Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09017


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Full Text
. III.....lili I III I.
AMO Xmi. SOIEBO 66.
Por tres mczes adiantados 5^000.
Por tres raezcs vencidos 6$000.
i*
IEEW mii 20 DE MAHCO DE 1860.
Pop uni adiautado 19$000.
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Anlonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Anlonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Uli-
veira; Maranho, o Sr. Mauoel Josc Marlins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fcrnandes de
-Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Costa.
PAR IDA DOS COR REOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarjss, Goiaana e Parahiba as segundas
o sextas feiras.
S. Antto, Bezcrros, Bonito, Caruaru, Allinho e
Garanhuns nas trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarclh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Florc3. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nas qtiartas-feiras.
Cabo, Serinliaem, Rio Formoso.Una. Barreirns.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partera as 10 horas di manhaa.
bPUEMEKIDE nu mi;/. JB maiico.
7 I.uaeheia as 10 horas e 2i minutosda manhaa.
14 Quarto minguanto as 6 horas e 4'J minutos da
manhaa.
22 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa.
30 Ouarlo crescente as 4 horas o 33 minutos da
maiiha.
PRF.AMAR DE MOJE.
Primeiro as.4 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 3 horas e 42 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TR1BNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Patuda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao mcio dia.
Dilo de orplos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil ; qoartas e sabbados ao
meio din.
Desta data em diante e nosso agente
na villa do Cabo, o Sr. Sebastiao Anto-
nio do Reg, em cuja casa deverao os
Srs. assignantes mandar ver o Diario
todos os dias, logo a pos a chegada do
treno das 8 horas da manhaa. O mesmo
senhor aclia-se autorisado a receber o
importe das assignaturas, e tomar novas.
PARTE 0FFICIAL.
COMMAXDO DAS ARMAS.
y artel general do commando das
armas do Pernambiico, na ci-
dade do Recite, 1 O de marco de
1HCO.
ORDEM DO DIA N. 369.
O tcnenle-gcneral commandinlo das armas
determina, que liquen desligados das compa-
ginas Bu de ravallaria e de artillees-desta guar-
niciio, os Srs. nlcies do 9'' batalho de^Ifanla-
na Mdnod Krasrno de Carvalho Moura o Hercu-
lano Geraldn do Souza Magalhes: e que o Sr.
nlferes da 5' cumpanhia do 8" batalho da mes-
ma arma Joaquim Manuel da Silva S, que no
da 1 do correlo regressou da Villa-Bella, fique
addido aolO batalho.
O mesmo tenente-general faz publico, para que
tenha o derido efleito, que approvou o engaja-
mento que no dia 16 do crreme conlrahio o sol-
dado da cempanhia de artfices Theoionio Cesar
-de Almeida para servir por mais seis annos nos
termos do decreto e regulamento do primeiro de
maio de 1858.
Assignado. Jos Joaquim Colho.
Conforme. Uerardo Joaquim Correa, l-
ente ajudante do ordens do commando.
Directora geral de instruccao publica.
Expediente de 1 a 15 de sarco.
Dia 2.
Officio n. 25, do Dr. Jeronymo Villela de Cas-
tro Tarares, ao presidente da provincia, aecu-
sando o ofTico de S. Kxc. com. dala de hoje em
que o designa para exercer as funeces da di-
rectora geral inieiino da instruccao* publica, e
communicando haver asssumido' as referidas
luncroes.
Dito ao regedor do gvmnnsio provincial, de-
clarando haver o Exm. 'presidente da provincia
designado os professores Dr. Felippe Nery Col-
laco, c padre Ignacio Francisco dos Santos, para
substituirem, aquellenos exames de inglez, e es-
1e no do ltiro da faculdade de direito, por se
acharem empedidos os respectivos professores.
Dito no inspector da thesouraria provincial,
communicando-lhe haver entrido hojeno exer-
cicio de director geral interino de insiruccao pu-
blica.
Dito n. 26, ao presidente da provincia, infor-
mando em sentido conlrario o requerimenlo do
bacharel Manoel Pereira de Moraes Pinheiro, em
o 'ualse queixa do conselho director, e prelen-
de ser nomeado professor de francez do gymna-
sio provincial independente de concurso conlra
;i disposicio do art. 150 da lei n. 369 de 14 de
maiode 1855, segunda parte.
Dilo n. -21 ao mesmo. informando favoravel-
mente o requerimenlo de Salustianoda Silva Ca-
jueiro de Campos, em que pede licenca para en-
sillar particular a lingun latina.
Dilo n. 28 ao mesmo, informando em sentido
favoravel a peticao do eidado inglez .Eneas
Bruce que pede icenea para ensinar particular
esta cidade inglez e francez, sugeitando-se ao
exame de eapacidade professional.
Dito n. 29 ao mesmo informando favoravel-
menlo a peticao de Flix Rodrigues Pinheiro,
que requer licenca para ensinar particular na po-
voacao de Agua Preta, as materias de instruccao
primaria-
Dito d. 30 ao mesmo, informando em sentido
favoravel a peticao de Cla Francisca da Silva
Coutinho que pede se conceda que durante o seu
impedimento por molestia, sua irma D. Diada
Silva Culinho a subslitua no exercicio de sua
aula particular do instruccao primaria.
Dilo n. 31 ao mesmo, informando a favor da
prctencao do padre Joo Servulo Tcixeira, pro-
fessor particular de instruccao primaria e da lin-
gua latina nesta cidade,o qual pede dispensadas
provas de eapacidade professional.
Dito ao Dr. Antonio Rangel de Torres Bandei-
ra, meiubro substituto do conselho director, no-
meado em commisso com o professor Joaquim
Antonio de Caslro Nunes, darem o seu parecer
com urgencia sobre a peticao do professor do
Rio Formoso Antonio dos Santos Vital, que pede
se jubilar com o ordenado proporcional ao lem-
po de servico.
Dilo ao professor Joaquin Antonio de Caslro
Nunes membro do couselho director fazendo a
mesma communicacao.
" 8
Dito n. 32 ao presidente da provincia, infor-
mando favoravelmenlt de accordo com o pare-
der do regedor dogymnasio a. prctencao deLuiz
Jacques Brunet em cumprimenlo ao despacho da-
quella presidencia de 1 j de evereiro ultimo.
Dilo n. 33 ao mesmo, communicando a defini-
tiva transferencia da biblioteca provincial para
um salio do convento do CarniO' desta cidade, e
6olicitando como prope o respectivo biblioteca-
rio, as convenientes ordens e approvaco de V.
F.xe. para abertura solemne da referida biblioteca
no dia 25 de marco corrente.'
' 10
Dilo i. 31 ao mesmo, informando em sentido
favoravel o requerimenlo do professor publico
primario da povoacao de Nazarclh do Cabo, Fran-
cisco Beringuer Cesar de Menezcs que requer a
gratilicaco por mais de 12 annos de servico.
Diloaos membros do conselho director, convo-
cando-os para sessao no dia 13 do corrente as 10
horas da manhaa.
12
Dilo n. 35 ao presidente da provincia, envian-
do por copia a informaco que dera o conselho
do dislticlo de Ingazcira acercada aecusacoque
fora feila pelo delegado de polica ao professor de
instruccao primaria Marcolino. Antonio Xavier.
Dito n. 36 ao mesmo, informando o requeri-
menlo da professora publica de instruccao prima-
ria do Rio Formoso que pede a S. M. o Impera-
dor serjubilada supprindo-se-lho o lempo que
falta para completar vinte e cinco annos, visto s
contar 22.
Dilon.37ao mesmo, informando o requeri-
ninto da professora particular, D. Honoria de
Albuquerque Barros, que visto flndar-se o praso
marcado cm ediial de 15 de otitubro do anno pas-
sado a 15 de abril prximo futuro se podia con-
cede a supplicante urna prorogaco para exibir
as provas de eapacidade professional se assim o
determinasse V. Exc.
Dito n. 38 ao mesmo, intormando era sentido
favoravel o requerimenlo da Luiz Cyriaco da
Silva, que pedo licenca para abrir aula particular
de instruccao primaria na povoacao de Ilapis-
suma.
Dito n. 39 ao mesmo, pedndo que se digne
designar dous examinadores para ter lugar no
dia 16 do corrente o exame de eapacidade pro-
fessional de AEneas Bruce que pretende conti-
nuar no ensino particular das linguas franceza e
ingleza.
13
Dito n. 40 ao mesmo, informando era sentido
favoravel a jubilado coro ordenado proporcional
o lempo de servico de professor pollito do Rio
Formoso Anlonio "dos Santos Vital, equanloa
gratilicaco por mais de 12 anuos que lambem
requer o mesmo professor, que era preciso que
provasse a nao inlerrupco de seu exercicio e o
numero de alumnos examinados em sua aula.
Dito n. 41 ao mesmo, informando que nao po-
de ttr lugar a prctencao do professor publico do
Curato da S de Olinda Maximino Narciso So-
breira de Mello que pede ser removido para a ca-
deira do Poco da Panilla pela inconveniencia das
remooes dos professores, que alias nao sao a-
poiadas na lei accresccndo que o conselho di-
reclor j se pronunciou contra idntica prelen-
cao de peiicinoario quando pedjo ser removido
para a cadeira do Pilar do Ilamarac; enlende
lodavit a directora que S. Exe. pode se quizer
delirir favoravelmente ao supplicante por nao ha-
ver disposicao alguma na lei que prohiba ex-
pressameule a remoco dos professores quando
requerem
Dilo n. 42 ao mesmo, informando em sentido
favoravel a roslauracao da cadeira de instruccao
primaria de Fazcoda Grande, solicitada pela c-
mara municipal de Tacaral.
- 14
Dito n. 43 ao mesmo, informando favoravel-
mente o requerimenlo de Angelo Francisco da
Costa, que pede dspenca das provas de eapaci-
dade pan tnsinar particular 1." leltras na villa
do l.imoeiro
Dito n. 44 ao mesmo, declarando que nao po-
de ler lugar a prctencao de D. Candida Clemenli-
na Cesar Duarto que pede licenca para ensinar
prioieiras I ti tras, sem que aprsenle documenla-
da a sua peticao na furnia da lei n. 369 de 14 de
marco de 1655.
Dilo ao bibliotecario provincial, declarando ha-
ver marcado o dia 25 do corrente pelas 2 horas
da larde para a abertura solemne da biblioteca
publica devendo S. S. providenciar sobre a de-
cencia da respectiva sala para essa acto.
Dito ao mesmo scienlificando-o que nesta da-
ta se dirigi ao inspector da thesouraria provin-
cial para llio mandar entregar a quanPa de com
mitris que tero de ser despendida com a deco-
rado da sala da biblioteca, como solicita S. S.
em seu oflicio de hoje.
pilo ao inspector da thesouraria provincial, so-
licitando a entrega da quanlia de cem mil ris
que o bibliotecario provincial pede para as des-
pezas da decoracao da sala onde se lera de so-
lemnisar a abertura da bibliolheca publica de
conformidade com a autorisacao do Exm presi-
dente da provincia.
15
Dilo ao regedor do Gymnasio provincial, decla-
rando que S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
concedeu licenca ao professor Luiz Jacques Bru-
e!, para ir as provincias do Par o Amazonas,
onde podei demorar-se esle anno afim de pro-
mover aequisiejio de objectos para o museo da-
quelle Gymnasio percebendo todos os seus ven-
cimentos durante essa commisso.
Dito ao delegado litterario da Boa Vista, com-
municando haver indeferido a peticao de D. Ma-
ra Olimpia de Olivera, cujo requerimenlo por
copia so lhe enva devendo S. S. exigir della e
cumprimeoto da lei regulamentar da insiruccao
publica, e ijue quanlo a mnleria do 9eu oicio'de
hoje em lempo opporluno ser atendido.
Dilo ao inspector da Ihcsouraria provincial de-
clarando que abona asfaltas do secretario da di-
rectora, na conformidade da lei, por seren da-
das por motivo justo.
Expediente do secretario.
Dia 15.
OfTicio do secretario ao delegado litterario de
Goianna, cnviando-lhe o alleslado impressso do
alumno da segunda cadeira de instruccao prima-
ria daqnella cidade Jos dos PassosQueiroz com
a competente rubrica do director geral para ter o
convenienle deslino na forma do art. 55 do rc-
mento de 30 de junho de 1852.
Despachos.
Requerimenlo de Antonio dos Santos Vital
profeessor publico do Rio Formoso, pedindo cer-
lidao do numero de alumnos que foram exami-
nados cm sua aula durante o lempo de seu exer-
cicio.Certifique.
Dito de Antonio Joaquim de Passos, pedindo-
Ihe seja entregue sua certdao de idade que se
acha junta aos documentos na secretaria desta
reparlic.ioEnlregue-se ao supplicante a cert-
dao que pede deixando recibo.
Dilo do Dr. Francisco Pereira Freir secretario
desla reparlicao, pedindo lhe atistese do dia 13
de fevereiro ao ultimo do mesmo esteve com
parle do docnte e impossibiltado de exercer o
seu emprego.O supplicante estvee comparte do
doenle do dia 13 ao ultimo de fevereiro prxi-
mo passado.
Dito do padre Francisco Virssimo Bandeira
professor publico de Beberibe, pedindo o visto
no seu atteslado para cobrar o seu ordenado do
mez de fevereiro.Declare o Sr. Dr. delegado
litterario se sabe de sciencia propria que o sup-
plicante cumprira os deveres do seu magisterio
no mez de fevereiro.
Dito de Joaquim Jos de Santa Anna Barros,
pedindo licenca para continuar com sua aula par-
ticular de instruccao primaria.Como requer,
sendo este despacho apresentado ao Sr. director
geral da insiruccao publica para o lira conve-
nienle.Cumpra-se. Directora geral da insiruc-
cao publcalo de marco de 1860.
Dilo a Joaquim Anlo'nio de Caslro Nunes, pro-
fessor publicoo da freguezia de S. Jos, pedindo
por cerlidao o que constar dos oflicios dirigidos
pela directora, a presidencia sobre o aluguel da
casa onde o supplicante d aula.=Passe na for-
ma requera.
Dilo de Luiz Ignacio de Oliveira Jardim, pro-
fessor publico de Flores, pedindo certido do nu-
mero de allumnos que o supplicante tem tido
em sua aula durante o lempo que tem servido.
Passe do que conslar.
Dito de Mara Olimpia de Oliveira, professora
particular, pedindo dispensa da remessa dos map-
pas dos respectivos trimestres.Nao lera lugar.
Dito de Maria Joaquina de S. Thom, profes-
sora publica do Recite, pedindo o visto no seu
alleslado para cobrar o ordenado corresponden-
te a fevereiro.A supplicante teve tres mezes de
licenca com ordenado que lhe fora concedida pe-
lo governo da provincia em data de 14 de de-
zembrodo anno prximo passado, e por isso tem
direito a rebeber os vencimentos que requer.
Dito de Rosa Maria Fonseca de Albuquerque
professora publica de S. Pedro Martyr de Olin-
da, pedindo lhe atieste se a escola do supplican-
te foi o u nao frequenlada por 2i alumnos no 1er-
ceiro e quatre trimeslresdo anno prximo passa-
do.Dos raappas archivados na secretaria desta
directora, consta que nos dous ltimos trimes-
tres do anno prximo passado de 1859, a escola
da supplicante fora freqnentada por 21 alumnas.
Dito de Salvador Henrique de Albuquerque,
secretario interino desla reparlicao pedindo
atiestado de frequencia do mez de fevereiro pr-
ximo passado.Pela affirmativa.
Dito o Vtenle Umnellino Cavalcanti de Al-
buquerque, pedindo ser inscripto oppositor a ca-
deira do Poco da Panella que se acha cm con-
curso.Estando em termos inscreva-se.
Visto nos atlestados dos professores para cobran-
co de ordenado.
Fora de Portas, professor e professora, corres-
pondente a fevereiro.
Sanio Antonio, professor e professora, corres-
pondente a fevereiro.
S.Jos, professor o professora, correspondente
a evereiro,
Recife, professor e professora, correspondente
a Fevereiro.
Boa Vista, prolessor e prolessora, conesuon-
denle a fevereiro.
Afogados, profeisor e professora, correspon- ;
denle a fevereiro.
S. Pedio Marlyr, professor o professora, cor-
respondente a fevereiro.
Pau d'Alho, professor e professora, correspon- '
denle a fevereiro.
O de Ipojuca, professor c professora, corres-
pondenle a fevereiro.
Ilamarac, professor e professora, correspon-
dente a fevereiro.
Curato da S, professora, correspondente a fe-
vereiro.
Serinliaem, professora, correspondente a feve-
reiro.
Muribeca, professor, correspondente a feve-
reiro.
Varzea, professor, corrcjpondento a fevereiro.
Peres, professor, correspondente a fevereiro.
Bom Jardim, professor, correspondente de de-
zembro a fevereiro.
Paralibe, professor, correspondente a feve-
reiro.
O de Olinda, professor, correspondente a feve-'
reiro.
Goianna, professor, a primeira cadeira, corres-
pondente a fevcreiio.
Fazenda Grande, professor, correspondente a
Janeiro e fevereiro.
Ouipap, professor, correspondente a feve-
reiro.
Venda Grande, professor, correspondente a fe-
vereiro.
S. Lourenco, professor, correspondente a fe-
vereiro.
Pedras de Fogo, professor, correspondente a
Janeiro e fevereiro.
Beberibe, professor, correspondente a feve-
reiro.
Iiamb professor correspondente a feve-
reiro,
Papacaca, professor, correspondente a Janeiro
e fevereiro.
Gloriado Goit, professor, correspondente a'
fevereiro.
DAS da semana.
19 Segunda. S. Jos Esposo de N.Senhora.
20 Terca. S. Martinho Domicnse are.
21 Qiiarla. S. Bento ab. fundador; S. Berilio b.
22 Quinta. S. Emygdeo b. m. ; S. Benvenulo b.
23 Sexta. Comm. da Paixo de Jess Chrislo.
21 Sbado. Insliluicao do SS. Sacramenlo.
25 Domingo, da Paixo ou de Lzaro.
O jornal do Nord publicou na sua correspon-
dencia de Londres a seguidlo peca, que por inte-
ressanle aqui reproduzimos:
A S. Exe. conde de Persigny, embaixador cm
Londres.
Paris, 30 de Janeiro de 1860.
Senhor conde
II. o embaixador de Inglalerra me den co-
nhecimrnto de um despacho, no qual o primeiro
secretario do eslado dos negocios estrangeiros.
depois de haver feito diversas ponderacoes sobre
a Situacao actual da Italia, e provado 'a necessi-
dade de um accordo sobro a maneira mais pro-
pria para restabelccer na Pennsula urna ordem
de cousas duravel e satisfaloria, resumi as bases
geraes, em que deveria, na opiniao do governo i
de S. M. B fundar-se semelhante accordo. O'
gabinete inglez julgando que convm. antes de ;
ludo o mais, obler-se o consenso da Franca e da
Auslrt, encarreguu lord Loltus de fazer so gabi-
neto do Vienna pgual communicacao; e leuho a
honra de inclusas vos enviar copias desses dous
documenlos.
Elles comprehendem, como veris, senhor,
conde, qualro proposicocs distinctas :
1.a A Franca c a Austria renunciarao inler-
vir d'ora em dianle nos negocios interiores da
Italia, salvo se isto forera chamadas por assen-
limento unnime das grandes potencias.
2.'1 O governo do imperador se entender;
com o Santo Padre para evacuar os Estados Ro- '
manos, apenas o permita a organisacao do seu l
excrcito, epossam as%ossas toreas sabir de Ro-
ma sem risco para a ennservacao da ordem all.
Nosso exercilo deixar egualmenle o norte da
Italia em um espaco de lempo conveniente.
3.a A organisacao inteira da Venezia ser
um negocio a parle das negociaces entre as po- i
leticias.
4.
faculdade de examinar as proposicocs que fossem
feitas pelo gabinete de Vienna.
Quanto quarla e ultima proposicao, Sr.
Conde, toca ella a urna ordem do consideracoes
tal que me nao permillia dar de promplo ma
resposU definitiva ; e ponderei a lord Cowl.v a
posicao do governo do imperador para com as
outras grandes potencias, mrmenle para com a
Auslria.
E'-nos impossvel desconhecer os obstculos
que enconlram as provisoes consignadas no tra-
tado de Zurich. Depois de ter lealmente cm-
pregado ha muitos mezes os seus mais constan-
tes esforcos para facilitar-Ibes a realisaciio, o go-
verno do imperador convenceu-se afin'al de que
era difficil conservar a esperanca de Iriumphar
desses obstculos. Julga-se po'rm no caso de
poder tcsternunhar que elle preencheu plena-
mente as suas obrigages a respeilo. Acha-se
alera disto disposto considerar os meios pro-
poslos pelo governo inglez corno mu proprios
para conseguir urna solucao que satisface aos in-
leresses da Dalia, e encerr garantas de estabi-
lidade necessarias ao inleresse geral. Esses
nietos se caneiliam perfectamente com o principio
que formara a base das nossas insliluicocs, e ne-
nhuma razao haveria da nossa parte cm contes-
tar a elUcicidado da sua applicaco oulros pai-
zes. PtrYni qualquer que seja riossa opinio so-
bre o valor da cotnbinaco, cuja iniciativa toma
o governo de S. M. B julgamo-nos todava mo-
ralmenlo obrigados -entendermo-nos antes com
a corte da Austria. llevemos conservar a leal-
dade do imperador e a sinceridade da sua pol-
tica ao abrigo de qualquer suspeila, e nao pode-
mos, avista dis estipularlos de J>illa-franca e
de Zurich, enipenharino-nos desde j de una
maneira formal. Se a ineficacia dos nossos con-
sejaos e dos nossos passos nos tem demonstrado
a impossibilidade de restabelccer a autoridade
dos principes deposlos, nem por iSso estamos
menos na obrig^co de pre-enir falsas interpre-
tares, e dissipar todas as duvidas, salvando an-
tes que ludo a promessa da Franca nas leaes ex-
plieaces cora a corlo da Austria.
Alm disto nao devenios esquerer que, nao
ha milito, convidamos a Russia e a Prussia fa-
zerem parle do congresso, cuja reunio nos pare-
ca enlao sufficiente para firmar a paz entre as
potencias, e preparar a solucao das quesles que
seriam submettidas s suas deliberaces. Nao
dependeu de nos que a Europa assim reunida nao
chegasse a concluir urna composicao definitiva, e
nao queremos expor-nos a otiendr susceptibili-
dades legitimas, se achando-nos actualmente
obrigados pela forca das circunstancias a encarar
um oulro ponto de vista abstivessemo-nos de ex-
plicar aos gabinetes do S. Petecsburgo c de Ber-
Itm a nova situaco creada por motivos imperio-
sos, c convence-los das necessdade de lancar
mao de meios mais orticos para regular as ques-
toes, que nao poderiam ficar por multo lempo
suspensas sem grande risco.
Respond pois a lord Cowley, quanto esla
quarla proposicao, que o governo do imperador,
antes de se pronunciar sobre ella, julgava indis-
pensavel explicar-sc e justificar a sua situaco
para com a corle da Auslria, e lambem para com
i i li"s. da 1>russia da Russia. M. embaixador
de Inglaterra pareceu apreciar os motivos que
preserven) esta conducta ao governo do impe-
rador, e confio que o governo inglez reconhecer
a justica e a torga desses motivos. O acolhimen-
to que fizemos s suas Ires primeiras proposices
altestar, se lauto for necessario, os srnlimetos
com que recebemos essas proposices, e nenhu-
nia duvida deixar sobre o nosso 'sincero desejo
de combinar nas solucoes que pede e comporta
a situaco da Italia central.
Tende a bond^ade de transmittir copia deste
despacho ao primeiro secretario de S. M. B.
Recebei, Sr. conde, os protestos da rainha
alta consideracao.
(Assignado) Thourenel.
Journal du Havre.Slveira.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, r>
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAIIBUGO.
O proprielario do diario Manoel Figuciroa de
Paria, na sua livraria prara da Independencia ns.
fie 8.
que es-
do Rm-Claro, Manoel Eufrasio de Toledo
l ausente ) e Moreira de Caslilho.
O modo por que procedeu-se na eleico ma-
nifestava que a idea de conciliaco havia feito
progressos na provincia ; o resultado ao menos
pareca confirmar isso.
Abrc-se a assembla sob laes auspicios Os ,
liberaes, que fa/eni esforcos para arredar as ba- J^
lisas que dividiam o cinipo dos partidos, que os
conservadores que parecam moderados, e aos
quaes por isso auxiliaran!, conslituiam a maio-
ria d assembla ; por esse motivo, a mesa na
primeira eleico foi a quo elles indicaran), nao
tratando os conservadores exclusivos de plelear
contra a eleico.
Mas, comegando a discusso do projecto de fi-
xaco de fui-cas, comecou tambera a manifes-
t r-se o antigo exclusivismo conservador: ince-
tou-se a guerra mplacavel contra o presidenta
em nomc dos principios e dos interesses conser-
vadores exclusivos. Elles que lecm na provin-
cia quasi o exclusivo da magistratura, o magis-
tratura militante ; que leem talvez desenove vi-
gsimos dos officiaes da guarda nacional, que
propriamenle Ins est entregue, e o primei-
ro instrumento eleitoral, como se vio em 1856,
declara o presidente reactor, porque nomeia a
alguna antigos liberaos para cargos de polica
de mistura cora conservadores! !
Espalharara entre os seus e fizeram cror que o
ministerio condemnava a marcha moderada c con-
ciliadora do conselheiro Fernandos Torres, e que
por isso j eslava resolvida a-sua demisso. Pa-
ra tornar acredilavel a noticia, mostraran! cartas
que indicavam o substituto, que considerado
conservador intraclavel. Allirraavam, sob a f
dos raesmos informantes, que o ministerio esla-
va demiltido, e que entrara o conselheiro Eu-
zebio, em quera os conservadores exagerados
desla provincia deposilam a sua maior confianca.
Cora estas e outras anlogas conseguiram lix'aj
no seu gremio alguns quo ahi nao eslavam, por-
que a sua tendencia moderada c a sua eleico
mesma os desligavam delle.
O desmentido que o seu Jornal deu sobre a
demisso do conselheiro Fernandos Torres, que
a estrategia espalhou at ahi, dove tcazer alguma
decepeo e deve fazer com que alguns receiem
desse caminho de rcaccoes impossiveis, para tra-
tar de melhorar o estado da proviucia, lo des-
prezado pelas ultimas assemblas provinriaes.
Espera-sc dous membros que esto fra ; a
chegada delles deve por termo a este eslado de-
sagradavel quenada aproveila provincia, c que
felizmente urna excepo no rgimen.
O novo chefe de polica j est em exerci-
cio : nao pode ainda ser formado um juizo se-
guro a seu respeilo. O deputado Barbosa da Cu-
nta, na assembla provincial, para animar aos
seus e persuadir da existencia do plano da reac-
co conservadora nesta provincia, blasonou que
o chefe de polica conservador. Veremos.
( Carla Particular.)
Finalmente o rei da Sardenha ser con-!
vidado pelo governo do imperador e pelo de S. !
M. B., ambos de accordo, a nao enviar tropas pa-
ra a Dalia central at quo seus diversos estados!
c provincias tenhain por ura novo voto das suas
assemblas, depois de nova eleico, solemne-
mente declarado os seus desejos: se essas as-
semblas se pronunciarem a favor da annexaco,
a Franca e a Gra-Bretanha nao se opporo mais
enlrada das tropas sardas.
Apresenle ao imperador o despacho de lord
John Russell a lord Cowley, c, depois do receber
as ordens de S. M., dei conheeimenlo a M. em-
baixador de Inglaterra do modo porquo encara-
vamos as proposices do governo de S. M. B.
A primeira de'ssas qualro proposices ingle-
zasnenhuma difficuldado aprsenla. principio
de naointervenco um dogma internacional,
cuja importancia o auloridade ninguem mais do
que nos aprecia ; o em nossa opinio elle forma
um dos elementos mais essenciaes de toda a re-
gulaco seria e definitiva da questo italiana.
Se o governo do imperador interveio por si
mesmo, nao fez mais do que ceder a circunstan-
cias imperiosas ; porquo o estado das cousas na
Italia, e os seus interesses lhe impiinhain essa '
necessidade ; todava elle encarou sempre como
termo dos seus esforcos na Pennsula a installa-
go de um systema poltico proprio para prev- i
nir de futuro qualquer inlervengo. Os nossos
sentimenlos a este respeilo leem sido altamente I
demonstrados pelo proprio imperador nas occa- !
Bids as mais solemnes. A proposicao do gover-
no inglez nao fez por conseguinte mais do que
dar urna sancao diplomtica a esse voto lo sin-
cero quo frequentemcnle renovado ; pelo que
declarei a lord Cowley que o governo de S. M.
a ella adhera sera reserva. Accrescentei que a1
nossa opinio sjbre esse ponto jamis varioti. e
que nos julgamos aulonsados a prestar-lhe a
nossa adheso sem entrarmos cm mais explica-
ces com os oulros gabinetes.
Quanlo segunda proposicao, para ex-
primir a M. cmbaixader da Inglaterra as dis-
posices do governo do imperador, referi-mc da
mesma sorte s suas declaraces, e principal-
mente s do plenipotenciario.francez no recinto
do congresso de Paris. Presentemente desoja-
mos, assim como o desejavamos, n'essa poca,
por fim oceupago militar dos Estados Roma-
nos. Tarda egualmenle ao governo de S. M.
evacuar as provincias lombardas, e fazer despar-
te cessar definitivamente urna inlervengo ar-
mada, qual os principios da nossa poltica pederrr
que abreviemos o mais possivel. Acolhemos
pois de bom grado a proposicao iugleza tanto no
que diz respeilo oo territorio romano, quanlo a
Lombardia ; porm as consideracoes de oppor-
tunidade sao n'este caso da maior importancia
para garanta da organisago da Italia, o que
alias nao foi desconhecido pelo governo inglez,
e eu estou convencido da prudencia e caulella
que elle julga conveniente hajam n'essa medida
nao so para que a evacuaco de Roma fique su-
bordinada certeza de que nao resultar um pe-
rigo serio para a seguranca da sania S, como
para que a das provincias lombardas se faca se-
gundo a circunstancia ou o accordo, tcito ou
manifest, das graudes potencias.
Tassando terceira proposicao, declarei a
M. embaixador da Inglaterra que nenhuma ob-
jeceo tinha a fazer, e que o governo do impera-
dor prestava-lhe o seu nssentimento. Observei
porm a lord Cowlev que nos parecerutil prever
a evonlualidade em que a Austria negociasse con-
diedes parlicnlares offerecendo concessOes V-
ncela, e quo n'osse caso cumpria reservar-nos a
INTERIOR.
S. PALLO.
S. Paulo, 5 de marco de 1860
A assembla provincial est apresentando um
dos phenomonos que raras vezes apparecera nos
corpjs legislativos, no rgimen representativo :
isto e, acha-se ha dias na impossibilldade de tra-
balhar por nao poder eleger presidente. Confor-
me urna lei do anno passado,a mesa deve ser re-
novada mensalmenle ; por isso neslc segundo
mez de sessao deve proceder-se a nova eleico.
lendo sido a primeira mesa eleita no Io de
fevereiro. tomando posse no dia 2, o presidente
da assembla, o Dr. Carro, designou a eleico
da mesa para um dos trabalhos da ordem do dia
do 1" do corrente, porm nesse dia os conserva-
dores nao tinham todas as suas torcas reunidas
e a mesa actual seria reeleita.
Para evitar isso lancaram rao do estrategias
pouco habis, porque fram demasiadamenlo di-
fanas por meio de requeriraenios, embora relati-
vos eleico comludo sao dploravelmenle esco-
lhidos, que nao davam motivo para urna discus-
so larga, ainda que na discusso se empenhas-
sem os primeiros oradores da parcialidade dos
conservadores. Tivemos ahi urna scena eulris-
tecedora, que foi o combate enlre os Drs. Lopes
Chvese Rodrigo Silva, ambos da mesma par-
cialidade, mas enlre os quaes ha urna ollensa
das que o pudor paulista sement perda alm
da campa. Todava o Dr. Lopes Chaves, imbui-
do das mximes do evangelho conservador, dei-
xou-se inliigir o papel de gladiador de comedia :
urna rara longaniraidade que cora difliculdade
oncontra-se.
Mas os adversarios nao tomaro parte na co-
media, e por isso secou-se a musa, como diz o
vulgo. Enlo ia proceder-se eleico: mas os
conservadores retirarara-se todos para a ante-
sala alim de nao haver numero legal, porque dos
liberaes ou consiliadores somente eslavam pr-
senles dezasele. e para haver casa sao precisos
desanove. Assim, era um s dia fonam erapre-
gados os dous meiosa estrategia dos requeri-
menlose a retirada da cesa.
No da 2 comparecern! as duasphalanges com
o seu pessoal completo, isto todos os mem-
bros presentes, que sao 3i. Procedendo-se a vo-
lacio houve o seguinle resultado : o actual pre-
sidente Dr. Carro obteve 16 votos,, e o Dr. Ne-
bias oulros 16, e dous votos distrahidos, que fo-
ram os dos dous candidatos. O segundo escru-
tinio deu o mesmo resollado. No dia 3 nao ap-
pareceu modili-aco alguma nas opinies, sendo
o resultado o mesmo. Hoje talvez o mesmo suc-
ceda ; e exigindo o regimeelo pluralidade abso-
luta na eleico do presidente c vice-presidente,
nao poder por ora a assembla trabalhar. Oque
agora apparece lo diverso do resultado da pri-
meira eleico merece ser explicado,
O grupo da assembla formado em sua maio-
ria dos antigos liberaes, apresentou-so na eleico
em oulubro do anno passado, professando o dog-
ma da conciliaco, do que tem dado provas des-
de que essa pollica foi inaugurada no paii, por
isso varios candidatos seus all estao pelo auxi-
lio doseleitores conservadores: um exernplo
o Dr. Carro, que era 64 votos com que foi eleilo
teve 23 conservadores, e bem assim os Dr. Pinto
Jnior, Ribas, Jos Bonifacio, Raphael Tobas.
Leito de Moraes, caiomoudador Costa Guimares,
tenente-coronel Snuza \ranha o ajudanto Aguirra.
Varios conservadores lambem obliveram auxi-
lio dos elcitctfes liberaes; por exemplo, o Dr.
Rodrigo Silva ( que sera isto nao seria eleilo );
os padres Ydado c Junqueira, harn de Joao
cao de espirito publico a quem pertencer, cer-
to que as duas pocas que estudamos, tt m urna
physionomia diversa e urna diffcrenca lonola-
vcl, qual a que se enconlra entro o fatalismo e
0 livre exame ; entre a cscravido e a liber-
dade; enlre o despotismo dos partidos e dos
chefes, e a moderago dos principios c d is
as, cuja influencia sobre os espritus sem-
pre a mais legitima, a mais digna e a mais cons-
titucional.
Essas duas phases do systema representativo
no Brasil nao um tacto novo nos armaos do
mundo.
A Inglaterra onJe o ulf gourvernement, tem
feito mais progressos ; onde a pratica do gover-
no representativo tem acompanhado mais as
theoriasda gerencia dos negocios do pau pelo
paiz, onde a opinio apparece enrgica, forte,
mesmo apaixonada, e so Iraduz em fados, depois
de haver tido purificada e despida de seus exces-
sos pela cmara dos ommuns ; a Inglaterra
que depois de haver fundado suas instituices li-
vros leve o lempo e a fortuna de formar para el-
las oscosiumes e o carcter do povo, lambem
soffreu, corno nos, os malos o as desvntagens
da intolerancia, das paixes indomaveis, dos
odios desenfreados ; e o systema representativo
all leve tambera sua infancia, sua puberdade o
sua verilidade.
O torysmo foi a oxpre.ssao da necessidade da
resistencia s novidades, que nao podiam ser re-
cebidassem o compromollimonto serio do todas
as situaces.
All, como entre nos, a defeza da ordem foi
urna msso.
Alli, como enlre nos, um ministro leve neces-
sidade do perguntar ao amigo que censurara seus
actos : c nossos adversarles elogiara os actos
bons que praticamos?
Alli, como entre nos, a cscravido das opi-
nies forrnou O'fundn de urna situaco poltico
forte o prolongada, que domou todas as resis-
tencias, c conseguio collocar o paiz e os parti-
dos em posicio de dizer ludo que senliam, sem
que a liberdade das opinies fosse considerada o
estimulo das eonspirajes c um embaraeo para o
governo.
Alli, cmfirn, o systema representativo una
verdade, depois de ter sido una mentira mais
ou menos conveniente, mais ou menos ulil,
mais ou monos favoravel a liberdade de to-
dos.
A Franca tao grande e lo fecunda de no-
breza e de liberdade ; a Franca que admira-
mos tambera teve sua poca de'dor, o nao podo
ainda aceitar a segunda phase do systema re-
presentativo.
QuandoGuisot por sua obstinacia se oppunha
a todas as reformas lembradas pela cmara dos
depulados, e nao julgava que o governo francez
devesse fazer mais do que couduzir sabiamente
os negocios da Franca sem procurar desenvolver
lodos os seus germens de perfoieo por racio do
reformas:
Quando esse hornera eminente com sua pala-
vra magistral procurava desenvolver o seu Ihe-
ma favorito todas as polticas vos prometieran
o progreseo, e s a poltica conservadora 00-/0
o dar.Sem nunca achar opporluno o momen-
to desse progresso promellido : Thiera com a
jnais admiravel previsu do futuro lhe moslrava
pitase do rgimen constitucional, em que elle
devia entrar sob pena do coraprometter o patze
a dymnastia que todos os revolucionarios de ju-
Iho queriara fundar.
Oucamos Thiers, o propheta dos aconteciraen-
los de 1848, ou antes dos resultados dessa pol-
lica de obstinacia, que entenda nao poder o go-
verno caminhar sem o apoiodos homens acoslu-
mados a nao ter vontade, nem sen limen tos, e a
seguir sempre a senha dada para saber o que de-
veui approvar e desapprovar; homons sera co-
rato e dedicados a todos 03 governos que pro-
metiera alguma vida.
Oucamos o rei da tribuna franceza.
187.
Procuram persuadir-nos de que ludo esl
feito para nossas initiluiges e nossa grandeza.
Teuho a esse respeilo urna opinio diversa :
lia ainda muito a fazer-se tanto por nossas
insliluicocs, corao por nossa existencia exte-
rior.
A Iheoria do governo representativo preciso
acrescentar a pratica ; ao texto to fcil de es-
crever, juntar os costuraos to dilceis do esla-
belecer.
E' preciso ser dedicado cora c saber coreo
os ministros inglezes resistir a sua influencia :
respeita-la, defende-la, porm nao a lisongear.
nemsugeitar a polilica do paiz a seus goslos e
conveniencias.
Ao contrario conler o principo se elle ein-
prehende lor, excita-lo se elle timido.
SANTA-CATIIABINA.
Desterro r. de marco le l si;i
A questo do dia em lodos os circuios as fu-
turas eleices geraes. A situaco eleitoral, po-
rm, ainda nem esl de todo desenliada, e croio
mesmo que com difliculdade se desenliar. O
ultimo candidato, que por cm quanlo esl apre-
sentado o Sr. I.amego, sobre cuja oieico ne-
nhuma duvida ha, apezar.de que nao ha 'muitas
probabilidades era seu favor no collegio da capi-
tal ; lem-n'as toda, porm, nos demais collegios
da provincia, mesmo porque at agora nao trans-
pira opposico, o que depende de circunstancias
que se nao podem ainda bera determinar. Como
S. Exc. tem este anno de tomar assento na c-
mara dos depulados, presuaioquc facilitar mais
a sua candidatura fazendo-se o^vir entre os es-
collados da naco em favor dos interessados que
representa e que ainda aspira representar. E'
urna excellenle occasio de provar o seu mereci-
menlo, e de assitn angariar mais pronunciadas
sympalhias.
A grande questo, 011 antes as difficuldades
dos amigos do S. Exc, a quera cabera a sup-
plencia (se cm novembro houvcr ainda essa enti-
dade, pois ha quem espero, e nao eu, quo a re-
forma acabe cora ella.)
Essa difficuldado nascede nao ser um s o pre-
lendenle, e a escolha de um irazer o desgoslo e
despeilo dos oulros. Foi talvez esta considera-
Cao que deu lugar apresenlaco de S. Exc. s,
sem nada dizer-se sobre o sup'plente.
Ha, porm, dous pretendemos que se apresen-
tara supplencia, ura por si, o vgario Paira,
oulro por sua familia, o Dr. F. Carlos da Luz!
Ambos se apresentam sob a proteceo dos ami-
gos do Sr. Lam'ego. Quem ser "o feliz ? Nao
sei.
Pens que, sem grave injustica, as cmaras
nos nao deix.iro este anno sem b augmento de
deputaco. Se olla se augmentar as nossas cou-! ,p0,s ** ? propria realeza, oppor
sas eleiloraes devero lomar urna face mais arais- i" ie"'.icus ,BfluenM da cmara o
tosa e conciliadora. d0 eleitorado que procurara traficar com seus vo-
cm
Appareceu ura novo jornal o Progressista, pa-
ra o lim de aooiar a candidatura do Sr. Lamcgo
e Luz. O Cruzeiro do Sul do Io do corrente em
diante est sob urna nova e Ilustrada redaeco ;
diz-so que tem por fim combater os amigos da
eleico do Sr. Lamego.
O presidente est de volta da colonia de D.
Francisca, onde foi excelentemente recebido, as-
sim como em S. Francisco. Parece que S. Exc. I
nao veio muito satisfeito com o estado da colo-
nia, que me dizem nao ser dos mais animadores.
E' provavel, porm, que com a viagem do S. Exc.
seja o governo informado do estado real daquelle
eslabelecirnenlo, o dos meios de dar-se-lhe um
futuro mais lisongeiro do que aquello que hoje
se lhe pode augurar. Acompanharam a S. Exc.
na viagem o Dr. chefe de polica e rnajor Alvim.
(Carta particular.)
X poltica de outr ora, e a poltica
de hoje.
III
Trabamos a physionomia da poltica, que do-
minou ha dez annos, e da polilica, que tem oes-
tes ltimos lempos influenciado os espirilos e a
marcha dos ltimos ministerios :
Dissemos que a polilica do outr'ora con-duzia
fatalmente, a ledos governos o governados para
urna deploravel escravido.
Acrescenlamos quo a polilica de hoje conlinha
os gerraens do livre exame, da independeneia de
espirito e de carcter que deve promover a ver-
dade do systema representativo.
E' que o fuudo e a differenca dessas duas po-
lticas esl essencialmenle nss torcas que as ira-
pelliam e regulavsun sua aeco.
Outr'ora a paixo de partido, a necessidade
de defeza, o despeilo e a intolerancia, erara
as torgas e os movis de aeco, que diri-
giam os governos e os partidos que se coinba-
liam.
Hoje a calma substiluio a paixo ; a defeza se
tornou superfina, porque o ataque desapparc-
ceu : o despeilo e inloleraucia, resultados ine-
vilaveis desses dous elementos que assignala-
raos, vo perdendo grandemente sua energa e
dando lugar ao combato da intcUigcncia, ao
exame llvre, e desapaixonado das quesles de
organisacao administrativa, e economas do
paiz.
A gloria dessa mudenca de situaco pertence
a todos, porque todos seniiram ao mesmo lem-
po a necessidade de nao gastar a energa do
paiz em lulas de amor proprio, e nas que o in-
leresse pos'doal era mais do que o inleresse do
estado.
Sejaia porm quaes forem as camas dessas
tputfic'df pertenca a gloria dessa, modifica-
tos fazendo para isso a mudanca necessaria na le-
gistaco administrativa e eleitoral.
Eis a polilica que nos queremos, dizia Thics,
a nica quo pode salvara Franja e a monarciia'.
porque a nica que realisa a verdade do syste-
ma representativo que procuramos plantar era
1831.
Thiers dizia a verdade. A obstinacia dos mi-
nistros, sua resistencia a todas as reformas, seu
medo de desorden) e sua nenhuma conlianca no
paiz que se agitava, porque quena marchar o o
governo nao quera, perderam a Franca e com
ella o rei, quo hiviam comprometido* por nao
tercm bem presente a necessidade de defender a
realeza lomando da responsabilidade ministerial
a base da aeco do poder execntivo.
Felizmente para o Brasil estamos nossa segun-
da phase, desojada por Thiers, chegamos a ella
sem abalo porque todos os conservadores modo
rados comprehenderam a necessidade do dar ao.
espirito de progresso, de liberdade o que recla-
mava elle cora direito e cora juslica.
Felizmente para o paiz deixamos a infancia,do
systema representativo sem molestias que arrtso-
cem nossa existencia Tutura, porque temos .1
frente do estado um principe que comprehende
as verdadeiras theorias conslitucionaes e a neces-
sidade do deixar a seus ministros toda parle da
influencia legiliraaque se contera cm sua respon-
sabilidade constitucional.
Felizmente para o imperio a ultima viagem do
Imperador s provincias do norte deu-lhe tima
confianca extrema no amor que os.3rasileir,os.
tem por seu principe, e nos sentimentos de-
ordem que Bahianos, Pernambucacos, Scrgjria-
nos, Parahibanos o Alagoanos possuem em, alio
grao.
Essa confianca lhe deve ter fcUo sentir, urna
verdade, e que no systema representativo
mister quo as provincias que os. cidados tenham
as roaiores facilidades de influir nos.grandes ne-
gocios do eslado, c de tnica- a responsabilidade
do bem e do mal que as cmaras houverera
feito por erro ou negligencia para que nao se.
esleja cada dia e cada hora atlribuindo ao poder
central o que culpa de lados, governos e go-
vernados.
Oxal que essi confianza se eslreite cada vez
mais.
Oxal que a pratica do systema representa-
tivo se aproxime, e o mais dopressa possivel, da
theoria.
Praza rascosque os defeitos da silur.co ac-
tual que boa, porm que nao ainda* a me-
Ihar, se vo corrigiodo lentamente e com cri-
terio.
IV.
A poltica de hoje qualificada de corruptora,
le fraca e de estril.


