Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09007


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Full Text
AMO IIUI. HDMERO 56.
Por tres mezcs adian'ados >$0O0.
Per tres mezes vencidas 6$fj00.
QUISTA FEIRi 8 DE MARCO DE 1860.
Por anuo adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENC VRREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Parahiba.oSr.AntorioAlexandrino de Lima;Na-
tal, o Sr. Antonio Marquesda Silva; Aracaty, o Sr.
A. de Lemos Bragi;Cear,o Sr. J.Jos deOliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimarfies; Piauiy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas, o Sr.Jcrnnvmo da Cosa.
PARTOA DOS JORKEIOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
urieury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Bio Formse, Una, Barrciros,
Agua Prola, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos oseorreios parte mnsIOhoras da manhaa.)
AUDIENCIAS DOS TKIBUN'AES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco : trras feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgO.
7 La cheiaasl0horaso2 minutos da manhaa.
14 Quarlominguaute as 6 horas e 49 minutos da
manhaa.
S2 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa
30 Quarto crescento as 4 horas e 33 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 6 horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
5 Segunda. S. Theofilo b. ; S. Gerissi^o.
6 Terrea. S. Olegario b. ; S. Colleda, v.
7 Quarta. S. Thornaz de Aauirro b._dout. da gr.
8 Quinta. S. Joo de Deosfundador. s,
9 Sexta. S. Francisca Romana viuva.
10 Salrtrado. S. Militao e39companUoj_rosmm7
11 Domingo. Ss T.ndido e Hera
PARTE OFFICIAL
GOYEB.M) DA l'HDMMIA.
Ecs]int-lios lo da S de fevereiro
llequeriwentos.
952.Francisco Botelho de Andradc v. n. 854
Volle ao Sr. inspector da ihesouraria de fazen-
da jrara mandar pagar sob niinlia responsalilida-
de a qnanlia de 29:915^000. na ronformidade de
ras inf.irmaioes de 25 c 28 do corrente, sob n.
2l>2 e 210.
953.Antonio Joaqun Pereira, ex-prara do
exercito, pedindo transporte para a provincia da
Baha.Dirija-se ao agente da companhin hrasi-
leira de paquetes a vapor, a quem 3e expede a
ordem necessaria.
954.Antonio da Silva Gusmo, offorendo ven-
der para os arsenaes urna porfi de costados de
a marello.informe o Sr. inspector do arsenal de
marinlia.
955.Bellino Gnnralvcs do Espirito Santo m-
sico do 9." balalhao de infantaria, pedindo a sua
baixa, aceitando-se-lhe a qaanlia de 433^336,
rorrespondenle a parte oc quatro anuos e quatro
mezes que Ibe f.tltam para completar o lempo de
servico Indeferido.
95t>.Dionisio Cavalcante Pereira, reqnerendo
se mande remover do presidio de Fernando para
urna das prisoes dcsta cidade o preso Manoel Pi-
nheiro Dantas, de quem procurador, alim de
entrar no jnlgamenlo do jury.informe o Sr. Dr.
juiz municipal da 2." ara.
957 Flix da C.unha Tcixeira, pedindo cerli- da estrada da Viclori;
dao da informacao dada pela Ihesouraria de fa- ">l(,'''in da reparticao i
senda sobre a ficenca que o lupplicante e outro 987.J. Soum A; C.,
pedirn) para render o terreno demarinha n. 103
em Fura de Portas.D-se-lhc.
958.Joo Domngues da Cruz, V. n. 534
Use do meio competente.
959.Joaquim Arsenio Cintra da Silva, decla-
rando, em cumprimento do despacho de 20 de
agosto do anno passado, que exigi a satisfacaos
da lerceira condi.o do contrallo celebrado cm
Arsenio forliinado da Silva, para poder ronce-1
der-se-lbe a exonerarlo da flanea que prestou ;
queessa rondlco lira satisfeita cm a communi-
caro, que I he consta fora dirigida pelo ministro
do Brasil em Patis.Informe o Sr. inspector da
Ihesouraria provincial, leudo vista a com mmi-
ca 5o inclusa do ministro em Paris.
960.Joaquim Jos de Oliveira, pedindo ser
alistado no exercito.Apresente-se a inspecrao
no quartcl general.
9lil los Nieocio da Silva, professor do lalim
mlilido ao gymnasio, pedindo urna gratificaran
pelo exercicio de secretario interino da directora
geral da inslrucco publica Indeferido.
962 JuveifCl Temporal, platicante da Ihe-
souraria provincial, pedindo dous mezes de li-
cecra.Informe o Sr. inspector da Ihesouraria
piw inrial.
963.Manoel Jos dos Sanios Portella alferes,
pedindo se mande certificar pela Ihesouraria de
fazenda a qnanlia que o ex-commandante do des-
tacamento da villa de Garanhuns, capilo Joao
Antonio Cardozc receber pelo fornenmcnio de
luzes ao respectivoquarlel; assim como quanias
eram as luzes diarias fornecidas, e o prego de ca-
da garrafa de a/iile.Como requer.
964.Tasso & Irmaos, consignatarios do bri-
gue Helena, naufragado nos baixos de Mararaj,
no ltio Grande co Norte, representando contra o
capilo do porto que condemnou o capilo do di
lo brigue ao pagamento de soldadas s pessoas
da Iripolaco, a requerimenlo dcslas.Informe o
Sr. capilo do porto.
Oficios.
965.Do Exm. presidente do Rio Grande do
Norte, pedindo duaa bandeiras de Riele para a
fortaleza .dos Santos Reis Magos.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
900. Do mesmo, pedindo o fornecimento de
diversos objoctos para complemento dos que sao
necessarios a lancha e escaler construidos no ar-
senal de maiinlia tiesta provincia para a capita-
guc/.ia de Agua Frea, devolvendo um ollkio di-
rigido ao respectivq juiz de paz, que alli nao
ha aclualmenlOypor ler sido anuuladas as elei-
5es.Informe o Sr. Dr. juiz de direilo interino
da remarca do ltio Formoso.
979.--De Joaqaim Pereira da Silva Duro,, sub-
delegado do 1" dislricto do Allinho, termo de
Caruar, pedindo a sua exoncraco.--Informe o
Sr. Dr. che fe de polica.
98o.--Pedido de fardamenlo para os recrutas
em deposito no quarlel do Hospicio.Forneca-se.
1. de marco
Requerimientos.
981.Antonio de Barros Correia, v. n. 603.
A vista dos documentos que acompanham a in-
formacao do juiz de paz presidente da junta de
qualilicacao, nao pode o supplicante ser consi-
derapo morador na freguezia de Pao d'Alho, nem
lomar parle na qualilicacao della.
982.Antonio Aprigio da Ciinha Mariel, pedin-
ditidO ser alistado no exercilo.A presen te-sc
inspercao no-quartel general.
983.Joo Pedro Pereira de Evaristo, idem.
Apresentc-SC inspercao no quarlel general.
981Feeldm Brothers, emprezarios da Ilu-
minadlo a gaz, pedindo o pagamento das pres-
laces vencidas de tres mezes; e que so ordene
ihesouraria que nao demore o pagamento das
que se forein vencendo.Informe o Sr. inspec-
tor da ihesouraria provincial.
985.Henrique Jos Bentoda Costa, v. n. 898.
Si-ja submeltido ao governo imperial.
980.- Joaquim Pedro da Rocha Cavalvanli,
propondo encarregar-sc da conservaco de parle
da estrada da Victoria.Informe o Sr. director
das obras publicas.
pedindo pagamento dos
medicamentos que torneceram ao Dr. Antonio
Agripino Xavier l\rcira de Brito.Informe o Sr.
inspeclor da Ihesouraria de fazenda, cerlo deque
os medicamentos foram fornecidos ao Dr. Brilo,
Horneado para preslar soccorros mdicos no mu-
nicipio de Cimbres.
9t8Manoel Theotonio Guedes Madureira,
pedindo ser alistado no exercito como volunta-
rio.Aprescnte-se inspecdio no quarlel ge-
neral.
989.Tilo Augusto de Albuquerque Porlo Car-
reiro, cx-radete do exercilo, pedindo pagamento
do fardfttuenlo que se Ihe ficou a dever.Informe
o Sr. in..peclor da Ihesouraria de lazenda.
0//tctos.
990. Do Exm presidente da provincia da Ba-
bia, Iransmillinilo a correspondencia original Iro-
mande dar baixa da companhia de aprendiz.es me-
nores do arsenal de guerra a seu filho Vicente
Ferreira d'Assumpcao, que sofire de tubrculos
pulmonares.Informe o Sr. director do arsenal
de guerra.
1010.Mnoel Antonio de Moraes, recrula de
marinha, allegaTTdo nao poder servir por solfrer
de golta.Remetlido ao Sr. capilo do porto pa-
ra considerar na inspecrilu.
1011.Rosa Maria da'Silva, pedindo admissao
de 2 ftlhos menores na companhin de aprendizes
do arsenal de marinha.Retnc-uido ao Sr ins-
peclor do arsenal de maiinha para mandar admil-
tir os monores.
O/pcios.
1012.Do inspector da Ihesouraria de fazenda,
devolvendo o pret das pracas da guarda destaca-
da na villa de Pao d'Alho, mandado pagar pelo
despacho n. 697, adra de que seja o respectivo
recibo passado ao Ihesoureiro daquella reparticao.
Itemeitido ao Sr. commnnpanle superior" da
guarda nacional do municipio de Pao d'Alho,
para reformar o pret pela forma indicada ueste
oicio.
1013.Do mesmo, declarando em cumprimen-
lo do desdacho n. 969, que se acha realmente ex-
tinelo o crdito para pagamento dos vonci raen tos
dos oIBciaes de que trata o lente general com-
mandanle das armas.Votte ao Sr. inspector da
ihesouraria de fazenda se fez a pedido do crdito,
visto achar-se esgolado o que for aberio.
1014. Do inspector do arsenal de marinha,
declarando, que, coni quanlo nao sejam absolu-
tamente neetssarias que otTerecc vender Francis-
co Tavares Lima, todava se pode elTeclunr a ac-
quisic.io da de sicopira, pela vantagem de ler-se
alguma para occorrer a qualquer emergencia.
Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de fazen-
da se ha crdito para a compra smente da sico-
pira.
1015.Do mesmo, apresenlando a conta, na
importancia do 93j00 ruis, das bandeiras de si-
gnaes para o lelegrapbo da torre do Collegio.
Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
1016.Do commandantc do presidio de Fer-
nando, declarando, em resposla a exigencia de
29 de dezembro ultimo, que acha razoavel a gra-
tifiraro animal de 50 ris por cada braca qua-
drada de terreno que fr cultivado no tina.In-
forme o Sr, inspector da Ihesouraria de lazenda.
1017.Do procurador fiscal interino da fazen-
da provincial, pedindo se d providencias para
se fazer ell'ecliva a cobranca de dividas, porque
cada en ni o director do arsenal de guerra daquel- sao rcsponsaveis pessoas" residentes na corle ;
la provincia relativamente falla que no desla porquauto o procurador dos feilos d'alli nega-se
t ncontrou-sc no panno carmezim que d'alli veio a esse servico, allegando que lhe prohibido.__
remetlido. e na aniagem que o envolva. Infor- ; Informe o Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda ra-
me o Sr. director do arsenal de guerra.
991. Do lenle general coinmandante das
armas, v. n. 89.Volle ao Sr. inspector da Ihe-
souraria de fazenda para mar.dur pagar sob mi-
nha rcsponsabilidade.
992.Do mesn o, transmittiiido o requerimen-
lo do capello da reparticao ecclesiaslica do exer-
cilo Fr. David da Nalividade de iNossa Scuhora,
1 que pede qne seja annullada qualquer ordem que
iciiha expedido para n consignftcfto de parle df
seu sold nesla provinca ; pela impossibilidade
de remetler opporlutiamcnle da provincia do Rio
Grande do Sul, onde vai servir, a cerlidao de
vida*Remetlido ao Sr. inspector da thcsourdria
de fazenda para considerar sem ell'eilo a ordem
de que se traa.
993.Do mesmo, declarando, que por ler sido
rccolhldo ao arsenal de guerra o rrloglo que per-
tcnceu ao exlinclo hospital rrgimenlal e que
pedido para o actual hospital militar, nio pode
preslar a informacao, que a respeito delle se
exigi.Informe "o Sr. director do arsenal de
guerra.
994.Do inspeclor da Ihesouraria de fazenda,
solicitando se lhe decate pela Ihesouraria pro-
vincial o que acerca da gratilicacao, que ella diz
ter sido arbitrada ao professor te historia natu-
ral do gymnasio, L. J. Brunel, rom retribuicao
do trabalho que lhe
fora incumbido de colltgtr
nia do porlo daquclle.Informe o Sr. inspeclor! Pe' centro da provincia amostras de Ierras para
do arsenal de marinha. serem remeltidas V secretaria do imperio.In-
967. Do lenle general commandanle das ar-' forme o Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial,
mas, informando o requerimenlo em que o cap- i 995.Do dicrelor do arsenal de guerra, decla-
tao do 8. balalhao de infantaria Joao Antonio ,n"do. em referencia ao despacho n 882, que j
Cardozo pede pagamento da quantia de 36^300 fo1 I"18 n
que dispendeu na sua marcha rom ?. mesma ll"s I1*'10 cnsul de S. M. Brilannica, cuja impor-
compannia da villa de Garanhuns para estacapi- '"'Ca vai mandar recolher ihesouraria de fa-
(al.Informe o Sr. inspeclor da ihesouraria de /cn',n Pni seu conhecimcnlo.
lazenda. 996Do inspector da Ihesouraria provincial,
968.Do mesmo, declarando parccer-lhe con- devolvendo as contas do aluguel da casa que ser-
veniente clevar-se a 80 ou 100 reis a graliflcacao Vl> de quarlel na villa de Barrciros, cujo paga-
anniial de 50 rtis que o commaudanle do presi- i ment, na conformidade do aviso do 1." de de-
dio do Fernanda julga sullicienle por rada braca zembro ultimo, compele Ihesouraria de fazen-
cional.
1018.Do regedor do pymnasio apresenlando
o pedido das 40 camas de ferro, q mandar vir de Franca Volle ao Sr. regedor do
gymnasio para calcular o cusi do pedido.
1019.Pedido do coinmandante da eompanhia
ixa de cavallaria, d lios de algodio e azeite de
carrapato para luzes uo corrente tnez, o de 8 vas-
souras de cipo.Forneca-se.
1020.Do commaudanle do forle do Buraco,
de una resma de papel almaco,Forneca-se.
41021 e l22.Do mesmo emmanle e do fo.ilc
do Pao A na relio, de azeile de carrapato e fio de
algodo.Forneca-se.
Addilamenlo.
1023.Requerimenlo de l.auriana Maria do
Amparo, pedindo se mande transferir seu filho
Amonio Flix do Espirito Sanio da eompanhia de
aprendizes ruarinluiros para a de aprendizes do
arsenal de marinha.Informe o Sr inspeclor do
arsenal de marinha.
i6 -
Dilo ao delegado Iliterario
:a:
ENCARREGADOSDA SUBSCRIPCAO NO SIL
Alagoas, o Sr. Claudino Falciio Dios ; Baha,
Sr. JosMartins Alvos ; ttio de Janeiro^o Sr'.
1--. __.._ ., > t
J0S0 Pereira Marlins.
)EM P1RNAMBUCO. f '
rietarijfedo diario Manoel Figueiroa d
suajfvfanaprara da Independencia ns.
e.
volvendo rom a
Jos Antoni
treguo do
ment de 30
Dito ao de
vendo com
Herculano d
de con (orn id
30 de j un lio d
Rosa Maria
lhe seja entre
plenle recib
do anno proxi
Vistos nos a
branca de ord
Gloria de Coi
Luz, idem id
Victoria, ide
Baixa Verde, con
bro e dezembro!
Curato da S de*
brea Janeiro.
de Iguaross, de-
nca o atteslado do alumno
de Mello, para lhe seren-
ade com o art. 55 do regi-
o de 1859.
Horario de Bezerros, devol-
o atleslado do alumno Jos
nca, para lhe ser entregue
o' art 55 do regulamento de
uerimentos.
a de Albuquerque pedindo
confnnea, medanle o com-
appas do 3 e 4" trimestre
ado.Como requer.
s dos professores para co-
pondentc a Janeiro.
f^^nlente a outubro, novem-
i, correspondente a outu-
conuflfi
sustentar a alia diguidaae de jua
prema. .' _^-
Comprchendo que com unrfiouc
l'^'y.-. '"* hia atlri
'i^0"^ dotTi
le rrefiexao, pro,iutf
esquecendo a realidade das cousas, possa alguem', j de>se
mfsmo calholico, edmprazer-se
.%
i"y paravras, que ^Htr^feri.i dito.
i loria tido deiisoBapi n^u leria
elle^iao pidcria, e uu#dWTo po-
enli-los ef-
s. possa alguem; t\anv.^0^sxvi meioVtteWarad*
ante esla^ys-LrfcazKilt. ..* ^ *
sfi|* a quem J^.^slo m,J>*s Irmas appareceria
amntese do- s nm< iiludT.tns nr r.i^.J ..rnk..i
tica hypolhese do pai commtim dosJiCis, quem D*sTo7ndo'Js |rova'
seus hlhos. sempre respeilosos, antRtes e do- s1B[s, Iludidos por f
ce.s collocam esponttieamenle n'uma siluarao i*com'pnetranam
tatito maismag.iil.ca quanlo e le tet-se despo- ailifts; alteradas, fa
jado de ludo para felicidade delles, de sorte que UcadVsido masou me
nao lendo mais a oceupar-se de seu temporal,
possa esclusivanierilo empregar todos os seus
cuidados na salvacao e perfeicao das almas.
Comludo devieis logo suppor que esta trans-
formicao proposla nao era sem perigo, e que es-
te pretendido melhoramonto cubra algumas con- ra, etirp"soW?'e^?^liriTr-:t'1s'a
scquencias desastrosas; porque de sbito mam- de novo"'ergue'r'm.17) niTTtrao
leslaram-se dous sysleinas. cuja reuniao nao dei- SPU sacrilego di"
xa rnais lugar duvida : os applausos unnimes nolium muin"
de lodos os inlinigos da egreja. a dor profunda
*^
jiijtf 1 -.*-. ,
O mesmo teti'nle-genrfal declara para scien-
cia da guartiicao e devruo eir'ito*qii'e"nesla da-
Dii'ccloria geral da iiislrucnto publica.
EXPEDIENTE DE 16 A 29 DE FEVEREIRO.
Dia 16.
Officio n. 22 ao presidente da provincia, infor-
mando que recusou por o visto no atteslado do
professor publico do Cralo da S de Olinda Ma-
ximiano Narciso Sobreira de Mello, porque jul-
gava que em vista do numero das fallas, s a S.
F.xc. compe'ia apreciar sua justificacao, c que
quanto ao procedimenlo desse professor, se refe-
conta do armamento e correiarne ped-;,;l aos ollicios que a directoria tem dirigido a pre-
M.i^au m.u. .1. .--------Videncia.
anadiada de terreno que se cultivar.Informe o
Sr inspector di Ihesouraria de fazenda.
969,Do mesmo, rogando se ordene o paga-
metilo dos vencimentos do corrente pertencentcs
aos ofliciaes reformados addidos aos corpos, aos
ofiQciaes do corpo de sade e aos empregos do
hospital militar, e das fortalezas e ao amanuense
do delegado do ciruigiao-uior, cujas consignaces
eztinctas.Informe com urgencia o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
970. Do Dr. chefe de polica, solicitando se
mande pagar ao delegado do termo de Sanio An-
da.Informe o Sr. inspeclor da Ihesouraria de
fazenda.
997.Do mesmo, devolvendo, pelo mesmo mo-
tivo, as contas do aluguel da casa que serve de
quarlel uo destacamento da freguezia de S. Be'nlo,
Informe o Sr. inspector da ihesouraria de fa-
zenda.
998.Do engenheiro fiscal da estrada de fer-
ro, pedindo pagamento de despezas de viagens
efiecluadas servico no mez de Janeiro, na im-
poitancia de 82^466, que foi reduzida pela Ihe-
souraria a de 59240. Informe o Sr. inspector
to as gratificares que lhe competem por haver d Ihesouraria de fazenda.
apurado 7 recruias, Informe o Sr. inspeclor da 999. Do mesmo, pedindo pagamento de seus
Ihesouraria de faz rula.
971. Do mesmo, declarando, em cumprimen-
to do despacho n. 873, perlencei provincia do
Ccar o sentenciada Simplicio Dias Nones, de
vencimentos relativos ao mez de fevereiro Ite-
mellido ao Sr. inspeclor da Ihesouraria de fa-
zenda para mandar satisfazer.
000. Da cmara municipal do Becife, rogan-
cujo transporte pedio pagamente a eompanhia do que se mande reparar a rampa do caes da al-
brasileira do paquetes (n 240).Remedido ao fandega.Informe o Sr. director interino da re-
Sr. agente da eompanhia brasileira ;de paquetes paitico das obras publicas,
a vapor para haver a importancia da passagem 1901Da cmara municipal de Iguarassfi, com-
na provincia do Cear, a qunl perlence o sen ten-1 mullicando haver constituido seu procurador pe-
Ciado. ; ranle a Ihesouraria provincial, alim de receber a
972Do mesmo, remetiendo a conta da des- quantia destinada para o cemiietio, o baeharel
de/a feita no trimestre de oulubro a dezembro Silvino Cavnlcanti de Albuquerque.Remellido
ultimo com o sustento dos presos pobres da ra-' a o Sr. inspector da Ihesouraria provincial para
dea do termo do Bonito, na importancia de 188g i seu conhecimenlo.
Remetlido ao Sr. inspector da Ihesouraria pro-1 1002.Da do Tacarat, pedindo a creaco de
vincialp.ua mandar pagar, oslando em termos ma escola de primeiras ledras na freguezia de
lgaos.
973. Do mesmo, declarando que 0 delegado
do termo de Calimb inforniou haver naquelle
Fazenda Grande. Informe o Sr. director geral d
inslrucco publica.
1003.Pedido de fios de algodo e azeile de
termo urna collecloria, que comprehende igual- tarrapalo para luzes no corrente mez no quarlel
mente o da Boa-Vista, em opposicjio s imforma- (|a eompanhia de artfices. Remetlido ao Sr.
coes das thesourarias de fazenda e provincial que director do arsenal de guerra para mandar for-
declararam o contrario.Informe o Sr. inspector necer.
da ihesouraria provincial. 2
!>7 Do director do arenal de guerra, apre- fequerimeulos.
sentando a conla, na importaancia de 999400, do 100i.=Major Carlos Felippe da Silva Muniz e
-tafcl comprado para a cobcrla do docel do pa- Abren, como procurador de Jos Luiz Rodrigues
lacio. Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de Franca, representando contra a duvida proposta
fazenda, I pela ihesouraria de tazenda, ao despacho de 24
975.Do presidente do conselho administra- de fevereiro, que prorogou a licenia concedida
tivn para fornecimenlo do arsenal de guerra, pe- ao referido Franca.Informe o Sr."inspector da
dindo se resolva sobre a duvida em que est o Ihesouraria de fazenda sobre a duvida que lem
Conselho acerca da compra da bandeira para o 9." quaiu) ao despacho de 24 de fevereiro.
balalhao de infantaria ; porquanlo, marcando a 1005. Kpifanio de Souza Leo, veja n. 532.
respectiva (abolla a quantia de 16i$600 por urna, Passe-se patento.
se mais a do 8';J para orna-la com o offi- IO06.Padre Florencio Xavier Dias de Albu-
1 1 ge
cialalo do cruzeiro, com que condecorada a
daqoelle corpo.Informe o Sr. inspeclor da Ihe-
souraria de fazenda.
976. Do juiz do paz presidenle da junta qua- parte da primeira das loteras concedidas em be-
liQcadora da freguezia de Tejucupapo, remellen- nelicio do recolhimenlo.Remellido ao Sr. Hie-
do copia da lisia da qualilicacao dos votantes. soureiro das loteras sem prejuizo das j recom-
Volte ao Sr. juiz de paz presidenle da junta qua- mondadas.
querque, capello do recolliimcnto da villa de I-
guarass, pedindo a extraccio, ordenada por des-
pacho de 20 da agosto do anno passado, de urna
litlcaderfl da freguezia de Tejucupapo para ojun-
iar a acia da organisaco da junta.
977.Do vigario da freguezia de Barrciros,pe-
dindo se resolva acerca de Ires duvidas que ex-
poo relativas ao registro de Ierras particulares.
-Informe o Sr. delegado interino da reparticao
especial das Ierras publicas.
978.--Do subdelegado de Io dislriclo da fre-
107.Joo Tiburco Nunes Soares, ve)a n.
722.Volle ao Sr. director do arsenal de guer-
ra para mandar admitlir o menor, de quem se
traa.
1008.Joaquim Jos de Carvalho Siqucira Va-
rejo, veja n. 902.Aguarde a concessao do cr-
dito.
1009.Luiz Peroira d'Assumpcao, pedindo se dar seu parecer.
21
Dilo n. 23 ao moitno, declarando em virlude
da ordem verbal de S. Exc. para indicar a direc-
toria officialmenle tres das escolas proposlaspara
o sexo masculino, cuja greaco seja mais ttrgen-
le ; que avista do artigo 51 da Ici regulamentar
da inslrucco publica, devem ser creadas, urna
na freguezia de Una, outra em Taquuritinga e
oulraem Itapissuma, nao sendo menos necessa-
rias as oulras cuja creaco j se lem proposto e
reclamado.
Dito ao Dr. Antonio Epaminondas de Mello,
enviando-lhe a portara do governo de honlem
datada, em que o nomeia delegado litlerarioda
freguezia de Sanio Antonio desla cidade.
Dilo ao Dr. Luiz Antonio Pires, enviando-lhe
a portara do governo de honlem datada, em que
S. S.a nomeiado delegado lilterario da fregue-
zia de Limoeiro.
Dilo ao vigario de Sanio Antonio desla cidade, \
parlicipando-lhe a nomeiaco do Dr. Antonio
Epaminondas de Mello para delegado lilterario
daquella freguezia.
Dilo ao lenenle-roronel Severino Alexandre
Villarim, communicaddo-lhe a nomeacao do Dr.
Luiz Antonio Pires, para delegado lilterario do
Limoeiro, e agradecendo-lhe o lempo que oceu-
pou o dilo cargo.
23
Officio ao regedor do Gymnasio Provincial, para
que informe sobre o conlcudo no incluso officio
do padre Joo Jos da Costa Ribeiro, rom data
do Io do corrente, que devolver com a dita in-
formacao. *
24 -
Dilo ao mesmo, para informar sobre a materia
da ptlico inclusa de Luiz Jacques Brunel, de-
volvtndo-a competentemente informada, em
cumprimcrilo ao despacho da presidencia de 15
do corrcnlc.
Dilo n. 24 ao presidenle da provincia, decla-
rando vista do despucho de S. Exc. de 16 do
corrente lancado no ollicio do vigario de Ouri-
cury, que em virlude do ollicio do delegado de
polica daquclle termo de 3 de Janeiro ; a direc-
toria em dala de i do corrente havia ofOcado ao
delegado litlerario respectivo, para que com to-
da a urgencia convocasse o conselho de dislriclo,
e informasse sobre a aceusacao que solTre o pro-
fessor publico de inslrucco primaria, Manoel
Francisco de Souza Peixo ; aguardando aquella
informacao para opporlunametite levar ao r.onhe-
cimenlo de S. Exc.
26 -
Dilo ao director da sociedade dos Artistas, ac-
cusando a recepro do mappa dos alumnos que
frequenlaram o anno passado as aulas daquclle
eslabelerimento, solicitando a remessa trimcnsal
dos ditos mappas do ora em dianle.
Dilo ao secretario desta reparlico Dr. Francis-
co Pereira Freir, declarando que a presidencia
em dala de 15 do corrente communicou a esta
direcloria ficar inleirada de que S. S." por
doenie nao poda exercer as funcQes de seu
cargo.
Expedienle dn secretario
Dia 25.
Officio S commisso dos Drs. Yilella e Jos
Soares, enviando-Ihes as pelices do professor do
Rio Formoso, Antonio dos Santos Vital, e do ba-
eharel Manoel Pereira de Moraes Finheiro para
DAS ARMAS.
Quartel seirr^il docominaiido das
armas de" Pgriiambuco, na ci-
dade do HtP?tV, 3 de mareo de
ORDEM -DIJi.N. 361.
O lenenle-general commandanle das armas de-
termina, que ligue ajftida ao 10." balalhao de iu-
fanlaria a 1.a comp 17ia*djj^Sj" da mesma arma,
que honlem njl *regn>ssou da villa de
Ingaseira a esla capital^} qiie sejem desligados
do 9." da mesma armaos, oflieiaes e pravas do
8. balalhao perten^enTeT''" eompanhia regres-
sada.
-general de
di vrtfo elVif
la conlraclou nos termos d.i imperial resoluto
de 27 de novembro de 1853 o msico paizauo
Porfirio Lima da Silva Mello para servir por Ires
anuos na banda de musita do referido 10 bala-
lhao naqualidaie de rnKsico'.de primeira classe,
percebendo, alm do_s vencimentos que por lei
lhe competirem, o premo^de 150$ rsV, de confor-
midade com o decreto e regulamento do 1. de
marco de 1858. .,,.-
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Con forme.UrrarfakjotHptiiil Correia, lenle
aiudanle de ordens/^mimmando.
ORDi#DO DA N 362.
Dia 4.
O lenenle-general, coinmandante das armas,
faz publico, para conhecimenlo da guarnico e
devido efTeilo, que por portara de 2 do corrente,
em conformidade do aviso do ministerio da guer-
ra de 13 de fevefeiro ultimo, maudou a presi-
dencia considerar sem efTeilo 3 nomeacao do Sr.
alferes do 9." balalhao de infantaria Xilderico Ci-
cero de Alm ar Araripe para o lugar de aldante
do director da colonia militar de Pimenteiras.
Faz publico igualmente o aviso do mesmo mi-
nisterio dh> 6 do referido me/, relativamente ao
preco das esleirs a que leem direilo as pracas
dos corpos do exercilo.
AVISO.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra em 6 de teve/riro de 1860. ltra. e
Exm. Sr. Declaro a V. Exc. para seu conheci-
menlo e governo, que o preco das esleirs a que
liverem direilo os corpos do exercito fic.a eleva-
do a quatro ceios ris, e bem assim, que osle
artigo ser fornecido aos mesmos corpos por meio
de compra aulorisada por esta secretaria de es-
lado, i, vsla do pedido que lhe fr remetlido,
cpssando a pralica de entregar-se em dinheiro
aos corpos a importancia das ditas esleirs.
Dos guarde a V. S. Sebaslio do llego Bar-
ros. Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Assignado. Jos Joaquim Colho.
Conforme. Berardo Joanuim Coiveta.lenen-
te-ajudanle de nrdens do commando.
UllDEM DO DIA N. 363.
5
O lenenle-general commandanle das armas faz
publico para conhecimenlo da guarnico e devi-
do efTeilo, que o governo imperial houve por
bem, por aviso do ministerio da guerra de 14 de
fevereiro ultimo, permiltir, que troquem entre
si de commisso, os Srs. doulores em medicina
Ernesto Feliciano da Silva Tacares e Gustavo
Adolfo de S, contrariados pelo mesmo ministe-
rio, aquello para servir nesfa provincia, e este
na do Maraiihn ; o que conslou de- officio do
quarlel general do exercilo de 22 do dilo mez.
O mesmo lenenle-general determina, que fi-
que desligado da eompanhia fixa de cavallaria
desla guarnico. o Sr. alteres do 10. balalhao
de infantaria Henrique Carneiro de Almeida,
qne durante o tempo que funecionou no conse-
lho econmico da mencionada eompanhia servio
bem e com dignidade, como acaba de declarar o
respectivo commandanle era ollicio de 3 do cor-
rente.
Assignado. Jos Joaquim Colho.
Conforme. lierardo Joaquim Correia, te-
nenle-.ijudanle de ordens do commando.
egreja, a
dos sacerdotes e liis Emquanlo na protestante
Inglaterra iriumphanlemente assignalava-se vos-
sa publicando como dobrando o signa I de morir do
papado,e.-vi nossas cidades os calholicos enconlra-
vam-se por loda a parte com os olhos cheios de
lagrimas c apertavam-se "
queixas.
Nao vos fez refliclir, a vos, calholico, este es-
pectculo duplo?
Talvez, na slhceridade de vossa boa vontade,
vos perguntasseis como propdsicocs lo Iressu-
d.inles, vosso ver, de esplritualismo, poderam
produzir dous pffeilos lo contrarios vossas
ideas : eu vou dizer-vo-lo.
Propondes que o suinmo po
jado, ou segundo vos, desempe
poral lal como; o possue ha mil anuos o mais,
alim de que mais livremenle possa entregar-so
seu ministerio espiritual. Pois bem, eu IJuero
fazer-vos ver que precisamente sua liberdade de
aeco, lo ndispenssvcl tnisso, que reeebeu
de Nosso senhor, Qcaria muilo exuosta, muito
pparecertam em brove.e
ill.ujflidos por falsos prophelas, spenas*de
; deste mudo as verdales
Isili cadas, desacreditadas.
onos sustentadas pelas [ni
ptejus geraces, seriam abandonadas pelas se-
Kuihtea ; deslemndoo mundo, que no IV secuto
espantou-so um dia dcscrariano, leria de espan^
tir-se breve, dejis d-> d^oilo seclos de f. d
achar-se descrijnle/o. Salan, o principe di menti-
las ruinas, pudrria
o co e pronunciar
seu sacrilego desalio : Super astro Oei einltnbo.
solium mcum*:.. Similis ero Kitissimo. [Isaas.
Apresso-rne adiz^t>-niuilo alla__e firtnemcnli- >^
que era lodos p's.-caos. estas e3p**?.inras>a^rli* ^
vas, e que aAgmossa do Sfiffljor prevarceri :
i'ortw iufcr.igion precalebunj^-^ *'- ''

