Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09008


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Full Text

*'
\
iNSO XXXYI. HOMERO S7
Por tres mezes adiaii'ados 5S0O0.
Por tres mezes yenciJos 6$0OO.
SEXTA FEIRA 9 DE MARCO W1860.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para subscriptor. .
BSCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. Je UmosBraga;Cear,oSr. J.Jos dcOliveira
Maranho, o Sr. Manuel Jos Martins Ribciro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nuuius;
Amazonas, o Sr.Joronvmo da Costa.
PARTIDA DOS CORREiO.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bczerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanlmns as torras feiras.
Pao d'Alho, Naz'arelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricurye Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Ro Formoso, Una,Barreros,
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os rorreios parte masIOhorasda manha.)
PARTE OFFICIAL.
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commcrcio: segundas e quintas.
Relarao : ternas- feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commcrcio: quintas ao meloda.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao
meio dia.
ministerio da Marinlia,
Aviso de 9 de keveiieiiio de 18(50.
EPIIEM1UDES DO MEZ DE MARCO.
7 La cheiaaslO horas e24 minutos da manha.
14 Quartominguaute as 6 horas e 49 minutos da
manhaa.
22 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa
30 Quarto crescente as 4 horas e 33 minutos da
manhaa.
. PREAMAR DE IIOJE.
tro as 6 horas e 54 minutos da manha.
7 horas e 18 minutos da tarde.
Segundo as
Ministerio do imperio.
1 Xl'H.IEMTE DO DA 4 DE EEM.UE1HO DE 1860.
Ao presdanle da provincia de Pernambuco,
devolvendo, para seren deferidos como Mr de
justica, os requcrimenlos do Fansiica Coria de
Jess e Bernarda Mar* da Cono-i-b, que pcdem
a admisso de scus l"
da mesma provincia.
Ao mesmo, accusandoo recebimento do of-
licio era que participa haver prorogado por 2 me-
zes a lieenea concedida ao I)r. Joo Ferreira Sil-
va, inspector de saude do pono daquella provin-
cia. '
Providencia acerca da percepeo de vencimentos
ajuslamciilo de cotilas, nomeaeoes para embar-
que, e subsiiluico dos commissarios e escri-
vaes do corpo de officiaes de fazenda da ar-
mada.
2a seccao.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios da marinha, em 9 de fevereiro de 1860.
S. M. o Imperador, attendendo ao que repre-
ios no collegio dos orphaos \ sentou a couiadora da marinha em officio n. 531
de 12 do corrale, e considerando urgente adop-
tar providencias que protejam os interesaos da
fazenda publica, e facam elfecliva a aeco da au-
loridade fiscal quanto ao ajuste de cotilas dos
commissarios da armada, asim como necessa-
rio, neste intuito, providenciar acerca da substi-
tuirn desses em pregados c dos escrivos em seu
impedimento proveniente dos referidos ajustes
de contris ou de outros motivos, determina, e ha
por muilo recoramendado a Vine, o seguitite :
Art. Io. Tica declarado que lo stricla e ri-
gorosamente applicavel aos escrivaes, quanto aos
commissarios do corpo de ofllciacsdo fazenda da
do
ma-
neira que nao se permita a nenhum cobrar o
resto deseus respetivos sidos e mais vencimen-
tos, nem ser nomeado para outro embarque sem
concluir-se o ajustamcnlo das cotilas a que o
commissario e o escrivo devem conjunctamenle
assistir.
l". Nessi intelligencia faca Vmc. desembar-
car sem perda de lempo os commissarios que ac-
tualmente estiverem alcanzados para com a fa-
tomada e
ministerio da fazenda.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DE FEVEREIRO DE 1860.
Circulnr s thesourarias, recommendando que
se declare em todos as officios que versaren) so-
bre saques e remessas de fundos, o exercicio a
que perlencem tacs Iransacces ; visto que ape-
Ule ultimo Irabalho seria feilo para tornara
entrada do porto accessivel de noite.
s traballios designados sobre o numero 5
pooem seraddiados paraaodepois dos primeiros,
empregando-so provisoriamenle um rebocador.
lor lodo o rclatorio desenvolve o d:to aslrono-
razes de suas conclusoes, que cortamente
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Theofilo b. ; S. Cerissirao.
6 Terrea. S. Olegario b. ; S. Collccta v.
7 Quarta. S. Thoma/. de Aquino b. doul. da igr.
8 Quinta. S. Joo de Dos fundador.
9 Sexla. S. Francisca Romana riuva.
10 Sabbado. S. Mililao c39companheiros mm.
11 Domingo. Ss. Candido e lleraclio mm.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das ; Baha-,
Sr. Jos Martins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O preprietario do diario Manoel Figueiroa d
Faria.na sua livrariaprara da Independencia ns.
6 e 8.
j8r*ooeiicu'*res 0-xPt'didas em 17 de novembro o governo imperial tomar na devida considera-
-?_;?'? 26 ,de Ju">' p 17 de dezembro de 1856, 5f* P01"'!"'- convem muilo, que os trabaihos do
Ao mesmo, devolvendo o requerimcnlo em
queAnaslacio Xavier do Coulo pede ser aposen-
tado no lugar de amanuense da secretaria da c-
mara municipal da cidade do Recite, para ser di-
rigido a quein competir.
Ao presidente da provincia de S. Pedro nos
segrales termos : Fui prsenle ao governo im-,
penal o o/Iicio de V. Exc. n. 8 de 25 de Janeiro armada a disposico da segunda parle do 16,
- ultimo, com o qual suluiielleu ao coiliecfmonlo '''': *" Jo alyar de 7 de Janeiro de 1797, de n
do meu governo as duvidas que Ihe forana aprc- "
sentadas pela junta de qualiticaco de votantes
da parochia de Nossa Sen hora d.i Madre de Dos
dessa capital, e as decises que V Exc. profono.
Em resposta declaro a V. Kxc. que foratn re-
solvas com acert aquellasduvidas : lu, que em
vanos avisos, entre outros o que V. Exc. cila n.
loO de 5 de dezembro de 1846 no 3, esi decidi-
do que os eleitores e supplenles "moradores no
territorio de urna parochia, que fui desmembra- Moda publica, alim de se "proceder a
da para formar-so ouira, nao devem ser cenvo- Wiflcacio de suas contas, comprchende-se nes-
eados para a junta de qualificaco da parochia a ,a providencia aquellos que, lendo coniecado a-
que d antes pertenriam, estando porlanlo organi- presta-las. nao houverem concluido.
"da "regularmente a junta da referida parochia, 5 2". Outrosim, segundo o art. 16 do plano
com individuos residentes na de Nossa Senhora i 'luu ''aixou com o decreto n. 1,940, de 30 de fu-
das Dures novamenle creada ; 2", porque lam- "ho do 1857, conlinuaro os commissarios a dei-
nem esta decidido, por diversos avisos, que so- *" corno cauco de qualquer alcance que por
mente as parochias nao providas cannicamen-1 "enlure possam ter em suas conlas, melado do
te e que nao se Caz qualilicaco de volantes, e sold que Ihes competir, e que s recebera
porlanlo naquella de Nossa Senhora das Dores,; T'ando, lomadas as conlas, se reconhecer que
que tem parodio, devem ser qualificadosos seus n.ao devem clles cousa alguma. E na forma do
inoiadoros, para cumprimenlo do que dispoe o ''' *>" do citailo al vara, no art. 2" que nao se en-
art. _a da lei regularaenlar dos eleices, com re- ,en lerencia ao art. I que mandam se rena em cada mesmo plano, os commissarios do numero nao
parochia a junta de qualilicaco que deve orga- l'orcebero o sold que vencetn de embarcados
la das pessoas habilitadas para volaren) t'"1 qnanto forem devedores mesma fazenda.
contina a dar-se a falta daquella declaraco,
com grande transtorno do servico e da cnntbi-
lidade do thosouro, dando-se al'mesmo ultima-
mente esse inconveniente em larga escala pelo
que respeita aos avisos do remessas do notas
substituidas as mesmas Ibesouranas, s quaes
melhoramento do porto lendam a um resollado
0 plano, e njko cstejam sendo eilas, de sorle que
possam ser inuleis, ou mesmo opnostos ao aue
se tiver de realisar.
Por occasio da estada de S M. tiesta cidade,
mo Augusto Senhor percorreu todas as
se eslranha severamente a filia de cumprimenlo Uras f<-'its. e que se faziam, examinou todos os
das mencionadas circulares, pois que tal falla nao P'anos em face do porlo e suas condicoes e de
tem juslificacao. presumir que depois dos trabaihos da'commisso
A presidencia do Maranhao,'para informar astronmica fique detiniivamente assentado o
com tirevidade, ouvindo a Ihesouraria, se osban- P'a.no preferido.
------para volarem
as ateicoes primarias, e de juizes de paz c ve-
readores:
Art. 2". As nomeaeoes dos commissarios. seja
para embarcar em navios da armada, ou para
ueconiormdade pois com a primeira deciso, servir em corpos e estabelecimentos naraes le-
cumpre que seja dissolvida, seainda o nao fui, n rao lugar nos termos do art. 3" do aviso de 9 de
nhond Kaf/n dil P"whi de N-a Se- d"zcnil.ro de 1815. segundo a orden, da anligui-
comos el.,Wc f eS| .r*an"" rem nnh,rn,^!?,'lcnlC3 qe "clla "HP1 ?""? ",m SL'r *'" o^o previamente pe-
,,.,; ,!l"',lquor. 1"? Sl Ja o seu numero, e que na 'a conladona da marinha ao conliecimenlo dessa
tS: T'ft" Pr,0Ceda a qU'll,flCa- inle?derla- e a mcdida 1"e ,a" SS52 re
'S volantes guardados lodos os passos mar- prestando.
;m
dos na citada le para os seus Irabalhose os do
conselho municipal de recurso, que ser adiado
para ouira poca, se nSo pudor reunir-se na 3a
dominga de abril por falla do tempo rwra mn.
clusao dos trabaihos da junta de qualicajo.
2a terrdn- Ao presidente da provincia de Per-
nambuco. IransmitlindO, para ser documentado,
o requerimento em que Francisco de Barros l'al-
c.io Cavalcanli da Albuquerquc e Pedro Alcxan-
em dos ofliciacs de fazenda
navios, corpos eestabeleci-
nos termos do
Art. 3. A passa
de uns para outros
mentosnavaes liea dependente
mtin nfiiulo 0.n .i -; rvinrtl
de 20 dejunha da 1796, de ordem cxpeiida'por
esta secretaria de estado, precedendo as infor-
maces convenientes acerca das conlas e respon-
sabitidade das mesmos offlciaes, sendo enten-
dida assim
que uns
er titulo que seja,
a parte segunda do dccrelo 1,90 de
drino de Barros Cafalu' de"La"crd."pedm"o 3 de ,nn,, de ly57>
foro de lidalgo cavalleiro da casa imperial. Art. 4. Prohibc-se terminantemonlc
, "~ commissarios llquem, a qualqu
j secrno.Ao presidente da provincia de Per- pelas contas de oulro
nambuco, devolvendo para despacha-los como
inerecem. os reqnerimer.los das irmandades de
S. Jos de Itibamar, e do Senhor P.om Jess dos
Morlynos, relativos a loteras concedidas em be-
neiciu das suas egrejas.
.tlinisterio da guerra.
Art. 5. Ficam desde j considerado^ com-
missarios extranumerarios os seis fiis de pri-
meira classe mais amigos que, em virtude do
sviso do 1." de- junho de 1858. actualmente ser-
vem na qualidade de commissarios, urna vez que
lenha cada um as habililaces marcadas nos t&
1, 2 e 4 do [dao mencionado.
1. Pc-rdem o lugar queoecupam na classe
dos liis os seis de quo traa este artigo, os
quaes, bem como os outros commissarios extra-
numerarios abaixo indicados no art. 7e seus pa-
ragraphos, sero preferidos aos domis liis de
| primeira classe para 03 lugares de commissaria
e escrivo da lerceiri classe.
! 2a A preferencia entre todos oscommissa-
eres nos extranumerarios ser determinada pelo maior
~, sendo este igual, allender-se-ha
EXPEDIENTI DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 1860.
13
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
eclarando-lho que. subsistindo anda os moti-
vos mencionados no aviso de 6 do correntc pe-
los quaes deixou de ser approvaja a nome'aeo
do lenlo Joao Paulo de Miranda Jnior, para
Servir de ajudante do director da colonia militar
'i Pimenteiras, nao pode annuir-se do alteres
X I Jerico Cicero do Alencar Ararme, que fui pro- mi>re,c.,lnenl0. e.
posto para o mesmo lugar. 'a anliguidade.
escorn!nlST,:';d?n'nl',",1h0'l'1,! rcmetl1 Para : Arl- 6- Pa" 1uc d'ra a""'o se iniroduza
SIL apeados pan o exercito a maior regularidade possivel ueste ramo do ser-
c.visiLiiics. I v,50( e se du pcrfoila execuco ao pensamento
_ \nnrOCifln.7 J de urganisacao do decreto n. 1.90 de 30 de ju-
- \o presdeme da provincia de Pernambuco, nl.ode 1657, exonere Vmc, e faca desembarcar
ei 'arantfo, en. resposta ao seu oIRcio numero : para que prestem conlas. os liis que servem de
ioniJ- trrenle, que a licenca com venci-, commissarios, a nao ser os seis de primeira cas-
d
Sff"; Evc concedida ao ajudante da se- se ora considerados commissarios exlranumera-
RHidacompauhia de pedestres da mesma pro- rios, Picando para este fim sem
Francisco do Reg Barros, deve ser por ordens em contrario,
cumprindo que, "
um mez
por
dita
vigor quaesquer
, logo que linde
licenca, elle parta para o seu deslino.
Provincia de Pernambuco.Requerimcnlo*
despachados :
De Francisca Joaquina Franco, pedindo trans-
a para um dos corpos estacionados na
mesma provincia, de seu filho o alteres ajudante
do 6 balalhao de infantera Manoel Fernandes
d is Santos r raneo. Por ora nao ha raga
De Jos Antonio Cesar de Lima, porteiro do
arsenal de guerra da dita provincia, pedindo que
se Ihe arbitre urna gratilcaco alera do respec-
tivo ordenado. Por ora nao lem lugar.
De Manoel Amonio Pereira, ajudante do por-
teiro do referido arsenal, fazendo iua
Por ora nao lem
petteao.
zar.
De .lose Joaquina de Oliveira Badem, ajudante
do pedagago da companhia dos aprendizes me-
nores do sobredilo arsenal, fazendo idntica pe-
ticao.Por ora nao tem lugar.
De Amia Romana de Jess, pedindo baixa para
seu lilho Jofto Francisco do Espirito Sanio, que
se acha na rilada companhia de aprendizes me-
nores.Nao lem lugar.
De Candida Claudina da Silva Cavalcanli, pe-
dindo que se Ihe mande entregar, independente
He indemnisacao, seu filho Alfredo da Silva Ca-
yalcanii, que se acha na mesma companhia.
Indefendo.
"erule\a,,drc to" ^ereir. pedindo baixa para
seu limo Jcronymo Teixeira I.eal, prnra do 10"
balalhao de uilanteria.-lndeferido. '
i-e francisco Pereira de Carvalho, pedindo
que se promova a alteres a seu lilho primeiro
sargento do supracitado batalhao Sebasfiao Lou-
renco Pereira de Carvalho.-lndeerido.
De Antonio Jos Kenriques Cardim. pedindo
ser empregado no arsenal de guerra da suppra
mencionada provincia.Indeerido.
De Antonio Lobo Alberlim de Miranda Henri-
ques, alferes da guarda nacional de Olinda pe-
dindo ser roiifrmaoo no posto de alferes do exer-
cito.Indeferido.
De Manoel Joaqun) Paos Sarment, ex-segim-
do cadete do exordio, pedindo ser readmitlido
uas ileirus do mesmo exercito.Indeferido.
15
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
remetiendo o nquerimenlo de Pedro Alexandri-| co
S 1. Oulro sim. distribuindo os ditos fiis
segundo as suas respectivas classes, Vmc. pro-
ponha o augmento do numero de ofliciacs de
cada urna dellas, se reconhacer que o exis-
tente nao bastante para as necessidades do ser-
vico.
2. Ficam extinclos os fiis de commisso
propondo Vmc, d'cnlre esles. com altenco s
habilitacoes indispensaveis, os que se possa con-
i templar na primeira ou segunda classes a que se
refere o paragrapho antecedente.
Art. 7. Quando os commissarios desembar-
cados slivercm prestando conlas al sua ul-
limaco, na forma do art. 1 deste aviso, ou
echarem-se impedidos por oulro motivo, nao ha-
vendo a esse tempo commissario nenhum as
circumstancias de embarcar, tica Vmc aulorisa-
do para preencher asfaltas de laesofficiaes no-
meados, alim de servirem na qualidade de com-
missarios extranumerarios, os pralicanles addi-
dos no almoxarifado do marinha da corle.
8 1." No usodesta aulorisac/io, que so limita
aos casos de reconhecida urgencia, Vmc. prelira
os addidos em que roncorrerem os requisitos do
art. 6. do plano mandado observar pelo citado
decreto n. 1,910 de 30 de junno de 1857, com
altenco ao maior merecimenlo, e, na igualdade
de circumstancias, anliguidade naquella re-
parlico.
2 Os pralicanles, que por virtude dos avi-
sos de 19 c 21 de agosto de 1858. servem ac-
tualmente na qualidade de commissarios, sero
lambcm considerados commissarios extranume-
rarios se estiverem as condicoes menciona-
das ueste artigo. Para esse fin) cumpre que
Vmc. informe circunstanciadamente a serne-
lliaule respeito, exonerando aquellos em queni
por ventura nao concorram as referidas condi-
coes.
Art. 8. As faltas de escrivaes. verificadas
nos termos do art. 7. sero precnchidas por
meio dos pralicanles addidos conladoria da
marinha, procedendo Vmc. de intelligencia com
o chefe daquella repartico, na dcsignaco des-
ses empregados.
As disposices dos arls. 1, 2, 3e4
e escrivaes de
im de Barros Cavalcant, de I.acerda. por noier XmoT^Tt'X"
declarado o que pretende, nfim de que em oulro
requerimento informado pela presidencia mencio-
ne a sua pretencao.
Ao mesmo, para mandar eliminar da com-
panhia de menores do arsenal de guerra daquella
provincia o de nome Januario Leonor de Albu-
querque, se sua mi Isabel Marn Claudina n-
deranisar a fazenda publica das desnezas que o
dito menor iiouver frito.
.Art. lo. A'esta secretaria de eslado commu-
nique Vmc. as providencias que applicar para a
noa e immediaia execuco do presento aviso,
ceno de que ora dou conhecimento do seu ob-
jecto a contndoria da marinha.
Reitero a Vmc. as segurancas de minha esti-
ma e consideracao.-FruHcisco A'arir Paes Br-
relo.Ao Sr. tutcndcnle interino da marinha da
eos extinclos. que se fundiram no banco do Bra-
sil e suas caixas filiaos, cmilliram letras ou bi-
Ihetes a prazos menores de cinco das e vista ;
que curso liuham essns letras ou blheles ; se se
O eslado actual dessas obras o segninle :
Conliiiuam em andamento a muralha. ou caes
do Uem prnseguimenlo do arsenal, o enchim
to erevestimento da muralha da i
qollldde e socego das lamilia-i. Para bem din- I cOP11P, ,-------\------------------------------
gi-lo, ao overno incumbe promover os bons es- L-, P CuJadirec?o se acha suieto .
tudos do clero eescolher para as oarochias sa- S!?P C,mSn,?i ""-clama a vinda de mais urna
Candado para coadjuva-la na educa-
qne nao
verifique a
na circulaco depois de vencidas, i ra> } muralha sobre o recife.
en-
a do Noguei-
o mais que Ihe OCCOrrer'a esse respeilo ; Irms- Al Janeiro lindo fallavam par
initundo por essa occasio alm das informacoes
conservavam
iniiiindo por essa occasio alm das informacoes lessaa obras : muralha do O 87 Ir? bracas re-
exigidas sobre taes bancos urna collecco dos re-! vestimento e enchimento da da ilha do'No'uei-
lalonos de laes estabelecimentos.Idnticos s ra 840 l|2 bracas c do recife 31 bracas
idencias do Para, Pernambuco eBahin. I A muralha "do recife de dilTIci'l Irabalho no
Ihesouraria do Piauhy. autorisando-a .lugar dos rochedos subraersos entre o pharol e a
pedra da tartaruga, o s se pode faze-la na baixa
A'
para abrir concurso entre os pralicanles, alim dt
se preencherem os lugares de amanuenses, c o
de segundo cscriplurnrio, que se achara vagos ;
abrindo logo oulro concurso para os lugares de
praticanle que licarem vagos.
A' Ihesouraria das Alagoas, declarando, cm
resposla ao seu officio de 28 do novembro ulti- sionaes
mar das grandes mares com mar de bonanza.
Trata-seda factura de urna especie de aiidaimc
sobre varoes de ferro lineados nos rochedos ; pa-
rece-me duvidoso o sen bom xito em raziio da
lorca dos vagalhoes o sua arrebeniaco as po-
dras ; mas isso da competencia dos profes-
mo, no qual pede augmento de crdito para ser-
vicos das rubricas.Thesourarias o alfandegas
que na ordem da dislribuicao definitiva do cre-
dilo desle ministerio no exroicio correute foi al-
lendida a dita roclamaco.
Tevo comeen em fevereiro o passadico para la-
pagem da brrela do sul. achando-se "elle j em
l.oOO palmos cbicos.
Contina a excavaco do porto ; tendo-se cx-
traludo at Janeiro findo 16'3'Jl bracas cubicas de
enlulho.
Tambera contina em andamenlo os Io c 2" hin-
cos de caes desd o arsenal pelo lado do Sul at
as obras de Araujo no Forle do Mallos, que foi
presidencia
GOYERXO D.V PROVINCIA.
Rclatorio com que o Exra. Sr. Dr. Loiz
BarbalhO \ioniZ Fnza ni*OSlllnli di : P fres,df1nc,a MfcUda fazcrUe-empreilada a
. """' riud, pi t Slllt IllC 03 bem do melhoramento do porlo ; lendo sido con-
pi'OVinCia, abl'IO a SCSSa (la Assem- duilias 3' bracasdo primeiro lanco, rallando ape-
llina Legislativa Provincial, no 1.
do correute.
(Continuaro.J
GUARDA NACIONAL.
Salva alguma oceurrencia de pequea monta-
a guarda nacional da provincia acha-se no mes,
mo eslado descripto pelo meu antecessor. Tem-se j tinha desabado pelo"lado do mar ea
mandado formar alguns destacamentos para sup-
pnr a deliciencia da furca policial c da do liaba
que se mandou retirar do cenlro : 6 este servio
muito detrimenloso milicia cidads ; mas'
uccossano, o conlra a necessidade nao ha recur-
so. Para nnnora-lo vou expedir ordem, no senli-
salmenle : assim se reparlir o ouus e todos o
comparlilharo.
FOBCA NAVAL.
Compoe-se actualmente do 4 navios, contendo
2/ boceas de fogo ; a saber : o brigue-barca lla-
mara c ; navio chefo com 1-20 pracas de guarni-
cao ; a corveta a hlice Yiamo, com 83 ; a ca-
nhoneira Araguary. com 65; o brigue escuna
AiHjii.com 48, e o hialej/'ara/ii&ano com egual
numero de pracas. A canhoneira Araguary ser
era breve substituida pelo vapor Camacu.
RECRUTAHENTO PARA A ARMADA.
Tem-se apurado 38 recrulas do 1. de julho do
anuo passado al boje. Nao se acha anda com-
pleto o contingente marcado pelo governo impe-
rial para o correnle armo financeiro.
FORCA DO EXERCITO E COMPAN1AS DE
PEDESTRES.
Compoc-se de 4 batalhoes e das companhas
de artfices e de cavallara. Das 1,312 pracas,
que conslituem a forca estacionada na provincia,'
acham-se 577 na capital e 735 fra della. Man-
dou-se rocolher capital o 8o balalhao, que se
achava aquarlellado em Villa Bella, dando desta-
camentos para diversos pontos do centro. Estes
destcamelos foram substituidos por oulros da
guarda nacional. Para as duas companhas de
pedestres, que a le geral n. 1,042 creou as co-
marcas de Tacarat e Boa-Vista, foram j nomea-
dos os respectivos officiaes, que seguirn) para o
seu destino com as convenientes instruc^oes e
meios para occorrercm s despezas necessarias.
RECRUTAHENTO PARA O EXERCITO.
Do 1" de julho do anno passado para c lem
sido apurados i'3 recrulas.
ARSENAL DE HARINHA.
Sob a vigilante direceo do intelligente e acti-
vo inspector vai este arsenal lomando as dimen-
soes, e construindo os edificios e officinas, que
devera existir para que proporcione e satisfacaos
commodos e as necessidades dos navios da nossa
armada, que venliam ao porto desta provincia.
No rclatorio do meu antecessor consta ludo quan-
to misler saber-se sobre o estado do mesmo e
vislas, que se tem as edilicaces era anda-
menlo.
COMPANHIA DE APRENDIZES MARIMIEIROS
E MENORES.
Contina a ser solicitada a entrada de menores
para o arsenal, e cumpria que nao livesse nume-
ro determinado, alim de que para ah podessem
ser rcmetlidos os mejiores ou desamparados, ou
aquelles cujos paes nao podessem dar-lhes una
profissao honesta. Seria um viveiro de bons offi-
ciaes e mestres de officinas, morigerados e disci-
plinados, c de bousinarinhciros para a nossa ar-
mada.
OBRAS DO PORTO.
O porto desla cidade, situado em um dos pontos
mais orientaes da costa da Amenca. se podesse
dar entrada a grandes navios, tomara um incre-
mento o urna importancia to grandes, que todos
os esrorcos para conservaco de seu melhora-
mento seraoexhuberaulemente compensados pelas
rantagens, que traro provincia e a lodo o im-
perio. A assembla geral, conscia dessas vanla-
gens, concedeu ampios meios, e o governo geral
tem promovido os estudos e exames necessarios
para poder realisar esse melhoramento. Nomea-
da ltimamente urna commisso astronmica e
hydrographica a cargo do astrnomo E. Liis foi-
n.e remeltido poresle o relatorio dos seus traba-
ihos e conclusoes, a que chegou, e que eu vos
submello, Iranscrevendo-as aqu :
Assim, pois, era resumo, o porto de Pernam-
buco pode tornar-se umdos portos mais vastse
mais tranquillos do universo pela execuco das
seguinles obras:
1." Abertura de um canal no alerro dos Ale-
gados com a construeco do urna ponte sobre esse
canal.
2. Construeco de urna muralha a partir do
forte das 3inco Ponas ao limite do norte da Bar-
reta, e de una segunda muralha partindo do
bnirro de Sanio Anlonio porto da egreja de Sania
Riln, e juntando o primeiro muro sessenla bra-
cas da Barreta, eniullianJo ao mesmo lempo o
micrvallo dos mesmos pelas arcas extrahidas do
fundo do porto.
3. Construeco de um muro solido ou molhe
em vez da ponle do Recife entre o bairro desle
nome c o de Santo Antonio.
4. Elevaco do recife por dous muros paral-
lelos, cujo intervallo seria entulhado, permillindo
fazerera-se construeces contra os ventos.
5. Elevado do"recife por meio dos 6/ocsar-
liliciaes desde o pharol actual at abarra grande,
com a construeco do un nevo pharol no. entra-
da da barra.
as serem aleadas da parlo de trra e desem-
barazada da paite do mar dos pilares do trapiche
novo, e acham-se tambera promplas 21 li2 bra-
cas do 2. lanco.
Gracas consideraco dada pelo illuslre Sr.
conselheiro presidente darelaco recommenda-
co desta presidencia, leve andamento o processo
pendente para demolico do trapiche Novo, que
j tinha desabado pelo"lado do mar, e amcacava
ruina da parte da Ierra com perigo de quem'por
all transilava, e sabia deciso do superior tribu-
nal, rafconhecendo o direito da fazenda publica,
lera ero* breve de ser executnda e fazer cessar os
tropegos, que se oppunham demolico to con-
veniente ao enibelezamciilo da cidade e obras do
CAPITANA DO PORTO.
Acha-se quasi concluida a casa para o servico
da capitana do porto; pareceu-meacanhadoesie
edificio e precisa ser augmentado.
O digno capitao do porto apresenlou urna re-
lacio dos ros da provincia, que um docu-
mento appreciavcl, e o submetto vossa consi-
deraco ; aterescentando que sobre os meios de
poder tornar navegavel o rio de Goianna orde-
nei, em cumprimenlo de recommendaco de S.
M. o Imperador, que o engenheiro Marlineau
procedesse ao necessario examo e estudos, e
aguardo a respectiva parlicipaeo para apresen-
, lar-vos o seu parecer.
ARSENAL DE GUERRA.
E'muilo inconveniente a local dade, em que
so acha, alm do acanhamento do edificio e fal-
ta de espaco para onde so esienda, segundo as
necessidades do servido, que tem de prestar.
Para que o arsenal de guerra desta provincia,
que deve ser o ponto, donde parlara os forneci-
mentos para os de mais do Norte, possa satisfa-
zer esse e outros encargos, que o governo de-
termine, necessario ser removido para o lado
de Santo Amaro, e fechado entre muralhas, que
se preslem defeza de qualquer tentativa de
sorpreza, e possa ter todas as officinas proprias
de taes estabelecimentos e depsitos para guar-
da dos armamentos e petrechos bellicos.
Naquella localidade ludo isto so conseguir,
e o Arsenal poder fcilmente communicar, quer
por Ierra quer por agua com a cidade, e fazer
os embarques e desembarques precisos aos scus
misleres. Assim mesmo, mal situado, e sem
largas para suas officinas actuaos, satisfaz a
todas as oceurrencias e ordens do governo, o que
era grande parle devdo actividade e zelo
do seu digno director.
COMPANHIA DE APRENDIZES MENORES.
Dao-se para os aprendizes do arsenal de guer-
ra as mesmas razoes que ha para com os da ma-
rinha, de nao ser Ilimitado o sen numero ou
enlo poder-se formar outras companhas nois
que sempre o governo solicitado para conceder
a admisso delles, visto que Jos paes pobres e ho-
nestos procurara dar all um officio ou arte a
seus filhos, para que lenham no fuluro um meio
licilo.de viver ; e o eslado devia proteger esse
bom instinclo ou desejo paterno, que compa-
tivel com o interesse de ter bons officiaes e bons
artistas, e nao estar na dependencia de engaja-
raentos de estrangeiros, que raulas vezes nao
servera bem, e sao os seus servicos raais caros do
que os dos nossos nacionaes.
Pelo Ministerio da Guerra foi ordenada a rc-
raessa dos que tivessem a edadee se dUtinguis-
sem na msica para as dos corpos do exercito,
nao sendo officiaes de artes raechanicas precisas
aos arsenaes.
OBRAS MILITARES.
Ncnhuraa se tem eraprehendido de maior Im-
portancia que nao sejnm meros concertos, algu-
nias cumraodidades para os quarkis e hospital :
assim nada raais ha do que se acha ponderado
no relatorio do meu antecessor.
PRESIDIO DE FERNANDO DE NORuNHA.
Contina no raesmo estado. Somenle, lendo o
commandanle me participado que os condemna-
dos e habitantes queriam se applicar agricul-
tura sendo o seu terreno frtil, como se conheceu
de exames feitos, convnha quo se dsse aulorisa-
gao para que lhes fosse pennitlido plantar, me-
danle renda para o eslado ; e devendo-se auxili-
ar essa tendencia, porque a agricullura porsis
um grande meio de moralisaco e de cMlisacao,
concedi a nulorisaco, mediante a approvac
do Governo Imperial, queja a concedeu, consi-
derando meio precario e sem direito a indemni-
sacao de bemfeitorias, etc. Trala-se de arbitrar a
renda. Fugiram ltimamente 6 condemuados
de que se nao lem noticia, c ja rae dirig aos
presidentes das provincias vizinhas com as res-
pectivas recommendacoes para sua captura, e as
autoridades das localidades desta provincia,'onde
ellos possam chegar.
A forca all existente 6 mui diminuta era re-
lacao ao grande numero de condemnados J
leve ao conhecimento do Governo Imperial esta
grave oceurrencia e a urgencia de providencias :
anda nao Uve resposta ; mas he do esperar de
seu empenho pela boa gerencia dos negocios p-
blicos, que era breve seja considerada, como
cumpre ser.
CULTO PUBLICO.
O seniimenlo religioso, intialo no coraco do
liomem, e raais segura base da sua mora'l e de
sua felicidade, muito profundo na populao
da provincia ; e, bem dirigido, seria um grande c
t'icassissinao apoio da ordem publica, da Irau
, .1U^ uluu uu anuo nnanceiro lindo : a des-
.Z? ^le;0)Ur",SE0 -6:6523851, verilicando-se o
aldo de 13.5l_5t937 ; a saber : 832-5165 era let-
ras e 12:6335,92 res em reribos.
cerdoles Instruidose de boa moral, eque alimen-
tla a paz, a concordia e harmona dos habitan-
tes, c lhes aconselhem o respeito sleise auto-
ridades. Se a generalidade dos vigarios eslo
nestas condicoes, fados lem chegado ao conhe-
cimento do governo que o contrista, e que nao
reala pelo dever de nao promover, anles obstar
escndalos, que poderiam chamar a odiosidade
sobre una classe lo rspeilavel.
O Governo, porm, cumprio o seu dever de cha-
mar a altenco do muilo respelave! Exm. Pre-
lado sobre alguns. c tem a confianca de
ficaro sem providencias, caso se
exactido dos factos.
MATRIZES.
A insufficiencia das rendas publicas (em obsta-
do entrega das quolas distribuidas para as ma-
tnzes, o a este respeito fon-oso me foi seguir o
cxemplo das duas adhiinstraces transadas
apezar das represenlacoes de alguns parochos
sobre o mau eslado de suas matrices.
Multas capellas tambem precisara de ser con-
certadas, e postas cm estado de poderem pres-
ar-se com decencia s solemnidades reli-iosas
Irocurare promover o zelo dos fiis, nomean-
do commissoes dos cidados mais preslimo03
da localidade, para que procuren) alcancar os
racios de fazerem-se csses concertos e prearos
ADMINISTRADO GERAL DOS ESTABEI.E -
LIMEMOS DE CARIDADE.
A. receita verificada no anno financeiro de
18D8 para 1850 iraporlou em 1281663139, com-
prehendido o saldo de 5.45-557, que existia
em .10 de junho. A despeza foi de 120:5568030
dando-se o saldo de 7:610510!); a saber-
1.0828145 era letras e 6527596 em recibos.
INo primeiro semestre do exercicio correntc
andou a receita por 60:1687791, inclusive o sal-
do, que ficou do anno financeiro findo ; a des-
peza er
sa
Ira
l'cndo a adHiinislraco inlenlado nova aeco
sobre os bens do extincto Hospital do Paraizo
contra os herdeiros do marquez do Recife nre-
lendem esles urna accommoJar-o ; mas n'o'po-
dendo faze-la sera aulorisaco do Governo foi-
me dirigido o oirerecimenlo feilo pelos herdei-
ros : e, tendo examinado o negocio, me conven-
c do que liana todo o fundamento, para que se
procurasse obler a resciso da sentenca alcanca-
da pelos herdeiros do finado marquez na Relacao
revisora da Babia. Entretanto vaccillei se seria
admissivel a aeco revsora era um negocio, que
havia subido at o supremo tribunal de justica
que julgou millo todo o processo por ser inlen-
lado por aeco suraraaria, devendo ser por aeco
ordinaria.
Vacillei ainda se, quando nao fosse admissi-
vel a aeco rescisoria, flcava aparte vencida, em
una acciosummarial tolhida do direito de pro-
por a acr;o ordinaria de reivindicado, visto
como na aeco summaria nao S3 traiou do do-
ESE SW ^*N^v&m*
um mandado de sequestro. Cora quanto a Rela-
cao revsora julgasso do dominio, parecuu-me
que a sentenca nunca podia compreheuder m^i
doque.o objeclo da accao, c que o uiieiio A
reivindicaco nao estaca prejudicado. Sendo
estas quesioes de alta indagaco jurdica, levei
o negocio ao Exra. Sr. rainist'ro da justica, para
que, consultados os altos consolhos da" cora,
resolvesse rainhas duvidas, e assim me babili-
lasse a darou a negar a aulorisaco para accei-
tar a proposta accoramodaco.
Contina ainda o delonoramento dos predios
do patrimonio, sera que a administraco possa
fazer os reparos e concertos, de que precisara,
era vista da deficiencia de meios. A administra-
cao lembra a idea de urna consignaco animal
de 5 conlos de ruis para esses conceros.
S. M. o Imperador dignou-se de visitar os es-
co daquellesnfelizes.
K de urgente necessidade levantar-so o muro
que extrema a casa dos exposlos do cuartel d
polica, a fin de nao ser ella devassada por esse
Casaram duas exposlas; foi remettido um et-
poslo para o arsenal de marinha. e entregue ou-
lro a reclamaco da propria mi.
HOSPITAL PEDRO If.
A administraco nao pode etfertuar ainda
como pretenda, a transferencia dos enfermos
para esse edificio.
A'falla de recursos pecuniarios, que felizmen-
te fui supprida pela quantia de 5 conlos doris
queS. M. o Imperador dignou-se de conceder
pan a continiiaeo das obras do edificio e pela
doacode 3:000j) feta pela Assocago Com iner-
cia I Ilenelicente, os quaes fizerara a administra-
cao alimentar a esperanca de collocar o hospital
em es'ado de poder admiltir docntes, vejo subs-
tituir nova dilliculdade, achando-se os kilos o
as banquetas, que exlslcra no hospital actual.
lao velhfls e arruinadas, que nao podem servir
no edificio, e a administraco v-se iropossibili-
tada dos mandar substituir por outros, na defi-
ciencia do recursos, que a embaracam.
4 A...r,!ee',a u despeza desse eslabeecimenlo des-
do 29 de mam de 1819 at 31 do dezembro da
Iodo tem sido o seguinte :
RECEITA.
al 30 de junho de
Arrecadada
1858
dem do 1" de julho de 1853
de dezembro de 1859. .
a31
183:430J79
62:265;00
DESPEZA.
Despendida at 30 de junho de
1858.........
dem do 1" de julho a 3Idc de-
zembro de 1S59. .
Saldo cm 31 de dezembro.
245:695c I I
179:6278879
65:433P03
215:0613187
633tfS92
tabelecimenlos de candade e a obra do Hospital
Pedro II. Moslrou-se satisfeito e deu de esmola
6;3005, sendo 5:0003 para a obra do hospital ;
l:00jg para a casa dos exposlos, e 3003 para se-
rem distribuidos com os enfermos pobres do
grande hospital de caridade.
O rgimen interno c econmico do grande
hospilal contina ainda sob a direceo de um
regento e de urna Irma da Caridade," como su-
periora, auxiliada por outras seto Irmas.
No auno passado fallecen urna das referidas
Irmas, e foi proraptamente substituida por
ouira.
O movimento dos estabelecimentos de carida-
de o que consta dos seguinles quadros :
GRANDE HOSPITAL DE CARIDADE.
ri

