Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09009


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Full Text
AMO IXIYI. HOMERO 58.
Por tres mezes adian'ados 5S0O0.
Por tres mezes veneijw CxoOO.
SiBBADO 10 DE MARCO DE 1860.
Por anno ad imitado 498000.
Porte fianc para o subscriptor.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPgA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, oSr.
A*, de LemosBraga;Cear,oSr. J.Jos deOlivera
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribciro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. natuvs;
Amazonas, o Sr.Joronvmn da Cosa.
PARTIDA DOS LOKKElUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Parahiba nassegundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhunsnas tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-eiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una.Barreiros,
Agua Prota, Piuienleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parte masIOhoras da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira yaradocivel: tercas esextas ao meiodia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
7 La cheia as 10 horas e 24 minutos da manha.
14 Quartominguaule as 6 horas e49miuutos da
manhaa.
22 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nha
30 Quarto crescente as 4 horas e 33 minutos da
manha.
PREAMAR DE OJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 huras c 6 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
ministerio do imperio.
1 'XPF.IMF.XTE PO DIA 9 DE FEVEHE1RO DE 18C0.
Ao presidente da provincia de Prrnambuco,
remetiendo um requerimento cm que Joao da
Sil\a Loureiro pede urna condecorando, afim de
que soja instruido com os documentos pre-
cisos. ,.
4.a sccrSoAo mesmo, devolvendo, para to-
mar na considerado que merecer, o requeri-
mento de Antonio Jos Ribeiro, que arompanhou
o oIRrio de 11 do mez passado.
A os directores das faculdades de direito e
de medicina, remetiendo copias do decreto n.
2,520 de 20 de Janeiro ultimo, que declara seren
nicamente devidas pelo lempo de servico effec-
livo as gratificando* concedidas aos empregados
do ministerio do imperio que conlinuam no exer-
cicio dos seus emprees, alm do lempo necessa-
rio para suas aposentadoras.
Ministerio la fa/.enda.
EXPEDIENTE DODIA 26 DE JANEIRO DE 1860.
Circular s thesoutarias, mandando observar,
na forma do arl. 40 do regulamento n. 124 de
5 de fevereiro de 1842, as seguintes dspos-
f oes que firam fazendo parte do mesmo regula-
mento.
Art. 1." O recurso estabelecido pelo cap. 5."
po decreto n. 2.343 de 29 de Janeiro de 1859,
dasdecises de tribunal do thesouro sobre toma-
da de conlas para o conselho de estado, ser in-
terposto nos seguintes prazos :
SI." Do municipio neutro o da capital da
provincia do Rio de Janeiro, dentro do prazo de
dez dias marcado no art. 39 do citado regula-
mento.
5 2." Da capital da Bahia e da provincia de
RO de Janeiro dentro de um mez.
S ;. Das capilaea de S. Paulo. Minas, Per-
nambuco, Alagoas, Parahiba, Rio Grande do
Norte, Cear, Rio Grande do Sol o das provincias
de Sania Calharina e Espirito Santo, comprchen-
didas as suas capilaes, dentro do prazo de dous
mezes.
S Das capilacs do Taran, Sergio, Ma-
ranho e Para, e das provincias de S. Paulo
e Rio Grande do Sul, dentro de qualro me-
zes.
8 5. Das capitaes do Piauhy c Amazonas,
o das provincias de Pernambuco, Cenr, Ma-
ranho, Sergipe, Alagoas, Parahiba, Rio Gran-
de do Norle e Paran dentro de seis me-
zes.
8 6. Das provincias do Para, Piauhy, Mi-
nas, Bahia e Amojonas, e das provincias e capi-;
laes de Matto-Grosso e Goyaz, dentro de oilo '
mezes.
Art. 2." Estes prazos sao fataes, tanto para as
partes como para a fazenda nacional, e o recurso
inlerposlo tora delles nao ser levado ao conhe-
ciinento do conselho de estado.
Art. 3." Da decisao que denegar recurso por
r-xcesso de prazo legal poder a parte interpor
novo recurso, no termo improrogavcl de cinco
dias.
A' alfandega, deferindo o recurso de Ma
zwel Jnior, Valliuho & C. da multa que lnes
fura impostado pagamento em dobro dos direilos
da armazenagem da plvora que demoraram no
deposito ae lnhomirim, alm do prazo do regu-
lamento ; ficando a alfandega na intellizcnca de
que esleraso nao de isenoo. esim de recurso,
em que deve haver decisao escripia.
A' thesouraria do Maranho, em resposta ao
seu dlluio de 20 d novombro do anno passado
m que consulta, se : conhecendo que alguns
empregados enlrem en exercicio com titulo
provisorios, o vista delles paguem na thesou-
raria o sello e direilosdevidos, e faeam segundo
pagamento dos mesmos direilos c sello na rece-
tedoria do municipio da corle no Ululo definiti-
vo, pode a mesma thesouraria, provada a du-
plcala do pagamento, elfectuar a reslituiro
com abatimenio da porcentagem do expediente,
ou se se deve considerar que a recebedorio da
corte fez indevidamente a cobranra, e cITectuar
enlo ella a restituigao : declara-se que a res-
tituieo deve ler lugar com o abalimento da ppr-
centagom dedazid pelos empregados da recebe-
doria do municipio da corte, por se nao verifi-
car o caso previsto na decisao n. 157 de 22 de
jolito de 1839 ; realisando-se porm a dita res-
tiluirao pelas thesouaarias de fazenda, quando o
empcegado residir cm provincia : se porm os
direilos tiverem sico pagos em parte, na fofma
da advertencia secunda da tabella annexa 5 lei
de 3 de novembro de 1841, deve-se proceder a
respeilo delles como determina o art. 5 da deci-
sao n. 15 de 16 de Janeiro de 18f i, transindo-
se paia o titulo definitivo as conlas dos paga-
mentos feitos, e constantes do titulo provisorio,
restiiuindo-se somonte o sello.
27
Circular s Ihesourarias, transmillindo exem-
plarcs das nstrueces de 16 do corrento a res-
peilo das ajudasd'e costo que devem ser abona-
das aos empregados de thesouro e Ihesourarias
de bzenda despachados ou removidos de urna
para oulras provincias ou mandados em com-
misso.
28
A' thesouraria do Rio Grande do Norle, de-
clarando que, para se poder resolver sobre a
concesso do crdito que pede para pagamento
do aluguel da casa para or.de fui transferida a
mesma thesouraria, bem como da despeza com
os arranjos nella feilos para accommodaco da
repartirn, e com sua transferencia e iristalla-
raonl'.i, necessario que soja remctlida ao the-
souro a precisa informaro de urna e outra des-
peza separadamente.Communicou-se presi-
dencia.
30 -
Circular as Ihesourarias, ordenando que in-
formen! se tem sido cobrado o imposto de 8 por
tent sobre as loteras concedidas pelas assem-
blas provinciaes, esujeilas ao dito imposto, co-
mo Coi declarado pelo aviso de 10 de Janeiro de
1856. .
A thesouraria do ParA, mandando arrendar
pelo melhor prego e pelas condiges mais vanta-
josas que for possivel, o terreno" de que traa o
seu officio de 9 de marco ultimo, sito na esquina
da Iravossa de Santa Rosa, com frente para o
lado do palacio do governo ; com a clausula po-
rm de ser o dito terreno cedido pelo arrenda-
tario logo que delle houvcr' necessidade para o
servigo publico.
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de
Jadeire em 30 de Janeiro de 1860 Angelo Mo-
ni/ da Silva Ferraz, presidente do tribunal do
thesouro nacional, ordena que otalo do minis-
terio da fazenda, de que trata o art. 12 das ins-
trueces de 27 de abril de 1859, seja dividido
om qualro rollecccs distinclas, sendo a primei-
ra relaliva ao thesouro nacional e recebedoria do
municipio ; a segunda ao consulado, armazem
do papel sellado, casa ds moeda, juiz dos feilos,
oflicina das apolices, gratificase-es, lyoographia
nacional e aposentados ; a tarceira 6 alfandega e
caixa da arooriisago ; e a quarta a pensdes.
monte-po, tencas, meio sold o exlinclos ; de-
vendo a numeraco de cada collecgao ser fella
seguidamente.
Ministerio dos negocio* da fazenda.Rio
de Janeiro, em 3>> de Janeiro de 1860.Angelo
Muni7. da Silva Ferraz, presidente do tribunal do
thesouro nacional, ordena que nos lugares em
que houver curadores geraes de herangas jacen-
tcs e bens de ausentes, norueados em virtude do
arl. 79 do regulamento que baixou com o de-
creto n. 2,433 de 15 de junho dd anno prximo
passado, no abono das porconlagens nos mesmos
fundares se observa provisoriamente a tabella
junta, assignada pelo offical-maior da secretaria
de estado dos negocios da fazenda.Angelo Blu-
niz da Silva Ferraz.
Tabella a que se refere a portara denla data.
DIAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Theofilo b. ; S. Cerissimo.
6 Terga. S. Olegario b. ; S. Collecta v.
7 Quarta. S. Thomaz de Aquino b. dout. da igr.
8 Quinta. S. Joao de Dos fundador.
9 Sexta. S. Francisca Romana riura.
10 Sabbado. S. Mililo c39companherosmm.
11 Domingo. Ss C.nndido p Heraclio mm.
De producto do
que trata o art.
82 do regula-
mento. .
Dos bens e dinhei-
ros de que trata
o art. 83. ,
Rio de Ja-
neiro.
1 1/2 0[0
10i0
Bahia.
11/2
Pernam-
buco.
11|2
libore sobro a classiticago que deviain elles ler,
e entao recommenda-se a exhibico das razis
que autorisam a transferencia de urna para outra
classe, e al para oulro corpo, comosejam dois-
tado-maior de segunda classo. Para que esta ul-
tima especie de transferencia pssa verficar-sr,
preciso reconhecer-se, segundo a ordem da
dia, que ooficial est incapaz do servico de sua
arma, qualilicacao que se nao encentra na nossa
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Bahia,
Sr. Jos Marlins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa it
Paria,na sua livrariapraca da Independencia ns.
6e8.
um aviso solemne para nos precavermos ao ap-
proximar-se o perigo.
Nossa uniao e de um preco de tal sorte inesti-
mavel.que exige que nos velemos constantemente
c com sollicitude em sua conservacao. Seja-me
permitlido a esse respeilo conjurar meus compa-
triotas do Norle e do Sul,a que conlinuem a con-
servar a anliga e mutua condescendencia,e a boa
volitado
reciproca, e que se esforcem par almiar
legislacao, porque a passagem para o corpo di) o espirito diablico dos odios de partido e de lu-
eslado-maior da segunda classe nunca pode ser ta que se manifest neste momento no paiz. Este
o resultado de incapacidade physica. V. Exc. o parecer emana do intimo do coracao de um anli-
tem reconhecido quando as suas itiforinaces se go funecionario publico, cujos servidos comera-
ha judiciosamente declarado contra cssas tmns- ram durante a geiaro, pretende no meio dos'es-
ferenciasde officiaes doenles para um corpo ac- ''
JosSeceriano da locha.
Fizeram-se as communicafoes competentes.
Ministerio da guerra.
EXPEDIENTE DO DA 4 HE FEVEIIEIHO 1>K 1860.
Ao presidente da provincia de Pernamburo,
declarando que ao cirurgiao-mr da brigada, Dr.
Jos Sergio Ferreira se concede consignar do res-
pectivo sold a quantia de 24J mensaes, nesta
corle a seu fillio o primeiro cadete Jos Sergio
Ferreira Jnior, e na provincia de S. Paulo a de
50$, lambem por mez, a seu lilho o al fe res Ser-
gio Ferreira, a contar do 1. do corrento mez cm
diaute.
Ao mesmo, em soluro ao seu offirio n. 21
bis, de 24 de Janeiro ultimo, acompanhando a
correspondencia havida entre elle e o comman-
dante das armas daquella provincia, por occasio
da requisirao feila pelo chefe de polica, de 15
pracas de I i liba sob o commandp de um official
de confianza, para a captura do alguns criminosos
homisiados no dislricto deTmbaba, que o ni-
co meio de remediar a insufiiciencia da forca de
linha recrular-se, c dispensar-se a que existe
na capital de dar a guarda da casa de detoncao,
a qual poder ser feila pela eompanhia do ar-
tifices, como indica o dilo commando das ar-
mas.
Ao mesmo, declarando, em resposta aoscu
officio n. 27 de 20 de Janeiro ultimo, que tica ap-
provada a resolurao que tomou de mandar que
em cada urna das villas de Flores, lngazeira,
Bella e Tacarat destacassem 35 pracas da guar-
da nacional para occorrerem s necessidades do
servico, por ter de rerolher-se A capital da dita
provincia o 8." batalliao de infaularia
Aos inspectores das Ihesourarias da fazenda
das provincias da Parahiba. Rio Grande do Norle,
Coar, Maranho, Para c Amazonas, para remet-
ieren! esta secretaria de estado urna conta cir-
cunstanciada de lodo e qualqner pagamento que
lenham feito ao marechal de campo Francisco
Sergio de Oliveira e a seu eslado-maior, desde
que o dilo marechal de campo spguio da corle
como inspector do quinto dislricto militar, afim
da contadura geral da guerra verificar qnanto
tem elles recebdo alm do que a lei lhes man-
da dar.
6 -
* Ao ajudantp general do exercilo, remetien-
do, para mandar cumprir as senlencas impostas
pelo conselho supremo militar de justica os pro-
cessos dos reos abaixo declarados :
2. balalhao de infaularia.
Soldados Manoel los do Moraes c Manoel do
Nescimenlo.
5. balalhao da mesma arma.
Soldados Querino Antonio do Souza e Crispim
Onefre Ferreira Senna.
9. balalhao da mesma arma..
CadeteTilinto Elyso de Carvalho, soldados Jo-
s Francisco dos Santos, Irenfio Francisco da An-
nunciaco, 2. cadete Manoel Nonato Nunes de
Seixas. 2." sargento Francisco
de Abreu Lima.
10. balalhao da mesma arma.
Soldado Manoel Gomes Ventana.
11. balalhao da mesma arma.
Soldados Jos Bueno de Oliveira, Alexandre
Jos de Lima, Sebastiao Manoel Felippe Santia-
go, Antonio Correa, Cassiano Jos dos Sanios.
Corpo de guarnico do Amazonas.
Maximiano de Paula Ribciro.
Companhia de pedestres do Maranho.
Cabo de esquadra Jos Borges de Carvalho,
soldado Jos Joao de Torges.
dem aos mesmos, para que expecam or-
dons as respectivas ihesourarias do fazenda para
deduzirem das gratilicacocs que os reeditados
houverem de receber pelo numero do recrutas
apurados, a importancia das despezas que se ti-
verem feito com oulros que forera jnlgados iu-
habeis para o servico do exercito.
Ao njudante general do exercito, enviando,
afim de mandar cumprir as respectivas senlen-
cas, os processos verbaes dos olliciaes e pracas
do exercilo abaixo mencionados:
4." balalhao de arlilharia.
Soldados Marliniano dos Santos Ferreira, Ma-
noel Nunes Ferreira Jnior e Joaquim Antonio
Dourado.
2. de infanlaria.
Prfmeiro cadete segundo sargento Francisco de
Paula Ferrao Trantrc, segundo dito Eustaquio
Rodrigues Sainico.
5. da mesma arma.
Soldado Manoel Diniz Soeiro Gomes.
6." da mesma arma.
Alferes Jos Francisco de Assis Campos Cos-
dem.
11. da mesma arma.
Furriel Antonio Francisco do Romflm, solda-
dos Miguel Soares e Antonio do Paula Fer-
reira.
Corpo de enarnicao fixa da Bahia.
Soldados Silverio Clemente da Silva, Ray-
mundo Castro da Silva c Antonio Octavio de Oli-
veira.
Corpo de guarnico fixa de Minas
Segundo cadete Severo Barbosa de Oliveira J-
nior, asoldados Eliziario Francisco Velloso, An-
tonio Ozorio de Magalhes o Joaquim Jos de
Souza.
Corpo de artfices da corle.
Soldado Manoel da Cunha Amorim
Companhia de artfices da Baha.
Soldado Policiano Damasio.
Companhia de pedestres de Minas.
Alferes Ildanle Pedro Viegas de Monezes.
Companhia de podeslres do Maranho.
livo como o deque se trata. Assim essasdis'inc-
cocs indicadas na ordem do dia n. 22, disliuccoes
que, justo declarar, nao dalam de entao, "nc
s servem para animar alguns officiaes cm suas
pretencoes do seren passados para o eslado-
maior de segunda classe, o com poucos serviros
se lornarem verdadeiros pensionistas do Estado,
como para que as juntas militares de saude-raras
vezos sejam claras e precisas quando emitiera
seus juizos. enunciando-se por forma que deixa
meios de evitar comprometimiento para com o
inspeccionados.
ladislas sabios e conservadores dessa poca, hoje
quasi lodos desapparecidos c que tem no intimo
do coracao por primeiro e mais profundo senti-
menlo o deixar seu paiz tranquillo, prospero, uni-
do e poderoso.
Devenios refieclir que no lempo era que vive-
mos e sobretudo em nosso paiz, ha um fluxo e
reflua ocessante da opinio publica. Aquellas
quesloes que emseu lempo tinham tomado aspec-
to mais amoarador, sahiram hoje da memoria dos
homens. Erain volcos que se exlinguram e so-
bre a laya e cinza dosquaes crescem hoje a pa-
cifica oliveira, a vinha rigosijanle colrgoali-
menticio. Tal ser, segundo pens, a sorle da
governo ou para com os
Para que desappare;am laes inconvenientes, V.
Exc. determinar que d'ora em diante as juntas I animaco actual dos partidos se aqullos que se
militares, nos termos das inspeccoes, nao usem dispoem sabiamente a applicar o remedio conli-
de outras palavrasquc rifo sejam" as consignadas nuaiem sempre a empregar seus esforcos'ria es-
las leis incapaz do servico activo por molestia ; phera da constiluirao.
Uiu ceno numero de entra elles eslo anda sen-
do processados. Como naco chrislaa. somos
obrigados a altendera miseravel condiccao da A-
frica ; se abrissemos de novo o commercio de es-
cravos, isso dara ao trafico um impulso o urna
extensao que nunca leve, mesmo em seus bellos
das. As numerosas victimas que deveriam ser
fornecidas, transfomariam toda a costa d'onde se
lirassem os escravos em um verdadeiro pandem-
nium, de que nosso paiz seria responsavel aos
olhos de Dous e da hiimanidade. Suas misera-
veis tribus achr-se-hiam entao empenhandas
urnas contra as outras em guerras de pilhagem,
com o fim de se apoderarem de escravos para a-
bastecer o mercado americano. Tambem per-
der-se-hia loda esperanca de civiiisacio na A-
frica.
Por oulro lado se nao houvesso em Cuba um
mercado para os escravos Africanos, e se o mun
do uileiro eslivesse fechado a esse commercio,
pederamos entao rasoavelmente esperar una"
melhora gradual na frica. O principal motivo de
guerra entre as tribus cessaria por loda a parle em
que naohouvesse pedido deescravos. Os recursos
desse paiz frtil, porm miseravel. poderiam en-
tao desenvolver-se pelo Irahalho industrial e for-
ruravel ou ncuravel, para que cm um ou em
oulro raso sejam reformados ou aggregados As
respectivas armas, quando a molestia seja cura-
vel, mas se prolongue por mais de anuo.
V Exc. far mais prescrever das inspeccoes as
Se adoptaren) osla marcha, a agitaco que exis-
le a respeilo da escravidao interior, assim como
todas as cousas humanas, lera sou fim e ser subs-
tituida por oulras controvercias menos ameaea-
doras. A opiniao publica omnipotente em nosso
ni
Mein balalhao de caradores do CearA.
Soldadas Theotonio Bispo de Oliveira e Jos
Connives Ferreira da Silva.
8 -
Ao ajudante-general. lllm. e F.xm. Sr.
22 de 30 de julho do mesmo anno, cxectUara
disposico daquelle aviso, estabelece tres diver-
sas hyVothesos cm que se podem achar os offi-
expressoesservico moderadoser) ico passvo paiz.e quando chega a um excesso perigoso sobre
servico de sua armae outras que se nao en- I urna queslo, o boro senso do povo acha um cor-
conlram na legislacao, o que nao sao autorisa- j relivo que a recouduz aos limites convenientes,
das, como j disse, al mesmo porque depoisda i Afim de apressar esse resultado feliz durante a
extncro da lerceira classe nao se reconhece o crise actual, nos nos devenios lembrar que toda
que no exercilo seja servico moderado. | a crcalura dolada de razio deve figurar as conse-
V. Exc. far mais cora que os officiaes do cor- luencias naluraesdo ensino que recebeu. Os que
po de sando, quando tiverem de expor seus jui- proclamam duutrinas abstractas, subversivas da
zos sobre o oslado physico de qualquor indi vi- conslituirao e da uniao, nao devem licarsorpre-
duo aubmettidu aoccu exame sejam claros e ler- sos se seus partidarios exaltados dao um passo de
minanles, nao admllindo V. Exc. aquellos pare- mais para diante, c lenlam, pela violencia, por
ceres que por muilo desenvolvidos se fazem re- em pralica essas dourinas. A esse respeilo' nao
flcrtidamcnle confusos, embaracando desle modo se deve esquecer que por maiores que possam ter
a administrarlo, ou deixando suspeitar que os. sido as vautagens polticas resultantes da uniao
referidos officiaes nao conhecem, como deveram, I para todas as partes de nossa patria rommum, nao
os regulamenlos militares incompatveis com a seriam nada se viesse um lempo era que nao so
difiiso do cslylo. podeSM otar dola sem um perigo serio para a
Dos guarde a V. Exc. Sebastiao do Reg < soguranca individual da populaco de quinze es-
Barros.Sr. bario deSuruhy. j lados da Coufederaco.
Ao presidente de Pernambuco, para expedir' Sea paz interior'desses Estados fosse um dia
ordem, afim de que o operario do arsenal de atacada, se as m3is de familia nesse immenso
guerra da provincia Joo Baptsta de Oliveira se-1 pan nao podessem entrar para suas casas noite
ja dispensado de comparecer ao ponto, conti- j sem apprehensOes da sorle cruel que pode espe-
nuando a perccbei o jornal a que tiver direito,; ra-las, bem como a seus filhos antes de amanhe-
vislo achar-se impossibililado do Irabalhar, se- ; cero dia, seria de balde que fallassem a esse povo
gundo informa o director do mancionado ar- das vantagens polticas que rosullam para eileda
seal. Uniao. A conversa pessoaj o primeiro instine-
Provincia de Pernambuco. Foi indeferido o lo da nalurezn, eis a razo porque deve ser inlo-
requeriraento era quo Rosa Francisca de Albu- toleravcl qualqner estado social era que a espada
querque pede baixa do servico para o soldado lg- est continuamente suspensa sobre a cabeca do
naci Francisco de Albuquerjue Figuoirodo, que j povo. Mft dii\ar-inc-hei vencer por lo* Iris-
allega ser sou nico lilho, por isso quo. alm de I tea previ 'C.roio firmemente, pelo contrario
nao terem o carador de authenticdade, os at I que os at' .menlos que tiveram lugar no bac
bastados que aprsenla a suppiicaute sao desfa- ; de Harper, levando o povo a demorar-se para re-
voraveis as iuformaroos oblidas. flcclir sobre o pongo que poderia ameacaras ins-
9 I tituiees que elle ama, ho de contribuir com o
Ao ajudante general, remetiendo os pro- auxilio da Procidencia em acalmar a excilagao ac-
cessos verbaes das pracas do exercilo abaixo tual, i em prevenir para o furo as insurreices
mencionadas, para mandar executar as senlen- ; desla especie.
Felicito-vos cordialmenle pela solucao definiti-
va, adoptada pelo tribunal supremo d"os Estados-
Luidos, da questo relativa aos territorios,onde ex-
isto a escravidao, questo quo se apresentra sob
um aspecto verdaderamente ormidavel no come-
to de rninha adiuinistracao. Estabelcceu-se o direi-
to df poder cada ridadao tomar sua propriedade
sem dislruiro de especie,nos territorios communs
pertencentes egualraenle a lodos os estados da
coufederaco, o de ahi sor protegido pela cons-
titualo federal. Nem o congresso. nem urna le-
gislacao territorial, era poder algum humano
tem autoridade para aunullar ou enfraquecer esse
| dircilo de que se acha investido. O tribunal su-
premo do paiz sanecionou e assegurouesses prin-
cipios da lei constitucional to evidentemente
justos ora si mesmos e tao proprios para favore-
cer a paz e armona enlre os Estados. esta
urna prova notavel do seniimenlo de justica que
acha-se encerrado em nosso povo : quo a'pros-
perdade dos escravos nao tem sido nunca per-
turbada, que cu saiba, era algum dos terri-
torios.
At durante as ultimas perturbacoes do K.insan
nao bouve tentativa alguina do que eu recobesse
una informaro fidedigna para intervir em ums
caso, acerca dos direilos. Se tivesse lido lugar
semelhante tentativa, sem duvidaalguma a justi-
ca teria dado urn remedio effleai, e se ao depois
losseinsufncente, seria lempo entao de reforcar
seu poder por meio de oulra legislacao. Se "ti-
vesse sido decidido que o congresso ou a legisla-
cao territorial podem annullar ou enfraquecer o
direito do prosperidade sobro os escravos, o mal
seria intoluravel. Nessa ultima circumstanca,
havoria uraa lula para obter urna maioria de
membros da legislatura em cada eleico succes-
siva. e os direilos sagrados da propriedade, pro-
tegidos pela constiluiqo federal, dopendiriam
entao do resultado disso. Urna agitaco continua
seria a consequencia disso, assim como uraa ex-
alfcres da rep^rlicao ccclesiaslica do exercilo pa- i citaco perigosa no meio do povo de alguns Es-
dre Joaquim Pereira de Alencar, addido a cora- tados.
panhia tixa da provincia do Rio Grande do Norte, E- 'asiim que a situacao do um territorio, du-
seus vcncimcnlos desde rante o periodo intermediario de seu cstabeleci-
raento at que elle se tornasse um Estado, foi ir-
revogavelnienle fixada pela decisao final do tri-
bunal supremo. Isso foi excellcnte para a pros-
peridade dos territorios, bem como para a tran-
quillidade dos Estados.
Agora os emigrantes do Norte e do Sul, de
Leste e de Oeste se rcunem, Irazendo comsigo
aquella especie de propriedade, a mais propria
segundo sua opinio para Irabalhar em favor de
seu bem estar. Pelo effeito das causas naturaes,
a queslo da escravidao se regular dentro em
pouco por si mesmo cm cada caso, e antes que o
territorio estoja preparado para sua admissao co-
mo Estado na Uniao, cssa decisao de um modo
ou de oulro ter urna concluso prevista anteci-
padamente. Entretanto o estabelecimento do
novo territorio marcha sera inlerrupcao sera ;
seu progresso e sua prosperidade nao sero pos-
los em perigo ou retardados por violentas lulas
polticas. Quando, pela successo dos fados os
habitantes tiverem obtido o numero exigido para
formar um Estado, procedero enlo regular-
mente, e no exercicio dos direilos da soberana
popular, para formar urna consttuic preparato-
ria para a admissao na Uuio. Feito, isso e para
empregar a linguagein do Kansas e de Nebraska
sero receidos na Uniao sem escravidao, se-
gundo o que prescrever sua conslituieo no mo-
mento de sua admissao.
Este sabio principio tem sido felizmente reco-
nhecido sob urna forma ou sob outra, por um
voto quasi unnime pelas duas cmaras do ulti-
mo congresso.
^Todo os meios legaes de que posso disppor,
foram empregados e continuaro a ser utilisados
para exarntar es leis contra o commercio dos es-
cravos Africanos. Depois do exame mais aliento
e mais rigoroso de nossas cosas, e de um cotudo
cuidadoso da questo,nao podemos descobrir se al-
gum carregamento de escravos foi importado nos
Estados Unidos, a excepto da carga do Wan-
derer, que se compunha de 3 a 400 negros. Os
que haviam feito essa erapreza contrario as leis,
foram perseguidos, mas nao tem sido punidos
lo severamente como o mereciam seu3 croes.
ras proferidas nos dlos processos :
'." balalhao de arlilharia.
Soldados Jos Antonio Rodrigues c Feliciano
Joo Ignacio.
1. regiment de cavallaria.
Segundo cadete Manoel Jos da Cunha Bastos,
Teixcira Pcixolo soldados Joo Ferreira da Silva e Martin de Fre-
tas.
Balalhao de engenheiros.
Soldado Marlinho Francisco de Souza.
I." batalho de infaularia.
Soldados Aulonio Mximo da Cosa, Germano
de F'ritas, Andr Domiugues e Jos Morda.
2. batalho de infaularia.
Soldados Jos Ribeire Pereira e Joo Pires da
Assumpco.
5." batalho de infanlaria.
Soldado Vicente Ferreira de Oliveira.
9.* batalho de infaularia.
Cabo de esquadra Manoel Francisco do Nasci-
mento, soldado Jacintho dos Passos Guedes.
10. balalluio de infanlaria.
Soldado Manoel Joaquim Ferreira.
Meio balalhao de caradores do Ctar.
Soldado Simplicio Jos'Mananto,
11. balalhao de infanlaria.
Soldados Antonio Alves do Asuiar, Marlinho
Jos do Rosario, Jacintho Mariaimo, Manoel An-
tonio Pimenta, Vcrissirao Duarte de Siqueira e
Marcos Luiz Bispo.
Batalho do deposito.
Soldados Francisco Jos dos Reis e Antonio
Pereira da Silva.
Corpo de guarnico do Amazonas.
Soldados Jos Bernardo da Rocha Lima e Joo
Gomes do Nascimenlo.
Corpo de guarnico fixa de S. Paulo.
Soldados Sebastiao Ignacio Nobro e Jos An-
tonio Rodrigues.
10
Foi indeferido o requerimento do capello-
qualquer acto hostil e quo se decidi a expor lo-
do o negocio ao sou governo o a esperar suas-
instrucroes. Este aspecto da queslo exiga, se-
gundo pens, que se tornasse sentido afim de em-
pedir qualqner acto de hostilidado. O teuenle-
general Scolt foi mandado a 17 de selembro pas-
sado para lomar, em caso de necessidade, o cora-
mando das forcas dos Estados Unidos.
Considerando a distancia em que se achara o
thoalro da aeco, e a ignorancia em que nos acha-
vamos do que leria podido transpirar sobre o>
propno lugar antes da chegada do general, era
necessario deixar muitas- censas A sua desorip-
cao, e folicilo-me por annunciar-vos que o resul-
tado moslrou que essa niissw. nao poda scrcott-
liada n melhores inos. O general Scott vollou
I de sua misso pouco dopois, e nao ha motivo al-
1 gura razoavel para recear urna colliso enlre as-
tropas dos dous paizes, durante as negociacoes-
que lom lugar.
Sinto annuuciar-vos que os-negocios do Moxico-
nao tem uielhorado depois de niinha-ultima men-
sa geni.
O Moxico deveria ser urna repblica rara-, pros-
pera e florescente : possuo u-m vaslo territorio,
um solo forlil e um snb-solo abundante era tne-
o dia em que prestou juramento.
EXTERIOR.
AMERICA.
Mensagem do presidente dos Estados-Unidos.
Concidados do senado c cmara dos represen-
tantes, nos devemos um profundo ecordeal reco-
nhecimento ao Todo-Poderoso que nos concedeu
lautos beneficios durante o anuo que acaba de
findar.
A salubridade geral do paiz excellcnte ; nossas
eolheilas extraordinariamente abundantes e sobre
a trra devisa-so um sorriso de prosperidade.
Realmente, uuaesauer que lossem as nossas fal-
quaesquer
tas, temos as mais fortes razoes para crer, segun-
do os acontocimentos passados da nossa historia,
Furriel Jos Antonio da Silva e o soldado Ray- que ionios favorecidos com ma protceco toda
undo Jos dos Sanios. especial da Divina Provide" ., at mesmo depois
_j depois
de nossa origem comona<,ao. No curso de nossa
marcha estivemos expostos a muitas dilliculdades
ameai;adoras e a mullos sobresaltos ; mas a nu-
vem tenebrosa dissipou-so sempre no momento
em que parecia prestes i rasgar-se sobre as nos-
F.m aviso de 21 de junho de 1857, que parece nao sas caberas, e desappareceu o perigo que araca-
ter sido rigorosamente cuinprido, se delerminou cava nossas instituices. Possamos sempre ser
que os officiaes doentes fossem mensalmenteiiis-; assim protegidos e'guiados pela Divina Provi-
. guiados pe
eccionados a bem do servico c disciplina mili- dencia.
ar, V. Exc, mandando, por sua ordem do da n. I Como dever do presidente dar o de quando
da
em quando informadles Acerca do estado
Uniao, nao entrarei m detalhes sobre o aconte-
cimenlo infeliz e sanguinolento que ha pouco
ciaes do exercito, determinando cada umadessas' leve lugar no bac de Harper Sempre ci
hypolheses destino especial a cada official. nientc fazor notar que esses acontccimenlos, por
Para se fazerem as distineces quo se encon-j mais sensiveis e crueis que sejam cm si mesmos,
tram nessa ordem dodia sorcorre-se ella sdis-j liram sua principal importancia do temor que s
ppsires da legislacao vigente, islo s leis ns. lem de que elles nao sejim ossymptomas de uraa
40 do primeiro de dezembro de 1811 c 618 de 18 molestia incuravel do espirito publico, que pode-
de agosto de 1842, e ao regulamento n 722 de ria se manifestar por crimes mais perigosos anda
31 de marco de 1851, e conclue-se ordenando-se e terminar emfim por uraa guerra aborta empre-
que as juntas militares declarem explcitamente hendida pelo Norte, para abolir a escravidao no
quaes ns circumstancias dos inspeccionados, para Sul. Nao tendo, quanto a mira, receio algum,
que cora perfeilo conhecimento de causa se de- esses acontecimenios devem ser para coi lodos
pacificas que tinham por objeclo assegurar por
um tratado as jnslasconcesscs reclamadas pelos
interesara do commercioeslrangeiro. O resulla-
do foi que se concluiram tratados satisfactorios
com a China,por intermedio dos ministros respec-
tivos dos Estados-Unidos, da Inglaterra, da Fran-
ca e da Russia. Nosso tratado ou convenco go-
al de paz, amisadee commercio com esse impe-
rio^ foi concluido em Tien-Tsn a 18 de junho de
1858, o ratificado pelo presidente, por parecer e
assenso do seuado, a 21 de dezembro do anno se-
guirite.
A 15 de dezembro de 1858 Johen Ward, cida-
dao distindo do Georgia, foi devidamente acre-
ditado como enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario na China ; elle deixou os Esta-
dos-Unidos polo posto que lhe era destinado a 5
de fevereiro de 1859. levando comsigo o exemplar
ratificado de seu tratado. A 28 de uiaio chejou
elle a Chang-Hai ; d'ah dirigio-se a Pokin a 16
do junho, onde chegou a 27 de julho. Segundo
os tormos do tratado, as ratificaroes doviJm ser
trocadas antes de 18 de junho d 1859, ou nesse
mesmo da ; isso nao foi possivcl por motivos e
por acontocimentos sobre os quaes nao hava
exame. Comtudo forcoso dize-lo, era louvor
das autoridades chinelas de Shang-Hai, que sem-
pre lhe asseguraram quo nao se haviam apro-
veitar da demora. Cumpriram a promessa.
OSr. Ward, chegando a Pekn, pedio urna au-
diencia ao imperador para aprescnlar suas cre-
denciase. Nao obleve o que quera, leudo recu-
sado com razo submetter-sc as ceremonias hu-
rnilhanles exigidas pela elliqueta desse povo ex-
quisito, quando se traa de se aproximar do so-
berano. Comtudo as entrevistas a esse respe-ito
tiveram lugar no sentid mais amigavel, cora to-
das as consderacesdevidas ao Sr. Ward pesso-
al mente e a honra do paiz que elle representa va.
Apenas conhereu qnc a apresentaco ao impora-
dor era inipossvel, a credencial "do presidente
foi recebida com honras particulares por Kwee-
ling. primeiro ministro do imperador e a maior
per3onagem do imperio depois delle.
A 16 de agosto as liatiflcacea do tratado fo-
ram trocadas em devida forma em Peilsang. E'
preciso render homenagem a justica das autori-
dades chinezas, pois em todas essas negociaedes
parecer ler obra lo de boa f e n'um sentido' a-
migavel para com 03 Estados-Unidos. A con-
ducta de nosso ministro nossa corte mereceu nii-
nha inteira approvaro. Para axecutaro espiri-
to desse tratado e lhe dar pleno elTeito, foi ne-
cessario concluir duas onnvences supplementa-
res, urna para lequidaco de crditos de nossos
compatriotas e outra para ffxar a tarefa sobre as
importacese exporlacoes, e regular os direilos
de transito e o commercio de novos mercadores
com a China. Nosso antigo ministro fez bom
essas cousas.
Essas convences sao datadas de Shang-Hai a
8 de novembro de 1858. J hoje os chinezes
proceden) de boa f a liquidaco dos crditos e a
satisfaco do nossos concidados. Cora ludo jul-
guei que devia submelter essas convences ao
senado, que as ralificou a 3 de marco de 1859.
Tenho o piazer de -annunciar-vos que todas as
nossas difficuldades com a repblica do Paraguay
foram afranjadas de um modo salisfalorio.
Nossas relaeoes cora os grandes imperios da
Franca e da Russia e com o continente da Euro-
pa, exceptuando a Hcspanha, coutinunm feliz-
mente a ser da nalureza mais amigavel. Em nii-
nha ultima mensagem annual apreseulei urna ex-
posco dacondicjio nao satisfatoria com a Hcs-
panha. Lamento que nao se tenham melhorado
malerialmcntesem mencionar especialmente ou-
tros crditos, cujo pagamento foi reclamado h-
bilmente por nosso ministerio e nos quaes mais
de cem dos nossos concidados sao inloressados
directamente ; esses crditos ainda nao foram
pagos, apezar de sua jusliga e de sua somma de
128,655 dollars ter sido acceila pelo governo hes-
panhol. Nao tenho necessidade de repetir os
argumettos que eu apresenlava em minha ulti-
ma mensagem cm favor da acquisico de Cuba,
mediante nma compra legal. Mtnlia opinio a
esse respeilo ainda nao mudou. Chamo de novo
vosea sera oltenro Acerca desla questo. A
nao se reconheccr essa poltica, ser quasi im-
possivel abrir negocaces com alguma probabi-
lidade razoavel de bora xito.
Al urna poca recente, boas razos me faziam
crer que eu noderia annunciar-vos na circums-
tanca actual, que nossas dfllculdadcs com a
Gra-Brelanha, provenientes do tratado Clayton
Bulwer, tinham-se arranjado de urna maneir.a
igualmente honrosa e satisfatoria para ambas as
partes. Enlretanto, por elTeito de causas que nao
se tinham previsto pelo governo inglez, nao com-
plelou elle o estipulado nos tratados com as re-
pblicas de Honduras c Nicaragua, era conse-
quencia da amisade dos dous governos. Com-
tudo deve-se evidentemente esperar que essa
boa operacao ser dentro em pouco terminada ;
o lempo permute esperar quo nao restar qual-
quei outro assumpto que possa perturbar as re-
laeoes dos dous governos entre s.
A questo que suscitou-se por occasio das
pretengoes opposlas das partes sobre a ilha de S.
Joao, segundo o tratado do Oregon de 15 de ju-
nho de 1846 tomou repentinamente um carcter
ameagador. Afim de prevenir collises infelizes
sobre essa fronteira Ionginqua, ordenou o gover-
no que os officiaes se abslivessem sobro o terri-
torio contestado de qualquer acto quo fosso de
nalureza a trazer conflictos. Tanto quanto se
possa fazer sem ceder s autoridades da Gra-
Bretanha sobre um territorio imraenso, os ttulos
devera ser regulados antes que uraa das parles
tente excluir a oulra pela forca, ou exerca os di-
reilos soberanos exclusivos los limites em dis-
cusso. Reinou durante algum lempo muita
animaco nessa regio. O perigo serio de uraa
colliso entre as partes era de recear.
Oa inglezes tinham urna forga naval considera-
vel as visnhangas e render justiga ao almi-
rante que commandava essa estacio o dizer que
elle so absieve prudentemente de commetier
raoe arruina-los ? Sera apoio do alguma parte,
o Mxico nao poder retomar sua posiro entre
as nacoes, nem entrar om urna carreira fecunda
em bous resultados. Y.sse auxilio, exigido ao
mesmo tempo por seu interesen e pelo do com-
mercio em geral, deve ser dado- pelo governo dos
Estados Unidos, cm razo de sua visinhatica in-
mediata, e em virtude de nossa poltica estabele-
cida, incompativel rom a intorvenoo de urna po-
tencia europea qualquer nos negocios interiores
dessa repblica. O mundo inteiro conheee j
todos os nossos resscntin.eitlos-contra o Mxico,
estes devem commover a lodo o cidado ame-
ricano.
Um governo que nao pode ou nao quer repri-
mir laes atlenlados, abandona lodos os seus de-
veres. E' debalde quo pederamos ao governo
constitucional de Vera-Cruz-o remedio desses ma-
les ; est bem disposto, mas nao podo azer-no
justira, e principalmente'.no Mxico c nos esta-
dos yisinhos que os cdadios americanos tem si-
do victimas. E' preciso penetrar no interior do
paiz para encontrar os culpados. Podeiiamos
requerer e obter o auxilio do governo constitucio-
nal, nas no caso em que nos fallasse esse auxi-
lio, nosso dever assegurar -nossos compatrio-
tas urna protceco sullidenle. Eis a razo por-
que recommendo ao congresso a adopeo de urna
lei que autorise o presdeme, as coidcoos que
o congresso julgar convenientes, para empregar
forcas militares em estado de entrar no Mxico,
para obter a inderattisarao do passado e a garan-
ta do futuro.
Nao preciso aqu e com razo, se esrafovea
dever constar de tropas regulares ou e volun-
tarios, ou de ambas ao mesmo tempo ; esta
uraa questo que entrego descripcao do con-
gresso. Se houvssem de ser voluntarios, achar-
se-hiam fcilmente ncsle paiz homens que sym-
pathisariam com os sofrimentos de nossos infe-
lizes concidados do Mxico e com a condiro-
deploravel dessa repblica. Nao ha razo para
duvidar que assim chegar-so-ha a una justa
reparaco das injurias o prejuizos feitos aos nos-
sos concidados. O governo constitucional lem
sempre manifestado um vivo desoja de nos faxes
justica, c poder-se-hia antecipadamenle aniiun-
ciar esse resultado por um tratado preliminar.
Quando se trata de urna medida excepcional,
como a que eu ndico, a verdade que ella in-
leiramenlo justificada por circumstancias tambem
excepcionaes. O Mxico um navio vngando
merco de Dos no Occeano, e dirigido smenle
pelas paixoes dos partidos contrarios que dispu-
lam o governo. Como bom vizinho, ;o governo
dos Estados-Unidos nao lhe deve eslender mos
auxiliares para o guiar ? Se nao o fizermos, de
crer quo outros o faro, e que em ultima ana-
lysc nos ser forcoso intervir por nona vez em
condicoes mais difticeis. Quizera que o presi-
dente dos Estados-Unidos eslivesse investido do
poder de estabelecer um ou mais postos milita-
res temporarios sobre a linha mexicana de Sono-
ra e Chihuahua, onde esses portos sero neces-
sarios para proteger ao mesmo tempo Mexicanos
e Americanos contra as incursoes e depredarles
dos Indios. O estabelecimento de um desses
portos em Arispa, em Sonora, teria podido pre-
venir muitas infelicidades ; all nao ha seguran-
ca para a prosperidade nem para a exisloncia. A
populaco de Arazona corita mais de 10,000 al-
mas, o enlretanta nao tem governo nem leis. O
assassino, o roubo, todos os crimes sao ahi or-
dem do dia ; seria preciso, estabelecer um go-
verno territorial em Arazona.
O tratado com Nicaragua, em data de 16 de
fevereiro de 1859, nao recebeu a raltficaro
desse governo por certas razesque eu nao que-
ro enumerar ; um tratado semelhante foi depois
concluido em marro de 1859 ; foi ratificado pelo
congresso de Nicaragua, e ser submeliido in-
mediatamente A ratificarn do senado. Eslou cor-
to que suas disposicoes" conviro aos-poros dos
dous paizes.
Novas reclamadles contra o governo da Costa
Rica e de Nicaragua ainda nao obtiveram salisfa-
co ; entretanto pde-se esperar que acabaro
por obte-la.
Julgo dever instar com o congresso para quo
adopte uraa lei que autorise o presidente a era-
pregar a forca naval sob suas ordens afim do
proteger a vida e os bens dos Americanos quo
atravessam Panam, Nicaragua e Tehuanlepl
contra todas as depredacoes bruscas e vilenlas.
Nao quero repetir aqu as razos que militara
em favor desta medida ; nao duvidoso que o
congresso protegera assim a vida e esses nume-
rosos thesoureiros de urna mullido de America-
nos que nao cessam de atravessar essas grandes
sahidas entre o Atlntico e o Pacifico.
Peco tambem ao congresso que autorise o pre-
sidente resar das forcas navacs do paiz para
proteger os navios mercantes americanos e suas
equipagens contra todas a3 penhoras e confisca-
res vilenlas nos portos do Mxico e dos Esta-
lados d'America hespanhola, quando esses Esta-
dos eslverem entregues s perturbacoes ou re-
volucocs. S o annuucio de que esse poder
houvesse sido dado, seria bastante segundo pen-
s, para prevenir o mal, e isso nao necessitaria
de novos crditos no ornamento da mnrlnha.
O congresso, segundo dizem, confiando esse
poder, violara a conslituieo, pois conferera ao
poder execuivo a faculdadc de fazer a guerra.
Erro I Sem duvida ao congresso pertence o di-
reito de declarar a guerra, mas quando isso
est feito, ao presidente, naqualidade deconi-
mandante em chefe das forcas de mar e Ierra,
que toca empregar estas. Ta'l or espirito da
constiluicc na marcha de urna grande naco ;
pedem numerosas exigencias que querera surgir
absolutamente que o congresso autorise o presi-
dente a obrar promptamente em certas condicoes
que podem ou nao offerecer-se.
Nassa historia o prova c sobretudo a resolurao
de 2 de junho de 1858, relativa A soluco das
difficuldades com a repblica do Paraguay. O
presidente foi enlo investido antecipadamenle
MOTILADO