3 suffocaiido as im^V.idejrjoSu!, ais naturezi i inspira-las ao*
"^'j1'no'JpMla Ji'^ih! vossa publicac.o, ini-
irnpViiderioVaii'ftiL ile
'ili^r^.1^0 "y^0"1 a OeTis?
"THi ce^p por sb que el les a leem tanto ap-
laudido.' E' linda'fior isso que os christos sin-
ceros, [ifni tmidos,' foram to magoadamenta
sobresjrlfaiios. ,. <
.Vur^un^de ficto, nao ha mesmo nesla leme-
raria supposico, nem meio de triumplio para
. Ji \ns, etn motiva de desanimo para oulros* Se 11
niihce seja dosg>- Providencia permjHisse que una nova prava fos-
nhadodeseu mu- seacrescenladj s ininiin.'ravc^mvas da ii-e-
ja ; si, o q
Zfit Deus o sa(
-aujt padre:
devesse ser unj di.Tmornenlanemenle pmado d
sua soberana temporal, essa raesme Providencia
infinita em seus modos de obrar, suscitara como
sempre'rrfeios apropriados s cireutnslancias, pa-
ra fazer brilhar aos olhos dos povos o purofacho
compromellida. e algumas vetes impossibjClada da f, para mat.ler na undade 03 verdaJeiros
na postcao necessariamenle dependente, -que Ihos da igreja e conservar a paz prometiiJa aos
queris assignar-lho. 1 homr.ns de boa vontade
Assim, desembarace por esta vez a queslo de Ign-lmenle, com urna confianca inabalavel
todos os oulros tnteresses, bem que nao os des- qe repitiremos em nome da santa egreja as pa-
conlieca, e nelles se cncontrem considerares lacras do propheta : Connregamini pnpnli el
minio peremplortas contra_ vossas conejusoes. vineimini. Inite contilium el dissipabilur, lo-
Detxo de fallar aqu em dueitos augustos, que os ^ui^nni cerbum, el non fiel, qnia nobisecm Deas.
snculos consagraran] ; no esplendor com que nos- Izaias. VIH 10 e 11).
les lempos de materialismo devem ser cercadas
as cousas sagradas ; na animacao dada a revo-
luci, esse iiiimgo gigantesco das sociedades
modernas ; e no prejuiso causado a todos os po-
deres da Ierra pelo enfraqueciraenlo, e, em cerlo
sentido, pela destruirlo do maior d'enlre elles ;
agarro-me esle ionio s, o que ni ais nos loca,
aquello, cuja importancia nao ha quem desco-
nheca a liberdade espirilnal dt sanio padre
no governo das aunas, c digo que lhe propondes
a ruina.
Qual na egreja o cargo essencial do sumrho
potitilice ? ramiter intacto o deposito das dr5ii-
liinas reveledas, conservar pura a f, sem a* qua i
ninguem pode salvat-se, e encerrar na unidaile
de seus infalliieis preceilos lodos os liis derra-
mados sobre a Ierra.
E misier pois que o chefe da egreja possa sus-
tentar em ludo e por lodos a verdade contri to-
dos os erros o direilo contra todas as injusticas,
a virlude contra todas as desorden* quaesquer
que sejam osj fabricantes deasas desordena, os
autores dessas injusticas e os apostlos desses
erros. E esle o carcter emminenle e sagrado do
poder espiritualnao fazer distineco de pessoas
depender smenle de Dos, ser orgo incor-
ruplivel de sua lei, e, sendo em ludo para lodos
o instrumento misericordioso de sua inexgotavel
caridade, poder, segundo a neeessidade, dizer
igualmente a todos, com una invencivel inde-
pendencia, o formidavel non licet.
Oh quanto uestes dias de lurbaco inlellec-
lual o de abalimento moral esla livr'e munifesla-
cao do verdadeiro e do justo necessacia ao
mundo, mesmo por seus interesses desta vida ;
Se pois a torca irrcsistivel dos acontecimentos
humanos conduzissem sobre a egreja esta lem-
peslade, a mais lemivel do lodas, ella a supor-
tara e Irumpharia.
Mas ha razao alguma para que calholicos lhe
proponham com instancia que aprsenle aos I aros
da escravido as toaos consagradas liberdade u
mais pura e a mais perfeila f
Ah parecis to compadecido pelos incon-
venientes suporfiraes. que aa Sanio Padre pode
suscitar o governo temporal, e nao feriis cuida
do da dura e fatal servido, em que o precipi-
tis! Sem duvida alguma, cotivin evitar quan-
lo permtlem as cousas deste mondo, ludo o que
pode tancar o odioso sobre o ministerio das al-
mas ; mas convm tambera aeaulelar-se de
apouca-lo o desconsidera-lo aosUioss do unos ;
convm principalmente evitar o que embaraca-
: lo-hia a poni de lonia-lo impossivcl.
Detudo o que precede eu concluo, em opposi-
cao lodos os vossos raciocinios, que este minis-
terio espiritual e sagrado do ponlilicado supre-
1 mo seria inevitavel e canslaniemenle exposlo a
em baragos funestos, se nao fosse protegido.
principalmente na liberdade da palava, por essa
soberana lemporal, que queris sublrahir-lhe.
B que lhe perlence por tantos oulros ttulos.
F. misier pois conservar-lh'a lal, como esl.
Vos dizeis-nie que itnpossivel.Eu respondo-
( vos mu claramente que nada disso creio. esern
entrar em urna disettssao poltica, que nao seria
I lalve sem perigo ; que nos levara muilo longf*.
' e que. aletn disto, nao de minha competencia,
: lenho e conservo a convieco invensivel que para
i fazer entrar Santa S na plenitude de seu >o-
mas quanlo principalmente ella necessaria s der soberano e para nella ma'nte-la em paz, pro-
almas, para sua sanlicago no meio de lautas ; ciso e basta que Franca o queira com essa verda-
i isctnaeOes, que seduzem, de paixoes que era- de absoluta, que nada resiste.
V Pei>ro-Lhz, bispn d'Arras.
EXTERIOR.
A carta de monsenhor bispo d'Arras ao aulor
da brochura Le Pape el le Congrs foi ha pouco
posla venda. Com ludo a Patrie poda desde
honlem tarde discutida e analvsa-la. Nao per-
gunlarcmos esta folha onde e como achou ella
um exemplar d'um escrfplo, que anda nao acha-
va-se 110 dominio do publico no momento em
que o refulava. Soinenle devenios protestar coti-
lla a exactuto de sua analyse.
Refular-lhe as objercoes mais do que intil,
bastando citar a caria Jo monsenhor bispo d'Ar-
ras, moslrarmos que M. Limayric tenia do balde
morder tacs paginas.
Eugenio Vetiillot.
0 >t"7>o de Arras, ao autor dn brochuraLe Pa-
pe et le Congrs.
Arras 3 de Janeiro do 1860.
Senhor.
Honlem, pela primeira vez, li vossas quaren-
la e seis paginas, e siuto-a neeessidade de diri-
gir-vos sem demora serias observaces, alim de
que una-se vossa publicarn ttmn'imporlancia,
que nao comporta tima opiniao particular.
Vos sois calholico, assim fazem suspeitar as
formas profundamente respetosas de vossa lin-
briagam e de mentiras que desviam !
Assim a primeira liberdade necessaria ,i egre-
ja a da palacra, de que carecem lodos os mi-
itislros, principalmente os.bispos, liberdade.de
que emmiiiuntemenlc e toda iuteira precisa o
chefe.
E necessario que o papa possa transmitlir on-
de, quando e como quer a palacra de pontfice,
que para lodos nos a palavra de Dos. Esta
diifiisao livre da palavra de verdade na egreja
o que a eirculaco do satiguc em nossos cor-
pos, nina condico de vida.
Ora, se o papado preencheti sem interrnpeo
al o presente este grande e divino ministerio,
foi com o socc.orro de sua soberana temporal
que o fez sempre e para com todos.
Seto duvida pode-se nao obstante e poJe-se
anda embaracar algumas vezes em certos paizes
a cotnmunicaco da palavra apostlica algumas
provincias, mas slo apenas urna cadeia par-
cial temporaria ; a palavra doutrinal nao deixa
de ler sido pronunciada soberanamente, e can-
nicamente promulgada. Tarde ou cedo ser re-
petida por lodos os eclios do mundo calholico.
Ao contrario, stipponhamos que esta palavra
de salvacao podesse ser suffoeada em sua origem
e a vida estacionada 110 coraco A idea s desta
perlurbaco nao vos penetra de espanto ?
Ora, nao poderia ser de temer esle perigo in-
menso na siluarao em que propondes collocar a
[L'niversS. Filho'.
DIARIO DE PERNAMBCQ.
Honlem nao houve sesso d'assumbla pro-
Na sesso de atite-liontem foi approvada em
4.a discussSo por haver sido aprescnlada urna
emenda na3.*, um projecto do anuo passado ele-
vando cathegoria de villa as povoaces de Pa-
pacara e S. Beulo, desla provincia.
PERNAIV1BUC0.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
3.a SESSO OUDIN'AltIA EM 6 DEMARCO DE
1860.
Presidencia do Sr. Bardo de Camaragibe.
( Concluso. )
Sao ldos, julgados objeclo de deliberacau e
mandados imprimir os seguitilcs projeclos :"
<.< A assembli legislativa provincial de Per-
nambuco resolve .
Artigo nico. Osengcnhos d'agua, Mossii|e;
e Tapir da freguezia de S. Lourenco da Malla.
licam restituidos a de Iguarass, da qual foram
Santa S ? Sabemos de que modo os governos desmembrados, revogadas as disposices em coti-
podem usar deslas pronibigoea lerriveis ; de que ; irario.
modo podem fechar lodas as vas publicidlde e
prohibir-lhe e quebrar-lhe todos os inslru-
menlos.
Fazer lal contra alguna bispos em urna medida
restricta para urna queslo especial, um duro
constrangimento, mas nao morle. Porm se la
Paco da asscmbla legislativa provincial de
Periiaitibuco, 2 de marco de 186!).Joaquim Pe-
dro Brrelo de Helio llego.
A asscmbla
nambuco decreta :
Arligo 1." Fica
egislaliva provincial de Per-
toes que se prendem subsiancialmenlo ao inleres-
se das almas, cotuprelieudc-sc que desasir e que
marlyrio!
Com ludo, em faci de dotitrinas religiosas nao
eslo os governos exposlos a errar '! -Nao poderia
algumas vezes haver certas cotuplicages entre
os dogmas sagrados e os clculos politicos '? Por
ventura um grave erro de crtica nao poderia lor-
nar-se em certos casos, o estandarte de um po-
deroso partido ?
E* principalmente por oslas cireutnslancias que
foi dilo aos successores dos apostlos que guar-
dassem (cimente o deposito da f, depositum cus-
todi, decilans profanas vocum novilales, ele. ;
>': para esses das de seduccao e de trevas que o
legislador divino ordenou-lhes que jamis per-
millissem que fosse apagado ou mudado um s
guagem ; mas sois independenle, como so advi-
nha pela estravagancia temeraria de vossos sys-ljola da lei
temas. Eslaes de boa f, o que drve crer-se al I O papa fallar pois cnto afim de ronfirmar
a prova do ronlrario, porquanlo o diseis, o pode seus irmos na verdadeira f ; mas se as polen-
rrer-se, visto a ignorancia, no que respelare- cias, cujo protegido simples elle vier a ser, nao
ligio, na qual nos dias hodiernos vem-se mer-
gulnados lautos espirilos d'elile. Podestes illu-
dir-vos ; porque podesles faze-lo nanitas un-
iros, e precisamente afim de dissipar essas il-
luses que eu quanto antes vos escrevo una pa-
lavra. por isso que ellas sao perigosissimas.
Todos os vossos raciocinios resumem-sc nes-
le : Pouco importa que o sanio padre, como so-
berano lemporal, tenha mais ou menos poder ; o
que importa que sua soberana espirilnal seja
bem plena e possa ser ejercida sem embaragos ;
ora, para islo misier desempenha-lo de lodos
os deveres compromcltedores di poltica, lirar-
he lodas as condices malcriaes, que conslituem
a forga dos oulros soberanos, e deixar-lhe ape-
nas a auloridade moral medanle largas conlri-
Ibutgdes tellas pelos poienci-js caiholicas yara
concedida ao Instituto de
viesse a f.izer-se contra o chefe da igceja por ques-i agricultura, fundado nesla provincia por S. M. o
Imperador, urna subvenco annual V dez coti-
los de res por espago de dez anuos.
Arl. 2." Ficam revogadas as disposices era
contrario.
Sala das sesses 6 de marco de 1860.:-.
Manoel do ftascimenlo Hachado Portella.
A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco decreta :
Arl. I." Fica elevada a cathegoria de villa
a povoagao de Panellas, que denomnar-se-hj
Villa nova da Imperalriz
C Art. i." Esla villa comprehender em seu
municipio, todo terreno circumscriplo as dms
freguezias de Allinho e Quipapi.
Paco da asscmbla legislativa provincial do
Pernambuco 6 de marco de 1860. Francisco Ct-
tirana.Joo Braulio Correa e Silca.Rufino
Augwto d'Almeida.
ll-'tnetlido commisso de consliluigo 1
poderes o diploma do Sr. depulado Joaquim
Eduardo Pina, aprsenla ella o seu parecer opi-
nan lo pelo diamntenlo desse inembro, o qual
approvado.
Achando-se na ante-sala o Sr. Eduardo Pina,
introduzido com as formalidades do esiylo,
presta juramento e toma asseuto.
L-se e approva-se sem discussao o seguate
parecer ;
A-commisso de polica a que foi presente o
projecto de reforma do regimcnlo da casa pre-
sen lado na sesso de 17 de marco de 1859 pelo
Sr. depulado J. de Barros Brrelo de parecer
que o dilo projecto digno da consideradlo d 1
assembla, pelo que deve ser submejlido di?-
cussao, ns qual sero devidamenlo apreciadas as
suas vantagens.
Sala das commisses da asscmbla legislativa
provincial de Peruambuco 6 de marco de lbo.
adiarem sua palavra conforme seus iuteress >s
ou seu goslo ; si, vista, da sabedora humana
ella lhes parecer inoportuna ; se emliui esta con-
sideradlo indefinida e dominante, chamada razio
de esiado, as levar a sulloca-lo, credos que, po-
dendo, nao o fariam ?
Nao fallemos da humiliaro tlolorosa. porque
passaria a primeira auloridade do mundo. Res-
Intijatno-nos, como annunciamos, aos nicos in-
teresses da doulriua da salvaoo.
Eiito, enlo, o que acontecera '? O erro s
leria o direilo de fazer-se ouvir, s elle gozara
dos favores to procurados do poder e do poder
incalcuiavel de lodos os gneros de publicidade'e
da liberdade espantosa de mentir impiinetnente.
Enlo nao s o orgo supremo da verdade divina
Picara mudo para o mundo, mas ainda podor-sc-
^
*
ILEGVL


* a>
DIARIO DE
1 .
!>.>.... ,,, ijiii n.Fiiiiii, lilil S ICnilMil
pedindo ;i iseuco do pagamento! da
lias : entretanto depois de a e ti ai

Uarao dt lumai ayibM.-^-^on.a CateirTW.
J'ortella.
ORDEI1 DO DA
Entra cm segueta oisrusso e apprnvada sem
debate a emenda que eleva a ratheguria de villa
a potoacn de Papacara com. denomina, o de
villa do Ilom Conselho, a presentado cm torce ira
diseusso do projeclo que igualmente leva a vil-
la a povoacao de S. lenlo do lermo de Gara-
nhuns.
Primeira discusso do projecto n. 30 de 1658,
que isonia do pagamento da decima por tem-
io de 6 anuos as propiedades aonde eui esla-
belecimeiiios Slarr & 0.
O Sr. li a fino d'Almcida pede que se llie dem
informaoocs acerca do |>r.>jpcto em discusso,
porque nao pode conipicliendcr as razos que
ii.ilitam cm sen favor.
O Sr. Carnciro podidas.
O Sr. Pereira de /.'rifo : Sr. presidente, o
auno passado trie tle tratar sobre o atojarlo, qno
se_ acha hjfe rm discusso, e moslrel que em
miaba opiuiao era ni patronato escandaloso que
se quera dar aos peticionarios; demunstiei,
ue como aquello eslabelceimeolo do Sr. Slarr;
muitos oulros exislom na provine!, eque a dar-
60 esto rasjmpfo, dcvoriauaoS ento abranger lo-
dos os outros cstabelccimcutbs guaes. jNSo llo-
vido que em algtim lempo ns devesscnios
isentar do pagamento da dticma ostejestabi-le-
ciinento do Sr. Slarr, que o lizcyj^^og romo a
f uuia industria noa no pai/, mas na adualidade,
> no poni cm que esl esse lionicm om urna
lorluna rollossnl, irinos iionlar do dcimas o
sen elaiielerfuienli, at pa.ope**B.eWisorio,
pcrmitla-lHIhA casa que imj 6 diga.
Si i,i porverftffra a i-nro dejia^autjto de
lt"iUilo o que va* dar animarn* ao esflWeleci-
lo-Sr. Starr I Nunca suppuz que alguem jiou-
vesse que na poca actual, avaiiQtssc un ssjnie-
Ibante absurdo, permilla-se-me dizc-lo. u
0 Sr. Garntlro da Cunha- Muito obri-
gado !
O Sr. P. de Drito : Quando vemos aqui cu-
tio dos ii iiliaies de liuvas que toem urna ehou-
pana em que moral, nao se levanta nina .- voi
a decima para
pois de &-e 6 anuos de divi-
da de declinas, sua casa pesia eiu praca, e ca-
sas pobres despojadas da nica cusa que leem
para se abrigareoj das intemperies das estacoes !
II Sr. Caiiiiro da Cunkfu: G caso nao do
e sillonas.
, U .Sr. I', de Drito : Para un: homem como
i 'i'' fortuna collossal pode-se urna sencao
ri tirilla, posso assim dize-lo, mas se passai so-
melhanlc precedente, o Sr. Mcs$^ia e Bulra,
Kowiuin e outros inuios*, viro pedir iguaes
iscncocs, c a assembla est na rigorosa obliga-
ran ile dar-Ib'as.
S tibores, una mesquinharia de 23TJ$000 ou
ou 300$000 que se quer dar ao. Sr. Slarr o isu
por iini pairo nato.
/ m Sr. Deputa do : Do quotn '?
0 Sr. Carnt.ro du Cunha : lien.
0 Sr. P. de Hiiio ; I! nie&quiuho mesma
Iralarmos de qucsloes desla ordem, lano mais
oiiiii ja demonstre! que o Sr Slarr lian precisa
desla ennolla ; ouiios esiaheletinionlos esli
lois no caso de merecer scfteTnanlu favor e nao
edem, e assim, senbores, 6 preciso qno lance-
oos fura desla casa ii ros pedidos intempestivos,
ule vt'igonliosos, o por cousequencia voto contra
o projeclo.
0 sr.Giranri : Sr. presidente, como o lion-
! lo membro que anlecipou-se a pedir inorma-
acerca da ulilidwle oeslj projeclo, larobem
ilesejei pedi-las, mas vendadme salisfeilo nesla
i re, nao acontecen assim coni as inorniaces
que nos foiam dadas.
0 honrado depulado signatario do projecto,
:.....lueno imrecer da conimls.-ao acbavnm-
.- erasadasas razos que i-ram pedidas; cu puim
]uc ah nada vejo quesaiisfaca, passo a expender
as consideraces, porque recuso-lhe o mcu
V(.l(l.
Eulcndo, Sr. presdeme, que n assembla pro-
vincial nu ic\i.' conceder isempco pedida;
entend que assim devemos proceder, porque in-
ii huma razao justilicaliva aprsenla Slarr quede-
> amos concede-la
As i-oiiMilt u.voes apreseiiladas pelo honrado!
1 ilado o Sr. Dr. Drito, certameiiic siio muito]
valiosas paia que i.io consfivomo-nos duvido-
sos acerca di dectsu que deviaraos tomar.
Ku vejo, Sr. presidente, queso coucedermos!
aSiait ossa iMinM;.rio do decima de seu estebe-
locimenlo, lodos os oulros estabelccimentos lero
eguaes di re i tos, pedindo-a .'i alcam ,.i-la ; e pora
qui nao vejamo-nos na uecessidade de desfalcar
--.-i m os cofres pblicos, liraudo-lhos reedimen-.j
i's de que lano carecemos, ou entao de um dial
cslabelecermos anu um precedente q-ue outro
dia nao poderemos respeilar; poi r-ssas i -
oes que altamente influem no meu animo,
voto contra o projeclo que se discule.
Su podesse assogurar que Starr Si C. a nao se-
ren isemptos dessa dcima viriom a soTrer gra-
ves prejuixos, seriam mesmu anieai;ados de al-1
guma quobra, eu receio lano as qm liras, porque
sei o mal que ellas Irezem no coiuinercio, sem
duvida ai-una Ibes prestara o meu voto. Has
se a lio isso al irrisorio, o creiomesmo que sel
Starr & C. nao eslo no caso de pagar decimas
de um eslabelecimento lo imporlaute, que por
i.-so inesmo devedar grandes lucios, lambem es-
labelecimento algum est no caso de o fazer. Se
isto c exacto, parece-me que nao devemos ler o
menor acauhamenlo em votar contra urna tal
isenq ao.
v'' ciilrclanto poi novas consideraces que ps-
sara ser opresenladas ao juizo da casa, mosirat
algum honrada membro a utUdado que delta
tiramos, eu duvida nenhuma. leToiem dar-lhe o
inou vol : einquanto, poreni, assim nao aconle-
' r, esqueeamos as eousideriei'e pessoaes, al-
tendamos no bem publico, o [acarnos cahir esse
i nojeclo.
II Sr. I!rundan:Muilo bem.
Encarradaa discusso e posio votos o projec-
to, i: regetlado
sao approvadasem primeira discusso sem de-
i tc as posturas das cmaras municipaos de bo-
nito, Garanhuns e Villa Helia.
U Sr. Sonsa Carrnho reiuor dispoma do in-
; rsli 0 para serem dados paia ordeili do dia as
posturas hojo approvadadas em primeira dis-
cusso.
A casa adoptou o rcqueriinonto.
lsgolada a maloi a,
0 Sr. Presid ale designa a oidom do dia c le-
vanta a sesso.
REVISTA DARIA. !
Chegando nossa seiencia que um caixeiro
da rasa do AsHey vv. C. fdra preso por fados pra-
- n i armazm dessa casa, factos de defrau-
da*8o, m que sndavam iiwtvidas vnrias pes-1
seas mas como cmplices, procuramos enda-
ga-lo, e em seguida consignamos n'esta Reuitla
as inform.-uoes obtidas acerca riellc; sem preven-1
rao .lignina, como sempre praticamos Poste-i
nrmenle, porm, oulra pessoa que se dlzra me-
Iher informada, e rm quem confiamos, sugge-
rio-nos a Iguns esclarec me irlos, que favorecan
io autor e ateouavan e fado na gravidade que
se llie dava; e pois, no nosso posto de nao ag-
gravar intenctonalmenlc as siluacoos. nao nos
leinorn-os om leva-Ios ao cnihec'iuienlo do pu-
blieo como urna repara cao, se por ventora
n'aquillo lioiivesscrnos commeiiidn algnma iu-
.liscripcao, nao ralendo isto portento ao Amigo
da Ja-tira, como pretende.
Todava, como pessoalmerrtc podamos contie-
i'i do estado da qm-slao, pozemo-nos a par dol-
a, e vollinos no din seguate a oceupar-nos do
de sua malcra ; o que don lugar nrre-
paco exaiada no eommunicado do Amigo da
Justira publicado honlcm, e t qual nu respon-
demos logo pela lona aianla.Ia em que nos fui
i i llorido eommunicado entregue com instancia
para a respectiva publicaco Incontinenti.
0 I uto de que se Irata, e que lia chsmado a
iltemao publica sobre si. por cerlo da maior
gravidade para o enmercM ; e a sua innnceii-
lacao prodiisn.'i como oli'eilo directo o lirarem as
- uornu,i iciaes subjoitas a doraudac.jes dia-
'. COBi abuso de ronjnoa.
Gcrrn oli'eilo, a passar 0 precodenlf, inculcado
honena e innocentemente felo Amigo da Jnsli-
fi, ile poder um caixeiro receber gratifleacoes
dos treguezes da casa, mal iiam oseommercian-
los; porque n'eslc caso s os caixeiios ganha-
rian de commum com os gratifcantei que em
laes coiijunduras infinitas et vmerus Mg a
numerosa e honrada classo dos caixeiros ftnjhe-
ce porfeitamenle os seus de veres para nao espo-
sar essa exlravaganie llieoria, e menos admiilir
M-mellianlos nsinuacOos que sement podei
pordo-los.
L'm caixeiro nao pode o ncm deve, sem que-
lira do sua dignidade o detrimento dos interesas
lo iMlra.i, receber graligeaces dos fi^guezes da
casa ; poisque isto importa uma te.nalidade dou-
i-ada, que, dcixando de parlo a Iheoria ahi ana-
tomizada, devemos notar quehavemos vilo mui-
tos divertimenlos ou paf;tempos em escripias ;
mas na xerdadu e nuvo o e que se trata inescii-
lemente. Com effeilo, lancar-se4tno do um li-
vro limpo, n'clle atinr-sc cotilas de debito e cr-
dito a commerciaiites couhecidos, na devida for-
ma cummercial, e submetl-los por tal forma As
contingencias do serem obrigados a pagar o que
MiguelFelicio ta Suva Jnior, bienio, solieiro,
25 anuos ; tubrculo pulmonar.
James Kelly, branco, solteiro, 33 annos ; febre
amarelia.
Auna, parda, 7 mezes ; dyarrhca.
Hospital dk cahioaok. -- E).islem 67 ho-
nao tovem, como em caso de succosso. e uma mens, 55 mulheres nacionacs, 1 homeui cslian-
PERNAMBDCO. QUITs'TA FEIBA S DK MAUQO HE 1860. V^'
V^
2^.
invoiicoonginalissimis. seno re^juinle do mal-
vorsaco, que bem moroco um breret.
A escriplurac.io comprohende o livio diario,
caixa e os borradores; osla perfeilamonto arru-
inada, o delta consta as dedueces que fazia Gu-
bian do effoctivo proco das fszendas, e como
eram repartidas: confessou que a csrriplura^ocra
porelle foita.eque quando para aqui veio, ape-
nas liouxe o dnheiro nocessurio para suas des-
pezas ordinarias, poisque nao veio estabelecer-se
como iiogociaulo, mas om arranjar-se como cai-
xeiro ; que apenas reeobeu de sua mana residen-
te tin l'oilugal algumas romessas do dinheiro,
que pouco exceden de um conlo do ris, decla-
rando que essas romessas llio eram foilas por
man particular, e nao por saques, sem que (os-
sem encontradas cartas dessas romessas : depo-
Serara uas teslemunlias. declarnndo uma tel-
las que bavia comprado a Gubian em urna parte
de fazendas um. laido de algodozinho, de que
passeu letra, que fo^achada nos papis, e oulra
que havii comprado 'Mil loilo casa do Aslley
urna pono de cliaDis, o dopois Ii
geiros, 2 hornera escravos, total \-o.
Na tolalidado dos doentes existom L alie-
nados, sendo 33 mulheres c 6 honiens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto, as 8 horas da mnnhia, e pelo Dr. Dor-
nellas s 8 horas e 1/4 da urauha.
afiTlo Gi^bian, explicando por esle modo o Ii
, li\rosJ3Tnjpan i-oiaiii adiados pape
de Guliian I
nto__vg^acona doslos chales sa achava nos
jWl>iaii Foram adiados papis de dous
escravdwin nomo da mana de Gubian ( e no con-
'' "'" ttjtt, fez, era oxpicsso que nao podeiia
negociar cm seu nonio ) assim ionio que possuia
brilharilcs. acedes de companhias, mobilta, ele.
Nao s porianlo a escriplinai.o da casa, como
| aquella dos cmplices ou co-rcos podem fazer
t piova, confrontada cum a do caixeiro ; o esta-
mos que a parlo nao carecer do insinuaco iso-
JURYDORECifE.
PllIMEIRA BSSO.
DIA 6 0R MARCO.
Presidente, o Sr. Dr juiz dt direito Bernardo
Jachado da Costa Doria.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. tramite,
Leopoldmo de Cttsino Lobo.
Eterieo o Sr. Jodo SaraivadeAraujo Calvaoo
Pella a chamada,verillcando-se oslarom presen-
tes 44 jurados, o Sr. Dr. presidente do jury, abri
a sesso s 10 o 112 horas.
Poram multados em 20 cada um dos Srs. ju-
rados que nao comparecern sesso.
Estando barra do tribunal o reo preso Joa-
avia vendido quii Hamos, o Sr. Dr. presdeme do jury fez
proceder ao srtelo do conselho.
Foram recusados por parle daju-tica os se-
n liores.
Dr. Manoel Francisco Tcixeira.
Dr. Manuel Morcia Guerra.
Dr Jos Flix de Brito Macodo.
Plorano Jos do Carvalho.
Ignacio Jos da Luz.
Hy poli lo Machado Frciic Tcri
Juaquira Gercino do Hesquils]
Joo Nunos da Fonseca Galvo.
listando a barra to tribunal oreo Francisco ao Iraliallio de folhear essi
Antonio das (.hagas, pronunciado no art. 201 do suas copias. A s um n
S%?T.%hrr f,;rido-. Anlrio Francisco ac nm< ^^ p^ol^a^s.-
d.^Z^ 7 Wr"iaTlVeidciMi0 d,i ni reddi.ie ruerunt lilleraa la, dio. 6SeJteni-
nfv Z/,rs*,d. ?r- Dr- pres.denle do luis anni pretorili conscripta, una cum libello re-
lona Vtoeciet ao sorloio do conselho de sen- i lal.onis ad comitia Deputalorum, ut vocanl. cir-
l';; mr, ,. : ca uegolium qnod in illis discutieodum proponc-
"""' rccusadus por parlo da jusUca os se- tur de matrimonio civili.
Legisumma cum vohiplale doclam illam re-
lalionem, ac debi>o Tib ex corde gratulare, quod
rom totam lali vi ac pcrspieuilale comploxus
l'ioris, ii l non nisi hominesaut nullius, anmala'
i loi adhtic poisisloro possiul in promovenda le-
ZSZTX.Zr* '-C-s, incnlea^W
Silva.
.." ---------------------g "" ~ I-----------------------~_ ^--.- ....vil. voiiuu
i raelhanle respeilo. Jos Rodopano dos Santos. t
Opinamos semelhdnlemenlo com o Amigo da Carlos Augusto Lins de Souza. /
lusiira. quando diz que um homem, que apre- Foram recusados por paito dodvoga
sonta fortuna sem procedentes, mrreca a alten-1 os Srs. jurados :
cao do publico oda polica ; mas para completar Dr. Jos Joaquim do Moraes Navarro.
a sua idea, permita que accroscenlomoslenlia Itr. Aureliano A. Pereira de Cana:.,
tile viute ou cincoenla a anos. Dr. Lugenio A. do Coulo Iteliwit.
I.in coiiduso, devenios de novo dizer que o Dr Manuel Cocino Cinlra Jnior.
intuito da rodacao dj Ue aisla smenle registrar; Podro Celestino Mindolo.
us lados criminosos ou importantes que se doUoo da Cruz Macedo.
nopaiz, como Be faz em lodos os lugares onde L'lysses Juiiniano do Oliveira
nhores
Dr. Manoel Moroira Guerra.
Dr. Firmiuo Antonio do Souza.
flelarmino do Reg Barros.
Claudiauo Xavier deOliveira.
Floriano Jos de Carvalho.
Joo Nones da Fonseca Galvo.
Joo Jos do Albuqiicrqoc.
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Jos Rodopiano dos Santos.
_ Foram recusados pela defeza os senhores :
Francisco Joaquim do Olivcira Baducm.
Dr. Jos Flix do Brito Macedo.
Dr. Manoel Eqedtao do Rogo Valenra.
Jos Bleulerio de Azevedo.
Antonio de Moura Rolim.
.Invino Eplphaoio da Cunha.
Dr. Manoel Coolho Cintra Jnior.
Carlos Augusto l.ins de Souza.
Manoel Jacintbo Pereira.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
Joo da Cruz Macedo.
O conselho do soiilcnca foi assim constituido ;
Antonio Manoel Kslovo.
Aureliano Angosto lYroira do Carvalho.
Auzuslo Palor Cesar.
Joo Clementino Coolho Calanho.
Joaquim anuaria Poreira do Brito.
Iii.-to Jacorne de Araujo.
Joaquim dos Santos Azevedo Jnior.
Ignacio Rento do hoyla Jnior.
Joo Jos de Carvalho Jnior.
Francisco Xavier da Fonseca Coulinho.
l'odro Celestino Mindello.
cotos ;
ce-Ios do
como npaniguador de dis-
mas lo correr dos lempos logrn conven-
e-ios ac que um senlimenlo mui diverso o guia-
a, c que jamis o crime enconlrou guarida om
sua sombra.
1 geadeo exitiali lum conjugio Ipsi, tum roipubl-
ci', tum so-idati univeisai, lum reclaj polilica,
Esto systcma de proverbial acqoiescencia lo-
dos que o procuravam ; o bom animo e singular
libcralidade com que abra os cofres de sua bene-
volencn aos seus visinhos c conterrneos ; o ar
de sympaihica e nrascrKeln familiaridade que
iransloz.ia em sua face para com lodos ; a promp-
la, c decisiva denlificacao com os intoresses o
omponhos de seus amigos
do do reo
lia iinpionsa ; cu Amigo da Justina nao poder
decollo escurecer, que nroioca publicidade o fac-
i de um caixeiro defraudar ao patro, com abu-
so de conianca nelle depositada.
Apozar das prohibidles consagradas as
11 -luas iDiiuicipaes, m*-so nao raras vezes aqui
('litio ila cidade cavallouo coneiido quasi que
desfilada, sem imporlar-lhc a prohibico, o ncm
esmagar quem quer que possa encontrar em
seu caminho.
Islo anda na terca-fi ira ultima deu-se na ra
do Cabug, onde un dos laes vaqvejadoret ci-
dados, como alguem os denomina om sua
phrase incisiva, levou de rojo um pobre veiliu,
de modo que esleve este [ionio de tirar com o
naneo partido pola pancada que nelle apanhou,
ao passo que o autor (fas/a cavallaria seguiu
mui lampoiro o sou caminho, o tal vez rindo-so
do que li/.era.
Rocooimondamos aos incumbidos dessa poli-
ca, que nao esfriem na roarclaro desse .huso,
na reprosso dessa iufracco das posturas, da
quaj podem resultar siuislrs mui laslimavis
B'preciso cuidar-so logo na repararn do
buracVi, que cada dia mais so alarga na ra da
Gloria com a passarein los carros.
Esta medida reclamada felas nocessidades
do transito por all
.j*
O
i'8| i Ptrsinunga, viudo
Alagos,
Joaquim Januario Pereira de
Manoel Jacinlho Pereira,
Marcelino Jos Pope. ~-*
rhom Lopes to Sena.
0 conselho foi assim constituido dos Srs. ju-
rados : r^-
Dr. Firmino Antonio do Sois.
Dr. Cicero OJon Porigrino diSilva.
I.uiz Aman I Dubouic .lunw^
Claudiano Xavier de Olivcira.
Ignacio Iti-nio l.oyola Jnior.
elarmino do llego Barros.'
Jos Antonio da Costa o Silvt.
Trislo Jacomc de Arauj.
Francisco Xavier da Fciiistya Couiiho.
Joo Jos do Alliiiquerque.
Joo Jos di Carvalho Jnior.
Francisco Joaquim deOliveira Baduin.
Defeiido o juramento do Miylu au conselho o
Sr. Dr. presidente do juur proredeu ao interroga-
torio do reo da sogninlelonna :
Pe guillado qual o seu uome c residencia ac-
tual ? *
I.ospondeii cliamai-sfjoaqnim Hamos o inorar
lia quatruannnjfcm ma do AKciiiii da rogueza
de San Frei Podro Gonralvcs.
Pergunlado por seu modo de vida ?
ltespondeu sor offlcial do cigai
Undoso achava ao tciikpo em
oresses o
o zelo com que os
promova esustentava ; a prohidado austera com
i.s. lumSoboli. tu'mderiiquelauai::^86 liaVi' Pra'tl0S S SP"S "^C0S ; -
nisi perversi homines adhuc post
j marum. Non
[fot annorum experimentara tum in Galliis, tum
jin Belgio ex malis qu:o provenoriint el ailiuc
i proveniuiit ex ejusmodis lose potrun oam ad-
strnere. Scio quod prohi omnes Hlicsummopere
optanli ut tndem aliquando ex-codice harum
regionum oa lex tollerelur. (Juomodo igilur non-
nulli adhuc vellnt in Brasiliens iinperium pro
pnum cpdicem fsadaro lego adeo oxtiati innixi
suphismatibus nullius momeuti ad favorem cap-
I iiidiiui prolestaiitiuui quibiis solis cordi esl, ut
ea lex in regionibus calolicisadoptarelurT
Novit Douiiiiatio sin quibus gravissiini
bis adv
rus ver-
versos civile conjugium insurrexit San-
lis in,us Palor l'ius IX cum do eo agoiotur lum
iil ComitS Neo-granatensibiis, lum in comliis
Taurinensibus, dura illud declara vil purum eo*~
eiibinalum. Et reipse in ulrisque comiliis ros in
leda est, reclamanteconscienlia christiana.
Age igilur, dimica forliler. nullis parco vir-i-
bus ut obsistas quantum in Te eviladrersus hoc
roiicilium. Insta opporlune, importune, ut cun
Aposiu'o loquar, increpa ni oinui patienlia, sed
nurnquam patiarisullam grave malum patria' tute
obveuiat. Ne idcoulingered in Italia mea opus
do matrimonio eUrisliano consc
eza expansiva de seus actos o maneiras, o lor-
naram dentro om pouco o idolo eslimado da po-
pulaco. Sou nome lornou-se o 3ymbolo da
pipularilade, mas da popularidaJe espontanea,
airectuosa, nao mentida, e violentada. O pov
o amava, e o tornia. O amava, porque tinha nel-
lo o palrono do seus infortunios ; o lamia, por-
'" qoo elle em suas affecocs polo povo ora antes
de ludo, o mais que ludo, hornero de justira, in-
capaz de transigir eom erros, e rrimes.
Ido a esta hora comarca do Cabo Quo ro-
zos sentidas, e magoadas nao rumpera do rodos
os liiguiius! Por alli andei om das de ieoeiro
doste anuo : lestemunhei o vivo mteresse com
qno toda a gente inquira melhoras de Joo do
l.ego, e a expiessao do intima angustia que se
Ibes divisara no rosto pelo estado indeciso de seu
rcstabclccimcnto.
Joo do llego
ver larsa vida ;
/ ciMiscrin*!, iiiKid iiuik'
Deferido ao conselho o juramento docslylo, o; valde ulile vobis olia.n esse comperio. In
reiro*
que aconleccu
nula
Irouxe-nos noticias de Seigipe ato ^'.1 do passa- o ciimo porque acensado ?
do, e dv Jlaii ni al dn i oliente. Responden que nao sabe ili'/.or.
Nos das ~ e 28 liveram lugar as Bessoes ore- Pergunlado se sabe porque acensado ?
paratoras da assembla provmtial de Sergpe, Respondcu que soube quando recebcu a
sendo approvadas as eleiees dos districlos da da culpa.
apial e Estancia, dcixando de o ser as de lia- Pergunlado o qtie conlinha a nota da culpa que
baianua o vilia-nova, por nao so achaiem ji he foi intimada 7
na casa da assembla, as actas e mais docu- Rcspsndeu quo annla^Mnlpa dava
"entos respectivos. livo do sua pnso o forimenl perpetrado o
lie. dado por di- Soldada do corpo do polica Ctpiiauo Jos
Sania Auna.
Pergunlado se elle, do eito, fOia o autor deste
.. eo
congessi quidquid a.l finem ohlinendum mihi
mogis opporluauin so bo bbtulil, quod quidem
lum hic, lum in Germania, lum in Galiis ,m-
luo fayorc exceplum esl. Faxil Deus ut elinm in
Brasilia ubi christiana piolas adeo viget eun-
dorn linern quem mihi proposui istud opus obli-
ne-il.
Tu jato uerio, imo el egregio eepigli porfico
igitur quod alacriter inceplum esl, sic enini uiag-
ii un apud Deum ptimom mximum Tib me-
rilum .iciui^-s, el eriso|iiimc merilus i\v Eccle-
sia, deque socielalo universa. Spcro me iiidlu-
rum, quod conatos lui feliccm taustumque e
lum oblinebunt.
lnteriiu Te in eorde meo, ac in viccribns meis
compleclor esl comm'eudans me Orationibus Tuis,
tuto aITci in me proliltior.
f De V. S.\ etc.
- lioina- die 17 Uartii 1859.
llum. addktisssiinun in Chrislo
Per roe S J />
lllm. e Reom. Sig Con." Pinto ifr Campos.
Boma 1S Mar. 1859.lo riograzio la S. V. dell
onore che mi toce citando il mo nome del mi
libro ne! Parlamento Brasiluno. I.'essere stato
pleito a Relator e un Canoni -o, dlraoslra v\\c- il
' iltolieismo non vi e ancora odalo quanlu iu
a\cu' 'il,i Parlamenii. La lesi cho vi dobbiann
difendoro che il matrimonio alto essenzial-
menle religioso per consenso 'di lulto le genli ;
epperci lo Slato deve la-ciarlo govornaro da
ciascuoa roligione. II matrimonio civile Pa-
lle.
v. La S. V.ha itimostralo benissimo la sua t--
l.epou i.oi que a--, conheeo, e que lies u'entro SI, Con molte ra iuiii e rn.ille aulorll Ma
ellas inorara eom ello reo, sendo estas dous lio- grazialitm-nloil principio che prevale ura iu i.o-
rneiis e urna mulher.
Pergunlado so lem algnma cousa
dcpoiinentos dessas leslemuuhas?
Sr. Dr. presidente do jury procedou ao interroga-
torio pela seguinte forma :
Pergunlado qual o sou nomo, naturalidad, re-
sidencia o lempo deila no lugar designado '.'
Responden queso chaina Manoel Francisco das
Uiagas, natural da fieguozia da Boa-vista, mora-
dor ha dous anuos no Caminho novo da Solo-
dade.
Pergunlado qual a sua profisso ?
Respondeu que podreiro.
Pergunlado haquanio lempo esl preso, o so
lem familia '.'
Respondcu que est preso ha oilo mozos, e que
solteiro,
Se sabe porque acensado ?
Respondeu que nao. E observando-lhe o Sr.
Dr. presidente do jury que seibo mputava ler
foilo um forimoiito na pessoa de Antonio Fian-
cisco da Silva com urna baioiieta s 7 horas da
norte do 1 de julho de 139 prximo passado,
disse elle respondenleque nao liaviacomineitid.il
tal crime por se ochar nossa occasio em sua pro-1
priacasa brincando com um camarada que com-1
go morara, de nomo Andr, o quo ja eslava dei-
adoqiiando Ihn pparecou o inspector de quar-j
leiio o o prend iu.
l'cigiiniado se- coiihece ao offendido
Respondeu que o otTendidu seo visinho e seo
amigo.
Pergunlado so sabia que Antonio Francisco da
Silva liulia sido i'.i ido ?
ltespondeu que nao salda
Pergunlado se colillero as leslcmunhas que
juiararii neste procesa i ?
oppor aos