E
o -
B
o 3
-. *a
5
9
H
Exisliam era 30 dj junho de 1858.
Entraran) do 1. de julho de 1858
31 de dezembro do 1859.
Curados ....
Melhorailos .
Nao curados .
Morrcram -
Exislem
i as 2i horas de entrada
i Depois ....
56 28
572 20 i
321 6
92 26
22 9
12 4
121 87
60 42
84
776
385
118
31
16
208
102
No numero dos 102 enfermos, que licaram
existindo, eslo comprehendidos 37 alienados, a
saber ; 7 do sexo masculino, e 30 do feminino.
HOSPITAL DOS LAZAROS.
o
H
Exisliam......
Entraran).....
i Curados .
Sahram-j Mclhorados .
v.No curados.
Morreram.....
Exislem......
26 8
4 5
0 0
0 0
3 0
6 2
21 II
34
9
O
O
3
8
32
Por este quadro ve-so que a medicicina tem
sido impotente era seus esfurcos na cura da ele-
phanliascs. Nem um s enfermo sahio curado,
nem mesmo mclhorado.
O edificio, em que se acha montado o hospi-
tal, necessita de um muro, que o feche pela
frente ; eos enfermos precisara de maior quanti-
dade de roupn.
CASA DOS EXPOSTOS.
ASVI.O DE MENDICIDAD!-.
Pelos benemritos instituidores do Asylo fi-
Ihe destinado, de ncerdo cora a presidencia,
urna parte do novo Hospital redro II, onde tevo
lugar cora assistencii de S. M. o Imperador, a
inslallarao desse pi eslabeecimenlo, que alis-
tara aos vindouros um dos elfeilos raais benfi-
cos da Visita Imperial. Solcita, porm, ad-
ministraco dos eslabelecimenlos df caridade.
sua mudanca, visto que precisa do local, que ce-
der, para accoramodaco dos doenles.
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
O patrimonio corape-se do 105 casas, inclusi-
ve una muilo demolida na ra do Vigario, da
qual apenas resta o solo ; cinco sitios e ll ter-
renos, de que em geral recebe foros, sem contar
com alguns predios ruslicos, que nada rendciu
or so acharen n.-i jines.. ndevida de varios
O arrendamenlo dos predios foi feilo o anno
passado pelo tempo de um a tres annos, em vir-
18o8. Comludo alguns exislem di- mais lon-
gos prazos, tendo sido aulorisados por meus an-
tecessores.
Nao fo possivel ainda ao conselho adminis-
trativo efiectnar a cobranca da divida activa do
patrimonio na importancia de 9:700>. O fac
de ser muito amiga e de nao cxislirem j al
dos devedores originarios, tem coucorrido
esse resultado.
u
juns
para
S'-.i i>.<.
Existan).......
Enlraram......:
Sahirara........
Morreram-^8 "2i n,0"sd entrada
(Depois desta poca
Existen).....
111 51 2 162 48 2
5 29 2 24
129 182
273
104
53
311
Continua anda este eslabeecimenlo no edifi-
cio oceupado polo extinelo hospital do Paraizo.c
leni duplicado no seu intrnalo o numero de
enancas e de adultas, cm razo dse terfeito
recolher as que se achavam entregues amas
externas, na conformidad* do respectivafsfula-
meato.
A renda annual do patrimonio, que se arrecad
Irimcnsalmeiite, de 54:3938403 ris ; mas leve
na ultima arrematado o augmento de9:3869'!.
A sua despeza foi 'de 46155375. Houve por-
tanto ura saldo de 13:1083384 cm favor do mes-
mo patrimonio. A sua receita, pois, foi de ris
o9:264$138, incluindo o saldo de 2:2358323, exis-
tente em 31 de dezembro.
_ Alm destes meios de renda e do beneficio da
-.' parte da 2.J lotera, extrahida durante o anuo,
os orphaos receberam diversos donativos.
5. M. o Imperador, por occasio de sua benfi-
ca \ isita ao collegio dos orphaos, c ao das or-
phas. dignou-se de fazer o donativo de 5:0009
para o primeiro. e o de 2:0003000 para o se-
gundo.
A Associaco Coramcrcial Beneficcnte concor-
rcu com 300J em fevereiro do anno passado. O
arrendatario do um dos predios do patrimonio.
JoaquimFelippe da Veiga, fez doaco do 200S :
Machado i Dantas de 6008: Manoel Buarque de ,
Macedo Lima 1508, ultima prestaco do donati-
vo, que fez aos orphaos eml856." O llvm. Bis-
bo diocesano contina a contribuir cora a quan-
tia de 203 raensaes.
Das loteras concedidas em favor do patrimo- -
mo, s se lem podido realisar a extraego at a
4.a parte da 2.J lotera, que produzio o benefi-
cio de 17:25g.
Sendo apenas sufficientes as rendas do patri-.
monio para o costeio dos dous collegios, nao
possivel ao conselho emprehender os concertos
e a reedificaco da casa, que tem em vistas para o
collegio dos orphaos, por isso que o edificio, era
que actualmente se acha este eslabeecimenlo.
nao lera as condicoes hygienicas necessarias, era
consequencia de sua m situaco.
O collegio conla presentemente 91 educan-
dos e 14 empregados internos. No decurso do
anno passado falleceu apenas 1 educando, quo
tinha vindo bastante doenle do arsenal de guer-
ra, muilos foram accomnaettidos de sezoes, sar-
nas c febres malignas, provenientes da insalu--
bridade do local c de outras causas.
Sahiram 30 educandos e foram admiltidos 11.
limadas necessidades mais urgentes daquello
eslabeecimenlo, e que o conselho procura satis
fazer, o fornecimento da boa agua potavel. A
de que se serve o collegio de pessima quali-
dade e nociva sade dos orphaos, como
lem representado frequentes vezes o respectivo
professor de sade. Urna penna d'agua levad 1
do rio Bcbcribe mui fcilmente, e com pequeo
dispendio satisfara essa necessidade.
Outro melhoramento reclama tambem a saude
dos orphaos ; a mudanca da lalrina du
lugar cm que est e que infecta o eslabeeci-
menlo.
COLLEGIO DAS ORPHAS.
Este eslabeecimenlo conla hoje 80 educandas;
entre as quaes se achara 9 expostas, e lera 12
empregadas internas.
Nao houvo ensarnemos o anno passado. Sahi-
ram 4orphas; foram admitlidas 11 e fallece-
r 111 2.
A falta de accommodacoes necessarias no edi-
ficio parlicularda ra da Aurora, cm que esl o
collegio, para o crescido numero do orphis,
que all se aiham, difficulla a admisso de
muilas, que reclamam os beneficios daquella pa
instituido ; o oluguel excessivo de 2-5O0?O()O
rs. annuacs, imposto pelo proprctario, c a dilli-
culdadc de ennseguir-se urna casa convenienle,
suggere a idea da conslruc^o de um edificio
adaptado ao collegio ; mas a insufficiencia dos
recursos do patrimonio nao olTerece os meios do
se realisar to ventajoso melhoramento.
Entretanto a presidencia, por portara de 25
de abril do anuo passado, nulorisou o conselho a
fazer em um predio do patrimonio, situado na
ra da Gloria, as obras e accommodacoes indis-
pensaveis para a transferencia do collegio das
orphaas. Estas obras, que nao foram ainda eje-
cutadas por falta de auxilios pecuniarios, rao
ser agora principiadas com o donativo imperial,
que lodatia nao chega para o seu acabauenlo.
ILEGVELl


l*
jS
! ftlMCIT ""
DIARIO DE PERNAHBUCO. SEXTA FEIRA U.DB MARCO 1>E 1860.

r,ffs
O subsidio de 3 conloa dt AftUUaUli;eio aos or-'
phos cm anoosautcrioics paia. coadjuvacao de
sua despeza, e o beneficio, de algumas toteriat,
seriam an auxilio que f> conseibo solicita para
esse lim.
Asorphas a prendo m en laspeclivo collcgio
1er, eserover e contar, geographia, historia sa-
grada e o fzancoz, alm-4eistrucco-!ligw*a e.
dosdfferentes trabalhos da agulha. Algumas dol-
as apresenlam desenvolvimento, e para disper-
tar-lhes estmulos, bom seria submettc-las a urna
prova rigorosa do scu aproveitamenlo.
Na falla de fornocedoros do gneros alimenti-
cios para os cullegio-, foram os supprimentos in-
cumbidos aos respectivos directores-que pres-
tara tontas ao Iheourciro do patrimonio. JJesta
medida tero resultado nulavel economa para a
sua reccita. .
Nao se acham ainds decididos os pleitos judi-
< unios que o patrnuouio sustenta iresonteineii-
le alguns dos quaes pendem de deciso do supe-
rior tribunal da relajo, como sejam as causas
cm que litiga coin Pflippfi Mena talado da Fon-
i ca c herdeiros de Agosliuho Eduardo Pina, Era
grao de execuco acha-se a que piomove contra
Francisco Ignacio do Athayde.
(Continua r-se-ha.^
DIARIO DE PERNAWIBUCQ.
tinliiraria. Misturado com a cal viva serve de im-
primir sobre os tecidos de liuho marcas indele-
veis.
Sua causticidado 6 to lorie, que nao se pode
impunemente partir a casca com os denles para
Ihe eurahir a amendoa. ------
A
bra
do mais grossa, pode ser empregada eoi obras de
niarcenoria.
O kermesO kermes vegetal, grao escar-
ale oucarmezm, urna especie do galha, ou
excrescencia tuberculosa, produzida pela picada
de um insecto [cocui ilicis) nos carvalhos de cer-
ta especie na Europa (Quorens cocifera.) ker-
mes apresenta-se sob a forma de urna avelanzi-
nlia, vcrmellia escura, e do tamanho de urna cr-
vilha. U insecto est encerrado uesla rxcrescen-
fieo, negro e mUammavel. Mau cotilleado deve- taucias aggravanles os $ 1, 4 o do arl. 10 oo
r olTerccer talveznlgum partido A medicina e cod. crim.
Dada a palavra ao advogado do rao. invocou
este a circumslancia allenuan e do 9, ail. 18,
combatendo as circumslancias aggravantes al-
legadas pelo orgao dajustica publica.
Resumido o debate, depois da replica e tWi
plica, pelo Si', r. presidente lo juiy, a vtaeifi-
A m aderra da arvore, que produz este fruclo das por este en lnguagcm prteisa e tiara, as
anca, eso serve para queimar. s vezes, quan- qoestes de direito originadas da discussao, re-
colhou-se o consclho de serflr-nija sala das
conferencias secretas, para B>spnder aos se*
guintrs quesitos :
Io O reo Cosme Jernimo do Nascimcnto, om
um dosdias do mez de agosto do auno prxima
ptssado, fez na pessoa de Pedro Pcreirada Silva
os fe limen l os constantes do coipo de delicio ?
2o Estes fori mentos produzinun gravo, oncom-
modo de saude ?
3o Estes feriinenlos produzirnni inhabililaofio
que u accoruo luusso como piesumpou de ve-
racidade das lelrss a semclhanca encontrada pe-
los peritos. E aecroscenta lodo ufano: pois,
quando se traa de imitar urna letra, a que outra
parece ter frvido de modelo, nao se trata de fa-
ze-lo de modo mais semilhantc que possivel,
horas eram uuproprius da senedade de urna ad-
ministrado sensata e do respeilo devido a ura
asylo do soffrimcnlo. Se algum membro da ad-
ministraco se achasse doenle goslaria que lhe
fizessem estalar aos ouvidos 12 duzias de fogue-
, les ?... A commissao er qne nao, e tiesta h'y-
embora nao se- consiga desse esforco completa polhese cr6 lambem que os direitos dos desgra-
stunelaariea 7 jados nesla parle sao, seno mais valiosos, pelo
cia, c sane quando tem chegado ao sen perfeilo i de swvieo por mais de um mez ?
A asscmblca provincial, depois da leilura do
expediente, uceupou-se de um reqiierimenlo de
Sr padre Guimarcs, pcdnfJo ao governo copia
Martilleau, e a que obras se tem elle de licado, ua
discussao do qnal toma rain parle, o mesmo Sr. e
o Sr. N. Porlclla, que dase calenda que o Exm.
presidente da provincia devia dar essas iuforma-
ces no seo rclatorio ; sendo, entrelanlo, elle
approvado, por parles. i pedido deste senhor.
l-'oi lido um requerimentu do Sr. Mariins Pe-
reia, pedindo cgualnionte intormaces ao gover-
no, sol-re o numero dos presos, sustento, e ves-
tuario dos mesuios na casa de detouco, que fui
approvado.
A casa pcrmillio que coiitinuassc a lomar par-
to na mesa de qualitieaco do Cabo, o Sr. dep-
relo Reg Barros, em vista do parecer da com- CClJ0
misso de poderes.
desenvolvimento ; mas c necessario colher o ker-
mes na sabida do insecto, quando se quer que
elle seja de boa qualidade.
lista substancia serve para diversos usos da
medicina e da tinturara.
O kernie, que se encentra no commcrcio re-
dondo, liso, luzento, duro, solido, cotileiulo um
sueco vermelho O melhor o que tem urna bel-
la cor vermellia, milito cheio, grande, pulposo,
lusco, e que conserva ainda os insertos. O ker-
mes de Monlpellier, que mais giado e mais co-
4o Deu-se ueste delicio a circumslancia aggra-
vante da uoilo'?
5o Deu-se a circumslancia aggravante de ser
De sorle que para o Sr. Dr. Alcanforado, que
taas veaes falla em hermenutica jurdica, em
materia de examc de peritos com relaco letra
a conclusa seaspre pela falsidade: s'e as lelras
se parecen^ So falsas porque se parecem ; se
as letras nao se parecem, sao falsas porque nao
se parecem.
* E assim caminha o Sr. Dr. Alcanforado com o
seu penacho branco, que felizmente nup segui-
do por mim nem por inuita genio.
Decide ex-cathedra o Sr. Dr. Alcanforado, qne
o (J fundamento do accordo nao procede, por
que apenas refeiio-se a dous fundamentos do
exame que foram deixados margan pela sen-
lenra appellada. Na rerdade o Sr. Dr' Alcanfo-
rado parece brincar com o publico Os funda-
rado prefcrivel ao de Hegpanhl a Portugal que
6 pequuo, pouco iucculento, e um vermelbo
multe escuro.
Segundo diz o Journal du Havre, o gover-
no franco/, acaba de CoulMClar o esiabclecimento
de um lelegrapho oleclrico entre Toiilou e dige-
ra. Parece queja est assig'nada a convenci
entre o governoe una compaohia, preslando-se
o lisiado a coadjuvar nao scom urna subreocao,
mas com todos os recursos malcraos do serebo,
para se levar avante eale meio de conununica^ao
entre a tranca o a sua colonia.
Prejihzos achiclas.guando se ouve ga- le do g 9 do arl. 18 do cod. crim.
oreo impedido por molivo rcpi ovado ou frivolo > mentos foram deixados margen pela sentenca
0o Deu-se a citeumstaneij aggravante de ser appellcda, crgo nao procedem, nao assim, Sr.
o reo superior em armas ao oirendido, de uia- doutor ? Morro por ver unas razoes de apaella-
neira que esto nao poda defender-se com proba-
bllidade de repllr a ofrens'a ?
7o Existem circumslancias aitenuaiitcs fa-
vor do reo ?
Rccolhendo-sc o consclho prediela sal das
conferencias, eolegendo o consclho presidente!
ao Sr. Dr. Jos.' Polix de Maccdo e secretario ao
Sr. Eugenio Augusto do Coulo lelmont, vollou |
depois de muia hora, respondendo ao
Io quesilo Siiu, por unanimidad* de votos.
2" quesitoSiui, por uuaiiiinidade.
3o quesilo Sini, por unanimidado.
4" quesitoNao, por onze vot s
5" quesiloNao, por unanimidado.
C" quesiloSim, por oilo votos.
7" quesiloSim, por unanimidado.
O jury reconhi'CC a circumslancia atlenuan-
menos iguaes aos de qualquer Ilustre membro
da referida administraco, qnodeveser o primei-
ro a respeilar as dreselas infelizes.
3."A commissao ve ainda consignada como
verba de despeza a somma de cenlo e dez rail
icis gasta em urna medallia deouro offerecida ao
Sr. Hermann. a commissao desconhece a leiem
que se fundn a Ilustre administraco para con-
ferir medalhas ao honra cusa do rolTredos po-
bres ; mas couhece o 8 15 do art. 39, o art. 14, e
o arl. 98 dos estatutos de cuja infraccao se res-
senle esse procedimenlo. Mas o Sr. Ilermanr.
fez servieos ao cstabelecimanlo, dir a adminis-
traco ? mas responde a commissao, esses ser-
vicos, sua natureza, e modo de remuneraco por
parte do eslahelecimento se acham prevenidos
pelos arls. C2, 81, e 85 dos estatutos. A Ilustre
administraco exorbitando do que nellcs se acha
estatuido, commellcu un acto Ilegal e abusivo
cao do Sr. Dr. Alcanforado, quando por acaso 1 em prejuizo do patrimonio dos pobres.
acontece, que o Sr. Dr. Pereiti de urna sentenca 4."A commissao ranina o tacto de ter ido a
Por ora farei | junta administrativa ao cemilerio para assistir a
bar o estado de prosperidi.ie, em que se acha
hoje a agricultura em Inglaterra, acrcdiiar-se-ha
fcilmente que urna to brilbanto siluac&o pro-
le de longo; nada menos exacto.
Ainda ha setenta anuos, pouco mais ou me-
Lidas as respostas do consclho pelo seu pre-
sidente, o Sr. Dr. B. Macedo, o Sr. Dr. presiden-
te do jury lavrou a seguinte. sentenca que publi-
cuu ao tribunal :
contra um seu constituale
apenas um ofRcio de caridade: aconselho aos
futuros conslilulntes do Sr. Dr. Alcanforado pc-
rantc o juiz especial do commcrcio, que, quan-
do a sentenca seja proferida contra elles no
mesmo juizo, mudem de advogado; porque,
pelo que estamos vendo, indubilavel, que o
Sr. Dr. Alcanforado subir instancia superior,
s para balet nos peilos o cantar a palinodia.....
Naoacerta Umbem o Sr. Dr. Alcanforado com
a razan de allegar o accordo. que mullos eram
os autorisados a firmar na tasa de Bieber, Pois
nao lo claro Significar slo, que onde ha mili-
tas mos a esc rever a mesma consa, mais falli-
vel se torna o juizo de peritos em coiupararo de
letras?
(Juando leio os arligos do Sr. Dr. Alcanfora-
do, necorre-me a idea de cscrever, que elles sao
to fulcis o banaes, que nao merecem urna res-
posta. Todava, nao o escrevo, porque seria de
urnas exequias ou trasladaco de ossos em car-
ros al ligad os custa do hospital; mas alein dis-
so ve urna outra verba de despeza gasla cm alu-
guel de um carro para conviles do respectivo an-
niversario.!...
A commissao, acha neste procedimenlo mais
do que illegalidade, mais do que abuso, porque
constando-The ter a junta administrativa delibe-
' rado fa/.er taes despezas sua cusa, como eos-1
tu me, 6 di/.enilo a Ilustre provedoria no sen fo- I
Hielo, lereill ellas sido (eitas por este modo, nao
sibe qual a razo porque essa somma figura na
despeza do cstabelecimenlo, ou esse dispendio
phantislico, ou a administraco nao fez taes des-
1 pozas sua cusa-, como diz o seu Ilustre chefe.
Pagina 7 do folhelo.j
5.''A commissao raliQca o fado da emissao
de ttulos de Bemfcitorcs, sem que entrasse em
c.iixi as respectivas propinas, ratificando esual-

