Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09005


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AUNO IXI7I- HOMERO 54.
Por tres mezesadkm'ados 50O0.
Por tres mezcs vencijos 6^00.

TEEC FEIB 6 DE MECO'Dfi 1860,
Por anno adianlado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; racaty, oSr.
A. ile Lemos Bragi;Cear,o Sr. J.Jos deliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimaraos; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nainus;
Amazonas, o Sr.Joronvmn da Cosa.
PARTIDA DO COKKlilOS.
Olinda todos os dias as"9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Pa?)iba as segundas e
sextas feras.
S. Anto, Rezerros, Bonito, Caruar, Allinhoc
Garanhuns as torras eiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Rrejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Relia, Boa-Visto,
Ouricurye Exu as quartas-feiras.
Cabo. Serinhem, Riirjlormoso, Una.Rarreiros,
Agua Reta, Pimenteirase Natal quintas feiras.
(Todos os corridos (?arte mas 10 horas da man ha a.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas o quintas
Relarao: trras fciras e sabbados.
Fazcnda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintos ao meiodia.
Dito de orphaos: trras e sextas as 10 horas.
Primcira varadocivel: tercas esextas aomcio da
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
mein dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
7 I.ua cheiaasl0hornso2.f minutos da manhaa.
14 Quartominguanle as 6 horas e 40 minutos da
manhaa.
22 La nova as 11 horas e 37 minutos da ma-
nhaa
30 Quarto crescentc as 4 horas e 33 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro as 4 horas e 54 minutos da manhaa.
Segundo a* 4 huras o 30 minutos da tardo.
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Theofilo b. ; S. Gerfssimo.
0 Terca. S. Olegario b. ; S. Collecta v.
7 Qnarla. S. Thomaz de Aquino b. dout. da igr.
8 Quinta. S. Joao de )eos fundador.
9 Sexta. S. Francisca Romana viuva.
10 Sabbado. S. Mililao e39com>atiheirns mm.
11 Domingo. Ss Candido e Iloroclio mm.
ENCARREGADOS DA SUBSCP.IPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Babia,
Sr. Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERAMBCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa da
Paria, na sua livraria praca da Independencia di
fie 8.
PARTE 0FF1CIAL
Ihesouraria de fazenda, ouvindo o administrador
da mesa da consulado.
705Do mesmo, pedindo se providencie para
que sejam conservados no armazn) denominado
Pao-Brasilos 604 couros aprehendidos, at
; a coneluso do processo da apprehenso ; nao se
de! atlendendo a requisieo do administrador da
| mesa do consolado que pede a sua renloooo dal-
EXTERIOR.
GOYERAO DA IT.OYI \t IA.
Despachos lo lia 1-1 do fevereiro.
fequerimenlot.
67GAnacido Barbosa da Silva, recruta
marinha v.n. 263.lndofcrido.
677 Exequiel de Souia Fonseca, pedindo so- li.Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
bo ;;io do reqneriment pelo qual implorou a li-, zenaa, ouvindo o administrador da mesa do con-
berdad de sea lilho Benjamn Palacolo da Silva, [ sulado.
recilitado para a marinha.Informe o Sr. Dr. | 706Do major commandanto interino do 24
chelo de polica. i balalho de infanlaiia da guarda nacional apre-
678Bacharel Felisbioo de Mcndonra Vascon- sentando o pret das pracas que se acham desla-
cen.is Diniz, juiz municipal do termo' do Cabo, cadas na villa da Escoda.Informe o Sr. inapec-
pedtndo se prorogue por mais um mez a licenca tur da Ihesouraria de fazenda.
rom que se acha.Passe-se portaria concedendo i BBBBE^BEBBSHHS
a prorogaeo pedida.
679Feliciana Maria da Conccico v. n. 609.
Volte ao Sr. director do arsenal de guerra pa-
ndar ailmiiiir o menor du quem se Irata.
OSO Francisco Accioli de Gouva Lins v. n.
361.Volte ao Sr. inspector do arsenal de ma-
rinha para mandar admitlir o menor na forma
rida.
681Isabel Maria das Chagas Guimarcs v. n.
419.Requeira ao governo imperial.
683Januario Constancio Monleiro de Andra-
du, escriplurario da Ihesouraria de fazenda, pe-
dindo um mez de licenca para tratar de sua sau
de.Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda.
683Maria Borges Carneiro da Cimba, pedin-
do se mande admitlir um seu fitlio menor no
rollegio dos orphaos.Informe o conselho adrai-
nistralivodo patrimonio dos orphaos.
Officio.
684Do director interino da reparticao das
- publicas, respondendo, emqunnlo a mate-
ria dn officio que se llie dirigi em 11 do corren-
1 1" queja eulregou o relatorio de sua reapr-
ii "io coro data de 9: 2" que o estado da ponte do
Metoculomb la! que no seu parecer nao ad-
miti concert; sendo que ssoj fizera ver no
si u relatorio do auno passado emseus ollicios de
16 de selembro e 31 de de/.einbro do mesmo
anuo, os quaes foram remettidos a Ihesouraria
para informar.Informe o Sr.
souraria provincial, leudo vista os despachos
do 17 de selembro e 2 de Janeiro ultimo.
15
Uequerim tutos.
685Antonia Jos Victoriano, carcereiro da
cadeia do termo do Pao d'AAho, pedindo paga-
mento de seu vencimentoInforme o Sr. Dr.
chefe de polica.
Entre os documentos curiosos relativos a Chi-
na, e que foram cnmmtinicados cmara dos
communs cm Inglaterra, enconlra-se o seguinte
exilado da Gazela de Pekn sobre o combate
de Din-ho, quedeve tersido publicado emjunho.
E concebido nestes termos :
Sung-Ko-I.in-Siii escus collegas, apresen-
larama sua relaefio a respeilo do combato, e af-
tirmam que conten) a verdade.
No dia 25 da loa, os navios dos barbaros de
Inglaterra nao lendo querido obedecer as intima-
roes que Ihe foram feilas, forearam a entrada do
rio ecomecaram o fogo contra as nossas tropas,
que respondern). Os barbaros, anda que os na-
vios foram muito mal tiatados, nao quizeram re-
lirar-se, e continuaran) o combate cora a sua in-
fantera, at que as tropas do governo mataram
alguna centenares delles, azcndo-lhes lambem
dous prisioneiros; o resto fugio refugiando-so a
bordo dos scus navios.
Os navios dos barbaros que entraran] no rio
eran) Ireze ; s um pode escapar, por isso que os
outro's ficaram mal tratados pelo nosso fogo, a
ponto de se tornaren) imitis para o servico. O
rhefo brbaro foi ferido gravemente em umaper-
na ; nao podera andar mais. Os barbaros ingle-
zea, liio violonlos, lao rebelde, e loo i racionaos,
inspector da.the-1receberam nesta occasiao ura castigo tal, que
nao se atrevern de futuro o arroslar o pe go
de nlfender a dignidade militar da China. Os
olliciaes c soldados que alcancaram esta victoria
demonslraram um valor mais do que ordinario :
mandamos a Sung-Ko-Lin-Sn que forme urna
relaeo de todos os que se/distinguirn) noste
combale, e no-Ios recdmmcndc.
Autorisamo-lo ao mesmo lempo para dislri-
D'aqai rosullou urna mudenca a opinio pu-
blica em Inglaterra ; apresenlam-se hesitacoos
que fa/.ein duvidar da eslabelidade da adminis-
tracao actale recelos deque o tratado seja le-
gislado ; daqui proven) lambem a razio de baver
o governo francez lomado a resolucao de se im-
por a respeilo da polmica da imprensa offirosa
sobre a queslao Saboiana. A l'atrie publicou ha
pouco urna correspondencia de Chambery que
rcdicularisa a manifpstaco anti-annexionisla,
que qualifica de republicana, reduziudo o nu-
mero dos que tomaram parle nella a urna cen-
tena de individuos : isto o contrario justamen-
te do que dizia a Gazela de Saboia. Tudo dei-
xa, pois, suppor que a imprensa govcrnamental
franceza nao se oceflpar destes negocios, em
quanto lord Palmerslon e os seos collegas nao
eslivereiii de novo consolidados.
[Jornal do Commtrcio de Lisboa].
guaguui ; mas mu verdade \us digo, u.eus li-
maos que geralmenle os padres sao um bando de
manilos, que nao pensam urna palavra de quanlo
di/.em. Ku son padre : mas n.io como elles.
E de corto nao era : fez-se capello thesourei-
ro das legies romanas ; e no primeiro encontr
fugio cou) a caixa militar. Depois dizia que urna
bala de arlilhoiio havia despedacado e queima-
do a caita, pelo que nao poda dar cunta dos di
nheiros r Faitava-lhe esta lidelidade para (car
Judas completo : e entao bem claro une os
oulros padres nao se parecan) com elle," feliz-
mente para honra de Dos e da egreja.
Mas todava Gavazzi valia para os revoluciona-
rios mais do que Pi IX.
Pi IX suando singue breve ia cahir as raaos
dos que levavam adantc de si o novo Iscariotes
Gavazzi)
I tiaco. )
No porto do Havre, para o Maranho o Para, a
barca franceza Cephyse.
No porto de Marselha, para o nosso, a barca
franceza Theodiea.
Devino) partir :
A 2i do passado, de Milford-llavcn, o vapor
portuguez Portugal.
A 9 ilo corenlo de Stjulhampton, o vapor in-
glez Magdalena.
PEnJAMBiJCG.
.
Os revolucionarios de Italia e Pi IX.
VII
IN111AV1T SATN IN .11 I1A.M.
A rcvolucSo avaucava deliiumplio em trium-
pho.
Nao fallou nada ao escndalo para que os an-
naes da revolucao servissem do lico ao futuro.
A egreja devia de ler seus Judas, como os leve
o apostolado,
cuja posterior p
do passado, o orbe calholico vio com espanto o
abbade Gioberli, e o ba ni a vil.i Gavazzi pregan-
do e propagando doulrinos reprovadas pela egre-
ja, i; excitando o odio dos poros contra as ordena
isas, especialmente contra <>s jesutas.
Em Parma os revolucionarios levantara grilos
lumullosos, f.i/.em fogo s sentincllas ; e Cirios
II que linba sua disposico tropas austracas,
poderia sulfocar immediatamenle a revolucao ;
mas nao querendo derramar o sangue do seus
subditos, anda os dscolos, por humanidad,'
manda rccolher as hopas aos quarleis, persegui-
das e apupadas pelos ingovernaveis. o prioripe
herdeiro no ardor dos anuos nao podendo soffrer
que as tropas obedientese disciplinadas, pelo se-
ren, rerobessem impunemente insultos, quando
Ihes era faeilimo castigar a insolencia, depozaos
ps do seu pai, as dragonas militares que dello
recebera,
I. como agradeceram os revolucionarios a (.ir-
los II >. Com novas insolencias o novas perlur- !
uacoa. Culos II, nomeiada urna regencia encar-
regando-a de formar urna coiistilnicao, quiz re-
t rar-se ; porom oppozeram-se-lho. A" regen-
cia, faz-se entao superior ao du iue, consiitue-se
DIARIO DE PERMMBUCO.
A galera franceza Bertha, que entrn hontem
as 6 1/2 horas da larde, com 21) dias de viagem,
do Havre, trouxe-nas jornaes al 12do passado,
contendo as soguinles noticias :
O cavallciro de Nigra, ltimamente nomeado
para enviddo extraordinario e ministro pleuipo-
Sem failarmos do padre Ventura,! ,''"t;iario du governo piemonte/. unto corte
penitencia faz esquecer os erros Io F"n?'. cabava do ehegar Paris, viudo de
rurin.
A siluacn que, aps a allianca anglo-franc.e-
za, pareca mclhorar, apresenljra rte dia em dia
grandes e novas duvidas. gabinete das Tuille-
rias apenbate boje adherio s tres primeiras
proposi;5et feilas pela Inglaterra,deixando inde-
cisa sua detisao quanto ultima, a mais impr-
tame de todas. Diz-se geralmenle que a adhe-
sa i da Prutsia e da ltussa sao lambem condi-
cionaes e relativas.
Para se podr bem avallar o estado das cou-
sas, basta ehegar ao conheciment de que as
potencias do norte enviara continuamente a'lta-
lia comraissartos extraordinarios ; havendo, vai
ha muito, passado por Paralo da Russia que une
a l'lorenca.
A dar-sC crdito ao Correio do Domingo, o"
governo francez apresentou ao de Vienna, pro-
posi_ois amiguis mas enrgicas, acerca dos
alislamentos feitos pelos governos napol-tano e
p ipi 1, nos Estados austracos.
Quaesquer que sejam as eventualidades, es-
crevem de Vienna, o conselho de mini-tros de-
cidi que a Austria eonservar-se-ha estricta-
mente am defensiva na Vcnccia, separando-
es
P
guarda nacional da comarca de Garanhuns. danlc de Takoo, mostraron) grande valor, nao
687Joaqun) llantas de Olivcira, lente do iratando da sua seguranca ; ambos mor rerana no
io esiuadrao de cavalkuia idem.Informe combate; asna morle fui urna grande pcrd.i.
o Sr. eommandanle superior da-guurda nacional Mandamos que os seus nomesseinscrevam no li
d i comarca de Garanhuns. vro de honra, que se Ihes facam grandes honras
SSEIW3LA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSO ORDINAKIA EM 3 DEMARCO DE
1360.
Presidencia do Sr. Barita de Camaragibe.
Concluso.)
Entra em discussao o artigo 15, que c appro-
vado.
OSr. GUirana declara ter negocio urgente, e
como laloffereceo seguinte requerimento :
Itequeiro que se pe -ti ni esclareci: enlos ao
governj acerca dos esclarecimentos recenlemen-
te havidos na cidade de Caruar, relativos i
pjisao do bacharel Juvoncio eoutros'=Gi(irana.
Posto a votos, a urgencia c approvada.
Entra em discussao o requerimento.
j ameaca-los, nem inlimida-los tom o seu cargo
para obler seus votos.
Mis digo cu, Sr. presidente, como sabia, que
! as vngancas teriam de se estn ler sem duvida >
! bacharel Juvoncio e familia Gregorio que j de
intemao tambom se preparavam paraalutaeleil i-
ral e hoje vejo que fados se deram que usliflcam
os nmilias previsoes, prevaleci-mo da occasiao
alini de solicitar verdadeiras informagoes para
com ellas cu poder mirar na discussao de modo
conveniente, afini de mostrar casa, se con, ef-
feiloda criminalidade iifssas autoridades.a quera
me retiro pela intervencu directa ou indirecta
que leen-, ellas tido nos npgocios eleiloraes da
comarca igualmente palomear os desvos que Icm
tido a admiuistraco da justica___-
OSr. Almeida :Ser bom dlzer que autori-
dades sao essas que (em procedido assim.
O Sr. ('.'tirana :Quando pelas informacoes-
conhecer que realmente essas prlsoes foram'or-
casionadas por essa perseguicao que se receiava
na comarca, por essu barrena que oppunha o ba-
charel Juvencio e a familia Gregorio cand
lura de alguem entao com a franqueza que
me merecom os honrados membros pronn tto
aromp-jnhar a discussao e narrar os negocios du
Bonito havendo-me em ludo isso a maior sin-
rcridade e independencia, sem trepidar diante d
uderaco pessoal alguma, poique declaro e
OSr. Martinsl'ereira, diz que de fados part- 80U o primeiro a respeitar as aulorida les, tan)
culares, que nao palenlear na casa, nasceu a hem o sere em patenlear seus desmandos'.
desintelligencia entre o bacharel Juvencio e..., Nesle sentido enlendo que a casa nao pod
anda que elle se dissesse amigo intimo dessa prescindir das informacoes que cu desojo nos se
pessoa. jam dadas. Entendo mais quo nos devem satis-
O Sr. GUirana : Vi a fonte verdadeira, v fazer as informacoes do nobre depulalo primeiro
apoltica, o ahi encontrar a ongem da des- secretario, porque sobre nao estarem apoiadas em"
ordem. documento algum que nos livesse apresontado.
O orador pede ao nobre depulado que lhe dei-' acontece que o honrado mimbro sus eito na
xe referir sua historia ;_ e depois diga o que sabe, materia....
0 que deu lugar aquella desintelligencia, des- O Sr. tlartins Pereira :E o nobre deputa I i
perln lamben) suspeitas de apparecor algum ac- ";l o ? !
lo de vinganca, de modo que um amigo parlicu- i OSr. (iilirana : acontece que eu I
lar do referido bacharel, aconselhou-o que se re- Je tomar o seu parecer, de censurar-me a mira
tirosse de Caruar, o que elle au fez. mesmo como advogado no Bonito, quando tiver
Na noile de domingo 2fi do passado foi infor-1 do entrar na discussao principiare) por censurar
mado o delegado, que 'pessoa muito considerada nobre collega que aili promotor. Portanu>
alli e merece toda a conlianca do respectivo che- ja v que nao posso coutentar-me com essas in-
fe de polica, da existencia d"e um homem enea- formaces, pon|ue seo honrado depulado acre-
potado no boceo prximo casa do bacharel Ju- dita na pessoa que Ih'as Iransmiltio, lambem eu
venci ; o que elle mandou verificar por dous d"evo crdito aquellos que me.deram as noticias
soldados e pelo inspector de quarteirao que Ih'o ', flue Uve e dessas noticias eu vejo, que u que s
commnnlcara. Com a oproximaeo destes, o vul- Jeu cm Caruar foi que na noile de 25 do pas-
686Antonio Bento de Oliveira, capitao do 5 bnir quinhentos taelts, que podera ser tirados governo provisorio ; o duque ultrajado cm ac- Sl>-,'""l!"". para repellir qualquer aggresso ;
squadrao de cavallaria da guarda nacional, pe- dos fundos da subsciipco. Shilo-Tugehund, l'S pblicos ; o filho herdeiro 6 mandado a Tu- l'"'1 C"J." .'"" iS fortificaepes do^ Verona vo
indo a patente que deixou de solicitar em tem- commandanto em chefe do exencilo chino du r'm- havendo-se-lho preparado no carainho, mil sc^concul,*JS ea guarnigao da Vcnccia refor-
o.Informe o Sr. commandanto superior da Chih-li e o brigadeiro l.img-Juyucu. comman- insultos, a prisao, interrogatorio*, e toda a casta '''
OjSManoel do Nascimcnlo Casado Lima, le- fnebres, e que se Ibes levanten!
nenio quarfet-mestre do batalhfio de resea
i i guarda nacional dem.Informe o Sr. cm-
ante superior da guarda nacional dos mu-
i de Plores, Ingazeira e Tacarat-
689Luiz Jacques Brunel, professor de histo-
ria nal nal do Gyranasio, pedindo que attenden-
ao diminuto numero de alumnos que fie-
'. un esle auno a sua auli, e a necessidade
overo respectivo numero dos elementos
- ira o estudo daqutlla sciencia, se lhe
' n mi ,i aula, ministraudo-se-lhe os meios pa-
ra urna viagem ao Amazonas, allm de adquirir
as numerosas eollecQoes de objeclos de que sin-
da precisa o musen.Informe o Sr. director ge-'
ral da instrueco publica, ouvindo o regedor do
gj mnasio provim al.
6! '.Manoel Francisco da Silva Torres, pe-
dindo um cm prego qualquer no arsenal de guer-
ra. Informe o Sr. diredor do arsenal de
guerra.
monumentos
as suas casas de Tieo-Tsin, que ao major Tisi-
tero3, ao alferes Slanh Shi Vany etc.... que raor-
reram no mesmo combate, se facam igual-
mente as: honras fnebres a que lem direilo pelas
suas grandes accoes : que as suas almas desean-
ce m em paz.
< Respeitai estes mandados.
A Independencia belga moslra-so habilitada,
pelas communicaccs particulares que recebeu
de Londres, a dar nlguns esclarecimentos sobre
a queslao ds annexaco da Saboia, suscitada em
Franca por alguna jornaes ofiiciosos, e que est
de certa maneira ligada com a siluaco actual da
Italiae com os scus deslinos futuros.
Segundo essas communicaccs parece positivo
que a Franca, assignando com o Piemonte o tra-
tado offensivu edell'eusivo que preceden o casa-
mento do principo Napojcao, compromclteu-se,
por urna clausula secreta, a libertar fl Italia ot
681Maria Francisca Carlota, pedindo se man-, ao Adritico. O redo Piemonte, em retribui-
do alistar um sobrinho menor na companhia de ; cao deslc compromisso, edas vantagens que de-
aprendizes do arsenal de marinha.informe o va colher, prometteu ceder a Saboia Franca,
Sr. inspector do arsenal de marinha, a quem o cuino umacofnponsnco do equilibrio que deixa-
menor ser apresenlado. : va de existir entre a torca deffensiva e ofensiva
(i'J2Maria Pastora da Conccico v. n. 60,, dos dous Estados.
seguir. So.b.re eslc assumplo apresenla-se hoje duas
l^-Salusliana da Silva Cajueiro de Campos, opinies diversas, com quanto a Austria esteja
lo licenca para ensinar grammatica latina.
da instrueco pu-
ainda de posse do reino Veneziano.
Se a Italia iio est livre at ao Adritico o
Piemonte nao deixa de estar em urna siluaco
muito mais vantajosa do que eslava antes da guer-
ra, ou mesmo quo lhe perteneeria originaria-
mente, se o tratado
se o tratado livesse produzdo lodos os
seus effeibs, porque o re Vctor Manoel esl ; d."s doges proclama-so a repblica dos carbona-
hoje as circumslancias de reunir sob o seo scep- rios-
Em r>oma ontrava para o poder outro minisle-
Informe o Sr. director geni
bliea.
Oficios.
691Do Exm. presidente da provincia da Pa-
B, rogando a expedico de ordem para que
; inspector do arsenal de marinha receba e en-
e a quem competir, a importancia do frote
do apor Camaragibe*, telo dito inspector con-
t i ara o salvamento de urna galera chile-
na naufragada nos baixos do I.orena.Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
695 Do tcnenlc-gencral commandante das ar-
mas, informando o requerimento em que o alfe-
res da companhia fixa de cavallaria Demetrio de
oclho pede pagamento da gratiQcaco I duque da Toscana e ao Papa, ou fo'rmandoDuni
- o: s do mez dejaneiro ultime, que lhe Estado separado. Apoiando-se neslas conside-
como instructor do esgrima de bayo- racoes, a Franca julga-se com direilo de invocar
i.Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de a inlerpretacao bona fide do tratado, e pedo a
"la. i cesso da Saboia.
696Do mesmo, submettendo se ordene o1 A oulra opinio liga-se a interpietaco rigoro-
pagamenio da gratiOcacao do mez de Janeiro, I sa, ao restricto direilo, e letlra do Tratado. O
ao amanuense do delegado do cirurgiao-mr do reino veneziano anda est sob o dominio da
e ultrajes; e um mez'depois Carlos II .i o br i ga-
do a fugir ; luqnza o sua ora, irma do con le
de Chamboxd sao expulsos I s ia li ibilacao, pois
o palacio real deve de servir de morada a is di j-
bragados; e por im ellas, doenlo urna, nucir
nos ltimos mezes de sua gravidaco veem-se
obrigadas a fugir de uoite por debixo de urna |
copiosa chova, e por entre aa hordas de nssassi-
nos, a que escapam milagrosamente.
No dia seguinte o abbade Gioberli, e o frade
apostata Gavazzi entravam triumphalmente em
Parma, os revolucionarios de Parma proclama-
vam a annexaco de lodo o ducado ao Pie-
monte !
Emquanto isto se passara cm Par-.ia, a revo-
lucao menos violenta e menos desleal alcava o
eolio em Veneza. Daniel Manini e Nicolao To-
maseo eram presos por causa de escriptos que
naviam publicado. Como eram caudilhos na Jo-
ven Italia, e ao mesmo lempo gozavam de cena
estima popular, os carbonarios excitara o povo
para os tirar da prisao. descalcada a praca de
S. Narcos, formam-se barricadas ; os presos sao
sollos. Tanto peior para o governo Os pres is
poe-se frente do moviraento, pede-se e guarda
nacional, que concedida.
De concesso em coucessao a revolucao trium-
pha.
No arsenal urna Bediro <: o signal da consum-
maco da obra. Manini, commandante da guar-
da nacional marcha com ella para o arsenal, a
tropa que o defenda, e era lombarda, recusa fa-
zer fogo, o general Manini c obligado a entregar
o commando ; o advogado Avezara vai com as
autoridades municipaes intimar ao general Zichy,
governador da piuca, e ao governador civil Patlv
que facam o mesmo, o general governador per e
a cocagem, faz ludo quanto lhe intimara ; a
guarnico austraca recebe ordem deile para eva-
cuar a cidade : e no dia seguinte na repblica
iro nao s a Lombardia, mas lambem a Toscana,
Modena, Parma e a Romana, sem prejuizo di-
recto ; emquanto que, se a Austria livesse sido
rompidamente excluida da Pennsula, o Piemon-
te devena s obler urna fiarle dos Estados de
Parma e de Modena, a Lombardia e o reino Ve-
neziano, fleando a Italia Central sujeila aoxro
exercilo.Informe o Sr. inspector da thesourajia Austria, o d'ai|ui segue-se que o Piemonte pode
de fazenda. e deve conservar a Saboia, a menos que a Franca
(i).Do commandanto superior da guarda na- nao trate de empregar um novo esforco oara
cional do municipio de Pao d'Alho, apresentan- cumprir a sua promessa :a Italia livre
do o prel dos vencirnenlos das proras destacadas,' Adritico.
at ao
relativas ao mez de Janeiro ultimo.Remeltido
ao Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda para
n,andar saiisfazer.
698Do dito da comarca do Bonito, apresen-
lando o pret dos vencirnenlos perlencentes as pro-
cos destacadas na cidade de Caruar, relativas ao
le j meiro ultimo.Remullido ao Sr. ins-
pector da Ihesouraria de fazenda paro mandar
pagar, estando nos termos legaes.
699Do director geral da instrueco publica,
informando o requerimento em que o professor
jubilado Jos Polycarpo de Freilas pede paga-
mi rito da dtfferenca de lempo que se lhe deixou
de pagar relativa agrnlificacao que obleve por
jnais de 12 annos de exercico;Informe o Sr
inspector da Ihesouraria provincial.
7U.Do mesmo, informando o requerimento
A Inglaterra leve conhecimento mais ou me-
nos exacto desles ajustes. O seu gabinete, ou
pelo menos lord Palmerslon, eslava muito dis-
posto a consentir. Quanlo Russia e Prnssia
nao |o exacto que tenham protestado contra a
onnexoco da Saboia Franca, e isto por urna
boa razo, que at agora, a queslao nao foi of-
Ocialmcnlc apresenlada aos gabinetes europeos.
Ealm disso o governo federal suissu destlente
ohcialmenle a existencia da Nota-Circular em
que se reclomova Chablais. Fancigny, e Geno-
va, se porventura a Franca, absorvesse a Saboia.
Resume-se pois loda a queslao Saboiana a um
tratado secreto entre o Piemonte c a Franca ; a
una communicacao dntado dejulho ultimo* que
a Inglaterra dirigi a Franca a esle respeilo,com-
municacao que lurd Juhnitussell hesilou apre-
do professor jubilado Victoriano Jes da As-1 sentar ao parlamento, porque ira, sem dovid
provin-
sumpeo, que pede pagamento da gratificoco do
mais de 12 annos de exercico no magistono.
1 rmc o Sr. inspector da ihosouraria
cial.
701 Do dirrelor do arsenal de guerra, apre-
senlando a conla da madeira que campuuha a
columna a columna da la da Cruz do Recife, e
compromeller a ulterior poltica do actual ga-
binete, se otradode commercio fosse adoptado,
lalvez mesmo existam communicaccs de igual
nalureza por parle das demais potencias.
Nao ha portanto mais at agora do que com-
promissos extra-diplomalicos, que se podera ne-
gar peranle os parlamentos, lazendo-os passar
por simples conversas, intrigas, demonslraces,
se pode
. foi olli-
702Do capitao do porto, solicitando que se cialmenle tratada entre os gabinetes, e a causa
mande pagar a Companhia Pernambucana d anda nao est peranle os governos da Europa,
quantia de 16 gOO rcis, importancia da boia col- embora j seja debatida pela opinio publico,
locado na barra do Tamandar.Informe o Sr.' Esta situoco que a opposicao em
inspector da Ihesouraria de fazenda. j comprehend'eu, servio-lhe para conlrabalanear o
703Do director das obras militares, pedindo ; eTeito faroravel que o gabinete de lord Palmers-
se mande pagar a Serafim Soires da Silva, s Ion se promellia com a concluso do Iratado de
quanlia de 30OS0O0 rs importancia das grades; commercio com a Franca. A honra, o amor
feilas para as obras a cargo do_ mesmo director I proprio nacional, os des'conliancas inveteradas,
que fura mandada comprar.Remedido ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda para mandar; irligos de jornaes, emlirn ludo quanto
alisfazer. chamar um ensaio ; mas a queslao nao
Remeltido ao Sr. inspector da ihesouraria de I ludo prolestou conlra a idea de que a
fazenda para mandar salisfazer.
701 Do inspector da thesoirnria provincial,
pedindo se mande forneccf pela mesa do consu-
lado urna balanra afim de pesar-se no consulado
provincial 60f curos que foram apprchendidos
como conlrnbaiidos.Informe o Sr-inspector da inler-
podesse consentir em por em perigo o equilibrio
europeo por precedentes pergosos, cusa de
vantagens particulares concedidas as suas in-
dustrias, mas que por outru lado nao deixom
I laibem de lhe impOr encargos, e diminuir os
no. O cardeol Anlonelli era noraoido presi-
dente e ministro aos estrangeros ; Caetano Re-
chy ministro do interior ; Aldrobandini para
guerra ; o celebre Slurbineli para a justica ; e o
anda mais celebro Galleti para a polica.
Gallet faz publicar que os jesutas haviam si-
do expulsos e desterrados por ordem do papa; e
que portanto os seus bems perlenciara ao listo.
Pi IX que nao podia solTrer era silencio este
ultra ge honra do pontfice, e santidade da ca-
dotra apostlica, desmento o seu ministro 1 !
Entretanto Carlos Alberto declara formalmente
a guerra Austria, proclamando : expulsemos
da Italia estes barbaros. > l'lorenca e aples
enviam seus contingentes ; em Boma abrem-se
subscripces publicas, c loda a casia de facinoro-
sos acodem a alistar-se as celebres legies ro-
manas ; 5 frente da prmciri das quaes se oe
Delgronde, ex-coronel da guarda nacional, ho-
mem de reconheeida immoralidade, e ossassino
O santo padre detiara que naoconsenle na ag-
gressao ; que tem tropas bastantes na fronteir.i
para monler a nlegridade dos estados romanos :
mas ar legies marcham, o declarara que passa-
rao a frouteira, anda apezar dasotdens do papa.
E como sao precisos qualro milhes de escudos,
exigen) que sejam conliscados os uens da egreja.
Rossi anligo enviado de Luiz Philippe em Ro-
mo acooselha o papo, que para salvar seus inte-
ressese sua influencia, sacrifique aquelles bens ;
O parecer de Rossi adoptado ; mas a revolu-
cao nao espera pela execuco delle ; vai adiaule
da auloridade legitima.
Forma m-se novas legies ; a decantada priu-
ce/.a de Bejgiojoso. Debbora burlesca da Italia,
como lhe chama um escriplor dislincto, anda
arengando aos.povos cconvidando-os para aquel-
lo santa cruzada ; Sterbini, Comiso, Gavazzi por
toda Roma proclaman) a guerra da independen-
cia.
As legies passovam a fronleira e comecovam
as hostilidades : Po IX que em pleno consisto-
rio manifesta que no declarara guerra a urna
potencia catholica, o expede urna eneyelica no
1. do inaio, era que prohibe que ataque a Aus-
tria.
Surgem mmediatamente horriveis clamores ;
Gavazzi, o apstala barnavila, junta o povo do
Colliseo. diz-lhe : amigos as iniciaos da redemp-
co I. N. R. I querem dizer : Italia, Naeao Re-
Inglalcrra hgiosa Iudepasiocnto. Romanos, do alto" dessas
paredes quarenta senadores, imperadores e Bru-
tos vos contemplan). Ja se v que o tribuno
apostata era mais forte na devassdo que na elo-
quencia. E todava leve frenticos upoiados c
fui acompanhado e levado eju triumpho pela es-
Inglaterra I cor'a da^sociedade.
lo poz-so a correr ; mas sendo perseguido e con- sado, constando que na casa
luido ser agarrado, dtsfechou um liro de pisto- co existia um criminoso,
la sobro um soldado, que ficou morlalmente fe- : aquella cas
do bacharel Juven-
mandou-sc cercar
precisos
Este homem ja tiuha dito em Parma do alto
dos verandas do palacio ducal mullidao IrT
maos as armas Una m-se a rain) lodos mais, ir-
.rnas, esposas, c .,. ( o outro nome pede o pu-
dor que se cale 1 pora vos levaren) ao campo da
lloara. Ha padres que rituperam aminha lia.
Deoutri parle escrevem a Verona, Presse
do Vienna, que alu das urdens suppras; foi
o o direilo le justica militar [slrandrect)
1 i ii '!; i armada e os at.i [uos
contra a autoridad.: do Estado.*
A li ;!i.i continua a preoecupar-sc com urna
liga i iisitaenli Roma, Vienna o aples ; di-
'' tmi 'i i..- ne',11 lomarj.i parlo o con-
de di C 11 .!, o soberano do norie.
A.4uar.aT^p is-a allianca, o governo sordo,
proseguoconTactiviiado & organisac&u de seu
exarcilo, o aos armamentos tomados
pela n rl /a do futuro.
No dia da Purikaco de Nossa Senhora, o
Sumnio Pontilice presidio a um capitulo na ba-
slica do Vaticano, indo processionalmenle
adorar o Sanlissimo Sacramento, e dar a ben-
lontiflcia dos cyrios, du alto de seu
throno.
D '; os i| i paschoa deve ser substituido no lu-
gar de nuncio de S. Santidad', em Paris, pelo
eardeal Chigi, o Sr. Zacconi.
0 governo pontiieel conlinuava a alienaco
dos o nsolidados e fallava-se, em geral, quefaria
levantar no estrangeiro, um em presumo de 50
milho 's. '
O ministerio napolilano achava-se cambalean-
te, e o rei Francisco I, apezar dos esforcos que
tem em prega do anda nao podera conseguir que o
prncipe Cassero formasse o novo gabinete : en-
Iretanlo corria que elle se comporia da forma se-
guinte :
Cassero, presidente do conselho e negocios cs-
trangeiros
Comiline, dos negocios civis ;
Sav rose, da fazenda ;
Bonnucci, da juslica ;
Spinellis, das obras publicas;
Bonzelii, do interior;
Corro que um movimenlo revolucionario ti-
vera lugar eraAverra, perlo de aples; o que
provocou a ida do tropas, e a declaracao de esta-
do de sitio dessa praca.
O rei Vctor Emmanuel devia partir, a 15 do
passado para Hilo, acompanhado pelo principe
Eugenio, conde de Cavonr, ministro Jacine etc.,
suppondo-se que alli flearia ale o lim do mez.
0 Sr Farini chegra Turin.
O baro Ricasoli esperar os votos da Italia
central, para decidir enlao as novas questes.
A cidade de Como olfcrecera a deputacoo de
Bolonha ao marquez Pepoli.
A agilaco ra grande em Ancona, mas que Bo-
ma, graca firmeza do carcter do general
Goyon.
U movimenlo liberal faz lodos os das, novos
progressos na Italia central ; lendo as popula-
i;es de Perooze e Ancona feito um pedido ao
Imperador dos Fruncezes, para que as lomasse
sobre sua prolecco
Em Conslanlinopla o descontentnmenlo parece
gencralisar-se, lendo sido publicadas queixas
contra a admiuistraco do visir e contra Fuad-
Pach. .
O governo prometiera retirar, no mez corren-
te, o papel moeda da circulaco.
Cartas particulares uizem: que ms noticias
chegaram Porta, sobre o maneira de obrar do
principo Danilo e as intrigas do principe Miloch,
acerca da completa independencia.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Caf Os negocios, que foram de pouca mon-
ta no enrueco da semana, tomaram grande incre-
mento nos ltimos dias, vendendo-se urna parti-
da de 2,70o saceos do Rio nao lavado, disponivel
ou no posto de fis. 72 e 75 c. 73 e 50 c-, so-
gundo sua qualidade ; 1797 saceos dito a entregar
pela Villa-Rica e Victoria, de frs. 73 73 e 50
e. ; e 7 do Sanios, a entregar por Timor. de
frs. 00 a 77.
ssucar, Depois de terem estado estaciona-
rios, tiveram urna pequea alta, vendendo-se a
1,550 moscavado de Pernambuco, a entregar por
Adile, frs. 33 e 25 c. os 50 kilo, por qualidade
igual ao de Hollando n. 12, e 5 caixas do Rio em
leilao, de frs. 15 a 16.
Couros. Continuara a ter grande procuro, com '
vantajosos. Vendcrara-se '
O Sr. ilartins Pereira : Nao f/i exacto teso.
O Sr. GUirana : Eu emito a historia con i
urna pessoa viuda du Caruar ro'a referi, o hon-
rado membro coma-a como oulra pessoa lam
Ih'a referi, j.i ve que temes ambn raz -s pai i
acreditarmos as informacoes que nos deram ca
assembla loda razan para nao acreditar em no-
iihum de rise por coiisequencia ha necessidad :
rulo.
O Sr. GUirana : Entio paro que foi o cerco I
da casi do bacharel Juvencio ?
O orodor diz que nao nouve esse cerco. Vali-
do esse bacharel o conflicto, sahio armado com
um punhal, e foi procurar nciitralisar a pnso do
encapotado, q.c um criminoso de morle cm
Buiquc, de'nome Spinola, e que fugira lia con-
dueco desta cida le para o Bonito, e acliando-se Je virem informacoeatr (Biso.)
ento homisiado na casa daquelle bacharel. Dizia eu, mondou-se cercar o esa dq bacharel
Gregorio e sua familia foram compromedidos Juvoncio a pretexto de que exista um criminoso
ueste facto, porque d;zia pela bocea pequea, n.css.i casa ; cercada ella por urna torca de jli-
proeessados pe .
gado. Sendo este bacharel interrogado de- a porta, e ness.i occasiao houve um liro, do qual
clarou que. quera assassina-lo ; o... disso que resullou o ferimenlo de um soldado, como o 'fe-
elle lambem pretenda assassina-lo. do livesse irmios ou prenles entre os mi
O Sr. GUirana:K quem? dados da palrulha,rendo esses que seu irmao ou
O orador diz que estes fados nao podera ser prenle fura gravemente ferido em virlude da
contestados, pois constan) de cartas, que recebeu prisao quo tinhara idoeflectuar cm casa do 1
ha pouco, sendo ellos aspropriasdeclaracocs fei- charel Juvencio, revoltarara-se contra esse ba-
las perante o delegado pelos interrogados refo-1 c.harel e na maior anarchia, com o maior de
ridos. tismo agarraram-n'o e levaram-n'o para a cad ia
O Sr. GUirana :Mas um quera assossinar o maltratando-o com as bayonetas.
ouiro ? Ero nielhor qne se suicidassem !
O orador continuando diz, que nao sabe o que
serio melhor ; mas enlemie nao ser preciso en-
cona modar-se o governo a respeilo de cousos lo
communs, como a prso do alguns individuos.
[Ha um aparte.)
Nao sei o que quer dizer o nobre depulado com
o seu aparte sobre magistrados politices; se
porm refere-se ao digno ex-juiz do direilo da
comarca, que respeilado por lodos os princi-
pios, j como homem, como auloridade, deve-
ria principiar por censurar-se a si proprio, visto
o Sr. Depulado :Isso agora mais gra .
OSr. GUirana :Foi assim que elle sabio le
sua casa o. recolher-sc rada aonde anda hoje
se conserva maltratado. Kessa occasiao esse mes-
mo bacharel ia sendo victima de um liro que lhe
deram e que felizmente nao aceitn.
As cousas eslo n'esle oslado em Caruar c lu-
do isio, eu o declaro casa, promovido por coi-
culos eleiloraes.
OSr. STarlins Pereira:Vc-r quem.'
O Sr. GUirana Eu o provarei em lempo.
E pois, por julgar conveniente oppr urna bar-
como auvogado Trequeniava ao Sr. Dr. Pessoa, I reir a ceses acontecimentas, por entender que
declarando sempre quo o respeuava como um nao deremos ser indifferentes a esses escndalos
digno magistrado. [na comarca do Caruar, aonde lenho residido.
U Sr. GUirana: Sim, senhor ; como part- que me vejo obligado a sollicilor toes esclareci-
cular sou seu amigo. montos, porque nao quero que se persiga indivi-
^o proseguimento diz o orador, qnn se o no- do algum e sim que se esmerille a verdade que.
Ore depulado leve occasiao de apreciar o proco- ella appareca para que se proceda na forma d i
de.r desse empregado, o se neUe nunca achou o le, sem considerado a qualquer que seja a cau-
que censurar, como que avance, por informa- sa de ludo isto, se realmente a historia como
cues infundadas, proposices que tendera a des- me consta.
virluor o Sr. Dr Pessoa O bacharel Juvencio nao esse homem lo
..Sr- Gilirana :Eu nao dissoque me refera importancia corno julga o honrado collega que
' me preceden ; um moco que em Caruar lem
encontrado opposicao dos seus collegas e que por
a elle : diss que o seu passado reipeito-o ,
lem o futuro.
O orador diz que na comarca nao se v outro
magistrado seno o Sr. Dr. Pessoa, visto como os
mais municipaes nao o sao, segundo a lei,
OSr. GiUtrona :Islo es*i em duvida.
Conseguintemenle, conclue o orador, nao faz-
se preciso pedir-se informacoes ao governo, vis-
to terem sido legaes as prisoes, e j, estar ins-
taurado o respectivo processo. Se desojara o
isso ve-se na dura necessidade de viver de seus
poneos recursos ; nomeado juiz municipal para o
Maranho, nao tem seguido dessa comarca em
virlude de tersido em Caruar processado e he
c preciso cuidar de sua defeza.
OSr. Martin Pereira:Por urna denuncia
que eu dei conlra elle.
O Sr. GUirana : bom que o confesse. .1 i i
nobre depulado informacoes do como passaram- que urna razao muito jusla o'impede de ir j i lo-
se os fados, eslas sao as melhores, pois sao de mar corita do lugar para que est nomeado : e es-
pesaos do concedo. sa razo porque esta det'endendo-se da proces-
0 Sr. Figueira : O nobre depulido quer so que lhe foi feito por denuncia do nobre dapu-
preparar o terreno para a eleico. | lado.
O Sr. GUirana :Quando assim seja. nao sou O Sr. Martins Pereira :Por haver dirigido
promotor, nem magistrado na comarca do Bo-1 injurias ao juiz municipal.
"ilo. OSr. Gitirana:Nao occasiao do discutir-
a Sr. GUirana Sr. presidente, insisto no mos sobre esse processo, mas nao sei se altribuir
requerimento que dirigi mesa, nao obstante es- o ura magistrado Tactos que lendan a mostra-lo
sas informacoes que acabara do ser dados pelo como prevaricador, seja antes una injuria do que
digno primeiro secretario. Descubro nocompor- una calumnia ; mas que na injuria nao se ad-
lamento desse honrado membro mais um desa- mitlem provas e na calumnio lalvez esse proces-
bafo de odios possados do que iuformoces ten- I so nao podesse vingar, "porque, elle leria de ca-
dentes a esclarecer-nos | hir diante da verdade... lalvez couviesse oo hon-
0 Sr. Martins Pereira :O mea procedimeuto rodo collega como promotor dar essa classiQca-
prova o contrario.
OSr. Gitirana :Dirigindo esse meu requer-
cao ao crime em sua denuncia__
Avista das consideracoes que tenho expendido
ment casa, eu nelle ped, que por intermedio filhas do interesse particular que tenho pela boa
llil r'itVortlil lii'o.'.Tiionu i;i.Ui'0"iiOAnliu ii>r\*n'\ rri(i\t m._- imr>Ao^ ,*......-. 1 1 ., n.,.,. .,.> l..^m >..-.
com um pu-
do governo livessemos esclarecimenlos acerca
dos aconlecimentos da comarca do Bonito, por
que sei que alli se deu a prisao do bacharel Ju-
vencio sem que fosse ella efl'ectuada era flagrante
delicio___
O Sr. Ilartins Pereira :Preso
nhal I
O Sr. GUirana : Consla-me mais que depois
desta prisao nutras tambera se deram, e como
quandodullisahi, o que liz bem poucos diasan-
tes de ehegar oqui pora tomar parte nos trabadlos
desta casa, conheci que o horisonte poltico da-
quella comarca se apresentava bem carregado e
ameocava consequencias bem funestas se infeliz-
precos vaniajosos. Vendcrara-se ltimamente mente as cousas continuassem no pe em que iam,
0,0()0 couros seceos do Bio da Piala, de frs. 140 e ludo pela intervencao das autoridades as elei-
150 por 50 kilo; 1,118 ditos, por frs. 150; 1,500
salgados de Montevideo por frs. 85; 1.315 ditos
fes, que de ontemo como que ameacavom aos
particulares, querendo a todo o transe preparar o
de Buenos-Ayres, esperadas por D. Quixote por terreno para os seus escollados___
frs.87 ; 500 dilos, frs. 78; (519 ditos verdes, do [lia um
Ro de Janeiro, por frs. 70; 300 dilos de Per-
nambuco, por frs. 75; 2,000 ditos a entregar
por Adle, a frs. 7}; e 558 seceos, do Rio Gran-
de, pelo Hea>ijeu, a frs. 148; assim como 30i
seceos, do Rio do Janeiro, nvariados a bordo da
Ileine du Monde, em leilao por frs. 45 e 50 c
125 e 50c. Chegaram, durante a semana : 1,771
saceos. 2,251 salgados do Rio Grande do Sul ; e
3,000 salgados verdes, do Rio de Janeiro.
Algodo. N.io se havendo feito vendos do do
Brasil, nao se acharara celados.
A':! a.?m-se carj.'1 ;
aparte.)
O Sr. Gitirana :E porque eu vi, senhores,
que nessa occasiao se indicava ou se declarava
que seriara victimas da perseguicao aquelles que
nao quizessem subscrever aos di'ctames de corlas
autoridades daquella comarca e neste sentido bo-
je soubesse que o bacharel Juvencio com a fami-
lia Gregorio
OSr. Martins Pereira: Qu sao nullidade
completa na localidade e que nao tem iuluenci
nenhuma.
O Sr.GUirana :Entretanto o honrado mem-
[bro que dalli promotor anda oaoconseguio
ordem nos negocios d'aquella comarca, bem co-
mo de todas os mais, e com as quaes tive de por
mais lempo do que pretenda occopar a atlenro
da casa, entendo que o requerimento que apr-
sente! deve ser adoptado, porque nada perdere-
mos com as informacoes pedidas, cm quanto que
muilas cousas ignoraremos si o n.eu requerimento
for regeilado.
0 Sr. Kpaminondas de Mello :Sr. presiden-
te, pedi a patarra para declarar quo voto cunta
o requerimento do nobre depulado, porque roe
parece que nao ha essa urgencia e opporluuidade
para que a assembla provincial tome coritos dos
aconlecimentos que suteederam em Caruar. A
queslao simples. Trala-se de una prisao, e d.;
um varejo que a auloridade subalterna de Carua-
r procederam no uso de suas funeces, na loca-
lidade em que exerceu juiisdicco. Em quanto
pois as autoridades superiores, que teem de to-
mar cotilas a essas .subalternas, nao "Se mostra-
ren) ommissas em chamar ordem os seus su-
bordinados, me parece que a assembla provincial
nao est na posico que lhe compete cm querer
por esta forma activar as autoridades superio-
res.
Creio eu, que todos nos temos confionra no go-
verno e no chefe de polica, e que se esses des-
mandos partiram das autoridades policiaes su-
balternas, ou dosjuizes e magistrados, elles han
ile dorao caso toda a importancia que elle exige.
Por tanto aonio est a necessidade de encon ai -
dar-mos j a adrainistracao superior pedindo is-