romo o:o-
m o
! le
lorimonlo ?
Respondeu que nao.
Pergunlado so conhecc sse solJado Cy-
priano?
Respondeu que nao o coiihece.
Pergunlado onde foi preso ?
Respondeu que nao se lemlua.
Pergunlado na que lempo se acha preso .'
ou oilo meros, Icrfdo
por
e po-
lioje,
versos amig'.s do I xui. Sr. piesidenlo o'alli,
para solemnisaro dia anniversario de sua posse
da presidencia da provincia.
Em Alagas nada occorrec depois da parsa-
geni do Tuca ni i ns.
Na subdelegada do Poco da Panella, desde
0 dia 21 do passado, acha-se em ejercicio o
Sr. Manoel l'eies Campello do Almcida, por
te-la deixado u Sr. Jos Goncalves da Porciun-
cuia.
A sociedado Institua pi c l.itlerario, elo-
gio no domingo to coi rente, em assembla
geial, presidida pelo socio ltonorario ta mesma,
Dr. Apiigio J. da Silva Guimares, os membros
que lem de regera mesma sociedade, de marco
a selembr-o do correle inno, da maneia se-
guinle :
Fu-sitenle hciionrio, Dr. Apiigio .lustiniaiio da
Silva (iuiuai. s
Dito effectivo, Manoel Paulino Cesar Loureiro.
Vice-piesidonlc, Andr Caulcanti do Albu-
qiicique.
1 .-(.retalio. Francisco Paes Bar oto.
2" dito, (leiirique llamede Leo do Almcida.
Orador, Maiiool Pinto Dmaso.
Ilosoiiieiro honorario, Dr. Antonio Rangol de
Torres Bandeira.
Dito efleclivo, Balthazar da Ro ha Bezerra Ca-
v alcanli.
1 ogaes.
Joo Baplista de Siqueira Cavalcanli.
Raimundo de Olynipio Goucalves de Frcilas.
Antonio Francisco Leal.
Joao Firmino Cavalranti.
Joaquim Manoel de Siqueira Cav',canli.
Joo Adolplio Ribeiro da Silva.
No dia 1" do correle, no lugar denomina-
do Curial de S. Miguel da l'iegue/ia de lpojuoa.
lermo do Cabo, pelas seio horas da noite. Podro
Alexandrino de Mello, foi assassiuado por Jos
Caudido de Pigucircdo, por suspeilar este que o
assassiuado liuha rulaccs iilicitas com su-a mu-
lher.
O assassino poz-so logo em fuga
Poi caolurado no engonho Pao d'Oleo do
2" dislriclo da colon,a mi..lar de Pimenleiras,
pelo digno capiio director d.i mesma, o crimi-
noso de varias morios Joaquim Alves de Lima,
conhecido por Mangueia, procurado as provin-
cias de Alagdas, e Babia.
Foram iej.oll.idos casa de dcteiteO no dia
o do corr uto homens livres a 1 escravo, sendo ta pessoa do soldado do cupo de polica Gypria-
i a Oldem do subdelegado do lteciie, 1 oidora '"> Jos de Santa Anua os le inonlos con-lanles
.-o da Boa-Vista, o 2 ..dem do to S Jos.
Passageiros do brigne porloguez Tarmonr,
vinoo do Porlo :
Responden que ha sc1c
sido pieso no dia 17de julho, o que sabe
amarillecer no dia S na casa dcdeoncuo.
Pergunlado se .-abe do tacto do fcrimenlo
Responden que sabe pela nota da culpa
los depoiurenlos das IcSteliiunlias.
Pergunlado se sabe quera tacases birimenlos?
Respondeu que nao sabe ncm sobre isto ouvio
alguem.
Pergunlado so conhece ,iS teslemuuhas que
ueste prurosso dopozerara ?
Responden que colillero algumas.
Pergunlado se lem aigi.ina cousa oppor ao
depoimonio dessas teslemuuhas .'
Respondeu que. a respeilo de Joanna quo de-
poz.de vista no processo, lem que oppor que
essa mulher Ihoea dosaJJeieoada, e que a res-
peilo do oulra mulher qno no procos-,, depoz,
oppc a mesma considerar., por coufossar esta
que ouvira primeira o que aflirmou om juizo.
Pergunlado se sabia ler o oscrovti .'
Respondeu que nao.
Se lem mais aliuua rofloxSo
defeza r
Respondeu que o sou alvo
i SSS bem da seus direilos.
; l.ido integralmente o processo pelo esnrivo
Saraiva, fui confiada a paJavra ao promotor pu-
; blico, o Sr. Dr. Gusmo l.obo, que pro'luzio uma
extensa acciisaco, .,ramio cerca de 15 minuto*.
Deferida a palavra ao Sr. Dr. Joo Francisco
Tcixeira, dedozio esto amaeria da defeza, con-
du.ndo pela pelieo da condeiniiaco do reo no
grao mnimo do art. 201.
Replicando o Dr. promotor o o Dr. advogado,
o Sr. ili. presidente do juiy resumi luminosa-
liienlo O dbalo e propo/. ao conselho do soliloii-
ca OS seguintes questo.s :
1." O reo Joaquim Ramos, no dia 7 do julho
de 1859 prximo passado, na Iraves.-;, da ra do
Apollo desla cidade fez com uma fac de pona
Respondeu que s [lem que oppr ao depoi-j
monto do inspector, que o prenden e que jura no
processo, a circumstaucia do Iho sor oslo deso-
feiioado.
_ Pergunlado se lem mais algurua consderaceI
a fazer em sua defeza
Res; ondeu que nao.
Dada a fala va ao promotor publico, o Sr. Dr
Gusmo l.obo, dedu/io esie rpidamente a mate-
nada aecusaco pedindo n condemnaco do reo
no grao mximo do art. 211 do Gud. Crim.. poi
iMvcrem concorrido no crime as circumsloncias
aggravautes dos ? I e G do art. 10.
Conferida a patarra ao advogado escolhido pe-. de suoj lalenti, o de
lo roo, o Sr. Dr. Eugenia Aogusto to Couto Bel- | Roligione.
moiil, "onfirmou esln a existencia do fado priq-
cip.il imputado ,' sen cliente, rCconlieccu a exts-
lencia das rircurasUocias aggravaiitea, soscilan-
dnsiilire ellas .|.ie.-I,s do doullina, eeolicluio
pedindo a condemnaco do rifo no grao mnimo
por haver aiUnuado e crime a rircumslancia 9 i
embriaguez, prosada dos autos.
Replicando .. promotor i\.> Justina a o advoga-
do do reo, o Sr. Ilr. presidente do jury resni ii
0 debato com lucidez, resol vendo eom "a saa
1 acra au
. lo s
nip lienza escinde Dio, le s m I
e leude a farsi alea, (jueslo il vetolio coillro coi
oggido piolesianli e cullolici lieblioiio proanoiiirsi
I i ijualfl ou -
la roligione,
egulmeule, dieo qui proloslanti do buoia rede
I che ancora credono alia divinit del eiistiane-
; simo.
" lo mi congratulo con Loi Sig Cannico, del
buoii si-rvi/io die la sua Kelazioue. Ua reso alia
roligione ed alia seciel domestica o civifo. I dis-
j cmsi faiii al Parlaiuoiilo Piomorilose, o le Tcoric
del in iri inon io del Cont derla Molla che \\ Sig
; Abale Adllli mi disso di averio iovialo, solio
I quaiiio abliia.-iro da pi ulile n quosla materia, e
di pi cou.enieiile ad un Pajlanienlu. lo conser-
, vero la sua Relazioiio como* una memoria di tei,
suo telo per la causa dola
Aggradisca nt.inlo Pallestato dalla mia eingo-
a cousiderazione un-
CXpOT om Sua
sado dira o que
pe"
1 i.
lien
de
r'!"!-
,^i a
Sll-
ldo
10-
o
pa-
autorisada as quesloes do nlerprelaco pa
1.1, o proptiz ao conselho osseguinjesquestos :
I O reo Manoel Francisco das Chagas no dra
1 t,-julho do 1859 prximo passado lezna pessoa
de Antonio Francisco da Silva com uma baioiieta
o leiimenlo consiente do corpo de dolido ?
2" Deu-se nesse delicio.acircomstancia ag
vanlo da noite ?
''' Deu-se a circomstancia aggravantc do
penoiidade de armas, de modo que o o~
n.ta podia defender-se com probabilidaJe
pellir a ..lienta ?
i' Exisicui circiimslancias allcnuanl
do reo ?
O conselho, rccelhondo-se salla das confo-
rencias secretas onde elegou presidente ao Sr.
Antonio ila......i Estovan ,. secretario ao Sr. Dr.
Aureliano Augusto Pereira do Carvalho, d'alii
rollou depois to 15 minutos, respondendo ao
" quesito.Sim p..r unanimidsdo de
Nao ; por unaiiiiuidado do
Nao ; por sois votos.
Sim ; por nrianimidado. O jury
existencia da circuinstancia alieno.ni
tare ri ouosceiua e del Pal
do mi onor.i di cssoru
Del la S. V.
Can-:
De V. Servo
Guglielino .1 uditi>.
le
2"
3o
!"
rcconhecc a
te do 9, art. 18 do Cod. Crim.
:.sli!'.;(k t>wgrapliico Fpojaca.
Je ne niens pas pleurer sur
: cea Ir ; il ue faul pteure-i
que sur cclle. des michanis :
cur Us mil fail le mal, et peu-
rent plus le reparer.
M. Thomas. elog. de Marco A.
A morlc de um homem notavel por servicios e
quali.lades assiguala a cpoi;a do um grande in-
fortunio para a geracao que o pedo. O lina-
iiHinlo de urna existencia, quo avuitou lias liles
polticas de seu lomeo, que ad [uirio o direito de
cidade pela importancia do papel que ii.e eoiilie
representa/ na rea em quo dorio, um fado
que nao deve passar ndili'eronto aos oihos da so-
ciedade contempornea.
No mcio das luas microscpicas, das tran-
saeces inlerosseras das cholerasortliciaes, dos
antagonismos pygmeos, das riladas e ardis, das
rivalidades e egosmos, das argucias e folilida-
votos. Ides, < seria requintar o quadro de nossis misn-
volos. riassociaes o otharmos com ndifforenca para a
lapida, que cobre as cintas do umeidadau bene-
. mrito, a quem a patria deven sacriGcios, ..<
! principios dodica.o, os amigos lealdade, o a loi
I os cultos do rospeito. ?alena tanto como dos-
riasroii com disposiees para vi-
arga vida ; mas sou genio Inquieto o labo-
rioso Ibe nao permillia re-guardo, riera desean-
eo diarito da imagaoi dos devores, a que o cha-
mara a qualtdadc de pao de familia extremoso o
desvelado pela surto de seus tilhos, cojo futuro
iva abrigar das precisos Ua indigencia.
Elle nao recouheeia legilimidade na fortuna que
nao fosse adquirida com o suor do ro^lo. Es-
ldar incessaue, esse airostar do intempe-
ries em todas as horas do dia o da rioule, esse
desprezar de 6ymptomas que I he indiearam una
causa mrbida, quo cumpria combalcr, Ihc foram
manso o manso lacerando os estamos da vida.
Chegou, porm, um dia em que o cancaco o a fa-
i pela dureza tas circiimslancras a cuidar de si,
enlrou em Iraclamentos, que interrompidos a lo-
dos os instantes por via. ns toreadas, Ibe foram
completamente ineliieaz.es. J, quasi moiinundo
procuro uesta cidade, ende esperara que a medi-
.'_ > na col lectiva operasseo milagro de resliluir-lhe
vigor aos msculos, alquebradus pelo longo n
da enformidade latente. Todo, porem, foi balda-
do. Asmis doces esperancas se resi Iveram-em
fumo ; e a arle se declarou vera ida Ella fez. o
q.n- poudc ; mas ao impossvel se nao resisto !
us das do grande lidador se tu.ham cscoado na
ampiilheta do lempo Os mdicos lite acunsolha-
ram, como recurso extremo, que procurasse os
climas do Ceai, que boje o vasto hospital dos
invlidos da medicina. O Ilustre enfermo co-
iiIi.vendo que sua dorradoira hora se achava pres-
tes a s.iai, o que non hura abrigo Ibe era mais li-
cito esperar dos e.-l'oicos humanos, volveu os
olhos ao Supremo Medico tas noseas cufermida-
les espiriluaes I Cora a resgnaco do homem
veria.leiam.nie chrislo, o lo rara uestes dias
de materialismo platico, pedio o receben os sa-
cramentos da egreja com a. mais exemplar odili-
eaco! Proenrhdiis osles santos deveres, Joo
dn lego mais por C0I1 l.'scender com OS IS- do
lli i no re -ato de seus das, SeguiO
O desuno quo Ibe indicararn os mdicos, om
compauliia du sua querida esposa, symbolo gen-
til do amor conjugal, e de um de seus Ulhos.
O vapor Ignora ?n receben essa desolada co-
mitiva, e cora ella demaiidou as regios apeteci-
das. At o l! Grande do Norte .. estada do en-
fermo nao apreso:.tini diflerenoas notaves, o
como que em sua plivsionomia luzio por instan-
tes um tenue l.tmpojo de esfieranca. Eram os
derradeirns e paludos claies que a luz irradia ao
aproximar-se asna exlincco total 1
Sua esposa, e sen lilho, desojando fio-lo o mais
prumpto posaivel sol a influencia o a cea o dos
a>res no -eiiao, resolvern) subir pelo rio ssu, o
dalli ao interior da provincia ; mas ao ehegarora
ilha das Cobras, 7 leguas cima de Macan, cor-
rondo o dia 1)1 do passado, Joo do llego, (onuo
lomado uma ligeira refeico. exalou o ultimo
alent com a soiouidado, o placidez de om espi-
rito ungido pelo sculo do Senh..r A piedosa
esposa, o extremoso tiio cerraram-llie as pal
pebras, e depositaram suas einzas n'um tosco,
mas decenio jazigo de um pequeo re mi torio te
Ma.'io, seiun lo-lhes do eternas sentinellas uma
i.e.ii-., e uma cruz .'
Assim acaboai um dos mais bellos caracleres(de
Pernambuco, cujo vacuo tarde ou nunca ser
preenchidu no municipio de aaa residencia I N i
idado de. pouco mais de clneofcftta e tres-annos,
.loan lo Rogo Barros podena ler commeltido fal-
las ; mas nao ciiuies. Assigualou-so por sor-
- importantes sua patria ; ella quo o cho-
re, e o sen .boro um justo tributo sua me-
moria E eu, que fui quinhoeiro cm suas lidas,
em suas glorias, e revezos, nao podia eximir-me
de pagar-I he tambera esto ultimo lea Jo do poro-
nal saudade.
P. de C.
Recite i do marco de 1860.
favor
Por cuja deciso, o Sr. Dr. presidente publicou ; denhar a potica relgio dos ospirilos,
;rave eucoin-
do cupo te delicio '?
1." Estes leiimentjs f.ioduziraiu
modo do saude'?
.1." Estes feimentos firodiiziraui inhahililaro
le S0rCO por mais de um me/..'
t. O reo fui impel'.ido por motivo frivolo ?
5 Deu-se a cucumsiamia aggravantc de es-
lai o reo superior em armas, do maueira que o
oiTendido nao podia defender-se com nrobabili-
da.le de repellir a oll'onsa ?
6. Deu-se a circuuislancia aggravante do le
o reo tentado entrar om casa do ulleiidido com
intento de conimottci o crime '?
I'ortunato Maii.i, llyses Floiindo da Costa
Olivcira, Jos Justino Pereira do Almcida, Fran-
cisco de Almeida Braga. Joan Antonio da Silva,
loan te lliveia. Seralim dos Santos A. Olivcira,
Flppe Jos do Abre, Aniceto AfTonSO da Cosa]
Bernardirto Miirnii. Joo Pereira, Jos Antonio
dos .liis, Jos Antonio Mendos, Manoel Joaquim
Rodrigues, Albino Ferroira de Castro, Jos da
Man, Domingos Joaquim da Costa Ferreira, Joo
I.uiz da Cosa, Jos Llliz da Costa. Domingos da
Cosa, Joo Lorie, Jos da Silva, Joao Mara Al-
buquerqiic. Justino Pereira, Manoel do Almeida,
lose Joaquim da Silva. Manoel de Olivcira, Ma-
na llosa. Custodio Murim, Joo da Silva 11. is,
Manoel dos Reis, Jos Mendos, Antonio I.uiz Ro-
drigues, Amonio Jos Ferreira Castro. Jos la
Maa. Manoel da Cosa Ferreira, Antonio da C
l.iboiro, Domingos da Costa. Joao Francisco Leilf
Passagairos viudos
dos portes do sul :
Manoel Ilozeudo do llego Barros, [.. F. Pereira
Fajares, Jos Rodrigues F. de M.-llo, Dr. pedio
Atr.in.so de Mello, Dr. Fernando Alioi.so de Mello
Jnior, Lourenco Senhorinho de Menczcs Cys-
noiro, Joo Forriandes Reis, sua mulher e urna
criada, Guilhorme Jos da Molla e sua O ha me-
nor, cadelo .'os \V. X. da Fonseca, Manoel kan- da perpetradlo do delirio.
ao jury a seguinte senlenca :
Em vista das tespostasdn jury sobro o fado
pnmipal o circumstanens constantes dos quosi-
tos propostos, esl o reo Manoel Francisco o,i~
Cnagas incurso iu. artigo 2(11 do Cod. Crim., grao
mnimo; assim pois, o condemno a um mez de
pnsao simples na cadia desla capital, e a pagar
a mulla ciirre.spi.iiJoule melada do lempo e as
cusas do processo.
Levantoii-so a sossao s3 huras da larde, sen-
do addiadj para o da S do crrenle s 10 horas
da manhaa, era que ser julgado o rio Cosme Jo-
lonimo, pronunciado no art. 205 do Cod. Ciim
jquira
vapor Paivinuiipa
7." O crime foi commeltido com sorpreza ?
8." Exislem circumstancias ationuaules fa-
vor to reo '.'
Recolhcndo-sc o conselho sala das conferen-
cias secretas, d'ahi vollou dopois do 40 minutos
respondendo ao
I1 que.-ito Sim, por onzo votos.
2o quesiloSim, pus sele votos.
3* quesiloNao, por solo rotos.
4" quesiloNao, por solo votos
T, quesiloSim, por OtO VOtOS.
G" quesiloNao, por soto tolos.
/" quesiloNao, por unanimidade.
S quesiloSim, por unanimidade.
O jury rocoiihece a circu instancia
le do ser oreo menor de viole anuos
Jury rio teriuo rio Sirutu.
I'IUMKIIIA Sis-'.
(! de marro ile lO.
Presidencia do Sr. Dr. juiz do diroito Antonio
Francisco de Salles.
Promotor publico interino Dr. Amaro Joa
Fonseca de Albuquetqoe.
Finia a chamada e \ euiican. lose haver nume-
ro suflicioiilo de juizos do lado, foi abena a
sesso.
Fui submctlido a julgamento o reo amaneado
Antonio Ferreira da Silva Maia, acensado pelo
crime do trazer uma faca de pona ;
diV^anM'''- 'f Cy,i;', S08re5?z foi i nut tn i0^u"". ,)-p f ".""l'' '>. I 9 honre leaos e cavaliairos, forra dizer, que
ji absolvtdo em vista da dceisao do jury.
Quando o Magistrado so compenetra de suas
obrigacoes e su leanbta que asfunecoes que exor-
co sao as mais em portantes o honrosas deque
|.odo encarregar-se o homem na sociedade :
quando se recuda que como orgos da loi tero
de administrar ajuslica a seus semeJhanles, ter-
minando suas coulendas o vingando os opprimi-
dos ; por corto o ente que nos .leve merecer
lodo o respeilo, cousiJeracu e estimo, porque
suas qualidades le/em iiecessariamenlo ser lo
dislinclas e lo nobres como a sua alia e subli-
me misso.
Neste easo affirmamos estar o Ulmo. e Exm.
Sr. Dr. Aulonio Francisco de Salles, digno juiz.
de direilu da 2'. vara ciimo da capital dosta
provincia o actualmente presidente do jury do
Olin la.
O Exm. Sr. Ilr. Salles, viudo pola vez pri-
meira a este Termo presidir o jurv, por suas
exccllenles qualidades ha conquistado a sympa-
thia.de todos us quo lem lelo afortuna de o com-
i nica r.
Grave no sou porte, ao mesmo lempo
sou trato, o Analmente redo nos seus jut
montos, torna-se um Magistrado digno c
muilo honra i sua classe.
Em nomo de lodos os juizos de fado, c dos ci-
dadaos honestos desla Tcnno saudames ao dig-
no presidente do jury ; c reodendo-lbe sem a
menor lisonja as homenajeas deque so faz me-
recedor por sou proprio mrito, no mesmo lem-
po Ibe damos o aosso vol sincero de gralido
o eslima.
Felicitamos desdo j aos habitantes do Igua-
rasj.i noisus viz'uihos, pola prxima ida do S. Ex.
Se numerosas alVeii oes O Circundavam, i1 a inello lermo para o mesma lim do presidir o
jury, convocado fiara 20 do crlenlo.
W.
Olinda 7 de marco do ISC'J.
. giac- e
: saiiiiosa como a do tmulo, piedosa e grala como
a do horco. O elogio dos finados o a apologa
da civilisacoo, da moralidad.; de um povo ; a
voz da niluroz.a que Se exalta lia crtica desea
deslino immortal.
O sepulchio acaba le engolir o involucro ca-
dueo de um grande espirito, de um lidador infa
tigavel, de um soldado daslimido da patria. O
de lpojina, outr'ora Joo do liego Barros,
! j nao vive ; ceden por lim aos direilus da mor-
i lo. !_ I.uioii ; mas nesse luUr, sublime d- resig-
uaco cjarsta, provou quanto valia a regidea de
', s.-u animo '. O combata arden em campo desi-
gual ; a sua lula era com o deslino ; doria s:ic-
ciimlur !
Apreciar as feices deste grande carcter : d-
si-Miar-lhc os dotes que o en..!>r- ceram, as quali-
dades que o reciiumendaram estima publica,
eiupeiiho nimiamente delicado. Elle viven at
hontem.
o diziam nelle um typa completo do virtudes c-
vicas ; do outro lado, odios pequeos, ornula-
nea obscuras, calumnias anonymas, que sao o
limbo expiadet das vocaees enrgicas, dos m-
ritos superiores, e inrouiprehensivois turba dos
inaldizeiiles, nao raro proenraram desbolar Un-
iendo por os motizes que roab-avam a lela do suas acedes
aflavcl
Igal-
qu
E por oslar a bora adianlada o Sr. Dr. juiz do
diieilo addiou a sesso para o dia seguinte.
Cominunicarios
j ellos proprio*, so no calor das porlias se ii ila-
vam com 09 arrojos do seu genio altivo e fogoso,
eram os primeiros a fazer justi.-a aos timbres de
sen bello carador.
oao do liego Barros, homem devoras, homem
O I.ihf i-nl e o circulo la Victoria.
A freguezfa de Santo Aniao a que primeiro
se nos oll'oioce para api ociar o procodimenlu do
Liberal respeilo do circulo da Victoria : foi
lambem ella a quo primeiro despcrloe a altenco
do Liberal e dos quo do accordo com elle, esfr-
c.im-se polo feliz resultado do plano do combalo
eteiteral.
J no mez de dezembro se lanr-ou por parte do
attenuan-
ao lempo
riano Rispo, Antonio F. Lopes, Maria Pastora,
Aun i Filippa Teixoira, Antonio Mara do Rosario!
liaricis;-a Maria da Co nenele, Guilhermo Perei-
ra Olimpio do Figuoircdo'e sua senhora, Ignoz
Francisca da Coneecao.
Passageiro do'hiato hrasiloiro Ducidoso,
viudo rio Aracalv :
Marmol G. A. da Silva.
Passageiro do patacho ingicz Star o f che
l.asl, sabido para o Para :
Adolpho Schmils.
Passageiros da lancha nacional Flor do llio
Poi
coja deciso, o Sr. Dr. presumi do jury
lavrou a senlenca, quo publicou ao tribunal, e
que dizin :
Em visla da deciso do jurv sobre coda um
dos qiKSitos propostos, est o "reo Joaquim lia-
mos incurso no asi. 20.") do cod. crim., to me-
dio ; assim pois, o condemno I sollrcr na ca-
da desla capital qualro aunse meis do Brisen,
i- a pagara multa rorrcspoiipenfo melado do'
lempo, e as cusas do processo.
Nada mais I...vendo a Iralar-se. o Sr. Dr. pre-
sidente do jury suspenden a sesso s 6 horas
(.ande do Nortt, sabido para o Rio Grande do da larde, adiando-* para o dia 7 do corren)
Norte : JO horas da manha, em que lor de sor julge-
Andic V. da i.oda llego, Basilio Romualdo do o roo Manoel Francisco das t.hagas pronun-
Gomes da Silva, Francisco F. do l.ima, Lauren- ciado no art 201 do cod. crim.
lino F. Aniorim.
- Hatadoob.0 rBLir.o : presidente, o Sr. D~ ju7 de direilo V V da
Mataram-sc no da 7 do correrte para o con- Costa Doria
sumo dosta cidade 78 rezes. Promotor publico o Sr. Dr. F. Feoooldino d,
oem o' m1Tm0nPaSrCraVC,, "W*9' DS' *"" ^^^ P'- >**' MUt?W presen-
ManoTlh TI i, qo ,ns J BMd9s- Sr Dr- Pr<* ra-ci rM.rd0' S'Ue3r- ?e :'nn0B 'gn0- lS00 3bP1'6 a w'"14 "s 10 tiaras, muliantc em
que
(l d u
pnucre en-
Ao |H'<-capo e dilftctissiitio E. Monte
Gallos.
O Liberal Pernambticano, om seu numero de
honlcm, escreveu um artigo om laiim, acerca do
Sr. prelado domestico. Anida bem, que deixou a
lingua,patria, pola dos Ovidios, Ciceros-el reliaua,
alimde ver so prodiizalgum ell'eito, n que llu-
lem sido impossvel em I verncula. Pobre gal-
lo Suppoz que o nao com rclu-iidiiiam (juj/
verso passava por sabio, julgariJo quo eslava
em Ierra do cogos Mas tspickou-U tanto
arrobenloii como o sapo do Lafonlane. I
lalenl. mais il eu profte mal, le
ani .".
Quanlo mais alto se sobo maior queda se leva
por isso, meu preclaritsimo gallo, auguro mai
de vossos vijos moraos at as alturas dalim-ua
dos cscrlptores por excelloncia Procurai esludar
a \ossa, o dopois do hera conhecc-la, escrevei
nolla, porque acharis palavra* de sobra para
expandir vosso carcter de gallo ; nao vos mol-
lees escrever era linguas
o heridas entre nos,
mesmo.
0 Sr.Melado domestico, lem receido sauda-
0e om pnwa e verso, em portuguez, lalim e
ilali uto, come poJoieis loi, so quizer.les nas Uis-
celar.ias religiosas s paginas i, G e 111 em diu-
tc. Jtotrelonlct,.cacao talrez nao yos -ueirais dar
na tempera, e na aegwranca da palacra, era a.. Liberal a primeira pedia do ediilicio'das'aocu^a-
mosmo lempo daquelles do quem dizia S do Mi- edes froguozia de Sanio Anlo.
A' pros.-nra Jo S. M. o Imyorador ariiraou-se o
juiz municipal de Santo Anlao levar uma se-
como no do aecusaco-s lodos aquellos do quem so
que pouco sao co-
ciis sabe se por vos
rand
Do um peilo aborto o limpo o fe lavada
No momento da eostMricdade arcara
lefio, e no medir das armas moitas vezes sabia de receiava a fcuemcio do piano urdldo^para a7vi>
si: e irronipia como o rain Mas c-svaecida a fer- loria eloitoral.
vura do sariguo. c apasiguadas as paixes que Ah par de accusaces alguns funecionarios
turliillionavam naquolla grande alma, ei-lo lo e especialmente, aos dignos presidentes o dentis
outro o tao looge do que parecer, quanto vai do membros da cmara municipal, apparecu urna
bao aocordeuo Era lo promplo em assomar-' parle especial, denominadapolilica, era que
se, quanto fcil em arrefecor. Nao sabia dei.var o juiz municipal lembrou-sc do remontar o epo-
sem pordao qualquor oll'ensa soll'iida, o sem ar- ca da eleico passada e de pinta-la com cores ne-
rependimenlo qualquer oxcosso a po seu genio gras, com o lim, sera duvida, do torna-la aos o-
" "*'. Dios do monarcha o resultado da violencia e nao
llouve urna epocha em quo os successos poli-- o da livro o esponlanoa voulade dos volantes da
ticos da provincia nos aproximaran!, o nos pozo- freguezia.
ram en. quasi intima convivencia. Fui nesses Assim sao bem significativos os seguintes tre-
dias de negrega.M menioria. deprovacoos.ee.- chos d-ssa parle poltica, o elemento absorplor
e occasional das lucias cncarnicadas, e que se
orsoniicava no podero familiar acaslellado
has, em que os nimos iucoudidos no logo das
rivalidades, eslracavam em mutuas represalias a
seiva dos mais nebes inslinclos, quo eu tive oc-
casio do ronliecer de porlo os invejaveis predi-
cados de Joo do Rogo Barros. Tostomunhoi al-
guns rasgos seus era materia do beneficencia, que
incontestaveliiienie o collocam ua glora dos be-
nemritos da humanidade.
Ninguem lho levou a molhoria nas pralicas da
virluile hosptlaleira. Seu engenho era o asylo
de qiianios, balidos do infortunio, buscavam os
auspicios do sen padroado. Dessa facilidad* em '.
acornr desvalidos a malevolencia do desafTectns
em Peinambaco, lem perdido nigasaa cousa os
foros da infundada e mal cabida supremacia
que queria avassalar o resto da provincia.
O vol vre letra moita ei.lro nos, nao obs-
lanle essa apoarencia harmnica entre os in-
dividuos que pensam dillcrenli ment em poli
licu : a eleico fulura nenhuma garanta pro-
mello aos que na eleico passada nao s deixn-
rara do votar, como ale foram repellidos for-
""reja, gneis iutervencao desleal quo
ra da cf
cuini-r us.vauaos a malevolencia do desafTectns i < riella leve o enlo presidente da orovinn*
seus busto* pcelexlos para calumniar suas in-1 Certamoole foi para nos extraordinario que or