V
19)
do poder de t'tnpregar s loica do estado cm cur-
ias eventualidades.
Ilecomiaeudo a ndopcao de ubi bil, pesas
fr possivel, aflu di; pro ver o pagamento do ca-
pital e juros a esses empreiteiros cima mencio-
nados, essim como nter is linnrnnracfies neces-
sarias ao servico da reparlico do Post-Ofp.ee
ara o anuo ftnaneciro trrenlo. A n,ri adopciio
dos bilis relativo ao t>o*l-Offlc faz nascer
serias reflexoos. Recusando passar os billt de
appropriacao geral necossaiios a goveroo, o
congresso pode uo somonte Ihe parausara ac-
r.ao, roas anda arruinar-llic a existencia. O oxer-
:ito, a mariuha, a magistratura, omfim todos os
ramos do gorerno nao podein irais fun.rionar,
se o congresso recusa o diuhcro nocessario para
inant-los.
Se essa nao adopcao deve fazer conlrecer ao
jiai?. a necessida Jo de eleger, em um lempo suli-
cienle, um congresso todo completo para per-
millirao presidente convoca-lo om quaiquercir-
MARIO DE PERWAMBOCO. SaBRaDO lo DE MATACO DE 1860.
uuu oonsideaielineutc reduzdas por um sys-
tcma de rigorosa economa. Tudo annuncia o
garante que essa reduccao ser permanente. O
ornamento dessa reparlico para o anno prximo
foi redolido de porto dc'2 mflhdes de dollares
abaixo do orcamento do presente annoe de mcio
milho de doltares abaixo do credilo concedido
para este, anno na ultima sessao do.congresso.
CiC-sc e caleula-so que o dficit do correnlc
anno acorra do servico da reparlico dos correos
ser de 5,988,4-24 dollares e que para o anno que
lia de expirar a ;t0 do junho de 1861, elle nao ex-
coder de 1.321,473 dollares, se o congresso
adoptaras medidas do reforma proposlas pelo di-
rei lor geni dos correios.
Ierro i no recommendando a justa liberdado do
congresso os inloressos lcaos do distiieto da Co-
lombia. Do corto, a cidade que temo nome de
Washington e que destinada, segundo espero,
durante serillos, a sera capital de nova confede-
radlo unida, livrec nrosnera. lem grandes
, vro c prospera, lem grandes tilu-
cumslanea urgente, mesmo depois que tenba los a nossa consiJeracao favoravcl.
JVMF.S Bl'CHAN'W.
Moneur.H, D. )
espirado a draco do .miigo rongresso, ler
isso prodnzido um grande bem. Em um lempo
de perigo assustador e repentino, quer no inte-
rior, quer p.o exterior, perigo que ledas as na-
coes deven esperar encontrar eni sea marcha, ;
verdaduira salvadlo de uossas uslituiecs deve
reposar na rcuuio do congressosem demora.
Se cm tae3 cireumstaricias, o prehideuAs so
chasse na posico em que eslava no lempo do
ncerraraento do ulluno congresso, com qeasi
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
2G de feverero.
Par decretos de 18, 22, 21 e 25 do correnlc, fo-
melode dos oslados dosprovidos de'roprose\.la- ra 'V,mea,,os '
eo. as consequeucias disso pederan) ser esas- .?{'"* ** "^ Cesar Bereuguer de Bit-
V
trosas. tecommendo pors ao congresso que
Oxenle as dispusimos da cmisiiluico esse
respciio, c que Faca urna loi que designe um da
antes do da -I de marco em cada auno, para
eleicio iio representantes em lodos os estados.
J elle lixou um din pora a eloieao dos eleitoros
-chamados pata -eleger o presitteute o o v*ee-pre-
siden le, c esta medida'receben a spprovaro do
paiz.
Exprimir! no novo urna opinio mui clara em
favor da coiislrucco tta raininha de ferro do Pa-
cifico ; aexpriinrei peas razos espostas em mi-
neas ilnas proceden los mensagensaRnuaes. (Jo in-
do refli.in quo diilieit seria poder-so deflender
os nnssos estados eterritorios a oeste ilas mon-
lanhas ltiieliusasi.il caso de guerra com alguma
patencia martima asis forte pa corlar quai-
quer communicaea com ellos pelas estradas ijne
iravessam o isthmo, csiou mais convenc Ifl que
nunca da importancia dessa va forrea .Nunca
Oiividi'i da competencia constitucional d'i con-
gresso par qwe-eilc s-ja ouvido nesses traha-
Ihos. A lem diese, a constituidlo diz oxpressa
mente, a lilute le devir imperioso, que S l'-'.i-
dos-Unidos onerao so oroieger una aos oulros
centra quakfCer uvasio. au 'posso cenreber
orno essa protecce pode, por, outies meros,
S'T comedida ': California, ao Oregou, ccrilra se-
iiH'llianli! [r :, :; ,i naval.
lle.lo Btiutn opinio couliJa em m!:ilia ul-
tima luensageui aimual ; que nSbconveria que o
gewerna emp.-eheudesse essa grande obra por
inoio do ageetes de sua propria esculla e sob sua
vigilancia exclusiva e directa. i$eria eugmeiilar
de um modo pi>rif;o cuiivo e Mterecer um systema de cofusao.ecor-
rupcaa ijue nao pnderia impedir a vigilancia dos
liiiuviotiarios federaos. A coiistruccao desse ea-
miaho de (eam deveria poia ser eunttada a com-
panbias consiiiuidas em corpas oh em outras
agencias qm exercessem essa inspereo activa o
igil niii- .ii; podo s inspirar um sent ment de
interesse oemmum e c individual.
(lose aflirmar que o aocroseiuio a despeza que
costana para o transporte de tropas, do muni-
<;nes de guerra para o exercllo a'.iavez das vastas
jilauieies intermediarias em novas possesses so-
bro s rosta do Pacifico, seria mais considerare!,
em lal guerra, do que a roidiii i completa exigi-
da para a coustruecao dessa liulia, o entretanto
esse recurso svn,t, de mais a mais, insufUcionle
para deU'enucr e proteger a CaUfernia e o Ore-
gon.
Obrigo-inte a examinar a fund i os billa relati-
vos ao destino das torras ou do diuheiro, de tal
sorie que so alguns deiles vi-ssen: passar por
inadrertesvia pelas duas cmaras, como succed
alguinas teses, posso dar-lbee-a orcasiao de se-
ren retomados em consideraoo. Ao mesmo
lempo nunca nos devenios esqueoer que a ver-
d.idi'ra eco iou;ia poltica consiste, nao cm re-
cusar es-mcios necessares pora r.-alisar irnpor-
tantesetijertese inierrsses naeionaos que nos
eouliou a constituicao, mis em lomar cuidad i
M'ie u dinlh iro destinado a esses (ojelos soja
bol e ceeseeicameiite dispendido. Ver-se-ha polo
relatnrio do-secretario do ihesewvo, que extre-
mamente dmidoso, para n.'.o dker mais, que
- irnos atravessar o anno Ifenamceiro actual e o
seguiute sem recorrer a urna renda addicional.
i. i que :' rigorosamente as apropriaces m -; limites dos
orcainoiiios das diferentes roparaifes, sem men-
cionar despeza alguma addicional que em sua sa
bedoria octmgressu podejulgar a proposito au-
lori-ar o sem prornr o resgale de urna ponan
qaalquer oes MI milhcs de dallaros em bilheles
do tnesoure, gue ja foram emiiiidos.
i-.in caso de dolieii, o que me parece provavel,
ao de*e elle nunca ser superse por um recurso
a iiovos eni[:\.siimos. Seria couca ruinosa em
lempo do paz e prosperidade coniinuar a aug-
mentar a divide nacional para fazer face as e.s-
pezas o diaras .lo gorernu. Bsn systema para-
usara nossos recursos e enl'raquoecia nosso cr-
dito no caso ei-.i que una guerra
nc essi lado a um emprestimo. Se
receio, Rt;iiiellia.le delicit se paoduzir, recom-
neadaria que-ee levantasse a reecita necessara
por um meio de um augmento de-noros di re toa
actuacs sotire aedmportacoes. Neitenho neres-
sidade do repetir as opinioes rontidaa em minha
precedente measageni anoual quanle a melhor
uuneira de alcaatear esse lim. e ceateniar-mc-
hciagora observe! lo \ i essas opiciies nao su-
tnio depois a menor mujan \i.
O relaioiio do secreta rio do ibesouro explicar!
dolalliadamoulo t, operar >es_desse remo do go-
retao.
As receilas do ;'.. souro proeenieiites de todas
as origens durante o a-no linanceira que acabcni
cm ::j de junho de 1859, comprehendendo o em-
prestimo autor i jado pelo acio de 1 de junho de
ls58 e as einissesd bilhetes do liio^ouro auto-
visados pslas Iris em Vigor, tomn ; fc|,<,!t2 0)
dollares pomo mais cu menos ; osla semma Can
0 saldo do 6,4)08,366 dellares que se ackavam no
theaouro no principio desle a>iuu Bnariceiro, li-
/.oram. para o servico do anno, um total de
88rft9t.7b7 dollares.
Durante o anuo Qnaacetrp que se termina em
39 de junho de 1859 as do de 83.751,511 deUarcs. Uesla snmma,...
17,05.255 dollares foram applicados ao paga-
mcnto'dojuro da divida publica o do resgata de
bilhetes funiltidoa pelo Ibesouro.
i'ura lodosos uniros ramos do servico publico,
durajiie esso amia Qnanceiro, as (i ispi'zas foram
>ie 66,346,t2 dollares. <) saldo no Ih.vou-
ro, em i" de jullio de I-m eemeco do prsenle '
anuo fiscal, foi de 1,339,275dolieres.
As receilas do Ibesouro duranle o pri.neiro tri-
mestre ao progenie anno, que camera no Io de
julh de 18&: foram de 80.018,805 dollares
1 a iu o presidente delalba o em prego dessa
somma. ) Duraatc o primeiro kimestre do mes-
aaoannoas deapezas foramde 2Q.007.171 dolla-
res [ segnem-so.,Ls detalhes. ) As rercitas avalla-
das para os oulros nos trimestres do mesmo
armo foram d.- 59,426, IDO dolieres.
Durante o primiro Irim.'slre do mesmo anno
as despegas forara da 20.007.l7j dollares. As des-
pezas iv.-. iii is durmios tres .tcimeslres que
restam a 30 de junho de 1800 sao de O 993 558
dollares ( segueui-.se osdelathes. )
As despeis avalladas para o auno fiscal ane
acaba a 30 de junho de 1860. qaauto a divida
publica, sao de 7,550.968 dollares ; e quaato as
despeaasordinarias da governo. do 5;l >l 744
.ollares, o que faz um.total de 61,002,732 do'lla-
res. deixando.i.o Ibesouro, a3U de julbo de 1600
um saldo de J,381.308 ollares.
As receilas ai aliadas curanle o anno Osea I
.rouino_quc acaba era 30 de junho do J801 cao
omo se disse acinw, que lisa va no Ibesouro a
i) de juiho de 186W ar para o servico do pro-
aiiiio atiiiu lis^al um total de 80,606,808 dolla-
res.
A somma aproximada da Jcojaezi durante o an-
no1 fiscal que ha de etuwi a 30 de junlw de
il du 66.714.128 doUues. Dessa so
para amanuense da
tencoiirt. para o cargo de chefe do polica da pro
rincia do Uio Grande do Norle.
ti hachare! Aalonio Colutnhaao .Serfico do
Ass;s Carvalbo, paca juil municipal e do orphos
ilus termos reunidos de Fcepri o Torio da t'olha,
na provincia de Sergipc.
i'oi exonerado :
O juiz ue direilo Joaquim Aisguslo de llollaiida
Cosa Freir, do cargo de chefe de polica da pro-
vincia de Malo-Grosso.
Foram designados :
P juiz de direilo Angelo Francisco Ramos, para
servir na comarca da Estencta, de 2' cutraucia, na
provincia do Sergipe.
juiz de direilo Joaqnini Augusto de llollanda
Costa Freir, para servir na comarcado Parati-
nin, di2" ontraecia, nc provincia de S. Pedro do
Kio t. do Sul.
Coinedeii-se ao bacaarel Jos Bernardo d;'
Vasconcetlos Ceimbm a demissae que pedio do
lugar de juiz munieipa! o de orphos do termo de
Piranga, na provincia de Minas Geraea.
Fotam nemeados :
0 lenente-curonal chefe de estado maiw do
cumniande superior da guarda nacional do muni-
cipio Inliambtfle, da provincia da Itihia, Fraiicis-
co Uorgas de Carv-io, commandanle superior
da mesma guarda.
O llr. liominigos Gomes Ferreira Yollc-se, le-
iiente-ooroael chefe de estado tnaiordoconiraan-
do superior da meseta guarda.
O majar ajudanta de ordena do enramando su-
perior os municipios de Angra dos liis o Pa-
ira 1 y, d provincia do Rio de Janeiro Manuel Go-
mes d<> Campos, teenlo-coronel chefe de esta-
do-matar do mesa:O enramando.
O capilao Joaqun) Uibeiro de Almeda, major
sjuJawte de ordoes do caminando superior da
guarda nacional dos municipios de Hanoi-c lia-
borakj i\.\ mesma provincia..
Aiiiunio Josa Uelgaco, leneole-eoreael eom-
maudanie do bata I ha o de infantaria n. 10 de re-
serva da guar Uakia.
l'ara o oslado maior do romniaudo -superior
da gaarda naclcal dos municipios de Caravellas
e Porto Alegre da uiesuia provincia.
Capilo secrelario-geral, o rapitao cirurgio-
m.': Antonio Joaquim dos Sanios Abren.
Capitae eirorgiao-mr, o capilo Antonio Pe-
reira dos Remedios.
rsra oscommandos -.............o-;;-.---- .
dos municipios de Jacobina eVHoKova tes das provincias de Minas o S. Paulo.
ea Kaiuna da mesma provincia.
Commandanle superior de Jacobina, o tonen-
te-eerouel chefe
Vrullino 110 congresso sobre os duus mais vota-
dos, o coronel D. Marcos Paz e o general Poder-
nora, foi eleito este por 32 votos contri 22 que
teve o Sr. coronel Paz.
As datas d-e Montevideo por va do Rimnos-
Ayros alcencam 14. Farerc que o Sr. D. Ber-
nardo Berro contava j de 38 A 40 votos segu-
ros para a sua elcicao ; e como esse uumoro
constilec j maioria absoluta, liuha-se por corto
que seria o Sr. Berro o futuro presidente da Re-
publica Oriental.
O Sr. Castellanos tinha sido nomeado pres-
deme ao senado, e o Sr. Julio Percir.i presdeme
da cmara dos representantes.
O Sr, Jos Mara do Amara!, enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario do Brasil na
Coufederaco Argentina, retirou-se do Paran e
achava-sc em Montevideo.
Por decreto do 13 do mez correnlc foi nomea-
do addido de 2.a elasse a lcgare imperial em
Franca o bacliarel Manoel Jacintlio Noaueira da
Gama. 6
Por decretos de 25 do correte foram no-
meados :
Conslanlino Placido de Assumpc.io, para ama-
nuense do consulado da provincia da Baha. :
Joo Manuel de Frcitas
alfandoga do Parana&ui ;
Jos Tlieoiluro Xavier, para cuiador gora das
herancas jactarles na capital da provincia de S.
Paulo ;
Por portara de 25 do correnlc foi nomeado o
cscrivao da mesa do rendas de Angra dos Iteis,
Firmmo Jtilio de Maraes Carvalbo, para collec-
tor das rendas geraos da Parahiba de Sul, pro-
vincia do Rio de Janeiro, em gubstitucao de
Joao fos da Rocha, que foi derailtido.
Per decretos de 17 e25do corrate foram de-
millidos :
Claudino -Paule de f.yra Flores, amanuense
da alfandega do Paianagii, previncia do Pa-
ran.
Salvador Jorge de Siqueira, ;:orleiro carto-
rario da thesoarria de tazenda c'a mesma pro-
vincia.
Manoel Goncalves de Pinho, amanuensa da mesa
do consulado-Ja provincia da Baha.
29
Por decretos de 21 do crrete mez foram con-
cedidas peasdes:
A II. Francisca Lima do Espirito Santo Colho,
a de'8643 annuaes, roparlidatnenle com sua lillia
I). Francisca Jeronyma Cocil.o, sem prejuizo do
meio sida.
Ao guarda nacional arlhero tibaldo da Silva
rtramlo, que perdeu o braco direilo por occase
do urna-salva dada no dia 1 do correle mez, a
de 2g-annuaes.
O vapor l'arahiba, em viagem de liba tuba
para-este porto, appareceu hontein s 10 horas
da maulia ao sol da barra pediltdo soerorro.
Vl^iiuifis horas antes tinhc-se-lhe |irlido a bem-
Por flecretoi de 2J do coirenie loniin Humea-
dos :
O omanuense da alfandega da cidade do Rio
Grande do Sul, Joo Pereira Maeel. para igual
ero prego na alfandega de Porlo-Alegre.
O aroannense da alfandoga de Porlo-Alegre,
Jos.Alves de Oliveira Cocllio, para igual enipre-
go na alfandega da cidade do Jilo Graude do Sul.
O amanuense da secretario da thesouraria da
Babia, Olympo Fiuza Moniz Brrelo, para o lu-
gar deofliciol da mesma ropartioao
O ofRcial da secretaria da thesouraria do Para,
Tilo Jos Cardozo Itangel, para o lugar de 3." es-
criturario da da Babia.
O praticanle da Ihosouraria da Baha. Grato da
Bilvcira Basle Varilla, para o lugar de 3. es- '
cnplurario da mesma repartieo,
Foi derailtido a seu pedido Joo %spuco de
Abreu c Silva do em prego de pagador da paga-
dona central da provincia deS. Pedro do Sul.
Foi aposentado o oflicial da secretaria da the-
souraria da Baha, Egaa Moniz Brrelo Carneiro
Campos.
DIARIO DE PERNAtVIBUCQ
Ao meio-di*. adiando-se presentes os Srs.
Manoel Joaquim, Martina Pereira, F.parainondas
Pereira de Brito, Joo Caralcanli, Joaquim Fran-
cisco. Pina, Joao Braulio, Sauxa Carvalho, Fi-
guena, Barrse Silva, Miranda, Concalvos Gui-
maraes, Brandau, Fonelon e Giitrana,' o Sr. Mo-
lioel Joaquim, maudando proceder a chamada,
roconheceu nao haver numere legal para funecio-
nar a assemblca.
Montera us7 horas da tardo, fundeou cm nosso
porto, o vapor portuguoz Milford-laven, pro-
cedente do Rui e Bahia.com dalias, do primeiro
a 2 c da segunda a 0 do crrenle
As noticias do Rio transcriptas em ou tugar.
Na Baha nada oecorrcu depois do ullmo
paquete.
vapor nacional Oynpocl:. devia partir de u
aceto da dada, importa que o respectivo Bacal
nao feche os olhos a essa prafira repugnante e
incommoda, promnvendo sua repressao.
Um nosso assignanle da froguozia de Sanio
Antonio desla cidad, pergenia so pode ser qua-
lificado votante um homem que tem loja na mes-
ma froguozia e mora, e ola quaficado no Poco
da l'anella. '
Honlem. das cinco e meia horas da manha
ate as oilo, esliveram oschafarizes desla cidade
fallos d'agua ; de maneira que a populacao pas-
sou por sollriveis vexames na perspoeliva' de uuia
siluacao inloleravel, qual a da falia d'agua,
lano mais quanlo havendo manado as oilo ho-
ras alguma diminuta poreao dola, minutos de-
pois paralysou
essa cmauacao, vindo somonle a
correr de novo cm alguns chafarizes depois das
oilo c meia, n'outros das nove. Co Antonio Pereira dos Santos
r que soja a causa que d lugar a esse da Rocha Wand.rlov I.ins.
PKaicaiijAo ue na.
Appellanle, Gaspar Antonio Viera Guimares
como cessionono do Brunn Praoger & Corapa-
nhia ; appollados, a vuva e tilhos de Manoel
Das Fernandos e o Dr. curador geral.
Foi designado o primeiro din til.
Appellanle, Antonio Jos da Silva Guima-
res ; a p pe lados, Anloaio-Annes Jacome Pires
o outros.
Foi designado o primeiro dia til.
ADniAHENTO.
Appellanle, Jos da Silva Ferreira ; appellado,
o Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
Addiadopela falla do Sr. deputado Silveira.
PASSAGF.NS.
Appi'Ilantos, o bacliarel Jos Nicolao Pereira
dos Sanios e outros herdoiros do finado Francis-
appellado, Joao
Rio, no da 7 s 10'horas do dia.
elfeilo, preciso que seja removido, pois que a
companhia tem devores mui restrictos acerca do
sbaslecimcnto d'agua ,'1 esta cidade, nao devendo
olhar por tanto com ndifTerenga ou pojeo cui-
dado, para ellas, e nom tolerando que se repro-
duza a siluacao que honlem seoslentou aos olhos
da nossa popubeo.
Mojo ha lugar o beneficio do Sr. Viccnlo,
nosso comprovinciano, que para satisfazer a ex-
pectacao dos seos bemfeilores leva nena o
drama 01 iginal franco/., decomposicao de Vctor
Hugo, denominado Mundo. Diabo e Cante.
No intuito de nada fallar salsfaco dos seus
bemfeilores, nao esqueeeu de levar tamboni
sceni o vaudeville 4 cordal sensioel, que entre
nos tem silo lio apreciado, papel de Cliafour*
chon, que aqu foi desompeiihado pelo Sr. Vis-
ques com merecidos applausos, vai s-lo agora
pela beneficiado, que nao lando visto a Yesques,
lem de desenvoh-lo segundo 1 propria intelli-
goncia ou como ha entendido ter concebido o res-
pectivo autor.
Pomos dk Machn f. alxrat. O mo vi ment
( immercial, que, ha alguns annos.se lem desen-
volvido no Archipelago-lndio, obrigou o gover-
no ingle/, a mandar fazer recouhocimoutos apro-
pnados ao esclareaimenlo do commorcio c da na-
arao sobre essas numerosas illias e seus ha-
Do Sr. dosembargador Silva Guimares ao Sr.
desombargador Guerra.
Nada mais houve a tratar.
Bkco Raxcel,
Secretario interino.
Iiitinh
PERNAMBUCO.
ba d'agua e o pistn.
O vapor //temes que vnha entrando do Maca-
no, logo que avislou o l'arahiba, fez pata para
elle cun o lim de tlie prestar auxilio.
Alm diste vapor sabio oulro mandado pela
capitana do porto, meis o de reboque ; sendo
este que rebocou o l'a>ncliyba al o seu fu
douro.
Anle-hoiitein larde urna fala que conduzia
um carrcgameiilo do pi.iho da serrana
d
me
sol
l
l.^fSEMBUfl J. EGISLATIVA PROVINCIAL.
SLs>.\u ORIUNAAIA EM 8 DE MAllGO l)K 1860.
/'residencia o Sr. bario d Camaraoioe.
Ao meio dia (cita a chamada, c achotido-sc
prsenles 2i enlioies depulados, abre-so a
sessao.
Lida a aele da sessao anterior, appro-
vada.
O Sr. Io seorelario d conla da sogninle
EXPEDIENTE :
Um offieio do secretario do goveru-i remetien-
do o bataneo, contas e orcaraente da cmara
municipal de Pao d'Alho. commisso d'orca-
menlo mnnicipal.
dem do mesmo, remoliendo rticos d
ras da camurado Recite.A' co
gocios de cmaras.
dem do mesmo remoliendo por copia os ofii-
tue as cmaras do Olinda. Iguarass,
p ipuiacao
;. que exislom
c postu-
mmisso de ne-
cios em
nica