(2)
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERgA FEIRA 20 DE MARCO HE 1860.
Seus advrsanos llio la/en. sempre, o com i
mesma lenacidade, que revclla conviccao pro-
funda, as segrales accnsacoes.
Diccm clles : a poltica 'de outr'ora tinha dc-
feitos, porm recommcndava-se por muitas van-
tagens.
as cmaras dava ella no governo maiorias
compactas, com que marchava, com que cenia-
va, com que resolva todas as quesles graves e
por meio das quacs evilava esse provisorio cier-
no, que a siluaco de hoje.
Que do esforcos immensos, c muilns vezes ins-
tis, no faz hoje o governo para rcconhcce r e
organisar maiorias, que o suslcntem e auxilien) !
Actualmento nao ha diliculdades de ordetn
publica, que vencer, porm ha mais do que isso
lia a desordem das posicoes, da qual s pode nas-
cer a inercia e a eslerilidade.
A poltica pasuda dava dedicaces, cade hoje
s pode augmentar o numero de ingialos e ga-
nhadores.
Mais vale a violencia, e a intolerancia, do que
a descrerica c a corrupeo.
Antes a sociedodo ameacada pela desordem,
do que desfigurada pela inimoraliJadc.
Nao sabemos se formulamos bem as principnes
bjec(;6es fetas a poltica de hoje pelos homens,
saudosos da poltica passada.
Acreditamos porm nao liaver diminuido a vi-
vacidade do colorido, com que se mostram essas
opinies nas conversas mais intimas e francas.
Os homens sensatos, que lem assislido do lon-
go os combates politices do paix, que julguem de
laes aecusacos.
F.lles que digan se os principios governamen-
taes, formulados pelo gabinete Paran, e applau-
Jidos por todos os corceos generosos, lem culpa
dos erros e das faltas dos governos.
A poltica de hoje quor o nprovciamento de
todas as faculdades intellcctuaes do paiz, de to-
das as grandes aptUcs, que o possam servir e
auxiliar.
Ella nao exdue sysleniaticamenlo o meroci-
inmlo do adversario em proveito muitas vezes
da mediocridade amiga.
Nao aeonsclha porm, nem podo aconselhar,
que sejam chamados para as funecoos de con-
anca, para os lugares de intimidado ofllcial os
adversarios do governo, porque disso resulta a
desordem das posicoes, e porque isso como
observam bem os nossos contrarios, urna immo-
ralidade.
Ncnhuma poltica pode querer a inversae das
mais comesinhas regias da adminislracao, como i
nenhuma pode pretender o exterminio*completo
dos ganhadores e traficantes, que aceitara osten-
sivamente todas as polticas, visando somenle
com tilas salisfazer suas a ni bienes pessoaes.
Acensar a poltica de hoje de corruptora, por- ;
adversarios occullos, que os atraicoam, porque
ministros traeos enlendem nao poder viver senao
dobrando os joelhos aos que se julgam com di- i
reilo de dominar eternamente o paiz, fazer do
erro dos homens o effeilo do um systcma de,
principios de governo, os mais racionis, os mais
generosos, c os nicos que podeio conduzir o
Brasil ot a realidade do sysloma representativo.
Nos, que applaudimns a poltica grande e ge-
nerosa do morquez de Paran nao dcscremos
della, ainda mesmo quando vamos mais bem I
squinhoados e mais festejados, aquellos que Ihe
suscitavam embaraces por suas maquiiacoes oc- j
cultas, c p..r scu silencio.
E* que nao confundamos o syslema cornos
erros de execueo, se se pode chamar mesmo [
erro, o que era tahez una necessidade da acta-i
lidade.
Po le ser que nao sejam.is exados no modo de '
apreciar as cousas de nossa ierra : dizemos po-
rm o que pensamos, e com toda a franqueza.
Nao se entenda que somos dos que negam glo-
ras a poltica de outr'ora.
Todos as polticas tem sen lempo. O despols-,
mo de Xapoleo lambem foi grande c glorioso, i
E o governo actual de Lu/ lonaparlc tem scu
lado nobre e fascinador.
'.'ue a poltica dos partidos fortes c apasiona-
dos fique com suas glorias, com seus grandes
homens, com seus estadistas, com scus monu-1
mentos, e nos continuaremos o applaudir a poli- '
tica de hoje, porque temes a sincera e prefinida
conviccio, do que s ella dai ao Brasil um par-
lamento indcpcndenle, e a vcidade c realidade
do rgimen representativo.
V
A fraqueza e eslerilidade dos governos nao se
derivam da polilica, que tem elles seguido ues-
tes ltimos annos.
Ellas prevm especialmente de nossa pessi
c acariada organisacao administrativa.
O governo imperial ter cuidado de ludo, me-
nos de organisar bem, e vantajosamenle alta ad-
minislracao do paiz.
Nao precisamos de examinar todos os elemcrf-
tos do governo e da adminislracao para provar o
que acabamos de vanear.
O conselho de estado, que deve ser o prmeiro
s auxiliar do governo na curie ahi esl como o
exemplo o mus vivo d deilcieneia de nossa or-
ganisacao administra uva.
liaras vezes o paiz contempla examinando um
projeclo, que se tenha de ofi'erecer considera-
co das cmaras, ouorganisando um regulamento
imporlante.
Frequenlemenlc, porm, o ver dando longos
o minuciosos conselhos, e pareceres acerca de as-
sumplos. que pederan) ser examinados por qual-
quer ofllcial de secretaria.
Em que paiz do mundo o conselho de estado
consulla acerca de nfiacef.es de um regulamento
das escolas de direilo, mi da competencia de um
juiz de paz para presidir urna oleico ?
Absorvidoc cansado pelo estud de quanlo ha
de mais pequeo, e imporlante, o conselho de es-
tado esl quasi que arrojado do exame dos
grandes negocios, que enlendem com a poltica,
e coma legtslacao.
Assim une, anda selhc nao confiou (que nos
ronste) a oiganisa.-o de nenlium desses projec-
tosde le de reforma judidoia, eleitoral, e bun-
caria.qoe leu oceupado a aMenco das cmaras
uestes ltimos lempos.
Entretanto o conselho de oslado o recepeta-
cnlo de lodis os grandes nomos do irnnerio, de
- os estadistas, que lem urna grande' reputa-
'.ao, como magistrados, como polticos, ou como
ofliciaes do exercito e de marinha.
laca o governo do conselho de estado o que
lie deve ser, isto o primeiro auxiliar da ad-
ministrarlo publica no paiz, nao o lugar de hon-
ra do todos os invlidos, ou alarefados da poli-
tica o do exercito.
Colloque no conselho de oslado os grandes po-
IltlCOS, os grandes administradores, mas com ellos
intelligencias jovens e robustas, que possam le-
var a elTeito qualquer liabalho de a Jminislraco
por mais difficil que seja, e ver se nao ha de o-
ferecer s cmaras em cada anuo projoctos que
indiquen) precisamente o que se deva fazer para
melhorar os diversos ramos do servico publico
n seus defeilos o em sua deficiencia.'
Faga o governo dessi importante corporacoo
que ella fui, eo que ainda em Franca, e'ver
se sera frequeritemente, e muitas vezes justamen-
te, acensado de eslerilidade.
Estsbeleci no conselho de estado duas ordens
de reputacoes, duas ordens de intelligenciafi Uto
o, reputares fetas, e por fazer : inlelliffeuciaa
novas, fortes e aptas para os exames difficcis, para
os estoaos fastidiosos, e vori se nao dispor dos
Se elle esl pussuido do desojo de cniprehen-
der melhoramentos de grande alcance, nao pode
realisar esse desejo, porque nao dispoe de meios,
c perde metade do seu lempo com os pequeos
enredos alimentados pela ultima reforma eleilo-
ral, qu-e organisou o duelo em todos os pontos
do imperio, e veio tornar anda menos ambicio- ;
nadas do que cram as presidencias de proviucias. j
Se algum cidado de inerecimento quer fazer
carreira accelando o primeiro cargo administra-i
livo das provincias, porde o seu lempo, porque |
os servicos que preslou nao enconlram na lei |
recompensa algunia, c depois de presidente vol-
lar elle para seu lugar de official-maior de se-
cretaria, ou de juiz de direilo e municipal, visto
como os conselheiros de eslado, os grandes do
imperio, os que esto coberlos de favores da co-
ra, enlendem nao dever fazer o sacrificio de go-
vernar urna provincia do Brasil.
N'este estado de cousas, que se nao lem procu-
rado remediar, as presidencias sao semeslraes, e
as interinidades semprc iracas, sempre indolen-
tes, e quasi sempre sem syslema e sem vistas
assenladas, se vo tornando permanentes por sua
reprodueco constante.
D'ahi a fraque/.a da primeira autoridade da
provincia o dos ministerios, que nao podem ser
fortes com delegados quo comeram a governar,
saliendo todos os seus governados a poca prxi-
ma e fatal da sua exonerado.
E' ella a maier, a mais poderosa causa da fra-
queza dos governos actualmenta, que se quer
explicar pela morlc dos auligos partidos, e pelo
dominio da poltica de hoje, tal qual a desere-
vemos.
Os governos, que nao querem viver governa-
dos pelos partidos, dominados pelas paixoes e in-
tereses devem organisar seus rucios de accao Nao
ler esses meios, o querer resistir s paixoes e in-
toresses, que sempre oxislom, que sempre bao
de existir, tentar um impossivel.
Para so manter imp ucialidade se decretou a
incompatibilidade: c se tem quasi quo.admitti-
do o principio de nao se cscolher presidentes en-
tre os ilhos da provincia, quo teem n'ella inte-
resses proprios ou alheios a sustentar.
Nao combaleremos nem a incompatibilidade,
nem as inlencoos do governo imperial, que sao
as melhores.
Cunpre porm reconherer que se as provin-
cias nao podereni ser governadas por seus lilhos,
por aquellos," que teem n'ellas interesse, nao se
devem deizar entregues mezes o mozos a interi-
nidades, ou antes quasi que abandonadas em vir-
lude dessa frequeiitc inudanca de presidentes,
que vai desprestigiando em extremo a autorida-
de publica.
Beorganse o ministerio actual as presidencias
de provincia : ligue-as ao conselho de, estado :
gaste com ellas, e corn una organisago adminis-
trativa superior esses selecenlos contos, que se
deram em o auno prximo passado a um im-
menso pessoal de ofliciaes e amanuenses da se-
cretara, cujo olTicio lem sido, c ainda copiar
e extrjcUr ofllcios : faca das presidencias cargos
desojados, e solicitados pelas maiores o mais le-
gilimas ambices, e ter dado ao poder central
urna torca immensa, e autoridade publica nas
provincias o prestigio, quo deve ler, e vai per- '
dendo scnsivelmente.
[Jornal da Tarde da Bahia.l
dem dos iraballios, de arligos de posturas da c-
mara do Rccife e Olinda.
ORDEM do da.
Trimeira discussio do projeclo n. 15 de 1858,
quo manda perlencer municipalidade do Boni-
to os terrenos de sesmarias que naquclle termo
possue a municipalidade de Sanio Ant.io.
O Sr. 1. de Barros :Sr. presidente, nao pos-
so deixar de lomar parte na presente discusso,
por gralldo e por um rigoroso dever Digo por
gratdao, porque tenho tdo a honra de merecer
a corifianca do circulo da Vicloria por mais de
una vez.
O Sr. Souza Carvalho: Muilo merecida-
mente. fApoiados.j
O Sr. 1. de Barros :......c por um rigoroso
dever, digo mesmo de rigorosa juatica, porque
basta lancar-se as vistas sobre este projeclo, pa-
ra se enchergar nelle al um nao sei que contra
a cmara da Victoria, urna verdadeira expoliago
permitla-se-me a expresso.
Diz o projeclo : (le).
Obi Senhoresl O quo diz o alvar de 27 de
julho de 1811 ? Esti alvar diz, que urna vez
instaurada a villa do Santo Anlo e outras, so
perlencem a Olinua estando nella encravada,
visto que o Recite lem mais necessidades sa-
lisfazer de que Olinda.
(Ha um aparte.)
O nobro deputado na falta de razes para sus-
alio Canad e o caminho de ierro do estado de
Nova Yorck, com o do Canad oriental.
urna ponte pensil, sobre o Niagira a urna
pequea distancia das celebres cataratas deste
ftm nne^rf,-?""'''0' d'f T,0, W010 lem Pr;8ranJe rio ; esta obra colossal de urna alrevi-
lini censurar a cmara de Santo Anlao, mas eu
nao tenho a honra de conhecer os camaristas de
Santo Anlo, costumo passaralli sem me demo-
nr, nao sei quem elles sao.
Pens que tenho mostrado a ulilidade do pro-
jeclo que julgo de justiga.
da concepeo, e podecomparar-se com as melho-
res obras da egual nalureza construida na Eu-
ropa.
Esta ponle, vista das cataratas, a 200 ps aci-
Um Sr. Deputado: Eu achei-o iutcramenle ma d0 nlvel d agua, parece absolutamente inca-
inconstilucioial. paz do supporlir o peso de urna locomotiva, ar-
?. ?rl f-9- ,{?rros faz algumas observacoes restando os seus wagons carregados com 200 pes-
Ihes concedam sesmarias ; portento por este al-
var foi dada cmara municipal de Santo An-
lo a sesmaria que faz objecto deslo projeclo, is-
lo oque diz a letlra do alvar.
Mas vejo, que o nobre deputado autor do pro-
acerca do projeclo.
Encerrada a discusso c posto a votos o pro-
jeclo regeilado.
Sao approvados em 3a discusso o sem debate
as posturas da cmara municipal do Bonito.
Verilicando-se nao haver casa, o Sr. presiden-
ta designa a ordem do da e levanta d sessao.
REVISTA DIARIA.
Em dias da semana passada, urna sonhora ido-
sa, qne vinha noile scompanhada por urna es-
crava para a propra habitculo, depois de haver
reilo urna visita na ra Direita pessoa de sua
familia, foi accommettida na ra do Quciniado
joctoencherga nesse alvar um principio genrico, por um rapazinho que, com um caivete purihal
segundo so deprchende de seu projeclo. pelo, na mo, cabrio-a de apodos, com bastante terror
qual uma vez creada urna villa, devem porten- da sonhora, o sem que alguera a lvrasse ento
ccr-Ihe lodos os territorios comprehendidos na daquelle desalmado.
jurisdiceo da municipalidade, embora, enera-| A senhora nao obstante pode desvincilhar-se e
vados nesse territorio, exislam terrenos que per-| lomar a casa n'um eslado deploravel do offlicco
pejos principios os mais sagrados, esla | e modo.
lencam
ou aquella individuaidade. Mas. Senhor'es, islo
nao principio eslabelecido ; o contrario o
que nos remos, lari'o assim, que tendo sido des-
membrado o Recife de Olinda, conservoo Olinda
os meamos terrenos que linha cucravados no
territorio do Recife.
Um Sr. debutado:Nem sei se est em
poder fazermos isso.
Ignora-se quacs cram as intcneoes do referido
i rapaz, nao sabendo-sc si achava-se clTectivamcn-
| te ebrio ou hallucinado. '
Neste estado, por tanto, sua familia deve vigia-
| lo mais estrictamente, nao so para nao andar a-
terrorisando as peasoas inofTensivas, como ainda
nosso j porque nao lhe aconleca algum prejuizo corpo-
reo. Para os doudos ha uma camisola, o para os leiros e as c
U .Si. 1. de Barros:Portanlo nao se pode ebrios recommendada a cama,
dizer, que por forja do alvar de 1811, o ijue
pcrlence a Santo Anlo v perlencer ao Bo-
nito.
Se o nobre autor do projeclo lem era vista com
islo criticar a cmara de Santo Anlo, ento
cousa muilo seria e muito grave c me parece que
com essa censura, com cssa critica, se tal o tim
do nobre deputado, lem por (im esbuthar lodo o
municipio e nao a cmara municipal ; nao fallo da
moralidad.' nem da aptidao dessa cmara, longo
de mira pronunciar-me a tal respeito, mas o
que digo que quando seja uma censura [cita
tmara, este projeclo vai oflender o municipio
inteiro, porque a cmara nao proprielaria dos sua lealdadc
bens do municipio, nem dessa propriedjyjo Segundo no-l'o informara, islo deu-se pouco a-
Nao vejo, p.u lano, fundamento algum que au- cima de Pao d'Alho.
(orise esta casa a fazer semelhanle expoliaco, Os seguros de vida, que ha longo lempo fo-
e, repito que quando com isto se tenha em vista ram dcsconhecidos em Franca, ltimamente lem-
fa/er uma censuri ... 18e ahi desenvolvido de um modo notavcl e til.
O Sr. Uartins 'erara : E para beneficiar' Como nos gustamos de adoptar as ideas eslrau-,.
esse municipio. geiras, o que nao criticamos quando estas sao re- 'tros 1"'nes1"cr licores, anda que misturados de
Informam-noa perfunctoriaraenlo que o al-
feres l.yra, que d'aqni partir com alguns con-
tos de res para pagamento do sold do 8' bata-
Ihao, que regressava para esta cidade, cslivera a
poni de ser assassinado para ser roubado pelos
proprios soldados, que o acompanliavara.
L"m desles, aquem convidaran! para entrar no
plano, o que se nao presin, leve lempo de avisar
o referido aleles, que precaveu-se reliraudo-se
sem ser logo presentido e acompanhado deste
soldado ; o que viudo a ler lugar, sobre os fugi-
tivos foram desfechados tiros, um dos quaes acer-
lou ao misero soldado, que foi assim victima da
e probidade.
soas ; e ella todos os dias satisfaz plenamente
essa condico.
E verdade que os viajantes nao podem atra-
vessar esta passagem sem senlr uma ver-
ligem.
Por esta forma elles tem podido avaliar as sen-
sacoes, que experimentara o famoso acrbata
Blondn, quando elle fazia em 1859, sobre uma
corda tirante, por cima das cataratas desle rio,
esses actos de destreza e de audacia, que excita-
rain a admiraco enihusastica e os frenticos
bravos de milhares de americanos.
A ponte pensil do Nigara tem dous andamos,
o que lhc d lana fmdade, quanla se podo espe-
rar de uma ponle pensil, o lhe permute assistir
accao dos trena o violencia das tempestades.
Ouaudo um Irem carregado de mercadorias faz
supportar ponte um peso de 326 toneladas,
apenas se observa uma depress.lo do 10 porga-
das, no compriraeulo de 800 ps, que tantos mede
a exlenso da ponte. Os cabos de suspenso sao
compostos de fios de ac.
A ponte inferior serve para os poros, os caval-
_cns. A ponto superior est
i exclusivamente reservada para os comboyos dos
' caminhos de ferro.
Depois de acabada, nao tem sofTrido a menor
, delerioraco, e por lauto nao tem carecido do re-
paracao alguma.
O constructor mostra uma tal conflanca na sua
obra, que sualenla que o trabalho ordinario nao
produzir na sua ponle delerioraco sensivel, a
nao liaver um accidente extraordinario, ou um
completo desleixona suaconservaco.
Alambique Salieron. E' o aparelho mais
apropriado para bem conhecer e determinar a
riqueza alcoolica dos vinhos. De uma grande
simplicidade, e de uso facilimo, um instrumen-
to o maisproprio para conhecer a quanidade de
alcool nao s nos vinhos, como lambem em ou-
n
i'
sima
-~ dispor dos
mclhorea auxiliares, o senao poder alm disso
ter ah nessa grande e imprtame corporaco ad-
mimatrativa urna porco de talentos apropriado*
para presidentes de nossas mais imperantes pro-
vincias. '
A rcojgmsaco do conselho de estado para
nos um dos objectos m.is urgentes, porque a
niaior necessidade que temos de ministerios
<|ue se nao liantcm ao expediente, e nao conce-
bcraos governo capaz de fazer grandes bens sem
auxiliares, que eslejam na altura da msso.quo
emprehender.
As presidencias de provincia no oslado em que
eo acham fazem tambera a fraqueza dos minis-
terios : em outro artigo indicaremos o que con-
vir fazer para que os primeiros cargos das pro-
vincias nao sejam taee. que possam ser mesmo
solicitados palas ambices maiores, e mais leg-
timas, pelos homens j distinclos por grandes
ervicos ao paiz.
AS PRE6IDF.NCIAS DE PROVINCIAS.
Se al a lei de circuios ae presidencias de
provincia nao cram posicoes anfbicinadas se-
nao pelos horaens, que queriara manter seus
jriteresses eleiloraes, hoje sao ellas para lo-
dos posicoes de sacrificio, e de sacrificio grande
Os nossos estadistas, quercudo proteger a li-
Lerdadcido vol, matararn. o mal, as a"mbiees
que linham como perniciosas. Esqucceram-se
de acorocoar as que deeiam clevar-se at a al-
tura da estimo publica.
Kenhura presidente pode ser depulado : nada
mais razsoavel do que etsa incompatibilidade do
unccionano, que tem de decidir todos os conflic-
tos eleiloraes, e de fazer cumprir a lei em todos
os pontos da sua jurisdiceo
JrJS f*^""*? 9e pode aoibicicnar
um presidente de provincia 7
Asscmbla I.e^islatia Provincial-
Sesso oruiiNAiuv i:.vi 10 DE margo.
Presidencia do Sr. Itara de Camaragibe.
Ao meio-dia, feila a chamada o achando-se
presentes 11 senhores depulados, abre-sea ses-
so. Lida a acia anterior, approvada.
EXPEDIENTE.
lina representaco dos habitan lea do prmeiro
dislriclo di freguezia doAllinho, termo de Ca-
ruai, pedindo a conslrncco de um acude na-
quella localidade. A' commlsso de orramento
provincial.
Sao julgados objectos de deliberarlo c manda-
dos imprimir os seguintes projectos":
A comniisso de posturas c negocios de c-
maras a que foi presente o artigo incluso de pos-
turas da cmara municipal desla cidade, de pa-
recer que seja approvado, mprimindo-se no cu-
n tanto para que entre na ordem dos Irabalhos
da casa.
Sala dascommissoes, 10 de marco de 18G0.
Francisco Gilirana llego Barros.
Artigo nico. As pessoas que caiarem ou
pinlarefn as portas das casas, e com laes obras i
damnificaren! os nonios das mesmas ras, e os'
nmeros dos edificios, devero repd-los no seu I
perfeilo estado : os infractores soiErerao a rnuMa
de dez mil lis, e o trabalho ser feilo a cusa
delles.Luiz Raibalho Muuiz I'iuza.
A commissaoje posturas c negocios de ca-
mar.is, a quem f.. presente o artigo do posturas
incluso, da cmara municipal desta cidade, de
parecer que seja o mesmo approvado, devendo
entretanto ser impre&SO para entrar na ordem dos
Irabalhos da casa.
.Sola das comroissoes, 10 de margo de 1800.
Francisco Gitirana.llego Barros.
Arligo nico. Todo o escravo quo for encon-
trado nas ras desta cidade depois do loque de
recolher al a alvorada sem escripto de seu se-
nhor declarando o im a que vai, ser recolhido
a casa de detonlo, e se dar paite a sen senhor
para o mandar castigar com tres duzias de palma-
loadas, e pagar tres mil lis de mulla.
Exreplaam-se os cacravos que forera ou vie-
reiii das fazendas, engenhosou sitios por manda-
do de seus senhores ou felores, rom caigas ou
outros objectos que mostiem que vo ou vera de
viagem.Baio de Camaragibe.
< A assembla legislativa provincial de Per-
Dambuco, resohc :
Artigo unice. O subsidio para a legislatura
futura ser de dez mil ris diarios, e a ojuda de
CUSto regnlar-se-ha pela lei n. 4 de 30 de maio
de lvl5 : revoga.las as disposicoes em contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambnce, 10 de marco de 1860.Dr. Manuel
deFigueitoa Paria.l.utz de Albuquerquc Mar-
lins Pereira.Jos Joaquiui do liego Barros.__
[Uilino Augusto de Almeida.Joo Braulio Cr-
tela e Silva.
A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, resolve :
Art. 1." A exposicd de espectculos lyricos
e dramticos no thealfo dr Santa Isabel correr
de ora em diante a cargo inmediato da directo-
ra do mesmo thealro, independente de empreza-
rios, e sol os seguintes bases :
1." I.ogo que findarem as actuaos emprezas,
Oca autorisada a directora do thealro a mandar
contratar os artistas que lhe parecerem necessa-
nos, dentro ou fra do imperio, para formarem
duas companhias regulares, nina do genero ly-
rico e oulra do dramtico, sob 9 con dicroes con-
venientes, em vista das consignaces respectivas
voladas pela assembla. o das necessidades mo-
! raes da provincia em relaco ao thealro.
2.a Fica igualmente autorisada a directora
\ do thealro a dispender a eommissao razoavel que
i for necessario pagar pessoa ou pessoas encarre-
| godas de ir contratar e conduzir para l'ernambu-
1 eo os artistas de que faz menso o artigo antece-
dente, sendo laes pessoas de rccor.hecida probi-
dade, minio entendidas na cspecialiilade de que
S0 menrregarem, e prestando fianca dorna ao
capital de que forero do posse ou lnhara de re-
ceber, para o desempenho de sua missao.
3.a A directorio do thealro podero mandar a-
dionlnr nos lugares em que os artistas forem con-
tratados, parle dos ordenados de cada um delles
e mais as (suas respectivos passagens, que ludo'
Ibes sera desconlado no que tiverem ue ir rece-
bando mensalmenlo em Pornambirco.
W' O ajuste da directora com os seuscommis-
sarioe, assim como os bases dos respectivos con-
tratos que devem ser celebrados com os artistas,
dentro ou fora do imperio sero sugeilos n ap-
provocao do presdeme da provincia, antes dos
com
O Sr. I. de Barros:Mas prejudcanlo oulro coiihecidamenle ut. is, seria para desoja i
oe um moda gravissimo. transplanlasscmos a de que nos oceuparaos para
se, como disse, a censura fosse o pensamento aqu. N'este intuito, pois nao ser sem interesse
do nobre deputado, me parece que seria muilo "
razoavel que o fizessemos quando qualquer mu-
nicipalidade o nierecesse, mesmo para que se
manlivesse a dignidade das cmaras, mas nao por
scmelhante modo.
Portanlo, desde j, al o invoco, o peco mes-
mo o voto do nobre depulado contra o seu mes-
mo projeclo.
Um Sr. Depulado :Elle nao esl presente.
O Sr. !. de Barros,Est. Greio que do
nobre depulado o Sr. Martina Pereira,
O Sr. Martn Pereira :Sr. presidente, as
censideracoes que acluaram ao animo do nobre
um resumo das respectivas operacoes, a lira de
que se apreciem as vanlagcns da instiluicao.
Successo.O pai de familia, por meio de al-
guns sacrificios annuaes, no decurso de sua vida,! para o servico Jas contribu.-
Vt&^J^gZSStuu,a "cransa ,,ae J.S0 derrlas- ,,,e M ';
i:mprestimos e crditos.O devcJor ou o to-
mador emprestado, cojos recursos consistir prin-
cipalmente em sua industria, por um seguro rea-
lisavel em caso de raorle. pode garantir ao res-
i pectvo credor o reembolso do adiaiilaraenlo
feilo.
assucar, xoropes, e outros corpos, que possam
modificar a sua densidade.
O apparelho Salieron preencho com vanlagem
osde Goy-Lussac, Ducroizclles, Duval etc. Elle
adoptado em Franca no ministerio das ('mancas
oes indirectas, e para
paga em Pars sobre as
bebidas espirituosas.
Este instrumento indspensavel para medir
quanidade de alcool conlda nos vinhos e outros
lquidos, em cuja composico cntram substancias
soluveia, cuja densidade falsea as indica-oes dos
S "."sideracao da casa, tanto que ha de sao ou augmentar aquella a que teve direilo, no-' em sabor, e propriedades hygienicas de .me tie-
conslardo jornal da casa a reclamacao que u fiz dem contratar o seguro ueste intuito i ^,u^"cuu,-;5 "*d'-'"-^. "t quent
a esse respeito c insisto nesse po'nlo. nao por Rtttda vitalicias.Os cetobalarios os casados S Pl0v'ad03' ou possuem em muilo
que en-considero esse projeclo um grande ser- sem ilhos. podem augmentar seus rcd'ditos, con- Pe1u ,'.;,0 ti01,oilo1r"ui!1('lI". Polo qual por mais de ; verlendo os respectivos fundos em uma ren'da vi- I M- Cornay propOc uma oporacSo cirurgica, que
lahcia para urna ou duas pessoas com reverso : dara em resltalo tomar comstivel uma mui-
do lodo ou parle para o sob-cvivo.
Sob tal aspecto, tica rcconhccida a vantagem
urna vez tenho tido a honra do ser eleilo,
sim porque nao quero que passe como do
Paula Ifflptisla esse acto meu, assim como
ma
Sr.
plisla esse acto meu, assim como nao
quero tomar para mira os fados que aos outros
perlencem,
No alvar que o nobre depulado leu, cncontrei
eu a razo justificativa deste projeclo. Esse al-
var creou a villa de Sanio Anlo, da qual ento
faziam parle o termo do Ilonio coniprchividcndo
a heguezfa de San-Jos de Bezerros, e audou
que se dsse, havendo torras devolutas, u'nla ses-
mari-i de legua e meia em quadro. para o cma-
ra habilitar-se com meios salisfazer as neces-
sidades de seu municipio ; a cmara de Santo
Anlo estovo constantemente no goso desla ses-
maria, leve esse rendimento para salisfazer as
necessidades deseo municipio, teve isso terreno
na freguezia de Ssn-Josde Bezerros, que abran-
do urna tal creaco entre nos, mormenle so adop-
lar-se, como o faz a companhia Union de Pars,
que uma parle dos beneficios seja concedida aos
segurados ; aos quaes tica livre ou applica-la
rodurcao dos premios, ou ao augmento das somas
Cilipulados.
Havendo a companhia da estrada re ferro
convidado a S. Exc. e a deputaco provincial alim
de visitarem as obras da respectiva va, honlem
as 10 l| huras da manha o Exm. Sr. presidente
grande numero daquelles Srs. -depulados", o St
Dr. ehefo de polica, e muilas pessoas notaveis
paitiram da eslaco das Cinco-Pontas parasalis-
tocaram o villa do Cabo, de
fazer o convite.
Com -{2 minutos,
ge presentemente as freguezias de Bonito, All- onde seguirara para o Ote"do Pavio'nasee-
nhn, Cajuaru, ele, c que formom hoje dous mu- da seceo, por onde passaram em pequeuos car-
ros, visto que elle devendo ser 14 ps ellectiva-
mente s contava 10 ps g 8 pollegidas de altu-
ra. Em seguida, lornaram os wagons, na desen-
boccadura do tune!, e foram parar na estaco da
> cloria, que lica em Ierras do erigenho Mara-
nhao.
Examnamlo-se
iiiciptos, o o de Garuar eo de Bonito. Mas di-
go eu, hoje que o municip o do Bonito lera ne-
cessidade em salisfazer, que foi > razad porque o
alvar mandn dar essas sesmarias, deve ser se-
nhor des-es terrenos que esto encruzados na
sua sede, porque a povoaco do Booto esl si-
tuada dentro dessa acamara.
lidio de especaos, cuja carne nao tem servido
senao accidentalmente ao sustento do hornera
por causa do cheiro repulsivo, quo ella ex-
hala.
Esla opciaco, que o autor denomina Adeni-
sa.Mo, o de que elle pretende ser o inventor, con-
siste na oblaco, nos animaes, que sao dolas pr-
vidos, de certas glndulas de que anatmico al-
gnm at agora lem lid. eorihecimenlo, e que o
autor denomina glndulas nidorianas, do lalira
reidor, mo cheiro.
Segundo H. Cornay, o aparelho ni-loriano com-
poslo de urna glndula, c um vaso exemplor est
situado junto ao rielo, eo humor infecto que all
se segrega, transportado correle circulatoria
communica carne de diversos animaos um chei-
ro particular.
A Ade'nsaco portanlo a operaco, pela qual
se tira o pela bistur, ou por thesburas, o apa-
relho nidoiiauo.
os Snrs. depulados I.emos, e Bastos, o Senhor
presidente declarou aborta a sessao e designou o
deputado I.emos para servir de secretario
EXPEDIENTE.
Foi lido um aviso do ministerio da jusiiea de
25 de fevereiro do corrente auno, declarando que
nao podem osjuizes do'commercio nomear admi-
nistradores s massas fallidas, quando os que es-
liverem servindo fallecerem, por isso que lal di-
reilo perlence aos curadores, em conformidade
com o cdigo commercial que nao foi derrogado
e nem podia s-lo pelo arligo 7 do decreto nu-
mero 1,597 do Io do maio de 1855.Mandou-so
registrar.
DESPACHOS.
Um requerimenlo de Luiz Jos da Costa Ama-
rim e Antonio JosCarneiro Guimares, pedindo
o registro do papel de distrato social da firma de
Luiz Jos da Costa Amorim & Companhia.Rc-
gislre-se e publique-se.
Oulro de Leal \ Borges, salisfazcndo o despa-
cho desle tribunal de 15 do correlo, proferido no
requeiimcnlo em que pedia o registro do scu
contrato social.Assignem a detlaraeio feila e
rolle.
Oulro de Uenrique & Azevedo, ja informado,
salisfazcndo o despacho desle tribunal de 15 do
corrente. Registre-so na forma requerida.
Nada raais houvc a tratar.
CMARA MUNICIPAL DO UECIFE.
SESSAO ORDINARIA DE 9 DE MARCO
DE 18C0.
Presidencia do Sr. Franca.
Presentes os Srs. Reg, Piulo, Mello e Ga-
meiro, o foi lida-e approvada a acia da antece-
dente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE:
I no officlo do Exm. presidente da provincia,
communicando haver determinado que foss
acceila a proposla de ttanoel Adriano de Souza,
que se obriga a fazer a numeraco da ra do Im-
perador, e de outras pela quanlia de WQgOOO rs.
cada numero, piovidenciandj ao mesmo lempo
para que depois eos convenientes annuncios le-
iina lugar a numeraco de todos os oulros predios
SUjeitos a dcima.Inleirada.
Oulro do mesmo, remetiendo em cumprimenlo
do aviso do ministerio do imperio, de 0 de feve-
reiro ultimo, para a cmara informar o requeri-
menlo em que Frauciaco Luiz do Carmo Rtbeiro
pede se lhe conleelTectividade do servido em que
tem estado empregado, ha oo anuos, 'no cemi-
leno publico.
Posto em discusso, resolveu-se que se infor-
marse S. Exc. que nada mais linha a cmara a
accresccntar a iiformacao que dera sobre a pre-
lencao do peticionario em y de Janeiro ultimo,
sob n. 3, c que viera junta.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, informando
a pelicao de Chrisliano Jos Tavares, na qual
pede licerra para fazer de duas aguas a coberla
do sobrado n. 17 da ra do Imperador, cornija,
parapeilo e limpar a frente, dizendo o fiscal quo
o sobrado em queslo um daquelles que deve
avancar, aQm de ser nivellado com os de Anto-
nio Jos de Magalbes Bastos e dos herdeiros do
commendador Luiz Gomes Ferreira Mandou-so
ouvr ao engenbero cordeador.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, informando quo
se poda conceder que Jos Machado Boielbo con-
certaste a robera de sua casa na ra do Socego,
no Campo Verde, mas que nao poda elevar a
frente, pondo-a na altura das outras casas exis-
tentes na mesma ra, porque nao chegavam a
ler ellas 16 palmos.Dcferio-se de conformida-
de com a informaco.
O Sr. Gameiro requereu o foi approvado, quo
se delerminasse aos fiscaes das freguezia de fora
da cidade, que rcmetlessem semanalmcnle uma
relaco das rezes moras para consumo das suas
freguezias.
Comparecen peranlc a cmara o solicitador o
expo/ o estajo in que actualmente se acham
em jinzo as qucsloes municipaes.
Despacharam-80 as petcoes de I.niz Jos da
Costa Amorim e da baruueza de Cimbres, e le-
vonlou-se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boavagem, official-
maior a escrevi no impedimento do secretario.
Franca. P. presidente. llego. Oliveira.
Mello. Pinto. Gameiro.
- os obras pralicados, que nesla
nao loi censura cmara de Santo Anlo que segunda seceo hoo sido nolavelmenle mais c'a-
tiveem vista, quando offereci este projeclo, foi o ras do que as dapri
desejo de dolar a cmara do Bonito de recursos do satisfactorio. Ci
para salisfazer os suas necessidades. alera d
que a cmara do Bonito poVr mais fcilmente
m os j vBswcuioa para cnegar-se .aqueite i
. e lauto cu te- A companhia pois credora de enco
0 ra/ao para proceder assim, quanlo a pro- Irabalhos que ha pralicado.
A Adenisaco nao pJe affectar sen si re mente
o saude dos animaes, sem efl'eito limila-sepura
c siniplesmenlo a desinfectar a carne de um gran-
de numero do maniferos e de passaros.
M. Cornay, lisongeia-se de podei tornar comes-
i...... '"- uu iiuiino puwiu mais iaciimi
fiscalisar a oarecadaco dos foros que pagan
aciiiaes foreiros dessa sesmaria : e tanto cu
pro-
pra cmara da Victoria que, e'ni 1850 dirigi a
' esta assembla nmo representaco pora poder
vender essa sesmaria, por nao poder fiscalisar a
cobronea dos f/iros.
lila um uparte.)
A cmara da Victoria pedio mais que lhe fos-
se dada essa autorsaco para, depois de vendi-
dai essa sesmaria, empregar a guantla que arre-
cadasso na edificaco de urna casa de mer-
cado.
LmSr. Depulado: A' beneficio do munici-
pio de Santo Anlao,,
O Sr. Martin Pereira :Cora prejuizo do do
Bonito, que tem necessidades a salisfazer.
ni Sr. Deputado : Aulorise a cmara de
Santo Anlao a vender de Bonito.
O Sr. Marlins Pereira :Se o fado que deu
lugar o ler '
Noto Raneo de Pernamliueo.
Senhores accionistas do .Voto Banco de Per-
no mbuco :
A direceo vem dar-vos conla da administra-
cao do Bsneo reUtirs ao onno fiido em 'J de fe-
vereiro ultimo.
EUISSO.
Tem continuado o merecer o melhor conecito
neslo provincia e nas da Parahiba, Ro Grande
. Ceara e Hacei por onde circula. '
Sendo completa no primeiro semestre, foi no
segundo restringida na importancia de 5:1 -000*
, de conformidade com o decreto n. 2, (63 de 14 de
selembro de 1859, como depois se fallar esis-
V,'o?1(,A1nlno!>mCnle Cm C:,ixa a somn,a ^
1, J0:U00j000 era olas dos valores demoaslra-
dos cm seguida do balando.
OPERAGES DO BANCO.
Tveram uma marcha ascendente no primeiro
semestre, e descendente no segundo, em virtudo
da restnecao da cmssocomo ides ver.
Caixa.
Entrada no V semestre. 0,717.141*602
balllda......5.8:J:66J5385
Depois desta dig-esso, voltaram os Ilustres
os, pelos < da cspocic do cai.a
Esla dcscoberla ou
lal como a carne de lo-
nal desenvolvida n'um
convivos a villa doCCabo, onde 'lhes eslava ore- P"9.cul.P""l>cado e.n 185'J, que tem por titulo
parado um profuso jantar, rio qual deram os di- % "nf,f'10,s ae Adenisacao.ou tratado da oblaco
ferentes brindes seguintes: das glndulas nidorianas, que communicam por
1. do superintendente
denle da provincia.
2." do Exm. Sr. presidcnle a directora da
Irada de ferro.
S Exc 0 Sr nresi- S"'1S secreSoes >"" gsto desagradavel s especies
i "' animaes que seryem de alimento, e do um chei-
ro iisuporlavel s especies, que por isso nao po-
l3~ dem constituir a alimealar*
I'assageros da
cao do homem.))
lam ha nacional Flor das
't An ,,.rv',,, r c c i Mb>!' u lancna nacional rti
mniJLTIT Exm; Sf- ? Sf b?v5 de Ca-: Ondas, entrada do Bio Grande do Norte :
morog.be e aos membros da assembla provn- Jos da Silva Marianno, F.Jos de Sou
'{'o An ,, i Joaquira Jos da Costa.
auroto. SUf,crmte"deule sobre o ovo as-, Pasaageiros da barca portuguesa Grali
5." do Sr. Dr. Manoel do Nascimenta Machado
I ortelln ao engcnlieiro fiscal por parle do gover-
no brasileiro.
6. do Sr. conego Piulo de Campos ao Sr. su-
lugar o ter boje a cmara de Santo Anlo essas peritendnle Bramach.
sesmarias no Bonito, foi atlendendo-se as necea-, 7. desle Sr. a prosperidade da religio callo-
sidades que linha a primei.a salisfazer: hoje, Dea apostlica romana representada no Sr. co-
porom, quo a cmara do Bonito lem as mesmas "ego Pinto do Campos.
rn,iu uu iota uo imperio serao sugeilos
rovocoo do presidente do provincia, onl
ammissarios parlirem de Pernambuco.
5." A execueo dos espectculos, fidelida-
dc com que devam ser desempenhados, o ri^or
dos caracteres e ludo o que diz respeito a econo-
ma interna da scena, lica sob a immediata ins-
pecoao do administrador do thealro, o qual no
forma do actual regiilamenlo. receber as ordens
e inslruccocs respectivas da direcloria, ubrigando
os adores a sugeilar-se ao que ella ordenar, sal-
vo recurso para o presidente do provincia.
6.a A directora do Iheatro formular o regu-
lamento especial pelo qual teem de govemar-se
os dus3 companhias, em suas relacs com cada
um de seus membros, com o administrador do
thealro, e com a respectivo directorio.
Esle rogulamenlo ser igualmento sugeito a
opprovoco do presidente da provincia, paro que
lenhaa.dc>ida execueo.
Art. 2. Fcam revogadas todas asleis c dis-
posices em contrario.
Pago da assembla legislativa provincial de
Pernambuco 16dc marco de 1860.Rufino Au-
gusto de Almeida.
Lcam-see approvam-se sem dbale tres pare-
ceres da eommissao de posturas c negocios de
cmaras, pedindo a impresso para entrar ta or-
necessdades que a do Santo Anlo. esta deve
restilulr-lhe o que, por furea do alvar ihe per-
lence.
O Sr. I. de Barros:E' um principio perigoso
o do nobre deputado.
O Sr. Marlins Pereira :Ser, no entender do
nobre depulado, mas esl nas nossas ottrbuices
altendeimos a esta contras necessidades.
Um Sr. Depulado :A cmara da Victoria tem
direitos como oulro qualquer corpo.
0 Sr. Uartins Pereira :Nao neg que tenha
lauto direilo como qualquer individuaidade phy-
sica, mas nos devenios attender oiigcm desla
sesmaria, assim que teve ella em visla salisfa-
zer, o que ella acha-sc encravada no Bonito e
por ser uma municipalidade quo lem necessida-
des a saliifazer, que essas Ierras devera pas-
sar para o Bonito.
Vm Sr. Deputado: Indcransando-se Sanio
Anlao !
0 Sr. Marlins Pereira :A indemnisaco se-
ria necessario, se nos nao podessemos "disi.or
desso patrimonio da cmara de Santo Anlao.
O Sr. I. de Barros:Nos estamos aulorisados
a fazer injustcas?
0 Sr. Marlins Pereira : Injuslira o tjue
quer o nobre depulado ; eu quero" a juatica,
queroque se d Bonito o que lhe perteuce.
O Sr. I. de Barros: Eu quero que a de
Santo Anlo contine a ter o que Ihe per-
lence.
O Sr. Marlins Pereira : Injustiga que-
rer-se que continuo a cmara de Santo Anlo,
com recursos tirados do Bonito, quando Sanio
ynlo nao concorre para salisfazer s necessida-
des do Bonito, isso que injuslica.
Um Sr. Depulado :0 direilo d propriedade
inviolavcl c sagrado.
O Sr. Marlins Pereira :As necessidades da
cmara de Santo Aulo foi que dctermiiiarara a
confeceo do alvar de 29 de junho de 1811, e
portanlo nos fazemos nislo un acto de jusiiea,
mandando entregar cmara de Bonito o que
perlence de direilo.
O Sr. Gilirana. j, creio que o facto de
estar uma cousa em Bonito, nao prora quo lhe
perlenca. (Apoiados.)
O Sr Marlins Pereira : Quanlo ao que se
d a respeito de Olinda e lecife, a cata que re-
sojva, mandando dsr ao Re.cifc os errenos que
ipos.
.o." do Sr. iir. Jos Bernardo Galvo Alcoorado
ao Sr Dr. chefe de policio.
y," do Sr. Dr. Fenelon Alcorado ao ministro
brasileo Carvalho Moreira.
10. do Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alcofo-
radoaoSr. couselheiro Jos Beulo da Cunha F-
gueiredo.
11. doSr. Dr. Francisco Carlos Brando oo
Exm. viscondeda Boa-Vista.
12.' do Sr depulado Pina a lodos que se es-
torcavam a esforcam-se pela prosperidade da es-
trada de ferro.
13. do Exm. Sr. presidente ao Sr. Jos Ber-
nardo Galvo Alcoforado.
14." do mesmo Exm. Sr. ao Sr. Dr. Manoel de
Figueiroa Paria.
13." do Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alcofo-
rado ao Exm. morquez do Olinda.
16. do Sr. conego Pinto de Campos ao Sr.
Sergio do Macedo".
uza, c
...tido,
sabida para Lisboa :
Prcncisco Jos G. da Silva, sua senhora, 4 i-
lhos menores e 1 criada, Alexaudrine Rosalino
da Cunha o 1 Cilio menor, Jos Nuoes de Azevo-
do c Joaquira da Silva Pessoa.
Passogeiros do vapor nacional Persinun-
ga, entrado de macei :
Jos Guedes de Albuquerque, Jos Joaquira
Dias Ferreira, B. Jos de Carvalho, Joo Maxi-
miano do Castro Babia e sua senhora, Manoel do
Almeida Nogueira, Diogo Itaimundo Joaqun]
Coelho e 1 escravo. Joo Mauricio Wanderley,
Lourcnco Jos das Naves, 1 nelo e 1 criada, D.
Mara Barbosa de Mendonea, 1 filha e 2 criadas,
.(anuario Constancio Montciro e :i escravos, Jos
Manoel do Oliveira Vianna, J. N. Cardoso Lima,
sua familia e 2 criados, 1 escravo a eulregar.
Matadocho ruiiLico :
Mataram-se no da 18 do corrente para o con-
sumo desla cidade 90 rezes.
No da 19 S8.
MORTALIUADE DO DA IS DO CORttENTE :
Hermenegildo Pinheiro, prelo, soltoiro.50 annos ;
gastrite.
Jacntho Diogo Rodrigues, branca, solteira, 23
annos ; tubrculo pulmonar.
Cecilia, prela, solteira, 50 anuos ; hydropesia.
francisco Marlins de Lomos, bronco, viuvo, 62
.'unos ; anasarca-
Saldo.
833:178217
Entrada no 2o semestre. 5,909<060gr:37
Saluda *.....5,463:6453576
Saldo.
434:4144661
Letras descontadas.
Entrada no 1 semestre. 7 620 6 0$3 (0
Sal"da......4,941:767*165
Saldo.
2,684:8739175
Entrada no 2o semestre. 6,707:609*295
Sal,lJa......4,I42:046066
Saldo.
2,565:563229
Letras caucionadas.
Entrada no Io semestre 268:439S70
Sabida .
140:584jp70 ,
128:17 4S70O
298:93 JtiOO
.... 162:234700
Saldo. 136:699$500
------------_.
Letras por dinheiro recebido a uros
Saldo. .
Entrada no 2o semeslra.
Sabida .
1-. do supentenuente a prosperidade do Bra- Jos, pardo, 2 mezes ; febre.
II f> k i i o iii.L. '.,''. CO lili 1T ___ 1
sil, concluiiido pela de SS. MM. II., ao qual re-
Iribuio S. Exc. o Sr. presidente com oulro brinde
a S. M. Britnica. Estes brindes foram acompa-
nhados entliusiaslcamenle por lodos os assis-
tenles.
Nao podemos deixar em omisso o facto do 7
Luiza Amelia Soares, branca, casada, 19 annos ;
metro perilonitre.
Manoel, branco, 1 da espasmo.
19
Jos Rodrigues do Nascimenlo, pardo, solleiro,
21 annos ; appoplexia.
a essa mesma igreja.
Sendo e igreja uma, disse o Sr. superilenden-
le, apezar das seilas que a subdividiam, eile se
comprazia de beber aquella saude.
Ftnalisado ofestim, regressarara os convidados
esta cidade, onde chegaram pela larde, reco-
nhecidos.ios obsequios que lhes forom prestados
lo cavalleirosamenlc.
No cija 17 deste mez foram recolhidos casa de
detenco 2 homens livres e 3 escravos. sendo : 2
a ordem do Dr. chefe da polica e 3 a do delega-
do do 1" dislriclo.
No dia 18 foram recolhidos a mesma 1 homem
livre e 3 escravos, sendo 1 a ordem do delega-
do do Io dislriclo, 1 a ordem do subdelegado da
Boa-Visla, 1 a ordem do de S. Jos ola do de
Santo Amaro de Jaboolo.
Ponte pensil do N'iacara. Termioou-se
a obra, que devia ligar a ironleira oriental do
Jos de Tal, branco, casado, 70 annos ; phlhisca.
Hospital de caridade. Existem 6i ho-
mens, 5 mulhcres nacionaes, 5 homens estrau-
geiros, 1 homem escravo, lotal 12.
Na totalidado dos doenlcs existem 53 alie-
nados, sendo 33 mulhcres e 10 homens.
Foram visitadas as eufermarias pelo cmirgio
Pinlo, as 8 horas da manha, e pelo Dr. Dornel-
las s 8 horas 3(4 da manha.
Folleceu um homem hontem de tubrculo pul-
monar.
Entrada no 1" semeslre
Sahida......
Saldo. .
Entrada no 2o semestre.
Sabida.....
Saldo. .
80 1(m$150
32:862a.>00
5:301650
8:3909580
4:580*650
3:609*930
Cantas cor rentes com juros.
Entrada no Io semestre. 290.-886S571
Sal"Ja...... 52:616749
Saldo. .
Entrada no 2" semestre.
Sahida.....
Saldo. .
238:269*822
426;O0eS725
224:440al33
20l:568jj92
Cotilas crlenles simples.
Entrada no Io semestre. 111:7365220
anida....., 110:836220
Saldo. .
Entrada no 2o semeslre.
Sahida......
Saldo. .
900cj00O
6:4i5$()(iO
6:405a0O
l
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DO COBIMBRCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 19 DEMARCO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DE3EMBARGADOR
. SOUZA.
As 10 horas da manha, achando-se prsenles
AGENCIAS.
A direceo continua a mante-las era Londres,
na capital do imperio o na Bahia, interesse do
eslabelecimento.
TRANSFERENCIAS D'ACgOES.
No im do primeiro semestre haviam 126 ac-
cionistas, no fim do segundo 124, realisaudo-se
no primeiro 15 transferencias de 893oc?6es, e na
segundo 12 transferencias de 437 acedes.
LETRAS PROTESTADAS.
Existem ainda ns do nnno anterior, tendo-so
demorado a liqtmlaco da massa obrigada. N'este
anno foram cobrados em dia lodos os ttulos do
eslabelecimento.
REGULAMENTO.
A direcjo entende necessoria a conservaco
f