e cm
ILEGVEL


seruethanie llngtrjgem Rulasse ao sronarcii.1 rin
juiz municipal, roblando negocios inhorcntes ao
seu juizo.
A inconveniencia de scniclhanic lingungcm
rnanifosta, e em muitos ponlos falsa, corno o fez
vero protesto que os dignos membros da cmara
municipal lizeram publicar ueste Diario, e como
se re/ella pela sciencia que todos leem de que
na eleico passada o juiz municipal estava longe
de Santo Anlao, o smente podia tallar por 11-
formaeoes E se essas infoimacoes nao foram
basteles para que elle proeedosse, na forma da
le, como Ihe cama, contra os chamados violenta-
dores das urnas, o que nao fez. jamis deviam
autonsa-lo submelte-los consideraeo do Mo-
narcha.
Oulro nao era o fim sono desmerecer o Ci.n-
ccilo dos que linham influido nos negocios elei-
toracs de 1856, e fazer sentir a noeessdade de
subir as posieoos oIRciacs geni.- propsTia i ollero-
Cer a chamada garanta da liberdade das urnas.
Desde logo cuntamos que a obra encelada nao
firaria ah; ede feilo depois de organsada a jun-
ta qualilicadora, eis o Liberal eni cujas paginas
nana corrido iaipresso o tal relaten* declamato-
rio accusalono, declarando que a junta linha si-
do formada ii'regularmente, que abusos graves se
linham commetiido, que o coronel Ferraz e os
que seguem a mesma poltica sao selvagens, que
empregam ludo, astucia, raudr, violencia, des-
pudor.
l)o campo da declamacao nao tern pasudo o
Liberal : al hoje nenhum s fado apresenlou
que mostrasso ter sido o resultado de astucia,
fraude, violencia, despudor: bem cabido seria
pois a qualiOcaco de selvagens aquellos que
fazem lao graves aecusacoes sem oirerccer um s
laclo que as compro* e.
E visto, pois que, nao sendo a vossa missao
responder insultos Com insultos, mais destruir,
nullihcar m proras que, o Literal o lie rotor s ae-
cusacoes que lem fcito, nada podemos di/er se-
nao que nao por modo lio inslito que su po-
dera abalar o coneoilo, de que Rozara os homens
de Santo Anlao, que nao partilliam dos princi-
pios (nao demos bem! dos inleresses do Libe-
ral.
Alguns espirtos pouco prevenidos lalvez hou-
vessem dado crdito as dtclamaees ilu Liberal.
O proprio jornal Ordem, que se publica nesla 11-
dade, e que bem conhece o fundamento com que
sempre se escreve no Liberal,nao duvidou acre-
dita-las : felizmente porm fui advertido lempo
da facilidade com que dera crdito s aecusacoes
do Liberal, e, protestando contra ellas, oflereceu
ao publico em suas paginas urna narraeio do que
se passou na qualilkaeao lao exacta que* pediruos-
Ihe permisso para transcreve-la aqu como a
mais clara e_ rnanifosta demonstraeiio da falsidade
das accusa;es que o Liberal fez a urganisacao c
trsbalhos da juma de qualilicaco da fregez'ia de
Sanio Aulo. \
Ei-la.
Caro amigo.Loada a Ordem de 1 i do fe-
veieiio deparei as noticias dadas pelo Bosso ami-
go compadre provinciano, a parle que di/, respei-
to as qualilicaeOcs de varias comarcas onde lam-
ben] raencionoua Victoria, duendo que os escn-
dalos sobcm do ponto, e as autoridades nao re-
cuam peranlo a opiniao publica, o une lalvez le-
vasse o nosso correspondente a assiin se expres-
sar por nao ser bem informado ; e pur isso peeo-
lhe venia para defender a Victoria da infundada
aecusacao que lhe fases,
A qualiftcaco procedeu-sc com toda calma
c de coiiformidade com a lei, e o regulamento das
clonos, sem haver por isso .disturbio algum e
nem mesmo a menor conlostieao, portan lo nao
se podiam dar os escndalo" a que se refere o
nosso amigo, o nem tambera as autoridades re-
cuam perante a opiniao publica, porque sao raui
zelosas no cumprimento dos seus deveres.
Meia duzia de anarcbislas de lbli, que que-
rem a lodo transe guerrear a diversos eidados
que oceupam algumas posicoes na Victoria, sao
osqueandam propalando calumnias e mentiras
forjadas a scu bel prazer, mxime estas que fo-
ram eempre o pao nosso do cada dia desses luci-
ros ; porcm nem assim aproveitam, porque nao
fazem mais do que augmentaron) e peraoiialisa-
ri m o descrdito que os earaclerisa, por isso que
vivem na mentira eniorrera chafui dados na men-
tira.
No fim de 16 ou 20 dias qut as lisias dos vo-
tantes se achavam apresadas na matriz, como
dispoe a citada lei, rasgaran) parle dellas segun-
do ouvi dizer, e quom pralicou essa picarda? rj
jiresumivel que fosso a meia duzia dos afanados
Uberaes pur ordem do liberal so meitre que se
quer inculcar de chefe a forra nesla ierra, que o
nao vio nascer e que nenhum beneficio Ihe teni
feilo, nem mesmo ao pobre povo incauto que foi
iiludido ou aluciado em corto lempinho para o ar-
restar a matonea, porm este mesmo povo ja o
conhece Unto pelo interior como exleriormenle,
e o despreza completamente nao obstaste o scu
impostan e sua negra hypocrisU. l'.infim o des-
preso lita sido tal que o nosso hypocripta tem
soffrido represalias de morle da meihor rapasiada
nesla cidade, e so esse hroe tivesse um juila-
te de vergofiha nao se apresenlaria mais 1 dis-
putar eleico visto como nao tem nenhuma syni-
pathia popular.
Consta-me que o juiz do paz est mandando
copiar novas listus para substituir as rompidas.
O amigo da juetica.
Correspondencias,
Srs. redactores,Ha correspondencia do Sr.
Dr. Jos Filippe de Soasa Leo, publicada no
sen Diario do hoje, ha duas cousas, que me cau-
sa rarn vivissima sorpresa.
A primeira, ede quo muilo se deve ler tam-
bem admirado o publico desta cidade, onde
o [acto per de mais conhecido, o negar S. S.
que Ihe tivessem lomado viva forc'um crimi-
que ia para serjolgado em Tacarall A
segunda o ter S. S. deprehendido de. minha
correspondencia, que o sen nomo fura por mira
Citado com o lira de feri-la, fazenJo-o passar
por cobarde!
B realmente cousa exlranha o muilo para ad-
mirar que o Sr. Dr. Jos Filippe de Souza Leo,
geralmenle conhecido por sua reclido e hones-
lidade, se aprsente. Iioio em publico a negar um
faci tan real e verdico, como real e verdico
que o Sr. Dr. Jos Filippe foi juiz de direilo da
comarca de Paje de Plores, o tan publico o no-
torio como sao notorias e publicas as escolenles
qualilaies do Sr. Dr. Jos filippe. EmTacara-
t, em Paje de Flores, nesla cidade e at mes-
mo na corto, em loda a parle, emlini onde o tacto
ido com todas as circumstancias que se de-
ram, ninguem acreditara, que urna pessoa, com
inros is preced mies d sisu '.-/. e de hones-
lidade do Sr. Dr. Jos Filippe de Souza Leo,
136 contstalo pelo modo porque o acaba
de s,.[\
U Sr. Dr. Jos Filippe concede, entretanto,
que houve apenas una tentativa de lomada de
preso ; e se aua mais concede, porque sup-
poo lalvez [lie do fado, como se dou e eu rela-
tei, Ihe vinha dcsar sua pessoa c a sua aulo-
ridade, sem reflectir em que nenhuma pessoa,
oenhuraa autoridade, por valente que fosso, po-
d"ii;i luctar contra urna forra physica muilo su-
perior, como o era o grujo "do homens quo Ibe
sahiram ao en ion ro.
(Jueira-o o Sr. Dr. Jos Filippe, rlanlo-iue o
lempo precisa par racolher os matertaesneces-
saiios, c eu provarei ao publ:co, do modo a nao
: a mnima duvida, que o fado que S. S
n g 1 se den exactamente como eu o disse.
Ni i me sorprenden menos, quo o r. Dr. Sou-
zi Leo enxergasse em minha correspondencia
o desojo de feri-lo. fazoudo-o passir por cobar-
de, nunca livo tal desojo, c nem me parece
que um espirito calmo e desprevenido possa ti-
rar scmeihante llaco do que escrevi. Nao sa-
bia, rerdade, que S. S. tivesse fumaeas de va-
lentio, a ponto de se julgar capaz de resistir,
elle so com dous ou lies soldados, a um grupo
numeroso de homens armados; masainda quo o
soubess" nenhum motivo razoavel linha i'ii para
ageilar o laclo vaidosa preleucao do Sr. Dr. Jos
Filippe.
meu proposito, na correspondencia a que
allude o Sr. Dr. Jos Filippe, era fazer ver, que
ha em Ta-arai um poteulajo, que uo respeita
a lei, nem as autoridades constituidas. Nesse
ponto, o Sr. Dr. Jos Filippe velo em apnio do
q in eu dissera, pois que, negando a lomada ef-
fecliva do criminoso, confessa todava que houve
lenitiva. Tomada, ou tentativa Je lomada, a
questo nao muda quanlo existencia do polen-
lado e isto o que eu quera affirmar.
Sou, Sis. rodadores ele.
Rccifo 5 de marro de 1860.
paia deprima, u caluuiUi' 11111 do* Uiais le.-peim-
veis caracteres, que o centro d'esta provincia pos-
sue. Assim procede 0 horacm de bem, que nao
faz causa commuin com baudalhos, equeem seu
espirito do Justina nao pode tolerar quo urna sor-
pe morda reputacoes quo devem ser veneradas.
Diga agora o correspondente L V. quera co
Beduino, que ameaea o socego publico de Toca-
ral, o que pretende impor, e reagir contra as
autoridades all constituidas Se o Ilustre cida-
do, quo sondo calumniado pelo mesmo fierres-
pondenle, foi defendido por um magistrado d 1
ordem do Sr. Dr. Jos Folippo, que desmasca
rou a calumnia ; ou se o potentado a quo allu-
dimos na correspondencia de 21 do feveieiro, que
por meios toiluosos quer apoienr-se de Ierras
que Ihe nao peilencem, levando o susto, c coiis-
lernacao ao soio de urna familia honrada, quo
foi denunciado como malfeitor Sua Magostado
o Imperador pelo franco/. Len Servoi; que lora
, sido constantemente analisado pelo peridico
fi mpo, como so v dos ns. 161 do 6 do iulhu de
1853. 284 de 2 de abril de 1855. 336 do 1'J do dc-
zembro do mesmo simo, e 353 de 1 i de raaio de
1856: que basta Ciiaremos apenas os se-
guimos nomos. Drs. Tamarindo, juiz municipal
, que foi de Tacaral. Miranda Veras, que all ser-
vio de promotor, Rocha e Rogo Barros, que so
i achara naquella comarca, capilaes Tiburcio, e
Cardoso da Cosa, que foram delegados nolla ;
I ellos quo digam quem o corresponden le quali-
; Rea de Beduino, l'or oulro lado os Drs. Av-
ies, Uonleiro de Andrade, Meira, Paos Brrelo" o
Joo Gapistrano Bandeira de Mello Filho, que
Servirn) na comarca de Malla-Grande, poderao
informar quom o potentado, quo o correspou-
dente procurou enleosar. Fique, porra o mes-
j 1110 coirespondonle desengaado, de quo o seu
. hroe naodera jamis conquistar a comarca
'. ile Tacaral, nao s porque esta provincia est
confiis homens inlelligeutos, o verdadeiraj-
mente porspicazes, como tambora porque na-
| quclla comarca ha magistrados enrgicos c in-
corruptirois, que sabera respeitar-se, o fasorcon-
ter ambiciosos o mal inte ncionndos mandos.
l'amphilius.
Rccifo, 6 de marco de 1300.
DIARIO DE |ERNKWTW- r- QUINTA F^inA 8 DE MAfCO DE fMO
Srs. Redactores.Segundo o que vimos trans-
cripto no Diario de2i do passado, em ser o com-
mandanlo do Ogapock o Sr. Francisco Per reir
Burgos nonieadu gerente da companhia pernam-
bucana, foi feonlestavelmente a meihor, e mais
aceitada nomeaco, qucpodeiia recebor a direc-
tora desta eompanhin.
Nos comprovicianos, quo sabemos, quanlo o
dito seohord merecedor, lano por suas excellen-
les qualidades, como por ser um offlcial habi-
lissmo, e oxporimenlado em materias de vapo-
res, nao podemos doixar de felicitar a os Srs. dig-
nos directores por esta lao bella, e lao justa ac-
j quisicao esse subido, o importante encargo.
Para provarraos, quanlo o Sr. Bnrges ha de des-
empenhar satisfatoriameole a sua missi 1,
langarutos a vista no vapor Tocantim, que sendo,
segundo somos informados, construido sob a sua
inmediata, inpeccao, foi na verdado um dos me-
lliores vasos, que al agora tem possuido a coin-
panhia Brasileira.
ira, se este senhor dolon a companhia de pa-
lo, lesa vapor com um vaso, que nada mais ha
a desejar, muilo convencidos estamos, que sendo
I gerente da companhia pernainbncana, e se inle-
rossandn peo sou progresso, confiar para sua
: linha do norte um vapor quo a lodos os respei-
los se ache as inesinas proporcoesdo Tocantins
e meihor ainda, quo soja feilo de modo que dc-
. mandando monos agua, possa entrar fcilmente
em alguns puntos do lilloral, que muilo lucrar
a companhia, o os passageiros
lu desses ponlos de mais urgencia o porto
do Araealy, porque sabido, que sendo elle o em-
porio da maior parle da provincia do cara, e
grande parlo da Parahiba, e do Rio Grande do
Norte, o pagando de froto os hiatos annualmenle
no arligo imporlaeo e exporlacao para mais de
70:000,5, oIferecor ui breve lempo o mais riso-
nho, e lisongeiro futuro de que poder dispor a
companhia.
Recite 7 demarco de 1660.
O Cea re use.
P*A**-L_l!.'-Ji. 1
l
ta
Publicagocs a pedido.
lllm. Sr. subdelegado deJaragu.0 promo-
tor publico desla comarca denuncia peanle V.
S., de Manuel Joaquim da Silva Leo, nego-
ciante e morador nesse bairro, e consiste a de-
nuncia em que havondo Antonio Nctto da Costa,
agricultor c morador no lermo do Alalaia, desta
provincia, remellido em jiinho ou julho do auno
prximo passado, para osla cidade, a lim de se-
ren recomidos a um dos armazen3, silos nesse
mesmo bairro, como o foram ao provisorio, na
capitana do porto 21 saceos com assucar masca-
vado, de marca e mimaros constantes, dos docu-
mentos junios sob nmeros 1 o 2 contendo, co-
mo se v dos meamos documentos, 107 arrobas o
limas, succodeu, que sendo depois minuciosa-
mente procurados os ditos saceos, nao .- pelo
reforid) dono, como mesmo per unirs pessoas.
a seu dedido, nao foram encontrados, soben I -
apenas que o denunciado os havia embarcado.
Nao querenJo entretanto o mencionado pro-
pietario do assucar prestar sua crenca scme-
ihante noticia, por parecer-lhe exlraordinaria,
visto como cousa alguraa havia entro elle c o
denunciado, pela qual osle so julgasse aulurisado
pralicar, sem scu previo conscnlimenlo, aquel-
lo acto, procurou cbogar ai conheeimenlo da
verdad.; por meios seguros o legtimos, e assim,
Irequorendo a alfandega a consolado, oblcve as
cerlidoes que constiluem os documentos citados
de n imeros 1 e 2. Tees cerlidoes porra, longe
de alleslarem um proceder honesto, justo elegal
I do denunciado, como devia esperar-se ao con-
l iraiio provara plenamente a veracidade da uati-
; ca e do fado ; pois que declaran que o denun-
', ciado embarcara 11 > dia 13 de selembro do dito
anuo, na barca ngleza Trineules, com destino
Liverpool, o sobredilo assucar.
Ora, sendo o denunciado o nico responsavel
pela guarda de lodo o assucar recolhido ao men-
cionado armazem provisorio, pelo fado de haver
elle assiguado, peante dita reparlicao da alfan-
dega, o competente lermo ^u> fiel depositario do
mesmo armazem, como se v do documento sob
11. 3 : nao poda o nem lo pouco doria, debaixo
de pretexto algum, laucar mao dos supraditos
saceos de assucar, pois que violava assim, como
fez, s coudieces -que sugeitou-se no lermo
deresponsabilidade, sendo una dellas a sogiiin-
teque llcava obrigado, ou que se responsabi-
lisava a conservar no meihor estado; beneficiar
quando precisse fizesse, tolo o assucar que re-
colhido houvesse de ser ao dito armazem ele ,
i etc.; e commellia a face da nossa logislacao
cnmioal, o crinie de eslellionalo que iiidubila-
velmonie se den em todo else procedimento do
denunciado; pois queUelle resulta que foi dos-
. viadoou desencaminhado pelo mesmo denuncia-
: do o assucar dito, sob sua guarda c confianza
sem previo conseniimenlo o. em puro detrimculo,
J e prejuizo de seu proprietario que s agora
que pode e mediante os recorsos da juslica, co-
mo se prora com o documente sob n. 4, oblor a
: iudemnisnao des-e objedo.
Para quo perianto o denunciado soja punido
por aquello crime de eslollionato, que se acia
previsto na primeira parle do art. 2 do cdigo
criminal com o mximo as penas eslabelecidas
no mesmo arligo ; visto como deram-so as cir-
cumstancias aggravanles do art. 10 4, 0 o 10
do referido cdigo, o mesmo promotor vera dar
a prsenle denuncia fundado nos documentos,
I que junio oll'eroce, e o.faz sob o juroinoulo dj
seu cargo, avallando o damno sol'ndo em cem
i mil reis [rs. lODs] e offereceodo para loslemunhas
(a Giiilherme Garretl morador nesse bairro, Ma-
Jnoel Joaquim Huirle Guimara>s, Joaquim de
Azevedo Uaia, Gandido Vieira Vianna, e James
: Hunter, lodos moradores esta cid ule. P. a V.
S que aulhoado se Ihe lome a presente denun-
cia e proceda-se aos domis termos para a for-
; iiiacan da culpa. L H: M.--0 promotor publi-
i co, Francisco Jos Meira.
tiace i de fevereiro de 1960.
Autoada procoda-so a inquiricao das teste-
ramillas apreseuladas no dia 2i do corrente pe-
| las 9 horas da manhaa, c intimadas ollas para
I virem depr na forma da lei. e notificado o reo
I para ver [iroressar-so. Subdelogacia de polica
' do Jaragu 23 de fevereiro de 1800. 1 asconcellos
Mendonca.
OTe jusllea, djireaeniou auw-iiouieiii u Cumpeieuu;
denuncia, que est sendo' provada. Honra por
lano soja leja a esse magistrado, que se tem
sempro portado nos diversos e impi.r antes em-
pregos, que ha oeeupado nosta provi?c*fda ma-
noira a mais honesta, decente e imparcial ; ra-
zio lalvez porquo mais bem fadado "o tenha si-
do em sua brilhanle carreira ; iufel.zmente na
poca presento tudo slo so despreza por se at-
lender e considerar a quem cerrando 03 olhos a
ludo, s os abre para o ulerease. Nao somos
iniraigos do Sr. Souza I.eao ; mi ; somos apenas
apreciadores do mcrilo, e por isso nos delibera-
mos a escrever oslas linhos quo esperamos nao
oleudam a modestia do Sr. Dr. Meira, ligno pro-
motor desla comarca.
(Oiorio das Aligos.)
ELEKjA'O
ilusjuzes, o mais devotos, que no
vimlouro annn de I 8tt 1, han de
festejar \o.ssa Seuliora da Paz,
nesta freguezsa dos Afolados.
Juiz por eleioao.
O Illm. Sr. Jos Francis.o'do Rogo Berros.
Juila por elein.io.
A lllma. e F.xma. Sra. Maria Felismina do
Reg Cavalcanli.
Juiz por devoco.
O Illra. Sr. lorenle Jos Burque Lisboa.
Juiza por devoe.io.
A lllma. cExma. Sra. I). Francisca Candida,
mulhcr do Illm. Sr. Francisco Luiz des Sanios.
Escriv.o por eleioao.
O Illm. Sr. alteres Jos Tbomaz Cavalcanli
Pessoa.
F.scriva por eleico.
A lllma. c Exma. Sra. I). Llura do Maraes o
Silva, mulhor do Illra. Sr. Dr. Jos Roberto de
Moraes o Silva.
Escrivao por devoco.
O Illra. Sr. Joo do Carvalho Paos de An-
drade.
F.scriva por devooao.
A lllma. o Exma.Sra- I), liia', vinva defalle-
cido Jos Joaquim do Sania Anua Frazo.
Juizes protectores.
O Illra. n Rvm. Sr. :
Vigario Antonio Francisco Gonoalvcs Cuima-
ros.
Os lllms. Srs. :
Tenente-cornnel Manuel Joaquim do neg cAl-
buquerque.
Joo Anaslacio Camello Pessoa.
Teuente-coroncl Manoel I.uceas do Araujo Pi-
uheiro.
Major Anacilo Antonia do Moraes.
Tcuente Jos Lucio Lilis.
Juizos protectoras.
As Illmas. e Exraas. Sras.
D. Felicia, mulher do Illm. Sr maior Domingos
Alvos Malhcus.
D. Maria Malhildos Cavalcanli.
D. Amia, mulher do Illm. Sr. Ignacio Luiz
borda.
D. Auna llaimunda de Carvalho.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. capilo Francisco Carneiro
chado Ros Jnior.
Procurador geral.
O Illm. Sr. alteres Flix de Araujo Abuquer-
qua.
Procuradores.
Os lllms Srs.:
Fructuoso Pe reir do Nascimcnti .
Adalberto Joaquim Vereda.
Alteres Gamillo Lins Chavos.
Capilo Manoel Joaquim dos Passjos.
Procuradores.
Os lllms Srs. :
Tononts Manoel de Hollanda Cavalcant .
Capilo Jos Francisco do Reg Barros.
Tonenio Josuino de Albuquorquc Mello.
Alteres Delphino Lins Cavalcanli.
Jos Luiz de Franca,
'ferenle Jos E-leves Moreirada Costa.
Luiz da Concoica Albuquerque.
Capilo Chrislo'vo do Hollanda Cavalcanli.
Juo Luiz da Silva Loria.
Amaro Francklim Barboza Primavera.
Mordomos.
Todos os devotos quo concorf
festa-
Ta-
Ma-
OU saceos leijau, 6 caixa's pouiada, 11)0 can,,..-
tras e 1 quartola btalas ; a Joaquim V. Barros.
t caixa palitos, fi diUs velas do sebo, 2 ditas
pomada ; a Francisca'Alvos do I'iho.
126 ancorlos Meitonas, 4 saceos eijao, 15
barrissardinhas; a-A.ntonio N. do Santos.
i caixas chapos, 2 dilas chiiellas ; a C. A.
Btftle & C.
1 aoixa imagens ; a J. Joaquim Baphaol Silva
2 caixas brides de ferro, 20 .lilas s*ho om pao
I fardo tullas do lOuro ; a A, J. Vasconcelos
Miranda.
7 gigos louoa ; Corroa de Monezos.
8 caixasloucn., 3 barricas sardiuhas, 20 ranas-
tras albos, 60 saceos fcijo e mlllio, 8 caixas co-
boltas a J. A. S. Azevodo.
caixas livrn impaessos ; a A. M.'Vinhas.
4 caixas linhas, telhas e peers de amolar ;
a C. Jos dos Santos Callado.
3fJ barricas sardiuhas ; a Antonio Jos de
Arantes.
80 barricas de dita, 10 cunhetes sobo om pao,
10 dilos vcllas de sebo ; a A, J. do S. Ribeiro.
25 caixas sebo era pao, 2S ditas vcllas de sebo;
a -I. J. Rodriguo Mendos.
34 barricas sardiuhas ; a F. S. Rabollo & Pi-
lilos.
z8 dflas de dila ; a T. de Aqnir.o Eonsecs.
300 rodas arcos pao ; a .1. da S. L. & C.
1 caiXB obra de pruta, 1 pacole toalha ; a Ma-
noel Alvos Guerra.
2 caixas rolhas ; a M. .1. Goncalvos .la Ponle.
28 volumes enxadas, fechada ras, pregos, es-
covos; a T. Fernandos da Cunha.
6 volumes ronpas, doce, quadios, cadera da
bracos, livros ; ao Dr. Antonio J. 1'. Alvos.
1 caixa cora ; a F. Gomos de Mallos.
61 ancorlas azoilonas ; a L. J. dos Santos.
1 lata carne; a A. L Pereira de Mallos.
1 cunhete toalhaa; a J. A. de Carvalho.
8 viveiros pasearos, 1 saco camisolas de la,
urna porcode cebollas ; a ordem.
Barca ngleza Iris, vinda de Terra Nova, con-
signada a James Crabtree c C, manifestou o se-
guinle :
3,103 barricas becalho ; aos mosmos.
Coasulado geral.
Rendimonlo do dia 1 a 6 14G09$40i)
dem do dia 7....... y.ciT^i
17:5519186
<&
mano,. cuii>i rados a enlrogarem na mesma thesonrana no
prazo de 30 dias a conlar do dia da primeira pu-
blicado do presente, a iraporloncia das quotas
com que devem entrar para o caleamenlo du pa-
teo do Carmo segundo o disposlo'na lei provin-
cial numero 35(1. Advortindo que a falta da en-
trega voluntaria ser punida com o duplo das
referidas quotas na eorrformidado do art. 6o do
regulamento de 22 de dezembro de 185.
Pateo do Carmo.
Nmeros.
2 Manoel Antonio da Silva Ros. 759600
j Wlx>. 215600
6 l)Ho. 198 a Luiza Caminha do Amorim. 823100
10 Antonia Beralda do Souza. I89OOH
12 Podro Alexandrino Rodrigues Lins. 2&2O0
l Antonio Joaquim de Souza Ribeiro 32*400
16 Flix Francisco deSouza Mngalhars 7
I'I8 Bachaiol Francisco Pereira Freir. ll-l)t)
20 Joaquim Bernardo de Figuciiedo. 27g50
22 Ordem toreeira do Carmo. lesOOO
2i I hcre?a Maria Joaquina. 980000
.Numeres.
\ Anlonio Joaquim Ferreira de Souza 5>00i1
3 Jos Feliciano Porlolla. 432tl
5 II01 Jejros de Domingos da Costa
; Albuquerque. 97;200
7 Jos Joaquim Pereira de Mendonca
o Manoel Pereira Caldas. 663400
9 Ilerdoiros de Rornardo Luiz Fer-
reira Portugal. 75
i 11 Alaria da Conceicao de Miranda
. Castro. 5lBO0
17 Gabriel Antonio. 1050000
19 Ordem toreeira do Carmo ;l'.-0l)(l
21 Dila. 21g600
23 Dila. 2!>
2b .lose Piros de Moraos. 1 $4U0
27 Maria da Paz. 2SbU0
20 Viuva e herdoiros de Jos Ignacio
Ferreira o Silva. 18000
31 Maria d'Assujmpeo de Mello Al-
buquerque rita.' 14t6('0
'j'j Antonio Fraiicisco Dnr&es. 7gS0l
' 35 Maihildes Bernarda da Conceicao. 7sin
3" Silvana Moreira Lima. 14#400
J'J Joo Pedro da Rocha. i ...
TIIEATliO
DE
CQlPAfiHIfl DRArilATICa NACIONAL
SOB i DlllECrvO 1)0 ARTISTA
A/AT0M0 JOS DUARTECOIKBRA.
SABBADO 10 DF. MAllil DF 1860.
ES BE1fr.FIC.IO DO ACTOR
VICENTE POHTES-DE OLIVEIRA.
Depois de urna symphoni.-', subir so>napeIa
primeira vez ueste IbeaU >, o muilo inleaesjemto
drama cm 3 actos, traJuccao do francez
Diversas provincias.
Rendimonlo do dia 1 a 6 .... 2017S459
dem do dia 7....... 01 751
8:O79$20
l:401|3O0
E para constar so mar.dou alixar o presente e
publicar polo Diario.
Secretaria da Ihesourara provincial de Per-
uambuco 24 de fevereiro de 1860.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
os devotos que concorrerem para a
COMMEH

D-spac1os de exportaoo pela me-
sa !<> M>nsulado lesta cidade n
da "i de mareo do isoo.
Liverpool Barca ngleza Bonita, Wahlely
Forster & C, 000 saceos assucor mascavado. "
Now-YorkItarca americana Crenolino, Henry
Forster & C, 1201) sacos assucar mascavado.
Rio da Prata trigue dinamarquez Rosalind,
A. Irmos, 150 barricas assucar blanco.
MontevideoBrigne dinamarquez Concordia,
viuva Amorim t Filhos, 400 barricas assucar
branco
LisboaDrigue porlusuoz Unin, Anlonio Joa-
quim de Campos25 saceos assucar masiwa-
. do o 30 barris mol.
LisboaBarca porlugueza Tojo, A. Irmaos, 300
saceos assucar branco.
Lisboa".arca porlugueza Gralido, Amorim
frmios60 sarcos assucar branco, C Noguoi-
r & C, 400 dilos dito branco o 200 dito dito
niascav ado.
Ro de PralaPolaca sarda Maria Eliza, T.
Bastos S & C, 100 barricas assucar branco.
Hecebe:luria do rendas internas
geraes de Pernambueo
Rendimentodo dia 1 a 6 13:205*143
dem do dia 7.......1:3554466
flclaraeo
14:560g909
-~*-------------
Consulado provincial.
Rendimonlo do dia 1 a6 12752-ils
dem do dia 5.......4:128*792
16:881*210
Moviment do porto.
Praga doilecire 7 de narco le 18(0
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaees eflleiaejs.
Cambio sobre Londres 25 c 1/ U. 90 div.
Paiis 380 rs. 90 div.
Descont de letras12 1/2 0/0 ao auno.
Frote de assucar da Parahiba para o Car al para
ordens 25( a 5 0/0 por tonelada.
Dia 6.
(Depois das 3 horas da larde.]
Cambios sobre Londres 25 d. 90 dv e prazo.
Descont de elras 10|i ao anuo.
George Patchellresidente.
ubourcq Secretario.
Alfaadeira.
Rendimonto do da 1 a 6
dem do dia 7 .
87.639$469
I.l7775
98.157J244
niovimento da alfandesjra
Volumes entrados com [azendas
cura gneros
\ olumes sabidos com fazendas
com gneros
122
56
------67S
97
93
------190
ce
<7> Ci -1
i. -I c
l. r.
Srs. redactores. Granos Dous um impostor
sleivoso acaba do sor confundido pela palavra
presligiosa e nobro de um magistrado disliucto.
O Sr. Dr. Jos Felippo do Souza Leo si/.udo,
como nao poude supporlar que n niiseravel
corro.spondenlo I. V. do Diario de 23 do feve-
reiro so prevalcc:sso do scu nomo, e autoridad",
De cousa alguma serve o patronato, quando a
justica est entregue a homens queso seguem os
ditames da s razio ; a homens honestos e hon-
rados, o que leni diaule de si, por sso mesmo um
futuro brilhanle.
Sabe se ja que os documentos do crime de es-
lellionalo de Silva l.oo que serve agora de or-
dem do da, foram ministrados ao Dr. promotor
publico desta comarca, cm vista da naluroza do
crime. Pois bem, esse omprogado, enllocado
cima de ludo, quo apparecido lem cm srme-
thafite negocio, e lvalo aouenlc dos prinoipioa
ti
Dcscarregam hoje 8 do mareo
Da rea nglezaIrisbacolho.
Brigue inglezLimes mi'roa dorias.
Brigue inglezElisabethcarvo.
Brigue inglezAdelaidcarroz e serveja.
Brigue suoco=Termden=taboado.
alora CrancezaBerthbatatas.
Brigue portuguezllarmia cebollas.
llngue portugusConstantedivecaos gneros.
Escuna dinamarquezaAdelinef. do trigo.
B.iigue portuguezJarcorrdiversos gneros.
Importa c&o.
Barca porlugueza Sympnthia, vinda do Porlo
consignado Bailar Al (Jliveira, inaiiifeslou o se-
guidle :
39 caixas vnho; aos consignatarios.
8 pipase 30 barricas viuho, 100 saceos feijo,
8 caixas o lu volumes, una machina o dive sas
^. ^.^ ... ...; .. i w I i ii ( .-, II l| J .1 1(1 IM || | i | || \J 41 I t VI OH ^ ~
obras de forro, 2,100 panellas de dito, 5 caixas
f-rragons, 33 pecas do ferro, 100 fogareiros, 50-----------------------
chapas para l'ogo, 50 paslas, Ogrelhas ; a Fer- v w w
rAv .fr U-. II.. n
reir o* Bailar.
140 barricas vnho, 1 dila peiMi salgado, 32
barrio sardinhas, 23 caixas sebo em pi, 3 ditas
pomada, 2 ditas palitos, 1 caixa caxinlho do li-
nbo e la, 1 caixa obras de prala ; a Jos Anlo-
nio da Cunlfi limaos.
140 caiies e 2i barricas viaho ; a Anlonio
Luiz de Olivoira Azeve.lu.
2 pipas o 14 barris vnho, 163 camastras albos,
1 caixo obras de prata ; a Manoel Joaquim Ra-
mos o Silva.
10 barricas sebo em pao ; a Manoel Jos U.
da S.
9 barris sardiuhas, 1 dito enxadas; a J. P. da
Cunha.
21 volumes enxadas o machados, 2 caixas pa-
litos, 2,552 inolhos o 759 restas cebollas ; a Bar-
roca ii Hedeiros.
6 ) caixas vnho : a Ignacio do S. L. Fernandos.
16 barris o 60 caixoes vnho, 25 caixes volas
de sebo, 2 dilas palitos ; a Domingos Alvos Ma-
theus.
1 caixo com madeiro, corlioa e livros de mu-
sica; a Daniel da Silva l'.ibeii.
1 caixo ra'ssangas; a J. Baptsla Fragoso.
100 rodas arcos de pao ; a S. IV>plisla N. B.
1 caixo carne de porco a Jos A. Pereira.
56 barris sardiuhas ; a Berna ruin o A. de F. B.
1 caixa obra do prata ; a I). Maria f, da Con-
ceicao e Sil vi.
30 sao.003 feijao, 25 barricas sardinhas ; a L
P. M. G-ui maraes.
1 caixo e 1 fardo tnalhas, linhos e capachos,
2 saceos rolhcs ; a Almoida G. AI vea & C.
30 caixas ceblas ; a Silva & Sanios.
15 barrissardinhas a J. de Si B'ando G.
1 caixo sofs, mesas, cadeiras para criancas,
commodas, palitos o 9 valumos cadeiras do nao
prelo ; a Jos Coimbra Guimares
3 caixoes e 16 volme* guarda vestidos, ca-
deiras, rolhas, palitos,J cordes, etc.; a Jos
Francisco de S l.eilo.
1 barril vinho : a Manoel da Silva Nogucira.
25 saceos feijo, 5 barris aceite doce, I caixa
linhas, 50 barricas sardinhas ; a Manoel Duarle
Rodrigues.
1 caixolinho retrato ; a M. F. da Silva Tarrozo.
3< caixas sebo cm pao ; x D, Rodrigues tic A.
iVi-io entrado no dio 6.
AjacalylOdias, hiato nacional 'Duvidnso, do
43 tonujmns, eapito Pedro Jos'; Francisco,
equipagHi 5, carga algodo, lijlo ; a Martina
& Irmaos.
Navios entrados no dia 7.
Hacei o porlos intermedio36 hora?, vapor
nacional Persinunga, commanJante Manoe|
Joaqiim Lobato.
Porto30 das, briguo'porluguoz armona, de
818toneladas, capilo Atnaldo Fernandes dos
Res, equipagem 15, carga vnho, ceblas o
mais gneros ; a Azevedo Mondes \ C.
Trieste59 das, escuna dinamarquoza Adelina,
do l'J2 toneladas, capilo M. Wlrichsen, equi-
pagem 6, carga farinha de lr-o ; a N. O. Bic-
ber & C.
New-I'ori 36 dias, barca ngleza Roberto Fan-
vy, de 253 toneladas, capilo Candlesh, equi-
pagem 12, carga carvo de pedia ; a Uostrun
llooker& C.
Baha32 das, Ralela hoHnndeza Lummina
4ren Breeland, equipagem 6, carga 2,961 quinlaes
de carne secca ; a Bastos & Lem os.
Glasgow34 dias. barca franceza Raoul, do 220
loneta las, capillo L. Aubepin, equipagem 11,
carga carvo do podra ; a Saunders, I' Brotis
& C.
Rio de Janeiro17 dias, hiate nacional Artista,
do 259 t rielado?, capilo Joaquim Jos Alves,
equipagem 11, em lastro ; a B. Lourenco.
I!ii de Janeiro17 das, patacho portuguez Par-
to, de 205 toneladas, capilo Jos Alexandre
Lopes, equipagom 9, em lastro ; a Amorim v\
Irmos.
Navios sahidns no mesmo dia.
Para Patacho inglez Star of ihe Eatt, capilo
Stounlon, ora lastro.
Rio Grande do NorteLancha nacional FJor do
lio Grande do Norte, rapvtio Miguel Archanjo
da Cosa, caiga dill'eronlos gneros.
Acamara municipal desla cidade faz publi-
co, para conhecimjontn de quem nleressar- que
nesla data propoz no I'aui. presdeme da provin-
cia a uiilidado da desapropriacao do solo da casa
[demolido na roa do Codorniz, perlencentc a Joao
Jos Fernandes de Carvalho. residente nesla ci-
dade, aiim do que verificada por S. Exc. a nlili-
ddo da desapropriacao, possa a mesma cmara
tratar do processo de indemnisaro.
Paro da cmara municipal do Recife em ses-
so di^ 27 de [evereiro do 1K|0.Joaquim Lucio
Moniciri da Franca, pro-presidente. Manoel
, Ferreira Accioli, secretario.
RECEBEORIA DE RENDAS.
O administrador da recobodoria de rondas in-
. tornas, om cumprimrnto da circular n. 6 do mi-
nislorio da fazcuda de 1!) do Janeiro prximo un-
ido e da porlaria n. 76 da Ihesourara de 16 do
i corrente, lendo mandado intimar no da 21 s
conipanhase socieaoesque lem sido facultadas
pelo ministerio do imperio o encerparadas com
sua autorisocao, c que nao linham pago os novos
! o velhos droitos pela approvaoo pe seus estatu-
tos o o sollo do scu capital nos prazos legacs pa-
ra que enlrassom com sua importancia o revali-
! daco para a mesma recobodoria, as quaes socie-
! dados e companhias constara do una rolaco as-
signada pclooQicial maior interino da secretaria
i da mesma Ihesourania e sao : Companhia de se-
! guros martimos uiindade publii a, dem da ostra-
| da de ferro do Pernambueo, dem peruanil
Je navegaoo costeira, dem de seguros mariii-
j mos indi mnisadora, idom de colonisacNi om Per-
nambueo, Alagos e Parahiba, das quos somonte
as duas de seguro martimo mencionadas mos-
liraram haver pago o sello de sou fundo capital e
, os novos o velhos dfreilos pela approvacao de
, seos estatutos, f >/. lijarisorever o arl. 9 o tj nico
do decreto n. 2490 do 30 do selembro do auno
prximo passado que suje;.ia s ponas do arl. 87
| do regulamento do 10 du julho de 1S30 aos em-
pregades o autoridades administrativas ou indi-
ciaras que de rjualduer modo roconhecorom a
exist inia das sobrehilas companhias.
Artigo 9." Os contratos ou estatutos do socie-
dades anonymasou companhias que entrarem em
operaees ou es [unecionando contra o
di.-po.sio ni.saris. 295e 296do cod gocommercial
e por consequencia em pagamento do sello do
PERSONAGEXS. ACTORES
'-" l>run......................... Coimbra.
Murray......................... Carvalho.
Codichel........................ Vicente.
Jo;l0............................' Lessa.
Kduardo........................ Rozendo.
Pnju"........................ Lima.
*fuy........................... D. Isabel.
'.'"" criada..................... d. .iiia.
I ma menina................... |(. N.
Operarios, sollados, et^., ule.
bpoca arlnaliilade.
Km seguida o Sr. Ilavmundn cantar a aria do
MSCATE ITALIANO.
A pedido de muilas pessoas terminar o es|
taclo com o muilo applaudido vaudeville cm 1
Tamerlo....................... Lisboa
Califourchon................... fcente.
Mimi............................ i, babel.
Zizina........................... n Mar., LuM
0 beni fletado pede a proleeco, nao s deseos
comorovinciaiins, como do publico em geral.
s bi'ihelos podom sor procurados no eserinto-
rio do ihealro.
ComeoarS s S horas.
Avisos martimos.
'ara o Aracal
v
son capital, esto su pitos adisposico do art. 31
do regulamento de 10 do julho de" ll50, alera
das mais penas em
midado da legislara i
S nico, aos
lenderem, deferirorr)
|ue iucorrerom, na confor-
;m vigor.
ios o aul idades ad-
ministrativas ou jot ciaras que aceitarem, at-
oo ddiniiirom reclamai
salir sognnda-foira o hiale < Novo Anglica, mes-
Ire Silveia : para o rosto da carga trata-se com
Prente Vianna t 0.
Para o Araealy
sahe sognnda-feira i baresca Maria Amelia,
meslrc l'.'lii. de Assis: para' o res'.o da carga
lrala-so com Penle Vianna & C,
Cear c Acarac.
Segu no dia 7 do mez rorronlc o palhabole
Sbrateme, recebe carga : a tratar com Ca :tano
Cyriaci. da C. H., ao lado do Corpo Santo n. ^5.
Para o Rio de Janeiro.
O bem conhecido brizne nacional Laura pre-
tendo seguir nesles oilo dias, s i scebe alguma
carga miuda, passageiros e escravos a froto, para
os quaes lem escolenles commodos : Irata-se
com os seos consignatarios Azcvedo & Mendos,
no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Para a Babia.
O veleiro o bem conhecido patacho nacional
Amazonas I prolende seguir com muila brevi-
dade, tem parle do seu carregamento prompto :
para o resto quo Ihe falta, irata-se com os con-
tarlos Azevedo fk Mendos, na seu cscripto-
rio ra da Cruz n. I
Para Lis1)oa
vaisahir imnreterivelmenle no da 25 do corren-
te, o brigue portuguez Soberano, para carga e
passageiros, a quem offerere bons commodos,
Irata-socom o ronsignolarioThomaz de Aquino
Fon seca, ou com ocapito na i roja.
CoinpHliiavigilante de vapor
de reboque.
Os directores desla companhia previi
respeitavel corpo do o desl i prar i que
o vapor Camaragibe por alguno dias nao" o le
tazer.- n.. i, luanto so vai concei
Hu'i: .
! r: Direcco. -
1 > 0) | I Jnlensidade. y.
(i y- t. f I Centgrado. pd
1 * i^. i^ M lo i o
fcaumnr.
gg 2. g SS 3 | Fahrenhe.it g
Hygrnmetro.
co I
Barmetro.
c
se
v.
rs
9 >
A noite clara rom alguns nevoeiroa o aguace
i ros, vei.lo SE, SSE, veio para o terral e assi
amanheceu.
0SC1LI.AC.V0 DA MAHK.
Baixamar a 10 h 18'damanha, altura 0.0
Proamar as i h 3)' da tarde, allura 8.75 p.
Observatorio do arsenal domarinha 7 de ma
ro de 1860 Vibc.as Juniob.
Edilaes.
Directora geral daiustrucgo
publica.
l-'aco saber a quom corivior, que lendo o Exm.
Sr. presidente da provincia por parlara de 27 de
fevereiro prximo lindo, de conformidade co.n o
art. 52 da lei n. 369 a lido maio do 1855,
creado tres cadeiras do instrnccao primaria par*
o sexo masculino, una na froguczia do Una, nu-
tra na de Taqiiarilinga e finalmonio onlra na po-
voacao de Itapissuma, o Illm. Sr. director geral
manda fazer publico, marcando o prazo de 3l)
dias a contar da dala desle, para* a iuscripcao e
processo de habillacao dos opposiloros na forma
das inslrucros He ti dojunho de 1859.
Secretaria da nstrucele publica, 1." de marco
de 1860.
O serrolaro ntoilno,
Salvador Ienriquede Albuquerque.
O Ufan. Sr. insp?elnr da thosourcria pro-
incifll em curapiimctitc da ordem em viger,
requerimonlos, rcprpsenls oes, ar 'c-i, i|tu
documentos de lualqitnr natnreza, aprose l
om nomo do companhias o sociedades an mymas, I
suas caixas filiaos e(agencias em laeseircumstan- i
cas ou'de suas administraroes ou do quatquei
modo reronhecerenisua existencia ficarao exten-
sivas as penas do arl. 87 do regulamenio de
de julho de IbE ).
Reccbedoria do Pernambueo 2", de fevereiro de:
\8b'..Ua7oel Carneiro de Souza Lacerda.
Consclho administrativo.
O conselho admiaistralivo, para fornecimento !
do arsenal do guerra, tem de comprar os objectos
seguales:
Para o .J." batalho de artillteria a p.
27 cinluroes de panno earmesim com galo de
ouro e chapa de metal lloarado para msicos;
7 terreados com punhos o ponteiras domadas : 1
cinturo de earmesim com galo de prala para
tambor mor; 1 talabarte do earmesim com ga-
! lio de prala ; i baslao com castao o ponleira
' ilourada : l toreado com guarda o ponleira dou-
i rada ; 1 lia.!.ir de prata para toreado ; 16 cor-
Idoos de earmesim para canudos de inferiores.
Quem quizer vender laos objectos aprsenlo
. as suas propostas em carta fechada n i secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do da lido
corrate mez.
Sala dassessoos do conselho administrativo,!
para fornecimento do arsenal de guerra, 7 d '
margo de 1860.Bento Josi Lamenta Lins,
coronel presidente.l'rancisco Joaquim Perei- i
ra Lobo, coronel vogal secretario interino.
Il'i'liijual ti ommereio lo !'er-
nuiubucu 4 tic nv.ivv de ISil).
Pela secretaria do tribunal do commorcio so
faz publico, quo nesla dala foram ailmiltidns ;
matricula, na qualidad" do negociantes de gres-i
so, Julios Christiano Rabo, Hamburguez, de 331
anuos de dado, domiciliado nesla cidade, e nol-
i la oslabelccido com armazem de fazendas: Karl
I Johann Schineltan, natural de Hannover, do 29 i
, anuos de dado, domiciliado nesta cidade, o riel- i
la estabelecdo rom armazem de fazendas em
grosso; N. o. Dieber & C, successores, (Irma
composla dos individuos do que trata o sou con-
Ir.iio social, com mencin tes estabelecidos em
grosso nesla praca.
Secretaria do tribunal do Commorcio de Per-
nambueo 6 de marco do 1S6'.).Dinamerica Au-
gusto do Reg Ranael, offlcial maior interino.
Delegada de Santo
-'_-i.
tei

I1EAL C0HPASHL1
4Hglo-Lnso-Brasilcira.
O vapor Milford liaren, espera -se dos p
do sul de 11 a lido corren',. e seguir no mes-
mo dia para os poiios da Europa. Recebe para
Lisboa 100 toneladas de carga a frete do i. i
de vella : quem quizer carrejar, passageiros e
encommondas enlonda-se com os agentes Tassu
rmeos.
Porto.
A bem conhecida barca porlugueza (Sympa-
tliia, por suaexcellente marcha o construooao,
a h i-se proposta a tomar carpa o passageir ,
- di slinem ridade do Porlo, par on le
ten de seguir brevemente : os pretendemos, de.
una ou onlra cousa, entendam-se com os consig-
natarios, ruada Cadeia du Recife a. 12.
I
>
Anfao.
Por esta delegacia so faz publico que existe re-
colhido a cadeia, o pardo Ignacio, que diz andar
fgido o ser oseravo de Francisco Jos de Bar-
ros,' morador no lugar denominadoCafund,
duas lagnas distante da villa da Palmeira dos
ludios na provincia das Alngoas. Quem se jul-
gar com direito ao ditoe-cravo, reclame na for-
ma da lei.
Victoria4 de marco de 1860. Manoel Sabino
de Mello, capilio delegado.
Pela contadori da cmara municipal do
Recife so faz publico que no fim do corrente mey
se termit.a o prazo para o pagamento, sera mul-
ta, do imposto municipal sobre eslabelecimen-
tos.O contador, Joaquim lavares Rodoralho
ara Lisuoa.
Vai sahir em poneos (as por ter par-
te da carga prora pta, abeto coahecida
barca Gratidao, para o resto da carga e
passageiros irata-se coca o consignata-
rios Carvalho, Nogu eir & C, uta do
Vigario n. 9, priuieiro audar, ou com
o capito A. P. Borges .'estaa, na
prara.
Para Lisboa.
Pretende sabir com brcwdadc a Larca Tej .,
por ter parto do sou carrogamenlo prompto, para
o completo do qual recebo carpa a froto, o (em
boas acoommodacoes pnra alguns passageiros -
ouem pretender urna, ou nulra cousa, so pode
entender com ns consignatarios Amorim Irmaos,
ru da Cruz n. 3, ou com o capitao Jos Emigdio
Ribeiro, na praoa do Commorcio.
C05TOHI.4 PER>A)IBICA^4
1)K
igacio costeira a vapor.
Na ve;
O vapor lguarass, commnridnnte o secundo
lenlo Moreira, soguiri para os porlos do nor-
le de sua escala no dia Udo correnle as 4 1(2
horas da lar lo. Recebe carga nos das. 4 para o
Gear, 5 o 6 para O Ass e Araealy, 7 para o
Rio Grande, e no da 8 para a Parahiba, devendo
a carga ser posta a bordo acompanhada dos com-
petentes frotes e conhecimentos. O expediente
da gerencia fecha-seas quatro horas da tarde.
Para o Rio de Janeiro.
A barca nacional Atrevida sopue por estos
dias por ter quasi todo o seucarregamenio prom-
pto : quom nolla quizer carregar o resto da car-
ga que Ihe falla, embarcar escravos on ir do pas-
sagom, para o que tom escolenles commodos.
trata so com os sou? consignatarios Francisco
Severiano Habcllo & Filho, no primero andar
do sobrado n G, no largo da Asscmblca, ou na
praca do commcrcio.
iw
FMUTILADO


(n
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEITU B DE MARCO >I 1860.
Leiloes.
LEILAO
Quint felra h lo corrente-
Oagerte Rorja autoiisadopordespachodolllm.
c Kxm. Sr. I)r. juiz especial do cominercioa rc-
qoerimeuto dos depositarios da massa fallida de
Antonio da Silva Rocha, (ara leilo no dia cima
designado, ce um variado soFiroeiUa do faxon-
das de I nhn, seda c algodo, que perlenceratn
ao dito fallido, assim como a armarfio e inais
pertenec do sua loja da na Oireita n. C2, onde
lera lugir o supradilu leilo que, ter principio
k 11 horas era poni.
aranle-se a casa ao comprador.
Sabbado 10 (lo corrente.
i
lima taberna.
NA
Ra Augusta n. 15.
O agente liorja autorisado por mndalo do
l'.lm. e Kxm. Sr. I)r. juiz especial do commpreio,
ni \ I.1 !,"ui no da suprarilado, dos gneros o bens
j'io a requerimenlode Silva \ Mola, foram ar-
rostadosa Manoel Jos da Silva Fcrnandes, os
quans se acham ein a taberna sita na ra Augusta
n. 15 onde lera lugar e leilo, que principiar
s 11 lioras era ponto.
DE
S ila-feira (Ido corrente. asi i horas.
PELO AGENTE
O a;;enteaclma ar .' leilo no sen ar-
maMn na ruado Vijjario n. 19, de 10
escrafostendo 7 lindos negros e 5 lin-
das negras, rom algumas habilidades,
iodos moros de bonita figura no men-
cionado dia as 1 t lioras en ponto.
Mhm
DE
PARA
Completa lquidacao.
CalsFreresdesj nido fechar conlasde
tas as miudeza existentes no seu arma
zeta, farao leilo por ntervencao do
agente Hyppolito da Silva das" ditas
miudezas : quinta-feira S do corren te 8
11 horas ein potito no armazem da ra
da Cruz.
i
a m a m m
Qoiota-feira 8 do corrente.
PELO GEME
m M %l mi
0 referido agente far leilo por conln dequem
enrer no da cima designado pelas lo horas
mbSa na porta do armazem do Sr. Annes
da alfandega
DE
Barris com manleiga francoza.
Caixas com cabio inglez.
Gigos com champa
Caixas com reas ste rias.
!.,:.-:- com biscoul -.
tai xas com cervejas ngiezas.
Qaeijosfamcngos
T
1
PELO AGENTE
m
tervenrac uo agente Hyppolito da Silva
de um completo ser ti ment de chapeos
do Chyli : lexta-feira as 11 horas ene
ponto no seu escriptorio da roa do Tra-
piche Novo.
LEILAO
DE
Ferro em barra.
Sabbado 10 do crvente.
PELO AGENTE
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2. = 2. *
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O. 2 'o-o
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O referido agente vender por conla de quem
pertencer no dia cima s 10 horas di msnha
no lart'o da eseadinha
300 quintos do ferro em barra e vergas.
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~ Z.
Avisos
diversos.
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s; ^
a-^
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^
=: 9
cr
o" P*
5
d o BS
^ i
c a
Precisa-so de mu caixeiro para padaria,
que lenlia pratica da inesma e alliance sua con-
Juia : na ra da Sanzala Velha n 94.
= Precisa-so de um nisstre de grammatira
portngueza c escripia, para entinar a duas meni-
iiis, indo casa da respectiva familia : a tratar
no hotel Francisco, com o dono do mesmo hotel,
Joaquina Mara do Espirito Santo faz scien-
le ao'respeilovel publiro, que ninguein f.iea ne-
gocio algum com seu marido Caelano Uendes
Delgado, com duas casinhas de laipa em terre-
nos proprios, silos na ra Imperial.
(i Sr. Antonio Jos Lopes Filho qoeira ler
a bondade de apparecer na casa n. 41 da ra do
Queimado, para tratar de um negocio de inte-
resse sen.
m Aluga-se urna escrav milito bem compor-
tada e propria para o seivico domestico
da lluii.i n. l-\, das C s 8 lioras da nianhaa edas
i horas da larde ein diatile.