Em vista das resposlas do jury sobre o fado minha parlo una ousada, que o publico jamis mente que esse abuso se den nao somonte com
H.uendo-se esgotado a primeiri parle da or- nos, so a vel
lem do dia, o Sr. Brando obteve a palavra para res inulezes
pedir a urgencia da discussao do parecer da com-'1
inisso de poden s. na parle relativa aoSr. viga-
rio Francisco Pedro da Silva.
Depois de discutida pelos Sis. Brando o Ha-
noel Portella, posta a votos. Coi approvada a
urgencia, entrando em discussao a validade ou
nao validjdu
Tedio.
da etcu do Sr. vgario Francisco
Orou tongamente o Sr. Eparainondas, expon- 8 e gncultorcs nao Unham por guia senao
i os motivos que levaran: a commissao, deque
'e.z parlo, a dar o seu parecer em favor da ad-
inisso du Sr. vgario Francisco Pedro, e liavcn-
dando para ordem do diado boje, a conlinucro
da de lionlem.
lia rutina que diriga os agricuHo- ; principal e suas circumslancias, constantes des
quesitos proposlos, est o reo ,ocurso no grao
medio do arl. 205 do Cod. Crim. : assim, pois, o
condeano a qualro anuos c meio do prisao com
Irabalho. que cumplir na caiieia destacapital,
e a pagar a mulla correspondente melado des-
te lempo e as cusas do processo.
M sendo a hora adiantada, o Sr. Dr. presidente
Jo jury SUSpendou a sesso, addiandu-a para o da
9 s ID horas da manhn, em que ser jnlgad o
reo Ji'aquim Luz dos Santos, pronunciado no
arl. 201 do cod. crim.
, e so veniaJeiramente no comero
que alguns homens conseguiram,
que os proprietarios agrcolas, deixando os anii-
is usos, einpregassein com sciencia os seuscui-
dados em beneficio da torra.
lelho Tull e Arihur Young foram os primei-
ros, que prepararan! por scus cons Ihos, seus
habalhos e suas viagens, a iciiovaco agrcola
do sea paiz. Ai milito o massa dos proprieta-
me perdona, o mim que nada suu em face do Sr. litlos de Bbmfeilores, como lambem com a des-
Dr, Alcanforado que ludo linacSo do Benemritos do esiabclecimento.Eis
Em expiac&o porm do mcu peccado inlcncio- prova : no respectivo quadro ". 0 do folheto]
nal, se os meus trabalhos acadmicos dcixarem- i apparece urna lisia de cincoenla e um Bemfeito-
me vagar, tralarei por normas minhasesla ques-l fes agraciados durante [o anuo de 1859.Ora,
lo, quando me vir iivre de acompaiihar o Sr. pelo ai t. 02 dos estatutos o mnimo pecuniario ceram soffrerara nunca nem'podiara'soffrer
. Alcanforado artigo por artigo, | com qne cada um dos agraciados devena ler en- cnSaces do Iheor o gravidade das que pesara
i) meo syslema ser uiuio diverso desse di
oppr fundamento do accordo fundamenta da
sentenca appellada. Espero mostrar ao publico I'o a commissao sabe e no folheto se diz que
Ilustrado, que o nosso Homero dormiln, e e Hermann por si s deu 7869 's-, logo a soi
Irado cm caixa de lOOj rs por couseguinle o
mnimo da somma total de 5:1000 rs, ; no enlan-
Mr
mma
4., que aceila.,inulquer luva onde quer, e por
qjiera qper que lhe {or lancada em suslctaco
do'que disse.em s*u manifest ; mas preciso
qu essa luva nao venha mauebada de, torpeza e
abjeeco ; coiiin a que lhe quiz atirW o'Sr. com-
niuicanto^ iims awm a commissao nao as
levanta, e isto fique dito.por urna vez.
AgUjta dua*;pato**is csfaa n ola com que a
Ilustre redaeco do Diario de Pe ^ na manco acom-
panhou a pblicaco do maueslo da com-
missao.
A commissoaaale que em umi queslo de tan-
ta maguilude porisao que envolve em si una par-
te dopassado,* todo o futuro de um eslabeleci-
mento importante,a Ilustre redarcjBO nao fosseum
pouco mais reservada em.emittir/a sua opinio,
a qual por eroquanlo nao pode dexardser clas-
silicada de parcial e antecipnda.
Ninguem mais do que a comaiisso weja tct
justificada a adniiiiislragu-arguida, m.m a illus-
Ire redaeco sabe que m face da gravidade er
autbeniicidade das accusa^Oes que pesam sobre
ella, essa jusliftcaro nuuca surtir effeito riot5
meio de assercoes vaga> e elogios distituidos de
undao-cnto.
A commissao nao tem prctencoes a fazer di-
minuir o bom cooceilo que lhe merece a admi-
nistraco argida, mas infelizmente nao connece
os serviros importanlissimos por cita prestados
ao estabclecimeuto ; e mullo menos os ttulos
pelos quaes cila se tornou credora da estima o
consderaco publica.
A commissao desconhece do mesmo modo os
apuros, em que a Ilustre redaeco diz ler-so
adiado a referida administrarn.
A commissao nao lem deles a menor idea ;
pelo contrario afirma, que desde a fjiulaco do
eslaoelecimento ate hoje, nenhuma administra-
rn dispoz, como aquella, de maiur somma de
meios capazos do inclhorar o eslabelccimento e
a sorie dos doentcs, mas infelizmente mal appli-
cados.
A commissao nao desoja xeni quer de modo
alguui manchar roputares Rlibadas ; se os tac-
tos por ella presentados, parecem de algum
modo offendc-las, a culpa nao est por certo na
commissao que os indica, mas siin na adminis-
Iraco que os praticou. ,*)
Pinalmeiilc a commissao nao so pavonea do
pericia nem pode orgulhar-se de dirigir melhor
os negocios do esiabclecimento, lembra somonte
que guns ((ue por infeticidade do instituto ou em fal-
la d'' gente, se acharo j na sua d.iecro, e quo
nem ellos, nem asadmi/iistracoes, a quejierb n-
ac-
m so-
PEBiiftBSBUCD.
revista daria.
insistimos ainda (idos reparos de certas nas i
desta cidade, que aenam-sc em estado do quasi
completa damnificaco, morraenle daqucllas em
jue o transito maior, ou alias por onde c feilo
Escusamos reproducir aqu vs razos de con-
veniencia para a affecluaco desta medida, pois
que por mais de urna vez lomo-las expendido
nesla /.' isia.
lia rousas que, por estar ao alcance de lo-1
respectiva importancia, excluem desenvol-
vimentos sobre esta qualidade, quando deltas se
lucir tratar.
Neste caso acha-se inqueslionavclmenlu a plan-
taro de arvores em differenles lugares pblicos'
desta cidade, rom o que vira pira ellos o embel-
tocimettlo, e para a populaeo mais inua commo-
ill.ido.
I m destes lugares, que reclama mais instante-
mente esta medida, por certa o caes de Vinte
r dous de iiDienibio. A cmara municipal por
tanto deve ordenar semelhantc plantaco, dando
:s comp< lentes providencias aflm de que nao se
colham ajenas n"lla frtelos negativos, como torn-
ee dalo ate boje. Plantar e nao tratar, melhor
aera nada fazer; porque ao menos poupa-seuma
despeza inniil.
Amanba Irabalha no Santa Isabel a com-
panhia dramtica, sob a direceo do Sr. Coim-
bra.
(i pat>eolnf>uQ < .'. tiM.fi"'-1 r'i* -i-- "!.*
aceira, o Mundo, diabo e carne, composco
original francez.
N.i nossa Revista de hontem em vez de Ilen-
riqnc Maniede Leo de Almeda, deve le -se II in-
ri |ue Maniede Lins de Almeda.
No intento de poro publico a par dos inri-
<: ules da quosU.o do caixeiro da casa Aslley i
'.., do qil< j nos Invenios occupalo, remos
agora dar cunta Jo depoimento das lesteraunhas,
que foram hontem iuquiridas sobre o fado.
Depoz s primera que, qoando oomprava Fazen-
das avaradas o i mofadas dava como gratilka-
co, e por amizade 10 por ceuto a Gubiau, alm
dos procos ilas fazendas.
A segimda, desparhanleda casa, que sabia dos
fictos a que se referia a queixa, por ouvir dizer
Iraen e, depois da priso de Gubian, mas que
sabia qoe e.-le venda as la/ondas por preco menor
que cm outras casas, do que advertir a Gubian.
A lercaira, caixeiro do armazem e eayarrega-
do iia esorplurncn, disse que logislas de 2.a
v 3." ordem venda Gubian fazendas per pre'o
mais baxo do que aos mellones logislas ; que
depois da entrada de Gubian havia urna grande
quantidad de fazendas com a nota de avaradas,
e que elle por vezes fez observar urna e outra
-a a Gubian, por que suppoz ao principio que
a differenca dos precos era devida a falta de pra
nina cega rutina. Seus prejui/.os, sua ignorancia,
sua lomosa resistencia toda a niodilicaoao as I
pralicas heicditarias, linham lana forja como no
continente.
A (Juartcrley fnica-, n'nm dos seus ltimos
arligos anda refere, as difiieuldades, que em on-
irou M. Coopcr para conseguir que suas char-
ras ossem puchadas com dous cavallos enip.i-
ii'lbados; lodos OS lacradores nao queriam s-
no empregar qualro em (lia, uus alraz dos ou-i
tros.
finalmente em 1835 tendo sr ItoberlPeel fol-
io presente de iluas cbarruas de ferro a um eala-
beleciuiento agrcola, e vollando um auno de-
pois ao mesmo estabelecimenlo, soubc que as
suas charras linham sido abandonadas; porque
os caniponczes acredilavam, que a lena noupo-
dii ser frtil seno lavraua com cbarruas de
pao.
M.vr.uioruo PUBLICO :
Mataram-se no dia 6 do correte para o con-
sumo desta cidade 30 rezos.
MORTALIOADE lio DIA S OO C.OIUIENTK :
Demetria, prcla, eserava, solteira, 25 anmis ;
congesio se ptica.
Joanna Benedicta, prela, solteira, 60 anuos; es-
tupor.
Manuel, branco, 10 dias.
Auna Joaquina de Souza, branca viuva ; gastro
intente.
Rita Hermelnda Ferroira de Cassia, branca, sol-
teira, lt anuos; liypcrlrophia.
Maiia Joaquina, prela, solicita, bO anuos; vc-
lhice.
tlury do termo PRIHEIRA SESSA.
7 de marro de 18110.
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Antonio
Francisco de Salles.
Promotor publico interino Dr. Amaro Joaquim
Ponseca de Albnquerque.
Felaa chamada c verficanJo-schaver'nume-
ro suflicicnle de juizes de lacio, fui abena a
sess >.
Entrou em julgameulo o ro affianrado, Jos
casa Bieber, que mullo perdera os constiluintes,
cojos adrogados fazem embargos pelos jornaes.
Recite b de marco dclb9.
./. P. do Heno.
O Diario de Pernambuco de 5 do correte re-
gistrn em suas columnas a parle do rclatorio
que, por occasiao da abertura da assembla pro-
vincial no corrento an
sdenle desta provincia, o Lxm. Sr. Dr.I.ui'z ll.u-
balbo Muniz Fiuza.
E' pois, nicamente sobre essa parlo quo cabio
no dominio do publico, que emitiremos o
tola! devia ser anda pelo menos de 5:5-563 rs. ;
mas a verba da reccita quo apparece em raiza
titulo de Bcinfeitores apenas de 3:3113275 I...
A'vista desta differenca a commissao nao pode
deixar do concluir, que : on ncss-i lisia ha Bem-
feilores le mais, ou na caixa dinheiro de menos.
6".A coinmissae radiflea e sustenta
legado de Joan Vieira Lima nao de G0
romo se diz no folheto pag. 8] e sim superior a
proierio o digno presi- cont c onzecuulo3 de r9 como a commissao
dis$e em seu manifest. Mis a prova : em mea-
do do anuo do 1858, quandu o hospital propoz a
sua acyao contra os llovedores, o legado impor-
tava eml069pg727 (t/ocuiiienlOH. 1 ahaixo pu-
blicado). Ora, clilaudo-sc o respectivo juro des-
sa poca al o motuento dessa infeliz trans
_ nosso
do Itoura Borges, acensado pelo crim o da ten- juizo franco e insuspeito.
mentos felos na pessoa deAntonio Ferreira.c As -doces seiisaroe que experimentamos coma -
i m vista da decsao dojnry, foi absolvido, tendo sua leilura,-no lopico relativo aos festejos mpe- a somma total evidentemente superior d ceilo
por advogado o esludanlc do quarlo auno da fa- raos ; a nossa admiraco pelos profundos conhe- e onze cotilos do rcis A comml-so ao mesmo
dado de direito do Recite, Jus Eustaquio Fer-1 cimeulos que S. Ilxe. mostcou ler da agricultura, lempo quo continua a lamentar a desgrana di ssa
em geral, e em relaco oo nosso paiz; a loma- concrdala inqialillcavel, lamenta agora de mais
vel modestia com que alliibuio, ludo qlie de mais a mais, que se nao lalasse asso< iaQo e ao pn-
loporlanle so fez, por occasiao da visita mpe- blico a linguagom da verdade, diminuindo-se n
ral, ao Mxm. Sr. baraodl Camaragibi
d
r< ira Jai obina.
II por estar a hora
direito aildiifp^os
adiantada o Sr. Dr. juiz
o para o ia oguinte.
de
Coini'iiuiiicados
tai, ao cxm. .sr. uarao>ae Cainaragibe, reservan-, somma doada, b por couseguinle o merecmento
o bom ponen para si da gloria, quo lo nobre- do doador, s para aesfargar, a deformidad"; dessa
icnte conquistara, cusi de estoicos inaudi- convencao !
lo pcspeilavel publico.
i
Os proprietarios da casa de banlus do paleo
do Carino participara ao Ilustrado publico desta
cidado era gcial, e a seus amigse Freguemos om
particular,que as faltas d'agua que as vtzes se
Fructuoso Pires,branco, solleiro, 30 anuos ; febre no'am no seu eslabelccimento, e q e de dia 2
a mais se te n feilo sen-
amarella.
Gaspar Pcreica da Silva, branco, solleiro, 45 an-
uos ; phlysica.
M-iri.i 11 moca 10 r........ ctfmlicp
Gertrudes, eserava, prcta, solteira, o arrnos;
hemorragia interna.
Josepha Mara Rosa, prela, solteira, 35 anuos ;
|.lii\ sica.
Hospital pe CARIDADE. F.xistem Gfl ho-
mens, 55 mullieres nacionaes, 1 horaem esiran-
geiros, 2 homens escravos, total 12i.
Na totalidado dos doentcs existem H9 alio-
nados, sendo ;i;! mullieres e 0 homens.
Porara visitadas asenfermarias pelo cirurgio
Pinto, as 8 horas da nianha, o pelo Dr. Dor-
uellas s 8 horas e 1 da manha.
JURYuORECIFE.
PIUMEJRA SF.SSA.
l ll 8 DE MARCO.
Presidente, o Sr. Dr jmis de direito Bernardo
Machado da Costa Doria.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Francic.
Leopoldino de Gusmao Lobo.
Eseriao o Sr. Joo Saraiva do Araujo ilahano
Fi la a chamada,rcricando-sc ostarem presen-
tes 14 jurados, o Sr. Dr. presidente do jury, abri
do corrente ale esta data mais se
tir, nao provm de negligencia sua ou de seus
em pregados ; ellas dimanara de urna causa que
ainda jijo e.-l betn detormiiiaita e nucftns.nro-
prioiarlos (i, rasa ae uanhns procura-u averigu ir
para remedia-la, se isso couberem suas turcas.
Para que a publico enlre no couhecumeiilo do
quooccorre om um estabelecimenlo do ui uti-
lidde, onde leem encontrado linit vo aquellos
que o leem frequentado, onde se leem i- i i o ou-
vir os elogios insuspeitos e desinleressados das
pessoas cultas, uaturaes e estrangelras, em um
eslabelccimento emtim, que hoje porleuce mais]
s neCOSSidadcS publicas, do quo aquellos, que
com o lint o mais honesto o foHja do grandes
sacttQcios o eraprehcndeiara e o lem sustentado,
ser.cm breve publicada a correspondencia, ha-;
vida en'ro aquello dos propriclarhis quo cuntra-
iii
: s, e de urna aclividade nunca desmentida;
iiivejavc] criterio com quo s< exprimi acerca
dos partidos; esobre ludo, a maneira dislincta,
e-para nos honrosissima, porque descrevou o nos-
so enlhusiasmo. sempre crescente, e o nosso
acrisolado amor ao Imperador e Imperalnz, fa-
zem do s. Exc. mas que um amigo,fazom-o
lilho de nossa provincia, e do lugar a que se
aperlcm anda ma:s, osj lo estreitos lagos, que
ligam l'eiiiambuco leal cidade de S. Salvador.
Nunca presidente algum fez-nos mais juslca,
o nem moslroii tanto inleresse pelos IIossos
liiiiniphos.
I.onvoics S. xc. Por oulro lado o relatoro,
v...iu (..-ea ouinai, e um trballio, que so ued
ler sempre vista, como um modelo de mode-
la.a i o bom -cuso um escriplo cheio de i e-
fncia e no! reza; sira phrase correcta psa, seu
estilo florida e ameno, e os termos crapregados
sao de urna propric lado ,-ulmi: i vel.
Felicitamos S s. i -,.-. pelo seu relatoro ; feli-
,citamos nossa provincia, por que tem por ad-
ministrador um cavalheiro da tempera e crditos
de S. Exc.
7."A commissao confirma lambem C sosten-
a, quo o predio sito junto lio gazoinclio ful 1-
legalmentc vendido pela referida administraran
por falta da formalidado proscripta pelo ai
lu dos estatuios, o que nao soiueute esta venda
foi Ilegal como lamb m foi passada a respe
cscriptura por dito contos e oiloo utos mil ris,
lendo essa propiiodade oblido previamente em
hasta publica o lauco de dez contos de i .
A commissao contenta-sc a este respeito com n
oflerecera considoraeo i.\ associac i e do pu-
blico OS documentos os. 2,3, fe5 \abaixo pu-
blicados-), os quaos nao smentc provam que a
commissao falla a venia.i... ^.^... i.....l.........oi
iam iodo o segruo e merauismo dossa Ira
cao, que huiira bum pouco a adminislraco que
a lealisou.
8. A aommisso melifica o sustenta a tacto
da existencia do um Ironeo no hospital para sub-
Jugar os alienados! Nao existir hoje, mes s-
liaaindaha bem pouco lempo A commissao
possuo as provas desse faci incrivel, mas infe-
lizmente verdadjeiro, c so nao as publica por-
que nao desoja, 0,11,' pesera as iras da Ilustre
Convm, pois, que o governo do S. M. Impc- administraco sobre quem as toraeeeo.
nal conserve entre nos qubm por tantos ttulos, 9. PinalmeiJte a commissao rectifica ludo
captar a nossa confianca, c merecer as quaolo disse era referencia ao dispendio,
sympathiasde urna populacao inteira.
Compro
a sesso s 10 horas o .'io minutos.
Foram multados cm 20 cada um dos Srs. ju-
rados quo nao comparecern), e relevados das
multas em que i n corre rara em sesses anteriores
aquellos que motivaran! com legitima razo de
escusa as suas fallas,
o Sr. r. juiz municipal .t segunda vara,o pre-
Uca do mi igoia que conhece a venia- padordosproccssosdojury.Dr. Francisco de Aran-
deira cans, ai r< -c- ntando que Gubian dava al- jo llanos, comparecen ao tribunal e passou Ss
cumas fazendas como vendidas por| reco baixoa miosdo Sr. Dr. juiz do direito da primeira, pre-
alguns legislas e depois as revenda "por preco sidente do jury, Bernardo Mochado da Costa Do-
mator em son nome, o citon alguns icios. ra, 11 processos convenienlcmonte preparados,
flnavmenle que quando Gubian ven-
Declarou
dia as fazendas diis Averiadas c que sempre o
eram a cortos e determinados logislas, o fazia
em particular, o no romo as outras vendas.
a quart.>. leelomunha declarou que comprou
em casa de Aslley i:T faci do algodo com a
marca da casa, e que depois lhe fui apresenlada
jue quasi sempre prod 1/
tura prolongada e para seren melhor apreciadas,
a sua pblicaco ser por parles.
Quando o Magistrado so compenetra de suas
obrigaces e so lembra que asfuneces que exer-
ce sao as mais em portantes e honrosas de |uc
pode encarregar-se o homem na sociedftde :
quando se record a que como orgos da le lem
de administrar ajusticia a seus semelhantes, ter-
minando suas contendas v v'mgando os opprimi-
iodo o respeil consid raco c estima, poique
suas qualidades devem iieres?ariameiilo ser tu
dislinctas o to iiobies como a sua alia e subli-
mo misso.
Neste caso afllrmamos estar o lili 10. o Exm.
Si. Dr, Antonio Francisco do Salios, digno juiz
de direito da 2'. vara crime da capital desta
provincia e actualmonte, presidente dojurvde
Olinda.
0 Exm. Sr. Dr. Sillos, viudo pela vez pri-
meira a esto Termo presidir o jurv, por suas
conla em nomo de Gubian, a quem pagou com disposico do cod. du proc. Em lomoo a 1
11 li.-ii >. .....11 n Am.i.ln ^nnnfn n_L:u:~ .__t- !J. .. .1 .- .. ,
pola
dinheiro com o devido descont, c exhibi a
conla. que foi junta oos aillos.
Sestea dcpormenios avalie o publico o grao da
innocencia aliribuida Gubian no'faclo da dc-
fraudacao do respectivo patro.
Um dias do mez prximo passado, em casa do
Sr. Delursano Piulo de Araujo, morador na ra i"o constituido deste modo :
dos quaes o Sr. Dr. juiz de direito mandn for-
mar unta isla em que so declarasse em ordem
chronologica a dala das pronuncias dos reos
presos pjrj quo as mais antigs preliram ojul-
fh^.V!rt,SL"!E!f moderMS- r,.lefr1de*'tp- excellentes qualTdades"ha conquistado a syn.pa-
ida a ordem dos precessos ja designados, l|lia ,lo lod us qu(, |cm ,do .;fI,una do o COin-
mnnicar.
Grave no son porto, ao mesmo lempo affavcl
seu Iraio, e Bnalraento rerto nos seus julgal-
mentos, lorna-se um Magistrado digno c que
muilo honra sua clsse.
do cod. crim., o Sr. Dr prosidon.o do jury fez | ilS^S&f^ "^ "S *"
proceder ao sorleio do consclho de selenca
combinando-so todos entre si para se cumplir a
referida ser publicada-ao tribunal e
prensa.
Estando barra do tribunal o ro Cosme
ronymo do Xascimenio, pronunciado no arl
lista
im-
.lo-
205
(oda provincia, enunciado solemnemente do alio
da imprensa, por um jornal, que sabe uantersua
o parecer, relatoro, ou o quer que seja publica-
do pela commissao oncarregada do la es obras, e
gravidade no meio das commocoes sociacs, e I anexo ao folheto jfi mencionado, desse rclatorio
cni face-dos poderes do estado. ou parecer se conclae, que a commissao fazia
Recite 7 de marco de 1860. | obras, levantava muros, eriga guarios, ergua
------------ terraplenos, nao para satistazer a esta ou aquella
A bem da verdade, convm declarar que a bar- "ecessidade do eslabelocimenio e dos doentes,
ca franceza Alfred it Clair, que no dia 3 do cor-, mas sim para obedecer as regras Ja egualdade e
rente encalhou sobro os baxns cm frente da ilha L' d'' symelria !
de Itatnarac, foi salva pelos es forros e gracas a A commissao continua a pergnntar qual foi a
inlelligencia pratca do 1" '
bie a administraco do 1859.
Recite do ma'ico do 1860.
.1 Comndso.
DOCUMENTO N. 1.
Certido.
Pedro Tertuliano da Cunlia, escrvao vitalicio do
Civel nesla cidado do lteciio de Pcruambuco
P r S. II. 1, etc. etc.
Certifico 'no revendo os nulos de lfbelloda ad-
ministraco dos estabeleciraentoS do caridade e a
q'ie i junta administrativa do hospital poriuguez nesla
contos eidade, contra o coronel Gaspar do Menezes Vas-
callos du Drumoiid, e oulro, delles consta ser o
Iheor da cunta que se pede por ccrlidlo, da for-
ma c maneira seguinte : .
Cunta principal da escriptura vencida em vinlc
e seis de outubro Je mil oxlocenos cquatro.
G2.012'J Sesseota e dous contos qnnze mil
duzelos c nvenla e qualro feis,
juros do um o meio por ionio le cin-
co de maio de rail oilocciitos e cin-
cuenta o oilo, dia da ac io.
150:97C;1C0 Ce uto o cincoenla contos nove cen-
ias seteuta e sois mil cento e ses-
seuia rcis.
----------------- Somma :
217:9015 51 Duzentos e doze contos novecentos
----------------noventa o um mil quatro ceios cin-
coenla e qnalro rcis, dividido o
principal su pra na couformtdade da
peiico, era duas parle;.
31:007C17 Trinlaeum contos se te mil seis ce-
ios e quarenla e solo rcis. dem
na mesma conformidadu divididos
iros.
75:488#080 S lienta e cinco contos qualroccntos
e oilenlae oilo mil e oiunla ic'is.
------------ Somma ;
10C:i'J5$727 Cenlo e seis cotilos, qualroceutos c
-----------------noventa e cinco mil setecenlos c
vinte e seto rcis.
Conlagem seis mil e duzentos res.Olive-ira.
<> icfciiiJo verdade o consta do diios autos a
qin- me roporto, > val osia na verdade sem cou-
sa que duvida taca, conferida e cuacerlada na
forma do estyilo.
Cidado do Recite aos 22 do feverero 1860. Es-
crov o assiguei em do verdade.0 escrvao
Pedro Terluliauo da Cu
I -lava Sellado.
DOCUMENTO N. 2.
lllm. Sr. Jus Cordeiro do llego Punios.Sa-
bendo eu quo V. S assistio ao Icilo da piopcie-
dado junto du gazomolro, porlenccnU ao hospi-
tal portuguez do beneficencia, peco-lue o favor
do declarar-mc junto desta, a bem do mesmo es-
iabclecimento :
1." Em que poca leve lugar o referido lelo ;
2." So pretenden a sobrodia propriedade,
qiiaillo nella laucn ;
3. Se tem cohccimento do maior preco quo
olla obteve.
Rog'iudo-lhe o obsequio de permittir que fa;a
de sua resposta o uso quo me convier.
Son com estima do V. S. aliento venerador e
criado. Segu a assignalura do um membro da
commissao.)
ltecife, 23 de fevereiro de 1869.
Uesposla.
Recelo sua caria datada do 33 do crtenle. Sa-
e
i pedido lenlio a dzcr-lhe, pri-
meiro, que assisli ao dito leo, e com quanio
Hospital Poriuguez.
Sui>t>I<*iiicu(o ao niaitfcsli; dos aliu-
sos o illo^ralidailcs ommettidas
no espita! Portug*nez !* Bene-
Beencia pela, administraco 1H?>, pnblteado no Dial-io ii.ilnti (i n. ; i.
sem (ilano
algum medico, e sem que sobre as suas condi-
goes hygienicas fosse ouvido medico algum, nem
Meslo o do hospital. Mas apparece fazenda
parto do referido folheto, e annexo ao relatoro
o parecer de urna commissao medica 1 II' bs-
tanle reparar para a dala desse parecer para so
reconhccei que a commissao nao falta verdade.
Ninguem melhor do que a Ilustre administraco
sabe, que as obras do hospital correram sempre
merc de urna commissao nominal do ti.- -
estreila do itotario n. '0, prallcou o Sr. Dr. Ca-
r ilino Francisco de Lima Sanios, a importante
operario da la ha latoWNsada em urna enanca
de ires annoa as edatn lilho di Sr. Jos do Mas-
cimento do Alli:querque, morador na Ibura, e
que dous anuos havia comecava a soll'rer os ef-
eilos de podra r.a bexiga.
Sendo mdicos assisieiiioB os Srs. Drs. Perei- I Marcolino Jos Pupo.
i '.armo e ViHoe-Boas, depois de el.loraor- Carlos Augusto Lins do Souza.
uno posar do algum costo, a ope- Dr. Pirniino Antonio de Souza.
Dr. Cicero Jou Perigrino dSilva.
Dr. Jos da Cunha Teixeita.
Antonio Corroa Cabral.
Antonia Joaquim deOliveira Raduem.
Dr. Jos Flix de Brito .Macedo.
Dr. Eugenio A. do Couto Belmotit.
Manuel Jacintho Perora.
urna amendoa oran
raeo como lem. sem hemorrhagia ou oulro
.qualquer incidente.
A forma e lamaiiho de
justamente os da podra,
..; resenlou duas cunadas uma exlerna, frs
composta de rlmsphato terroso < outra bas-
tante dura formada de oxalalo te ral.
No lim do vinte dias, a contar da operncao, <,\
t ida a ourina sabia na: uralmeulo pela u re lira
o a (crida eslava quasi cicatritada. Hojea crian-
za acha-se plcnaineiil roslabolccida.
N i da t> do corrale pelas 9 horas da n iiio
no lugar denominado Pavao da comarca do Ca-
bo, o nglez William Smela ferio gravemente em
uma peros Joo Jos de Sani'Arini, dosparan-
do lhe um tiro com urna espingarda de 2 camos,
om razo do uma pequea ahorcaco que tve-
Joo da Cruz Macedo.
Anselmo Jos Duarlo Gedrim.
Deferido o juramento do eslylo ao consclho n
rasi
A commissao lid no seu progrnmma de pugnar) nhores mordemos, mas que em verdade eram
pelos intercsses do Hospital Porli guez de Benc- dirigidas, p!anejadas etc. ele. s por um ; que j
licencia em sua humilde opinio gravemente o- no ffin quando as obrase achavam concluidas,
fondillos pela admim.-tracao de 1859. e firme no que fui convidada essa commissao medica ; que
seu proposito de guardar sempre as devidas con- esse convite foi feilo cm consequencia das rei-
veniencias pessoaes lauto para com a corporacao, i toradas reclamacoes do medico do hospital, o:
quo faz o objecto du scu manifest, como para qual para isso empregou nao somenle os esfor-
voto sincero de raiido I coma assoctacan e para cura o publico a quem eos professionaes, como tambera os direitos do
se dirige ; hoje que para em suas mos um fo- socio e que esta insistencia irritou por tal mo-
lolictlamos desde j aos habitantes de Igna- Hielo com otillo de Relatoiio da referida adiui- do a Ilustro provedoria, e dous ou tres de seus
ss nossos viziuhos, pela prxima ia i'.f S. Ex. nislraco, \-se obligada a registrar e moralisar amigos, que convidarai
..rio saud irnos no dig-
mcii.n lisonja as homenageiis deque so faz me-
recedor por scu proprio mrito, ao mes no lem-
po lhe damos o ;.osso
e estima.
a aquello Termo para o mesma lim do piesdro
jury, convocado para 20 do ourreul.
W.
Olinda 7 de marco de 1860.
que, era estructura I Sr Dr. presidente do jury fez o interrogatorio do corrento
Devo resposta a dous arligos do Sr. Dr. Alcan-
fora lo publicados no Diario de 3 e no de 7 do
rara O criminoso logo que cemmelleu o delicio,! ebrio.
roo da seguinte forma
Pergunlado qual o seu nome, naturalidade, re-
sidencia e tempo della '?
Respondeu chamar-se Cosme Jeronymo do
Nascimcnlo, natural da Parahiba e morador em
Santo Amaro, ra do Lima, lia qnalro anuos.
Pergunlado. por seu modo de vida i
Respondeu que era jornaleiro.
Pergunlado se sabia porque acensado ?
R< i ondeu que sabia polo que haviam dpposlo
as loslomuiihas, que era aecusado de haver feilo
um ferimonlo em um seu amigo, mas que ello
respondente de tal nao se lembra, porque eslava
ioi preso pelo inspector do lugar e remiitido im-
medialamenlo no delegada do tormo; o qual
ii andou-o recillior a cadoia da mesma villa, o o
lido. depois de fela a vesturia pelo Dr. Bit-
lurl Cerl Roa!, e applicado os medimenlos
noccssarius, fui rccolhido ao hu6pit.il Inglez.
No di 7 docorrei:to fuircculhida 6 essa de
deloncao uma mnllier Iivre. pelo crime de u-
mascie/as, ordem do subdelegado da freaue-
/.a da Boa-Vista.
A.w.miids.-Por eslo nome sao conhecidos
ccrlos fru ios da grossura de umacaslanha, mais
achatados do que ellas, oblongos, l.sos, duros, e
do un cinzento escuro; ellos encerrara uma
amendoa branca, de goslo agradavtl, nutriente,
e da qual so extrae um oleo grosso,
Pergunlado se conhece as lestimunlias quo
juraran neslc |irocesso ?
Responden que as conhece.
Pergunlado se lera algunia rcflcxo oppor ao
depoimento dessas lestemunhas
Respondeu que nao.
Pergunlado sc-tom porhabilo embiiagar-se?
R pondeu que se embriaga algumas vc/es,
mas que nunca fez desordera seno essa que lhe
allribucm.
Pergunlado se lem fados com que prove a sua
innocencia '?
Respondeu que o seu advogado as produziria
em lempo.
Lido,inlegralmente_o processo r>elo escrivo
.. que lem ap- interino-Saraiva Galvo, o Dr. oromelor nublirn
Pluacao ,.a mcd.cma. lamben, eextrahe da tundamentou o petitorio do libolo querr a
casca exierior, que e espsssa, dura, iinhusa, co- coudemnacac do reo no frac mxime do arl 2f)ry
nacea c negra por denlro. um oleo ocre, caus- por averm Snmrido uo crime a circo a*.
o 1." nao passa de uma rccapilulaeao bem ex-
cusada dos interiores. Sempre a mesma lgica
invencivel, sempre o mesmo modo de re aler o
turidamento do accordo com um fundamento da
sentenca, sempre o mesmo ponto de partida a
inlaliiliilidade da rasa Bieber sempre a com-
moda phantasia de dar por demonstrado demonelranduma falsidade das letras em ques-
to .A sen tempo faiemos por nossa voz o nos-
so epilogo, Iivre ao Sr. Dr. Alcanforado o multi-
plicar os seus. Passo a tralar da couleslaeo do
'J. fundamento do accordo.
Diz o Sr. Dr. Alcanforado que nao tendo o ac-
eordao indigitado as contradlccoes do laudo dos
peritos, lambem n'essas ronlradicces nao falla-
ra elle ; e muilo innocentemente d a entender,
que foi um crime ou um desaso o silencio do ac-
cordo. lira, querer o Sr. Dr. Alcanforado in-
pdr aos tribuimos, que fscan do suas scnlenras
livros, conforme a senlenca appellada ? Nao co-
nhece o Sr. Dr. Alcanforado pagina por pagina
dos aulos, e nao vio as allepaces de f > a
f. B&3 essas conlradiccocs minuciosamente ana-
breadas 4 que cump'ria ao 9r. Dr. Alcanforado,
era, visto que claramente a essas allegaces al-
lude o accerdo, provar que o que nellas so ar-
gumenla improcedente. Mas o Sr. .Br. AU-an-
lorado acha mais commodo em curaprinicnlo do
scu oflicio copiar periodos e periodos da senlen-
ca ap|>ellada, fazor arligos e arligos, aults do
que tratar da quesli.0 como um jurisconsulto
que defiende a sua reptt\3';o.
Diz o 5r. Dr. Alcan^-ado, que ae\a a crer,.
novos fados, que o bom sonso repelle con.o ag-
grossivos, dos interesses do estabelecimenlo, a
reflexao slygraatisa como offensiros da dgnidado
da adminislruQo, e a accao da juslca deve ful-
minar no irabalho competente, como allentalo-
rios de uma lei do paiz, e de uma le sagrada,
cuj sombra se abriga a indigencia afilela, o
ru i guarda est confiada a conservado do pa-
trimonio dos pobres.
itu primeiro lugar a commissao sento, e sen-
lo-o do corceo, que esse lolbeto quo o lluslre
chefe da adminislraco de 1859 acaba de publicar
com o ululo de Relatoro, em ve de justificar ou
desmentir os abusos e ilegalidades, de que esta
acensada
ira uma commissao medi-
ca para deliberar.sobro negocios do hospital, e
lirara della o mdico do estabelecimenlo 1
lisio procedimenlo, ua opinio da commissao sd
ser pratRad) pola Ilustre adminislraco
de 1859 Assim mesmo pergnnla a commissao,
que fez a administraco da resposta ao 3" que-
silo do parecer?
A commissnojulga nesla parle concluido o seu
Irabalho pedindo atassociacao a devida venia pelas
laltass involuntaria que por ventura lenhacom-
metlido. .Nao lera I al vez desempenhado cabal
mente a larefa que lomou sobre seus hombros,
mas pelo menos b ni a coiisciencia do ler escla-
recido a opinio publica o a.\ associacao sbreos
ros dessa aial adminislraco. Orestode-I
que licava transferido para outra praca, visto nao
cliegar ao proco desojado, foi um dos motivos
porque nao lancei, aguardanda-me para essa oc-
casiao (jue nao me consta livesse lugar.
Desta minha resposta peder fazer o uso quo
lhe convier.
Son de V. S. atiento venerador o criado,
Jos Cordeiro do llrgu Ponte?.
T. co,2 do revoreire le 1860.
DOCUMENTO N. 3.
lllm. Sr. Manee) Francisco da Silva Carrice.
Segue-se- urna caria ue igual conledo pri-
meira, assignada na mesma conforraidade.J
Recite, 2 do marco de 186 1.
Resposta.
A' caria cima exarada, lenho a responder :
lim quanlo ao primeiro qusito nao soi preci-
samente o da em que teve lugar o leiliio, mas
cstou corlo que leve lugar o mesmo leilao no
anuo de 1859.
Lim quanlo ao segundo, declaro que nao lancei
nem pretend laucar no referido predio.
Em quanlo ao lercero, prosenciei o leiloeiro-
affronlar o lauco de dez contis do ris.
II" quanlo se me offerece a dizer em resposta
a caria cima podeudo azer uso da mesma como
lhe convier.
Sou de V. S. alenlo, obrigado o criado,
Manoel Ff-MMtet da Silva Carriro.
Recite, 2 do iiiarco do 186U.
DOCUMENTO N. 4.
era acensada peranlc a associacao e peanlo o
publico, pelo contraro (salvas algumas poucas cidi-lo-ha o tribunal compeienle"
omissois vtesse conllrmal-os, e oque mais A ccmmisso nao devia lalvez*largar a p
anda accresccr-lhe o numero aos muios que j sem responder a um escripto, que ha dias appa
haviam, lacrando ella por esto modo, e por seu receu neste Diario, cm favor da administraco
proprio pinino a sentenca do sua propra condem- acensada !
'.'"^'.'L"!1 0'""'"V).,,'"'lil'a e da Sd,Jaile a quem Nao ; a commissao nao o far. Esse escripto
e dirigido esse folelo.
A commissao por isso vc-sc na rigorosa necos-
sidade de ratificar os felos constantes do seu
manifest, e addilal-o com os seguiutes do mes-
mo modo altaraenle abusivos e illegaes.
I."A commissao v na conla da despeza do
estabelecimenlo una verba de nao pequeo vul-
lo consignada para logeles, que commissao
ponsa lercra sido comprados para festejo da uiis-
sa do galo !...
2. VO oulra de maior vulto ainda, consigna-
da para msica na missa da mesma noule. A
commissao julgaria neriveis osles fados se por
oulro qualquer modo chegassem elles a seu co-
nhccimenlo, mas nao pode duvidar delles por-
que constara do respectivo documeulo, porque
essas sommas sahiram dos cofres da indigencia,
no entonto a commissao nao concebe como a il-
luslre administraco se nao compungi ao ver
assim estalar nos ies o pao dos pobres, nem ia
e ura simulacro iiojeulo e asqueroso de uma de-
leza ignobil, em que a commissao nunca locar.
A commissao nao pode aceitar nem responder
cm uma linguagem, que nao aprenden, e que
por conseguinle nao pudo retribuir.
rem em alio e bom som :
lllm. Sr. Joo Raplisla dos Sanios Lobo {Sc-
gue-se urna caria do igual cootedo primeira,
assignada na mesma conformidad*
Sua casa, 2 de fevereiro de 180.
Resposta.
Ao conledo de sua caria cima exarada, le-
nho a dizcr-lhc :
Ao primeiro quisilo, que verdade ler assisli-
do ao dilo leilo, e coiiiquanto nao melembre ao
cerlo em que dia elle leve lugar, todava suppo-
nho ter sido em maree ou abril de 1859.
Ao segundo, respondo que fui com tenro de
comprar, e inda lancei por ler sido adiado o-
leilo.
Ao lercero, o maior lanco a que ella cliegou
Declara po-. foram dez conloa de ris, e'como um membro da
junta do hospital dssesse que licava transferido-
1. que a commissao e composta de cinco so- para oulra praca.visto que'no chegava ao preco
eios do hospital, os quaes podem sor muilo obs- ; que dcejavam,' foi lambem um dos motivos por
euros para a lluslre adminislraco, mas quo que eu me relirei, aguardando-me para essa oc-
ncm por isso tem menor somma de direitos pa-
ra a acusar peanlo a opinio publica o tribu-
naes do paiz, afim de ver restituidos nos pobres
casio que nao sci se com efteto teve lugar ao
depois, porque nao vi raas lal annuncio.
E' quanlo so me oll'erere responder-lhc po-
as sommas que illegalraentu lhe foram extor- deudo fazer o uso que quizer dcsla minha ros-
quillas ;
2., que foi eleila por una porco nvultada
do socios, os quaes pugnara pelos'interesses do
estabelecimenlo ;
;l qne nao tem duvida alguma em assignar
os seus nomes logo que isso se torne necessario.
lao o leudo feilo at agora, porque a questao
que todos esses festejos, cm tal lugar e a toes de fados, e -o de pessoa?';
posla.
(*) Nenhuma resposla damos por ora, porquo
aguardamos por parle da dlreccao documentos
que provem o que avancamos em nossa primeira
ola.
A Redaeco.
ILEGVEL


PUMO PEJBBNftMBUrZ). SEXTA F^IRA 9 DE MAF<7> DE 1860
3
Sou com eslima t V. tj. alenlo, venerador o
criado,
Joo fvplista dos Santos Lobo. "
Sua casa, 24 de feveririro de 1800.
DOCUMENTO N. 5.
Illm. Sr. Jos Connives Curado.Constando-
fne que V. S. assislio no lelo da propriedade
junio ao gazometro, pertencente ao hospital por-
tuguez de beneficencia, peco-lhe o favor do de-
claradme junto desla, a bern do mesmo eslabe-
lerimento :
Primeiro, se pretendeu a dita propriedode e
quanto offereceu em particular;
Segundo, se tein conhecimenlo do maior proco
que ella obteveem leilo ;
Terceiro, finalmente, quaes os motivos porque
Irto realisou essa compri, permitlindo-rae V. S.
tambera a faculdade de servir-mc de sua respos-
ta para o que me convier.
Sou com estima de V. S aliento, venerador c
criado, (Se^ue-se a assignatura do referido
membro da commisso.)
Sua casa, 23 de fevereiro de 1860.
lesposta.
Salisfazendo ao seu pedido, respondo, em pri-
meiro lugar, que tanto pretenda a propriedade
de que Irata que al me empenhei com alguna
membros da odminislraco do hospilal portuguez
para obler nella preferencia aiuda por mais Ire-
zentos ou qualrocentos rnil ris que outro qual-
quer pretendente podesse offerecer ; em segun-
do lugar, estando eu tora da colarte tratando Je
meus negocios, c sendo informado que eslava
annunciida para ser vendida era leilio a referida
propriedaUe, vollei d.illi mediatamente para os-
sistir ao sobredllo leilo,como de fado issisti
depois de apregoada por algumas vezes, foram
dez coritos de ris o maior lauco que blete, cu-
ja yenda nao foi tambem realisada naque! I a oc-
casio por se declarar que nao se entregara por
eemelhanle preco, dizendo-se raais que a venda
ficava transferida para oulro leilo.
Quanto ao terreiro quisito, tenlio a declarar
que nao patlio de miin o deixar de realisar esta
compra, porque como j disse nao recetara que
fosse vendida em particular sem miiilia sciencia,
visto o meu oH'crecimento ; esperando por sso o
leilo prnmellido para nelle de novo ;ne apresen -
tar, tendo-me ja ootenddo com o Sr. Haia a tal
respeilo, que me disse nao se vender por 10:000$
porque um socio da rompauliia do yaz, que es-
6"
lava a chegar do Rio a pretenda e dava mais,
porm que no caso de vender por aquella qiianlia
se medaria a preferencia. Depois recebi inexpera-
damonte o aviso de um amigo,communicando-me
que por oquelles diaa se passava a oseriptiira da
prop iedade |.1 preco deSbOOJia utna pessoa com
quera antes do leilo se dizia que eslava j tra-
tada, [azendo suppor que o referido lelao nao
Jora raais do que urna apparencia de formalida-
des. Nao podendo eu acreditar em tal noticia,
dirigt-meao Sr. UigueIJos Barboza Guimares,
c este me declarou que era verdadu eslar-se Ira-
lando a venda, ao que elle se linha opposlo. vis-
meus oITcrociraenlos anteriores e pedidos
le preferencia : depois fui eulender-me com o
Sr. Antonio Jos de S queira, que tambera me
estar Iratada tal venda, no entanto que eu
lessc com o Sr. provedor a tal respeilo
|ue anda nao eslava realisada, dirigi-mc pois
em continente ao sitio do Sr. Bastos, o tratando
entiflear-mc do occorrido, pude emimcon-
vencer-me que ludo quanto al aqu leuho refe-
rido foi veiilade, dzendo-me o Sr. provedor que
a propriedade eslava de faci Iratada. Lem-
brande-lhe eu, que elle nao pedia dispor daqucl-
la propriedade com detrimento dos inleresscs 'lo
hospilal, sem auiorisaco da assembla geral e
que eu a linha cedido ao hospital, pelo costo com
a coodicao de dar-me a preferencia, qmndo ti-
de vende-la, elle me replicou a islo que li-
nha dado sua paliara, dando-rae. assim motivos
que lhe dissesso, que visto essa desobediencia a
casos, eui que mullo coiiveui que os <>r habilitados para enicltircm sobre taes questes
um voto seguro e proveiloso ao seu paiz; por
nielo da imprensa, sedeen pressa a faze-lo, oju-
dando dess'arle os altos poderes do Estado, os
quaes, vendo com profunda dor a crescente de-
cadencia da nossa agricultura, moslram-se pro-
fuadamenle desejosos de remediar a lamanho
mal, e esludam os meios, de qie mais conve-
nha lancar mo, para conseguir esse grande fin.
Convencido de luJo isso, o abaixo assignado,
lente cathedralico da faculdade de direilo desla
cidade,'empeuhado, em razo do seu cargo, no
exime dessas duas grandes quesloes, para o qual
ingenuamente- confessa fallecerem-lhe as habili-
laeoes necessarias, pensa qut milito til pode vir
a ser o passo, que ora d, do submcller, como
de eito subiuelte, s diseussoes da imprensa a
sua humilde opinio individual sobre cada nina
das referidas quesloes; expondo primeramente
os Cactos, que o determinaran! a pronuuciar-se
sobre ellas, e que sao os seguinles:
Km congregarlo da faculdade de 3 de feverci-
ro prximo passado foi lido um aviso, em que o
governo de S. M. I. exiga qnc a congregaco
llie remetlesse por escripto at 15 de mareo o
seu parecer nao s a respeilo da reforma geral
do actual rgimen hypotheeario sobre as bases
da especialisaco, e publicidade ; mas tambem
sobre o projecto de le, que para essa reforma of-
ferecera no senado em 1856, o Kxm, Sr. Dr. Jo-
s Thomaz Niibuco de Araujo, e o que em subs-
tituirn delle fra oirerecido no mesmo senado
pela respectiva commisso de legislaco em 1857
sob n. 7 ; e bem assim sobre o projecto, que a
el respeilo dos contratos civis do crdito territorial
' fra offorecido no auno prximo passado pelo
Exm. Sr. baro de Muriliba.
Para execuco dessa ordem do governo deli-
berou a congregaco nomear desde logo una
commisso de tres membros para estudar as re-
feridas quesloes, e appresenlar sobre ellas o seu
parecer com a brevidade exigida ; e proredendo-
se rolacao, honrou-me com alguus votos quin-
to baslava para que eu fosso um dos membros da
mesma commisso, Terminada a rolacao porm,
o membro mais volado da commisso ponderou
logo, que nao lhe era possivcl dar-se ao esludo,
quo o caso exiga, para einillir um parecer segu-
ro sobre materia lo ardua, c em lo curio prazo,
principalmente nao gozando elle de saude na ac-
lualid:ide; sendo que, apezar disso a congrega-
rn julgoo nao o de ver escusar, por depositar
nelle a sua maior conQanca.
Isso posto ; formule! eu, pela niinha parle, se-
gn lo Deus me ajudau, o meu parecer individual,
que o que aboixo se segu, o rcmelli-o ao dilo
primeiro membro da referida commisso, com
carta datada de 17 do mesmo mez de fevereiro,
na qual lhe pedia, que, unindo-se rom o oulro
membro, o exarainassem, corrigisenm, augmen-
lassem, ou diminuissem, como enlendesscm, no
Caso que achassera nelle alguma idea aproveita-
vel; accrcscentando que nesse caso eu nao dei -
xava de aeceilar suas ideas, e emendas, pela gran-
de que linha no talento, e habilitarles de um
e oulro; c que, se, pelo contrario, o regeitassem
no lodo, enlo forrnulassem oulro sob suas mu-
ras assigialuras, porque eu nenhuma idea nova
Ihes poda ministrar, c nesse caso nao compela
parlilhar a gloria do seu exclusivo Irabalho.
Passou-se o resto do referan mez de fevereiro
e na congregaco de 2 do correle mez de maro
declarou o membro relator da commisso, que
recebera o meu paie ir por. escripto ; mas que
nao podera examina-la com a reflexao c criterio,
que a gravidade do caso exiga, para emitliroseu
parecer de conformidade com o meu, ou em sen-
tido contrario, no lodo, ou em parle ; porque o
lempo decorrido nao linha sido bastante para es-
se Qm. A isso seguio-se declarar o oulro mem-
bro, que nao fra presente na congregaco, em
jue fra nomeado para aquella commisso; sen-
iao Uo giaue oosliieiiio da luc-ileza Uo ouimio,
e dos verdadeiros limites das Ierras da mxima
parle dos seus possudores ou propriclarios.
Todava nao er a congregaco que seja neces-
sario muito lempo para se radicare no paiz os
hbitos c permutas que se eslabelecerera pelo
novo sysleraa e principalmente se a nova le fr,
como de esperar da sahedoria e palriotismo
dos corpos co-legislailvos e do governo, sabia-
mente organisada e pruinpta e adequadamenlc
executada.
Assim pois pensa a congregaco que oprojflcto
de lein. 7, do 1857, ofTerecido'no senado pela
respectiva commisso de legislarn era subslllui-
co ao que subslituio ao de n. 124 de 1854, con-
tribuir mais ou menos para o dcsenvolvimenlo
do crdito territorial, ao mesmo lempo que of-
ferece menor numero de inconvenientes, do que
cada um dos dous que o precederam.
Quanto porem & fundaro de e3tabelecimcnlos
de crdito territorial, pensa a congregaco, que,
em quanto existirn) em toda a sua actual la ti
lude os indicados defeilos das nossas propieda-
des terriloraes, e em quanto, por outro lado,
nao cessarem de ser lo frcquenles, como sao,
as nossas pracas commerciacs as oscillacos do
inleresse do diheiro ; pouco ou nenhum bem so
pode esperar do taes estabelecimenlos ; visto co-
mo as garantas que se Ihes poderam conceder
contra os referidos defeilos o suas consequencias,
sao demasiadamente embarazosas para os mes-
mos eslabelecimentos, c excuisivanieulo dispen-
diosas e anli-economicas paca os proprietarios
lerrloriaes, que pretendessem vender-lhes o re-
tro ou hypolheear-lhes suas propriedades ou
parte dellas.
Seo governo de S. M. I. podesse contar com
certeza, que, auxiliando a fundaeo de laes esta-
belecimenlos com urna certa soma dos fundos
pblicos, conlrahindo para esse fim um avullado
ernprestimo, onde mais conviesso, acharia ras
provincias onde elles fossem mais necessarios,
sullicienle numero de homens assas ricos, intel-
ligentes, desoccupado>, de intuir probidade, de
acrisolado patriotismo e de solido crdito, que
se enearregassem gratuitamente da direceo, ad-
minislraco e geslao de todos os negocios e ser-
vico da laes eslabelecimentos ; ento estes po-
deram fornecer agricultura o mdico juro e
lenta amortisacao os fundos, de que ella care-
cesse e largamente compensadas seriam as des-
pezas, de que cima a congregaco f.illou, aquel-
los que os oblivcssciii de cerla quantidade para
cima. Mas, a nao ser assim, as despezas do cos-
tuio de laes eslabelecimenlos nao Ihes podem
permillir as circ.umslancias actuaes ministrar
agricultura os capilaes.de que ella carece, cora
condiccoes lo favoraves, que nao aggravem
mais a penosa siluacao em que ella ja se acha
As condiccoes que para garanta do3 contratos
civis de crdito territorial sao exigidas no projec
toEdo 1859, do Exm. Sr. baro de Muriliba,
laes coran.a 2.'' do art. 10 do 2." cap. do 1. lit ,
e ludas as que forman o 2." cap. do 2." lil., e
algumas outras do mesmo projecto, sao urna pal
pilante prova do que a congregaco acaba de
ponderar.
I', isso, Exm. Sr., quanto a congregaco pode
informar a V. Exc. sobre lo ardua materia no
curio espen que lhe foi marcado.
flecife 17' de fevereiro de IS'JO.
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.
Antonio Jos UuiML-a oo bllelo.
Tenente-coronel Jos Joaqnim dafi- Guimares.
O vigario collado, Joaqnim Xavier Sobreira
COMMEBCIO.
" Praca doRecife 7 de marco de 1860
AS TRES HORAS DA TARDE,
totaees offlciavs.
Cambio sobre Londres 25 e 1/ d. 90 d)v.
Paris 380 rs. 90 d|v.
Descouio.de letras12 1/2 0/0 ao anno.
rete de sssucar da Parahiba para o Canal para
urdens 2i a 5 0/0 por tonelada.
Da 6.
(Depois das 3 horas da tarde.)
Cambios sobre Londres 25 d. 90 d[v a prazo.
Descont de letras 10 0r0 ao anno.
Georgt PaloliellPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfantlega.
Rendimento do da 1 a 7 98.l57$24f
dem do dia 8.......11.-691I90
109:7"i>m
lovimonto da alfandesa
Volumes entrados com fazendas
cora gneros
Volumes sabidos com
com
fazendas
gneros
139
305
------53 i
133
39
------529
le do cstabelocihionlo, eu me ia queixar ao pre-1 tl 'l'10 antes de cilebrar-.-e a dila congre
Bidente da provincia, ou aotondade competen-
te, visto que como accionista islo me compela
para inleresse do estabelccimeulo ; a que elle
me respot leu que poda queixar-me a quera
quizesse, pois quo em eliiii o caso prefera dar
de sua alg-ibeira o excedente do preco pelo qual
a propriedade foi vendida.
Ten do, assim cumplido os deveros de niinha
consciencia, permiti que X. s. facadesta mhiba
r< sposla o uso que lhe convier.
Sou de V. S. alenlo venerador c criado,
Jos Goncalres Curado.
Sua casa, 29 de fevereiro de 1800.
(Todas estacarlas esta o selladas c suas firmas
competentemente reconhecidas
jaeao
se havia escusado por ollicio sob o fundamento
de falla de saude : c que alera disso nao Uvera
parlicipaco'oflicial de sua uomeaco para a mes-
ma commisso.
A vista de ludo isso deliberou a congregaco
(indepindenlemenle de leilura, c exame do pa-
recer individual do abaixo assignado), que, nao
navendo parecer da commisso Borneada, nao era
mais possivel saiisfazer a exigencia do governo
al 15 do correle mez, como lhe fora ordenado ;
e que, assim so lovassum ao conhecimenlo do
governo as razes, que molivavara essa falla, re-
inelleudo-se-lhe ao mesmo lempo o parecei in-
dividual do abaixo assignado, o qual o se-
guidle :
Correspondencias.
Parece que nina nova era tenasce para I'er-
nambuco, ha como que um senliraenlo com-
iiiiiin que se disputa em lodo este povo depois,
da imperial visita. O imperador deixou ama anl-
macao, que so propaga por todas asclasses e por
todos OS individuos.
O que se revela actualmente, o que mais so-
bresali o espirito publico adormecido por tan-
tos annos, ou cansado das lulas polticas, que a-
cabaram por quebrar-nos as lonjas, roduzindo-
DOS mu eslado de torpor e de Icthargla ; boje
espirito renoscc, como a Phenis, de suas
proprias unzas.
Uove-noi o dize-lo assim, cnlrc oulros, um
fado bem signilicanlivo, e a alilude, ou a po-
sico que este anno lera lomado a nossa BSSCUi-
bloa provincial com respeilo aos negocios mais
importantes da provincia. Esl-se. desenvolvendo
nella um inleresse imedialo por muitas cousas,
que existiam antes um completo abandono ou
pelo menos em notavel esquecimento.
U Diario de l'ernambuc) de 7 do correle pu-
blica um requerinienlo feilo pelo depulado o Sr.
Cintra, em que prope se pega ao governo infor-
maces sobre o estado de cumplimento das esli- j Uro asss fort
PblicaQoes a pedido.
ELE I CAO
Dos j u i /.es e j uizas, escri va es e
ascrivaas, mordomos e mor-
dornas, que icm de leste-
jar a Senhora da Soleda-
dc na capel la de Sanio Ama-
ro da Cidade Nova, para o
anuo de 1801.
pulares do ultimo contrato dacampanbia de Be-
beribe, relativamente collocaco do novos cha-
fan/.es em oulros logares desla cidade, que delles
Illm. e Exm. Sr.A congregarlo da faculda-
de de direilo desla cidade satisfaz a h inrosa exi-
gencia de V. Exc coinmiinicaJo directora da
mesma faculdade por aviso de.....cmittindoo seu
parecer sobre os quesilos que Ihc foram apresen-
lados nos seguinles lermos :
Ouanio ao primeiro quesilo, parece congre-
garlas, que o eslado actual da propriedade terri-
torial do Brasil, nao demarcado, ucerta, e mal
conhecida, nao motivo asss forle para dever
obstar a reforma geral de todo o rgimen hypo-
Ihecario actual sobre as bases da especialisaco
0 publicidade. l'orquanio, em primeiro lugar,
aiuda que seja verdado, que a respeilo di mxi-
ma parle das propriedades leiriloriaes do Brasil
sao insertos e nial conhecidos assim o dominio,
como os verdadeiros limites, por falta das respec-
livas niedicoes e demarcacoes; comludo muitas
propriedades ha que nao eslo nossas circunstan-
cias, e cajo dominio, e iimites sao ccrlos, e b
conhecidos.
Em segundo lugar: se o eslado actual da pro-
priedade territorial do Brasil, nao demarcado,
incerta e mal conhecida, de feilo, para os pos-
sudores de ierras que se achara nessas circuns-
tancias, u ni grande obstculo para a acceilaco
de hypothecas sobre suas propriedades terrilo-
raes; pensa a congregaco, que isso um mu- |
nao para retardar a dila refor- !
n, que alia jnlga til para o desenvolvimento
do crdito mercantil, industria, c rural; mas
para que o governo faca activar, quanto em si
precisen^ ampliando assim seu numeio para com- CouAer a medieo e demarcado das ierras publi-
modo do publico.
O Sr. Mello llego, ampliando esle requerimen-
to, pedio igiiclnieule copia do dilo contrato, lan-
o o requcrimenlo como o addiamento foram
approvados. 11.una pois \ assembla provincial,
e especialmente iuelles que se lcmbriram de
urna necessidade lo palpitante.
Com effeito, quera se embrar que o extenso e
hoje populoso bairro de Sanio Amaro lo tem
um chauriz, e que das ultimas casas da ra da
Aurora mistir pruver-so d'agua na ponte da
Boa-Vista ; quem se embrar que a companhij
de Beberibe apenas calcula a cifra do seu rendi-
mento actual, sem imporlar-se com as nei
rlades publicas, dir infalivclmcnle, que os con-
tratos entre nos s leem um valor real, e a
vanlagem de urna especulaco mercantil com a
garanta do governo.
Em todas as parles do mundp civilisado os
chafarizes sao verdadeiros" monumentos pblicos
por sua conslrucgo archtleclonica, por sua bel-
leza e por sua ulilidade. E nao se diga (pie isso
se d smenle onde o governo d agua gratuita
ao povo, islo onde os chafarizes sao obras pu-
blicas, pois que na Babia, onde existe una cora-
panhia com as mesmas condignos que a nossa
tem eorequecido a sua capital j com magnficos
e bellissimos chafarizes, j elevando o nivel de
suas aguas para assim fornece-las aos andares
superiores das diversas habitacoes. Entretanto,
o que acontece entre nos
Temos apenas o chafariz da praca da Doa-Vis-
li, que nao l grande cousa e o mesquinho do
Passeio Publico no caes desle nome ; ludo o mais
na i passa de uns caixoes de ferio sem forma al-
guma exterior, que embeleze, ao mesmo lempo
que s serve para conservar alguma agua em-
pfegnada de oxido de Ierro que a loma desogra-
davel ao paladar, dizenoa alguma agua, porque
cni cerlos logares lia pouca e em outros senle-se
as vezes falla total.
Nola-se um desmaselo na ndminislrsco da
companhia, um nao sei que de abandono e de
incuria, que nao valem reclamacoes e al dizem
que nem advertencias, ou solicilaces do gover-
no. O povo estar seinprc condemnado a comprar
a agua que bebe, ao passo que nem ao menos
esle sacrificio reverle cm ulilidade publica.
Prosiga pola a assembla provincial no cami-
nho lo sabiamente encelado ; leve avante o pro-
jecto de melhorar e corrigir as nossas cousas
pelo seu poder c pela sua auloridade ; cha-
me a attenco do governo da provincia para mul-
los outros negocios, que aiTeclam o bem estar e
a economa dos habitantes da provincia desla ca-
fital, onde o abandono e o deleixo parecem qua-
idades essenciaes em todos e cm ludo ; c Deus
abencoar asna obro meritoria para loma-la dig-
na do agradecimenlo nacional.
Aminlus.
Srs. redactores. Agtam-se na actualidade
duas questes de vital inleresse geral, quaes sao
O de reforma g?ral do actual syslema hypulheca-
ro sobre as hazes da especialisaco, e publicida-
de, e a de eslabelecimentos de crdito territorial;
< parece ao abaixo assignado, que esle um dos
cas, assim como para que os particulares, possui-
dores de Ierras nao demarcadas, as facam medir
e demarcar.
Em terceiro e ultimo lugar, pensa a congrega-
Sao, que, se, por oulro lado, o mesmo eslado da
propriedade territorial, nao demacarda, inserta c
mal conhecida, pode em muitos casos dar
lugar a que a garanta real dos empreslimos de
diheiro, e outras obrigacoes pecuniarias, consis-
tente em hypothecas sobre laes propriedades,
seja milta ttj de nenhum cuello, por nao seren
os hypoihecantesos verdadeiros sen horca d'cllas:
se pode tambem dar lugar n que a mesma ga-
ranta seja unas vezes muito superior, e outras
muito inferior importancia da obrigacao garan-
tido [o que na verdade no primeiro caso, um
mal para o devcilor hvpolliecanie, e no segundo
pan o i-redor hypotheeario] ; isso mesmo se ve-
riflea no estado actual do rgimen hypotheeario,
e sem duvida em muito maior escala, visto que
as hypolheeas paclicias geraes, mais sujeitas a
cases e oulros inconvenientes, sao permittidos
por e'.le.
Como pois a especialisaco e a publiedade,
hazea cordiaes da pretendida reforma do actual
rgimen hypolbecauo; islo como o preceilo
legal de ser toda a hypolbeca pacticia ou legal,
necessariamenle firmada por escriptura publica
ou em cerlos casos, por outro serocllianlc acto
aulhentieo, tal como termo judicial, ou fiscal, ou
sentenea passnda em cousa julgada ; de se men-
cionar nella espccilicadamcnle a nalur./a, a si-
luaco, e os demais caracteres distinctivos du
bem ou beus removis, que se quer hypothecar;
e de se inscreverem as mesmas hypothecas no
respectivo registro geral; contribue muito, se-
gundo pensa a Congregaco, para se graduarem
a< preferencias sobre urna ba/.e aulhcnlica o se-
gura, e para se prevenirem as fraudes, que sem
essis cautelas se poJem eomnielter mais fcil-
mente ; por ludo issj emende a aongregaco que
a dita pretendida reforma, nesse sentido", pode
trazer algum bem auxiliar ao desenvolvimento
do crdito territorial; e que por isso mesmo nao
se deve retardar, visto como a agricultura, a
qual d>'cahe aolhos vistos mingua de bracos,
e principalmente por falla de diheiro a juro
mdico, e lenta amortisacao, e que c alias a
maior e mais copiosa fonle da riqueza do impe-
rio, reclama urgentemente dos poderes do esta-
do promplo c etllcaz auxilio, prompla e clDcaz
proterco.
Quanto ao segundo quesilo ; pensa a congre-
gacao que a lei, quo estahelecer a dita preten-
d la reforma, nao deixar de ler a surte com-
iiiu ni a lodas asleis novas, reformadoras daquel-
las que um longo uso j tem radicado no paiz ;
islo ; pensa a congregaco, que os bons resul-
tados que se podem esperar da reforma do actual
rgimen hypotheeario sobre as duas referidas
bazes, ho de vir leutarr ente em gradaco cres-
cente .it que finalmente rheguem a radicar-se
per toda a parle os hbitos e formulas estabele-
cidas pelo novo syslema, o qual por isso mesmo
excrcer no principio pequea influencia ben-
fica sobre o desenvclvimenlo do crdito territo-
rial, que alias depende principalravatc da reroo-
Juiz por eleico^
Mr. Carlos l.uiz Cambrone.
Juizes por eleico.
Os lllms. Srs. :
Jos Pereira Vianna Jnior.
Antonio Teixeira Lopes.
Joaquim SoarcsCarne viva.
Antonio Jas Pereira Jnior.
Juiza por elcieo.
V Exm.*Sr.* D, Aureliara Teixeira Lopes fillia
do Illm." Sr. I.udgeroTeixeira Lopes.
Juizas por eleico.
As Exm." Sr.1" :
li. Guilhermina Augusta Pereira, filha do Illm.
Sr. Antonio Jos Pereira.
D. Hormina Augusta da Cosa Guimares.
1). Emilia Augusta Lilis da Silva, til ha do Illm.
Sr. Sr. Joo Carlos Augusto da Silva
I). Theodolinda Pessoa Cavalcanti Pereira, espo-
sa do Illm. Sr. Bento Jos Aniones Pereira.
Escrivo por eleico.
O Illm. Si. Joo Carlos Augusto di Silva.
Escrives por devoro.
Os lllms Srs. :
Joaquim de Oliveira Mello.
ein .lou Baptista lloreira.'
Domingos Jos da Costa Guimares.
Tristo Francisco Ton. -.
Escrlva por eleico.
V Kxm.'1 Sr" I). Carlota .Marcelina da Fonseca
Soarcs, filha do Illm." Sr. Manuel Custodio Pei-
xolo Soares.
Escrivas por devoro-
As Exm.'^Sr.'- :
1). Aguida Seiiboiinha Pereira, filha do Illm. Sr.
Antonio Jos Pereira.
1). Auna Isabel Peregrina da Silva, filha do Illm.
Sr. Manee! Peregrino da Silva.
D. gueda Aventina Ponlual, filha do Illm. Sr.
Joo Manoel Ponlual.
D. Joaquina Emilia do Oliveira Coelho, filha do
Illm. Sr. coronel Hygiuo Jos Coelho.
Procuradores.
Os lllms. Srs. ;
Augusto Cezarda Silva.
Adolpho Teixeira Lopes.
Jos Maria Alvcs Lardoso.
Arfelm Jos da Costa Carvalho.
Procurador geral.
O Illm. Sr. Jos Joaquim Costa Pereira.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. Miguel Archanjo l'ernande Vianna.
Mordomos.
Os lllms. Srs. ;
Coronel lenlo Jos Lamenha Litis.
Coronel ttigyno Jos Coalho.
Dezembargador Antonio Iguacio de Azovedo..
Manuel Lu/. Viraes.
Dr. Joo Maiia Seve.
Jos Geraldo Lima,
lenlo Jos Anlunes Pereira.
Jos Augusto da Costa Guimares.
Dr. Filippe Nery Collaco.
Antonio Ahes Barbosa.
Manoel Goncalves de Oliveita.
Jos Candido de Medeiros.
Clarindo Bezerra Cavalcanti.
Manoel Peregrino da Silva.
Cicero Odn Peregrino da Silva.
Horacio Valfredo Peregrino da Silva.
Feliciano Placido Puntual.
Manoel Custodio Pixoto Soares.
Joo Teixeira Lopes.
Joo Francisco de Oliveira Jnior.
Clemente Jos Ferreira da Costa Jnior.
Francisco Ahes Cavalcanti Camboira.
Alteres Jos de Oliveira Coelho.
Mordomas.
AsExn." Sr." :
Marqueza do Itecife.
D. Maria Isidora Brrelo I.ins.
D. Maria urea Peregrina da Silva.
D. Josopha Guilhermina Peregrina da Silva.
I). Flora Gentil Peregrina da Silva.
I). Maria Emilia da Fonseca Soares.
D. Paula Olindina Pereira.
I), llermelinda deAzevedo Leo.
I). Maria Felicia de Jess Lemos.
I). Maria Llemenlina de Oliveira Coelho.
I). Jonna Margarida Moreira.
D. Malina Augusta de Lima
I). Candida Innocencia de Qucirnz.
D. Maria Joaquina de Mendonca Soares.
I). Francisca Albina Torres.
I). Francisca Guilhermina de Castro Araujo.
I), Antonia Leopoldina de Lima.
D. Alexandrina Theodora de Lima.
D. Cecilia Joaquina de Lima.
D. Maria da Conceieo Vianna.
D. Maria Augusla de Oliveira Mello.
D. Thomazia Joaquina James.
D. Hita de Cavia Pereira Vianna.
Juizes protectores.
Os lllms. Srs. :
Tenente-coronel Francisco de Miranda Leal Se-ve.
Majer Jos Jaqan do Reg Barcos.
Desearregam hoje. 9 de mareo.
Itrigue illglczStarcarvo.
Brigue ingle/.Elisabelhcarvo.
Brigue inglezIlobert Tinnieidem.
Brigue inglezUnacarvo.
Brigue inglezLimesfazendas.
P.arca francezaAlfredopipas de vinho.
Escuna dinainarqueza Adelinc farinlia de
Irigo.
Brigue suecorrWilhelm Tersmider=laboado.
Brigue*porluguezHarmonaazeile, sardinhas
e ceblas.
Brigue portuguezConstanteo resto.
Brigue portuguezJarco=diversos gneros.
Barca porluguezaSympalhiaidem.
Importaban.
Patacho ingle/. Mary Stock, vin lo de Liver-
pool, consignado a Mells l.atliam & C,. manifes-
| lou o seguintc :
7 i fardos e i8 ca xas lecidos de algodo ; aos
consignatarios.
1 fcixes 0 3 barras ferro em barra, 2 chapas
zinco, :> pecas cabos de manilha ; a Rostcon Koo-
cker & C.
1 caixinha amostras, 5^ firdos o 20 caixas leci-
dos de algodo, 50 barris manleigi. 1 caixa e 2
feixes linhp, 1 cmbrulho sapa tos ; a Juhuston
Paler a C.
1 caixa sapalos de la ; a J. B Fragozo.
1 fardo e 4 caixas elleiios privados, 2 barriqni-
nhas loiiea,3 caixas cor veja, 2 caixas lecidos de
seda, 'J caixas e 11 fardos lecidos de algodo, 2
fardos ditos de la, 2 caixas tintas ; a Saunders
Brothers & C.
1 fardo lecidos de la, 4 ditos ditos de dita, 200
caixas fallas de Flan Ires, 1 caixas e ,j farJos le-
cidos de algodo ; a Paln Nisli A- C.
5 caixas hiseoilos, 8 caixas lecidos de algodo,
!2 gigos e 2 barriquiihas louea o can lieiros, 4
barr [uinhas oleo, 1 embrulho cITcitos privados ;
a Arckwghall & C.
i barr [uinhas vidros, 30 caixas miudezas, 3
barri [uinhas dobradiQas : a J. Ualliday & C.
2 caixas miudezas, 1 dila chapeos de sol; a
Ferreira & Araujo.
12 treos teciJos de algodo; a J. Crabtrce
A- C.
:! fardos lio, 1 caixa linhp e algodp, 1 barril
belmontine, lOOleixes chapas do ferro, lo ditos
de barra de dilo ; a S. P. Johnslon i! C.
10 barris raanteiga, 8 caixas fazeudas} a or-
dem.
70 barris barrilha ; a J. A. Moreira DiasA C.
3 fardos pannos, 10 caixas e 1S fardos lecidos
de algido, 20 caixas cha ; a II. Gibsou & C.
1 caixa sellins; a L A. de Siqueira.
113 laxos d'i ferro-; a Braga Silva A C.
1 caixa cofre ; a F. Gen -.
1 dila miudeza*. 9 ditas lecidos de algodo : a
Southall Mellors & C.
fardos e 18 caixas lccido3 de algodo, 10
brriquinhas pregos; a C. J. Astley A ('..
18 caixas e7 fardos lecidos de algodo I a
Adamson Uowie v\: C.
1 caixa roupa ; a .1. L. Fenlnian.
1 bai-rj*Liiiliot 37 ( nixas e 13 fardos lecidos de
algodo .lames Ryder A C.
1 caldiflra de vapor, 3 pecas, 2 caixas o 9 far-
dos lecidos de algodo ; a Barroca A Medeiros.
caixas lecidos de linho ; a A. C de Abreu.
27 volumes ferragens, ele 25 toneladas car-
vo de pedia, G caixas camas de ferro, 4 feixes
pos de ferro, S barricas tintas, 2 barris manlci-
ga, 6 ventiladores; a Prente Vianna A C.
5 caixas phosphoros; a Ferreira A Martins.
12 brriquinhas zarco ; a C F. de Souza.
19 barris e 8 caixas ulencilios para botica, 1
barril 1 filtrador, 1 caixa oleo de amendoas, 1 di-
la oleo de ligado de bacalho, 50 latas lereben-
tina ; a J. de C, Bravo & C.
Uiale nacional Dtividoso, vindo do Aracaly,
consignado a Uarlins & Irmo, manifcslou o se-
guinte :
90 saccas algodo ; a ordem.
C>iisulailo geral.
Rendimenlo do dia 1 a7 .... 17 551$18G
dem do dia 8.......2:67
carvo ue luuueira ....
Cera de carnauba em pao
dem idem cm velas. ...
Charutos bons...... cenlo
dem ordinarios.....
dem regala....... >
Chifres........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Dosce de calda...... libra
dem de Goiaba.....
dem seceos......
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esleirs de prepon .... urna
Estoupa nacional..... arroba
Farinha de araruta ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijo......... alqueire
Fumo em follia born .... arroba
dem idem ordinario ...
dem idem restolho ....
dem em rolo boro. ....
dora idem ordinario.
Gomma polvillio .....
Ipecacanhua.......
Lenlia em aclias grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
LoiTO pranches de 2 cuslados
Cosladiiiho. .......
Coslado........
Forro .........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhlico pranclies de dous
distados.......
Idem dem custadinho de dilo
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 de
largura.......
dem idem dilo de dilo uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dilo .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem roda
dilas.....
Mel. J .
Uilho......
Pedras de amolar. ,
dem de fillrar. .
dem rebolos .
Piassara em molhos .
Sabo......
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou raqueta (meio
Tapioca.....
Un has de boi .
Vinagre ....