jeral
o que levo
03 uieios para que se
o actual rom auprovai-o provisorio para poder
melhormeute ser aperfoicondo.
SERVigo 1)0 BANCO.
Os enipregados derara bom cumprimcnlo
suas obrigacoes. A dlrcrcao julgou dcver gralifi-
ca-los com a qumlia de 3:10j>()00 dividida por
todos, no dous semestres.
LUCROS E PERDAS.
Pelas respectivas coritas veris o seu movi-
nienlo Icndo permillido no primeiro semestre fa-
zer-so o dividendo de 12$000 rs. por accao. ou
ino( >nPOr Cen, por anno> e segundo de
lUgWO rs. por accao ou de 10,4 por cenlo por
anno. r
Agora curapre direccao dar-vos conta de
outros tactos concemonles "ao nosso csubclec-
mento, narrando-os na ordem quo succcde-
ram.
Segundo delerminaslc-s cm vossa ultima reu-
nuio extraordinaria de 25 do julho do auno pas-
eado por occasi.io da aprescntooo na cmara
dos Sis. dopuindos, do projecto "bancurio, pelo
Exin. conselheiro Salles Torres Homem.a direc-
cao fez subir ao corpo legislativo urna represen-
**Cao, cmoda copia junta, expondo a inexequi-
bilidade do projecto sem conversan era metal do
papel moeda. encerramnnlo das cmaras es-
padando no senado a discusso do projecto, as-
sim como a apreciacio da nossa representa^ao e
cas mais que pela mesnia causa os oulros sla-
belecimenlos bancanos tambora (izoram, tren-
quiltisou um pouco esta direccao na espe-
ranea de que a medida proposla' seria modifi-
cada.
Porcsse lempo a presidencia da provincia avi-
sou direccao que de ordem do ministerio da
azenda, uro oflicial da thosouraria geral, viria
examinnr o estado do Banco, o que leve lugar
prestando a direccao todos
uzease o dito exame.
Em seguida appareceu o decreto n. 2,163 de 1 i
de selembro ultimo, determinando a reslrirco da
emissaodo nosso Raneo ao computo das entradas
das aecea das ria forreas, asquoes conjuntamen-
te com as npnli.es da divida publica possuidas
pelo Banco, garantan pelo valor nominal a sua
emisso. Dentro Je oiio dia*, como prescrevia o
decreto, a direccao cumprio-o, retirando da cai-
m a somnia de M.olV-jOOOda emisso para que
a restante lcasse como (ora ordenado.
A diroceoo linha entendido o respectivo artigo
dos estatutos do Banco da forma por que deu-lhe
cumplimento, vista da palavranominal cojo
sentido vulgar encontra-se mesmo em actos ofii-
claes, e praticou-o assim na melhor fe, nao en-
cobrindo nunca o seu modo de entender, antes
publicando desdo a ostallaco do Banco os seus
balances mensaes com todas as clarezas possveis.
o remetiendo-os presidencia da provincia como
mandam os eslatulos.
Apscsta oceurrencia a presidencia da provin-
cia comniunicou anda direccao os ordens no-
vas do ministerio da tazenda, para serem-lhe en-
viados balancos semanaes em duplcala do Banco
com demonstrares dos estados da emisso e da
caixa; para um novo exame do Banco, por urna
commisso de tres membros ; c para remessa de
mappas de diversas operacoes do Banco, ao que
ludo a direccao salisfez, e palenloado o estabe-
Kcimento commisso que anda continua era
seus Iraballios.
I llimamenle emnovembro do annopassado foi
publicado nesla provincia o decreto u. 2,490 de
30 de selembro do mesmo anuo, augmenlando a
importancia do sello sobre as olas dos Ban-
cos, principalmente sobre as de pequeos valores,
quo erara as que mais usava o nosso eslabeleci-
mento em razo de melhor manterem-ise na cir-
culbaos par da emisso privilegiada- do Banco
do Brasil. Sendo a olhos vistos impossivel a exis-
tencia do nosso Banco na situaedo era que esla-
va cora a imposic&o do decret, a direccao tra-
tou logo de fa/er recolhcr as olas de pequeos
valores ; e para islo lera feilo annuncios couslan-
temenlc nesta provincia, na da Paraliyba, do Rio
Grande, Cear e Macei mas al agora mu pe-
quena importancia se lia recolhido. Ao mesmo
lempo a direccao dirigi una representarn, cuja
copiase aiunla, ao governo de S. M., expondo a
impossibilidade do recoihimonto das notas de pe
queno valor em um cuito prazo, sera que c go-
verno obrigasse os possuidores a eSecluarem o
troco : esta represenlaco leve o despacho, lam-
bem junto por copia, que nada tranquillisou o es-
pirito da direccao.
Sao esles os fados que a direccao linha de le-
var vossa presenca por delles resenlir-se alta-
mente o nosso cstabelecimento, apresentando lo-
go una baixa consideravel o proco de suas ac-
edes, e escacean lo os interesses cora o receio de
urna liquidaco forjada e ruinosa. Apczar porra
de ludo, a direccao manlem aompre a esperanza
de que o governo de S. M. remediara esles ma-
les porque nao ha de querer essa liquidaco
compromeliedra de lanas fortunas particulares
quecompem o capital do Novo Banco de Peinara-
buco.
Recife, 13 de marco de 1800.
Jos Joo de Amorim.
Presidente interino.
Manuel do Nascimenlo da Costa Monleiro.
Secretario interino.
Joao Ignacio de Medeiros Hrgo.
Luiz Amonio Vieira.
Manoel Joao de Amorim.
Joo Cardoso Ayres.
Manoel Goncalvcs da Silva Jnior.
A commisso fiscal do Novo Banco de Per-
nambuco, era observancia do que llic incumbe o
S :l. di ai i. 2S dos eslatulos, vera dar conla
assembla geral dos Sis. accionistas do resultado
dos exames a quo procedeu nas caixas, livros e
documentos do mesmo Banco.
A ( nada lem que acrescenlar ao jui-
zo, que ennunciou no seu antecedente rotatorio,
relativamente regularidadc eaceio da escriplu-
raco, e ao zelo o dedicaban cora que os direc-
tores continuaram a desempenhai as suas altri-
buicoes. E eomsalisfac<*o que vos declara, que
em zelo e dedicacono arrcfeccramanlc os em-
barazos e difculdade que surgiram de todos os
lados, j,i pelo estado da praca e j por oulras
causas quo sao de lodos conheci las. A pru-
dencia o fcabilidade refleclida ojudiciosa servi-
rn) de norma direccao e a tornara digna de
elogios.
Pelo que respe!ta s operacoes do Banco, e ao
seu estado actual, acharis os necessarios esclo-
recimemos ni cxposi;aoe nos balancos apresen-
lados pela direccao.
Foi m mediato mente executada a determina-
car) do governo acerca da restriccao da emisso,
rclirando-sc dentro do 8 dias da caixa respectiva
a somma de rs. 534:0009000, garantida al cnto
pela diflerenca entre o valor nominal e oelTectivo
dos ttulos que, de cooformidade com o 7 do
art. 12 dos estatuios servem de base emis-
.
Esles [lulos entraran) para o Banco na impor-
tancia de is. 772:1818715, incluindo premios e
commissoes, e representan) actualmente o va-
lor de rs. 747:099(182. A diQerenga do rw
25:0829333, convm que seja semestral mente
amorlisada.
Da conla de lucros e perdas v-so que o divi-
dendo d*o segundo semestre nao pedia exceder de
10J400 rs. por accao, que so ach.i fixado. As
despezbs foram asijue eslao raguiadas, com ex-
ci'p..-au de rs. 3:10T)jOOO de gratificacao conce-
dida aos emprogados pelo augmento de trnbalho
com que foram sobre-carregados. fambem foi
mais avultada a amortisaco doFornecimcnlo
ou anlesDcspeza do estabelecnteiilo, restando
para solver essa conla o saldo de rs. 7:766#485,
pie c contrabalaneado pt-lo valor dos objeclos
existentes.
Os balancos semanal, o mensaes e osoiitros
trabalhosexigidos pelo governo, e regularmente
aprcsenlados, klleslam i boa direccao cora que
lem fiiiKcioiiado o Novo Banco ; e da o sufTi-
cienle garanta de quu continuar do mesmo
modo.
A commisso se julga dispensada de dar
inaior deaenrolvimoalo no que Bca expendido,
para concluir quo l!ie parece satisfactorio o es-
tado do Novo Banco de Pernambuco
Recife, 17 de marco de 18G0.Beno Jos
l'ernandes Barroi.
DIARIO DE PERNAMBUCO. TRRQA FEIRA 20 DE W4RCO DE 1860.
va. Eulrelanlo parece, que o lira nao foi sumen-1 Bernaroiuo do Vascoiicelios.
te descompor o conselheiro Reg Barros, mas Jos de Vasconcollos.
dar o panno d'amostra do que rale o actual' Samuel Hallyday.
ajudante general, do que pode o do que capaz.; Silvino Guilherme de Barros.
S)
O Sr. conselheiro Reg Barros lido na tal
representarlo como liomem sera inlelligcncia e
de um carcter perverso, o ltimamente, como
Marianno Lopes Rodrigues.
Antonio Duartc Carneiro Vianna.
David Ferreira Bailar.
por um acrescirao de sarcasmo, de doeslo e de Jos da Silva Loyo.
injuria, at digno mcrabro da familia Cavalcnn-
li I sem intelligencia e-perverso! perverso o
homem, cuja face ninguem podo alirar um
faci criminoso ou meramente culposo : sem in-
telligencia aquello quo ha 30 annos oceupa urna
cadeira no corpo legislativo; que por 3 vezes
tein sido chamado nos concelhos da croa, recu-
sando em urna dolas semelhantc honra ; que
fora presidente de urna provincia de primeira
ordem em urna ppoca de crise ; que tivera mu-
las commissoes honrosas dentro c fra do paiz!
Se semelhante homem um perverso e estpido,
cnto todo o paiz est muito abaixo dellc, mili-
to raais perverso c estupido do que elle, porque
o tolera, o o contempla
Alera de banalidades, de lugares communs,
que revelara grande despeito da parte do redac-
tor do intitulado Militar e que deixara descu-
brir a fonle donde corre a lama, com que pro-
tende enporealhar o Sr. Reg Barros, nao se en-
conlra ura s fado, urna s arguicao, que pese
sobre a conducta do ministro da guerra, alias
perfeitamenle definida nesses avisos, chcios de
bom senso e de moralidade, que tanto lem mo-
lestado ao supremo quartel general. O Patronato,
eslobelecido na corte como nica regra de go-
Dr. Manoel Joaquim Silveira.
Manoel Jos de Azevedo Santos.
Joao Baptista Frngozo.
Joo Fernandos Prente Vianna.
Antonio Francisco Pereira.
Tenento-coronel Jos Francisco Pires.
Francisco Antonio*de Oliveira.
Dr. Augusto Frcderico de Oliveira.
Dr. Francisco Jos Marlins Penna.
Dr. Miguel dos Anjos Vieira de Amorim.
Jos Francirco Carneiro.
Joo Fernandos da Cruz.
Heliodoro Fernandos da Cruz
Dr. Joo da Silva Ramos.
Joo Ferreira Villela.
Jos l.uiz Pereira Filho.
Dr. Ernesto d'Aquino Fonseca.
EUirao da mesa regidora que lem de reger a
irmandade de Nossa Senhora da Conceiro
dvs militares no anno de 1860.
Presidente.
Coronel Antonio Gomes Leal.
Vii-e-prcsiilenlc.
Tcncnte-coronel Sebsslio Lopes Guimares.
Secretado.
verno, p>de tolerar-se at certo ponto em alguns | Manoel Jos Victoriano de Borba.
ministerios, mas no da guerra um crirae, por | Thesoureiro.
que mala a disciplina, fere a subordinaco, e ac- Capito Raymundo da Silva Main,
ba cora toda a moral do excrcito.
Era por domis escandaloso, que offtciaes, pro-
movidos para commandos de corpos, se dixas-
sern ficar na corle, prelerindo o servico. e al a
'isciplina desses mesmos corpos com menoscabo
os leis.
a, que i
de todas as Jis, c al formal injuria do ministro
da guerra, que o consentase. Era igualmente es-
Leal
caudaloso, que ofBciaes subalternos, promovidos
para postes efTeclivos no quadro do exercilo,
vencessem anllgiiidndc na corlo com detriineiilo
dos que ?o acharam nas fileteas desses mes-
mos corpos, s porque linham a proteceo do Sr.
ajudante general, ou do Sr. marquez, 'conde ou
visconde, ou de quem auer que fosso.
Tocar portanto nesse asylo involavel do pa-
Ironnlo, ferir a susce|itibilidade desses patronos,
Fazer cumprir risca seus deveres aquellos que
deviam dar o exemplo do respeilo e de una obe-
diencia pnssiva, como exige a disciplina do exer-i
cilo ; oh islo o niaior dos alternados, e o mi-
nistro, fue assim prehenebe dignamente a sua
misso, deve ser um perverso na pluase do Mi-
litar !
O que porra mais magna ou mais asco nos
causou foi o final da tal represuotacao do chama-
do exrcilo ao imperador contra ministro da
guerra, escomo segu :
Como quer que seja, o exerclto nto pode
admittir, que V. M. Imperial, como chefe do
poder executivo, se torne solidario nesse me-
nos proco, nesse desabrimeuto, nessas insinua-
COes offeiistras, que o ministro da guerra tem
prodigalisado com profuso indislinclamenlt-,
c aguarda o procedimento de V. M. Imperial co-
mo hucola, que tem de dirig-lo e de ym'o-ioll!
Oque ahi tica estampado do n. 26 do citado
Militar de 11 de fevereiro do correte anno, nao
necessila de commcnlo nem de analyse : se o
imperador approvar a conducta do ministro da
guerra, este procedimento, isto do imperador,
servir do urna boa licao para o exercilo, que
nao lera a menor duviia de tornar para o Campo
de Sant'Anna, como na noite de 6 de abril de
1831 111 Querem-no raais claro 1
A proposito. Quaiido alguma gentalha se acha-
ra reunida no Campo de Sant'Anna naquclla in-
feliz noite de aziaga recorlacj, alguns corpos
do exercilo derara o fatal exemplo de sahirem
de seus quarteis sera ordem para se reunirem
ou fazerem parte de semelhante rcunio : foi urna
verdadeira sedico militar, promovida por alguns
chefes c officiaes, que ludo deviam ao Sr. D. Pe-
dio I. Eslava ento aquartelado era S. Chrls-
loyao, e dava a guarda para o palacio o bata-
Ihao chamado por dislinccao do imperador, o qual
nessa mCsma noite deserlou do seu poslo. cora
a propria suarda do palacio imperial, e at sen-
linellas, viudo augmentar o numero dos sedi-
ciosos no referido Campo de Sant'Anna.
Pois bem, o commandante desse batalho era
o Sr, coronel Manoel da Fonseca Lima
Procurador do patrimonio.
Leopoldo Ferreira Marlins Rbeiro.
Procurador das contrarias.
Tenle Manoel Joaquim Machado.
Vogaes.
Tencnte coronel Francisco de Miranda
Seve.
Major Manoel do Nascimenlo da Costa Monleiro
Tenentc Luiz Jeronymo Ignacio los Santos
Cnpilao Trajono Alipio do Carvalho Mendoliea.
Tenento Joaquim Jos de Son/.a.
Capilao Antonio Bernardo Quinleiro.
Major Antonio Dentellas Cunara.
AlferesJos Caetano da Silva.
Major Francisco Camello Pessoa do Lacerda.
Bernardino de Sena da Silva Cuiraaies.
Luiz de Franca Soulo.
Alteres Francisco A. da Voiga E. de M da
quila Pimenlel.
Zelador.
Jos Firraino de Oliveira Regio.
l-v|'irlar;u,
Marselha, polaca franceza Souave, de 220
toneladas, conduzio o seguinte : 2,400 saceos
estucar.
Philadelphia, brigue americano Brnndywine,
do 234 toneladas, conduzio o seguinte : 750
saceos assucar.
Recebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia la 1"
dem do dia 19.
34:207$SGI
1:5110150
35:7195011
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 17. 42:575J718
dem do dia 19....... 4:409*147
48984*885
Pauta dos precos dos principaes gne-
ros e ppodueces nacionacs,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
19 de a 24 de marro de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaca.......
dem do cana ......
dem genebra '......
dem idem.......botija
dem licor.......caada
dem idem.......garrafa
S00
470
Mes-
Idem restilada c do reino caada
Algodo em pluma 1.a sorte arroba
dem idem 2.a dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em earoco .....
Arroz pilado...... arroba
Baiiimro, 31 lias, barca brasilein Impera tris
Thereza; de 3">0 toneladas, capitn F Wal-
er, equip. 10, carga 2,750 barricas com fan-
nha de trigo e mais gneros; a Henry Forsler
& Comp.
Ass, 23 dios, brigno brasilriro Alfredo, de 216
toneladas, capito Leopoldo Bastos Vianna,
equip. 10, carga sal ; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
Lisboa, barca porluguoza Gratido, capito An-
tonio Pereira Borges Pestaa, carga nssucar.
Rio da Piala, polaca sarda MariaEliza, capilao
Jos Gageira. carga nssucar.
Editaes.
Pela inspecQo da alfandega se faz publico,
que no dia 20 do correnle mez, depois de raeio
dia, so lio do arrematar, porta da mesma re-
parlico, sendo a arromalaco livre de direitos
ao arrematante, 70 ancorlas com 1,575 libras
de ameixas, no valor de 400 rs. cado libra, viudas
do Rio de Janeiro no navio nacional Julio, e a-
bandonadas ao3 direitos por Azevedo & Mondes ;
e 15 barricas vasias, viudas de New-York no
brigue americano Bohio, c abandonadas por Bo-
roll & C.
Alfandega de Pernambuco, 17 de mareo de
1860.O inspector,
Bcnlo Jos Fernandos Barros.
No peridico Tempo, publicado m provincia
las Alagoas se le sob a epigraphcescrevem-
nos de Porto Calvoum fado pie ltimamente
Uvera lugar mquelle termo entre os Srs. Jacintho
Paes de Mondonga e Manoel Filippe da Fonseca,
e como fosse adulterado como soe succeder acor-
cade lodos os que sao publicados no dito jornal,
acontecidos em Porto Calvo, por espirito de in-
triga c de impostura, em amor da verdade o va-
raos relatar, afina de que recaa a odiosidade so-
bre quem a merecer. E desafiamos a que se
nos conteste com provas igaaea as que possui-
mos, que cnto sero publicadas nesie mesmo
Diario, para melhor allucidaeo da queslo c
conhecimenlo da verdade.
Em9 de fevereiro prximo findo oslando pre-
sentes no lugar denominado Carro Quebrado
cuja posse ora contestada pelos proprieiarios dos dem dConca
i engenhos Piabas e Riachao, Joo Duarle Lopes
I de Vasconcollos c Joo Baptista Lins, os advoca-
dos Manoel I'lippe da Fonseca e Joo Nones da
Fonseca Calassa G ilvo, o iuiz municipal segun-
do supplentc lenle coronel Pedro de Alcntara
Buarquo, o escrivo capito Jos Carlos Acciole
Lima, os peritos Anlono da Rocha de ollanda
Cavalcanli, Francisco Joaquim Anlunes, Antonio
Virissimo da Silva c Francisco Alexandre Dutra,
o agrimensor Manoel de Souza Braga, o solici
lador Manoel Goncalvcs da Silva Paxe, alm de
teslemunhas e trabalhadores, e, chegados todos
a ura marco que fiesse ao sul do dito Carro
Quebrado, ahi deilou o agrimensor a agulha, c,
por mostrar-so duvidoso om tirar a linha S. N.,
o advogado Manoel Filippe da Fonseca requercu
ao juiz que pelas partes litigantes fosse reconhe-
cido a[uel|p marco como o verdadeiro, sem o
que intruelfero seria o Irabalho que se houvesse
de fzcr, requerendo ao mesrno lempo o advo-
hoje ba- "a''. ',oao Nones da Fonseca Calassa Galvo, que
rao de Suruv !! o major desse mesmo corpo era a linha que lluvia de ser lirada o fosse em vista
o Sr. l.uiz Aires de Lima, boje marquez de Ca- da planta que offerecera por parte de seu cons-
liluinte. Joo Baptista Lins,
dem com casca.....alqueire
dem branco novo.....arroba
dem mascavado idem ...
Azeile de mamona .... caada
dem de mendoirn e de coco.
Borracha fina......arroba
dem grossa.......
Caf era grao hora.....
dem idem restolho ....
dem idera cora casca .
dem moide.......
Carne seceu.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem era velas. .
Charutos bous......
Idera ordinarios.....
dem regala.......
Chifres........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
Idera dem seceos espichados.
Idera idem verdes.....
dem de cabra curtidos -
arroba