12)
clarecimenioa d'esia ordem Consta que buje
cheganm os portadores que Irouxeram essas no-
ticias : e na mesma hora, no nicsrao minuto veio
a assembla pedir ao govrrno que se destraia de
suas muitas oceupagoes e nos de informages
sobre cousas tan secundarias e de to pouca ira-
porlanria t linlao tumben us deveriamos lodos
os das f star pedindo informacoes sobre as diver-
sas prises e varejos que se dao eoj muitas loca-
lidades, e mesnio aqui ; de forma, que nada mais
ter o govrrno a fazee seno estar a responder
uosoflicios da assembla provincial.
Tela nao importancia dos acontecimentos de
Garnar, e pela confianca que a casa tem na ad-
ministrarn voto contra o requermenlo.
O Sr. Gilirana :Su ti be msis agora, que o
juiz de dircito toiiibcm c-scapou de ser morto de
un tiro.
Encerrada a discussao e posto a votos o reque-
riuienio. regeilado.
Vericandc-se noliaver casa o Sr. Presiden-
te designa a ordem do dia c levanta a sesso
DIARIO DE PERIUMBim TEttC* TFJRA 6 DE MABQO HE 1860.
SESSAO ORDINARIA EM 5 DE MARCO DE 18G0.
Presidencia do Sr. baro de Camaragibe.
Ao meio dia feila a chamada, e acliando-se
presentes 21 Senhoies deputados, abre-se a
SeSSo.
Lulas as actas das sesscs anteriores, sao ap-
provadas.
O Sr. Io secretario d cotila do seguale
EXPEDIENTE :
Um requerimento le Luiz Ignacio Jermiymo
los Sanios, lenle secretario do corpo de poli-
ca, pediado augmento de vencimentos. cou.-
orissio de petigt-s.
Un oilirio de Jos Anlonio Gomes Jtmior, of-
fareeendo uta exemplar da obra que puMeou so-
bre escriplurare commercial. Recobido com
grado.
Achando-se sobre a mesa o diploma do Sr.
depulado Margal Lopes de Siqueira, o Sr. pre-
sidente nomea para lazer interinamente parte da
commissao de poderes ao Sr. Porlc'.la [Manuel]
l.-Sfl e approva-se um parecer da commissf o
le cooslituico e poderes, pedindo se de. assento
o Sr. deputado Margal.
O Sr. itarrel presta juramenta e toma as-
Selilo.
Vai mesa e lido approvado sem debato o
seguate requerimento:
Requeire que se faca ao presidente da pro-
\incia id lia do rotatorio feito sobre a estrada de
ferro desta provincia pelo engenheiro Leulhir,
remedido n mesmo presidente pelogovorno ge-
ni em olicio do 5 de Janeiro do torrente amo,
i li m assinicopia dos elaterios i!o engenheiro
do goven u sobre a mesma estrada.S. R. N.
Portilla.
[Cotttinuar-se-ha.]
REVISTA DIARIA.
Os difirenles templos desta ridade, nesta
quadraeuaresmal, lera estado abortos predica ;
i qwil i! Muido grande numero de oescoas dr
ambo os sexos.
O espirito religioso de non* popularan nSo
cerlamecte dubio : se nella lia esses chamados
espiritas fortes, o numero d'elles c olhos
vistos menor do que o d'aquelles que nao lem
olvidado os principios religiosos bebidos na pri-
meira ducacao.
Por-eeta razo felizmente a nossa moralidadc
1 -i i s i ii'uiii pe, que nao faz desanimar da
i --.i situac io presente, que presta-se urna in-
t.uccae lisongeira ao porvirpara queromiiihamos,
' do qt-al, pra-a a Dos, que nao sojamos afasia-
dos pe:' circumstancias supervenientes.
i, damnificarlo da ra da Imperalriz eada
vez te*ua-se maior : lia nella agora urna exea-
vacia a grande luir.ire que admiravel, pare-
ceude 'io que se quer all fazer algum viveiro
mi al..- a cora as primeiras aguas!
A se,- assim. a idea eriginalissima, podendo
dar si.ihivel inleresse a quera aconcebeu ; poi
o lempo de peine.
? ***> congregacao do corpo cathedratico da
Facltale de Direilo, do dia 1 deste, foram de-
idos slenles que, ne eorrenleanno lectivo,
lera de ler as rus respectivas eadeiras.
Os compaad os niio silierain modificarn, sao
snios que no anuo pretrito ervirio para
as licei s, exceptuando porm oda cad.ira de
economa poltica, na qual devero sor lidas as
/ meetes do Sr. conselheire Antran
t boje o anniversario di revotugio de 1817,
um ds prmciro8 lampejos da independencia do
Brasil.
a Hssa provincia sofireu-lhe indos os amar-
gores, mas, quando a idea j sazonada, tmduzio-
se cm i.rto, todas as suas irmasgozam de si'us
boiieucos fructoa na rida ocialmeiile livre, que
hoje lodos nos vivemos : Pernambuco disto se
orgulba.
i: esta uma divida cm que a geraco actual se
ai lia para rom passada, divida que nao lli
possivv! saldar de oulra irnia que nao stja pela
reunie de esforcos para fazer subsistir o odiiicio
quelhe ~.m deixadoem lieranca paterna.
Nao sejamos portento prdigos ; gozamos dos
afanosos irabalhos de nossos motores na medida
de sita juj'.a fruicao.
Eorerem-uos de Caruarii, cm 28 do p.pas-
S3do :
As om unistancias que deixei de referir na
anterior LimiUm-se ao seguiule, que passo a
oxpoi:
' a ; do individuo a que alludi, nao foi
mandada realisai por constar achar-se elle em
casa do bachsrel Juvenci, e eim no becco da
Serventa, prximo a residencia do cscrivao de
orphaos e da do bacharel lavencio ; por ter o
delegado tecebido coromuncacio do uminspec-
quaulciro, de que um tils becio arhava-
se um homem de capole, ene causavadescon-
uancas.
i 0 inspector e dous soldados de polica foram 6
ordem do delegado verificar a qualidade do in-
dividuo, e apptoximaram-se adiiu individuo para
reiein, i. que, querendo este evitar, poz-se
ona fuga, procurando o quintal da bacharel Ju-
i. Jo elle que o seguravara, usoo da
rregou-a sobra um dos soldados,
apparecenda c bacharel Juvcncio, ;;ue repiovou
o ra lo que Uaviara pralicado os soldados de se-
guirem ao tal Joo Mauricio, sendo preso polo
'Jo,que enconlrou em poder du dilo bacha-
rel um lu nuda.. 1 punhal.
Osoldail. (rido est mal senda que tendo
siao considerado o faci como tentativa de morte
e constando lesera parte no mesmo a sucia d
[uo me linio, oceupado, foi presa eSa, eslse
instaurando o respectivo processo ; Rendo que
ceelarou o bacharel Juveneio, quaBdo interroga-
do, (neo escrivo Gregorio o quera assaesinar
este que aqueUe que o queria assassinar.
No meu enlender andou milito bem a aulori-
uado procedendo como procedtu o espero pelo
rastillado do piocesso para communicar ledos os
t en ores.
e Nao ha mais novidade.
A populario da citado apoiou c louvou o
proced melo das autoridades.
No dia 12 do correte principiar a forma-
-:i culpa contra o preso Giibien, aecusado de
iiavor subslraliido diversas sommas de seus pa-
toHi ; oslas sublracf.es constavam de uma e-
eseupturacao regular arrumada pelo mesmo Gu-
M n, c era ordem a nao dtinar duvida sobre su a
nnn:aIidade,esendo-Uic apresentada reconhe-
< era ttcticia, o feila sraenlo para distrahir-se ou
matar o lempo VeriOceu^aepelos bous papis
querr casado, c nao solicito, como havia dito
q e Iwha liUilos de ser subdito nglez, entreunto
lo na eidade do Por'o.
O Se. 0 cbofe deipolieia lem procedido cora
o mais escrupuloso dedo e ii.teliigencia, e o* li-
vroarocoeeen prova Buflicieate para a pronuncia
c e de i sperar que se dese.ubram ouiras.
Aitiu-lionlem pelas 7 horas da noite, no
becco da lloraba, l.egu./ia defiaato Antonio,
um cadete tono gravemente cora-u ma facada
ura poiluguez, depois do quo poz-se em fuga
Irocedeu-w a eorpo de delicio. o.irala-se da
Instaoracaa co precesso
Joio Lopes Eerreira e seus fillios Pedro e
oao, pronunciados na "Escoda por tentativa de
iiiorlc na pessoa de Francisco Paulino Gomes de
Mello, recolberaoi-se voluntariamente a cadeia
'Ha v.lla.
No dia 20 do mez do mez passado, no lugar
'.amarado Io districlo do Rom Jardim, termo do
Mmueiro, um escravo de come Benedicto, assa*-
no corrr uma facada a um seu sonhor nioo
ro preso c j osla procesado.
No da 6 do passado no 2" districlo do Bom
Jardim do mesmo termo, Cleraenlino Nunes Pe-
reira, e Gajdmo J,>s Tenorio, eriram gravemen-
iSJfJS^ esc,avo d **"**
luram presos, ej eslao pronunciados como
mi uisos no or. 205 do cod crim.
A barca f.anceza Alfredo de Clair, proce-
oentc da Europa para o Rio de Janeiro, achou-se
na noite de 2 para 3 do corrento sohre os baixoe
da ilba de Itamarsc, para onde fci orrstoda
pelas correles e vento fresco, e passando por
sobro os primeiros recites, batendo. deu fundo.
Ao romper do dia o activo capataz Monoel Vieira
da Silva, observando a posico critica-era qua
ella eslava, foi bordo com "a gente que pode
reunir logo, c qoIIocou o navio em ineltior fun-
do. Depois de ter tomado esta providencia, offi-
ciou capitana do porto no mesnio dio s 2 ho-
ras e30 minutos da tarde, e as 6 horas sahio o
vapor Camaragibe com oajudante daquella re-
parlicao, o Io lenle Jocques, 3 guardas da al-
fandega, e o Sr. cnsul Franrrz. Cbogando ao
lugar do sinislro aquello ofluial comecou logo o
Irabalho, e safoti-se o navio, que, por ter torcido
os ferrogens do leme, vcio para este porto, onde
deu fundo no dia 4 s 11 horas o meia da noite,
governondn com uma esparrela. Por ordem do
dito cnsul, c otim de alliviar o navio, que
nao sofTrcu muilo, esvasiaram-so selenla e Untas
pipas de vinho.
Este novo encalhe mais" um argumento
favor da idea do estabolecimenlo de um pharol
na Tonta de Pedras, muilo mais preferivel do
que em Olioda.
Apenas no principio do lerceiro mez do anno,
j este o segundo successo desta nalureza que
noticiamos ; o que prova a importancia dos in-
leresses queestao em jogo neslc assumpto. E
como, em ultima analyse, a prosperidade de
nossa provincia que soll're com ellos, instamos
pela realisacao- daquella lao til medida, que
por corto 03 farS cessar completamente.
Folgamos de mais esta vez reconlvecer a acli-
vidade das providencias dadas pelo digno Sr. ca-
I pilao do porto e seus subordinados.
Do Unitedservice gazelte transcrevemos o
i soguinie artigo relativamente s (breas martimas
de diversos estados era Janeiro deste anno :
IvStfl AllHAS ESTIUNEllUS COMPMIADAS COM A
iBiuTANNic.A.A comparacao da forra naval da
Gra RreUnlia, Franca, Russia e Austria inteira-
mente favor da primeira potencia. A frota
austraca contera 133 navios de todas as classes.
', nos quaes se notara uma nica nao de liona, e
j sete fragatas, motilando 832 pecas, e tripuladas
I per 8,707 procas. A armada francesa aprsenla
(til navios, montando 12,520 pecas, e vapores
rom alona de G0.060 cavallos. o decurso dos
j prximos dez anuos, pretende-se construir 150
! navios de guerra de todos as classes, e 72 trans-
portes vapor. A conversan do roslo da es-
quadra em navios hlice se cITertuar tamben
no mesmo lempo. DaqueUes, 282 sao vola e
montara 8.100 pocas, e20'J sao vapor e moti-
la m 4,414 pecas.
A frota russa consista em 1S57 era 85 navios
a vela a73 vapores, iucluisdo-se nos primeiros
12 naos de linha, 7 fragatas, 7 crvelas, 7 bri-
gues. o 11 escunas ; e nos segundos, 7 naos
hlice, 11 fragatas dem, e 12 corvetas do mesmo
syslema. o pessoal rorapunha-se de 16 almirantes,
30vice alrairanlc-s39chefesdoesquadra, 111 capi-
taes de mar o guerra, 95 capiles de fragata,
257 capiles lenles C07 primeiros lenles e
390 segundos lenles. Alii niiose comprehen-
dem os pilotos, o engenheiros da esquadra, nem
a nulcialtdadc do corpo de arlilharia, Depois de
1857, coiiiludo. esta frota lem sido mui conside-
ravelmenle augmentada.
A armada britannica compoe-se de 518-
inclusivo vapores hlice de todas as clas-
ses, exclusive 103 canhoneiras, 121 briguos,
cascos, etc., empregadoso sen-ico do porto, e
47 avisos ou guarda-costas. No numero dos na-
vios quo formara a frota 814 esto cm commissao,
e distribuidos da raanoira seguinle :65 naos,
fragatas, corvetas, e canhoneiras ligadas esla-
cao da India Oriental o China, 18 na Cosa d'Afri-
ca, 0 na Australia, 13 no Pacifico, 3 no Brasil, 8
no suesle da costa da America, 8 no Cabo da
Boa-Esperanca. 21 na cstaco do norte da Ame-
rica e na India occidental, 41 no Mediterrneo,
10 na esquadra do Canal, e os 118 restantes era-
pregados em serviros particulares ou ligados
romo guardas aos principaes porlos da Gra-
l'.r.-'.anha e Irlanda. Alora disso eslao actual-
mente em construccao em varios arsenaes do
reino 33 poderosos navios, muitos dos quaes
acham-sequasi promptos para cahir ao mar.
l.-i vrisncA nos n.uiuahios.A commissao in-
gleza dos pm tos de refugio, instituida em virfude
de uma decisao da camera dos communs, acaba
de publicar um uiteressanie documento conlcndo
o resumo dos naufragios, que lera lido lugar no
nspicp de cinco annos, as costas da Grau-Ure-
lanha.
So;_|iM(lo o mesmo documento, terahavido des-
de 18o i a 1858 inclusivamente 5,128 naufragios o
collisoos. o que d um termo medio animal de
l.QZD.
Nota-so, por ama rircumstancia nexplicavel,
que cera goral as direcroes dos pharoes que oc-
correra mais accidentes martimos. Alem disto
re a totalidade de 1,143 naufragios, quo for-
mam o contingente do ultimo anno, 600, isto ,
mais de motado, lera occorrido na costa occiden-
lal entro Bemgenesa e Poriland Trilli, do lilloral
brilonnico somcado de escolhos e perigosde toda
a qualidade, e na qual passam por anuo termo
medio. 150 mil navios. A costa de Irlanda lem
sido, pela sua parto o llieatro de 170 naufragios.
As victimas destes sinislros nos cinco annos
sobredilos chegam ao numero do 4,148, ou de
1 So por anno, ponto mais ou menos.
! Alexis Buisson aecusado de vadiagem ;
elle lom vinte annos, vigor, phisionomia agrada-
i vel, e todas as qualidades proprias para o Iraba-
10, eos debates vao mostrar que se a fortuna
Ihe nao tem sido favoravcl, nao por fjlu de
intelhgencia.
Sera pai, oiTnia! de Unoeiro, citado como ci-
vilmente responsavel' chamado ao tribunal, o
presidente Ihe pergunla se ello quer reclamar seu
lilho.
Ab esto desengaado, respondeu elle, acom-
panhaudo esta resposta com um movimeolo, quo
indicavaum extremo cancasso.
O presidente : parece que o vosso filho nao
quer trabalhjr.
O pai : L essa a sua inania ; elle mais rapa/,
de morror de fome do que ganliar ura bocado de
pao; se queris saber sua historia, bom sim-
ples, lem hoje viola annos ; aos dez anuos en-
trn n uma casa de correicao at aos qualorze ;
depois eslevo um auno era la Roquello, oulro na
pnsao do Pelit-Bourg. e quatro annos na de Gatl-
lon, eis exactamente seus vinte annos.
O subslilulo : Se ludo isso exarlo, um ra-
paz ncorrigivcl.
O presidente a Alexis : Vos queris viver pre-
so loda a vida ?
Alexis, tranquilamente : Tudo isto procede da
talla de meu pai. Ello quiz que eti fosse tambera
operario ; mas isso nao meconvem. ou tenho
ambicio ; tenho tios e primos, que sao senhores;
porque nao sorei como ellos sondo ellos mais to-
i los do quo eu '!
O pai; Com o trabalho ganha-se diuliciro, e
pode-so obter uma fortuna
: Alixis : Mas onde esl a vossa riqueza, traba-
Ihaudo vos, lia tanto lempo? Olhai para vosees ir-
anios e SObrinhos, ellos nao quebrara os ossos
como vos, e tem uma fortuna. Passai, se qu-
zerdes, vossa vida com uma blousa ao corpo e
aprosentai-vos ao bailes o Ss sociedades! ha-
veis de ser corrido, o os caes ladraro alraz de
vos como atraz dos ladros.
O pai : Vos ouvis, senhores; eis-aqui suas
ideas : ha dez anuos nao diz oulra consa.
Alexis : .Mas que queris vos ; nao posso ser
operario ; smto nao poder nisso satisfazor aos
voseos desejos; perin vos sois bom pai, e eu
vos respeito ; mas o que exigis superior s rei-
nitas forras, nao culpa nanha se tenho ambi-
cees.
O substituto : A Unguagom deste infeliz nao
engaar iimguem ; o que elle chama ambicio
e a preguira, o a prior preguica que ha ; porque
o ambicioso Irabalha para se elevar ; o preguicoso
jaz na miseria, e morre as paihas ou na cada.
I.in ennformidade das rpquisiedes do ministe-
rio publico, o joven ambicioso fui condomnado o
tres mezes de priso.
MATAnourto publico :
Mataram-se no dia 4 do correcto para o con-
sumo desta eidade-80 rezes.
No dia 5 do mesmo 82.
. MORTALIDADE DO DIA 4 DO COCIENTE !
Olavo, Inauco, 4 anuos, angina.
Antonio, branco. 7 horas, espasmo.
Manuel, pardo, 5 anuos, diarrhra.
Mtnoel, preto, 1 anno, espasmo.
Joo, pardo' 2 atezes convulsoes.
Manuel Carnoiro Leal, branco, casado, 50 annos
desinleria. '
5
Monoel Gregorio de Bella Cruz, prclo, tolteka, 26
annos, tubrculos pulmonares.
Jos Josquini Barbosa de Amorim, branco, aol-
teiro, 33 annos, hepalle e inlerile.
6imo Correa Pimentel, pelo casado, 30 annos,
colitachronica.
Maria.preta, solteiro, escrava, enterilc chronica.
Passageiros do patacho nacional Atina, en-
trado da Granja : Manocl Benicio da Penha
Mariana, escrava, a entregar, Gamillo Ttcodoro
Aires.
Passageiros da galera franceza Derth, .en-
trada do Havre ;--Adolpho Schnito Peler & Ve--
gelen, Antonio Beneita.
Passageiros do hyate nacional 6"o/io Ama-
ro, sahido para o Cear : Manoel Vieira Perd-
gao, Maria Vieira Bestos.
Pa3sageiro dd sumaca nacional Hortencia,
sahido para a Bahia :Jos Custodio de Lomos.
Passageiro da barca nacional Saudade, sa-
hida para o Rio Grande do Sul ;Anglica Cor-
deiro.
Hospital ^de caripadf.. Existera 66 ho-
mens, 57 mulhcres nacionacs, 1 homons eslran-
geiros, 2 homens ejeravos, total 126.
Na totalidado dos doenles exislem 39 alie-
nados, sendo 33 mulhcres c 6 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto, as 8 horas o 1/4 da mauhaa, e pelo Dr
Hornillas s 8 horas e 20 minutos da raaiiha.
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DO C0MMERC10.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM1 DE MARd
RO DE 1860.
PUESIDENCIA DO EX. SR. DESEMBARGADO!!
SOL'ZA.
As 10 horas daraauhaa, achando-se presentes
os Senhores deputados Reg, Basto, c Lemos,
o Sr. presidente declarou aborta a sesso.
Foi lida c appiovada a acia da antecedente.
EXPEDIENTE.
Um aviso do ministerio da justica de 15 de fe-
verciro prximo passado, remetiendo um exem-
plar da portara do ministerio da fazenda de 30
de Janeiro passado, marcando porcenlagens aos
curadores geraes de herancas jacenlcs ebensde
ausentes.Cumpra-se.
Um ollkio do secretario do tribunal do com-
mercio da crle, de 16 de fevereiro prximo pas-
sado. aecusaudo o lecebimento da que Ihe fui di-
rigido de parlo deste, do 20 de Janeiro. Intei-
rado.
Oulro do mesinc, de 20 de fevereiro, remet-
iendo a relaco dos commorciantes que all so
matricularan) nos mezes de dezembro o Janeiro.
Acruse-se a rocepeo e archive-se.
Outro do secretario do tribunal do commercio
da provincia da Babia, aecusando o receblmento
do que Ihe foi dirigido da parto deste em 20 de
de Janeiro ultimo.Inteirado.
3ESPACI10S.
L'm requerimento de Julius Christiano Rabo,
pedindo ser matriculado.Como requer.
Outro de N. O. Biber &ompauhia, successo-
res, pedindo raatricular-se. -Como requerem.
Oulro de E. A. Rurle & Compauhia, snlLsfazen-
do o despacho deste tribunal de 23 de fevereiro
ultimo. Registre-so o contrato social dos sup-
plicantes.
Outro dos mrsmOH, pedindo matricula de sua
firma.Como requeran).
Oulro de Rail Joham SchamclUu, pedindo raa-
tricular-se.Como requer
Outro de Anlonio l'eteira de Oliveira Ramos c
Jos Joaqun) de Souza Abren e Lima, pedindo
registrar o seu contrato social Declaren) a sua
naturalidade e delermioem melhor a forma da
nouieacao dos arbitro.'.
Oulro de Joio Raptisa Fragozn, recolhenJo a
carta do registro do brigue Hercules, rendido em
Montevideo, por innaxegavel, segundo o docu-
mento que ajunla.Facam-so as anoolacoes uo-
cessarias da entrega da carta.
Foram com visla ao Sr. desembargador fiscal,
OS seguintes requerimtnlos :
Um de Martinho de Oliveira Borges, Brasileiro,
de 23 anuos de idade, domiciliado e esUbelecido
nesta eidade, com leja do (amadas om grosso o
a rolalho na ra da Cadoia do Recite u. 40, pedin-
do matricula r-se.
Huiro de Auroliano Augusto de Oliveira, Bra-
sileiro, do 26 anuos de idade, residente nesta ei-
dade o estabelecido com loja dt fazendaa em
grosso ea retalho, pedindo matricular-so.
Oulro do Honriqtie o; Azevedo, replicando do
despacho deste Icibuual do 20 de Janeiro ultimo
Oulro de Candido Nunes de Mello e Joio da
Cutilu Wanderley, pedindo o registro do seu con-
trato social.
Nao havendo nada a tr.itar-se. o Sr. presidente
encerrou a sessao.
SESSAO JUDICIAIbIA EM 1 Di: MARCO DE 186 '.
PRESIDENCIA UO EXM. SR. DESEMBAUGADOR
SO IZA.
A meia hora da larde, nchandodo-se presentes
os Sis. dcscnibargadoros Villares, Silva Guima-
raes o Guerra, e os Srs. deputados Reg, Basto,
e Lomos, o Sr. presidente declarou aborta a ses-
so ; o foi lida o approvada a acta da antece-
dente. /
Ji 1 G IJIENTOS.
Appcllanle, Antonio Ferrcira P ^appella-
do, Tiburcio Antunes de Oliveira.
Foram despiezados os embargos.
Appellante, Joio Anlonio Gomes Gnimares ;
appellado, Manoel Jos Goncalves Braga
Confirmada a sentenca.
Appellante, Jos da Silva Ferreira ; appellado,
o Dr. Joaquim Anlonio Airea Ribe'ro.
Foi designado o primein dia til.
rafiSAGENS.
Appellante, Antonio Jos da Silva Coi ma-
raes ; appellados, Anlonio Annos Jacorac Pires
e oulros.
Appellante, Gaspar Antonio Vieira Guimaries
como cessionano de Brunn Praeger & Compa-
uhia ; appellados, a vluva e til los de Manoel
Das Fernandos e o Dr. curador goral.
Do Sr. desembargad Silva Guimaries ao Sr.
deseiiibai-g.-idoi- Guerra.
o Sr. presidente negon privimento aosaggra-
vo dojuizo especial om que sito .
Agtravantv, Joaquim francisco do Alhuquer-
quo Santiago ; aggravado, Bernardo Jos de
Barros.
Aggravanle, o mesmo.; aggravado, o mesmo.
Nada mais houve a tratar
BliiiO Rancf.l,
Secretario interino.
JURY CO REC4FE.
PRIMEIRA SESSAO.
DU 5 ni: MARCO.
Presidente, o Sr. Dr juiz de direilo Bernardo
Machado da Costa Doria.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Francisco
Leopoldina de Gusmdo Lobo.
Estriado o Sr. Joao Saraiva de Araujo Gateo.
Feila a chamada,vorilirandrf-so estarem prsen-
les 16 jurados, o Sr. Dr. presidente do jury, abri
a sessao s 11 horas.
Foram multados era 203 cada um dos Srs. ju-
rados quo nao comparecern] sossiio.
Estando i barra do tribunal orco preso Luiz
de Franca Nevos, pronunciada como incurso no
artigo 3 da leide 20do onliibro de 1831, o Sr.
Dr. presidente do juiy fez proceder aosoileio do
consclho do sentenra o qual depois do S rocu-
saces por parto da aecusacao e 5 por parto da
defeza, foi assim constituido':
Dr. Americo Fernondes Trigo de Loureiio.
Dr. l-'irmino Antonio de Souza.
Marcolino Jos Pupo.
Ignacio Jos da Luz.
Antonio Jos da Costa e Silva.
Francisco de Paula Gouveia.
Francisco Joaquim de Oliveira Raduic.
Carlos Augusto I.ins de Souza.
Anlonio Manoel Estevao.
Joaquim Januario Pereira de Brlo.
Pedro Celestino Mindelo.
Dr. Manocl Francisco Teixcira.
Deferido o juramento do cslylo ao consclho o
Sr. Dr. presidente do juiy prucedeu ao interroga-
torio do reo da segunte forma :
Pcrguntado qual o seu nomo, naturalidade,
moradia e lempo dola no lugar designado?
Respondeu chamar-se Luiz do Friura Nevos,
natural da freguezia de S. Jos desta eidade
que raorava na ra do Forte antes de ser preso.
Qual o seu ineio de vida?
Respondeu ser marcineiro.
Se sabia porque era aecusado ?
Respondeu que, na noile do dia 24 deiolhn
do anuo passado, determinandc-lhe Domingos
Soriano, seu tio, que fosse fechar-llie o seu bi-
lliar, sito atraz do quarlel de polica, e havendo
elle respondento irazido do esUbelccimenlo a
quantia de Irezenlos e Untos mil ris, dinheiro
apurado durante a semana, trouxera comsigoum
punhal para se defender, caso fosse atacado.
Secoiihoce as toslemunhas que ueste processo
jurara ni ?
Respandeu que nao.
Se tem mais alguraa considerarao fazer em
sua defeza?
Respondeu que por elle.diria osen advogado.
Findo o interrogatorio e .lido o processo polo
escrivo Saraiva, foi confiada a palavra ao pro-
motor publico, o Sr. Gusmo Lato, o era segui-
da ao advogado do reo.
Reunido o debate pelo Sr. Dr. rpresidente do
jwy, foram proposlos os seguintes ,&uesitos ao
conselho de setenca.
Io. .0 reo Luiz da Franca Noves, no de 24 de
julho do anno passado, foi preso com um punhal
que U-azia sem licenga ?
2o. O roeommclteu este delicio cJB-ac.ir-
cumstaca o^gravauls d3 noite
circunstancias atleuuantos la- querque. Francisco de Piula lavares de
3o. Existen)
vor do reo?
Voltando da sala das conferencias depois de 15
minutos, o conselho respondeu ao
t. quesito,Sim, por unanimidade.
2. Sim, por unanimidade.
3. Sira, por sete votos.
O jury rccoiihore a existencia da altenuante n.
3, arl. 18 do cdigo criminal.
Por cuja deciso, o Sr. Dr. presidente do jury
lavrou a sentenca que pblicou o jury, concebi-
da nestes termos :
A' vista das respostas do jury sobre o fado
principal esuas circumstancias, constantes dos
quesitos proposlos, esl o reo Luiz do Franca
Neves incurso no arl. 3o da lei de 26 de out-
bro de 1831, grao medio : e assim o condem-
no sollrer na cada desta capital a pena le
tres mezes o meio de priso com trabalho e 4
pagar as cusas do processo.
Sendo a hora adiantada, o Sr. Dr. presidente
do jury levantou a sessao s 2 horas o 45 minu-
tos, addiando a sesso para o dia 6 do correte
s 10 horas da manha.
Jury do tormo do Olinda.
PMSElRJ SESSAO.
3 de marro de 1860.
Presidencia do Sr. Dr. juiz do direilo Antonio
Francisco do Salles.
Promotor publico interino Dr. Amaro Joaquim
Fonseca de Albuquerque.
Feila a chamada o verificando-so nao haver
numero de juizes do fado para fazer sesso, o
Dr. juiz do dircito, depois de algunia demora,
mullou eraJ20* os que fallaran) sem causa e ad-
diou a sessao pata odia sogunda-foira 5 Uo cor-
ren le.
Henrique Jos Gustavo da Silva. irmnJade do s!' m-inis.traSo- s?m P"r P".ro pela publica-
C1HARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSO EXTRAORDINARIA DE 22 DE FEVE-
REIRO DI- 1860.
Presidencia do Sr. Franca.
Presentes os Srs. Barata, Reg, Oliveira o
Mello, fallando, por uocnte, o Sr. Reg e Albu-
querque, e soia ella os mais -senhores ; abrio-se
a sessao e foi lida e approfada a acta da ante-
cedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE :
Lina pelioo, viuda da presidencia, de Carlos
Luiz Caaabranno, omprezario da limpeza e os-
en menlo das aguas servidas das casas desla ei-
dade, pedindo 'in primeiro lugar aiilorisacao pa-
ra elevaros procos do cada apparelho de tercoi-
ia classe, eos das anniiidades, visto nao have-
rem sido despachados, isenlos do dirollos, cortos
objectos nocoasarios empresa, c cm segundo
tratando de tor ha mais de dous mezes apresen-
lado as plantas dos tres bairros desla eidade, as
quaes e.-to indicadas as diversas canalisaces
que so propon o empiezario a fazer.Que, qan-
>o primeira parle, se informasso que acamara
nao se julga habilitada a emiltir asna opiuiau
comseguranca sobre a referida elevaro do pro-
ros, por nao ter sido com ella celebrado o cn-
it acto do peticionario, nem o haver por isso es-
tudadii as suas bises ; e quanto asegunda, que
era officio desla data reenviara a cmara as plan-
tas com o parecer da commissao, qiiem oiivira
cerca-dellos. o dos modelos dosapparelhos para
O servieo.
Um oflicio do rhofe de polica, requesitando
uma ri'l.irao das pessoas, que nesta ridade e seus
sobiH'bios possucm cormagons, seges o cabrio-
lis, siij.-iios ao imposto municipal.Que se exi-
gase da rouladnri i a rolarn.
Outro do mesmo, pedindo mandasse a ramara
reparar os estragos da bomba existente no lira da
ra dos Ferrnos, a sabir no largo do Hospicio,
no bairro da Boa-Vista, assim romo as esrava-
i.oes da i na do Imperador, o alonar o lamacil
existente na ra do Sobo; atiin de se poder exo-
:ular o regulamcnto policial, quo designa as ras
de entrada o sabida dos carrbs.-Que so remcl-
tesse a ofli :in ;i ir copia ao fiscal respectivo, pa-
ra providenciar, o aecusasse a recepce.
Oulro lio engenheiro, informando que* Manoel
Joaquim Xavier de Gnuto o Jos Maa Xavier de
Con lo podo.-n fazer ; Irapeira ou solo, que pre-
tenden), na sua casa da ra dos Martyrios, egual
as que esta cmara jA t uma vez que os re p.renles guarden) as postu-
ras Hi'tio-se.
Outro do mesmo, dizendo que, sendo infor-
mado deque a bomba da estrada do cemilcrio
aprsenla va uma (onda na extromidade *do lado
do norte, diii-ira-.se imlle lugar, o voritlcara
ser exacta a iiil'orio.oau qiu< Ihe liaviara dado; o
que nao sendo o mal anda grande, poda ser re-
parado sem mu.lo dispendio, declarando que se-
melhauo ruina fra iccasiouada pela falla de
conservarn da estrada.
Posto em discussao osle 'Yfficio, o sondo |do
oulro do administrador do cemilerio, tazendo
egual parlicipucio, a cmara resolveu que se ez-
pedisso ordem ao eiigouheiro para mandar repa-
rar a ruina da bomba, e o administrador do ce-
inilorio pai a volar na conserracio da estrada,
vislo que por ella passa sempre, nao dcixando
que a meema se arruine.
Oulro du juiz de paz Daelano Pinto de Veras,
acensando a recepeo do ollicio que osla cmara
Ihe dirigir em data da 13 do eorrenle. o res-
pondendeque nao doixaya a vira do juiz do paz,
seno depois quo o presidente da provincia, ou o
gorerno imperial assim o mandassom.
Posto em discussao, e sondo lido dous officios
do cidadio Antonio Augusto da Fonseca, no pri-
meiro, aecusaudo a recepeo do que a cmara
Ihe dirigir para enlr.ii cm exorcicio de juiz do
paz no corrento anno. i no segundo, expendo o
que occorrera entre elle e o dito Veras; resol-
veu a ramara, requerimento do Sr. Barata que,
em observancia do arl da lei do primeiro de
oiitubro do 1828, se levasse osla quesloo ao co-
nhocimeuto do governu da provincia, para S.
Exc. decidir como enlendcsse, remeltoudo-su co-
pia do loda a correspondencia esto respeilo, o
liera assim o faci d'ter oflieiado ao juiz de paz
do quarto auno do lerceiro districlo da Boa-Vis-
la, Joo da Silveira Borges Tavora, para nao ac-
curaular o exercichi*dcsle cargo com o de ca pi-
lao da guarda nacional, e esse nada ter respon-
dido.
Oulro do subdelegado dos Afogados, remetien-
do a quantia do 20 do mulla, que pagara Jos
Autonio do Araujo, por infraeco de arl. 16 do
lit. 0." das posturas de 30 do junho de 1849.
Quo se romcliesso a mulla ao procurador, e se
respondesse ao advogado.
Oulro do raosmo, pedindo nao concedesse a
cmara li-enca para se matar gado naquella po-
voaro, alim do se evilarein abusos. Intei-
rada.
Oulro do padre Jos Lcitc Pila Ortigueira, com-
miinicnido achar-se no exorcicio de juiz de paz
do primeiro districlo da freguezia do Rocife.In-
leirada.
Oulra do mesmo, participando que, como al
o dia 4 do marco futuro nao so d o prazo da lei
para o convite do oleilores, e rcunio da junta
dequalificacoo, havia pedido esclarccimentos ao
l-.xin. presidente da provincia, o aguardara a ros-
posta para obrar com acorto.Inloirada.
' Oulro do cidadio Manoel Peres Campello de
Almeida, commuiiicando lor entrado om exorci-
cio da subdelegada da freguezia do Pogo, na qua-
lidade de primeiro supplente, por ter cossado o
seu impedimento. Inleirada.
Oulro do fiscal de S. Jos, participando que o
curral do maiadouro publico acha-se cm algu-
inos parles desconcertado, precisando do re-
paros.
Por esta occasio o Sr. Franca, encarregado da
inspcegao da obra do mesmo matadouro decla-
rou quo havia cabido uma poirao do muro que
se est ronstruiido para guarnecer a estrada do
eslabelccimeiilo, cm consequeocia da forra das
aguas da raar, fazendo estas uma profunda os-
ear icti, que precisara ser aterrada com pedias.
A cmara esolvou que o mesmo vereador des-
so as providencias para seren fritos esses repa-
ros pela mesma genio que Irabalha na obra.
Outro do fiscal do Poca, requesitando tres car-
imbos do ino, para seren empregados no sorvi-
co da limpeza das estradas. commissao do po-
licio.
Foi approvado um parecer da commissao de
odificacoes, e do engeiiheirn eordeador solue as
plantas apres-ntadas por Carlos Luiz Cambromio
dos Ires bainos desla eidade, e sobro os modelos
dos apparelhos que lem -o nirsmo Cambroiine
para'o servir da sua empieza ; a a cmara re-
solveu que fossa o mesmo paiecer remeliido por
copia ao Exm. presidente da provincia com a pe-
tiaodo empiezario.
Foi lambein approvado um requorimenlo qne
fez, o fundaraenlou, o Sr. Franca, mostrando a
conveniencia por utilidade ptiblica.de ser dosap-
propriado, o terreno da casa demolida do Joo
Jos Fernandos de Carvalho, na ra do Codorniz.
espachaiaai-se as pelices de Anlonio Fran-
cisco Marlins., Auna Dellina des Santos, Antonio
Jos de Castro, Antonio Belmiro, Antonio Bfiidio
da Silva, Bernardino Jos Monleiro, Bernaidiiio
Jos de Sanl'Anna, Ghruliano Jos Tararea, so-
nador l-ranckcc. de Piuia Cavalcanii de Albu-
san.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem, official-
raaior a escrevi no impedimento do secretario.
Franea, pro-presidenle. Reg.Mello.Oli-
veira.Gameiro.'
..-, r-. .uuv^ ...(.....,_. ^^ .-"iKiii [o.-11-..ii, c ca-
lao como nos inteirodos do que por clareza do
expressao se poderia exprimir por esbanjamento
Communicados.
Ainda o CousiitctoiaZ do Liberal Pernambu-
cano.
do dinheiros,Iransigencia de leis, e ludo quan-
to se pode inferir de uma adminislraro ra, pa-
ra regular os deslinos de um estabelecimeulo lao
ulil e humanitario.
As bases formaes de uma sentenca contra ad-
ministraran, em face do publico, esto por ella
mesmo lavradas as paginas daquelle monstruo-
so relatorio : pois nao salisfoita de ler significa-
do o modo lisivo c claudicado, pelo qual nos pa-
rece haver procedido ; ainda foi alli registrar
abusos c Ilegalidades loes, qne por 3i s basla-
OsapHi/wcon/KBcwHaidoiieerancmenfla- rara para atiostar que nem a intriga que al
do com o nossocommunicado principalmente; agora lem presidido as aecusares do mais de
,f nI!"S rl'.el,d0 """ca dada por um jor- irezenlos assocados. nem to punco o ephemero
nal desla provincia, de ler sido xndifenda a peti- \ capricho do abocanhar reputaces, capacidades,
rao dirigida pelo chefe da rtoi* cururtt ao nosso probidades, o nao sel mais o que, de que usa o
Augusto Monarcha ; o que nao para admirar, j tal rabiscador do Diario a que nos acabamos do
poique quando allegavam jazerem no maior os- referir.
iracismo. era membroda commissao do apresen- Ora,'uma pera to importante como o rela-
lacaoda peticSo um sublplegado de polica, o torio da junla.'no segundo anno do seu dominio
outro fiinccioiiario publico. prenhe como esl do conlradicces reconhecidas
lor isso, todo pedante nos dirijo as seguintes o euoilado de arre'Aques e IHas, como aqtiel-
pa avt-as ..... las que as famosas nuitandeiras do passeio pu-
ro ^' so's V redac,;ao do lacra! Pernambucano ? ao carece de maiores proras para ser devida-
Uuvistes por ventura ler essa peticao, quo ao mente aecusada : embora una sucia de malan-
osso Augjisto Monarcha enderc;ou o chefe da tri-: drins se leuliam querido apresenlar entre a
'*, e que deelarastes uidtfenda ? !pnmmi*.. a nuM. a -&!. .., ik.... .
ferida
Estaveis no I'aco, quantfo essa petico
commissao e o publico, de mos as ilhargns
- foi1 manoira das regateiras, como querendo em'bara-
lida na occasio em que el a foi endereeada ? .;a-!a, dirigindo-he at os mais asquerosos iu-
< Li.ais corlo de que Sua Magostado o Impera-; sultos.
or nao se oceupa en, ler as calumnias e intrigas A commissao atlcndendo aos seus principios,
1 ,-'6ti."'. POf ella nao julga dos negocios oes- jamis devora baixar-se para erguer a luva, que
,'af"JL ^ e to infamemente Ihe fora laucada, quanlo mais
d e r?>nf t. ^"CO para assim fallar- que ..ma discussao que nao seja pautada pela ro-
dos cm nomo do Sua Mageelade o Imperador ? zo e pela prudencia, s poder tra/er-lhe o
l.;gou-vosoorgulho, s,.pp..ndes-ves sentado a ; avilUmenlo. saci.ica.ido a Lusa do urna asso-
dncila do ilirono imperial, c ja de vossa borra
sahe aqulla expressao satnica quem como
ea ?
Quem vosaulorisou a apregoar-vos o rhefe do
partido dominante ? Seris o Sr. bario de Cama-
ragibe, ou abdirou era vos o Sr. baro de Cama-
ragibe ? >
Oro estas perguntas nos fez lembrar um dilo
de nosso Negreiro. Nao se pode amar agente
besta.
A quo vem n nosso nnme ? que importa que o
W. seja Pedro Paulo Sancho ou Mar-
tinho ?
Como insislern responderemos. Somos um
homem, e hornera intoiro, cidadio brasileiro [sera
ser do S ') no gozo dos direitos polticos; como
ciacao mteira.
Peza-nos sobremodo a manoira desarrazoada
n inconsequente pela qual tora procedido a ad-
minislraeao : mas tambora forgoso declarar que
nem as unnifestagoes quolidians dos associados
foram capazos de llenuar, a imprudencia, a
precipilaco e a audacia de seus actos, acaban-
do finalmente polo citado artigo do Diario em
quo Be injuriara pessnas que para nos merecem
toda a considerarao, como sao aquellas de quo
se eornpoe a commissao, qual temos concedido
livremente o direilo de pugnar pelo inleresse do
estabeleciniPiilos e tomar oslreitas cuntas a lo
abusiva administraron.
Pensariam acaso aquellos senhores, que es-
! crovondo os seus nomos no lim de ura rplalorio.
i. I -I 1 ----------- ^\...o ..un...-. iiv mi, u Uill iruillfllir,
O constitucional sapuiho, o rom os meamos li- que mais larde loria de ser apreciado c discutido
lulos si lenlilicos, sem coros, e apenas com a di- '
ferenga, de nao termo* ainda perdido o ocal da
face, e degenerado o angue de pura rara sceltica
pela proxiiuidadt detonador.-
publico, daara io lo
quo os precediam?..
o valor s pala-
Como so engana-
polo
vras
rain !..
Enlo para quem foram escriplos o approva-
nao estovamos no Paco na occasio era que foi ( dos os estatutos .'...
t a petigo, o por conseguale nao l- j Mas eonvinha negar o direilo que nos foi con-
ouvir o Cacique, i imita-1 ferdo era virlude de uma lei, eonvinha final-
vemos a folicidado d^
gaodos cabooolos de Barreims. recito -lo. l mente argir acommissio represeniada i
Nunca rjos passou pela .imaginagao fallar em | testavelmeate pela maioria dos
nomo
ensa parl-
nju-
pela man.na dos associados
e au* Magostado o Imperador, que mcon-1 quando cumpria pesar melhor as expresos
venienlempnle trazido para a nossa queslio, por para qua se nao dsse a menor ol"
aquelle que doliese lora servido e:n suas cabalas cular.
oleiioraes J Ese hoja a commissao lo levianamente
Noticiarl que uma petigo foi indiferida, nao riada Ihe perguntasse pela impreosa :
fallar em nomo do Monarcha : pensar o contrario ; Quem sao os memhros da admiuistracio, para
so podo quom tiver sotoo allugado. : io arrogantemente darera o baplisrao elogialo-
Q'ianto la dizerraos que Sua Magostado Irape- rio a todos os seus aclos f Quaes sao as obras
nal nao julga do oslado da provincia pelo que quo lom feito, para que honrosamente se possa
i;raz ao Liberal cscre.vor, parece que o bom sen-, dilferir-llie o titulo de justos o desiutoroasa-
so dicta isto mesmo ; porque nao se dore -.cre-
ditor, quo um Monarcha to sabio como o nosso
d Dundos a queixas, intrigas, e calumnias d
um jornal quem os collegas di imprens i neg im
al as transcripgoos de seus artigos.
E se lodamos nisso, foi, porque, soubomos que
o Cacique Iluda os incautos, dizendo que o Li-
beral conlinuava agora era virlude da prolccco
que Ihe prometiera um personagem do Pago.
dos ?
Seriara SS. SS. aquellos que era 1855 andaram
a pedir de porta em porta, com o chapeo na
mi. csmolas para a fundacao daquelloeslabele-
cimenlo da caridad ?
Seriam SS. SS. aiuoilos.que sacrificando ato os
seus iuleosses, apreseularam o referido oslabe-
iejimonlo no p de abrir livremente as suas por-
tas para receberein 0, 5'J o mais doenles, ataca-
A ultima pergunla responderemos, que temos dos pelo cholera ?
a mesma auloiisa o para soimns chefe do part- Seriara SS. SS, a [uelles qie para gratificaren)
do, romo lora o Cacique da tribu curun ; o
quo que.- di/.or quo nj somos nem nunca lomos
chefe do |artillo, romo nao nunca foi, e nem j
ser aquello Cacique. i
Depois las interrogagoescima, prosegue o sa-
pinho constitucional.
Dizei que desde a visita de Sua Magostado o
Imporadi r al esta dala rteii/tiMiia alterar') tem
haoidoeit nenhiim i/c< ramos da administraro
proeincii l, nao se ha operado a menor uiudan-
eanoeampo la poltica. Lo quo querieis, -
nhor .' L nesse tacto que pon des lodos as vossas
.' I.' assim que tendes idea exacta do
que .--.ja ligoverno representativo i E' assim que
ronhori-is o jogo poltico de um govorno como o
nossu : como taes ideas, julgais poder ser o
choto do paido dominante?
A f do chhstio, que nao coiii|irolipndcmos bem
as perguntas do sapientissirao sapinho em rela-
co as iiossas palavras I
Nao leudo o Liberal oada encontrado digno de
censura durante a oslada do Sua Magostado Im-
perial nesta capital, nio Ionio n'aquolla poca
dirigido queixas contra a odminislraco provin-
cial, o nada leo do osla alterado depois, sao in-
justas as queixas acluaes, foilas no intoulo do
plodii/.irem e.'eilo na corlo
Por tanto nao sabemos que vera as taos per-
guntas do omavel sapinho.
Continua o curursinho :
Dizei que, quem naoestiverna provincia, e
cahir na asnoira do acreditar as palanas do Li-
beral, ha de persuadir-sc quo com effoilo ha na
provincia dous campos, cm que co
partidos polticos. Enlo conl'essais que nilo ha
dous partidos polticos ? Sim, conl'essais. Logo
s ha umlparlido poltico. Qual ser'elle ? Vos
mesnio o indicareis.
Repoliljemos sempre, que na provincia nao
existem partidos polticos, e o farcinos fundados
as proprias palanas du Cacique.
Tal vez a nao so leinbro do quo rscrcveu em
1851.Dfase o Cacique n'aquolla poca.
Partido poltico a collocco do ideas e prin-
cipios, que por consenlanoos a razo, c represen-
o mrito de corages rerdaoirameute gneros o
como foi o Sr. Joo Caolano dos Sanios, co tu-
pi ara m a expensas suas uma coma na impor-
lancia de OaOjOOO rs., para Ihe sor olleitada na
occasio do beneficio ?
Seriam SS. SS. quo offertaram pobre viuv
de um enferraeiro do hospital, que alli havta
fallecido, uma pequea propriedade como para
remunerar em sua inulher e lili,os os servi-
;os prestados pur sou marido a expensas
s tas .'
Seriara ainda SS. SS. quo se lembraram de
que aquella viuva eslava pensionada de lilhos
quo nao podio sustentar e educir, e lomaram so-
lue seus hombros o encargo de os mellerem em
esl ibeleciraenlos era que podessum recebar urna
educarao regular)
Parece-nos que nio !,. No entanto tactos des-
ta nalureza so deram durante o lempo das pri-
meirasadministrogOes, sera que so flzosse lauto
, o sera quo soffresse o cofre do hospital,
nem tio pouco fosse contrariada uma s lo lira dos
esl iluios quo entino rogulavam .
Dizei-nos, Sis. socios do Hospital Porluguez
de Beneficencia, lanos homens cujos nomos va-
liosos lomos j decorados, merecem ser vilipen-
diados ostouieadau.etile por uma administra ao
disapontuda !
Sao os socios que reunidos em maioria no dia
19 de Janeiro elegerara acommissio, lo desii-
tuidos do sonso, que nao couhegam o trilito af-
faslado, pelo qual meia duzia do homens vidos
do posico.es na sociedade. tem comprehendtdo
comb.iiem dous se.n allengo alguraa exercer O direilo absoluto
do senhores !
Que insollrivol faluidade I
Se nao lora a noressidade do forharraos aqui
esle artigo, muilo mais diriamos ainda acerca
desta queslio ; no entanto sentimos que certa
genio quo nao lem por si seno a vaidado c o ur-
gulho deseiilieado s procure a imprensa para
dar a copia do que sao, fazcndi al patronato
daquillo que de dircito nos pertence, compro-
metiendo o futuro de uma assoriaco inteira, e
que passando do mais a mais pelo "crvsol de de-
taiiros da folicidado do poro, se encontrara sera 'copios terriveis, se aprsentelo ainda em P"-
preparacib e sera concert gravados em quasi, blico cora aquelle desfagamento que Ihe pecu-
lodos os espiritos regulando suas aeces, suas liar. L' que se lembraram lalvcz do anligo a(li|-
tendencias, lormando emliin seus juizes o opi- glo porluguez :alirar com a vergonha e il0
moes. Lrangolho, para onde os irados alirara cora
Se o sapinho demonstrar quaes sao nesta pro- capuz
vincii as ideas e principios representativos da' Adeos, Srs. redactores, al a rolla,
felicidade do povo. que nos termos da difinigool Seu amigo e eonhecido.
dada conslituom os dous partidos politices, que O cr-soo-.o u'uAmizade nos une
luiam presentemente, Ihe entregamos as mos a ________
palmatoria. .
Acaba de chegar do Baha, do onde natu-
Descancc o sapinho que o sen intitulado par.i- ," *f?JLa g^da K* ZlSZV?**-
o liberal l,..j denominado constitucionai por &$%*&* S%ZSff
ansa da repulsa dos rerdadciros Itberaes, nao o nosso thoalro. 'wm n
oulros na iulengio,
resse.
as
propno in le-
al in ej o do
as proprias ponas de suas armas se fere o
Cacique, quando nao queira aceitara denomina-
rn de faego.
Fallando dos partidos polticos em 1831 disse.
Desde o momento que os partidos guerream
somonte csteou aquelle acto do funecionario pu-
blico, ou do govorno : desde o momelo que os
partidos impugnara apena* esta ou aquella lei,
os partidos nao team o carador do polticos, e se
convortom as vezes em meros ganhadores ( que
carapuca ) animados de odios pessoaes, o do
momento.
Ora meta o sapinho a mo na consciencia, e
diga, se nao vordade, que quando fosse possi-
vel admitlir para o sou grupo o nomo de partido
nao estava elle enraprehendido ua qualilicaco
dada [icio Cacique ?
Responda sem ceremonia.
No numero seguinle concluiremos aa nossas
reflexes.
Reciio 3 de marro.
W.
Hospital portugoez.
Nao era necessario anulysar o manifest redi-
gido e publicado por uma commissao nomeada
pelos socios do Hospital Porluguez de Beneficen-
cia, encarregada desyndicar a marcha admnis-
i rali va e econmica da junta em queslo ; para
dos Pernambiicanos, ntreos quaes sao lo jus-
tamente apreciadas as artes liberaes.
O Sr. Joo Rispo da Igreja loca instrumentos
de sopro, mas especialmente eximio no pistn.
Esperamos que o artista nao desmentir aqu
do alto com-cilo de quo goza, e que o nosso pu-
blico Ihe preste o auxilio de que iieeessiu.
O publico Ilustrado tem visto como o Sr. Dr.
Alcanforado, que lido era foro de grande juris-
consulto, ha desenvolvido a sua questo magna.
era um artigo de lei, nem uma opinijre de es-
criplor, nem uma operario de hermenutica, era
uma dodueco lgica dos circumstancias do fac-
i : fundamento da sentenca appellada contra
fundamento do accordo, porque cmfim a sen-
tenga o verdode, e o accordo o erro, cousas
que por si se demonstran), como o ego sum qui
sum ; por"onto de partida a (alsidade das leltras,
o que justamente o poni da questo ; e por
assevcrago dogmaliro, dado o caso que as let-
tras sao falsas, que a falsidade nao parlio da ca-
sa de Bicber, porque caso de Bieber, e sim da
caixo filio!, porque caixa filial. E assim se a-
zem os hroes!
Respondo oo artigo publicado no Liberal de
hoje, e quo prova vel mente lera a sua segunda edi-
co no Diario do amauha. Quiz o Sr. Dr. Al-
canforado refular o fundamento do accordo, e
segundo as normas de um grande jurisconsulto,
oppe ao fundamento do acrordo o fundamento
da scotonga appellada. Fallemos serio : seria in-
enlrarmos fcilmente no conherimento de fados, crivil, so nao vissemos, a coragom com que o Sr.
que nao sendo contrariados pelo seu relaiorio, i Dr. Alcanforado quer mystificar este pobro pu-
lulo podiam lambem ser desmentidos pela voz blico eos seus consliluintes
rouquenha da energmenos que respiran) o ar
postlenlo do arbilrio c da prepotencia I
JJizor ao publico que a commissao ra anteci-
pade cm revelara analyse dos actos daquella ad-
O que se le na sentengo appellada ? Que Poggi
affirma, que o caixa de J. Kcller & C. dissera seC-
rem falsas as firmas de sua casa Ora Loppacher,
alrmando sercm falsos as firmas de sua casa, o
(MUTILADO