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Funileiros.
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ta cidade, para que foi elcilo e que despacha na
casa de sua residencia ra de S. Francisco n. 8,
e em qualquer parle que for encontrado ; c que
da audiencia as tercas e sexttts-feiras as 4 \\1
horas da larde como ja lem aiinunciado, na casa
publica das audiencias. Recite 29 de fevereiro
de lsGO. ^ ^^ ^ ^_^
^s$lsrSr^^ -Sri^^S^^?^
~. '^jra U Di-. Cosme de Sa' PereiraB
ileSOCtftCaO CttpO0t:pIca gdevoltadesua viagem instruct-i
-pCVtiiimltUCAttft, 'Rt.v? atSuroPacoi,tDaa noexer-j
rwiminn 11 i o mi i J cicio de sua proi&sao medica.
Momiiigo, 11 do correnle, is 10 horas da ma-jfBN ., ,
nhaa, haverscssu daassembla geral, no lugar y- v\ consu
do costume eo Sr. presidente manda pedir en-152rio, no bair
carecidamenle a todos os seiihorcs socios ell'ecli- Wfril- n t.T
vos de compareeerem a hora indicada a dita sos- i/ '
de ver os sena nomes por extenso nesta folha, o
as que lirerem penhores seio rendidos da dala
cima em diante para pagamento de seu debilo,
como latnbem as que liverem vales serio depois
tiesta dala chamados a juizo, c para que nao rha-
rnem-se a ignorancia faro este avis.Luis Cor-
reia de (utmo.
Alu^ja-se um mulato para criado
e copeiro do que tem mutta pratica : na
de paz do 4" anno, do primeiro districto da ?.e- ma dj Trapiche n. 40, e tambera um
gue/.ia do SS. Sacramento do Santo Antonio des-; ,,
Precisa-se de officiaes : najrua Nova n. 38,
defronte da Conccicao.
== Pelo juizo de orphaos, cartorio do cscrivao
Giiimaraes, teem de ser arrematadas, nos dias 6
c 9, sendo a ultima praga no dia 9 do corrente
mez, as dividas constanles de letras j vencidas
acceilas por diversos, pertencentcs aos herdei-
ros da finada Joaquina Jeronima de Jess, re-
querimenlo do Sr. Dr. procurador da fazenda
provincial, para pagamento do sello : os licitan-
tes comparecen) hora e lugar do cosime.
= Itega-seao Sr. Carlos Justiniano Rodrigues,
estudante, natural da provincia do Rio de Janei-
ro, queira annunciar a sua morada, ou dirigir-se
ao escriptorio de Almeida Gomes, Alves S C,
rua da Cruz n. 27, para se lite entregar unas car-
tas viudas da corte.
= Acha-se justa e contratada a casa da rua
Dinita dos Afogados n. 58, era chaos proprios,
perteocciilfi ao Sr. Joao do Prado Cmara San-
tiago : so alguem se julgar com direito dita
casa, ou por rneio de hypolheca, annuucie por
este jornal no prazo de (res dias.
Mubilias de.aluguel.
Alugam-se mobiliss completas, qunlque: tras-
te separado, a vonlade do alugador: ni rua No-
va, armazem de mobilias do Pinto, del'ronle da
rua de Santo Amaro.
= James Clayler e sua mullicr, subditos bri-
lauuicos, v.io para a Babia.
= Domingos Vieira de Cervalho e Manoel
I.uiz Vieira de Caryalho, subditos portuguezes,
retiram-SC para Portugal.
= O abaixo assignado pede a todos os seus T"i ""
fregiiezcs que Ihe sao devedores, que por espe- P f* PPOQ lf* HfrfiFi1
cial favor venham saldar as suas cohlas al o dia ^* V3 itl-y v^UsiUlil-
31 do coi rente,do contrario passarao pelo dissabor

AS MEMORES MACHINAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New-York.
.1253
No novoeslabelecirnenlo vendem-se as

N.
da noiieeresp^MbiflsamoM"--"--3-8 ^^ doi,s.a,,torcs '
mazem de [azendas de
ro da Boa-Vista,
aymundo Carlos Leite&lrmi
nos por sua boa qualidade o. seguranea
ao,
a qtl.il-
rio ar-
rua da linpcralriz n. 10, antigaineiile ater-
Para se evitar quesles judiciarias picvi-
ne-se que ningucm compre a casa terrea da rua
dos Pescapores n. 27, visto a mesma estar em-
bargada,
Na rua Bella n. 10, precisa-se de urna ama
para comprar o cozinhar para una pessoa.
=r ('.aciano Pinto de Veras faz scinilc a quoni
na rua j nieressar que esl em exercicio da vara de juiz
molerpie de
servici.
18
annos para rjualjuer
mar econmicos.

Veslem-so mijos para as procissde, do melhor
goslo, por se le para este lira uovos ajiparclhus :
na rua da Gloria n. 00.
Da' consultas em seu escrip
ao, para se deliberar sobre negocios importantes
em da continuacao da discosso dos estatutos,
dilatados oni grave pre-
ro do Recite, rua
todos os i
s domingos, desde as G
todos os dias, menos'
laes nao podem ser
juizo da ass i :iar i, o por issoreclaman) a mais
urgente solucao da assembla.
.> cretaria da Assoriaco Tvpographica Per-
nambucana, 6 de marco do 18w).
J. L. Pornellas Cmara.
lu secretario-
Precisa-se de ura honicm para Irabalharem
carroca, dando-so bom salario : a tratar no pa-
leo de San-Pedro sobrado n. 4.
Sexta-leira 9 do correnle vai a praca, pe-
ante o Sr. Dr. juiz municipal da Ia vara, Inno-
cencio Serfico de Assis Carvalho, depois da au-
diencia, a parle de engenho de Ierras denomina-
do Secupirinha ou Conceico, na freguezia do
Muribeca, com casa de vivenda, de pulgar, de
caldeiras, sanzala, estribara, estufas, olaria, etc.,
por ordemda viuva o herdeiros de Francisco An-
tonio de s Brrelo, penhorado a dita viuva o
herdeiros. por execuco de Sevcriano Pinto, no
valor de 1- S8SI8U rs.
Perdeu-se no dia 0 do correnle niez nm meo
as 10 da manlia,
nos ;
coracSo
A viuva l). Seuhoruina Joaquina de Al-
meida I.eal e seu filho Justino Marlins de
Almeida, Manoel i'.arneiro I.eal Jnior,
Joao Ferreira Villela e Joaquim Carneiro
I.eal, vera luz da imprensa agradecer a
todos os amigos de seu fallecido marido,
padastro, pae, sogro c irmao Manoel Car-
neiro I.eai, o haverem acompanhado seus
restos morlaesat o ultimo jtzigo, e desde
ja os convidam a assistir a nnssa do stimo
dia na capellinlia do coniiterio publico
7 'oirs da manha.
i JinVffmifOTiBri%irWg^
i .
^B
as
r r.fe i
segumtes pontos :
I*. Molestias de o
I-. Molestias de
peito ;
j-3*. Molestias dos orgos da gera-
#,*, cao, e do antis ;
' Praticara' toda e qualquei'fc-
operacao quejulgarconvenien-fy
topara o restabeltcimcnto dos *.'
i V
seus doentes. gg
O exame das pessoas que o con- w
Vsultarem sera' feto indistincta-
5 mente, e na ordem de suas en-
Str&das; fazendoexcepcoosdoen-
? tes de olhos, on atpiellesque por
em 1
- Sica-se para o Porto e Lisboa, no
escriptorio de Carvalho Nogueira C. :
na ruado Vigario n. 9, primeiro andar.
|@J ::::';"-;:-:.: ::.?.:i.--:-:-:,?-::
gOollegio -de Nossa Senfaora|
do Bom Conselhorua dojl^^TuTdo^te^
Hospicio u. 19.
Estilo abortas as aulas de zoologa, bo- ";:
tnica ru mineraloga que constituem o
primeiro anuo do curso de agricultura. @
o curso de commercio anda nao Ira- A
'ia por falta de alumnos. a
geographia, philosophia, *$
der urna parte
que
bal
Liquidaco
Waccfio, e a necesfidade prompta ijfc
Sde seu emprego; e tudo quanto o |
Sdemove em beneficio de seus
| doentes.
= Francisco
ra-sc para Portugal.
t\ -Vv^r. "'. "V"..;
subdito porluguez,
pina etc.) sera'fetOjOii concedido ?p
gratuitamente. A confianca que
O abaixo assignado por causa de seu estado de ^nel'^s deposita, a presteza de sua .
le, nao podendo continuar com o seu esla-
belfcinienlo de molhados da rua da Cadeia do
Recife n. 25, defronte do becco-Largo, assim se
faz preciso liquidar lodos os seus negocios : roga
por favor a todas as pessoas que lhe sao devedo-
res virem pagar o que deven) al o fin de
marco.
Manoel Jos do Nascimcnlo e Silva.
E' chegado loja de Ercomle, alerro da
Boa-Vista u. 7, o oxccllente Icite virginal de ro-
sa branca para nescar a pello, lirar pannos,
sardas o espiabas, e igualmente o afmalo oleo
babosa para limaar e l'azcr crescer os cabellos,
assim como pos imperial de lyrio de Florenca,
para bortuejas e asperidades "da pello, conser- I
va a frescura c o avelludado da primavera da
vida.
Por iim cere de cabello c
fi'saenlo 500 rs.
; i? As aulas de
;:; ihelorica e geometria serio abertas im- $i
;.; preterivelmcnle no dia 15 do correte e i
tt regidos por professores de
m mrito ; todas as oulras ja es
, nando.
Koga-se a pessoa qne liontem
do correnle por engao levou do con-
|sulado geral um cliape'o de sol (ingles
aspeas de ac, anda novo, qne se dig-
ne por caridade fazer entrega do mes-
mo chapeo n'aquelle consulado aolllm. '
Sr. Mello, do contrario vera', seu noiiie i
por extenso nestd jornal, para aecudir
a este chamado, visto que o annun-
ciante ja pode obter uformaeOes a tal
respeito.
Prec'sa-se de urna ama para tra-
tar de dous meninos de 7 annos : na
rua da Madre de Dos n. ."0, primeiro
anpar.
Do-se a conteni.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
les casas :
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ba da Cadeia do Recite n. 4.
Dita da Madre de Heos n. 7.
Hila do Crespo n. .
Dita da Penha n. 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dls Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 1 .
Dita DIreila n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Hila da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 30.
Dila da Santa Cruz n. 3
mazem de fazendas
& Irmao.
nado tcnciona ven-
tera no engenho
Hornos sito na freguezia de Pao d'Alho
e tambera permutara' por algum so-
brado ou casa terrea dentro da captol,
sendo da Boa-Vista para lora ate a rua
da Santa Cruz ou S. Gonralo : e tam-
il o r ar-
da fre-
guezia de Garanbuns.e mais por venda
urna parte (pie tem bravada no enge-
nho Cracahir, e qualquer negocio que
apparecer para as referidas vendas
antes de serem eflectuadas dar' a pre-
ferencia aos proprietarios dos ditos en-
genhos: os pretendentes dirijam se no
engenho Carauba da freguezia do Pao
d'Alho.Joao Marques Bacalhao.
Vndese urna baroca nova de
irimeira viagem, construida de amarel-
o, com muto hora mcame, amarra de
ferro e prompta de ludo para viajar :
os pieteudentes diiijam-se para ve la
a eseadinha da alfandega e para justar
na rua do Queimado n. ."9.
recoobecido bem olierece o engenlio Pindohai
Bsiao funcc.o- rendamento,o qual existe dentro
NICA, VERDADEIRA
GITIMA.
E EE-
Preeis-se de um rapazinho para Saca-se sobre o Porto por qualquer
iazero servico de um hornera solteiro, soma PaSavel *''"' ou ein Lisboa, po-
1 nao se repara a cor : a tratar na rua da dendo as letra set era pagas a' vista me-
Cadeia do Ueeife no pnmeirc
12, a procurar das 9 horas
as 3 da tarde.
andar n.
Creada.
Lina creada portngueza desoja arrumar-se em
urna casa de pouca familia, para cozer, engom-
mar ponen e fazer o servico da rasa quem pre-
cisar dirija-se roa da Cadeia do Recite n. 57.
primeiro andar.
SALSA PARRILILl
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
o ree do agento far leilo por cotila de
qiem perieucer hojo 8 do correnle s 10 horas
la maaha na porta do armazem do Sr. Aunes
inte da alfandega
DE
i xas com qneijos flamengos muilo frescaes
in a Jos uestes das.
SafibarfolO do corrale.
DE'
lin lindo cabriole!,
O agente Camargo fara' leilo por
co.ita e risco dequem pertencer na por-
ta da alfandega de um lindo cabriolet
' >:n arreos e pertences, no mencionado
dia as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Chapeos do Chyli.
Aranaga A Bryan farao leilo por in-
Iltia da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio do Janeiro
o primeiro Contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, e um oulro viudo de Pars. Esta eslabole-
ciraento esl boje as melhores condiges que
;ossivel para salisfazer as encommondas dos
- em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrlas a I.uiz XV, cadeias de'relo-
baUeia'sdetod'a Hu0^ .''lC" ^ ca" mdicos, os maisiminentcs como remedir, iufal-
oaiieira ae loda a especie, para horneas e se-1,-
nhoras, lava-so igualmente o rabea a moda dos hvel Para curar crophulas, cancros, rheumats-
Estados-Unidos, semdeixar urna so pelcula na mo. enfermidades do ligado, dyspepsia, debil-
cabe,a dos clientes, para salisfazer os pretenden- dado geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-:
tes. os olijectos''ni cabe o scrio feitos em sua i i i <.
1 midadcs resultantes do empreo de mercurio,
ulceras e eiupcoes que resultan da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. I.anman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrgados a prevenir o res-
petavel publico para desconfiar de algumas te-
nues iraitacoes da Salsa Parrilha de Dristol que
j hoje se vende neste imperio, declarando a todos
viajantes que 11"e sa0 pl'cs os nicos proprietaiios da receila
continua a prestar- Ibes seus do Dr. Brislol, tendo-lhe comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
presenea.se o desejarero, cachar-so-ha sempre
urna pessoa drsponivel para corlar os cabellos, e
penlear as senhoras em casa particular.
CASA LUSO-BBASILEIBA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAleudo augmcnlado. com to-
mar a casa contigua, ampias e escolenles
Sociedadc bancaria em
commaudita.
Sao convidadas as oessoas que assig-
naram para a sociedade Amorim, Fra-
gozo, Santos & C. a realisarem a pri-l
meira entrada de 25 por eonto do capi-
tal ate odia IG do corrente mez, no i
escripiorio da inesma sociedade rua da '
Cadeia do Ueeife n. 5, recebendo-seI
amdaat o dia 1 algumas assignaturas.
a Seguro coalra Foso
dimite o descont na razao de quatro
do dia ete Por cent0 a0 anno, aos portadores que
o exigirem : dirijim-se a Joaquim da
Silva Castro, rua do Cuspo.
Dircio romano.
As pessoas que quizerem assiguar a verso
i portugueza das luslitnlianis juris romani pri-
rali por W'ariika?nig, as quaes tem de servir este
anno de texto as prelecces de Direilo Romano,
em substitu-ao aos Elementos de Waldeck, po-
| dem dcixar seus nomes e o importe da assigoa-
j tura (lOjOOO), na rua do Crespo n. 11, loja de
i livros, onde deverao procurar a 15 de mano o
! que houver impresso.
Proeisa-se de ura olDcial de (amanqueiro:
na rua Imperial n. SO.
Ao respeilavei publico.
Os proprietarios da casa de banhos do paleo
do tarnio pariicipamao illuslrado publico desta
cidaoeem geral, e a seus amigse reguezcsem
parliciilar.que as fallas d'agua que a? ve/es so
noam no seu estabeleeimento, e que do da
do correte at esta dala mais se le.n fcito sen-
rmn'rf,? 5?W*",.*a "^''^ncia sua ou de seus
cnpregadoa: ellas dimanara de urna cansa que
anula nao est bem determinada, e que os pro-
prietariosdacastde banhos procurara averiguar
para remed.a-Ia, se isso couberem suas torcas
i ara que o publico cnlre no coiihccimeno do
que occorre em um eslabeleciraenlo de sua uli-
idade, onde teem enconlrado unitivo aquellos
que oleein frequentado, onde se teem fcilo ou-
*ir os elogios insuspeitos desinleressados das
Pessow cultas, naturaes e estrangelras. era um
estabelecimertto emlm, que boje penence mais
as necesstdades publicas, do que aquelles, que
como Om o mais honesto e i fon-a de grandes
sacrificios o emprehenderam c o lem sustentado.
ser em breve publicada a correspondencia, ha-
vida entro aquclle dosproprelarios quo conlra-
tou o fornecimeiilo d'agua com a Ilustre com-
pannia do BeVenbe c o digno director dessa res-
'el companbia; e por que as pecas desta
correspondencia sejam um pouco prolixas, para
'vitar o ledio (pie quas sempre produz urna Ici-
lura prolongada e para seren melhor apreciadas,
a sua publicaco ser por partes.
Nao lendo o corpo fe poliria eflecluado a
compra do panno no dia 5, conforme hara anun-
ciado, por nao ter agradado em preco e qualli-
dade o que fui apresenlado, lem marcado o dia 9
do coirente para apresenlaco de novas amos-
tras e propostas : quem quizer fornecer spresen-
le-so na secretaria do corpo, as 11 horas do in-
dicado da 9.-0 leante-secretario I.uiz Jero-
mjmo Ignacio dos Santos.
^ Lua pequ.na familia estrangeira precisa
de una preta escrava para servico de casa, me-
nos cozinhar: quem a livor para' alugar dirija-
se ao Recife, rua do Trapiche n. Ib lerceiro an-
dar, a qualquer hora do dia.
== Rendemos louvores ao Illm. Sr. depnlado
Manoel Coelho Cintra, pelos desejos apresenlados
de minorar o soll'rimenlo que actualmente pezam
no publico, com o seu requerimenlo, mandando
pedir infoimacdes ao governo do estado de cum-
primento das estipulaces do ultimo contrato da
compaohia de Deberibe, relativamente a colloca-
Qo de nevos chafamos em outros logares desta
cidade que delles precizem ampliando assim seu
numero para rommodo em geral. Prevalecemo-
D0S do momento para unir a nossa voz ebradar-
mos pelo desgranado estado, em que se acha a
mesma companbia, e pois ninguem ignora o que
succede repelidas rezea com a falla d'agua seria
porlanto de conveniencia que o Exm. presidente
di provincia, tomando em consideracao a mate-
ria de lana gravidade, mandasso Dscalisar a re-
ferida companbia.
Recife, 7 de marco de I8C0.
to Lourciro, dono da loja de miudezas da rua
Direila n. 13, acha-se autorsado pelo mesmo
Lenidas para fazer una convenci enlre lodos
os credores; por tanto todo aquello que anda
nao foi ouvido a respeito compareca na rua l)i-
reila u. 7, loja do Sr. Adolpho.
Jos Carlos Ferreira.
Vende-se a ofneina de lanoeiro na rua do
Mondego n. .'J7 ; quem a pretender comprar d-
rija-se a ruada Sanzala-Velba, ofllciua uo
eiro confronte a padaria.
ltenco.
o
Faz-se saber aos freguezes mo con vieren:
parecer no deposito n. luda rua do Arago, i i-
ra acabaren) de relalhar o resto dosobieclos qua
faltam.
Sorvetes,
e exce
comir.odaccies para muilo maor numer de
podes,1e novo se iceommenda ao favor e
branca dos seus amigos e dos^rs.
visitera esta capital
servicos e bous ofHcins guiandn-os em todas
cousas que preciscm conhecimenlo nralico do
paiz, ele. ; alm do porluguez e do inglez falla-se
ac- |
los- i
em-!
as
direito de fabricar a Salsa Parrilha
porque o segredo da sua preparaeo
de Brislol,
acha-se so-
na casa o hespanhole francez.
A pessoa que perdeu um cao de eslimacao
zsxzsrx ss ar^iK: t em rdcr in rc,cr,d, -^ -
dcsppz.a, lara evitar engaos com desapreciaveis
Precisa-se de um caixeiro para taberna que ; D'"a'Joes de drogas perniciosas,
lenha boa conduela : no boceo Largo n. 7. | quizerem comprar o verdadeiro
noeiir;;ro.,:,g,!l,JlSUbdOallCnl^,0' vaiao servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
Offerece-se um moco porluguez para bo- i "uer oulraprcparacao falsa :
leeiro de urna casa particular, para o que tem 1 O envoltorio de fora est gravado de um
milita pratica: quem de seu presumo se quizer lado sob urna chapa do ac, trazendo ao p as
ul.l.sarannunce por este jornal. seguinles palavras :
a lo annos
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
co-
as pessoas que
devem bem ob-
=
SC
para
Olferece-se um menino de 14
para caixeiro de loja de miudezas on fazenda,
para o que tem bstanle pratica : quem de seu
presumo se quizer ulilisar procuro na rua larga
do Rosario, casa n. 18. onde encontrar o pre-
lendenlc e as informaroes neicssarias.
Precisa-se de urna pessoa capaz para lomar
conta de um deposito de pao e massas, que sai-
ba bem desempenhar o seu lngar e de fiador
idneo : a tratar na rua da
n. 20.
I'iecisa-se alugar um sitio com boa casa e
terreno para plantar capim ou com plaa de di-
to : a tralar na rua da Imperatriz n. 18, loja.
Roubaram no dia 7 do correnle um buhle
n. 2221 ; roga-se, pois, ao Sr. thesoureiro e
caulelislas que nao pague so sabir premeado se
nao ao seu dono Guilherme Jos Filippe.
Vende-se
urna bonita mulata de 20 annos eom habilida-
des e com um lilho onilalinho de 6 mezes de
idade, muilo propria para criar por ter bastante
lene na rua Jas Cruzes n. 41, segundo andar.
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
New York.
2 O mesmo do outro lado tem ura rotulo em
Cadeia do Recife papel azul claro com a Irma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. BrisUil cm papel cor de rosa.
4o Que as airecoes juntas a cada garrafa tem
nma phenix scnielhante a que vai cima do pr-
senle anuuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C., rua Julio n. 2.
Pernarabuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz u. 22.
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
| Estanto em barra. I
I Verniz copal.
3 Palhinha para marci-
neiro.
Vinhos finos de Moselle.
| Folhas de cobre.
| Brimde vela: no arma- i
zem de C. J. Astlev & C.
M&bmimmmmafi o v
Pretcnde-sc alugar um primeiro andar em
boa rua, e centro conimcrcial do bairro de Santo
Antonio, tem bons commodos, c se aluga com
mobilia, trem de cozinha, etc., por 6 al 9 me-
zes, por ter a pessoa que reside, de fazer urna
viagem : para o ajuste, enlendam-se com o Sr.
Antonio Francisco Correia Cardoso, loja de fer-
ragensjuntoa Conceico da ponle do Recife.
Roupa para lavar e engommar : quem qui-
zer dirija-se a travessa! da rua da Boda, beceo
Tapado, casa u. 1.
N. I.Quatro cantos da
Bou-Vistan. 1.
Vende-se urna conimode nova de Jacaranda
rom puchadores de vidro e espelhos do madre-
perola : linda peca e o prec.oconimodo.
Precisa-se de um feilor para ura sitio, dan-
so preferencia a algum hornea) das libas, que en-
tonda de planlocos : a tratar na rua do Impera-
dor, antiga da Cadeia n. 23, loja.
o Sr. mestre pintor que pinlou urna casa
no Giqui, embora nao a acabasse, pode mandar
buscar aqu na rua Direila, onde bem sabe, os
seus cacos de tintas, por que podam-lhe estar
fizendo falta, ea miro est servindo de cntulho,
alias os mandarei botar lora.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 55
urna linda escravinhade idade 10 anuos, bonita
figura e sem vicios nem achaques: quem a pre-
lendcr dirija-se inesma, no primeiro andar,
que adiar com quem tratar.
Convido nos charos irmos da contraria da
veneravel Santa Rila de Cassia, para compare-
cerera era nossa igreja, no domingo 11 do cor-
renle, asi! horas da larde, para aeompaiihaniios
a procissao do Senhor Rom-Jess dos Aflic-
tos.Antonio II. Pinhtiro, esemao.
Precisa-sede una ama de Icile sem filho
para criar urna menina de 9 mezes : no orlc do
Mallos, roa do Codorniz, taberna n, .
Na rua da Praia n. 40, precisa-se de urna
ama secca torra ou captiva, para casa de pouca
familia, sendo o servico de ponas a dentro.
= Precisa-se de um pequeo para ceixeiro, e
que tenha pratica de taberna e d fiador a sua
conduela : na rua das Cjiazes n. 20.
Tiram-se retratos a oleo de lodos os l-
mannos com toda a perfeico, garanto que nao
esisn !o pr prio nao recebe gratificarlo alguma
tambem cepia-se fielmento retratos daguerreo-
typo para oleo : no pateo da Penha n 4.
Caixeiro.
Se algum dos rapazes chegados do Porto no
ultimo navio quizer arranjar-se, \ rua Di-
reila n. 45.
Bom
um ere-
negocio.
Vende-sc por 75 por rento de rebate
dito vencido de Caminha & Filhos, e recebe-se
em gneros de qualquer especie : quera quizer
annuucie.
Aluga-se parle de um primeiro andar para
escriptorio ou para moros so I tetros, na rua do
Vigario : a tratar na mesma n. 29
Joo Jacinlho de Medeiros Rezende dcixou
de ser procurador do Sr. Antonio d-js Santos
Ferreira, desde o dia 5 do correnle.
Na rua eslreita do Rosario n. 12, primeiro an-
dar, haver de hoje em diante sorveles das me-
lhores fructas do paiz, das 0 horas da tarde em
diante, pelo que avisa-se a rapaziada que se
acha preparada una sala bastante fresca e livre
das vistas dos passeianlcs-
Fazendas proprias
paraaquaresma.
Rua Nova n 1S.
Manoel do Amparo Caj & C vende os mais
ricos vestidos de grosdenaple pelo rom duas
siias bordadas a velludo, ditos com tres saias
aliochoadas, grande sortimento de basquinas,
Vizilas, casare jnes de grosdenaple OS mais linos
que tem viudo ao mercado, lano em fazendas co-
mo em enfeiles para senhora de qualquer corpo,
ditos de lit de linho bordados com vidrlhos, li-
nos veos de blondo, grosdenaple com 4 e meio
p Imos de largo, dito com tres, chales de me-
rino bordado uas ponas, meios chales de fil
d< linho pelos e blancos a ostlOO, mcias de seda
preta para senhora, luvasdeseda enlejiadas c de
Jtfuvin para homem, finas casacas, cileas de ca-
semira preta.colletcs de velludo bordados, dios
lizos, ditos de gorgurSo, sobre-casacas, palitos
francezes de diversas qualidades, o um grande
sortimento de obras felfas, como igaalmento
inuitas fazendas linas e grande quanlidade, pelos
piceos os mais commodos do que o anno pas-
sado.
Albino Jos Vaz subdito porluguez, retira-
se paia o Rio.
Vende-se ptima sement de cuenlro :
nos Allegados rua do Molocolomb nmeros 42
e4S.
Precisa-se alugar urna ama forra ou escra-
va para o servico de urna rasa de penca fami-
lia: quem livor e quizer alugar dirija-se a nui
do Queimado n. 6, primeiro andar, que achara
cora quera tratar.
Vcndcm-sc
caixas cora velas de carnauba fabricadas no Ara-
caly : na rua do Vigario n. 5.
Precsa-se de una preta escrava para o
servico de urna casa : quem a pretender alug:'-i
dirija-se a rua dos Pires n. 25, casa terrea.
illilho a
a sacca : na taberna oa estrella do
raizo n. 14.
Precisa-se de um trabalhador
na padaria da rua Direila n. 2i.
5S500
pateo do Pa-
dc pdaiia :
Attenco.
*
Vende-se urna pequea mobilia, sendo loda de
Jacaranda o mais algtins rosles que com a vista
do comprador se ar negocio '. na rua do Ara-
go n. 16.
Vende-se um cavallo russo, proprio paro
carro : na rua ) Pilar n, 141, primeiro andar.


' f+
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 8 DE MARQ DR 1860.
[Si
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correnfe armo de
M69
o qual se vende a 800 rs. na
pra^a da Independencia livra-
ria n. G e 8 conlendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos priucipaes esta-
dos da Europa e America com
o norae, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostas ge-
raes, provinciacs, municipaes
e policiaes.
Tabelia dos emolumentos
parocliiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiaslicos, luteranos
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
I
S
W2
soso oiro
DO 1>H. CHARLE
MEDICO'E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
.-..
FAIIA O TRATAMESTO E rkXi'TO CVRA1IVO
I
6AS ISl r.liMll.ADES Si.Xt'AES, DSTVDASAS AFFECCOCS CITASEAS, MUCS
c. t.-uio lo fori'oCliHblc
DO SANGCE.
PLUS DE
Xaropr mili preferivel ao
Copalrba e as Cube-
bas, cura iinmrdwlaiiien-
le qoulqtiier purgucio ,
relaxado e debilidaJe, e ^ualieenie fluxus e
flores brancas das mullidos. lij<-c<;uo de
< iiiiMc Esta jeccao benigna emprega-se mes-
mo lempo do sirope de ciirato de ferro, urna vez
de roanba, e urna vez de tarde durante tres das;
DEPURATIF
du SANG
E AI.TERACOES
lli|.in uli> 4ll' Minino.
tarop vegetal sem mer-
curio, o nico coubecido
e approvado rara curir
con |ironii)tidao e radi-
calmente impifiens, pstula, htrpes, sarna, co-
Dlixfi 's, acrimonia e alteraces viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer aO'rtao venrea. Bu-
nhcn minorar. Tomao-se dous por semana, se-
guiudo otiaiamento oVpuiaiivo. remad un-
tiifi-|u-1ir. De um < flVitu maravilloso as a-
ftcOes cutneas e comixoes. __
illa Mgutp a cura.
Ke nori-ohida.Pomada que as cuaa fin 3 das.
O deposito e n* rua tanja do Rosarlo, botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
OS JESUTAS
LOTERA
VIDIO DA GAMA LOBO.
Cm NTIDO VOL. DE 300 PAG. EM 8o pRANckz.

Ra Nova, em Eruxellas (Blgica),
SB K MBlCClO DE E- klMa'D
O Sr. thesoureiro manda I&z.ei pu-
b!ico que seacbam a venda todos os das
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n.26e as casas commissionadas
peloraesmo Senlior thesoureiro na pra-
;ca da Independencia numero lie 16,
Analysa-se nesla obra o papel da companhia nos diversos paizes donfe fot expulsa ; deseo- na ,-ua ja Cadeia do Recife mime-
bre-so o plano concerlado pelo philosophismo, pela polilica e pelo jansenismo para destrui-Ia, nio r0 2 armazem do senbor Fontes ate
! por scus pretendidos crimes e ambigo, mas para realistrem suas ideas scliimalicas prova-se o as ^ |10raS B tarde tmente os bil e-
c.istrangimeuio de Clemente XIV expedindo o breve da exlinccao da companl.ia, e que ella foi. ? {e$ e me'08 ja ^gnlid* parte da quii 1
ainda, um dos mais esforzados susteittadorea da religiao, emctiia defeza con.itiisiou a cora de um '.'' t
, ,, v ; lotera do hospital Picho II, cui;.s io-
verdadeiro martyno. I '. 1
Deusnao permitlio que a iniquidade fosse commeltida sem Picar gravada em documento- daStJeveia0 adar impreterivclrm-nle
e irrecussaveis ; estes documentos, que tanto se esforzaran! por suppr'unir os inioiigos da com- n0 ",a '" do futuro mez. ae mal <;o.
panbi3, felizmente podoram ser conservados, e lem apparecido uliimamcnte na Franca em diver-I O mesmo Sr. thesoureiro manda
sas obras, que confirmam a opiniao que aiiula formam dos Jesutas os homens impareiaes e que; filialmente fazer publico que ras <
nao sao adversos S Apostlica. yeima mencionadas se acbam bil
E'um brado em favor dos Jesutas, entre nos ainda lao injustamente ulgados, e que nasce de numeraco sortidas a vontade dos
da convicQao intima de quesua causa a da jusiica, do pontificado e da religiio. compradores.
Assigna-se no escriptorio deste Diario, ra das Cruzes e na ra do Imperador livraria de Tbesouraria das loteras 25 de eve-
reiro de 1800.O escrivo, J SI. da
Cruz.
En sino particular.
O abaixo assignado, residente do terceiro an-
dar do 'sobrado n. 58 da ra Nova, contina n<\
exercicio de seu magisterio, ensinando piini'ir
letras, latime francez, e tambem admitte alum-
nos internos.
Jos Uaria Jlachado de Figueiredo.
Guimares ex Oliveira.
DELICIOSAS E 1NFALLIVEIS.
DE
Contfissao de cscravos
Serve elle de guia ao com-
Paslilhas vegetaes [le Kemp
contra as lombrigas
approradas pela Exm.a inspecro de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de liy-
gicne publica dosslados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
Durante o espaco de oito a dez mezes, ahi residiram os F.xms. Srs. conselheiro Silva Fer- UbUimI contra as lombrigas. Nao causan) nau-
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes importantes da Europa, torna-sede grande
EstabolecimeillOSfariS til- va'or Pri 1 I I urna das melltores da cidade, por se acliar nao s prximo s eslacoes de carombos de ferro, da
UUSU'iaeS e COllimerCiaCS (JO Allemanba e Franca, como portera dous minutos de si, todos os tbeatros e diverlimenios ; e,
todas as qualidades como lo-almliss?,os, rdicos pre5sconviJam' ,,, f fl
iNo hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, mglez e po*-
qur
5000)
por dia.
* ^vo hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, mglez e
JAS, YeildaS, a^OllgUCS, engC-iuguez, paraacompaubaTastouristas, qur em suas excurses na cidade, qur no leino,
llllOS etc. etc cmlim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3^200 4?(
e seu filho o l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao,
de Tortuga
l)e os Drs. Felippe Lopes
Osprecosde lodo oservico, por dia, regulam de 10 a 1 2 francos (-ivOOO 43500.)
No hotel encmirarn-se informad-Sis exactas acerca de tudo que pode precisar um eslrangeiro
1'tlO i'pinl ^ i< rao, e sen tuno o tu
ucrt/lU1.e, a^lieUUO!*, man- ,$M(Ji ManoeldeF.gueira Faria, edesembargador Ponies Yisgueiro (do Brasil, ) e muitas ou-
tinio e emn para todas as trasPossoas lan, ^c umi com de outro paiz.
elasses da sociedade.
ObacbarelWiTRvio tcm
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pela Gamboa do
Carino.

Sir
DrPHSS
JAiiABK DO FOUGET.
r i' \ ..... c>;;i :ii; rovada petos mas eminentes mdicos de Paris,
i |r"/-i.mn s-iiilii o u llior para oarr consiipa^ocs, usm convulsa e outr?s,
aili'ci-'s ii<>< broocbos, ataques ii" peHo, int.i""'s nervosas e insomnolenci s: ama colbera pela manbS, c outra aoiie sao sutficienies. O lempo o (lente e o medico.
(, tir./isilo na ru larga do Rotarlo, /ntica de Uarthvloinco Francisco de Souza, n. 3G.
Adiase no prelo a 2.a edico dos Elementos de
Direito administrativo, mais correcta e cooside-
j ravelroenle alterada, pido Dr. Vicente Percira do
i Hego, 1c:iuj ealhedratico da mesma sciencia na
I cuidado de Direito desla cidade. Subscreve-se
para esta olira na livraria econmica de Nogoei-
i.i \ ''., defronte do ano de Sanio Amonio u. 2,
a 100 por cada exemplar, pagos ao receber as
duas parles que j eslao impressas.
! agepeia dos (altriencites america-
nos Gmuver & lEaker.
Machinas de coser: em casa de Samuel T.
Johns'.on c\ C, ra-da Sep.zala Nova n. 52.
Prccisa-se de ama ama para cozinhar: na
ra Nova n. 8, loja.
Engoinma-se com asseio e promplido : no
boceo do Marisco n. 20.
Jos Manuel da Cus:: Gamillo 'o a Eu-
de lbo9 a di de Janeiro do 1SC0. Recite, 1." de. r0Da<
fevereiro de 18G0. i\ i ir i c n < i> i t
uvid lliibet c C, O Uto tle Ja-
Procisa-se alngar um prelo ou preU, j ido- neiro, azein sciente, que estabeleceram
SOS, para comprar na p:a e fazer o mais servido
de una casa de familia, ou mesmo urna ama n.'is neta pra(ja lima Casa de tupoitacuo,
mesmas circumstancias : quem liver e quizer, clebaixo da (irmn
annuncie ou diriia-se a roa de Santa Rita n. 40, i iivukv ,v\' iikv A- r
primeiro andar. I .Ll-XL"'-,, ""-"" u-
. aritiittinuo cuino socios os Sis.
KS83-Si9gSaSS^g>%3iS3&^3-SSX FUANCISCO LIXDEN.
Lices de francez e
Publicado jurdica. F0LHLM1AS PAR 1800.
COBPAXHIA Di VIA FRREA
1)0
I1ECIFE A S. FRANCISCO.
Pedo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do correle em diaute
ao escriptorio da ra do-Crespo n. 2, pare recc-
berem o 8." dividendo de juros de suas aeros,
contados no seincsire dooonido do 1. dr asusto
scasnem sensaces debililaules.
Teslcmunho expontaneo em abone das parti-
lhas de Kemp.
Sis. f). T. Lanman e Kemp. Port Ryron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fa/.om, curaran) meu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalara um ebei-
ro ftido, nha o estomago inchado c continua
comicheo no nariz, lio nvigro se
j lemia perde-to. Neslss circumsla
nho meu disse que as pastilhas de
curado sua Giba. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vid ros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sua de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Flnyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Ra larga do'iosario n. 22.! CarrOS YlIiebrCS.
tS^sr^sssss con"": stjsks; a^ ** *- ^^T
flanca-sc o bom trSlamcnlo c seguran^ dosj ^ m^mazem pertencente ao convento -
mesmos, e nao so poupa forros para que sc-^ Prntcisco, grajo ao publico e a os seus
jam vendidos rom promplido, afim do seus se- Pc,a, coopcraeao que Ihe tem prestado ,-
nhores nao solTrcrem empale'cu., a venda del-{%*""*' ""^e-la, v.sto que tem, retorn
les. Neslc eitabclecimcnlo ha sempre para ven- f os carros fnebres o est a,,
der cscravos de ambos os sexos, mocos e bonitas ';"lJ f* P" "> ^n,ia/.er as raa.pbrt-
(jj,oros ga' oes, podendo ser procurado durante o di
- Traspassa-se o arrendamento do um enge- l';1 ;' ; :i ".!'.' nf^ "* *"* do Itosavin dp.
nho distante desla praca duaslegoas, vende-se ?Vv,fl" ,31 c,asi! l"rea a0 pedosol^.-io,
urna parle no mesmo engeuho, machina nova '^ "" estabelecinierrto sempre peseoa que
rapo?, distilaco nova ebe.m montada, 22 bois eCa caro e caixo a qualquer orada ....-
de coreia, seis uuartos, algumas obras, saffra "' para deposito dos cadveres as ign ,
lantada, ole. etc. ; UalaUc ua ra do Crespo n. :"":";r!l -:'-' '" ,'^!" T'" *%. esl
a qualquer enterro com zelo e promptiuao.
Precisa-sealugar umaesrrava para oseivi-
le urna cs.i do pouca familia : quem a tiver
diriJH-se a ra larga do Rosario a tratar na
j n.23.
Prerisa-se alngar orna csa terrea,ou com-
Doura-se e pralca-se pelo systcma galvnico prar-sc na ra de Horta, ou Santa There/a, i i
hydro-tleciriro p trankensleim, i ssi:- n i se a '' ,,,; > do Carino ; quem a tiver o quizer
dirij i--' ao i ateo do Carmo, venia da esquii ,
ra a Cambda do m< smo ni me, n. i I:
dir qneni compra ou alu :
9t'
? lantada,
3, loja.
GalvBlsmo.
(ierfei';ao Jo irabfllhi c commodid re-
jos, assioi como limpam-se luda c qualqui r joia
poz. iiue e I de ouio e prata, e coheertam-se .-lando quetra- y'
ocias um visi-l^08- ''""'"'"1 limpani-se todas as obras que "''-^f
. ani de l."r-- ro! r Kemp unnam Allirli,no 1L. plnho Borges, pr .iessor juby- ________

Compras.
Eslao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. G e 8 as folhinhas para 18C0, im-
pressas nesla lypographia, das seguales quali- Slrect pelos uincos proprielarios D. Lanman e
dades : Kemp, droguistas por atacado em New York.
OLIIINIIA RELIGIOSA, contendo, alm do
Aeham-so venda em todas as boticas das
kalendario e reglamelo dos direitos pa- PriDCPM ridde9 o ,mPorio.
rochiaes, a continuado da bfbliolheca do
lado em inslrucco primaria, presta-se a leccio-
nar em casas particulares, as materias do sua
profisso: as pessoas que de > nos.
quizerm utilisar dirijam- se a ra da Gloria n. 17
tjui'iii precisa;'ilo una ama para o -
interna do casi de Imincni soltciro su de pouca
familia, dirija-se a ra larga do Rosario n. 39,
segundo audsr.
i i VCOoUi UV.I
isa.
Cristo Brasileiro, que se compc : do lou-
vor ao sanio nome de lieos, doroa dos ac- .
tos de amor, liymnos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitacao do de San o Anibrozio,
jaculatorias e commemoracio ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Va-Sacra, directorio para orico mental,
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Juhao n. 2.
Ra da Cric- n. 44.
dividido pelos dias da sema
na, obsequios .";
piano
ROOLl'ilO WLVn.MAX.V,
S os iuai's assignarSo a linna social.

