, baixn, magra, o
feia, mas activa e esperta, quando nos viom coli-
ma! O duque linha razao, voss nasccu roma-
nesca, e as suas leiluras acabarnm de per-
de-la, a menos que nao seja os meus conse-
Ihos.
Quaes conscllios ? diga, que os experimen-
larei !
Pois l vo Pegue em Balzac, Alexandre
Dumas, Alphonse K.irl, Eugenne Sue, Fredericu
Souli e lolti (nonti e alire-os ao fogo. Sao es-
ses exaltados, uns loncos, amantes do impossi-
rcl, obstructores da quinta estencia. Leia lvros
Velhos, nao os romances jacobinos do seculo
passado, que ainda sao peiores que os de hoje;
porm leia memorias da antiga corle, os feitos e
gestos da sa galantera desde Luiz XIII aleo
lira de Luiz XIV o Bem-Amado. Nao lhe digo
que siga risca o syslema das ronsolac,es mui-
lo promptas e numerosas ; voss virtuosa c se-
lo-ha ainda muito lempo ; mas j que precisa
para esquecer os seus enfados adunes, de ali-
mentar O cerebro com aventuras, leia no menos
aventuras que succederam ; e nao sondadas ou
afranjadas pelos nossos escriptores da moda.
Conheca o mundo real c o mundo humano tal
nao livssse suspeita nenhuma do meu inconi- qual Quando souber que as mulheres mais
modo. nobres o mais bellas de todos os lempos lem sido
a Pouco a pouco, esse soll'riraenlo comprimido i engaadas ou abandonadas por mulheres ordina-
toriiou.se lio vivo que degencrou em amargura. ras, que lem soffiido como voss solTre, mns
que nem por isso morrn ni como vos se nao ha
de morrer, e mesmo que depois de se terem
consolado muito, algumas de mais Iainda fu .
ram Irahidas ; que acosluraaram-se, c acabarnm
rindo e pagando o mesmo jogo por direilo de
represalias ; emfim, quando o romance rerda-
deiro, o romance da historia, lhe mostrar as rai-
Duranle o fim da minha gravidez, que foi bs-
tanlo penosa, como nao sabia e passava muitas
horas no meu quarlo, lenibrei-me de ler roman-
ces. Era como que uma priineira vinganca que cu
exercia occullas contra meu marido! Devorei
Balzac e muitos outros ; B me inleressava pelo
<\ue linha relro com a minha situaco, mas
inleressava-m to vivamente que chegava a es-' nhas, as princezas. lodas as heronas do verda-
quecer-me de mim para chorar a sorle das mu- deiro grande mundo, combaterem ousadamene
Hieres engaadas. | ora com prudencia, ora rom todos os riscos
Contando esses pormenores a marqueza,
ronclui com uma confissao que me vhiha aos
labios sem que meu coracao ainda so livesse
afoilado a formula-la, e essa confissao, era que
eu nao amava o duque, e que mesmo re-
cciava vir em pouco a odia-lo tanto quando o li-
nha amado.
Ah eis ahi justamente oque cu previa'
respondeu a minha velha rnadrinha. Cabe nos
extremos e no que 6 falso, pata nao dizer tu
perlgos, para conservarem, atravs de todas as
(raicees do amor, as nicas vantagens serias da
mulher, a saber, a belleza, a posieo, os Irum-
phos de um orgullio'juslo, c principalmente a
mocidade, o mais lempo possivel, voss refiecli-
r, comparar, cscolher o seu modelo, e lor-
nar-se-ha mais philosopba.
Pedi marqueza que resumisse de anlemo
essa philosnphia, do que sem duvida fizera uso,
! o que, enunciada claramente, seria para mira
O MAIOR SINO DA FRANCA.
O maior sino da egreja de N'olre Dame de Pa-
ris, chamado Bourdon, esl collocado na lorre
domeio-dia, c o seu pozo calculado cm 13.00
kilogrammas. Pela inserpeo latina gravada no
bronze v-se que esle sino foi dado em 1400 por
loo de Montaign, que lhe poz o nome de Jnc-
quelina, que era o nome de sua mulher Jocque-
lina de La-Grange.
Foi refundido era 1680, e recebeu enlao os
nomos de Maiiool-I.uiza-Thereza, era honra do
rei XIV e Mara Thereza d'Austria. Na poca da
refundico, a qunntidnde de metal, que s era de
1").000 libras, foi augmentada quasi ao debro,
cusa do cabido.