\
nao as da casa de lliebcr, dizuuo mais que me-
cer bem poderla acabar com a queslao, pagando
as lellras, e fazendo demorar oomesmo Poggi, era
quanlo mondava aviso a casa de Bieber, abri/es-
pado a que o merelissimo tribunal do commercio
concluisse, ou que a Qrnia Bieber era verdadeira,
ou que ser falsa, linha sido falsiikada na mes-
ma casa Bieber, a qual nao leudo provado, como
nao provou, a falsidade argida, deveria ser con-
demnada, como o foi, a pagar as lellras em ques-
lar>. *
Eis o grande crime 1 A sonlenca appellada en-
tendendo nao dar peso, ao que ahi Uca dilo, len-
o em peuca conta mesnio o dbale acalorado,que
iiveram Loppacher e Rok, om quanlo Poggi es-
perava a resposia do aviso feilo a casa Bieber, a-
ceiiou entretanto como cousa da maior pondera-
cao o depoimenlo de Loppacher, o qual acariado
om Poggi ouvio d'este as affirmacoes j feilas,
ocastellando-sc em urna nua negativa, confessan-
o isto apezarde, segundo diz, nunca terlidosus-
peila da casa dos embargantes.
Como j disse urna vez, no jogo das presump-
coes e na ponderado de cada urna d'ellas pelo
raciocinio, to livre for a senlenca appellada, co-
mo devera ler sido o accordao ;" entretanto is-
tu o que nao pode compreliender um jurisconsul-
to por mais tratos que dea sua imaginacao.
Diz a senlenca appellada ser verdade," que to-
das as teslemunh.is.dos embargados menos Ires,
ofllrmam ter l'oggicontado,o que passados das de-
puzera. logo depois de vollar da casa de Kcller ;
O que de bem pouco prest i ino dos embargantee,
na vosico em que se collocaram; concluindo que
Poggi narrou isso na caixa, talvez por ter mal
comprehendido o pensamento de Loppacher.
Ora, no talvez da sentenca appellada enlrfn-
clieira-se o accordao contra'as sellas do Sr. Dr.
Alcanforado. A senlenca toma a narracao de
Poggi como conseguencia de haver sido 'talvez
nial compreliendidu o pensamenlo de I.oppacher;
o accordao considera a narrocao do Poggi, feita
com lana seguranca logo dep'ois da oceurrencia,
Como cousa talrez mais acredilavel, do que as-
negativas de I.oppacher.
E assim lem sempre argumenlado o Sr. Dr.
Alcanforado n'esla sua magna queslo, sem ja-
mis chegar ao verdadeiro ponto, que o se-
guinle
Talcez contra lalvez, anda que um seja maior
do que oulro, em materia de lultras, quem dove
pagar? Se o uosso regulantenlo commercial re-
quer para que os embargos na acoo de lellras
sejam recobidos sem cndemnac, a existencia
de prova cumplida, por que tanta gritara contra
o accordao, quando este nao fez mais do que cum-
plir a lei, e desautorisar um preceden lo immen-
samente perturbador das retardes eommcrciaes'?
J. P. do Reg.
Recife. 29 de feverciro do 1SC0.
Correspondencias.
Srs. redactores.I.ondo em seu Diario n. 51
a narracao de um aconlecimcnlo, dado no Ara-
caty com o promotor o Sr. Dr. Dr. Veras, acon-
lecimento narrado com grandes inexaclidoes. nao
s porque foram omitlidas circumslancias muito
ussenciaes, mas ainda por bstanlo peccar con-
tra a verdade, resolvi-me. como teslemunlia pre-
sencial, fa/.er publico aquello acontecido tal qual
se passou, para esclarecimento daquelles que
desejarem ter urna idea justa do occorrido : eis
a historia.
Ap|iroximava-sc o dia 2 de fevereiro, dia em
que all se celebra com alguma pompa, na ca-
pella do Senhor do Bom-lim, a fsla do dilo Se-
nhor ; a dlrecao influente da fesla, composta de
pessoas, que pertenciam a um dos lados polili-
C08, que alli ev.slem. prelendeu. para nielhor
rnalo do festejo, obter urna rica custodia, per-
tencente a irmandade do S>. Sacramento ; seu
thesoureiro, o Sr. Jos .Mauricio de Lima, em
vi ilude de um art. do compromisso, que prohibe
sabir para fora da malrz as alfaias da irmauda-
de, oppoz-se a que islo tivesse lugar, c conslan-
do-lhe, que o sacrislao do vjgario inlentava fur-
tivamente emprestar a dila cuslodia, que se a-
a entao em um gavelao, propriedade da ir-
mandade, c prestado para servieo da fabrica, di-
rigio-se matriz, cm companhia do giarda da
mesma irmandade o Sr. I.uiz Candido Ferreira
Chaves, c pedio ao sacrislao a dita custodia para
guardar, este nao a quiz entregar, lendo-a fe-
chada no gavelao da fabriro ; o Sr. thesoureiro
iio conseguindo obter a chave, manda arrancar
a fechadura e rccolheu a cuslodia cm um arma-
rio em que era costume guardar-se as alfaias da
irmandade, A direceo da feslirdade, vendo-se
nssim LPiitrariada. faz com Tue o Sr. Dr Vera;
denunciasse ex-ofDcio contra este fado, classifl-
cando-0 em crime de roubo! O Sr. Dr. Veras
a.-siui proceden, e o suhJelegado, ancinso de ful-
minar a pronuncia, inquiri testemunhas apro-
priada9 e convenientes, c o processo em pouco
foi terminado, sendo os Sis. thesoureiro e guar-
da pronundos cm roubo: e inmediatamente
urna tropa poz cm cerco as casas desles senhores
para serem arrancados para a enchovia, porm
elles. evadidos ha lempo, correm para a capital,
o levam o faci ao conhecimento do presidente
da provincia. S. Exc. logo com promptido exlra-
rhou ao subdelegado, e ordenou-lhe.quo sustasse
qualquer procedimeulo dependente de tao irriso-
rio processo e pronuncia, fazendo as victimas vol-
larein tranquillas para o seio de suas familias.
E de lamentar, que o Sr. Dr. Veras, inicua-
mente extranho as intrigas do lugar; se cons-
tituisse, logo que alli pisou, um ceg instrumen-
to de odios ^ivelerados sem a tal ser provocado,
osle e oulros actos alli pralicados pelo Sr. Dr.
Veras sao bem tristes.
Tcnham, senhores redactores, a bondade de
publicar eslas linhas tracadas com espirito de
verdade, e segundo presenciou o
Tettemuuha.
Pcrnambuco 3 de marco de 1860-
Srs. Redactores.l'm correspondente do Dia-
rio de boje, tratando dos negocios do Ouricury,
faz allusoes, que evidentemente so referem a
mim. E' porlanto do raen dever acceilara luva,
porque se trata do que me c mais charoa dig-
nidade pessoal, mas quero saber com quem
vou lutar.
Assigne pois o correspon lente os seus escrp-
tos ; dia quem e, pira que eu veja, se me lica
Lem medir-me com elle.
Emquanlo porem o nao fizer, e limitar-se a
alirar-me de emboscada, nao lenha esperanoas
de que eu lhe de respostn, poique nao devo r-
riscar-me a travar lula com um cobarde, que
tem medu de ser conhecido, talvez por ler a cons-
cicncia esmagada pelo peso das infamias, e cri-
mes que lenha praticado.
Rogo-Ibes, Srs-. Redactores, que publiquen! es-
Ijs linhas do seu ele, etc.
Francisco Carlos Urando.
Recife 5 de mano de 1860.
DIARIO DE PERNAMBUCO. ~ TERCA FF1RA 6 DE MIRCO DE f86ft.
dever de euipenliat tuuas as suas lorias tem,
pois, sido superior a todas as fadigas, "entrando
al em tratos com as mulheres. Do porla era
porta, sempre de chapeo na mao, lem consegui-
do inleressar o sexo amavel pelo seu candidato,
e com lal arte, que pasma. Nao v mulher gr-
vida, que nao corra u npalpar-lhe o venlre, apo-
sentando o acolhido da groja para padrinho de
crianca e olYerccendo-se para baplisar.
C no mallo o compadre da mulher, consegue
ludo do marido, e, pois. tantos sao os alunados
quanlos votos se contara.... J so ve, quao va-
lioso nao o Irabalho do bom padre ; mas elle
vai ainda mais adianle. Quando levado do cau-
casso que sc deixar a communicacao das mu-
lhere3, aquellos que as encara como lenta^ao e
perigo da humanidade, volta-se o digno sacerdote
a conquista dos homens. A estes falla ello com
a linguagem do pulpito concluindo sempre com
o relslorio das virtudes do seu candidato, e di-
zendo.com a mais edificante unc.oell>> hade
vencer porque Dos e Nossa Senhora da Cin-
ceieo, aquem lem prestado tantes servims, as-
sim o querem.
Esta protecro divina, que por ora ainda nao
declarou o bom padre, ser conhecida por precen-
timeuto seu, ou revelaco, lem feilo o seu can-
didato gaohar muito terreno, o crear porsi as mais
seguras probabilidades.
Alcm deste meio eleiloral e de outros muitos
do que usam ambas as parcialidades falla-so
lambem em muitos. conlos subscriptos e por
subscrever. Achoque este nao ser muito ef-
m
ulpisla ; a Anloiiiu Lu/, e Uliveua
18 liarricas
Azevedo.
12 barricas sardinhas, 3 caixas balatas; a M.
J. Gonijalves da Fonle.
IODO liabas de vime ; a Joaquim F. Mendos
Guimaraes.
4n barris louckiho ; a J. Carlos Coelho da Silva.
50 ditos azeite ; a Thomaz de A. Fonseca J-
nior.
40 ditos azeite, 52 ditos sardinhas; a Almeida
Gomes Alves & C.
10 pipas vinho ; a Manoel Joaquim llamos e
Silva.
80 barris carne ensacada ; a J. Marcelino da
Rosa.
50 caixas btalas; a Antonio Lopes Rodrigues.
3 barris vinho ; a Candido C. G. Aicoforado.
1 di.to vinho muscalel ; a M. J. Carneiro.
4 caixas figos, 2 saccas alfazemn, 6 caixas ce-
bolas, 1 dila calda de tomates, 1 dita figo rechea-
do : a Joo Licio Marques.
10 barricas sardinhas, 600 molhos ceblas, 1
caixa de floras, 1 dila de fructas, 1 gaiola passa-
ros ; a ordem.
1 caixole, ignoro ; a Jeronymo Roque.
Brigue portuguez Tarujo, vindo do Lisboa,
consignado a Manoel Joaquim Ramos e Silva,
manifeslou oseguinlt^:
4 pipas e 30 barris vinho, 10 pipas e 50 barris
vinagre, 50 barris azeite doce, 22 barricas alpis-
la, 30 barricas linguieas, 150 saccas semea, 100
caixas btalas, 65 barricas sardinhis, 500 mo-
lhos ceblas ; ao consignatario.
ficaz, nao so pela desconfianza de que a aecumu-, 20 pipas e 85 barris vinho, 10 barricas vina-
lacao de tantos conlos possa degenerar cm petas,: gre : a Thomaz de Aquino Fonceea.
como lambem porque acho baslante endecoroso'
e ultrajante para urna populacho qualquer., o cal-
culo firmado na deshonra das vendas de conscien-
cias.
Deixarei os detalhes eleitoraes, para nao mas-
sar os respeilaveis leitores.
A junla de qualificaiao reunio-se honlem para
atlender as reclamaroes dos prejudicados. Al
aqu anda nao appareceu nenhuma ; mas diz-se,
que por falla de urna cerlidfio que so est ex-
trahindo na secretaria do governo.
Dia do S Silvino houvo aqui enlhusiasmo a
farlar. llluminaram-se quatro casas o urna ta-
berna, sendo a parcimonia da illuminaco con-
Irabalancada pela profuso de fugeles, que quei-
maram.
A msica do batalho da villa tocou a porl
das casas Iluminadas o da do juiz municipal.
Nosei se dia de S. Manoel haver cousa.
O nosso digno juiz municipal anda em mar
de burro, quanlo a exaclido de noticias. Pois
30 pipas e 150 barris vinho; a Barroca 4 Me-
deiros.
37 caixas cera ; a Antonio Lopes Rodrigues.
1 caixao bracos de balanra ; a Vidal & Bastos.
1 dilo candieiros c perfumadores de lalao ; a
Domingos J. 1". Guimaraes.
30 barris sardinhas ; a Manoel de Oliveira Fa-
neco.
100 saccas semea ; a Siqucira & Pereira.
30 barris sardinhas ; i- Hamos & Silva.
2 caixotes mercurio ; a M. de Mallos Machado.
30 barris louciuho ; a J. Baplisla da Fonseca
Jnior.
3 barricas o 4 caixas drogas medicinaos ; a J.
Alexandre Ribeiro.
16 barris sardinhas ; a Ferreira & Marlins.
50 dloschouricas, 100 ditos toucinbo ; a oo
da Silva Regadas.
20 meias barricas sardinhas ; a Antonio Alves
Villela.
2 barricas. 30 meios dilos e|70 barris sardi-
iao e que elle seja fallo de criterio, e menos que nhns ; a Manoel Joaquim da Costa.
seja dado a inventos, nem mesmo ao da plvora
que a la tem sido m, c os tratantes abusara
da sua simplicidade.
Nao ha muilo que poz o delegado a correr para
corlo engenho, para fazer vistoria n'um hornera
ferido gravemente, no enlretinto que tal nao lia-
na. Agora novamente fez o delegado ir ao mes-
rao engenho para examinar a morte e enlerra-
mento de um escravo ciriciado, quando lal lam-
bem nao se deu, lano que o delegado achou o
suposlo morto chelo de vigure vida.
Todo osle zelo e solicilude do cargo, que afora
o estafamento cm que vira a ficar o delegado, c
a insubordinaco que podo dar-se na escravatu-
ra do engenho, sao por todos os mais motivos
louvaveis.
Est nomeado vigario interino de Itamarac o
padre Genuino, pessoa mui estimavel e digna a
Iodos os respeitos.
s enterramenlos as grojas que so tornam
id tolerareis. Honlem funecionava a junla de
qualifleacao, cum um defunlo a vista !
Nao posso deixar de censurara cmara muni-
cipal, que desde a poca do cholera at boje
ainda nao cuidou de poro cemilerio em condic-
coes de adrailliros cadveres da fregue/ia.
Ainda agora o Imperador fez-lhe doai o de
um cont de res e nem assim se trata das obras
mais urgentes, que com essa quantia poJiam ser
levadas a elieilo.
Acaba de............ Nem mais palavra, lem-
brei-me agora do tutu.
[guarass 20 de fevereiro de 1830.
COilOlEHG!
TPwa doUecifo, :> demarcodelSGO
AS TRES HORAS DA TARDE.
Ciitaces ofilciaes.
Descont de letras15 0/0 ao anno.
Cambio sobre Londres 25 e 25 lp3 d. a prazo,
c 25 1|2 d. a dinheiro 9d d|v.
George PatchellPresidente.
VubourcqSecretario.
iVlfuuilega.
Rendimentodo da 1 a 3 40.020!106
dem do dia 5.......29:5419922
Montciio
a L. A.
61:1715023
Xovimento da alfmule&n
Voluntes entrados com lazendas
com gneros
Voluntes saludos com fazendas
com gneros
107
337
------49
101
433
------534
Sr. redactor da Revista.A exctaiao do ani-
mo que havia produzido a conlend cleitoral ;
parece que vai cedendo campo a caballa calma.
Passou a quaficacao que havia sido o faxo da
discordia, e agora a esperara-a, que a parciali-
dade derrotada aliracnla de annulaeao da res-
petiva junta, tem servido de agua a fervura,
pondo um pouco fora da moda a linguagem das
&meacas e os grupos de cacelistas.
A paz, porlanto. reina nesles ullimos dias, co-
mo Dos mando, dzendo-sc apenas que o lurun-
dundun est adiado para a nova qualifleacao, se
for annullada a ja feita, ou para as elckoes. E
natural que entre moriose feridos algnni escapar
da tormenta, sendo dcste numero a minha pobre
indiiidualidade, que por indigna da pugna dos
grandes vultos, esl resohida a nao passar de
espectador de longo, para dar-lhe noticias cir-
cunstanciadas.
Prescindindo do futuro, que a Dos pcrlence,
tralarei somonte do presente, em que se nao sao
honestos os meios eleitoraes em aeco, fora de
duvida que agora sao pacficos.
Um delles, e alias bem poderoso, emprega-
de por um bom c sanio Padre, que levado de
instincto prnprio c cnnsclhos de Frei Caeano,
sempre so conservou separado das cousas mun-
danas e nicamente votado aoscu rieolhimento,
reagido com vontade forte e abstencao absoluta
contra a fragelidnde da carne. Agora, porm,
que o seu espirito evanglico, demasiadamente
excitado pelo perigo, em que a causa da reli-
giao de Christo caminha, com os projeclos de
casamentos civis, e paophlutos allenlalorios do
poder temporal do Papa ; lhe tem dado o grito
de alerta, era forcoso carregar a cruz da groja
pelos altos e baixos do mundo.
Trala-se nesle circulo de duas candidaturas,
urna wouroe outra chrislaa, e o santo padre,
como apostlo do cvangelho.declarou-sc por esta
contra aquella, para que a groja nao perca no
parlamento urna palavra potente e ortodoxa, co-
mo a do candidato que adopten.
Docidindo-se a dispor das horas perdidas para
o breviario em favor do candidato da igreja, bem
se v que o estimavel ecclesiastico, contrado uui
Desear rega boje 6 de marco.
Barca inglesaIrisbacalho.
Brigue inglezLimes mercadorias.
Barca [americano Fania Cunshaw farinha de
trigo.
Brigua americano BranJy-wine o resto.
Brigue americanoBoho gilo e balatas.
Barca porluguazaSympathiapanfilas do ferro
Brigue porluguez=Tarujo=diverso9 gneros.
Brigue portuguezSoberanoidein.
Brigue portuguezConsta o ti;dem.
Patacho portuguezJarco:=idoin.
Importa ('o.
apor nacional Iguarass, procedente dos por-
tes do norte, manifeslou o seguinte :
27 harriqunhas sebo, 8 caixas papel, 1 caixa
limas, 3 folhas zino, 2 caixas sellins, 18 rolos
chumbo, 0 peas cabos. 10 barriquinhas canos
de chumbo, 1 caixo charutos, 1 tilo bacalho,
1 dilo diversos objectos, 60i) saceos farinha, U(
ditos caf, 150 caixas sabao, 50 saceos carrapalo,
336 saccas la, 1 caixo e 2 barricas carne, 2 ro-
das de engenho, 1 fardnho esleirs, 132 meios
de sola, 7 molhos courinhos, 1 couro bezerro, 2
saceos ponnas de cma, 76 saceos e 2 caixas car-
nauba, 1,120 couros niiudo, 500 molhos palha,
2 saceos chapeos do palhr, 1 barrica queijos, 3
ditas carnauba; o ordem de diversos.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, procedente
dos porlos do norle, manifeslou o scguinle :
20 barris, 3 caixotes c 110 saceos ; ignora-sc.
1 caixa joias ; a ordem.
100 barris ignora-se ; a Jos J. Dias Fernan-
dos Filho.
1 caixa dem ; a Manoel de Souza.
1 caixole dito : a Raymundo C. Valontc.
1 caixa dem e 1 encapado ; a J. C. da C.
2 encapados ; a I). F. B. da Slvcira.
1 vo'umc ; a Antonio Jos Marques.
1 dilo ; a Jos Baplisla Ramos.
dem idem ; a Francisco Antonio das Cliagas.
dem idem ; a Gama & Azevedo.
1 bab ignoia-se; a J. A. Pereira Pacheco.
Patacho portugus Jareo, viudo de Lisboa con-
signado a J. dos Santos Pereira Jardim, manifes-
lou o seguinte :
20 barris azeile de oliveira ; ao consignatario.
6 pipas e 30 barris vinho, 100 barricas cal em
podra, 20 pecas cabos do Cairo, 100 saccas semea,
5 ditas corada, 20 barris loucinho, 10 dilos car-
ne de porco ensacada, 10 dilos manteiga de por-
co ; a Thomaz de Aquino Fonseca.
6 caixas drogas medicinaos, 1 barrica giz ; a
B. Francisco de Sousa.
1 caixa vinho ; a Diogo Thomaz Esleves Vianna.
1 dila dito ; a Guilherme da Silva Guimaraes.
1 dila dilo ; a Jos Joaquim da Silva.
1 dita dilo ; a Francisco Mamede de Almeida.
1 barril dilo; a-Cumpos & Lima.
20 barricas alpista, 10 ditas sardinhas ; aAmo-
rim ex Jrmo.
6 barris vinho, 5 ditos vinagre ; a Antonio
Joaquim Campos.
1 caixa obra de lato, 26 barris vinho ; a Bas-
tos & Lima.
100 saccas semea ; a Augusto Piulo de Lentos
200 ditas dila ; a Bastos Irmos.
1 caixa balauca ; a Manoel Ferreira da Silva
Tarroso.
1 dita impressos ; a J. J. de Mello.
6 pipas vinho ; 100 saccas farotas, 60 barris
tournho, 20 saccas feijo, 20 ditas milho ; a
Francisco Scveriano Rabollo & Filho.
100 caixas btalas, 10 barris azeile doce, 50
dilos sardinhas ; a J. Gomes Loureiro.
4 caixas figos ; a Custodio J. Alves Guima-
raes & C.
3 ditas oleo de alfazema : a Maneel Jos de
Souzo.
1 caixa e 6 barricas drogas, 60 sacc semea,
de Oliveira
a Texeira
C.
amostra ; a
40 barris loucinho, 52 meias barricas sardi-
nhas ;a Joo Carlos Coelho da Silva.
50 barris loucinho, 23 dilos vinho, 13 barricas
e200 barris, sardinhas, 53 podras decantara ;
a Tasso Irmo.
1 barril chouricas : a Domingos F. Haia.
16 barris loucinho ; a J. J. de Seixas.
25 barricas sardinhas ; a Amorim Irmo.
12 barricas semea ; a Antonio Rodrigues Pi-
nheiro. i
4 saceos continuo, 4 dilos ervadoce ; a Antonio
Luis de Oliveira Azevedo.
Vapor inglez Tgne, procedente dos portos da
Europa, manifeslou o seguinte :
3 caixas vestidos e modas ; a J. Baplisla Fra-
gozo.
6 voluntes fazenda de la c vestidos; a Vai &
Leal.
7 voluntes fazenda de seda confelorias c relo-
gios ; a J. Keller & C.
t caixa chapeos de sol de soda ; a Manoel
Ainio.
1 volunte perfumaras; a Antonio Francisco
Pereira.
2 caixas fazenda de seda, 2 cmbrulhos amos-
tras ; a C. J. Astley & C
2 caixas fazenda de seda; a L. Wild & C.
1 caixa manteletes de seda ; a Ferreira & A-
raujo.
2 ditas flores artificiaos. 1 embrulho amostra ;
a Ser, Filhos k C.
6 voluntes sedas, calcado, cintos, fazenda de
linho, coufelorias e fazenda de seda ; a E. Lau-
reuce.
1 caixa fazenda de seda, 1 embrulho amostra ;
a Gebe Kalkmaii & C.
1 tina bixas ; a J. Falque.
1 caixa sedas; a Kalkmanfurus.
4 ditas chapeos, penles e botos; a
i Lopes & C.
I 1 caixa sedas e luvas, 1 dila amostra
Siqucira.
2 ditas confelorias ; a Cala Freres.
2 ditas fazenda de l o seda, 1 embrulho amos-
! Ira ; a Barroca Hedeiros.
6 ditas sedas c confelorias e 5 voluntes amos-
i Ira ; a Emelu Dedier.
1 dita bolinhos, 3 cmbrulhos amostra ; a Ra-
mos Dupral & C
4 dilas espclhos, 1 dita calcado ; a Ferreira &
Hatheus.
3 voluntes fazenda de snda, joias, ele, 1 em-
brulho amostra ; a I). T. Wild & C.
4 caixas sodas, perfumaras, joias, capas, sa-
patos, penas, ele ; a J P. Adour & C.
1 dila sodas; a Ch. Samier.
2 dilas bolinhos; a Sau & I).
3 ditas ditos, joias, relogios; a F. Sonvagc & C.
3 dilas joias, dita sedas ; a E. A. Burle & C.
1 dila chapas de piala; a Rocha Lima & Gui-
maraes.
1 volunte joias; a F. J. Gorman.
1 caixa relogios, etc.; a A. J Paria Jnior.
1 dila ditos; a Schaphellim t\. C.
1 dila fazendas; a ordem.
1 dila diversos objeclos, 2 cmbrulhos amos-
iras ; a II. Gibson.
1 dita relogios de ouro ; a F. G.
Sobrinho.
50 dilas queijos, 1 dila ignora-sc
Bastos S & C.
2 dilas dilos ; a Prente Vianna &
^ 50 barris manteiga, 1 embrulho
Saonders Brothers.
6 caixas vinho; a J. II. Huniron.
1 dita vinho, 2 barris dito, 1 caixa arreios, 1
dita instrumentos malhenlaticos; a J. Whtfeild.
1 dita joias ; a Isaac Curio & C.
2 dilas obras de metal; a South di Mellors.
ditas diversos objeclos; a M. Sotham. & C.
1 dila bixas; a SI. J. Ramos e Silva
10 dilas queijos ; a Brander a Brandes & C.
1 dita joias; a Rabo Scharacttcau & C.
1 volunte dilos ; a V. J. Gorman.
1 caixa relogios de ouro, 1 embrulho amostras;
a Arckwgthet & C.
1 dita lluras ; a A. LopdS Rodrigues.
1 embrulho papis impressos, 2 ditos araos-
ras ; a Adamson Ilowce & C
1 embrulho amostra ; a Paln Nash & C.
1 caixa papis para desenlio ; a J. W. Walke.
1 embrulho amostra ; a Siqucira Pereira,
1 caixa objeclos particulares ; a Jaras Oliver,
1 embrulho amostra ; a Kostron Roocker & C.
1 dito dita ; J. Ryder & C.
1 1 caixa objeclos particulares; ignora-so.
1 caaroupa; Georgo Martina.
3 ditas queijos ; a M J. G da Fonte.
2 ditas di os ; a J. F: Lima.
2 ditas ditos; F; J. Leile.
I embrulho livros; a Whailey Forsler & C.
1 caixa roupa ; a James Royle.
2 ditas provisea ; a E. II. Bramack.
1 volunto roupa; a John Esteween.
1 caixa arreios ; aot)r. F. C. Aicoforado.
1 caixa amostra ; a Candido Aicoforado.
1 enibrulho amostras ; a James Crabtre & C.
2 dilos jomaos ; a C, L. Cambrone.
1 dilo amostra ; a Dammeyr & C.
1 dilo livros; a J. A. Moreira Dias & C.
1 caixa amostra ; a N. O. Bieber.
1 dila ditas ; a Figuera de Mello.
1 fardo peridicos ; a II. Iletick
1 dito ditos ; a A. M. C. Soares.
1 caixa castanhas; a J. F. Fernandos & Castro.
1 bab roupa ; a Antonio Marques Soares.
3 voluntes queijos, 1 barril peixe, 1 caixa car-
ne ; a D. Alves Malhues
1 caixa roupa ; a Arthur Stuard.
1 dila amostra ; a II. A Cooper.
Vapor brasileiro Tocanlins, procedente dos
porlos do Sul, manifeslou o seguinte :
1 caixo ignoro ; a Raimundo Leite & Ir-
mo.
1 caixa idem ; a Astlev & C.
1 dita, idem ; a J, Leopoldo Bourgard.
1 caixole idem ; a A. P. de Oliveira Ramos.
1 volunte idom ; a Alfredo Guilherme.
1 dilo, idem ; a Luiz Amonio Siqucira. .
a Jos Pereira Vianna.
a Joaquim da Silva Castro.
a Duarto Lechyem.
a Joaquim Viella de Bar-
ttrigue poriuguez Constante, nudo ue Lisua,
consignado a Thomaz de Aquino Fonseca, mani-
feslou o seguinte :
22 voluntes raiz de altea, extraclo de sulpha-
to, oleo de linhaga, olvaiade e ele, 9 caixas ra-
p, 70 ditas cera em velas, 60 barris azeite do-
ce, 20 barricas cera em grume, 32 pipas e 135
barris viuho, 17 pipas 10 meias dilas c 10 bar-
ris vinagre, 50 caixas ceblos, 150 saceos farelos,
9 barricas sardinhas, 3 caixas sardinhas, 3 cai-
xas chapeos, 100 barris toucinho.; aos consigna-
tarios. ,
2 barris sardinhas ; a J. Carlos Coelho da
Silva.
13 ditos dilas, 6 ditos p de ouro calcinado, 2
ditos vinhos ; a Miguel Joaquim de Castro.
49 barris sardinhas ; a Tasso & Irmu.
100 saceos semea ; a Siqueira A Peretra.
13 tolumes diversas aguas medicinaes e etc. ;
a J. da Silva Varia.
16 ditos espritus, broxas o drogas medicinaes c
ote; a Joaquim Martinho da Cruz Correa.
U barricas herva-doce, 40 barris toucinho ; a
Francisco Scveriano Rabello & Filho.
1 barril vinho, 19 volumes radeiras de vime,
4 dilos camas de ferro, lavatorios de dilo, col-
xo, umxergoe travesseiro ; a J. Paul da Fon-
seca.
2 caixas marmelada.1 dila raassa de tomates,
1 dita s8pato* de Irancinha, 50caixas ceblas; a
J. Antonio Soares Azevedo.
100 barris toucinho ; a J. Marcelino da
Rosa.
3 fardos flores medicinaes, 1 caixa capsulas-; a
Manuel Jos de Souza.
I barril vinho, > eaixas sapatos de tranca ; a
Moreira v Duarto.
15 birria azeile doce ; a J. Anton-o da Suva
Jnior.
II volumes broxasedrogas diversas ; ordem
1 garrafo azeilona; a PolycarpoJosc Layme.
25 barris e 30 ancoretas vinho, 70 barris vinho
branco ; a Amorim & trraao.
50 saceos semea : Francisco de Assis Brilo.
1 barril vinagre ; a Antonio Jos l'anasco.
50 barris azeite doce ; Bastos & Lomos.
6 dilos vinho, 8 dilos vinagre : a Antonio Joa-
quim de Campos.
1 volume cosas ; a J.de Aquino Fonseca.
5 caixotes marmore em obra ; a Guilherme
Carvalho & C.
1 caixa doce, 1 lavatorio; 2 camas da ferro ; a
Victorino Jos Monteiro.
1 caixa chapeos do senhora, 1 dilo lapctinhos
dcima de mesa ; a Bernardo Carlos Leile.
500 molhos ceblas ; aJ. Varia Progol.
50 saceos farelos ; a Joaquim de A. Queiroz.
U barris vinagre, 15 ditos vinho, 2-caixas mar-1
melada, 6 caixotes e 26 barris Oros, 10 barricas
umendoas, 4 caixotes amcixas, 1 dila chocolate :
a M. J. M. da Fonle.
30 barris azeile-doce, 12 caixotes peixe de cs-
cabexo ; a M. Joaquim Ramoso Silva.
170 ancoretas azeilonas ; ao capitn.
3 caixas camas de ferro ; a Antonio Pereira da
Costa Guimaraes.
3 ditos dilas de dito ; a Julio i& Carvalho.
2 caixas drogas medicinaes, l barrica cevada ;
a B. Francisco de Souza.
5 pipas e 75 barris vinho ; a Whallev Fos-
ter Y C.
3 caixas drogas medicinaes; a Ignacio Jos
de Castro.
1 caixole imagens ; a D Francisco lavares.
19 podras de cantara ; a J. Pereira Viana.
2 caixas livros, 2 dilas marmelada ; a Almei-
da Gomes, Alvos & C.
1 caixa chuellos de ourelo ; a D. Pereira de
A velar.
2 barris vinho ; Vidal & Bastos.
1 caixa rap ; Rocha Lima i Guimaraes.
2 volumes cantara. 031 lagos : Barroca V
Medeiros.
20 volumes gesso, lnhaca, moslarda, peneiros,
drogas medicinaes ele ; 'j da C. Bravo & G.
10 barricas alpista ; Antonio L. de Oliveira
Azevedo.
1 caixole livros ; Bcrn.irdino & Duprat.
56 barris azeile doce ; J. Baplisla Fonseca
Jnior.
Brigue americano Brandcoyne, viudo de Phi-
ladelphia consignado a J Malheus Austiu & G.,
manifeslou o seguinte :
1,260 barricas farinha de Irigo. 500 dilas bola-
xinhas, 7 caixas cha, 20 ditas fazenda, 6 dilas
salsa, 10 ditas vermifuge ; aos consignatarios.
Consulado geral.
Rendimonto do dia 1 a 3 6 69963S
dem do dia 5....... 2:512; 12!