111
Io d:; marco.
Estamos autonsados a declarar destituida de
fundamento a no:i.:i.i que d p lleyciurat'-r de
superiores do estado-maior Guilliermiuo
es da Reeha :
'-!.'l,'i do estado-maior, o lente coronel
, commandaule do balalhao n. C Justiniano Cesar
Jacobina
Jos Joaquim du Carvalho, lente corone]
i commandanle do balalhao n. C da mesma guar-
j da e provincia ;
Chore do esta lo-maior do com mando superior
dafmarda nacional da Villa-Nova da Oainha.e
leaente-coronel commandanle do batailiao n.67
jAniunio Perira Guimares ;
0 capilo Ignacio Pereira Guimares, leil'T.'c
coronel commandanle da batalho n. 07 da mes-
ma gaarda-e provincia ;
Manoel da C.-.-ny. Rosa Carvalho. lente coro-
nel commandanle do bala!bao de infantaria n.
33 do servico .-.divo da guarda
rincia do Ccari ;
Joaquim Antonio da Silva, loncnte-corenel
eommandante do batalho de infauiaria u. 20 do
servico activa da guarda nacional da provincia
do Maranhao.
Para o eaiio-maior do commando superior da
guarda nacional dos municipios de Cuimaies c
nacional da pro-
impozese
como cu
or-
Santa Helepa da mesma provincia .-
O capilo seorelorio geral Francisco Co-
lho de Souza Jnior, major ajudaulo de
dens ;
O lenle Joaquim
secretario geral ;
Otenenie-caronel commandanle do primeiro
balalhao da infanta lia da guarda nacional da
provincia do Piauhy Jacob Manuel de Almon-
coronel commandanle superior da gnar-
nacioual da capital da mesma provin-
major ajiuiante
lli beiro da Cruz, capili o
rm
nacional
,,,
da
ca
l.iraa, capilo
-amina se-
iaj precisos 3,SO.021 doUaros para pagar o juro
da divida publica. Restaro G3.32M07 dollares
para as despeza* aproximadas e ordinarias do
auno que ha de acabar a 30 do jimlw de 1861.
Havcr, un saldo no tlicsQuro, o B d junho de
1801, de 13,S0I,i,70 dollares. Cora ludo oso sal-
do sera redu/.ido pploa crditos para a .exocucao
le cellos Iraiados indios at a somma do &3.0 330
dollares e por crdito para o correio, foimando
tudo isso um grande tuul do lfi.8yl.0u3 dolla-
res. Lnlao a iiujortanci:. Jo saldo a 30 de iunh
nao exceder da somma de O.iJJO.lOG dollace.
relatara do soarotario de estado da anana
wiiPf^miTTOi^'fflra jstzsz \ssmm
O major da guara nacional dos municipios de
Campo Maior e Lnio. da provincia do Piauhy,
Antonio da Cosa Aranjo, coronel commandanle
superior da mesma guarda.
O majar ajudaute de artilharia Jos Cesarte
Monleiru da Nu-anda Ribeiro, lenenle-eoronel
commandanle do batallio de infantaria n. 58 do
servico activo da guarda nacional da provincia do
M: n as-Ge 1 aos.
Para o esiado-maior de com mando superior
da guarda nacmiial da comuaaa de S. Borja da
provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul :
Majoros ajudaatea de ordena, os cepites Fe-
liciano de Oliveira l'reilas e Vasco Jos Guima-
res ;
Virgilio Allipio do FigueireJo, caiiito secreta-
rio g-ral ;
lenle BeliaacM Fernandes
quartel mostr ;
cirurgio-ntr lenlo reformado do exereito
lose Joaquim de Oliveira G jmides, capilo cirur-
giao-mr.
Foram reformados :
Mauricio Jos de Sonta, coronel commandanlo-
su-erior da guarda nacional do municipio de In-
liambope, da provincia da Baha, no mesmo ios-
la co'm as honras daquelte lugar.
Caasianode Souza Lima, ieuen'.e-coronelrom-
m ldanle do balalhao de infantaria 11. (il da
guarda nacional da dita
posto ;
Anionjo Hermogenes Busjra, capttao da 3.a
compaahia do 5." corpa de avallara da guarda
nacional da provincia do Rio de Janeiro, no
posio do major.
Forara declarados v.igos os officios de partidor,
contador o distribuidor do lerrao da Maroim, da
provincia de Sergipe,
Foram pardeadas :
2 de mareo.
Por decrelos de 2C e 28 de feverero lindo fo-
ram apresenlados :
O padre Joo Joaquim de Carvalho, na Erogue-
/.a do Senhor do Uonilim, du. arcebispado Ca Ba-
ha ;
O padre bacliarel Candido de Souza Beqiiiao.
na froguozia da cide da Cachoeira, do atestuu
arcol.isp.ido ;
0 padre Viente Jos da Cosa Barraco, na
igreja parocliial de l.'ossa Scnhora do Carino de
roca 11 lins, do bispado do Para.
Foram Humeados :
O juiz de dii'i-ilo -,'suiuo de Sqi i Los pa-
ra u cargo de cJtefe do polica rincia de
Malto-Grossa ; ,
O bacliarel Vulonio Carneiro de Caujuiji, para
o lugar de juiz de dir-eilo da comarca du Guma-
lingoel, na provinoia de S. Paulo :
0 bacliarel Francisco Antonio de Oliveira Ri-
beiro, para o lugar de juiz de direilo da comarca
do Bonito, na provincia de l'or.uambuco ;
hachare! Jos Antonio Gomes Nello, juiz
municipal o de orpilOS do termo de Caelt t, na
provincia da li.ihia ;
) bacharel Francisco Hara Sadr Pereira, juiz
primaria no povoado denominado Queima-r
uezia do Bom Jardim, comarca do
ces de cmara.-
dem do Sr. deputado Rogo lluros, partici-
pando que lora eleito membrodfl junta de qua-
lillca ;ao da lregu-zia do Gabo, alhn de que a as-
sembla de confprmidade com o aviso de 5 de
deicmbro do l86"resolva.A'commissao decou-
las o po leres.
Sao lidos, e jnlgados objectos de deliberaeo o
mandados a imprimir, osaoguintes projectos
A assembla legislativa provincial resol ve :
Ari. I. Fica creada urna cadeira do instruc-
cao priui.u
'las, da tro
l.imoeiro.
Ail. 2."o respectivo professor perceber os
'encmenlos marcados por lei
Art. 3."-Ficam revocadas todas as leis e dis- ''2? : ,?'*
es em contrario. ; J'".'1". 0," i>i
( Paco da assemWa provincia! de Pernambuco,
8 de mareo de 1800.//arwue teir de L
cena.
\ assembla legislan
nomfoiK'o, decreta :
Art 1" Fica concedida ao asylo de mendici-
fundado iresla cidade por occasiao da visi-
ta de Sua Magostado o Imperador, pina subven-
a de us por espa.o de hoje
s. Entra as eommunca^oes, que os ex-
, ploradorcs dirgiram ao aluiiranlado, enron-
Iram-se as seguinles nulas sobre, os dous pnrtos
poueo ronhecidos da ilha Lucon, Maubou e
Alaba!.
A populacao do Manhoii, diz o commandanle
do navio Somarong, cemposta di' cinco mil al-
mas, pouco mais 011 monos; ella ill'ave1, hos-
pilaleira, e pertoacc mesma raga di
da Manilha. Os nicos europ "
em Maubon, sao dous eommandanles o ara sacer-
dote, que sao caslelh .nos. A ilha faz pomo
commrco, abunda principalmente era cOco o
opa ; tanto de um como de oulro fructo fazeni
preparaedeaalcoolicas. Maubon e o paiz vizinhn
gozara do inuita salubridade, e a cidade rodea la
de alias montaahas nao estsujeilasexholac-oes
lusalubres das lenas pantanosas.
Atabal fica a 13 mithas a ste de Maubon. Sua
en 1 rada bstanle dilHcil por causa dos recifes
de coral, que a defeudem 1 mas que ao mesmo
lempo formara um quebra mar, e fechara o por-
lo, que uma baca magnifica.abrigada de tolos
os venios, e na qual podern fondear os maiores
navios, a ridadfl abundante de lodos os vive-
ros, que sao de excellcutc qu.allade e se as
conimodidades, que ubi se onconlram, fossem
mais lonliecidas, de ceilo os navim desmorona-
dos, que passam pela altura de ste, nao iram
reparar-so nos porlos da costa da China, leudo
em Atabal quaato Ihe (osse precisa, e por uma
mdica despeza.
A ilha de Alaba! est coberta de magnificas
bosques prop;iosp.ua cunstrueco,ese o guverno
hespanhol annuisse sua exploraban, o contrae-1 Srs [lirados '
lo que se /esse seria basianie lucrativo. 0 ma- rrilL Jacome
tamo e uma madeira du coustruecao lo boa co-
mo o carvalho, e smenle e mais posado: ha
uiuita facihdade no embarque, e os operarios ala
sao milito baratos.
DeSCOBBKTA DE CM UIO NAVKUAML NA U.||A
' Ascoevaa. Nao ha dia cm que os explorado-
res do Pacifico nao descubran) urna riqueza nalu-
ral at cnlo destoiihecida. lia ires anuos era
um mar consideravel no interior de una lingua
do Ierra, que se suppunia conhecida, a Baxa-
California ; hoje um rio navega vcl u'onn ilha
quesejulgava explorada, a ilha Vanoouver.
Mis o que u esle respeiio refere o Wt*Uninstar-
/unes : Em segu meo i
JURY DO RECIFE.
PRIMEIRA SF.SSAO.
1)1 \ 0 DF. MARCO.
Presidale, o Sr. Dr juiz de direilo Bernardo
Machado da Costa Doria.
Promotor pubiieo interino, o Sr. Dr. Francisco
Leopoldina de Gusmo Lobo.
Eseriro interino o Sr. Joo Saraiva de Araujo
Galcoii.
FeiU a chamada,verificando-se estsrem presen-
t s 44 jurados, o Sr. Dr. presidente do jury, abri
a sessao s 10 e 1|2 horas.
Foram multados em 9fij cada um dos Srs. ju-
rados que nao compareceram, e relevados das
multas em que incorroram 0111 sessoes anteriores
aquellos que m.iivaram com legiliraa razo de
escusa as rasa fallas.
Kxislindo entre os procossos Irazdos esto tri-
bunal pelo juizo municipal competente, alguns
que, segundo a loi, devera proferir cm ordero do
julgamonio aos que foram designados anterior-
mente, o Sr. Dr. juil do direilo exigi do escri-
vo Saraiva a relacao nominal dos reos presos,
rom declarar o das d- tas desuas pronuncias. E^
como esle (unecionario alarefado com insano*
Irabaiho de Seu olTicio nao a h inves-e ainda ela-
borado, o Sr. Dr. juiz de direilo assignou para o
julganieulo do dia 10 o processo em que aulor
los Haxiraiano Soares do Avcllar o reo Euzebio
( Piulo, ordenando que Ihe l'osse prsenle a relacao
na primeira sessao para que possa ser seguida' a
succosso legal.
l-sLndo barra do Iribuaal o reo preso Joa-
quim Luiz dos Sanios, pronunciado 110 art 201
do cod. i-rin., o Sr. Ur. prosideulo %o jury fez
proceder ao sorteio do eonselho de setenes.
Foram recusados por parlo da jusilca publica
os senhores jurados :
llvpoiiio Machado Freir Pereira da Silva.
Dr. Jos Flix do Biilo Macedo.
Joo Jos de Albiiquerque.
Antonia Manuel Es te vio.
Belarmino do llego Bairos.
Floriano Jos de Carvalho.
Foram recusados por parle do advogado dor
os Sis. jurados :
liarlos Augusto l.ins de Souza.
Antonio de Moma Rolim.
Joo da Cruz M.nedo.
Dr. Podro Seeiinduo Mendos Lins.
Claudiauo de Oliveira.
Francisco Xavier da Fonsoca C-iulnho.
Luiz Aniavil Dubourc Jnior.
L'lysses Jusiinano de Oliveira,
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
O eonselho de senlenca foi eoostiluido coraos
de Aranjo.
Thom Lopes de Sena.
Joaquim dos Santos Azovedo Jnior.
Joaquim J,inuario Pereira de Unto.
Invino Epiphanio da Cunda.
Joo Jos de Carvalho Jnior
Dr. Eugenio A. 1I0 Coulo Belmont.
Anselmo Jote Dnarlo Cediim.
Francisco Joaquim de Oliveira Baduera.
Antonio Corroa Cabral.
Ignacio Bonlo Loyola Jnior.
Dr. Jos Joaqun do Maraes Navarro.
Deferido ao eonselho o juramento do osiylo o
Sr. Dr. presidente do jury conceden a palavra ao
va pruvinci.il de Per-
il
rerogadas as disposicocs
legislativa provinial de
mum ipal o de orphos do termo de CamUao, na PernarnUuco, 8 de marco de 1860. /:,//;no Au-
Manoel de t'igueiroa
Millo anuos, sondo ipplicada esla subvena,
para a aluncnla-o dos mendigos recolhidos "
dllo asvlo.
Alt. 2.Ficom
cm con ti arto.
u da assembla
liiilii
revelado
lo depoz, ora justamente averbada de suspoiu
presenca deslc rio, que c0ndo amigo intimo do pretendido oll'.mddo e cora
ceberl.....> elle morador sob o
pililo-nos e lianas, que crescem em 1.11 abundan-
corre por um terreno dosombaraoado
provincia, no mesmo
mesma provincia
O bacliarel Joaquim de Mello Rocha, juiz mu-
nicipal e de orphos do termo do Urub, na dita
provincia ;
0 bacharel Marco folio dos Res Lima, juiz
municipal e dcorpiosdo termo do l.imociro, na
provincia de Fernanibuco.
0 bacharel Jo-c Pedro de Aleamuii, juiz mu-
nicipal e de orphos de lermo de S. Roma., na
provincia de Minas Coraos.
Foram recomluzidus :
O bacharel Joaquim Ayres de Almcida Fu ilas,
no lugar de juiz de orphos da cidade de Sanio
Amaro, da provincia da Rabia ;
O bacharel Francisco Mygiuo Ja usen Veira di-
Mello, no lugar de juiz municipal da segunda va-
ra da capital .la provincia do Maranhao ;
O bacliarel Fernando Maranhenso da Cunli.i, no
logar do juiz municipal e de orphos do lermo
de Alcntara, da mesma provincia.
Foram removidos a sea pedido :
O juiz municipal o de erpliaosfrcdortcn Nunes
de Sealua Peresliello, do lermo de S. Joo da
Barra, na provincia do RM de Janeiro, para o lu-
gar do juiz de orphos do lermo de Campos, na
mesma provinoia ;
' juiz municipal o de orphos Luiz Antonio
Pires, do termo do l.moairo, para o da Escoda,
na provincia de Pernambuco ;
Juiz municipal c de orphosFnncisco Augus-
to da Costa, do lermo de Agua-Treta para o do
Cabo, na dita provincia ;
0 juiz municipal o do ochaos Felisbino de
Nendonca Vasronreilos, do lermo do Cabo para
o de Aaua-Prea, na (lila proriticia ;
0 juiz municipal e de orphsos Joo Luiz Soa-
ros Mariins, do lerrao de Camiso, na provincia
da Babia, para os da Cachoeira Monsurs, na do
Para.
Foram dom los a sen pedido :
O bacharel Gustavo A-lolpho do Castro, de lu-
gar de juiz municipal e de orphos do lermo de
Santo Amonio de Parafcybuoa, na provincia deS.
Paulo ; '
O bacharel Manoel da Silva Mafra, do lugar de
juiz municipal o do orphos do termo da capital
da provincia de Santa Caihni-in
Foi
. --------------.--.-. .'."".
pro vinel
gtuta de Almeda.Dr
'aria.
A commisso de
{ocios de cama
ios! oras
i...miii.is e negocios de ca-
>s leudo examinado a dsposi-
caodo artigo da cmara municipal desla cidade
em additameirio s posturas d'e 1855, do pa-
recer que seja o mesmo approrsdo, deveado
Irelunto sor impressb para entrar na
Ira bal nos da casa. Sala
01
on-
lem dos
ca 11 esle paiz, que por multas vezes obstara
su 1 exploraco. Os navegantes deram a este rio
o nomo de Courlenajr em honra do almirante as.
sim chamado, que eommandou a Coustauce n'es-
tas paragens.
0 rio Courlenay desemboca no golfo do Geor-
gia, forma uma espaoosa baha chamada Augus-
ta, que se ada a 4'J." e 38 minutuos de latilude
norte, e apenas dista 5i) milhas de fianaino.
A expb.r.icao desla siluacao foi esle anuo mais
apressoda, porque a eslaco j nao a favoreca ;
mas ella ser recomecada na prxima primavera
com o cuidado, que merece sua importancia. A
mesmo lelo, leudo alias 17
anuos de idade. Km falla de provas, o advoga-
do do reo requereu i absoivioo de sen cliente
corno de rigorosa juslica.
Treplicando, observa anda a premoloria que
os pequeos erioies nao podem deisar lo daros
vestigios como aquellos que produzon um grave
escndalo para a sociedad ; e que nao prtan-
lo, para admirar que apenas una lesleiniinha
hovesse deposlo sobre o (acto. O que, entretan-
to, nao baslava para abalar a comieco que ao
jury devia inspirara conlisso do reo, que de-
clarara haver-se trovado em lula de la/.oes com
o ulleodido na mesma occasiao em que se Ihe
atlnbuia o eriuu '
polica, os
e prso de-
referidas posturas em
liada pelo reguhimeiiio gue lizc.
infractores fioaro iugojios malta
''nadas no arl. 17 das
ludas as suas partes.
Assfgnado.) Luiz Barbalho Uoniz Fiuza
Conforme.Antonio Leile Le-so cm seguida esle lequeiiuienlo :
: Bequoiro que se peca ao gorerno d provin-
cia copia do contrato celebrado com o engenhei-
10 Marinaiix, .ue foi mandado eugajarV Eu-
ropa, cm viriude do art. 12 da lei n. >.j ,o 17
de maio de 1853, para ser empregado as obras
publicas da provincia : oulro sim, qu0 se peca
a nota do dia em que enlrou em exercicio o mes-
mo engenhere, e a rolar,, dos icbalims de
que lem sido encarregado at o iii de feverero
ultimo.Conculcas Guimares. >
(Contiiiuar-e-Ao).
para o con-
M itaram-sa no dia !t do correnta
sumo disia cidade56 rozos.
MOHTALIDAOB DO DIS 'J DO COUI1F.NTR :
Mara Joaquina, prela, solteira, 90annos, hen-
plegia.
Hospital he caridadk. Exislom (17 ho-
mens, 55 mulheres nacionaos, i homo,,, esirau-
geiro 2 homens escravo?, Iota! I20.
Na lolalidado dos doentes exislom ^!)
nados, sendo ;t: mulheres e G homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirn
Piulo, as 8 horas da manliaa, e pelo Dr
111 lias s 8 horas e I di manha.
all-
menle por unanimidade do volos.
Por cuja decisu, o Sr. Dr. presidenta do jury
nbsolveu n reo c rundemniui as cusas a mum-
cipalidade.
Jury 1'iliMElHA SSS\6.
6 de maco de lMi.
< Presidencia do Sr. Mr. juiz de direilo Antonio
Francisco do Salios.
pena
mozos do prisao e mulla oorrespundoule
lado do lempo, que Ib o foi
exonerado Jos Machado da Silva Lima, do
eargo do secretario de polica da provincia do
, 1 arana, por assim o haver nodido
Ao reo Dora.ngos Jos Pere.ra. a pena de 6 F acu.a a desistencia qufe, Manod Jorge
ame- do Medeiros da wrventia vitalicia dos oflkios de
do jury do termo do Mi iBSt&taK 3?^ &* **? >"""-' l-
Miuas-Goraes ;
Ao reo osenvo Manoel Renlo Ferreira, a mul-
ta que, alm da pena de 20 anuos de galos, j
cumprida, Ihe foi imposta por seatenca d4> ju-
ry da cidade iamiiiliiu, da meara a
viuda.
o olas, do termo de Acary, na provincia do
Rio Grande da Noiie.
Foi OOmmuUda era 200j> para a casa da Mise-
ricordia da c.dado de Campos da provincia do
Rio do Janeiro a pena do um mez de prisao e
mulla correspondente melado do lempo em
que to CMtdoainado Jos Goncalves da Silva
Vianna. por senienea do subdeleg'ido de [Milicia
Ja mesma cidade, conrmado pelo juiz de diivi-
lo da respeciiva enmarca.
28-
ltoc*'bemos .u'.lias de Bjenos-Ayros al 17 do
carri'le.
A eetunissa Borneada pela cnnvenco para
examinara cunstuico federal tinha apresenla-
do j algumas emendas, mas anda assim pro-
sumia-se que itinal sejia acceila a consliluicao
lal qual.
Conlirma-se a DOlicia que domos, de lor sido
proclamado o Sr. Dr. Dorqui presidenta da Con-
federaco. Dos 1^5 votos de todas o. provin-
cia, apurados na sessao do congresso do- dia 6
do correte, obteve o Sr. Dorqui 72 votos, o Sr.
Fraguero 46, o Sr Br. Carril 4, general Guido
rl e Dr. Alberdi 2.
Neiihura dos candidatos vice-flosdonci.v
Ccyt oiido _pi a 's-
Tiveram iner.- da serventa vitalicia :
Justiniano Maris dos Sanios, dos oBlcios <\o 2.
tabolliao e esnivo do geral dos orphos do 01-
pro- mo de S. Joao do Prncipe, da provincia do Bio
do Janeiro.
iheoloro Alborto da Silva, do ollicio de es-
orivao de orphos do lerrao do Santo Antonio de
Sa. da mesma provincia ;
Francisco Fortes de Bus'am.inlo Jnior, dos
oinos de partidor e contador do dllo lerrao e
provincia ;
Francisco Flix de. Oliveira e Castre, dos offi-
cios de contador o partidor de tormo de Silveiras
na provincia de S. Paulo ;
Augusto Joaquim do Amara!; do oflicio de es-
emao de orphos c ausentes do termo de Bolu-
eala, na mosma provincia
l-'enlo Anlomo Franco de S. dos offictes do la-1 potenl,
.'_:.ao P"l,|lc'. judicial o olas, e esnivo do lor o olmo
REVISTA DIARIA.
A ra do Colorello aclia-se todo esburscada.
Esta oslado do ruina lal que impede al o
Iransito dos vehculos, raormenle junio a bomba
que ha em meio della, onde a excavard acba-sc
em forma de ladoira com declivio po. um lado
capaz do fazer virar um carro.
Taes coosas nao dovem ser abandonadas, prin-
Clpalraenlc aqu dentro da cidade, o qu.indo com
obras publicas despende-se annualmenle melado
das rondas publicas da provincia.
Xas ras da Gloria e Matriz da Boa-Visla
ha una rapazinhos, que dorara cm fazer unas
loteriaszinhas de catangas o outros artefactossc-
rnelh.inies, com o que rio encuendo as prop ras
algibciras e despejando as dossimulorios que pro-
curara a torie.
1 que ha de nota rol na brincadeira
guoni ainda vio a cor desla soiihora.
Todos os bilheios saliera senipre bramo.'!. ,1
felicidade dos que os comprara lamanh'a
nenhom ainda sabio premiado.
Dizeui os entendidos na malcra, que esses me-
ninos, precoces em dosenvolvimenta, ou como
verdadoiros lillios do secuta do mercantilismo
apenas deitam na urna ficiidiea, que 6 um cai-
xao, bilheles nao premiados, alias popelinhos
brancas I
Para a idado sao realmente ongonhosos. F. por
isso, os compradores (quera desobr'arisn, sendo
hora que os pais dossas crianeas deem agumas
providencias, ou appliquem-aa oulro olli.-io
menos rendse, porem mais solido.
As primeiras impressds na mocidade sao lu-
do : dolas depende o futuro do hinem. ijuando
onlroguo a si mesmo.
Chamamos a atteoca
sessj
iirgiio ^ Promotor publico interino Dr. Amaro Joaquim
. Dor- Fenseca do Albuquerque.
CHRQN!CAJDICIAR!A.
. TRIBUNAL 00 COWluERCIO.
SAADMLN1STBATIVA EM8DEMABCI
!)!: 1660.
Fdla a chamada e verificndose haver nume-
ro sulficiente de juizes do lado, fui aborta a
sessao.
Submeitido a julgamenlo o reo affioncado'Jus-
lino Luiz Jos.- de Franca, acensado do uso de
armas prohibidas ; foi condemnado a Ires me/es
meio de
PRESIDENCIA l>0 t\M. su. DESEUBaRGADOB
souza.
que mn-
111-
que
bo, por haver Beata occasiao o Dr. juiz munici-
pal aprcsenlado mais tres processos.
I.m seguida enlrou tambora em julgamenlo o
I reo preso. ,\nlon,o Manoel da Paz, acensado de
haver folio ollensas physieas levos em Bslbina
.Mana da Loncoi.ao; loi absolvido. sendo seu
advogado o osiudanie da faculdade de direilo.
Hennque de Souza Lima.
I', por estar a hora adianl.ida o Sr. Dr. juiz de
direiio addioa a sessao para o dia seguas.
Comniunicados
. o da auloriJado com-
para sor reprimido o abuso de so conver-
que hoje existam os exposlos, entendern) devor
da provincia do Maranhao
Justino Candido Viera, dos officios de label-
Irao do publico, judicial o notas, ecriio lo
orphos, residuos e rapolla do lermo de Cururu-
pu. da mosma provincia.
Foi ^erduado a Joaquim Quinlolla de Miranca
o resto da pena de oilo annoso prisao com Ira-
balho, e mulla correspondente melade do lem-
po em que foi coiiderrWiado. por sonlonea do jury
c nao osla coiluma-
ot, e enlendendo alem
Ja barra d? im-,\o|groJf.rov1.).-i8 do Amon>. 'fJuta o^ri j sauJc publica de comnium como
os vizinhos depositar lodo o liso, que tem as
respectivas Casas, sem duvdi pora melhor aspi-
ra rom o aroma agradare! dellc levantado e dil-
fundido pelo ar.
So isto sorcetc di*s<
(Jaramos de barata quoconlinuasse a pralica; mas
aftociando a muita gente qu
da perfumaras ta ftnas,
prisao na eada desla cidade, grao
medio do art. 3" da lei de 26 do outubro de lbiil,
o appellou : leudo por ndvegados o esludanle ,d
s 10 horas da raannas, achando-se prsenles ta'dlelh- XT aT^ lhT" Hi,pozrt
os Son. depurados Lcraos, e Bastas, oSoohor Mjn1-'1 Jua'lu" "'-'Miranda Lo-
presideiite declaro,! aborta a sessao e designou o
deputado Lomos para servir de secretario
DESPACHOS.
L'm rcqueiimeiiio de RsboSchamellau Com-
panliia, pedindo o registro das Iros procuraepes
que ajiinlaro.Bcgislrem-so.
Com visla .10 Sr. dosembargador fiscal, os .se-
guir,les requerimentos :
L'm de Brandei a Brandis & Companhia, que
sendo quostionavel por conla de quera deve cor-
rer o sello dos soques a prazo dosta pra a, sobro
ouiras provincias do imperio, por quauto o uso
admillido nosta prica, que deve ser pago polos
saccadotos, entretanto que a lei do sollo, arl i
determina que as letras aejan selladas no lugar
em que se verificar u pagamento ; pedindo ama
dociso qiieuussa servir de regia s Iransaccoes
futuras ovontiiaos de semelhanie nalure/a.
Oulro de Antonio de Souza e S, de ;)l innos
de idade, porluguez, demiciliado o oslabelecido
nesla cidade com sua casa de coinn.ercio de fc-r-
ragens, azendas e miudezas, ora grueso, pediudo
inalncular-so.
Oulro do Guilhernie da Silva Gulinaies o \| -
ceno Jeroiiymo de Azevedo, pedindo o registro
do seu cntralo social.
Oulro de Manoel Joaquim de Oli
panlna, pedindo tambera o regjaj
trato social
Oulro
ulna,
tralu sona
Ao respciiavei publico.
Os proprielaros da casa do bniihos do palco
d 1 1 armo pariicipan ao illuslrado publico dosta
cidade ora geral, e a seus amigse freguezosom
particular,que as fallas d'agua que as vezes so
no am no seu eslabelecim. nlo, e que do dia 2
do correnlc al esta dala mais se tem foilo sen-
tir, nao provm de negligencia sua ou do seus
tmpregados ; ollas dimanara de uma causa que
anda nao ota bem determinada, e que os pro-
liveira & Com- prieiarios da casa de hanhos procurara averiguar
re do seu can- para remodia-la, se isso eouboreni suas tarcas
Para que o publico onlro no conhccimon'in rfn
de Jos Anloma Muir Das & Co.npa- que occo.re cu. um eslabdocmen o te su uti-
pcd.nlo que se moj.de juntar ao seu con- lidade. onde teem encontrado linUivo
do, 1.0 -nio .,.. ajuntam. que o loom frequontado, onde se toe
aquellos
foito ou-
SESSAO JUDJClARIA LM 8 DE MABCO DE 1660.
PI1ESIDE.NCIA DO EXH. SU. UESE1IBAUCADOR
SOIZA.
A meia hora da lardo, achandodo-se nros.-ni-
' :2f!i'I;f!"!!,*s' W- csWgadoro-s %-dh-iS sSScSt
KLSftTSEr'' C "S|S7lT?'1"P"li,,l0S B^' -taTo l^io^eqX
i V v\ >'res,,le"le teflW aborta a sos- tura prolcng.da e para se
denle. W0T,a a acla da alece- a s" pubcaro ser po
saciificios o emprehcndeiam e o tem susloniado,
sera era breve publicada a correspondencia, ha-
vida entro aquelle dos prop leanos que contra-
tou o fornecimeuto d'agua com a illuslro com-
paYihia do Belieribe e o digno direclor dessa res-
peilavel companhia ; por que as pocas desla
correspondencia sojam um pouco prolixas, paro
m sempre produz uma le
rera melhor apreciadas,
por partas.
MUTILADO I
cegivel
i