O Bourdon de Nutre Dame o maior sino do
Franca, e s toca as grandes solemnidades,
dominando enlao lodo o sussurro da grande ci-
dade.
NAO E' CASO NOVO
M. X..... mancebo que tem mais esperanras
que dinbeiro, recebeu ha dias, diz o Saint pu-
blica, de Lyon, a rizita do sen alfaiale, na occa-
siao era que, lodo vestido de novo, sabia de sua
casa.
Perdo, senhor, disse o alfaiale que ia ncom-
pnnhado por un personagem de physioncruia
grave ; oslis contente com o facto ?
Muilo contente, respondeu M. X.....
ETectivamente, conlinuou o alfaiale, esl bem
talhado, mas mal cozido. Aqu falta um pos-
ponto, disse o meslre designando uma costura
ao individuo que o acompanhava
M. X.... comecou a desconfiar seriamente,
porm o alfaiale foi direilo sexplicaces.
Senhor, disse elle, von informar-ros d'a-
quillo de que se trata. O operario que fez esla
roupa diz que lhe paguei mal, e eu acho que lhe
paguei bem. M. B.. quo me acompanha, foi
nomcado arbitro ; c aqui esl em poucas pala-
vras o fim da minha rizita.
O supposlo M. B... disse enlao que lhe era m-
possirel avahar o trabalbo sera o examinar mi-
nuciosamente, e pede a M X... se tinha a ban-
dado de lhe confiar aquelle falo por vinte e qua-
tro horas.
De boamenle, responden M. X..., que Iratou
logo de tirar aquella e vest#outra roupa.
As vinte a quatro horas passaram. o n roupa
noroltou. nem voltar, porque M. X... j hoje
sabe a explicaco da citada que lhe armaram.
O alfaiale que lhe fez o falo tomou informn-
ces do seu fregus, c como as nao achou satis-
factorias, ajudado d'um compadre, represenlou a
scena que (reliamos contada para haver m&O
a roupa que vender a crdito.
(Comniercso do Porto.)
um fio conductor no labyrinlho das mnhas lei-
luras.
Nao, nao, disse ella, o que voss quer nao
possiv.il. Cada qual acha na leitura c na refie-
vo a doso de satiedoria de que precisa, para
tirar depois da experiencia, a dose de ousadia ou
de prudencia de que capaz. Eu nunca fui for-
mosa e voss S fui fina e esperta ; voss
magestosa e sentimental. O que me servio nao
prestara para voss. Cumpre-lhe achar o que
convm s suas inclinacoes c sua maneira do
viver. Fique tranquilla essa descoberla se far
por si, a proporco que ross se for ins-
truindo.
Commentei o orculo myslerioso da minha
velha sybilla. Mas ain la era muito moca e mui-
lo ingenua para penelra-lo. Segu o seu conse-
lho ; li lodos os pamphlelos, todas as memo-
rias, toda a historia secreta das antigs corles, e,
cousa nolnvel, meu marido, que leria atirado pe-
la janella fia os romances modernos como una
apologa funesta do amor ideal, vio-me sem iu-
qoietnco folhear os annaes da audaz galantara
das nossas avs. Approvou niesrro esse esludo,
e pude entregar-me n elle sem occullar os volu-
mes no fundo do meu cesto de coslura, quando
ouvia a voz delle na anlc-camara.
Tudo isso a principio rae assuslcu, e qnasi
quealiro fora esses livros cynicnmenlo aepidieso,
destruidores de loda a porlia, desprezadores de
lodo o enlhusiasmo. Foi-me necessaria muita
vonlade para aceitar os poemas e os hroes da
realidade. Pareca-me a principio que ludo
aquillo era mentira ; e que com etfeito o verda-
deiro nao o verosmil, e que, para achar-se o
bello ne-le mundo, cuinpre fechar os olhos o
olhar sombras chinezas na propria iniagi-
nnco.
gente se accommoda a lodas as necessida-
des. Para mim era uma imperiosa necessidado
conhecer a vida como ella ; porque, apezar de
tudo quanto se lem dilo do progresso do nosso
seculo, son daquellas que crem que os coslu-.
mes no tem mudado.
(Continuar-^^ha J
PEttN. TYP.'DE M, F. DEFABIA. 15150
ILEGVEL


Full Text
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