9.-2I15662
dem dem com casca .
dem moide.......
Carne secca.......
Carvo de madeira .
Cera de carnauba- em pao .
dem idem era velas. .
Charutos bons .' .
dem ordinarios.....
dem regala.......
Chifrcs........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem dem soceos cspieltado3.
dem idem verdes.....
dem de cabra corlidos
dem de onca ......
Dosce de calda......
dem de Goiaba .....
dem seceos......
Espanadores grandes. .
dem pequeos.'.....
Esleirs de propon ....
Estoupa nacional.....
Farinha de araruta ....
dem de mandioca ....
Feijo.........
Fumo em folha bom ....
dem idem ordinario ....
dem idem reslolho ....
dem cm rolo bom ....
dem idem ordinario. .
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua.......
Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem era toros......
Madeiras cedro taboasde forro.
Loara pranchocs de 2 castados
Cos'.adiulio. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhados.....
dem quiriz.......
Virnhtice pranchdes de dous
castados.......
dem dem custadiulto de dilo
dem tahuas de costado de 35
a 40 p. de c. e i 1,2 a 3 de
largara.......
dem idem dito de do uzuacs
dem idem dc_forro ....
dem dem soalho de dito .
dem em obras eixos Je ~.
ra para canos.....
dem dem rodas de tiita para
dilas........
Mel.........
Milho.........v
Pedias de amolar. .
dem de filtrar......
dem reboles......
Piassava em molhos ....
Sabo.........
Salsa parriUia .....
Sebo cm rama......
Sola ou vaqueta meio) .
Tapioca........
Un has de boi......
Vinagre ........
fv
Rendimento do dia 1 a 3
dem do dia 5
rersas provincias.
819J210
:20
1:2365410
Despachos lo exportaeao pela me-
sa lo consulado dcsta cidade n .
dia T de marco do 18C*0>
Dia 3.
Havre Brigue francez Paralaba, T. Freres,
320 couros salgados.
Rio da Prata Polaca sarda Marta Eliza, T.
Basto S & C, 20 pipas agurdente.
Lisboa =; Brigue portuguez Tejo, A. Irmos, -
lO saceos asaucar branco e 150 dilos dito mas-
cavado.
Da 5.
Liverpool Barca ingloza Bonita, Whetely
ForsterA C, 900 saceos assucar mascavado.
Ro da Prala Brigue hamburguez < A. Irmos, 172 barricas assucar branco e 128'
dilas dito mascavado.
Rio da PrataBrigue hamburguez Rosalinda ,
A. Irmos, 3d0 barricas assucar branco.
MontevideoBrigue dinamarquez Concordia,
viuva Amorim i Filhos. 100 barricas assucar
blanco.
LisboaBarca porlugueza Tejo, A. Irmos, 200
saceos assucar luanco.
LisboaBarca porlugueza Gratidao. C. Noguei-
ra o C, 100 saceos assucar mascavado e 350
dilos dilo branco ; Domingos Jos da Cunha
Lages, 132 meios de sola.
i:x|mrta/ao.
Liverpool, barca iugleza Chase, de 456 tone-
ladas, conduzioo seguinte: 2,100 saceos as-
sucar. 1,08!) saccas algodo, 800 arrobas ossos.
Lisboa e Porto, barca porlugueza Pormosa,
de 472 toneladas, conduzio o seguinte : 2,563
saceos e 94 barricas assucar, 206 cascos mol,
10,000 unhas de boi, 3,000 pontas de dito. 153
paos quiris, 1 barrica caf, 1 ancorla agur-
denle.
llamplon Roads, barca ingloza l.ighl Briga-
de, de 380 toneladas, conduzio o seguinto:
4,800 saceos assucar.
Receueiloria de rendas internas
geraes de Pcrnambuco
Rendimentodo dia 1 a 3 8:5503323
dem do dii 5.......3:1728116
11:7225139
Consulado provincial
Rondimento do dia 1
dem do dia 5 .
a*3
6.677#178
2:766065
9:443#8i3
Pauta dos procos dos principaes gene-
ros c ppoduccoes nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
5 de a 10 de marco de 1860.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente ....
jjUOO
9S600
. 7g000
23000
- lOgOOO
123000
cento 2g500
isooo
3JJ0C0
5$000
4S000
libra 280
400
175
um 300
10$000
libra 500
400
1J000
um 32D0
1^600
urna 300
arroba IS6O0
3000
filqueire 2.S6C0
alqueire 6JOO0
arroba 1$000 1
93000
73000
123000
6S000!
3$000
arroba 353000
cento
13000
123000
urna 3goon
um 1
una 1

2g500

um


23240
];.-100
1
143000
IG3OOO
r,-: ; 10
103000
par 103000

caada 28
alqueirc 23500
urna 800
93)00
101201
um 2
libra 120
arroba 25300.0 !
1
urna -
arroba
cento $300 |
5O9OOO .
759609
21;60O
193809
32S10O
189OOO
2592OO
32>1C0
7e?oot)
1419060
97$5 10
4530 1
909000
53000
I
97#3
8*6J400
I
I
1
: i.- *
21$qU0
1;.;: K)

Mov ment do porto.
Navios entrados no dia 4.
Aracaty, 9dias,hiate nacional Aracaty, de 35 i
toneladas, mostr Joo II. de Almeida, equi-
pagera carga algodo c mais gneros ; a Ca-
minha & Filhos.
Ilonululn, 90 dias,galera americana Bruius, de
470 toneladas, jcapilo G. L. lleniy, equpa-
gem 22, carga azeile de peixe, veo' refrescar,
e segu para c mesmo porlo.
Liverpool, 33 das,brigue inglez Adelaide, de
310 loncloilas, cap tao .los lluntor, cauipagem
10, carga fazendas c mais gneros: a Arkw-
riglh kens& C.
6ra5, di'15. Patacho nacional Amna, de
182 toneladas, capilao Graciano II. Hara, cqui-
pagem 15, carga farinha c milho ; a lasso
lrmaoa.
Navios sahidos no mesmo dia.
Parahiba.Sumaca hespanhola Guadalupe, capi-
lao Joao Pontanille,carga cm lastro.
Ccar.Hiato nacional Santo Amaro, copito
Francisco G. de Seixas, carga varios gneros.
Baha. Sumaca nacional Bortencia, capilao
Joao Custodio do hemos, carga agurdente o
assucar.
Rio da Prata.Sumaca hespanhola farinosa, ca-
pilao Alsina, carga assucar.
Bio Grande po Sul.Barca nacional Saudade, ca-
pituo Joaquim Amonio Das ta Silva carga
assucar.
Rio da Prata.Polaca oriental Santo Agoslinho
capito F. de P. Curden. carga assucar.
Lisboa, pelo Porto.Barca porlugueza Formosa,
capito Joaquim Francisco Pinheiro. carga as-
sucar e mel.
Navios entrados no dia 5.
Rio de Janeiro, 15 dias,biigue inglez Joshu
Mary, de 243 toneladas, capito John W. Fur-
nes, equipagem 10, cm lastro ; a Amorim li-
maos.
Babia, 7 dias,hiate nacional Bom kmigo, de 78
toneladas, capito Jos Manoel Fuza, equipa-
gem 8, carga charutos e mais gneros ; a Cae-
lano C. da Costa Moreira.
Santos, 28 das.Lugre brmense Tevis, do 311
toneladas, capito A. Schoulo, equipagem 9,
cm lastro, a viuva Amorim & Filhos.
Bio de Janeiro, 10 dias,barca porlugueza Flor !
de S. Simo, de 530 toneladas, capito Manoel j
de Azevedo Canario, equipagem 9, em lastro ;
a Nogueira Carvalho.
Dundee. 60 dias,brigue inglez Star, de 228 to-1
neladas, capito David Japp. equipagem 10, '
carga,carvo de podra a Scott Wilson.
Stokolow, 47 dias,brigue sueco Wilhermu
Teosmeden, de 328 toneladas, capito C. G.
Olieson, equipagem 11, carga madeira e forro ;
a S. Brothers.
New Port, 36 das,brigue inglez Una, de23
toneladas, capitn Roberto YVhitburn, equipa-
gem 12, earga carvo o forro ; a ordem.
Havre, 20 dias,=galera franeeza Z?er//i, de 384 to-
neladas, capito Laisne, equipagem 16, carga
diferentes mercadorias ; a Tissct Frere & C.
navios sahidos 710 mesmo dia.
Havre.Barca franeeza Paralaba, capitaoGeron,
carga algodo c couros.
Rio de Janeiro. =Briguc nacional Luisa, capito
Bel mi 1 o B. de Souza, carga assucar.
dianto podero pagar a laxa da lei que serve de
abertura aos trabalhos do anno leclivo.
Secretaria da faculdade de dircito do Recife.
22 de fevereiro de 1860.O ofllcial-maiorservin-
do de secretario,
Manoel Antonio dos Passos e Silva.
Directorageral da iustrucco
publica.
Paco saber a quem convior, que leudo o F\>n.
Sr. presidente da provincia por portara do 27 de
fevereiro prximo lindo, de conformidade co.n o
art. 52 da lei n. 369 de 14 de maio do 1855.
creado tres radeiras de iustrucco primaria para
o sexo masculino, urna na froguezia do Una, ou-
tra na de Taquaritnga o finalmente outra na po-
voaco de Iiapissuma, o Illm. Sr. direclorger.il
manda fazer publico, marcando o prazo de 30
dias a cont.ir da dala deste, para a insrripeo e
processo de habilitaco dos opposiloros na forma
das nslruccoes do dejunho do 1859.
Secrolaria da iustrucco publica, 1.* de marco
de 1860.
O serrelario interino, "
Salvador Henriquc de Albuqnerque.
O Illm. Sr. insp?ctor da thesouraria pro-
vincial em cumplimento da ordem em vigor,
manda convidar aos propriclarios abaixo decla-
rados a entregarein na raesma thesouraria no
prazo de 30 dias a contar do dia da prirnoira pu-
blicarn do presente, a importancia das quotM
cora que devom entrar para o cab-amenlo do pa-
teo do Carmo segundo o disposto na le provin-
cial numero 35o. Adverl'mdo que a falla da n\-
tri-ga voluntara ser punida com o duplo das
referidas quolas na conformidade do art. 6' do
regulameutode 22 de dezembro de 1851.
Bateo do Carmo.
Nmeros.
2 Manuel Antonio da Silva Ros.
Dito.
ti Dilo.
8 Luiza Caminha de Amorim.
10 Antonia Beralda de Souza.
12 Pedro Alexandrtno Rodrigues I.ins.
1! Antonio Joaquim de Souza Ribeiro
li> Flix Francisco de Souza Mogalhaes
18 Bacharol Francisco Pereira Freir.
20 Joaquim Bernardo de Figuoiiedo.
22 Ordem terceira do Carino.
> i hereza Maria Joaquina.
Numei -
1 Antonio Joaquim Ferreira de Souza
'> Jos FeliciaiHi Portella.
5 Ilerdeiros de Domingos da Costa
Alboq-uer ue.
7 Jos Joarfnim Pereira de Mendoo^a
e Manoel Pereira Caldas,
9 Herdeiros do Bernardo Luiz Fer-
reira Portugal.
11 Mara da Uonceco de Miranda
I |9l, ,.
17 Gal 1 :! Antonio.
19 Ordem tercena do Carmo
21 Dila.
'. Dil !.
26 Jos Pires de Moraes.
2; Hara da Paz.
29 vjuva e herdeiros de Jos Ignacio
Ferreira e Silva.
31 Mara d'AsSumpcao de Mello A-
liu (uerque Fila." 118606
33 Antonio Francisco Duros. 7200
35 Mathirdcs Bernarda da Cunceicao. T.-ni 1
''' Silvana Mor-ira Lima. 14~; .
3'J Joo Pedro da Rucha. 2-jS '
l:401g3O0
F para constar se mandou aiTaar o-presente e
publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 2ido fevereiro do 1860.
ii secretario,
Antonio Ferreira d'AofMUteiaco.
o Dr. Anselmo Francisco Pirctli, commendador
da imperial ordem da Rosa e juiz de dii
especial do commercio d'esta cidade de Ri
capital da provincia de Pernambuco e seu ter-
mo por Sua Mageslade imperial, a constitu-
cional, o Sr. D.Pedro 11, que Dees guardo
ele, etc.
Fago sabor aos que o presente edita! virem a
d i-llc noticia liverom, em como o commendador
Manoel Goncalves da Silva me fez a peticao do
Iheor seguinte :
Illm. e Exm. Sr. O commendador Manoel Gon-
calves da Silva negociante matriculado o estabe-
lecido n'esla cidade, quer ozer citar a I). Isabel
Carolina Bourganl Jardim, viuva d;> Dnado Ha-
noel Pereira JardinT, assim como os herdeiros
d\-slc para vertfin propr e responder o nina oc-
i.o ordinaria em que o supplicanle lem d? pedir-
lites a qtianlia de 727^:520 is., que aquello Jar-
dim lic-ou a dever-lhe cor saldo de conta como
meihorexpressar na mesma accjio e requera V.
Etc se digne mandar citar a supplicada que
moradora 11 esta cidade, e que visto ter o suppli-
canle justificado no juizo da conciliaoo seram
incerlos os supradilos herdeiros c moraremam
lugar nao sabido, para ellos se passe carta de e-
diloscitados os rs. curador geral a procurador
llscal da fazenda nacional, sob pena de revelia,
juros e castas, eicando logo todos cKaos para
todos oslerntos da causa e sua exeeu(;ao ot real
embolso do supplicanle independsutede nevaci-
lago
Pedo ": V. F.xe.Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio doGrimento.E. U. Me.Advo
Jocome Pires.
E mais se nao continha em la", peli^o, que foi
por mim despachada pelo Iheor seguiul :
Distribuida como requer.
Recife, 9 de tovereiro de 1360A. F. Pe-
rolli.
E mais se nao continha em meu despacho que
vai aqui transcripto, em virtude do qual foi a
mesma petigao deslribuida ao escrivo des>ejui-
70 Hanoel Haris Rodrigues do Nascimento, que
ssar o presento edtal ci,;.i a prazo de 30
dias, polo Iheor do qual ohamo, cito e bei por li-
tado aos referidos berdeiros, para que dentro de
referido prazo comparecam n'este juizo, afim da
allegarem a sua deleza sobro o expendido no pe-
lirao cima transcripta sob pana de revelia ; pe-
1j que toda o qualquer pessoa, prenlos, amigos
u conheei los dos mencionados supplcados o
podero fazer scionte do q;:o cima lica dito.
I para que cheguc a noticia de todos mandei.
passar editaes que scrao affisados nos lugares du
costume c publicados pela impreosa.
Dado e passado n'esla oidade, aos 13 dias dc-
mez ue fevereiro de I860 38? da independencia)
e do imperio do Bras 1.
Eu Hanoel Mora Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
AnseUiui Francisca Peretti.
1 dito, idem
1 dilo, idem
1 dito, idem
1 dilo, idem
ros.
1 dito, idem
1 dilo, idem
1 encapadado, idem; a Almeida Gomes Al-
ves & C.
2 caixotes, idem ; a Agoslinho C. de Leao.
1 bocel*, idem ; a LudgeroN. de Andrade..
1 lata, ijiem ; al. Pereira da Cunha.
1 pacoie,. idflm; a Jos Vicen'.e-D, Bnndo.
a Emilio H. S. de Mello,
a Antonio Lopes Rodrigues,
a Almeida Gomes
dem casaca......
dem de cana.....
dem genebra.....
dem idem......
dem licor.......caada
dem dem.......garrafa
caada
arroba
caada


botija
dem resillada e do reino
Algodo em pluma 1.a sorle
dem idem 2.a dita .
dem idem 3." dita .
dem om caroco ....


a
Arroz pilado......arroba
Idom com casca.....
dem branco novo. j
jdom mascavado idem .
Azoite de mamona ....
dem de mendoim e de coco.
ftolacha fina.....v .
dem grossa......
Caf em grao bom. .... arroba
Ideo* idem. p>tolho .....
alqueire
arroba

caada

arroba

800
470
500
640
240
610
280
720
8J700
7S700
63700
23175
33OOO
33500
4S6C0
29850
900
2$560
7J000
4JJ000
7SOO0,
43500
en ce Q. a. ce OS a. 5 5 Horas.
* * rr. I a s - Atmosphera
w * ireccao. -i O
w =3 (D ta n O 1, | [Intensidade.
00 cr> te ^-4 10 1 Centigrado. Pl O < 0
le lw M 8 i 1 Reaumur.
CC Ni QC A. OO c OO I- 2. | Fahrenheit
s IC> Cll I liygrometr 0.
* 33 OO \ Barmetro 1
ueciaracotts.
V
-- -
0
v.
rr.
5 5
5
t-
c
c.
?
A noile clara cora alguus nevoeiros, ver.to SE,
veo para o terral e ao amanhecer rondou pelo S.
OSC1LLAC.O DA MAR.
Baixamar a 8 h 42 da manba, allura 1.0 p.
Preamar as Oh 42' da tarde, altura 6.0 p.
Observatorio do arsenal de marinha 5 de mar-
ro de 1860 Viko*s Ji niob.
Editaes.
FACL'LDADE DE DIRE1TO.
De ordem do Exm. Sr. director baro de Ca-
maragibe se faz publico por sta secretaria, que
os alumnos desta faculdade da data desle cm
Pela suddologacia do 1." dislriclo dos Ali-
gados se faz publico, que se ocha depositario um
cavallo ruco pedrez, tomado a Manoel Antonio
de Moraes, por suspeila de ser furlado ; quem se
julgar, pois, com diioilo a elle, comprela npsle
juizo munido do seus documentos, que he ser
entregue.Jos Roberto de Moraes e Silva.
A cmara municipal desta cidade compra
para a obra do matadouro publico 304 estacas e
52 moures de 13 o 14 palmos de cumprimenlo,
e 110 yaras, lodo do boa qualidado, quem quiztr
forneccr taes objeclos dirija suas pfcoposlas a
mesma cmara ou ao vareador Franca, encarre-
gado da inspeceo da referida obra.U secreta-
rio, Manoel Ferreira Accioli.
Acamara municipal desta cidade faz publi-
co, para conhecimento de queiu inleressar que
nesladala propozao Exm. presidente da provio-
! ca a ulilidade da desapropriaeo do solo da casa
j demolida na ra do Codorniz, perlencenle n Joo
I Jos Fornandes de Carvalho, residente nesia ci-
dade, alini de que verificada por S. Exc. a ulili-
dade da desapropriaco, possa a mesma cmara
tratar do processo d ndemnisaco.
Paco da cantara municipal do Recife cm sea-
sao de 27 do fevereiro de 1860.Joaquim Lucio
Honteiro da Franca, pro-presidente. Manoel
Foireira Accioli, secretario.
Corrcio geral.
Rolaran das carias seguras existentes na ad-
ministraron do correio, para os senhores- abai-
xo declarados :
Augusio Coln da Suva Rios.
Padro Antonio da Cunha Figueiredo.
Joo Pedro dos Sanios sobrinho.
Jos Corsin da Silva Raposo
Jos Joaquim Ramos Ferreira.
Manoel Moreira da Cosa.
Quincas de Oliveira.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco reco-
lhe as olas de sua emissao de K'# e de
20$, e pede aos possuidoi es da mesma*
o favor de as virem trocar no seu e-
criptorio, das 11 botas da manhaa at
as 2 da tarde.
.


(*y
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA fi DE MARCO PB 1860.
Faculriade de direito.
|)o ordem do Exm. Sr. conselheiro director
iiili-rwio se faz publico por esta secrelaria que por
deliberado da congregado de honlem foram dis-
tribuidos c regul.idos os trabalhos do armo lecti-
vo pelo modo seguidle : primeiro annoIa cadei-
ra l)r. Braz das 11 ao meio dia, 2a cadeira Dr.
finio Jnior do meio dia a 1 hora ; segundo an-
ii i 1J cadeira Dr. Aprigio da? 9 as 10, 2a cadeira
Hr Vuelta das 8 as 9 : tereeiro anno Ia cadeira
tir. Aprigio daslO as 11, 2a cadeira Dr. Aguiar
das ) as 10; quarto anno 1" cadeira Dr. I.ourei-
S 10 as 11, 2a cadeira Dr. Bandor-, de Mel-
lo das9as 10; quinto anno 1* cadeira Dr. Bip-
lista das 9 as 10. 2a eadoira conselheiro Autran
das 10as 11, 3* cadeira Dr. Reg das 8 as 9.
Para programla do ensino foram adoptados os
mesuras compendios do anno passado menes
quanto a 2" cadeira do 5o nnira para cojo ensino
foram approvadas as prolecgos do Eim. Sr eon-
iroAulran. Secretaria da farnldade de di-
reito do Recife ftde marco de 1SOO.=0 secreta-
rio, Jus Honorio I!. de Menezes.
A cmara municipal desta cidade d prin-
cipio a primeira sesso ordinaria deste anno, no
> 5 do mareo prximo futuro. secretario,
\oei Fe rreir Aecioli.
REGEBEDORIA DE RENDAS.
I ministrador da recebedoria de reas in-
-, em cumprimento da circular n. 0 do mi-
io '!> fu /_: la do 10 Je Janeiro prximo fin-
i .i portara n. 76 da thesouraria de 16 do
torrente, leudo mandado intimar no dia 21 fia
companhiase sociedades que tem sido facultadas
pelo ministerio dj imperio e cneorparadas com
ia autorisaco, e que nao liiiham pago os novos
i vtlhos i! reil is pela approvaco pe seus cstalu-
1 e o sello do scu capital nos prazos legacs pa-
ra que enlrasseni comsua importancia e revali-
I cao para a mesma recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias ronslam de*nma relacao as-
- ;nada lo otcial maior interino da secretaria
da mciim thesouraria e sao : companbia de s-
puros martimos ulilidade publica, dem da estra-
da de ferro de Pernambuco, ideni pernambucana
i costeira, idea, de seguros marili-
'! >s in I loiiisad ii :, idem docblonisaco em l'er-
i, A oas c l'arahiba, das quites somenle |
s dua a martimo mencionadas mos-l
;o o sello e seu fund > capital e '.
ros e vellms direloa pela opprovacao de i
s osla iti >. faz Iranserfiver o arl. '.) e s nico
de reto ii. 3U imbro do anno '
u | as? I i que sujeta s per.as do nrt. 87
lo regulamenlo de 10 de julho de 1850 aos em-
l.idcs admiiiiatralivas ou jodi-
a que de uualqucr modo reconhecerein a
lilas ci mpanli
s uu estatuios de socie-
- nyma i companhias que eiiirareni em
i pri'tn funecionando centra o
lisposio ims .i is. 295 u 296 do cdigo commercial
p ir n : >e pieucia >em pagamento do sello do
siijriti's ,i disposicao do art. 31
memo de lOdc julho de leo.
da penas fin que incorrerem, na contor-
no ni vigor,
nkii. Aoa em pregados a. autoridades ad-
ras nu judiciarias que aceitarem, at-
rirem un a lmitlirem reda ni
utos, represenlaroes, accoes, ttulos e
menlos de ajialqucr nalnreza, api
. :.' di' comp ii las e sociedades an< nymas,
ias en tees eircumstan-
- ou de suas admusiiacdes i :i de lalquei
i reconhecerem sua existencia (learao cxlen-
is as penas i arl. t>7 do reglamcn'.o de 10
i\,i.
el edoria de Pernambuco 25 de overoro de
\}.=.ll'i:i:>ri Garneiro de Souza Laceria.
com os seus consignatarios Azevedo & Mondes,
no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Para o.Rio de Janeiro.
A barca nacional Atrevida segu por esles
dias por ter qimsi lodo o seucarregamenlo prom-
pto : quem nella quizer carregar o resto da car-
ga que llie falla, embarcar escravos ou ir de pas-
sagem, para o que lera excellenles commodo9,
tratase com os seus consignatarios Francisco
Scveriano Rabello & Filho, no primiro andar
do sobrado n C, no largo da Asserabla, ou na
praca do commercio.
COSPAMIA PER1UMCAKA
DE
Navcgaco costeira a vapor.
O vapor Iguarctss, ronrmandante o segundo
lorente Moreira, seguir para os portes do nor-
te de sua escala un dia lodo corrateaa 4 1|2
horas da tarde. Recebe carga nos das, 4 para o
Gear, 5 e 6 para o ss o Aracaly, 7 para o
Rio Grande, e no dia 8 para a Paralaba, devendo
a carga ser posta a burilo acompanhada dos com-
petentes fieles e rniiliecimenlos. O expediente
da gerencia fecha-seas qualro horas da larde.
Maranliao ePar.
O palhabolc Nova es segu para oj portos ci-
ma no dia 11 de marco, recebe carga : trata-se
com Teixeira Basto, Sa &C, no largo do Corpo
Sanio ti. 0, segundo andar.
I
ara Lisboa.
Vai sabir em poneos das por ter par-
te da carga prompta, ahora condecida
batea Grutidao, pira o resto ra carga e
passageiros trata-se com os consignata-
rios Carvalho, Nogueira & G.. ra do
Viga rio n. 9, primeiro andar, ou eom
o capito A. P. Borges i estaa, na
praca.
Para Lisboa.
Pretende sabir-com brevidade a barra Tejo,
por ler parte do seu carregamenlo prompto, para
o completo do qual recebe carga a frele, e tem
boas accommodaeoes para alguns passageiros :
ouein pretender urna, ou nutra cousa, se pude
entender cum ns consignatarios Aiuorim Irmos,
ru da Cruz. n. 3, ou com o capito Jos Emigdo
Ribeiro, na praca do Commercio.
TOCANDO EM
Para cumprimento do disposlo no S 4." do ..
1. 13 da le n 473, i, era virtud. Vele,, *aPr -
do Exm. Sr. presidente da provincia,
; : iprk'laros dos lern nus di ra do Sol (a ro-
i airo de Santa Isabel), da
icordia e praca do mesmo nomc, bem
I ti rrenos comprehendidos entre casa
Iciico o f.i'. ri.-a do gaz, para que compare-
i im na reparlieao das obrss publicas no prazode
'.:.'. le vi ii ni a direceiio que devem
ao i es de suas testadas, que dever ser
xeculado de conformidade cum a planta con-
nada pi la mesma reparlieao, e que ser
aptesentada quem a quizar, examinar.
Rppartico das obras publicas 'd de feverciro
I.O secretario, '/" A.namos Zany.
lela contadoria da cmara municipal do
e se faz publico que no lim do correle m'ez
rmi a o pra/.o para o pagamento, sem mul-
iui| oslo municipal sobre estabclecimen-
-' contador. Joaguim Tarares fodovllw.
DE
-l-.-.l^-Jtfc.-a^- Jtflg-g; J-1-fi THKATllO