Quaudo o M;i
DtArftO PE PBRNAMBUCO. SABBAnO ft DE MARCO DE 1860.
-.Jgislcadu se compenetra e su,.s res, que lo se umimnui uu /to/io oral-
un^nioes c se lembra que as funecoes qw&ewr- mema capilal para us ajudar era suas arcusacos,
"ao as mals Pm porlantes honrosas deque e chamar o odioso sobre Silva Leo. Nao pou-
pode encarre^ar-se o hometn na soriedade :
quando se reoaWa que como igaos da le lem
ue iidminislrar n justica a seu9 semelhantes, ter-
m
ju-
que
minando suas eonlendas e tingando os opprimi-
dos ; 6 por corto o enle que nos deve merecer
todo o respeitoeonsil6roio c estima, porque
suas quahdades deroni nefcssariainentc ser lo
divnelas e tao nobres como a sua alia e subli-
me misso.
N-'Sto cas sffirmamos estar o Illmo. e Exm.
Sr. l)r. Aninnio-Frnncisco do Salles, digno juiz
de (hreito da 2a. vara ciiine da capilal desin
provincia e aclualmonto presidente do jury de
O Exm. Sr. I)r. Salles, vindo pela ver pri-
meira a este Termo presidir o jurv, por suas
excorenles qualidades ha conquistado o sympa-
thia de lodoso que lein tido afortuna de o com-
i nica r.
Grave no seu porte, ao inesmo lempo afTavel
seu (ralo, e linalmenle rerlo nos seus jul
mentes, torna-se um Mugislrado digno e
muilo honra a sua cl3sse.
Ei nomo do todos os juizes de fado, e dos ci-
dados honestos desle Termo saudamos ao dig
no presidente do jury ; e rendendo-lhe sem n
menor lisonja as homenagens deque se faz me-
recedor por seu proprio ment, no mesmo lem-
po Ihe damos o nosso vol siiireto de graldo
o eslima.
Felicitamos desdo j aos habitantes de Igna-
rass nossns vizinhos, pela prxima ida de S. Ex.
a aquello Termo para o misma fnn de presidir o
jury, convocado para 20 do corrente.
w-
Olinda 7 do mareo de 1860.
Informarn-nos que a Sra. D.. Maria Luiza de
Oliveira, urna das Aclrizes, que fazem parto da
Campantiia dramtico, que ora trabalha no Ihca
tro do aula Isabel, pretende fazer o seu bene-
ficio no da 15 do crrante.
- Nao podemos deixar no esqueiment o favor
concedido o artista, se tornado credora de nossa eslima e sympalliias;
o si he justo que os esforcos, commelttdos por
qualquer srjam cornados das recompensas, que
os motivaran), nao o monosque a actriz, que
procura aprender, aperfeicoar-se em sua arte e
milhorar sua condico, encontr na protoceo do
publico garantas e estmulos, que, animando-a
em seu nobre empenho, eompcBsem as fadigas
c Irabuthosa que expde.
A Sra. 1). Maria Luiza de Oliveira, nao um
d'esses genios que, guiados pela mo poderosa
da arle, se assenhoreiam fcilmente do palco,
donde nos traduzem vivamente os sentimenlos,
que improssionaram os escriptores, no memento
de gravaren! no papel suas prodtiroocs, confes-
samol-0, e nem nos cega a sincera"affcioo, que
Ihe. vetulio-, para que pretendesflemes lison-
geial-a, apresentando-a como actriz consum-
mada, possuidora dos sogredoa da arle e tevis-
tida da perfeieo, a que ella lem attingdo; mas
urna artista dolada de inlclligencia, que apro-
veitando-so das I croes e cxemplos.que Iheaio ou-
Ihorgados, van saltatoriamente se aperfeicoan-
do, e que demasiado nos lem significado o deso-
jo, que nutre, de progredir, para em breve collo-
car-se na altura, que Iho ddireilo seu bel-
lo tlenlo Digamo-lo sinceramente : em una
outra escola, que nao na em que ora pratica,
poderia ella com mais vanlagom e mais fcil-
mente aitiugir ao fim, que desoja.
Todava nao convein dsocorocoar, e mister
principalmente, que o publico sensato, que lo
generoso se ha mostrado na prolecoo, que vola
aos artistas, despresando as eocenos de entes
despeitados, que sem habilitares se leem inlro-
medido nos trabalhos centeos, se prevoleoa da
occasio, que Ihe prepara-o digno director da
actual companhia dramtica,para animar e garan-
tir os empenhos de urna artista perseguida, e que
rnente u'ello vota suas esperanzas.
A' nos, que seniprc nos izemos suidos aos
seos desafinado gritos, e quetn nenlittm ser-
vido tqi enconmendado, nada mais cumpre do
que assegurar artista que fazemos votos para
que seja feliz em seu beneficio.
O peba llybry do-academico
Recite, mano de 1860.
P
parara elles esforcos eom effeilo ; mas tem visto
quebradas suas furias na indignacan ger?l que
lem suscitado suas miscraveis machinan-oes. O
negociante Silva Leo est muilo tranquillo em
sua consciencia; e deseja que Ihe assaquem de
urna vez tojos os tnos actos que Ihe queiram
emprestar, para confundir os esoiritos dos que,
por nao torera que fazer, oceupam se de sua vida
commercial, que invejam.
Tendo sido nomeado pnr decreto de 2 de de-
zembro prximo findo o Rvm. Sera fim Golfea! ves
dos Passos Mianda para capcllao do exercit, nao
podemos deixar de dizer em abono da verdade
olgtimas palavras a seu respeilo.
E incontestavelmenlc sabido que esse digno
sacerdote natural da cidade do Hecife, residinJo
por alguns annos em divesos logares, mxime
so clXu com o* uJCdUiU, CdcoaUciio uuira, q..c
o estabelecimeiilo possue e o suppHcado recebcu,
quando foi reeleito prOfedor do Hospital, sendo
estas insinuacoes, feitas em auscuete. do suppll-
canle, e sem que osse prevenido pelosuppiica lo
para comparecer ii'ovU sesso, quet Jaze-lo Bo-
liticar para no dia e hora que V. S. dr servido
designar, ir dar as necessarias explicaces, fl-
cando sujeilo as penas de cnlmnius^Jou injuria,
a que as insinuacoes der.-m lugar, na fojmi do
art. ZiO do cdigo penal; senao comparecer.
Pede a V. S. Illm. Sr. f)r. juiz municipal da
primelra vara assim delira.E. II. Me.Jos de
Almeida Soares de Lima Dantos.Nolifl(juo-se
para o dia 15 de dezembro as 11 horas da manhaa
no'meu escriplorio.Recite, 12 de dezembro de
1860.Sera fico.
Explicaros*. (")
0"C collorada u questao no terreno cima ex-
poslo evidente que elle respondenle nao fez i ti
mertthttdor, desprevenido ele, e(c.,e na linal-
menle aqu temos os Sr*. Gnimares &. Kara.
DonJo se pope concluir a ida iiifica-fio o ligi-
go que no decurso destt nego-io 3e"tem dado
entre osSrs. Gimo res & Meira.
Sirva ialo de exordio ao presente artizo, e pas-
somos a resposta promeltila ao sonliado eslellio-
nato dos Srs. Citiuiara & Ueira.
Nada admira tanlo como ver a importancia
que prelendem dar aos Srs. Guimares i Ueira
a certas leslemunUas do celebre proceaso, as
quaesdizem elles estarem contestes em seus de-
poimentos, e h.iverem pro lu/.ido urna prova ro-
busta I E' preciso uio le-las ouvido o ser in-
leinrmente hospede na apreeiacao de provas, eon-
dii;es em que milita Sr Guimares para avan-
zar a scmclhanlus preposicoes.
Porque nao sabemos que' poisa haver disso-
nancia e incoherencia maior duque jurar o Sr.
M.uioel Joaquim Doarte Guinuresque houve es-
...n:____... .. I____j___ -
juria alguraa ao autor, sendo que a seu respeilo tellionalo, e logo dapois jurar que nao sabe se
Despachus de evportacfi pela me*
sa do eonsiilud tiesta cidade n .
dia S de mareo de 1SCO.
SU suecus i.iiiiiim de umiiuioci, 20 dllos uiitliu ;
a ordem.
20 du/.ias de (aboas de cedro ; ao capito.
Crigue sueco If//ie//n Tersmcden, vindo de
Slockolm, consignado a SaunJers Drothe;s & C, New-York Barca americana Fannie f.renolia-
manifestou o siguite : "* Henry Forster & C, 209 sacos assucar
347 duzids de laboas de pinho e 2790 barras mascavadn, Whately Forster & C, 1045 sacco
de ferro ; aos consignatarios.
no cngcnlio Maranliao desla freguezia de Ipojuca,. "unca se exprimi senao com a reserva e a de-
onde era capellao, seuipre mereceu de todos em | delicadeza que Ihe aeousjllia a sua educagao, e
Brigue ingle/. Una, viudo de New Fort, con-
signado a Rolhe & Didoulac, manifeslou o se-
guintc :
250 toneladas, 1 quintal e 23 libras de forro,
13) toneladas carvo para a estrada de ferro.
21 toneladas c 4 quiutaes carvo de pedra ; a
ordem.
Brigue inglez F.lizalelh, vindo de New Porl,
consignado a Scolt Wilson & C, manifeslou o
segu ule :
228 toneladas carvo de pedra : aos consig-
natarios.
Brigue inguez Starr, vindo de Dundc, con-
signado a Scolt Wilson & C, maiufestou o se-
guinte :
370 toneladas carvo de pedra ; aos consig-
ouve ou nao rn f ou fraude ; isto querer ir
para o sul e remar para o norte ; porque estellio-
geral o em particular a maior estima e considera- a s"a l'osico ; pelo que nao dttsc que o autor nato sem m f6 pinto que nao nancea do ovo.
cao, Dio s pelas cxcellenlesqualidades, que 0 ''a'1"ra a verdade no olficio n. 2: nao disse que A rnssma testemunha Duarto Guimares jurou I natarios.
destinguem, como pela sua vida moral e condu- ; au,or houvesso subtrahido dolosamente urna \ que elle na qualidade de negociante desla praea I Patacho nacional moronas 11, vindo da Baha
la illibada ; por lano eremos, que jamis des- 1 Cf,,xa. de inslrumentos cirurgicos pertencento ao I representara com outros contri a creaco do de- consignado a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo'
mentir com seus actos a cousideracao que ha "Ospital, e nem que as substituir por outra com pesito de assucar no barracaj da capilanis, e manifcitou o seguinle :
adquirido tanto em sua vida publica como parti-
cular, tornando-se cada vez mais credor da con-
lianca do goveruo que o nomera para lo hon-
roso lugar, e de isperar que no exercicio de
seu ministerio satisfar cabalmente suas obriga-
Qes.
Deixa esse bom sacerdote muilas synipathias e
saudades pela gcral aceila(io, do que goza nes-
la freauezia de Ipojuca, o I sua falta assaz
menor numero de instrumentos ; appresentou a
factura, sim, mas para a averiguaco plena das
assercoes coudas no olficio, e nao com o fim de
laucar ao autor injuria ou calumnia alguma, so-
bre ludo fallando o aparelho, cuja existencia s
mais oante sendo perguntado pelo promotor por-
que motivo requercam islo disse qnesuppunha
ser pnr temerem ettravio de gneros.
Ora j se vio cousa assim ? Um negociante
requerer com ontros negocios alias de lauta tnon
poda verificar-se a vista da mesma factun, alias I la e lcar jejuando o motivo que es levou a re-
examinada e conferida pelo proprio autor: que quererem' a ponto d
em face das explicaces que licam datas er elle
respndeme haver stisfeito a ordem do jui/.o, e
quererem" a ponto de ir dizer em
nho ser por lal ou tal razao.
juizo suppo-
21 fardos fumo com 18S arrobas ; a ordem.
Hiitrt nacional llom Amigo, viudo da Baha,
consignado a Caetano C. da Costa Moreira, ma-
nifeslou o seguinle :
-i fardos fazendas ; a Mello Santos.
10 pipas fumo raoidn ; n Heuron & C.
2 saceos colla : a Lima Jnior i C.
6 catases msicas, 4 ditos fa/i ndas, 1 dito cha-
sensivel no engenho Maiaiiliao e lugares adjacen- msirado ao autor que elle respondenle c inca- ; em semelhanle dispara'
les onde excrcen com a maior solicitude e ra- Pw de Platicar urna aleivosi.i; c mais no disse : ; nos referimos ?Foi porqu
a lestemuuha a qie
, e realmente eram ap-
Em seguida o autor requereu que se pergun- j prenles as razoes que allegaiam o Sr. Duarte
lasse ao respondenle quanlas caixas de inlru- Guimares, e outros nessa representaco a que
menlos cirurgicos apreseulou o respondenle ; elle se referi ; a verdadeira era esta==j|guiis do-
ntc sacerdote,''por que "a sua vida Toda J"nla administrativa na referida soccao do dia 18' nos e iuleressados de trapiche* viarn nessa me-
aureolas de gloria dispetisa-uos de lison- Uo mf* prximo passado, conjnnctameute a fae-dua provisoria de crear-so deposito no barraco
Mas quer o publico saber a razao porque cahio1 peos do Chile, 2 barricas pederueiros, 1 dita
ridade evanglica os deveres seu cargo. Eo-
Irelanlo abslemos-nos de ser prolixos e de mos-
trar o carcter bastantemente notare! desse bello
e escolle
cheia ue
breu, 2 barricas quarlinhas e lalha, 000 quarli
tilias a granel, 18 saceos fo, 4 gamellas, 1 rom-
moda, 1 marqueza, 1 oratorio, 37 caixOes c 859
caxinhas com 711:100 charutos ; ordem de di-
versos.
assucar masca vado.
MarselhaBarra franeeza Moni Blain, Tisset
Frres, 101)0 saceos assucar mascavado
Rio da PralaBriguo hamburguez Capibaribe.
G. Carrs 4 C ,250 barricas assucar branco, 2t>
dilas dito mascavado.
Buenos-AyresPalaca sarda, T. Daslos S & C .
50 barricas assucar branco, 100 ditas dito mas-
cavado.
LisboaBarca porlugueza Tejo, Amorim Ir-
mos, 40 saceos assucar branco, 100 ditos as-
sucar mascavado.
LisboaBarca porlugueza Gralidao, C. Fo-
pueira & C50 saceos assucar branco, 100 di-
tos dito mascavadoMello & Irmaos, 40 sac-
eos assucar mascavado.
Dia 0.
UarseilleBarca franeeza Mont BearW, Tisset
Frcffs, 1950 saceos assucar mascavado.
CanalBrigue inaloz George, Roslron Rooker
& C, 000 saceos assucar mascavado.
New-York = Barra americana F. Creuslian >>,
Whately Forster & C 1317 saceos assucar
mascavado.
Rio da PrataBrigue inglez John & Marj-y, A.
Irmos, 2)0 barricas assucar branco.
Lisboa Barca porlugueza nGralidao, 100 sac-
eos assucar branco 30 dilos assucar masca-
vado.
Lisboa Barca portuguesa Tejo, A. Irmaos, 100
saceos assucar branco, 200 ditos dito masca-
vado.
LisboaPatacho portuguez Uniao, M. Costa Se.
C., 50 saceos assucar branco, 53 dilos dito
mascavado
tura j mencionada? I um golpe era seus inlerosses, pois que d'antes 15 barris vinho, Joao Jos da Silva Guima- '
tlespondeu, que apresentou somcule a caixa poJiam demorar atracadas nos traiches as bar raes & C.; ordem.
Passos Miranda as nossus ovaces em leslemunlio \1uf OXiStl no estabele.ciiuento com o nomo do ; cacas que vnham do Pilar carregadas de assu- 4 ditos ianteiga inglezn : a Alexandre Fern--'
do grande aprejo em que o temos, e fazemos vo- lu|,,ri porque sobre a entidad della, com a quelear, e depois que comecou a fuucnonar o bar-' ra Guimataes.
veioaa Europa para o eslabeleciincnlo, que ver-( raco, viram-se na uecssidade de quebrar esse i 708 muios de sola, 232 pellos mindas'a
saya principalmente a queslo. circulo de ferro maniido por um contrato de ga- Francisco Jos Magalbiei Bastos, ordem.
i erguniou mais qual a ruo porque no acto de nhos commuus que ha entre elles e assodada-
apresentar a factura e urna s caixa de inslru- mente comecaram a descachar com promptidao
menlos cirurgicos, o que dava em resultado a au- a descarga das barcacas.
sencia dos mesmos instrumentos correspondentes I Esti a razao da scillaco em que ficou o
a caixa que nao foi apresenlada, deixou de I Sr. Duarte Guimares qnando Ihe ful (eita a per-
0 ser' I guota, eo motivo porque rebentou naquelle dcs-
Respondcu que a resposta desta pergunta jase paralo=sii.?Dn/io$erpori7iie feotiaM estravioide
aclia explcitamente comprehendda as explica-*! gneros; mostrando nao ler convieco do que re-
coes cima dadas, mas que para desvanecer toda ] quereu, e torera sido impedidos por urna razao
geiroa e fofos elogios.
Receba, pois, o Rvm. Serafira Gonc,alves dos
tos ao Omnipotente para que dilate seus precio-
sos das, o seja feliz em sua carreira publica, a
drnosos parabens corporacao, a que tem elle
de servir, visto que no 1 lio fallam zelo, caridade,
intalligeucia e exeraplar moralidade.
Ipojuca no.
Vapor nacional Perstnvkai, vindo dos portos San-MiguelPatacho portuguez Souza~i C -.
dosel- Nasclinenlo A Lima. Idaseos agurdenle.
Os que leram o annuncio que os proprietarios
da casa de banhos do paleo do Carino Qzeroni
pubiiear no Diario do 8 do corrente, deveriao
ilear sabendo que nao provem de negligencia
d'elles, e vera do seus empregados, as fallas
d'agua que por algumas vezes so leem ilado em
seu cstabeleciii'.enlo, e que mais sensiveis se ex
perimentam desde o dia 2 at agora : assim co-
rno que, apezar de redobradasdeligencias, anda
Ihea nao foi possivel conheccr qual a origcm do
mal.
Entretanto, como no est so nisto prova do
zelo e uleresse que os proprietarios da casa de
banhos desenvolvem e deve desenvolver por mu
eslabelecimenlo de reeonhecida uliltdade publi-
ca, r-sla, de seu rigoroso dever dar coalas de
seu proeedimenlo,mostrandooque leem [cito
o que esto fazendo, e o que eslaro promptos
a fazer para regulartdade e conservarlo do mes-
mo eslabelecimenlo.
O QUE TEEM FEITO.
_ Logo que appareceram as primeiras filias
d'agua, juliando-se que proviono, nao de de-
felo dvi encanamenlo da companhia do Beberi-
be, porm de estarem altos os depsitos da casa
de banhos, resolvcraii-sa seus proprietarios a
mandal-os rebaixar, e effectivamenle os rebai-
Olimpio Goncalves llosa, pipas niel.
nceclteiloria de rondas internas
zrernts d l*t>i'itainl>ueo
Rendimeii'o do da 1 a 8
Idera do dia 1) .
1G:2S"?8<;0
1.-C6IS79I
a nuvem em que o autor possa ver envolvida a
sua repulacao, acrescenla quetretando-seapenas
Ja caixa e de sua idenlidade. assim como do ap-
parelho, e uo do numero total dos instrumentos
coudos
era qu
respeilo da qual uenhuraa queslo havia porque I embarca-tes sem" ordem de seus donos :
acliava-se ella com o nomo do Hospital. realoienlo admira que o Sr. Duarte Giiimeres
Perguntou mais qual a razao porque {altando o que negociante desta p-aea ha tantos anuos
los em una o n'oulra caixa, desnecessanoI vase avancado dizer que o Sr. Silva
lo fosse apresenlada a junta oulra caixa, a ^ costumado a laucar mao de assuoares
tlenle.
Voltemos, porem, prova robusta dos Srs. Gui-
mares ti Metra.
Nao admira qn o Sr. Ditarle Guimares li-
Leo era
res alhcios e
..ques porq
respondenle pedir informaces a elle aulor a res- | o Sr. Duarte Guimares especificado no merece
peito de um apparelho que suppunha existir no f em juizo, c perante a le esse seu dito vago, in-
eslabelecimenlo, e que s depois soube de sua | corlo e lato.
nao existencia, porque o que alli servia constou
Ihe ser do I)r, Pilanga; e mais Bada disse e nem
Ihe foi perguntado, e lido ossignou com o juiz.
Eu Joo Suraiva de Araujo Galvo, escTvao o
estreviSerfico.Jos Teixeira IJaslos.Jos
de Almeida Soares de Lima Bastos.
Aos 4 das do mez de jmoiro do anno do N'as-
xaro ; porm nem por isso ressou e desappare- l''luenio de Nosso Senhor Jess Chrislo de 1860
ccr o mal as fallas contnuaram a dar-se una ~~---------
Maeei 7* de iinreo.
Perteguicao contra o negociante SanoelJoaquim
da Silva Leao.
Bom longe estivamos nos de levar as colum-
nas desse Diario a historia | I dos fados, que
ltimamente occorrertim nesla cidade acerca de :
um phantasticocrime forjado contra o negocian-
te da mesma Manoel Joaquim da Silva Leao, se
no viseemos no Diario do 2 do corrente, dada
urna noticia de qne aqu fura apresenlada pelo
promotor publica una denuncia contra o dito
Silva Leo,julgando-oincurso noarl.26ido cod.
crim.
Persuadiamo-nos que urna la] denuncia pela
carencia de base para poder preceder, nao ros-
pirasse fra do liorisonle da capital ; persuadia-
mo-nos que a fallencia das provas, ou antea a
contradieco dos depoimentos das leslimunhas
que tiguracam no processo faria enrubecer a fa-
ce dos campeos da cruza la que se levuntou
de alguns corara ccr ci antes contra o referido
Silva Leo, c que convicios do imprudente pas-
so que deiin na perseguirlo do seu compauhei-
ro do proflssao, rerollieriam ao silencio e obscu-
ridade esse padru de vergonha eterna para ho-
mens que se dizendo negociantes, devem ler
cireumspeccio e sizndez.
A inveja, porm, que s olha com torcidos
olhos para aquelles a quein nao pode imitar, de-
via um da acbar o opporlunidade de ferir com
seu venenoso dente de serpete a Silvs I.eo,
negociante abastado desta cidade, cuja viva ac-
tividade c tino commercial tem-lhe sabido fa-
zar adquerir urna fortuna solida, medanle lances
afoilos do eapecutacos em alta escala, lano de
importaco como de exportaco. Ha prosperidade
a que tem chogido a casa commercial de Silva
Leo & C. nos quinze annos que lem de sua fun-
dacao, resulta essa paixao baixa que nao poden-
do chegar altura dos oulros, procura-os abator,
deprimireat anniquillar. Desta causa, c de
iienhuma oulra mais deriva essa guerra cruenta,
calculada e meditada de ha muilo. E agora que
se julgou prospera a orca-io aos perseguidores
ou invejosos para darem o bote certeiro na vic-
tima de se i furor satnico, no Ireptdirara pe-
anle as considerandos da perversidade de sua
aeeio, e funestas cunsoquoncias della. Seden-
tos de vinganca contra Sil /a Leo, que nunca os
offendera, arrjaram-se com todas as torcas da
coali-o que fi/eram, n distribuidos entra si os
papis de denunciantele--lemunlias familiares
e inqnisidoref, buscuram em Jangua o ao-
rado lribon.il do santo oflieio, onde devia figu-
rar 0 aulo da f, ein que Silva Leao ouvisse da
bocea de seus f.-rrenhes jni/.es p aecusadores os
improperios e aOrontas qne Ihe preparavnm, ac-
cusaudo-o de crime de estellionato, por um fac-
i raui commnin e usado entre os commercianles
desla cidade, e por quasi lodo pralicado, inclusi-
ve o denunciante, sem que a neiihum delh-s se
quallicasse de m f. Fazem consistir o crime
em ter Silva Len embarcado para a Europa, em
um carregamenlo qne fez, viole e ura saceos
com assucar sem sciencia e conscnlimenlo de
seu dono I Miseravel oceusacao, tanto mais em
nada figurando o dono que fura de laes saceos !
Tanto mais estando ha tanto lempo pago e 80-
Itsfeito de taes saceos o referido dono I San lan-
os os documentos e as provas esmagadora*! da
persidade dos comparsas o adores que liguram
ueste drama que elle no Diario desla. provincia
de n. 4ti e dala de 25 do passado desalia seus
inimigosairempordiante.com o processo que
Ihe urdirn) : impvido nao teme as consequen-
ciss, porque lera conl'unca as leis e nos iribu-
naes do pai/., que saberau pela mesma monstruo-
sid ide do processo reeonheeer que s o espirito
pequenino de cobardes adversarios Ihe empresta
como criminoso um fado, de que elles tambem
poderiam ser acensados.
O processo est na conclusao, tendo deposto
cinco lestomunhas. das quaes duaso cidado
britnico James Hunter, c o brasileiro Guillarme
Garrell nada dissersm em desfavor do aecusado ;
o as Ir*, de nome Maooel Joaquim Duarte Gui-
mares, Joaquim de Azevedo Maia, e Candido
Vicira Vianna, todos estes portuguezes, forara
tao contradictorias em scu3 depoimentos que ue-
nliuma f merecem.
Por mal de neceados do tal processo at se deu
quasi no seu fim um episodio que acabou dudes-
iBorallsa-lo. Foi ser emendada a denuncia do
promotor por elle mesmo, e com conseniimcnto
do subdelegado, de uns arligos do coligo penal
para oulros, depois de j se acharen) inqueridas
quatro lestemunhas sobie o crime priraeiamento
qualillcado!
Eludo isto se v n'unia capilal de provincia, c
se faz face do presidente e do chefe de polica
da provincia, do juiz Je direilo etc. ele.
O bom sonso publico, lano da capital, como
do restante da provincia, ja firmou seu juizo se-
guro acerca da requintada ntaldade dos aecusa-
oii outra vez, maisou menos duradouras, c as-
sim hindo as cousas e os lempos, viram-se os
proprietarios da casa do banhos na imperiosa
uecssidade de proceder do modo seguinle.
O OLE ESTA'O FAZENDO.
DanJo-se no dia 2 deste mez falta absoluta
d'agua na rasa de banhos, seus proprietarios,
sem perda de lempo Qzerara constar islo ao ad-
ministrador da companhia ; o por que anda as-
sim nao apparessem providencias, no dia 3com-
municou-se verb ilnu-nte ao Sr. Director, o no
da 4 por cscriplo, visto continuaren) as 'consas
na mesma siluacSo, como Ibes permitlido e-
recomendudo peto or. lodo respectivo contracto
e aproveilando-se o onsejo, pedio-se mais o
que j se havia proposto ha muilo islo a no-
meaco de arbitros estatuida no or. li, para
resolveren) as duvdas pendentes, declarando
enlao os proprietarios da casa de banhos.
O OLE ESTA'O PROMPTOS A FAZER.
Sim, nao se podendo so por conjecturas de-
Icrmlnar, se o defeito nasce do encanamenlo da
companhia do Bebeiibe, ou se da casi de ba-
nhos, seus proprietarios pediram, como ja se
I disse, e anda pedem, a nomearo de pessoas
I entendidas que investigem a causa do mal ; e
i que, indicado o remedio, compromeltio-se elles
a fazer a obra proscripta, e beni assim as flos-
I pozas do exame, no caso de verificar-se partir
o defeilo da m co'locaciio, ou destribuico dos
carros e deposito da casa de banh-s.
Eis por tanto em resumo o proeedimenlo sem-
pre franco e sincero que os proprietarios da
casa de banhos lem lido para remediar o mal,
a que se lhes uo lem dado remedio algn) ale
agora, mais que o devorara esperar do zelo e
illuslraco do digno Sr. Director, por que elle,
e lodos veem, que nao esl nos inleresses dos
proprietarios da casa de banhos entreler discus-
soes ciprixosas : elles em trazo muito clara sob
sua palavra de honra, asseveram,que o seu desi-
dertum descubrir o mal para applicar Ihe o
remedio, e se isto no for possivel, enlo acaba
de urna vez com esse eslabelecimenlo, que at
hoje lhes lera sido tormentoso por avultados
prejuisos.
Por agora sirva islo de introito a publica-
cao que se prometleu fazer da correspondencia
navida*enlre um dos propiietarios da casa de
banhos c o Sr. Director da companhia de Bebe-
ribe.
.Viota um respostrx ao soahado es-
tellionalo dos Srs G ni mura es 4.'
Metra.
Sr. redactor.Constante loitor de seu jornal,
lenho sido espectador curioso da [rea do crime'
cslellionaloque um tul negociante (ja duas
vezes quebrado) por nome Jos Amonio do Al-
j meida Guimares, alieado por urna paudilha de
que tal negociante quebrado como perdido que
esl, vil instrumentu, quer forjar macommu-
nado com o promotor publico desla comarca,
contra o negociante e proprielario Manoel Joa-
quim Silva Leo; que o tal negociante quebrado
ignore como quasi todas as lestemunhas, do ir-
risorio processo o que seja aslellionato e em que
tile consista, nos uo admira ; anda que seja o
mosino Guimares um bacharct interino ; ma3
que o Sr. promotor Moira queira forea de mar-
lello e bigorna, classificar de eslcllioalo o faci
que se atlribue ao Sr. Silva Leo, o que me
Custava a crer, porque eralim scrapre era um ba-
charel e/fectivo, aida que a muitos hachareis
lenho ouvi'lo dizer que se envergonham de sa-
I bcr que a mesma academia que lhes deu a caria
de bacharcl a livesse tambem dado a ello. Com
I effeilo a prova di sanlice do Sr. promotor llei-
ra, ahi esl no aran/.el qne, assignado com qua-
tro estrellas uo Diario de houteni se di/, que C
delle edo Sr. Almeida Guimares.
Que vigoro: defeza e explicarao de que nao
houve crime na emenda pralicada pelo Sr. Moira !
com que enlo, depois de qnalro lestemunhas in-
queridas e contestadas sobre a aecuaacn baseada
no art. 265 i irle 1.a do coligo criminal-poda
o Sr. promotor emendar o sua denuncia ? Ora
rolle para o academia, Sr. promotor, porque
quera lem dado tantas paletadas como Smc. ni
primeira denuncia com que exlroou sua promo-
lora na capilal, forcoso qu v estudar nova-
mente, e nao cnvergoiihc a mesma capital de
ler um promotor to inepto e estupido, alera de
a seu respeilo haver os precedentes que pesam
sobre seu coxasso, pralicados na comarca de
Malla-Grande, como se pode.ver nos documentos
que esto na secretaria do gvernn.
Com iiuanto alan se esfoira o Sr. Jos Guima-
res por encher de vento o'Sr. promotor, pres-
| lando-Ihe ionios elogios! com que esforcos o
[insta perseguico do Sr. Leo consilerado-o
Mal eslava a sociodade se bastasse dizer-se Pe-
dro costumado a malar. Sandio lem por cos-
tume furiar : sem eclararao e especio cacao das
pessoas a quera, como e onde livesse Pedro raa-
lado, e nem igualmente dos objeclos, a queme
como livesee Sancho furlado.
Conlinuaremos. O Narrador.
[Diario das Alagoas.)
OMMEllIO.
Pi'aca doUecifc 9 le marco de 1860
" AS TltES BOBAS DA TARDE.
Cota^oes offleiaes.
Cambio sobre Londres 25 d. a prazo, e 23 1/2
9J d|v.
Assucar mascavado do Canal a 200.
Da b.
(Depois das 3 horas da tarde.)
Cambios sobre Londres 25 1(4 a 25 1(2 d.
>l d[v.
George PatchettPresidente.
VabourcqSecretario.
flendime
dem do
i
Alfa u de;
lo da 1 a S .
dia 9 .
ra.
109.748553 5
15:266#2U6
125.0155650
Movlmentn da alTandesa
Volumesentrados com fazendas
cora gneros
Volumes saludos com fazendas
cora gneros
122
239
------361
22'J
------15
Correspondencias.
Senhores redactores.llogo-llie de inserir em
seu Diario estas limitadas linhas
1.' No dia 4 de Janeiro fui intimado por caria
Dcscarregnm hoje 0 de mareo.
Barca franeezaAlfredovinho.
llana americanaBrasileira farinha de trigo.
Barca porlugueza Sympalhiasar linlias.
Brigue portuguezHarmonafarinha, vinho o
sardio has
Brigue sueeo=rWilhelm Tersmider=taboado.
Brigue inglez Limos merca lorias.
Brigue portuguezTarujovinho.
Briguo portuguezJarco=dversos gneros.
Escuna diuamai iue/.a Adeline farinha de
trigo.
Importa c&o.
Brigue dimmarquez Agathe, viudo de Liver-
pool, consignado Paln, Nash & C, manifeslou
o seguinle :
10 lardos c 10 caixas fazendas de algndo, 8
fardos dilas de dilo para saceos ; aos consigna-
tarios.
15 toneladas de forro ; a C. SUrr & C.
57 fardos e 5 caixis fazendas de alsndn, 2 bar-
1 caixa ferragens ; a
visivt luiente como um advogado que est pagn
ou que ha de ser oago e nao como um promotor!
que o Sr. Jos Guimares ten) visto a parcial i ricas louca, 2 dilas vidros,
dado com que o Sr. promotor se lem prestado I C. J. Astley C.
e esquece-se por isso anda do papel ostensivo1 7 fardos tazendas de laa,6 ditos dita de algodio,
que elle esl representando de promotor I Sr. 50 caixas agurdente de Franca; a Scuthall llel-
| redactor com razao diz o final da publica-o do | lors & C.
i seu jornal de lioiitem, assignado coui quatro es:
I trollas Tuda lia, de se ver nesla terral 11
fuma verdade!!! se ella nao fo=se to hospita-
a Kostron Roo-
tibe, fado j sabido pelo Diario.
2." Ouaudo appnreee ihb rico senhor em casa
da Sra. D. Mana, avade eti eslava dando licoes a
seus lelos, apreseutando um requeiimonto para
mira injurioso, para eu assignar, e como eu uo
o assignasse, appareceu oulro condecorado se-
nhor com outro roquerimenlo do mesmo iheor ao
primeiro, abonando ao referido doulor: o se-
gundo vcio ni i ii lia casa para eu assiguar o re-
queiimonto, contando o dinheiro. que eu nao
quz receber, e assiguar ; nada assgnarei sem o
despacho de S. M. Imperial quera requer.
3. Tudo flca em meo poder, os nemes do* por-
tadores e os requerimenlos, para constar em
qualquer tempo, para que o publico fique scen-
le, licarei obrigado, senhores redactores, pela
inserco deslas linhas.
Recite 2 de marco de 1360.
Antonio Jerongmo Lopes Yiannu.
15 caixas fazendas dealgodo
ker & C.
23 fardos o 5 caixas fazendas de algodo, 3 far-
dos ditas de la, 1 dilo velludos, 70 gigos, 8 bar-
ricas c 1 cesto louca ; a Sauuders Brothers & C.
7 barricas e 1 caixa ferragens, 1 ouibrulbo ca-
bos de va.-souras, 1 caixa linhas, 1 dita toncas de
aa ; a Prente Vianna.
40 toneladas de carvo de pedra ; a Scolt Wil-
t escandalosa quebra que le o Sr. Gui.nares ul- son i C.
limatncnte cora cento evinte o lanos contos de 7 caixas fazendas de algodo ; a N. O. Die-
reis : so ella Ihe livesse bolado aos pos os ferros ber & C.
Barca Franeeza Venxanibiico, viuda do Havre,
consignada a Tisset freres j C., manifeslou o se-
guinle :
100 caixas vinho, 10 ditas sardinhas, 10 di-
tas er vil has, 2 dilas chapeos e calcado, 1 dita
chocolate, 50 ditas queijos, 100 ditas velas ; aos
mismos.
1 caixa bolinas; a Johnston, Palor & C.
15 caixas ameixas, 100 ditas o 10; barris vi-
nhos, 10 caixis absynlho, 1 dita objeclos de es-
criplorio, 1 dita fumo, 2 dilas mercurio ; a Joo
da Silva Faria.
8 vulumes.fazendas de algodo, de la, seda,
pannos para saceos do viagem, e fitas de seda,
12 caixas agua de Vichy, 15 barris e 15 mema
manteiga, 3 cmbrulhoB amostras; a J. Keller
& Comp.
3 caixas merciaria e scllins ; a (".. D.
100 barris e 100 mejios manteiga, 2 5 volumes
grampas, roopa, ctodo, fazendas amostras,
ele ; a N. O. Biober & C.
1 caixa n/endas de seda o algodo ; a Rodri-
gues aa Cunha.
25 barris e 25 meios manteiga ; A. L. Rodri-
gues.
I caixa rutilara, bijjouleria, chapeos c modas,
20) gigos batatas ; a A. Garnier.
II volumes chpeos deso e pertences, mercu-
rio, fazendas, etc ; ;l Manuel.
I caixa livros ; a l). a. Fonreci.
75gigos champange; a Sauuders, Brothers.
1 caixa fazendas d seda ; a C. J. AsUley & C.
8 dilas fazendas drj linho c algodo, 1 embru-
lho amostras ; a Monsrn V. & C.
1 caixa livros ; a A. D. Sou/.a & C.
1 dita ditos ; a I. F. dos Santos.
4 volumes obras de borcaxa ; a J. Falque.
13 dilos tillas; a V.J. de Brito.
1 caixa algodo par.) marcar. 20 barris e 30
meios manteiga a Moreira Dias&C.
2 birris bataneas, cartocs, etc 5 ditos tintas ;
a Denker & Barroso,
4 caixas drogas, hrinquedos, lliesouias e espo-
letas : ordem.
30 volumes chapeos, fazendas de linlio e algo-
do, pannos, carnizas, cartoes, couros, arco.es-
calcado, chapeos para senhor, manteletes, pre,
sas, marroquim, ele, 1 erabrulho amustias : a
F. Sauyagc CN; C.
2 caixas pianos]; a J. Vignes.
3 caixas couros e rodas, 5 dilas trastes; a E.
C. de Albuqucrque.
15 volumes armas,fazendas de la e algodo e
seda, fitas de seda, ele,, 1 erabrulho amostras;
a Kalkmann S 6.
1 caixa miudezas ; a SmIiI c\- C.
8 volumes fazendas de la, de seda, do algo-
po,- etc., 1 embrulbo amostras ; a V. & C.
1 caixa papel e rtulos ; a M. & C.
6 saceos farello ; a J. J. Montoiro.
b caixas obras de ferro: a .1. II. & C.
6 caixas licores, 2 dilas chocolate o conservas,
1 barril a/.eile ; a P. Pnce ie,
20t) gigos batatas, 2 caixas carios e fazendas
de algodo, 1 embrulbo amostras ; a Schahlei-
lin & C.
10 volumes inslrumentos de msica, perfuma-
rla, papel, mercearia, porcelana o filas de soda,
2U caixas queijos ; a Francisco Alvos de Pinho.
4 caixas pannos, chapeos o sapatoJ de panno, 1
cmbrulho amostras ; a T Araujo.
2 caixas sapalos de panno ; a E. Laurence.
1 dita vidros, I dita pellos, 6 cutas quinquilha-
lc. ; a Prente \ anna VV C.
3 ditas caitas de jugar, miudezas etc. ; a II. de
Azevedo.
3 dilas vidros e drogas ; a B. F. de Souza.
2 ditas relogios ; a F. F. Germann.
4 volumes mercearia, marroquim, luvas ele.;
a Lopes : Rodrigues.
100 caixas cerveja, 20 ditas e 1 barril vinho,
1! volumes roupa, fazendas, litas, inercearias
ele. ; a L. & C.
10 barris e 10 meios manteiga ; a U. Alves
G ueira.
50 ditos e 50 mieos dita ; a D. Alvos Matheus.
50 dilos e 50 ilitos dita ; a B. & Lomos.
I caixa modas, estampas e mercearia ; a F.
Lopes de Souza.
10 barris o 15 meios manteiga ; 'a Jos de S
Leilo Jnior.
5 caixas chapeos de feltro ; a E. A. & S.
II vtilumes espelhos, pannos, porcelana, mer-
cearia, roupa, arces, chapeos ele. ; a J. P.
Adour & C.
i caixas vidros : a J. Palor & C.
17;917S65i
Cnsul: ti o provincial-
Rendiraento do dia 1 aS 19 11fi$l9f
Idera do dia 9.......2:626f59S
21:7 523795
itovime.nto do porto.
Navios entrados vo da 9.
Baha6 das, sumara liespanhola Dulcinea,
de 200 toneladas, capito Antonio Pages.
equipagem 12, em lastro ; a Aranaga Hijo
a C.
Rio do Janeiro15 das, patacho brasileiro ./it-
tio, de 110 toneladas, capitn Manuel Martina
do NascimenU), equipagem 9, carga sebo,
gracha e mais gneros; a Azevedo & Mon-
des
Navios tahidos no mesmo dia.
Rio ta PrataBruno hamburgus llosalinda,
capilo A L. II. Wendi,enrga aesucar.
Observa rao.
Fundooii no lamaro una galera franeeza, nao
leve communieaco com a torra.
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O' * r -i e j. 7S o. a. B 1 I 1 Horas.
> w c c si H 1 \ 1 1 1 Atmosphera
w Direcco. O
=3 -5 1 1 l 'Intensidad'..
p pe li 1 to 1 i Centgrado. H en O 1 P 1 O
i-; ti 1 i ce M 5 t c 1 i 1 Ileaumur.
" Ib ~ - ^l I -1 -I s 1 Ilygrometro.
* o w l Barmetro
o
9
o
9
Publicaccs a pedido.
Aos socios do Hospital Portuguez
de Heiiolicencla e ao publico em
pjeratl*
Tendo se suscitado una queslo bem grave en-
tre o 5r. Jos Teixeira Bastos, ex-provedor do
Hospital Portuguez, e o Illm. Sr l)r. Jos "Al-
meida Soares tle Lima Bastos, ofTorecemos hoje
cousideracao publica o documento seguinle pa-
ro que se digne fazer agora o seu juizo.
O amigo da verdade.
CF.RTIDAO.
Veliro.
0 f)r. Jos de Almeida Suaresde Lima Bastos,
constando-lhe que o actual provedor do Hospital
Portuguez de Beneficencia, Jos Teixeira Basles
insinuava a junta administrativa do Hospital
Porlugiiez de Beneficencia, em se's*o do dia 16
do niez prximo passado depois da leiltira dos o-
dnos ns. 1 e 2, que o upplicme fallou a ver-
dade no mencionado oQicio n. 20 : que subtrah-
ra do eslabelecimenlo urna caixa de inslrumentos
cirurgicos, perlencentes ao mesmo Hospital, e a
subliluira por urna outra com menor numero de
inslrumenlos, e que para fazer crer a raesraa jun-
ta, n'essa insinuaco aleios.t, Ihe apresenlaia na
mesma secro i factura dos insirumcutos, e urna
das gales e seoslas o barril com que devia an-
dar, o que lalvez nao extranhasse, cortamente
que esta pobre trra anda era cima de dar a mo
a ingratos cuspidos deoulras ierras ou mesmo de
unirs provincias do imperio, nao seria or elles
laxada de miseravel em que tudo se v !! Con-
tinu o Sr. Jos Guimares, o Sr. promotor ou o
Sr. quatro estrellas : a calva lhes he de eu por a
mostr.
Antes de entrarmos na resposta que anda va-
mos dar aos senhorej Guimares ( Ueira nos
oceuparemos de urna lgaco e identillcaco que
descubrimos as intencoes, e nos actos" uestes
dous senhores.
Ninguem de boa f recusar crer que sendo o
Sr. Guimares aulor do primeiro annuncio que
appareceu neslc Diario de 18 do corrente, lives-
se sido elle quem forneceu ao Sr Moira os inte-
ressantea documentos de que armou-se este para
a denuncia, e aqu temos os senhores Guimares
& Meiru ; anda esta denuncia nao tima chegado
a subdelegada de polica de Jaragu, qtiando o
hornera dos annuncios dizia em um outro o
Dr. promotor publico da comarca apreseulou
hoje... (raeulira no caso) a denuncia nao appa-
receu nesse da; e .aindo aqui temos os Srs.
Guimares ti Ueira. Engao Ue paginacol
Deelara.se pelo bolelim que o digno promotor
publico linha alinal dado a denuncia e enlo a
publicaran), conformes o concordes holetim e de-
nuncia, na qualiticacn do delicio, e anda aqui
temos os Srs. Guimares & Ueira : em 18 do
corrente publica-se que a pessoa que irotixe a
denuncia foi culpada da mudenca da qualilicac.o
do delicio.
Engao no caso : nesle mesmo numero sahe a
publicaco ajpcdido do Sr. Guimares canoni-
tando o promotor deregular e legilimisla, es-
> (*) Nao van publicadas na sua integra as mais
formas judiciaes que acompanhnm a cerlido, por-
que sao deaaaaiattamente extensas, e uo lem a
menor tpo*tancia, o rebro cora a ostecia. do
requtitraeuto supra.
A noite rlara com alguns ncvoeiros e aguacei-
ros, vei.lo SE, veio para o terral t assim ama-
nhecou.
OSCII.I.VCO DA M\RK.
Pr.'amar, as 5 li 52' da manha, altura 8.25 p.
Bairamar as. 11 h 55 da manha, altura 0.50 p.
Observatorio do arsenal demarinlia 9 de mar-
co de 1801 Vikc.as Ji-Nion.
Declamo*
10 fardos fazendas de algodo, 1 dilo ditas de
la, 1 dilo tlitas mixtas, 2i) caixas linhas, 1 dila
objeclos de escriptoro : a James Crabtree & l)
4 caixas fazendas de algodo, 1 dita oiens de
seda ; a ordem
18 caixas e 18 fardos fazendas de algodo, 2
ditos ditas de linlio, 1 caixa miudezas, I dila e 50
gigos louca ; a II. Gibsou.
1 caixa fazendas de la o algodo ; a A. C. de
Abren.
27 fardos fazendas de algodo, 1 cmbrulho cou-
ros, 1 cana ac ; a Barroca & Medeiros.
6 caixas fazendas de algodo ; a Kalkmann & C.
20 ditas dilas de dilo ; a Adamson Htvwie & C.
5 dilas dilas de dilo, 1 tula dilas de linho e al-
godo ; a James Ryder & C.
6 caixas miudezas ; a lsidorn llalliday & C.
i sacco amostras ; a diversos.
Patacho nacional Annn. vindo da Granja, con- I objeclos de uso ; a H. Dumont!
2") barris e 35 meios manleig.i ; a ',. Carvalho
& IT.
1 caixas chapeos e bonetes ; a C. Irmaos.
7 barris tintas, 5 caixas burras, quadros etc. ;
a A. Alvos & C.
2 caixas roupa ; a A. F. Pereira.
2 ditas chapeos de sol e objeclos de dilos; a
F. Maeslrale.
4 dilas calcado e roupa : a O. C. ti C.
1 dila chaileos ; a Hj 4 Santos.
2 batris vinho ; a F. c Marlins.
caixas fazendas, livros, roupa, progos e forro-1
mentas para sapateiro ; a Ctl. Leclrc.
2 caixas nicrccarias, entilaras o fazendas ; a
C. Lamir.
1 dita fumo; a L. A. Siqueira.
15 barris e 15 meios manleiga, 3 caixas dro-
gas e cartas ; a J. B. da Fonceca Jnior.
1 barril vinho ; a E. l.ecomte.
3 caixas livros, trastes, camas de ferro ele. ; a
A. G. Alves & C.
1 dila livros ; a Guimares & Oliveira.
30 barris e 30 meios manteiga, 9 volumes cal-
i calo c roupa ; a C. & Irnios.
1 caixa inslrumenlos, mercearia etc., 1 malla
Inspcccao lo arsenal de marinlia.
r.i/.-so publico que a commisso de peritos exa-
minando, na forma determinada no regulan
bailado com o decreto n. 1325 de 5 de fevereiro
de 1854, o casco, machinas, caldciras, apparelho,
mastreaco, amarras o ancoras do vapor Igna-
I rasn da Companhia Pernambucana d>- Na vega-
cao Cosleira, achou lodos estes objeclos era es-
tado regular.
Inspeccn do arsenal de marinha de Pernam-
buco em 9 de marco do 18Gj.^=0 inspector, Ely-
ziario Antonio dos Santos.
Coneio.
O Sr. Joaquim Luiz Teixeira queira dirigir-se
a repartico do correio, alim de receber urna vt-
lumosa carta viuda da cidade do Porto.
Acamara municipal tiesta cidade faz publi-
co, para conhecimentn de quem interessar qua
nesla data propozao Exm. presidente da provin-
cia a ulilid.ide da desapropraco do solo da casa
demolida na ra do Codorniz, pertencente a Joo
Jos Fernandos tle Carvalho, residente nesla ci-
dade, alim de que verificada por S. F.xc. a ulili-
d.ide da desapropriac&o, possa o mesma cmara
tratar do processo do mdemnlsacn.
Paco da cmara municipal do Hecife em ses-
so de 27 do fevereiro de 1860.Joaquim Lucio
Monteir) da Franca, pro-presidente. Manoel
Fereira Accioli, secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornerimen'ri
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguimos:
l'ara o i." batalho de artilheria a p.
27 cinturo "s tle panno rarinosiin com palo de
miro e chapa tle metal dourado para msicos;
27 terrados com punhus e pooteiras domadas; 1
cinlurao do caruiesira cora galo de piala para
tambor mor; I talabarte de carmesm com ga-
lio de prala ; 1 basio cora caslo e ponteira
dourada : 1 toreado com guarda e ponleia don-
rada : 1 fiador de prala para lerendo ; 16 cor-
des decarmesim para canudos de inferiores.
Quem quizer vender laes objeclos aprsente
as suas pro postas en] caria fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha do dia 14 do
correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 7 do
mareo do 1860.Bento Jos Latnenha Lint.
coronel presidente. Vrancisco Joaquim Perei-
ra Lobo coronel vocal societario interino.
signado a Tasso t Irmaos, manifeslou o se-
guinle :
441 saceos farinha de ma-.dioca. 20 dilos mi-
Iho, 28 dilos cera de carnauba. 7 barricas gem-
ina, 116 meios de sola, 30 duzias di laboas ; aos
consignatarios.
16U saceos milho, 32 dilos arroz; a Antonio
los ile Castro.
223 saceos farinha de mandioca, gorama e mi-
lho ; a Vieira ei Nctlo.
100 saceos farinha de mandioca ; a Bernardo
Antonio de Miranda.
794 meios de sola, 70 saceos farinha de man-
dioca, 5 ditos e 1 barrica cera de carnauba ; a Ma-
noel Goncalves da Silva.
182 saceos farinha de mandioca ; a Braga &
Anlunes.
176 dilos milho ; a Severiano Pinto.
13 dilos rera de carnauba, 13 barricas dila de
abelha ; a Sebastiao Jos da Silva.
6 barricas c 18 saceos cera de carnauba, 40
meios de scla ; a Antonio L. dos Santos &
Ilolim.
G3 meios de sola o 18 altanados ; a Antonio
Duarte Carneiro V.
200 saceos farinha de mandioca, 6 ditos cera
de carnauba, 100 mi-ios- de sol ; o Jos Francis-
co de S Leilo.
2 volumes qtiinquilliaria ; a E. B.
1 caixa couros ; a A. Roberto c Fithos.
1 dila fitas, fil ele. ; a Cambrone.
8 volumes vi iros e porcelana ; n S. Carvalho.
1 caixa um espelhn ; a Alcoforado.
3 dilas calcados ; a J. B. Fragoso.
3 lilas carros e rodas ; a J. J. M Sarment.
4 dilas roupa, mcrcearias, marroqnins, 3 dilas
mallas, bonetes c pannos; a Vaz & Leal.
30 volumes lranea, miudezas, carnizas, bonetes,
luvas, meias, espoletas etc. ; a M. Lopes & C.
27 volumes mercearia, couros, bonetes, phos-
phoroselc.; a Mello Lobo & C.
200 gigos batatas,*I8 volumes chapeos, fazen-
das, chales, trastes, menearas ele. ; a B. & C.
4 caixas calcados ; a Seve l'ilhos & C.
Consulado gernl.
Rendimenlo do dia
dem do dia 9
a8
20 221S917
3:96379z
24:185*709
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1 a
dem do dia 9 .
2.917JJ117
893337
3:810J454
Delegada de Sanio
Aniao.
Por osla delegacia se faz publico que existe re-
eolhido a cadeia, o pardo Ignacio, que diz andar
fgido e ser cscravo de Francisco Jos de Bar-
ros, morador no lugar denominadoCafund,
duas teguas distante da villa da Palmcira dos
Indios na provincia das Alagoas. Quem se jul-
gar com direilo ao dilo e;cravo, reclame na for-
ma da le.
Victoria 4 de marco de 1860. Manoel Sabino
de Helio, capilo delegado.
Pela eontadnria da cmara municipal do
Hecife se faz publico que no fim do correnle nnv.
se termina p prazo para o pagamento, sem mul-
ta, do imposto municipal sobre estabelecimen-
tos.O contador, Joaquim Tarares Rodovalho.
Por ordem da inspectora da sonde do por-
to se jz publico, que ueuhiima pessoa tloeute de
fetre amarella procedente de bordo dos navios,
poder ser recebida e tratada no centro desta ci-
dade.
O secretario, Pedro Doune'.l. Inspectora di
saude do porto, 8 tic marco de 1860.
(MUTILADO