arroba
ceuto


nina
um
urna




um




2-jihjU
10SOOO
12$00f)
2j!00
1$000
3SO0O
5JO00
oao
280
400
175
300
10$000
500
400
13000
3520l
1S600
300
1J600
30600
C$000
1 i$00
900
7$000
12g000
6$000
3|00
35$OOo
_r-,, I
1S600
12g000
sgooo
I
85000
20500
43000
232 O
10600
II0OOQ
143000
de dita para
E para que lodos lenham noticia, mandet
passar caria de edic'os qne sero sfiixadas no*
lugares do cosiume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta c;dade do Uecifb de
Pemambuco aos 13 de fevereiro de 1860. Eo,
Francisco Iguacio Torres BnnJura, escrivo do
juizo commercial o Gz escrever.
Anselmo Francisco Peretli.
O Dr. Anselmo rraucisco Pirolti, commenlador
da imperial ordem da llosa e juiz de direilo
especial do commercio d'esta cidade do Recifa
capital da provincia de Pcrnambuco e seu ter-
mo por Sua Magesladc Imperial, e constitu-
cional, o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde
etc., etc.
Faco saber aos que o presento cdlal virem e
d'ellc noticia tiverem, em como o commendndor
Manuel Goncalves da Silva me fez a policio do
llieor seguintc :
Illm. e Exm. Sr. O commendador Manoel Gon-
calves da Silva negociante matriculado e estabe-
lecido n'esta cidade, quer fazer citar a I). Isabel
Carolina Bourgard Jardim, viuva do finado Ma-
noel Pereira Jardim. assim como os herdeiros
d'esle para verem propr e responder a urna ao
cao ordinaria em que osupplicanto lem de pedir-
Ibes a quantia de 727jj32(i rs., que aquello Jar-
dim ficou a dever-lhe or saldo de conla cora
melherexpressar na mesma aceo e requera V.
Exc se digne mandar cilar a supplicada que
moradora n'esta cidade, e que vislo ter o suppli-
Cftnte jnstilieado no juizo da conciliaeo seiem
incertos os supradilos herdeiros e raoraremen
lugar nao sabido, para elles ^e passe carta de c-
dilos citados os Drs. curador peral e procurador
fiscal da fazenda nacional, sob pena de revelia,
juros c costas, e Picando logo lodo^ filados para
lodos os lermos da causa e sua execuco al real
embolso do supplicanle independente de nova ci-
tarn
Pede a V. F.xc.Illm. Sr. Dr. jui/. especial do
commercio dcfirimento.E. R Me.Advogado
Jocome Pires.
F. mais se nao cnnlinhn em lal poti'.'o, que foi
por miui despachada pelo Iheor seguinte :
Disli buida como requer.
Recite, 9 de fevereiro de 1SG0 A. F. Pe-
relli.
E mais se nao conlinha em meu despacho que
vai aqu Iranscripln, em vir lude do qual foi a
mesn i peiiio destribuida ao escrivo dse jui-
zo Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, qua
fez passar o prsenle edilal com o prazo de 30
das, pelo llieor do qual eliamo, rilo e hei por ci-
lado aos referidos herdeiros. pa que dentro da
referido prazo comparecam n'esle juizo, alini da
allegaren! a sua defe/.a sobre o expendido na pe-
lieao cima Iranscripln sob pena de rcrvlia; pe-
lo quo toda e qualquer pessoa, patentes, amigos
ou conhecidos dos mencionados supplicados os
podero fazer scienle do que cima tica dilo.
E para que chegue a noticia de lodos niandei
par 100000 passar editaes que sero aOixados nos lugares du
costume e publicados pela imprensa.
|i. lo e passado n'esla cidade, ao6 13 das do
mez de fevereiro de 1860, 30 da independ
e do imperio do liras:!.
Eu Manuel Maria Rodrigues do Nascimenlo, cs-
crh ao o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
mu :r i j i mi m 11. ina-
eclaracoes.
4505 10
'
50000
H13000

canala
alqueire
urna


um
libra
arroba

urna
arroba
cento
pipa
303000
28G
23001,
800
I312O
'
120
100000
33200
3300c
031 0
50^000
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 7.
BahiaS dias, brigue prussiano America de 33
toneladas, capilo A. Pens, equipagem 12. car-
ga tumo ; ao capilo. Arribou por ler falleci-
do um tripulante da febre amarella, seu desti-
no ca Folmoulh.
Navios entrados no dia 8.
New-Orleans37 dias, barca americana Brazi-
leira, de 0 toneladas, capilo .1. |i. Baxter,
equipagem 1G pessoas, carga 2,193 barricas
com farinha de trigo e mais gneros ; a Wha-
iley Forster A C.
Rio de Janeiro20 dias, brigue inglez Eliza, de
3G toneladas, capilo John Tucker, equipa-
gem 13, em lastro : a Saunders Brothers AC.
Seguio para a-Parahiba.
co -"i Centgrado.
1-1 t-ii le Reaumur.
06 0: co ti ~c . Fakrenheit
20:221391';
os
co
00
llygronielro.
____________w
-1
w
Barmetro.
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 7
dem do dia 8 .
2 079*210
837907
2:9173117
00
I
Expnrtai-ao.
Rio da Piala brigue haraburguez Rosalinan
de 226 toneladas, conduzio o seguinte: 300
barricas com duas mil quatrocenlas c quarenta e
tres arrobas e vinte oito libras de assucar mas-
cavado.
10O dilas e 300 brriquinhas com 8oze mil
oilocentas o sessenla arrobas e viole sete libras
de assucar branco.
Recebedoria lo rendas internas
geraes de Pcrnambuco
Rendimenlo do dia 1 a 7 14:5609809
dem do dia 8.......1.7240951
A noite clara, vei.to SE, veio para o terral e
assim amanheceu,
OSCIXLACAO O A HAR.
P.aixamar a 11 h 0' damanha, allura 0.2 p
Preamar 83 5 h 1 S" da larde, allura 8.50 p.
Observatorio do arsenal demarinha 8 de mar-
ro de 1860 Viegas Junios.
Editaes.
10:2853800
'ereira Jardim, commercianle
praja, quer fazer citar a D.
Consulado
Rendimenlo do dia 1 a '
dem do dia 8 .
provincial.
.... 16-881*210
Paula dos precos dos principaes gene-
ros e ppoilucccs uacionacs,
qwe se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
5 de a 10 de marro de 1860.
Agurdenle alcpol ou espirito
de agurdente ..... caada
dem cazara.......
dem de cana...... >
dem genebra......
dem idem....... botija
dem licor....... caada
dem idem....... garrafa
dem restilada e do reino caada
Algodo em pluma 1." sorte arroba
dem idem 2.a dita .... >?
dem idem 3." dita ...
dem em caroco..... ~~~"
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... alqueire
dem branco novo.....
[dom mascavado idera .
Azeile de mamona ....
dem de mendoim e de coco.
Bolacha fina.......
IJem grossa......
Caf em grao bom.....arroba
dem idem restolho .... >
dem idem com casca ... >.
dem moide....... 1
Carne secca....... *
O Dr. Anselmo Francisco l'erem, commenda-
dor da imperial ordem da roza, juiz de direilo
especial do commercio, nesta cidade do llecife
de Pernambueo ele.
Faco saber pelo prsenle, em como por parle
pe Jos dos Sanios 1'ereiia Jardim, me fra di-
rigida a rieiQo seguinte : Illm. e Exm. Sr.
Jos dos -anlos Y
establecido nesta
Isabel Carolina Bourgal Jardim, viuva do falle-
cido Manoel Pereira Jardim, assim como os
herdeiros desle para, verem propor e rsponderem
( a urr.a aerao ordinaria em que o supplicanle tem
.__ I de pedir-llies a quant3 de 1,4735975, que a-
19:1163199 quelle, Manoel Jardim ficou a dever-lhe prove-
niente de urna porrao de agurdenle, como me-
Ihor expressar na mesma accr,o ; e requer a V.
Exc, que se digne mandar citar a suplicada
que moradeira nesta ci lade, e que, visto ter o
supplicanle jusliGcado no juizo conciliatorio a
incerleza e auzencia dos herdeiros em lugar nao
sabido, pars esles se passe carta de ediclos, a lo-
dos os doulores, curador geral e procurador lis-
S00jCaj da fazend.i nacional, sob pena de revelia,
470 juros, e custas, e Picando logo citados para lodos
os lermos da causa e execuco al real embolso
do supplicanle independente de nova citarlo.
Pede a V. Exc. Illm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, defirimenio E. R. M.
adevogado, Jacome Pires.
Nada mais conlinha em dila peligao aqui co-
piada na qual dei o despacho seguinle, por ler
sido no juizo conciliatorio pelo supplicanle jus-
tificado a auzencia dos herdeiros do supplicado
em lugar nao sabido difira como pede. Re-
cife 9 de fevereiro de 1860! A. F. Peretli.
Por forra esle meu despacho, o escrivo que
esle subscreveo fez passar o presente, pelo theor
do qual vai ser citados os herdeiros do supplica-
do Manoel Pereira Jardim por todo o ccnleudo
na peliejio aqui incerta ; paranlo todas as pes-
soas, parentes, amigos e conhecidos dos herdeiros
do supplicado Ihes facam sentir de que por esle
juizo cam ciudos para lodos os lermos de urna
areno ordinaril, afim de que dentro do prazo de
30 dias comparecen em juizo para allegar o que
Ibes for a bem de seu direilo sob pena de re-
velia.
A cmara munieipal desla cidade' fiz publi-
co, par conhecimenlo de quem inleressar que
nesta dala propozao Kxm. presidente da provin-
cia a ulilidade da desaprop iae.io (loslo da casal
demolida na ra do Codorniz, peiiencente a Joo
Jos Fcrnandesde Carvalho, residente nesta ci-
dade, am de que verificada por S. F.xc. a utili-
dade da desapropriaeo, possa a mesma cmara
Iratar do processo d ludemulsaco.
l'.i o da (.miara municipal do Itecife em sos-
sao de 27 de fevereiro de 1860.Joaquim Lucio
Monloiri da Franca, pro-presidente. Manoel
Fereira Accioli, secretario.
RECEBEDOBIA DI7. RENDAS.
0 administrador da recebedoria de rendas in-
lernas, em rumprimentoda circular 11. C co mi-
nisterio d,i fazenda de 10 de Janeiro prximo lin-
do eda porliiria n. 70 da thesouraria de 15 do
correte, leudo mandado intimar no dia 21 as
companhiase sociedades que tem sido fa uliadas
pelo ministerio do imperio e encorparadas com
sua aulorisaco, e que nao linham pago os novos
e velhos direitos pela approvacao pe seus estatu-
ios o sello do sen capital nos prazos legacs pa-
ra que enlrassem com sua importancia o revali-
dar o para a mesrra recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias conslam de urna relacao as-
signada pelo ollicial maior interino da secrel
da iin-11.1 thesouraria e sao : companhia de se-
guros martimos ulilidade publica, idem da estra-
da de ferro de Pernambuco, idem pernamb 1
de navegacao cosleira, idem de seguros marti-
mos indemnisadora, idem de colonisar^o em Per-
ico, Alabeas e Parahiba, das quaes smente
duas de seguro martimo mencionadas 1
am ha ver Vago o sello de seu fundo capital e
vos e velhos direilos pela approvac.io de
elalutos, faz Iranscrever o ni 1. 9 e nico
1 decreto n. 2490 de 30 de sclembro do anno
prximo passado que sujeila s penas do art. 87
do regulamento de 10 de julho delbO aos era-
pregades e autoridades administrativas ou judi-
ciarias que de oualquer modo reconhecerem a
exist ncia das sobredi las companhias.
Ariigo 9." Os contratos ou estatutos de socie-
I dados anonym'asAU com paninos que en trarem em
/ peraees ou estiverem fnnecionando contra o
disposto nos cris. 295 e 296 do cod go commereis!
e por roQScqavsia^sem pagamento do sello do
seu ca estao Sujeilrs a dispnsieao do art. 51
do reg ^tffi0 10 do- julho de" lj50, alem
das msi v'.que incorrerem, na confor-
midade d. 'i-" 5m vig r.
S nico. eWpf-gados e autoridades ad-
rainislralivas uu judiciarias que aceitarem, at-
tenderem, defrirem ou adinilirem reclamacoes,
reqiieiimenlos, representaces, aceoes, tiiuii o
documentos de aoalquer nntureza; apresenlados
em nome de companhiase sociedades anonymas,
suas caixas filiaos e agencias em laes rircumstan-
cias ou de suas adniinislra;oes ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia liear.ao exten-
sivas as penas do art. S7 do regulamento de 19
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevereiro de
1860.=J/anoW 6'arnei/o de Souza Lacada.
c i
arroba

caada

arroba

500
640
240
640
280
720
8$700
7j}700
6S700
'2$175
3$000
3^500
4S600
2JS850
900
2S360
7J0OO
4gOOO
7g000
435OO
5S0OO
9S300
7S008
ConscllO administrativo.
O conselho administrativo, pora fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguinti s:
Para o 4." hatalhao de artilheria a p.
57 cinluroes de panno carmesim cen galao de
011ro e chapa de metal dourado para msicos:
27 lercados com puiihos e ponteiras douradas; 1
cinluiao de carmesim com galao de prala para
lamber mor; I talabarte de carmesim cum ga-
lio de prala ; 1 baslo com caslo e ponleira
dourada : 1 terrado com guarda e ponleira deli-
rada ; 1 fiador de prala para lereado ; 16 cor-
des de carmesim para canudos de iuferi4aVes.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho s 10 horas, da manluia do dia 14 do
corrcnle mez.
Sala das sesscs do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 7 de
marco de 1860.liento Jos Lamenha I.ins,
coronel presidente. francisco Joaquim Perei-
ra Lobo coronel vosal secretario interino.
Dclegacia de Santo
Aniao.
Por esta delegada se faz publico que existe re-
colhido a cadeia, o pardo Ignacio, que diz andar
fgido e ser cscravo de Francisco Jos de Bor-
ros, morador no lugar denominadoCafund,
duas loguas distante da villa da Palmeira dos
Indios na provincia das Alagoas. Quera se jul-
gar com direilo ao dito ecravo, reclame na for-
ma da lei.
Victoria 4 de marco de 1860. Manoel Sabino
de Mello, capilo delegado.
- Pela contadoria da cmara municipal do
Itecife se faz publico que no fim do correte me/
se termina o prazo para o pagamento, sera mul-
la, do imposto municipal sobre eslabelecimen-
tos.O contador, Joaqnim Taares Rodovalho.
Nao lendo o corpo e polica effecluado a
compra do panno no dia 5, conforme havia anun-
ciado, por nao lerogradado em proco e qu.alli-
dade o que foi opresenlado, tem marcado o dia 9
do correle para aprcscnlaroo de novas amos-
tras e propoylos : querr. quher fornecer spresea-
ll*l
imiOiCrDi
ILEGfVEL


(V
le-.se na secretaria do curpo, us 11 horas o in-
dicado da 9.O tcnante-secretaiio Luiz Jero-
uymo Ignacio dos Santos.
Tribunal do commercio.
Pela ecrelaria do tribunal do commercio de
rernambuco se faz publico, que na dala infra foi
ndmiltido n matricula n firma social franceza, dt
E. A. Burle & C, eslabelccida nesla praca com
ommcrein a grnsso trato.
Secretaria do Tribunal do Commercio de Per-
nambiico" 8 de mareo de 1860. Dinnmerico
Augusto do liego Rangd, ofieial-mnior interino.
Tribunal do Commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico, que na data infra fui
admillido matricul firma social franceza de
E A Burlete, eslabelccida nesta praca com
commercio a grosso trato.
Secretaria,! de marco de \$(Xi.-Dinamerico
Augusto do Reg llangel, officiaPmaior inte-
rino.
le o Dnguo portuguez Soberao., par* carga e | pertencer, de 2 correles de Ierro com 1U5 bra-"
passageiros. a quem offereco bons commodos, cas cada urna, 1 ancora, t caldeira etc., o raa<
trala-se cora o consignatario Ihomaz de Aquino objectas do urna machina de serrar, salvados do
Fonsoca, ou com o capilao na praca* supradilo navio, naufragado no lugar das Carcas
era oulubro de 1859: leica-feira 13 do corrente,
s 11 horas damanhaa, rio armazera alfandegado
do Sr. Araujo, no Forte do Mallos.
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 9 DE MARCO BB <860.
TIIEATRO
C08IPANHIA DRAMTICA NACIONAL
SOB A nillECCAO DO AMISTA
AXTOMO JOS DUARTECOINBRA.
SABBADO 10 DF. MAR0 DE 1SG0.
i u tnrEFicio no actor
VCENTE PONTES DE OLIVERA.
Depois de urna symphonia, subir siena pela
i rimelra re oeste Iheatro, o mullo interessaule
drama cm 3 actos, IraJucgo do francez :
PF.RSOXAGF.NS.
Le 1 run........................
M urrny.........................
i i...............
j..5o.......................;.'//.
Eduardo........................
' ":: jili........................
...................
i.i i.....
leniua....
Operarios
.i arlmii
." seg iida o
etc.
lados, et
lade.
Sr. r>ivmundn
Ufe,,
ACTORES.
Col m lira.
Carvalho.
Vicente.
Lossa.
Rozendo.
Lima.
I). Isabel.
D. Julia.
N. N.
Companhia vigilante de vapor
de reboque.
Os directores dcsla companhia preyincm ao
rcspeitavel corpo do commercio desta praca que
o vapor r.amaragibe por alguns, das nao' pode
fazer servico, por quanlo se vai concertar.
Para o Aracaly
sabe segunda-feira-o hiate Novo Anglica, raes-
lre Silvoita : para o resto da carga Irata-se com
Prenle Vianna d C.
Para o iracaly
sahn segunda-felra a barcaca liara Amelia,
roeslre V. Th. de Assis: para o resto da carga
trala-se com Pareptc Vianna & C,
l*ara o Rio de Janeiro.
O bem conhecido brigue nacional Laura pre-
, tende seguir oestes oito das, s recebe alguma
I carga raiuda, passageiros e escravos a frote, para
' os quaes tem excellenfes commodos : Irata-se
com os seus consignatarios Azevedo & Mendos,
no seu escriptono na da Cruz n. 1.
Vndese nina barcaca nova de
primeira viajera, construida deamarel-
lo.com muilo bom mcame, amarra de
| ferro e prompta de tiuo para viajar :
os pretendientes dirijam-se para vela
a escadinhada alfandega e para justar
na ra do Qaetmado n. 59.
Maranhao ePar.
O releiro patacho Alfredo, capitn Uanoel da
Silva Santos, tem parle do carregamenlo con-
tratado e pretende seguir cora toda a brevidade
aos portos indicados: para a carga que Iho taita
' trala-se rom os consignatarios Almida Gomes,
Alvos &: C, ra da Cruz n. 27.
Lciloes.
Sabbado 10 do correle.
cantar a aria
SCATE ITALIANO.
lu do nimias pi ssoaa terminar o espec-
o muilo opplaudido vaudevillc un 1
i ulo com
acto :
A?.
i mei lo..
urchen___
:.l......
Iliiii Agi
Lisboa.
\ii ente.
I). Isabel.
I). Mara Luiza.
! seus
lo pede a proteceo, nao s d
^provincianos, como do publico om geral.
Os bilbete3 podein ser procurados no escripio-
lo iheatro.
Comecar ,'is 8 horas.
NA
usa u.15.
i O agente Borja autorisado por mandado do
Illm. o Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio.
far leilao no dia snpraritado. dos gneros e bens
que n requerimenlo de Silva & Molla, foram ar-
restadosa Manoel Jos da Silva Fernandos, os
quaes se acham em a taberna sita na ra Augusto
n. I5 onde ter lugar e leilao, que principiar
sil horas em ponto.
Avisos martimos.
LEILAO
DE
Urna casa c terreno
No Caxang.
Ter^a-feira 13 do corren te.
O agente lloija autorisado por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphos a requerimenlo de
Flix Alvos de Lima Inventa rante dos bens que
porlcncerain Itomoaldo Alvos de Lima, far
leilao em scu armasen) na ra do Imperador ti.
15. dos movis c de urna casi de laipa ceberta de
lelha, coiinha c em chaos foreiros, sia na po-
voacao do Caxang frfguezia da Varzea, e tam-
bera de um terreno que extrema pflo nascenle
com o quintal da mencionada casa.
Os pretendemos que qni/erera inormaces po-
dero rigir-so ao agente auiruncianle. '
Principiar s 11 horas em poni
a. -
= iS.i
3 -3 ?
5 o a E
3 o 5
- E^
a 7 S a
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Prccisa-sesaber nuticias do Sr. Au-
gusto Cesar Soarcs, brasileiro, o qual
andou de praticante no vapor portu-
guez Lnsitana : roga-se poi a esse
senhor ou a quem possa dar noticias o
favor dedrigir-se a ra da Cadeia do
Recife, armazera n. 56.
Saca-se sobre Portugal em casa
de ugusto C. de Abren.
avo
Terca-feira 13 do corrente.
O agente Dorj=i far leilao em sen armazera na
ra do Imperador n. 13, por despacho do Illm.
Sr. Dr. juiz de orphos e a requerimenlo de
Hermenegildo Eduardo Itego Monleiro, curador
do prodigo Claudino Jos Alves de Amorim, do
escravo Vicente perlencento a este, o qual es-
tar a exame de quem o pretender, no referido
armasen) no dia cima designado.
Dar principio s 11 horas cm ponto.
a
mki
a."
OS.
-.-,0
.t