' '>
COiPflNHIfl DflUinftTlC HaClOHftL
IB A DIRECgiO DO Al'.riST.V
ANTONIO JOS!- DU&TE C01MBRA.
GR4XBE ESPECTCULO
I V BBilEFICIO DO ACTOR
UUmk Teixeira de Carvallio Lisboa,
QOARTA-FEIRA7 DE MAllt'O,
n q>ic os senhores professores da orchestra
xecolarein nma brilhante ouvertura, subir
i primeira vez ueste Ihealre o drama
i los, original porluguez do Sr. Jos Ma-
Uias Guima
O \F1I)\I)ER0
iokz m joa'ra.
insTuni'ir.Ao.
- ACl ns. ACTORES.
l iicl Uendonca.............. Coimbra.
i isto, seu Rlho, lente de
" i'-alinria.................... Vicente.
II. F.milia, sua irma........... D. Isabel.
I). Mara, v'mva................ D. Jesuina.
lo, seu II i lio.............. o beneficiado.
F.duardo, seu amigo........... Lessa.
Guilherme da Silva, jogador... Rozendo.
.............. Raymundo.
commnndante Uicardo Goble (hemeo-
nliecido neste porio) salando no
Da 28 do corrente
para carga e passageiros para o que
tein excellentes commodos, trata-se
com os consignatarios
SAUNDERS, BROTHERS praca do Corpo Santo n. 11.
No dia 10 do corrente
sahir impreterivelmcnte com a carga que tiver
a bordo, o patacho L'nio, quem nelle quizer
anda carregar ou ir de passagera dirija-so ao con-
signatario ou a scu capito na ra da Cadeia do
Recife n. 31.
REAL fiOmSBLV
i\Bglo-Luso-Brasilcira.
O vapor Uilford Harn, espera-sc dos portos
de sul de 11 a 12 do corrente e seguir no mes-
mo dia para os portos da Europa. Recebe para
Lisboa 100 toneladas de carga a frele de navio
de vella : quem auizer carregar, passageiros e
encommendas enlenda-sc com os agentes Tasso
I roaos.
Leudes.
Dous <'l i.i los.
I.ima c Jos.
e p i-.n-s-o em Lisboa na aclualidade.
Fnalienr o espectculo cun a muito applau-
di la n media em tres act 'S :
O ]fOVIco.
Os prelendentes podem dirigir o armazem da
ra doVigarioD.il, a qualquer hora do dia a
entender-Be com o diro agente.
LEILAO
DE
Cavallos, mullas e
burros.
Quarta-feira 7 do cor-
rente.
O agente Hvpolito fara' Uilao, de 50
mullas, oito eavalos e dous burros,
chegados ltimamente de Montevideo
no navio francs Santa Auna, sendo
que as mullas todas azem parcllias :
quarta-feira 7 do'corrente,; s 11 horas
em ponto, no armazem amarelio em
iente do arsenal de mari/dia.
Tcrea-feira 0 do corrente.
PELO AGENTE
No dia cima designado, c
pelas 11 horas da niaiihaa, rio
largo da Alfandega, o referido
agente vender em leilo pu-
blico, em un ou mais lotes a
vontade dos compradores
150 barricas grandes com
macaos, as mais bem acondi-
donadas e no melhor estado
que tem chegado a este mer-
cado.
Quem tiver roupa de liotiiem para az< r-so
cm casa particular, como seja. calcas, coleles,
palclots, camisas para lojas ole., c mesmo vesti-
dos dosenhoras, ludo feito com perfeico, diri-
ja-se IraveSsa do Carmo do lado da ra do Fo-
! go n. 2, que se ajustar.
= Caeano Cinto de Veras faz scienlc i quem
; interessar que est em exercicio da vara de jui/
de paz do i" anno, do primeiro districlo da fre-
guesa do SS. Sacramento de Saplo Antonio des-
la cidade, para que foi cleito o que despacha na
casa de sua residencia ruado S. Francisco n. 8,
o cm qualquer parle que for encontrado ; e que
|d audiencia as tercas e sexlas-feiras as 4 \\1
lloras da larde como ja lern annunciado, na casa
publica das audiencias. Hedi 2'J de feverciro
de 1860.
U L)r. Cosme de Sa l'ereira,
Liquidado
para acabar.
Ra da Cadeia do Recife nu-
mero 23, defronte do becco
Largo.
Os novos proprielarios deste eslabelccimento
desojando acabar com o resto das fazendas que
anda exislem na loja, resolveram-se a vndelas
por lodo o proco para acabar, afim de sorlirem,
como lencionam.o mesmo estabelecimciito com
fazendas de goslo
Canibraia organdys a 306 rs. o covado.
Chitas francezas de lindos desenhos a O rs. o
covado.
Manguitos bordados a39500.
Alpaca pela fina 503 rs. o covado.
Brinzinlio de linho a 400 rs. o covado.
Ganga de cor a 500 rs. o covado.
B rege de seda a 00 o covado.
Chales de laa a 2:500
IKios de algOdo a l;.
Vestuarios para crianra a 3#.
Corles de vestido de seda a 16$.
Dilos de dito de lil a 1ug.
Vesitasde merino a 8tf.
Palelots de bnm de cores a 3}.
Calcas de brira de seda a 3$.
Enfeiles de flores a l,-\
Cassas de cores a 200 rs. o covado.
pon
Completa liquidaco. 1*.
Cals Freres, desejando lecliar contas
de todas as miudezas existentes no seu
armazem, fara' leilao, por inteivenro
do agente Hypolito da Silva, das ditas
miudezas: terca-feira G do corrente,
as 1 1 lioras em ponto, no seu arma-
zem, ra da Cruz.
de volla de sua viagem nstructi-l
J?tiva a Europa continua nocxct-:C
^ciciodesua proissao medica. ^,V
a Da' consultas em seu ecripto-Sc
j^rio, no bairro do Recife, ra dagE
^Gruz n. 53, todos os dias, menos ;*
^nos domingos, desde ;s (i Loias;*
V]te as 10 da manhSa, scLre os.'-
S1-; seguintes pontos : y,:
| 1". Molestias de coracao e de^
peito ; I
Molestias dos orgios da gera-^
m
Na ruada Imperatriz ou aterro da Roa-Vista,
loja du becco dos Ferreiros, Iiaum completo sor-
lmenlo de fazendas baratas, como soj.im : cam-
braias lisas rom 10 \\2 varas multo linas a IgQO,
54 e 5^500 a peca, ditas para cortinados com 8
l|2 varas a 2g, lazinha Qna a 4() c 500 rs. o
covado, chitas francezas a 280, 300 e 320 rs.,
multo linar, ditas a 200 rs., cor Qxa, cochina a
lgGoO.- para a quaresm.i. cortes de casemira iire-
ta a 4S500, 5J500 o 6#500. panno fino preto.
grosdenaplie prolo mutn lino a 2j, 2-52 l e 2#500
o covado: na mesma loja rende-se farelo novo o
muito em conta ; ludo islo s vista do com-
prador que se podi-r avallar as qualidades.
Vende-se urna salva de copos d'agua, um
par de lanternas, e um palilciro de prata, ludo
novo e obra rica, do Porto, e dous pares de cas-
licaes com lolipas, ero pequeo uso : na ra das
Gruzes n. ;!, primeiro andar, das 6 s 9 horas da
roanha, e das 2 s Oda tarde.
Vende-se a taberna n. 1 1 da ra do Pilar :
a tratar no primeiro andar da mesma.
Vende-se
um fogo de ferro com seus utencilios: na ra
doBrum, na ferrara de Seraphim o <:.
Funileiim
Precisa-se de officaes : na ra Nova n. 3S.
defronlc da Conceicao.
= A pessoa que por esto Diario disse quealu-
ga um carro da alfandega c vende um boi, diri-
ja-so ao Livramcnlo, loja n. 8, que achara com
quem tratar.
= Pelo jnizo deorphaos, carlorio do escrivio
Gumaraos, teem de ser arrematadas, nos das 6
e 9, sendo a ultima praca no dia 9 do corrente
mez, as dividas constantes de letras j vencidas
accedas por diversos, perlenceutes aos herdei-
ros da (nada Joaquina Jeronima de Jema, & re-
quermento do Sr. Dr. procurador da fazenda
provincial, para pagamento do sello : os licitan-
tes comparecam hora e lugar do costume.
= Rega-se ao Sr. Carlos Jusliniano Rodrigues
estudanle, natural da provincia do Rio de Janei-
ro, queira annunciar a sua morada, ou dirigirlo
ao escrlploro de Almeida Gomes, Alvos & C
na da Cruz n. 27, para se llie entregar unas car-
tas viudas da corle.
=f \cha-se justa e contratada a casa da ra
Direda dos A-fogados n. 58, em chaos proprio
perlencenle ao Sr. Joo do Prado Cmara San-
tiago: se alguem sejalgar^om direito dita
casa, ou por meio de hypolhoca, annuncic por
este jornal do prazo de tres dias.
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mouilias completas, qualquer Iras-
te separado, a vontade do alugador: m ra No-
va, armazem de mobilias do Pinto, defronte da
ra de Santo Amaro.
= O Sr. Dr. Ifnnriiuc Jos da Silva Quintani-
lha, lem nina carta na ra do Trapiche n, 10
agencia dos vapores brasileiros.
= James Cloyter e sua niulher, subditos bri-
laonicos, vao 'ara a Baha.
= Domingos Vieira de Cervalho c Manoel
Luiz Vieira de Caryalho, subditos portugoezes,
retiiam-se para Portugal.
= O abano assignado podo, a lodos os seas
freguezes que loo sao devedores, que por esi -
Cialfavor venham saldar as suas col.tas ate o dia
Ji do crreme.do contrario passurio pelo dissabor
de ver os seus noaies por extenso ne3ta folha, o
as que tivercm penhores serio vendidos da dta
cima em dianlo para pagamento de seu debito
como tambero as que liverem vales scrao depois
desta data chamados a juizo, e para que nao cha-
raem-se a ignorancia facoeste aviso. Luiz Car-
reta de Quuno.
Moedas de ouro.
Vendem se libras sterlinas : no es-
criptorio de Carvalho Nogueira & C,
ra do Vi gario n. 9, primeiro andar.
Aluga-se um mulato para criado
e copeiro do que tem muita pratica : na
tu i do Trapirlie n. 40, e tambera um
moleqaede 18 annos pira qualquer
servieo.
lom negocio. |
cao, e do anus ;
. Praticara' toda
qualquer v
as 34 Ojierarao quejulgarconvenien-^0
eu : g| te para o restabelcciuuntu dos
So j seusdoentes. ^
\ O exame ilas pessoas que o con- ^#5
^sultarem sera' feito indistincta-|p
rnente, e na ordem de suas en- 5'
i>. tiailas; fazen.loexci-pco08doen- .y.
i"tes de o los, ou aqueilesque por|p
j vacada para este im. $V
>.r A a p plica cao de aleuns medica ^amentos tndispensaveis em variosgK
''>, i rao o do sulfato de a tro-^
pina etc.) sera'feito,ou concedido Ik
^ ende-se com 75 por cento de descont urna
letra da firma de Caroinha o l'ilhos, cstabelecida
nesta piara, e se recebe em gneros de qualquer
especie : quem quizer annuncic.
Porto,
A bem rophecida barca porlugueza Sympa-
1 lliia.', por su i e\i.i lente marcha e conslrucco,
acha-se proplosla a lomar carga c passageiros,
que se desliaem cidade do Porto, par) on le
tem de seguir brevemente : os pretendemos, de
; urna ou outra cousa,eotendaro-sc corojos cousig-
natarios, ra da Cadeia do Recife o. 12.
i Prelende-se alugar um primeiro andar em
boa ni,i, e (entro commercial do bairro de Sanio
i Antonio, lem bous commodos, e se aluga com
mobilia, lren| decozinha, ele, por C ale 9 me-
"-, i>or ter a pessoa que resille, do fazer urna
vMgem : para o ajuste, ontciidatn-se com o Sr.
Antonio Francisco Correia Cardoso, loj.i de fer-
ragens junto a Conceirao da ponte do Recife.

<
Terca fclra co eorrente.
PELO EGANTE
_- pina etc.; sera leilo.ou concedido Kg
ai gratuitamente. A confianca que : f'-
Fugio no dia 6 de feverciro prximo passado
ftJ...>...^.....v..,.>.. buuuuuvo iiucf aescrava Leindra, crioula, edr fula, alta, ma-
inel les deposita, a presteza de sua)? gra, bem" fallanle, com os denles da frente po-
Vaccao e a nm^dide nromrta W i** 8 g.UT 'uebr"dos- e cu:i1 alS>'"* cabellos
>_.iL(3ao, e a necessiaaaeprompta brsncos, levfendo toda a sna roupa. Esta escra-
\ o seu empreo; e tudo quanto o 'Qk \ va natural da cidade de Olinda, e ha poucos
dias foi pegada no bairro do Recife por um pre-
to, o qual querendo leva-la para casa, foi or
"udid.i, e evadio-se na mesma oecasio;
, _, ^j----------------
beneficio de seus i
A' porta do armazem do Sr. Annos defronto
da alfandega, o referido agente vender pelas 10
horas da manhaa por conta de quem pcrlenccr
25 barricas com gomma.
1C saceos com dita
,pi
<'^demove em
l.^duentes. |\j
5 ^^WrjwVfVT" SrVCSffaffifeaS T9
o
la il
Fa
i
i 11 c i
Os
tasa
einJo parle osMctores Vicente, Raymundo,
ilho, Lima e DI). Isabel c Mara Luiza.
o espectculo que nbeneQ>iado escolheu
ofTerecer ao respeilavel publico desla pro-
a, de quem espera loda a prolcrco.
bilhetcs vendem-sc na ra de Hurtas n. 12y
do beneficiado, ou no iheatro.
^______Comecar s 8 horas.
visos martimos.
Para a ilha de S. Miguel segu com brevi-
u palacho portugoez Souza & C. : quem no
esnio quizer carrogar ou ir de passagem, cn-
i-w rom Joo Tavares Cordeiro, na Iraveasa
da Madre de Dos n. 1). ou na ra do mesmo no-
i. m. Ui. cu rom o capito na praca do coro-
niercio.
Cear e Acaraci.
Si Etilo no dia 7 do mez corrente o palhabote
! 'lie carga : a traiar com Caelano
j Ja C. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
6 do corrente.
O agente Borja autorlsado pordespacbo dolllm.
o Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio a rc-
querimento dos depositarios da massa fallida de
Antonio da Silva Rocha, far leilo boje C do
corrente, de um varalo sortimhlo do fazen-
das de linho, seda c algodo, que perlcnccram
ao dito fallido, assim como a armaco e mais
perlencos de sua loja da ra Drela n. 62, onde
lera lugar o supraditu leilo que, lera principio
s 11 horas em ponto.
Garanlc-sc a casa ao comprador.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilo por conta do quem
perlencer quariafeira 7 do crreme s 10 lioras
da manha no armazem da ra do Vigario n. 31
DE
Quarlolas e barrs de quinto com superior cog-
nac.
' 2C0 saceos com fcijao amarelio chegado nestes
dias.
I 30 caixas com quejos lameugos desembarcados
no mesmo dia.
50 barrs com manleiga ingleza.
600 gigos com batatas frncezas.
30 caixas com niassas.
LEILAO
Terca-feira G do corrente.

lo de Janeiro.
A veleira o bom conhecda barca nacional
< i|ieuas escravos e passageiros, para os quais
lem excellenles commodos : Irata-se com os
seus consignatarios Azevedo k Mondes, no seu
escriptorio, ra da Cruzn. 1.
l*ara o Rio de Janeiro.
O bem conhecido brigue nacional i leii le seguir nosles oito dias, s recebe alguraa
arga Batuda, passageiros e escravos a frete, para
os q-iaes lemt excellenles conimodos: trata-se
Qunta-feira 8 do corrente.
PELO AGENTE
O referido agento far leilo por conta de quem
perlencer no dia cima designado pelas 10 horas
da manha na porla do armazem do Sr. Annes
defrontc da alandega
DE
Barrs com manteiga franecza.
Caixas com sabo inglez.
Gigos coro champagne.
Caixas com velas slearinas.
Latas com biscoutos.
Caixas com cervejis ingleza?.
Utl&O.
nO agente Pestaa conlinua a estar autorisado
pela comniissj liquidataria da extincta socieda-
de de aco e tecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do silioda mesma sociedade.
PELO AGENTE
A porta do armazem do Sr. Aunes defronte da
alfandega, no dia cima designado e pelas 10
da manhaa o referido agente vender em lotes
vontade dos compradores
50 barricas com genebra.
13 barrs com vinho de Malaga.
3 ditos com dito de Lisboa.
________50 barricas com feijo hollandez. ____
Avisos diversos.
Precisa-se alugar urna cisa terrea,ou com-
prar-sc na na de Hurlas, ou Santa Thereza, ou
Camba do Carmo ; quem a tiver e quizer alugar
dirja-se ao paleo do Carmo, vehda da esquina,
que enlra para a Cambia do mesmo nome, n. 46:
que ah se dir quero compra ou aluga.
= Precisa-se de .uro mestre de grammatica
porlugueza e escripia, para ensinar a duas meni-
nas, indo casa da respectiva familia: a tratar
no hotel Francisco, com o dono do mesmo hotel,
= Sndalo, ricas bengallas, pulceiras e leques,
vendem-se na ra da Imperatriz n 7, loja de
Lecomte.
Na loja da Bnneca, ra da Imperatriz n. 7,
vendem-se caixas de tintura para lingir os cabel-
los em 10 minutos ; como tarabem lingem se
em qualquer hora, na mesma casa.
o
Pede-se ao actor Lisboa
que no seu beneficio leve a
scena o dueto O meirinho
e u pobre.
Um apreciador.
Almeida & Burgos.
vendem em sua loja de fazendas linas, na ra do
Cabug n. 8, por monos do que so cosluma ven-
der em lojas do miudezas :
PENTES DE TARTARUGA da ultima
moda, fornidos 6 .............. 1OS00O
BOTOES l'KLTOS DE VIDRO, paracasa-
veques, a duzia................ 120
PRANGAS PRETAS de seda, a vara..... 3oO
DITAS DE CORES de seda, a vara...... 210
TRANC1NHAS DE l.A.V e de cores, vara 40
CHICOTINHOS a........................ j
BENGALAS linas a...................... IgoOO
rilESOURAS pequeas, cada urna...... 200
BICOS de seda, de diversas larguras___ g
DITOS francezes do diversas larguras___ 3
Em porco anda se uende por menos, por se
querer acabar.
Escravo fgido.
Fugo no dia 23 de novembro do anno passado
do engonlio Uatapiruma, do coronel llenrique
Marques Lina, o escravo Jos, cabra, de idado de
ii. annos, coni os signaos seguinles: pouca barba,
corpo reforjado, aliura baxa, cara bexigosa, so-
braucelhas bem prctas o encontradas, lem marca
de reino as costas e as nadegas: osle escravo
ha loda a probabilidade de estar oro Pao dos fer-
ros, onde foi comprado a Manool Corroa da Cos-
ta : roga-se as autoridades policiaes desse lugar
a captura do dito escravo, o quero o apprehender
love-o nesla praca a Jos Cavaicanli l.ins, ra do
Ajiollo n. 20, segundo andar, ou 110 engolillo ci-
ma da freguezia da Escada, quesera bem recom-
pensado.
= Francisco Cabral, subdito porluguez, reli-
ra-sc para Portugal.
= Aluga-se urna escravs muilo born rnmpor-
ladae propria paran servieo domestico : na roa
da Roda n. 23, das 6 s 8 lioras da manha edas
i horas da tarde em dianle.
Attencao.
Vestem-so anjos para as procissoe*, do melhor
gosto, por so ler para este lim novos apparelhos :
na ra da Gloria o. 60.
Quem tiver um engenho moedor com agua.
loudo 10 escravos do servieo, e queira arronda-
lo sob fianca idnea nesta praca, di rija-so ra
da Madre de Dos n. 30 A, qu se dir quem faz
este negocio.
= Alugasc um niolequo de 20 annos para ser-
vicos domsticos: na rita estrella do Rosario n.
31, segundo andar.
Pedimos ao Sr. subdelegado da freguezia do
Poco da Paridla, que d algumas providencias a
respcilo de uns escravos, que das 9 horas da
iioilc em dianle saltam os muros das casas dos
seussenhores, esahe polas estradas com armas
ou cceles, a querer fazer insolencias,
Joaqnina.Maria do Espirito Santo faz sccn-
te ao respeilavel publico, que ningucm faca ne-
gocio algum com seu marido Cactano Mondes
Delgado, com duas casnhas de laipa em terre-
nos proprios, sitos na ra Imperial.
O Sr. Antonio Jos Lopes Filho queira ter
a bondade doapparecer na casa n. 44 da ra do
Quoimado, para tratar de um negocio de iiite-
resse seu.
Vende-se um carro de 4 rodas com vdra-
casembrancoe por forrar, feito a moderna:
quem o pretender, dirja-se ra do Domingos
Pires n. 22, que achara com quem tratar.
- Vendem-se duas escravas mocas cora ha-
bilidades, por mdico preco, sendo de casa de
familia, que se dir o motivo da venda: na pra-
ca daribeira de S. Jos n. 19, sobrado.
por isso julga-se que olla aula por estos lugares
cima mencionad s : roga-se a qualquer pessoa
que a pegar! que a levo ra do Sania Hita, so-
brado 11. 40 primeiro andar, que ser grailticada.
ASSOCUCiO POPULAR
DE
Soccoitos Mutuos.
Em sessajo do ronselho de 4 do corrente foi
concedido ibais 15 dias do prazo para os socios
I que esio cursos no art 75 1." dos estatutos,
afim de en I ija re 111 para os cofres suciaes com suas
mensalid idps atrasadas.
Secretaria da AsSociaco Popular de Soccorros
j Mutuos 0 ile mano da lrio.o secretario inle-
, rio, Francisco Vedro de Advincula.
Ra das Larangeiras nu-
mero
t
Esle deposito acha-se completamente sortido
ido muito acreditado assucsr do Honteiro, e de
oulras_qualidades assim como haver toJos os
das pao de boa farinha a 6 por 80 rs., e mais
oulras massas por preco muilo em conta.
Vende-so um grande sitio com casa de vi-
venda, muito porto da praca, com duas grandes
baixas de capm que se cortara 103 faites diarios
de vero a invern; o terreno proprio, pasto
para vaccas de leite, e planlaees de verdura, com
seu coquciral, o algumas arvores do fruclo: quem
o pretender, dirija-se serrara da ra da Praia
numero 55.
Vendem-se charutos, lano a relalho como
om porco de millieiros, em massos de 50, o fari-
nha em saceos, ludo muilo boro : no becco Lar-
go 11. 7.
At tenorio,
Vende-se a armaco da loja da casa da ra de
i Borlas 11. 2'J, sem gneros: Irata-so 110 becco do
Campello n. primeiro ai,dar, por cima da ta-
berna.
=. Joaquim Perreira Rothchld leudo de fazer
urna viagem, roga a tolas as pessoos que Iheso
devedoras, o obsequio de salisfazer seus debilos
at o lira do corrente mez de marco.
= Prccisa-se de urna ama para cozinhar e fa-
zer o mais servieo do portase dentro, mas que
soja capaz ; na roa da Roda II. 52.
= (Juinla-feira 8 do corronle, cm praca pu-
blica, peanlo o jui/.o dos feilos da fazenda na-
cional, se ho de arrematar dous escravos ambos
de nacao tal, sendo um de nome Malillas eoutro
Pedro, coro idade que representan) 30 annos ava-
hados cada uro dclles oro l:250#U00, penhorados
por o.xocuco da mesma fazenda contra Joaquim
Cavaicanli do Albuquerqne, como ador do ox-
collei'lor do municipio do Cabo, francisco Anto-
nio de S Brrelo Jnior : quem quizer arrema-
tar os ditos escravos compareca na sala das au-
diencias no dia cima indicado, e s horas do
costume.' Recife 5 de marco de 1860.Joaquim
Theodoro Aloes.
= Ausenlon-se da casa do seu seuhor, o es-
cravo Agapto, mas os signaes salientes sao os
seguinles : cabeca rapada, pomas arqueadas, ca-
misa de madapolao usada, calca preta larabem
usada, chapeo do palh.i, lenco na cabeca para
encubrir a falta de cabello : qualquer capito de
campo, gente da polica ou pedestre o faca pegar
e leva-lo na do Rangel n. 21, que ser gratifi-
cado. Cosluma andar pela roa Augusta, era al-
gumas casas.
= Anlonio Joaquim Nascimento Barros, par-
ticipa ao respeilavel publico, que deixou de
cr caixeiro da (Irma social do Cmara & Gui-
mares, desde o dia 5 do corrente. Ileeie 5 de
fevereiro de 1860.
= Precisa-se de uro? ama : no pleo do Ter-
co :i. 26.
A viuva 1). Seuhorinh
meida Leal e scu filho J
Almeida, Manuel Can
Joao Ferroira Villola e
Leal, vero luz da im|
lodos os amigos de seu
padas'.ro, pac, sogro c i
neiro Leal, o haverem
restos roorlaes al o uli
ja os convidan) a assistii
din na capellinh 1 do ci
1 horag da m a n 11 a.
tittriBBFassM ssaaga_
- Saca-separa o Porto eLisboa, no
escriptorio de Carvalho Nogueira & C.:
na ruado Vigario n. 9, primeiro andar.
: : : : :--.^-::;; .: y :-:: ;.
|tollegio de Nossa Senhpra
I I Hospicio n. 19.
Eslao aberlas as aulas de zoologa, bo- :~-
W tnica fe mineraloga que conslituem o :;
> primeiro anno do curso de agricultura.
@ O curso de commercio ainda n'io ti
j balha por falta de alumnos.
9 Asaulas de geograpliia, philosopha 5-)
rhelonca e geometra serao aberlas in
pretenvelmcnte no da 15 do corrente
regidos por professores de roconherid 1 :
I memo ; ludas as oulras ja estn funecio- '"
@ nando.
<&sgg.l...4..
Koga-se a pessoa que liontem o
do corrente por engao levou do con-
sulado geral um chapeo de sol (inglez)
aspeas de aro, ainda novo, qn,- se dig-
ne por caridade fazer entrega do mes-
mo chapeo o'aquelle consulado aolilm.
Sr. Mello, do contrario vera', scu nomc
por extenso nesta jornal, para aecudir
a este chamado, visto que o annun-
ciante ja pode obter intormafues a t i
respeito.
\ 30,000
$ Desde o da l do feverciro ultimo an 1 -.
alo o escravo Pedio, carapina, parj
,*; com bons denles, beicos e nariz grossos, '-
reforcado, com 18 anuos incompletos de *
Q idade, boa estatura c leudo um signal u -
;-j cosas de urna pancada que lhe doran. :
:-, quera o pegar leve a seu senhor o abaixo :
! g) assignado que d50f de gralillcacao. Re-
;.:; cilo 5 de marco de 1860.
; 1). francisco Balthazr da Silveira.
I vi-.,,. ..,.......,.'.,.
Precsa-sede urna ama para tra-
tar de dous meninos de 7 anuos: na
i ra da Madre de Dos n. Q primeiro
anpar.
VaraadaGuian.S,
primeiro andar.
Vende-se um excellente moleque de
1G a 18 anuos, muito proprio para ser-
vico decampo ; quem o pretender di-
rja-se a ra c casa supra que achara'
com quem tratar.
f;

99 vr5 @fSS>^8^
Baixodc d. /
^ jLraiA.uuu UU. ^,
SS Na ra da Cadeia do Recito n. I, cora- @
@ pra-se uro baixo de d : quem tiver du- i
jase a casa indicada que achara cora quem ;
# tratar. S
Precisa-se de um rapazioho para
azer o servieo de uin houieui solteiro,
na 1 se repara a cor : a tratar na ra da
Cadeia do Itecife no primeiro andar 11.
\2, a procurar das 9 horas do dia ele
as da tarde.
Creada.
Urna creada porlugueza desoja arruraar-se cm
urna casa de pouca familia, para cozer, engora-
mar pouco e fazer o servieo da casa : quero pre-
cisar drja-se ra da Cadeia' do Recife n. 57,
primeiro andar.
= Verdadeiras luvas de Jouvin do todas as co-
res ; vendem-se na ra da Imperatriz 11. 7, loja
de Locomle.
Sociedade Laucara em
commandita.
Sao convidadas as nessoas que asig-
naram para a sociedade Amorim, Fra-
gozo, Santos meira entra la de 25 por ecnto do capi-
tal ate odia 16 do corrente nie, no
escripjcrio da mesma sociedade ra da
Cadeia do Ileeie n. 5, recebendo-se
anda ate o dia 1 i- algumas assignaturas.
i
/
(


Almaiiaii da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corren-fe anno de
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 6 DE MARCO DE 1860.
BWBOS HOTO
DO D. CIIABLE
MEDICO E rilOFESSOR DE PARMACU, DE PARS,
MU O TRATAKENTO E PI'.srTO CIRATHO
S.AVAES, DN T DAS AS AFFI.CCOES CITASF.AS, VlMS E ALTEI1ACOES I>0 SANGIE.
Citrato dercrroCkablc. |H9BBHBnBSB Dcpuratito do sanciH-,
Xi'U)if mui preferivel :io jlUdilTlil JXnro|ie vegetal fem tner-
Cvpahba, e as Cuite- mfflrMKllMMW rm o nico coubecido
EBB-'^0f ff% e spprorado rar* curar
InrVnma i&rfitfiJliiB con promptida e radi-
calmente impigens, postulas, herpes, sarna, co-
mixo's, acrimonia e alitracocs viciosas do san-
Kue ; virus, e qualquer alleio venrea. Ba-
iles iitinci-ncx. Ton.ao- euindo o trulaiueiilo depurativo. Pomada un-
tiherpetca. Ue um ffWto maravilhoso tas af-
l'ecfs cutneas e comixes. _
6as KwranMDCS
PLUSM3E-
OPAH
bas, ciin ioiniedialuinen-
le qualquier purgac 10 ,
relincAo e debilidad, e igualmente Buxoa e
flores brancas das mu Hieres. irijcc.-uo de
Chahlc. Bta injecet benigna emprega-se nies-
! mi tt-m'po do xirupe de curato de ferro, unta vez
de manta, e u.ua vez de tarde durante tres das;
ella segura a cura.
ifcnorrohida*.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito M rua larga do Rosario, botica de artholomeo Francisco de Souza, n. 36.
oqualsevende a 800 rs. na
praca dalndependencialivra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o norne, idade etc. de scus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
epoliciaes.
Tabelia dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecelesiasticos, litlerarios
'\l0tj;rTcia' Rua Nova, em Bruxellas (Belcica),
Associacoes commerciaes, \ /'
agrcolas, induslriaes, littera- SOB A D1RECC\0 DE E- KERVWD
ras e particulares. r, ,. .
p ii- holel collocado no cenlro de tims das capitaes importantes da Europa, torna-sede grande
EstabcleCimentOS fabl'is, ill- i valor paraos brasileiros e porluguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicao
(limll'inpQ p AAmmowUaG | urna das melliores da ridade, por se adiar nao s prximo as estfeoes de carainhos de ferro, da
uuautaes e LItlllltrCiatS (le Allemanha o Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatros e divertimentos ; e,
todas as ([ualidades como lo-ialra ''i530*os m0(licos i,rpcos convidara.
| No hotel ha sempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamenco, inalez-e por-
jas, mentas, acOUglieS, enge- uguez, para acompauhar as tomistas, qur em suas excurses na cidade, qur no ieino, qur
llhoS, etc., etc. emira rara l0,la a Europa, por pregos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3$200 4?000)
o ,1!, i pordia.
OQTy C Cile lie gUia aO COIU- j Durante o gspnc.0 de oito a dez mezes, ah residirn os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
merciailte agricultor m'iri- r' ee,,fil,,0 r- Pe,lr0 AuSusl da Silva Ferrao, (de Portugal )e os Ors. Felippe Lopes
a Neito, ManoeldeFigueira Faria, edesembargador Ponles Visgueiro ( do Brasil, ) e militas ou-
tras pessoas tanto de um, como de otitro paiz.
Osprecos de todo oservieo. pordia, regulam de 10 a 12 francos (45OOO 4*500.)
iN'o hotel encontrarn-se informarais exactas acerca de tudo que pode precisar um eslranueiro
tmmm
JESUTAS
XJ
1(81
te
ron
OVIDIO DA GAMA LOBO.
O Sr. thesoureiro manda lazei pu-
blico que seacbuin a venda todos os das
das 9 horas d; manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
pelo mesmo Senuor thesoureiro na pra-
ca da Independencia numero lie 1C,
tyrio. i nena do nospii
Deusnao permitlio que a iniquidade fosse commettida' seta ficar gravada em documento- ^uS deverfio andar Unpretcrivclmi
e irrecussayeis ; estes documentos, que tanto se es forja rain por supprimir os inimigos da com- no da 10 do futuro mZ de marco.
panliia, felizmente poderam ser conservados, e leffl apparecido uil Assigna-se no escriptorio deste Diario, roa 'das Crozes e na ra ilo Imperador livraiia de
Guimaraes ex Oliveira.
DELICIOSAS E I.NFALLIVEIS.
i. -.
timo e emui para todas as
elasses da sociedade.
O bacharelWiTnuvio tem
o seu escriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pela Can boa do
Carmo.
r-

EI1I
DE
do:; isso (!
ic
cscravos
KA
Thesouraria das loteras 25 de eve-
reiro de 1SG0.O escrivao. J. M. da
Cruz.
Eusino particular.
O abis residenlo no lercciro an-
dar do sobrado n. 58 da ra Nova, conlin no
e seu magisterio, ensinando priim
letras, lalime fraucoz, e lambom admiti alum-
nos internos.
Jos-; Mnri.i Machado de Figueir
Rllfl lar^a do Rncnrin n ^^ i assiRoados fazcm srientn ao res-
|i.vii Nesla casa rcrehom-se cscravos por commisso lendu linalis ido a socii iladi le Linhamn
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra aslombrigas
approvadas pela Exm.* iospeer;5o do cstudo de
Habana c por militas outras juncias de hy-
giene publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da A menea.
Garantidas como puramente vegetaes,
daveis vista, doces ao paladar s.'io o remedio
iufallivel contra as lombrigas. Nao causara au- df correia, seis quartos, algumas obras, saffra
sensaeoes debilllautes. 13 "inU1 lC' BlC" ^"^ "a rua d CreSp ""
DrPOR
JAIIABE DO .FORGET.
.' Tsie xarope esl approvado pelos mais ermrimtes mdicos de Paria, I
Dcomo sendo o m,llur para curar constipacoes, icse convulsa e outras,
ifTeccoes dos bruncliios, aUq>*s de peito, irrita cites nervosas e iusomooleiicias: urna coibera da
pela manila, e outra a noite sao sufucicnles. ,11'ito deste excelente xarope satisfaz ao memo !
lempo o doente e o mlico.
O (tspotite na ra larga do Rosario, botica de Ilartholomeo Francisco de Souza, n. S6.
wm
COHWMA 0.4 Yf.l FRREA
NICA, VERDADEIRA
GIT1MA.
E LE-
SALSA PABRILBA
RECIPE A S. FRANCISCO.
Telo presente sao convidados os scuhores ac-
cionistas virern. .o dia 3 do crtente e;i diaute
ao escriptorio da ra do Crespo n. 2, para recc-
berem o 8." dividendo de juros de suas acedes,
contados no semestre deconido do 1. de agosto
de 1S59 31 de Janeiro de 1S0O. Rccife. 1." de
terreno do SOO.
Prccisa-sc alugar um prelo ou prcta, j ido-
S s, para comprar na ra e (azer o mais servido
de urna casa de familia, ou mosnio urna ama as
mestnas circumstanctas : quera ttvere quizer, mo, enfermidades do flgado, dyspensia, debili-
annuncte ou dinja-se a la de Sania Rila n. -10,
primeiro andar:
DE
Remedio sera igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os maisiminenics como remedio iufal-
livel para curar cscropltulas, cancros, vhoumalis-
F0LHIM1AS PARV !.8fiO.
Estao venda na livraria da prara da Inde-
pendencia ns. G e S as folhtnhas para 18G0, im-
pressas nesla typograpbia, dasseguintesquali-
dades :
S? OLHINHA RELIGIOSA, dntendo, slom do
kalcndario e regulamcnto dos direitos pa-
rochiaes, a coutinuaco da Liblijllicca do
Cristao Brasileiro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nomo de Dos, corea dos'ac-
losde amor, hymnos ao Espirito Santo el
a N. S., a itiiilacao do de Santo Ambrozio, '
jaculatorias c eummcmoraco ao SS. Sa- i
cramento e N. S. do Carmo, fiercicio da 9
Via-Sacra, direciorio para oraco mental. S
| dividido pelos dias da semana, obsequii ;
soasnem
Testcmunho expontaneo em abone das parti-
Ihas de Kemp.
Srs. Li. T. Lanman e Kemp. Port Byron
;12de abril de l&oO. Senhoms. As pastilhas
que Vnics. fazera, curaram meu iiliio; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um eliei-
ro etido, linha o estomago inchado e continua
comichao no nariz, lao magro se poz. nue eu
lemia perde-Io. Neslas circumslancias um visi-
nhomcudisse que as pastilhas de Kemp linham
curado sua ilha. Logo quesoube disso, cum-
prei 2 vidros do pastilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. !)G Gcld
Slroet pelos uincos proprioiarios r>. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado cm New York.
Acham-sc venda em todas as boticas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
para se rom vendidos por conla de seus senlton -. ; !.is da ra do Qucimado n, 11, sol a lir-
afian;a-se o hom Iralamenlo e seguranca dos madeJ lim Pereira de Mcndonca & C,
mesmos, o nto so ponpa exforcos para que se- mum occordo dissol'......
iam vendidos rom ptompliddo, alini de seus se- ;il de dezembro prximo passado, e o -
inores nao sufircrem empale com a renda del- Joaqun Pereira de Mondonga respon
Nesle citabelecimento ha sempre para ven- activo i da exlincta Arma, i;
der escravos de ambos os sexos, mocos e bonitos marco de I8C > Joaquim Pereira
,lol"''ls- ;a, Jas Joaquim de Pinho Memo:, ;a
traspassn-se o arrendamento de umenge- ; ; ; : ; i .
nte desta praca duas legoas, vende-se R'-7\T FRIWrF? T
)> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
^ rangeiras 15. Na mesma .-asa tem agu
';> l"J
= Precisase de mu criado que saiba bolear:
na ra Helia ti. 5.
Offerece-se um mofo do 18 annos q i
egoas, vende-se
urna parle no mesmo engeuho, machina novad
vapor, distilacao nova e bem moni,ida, 22 I -
13, loja.
Precisa-se
de urna prcla bastante possanie, que saiba lavar
perieilameiile, para urna casa esttangcra : a di- Gador a sua conducta, para eaixeiro de arn
ngir se a .sanio Amaro, casa de Mr. C-imbronni.
Galv ;o.
1>i ticas ou para loja de fazendas e i
zas que j
annuncie.
O Dr. Francisco tic
lyslema galvnico Paula Baptista continua ,, advopar cm
od.doadTuUosa l%l e" CSf n>lorb ni '':s Trinc,',e
Doura-se c pratca-sc pelo systema
hjdro-cleclrico de Irankensle
perfeirao do irabalho e commoaiaade dos prj-
cos, assim coiuo limpam-setoda e qualquer joia sobrado n. \(.',, andar, onde p le
de ouro e prala, e concertam-so 6|tando quebra- ser procurado para < ste lim todos OS
dos. (arabem limpam-se todas as obras que se- r i i ,
ara de |j.i* rAb, e brome : na ra \. n,.', :.,; "t*i !
Aureliano de Pinho Borges, pr liessor juby-
lado em instrucrao primaria, presta-sc a b
nar em rasas particulares, tas materias do sua
proQssao: as pessoas que de seu prestimo so
quizerm uluisar dirijam-se a ra da Gloria n. 17
Alaga-se <> lrcoiro andar da casa n. 15
da ra do Vigario : quera prelendc-lo entenda-
m Piaxedes da Silva Gusmo, no caes do I A direcloiia do Gabinete Porlugiiez do" .eit ir.i
llamos n. 2, ou na ra Augusta ji. 94. si i nlifu a aos si ahorca asgociados, que o i
Arrenda-se ou vende-se o cngcnho Brilhan lo o da n ipectiva bibliolheca, que ha mu
te, em Scnnhera, de ptima produccao, b, m acha no prclo lica prompio a distribuir
icons nido, e moenlc c crrenle, distante duas | dia 20 do vigente, o que nao lem sido p
nao obs-
nhaa ate as 3 da tarde.
GABINETE PORTCGUEZ
DE
aliia, Germano & C.rua Julion. 2.
l'ernambuco.no armazcm de drogas de J. Soum : l''fiuas ^o embarque e quatro da cidade do Rio directora conseguir a mais lempo,
& Companhia ra da Cruz n. 22 \ .Form"so 'rata-se nesla prara com n Sr. Hercu-; lantB a solcitude or ella i.
lao neodalo dos Santos, no primeiro andar da Secretana do Gabinete Portugnez de !
do Calinga n. 7 ; em Serinliaem. com o Sr. ; em Pcrnambuco aos 5 de marco de I MO.
I d Furia.
*-> *-i -^i .-i..
O- 1& \ ^ \> \> K^
:s;
'.O -_v ^ *:." '-' ..*_.-. a .-. f-, r... *-
\> i '.- !i O G'i O

C-'
DENTES
/AririviciAfaS.
dade geral, felire biliosa e intermillente, enfer-
~d^8^8i8aBSI8aS88-^83Slrd8de8 ros",lan,es d0 empreao de mercurio,
..'. ulceras e erupcoes que resultam da impureza do