L
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 10 DE MARCO DE t860.
THEATRO
DE
Santa Isei.
COMPANHtA DRAMTICA NACIONAL
SOB A DIRECC.VO DO ARTISTA
AXTOMO JOS DIARTE COIHBRA.
SABBADO 10 DE MARQO DE 1860.
BU BENEFICIO DO ACTOR
VICENTE PONTES DE OLIVEIRA.
Depois de urna symphonia, subir acea pe
prmeira vez neste Ihcatro, o milito inleressante
drama cm 3 actos, traJucoo do francez ;
Ml\D0,DIAB0
PEUSON.UIENS. ACTOIIRS.
Le brun........................ Coimbra.
Murray......................... Cnrvalho.
Godichel........................ Vicente.
Joo............................ Lossa.
Eduardo........................ Rozendo.
nijoij........................ Lima.
''iv........................... i). Isabel.
1 roa criada...................... D. Julia.
Urna menina................... N. N.
Operarios, soldados, etc., etc.
poca aclualidade.
Km seguida o Sr. IlayrauDdn cantar a aria do
MSCATE ITALIANO.
A pedido de militas pessoas terminar o espec-
tculo cotn o muilo applaudido vaudeville em 1
acto :
Tamerlao....................... Lisboa.
Oalifuuiclicn.................... Vicente.
Mimi............................ n. Isabel.
Ziwna........................... Hara Luiza.
O beneficiado pede a protervo, nao s deseus
i provincianos, como do publico em geral.
o- bilheles podem ser procurados no eseripto-
rio l'o thealro.
Comecar s 8 horas.
THEATRO
Para o Aracaly
sabe segunda-feira o hiale Novo Anglica, mes-
tre Silveia : para o resto da carga trata-se com
.Prente Vianna & C.
Para o Aracaly
sahe segunda-feira a barenca Mara Amelia,
mostr F. Th. de Assis: para" o resto da carga
trala-se com Prente Vianua & C,
Para o Rio de Janeiro.
O bem conhecido hriguo nacional Laura pre-
tende seguir nestes oilo dias, s recebe alguma
carga raiuda, passageiros e escravos a [rete, para
os quaes tem excedentes commodos : trala-se
com os sens consignatarios Azevedo & Mcndes,
no seu escri|ilorio ra da Cruz n. 1.
Vende se utna barcuca nova de
irimeira viagem, construida deamarel-
o, co;n multo bom mcame, amarra de
ierro e prompta de tudo para viajar :
os pretendentes dirijam-se para ve la
a escadinha da alfandega e para gustar
na ra do Queimado n. ."9.
Maranho c Para.
O veleiro palacho Alfredo, capito Mar.ocl da
Silva Santos, tem parle do carregamento con-
tratado e pretende seguir com toda a brevidade
aos portos indicados: para a carga que Ihe falta
trala-se com os consignatarios Almeida Gomes,
Alves & C, ra da Cruz n. 27.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
PAOIETES A VAPOR.
O vapor Parar, commandanlc o capito l-
ente Torrezao, espera-se dos portos do stil
em seguimento aosdo nortate o dia 14 do cor-
rente mez.
Recebe-sc desde ja passageiros,frote de dinhei-
ro c cncommendas e engaja-se condioionalmen-
te a carga que o vapor poder conduzir, sendo os
volumes despachados com antecedencia al a
vespera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
che n. 40.
Le loes.
DOMINGO, 11 DE MARCO DE 1SG0.
9 i 1 2 HORAS DA TU. IE.
Representar-se-ha a comedia em 2 3dos :
mam paite na representado os artistas, Vi-
cente, llaymundo, Lossa, Carvalho, Lima, Mana
Luiza e Jesuina.
Convidados, ele, etc.
Terminar o espectculo com o muilo applau-
dido vaudeville em 2 actos :
O CARA LINDA
ou
0 FREGADOR DE CARTAZES,
Os buhles eslaro venda no domingo, no
lugar do costme, c pelo mesmo proco de Ijj.
Avisos martimos.
Para Lisboa.
Pretende sabir com brevidade a barca Tejo,
ter parle do seu carregamento prompto, para
o completo do qual recebe carga a frote, e tem
boas aceommodacoes para alguna passageiros :
i uein pretender urna, un outra cousa, se pode
entender com os consignatarios Aiuoriin Irmos,
me da Cruzn.3, ou como capito Jos Emigdio
:o, na praca do Commercio.
Sabbado 10 do correle.
Una taberna.
NA
Ra Augusta u.15.
O agente Borja autorsado por mandado do
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz especial do conimercio,
far loilo ao dia spracilado, dos gneros e bens
que a requerimenlo de lilva & Motta, foram ar-
restados a Manoel Jos da Silva Fernandes, os
quaes se acham era a taberna sita na ra Augusto
n. 15i onde lera lugar e leilao, que principiar
sll horas cm ponto.
Sabbado 10 do correnlc.
DE
COMPAMHA PEUNAHBICAXA
DE
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Jguarass, commandanle o segundo
lente Moreira, seguir para os porlos do nor-
te de sua escala no dia 10 do corrento as 4 1(2
horas da larde. Recebe carga nos das, 4 para o
Gear, 5 e G para o Ass e Aracaty, 7 para o
l.io Grande, e no dia 8 para a Paraliba, devendo
a carga srnosla a bordo acompanhada dos com-
petentes frotes e conhccimcntos. O expediente
da gerencia fecha-seas quatro horas da larde.
lu lindo cabriole!,
O agente Camargo fara' leilao por
conta e risco de quem pertencer na por-
ta da alfandega de um lindo cabriolet
com arreios e pertencet, no mencionado
dia as 11 horas em ponto.
Ferro em barra.
Sabbado 10 do correnlc.
PELO AGENTE
Aracaly
hiale Duvidoso recebe carga : trala-se com Mar-
tins & Irmo, ra da Madre de Deosn. 2.
Para o Porto
O veleiro o bem conhecido briguc portuguez
Harmona, pretende seguir com milita brevida-
de, tem parte de seu carregamento prompto :
para o resto que Ihe falta trata-se com os con-
signatarios Azeredo & Mendos, no seu escriplnrio
ra da Cruz n. 1, ou com o capito Arnald Fer-
nandes dos Reis, na praga.
Para a Baliia.
O veleiro e bem conhecido palacho nacional
Amazona II pretende seguir com muita brevi-
dade, tem parle do seu carrejramcnlo prompto :
liara o reto que Ihe falla, Irata-sc com os con-
signatarios A/eveJo ^ Mirados, no seu escripto-
lio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa
val sabir imprelerivelmente no da 25 do corren-
le, n migue portuguez Soberano, para carga e
passageiros, a qnem ollurece bous commodos,
irala-se com o consignatario Thomaz de Aquino
Fouseca, ou com o capitn na praca.
Altencao.
Vendo-se a barraca ouradinha, de 750 ar-
robas 800 saceos, construida com as mclhores
madeiraa e bom massame, de segunda viagem :
quem pretender dirija-se ao caes do Ramos n.
2, a fallar com Prxedes da Silva Gusmo.
O patacho portuguez Souza 4 C. capito
Francisco Joaquim de Souza, pretende sabir im-
prelerivelmente no dia 20 do crreme para a
'Ih.i de San-Miguel, aind. pode receber alguma
carca miuda : q.:em pretender enlenda-se com
.le a o lavares Cordeiro, na travessa da Madre de
Dcs n. 9, ou com o referido capito.
Porto.
A bem conhecida barca portugueza Sympa-
thia, por sua excellentc marcha e construeco,
:icha-se proposta a lomar carga c passageiros,
que se destinen] cidads do Porto, para onde
tem de seguir brevemente : os pretendentes, de
urna ou outra cousa, entendam-se com os consig-
natarios, ra da Cadeia do Recite o. 12.
Para Lisboa.
Vui saliir em poneos dias por ter par-
te da carga prompta, a bern conhecida
barca Gratidao, para o resto da carga e
passageiros trata-se com os consignata-
rios Carvalho, Nogueira & C, ra do
Vigario n. 9, primeiro andar, ou com
o capito A. P. Borges Pestaa, na
praca.
O referido agente vender por conla de quem
pertencer no dia cima s 10 horas da manha
no largo da escadinha
300 quintaos de ferro em barra e vergas.
LEILAO
A 13 do corrente.
O. Donnel, capito do navio ingles John & Lu-
cij, far leilao por intervengan do preposto do
agente Oliveira, com autorisaco do lllm. Sr.
inspector da alfandega desla cid'ade. em presenca
do agente Lloyds, c por conla e risco de quem
pertencer, de 2 correntes de forro com 105 bra-
bas rada una, 1 ancora, 1 caldeira etc., c mais
objectM de urna machina de serrar, salvados do
supradilo navio, naufragado no lugar das Gargas
em oulubro de 1859; leiea-feira 13 do corrente,
s II horas da manha, no armazem alfandogado
do Sr. Araujo, no Forte do Mallos.
LILAO
tara a exame de quem o pretender, no referido
armazem no dia cima designado.
Dar principio sll horas em ponto.
DE
PARA
Completa liquidado.
Cals Frercs continuarao o seu leilao
de um completo sortimento de miude-
y.as por ntervenco do agente Jlvppo-
lito da Silva, lioje 9 do corrente ao
raeio dia em {ponto no seu armazem da
ru? da Cruz.
A 13 do corrente.
O preposto di agente Oliveira far leilao por
conta e risco de quem pertencer, de um resto de
tinta a oleo em latas e de 14 barras de ferro de
4 1|2 pollegadas para fechar cuntas : terca-feira
13 do corrente, ao raeio dia, no caes do Forte
do Mallos.
Urna casa e terreno
No Caxang.
Terca-feira 13 do correute.
O agente Boija autorsado por mandado do
| lllm. Sr. r. juiz de orphos a requerimenlo do
Dr. curador gotul, far leilao em seu armazem
ua ra do Imperador n. 15, dos movis e de urna
casa de taipa ceberta de telha, cozinha e em
chaos fureiros, sita na povoaco do Caxang,
freguezia da Varzea, e lambem de um terreno
que extrema pelo nascenle oom o quintal da
mencionada casa, tudo perlcncenle a heranca de
Romoaldo Alves de Lima.
Os pretendentes quequucrem informales po-
derlo irigir-so ao agente annuncianle.
Principiar s 11 horas cm poni.
LEILAO
DE
Avisos diversos.
Porgtinta-se a <._uem se digne responder,
se as posturas da cmara do Recife obrigam os
municipes de oulros municipios? So por exem-
plo quem morar em Nazarelh ou Rio-Formoso
precisa tirar licenca para ter boleeiro, e quando
nao tire, se est sujeilo a ficar na ra sem ter
guia de sen carro, a arbitrio de qualqner pedes-
tre? Esla resposta muilo convir a muita gente
encommodada por estes novos interpretes de. luis
c da terrra. O incommodado.
Superiores cortes de seda
pretos bordados
aveludo
de duas saias, polo baratsimos procos de 100*,
110, 120$, 130$ e 15JJ000 : na loja'do sobrad'o
amarello, nos quatro cantos di ra do Queima-
do n. 29, de Jos Moreira Lopes
Nunes & Irmo declarara, para nlelligen-
cia de seusfreguezes. que o Sr. Joaquim Hay-
mundo Alves de Azevedo deixou de ser seu ci-
xeiro. Recife 8 de marco de 1800.
Na ra Bella n. 10, precisa-se de una ama
' para comprar c cozinhar para urna pessoa.
, = Caecano Tinto de Veras faz sciente a quem
inlcrcssar que est em exercicio da vara de juiz
de paz do 4o anno, do primeiro districto da fie- '
guezia do SS. Sacramento do Santo Antonio des-
; la cidade, para que foi elcilo e que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n. 8,
c cm qualquer parle que for encontrado ; o que
d audiencia as tercas e sextas-feiras as 4 1)2
horas da larde como'ja tem annunciado, na casa
publica das audiencias. Recife 29 do feverciro
de 1860.
iM O Dr. Cosme de Sa' l'ereuu
j&ede volt? desla viagem instructi-^
Abri
se
/,' ti va
a Europa continua no exer-|i
urna nova casa de pasto na ra do Imperador'
defronte do armazem de gaz, onde encontraro
sempre exccllenios potiscos co.n o maior aceio
possivel: na mesma casa fornecc-sc comida para
fura por assignatura, por proco razoavcl.
A 2,000.
Superiores charutos Traviala, em caixinhas de
100, que nasoulras partes se vendem a 4&000 rs.
Abrunlios
cicio de sua prolissao medica.
Da' consultas em seu escripto-rXj
|riO| no bairro do Recife, ra da*
Cruz n. 53, todos os dias, menos$
: nos domingos, desde as" Choras
!t as 10 da manha, sobre os
seguintes pontos :
I*. Molestias de ollios :
I
de coracao e
O",
1' re'cisa-se alugar uiua ama forra ou escru-
! va para o servico de urna casa de pouca fhnii-
lia : quem tivere quizer alugar dirija-se a ra
do Oucimado n. 6, primeiro andar, que achara
com quem tratar.
Ama de Ieitc.
Trecisa-se alugar urna ama de leite sadia c
que o tenha bstanle para amamenlar urna en-
anca : na ra Relian. 30.
ASSOCIACO
DE
Soccorros Mutuos e Lenta Emancipaco
tos Captivos.
O lllm. Sr. vice-presidenle manda fazor pu-
blico que no domingo 11 do corrente, s 10 ho-
ras da manha, o no lugar do costme, tem de
se proceder elcieo do novo conselho ; e rc-
comraenda aos Srs. socios que lenham muito em
vista as disposices do art. 37 dos estatutos, pa-
ra que nao haja obstculo ao acto electiva.
Secretaria da Associacao, 8demarco de 1860.
Modesto Francisco das Chagas Canabarro.
Domingos Jos Ferreira, cora leja d se-
leiro na ra Nova n. 19, faz sciente ao respeila-
vel corpo do comme.icio desta praca, que lendo
de relirar-se para a Europa, a tratar do sua sao-
de, deixa por seos procuradores, em primeiro lu-
gar ao br. Anlonio Ferreira Braga, cm segundo
lugar ao Sr. Antonio .loa uim Vaz de Miranda, o
em lerceiro ao Sr Jos Maria da I'cixo ; c fica
de nenhiira elfeilo outra qualquer procuraco
que possa apparecer. Recife 8 de marco de 1860.
Quem precisar de urna ama que cosa c en-
gorarac com perfeico e de inuilos bons costu-
mes, dirija-se ra do Caldereiro n. 80.
Perdeu-se urna lanlerna de carro no aterro
da Boa-Visto : quera a achar, e quizer reslituila
dirija-se cocheira da mesma ra, ou ua ra dos
Quarteis n. 12, que ser gratificado.
D. Themotia Josopha Carnciro Hacicl da
Silva, viuva o invontaiianle de seu marido o ca-
pito Ilemeterio Maciel da Silva, convida aos ele-
dores de seu casal para que apresentem suas
contas legalnienlo justificadas, era rasa de sua
residencia na ra d Santa Rita n. 8o, alim de
seren attendidas as partilhas que est procc-
dendo pelo jui/.o de orphos desta cidade.
Precisa-se de um caixeiro que tenha prati-
ca de padaria, o que abone sua capacidade,
vista da qual se dar bom ordenado, assiracomo
se precisa de. um forneiro para a mesma pada-
ria : no pateo da Santa Cruz n. 55.
Jos francisco Rodrigues da Cosa, socio
liquidalario da exlincla firma social SiNeira &
Costa, declara pelo presente que lera ultimado o
processo da liquidaeo da mesma razo social,
rcstando-lhe somonte sal lar o debito por ella
contrabido no eslaheleclmento de Jos Joaquim
Alves, o que j. nao o fez por nao Ihe ter sido
anda possivel obter do dilo Alves, urna conta
exacta c especificada de todas as compras pela
exlincla razo e elle foilas. O annuncianle acre-
dita nao Ihe restar, como'encarregado da liqui-
daco, obrigaco alguma, que tivesse deixsdo de
satisfazer; se porem alguem se considerar cre-
dor da referida exlincla firma, aprsente seus t-
tulos, ou comas no prazo de 8 dias, para que,
conferidas, srjam saldadas. Recite 8 de maren
d 1800.
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Cidade da Victoria.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem
em seu poder dinbeiros de ouro e prsta que ba-
jara de tirar no prazo de 30 dias. contados de
lioje, sob pena de serom vendidas para seu pa-
gamento, por quanto nao pode mais esperar e
para que nao se chame a ignorancia se faz este,
aviso.
Joo de Freilas Pinto e Souza.
Cidade da Victoria, de marco de 1SG0.

e animas
3 libras : no bazar da ra
a 23000 a caixinha de
do Imperador n. 6.
Btala muilo nova.
Vende-se btalas a 8CO rs. a arroba e em libra
a 40 ris: no pateo do Paraizo casa com oilo
para a na da Florentina.
_= Lava-se e engorama-sc com toda a perfei-
co, e fornece-se almoco ejantur cora todo o a-!
seio e por preco commodo na ra da Alegra!
n. 38. v i
Aviso aos amantes
do barato.
Na ra do Queiinado n. 8,
loja do Pitanga,
se esl vendendo por lodo qualquer dinheiro, as
fazendaj? seguintes, comosojam, entre outras
Grosdeaplcs prclo c decoros, ce vado 1^000
Dito preto dilo. {5OO
Seda do quadrinhos dilo 500
Gorguro branco e de cores, proprio para
casamenlos CO
Dito de coros com algumas piolas de
mofo, dito 280
Gaze do seda branco e de coros, dito 800
Chalys da India com 5 palmos ce lar-
gura, covado 1J300
Dilos de quadros, lindissimos padroes,
covado 8f0
Alpaca de seda escossez, dilo 600
Lias de quadros e lindos padioes, dilo 400
Chitas francezas do primeiro gusto e
qualidado, dito 200
Lencos de seda para senhora, um lsuoo
Dtos de cainbraia de liuho, brancos e
bordados para senboia, um 800
Palitos de linissimas casemiras de cores 16$000
Dilos de alpaca prela para meninos de
16 anuos 3000
Riquissimas saias bordadas 3;000
Riquissimos casaveques de cambrah bor-
dados 750OO
Riquissimos manteletes, de cambraia do
primeiro goslo 10#<)00
Chales de merino branco bordados do
mesmo com franjas de seda 7^000
Dilos de la estampados, pelo mesqui-
nho prego de
Coleles de gorguro e futo fcitos, um
Ditos de verdadeiro reludo acharaalolado
Ditos de casemiras inglezas de quadri-
nhos, um
Dilus de caga-chitas de cores 1$280,
quem deixar de ter vestido.
Aberturas para camisas, brancas v. de
cores
Cortes de coleles de casemira prela bor-
dada
Mantas prelnsde seda
Veos pretos com magnificas palmas
Pecas de carabraias brancas cora sal-
picos
Grvalas brancas de cambraia de Itabo
Ditas de bobo de lindas cores
Mursulinas brancas, covado
Cortes de vestidos de cambraia bordados
Meias brancas para meninos, duzia
Brilhantina de palmas, brancas e de
cores, cavado
E outras muilas fazendas que so tornara en-
fastoso niencionar-se, e ludo se esl vendendo
por todos os pregos, e do-se as amostras cora
peuhores.
Grande sortimento
DE
fazendas pretas para
, Molestias
peito ;
Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do antis ;
'. Praticara' toda e qualquer^ j
operacSo quejnlgarconvenien-^G
te para o restabelecimcnto dos^E
seus doentes. fWi
O exame das pessoas que o con- I
sultarem sera' fetto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas ; fazendo excepcaoosdoen-&;
tes de ollios, ou aquellesque porfi
/|motivojnstoohtiveremhora mflr-S
cada para este im.
A appticacSo dealguns medica*^
mentos indispensaveis em variosS_
casos, como o do sulfatodealro-r
j^pina etc.) sera'feto,011 concedido
^gratuitamente. A confianca ques*
^nellcs deposita, a presteza de sua I
SaccSo, e a necessidade prompta |
v de seu emprego; e tudo quanto o
emove em beneficio de seus
.: r'. u.hliES3>4'JC.'>"-
Seguro contra Fogo
COJMPAimiA
h 1JJ
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
para
doentes.
tranciseo Cabral, subdito portuguez, reli-
ra-se nara Portugal.
NICA, VERDADEIRA
GITIMA.
E LE-
i
SALSA PARRILHA
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
l re para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermidades do figado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do empreo de mercurio,
ulceras c ciupcOes que resultara da impureza do
se
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanto em barra.
Yerniz copal.
Palhinha para inarci-
neiro.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brimdevela: no arma-
zem de C J. AstlevA C.
Joo Peroir, subdito portuguez, relira-so
para lora do imperio.
Pretisa-se sabor onde existe a Sra. D. Ma-
la Florinda de Jess, lilha do Sr. Manoel da Cos-
a Moura Bravo, que rnorou na cidade da Viclo-
ria, Esla senhora vuva e consla ler morado l-
timamente no ongenho d'Agua fra ; roga-tc
mesma senhora ou a quem dola noticia livor de
procurar o Sr. Frederico Velloso Koop no Forte
do Mallos, Irapiche n. 9 15, ou annnnciar a sua
morada para ser procurada, para negocio de seu
inleresse.
ls:>00;sangue.
28500
TJliOO
4500
320
5000
UtOOO
logooo
4800
I5OOO
40U
160
2*000
25000
320
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
Avisa-sc a lodosos Srs. fazendeiros e agricul-
tores de algodo que na fa/.enda denominada l.i-
berahinho no termo do Cimbres] propriedade do
Rvmd. Jos Rodrigues Valonea existe urna gran-
de quantiddc de burros hespanhoes proprios pa-
ra carregar algodo e lodo servigo posado, pois
nao s sao bastantes fortes para viagem, como
sao de longa vida, pois o menos que vivera
DO aunse tora mais a vanlagem de seren uleis
para os nossos serios, por ser o seu primitivo
sustento palba de capim seceo e conservara-se
sempre gordos, sao de marca muilo superior aos
desla provincia e aos do Cear e goralmenle sao
muilo passeiros.
Hoje depois da audiencia do juiz municipal
peitavel publico para desconfiar de algumas te- ^a V1 var,1> va' a praca a casa n. 145 da ra Im-
i imilacoes da Salsa Parrilha de Bristol que porial. e por execuco de Salusliano Jos Cesar
ro, declarando a todos e Mello, contra seu devedor Antonio Jos Pos-
D111 cscravo
Terca-feira 13 do corrente.
O agonto Borja far loilo cm seu armazem na
ra do Imperador n. 15, por despacho do lllm.
Sr. Dr. juiz de orphos e a requerimenlo de
Hermenegildo Eduardo "Reg Montero, curador
do prodigo Claudino Jos Alves de Amorm, do
escravo Viccnlo pertcncento a este, o qual es-
a
Grosdenaples preto a lj}600 o covado, dito a
19800. dito a 2g, dilo a 2$400 largo, dito muilo
superior e largo a 2#6O0, 2J800 e 3gOOO, sarja
prela lavrada larga superior a 2^600, chamalote
preto superior a 3#e 3#500o covado, sarja pela
de seda a 2J00O o covado, dita hcspinhola a
2*800 o covado, ppnno prelo a 3, 4J, 5g, 6$, 7#,
89, 9 e 10J> o covado, casemira prela de lSOO,
e SgOOO, 2500, 2800, 3. 3500 o covado, dita
muilo superior a $, superiores manas pretas de
hoje se vende neste imperio
que sao elles os nicos proprielaros da receila
do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anuo de
1856.
Casa nenhuma mais
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparago acha-se so-
monte em poder dos referidos Lanman A Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
bnaees de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
quer outrapceparacu falsa :
Io O envoltorio "de fura est gravado de um
lado sob urna chapa de ago, trazeudu ao p a*
seguintes palavraa :
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
iV. G9 Water Street.
New York.
2' O mesmo do outro lado lera um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielaros.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Bristol em papel cor de rosa.
4o Que as uireges juntas a cada garrafa tem
nma phenix senielhaute a qu vai cima do pr-
senle annuucio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega 'n. 89.
Baha, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco 110 armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz u. 22.
= Offerece-se urna ama para casa de homem
solteiro ou de pouca familia : na ra do Impera-
dor n. 20, primeiro andar.
Desappareceu no dia 6 do corrente, do en-
genho Gameleira, o escravo Manoel, conhecido
tana.
Lasaro Jos Pires da Fonseca telira-se pa-
ra a Europa a tratar de sua saude.
ou pessoa alguma lera *@@*$ *$# #S*SS@S
S O abaixo assignado alumno do i" anno @
@ da faculdade de direito desla cidade e @
{$ advogado pela relacao de Pernambuco, J
$ olTerece o seu humilde patrocinio s pes-
soas que tiverem arrecadaces a fazer na
5 comarca do Rio Formse ou as 2.a, 3." **
@ 4.a, 5 a, 6." e 7." da provincia da Parah- g
ba do Norte: na ra do Jasmin nosCoelhos.
Joaquim Borges Carneiro
O Sr. Jos VicentedeLeo.queveio
ha pouco do Rio Grande do Norte, quei-
ra annunciar sua residencia ou diri-
giese a praca da Independencia n. 6 c
8, que se llie precisa fallar.
O abaixo assignado faz sciente ao
respeitavcl corpo do eommercio e ao
publico em geral, que nesta data esta-
beleceu urna casa de raantimentos para
navios debaixo da iirma de
Gustavo Bousset fe G.
Recife 1 de marco de 1860.
Gustavo Bousset.
BU (na i w j,.------------......----.K.----------- v.-.>....., v. wli u u ..i.iiiui-i. UUMIICUIUO
UI0 a lOg cada urna, ditas superiores a 12g, ditas ; por Manoel molcque, de idade 18 a 20 annos le-
niUllO Slini>rilll'i'< .1 9fi. I< nrulne a fin c.r,.,,;^.. .... n,m,-, n ,..,.....\,r. .1 .!... .1___
muilo superiores a 25$. los pretos a 8S, superio-
res manteletes pretos ae seda bordados c de fil,
e outras militas fazendas de goslo por pregos
mais commodos do que cm outra qualquer parte
na loja do sobrado amarello, nos quatro cantos
da ra do Queiinado n. 29, de Jos Moreira Lopes.
vou camisa e ceroulas de algodo, chapeo novo
de palha e um capote de panno ou bata azul ou
prela, bem prclo na cor, corpo regular, olhos
vermelhos, cara da mesma largura que o com-
prmeme : quem o pegar levo-o a ra Imperial
n. 33, que reoeier 15000 do gratificago.
Perda.
Bento Goncalves lendo perdido um val da quan-
lia de rs. 59I300O, passado ora agosto do anno
pas8MO sem lempo limitado, pela Exma. Sra. I).
Mananta de Paula Cavalcanli do cngenhoGenipa-
po de Ipojuca, a favor do annuncianle, roga a
quem o tiver achado, o favor de mandar entregar
no armazem do Sr. Manoel Marques de Oliveira
ra da Moeda, vislo quo do nada aprovoitar a'
nenhuma oulra pessoa, por eslar j prevenida di-
ta Exma. devedora de nao pagar seuao ao ori-
ginal credor.
O Sr. Jos de Matlos.que foi trabalhador de pa-
daria e hoje c caixeiro de urna fabrica de vellos
no paleo do Torco, faca o favor de vir lint o seu
palillo que lera empenhado em urna taberna quo
elle bem sabe, do contrario ser vendido para o
seu pagamenlo, islo no prazo de 3 dias, depois
nao se allende a reclamaco alguma.
CHINCHA.
Carnizas de meia a duzia por 8;0O0 rs r.a ra
Dreila n. 55.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e fa-
zer o mais servico de urna casa com pouca fami-
lia, mas que soja capaz ; na ra Dreila n. 70,
[ loja.
Vondc-se una negrinha com 13 a 14 annos
de idade, com alguma habilidado, e mui propria
para andar com criancas, nao s por eslar acos-
tumada, como por sor" recolhida ; na ra Dreila
D. T'J, loja.
Andr de Medeirose Manoel Luiz, reliram-
se para Iba de S. Miguel.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro do
taberna, que aiance sua conducta ; no pateo do
Carmo esquina que volla para a ra daslruchci-
ras n. 2.
Ama de leite,
Precisa-sede urna boa ama de leite, forra o a
CSCrava sem ilho: na ra do Crespn. 11.
O Sr. Manoel Francisco Linz da Silva lera
urna carta,e urna cncorainenda viuda do Rio Gran-
de do Norte, na linaria C. 6e da praca da Inde-
pendencia.
= Lava-se engomma-se roupa cora perfeico,
lauto de hornero como de senhora, com condico
de se mandar levar e buscar: quera quizer dirja-
se ao corredor do Rispo n. 5.
Perguntareraos se ser devisa ao cncana-
nieuto da casa dos banhos, a falla total d'agua
que soll'ieu hontem tuda a populaco desla cida-
de.ou ao mUeravel estado de ruina a que lera al-
lingido cssa companhia Beberibe. Ncstaa cir-
cumslancias imploramos aprolcccao da respeita-
vel reprcseiitacao provincial.
O amigo dos banhos.
Compra-se urna casa terrea na freguezia da
Boa Vista, que tenha commodo para una familia
bem como oulra mais pequea, ou anda mesmo
(ora deste burro; quem livor appareca na traves-
sa da Barreira n. que achara com quem tratar.
Oliquepechincha.
Superiores coitos de seda pretos adamascados
de babados, pelo baralissimo preco de 45:000
cada corlo : na loja do sobrado amarello, nos
quatro cantos da ra do Queiinado n. 20, de Jo-
s Moreira Lepes.
Francisco c Joo da Cunha Bellro de Arau-
jo Pereira, irmos, embarcara para a Delgica.
= Vende-so urna grande fabrica de fazer vo-
las de carnauba, era perfeilo estado, que para se
liquidar vende-se por prego diminuto: no caes
do Ramos sobrado n. 20.
Aviso.
Precisa-se fallar com os herdeiros do Sr. Joa-
quim Sebastio Alves da Fonseca, j fallecido na
provincia da Babia, comarca de Ginmaies ; as
Cinco-Pontas n.82.
Vciidora-se nvenla apoliccsda Companhia
de Beberibe : na ra Nova n. 14, pi.meiro andar,,
das 6 s 9 horas da manha.
POMADA
imperial em lalas.
Jos Anaclelo da Silva bem conhecido dentis-
ta e sangrador, sangra e tambera lira denlos e
raizes, como qualquer cirurgio dentista, pelo
preco que cada um quizer e poder pagar sua vi-
sita c operaco, chumba denles furados e sopara
bom os da fenle, e applica ventosas sarjadas ; c
chamado cora escripto, indicando o lugar, nume-
ro da casa e o nomo da pessoa, quesera prompto
a qualquer hora: na ra da caraboa do Carmo
l0,".nlJ' e rarai
fabrica para encomraendas, dentro e fora da ci-
dade, excellente pernada imperial muita fina c
cheitosa em latas, para raanter com solidez c
bello lustre prelo aoi cabellos, a todas as nobres
familias desta cidade e fra della, a 6<)00 a li-
bra e 3$00 meia libra, a dinheiro a vista : osla
nova forma de pomada, para o uso diario e para
os bailes, superior a toda a especie de banhas
fabricadas nesta provincia.
Precisa-se de urna sala e quar'.o ou um so-
brado ou casa terrea, na Boa-Vista ou Santo An-
lonio : quem tiver dirija-se a ra do Queimadu
n.37, ou ao convento do Carmo na celia n. 6, lu
andar.
SOCIEDADE
DO
Instituto Pi e Litterario.
De ordem do Sr. presidente declaro aos Srs_
socios, que amanhaa (II do corrente), s 10 ho-
ras da manha, haver sesso ordinaria da ns-
sembla geral, para a posse do novo rontellio,
conforme o 2o do artigo 41 dos nossos estatutos,
sendo presidida pelo socio honorario o Sr. Dr
Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Secretaria do Instituto Po e Llterario, 10
de marco de 1860.t rancisco Taes Brrelo 1."
secretario interino.
= Na loja de livros da ra do Crespo n.,
vendem-se as seguintes obras :Joo Baptista
Say, economa poltica, 1 volumn por 5$WO;
Rossi, economa poltica, 3 volumes por SgOOO ;
Fouca t, direito publico, 3 volumes por 158000 ;
Pardessus, direito commercial, 4 volumes or
159000. H
Compra-se urna carroga de conduzir gne-
ros, puchada a boi ou cavallo, nova' ou mesmo
servida, porm cm bom estado : a pessoa que ti-
ver e quizer vender, dirija-so ao convento do
Carmo, Io andar, cubculo n. 8, que achata com
quem tratar.
I
*
I


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO I0DE MARCX) DR 1860.
Almanak da provincia.
Sahio luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corrente anno de
!&)
o
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PAIU O TRATAMENTO E PRMI'TO Cl'RATIVO
BAS ENFERMlnADES WXCACS, DS T>.DAS AS AFFECCOES CITASEAS, VIRUS
Citrato do forro Chablc.
\:ii.i|n- mu prel'erivel 10
DO SASGCE.
PLUS DE
COPAHU
Copah'ba as Cube-
bas, cur.i inmediatamen-
te qtialquier purgado ,
relaxado e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mulheres. Injrcrao de
Chablc. Esta Injeeffto benigna emprega-se mes-
mi t^mpo do xarjpe de cilrato de ferro, urna vez
de manb. e urna vez de tarde durante tres das;
tila segura a cura.
OEPURATIF
-i*. SANG
ALTERACOES
Dopuratii o de Maano.
Xarupe vegetal f*ni mer-
curio, o nico conbecido
e apprnvado para curar
eon promptida e radi-
calmente impigens, pstulas, herpes, sarna, co-
tnixfl s, acrimonia e alteracrs viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer aflnao venrea. Ba-
uiiw mineraeN. Tomo-te dous por semana, se-
guindo o traiamenlo depurativo. Pomada -
iierpeliea. De tira efleito nuravilhoso as af-
feces cutneas e comixes. >__
iiciiorrohidu.Pomada que as cuaa ern 3 dias.
0 deposito na ra arija do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Souzo, n. 36.
MMIK14
UE2
oqualse vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 coutendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
No^ciados princigAes asta-
dos da Europa e America com
o norae, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciacs, inunicipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados el vis, milita-
res, ecclesiasticos, lillerarios
de toda a provincia.*
Associacoes commerciaes,'
agrcolas, industriaos, littera-
_ U Es(e ,,0,el collocado no centro de tima das capitaes importantes da Europa, torna-sede grande
EstabeleCmentOSfabrS,n-!va,or liaraos brasleirseportuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicao
<1li uusuidts e COIumerCiaeS tle|Allemanhae Franca, como portera dous minutos de si, todos os theatrose diverlimentos ; e,
*^todas as finalidades como lo- alra ,lisso'os raodicos Preos conviiam-
, No lio le hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
jaS, VCnuaS, aCOUgUeS, engC- ugnez, paraacompanharastouristas, qur em suas excurses na cidade, qur no teino, qtir
nh0S,etC. etC. emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3#200 4-1>00O)
c pordia.
oCrVC elle de guia aO COm- Durante o espaco de oito a dez mezes, ah residirn) os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
merciantp nffriMil.nr mflri ;rSo'eseufillioor. Pedro Augusto da Silva Ferrao, (de Portugal )e os Drs. Fehppe Lopes .
iiiiiliaue, agriCUUOr, mari-Nello>Manoe|deFigueiraFarat edesembarCador Tomes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou-
timo e emim para todas as lras Pessoas lan| de um, como de outro paz.
CllSSP; di QnfiPIilA Os preces de lodo oservico, pordia, regulam de 10 a 12 francos (435000 4500.)
v-iuasta utt fcULietldUC. No hotel enconlram-se informacis exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro
ObacharelWiTRuvio tena
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pelaCamboado
Carmo.
O Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
pelo mesmo Senhor tliesoureiro na pra-
9a da Independencia numero lie Iti,
e na ra da Cadeia do Recife nume-
ro 2 armazcm do senhor Fontes ate
DE
Commisso de cscravos
NA
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-,,
1 ,irria parte no mesmo engolillo, machina nova a
tsemelos da segunda parte da quinta vapor, dislilacao nova ebera montada, 22 bois
loteria do hospital Pedro II, cujas ro- d crrela, seis qoarlos, algunas obras, salfra
das deverao andar impreterivelmente
no dia 10 do futuro mez de marco.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
l igualmente fuzer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bilheles
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loterias 25 de eve-
reiro de 1860.O escrivao, J. M. da
Cruz.
DELICIOSAS E I.NFALLIVEIS.
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobilias completas, qualquc Iras-
I te separado, a vontade do alugador: na ra No-
va, armazcm de mobilias do Pinto, defttnte da
ra de Santo Amaro.
E' chegado a loja de Lecomtp, aterro di
Boa-Vista 11. 7, o excellente Icile virginal de ro-
sa branca para refrescar a pullo, tirar pannos,
sardase espinhas, e igualmente o afamado oleo
Rila lnt'o/l lo Rrwnrin n 9 l'ilUl1sa P^ 'imPar e fazer crescer os cabellos,
lua idi^a uo rvosatio n. z-2. assiin como p6s iin{a.rial de ,yrio de Fioren
fiesta casa rocehem-sc e.-cravos por commissao para bortuejas o asperidades da pello, consar-
para st-rem vendidos por cotila de seus sennores, va a frescura e o avelludado da primavera" da
aliam;a-so o bom tralamenlo e seguranra dos vida.
mesmos, e nao se poupa oxforcos para que se- !
am vendidos rom promptido, alim de seus se-!
nitores nao sollietem empale rom a venda del-
les. Nesle eftabebeimento ha semprc para ven-
der escravos de ambos os sexos, moros e bonitas j
figuras.
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho distante desla praea duas legoas, vende-se
Pop um corle de cabello c
lisamenlo 500 rs.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
A DIR1CCA0 DE E- KLRVWD
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomtc acaba de receber do Rio do Janeiro-
o primeiro con'.ra-rneslre da casa Angosto Clau-
plantada, etc. etc. ; trata-so na ra do Crespo n. dio, e um outro viudo de Pars. Esta eslabelc-
13, loja. cimento osla hojo as melhores condires que
possivel para salisfazer as encummciidas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejatn : marraras a Luiz XV, tudeias de leio-
gios, biacelcles, atinis, rosetas, etc., etc., ca-
lilia (1(1 CriiZ n. &. Mlelraida toda a especie, para bonicos o se-
i .j-. a r- t. l i nnoras, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
Acreditado em Franca, em Hcspanha. e tiesU Esudos-Dnidos. em deiiar urna s pelcula na
lemambuco, arranca denles e raizes cabeca dos clientes, para salisazer os prelei.den-
a
re
o
cidade
com
ca
tad
I
iPastilhas vecretaes
contra as lombrigas
approvadas pela Esm." inspeceo de esludo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
P
>$, denle posto om cliapa d'ooro a t.- quem ]
delle precisar, procuro no Rccife, ra da Cruz
numero 4i.
Continua a precisar-se de um criado, que
de fiador a sua conduela, para lodo o servico de
um bomem solleiro : quero achar-se neslas cir-
rumslancias dirija-se ra da ftadeia de Santo
Antonio n. 25, segundo andar, boje ra do Im- !
pender.
(Juom tiver um engenho moedor com agua,
londo 10 escravos de servico, c queira arrenda-
lo sob (anca idnea npsta prara, dirija-se ra
da Madre do Heos n. 3G A, que se dir quein faz
Tpitit eb, neSoeio.
A.cui|i | = Joaquim Ferreira Hoibcliild leudo de fazer
urna viagern. ro;a a todas as pessoos que Iheso
devedoras, o obsequio de salisfazer seus dbitos
al o fin do corrente mez de mareo.
Na livraria n. G e 8 da piara da
Indepenecia, preciza-se lall.it- ao Sr. I
Joo da Costa Maravillia.
Quem precisar de um bomem porluguoz de
guez de presumo se quizor ulilisar procuro na ni
ade para tomronla de taberna ou qual- do Rosario,casa n. 18. onde encontrar
quer outro estabelecimento, tambem lem platica
m\ LlSO-BRASILEIlll,
2, Golden Square, Londres.
J. C. OLIVEIRA lendo augmentado, com lo-
mar a rasa contigua, ampias e escolenles ac-
comraodacoes para muito maior numero de hos-
lo novo se rccnnimenda ao favor e tem-
branca dos seus amigos o dos Srs. viajantes que
visitmosla capital continua a prestar-Ibes seus
servicus a bous ufficins guiaodo-os eiu todas as
cousas que precisein conliecimenlo pralico do
paz, ole. : alcm do poritiguez e do inglez falla-se
na casa o bespanhole francez.
Germano Actgcldl subdito allemao, vai ao
norte do imperio.
Oflerece-se um moco porluguez para bo-
leeiro de urna casa particular, para o que lem
muita pralica : quem de sen presumo se quizer
ulilisar annuncie por este jornal.
OlTerece-se um menino de 1 a 15 runos
para caizeiro de loja de miudezas on fazenda,
para o que lem bastante platica : quem de seu
a larga
o pre-
tcndenle u as informaroes necessarias.
i.vel contra as lombrigas. Naocausam au- de restilaco de licores e de ropes de lodas as --V^^TZ^^^r^ lomar
tem sensacocs debilitantes. quaidades, ou outro qualquar rmprego, pois conta de um deposito de pao e masas que sai-
slemunho exponUneo m jbtmo das parti- UmDPm enlende um pouco de cokinha. e mesmo ba bem desempenhar osen Ingar e'de Cador
C0MPAMH1 DA VIA FRREA
RECIFE A S. FRANCISCO.
Telo presente sao convidados os senbores ac-
cionistas virem do dia 3 do corrente em dianle
ao escriptorio da ra do Crespo n. 2, para rece-
lerera o S. dividendo de juros do suas acedes,
contados no semestre decorrido do 1. do agosto
de 1859 31 de Janeiro de 18G0. Rccife. 1." de
fevereiro de 1860.
Prccisa-se alagar um prelo ou prela, ja ido-
sos, para comprar na ra e fazer o mais servido
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama ns
mesmas circumslancias : quem tiver e quizer,
annuncie ou dirija-se a ra de Santa Rila n. -10,
primeiro andar.
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FOUGET.
Kste xarope esl ap|rovado pelos mais enmontes mdicos de Pars,
como sendo o inelhor para curar constipacoes, lOsse convulsa e ouiras,
afleccoea dos hrouebios, ataques de peito, IrritacAes nervosas e insomnoleacbs: urna colberada
pela uianlia, e outra noite sao suflicientes. O (ll'-ito dcste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o me lico.
O dsposito i na ra laraa do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. 30.
Publicado jurdica.
Acha-sc no prelo a 2.a edicao dos Elementos de
Dircilo administrativo, mais correcta e conside-
ravelmonto alterada, pelo l)r. Vicente Pereira do
Reg, tente cathedratieo da mesma sciencia na
Paculdade de Dircilo desla cidade. Subscreve-se
para osla obra na livraria econmica de Noguei-
ra & C'defrontc do ateo de Sanio Antonio n. 2,
a 10$ por cada exemplar, pagos ao receber as
duas parles que j csliio impressas.
agencia dos fabricantes america-
nos Gronver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johuston & C, ra da Scnzala Nova n. 52.
1'rccisa-se de urna ama par? cozinhar:na
ra Nova n. 8, loja.
Ehgomma-se com asseio e promplido : no
beceo do Marisco n. 20.
Jos .Manuel da Costa Gamillo vai a Eu-
ropa.
David Huber & C, do Rio de Ja-
neiro, fazeua sciente, que estabcleceram
nesta praca urna casa de impor' tcao,
debaixo da firma
LINDEN WILDEX & C-,
FOLIILMUS PARl 1860.
Eslao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesta typographia, dasseguintesquali-
seasn
Te
II.as de Kemp.
Srs. D. T. Lanman
12 de abril de 1859.Senbores. As paslilbas I
que Vmcs. fazom, curaram meu ilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, cxbalava um ebei-!
ro felido, liona o estomago incliado e continua !
comicliao no nariz, lio magro se poz, iiue eu
lemia perde-lo. Neslas circumslancias um visi- !
se emprega em qualquer outro mister que lhe
Iconvenb, dando fiador a sua conduela : na ra
e Kemp. Port Rvron da l'raia, taberna n. 58.
GABINETE PORTL'GUEZ
DE
A direcloiia do Gabinete Porluguez de Leitura
SLiges de francez
admittido como socios os Srs.
FRANCISCO LINDEN.
EMIILIO WILOi
RO (JOLI'IIO WEVD.MAX.V,
'PiCinO. >* os quacs assignarao a firma social.
Hadomoiselle Clemence de Hannetot i Traspasse-se o arrendamenlo de um En-
de Mannevillcconiinua a dar lices de M genho muito perto da praca, vende-se una par-
arrabal- < le (]0 mesr
^ francez h piano na cidade e nos
f des
..srao Engenho, urna maquina a vapor,
na ra da Cruz ti. 9, segundo andar, afe m. .... ,n ^ '
FUT rmrm rmrmrtn-mm aesulacao nova montada de um tudo, 22
Ssf* YtStWS ^e^, gs&eSSM bois de carro, 6 quariaos, e OGlros objectos:
-*- O Sr. Honorato Jos de Olivrira Figucire- tracta-se na ra do Quein.ado n. 10.
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
scu amo agradecido.
IK. T. Florjd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
_, blrcet pelos uincos proprielanos D. Lanman e
.'OLIIINIIA RELIGIOSA, contendo, alm do KemPt droguistas por atacado cm New York.
kalendario e regulamento dos direitos pa- Acbam-se venda em todas as boticas das
roebiacs. a continuadlo da bibliolheca do Pncipacs cidades do imperio.
Crislao iasileiro, que se compoe: do lou- DEPSITOS
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac- Rio de Janeir0 na ru;i da Alfandega n. 89.
tos de amor, hyrunos ao Espirito Sanio e 1!allia. Germano & C, na Juliao u. 2.
a N. S., a milacao do de Sanio Ambrosio, fernambuco.no armazcm de drogas de J. Soum
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa- & Comnanhia ra da Cruz n. 22
craraenlo e N. S. do Carmo, exereicio da tt3&<&gS&^ 9941
Via-Sacra, directorio para oracao mental, 9 ?
;5
iscicnlifca aos senbores associados, que o caib.-
nho meu d.aC -iuc as pasabas de kemp trnltam logo da respectiva bibliolheca, (pie ba mullo so
curado sua illiu. Logo quesoube disso, com- aclia no prelo fica promplo a distribuir al o
prei 2 vidros de pastilhas e com ellos salvei a ^'a,20 do vigente, o que nao tem sido possivel
vida de meu filbo. '' (''n>',"r'a conseguir a mais lempo, no obs-
lanle a solicilude por ella empregada*
Secretaria do Gabinete Portunuez de
Sou de Vmcs.
DENTES