A commissao de bencQcencia em nomo
da Assciafo Typographica Pernambucana
e por sua parta, agradece a todas as pos-
soas que se dignaram assistir a> ultimas
exequias e acompanhar at o'cemiterio pu-
blico os restos moraos do sen mui digno
segundo secretario Miguel Filicio da Silva
Jnior, e com especialidade a veneravel
ordem carmelitana, pelo zelo o actmdado
cpm qod se proslou aos ltimos sulTragios
do mesmo finfd.i Ctemenlino Gonralics
de t arias.Manoel Vaz Carneiro.Ber-
nardo de S'iuza Falcao.
Recife 8 de marco de 1360.
e
B
ET*

da ra
estar eni-
PA HA
Para se evitar questes judiciarias
i ne-se que ninguem compre a casa terrea
dos Pescaporcs n. 27, visto a raesraa
bargada.
Na ra Helia n. 10, precisa-sc de una ama
para comprar c cozinhar para una pessoa.
| = Caeano Ciato de Veas faz scicntc i quem
niteressar que eslem exercicio da vara de jniz
de paz do 4o anno, do primeiro districto da fre- \
guezia doSS. Sacramento de Santo Antonio des-i
. ta cidade, para que oi eleito e que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n. 8, i
i e em qualquer parte que fur encontrado ; e que
d audiencia as tercas e sexlas-feiras as 4 1|2
horas da tarde como'ja tem annunciado, na casa
' publica das audiencias. Recito 0 de feverciro
; de 1860.
m O Dr. C
V. Arretche retirase para a Tranca.
Hoje, J do corrente, lera de ser arremata los
em pra^a publica, porta do juiz de paz da fre-
guesa dcS. Jos, na roa de Sania Rila, os bens
seguiriles : 12 cadeiras e una marqueza, ludo de
arnarello era bora estado, que foram penhorados
a Balbiuo Simos Camilh l'cssa. por exocuco
de Joao A. M. Dulra \ C.
Ausenlou-se da casa de sua senhora, no dia
b do corrate, a pela Hara, nacjio Angola, bai-
i ievi xa* {",s Krossos representa 4 anuos pouco mais
da ma I ou mao*> suppe-sc estar dentro desta cidade :
roga-se a quem a pegar ou dola noticia liver, Oe
leva-la ra das Aguas Verdes n. 7, quese pa-
gar seu Irabalbo.
Fugio da cidade de Hamsnguapo, no dia 29
de dezembro prximo passado, um mulstinho de
nomo Filippe, idade de 13 aunes, foi vestido de
calca de algodozinho verde, chap.) de baca
prela, tem o rosto c corpo seceos: roga-se a to-
das as autoridades que o apprehendam ecntre-
guem-no cm Goianna era casa de Paulino lleda-
lo Cavalcanti; na ciJade de Olinda em casa do
Sr. LuizJos Pinto da Costa, ou cm Hamanguape
era casa de Sesinando Joaquim da Silveira, onde
mora seu senhor Francisco Antonio da Silva Va-
lente Jnior.
Perdcu-se urna lanlerna de carro no aterro
ASSOCIAgO
fcoccorros Mutaes e Lenta Emancipaco
dos Captivos.
O Illm. Sr. vicepresidente manda fazer pu-
blico que no domingo 11 do corrente. s 10 ho-
ras da manhaa e no lugar do costume, lem de
se proceder a eleicao do novo conselho ; e re-
commendaaos Srs. socios que tcnhain muito em
vista as dispnsicocs do arl. ;7 dos estatutos, pa-
ra que au baja obstculo ao aclo electivo
Secretaria da Associacao, 8 de marco de 1860
ilodeito Francisco das Chagas C<\,abarro
Domingos Jos Ferreira.com loja de sc-
leiro na ra Nova n. 19, faz sciente ao respeila-
vel corpo de comracjcio desta praca, que teudo
de relirer-se para a Europa, a tralar de sua sau-
de, deixa porseus procuradores, em primeiro lu-
gar ao Sr. Antonio Ferreira Braga, cm segundo
lugar ao Sr. Antonio Joaquim Vaz do Miranda, u
em terceiro ao Sr Jos Mara da Paixo ; e tica
de nenhum elfeilo outra qualquer procurai.-o
que possa apparecer. Recife 8 de marco de 18*60.
Continua a estar fgida, desde 30 de Janei-
ro do corrente anno, a cscrava cabra de nomo
Josepna ; tem os signaosseguintes: idade 50 an-
uos pouco mais ou menos, altura regular, ma-
gra, curta da vista, falta do denles, marcas do
pannos pela cara, cor paluda por ter-se tratado
ltimamente de iieldade: esta escrava natural
do sertao do Cariris; porra desconfiase estar
nesta praca onde lera una llha forra de nomo
Domingas e nm lllho do nomo Hatheus, escravo:
roga-se, portanlo, s autoridades policiaca e pes-
:soas do povo a apprehenso da referida escrava,
ou nolnia certa, que receber cincoenla mil ris
de gratiQcacao, levando-a a sua tenhoraa na So-
ledade, estrada de Jo.'.o Feroandes Vieira.
Espermacelc
A 640 ris
a libra, manleiga ingleza a S3 rs dita ranceza
a OJO rs., bolachinba ingleza a 2i: na taberna
Ja Estrella do pateo do Panizo n. 1 .
Ama deleite.
Precisa-se alugar urna ama de Icile sadia o
que o lenha bstanle para ainamcntar urna cii-
anca : na ra Relia n. 30.
I
",>..>!*.. 1!, I 33 .. ." VY3 .. '"-'"'"'J Josepna (.arnetro fr
Lirtll'i'Olrl n'flPfi 5livil a r.uropa continua noexci-.v Silja. viuva e inveutariante de seu mar
\iuiu|iit/i(i ii.iikitui,vivli agciciode$ua profissao medica. W ':''ao "ioMaciclda Silva, convids
I. i?.. ... .- 5vJ i\ :. dores ie seu casal para une aorescnl
al.-, treres continuaraoo seu leilao 13S e Da consultas em seu cscnpto-;;C contas legalraenlc justificadas, em rasa
un completo sortimento de miude- ^"O, no bairro do Recife, ra dai?E residencia na ra de Santa Rila n. 85,
por iiitervencao do aentf> llvnnn. SSCrus n. 5o. todos os das. nu>nnsS S,,R'"1 n,!l'iidi.las as partilhas que asi
Ca!
de um comp
za lito da Silva, boje 9 do corrente
meio dia em {ponto no seu armazem
ru? d Cruz.
ao
da
Avisos diversos.
cravos.
REAL COiPAWtl
lago-Luso-Brasileira.
O vapor Uilford Haife, espera-so dos portos'
su le 11 a 12 do corrente c seguir no n i s-
[ara os portos da Europa. Recebe para
toneladas de carga a Ircte de navio
la:quem aoizer carregar, passageiros e
nmendas enlenda-se com os agen los Tasso
Irini s.
Porto.
^ A bem conhecida barca porlugueza Sympa-
sua excellcnlo marcha e construeco
ccha-se proposla alomar carga c passagein
stin..... cidado do Porto, par* or
ie:i de seguiV brevemente : os pretenden'
i outra eousa, cnlendam-se com osconsig-
natari is, ra da Cadeia do Recife n. 12.
Para Lisboa.
\ .i saln- em poneos dias por ter par-
t: da carga prompta, a bem conhecida
barca Gratidao, para o resto da carga e
sageiros Irata-se com os consignata-
rios Carvalho, Nogueira & C., ruado'
Scxta-feira ihio corrente s 11 horas.
PELO 1GENTE
n
leilao no seu
mazcm na ruado Vigario n. 19, de
escravos tendo 7 lindos negros e o
O agente cima lar.'
Vigario
d-.s negras,
'os m icos
do dia
ar-
10
in-
com algum habilidades,
de bonita fgaro no men-
B -as c:n potito.
Na ra do Imperador n. 28, aluga se e ven-
de-se em grandes e pequeas porces bichas
hamburguesas, e tambera cal da mais nova que ,
ha, para fabrico do assucar, por proco commodo. I
i o7 ,u?nncami"!l0""sc uma lclra J.UlKJsDIJ. (iresconlos de ris,) sacada em 28 do ,
levereiro, por Izidoro Halliday & C e aceita pelo i
Sr. Sebasliao Jos da Silva, a vencer-se em 28 i #
de junnoido corrente anno. cuia letra Cea
- --.......~ auno, cuja leira tica sera -.*.*.^ .o i^cjuna uuv, u tuu- ;
rem S.iTui"-TiS,n0 nr- s'v^?8s5nao ou-j sultarem sera' feto indistincta-
ira (msubslitup.au daquclla Recife 8 de marco
de 1860. ;
O abaixo assignado faz sciente ao corpo do
... "S^'^^Srr^-'V. O Dr. Cosme de Sa' Pereira^S "inja-se a cocheira da mesma ra, ou amados
> de volt.' de sin viao-pm nstrnrti /fe (-,11;"'l(,|s l-\ U'"-' ser gratificado.
uaTiagem imtractl-g|| D. Themotia Josepha Carneiro Maciel da
seu marido o ca -
a aos cro-
tora suas
a de sua
alini de
^ n. oo, todos os dias, menos^ ?'T alfen.di/11BIIS Parulhasque asid procc-
$ i i "Vi $ dendo pelo juizo de orphos dcsla cidade.
i nos domingos, defde as G horas^gj Precisa-se de um caixoiro que lenha prali-
0 da manhaa, sobre O .' c? ue Padaria, o que abone sua capacidade, &
es nnr.tr W usla d'' 'i'l;i1 ic uarii l""" ordenado, assim como
,, .r"" '., 's,.' Precisa de um foruoiro para a mesma padu-
Moleslias de olliOS ; ( na : no pateo da Sania Cruz n. 55.
. Molestias de cora cao e de|S Jos Francisco Rodrigues da Costa, socio
peito ; ,S Ii'HnJal.iri. da exmela tirina social Sil"cira &
Molestias dos. araJnt ,\a rrPra ?G a' declar* lloI presente que lem ultimado o
.uoicstiasuosoiudOS da gera-^V processo da liquidado da mesma razo social
cao, e do anus ; : Praticara'toda e qualquerte c,0,ntrahido no eslabcleclmenlo de Josa Joaquim
%., .r-.n ,..., i~ __ V/9 Alves. queja nao o fez por nao lhc 1er sido
operaeaoquejulgarconvenien-ff ainda possivel obter do dito. Alves, urna conla
te para o restabelecimento do&^'C ixacln eespecificada do todas as compras pela
seus doentes. '-Y? p*.lnca l'ao c elle feitas. O annunciante acre-
O exame das npssons nne n rnn- ;~ih
\)i seguintt
^ !. Mol.
Pianos.
Vendem-se pianos de gosto moderno, autores
de primeira ordem, con, excellentcs vozes e re-
lalos : na ra da Cruz n 11.
Jacaranda superior
lera para vender Azeredo & Monjes : no scu ar-
ntazern do largo da Assembla n. 9.
Lasaro Jos Pires da Ponseca iclira-se pa-
ra a Luropa a tratar de sua saude.
Confronte a Irayessa de San-Pedro.
7Ra Diicila 7
i
ellesaalcsque seacabera
i-
exame das pessoas cpie o coi
K mente, e na ordem de suas en-
Itr&das; fazendoexcepcaoosdoen- LV
- ..--... >euauu i.i/. seieiiLu ao corpo UO TVv >-'ou", mci uuu c.vci n uu Us UUcll- V* l-
srnrvasssLwaiSBns i,cs e o,m' r .^<^^ ^ |;
scu caueiro desde o dia G do corrente. I motivojustoobtivcrcn hora mar- -A,
jnsp I-.-..-.-.1,.,,, ; i ns lacada para este im. f*
corpo de A r'PPlica(:ao de a,g8 medica t J
raga do- ^mentos indispensaveis em varios >v S
auofol *casos, como o do sulfato de airo-?1
se'cr ^P'a etc.) sera'ftito,ouconcedido?
dias, pa- 5' gratuitamente. A confianca que."
<.' .....I.. i _____:_ __ _____ 'i
dila nao Ihe restar, como cncarregaJo da liqui-
dacao, obrigaco alguma, .pie liresse deixadu de
satisfazet ; se porem alguem se considerar cre-
dor da referida cxtincla firma, aprsente seus li-
lulos, ou contas no pa/,, de 8 dias, para que, j ^.'''Y
conferidas, sejam saldadas. Recife 8 de marco
ia lfcl).
9K)M
8 i
60 'i

y;(i;i
5^000
3g500
tftCOO
\ gario n.
; .(ao
V'.
Sabbado 10 do corrente.
DE
,m ludo ca'ioe!,
9, primeiro andar
A. P. Borges r
por
Para Lisboa.
Pretende sabir co-n brevidade a barca Tejo,
r parte do sen carregamenlo prompto para'
mpleto do qual recebe carga a frele, o tem
accommodares para alguns passageiros :
pretender uma, ou outra cousa, se pode
ler com os cons gnatarios Amorim Irmos,
' Cruzn.3, ou com o capito Jos Emigdio
iro, na praca do Commercio.
O agente Camargo fara' leilao
com conta c risco de quem pertencer na por-
a, na ta da aliandega de um lindo cabnolet
com arreios e pertenecs, no mencionado
dia as 11 horas em ponto.
COarARBU PERNA-WUCANA
DK
Kavegacao costeira a vapor.
O vapor Iguarait, comniandanto o segundo
lenle Morena, seguir para os portos do nor-
sua escala no .lia lado eorrenleas 4 li
da larde. Bacebo carga nos das, i para o
,'L e G para o Ass e Aracaly, 7 para o
RO Grande, e no dia 8 para a Paralaba, devendo
a carga ser posta a bordo acompanhada dos com-'
pelente|Jretes e conbecimenlos. O expediente
a gereTOa fecha-seas qoalro horas da tarde.
Para o Rio de Janeiro.
A barca nacional cAtrenda segu por estes
d por icr quasi lodo o scu carregamenlo prom-
pto : quem nella quizer carregar o resto da car-
ga que Ihe falla, embarcar escravos ou ir de pas-
sagern, para o que lem excellentes commodos
i se com os seus consignatarios Francisco
no tabello & Filli'o, no primeiro andar
Chapeos do Chyli.
Arannga \ Bryan farao leilao por in-
tervencac do agente Byppoto da Silva
de um completo sortimento de chapeos
do Ghyli : icxta feira as 11 horas em
ponto no seu escriplorio da ra do Tra-
: piche Novo.
Jos Cavalcanti l.ins.
Kecife, S de marco de 1860.
O abaixo assignado declara ao c
commercio quejulga nada dever a esta praca
rame o lempo que esleve na Kuiop.-.,* gue foi
s; primeiro procurador o Sr Joao .cinto de
Mi deiros Rosendo; e se alguemsejul,,
doraprsente suas coalas no prazo de 8Nl
ra seiem pagas.
Antonio dos -Sanios Ferreira.
Afogados, 8 de marco de 1SG0.
- No dia 10 do corrente mez a urna hora da
larde ir praca perante o juiz de paz do segun-
do districto da freguezia de Santo Antonio duas
ta boas de costado com 21 palmos e meio, outra
com j palmos, e um meio chaprao com um pal'
mo de altura, cuja arremalacao ha doler lugar
na casa das audiencias d'esta cidade.
Por ordem da inspectora da saude do por-
lo se laz publico, que nenhuma pessoa doentc de
febre amarella procedente de bordo dos navios,
podera ser recebida c tratada no centro dcsla ci-
dade.
O secretario, Pedro Donncll.Inspectora di
saude do porto, 8 do marco de 1860.
Attenco.
Seguro coalraFege
Borzeguins de 1' qualidade___
Ditos de lustro e pelica.................
i titos econmicos......................
Sapates 1" qualidade..................
Ditos de lustre.........................
Hitos de bezerro........................
Ditos econmicos de lustre 000 e....
Sapalos entrada baixa..................
Hilos de borracha >$, 2$200, 2-300 e..
Para senhora.
Borzeguins, l" qualidade.............. I
Dito cora salto baixo.................... -IjtO
lustre francez.............. .-
I um completo sortimento de outros calcad s o
lamaocos de todas as qualidados, cabedaes para
fabrica, como couro de lustre, bezerro, marrj-
qtum, couro, sola e ele. : na mosma loja reci-
sa-se de oOl ios de sapaleiro, paga-se bem.

J; nelles deposita, a presteza de sua
cao,
3 a necessidade prompta 3f ?
prego; c tudo (juanto o ^-pS
cm beneficio de seus S* '
il
1 rancisro Cabra I, subdito portuguez, reti-
ra-sc cara Portugal.
Alten
cao.
publico
pdr-sa
Manoel
', Je seu emi
gSdemove
idoentes.
~> 5.

ti
LONDRES
AGENTES
J. Astley fe Companhia.
NICA, VERDADEIRA
GITIMA.
E LS-
VcBIc-se
Chama-se a altcncao do respclavel
para a persegui.;5o alroz que dizem vai
em platica contra o subdito portuguez
i- Jos de Almeida Jnior, promovida pelo Sr. cen-
il de Portugal, para dcsabafu dos Srs. Seve Fi-
| inosdi C, pelo simples laclo de ter o mesmo \1-
| meida Jnior publicado pelos jornacs, os meios
fejde que seserviram os Seve, Filhos & C, para
a o massacrar. Duvidamos que o Sr. cnsul des-
cada e.evada posicoo em queso acha enllocado,
para exercer vingancas t-.o mcsiuinhas, c prin-
| cipalmenle conira aquolles que por direila .lie
^ os deve proteger, por loro nosso Aoguslo
nareba collocado-os sob sua proteceo.
L'm Portuguez.
por diminutos
1 bOOO
IO9OOO
7.-I00
Ig500
6j00fl
50O
93000
7-5(10
8S000
3*500
25500'
Ferro em barra.
Sabbado 10 do crvente.
PELO AGENTE
600
340
300
900
4*500
-IS000
do so-
do -obrado n 6, no largo da Assembla,
praca do commercio.
ou na
Inali
Ims
Aracalv
no recebe carga : ira I;
', ra da Madre de Dei
Para o Porto
D ividoso recebe carga : irata-se com Mar-
i Irmo, ra da Madre de eosn. 2.
O referido agente vender por conla de quem
perlencer no dia cima s 10 horas da manhaa
no largo da escadinha
300 quintaos do ferro em barra e vergas
A 13 do corrente.
0 releiro e bem conhecido brigue portuguez
Harmona., pretende seguir com milita brevida-
de, lem parte de seu carregamenlo prompto :
i i.i o resto que Ihe falta Irata-se com os con-
fgnaiarios Azeredo & tiendes, no seu escriplorio i .....--------
ra da Cruz n. 1, ou com o capilao Arnald Fer-i.V1 PoH^gadas para fechar
uandes dos liis, na praca
Para a Rabia.
O velciro c bem ronheci lo patacho nacional
tanuonaa // pretende seguir com muita brevi-
para o resloque Ihe falla, trala-se cora os con-
siguaiaiios Azevedo di Mendos, no scu cscripto-
iiu ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa
O preposto do agente Oliveira far lelo por
conla e risco de quera pertencer, de um resto de
o em ltase de li barras de ferro do
- para fechar contas : terca-feira
1J do corrente, ao meio dia, no caes do" Forte
do Mallos.
LEILAO
A 13 do corrente.
O. Donnel, capito do navio inglez Joftn A Lu-
cg, far leilao por intervencao do preposto do
agente Oliveira, cora aulorisaeo do Illm. Sr.
vai sat, imf re.erive.men.c no dia 25 do corren- Z^U^^ST^ d^S
Na ra Direila n. 55 rende-se
preces oseguinte :
Palitos sobre-casacos de panno preto.
Ditos saceos dito dito.
Ditos de mcia casemiracom gola de vo-
tado da raesraa cor.
Ditos dilo dito saceos.
Ditos de alpaca pretos.
Ditos dito dito saceos.
Ditos de merino selim sobrecasos e
saceos.
Calcas de casemira de cores tinas.
Dilas dita prelas.
Ditas de hrim de linho de cores.
Ditas dilo dilo.
Corles docasomiras finas de cores a DJ o
Chapeos de feltro finos pardos.
Cassinetasdc cores cora palmos de lar-
gura covndo.
Corles de riscado francez com 13 e meio
covados por.
Chitas francezas muilo finas covado 260,
8'1 c
Mursulinas miudinhas covado
Lencos de cassa lodos bordados, com
bico largo muilo lino
Cortes de vestidos brancos com barra
de salpiquinhos.
Hilos ditos ditos bordados.
Aluga-so parlo do primeiro andar
brado n. 26 da ra do Queimado : na mesma ca-
sa darao a raza o.
Na ru das Cru/es leberna n. 40, vende-se
queijos novos a 2*000, velas estearinas muilo
boas a 700 rs., milho muito bom a 3^200 a sac-
ca : junio ao sobrado novo do Sr. Fiauci-
redo, c
Vende-sc
oengenho 4rewnd silo na freguezia da Esca-
lo, no limite Oo Cabo, arredado um quarto de
! legua da estrada de ferro, com bstanles matlas
! virgens, edificado de novo c todo demarcado : a
| tratar no mesmo engenho com o proprieiario.
Nunes & IrmSo declarara, para nlelligen-
cia de seus freguezes. que o Sr. Joaquim tav-
mundo Alvos de Azevedo deixou de ser seu cai-
xeiro. Recife 8 de margo de 1860.
Atteuco..
Consta nos que ao conhccimenlo do Exm. Sr.
conselheiro de guerra lencnle-general e com-
mandantc das armas desta provincia, chegou uma
queixa, ou denuncia, dada por um seu subalter-
no, conira o capilao da 7a companhia do 8o bata-
lho Ce infant.iria Joao Antonio Cardozo alcu-
sando-o de dilapidaco de dinheiros pblicos, ti-
rar lucro de seu cmpfego por maneiras illici'tas,
e puniveis pelas leis militares, abuso de autori-
dad, jogadordepcofissao. e outros rrimesquan-
do destacado na villa de Garanhuns. Assim
tambem consla-nos que ess capito alardea de
grande prolecco, dizendo de ma:s a mais que,
se por acaso algum conselho for nomeado para'
conher.er dos arligos da denuncia ou queixa, e
locar-lhe por sorlo ser prcsidenle algura dos ma-
jorca do 9" ou 10 ba'ialhri, sl elle como
quer. por conlar com certeza, com qualquer del-
les (cujo motivo nao ignoramos).
... O Tagarella.
Trecisa-se de uma ama forra on escrava
para o servico de uma casa de pouca familia :
quem liver oj.nja-;c .-\o corredor do Bispo n. 5.

para
SALSA PARRILlA
n
DE

.S *-
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Eslauho em barra.
Verniz copal.
Palhinha pata marci-
iieiro.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim do vela: no arma-
zem de C. J. Astley* C.
Attenco.
Vende-sc uma escrava parda, de vinto e tan-
tos anuos, sabe engommar muito bem, coze e faz
labyriiitho e cozinha; vende-se com duas lilhs
un.a com 1 annos e outra com i me/ de nascida :
estes escravos sao rendidos por circunstancias
de lamilla : quem pretender diriia-se as pateo
uj i creo ii. i;. '
Altcncao.
o

--
i ^
'
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
. ~ Prensa-sc saber onde exisle a Sra. D. Sla-
:l | mdicos, os mais iminentes como remedio infal- a Florinla de Jess, lilha do Sr. Manoel da Cos-
' livel n.ir.-. r..r.-.r Hwnnhni.. ..^- ..._____.:. \ u} 5Ioilr;l Bravo, que rnnrou na cidad da Viclo-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermillente, enfer-
' j midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e empees que resultara da impureza do
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavcl publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa Parrilha de r.iiiiol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprietaiios da receita
do Dr. Bristol.
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
raenle era poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
quizercm comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguiutes signaos sem os quaes qual-
quer outrapreparacio falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob uma chapa de ac, Irazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGE.NTS
N. G9 Water Street.
Kew York.
2 O mesmo do oulro lado lera ura rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Vristol cm papel cor de rosa.
4o Que as uireeoes juntas a cada garrafa tem
nma phenix seraelhaule a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Baha, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz u. 22.
na, bsla senhora viuva e consta ter morado l-
timamente no engenho d'Agua fra : roga-se
mesma senhora ou a quem d.-lla noticia liver de
procurar o Sr. Frederico Velloso Koop no Forte
do altos, trapiche n. 9 B, ou anounciar a sua
morada para ser procurada, para negocio de si a
interesse. ,




..- | Avisa-se a lodosos Srs. fazendeiros o agricul-
leudo-lhe comprado no anno deltaresde algodaoque na fazenda denominada l.i-
beralzinho (no termo do Cimbres) propriedade do
Rvuid. Jos Rodrigues V'alenca existe uma Tan-
de quantidede de burroshespanhoes proprios pa-
ra carregar atgodo e lodo servio pesado pois
naossao bstanles fortes para" viagem, como
.-.ni de longa vida, pois o menos que vivem
O aunse lem mais a vanlagem de serem utcis
para os nossos serles, por ser o scu primitivo
sustento palba de espira seceo e conservara-se
semino gordos, sao de marca muilo superior aos
desia provincia e da do Cear e geralaenle sao
muilo passeiros.
Hoje depois da audiencia do juiz municipal
da 1- vara, va. a prtru a casa n. 1 (5 da ra Im-
perial e por execui.ao de Salusliano Jos Cesar
e Mello, contra seu devedor Antonio Jos Pes-
iara.
= O abaixo assignado faz sciente ao respei-
laycl corpo de rommeicio e ao publico em ge-
ral, que nesta dala eslabeleceu uma casa de
manlimcnlos para navios debaixo da firma de
Boussel & C.
Recife 1 de miren de 1800.
Gustavo Dousset.
Dcsapparcceram no dia 5 do corrente don*
escravo., sendo um pardo, do nome Manoel, de
idade 20 a 28 annos, eslalura regular, secco do
corpo, barbado, anda intimando de forro, veslido
de calca prcta e paleto, chapeo de pello, calca-
do, lem as pamas bastante cicatrizadas de sar-
nas, quando anda deita os ps apalheitados ; o se-
gundo crioulo, de nome Jos, de idade 17 an-
uos, bem preto, secco do corpo, quando falla
franze a tesla c a baixa a cabera, ambos com
ollicio de marcineiro, consta terem andado nos
suburbios da Soledade: roga-se s auloiidades
poiiciacs e capiliies de campo, a captura dos di-
tos escravos e os rcmeller ao seu senhor na ra
estrena do Rosario, armazem de Jos Morcira da
Silva, que dar a recompenso de ]00}000.
I
Vende-se a barcaca Doradinha, de 750 ar-
robas StO saceos, construida com as mclbous
madeiras e bom massame, do segunda viag.-m
quem pretenderdirija-se ao caes do Ramos n,
-, a tallar com Prxedes da Silva Cusmo.
Vende-sc uma armacSo de louro com balco
volteado e pregado a parafuso, ludo em bom es-
lado : na ra da Cadeia do Recife n. 2:1, loja do
Augusto i Perdigao.

sade
ni a-
Fugio no dia 6 de feverciro prximo pa
a escrava l.eandra, crioula, cor fula, alta,
gra, bem fallante, com os denlos da fenle po-
dres e alguns quebrados, e cora alguns cal
brsncos, levando lo.ia a sna roupa. Esta escra-
va natural da cidade da Olinda, p ha poneos
dias oi pegada no bairro do Recife por um pre-
to, o qual querendo leva-la para casa, foi por
ella'Uludido, e evadio-se na mesma occasiio ;
por isso julga-se que eWj anda por eiles losares
cima mencionados : roga-se a qual mor i
que a pegar, que a leve ra de Sania Mita, so-
brado n. jo, primeiro andar, que ser gratificada,
= Ausenlon-se da casa de seu senhor, o es-
cravo Agapto, mas os signaos salientes sao es
seguintes : cabera rapada, pernas arqueadas, ca-
misa de maapolo usada, calca prcta lambem
usada, chapeo de palh.i, lenco' na cabeca para
cncobnr a falla de cabello : qualquer capilao de
campo, genio da polica ou pedestre o faca pegar
e leva-lo roa do Rangel n. 21, que ser gratifi-
cado. Costuraa andar pela roa Augusta, em al-
gumas casas.
SOS rs.
A escrava Clara, de idade 38 annos, crioula
cor fula, alta e secca, nariz chato, ps e maos
magras, dedos corapridos, o furo da erelha es-
querda um Unto grande, cozinheira e engom-
madeira, coulia a estar fgida, e sappoe-se
estar oeculta por alguera, caso em que se proe-
dera judicialmente : a pessoa, porm, que pren-
de-la, levando a Soledade, sitio do abaixo assig-
nado, receber a gralifkaco cima indicada.
Jos Anlo de Souza Magalhes.
Na confeilaria da ra da Senzala Nova n.
30, ha para vender superior niarmtlada, alpeos,
pecego, ameixas, bem como immensas qualida-
dos de doces c amendoas, e prepara-se bande-
jas com muilo asseio.
Quem precisar de uma ama que cosa c en-
gomrae com perfeicao e de mu los bons colu-
tues, dirija-se S ra do Calderciro n. 80.
ffiTILADI


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 9 DE MARCO DE 1860.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinba com
o almanak da provincia para
o correte auno de
naso
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil :
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiacs.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, lutera-
nas e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de u
Mw
(OSO H
DO DR. CHABLE
MEDICO E PR0FESS0R DE PHARMACIA, DE PARS,
TAIU O TRATA1IENTO E PtiMrTO Cl'RATIVO
tAS ENFERM1DADES EXCAES, DK TDAS AS AFFECCOES CITANEAS, V1HIS
Citrato de roriothol.lc.
Xarope mui prefeiivel ao
Copah'ba e as Cube-
bas, cnn immedialamen-
la qaalquier purga;. 10 ,
relaxado e debilidaJe, e igualu-enie fleixos e
flores liraticas das mullieres. rnjoc?ao de
Clmi>lc Esu iiijeee.) benigna citi|>rt>ga-se mes-
rao tempo do xarope de curato de ferro, urna vez
de manl.a, e urna vez de tarde durante tres das;
tila segura a cura.
PLUS DE
COPArtJ
Ah SANG
t A1.TEIUOOES TO SANCl'E.
I>P|inrlii o de Mnsuf.
Xarope vrpetal f*m mer-
curio, o nico couliecido
e approvado para curar
con promptidao e radi-
calmente iinpigeus, pstulas, herpes, sarna, co-
mixo's, acrimonia e alterarles viciosas do san-
giie; viius, e qualquer aOvio venrea. Ba-
nhoM miuciitcs. Tin,:"ni-se dous por semana, se-
puindo o ira 1:011 erito depuiativo. Pomada un-
tilifu-petipu. Uc uin eQVito nuravilhoso as af-
feces cutneas e comixoes. _,,-_.
Hcinori'ohidaK.Pomada que as cuaa em 3 das.
O d'pi-silo na ra larga do Rosario, botica de llartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
1.01
(S)