Hademoiselle Clemencc de TTannetol Traspasse-se o arrendamento de um En-
de Mannevillecontinua a dar Urdes do ;.3
guarda, respondo pelas alo as
outras oraces. Pr< o 320 is.
Na ra do Trapiche n. '.', ari
sucar, de Jos de Aquino Fonseca,
continuadamente modas do 16$ e
dos Estados-Unidos, modas de cinco f.'
-. hi soanl il 9 e mcxU as, em grandi
pequeas porcoes.
Alleii?ao.
Compram-se, vendem-se c ti
na ra do Imperador n. 21, primeiro andar.
Compram-se ni odas de ouro : no es
rio da r ia do Trapiche n. 11. prim ro
AcrediUdo em Frarlca, em Hespanha. e nesla : ..
'.cidade de Pernambupo, arranca denlese raizes [^livn^ (\i'\
rernambuco.i.o armazem de drogas de J. Soumico.u.i alaior,.,,,, ./.,.-. si m como eolio- | dl.VUUt l U. ;
(,Comnanhiara da fm-/ n 22 jca-ossobre chapa dohiro, p.atina c prata a ron-19 jfa ruadaCadea do Recife n. 1, com.
lado de qualquer um que delles precisar, como g pra-seum baixo de d : quem livor diri-
lambera chumb c limpa-os cora o rnaior asseio -' ia.se a casa indicada que achara eora queii .
possivel. Tira denles era casa a -2-- e :'-. c fra a tratar.
C-.'; ;?. dente pos'o em chapa d'otiro a IU5: quem
lie ; i.'1 isar, Recife, ra da Cruz
di numero i i.
Continua a prejeisar-se de um criado, que
de fiador a sua conduela, para to lo 0 servici le
um Homero solleiro : quem achar-so nestas cir-
rumstancias dirija-se ruada Cadeia de Sanio
Antonio 11. 25, segundo andar, boje ra d
cr.
:)
*> < '.:.' '-. -,.r ':." 1 f '> V.* *:- ffi A St$
/oc^v- W I v> 9 -- p ^> -tiy
DENTES
tiaTEEFECBxlE^.
JJ x> -c* <>
U
.oss.corato de jess, sauaa^es devo- gRaestreita do Rosario Q.3I
tas as chagas de Chnslo orajes a N. Se- | PwBeico pinto (Uuriocolloi,1 donles V.
nhora, ao patrocinio de s. Jos c anjo da ;!. fifiiaes pelos dous systcmas VOLCANITE, g
1 Je ; chapas de ouro ou platina, podendo ser ;,.
;-p procurado na sobredila ra a qualquer y
hora.
ITA O. VARIEDADES, contenpo o kalenda- JS
rio, regulamenlo dos direito.iparochiai -, e

a dar iones de ^.'; genho muilo perto da pra^a, vende-se tana par-
iz e piano na cidade e nos arrabal- des : na roa da Cruz 9, segundo andar, g .Vrna" Js7.aeao"noa"ir.ontada '".iVura tudo'
*ia* uium WBee%bbw vnmtmrntmtttMwMK bois de carro, O ijuartos, e outros objectos :
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figucire- lracla-se na ra do Quein.ado n. 10.
do quelra annunejar saa morada ou duigir-se n.\ n t f f\ n r* m f*> O l T fl
livraria da praca da lBdependencii,que-se preci- lUslJ ULrwl i U
DE
vaccas mell.oi- sera", podendo o arreo-jRua do Imperador, coilfroilo
damento comcr.ir agora ou era maio, ; .,_ ., ,
conforme agraqar : a quem o tiver para ao 0lta0 (1 deposito do gaZ.
.a fallar-lhe.
Preeisa-se alugar um s'tio que
nao diste mais de legua e meia dtsta
p ac, o tpial tetilla lugar para oceupar
mais de 8 captivos, ese t ver pasto para
quem o tiver p;
alugar, podendo, diriji-se a praca da
Independencia n. G e 8.
Porolt & fi .altendendo a que os senhores con-
sumdores degelo sao pela maior parlo residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
urna colleccao de ancdotas ditos chisto-j
sos, contos, fbulas, pciisamjenlos moraes, 1
receitas diversas, quer accoca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructOS. Prego 32U rs.
SPITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costme, contm o resumjo dos direitos
parochiaes. Preso 160 rs.
LIPES PRATICAS
gura, de 18 b 2-1 annos de idade, que .
uhare engommar mullo acm, cosa al;
cousa : na ra
"noel Jos de S Ai i
16, amia.
rE
ESCRITA CQKSMERCInL
I'op partidas (lebradas
e he
Q fi
OOX>>'!' -<> v> ^:> vr> o \'>

.: Curso pcatico e Iheorico de
, ce/a por urna se nhora trance
ltencao.
S V^ V> -r M -
te
1 ingua fran- {
.a, para dez ,".:C
;.y inoras, segunda e quinla-feiii de cada se- ?
:; mana, das 10 horas at mei
$J quizer aprov.iiar pode dirigif-se a ra da ^
,; Cruz n. >, segundo ailar.
ii adianlados.
-'..-.-- ........*
\j> *:. *1 ^- '-r \-r \iy ^> O Cr & ^> V
Ra Novan 15, segundo andar,
HB. Fosiscc.-i delUedeiroa, escriturario da
tbesouraria de fazendadesta provincia,compelen-
lera en le habilitado pida directora de inslruccSo
publica para leccionar ariihmetica nesla cidade,
tem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pratico de escriluraco por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
perade
Consulado de Franca.
O capilo Augusta Auger, do briguc francez
Uaria Valenltne, cm reparar^o neste rto prc-
i cisa lomar a risco cerca de 25:0 OjJ para paj
differentes despezasi que tem sido ol i lo a fa-
zer nesle porto, O ditoenipreslimo ser garanli- Direita n. I .
po pelo mesmo navio o sen earn lo: as- Compra-se uin sobrado de un
pessoas, que prele^iderem fazer ma- Candares: n.n praca da InO
rompareccrem -
mcnlc
compra-se, vende-sc c lroca-s escravos : na rtia
san cnivii
atlas a
uin
...-. ^ ...... .....o .. V ...,|.. i. ,,. |... -
8 do corre ite s u horas em pi nto, na -- se aira quem compra.
5
dia : quem $$ na parle relativa a reducrao de nioedas ao
Pagamentos -
5vv S@@^
Roga-se aos Srs. devedpres do estabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
D que lulariami-om grande illiculdade se osle es- sequio de sahJarem seus dbitos na ra do Col- = Pordpu-se da Passagem
; de leite, te estabelecimenlo esiivesse collocado no bairro ,eio v " J nma iionha do labyrinlho a qual
culo de descontse juros simples e compostos
conhecimenlo inlispensavcl as pessoas que de-
sejam empregar-se no commercio ou que ji se
acham nelle estabelecidas. A aula ser aborta
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas
Ja noile ; e as pessoas q^e desejarem matriru-
iar-se podero deixarseus nomos em casa do an-
nunciante al o mencionado dia.
da Magdalena al
de um pelo,
hi-m e-.(l;icdc Inns cnslnmos nava o dor confronio ao o:'..";o du d. posi;,, dogaa. um n-lu- Ibada em dous peOfleos de brelanha lina: quen
"' K-K"lKi,"K-^ r"fr" '( armazem com as proporroes i nigidas para depo- Orna pessoa habilitada ofTerece-se para fei- laes objeclos liver adiado e quizer restituir pode
Jjcm. Oirigir se a praca da redro I! silo deste genefb, o qual estarnberto concur- lor de sitio, jnrdim eu outro qualquer emprego r annunciar por esia folha ou levar a rua d
.antira paleo do C'jilcfio) n. 37 tegua- re,Ic'a <*,,s mesmos sealioree. das 8 boras da ma- nesla praca : a tratar na rua i"
', 4 i niaa s 6 da tarde, do dia do corrate em meirn andar do nico wbiady
no e terceiro andar. | d,,,nle. da rcferda rua_
po Farol
de dous
mi pn-
andares
Rua do Bru (passando ochafariz.)
^io ue^o/lo Acsic csia\c\ceii\\ci\io sempre Taa grande soviimento de mc-
eVaaiiismo pava os cngcstAvos t\c assucav a sa\>ev:
Machinas de vapor modernas, de fjolpe cumplido, econmicas de combustivel, e de facillimoassento ;
Rodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Cmnos de ferro, eport.s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgens muito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rocletas motoras para agua, ca rallos, ou bois, acunhadas em aguillies de azas ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Fares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as ornallias ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, formas para cozer fariiiba ;
Roderas dentadas de todos os lmannos para vapor, ajjua, cavallos ou bois ,
AguilhoL'S, bronzes e paraftisos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus ireguezes acharao tudo digno da preferencia com
que o honram, pela. longa experiencia que elle tem do mechanisino proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
inais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz va geni annual para o dito im,
assim como pela continuacao da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
nio a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
Cadeia do Recife n. 12, ijue ser generosamente
gjaliflcado ese Dcar agradecido.
Na gallera e oilicina pbolographica da roa
Nova n. 18, continua-se a tirar retratos pelos
mais modernos o peroilos syslemas. Os traba-
liios sabidos desse esiabelecimenlo sao bem co-
nhecidos do publico desla capital.
COMI'A^IIIIA
Estabcleeida cm Londres
MimS) H M.
CAPITAL
Cinco miAYioes de liaras
eslerWnas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprielarios de
casas, eaguemmais convier, que eslao plena-
mente autorisados pola dita companhia para
etectuar seguros sobre edificios de lijlo o pe-
dia, cobertos de lelha e igualmente sobre os
objeclos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
nualciuerqualidade.
iloga-seaos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia era liquidaco, o obsequio

nenio,
la feira
ihacellaria do do consulado de franea ai>m!e
lera lugar a dila adjudicaeo em prest nca d > Sr.
cnsul de l'i.iina.a quem por menoszer. Per-
nambuco d de mai o de 1860.
z= Nos dias 2,6(e 9 do correnle mez, tem a Iei franceza de 1
ser arrematadas, drpois da audiencia di orphai s' i- .->
os arrendamen'os d.s casas lerreas perl n les tivr.i.wa i>. o
aos berdeiros do liudo Jos Moria de Jesus Mu- pendencia.
niz,sendo urna casa na rua Direira n. II!. urna aga
dila na rua das Aguas-Verdes n, 51, urna dita na
rua ila Gloria n. 50; requ crimen lo dj lutor,
sendo a utlima placa no dia 9.
Quem liver un engenho com agua,
loado 10 cscravos de servico, c quoira arrenda-
lo sob flanea idnea nesla praca, ditija-se rua
da Madre de Dos n. o(i A, qu se dir quem faz
este negocio.
= Joaqun) Ferreira Rothchild lorido de fazer
nma vigem, roga a lodas as pessoos que Ihe sao
devedoras, o obsequio de satisfazer seus dbitos
al o flm do coi nenie mez de mai co.
= Prccisa-se ido urna ama para cozinhar c fa-
zer o maisserviqo de portas a dentro, mas que
seja capa/ ; na rua da Roda n. 52.
= Quinla-feira S do correle, em praea pu-
blica, peanle o juizo dos feilos da fazenda na-
cional, se bao de arre
de naco tal, sendo u
Pedro, com idi
hados cada un
por execucao a
Cavalcanli de

,':
de marco de 185
e 8 da praca da ln

eiide-sc
um fogao de ferro com s"iis utencilios: i..
do Biun, na ferrara deSeraphim & t^.
Ba das
Laranaeiras
lBCfO
o
d.
xi-
Esle .i p( sito acha-sc completan enl .- lido
i muito acreditado assucar do Monleiro, e de
outras qualidades assim como haver lod
in is
malar dous cscravos ambos dias nao de boa farinha a 8 por 80 rs., e
m de nome Malinas c outro ouiras massas por preeo muito em conla.
le que represenlam 30 anuos ava-
delles "ai l:35('$000, penhorados
.i mesma fazenda contra Joaquim
Albii'pierqup, como fiador do ex-
colleilor do municipio do Cabo, francisco Anto-
nio de Sa Barrete Jnior: quem quizer arrema-
lar os di'.os cscravos comparece na sala das au-
diencias no dia cima indicado, e s horas do
cosuime. Recite 5 d margo de lSG.Joaquim
Thcodoro Alas.
.Na 1 vraria n. G e 8 da prora da
fndepenecia, preciza-se fallar ao Sr.
Joao da Costa .Maravillia.
puc:n precisar de um hornero portuguez de
meia idade p ira tomarconta do taberna ou qual-
quer outro es tabeleciment, tambem lom pratica
de restilaco de licores o de xaropes de todas as
qualidades, u outro quahiuar emprego, poislDitodo Rheino.
tambem ente ido um pouco di^ cozinha, e mismo [ Hilo do I'heino espumoso.
Moedas de ouro.
Vendein se libras sterlinas : do es-
criptorio de Car val ho rVogueira & C,
rua do Vgario n. 9, primeiro andar.
tEnicasa ce J. Praeger C.,raa da Cruz n. I ,
vende-sc:
Vinho do Porto superior, marcaCom mend
cm barris e engarrafado.
Dito de Madeira.
Dito de Xros.
se emprega im qualquer o'iiro mitter que Ihe
convenha, da*ndo fiador a sua conducta : na rua
da l'raia, laberna ti. 53.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
iV
3)
Dito de Rordeaux em barris c em raixasdc 1 du-
zia, di' differentes marcas,
Dilo de Chaiiipanha da acreditada marca Eugno
Cliquot.
Cognac superior, Pal Brandy cm ramas de 1 du-
zia e em barris.
Licores fino; de Rordeaux.
Dilo c.heny Cordeal.
Cerveja brama das melhores marcas de Tcn-
nent, Bass, Calsopp, e4c, em meias gari
A directo! a do Gabinete Portuguez de Leitura
scienlifica aos senhores assodados, que o caih_- Vinagre licito e bronco *ra barris.
logo da resp cia bibliotheca, que ha muito se Gencbraem frasqueiras.
a< ha no pre o fica promplo a distribuir at o i ttolachinha inglesa fin latas.
Ervilhas francezas idem.
de mandar saldar seu3 dbitos na loja da roa do i da 20 do vidente, o que nao lem sido possive
Queimado n. 1(>. ';l directora onsegir a mais lempo, nao obs-
= l'recisa-se 'de urna ama : no pateo do Ter- la"l,! sulio '!lde l'u.r }]a enipregada.
co n. 20. ; Secretaria do Gabinete l'ortuguez de Leitura
= Precisa-se de um criado que saiba bolear:
na rua Bella n. 35.
O Dr. Francisco de
Paula Daptista continua a advogar em
seu escriptorio na rua das Trinchen as,
sobrado n. 19, i- andar, onde pode
ser procurado para este fien todos os
dias uteis, das 9 horas e meia da ma-
nhaa at as o da tarde.
em rernambco aos 5 de mareo de 1860.
Ha noel Jos de Faria.
1. secretario.
**YTTrnVT?Y??T*rV?TW>TYTr>.
DENTISTA FRANCEZ. 3
o- Paulo Caignoux, dentista, rua dalTta- <*
>* rangeirasi 15. Na mesma casa lem agua e "<
p dentiko. ^
Aluga-so a loja do desdo Collegi) n. 17,
tratar no Io andar da mesma casa, na rua do
Imperador n. 17.
wttm
Sardinhas francezas idem.
Conserva inglcza [Pele).
Dita do todas as qualidades, tanto de carne, co-
mo de hortalice.
Chocolate francez e allemao.
Moslarda ingle/.a em frascos.
Cevadinha e ervilhas seccM em garrafes.
Fumo americano.
Carlas para jogar.
Volas estearinas.
Charutos da Ilavana.
Espingardas de dous canos pnra caca.
Bataneas decimaes.
Verniz branco.
Presuntos de Weslfalia.
Salames.


w
Barato que admira
e affianca-se a qualidade.
Vpnd-se vinho ensarr.if.ido do Porto fino a
SOO rs. a garrafa, esparmacetc a 60 rs. a libra
roanleiga ngleza 600 &., franceza u 501) rs., tou
Einho a 300, cha 1^800 rs. a lil.ra, arroz a 100 rs
a libra, doco de arnc a 400 rs. o caixao : no pa-
leo do Paraizo n. 16, casa com oito para a ra
cm Florentina.
Vende-se una salva de copos d'agua, um
par de lanlernas, o um palileiro de prala, ludo
novo c obra rica, do Torio, e dous pares de cas-
ticaes cora loUpas, em pequeo uso : na roa das
Cruzes u. 31, primeiro andar, das 6 s 9 horas da
nianhaa, e das 2 s C da tardo.
DIARIO DE PERSAMBL'CO QUINTA FEIRA. 8 DE MARCO !* 1860.
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafhcitlin
&C, jia ra da Cruz n.38, ven-
de-se um grande e variado
sortimnto de relogiosdealgi-
beira horisontaes, patentes,
chronometros, meios chopo-!
metros, de ouro, prata doura-
ih\, e foleados a ouro; sendo)
estes relogios dos primeiros fa-
iradosde tartaruga o lljfOOO. ditos de hrip.'lll !<><; di nicen min c,,.
m 0. bules de radial de 6 al 30 cha- I '"S (la 5UISS3, que SO
venas, bandejas unas ccnireniiaa de todo o ta-| vendero por oreos razoa-
manho, candeeiros com p e todo de lato com I L 1 VU3 mi-va
sua competente manga a
7
amos a pechin-
cha.
Vendem-se as mais modernas camas de ferro
proprias para una e duas peisoas, ossim como
pentes virados de tartaruga
inassa a

(K
UOO, facas e garios VdS.
V.
porcao e querer-se acabar, panelas, chaleiras
rolase fiigideiras forrada de porcellana a
16) a libra, o mais ferragens que com a vista
dos fceguezes se mostrar : na bem conhecida
leja de ferragens da ra Direita 11. 5J.
*%%
Una da Cadeiado Recife nu-
mero .23, de fronte do neceo
Largo.
Os novos proprietarios deste estabelecimento
desojando acabar com o resto das razendas quo
sti-ni na loja, resolveram-se n rende-las
-ames Crabtree & C. n.
42. roa da Cruz.
Vendem-se ceblas do Rio Grande do Sul
niuilo novas, por proco commodo : a bordo do
patacho Relmpago, tundeado confronte ao tra-
piche do algodo.
Pechiucha.
Vendem-se pecas d
>endem-se pecas de algodaozinho bom.com pu-araente vcetaes nn Minian
pequeo loque de avar.a a l*20 1-001) 2-i p u,uemu **0eiaes, nao conten
3500: na loja da praca da IndepcJdSia.! "'?* "wU nem al3u
meros! o 3. : fstao bem acondicionadas emeai
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MELIIOR REMEDIO CONIIECIDO
Contraconslipardes;ictericia, affecr.oes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
Ilemoi ilioidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANOS.
75,000 caixns deste remedio cousommem-se an
nuaimente 1
Remedio la natureza.
Approvado pela faculdado de medicina, e re-
commendado como 0 mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
tem ellas nenhum
outro minera/ ;
Epecliincha
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Qucimado n. 2
Chegucia a Pechinch
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
vender:
11 rn.S? T^0 ^ CreS' ?p,m2 n5 S Pafa I
senhora, o malsano que posske doHndc* P e fl"103 de monlariade Sra. como para
padrees, os mais modernos que ha'uo mercado vesluarios e meninos a 360 e -
ni caixas de folha pa-
Vender sa arcos de pao e prciros ra resg"ardar-se da humidade.
p ira barricas : no escriptorio de Car-
vallio Noguelra e\ C, ra do V gurio n.
primeiro andar.
okissadaRussia
E CAL DE LISBOA.
to bem conhecido e. acreditado deposilo da
pi r lodo o"ji.-.'.-.i para acabar. aOm de sortirem, rua '"' r-nll>'a ,io Recife n. 12, ha para vender
lencionain, o mesmo estabelecimeulo con! Potassa A Russia e da o lio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambera
cal nrgem eui yedra : ludo uor procos muito
i e i a
Rua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anda restam algunos fezendas para conclu-
ir a liquidado da firma de Leite & Correia, as
quaesse venden por deminulo proco, sendo en-
tre outras as seguinles :
Macos de meks cruas para hoaiern a 1*600
Ditos de ditas de cores 2$000
Ditos da ditas cruas muito superiores 4*000
Dilos de ditos para ssnhora 3^000
Dosde ditas muito finas
Corles de calca de meia casemira
Ditos de ditas de casemira de cores
Ditos de Jilas da casemira prea a 55 e
B.-im trancado branco de linho fino
va ra
Cortos de colele de gorguro de seda
Pao prelo fino, prova de limao 3 e
Gra\a!asde.eda preta e de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
era sua operaeao, e um remedio poderoso para a
oslo
Cambraia organdys a 300 rs. o corado.
zas de lindos desenhos a 20 rs o
: ido
: lados a 3j
prela ira 500 rs o ovado.
Bnnzinho de linhn a 400 rs. o covado.
: i de cor a 500 rs. o aovado.
la a 610 o corado,
desde 15 i a 2>5 l
l;.|. I-,
a diarrea a '!.-.
Cortes de rostido de se la n 6
Ditos do dito de Uro a I
Vesitas de merino a 85.
r 'i''>'< d brim de ''"re? a '',;.
'leas de brim de seda .1 M
le llores a 1$.
tfsa -200 rs. o co
juveutude, puberdade e veiice.
Lea-se o folheto que acorapanha cada caixa.pelo
qualse icar conhecendo as multas curas milagro-
sas quelera effeetuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por alacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Itio de Janeiro, na rua daAlfandega n. 89.
Babia, Germano & C, rua Juliao n 2.
Pernambuco, no armozem de drogas de J. Soum
& C, rua da Cruz n. 22.
roa da Imperatnz ou aterro da Boa-Vista
los Per-reros, lia um completo sor-
le razendas baratas, como sojam :
n i i 12 raras muito linas a 4$5O0
i, ditas para cortinados com 8
' 'ras a V, lazinha Q:>a a -IDO e 500 rs o
litas fcaneczas a 28J, \S :) e 320 rs
; unas, ditas a l o rs., cor Bxa, cocliins'
. rl s le casemira nrc-
:-' ;| 5i I i : i, panno fino prelo
relo muilo Unoa 2j, 2-i I
i mesma loja \m !c-se farelo ;
\ende-se na tun larga do Rosario, passando a
botica a segunda loja n. 40, bonds para ca-
bello prelo meilo cm cania, assim como laa par
loucas, dila para bordar muito em corita na
mesma loja ronde-so gollinbna muito em conta
o minias qualidades de rap muilo fresco e ou-
iras mais miudezs em conta, que a vista do
comprador se dir o prero de lujo.
Vende-se por prero commodo um
29000 excellente carro de k rodas para dous
6*000 cavallot, o qual tem' potteo uso e muito
G5000 boa molas, veade urna pessoa que se
relira : a tratar na rua do Trapiche No-
vo ti. 9.
le
do comprador.
US que ha uo mercado, ', a Ul"
pelo barato prego de 500 r3 a vara. do Challes de
Cheguem ao barato.
O Leite & Irraao continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4^500 e 5f, lencos de cam-
braia delinho a 3 a duzia. cambraias muito fi-
nas e de lindos padrees a 040 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3g800 a duzia, ditas cruas in-
glesas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4500, e bordados 69, paletots de
alpaca preta e do cores a 5, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
00$ a duzia, organdys de lidos desenhos a
I$i00 a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o cova Jo, pecas
de madapolSo com 30 varas a 4S00, 55, 5p()0,
6,7 e 8S, chitas inglezas de cores Oas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e .3, cortes de
calca de brim de liuho a 2, ditas de meia case-
mira a 2.J20, vestuarios bordados para meni-
nos, e OUtras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
iO Rua do Oueimado. 40
Grande sortiinento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
Do-se amostras cora penhar.
res de vestido dp seda de cores com
400 ris ocova-
merin estampados muito finos pelo Cot
deminulo pre^o de 2:500 cada um musse!inas| abados
modernas, bastante largas, de variados padroes i Dil0 de Jila Prela com babados
a 260 e 280 ris o cova lo grvalas a fantazia.o l,ilos de dta K**fi Pa'ilozia
mais moderno pos;ivel a 1 e 1200 cadauma, e I!omti'as do fil de seda preta bordadas
outras muitas fazendas, cujos preces exlraor- | Talmas de grosdenaple prelo bordadas
dinariamente baratos, salisfaro a expectativa Grsdenaples de cores com quadrinhos
Sndalo.
Ricas bengala, pulceiras e tenues:
vendem-se na rua do Imperador n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca rua do Impe-
rador n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gr os cabellos em dez minutos, orno
tambem lingem se na mesma casa a
qualriuer bora.
1 GRASDE AMAZE1 |
^ DE
i
.y?
a
Neste
Militares.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque lera RlMlXova IX. 49, jlDlto
eslabelecido o seudeposito na rua da Cad.ia Ve- p Kjrcj (Itl CRCCCO (!t:
llia n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brltoe Filho : desnecessario fa-
zer elogios bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralnienie tem lido. Un cera nu-
mero de curas se tem conseguido

covado
Hilo liso prcto c de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado 1-3 e
Dila lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gazo trans-
parentes
Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
rtrlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de blondo brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordades
Dilos de dila de algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Casemiras dem dem dem
litabas de camraia de lodas as q.:a-
lidades de 600 rs. a
Je louquim brancos
|| Ditos de merino bordados, lisos c es-
g lampados de lodas os quididades
V Enfeilcs de vidrilho franceses pretos o
I
I
I
I
18200
s
3j000
1&500
10$00O
16000
lii00
I
y
1
y
s
S900
UiS ,:!':'
45000
iooo
2003
455000
15000
Epecliincha.
No armazem de tinta* p vWm ,\->
coaio
lo Pll
tu lo sln s vial 1 d 1 rn- Chitas francezas largas finas covado
poder avahar as-qualidade s.
x
i\
1
lua da Scnzala ISova n.42.
continua a haver um
Ditas estreitas J50
Riscados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade covado 280
Cassas Je cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 25000
rmazera de tintas e vidros da rua Direita
11. ..J, vende-se vidros de gamos de lodos os ia-
manhos para caixilhos, excellente verniz copal
proprio para carros e obras de folha, a 1-0U0 rs
ahbra agua-raz a 2JOO0 o galo; assim como
240 tintas do lodas as dualidades, lauto para funitei-
ro como para pintor, u por preco commodo.
200
. 9 '' meias moen-1 Tiras bordadas

o, mac mas da ranor e laixas r 1 i- r.
- oslamanSl &***"** 's muito finas pega
' 1
letot a ,OQO.
Na ru 1 do Crespo esquina da rua do Impoi
n. >. vondem-se paletots de ganga amarella a
< :
la un
........................ s
200
djjooo
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 2900U
Grodenaple prato, largo covado 1$800 e 2000
Soda, e sarja lavrada 15800 e 2800O
arelo de Lisboa,
por commodo prero : na rua do Vararlo! n 19
primeiro andar.
Urna bem construida morada a casa terrea
com excellei.les commodos para urna grande fa-
milia, situada na rua do Nogueira 11. .'',7, se ven-
de : quera a pretender pode dirigir-se a' rua do
yueimado, leja de miudezos n. l\. que se dir
quera a vende.
Na loja dosertaa do Queimado n. 43 A.
cora applica-
00 do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
udlo para lodas as nioltslias dos orgaos pulrno.
nares. Para conhecimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro conten no envoltorio a pro-
pria assignalura dos proprieanos. e no falsifica-
do esta lithographada.
Almeiila k Burgos.
vendem cm sua loj de fazendas linas, na rua do
i.aiiuga n. 6, por menos do que se costuma ven-
der era lojas de miudezs :
PENTES DE TARTARUGA da ultima
moda, fornidos ....... IfROilft
BOT( ES PRETOS DE VIDRO, para casal
veqiies. a duzia................
| Aberturas para camisa de linho e algo-
Nes.e armaaem encontrar o publico 5 fi0k. b,r.ancfs e de corcs
a um grande e variado sortimnto de ron- 1 as balao de "" M pasfeilas, como sejam casacas, sobreca- Chapeos fraccezes finos, forma moderna
;f.^ft?A]?f: fra.qU'c3orees '"|i08tod; T L''-r'i'ncnlo completo de grvalas de
panno lino prelo e di?
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba
seda de todas as qualidades
<$> ziua prelos e de cores, paletota e sobre- 9 Camsaa francezas, peilos de linho e d
sacos de seda e casemira de tores, cal- f|' algodao brancas e de core3
Ceroulas de linho c de algodao
raneo e de cores, de fuslao e riscados, 3
v calcas de alaodao, colletes de velludo ^ U8P" brancas para nsivaamutto finas
5^00

3*500
65000
830OO
S
S
S
eda, a vara...
120
3o0
20
40
I
I
2
S
por se

G2A3DEEY,


Reccberam em direilura do Franca, deencom-
VesUdos brancos borlados para baptisado 55000! menda, os melhores chapeos de castor rapa loss
V eos bordados para chapeo
Cutre meios bordados
S! ITIIEXTO
Athoalhado adamascado largo vara
; Lencos de chita escuros um
'--angas de co.-es para pats covaSo
iiasp leiias e Jazendas
DE
Kasio
0
25000 '50nd ''neos e pretos, e as formas as mais nio-
15600 ; jt'nias que tem viudo ao mercado, e por rae-
nos que em oulra qualquer parte, assim como
lamber tem um grande sonirncnlo de enfeite,
Je vidrilho pretos o de cores pelo diminuto pro-
co de 4$ cada um, assim como tera chapeos de
j, de o1 dc Panno a 1S-00 cada um en; perfeito esta
1S280
100
2C0
FRANGES PRETAS do 8^-,
DITAS l)L CORES do seda, a vara
BENGALAS finas a............'.;.'.!".""
niMSOL'KAS pequeas, cada una.'..'.'.'.'
BJCOS de seda, do diversas larguras....
mius francezes dc diversas larguras
Em porcao atada se uende pcf menos
querer acabar.
L\TaruadaGian.5,
primeiro andar,
Vende-se um excellente moleque de
10 a 18 anuo?, muito proprio para ser-
vicio do campo ; quem 0 pretender di-
rija e a rua e casa supra que achara'
com quera tratar.
. Verdhdeires luvas de Jouvin todas a&cores: vendem-se na rua do Im-
perador n 7, lo; do Lecomte.
Vende-se a taberna n. lil da rua do Pilar :
a tratar no pnmeiro andar da mesma.
Arados americanos e machinas
pata lavarroupa : em casa de S. P. Jc-
linston & C. rua da Senzala n. i2.
"lias para engenho
Fundijo de ferro e bronze
Francisco Antonio Cerrcia CarJozo,
prelo e de cores, ditos de sem prelo e :i> Ll" fompleto sortimnto de fazendas
.; tranco, dilos de gorguro e casemira. di- ?&' pan vestido, sedas laa e sp.1i r^m
=1 tos de fusloes e brirrs, fardamentos para bra, e ged.' ,",!* "** Cam"
a guarda nacional, librea para criados ^ Ma* ,tPada e traDsparenUs,
-V ceroulas e camisas francezas, chapos b'- co*a,'
^, grvalas, grande sortimnto de roupas 'Mcil3 cruas brancas e de
M para meninos de G a 14 annos ; nao agr- meninas
S dando ao comprador algumas das roupas Dilasde
ltj lenas se apromptorao outras a gusto do :;,
jg comprador dando-se no da convenci- tn
' nado.
i
cores para
eda para menina, par

de Escocia, pardas, para

bricantes J. Broadwuod VSosdVondrea."
muito propriospara este clin a.
fftr
cm
Luvas de Go
menino
Velludilho de cores, covado
V'elbutina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
l'm sortimnto completo de u^as do
seda bordadas, lissa, para s a horas,
horneas e meninos, de todas as qua-
col'ete de gorguro de seda
dc corc
Dilos do velludo muilo finos
heriros de seda rosas para senhora
, Mar [uexitas ou sombrinhas de seda com
nudas para senhora
Sapatinhosde merino borJados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Tofet r\o, covado
e azul, proprio
ta e baixa'a T, 0 o 1 de Ion Ir' plo' par0 torros. rom palmos de largura,
ta cores, muilo finos a 69 e 7-. ditos do chile a cova io
'. 5, B, 8, 10 e 11$, ditos de fellro em gran- Selim liso de lodas as cores covado
de sortimnto,tanto em cores cmo em aualida- rhlia* fr,.,n> ">"-""*. coiaao
ira homens e meninos] de 2Wi di '3 darS e escuras. co"
gorguro com aba de couro de lustre di- vado 2G0 e
los de casemira cora aba forrada de palha, ou Cassas franceS do cores, van
sem ella a 4$, dilos de palha ingleza, copa alta h.raeos de seda de
ia. superiores e muilo .em conla, bonetes Collarinhos
rancezes e da Ierra, de diversas qualida les para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas cura veo para senho-
ra, muito em cenia e do melhor goslo passivcl
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
1, luvas, chapeos de sol, e'oulros
minios objeclosque os senhorrs freguezes, vis-
55
1J600
S320
i?2no
1700
25000
1C0l
grande sortimnto
homens, senhoras e
meninos.
para
udSVS?7T?.K^,0Xr.l:Sel
a 500 e
gorguro pretos
de esguio de linho mo-
dernos
ra completo sortimnto dc ronpa feila
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
rlleles, calcas de muitas qualidades
8^000
2;30
Sgooo
1S000
$500
I$600
9
32J
;o;o
15000
tem um grande sorlimeno di '-" VT:e da iuaUdaddafazenda. nao dei-
. 1D! =>J iiim-ilL ilt xarao de comprar; na bem conhecida loja do
tacnas de ferro fundido, assim '-i'-1"". ila "61, dfi i; : :: Vei6-
8
125000
como se faz e concerta-se qual-
.ndo 4 for'na- : io> berlurasbrancas muito finas a 320, ditas de liaou carvao, guio de linho a lg urna, cambraia preta fina 1,1 ,-1.-, rtrt,_ 1 ^.- ,
le gastar um ] 380 1^ K < a vara a5G0,e a 610. gangas]0100 C0?i:0 h^^O.
SYSTOA MEDICO DE HOLLOVAY.
ta rua do Queima- f-
do 11. 40.
brecasacas de panno fino pretos r
res a 28J, 30*e 35?, tambem leo os
paletots dos mesmos pannos a 22 e 24a
paletots -mira de cores de muito' :
:;[,u^ lf#. Nj, lCt o 13, di-
Vendem-se foges de ferro econ
patente, para casas de familia, cont
lhas, e Corno.para cozinha cora lcnh
ptima invenco pela economa d
de lenha ou carvSo dos amigos, "e dc cozi- j de cr a wo. lrm branco de linho a IJJ200 a va-
.'ihar cora mais presteza, tera a dilerenca de se- Ia- colletes de velludo de furta-corespretos a
rem amoriveia, oceuparcra pequeo espado da pM<>, ditos pretos a 8 e a 9$, calcas de case-I PILLAS HOLLWOYA
casa e de fcil conduccao : ve,,dera-se por prc- I [ d cr a 7, 3 e 11S, ditos pretos a 7, 9 e Este Inestimavel especifico, compoMo intuir
eos muitp, mdicos, na fundido de Francisco A. ^.colletes de gorguro a 4, 5 e C3, saceos pa- mente de herTasmedicinacs.no coimm
Cardoso [Mesquita] rua do Brura, e as lojas dc ra vlnKcm de diversos lmannos, eias cruas, por "
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da pon- I ser 8""de porcao, a lgSOO, ditas a lgGOO e'2.3 a
le do Recife, e rua do Queimado n. 30. i duzia. 'ias a 3 e 4, chapeos enhilados para
HUIDME lr^-!-.----p.^
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado.
dito champagne, idem, dito muscatel, idem: no
.rmazem de Barroca & Medeiros, rua da Cadeia LLU U
CliapeOS de Castor prctO Vende-se em casa deSaunders Brothers A
e branCOS C'' pnCa d0 Cori' Santo rpl0^s do afama-
do fabricante Roskell, por preces commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de excellente gosto.
*
rendem-se fazondas por barato
preco c algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rea-
llio: na rua do Queimado'loja de 4
perlas n. 10.
Vend

.., e ludo o mais aqui se encontrar o pre$o,
1 e nao se deixa de vemuder
Na rua do Queimado n. 37, vendem-se os me-
hapes de castor.
- -Ipaca prc- \
ccoa j ,?, ditos sobrecasacos
: a rje 8$, dilos de brira, de esguio o dc
ao lano forneos como '
. 5J alcas de b.
1 '' 6?e"79, colln uraueose o
8*600, camisas para meninos ::
rsas qualidades, calcas de brinsde:'
500, 5, um rico sorti- ;
lo reslldos de cambraia brancos I
do melhor gosto que tora appi-
recido a 28j, manteletes de fil preto e de ;
! coi multo superior gosto e muilo moderno ::
daume 24*, ricos casavequ.-s de '
; cambraia bordados para menino a lit di- :':
seRhora a 15$, ricos eofeites de i!
: CO de velludo gosto melhor que tem ap- H
si parecido a 10 e29, e outras multas fa- I
8 1 -upas (tilas que coma presenca %
do ircguez so fai paleule. :">
Aviso.
mus brancosmui- I Penno". arreosprateadospara cabriolet,
ales brancos e de ; para carr0' *** Pra cavallo etc.
Botica.
rua
mera
chi-
asacas para a quaresiiia
ha
um
Ueste mesmo estabelecimento
grande sortimnto do casacas prelas as- :"
; sitn como manda-so faser por medida von- '
:e do fregus, escolhendo os mesintrs os : I
nnos a seu goslo sendo os precos a 3JS g
e 10.5. v i?
Camisas inglezas
No mesmo estabelecimeulo acaba de che- %
: gar ura grande sorlimenlo das verdadeira -'''
; camisas ingieras peilos dellnhocom prega" '-:
: brgas, nliima mola, por ter-se muii K
\ quant.dade delerminou-e a vender p M
. menos do va!or sendo a duzia a 34#. g
PaVctot a*VOOO.
taV tnCHeSp0C^'!,:;,Jda "" d0 aperador
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro paieule inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
Bartholomeu Francisco de Soum, rua larga vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
do .osr.no n. J6, vende os seguales medica- Southall Mellors i C.
mritos :
Bofo L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilia Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Xnope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilu!a3 do dito.
Ellixir anti-asmathico
^rTs^6 bCa l3rga Cm r0,haS> de 2 0Das a
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual veude
prejo.
no, neio alguma oulra substancia delecteria Be-
mgno mais tenra infancia, e a compleico mais
Jehcada igualmente prompto e segu.o para
desarraigar o mal na compleico mais robusta;
e ntciramenie innocente era suas operares e cf-
fetos; pois busca e remore as doencaa de qual-
quer especie e grao por mais antigs e mazos
que sejam.
Entre milharea de pessoas turadas cora osle
remedio, muilas que j estavam as portas da
morte, preservando emseu uso: conseguirn!
rar a saude e forcas, depols de haver ,ta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a de-
sesperncao: facam um competente ensaio do,
efficazes eleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.