cento


libra

O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial orlem da Rosa, o juiz do dircilo
especial do conimercio desla cidade do Recife,
capital da provincia do Pernambuco e seu ter-
mo, por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que
Deus guardo, etc.
Faco saber aos que o presente edilal virem, o
delle noticia liverem, que requerimenlo de E.
A. Borle & C, Kalkmann, Irmaos & C, repre-
sentantes de Henry Bruno A C, Helio Lobo &C,
aclia-se aberia a fallencia de Caminha & Filhos,
pela sentenca do Iheor seguinte :
Das letras, caitas o exposicoes juntas aos au-
tos, se mostra ler cessado os seus pagamentos a
firma de Caminha & Filhos, estalielecida nesta
cidade, com escriptorio na ra da Cadcia n. 60,
pelo qual declaro lila firma cm estado de que-
bra, e fizo termo legal da existencia desla con-
tar do dia 6 de fevereiro ollirao. Nomeio cura-
dores fiseaes da fallencia uos credores E. A
Burle & C, e depositarios ulerinetj Kalkmann,
Irmaos & C, represenlanles dos credores Henry
Bruno & C ; e prestado pelos curadores liscoes o
juramento do estylo, e pelos depositarios assig-
nado termo de deposito, ser remcllida copia da
presente sentenca ao juiz de paz competente pa-
ra a apposicao de sellos, que ordeno se ponham
em todos os bens, livros e papis da firma falli-
da. Feilo o que c publicada esta sentencia em
conformidnde dos arla. 812 do cod. com 129
do reg. n. 738, se daro as sobscquenlcs provi-
indica '
demias que o indicado codig.. e regulamenloIfafaWgiVlroa7Mllle^*to""ck'^
prescrevem.. Recito 14 de maren de 1860.-.1- ciedadeqBse exisliol esta cidade do" Recife en-
um

libra


um

nina
i
chas 1! e ambos lenles generaos do exercilo
do Brasil!!! (Juera livor ouvidos. que ouea
qnem livor olhos que veja seno, sua alma sua
palma !
l//n veterano.
Publicacoes a pedido.
Dosce de calda.....
dem de Guiaba .
dem seceos".....
Espanadores grandes. .
dem pequeos.....
Esleirs de prepori .
Estoupa nocional..... arroba
Familia de ararula ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijo......... alqueire
Fumo em folha bom .... arroba
dem idera ordinario ....
dem idera restolho ....
Idera em rolo bom ....
Idera idem ordinario. ...
tionima polvilho.....
Ipecacanhua....... arroba
. cento
Sr$. redactores.Para refular a Revista Dia-
ria, em que traa acerca di priso de Vicente
Ferreira dos Sanios Caminha, rogo a Vmcs. o
favor de inecrir o documento abaixo.
Illm. Sr. Dr. chefe de polica.
O alferes do corpo de polica Francisco Borges
Leal, necessila a bem de seu dircilo que V. S.
se digne declarar por seu respeitavel despacho.
quem efiectuou a prisao do negociante Vicente
Ferreira dos Sanios Caminha, as 8 horas da noi-
te de 15 do correnle. Portanto P. a V. S. seja
servido assim deferir-lhe. E. R. M.
Francisao Borges Leal.
A priso foi efTectuada pulo supplicante. Re-
cife 17 do marcode llGO.Alencar Araripe.
Recife 17 de mareo de 1860.
lUMAXDADE DE .\. SENHORA
CONCEIQ&O DOS MILITARES.
S.H.
IHGN
DE ACEITANDO O TITULO DE IRMAOS E
I. o Imperador c S. H.aImperaliiz
GNARAM-SF. HONRAR A ESTA 1UMANDA-
J! 1ZES PRO TLC TORIOS.
Eleico dos juixes e juisas,
mos e mordamos, que hSo
Communicados
Acabamos de ler com magos [nao, cora asco'
um numero do peridico O Militar, que se pu-
blica no Rio de Janeiro, e fra dado luz no dia
11 de fevereiro do correnle anno, isto no mes-
mo dia da chegada do imperador acorte c do
seu jubiloso desembarque. O primeiro artigo des-
te numero urna snpposta representado feita
em nome do exercilo ao imperador contra o ac-
tual ministro da guerra o Sr. conselheiro Sebas-
tin do Rogo Barros.
Prescindamos da ncorrerco da linguagem, em
que esl escrlpto a tal r3pisodia, e que revela
sua origom obscura e vulgar, ao passo |uo ha no
exercilo mo^us prestrnosos e instruidos, que de
certo nao cncorreram para semelhante algara-
ccrires, mordo-
de festejar a Se-
a di Conceico dos Militares no anno de
1800.
Juiz poreloico.
O Illm. Sr. lenente-coronel Jos Gomes Leal.
Juiz por devorjo.
O Illm. Sr. Heoriquo Bernardos de Oliveira.
Juiza por eleico.
A Exm.' Sr." I). Jusephiua Burle Dubcux, esposa
do Illm.Sr. Claudio Dubeux.
Juiza por dovocao.
A i:\tn.'1 .Sr." D. Har Gonealves da Silva Bur-
I", esposa do Illm. Sr. Eduardo Alexandre
ltuile.
Escrivo por eleiijo.
O Illm. Sr. Manoel de Azevedo Andrade.
Escrivo por dovocao.
O Illm. Sr. Antonio de Souza Reg.
Escrivia por eleico.
A Exm.*Sr.a I). Isabel da Gunha Ferreira, esposa
do Illm. Sr. Jos Hathivs Ferreira.
Escrivo por devoco.
A Exm.* Sr." I). Carolina de Aq'uiuo Pereira, es-
posa do Illm. Sr. Francisco de Paula Pereira.
Mordoraas.
As Exm." Sr.'-:
1). Alexandrina deHagalhes Seve Leal.
Isabel da Cunha Hagalhcs Leal.
Thereza da Cunha de Magalhcs Seve.
Alexandrina do Espirito Santo Leal Seve.
Anno Isabel Ramos da Costa.
Carolina da Cunha Ferreira Bailar.
Julia Burle Mara Carneiro.
Angela Maria das Nevos.
Mara da Cunha Magalhaes Leal Seve.
Irene Lucia de Cajvnllio de Medeiros Reg.
Rila Lopes de Almmda.
Maria Emilia Pereira da Cunha.
Antonia Amalia Pereira da Cunha.
Galdina de Vasconcellos.
Ileiuiina de Amorim de Mello Reg.
Maria da Molla Leal Loyo.
Anua Joaquina de Santiago Guimares.
Auna Anglica do Santiago Guimares.
Joaquina Hermenegilda do Santiago Guima-
res.
Francisca Bellarmina Guimares.
Jnsephina Carolina de Aguiar Guimares.
> Olympia Lins Ribeiro Guimares.
Alexandrina da Cunha Leal Magalhcs.
Candida de Jess de Carvalho Moraes.
Ilermelinda das ChagasPinheiro.
i l.udovina da Cunha Teixeira.
Mordemos.
Os Illm?. Srs. :
Dr. Manoel de Figuera Para,
Dr. Rento los da Costa.
Dr. Manoel Gentil Alvos da Costa.
Antonio Jos de Siqncira.
Xisto Vieira Cocino.
Eduardo Alexandre Burle.
D. Joao Anglada lujo.
em cuja occasiao
observou o advogado Manoel Filippe la Fonseca
a seu collega quo, emquanto nao fosse referida
sua petico, nao poda fallar sem faltara ordem,
salvo so llie quizesae fazer alguma observaco ;
o juiz deferio a petico do advocado Manuel" Fi-
lippe da Fonseca, e sendo ouvido as parles, dis-
sera m ambas que nao podi.im alFirraar ser aquello
marco o verdadeiro ; era vista do que o advoga-
do Manoel Filippe da Fonseca requercu que se
tomasse por termo a declararan das parles, o
que deu lugar a que o Dr. Jacintho Paes d; Mon-
donga, que lambem se achara ausente, havondo
sido convidado pelo proprietario Joo Baptista
Lins, seu compadre, e nao por ambos, como se
mentio, dissesse para o dvogado M. Filippe da
Fonsecao senlior esl oqui impondo,c islo
era alias vozes, ao que, porm, respondeu-lhe o
advogado M. F. da F., assevcrando-lhe alm dis-
to que eslava cumprindo seu dever como advo-
gado, e le elle Dr. Jacintho de.Mendonca nao
poda fallar, nos seguimos termose demais o
Sr. Dr. aqui nao pode fallar.
O Dr. Jacintho de Mendonca esqueci lo da
araisade quo prjfessava ao advogado Manoel Fi-
lippe da Fonseca, em ve/, de observar-lhe que a
resposta era pesada, julgando-se (crido cm sua
posicao, formalisou-se e dirigi com acrimonia
alguma? expresses mais fortes ao advogado Ma-
noel Filippe di Fonseca, que com prudencia ob-
servou-lhe sua njuslica, afiirinando-lhe que nao
tivera lotenco de feri-lo, pois que era seu amigo,
c que se assim pensasse, como seu amigo reti-
rara a exprsalo, e nao sendo attendido pelo Dr.
Jacintho de Mondones, foi (oreado pelas circums-
lancias a repellircom a mesma acrimonia o
cora toda a dignidade aquellas expresses mais
(orles, sem comtudo ofTeoder ao Dr. Jacintho de
Mendonca, nem usar de expresses improprias
Estando lodos resol vid os a so retiraren), dan-
do os trabalhas por concluidos n'aquellc dia,
quando tambera j se achavam todos a cavallo,
o Dr. Jatintho le Mendonca isse para o advoga-
do Manoel Felippo da Fonceca son seu amigo
e seu compadre, a paixo sesou-me, retiro as
expresses que o podessem ofTender, e em ace
leste procedimento do Dr. Jacintho de Mendon-
ca, o advogado Manoel Felippo da Fonceca ac-
cciioi a expluaco por elle dada, conlinuando
os trabalhos no inosmo dia, os [uaes lermina-
ram ous dias depois por urna accommodaco
entre as partes, sem que raais cousa alguma'se
dsse, e esqupcidos lodos do que so baria passa-
do entre amigos cm um momento do paixo,
Eis a verdade, esperamos ser contestado.
Porto-Calvo. 4 de marco de 18G0.
una
um
u ma




um

Lenha em aclias grandes .
dem idem pequeas. .
dem t ni toros......
Madeiras cedro laboas de forro.
Louro pranchoes de 2 custados
Cesfadinho. ...*...
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranclfoes de dous
custados.......
dem idera cnstadinho de dito
Idera taboas de costado de 35
a iO p. de c. c 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
Idi'in idem de forro .' .
dem idem soalho de dito .
Idera em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
dilas........
Mel. ... |.....
Milho.........
Pedias de amolar. ....
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em mullios ....
Sabo.........
Salsa parrilha .....
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (raeio) .
Tapioca........arrba
Unhas de boi...... cen o
Vinagre........pipe
500
6U
240
610
^0
720
8$700
7J400
G500
2J100
3g000
3|500
4S600
2-;SC0
900
2$560
7$000
4S0OO
7$000
4$500
5S000
9S600
7$000
2$5fi0
OJOOO
isgooo
2|300
IfOOO
3$0C0
5g000
53000 i
285
400
17.3
300
ogooo
500
400
isooo
8JJ200
ijeoo
300
1$'600
3000
2JJ5680
7$000
"9 tu P(\t adininislraco do correio desla cidade
9$000 se faz publico a quem interessar possa, o ortigo
10 das instrucQes que pelo ministerio do impe-
peno foram Iransmillidaa directora geral dos
correios com o aviso de 10 de dezrmbro do an-
uo passado, cuja rigorosa execncao derer ler lu-
gar do 1." de julho do correnle anno cm diante :
Art. 10. As carias seguras deveio, alm dos
mais requisitos exigidos pelo regulamenlo, ser
fechadas com lacre de urna s cor, era dous ou
mais lugares visiveis, e os fechos sellados com
sinete particular do uso do segurador, lomndo-
se qoaesquer oulras cautelas que a experiencia
for indicando como necessariasj c forem ordena-
das pelo direlor peral. Correio de Pernambuco,
\1 de marco de 1800.O administrador, Domin-
go* dos Paseos Miranda.
Pela conladoria
capital e os novos e velhos direitos pela uppro-
vaco deseos estatutos, faz Iranscrcver o art. 9
inico do decreto n^ 2490 de 30 de setembr
do anno prximo passado quo sujeita s penas
do ai* 87 do regulamenlo do 10 de julho do
1850 aos emprogados e autoridades aministrali-
ras ou judiciarias que do qualquer medo reco-
nhecerem a existencia das sobreditas cerapa-
nhias.
Artigo 9. Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymasou companhias que enlrarem em
operacoes ou estiverem unecionando conlra o
disposto nos arls. 295 e 296 do cod.go comraercial
e por consequenca sem pagamento do sello do
seu capital, esto sujeiles a disposico do art. 31
do regulamenlo de 10 de julho de" ls50, alero
das mais tenas em que incorrerem, na confor-
raidade da legisWo jm vigor.
nico. Aos emprogados e autoridades ad-
ministrativas ou judiciarias que aceitaren), at-
tenderera, deferirem ou admiilirem reelamacoes.
requerimenlos, representaces, occes, lituios e
documentos de inabiner nutureza, aprcsenlados
em norae de companhias e sociedades anonymas,
suas caixas filiaos e agencias em laescircumstan-
clas ou de suas administraees ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia learo exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamenlo de 10
de julho do 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de (evereiro de
1860.=M A cmara municipal desla cidade (az pu-
blico para conhecimenlo de quem interessar que,
o prazo de 18 niezes marrado pora os proprieia-
rios de terrenos por edificar, mu a-Ios, segundo
o disposlo nas posturas de 10 de novembro de
855, se finda no da 2 de raaio prximo vin-
douro.
_ Paco da cmara municipal do Recife, cm ses-
so ordinaria de 13 de margo de 1810. Joaquim
Lucio Monleiro da Franca, pro-presidente.Ma-
noel Ferreira Accioly, secretario.
Tribunal lo commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se (az publico, que nesta dala (oram
inscriptos no competente livro do raalricu-la os
seguimos Srs. : Aureliano Augusto de Oliveira,
cidado Brasileiro, de i8 anuos de idsde, domi-
ciliado nesta cidade do Recife, commerciante do
fazendas a grosso a rctalho.
Marlinho de Oliveira Borges, tambem Brasi-
leiro. com 23 anuos de idade, commerciante
em fazendas.
Antonio de Souza e S, Portiiguez, de 31 an-
nos, commerciante le fazendas o miudezas a
grosso e a retalho, tambem domiciliado nesta
cidade.
Secretaria, 19 de margo de 18G0. Diname-
r ico Augusto do Reg Rangel, oficul maior inte-
rino.
Tribunal lo Coiniiicrci.
Por esla secretaria se faz constar que na data
selmo Francisco l'iretti.
E mais se nao coiilinln em dita sentenca aqu
transcripta, e pora cumplimento da mesma con-
voco todos os credores prsenles dos fallidos,
para romparecerem na sala das audiencias no
lia 22 do correte mez, pelas 10 horas da ma-
nha, olim de se proceder nomeaco de depo-
sitario ou depositarios, que ho do receber c
administrar provisoriamente a caso fallida, cita-
do Vicente Ferreira dos Sanios Caminha, ausen-
te, membro da dita firma fallida para os termos
da referida fallencia.
E para que chegue 00 conhecimen'o de lodos,
maiidei passar edil-es que sero publicado pela
imprensa e afllxados nos lugares designados nos
mencionados artigos 129 do reg. n. 788, e 812
do cod. cora.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 1G
de marco de 1860, Irisegimo nono da indepen-
dencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Mora Rodrigues do Nascimcnto,
escrivo a subscrevi.
Anselmo FmnrUco Piretti.
Mi
Ueciaraeoes.



7S'U0
6$000'
3i)00
:;:,,-100
2JJ500
1S600
125000
3g000
10;OOO
6SOO0
85000
2g500
4g000
2$20
1G00
2!$000
1 !000
455 00
1G300C
5g000
osooo
par 10$000
^
Praca do Recife 19 de marco de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cutai^es ofiiciaes.
Assucar mascavado Canal2*500 por arroba.
George PatchellPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfanile;
Rendimento do da 1 a-17.
dem do dia 19. .
;a.
223.4373340
12.-6639320

caada
alqueire
una


ura
libra
arroba

urna
30$000
280
23500
800
9g000
1-5120
200
120
25,3000
10$000
3g200
3;!00
J3C0
5O5OOO
tre \islo Vieira Coelho, Manoel Azevedo de An-
drade c Antonio de Souza Reg, Porlugueze?,
sobre o loja de fazendos sita na ra do Crespo
n. 14, debaixo da mesnia firma de Xisto, Vieira,
Coelho ti C, por lempo de um anno, e com o ca-
p tal de 120:0005 existentes em fazendos. divi-
das, armaco e uteneilos, competindo esclusiva-
mente ao socio Xisto o uso da firma social.
Secretoria do tribunal do commercio de Per-
nomliuco, 19 de morco de lbGO.I). A. do Reg
Rangel, ollicial-maior interino.
N0V0dBANC0
PERNAMBUCO.
O Banco paga o quarlo dividendo na razo du
109400 por arcan.
Conselho si3l:ninistratvo
O conselho administrativo, para fornecimenl
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jeclos soguinles :
Para o meto latallio do Yiauliij.
Cordes para cornetas de sopro 9.
Para procimento dos armazens do almoxa-
r i fado do arsenal de gutrra.
Arcos de ierro de 1 1,2 pollegada, arrobas 10,
dito de diio lo 1 pollegada, arrobas 20.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle
as suas propostas era carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 21
do correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
paro forneciraento do arsenal de guerra, 19 de
marco de 1SG0.liento ios Lamcnlm Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vocal secretorio inleftno.
Correio geral.
L Rclacodas corlas seguras, vindas do sul pelo
vapor Oyapock, e das existentes na adminis-
trooo do correio, prra os senhores abaixo de-
clarados :
Antonio Joaquim dos Passos.
da cmara municipal do
Recife se faz publico que no fira do correnle me/!'V".("""J<'n.ll''jn'(
se termina o prazo pora o pagamento, sem mu- ,os,. ,!11 C-
la, do imposto municipal sobre eslabelecimen- (
tos.O contador, Joaquim Tavarss Rodovalho
Conselho le eomoras navaes.
Tendo-sc de promover a ocquisico do mate*
riel abaixo declarado, bem como d? conlratar-se
o forneciraento de viveros e de oulros objeclos,
por lempo de tres tr.ezos a contar do 1. de abril
ao ultimo dejunho, pora o consumo dos navios
da armada, e estabelecimentos de marinha ;
manila o conselho do compras navaes fazer pu-
blico, que trotar dessa ocquisico na sesso de
20 do correnle mez, e do contrato na de 21
lambem do correnle, vista de propostas a pre-
sentadas al (s 11 boros da manha, e sob as
clausulas ou condiedes do esiylo, sondo que os m Jos Mario
Claudino de ollanda Cavalcanli.
Francisco Telles de Carvalho Menezcs VttSCOa-
cellos.
Ilenrique Jos da Cunha.
Jos Anlono Pinto.
.los Marciano de Campos.'.
Jos los Santos Nones Lima.
> l.ourenco Luiz das Neves. *
Manoel Alves Ferreira.
Manuel l'uoriue de Moco lo'I.ima.
Manoel Joaquim de Oliveira.
.Manuel Vicente de Oliveira.
Oclaviano de Souza Franca.
Quneos de Oliveira.
Vicente Ferreira Gomes.
2ATRO
Movimento do porto.
236.100S6GO
llfovimonto da alfandega
Volumes entrados com fazendas 209
com gneros 539
Volumes sahidos cora fazendos
com gneros
------748
157
25
------182
Descarregam hoje 20 de marco.
Brigue inglezAdclaidemercadoria's.
Brigue ngiezLimesferroecarvo.
Eecuna inglezaMary Blochmercadorias.
Barca inglezaCeliabacalho.
Brigue nacionalEncantadordiversos gneros.
Barca americanaBrasileiraarroz e banha.
Consulado geral
Rendimento do da 1 a 17.
dem do dia 19.
ce Q. MI a. os 5 3 Horas.
V V 3 c ce Atmospkera.
* * Vi Direccao. < Z H O
* w S3 Intensidade.
i 00 ce 1->-* c b * Centgrado. -i 5= O
l-S l>sl 00 co l) -* b Reaumur.
co 0 r!. | Fnhrenheit s
0 -1 tu ^1 C.1 0 ^1 '1 a Ilygromelro.
-0 cu 1 cu CK ss cu = ?=3 co Barmetro l
-1
w
r-
C
r
I
A noite clara com alguns ncvoeiros, vento SE
veio para o terral e assim amanheceu.
OSCILI.AC.AO DA MAR.
Baixamar as 8 h 6 da manha, altura 2.0 p
Preamar as 2 h 18' da tarde, altura 6.8 p.
Observatorio do arsenal de marinha 19 de mar-
co de 1860. Viegas Jijmor.
Navios entrados no dia 18.
Ro-Grande do Norte, lancha brasileira Feliz das
Ondas, capilao Torquato Jos do Nascimenlo,
carga differenles gneros.
Rio de Janeiro, hiate brasileiro Artista capito
Joaquim Jos Alves dos Neves, carga assucar
Rio da Prnla, brigue hamburguez Capibaribe,
capilao I. P. Laescn, carga assucar.
45.-819S908 Rio de Janeiro, brigue brasileiro Laura, capito
3:775?815
49 6258723
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 17. 7:042$821
dem do dia 19....... 313J50
7:356325
Joo Olores de'Amores, carga assucar.
Varios entrados 110 dia 19.
Macelo e portos intermedios, 42 horas vapor bra-
silero Persinunga, commandante Manuel Joa-
quina Lobato.
Londres por S. Vicente. 70 dias do primeiro
porto.14 do segundo, vapor brasileiro Mau,
de 74 toneladas, capita!) C. Irwin, equip. 14,
ea lastro ; ordem.
pretendemos ao contrato devero achar-so acom-
panhados dos fiadores pora, concluido que seja,
assignarera de prompto o respectivo termo
Aquisico dos o'jjcelos do material.
ICO medidas azeile de peixe, 1 cabu de couro,
25 calcas le panno azul paro imperaes mari-
nheiros, lu) camisas do brm, 110 calcas dedilo,
100 cobertores de loa, 21 fardos de panno azul
para oprendizes marinheiros, 20 urrobo.sj*roxa do
Ro Grande, 100 lencos de seda prela, T2 lauter-
nas de patente, 2 arrobas pregos de ferro de 4
pullegados pora costado,60 arrobos ditos de cobre
de 4, 5 e 6 pollegodas, 100 | cadernos popel de
Hollanda. 24 pares de sapatos, 3 arrobas sebo
em pao, 20 arrobas zinco era barra.
Fornecimcnlo dos vveres e outros objeclos.
Arroz do Maronho, aguarden lo bronca de 2o
graos, assucar bronco grosso, azeile doce de Lis-
boa, bolacha, bacalho, Caf, congica, carnauba,
carne verde, dita secca, (arinha de mandioca,
feijo, manteiga, malte, pao, estearina, toucinho
de Lisboa, vinagre idem.
Todos os objeclos da melhor qualdade.
Sola do conselho de compras navaes, em 12
de morco de 1860.- O secrclario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
Conselho admini.slraivo.
O conselho administrativo, para fornecimentc
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguintes:
Para provimento dos armazens do almoxari-
fado do arsenal de guerra.
40 ineios de sola garroiiada.
Para o mcio batalho de caradores da Parahiba
do norte.
Papel olmaco, resma 6: canelas 2 ; Unta prela
para eserever, garrafas 6 ; rolleceoo de cortos
para principiantes, exemplares 20 ; toboadas,
exemplares 20 ; grammilicos portuguezas por
Monte-verde, ultima edico C: compendios de
arthmlicas por Avila, exemplares 6; paulas 6;
traslados de escripia, exemplares 20.
Quem quizer vender toes objeclos aprsente
as suas propostas era carta fechada na secretoria
do conselho s 10 horas da manha do dia*21 do
correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecirnento do arsenal de guerra, 14 de
margo do 1860. Bento Jos Lamcnha Lins,
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo coronel vogal secretario interino.
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas, era cuniprimeiilo da circular n. 6 do mi-
nisterio da fazenda de.dezdc Janeiro prximo
finito e da portara n. 76 da thosouraria lo 16 do
correnta, tendo mandado intimar no dia 21 s
companhias c sociedades que ten) sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encorporadas com
sua aulorisnco, e que nao linham pagos novos
e velhos direitos pela approvaco de seus estatu-
ios e o sello do seu capital nos prazos legaes pa-
ra que entrossera com sua importancia e revali-
dsco para a mesnia recebedoria, as qnaes socie-
dades e companhias conslam le urna reloco as-
signada pelo oflicial maior interino da secretaria
da mesma thesouraria c sao ; companhia de se
guros martimos utilidade publica, idem da es-
trada de ferro de Pernambuco, idera pernambu- O bem conhecido patacho nacional Amozo-
enna de navogarao cosleira, dem de seguros nas II pretende seguir com muita brevidade,
martimos iitdemnisadora, idem de colonisaco j lem dou3 tercos do seu carregamento abordo:
era Pornambuco, Alagoas e Parahiba, das quaes '-pora o resto que Ihe falta, tsata-se com os seus
som.cn.te as duas de seguro martimo menciona- j consignatarios Azevedo & Mcndcs, no seu escrip-
ias mostraran! haver pago o sello ao sea tuado 1 torio ra da Cruz n. 1.
Giuxar: ESPECTCULO
em m:\T.Ficiu do actor
ANTONIO JOS DUARTE COHIBRA.
QUARTA-FEIRA 21 DE MARCO DE 1860.
Subir sceno pela primeira vez neste llieatro
o comedia cm 3 actos, composico do Sr. Alfredo
"""illlGIIM JtnUhHI
PELAS APPAEiiCAS.
PERSOK&GENS.
I Dr. Candido de Andrade......
Mrquez lo Logo..............
Jorge Portolcgre...............
; Duque de S. Marcos............
Eugenio de Menccea............
[ Augusto de ('.ostro..............
Anbal da Silva.................
: Tabellio........................
' I), liara de S. Marcos..........
t D. Luiza........................
! Carlota........................
Fidalgos e covolleiros.
A aceo tem lugar em Lisboa
Rematar o espectculo, cora
comedia ornado de msica :
A S0NA1NIU SEM 0 SER.
O ador Coirabra pede ao publico sua valiosa
prolecco.
Os brdeles esto, desde j, venda no escrip-
torio do thealro.
Comecar s 8 horas.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende sahir no dia 23 do corrento a barca
Recife, recebe alguma carga muida e passagei-
ros. para os quaes tem acetados commodos : a
tratar <:m Manuel Francisco da Silva Carr^o,
ra do Vigario u. 17, primeiro andar. *
Para a Baliia.
ACTOHF.S.
Coirabra.
Raymundo.
Vicente.
Carvalho.
Lisboa.
Rosendo.
Lesea.
Skiner.
I). Isabel.
D. Maria Luiza.
. Julia.
na actalidade
a muito linda
trauTiLADa]


il
DIARIO DE PERNAMBCO. TEB^A FE1RA 30 DE MARCO DE 4860.
Para o Porto.
O veleiro e bem conhecido brigue porluguez
Harmona pretende seguir com muila brevida-
do, tm parle de seu c rregamenlo proropto : pa-
ra o rosto que lite Jalla e passageiros, para os
luaes lera aceados eommodos, Irala-se cora os
seus consignatarios Azevedo & Mendes, no seu
cscriplono ra da Cruz n. 1, ou com o capitao
Anndelo Fernandcsdos lteis, na praca do cra-
me rcio.
Para Lisboa.
O patacho porluguez Jareo*, novo e muito
veleiro, dover seguir com brevidade ; quein no
niesmo quizer carregar, cntenda-se com Jos
dos Santos Pereira Jardira, cu com o couitoo do
lovjo Jjs Marques Coelho Sobrinlio.
C01PAMIU BMSLIE1RA
DE
MPSTES ATO.
O vapor Tocanlins, commandanle o primeiro
lente P. II. Uuarle, espera-se dos portos do
norte cm seguimcnlo aos do sul at o da 20
do trrenle mcz.
O vapor Cruzeiro do Sul, commandnntc o
capilo de mar e guerra Gervazio Mancebo, es-
pera-se dos porlos do norte cm seguinicnlo aos
do sul al o din 2 do marco.
CEAR- E ACARAC".
S gue com muila brevilade o biate Borri A-
migu, recebe caiga e passageiros : a tratar com
Caelano Cyriaco daC. M., nolado JoCorpo Sanio
numero 25.
Para o Porto
O veleiro e bem conhecido brigue porluguez
\onia, pretendeSeguir com muila brevida-
de, tem liarte do seu corregamento prompto:
para o resto que I he folla Irata-sc com os con-
signatarios Azercdo & Mondes, no seu escriptorio
la Cruz n. 1, ou rom o capilao Arnald Fer-
nandesdos lteis, na praca
Vende-se urna barcaca de 38 caitas, bem
truida: a tratar na praca do Corpo Sanio
uuuicro 17.
Porto.
A bem conhecida barca portugueza Sympa-
, por sua eicellcnle marclia c conslrucco,
-se proposta a lomar carga e passageiros,
, c se destiera cidade do Porto, par onde'
lem de seguir brevemente : os pretcndenles, de
ama ou outra cousa.cntcndam-so com osconsig-
Brios, ra da Cadeia do Hecife o. 12.
Para o Araraty
-les dias o biale Sorgipa'no. ; para o
da carga e passageiros, trata-so na ra do
> gario o. 5.
Impetador n. 15, ?s 10 hura eui pon-
to, de cavallos, carneiros, novilhas e 3
canoas de carregar capim.
GRANDE E VARIADO
LEILAO
DE
Gneros de estiva.
PARA LIQUIDACA.
Terca-feira 20 do cor-
rente.
3. Pracgcr & C. faro Icao por n-
tervenrao do ggente Boija, cm seu ar-
mazetn na ra do Apollo n. 13, de
amitos de seus superiores gneros de
estiva como sejam : vinlios de todas as
qualidades em barris e dixas, sendo do
Porto, Madeira, xerez, bordeaux, cham-
pagne etc., licores, cognac, cerneja de
todas as qualidades e marcas, genebra,
batatas, velas, biscoutos, queijos, c ou-
tros muitos gneros de muito superior
cjualidade, que animarao aos seus fie-
gue7.es a compra-los.
Principiara' as 10 horas em ponto,
Consulado de Franca.
-3
O
2!
P1
S3
c
a
n
--
a
s-
53
en
S*
o
S3
os
5
ARMAZEMPROGRESSO
DE
'-ftai'sodaPen
CZ5
Mantoiga per te', lamen te flor a 8C0 rs. a libra e em barril se far mais algum abalimenlo.
Queijos muito hoyos
lg700 rs. e cm caixa so tar mais algum abalimenlo nicamente no armazera Trogrcsso.
\mcixas francezas
i pTogresse0 flha eanipotciras de vidro a 90 rs-. Carlocs A \)olin\vos
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porcSo se far algum abalimenlo s no Progresso.
Figos Ae coma A ve
um "ret'commoilo!61110"'0 CnfC'adas e proPrias P*ra n'i,nos s Progresso e com vista se far
l^atas Ae soAa
cora 2 1|2 libras de difierenles qualidades a 1600 rs., nicamente no armazcm Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazcm Progresso.
Yinlios engarrota Aos
Porto. Madeira, Xeroz, Muscatel, Feitoria, Bordeaux. e oulros muitos mais e com a vista se fai o
pre.-o commodo, conforme a qualidade sno Progresso.
\An\ios cm pina *
Porto. Lisboa, Figucira e Pratos de 800 a 640 rs. a garrafa cm porfo se far algum abalimenlo
vende-se (nicamente allendendo a qualidade) no armazcm Progresso.
llolaeninlia ingleza
muito nova a 320 rs. a libra ejbarrica 4g. nicamente no Progresso.
Potes viAraAos
iucr liquido de 400 a 1^200 rs. cada um, se
Caetano finio de Veras faz scienle a quem
nlercssar que est em exercicio da vara dejuiz
de paz do i" anuo, do primeiro distado da fre-
guesa doSS. Sacramento de Santo Antonio des-
la cidade, para que foi eleilo e que despacha na
casa de sua residencia ra do S. Francisco n. 8,
e em qualquer parte que for encontrado.; c que de t o 8 libras proprias para manteiga ou outro qua
d audiencia as tercas e si-xlas-feiras as 4 1(2 I I'rogresso
horas da tarde como ja tcm annunciado, na casa
publica das audiencias. Recife 29 do feverciro
de 1860.
RE\L MPAMIIA
ioglo-Loso-Brasileira.
O vapor Yortugal, espera-se da Europa de 19
nenie em diante e segu no mesmo dia
tos do sul, para pasaagcns irala-se
rom os agentes Tasso Irmos.
ierra-feira 20 do corrente.
PELO GEME
Requissimas mobilias de Ja-
caranda e mogno, camas de
ferro, carros, .cabriolel, ca-
vallos, pianos, quadros de
variado gostoetc., etc.
Honrado com a conlianra e benvola
( DsideracSo do Sr. Schammeteau eme
se retirou para Europa no prximo pa-
quete o referido agente lata' leilo no
mencionado dia pelas 11 horas da ma-
nhaa na casa que foi de residencia
d'aquelle senhor no Chacn.
DE
['.na rica e elegante mobilia de Jacaran-
da' com tamposde marmore a Luiz
XV obra muito bern acubada.
Urca dita damesma madeira sem pedra,
mas de apurado gosto.
riadas madeiras e modelos.
Urna rica secretaria de risco admiravel.
Cimas francesas de mogno para casa-
dos, ditas de ferro para casados e
Iteiros.
: lissimos aparadores para sala de
jantar.
Tres excellentes pianoi dos autores mais
icredilados.
i dstica para jantar.
Finisimos quadros com encantadoras
vistas e ptimas moldura?,
l'm perfeitissimocarro americano de h
rodas com arreios para um e dous
Cavallos.
l'm commodo e elegante cabriolct com
arreios.
Dous cavallos para carro.
L'm dito para passeio de senhora.
E muitos outros objectos que sei ao
descriptot em catalogo e distribuidos
com antecipocao.
llavera'mnibus para os concurren-
tos meia liora antes da annunciada pa-
ra o leilao, postado na estrada da rua
do Crespo.
Lanche e refrescos para os compra-
dores.
A requerimonto dos Sis. Cals limaos
negociantes desta cidade e autorisacao
do Sr. cnsul de Franca, o agente Hvp-
polito da Silva vender' em leilao pu-
blico na chancelaria do consulado de
franca, 50 accoes da Companhia Per-
nambucant de vapor costeiro, perten-
cente amassa fallida de Fremont & Las-
ne, a dita venda lera' lugar quarta-
feira 21 do corrente em presenca do
mesmo Sr. cnsul de Franca as 11
horas da manhaa em ponto,a dinheiro,
e por corita do li(|uidatario da massa
(adida de Fremont & Lasne.
ffff I
mlum
l)L
Movis, ouro, [o escravos per
tencentes ao casal do ua-
do Luiz Antonio Vi eir, bem
como da armacao, fazendas
c ulencilios da loja de cha-
peos da rua da Cadeia do
Recife numero -40, que lora
d'aquelle finado. .
Quarta-feira 21 do crvente.
O agenle Burja autorisado pelo lllm. Sr. I)r.
jniz deorphos p a requerimonto do I). Senlio-
rioha Francisca Vieira, invenlariantc dos bens
deixadospor Antonio Luiz Vieira e lulora dos
orpIlTiosseus QlllOS, far leilao no dia cima de-
signado, dos movis, uuro u escravos que per-
lenceram do dito soohor, assim como da arma-
(d, fazendas e mais objectos de sua mu surtida
Injn do rli.-ij-ipnc n.i rua da Cadeia du Rcciftf.
Os licitantes podero examinar os referidos ob-
jerlos e-dirigir-se a mencionada loja, onde sera
effecluado o leilao s 10 horas cm ponto do su-
pradito dia.
Consulado de'Franca.
muito fino de Iga 1^500 ocaixao, s no Trogresso.
Cliocoiale vancez
1S a libra assim como vendem-se os seguinlesgneros ludo reccnleraente chegado e de snperio-
/ae volta de sua Viagem instructl-^ [p? 1u 's- t:_ ~ .? .- n#3 : Dncaiitp rte I ili,.i >-1 -. ,i.. i,,r,.ii.. **. <,<.^ n,u r...~>.._____i.i.
estiva a liuropa continua no ex
J^cicio de sua proissao medica.
Da' consultas em seu escripto-?"
rio, no bairro do Recife, rua dagg
Gra n- 53, todos os dias, menor r
^ nos domingos, desde as'C horas
t as 10 da manhaa,
V seguintcs pontos :
sua via^uut liisirilCll- Vjsj l ....... K,cauulua iou 13. a iiura, cuuuira
na continua no e'xer- !?f ae.Lisboa. nia,-'a de tomate, pera secca. pasas, fructas em calda, amendoas" no/esi"frascos
1 ,. eXei ^ com amendoas cobertas, confeitos. paslilhas de varias qualidades. vinagro branco llordoaux pronrio
para conservas, cbarutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades om-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cerveias^le ditas,
spemacote baralo, licores francezes muito linos, marrasquino de zara, azoile doce purificado azei
lonas mullo novas, banba de porco refinado c outros muito gneros que enconlrarao tendente t
motilados,por sso prometem os propietarios veoderem por muiio menos do que uulro qualquer
promelem mais tambem servirem aquellas pessoas que ma'ndarem por ouiras pouco pralicas como
se viessem pessoalmcnte ; rogam lambem a todos os sonhores de engenlio e senliores lavradores
quciram mandar suas encommendas no armazcm Progresso que so Ibes alllanca a boa qualidade c
o acoridkionaniento.
YerdaAeVra goma Ac mata vana
a 00 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
licha los para denles a 209 rs. o maco cim 20 maciuhos, s no Progresso.
Sob
re os
t*. Molestias de olhos ;
I*. Molestias de coraco e dei
fieito ; f\
3*. Molestias dos orgaos da gera-A;
cao, e do anus ; ^y
-'. Praticara' toda e qualquei ?v
operacao quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dos^K
seus docntes. *
O exame das pessoas que o con- &
eSsultarem sera' fetto inaistincta-
mente, na ordem de suas en-
Stradas; fazendoexcepcaoosdoen- ^g
B tes de olhos, ou aquellos que por^
^ raotivojustoobtiverein hora mar-
liro.