P'
Lices de francez e
piano.
a5. s

sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman \ Kemp, droguistas por atacado
adcrcoiseiie Clemence de llannelot & New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavcl publico para desconfiar de algumas te-
'.. de Uannevillecontinua a
dar liede
oes iraitacocs da Salsa Parrilha de Bristol que
oje se vende nesle imperio, declarando a todos
* I que sao elles os uniros proprietatios da receita
O Sr. Honorato Jos de Oliveira I'igueire- I do Dr. Bristol. lendo-lhe comprado no anno de
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se jigG.
livraria da praca da Independencia sa allar-lhe. Casa "onhum mais pessoa alguma tem
n .. direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol.
Precisa-se alugar um s.tio que | porque 0 segredoda sua pr So acha_8e ^
nao diste inais de legua e meia desta
p ara, o t[ual tenha lugar para oceupar
inais de 8 captivos, esc tiver pasto para
mente cm poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
vaccas mx-lhor sera', podendo o arreo- quiaerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
damento COmecar agora ou era niaio,
conforme agradar : a quein o tiver para
alugar, podendo, diriji-se a praca da
Independencia n. 6 e 8.
Precisa-se de um molerme para
ServiCO de urna casa de pouca familia :
na ra da Cadcia n. VI.
Precisa-se de urna ama de Ieile,
que otenlia em abundancia, que seja
bem sadia ede bons costumes: paga-se
bem. Dirigir se a' praca de Pedro II
ao SS. conico de Jess, sajidatOes devo- Sn... |< i r o''
tas s chagas de Chrislo. ora;ocs a N. Se- \ [" \ld (.Sll.CI tl>' R^SariO II. 3|
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alCm de
outras oracoes. Proco 320 rs.
Francisco Piulo Ozorio collora denles ar- @
,t liliciaos pelos Jousystemts VOLCANITE, <;>
i$ chapas de ouro ou platina, podendo ser C
rocurado na sobicdita ra a qualquer {>
?} hora. .-
. -:. ,, ,.-.,, .-. -. ,-. .-. -
^' ^'J ^ \_- >.><_. ^ > v> \i. v^ v> S,
]6ES PRATICAS
BE
ITADE VARIEDADES, contendo o kalenda- ^g@@@S@ $ @@@@i
rio, regulamcnto dos direitos parochiaes, e
urna colIeccSo de ancdotas, dilos chisto- j
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes, j
reccitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fruclos. Preco 320 rs.
'ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 160 rs.
Por partidas dobradas
i: ir.
HllMlIl
Ra nova n 15,segundo andar.
M. aTonseen delledciros, escriturario da
thesouraria de fazenda desta provincia,competen-
inslruccao
sta cidade,
coi intrnenlo do seu
mocas, segunda e quinta-tura de cada se-' ll hlf Jff"lM.da ,eSCrlUra5t *0' Part.id,as ao"
-rx Oa,a
...
xa.l/tfl/IIL/Ctvl 5 lemente habilitado pela directora de'i
Curso pratico e Iheorco de lneua fran- i| Pub,ifa P,ar.a ?'' arilhmelica neal
@ ce/a por urna senhora franceza. para dez I "'"' "l*;wojaatr, como
Thclesforo Marques da Silva, noengenhu Telha,
e com o seu proprielario, Alipio Camerino dos
Sanio-, no engenho Camarao, era Agua Pn
oui-iii precisar do urna an a i ara o s
interno de rasa de hornera soltero ou de pouca hmlft" ,' '"'
fami.ia.dirija.se a ra largad,. u. 39, ?S 1^aV
o abaixo ass
sao di', odores
1." secrelario.
i pede as pessi s |iie
segundo andar
oja de calcado da ra I .
i tos
[ue .. : Ihi
Recite -J de mareo de Ij
Adolpho Aslolpho V'asconrellos Pnn
Carros unebres.
Agr, administrador desle estabelccimenh i
em um armazem perli ncente ao conven) i de S.
Pn ncisco, grato ao publico e eos seus a
pela c i i que Ihe (em prestado i
continuara merece-la, visto que lem refoi
de novo os seos carros funebn s e esl o|
lando nuiles para melhor satisfazer as suas
gares, podendo ser procurado durante o d
eslauelccimento e*a noite na ra do R
Boa-Vista n. 34 casa Wrrea ao pe do sol
lendo no estabelecimento sempre pessi
forra '.i i s carros caix.o a qualquer ora da noi-
te para deposito di
2 bradas, o eusino de conlabtlidade especialmente
D. T. LANMAN &KEMP'
SOLR AGEMS
A7. G9 Water Street.
New YorV.
O mosmo do onlro lado tem um rotulo em
(antlgO pateo prietatios.
.3 Sobre a rolha acha-'se o retrato e firma do
inventor C. C. Bristol cm papel cor de rosa.
Que as arecoes juntas a cada garrafa tern
do e terceiro andar.
Publicaco jurdica.
2! nma phenix semclhante a que vai aciraa do pre-
Acha-se no prelo a 2.a edico dosElemeutos de
Direilo administrativo, mais correcta e conside-
ravelmenle alterada, pelo l)r. Vicente Pereira do sent annuncto.
Reg, lento cathedratico da mesraa sciencia na | DEPSITOS,
l'aculdade de Dreto desta cidade. Subscreve-se "' de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
para osla obra na livraria econmica de Nogue- j Babia, Germano &. C, ra Juliao n. 2.
,^Cporde^ L P~buc '* ^gas de J. Soum
duas partes que j estao impressas.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Indepenecia, prcciza-se fallar ao Sr.
Joao da Costa Maravillia.
Roga-se aos Srs. devedores a firma sor al
sequio de saldaren, seus dbitos na na do Col- 'ar*se podero deixarseus nomos em casa do an-
legio venda n. 25 ou na ra do Queimado loia ""Jf'ilS fl mcn.cionaao <"/ ,
n 10 J = Perdeu-se da Passagem da Magdalena at
', ao largo da Boa-Vista, do poder de um prelo,
- A'"Sa-scum segundo andar com grandes urna fronha de labyrnllio a qual eslava erabru-
commodos : a tratar na
numero 55.
ra da Fraia. serrana
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muilo perto da prara, vende-se urna par-
le do mesmo Engenho, urna maquina a vapor, I
urna deslacao nova montada de um tudo, 22
bois de carro, 6 quartos, e outros objectos :
de Leile & Correia era liquidaco, o obsequio tracla-se na ra do Queimado n. 10.
de mandar saldar seu3 dbitos na loja da ra do Louis Jorasrelka-se para ra do imperio
1 e vai para os Estados Luidos.
= Jos Bamfarl. subdito de S. II. Britnica,
retira-se para a Babia.
NOVO DEPOSITO
DE
Queimado n. 10.
adeuda dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker
Machinas de coser : em casa de Samuel"?.
Johnston & C., ra da Senzala Novan. 52.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
ra Nova n. 8, loja.
Aluga-so urna cscrava para lodo o seivic.o,
menos de engoraruar: no Hospicio, Uberna do
eleph'nlc.
Precisa-se alugar prelas por niez, que sai-
ba Ri vender boliuos ef.ervico de casa ; paga-se
bem ; procure na ra da Penha sobrado u. 25, 2o
andar, para tratar.
David Huber 4 C, do Rio de Ja-
neiro, azcm sciente, que estabelecerain
nesta praca urna casa de importacao,
debaixo da firma
LINDON WILDON & C,
adtnittindo como socios os Srs.
FUANCISCO LINVEN.
EM1ILIO W1LO.
RODOLPHO WEYDMANX,
os quaes assignarao a firma social.
Ra do Imperador, confronte
ao oilo do deposito do gaz.
Borolt & C.allcndcndo a que os senhores con-
sumidores degelo sao pela maior parte residen-
tes nos Cauros de Sanio Antonio o Boa-Vista, e
que ltitariam com grande difficuldade se este es-
Estabclccida em Londres
iMfjo) f mu.
CAPITAL
Cinco Biilkoes de libras
esterlinas.
saunders Brotliers & C." tem a honra de In-
formar ees Srs. negociantes, propretarios de
casas, e a guem mais convier. que estao plena-
dra, cobertos de telha e igu
objectos que conliverera os
quer consista em mobilia ou em fazendas de-
qualquer qualidade.
Ihada em dous peoacos de bretanha fina: quem
lies objectosliver adiado o quizer restituir pede-
r annunciar por esta tulla ou levar a ra da
Cadcia do Recite n. 12, que ser A generosamente
jgjatilcado ese ficar agradecido.
= Precisa-se de urna ama cscrava, somente
para lavar e engommar : na rui larga de Rosario
. sobrado n. 28, segundo andar.
=Prcrisa-se de una ama forra ou captiva,que
engomme e cosa e que seja sadia o de bons cos-
lunics ; pagase bem : na ra do Cabuga n. 'J,
segundo andar.
Perdeu-se urna carta mandada
pidos Srs. Gaudencio a Costa & Filhos,
Ido Para', aos abai\o fissiguaclos pelo
vapor Princeza de Joiuville em 50 de
Janeiro deste anno, constando :
Priuieira e segunda via de urna letra
datada de 29 de Janeiro, da quantia de
3f 2,000, Mecada pelos Srs. Miguel Jo
Srs
mente autorisados pela dita corapanhia para ,7 bT^ J rfV
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-lse Ka' a ^ do "ara, sobre os
- alenle sobre os lii won, Shipley & C. de Liverpool a 90
1,,Qt^?'Ldi"C.io.,s'!db8 d-' vsta e provavelmenteendossada
commodaces para muilo maior numero de hos-
pedesdo novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a preslar-lhesseus
serviros e bons ollic'ms guiando-js cm todas as
colisas que preciscm conhecinienlo pratico do
paiz, etc. : alm do portuguez e doinglez falla-se
na casa o hespsnhol e francez.
Eduardo Bobinson, subdito britnico, retira-
se para a Babia.
Francisco de Oliveira Franco faz rciente a
algumas das pessoas de sua amizade, que pela
t^eMabelecimerao eslivesse collocaJo^ no bairro rapidez de sua viagnm para a Kuropa, nao Ihe
foi possivel de todas se despedir, porcujo moii-
em blanco pelos Srs. Francisco Gau-
dencio da Costa & Ftlhos em data de
50 de Janeiro.
Primetra e segunda via de urna letra
J. G. OLIVEIRAtenido augmentado, com t- '' datada de 29 de janeiio da quantia de
mar a casa contiguo, ampias c exccllcnlcs ac- G0 SaCCada pelos Srs Minie! Jo'C
Raio Si C do Para' sobre os Siv. Rieber
Professor deisfa.
Ra da Cruz n. 44.
Acreditado em Franca, cm Hespanha, e nrsta
cidade de Pcrnambuco, arranca denles o raizes
com a maior rapidez possivel, assim comocollo-
ca-os sobre chapa d'ouro, platina e prata a von-
ladc de qualquer um (|iie delles precisar, como
lanibem cliiiinbi e limpa-os como maior ; -
possivel. Tira denles em casa a 2{> c 3a, i fura a
5J, denlo posto em chapa d'ouro a 10$: quera
delle precisar, procure no Recite, ra da Cruz
numero 4 i.
I rtClSU-St (IC ULO nO niCti] ie para ueposito a os cadveres as i
nai'l manil.'Mlns fin lima |n{Qsimc','n,>encarrega-sede tudo que diz res,
puiu UM Uttt js i lid luja a qualquer enterro com zelo e promplidao.
loia : "" A'u8'"so '''i'1 ,:'J caesdo Collegiu n. 17,
J tratar no I" andar da mesma casi, na ru i
(le lima SenllOra Imperador n. 17.
i.i Osabaixo issisnados fazera scieule so res-
para tratartle aOUS 1110111110, peiUveleorpo do commercio, que dissolv
/> napa la vai o antrnwn migavelmente a so icularquel
(, paia Id^.^r c engoni- na casad0 pasl0darua
de alfaiate;
precisa-se
para
IStO v, K. XC..L o ougwui- 1 a casa do pasto da rua larga do Rosai
ruar-: na ruada Madre de Dos firand0 a co.ra d,u soci? pm' s
nn "'o e passivo da extincta (Irma de R :.
Marlins Rccife 24 de fevereiro da 1SC0.Fer-
nando Subila, Jos Filippe Varlint.
Jos Joaquim de Puho "endonen ra o
tugal.
Precisa-se de um sitio com boa casa c ter-
reno para plantar capim ; a tratar na ru
peralriz ti. It\ loja.
Precisa-se de 400$ a juros sob Y
em urna casa : quera liver. dirija-so a rua da
dre de Dos n. 5, que se dir quem precisa.
Antonio Jos da Silva retira-se para f ra
CASI LESO-BBASILEIRA,
2, Golden Square, Londres.
do Rccife, poderao enronlrar na rua do Impera-
dor confronte ao oo do deposito do gaz, um
armazem com as proporroes exigidas para depo-
sito desle genero, o qual estar aberto concur-
rencia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nhia s 6 da tarde, do dia 3 do corr'ente cm
diante.
SiC-, de Londres, a 90 das de vista
e provavelmente endossada cm branco
pelos Srs. Francisco Gaudencio da
ta & Filhos em data de 50 dejaneiro.
Pede-se portanto a pessoa a quem por
ventura ossem a presentadas estas letras
para negociadas, de avisar inmediata-
mente aos abaixo assignados que ja to-
ii. 3G, primeiro andar.
Continua a precisar-se do um criado, que
di fiador a sua conducta, para lodo oservieo de
um hornera soltero : quem ochar-so nestas rir-
i uinsl.incias dirija-so rua da Cadeia de Sanio
Antonio n. 2o, segundo andar, boje rua do Im-
perador.
Consulado de Franca.
O capilao! Augusto Auger, do brigue francs do imperio.
Mura Vulctitiiie, em reparac i neste porto prc- tj. i *i*
cisa lomar ij risco cerca de 25:000]} para pagar as .UlJUIllO.
dfferentes fespezas, que lem sido obrigadu a fa- Envernisa-sc mobilia por preco commodo
zer nesle porto, O dito emprestimo ser garant- ;,., ,i carmo por debaixo to sorado do
po pelo mesmo nano e seu carregametito : as capil.lo Prnambuco
pessoas, qdo prctenderem fazer esto adianta- = Precisa-se alugar umtescrava para os
memo, sao convidadas a eompareccrem quin- eo de urna casa do pouca familia: qum a
lafeira 8 db corrtnte s 11 horas em ponto, ni uirlja-se a rua larga do Rosario a tratar ua
chaccllana do do consulado de trama aonde n 23
lera lugar a dila adjudicado em presenca do Sr. -Karl J. Schmettau vai a Europa levando
cnsul de nanea, a quem por menosfizer. Per- m SI COmpanhia sua seuhora e urna criada.
nambuco J de mareo de 1800. i Francisco Jos Goncalvcs da SiUa relira-es
= Nos das >, 6e 9 do correte mez, lem de para f,,,, do mperiocom. sua senhora, 3 lilhos
ser arrematadas, depoisda audiencia dos orphaos i recommendado, iodos menores e 1 criada. '
os arrendampuios das casas terreas perlenccntes li-
aos herdeiros do linado Jos Hara de -lesos Mu- ~ r*c,8a"so, l!'' "'" COSinhctro ; na rua ,
ni/, sendo urna casa na fu Direira u II i urna P>r i. 17, V> andar.
dila na rua das Aguas-Verdes n. 51, urna dila na -~ ab",x0 asignado, consenhor do engenh i
rua da Gloria n. 50; requeriineulo do tutor s'cuPera,M".j"certo que ha proposlo urna ac-
sendo a ultima praca no dia 0 '-'l0 '"''a ^"da vara do juizo mu icipal di i
= OlVerecc-se um moco que d fiador da su.i Cldaepara levar praca dito engenho por ar-
conduela para eaixeiro de cobranca, em armazem f0";1^1''"'". proleaU contra qualquer arrema-
ou anda mesmo para loja de fazendas ou miu- "" dt1'."!o '"'-"hi' para nao ser prejudi
dezas, o qual lera alguma pratiea e escreve bem ; 'i'11 f'"1 ,1"c"" ,!" wnsenhor, t> sern inlerru
quem pretender dirija-so ao boceo de Joao Pe- JJJ8 usa e scus tffeilps. Recife de i ;
reir n. que se dir sua morada. Uu l8!l- --''''''"" uaudcua Cmaro Leo.
= o abaixo assignado avisa ao rospetavel L "~ Aluga-se urna excellcnte casa reedificada
publico, quacomprou o deposito silo na praca 2?novo.' com ^slautes commodos, no pi......da
Paz, quina da rua do liolecolomb n 2, nos Afu-
i
Sr.
a livor
da Boa-Vista, junto a botica, e continua a ven
der o mesmo Bssucar do Honleiro, e como lam-
rados
a halar na rua do Imperador, ni
-w. .. ...- u...u -ww-.". u>. ^iu>... u, v WIIIW lilil- || 1
bem cale moido, charutos e cha. ludo da melhor ")l'""> 'lo Cl,|knl" l"m Antonio J. dos II is.
qualidade. Perdeu-sc um par de botos de punho, l'oi-
iosi Ttixeira Veixolo. I' 'ossaa raoodinliaa ingtezaa quem o adiar e o
Quem precisar de um homem portuguez de l\aa6t "'--'i'""'. Ijve-o casa defronte do i
meia idade para tomareonta de taberna ou qual- dil m,llriz da BO*-V\tia n. 22, que se mostrar o
quer onlro estabelecimento, tamben lem pralicloulr0;"P"to' |c "compensar.
de restilacio de licores e de sarapes de todas asL "" 6 do corr''"10 ,,,l,'/ d!! m'1n.'0 se l'
qualidadcs, ou OUlro qualquar .-niprego pois 0 '"n-m-itar em pra;a publica _do Sr. Dr. juiz
Cos- i tambera cutvnde um pouco do ooanlra, e mesmo ","""'l'al da priiueira vara desta ,ul le, por ar-
se emprega em qualquer ouIro mister que Ihe I B"*",Wrlo aniiqal, o 60orado de lies andares
convenba, dando fiador a sua conducta : na rua *'-aKJ"a n; 3, silo na rua do Kneanlanieulo do
da Fraia, taberna n. 58. ( murro do Recite, que faz quina pata a trajessa
da tua do Vigario, avallada a renda em 8(69 0
maram os meios necessanos para inlii-
vo Ihe pede desculpa por esta falo involuntaria, bir qualquer Iransacoo illicita. Per-
Precisa-se de urna ama secca para criar um V i '. .
para criar um
menino de um anuo de idade ; prefere-se escra-
va e que seja de media idade : dirija-so ao hole
nambuco 2 de marco de 1860.llabe
Schmetau & C.
tSmftOjS" dQ TraP'che n- 7' 'lue achat com = Angelic Cordier, subdito francez, retira-se
quem tratar. | para < r0 cranfje d0 Sul-
= Nao se entende com Jos Antonio dos San-' vai a praca a reiiierimonlo de I). Senhorinha do
los, pintor, na rua do. Vigario, o aununcio que Oliveira Jacorae Peixoio. a uliiraa oraea.
diz: retira-se para a Babia, e de boje era dante Na gallera a oficina pholographica* da roa
se assignar Jos Antonio dos Santos Peres. i Novan. 18, conlinna-se a lirar retalos peles
_ Pelo juizo de orphaos desta cidade, escri- mais moderaos e perfeitos svst.-mas. Os traba-
vao Guimaraes ir praca o renda por 3 anuos o Ihos sabidos desse esladelecimenlo s.io bem co-
silio no lugar do l.ourelo, fregnezia de nribeca;: nhecidos do publico desla capital
pe lencente aos orphos filhos do fallecido Ma-, Os Srs. -Ignacio de Souza Leio e Antonio
noel da Silva Barros, sendo a renda annual de i Borges Galvo L'choa lenliam a bondade de ap-
2a0*. e cuja prattra se ell'ecluar no lira do 3 au-' parecer no armazem de Jos Duarte das Nevc- a
dicncias no dia 9 do corrale. | negocio de interesse.


] MUTILADO]


m
i
Publicaco Iliteraria.
Guia Luso-Br.isileirodo Viajante da Europa
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na mao do
aulor rua do Vijrario n. 11, brox. 3S encad 49.
Aluga-se o sobrado de dous andares e loja
da ra eslreila do Rosario n. 20, a urna s possoa .
quera pretender dirija-se a ra larga do Rosario
irla larga.
DIARIO DE PERWAMBUCO TERCA FERA 6 DE MARCO DE 1860.
loja de louca porta larga.
aftmu ui
Seguro conlraFogo
| COMPA1HIA
ISITOIM
i LONDRES
AGENTES
i C J. Astley & Companhia.
se |
Tintas de oleo.
Formas de ferro para g
purgar assucar. |
g Estanto ein baria. fi
5 Verniz copal.
8 Palhinha para marci-
iieiro. 1
Vinhos finos de Moselle.
F ' Brini devela: no arma- i
zemdeC.J. Astley&C.
Alexamirini Rosalioa da Cunlia, brasileira,
-so para Portugal, levando em sua compa-
a Qlho m n >t de norae Joao Nunes de
Alevcdo.
Compras.
Xa ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
r, de Jos de Aquino Fonscca, compram-se
continua lamente moedas de 16 c 20;000, aguias
d ,; I nidos, modas de cinco francos,
e mexicanas, cm grandes e
I
leiifao.
Compraai-se, rendem-se etroeam-se escravps:
in do tmpe lorn. 21, primeiro andar.
i-se moedas de ouro : no cscrip-
da i i d i Trapiche n. 11, primeiro andar.
Compram-se moedas de ouro di- 203 o de
16J : na lija das G portas era frente do Livra-
menl >.
Compra-te tira sobrado de nm ate
V andares: na praca da Independencia
n. 22 se dira'quem compra.
=: Coropra-sc una negra crioula, de bonita D-
. de 1S a 20 annos de idade, que saiba cozi-
nhai mar muito bem. que cosa alguma
coua : na ra do Brum n. l, armazem de Ma-
nuel Jos de S Araujo.
aisaite-
mente
rra-se, vende-sc e troca-se escravos: na ra
la n. 66.
enaas.
men^y.v
DA
uiOLOWMOW,
Raa da Senzala .\ova n. 42.
"' belecimento continua a liaver um
iplel sorlimento de moendas e meias moen-
nho, machinas do vapor e taixas
'" batido oado. de todos os tamanhos
I dto.
Paletot a ^,000.
i squina da roa do Imperador
n. 5, vendem-se palctotsdc ganga amarclla a 2j
um
......
| GRAXDEEYAMADfl SORTIMENTO
LE
Bouasp feilas c fazendas J
KA
luoja c armazem
DE
es&Bastos
:
'
i:
:

. :
:
I
;
:
:
:
:
Na rua do Queima-
do n. 46.
Ricas sobrecasacas de panno fino pretos
e de .res a 2S3, 30 e 35?, tambera temos
palelots dos meamos pannos a 22; e 249
paletotsde easemira do cores de muit
bora gosto e finos a 12.j>, \ [f, cg e 18, di-
ni Panno prelo.paia menino a 1&5 e
0$, ditos de easemira de cores a 83 e 10*
'alcas de easemira de cores e pretos ejun-
tamente para meninos a 73, 8, 9?, l; e
l ZS, edteles de gorgurao de seda e case-
mira a 5 los de cores saceos a 4*. ditos sobrecasacos
e 8$, ditos de brim, de csguio o do
lustao tanto brancos como decores a 4s
'. r>; fi,.', calcas de brins brancos mui-
' > ""> ->. W e 7S, colleles brancos c de
cores a ,J> e 3c500, camisas par meninos
de diversas quahdades, calcas de brins de
cores finas a 3*600, 4 j e 5, um rico sorli-
mento de vestidos de cambraia brancos
bordados do melhor gosto que tcm appi-
recido a 28, manteletes de fil preto e de
cor muito superior gosto c muito moderno
cadaume 84, ricos casaveques de
cambraia bordados para menino a 103 di-
tos para sen hora a 153, ricos enfeiles de
troco de relindo gosto melhor quo tem ap-
parecldo a 10j> e 12J, e outras muitas fa-
zentfase 1 upas fcitas qno cora a presenca
do fregu?, se far patente.

ara a quaresma
Ncsle mesmo estabelecimento ha um
grande sorlimento de casacas pretas, as-
sim como manda-so [azor pormedidaa von-
lade do freguez. escolhendo 03 mesmos os
pa 1111 os a seu gosto sendo os procos a 35S
e 403. "
Camisas inglezas
No mesmo eslabelecimenio acaba de che-
gar um gran le sorlimento das verdadeiras
camisas inglezas pellos delinhocom prca
largas ultima moda, por ler-se muil
quautidade delerminou-se a vender po
menos do valor sendo a duzia a 34#.
Paletot aS,000.
Na ra do Crespo esquina da roa do Imperador
I ;ji n. 5. vende-se puletol de brim pardo de li-
alio a Jj rada um.
. i
" 1
:
:>
.
:

.
:
i'
:

Relogios
Suissos.
Em casa de Schafheitlin
& C, na ra da Cruz n. 38, ven-
de-se um grande e variado
sortiment^de relogios de algi-
beira horisonlaes, patentes,
chronomelros, meios chono-
metros, de ouro, prata doura-
da, e foleados a ouro ; sendo
osles relogios dos primeiros fa-
bricanles da Suissa, que se
venderao por precos razoa-
veis.
Vende-se um cerro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, rom assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno uno, e ludo bem arranjado :
para (aliar, cora o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
Vendem-se ceblas do Rio Grande do Sul
muito novas, por preco cominodo : a bordo do
patacho Relmpago, tundeado comronlc ao tra-
piche do algodao.
Pechiucha.
Vendem-se pecas de algodaozinho bom, cora
pequeo toque de a varia a 12S0, U600, 23 e
cJ : na loja da praca da Independencia n-
meros 1 e 3.
Vendem se arcos de pao e precos
para bar cas-: no escriptorio de Car-
valho No^ueira & C, ra do Vigario n.
9, primeiro andar.
PotassadaRossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua :>. Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedia: ludo nor urccos muito
razoa> eis.
Rua do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Ain.la reMara algumas fezendas para conclu-
ir a lnju'ulaeao da firma de Lcile & Correia, as
quaesse vendem por deminulo pre^o, sendo en-
tre outras as seguintes :
Majos de meias cruas para hornera a 19600
Ditos de dilas de cores 2J000
Ditos da ditas cruas muito superiores 4&000
Ditos d ditos para senhora 3S000
Diios de ditas muito Gnas 4t000
Corles de calca de meia easemira 25OOO
Ditos do ditas de easemira de cores 5$000
Ditos de ditas da easemira preta a 59 e 63OOO
Brim trancado branco de linho fino
vara 1000
Cortes de coleta de gorgurao de seda 2#000
Tao prelo fino, prova de limo 39 e 45OOO
Grvalas de seda preta e de cores l000
Risndos rancezes, largos, cores fixes
covado 200
Grillas francezas largas finas covado 240
Dilas eslreitas 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade eovado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 23POOO
Tiras bordadas 200
Cambroias lisas muito finas peca 4#000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes da laa bordados de seda um 29000
Grodenaple preto, largo covado 19800 e 29000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 29000
Vestidos brancos bordados para baplisado 5$000
Veos bordados para chapeo 255000
Entre meios bordados 19600
Athoailiado adamascado largo vara 19280
Lencos de chita escuros ura 100
Gangas de cores para palitos covado 200
Vendem-se foges de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo 4 torna-
bas, e Torno para cozinha com lenha ou carvao,
oplima invcnco pela economa de gastar um
terco de lenha ou corvo dos antigos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a differnca de se-
ren amoviveis, oceuparem pequeo espaco da
casa, e do fcil condueco : vendem-se por pre-
cos inuitp mdicos, na fundicao de Francisco A-
Cardoso (Mosquita) rua do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Gonceicao da pon-
te do Recife, e rua do Queimado n. 30.
iP$PGS8,*ttS
HKEMP iNUEVjyRK)
PILULAS VEGETAES
SSUCARADAS
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Conlraconstipaces, ictericia, affecroes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesles, nxaquecas.
Hemorrlioidas, darrhea,doencas da
pelle, rupcoes,e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANGCE.
75,000 caixasdcste remedio cousoinmem-se an
nualmente I I
Remedio da natureza
Approvado pela faculdade de medicina, e rc-
commendado como o mais valioso eclarlico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pilulas
pu-amente vegelaes, nao contera ellas nenhura
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
eslao bem acondicionadas em caixas de folba pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
em sua operacao, e um remedio poderoso para a
juvcnlude, puberdade e velhice.
Lea-se o folhetoquc acompanhacada caixa.pelo
qual se licar conhecendo as muitas curas milagro-
sas quotem effecluado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas daspriu-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandega n 89.
Bahia, Germano & C, ruaJuliaon 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, rua da Cruz n. 22.

Novas machinas de cozer,
DE
Wheeler DE
New-York.
yinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
diio champagne, dem, dito muscalel, idem : no
armazem de Barroca i Medeiros, rua da Cadeia
do Recite n. 4.
Chapeos de caslor preto
e brancos
Na rua do Queimado n. 3", vendem-se os me-
mores chapes de castor.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
doTiapiche n. 42, vende-se selins para hornera
8 penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
r.artholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegrtaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Rosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungente Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
un!""de boca larga com rolhas- de-s 0D5as
Assim como tem um grande sorlimento de pa-
pel para forro de sala, o qual yeude a mdico
prejo.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasdevacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deronte da
porta da alfandega.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loj n. 50, de Cu-
nha & Silva, ha pora vender cera de carnauba
de boa qualidade por menos rreco do que em
oulras parles.
Acham-sc venda estas interessanles machi-
nas de costura, as quaes reuncm todas as vanta-
gens desejaves, nao s pela perfeicao e seguran-
za do mechanismo, como por serera da mais bo-
nita apparencia, sendo muito facis para se
aprender a trabalhar ncllas, o que se consegue
com urna simples lico. Estas maclr ^s fazcm
posponlo dos dous lados da costura i .ozem cora
maior rapidez e pcrfeeo possivcl.
Acham-se a venda c moslram-se a q lalquer
hora ds da ou da^ioile na nica agencia desla
provinciano aterro da Boa-Vista, actualmente
rua da Inuieralriz n. 10 loja.
Na loja do sertanejo, rua
do Queimado n. 43 A.
Reccberara em dircitura de Franca, deencom-
menda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas que tem vindo ao mercado, e por me-
nos que em outra qualquer parte, assim como
tambera tem um grande sortimenlo de enfeite,
de vidrlho pretos e de cores pelo diminuto pre-
co de 4g cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perfeito esta
do, aberturas brancas muito unas a 320, ditas de
esguio de linho a lg urna, cambraia preta fina
a 360 o covado, a vara a 560,e a 640, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a lj>200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-coresprctos a
7g400, ditos pretos a 8 e a 9$, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e llg, ditos pretos a 7, 9 e
12g, colleles de gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos tamanhos, cas cruas, por
ser grande porcao, a 19500, ditas a IgOOO e 2J a
duzia, finas a 3 e 4g, chapeos enfeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pro-
co, e ludo o mais aqui se encontrar o preco,
e nao se deixa de vemnder
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente nosto.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors & C.
Vidros para vi-
draca.
A 6# a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario toja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tamanho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
Vendas.
R6logios de ouroe prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, Tendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
ven-a, rua da Cadeia do Recife a. 62, primeiro
anua-.
E pechincha
sem igual.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais uno quo possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato preco de 500 rs. a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas do cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5jJ, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3jS00 a duzia, dilas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 69, paletotsde
alpaca preta e do cores a 59, ccroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
609 a duzia, organdys de lidos desenhos a
19100 a rara, cortes de cassa chita a 3$, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4$800, 5$, 5$30,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
calca de brim de linho a 29, dilas de meia case-
mira a 25240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Cheguem a Pechincha
Na loja do Preguica na rua do
Queimado n. 2. tem para
Tender:
40 Rua do Queimado. 40
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratsi-
mos precos para acabar.
Dao-se amostras com penher.
c Ia !,->.-1;.1.. ,i., ..j. i. .
Chaly e merino de cores, ptimo nao s para '
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova- i
do Challes de'merino estampados muito fios pelo Cortes de vestido de seda de cores com
deminulo preco de 2:500 cada nm musselinas : babados
modernas, bstanle largas, de variados padroes! Diios de dita preta com babados
a 260 e 280 ris o covaJo grvalas a fanlazia.o Diios de dita gaze phanlazia
mais moderno possivel a 19 e 1200 cdauma, e Romciras de fil de seda preta bordadas
OUtraS millIiS f.i?l>n<(l pni.ic nrm outras muitas fazendas, cujos procos extraor-
dinariamente baratos, stisfarao a expectativa
do comprador.
Machinas de costura
de S. M.Singer New-York, o mais aper-
dous lados da" costura,
garante-se a seguranca
das ir achinas e manda-
se ensillar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
.a do da ou da noite
entes em Pernambuco
& Irmao, aterro da
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1| e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
ew-iork, o mais aper- r.,. ... y
feicoado systema, fazen-!torles do vcslld de seda de gaze Irans-
do pospouto igual pelos prenles
Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremeios bordados
Manas de blonde brancas e pretas
, Dilas de fil de linho pretas
nesta agencia: nicos! rll,.10 ilx-iaa
ico Itaymundo Carlos Lei- V s seda ,de lodos as corcs
a Boa-Vista n. 10. j Lcnf.'os cambraia de linho bordados g
9
9
9
1*200
8
39000
1950*0
109000
16J000
19000
9
9
9
9
9
O agente do rerd.idciro xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na bolica c armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Filho : desoecessario fa-
zer elogios bondade deste xarope. nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralmenle tem tido. Um cera nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
co do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
udlo para todas as molestias dos nrgaospulmo.
nares. Para conhecimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios. e no falsifica-
do esta lithographada.
Liquidado.
Rua da Cadeia do ReciTe, con-
fronte io becco Largo, loja
numero 23.
Os novos proprietarios dcsto estabelecimenlo
ten Jo de sorti-lo de fazendas de gosto e moda,
resolveram-sc vender as fazendas existentes no
mesmo estabelecimenlo por lodo o preco oara
acabar. r
Chitas francezas e inglezas a 160 o covado.
Organdys colorida a 300 rs. o covado.
Chitas francezas linas, bonilos padroes a 240
rs. o covado.
Chales de merino com barra a 2500.
Ditos dit> liso superior c 38000.
Cassas pintadas, bonitos padroes, a 200 rs. o
covado.
Meias para homens e senhoras, superiores, a
J-3 a duiia,
Barege de seda colorida a 610 o covado.
Caigas de brim de seda para homem a 3$000.
Chapeos de feltro a ir.
Vestidos de seda com toque de mofo a 105
Enfeiles de flores a 1$
Visitas de merino superior a 8.
Corles de vestidos de blondo branco a W)$.
Organdys de cordao colorida a 480 a vara.
L outras muitas tazendas que se venderao pe-
los precos que os compradores quuerein, para
acabar.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
Taclias para engento
Fundicao de ferro e bronze
DS
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS IIOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
raente de berras medicinaos, nao conlm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delectoria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a COmpleifao mais
delicada igualmente promplo c seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta ;
mteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doeoeaa de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
quesejam.
Eulre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavara as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperarlo ; faeam um competente ensaio dos
efficazes cITeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo cm tomar este remedio
para qnciquer das seguintes enfermidades :
\mm mm mm mm mmm
GRANDE ARMAZEM
f DE
Roupa feila
8 Rua Nova n. 49, junto
l a tireja da Conceigdo dos
Militares.
I Ncsle armazem encontrar o publico
e um grande e variado sortimenlo de rou-
S pas Mitas, como scjain casacas, sobreca-
J sacas, gndolas, fraques, e paletots de 2s>
panno lino prelo e de cores, paletots e
Ditos de dila de algodao bordados
Panno prelo e de cores de lodas as qua-
lidades. covado
Casemirasidcm idem idem
Gollinhas de cambraia de lodas as qr.a-
lidades de 600 rs. a
( Chales de touquim brancos
|| 1 Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas os qualidades
Enhiles de vidrilho francezes pretos o
de core3
[Aberturas para camisa de liaho e algo-
dao, brancas c de cores
Saias balso de varias qualidades
t j Chapeos francezes finos, forma moderna
| Cm sortimenlo complelo de grvalas de
o V I seda de lodas as qualidades
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- fj Camisas francezas, peilos de linho e de
_ zinaprelos e de cores, paletots e obre- 2 i .1hs i .,
M casa/os de seda e easenfira do core caU R f'^ ^T de COr;S
<& cas de easemira preta e de cores, ditas de t lustao brancas e de core3
'dC nierin, de prnceza, de brim de linho M Ceroulas de linho c de algodao
SI branco e de cores, de fustao e riscados, |1 j Capellas brancas para noivas muito finas
g branco, ditos de gorgurao e easemira, di- *R p' *cs,ld. sedas, laa e seda, cam-
| los de fuslocs c brins, fardamentos para braia e soda tapadas e transparentes,
^ a guarda nacional, libres para criados, j
H ceroulas e camisas francezas, chapeos e M
grvalas, grando sorlimento do roupas %
para meninos de 6 a 1 i annos ; nao agr- m
af dando ao comprador algumas das roupas 2
jg feitas se apromptarao outras agosto do K
$2 comprador dando-se no da convenci- 900
5^000
9
9
39500
9
6-5000
89500
brancas e do cores para
para
Piano
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Sanio n. 11,
alguns pianos do utimo gosto, receiitiraenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
mssm
em grande sorlimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650o, 7 o 8j, ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7, 9 o 10,, ditos de lonlra pelos c
de cores, muito finos a CS e 7,-*, ditos do chile a
3$500, 5, 0, 8, 10 e 123, diios de feltro cm gran- Setim liso de todas as cores covado
de sortimento, lano em cores romo emqualida- Chitas francezas claras e escuras co
des, para homens o meninos, de 2500 a 7$, di- vniIn 9fin esmras, co-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre, di- e
los de easemira com aba forrada de palha, ou I Cassas francezas de cores, vara a 500 e
sera ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alia i Lencos de seda de gorgurao pretos
e baixa, superiores eniuilo em coiila, bonetes Collariohos de esguiao de linho mo-
Irancezcs e da trra, de diversas qualidades, para Homft mo
meninos, chapeos de muitas qualidades para me- aLr,l0S
ninas de escola, chapetinascom voparasenho- L'm complelo sortimenlo de roupa feila
ra, muitojem conla e do melhor goslo possivel, > sendo casacas, sobrecasacas paletots
chapeos de seda, diios de palha amazonas, enfei- rolletes ci!ci d ..;i.. ij ^ '
les para caneca, taras, chapeos de sol, e 00tras : dVteSdS qualidades
muitos objectos que os senhores freguezes, vis- n 1
la do preco e da qualidade da fazen da, nao dei- 1 'le,J>g|03 e obras de ouro
xarao de comprar; na bem conhecida loja de trles de easemira de cores de 5? a
Retroz do Porto a 15#000\
covado
Meias cruas
meninas
Dilas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas,
menino
Velludlho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo do --as de
seda bordadas, lisas, para zahoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de col.'ete de gorgurao de seda
de cores
Ditos de velludo muito Cnos
Lencos de seda rxas para senhora
Harquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapalinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Tafet rxo, covado
Setim preto, encarnado c azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
s
9
19600
9320
I92OO
9700
2S0O0
l?ooo
9
8;000
2ff500
US^OO
5000
S500
600
9
325
J640
S
1SO00
9
12-;000
Vende-se retroz prelo e de cores da prmeira
qualidade pelo diminuto preco de 159 a libra o
sendo em porcao se far alguma differnca ao
comprador : no Forte do Mallos rua do Codor-
niz 11. 5.
Cocos italianos
de follia de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e $$ urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de unileiro.
No armazem da rua do Queimado n. 19 ven- Acaba de ehecfar do RO de Ja
o palmos de largo, pelo ba-
Vendem-se fazondas por barato"
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a reta-
lho : na rua do Queimado* loja
porlasn. 10.
de 4
Algodao monsro.
A 600 rs.avara.
de-se algodao com
rato preco de 600 rs. a vara ; esle algodao serve
p-ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
por sacca de
Irmaos.
4000 rs.
milho; nos armazens de Tasso
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou exteiwia-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteiia.
Do de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Febreto da especie.
Gola.
Hemorrlioidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammaces.
Irr eg u aridades
menstruaeso.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruecao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Reten^o de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cda urna
dellas, coulem urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulae.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz n. 22,. a Per-
nambuco-.
nciro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volunie
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
;sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Para a quaresma.
Sedas pretas larradas, lindos desenhos
covado
i Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
(Grosdenaple preto, covado
1 Dito largo e muito superior a 29 e
Sarja preta larga, covado
na rua do Queimado, loja de 4 portas n.
gj Coutinua-se a vender fazendas por baixo
JS preco at mesmo por menos do seu valor, |
afim de liquidar contas : na loja de 4 portas \
;J na rua do Queimado n. 10.
1S600
29000
1S8U0
2^500
2;00
10.
Nova invencao aperfei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Rua do Queimado n. 37.
A 30,? cortes de vestidos de seda quecustaram
609; a 6j cortes de vestidos de phantasia que
custaram 309 ; a 8g chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37. ., -.-.--(
Brim trancado de linho todo!KuadabenzalaNovan. 42
Trp(ft Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
, .. w quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
fazenda muito superior; garante-seque nao | glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
desbota na rua da Cadew do Recife n. 48, lo-! as inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
ja de Leite & Irmao. montara, arreios para carro de um e dous caval-
Enfeiles de vidrilho e de retroz a 49 cada os. e relogios d'ouro patente inslezes.
: na^rua do Que.m.do n.37, loja de4 portas. MeidS" de Seda de PeSO
Em casa de Rabe Schmettan &
C ni Ar. rAa\n *t i Para senhora, brancas e preu
U.rua da Cade a n 57, vendem-se I brancas e riscadas: vende-se na loja
elegantes pianos do afamado fabrican- & Irmao na rua da Cadeia do Recife u
te Traumann de Hamburgo.
SABAO
do deposito geral do Rio de
com Tasso & Irmaos.
Janeiro j a tratar
Fariuha de mandioca
Tasso & Irmi
Milho
nos armazens de Tasso 4 Irmaos.
aoa armazens de Tasso 4- Irmos.
I para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
na loja de Leite
r Recite u. 48.
Botinas de setim brancos
e pretos para senhoras
e meninas.
Sapatos de dilo branco e prelo pa-
ra senhora.
Bolinas de duraque preto e de co-
res para senhora, o par a 2c000
Sapales de vaqueta para homem a 5S50
Ditos de lustre para hmpm a 59500
Ditos dilo para menino n 4$000
Botinas de pellica para humera a 8$000
Ditas sem salto para menina a 250O
Ka rua do Cabug n. 16, loja de Burle Jnior
& Martias.
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 6 DE MARCO DE 1860.