Aiffodso non
.

de fazendas
Relogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores dc 5J
Retroz do Porlo a 15.$'OOoT
a.ni!!;,"S' !u?" Prel de cnrcs "a Pr
qualidade pelo diminuto prego de 15 libra e
Z'"ln ''!' '.....:' >" f'"'' .:i,rerenca ao
comprador: no Forte do Mallos rua do Codor-
Cocos italianos
>\e folha Je (landres, muito bem acaba-
dos, podendo um duna- tanto quanto
durara quatrodos nostosa 400 rs. um
' > urna duzia : na rua Direita n. 47,
101a de uni'
.01ro.
AG00 rs.avara.
No armazem da rua do Queimado n 19 ven- ^"ili-i . 1 ~ t i -r
de-se aigooo r,m 8 .airos de largo. Jiol- ACaDa (U cegar do Rio de Ja
rato preco de 60l) rs. a vara ; esle algodao servo
pora toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4000 rs.
por sacca de milho; nos armazens
Irinaos.
mvenco
(Iraca.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loj* n. 50, de Cu-
nha* Silva ha para vender cera de carnauba
outras parleJ.ll'dC Pr BCB0S *** do 1"e em
A6?$acaixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loj n. 28
a mdico armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
I muito commodo, assim como vender-
I se vidros a retatho do tamanho mais pe-
1 queno at mais de 6 palmos.
Vendas.
Relogios de ouro e prala, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que exislem uo
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, na da Cadeia do Recife a. 62, p.-im?iro
andar.
A iplas.
Areias(raalde).
Aslhma.
Clicas.
Convulsdcs.
Debilidade ou exten.ua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ven Ir.
Enfoimidades no ventre.
ljlas no figado.
Dilos venreas.
Enxaqucca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Pobreto intermtente.
Febrclo da especie.
Gotta.
Hemorrhoida.
Hyd < ..3.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Ir r eg u la ridades
menatruacao.
Lombrigas d'e toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obstruccio devenlre.
Phlysica'ou consump-
pulmonar.
Rotencao de ourina.
Rheuraalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Veadem-se as bocelidhas a 800 rs. esda urna
dellas, coutem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se asar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n 23, em Per-
oambuco.
coasla.
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do 1e-
cifo n. 4S, loja de Leite i Irraao.
neiro .Iguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Gorographia.
Histrica clionologica, gen'-aloo-ica
d Tasso nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Mora es : vende-se a
i| o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Ir.denendencia.
Para a quaresma.
Sedes pretas la eradas, lindos desenlies
covado
I Gorguro de seda lavrado, superior er.i
, qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 2 o
Sarja preta larga, covado
f
1J60O
2^:000
2500
2U00
Brim trancado de linho todo1 ^ua daSenzalaovan. 42
pretO, I ...Yf nd,e;fe em casa de s- Jonhston C. Ta-
fazenda muilo superior;
desbota
te Traumann deHarabnrgo.
_ qnetas de lustre para carros, sellins e silbos in-
ga,ante-se que nao glezes candeeiros e ra.Micaes bronzeados, lo-
de l e." A Irra'o J ReC"6 48' 0- "aS "*#****< o de ., chicote para carros, e
J EnfcUes de r drill.o e dP rf i* a monlana- ." Pa carro de ur e dous raval-
um nri^ C roloiS d'ouro Patente inalezes.
um na rua uo uueimario n.ST, loja de4 portas. 1iT^:_ j i i
Era casa de llahe Schmettan &! Meias de Seda de peSO
C, rua da Cadeia n. 57, ?endem-p! KISen,10-a'b.rancas e,Prctas. e Para meninas,
; ', *^"liem **- brancas e nscadas: vende-se na loja de Leita
elegantes pianos do afamado fabrican- i & IrmSo na rua d Cadeia do Recife u. 43.
Vtnde-se um grande sitio com casa de vi-
venda, minio perlo da praca, com duas prandes
batas de capim que se corlara 100 feixes diarios
do verao a invern; o terreno proprio, pasto
para vacca de leite, e planlacoes de verdura, com
seu coqueiral, e algumas arvo'res de fruclo: quem
o pretender, dirija-se serrara da rua da Praia
numero 55.
Vendem-se charutos, tanto a retolho como
em porcao de milheiros, em massos de 50, o fari-
nha cm saceos, ludo muito bom : no becco Lar-
go n. 7.
Aencfio,
Vende-se a armar.to da luja da casa da rua de
Borlas u. 29, sem gneros : trata-se no becco do
Campello n. 4, primeiro andar, por cima da ta-
bema.
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irmos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmaos
ilbo
nos armazens de Tasso 4 Irmos.
MUTILADO
----------


DIARIO DE PERNAMBUtQ. QUISTA FEIRA 8 DE MARCO DE 1860.
DEPOSITO DE NANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTMELEQIESTO DE
en
Ra Nova n. 27, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste cslabelecimcnlo acha-so um cnmplrlo c. variado sorlimento dos melhores, mais
elegantes e mais bem construidos pianos de que ha milicia. Nao s so cn?ontram bollos e raag-
nificos pianos allemes, enlre ellos os do CARLOS SCHEELo melhore mais insigne fabricante at
hoje conbecido como tambem ptimos pianos francezos do Crard. A COMtrucco de todos elles o
miis seguro, o mais lindo e intetramente apropriada ao clima doste paiz, e as vozes de todos elles
sao excedentes e mui barmoniosos. Este eslabclcciroenlo oferece as inaiores garantas aos fre-
guezes c aos compradores ein geral, porque alm de serena mu razoaveis os precos desles instru-
mentos, lia toda a promplido e fidelidad? as compras ; sendo ahi rcsponsavcl por qualqucr de-
feilo que possa existir e que se deva reparar.
Na niesma casa aflna-sc e conrerta-se pianos com a niaior pcrfei<;ao possivel.
Grande sortimen-
lo de metaes de
Com toque de avaria
1:800
todas as qualidades..
Um riquissimo sorlimento de metaes dtc todas 4:000 a dusia ditos cora 4 palmos por cada face
as qualidades, chegados a esta loja, na ua No- j. i a ma\n k aaa .
va n. 20, pelo ultimo paquete luglez das'seguin- e de e raeio por 5:000 cousa rara no Arma-
tes qualidades : zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Riquissimos apparelhos de metal plaq
ra a I moco.
Riquissimos temos de salvas em t
ayulsos, de lodos os .tamaitos, e de mu
nilos descuhos. imitando prata. que po
se pode comprar; na rua Novan. 20,
V'ianna.
Riquissimos pares de lantemas, altas
xas, lauanhos limito regulares, para urnaktentos
desala e toilettes de senhura : ua ra Ntva n.
20, loja do Vianna.
Riquissimo snrtimcnto de cestos para finetas,
dilos de galheleiros. ditos de paliieiros, tildo de ?an" "n0 prel do cores muilo superiores
linissimo metal e muito barato que dovei slradar a *8fc um completo sorlimento de palelols de
ao comprador : na ra Nova n. 20, loja i|o Vi- | riscaduho de bnm pardo e brancos, do braman-
Relogios.
Vendc-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sorlimento de relogios
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800: de 0l,r0> Pn.,e"le ngloz, de um dos mais afa-
mados fabricantes J
e, pa- Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
37 RuadoQueimadoa?
Loja de 4 portas.
rnos c
los bo-
gosto
oja do
bni-
Cliegou a este cstabelecimento um completo
sorlimento de obras feitas, como sejam : pale-
ots de panno fino de 1G$ at 28$, sobrecasacas
anna,
Vende-se unta loja na ra Direita n\
com armaco ou sunt ella : a tratar na rui
Cabug n."2.
m
DE
Sita na ra Imperial u. 118c 120 junto a fabrica de sabio.
DE
Sebasliao J. da Silva dirigida or Francisco llelmiro da Costa.
Neste estalolecimento ha sompre promptos alambiques de cobre de differenles dimonrons
(de 300 a 3:0005) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contnos
para resillar e destilar espirites com gnduaciio at fu graos (pela graduaco deSellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados- e conhecidos nesta u nutras provincias do imperio, bombas
|Vesdos pretostj
de grosdcnaples
Vendc-se na ra do Cabug n. 8, cor-
les de veslidos para senhora, de grosde-
naples piolo com saias ricamente borda-
das, em seus grandes carles, com o aba-
te de 30 por ci'iilo do preeo que nao lia
milito se venda, d-se a 70$.

at 150$, dilos de pliantasia de 16 at 35000,
tm $m?%k 3fd38g '' 5lli"has ^ cambraia de 1 at 5. manguitos
hnnQ VAnHr r* 1*S00*i5 eaeuraae datan i
JT ClI C* V L'&JiilC'J. S00 rs., a vara, cassas francezas muito superiores
urna negrinha de 15 a 16 annos, saliendo bem e l'niln,cs novos a 720 a vara, casemiras de cor-
eo,ohar e cngomiiiar, no Manguinho, em frente lt,f; fiara colletes, palelols e cairas de 3^500 al
.encade cambraia brancos a 2:000 ^00^^^^^^\^^^s^l
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLI.OWAY.
Milharesde individuos de todas as naeoes po-
dem tcsicmunhar as virtudes deste remedio ni-
comparavel e provar em caso necossario, que,
pelo uso que dellc fizeram lem sen corpo e mem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesos
poder-sc-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos!, que lh'as relatam
todos os dias lia inuitos annos ; ea maior parte
dolas sao to sor premenles que admira,-,, so
mdicos mais celebres. (.inanias pessoas reco-
bra rain rom este soberano remedio o uso de scus
bracos e peinas, depois de lr permanecido lon-
go tempo nos hospitacs, ende de viam soffrer i
amputaeo I Mellas hu muitasque havendo dei-
xado esses asjtlos de podeciUcntos, para seno
submetterem essa operagiio dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algnmas das tai s pessoas na
enfusao de seu reeoiilieciiMiiito declararan] es
les resultados benficos diante do lord con
dor e outros magistrados, alim de maisauteuti-
carem sua flrmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
tivesse bastante conlanc:i para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algura lempo o
mentratato que necessitasse a natureza do mal,
cujo resollado seria prova rinconlestavclmente :
Uue ludo cura.
< ungento til, mais partlea-
luriuente uos seg-uintes casos.
te, que se vendero por preeo commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ al 5S
>* C|da urna, chapeos francezes para homema 8JS,
dilos muito superiores a 10-3, ditos avelludados,
i copa alta a 13#, ditos copa baixa a lOg, cha-
peos do feltro para homem de 4. 58 e at 7
cada um, ditos de seda c de palha enfeitados pa-
ra men.nas a 103, ditos de palha para senhora a
12j3, chapelinhas de velludo ricarcenle enfeila-
dasa 25$, ditas de palha de Italia muito finas a
25g, cortes de vestido de seda em carto de 40$
do silio do l)r. Accioly.
F.m casa de H. A. Hurle & C, ra da
o covado, panno fino preto e de cores de 2$500
at 10$ o covado, corles decollte de velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
e de uslfio brancos de cores, ludo por preeo
barato, atoalhado dealgodao a 12S0 a vara,
| corles de casemiras do cores de 5 at 9, gresde-
Cruz n. naples de cotes e pelos de I5S0O at 3j>2<)0 o
' lr ment de ricos e exccllentes pianos de todos os d "p" ,rVri....... ?' ,
X Preces e qualidades, os qoacs sao de muita du-' u In 1 '7 f ? \ "*" Um'
'0'" racaopela sua boa cons trueca o. Estes pianos S?* ?h."Z d ll1"'. 'rdados para se-
'e'sne que foram premiados com a medalha de p mei- I I,h,a df9 L 12i cada um- d':,,s llsos Pra h-
de todas ai di meneos, Bsperanles ede repuchoUnio decobre como" debronze eTcnoV'loraerM ?^aaIe^i,!Ji?fl?" U.-^5le!0i0rti" I cov*do> esparlhos pata senhora a $, coeiros
de bronze deiodas as dimenedese feitios para alambiques, lauques etc., parafusos de bronz
ferro pararodas d'agua.portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de to
as dimenedes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugos de ferro potav
econmicos, lachas c tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zineo em leneole barra lsnces e ? se ?a sP.os,Sa nivcrsal de 1855, alera
armellas de cobre, iencoesdeferroalalao.ferro sueta inglezde todas as dimnscs, safras, lomos ? serem de.7 oilovas e Scordas.sao dejacaran-
e folies para ferreiros etc., e outros muilos artigas por menos preeo do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommcdda cora presteza e perfeicao jfi conhecida
e para comraodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua coufianca, acha-
tco na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
d e chopeados de metal. As pessoas que preci-
saren] podem cmpralos com 20 ou 30 Ur de
menos que em outra qualquer parle.
T
ARCHIVO
idadepara assenhoras
do bem gosfo.
nova loja
mem, fazenda muito superior, de 12 al 20$ a I"J;
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a '
[Vestidos, covado a
.ancores.
'".orladuras.
liores de eabeea,
das costas.
dos membros.
Enfermidadcs da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Empees e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou billa de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
l'ichaces
ammaeo dofigado
liago Pereira da Costa; propiielario uo eng
Providencia, na freguezia de Agua l'rela quem
o pegar ou disser onde de cerlo est ser bem
recompensado.
Altencao.
Fugio um cabra esrravo, captivo, de nonie
Antonio, no dia 2 de corrente, Olho natural de
Goianna, o dito escravo de eslatura regula^:
quemo capturar dirija-se a ra Direita n. 6.
Escravo fgido.
rugi no di. 23 de norembre do anuo passado
do engenho Malapiruma, do coronel Henriqno
Marques Llns, o escravo Jos, cabra, de idade de
22 anuos, coin os signaos seguiuics: pouca barba,
corpo reforcado, altura baixa, rara bexigosa, so-
bram-ellias bem pretas encontradas, lem marra
de rclho as costas e as nodegas; este escravo
ha loJa a probabilid.ide de estar un l'o dos Fer-
ros, onde foi comprado a Manoel Correia da Cos-
ta : rnga-se as autoridades policiaca dnsse lugar
a captura do dito escravo, e quem o apprehender
leve-o nesta piara ajus Cavatcairti l.ins, ra do
Apollo n. 20, segundo andar, ou no engenho ci-
ma da freguezia da Kscada, quesera bem recom-
pensado.
H0*i
REVISTA HEBDOMADARIA
COIXABORADO
rr.i.os sr.s.
D. Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. GilAlexandre llcreulanoA. G. RamosA. Guima-
ra.esA. de LimaA. de Oliveira HarreesAires UranioA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva o CunhaF
Gomes de AmoiimP M. BordalleJ. A. de Freitas Oliveira J. A MaiaJ \ Marque?J de
AndradeCorvoJ. da Costa Cascaosi. Daniel CollacoJ. E. de Uagalhes CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. II da Cunha Rivara-J. J. da Gra$a JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Hara
Latino CoclhoJulio Mximo de Oliveira PimcnlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Fcrraz
Jos de Tor.-esJ X S. da MullaLeandro Jos da Cosla-Luiz Filippe LeiteLuiz Jos da
Lunlia L. A. llebello da SilvaPaule MUosiliicaido Julio FerrazValentim Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de CapvallioI. F. Silveira da MollaUdriao Pacaniao.
Ra ni-:
Gaspar Antonio Vicira
Guimares^ gerente Jo-
s Gomes Villar.
2jj!f00, barege de seda para'.ves
IJi-fOO, um completo sorlimento de colletesde
gorgurao, easemira prela lisa e bordada, e de
fuslao de cores, os quaes se vendera por barato
preeo, velludo decores al} o covado, pannos
Para cima de mesa a 10?} cada um, merino al-
cochoado proprto para palelols e collctcs a 2$S00
, o covado. bandos para armaco de cabello a
l#500, saceos de tpele e de marroquini para via-
|gem,eum grande sorlimento de niaras e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
j freguezes, c nutras muitas fazendas que nao
possivel aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarn
SZJ- Defronte da matriz da Boa Vista,n.86, ven-,
dem-sc e alugam-se bichas de H aro burgo, por
menos do que em qualqucr outra parle, amla-
so qualquer ferrmenla, lira-se e chumba-sel
denles, sangra-se e faz-se ludo quanto perlcnce '
e arle de barbeiro.
JV ,-, .. v. vil- yj. K, vi > V> OV Q3& 7aw.J
iiie-se
O

nos lio
Destinado a resumir lodas as semanas o moviraento jornalistico e a offerecer aos leilores, ron- muito negm 10.
funlamenle com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na seiencia, na i'ndus- y
tiia ou as artes, alguns arligos originaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo imversal, X)
desde Janeiro de lb9, em que comodn a publicar-se, lem salisfeito aos seus lius, com a maior \r]
ezaclido o regularidade. Jsl
Publica-se todas as segundas feiras era folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 20 paginas rom ndice e frontispicio competentes.
Assigua-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, ena ra Nova n. 8.
Prego du asignaiura: polos paquetes vapor 10JJ200 por auno ; por navio de vela 8J (moeda
Lrasib :.
lia algumas coliecres desde o comeco da publicacao do jornal.
::
."
:
-a
Esta loja acaba de receber de Pars os mais 'C
importantes manteletes de Gupure, c vende-os H Eftopa.
por meros baratissimos. 11 Camisas inglezas.
Riquissimos vestidos prelos de saias. os me- Biscjutos em Lilas.
Ihiires que ien viudo ;'i provincia. g Lm casa de Arkwight & C. ra da Cruz nu-
l.-le e-talieleiiinentu garante vender por me- @ merofil. ,-;
[le em oulra palle, airn do se l.i/i r-"1 f>-*>? '* ^-'>?> P> <,">" -"*
Alpercas. [nflammacao dabexiga
Caimbras. damalris
l.epra.
Males das pomas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmocs.
Oueiraadelas.
Sarna
Supuraces potrillas.
i inlia, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
du Ggado.
das articularnos.
Vcias torcidas ou linda-
das as penas.
> ende-se este ungento no estabeein
geral de Londres n. 224, Strand.j e na l-.ia de
todos os boticarios droguistas e outras pesoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl Havana e Ilespauha.
Ven Je se a 800 rs., cada bocetinha ci
urna instrucco era prtuguez para o modo de
lazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Snum,
pharmmceuco, na ra da Cruu. 22, em Per-
nambuco.
Bczerro francez
grande e grosso :
Na ra Direita n. 45.
Vende-se um carro de i rodas com vidra-
casem branco e por (forrar, (eito a moderna:
quem o pretender, dirija-se ra do Domingos
Pires n. 22, que achara com quem tratar.
Aviso aos academices
Nova loja
Fugio no dia C de fevweiro prximo passado
a esrrava Leandrs, rrioula, edr fula, alta, ma-
gra,bem fallante, com os denles da frente po-
dres e alguns quebrados, e com alguns cabelb ;
brsnros, levando toda a sna n upa. Esta escra-
va iiitura 1 d? ridadn de Olinda, e ha poucos
dias i >i pigada no bairro do BeeKc por um pre-
to, o qual querendo leva-la para rasa, foi por
ella llludido, e evadio-sc na niesma oreasio ;
por isso julga-se que ella anda por ellos lg u -;
cima mencionados : roga-ee a qualquer pi
que a pegar, que a leve ,'i na de Sania Hila, SO-
lirado n. 40, primeiro andar, quesera grailC
i Ansenlon-se da casa de sen senl ir, i es-
cravo Aga| lo, mas os s gi salii i les -"
seguintes : caliera rapada, penas arqueadas, ca-
: misa de madapoln usada, caifa pela lambem
usad.i. chapeo de palha, lenco na calera par.1
enrobrir a falla de cabello : qualquer capitn de
: campo, gi nli' da polica un pedestre o faca \ i gar
o leva-lo roa do Rngel n. 21, que sei'i
cado. Costuma andar pela roa Augusta, era al-
gumns casas.
::.:::.. .. .:" !
IVA AAA
-.i
50,000

&
'^'

9
wmm iPMireR i ipi&mdir.
3 RA DA GLORIA, CASA ROFU1VRO 3
Clnica \or amuos os systcmas.
O Dr. Lobo Moscosod consultas todos os dias pela manha ede tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curar animalmente nao sopara a cidde como para osengeuhos ou outras
ra do imperador
numero 0,
confronte ao deposito do gaz, vende-se presunto
para Hambre muio superior a 400 rs. a libra,
queijos flamengos novos a IjGU cada um, bala-
las novas a 1? a ai loba.
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barris de quarlo, por preto comino-
Jo: no armazem de Adamson llovi & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Farinha de man-
dioca.
Vende-se por menos do que em outra qual-
quer parle : na ra da Ciuz, armazem n. 26.
Grande sorlimento.
as 10 horas da manha e em caso de ur- !
43-]
; na
e(a*4o
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at
gencia a outra qualquer hora do dia ou da uoile sendo por escripia em que se declare o nome d
pessoa, o darua eo numero da casa.
Nos casos que nao rorem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metter seus lolbeles a Loi.ca do Sr.JoaoS,,,,-,,,^.:. Iia ruada Cruz ou luja de litros do Sr. Jos a0 nettt est i1) [frirncnt'n nlira tuno
Nogueira de Souza na ra do Crespo aop da poule relha. i dJllult' t-SLa,}^.icciintnio, ouia supe-
Ne-sa luja e na casa do anniinciaiiie a< iiar-se-ha conslantement eos melhores medica- r'Or pelos piceos abuixo :
mentosbomeopalhicos ja bera conhecidos e pelos precos seguintes :
Botica de 12 tubos gran '
Os estragado! es de calcado ertcontra-
Iomcm.
Borzegjins aristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustre e bezerro)..... S^OOq
Borzeguins arranca tocos. 8$000
Ditos econmicos....... CjjOOO
SapatOes de bater (lustre). 5.S000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5$000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso)..... 4500
Borzeguins pata meninas (Cor-
tisMtno)..........4.^000
E um peifeitosortimentodetodocal-
Neste proveilosoestabelecimento, que pelos no vos mellioramentos ft los acha-se cbnve- __J<'1|" C'UG serve para iabrica-
10, como sala, couros, marro runas, cou-
aes........... lfleniiO
I)itosde24 ditos............... 15S000
Hitos de 36 ditos........... '. 2!!O
Hito de 58 ditos..........!.".'.. 25S000
Ditos de 00 dilos.............'.". O-3OOO
Tubosavulsos cada um............. IgOOO
Frascos de linduras........;.....' 200
Hanoal de medicina homeopalhica pew Ur. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. ce............ 20S000
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. lOgOOO
Repertorio do Dr. Jlello Moraes......... 6g0
CASA
nientemente montado, far-se-hao tambem do Io de novembro em vante, contratos rnensaes para *** """""'^i ll"ii|
maior commodidade e economa do publico de quem os proprietaros esperam a remuneraco de '" l'e bistre, lio, lilas, sedas etc.
tantos sacrificios.
Assignatur de banhosfrios para urna pessoa por mez.....10000
* > momos, de choque ou chuviscos por mez 15{000
Series de cartoes e bauhos avulsos aos precos annunciados.
! Carne de vacca salgada, em barris de 200
libras : era casa de Tasso Irmaos.
FUND
AURORA.
Seus proprielarios ofTerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido esiabelccimenlo a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos lodas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase mcias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamaitos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarogar algodo, prncas para mandioca e oleo de ricini, porloes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva lotes, ponles, "aldeiras e tamjues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Esecuta-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
desonhos ou moldes que para tal lira forera apresenlados. Recebera-se encommendas neste esla-
beleciracnlo na ruado Bruin n. 28 A c na rua do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do estabelecitnonto Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem 09 pretendectes se podem
entender para qualqucr obra.
Vendc-se superior linha de algodo, bran-
dase do cores, em novello, para costura : em
: casa de Seuthall Uellor k C, rua do Torres
j n. 38.
= Vende-se a taberna da roa da Soledade,
junto a padara, bem afreguezada para a trra, e
I com fundos a vontade do comprador, a dinheiro
1 011 a prazo ; lambem se vende urna prcta de
meia idade, muilo liel, que coziuha, lava de sa-
bo, carrega agua, e faz lodo servieo de urna ca-
sa a tratar 11a mesma taberna n. 11.
Em casa do Henry Forsler & C, rua do
Trapichen. 8, vende-se :
Arreios americanos.
Bombas idera.
Foges dem.
Arados idem a 30^000.
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de Irigo de lodas as marcas.
Lampees de palele com azeile proprio.
mandioca.
k? Marca RL.
E1 osla a marca das maiores saccas que ha no
mercadoe vendem-se no Forte do Mallos no ar-
mazem 11. 18, confronte ao trapiche do algodo.
Attenco.
Farinha de mandioca em saceos grandes de su-
perior qualidade, desembarcada hoje, proceden-
te do llaranho : vende-se no armazem de 1er-
reira & Mailins, Iravessa da Madre de Dos n.
1G, por preeo bstanlo commodo, em ponao c a
rclalho. v '
Ovas do serlo.
Vendem-se ovas do seriao"muito frescaes : na
rua do Queimado, loja de ferragens n. U.
Pechiucba.
Vendem-se peras de rambraias lisas finas com
10 I|2 varas a ;00 e 5$, e a vara a UO e 500
rs., ditas dechoviscos, linas, a 5}, grosdenaples
prelo superior a l}8P0e2g: na loja novada
Independencia ns. 1 e 3.
Taclias e moendas
Braga Silva & C, lem semprc no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, ura grahde sorlimento
de tachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante dwin Uav: a tralar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Em casa de N. O. Beber Successores, rua da Cruz n.
4, vende-se:
VinhoSherry em barris, de ptima qualidade
Cognac il'ale Brandy] em barris, de ptima
qualidade.
\ inbo champanha, em cairas, marca Parre,
mui acreditada no sul do imperio.
Brilhanieat 1 1{S quilate.
Espirito de viuliocom U
gri.
Vande-se espirito de vinho vci o com 44
gros, chegado da Europa, asgan ta ca-
tadas: na rua larea do Rosario d. .
Desde o dia 1 i de feverciro ultimo anda ;,
--> fgido o escravo Pedio, carapins, parle.
g com bons denles, beicos e nariz grossos, .
g Wforcado, cum 18 anuos incompletos d
i'.'.iie, boa estatura o tendo um signa I nas '
; Costas de nina | .neada que H10 deraie :
jg quem o pegar leve 3 seu senhor o abaixo j:-
_ assignado que dSOS dr gratificacao R< -
i le '> de marco de 1860. ;.-
q I). Francisco Ballhazar da Silveira.
<;'. ..;,..:.. ............
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no din 1-
do rorrete, urna sua escrava da Costa de ni n e
Maria, que representa terde idade iTi annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao limito pela, Ii m
bstanles cal ellos brancos, costuma Iraz-r um
panno atado reda da cabeca, leudo persigna]
mais saliente as mos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta escrava Ii ndo sahiuo d mo
de cosime, com venda o'e arroz, nao rolln
mais : roga-s*1, portanlo, as autoridades poli-
ciaes, capilaes de campo e mais pessoas do povo,
a pprehenso de dita escrava, e leva-la i
do Preguiea, na rua de Queimado n i, ou casa
do sua residencia na rua da i'L rentina defronte
da roebeira do Illm. Sr. leme coronel Sel
lian, que serio generosamente recompensados.
Xo da 5 do correte desapparc-
ceu um escravo por norac Cactano, ca-
bra, seguintes: cor clara, aluna regular,
cabellos bastante carapinbo*, cabera
coropti la, bastant barbado e pago, e
offieial de pedreiro e sahiocom ehs
de palha da Italia : quem o pegar
veoa rua da Gloria n. 70, em cata de
Francisco Ferreira Gomes de Uenezes,
que sera bem recompensado.
AUencao.
Boga-se a qualquer pessos que dr noticia
certa da escrava Silvana, cor cabra, alia, secra
do corpo, reprsenla Ier25 annos, tem signaes de
las, cuteles, grvalas, meias, bolius Meli, iia- 'das de baixo do queixo, arresta um poueoos
ps, julga-se ler mudado o nomo, e ler sabida
para lora da cidade, lavando roupa por esses ar-
rabaldes, ou estar servindo de ana em alauma
casa como forra; jase a. ha fgida desde 12 do
Janeiro, levou varios veslidos de chita de qua-
dros, chales encarnado, e panno da Cosa
a regar ou der noticia rerta, leve Soledade,
taberna de Francisco ias le reir Pires, que so
gratificar com generosidade
Pugio do engenho Ruin Amigo da provincia
onediea
DE
Gaspar Antonio Vicira
Guimaraes gerente Jo-
s Gomes Villar.
lU\a do Crespo n. 15.
Vende-so superiores charutos de Havana, da
Baha denominados suspiros, guanabaias, appra-
ziveis, sigarros bola fogo a lo rs. 0 maco.
Camisas das melhores possiveis.
Smolas, cairas de casemiras de cores e pre-
peos, leos de seda, perfumaras, sobrecasacas
e palelols de panno lino e palelols dnbrim.
Garante-se vender por menos que possivpl
alim de se iu.tr muilo negocio e mesmo pul le
urna freguezia lao honro.-,!.
Escravos fagidos.
FS.
de Magnas, comarca du Porto de Podras, o es-
cravo erioulo de nome Luiz, de ;G a i) annos de
idade,altura regular, nenes grossos, troca um
A escrava Clara, de idade 38 annos crioula l""" s olhos. dous denles da frente abortos;
cor fula, alta e secca, nariz cha:.., ps e maos esle escravo ol comprado ao Sr. Joo BeHx,
eloffios.
nlior do engenho CatnulCDgue em Barreiros,
onde sejulga andar : roga-se a toda e qualquer
pessoa que o encontrar, o mande pegar e levar ao
dilo engenho, ou no Recite a i s"u senhor, n. -
rador no caes do Ramos, snbrado encarnado n.
-, onde ser generosamente recompensado.
i 00^000
I"a
magras, dedos rompridos, o furo da crelha bs-
querda um tanto grande, coinheira e engom- .
madeira, conii.ia a oslar fgida, e snppe-se
estar oceulta por alguem, caso em que se pro e-
der judicialmente : a pessoa, porm, que pren-
de-la, levando a Soledade, sitio do abaixo assig-
nado, receber a gratificacao cima indicada
Jos Anlo de Souza Magalhaes.
Pugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felppe, de naco An-
gola, de idade 45 a 50 annos, cornos signaes Antonio, conhecido por Antonio Campesso, o qual
seguintes : um lano baixo do corpo, cor fula, fugio em 19 do correte, levando um caneco de
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem ifolha proprio para rarregar agua, um gancho ao
barba, falla lina e a voz sempre baixa, bocea pescoco, tem 35annos de idade, falla bem, per-
larga, com alguns cabellos brancos pelas [entes, uas puco arqueadas; ba 15 dias chegou de ou-
parecendo ser muilo mancinho, porm 6 muilo Ira fgida, leudo sido pegado era Sanio Anlo ;
velliaro e metliio a curador de emposturias, de o mesmo abaixo assignado protesta desde jcon-
bom corpo, pomas um lano finas, segundo o Ira quem Ihe lirn o gancho.
mesmo corpo, cojo escravo 6 de Antonio San- Francisco UuUlho de Andrade.
d o abaixo assignado de gralificarao a quem llic
levar rua de S. Francisco n. 68 A, seu o earravo
Dos premios maiores de 20^'da 1.a lotera concedi-
da para auxilio das obras da matriz de JN. S. da
Ajuda no Bom Jardim, \\\ provincia da Bahia, ex-
traliida em 20 de fevereiro de 18G0.
Vande-se em casa de Arkuright 4 C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, set.do que pelo seu perfeito machinismo
pode-se usar cora coberla ou sem ella.
A 2^000 o par
Bolinas nacionaes, obra igual se nao superior
a tramen a 2*000 o par, confronte ao deposito
do g*z.
= Vende-se superior faridha de mandioca e
caixas com ceblas, por procos commodos : no
armazem da rua do Vigario B. 20. de Silva Ro-
dovalbo & C.
Nacunfilaria da rua da Senzala Nova n
30. ha para vender superior marmelada, alpcos,
pecego, ameixas, bem como iramensas qualida-
des de doces e amendoas, c prepara-se bande-
jas com muilo asseio.
Camisas pava meninos.
Na loja da rua do Crespo n. 5 esquina da rua do
Imperador vendem-so camisas francezas para
meninos a 1J600 cada um.
Ouasi de graca.
A madeira que foi do pavilhoo : vende-se na
rua do Imperador n 6, confronte ao deposito
do gaz.
LADO
S.lNS. PRKM8. N8. PREMS.|>3. PUliMS. NS. 'REMS. >S. I'UKMS NS. PBBM-
-uno 40- IS8"> 200 2772 too.- 3637 405 i.-)!).", 405 5418 i -
1. ti 4005 89 405 99 40 76 100 4619 100 41 1005
02 ?8 405 1944 40$ 2819 100 98 2005 21 o; 43 405 100 loo
208 S 200? 58 100$ 76 1005 I70 40a 1725 40$ 52
35 39 405 2031 405 2920 100$ 3&9 400 43 loo?* 527
60 toas 40 40$ 5 40; 89 '.05 43 LOO* 44 4 o 43 100$ 1003
(1 10 73 100$ 88 405 3020 405 74 100$ 81 40; 67
3:i 40g 79 2 000 89 100$ 88 40 3915 405 i 802 40 1600 100
7 M0| 1231 405 2117 tOdfl 3122 405 16 405 21 f 006 18 405
82 1005 83 lo 20 405 3240 1,900$ 48 40 56 200 35 too
VI 40 1313 405 58 405 76 405 05 405 97 1,000 81 1,000
517 200: 5< 100$ 77 100 80 IOS 59 20.0005 1909 400$ 5707 ion
0() 400$ 1400 100 2216 1005 89 405 64 too? 30 1005 73 100$
6-20 40 1500 1005 81 1002 99 40 76 100 33 40$ 80 40
717 4005 14 40 2307 40 3303 100 99 2OO5 34 40c 5801 IOO5
Ui 200 20 405 84 100$ 23 2005 l22 100* .5060 40 15 I00S
43 1005 til 40 2I2 4:0005 30 40} 37 405 5106 Of 23 40
902 40 28 40$ 38 40$ 54 2005 1241 405 16 40 26 400$
10 405 43 40$ 68 2005 56 100 47 100 30 40 5918 200
H 1005 55 100$ 2515 40 59 40 55 200 34 100 25 200
33 105 59 1005 97 40$ 3107 40 82 40 OJ 100 44 400
m 100$ 1628 200 2607 100 14 40$ 4355 40 5231 400 87 100
58 1,000 3d 100 8 200$ 58 40 4126 405 49 40
83 400 1712 40 9 4003 3553 40 43 40 67 100
ltK'3 40 36 40 35 40 6 1005 51 1,000 5308 10,000
6 '.Os 79 m 43 200$ 79 40 00 2005 27 100
68 105 8i 40 92 40S 97 40$ 4516 40 31 200
74 too 1813 40 2713 2005 tm 200 40 1,000$ 82 40$
1104 10 78 100 29 100 20 40 46 100 .5405 40!