picada para este 1
ilk& A applic.icao de alguns medica y
montos indispensaveis em varios ~C
** casos, como o do sulfato de a tro-^e
}<^pina etc.) sera' feito,ou concedido i\l .
|gratuitamente. A confianca queM fSeUefie -mimm& ^SIS
nellcs deposita, a presteza de sua r
accao, e a necessidade prompt!'. r
yv de seu empreo; e tudo quanto o
Aianca-se a qua-
lidade.
Vende-se crvilha a 160 rs., painco a 100 rs. a
libra, millio a -I36OO o sacco : por baixo do so-
j I brado n. 10, com o oilo para & rua da I'loren-
lina.
Vende-se um negro com algiimas habili-
dades : na rua nova do Santa Rila serrana n. 2i.
mmm&a &$mm$m mm^z*
3b Vende-se um bom engenlio na fregu- 32
^; zia do Pao d'Alho, tendo Ierras para mais **
^ dous ongenhos as quaes tambem se ven- |g
dom cm separado : quem pretender airU |J
^ ja-so ao Sr. Joaqun) Marques Santiago
-i9g na '"'' i|n 15ru"1 Jcsla cidade, primeira ^
casa dopois do chafar.
Attenco.
*
Coinprara-se algumas casas terreas, endo bem
construidas, o por precos razoaveis : trala-sc na
rua da Cruz n. 2.
Miguel Carroll vai ao Bio de Janeiro. .
Aluga se um prcto para o servi.o interno
ou externo de una casa de familia ou de hornera
solleiro, sendo o dito escravo bom eozinheiro :
na rua do Crespo, loja n. 10.
demove em beneficio de seus
tfidoentes.
Na hvraria n. G e 8 da braca
falh.r
ao
A requerimento de Mello Lobo & C.
e por onlem do Sr. cnsul de Franca e
autorisacao do Sr. inspector da alfan-!
dega, e por conta e ritoo de quem per-
tencer, o agenle Uynolito da Silva, veh-
dera'na porta da alfandega 2 caixas
marca M.L.&C, n. 1220 e 1221 ava-
dadas abordo do navio francez VOv
cident. capitao Hantbos, "ontendo 10."
grosas e duzias de pallitos de fogo:
terca eia, 20 do corrente as 11 horas!
em ponto.
fndepenecia, preciza-se
Joao da Costa Maravilha.
Seguro contra Fogo |
S
VTegc(o-:ieparati\as-Pau- i
listanas.
PLANTAS ERA1ZE3 MEDICINAESBRASILEIRAS
DO OESCOBRIDOR
Carlos Pedro Dicliecoin.
Estas Pillas Paulistanas, ja lo conhecdas e
15o afamadas em todos os lugares desto imperio
pelas maravilhosas curas oblidas com sen uso,
sao as proras evidentes e inconleslaveis de suas
iccoes e inlluenrias que operam ein lodos os ca-
sos do enfcrinidaJes. As ditas pilulas sao as me-
lhores quo al agora se descobriram, pelo moli-
vo que ellas sao nicamente composlas do puros
vegelaes. recolhidos nos campos e mallos da pro-
O Senhor...... vonha entregar na rua da Ca-
deia do Recife n. 8, a carta que tirou do correio
dirigida a Manuel Adalberto Corroa Menczes,
viuda pelo vapor .Mill'ur Haven, conlendo tres
meios bilhetes do Rio, do contrario usan i dos
meios que a lei faculta em taes casos, porque ha
I pessoas que eslavam presentes na occasiao em
que o senhor a caria tirou, que alias nao ihe
ponencia, e que esl.io promptos a depr em jui-
zo : dous di3s .somonte esperarei.
Scicntifica-se a quem interessar possa, que
a casa n. h, sila na rua Direita dosta cidade, o
ue foi annunciada venda polo Diario de Per-
ambuco do \ sim como lodos os mais bous deixados por I).
Josepba Mana da Paixao, s dividas activas do
seu casal, sendo que vo-se j propr as respec-
tivas acedes : quem a compiar, litar obrigado
pela soluco dessas dividas.
Na estrada nova de Olinda, o conservador
di estrada lem lirado trra do lado da estrada, o
jeito escavanos em prejuizo dos donos, que i
fez reclamar tal abuso, pelo que protestou ir lia-
ver csses prejuizosde quem dirciio tiver, nao ra-
leado qualquer recibo de torra para tal ulna do
principio da estrada que nao soja assignado pelos
herdeirosde Manoel Luiz da Veiga.
: Vende-se una casa torrea com pequeo
Bos ugidos.
esappiroceram em a noito de 18 do corrente,
da casa do Hospicio, que foi propridade do fi-
nado Arcenio Fortunato da Silva, dous bois man-
sos. 11 m dos quaes lem a cor castsnha, e o outro-
mesclada, o cerradas as ponas dos chifres :
quem delles tiver noticia ou os apprehender. le-
vc-os a mesma casa, que ser gcnerosamenlo re-
compensado.
Precisa-se alugar urna ama livre qu escra-
va pai o servico de urna casa de pouca familia :
I na rua do Trompe, sitio n 2.
Dcscio Cielo Guedcs Ico agradece cordia-
menle a lodos os seus amigos que acompanha-
iam o cadver de seu primo, francisco de uli-
\eira Guedcs. ao cemiterio ; e entao rosa-Mies
de novo o obsequio de assislirem a urna missa
que DO da 21 lem de ser celebrada na matriz da
Boa-\ista. as 7 huras da manhaa, pelo desconso
de sua alma.
Pede-se ao Sr. Manoel Marques da Costa
Soarcs que appareca na rua da Gloria n. 17, era
casa de Dionizio Caralcanli Ferreira, para Iralar
de um negocio de sua incumbencia.
Precisa-sc de um caixeiro que d Ganea a
sua conducta : na rua da Senzala Nova, nadara
numero 30.
C. Slarr, subdito biilanico, faz viagem para
fura do imperio.
Antonio Mara da Silva rclira-sc da pro-
vincia.
= O secretario da irmandade de N. S. do Ter-
co convida a seus charos irmaos, para sexta-leira
23 do corrente s 3 horas da larde cm po-ito
comparecerem em nossa igreja, afim de em cor-
porarao acompanharmos a procissao do Senhor
lom Jess dos Passos, para que houve convite.
DELICIOSAS E I.NFALL1VEIS.
Paslilhas vegetaes de Kemp
coulra as lombrigas
approvadas pela Exm.a inspeceo de cstudo de
Habana e por muitas outras juncias de bv-
giene publica dos Csiados Luidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, a^ra-
davcis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallirel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnera sensacoes debilitantes.
Teslemunho expontaneo em abone das parti-
, H.as de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. purt Ryron
. 12 de abril de 1859.- Senhorcs. As paslilhas
; que \ mes. fazera, curaram meu filho ; o pobre
Irjpaz padeca de lombrigas, cxbalava um ebei-
I ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
[comicheo no nariz, tao magro se poz. ouc cu
1 tema perde-lo. Nestas circumstancias um risi-
: nho meu disse que as pasti[has de Kemp tnham
curado sua filha. Logo quesoube disso, com-
prei i vidros do paslilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Soude Vnics. seu amo agradecido.
ir. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprictarios I). Lanman o
Kemp, droguistas por atacado cm New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principos cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, rua Julion. 2.
I Pernambuco.no armazcm de drogas de J. Soum
& Compauhiu rua da Cruz n. 22
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PARR1IA
DE
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
171__________1. M
i
C;0
m

fi
Cavallos,, carneiros, no^
vilhas e 3 canoas de
carregar capim.
Quinta-feira 22 do'corrente.
O agente Borja autorisado pelo Sr.
capitn Leopoldo Augusto Ferreira, fa-
r' IcilSo em seu armazem na rua do
Avisos diversos.
Empreza do aceio
publico.
C. L. Cambrone, empresario da limpeza e as-
seio das casas dosta cidade, previne ao publico,
que em virtudo da autorisarao do Exm. presiden-
te da provincia, e de accordo cora a tilma, cma-
ra municipal, segundo as condioes do contrato
de 5 do selonibro de 1858, propOe-se dar inme-
diatamente comeeo a collocacao dos canos de
escoamento as ras do Crespo, praca da Inde-
pendencia, rua do Cabug, rua Nova e ras adja-
centcs, taes como as do Imperador, Queimado,
Cruzes, Rosario larga e traressas respectivas.
Em consequencia, o mesme emprezario, roga aos
senhorcs propiieiarios o moradores dos qnartoi-
rdea cima trocados, queiram dirigir-se ao cs-
eriptorio da administracao, na rua do Imperador
n. 7, primeiro andar, alim deescolberem os ap-
porelbos que quizerem collocar nos seus domici-
lios. E que visio o collocacao c asscntamenlo de
taes apparelbos exigem algum lempo, ello roga
anda aos mesmos sonhores, que nao se demorem
cm fazera dita escolha, afim de que nao haja
interrupcao, e sobre ludo repelico e perda de tra-
balbo m> scrvir.o, o que tornar este mais one-
roso aos que so demorem, e ltimamente difii-
culiar o transito publico, que o emprezario nao
desoja por modo algum embaiacar. Os Irabalhos
soriio coraegados inmediatamente pela rua do
Crespo, a partir do ireo de Sanrt) Antonio. O es-
cnptiirio da administracao conservar-se-ha aber-
lo lodos os dias uleis, das 9 horas da manhaa al
3 da tarde.
Quem tiver para vender urna bar-
caca em bom estado de lote de 250 a
500 saceos de assucar, queira apparecer
na rua do Trapiche a. 11, escriptono,
para tratar.
Casa em Olinda.
Arrenda-se urna boa casa com sitio
na rua do Cabral na cidade de Olinda,
com o fundo para a estrada do norte,
e do outro lado desta grande baixa para
capim: na Hvraria n. t e 8 da praca
da Independencia.
. Fardo a 58500.
Ru da Imperatriz, loja do becco dos Ferreiros
saceos grandes para acabar.
para
-se
* Tintas de oleo.
I Formas de ferro
purgar assucar.
g Estanho em barra.
1 Verniz copal.
Paltonha para marci-
neirt*.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
| Brimde vela: no arma-
zem de C.J. Astley & C.
vcBeroui*.Tiinr.]n ira ob jLucjitira>a&$
Attenco.
a ^ES?80? a, q".Pm for Presentada urna ordem
do lO. vinda da Babia, o assignada por Joao
Carnetro da Silva llego, tenha a bondade de nao
paga-la, cdingir-se a rua do Lirramonto, sobra-
do n. 8, ou annunciar o sua morada.
Fornecimento de papH
para imprimir.
Engenho.
Vende-se o engenho Santa I.uzia, sito ni g
reguezia de S. Lourenco da Malla, entre ^
os ongenhos Penodo de Baixo e I'enedo de
v;J Cima : trata-se no mesmo engenho ou no 3$
@ engenho Hussambiquc com l'olisbino de $v
S Carral ho R a pozo. @
Loja da boa f, na rua
da Imperatriz n. 74.
Vendem-se verdadeiras luvas de Jouvin muito
novas, brancas, pretas, tr de canoa, pora ho-
rnera e senhora, o 2gt00 o par, pelas do relroz
com palmas de vidrilho a IsCOO, ditas de soda
enfoitadas a 2U0, lisas a 1&280, ricos penlcs do
taataruga virados muito fortes a lOg, ditos sem
: seren virados a -J, ditos virados imitando lar-
| taruga a 1;600, ricos eufeiles do vidrilho prelos a
, 3j} e 4g, espartilhos de linho com carreteis a 63
: cada um, ricos leques imitando marlim a 2go00,
I ricos manguitos com camisinha c gollnha de
cambraia bordados o 65 o par, manguitos com
gollnha a 4j) e 5, comis com gollnha 9 33 e
3-5500, gollnha de bordado aberlo para menina e
senhora a 800 e 1^500, agulhas francezas com
fundo azul de n. 6 a 15, allinctes em caixinba de
cabeca chata, broncos e prelos, ticas franjas pro
tas com vidrilho, ditas sera vidrilho, pretas e de
cores, fila de seda, velludo, lucos, rendas, fran-
jas, loo, linho, galoes de cores e broncos, tesou-
ros, coniveles, facas, garfos e colheres de todas
as qualidades, spalos de marroquim e couro de
lustre para menino o senhora, ditos do Aracoty
! pora homem, c muitos mais objectos que se ven-
O propriclorio desle Diario tom efteclivamcnte > em por menos ll que cm outra qualquer parle,
sortmenlo de papel pora imprimir de difieren- bal,3.os bordados poro manguitos e calcinhas de
ifM> frtM.M. a1- -- I meninos.
ics lormotos, desde o mais pequeo aleo em que
so imprime o Diario ; e controla o fornecimento
regular da porreo que se quizer, dando-o nesla
ciaade ou era qualquer outra : os precos se rao
razoaveis, por quanto este popel importado em
direitura dos lugares em que elle se fabrica.
Durante a molestia do r. Aqui-
no, os doentes de sua clnica podem
dirigir-te aoSr. Dr. Ferreira, que esta'
encarregado de substitui-lo.
No dia 21 do corrente, depois do audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara
provedor de capellas. se ha de arrematar as ren-
daa dos sitios denominados Campo Grande, per-
tencentes azenda nacional.
Tem-se para alugar na rua Velha n. 105,
um dos mais perfeitos cozinheiros apto para os
servicos domsticos e exteriores, sendo muito
nlelligente e de um procedimenlp exemplar.
Carros fnebres.
No estabelecimento do paleo do Paraizo n. 10,
alera de outros bem arranjados carros fnebres',
ha um ricamente ornado d columnas e cpula, o
melhor neste genero, pava enterros de primeira
ordera : ahi se encarroa de todo o necessario
para qualquer enterr, a contento e economa
dosiuleressados.
Auioiiiu Mjiluis Uo Soaura Lomos, Fran-
cisca Valvina de Soabra Lemos e Clara
Leopoldina de Seabra Lemos, cordealmenlo
agradecem a lodos os Srs. maos da or-
dera terecira do Carmo que se dignaron)
acompanhar os restos mortaes de seu pre-
zado pai Francisco Martins de Lemos ao
ceniitcrio publico dosla cidade.
Attenco.
Tede-se ao Sr. Coimbra que tenha a bondade
de transferir o seu beneficio annunciado para
quarta-feira 21 do torrente, para sabbodo 24,
que muito lhe ogradecro os amigos dos
Camarotes.
Pedido.
Pede-se ao Sr. Coimbra, actual emprezario do
theatro de Santa-Isabel, que se digne transferir
o seu Beneficio de quarta-feira 21, para sabbado
24 do corrente, para melhor commodidade dos
amigos das=Cadeiras.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
vendem-sc lodos os objei-tos por haratissimos
precos, para liquidar, assim corno sejam :
Bicos de -oda e do linho de todas as larguras.
Franjas pretas cora vidrilho e sem ello.
Ditas de todos as cores e lindos padrdes.
Trancas pretas e brancas cora vidrilho.
Franjas de linho broncas e decoros. *
Ditas com beloto o sem ella para cortinado.
Ditas de lo do todas as cor-.
Galeszinhos proprios paro enfeitar roupoeszi-
nhos do meninos.
Fitas de seda do todas os larguras e lindos
gostos.
Eufeiles com vidrilho protos e do cores.
Pentesde tartaruga lisos o virados muito lindos
Dilos de massa lisos e virados.
Leques muito ricos uo madreperola c de outras
qualidades.
Filas do velludo lisas c abortas de (odas as
larguras.
Pontos do desembarazar de todas as qualidades
Chapoozinhos para horaens.
Gravatinhas decores para meninas.
Trancinhas do caracol de lia e de linho.
Roldes de todas as qualidades.
Denlos muito finos, armacao de ac.
Binculos muito linos.
Pontos de iravessa poro menina,
Sabonetos tinos o 9400 a duzia
Oleo de baboso verdadeiro para conservar o ca-
bello a 500 rs. o frasco ; assim como muito su-
periores perfumaras de todas as qualidades, que
visla do frognez se far lodo o negocio.
Remedio sera igual, sendo reconhecido. pelos
: mdicos, os mnis mmenles romo remedid nfal-
lirel para curar cscrophulas, cancros, rheumalis-
, rao enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
; dode geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
. midades resultantes do empreo de mercurio
ulceras e eiuproos que resultara do impureza d
, sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New \ ork, achara- se obrigados a prevenir o re<-
peilarel publico poro desconfiar de al"umas te-
nues miitacoos do Salsa Parrilha de Bristol que
: boje se rende neste imperio, declarando a lodos
que sao ellos os nicos proprielorios da receita
do Dr. Bnslol. lendo-lhe comprado no anuo do
loofj.
1 nenhuma mais ou pessoa alguma tem
diroito do fabricar a Salsa Parrilha de r.
porque o segrododasuo preporaeao acha-- -
mente em poder dos re fui dos La'nman & B
lora evitar eogauos wpreciaveis co-
Dinacoes de drogas perniciosas, as i^essoas que
quizerem comprar o rerdadeiro devora bem ob-
servar os seguintcs signaos sera os quaes quol-
quer oiilrapreparaco falsa :
I Io O envollorio*deora est gravado de um
lodo sob urna chapo de aeo, irozeudo ao p as
seguintcs patarras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. C9 Water Street.
New YovV.
2" O mesmo do oulro lado tem um rotulo em
popel azul iloro com o firmo e rubrica dos pro-
pietarios.
3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
nrentor C. C. ttrUtul em popel cor de rosa.
4o Que as oireces juntas a cada garrafa tem
nraa phenix seniolhante a que vai aciraa do pre-
sente annuucio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Baha, Germano & C, rua Juliao n. 2.
[Vrnombuco no armazem de drogas de i. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
Piano.
Vende-se um riquissimo piano o coro muilo
pouco uso, por menos de seu valor, a prazo ou o
dinheiro : no ru do Imperatriz n. S8, segundo
andar.
La para bordar.
Na loja d'aguia de ouro. rua do Cabug n. 1
B, rende-se la muilo pura para bordar ou para
toncas o 6j o libro.
Figos torrados.
No loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n 1 B,
vendem-se latinhas de folha muito lindas com 8
libras, do melhor figo torrado como ainda nao
lera viudo a este mercado.
Vende-so urna negrinha de 15 a 16 annos,
sabendo coser, cozinhar e engommar : no Man-
guinho, em frenle do sitio do Sr. Accioly.
Altenco.
o
Precisase alugar um preto, e sendo que o do-
no precise de lagume branco, pode dor-se por
coma dos alueueis do dito preto: na rua de Bor-
las numero 82.
l)-se 1:500$ sob hypolheca em alguma
casa sendo nesta cidade : quem quizer, falle no
praca da Independencia ns. 0 e 8, que I se dir",
quem d.
Vende-so um moleque de 18 annos, que
serve para criado e copeiro : na rua do Impera-
dor n. 16, tereciro endar,
Attenco.
Na padario da rua Direila n. 81, precsa-se com-
prar um cavallo muilo pequeo, proprio para
menino, ainda que nao seja bom andador.
NEW-YOttK.
O MEl.IIOR REMEDIO COMIECIDO
Contra constipaces, ictericia, affecces do figado,
febres biliosas, clicas, indigesles, et'xaguecas.
Hemorrlioidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupcGes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTIBO MHRO DO RUMOS.
75,000 caixas desle remedio cousommem-se an
nualmente I 1
Remedio da natureza.
Approrado pela faculdade de medicino, erc-
commendodo como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pilulas
pu-ameDte regetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
esto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardor-se do humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efflcaze
em sua operaoao, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e relhice.
Lea-se o folheto que acompanha cada caixa.pelo
qual se icara conhecendo as mullas curas milagro-
sas quetem effectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nora York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se renda em todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, rua Juliao n 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, rua da Cruz n. 22.


(MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEHU 20 DE MARCO DE 1860.
r
S
i
Curso das lingoas grega e
italiana.
O abaixo assignado pretende *brr em sua casa
ura curso particular dessas lingus, que proroel-
1c ensina-las em oilo mezes a 16r, escrever, 1ra-
dazire fallar grammalicalmenle, principiando pe-
lo da lingua italiana, cm quanlo nao lhc choga-
rem os livros necessarios para a primeira que
mandou vir da Europa. As lines lero princi-
pio no da 3 de abril prximo, e findarao no
da 3 de dezerabro corrente anno, sendo tres
em numero por cada urna semana, das 7 at as
V oras da noife. As condices e mdica recom-
pensa eslabelecidas, agradaro por cerlo aos s-
niores quo quizerem se matricular. Principiado
o dito curse nao ser possivel admiilir-sc mais
nenhuma oulra pessoa : os scnhorc3 que quize-
rem em lempo assignar seu nome, apparceam
na ra Direil3 n. 89, primeiro andar, a qualquer
hora do dia.
A padaria da ra doCotovello n 31, preci-
sa-se de um bom lorneiro, para lodo o servico.
Ama portugueza.
No caes do Rimas sobrado n. 24", no segundo
andar, precisa-se de urna niulher portugueza,
que saiba dirigir os trabalhos de uina casa do fa-
milia, e mesmo que saiba cozer : a que esliver
ncslas condicroes e poder justificar a sua boa
eou.lucta dirija-se a mesma casa (das 3 as 6 ho-
ras da larde) que ah encontrar com quem tratar.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corrente aiino de
w
E3
Ik
WS
DE
a c 2
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- IttViW
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes importantes da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasiloiros e portuguezes, por seus bons commodee e confortavel. Sua posiejio
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estaques de caroinhos de ferro, da
Allemanha e Franca, como ,ior ter a dous minutos de si, todos os iheatrose diveilimentos ; e,
alera disso, os mdicos presos convidam.
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as louristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (33200 4?M)0O )
por dia.
t _* 1 1 !! I-.fl 11- C'l 17 !<" IUCIIHW .viu .lili .i:uiij vn i.<..,v, ..' ww i
Jurante o espago de oito a dez mezes, ah residirn) os bxms. ars. conselneiro Silva ter- escrava : na ra do Trapiche o. 7, hotel Fran-
ro, e seu ilho o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. Felippe Lopes cisco.
Netto, ManoeUdeFigueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro (do Brasil, ) e muilas ou- O Sr. Julio Gomes Villar, dirija-
iras pessoas tamo de um, como de oulro paiz.
Os procos de todo o servico, por dia, regulara de 10 a 12 francos (435000 48500.)
No hotel enontram-se informaris exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro
Commissao de cscravos
NA
Ra larga do Rosario n. 22.
Nesla casa recebem-se cscravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
aanca-so o bom Iralamcnlo e seguranca dos
mesmos, e nao se poupa exforros para que se
am vendidos com promptido, alim de seus se-
nhores nao sofierem empale com a venda del-
les. Neste eslabelecimento ha sempre para ven-
der cscravos de ambos os sexos, mocos e bonitas
figuras.
Altenco.
*
Trocisa-se alugar duas cscravas para casa de
pouca familia, sendo urna que saiba engommar e
coser, e outra que saiba tratar de meninos e co-
ser : na na da Cruz do Recite n. 23, 2 ndar.
Prccisa-sc de uta menino de 12 a l an-
nos, para caixeiro ; na ra do ftangcl n. 0.
= Na officina e galera da ra Nova fi.18, pri-
meiro andar, continua-se a tirar retratos pelos
systemas mais modernos, garanlindo-se a sua
perfeita ionallerabilidade. Os trabalhos sabidos
desse oslabelecimonto sao bem conhecidos do
publico desla capital. Enconlram-se nessa casa
e para os retratos, os mais bellos quadros e cai-
\inhas que existe uesta cidade.
Precisa-se de urna ama secca para tratar de
um menino com um anno de idade, prefire-se
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y:
C =s
3
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C^
C^:
c
GC

co
Sirop du
iliiffW
Este xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
icomo sendo o melhor para curar constipaeoes, tosse convulsa e ouiras,
alTec^es i'jnctiios, ataques de peilo, irric6es nervosas c insomaoleocbs: una colberaila
pela maulla, e oulra noite sao sutticieules. O effeito deslc excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o iluenle e o me.licn.
O i/spoii na ra larga do Rosario, botica de fartholomeo Francisco de Souza, n. 30.
o qual se vende a 800 rs. nal
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alera do
kalendario ecclesiastico e
efivil:
Noticia dos principacs esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
I'oradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ?e- Sr. theoureiro manda azer pu-
. I blicoqueseacham a venda toctos os das
IMCS, prOVUlCiaeS, mUIHCipaeS das 9 horas damanhaaas8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.2G e as casas commissionadas
pelo mesmo Senhor tliesoureiro na pra-
ca da Independencia numero lie 16,
da Cadeia do Recife
JARABE DO FORGET.
\zm
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
do toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, litera-
rias o particulares.
e na ra a Cadeia do ltectle nume
ro 2 arniazem do senhor Fon tes ate
as 6 horas da tarde sement, os bilhe-
tes e meios da terceira parte da pr
meira lotera do Senhor Bom Jess da
Va-Sacra, cujas rodas deverao andar
impreterivclmente o dia 2\ do corrente
mez.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
EstabelocimeiltoS fabl'is, ill- ifrualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acham* bilhetes
sortitlas a vontade dos
Nos dias 27 e 30 de marco so ha de arre-
\ malar o sobrado de dous andaros e solao na ra
j larga do Rosario n 40, avaliado cm l:20OJ an-
\ nual, pelo juizo municipal da segunda vara, es-
I crivao Baplisla : quem quizer lancar, pode ver o
! escriplona mao do porteiro do juizo, para as con-
dieoes.
VILLA DO CAAO.
Armazem do Machado.
Os seulioresde engenho que tenham de fazer
oluns hydraulicas alli acharao cemento de supe- quem se iu
nor qualidade.
Paga-se 25-J pelo aluguel mensal de urna
escrava que saiba coziniar : a tratar na ra Im-
perial n. 07, segundo andar.
Precisa-se de urna ama para coziuhar: na
ra Nova n. 8, loja.
Traspassa-se o arrendamcnlo de um engo-
lillo distante desta praca duas legoas, vndese
una parle no mesmo engenho, machina nova

sea loja n. 1G, esquina da ra do Cres-
po para o lm que nao ignora.
Trecisa-se alugar um sitio que tenba boa'
baixa para capim e ba casa de vivenda; a tra-
tar na na da Imperalriz a 18, loja.
isas mmmm' mmtw&m
M Atheueu Pernambucano. j
No dia 22 s 10 horas da manha, no |
salao da faculdadc, lera lugar a sessiio j
*g do abertura, em que se proceder a ele-i- c
Je cao da mesa. Secretariado Atbeneu em j
SE 17 de marro de 1800.-J. ltibeiro, Io so-
'% crctario.
= Esi justo c conlrulado o sobrado de dous
andaresesoto da ra Direita n. 4, com chaos
proprios, quintal murado, e sabida para a na do
Poso, com os Sis herdeiros o herdeiras, Jos
Teotonio da Silva Borgcs, I). Herencia da Silva
Gama, U. Joaquina Hara do Carmo, I). Kosa
Maria do Bomparto, I). Florinda Prxedes de
Sanl'Anna, Francisco Antonio da Silva Bofges :
ar com dircilo a dita proprieuade,
unnuncie por este Diario dentro cm Iresdias.
Francisco Corrcia Lindinha segu para a
liba de S. Miguel.
Para um sitio na Ponlc de Ucbda, necessi-
ta-sc de um eilor : a tratar na ra da Cruz, casa
numero 5.
Perdeu-se da ra Direita at a
!S o o
O Sr. Hanoel Francisco Luiz da Silva tem
umacaila.c urna cncommenda vinda do Rio Gran-
de do Norle, na liviana c. 6 e 8 da prara da Inde-
pendencia.
MNTISTA FRANCEZ.
w- Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 3
>~ rangeras 15. Na mesma casa lem agua e
Z. p denlifico. ^
X Ai.Ali.AA AAJLi.JL]L Por um corle de cabello e
frisaiiieoto 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Leromle acaba de receber do Bio de Janeiro
o primeiro conlra-mcslre da casa Augusto Clau-
dio, c um nutro viudo de.Paris. Lslo estabelc-
I cimento esta boje as nielhores condi^es que
possivel pala satisfazer as cncommendas dos
Objectos cm cabellos,'no mais breve lempo, co-
mo se jara : raarrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
, ios, braceletes, aunis, rosetas, etc., etc., ca-
; balleiras do toda a especie, para horneas e sc-
| nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deix.ir urna s pelcula na
calic.a des clientes, para satisfazer os pretenden-
tes, os objectos em cabello serao feilos cm sua
coinmodos para grande familia, quina
pretender dirija-se ao meuno engenho
a tratar com o sen proprietario Joo u-
arte Lopes de Vasconcellos.Tamhein
se trnca por outro engenho ; sendo na
provincia de Pernambuco.
Attencao
Avista faz f.
Na ra Direita n. 08, loja de fazendas c rou-
pas feilas, se vendem por baratsimos presos
fazendas de diversas qualidides, como sejam :"
Cambraia orgindys, a vara.
Ditas de salpicos bordadas, a peca.
Enfeites de ridrilho prcto du crochet.
Camisas francezas, peilo de fuslo.
Ditas ditas interiores.
Palctols de alpaca prelos.
Ditos de dita de cores.
Ditos sobrecasacos de alpaca preta finissimos.
Grvalas de selim Bnissimas.
Ditas dilo.
Ditas de chamalotc.
Paletots franeczes de panno preto muo linos.
Ditos ditos decasemira de edr, superiores.
Ditos dilos de dila, linos.
Luas de seda preta para homens c senhoras.
Ditas de caslor amarello muilo finas, pro
para militares, e monlaria.
Peitos de linbo para camisas.
Dilos de algodo
Coroulas do linho muilo finas.
Ditas de dito mais inferiores.
Borzeguins de fuslao bordados.
Espartillus francezes com carreleis.
A idao alvo, trancado, de duas larguras, pic-
prio uara loalhas.
Chapeos de sol de seda com mola.
Chales francezes de duas ponas, borda!
Troco.
.Ditos dilos de merino.
Corles de vestidos de chaly de gosto riquis
Ditos de .'los de gaze, (lnissimos.
Hilos de ditos de barege superiores.
Ditos de dilos dilo mais inferiores.
Ditos de dilo de grosdenaple preto bordados a
velludo.
Dilos de dito de seda preta bordados a rolroz.
Polacas de grosdenaple preto, ricamente enfei-
ladas, e oulras mais qualidadcs de fazendas |
se vendem por mui mdicos probos vista lo
comprador.
Allcnco
casa do Sr. Soai es na ra estreita do
vapor, distiaco nova ebem montada, 22 boisi Rosario, um alfinete de peito de senlio- presenca,se o desejarem, eachar-se-ha sempre|
de corrcia, seis quarlos, algum
[ilantada, ele. etc.
13, oja.
YenJe-se milho em saceos a 5j?, farell
Lisboa a fio sacco, farinha de mandioca de i -
perior quali lade em sarcos, arroz pilado, dil
casca, coniinhos de cobra, esleirs de palha,
se vende por menos do parle : na na do Rangel a. G2, armazem.
Fil de cores.
Almcida i^ Burgos, emsualojc de fazendas na
ruado Cabug n. 8, tcem para vender fil de li-
iilio luanco, cor de rosa, amarello, prelo c azel
claro, que serve para cortinados, c cobrir-se ob-
jectos que quer-se evitar os estragos das moscas,
a CO a vara.
as obras, safl'r.i ra, tendo o eitio de urna tblha de ina-; "n1'1 Pssoa dispoiiivel para corlar os cabellos, e Economa fiara OS CStudaneS.
lrala-se na ra do Crosnn n pentcar as senioras cm casa particular. '
irua uourespo n. racuja > com sete brilhant'S e um parT ..,. ., nlioliri8,. Riqulssimo sonimenio de candieiros econo-
L\a\ LlSO-SU.VsILLiHV
duslriacs e commerciaes del
i de numerarao
tOtUlS as qualidadcs COmO lo-compradores.
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, ele.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
Thesouraria das loteras 10 de
marco de 1SG0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
Publicaco uridica.
Adiase no prelo a 2.a edico dos Llenicntos de
Dircilo administraliro, mais correcta e cooside-
ravelmentc alterada, pelo Dr. Vicente Pe reir do
Uego, lente calhedralico da mesma sciencia na
Fjeuldade de Direito desla cidade. Subscreve-se
' para esta obra na livraria econmica de Noguei-
OIiipViipI WiTTU-vrn lom & C., defrontc do arco de Santo Antonio n. 2,
UclLIUlILl 11KL MU le 111 a 1(Jg ror cada PXCIT1piari pagos ao receberas
o seu escriptorio no 1- andar duDS I0llcs '1UC jA esll lmPress9-
do sobrado U. 23 da ra Nova, agencia dos totoleantes amerlea-
nos Gruuvcr \. ECaker.
(la entrada pelaCamboa do Machinas de coser: cm casa de Samuel P.
* I Johiision ov C, ra da Senzala Nova n. 52.
CarmO. ~ E' ebegado loja de l.ccomle, aterro da
Boa-Visla n. 7, o excellente leile virginal dc-ro-
Engomma-se com asscio e promplidiio : no sa blanca para refrescar a pollo, tirar pannos,
becco do Marisco n. 20. I sardas o espinhas, e igualmente o afamado oleo
Precisa-se alugar um prelo ou preta, j.'i ido- babosa para limpar e fazer crcsccr os cabellos,
-. para comprar na ra e fazer o mais servico assim como pos imperial de lyrio de Florenca,
; de rozeta, tumbem de brtlliante, a pes-
FOLIIIMMS PARl 1860. ?a Estao venda na livraria da praca da Inde- ja-M a praca da Independencia
pendencia ns. 6 e 8 as folliinbas para 18C0, im- que se gratificara'.
pressas nesta typographia, dasseguinlesquali-
dades :
n. 22,
OLHIMIA RELIGIOSA, contendo, 'alcm do \
kalendario e rcgulamento dos direitos pa-
rochiaes, a eonlinuaco da bibliutheca do
Cristo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao santo nomo de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, liymnos ao Espirito Sanio c
a N. S., a imitacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commemoraciio ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Va-Sacra, directorio para oraro mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudacoes devo-
tas s cbagas de Cbristo, oracocs a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos c anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
oulras oracOes. Proco 320 rs.
Aos Srs. terceiro
anislas.
Est no prelo urna anasyse do cdigo criminal
com a denominaco deLi(5es Acadmicas,
para as quaes aclia-.se aborta una assignatura
polo preco de 10#, na livraria Universal, onde
aquellos que quizerem assignar poderao ir bus-
car o que se achar publicado.
!. Perdeu-se no dia 15 do corrente, na estra-
da do R.'cife, entre Duros o Prazeres, um peque-
o endent contendo o resultado de algumas ob-
serv.'Hy'cf feilas em Olinda por Luiz Antonio de
, Soon rilada quem o achar pode entregar no
consulado franco/, pela que lera una boa grati-
liiaro, se a exigir.
A luga-se um sitio na Turre, com baixa de
capim, leudo a casa de boas accommodaces para
< urna familia: a tratar no silio do coselheiro
! s lenlo, na Ponte de Uchoa, ou na ra eslrei-
i la do Kosario n. 26.
2, Golden Square, Londres, j
J. G. OLIVEIUA leudo augmentado, com lo-j
. mar a casa contigua, ampias c cxccllenles ac-
commodaces para muilo raaior numero de los-!
' pedesde. novo se iccommcnda ao favor e Icm-
branca dos seus jniigos e dos Srs. viajantes que
visitem esta capital; continua a prestar-Ihesseus
servic.os e bous oCGcins guiando-os em todas as
cousas que precisem conhecimento ortico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do inglez falla-so
na casa o hespanholc francez.
Na ra do Imperador n. 28, aluga se c ven-
dc-se em grandes c pequeas porges bichas
hamburguezas, e lambem cal da mais nova que
ha, para fabrico do assucar, por proco commodo.
Precisa-se de urna inulher que saiba en-
gommar: a fallir na na do Seve : casa terna
junio ao sobrado de carandas, visinho grande
casa que se est fazendo para o gymnasio pro-
rineial.
micos para csludanlcs c para qualquer pi
que precise l"r urna luz acosa luda a noilc
dilos candieiros conlm em si urna economa
certa, pois o proprio comprador assim p
verificar com a sua presenca ; os mesmos can-
dieiros conlm logo o competente liquido que
lem de gaslar duranle urna semana, o depu-
se acabe tica sempre o deposito para estar ven-
da o dilo liquido no mesmo eslabelecimento em
queso vendem os dilos candieiros ; garante- o
mesmo candieiro com a condigao de tornar a
vollar, no caso de nao satisfazer'ao mesmo
piador : na ra Nova n. 21), loja do Vhnna.
C2 2o2a
- -" f CB T^.
ZL-
J--
Y^^.
M^i&&^M
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama as
inesmas circumstancias : quem liver e quizer,
incie ou dirija-se a ra de Santa Rila n. 40,
meiro andar.
w^sssmmmir&mmwi-wsn
Lices de francez e
para bortuejas c asperidades da pello, conser-
va a frescura e o arelludado da primavera da
vida.
NOVO DEPOSITO
DE
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamenlo dos direitos parochiaes.e
urna collecro de ancdotas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensatuentos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cullura, e preservativo de aores '
e [rucios. Proco 320 rs.
iTA DE rORTA.a qual, alm das materias do
coslume, contm o resumo dos direitos
paroebiaes. Preco 1G0 rs.
lote
DA
OVINCIA.
Na praca da Independencia n. 22 acham se ex-
poslos a vend os bilbeles e meios da 3'1 parle
da I' lotera do Senhor Iiom-Jesus da Via-Sa-
cii, garantidos por Sanios Vieira, os quaes se
SS3GG:-; S3SS33 @@@ continuam a render as casasira que se ven-
pumo.
Mademoisclle Cleraence de Hannelot
de Manncvillc continua a dar lices de
t francez e piano na cidade c nos arrabal-
|g des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar.
t/
O Sr. Honorato Jos de Olivcira Figueire- i
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
livraria da praja da Independeacia.que se preci-
illar-lhe.
Precisa-se de* urna ama de Icite,
pie otenha em abundancia, que seja
L_'rn sacha ede bons costumes : paga-fe
J> "n. Dirigir se a* praca de Pedio II
(a nligo paleo do Collegio) n. 57, segun-
do e terceiro andar.
Una do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
allendendo a que os senhores co-
udo sao pela inaior parle residen-
Rorott V C
sumid ores de
tes nos bairros de Sanio Antonio e Boa-Vista, e
que lutariam rom grande diiliculdade se este es-
te eslabelecimento eslivesse collocado no bairro
do Recife, poderao encontrar na ra do Impera-
dor confronte ao oilao do deposito do gaz, um
armazem com as proporcoes exigidas para depo-
sito deste genero, o quaf estar aberto concur-
rencia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nlia s 6 da tarde-, do dia 3 do corrente cm
diante.
I Altencao.
ip Curso pralico e theorico de lingua fran- @
ecza por urna senhora franceza, para dez
5lv mocas, segunda c quinta-feira de cada se- C'
4$ mana, das 10 horas at meio dia : quem 5i>
5 quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da &
J$ Cruz n. K, segundo andar. Pagamentos
}.-) adianlados. f
;0 S\vii
:V v> 'li> i Velha n. 110.
Koga-se aos Srs. devedores do estabele- ',j
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob- 8
sequo de saldarera seus dbitos na ra do Col- '';
diaiu os de Vieira & Rolliechild.
Bilhetes CjjOOO
Meios 3^000
Antonio dos Sanios Vieira.
Urna casa estrangeira quer alugar um es-
cravo iiue seja fiel, traia-se bem : na ra da I ni -
peralriz n. 9, loja.
A pessoa que annunriou um sitio para ven- |j
der ou hypolhecar, queira vir a ra da Sen/.ala *
Avisa-sc a lodosos Srs. fazen leiros e agricul-
tores de algodo que na fazenda denominada l.i-;
bcralzinho [no termo d Cimbros] pro| riedadedo
Rvmd. Jos Rodrigues Valonea existe urna gran-
de quantidade de burroshespanhoes proprios pa-
ra carregar algodo e ludo servico pesado, pois
nao s sao bstanles fortes .na viagero, como
sao de longa vida, pois o menos que vivera
50 anuos e tem mais a vantagem de serem uteis'
para os nossos serles, por ser o seu primitivo
sustento palha de capim secco e conservam-se
sempre gordos, sao de'marca muilo superior aos
desia provincia e aos do Cear e geraloicnte sao
muilo passeiros.
Irman!ade das Dores em S.
Goncallo.