I
I
Lcilura
cm Pernambuco aos 5 de marco de 18C0.
Manat Jote de Faria,
1. secretario.
t DENTISTA FRANCEZ. J
> Paulo Gaignoux, dentista, roa das La- <<
" rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *j
* pdentifleo. ^
; ",.ti.i.Xi. 4 4 ? l i i i t ?. i. t 4 i i t *
Aluga-se a loja do caes do Colieu'to n. 1, ,
halar no Io andar da mesina casa, na ra do
Imperador n. 17.
Precisa-so alugar urna casa terrea,ou com-
prar-se na ra do Hurtas, ou Santa Tboreza, ou
Cambda do Carmo ; quem a live c quizer alugar
dirija-se ao pateo do Carmo, venda da esquina
idneo : a tratar na ma da Cadeia do lu
n. i-\.
Precisa-ae alugar um silio com boa casa e
terreno para plantar rapim ou com planta dedi-
lo : a tratar na ra da imperatriz n. 1S, loja.
Precisa-se de urna prela escrava para o
servico de utua casa : quem a pretender alugar
dirija-se a ra dos Pires n. 25, casa tenca.
0 abaixo assignado, credor de Lenidas Ti-
lo Lourciro, dono da loja do miudezas da ra
Ilireila n. 13, acha-se autorisado pelo mesmo
Lenidas para fazer urna ronveneo entre lodos
oscredores; por tanto lodo aquello que anda
nao fui ouvido a respeito comprela na ra Di-
reita n. 7, loja do Sr. Adolpbo.
Jos Carlos Ferreira.
Aluga-se parle de um primeiro andar para
escriptorio ou para moros solcitos, na ra do
Vigario : a tratar na me'sma n. 29
Joao Jacintho de Uedeiros Rezende deixou
de ser procurador do Sr. Antonia dos Santos
Ferreira, desde o dia 5 do crreme.
rrecisa-sede urna ama de leile sem filbo
para criar urna menina de 9 mezes : no forle do
Mallos, ra do Codorniz, taberna n. 4.
Na ra da l'raia o. 40, precisa-se de una
ama secca forra ou captiva, para casa de pouca
familia, sendo oservico de portas a dentro.
= Precisa-se de um pequeo para ceixeiro, >.
que lenlia pralica de taberna e d fiador a sua
conduela : na ra das Gruzes n. 20.
Tiram-se retratos a oleo de todos os la-
niatibos cora toda a perfeicao, garante que nao
estando proprio no recebe gratiica?o alg
S^S Lt.86^",' 0lT< US ^ A ltrr HTHT* % ?< ti 'luc onlra Para a Caffib6a d0 m*smo nomc- 1G: hbem c"opU'-V"0eme"n%"eQ'rVt'rVros' dagJeireo
,. coracao de Jess, saudacoos devo- ASfi J |< ItlAli^. I: que abi se dir quem compra ou aluga. ,vpo para oll.0 n0 plco da Ppnha ?
tas s cbagas de Cbrislo, oraeoes a N. Se- 'tr>,.
hora, ao patrocinio do S. Jos e anjo da ^'estrella (lo RosailO II. 3j n.
guarde
D
(Juem precisar de una ama para o servico
torno de rasa de bomem solleiro ou de pouca,
$ Francisco Tinto Ozorio colloca denles ar- fJ familia, dirija-se a ra larga do Rosario n. 39,
responso pelas almas, alcm de ^ .nciaes pelos dous syslemasVOLCAMTL, | segundo andar
outras oraeoes. Preco 320rs. chapas de ouro ou platina, podendo sor @
iTinrv.nivn.nrc > \G procurado na sobiedita ra a qualquer m
ITA DE \ARILDADES, contendo o kalenda- ^ hora. i
Caxeiro.
rio, regulamento dos direitosparocbiaes.e ##@@@ S@# @@@S&S' ,
inmfm
livraria da praca da Iadependencia,que se preci- !
;a fallar-lhe.
Precisa-se alugar um s'tto que
nao diste mais de legua e rucia tiesta
p.ar.a, o qual tenha lugar para oecuparj
mais de 8 captivos, ese tver pasto para
vaccas mellior sera', podendo o arren-
damento comecar agora ou cm malo,
conforme agradar : a quem o tiver para '
alugar, podendo, diriji-se a praca da
Independencia n. C e 8.
Prccisa-se de urna ama de leite,
cjue otenha em abundancia, que seja
bem sadia ede bous costumes : pagase
bem. Dirigirse a' praca de Pedro II
(antigo pateo do Collegio) n. 37, segun-
do e terceiro andar. I
NOVO DEPOSITO
DE
Rita do Imperador, onfronle
ao oilio do deposito do gaz.
Borolt ; C .attendendo a que os senbores con-
sumidores de gelo sao pela maior parte residen-
tes nos bairros de Sanio Antonio e Boa-Vista, e
que lutariamcom grandedifculdade se este es-
te eslabelecimento estivesse collocado no bairro
do Recife, poderao encontrar na ra do Impera-
dor confronte ao oito do deposite do gaz, um
armazetn com as proporedes eligidas para depo-
sito deste genero, o qual estar abacio i concur-
rencia dos mesmos senbores, dasS horas da ma-
nhaa s C da tarde, do dia 3 do crrente em
dianle.
O
urna colleccao de ancdotas, dilos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensamenlos moraes,
receilas diversas, quer acerca de eozinha,
quer de culiura, e preservativo de arvores
e ftuctos. Preco 320 rs. ^_
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
t-avochiaes. Preco 160 rs.
LICOES PtTICS

OE
ESCRIT CQMIV1ERCAL
Pot partidas dobradas
e he
Domingo, 11 do corrente, s 10 horas da ma-
; nbia, ha vi r sessao da assemlilca geral, no lugar
do costume ; eo Sr. presidente manda pedir en-
carecidamente o iodos os senbores Bocios effecli-
; vos de romparecerem a hora indicada a dita ses-
sao, para se deliberar sobro negot ios impoilanles
alesn da cottlinuaco da discusso dos estatutos,
1 os quaes nao podom ser dilatados sem grave prc-
juizo da associacn, e por isso reclamara a mais
tntente olmodi assembla.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
| nambucana, 0 de marro de 18w.
f". J. L. Dornellat Cmara.
ja 1" secrelaiio-
Ihesouraria de fazenda desla pro vWia.copelen- ^ *baixo assignado declara ao corpo de
lemente habilitado pela diroctoria do instruccao cunrm^rcio quejulga nada dever a esta praca du-
publira pera leccionar arilhmotioa nesta cidade, rair*e ,eraP 1,,e esleve na Europa, c que fui
lem resolvido juntar, como complcmenle dose primeiro procurador
^ mocos, segunda c quiaU-feira de cada se- curso prtico de eacriturac
CS mana, das 10 botas al meio dia : qwm bradas, o ensino de contabtli
IlITiniTICl
sss@s;-^@@-3 &^&%\ Ra Nozan i5,scgundunda\
8 ''Al tPlTK^O "* .,.. FowseciadcMcdeiaH, escriturario <
<
m
i m
Curso pralico e theorico de lingua frrn- @
So algiim dos rapazes (bogados do Por'
ullimo navio quizer arranjai -se, v.i ra Di-
reita n. i.
O Sr. mestre pintor que pinlou urna rasa
no Giqtii, embora nao a acabasse, pode man lar
buscar aquina ra Direila, onde bem sabe, os
seus cacos de tintas, por que podom-llie e;tir_
fazendo falta, ea mim est servindo de enlulho,"
alias os mandarei botar fura.
Saca se sobre o Porto por qualquer
soma pagavel i^llt ou em Lisboa, po-
dendo as letra) sen-m p tga* a' vista me-
diante o descont na razao de quatro
por cenlo ao anno, aos portadores citic
O exigirem: dajim-se a Joaquim da
Silva Castro, ra do Crespo.
@ ceaa por urna seitliora franceza, para dez r
3$ qutrer aproveiiar pode diiigir-sc a ra da
@ Crw n. 9, segundo andar.
adimitadns.
na
o Sr Joo Jchalo de der urna parte
iw por pan idas do- /*'" nesenao; e se alguemsejulgarseu ere- i{nillo ,:lo nfl
lidade especialmente ""Presente suas contas no prazo de S das, pa-
seu pumeiro
Mefteiros 1! escude
O abaixo assignado tenciona ven-
qiie tem no eng'-tibo
freeuezia de Fo d'Al
na parlo relativa a roducrjo de moedas ao cal- ,a iv,i',n pagas.
e tambem permutara' por algum
:0
cci9Bto do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarera seus dbitos na ra do Col-
legio venia n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. l'Q.
Pagamentos culo de descontse juros imples e oempootos ,. Antonio dos Sanios Ferreira. brado ou casa terrea dentro da captol,
@ I conbccinienio in.tisnensavcl os nessoas nue de-' Alocados, o de mateo de lbbO. n r _,
i @S@@S seian, emprcrar-se no comm^cio ou q-'e j se ~ *" ^ 0 ^ rroHU mez a urna hora da sfIldo da Ba^ l*a Pa fon: ate a ra
acham elle eslabeTecidas. A aula -ser aborta r*r(lc 'r* *pM* aerante ojuiz de paz do segn- da Santa Cruz ou S. Goncalo ; e tam-
bada S.nlo Antonio duas |)em 0(rerece 0 engenlio Pmdobn por ar-
J.\ palmos c meio, outra ". r
Roga-se aos Srs. devedores do estabele- no dia 15 de Janeiro prximo luluro s 7 horas "* ''isincio da freguezta
da noite ; e as pessoas que desejarem malricu- '*boas do costado com 2i t
lar-se poderao deixarseus nomesem casa do an- '"'" -'J P'mos, e uro meio choprocom um pal- renaamento.o (pial existe Uentro da ire-
nuncianle ate o mencionado dia.
Na gallera e olucuta pholographica da rua
Nova i. 18, conliiiua-se a tirar relalos pelos
mais modernos e perfviios syotemas. Os Iraba-
liios-sabidos desse ostabelecimente sao bem co-
Urna pequea familia estrangoira piccisa
de urna prela escrava para servico de casa, me-
nos e-izinbar: quem a tiver para alugar dirija- "!'cnos do publico des-C cantlol
s<- ao Recite, rua do Trapiche n. Ib terceiro an-
dar, : qualquer hora do dia.
FUNDKJAO
DO
I II I
Rua do Bru (passamlo o chafariz.)
No 07.Uo Acstc cslabcleeimeiito sciwpvc Va gran&e sovUmcnlo de mtr
eAuwismo pava os cngcnUos i\c assucav a salicv:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumplido, econmicas de combuslivel, e de facillimoassento ;
Rodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, lories, e bem bataneadas ;
Cinnos de feri*o, e port.s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Metas moendas com rodetas motoras para agua, cavaos, oubois, acunhadas em aguillioes de azas ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as ornallias;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, formas para cozer familia ;
Rodetas dentadas de todos os tamaitos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
AguilbOes, bionzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.. etc.
D.W.Bowman confia que os seus fregueses achanto tudo digno da preferencia com
que o honran), pela longa experiencia que elle tem do mechauismo proprio para os agrieul-
tore desta pro\inca, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagern annual para o dito fim,
GO30MLNII1A
mo de altura, cuja arrcniaiacao ha de le lugar guczia de (iaranlinns.e mais por venda
: na casa das audiencias d'esla cidade. i
_ urna parte ciue tem cravada no enge-
riecisa-se de urna ama forra ou escrava n i i
; para o servico de una casa de pouca familia: nho Lraealiir, e qual
quem luer dirija-*c ao corredor do Bispo n. 5.
freetsa-se saber utidas do Sr. Au-
gusto Ce>ar Soares, brasileiro, o qual
andou de praieante no vapor portu-
guezLnsitanui. : roga-se poii a esse engenho Carauba da fregi.e/.ia do
Isen'tor ou aquem possa dar noticias o d'All.o.Joao Marques Bacalhao.
favor dedirigii -se a rua da Cadeia do'
quer negocio
apparecer para as referidas vendas
antes de seren ellectuad. s dar' a pre-
ferencia aos proprielanos dos ditos en-
genbos: os pretendentes di rija m se ;.o
Pao
Estabclecida cm Londres
tms> m mu,
CAPITAL
Cico a\i\\ives de \*vbrvs.i
esterVVnas.
Recife, atmazert q. ."i(j.
Saca-se sobre Portugal em casa
j de A ugusto C. de Abreu
Na ruado Imperador n. 28, aluga seo ven-
; de-se em grandes e pequeas porcoes bichas
hamburguesas, tajtibem cal da mais nova que
ha, para fabrico do assucar, por proco commodo.
Iicsencaiiiinlio'i-se uina letrada quantia de
n.OHOEOOO. (tres conlos de rcis, sacada em 2b de
fevereiro, por tzidoroHalday &C c aceita pido
Funileiros.
Precisa-se de ofTiciaes : na rua Nova n. 3S,
Sociotladc bancaria om
commandita.
Sao convidadas as nessoas que a?sig-
naiam para a sociedade Amorim, Fra-
goso, Santos & C. a realisarem a pr-
ineira entra la de 25-por ecnlo do capi-
tal ate odia 1G do corrente mez, no
sociedade rua da
n> 5, recebendo-se
anda ale' o dia 1 i- alguraas assigoaturas.
Saur'ers Brothers & C." tem a honra de-ln- I Sr. Sebasiio Jos da Silva, a vencer-se em 28 eSCnplOnO da tllCSina
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de pde junho do corrente auno. Cuja letra lica sem Cadeia do Rcifc
casas, caguemmais convier, que estn pleaa- i^'Heiio visto loro mesmo Sr Silva assignado ou-
menle autorisados pela dia companhia paca \*T* 0,n ubslituiso daquella Recile 8 de mareo
elTectuar seguros sobre edificios de lijlo e p*-;,de ^(i().
da, cobertos de telha e igualmente sobre oe j
objectos que coutiverem os mesmos edificios, j
quer consista em mobilia ou em azendas de:
qualquer qualidade.
-----Hoga-se aos Srs. dewedoces a firma social
de Leite & Correia em liquidado, o obsequio |
de mandar saldar seus dbitos na loja da rua do cfronlc da Cune
(Queimado n. 1().
romano.
Precisa-se de urna ama : co pateo do Ter-
co n. 26.
O Dr. Francisco de
Paula Bapti&ta continua a advogar em
seu eseriptorio na rua das Trincbeiras,
sobrado n. 19, 1- andar, onde pode
ser procurado para este fim todos os
dias uteis, das 9 horas e meia da ma-
nhaa al as 5 da tarde.
Ensino particular.
O abaixo assignado, residente no terceiro an-
dar do sobrado n. 58 da rua Nova, contina no
Liquidacao
As pessoas que quizerem assignar a versaa
poitugiieza das Iuslitulionis juris romani pri-
tati por Warnkivnig, as quaes lem de servir ust
anno de lexio as prcleccoes de Dircito Romano,
cm subsliluiro aos Elementos de Waldeek. po-
dem deixar seus nomes e o importe da asigna-
tura (1200), na rua do Crespo n II, loja de
livros, onde deverao procurar a 15 de marco a
que houver impresso.
Sorveles.
assim como pela coutinuacao da sua fabrica em Pernambuco, para modicar o mechante- SSSiiS^
mo a vontade de cada comprador, e de fazer osconcertos de que poder&o necessitar.
:
O abaixo assignado por causa de seu oslado de
saude. nao podendo continuar com o seu esla-
' belecimenla di inolhados da rua da Cadeia do
Recife n. 25. defronte do becco-Largo, assim se
faz preciso liquidar todos os seus negocios : roga I Na rua estreila do Rosario n 12, primeiro an-
por favor a lodas as pessoas que lhe sao devedo- dar, baver de hoje em diantc sorveles das rae-
res viren pagar o que devem at o fim de Ibores frucias do peta, das 6 horas da tarde em
rcar*' w i r j .. .dianle, pelo que avisa-se a rapa/iada que se
.uonoei Jott do basamento e Stlca. acha preparada urna sala bstanle fresca o livre
Prec sa-se de urna ama para tra- das vistas dos passeianles
tar de dous menino de 7 annos : na ~ All"''oJs Vai subdito porluguez, relira-
d%w i i w "n *^ paia o tiio.
a Madre de Dos n. 06, primeiro
anpar.
Saca-separa o Porto e Lisboa, no
Compras.
escriptorio de Carvalho Nogueira C.:, r
Jos Mara Machado de Figueiredo. na rua do Vigario n. 9, primeiro andar. I l0r7o 2^!*1f mo?das ^ our? ; -no ^i-
rua do Trapiche n. 11, primeiro andar.
4
i
,<



fr
DIARIO PE TERHAMBUCO 8ABBAO 10 OT ttARGO DE 1860.
Allencao.
Compram-se, vendem-so e Irocam-se escravos:
na ruado Imperador n.21, primeiro andar.
Na na do Trapicho n. 9, armazem de as-
socar, de Jos de Aquino Fonseca, comprara-se
coniinuadamentc modas de 16jf e 20;000, guias
dos Estidos-Unidos, modas de cinco francos,
curas hosDanholas e mexicanas, eni grandes e
pequeas porces.
=r Compia-se urna negra crioula, de bonita fi-
gura, de 18 a 20 anuos de iJadc, que >:aiba cozi-
nhare engommar muito bem. que co3a algunia
cousa : na ra do Brum n. 16, armazem de Ma-
nuel Jos de S Araujo.
Constante-
mente
corapra-se, vende-se e Iroca-se escravos : na ra
Direita n. 6C.

Vendas.
N*3 na das Crnzes teberna n. 40, vende-se
queijos novos a 2*000. velas estearinas muito
boas a "00 rs., milho muito bom a 320 cuia :
junto ao sobrado novo do Sr. Figuciroa.
Confronte a travessa de San-Pedro.
7Ra Direita-7
ilellesaBles que se acaben
Bor/.eguyis do 1' qualidade............ 9^000
n is de lustro e pelica................. 8$o00
Dilos econmicos...................... C9OHO
Sapates Ia qualidade.................. 6JJ500
Kilos de lustre......................... 5500
Hitos de bezerro........................ 55000
Ditos econmicos de lustre -J500 c___ 39500
tos entrada baixa.................. 3$.00
Ditos de borracha -2$, 2J200, 2*400 e.. 600
Para senhora.
Borzeguins, Ia qualidade.............. 5^000
Dito com sallo bailo.................... 43U0
Sapatos de lustre francez.............. f
E.um completo sortimento de outros calcados e
I a mancos de todas as qualidados, cabedaes para
fabrica, como como de lustre, bezerro, marrj-
quim, ro'iro, sulla cele. : na niosma luja preci-
sa-se de ofluios de sapateiro, paga-sc bem.
Espermacete
A 640 ris
a libra, manteiga inglesa a 800 re., dita franeeza
:. 600 is., bolachinha iugteza a 20 : na taberna
da Estrella do pateo do Paraizo n. l.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
u ; 1 .'hampa r\ dem, dito miiscalel, dem : no
armazem de Barroca 4 Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. .
3?^S?'
/ >- < "-"- -
Sfiv
"**-C$\ -n.

AS HELHORES 51 ARPAS I)F. COSER
DOS
Maia afamados autores de New York
f.M SINCERAC.
1:
WHEELER c\ WILSOX.
:i cimento vendem-se as machi-
nas desloa dons autores nnstram-so a qual-
qjier hora d 1 .lia ou da noite e responsabilisamo-
- por sna boa quali lade e seguranea :no arma-
zem de hienda* de Raymuodo Carlos Leite &
. ro da fmperalriz n. 10, antigamente
1 da Roa-Visla.
........... .;
: '
i

f.'
.",
j
GRITO E VARIADO SORTIMEMO j
DE
< ilouasj) eias c fazendas i
NA
luoja e armazeai
:

Na ra do Queima-
don. 46.
Ricas sobrecasacas de panno fino prctos
e de cores a 28$, 30j)e 35?, tambera temos
, paletots dos mesmos pannos a 223 e 243,
i alella de casemira de cores de muito
bom gosto e finos a 12j, IJf, \6 e 18, di-
losdo panno prto para menino a I83 e
i 2 Ig, ditos de casemira de cores a Sj o 10$,
c ilcas de casi mira de cores e pretos ejun-
nle para meninos 3 7, 85, 9, 1U e
: 12S, rolletes de gorgurao de seda e case-
: mira a 5, 6! e.ff, paletots de alpaca pre- \1
: tos de cores saceos a 49, dilos sobrecasacos '',
-: a 7# e 8$, ditos de brira, de esguio c do :>
fustao tanto brancos corno decores a 4*. 3*
. !v-i 10, 50 e 6$, rabas de brins brancosmui- i!
; to liaos a 5f, 63 e/5, rlleles brancas e de :'
; cores a 3j e 38500, camisas pira meninos i I
I diversas qualidades, calcas de brins de ^
ras a 39500, 4$ e 5, un rico sorli- :
; ment do vestidos de cambraia brancoa
1 lados do melhor goslo que tem appi- -!
i reid, a 2S?, manteletes de fil preto e de :
cor muito superior goslo e muito niQderno 8
a 2O3 cada ume 249, ricos casaveques de !'
cambraia bordados para menino a 10J, di- ''
': tos para senhora a 15$, ricos enfeites de :;
frocu de velludo gnslo melhor que tem ap- ti
. parecido a IO3 e 12?, e oulras muilas fa- j'
zondas e roupas feitas que com a presenca 3j
do freguez se far patente.
i:
Casacas para a paresma;
; Neslo mesmo eslahelecimento ha um
iiii- sortimento de casacas prelas, as- i
simeomo manda-sc fazer por medida a ron- '
lade do freguez. escolhendo os mesmos os I
mnos a scu goslo sendo os presos a 35jJ
: e 40^.
Camisas inglezas
No mesmo estabcleciraenlo acaba de che-
: ?ar uro grande sortimento das verdadeiras
raraisasinglezas peilos delinhocom prega"
; largas, uluma moda, por ter-so mui;
; qiianlidade determinou-se a vender
(i menos do valor sendo a duzia a 34>.
po
:
Pa\c tota 3,000.
Na ra do Crespo esquina da ra do Imperador
toja n. ;.. vende-se puletol de brim pardo de li-
nho a J? rada um.
Suissos.
Em casa de Schafheitlin
& C, na ra da Cruz n. 38, ven-
de-se um grande e variado
sortimento de relogiosdealgi-
beira horsontaes, patentes,
chronomelros, meios chono-
metros, de ouro, prata doura-
da, e foleados a ouro ; sendo
estes relogios dos primeiros fa-
bricantes da Suissa, que se
vndenlo por precos razoa-
veis.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
o Sr. James Crabtree & C. n.
+*fg.X8*?i*
(wKEMP NTraYoiuO
PI LULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
ib mi mi?.
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONDECIDO
Contraconsliparoes, ictericia, atfecees dofgadc,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
Hemorilioidas, diarrhea,doenras da
pelle, irupcoes,e todas as enfermidades,
PROVENIENTES nO ESTADO IMPURO DO SANLE.
75,000 carias desle remedio couscmmem-se an
nuaimente I
Remedio da nntureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
para fallar, com
12, ra da Cruz.
Barato que admira
e affianca-se a qualidade.
Vende-e vinho engarrafado do Porto fino a
800 rs. a garrafa, espermacete a 610 rs. a libra.' pu-amento vegetaes, nao contera ellas nenhum
!!?!!!!lfLg^glt?^n*',rTveX"a8W*,;i0'|i *<' "em algum outro mineral;
nnhn a .160, cha 1S800 rs. a libra, arroz a lOOrs. ,- ,. .....
a libra, doce de arar a 400 rs. o caixao : no pa- eslao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
leo do Parai/.o n. 16', casa com oitao para a ra raresguardar-seda humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
era sua operaro, e um remedio poderoso para i
juventude, puberdade evelhice.
Lea-se o follietoque acompanhacada caixa.pelo
qual se ficar conhecendo as militas curas milagro-
sas quelera effectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e propietarios.
Acham-se venda era todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra daAlfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Juliiio n 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
da Florentina.
Pa\ctot a 2L.OOO.
Na ra do Crespo esquina da ra do Imperador
n. 5, vendem-sc paletots de ganga amarclla a 2fl;
cada um.
Vendem se arcos de po e presos
pira barricas : no eserptorio de Car-
vdho Nogueira & C, ra do Vgario n.
9, primeiro andar.
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do fiedle n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e do superior qualidade, assim como tambem
cal virgera em pedra: ludo i>or urecos muito
razoaveis
lua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Ainda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidaQao da firma de Lcile & Correia, as |
quaesse vendem por derainuto precio, sendo en-
tre outras as seguintes :
Magos de meias cruas para hornera a 1$600
2*000
Atteiico.
Vende-se na ra larga do Rosario, pass.indo a
botica a segunda loja n. 40, bonds para ca-
bello preto muito em conta, assim como lia pan
toucas, dita para bordar muito em conta, na
mesma loja vende-se gollinhas muilo em conl,
c muitas qualidades de rap muito fresco e 01-
vista do
tras mais miudezas em conta. que a
comprador se dir o preco de tudo.
Vende-se por preco com modo um
excellente carro de 4 rodas para dous
cavallos, o qual tem pouco uso e muito
4&000'boas molas, vende urna pessoa que se
38000 retira : a tratar na ra do Trapiclie No-
4&000 vo n- 9v
Z% Epechincha.
Ditos de ditas de cores
Ditos da ditas cruas muito superiores
Ditos de ditos para senhora
Dosde ditas muito finas
Corles de calca de meia casemira
Ditos de ditas de casemira de cores
Dilos de ditas de casemira nreta a 5 e 69000 Ja^SS^JItS^SSS! !f T Di^,"',
n-o, xende-se vnlros degnmos de todos os ta-
l&OOO
manhos para caixilhos, excellente vcrniz copal
propno para carros e obras de folha, a I5OOO rs.
a libra, agua-raz a 25000 ogalo; assim como
z-IPOOOi tintas de todas as qualidades, tanto para funilei-
' ro como para pintor, o por prego commodo.
19,
Brim irangado branco de linho fino
vara
Cortes de colele de gorgurao de seda
Pao prelo fino, prova de mao 3J e 4000
Grvalas de seda pr6ta e de cores 1??000
Riscados francezes, largos, cores faxes
cea lo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas e.Ureitas 160
Piiscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Persas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 250OO
Tiras bordadas 200 I
Camhraias lisas muito finas peca 4$000 j
Ernestinas de cores para vestidos covado 240 LargO.
Chaes de lia bordado, de seda om 2,000 ^^X'^T^^t"fSS.TS
Grodenaple preto, largo covado 1*800 e 2*000 | ,a(J.a Ps','9'n "a loja. resolvoram-se a vende-.'aa
Seda, e sarja bvrada 1??800 e
Vestidos brancos borJados para baptisado 59000' f"c"das de gosto
Farelo de Lisboa
por commodo preco: na ra do Vigario a.
primeiro andar.
Liquilae
para acabar.
Ra da Cadeia do Recife nu-
mero 23, defronte do becco
%rnm Pr lt", [,r0Cl> P'lra acabar, afim de sorlirem,
i! como lencionam, o raesrao estabelecimento
com
Veos bordados para chapeo
Entre meios bordados
29000
19600
1*280
100
200
Athoalhado adamascado lar^jo vara
Lencos de chita escuros um
Gangas da cores para palitos covado
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conteudo 4 forna- '
lhas, e Torno para co/.inha cora lenha 011 carvao,'
ptima invencao pela economa de gastar um j
terco de lenha ou carvao dos anligos, c de cozi j
nhar cora mais presteza, tem a difTeren^a de se- I
rem amoviveis, oceunarem pequeo espaco da '
casa, e de fcil conducrao : vendem-se por'prc-
cos muilo mdicos, na fundico de Francisco A.
Cardoso (Mesquita) ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da pon-
te do Recife, e ra do Queimado n. 30.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-so os me-
Lhores chapes de castor.
Cambraia organdys a 300 rs. o covado.
Chitas francezas de indos desenhos a 210 rs. o
covado
Manguitos bordados a 3*500.
Alpaca prela fina 500 rs o covado.
Brinzinho de linho a 400 rs. o covado.
Ganga de cor a 500 rs. o covado.
Barege de seda a 610 o covado.
Chales de laa a 2:500
Oilos de algodao a 1*.
Vestuarios para crianca a 3}.
Cortes de vestido de seda a 16*.
Ditos de dito de tilo a log.
V'esilas de merm a 8&.
Paletots de brim de cores a 3$.
Calcas de brim de seda a 3*.
Efeiles de flores a lg.
Cassas de coros a 200 rs. o covado.
RELOGIOS.
Aviso,
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
doTiapiche n. 42, ven.le-se salina para hornera
8 penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, caleiraa para cavaoelc.
Botica.
Cartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contrasezSes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
-Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra fobres).
Ungento Ilolloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de oncas a
lzubras '
Assim como tem 11 m grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Lingnasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem deLuiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de Cu-
nha& Silva, ha para vender cera de carnauba
de boa qualidade por menos preco do que em
outras partes.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praoa do Corp o Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos comraodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle Kosto.
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendera-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barAto prego de 500 rs. a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irrao conlinuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4&500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3$ a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3J800 a duzia, ditas cruas ln-
glezas para Hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 63, paletots de
alpaca prela e do cores a SJ, ceroulas de linho
e algodo, camisas iuglczas muito superiores a
60$ a duzia, organdys de lindos desenhos a
IglOO a vara, corles de cassa chita a 3j, chita
franeeza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4S&00, 5$, 5$5I)0,
6,7 e 8j, chitas inglezas de cores xas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4$, cortes de
calca de brim de linho a 2#, ditas de meia case-
mira a 2*240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Cheguem a Peetndrar 40 Ra do Queimado. 40
Na loja do Preguica na ra do
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
Do-sc amostras com penher.
cores com
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chaly e merino de cores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e -100 ris o cova- u-"v iui
do Oalles de merino estampados mnito Cnospelo Corlos de vestido de seda de
deminuto preco de 2:500 cada um musselinas _"abados
modernas, bastante largas, de variados padroes Dl,os de dila preta com babados
a 260 e 280 ris o covado grvalas a fantazia.o llllos de dila aze phantaza
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 rada urna, e umeras de fil de seda preta bordadas
oulras muitas fazendas, cujos precios extraor- T"'""" de grosdenaple preto bordadas
dinariauente baratos, satisfaro a expectativa > Gl0Sden3ples de cores com quadrinhos
do comprador. covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda tarrada preta e branca, covado ljf e
\ Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
pulcetraa e lequcs: de iorgur;)i propria parfl forrS
endem-se na ra do Imperador n. 7, Corles de vestido de seda de gaze trans-
i do Lecomte. prenles
Loja da boneca ra do Impe-
rador n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
os cabello? em de/, minutos, como
tambem lingem se na mesma casa a
qualquer bora.
Sndalo.
s,r
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Manas de blonde brancas e prelas
Dilas de fil de linho prelas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
m
s^^M^aMa**'ttaf4araia V '"raa e linho bord
ZBVM BSRQlBllSM^9^Sf9eg i Ditos de dila de algodao bordados
i
GRAKDE AUHAZE.1I
DE
a
ogooo
120
3<>
250
40
lOO
1JOO0
200
$
por se
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera a senhora,
de um dos melbores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors k C.
Vidros para vi-
draca.
*
A 6$ a caixa: na ruav larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retatho do t&manho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existen no
mercado, e despachados hoje, Tendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
rs*/.^ O agenle do verdadeiro xarops do Bosque tem
estabelecido o s-u deposito na ra da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na botica e arma/.em de drogas de Vi-
cente Jos de Brltoi Flho : desnecessaro fa-
zer elogios bondade desle xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
taco que geralmente tem tido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
co do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an
lidolo para todas as molestias dos orgiiospiilmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios. e no falsifica-
do esta lithographada.
Almeida & Barcos.
vendem em sua lnjn de fazendas finas, na ra do
Cabug n. 8, por menos do que se costuma ven-
der em lojas de miudezas
PENTES DE TARTARUGA da uliima
moda, fornidos ;i ..............
BOTOES PRETOS DE VIDRO, para casa-
veques, a duzia...............
FRANGES PRETAS de seda, a vara ....
DITAS DE CORES de seda, a vara......
TRANCINHAS DE LAA du coros, a vara
CIIICOTINIIOS a...................
BENGALAS linas a......................
TliESOUK.VS pequeas, rada urna......
BICOS de seda, de diversas larguras___
DITOS francezes de diversas larguras___
Em porco ainda so uende por menos,
querer acabar.
Verdadeires luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na ra do Im-
perador n 7, loja do Lecomte.
Altcnco.
a
Vende-se urna cscrara parda, do vinte e tan-
tos anuos, sabe engommar muilo bem, coz* e faz
labyrinlho e cozinha ; vende-se com duas filhs,
una com 4 annns c outra com 1 mez de na.scida .
estes escravos sao rendidos por circunstancias
de familia : quem pretender diriia-se as pateo
do Terco n. 16.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa : em casa de S. P Jo*
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cartlozo,
tem um grande sortimento de
tachas-de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
d ido como ba.1 ido tfj' v^
SYsfESf HEWC'DE HOCIWaY.
nLULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, compoclo inleira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delectoria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicio mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inleramente innocente em suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doen^as de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
quesejam.
Eulre militares-de pessoas curadas cora este
remedio, muitas que j eslavam as portas da
mortc, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As otitis aflliclas nao devem entregar-?e ade-
sespeiarao facam um competente ensaio dos
efficazea effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperariio o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiqner das seguintes enfermidades :
Febreto da especie.
Gaita.
Hernorrhoidas.
Hidropesa.
Ictericia.
Indigestos.
Inflaramacoes.
Ir r egu a ridades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obslrurcao deventre.
l'htysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheuraatisrao.
Symptoraas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Veadem-se asbocclidhas a 800 rs. cada ama
dellas, coHtem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambueo.
Jacaranda superior
tem para vender Azeredo & Mondes : no scu ar-
mazem do largo da Assemblca o. 9.
j Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
toj Casemiras dera idem idem
H Gollinhas de cambraia de todas as qca-
3$ I lidades de 600 js. a
jr Chales de touquim brancos
jj| Dilos de merino bordados, lisos e es-
n i\r r\ i 9; lampados de lodas as uiialilades
Rila Nova l. 49, junto 8 Enfeites de ridrUho francx-les P" tos e
B a igreja da Conceicao dos pjjs de cui
Militares. i i Al'c.rlu"s Para n d Hk* e algo-
U Noste armazem encontrar o publico S J~t??* ? cores
S um grande o variado sortimento de ron- ?t> lls Dulu0 de varl3S T'alidades
t: pas feitas, como sejam casacas, sobreea- ^g : Chapeos francezes linos, forma moderna
$ sacas, gndolas, fraques, e paletots de i|>! Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
I Camisas francezas, petos de linho e de
panno lino prelo e d cores,'paletots e
y> sobrecasacas de merino, alpaca cbomba-
zina prclos e de cores, paletots .
fl casaros de seda e casemira de toros, cal- a
i Casde casemira preta e de cores, dilas de &
>i- merino, de princeza, de brim de linho S
e sobre- ;>.
?.g algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
a

branco e de cores, de fustao e riscados,
calcas de algodao, collelea de velludo
|| prelo e de cores, ditos de setim preto e
4* branco, ditos de gorgurao e casemira, di-
zf 'es de fustes e brins, fardamentos para a
* a guarda nacional, libres para criados, ^
a*; ceroulas e camisas francezas, chapeos e =a
x, grvalas, grande sortimento de roupas &
|g para meninos de G a 14 annos ; nao agr- ||j
o dando ao comprador algumas das roupas a*
^ feilas se apromplaro outras a gosto do 4s
j comprador dando-se no. da convenci- gg
mz&-^w^$mtmm&mmz-!%n \*m* de cores, covado
>elbuiina decores, covado
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muilo finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, Lia e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de
meninas
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
cores para
Saunders P.rotliers & C. tem para vender em
seu armazem, na praoa do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentircente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
velludo pretas c de co-
Pulseras de
res, o par
Hilas de seda idem idem
Um sortimento completo de vas de
seda bordadas, ls:s, para saaoras,
homens e menines, de todas as qua-
lidades
Cortes de collcle de gorgurao de seda
de cores
; Ditos de velludo muito finos
; Lencos de seda rozas para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
j Sapalinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de.cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
i Tafel txo, covado
i Setim prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
; Setim liso de lodas as cores covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
, vado a 260 e

9

9
9
1&200
5
3$000
19500
IOjJOOO
16J000
1$1'00
9
9
9
9
9
s
S900
9
9
59000
9
9
3}S0O
9
0fMO
89500
S
9
S
9
S
9
19600
9320
1-5200
5700
2$000
lOOO
cm grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
^endem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6:50o. 7 e *#. ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7, 9 e 10$, ditos de lontra pretos e
de ceies, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
3JJ500, 5, 6, 8, 10 e 12, dilos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 29500 a 74, di-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre', di-
los de casemira cora aba forrada de palha, ou Ciiss,1s francezas de cores, vara a 500 e
sem ella a 4$, dilos de palha ingleza, copa alta Len-os de seda de gorgurao Drotos
e baixa, superiores e muilo era conta, bonetes Collariuhos de >> a/v Z
lraneezesedateira.de diversas qualidades, para u'1Jn"n0b 0u "uuo de linho mo-
meninos, chapeos de muilas qualidades para me- demos
ninas de escola, rhapelinas com veo para sontas- L!,n completo sorliraento de roupa feita
ra. muito em conla e do melhor go,io possivel, 1 sendo casacas, sobrecasacas naletou
. chapeos de seda, ditos de palha amazonas, en fe i- roii,, nt, o,t(-a^cas. pa'etots,
I tes para caliera, luvas, chapeos de sol, e outros de fez rt BBliSS qualidades
I mu tos objeclos que os senhorr-s freguezes, vis- n .' UZ0I"J;1S
! ta do proco e da qualidade da fazonda, nfio dei- 'e'""ln e obra? do ouro
xaro de" comprar; na bem conhecida loja de Corlea de casemira de cores de 59 a
chapeos da ra Direila 11. 61, de 13. de B. l'cii
~l ^i
9
89000
29300
2<100
190C0
$500
I96OO
t
9325
60
t
15000
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
I Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extciuta-
cao.
Denilidadc ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dordegarganla.
de barriga,
nos rins.
Dureza no venlre.
Eufeimidades 110 ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Vendem-se fazandas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, era pera e a rcta-
lho : na ra do Queimado' loja de 4
porlasn. 10.
.
9
129000
Relroz do Porto a 15$000.
\cnde-se relroz pelo o de cores da prfmeira
I qualidade pelo diminuto preco de 15 a libra o
sendo em porco se far alguma diferenes ao
comprador : no Forte do Mallos ra do Codor-
niz n. o.
Cocos italianos
de follia de flimlres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven- '^ dt un|Cro.
do-se algodao com 8 palmos do largo, pelo ba-
rato proco de 600 rs. a vara ; este algodao serve Acaba de Cliegar do RO de Ja
p..ra toalhas de mesa por ser de superior quali- 1
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonolorjica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Algodao raonslro.
AG00 rs. avara.
4,000 rs.
por sacca de
Irmos.
milho; nos armazens de Tasso
Nova inYeiifo aperfei-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmo.
Ra do Queimado n. 37.
A SOS corte3de vestidos de seda que custaram
60J; a 16j cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 30$; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbola : na ra da Cadeia do Recife n. 48, le-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia a. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SABAO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso 4 Irmos.
Fariuha de mandioca
nos armazens de Tasso di Irmos.
ilbo
oa ra*?ens da Tasso 4 inos.
Para a quaresma.
Sedas pretas la.-radas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, corado
Dito largo e muito superior a 2> e
Sarja preta larga, covado
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
gj Continua-se a vender fazendas por bau"^'
proco at mesmo por menos do sen valor
^ atim de liquidar contas : na loja de 4 portas K
Si "a ra do Queimado n. 10.
15600
2*000
1SSD0
2r5no
2;000
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, selhns esilhoes is-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, clicote para carros e
montana, arreios para carro de um e dots -aval-
03. e reoslos d'ouro patente inaleze.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e nscadas: vende-se na loja de Leite
4 Irmo na ra da Cadeia do Recife u. 48.
Vcnde-sc um grande sitio com casa de vi-
venda, muilo perto da praca, com duas grandes
baixas de capim que se cortara 100 feixes diarios
de vero a invern; o terreno proprio, pasto
para vaccas de leite, e plantaces do verdura, com
seu coqueiral, e algumas agrores de fructo : quem
o pretender, dirija-se serrada da ra da Praia
numero 55.
Atteuco.
Vende-se a armaco da loja da casa da ra de
Hortas n. 29, sem gneros : trata-sc no becco do
Campello n. 4, primeiro andar, por cima da ta-
berna.
n