15.9333
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
blico que se acham a venda todos os das
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n.26e as casas commissionadas
pelomesmoSenlior thesoureiro na pra-
ca da Independencia numero lie 16,
e na ra da Cudeia do Recife nume-
ro 2 armazcm do senhor Fon tes ate
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
1 tes e meios da s< gunda parte da quinta
! lotera do hospital Pedro II, cujas ro
|das deverSo andar impreteriveimente
no da 10 do futuro mez de marro.
O mesmo Sr. thefourciro manda
(igualmente uzer publico que ras casas
cima mencionadas se acnam bilhetes
(de nuraer.-irao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loterias 25 de eve-
reiro de 18G0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
DELICIOSAS E IaFALI.IVLIS.
Ra
ova, cm Bruxellas (Blgica),
SOS K DIRECU0 E E- MSm
Este holel collocado no centro de tima das capilaes importantes da Europa, toma-sede grande
valor paraos brasileos e porluguezes, por seus Lons commoJos e confortavel. Sua posicao
uma das melliores da cidade, por se adiar nao s prximo s estarces de caroinhos de ferro, da
Alleraanha e Franca, como por ter a dous minutos de si, lodos os llieatrose diverlimentos ; e,
todas as qualidades como lo- alra d!ss0'os modicos Pre5s convidara.
No holel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, nllcmao, (lamongo, inglez e por-
jas, Sendas, aCOUgUCS, engC-|Ugnez, para acompanhar as louristas, qur em suas excures na cidade, qur no leino, qur
nhoS, etc., etc. emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 1C francos (33200 42000 )
por din.
Durante o espaco de oilo a dez mezes, ahi residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
i, e sen Cilio o r. Pedro Auguslo da Silva Ferrao, ( de Porlugal ) e os Drs. Folippe Lopes1*
-_.-_--r~^-~g3*&s.
Serve elle de guia ao coni-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
elasses da sociedade.
O bacharel Wtruvio tcm
o seu escriptorio no 1- andar
do sobrado n. 23 da ra Nova, i
cuja entrada pela Gamboa do!
Carmo.
Pastilhas vegeta es de Kemp
contra aslornbrigas.
approvadas pela Exm." inspeceo de esludo de
Habana e por muilas oulras juncias de liy-
gicne publica dossIados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
dareis vista, doces ao paladar sao o remedio
Netlo, Manoel de Figueira Faria, e desengaador rentes Visgeiro ( do Brasil, ) e muilas OO- lna,,ivel co",ra as lo^brigas. Nao causara nau-
tras pessoas lano de um, como de oulro paiz.
DE
Commissao de escravos
NA
Roa larga do Rosario n. 22.
Nesla casa recelum-so escravos por commissao
para seren vendidos por conla de seus senhores,
ianca-so o bom lialamcnlo e seguranca dos
mesmos, e nao se poupn exforcos para que sc-
jam vendidos com prornplidiio, afun de seus se-
nhores nao soQYcrem empale com a venda del-
les. Nesle eslabclceimenlo ha aompre para ven-
der escravos de ambos os sexos, mocos e bonitas
figuras.
Traspassa-se o arrendamento de um engo-
lillo distante desla praca duas legoas, vende-se
urna parte no mesmo engmho, machina nova
vapor, distilaco nova e be:n montada, 22 bois
de corroa, seis quartos, algumas obras, saffra
Mobilias* de aluguel.
Alugam-se mobil3s completas, qualquet Ins-
te separado, a vonlade do alugadav: ni ra No-
va, armazem de mobilias do Pinto, dciruiilc da
ra de Santo Amaro.
E'chegado ioja de r.rcoralp, aterro da
Boa-\ isla ii. 7, o escolente leile virginal de ro-
sa blanca para refrescar a pello, tirar pimos,
saldase rspinlias,.- o igualaren!* o afamado ole
babosa para limpar o fazer crescer os cabello?,
assiin como pos imperial de lyrio do Florenca,
para bortuejaa o asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
Pop in corle Je cabello c
fi'isameolo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
f.ecomlo acaba de recebar do Rio de Janeiro
oprirneiro contra-meslre da casa Auguslo Clau-
plantada, ele. ele. ; trata-se na ra do Crespo n. j a.'i c um oulro rindo de Pars. Esta estbeie-
13, Ioja. cimento est boje as melhores condicoes ano
H O 1 < i possivel para sa'wfjzer as eocorameidas d s
I PA'PWAP '^niKll objectos em cabellos, no tnals breve lempo, co-
I VvooUI ULillOili rnu sojam : marrafas a Luiz XV, cadeias de reo-
'kos, liracelclos, anneis, rselas, ele, etc., ra-
bdllciras de toda a especie, para homens e
Acreditado em Franca, em Hespanha, c nesla i jj '?!! SSfi! hpl:a n "od,a '
:j i i ii i '. I -siiuos-Liiluo>1 &L'iii Uut\.u urna so doLiciiji na
rm 1S!; -ITtl dC,,leS C ra!fCT ^ dl's Cicles, para s^Zz^OBlS^.
,, JZ < [ a'Posslvi;,'1.nss,m w"'"- les. os objeclosem cabello serio feilos ern sua
ca-os sobre chapa d ouro, platina e prata a vori- !
lade de qualquer um que delles precisar, como
lambem chunibH e lmpa-os com,o maior asseio
possivd. Tira denles em casa a 25e3?. e fura a
?, dente posio cm chapa d'ouro a IOS -* quem
delle precisar, procure nu Recife, ra da Cruz
numero i i.
_ Conlnua a prec?ar-se de um criado, que
de fiador a sua conduela, nara lodo o servico de
um homem solteiro : queiL^r se nestas^ir- "mX^r^^^ 2^
rumsUiicias dinja-so u ra d.-. Cadia da 8io ptdcso novo se lecommenda ao favor e lem-
Anlonio n. 25, segundo andar, boje ra do Ira- branca dos sena amigos e dos Srs. viajantes
Ra da Cruz n. 44.
presen;^ se o deseiarero, c acha-se-ha ?
ama pessoa disponivl para corlar os cabellos, o
pontear as senhuras em casa particular.
C\S\ UKO-BBASILIIBA,
2, Golden Sqaare, Londres.
J. G. OI.I\ l'IRAlondo augmentado, com lo-
mar a casa conlixoa. ampias e exccllcntes
Os presos de lodo o servico, pordia, regulam de 10 a 12 francos (4-5000 -1S300.)
N'o holel encontram-se informacois exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangei
ro
Sirop du v
mm
.lAllAEE DO FOIiGET.
Esie xarope est approvado pelos ma^s eminentes mdicos de Pars,
como sendo o mtlliur para curar conslipscoes, losse convulsa e ouir:-g,
brauciiios, ataques de peild, rriuc/Vs nervosas e iusomnoleoci s: nina coibera
lilrl 'i t ..ii.i c4a tiiOi>:..ii| .i.- i. II*.:*
allecc/tes los
pela manb, e outra noite sao suliicientes. O i'll'ito diste excelente "xarope satisfaz
tempo o doente e o me lico.
O dsjiusito na ra larga do Rosario, botica de Rarthutomco Francisco de Souza, n. 26.
10
da
mesmo
jscasnera sensacoes debilitantes.
Tcslemunho exponlaneo em abone das parti-
llias de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
12 de abril de 1859. -Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaran meu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, cxhalava um chei-
; ro ftido, liaba o estomago incitado c conlnua
comichao no nariz, lo magro se poz. eiue eu
; lemia pcrde-lo. Neslas circumslancas um visi-
nho meu disse que as pasli[has de Kemp tinham
perader.
CeiisEiiitlo de Franca.
(i capilao Augusto Auger, do briguc fransez
Marta Yulentiue, era reparaco nesle porto pre-
cisa lomar a risco cerca de 2f>:0.0} para pagar as
diflerenles despezas, que tcm sido obrigadoa fa-
zer neste porio, O dito cmpresiimo ser garanli-
po polo mesmo navio c seu carregamenlo : as
pessoas, que pretenderen! fazer este adianta-
menio, sao convidadas a comparecercm quin-
ta [eir 8 do correte s 11 horas em ponto, na
chacellara do do consulado de Franca oonde
lera lugar a dita adjudicarlo em presenca do Sr.
Acha-se no prclo a 2.a edicao dos Elementos de
Direilo administrativo, mais correcta e conside-
ravelmcnte alterada, pelo l)r. Vicente Pereira do
Rogo, lente calhedralico da mesma scicncia na
Paculdado de Direilo desla cidade. Subscreve-se
para esla obra na linaria econmica de Noguei-
ra & C. defronte do ateo de Sanio Antonio n. 2,
a lg por cada ext-inpbr, pagos ao receber as
duas parles que j est o impressas.
usencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Etakcr.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnsion & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Precisa-se de ama ama para cozinhar: na
ra Nova n. 8, Ioja.
Engomma-se com asseio e promptidao : no
becco do Marisco n. 20.
Jos Manoel da Costa Gamillo vai a Eu-
ropa.
David Huber i C, e!o Rio efe Ja-
neiro, fazetn setente, que estabeleceram
nesta praca urca casa de importacao,
irrna
LINDEN WILDEN & C,
admtemelo como socios os Sis.
FRANCISCO LINDEN.
EMIILO W1LU.
ROOLPHO WEYDMANN,
piCIHO. ^ os quaes asstgoarao a firma social.
Mademoiselle Clemencc de Hannctot % Traspasse-se o arrendamento de um En-
B de Hannevillecontinua a d3r lices de M genho mui'.o perto da pratja, ven.le-se urna
francez e piano na cidade e nos arrabal-
lublicacao jurdica. FOLHISUS PAR i 1860.
COMPAMM DA VA FRREA
RECIFE AS. FRANCISCO.
Telo prsenle sao convidados os senhores ac-
cionistas vircm do dia 3 do correte em diante
ao cscriplorio da ra do Crespo n. 2, para recc-
bcrem o 8. dividendo de juros de suas accoes,
contados no semestre decorrido do 1. de agosto
de 1859 31 de Janeiro de lfaCO. Recife. 1. do
fevereiro de 18G0.
Precisa-se alugar um prelo ou prela, j; ido-
sos, para comprar na ra c fazer o mais servico
de urna casa de familia, ou mesruo una ama ns
mesmas circumstancias : quem tiver e quizer, deb.iixo du
annuncie ou dirija-se a ra de Sania Rita n. A0, \
primeiro andar.
Lices de francez el
^^mm^m^^m^^M-w^
E
des
gg 0---------------,,v, praga, venae-se urna par-
es te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
na ra da Cruz n. 9, segundo andar. rfe ____ ... ., > vl
y pm^pwp pnprr- rmrvr rr"Tnfr desulagao nova montada de um tudo, 22
*""** *WWIW^B^B^93wR bois de carro, 6 quartos, e oulros objectos:
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire- lracla-se na ra do Queirr.ado n. 10.
do quelra annunciar sua morada ou dirigir-se
livrariada praca da Iodependencia.que se preci-
sa allar-lhe.
OVO DEPOSITO
DE
Esto venda na livraria da p -ac da Inde-
pendencia ns. C c 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla lypographia, dasseguintes quali-
d'des :
que
visiteo] esla capital ; continua a prestar- II.os -
serviros e bous ofcins guAndo-os cm (odas as
colisas que precise ni con heci renlo pralico do
paiz, ele. : alm do portiiguez e do inglez ful
na casa o hespsiihole francez.
A pessoa que perdeu um cao do estira
appareca na ra da Aurora n. 20, que se Un
iregari, dando os signaes certos e pagando s
despezas.
Precisa-se de um cazeiro para taberna que
tenha boa conduela : no becco Largo n. 7.
Germano Aelgcldl subdilo allemao, vai ao
norte do imperio.
Offerece-se um moco pnrtuguez para
leciro de urna casa particular, para oque lera
cnsul de Franga, a'quem*por menos fizer. Pcr-I^Vll* l"';i!'ca : quem de seu presumo'se quizee
nambuco 3 de marco de 1SG0. ulilisar annuncie por csio jornal.
= Nos dias 2,6'e9 do crtente mez, lem de OJerece%e um menino de 1! a 15 ani i
ser arrematadas, depoisda audiencia dosorphos para caiseiro de Ioja de miudezas on fazen .
os arreudamenios das casas terreas pertencenles Para 'l110 lein bastante pratica : quem de .- i
ans herdeiros do finado Jos Maria de Jesus Mu- prestimo se quizer ulilisar procure na ra I
niz,sendo una casa na ra Direira n. 11!, urna ,!" Rosario, casa n. 1S, onde encontrar o ;
dita na rna das Aseas-Verdes n. 51, urna dita na tendente e as jnformardos necessarias.
ra da Gloria n. 50; requerimento do lutor, Precisa-se de una pessoa capaz para lo
conla de un deposilo de pao e masss, que -
ba I "ni desempenhar o seu lngar e de fl
io : a tratar na ua da Cadeia do II
n. 26.
Precisa-se alugar um sitio com boa casa o
terreno para plantar capim ou com plaa de di-
to: a tratar na na da Imperalriz n. 18, Ioja.
Precisa-se de urna prela est-rava para o
sendo a ullima praca no dia 9.
Quem livor um engenho moedor com apon,
londo 10 escravos de servico, e queira arreuda-
lo sob Danca idnea nesla praca, dirija-se rna
da Madre de Dos n. 36 A, que se dir quera faz
esle negocio.
= Joaquim Perreira Itolhchild leudo do fazer
; urna vi.igi in,- roga a todas as pessoos que Ihc sao '
curado sua filha. Logo que soube disso, com- devedoris. o obiequio de satlsfazer seus dbitos I sorviSo de urna casa: quema pretender aiugai
pre \idros de pastilhas e com ellas salvei a I al o fim do correnle mez de marco. dirija-se a ra dos Pin s n. 25, casa terrea.
vida de meu lilho.
Soude Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Cold
i Street pelos uincos propietarios t). Lanman e
Xa livraria n. 6 e 8 da praca da I, ~T ,a,M fS8'8nd<>. cre'!or d" Lenidas
. r ii '" l-oiirciro. dono da Ioja do miude/.as da
clepeneeia, pi-cciza-se talUr ao &r. Direita n. 13, acha-se autorisado pelo me
OLII1NIA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario c regulamenlo dos direilos pa-
rochiaes, a conlinuaeao da bibliolhcca do
Crislao Brasilero. que se co-npe: do lou-
vor ao sanio nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, Iiymnos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias c commemorrco ao SS. Sa-
cramento c N. S. do Carmo, eicrcicio da
\ ia-Sacra, directorio para ora^o mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudades devo-
tas s chagas de Chrislo, orages a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e a:ijo da
guarda, responco pelas -mas, alm
ouirs oraeoes. Preco 320 rs.
Kemp, droguistas por atacado cm New York.
nde
Joo da Costa Maravillia.
Quem precisar de um homem porluguez de
mcia idade para loraarconla de taberna ou qual-
| quer oulro estabclecimenlo, lambem lem pratica I
P*
Lenidas para fazer urna convenco entre
oscredores; por lano lodo aquello que
ns Ti-
la
i
lodos
ra l)i-
Ai-hnm-en i ,nji m i^,. i .- j ; de rcslilacao de lcoies e de xaropcs de todas as
Acuam-se a venda em lodas as bolicas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfundcga n. 89.
labia, Germano & C.,rua Julion. 2.
Pernambuco.no armazcm de drogas de J. Soum
& Comoanhia ra da Cruz n. 22
nao foouvido a respeito rompareca na
reila n. 7, Ioja do Sr. Adolpho.
Jos Callos Perreira.
luaiidades. ou oulro qualquar' emprego, poisl Aluga-se parte de um primeiro andar | ra
tambera entende um pouco de cozinha. e mesmn escriplorio ou para mocos sollcios, na ra du
se emprega em qualquer oulro mislcr que 1 lio V|Sari0' a tratar na mesma n. 29
convente, dando fiador a sua conduela : na ra ,oao 'ntho de Medetros Rezende di
da Fraia, taberna n. 58. ser. procurador do Sr. Anlonio dos Sai
Ferreira, desde o dia 5 do correnle.
GABINETE PORTL'GLEZ
DE
i. DENTES |
|Ruaestrcita do Rosario n.3-J
;? Francisco Piulo Ozono colloca denle? ar- ffi
h: liflciaos pelos dous systomasVOLCANITE, ;
.'.' chapas de ouro ou platina, podendo ser ;',.
procurado na sobredila
iT( r .-, mifrvr.f. i-- '""'"'""" "a sobredila ra a qualquer as
llA LE \AU1LD.VDES, contendo o kalenda-1 ;.;; hora. ^
rio, regulamenlo dos direitos parochiaes, e ':': IS i ;r>'.'' ":; ;: g@ \";."':^'.'
una colleeco de ancdotas, diios chisto- | I/'^Ainl Ejlt 1 1Ytff\ l C\
sos, eolitos, fbulas, pc-nsaiucntos moraes,
reculas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cullura, e preservativo de aores
e fruclos. Preco 320 rs.
'1TA DE PORTA.a qual, alm das materias do
coslume, conlm o resumo dos direilos
parochiaes. Preco ICO rs.
DE
ESCRITA COffiftlERCSfiL
Pop partidas labradas
e he
MnraiMm
<3
A dircctoiia do Gabinete Porluguez de Leitura
scienlilica aos senhores associados, que o caih..-
loso da respectiva bibliolhcca, que ha muito so
acha no prelo fiea promplo a distribuir at o
dia 20 do vigente, o que nao lem sido possivel
directora conseguir a mais lempo, nao obs-
tantc a solicitude por ella em pregada.
Secretan? do Gabinete Porluguez de Leitura
em Pernambuco aos 5 de marco de 1860.
Manoel Jos de Faria.
" ocretario.
*rr*rviTTrrrTT***$ i fxxr>
DENTISTA FRAtZ.
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- J
^ rangeiras 15. Na mesma casa tcm agua e <
i ^ p denlilico. ^
\XJLAX$.i..Xi<.lA.i.XiLMlki.i..t I '
Aluga-se a Ioja do caes do Collegio n. \,
tratar no i" andar da mesma casa, na ru a do
; Imperador n. 17.
Precisa-se alugar orna essa terrea, ou
r
Convido aos charos iruios da confrari
vencravel Sania Rila de Cassia, para compare-
cercm em nossa igreja, no d 'mingo 11 do i -
I rente, asi! horas da tarde, para acompanh
a procissao do Senhor Bom-Jesus dos Afllic-
tos..lili on o Fi. Pinheiro, escrivao.
Precisa-sede urna ama de leile sem I
para criar una menina de9 mezes : no ti .
Mallos, ra do Codorniz, taberna n. i.
Na ra \d Praia n. 40, precisa-se de
ama secca forra ou captiva, para casa de pi
] familia, sondo o servico de portas a dentro.
= Precisa-se de um pequeo para ceixeiro, o
que tenha pratica de taberna e dfi Dador a sua
conducta : na ra das Cruzes n. 20.
Trara-se relalos a oleo de lodos os (a-
' manilos cora loda a perfeicao, garante que uo
esti n ,'o proprio nao recebe graliflcacSo algn a
lambem copia-se fielmente retratos daguerreo-
lypo para oleo : no palco da Penha n i.
CaixeirOi
Se algum dos rapazes chegados do Porlo r, >
ultimo navio quizer arranjar-se, v ra .
reila n. -ib.
Precisa-se de um feilor para uro sitio,
Precisa-se alugar um s-tio que
nao diste mais de legua e mcia desta
p.-ar^a, o qual tenha lugar para oceupar
tnaisde 8 captivos, ese tiver pafto para!
vaccas medhor sera', podendo o airen- o,-, .1^ Trv,^^., 1^ ^.^ c '" t
damento cornecar agora ou em 3J. R,W ^O Imperador, COllfrOIlle
conforme agradar : a quem o tiver para a0 'taO O (lC[>OS to (lo g-IZ.
alugar, podendo, dirija-te a praca da
Independencia n. C e 8.
Itorolt & C .allendendo a que os senhores con-
sumidores de gelo siio pela maior parte residen-
tes nos baiiros de Sal
que lutariam co
te estabelecimeiiiu esnvesse cunucaio no uairro
do Recife, podero encontrar na ra do Impera-
confronle ao oilao do deposito do gaz, um
dor
Precisa-se de uma ama de leite,
jueotenlia em abundancia, que seja
bem sadia ede bons costumes : pagase
bem. Dirigir se a' praca de Pedro II
antigo pateo do Collefjio) ll. 37, Se'Un- rencw "s mesmos senhores, das 8 horas da ma
lo e teroeiro andar. i S* c da lardi d dia 3 rrSi.ie e.
, armazcm com as proporeos exigidas para depo-
redro 11; sito deste genero, u qual estar aberto '
;i roncur-
do
dianle.
m
t SM*S>"M& o,o.. aaa,l conhecimento in-lUpensavcl as pessoas que de- i Precisa-se de
e?ww<(3*w vva9Vl W9vh9V sejam empregar-se no coinmercio ou que j se' que tenha pratica d
acham nelle estabelecidas. A aula ser aberU dula : na ra da S
Koga-se aos Srs. devedores do eslabele- no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas .
m mairicu- lAGffoeiiofLnooQvupixtcn
casa do an-; v\ r
legiojen-Ja n. 2a ou na ra do QueimaJo Ioja Na gallea e olucina pholographica da ra !
j um caixeiro para padaria, 80nla pagavel ali ou em Lisboa, po-
da mesma e amanee sua con- i i i '
anzala Vclha u 'J. dendo as letrat sert-m pagas i vista me-
lo sao pela maior parte residen- ee^a-se aus ors. aeveuores no esiatielc- no oa la ae jaueiro prximo futuro
le Sanio Aninnio e iloa-Vsia, e cimento do fallecido Jos da Silva P into, o ob- da "oilc ; e ns Possoas l'-e desejarer
ni grande dilllculdado se este es- I sequo ele saldaren! seus dbitos na ra do Col- "n?i?,*l *t "<"?/ m
nto eslivesse collocaJo no bairro 11: ,. i, o- .. r nuncianle ale o mencionado da.
n. 10.
Urna pessoa habilitada ofterece-
lor de sitio, jardim ou oulro qualquc
nesla praca: a tratar na ra do l'a
meirn andar do nico sobrado de dous
da referida ra.
Nova n. 18, conlinua-se a lirar retratos
Domingo, 11 do correte, s 10 ..
peMos | nhaa, ha ver sossao da assembla ge ral, no 1
loras da ma-
eral. no lu"ar
i-se para lei- l^XioTe^cbTff ,"."--0ai l"1,a" iTK^^i.Tr^Kr.E'.SlTS
W LK^W^2^toIOia C"" ^-V^.nenlea.odosPossenhoirsociJscm:c.i
rol, no pn- F *" =? vos de comparecerera a hora indicada a dita ses
COHIPANIEIA
andar;
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No i\c\toUo dcste cstalic\eeLu\ciiio sem^ve Ua gva\u\e soYlmeikio Ae me-
e\\anisn\o pava os engcu\\os Ae assweav a saber :
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, c de facidiraoassenlo :
Rodas d agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas J
Cinnos de ferro, eportis d'agua para ditas, e Serrilh&s para rodas de madeira
Moendas inteirascom virgens muito fortes, e convenientes ;
Majal moendas com rodelas motoras para agua, cavatlo, oubois, acunhadas em aguilhoes de azas ;
laixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivus e pottas de ferro para as fornailias ;
Alambiques de ferro, moinhes de mandioca, formas para cozer farinha ;
Kodetas dentadas de todos os tamaitos para vapor, agua, cavallos ou bois ,
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocis, lorms galvanizadas para purgar etc., etc.
D. \V. Bowraan confia que os seus freguezes acharito tudo digno da preferencia com
i\ue o honrara, pela longa experiencia que elle lera do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagenr animal para o dito fim
assim como pela conlinuaeao da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
datite o descont na razac- de quiltro
por cento ao anuo, aos portadores que
o exigiris.: dirijam-se a Joaquim da
Silva Castro, ra do Crespo.
O abaixo assignado tenciona ven-
der urna parte que teaa
Hornos sito na freguezia
e tambem
no eng<*:! o
permutara
de Po d'Alho
por algum so-
Estabclecida ciu Lcutlrcs
KM
mu.
CAPITAL
Ciaco BkiVUes Ae libras
esle linas.
sao, para se deliberar sobre negocios importantes
alra da conlinuaeao da discusso dos estatutos,
os quaes nao pode ni ser dilatados sera grave pro- brado OU casa terrea dentro da'capilc,
juizo da associacao, e por isso reelamam a mais n ... ~ *
urxente coludo da assembla. sendo da Boa-V ista para ora ate a ra
Secretaria da Associae&o Typographica Per- da Santa Cruz ou S. Goncdo ; e tun-
nainhucana. C de n.ar.odc ^ ^^ I ,Jem ^^ Q 0 tf^
1" secretario' renda ment,o (pial existe dentro da fre-
Trrcisa-se de ora hornera para trabalharera guezta de Garanhuns.e mai-s por venda
indu-se bom salario : a tratar no pa- i
pa urna parte que tcm cravada no enge-
praca, pe- nlio Craeulnr, e qualquer negocio que
vara.tuno- apnarecer para
cenco Serfico de Assis Carvalho, depois da au- r
crnica, dai
leo de San-Pedro sobrado n. i.
Sexta-feira 0 do correnle vai a
s referidas ven las
dieneia, a parlo do engenho de lenas denomina- fntet de serem efiectuadaS dar' a pro-
Ido Secupirinha oa ConceicSo, na freguezia de .fevncia aos proprietanos dos ditos cn-
vavwrm. ^^mm^'mw i Muribecn, com rasa de venda, de pulgar, de, __ i _. ,.:_, _i i. j: -;; .
Saunders Brothers & C." lem a honra de ln- | caldciras. san/ala, csliibarin. estufas, olaria,etc., | Senuof ^ prCicnJentcs lll|am $(,JtO
formar
casas
me
etre
dra
objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
(jualqner qualidade.
Uoga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leile & Correia era liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na Ioja da ruado
Queimado n. 10.
= Precisa-se de uma ama : no pa'.co do Ter-
co n. 20.
O Dr. Francisco de
Paula Baptista continua seu escriptorio na ra das Trincheiras,
asstg-
Precisa-so de officiaes
defronte da Conceicao.
na ra Nova n. 38,
Liquidadlo
commaiidita.
Sao convidadas as nessoas que
naram para a sociedade Amorim, Fra-
goso, Santos & C a realisaretn a pri-
l meira entrarla de 25 por cento do capi-
tal at odia IG do corrente mez, no
sociedade ra da
5, recebendo-se
sobrado n. 19, f- andar, onde Dode por favor a lodns asPssoas quelbe sao devedo"-
. ,r res vircm pagar o que devem al o lim de
O abaixo assignado por causa de seu estado de e8Ci'ipierio da mesma
saude, nao podendo continuar cora o seu esla- Cadeia do UcNe c.
KdSra.sSsrt: tZi^ssa %^ *. iaigUmaS s***.,:
faz preciso liquidar lodos os seus negocios : roga
ser procurado para tste fim todos os
das uteis, das 9 horas e meia da ma-
nha ate as 3 da tarde.
Ensino particular.
O abaixo assignado, residente no tereciro an-
dar do sobrado n. 58 da ra Nova, contina no
exerciciodc seu magisterio, ensinahdo primeiras
letras, latim e francez, e tambem admitle alum-
nos internos.
Jos Maria Machado de Figuciredo.
romano.
marco.
Manoel Jote do Nascimenlo e Silva. As Pessoas que quizrrem asstgnor a verso
Precsa-sede uma ama para Ira- P^8ue da Iuflituln JurU romani pri-
- j J_ j vat por Wariikioni?, as quaes lem de servir esle
tar de dous meninos de 7 annos : na anno de lexio as preleccoes de Direilo Romano,
ra da Madre de Dos n. 56, primeiroiera substiiuicao aos Elemenios de Waldcck. po-
ann-.r i dein drixar seus trames e o importe da assigna-
1 ... tura [IObOOO), na ra do Crespo n. 11, Ioja da
haca-Separa O Porlo e Lisboa, no jlivros, onde deverao procurar a 15 demarco o
escriptorio de Carvalho Nopueira C.:. 1uc hUTer impresso.
i,*..jv:.^. r __. i rrofisa-se de ura ocial de lamanqueiro;
na rna do Vigano n. 9, primeiro andar. > na ruo imperial u. 80.
MJTiLADQ]


w
DIARIO DE PERWAMBUCO SEXTA FEIRA 9 DE MARCO DE 1860.
Urna pequea familiaeslrangeira precisa
de urna rela escrnva para servico do casa, mo-
jios cozinhar: quem a liver para Mugar dirja-
se ao Hecife, ra do Trapiche n. 18 lerceiro an-
dar, a qualquer hora do dia.
Sorvetes.
Na ra estreila do Rosario n. 12, primeiro an-
dar, h.iver de hojt ein (liante SQrvctes das oic-
Ihores fructas do paiz, das 6 horas da larde ein
diante, pelo que avisa-sc a rapaziada que se
ncha preparada urna sala bstanle fresca e livre
das vistas dus passeianles
Albino Jos Vaz subdito porluguez, retira-
se para o Rio.
Compras.
Na ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, deJos de Aquino Fonseca, conipram-se
continuadamente modas de 16j> e 20j, aguias
dos Estados-Unidos, modas de cinco francos,
oneas licsoanholas e mexicanas, eni grandes e
pequeas porc.CS.
Aleiifao.
Compram-se, vendem-se c trocam-sc.eseravos:
na ra do Imperador n. 21, primeiro andar.
Compram-se modas de ouro : no escrip-
lorio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar
= Com pa-se urna negra criola, de bonita fi-
gura, do 1S a 20 anuos Ue iJade, que taita co/.i-
Jihare origninmar muilo bem, que cosa alguma
cousa : na ra do Bru n. 10, armazem tic Ma-
nuel Jos de S Aruujo.
Constante-
mente
l)ra-se, vende-se
Direila n. 66.
e troca-se escravos : na ra
n. 22
Compra-se um sobrado de um ate
4 anJares: ni praca da Independencia
se dir'quem compra.
oiniiia-v
a lei francezade I* de marro de 185- :
ii i livi-a.ii i n. (Je 8 da praca da lude-
1 n lencia.
I I IIWIM IM^I I
Yendas.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
bampague, ideni, dito muscalel, ideni : no
le Barroca i Medeiros, ra da Cadeia
do Recife u. 4.
,-:.
\.<

*'f
- ...-
iS MELHORES MAHMIE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
[. M. SINCER i.
WHEELER & WU.SOX.
eslabeleeimento vendem - dous autores inoslram-so a qual-
bora du dia mi da noite e responsibilisamo-
[ii ili lade e seguranza :no rma-
le Cazan 1 i de Rayrnuiido Carlos Leite &
lrmao, na d:i Imperalriz n. 10, antigamoule
aten d B 11-\ sin.
Vende-se superior faridha de mandioca e
" "ilas, por presos commodos : no
la ra do Vigario n. 20. de Silva Uo-
dovalho & C.
Paletot a ,930, .
"N ;1' do Ci s| i es [uina da ra do Imperador
n. >, vendem-se paletots de ganga amarella a >:
la um.
a........
.......................... ;
GaAXDZE VARIADO SORTMEMO
UE
Roaasp feitas e fazendas j
L,o}a
KA
c armazem
DE
:
Na ra do Qucima-
do n. 46.
Ricas sobrecasacas de panno fino pretos '
: e de cores a 2s>{, 30> e 35?, lambeiu temos :
18 dos raesmos pannos a 223 e 2, -
! palctots de casemira de cores de muit :
ii gosto e finos a 12-, U$, 16$ e 18. di- '
i de panno preto para menino a 18jj e3
j ZUS, ditos de casemira de cores a 83 e 10#,
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafh&itlin
& C, na ra da Cruz n. 38, ven-
de-se um grande e variado
sortimento de relogios de algi-
beira horisontaes, patentes,
chronomelros, meios chono-
metros, de ouro, prata doura-
da, e Meados a ouro ; sendo
estes relogios dos primeiros fa-
bricantes da Suissa, que se
venderao por precos razoa-
veis.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, cem assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado (ora,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para filiar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
12, ra da Cruz.
Barato que admira
e nfinnea-se a qualidade.
Vndese vinho engarrafado do Porto fino a
800 rs. a garrafa, espermacelo a 610 rs. a libra.
manteiga ingle*n800 rs., frinceza a 560 rs.. tou-
cinho a 300, cha lg800 rs. a libra, arroz a 100 rs.
a libra, doce de trufa a -500 rs. o caixao : no pa-
Parata) n. 10, casa com oitao para a ra
da Florentina.
Pechincha.
Vendem-se peras de algodaozinho bom, com
pequeo loque de avoria a 1S2S0, 1;600, 25 e
2500 : ni oja da prara da Independencia n-
meros 1 e 3.
Vendera se arcos de pao e p re tros
pira barricas : no escriptono de Car-
v.lho Nogueira Ai C, ra do V.gario n.
9, primeiro andar.
PolassadaRssia
E CAL DE LISBOA.
No bem couhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia o da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal rirgem em pudra: tudo or creeos muito
razoai
ilua do Qaeimado
loja de 4 portas n. 10.
Anda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidarlo da firma de Lcite &Correia, as
quaesse venJem por deminuto preco, sendo en-

PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MELH0R REMEDIO CONIIECIDO
Contraconstipacoes, ictericia, affeccoes do /gado,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
Heme-ri hoidas, diarrhea.doencas da
pelle, rupcoes.e todas as enferraidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANGIE.
75,000 caixasdeste remedio cousorumeni-se an
nualniente I I
Bcmedio da natnre/a.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
pu-amenle vegetaes, nao contera ellas nenlium
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
eslo bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra rusguardar-se da huraidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
em sua operaco, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-se o fulhelo que acompanha cada caita ,pelo
qual se ficar conhecendo as multas curas milagro-
sas quelera efTectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda era todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ruaJuliaon 2.
I'ernanibuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Atlenco.
Vende-se na ra larga do Rosario, passando a
botica a segunda loja n. 40, bonds para ca-
bello preto muito em conta, assim como laa pan
toucas, dita para bordar muito em cotila, na
inesma loja vende-se golliohas muito em conta,
e mullas quatidadesde rap muito fresco e ou-
j Iras mais miudozas em cotila, que a vista do
comprador se dir o preco de tudo.
Vende-se por preco com modo um
excediente carro de 4 rodas para dous
cavallos, o qual iem pouco uso e muito
boas molas, vende urna pessoa que se
retira : a tratar na ra do Trapiche No-
vo n. 9.
tre outras as seguintes
Magos do mcias cruas para hornera a 1&600|
Dilos de Jilas decores 2$000 |
Ditos de ditas cruas muito. superiores 4*000
Ditos de dilos para sanliora 3*000
Diios de ditas muito finas 455000
Cortes de calca de meia casemira 25J000
Ditos Je ditas de casemira de cores 5000
Ditos de Jilas de casemira preta a 5 e 65000! Noarmazem de Unas e vidios da ra Direila
n wl n- oO, vende-sc vidros degomos de lodos os la
manlios para caixilhos, excellente verniz coca
pechincha.
Brim trancado branco de linho fino
vara
Coitos de colele de gorgurao de seda
Pao preto fino, prova de lirao 3 e 45000
Grvalas de seJa preta e de cores 15000
Riscados francezes, largos, cores fixes
covalo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estrellas ieo
Riscados decassa de cores lindos padroeso
superior qualidade eovado 280
Cassas Je cores covaJo 240
Pessas de cassa brar><>a brdala com 8 va-
ras por 25000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega 4*000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 2*000
Grodenaple preto, largo covado 1*800 e 2*000
1*000 Prollr'o para carros e obras de fo'.ha, a ljOOO rs.
. a libra, agua-raz a 2000 o galao; assim como
>; Unas de lodas as qnalidades, tanto para fuoilei-
ro como para pintor, e por prero commodo.
Farclo de Lisboa
por commodo preco
primeiro andar.
na ra do Viga n. 19,
---------.._.,. WE \ui a Osj o ni;, "= v--iiiiiuii II. ai, ve
caigas de casemira de cores c pretos e juu- :' Ihorcs chapes de castor.
: lamenle para meninos a 7#, 8, 9, ltf e 1
: 12S, colletes de gorgurao de seda e case-: fll'ICA
' : mira a 5, 6 e 7$, palctots de alpaca pre- /IlUiJVw
para acabar.
Ra da Cadeia do Recife nu-
mero 23, de fronte do neceo
Largo.
Os novos proprietarios deste eslabeleeimento
desojando acabar com o reslo das fazendas que
ainda exislcm na loja, resolverm-se a rende-tas
Seda e saria livnda 1SnO o 9*finn Por ldJ o Preco para acabar, afnn de sortirem,
, J r3da 1P8 e 2*00 cumo lencionaro. o mesmo eslabeleeimento com
\esnJus brancas borlados para baplisado 55000 w^endas de gosto
Veos bordados para chapeo "nn ,rJ.ia orSand>
Entre meios bordados
Athoalhdo adamascado largo vara
Lencos de chita escuros um
Gangas de cores para palitos covado
^ endem-sc fogoes de ferro econmicos, de ;
patente, para casas de familia, contendo 4 toma-
inas, c Torno para cozinha com lcnha ou carvao,
ptima invencao pela economa de gastar um
terco de lenha ou carvao dos antigos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tcm a differenca de se-
rem anioviveis, oceuparem pequeo espaco da ,
casa, c de fcil conducciio : vendem-se por pre- j
eos muilo mdicos, na fundioao de Francisco A.
Cardoso (Mosquita) ra do Urum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junio a Conceico da pon-
le do !Recite, e ra do Queimado n. 30. Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
LnapeOS tle Castor pi'etO C, prara do Corpo Santo, relogios do aama-
e branCOS !d0 abrcante Roskell, por presos commodos,
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me- 6 lambem '"ancell-ns e cadeias para os mesmos,
1*280
100'
200!
samurai*organaya a 300 rs. o covado
"Z. c,lll;|s francezas de indos descntios a 20 rs. o
15600 covado.
Manguitos bordados a 3*500.
Alpaca preta fina 500 rs. o covado.
Brinzinlio de linho a 400 rs. o covado.
Ganga de cor a 500 rs. o covado.
Barege de seda a 6i0 o covado.
Chales de 15a a 2;500
Dilos de algodo a lj.
Vestuarios para erianca a 3?.
Corles de vestido de seda a 16*.
Ditos de dilo de fil.a 10$.
Vesitasde merm a'8*.
Palelo's de brim de cores a 3}.
Cairas de brim de seda a 3*.
Etifeiles de flores a 1$.
Cassas de cores a 200 rs. o covado.
RELOGIOS.
tos ile cores s-aceos a -i3, ditos sobrecasacos
a -3 e 8$, ditos de brim, de osguio c de :
tanto brancos como decores a 4*, I.-
: i
1*500, 5)e63, calcas de brins branco; ui-
linos a 5g, 65 e 75, colletes brancos e de 1
t: cores a 3J e 3*500, camisas para meninos
I de diversas quatidades, caigas de brins de 3
j cores tinas a 3#500, 4j e 5*. um rico sorli- :
i mouto de vestidos de cambraia brancos :
: bordados do molhor goslo que Iem appi- :;
i recido a 289, manleleles de fil preto e de SS
: cor muilo superior gosto e muito moderno :;
: a 203 cada um e 2i*. ricos casaveques de 9
cambraia bordados para menino a 10*, di- -i
: los para ser.hora a 15$, ricos enhiles de %
froco de velludo gosto melhor que Iem ap- H
, j parecido a 10* e 125, e outras militas fa- ^
: zendase roupas feilas que com a presema :
ao freguez se far patente. :
Casacas para a quaresma;
g Nesle mesmo eslabelecimenlo ha um 9
lude sortimento de casaras pretas, as-9
11 como manda-80 fazer por medida a ron- 3
> lade do freguez. escolheudo os mesmos os :
Pannos a seu goslo sendo os precos a 35* |
e 40.5. H
Camisas inglezas
I No mesmo eslabelecimenlo acaba de che- ;
f; gar um grande soriimenlo das verdadeira =
, I camisas inglezas peilos de linho com ureca S
'; ,Mg".% aUiT mo.da- Pur er"se muil &
; quantidade delerminou-se a vender
,.; menos do valor sendo a duzia a 34*.
H ,'';_",;.....:vj .;;
Paleto! a S,00(>:
Na rua do Crespo esquina da rita do Imperador
loja n. 5, vende-so p-iletol de brim pardo de li-
nho a 3* cada uai.
po
No armazem de Adamson, Howie ck C. rua
do Ttapiche n. 42, vende-se selins para hornera
8 penhora, arreiosprateadospara cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo ele.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do (osario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'AfTecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Hollway.
Pilulas do dilo.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
l^Uuras
Assim como tora um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, lojn n. 50, de Cu-
nha&SiWa, ha para vender cera de carnauba
de boa qualidade por menos preco do que em
outras parles.
de excellente eosto.
y
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
Vidros para vi-
draca.
A6ja caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros aretaiho do t&manho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira. rua da Cadeia do Recife n. 2, prim-iro
andar.
E pechincha
sem igual.
Na loja do Pre^uica, na rua do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias orgnndys para vestidos de
senhora, o mais uno que possivel, e de lindes
padfoes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prego de 500 rs. a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3$ a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linios padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3^800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 43500, e bordados a 6#, paletots de
alpaca preta e do cores a 5#, ceroulas de linho
e algodo, camisas iuglezas muito superiores a
60&a duzia, organdys de lindos desenhos a
L&1O0 a vara, corles de C3ssa chita a 3$, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4J800, 5$, 5g.>00,
6,7 e 83, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4, cortes de
calca de brim de linho a 2, ditas de meia case-
mira a 2-5240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
rope
Cheguem a Pechincha
Na loja do Preguiga na rua do
Queimado n. 2. tera para
vender:
Cbaly e merino decores, oplimo nao s para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 3C0 e 400 ris ocova- \
40 Rua do Queimado.'40
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos presos para acabar.
Do-se amostras cora penher.
do Challes de merino estampados muito Gnospelo :Corlcs de vestido de seda de cores com
deminuto prejo de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o cova lo gravatas a fanlazia.o
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e Romcras de fil de seda preta bordadas
outras muitas fazendas, cujos presos extraor- I Ta'mas de grosdenaple preto bordadas
dinariaiuente baratos, slisfaro a expectativa G""osdenoples de cores com quadrinho
do comprador.
babados
Ditos de dita preta com babados
Ditos de dita gaze phantazia
0 3
Ilicas bengalas,
vendem-se na rua
loja do Lecomte.
Sndalo.
Jo
ulceiras e lcques :
Imperador n. 7,
pies ae cores com q1
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1 e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Loja da boneca rua do ImpC- Dllos ecambraioc seda, barra aolado
rador n 7 ; 0rlandys dc corcs-,h,dos petos, van
Uaj.M .. Manguitos de cambraia lisos e bordado;
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gr os cabellos em dez minutos, como
tambem liogem se na mesraa casa a
qualquer bora.
genas %mm mm mm mmm
S GRANDE ARMAZEM 1
O agente do verdadeiro xarope do Bosque (em
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto & Filho : desnecessaiio c fa-
zer elogios bondade deste xarope. nao s pelo
reconl.ecido crdito de seu autor como pela acei-
tacao que gcralmente tem (ido. Um cem nu-
mero dc curas se lera conseguido com applica-
c.o do xarope de Bosque, o qual 6 verdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orgos pulmo.
nares. Para conhccimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios. e uo falsifica-
do esta lilhographada.
Almeiila & Burgos.
venden em sua loja de fazendas finas, na rua do
i.abuga n. 8, por menos do que se eosluma ven-
der em lojns de miudezas :
PENTES DE TARTARUGA da ultima
moda, fornidos ..............
BOTOES PRETOS DE V1DRO, para casa-
veques, a duzia..........
FRANGES PRETAS de seda, a vara ....
DITAS DE CORES de seda, a vara......
I UANCINHAS DE LAA de cores, a vara
CHJCOTINHOS a..............
BENGALAS linos a...................
TIlKsouilAS pequeas,cada urna......
BICOS de seda, de diversas larguras___
Dll'o.S francezes de diversas larguras___
Em porc5o ainda se uende por menos,
querer acabar.
\5> DE
Roupa
Rua Novan.
!S8 _
ara
. .ios
tiras e entremeios bordados
Mantas de blondo brancas e pretas
Ditas de fil de linho pelas
Chales de seda de lodas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodo bordados
Panno prelo e de cores dc lodas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia de (odas as qna-
lidades de 60 rs. a
^Si Chales de louquim brancos
5*j Ditos de merino bordados, lisos e es-
cjj lampados dc todas as qnalidades
5)
Rua Nova n. 40, junto
Maigrejada Conceico dos% de cotes
| Militares. A1'c-r'ul,as para ca,,,sa dc ,i:iho e a,*-
m Neste armazem encontrar o publico l J^'u^Z ? ^r.
H um grande e variado sortimento de ron- %t ^'-'o de vanas qualidades
lz Pis feitas. como sejam casacas, sobreca- ffl
Chapeos francezes linos, forma moderna
Una sortimento complelo de gravatas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo bramase de cores
Ditas de fusto brancas c dc cores
Ceroulas de linho e de algodo
ito finas
~ -..^ ~.,..^, U1IU3 uu aviuu fii-iu v a ------M viuiiiLiiiu un fazendas
branco, ditos de gorgurao e casemira, di- para vestido, sedas, laa e seda cam-
* sacas, gndolas, [raques, e paletots de -'^
3| panno lino preto e de cores, paletots e A
*B sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- |?g
E casacos de seda c casemira de cores, cal- 9
H cas de casemira preta e de cores, ditas de i merino, de princeza. de brim de linho a
|| l.rancoedJ.oreV, de fosiaoe riscos: i ^ J e l.nhoc do.lgod5o
| preto e de cores, ditos de seliin prelo e ?3 completo sortimento de
r5 branco, dilos de eorartirBn ppaeomira rii_ 'd nara vr>tiiin mi., is. __i
9
I
8
9
1*200
8
3000
1S500
10.J00O
16J0O0
135000
1