'8)
DIARIO DE PERXAMBUCO. QUINTA FRIRi 8 DE MABC-O DE
Agricultura.
As seecas no Cear,
O duende eterno desla provincia esse triste
flagello, q'ie em periodos inceilos nos vem risi-
[uilar o fructo de ttaballios de inultos
esse Sphing, u nos lirrasse
i I ingencia, l ra o maior bcnoi-
<;-jjrjatii.iis um povo rocebera Jal nios des
i combator porm um mal inisler conlic-
ter asna causa, ou origem ; pois o estado das
- d i inconstancia das estacos en're nos,
i|no deve merecer a maior SOlicitude, e interes-
:-.' tanto t es poderes do estado, como de lodos
os particulares ; porque Irata-se da sorle nao s
dosvindouros, como dos contemporneos, quede
um anuo para outro podeni passar por una hor-
rivol provanra.
.o charo ir. e amigo.
Cidade da Fortaleza, 16 de fe ve-
re i ro de 18GO
Convencido de minha insuffieiencia, vou com
bastante temor satisfazer o seu pedido, expondo
as miabas ideas a respeito das causas e rucios de
altenuar as seecas que seffro esla infeliz provin-
cia o terrenos adjacentes.
Cotlocarei a questo nos scguintes termos :
que influoii' ia as montanhas c solo mais ou me-
nos arenoso da provincia do Cear escrcom so-
bre a falta ou producciodo chuvas. e que papel
as cvuhiri'.s almosphericas, ctenla a posigo de
Mu territorio em rclaco ao e (uador e ao conti-
nente sul-amcricano, representam uestes phe-
uomenos ?
Accumulacau e suspenso na atmosplicra de
glbulos d'agua aproximados mais ou menos en-
tre si, de dimensos ordinariamente abaixo de
Oiuiu 0ui35m em dimetro, conslituem asnuvens
Na limitada esphera de nossos conliecimentos | M"'\ por lela mechanicas, participara dos movi-
e inlelligencia temos sempre opplicado nossa al- mo"los ,la roS'a almospherica, em que eslao
icncao na investigara,, dcssascausas.e nos meios' ellai enllocadas. 1u9n,,P **& 'l"c "a teMB
ile modi'ica-las, ou neulnlisa-las. E ueste sen- Pm suspenso sao sulT.cienlos. ale o momento
lido alguraa cousa temos esc ripie, seno eom o : em 1UC a coo,en"*o ei 8"tas *u" "au M
euiihQ le certeza, e sciencia, cert.men.e com a PreciP,a Sbre n nerflcie da Ierra. Tamben.,
experiencia, o aularidade dos sabias ; e sobren- 0,,,re as ca,JSas 1OT nos Pa,zcs pIunoaes dao
do rom o mais sincero desejo de ver melhorada oriSm eles glbulos meDciona-se. com pre-
a sorle de nossa provincia. lerenda, quer a vaporisacao na superficie da tr-
ra, qner o encontr, as alturas aereaos, de ven-
tos hmidos e de temperaturas designaos, cujas
molculas obdeceudo sua mutua allraco suc-
cessi va mente precipitam-se.
Tanto em um, como em outro caso, o equili-
brio e asecnso dis nuvens no seio da almosphe-
ra poder ter lugar nao smente pela densidade
relativa, como tanibem por correles ascenden-
tes eslabelecidas por diTerencas de presso, mes-
nio inapri-ciaveis ; as quaes pndem resultar de
| urna differenca de temperatura o por tinto de
:saturarn e finalmente pela dilerenca do estado
rentes almosphericas, de enjo |ogo, e evolucoes i .' .... .
,. i r i,-. i. i a i" ,e rclricodas cama as. Pois, to tas as ve/es que se alem e pela provincia do Piauhy em plato
nicamente faz depender ophenomeno da chura. !
\- malas, as massas d'agua. os ros, os canaes,
anides, as (untes artesianas etc. ludo isso pode | ^^eonclu.r .,,.> as nveos ou ser5o *|^M/|^^^^^^"^ q',e a cerpa ,al0
in opinio douossosabio patricio, sua uiili-
L'ma memoria scicuiificj publicada no Correio
tntii do Itio pelo nosso illustrado patricio
Dr.Viriato'Erneslo de Me-leiros urna das mais no-
(neis inteligencias, do Cear, que tem por lini
er esta questo, produ/.io em nosso espiri-
to uina triste impresso ; porque seren rigo- ;
smenle exactas as consequencias quo esto dis- I
i engenheiro tira de sen systema, a secca
do Cear um phenomeno inevitavel, incuravel,
rior as forras do liomcm Resultada posi-
5 i igraphica da provincia em relelo as cor-
" manen* eru pnareiro lugar wt juafmnie
o valle do Amazonas |>orm, logo apresenta-sc
urna anamolia da le geral, notnndo-se o sallo
que d para o Rio de Janeiro, entretanto que
lugares mais prximos do equador solTrem see-
cas ; anda, ueste mesmo continente d-se o
facto de nao haver chuva era Quito. Vejamos
como se explican) Ins anomalas.
Por i s o que as grandes liorestas, c principal-
mente as montanhas, sao oulros tantos pontos
por onde escoa-se o fluido elctrico, por isso
tutnbem chore continuadamente em aiguns pai-
zes de florestas e montanhas. Assim explicam-
se as chovas na parte monlanhosn da Noruega c
Escossia, no Rio de Janeiro com scus morros py-
ramidaes. E porque nao se cuntiere os trovos
as costas do Per, tambem nao chove nos
arrcdoies da cidade do Lima, bem como em
Quilo.
No Cear com seu terreno arenoso, de poucas
malas e vaporisacao, nao se er as grandes chu-
vas sem que aiguns trovoes sejam ouvidos.
Ptissetnos agora a um outro elemento, os
ventos.
As correles aereas sao devidas a rupturas de
equilibrio na alhraosphera, quasi sempre pro-
venientes de differenras de temperaturas cons-
tantes ou accidentaos ; e os ventos constantes,
provenientes desla desigual temperatura*1 a res-
peito do globo e de seu morimeiilo, justamente
concorrem para o appareciraenlo de chuvas em
periodos certos. O Cear. coMocado na zona*des-
loa rentse calmas regulares, estara sujeito as
consequencias de suas alternativas, tondo esta-
ceos certas e invariaveis, se o concurso da natu-
ra particular de seu terreno o de sua posico
em relaeo s provincias limitrophos c mo'rl-
menlos dos rentos, nao allerasso esta dcseiavel
unifonuidade.
De urna paite tem o ocano atlntico que lar-
gamente a banlia pelo oriente ; de outro a serr
do Ibiapaba com algumas florestas, eslendendo-
attenco
dade especial ; mas nunca para alterar a clima-
tura do mU, que ser sempre a mesma ; porque SOrao tcsoh,di* d",va-
depende de uiuacausaeslranha 4 todas essaacir- Azora Peu-m0 "'mar-lbc a
cumstanclas para um outro papel sem dunda bem mporlan-
| lo que, por moilas vezes, representa a clectrici-
A iihn cousa, que elle lembra e prope, a J;lJt em {acc dete mcU>oro.
creacao de observatorios meteorolgicos por toda
faltarem estas circunstancias ou alguna dallas, com florestas tambe.n verdes ; entretanto que o
dispersa- j sc" solo afondado nesla serra que a cerca at o
das pelos venios reinantes e levadas para luga- mar alguma cousa arenoso, ccrescentando-se
res distantes de sua formado, ou engrossadas i anda que suas arrores sao privadas das folhas
e com grande eslupelaccao de loda academia-, lie-
ga a efticaria da meteorologia, tal como sao cons-
tituidas ns observacoes, principalmente para o
conbccfmento da parte climatrica. Quesignifi-
caco, diz o celebre physico, tem este elemento
abslratoque se chama lemperalura media, e que
tanto esforea-se por determinar ?
Nao elle um ser de convcucaoe que na n.i-
lureza nao gosa de papel rea! ?
Ainda consternada por estes pensamenlos a
Cdemii iriede ouvir a voz deum de scus mais
cek-l'ics membTos Jlr. lol vem condemnnr os
principios destaparte de physica, e pede que se
conslilua a meteorologia por extensos esludos so-
brt a athmosphrl as caadas em que os phe-
nomenos se passnni.
Entretanto o sabio ministro da guerra Mr. Ma-
rechal Vaillanl, que liara consultado a academia
sobre esta queslo, expoz com rr.oderaco e dig-
Oidado os servicos prestados pelas observacoes
meteorolgicas, e com os mais membros dosta
sabia associacn, approvou o relatorio da com-
missaO para a creaco pedida.
Trazendo esla discussaoesl longe de mim ti-
rar a consecuencia que nao se deva consultar os
instrumentos meteorolgicos ; precisamente
por que a meteorologa nao est ainda constituida
que se deve obter muitos elementos em varios
sentidos para chegar-sc ao importante fim.
Actualmente principio inconlestavel que nem
as chuvas peridicas, nem os grandes lemporaes,
fazem que nos paizes cquinociaes o barmetro
saia de sua uniformo tranquiliidade, entretanto ;
que suas oseilaces tornam-se cada vez mais con-
siderareis a medida que approxima-se dos polos.
Fundado ueste principio, que soccorro poder
prestar no Cear este apreciare! instrumenio,
que naoseja para as questes puramente scionti-
ficas ?
Entretanto que a arboricultora o um systema
de acudes em lugares convenientes, mudara in-
fallivelme ule o clima da provincia, e accumnlan-
do electricidade prevenirla de cerlo as rigorosas
seecas e suas desastrosas consequencias.
l'assarei a esclarecer esta idea c a possibilidade
de ser ella exequial, mesmo debaixo do ponto
de vista econmico.
am duvida que as cousas sSu bem dillerenies
a respeito desla provincia, oqui as cond'joes sao
todas favoraveis.
Consultndose a eslatislica que publqou o .1 k-
xiliador da Industria Nacional de Janeiro de
1858, ve-sc que em 184" o numero de acudes ero
de 2005, e dos diques de 290.
Enlioiaiito que o governo ingle/, effeclura es-
ses nielhoranienlos dispendendo217:00QS. As-
sim, encerrada a queslo debabeo do ponto de
vista flnanceiro nao exislcm grandes cnibaracos.
Agora s resla-mo pedir-lho dcsculpa de nao
haver desenvolvido a questo como ella o me-
rece.
Do seu amigo
Viciar de forju.
Variedades.
provincia para a prerisau da secca do um anuo
para oulro, alim da populacao prevenir-se com
lempo da visita desse flagetlo.
Sua opinio lao desanima dora, quanlo nex-
Quantas vezes com um eco claro lomos visto
apparecer urna nurem, e apoz esta surgirem de
punios do horizonte outr.is que promplamonle
precipilam-se primeira, e de sbito muda-
re m o as>eclo pacifico da natureza, para repre-
el o remedio que prope ; por que ainda !senlarem urnaoutraordomdccousas ; aescurdo
Jendo a importancia que d meteorologa interrompida por luzes de relmpagos, as com-
o ponto de eleva-la ao grao de una sciencia ( o moroes aluiosphericas e a chuva ? Avisla de se-
lantns sabios coulesleslam ) que nos faca I melhanle pkenomenjo quem hoje dunda que a
prerer de um anuo para oulro os phenomenos al- electricidade sejo o motor de una tal (rausfor-
mosphericos, contra a opinio do sabio Arago, maco ?
que mandn atBxar pela impronta que segundo ; Aqui nao so podo avanzar que rentos regula-
o estado dassciencias physicas actualmente niu- res evilem o encontr de nuvens em presenca e
n poderia predizer com acorto um fenmeno convenientemente eleclrisadas, nem to pouco
pherico de um dia para oulro, e do decano que as causas referidas de equilibrio c suspen-
da academia de sciencias da Franca Mr. Biot) I sao dos glbulos, previuam a sua queda agora
la diz irnos concedendo a importancia, que o Tortemcnte condensodos.
Sr. Dr. Viria'.oautorisaJo as obserraeos doto- Ainda, acompanhemos esses viajantes que
Maury. sabio Americano, quer dar a me- leem subido as mais altas montanhas do globo
I .gia, o seuconselho seria inaproveitavel ; como 0 Chimboraso. e vencido urna regiao de
poriueoestabelecimenlo de urna linha de ob- nUvens quo depois vfi estender-se abaito de s
serralonos objecto parad.spezas consideravds Como urna planicie cobeila de nove, e em allu-
q..e nem os nossos recursos, caem o governo raslmmensasoutras nuvens esbranquicad.s se-
P'rmitlinain ; e so o mareclnl Vaillanl, ministro melhantes a frocos de la. Passando explica-
d i
durante-aquella parle do anno em que mais pre- Deixandode parte a Darracodos successos fe- ;
lizes ou infaustos que, em differenles paragons.
cisam.
Km quanto ao morimenlo dos rentos, notase /'em acorupanJiado .i arboricultora bem refleclida j
que a principiar do mez-de ooiobro apparecem | a devaslactio das malas, nicamente cingir-1
pela manlva nuvens do lado de orienle, as quaes \ me-hei ao que di; respeito a esta provincia
E voz geral, que al o principio desto seculo,
marcham regularmente para occidente e desap-
parecem quando o f\ passi para esto lado. Em
aiguns annos os terrenos 3io por este lempo
humedecidos com
feverero ou morreo em que principian! as chu-
vas torrenciacs e tambem as calmas equaio-
riacs.
Entretanto no mez deoutubro ou novembro ja
a provincia do Piauhy tem entrado na estadio
chuvosa, de onde passa para o Cear as pocas
referidas. Esta a distribuico e marcha mais
ordinaria, oquo testemunhado por todo mundo.
Em presenca de taes fados vejamos como se
pode explica-los.
Que as nuvens vajeiras de outubro passando a
occidente encontram as alturas da sorra e.alem
as condicoes precisas de con Jensacao, j.i pelo en-
contr de nutras, viudas do lado contrario, ja pe-
la electrcidade das florestas e puntas das serias,
estou peisuadido uao ser una supposico infun-
dada. Assim milito naturalmente BXplica-se o ap
parecimcnlo de chuvas neslas paragons e em taes
pocas ; churas que marcham estendondo-so pa-
ra o Cear a medida que as condicoes de ronden-
sa^lo successiramente, sao desenvolvidas e parti-
em que a deraslaco das malas virgens comecou
em grande escala, os inrernos eram mais exten-
poucas chuvas at o mez de sos comecando ordinariamente no primero mez
.erra em l ranea nao p le conseguir o esta- cao da suspenso deslas nuvens em distancias,
; inenio de cinco ou seis observatorios na to extraordinarias da superficie da ierra geral- ciPadas. e quando favorecidas pelas calmas
lia.e departamentos do sul da Franca por mente admilte-se que ellas, sendo carregadas de 1ue ">* ae chegom.
espeza superior que se allegan, que electricidade negalira. sao repellids da ierra e i Da mesma maneira explica.se fcilmente as
;a idea da pralcabilidade de um tal meio j arrojadas semelhanles alturas.
re "S" Quaiendo mostrar esta influencia e eCTeito da
A.pezar do respeito que tiibutamos ao saber, electricidade relativa s nuvens c Ierra. Deluc
e intelligencia superior do Sr. Dr. Viriato, e ape-1 refere haver visto urna i.uvem muilo elevada
zar le nao pdennos contestar aiguns de seus desccr rpidamente para a ierra, despejar urna
hoje geralmente adoptados, com re- forte chura com sgnaes de electricidade. e com
lar i i as evolucoes almosphericas ; insistimos to- a mesma promplioao, clejr-se a seu primitivo
i em considerar que, se a caus principal nivel.
i! seecas entre nos procede da psico geogra- Avista disto, com preferencia ajunlarei.a elec-
phca da provincia respeito das correnlesos-e- tricidade comavnma das causas de equilibrio ou
i is, esta causa certamenle agravada pela Je- J desequili^io das nuvens. Ajuutarei mais que
."iodos bosques, pelo incendio dos campos, nenhuma dilerenca, que nao soja accidental,
q ic influindo visrelmente .na temperatura do existe entre as chuvas acompanhadas de signaos
'no, concorre para maior secura atmosphe- de electricidades manifestos e oulros em que
rica ; e por conseguinte para evitar a condensa- nao se ve taes cominocoes ; por isso que urna c
cao dos vapores. i outra poder prorir de um enfraquecimento de
!'. assim como podemos alterar para peior a electricidade das nuvens.
seecas extraordinarias, ltealmenie, iyi- terreno
arenoso quasi sem sem vaporisacao, por rsso que
as pequeas lagdas e rios acham-se seecs. e cu-
jas arrores eslo despidas de jolhas ; nao pro-
duzir cortamente electricidade sufliciente : as-
sim, fallo deste agente poderoso, urna pequea
alteracao em sentido desbvoravel as condicoes
ordinarias de condensar-fu), junto com 3 coinci-
dencia de urna alteracao ras calmas no mesmo
sentido, lera em resultado urna secca extraordi-
naria, al que a natureza entre na marcha ordi-
naria de suas operaces. Ainda, o extenso val-
le do Amazonas, latrez o mais fovoravel do mun-
do para os grandes aguaceros, noattrahir chu-
ras que por urna eqnitavel distribuidlo dureria
perlencer ao Cear ?
A vista deslas ideas, nao me licito concordar
Climatura de nm paiz, podemos tambem melho- Sabe-sc hoje que o ar, ainda que sereno, con- inteiramente com as que ltimamente aprsen-
la-la ; porque, como diz o sabio Fouricr, a al- lm electricidade em quantidade que varia de! ton o Sr. Dr. Virialo de Medeiros. a, quem tributa
ni sphera um campo susceplivel de ser arado, um lugar para oulro e de urna a outra estafan
0 exemplo de tantos paizes, e de nossa pro-1 do auno, alcm dos pontos de mximo c mnimo
ca ; as experiencias, e 'uloridadc de sabios que m'anifesta-se durante cada dia, seja coinci-
do?, que ainda ha pouco c*it!nios na me-! dindocom o orvalho, seja com a chuva. E como
moria.que publicamos sobre a influencia das a vegetaco e vaporisacao sao as grandes (ontes
s na climatura de um paiz, nos fazem per- de electricidade athmospherira, claro estaque,
., ladu que, se melhorarmos o estado superficial I para cada paiz deve haver periodos de maior ou
do terreno de provincia, plantando arvoredos menor desenrolvimento, conforme as eslacose
bstanles, conslruindo quantidade de acules, clima que Ibes sao peculiares.
i seguiremos meUiorar tambera as eslaces. p,0curre apoiar estas ideas com fados co-
nando-as mais constantes, e regulares. I nhccdoSi por sso que cm physica M razoes ni)da
Nao confiando ern nossas luzes, que sao liuii- de cerlo concliiem. quando a experiencia e os
ismas nestas sciencias como cm ludo mais, fados nao sao as fontes de suas concluidos.
nos ao Sr. Dr. Agoslinho Vctor do Borja Acslatistica das (rovoadas inoslra que, em rc-
lespeito.
Talvez labore em erro, porm estou intima-
de cada anuo, da mesma sorte aiguns ros nao
perdiam a correntezi. cm muitos lugares bariam
brejos, olhos d'agua fixos e muilo correte; fi-1
ni Imcnle as seecas eram desconhecidas as ser-
ras di Ibiapaba e Araripee sua conlinuaco En- ;
tretanto hoje esta serra, achando-se privada de,
suas matas, SofTri) secca ; sendo que d'al.i Wm
esie flagello marchado para o Piauhy, aonde an
solria por falta de chuvas.
A serra da Uruburelama collocada mais ao lif-
toral e talvez na linha que divide a provincia em
duas parles eguaes, tem ama construego espe-
cial c dcsfavorarel, om quanlo a exposicao; para
attrahir chuvas; apezar disso Ivaviam alagadicos, !
aiguns riachos corriera al urna boa porco da I
planicie, mesmo as occasi&es das eccas ordina-
rias ; entretanto que hojp, cora a cultura em
grande escala do algodo, soffte horrreis pn-
vaQues.
Analysada a causa primordial do augmento do
mal, nao ser conveniente oinpregar meios arti-
Hciaes de atienua-la ? Ueio-que possara cha-
mar a chuvas e distribuir convenientemente as
aguas pelos terrenos, de maneira a obter-se urna
vegetaco continua ?
0 motivo do mal nao seniora sentido contrario
ao seu remedie?
Creio naser islourna maravilh, Um syste-
ma bem pensado de acudes, junio arbo-
rcultuia, eif, a met ver, o meto mais justo e
directo.
L'm estudo geral do paiz, debaixo do ponto de
vista da natureza do fundo o superficie de cada
terreno, as disposices relativa c genes de suas-
maiores desigualdades ; aconselba r o estabele
cimenloda rede de acudes mais importantes em
andares e lugares reclamados pela natureza.
Estou longo de pensar que os acudes tornam-
se seceos to fcilmente como as- pequeas la- '
Kas; preciso notar esta differenca, a agua mis-1
turada coa Ierra resolvc-se mais fcilmente em i
rapores, do que estando separada, o que devi-
do a urna especie de fermenlaco que no primei-
rocaso faz desenvolver maior porco do calori:o.
Assim, no* acudes limpos o protegidos pela ve-
getaco, deve-se esperar mais permanencia das
mente convencido que a condemnaro fOra bos-: ," (|l) ,, faUo8 dosUg eondicoes.
tanle rigorosa e que as observarles metereologi-
cas sao insufficienles, 110 estado actual das cou-
sas, para prever successos futuros c to espa-
cados.
Hoje hTo se pode pensar mais na impossibili-
dade da empeesa ; ahiestao os-mesmos trabalhos
feilos com pleno successo na India : sem duvida-
era condicoes mais dosfaruraveis era qoahto ac-
paiz Mairwara, por onde tiverara principio.
Torei de parte as opinoes do espirito et:
(emente positivo do sabio que a poucos annos I
acobou de Ilustrar o mundo scientifco. precia- M;,'rwara um paizj extremamente secco, pe-
i istr i, urna das illuslraces da com-jiisso'scili-
flca sua opinio sobre esle objecto ; e o nosso
distinelo amigo, depois da leitura da nieraoiia
laeao ao globo, a electricidade manifesta-se mais
vezes no equador do que as altas latitudes,
tambem as churus sao mais froquentos naquellas
de Sr. Dr. Virialo, tere a bondade de dar-nos por 'do que nestas. parageus. Emquanto a Europa
escripto sua opinio autorisando-nos a publica-' urna e outra sao mais repelidas a occidente, e a j der-se a Argelia os esludos das observacoes mo-
ro, sobre a qual chamamos a aenco dos le-'sul, sendo no norte mais frequentes na Noruega I teorologieas ja em parte estabelecidos em Franca.
I e Escossia. No Brasil as cousas marchara da mes- Mr. Regnaull que, ,1 proposito desla creaco
mando os principios rigorosos em que se devem
fundaros conhecimenlos humanos, at quo pon-
0 Augusto Cont confiara as observaeoes me-
teorolgicas para o conherimento serio dasqnes-
tes importantes e complexas da phisica do glo-
bo. E indagarei as opmioes emittidas sobre es-
ta questo no seio da academia das sciencias de
Pars em Janeiro de 185C, poroccasio de eslen-

dregoso e-habitado por sclvagens, as suas cor-
rentes peidum o curso em cortos lempos, ms-
estacos- estabelecendo os-casos mais frequentes^
entreta.it) que as boas os casos raros. O gorcr-
nador, rendo que os habitantes- desampararan! 0
paiz nata I ou entrogavam-so ao roubo, procurou
estadas a causa destes males.
Em poucos annos ludo mudou de aspecto, ho-
je M e.rw.ira lem agua os-habitantes entregara-se
a agricultura e nao pensara mais em emignrem
para oulros paizes mais-afortui.ados.
(.ai-la to viscondp tic Kikiriki sua es-
posa a Viscontlcssa do mesmo titulo.
fui tomar o meu caf
Ao botcquim do Martinho,
J se. sabe, fui ssinho,
Pois logo que empobrec,
Sem os amigos me vi.
11
Nao desgoslo, viscondessa,
Da receila de andar s.
Que nao do ponto sem n,
tis amigos de hoje em dia,
Quo lodos tem avaria.
III
Quando en pagara o ponche,
E o sorveto, e os psstelinhos,
Quando dava os clivirulinhos,
E os bons petiscos no Malta,
Fazendo de patarata,
IV
Os janotas, e as camelias
Nao me perdiam de vista,
Sempre meandavom na pista,
E era eu, viscondessiuha,
Destes sapos a doniuha.
V
Hoje que trago por foro
Cara de egresso, o de pobre,
Apesar do inda ser nobre,
E visconde, mesmo assim.
Todos se a fasi ara de mim.
VI
Trazia os olhos fechados,
Mas felizmente os abr,
Tarde o mundo lonheci :
Agora vivo ssinho,
Dentro do meu buraquinlio.
VII
V. disso. aleus aoa janotas,
E s taes camelias tambera ;
Gasto o meu rico viniera,
Sem escrpulo nenlium,
Com o meu numero um.
VIH
Como llie disse, menina,
Entrei no caf Martinho,
E vi ento ii'um cautiulio,
Dous Iliteratos fumando.
E tambera polilieando.
1\
Estes dous liileraliiihos
Disfrui tam mu bem o mundo,
Fazendo arligos de fundo,
E folhetins thealraes,
L revistas seman.ics.
\
. Ambos calcara tova branca,
E bolas de poliineiito,
Ambos tem gratisassenlo
Nos llic.ilids, nos salos.
Mas com certas condicoes.
XI
L'm dos taes lilteraiinhos
Aiacava o ministerio,
' E s portas do cemilerio
Ufanoso o eollocava,
E uli mesmo o sepultara.
XII
Esle Guisot de improviso.
Aprendiz de bellas-lelras,
Ten procuradu por tretas
Ser eleitO depulado
Para salvar o estado.
Mil
Has o outro que ao deserl
Doorcimento pelisca,-
Cometido bem boa sea,
O governo dcendeu
E larga vida lhe deu.
XIV
Esle Gerardin do Tejo
Em toda a parle disputa.
Com os ministros charula :
Do-lhe a mo, que o pobre opera,
l'icando de boca aberta.
XV
Quem os ve to assanliados
Julga que ininigus sao.
Qual, historia ambos eslo,
Passados poneos instantes,
Amiguinhos como d'anles.
XVI
Os lilleratos da moda
Cantara conforme lhes locam ;
Se pilhain posla, se abocara,
Temos incens 110 caso,
Alias ra ludo raso.
XVII
Quem njegcceia era tinleiros
Nao indaga a f, a cor
Que lenha o seu comprador,
O que quer, o que deseja
E que a paga prompta seja.
XVIII
N'oulra mesa aiguns janotas
Grande algazarra faziam,
E a Ristori disculiam,
A Tedesco, a dla Sania,
Novo rouxinol que canta.
XIX
E tambem papagueavam
Sobre o grande feliceiro.
Que pilhou bem bom diuheiro
A's gentes pobres e ricas,
Com as suas pelolicas.
W
Posso dizor-lhe, Senhaaa,
Sem azedume, sem fel,
Que era torre de Uabet,
Onde, segundo a f pa,
Consta ningaem se entenda.
XXI
Ouvi grasnar alientan-,
Tagarelpr o franrez, %
Eswopepc portuguez,
V: remedar hospnbol,
E at follar em B-mol.
VOfLUET!.
Constanca Verrier.
rier, apezar de burguesa, respeita instinctivamen-1 poda fozer impunemente, porque o que linha a
te as arles e os artistas, desde que lhe metieran) i dizer era condecido de lodos. S Constanca con-
cin cabeca de que en era artista. servou-sc francamente eni reserva e proteatwu
E' grande artista exclamou a Hoizelli. Eu | que nao se conhecia bastante, on que nao linha
quizera le a sua sciencia seria o o seu Rosto ir- refleclido bem para combaler ou sustentar quaes-
repiebensivel. Aprendo lodos os dias com roc 1 quer Iheoriss. A duqujjza conlieceu que Cons-
Mas nao SO trata disso, fallemos da lia. Enlo.lanca tinha id'S n" determinadas do qu que-
porque juro-lhe que I ra mostrar. Se
POR
GEORGE SAND.
11
Ento por esse modo, disso a cantora um
pouco olfendida, bou muilo aborrecida, porque
ando sempre distiahida, e canso pela iniulia
phantasiade levar os oulros s alturas dos meus
sonhos.
Vocc, Sophla, responden a duqueza com ,
bondade. lem direilo de ser assim. porque paira I No.dlsse Constanca, aP
nao gosla da duqueza?
quando nos v conversar todas tres aperta os la-
bios cosala os dedos, olhe issini.
Aqu a Moz/.elli fez una mmica encantadora
da vclhaCecilia Verrier, contra a qual a duque-
za nao pode conservar o serio, e de que Cutis-
lauca rio siniplesmenle c sem despeito.
Estimara lo profundamente a sua velh"
renta, que nao se zangara com criticas \'<"
superliciaes, e eonhoc.ia-se que a \elh;
os seus ridiculos, sem que por isso C
affeicoda moca um s instante.
" Em ludo isso nao responde ,ne-
I za. Ser verdade que a sua Ai de
I mim ?
recein (la
as a/as do genio As mais medrosas nao" lem s,,,,l!,"ra t,u,8a 1M ? f1"'',.lorii Z0,""J *"1- ^.'X'
receio de acompanha-la s nuvens. S fallei das l"lllo-St r Para defender-se. a pobre n.ulher
tolas que nao eslo aqui. Mas, n proposito, nao se"l ossf vos;amcs an,0.M de n,,,!, 3-
foi engao; nao a proposito; onde est sua pinto e issu o que a faz parecer mais desas-
tia, madenioisell; Verrier? a que prodigiosa cjr- traua do que c. ,-. ,r,
cmstancia devemos a ventura de poder dizer- ~ '*" "lhc/KLf?f"SLL* nmTtfa
lhe .res palanas sen. serillos examinadas pela J me tarda que chegue : >^MeMltni
t'jrvr E"crta lnais amavel do que tenho sido. Quero que ella
- Fos, que minha lia nao lem espirito, dis- I que gestando minio de nurn, para que nao a fa-
se Constanca sem desconfiar. Comprehende pou- | Qa deixar de queior-me. ,.,-..., r
co oque se diz. urna mulhcr tranquilla e boa, I .,Com p(r,'ll. *lua"" l' !^ou m^ f'l; g"
deumcoraeao to dedicado, e de\m carcter ciliaVctrier, madama d Everoux wmprto a sua
to egual que nunca me aborrego delta, c que i Promessa. Constanca ficou-lhe rala e anda lhe
me falta alguma causa quando ella nao est pre-h* ma,s bpm.- Mda"U! d,e Ortolan voUou, ea
sent, pjp-cr urna amiga vclha aqui porto em I ". principio geral. recaTi.o ''scnsivel-
-:..-.....T&.------< .- _?.. I mente sobre o assumplo que liana preoecupado
.denlo curiosidade de pe-
netrar 0 eiiiir' .essa bella alma ; mas. so poda
esperar, ao prestigio do seu espirito, ton*
segui lia, aJevinliava queem prescnca-da
se ilani, que nao conhecia bem, o Ll-
senca de sua lia, que nao a lompre-
-niislaiica nao loria um momento de
eirp abandono.
A esse respeito son como a llozzelli. Contom-
plo-a como urna excepcos miserias e aos pe-
/.rcsdo inundo. Qukera li:-var do roc urna re-
cordaeo completa. Fique certa que as mulheres
tni unas sobre as outraa urna influenciomilito
maior do que se pensa, mullas vezes l'.nrrivel,
algumas rezos ox> cliente. A sua s podnserboa.
Nao a recuse a quam lh"a pede seriamente e de
boa f.
Constanca nao procurou resistir a ua desejo
formulado lao graciosamente, e como, a Hozzclli
XXII
Que bella tarde passe,
F, mais nao son litlcrato,
Nao ha nada mais barato I
Sciencia. caf, papis,
E ludo por trinla res.
XXIII
E demais a ma3 lhe digo,
Cliovia se Dous a dava,
E alapado eu lhe escapara,
Pois em verdade, priminha.
Nao gosto da i.11 ebuvinha.
XXIV
Apenas ella passou,
Abr a porta, sahi,
E sabe a prima quem vi?
Vi o primo depulado
Mais laful e ajanotado.
XXV
Nao conheci. eu confesso,
O neto da prima Igoez,
Que eu encoulrei milita vez
Mu porquinho, esfarrapado.
De socos guardando o gado.
XXVI
Veio pela mala-posta
N'um abrir e fechar d'olhos,
Traz no seu bahu tres rnolhos
De bons projeclos de le
A favor da lusa grei.
XXVII
Desla vez, elle me disso.
Salvo a patria moribunda,
Venho dar terrirel tunda
Nos iiiinislrinlios, que sito
Assassinus da naci.
XXVIII
Quero mostrar ao governo
Que me ha-de ter pela proa,
J nao saio de Lisboa
Sem formar um ministerio.
Que abrace o meu salraterio.
XXIX
E despediu se e deixou-mc
Com cara de parvalbeira,
Disse, ouvindo tanta asneira:
A minha terrinha amada
Est bem representada !
XXX
O Parlamento se abriu.
Veremos, prima, o que faz
Este nosso Ferrabraz ;
Se elle atara o ministerio,
O caso, priminha, serio.
XXXI
Vai ludo com mil diabos.
Cae o Carino e arrasa ludo ;
Eu taco o palpel de mudo,
Na secna parlamentar
Que se ra representar.
{Uros Tisana.)
A Presse d'OrienC publica o seguinle dela-
Ihe a respeito do incendio, que acaba de consu-
mir o palacio de Yliy-Tach.
I m incendio dos mais violentos destruio com-
pleta mente, no esparo de hora e meia, o grande
palacio de Vehy-Pach, siluado em Constantino-
pa, no baino de Jedlk-Pach.
O porlero, o cuvas-bacby c um servo do Pa-
cha linham se deitado, habitavam n'um lugar da
casa bastante distante do local, onde semanifes-
tou o fogo. As chamas activadas por um sul vio-
lento, dominaram n'um volver d'olhos toda u vas-
lido do edificio, sendo impossiveis todos oses-
! forcos empreados pelas pessoas que acudir ni
i ao incendio para o dominar e salvar os object )>
i preciosos,que coniinha o palacio.
TuJo fui presa do fogo, e calcula-sea perla
n'uma somma considerare!.
A mobilia de Vehy-Pach era de urna riqueza
inclculavel, n de urna elegancia irreprehensirel.
A maior parte dos movis linham sido fabrca-
cados nas olicinas da Tahan o Hombro, e hariam
sido eucommendad is pelo proprio Pacha, quaudo
embaixador em Paris.
Ilavia egualmente nas suas cmaros grande
quantidade de moveis.de tapetaras deGobehiu,
de tapetes d'Aubussan, de la Savonnerie, da l'er-
sia e de Constintinopla ; quadros de grandes ar-
tistas, muitos esludos de Grenze, pinturas de De-
eamps, de Conturo, urna bella collecco de esta-
tuas de Barbedienne, animaes de Mene e de Ba-
rre ; um grande medalheiro em ouro ; pano-
plias completas do armas antigs e modernas, das
quaes muias linham perlencido a diversos sobe-
ranos ; pistolas de Napoleo I, nutras de l.uiz
Philiopo urna baixella de prata sizelada por
Fromenl-Meuiice, e servicos de mesa de Saxe,
da China e do Sevres. ste ultimo principal-
mente, linha alera do seu valor intrnseco, um
preco ineslimavel para Vehy-Pach ; porque lhe.
linha sido dado por l.uiz Napoleo na vespera da
sua partida de Paris.
Havia tambem outro servico de Sevres, prove-
niente da venda da mobilia o rei l.uiz l'hilippe,
e tinha sua liruia e suas armas.
I.ivros e manuscriptos preciosos, entre os quaes
se perdem a ((celebre Collecco Oriental escrip-
ia da ilha de Creta pelo copito Spratt.
Entre os objeclos perdidos lamentamos diver-
sos liuslos em bronze e mormore, e oulros objec-
los d'arle entre os quaes se admirava um chrono-
, metro inglez, que havia custado quinze mil
! francos.
O liaren eslava mobiiiado com a mesma rique-
za e elegancia, piano,- de Erard e de Pleyel.es-
pelhos de Veneza.e de Saint Gobain, os guarda-
roupas c asjoias da me, da sogra. da mulher e
das lidias do Pacha, ludo se perdeu.
Esta rpida e completa enumeraco basta para
dar urna idea da elegante sumptuosidade, cora
que estara adornado o palacio de Vehy-Pach,
que linha sido lodo renovado, ha menos de um
auno.
Esle palacio, um dos matares de Conslantiuo-
pla, tinha em sua origem lcmbrancas histricas
de certo nteresse.
Antes de ter perlencido a Mcntaf, pacha do
Egypto, que o vender a Vehy-Pach, tinha sido
propriedade dos ltimos soberanos. Anterior-
mente linha sido habitado, segundo dizem, por
um dos ayas dos Janisaros. Ainda existe um sub-
terrneo, que partindo do liaren, atravesoa toda
a cidade de Constanliuopla, e vai terao mar.
Anda se ignora como pegou fogo n'uma parto
deshabitada do palacio, que est rodeado de um
muro de pedra elevadissimo.
Alguem qniz dizer que Vehy-Pach eslava no
palacio quaudo o fogo pegou mas absoluta-
mente falso ; porque o Pacha eslava morando em
sua tasa de campo do Techamlidja. Eram dez
horas da manha quando soube do desastre do
seu palacio, parti logo para ConsTanlinopla, on-
de chegou a lempo de assistir queda dos lti-
mos restos do edificio.
!' ndo-se informado, que as casas visinhas nao
haviam solTiido, e que as pessoas., que linham
corrido era soccorro do palacio estavain saos e
salvas, voltou para sua casa decampo.
las como j.'; hoje nao se fazem. Essa c:ea e um assombreada pela proximidade das grandes faias
terreno na BreMnha eram toda a sua fortuna ; d0 jardira. Na primavera, jantava-se cora luzes.
mas era una jwtona clara esolida. Pcdoria lerJAs Iros mulheres foram servidas com Ihxo o
duzentas mil libras de rendimento arriscando o gosto. A duqueza reparn que a dona da casa
seu capital em negocios. Nio o fazia e anenta- coma com muito apetite, mas sem nenhuma
va-secom a m-etaje desse renUimento. sonsualidade.
A casa eslava tola alagada, menos iwn vasta .\ duqueza goslava dos adobos, dos excitantes
pavilhio occu|mdo por ella no fundo (Ao jardim. ,|a eirciilaco, e a Mozzelli dos espirituosas dos
Era um morada tranquilla retirada, un pouco excitantes da imaginacao. O jantar foi muilo
sombia c de aspecto severo. Bellos moris ve- alegre. A cantora nao deitou agua no rinho de
Ihos e bons quadros de m estros anligos eratu'o champagne gelado o desesperou por nao licar
saltara importa da reo quasi a subir para o I principal toso dclle. Constanca nada liaba alie-1 completamente ebria. A duqueza tambera h'o
carro, leve tambem idea de convid-k-la para ir | rodo- no arranjo e ornatos creados por seu cii. censuro.
sua casa ; mas hesilou.
Julga, disse ella duqueza, que eu furia
.01110 quom nao tem oque fazer ese julga so- mal era convida-la ? Tenho-lhe HMHta amizade,
.lamente oceupada com esludar os oulros, a du- mas....
queza resolveu nao sahir de Paris sera lerachado Mas a vidapassada della nao. se parece com
meio de confessar essa inysleriosa ingenua. ( a sua,responden madama d'l'.vereux. l.nlrelaiito a
Reflectto nisso alguna instantes. A principio sua vida actual boa e merec proleccio e ani-
teve vonlade de convidar Constanca pata 1 casa maco.
daMozzclli a um janlar ntimo. Mas raceiouuma E" verdade '. replicn Constanca rom viv-
recusa, e.era mullo altiva para se expor ella. I cidade, convlda-la-hei E carrea a ter com a
Era cerlo que Constinca nao iria mais casa da autora para lhe dar parto do projecto da du-
Mozzelli. Imaginou fazer-se convidar rasa de queza.
Constanca, contando com algum pretexto para
afaslar a lia, durante loda a imite.
Minha chara menina, disse a duqueza quan-
Deviam reunir-se s cinco horas para verem a
casa, e os objeclos d'arle, conversaren! O toca-
re m um pouco, e separarein-so s dez horas,
do iam juntas descendo a es:ada, tenho urna j sem a presenca de figuras eslraiihas e incommo-
iihantasia ; ver a sua casa, o sru inteiior, os' nas. As Verrier dira ni que linham ido dar um
l'l
seus trabalhos. Sei que nao recebe senao ami-
gos vclhos de seu pae, com suas familias patriar-
chaos. Se cu l fosse, assusla-los-hia. Conhegoo
mundo o os dilTerenles especies de sociedade. Os
folhos queeu, por descuido, mostrar em alguma
poltrona, bastarao para tornar cuidadosa alguma
vclha de provincia, ou para fazer com que al-
gum pudibundo magistrado de setenta annos
abaixe os olhos. Eu mesma Qearia retada, e o
ludo ciad* um gnslo- puro, nada hay que-an-
nunciasso os rolupirs. da indolencia. Era um
confortare! real.
Esperara, disse ella, que a veramos scin-
tillante- de espirito, e s est sentimental, se-
undo o seucosiume. Nao valia a pena de nos
A duqueza trazia um bilhelo para a Opera e preslarmosa urna orgia, nos que nio temos fa-
punha-se com a suasegn disposieSo da velha cuidados para isso, se voss nao potontear osca-
raademoisello Verrier. Mas esse meio- de a tas- minlvosazuesa que conduz o hyppogripho.
la-la foi um lnxo SMperfluo ; a solkeia tiuha ido Ainda quando me lizesseai beber os vio
ver urna amiga d:>euie e s devin vo-ltar raeia
noite.
A Mozzelli ebegou dahi a pouco. Constanca
nao quera condemnar as suas amigas a solTrc-
rem a exhibirn do sen modesto interior. Toma-
va cm boa paite a especie de relrgio exaltada tenbo inspiracao ; canto bem ou digo cousas
com que a cantora penetrara no que chaman muilo profundas. Eu quizera faie-las choraE cs-
uni saiicluario : mas eslava um pouco vexada pe- ta l.iadecom o recitativa de dona Anna 1 mas
la curiosidr.de loda feminina de madama d'Eve-1 nao ha meio ; a presenca a Constanza me-para-
reux. Por mais arle que esta empregou para dis-', Usa. Sinto-mo enternecida ; e nessas dispsi-
hos
mais excitantes,responden a artista rindo, en
nao acharia drago ntnlium para me levar pe-
los espacos. Todava quera estar de vea, poa-
quanio me rio muilo e tontamente, tico depois
de humor nimio sombro : e nesses momentos
passeio ao campo
Marcaram odia e separaram-se: A boa Moz-
zelli eslava multo commovtda rom o convite. Se
nao fosse aulorisuda, nao so atrevera a ipresei.-
tar-se em casa de urna pesaos to regida como
Constanca, c comprehendia toda a delica-
deza c bondade que havia no passo que aquella
baria djdo.
A duqueza achava niuitobom que a Sophia fi-
Vide o Diar.j n. 5-.
expansuc
dpqueza, qi
moslrou que t,ia tjesga tcz oque Mas sinlo por vocC uffla ynipniliia vcrliacir.
babitara urna iessaj casos grandes, vclha c bel
simular, Constanca que era lao penetrante por
instincto como confiada por lealdade, BOntta-se
vagamenlo sol um ulhar de menos lema cianea
que n de Sophia.
Madama d'Evercux qniz ver ludo, a esculla
das pinturas, o os objeclos collocados sob o mc-
Ihor ospeclo, que suppunha seren objeclos favo-
ritos, indicios, por conseguinle, de urna preoc-
cupaco secreto ou affedada ; o quarto de dor-
mir, que nolou ser muito prximo, do da lia ea
simplicidade austera delle ; o gabinete de traba-
Iho, o salao de msica, as flores do jardim, as
proporccs das ilhas c o muro de separaco.
Tendo olhado e comm'ontado ludo interiormenie
julgou-se certa do que quera e lornou sua
tranquiliidade moral.
A sala de juntar era muilo bella, mas muilo
diapc
ces nunca se pode fingir.
Fingir? disso a duqueza admirada. 11-
lio rumba dos mais, quando est eloquento ?
Nao zornbo, porque mo torno ao serio !
apenas conhfco que Unjo, quande lem acabado.
Don minha alma em espeeloeulo, reprsenlo um
papel, cunhero que o represento bem, e o inle-
resse que inspiro reage sobre mim de modo
que eu mesma me inlcresso. Mas urna embria-
guez que depressa passa ; dahi a pouco caio cm
mim, desencantada da verdadeira persona.cm
que sou e profundamente humilhada por nao ser
o que quizera.
(Co;intiar-se-/ia.)
PERN. IVP. DE M. F, DEFAUIA. 1S6
rMUTILADO l
ILEGfVE


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