A mesa regedorada irmandade do Senhor Bom
Jess das Dores, convida a lodos os seus ir-
niaos e devotos para que se dignem acompanhar
a nossa procissSo do Senhor cima mencienado,
e lera lugar no domingo 18 do concille, pelas
horas da laade.O escrivao,
/.'i alo Francisco du Cunha.
~ H. rf o o >
Vi lil
P fi G* i. o
> rt- - ^*- -t C/J
'_! o - . a
pBtWC
P 0 P j. *2
&3.B X M Pi
25 t__ <*
"^ -" , * c c
^! ii i'-* c/a 1*
T. 2. ki* 'JL. X ^ O Vi C/3
" *"*" ~ rr S f' .
** "T >j .
2 " --Vi "
-ojo *fl -- '*>>
- r. -o ^ ^i re ci. 09 3
o c o c c Vi CD CO c o
Vi ^7" a? ^
c. - QJ *T
o o

. 5
'@g
DENTES
^RTIFICIJlES.
Existe na administrado do correio desla ,
. cidade tres macos dejornaes sem direceo, para '
Antonio Pereira Caracho, Jos Corroa de Olivei-
ri n Jos Luiz Al ves Rocha : os inleressados ]
- dar-lhes os devidos destinos.
4*
2_ -.
99 S9 2
sr 2 B
S3 g 3 S S
ra, o Jos Luiz
comparecam para
Quem pretender
O
O zs
O 1
-: r.
O
os
comprar
urna escrava, a
lego venda n. 25 ou na ra do Oueimado loja gRiin oef rpiln t\(\ ln>rn n 3S 'l"al su vende por preco commodo, de Angola,
n ,a J S \^ ""!,liri ** demeia idade, sem vicios, viuda do malo lia
" 9 francisco Pinto Ozono colloca denles ar- @ po.jco lempo, dirija-se as Cinco Ponas, casado
Na gallera e officina pholographica da ra 9 liuciaes peleo JoussysleinasMH.CAMTL, @ ranchodo Sr. Theotonio Pereira de Albuquerque.
Vende-se urna parte do engenho Brejo, dis-
triclo o Serinhiem, o dito engenho
aos herdeiros do fallecido Francisco Xavier Lo-
pes : quem pretender, dirija-se a ra do Vi
gunciia o uiuciua pholograph
Nova n. 18, continua-se a lirar retratos pelos
mais modernos c perfeilos systemas. Os Iraba-
liios sabidos desse eslabelecimento s5o bem co-
nhecidos do publico desla capital
chapas de ouro ou platina, podendo ser' precisa-se de urna ama
g| procurado ua sobredita ra a qualquer Ojeo n 20
j$ hora.
i't@
D0 paleo do Ter-
Ra do Brum (passando o chafariz.)
^io Ae^ozAio Acsic csia\>e\ecVmciiio sempre lia grande sortmenio Ae me-
cAianismo para os engeunos Ac assucar a sawer:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e de facillimoassento ;
Rodas d'agua de ferro com cubos de madeir^ largas, leves, (orles, e bem bataneadas ;
Cinnos de ferro, eportis d'agua para ditas, e serriihas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgensmuito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhoes de azas ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornallias;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, formas para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os taraanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carroas, formas galvanizadas para purgar etc.. etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharao tudo digno da preferencia com
tiue o honram, pela loDga experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito im,
assim como pela coiitinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
COMsMHIA
Compras.
n. 10, segundo andar, que achara com
tratar.
4#000 rs.
A sacca de milho : rende-se no armazn
Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre
Dos o 12.
quera
de
de
Compram-se raoedas de ouro : no escrip-
torio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Eslabclecida cniLodres
EM
Allenco.
Compram-se, vendem-se e trocam-sc escravos:
na ra do Imperador n. 21, primeiro andar.
Na ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, de Jos de Aquino Fonscca, compram-se
continuadamente moedas de 1G3 e 20j()l>0, agujas
dos Estados-Luidos, moedas de cinco francos,
oncas hesoanlioias e mexicanas, em grandes e
pequeas porces.
=r Compia-so urna negra crioula, de bonila fi-
gura, de 18 a 20 anuos de idade, que saiba co'zi-
nharc engommar muilo bem. que cosa algiiina
cousa : na ra do Brum n. 10, armazem de Ha-
CAPITAL
Cinco mVWiocs de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
rormar aos Srs. negociantes, propretarios de
casas, e a gucni mais convier, que esto plena- r.oel Jos de S Araujo.
mente autorisados pela dita companhia para
eBOctuar seguros sobre edificios de lijlo ene-1
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que coiiliverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leile & Corrcia em liquidarlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado cc
Queimado n. 10.
... .WWW V W.-.--J~.
Constante-
menle
Eusino particular.
O abaixo assignado, residente no terceiro an-
dar do sobrado n. 58 da ra Nova, contina no
exercicio de seu magisterio, ensinando primeras
letras, lalim e francez, e lambem admiti alum-
nos internos.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
JSumio-se na sexta-feira, s 10 horas do dia,
pouco mais ou menos, do paleo di
uma cachornnha branca meia cabelluda, orelhas
um tanto amarellas, levando uma colleira de la-
tao com dous cascaveis de cada lado : roga-se a
pessoa que a encontrar, querendo reslitui-la, diri-
ja-se ao mesmo paleo da Santa Cruz n. 14, se-
gunda andar, ou na ra de Apollo n. 22, onde
se gratificar tanto a quem lcva-lo, como a quem
lidia der urna noticia.
Direita n. oo.
= Compram-se moedas de ouro de 16# e
J 203000, moedas de 5 francos c palaces mexica-
nos : na praca da Independencia n. 22.
53OOO rs.
A sacca de milho novo do Mamanguape : ven-
de-so no armazem de Francisco L. Azevedo,
na ra da Madre de Dos n. 12.
5:>00 rs.
A sacca de furello super.or com o peso di i:-
libras : rende-ge no armazem de Francisco L. O.
Azevedo, na ra da .Madre de Heos n. 12.
Ferros de engom-
mar econmicos*
Vendas.
Vende-se na freguezia deS. JJen-
lras uo ui.i, 1 n 1 1
Santa Cruz, to termo ae porto Calvo ca provincia
das Alagoas, o engenho Piabas do Bom
Successo. muente e corrente de agoa,
com uma legoa de terreno, obrado em
ponto pequeo, tem terreno suicien-
te para levantar mais tres propriedades,
tem uma excellente casa de vivenda com
Dao-se a contento.
Vendem-se estes magnficos ferros as segua-
los casas :
Praca do Corpo Santo n. 2.
IIua da Cadeia do Recife 11. 41.
Dila da Madre de Dco? n. 7.
Dila doCresdo n. 5.
Dila daPcn'ua n. 16.
Dila do Cabug n. 1 B. (
Hita Nova n. 20.
j Dita do Imperador n. 20.
Dila do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
I Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dila do Livramcnto n. 36.
Dila da Santa Cruz n. 3
Dita daImDeralriz n, 10, rmazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leite & Irraao.


(I
Aos amantes da boa
fimiaca.
Na loja da I.ealdade n. 24, na ra da Concei-
cao da Boa-Vista, ha exccllenles charutos tra-
viala, por menos que etn qualquer parte.
Vendc-se urna mobilia completa de Jaca-
randa, com lampo de pedra: no escriplorio do
agente Olivcira, ra da Cadeia do Recffe.
Ilua Nova n. M.
Madama Rosa Ilardy annuncia ao respeitavel
publico que acaba de receber do Taris um sorti-
mento dc riejs vestidos para noiva do preco do
308 c 40jJ o corle, de 90 a 110 de 2 babados,
ricos corles do vestidos pretos bordados de vel-
ludo, um sortimenlo vanado do grosdenaple pre-
toc decores, luvas de pellica, ricas capellns pa-
ra noiva, ricos manteletes pretos do proco de 25
;i 3 cada um, ricos chapeos de seda com veos
para senhora do preco de 20J e de 3()S. chapeo-
- de seda para baptisado de 7g a 12?, vesli-
.iinhos de seda e muitiis outras fazendas.
v'.
Weiiile
Belosios patentes.
Lslopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Pellos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkvight & C
Cruz ii. Cl.
u
Attenco para a pechin-
cha.
Na ra Direila, sobrado de um andar n. 33-
defronle da padaria do Jos Luiz, vendem-se do'
ees seceos e de calda, caj, mangaba, limo, pi-
tanga, sidro, jalea, e outras qualidades, por pre-
cos commodos ; tambem se fazem bandejas de j
bolinhos de lindos modellos que serviram no
baile de Suas"Magestades Imperiaes ; tambem se
fazem doces d'ovos, pudins, po-de-ls com en-
feites de alfiniris, pastis de nata o do carne, ar-
roz de kilo, jaleas de substancia : quero preci-
sar mandar fazer o arranjo de comidas para ca-
sas particulares, na mesma se faz.
Vendc-se sebo em pao o em velas, vindo
de Porto : no armazem confronto porta da al-
fandega n. 7 A.
Vendem-se saceos com milho muilo novo a
# : no armazem do Sr. Aunes defronte da alfan-
dega.
DIARIO DE PERWAMBUCO. TERgA FEIRA 20 DE MAUCO DE 1880.
Salmo.
Em casa de James Crablree & C, na ra da
Cruz n. 42, vendem-se latas com salmao de 1, 2
e 3 libras, de superior qualidade, chegado pelo
ultimo navio em direilura da Terra ora.
Casacas, sobre-casacas e
collees.
Na ra da Cadeia n. 23, vendem-se casacas c
sobrecasacas de superior panno, e oollelcs de
seda pretos feitos por Coutard, o mais acredita-
do jabricante de Paris.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, primeire
andar, vende-se :
Saceos grandes com farinha de mandioca.
Ditos eom cera de carnauba.
Ditos com farelo.
Mcios de sola.
Vinho do Porto em caixinhas de duzias.
Dito dito superior.
Toalhas de panno de liaho e algodao de dffe-
rentes lamanhos.
Barriscora cal.
Toalhas ou babados de linho e algodo,
Contasdouradas.
Apitos.
Cadeirasdc palhinha.
Chales bordados a mil rs.
Na ra do Queimado n. 19.
^ endem-sc chales bordados a seda com defeito
de agua doce, a 1 cada um ; a elles, antes que
se acabem.
Vende-se urna mesa redonda, dous conso-
Graude sorliment.
4'5Itna Direila-45
Os estragadora de calcado encontra-
iii.) ueste esUbuleciinetito, obra supe-
rior pelos piceos abaixo :
Homem.
Borzegains aristocrticos. .
')': )s (lustre e bezerro).....
seguas arranca tocos. .
Ditos econmicos.......
3apatries de bater (lustre). .
Senhora.
B>rzeguins piiraeiraclasse (sal-
to de quebrar).......
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....
seguios paia meninas (for-
tissimos)..........
E uva pi felto sortimento de todo cal-
t !j e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marro uins, cou-
ro Je lustre, lio, fitas, sedas etc.
O.sOOO
8t000
8<000
G000
5$000
5 4^500
4*000
Suissos.
Em casa de Schafheillin
&C, na ra da Cruz n.38, ven-
de-se um grande e variado
sortimentode relogios dealgi-
beira horisonlacs, patentes,
chronometros, meios chono-
metros, de ouro, prata doura-
? i "'** vui imim-ao una inew reawiiii, aous conso-
da, C foleadOS a OUrO ; SendO ,res c,adeiras e um commoda, todo de ama-
, i i rell: a lralar Iia rua Direila n. 82, primeiro
estes relogios dos pnmeiros fa- andar-
Franjas de \idrilho
c retroz.
Vendem-se franjas prelas de vidrilho o retroz,
de todas as larguras : na rua da Cadeia do Re-
cite n. 23.
Vestidos de seda bordados
a velludo.
Vendem-se ricos cortes de vestidos de seda
pretos bordados a velludo e a seda froxa, do mais
moderno gosto: nu rua da Cadeia do Recife nu-
mero 23.

-
-
ASHELH0RESMAHIMASDEC0SER
DOS
Mais afamados autores de New York
[.M. SINCERA C.
E
WIIEELEK & WFLSON.
vo eslabelecimenlo vendem-se as machi-
destes dos autores mostram-sc a qual-
lu dia ou da noile e responsibilisamo-
nr sua boa qualidade e soguranea :no arma-
de fazendas de Kaymundo Carlos Leite &
i, rua da Imperalriz n. 10, antigamcute
rro da B la-Vista.
bricanles da Suissa, que se
vendero por precos ra,zoa-
veis.
PotassadaRossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
c de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: ludo cor precos muito
razoaveis
Rua do Queimado Manteletes e lalmas.
loja de k portas n. 10.
Ainda restam algunos fezendas para conclu-
ir a liquidacao da firma de Leite & Crrela, as
quaesse vendem por deminulo proco, sendo en-
tre outr3s as seguinles :
Magos de meias cruas para homem a 1*600
Ditos de ditas de cores 29000
Ditos de ditas cruas muito superiores 4000
Ditos de ditos para senhora 33000
Diios de ditas muito finas 43OOO
Corles de calca de meia casemira 23OOO
Ditos de ditas de casemira de cores 5&000
Ditos de ditas de casemira preta a 59 e 69000
Brim trancado branco de liaho fino
vara
200
H

.."
:s
:
fimiflWKKYARDO S0RTD1EM0
1(1
ouasp leilas e azconas,
l*o ja
KA
c armazem
DE
Cortes de colete de gorgurao de seda
Pao preto fino, prova de limao 3& e
Gravatas de seda preta e de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
covado
Chitas francezas largas finas covado
Ditas eslretos 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade eovado 280
Cassas Je cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2500O
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega
Ernestinas de cores para vestidos covado
Challes de laa bordados de seda um
tendem-se ricos manteletes e taimas de gros-
denaple preto bordado a agulha e enfeitados com
gosto c igualmente de fil : na loja da rua da
Cadeia do Recife n 23.
A 2S000 cada dona.
Rua do Rueimado n. l).
Lencos brancos de cambraia pora algibeira a
2-3 a duzia.
Coberlas de chita a 2$.
Na rua do Queimado n. 19.
Tambem se vende a 320.
Rua do Queimado n. 11).
Alpaca preta pelo baratissimo pror-o de 320 rs.
o covado, brim de linho branco (raneado a lj) a
vara ganga franceza de cor para caira e paletols
a ors. o covado, lenro3 de cassa 'de cor para
meninos c meninas a 80 rs. cada um
A 2$500 cada chales.
Ilua lo Queimado n. 19.
Chales de merino estampados a 2|500.
240 Algodao monstro com 8 pal-
mos a 000 rs. a vara.
Vendc-se na rua do Queimado n. 1.
Cambraia adamascada.
V ende-se cambraia adamascada para cortinado,
do lindos lavrores : na iua do Queimado n. Vi.
19000
2$000
4J000
1&00O
TOHDME
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
49000 I d"o champagne, idem, dito muscatel, idern : no
Qn armaze01 de Darroca Medeiros, rua da Cadeia
' I do Recife n. 4.
Grodenapl, preM, ,5o .,800 e ZZ ^T^ ^ W "^ ^^
ci .- n \Z L ^cndem-se na rua da Cadeia do Recife, loja ti.
Seda, e sarja lavrada 1800 e SfOOO 7, deGuedes& Goncalyes, as verd&dciras'poinu
Vestidos brancos bordados para baptisado 55J000lde n8,eM9..nMndadas fabricar pelo
Vonc lu^.^. .- m, F a^nn I !i" S,ra,h, ^""herme Sculy. pelo
Veos bordados para chapeo
Entre meios bordados
23000
l600
19280J
100
200
profes-
modico
Na rua do Queima-
do n. 46.
: Ricas sobrecasacas de panno fino pretos '
res a 28$. 305e 35#, tambera temos S
etots dos mesmos pannos a 22j e 2-,
paletols de casemira de cores de muito :
n gosl i e finosa 12#, i$, 16ge 18, di-
- do panno preto para menino a 1\) e
- IJ, ditos de casemira de cores a 8j e 10J, :'
calcas de casemira de cores e pretos eju- 8
lamente para meninos a 7, 8-5, 9-5, 10-5 e S
; 123, colletes de gorgurao de seda e case--':
mira a 5|, 6 e 7JJ, paletotsdc alpaca pro- ''
I 8de cores sacos a 4>, ditos sobrecasacos jf
'8J, ditos de brim, de esguio o de :
isto tanlii brancos como decores a 4J, l)
i'<, 53 < 03, cairas de brins brancos mui- -*;:
; to linos a 5g, Gs e7S, colletes brancos e do S
res i 3J e 39500, camisas para meninos i
rsas qualidades, calcas de brins de
res linas a 3-;30, -1$ c 5, um rico sorli-
ment de vestidos de cambraia brancos 3
bordados do melhor gosto que tcm appi- '
i recido a 28?, manteletes de fil preto e de "
cor muito superior gosto o muito moderno :>
: a 20i cada um e 24j, ricos casaveques de |
cambraia bordados para menino a 10j}, di- "
is para senhora a 15;$, ricos enfeites de H
'.: troco de velludo gosto melhor que temap- |
I-: parecido a 10 c 123, e outras muitas fa- 3
adase roupas fcilas que com a presenca :j
do freguez se far patente.
Casacas papa a quaresma
' Ueste mesmo estabelecimento ha um N
mde sortimento de casacas pretas, as
| simeomo manda-se fazer por medida a von- 3
" tade do freguez, escolhendo os mesmos os :-.)
1 : pannos a seu gosto sendo os precos a 359 9
Camisas inglezas
: Temos novamente chegados: rkos vest- '
dos prel 15 bordados a velludo a . bordados a seda a 753 e G0, assim como *
,,%"^"l,t'1,el03 Pretos da 'allim:i moda a \j
^ .. ..................JS;;*
\endem-se na taberna de Gurja de cima
4 quartaos gordos e sem achaques, do 8 annos
ponco fins ou menos, 3 vaccas parideiras, en-
trando nesta conta 1 novilha da pvimeira barri-
ga, panda 1ia 10 dias, esto gordas.
Athoalhado adamascado largo vara
Lencos de chita escuros um
Gangas de cores para palitos covado
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo 4 toma-
inas, e Torno para cozinha com lenha ou carvo,
ptima invenro pela economa de gastar um
terco de lenha ou carvo dos anligos, e de cozi- No arma/.em de tintas e vidros da rua Direila
ohar com mais presteza, tem a duTcrenca de se- i ...h"!-"^ 'luS do gom,os de tudos os la_
., 1 manhos para caixi hos, excel ente verni/ cninl
rom amovtvets, oceurarem pequeo espaco da ^pBw,tCli^^
casa, e de fcil conduccao : vendem-se porpre- "
eos muilo mdicos, na fundi;ao de Francisco A
proco de 2# a caxa.
Bezerro francez
grande e grosso ;
Na rua Direita n. 45. .
pechincha.
a libra, agua-raz a 2jJO00 o galo; assim como
is de todas as qualidades, tanto para funilei-
Cardoso [Mesquila] rua do Brum, e as lojas de r COmo para p,nlr' e P01' Pre coramodo.
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da pon-
te do Recife, e rua do Queimado n. 30.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na rua do Queimado n. 37, vendem-se os me-
mores chapes de castor.
nena
est se acabando.
fieos cortes de seda pretos bordados a 75$ e a
; o'JJ, grosdenaple preto de todas as qualidades. o
melliorque ha no mercado a 18J, e a 3, 24GO
e 33 o covado, ricos enleiles de ridrilbos pretos
e de cores a 3 e -> cada um, ricas sedas pelas
Iavrajas a 1*500 o covado. pannos finos, prca
de limo, de superior qualidade e diferentes
precos, casemira preta de todas as qualidades, e
o mais barato possivel, o um completo sortimen-
lo de fazendas de todas as qualidades, que tudo
se vende barato por ser loja retirada, e os dones
querem-na acreditar: na rua Direila u. 104
chegando a igreja do Terco.
Farelo de Lisboa
porcommodo preco: na rua do Vigario n 19
primeiro andar.
RELOGIOS.
Botica.
Rartiiolomeu Francisco de Souza, rua lana
do Rosario n. 3G, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brislol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dita.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 5 oocaB a
12 horas
Vende-se em casi de Saunders Brothers &
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle gosto.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa d
SouthaU Mellors i C.
A6Jacaixa: na rua larga
do Rosario armazem de louga.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
.< muito commodo, assim como vendem-
Assim como tem um grande sortimenfo de pa- *e vidros a retatho do tamanho mais nc-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico queno at mais de 6 palmos
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deroote da
porta da alfandega.
Vendas.
Relogios de onro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no esviptorio do agente Oli-
vewa, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar. r
DA
FUNDIDO LOW-MOW,
Rua da Senzala lio va n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento Je moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas do vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmo continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 45O0 e 53, lencos de cam-
braia de linho a3}a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3-5300 a duzia, ditas cruas In-
glezas para homem e.meninos, chales do meri-
no lisos a 4S500, e bordados a 6#, paletots de
alpaca preta e do cores a 5, ccroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60i>a duzia, organdys de lidos desenhos a
l;jlO0 a vara, cortes de cassa chilaba 3$, chita
franceza a 210,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4g800, 5$, 5$500,
6,7 e 8!, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4-J, cortes de
calca de brim de linho a 2$, ditas de meia case-
mira a 2j240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Filho : desnecessario fa-
zer elogios a bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
taco que geralmcnto tem tido. Um cera nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
codo xaropo de Rosque, o qual verdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos org.iospulmo.
nares. Para conhecimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro contm uo envoltorio a pro-
pria assignatura dos propietarios, o no falsifica-
do esta lithograpbada.
~!asto.
Saiasabalo.
Fecebeu-so neste eslabelecimenlo um rico
sorlimento de baldes de todas as qualidades, sen-
do de dina, mussulina, fustao, madapolao, e to-
das de goslo moderno, que ainda nao veio a es-
ta [rara.
Espermacete aG40rs., man-
teiga ingleza a 800 rs.,
dita franceza a 600 rs., cha hysson a 1.J760, bo-
achinha a 20 rs.. toucinho de Lisboa a 360 rs
tena a 400 rs lalhorim a 320, queijos a 1SS00,
mi ho o arroz a 280 rs. a cuia na taberna da cs-
iiella do largo do l'araizo n. 14.
Verd&deiret luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na rua da Im-
peran i/.n 7, loja do Lecomte.
, Vendem-se dous mulatinhos com
a dade de 7 e 11 annos : na rua do
Crespo n. 23.
Vendem-se 90 apolices da corn-
panhiado Beberibe : a tratar eom Mar-
colino Jos Pupe, no elcriptorio da
mesma companiia.
Arados americanos e machinas
para lavarroupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
Taclias para engenlio
Fundicao de ferro e bronze
Cheguem a Pechincha 40 Rua do Oueimado. 40
Na loja do Pregui$a na rua do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chaly e merino de cores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo finos pelo
deminuto pre$o de 2:500 cada um musselinas:
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 200 e 280 ris o covado gravatas a antazia.o
mais moderno posavel a le 1200 cadauma, e
outras muitas fazendas, cujos precos extraor-
dinariamente baratos, satisfaro a expectativa
do comprador.
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca rua da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem se na mesma casa a
qualquer bora.
30 KSaaSA amasa anaann m^m
GBANDE ABMAZEH
DE
Ilua Nova n. 49, junto
f a igreja da Conceicao .dos
Militares.
f Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sorlimenlo de rou-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca- ^
X sacas, gndolas, fraques, e paletols de f
m panno lino preto e de cores, paletots c ,
* sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- S
M zina pretos e do cores, paletols e sobre- c\>
afj casacos de seda c casemira de coces, cal- M
^ cas de casemira prela e de cores, ditas de >
merino, de princeza, de brim de linho M
S branco e de cores, de fustao e riscados 3?.
<*fc calcas do algodao, colletes de velludo R)
^ preto e de cores, dilos de selim prelo e 2J?
!* branco, dilos de gorgurao e casemira, di- *S
|wj tos de fustocs e brins, fardamentos para f&
f a guarda nacional, libres para criados, ^
ceroulas e camisas franceza?, chapeos e M
gravatas, grande sortimento do roupas f
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- S|
a. dando ao comprador algumas das roupas ^
=* feitas se apromplarao outras a gosto do M
A comprador dando-se no da convenci- oc>
jf) nado. *g
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
Do-se amostras com penlier.
Cortes de vestido de seda de cores com
babados
Dilos de dita preta com babados
Dilos de dita gaze phanlaza
Romeiras de DI6 de seda preta bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e decores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Otlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlreraeios bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho prelas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
I Dilos de dila de algodo bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem idem dem
Gollinhas de cambraia de todas as qua-
lidades de 6(J0 rs. a
i Chales de touquim brancos
Dilos de merino borda los, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Eufeilea de vidrilho franceses pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de linho e algo-
dio, brancas c de cores
Satas balao de varias qualidades
; Chapeos francezes finos, forma moderna
j L'm sorlimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
I Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancas e de cores
. Ditas de fustao brancas e de cores
I
9
I
9
19200
$
35000
19500
IO9OOO
163 000
19U00
9
9
9
9
9
$
$900
9
9
5.-000
9
9
35500
a
60000
85500
s
9
S
9
lanos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiraent
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
DE
em grande sorlimenlo para
bomens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650fl, 7 c 8. ditos do velludo, copa al-
ta e baixa a 1$, i) e 10$, ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 65 e 75, dilos do chile a
3500, 5, 6, 8, 10 e 12, ditos de feltro em gran-
de sorlimeuto, tanto em cores como em qualida-
des, para hometis e meninos, de 25500 a 7$, di-
tos do gorgurao com aba de couro de lustre', di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 43, ditos de palha ingleza, copa alta
e baiza, superiores e muilo em conla, bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muilas qualidades para me-
ninas de escoia, chapelinos rom veo para senho-
ra, muilo em conla e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
Francisco Aulouio Corrria fin ata in$"* "be^a-luvas- ^peos dc sol, e outros
w uu"u'1 litUUOZO, minios objeclosque os senhores freguezes, vi=-
tem um prrande sortimento nV la d- pr.ee da fluaIidae da tnda. nao de-
xarSo de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da rua Direila n. 61, de B. deB l'eij
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concer ta-se qual-
quer obra tanlo de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS IIOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, compooto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao conten mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicio mais
delicada igualmente prompto c segio para
desarraigar o mal na compleicio mais robusta ;
nleiramenle innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remove as doeneas de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
que sojam.
Entre milhares dc pessoas curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morle, preservando emseu uso: conseguirn)
recobrara saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As miiis afilictas nao devem entregar-so ade-
sesperacb ; facam um competente ensaio dos
efficazes efTeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
9
I56OO
S20
1;200
5700
20O0
lOOO
9
9
8-~ono
500
9
2$ooo
15000
$500
15G00
9
5325
*G40
S
ISOOO
9
u
12=000
>cndcm-so fazoudas por barato
proco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rela-
lho : na ruado Queimado'loja de 4
portas n. 10.
Hl D
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Arelas (mal de}.
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extetwta-
cio.
Deliilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no reir.
Enfetmidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqneca.
Herysipcla.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Veadem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na rua da Cruz n. em Per-
nambuco.
Febreto da especie.
Gotta.
Hcmorrhoidas.
Hydropesra.
Ictericia.
Indigestos. .
Inflammacoes.
Irreg uiaridades
menstruacao.
Lombrigas d'e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Itheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo fmal).
Algodao inoflslro.
A600 rs.avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; este algodao serve
pura toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4000 rs.
por sacca de milho ;
Irtnaos.
nos armazens de Tasso
Nova invengo aperfei-
Coada.
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Rua do Oueimado n. 37.
A 303 cortesde vestidos de seda quecustaram
609; a 163 cortes de vestidos de phautasia que
custaram30; a 8$ chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmo.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 porta?. |
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann dellamburgo
do deposito geral do Rio de
com Tasso & Irmos.
Janeiro: a tratar
Farinha de mandioca
Tasso & Irm
Milho
nos armazens de Tasso & IrmSos.
nos armazens di Tasso & Irmo*.
Ceroulas de linho e de algodao
; Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sorlimenlo de fazendas
pan vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninas
! Ditas de seda para menina, par
| Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina de cores, covado
Pulseiras dc velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
L'm sorlimenlo completo de u--as do
seda bordadas, lisas, para sahoras,
bomens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de collele de gorgurao de seda
de cores
I Ditos de velludo muilo finos
Lencos dc seda roxas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapalnhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par
j Casinetas de cores de duas largurasmui-
I to superiores, covado
I Tafet rxo, covado
Setim prelo, encarnado o azul, proprio
para forros, com 4 palmos dc largura,
covado
Selim liso de todas as cores, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado a 260 e
Cassas francezas de cores, vara a 500 a
! Lencos de seda de gorgurao pretos
i Collarinhos do cs-uiao da linho mo-
dernos
j L'm completo sorlimenlo de ruupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletols,
colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Relogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores de 55 a
! Cocos italianos
de folha de flundres, muito bem acaba-
| dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volunte
da Corographia.
Histrica cliouologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Di\ Mello Mora es : vende-se a
! 4$ o volume, podendo-se vender o se-
j gundo em separado : na livraria n. 6 e
{ 8 da praca da Independencia.
I Para a quaresma.
Sedas prelas barradas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 2} e
Sarja preta larga, covado
na rua do Oueimado, loja de 4 portas n 10
r ->--
Conlinua-se a vender fazendas por baixo H
fg preco al mesmo por menos do seu valor gS
afini de liquidar contas : na loja de 4 portas
gna rua do Oueimado n. 10. ^
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, scllins csilhes in-
glezes, candecitos e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros e
montana arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e nscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmao na rua da Cadeia do Recife u. 48.
Vende-se
o engetiho Aremnn silo na freguezia da Esca-
da, no limito do Cabo, arredailo um quarto de
legua da estrada de ferro, com bastantes maltas
vtrgens, edificado de novo e lodo demarcado a
tratar no mesmo engenho com o proprieUrio.
Vende-se um cerro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno uno. e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr James Crabtree & C. n.
42, rua da Cruz.
Vende-*e a taberna n. 141 da rua
do Pilar, tendo poucos fundos : a tratar
no primeiro andar da mesma,
Tijollosde marmore branco a
'400 rs. cada um.
Vende-se no laboratorio de Gamitta
& C. : no caes novo por traz da rua do
Imperador.
1J600
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2c50C
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DIARIO DE PERNAMBUCO. TERgA FEIRA 20 DE MARCO DE 1860.

DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMEXTO DE
vln ,u fl YvSJk Sr U KP lu
Ra Nova n. 27, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste cstabclecimcnlo acha-sc um completo e variado sorlimcnto dos mclhores, mais
elegantes e mais bem construidos pianos de que ha noticia. Nao s se encontrara bellos e mag-
nficos pianos allemes, cutre clles os de C.UU.OS SGSBBLo melhorc mais insigne fabricante al
noje conhecido como tambern ptimos pianos francezes de Erard. A construceao de lodos elles o
nnis seguro, o mais lindo e inteiramente apropriada ao clima desle paiz, e as "vozes de todos elles
sao cuellentes e mui harmoniosos. Este cstabelecimenlo oll'orece as maiores garantas aos fre-
guezes caos compradores emgeral, porquo olm de seren mu razoaveis os preeos destes instru-
mentos, ha toda a promplidaoe fidelidade as compras ; seudo ahi responsavel' por qualqucr de-
leito que possa existir c que se deva reparar.
Na mesma casa aDna-so e concerta-se pianos cora a maior perfeigo possivcl.
DE
Sita na ra Imperial n. 118 c 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Seimsliao J. da Silva dirigida por Francisco Bclmiro da Cosa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de differentcs dimencoes
(de 300g a 3:000?) simples o dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos deslilalorios conlnos
para resillar e destilar espirilos com graduarlo al 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melliores syslemas hoje approvados c conhecidos nesta e outras provincias do imporio, bombas
de todas as dimenres, asperetes ede repucho tanto de cobre como de bronze c ferro, tornetras
de bronze de iodas as dimenres e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fomalhas c crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimengdes para encmenlos, camas de ferro com armarao e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lenrol e barra, zinco era lencol e barra, lsnces e
armellas de cobre, lcnces de ferro o lalao,ferro suecia inglezde todas as dimnsoes, safras, ornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitosartigos por menos prego do que em outra qualquer
parle, desempenhando-se loda e qualquer encommenda com presteza e perfeirao j conhecida
e para commodiJade dos freguezes que se dignarem honrarera-nos com a sua confianga, acha-
ras na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Altenco. ^gf;
Narua Novan. 71.Yendem-sccarrinI,osdemao Corto de vestido de chita rocha fina al:800
a 15$, feijao amarello muilo novo a5GO rs. a cuia '. len?os de cambraia brancos a 2:000 2:500 35?
e em saceos por preco commodo, farcle a 6, mi-' 4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
!1ai^00'i:oulrosf?cncresPor commodo preco. de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
'zera defaLdL de Raymundo Carlos S &
Irroaos. ra da Imperatriz n. 10.
37 Ra do Queimado 37
Loja de 4 portas.
m
Alnieid & Burgos.
Com loja de fazendas na ra do Cabug
n. 8, fazem scicnle ao rcspeitavel public,
aos seus amigos e freguezes, que se achara
prvidos do mais completo sortimento de
fa>ondas finas e grossas, como tambem de
roupas eilas francezas e perfumaras.
Tem ludo quanto preciso para apromp-
tar-se para a quaresma. e eslao resulvidos
a vendereni demasiadamente baratas, e
Chegou a este estabelecimento um completo
it i sortimento de obras feitas, como sejara : pale-
I lots de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasaCas
5 de panno fino preto e de cores rauito superiores
rauilas fazendas por raerlos do seu valor @ a 35, um completo sortimento de palelots de
P^ra feclmem cenias, Uao-se amostras. fci riscadinho de brini pardo e brancos, de braman-
^*\^,f^^f?'v;"uf'K;;V:'^ !le- 1"e se sendera por prero commodo, ccrou-
\ende-sc um excellentc boi rnuito manso ,- 1- .
para carrera, por barato preco: quera p reten-',as e l,nno de dlvcrsos tamanhos, camisas
der, dirija-se a ra da Concicao da Boa-Vista francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
6- + W& \ cada urna, chapeos francezes para homem a 8,
ditos rauito superiores a 10$, ditos avclludados,
' copa alta a 13, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para hornera de 4. 5 e at 7
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
' ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, corles de vestido de seda em carfo de 40$
at 150$, ditos de phantasia de 16$ at 35*000,
gollinhas de cambraia de 13 at 58, manguitos
de l$500at5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
; les para colletes, paletols e calcas de 3500 at
o covado, panno fino prelo e de cores de- 2500
Em casa de E. A. Hurle & C, ra da Cruz n. al 10S covado, corles de collete de vellu do
48, ha sempre para vender um completo sorli-i milito superiores a9c 12S, ditos de eo-"urfio
i si tsaas?s/swbk i; dr' s*n*, "r tjt prcc
I racao pela sua boa construceao. Estes pianos; anad0 de algodao a 10280 a vara,
I que foram premiados com a m'edalha de primei- cortes de casemiras de cores de 5 at 9, grosde-
ra classe na exposicao universal de 1855, alera nnples de cores e pretos de 1SG00 at 3200 o
sarem podem compra-Ios com 20 ou 30 iO de ?e cas.eraira ricamente bordados
.,..i i 'en
Vestidos pretos]
de grosdenaples.
i Vcndc-se na ra do Cabug n. 8, cor-
i les de vestidos para senhora, de grosde-
i naples pjeto com saias ricamente borda-
l das, em seus grandes carles, com o aba-
> te de 30 por cento do preco que nao ha
muito se venda, d-se a 70$.
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos trancelir.s para os mesmos.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacoes P9-
dem lestemunhar as virtudes dcste remedio m-
comparavcl e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tralamentos. Cada pesoa
poder-so-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao tao sor prendontes que admiran: so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram'com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer i
amputacao I Dellas ha muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosorcmedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor c outros magistrados, afirn de maisaulenti-
carem suafirmativa.
Ningucm desesperara do estsdo de saude sd
tivesse bastante coniianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o*|
mentratatoque necessitasse a nalureza do nial,
cujo resultado seria pruva rincontestavelmente :
Que tudo cura.
O ungento lie til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Pianos venda
menos que era oulra qualquer parte.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
libras : em casa de Tasso Irmaos.
Vende-se superior linha de algodo, bran-
CBse do cores, em novello, para costura : em
casa de Scuthall Uellor & C. ra do Torres
u. 38
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLA1OKABO
PELOS SRS.
Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. GilAlexandre HerculanoA. G. RamosA. Gui
Era casa de Ilenry Forster & C,
Trapichen. 8, vende-se :
Arreios americanos.
Tionihas idi-m.
Foges idem.
Arados idem a 302000.
Champagne e cognac.
Relvgtos americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas,
f.ampees de calente com azele proprio.
coeiros
a 123 cada um,
eos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12j cada um, ditos lisos para h-
mem, fazenda muito superior, de 12
duzia, casemiras decores para coeiro,
1 2$40O, barege de seda para vestidos,
15400, um completo sortimento de
at 205 a
covado a
covado a
colletes de

"3@; ?>"
i
f

*
Fazendas
AMAZEI
modas..
ma-
DE
c
DE
a & (C.
ra do jgorgurao, casemira prcta lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendem por barato
prero, velludo decores a 7# o covado, pannos
para cima de mesa a 10# cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 2800
o covado. bandos para armaco de cabello a
l$500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, eum grande sortimento de macas e malas
@@ de pregara, que tudo se vende vontade dos
? freguezes, c outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
Alporcas.
Caimbras.
Callbs.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupeoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Enaldade 011 falla de
calor as extremida-
des.
Fi'ii'iras.
Gengivas escaldadas.
tfchacoes
Inflammaeao doflpado
exiga.
Bombas de japi.
Grande sortimenlo de bombas de jap de todos
os nmeros, e tambem canos de chumbo para as
mesmas, tudo por preco muito commodo : na
ra Nova n. 20, loja do Vianna.
ARMACAO
Vende-se a da casa da ra de lionas n. 29,
sem gneros: trala-se na mesma 11. 31.
Cadeirasde rame.
Grande sortimento de cadeiras de ferro com
assenlo de rame, por baralssimos preros : na
ra Nova n. 20, leja do Vianna.
Escravos fgidos.
^ No dia 6 do corrente fugiram do engenho
Dchda o escravo Filippe, cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, reprsenla ter 32 annos de idade, ralla bem ,
n no da 8 o escravo Marcolino, denaco An-
gola, cr fula, alio e seoco, sem barba, tem nos
bracos signaes de vaccina, na lesla urna cicatriz
em forma de raeia la, ecm cima de un dos ps
urna sicatriz que repuchou alguma cousa a pellc,
tem a falla descansada, bem feilo de rosto e re-
presenta ler 28 anuos de idade ; ambos esles es-
cravos levaram caira de algodao azul trancado o
camisa de algodao de lislra, alera de mais 'roupa
que possuiam, e suppoe-scque reuniram-so pa-
ra seguirem Viagem para o sertao do Sobral di
onde o primeiro natural: a quen, os ipprehen-
der junios, ou a cada um de per si, ou delles der
noticia, ser bem recompensado pelos seus do-
nos, no referido e.'igenqo L'chOa.
6
compradores se mostrarao
2 ?@@@@ ^@@
8
raes-A. de Lima-A. de Oliveira Marreca-Alves Branco-A. P. Lopes de Mendonra-A. Xavier /C ____ DMA UU fl _____ / C*
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Barreiros-Carlos Jos Caldei.a-E. Pinto da Silva e Cunha-F. : S*** tt U tt W U tt 4D -
Comes de Amonm-FM. Bordallo-J. A. de Freilas Oliveira-J. A Maia-J. A. Marques-J. de 0s proprielarios dcste novo eslabeleci- .4 J;-sl0Pa-


m
Vndese

AndradeCorvo-J. da Costa Cascaes-J. Daniel Collaco-J. E. de Magalhaes Cou'tn'ho-J. G. Lobato 9 ,nenl
iires-J. H daCunha Rivara-J. J. da Grana Junior-J. Julio de Olive-ira Pinto-Jos Mara i conc
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva FerrarI 9 me"
rraz-
Jos da
Silveira
Jos1 de TorresJ.X.S. da MollaLeandro Jos da Cosla-Luz Filippe LeiteLuiz
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Ferraz Valentina Jos da
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
pon
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da MottaRodrigo Paganiao.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a ofTerecer aos lcitores, cob-
runtamenle cora a revista do que mais nolavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, al^uns rticos originaes sobre qualquer desles assumptos, o archivo inivf.iisal
desde Janeiro de 1859, em que comegou a publicarse, tem satisfeito aos seus fins, com a maior
exactidao e regularidade.
Tublica-se todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um rolume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Preco da assignatura: pelos paquetes vapor 10$200 por anuo ; por navio devela 8$ [moeda
brasilcira).
Ha algumas collecces desde o cornejo da publicaco do jornal.
<:
lo que desde hoje se acha aberlo a
ncurrencia publica, recebendo directa-
te do Pars o Londres por todos os g
paquetes arligosde modas que constilue o
@ mais bello sortimento de fazendas em apu-
$g rado gosto, tem resolvido para merece-
@ rem a atlenco do rcspeitavel publico,
^.- venderem as suas fazendas com muita rao-
^> dicidade de preco.
>###&#$* @@-0




i




m
Camisas inglezas.
Biscoutos em latas.
Em casa de Arkwiglit & C. ra da Cruz nu- ^
mero 61. $$
@S-@-@@@@
CONSILTOMO
DO
)f. P. A, im Hoscoso,
wmm iPMiriii i ipieijid^ir,
3 RA A GLORIA, CA^il DO FCi^DlO 3
Clnica por ambos os syslemas.
O Dr. Lobo Moscoso da consultas todos os dias pela manha ede tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curar animalmente nao sopara a cidade como para os engenhos ou outra-
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o uuraero da casa.
Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metter seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnncianle achar-se-ha constantement e os melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguimos:
Botica de 12 tubos grandes, ..."..... 1000O
Ditos de 24 ditos...............15$000
Dilosde 36 ditos..............20S090
Dito de 48 ditos............-..'. 25g00()
Ditos de 60 ditos............. '. '. O3OOO
Tubos avulsos cada um.............1J0OO
Frascos de linduras........,.....' 2S000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........20$000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10g000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6S00O
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-ho tambem do Io de uovembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidadee economa do publico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de
tantos sacrificios.
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez .... 10J00O
momos, de choque ouchuviscos por mez 15;000
Series de cartoes e banhos avulsos aos precos annunciados.
FUNDIQAO D'AURORA.
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ricini, porles gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivaJoaes, ponles, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua nalureza pelos
desenhos ou moldes que para tal fim forera apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimento na ruado Brura n. 28 A c na ra do Collego hoje do Imperadorn... moradia do cai-
iero do estabelecimento Jos Joa^uija da Costa Pereira, com quem os nxetendentes se podem
entender para qualquer obra.
Vinfio de Bordeaux.
F.ro casa de Kalkmann Irmaos & C, na da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecidas marcas dos Srs. Rra-ndenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Ifareilbac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades
De Braadciiburg frres.
St. Eslph.
St. Julicn.
Margaux.
La rose.
Chleau I.oville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julen.
St. Julicn Mdoc.
Chleau Lcoville.
Na mesma easa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ceneja branca.
A 360 rs.
I.aas para vestidos e roupas de enancas, fazen-
das de padres modernos : na ra do Queimado
n. 17, a prinieira luja passando a botica.
Por melade de seu valor.
Sedas pretas lavradas em cortes, pelo diminu-
to preo de 20g o corte : na ra do (Jucimado n.
17, a primeira loja passando a boiica.
ATTEN(\0.
A endera-se velas de composinao de muito boa
qualidade, em arrobas, por prego muito com-
modo : na labrica do largo do Terco n. 2'J.
Pechincha.
Vendam-se queijos muilo frescos a 13*800, ar-
roz a 100, c 80 rs a libra, latas de ervilhas a
500 rs., manleiga mgleza a 700 rs dita franceza
a 600 rs., bolacfainhas finas a 320 a libra, e ou-
tras muitas cousas, ludo por barato prego, que
s a vista faz f : no deposito do largo da ribeira
de S. Jos n. 15.
Tachas e moendas
Braga Silva A C, lem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
raesrao deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechincha.
I Com pequeo toque de avaria.
\a ra do Queimado 11. 2, loja do Preguica,
vcndeni-se peras de algodao encorpado, largo,
COm Jfequeno loque de arara a 2g50O cada urna.
Aos amantes da economa
Na na do Queimado n 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de cores fixas bstanle escu-
ras, pelo baralissimo preco de 6J a pega, e 160
rs. o covado.
Vende-se urna loja de miude/as na
ra Direita, a qual tem poucos fundos,
e por uso propria para quera quizer
prineipiar neste negocio : quera pre-
tender dirija-se amesm;, ra Direta lo-
ja de calcado n. 7.
Vende-se por muito commodo preco, a di-
nheiro ou a prazo, um engenho d'agua. bom
moedor, com boas trras, situado entre a villa do
Bonito e a Escada, dislante daquclla villa Ires le-
goas : quem o pretender, dirija-se a ra Bella n.
14, que ahi achara com quem tratar, das 11 ho-
ras do dia as 2 da tarde.
Aos amantes do barato.
Confronte a travessa de
S. Pedro.
7Ra Direita7
O proprietario desle. eslabelccimenlo, queren-
; do acabar cura urna factura de calgados l'rance-
| zes, expz ao publico, pelo preco abaixo ;
Borzeguins ingleses 10*000.
Ditos francezes. lastro de phanlazia 9#500.
Ditos ditos aristocrticos 9$.
Ditos ditos de pejlica e lustre 8#.
Dilos eonomcos 6[.
Sapaloes francezes de lustre a pliantazia 6J-
Dilos dilos democrticos 5*500.
Dilos econmicos 3^500 e iOO.
Sapatos do entrada baixa rom sallo 4S500.
Dilos de dita sera sallo 3500.
Borzeguins a phanlaxia para senhora 5$.
Ditos de cores a 45800.
Dilos democrticos para menino 4j4.
Ditos de cor 3J800.
Taraancos de marroquim para hornera c senho-
I ra a 540 rs,, e outros muitos calcados, cujos pre-
|<;os exlraordinarainente baratos, salisfaro as
' txpeclalivas dos compradores.
PECHINCHA.
Ovas frescacs dcC-moropira, vindas no palha-
bote Jorge, por atacado 2 caixcs, e a retalho :,
: em casa de Joao Jos de Gouveia, ra do Quei-
mado n. 27.
= Vende-se na ra Imperial n. 82, casa do
1 Sr. padre Albino, urna negra moca, bonita figu-
| ra, propria para engenho por ser do mato e acos-
j turnada a esses servigos, e retornada e nao tem
achaques.
Inflammaco da b
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pnlmes.
Qucimadelas.
Sarna
Supurarr.es ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulanoes.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e nutras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl. llavana e Hcspanha.
Vende-se a80O rs., cada bocetinha contm
urna nstruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em cssa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em l\r-
nambuco.
Hillio a oSOOO a sacca.
\cnde-so niilho americano novo a 5! a sacca
grande : no arraazeni de Travassos Jnior i C,
ra do Amorim n. 3.
Ouem deixar
de comprar?
No Bazar Pernambucano da ra do Imperador
vendem-se os seguintes gneros, pelos commo-
dos precos abaixo-declarados :
Batatas inglezas novas a 700 rs. a arroba.
Presuntos de fiambre a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 250 a libra.
Caixinhas com cerca de 3 libras de amendoas
a lj}500.
Cerveja superior a duzia a 4;500.
Queijos Daraengos, cada uro a lgOO.
Charutos de diversas marcas e qualidades por
baratissim js precos para liquidar.
Bolinas para senhora, obra elegante, a 2S000
o par. *
c com alguns cabellos
Esta escra-
" a poucos
Fugio no dia 6 de fererciro prximo passado
a cscrava Leandro, crioula, cor fula, alta,
gra, bem Callante, com os denles da frente po-
dres c alguns aliebrados,
brsncos, levando toda a sna roupa.
va 6 natural di ciiade de Olinda, e
dias foi pegada no bairro do Recife por um pre-
to, o qual querendo leva-la para casa, foi por
ella llludido, e evadio-se na mesma occas
por isso julgn-se que ella anda por cites lugares
anima mencionados : roga-se a qualquer pessoa
que a pegar, que a leve ra de Santa Hita, <-
lirado n. -o, primeiro andar, que ser&graitfi
50,000.
Espirito de vinlie com 44! Novo'annazem de fazendas
Em casa de Borott feC, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Carros de 4 rodas de um modello inteiramente
novo.
Cabriolis muito lindos.
Charutos de llavana verdadeiros.
Algodao americano trancado.
Presuntos para fiambre.'
Cha preto de superior qualidade.
Pumo americano de superior qualidade.
Chainpanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne, de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morrng Cali,
Sherry Cordial, Hent Julop, Bittcrs, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Vende-se um sitio com 1,200 palmos de
.undo e 460 de largo, Ierras proprias, cora boa
casa de vivenda de pedra e cal, oites dobrados,
toda (oreada de calcada, com bstanles arvores
de fruclo, e com excellenle agua de beber, na
estrada de Joao de Barros, defronte do boceo do
Lspinheiro : a tratar na rua do Cabug n. 2 C.
Para apurar dinlieiro.
Na grande fabrica de tamancos da rua Direila,
esquina da travessa deS. Pedro n. 16, ha cffec-
livamentc urn grande e rico sortimento de la-
mancos de lodas as qualidades, que se vende
muito em conla para apurar dinheiro; a eslacao
invernosa est na porla, porlanlo, os senho'res
commeroiantcs da praca e de fra devem-se pre-
venir : vende-se a retalho, e em pequeas e
grandes porcoes.
Carro.
Vende-se um curro americano de 4 rodas, para
um s cavallo, de elegante modello : na rua da
Cadeia Velha n. 35.
Luiz Cactano Borges, offorece 50g de gralifica-
gaoaquem pegar elevar o seu escravo Antonio,
mulato acDocladu, com idade de 22 anuos, si :..
barba, estatura regular, leudo os bracos arquea-
dos c canoeiro, fugio no dia 5 do corrente :
encostado a canoa na ponte de Uchoa, lev
em umsacco urna pouca de roupa e se intitula
por lvre : quem o pegar pode lcva-lo a rua .i
Concordia n. 2.
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felippe.de naco
gola, de idade 45 a 50 annos, com os" sig
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor I la,
tesla carregada, olhos pequeos, cara larga. m
barba, falla fina e a voz sempre baixa, I
larga, com alguns cabellos brancos pelas fooli -\
parecendo ser muilo mancinho, porm c muito
"velbaco e mollino a curador de emposturias, ue
bom corpo, pernas um tanto finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo 6 de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, proprielario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Prela quem
o pegar ou disser onde de cerlo est sera bem
recompensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 1S
do corrente, urna sua escrava da Costa de nome
liara, que representa ter de idade 45 anuos, al-
tura e corpo reculares, cor nao muito pieta, tem
bastantes cabellos brancos, costuma traz-r um
panno alado roda da cabeca, tendo por signal
mais saliente a5 mos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de atroz, nao voltou
mais : roga-se, porlanlo, s autoridades poli-
ciaes, capilaes de campo c mais pessoas do i
a apprehenso de dita escrava, e leva-la loja
do Preguica, na rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina defi
da cocheira do [Um. Sr. tenenle coronel Sebas-
tiao, qne sero generosamente recompensados.
No dij 6 do corrente. fugio do eng
L'chda, o escravo Filippe. cabra, estatura regu-
lar, pouca barba, com signaes de bexiga no ros-
to, falla bem e reprsenla ler 32 anuos de id
e no dia 8, o escravo Marcolino. de nngao Ango-
la, c gos signaes de vaccina, no lesta una cicatriz pe-
quena em forma de raeia la, cera cima de ira
dos ps urna cicatriz que repudia alguma cousa
cousa a pelle, falla descansado, bem feilo de ros-
to, e representa ler 28 annos de idade ; ambos
esses escravos levaram calcas de algodo azul
trancado e camisa de alaoda de lislra, alera le
oulra roupa que possuiam ; snppoe-se que esl
escravos reuniram-se e seguirn) viagem para o
serlao do Sobral donde o primeiro escravo rc-io,
ou para outro qualquer serto, porque consta
que seguiram para o cenlro : roga-se a todas as
autoridades policiaes, capilaes ou a qualquer
pessoa particular, que os apprehenda, ou aviso
no major Antonio da Silva osmio, no Recife,
ou no engenho Uchoa, que sendo autoridade llic
finar em eterno ngradecimento, ocompromet-
te-se a pagar generosamente as despozas com a
conduccao ou aviso dos referidos escravos, assini
como a capillo de campo ou pessoa parlie
que fizer o favor prende-los a ambos ou a qual-
quer um dos referidos escravos, ser generosa-
mente recompensado.
No dia 15 do corrente fugiram da casa do
abaixo assiitnado, os escravos Paula, crioulo, 26
annos de idade e Jos, cubra de 22 annos, am-
bos foram vestidos cora roupa de algodao azul
de listras, e o Paulo serrado, secco do corpo c
fulo da cr ; presume-se que andem aqui mes-
mo na cidade pede-se s autoridades poli
e capil s de campo, a captura dos referidos es-
cravos, e os levera rua do Imperador n. 21,
que serab gratificados Recife 16 de marco de
1860.Siloino (uilhe.imc de Barros.
Fugio desde o dia 1 'rde feverciro nliim), o
escravo redro, pardo (cr de mel), beigos e na-
riz grossos, retornado, com 18 annos incomple-
tos de idade, boa estatura ; tendo as costas um
signel (vulgarmente chamado calumbo' de nina
pancada que Ihe doram : quem o apprehei
leva-o rua senhor abaivailo, que d b0$. Re-
cife 15 de marca de 1800.1). Francisco Bal-
thazar da Silveira.
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
(rros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua lana do Rosario n. 36
Modista Lisbonence.
Na rua Nova, sendo a entrada pela rua das
Fores, n. 34, existe um lindo e variado sortimen-
to de chapclinas de seda e enfeites do cabega
para senhora, com grande diTerenca de prego
para mais barato do que em outra qualquer
parle, sendo ludo de bom gosto.
Vendem-se ceblas em caixas c aos centos,
por barato proco : na rua Direila n. 69.
DE
camas de ferro.
75Rua da Imperatriz-7d
Neste estabelecimento encontrarn um grande
sortimento de camas de ferro fundido e batido,
de todos os tamanhos, c gostos os mais moder-
nos.
Ao senhores donos de cocheiras.
Vendem-se saceos grandes com milho a 4$500 ;
no pateo da Ribeira a. 2 A. Tambem ha saceos
com boa farinha a C e "J.
c modas
DE
Fara C, rua Nova
numero 45.
Os proprietarios dcste novo estabelecimento,
recebendo directamente de Paris e Londres por
lodos os paquetes artigos de modas, que consti-
tuco mais bello sortimenlo de fazendas em apu-
rado gosto, fazem scienle aos seus freguezes e ao
publico em geral, que lodas as fazendas de seu
eslabelecimeulo *ero vendidas por prego muilo
mdico.
Na loja de miudezas, calcados
e funeiro, no aterro da
Boa-Vista n. 78,
vende-se bezerro francez muito novo e boa qua-
lidade a ttOCa pelle, tranga com vidrilho, bo-
nitos padoes, branca e preta a 560 e a 500 rs. a
vara, bico cora um palmo e mais a 1#200 a vara,
alfinele de ferro para armador a 120 rs. a carta,
penles de tartaruga virados, bonitos padres, a
9#, paoel de peso pautado a 3(500 a resma.
Na rua da Imppralriz, loja de miudezas,
vende-se um lindo diorama com vislas, por pre-
go commodo.
Dos premios maiores de 20$ da 3.a lotera concedida
associacao de caridade desta corte, extrahida
em 9 de marco de 1860.
M
S. FREviS.
117
61
2O
8.
310
7t
76
98
419
26
30
58
63
65
73
79
87
509
16
606
97
89
707
17
806
29
71
972
76
lOO
40
4005}
40
200*
100
100*
1005
40
40
1,000
40
40
1UU
40
100
100
40
100
1:000
40
100
200
400$
100
40
40
40g
100
NS. PRKMS.
1108
60
73
96
97
1313
22
87
1414
19
27
51
91
1565
7t
82
1600
17
51
84
1727
32
76
78
87
1811
2G
41
49
400
40
40i
40S
400;
1005
40
200
40$
40
100
100
40
403
lOOi.
40
200
40
1,000$
40$
100
100
100
40$
40
10
40
100
NS.
1853
87
1907
40
42
59
2021
2126
67
75
92
2215
29
19
50
64
87
230i
28
55
2100
2504
18
72
79
88
2619
37
4i
PREMS. NS.
40 26 i l
200$ 67
100 74
200$ 77
40 98
200$ 2705
40 56
40 2857
40$ 72
40 2908
40 i
100$ 52
40J 3000
40$ 19
40$ 3112
100$ 63
40$ 80
40 3210
100$ 72
40 3322
40 94
40 3430
100 31
100 61
40 72
to 3506
003 37
40 76
1,000 3625
PREMS. NS. PREMS.
400$ 36i'J 40
93 40?
3723 40;
47 40?
55 40
93 200
3808 40
62 100
75 100
81 200
85 40
88 40
95 100
395 100
96 40
4039 100
46 00
59 100
63 40
72 40
78 40a
4168 40
75 100
98 40
40
100
100?
40
400$
40
400
40$
200?
200$
100c
49j
200
200
40
20 40$
400
40
100
100
40
40
40
100
40$
40
40
4216 20,000?
30 4uy
41 10,000$
42 400$
43 40*
NS. PREMS
42.6
84
94
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4422
53
57
75
9
452
4601
II
24
34
36
67
4715
67
70
91
4894
4904
4t
5025
29
5197
5227
40
100
40
40
100
40
200$
100
40S
200
1,000
40
40?
200
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1,000
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100?
40
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40
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100
100$
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40$
40;
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521
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38
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98
5815
57
5962
73
86
100$
100
200
403
4.0(105
1005
1009
100?
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40
100
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40?
409
100,?
100
100
40S
100
100
200
409
40
40
1C0$
40S