(1)
I
\
\
DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMEXTO DE
Ra Nova n. 27, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste estabelecimento acha-sc um completo e variado sortimenlo dos melhores, mais
elegantes e mais bem construidos pianos de que ha noticia. Nao s se cncontram bellos e mag-
nilicos pianos allemies, entre ellos os de CARLOS SCHKELo melhore mais insigne fabricante at
hoje conhecido como larabem ptimos pianos francezes de Erard. A conslruccao de todos clles o
r.iiis seguro, o mais lindo e iuleiramente apropriada ao clima deste paz, e as vozes de todos elles
sao excellcntes e mui harmoniosos. Este estalielecimento olVercce as jnaiores garantas aos fre-
guezes e aos compradores era geral, porque alm de seren mui razoaveis os precos destes instru-
mentos, ha toda a promplidioe tidelidade as compras ; sendo ahi rcsponsavel por qualquer do-
feilo que possa existir e que se deva reparar. "
Na mesma casa aflna-se o concerta-se pianos rom a maior perfeicio possivel.
FABRICA
DE
iLQiBISf I FflSDfAQ El IlfkU.
Sita na roa Imperial n. 118 e i 20 junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J.da Silva dirigida por Slaooel Carneiro Leal.
Neste estabelecimento ha sempre promplos alambiques de cobre de differentes dimencoes
(de 300 a 3:000) simples c dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contnos
para restilar o destilar espiritos com graduario at 40 graos (pela graduario deSellon Carlicr) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras prOTDcias do impario, bombas
de todas as dimenres, asperantcs c de repudio tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras '
de bronze de iodas as dimenres e citios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas parafornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armario e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, tachas c lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lencol c barra, zinco era lenrol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenrcs de ferro o lati,ferro suecia ingles de todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muilosarligos por menos proco do que em outra qualquer1
parte, desempenhanJo-se toda e qualquer cncommenda com presteza e perfeicio j condecida i
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarera-nos com a sua eonianra, acha-'
lio na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Farinha de man-
dioca.
Vende-se por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra da Cniz, armazem n. 26.
usmmam m&emm ^mmm
Altenco.
Com toque de a varia
Relogios.
Ao segundo andar do sobrado Jj
da esquina da ra do Queimado ff
por cima da loja do Sr. Preguica ||
entrada pelo becco do Peixe
Frito. B
Paletots de casemira de cor do ul- m
timo gotto conde Cavoar. 5
Sobrecasacas de panno preto m- -
permeavel e de cores.
Calcas feitas de casemira preta e
cores.
Camisas inglezas e francezas
peitos de tinta.
Vende-se muito barato.
1:800
Corles de vestido de chita rocha Dra a 1:8001
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3$
4:000 dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, ura bello sorlimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
mmmm mmmm mmmm
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barrisde quarto, por proco coromo-
do : no armazem de Adamson Howie i C, na
rua da Trapiche n. 42.
Ferros de engommar econmicos.
FxEVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOKABO
TEI.OS sr.s.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlexandro HerculanoA. 0. RamosA. Guima-
resA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlv.s RrancoA. P. Lopes de MendonraA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarrcirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva" c CiuiliaF.
Gomes de AmorimF. M. BordalloJ. A. de Preitas OliveiraJ. A llaiaJ. A. MarquesJ. d
Andrade Corvo.1. da Costa CascaesJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. II. da Cunha RivaraJ. J. da Ciara JniorJ. Julio de Oliveira PiuloJos Hara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Ferraz Valentina Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
roa.
A. P. de CarralhoI. F. Silveira da MollaRodrigo Paganini.
Destinado a resumir todas as semanas o movimonto jornalislco e a offerecer aos leitores, con-
fnntnmenle com a revista do que mais nolavcl houvcr o-corrido na poltica, na scieocia, na indus-
tria ou ras arles, atguns artigos originaos sobre qualquer destes assumptos, o archivo i.mvehsal,
desde Janeiro de 1859, era que comecou a publicar-se, tem salisfeito aos seus fins, com a maior
cxaclidio c regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volurae de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio deste Diario, rua dasCru/es, e na rua Nova n. 8.
Preco da asignatura : pelos paquetes vapor 10J200 por anuo ; por navio devela 8$ (moeda
brasleira).
Ha algumas collccces desde o comeco da publicario do jornal.
Duo-sc a-contento.
Os abaixo assignados para commodidade do
respeilavel publico, procuraram e conseguirain
estabeleccr em diversos pontos desta cidade a
vendagera dos ferros econmicos de Rlesse Draki
pelos mesmos precos por que tem vendido no
seu estabeleciir.enlo da rua da Imperalriz n. 10,
isto de 12-5 porapparelho completo, que cons-
ta de ferro,fule e descanco. Esta maravilha d'ar-
te americana um daquelles inventos de grande
ulilidade para a industria, pois nao s econroi-
sa o carvo e tempn, mas se consegue em deter-
minado espaco de tempo engommar o triplo do
que scoblem cora um ferro commum : corn 00
rs. de carvao engomma se um dia inteiro, s nc-
cessila limpar o ferro quando se principia a ope-
rario, o qual conserva sempre o grao de calor
que eepretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforro, poder
ser manipulado a vontade do mais dbil traba-
lliaJor, tem mais um apparelho que obsla a que
o calor do ferro possa prejudicar a quem com
37 Rua do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimenlo de obras feitas, como sejam : pale-
tots de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
i'' a 35$, um completo sorlimento de paletots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
: francezas de linho e de panninho de 2$ at 5$
| cada urna, chapeos francezes para homem a 8$,
ditos muito superiores a IOS, ditos avelludados,
copa alta a 139, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para hornera de 4. 5 e al 7{>
cada um, ditos de seda e de palha enfeilados pa-
ra meninas a 1G#, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeta-
dasa 25$, dilas de palha de Italia muilo finas a
25$, corles de vestido de seda era carto de 40$
at 150$, ditos de phanlasia de 163 at35$000,
gollinhas de cambraia de 1 at 5j>, manguitos
de 1$500 at 5#, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colletes, paletots c calcas de 35500 at
4$ o covado, panno fino preto e de coresde 2-3500
at 10$ o covado, corles de collctede velludo
muilo superiores a9e 12$, ditos de go-gurio
e de fustio brancos de cores, tudo por preco
i barato, atoalhado de algodao a Ij2fe0 a vara,
corles de casemiras de cores de 5 at 93, gresde-
naplcs de cores e pretos de lgGOO at 3j>2<)0 o
covado, esparlilhos para senhora a 6$, ecciros
de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12$ cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 al 203 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2$00, barege do seda para vestidos, covado a
L3OO, ura completo sortimenlo de colletes de
gorgurio, casemira pela lisa e bordada, e de
fustio de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 73 o covado, pannos
Pra cima de mesa a 10 cada ura, merino al-
cochoado propno para paletots e colletes a 23SOO
olivado, bandos para armario de cabello a
195'JO, saceos de topete e de marroquim para via-
gem, eum grande sorlimento de macas e malas
d6 pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se moslrario
tU* Defronte da matriz da Boa Vista,n.86, ven-
REMEDIO IKCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharcsde individuos de todas as nacoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que dellc fizeram temieu corpo e mera-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as rclalam
todos os das ha muitosannos ; e a maior parle
dcllas sao tao sor prendentcs que admiras; so
mdicos mais celebres. Quantas possoas reco-
brarain com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffnr :i
amputaran! Dcllas ha muitas que haveiulo dei-
xado csses osylos de padecimentos, para seno
suhmetterem essa operario dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuo de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos dimite do luid correge-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
caren] sua lirmativa.
Ninguem desesperara doeslsdo de saude sa
tivesse bstanle confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentrataloque necessitasse a natureza do mal,
cujo resultado seria prova riucoutestavelmente :
Oue tudo cura.
<> ungento lio til, mais particu-
larmente nos sefpuintes casos.
Burros andaluzes.
Acabara de chegar do Lisboa quaro burros de
pura raga andaluza, sendo urna parelha eum ca-
sal, bonitos o grandes, que se vendem por com-
modo preco : quem os pretender dirija-se rua
do Vigario n. 19 1. andar, para tratar.
Espirito de vinho com Ai
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro cora i
jrros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larjra do Rosario n. 36
dorios.
Alporcas.
Cairabras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos mernbros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
lirupcoes c escorbti-
cas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengivas escaldadas.
lnchaces
Inflammacao doflgado
Inflammacao da beziga.
da matriz
Lepra.
Males das pe mas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
SupuraQes ptridas.
Tinha, mi qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarliculaces.
Veas torcidas ou noda-
das as peinas.
Vonde-seem casa de Arkuright & C., rua de
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
qhbury, sendo que pelo seu perfeilomachinismo
pode-se usar com coberta ousem ella.
A 2#000 o par
Botinas nacionaes, obra igual se nao superior
a franceza a 2;00 o par, confronte ao dep
do gtz.
Vende-se a taberna da rua Direita n. 0),
com bons cammodos: a tratar na mesma.
= Vende-se um caixio principiado para duas
casas, assim como so vend: a meiacao do oilo
dobrado da casa parede meia ao Campo Verde,
confronte ao oilao do sabrado do Sr. Joaqun)
Ignacio Itibeiro Junir: a tratar na ruada liu-
pcralilz numero 78.
Bom e barato.
Na rna Nova n. 14, loja do bom gesto,, ven-
dem-se riquissimos chapeos para senhora, de
goslo mais moderno, chegados ltimamente, pele
diminuto preco de 12? : venham ver 'ara
Escravos fgidos.
Atteneo.
Pugio um caira escravo, captivo, de nome
Antonio, no dia 2 de Crrente, filho natural de
Goianna, o dito escravo de estatura regular:
quemo capturar dirija-se a rua Direita n. G.
Vende-se este ungento no estabecimrnto
geral de Londres n. 22(, todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl. Havana e Hespanha.
Venie-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccio em prtuguez para o modo di
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Crun. 22, em Per-
uambuco.
Pianos venda
Em casa de E. A. Hurle & C, rua da Cruz n.
m rs.
ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin- dem-se e alugam-se bichas de Ilnraburgo, por 48, ha sempre para vender um completo surt-
CONSULTORIO
DO
wmm Miimtt s hpiunl
3 RUA DAGjLWRIA.CA^ADOFIJIVBJlO 3
Clinlea por mks os sistemas.
O Dr. Lobo Moscosod consultas todos os das pela manhaa ede tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curar aunualmente nio sopara a cidade como para osengenhos ou oulras
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o uome da
pessoa, o darua eo uumero da casa.
Nos casos que nio forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife poderio re-
melter seus buhles a botica do Sr. Joio Sounn-& C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velua.
Nessa loja e na casa do annnnriantc arhar-sc-lia constantement e os melhores medica-
mentoshomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ." ... lOgOOO
Ditos de 24 ditos...............15&000
Ditos de 36 ditos..............20"090
Dito de 48 ditos............... 25g000
Ditos de 60 ditos. ,............jOOO
Tubos avulsos cada um.............1g000
Frascos de linduras........,.....2g0U0
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............2O-J00O
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOgOOfl
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6g000
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------1__________________________. _^_^________________________
tes lugares : proca do Corpo Sanio n. 2,estabele-
cimento do Sr. Jos Abes Barbosa ; rua da Ca-
deia do Recife n. 44. dem do Sr. Thomaz Fer-
nnndes daf.unlu ; rua da Madre de Dos n. 7,
idem dos Srs. Fonseca & Harlins; rua do Crespo
n. 5, idem do Sr. Jos Llcuierio de Azevedo ;
rua da Penha n. 16. dem dos Srs Pinto de Souza
(5; Bairo ; rui do Cabug n. 1 R, na aguia de
ouro ; rua Nova n. 20, estabelecimento do Sr.
Antonio Duarle Carneiro Vianna ; rua do Impe-
rador n. 20, idem do Sr. Guimaries &. Oliveira ;
rua do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
gues Forrcira ; rua Direita n. 72, idem do Sr.
Jos Soares Pinto Corroa ; rua da Traa n. 28,
idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhaes ; rua
da l'iaia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Castello Dranco ; rua do Livramento n. 36, dem
do Sr. Joio Antonio de Macedo; rua da Santa
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Horeira da Silva : e
na rua da Imperalriz, idem dos abaixo assignados
Hay mundo Carlos Leite k Irmo,
menos do que em qualquer outra parle, amola-
se qualquer ferramenia, tira-se e chumba-se
denles, sangra-so e faz-se tudo quanlo pertence
c ai te de Larbciro.
JOIAS.
Os abaixo assignados, estabelecidos na rua do
Cabug com lajas de ourives ns. 9 e 11, fazem
publico que tcem recebido de novo os mais bel-
los mm lin,rulo-; de obras de ouro, e vendem por
precus mais em conta que possivel, e passam
conlas com recibos garanlindo a qualidade do
our>, pelo qual ticam responsaveis : receben) en-
con n:r.-;, e concertara qualquer obra de ouro
com as!^L_ promplidao.
Seraphim & Irmo.
,' ? E ': '".- '.;,' i? <,* -".- <^ '' .- '.-v <> -.-
-Ti -r> -t
endese
Grande sorlimento.
45Rua Dircir4S
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegainsaristocrticos. .
Ditos (lustre e bezerro). .
Borzeguins arranca tocos. .
Ditos econmicos....... G.s'000
Sapa toes de bater (lustre). 5x000
Senhora.
Borzeguins prmetra classe (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzeguinspata meninas (for
8
w
.'-5

A Estopa.
Camisas inglezas.
@ Biscoutos em latas.
Em casa de Arkwight & C. rua da Cruz nu- @
\m mero 61. @
t -a -.? ':.' -i? *a>. 5 ^ ir?-1=> \> -s> -i> ':> -i;>
m
(-.-
A escrava Clara, de idade 13 annos, croula,
cor fula, alta e secca, nariz rhato, ps c raaos
magias, dedos rompridos, o furo da erclha -
querda um lano grande, Cozinheira e enp i -
madeira, contina a eslar fgida, e sappoe-
estar oceulta por alguem, caso em que se pro o-
dei judicialmente : a pessoa, porm, que pren-
de-la, levando a Soledade, sitio do abaixo
nado, receber a gratillcacio cima indicada.
Jos Anio de Souza Uagalhii s.
Pugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo rclippe.de naco An-
gola, de idade 45 a 50 annos, com os* signaes
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula,
j testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla lina e a voz sempre baixa, bi cea
larga, com alguns cabellos brancos pelas f
j parecendo ser muito niancinho, porm muito
i vclliaco e raettitio a curador de i mposturias, do
I bm corpo, pernas um tanto tinas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
mento de ricos e excellenles pianos de todos os tiago Pereira da Cost, proprietario do eng
precos e qualidades, os quaes sao de muila du- Providencia, na freguezia de Agua Pela .Vi rario pela sua boa conslrucrao. Estes pianos'
que foram premiados cora a medalha de primei-
r classe na exposirio universal de 1&55. alem
de serem de 7 oitavas e 3 cordas.sio de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
sarem podem compra-Ios com 20 ou 30 l'[0 de
menos que em outra qualquer parte.
9.S000
8$000
8S000
Familia de
mandioca.
a Marea RL.
E' esta a marca das maiores saccas que ha no
mercadoe vendem-se no Porte do Mallos no ar-
mazem n. 18, confronte ao trapiche do algodio.
Atteneo.
i
Farinha de mandioc em saceos grandes de su-
perior qualidade, desembarcada hoje, proceden-
te do Maranhio ; vende-se no armazem de lYr-
reira & Hartins, Iravessa da Madie de Dos n.
16, por proco bastante commodo, em porcio e a
retamo.
Ovas do serto.
Vendem-se ovas do sortio muito frescaes : na
rua do Queimado. loja de ferragens n. 14.
Pechincha.
Vendem-se pecas de cambraias lisas finas com
10 Ii2 varas a 4c00 c 5g, e a vara a 440 e 500
rs., ditas dechoviscos, finas, a 5}, grosdenaples
preto superior a l$800e2$: na loja novada
Independencia ns. 1 e 3.
Tachas e moendas
B@8wwQ9wRn rawl^'lW9 t! da rua da Moeda n. 3 A, um grande sorlimento
de tachase moendas para engenho, do muilo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
tissimos).
o pegar ou disser onde de certo est ser bem
recompensado.
Moleque Fgido.
iOO.sOO de gratificado.
Roga-se aos capitaes decampes, e a toda a
' qualquer autoridade a appiehenso de um mo!e-
que de nome Manoel, crioulo, idade 1 annos
S pouco mais ou menos, o qual fugio da casa do
: abaixo assignado no da 30 de outubio do cor-
i rente anno, levando calja de cor, carniza azul,
Vende-se mel para embarque : no cae: do chapeo de palha oleado e o maior signal sotuer
Ramos n. 6. je asihma e a pouco eslevedoente de bexigas ;
P^l' Vf^Slll^l'* desconfia-se que esteja acollado por algum esj
m Cl i ClIUl/J. talhao, que se queira aproveilar de sua pequea
urna negrinha de 15 a 16 annos, sabendo bem idade para o seduzir, desde j protesta o mesmo
coziphar e engommar, no Manguinho, em fente abaixo assignado de cahir sobre dito larapio com
do sitio do Dr. Acciolv. ... .
lodo o rigor da le, egratitica da mai.eira cima,
aquelle que lhe der noticia certa, e paga toda
despeza que se lizer cora o mesmo moleque para
se efectuar dita aprehensao, legando rua Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na na Direita n. 45.
Aviso aos acadmicos
Nova loja
Encyclope
DE
Gaspar Antonio
200SOO0.
Est fgida nos arrabaldcs desla cidade urna
preta que nao ser muito costoso pega-la, pelas
inormacdos q-ie se podem dar as pessoas que se
quizerem encarregar de a pegar : na rua da Ca-
\jrrio deia n. 35 se daro as informacoes, e os 200(000
Iv 11 ti a quenTa pegar.
4.S000
E um pe feitosorti ment de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
m
-*rt
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-hio tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade e economa do publico de quem os propietarios esperam a remuneracio de
tanlos sacrificios.
Assignatur de banhos fros para urna pessoa por mez.....10J00O
> momos, de choque ou chuviscos por mez ljsOOO
Series de cartoes e banhos avulsos aos oreos aunuuciados.
FUNDIQAO DAURORA.
Seus propnelarios offerecem a 9eus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconocido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engentas todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro ba chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para am.issai man-
dioca e para descarocar hlgodio, prencas para mandioca e oleo de ricini, portoes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva.lois.pontes, -aldeiras e tanques, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua nalureza pelos
desenhos ou moldes que para tal lira forem apresentadus. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimenlona ruado Bruin n. 28 A c na rua do Collegiohoje do Imperador n... morada do cai-
xeiro do eslabeleeinaento Jos Joaquim da Coela Poreiri, oom quera os preteadente-s e podem
entender para qualquer obra.
Atteneo.
Ao segundoandar do sobrado ^
da es(|uina da rua do Queimido ^
por cima da loja do Sr. Pregui-Ca
ca entrada pelo becco do Pcive ^
Frito. |
Hicos cortes de vestido preto de A
duassaias bordados a velludo. *f
H Mantas pretas borda'das de blond S
^ de linho. ^
Golinhas ou broches a Antoniette 8
j$ de muito gofto. m
um mmmm mmmm n
Carne de vacca salgada, em barra de 200
libras : em casa de Tasso Irmaos.
Vende-se sal grosso a relalho : na Iravessa
da Madre de Dos n. 7.
vende-se superior linha de algodao, bran-
CBse do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall MellorA C, rua do Torres
o. 38
= Vende-se a taberna da rua da Soledade,
junto a pad3ri, bem afreguezada para a trra, e
com fundos a vontade do comprador, a dinheiro
ou a prazo ; tambem se vende urna preta de
meia idade, muito Del, que cozinha, lava de sa-
bio, carrega agua, e faz todo serviro de urna ca-
sa a tratar na mesma taberna n. 11.
Era casa de Henry Forster & C, rua do
I Trapiche n. 8, vende-se :
Arreiosaraericauos.
Bombas idem.
Fogoes idem.
Arados idem a 30000.
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de irigo de lodas as marcas.
Lampedes de alentc com azete proprio.
EmcasadeN. O. Beber & C.
Successores, rua da Cruz n.
4, vende-se:
Vinho Shcrry em barris, de ptima qualidade.
Cognac (Pal Brandy) era barris, de ptima
qualidade.
Vinho champanha, em caixas, marca Farre,
mui acreditada no sul do imperio.
Brilliaue al 1 1(2 quilate.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadeia do Recife n. 36
Vende-se um moleque crioulo de
i i a 15 annos de idade, de muito bo-
nita figura, muito sadio, e nao tem vi-
cio algum, vende-se por seu snior se
retirar para a Europa : na rua dos
Coelhos a tratar com Jos Joaquina da
Silva Maia.
= Vende-se superior fardha de mandioca e
caixas com ceblas, por precos commodos : no
armazem da rua do Vigario n" 20. de Silva Ro-
dovalho & G.
Naconfeilaria da rua da Senzala Nova n.
30, ha para vender superior mermelada, alpeos,
pecego, araeixas, bem como immensas qualida-
des de doces e amendoas, e prepara-se bande-
jas com muilo asseio.
Camisas para meninos.
Na loja da rua do Crespo n. 5 esquina da rua do
Imperador vendem-se camisas francezas para
meninos a 1J600 cada um.
Guimarues gerente Jo-
s Gomes Villar.
l\ua do Crespo n. 15.
Vende-so superiores charutos do Havana, i
Babia denominados suspiros, guanabaias, appra-
ziveis, sigarms bola fogo a 1 0 rs. o maco.
Camisas das melhores possiveis.
Seroulas, cairas de casemiras do cores e pre-
tas, colletes, grvalas, meias, botins Meli, cha-
peos, lencos de seda, perfumaras, sobrecasacas
e paletots'de panno tino e paletots de brim.
(jaranle-se vender por menos que possivel
afim de se fazer muilo negocio e mesmo por ter
urna freguezia lio honrosa.
INovidade para as senlioras
rio bom roslo.
o
Na nova loja
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correnle, una sua escrava da Cosa de nome
Varia, que representa tordo idade 45 anuos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muilo pela, I 11
da bstanles cabellos brancos, costuma Irazer um
panno atado roda da cabera, leudo por sgi
mais saliente as mios foveiras, proveniente de
calor de (gado. Esta escrava tendo sabido r
de costume, com venda de ano/, nio voltou
mais : roga-se, portante, s autoridades
ciaes, capitaes de campo c mais pessoas do povo,
a apprehensao de dita escrava, e leva-la loja
do Preguica, na rua do uuemado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina defronle
da cocheira do lllm. Sr. lenle coronel Sebas-
tio, que serio generosamente recompensad s.
No dia 23 do crlente desappare-
ceu ura escravo por nome Cae tao, ca-
bra, de idade 'b annos, com os signaes
seguintes: cor clara, altura regular,
cabellos bastante carapmhos, cabeca
corapri Ja, bastante barbado e gago,
ollicial depedreiroe sahiocom chapeo
de palha da Italia : quem o pegar le-
ve-oa rua da Gloria n. 73, em casa de
Francisco Ferreira Gomes de Mcnczcs,
que seta' bem recompensado.
Ruado Crespo n. 15,
DE
Gaspar Antonio Vieira
Guimaraes, gerente Jo-
s Gomes Villar.
Esta loja acaba de recebor de Paris os mais
importantes manteletes do Gupurc, c vende-OS
por precos baralissimos.
Riquissimos vestidos pretos de 2 saias. os me-
lhores que tem vindo provincia.
Esle estabelecimento garante vender por me-
nos do que cm outra parte, alim de se fazer
muilo negocio.
DA
rua do Imperador
numero G,
confronte ao deposito do gaz, vende-se presunto
para fiambre muito superior a 400 rs. a libra,
queijos lamengos novos a l^CCO cada um, bata-
las novas a 1J> a arroba.
Ouasi de graca.
A madeira que foi do pavilhao : vende-se na
rua do Imperador n 6, confronte ao deposito
do gaz.
- Vendem-se moedas de ouro americanas
I na rua da Cadeia do Recife n. 40.
Atteneo.
Eoga-sc a qualquer pessoa que dr noticia
certa da escrava Silvana, cor cabra, alia, secca
do corpo, representa ter 25 annos, tem signaes de
feridas de baixo do queixo, arrasla um pouco os
ps, julga-se ter mudado o nome, e ter sabido
para fura da cidade, lavando vipa por esses ar-
rabaldes, ou estar servindo de ama em alguma
casa como forra; j se acha fgida desde 12 de
Janeiro, levou varios vestidos de chita de qua-
dros, chales encarnado, e panno da Costa : qui m
apegar ou der noticia certa, leve Soledade,
taberna de Francisco Jjsc Ferreira Pires, que so
gratificar com generosidade.
Fugio do engenho Bom Amigo da provincia
de Alagoas, comarca do Porto de Podras, o es-
cravo crioulo de nome Luiz, de 36 a 40 annos de
idade, altura regular, beiros grossos, troca um
pouco os olhos, dous denles da fronte alertos;
esle escravo foi comprado ao Sr. Joo Belix, $e-
nhor do engenho Camutcngue em Barreiros, por
onde sejulga andar : roga-se a toda e qualquer
pessoa que o encontrar, o mande pegar e levar ao
dito engenho, ou no Recife ao seu senhor, mo-
rador no caes do Ramos, sobrado encarnado u.
4, onde ser generosamente recompensado.
100$000
d o abaixo assignado de gralificario a quem l'.o
levar rua de S. Francisco n. 68 seu o escravo
Antonio, conhecido por Antonio Campesso, o qual
fugio em 19 do correnle, levando um caneco do
folha proprio para carregar agua, um pancho ao
pescoco, tem 35 annos de idade, falla bem. per-
nas pouco arqueadas ; ha 15 das chegou de ou-
tra fgida, tendo sido pegado em Santo Anlio ;
o mesmo abaixo assignado protesta desdo j con-
tra quem lhe tirou o gancho.
Francisco Dolelho de Andrade.