3
8
S900

5-^000

SjOO
5*
65000
65500
S
10^000
120
3i >0
240
40
1SO00
lgoOO
200
8
9
por se
^ tos dc fustesc brins, fardamento's para M
a guarda nacional, libres para criados, g J V SCda ,Jpadas e '"nsparentes
: ceroulas e camisas francezas, chapeos e W ,aao
grvalas, grande sortimento d roupas K Meias cruas brancas e de
|^. para meninos de C a 1 annos : nao a
i
a rua da Guian. 5,
primeiro andar.
Vende-se um excellente moleque de
16 a 18 anuos, muito proprio para ser-
vido de campo ; quem o pretender di-
rija se a rua e casa supra que acitara'
com quem tratar.
Verdadeirej luvas de Jouvin de
todas as cores: vendem-se na rua do Im-
perador n 7, loja do Lecomte.
Vende-se a Liberna n. 1-31 da rua do Pilar :
a tratar no primeiro andar da nusnia.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
huston & C. rua da Senzala n. 42.
dando aocomp
feitas se aprorn
I comprador dando-se no da convenci-
E3-lgSI89Ma93Ba

meninas
cores para
rador algumas das roupas p, Ditas de seda para menina par
uplarao oultas a goslo do |g r, a r """'"'V
------a.. Luvas de fio de Escocia,
r^

menino
pardas, para
Pianos
para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Corroa Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concer ta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTE1 MEDICO DEIIOLLOWAY.
PILDLAS ItOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
menle de horras medicinaos, nao conten mercu-
rio, nem alguma outra substancia delectcna. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complei<;o mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleieao mais robusta ;
mteiramente innocente em suas operaeocs e ef-
eitos; pois busca eremove as doenca de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenates
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavara as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais afilelas niio devem entregar-se a de-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
effleazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarac o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
I Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pelas c de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
L'm sortimento completo de vas de
seda bordadas, lis;s, para sahoras,
Saunders Brothers & C. tem para vender em \ 1")lll0ns c meninos, de todas as qua-
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11, i lidades
algnsi pianos do ultimo gosto, recenlimente | Corles de col'cle de gor"uro de w,H
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa- dp rorp( 6r0urao ae seda
bncanles J. Broadwood &Sons de Loudres. e n-,
muito propriospara este clima. [ llos "e vcluido muilo finos
Leos de seda rxas para senhora
Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhosde merino bordados proprios
em grande sortimento para para baptisados, o par
llOmcnS, SCnllOraS e Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
UlClllllOS. T*bU*m, corado
iid3KS8o.ians awAasrsys:; ^k cncarnido ,c azu1, proprio
la e baixa a 78, 9 c 10|, ditos de lontra pretos e P os' com 4 PaIlos dc largura,
de cores, muilo finos a 63 e 7, ditos do chile a covado
3S50O, 5, 6, 8, 10 c 11-, ditos de feltro em pian- Selim liso de lodas as cores covado
de sortimento, tanto em cores como1 em qualida- Chitas francezas claras c escuras en
des, para homens e meninos, de 2$500 a 7J. di- vn,, ,n e^uras, co-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre, di- I W e
los de casemira com aba forrada de pala, ou C'1SS;IS francezas de cores, van a 500 e
sem ella a 4. dilos de palha ingleza, copa alta Lengos de seda de gor"urao relos
e baixa, superiores e multe em cenia, bonetes Collarinhos de PsuniSn j,V
francezes e da trra, de diversas qnalidades, para "n""0b a>- CsS"'ao do hnho mo-
meninos, chapeos de muitas qnalidades para iiik- derlls
ninas de escola, chapelinascora veo para senho- Lm completo sortimento dc roupa feita
ra, muilo em conU e do melhor goslo possivel, \ sendo casacas, sobrecasacas r-aletoN
. chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei- r,,nt~ i *umctasacos- paictors,
tes para cabera, luvas, chapeos de sol, e oulros Sefazenda5 muIlas ,uaUdade3
. niuilos objeclbs que os senhores freguezes 6 vis- P
la do preco e da qualidade da fazenda, nao dei- *e,08,os e obras de ouro
xarSo de" comprar;.na bem conhecida loja dc ,r|os de ca
"hapeos da rua Direila n. 61, de B. deB. Feii.
Vendem-se faz.mdas por barato
proco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em pera e a rea-
lho : na ruado Queimado'loja de 4
portas n. 10.
3
1?600
5320
1*800
2nno
l?<;d
8
85000
2j500
ltOOO
S500
lcCOO
60
5
1000
casemira de cores dc 5 a
Algodo inonstro.
AC00 rs. avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo rom 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; osle algodo serve
p..ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4,000 rs.
por sacca de milho ;
Irmaos.
nos armazens de Tasso
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Arcias(maldeJ.
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenjia-
cao.
Debilidade ou falla de
foreos para qualquer
cousa.
Dysinlena.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfei mida des no venlre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Ir r eg u aridades
menstruacao.
Lombrigasd'e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucgao devnntre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Iilieuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Febreto intermtente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Ha vana e Hespanha.
Veadem-se as bocetidhas a 800 rs. cada urna
deltas, coMtem urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas plalas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. em Per-
nambuco.
0
m
122000
Relroz do Porto a 15^000.
fif^ i0"".0" p,e, C dc cores da Pr'meira
qualidade pelo diminuto preco de 158 a libra o
sendo em poni se far alguma differenca ao
comprador : no Forte do Maltes rua do Codor-
111/ II. ).
Cocos italianos
I de folha de flandres, muito bein acaba-
idos, podendo um durar tanto qtianto
duram qualrodos nossosa 100 rs. um
e 4$ urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de unileiro.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
1 nobiliaria e potica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4$ o volume, podendo-se vender o se-
cundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Ir.deDondencia.
Para a quaresma.
Seda? pretas larradas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dilo largo e muito superior a 2> e
Sarja preta larga, covado
na rua do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
1S60O
2J00O
1S8O0
2?500
SOOO
------------------- por L..L.U
g preco at mesmo por menos do seu valor -r
- afim de liquidar contas : na loja de 4 portas H
Nova iBvciifo'aperfei-
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se -nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmo.
Rua do Queimado n. 11,
A 303 cortes de vestidos de seda quecuslaram
60-5; a 16? cortes de vestidos de phautasia que
custaram 30; a 8$ chapelinhas para senhora*
na rua do Queimado n. 37 aflm de liquidar cdntas : na
Brim trancado de linho todo ijPa.",n d0 o->mado n. 10.
preto, --1^*?
fazenda muito superior; garante-se que nao I Rmo rio Wn7l lo \W<1 n N
desbota : na rua da Cadeia do Recife n 48 lo-' l*l*d. Ud oCllAdld i>0> d l. 42
ja de Leite. & Irmo- Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
t-nfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada quetas de lustre para carros, sellins esillines in-
um : na rua do Queimado n.37. loja de 4 portas, glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
Em casa de Rabe Scbmettan & l "as inglezas, o de vela, chicote para carros, e
C, rua da Cadeia n. 37. vendem-S' monlaria. arreios paracarrode um edouscaval-
' os. e relogios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& lrmao na rua da Cadeia do Recife n. 48.
Vende-se um grande sitio cora casa de vi-
venda, muito perto da praca, com duas grandes
baixasde capim que se eoriam 100 feixes diarios
de verao a invern; o terreno proprio, pasto
para vaccas de leite, e plantaces de verdura, com
seu coqueirnl, e algumas arvores de fruct: quera
o prelender, dirija-se serrara da rua da Praia
numero 55.
Aencao.
Vende-se a armagao da loja da casa da rua dc
Borlas ii. 29, sem gneros: Irata-sc no becco do
Campello n. 4, primeiro andar, por cima da ta-
berna.
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
SABAO
do deposilo geral do Rio de Janeiro : a tratar
com Tasso & Irmos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmos.
Milho
nos armazens de Tasso & Irmo*.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 9 DE MARCO DE 1860.
en
DEPOSITO E TIWOSFORTES
DOS
Vais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO DE
Rtta Nova .27, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste estabelecimento acha-se um completo e variado sorlimcnlo dos mclhores, mais
elegantesc mais bem construidos pianos de que lia nnlioii. Nao s se cncontram bellos e mag-
nifico* pianos allomaos, entre elles os de CAKl.O SCHEEI. o melhore mais insigne fabricante al
hoje conhecido comolarobcm ptimos pianos trnceles de Erard. A conslruccao de todos elles o
niiis seguro, o mnis lindo e inteiramonte apropriada ao clima deste paiz, e as vozesde todos elles
sao extellcntes e mui barmoniosos. Este estabolecimento ollerece as maiores garantas aos fre-
guezes e aos compradores em geral, porque alm de seren mui razoaveis os procos destes inslru-
mentos, lia toda a promplidoe lidelidade as compras ; sendo abi rcsponsavcl por qualquer do-
feilo que possa existir e que se deva reparar.
Na mesma casa aflna-sc econcerta-se pianos com a maior perfelco possivel.
Grande sortimen-
lo de metaes de
todas as qualidades.
Um riquissirao sortimento de melaes de todas
Com (oque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina
Relogios.
DE
Sita na ra Imperial n. -118 c i20 junio a fabrica de sabo.
f.
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
as qualidades, chegados a esta tojo, na ra No- ja t moin k.ama ^.... i
va n. 20, pelo ultimo paquete inglez das seguin- e de emeio por 5:000 eousa rara no Arma-
tes qualidades : ,zem Je fndas de Raymundo Carlos Leite &
Riquissimos apparelhos de metal plaque, pa- Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
ra alnioeo.
Riquissimos lernos de salvas era temos e
ayulsos, de todos os lamanhos, e de muitos bo-
nitos desenhos, imitando prala, que por gosto
se pode comprar; na ra Nova n. 20, loja do
Vianna.
Riquissimos pares de lanternas, altas e bai-
las, lamanhos muito regulares, para ornamentos
desala e toilettes de senhora : na ra Nova n.
20, loja do Vianna.
Riquissimo sortimento de cestos para fructas,
ditos de galheleiros, ditos de palilciros, ludo de
finissimo metal e muito barato que devora agradar
ao comprador : na
auna,
Vende-se urna loja na roa Direita n. 43.
com armaco ou sera ella : a tratar na ra do
Cabuz n.'2.
Vendc-seem casa do Johnston Pater 4 C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogior
a 1-800' deouro, patente inglez, de um dos mais afa-
37 RuadoQueimado37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabolecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
lots de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 35$, um completo sortimento de paletots de
ra Nova n. 20, loja do Vi- I riscadinbo de bnm pardo e brancos, de braman-
DE
Scbastio J. da Silva dirigida por Francisco Bclmiro da Cosa.
|Veslidos pretos
de grosdenaples.
ifS) Vende-se na ra do Cabug n. 8, cor-
j3 tes de vestidos para senhora, de grosde-
S>s naples pjelo com saias ricamente borda-
jM das, em seus grandes carios, com o aba*
jj* te de 30 por cont do preco que nao ha
i| muito se venda, d-se a 70$.
mmsms&m ese m% mw?m.
Para vender
urna nogrinha de 15 a 1C annos, sabondo bern
cozinhar e engommar, no Manguinho, em fenlo
do sitio do Dr. Accioly.
Pianos venda
mados fabricantes de Liverpool ; tambom urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as naeoes po-
dem testemunbar as rirtudesdesle remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
Vamos a pechin-
cha.
Vendem-se os mais modernas ramas de ferro
proprias para urna e duas pessoas, assim como
pentcs virados de tartaruga o lljfOOO, ditos do
massa a 2JJ000, bulos do metal de 6 at 30 cha-
venas, bandejas finas e entrefinas de ludo o ta-
manho, candeeiros rom p e todo de latao com
sua competente manga a 5&000, facas e garfos
cabo branco e prelo a 33500 a duzia, camas do
madeira
pelo'so que d.Iie tizer ra tem seu corpo e 'mera: | r'^T', t ^'""""'V T"', T de 'T
bros inleiramenle saos depois de haver emproga- I Zm l'1 WS^ -de "K* m""
do intilmente outros tr.i menlos, f.adn 'n, I h,em PrPP.ara^ 12SO00, escrivaninhas bronzea-
Noste ostabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobro de diflcrentcs dimences
(de 300 a 3:0u0) simples e doblados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espritus com graduacao ate 40 gios (pela graduando de Sollon Cartier) dos
mollees syslemas boje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dimences, esperantes e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de odas as dimences e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos do cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de Ierro com armaco c sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, fulha de Flandres, chumbo em (encole barra, zinco era lenool e barra, lsnces e
armellas de cobre, lences de ferro a latao,furo siiecia inglez do todas as dimcnscs, safras,
e folies para ferroiros etc., e outros muitos arligos por menos proco do que em oulra qualquer t
parte, desempenhando-se toda e qualquer encomineiida cora presteza e perfeieao j conhecida
e para coramodaade dos froguezos que se diguarcm honrarom-nos com a sua confianca, acha-
tad na ra Nova n. 37 loja de Cerrageus pessoa habilitada para tomar nota das cncommendas
UNIVERSAL
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLADORADO
Pr.L0S SHS.
Em casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
48. ha sempre para vender um completo sorli-
mcnlo de ricos e excellentes pianos de todos os
procos e qualidades, os quaes sao do niuita du-
i racao pela sua boa conslruc.-o. Estes pianos
que foram premiados com a medalha do prime-i-
ra classe na exposicao universal de 1855, alem
i de serem do 7 oitavas o 3 cordas.sao do jacaran-
d e chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren) podem compra-Ios com 20 ou 30 OpO de
menos que em outra qualquer parte.
; Novidaiie para as senhoras
do bom goslo.
Na nova loja
ica
D
Antonio da CostaA. F. de CaslilhoA. GilAlexandre HcrculanoA. G. RamosA. Gnima-
raesA. do LimaA. de Oliveira MarrccaAlvos BrancoA. P. Lopes de MendoneaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' o Cunha F
Gomos do Amorim-F. M. BordalloJ. A. de Freitas Oliyeira J. A Maia-J \ MarquesJ de
AndradeCorvoJ. da Costa Cascaos-J. Daniel CollacoJ. E. de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
Tires-J. B. da Cunha Rivara-J. J. da Graca Jnior J. Julio de Oliveira FinioJos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Tedio de SouzaJ S da Silva Ferraz
Jos| de TorresJ.X. S. da Molla-Leandro Jos da Cosla-Luiz Filippe l.eitoLuiz Jos'da
Lunha L A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValeutim Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. de CarvallioI. F. Silveira da JIoaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o moviraento jornalistico e a offerecer aos loitores, con-
rnntamen('cTo'ra a revista do que mais nolavel houvcr occorrido na polica, na scicncia, na indos- :
tria ou as artes, alguns arligos originaes sobre qualquer destes assumplos, o archivo lsiversal,
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, lem satisfeilo aos seus flus, com a maior
exactidao e rogularidade.
Publica-se todas as segundas fciras cm folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volme de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, c na ra Nova n. 8.
Proco da assignalura: pelos paquetes vapor 102o0 por auno ; or navio devela 8S [moeda
brasileira).
Ha algumas collecQoes desde o comeco da publicacao do jornal.
Ruado Crespo n. 15,
DE
Gaspar Antonio Vicira
Guimaraes^ gerente Jo-
s Gomes Villar.
Esta loja acaba do receber de Paris os mais
importantes manteletes de Gupurc, e vende-os
por procos baratissimos.
Riquissimos vestidos prelos de 2 saias. os mc-
lhores que lem viudo provincia.
Esle e.-iiilii'locimerilo garante vender por me-
nos do que em oulra parle, aira de se azer
muito negocio.
te, que se vendom por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2g at 5g
cada urna, chapeos francezes para hornera a 85,
ditos muito superiores a 105, ditos avclludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10)[, cha-
\ pcos de feltro para homem de 4$. 5# e at 7#
s cada um, ditos de soda e de palha onfeitados pa-
b I ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
|>6 112g, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
t;dasa 25g, ditas de palha de Italia muito finas a
I 25$, cortes de vestido de soda era cartao de 40$
g al 1505, ditos de phantasia de 16$ at 35S0OO,
gollinhas de cambraia de 19 at 5, manguitos
de Ig500at59, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padres novos a 720 a vara, cascrairasde cor-
les para collctes, paletots o calcas de 3>o00 at
4S o covado, panno fino preto e de coros de 2j500
atlOS o covado, cortes de collctc de velludo
muito superiores a 9 o 12$, ditos de gorgurao
e de fuslao brancos de cores, tudo por proco
barato, atoalhado do algodao a 1^280 a vara,
corles de casemiras de coros do 5 al 9#, grosde-
naples de coros e pretos de 1^600 at 3$2<)0 o
covado, ospartilhos para senhora a 6t, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12$ cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12j cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazonda muito superior, de 12 at 20;} a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2g0O, baroge de seda para vestidos, covado a
1&400, um completo sortimento de colletesde
gorgoreo, casemira preta lisa e bordada, e de
luslao de cores, os quaes se vendom por barato
preco, velludo decoros a 7$ o covado, pannos
Para cima de mesa a 10# cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots ecolletes a 2#300
0 covado, bandos para armaco de cabello a
lj&(j0, saceos de taple e de marroquim para via-
gcm.eura grande sortimento de macas e malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
froguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivel aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
t^r Defronte da malriz da Boa Vista,n.86, ven-
dem-se e alugam-se bichas de Hamborgo, por
menos do que em qualquer outra parte, amola-
se qualquer ferr-imenla, tira-se e chumba-se
denles, sangra-se e faz-se tudo quanto pertence
e arle do larbeiro.
1 IT 1
;:)
o
do intilmente outros tratamentos. Cada
poder-so-ha convencer dessascuras maravilliosas
pela leitura dos peridicos, que Ih'as relatara
todos os dias ha muitos annos ; c a maior parte
deltas sao to sor prndenles que admir..,;. so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
brarara com este soberano remedio o uso de seus
bracos c peinas, depois de tor permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de vinm sofTrer i
amputacaol Dullas ha muilas que havendo dei-
ladoesses asylos de padeciraentos, para senao
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu rccoiihecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, alim de maisaulcuti-
carem sua flrmativa.
Niuguem desesperara do eslsdo de saude so
tivesse bastante conlianca para ensaiar este re-
medio constantemente segurado algum lempo o
mentralalo que necessilasse a natureza do mal,
cojo resultado seria prova rrconlestavelmente
Que ludo cura.
ufo l das obra de goslo a 1820(1; isso por ter grande
'' porcao e querer-so acabar,-panelas, chaleras,
rassarolas e frigideiras forrada de porcellana a
480 a libra, e mais ferragens que com a visti
dos froguezos so mostrar : na bem conhecida
loja de ferragens da ra Direita n. 53.
Moedas de ouro.
Vender se libras sterlinas : no es-
criptorio de Carvalho Nogueira & C,
ra do Vigario n. 9, primeito andar.
Em casa de J. Praeger
C.,rua da Cruz n. II,
vende-se:
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Vinho do Porto superior, marca Commendador,
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfcrmidades da cutis
em geral.
Ditas do anos.
Erupoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Erialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gongivas escaldadas.
l'chaces
Iuflarximacao dofigado
Inflammaeao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmos.
(jueimadelas.
Sarna
Snpnracoes ptridas.
l'iiiha, em qualquer par-
le que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
se
ra do Imperador
& Estopa.
Camisas inglezas.
Riscoulos em tatas.
J:$ Em casa de Arkwight & C. ra da Cruz nj-
f.$ <-roOi. f,::
Parifiha de
mandioca.
* Marca RL.
!' esta a marca das maiores saccas que ha no
numero (i,
confronte ao deposito do gaz, vende-so presunto mercado c v.
para fiambre minio superior a 400 rs. a libra,
queijos flamengos novos a IjOUO cada um, bata-
tas novas a I5 a arroba.
MimiKiS) E (DMEJUDIl.
3 RIJA BAGLOMA,CASAIM>Fr]?DlO 3
Clmica pot am.l)os os syslemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas todos os dias pola manha e de tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curar animalmente nao sopara a cidade como para osengonhos ou outras
propriedades ruraes.
Os chamados dovem sor dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da uoile sendo por esciipto em que se declare o uome da
pessoa, o dama eo uumoro da casa.
Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoas residentes no bairrodoRecife podorao re-
moller seus bilhetes a botica do Sr. Joao Soiinn & C. na ruada Cruz ou "
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnncianle aciiar-se-ha coustanlement
menloshomeopathicos ja bem coiihocidos e pelos procos seguimos:
Botica de 12 tubos grandes, ...*...
Ditos do 2 ditos............ ,
Ditos de 36 Jilos..........'.'.'
Dito de 18 ditos.............
Ditos de C0 ditos. ,.........\
Tubos avulsos cada um.............lfiOOO
Frascos de linduras........,.....200
Manual-de medicina horacopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguezcom o diocionaiio dos termos de medi-
cina, cirurga etc.. etc. ,........20^000
Medicina domestica do Dr. llering, com dicciouario. 105000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... C00
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barrisde quarlo, por preco coramo-
Jo : no armazem de Adamson How & C., na
ra da Trapiche n. 42.
Farinha de man-
dioca.
Vendo-so por monos do que em oulra qual-
quer parte : na ra da Ciuz, armazem u. 20.
Mallos no ar-
mazem n. 13, confronte ao trapiche do algodao.
Camisas \>ara meninos.
Na loja da ra do Crespo n. Desquina da ra do
Imperador vendem-se camisas francezas para
meninos a 1600 cada um.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral do Londres n. 2:24, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda cm luda a America
do snl. Havana o Hespanha.
Ven le o a 800 rs., cada boectinha contm
urna ;nstrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso d-ste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em l'er-
nambuco.
Bezerro francez
grande c grosso:
Na ra Direita n. 4.
Aviso aos acadmicos
Nova loja
o
DE
Gaspar Antonio Vieira
Guimaraes gerente Jo-
s Gomes Villar.
Ra do Gt'csno n. 15.
Vende-se superiores charutos de Havana, da
ltahia denominados suspiros, guanabaras, appra-
ziveis, sigarros bola fogo a 140 rs. o maco.
Camisas das melhores possiveis.
Seroulas, cairas de casen.iras do cores e
las, colleles, grvalas, moias, botius Mel, cha-
peos, lencos de soda, perfumaras, sobrecasacas
e paletots de panno lino o paletots de briol.
Garante-se vender por menos que possivol
afim do se fa/cr muito negocio e uiosmo por ter
urna freguezia tao honrosa.
Vende-so ptima sement do cuenlro :
nos Allogadns ra do Motocolomb nmeros 42
e 48-
om barris o engarrafado.
Dito do Madeira.
Dito do Xres.
Dilo ilo Ilheino.
Dito do Ilheino espumoso.
Dilo do Bordeaux om barris o em caixasdo 1 du-
zia, de ditVerenlos marcas.
Dito de Champanha da acreditada marca Eugnc
Cliquot.
Cognac superior, Tale Brandy cm caixas de 1 du-
zia e om barris.
Licores finos de Bordeaux.
Dito Cherry Cordeal.
Ccrvoja branca das mclhores marcas de Ten-
nent, Bass, Calsopp, etc., cm meias garrafas.
Vinagro linio e branco f m barris.
Gcnebra om frasqueiras.
Bolachinha inglo/.a em latas.
Ervtlhas francezas dem.
I Sardinhas francezas idera.
Conserva Ingleza (Picio).
: Dita de todas as qualidades, tanto de carne, co-
mo de hortallcc.
; Chocolate franco/, c allemao.
. Mostarda ingleza em tras :os.
Ceradinha c ervilhas seccas om garrafdes.
: Fumo americano.
: Carlas para jogar.
Volas estearinas.
Charutos da Havana.
Espingardas de dous canos para caca.
j Balanzas decimaes.
Verniz branco.
Prozuntos do Westfalia.
Salames.
Ferros de engom-
mar econmicos.
Dao-se a contento.
lerros r.r.; seguin-
Quasi de graca.
dopavilhao : vende-se na
6, confronte ao deposito
Vendem-se estos magnficos
tes casas :
Praca do Corpo Sanio n. 2.
Ra d:i Cadea do Recite n. 4.
Dita da Madre do Dees ::. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita da Penia n. 1G.
Hila do Cabug n. 1 B. .
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperadorn. 20.
'i Dita do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dila da Traa n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Imperatriz n, 10, frmazcm de fazendas
de Ravimindo Carlos Loitc & Irraao.
lojdde livros do Sr. Jos
melhores medica-
e os
10$fi00
15g000
20jjoao
25g000
OjOOO
Grande sortimento.
43-8ua Direita4S
Os estragadores de calcado encontra-
eio neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Dorzegjinsaristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustre e bezerro)..... 8<00q
Borzeguins arranca tocos. 8<000
Ditos econmicos....... 6\$000
. 5^000
Neste proveitoso estabolecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-hao tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidace e economa do publico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de
tantos sacrificios.
Assigr-atur: de banhos trios para urna pessoa por mez. 10$000
momos, de choque ouchuviscos por mez 15^000
Series de cartoes e banhos avulsos aos precos annunciados.
FUNDICO DAURORA.
Seus proprietarios ofTerecem a seus numerosos froguezes e ao "publico era geral, toda o
qualquer obra manufacturada ora seu reconhecido estabolecimento a saber: machinas de vapor de
lodos os lmannos, rodas d'agua para engcuhos todas de forro ou para cubos de madeira, moen-
dase moias moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodos os lamanhos, guindastes, guin-:
thos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para dcscarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ncini, portos gradaria, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva loies, pontes, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual r sua natureza pelos
desenhos ou moldes que para tal lira forera apregentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimento na ra d> Bruin n. 28 A o na ra do Coilegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do estabelecimento Jos Joaju^-u da Costa f'tjcir^ com << aem os cretendente se pode
entender para qualquer obra.
Sapatoes de bater (lustre
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5l$i000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso). '. A,<500
Borzeguins paia meninas (Cor*
tissitnos)..........4$000
E um peifeitosortimentode toJo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, Jio, fitas, sedas etc.
Carne de vacca salgada, cm barris de 200
libras : em casa de Tasso Irmaos.
Vende-se superior linha de algodSo, bran-
cese do coros, em novello, para costura: em
casa de Seuthall Mellor & C. ra do Torres
n. 38.
Em casa de Henry Forsler & C, ra do
Trapiche n. 8, vendo-se":
Arreios americanos.
Bombas dem.
Foges dem.
Arados idem a 30000.
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Lampeoes de Dtente com azeile proprio.
A madeira que foi
ra do Imperador n
do gaz.
Pechincha.
i Vendem-se pecas de cambraas lisas finas com
10 h2 varas a 4j500 o 5i, e a vara a 40 e 500
rs., ditas dethoviscos, finas, a 5, grosdenaples
preto superior a lJ800e2S: na loja novada
; Independencia ns. 1 e 3.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, ura grande sortimento
de lachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
I mesmo deposito ou na ra do Trauiche u 44.
Em casa de N. O. Beber & C.
Successores, ra da Cruz n
4, vende-se:
Vinho Sherry om barris, de ptima qualidade.
Cognac (Pal Brandy] era barris, de ptima
| qualidade.
Vinho champanha, em caixas, marca Farro,
mui acreditada no sul do imperio.
Brilhanieal 1 1 [2 quilate.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
Krns, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larca do Rosario n. 36
Escrayos fgidos.
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo paseado o escravo Felippe, de nacao An-
gola, de idade 45 a 50 anuos, cora os" signaos
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla tina e a voz sempre baixa, bocea
I larga, com alguiis cabellos brancos pelas tontos,
pareceudo ser muito mancinho, porm muito
velbaco e melliiio a curador de emposlurias, de
bom corpo, pomas um tanto, finas, segundo o
I mesmo corpo, cujo escravo 'de Antonio San-
tiago Per eir da Costa, proprietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Prela quem
o pegar ou disser onde de corlo est ser bem
recompensado.
Escravo fgido.
Fugio no dia 23 de novembro do anno pa
do engenho Halapiruma, do coronel Honrique
Marques Lins, o escravo Jos, cabra, de idade do
'l anuos, com os signaos seguintes: pouca barba,
Fazendas proprias
paraaquaresma.
Ra Nova n 18.
Hanoel do Amparo Caj \ C vendo os mais
ricos vestidos de grosdenaple prelo rom duas
saias buriladas a velludo, ditos com Iros saias
abochoadas, gnnde sortimento de basquinas,
vi/.ias, cosaveques de grosdenaple os mais linos
que lem viudo ao mercado, tanto em fazendas co-
mo em enfeites para senhora de qualquer corpo,
ditos de tilo do linho bordados com vidrilhos, ti-
nos veos de blondo, grosdenaple com 4 o meio
p>lmos de largo, uilo rom tros, chales do me-
rino bordado as ponas, moios chales do fil
do linho pelos o brancos a 59000, meias do soda
prela para senhora, luvas de seda enloitadas o de
Jouviu para homem, finas casacas, cileas do ca-
semira prela, colleles do velludo bordados, dilos
lizos, ditos de gnrgurao, sobie-casacas, palitos
fraucezes de diversas qualidades, e um grande
sorlimcnlo de obras feitas, como igualmente forpo ""Clorcado, altura baixa, cara Dexigosa, so-
muitas fazendas finas c grande quanlidade, pelos 5ranclVha8 ben! pretase encontradas, lem marca
que o anno as- re"' as costas o as nadegas : esle escravo
' ( ha loJa a probabilidade de estar cm Pao dos i r-
', ros, onde foi comprado a Manoel Corroa da Cos-
a: rogi-se as autoridades policiaes desse locar
do
N. 1.Quatro cantos da
Boa-Vistan.l.
Vendo-se urna commode nova de Jacaranda
cem puchadores de vidro e espelhos de madre-
perla : Jinda peca e o prejo commodo.
superior
deposito
Vonde-secm casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Ili-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
podc-se usar com cubera ou sem ella.
A 2#000 o par
Bolinas nacionaes, obra igual se jio
a franceza a 2#000 o par, confronte ao
do gfz.
Attenco.

Vende-se urna pequea mobilia, sendo toda de
Jacaranda e mais alguns trastes que com a vista
do comprador se far negocio na ra do Ara-
gao n. 16.
FUNDIC10 LOW-HOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento .continua a haver um
comapleto sortimento de moendas e meias moen-
das para euSonho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os lamanhos
para dto.
piceos os mais commodos
sado.
Vende-se um cavallo russo, proprio par?
carro : na ra do Pilar n. 141, primeiro andar.
Precisa-so alugar una ama forra ou
va para o sorvico de urna casa de pouca
lia: quem livor o quizer alugar dirija-se
do Oueimado II. C, primeiro andar, que
com quem trotar.
escra-
fami-
n ra
achara
Milito
a :;ssoo
a sacca : na taberna da estrella do pateo do Pa-
raizo n. 14.
Vende-se na ra da Cadeia do Recito n. 55
um lindo escravinbo de idade 16 anuos, bonita
figura e sem vicios nem achaques: quem a pre-
tender dirija-so mesma, no primeiro andar,
que achara com quem trtar.
Bom negocio,
Vende-se por 75 por cont de rebate um ere-
dito vencido de Caminha & Filhos, e recobc-se
om gneros de qualquer especio : quem quizer
annunci.
Vendo-se a officina do lanociro na na do
Mondego n. W ; quera a protoud.r comprar di-
rija-se a ruada San/.ala-Velha, officina de tano-
eiro confronte a padaria.
Vendem-se
las de carnauba fabric
do Vigario n. 5.
Vende-se
carias com velas de carnauba fabricadas no Ara-
caly : na ra do Vigario n. 5.
um fogao de ferro com seus utencilios : na ra
do Brum, na ferrara de Seraphim o C.
Ra das Laraiigeiras nu-
mero 15.
Este deposi'.o acha-se completamente sortido
do muito acreditado assucar do Monteiro, o de
outras qualidades ; assim como havor lodos os
dias pao de boa farinha a 6 por 80 rs., e mais
oulras massas por preco muito em conta. |
a captura do dilo escravo, o quem oapprohender
leve-o nesta pra^a alos Cavtlcanli Lins, ra do
Apollo n. 20, segundo andar, ou no engenho ci-
ma da freguezia da Escoda, quesera bem recom-
pensado.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo ossignado, no dia 18
do corronlc, urna sua escrava da Costa de nonie
Mario, que representa tor de idade 45 annos, ai-
lime corpo regulares, cor nao muito piola, lem
.bstanlos cabellos brancos, cosluma trazar um
panno atado roda da cabera, leudo por signal
mais saliente 83 maos foveiras, provenicule de
| calor do figado. Esta escrava tendo sabido como
do coslume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, porlsnlo, s autoridades poli-
ciaes, capilaes de campo e mais pessoas do povo,
a *pprehetu>So de dila escrava, e tova-la loja
do Proguica, na ra do (Jucimado n 2, ou casa
; de sua residencia na ra da Florentina defronte
i da corheira do lllm. Sr. lente coronel Sobas-
tiao, qnc serao generosamente recompensados.
Fugio do engenho Bom Amigo.da provincia
. do Alagoas, comarca do Porto de Podras, o es-
cravo crioulo de nome Luiz, do 36 a 40 annds de
idado, altura regular, beicos grossos, troca ura
pouco os olhos, dous denles da frente abertos ;
este es'ravo foi comprado an Sr. Joao Belix, se-
nhor do engenho Camuiengue em Barreiros, por
onde sejulga andar : roga-se a toda e qualquer
pessoa que o encontrar, o mande pogir e levar ao
dilo engenho, ou no Recite ao sou senhor, mo-
rador no caos do Romos, sobrado encarnado n.
4, onde ser generosamente recompensado.
I00|000
d o abaixo assignado de gratificarlo a quem lbo
levar ra de S. Francisco n. 68 A, seu o escravo
Antonio, conhecido por Antonio Campesso, o qual
fugio em 19 do correnle, levando um caneco de
fulha proprio para carrogaragua, um gancho ao
pescoco, tem 35 annos de idade, falla bem, per-
nas pouco arqueadas ; ha 15 dias chegou do ou-
tra frgida, leudo sido pegado em Santo Antao ;
o mesmo abaixo assignado protesta desde j con-
tra quera lhe tirou o gancho.
Francisco Dolelho de Andrade.