(9)
Litteraturo.
Discurso pronunciado por M. Martin no
Instituto Histrico de Pars, sobre a
questo seguidle:
Determinar ok periodos jirlncipaes
i lcglslaf& sohri os escravos,
c:jlrc os Gregos c lSomnnos antes
da era christa.
( Conlinuarto. )
'.. Quatidoalg icm era prego cojiioiiimigo, ou
o eslava comprehendido em aTgum
lo, d'ahi as palavras ou d(.-iiomiiia<;oas do
mancipium ;
Quando um credor obrigava um devedor i
tender-se para pagar suas dividas :
4", Ouando alguem era condemnado escra-
vidao por algum crime ;
5". Ouando um pae (sempre aulorsado pela
lei) reduzia seu filho esta condicao.
Os individuos comprehendides nos Iros ultimos
cosos quando liiiham completado o lempo mar-
ren!" rio sua escravidao, ou quando ochavara
meios de liberlarem-s, recobravam ao mesmo
tempo todas as prcrogotivas inherentes cndi-
lo dos liberi nati ou ingenui. (luauto aos ou-
tros riles linliam menos esperangas de alcanza-
re m os mesaos privilegios : entretanto o boa
O esenvus pblicos s *podiam srr emprea-
dos satisfazerem as necessidades da repblica
romana e do seus magistrados, os rjuaes linhnm
uincerto numero em sua companhi (81. ) Esses
escravos eram quasi todos prisioneiros de guerra
ou cidadaos reduzidos por qualquer crime esto
cndilo.
Esta especie do escravos era a menos infeliz ;
elles tinham direilo'que os collocavam cima de
seus companheiros do infortunio, podiam niais
fcilmente adquirir urna propriedade, e dispor de
seus bens por testamenlo ( 82. )
Os escravos privado? crum milito mais sugei-
los : seus senhores quem o orgulho o o fausto
comegaram dominar, nao viram n'elles mais
do que vis instruiremos de caprichos, do que se-
res abjeelos e proprios para as uocedes as mais
grosseiras,
'O direito de vida e de mor o que sobre elles a
lei lhes conferia, os aulorisava, de ilguma sorte,
servirem-se delles como de animaos domsti-
cos, como de objectos de trafico. Esles infelues
eratn empregados, ou na cidade, ou no campo :
no primeiro caso eram designados pela oVnomi-
nacao de familia urbana, no segundo pela de
familia rustica. Estes ltimos empregados na
cullura da Ierra, soffriam os Iratamcntos mais
barbaros que se podein imaginar (83).
Tilo Livio refere que ricos particulares linliam
em suas Ierras prisoes subterrneas, chamadas
Frgastula, onde prendiam seus escravos dos cam-
pos, c dos qu.ies niio os tiravam senao
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FFJRa 20 DE MABQO DE 1860.
para su-
vontadode um senbor, nuer declarando sea es-1*ert os aos niilis Pono3l,s Irabalhos, durante os
i" i!ir,,i.' o. I ,1'mih ......i.. I...
travo livre, quer permiltudo-lhe tirar una parle
to lucro de seu Iraliallio para alcancar OS meios
de liberlar-se, juntando islo algumas formali-
dades era bstanle para dar o carador legal e
definitivo esta manuniis.sao. llaviam
quacs eslavam sempre encadeados.
A sorle dos escravos empregados na cidade era
mais ou menos supportavel, segundo suas func-
coes, ou segundo) o procedimento dos senhores
para com elles. Mesmo haviam aljruns que eram
ni es moer
jiiuilas especies de manumissoes : una chamada d(S""aiJos aoservico exclusivo do um particular,
os quacs se denominaran! Pccdagogi. Outros
preenchiara os [onceos de preceptores e eram
inanlidos em um estado anlogo sua profis-
sao(8i) \
Propoz-so ao senado distinguir os hornees li-
vres dos escravos por mcio do vestuario, mases-
la proposigo foi regtilada. Os senadores pen-
savam que seria perigoso por os escravos em es-
tado de calcularen) o seu numero que augmenla-
va todos os dias. Esta razSo fez tambem com
que, no conieco deste periodo, se prohibissem
aos escravos trazerem armas perfuranles (85).
Tambem se lhes prohibi, sob pena de morte,
alistarcm-se na milicia (86). mas esta prohibioao
que os legisladores gregos j tinham cstabelecdo
ceden, em Roma como na Grecia, necessidade
e as circumslanrias Assim, no tempn da bata-
llio de Caimas, Roma comprou oito mil escravos
vigorosos, depois do os interrogar se queriam
nao
manumissio, se fazia peanle o Magistrado [injit-
i curam Uagislalu) em prosenca do que o
escravo era declara.lo livre {vindicta, ou cum-
tindicla :} urna outra especio dava-se pelo relo
da nscripgo do nomo do escravo as Taboas
i i iirso com o consenliniento do senbor censit
e muitas roses tambem una simples adopeo
confera esle beneficio (76).
O escravo manumellido se denominara Liber-
is e lornava-sc como que membio da familia da-
1100110 que, nesta occasiao, respeito linha obra-
do em razao de pae ; d'ahi a denominacao do
palroiius daoa esle ultimo, titulo que linha o
patricio respeito de seus clientes. Os descen-
dentes do liberto os escravos que elle manumi-
tiste, eram obligados reconhecer por patro-
nos este amigo senbor e seus descendentes (77),
ou no menos dizerom-se seus clientes, de outra
sorte arriscavam-se perder a liberdade : pe-
lo menos, differenca'que distingua esles lber- servir; receborara o nomc de Volones; mas
los, nascidos escravos ou prisioneiros de guerra, I forram ''triodos.
dos noscdos livres, e por conaeguinle nio suiei-1, Vracc Primciro 1"e proclamou livres
Iso os mesraas formalidades, desde que podes- ,S?,0S f800,que compunham seu exercito
sera recuperar seu primeiro estado. '?'' e es.le excmplo foi muitas vezes imitado no
prohibi-
pnmeiro
Haviam nessa poca poucas medidas
tivas repressoras respeito dos escravos
decurso da repblica.
Disseinos que a lei, longe de proteger a exis-
eni quanlo propriedade do cidadao. Para este
fim, em 527 promulgou-se a lei nuilia que or-
que, de um lado, estes nao tondo ainda que quei-',encia do.s "cravos contra seus senhores, enlre-
xar-se Jos mos testamentos praiicados por seus ?i a."0.s.7-SCUS-Ca,.'n.ch.0S- Ma.s. e!i" s_prolegeu
senhores, e sua sorlo sendo muitas rezos supe-
rior da ultima classe dos Romanos, da qual s
tinham de menos os privilegios polticos e a hon-1 no PO""" artigo, que quem quer que
ra j inherente ao titulo do cidadao romano A- ma,asse nor fe 0" por casualidade, um escra-
thando sua condijao tranquilla e pouco suieila vo ,lm. quadrupede.ou outro animal qualquer.
elles f o rain raras vezes otecio de descontenta- Ia l,riiailJ0 pagar ao propnetano o maior
momo e do repressao. E' que em lim os senho- i""'-0 q"e podes-^e oblcr. no decurso do anno an-
res. de seu lado muitas vezes ausentes de seus i1"1" comrCando-se acontar do momento da
dominios, erara mais interessados em oidor sua I "' (\ ?' .- ...
afleico e fidelidade quo forca-los submissao e i tcrcc'r0 ail'go desla ei determina que quem
aviltamenlo. l?J!r2"^ l,v.csse- por na fe ou por casualidade
enm '' '' f,'rido.simP,Psm I mal, pagara ao proprietario o proco na razao do
maior valor que podesso obler no e'spaco de Irin-
la dias precedentes. Ve-se, pois. que "os Roma-
""*' I nos assemelharam
As festas saturnaes, em que os escravos
servidos por seus senhores, testa que existi ion-!
go lempo depois na Grecia e na Italia (78), e foi
inlroduzida em Roma por Nuioa, seguudo uns ,
]-or T. Ilastollius, segundo outros assemelharam os escravos aos animaes de
No da 13 de agosto hovia tambem, em Roma, 'C!IT?*' lnmbt'm designavam-os pelo nome de Cor-
-ama fesla anloga, em honra dos escravos, esta- '",,'-'*1
uelecida, diz Plutarco, em memoria do rei Ser-
vios, que, nesse dia nasceu de urna escrava (79).
Os escravos Romanos, ifesle primeiro periodo,
Como cm Alhenas, seu lesleruunho nao era nd-
mitlido nos negocios crroinaes, senao quando
fossem o resultado de torturas exercidas sobre
se acharara em urna siiuacao anloga "aquella i ti*? '',n!fs nu"ca faziam-os jurar contra seus
em que vimos os da ilha de Creta, em urna epo- '"r,es-!J,1a exccP'.ao do caso de incesto, de
Beldante. Podcr-se-hia applicar i un o !nJ"raao e lesa-magestade : de ordinario sem-
outro pnvo o que Tcito diz dos Germanos : Vos l^""" 0S csc.rav.os d so acoslumam mesma escravidao, com tanto
que os senhores nao sejara mais duros que a es-
cravidao.
Entretanto o commercio o u necessidades de
industria mais extensa, augmentando me-
que progredia a civilisacao ntreos prmoi-
ros pavos, o numero e sugeieao dps escravos pro-
gredio nos mesraos graos, o' houve necessidade
de leis mais rigorosas & este respeito. Ao mesmo
tempo o coslume de se verera servidos e obode-
de sua condicao, esta unio nao era chamada ca-
samento, mas sim cohabitado (ConluberniumJ
porque ella nao linha effeilos senao quando o sc-
nhor queria.
Caliio exigia que un) escravo que quizesse co-
habitar com urna escravo lhe pagasse urna cerla
quantia (9l[.
Nao haviam mesmo lois que protegessem a vir-
gindade das escravas, contra o senbor quo as eu-
tregava una proslituicao publica.
O S. C. Sillaniano e o'ulras leis, eslabeleeeram
havia o sello de seu ultimo senhor, ou o da rep-
blica, se eram escravos pblicos (93). Emfm
que os captivos, por meio da guerra, seriam ven-
didos fa^or da corda.
Alcm disso o vendedor obrigado garantir ao
comprador que o escravo nao eslava ciposlo al-
guma busca por causa
qualquer delicio, sera o que devia pagar o duplo
do proco recebido. Emfim devia dizer se o escra-
vo linha alguma doenea ou se era defeiluoso t);
A redhiboronao podia ler lugar por causa de
ritios da intellgencia; racnos que o vendedor
nao garantisse especialmente quo o escravo nao
Jinha csses vicios (95). Mas ella linlia sempre
I ugar por causa de vicios corpreos.
O comprador poda tambem comprar o escravo
com a condicao de que podoria desfazer a venda
no caso em que o escravo nao livesse as qualida-
des prometlidas pelo veiidedor;|raais esta redlibi-
cao nao linha logar senao dentro do espaco de 60
dias, salvas certas excepces. Ou antes exigiara
urna eaueio, e nesse caso tinham Iros mezes pa-
ra forcar o vendedor recebor a receber a mer-
cadura, o seis para pedir urna itidomnisacao (96).
Parece que os particulares, cedendo ur escra-
vo titulo de venda, empreslirao ou troca, nao
eram submetlidos as mesraas medidas. Quando
nao eslavara salisfeilos cora o escravo podiam
rendo-lo sob condices que o comprador era obri-
gado acumprir, como nao poder liberla-lo seno
depois de um certo numero de anuos, nao era-
prega-lo senao nos trabaIhos os mais penosos.
Essas conihcoes eram alguraas vezes mencionadas
era um testamento, e cora ellas deviara os her-
deiros conformar-se.
Ve-so por csses delalhes quanlo os
tinham exagerado as nstluieocs gregas relativas
csciavidao e as tinham por consoguinle torna-
do mais iutoleraveis. Pode-se muto bera dizer
com Montesquieu Que la loi de l'sdavagc n'a
jamis paur lui tre utile; elle est, dans tons les
cas, canlre lui sans jamis tre pour lui (97).
Os escravos romanos podiam algumas vezes
consolar-se dos rigores que aleie os caprichos
de seus senhores razian pesar sobre elles pela
esperanca de alcancarem a liberdade. Os modos
de raanuraissao erara mais numerosos ncsla po-
ca quena precedente. Alera dos que enumera-
mos no primeiro periodo, necessario acrescen-
tar o modo de manumissao por testamento de que
falla a lei das Dozo Taboas. Un senhor muitas
vezes fazia-o por um motivo de fausto e ostenta-
cao, afira de augmentar o cortejo de seu funeral
que s podia sercomposlo de homens livres (98).
Quando um senhor institua seu escravo her-
dero de seus bens, seguia-sc como consequencia
a martumissao com quanto nao fosse mencionada
no testamento. Succedeu muitas vezes que um
cidadao prevendo que seus credores, depois do
sua morte, apoderar-se-hiam de seus bens e os
vend eriam em leilao, para evitar a ignominia
sua memoria, institua seu herdeiro um escravo,
afira de que a venda de seus bens se fuesse em
nome de um outro ; e esle escravo ora mesmo
foreado pela lei accetar essa vergonhosa manu-
missao, e nesse caso denoininavam-se lucnes ne-
cessarius.
O esreavo quera seu senhor permittia ter um
peculio, podia ou resgatarsua liberdade, ou cora
prar outros escravos para o ajudarem. Estes l-
timos so denominavam servi vicavii (99).
Una accao til Repblica era tambem corao
na Grecia, ura motivo de manumissao para o es-
cravo romano (100).
No anuo 335 de Roma, os escravos tendo pre-
tendido queiraarera a cidade, dous d'enlre elles
revelaram esta conjuracao, e forara recompensa-
dos com umasoraraa do dinliciro e cora a manu-
niissao.
nal dos Romanos.
E raesiuo as derrogafes
essas leis que se devem ottribuir as desordens
que os ltimos lempo* da repblica e quecausa-
ram sua ruina.
O numero dos escravos augmenlou de urna ma-
noira lo prodigiosa, que haviam nomenclaturas,
_ -Ub' U d ?U,' PrivileSiads de quahficarem seus senhores ; e
estes pcrmillam-lhes muitas ve/C3 rouborem no
caninhos pblicos para seren dispensados de
nulri-los (10 i).
O numero dos libei los augmenlou nos mesmos
graos, o quo cnclicu a cidade de. nitrito mos ei-
dadaos, que linliam oblido osla dignidade polos
meios os mais prfidos e vis, os quaes, por seu
fausto inslenlo o costuraos dissolutos, exerecn-
do una funesta Influencia sobre a vida poltica e
privada dos Romanos, acabaran) por fazer per-
der estes sua nacionalidade, se urna nova or-
dem de cousas. ou antes se urna mito poderosa e
leis severas nao viessem dar aos cidadaos roma-
nes sua primeira inviolabilidade ; prohibindo o
accesso vis estrangeiros ou i escravos opu-
lentos.
TKUOEIIIO PF.uiono.
508 e Romanos moslraram, principolmenle a
respeito dos eslrangeiros
-i Gl 1O0 PERIODO,
Depois da lei dasDoze Taboas, at o eslabcle-
eimenlo do imperio romano.
Romo linha adquirido no exterior um poder
forte e terrivel, antes que sua situaci.o poltica
interior fosse cstabelecida sobre bases solidos
U s reformas no governo e no oslado civil dos
om.inos ja tinham sido tentadas, mas nunca
salisacao da maioria. Emfim tres seclos depois
a existencia nacional, ura svslerr.a completo
gritos, fossera morios. Aquello que nesse caso
olTerecia ura asylo esses infelizes, era condem-
nado corao um dos assossinos (92).
O escravo que malasse ao senhor, mesmo por
ordera deste, ou que nao o tivesse impedido de
suicidar-se solfria a mesma pena.
- No comeeo desle periodo, os escravos lorna-
vara-se objeclo de um commercio tiio considera-
vel, tao extenso que houve necessidade de muitas
leis. Um grande numero de abusos se tinham
mtroduzido, como para a velhacaria, quasi pro-
verbial daquelles que se crapregavam nesta es-
pecie de trafico e que se denominavam Marigonis
ou rena/iriai.-ii.
com os reconhecidos na Grecia, longo lera-
o depois, pode-se fazer eulrar na origein do es-
labelecimento da lei das Dozo Taboas, urna vez
Ulra data nao lhe assignada por una tra-
dicao aulhenlica. Temos urna primeira prova na
dislinccao, desde enlao bera estabelecda, entre
escravos pblicos e escravos privados, e de sua
subdivisao era differenlcs classes, relativas a seus
Iillerenles empregos.
",; Caio 512 l. 1". 11. Aulo Geliio 5.
ra do Direilo Romano I. tQ61.
^7 Hugo
7H) Macrobio. Sai. 1. Io p
Historia do Direilo Romano*
79] Plutarco. Vida de Coriolano.
80) Monlesquieu. espirito das
19.
leis til. 2o.
(81) Plinio I. 10 e p. 40.Tilo
16.Aulo Geliio I. 13 cao. 13.
(82) Ulpiono frag. 120 S 1S.
(83) I.. 6. cap. 36.
(84) ig. 33 lit. 7, leg. 12 32. Sneca de
Ciernen ta.
(85) Plaut. Aulul. a 3. s. 2.
(86) Dig. 1. 49 til. 6o 11.
(87) Tilo Livio I. 22 57.
(88) Memorias da Academia t 40 p 82 e ser
(89) Terencio Phorra. a. 2 se. 11.
(901 Cicero Milone. cap. 22.
(91 Plutarco. Vida do Catiio.
[92 Cod. I. 6 til. 61. Leg. g 12 IT. de sen-
ont. '
Cod.
leg. 22.
FOjLMETIM.
i ;
onstauoa Verrier.
POR
GEORGE SAND.
vi
( Conlinuago.)
i Mas, vejara, o mundo organisado de lal
modo que as melhores situar^oes nos creom peri-
gos, e os nossos merilos arrastam quasi invencio-
Balmenle a nossa perda. a rainha raocidade e
os meus triumphus nao erara allraclivos sem pre-
cedentes ou sera anlogo ; a minha virtude foi
uin fado reparado na minha posioo, e allrahio-
me perseguigoes ardenlese apaisanadas. Certos
sujeitos que, quando eslreiam a Feniu lenham-
bio prestado mediocre attengao, eslavam promp-
los a offereccr-mo seus noms e fortuna, quando
ao cabo de corto lempo, ficou verificado que cu
nao linha amantes. Fot entao urna perseguico
de que no teem idea. Os velhos sitiavam a mi-
nha vida para a ella obrigarem os restos da sua ;
os libertinos procuravam compromclter-me para
satisfazer sua vaidade; os rapazes ingenuos
queimavara os milos (em prosa e verso) todas
as manhiag minha porta. Emfim, cu fazia fu-
ror, e s de mim dependa transforraar-me em
princesa ou pelo menos em marqueza.
Fez bera mal em nao aproveilar essa bella
vea de virtude para fazer um grande casamento,
observou a duqueza ; e com os seus instinctos de
grandeza, admiro-me que tenha ficado s Sophia
Mozzellc.
Nao se apresenlou a occasio que terio resu-
mido_ as roinhas ambices, respondeu Hozzelle ;
eu nao quera por preco neohura, casar com um
No tempo da famosa conjuracao de Catilina,
prometteu-se egual recompensa aos escravos quo
descobrssem alguma cotisa (tOI).
N&o entra em meu plano enumerar as li re-
lalivas sorle dos libertos e suas ralaroes com
seus patrono ; direi somonte que se poz" por lon-
go lempo ura obstculo suaaptdao s preroga-
livas inherentes sorle dos homens nato liberi:
elles erara excluidos de outros cargos e dignida-
des da repblica ; o s enlravara na milicia em
caso de urgente necessidade.
Montesquieu observa .(102), quo elles tiverara
alguma parle na legislacio, mais que ellos nao
influirn) as resoluces que se lomavara : po-
diam mesmo ser admittdos ao sacerdocio (103)
mais este privilegio tornar-se de alguma sor-
le vao pelas desraulagens quo tinham as elei-
Qoe3. Tito .ivio refere que os casomentos erara
prohibidos entre os cidadaos nali liberi c os li-
bertos. A le das Doze Taboas dava ao patrono
direilos sobre os bens de um liberto,
o-herdeiro se elle morria sera fazer
ou sem deixar filhos.
Essas o outras leis nao permiltiram aos liber-
tos senao urna bem fraca compensado seu pri-
meiro estado; raaisdeve-se dizer que ellas eram
raui prudentes e necessaras integridade nacio-
e declarava-
testamento
(93) Plinio Historia natural 1. 35 can. 17 18
(94) Varro. 1. 2 cap. 10.
(95) Ulpiono 1. 4 3 igest. 1. 1, 9.
(92) Cod. 1.6" tit. 61- Leg. 12lT. de sen. conl.
Leg. 22.
(96) lsobry. Roma no tempo de Auguslo t. 1
p. 92 e seguintes.
(97) Espirilo das Leis t. 2 p. 389.
(98 Dgeslo 1. 40 lit. 7. 1. Io de stat. lber.
(99) Dig. 1. 15.1. Leg 7 de Peculio. Dig. 15 1 4
1-eg. 5 4.
(100) Cicero probalb. 10.
(101) Salluslio. C.iiil. 31.
(102) Espirilo das Leis t. 2o p. 389.
(103) Tcito Annanes 1. 5o.
I*) Vide o Diari, n. 61.
homem de edade. Quera um marido moco, bel-
lo, honrado c do grande familia. Aprosenlaram-
se uns fearroes, e sujeitos de ra fama, cujo di-
nheiro ou espirilo nao me tenlaram. Os que me
podenam agradar nao se achavam em urna posi-
$ao assis independenle para que a delicadeza e
o orgulho rao perraittissera escula-los. Eu era
escrupulosa o dieil cm excesso ; a minha vir-
tude causava orgulho, devo dize-lo.
E tanto que depois de ter repellido offereci-
menlos que a fra raziio leria acollado sem objec-
cao, loraei o peior partido possivel, ou antes,
nao lomei partido nenhura. A mocidade isso [
a mocidade de amor e de crcr, comecou a fal-
lar-me de novo, e mesmo com mais energa do
que al cnto fizera. O descaneo do coraeao li-
nha-me corao que renovado, e orgulhosa por ter
escapado corrupgao fiz, do amor que me era
devido, a mais elevada idea.
Cada dia, crescia o meu secreto orgulho e a
minha necessidade de salisfaze-lo. Eu descobria
em mm potencias que os raeus dous priraeiros
amores, o primeiro todo de instinctos e o segun-
do todo do amizade, nao tinham podido desen-
volver, e o futuro, o amor esperado e sonhado,
annunciava-se cora os ardores de urna paixo
devoradora.
Houve combale algum lempo entre esses
impulsos de febre e a minha ambco de boa fa-
ma. A virtude lera grandes dogiiras ; mas em
una mulher livre e moga, jamis caminha sem a
esperanca de urna recompensa, e nao se apresen-
lando a minha sob a forma do ura brilhante ca-
samento, despi-me dessa ambiguo e rosolri es-
calar somenlc o meu coraeao.
Elledava-me bons consclhos, mas a sua es-
colha foi infeliz. Um liiho familia, libretista por
prazer, moco, enthusiasta, encantador, linha-mc
sacrificado a meu pesar, um casamento rico, jul-
guei fazer grande cousa, nao podendo realar esse
casamento, recusando a mao que me ofTerecia
contra a vontade de toda a familia, e dando-lho
o meu sera condicoes.
O seu reconhecimento tornou-o sublime em
palavras, como o desejo o tornara heroico em ac-
joes. Mas a posse fe-lo tornar ao seu natural
inquieto e vido de novidades. Urna amante que
abandonara tambem por minha causa, e que era
urna fldalga muito hbil, disputou-m'o com cn-
carnicamento e acubou por lomar-m'o. Depois
de ter solTrido todas as torturas da suspeita c do
ciume, fiquei s cora a minha colera o cora a rai-
nha vergonha.
Mas a minha queda linha dado que fallar.
Os pretendcnles lornaram-se mais audazes. Um
Loulace afamado-vingou-me do infiel. A seu tur-
no foi-me elle disputado, c entrei fatalmente as
lulas do amor proprio e do ciume, lutas furiosas
e miseraveis, que sao paixes, mas que se erra,
chamando amor, porqee riera sequer sao amiza-
de. E' urna mistura de desejo e de odio, e nada
mais, porm urna
forcas.
Engaada de novo, fez por esquecer no ba-
rulho e confusao e comecou a desordem na mi-
nha vida. Sim, estou aqui para dizer ludo, levei
durante muitos annos em Veneza, em Milo e
em Vienna, urna existencia drploravel, e sempre
orgulhosa e desinteressada s calculei a salisfa-
cao de triumphar das minhas rivaes ou de vin-
gar-tne de seus desdens. Apenas salisferla nesse
ponto, senlia o remorso o o pesar atrozes de per-
tencer a lacos cm que o meu coraeao nao achi-
ra nenhuma alegra verdadeira, e ira mediata-
necessidade imperiosa
Reinado de Augusto.
Cora o imperio comecou urna nova era para os
escravos romanos. Urna autoridade superior, po-
sando entao sobro os homens livres, e tirando-
lhes a participadlo ao poder legislativo, reprimi
ao mesmo lempo seu despotismo domestico. (105)
O escravo poude emfim, como era Alhenas, im-
plorar a justica contra os raaos tralamciitos pra-
lcados por seus senhores: os templos e as esta-
tuas dos imperadores lhes serviram de refugio :
nos um prck'l da cidade cncarregado do ouvir suas
quexas devia salva-Ios das violencias daquelles
que queriam obriga-lo proslluieao ou apodc-
rar-sc de seu peculio. (106)
Mas os abusos na repressao dos quaes Augusto
poz a maior solicilude, forara os da manumissao.
No anno 751 de Roma promulgou-se a lei
FumaCaninia, do nome dos dous cnsules des-
te anno Ella regulou as manumissoes por testa-
mento, proporconalmente no numero de escra-
vos que se possuia. Aquellos, quo tinham mo-
nos de dez, podiam manumitir metade, os que
linliam de do/, a Irinta, hao podiam nianumilrir
mais do que a terca parte, os que livessera de 30
100, nao podiam manumitir mais que a quar-
la parle, os que tvessem de 100 500, niio po-
diam manumitir mais quo a quinta parte ; em-
fim qualquer que fosso o numero queso possuis- :
se nunca se poda manumitir mais de 100 :
Cinco annos depois, a lei Mlia Senta prohi-
bi que os eferavos (107) marcados com ferro em
braza, ou que tivessem sido torturados, ou con-
doranados nina pena infamante, jraas podes-
sem obler os direilos do cidadao romano. Sua ma-
numissao collocava-os na condicao dospovosque
tiuhara sido despojados do seus direilos ou pri-
vilegios. Designaram-os pelo nome do idilii.
Ella tambem privou dos direilos inherentes ao
patronato, aos senhores que manumilisscm seus
escravos por calculo interessado.
Emfim ella dclerminou qub o escravo, para
tomar-se cidadao romano, devia ler 30 annos
completos, o senhor que o raanuraitisso pelo me-
nos 20.
A manumissao por meio do censo j nao era
muito empregada por causa dos dous modos no-
vos quo foram adoptados: a manumissao per
epistolam, para a qual bastawo urna cariada par-
le do senhor cora urna autorisaciio assignada por
elle c submetlida ao magistrado ; o' a que so fa-
zia inter amicos, isto era presenca de cinco tes-
te munhas, peranle s quaes o senhor declarara
quo dava a liberdade seu escravo,
Foi prohibido tambem lodo cidadao insalva-
vel libertar seu escravo, fim de garantir os cre-
dores conlra as manumissoes fraudulenlrs. (*)
Domis, o imposto* j eslabelccido 4 respeito
da venda dos escravos, elevou-se 50 dlnbeiros,
e depois foi ainda augmentado. (108)
S ao imperador reservava-sc o direilo de ma-
numilir seus escravos simplesmcnte pela ma-
numissio, sen? oulra qualquer formolidado. Vo-
se tambera que ellos se arrogaran) direilos sobre
os escravos dos cidadaos, como prova um fado
acontecido com Vedius Pollau : esse romano,
em um janlar, para o qual linha convidado o im-
perador, condemnou na presenga deste um escra-
vo que linha quebrado um vaso do porcelana, &
ser laucado era um grande viveiro para servir de
pasto aos peixes que ello ahi conservava. Au-
guslo indignado, por causa desto requinte de
crucldode, salvou o escravo, fez quebrar lodos
os outros vasos do porcelana queso achavam na
casa do Fallan, o fez cntulhar o viveiro. Ve-se
ainda por este facto que o direilo injusto e bru- j
tal de vida e de morte sobre os escravos niio li-
nha sido abolido ainda no lempo do Auguslo,
mas pode-se dizer que este imperador por seus
siiccessorcs no c-iminho de importantes reformas
esto respeito, refrciando por novas leis, ou por
sua propra autoridade, o despotismo dos Roma-
nos, para racllior pode-los domar. Todava Au-
gusto mostrou muito iuteresse era reprimir a fa-
81-
I.. Io 18 Hugo
24.
(104) Disdaco Prcsg. 3 i.
105) Dc. L. Io til. 12 lei 1
(106) Sneca. De clemenlij
tit. Io p. 339-Rllpono lit. V
(107) Rllpiono tit. Io 1.
(*) O autor cohc em uma contradieo com o
que diz aqui e cora o quo disso procedentemen-
te. Quanto em senhor institua seu escravo har-
deiro de seus bens.
Nota do traductor.
(108) Joiio Cossino L. 45 p. 672. Tacilo An-
noes L. 13 cap. 31.
cilidade dos manuraissos, que aincagavai seu
novo governo de embaracos ainda mais numero-
sos, que os que apparecer.im nos ultraos lempos
da Repblica. Elle se conservou lao fiel s lois
que promulgou & este respeito, que no momento
de morrer, recomraendou a execugao dellas ao
seu successor.
Os imperadores que so lhe seguiram imitaran)
esta poltica sagaz, (pudendo submcllcrora ca-
da vez mais os Romanos, prvando-os pouen
pouco deseos direilos sobre os escravos ; o quan-
do os ideas christaes comegaram cspalhareni-se
era todo Imperio Romano, ellas influirn) de
un:a maneiro muito eflicaz sobre as leis esl.ibele-
cidas oslo respeito.
Concluso.
Vimos que a escravidao, nos primciros lem-
pos, fruclo da guerra o da pirataria, nao foi se-
nao o direilo do vencedor sobro o vencido, do
mais forte sobre o mais fraco; direilo brutal e
mal estabelecido, que passava do un outro se-
gundo os successos, ou que deixava aquellos
que este oslado erara rcduzidos mais sera meio
de manumissao ou de bem estar; pelas frequen-
tes ausencias, ou pela bondado de seus senhores,
que em nleresse privado o mais ainda coslunics
simplices fizeram ver nelles antes companheiros
de armas e de trabalhos domsticos que subordi-
nados. Dessas poucas insliluiges que regam en-
tao os povos, nao leudo determinado ainda o
grao do poder de uns e o de escravidao do ou-
tros, o nao garantiodo aos piimeiros um direilo
contra a na tu reza, obrigam-os muitas ottenees
para com seus escravos, e asscmelhavam a con-
dicao dcslos- de nossos domsticos actuaos.
E osle o primeiro carcter da escravidao lal co-
mo viraos nos priraeiros lempos da Grecia e de
Roma.
A medida que os povos lornaram-se mais po-
derosos, os direilos do vencedor sobre o vencido
tomaram mais extencao e vigor ; a sorle dos es-
cravos vndo ser determinada pelas leis, come-
gou-sc sugela-los aos empregos despresados
pelos homens livres, o a dislingui-los d'estes sob
todas as vell acoes.
o segunda carcter da escravidao, tal que vi-
mos era Sparla, e as insliluiges de Lycurgo que
muilo contribuirn! reduzir os liles sua
igual siluagiio, nos appareceu corao forraando-se
periodo intermediario de legislaciio sobre a escra-
vidao, quo tornou-se entao em direito da guerra,
mas nao era direilo privado bem estabelecido : o
escravo na propriedade do Estado, ura instru-
mento de trabalhos pblicos, mas nao inlera-
uiente immovel, no objecto de trafico o uso pes-
soal.
Entrolanlo os prazeres do fausto c da domina-
gao apoderando-se pouco a pouco do um povo e
multiplicando seu commercio e industria, o em-
prego de um maior numero de bragos tornou-sc
necessario de ura lado, ao estado pora cullura do
territorio circuravisinho, para aedilicago de for-
talezas, de monumentos o outros Irabalhos de uti-
tidade publica ; e de ura outro lado, aos cida-
daos, que o luxo, afastando dos cuidados doms-
ticos e principalmente das funecoes repugnantes
delicadeza, ao orgulho ou ociosidade, levn-
os a possuir homens toreados preenche-los.
Enlao novas leis, era relacao cora essas novas
necessidades, vieran) garantir a autoridade de
uns e estabtleceu a escravidao de oulros, e pro-
clamou em despelo de sua nalurcza a escravidao
em direifo dos genlis [jus guslium.)
o terceiro carcter da escravidao (al como foi
eslabelecido na Grecia no tempo de Soln, e era
Roma depois da promulgago da lei das Doze Ta-
boas, notando-so aue entre os priraeiros os es-
cravos acharara uma especie de protecgaoda por-
te dos leis que os declaravam houvesse* entretan-
to que entre os ltimos foram assimclnados ani-
maes, sobre os quacs o senhor linha o direilo de
vida e morlo. K esto o toreeiro periodo do legs-
lacfio relativa escravidao.
Mas ao passo que a religiao ca philosophia o-
brando de concelo para bem levaren) aos homens
as verdadeiras relages que devem monter entre
si, seus deveres recprocos, dirigirn) sua alten-
cao para reforma de abusos nascidos de institui-
goes fundadas contra a natureza e em um lempo
de ignorancia e incivilidade; sua civilisacao mas
esclarecida deu a luz leis tendentes restituir aos
escravos seus direilos naturaes, suas'prerogativas
de serem sociaes. E' este um quarlo periodo da
legislaco concernenle escravidao, que se pode
fazer remontar ao reinado d'Augusto ; onde as
ideas de egualdade o fraternidade semeados pelo
chrstansmo, comecavam i influir sobre as ins-
liluiges humanas.
Desortc que em concluso podemos dizer:
que a escravidao, fundada pelo direilo brutal do
mais forte sobre o mais fraco, conservada, e exi-
gida em direilo patritico e civil pelo ignorancia
e egosmo, perpetuada ot nossos dias pelo luxo
e abaslecimento, devora sua inteira extracao a
uma poltica inspirada pela religiao e pola philo-
sophia, as que por onde lera trabalhado de con-
ceito, tera tornado a escravidao em objecto de
execugao e horror aos olhos dos povos esclareci-
dos pelas suas Iuzes benficas.
H. Y. Fiock Romano.
Variedades.
Na Gazeta Geral Allema publicada em Leip-
sik le-se o seguintc :
Mudangas que occorreram as casas soberanos
da Europa no anno de 1859.
Mortes*Morreram sele priucipes enoveprin-
cezas.
do meu publico.
Era o nico prazer para o qual
nao ostava embolada.
Um dia, achei-me em viageni, detdo em
uma memoravel cslalagem raargom de um la-
go. Eu me linha intrigado com a maior parle
dos meus amigos por ura capricho, o ia oulra
cidade procurar uma nova sociedade a minha
actividade desesperada.
Mas a enferraidade cahia sobre mim, o du-
rante tres das e tres noites, vi a morle face a fa-
ce, sem ler consciencia de nada que so passava
cousa que esgola todas as ; em torno de meu leito abandonado Senta soraen- j
lo que eslava all sem amigos, e que nada mais
podia contra um mal iniplacavel, a fraqueza do
corpo o d'alma.
o Se fui salva pelo medico da aldeia ou por
um resto de forcis phisicas que sobreviven ao
desastre da minha vida, ignoro absolutamente.
Paguei o bom hornera, e quando mejircscreveu
ticar all ura mez para restabelecer-me, assontei
que elle linha razo, porque me fra irapossivel
ir a oulra parte.
Esse lempo de sodo absoluta fez-me tor-
nar a mira. Comoeslivora muitas horas desroaia-
da, senlia-me alquebrada e como que separada
do passado por uma lacuna de cem annos. Essa
vida, de que eu fizera tao pouco caso, ora en
forgada a reconhecer que so ama sempre, e sor-
prendia-mc a cada instanlo agrodecendo a Deus,
cora alegra infantil, por rae ter resusstado. Eu
olhava para o co e para as arvores as aguas do
lago, como se nunca os livcra visto. Tudo me
pareca bello, novo, poderoso, eterno. S eu era
traca e limida. Tiiiha allugada uma barca que
mandara guarnecer de coxins, c onde passava
deitada como em uma cama. Ao menor sopro
de vento, en linha medo. Fura cu mesmo que,
nos margensdo Adrialico, havia dez vezes esco-
llado os horas de lompeslade para affrontar a co-
lera dps vagas ? Nao, cerlamente, fra outrem,
dizia eu comigo, era uma lonco, uma ingrata A
vida to doce, e o tmulo tao fro 1
A rsse acabrunhamento delicioso, succedeu
a rekxao, menos ogradavel. porm benfica To-
do o passado pareceu-me drploravel, c conheci
que para poder sobreviver, era necessario ani-
quiladlo afira do pod-lo esquecer. Apparcceu-
me o futuro, ainda uma vez, abrindo as suas
azas de ouro como uma ave do co que foge das
(nargeris malditas para procurar um mundo n menle experimenteva
de rompe-lo3.
Vala-me enlao do alordoaraento de uma ac-
tividade delirante. Ccias prolongadas al o dia,
carreiras loucas e perigosas por lodos os lempos
e lodos os caminhos, com companheiros de pra-
zer excitados como eu, e aue entretanto, recua-
ram algumas vezes ante os meus desafos insen-
satos, cavalgadas ou regatas desenfreadas. ex-
centricidades innocentes por si, mas que foziam
escndalo pelo despreso da vida que revelavam
s pessoas pacificas e religiosa, prpcurei lodas
fssas emoges e lodas essas fadigas para esca-
par a necessidade de amar que me persegua, e
de que s abragava o sonho cada vez mais ephe-
mero e engaador.
Necessariamente, a minha saude soffreu cora
scmelhante rgimen, e durante julgarum-me
para morrer. Isso duplicou os meus trium-
phos. Vamos depressa ouvi-lo, diziam lodos,
talvez a ultima vez que canta. O facto
que eu tussia a arrebenlar, cantava sempri, nao
cora a suavidade da adolescencia, mas com o
poder nervoso da febre. Eu nao quera viver,
porm commorer, e leria sacrificado dez annos
do roeu futuro por un momenlo de eulltusiasqio
vo. Eu ainda linha a/as ; a minha voz, coraquan-
to un pouco alterada, nao eslava perdida. O meu
tlenlo podfa desenvolver-se, e a minha cons-
ciencia s me persegua de crmes para comigo
mesmo. Dos, que pede conlas do emprego de
seus dons, perdoa a quera quer ser perdoado, e
restituc a quera quer reparar Eu linha feite
grandes loucuros, mas nao linha a censurar-me
de nenhuma baixeza. So linha sido ra com os
raaos. A bondado sempre me achar sympalhi-
cae o arrependimento generoso. Eu linha res-
ucitado a f e a candura nos outros. Km lim, cu
eslava mora, mas nao condemnada, porque rae
era permittido vollar Ierra, comprehender-lhe
ainda a belleza e nella procurar uma existencia
melhor.
Prolonguei a minha estada as margena des-
se lago de Carde, o mais bello dos lagos italianos,
lano le-rapo quanlo m'o permitlio a estreteza
das rainhas financas. Sempre tenho sido pobre,
tendo apenas o fructo do meu trabolho quolidia-
no. Os tres mezes que passeP nesse lugar en-
cantado no mcio de boa gente simples, e no seio
de uma natureza verdaderamente sublime, sao a
melhor recordacao da minha vda. O ultimo moz,
tendo recobrado nleramenle a saude, procure!
adquirir um pianno, e Irabalhei seriamente ne-
gociando por correspondencia ura engajameulo
era aples
Foi raargem desse logo que soube da mor-
le do conde A. Noo lhes dsse que, dous anuos
depois de l-lo deixado, eu recebera dellc uma
carta era que me participava ter ficado viuvo. Of-
ferecia-me casar comigo, dizendo quo nao podia
fazer menos por uma pessoa, quo nao o teha
(rbido, cuja vinganga eu nao liuba razSo para
lerrer. Eu nao se quer respondido a sua carta ;
eslava entao no meu primeiro turbilhiio. A no-
ticia de sua morte commoveu-mo profundamen-
te ; eu nao linha amado nem respeitava ninguom
tanto como a esse infeliz e culpado velho antes de
conhecer o seu verdadeiro carcter. Achava-me
consolada de um soffrmenlo verdadeiro, lem-
rando-mc quo quizera reparar o seu crime quan-
lo era possivol, e que eu podia perdoar sua
memoria.
Fui pois contar em aples, e desde essa
poca, vivi de outro modo. Procurei nao mais
o prazer, nem a hita, nem o casamento de ambi-
rao, nem vinganc*, nem a phaolasia, nem o
Os sele principes sao : o rei da Suecia e o rei
de aples, o prncipe de Reuss-Greiz, o archi-
duque Joao d'AusIra, o margrave Guilhcrmc- de
Bade, o conde Chris/iano de Lippe-Bierslerfcld-
Wessenfuld, e um principe de Mccklembourg-
Schweren, recera-noscido.
As nove princezas sao: a rainha do Portugal,
a gria-duqueza viuva de Saxo-Weimar, a gria-
dqneza heredilira da Toscana. a>pr)ncca Luiza
de Windischgraetz, a princesaSolilia Murat, uma
prnceza da Sicilia do 13 anuos, c uma princeza
de Saxe-Weimar de 8 annos : e duas condessas
de Lipe-Beslerfeld-Woisseiifeld.
Morreram mais dous cardiaes, a saber : o car-
deal l)u Pont e o cardeal Falconieri.
NAScunnmos Nasceram doze prncipes o tros
princezas. Os doze principes sao filhos do grio
duque de Mecklenibourg-Schweren, falllecido
pouco depois de nascido, dos prncipes heredita-
rios da Blgica, de Saxe-Mening e de Schann-
bourg-Lippe, do dujue de Montpensier e do
principe Miguel da Russia, do principe Frederieo
Guilherme da Prussia, do principe Osear da Sue-
cia, do principo Adalberto de Baviora, do princi-
pe Jorse de Mecklorabourgs-Slrelz, e do principo
Hermano de Saxe-Weimar.
As tres princezas siio ilhas da rainha de Hes-
panha, do principe hereditario de Reus-Schlez
edo principe Frederieo de Holstein-Sonderbourg-
Clucksbourg.
Casamenios.Apenas houverara quatro casa-
montos.
Io O casamento do principe real, hojo rei das
DuasSeclas com a Princeza Mara de Baviera ;
i" o casamento do principe Napoleao de Franga
[filho do principe Jeronymo) com a princeza Clo-
tilde de Sardeuha ; 3o o casamento do principo
Jorge de Saxe, filho do rei com a princeza Mora
Anua de Portugal; e 4o o casamento do principo
t.uiz Napoleao Gregorio Bonaparle, flllio do prn-
cipe de Canino, cora a prnceza Cbristna Rus-
poli.
Entre os quare nta e oito soberanos reinantes
[compreheodondo o Imperador do Brasil, o prin-
cipe de Monaco, duas rainhas, e os Iros sobera-
nos de direito. e nao de facto, da Toscana, do
Parmo n do Modena] o maisidoso ugro-doque
de Mocklernbourg-Slreltz, que (era j otenla
annos. Quatro soberanos tem mais de setenta,
que sao o rei do Wurtcmbcrg, o sandgrave de
Hesse-Horaburg e os principes de Scbannbourg-
I.ippe, e de Ueuss-Scheleitz. Cinco tem entre
seoenla e sctena annos ; nove entre cincuenta
e sessenta onze do quarenta a cincoenla ; novo
de Irinta a quarenta ; seis de vinte a Irinta ; fi-
nalmente, tres que anda nao lera vinte annos.
Destes ltimos, os mais mogos dos soberanos ac-
luaes sao : o principe de I.ichtensten, que j foz
desenove, a princeza de Reus-Greiz, que ainda
nao tem quatorze e o duque de Parma nao cora-
pletou trezc. Ambos eslo sob a tutela do suas
mais. A idade meda desses soberanos de qua-
renta e cinco annos e nove mezes ; entro elles
vinte j excedera esja idade.
O soberano que reina ha mais lempo o prin-
cipe de Schannbourg-Lippc, que conta setenta e
tres annos de reinado. Seguem-se depois o du-
que de Sexe-Mcningcn, o o principe de Scliann-
bourg-Budolstadt, que reinam ha cncoenta osis
e cincoenta e dous annos, compreheudendo o
tempo de sua menoridade. Entre os oulros,
tres reinam de quarenta a cncoenta annos, dez
de vinte a Irinta ; quatorze a menos de vinte
annos; os desoito restantes comegaram a reinar
nestes ltimos dez annos ; e entre elles ha qua-
tro, a saber : o rei da Suecia, o rei das Duas Se.
cilias, o grao duque da Toscana, e o principe de
Reuss-Greiz, que comegaram a reinar no anno
filldo.
Ha seis soberanos solleiros, alm do Popa, que
sao os duques do Brcmswick c de Parma, os
principes do I.ichenstina e de Reuss-Greiz e 0
sandgrave de Hesse-Hoinbourg, Entre os outros
conlam-se cinco vuvos, a saber: os res da Sar-
denha, da Blgica e do Portugal, o grao duque
da Toscana e o duque Aukatt-Ressan-Kolhen.
Um soberano est divorsiado que c o principe de
Schwarsbourg-Sondershacisen. Dous eontrahi-
ram casaraentos raorgaraaticos, que sao o rei da
Dinamarca e o Eleilor de Hesse-Casscl, o o guo-
(urco vive cm polyamia.
Entre as trinta e uma esposas dos soberanos
regularmente casados as mais idosas sao : a graa
duqueza de Mecklembourg-Strelitz, e a princeza
do Schannbourg-Lippc, cada uma das quaes con-
ta mais de sessenta annos. A mais moga a rai-
nha das Duas-Secilias, que ainda nao fez desoito
annos.
Vinte cinco soberanos tera filhos, um (o Im-
perador do Brasil) tem duas lilhas ; quinze lem
irmaos, tres tem prenles colloteraes por her-
deiros presumptivos. A estes soberanos deve-se
acrescenlar tres, os do Brunswick, d'Anhatt-Be-
rubourg, e de Hesse-Ilombourg, cuja successo,
depois da morle delles, passar a outra linha, e
ura soberano, o Papa, cuja successo ser deter-
minada depois do spu fallecimento
Os mais velhos dos quarenla e qualro princi-
pes hereditarios, ou herdeiros presumplivos, sao
os.de Modena e do eleitorado de Hesso, que tera
mais de setenU annos. Um j passou de cn-
coenta ; sele (em de trinla a quarenla ; olo de
vinte a Irinta ; onze de dez a Tinte annos. O
raas moco o principe hereditario d'Austria.
Desescte denlre elles sao casados, um esl para o
ser, e trezo j tem lilhos. A princeza hereditaria
mais idosa a de Hesso Elaitoral, que lem se-
tenta annos, a mais moga a de Saxe-Me.iingeii
que anda nao complclou vinle.
suicidio d'alma ; procurei a glora no theotro e o
amor verdadeiro na vida. Achei a gloria, nao
como a senhora, mas ainda bastanleagradavel.
a despeilo de rauilas decepces. Quanlo ao
amor....
Enlao ? disse a duqueza.
Nao o enconlrei. respondeu Sophia, e des-
sa vez. nao foi por rainha culpa, porque pedi-o
sinceraraenlo a Deus e fiz ludo por mcrec-lo.
Porm o verdadeiro amor nao habita esie mundo:
e uma aspiraro dos nossos soahos, uma intui-
cao providencial que temos de-algum mundo me-
lhor. O corago de homem aenhum possuo es-
se poder nem occulla-lhe os beneficios. As- mu-
lheres anda ocredlara nelh? e procuram-o, mes-
rao depois de ler perdido a esperanga de encon-
tra-lo. Os homens nao. se do mais esse traba-
Iho, porque ja nao acredllam, e o encentraran)
sem saber aprovelar-se delle.
Tome cuidado, disse mademoiselo Verrier,
depois de um momento de silencio, ujo seia isso
uma blasphemia!
Ou pelo menos uma heresia, acrescenlou a
duqueza. Diz-lbe daqu a pouco o que sinlo ;
mas nao acabou a sua historia r
Acabou, respondeu a artista. Nao posso
dizer-lhe quantas vezes procurei ou esperei amar
depois que lomei juizo. Seria sempre a mesma
historia o urna galera de retratos perfcitameufce
intil. Nao lhes escrevi as tulas ou ingratas que
preencheram com a sua presenga os meus canos
do febre. Nao quero descrever-lhes tambem as
fras e engorduradas phjsionoreias do nova pero-
do. Mudei, de um paro outro dia, todos os meus
hbitos.Contei as horas do da, recusando aopos-
seio ou testa s que doviam ser consagradas ao
trabatho. Cessei de me apresenlar muilo e re-
s rvei forfos os meus effeilos para a minha arlo.
Rompi com o paradoxo, interessei-me pelas cou-
sas geraes, pelo vida publica, polas desgragas do
meu paiz. Fui ver meu pai que se linha deixado
vencer pelos meus presentes que m'oa agradecer
Puz pela porta a tora todos os meus aventureiros
em amor. Dci, pela regularidado da minha con-
duela, garantidas opinifio.
(f?onfwmar-si-na.)
PERN. TP. DE M. F. DEFARU. 1860
ILEGTVEL


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