DIARIO DE PBRNAMBUCO. SABBADO 10 DE MARCO DE 1860.
DEPOSITO DE NANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESfABELEMEXTO DE
Ra Nova n. 27, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste eslabelecimento acha-so um completo e variado sortimento dos molhores, mais
elegantes e mais bem construidos pianos do que ha nolicii. Nao s se cn:onlram bellos mag-
nficos pianos allcmes, nlre ellrs os de CARLOS SCHF.El.o melhore mais insigne fabricante al
hoje conhecido como tambera ptimos pianos franrezes de Erard. A construcco de todos elles o
miis seguro, o mais lindo einteiraraente apropriada ao clima deste paiz, e as Vozes de lodos elles
sao exccllcnlcs e mu harmonosos. Este eslabelecimento otl'erece as maiores garantas aos fre-
guezes e aos compradores em geral, porque alm de seren mui razoaveis os precos destes instru-
mentos, ha toda a promptidaoe (Idelidade as compras; sendo ahi respousavel por qualquer de-
leito que possa existir c que se deva reparar.
Namesma casa aflna-sc e concerta-se pianos cora a maior perteirao possivel.
Grande sortimen-
to de metaes de
todas as qualidades.
Um riquissimo sortimenlo de melacs de todas
as qualidades, chegndos a esta loja, na ra No-
va n. 20, pelo ultimo paquete tnglez das seguin-
tes qualidades :
Riquissimos apparelhos de metal plaque, pa-
ra almoeo.
Riquissimos temos de salvas cm temos e
ayulsos, de todos os lamanhos, e de muilos bo-
nitos desenhos, imitando prata. que por gos'o
se pode comprar; na ra Nova n. 20, loja do
Vianna.
Riquissimos pares de lanlernas, altas e bai-
xas, lamanhos muilo reg'ilares, para ornamentos
de sala e toilettes de senhura : na ra Nova n.
20, loja do Vianna.
Riquissimo sortimento de cestos para fructas,
ditos de galheleiros, ditos de paliteiros, tudo de
en
Com toque de arara
a 1:800
Cortos de vestido de ehita rocha fina a 1:800
lencas de cambraia brancos a 2:000 2:500 355
4:000 a dusia dilos com 4 palmos por cada face
e de i e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zeru de fazendaa de Raymundo Carlos Leite Si
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
37 Ruado Quciinado57
Loja de 4 portas.
Chegou a este eslabelecimento um completo
sortimento de obras fcitas, como sejam : pal-
... __ r l------ *v *>! i'i < nu> iif? UUC lUlUlluiu SU"
tots de panno Lno de 16$ al 283, sobrecasacas mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
de panno fino preto e de cores muito superiores '
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de booilos Irancelins para os niesmos.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOI..OWAY.
Milharosde individuos de todas as nacoes po-
dem testeniunhar as virtudes d.ste remedio in-
comparavel e provar em caso neressario, que,
pelo uso que delle zerard tem scu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilliosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as rclalam
todos os dias ha muitos unnos ; ea maior parte
deltas sao tao sor prndenles que admiran, so
linissimo metal e muito baratoquedever agradar a 3^* um completo sortimento de paletots de
DE
ummmm i fmmm u wmm.
Sita na ra Imperial u. 118 e 120 junto a fabrica de sabo.
ao comprador : na ra Nova n. 20, loja do Vi-
anna
iVestidos pretos|
de grosdcnaples.
~ 3 les de vestidos para senhora, de grosde- |jg
C naples pjelo rom saias ricamente borda-
5 das, ern seos grandes carles, com o ali-
is le de 30 por eento do preco que nao ha
3g in"ito se venda, d-se a 70g.
Para vender
i urna negrinha de 15 a 1C annos, saben do bem
coinbar e engomniar, no Manguinho, em frenle
do sitio do l)r. Accioly.

riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendera por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho c de panuinho de 2J at 5g
cada urna, chapeos franeezes para homem a 8#,
dilos muilo superiores a 10#, ditos avelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de iJL 58 e at 7JS
cada um, dilos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palhpara senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, dilas de palha de Italia muito finas a
25J, cortes de vestido de seda era carteo de 40$
ate 150$, ditos de phantasia de 165 at 35$000,
gollinhas de cambraia de 1 at 5$, manguitos Alporcas.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida
por Francisco Belmtro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre prnmptos alambiques de cobre de dilTercntes dimencoes '
0^ a H'tWlOsl cimnli>< f?ot\rnitnc min .!< *.litnr nii.'ii-H.int.i inimll.AD dfii; t ..*....:...___.i:___i
.-..j.c i ^iTi"-iniiiinm' un .-' iiijin I 1 nil] lilV'3 i Ul II. I'l j u i .s U
(de 300& a 3:000?) simples e cobrados, para destilar aguldente,
para reslilar e destilar espiritos com graduaeao at 40 gios [pela
aparelhos destilatorios eonlinos
graduaeao deSellon Carticr] dos
do 1$500at5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colleles, paletots e cairas de 3js500 at
I 4$ o covado, panno fino preto e de cores de 2#500
al 10$ o covado, cortes de colletede velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de go-gurao
Em casa de E. A. Rurle & C, ra da Cruz n. | de ***** brancos de tom' tudo Por Preco
48, ha sempre para vender um completo sorti- i Daralt atoalhado de algodao a j260 a vara,
ment de ricos e excedentes pianos de ledos os corles de caseniiras de cores de 5 al 9$ "rosde-
P,r^VVlUalda i C8' S q,!aeS -a d.- milil du- ; nPles de c> e pretos de 1&600 at 3*200 o
racaopela sua boa construcco. Estes pianos rftvailn ^,:lhI. .,.._. *~1
Pianos venda
Ku.u i..-..i,ii fui'juiji i-s|iiiuus iuiii gitiuiini_Mii oie "iu giuud [peiii grauiaruo oo s-ellon (.amor dos
melhores syslemas boje approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do imperio, bombas
de todas as dimencoes, asperanles e de repucho lano de cobre como de bron/.e e ferro, tornciras que foram pVcmiados m^imidffl^a'nrim^ I covado> espartilhos para senhora a (i$, coeiros
fVrrr? nA%na h",-.1,^n'C,n,OSe f .i P"a/',.la'lli;illf lanque* etc., parafusos de bronzee ; ra classo na exposicao universal de 1855, alera de casemira ricamente, bordados a 125 cada um,
asdirapnr.-^,!r SSfi P SSf! ? -1" ^ 1*"' ^'"n de f^ l ctumbo de ,odns de d( 3 cordas.sao de jacaran- ]onr-os de cambr;'ia d 1*0 bordados para se-l
a dimencoes para encamentos. camas de Ierro com armaeao e sem ella, fugues de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeieas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em (encole barra, zinco ern leneol e barra, Isnces e
arroellas de cobre, lenccs de ferro a latao,ferro suecia inglez de todas as dimnses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza epetfeco j ennhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos Com a sua confianca, aeha-
r na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessua habilitada para tomar nota das encommendas.
<& e chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren! podem cmpralos com 20 OU 30 0|0 de
menos que em outra qualquer parle.
Attenco.
1 1*000
105000
73000
$500
icono
3000
PEVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBAUO
PELOS SRS.
0. Antonio da Costa A. F. de CaslilnoA. GilAlejandre HerculanoA. G. Ramo:A"Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira Uarreca-Aires BrancoA. P. Lopes de Mendonea A. Xavier
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Barreiros-Caib.s Jos CaldeiraB. Pinto da Silva e Cunha-F
Gomes do AmorimF. M. BordalloJ. A. de FreiUs OlveiraJ. A MaiaJ \ Marquesj de
Andrade Curvo-J. da Cosa Cascaes-J. Daniel CollaqoJ. E. de Mai.-alh.ies CoutiniOi. G. Lobato
Pires-J. I da Cunha Rnara-J. J. da Graca JuniorI. Julio de Olveira Pinto-Jos Maria
Latino CoelboJulio Mximo de Olveira PiraenlelJ. Tedio de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
lose de Torres-J X. S .da Molla-Leandro Jos da Costa-Luiz Filippe Leite-L.uz Jos da
Cunha LA. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValenlim Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira da MottaRodrigo Paganiao.
Destinado a resumir lodas as semana* o raoriraento jornalislco e a offerecer aos leitores, con-
[niilamente com a revista do que mais notavel houver occorrdo na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou ras artes, alguna ligua oiiginaes sobre qualquer destes assumplos, o Acmvo universal
desde Janeiro de 1859, era que comer.ou a publicar-se, tem salisfeito aos seus lius, com a maior
exaclido e regularidade.
Publica-se lodas as segundas feiras em folhas de 1C paginas, e completa todos os semestres
um volme de 120 paginas cora ndice e frontispicio competentes.
Assgua-se no escriptorio di-ste Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. 8.
Preeo da assignatura : pelos paquetes vapor lOjjio por anuo ; por navio de vela 8S 'moeda
brosileira). '
Ha algumas colleccoes desde o comeco da publicaeao do jornal.
Na ra Direila n. 5o vende-se por diminutos
precos o seguiile :
Palitos sobre-casacos de panno preto.
Hilos saceos dito dito.
Dilos de mia casemira com gola de va-
hdo da nvsma cor.
Ditos dito dito saceos.
Dilos ile alpaca pretos.
Ditos dito dito saceos.
Dilos de merino setira sobrecasos c
sai-eos
Calcas de casemira de cores linas.
Ditas dita pelas.
Ditas de biini de linho de cores.
Ditas dito dito.
Cortes de casimiras finas de cores a 5J e
Chpeos de feltro finos pardos.
Cassinetas de cores com palmos de lar-
gura covado.
Corles de riscado francez com 13 e meio
covadrs por.
Chl is francezas muilo finas covado 260,
28! e
Hursolinas miudnhas covado
Lencos de eassa todos bordados
bieo largo muilo tino
Corles de vestidos brancos com barra
de salpiquinhos. 4*500
Ditos ditos dilos bordados. 4|000
nhora a 9 e 12 cada um, ditos Usos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 al 20j) a
duzia, casemiras de cores para coeiro, covado a
2$00, barege de seda para vestidos, covado a
1400, um completo sortimento de colleles de
gorguriio, casemira prela lisa e bordada, e de
lusliio de cores, os quaes se vendem por barato
prce.o, velludo de coies a 78 o covado, pannos
pan cima de mesa a 10J} cada um, merino al-
cocboado propno para paletots ecolletes a 2.5SOO
o covado, bandos para armaeao de cabello a
1^500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem.eum grande sortimento de macas e malas
9SO00 le pregara, que ludo se vende vontade dos
TcoOO freguezes, c oulras mullas fazeudas que nao
S&500 Possivcl ai'ui mencionar, porm com a vista dos
2s500 l'0D1''r'"lnres se moslraro
CJ- Defronte da matriz da Boa Vista.n.8.6, ven-
detn-se e alugam-se bichas de lUraburgo, por
menos do que em qualquer outra parte, amola-
se qualquer crpimenta, tira-se e chumba-se
denles, sangra-se e faz-se tudo quanlo perlenee
e arle de barbeiro.
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospiroes, onde de viam soffrer i
amputaeaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padeeimeutos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das laes pessoas na
enfusao de seu recoiihecimenlo declararara es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e oulros magistrados, afiui de maisauteuti-
earem sua firmaliva.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante coiifianea para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratatoquenecessitassea nalureza do mal,
cojo resultado seria pruva rincontestavelmente :
Que tudo cura.
O ungento he uil, mais partieu-
laritiente nos se^uintes casos.
Inflamniaeao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pomas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queraadelas.
Sarna
Supuraees ptridas.
Tinha, m qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figido.
das arlieulacocs.
Veas torcidas ou noda-
das as peinas
55O0
2800
C00
com
2$200
30
330
900
;*.* t,x Vfci: ** -' '-*

m
t? Wf ir? ** '^ ^ v> *-> -
m

(timbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em freral.
Ditas do anus.
Erupgdes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Uichaeoes
Inflacmaco doflgado
Vende-se este ungento no estabi'cimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessi s
encarre.gadas de sua venda ein toda a America
Jo snl. Havana e Hespanba.
Vende se a 800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral era c=a do Sr. Soum,
pbarmaceutico. na ra da Crun. 22. em l'er-
nambuco.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na ra Direita n. 45.
Vende-se ptima sement de cuentro :
nos Affogados ra do Motocolomb nmeros !2
e 48-
Ferros de engom-
mar econmicos.
Vamos a pechin-
cha.

Vendem-se as mais modernas camas de ferro
proprias para urna e duas pessoas, assim como
pentes virados de tartaruga o 11*000. ditos do
massa a 2#000, bules de metal de 6 at 30 cha-
venas, bandejas finas e eiiirelinns de tojo o ta-
manlio, candeeiros rom p e tudo de lata o com
sua competente manga a 53OOO, facas e garios
cabo branco e preto a 3}J500 a duzia. ramas do
vento madera de umarello a 6S50O, ditas de lou-
ro a 5$500, ditas guarnecidas de sola obra muito
bera preparada a 12;Ot)(l, escrivaninhas broozca-
das obra de gosto a 1}?20(); isso por ler grande,
poreo e querer-se acabar, panelas, chaleiras,
cassarolas e frigideras forrada de porcellana <
480 a libra, e mais ferragens que cora a vista
dos freguezes se mostrar : na bem conliecida
loja de ferragens da ra Direita n. 53.
oedas de o uro.
Venciera se libras stcrlinas: no cs-
ciiptoriodt: Carvallio Ifogueira : C,
ra do Vigario n. 9, piimeiio andar.
Vende-se urna armaeao de louro rom balco
volteado e pregrdo a parafoso, ludo em bom es-
lado : na roa da Cadeia do Recite 11. 23, loja de
Augusto & Pordigo.
Vende-so a ollicina de lanoi iio na roa do
Mondego n. 37 ; quem a pretender comprar di-
rija-se a ra da Sanzala-Velha, officina oe t.uio-
eiro confronto a padaiia.
Escravos futidos.
Pianos
ti
Estopa. (
sg Camisas inglesas. @
*Ji Riseautos em latas. fg
$ Em casa de Aikwiglit & C. ra da Cruz nu- t. "* fil. g
Vendem-se pianos de goslo moderno, autores
de i'iiini ira oritem. com exccllcnles vozes c re-,
tratos : na ra da Cruz n 11.
DA
ra do Imperador
IMlllieOO, | '0S|a a marca das maiores saccas que .
confronte ao deposito do gaz, vende-se presunto mereadoe vendem se no Forte do Mallos no ar-
para (tambre muilo superior a 400 rs. a libra, mazem n. 18, confronte ao trapiche do alsodo
queijos tlamengos novos a laCbO cada um. bala-! r..tt.n___ __
las novas a 1 a arroba. tamisas \U\VV\ IWCimVUS.
I Na loja da ra do Crespo n. 5 esquina da ra do
Imperador vendem-se camisas francezas para
meninos a 1$600 cada um.
Vende-se overdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em bar is de quarlo, por proco commo-
Jo : 110 armazem de Adamson Ilowi & C, na
mandioca.
co Marca RL.
ha no
Vinho do Porto.
Mi
$h
ra da Trapiche n. -2.
Ouasi de sraca.
m wwmm s bmib.
3 UU\ DA GLORIA, GASA I&OFUtfDlO 3
Clnica |k>t ambos os syslemas.
O Or. Lobo Hoscoso da Consuaa lodos os das pela manhla ete tarde desos de A horas
Contra,a partidos para curar auuualmenle uao s para a cidade como para os engenuos ou oulras
propneSades ruracs.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do da ou da uoite sendo por cscripo em que se declare o nome da
pessoe, o dama-e o uumero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro (i-; P.ecife podero re-
mecer seus blibetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou a lojd ci livros do Sr. Jos
Nogueira de Sotrza na ra do Crespa ao pe da ponte velha.
Neasa loja e na casa do aimunciaute achar-se-ha constantement ees melhores medica-
men^stiomeoptthicos ja bem conhecidos e pelos precos segarntcs:
Botica de \ tubos grandes, .
Ditos de 2 ditos........
Ditos de 36 sitos.......'.'...''
Dito de -18 ditos.............
Hitos de 00 dilos..............'.
Tubos avulsiis cada um........!'.!.'
Frascos de linduras.......
Manoal de medicina homcopathica r?clo r. Jahr traduzido
era porHguezcora o diccionario dos termos de medi-
cia, arurgia etc.. etc............20SOOO
Medicina domestica do Dr. llering, cera diccionario. 10*000
Repertorio do l)r. Mello Moraes...... 6JQ00
Farinha de man-
dioca.
Vende-se por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra da Ciuz, armazem n. 26.
10,9000
15000
20*090
2g000
OjOOO
13000
2J00
CASA
nw-mf?,^? i ?SreSUbe p.cimenl?. 1ue P;-'os novos mclhoramentos felos achare conve-
r r nll% !'1 far-5c-ha la'u1Lf.'a 0 l" ^ "ovembro era vante, contratos mensaes para
[Sorificlo? ""* PU qUt"U S V^P^^s esperara a remuneraco de
Afltignatur e banhosfrios para urna pessoa por mez 10J00O
* mornoa.de choque ouchuviscospo\-mez 15j000
beries de cartees e banhos avuisos aos mecos aununciadc*3.
Grande sortimento.
43-Ra Direila43
Os estragadoi es tic calcado eiicontra-
taj neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzcgjins aristocrticos. .
D.tos (lustte e bezerro).....
Borzcguins arranca tocos. .
Ditos econmicos.......
Sapatees de batel- (lustre). .
Senhora.
Barzeguins primeira classe 'sal-
to de quebrar)......
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzeguins pata meninas (Cor-
tissimos).......... 4.^000
E um pe fcito sorti ment de to Jo cal-
cado e daquillo que serve para fabrica-
lo, como sala, couros, marro'jttins, cou-
ro de lustre, io, litas, sedas etc.
barra de 200
A madera que Coi do pavlhao : vende-so na
ra. do Imperador n 6, confronte ao deposito
do gaz.
Pcchincha.
Vendem-se pecas de eambraias lisas finas com
, 10 l|2 varas a 4;.r>00 e 5, e a vara a i e 500
ra., ditas dechoviscus, linas, a 5?, grosdenaples
preto superior a Ijb00e2g: na loja novada
i Independencia ns. 1 c 3.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Mceda n. 3 A, ura grande sortimento
1 de tachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Xlaw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Traniehe n 44.
HBP
9.S000
8,$000
8^000
6^*000
5.^000
5jg(000
Em casa de N. O. Beber & G.
Successores, na da Cruz n
4, vende-se:
Vinho Sherry em barris, de ptima qualidade.
Cognac (Pal Brandy] em barr'', de ptima
qualidade.
Vinho champanha, em eixss, marca Farro,
mui acreditada no sol do imperio.
Brilhameat 1 1|2 quilate.
irito k viuliocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
(tros, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
lindas: Da ra larea do Rosario n. 36
,!!!K:!! .f ^^T^"'^' e .o publico era geral, toda
). hxecuta-se qualq K(>r 0Dra seja qual fOr sua nalureza pelos
foMmapreser.ta.los. Recebera-se en. om
botes e todas as obras de inac'iiuismo.
f!ff"i'n8 ?u muWes que para tal nrafo^mapreseetados. Recebera-se encommendas neste esla-
** i !? 22f ^ I1-. ft ? r,"a li<} Wle* hi d0 Imperador u... moradia do cai-
^2 cT'nt0 0B Joa4ullc da Costa *"aS .. com quem os prctendentes se. podem
eoieawT para qualquer obra.
Carne de vacca salgada, em
libras : em casa de Tasso Irmns.
Vende-se superior liriha de algodao, bran-
cese do cores, em uovcllo, para costura : em
casa de Seuthal! Mellor & C, ra do Torres
n. 38
Em casa de Ilenry Forsler & C, ra do
Trapichen.8, vende-se :
Arreos americanos.
Bombas dem.
Foges dem.
Arados dem a 30^000.
Champagne e cognac.
Uelogios americanos.
Fariuha de trigo de lodas as marca i.
Larapeoes de ualenle com azeite proprio.
N. 1.Qualro cantos da
Boa-Vistan. I.
Vende-se urna commode nova do Jacaranda
com puchadore&de vidro e espclhos d< madre-
pcrola : linda peca e o prec.0 coramodo.
Vonde-soem casa de Arkuright 4 C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfelo machinisrao
pode-se usar com coberta ousem ella.
A2#000 o par
Bjlnas nacionats, obra igual se nae superior
a franceza a 2jOO o par, confronte ao deposito
do gz.
Attenco.
Vende-se urna pequea mobilia, sendo toda de
Jacaranda e mais alguna trastes que com a vista
do comprador se faid negocio ; na ra do Ara-
gao n. 16.
DA
FINDKlAO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Hova n. 42.
Neste estahelecimonlo continua a haver um
comapletosorlimento de moendas eraeias moen-
das para ea8eBfao, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamaEbos
para dto.
Do-se a conteni.
Vendem-se osles magnficos ferros as seguin-
les casas :
Praea do Corpo Santo n. 2.
Hua da Cadeia do Rocife n.4{.
Hita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Oita da Penha n. 16.
Dita do Calinga n. 1 B.
Dile Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dila da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 36.
Hila da Santa Cruz n. 3
Dila da Imperatriz n, 10, irmazcm de fazenda*
de Raymundo Carlos Leite & lni,,io.
Em casa de J. Praeger ct
C.,rua da Cruz n. 11,
vende-se:
Vinho do Porto superior, marcaCommendador,
em barris e engarrafado.
Dito de Madera.
Dito de Xrea.
Dito do Rheino.
Dito do Rheino espumoso.
Dito de Bordejux ern barris c em caxasde 1 du-
zia, de diii'eientes marcas.
Dito de Champanha da acreditada marca EugllC
Cliquot.
Cognac superior, Pal Brandy em raizas de t du-
zia e em barris.
Licores finos de Bordeaux.
Dito Cherry Cordeil.
Cerveja branca das melhores marcas de Ten-
ncnl, Bass, Calsopp, ele, em meias gasrafas.
Vinagre linio e branco <>ni barris.
Gcnebra em frasqueiras.
Bolacliinha ingleza em alas.
Errilhas frincezas idem.
Sardinbas franeezes idem.
Conserva Ingleza (Pide).
Dita de lodas as qualidades, lano de carne, co-
mo de hortatice.
Chocolate francez e allemao.
Mostarda ingleza em frascos.
Cevadinha e amibas seccas em garrafes.
Fumo americano.
Cartas para jogar.
Velas estearinas.
Charutos da Havana.
Espingardas de dous canos para caca.
Bataneas deciraacs.
Verniz branco.
Prezuntos de NVeslfalia.
Salames.
Millio a MU
a sacca : na taberna da estrella do pateo do Pa-
ra izo n. 14.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 55
uin lindo escravinho de idade 16 annos, bonita
figura e sem vicios nem achaques: quem a pre-
tender dirija-se ruesma, no primeiro andar,
que achar com quem tratar.
I'ugio no dia 6 de fevereuo prximo passado
a eserava l.eandra, i lioula, cor fula, alta, ma-
gra, bem fallante, rom os denles da frente po-
dres e alguns quebrados, e com alguns cabellos
brsn.os, levando toda a sna roupa. I.sla esera-
va iiiitur; 1 di (idade de Olinda, e ha poucos
dias foi pegada no bairro do Recite por um pe-
lo, O qual querendo leva-la para (esa, foi por
ella Illudi.lo, e evadio-se na me.-ma occasio ;
por isso julga-se que eils anda por eiles lug
cima mencionados : roga-.-e a qualquer pess i
que a pegar, que a leve i roa de Santa Hila,
brado n. 4o, primeiro andtr, quesei graitDcada.
Drsapiiareceram no dia 5 do coi rente dous
escravoa, sendo um pardo, de nomo Hanoel, de
idade t a 8 annos, ealalitra regular, secco do
corpo, barbado, anda iiilimando de forro, vestido
decaigaprcta e paleto, chapeo .le pello, (alea-
do, lem as pomas bastante cicatrizadas de sar-
nas, quando anda deita os ps apalheitados : o se-
gundo croulo, de nomo Jos, de idade 17 u-
os, bem preto, occo do corpo, quando falla
frunzo a testa e nbai.xa a caliera, ambos COm
oliieio de marcineiro, consta tetera andado nos
suburbios da Soledade: roga-se s atitoiidades
policiaes e capilaes de campo, a captura dos di-
los eseravos e os remetler ao seu senhor, na ra
eslreila do Rosario, armazem de Jas Moreira da
Silva, quedar a recompensa de 100*000.
Auserilou-se da casa de sua senhora, no dia
6 do corrale, a pela Maria, MC.no Angola, bai-
xa, ps grossos,. representa 40 annos pouro mais
ou menos, suppe-se estar dentro deslo eij.nle
roga-se a quera a pegar ou della noticia liver, do
lera-la ra das Aguas Verdes n.70, que fe pa-
gar seu trabalho.
I'ugio da cidadede Uamcnguape, nn dia 29
de dezembro prximo passado, um mul.ilinho rio
nome Filippe, idade de 15 anuos, foi vestido de
ca'ea do algodo/.inho verde, chapeo de bai :.i
prela, tem o rosto e corpo seceos : roga-se a to-
das as autoridades quo o apprehendara ecntre-
guem-nu em Goianna em casa de Paulino lleda-
lo Cavaleanli; na ci-lade de Olinda em casa do
Sr. Lua Jos Pinto da Costa, ou em Marr.anguape
em casa de Sesinando Joaquim da Silveira, onda
mora seu senhor Francisco Antonio da Silva '> i-
lente Jnior.
Continua a estar fgida, desde ao de. Janei-
ro do crrente auno, a eserava cabra de nome
Ijosepba; tem as signaos aeguintes: idade 50 an-
i nos ponto mais ou menos, altura regular, ma-
gra, curta da vista, falla do denles, marcas do
pannos pela cara, cor paluda por ler-.-e tratado
ltimamente de frieldade : esta eserava natural
do serlao de Cariris; porm desconfiare estar
nesla |>raca onde lem urna fllha forra de nomo
Domingas o um filho de nome Xaihens, eserevo:
roga-se, portante, s autoridades policiaes e pes-
soas do povo a apprehensao da referida esclava,
ou noticia certa, que receber cincoenta mil ris
degralificecao; levando-a a sna NHihoraa na So-
ledade, estrada de Joao Fernandes Vi. ira.
Fugio no dia 7 de novembro do armo pr-
ximo passado o escravo Felippe.de nacao An-
gola, de idade 45 a 50 anuos, rom os* signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, caa larga, s''m
barba, falla tina e a voz sempre baixa, bocea
larga, com alguns cabellos brancos pelas fonles,
parecendo ser muito mancinho, porm muito
velliaco e mellito a curador de empnslunas, de
, bom corpo, pernas um lauto finas, segundo o
I mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
i tiago Pereira da Cosli, proprielario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Prela qui m
l o pegar ou disser onde de cerlo est s. r L. m
! recompensado.
Escravo fgido.
Fugio no dia 23 de novembro do anuo passado
do engenho Malupiruma, do coronel Henrique
Marques Lins, o escravo Jos, cabra, de idade de
22 annos, cora os signaos seguintes: pouea batbj,
corpo reforcado, altura baixa, cara uexigosa, so-
braucelbas bem prelase encontradas, lera marca
de relho as costas e as uadegas : este esi ravo
ha loda a probabilidade de estar em Pao dos Fer-
ros, onde foi comprado a Mano.l Gorreia da C< S-
la : roga-se as autoridades policiaes desse lugar
a captura do dito escravo, o quem o apprehendf r
leve-0 nesla praea aJos Covakaiiti Lins, roa do
Apollo n. 20, segundo and.ir, en no engenho ci-
ma da freguezia da Lacada, quesera bem recom-
pensado.
Eserava fujgida.
Vendem-se
las de carnauba fabric
do Vigario u. 5.
Vende-se
caxas cora velas de carnauba fabricadas no Ara-
caly : na ra do Vigario u. 5.
ura fogo de ferro com seus ulencilios : na ra
do Brum, na ferrara de Serapliim o C.
Vende-se
o engenho .lreuiun sito na freguezia da Esta-
da, no limito do Cabo, arredado um quarlo de
legua da estrada de ferro, com bastantes maltas
virgens, edificado de novo e lodo demarcado f a
tratar no mesmo engenho com o proprielario.
100^000
f
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do corrente, urna sua eserava da Costa de nome
Maria, que representa ter de idade J5 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito piola, lera
bastantes cabellos brancos, costuma trazar um
panno atado roda da cabera, tendo por signal
mais saliente a mos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta eserava tendo sabido ritmo
! de costume, com venda o*e atroz, nao vol'ou
; mais : roga-se, portante, s autoridades poli-
I ciaes, capilaes de campo emais pessoas do ; ovo,
! a ipprchon.-io de dita eserava, e leva-la A loja
do Preguica, na ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do lllm. Sr. lente coronel Sebas-
tiao, qne serao generosan-ento recompensados.
Fugio do engenho Bom Amigo da provincia
de Alagoas, comarca do Porto de Pe.iras, o es-
cravo croulo de nome Luiz, de 3(1 a (I annos de
idade, altura regular, beieos grosso, troca um
pouro os olhos, dous denles da frenle abortos ;
; esle escravo fof comprado ao Sr. Jo i Relix, se-
nhor do engenho Caniuteogue cm Barreros, por
onde sejulga andar : roga-se a loda e qualquer
pessoa que o encontrar, o monde pegar e levar ao
dilo engenho, ou no Recite ao seu senhor, mo-
rador no caes do Ramos, sobrado encarnado u.
4, onde ser generosamente recompensado.
d o abaixo assignado de gratificando a quem llio
levar ra de S. Francisco n. 68 A, seu o escravo
Antonio, conhecido por Antonio Campesso, o qual
fugio em 19 do corrente, levando um caneco de
folha proprio para carregar agua, um gaucho ao
pescoco, tem 35 annos de idade, falla bem. per-
nas pouco arqueadas ; ha 15 das chegou de nu-
tra fgida, leudo sido pegado em Santo Anlao ;
o mesmo abaixo assignado protesta desde j con-
tra quem lhe lirou o gancho.
Francisco Dotelho de Andrade.
t
.*


'8)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 10 DE MARCO DE >860.

Agricultura.
erraran de gado, mo era ultima aualysu se reduz
a questao agrcola, tsto i producto de fibrina,
di; albmina, o do casena ; purquanto, o pasio
fornece, no capim, a cases depsitos .imbuanles
Clamores da agricultura no Brasil e indicaco
de meios facilimos de leva-la rpidamente | 1e chamamos gado, esles tres principios, que
prosperidade, deduziios tanto da experiencia \ soo formados dos mesmos ingredientes que aquel-
especia/ do brasil, como das recentes admira- los que a torra produz incluidos no rnilho, ro
veis descorras da chymica agrcola, confor- j feijao, etc., e so o pasto, como as rocas, nao
me os principios dos 'autores mais insignes eontirer os necessarios elementos, quer dados
/>nnci/>ios aos autorc< mn
atletnes, franceses e inglezes, taes comooba- Pelo terreno, quer dados polo nr. elle no'nulri-
rir. con l.ichij, Boussingauli, Duina*. Paijen, r o gado.
ele pelo conselheiro Dr. francisco de Paula
Caudillo.
fContinunroo.)
Mas releva ponderar que, comquanto sejam os
mesmos esles tres principios, qualquer que seja
a furnia ou o vegetal em que elles se produzrm,
capim ou feijo, comiudo as dilTorentcs especies
fonriam,
UEKTOS DUS PROCESSOS DA SOS3A
LAVUlA.
Taro discutir e indicar modestamente os meios
Ce favorecer e melhojar dirtclamente a lavoura
Je gneros alimenticios, mostrando o como se
deve oella proceder, nao sao necessarias as ques-
tes de economistas o nanceiros : julgo mesmo
que pora o caso mellior nao e3quentar o cere-
bro com tantas sublimidades, que pelo menos
nos li/eram j o mal de por de lado as providene
tas reclamadas pela cultura dos gneros ali-
menticios, que devia atlrahir toda a solicitude
desdo que a cessagao do trafico e a epidemia do
eholera reduziram o numero dos bracos nella
empregados: quando ao mesmo lempo" se vi-
que .i colonisoro nao ringara, e que das restan-
tes forras grande parle reflua para a cultura do
caf, e para o trabollio de estradas, que Ibes of-
[creciam maiore lucios
Por eneros alimenticios de primeira necessi-
dade, (ato, semos quaes ou som algum dos
quaes o homom nao pode rirer, se entende a-
quelles que encerram alguns dos tres principios,
nicos que nos nutren), albmina, fibrina, ca
seina : dos alimentos geralmente usados no Bra-
sil, osquecoiilcm estes principios sao os se-
grales : carne de qualquer animal, comprehen-
dido o peixe, o queijo e os ovos : feijo, repo-
lho, ou comes, trigo, favos e ervilhos, milito.
mandioca e arroz.
Pode servir de exemplo de albmina a clara
de ovo que albmina quasi toda.
Para exemplo de fibrina pode servir a massa
glunnsa que apparece por cima do songue dos Lma I rM,vtd especies vegetos que
ebricitanlos. quando este sangue esfriatra I <"a'VC0"Iv''"l'ani ao lCal' Pparecc impor.an.e
quillamenle em un vaso fundS, como em un ?"S? do*. P08*08 ou me'os.(a ".pregar para
c'opo seoblcrmais abundantes colheilas.
Ba'tendo-se qualquer sangue, logo que sabe 0ra cs,cs me(ios rel'resc,."am corollarics do
das velas, coraTtim eixinho le rannhas finaren q"c ficou fxposl n.as .P^13* precedentes: c
f.rmadev.ssour.S, apega-se a estas vorinhas- P?p^Effi" P ?"'" ^"fV8 '
o ra massa que. lavada en. agua, fica semi-trans- I ,! pclaS ?oni1lC" Jo el,a r',c<,|>'> "Jesto ludo
prenle i a fibrina hUC Prficisa re,'ber. 6 falta que, o terreno cum-
iara 'exemplo de" casena pode servir o leite J!" JL'SS 2 .1 q"e T 'T
eoalnado ; tirando-se toda a manteiga, coando- i L'SWSS!.? Cf !?--!,-,ue1 ,.,er^n? lem de
se acoalliada em ura panno fino, lavando-se a
vegetos em que cllesse lonnam, exigcm con-
die.6es que nao sao as mesmas para toda3 : as-
sim, embora conlendo os mesmos principios ini-
neraes, o terreno proprin para o milho uemscm-
pre o mellior para o feij.io, nom para o capim ;
o porco nao prospera senipro onde prospera o
gado roecum : o clima, islo a temperatura e
oulras condices, regulam estas misteriosas pre-
ferenciasA cada regioo sua cultura propria.
Fabricar, pois. fibrina, albmina e casena, pe-
lo milho, trigo, feje, ou por capim, vem a dar
no mesmo. O gado apenas um fiel depositario,
que nos entrega, o que o terreno oscontenlia, ou
a mao do homem nello os deposite.
Neste dilemma nosso grande erro tem sido nao
se ronsiderar possivel nem fcil a segunda parle,
n s cuidar da primeira, indo em busca de terre-
nos novos quando se esgolam os que ja produ-
ziram abundaniemente : para ir em busca de ter-
renos fecundos nao se ve oulros meios se nao
estradas : nao se procura reslabeleeer em scu
primitivo vigor raslissimas extonsos de trra
beira das Miradasj existentes, e de povooces
outr'ora fluorescentes e boje murtas por falta dos
ingredientes mineraes, r ra as successivas rolheitas :estradas e s es-
tradasgrilam todos.
Neste capitulo de abrir estradas para chegar
aos terrenos fecundos, os espirites directores se
lem mostrado tiio allieios ao adiantamento da
agricultura pelas descoberlas e trolialhos da chy-
mica que elles nunca capim lbc conliou, quando
Ihc comemos a carne.
eslas e tirailos da terra para tazt-rcm parte Un
planta, os saos distantes vo sendo tri'zidos dis-
s.lvidos pela humidade, e chegam ao lugar que
os cedeu ao vegetal; de sorle que o grao areo-
melrico (ou o grao que marca a pieporcao de sal
tm terceiro higar, quvno um corpo vegetal
ou animal apodrece, o movimento ou vibraco,
em que entram (odas as suas molculas, se com-
niunica Is molculas de todos os oulros corpos,
quaesquer que sejnm, que se acham em suas pro-
dissohido) na humidade do terreno diminue xirardes, e estes outros corpos entram tambera
egualmenle em toda a extenso do mesmo ; em decomposic.ao ; este laclo um axioma da
assim que se no'terreno de una plantaco nao chy mica moderna.
houver os saes indispensaveis em suflicienle Se porm se acliarem reunidas, esta aeco es- Sicia
quanlidade, ou, o que redunda no mesmo, se se pecial dissolvente do acido carbnico e humidade
acumular ura desproporcionado nomero de rilan- do ar, as crlenles galvnicas, e o movimento vi-
tas em um espado, aproximando-as de forma que bralorio da putrefac^ao. comprehende-se como
o terreno por ellos oceupado nao conienlia, era- fcilmente sero granito, mea e arpilla de-
bora espalhada, a necessaria quanlidade desles, compostose transformados em oulros principios
muitos dos quaes sejam com eflVilo soluveis.
Pois bem, o que effecliramente acontece na
capoeira ou trro que descansa : ahi se acha sem-
pre acido carbnico c humidade fornecidos cons-
tantemente potoar; correntes produzidas pela
aceta do sal, quesuccessivamente aqueco o ierra
de fiascenfe a poente, e produz urna incessante
corrente elctrica de poente a nascente, putrefac-;
cao resultante das folhas c madeira dos vegelaes
do proprio terreno. Sulphato
Purtanlo no lim de um certo lempo teem estas
Tabaco [ou t'uinoj cuiza sem carvoo e ocido carli.
Potasso
Soda...... ;
Cal..... .
Magnesia. **(iu .
Chlorurelo de soda^>-".
Phosphalo de ferro .
Sulphato do cal. .
29,08
2,26
25,67
7.22
0,91
8,78
6.43
17,65
essas [dantos definham ou morrenj.por folla ds-
tes mesmos saes.
Ora. como o. saes sao anda miis indispensa-
veis s semenles do que s uutras partes do ve-
getal, acontece que a diminnirao destas seja o
primeiro inconveniente das plantas demasiada-
mente prximas, porque nao ha no terreno saes
para tanta sement. A razo que torna itnpres-
cripliveis as distancias de urna o oulra planta,
para que nao excedam para mais, porque ellas
se amparara mutuamente, conservando certo fres-
cura, certa humidade em suas mices, condices
que se lornam mais indispensaveis na inflores-
cencia e f'irmocao do groo
Nesles termos, se o terreno nao conliver o
quanlidade e qualidades de saes que as sementes
nelle plantodas exigem paro se formar, ou, peior
aindo, se nem Uveros saes de que precisoo a hos-
te, os esgalhos, as folhas, etc.; no 1." caso es-
casseam as sementes ou a colheita ; no 2 o caso
a planta morre de fome, nao por falla dos ingre-
dientes fornecidos pelo ar, mas por falla dos que
Ihe sao dados pela Ierra; porquanto, color, luz,
humidade, mesmo amoniaco, ludo, a bondade di-
vina espalhou profusamente, como ficou dito, no
ar. Qualquer que seja a planto, milho ou caf,
feijao ou canna, o raciocinio que se lem de fazer
o mesmo. O processo agrcola proprio para
supprir a pobreza natural, ou as sublraccoes an-
nuaes dos saes nos terrenos do Brasil, onde esles
100.000
(Por Will e Fresenius.)
O arroz aprsenla mui diminuios qnanlidades
de phosphalo de calmuriato de pdtassa, ele.
que reunidas do apenas cinco Centesimos de
suaa cinzas.
FSTP.LMKS.
Guanocontm.
1 nosphato de potasso,




de sodo_
de ommonioco,
de cal,
do mognesia,
de potasso,
de soda,
tres causas, conspirando on mesmo fim, desag- Chlorureto de polassa,
gregodo e decomposto os frogmentos. de que se : de soda,
rompe o terreno, em oulros principios, alguns I de amm'oniaco,
dos quaes sao saes soluveis de polassa, cal, ferro, Quartz,
phosphoro, cnxofre, etc.
Na realisacao destos metomorphoses furmo-se
ammonia e outros compostos azulados e carboni-
sados cusa dos elementos dos vegelaes que
apodrecem. dos principios do ar e do humidade ;
ese conslitueo humus ou Ierra vegetal. Por esta
moneiro cada annose vai augmentando o fertili-
dade do terreno que descanca em capoeira.
Ora, como ao posso que se desoggregam os prin-
cipios niineraes, passando alguns ao estado solu-
vel. formam-se productos ammoniacaes ou azota-
dos, comprehende-se : 1", como no terreno tor-
nado fecundo se encontrem esles principios azo-
tados, os quaes influem directamente, por si mes-
es, no crescimento das plantas, e soo formados
m
saes nao podem ser espalhados pelo terreno pre- I conjuntamente com os principios niineraes solu-
viamenle arado, porque seria loucura exigir o res; 2", como sinam estes principios azotados de
emprego do arado atravez de muannos olravan-! signal para se conhecer a priori as Ierras fecun-
cadas de enormes raizes, de podras e rochedos ; dadas.
o proresso quasi o nico que pode adoptar O Bra- Vollando desta digressao para reatar o fio das
sil actual para restituir ao terreno 03 saes exhau- ideas, terminare! pela exposicao dos principios
ridos pelas colheilas, consiste, repito-o anda, em niineraes que entram na comuosicao de nossos
plantos mais importantes e pela eriumcro<;oo dos
que se encontrom em alguns estrumes : tornau-
do-se desta sorte bem palpavel o que cada plan-
moterioes se
massa que fu no panno ou filtro, esla massa
a coseina.
A aramia, o assucar, o caf, o cha, o virrlio e
a agurdenle nao enterro nenjium alomo de
principio propiamente alimenticio, islo ne-
11 hura principio que possa concorrer romo base
paro o forma(oje reparacao de nossos carnes, de
nossos ervos e de oulros org.ios ; esta segunda
1 lasse de substancias alimentares s serve poro
produzir o color de que carecemos, e paro for-
mar productos de mais secundaria necessidade,
os quaes productos quando fallara aquellos ele-
111. jilos secundarios, sao formados cusa dos
principios alimentares de primeira necessidade,
que eniao satisfacen) a todas as requisices do
cerpo humano.
Portento, quando se houver de regular a pro-
dcelo de alimentos par.i o Brasil, deve-se pro-
curar abastecer o imperio principalmente dos
alimentos propriomenle ditos, e que deixo indi-
cados como de primeira necessidade, mais ge-
ralmente usadis ; e em segundo lugar obosle-
ie-io dos alimentos secundarios, sem os quaes
raaiorsomma dos primeiros se torna necessaria;
e, pois, em falto dos secundarios tem os prima-
rios de prover 00 calor e s oulras exigencias do
organismo.
As condices que regulara a propongo, que os
alimentos devera oceupor na prodnecao agrco-
la, s podem ser determinadas pelogoverno que
julga do seu total, porque s elle possueou po-
de obier os necessarios esafisicas ; oulros con-
gideraedes ha, porm as quaes se deve sempre
allender, independente deste quanto que con-
venlio produzir.
Taes sao a questoo sobre as especies proprios
a cada locolidode ou clima onde se cultiva, e a
questao dos processos euipregados na sua cul-
tura.
Paro regular o quanto de producrao dos ali-
mentos propriomenle ditos na proporeao do seu
consumo em urna populacho dada, o' colculu
facilimo, roduz-se a urna regra de proporeao : e,
pois, basla saher-se quanto de fibrina, ou de al-
bmina ou de casena necessono cada dio a
um hornera, pora calcular-se quanlo de qual-
quer desles principios indispensovel, coda dio,
a cem, a mil, a um milhao de homens, ed'aqui
deduzirque exlensoo de Ierra se deve destinar
cultura dos mesmos alimentos.
Mas este quinto depende da especie; porquan-
to, como urna libra de carne ou de peixe, que sao
quasi ludo fibrina, ou de queijo, ou de ovos, con-
tera desles principios, por exemplo, dos reces]
inois do que 0 feijao c do que contera o repolho,
tres reces mais do que contera as tovas e o mi-
lho, seis reces mais do que a mandioca o do que
o arroz, ben. claro que neslas circunstancias
quando, em lugar de umo libro de carne, peixe
ou ovos, quizermos dar eguol nutricio a um ho-
niem, necessario, se Ih'a dermos em repolhoou
feijao, substiiui-la por duas libras desles alimen-
tos; se Ih'a dermos em trigo, snbslitui-la por
tres libras de.'tc; se lh'a dermos em favas, subs-
litui-la por quatro libras; e assim em propor-
eao.
com esles dados, e com algum conhe.raen-
to do solo e clima, que se pode decidir quol das
substancias alimentares se deve dar a preferen-
cia, e em que exlensoo cumpre promove-las,
conforme as localidades.
Neslas consideracoes se incluo a questao da
dar sao principios niineraes, c de rigor que ou
sao para o reverso da medalhn, afim de ver se
em vez de ir exclusivamente em busco de terre-
nos fecundos por estrados, nao convina tamban
tornar fecundos os terrenos j collocodns om vi-
7nhanca das estrados 1 A eloquencia, que pode
ochar na discussao de estradas, navegoco, co-
lonis.icoo, etc., argumentos de palhetica emo-
cao, nao os acha as ondas questes de chyniica
agrcola, e por 3SC nos lem derrotado com o es-
tacionamento da nossa agricultura.
Nosso erro, repito, lem sido julgar caro c dif-
ficil o tornar de novo fecunda a terra cansada,
quondo pelo contrario, com as lases do expe-
riencia, especialmente da chyniico, nossas trras
julgadas cansadas e inuleis "podem com inaigni-
licaiilissima despez e mui fcilmente recobrar
sua perdida ferlilidade, dcspezai que nenliuma
proporeao lem com o cusi de acquisico de no-
vas Ierras. Para se convencer desta baroteza e
desta facilidade bosta saber-se que um terreno
preparar com onleccdencio de mezes pelo menos
as covas onde .c tem de plantar dar ,1 estas co-
ras a largara e altura sufficicntes para receber
todas as raizes do vegetal que se Ihes destina la exige para formar-se, e em que
o picar ou reducir a pequeos fragmentos o Ierra pode ochar o que exige coda umo.
que dolas sabio (e que lem de o ellos rollar), e
nessa mesma occasio misturar-lhc os necessa-
rios soes levados em formo de guano, de eslrn-
rne, de ossos raoidos, de poudretle, ce cal, de li-
mo, etc.
Esta preparoco com suflicienle antecedencia
necessaria por motivos, cuja explieocao lomara
mu longas eslas suntuarias consideracoes, mas
que estn demonstrados pela experiencia c inda-
gacoes scienlicas.
Em um terreno que j foi fecundo, a que se
acha empobrecido de seus saos e purtanlo est-
ril, a questao simples, pois bem claro que nes-
se lugar nao se d falla "de humidadt, de rarvo,
de amoniaco, de luz, de calor, ele, porque ludo
islo sendo dado pelo ar, que. nunca se esgota des-
tes principios, contina sem a mais insignificante
diminuieoo; enloo o nico couso que pode fallar
sao os saes; sem precaucao alguma mais tem-sc
a certeza de que pela resliluicfio ao terreno des-
les saes proprios a sua uberdade rcapparecer.
Nos terrenos porm que sao originariamente in- : Magnesia,
fecundos necessario que pela analyse chy mica Polassa .
se conhera que fallo ha de saes, e por oulros ; Soda .
meios se calcule a quanlidade de calor que elles f.arvoo e pedra
Os eslrumcs variam consideravelmente confor-
me o lins a que se destinara, e conforme os ma-
leriaes com que devem elles ser preparados para
os respectivos lins. A questao de suas prepara<;6es
oceupa a aliencao de homens eminentes, como
Boussingault, Liebig, Payen, etc. Esla qnesloo
nanea foi ventilada no Brasil, nem a elle acorn-
modado, apecar de sua octuolmentc indeclinavel
necessidade: por estes motivos nao prescindirei
de urna succinla exposicao acerco deste impor-
tontissiino assumpto.
xidio de ferro alumina, e humus.
(Por diversos).
Conten olera disto soe3 de pot.issa, de soda e
de ammoniaco, combinadas estas bases com ci-
dos orgnicos, como acido rico (que representa
sua 1/i parle), acido oxlico, ele, e materias
animaes.
Excremento de vacca.
Phosphalo de cal,
de magnesio,
de ferro,
Col e seu sulphato.
Chlorureto de potasso,
Silico.
Alera de materias animaes c restos de fibras
regslaes.
(Pelo boro von Liebig.
Excremento de ca alto.
Phosphalo de col.
Carbonato do col,
Phosphalo de magnesia,
Silicio.
Aleni de substancias animaes.
(Baroo von Liebig
Excremento dporco.
Phosphalo de ferro,
Si'.-ia.
Polassa,
Soda.
Sol commum.
Cal,
Magnesio,
Acido phosphorico,
Acido sulphurico.
Acido corbonico,
A reo,
PLANTAS.
Principios rnineraes coudos
caf (reduzido acinza).
Acido phosphorico.......
Acido carbnico........
Chloro...........
Oxydo de ferro.......'.
Cal.
no
11.21
-------._>.__ ,..,. 0U..^.,-CV. ^uu ,,, ,,,n,,u iiiciua su caicuiu o quauiuaue ac color que elles '-arva
cansado recobra sua ferlilidade, pondo as covas, podem offerecer planta, antes que se adopte o' Silica
nelle prolicodos para receber as plantos, umo vegetal que convm, afim de nao se arriscar o'
15.27
1.01
0,55
.3,58
9,01
42,11
12,20
2,08
2,95
Oos.
Materia animal.....
Phosphoroto de col. .
Corbonoto de col .
Sulphato de cal.....
; Phosphalo do magnesia. .
Flualo de cal .....
(Rosers.)
Oxido de ferro, de magnesia, e perdo.
51.15
19,26
12,2!
2,12
2.08
2,90
100,000
(Por Morchand.)
Conlinuar-se-ha.)
Variedades.
prospera 111-
porroo dimiiiutissinio de soes nr.neror-s que nao
cuslom mais de 103 para cada 1,000 bracos qua-
dradas I
Em clima proprio com osles saes
fallirelmente qualquer planta.
Se pora o clima pouco ou noda pode o genio
do hornera, porque elle depende das grandes leis
que o Creador impoz 00 mundo, e forg acom-
modor-nos ao que l'or proprio do lugor," escolhen-
do as plantos que o elle conrenham, as quaes j
teem 1 experiencia mostrado poro o Brasil; min-
io pode o hornera, pelo contrario, no que toco
composicoo chymica ou material do mesmo ter-
reno : a industria humana lem com cfiVito adia-
do meios facis c boratos de dor-lhe todos as con-
dices necessarios para adquirir a maior fertili-
dode, quando o terreno a nao lem, ou a lenha
perdido. Sendo este o ponto mais importante do
que proponho, e dependendo sua execucao prin-
cipalmente do diminuto preco dos ingredientes
que se deve restituir ou por o terreno, paro que
elle aprsenle a desejada fecundidade, previno
desde j ao leitor que estes ingredientes, estes
saes niineraes, sao os que se acham no guano na-
tural ou artificial (feilos das immundicias), na
cal bruto, nos ossos pulverisados, no lixo e podas
ras e das grandes estrados, no poudrelte, no li-
mo, etc., objectos todos de nfimo proco.
Pora realisar este melhoramento jurita-se ca-
da cova um dos dous punhodos do eslrume, com
antecedencia de me/es antes de plantar, devendo
ter a cova suflicientes dimenses para abranger
todos as raizes, os quoes no milho, no feijao, na
canna, no arroz, etc.. nao sao longas.
Desta sorte o trabalho do homem reconstilue o
terreno exhaurido as mesmas condices do ter-
reno prmitiivomente fecundo.
As distancias dos cotas, nos quaes se deposilom
as sementes de milho, de feijao e de arroz, teem
sido abracados pela pratica no Brasil cora certas
dimenses; estas distancias (que regulam por seis
palmos para o milho, e por menos para o feijSo e
o arroz, etc.), nem sao raeros caprichos da rolina.
e nem sao s indispensaveis para pennillir a cir-
culaco do ar por entre as plantos. A razo fun-
damental c scientifica que as lorna imprescripti-
veis, para que nunca sejam menores, assenta na
quanlidade dos saes que o terreno contm : quon-
do esles saes que se acham as camodas conti-
guas s raizes da planto voo sendo absorvidos por
agricultor a perdos quasi infullivcis, se adoptar s
cegos qualquer cultura.
O que flea expendido se applica cultura de
qualquer especie vegetal, do caf, dj fumo, da
canna, railho, feijao, arroz, olgodo, de. ; nesla
applcacoo se deve ottender aos saes proprios do \ "",asso
especie, e portanto 00 eslrume que os contm, s Soda.
Milho
Acido phosphorico .
Acido sulphurico. .
em cinza.
(Por Levry)
100.000 !^--"i daviscondessade Kikiriki seu
Cal.
Alumino..........
Oxido de ferro........
Oxydo de manganez......
Silicio..........
Cloro...........
Magnesia.........
Com parles combusliveis e ogua ele-
vondo-se o........
dimenses dos roizes e portanto dos coras que as
teem de receber e onde seroo depositad >s os soes,
do que o vegetal ha de carecer; qualquer que
seja a plonta, alimenticia, ou nao, ella tem umo
composicoo invariavel, c sem os ingredientes
desta composigo ella nao se pode formar.
A ideo de descancar a trro em capo'.ira to
geralmente condecida e adoptada, e ella llores-
ireiloraenle ligada ao que proponho, que pode
justificar urna pequeo digressao, queaexplique,
e satisfaga ao espirito curioso e ob.o^fcn, .,,,.
trando que applicar os estrumes ouJ^scansar .,
Ierra vem o dar na mesma cousa, sirn>rn a dille-, p,..
renca de que com a applcacoo do qslruine go-,j-,.(, *s j
nha-se muilo em lempo, e poupa-s o diHhetro rii '
que se dispenderia na compra de oulros trros nvd "lo' fe
emquonlo a primeira descanco. Magnesia
Eis aqui pois o que se possi quondo umo Ierra : Al'..rj,. s ,' ,./_ '
descanca em capoeira e se aprsenla fecundo no ac\T hoTnl,nrirn
lim de alguns annos. Chloro
A trro virgem composto pela maior porte de silicio
sylicio, alumina, oxydo de ferro, cal. magnesia, ivrda
soda, polossa, chloro, phosphoro, encofra, flor,
etc.; estes principios, ochoni-se grupadas diver-
samente e se conhecem pelos nomes de arta,
argillo, frogmentos de granito nao decomposto,
quartz, insolareis.
Em primeiro
rochas ma
propria ag
mas lentamente desaggrego'do c decomposto ;
pela accao do acido carbnico e da humidade, Polassa
que o pulverisa transformado em arga koalm,
e em outros composlos, e mesmo saes soluveis ;
sao esles principios integrantes do granito e de
oulras rochas, que' trozidos pelos churas c pelos
ventos vem formar nos fraldas dos grandes serras
exlensissimos camodas de terreno fertilissimo,
Em segundo lugar, por mais rebelde que seja
um corpo composto, elle pode ser desaggregado
e desfeilo, passando suas partes a formaren! no-
vos compostos, quando o corpo est submellido
a urna correle galvnica ou elctrica.
Feijao [incinerado!
0.051
0,106
0,189
0.004
0.652
0,006
0,001
0,020
2,708
0.IMM5
0,236
90,01c
100^000
20.71
21,071
5,381
0,34'
7,:15
2,28
35.33
3,22
1,48
2,84
Silicio
Cono (incinerado
100,000
(Por Thon.)
meiro lugar o proprio granito, urna das Aciuo phosphorico' '
lis refractarias, resiste agua forte e Acidu sulphlur[-o......
igua regia, sem ser por ellos atacado ; Cai www.......
Chlorurelo de potasso
Chlorureto de soda. .
15.97 ,
3,76
6,66
9,16
3,66
22.50
3,27
2,02
100.000
[Por Stenhouse).
(*) Segundo algumas anolyses pode-se admil-
;ir que toda a soda pode ser substituida pelo po-
lassa, e entao a porcentogera da polassa repre-
sentada por 41,78.
Mxas^ visconde do iucsino Ululo.
ui 5> I
- ." 'j'^jus servido, visconde,
tc.V. da vida presente.
No di3 do corrente,
Miima An O. Ignez,
Que muilo chorar me fez.
II
Como sobe, esla senhora
Era a virtude em pessoa,
Tinha noscido em l.isboo,
E casado quatro vezes
Com fidolgos portuguezes.
III
Dos filhos que Deus lhe deu,
l'oram seis, se nao rae engao.
Todos morreram de um auno ;
Tres inorrerain de liexigas,
E outros tres de lombrigas.
IV
eus de certo nunca quiz
Que a prole de minho lia,
Illustrosse o monorchio,
E por isso, viscondinho.
Todos morriam no niuho.
V
Envuvou ha Iros annos
Do primo commeudador,
Que niorreu d'um estupor,
Quando jogovo o buhar,
Em paizes d'alra mor.
VI
A donde elle governou,
liento que ciieira Cdlingo,
Foi muito amigo do pinga.
Tomando todas as las
Mui formidoveis peruas.
VII
Negociando em protiuhos,
Juiluu muilo cabedol,
Que empregou em Portugal,
Era tres quintase olivaos,
E oulras fozendas mais.
VIII
Se elle nao morre, loria
Sido corr loda a certeza.
Minho ta baroneza.
Pois seu marido sabia,
Como a cousa se faca.
FOLHETOI
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
RESENHA MARI TIMA.
VII
Summario.Decadencia do material e do pes-
soal de nessa marinha de guerra.Causas que
o originaram, e que a alimentara.Medidas
salvadoras urgentemente exigidas pela si-
tuaran
Dos polavras ao correspondente desle Diario
que noliciou o naufragio da barca porlugueza
Linda, 00 Maranbao.
O assumpto que hoje escolhemos para discu-
tir, entro muitos quo nos disputara a preferencia
por sua importancia, delicado o requer um
tocto inissimo para ser abordado sem perigo.
Principiamos por apresentor urna proposicoo
que muila gente queseilludo pelos apporen-
cios -
vio
designios ; por isso que, como inspirados, to-
dos odvmhom urna crise, urna dissoluco com-
pleta de nossa marinha, se nao appa'recer um
operorio audaz e feliz, qnal um Colert, ou Du-
cos, que recoiistrua vigorosamente sobre solidas
bazes, o edificio levantado em um terreno mo-
vediQo, que se desmorona ao sopro do destino
quo se esbora "
mens !
Por mais custoso que nos sejo, nao temos re-
medio senao proclamar a fraqueza de nossa for-
qa naval ; porque,
Desla passada grandeza resto-nos boje o fra-
gata Consiuiro.e esto mesma arruinada.
A marinha de guerra tem altravossodo grandes
traiisrormoces, t em todos os paizes lem SOlTri-
do os benficos effeitos do progresso. Nos esta-
mos alrazados
pendencia, livessemos nleira carencia de officia-
lidade de marinha. I.uclavamos enloo com em-
bareos internos invenciveis, cora a exaltarlo dos
partidos, que desvairadus. agitados, procravam
lirmar-se uns com exclusodos oulros. na cupu-
trobalho de mallos omos, e o pensamento que
pareceu dictar aquello reforma.
A conviccoo de quo a marinha de guerra nao
offerece um futuro vanlajoso, certas iojustieas
relolivaos^jue se teem praticado, bao levado'os
mna'r0mS^U!0 ,. r> lo do nova ordem de cousos, que a nosso emn-l mois dislinctos oflieiaes a abandonar esta nobre
k ta **& re:; jsas as s :s !Eu.i: s,s: $% sa son i T; re,"";m,0"ie'ou"......"'d0!0'
com as conhoneiras a hlice que os exigencias em urna guerra externo poro fazer entrar de nnvo q"' 0J0 Sovorno imperial, opezor
polticos do Bio da Prata nos leni obrigado a na nossa communboo poltico a prov
construir, e que so prestam cora eflicacia no ser-^ lina, que se querio conslituir sepa
vico fluvial, especialidode pora que foram cons- opproveilondo as intrigas que estovar
truidis. No Ocano perdem todas as boas quo- jogo, e a influencia da Franca e Inalalerra i e por com P,lo,os '"expertos,con-
lidodes que se lhe observam no seu meio proprio, cojos inlereses convinha sta senorocio ''lral S pC ProPr,os commandonles.com aulo-
que sao os grandes rios, thealro destinado para porque ella diminua a extenso de nosso* 'Cl8ata0 do quarU>l 8encraI-
por-
neste
Nao possuimos navios de guerra !
- NSo temos oflieiaes suflicienles I
Menos aindo oflieiaes marinheiros I
_{iem sombras de marinhsgem 1
Sim, nao possuimos novios de guerra
que verdaderamente nao se classificom
rol scuo naos e fragatas ; que sao os vosos que
entrara na organisaco de urna esquadra, e que
se podem formar era linha de combate. Corve-
las, canhonciras, etc., sao navios ligeiros que lem
applicaco mu dilTerente, era quo tombem sao
uleis, mas como auxiliares, ou complemento des-
ta esquadra.
Na poca em que deu.se o glorioso ficto de
independencia,
mirar de novo i S-r q"r 0J0 8vorno imperial, opezor
vincii fi "i, i I dos safn(iclos kilos, lulo com immensa difficul-
'parodimer.le i dode para g"arncrer n|ois pequeo navio cora
slovom en'llC3 olllcincs de Palu,,te. o que nao consegue.on-
suas operacoes.
immenso imperio, cujo futuro engrandecimerito
Noquella poca, como ja vimos, nossos navios se leme, e por isso se estorva calculadamente
Dntavam mais de mil conhes ; actualmente Nao haviai
mon
monlain menos de
terco parte
Eslas compararles provam
decadencia do material.
E nao ser o caso de pplicor-se
qualrocentos, isto quasi a
evidentemente a
i nos o que
mos ldo lempo, por tonto, pora or-
gonisor a nossa administragao, nem paro montar
insliluices necessarias qualquer Estado civli-
sado, que agora, felizmente observamos creadas.
Possuiomos j. verdade, urna escola de mari-
nha, BiS ca poi'ugueza e s linha dado oflicia-
o que coni-
a es-
,.r------ nossa independencia, aue anda nao est mu
parecer ousada e inverosmil, e que, toda- distante, ficamos cora duas naos, 12 fragatas 10
apregoada cora sentimentu por todos os, corvetas e varios navios menores
nossos homens do mar como rerdadeira. Esla punha una forca bem respeilavcl
proposicao, como se ve do nosso summario que! Ainda na guerra desastrosa do Rio da Prata
cao julgamos dever ao paiz, para que
( disse Len Guerin na historio da marinha con-| lidode paro o esquadra de Portugal, tanto mais
temporoneo da Fronga as segrales enrgicas precisa ento; porque listamente comecovom a
| palavros ? ltefliclam os nossos elores, e respon-1 ensaiar as nossas forras era urna guerra "em que
: llama nossa interrogago : marinha caba o m'oior papel. A falta' della, c
Porera, oppressemo-nos em tomar ola, pa- da urgencia de tripular nossa esquadra, obri-
ra que se so iba desde j aonde queremos che- gou-nos contratar pillos, voluntarios, c odi-
ar, e o que os ocontecimentos em breve se en- [ ciaes eslrangeiros, e com elles formamos o pri-
carregaro de provar .
foi por se ter crido que o club renovara
Fran-, se foriam surgir grandes conduclores de frotas
ca bem a situacoo, e incite seus represe
cumprir o dever que teera, brgondo-os _
lem ao esta forco publica, era que repousa es-
scncialmente o respelo do nossa soberana, a
integridad* desle vasto imperio, a futura gran-
deza, emlim, de nossa patria, que lera um ira-
menso litloral, innumeraveis portos, e todos os
e con he- cisca,Principe Imperial.das corvetas Liberal, Ma- \ esquadras manobrei
esenlanles a ceio. Carioca, tapanca, Jurujuba, Duquesa de dautes que reunissen
-os a dar al- oyaz e General Lecor, alem de 13 brigues c mo loda esla brilha
mais 51 navios menores, total 2 rios, 9 fngalos,
7 corvetas, 13 brigues e 51 navios inferiores 1
Esto magnifica esquadra, que em Janeiro de
1827 se achava em operacoes as aguas daquel-
le rio. como nos demonstra um monos desse
._., ......, .........c...i pviwa, u louos os ib rio, como nos aemonslra um moppa des
elcraenlos naturaes que conslitucm urna potencia lempo que preciosamente guardamos monta
martima, que muitas uaces do mundo nos in-'mais de mil boceas de fogo, o era tripulada p
vejara.
Consulle-se qualquer dos nossos generaes do
mar ; ougam-se todos os oflieiaes superiores ;
conversc-se com esla mocidado brilhanle e ta-
lentosa, que se nota nos poslos subalternos, e
que infelizmente jo so acha enervada pelo desani-
mo ; delles se saber que o descontentamente
lavra profundamente pela accumulacao de erros
de loda a sorle, comraetlidos era todos os lem-
pos, por Gregose Troiannos I
Noo ha mais f no futuro ; porque o passado
encerra precedentes que a destruem coraplela-
mente. O prsenlo esca-se no laissez faire,
laissez pas/er, e tambera denuncia
ser.
j mais de 6,000 procos, entre as quaes haviam 821
soldados da arlilharia de marinha!
Se islo nao fosse atlcstado por nquelle docu-
mento, e pelo testemunho irrecusavel de oflieiaes
contemporneos, nos costara acreditar que o
Brasil, quando apenas entrara na cothegona dos
, naces, com passos vacillantes, podesse reunir
" um 15o formidarel armomento martimo !
Com urna imprevideucio imperdoavel estraga-
mos o legado da melropole, considerando-o um
onus, em cuja conservoco nao nos convinha
cuidar. Foi um erro gr\e, um verdadelro cri-
me de lesa-patiia, que nos cusiou o sacrificio
ros consuinmados, comman-
issem a hobilidade urtvuro, co-
lante escolha de olflcaes do
ultima guerra, do quol se ia d'ahi a pouco com-
pletar o sacrificio ; foi por se ter com urna mo
temerario, ingrata, impa, destruido a marinha,
que acabava de mostrar sua forra e sua gloria
perante o estrangeiro, e que tinha' feilo empall-
va dercr o ingles, que a Franca, nao obstante a mois
por esporitoso serie de victorias e de conquistas con-
. da
o que elle bagatella de mais de dez mil contes
Este material pois, apodreceu em nossos
como disse o grande Laroarline, milhares de portos, pela aeco devasladora do lempo, aue os
miasmas nlellecluaes fluctuara nos ares, senw horaens Do souberam. ou nao quizerara para-
pre que a Providencia quer annuuciar os seus lysor.
lineiilaes, devia fatalmente, inevitavelmenle, de-
pois do combate de Prainial, depois do Nilo, de-
pos de Trafalgar, chegar cetastrophe de Wa-
terloo, ao triumphoda Gra Brctanha I .
Ah! quanto ser longa a expiar a falla da des-
Iruico da marinha de Luia XVI!
O mesrao dizemos nos : Quanlas humilhaces
nao temos sufliido j, e nao havemos de sonrer
ainda por causa do anniquilamenlo da marinha
que linhamos no principio do primeiro rei-
nado ?
*
Ko temos o/ficiaes sufficientes, exclamamos
cima. E outrajverdade incoutestavel, que urna
pequea analys aprcscnlar em sua nudez.
Comprehende-se bem que na gloriosa poca
em que acabramos de proclamar a nossa inde-
meiro ncleo do nossa.
Nao fomos felizes nesso guerra, e coubc ma-
rinha tambera revezes. que s se podem explicar
As Iradicces do servico se perdem ; os nos
da disciplina se relaxam ; porque esta a peior
escola possivel, eos cornmandanlescada vezraais
se desgostom cora esle estado de cousas.
Al 1855 a marinha encarava com orgulho para
a sua novo olliciolidade ; aclualmentc estamos
de novo reduzdos ao triste estado de decadencia
que se observova em 1826.
Ai de nos se tivermos agor umo guerra exter-
na I Os elementos que possuimos s nos annun-
ciam desastres e deshonro.
Estes ofliriaes da marinha mercante que esta-
raos inlroduzindo no servico do esquadra em to
grande numero, podem ser valentes, podem sa-
ber dirigir o navegogo ; porm sao inicuamente
incapozes de comprehender o mois simples evo-
lucoo, deexecuta-la cora a unidode de acroo.que
s d a edurarao militar, c que de urna dolas
IX
Entre nos quem tem daquillo
Com que se compra o melo,
Pode arranjar ser boro o,
Ou risconde, ou conselheiro,
Quercndo largar dinheiro.
X
Minho ta desde entiio,
tfD a mundo eterno adeus,
Mndff os passos seus, (jP^
*^_ ro uM^jos nsova, \g
E (To'm furor jejuova. ^^
XI
Porm foi-se e me deixou
Sua herdeira universal,
Fz-lhe um grande funeral.
Com timbales, com trombes,
Rebecos e roberoes.
XII
Foi um funeral d'arromba,
Na ridode nunca visto,
Olliciou frei Calisto,
Egrcsso do Raratojo.
E que foi Janeado ao tojo.
XIII
Tenho f, charo visconde.
Nos oroces d^ste. egresso,
E por isso que lhe pesso
Ore sempre a Deus por mim.
Em porluguez ou lalim.
XIV
O armador despicou-se,
Pois fez obra de espave'nlo :
Li o rol ueste momento,
Sou por lanto lestemonha,
Que metleu mui bem a unha.
XV
Esles senhores queormora
E que desarmom lombem,
Quondo Dorc morre alguera
Que deixo o sen vintemsinho
l'ozem bem o seu ganchinho.
XVI -
Sohrepelizes, balinos. ~1
Foram trilito, pelo menos,
Noo follando nos pequeos
Aprendizcs sacrisloes,
E mesmo no enxota-ces.
XVII
Fz logo distribuir
C no minho freguezio,
l'or olma de minho ta,
Lma moeda de cobre
Por cabeco a codo pobre.
W1II
Da ridode os sinos lodos
Dobrarom de noite e dia,
Posso oflirmar-lho que a lia
Tere ura grande funeral ;
Chcirava o cousa real.
XIX
Vnu portanto estar de nojo
Os dios que monda a lei;
No meu quarlo me eucaixei,
Onde passo noite c dia
Na maior sensaboria.
fc XX
As familias que at agora
O seu nariz me viravam.
Porque pobre me julgaram,
Hoje fingindo ter d,
Noo me deixam ficar s.
XXI
Vejo-me emCm sitiada
No meu quorto de visitas, .
Noo follando as primas Ritas,
Que me fozem lodo o dia
Estimare! componhio.
XXII
Como sobe, estos senhoros
Tem o songue c da casa,
Ninguem com ellos faz rasa,
Soo capozes de fallar,
A dormir e o ressonai.
XXIII
Nenhumo dellas casou,
A pesor dos nomoricos,
Queriam noivos mui ricos,
Que tivessem cobedaes
Porm noo commerciocs.
XXIV
S queriam quem livesse
Songue azul nos veas suas ;
Deixaram passor as las,
Ficando sera companhias
E reformadas em tos.
XXV
Ouro e songue ao mesmo lempo
E' diflicil de arranjar,
Hoje quem se quer casar,
E ter coup e dinheiro.
Arranja o seu Itrasileiro.
XXVI
Estes meninos de l
Sao uns grondes ralosanas,
Dizendo adeus s bananas,
Do o caraco por fitas
E por meninos bonitos.
XXVII
Menina que lenha geito.
Logo lhe cha no papo,
Assim abre a bocea o sapo,
Engolindo, coitodinho,
A desgrocoda douinha.
XXVIII
No artigonovidades,
Estou quasi era boixo-mor,
Nao ouco seno fallar
Em urnas, em eleices,
E u'outras que taes" questes.
XXIX
Por falta de pas, visconde,
Nao ha de o patria morrer,
Pois soo tantos a meu ver,
Segundo a voz dos jornaes,
Que sobejoni, soo de mai*
X\\
J lomei posse das quintas
Pelo meu procurador ;
Ahi rio pelo vapor
Cem rail ris ; esta pitada
E' a minha consooda.
{Bra: Tizona.)
dizendo que, em nossos navios oponas ero bra- faz depender b resultado'du ura combale, o des-
sileiro a bondeira que nelles tremulovo ; porque! tino de un paiz.
o nosso superioridade numrica era immensa. | Foi o que succedeu Franca no combale de
Tinhamos una tripulacao mercenaria, que com- Prairial, e era lodos os outros desastres posle-
baiia com pouca vonlade, sem patriotismo, nao riores, em que ella pagou caro o delicio de ron-
ligondo oo sagrado emblema de nossa nacionali- sentir qe a revolucoo devorasse a antiga oflicio-
dade a considerarlo que elle mereca. Todava lidade da marinha 'de Luiz XVI
houveram excepces honrosas, o com prozer o sentimenlos aristocrticos.
reconhecemos. Sirra ao menos este exemplo, que a bsloria
Alguns desses oflieiaes se cobriiam
por suspeito de
prozer o sentimenlos aristocrticos.
Sirvo ao menos este exemplo, que
..... de S'orio, contempornea nos aponta, para nos abrir os
balendo-se como o fono qualquer nacional inci- olhos emquanto lempo
todo pelo fogo sagrado do amor patrio, e at hou-! Agora que gozamos asdocuras do par, e nao
ve um que, na sua fragata leve a nobre audacia somos impelados pelo urgencia dos circumstan-
de ir disparar na embor-adura do Tejo, o Uro da cas, devenios preparar o nossa marinha conre-
confirmarao de nosso independencia. nientemenle.
Constituido o imperio, principiou a academia de Nao por' certo com a oflicialidade no estado
marraba a dar oflieiaes nacionaes, cujo numero actual que devenios esperar della grandes feilos.
pouco a pouco foi augmentando, e cliegou pora Esludem-se as cousas que ati'aslam do escola de
completo de nossos armamentos marinha a mocdade applicada de nosso paiz ;
i uma.8cra.Cao nova. patritica. Ilustrada destruam-sc os desgoslos que cada dia fazem ap-
e cheia de dedicacao, substitua os homens prati- partear um claro no quadro da olflcialidade els-
eos que commandavam -os nossos navios, com tente; porque este o nico
grande vantagem para o serrico.
Assim chegamos oo anuo de 1858, em que o
Sr. ministro da marinha,conselheiro Saraiva, com
o louvavel intento de crear um'pessoal ainda
mais instruido, augraentou o curso daquella aca-
demia.
Ao mesmo lempo, porm, que se dar esle
passo, abria-se com franqueza a portada mo-
uda de guerra aos pillos do proco, que tem en-
trado em grande numero, deslru'iudo-se assim o
meto que a razao
aconselha para fazer parar a decadencia do pes-
sool que haremos provodo existir, e que lodos
que estoo envolvidos nos negocios d'a marinha
eanhecem perfeilamente.
A materia anda carece de longo d csenvolvi-
raento, que nasseguntes resentios noi esforca-
remos por dar. .
O digno correspondente deste Diario, no Ma-
ranho, descreyendo o naufragio da barc i poitu-
gueza Linda, alli occorrido no dio 21 do mez pas-
sado, faz alinal a seguinte reflexao :
Se o gorerno livesse n andado ha muito lem-
po fazer os exames precisos no pharol de Santa
Armo, e se, condecendo que convinha arria-lo,
livesse mandado publicar os avisos do estro com
loda o antecedencia nos portos que entrcleeni
naregaclo com o nesso, de modo que quondo o
pharol fosse arriado j na Europa se soubesse,
ou enio j estivessem collocodos e funecionan-
do os phoroleles, lalrez que nao se livesse dado
esle naufragio. Perdeu-se um bom navio, com
um carregomenlo importante, quasi perdem-so
muilos vidas, e lolvez tenhjm morrido estes tres
nufragos que at hoje nao apparecem, ludo isto
por umo incuria do governo.
Deus permita que seja este o nico naufra-
gio que tendamos a lamentar, e que elle active o
governo na collocaco dos pharoletes.
O digno correspondente, que parece estar bem
informado de todas as circumstancias deste fatal
siicccsso, nao lem razao em querer attribui-lo
incuria do governo ; o que se verifica de sua
propria exposicoo, vislo que nella confessa que o
capilao da barca aristn na madrugada do da 20
a ilha de Santa Ann, que por ella dirigi sua
navegado, como do costume, demandar o
pharol de IlacoVurai, o quol ro lombem s 10
horas da nianha do mesmo dia ; pelo que mu-
dou de rumo em procura Ho.Ara.~agi.
Quera navega pirao^iorlo do Moronho, sabe
muito bem que para quem vio o pharol de Ita-
coluini, ou o locol assim denominado, nenliuma
ulilidade tem o de Sania Auna, que somenlc ser-
ve para ensinar a dar resgaardo Cora Grande,
quando se demanda o porto do largo.
Escrevemos, perianto, estas linhas pora des-
truir o censura infundada feita ao governo pelo-
Ilustrado correspondente, que proraveimcnte
noo profissionol.
E' iucoMvenienle par a nevegacao o falta pro-
visoria do phorul da r ha ilo S.mla Anua; mas- ella
lu annunciada pelo autrroeapilao do porto (Jw.Ma~
ranhocom a antecedencia necessaria.eespeenmos-
elle a remediar o naajs brevemente possivelcont
prorideorias acertadas, auxiliado pelo govecco
imperial, com quem naturalmente se ter enten-
dido respeilo, de sorte que a navegacao. e com-
mereio da provincia nada solrara.
A' muilo que elle indicava durcr ser anudado
do lugar em que eslora ; mas nada se fez em
lempo, justamente porque foi examinado por um
sem numero ae engenheiros, cada um dos quaes
apresentava o seu plano, pondo o governo no
embaraco de resolver. o que acontecer com
o nosso porto lombem : emquanto nao se entu-
pir, nada se poder decidir; porque cada dia
ura novo projecto vem complicar mais a siluo-
roo, augmentando a hesitaaiu de quem tem da
corregar uos hombroajtodo o peso da responsa-
hilidade de urna decisao de tonta magnitu.de.

.4.
PERN. TYP. E II. F. DEFAMA. 1360
"TMUTILADOI
ILEGVEL
i


Full Text
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