'*)
Agricultura.
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FF.IRA 9 DE MARCO DE 1861.
Clamor a da agricultura no Brasil e indicaco
de meios facilimos de leoa-la. rpidamente
prosperidade, dcduzidoi tanto da experiencia
especial do Brasil, como das recentes admira-
I descobirlas da chymica agrcola, confir-
me os principios dos autores mais insignes
alleme?, franceses e ingles*, lies como o b lichw Boussingau, >, Paye*, ?" P C "? i,u'l!'ra,no"," d s^-
mselheiro Dr. Francisco de Parta f,r0("''SS03 "oln augmentare, cm ab-
;-/; taoluto, os seus proJuclos ou colheilas, sem exi-
A riqueza de una naci representada polos'8'r Pl1r'lisl0 ma'3 bracos, c suavisam o proprio
roduclo, islo 6, pelo sea trabalho. Tur-'ltab,no de sorte .ue cora os meamos bracos o
tanto qonlqiir que soja a sua moeda, papel ou "a mesma lcrra. razendeiro que eolhla penosa-
U jo, caima, caf, etc., na Brasil, o crdito faci-
lita o costeio da lavoura, facilitanito-lhc a ac-
quisioo do (fue lhe necessario, mas nao faz
cora que o fazendeiro obtonha mais productos
cora o mesm'y trabalho ; as entradas c oavegacio
cosleira e fluvial facilitam o transporte e venda
dus productos, mas nao augmentara estes pro-
ductos e:n rolacio ao trabalho que elles d.'o :
nos constantemente e avimoniaco, oqual
ammoniaco elle mes.T.o composto do hy-
drogenco e de iiilroRoneoe de rido n-
trico, congosto de oxygeneo e de nitroge-
neo.
plantas: mus us muros poneos imtlcstmos, que
fallara para completa-las, que sao os principios
ou sacs minoraos, o or nao Ihes pode forneccr,
porque os nao conten : lugo somenle do ter-
reno que ellas os podem tceebor. Entretanto es-
tes poucos millesimos mineraes sao lo indispen-
E', pois, tora de duvida que o ar cncerra em si, a\cis a P'a,'a como o sao nqoelles principios
porlanto pode forneccr ao vegetal, todos os seus a pc}n ar; Esles Poucos principios mineraes
poaem. c verdade, variar nl^um tanto de natu-
ouro, ella s pode rr presen lar productos, c por
eerlo que o ouro nao ha de vir dos oulros paizes
para o Brasil senBo quando elle for neeessario
lara completar os valores dos productos que
vndennos esses nacoes. Se, pois, nossos pro-
ductos creseerom e as hiendas importadas que
comprarmos ao esteangeiro nao representaren]
eguaes productos, ralercra monos do que as ren-
didas, entio o ouro ha d-i vir preenchnr a parle
que falta para que o valor das uzeadas compra-
das ou importadas eguale ao valor das que ven-
s ou exportamos. O ouro um verdadeiro
o abonado representante, que s rea quando
: ido para onde elle preciso, nao intruso,
nao se inlroraette onde nao ha Irabalho para ser
elle representado. Em consequencia, o rerdadei-
ri meio de enrquecerraos consiste em augmen-
tar a produccio agrcola, nica tonto de nossa
ri lucia.
Tem-se fallado, e mesmo gritado muilo, sobre
rracio por ncleos, por parecras, por cor-
reles espontaneas ; sobre libcrdade de crdito
< nrersibilidadq^m ouro, cambios ao par, pro
porrees entre rano circulante e sua procura pa.
ra as devidas linnsacoes ; em.ppr cobro agio-
ta" >m ; sobre bancos e seus solava neos as for-
tunas publica e particular ; sobro- tunis, carris,
canalisaeoes de ros, at sobre medico do Ier-
ra....; mas sobre processos agrcolas?! Nada !
na i :u consta que nesta fervura de patriotismo
se lenha, ale boje tratado do que (iitulivamo li-
le o principal, isto 6, da seguale simples ques-
' Como, com os mesmos bracos, na propra
trra j cansada e supposta intil, e sem mudar
slemaa que esto affoitos os nossos larrado-
res, produzireriios tanto, o dobro, ou mais do
que,comos mesmos bracos, nessa mesma tena
antes de cansada, so colhia. Ou, em lingua-
gem de lavrador: Como, em rainhas torras, j
em sapo c samambaia, lici do eu cora os raes-
s de/ escravos. qne sempre tire, colher2,000
mente, v. g., doz mil saceos de ca*, dous mil
alqueires de milho e trezentoadefeijo, melho-
rado o processo, colhor sem tanta fadiga, vinte
mil saceos de caf, quatro mil alqueires de milho
c seiscentos de feijo.
Pode-so at certo poni replicar com argu-
mentos pelo menos to concludenles como os
que se invocara a favorda colonisaco, crdito
e estradaso concluir que talvez anda *com
mais corteza, prospere a lavoura com os mclho-
ramonlos iinmudiatos e directos, do que com a-
quolles indirectos; porque augmentada a pro-
ducto agrcola, ella se expandirgauhar for-
cas para mandar vir mais bracoster crdito
para fazer valer sua firma-abrir estradas, na-
vegar rios, etc.
Como quer, porm, que soja, a quesillo domi-
nante para a riqueza do Brasil ser anda por
seculos a prosperidade do sua agricultura.
Admira que leudo-so oceupado o Brasil com i
tantas cousas, que, f do chrislo, doixo passar
como uleis, nao se tonha empenbado em colo-
nisar a sciencia agrcola que se tom elevado
na Europa a um grao de prodigioso adianta-
mento.
Restas circunstancias se rao afigura como do j
mais vital nteresse publico discutir algumas im-'
portantes condbocs do desenvolvraeiilo das |
plantas, e portanto da agricultura : edepois ex-1
por su miliariamente o que convm fazer, para !
que a agricultura no Brasil obleuha com o mes- |
mo trabalho maiores productos, aproveite a un-:
mensa rastidio de trras que se er cansadas, c !
sesuaviscm as fadigas do lavrador; emfim ex-
por o que convm fazer para multiplicar os pro- i
duelos sem augmentar, antes suavisando o pe-
noso trabalho do lavrador.
As considerares ge raes de que passo a oceu-
par-me sao applicaveis a qualqucr especie de
cultura, soja esta do gneros alimenticios, como
o milho, feijo, arroz, trigo, ele, seja de subs-
elcmenlos, excepto nicamente os millioncsimos,
ou diminutissimas proporoes de seus elementos
mineraes, que na realidade nao se achara comi-
dos no ar:-'
la mais anda de provado, que lodos os ele-
mentos do caerlo nao podem ser fornecidos no
vegetal pelo terreno anda o ims otrumado,
portanto necessariamento o sao pelo ar. Pros-
cindindo de outros argumentos para provar
que o carvao nao 6 fornecido, em geral, pelo
terreno, basla s a segunte decisiva experien-
cia.
Era tira terreno limitado, em vaso, por ejem-
plo, de doze palmos em quadro sobre tros de
alto, planlem-se alguna vegelaes : sejam, por
exemplo, alguns graos de milho ; eonhecendo-se,
pela quanlidade de eslriime que sojuntou, que
o terreno s conlm 6 oncas de carvao. abstrae-
?o feila dos sacs do estrume, conlnue-se a re-
gar sem juntar mais um -s tomo de carvao ;
no lim dcoilo mozos, por exemplo, as plantas
crescero c cncerraro urn total de producto ve-
getal secco, pesando v. g. G libras, as quacs cn-
cerram 12 oncas de carvao I !
Ora, nao Coi por corto o terreno que don mis
reza e de proporcio om plaas dilTeronles ; po-
lpa sem algnnsdelies neuhuma planta se desen-
volvo; c uestes lemos nada mais exacto do que
dizer-seque sem os convenientes principios mi-
neraes ministrados pelo terreno neiihum vegetal
se dosciivolve, nenU'ima cultura pode prosperar.
A intervencio em fracroes mnimas de cerlos
principies mineraes, como rondicao indispensa'
; vel vi la. de rigorosa netessidade, nao s nos
vegetaes, como lambrn nos ai.iraaes.
Esto poni lao importante, elle domina to
cardealmente o que lenho de propor para melho-
rar nossa agricultura que julgo me ser peimiliido
lorna-lo liem claro por" fados deduzidos da ma-
teria inerte, do reino animal c do proprio reino
vegetal.
Ouanto ao prmeiro : a quanlidade de cal que
entra como cemento na conslruccao das paredes
I dv um edilicio to pequea em rolacao ao peso
Idas podras empregadas nesta construceo que
representa apenas dimlnutissimos millesimos do
peso das mesmas podras ; entretanto sem esses
oiminutissimos millesimos, sem essa pequea
fraccao de cal. as paredes ao menor abalo se des-
moronam.
Quanio ao segundo: um homom de mediana
estatura lem no sen corpo 2i libras, 3,072 oita-
vas de sangue : toda essa massa de 3,072 oitaras
de sangue conlm apenas poueo mais de oitara
e moia .do ferro: conlm 1 oilava, 736 millesi-1
nios, ou una oilav e 53 groa de forro : islo
.sacros de caf, 2,000 alqueires do milho, 3i)0 do Ul,clas 1ue "-'onulrera directamente ao hornera,
e G de arroz, cerno no lempo das primei-
ras derrabadas ; e, se for possvcl, de que modo
rci anda mais?
At hoje nao vi tratada esta questao, cuja so-
lufo pela affirmativa, comtudo, nao podo sof-
fier a menor duvida.
Entretanto, com esta solucao pela affirmativa
lavoura, doblando seus producios, ganhari.i
s para mandar buscar colonos, loria crcdiil,
a 1
como caf, cha, assucar, vinho, ele, seja ella
emfim do productos meramente industraos, co-
mo algodo, madeiras, gomma clstica, linho,
etc. Entretanto por causa do intcjesse que na
actualdado inspira a caresta de alimentos, pro-
curare! tornar mais saliente para este genero de
cultura a applicaeio dos principios reguladores
da produeco agrcola, sem preiuizo da outra
cultura ; porque sendo esles principios immu-
laveis c os mcsmo3 para todas, em nada preju-
dico sua applicaco aos outros gneros do agri-
cultura, quando osexemplilico na dos alimentos,
para que seus pales represontassem ouro ou pro-
duclos que valora ouro; loria sobras e tino p.1ra
; eslradas c navegar rios, (cria dinheiro para
arar mais trras e med-las, remover-so- no Pas=o qno mais palpavel se torna esla appli-
omam as difculdades. Mas sina do Brasil ca,;ao cultura destes, oscolheiido-se para os
liar senipre por tabella ; em vez do ir direi-
> amago da questao, quer a sorte que elle
lio pelas indirectos e polas vas secuuda-
11 |ue se d nestes inlercsscs vitaos do paii
simo queso observa era nossas discussocs;
Primeiro que o orador aborde questao princi-
i lie vera com lanas sdicas precauces ora-
, tantas cxpHcacoea do que lhe pcssoal,
a programmas e relrospeclos qne, quando
exomplos que apresen lo.
Donde liram os vegelaes as parles deque se
forma m.
Os vegelaes com que so oceupa a lavoura,
beni como todos os mais vegetaes do mundo, ro-
cebem do ar c do terreno a sua nutricio : pelas
folhas e esgalhos receben) esta alimentario do
ar, pelas raizes rocebem-n'a do terreno. Para os
vegetaes aqualicos que, como os fucus, tom ra-
carvao do que oque elle continha. Mas nao conten ferro na propon o de um para milsete-'
so islo. o mais anda que, por lim de conlas o ; centos e sessenta e nave (11709 ); entretanto
proprio terreno, om vez de dar, receben lamben! diminuindo-se, ou fallando no sangue "ses di-
carvao; porque procedendo-se sua analyse, minuiissiraos millesimos de ferro, o hornera mor-1
acha-se que ello conten, era vez de seis, oito ou re obslructo, oppilado, hydropco convulso I
mais oncas de carvao I Este aecrescimo pelo I idiota... I i
contrario dado ao terreno pelas secrer des do ve- Quanio ao lereeiro : urna experiencia directa de '
^el?' proposito para demonstrar a indispensabilid ide
u carvao que Taz parle do vegetal i:ao pode pois da interven o desses millesimos tira todas asi
provir sdio do ar, isto do acido carbnico, duvidas: ella foi f.-ita com todas as precauces
que, ar sempre conlm. o qual acido carbnico, c rigor ; a segunte:
como lica dilo, composto de 2i5 de carvao c | Em um vaso coniondo arda previamente cal-
\51 de oxygeneo. cnada [aquerida al o rubro', lavada em agua
Este transporte do carvao, pastando a fazer forte, e por lim, em agua pura, porlanto sem
parle integrante da planto, se cHeclna sob o n- comer cousa alguma eslranba, planlaram-se al-
fluxo da luz e do calor; o quanio basta saber! gui.s graos de feijes, que foram conveniente re-
para a Ibese que estabeleci. Em vez de ser o gados: as semerrtes germinaram, as pequeas'
acido carbnico recebido pela plaa direclamen-\ plaas liveram um limitado crescimenlo. e logo'
le da almosphera. vera elle ler s suas rai/es lam-1 depois murcharam e morreram ; analysdas lu-
bem por oulro lado, dissolvido pelas churas, C das as suas partes, achou-se um lolal do saos
por ellas acarretado: a mesma cousa, sempre mineraes exaclissimamonte eguol ao que conli-
o ar que o fornece. | nham as semenles antes de germinarem. Usgo-!
O que confirma de um modo irrecusavel esla 'ido oslo pequeo provimento de saos, as plan-
ongemdo carvao conlido ne vegetal, que o ve-Has morreain, porque o terreno nao Ibes poda
gelal ntj recebe nutrico de carvao so nao qiian-l dar o que nao tinha, mas que Ihes era indispon-
do esto sen alimento Un: dado em forma deari- savcl para crescerem ; as plantas lilteralmenle
do carbnico ; os eslrumcs e os lixos, que se ap- morreram de fomu.
plicam is plantas, sao primeiramenlc lraosfor-1 Nao se pode porlanto hoje duridar nio s pri-
mados pelo ar em acido carbnico e em amonia- mo, que algumas fra-cOcs de principios mineraes
co: s enlao se realfsa a absorpeo que faz eres-1 sao do absoluta o indedinavcl necessidade para
cer o vegetal. a vida das plaas; como secundo, que esses
O oxygeneo, o hydiogenco. e o nilrogeneo.que I fraeces dos principios mineraes iudspensaveis
reunidos constiluem mais de melado, cerca de ao rogetal sao mu diminutas, sao millesimos e
Mi l'/o do peso do vegetal, sao egualmenle forne- i mesmo millionesinos.
cidos pelo ar em estado de vapor d'agua de amo-! A analyse directa lem mais demonstrado, seni
maco, ou do acido ntrico : porquanto nao s a replica, que do lodos as parles do vegetal.sao as
se moslra quo o terreno onde cresceram semenles ou fruclosque se apoderam ou ge apro-
planlas, conlm tanto ou mais destes elementos priam da maior propon o dos seus mineraes que
depois que ncMe cresceram as plantas, do que a planta recebe da trra : assim por exemplo os
conlmha tantee; como tambem, sabom lodos, saes de potassa, cal, etc., comidos na madeira do
que gamellciras, cactus, e multasparasilas.vres- caf, esto na proporcao do lime meio para cn-
cera sobre ridos rochedos que Ibes nao podem co dos saes comidos lias semenles ou fruclo
dar os citados elementos. S os principios ou As diminuas fraeces do principios ou'saes
saes mineraes e que nunca se encontrara no ve- ] mineraes indispensaveis s plantas, variara em
gelal, seno quando o terreno os conlm ; mas' proporcio e mesmo em qualidade em plaas
tituem a quan lotalidade, mais dos 90 0|o do peso mambaia, eonlenlam-sc
do vegetal, provm do ar, que os cncerra em es- pon oes e variedada
lado de acido carbnico, do vapor d'agua, de aci-
do ntrico, de amoniaco, e de oxvgeneo mistura-
do ccmi nitrogeneo; ao menos pode o ar forno-
ce-los.
i i ao pomo cardoal a que se prope, o lera- '""VT 'V'n'""" a,r0che!,0S' mar ,hes
I i fo, elle est esboado. e o auditorio era- 71 T" '" PClM """ S Saes de
lo e aborrecido, de forma que to aprecia as
grandes emoces oratorias era que se debateo
c orador.
Nao me passa pela idea o negar a importan-
cia das quesles que aponlci; mas' innegarel
, ao menos ao par com ellas, seno mesmo
reneia, se deve pflr era prlica os meios
nar e instruir o agricultor do como lhe
convm cultivar a trra, para que com o mesmo
numero de bracos, as mesmas trras, quasi pe-
lo mesmo systema, ello colha muito mais c
niuito melhor.
As questoes de colonisaco ou importado de
bracos Irabalhadores, de crdito ou mooda cir-
culante, do vas de communicacao ou de estra-
da,- o navegacao da cabotagem,' sao inconlcsta-
velmento de mais vital importancia, mas nao
derem absorver todos os cuidados, faiendo cs-
quecer a questao, nao menos importante, em !
meu pensar mais importante anda, a sabero
melhoramenlo dos methodos e processos da
nossa lavoura ^insisto em que esto mclhora-
menlo deva merecer alguna preferencia ; por-
que em quanto aquellas medidas favorecen in-
: cora nimio menores pro-
de principios mineraes : o '
cedro, o jequitibi, o in^, a sapucaiu, etc., nao'
morara junios com a grna, a imbaba branca,
o sangue de drago, etc., porque os primeiros pre-
ClSio de mais principios mineraes do que os se-
gundos: e mal reflecte o afilado fazendeiro quin-l
do cscolhe o terreno dos cedros, sapucaias.de]
inga e do rrundiubas, para plantar milho e fei-
jo, que elle cscolhe por estes dados o terreno
i|ui: encerra os saos proprioa do milho e do fci-
que prccisam.
Com que contribue o ar formaran do
vegetal.
Para avaliar a parlo que tom o ar na forma-
cao do vegetal, indspcnsavel que se eonfron-
tem os elemenlos de que se compem as plan-'
las com os elemenlos que constiluem o ar, afim
do concluir-se que o ar pode ministrar s plan-
las os elemenlos de que sao formadas; alm
disto neeessario demonstrar que esses elemenlos
conslitulhos das plantas nao provm do outra
origcin.
Ora, este duplicaao objecto da mais palpa-
vel demonstrado, como se deprehende das con-
sideraces que vou apresenlar.
Um vegetal, abslrahindo-se da agua que elle
COntm, composto em quasi melade, islo ,
em cerca de -i por conlo de carvao, em peso :
as suas outras partes, islo 66 por cento, cons-
tara dos rfous elementos, oxygeneo e hydro"e-
neo, que unidos formam a agua ; em alguns
acham-sc tambem o a;oo ou nitrogeneo c cor-
tos principios mineraes, sempre era diminu-
tissimas proporces, estes principios mino-
raos sao indispensaveis a vida do vegetal ou
planta.
Releva ponderar que por muito que os vege-
taes lirem, para se nutrir, acido carbnico do ar,
nunca se diminue na almosphera a proporcio
deste acido ; sabido que os animaos anda vi-
vos, e os vegetaes e animaos depois de niOTtos, ,
reslilucm ao ar exaeiietimament iody> acido j ', rf"Jr; *->l,cs. principalinen e, nao se po-
carbonico, que os vegetaes lhe roubara. ., e que em a dovida quanlidade dos saes!
os ventos, Iraiendo o ar em continuada ^gitaco,
misluram lodos os seus gazes, e manlmtpor to-
da a parle sempre a mesma proporcao do acido
carbnico. A harmona que nos revolara eslas
admiraves proras da infinita sabedoria se repro-
duz por loda a parte, e arrebata em xtasis de
dicao, a principal e nuecluiave, para lomar do
novo productivos os terrenos cansados, resti-
luir-lhes os principios mineraes indispensaveis
s plantas que so projeela n'elles cultivar.
N'estas circunstancias releva saber quacs sao
os principios mineraes que csto na coraposi^o
da planta projectada, e depois quacs destes prin-
cipios fallam nos terrenos; pois s assim se p6-
di! reslabelecer n'csles as condicocs de ferlilida-
de relativas planta projectada.
Ora, os mineraes que em geral entrara na com-
posico dos icgctaes mais necessarios alimen-
lacoc industria sao : a potassa, a cal, a soda,
o phosphoro, o enxofre, o ferro, a magnesia, o
chloro, o amoniaco, a srlira c a alumina ; s i
tambera precisamente estes os mesmos queso
encontrara nos estrames, as immundicias, nos
refugos das cidados, etc., que provm, como
sabido, das sccreces e despojos anniaes e ve-
getaes.
Una nica breve consideraco mo permittire
aqu acerca das cxcrcces. O menino, que cresen
deve necessariamente guardar alguma cousa dos
alimentos que toma : o tie//to que emmagrece
deve, pelo contraro, perder pelas sccreces e ex-
crecea alguma cousa mais do que recebe pelos
alimento', o assim equilibrar o que guarda o me-
nino; o homom, c em geral o animal adulto,
que conserva por corlo lempo lodo scu peso, ou
oslado physico, deve necessariamente perder pe-
las excreces exactamente o que recebe pelos ali-
mentos ; as execreces deste animal aduito, o
que ello perde, devora porlanto conter todos os
principios dos vegelaes que lhe serviram de ali-
mente. Desla sorte equilibrado o que guarda o
menino pelo que perde o velho, c nao guardando
o adulto cousa alguma, as sccreces de urna po-
pularlo devem encerrar os principios mineraes
rigorosamente na quanlidade necessaria, para
que levados trra reproduzam o total dos ali-
mentos que ella consumi : o Dr. Playfer o de-
monstren do um modo lucido e convincente.
Entretanto nao so limita nicamente aos prin-
cipios mineraes a cooperaco do estrume : o am-
moniaco c o acido carbnico, productos cons-
tantes da pulrofaco/io, sao por elle levados ao ve-
getal, e rontriliuem poderosamente para seu de-
senvolvinenlo e prosperidade, dando-lhe carvao
e nitrogeneo ( azote), o qual s dobaixo da forma
do oiiimoniaco pode contribuir para a furmaco
das partes azotadas, visto que o inerte nitrogeneo
nao se combina directamente cora corpo alguni.
licandu assim eridente que o niUogeneo das
plantas nao provm do nitrogeneo ou azoto do
ar, mas sim do ammoniaco.
Dosta surte a applicaco do meio ferlilisador
so esclarece c se aperfeica pelos precctos e
beodas scientificas, as quacs tambora nada mais
sao do que a classficaco methodica de factos
bem observados e experiencias convenientemen-
te executadas.
A's sciencias, pois, que a par do estrume col-
locaram o guano, e 03 seos que conlm lodos os
saes necessarios s plantas, c que apontam a cal
como agente para desagregar da argilla e tornar
soluveis os saes necessarios: s sciencias, om
particular ehumiea, cumpre pedir os devdos
auxilios para refertilsar os terrenos cansados :
suas respostas sao claras e terminantes: nao per-
ca mos lempo e dinheiro em tentativas de cabra-
cega, buscando pelas trevas do empirismo e ve-
lhas usancas o que podemos alcancar cora certe-
za se nos guiar a luz das sciencias. |ma nova
forma do scepticismo o doscer das theorias
scientificas domina alguns espirilOS : mas a ra-
zio publica conhece que s pede declamar con-
tra as theorias eslabolocidas sobre factos bera
observados aquelle que ignora que theorias sao
leis formuladas pelos proprios fados.
(Contina.)
admiraofio c de rcconhecimenlo o espirito do ho- proporcao os principios ou sae
mem contemplacio do Supremo Creador.
Ora.se os elemenlos fornecidos exclusivamente
pelo ar s plantas, sao boje os mesmos que eram
quando plantaran), derribando, nossos pais,
innegavel que a eslerldade dos lorenos cansa-
propnos.
Em conrlusBo, pois, do que precede: l.,as
plantas s podem rrescer e fructificar om Ierre-
nos que coulenham os principios mineraes in-
dispensaveis a seu desenvolvimentos ; 2.", no
fruclo ou somenle que se accumulam em maior
s minoraos que o
vegetal recebe da trra.
A primeira consequencia. obvia o iiideclnavel,
q'iC verte do que fica expendido, que por mais
frtil que seja um terreno, arrancaiido-se-lhe
anniialuienle libras e arrobas do potassa, de
magnesia, etc..
Variedades.
Carta da viscoftdessa de kikiriki sen
esposo o >seomlc do mcsiuo titulo.
dos nao provm do ar que anda est prompto a phosphoro, de cal, deenxofre.de i
nos dar o que concolera a nossos prodecessores; : ello so empobrece, acaba por exhaurir-se, nao
procuremos pois em onlra parte a causa da esto- oflerere mais as colheilas cora que d'onles'recora-
directamente, este trai um augmento directo e
immedialo aos productos agrcolas ; porquanto :
a colonisaco trata, na actualidade, de augmen- j Atlendcndo-se por oulro lado composirao
ar o numero de bracos Irabalhadores, mas nao '. Jo ar, v-se que elle compostode oxygeneo
de melhorar o proprio trabalho, c urna mise- i de nitrogeneode acido carbnico, o qual
rarel llusio o crcr-sc que o camponez curopeu, i lambcm composlo do 2[5 de carvao c de 3|5
'!'- sabe empricamente cultivar trigo, bolerra- I dc oxygeneodo vapor de aguamais ou rae-
FOaLnETIHJH.
Mozzelli a quem todas ossas reticencias irrita-
ran) os ervos, foi a primeira a quebrar o gelo,
i c teiido-lhe pciguntado madama de Evereux de
I que iam Iratar para nao se rnlrislecerem em
; quanto digiram disse com mpetuosidade.
Digamos mal dos horneas Nesso capitulo,
seremos todas Iros competentes, porque lodas
Iros queremos voll.irou cahir sobo jugo do amor
e do casamento.
Como quer roc, disse a duqueza, que Cons-
lanca diga mal dus honiens, quando nao os co-
nliccc?
Seu inslinclo faz com que se recee delies,
nao assim ? Nao lem delies a peior opinio ?
Nao, disse Constauca a rr, sou como um
philosopho velho, explico e desculpo.
Est zombando de mim, ponsuu comsigo a
duqueza, mas deixa estar que havemos de ver I
E dirigindo-se cantora, cujo abandouo servia
ITcrrcr, quo a Sopliia lera urna sinceridade en- os seus designios disse-lhe.
cantadora, c que com clia do nada a gente se po- E'S ah ura bello assumpto de discusso en-
de escandalisar. Ir ambas I Voco coudemna lodos os homens.
por causa dessa sinceridade que gost I Constanca justiflea-os. Eu esculo e sou ojui.
dola, respondeu Constanca. Nao aceiio juiz prevenido, replicou a fcloz-
Somonte icm alguma cousa que desespera, zelli. A Sra. j oulorgou o premio de razie e de
disse a duqueza. porque quanto mais franca viilude Constanca ; ha de ser contra mim !
menos a compreheiideni. E' o contrario de roc, ^e corlo, replicou a duqueza, porque roc
Cojisaiica Yerrier.
poa
GEORGE SAND.
i
Continuaro.
Convenhs, disse a duqueza a mademoiselle
rilidade dos terrenos ditos causados.
Na falla de luz, de calor, ou de electricdade, I
tambem nao reside esta causa d esleril'ulaae; rigorosa', que, resl'ituindo'-sc ao mesmo terre-
porque o sol nos enva hoje a mesma quanlidade ( no, esgolado e pobie, os saes que as colheilas
daquclles dous agentes, que enriara em oulro '
lempo ; a electricdade anda a mesma.
A causa da esterilidade reside em bera pouca
cousa : ella reside na dioinulissima proporcao
de elementos ou saes mineraes, que as colheilas
extrahiram do terreno, saes que fcilmente so po- j ma restiloe em forma de cinzaos saos que esta-
dera restituir com pequeo trabalho, bastando j vara as folhas. galbos e madeiras : ora, resti-
reslitui-Ios somenle na pequea exlcnsao doler-11u-los ao terreno pela queima ou deposila-los
pensara as fadigas do lavrador.
A segunda consequencia, nao menos lgica o
lhe roubaram. ello deve recuperar sua perdida
ferlildadc. Esla dedurcao lano mais incon-
troversi, quanto em realidade ella se roduz ao
mesmo que so oblcm por ma io queima da
derribada em boas Ierras; porquanto esta quei-
reno junto s raizes.
Com que contribue o terreno para a formarao
do vegetal.
Para se avaliar a parto com que contribue a
Ierra para a formacao das plaas neeessario re-
fleclr que eslas s podem receber seus princi-
pios componentes ou do ar ou da Ierra ; porque
ellas nao lem contacto com mais cousa alguma
que Ihes possa ministrar os principios necessa-
rios sua formacao.
nesso lerrono, Irazondo lo oulro lugar onde so
os encontr baratos, era definitivo a mesma
cousa : ninguoni melhor que o fazendeiro aralia
com eflcilo a importancia de urna boa queima,
anda que talvez nao pense que boa queima quer
dizer boa resliluico ao terreno dos saes que es-
laram comidos as madeiras, e que lhe sao res-
tituidos em foima de cinza.
Todos os processos tendentes a reslabelecer a
ferlilidade de um terreno, sejara ellos corolarios
s leis da natureza, sejam elles inventados pelo
, das
Ora, j icou demonstrado que o ar Ibes for- humen), lem rigorosamente de se reduzir a res-
nece o oxygeneo, hydrogeneo ^elementos consli-1 Htuir ierra os saes necessarios que ella tifio
tuintes d'agua], carvao, e mesmo azolo ou nitro-1 ccnliver. ou que livor perdido quando exhaurida
geneo, em mais de 900 millesimos do peso das1 por colheilas repetidas : perianto a primeira eon-
m rNi" d1l'Uf d j;""^ r,'ll("1"k" a S"'.'ilia ; a canlra ; porque os ps molbados nao sao o
m,j 11 i T"'e COm ** Huo COBUuuo' privilegio das Jlodonozas. neeessario
que Mantel con.ocar | ainda qne ac|,in nu,0 de y- com "
Adiiilu-lhe, acrescenlou Constanca, que se exposta as churas, aos ncvoeiros e aos soes ar-
disser mais do que c noccssar.o.faro. um barulho denles da mon.anba ; pola mesma razo do sa, -
que me d.spen.-ara do ourir. je ou do economa que as priva no calcado, pri-
Si ja assim replicou a Mozzelli. Anles vam-as tambora de chapeos. Apenas se dignara
quero que me diga isso. Nao precisava de ob- condescender corn as necesidades imperiosas da
servar-me tanto. coqnelterie concedendo-lhes ura chapeozinlio do
.... .... ., Ps'ba quo nao muito maior que urna moeda de
Historia la Sujihm Mozzelli. rem sidos, que se fixa no meio da testa ou na
INasc no Estado de Modena, paiz soberbo, : fraile esquerda, por meio de um cordio de la es-
oppriraido por um despotazinho muilo niu. I carate. I'aca idea de romo isso nos preserva e
Meu pao era una especie de esculplor, como a ; protege Mas, em compensaco, os homens tom
js cnnleiros um pouro deslros que! bons chapos de palhaou de fellro de abas largas,
explorara as ped reiras de Masas Garrir. Esses Esses res da crcaco pouco culliram atona;
sujeiios sebera imitar diversos modelos amigos oonlentam-se com'cxplorar as rochas c levar ora
e modernos. Estabelecondo casinholas nos arre-1 mrelas gigantesfaa pedacos de gesso que cm-
dores e mesmo nos flancos da moiilanha, lem I pregara por marmore." As mulheres se o'ccupam
lvre, onde pnrsm os viajantes, do producto dos campos; sao ellas quem trafi-
la Cupidos, ou Meninos Jess, I cara com ellos; mas, como as correntes sao enor
L'loras ou Madonas, uns erendo comprar por bai- mos, o a boa adminislraco do soberano julgou
que logo a primeira vista se conhece.
primeira visla ? disse Constanca com al-
guma malicia, cu julgava que a Sra. t'inha olha-
do mais vezes, antes do firmar a sua opno a
meu rospeito.
que quer ? a tranquilidade, na sua idado,
urna cousa lo rara c lao extraordinaria Mas
agora cstou muito certa. sabia tomo os sabios
da Grecia !
Torcausa de fiieza nos sentmentos ? re-
plicou Constanca com um sorriso de resignaco
um lano irnica.
Oh sim I ento protesta interiormente ?
exelamou a duqueza a quem nada cstapava.
Nao, nao protesto respondeu Constanca.
calumnou-me suppondo-me irritada contra a
nobre melade do genero humano : mas urna
razo de mais para roc advogar bem a sua cau-
sa e querer convencer o arcopago. Eallc, o que
censura lano aos homeus ?
O egosmo I respondeu a Mozzelli com fogo;
I esses entes amam-nos to mal que nao allendem
nossa dedicacao. E' urna l\,omcnagem legiti-
ma queaceitam, c ainda julgam fazer muito nao
a ropellindo como urna idolatra indiscreta e im-
portuna.
Onde vu voc isso ? disse a duqueza ; na
sua experiencia ?
Sim, na minha vida.
Quer que eu lh'a conle ?
E esperou mudar de conversa mudando de lu- Nao, disse Conslaucn.
gar. Leven as suas companheiras a lomsrera
cat ne salo.
Mas mesmo quando a duqueza nao sentisse o
sua coriosidade ou a sua desconfianca disperta-
rem, de que fallara e de que podem fallar tres
mulheres reunidas ? Bellas ou eifts, mocas ou
reinas, ricas ou pobres ,bo de sempre fallar cm
amor, proposito de si ou de outrem. s claras
ou com palavras encoberlas.
(*) Vide o iir.j n. 55. '
Porquo? receia que cu nao me conlenha
nos limites da conveniencia?
Nao, disse a duqueza, falla 1
Constanca abaxou os ollios, sonlindo, mas
muilo larde, ler esculado o seu bom coragao con-
vidando aquellas ditas mnlheres. Mas entretan-
to tomou o sou partido com espirito ; sentada ao
piano, impro7sou um recitativo dramtico, de-
pois do que disse canlra ;
Nao poderia vece contar-nos sua histo-
ria I
que ibes coinpram Cupidos, .
floras ou Madonas, uns erendo comprar por bai-
lo preco alguma cousa sofTrvel, outros. pensan-
do somenle ora levar comsigo urna amostra tra-
balhadadc nosso bello marmore branco, em re-
cordado de sua viagem.
Meu pacer muilo pobre ; eu, urna especie
de monlanheza de ps no chao. Heos iruios
usarara sapatos.
E' isso urna fecao caracterstica que comeca
a serie das minhas queixas contra o sexo mascu-
lino. Em .lodo o Estado de Modena, as [rontei-
ras da Toscana e no l'iooionti', as mulheres do
povo c mesmo as burguesas nao oonhocem meias
nem sapatos. E todava o terreno mi, os ca-
minhos pedregosos e as ollas monlanhas attra-
hcni chovas lorrenciaes. Se jamis o calcado
foi neeessario as mulheres. all cerlamente.
Mas, dizem-nos, desde a infancia, que muito
mais saudavcl nao usar delle ; que a humida-
de seca mais depressa na pello do que no couio ;
que o p muilo mais seguro nos lugares pon-
gos quando est descalco ; omlim, que urna
economa, razos (odas excellenies, nas que -se
vollam ora sentido contrario, qiundo se para el-
les, a agua um elemento que iudefluxa, as po-
dras sao objectos que terem.e os fortes sapatos fer-
rados preservativos contra os cscorrogos e as
quedas moraos.
Ora disse a rr a duqueza, eu nao vejo do
que voc se queixa Apezardisso, tcm voc um
p encantador e es defluxos nao lhe estragaram
a voz.,
porque ha gmcas de oslado, responden
nao
iniiilil mandar fazer calcadas o pontos, nos dias
de letra, v-sc as marg'ensda Magra ou de qual-
qucr oulro rio. habiliialinenle transbordado, as
mulheres de loda a edade arregacarem as saias,
pdrera os gneros na cabeea, e entrara na agua
ate a cintura, algumas vezes at o poscoco, com
ludo)o risco, e islo < m urna viagem dohora'c meia,
porque as correntes sao grandes e ocriipam mui-
las vezes um leito de una legua de largura* A
margem osla muilas vezes cheia de eslrangeros
advertidos dessa exhbicao, e quo vera de longo
paia assitirem franca e triste nudez dessas po-
bres mulheres.
Ento disse a duqueza & Constanca
continua cora o acompanhamenlo grave ? '
Nao, disse Constanca, ouro e eslou triste
Acho que nao se devem querer ignorar as mise-
rias e injusticas deste mundo.
Muilo bem disse a Mozzelli ; voc chegari
a reconhecer que us homens sao crealuras atro-
zes. Sabe o que (asesa esses viajantes ricos, es-
ses majestosos lnglez.es e osses'Eraocezos ama-
veis que rio margem do Magra nos dias de fol-
ra ? Olham para as mocas com olbos libertinos
e palavras indicantes ; zombam das pobres re-
inas e riera as gargalhadas da ma horrivel ma -
gioza. Em Indo isso nao h; um s homom capaz
de nos dar urna saia, a menos que... quando so-
mos bonitas...
Bem, bem disse a duqueza sem se vexar,
assim em toda a parle.
Consinja suspirn e deixo-j o piano.
I
Tou conlar-lhe, meu visconde,
Urna grande novidade ;
A nossa eterna cidade,
Creia que isto muito ccrlo,
Esl sendo um reo abollo.
11
Todos os dias se forram
As esquinas do cartazos,
A convidar os rapazes,
E mesmo os que vclhos sao,
Iheatrai lonlaco.
III
Esles cartazos, visconde,
Sao brancos, sao vermelbinhos,
Sao azues, e amarelinbos,
E sao por causa das coros
Na verdade tomadores.
IV
Oestes carlazes as ledras,
Pudem-se ler, avistar,
Ou da Sorra do Pilar,
Ou do caslello de Gaya,
E mesmo do Miragava."
V
Tudo sao divertiiiicnlos,
E nao ha raaos a medir :
A gente nao quer cahir,
Mas, emfim, somos moilaes,
Vamos aliaz dos jornaes.
VI
Estos canudos, visconde,
Todos os dias nos dio,
Urna sofrivel rucio
D'elogios singados,
E gratis s vezes dados.
VII
Tomos thoalro de canto,
A Mozzelli goardava silencio.
EnlioJ? replicou a duqueza.
Eolio, responden a Mozzelli, levantando-se
C dando, paluda e com os olbos ardentes alguns
passos no salo, foi por causa de saias, de sapa-
tos e de chapeos que abandouei a minha inonla-
nha, meu pai, c a houestdado da minha pobre
vida. Nao lnlia ainda quinzo annos !
Houvc ainda novo silencio que a duqueza n-
terrompeu pergunlando tranquillaiuemo :
Voc paseara assira o Magra ?
Desde a mais lenra idade, responden So-
phia com amarga alegra.
Pois bem, ento replicou a duqueza, se nao
tinha oulro meio de renunciar a osso estado de
naia.de..... faltou a castidade para proteger o
pudor?
A cantora eslava aeostumada ao tom zombete-
ro de madama de Evereux; sabia que ella era boa,
apezar da sua apparente secura. Continuou sem
se perturbar.
O meu primeiro amigo foi um bello pintor
barbudo o cabelludo, a quera amoi a primeira
visla e que me persuadi cm poucas palavras. Eu
era lo creanea que acreditei em um amor eter-
no. Elle me di/ia que eu ora lo bonita c cu,
tinha tanta experiencia o razio, que nao quera
saber mais para imaginar que elle nunca mo aban-
donara por urna menes bella.
Fui todava oque succedeu. Depois de me ter
dado, durante dous mozos, pequeos presentes,
e bellos passeios ao Piemonlc, dirigio-inc pouco
mais ou menos estas palavras : Minha querida
menina,sou toreado a dizer-te adeus. Sou filho
familia. Tenlio prenlos negociantes era Marse-
Iha c urna prima muilo feia com quem promell
casar por que muilo rica. Eu tinha apenas pe-
dido a meus pais que me consenlssem vir durer-
tir-nic ura anuo na Italia, antes do por a corda
no pescoco. A omina que me deram foi mais
que bstanle ; o que rcsla e nao pouco ah lica
para ti. I.evo'comigo apenas oque al^ulula-
inenle neeessario para lomar esta larde o vapor.
Tu bom sabias que os nossos amores nao
podiam durar eternamente e que cu um da ha-
va de casar-rae Coraprebendes que, leudo da-
llo a minha palavra nao posso fallar e demorar-
me mais.
E o que ser de mira ? pergunlei-lhe eu so-
lucando.
Isso nao comigo, respondeu elle. Aqu
.eslo Ires mil frsn os ; tons com que vcslir-te por
Iros anuos. Nao tons ra/o de queixa.
c Com effeilo eu no tinha raz'to de me quei-
ldioma llalnno, '
Que nos quer dar meio anno,
Notas grossas, notos finas,
Volatas e cavatinas.
VIII
Desla vez os dillellanl
Nao csto muito contentes.
Nao ha coreas, nem endientes,
Nem mystcrios, nem amores,
Nem bravos alroadores
IX
Eu posso passar sem missa,
E al sem banhos da Foz. '
Mas sem arias, sem rondes,
Sem ouvr gargantear,
Nio me possivelssar.
X
Ouando eu era ricassa.
Tire sempre assignatura,
Hoje, pobre crealura,
Vou sempre na companhia
Da priraniha dona Ira.
XI .
O que a mim me succedeu,
Succedeu a Podro Sem ;
Muila gente hoje nao tera,
Quji muilo figurou,
E era ricas seges andou.
XII
Temos tbeatro gallego,
Ouero dizer hespanhol,
E de la Purria del Sol,
D iurzuclas, d salero,
Cantonaste bolero.
XIII
Theatro que nao lem danca,
Me parece, doce enleio,
Janlar sera pralo do meio ;
Sempre fui desde creanea,
Muilo amiguinha da daiiQa.
XIV
Do minuete da corle.
Me recoido cora saudade ;
Fia furor nesta cidade,
Dancando, meu bem amado,
O celebro lundum chorado.
XV
O nosso povo, visconde.
Val goslando da zarzuela.
Recelo, por causa dola,
theatro italiano.
Soja infeliz este anno.
XVI
Temos theatro francez,
Bestos do caf-concerlo,
Julgo quo obro corn acorto,
Ouando creo piamc-ntu
(Jue poucos lhe metem denle.
XVII #
No cntanto, os bravos I roa ni,
Troara palmas desrogradas.
Temos bis, lomos chamadas,
Fallam coras talvez venham,
E oxal nao se detenham.
XVHI
Alcm destes temos mais
Dous thealros porluguezes,
One por falla de freguezes,
E por falta de vinteni,
Nao mediara l muilo bem.
XIX
Mas a mar inda enche.
Que a cousa nao fica nisto,
l'ois segundo tenho visto,
Acrobalas, cavallinhns.
Vio cardando palaquiuhos.
XV
Tivcmos touros na Foz,
Torera nao forara matreros,
Mais mansos do que cordeiros
Pilharam bem bom viniera,
Sem fazer mal a ninguem.
XXI
Torera o melhor da fesla
E o que lhe vou dizer ;
Ouem nos faz endoudecor,
yuem mais hrilha, quem mais ganha,
o bruxo d'Allemanha.
XXII
Tenho visto nigromantes
Com principio, meio c fin.
Mas um nigromante assim,
To cortez, to ligeirinho,
To feliz, lao perfetinho !
XXIII
Confesso que nunca vi,
E que me fez vacilar.
Toi nao posso acreditar
Que entre llerrmann e o mo anjo
Tonha havidu algum arranjo.
XXIV
Gallnha gorda ninguem
Como por pouco dinheiro :
Notou-se grande berreiro
Contra os procos, que elevaran),
E que era verdade escaldaran!.
XXV
Em breves dias se espera
A Bislori, a grande actriz,
A qual, segundo se diz,
E consta por toda a parle,
E a rainha da arle.
XXVI
Finalmente vamos ter
A grande actriz porlugueza.
A qual, com loda a certeza,
C no nosso Portugal,
Nao consta lenha rival.
XXVII
J v, pois, charo visconde,
ue uo ha razo do queixa.
Quem de diverlr-se deixa
Tom lalvez a seu pezar
Estragado o paladar.
XXVIII
E dzera cerlos rales
Que ha crise coraraercial,
E quo o Deve e Hide harer
Causa espanto, faz tre.-jer ;
XXIX
Qual historia meu visconde,
Nao acredite, pois ha
Muilo. dinheiro por c,
Menos no meu mcalheiro,
Que nao avesa dinheiro.
XXX
Aleos, visconde, que Deus
O livro de gente loria,
De mos rizinhos da porta,
E das furias, do rigor
Do soulior recebedor.
[Braz Tizana.)
zar. Elle fazia bom as cousas, c a minha queda
fcil o prompta, resultado de urna confianca ce-
ga e tola, provavelmcnte nao valia lodo esse di-
nheiro.
Mas eu julguci do oulro modo. Nao sci que
orgulho que em mira despertava pela primeira
vez na minha vida, persuado-mo que o meu
amor por osso rapaz era alguma cousa mais que
todo esse dinheiro, e que querer pagar esse amor
ora um insulto. Alegremente e sera reflcctir ou
tinha partilhado o seu bem estar e acceilado os
seus presentes ; julgava-mc sua companheira e
sua egual.
Quando me fallou em salario, comprebendi
o meu opprobrio, c sera receber a sua esmola,
deixei-o para correr do lado do mar, onde me
teria cerlamente alrado se elle nao conosse atraz
de mim.
Ouando vio que eu nunca tinha feilo calcu-
lo algum. quando comprehendeii que eu real-
mente o hara amado, parecen tambem amar-me
e paroce-roc que nunca rao abandonara. Arre-
diioi anda nello e mais do que antes. Houvc um
mal entendido entre nos. dizia eu comigo. Elle
pensou que ou so o seguir pelo seu dinheiro. E
como eu era franca, tnha-lhe confessada impru-
domcinenle que, se elle pobre, eu nao teria que-
rido mudar de miseria juntando a minha i sua.
Mas tornando-me sua companheira, eu havia
sentido o amor em loda a sua plenilude, c elle
nao tinha comprehendido que o meu coraraosen-
lia a neeessidade do amar a tinha forras para is-
so. Julgara-rae ambiciosa e entupida, capaz em-
fim de abandona-lo por mais alguns prsenlos e
luxo. Agora que ra o meu desesperu e o meu
despreso polos soccorros que me havia offerecido,
devia amar-me de oulro modo.
Jurou-meque eu nao me enganava, que era
assim que sentia-se perdidamente apaixonado por
mim, que lodas as suas primas podiam espra-
lo e os pais arnaldicoa-lo.
Passamos ainda um moz a adorar-nos. Ello
era bello, tinha espirito, carcter amarel ; agora
que hei alravessado o mundo e visto homens de
todas as condces conheco a vulgaridade dos
seus sciilimenlos e das suas maneiras ; mas cu
nao era culpada do julga-lo assim nesse lempo,
c amava-o cem urna admiraro sem limites.
[Continuar-se-ha]
PEHN. TVP. DE M. F. DUFARIA. 1360
ILEGVEL


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