rraoTiproo


()
Variedades.
Produce des c costnmes da America do
Sul.
CURARE.
0 curare um veneno composto, preparado e
emprepm&o por difftrtnlet tribus indias da
Amrica do Sul para enrenenar suas armas
de caca e manto de guerra.
' veneno ronhecido na Europa desde o se-
rla da America, linha litado qua-
no esquecimenfo, quando as experiencias re-
11 nles feitas por M. Claudia Itero o id vierom d ir
ao curare uina celebridade real. Muilos tentati-
vas medicinaos pmprehendidassobre dadas for-
nocid i i ir casas experiencias e ern parle eoroa-|
das por Fclizes curas, [azem esperar que o curare
ir de remedio para o ttano, molestia at
hoje mortal.
. f.'i.irm-se geralmenlc curare todo ve-
ndi de flexas empregado pelas nagoes selva-
I".' niesmo o nico nome com que esSa
droga designada na Europa, bom que no paiz '
d? soa or geni, no Brasil, as Guyannas e as
licas hespanholas, em que se enconlra o
curare, seja esse nomo [muco conheeido, princi-
palmente rom a^pronuncia*, que Iho di nossa
la l>e minha parle nunca ouvi um s habi-
da America do Sul designar com esse nomo
i' veneno, alias rnuilo conheeido na America,
c '"'. |ue os indgenas selvagens envenenara suas]
as e sua- lar gas.
os Indios sul-americanos, a quem pedi i
i i mpregando o nomo de enraro, res-'
ani invariavelmenle com ora mana ti an~\
cha mu i formal : o que corresponde ao mariache]
'.:Vaes, ao pus tavi dos CTOulOS e 00 COll-
j as do garoto de Pars.
i la tribu india d, e sobrtudo dava esse
rio um nome dille-rente, segundo sua liii-
. dialecto. Quando duas linguas se pa-
ro, os dous nomes do veneno eram quasi os
s, quando diireriam, os nomes urabem :
iam, ii que muito natural, porque com as
as dos ludiossuccede o mtsmo que com asi
-, i-m que o nomo dos objectos diversifica
rme o idioma dcada naco. Assim a pol-
ra por exemplo faz poicder cni ioglez e plvora
no hespanhol.
O curare portanlo as linguas indias tcm Un-
s, quantas sao as nagdos e al as tri-
1 i- pie o empregam, islo 6, tem centenas de
nomes. s que parecen) eslat mais cspalhadosl
Ir os indios so os de woorar ou wrary, ou :
- rivados di asa designagio provavelmcn-
inaria. Essas duas palabras, que na pro-
i se | irecem confundir, sao muito com-
- tas linguas indias da America do Sul;1
i citar muitas localidades c difieren tes ar-
s ou plaas que tem esse nome ou idenli-
ao menos no som, porque es ripios lodos
ai que os Indios americanos nao lera liugua
ripia. (1]
n no oslado actual das qousas, e j ha
muito lempo, niesmo no dos jesuila3, o nomo
rom neo curare mais universalmente conhe-
1 lo na America do Sul simplesmente o do
panhol reneno, slo ,o veneno porexcellcn-
Como quasl todas as populacoes indias da I
i i do Sul balbuciam algumas palacras do
mhol ou do portuguez, comprehendem pou-'
< mais ou menos essa palavra.
msellio, pois, a tolos os mdicos, curiosos
ou negociantes que quizerem mandar pedir cu-
to seu correspondento peruviano, brasileiro
i : lualquer outro que pecara simplesmente ce-1
i indio,
I ivia como estamos na Europa, c o nome de
- consagrado por um grande liomemM.
Idt, hoje geralmenle adoptado, quero
antes conservar essa donominagao, e assim o fa-
zer no curso desta noticia.
I.ugares donde provm.O verdadeiro curare'
ni erica do Sul.
" mi que todas as nagoes selvagens indias ou
[ue habitara a Polyucsia ea frica cen-
servem de venenos anlogos, egualmente
-' is e empregados por essas tribus para
mos USOS, que o curare. Son tanto mais
i acrer islo, quando conforme lenho lido e
diirido dizer, lodasas populacdes selvagens que
ib as mesmas latitudes tem quasi os
os costumes anda porm posso dizer dos
nem das tribus das itttas do Pacifico ou
ntral, porque nunca visiteiesses pai-
. Pelo contrario pos30 fallar do curare com
i conhecimento de causa, porque na Ame-
ii, meu irmaoc lodo nossa genle constan-
te nos servamos desse veneno para cacar,
- [ne voiiei pora a Europa Uve muitas
i sies de experimentar nos animaos sua effl-
i a destruidora.
o curare fabrica-se exclusivamente na parle
(la America do Sul comprehendida entre o mar!
tnlilhas ao norte, a grande cordillieira dos
> o Trpico do Sul ou do Capricor-
meio-dia, c o Ocano Atlntico a leste:
, no Brasil, as Ires Guyannas, em Vene-!
i, Nova Granada. Equador, Per e Bolivia. i
: la a i ipulacao india, e mismo grande parte
nicslicos, dos brancos e dos Indios, dissemi-
is provincias interiores dessas regioes,
oulr'ura se serviam do curare ou de venenos su-
1 Eu nao falle aqui das duas linguas : gcral'
niea. Urna indo-portugueza, e outra indo-1
inhola. Ambas fe i tas pelos jesutas de Por-,
o de Hespanha para uso de suas relaces I
isdifferentcs tribus americanas; na realida-
io linguas de compilaco, como a
ia franca ou tambera chamada fesjtoirque
lia na Algeria e as margens rio Mcdterra-
:.-.-. s duas linguas pouco a pouco cabem
suso, absorbidas pelo hespanhol c pelo
iguez, que as inradiram, como na Algeria o
ncez invado pouco a pouco o subir.
Mil i I I l'l i
.V PROCIBA DE DI DOTE.
PoR
CARLOS SHILLER.
VIII
( Continuau'io. )
Fl Iting levantou os olhos; parecia-lho ter
do; pegou na mao de Hortenca c disso :
lllusao Sim, pura illuso, nao assim Qucr
smenle punir-me pela minha conducto, antes
ir-nie as portas do paraizo que me espe-
i Nao mpssitel Esse luxo, essa roda !
ncia, voce, despojada de lodus os bens do
lo Nao nao possivel !
Infelizmente, c assim, disse a Sr.'1 Rosen.
-me.
Q lando morreu meu marido, que linha pelo
minos duas reres mais a minha idade, e que- li-
nha casado commigo som dote por causa da mi-
nha mocidade, e- permitta-me que o diga, por
i, iquei herdeira de urna bella fortuna. To-
do n mheiro amuado forea de arareza por-
narido me coubc em par til ha.
Eu linha fortuna, mocidade, belleza, eporisso
i.io; multidao de adoradores se proslravam a
mens pese mais de urna vez offereccram-me par-
tidos luilhantes. Recusc lodos os ofTerecimen-
9 o meu prmeiro casamento, comquanlo de
a duragao, linha-me inspirado grande anti-
palhia pelo lugar em que, segundo a minha opi-
nio desse lempo, cu s va na mulhcr a serva
dedicada ou a escrava do marido.
Depois de ter visitado muitas caplaes da Alte-
iha, c ter dissipado summas cousideraveis,
fui ; Suissa e depois A Italia.
O dinheiro nao linha valor aos meus olhos ;
s aprend a aprera-lo no momento em que on-
!' vi o ,m da minha opulencia que, como a ina-
rc rasante, ia deixar-me em secco.
Porcada cnlo a oceupar-me, a pesar meu, do
meu futuro, foi o casamento o prmeiro pensa-
mento que se me ofTereceu so espirito. Mas cu
baria aprendido a conliecer os homens, o sabia
perfeilamente que mocidade e belleza nada eram
para a maior parle dcllcs se nao as acompanhas-
se a follona.
Resolv, em consequencia, driglr-nie, com o?
ltimos restos da minha fortuna, que podiam
montar a seiecentos thalers. a um lugar, onde,
1 nhecida, passasse aos olhos do inundo por
nma vi uva rica.
Exactamente como eu, disse Fioliing.
Desped todos os meus criados afim de n5o
ser irahida, e nao longo dota cidade, lomei urna
a a nova que anda Cal ao meu servigo, mas que
roo ser obrigada a despedir.
Justamente como eu I
Ah! c bem verdade. perqu o que ,a ambas
\idc o Diari-j n. 51.
mnibantes, e ainna boje se servem em mullos
logares. Comludo como essas naces nao com-
pocm esse veneno senao para ss instrumentos
Ue gi.na ou de caga, vni pouco a pouco sendo
abandonado proporgao que as armas de fugo
vao siibstitnindo a sabarataua, o arco, e mesma
a langa. So so enconlra esse producto entre as
tribus mais ferozes do continente sul-america-
no, ou entre alguna mestros perdidos as flo-
reslas virgens o ffvczes I selvagens como os
selvagens visinbos.
Se esse veneno to poderoso no syslema ner-
voso, ondease, como muito provavl, enlrar na
pralica medical, como o ooium, o acido prosaico
a belladona etc., seria bom que manias^m vir
da America do Sul as llantas, de que se compoe,
podendo enliio essa droga ser preparada na Eu-
ropa e Picar no dominio dono-isa pliarmacia ; do
contrario sucediera que uestes cincocsla anuos
o uso e consequenleraenle a preparagu desse
remedio vira a perdor-sa completamente
Coir.posieao.Muilo se tem discutido sobre a
composicao do curare, muitas analysns iufructi-
f "ras se tora tentado para se conhecer, se esse
veneno linha oma base animal ou vegetal ; po-
rm os chymicos de vegelaes ainda nao couse-
guiram conhecer su i composico. A medicina,
provvaelmente mais hbil,foi mnis feliz,e U.CIau-l
dio Bernard, comodire adianto descubru a na-!
ture/.a da acgo desse veneno sobre o organismo j
animal.
Todos os escriplores quo percorreram a Ame- .
rica do Sul. podem deffirir entro si A respelu da
composieao do curare, e entretanto fallai a ver-
dade de urna maneira absoluta. Con effeito ha
lalvez dozentas tribus perfoitamenlo diversas que
prepanm esse veneno ; cada urna tem seu me-I
thodo mais ou menos differente d'aquelle porque
prepara a nagao risinha ; emflm os mil liares del
pharmaecuticos do veneno que comprehendem i
essas duzentas nagoes n5o obram como nossos
phamaceuticossegundo um formulario commum,
i pois muilo natural quo os viajantes deem di-
versas veranes conforme a tribu ou conforme o
indio, que visitaram. Quauto mm conhego pelo i
menos cinco especies ile cu r i re propriameulo di-
to, islo indpendente de muilos uniros venenos,
como leite de certas arvores, e pegn has do co-
bras, com que algumas tribus cosfumam envene-
nar suas armas de guerra.
Antes de ludo em forma de exordio coufesso
que nao assisti proparacao nem ao fabrico com-!
pelos de um curare qualquer, prmeiramente por
que os ludios ludo oceultam do europeu e prln- i
cipalmente a maneira do preparar o veneno, Jen-
jo segredo lomem eusinar aos nimigos, o depois
porque nao ova importancia urna receila quel
variara em cada tribu. Porm npezar do nao
ter visto preparar o curare com tolas as particu-
laridades ouvi fallar tanto dcllo, O ilos ngredi-
entes, com que se compunha, que julgo poder!
prepara-lo e portanlo em estado de ensiuar,co-
mo qualquer um de nos podera tazer urna boa:
rofeigao sem que Icnha assislido desde manha!
at a noulo lodasas formalidades preparatorias
de sua com la quolidiana.
I'olu menos a base desse veneno se compoe de
vegelaes, e principalmente de urna planta para-
syta de grandes llores amaradas, se bem me
lembro, a qual trepa pelos galbos das arvores,
como o agrico de nossas lloreslas. Os Indios;
usara para fazer o curare ora de cinco ou seis
plantas venenosas, ora do qualroe outras vozcsl
do urna duzia, conforme o coslume da tribu c o,
genio mais ou menos inventor do fabricante. A
tri'.oi dos Ticunas, que passa por fazar o curare
mais violento, emprega smenle qualro plantas,
cojos nomes Indios vos nfio direi, em allengo
ao vosso desea ngo e sobre tudo para nao o (Tn-
der vossos ouvidoseurop is.
A maior parte das tribus, e principalmente os
Mranos costumam juntar ao curare differenlesl
ngradicnlcs destinados tornar os effeilos]
do veneno, senao mais poderosos, ao menos pa-
ra dir-lhe um renomo mais formidavel. Usam
p ir lano dos denles da cobra rascavel, muilo
provavelroenle j sem veneno, das caudas das
arraias, do pretendido veneno de sapo, das locad
derasgrandes formigas prelas, cuja mordidela
venenosa, do jaequizinamboi. coja fama mort-
fera excede da cobra caseavel, bem que com
sua phosphorescenle nao passe de um bellissimo
gaphanhoto muitoinoffensivo;docera pcs.de ara-I
nbas caranguejeiras etc. ele, e oulros insectos
de mordidela realmente venanosa, ou com ropu-
tacao de o ser.
Os selvagens, assim corno nos, tcm sous char-
lataesde diversas nalurezaa; porm os Indios di-
zem do boa f, que ludo islo impurismo, e que
o curare exclusivamante composto de vegelaes d
a inorte to promptamente, como o que conten
todo esse arsenal de animaos malfazejos, de que
acabo de fallar.
i
Eu porm viajante e S";i probabilidade le ex-
perimentar a dill'eren;a, ignoro-a ; porm o laclo
pelo menos me parece provavl em vista do co-
nhccimenlo, que lenho da violencia de cortos
venenos vegelaes da America do Sul, principal-
mente quando seos emprega logo, e sob a acgoj
docaloi equatorial. Assim encontra-se princi-
palmente as monlanhas do Per arvores, rujo
leite ou seveso tao corrorsvos que para derribar
essas arvores rnesmo os naluraes do paiz costo- i
mam lomar unios luvas, e cuidadosamente mas- j
carar-se. Quabiuer gota desse leite queima c
corroe a parte onde loca, como se fossera gotas
de acido. Oulros vegetaes pelo contraro cu rain
urna chaga ou urna dor em urna s noile ;curei-
me e vi muilos Indios curarem-se radicalmente|
de urna chaga viva, ou de um solTrimcnlo inve-
terado em um dia e com a simples applicacao de
raspa de casca ou leiie de urna arvore. Ser-me-
bia fcil citar muilos exemplos, porque durante I
os tres anuos de minha viagem oceupe-me des-
sa materia com toda allengo e interesse do que :
digna ; apenas cilarei um para dar idea da tur-
ca de ceitos venenos sul-americanos.
Viajramos eu e nm de meus maos na gran-'
de cordilheira perlo de 10" de latitude ao sul do
nos resta corre a passos de gigante ao seu fim.
Nao pode ser de nutro modo, quando se aii-
ram com tanta leviandadc dezluizes sobre a me-
sa dejogo, como a senhora o fez!
Poi leviandade? O naufrago se agarra la-
boa mais Iraca e o desespero arrisca ludo. O' :
credulidade humana eu espera va os favores da '
fortuna, ella me virou as costas.
Entao a senhora lamben) bavia fundado as'
suas ultimas esperanzas no jogo exactamente
como.....
Sim, a esperanca Rcmavcnturados aquel-
les que nada le m a esperar nem a temer. Has
est lomado o meu partido ; estou prompta para '
ludo. Longe da minha cidade natal, no silencio
e no retiro, confiando noco, encararei tranquil-
lamente o futuro, saberei elimentar-me com o
producto do meu trabalho.
Eis a minha konfissao, Sr. Fioliing, confisso
provocada do mais profundo do meu corarao pe-
la sua conQanca. lisia mao que cu Ihe" devia
eslender ao p do aliar, calendo-lb'a agora em
signal de adeus. Desejo que o co lhe conceda o
que me fot rouhado ... a ventura. Sim, seja fe-
liz ; o seu nobre coraco tem direilo isso; o
Senhor achara e lomar no mundo o lugar que
uicrecem o seu espinto e os sena talentos.
Hortenca nao nao 1 nao me deixars as-
sim exelamou fioliing com torca aperlando-a
nos bracos. Nao, s desde esto momento que
estamos desposados ; tu s minha para seniprc !
Sim, espirito e talentos, os nicos bens que me
restam, se lornarao o genio protector o os funda-
dores da nos-a mutua felicidade. exem-se s-
menle uina casaca e urna penna, c os cuidados
nunca enlrarao na nossa morada.
Como, sem meios, sem perspectiva de for-
luna, pretendes nao decabir da tua posigao?
A comedia por nos apresentada nesla pe-
quea cidade, o que agora tornou-se drama, ter-
minar jior urna comedia. Acaba de apparecor-
me urna idea de um grande poeta; s nos falta,
para chcgirroos ao desfecho da'uossa pega, urna
pessa
E essa pessa ...?
E' a que se lembrou do nos pregar esta pe-
ga, fazendo anuunciar no jornal o nosso casa-
mento, Hortenca, nao tens nenhuma suspeita
de quem seja o culpado?
Eu me engaara muilo, se o culpado nao
fus-e aquello velho sonso, que nos esperara em
toda a parte que nos encontravamos.
Na le engaas ; o culpado o velho Imn-
queiro Poell, que saliio dos banhos no dia seguin-
te a que chegou o jornal aununciando falsamen-
te o casamenlo. Essa pega s pude vir delle ; o
| meu prmeiro cuidado agora adquirir proras
disso.
Provas? de que especie.
Prmeiramente a sua letra. Mas espera !
achei'o que quera. Elle devia ter inscripto o
nome no registro dos viajantes que vistatn os
banhos; examino essa assignalura e dirijo-me
inmediatamente a cidade em que se imprime
esse jornal em que sabio o annuncio do casa-
menlo.
Wichelm, o que vais fazer?
Tranquillisa-le, nao nada mo. O que
vau emprehender deve concorrer para a uossn
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 6 DE MABCO DE 1860.
Equador, ti) ou 8'J leguas de Lima ; lamoa a ca-
vallo. seguidos de urna duzia de Indios, que le
vavam nossas bagagens, o acabramos de sahir
do lam6o ou pouso publico, em que linhamos
dormido. A manilla, segundo dizem muitas no-
tas e muitas lenibrancas, era bella, bella como
sao quasi todas as manbaas as regioes equato-
riaes : as aves csvoagavam gorgeiando atravez
da folhagem, os macacos e os saguins agilavam
aqui c all os ramos das arvores, os beija-flores
passavam sussurratldo, e em c'adD raio do sol
borboleas azes e ovennelhadal tacian Sspolhar
suas azas de. setirn. Itavia dhovitfe durante a
noile, e todas os lolfiaa da floresta doslllavam go-
tas d'dgoa, que em r.os.'a passagem coKiam conio
perolas ; reanimados pela chuta da noule as
cochlas com sous cascos luientes e bizarros su-
biam lentamente pelos troncos e ramos das ar-
vores.
De lujo .-lo quo nos offeteca una luxurosa
natureza, o me no momento mais nos interessa-
va, com verjenha o digo, eram as cochlas, tim-
bem chamadas caraces. J havia mais de um
auno que vivamos sob o Equador, o com ludo a
genle se acostnma. niesmo com i natureza equa-
torial. Portanlo emqnonlo andavanios procura-
vamos caracoes em lugar de admirar a natureza ;
meu irmo grande amador do conchas por ser
martimo, com cuidad as procurara em lodos
os caminhos. e para agradar-lhe eu associava-rae
suas buscas. Ni borla da estrada que segua-
mos, porem atraz de uns cipos eobertos de (ninas
vium bellissimo ciracol, que trepara pelo tron-
co de urna arvore ; pare i o cavallo e eslendi o
brngo para apanhal-o; porem dflieullando-se I
essa oporacao por causa dos cipos que me sepa-
ravara do objoclo que dezejnva, demorn se um ,
ou dous minutos, guando retirci o braco senti-
me corno que queimado na mao.
Olhoi ; minha pello eslava vermelha em dous
ou tres lugares. As aionbas-caranguejeir.is, as
cobras do cipo e oulros animaos darnoinhos sao
lo couhecidos na cordilheira equatorial como
as margens do Atlntico ; jnlguei-rae mordido
por um desses animaes, c com o oulro braco j
procurara o frasco de ammoniaco, e a lncela,
que nunca dexavamos do Irazer, quando exami-
nando a mo com allencao vi que eslava impreg-
nada de um licor espesso o bronco que averme-
Ihava e me quciinava a pello em todos os lugares
que pobria. Loso coraprehendi que passandn o
braco bruscamcnle atravez das folhas linha que-
brado algiima planta ou folha, cojo surco leitoso
me corroa a pelle, como a podra infernal ou o
acido ntrico correera o que tocam.
I.impci a mo rindo-nie do meu (error. Como
porem a inchago, a vennelhido, e mesmo o l-
geiro soffrimento que me causava essa queima-
dura augmeulava em vez do diminuir, chamei o
chele dos nossos Indios. Era um ministro, como
se chama ao immediato de cada tribu, o um mi-
nistro, cuja intelligeiile experiencia eu Uvera oc-
casiao de experimentar.
ffo es nada, patrn, nao nada patro ;
me disse elle logo ; tua mo beben leite de as-
sacu, vou fazer j beber leile de aperiji, e tina-
iiba nao sentirs cous.i alguma.
.Nao adiamos a periji durante o resto do dia ;
ignoro pois sua vrlude ; porem minha dr, alias
ligeira, se dissipou no mesmo da. assim como a
nflamaguu, por meio de ceilas lavagens ; persis-
lindo a vermelhidao ainda por dous ou tres das, l
Parece-me que este nico fado pode dar una
idea da loica das propnedades venenosas de cel-
ias plaas cquatoriaes. Nao crea que exista
nada de anlogo em nossos climas respeito da
vegetagao, eque algum sueco de arvore ou plan-
ta seja capaz de produzir um efleilo lo inme-
diato e lo poderoso. Mesmo a artiga que tantas
vezes me fez sofrer na infancia, nao tem um
poder lo malfico na pelle do liomem. As pro-
piedades curativas desses mesmos vegelaes e de
muilos outros s.io to notareis 8 numerosas, que
parece que a naluieza par do mal pozo reme-
dio ; fiz e notei com cuidado a colleccao do to-
dos os leiles de arvores, cascas, cipos,'etc., em-
pegados pelos Indios desde a cordilheira di Pa-
cQi-o al o Atlntico, islo u"uma exleusiio de
mais de mil edoxenlas legoas ; ainda hoje, con
servo essa collecgo, e posso allanenr, (pie a A-
merica do Sulpossue urna serie, do'vegelaes com
prop edades curativas e venenosas, que seria ni
a fortuna dum medico observador e intelligeiile.
Preparacao.Qnanlo preparaeo do curare,
contaram-se e ainda se contara historias muito
poticas esse respeito. Referirei i urna des-
sas historias, com as quaes, so quizesse usar de
minha peona de romancista, podera completar
nma serie do fulltotins Cada qual mais horrivel.
Antes porem de comecal-a darei una descripgo i
verdadeiramenlo prosaica da preparagq da dio-'
S> medicinal, cuja noUdo emprchendi
Conforme a natureza u as plantas odenles
em pregadas no curare, pisa m-se ouTaspam-se
com a liugua secca de um peixc, que serve de
raspador & todas as tribus do Amazonas. Quan-
do o Iodo formo urna especie de papa semelhan-
le queso d aos patos, deila-se agua e pe-se
a fervor em urna panella debirro durante um
numero de horas que muilo variavcl. (.inan-
ias horas ? Que porgao d'agua ? Pergunlarao os
chymicos. Nao sei, e creio que pouco tem que
saber ; o que posso dizer que esse cosimenlo
ou reducci longa c conslitue toda preparagao
do curare. E' alem disto provavl que u< In lios
exagorem a durago, porque ouvi dizer que essa
droga levara dous e tres das interos a coser.
E' o coslume dos Indios ; longe de comer ou
de preparar o qucr que seja fri, como mullas
vezes se tem dito erradamente, o Indio faz coser
ou ferver ludo quasi tres vezes mais do que
preciso. Vi mulheres indias milita seriamente
conservaren) no fogo por mais de urna hora oros
com casca, e entretanto anda ficarem receosas
do que nao estivessem bem cosidos para ca Orti-
cos ; .-lo o os brancos de sangue puro, como
nos. Segundo pensara, deve o lempo variar con-
forme a alvura da pelle do consufflraidor, c per-
ianto californio sua importancia. Ora nos era-
felicidade. (Juanlo ao que at agora se tem pas-
sa lo. ciimpro guardarinriolavel segredo.
Flotling dirigio-so com effeito ao estabelec-
menlo thormal para ah folhear o livro cn que
os visitantes escrevere sous nomes e qualidades.
Suas pesquizas foram cornadas de xito; na pa-
gina 3 via-se escriplo em caracteres tragados
com mo (irme :
lOO NlCODEXO PZF.LL, B.VM.H 1.1H0 KM I!.
A letra era de una natureza lo original e ca-
raierisiica, que podia ser recoiihecida no mesmo
instante entre cem outras.
Na mesma noile, corren Weckclm Flotling
casa da noiva.
Amanha. ao amanhecer. parto com o resto do
meu dinheiro ; mas estarc de rolla depois da-
manha a tarde e voltarei rico.
Flotting, ser verdade?
Juro-te pelo amor que le lenho, por ludo o
que me mais sagrado que voltarei. Nao le in-
formes dos meus projectos. Nao sei ainda o que
farei, mas lenho certeza de bom xito. E agora,
deixa-me partir, loda a demora prejudicial.
Depondoum beijo na fionte di noiva, Flotling
despedio-se ; ao nasccr do sol eslava em caini-
nho.
IX
Chegando, apoz rpida viagem ao lugar do seu
destino, o prmeiro cuidado de Flotling foi diri-
gir-so ao escrptorio do jornal, onde pedio o ori-
giual do annuncio de casamento inserido cm o
i numero 167.
Acceder in immediatamente ao seu desejo um
I s olhar deitados lelua convenceu, a nao lhe
deixarduvida, que o banquero era o autor ddlle.
Senhor, disse Flotting, no empregado do
escriptorio, um negocio importante torna-me
preciosa a posse desse papel ; pego-lbe por isso
:quc m'o queira entregar : em caso do recusa d i
sua parle, serei obrigado a recorrer interven, o
da jnsliga.
O einpregado nao vio inconveniente nenhum
! em satisfazer ao pedido que se lhe fazia, o Flot-
| ling levou do escriptorio o precioso documeulo.
Eulo eu nao me linha engaado, disso elle
quando se rio s. Agora a merc de Deus.
1 Dirigio-se a passos largos para casa de banco
! l'rell. Era no fim do mez, e por isso reinara all
um movimento extraordinario.
O Sr. Prell lovantou a cabeca ouvindo abri-
rem a porta do seu gabinete, e ficou muito admi-
rado de encontrar uina cara que to tregenles
vezes vira nos banhos.
l)esculpe-me, se o inroinmdo; um nego-
ciosinho d-inc a ventura d(^ v-lo.
Nao me icommoda, pelo contrario tenba a
bondade do senlar-se. Enlo, como passa aquel-
la gente de Whorbrunnen ?
Possoni bem, multo bem somente succe-
deram cousas porque nao se esperavam. Estou
decidido a dexar aquclle delicioso lugar ern pou-
co lempo; mas, antes de executar esse projecto,
tenho ainda que fazer um ultimo arratijo para o
qual preciso do sen auxilio, l'cssuo este peque-
o documento e dse java prop-lo sua aectita-
gao.
A estas patarras, Flotting estendeu ao banque-
ro o origiual de annuncio de casamento enviado
ao jornal.
conleudo de cada oalo na ira mensa panella del
barro, coberta de pinturas, e que os assislenles!
ojildam a deilar no fogo.
Depois vo todos seutar-se a uns dosc paszos
de distancia da velha e do fogo, formando um
vasto circulo. Uuando digo que se sentam, que-
ro dizer que ^e acocorom sobre os calcanhares,
porque um Indio nao se senta d'outra maneira,
senao quanda est fatigado em toda a extenso
da palacra. K'essa allilude imitada do cao ou
antes do marineo, fumam, um depois d'ootro era
urna especie Ide cachimbo docanna, cheio de ta-
baco, na tribu cm que o ha, ou no caso contra-
rio de folhas seccas. Excepto os chefesque tem
o privilegio de conversar, todos observara um si-
lencio absoluto.
mus aivissimos cm reagao maior parle dos
Brosiieiros, os quaes lern em grande numero a
pelle tngueira ; por consequencia nos deviam
os ovos ser servidos depois de cosidos por maior
espago de lempo. Talvez isto pareca singular
porem existem cabanas onde assim. Tanto
mais o janlnr est cosiphado, qnanlo nielhor de-
ve bear e mais digno de ser ofTerecido. O nec
pii ultra da hospilalidade india um pedaco
de peixe ou de caca 13o carbonisado que enere-
ce 08 beigos, e ranga nos denles.
Tal preparacao ordinaria do curare;
como se re, simplissima ; porm devo dizer'
que assim como enlre nos, ha na America do
| Sul, certas cnlhegorias de fabricantes de venen
quecercam o preparo do curare de urna especi
de prestidigitado digna de um medico dos lem-
pos modernos. ColheHa ao clarSo da la, cantos
de sapos, testas, comidas, mesmo mortes segun-
do se diz. nada falta. Eis aqui um desses metho-
dos, tal qual me contaran ; bem entendido que
nao garanto nem as particularidades, nem mes-
mo o principal da historia.
Alllrmam que urna tribu do Amazonas, a dos
Mnimas, quo vive na naseenga do lupar. um
dos grandes ailluenlos daque'llc ro, prepara o
curare em communidade e com grande ccrimo-
nia. Cada anuo no prmeiro dia de urna loa, ig-
noro qual, a tribu inleira se retine. Da mesilla
maneira que as unidas de urna tribu, nagao ou
tamilia, quer civilisada qucr selvagom. cada um
SO aprsenla com o que tem de melhor, islo os
homens trazem peonas nos narizes forados,brin-
cos que do a;io das orelbas Ibes desceni at os
olhos, capaceles. cintos o braceletes, ludo de
poniias de hceos, de araras, de papagaos e de
japis, (especie de verdelbes da America). As
mulheres com brincos de pennas, cintos e bra-
celetes de cascas enfeiladas com perolas, e mili-
tas vezes com denles de bomem ou de macaco.
Homens e mulheres todos se pntam de verme-
Iho e de azul no rosto o em todas as partos do
corpo, que nao eslo occultos pelos ornamentos
Uuando estn reunidos, cada um come e bebe
do melhor ; porm nao como na Europa, posso
assegtirar-vos. A comida ordinariamente con-
siste dos prisioiieiros indios, negros e brancos.
que desde muilo lempo engordara para essa fes-
la annual, e quo so comem cosidos eassados,
como carne de vacca.
O resto do banquete compoe-se do caca, de
peixe e gafanholos assados : depois de bananas
cosidas, bolos de mandioca em forma de pao.
fni'ias ele, fornecidos pela tribu nm que se faz
o curare, e geralmenle pela aldea capital aos
habitantes das aldeas pruvinciaes. Por bebida, I sobrtudo guitas
cada um engole urna especie de licor fermentado de llirnnnas. Entretanto
teito de mandioca, e urna imitago do rhum
composto la rabera do caldo da canna oe assncar.
Bebida e comida, essas .las fouegoes execu-
lain-so conscieneiosamenle, nao lanto qunnto
podo cada conviva consumir porque acredito
de visu, que ha Indios quo podem comer cons-
tantemente, porm emquanto ha que comer e
beber.
Era qnanlo 03 homans comem al que tique
cheia la barriga, como dizem os civilisados, as
mulheres oceupadas de servir ses annose se-
nhores,comem de vez ernquando um bocado fur-
lado durante as cbupadellas dos taes meus se-
nores. Por mais bella, joven e poderosa que
seja urna ludia, quasi nunca se toma no banque-
te decormonia outra parle, do que a quo tem
umcao favorilo em redor da mesa de seu dono.
A" lodos os respeitos o modo por que os selva-
gens Iratam suas mulheres um dos mais horri-
veis espectculos, que apresentam as tribus in-
dias.
Depois do janlir passeiam em ceriraonia, can-
lam e dansam ao som das flautas feitas do3 ossos
dos prisioiieiros j comidos, os quaes produzem,
no entender dos Mirannas, urna.msica muito
agradare!, eque lera a rirlude de dar coragera
tolos que a ouvem.
Emfira depois de um e mais das, segundo o
numero de prisioneros que tem de ser comi los,
eaquanlidad de bebida preparada, e-
toda tribu bem enfeitida, bem comida, bem be-
bida o bem d.insada, se peusa no curare, pre-
texto dessa rcunio nacional. Cada um para seu
ladosohe procurar os objectos necessarios para
o fabrico do veneno; um procura cipo venenoso.
outro os aunis da cobra caseavel, osle sapos e
formigas venenosas, aranhas etc., aquello lenha
p ira u fogo ; um, liugua de pirorucupeixc ver-
' na linguagem india para raspar oa in-
gredientes, outro emflm um vaso colossal, que
deve conler o curare da naga o inleira.
(.loando os ingredientes e os utencilios neces-
sarios eslo reunidos, loma-sea comer e sobre-
tuda lorna-se a beber, porque cada um durante
esse lempo lern morto ou pescado alguma cousa,
emquanto as mulheres refazcm a bebida. A co-
mida o preludio, meio e lira de toda opera-o
importante em urna tiiliu queso respeita.
Estando os homens segunda vczfarlos, as rau-
Ihercsse poe pisar, cor ir c raspar os cipes e
os animaes venenosos, fazera fogo, preparam a
mistura, etc. Os homens, como de coslume,
observara sem ajudar, o que seria contraro ni
leiramcute dignidade de selvagens.
Emfim estando tudo prompte, vo com gran le
pompa buscar a mulner mais velha da tribu
D'anleino provenida, ella espera era sua cabana
era grande uniforme nacional do chafe Miranna,
islo .Jcom seus cabellos sollos, e cahindo pelas
cosas con ondas de pennas de arara, que co-
brem sua cabeca. (i rosto e o corpo eslo pin-
tados com crculos avennelhados ; traz collares
de dentes de macaco em redor do pescoco, dos
rins, dos bracos e das pernas ; o urna*grande
EntretanlA a velha aliga ojoso, e munida de
urna pona de pao era fuma de colher. me
mistura, lie vez em quando prova o curare p ira
ver se est bromplo, c de cada vez lauca sobro
a multidao iuas vistas eheias de orgulho, como
umdansario, quecom graga executa um passo
perigoso. Sempre mechendo e provando o
veneno cofo voz firme, murmura urna can-
gao montona, em que narra de ordinario
com muitas melaphoras e exagerandes as faca-
do sua tribu ou de um do seus maridos. sto
dura qualro ou cinco horas, pouco mais ou me-
nos, confor.ne a quatltdadc d'agua e de reneno,
ou, o que mais provavl, conforme a vonlade
da velha. Quando o curare est no seu enten-
der prompto, ella desmaia ou finge que desraaia.
Fadiga, calor, exalacdes mephyticas, decrepitude
ou resultado do veneno, muitas vezes a pobre
victima s rolla do sen dosmaio para morrer
Entao a cejimoniacompleta ; o curare do anuo
esl perftilio, a Irib far grandes cacadas o fcli-
zes razzias. Se a velha nao morre nesse dia ou
no seguinte o curare nao presta para nada, eso
podei ser melhorado por meio de formalida-
des, passeas etc., feitos ao clrao da la, ou ao
nascer do bol, em urna palavra por meio de to-
llas as pHanlasmagoras praticadas pelos feiti-
ceiros o crdulos de tolos os paizes.
o curare!assim preparado 6cuidadosamente ti-
rado da panella e deslribuido pelos chefes de fa-
milia, ou de cabana, para seus usos de guerra e
cacadas. Urna vez feita a distrbuigo, tornara a
banquetearse do noroem honra da* pobre relha,
que se enterra em urna cabana, a que se toca
logo.
t) que ha de verdadeiro nessa eslranba histo-
ria ? Nao i. Contararo-m'n, e eu fago outro
lauto; pouco ou nada creio ; porque me" parece,
que sao muitas ceremonias, muitas reunios, e
de relhas para a liihu
como na maior pai u-
dos cintos de todo paiz deve haver um fundo de
verdade, nqquello de que tralo, talvez que exista
esse coslume tal qual. O que me poderia fazer
acreditar, e me levou a emprehender essa narra-
fio, que possuimos um Indio mogo da tribu de
Mirannas, nosso pobre bicho, deque j lenho
muitas vezes fallado, e a quem perguntamos,
como sua Irib fabricava o veneno das flechas,
que celebre em toda America do Sul, como o
mais lerrirel, e o bicho sempre nos respondeu iu-
vaiiavelmenlc :
P.icho: pequeo, pequeo. Nao rae l. Po-
rm em distancia de muitas loas, muilos homens
e mulheres, todos Mirannas, lodos com os nari-
zes forados, reuueni-se em urna aldea muilo
grande, e lodos os prenles vo l.
Depois para provar-nos, que era sua nagoque
se reuni, a indicar-nos a quanlidade d genle
que assistia essas ceremonias, mostrara-nos
suas ventas fura las, como as orelhas de una
clnisla, e levantara mullas vezo? suas raaos es-
lenddas, exprimindo cada mo cinco pessoas.
< os pequeos, accrescentava elle, eram con-
duzidos pora longe na floresta, e quando volla-
vam, as mais Ibes davam as costas o pernos dos
prisionolros, restos de carne e de peixe, por le-
ivm os pais comido os melhores bocados.
Esto fulo pareci irritar a sua joven gluto-
neria.
Alera desses detalbes n i il a mais, n pelo
minos provavl que excepgo da gente do sua
tribu, ningucm podesse com certeza dizer mais
do que elle. Os Mirannas por islo mesmo que
sao anlhropophagos e urna das nagoes mais foro-
Izes da America do Sul, nao lem relajos com os
brancos, se nao pelas tribus intermediarias, e lo
raramente qunnl i las necessidades; nao
se deixam visilar por ninguem. Somente por
onvirem-se contar essas historias se pode chegnr
ao conhecimento dos seus costumes ni tuaes. Con-
lar-vns-hei em lem,.o elugar opportimoe roman-
ces sul-americanos, em que fallarei dos seus h-
bitos; p ir agora rollo uo meo curare para ex-
plicar de quo serve C de que pode servir em 003-
so civilisagao, que o fim principal desta noticia.
I is i: i America do Sul.O curare as di ver-
isas tribus, que o fabricam, serve para o envene-
nan) uto das arn as. Alm deste deslino nao lem
senao dous ou ires usos excesslvameutc restric-
tos; porm reprsenla para com as tribus ind-
genas da America do sul o mesmo papel, que re-
presenta a palavra na sociedade policiaJa da Eu-
; ropa. E' o meio de leslruigo mais poderoso o
mais geralmenle eni| regado pelo bomem.
Antes da introduceo das armas de fogo no in-
terior do continente sul-americano, a maior par-
le dos Indio; nao cagaram sean com 0 curare, e
mesmo algumas rezes pmpregavam esse veneno
cm suas guerras inccssanles. Porm medida
que a civlisaco augmenta nesses paizes per-
didos, o uso da plvora se genera lisa pelo com-
mcreio progressivo e relaces que cala vez mais
se eslendem, em quanto que o uso do curare de-
cresce em sentido inverso. O meio de destrui-
vara cercada de pennas de arara era cada mo caodns Indios pouco pouco cede lugar ao nos-
Gonduzem a'velha india al o fe
cermonial, como una noiva rabe
ao aliar, porem seu altar o do sacrificio
leilo
m
d
ele. A' medida que recebe, va derramando o
o com muilo so, que, fineta de una civilisaco mais adianli-
que caminha da, mais poderoso, mais expedito, e sobrtudo
rilieio e seu mais commodona pralica. Nao est longe o dia,
mo a ierra do sepulcro. Apenas chega, das cm que o emprego, e portan lo o fabrico desse ve-
aos de cada assislente. recebe um prato cheio neno serao completamente abandonados p
o um ingrediente, formigas ou cipos doblados Indios.
Todava al
pamas tribus
;-n:-p- -1.' j'
quo se conservaran!
utiaw.uu*JM-uw imm mi
selvagens, ou que voltaram a selvngeria persis-
lem no emprego do curare; repellem de una
maneira absoluta o uso da plvora, cujo estrepito
trahiria sua presenca, que sempre procuram sub-
traliir as vistas dos Europeus, e mesmo das outras
tribus indias. E' a consequencia forcosa do es-
tado de barbaria foro*, porque o carcter mais
Ostiricto do hornera no estado selvngem, quer
soja branco, Indio ou negro, invariavelmenle o
temor do seu semelhanle.
Qnanlo s tribus relativamente cmlisadas, aos
Indios manso*, como se chama as repblicas
hespanholas, naturalmente s renunciar- pouco
a pouco os usos de seus antepassadoa Futre
ellos, afftm como enlre as naces policiadas a
cmlisaco apparece nos bomeiis que pertemern
as g< raedes novas ; porm a maior parte dos in-
dios reines continuara a empregar o curare o
formalmente prohibem a seus filhos, que se sir-
van) da espingarda, armas que dizem elles com
raza o :
Fazem fugir a caea, e a tornam lo rara em
redor das cabanas, que utn bomem que lem fome
ve se forjada esperar al a iioutc para acender
d^baixo de um hocco [2] o fogo de seu alimento...
A espingarda, dizia-nos tima vez o velho chefe
de urna tribu outr'ora poderosa, e hoje quasi ov.-
lincla a espingarda a vida do branco, porm
amorte do Indio ; e entretanto, acrescentav i
elle com amargara, meus filhos tem espingar-
das
E tanto esse reiho linha razo, ao menos de-
baixo do ponto de vista do passado, cuja sauda-
de ..grava seu coraco, aoanto os mucos, que
elle ci usurara, em relago ao presento' de sua
raga, isto na realidade das cousas.
O Indio de outr'ora, o Indio da floresta virgem,
nendo da caca o da pesco, nunca de plaas
nem de animaes cultivados, nao linham senao
urna necessidade : a caga ou o peixe.
O indio do hoje, resto degenerado de urna rara
moribunda, vestido, fio as habitacoes, cheio de
precisdes, nao pode escapar mort que pouco
pouco se .siendo sobre elle e os seus, senao
adoptando nossas leis, nossos costumes, toda
nos.) civilsago, e fazendo fuso com nossa i i
invasora. A pena de inorte repentina e lalvez
antes de cincuenta anuos, far-lhe-ha perder fatal-
mente sua nncioialidade, seos hbitos, sua vida
propina, para confundir-ce comimsco. L, como
era qualquer ouira parle, na realidade boa ou m
do presento, lourura querer oppor s ondas da
civilsago por mais destruidoras que sejam ou
parecam ser na presente sociedade. Em todos
os paizes propro dos reinos aferrarem-sc
nm passado inressussitarel, e por este modo de-
morarera quanto podem o futuro esse cega-
dor, cuja presenca os aterrorisa. Como se mo-
gos c velhos, ricos e pobres, bons e mos, nao
devessera cedo ou larde decrescer, c depois mor-
rer !
No presente estado de cousas, o curare anda
e emprogodo na America do sul c ptincipalmen-
le na caga.
Examinarei principalmente os usos da caco,
porm indicar os diversos modos porque os In-
dios cm pregara o reneno, julgo conveniente ex-
plicar summariamente a maneira porque cacam;
do contrario ver-me-hia forgado a abrir era cada
phraso um parenlhese explicativo.
O Indio caga para viver, para comer eaga-
dor por inslincto, e sobre tudo por necessidade,
e nunca por passatempo ou vaidado. A caca
sen officio, sua vida na ierra, como o traba'lho
6 a vida o Europeu ; porm ama essa vida com
paixao, crian ha poeta por mais celebre que se-
ja, que tenba pela musa, que o faz. o vivir, um
culto mais assiduo, do que o Indio pela caga, sua
nulridoora bem armada.
E muilo natural que cacem de urna maneira
inleiramenle diversa da nessa, como nossos aros
quando cbcgaramda Asia deviam cacar as flo-
restas abundantes da selvagera Europa ; isto c, a
maneira primitiva dos braconiers: de sorpreza,
de esperas, o nao atiranto se nao quando re que
O gi loe seguro. Quando o Indio mata o que
precisa para comer ou para seccar, para, esl sa-
lisfeito, e quando v um Europeu passar alem
desses limites, ola o com umita razo se admi-
ra. Hnitas vezes (euconfesso com pouco, muito
pouco remorso) fui reprehendido pelos Indios cm
lemos bem amargos, porem justos.
Tu malas por malar, nos diziam, desperdigas
tua plvora, leu trabalho, e antes que dercrias
poupar para outra occasio.
L'm Indio quer cace pello ou penna s atlra no
anim 1 no repouso, e nao quando corre ou ni i.
Creio que elle nao acertara em ura cabrito que
andasse passo de passeio. Vi muitas rezes In-
dios cunserraram-se embarcados sem atirarroais
de nm cruarlo de hora seis passos de um hocco
empuletrado n'um ramo, porm passeiando com
o passo de um per que pasta em um campo de
trigo ; esperavam que a ave eslivesse complela-
mi nie immovel, (xa como um soldado na filei-
ra, s enlo atirav.im. Vi outros recosarem ati-
rar sobre chusmas de porcos que corriam apres-
sados como ovelhas em um parque, allegando co-
mo motivo jue os poicos corriam.
Em compensaco, um Indio segu a pista de
um animal durante qualro e cinco horas seguidas,
enriendo como um cao, e depois de duas ou Ires
leguas feitas sem perder a batida do animal, che-
ga quatro passos da presa sem que esta lenha
rollado a cabeca ou levantado as orelhas. \i
| Indios fazei camiuliad is de duas leguas o chegar
lilieralmente as cosas do tapir, do reado, do
porco, etc. Algumas re/es si guem a pista dous,
tres dios, sem nunca desanimar, com una cons-
tancia pranos quasi isconcebive), alravz de
ros, precipicios, monlanhas, sem perder o carai-
n lio apezar d'agua ou da trra secca. Parece
nossos olhos europeos que o solo nao llies pode
forneccr um indicio; porm nma folha virada,
j ura ramo quebrado ou desviado. O grito longin-
j quo de una ave, uina baforada de vento salura-
da de oman.n oes, tudo reparara. [Contin,
(2j Especio de per selvagem muito commum
na A u.erica do Sul.
Seria dillicil pintar o pasmo estupido que appa-
reccu no rosto do Sr. Prell. Corren a fechar a
porta do gabinete, porque nada esparara de bom
do que se ia seguir.
O Senhor, comecou Flotling, fez um grace-
jo de que-lera, sem duvida, quedar sureras cen-
ias justica que nao brinca com essas cousas. O
emb naco que ueste momento sent urna nova
prora da sua eulpablidade ; quero crr que nu
idocurar negar um fado cuja prora jurdica exis-. roes e clculos de interesse
te misinfolios mos. la fazer-lhe urna confidencia!
fregar, oh I nao, confesso, foi um gracejo, L'm segredo' Sr Flollin
inconsiderado... lalrez... nhece-me Eu nao sou o he
Un gracejo de que resultou um mal ira- de alma de bronze : sou pai de familia tenho um
menso. nlorrompeu Flotling; um gracejo que coraco accessirel desgraca nunca i meu ou-
ainda boje sera seguido de urna quena ao tribu- rido se lecha a um pedido '
nal criminal, e que o levar aos trabalhos torea-
dos.
Como, aos trabalhos Coreados ;
De certo; o senhor compromelleu a minha
dia divina. Imploro o co, se lhe resta um pou-
co de pudor!
O que diz! una infeliz mulber! ella, lo
rica !
Sim, rica de virtudes e qualidades inlcl-
lectuaes; eis hoje ludo o que possue. E verda-
de que esses thesouros sao pouco apreciados pe-
lo senhor. Se o seu coraco se abrisse para sen-
limenlos generosos cm vez de abrir-so para ac-
eu me aventurara
g, o senhor desco-
omem do dinheiro
Pois bem, saiba pois que a Sra. Rosen j nao
lem fortuna ; s lhe restara lagrimas para chorar
a sua riqueza perdida. Sem duvida, poderia cen-
surar-se-lhe de ter dissipado levianamenlc lie-
honra e a de urna senhora honesta ; isto pede sa- '"'-'a considcrarel que jen marido lhe baria dei-
iisfa.o, tornou-se culpado de urna falsidade, pe- xlo; "lils ,,,ht ill'riJ,s caridosas e generosas
-i
a qual eu leria direilo de proroca-lo a duelfo e P,e".eavain eloqnenlemente ei
le roetter-lhe urna bala na cabeca I do vi o seu annuncio, corr .
Sr. Flollin!:. occo-lhe nue se modero A|dessi senhora, devo corrfessa-1 o
minha vida...
pcco-lhe que se modere. A
Sei que quer muito sua vida; mas isso de-
vera lorua-lo mais circuraspelo.
En) nome do co senhor, nao grite l) alio ;
os meus emprogados... Podem ouvir as suas pa-
tarras. ,.
Eu devia contar a todos os seus estupidos
gracejos. Por motivos de familia, eu eslava para
casar com nma senhora que, seno c moga,
inmensamente rica. Pois bem, o meu casamen-
to desmnchalo, as censuras que soffri, a heran-
| ca de uina lia velha devia deixar-me e que rom-
pen o testamento kilo em meu favor tudo isso
peza-lhe sobre a Consciencia na solido do car-
cere, lera lempo para reflcctr respeito I
U senhor tem realmente teugo de dar ijuei-
xa ?... Eu, lerado aos tribunaes o meu nome,
os mens prenles, o moa cimbado conselheiro
do consistorio, meu lio, o progador da corte ; eu,
aecusado de um delicio, scniado no banco dos
em seu favor. Quan-
a casa dola, casa
a quem amara
em silencio. Fez-mc e la leal mente a sua con-
fisso, quo selou com lagrimas do mais amargo e
sincero arrependimento. Essa linguagem commo-
reu-me as fibras mais intimas d'alraa. J nesse mo-
mento cu oslara duvidoso a lomar o seu gracejo
urna realidad.); boje, lestemunha doseu emb.i-
rai;o, ainda ma.s resollido estou, e renunciando
a lodas as vanlagons que me esperavam na al-
lianca projectads por minha familia, rtenlo
ica nma mo auxiliadora e em poucos dias
serei esposo da Sra. Rosen.
liomem nobre e generoso exelamou o ban-
quero enchugando grossas golas de suor que lhe
corriam pela lesta. Senl-iue rom movido como
nunca estire. U senhor quer restituir a venlu-
urna pessa exposta a pobreza fagao que
o que
e rico.
Fa-lo-hei lo cerlaraene como verdade
que O sol nos alluma, apezar dos grandes sacri-
ficios que essa rcsoluco me impoe. At agora
lodo CSlO negocio obra de sua mo ; conservo
icos. (senhor arruina-me. perde-me pora sem-1 a espersnga de que o senhor continuar a auxi-
pre 1 recipili n.i desgraga ura liomem, cuja in- liar-me.
tenso foi apenas gracejar. Tudo o que tor possivel, farei ludo
L possivel senhor; mas nao rcflcclio que
com a sua pilhera ferio o corando, o com que
urna pobre mulner derramasse uina trrenle de
lagrimas. A multidao dos seus adoradores de-
sappareccu a estas horas, est ella s e abando-
nada, o talvez em pouco persigam-na com sur-
cosmos. O tribunal obligar o senhor a casar
com a senhora Hoscn para reparare prejuizoque
lhe causn.
Eu obrigado a casar I eu, pai de seis filhos,
cujo mais mogo j pode tambera casar! Senhor,
pcco-lhe por lodos os santos da folhinlia, nao me
reduza a essa horrivel exlremidadc.
nao exceder as minbas forcas.
Brigado com minha familia em consequen-
cia do annuncio que pelos seus cuidados foi in-
serto no jornal, coulinuoii Flotting, acho-me
abandonado as meus propros recursos. Susci-
lam-me loda a especie de dlfliculdades que lo-
davia saberei nffrontar, succeda o que succeder.
Em consequencia de nma heranca universal que
me coube lia muilos annos, dillereutes legados
foram portilha de tres prenlas minbas. Ellas
deixaram o capital as minbas mos, reservando
para si somente os juros. Mos. logo que conde-
cido o meu casamento,casamenlo fabricado pe-
Queixa elimina), trabalhos (oreados, casamento lo senhoressas prenlas exigiram o reembolco
m urna riuvo, ludo islo taz-me perder a cabe- do seu capital. Nao BM i'ude recusar o isso e
co
ca Doria muilo pura nao ter feito essa lolicol
Sinlo v-lo nessa triste posigo. "En pode-
la bem perdoar una ollensa; mas o senhor fez
jogo com o coraco de una infeliz mulber, e isso
:.< d'. sei prdoado seno pela misericor-
para esse lira preciso de corta soturna que o se
nhor me emprestar por um auno com o jura
legal.
Eraprestimo? seja porm com a condigno de
que o senh' r nc Follara a pinguen! de meu es-
lupido gracejo, que me restiluu o documento
lo que possue, e que durante toda a vida guar-
dar silencio a respeito do nosso trotado.
Dou-lhe a minha palavra de boma. Dcmais
a somma que lhe peco urna bagalella para o
senhor. desejo somente cinco mil thalers.
Cinco... rail... thalers I Sr. Flotling, consi-
dero-o como um bomem ue bem ; mas cinco....
mil___
-----Cinco mil thalers bastam apenas para reem-
bolco do que reclamara de mira. Pense lamiera
nos seuliraentos de que eu eslava animado ao
Iranspor o limiar do seu gabinete.
Pilo amor de Deus nao fallemos mais de
queixa criminal. Sei ludo o que me poder di-
zer ; calcino nos C de-rae o original do maldito
annuncio. Tere os cinco mil thalers por um au-
no. Mas antes de ludo, deixe-mo destruir esse
papel, causa de ludo.
Prell rompeu o papel cm mil bocadiubos c
corren a buscar a somma pedida. Ao cabo de
uiti quarlo de hora estar tudo arranjado.
Flotling despedio-se do banquero que se feli-
cilara de so ver livre por to pouco desse desa-
gradare! negocio.
Anda nao se to ha passado unta hora e Flot-
tiny havia sahido da cidade.
O infortunio precisa do encontrar sympathia ;
a felicidade pelo contrario, nao qucr leslerounhos!
Por esse motivo nao queremos periuibar o feliz
par em sua felicidade.
Poucos dias depois do regresso de Fotting, ce-
lebrava-se na modesta groja do urna aldea, a sua
unio com Hortenca Rosen.
O noiros ferim eslabeleccr-se na capital e re-
nunciaram completamente vida do grande
mundo.
Todo aquclle que visse enlo a linda Sra. Ro-
sen, mais formosa era seu Irage modesto e ele-
gante, nao teria reconhecido uella a senhora de
outr'ora.
A mesma metamorphose se bata operado em
Flotting ; renunciando s loucuras da mocidade
e leudo aprendido a conhecer sua custa o va-
lor do dinheiro, tinha-se tornado econmico.
Era a poca em que as cspeculaccs industriar s
estavam em lodo o seu esplendor. Flotting, ac-
tivo e iiilelligente, irabalhava com ardor c afor-
tuna lhe sorria. Especulando corn prudencia so-
bre as aegoes gaiihou nellas urna somma nola-
vel, empregada mmedijlamcnle por elle cm fun-
dar cslabelecimciitns industriaes.
Gragas sua adminislrago vio-se possuidor
ao cabo de un auno, de unta somma tripla do
seu capital quo reembolso poutualmente com
os juros ao banquero Prell.
Foi para elle um bello e grande da.
Hoje est frenlc de urna casa importante e o
que ainda melhor, c feliz esposo e pai de qua-
lro filhos.
Posan a ventura ncompanhar sempre a elle o
aos seus, durante todo o curso de sua existencia.
FIM.
PERA. IYP. DE M. F. DEFAMA. 1865
(TrlUTJLADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYS3ABY8D_DII7P0 INGEST_TIME 2013-04-30T21:13:59Z PACKAGE AA00011611_09005
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES