Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08998

Full Text
AMO HITI. HOMERO 47
Por Ircs mezes ada 'ados 5000.
Por tres raezes vene.Jos C$000.
SEGUNDA FEIRA 27 DE FEYEREIRO DE 1860.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para e subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCIUPQA'O DO NORTE.
Parahiba, oSr.AntonioAlexandrinodcLima;Na-
tal.oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A.de Lemos Braga; Ciar, o Sr. J.Jos deOliveira
Marauho, o Sr. Manoel Jos Martina Bibeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandcs do
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. i.auus;
Amazonas, o Sr.Jorouymo da Costa.
PAK11DA DOS CORRElOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as ternas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
uiicury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os rnrreios parto mas 10 horas da manilla.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio din.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE FEVERE1RO.
7 La cheia aos 15 minutos da manhaa.
13 Quartominguante as 4 horas c 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde
23 Quarto crescentc as 5 horas e 35 minutos da
larde.
TREAMAR DE IIOJE.
rrimeiro as 10 horas e 6 minutos da manhaa.
Soltando as ln horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Torcato are.; S. Lamberto.
28 Terca. S. Leandro are. ; S. Chiislina v.
20 Quarla. S. fiomo ab. ; S. Populo ra.
1 Quinta. S. Adrin ni. ; S. Rozeudo.
2 Sexta. S. Simplicio p. ; S. Jevino m.
3 Sabbado. S. Ilemolerio m. ; S. Aslerio m.
4 Porninjin. S. Lucio p. m. : S. Archelo m.
ENCARREGADOSDASUBSCRIPCAO NO SIL.
Alngoas, o Sr.#Claudino Falcao ias; Bahia,
Sr. Jos Marlins Aires ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
Eli PLRNA.MBUCO.
O preprietario do diario Manoel Figueiroa dt
Faria.na sua livraria praca da Independencia na.
6 e8.
PARTE OFFICIAL
Itispadu do Pei'iiambuco.
D. Joao da Purificarn Marques Perdigo, conego
legrante de S. Agostinho, poi graca de Dos, e
da Saoia S Apostlica, hispo de P.ernambuco,
do consclho de S. M. o Imperador, etc.
_A todos os nossos diocesanos saude, paz e.beu-
oo eni nume de Jess Christo.
Sao geralinenle constantes as tribulacoes c re-
amos, que o supremo chefe do chrislianismo o
saniissimo padre Pi IX leni supporlado da parte
dos inimigos da egreja catholica, determinados a
perturbar eonaideravelmeute a paz, que sempre
gozou, quando a avidez dos bens temporaes nao
dominou os coraees de seus degenerados (ilhos,
que, agraciados por tio carinhosa m.io, jmala
quereni eoaceJcr-lhe a fruico d'aquelles territo-
rios, que Ihc foram doados por alguna anlgos
n.onarchas, conscios da urgencia de constituir de-
cente, e sutli.ente patrimonio fabrica de S.
> permauante ein lodo o tempo, c duraran
dos Romanos Pontfices, que, por meio da domi-
nacao temporil exercein tranquillamonte sua su-
blime dignidade coni a necessaiia independen-
cia.
Estes deploraveis acontecimentos nao podem
neniar de afflicco os nimos des rerdnderos ca-
tholicos, que lamentando a sorte do vice-gereiue
de Jess Christo sobre a trra, diriga ao co seus
clamores com o fira de implorar a rcalisaco das
divinas promessas em favor da sania igreja,
qual sen Eterno Esposo se dignou promeller sua
assistencia at a consnmmaco dos seclos as-
severando que as portas do inferno jamis preva-
lecern omtra ella.
Deus de infinita beoignidade, dig-iai-vos sus-
pender vossa iudignaco. posto que, merecida
pelas nossas iniquidades, nao permiltindo to
S>'ral preraricaco. Pastor Eterno, qoe peloeran-
gelho nos indicaes a necessdade dos escndalos,
determina! sua niinoiaco pelo uso da poderosa
reOexao, qoe dere presidir aos actos humanos.
Espirito consolador, assim como a justificaco de
todo o crcnle vos propiamente atlriboida.
dignai-vos preservar de tanta corrupeo o mun
do obscurecido as Irevas do crio, e da deprava-
cao.
Estas, ou outras semelhantes doprocaces, di-
leclissimos irmos, sao as que devenios dirigir
frequeniemente ao luminoso throno da infinita
agestado, firmados as formaes patarras de Je-
ss Christo, que nos diz:Ped, e recebereis,
procura!, o aebareU, hato! a porta da divina
misericordia, e vos sero abertas.
E para que a egreja Pernambiirense tribute pu-
blico tcstimunho de sua fidelidade, e adheso ao
soberano pontfice, pai commuro dos fiis, e Ihe
preste sen lmenlos de ahVctuosa gralidao pelo
clfioaz aelo, briihante administraco, e diligente
solicitude, manifestada a fivor dos habitantes do
Orbe calliolieo durante o sen glorioso pontificado,
determinamos (seguindo o exemplo d'oulros pre-
lados) que em nossa S episcopal, as malrizes
das freguezias desla capital, e as de Olinda, e
seus respectivos conventos dos regulares, sejam
dirigidas em favor de sua sanlidade ao ente su-
premo as preces (prescriptas no ritual Romano;
nos tres primeirosdias do niez de marco proximj
futuro, na hora mais commoda, assignalada pelos
Rvms. ennegos vigarios, e pelos superiores dos
convenios.
Todos os reverendos sacerdotes d'esta diocese
sao por nos obrigados recitar na celebraco da
n.issa, e em lugar competente, a oraciiopro
Papa-Den, omnium Fidelium Pastorpor es-
pen de 30 dias.
Jeo, hispo diocesano.
Palarioda Soledade, !de feveieiro de 1860.
EXTERIOR.
L_
Tarta, le Janeiro do !Ht;o.
a Queris ver a imprcsso cansada n'uin Mo-
fienez pela delonga do cougresso ? Ei-la, tal
qual foi escripia emum jornal de Torio : Tan-
< to inellior: se nao ha cougresso, hovera a
guerra, e ella su fu de accordo com a Fiama
. i a Inglaterra. Este honrado Modenez resu-
me muilo bem nessis patarras o que leio e ouco
lia tic dias. Uto deve ser, certamente, un se-
timento commum na Italia. Entretanto, no cen-
tro, sobretodo na Toscana, a demora nao tem
agradado. Parece que as missivas trocadas 5
esta es,.cito cutre Turin o Huronea, Turin an-
nuneiaqueo adiamento au ser longo, e que
em todo caso nada se tem rompido.
llouvt! em Milao una seria emooo, tiio s-
ra, que domingo, dia de auno, temia'-se algunia
ir.anifostaoo. Foi preciso dubrar os postos e pa-
trullis da guarda nacional. Se huvealgun pro-
jeclo faccioso, elle foi cuntido. A grande cajisa
do descontentamente foi a exigencia dos horneas
da oetpera contra os homens do dia seguinle.
Muias nomeac&es e diversas promoces, taitas
pelo ministerio aos homens do dia seguinle, com
vistas de conciliaean, taires un pouco desacer-
tada, lornaram os intolerantes verdaderamente
exasperados. O desconleniamento dos exaltados
tanto mais livre em sua expresso, c enconira
mais echo, i|nanlo os moderados tem ou julgam
ter lanibem damnos.
Escutai o que diz um pequeo jornal de Mi-
lao, a Gazeila del Poplo, a proposito das anti-
gs nomeaeoes do passado rgimen : Charo
C llallazzi, perdestes a cabera? Que depressa
. renda Carour, que depressa reuua-sc o parla-
ment, e que em ludo isto poutia-so algmna
ordem
Se ajuntardes aos acontecimentos de Milao
es da Sardenlia, saliereis dar a razao dos cuida-
dos do gabinete.
A agitaco da ilha da Sardenha tem decidi-
damente lomado proporges inquietadoras. Em
Sassari, que naoquer aceitar a suppressao de sua
universiilade e de seu tribunal de appellaco,
consliluio-sc urna junta provisoria, niio para
ubrar politicamente bem entendido, mas, na au-
sencia do consclho commuual demissionario, pa-
ra protestar contra o abuso dos que appeliam ; o
abuso dos plenos-poderes. Teineu-se um mo-
mento que eslas populacoes sahissem dos limites
lrgnes; mas, al o prsenle, estes receios nao
foram confirmados. Nao hourc prisoes
Julgo til vos mencionar um artigo da Ga-
ietta d'ugsbourg, que produzio aqu urna gran-
de indignaran. Este jornal estuda a maneira de
rebanar os Italianos aos clhos da Allcmanha.
Elle os repiesenla como um modelo degenerado
das ragas latinas, sem virtudes, desmoralisados,
preguicusos, jogadores, etc etc.
Nao se pode adevinhar qual o fim de seme-
Ihanle salyra, sobretudo quando se v a conclu-
sa o d'etU, que a seguinle :
Ninguem poderi prediz^r a sorte da Italia
central; u que somonte claro, e que o res-
lalielecinieiiio dos soberanos expulses, mesmo
que elle livesse bom xito, seria de nenhum
valor, ( nao ofl'ereccria a menor garanta de
duraeao.
Esta c.onccssao bastante curiosa e assaz
significativa da parte de um jornal dedicada aos
inieresses da Austria. Mas porque razao Irabalha-
se em tornar os Italianos df.sprezivcis aos Alle-
mas? Ponto de interrogaco.
A 31 dedezembro, houve urna grande agita-
eai em Trevisn, com banJeiras italianas, c gri-
tos de : lira a Italia .'
Algnns viajantes, lestemunlias oculares, dis-
seram em Miliio que eram mgeslosas estas de-
nionsiracoes. Ncgar-sc-ha certamente.
As condcmnaeOes de Livourue eslao um pou-
co mais esclarecidas para uiirn. Na ssnlenca se
dizque os qualorze condeinna ios econoiiiicainen-
e deteneo em urna fortaleza eram acensados
de conducta gravemente suspeilo, de partiripa-
cao as machn urdes polticas no sentido repu-
blicano. No lempo de suas prises escieveu-se
em toda a Europa, que estes homens eram ho-
mens desprezivois, mazznistas, que, pelo dinhei-
ro, se linli.iiii deixado corromper no sentido dos
artificios dos partidarios da reslauracao. A Slu
se ajunia niuilis outras cousas, para mostrar com
'l"o circunisccicd preciso acolher as aecusa-
i.es, principalmente contra as pessoas presas, a
quem toda defeza impossivcl, e quo nem mes-
mo sabem o que se diz a seu n-speito.
Ogaverno Ricasoli muilo atacado por cau-
sa d'esta candomiiacio, nao tanto lalvez pela
coiiileinuae.'io em si mesma, quinto pelo proces-
so c julgatenlo em forma econmica ou secre-
ta, pela prtfeilura poltica, em lugar do juiz ;
ludo em virlude de urna Ici excepcional lo peior
lempu da reaeco. Nao terei a simplictdade de
vos dizer que multas pessoas se inteiessam por
este negocio; nao ha de ordinario militas pes-
soas, que se interessem por aquellas cousas, em
que faz-se necessarioser-se leal, justo o sem pai-
xao; porui, em urna pequea parle dos des-
contentes, esta maneira de proceder serve de ob-
jecto vivas Criticas. Quero vos citar nina au-
loridade, porque, romo nem todos percebeui f-
cilmente, poderia alguem equivocar-sc a respei-
to. das miuhas intenyes. O Slandardo, de Tu-
rin, imprime sobre isto o que se segu, escripia
de Plorenca :
Depoisde fados cguaes, na mullidao, nasce
esta idea, que ser governado por Viclor-Eih-
manuel nao 6 alguma cousa particular... O
quesepassou em Livurne faz chegar o rubor
ao rosto, ele...
Se me permittis urnaaprerinQo pessoal, eu
vos direi que teria sido multo mais conveniente
ao governo toscano seguir os ordinarios trami-
tas da juslica, poiss havia tuspeilas lio machi-
noces,sem comeco algum derealisacao, oque,
visivelmcnte, a tendencia republicana" era milito
ponen digna de se temer, como sendo de nalure-
zi a perturbar diplomticamente a marcha das
cousas, quando o proprio M. Ricasoli, segundo a
minha maneira de pensar, ra cin seu gabinete
todos os elementos importantes do amigo repu-
bffeaojsmo, e sabia que iodos, comprehendidos)
os auligos agentes de Uazzini, estarain reunidos
em nninu de Victor-Emmanuel.
< O que se passou em Livurne mais que
uma injusca, urna malradeza. Snto ter de
insistir sobre este incidente, que nao honroso
para um governo estimado. Mas nao preciso,
parece-me, que, sob pretexto de syrapathia pe-
la causa da renovacao, deixo Je dar-se publi-
cidade as cousas pertenccnlcs ao direilo geral.
Entre as depuiacoes que visitaran) a Gari-
baldi, em Turin, notou-so, alin da sociedadu
dos obreiros, urna grande quaulidade de estudau-
tes da Uiiirersidadc. Garibaldi Ihe fez um dis-
curso bastante original contra a; pretenees cle-
riraes, a que sua mts&iva linlia l'eilo allus.io. Ua-
ribaldi vollar a Milao.
Eu vos fare observar nao quero segu-
ramenle, dizer a titulo de symptoma que t- re
Victor-Emmanuel mostra nina perfeita amabli-
dade para com os homens de ideas adianladas.
Da de auno, elle niandou a M. Brollerio parle de
sua cacada: o proprio jornal de M. Profierio
quem (coa falta de gosto) tem o cuidado de dizer
ao publico. E evidente que aos cilios d'esta or-
gao. isto deve mostrar que na questo dos livres
comicios, oda uniao liberal, na lula de Carour
Raltazzi (sob algnns aspectos), S. II. niio to-
dava l.io absolutamente syniplhico como pode-
ria pensar os homens do centro. Entre os oulros
prsenles reaes do novo auno, cita-se anda a es-
pada ornado de brilliantes, quu recebeu M. Ital-
lazzi. E' ainda no jornal de M. BrofTerioque en-
contr esta partiiularidade. A caca mandada a
M. Brollerio. que cu ri esta manhaa, contraria
osjornaes da opposirao. emais estes debales
sao Humenles.
[La Presse.Caldas Jnior.)
missarios por parle de S. M. u Imperador do lira- legamente de agurdenle, tabaco e mercadorias
sil... eondemnam a Andorinha porque se occu-. eslrangciras. Depoisde haver negociado em
pavatn de trafico... verdade seja que provou que Auamboe e Apam, parti para Acara Ingleza, on-
ao tempo do se proferir a dita senienca niio havia de fundeou em 31 de maio ; foi ah aprezada em
escravos a bordo, nem nunca os liana havido du-1 e j0 jlin|10 Sf,gDie pelo brigue de guerra inglez
rante a riagem, mas o caso que o dito brigue | Dolphin que a mandn para Serra Leda, onde,
Andorinha foi capturado na bahia de Lago ao 3oU pretexto de empregar-su no commercio de
Norte do Equador, sendo irregular porlaalo o pas- escraros, foi condemnada em 21 de julho, por
saporte imperial que se Ihe conceden, permillin-! ienlenra ja commissao mixta, ent.io com posl
do escalar pela Costa da Mina, ilhas de S. Thoni
e Principe, Costa d'Africa, etc.
J se v que exactamente a hypothese quo
be o passiporte ; fleando os dircitos aagestati-
cosdo governo em tola sua plenitude para con-
ceder aos seus subditos o tocaren ueste ou na-
quelle porto, segundo a existencia das circums-
tancas, comanlo que, sendo ao norte da Equi-
noxial, niio facam nelles o commercio Ilcito de
eseravos, nico objeclo e Hm dos Ira'.ido.--. E en-
lao permiltido ao navio o locar nesses (ortos
.permiiidos no passaporte.
No caso porui de taes concessoes Ihe niio
sercm feitas, subsisto a dcclaiaco prohibitiva
INTERIOR.
Cuiamissfiu An$;lo-llrasiloira.
FREZAS.
Artigo XXXIII.
SEGUNDA PAUTE.
Brigue Andorinha, da praca da Bahia, proprieta-
rio o commendador Joaquina Jos de Olivera,
depois sua viuva tcstamenteira e invenlarian-
le D. Anua do Bom Fim e Uliveira ; e por mor
te desla, os acluaes administradores e testamen-
temos do casal Manoel Domingues Lopes, Jos
Mariuho Pires e Manoel Jos Correa de S.
Este navio acha-se exactamente as circtims-
taneiasdopatachoProridencia,c que.fallamos no
precedente artigo, at sendo perlencente ao mes-
rao propietario e revestido de idnticas circums-
tancias. O governo brasilciro procedeu, no caso
deste navio, exactamente da mesma forma que
no do precedente. Ser pois curtissima a nossa
exposieao.
O commendador Joaquina Jos de Oliveira pro-
poz o seu brigue para ir ao resgalc de escravos
em Cabinda. leve summo cuidado em o despa-
char com todas as formalidades, c mais do que as
exigencias da lei. O passaporte imperial, que Ihe
fui dado, era semelhante ao que se dera ao pata-
cho Providencia, pois l se acha entre os docu-
mentos a certidao passada pelo presidente da
provincia, na qual se declara que o navio ia auto-
risado a fazer as competentes escalas.
Sahio nestas circunstancias do porto da Bahia
aos 11 de Janeiro de 1829, com escala pelos por-
tes da Costa d'Africa, S. Thom e Principe, e
Serra Lea.
No uso desta faculdade encaroinhou para Onim,
onde linha ancorado, quando se Ihe apresentou
a fragata Cybelle, cojo commandante, Collier, o
aprisionou, soin que livesse ums escravo a bor-
do c pralicando as usuaes gentilezas.
Foi o navio alindado para Serra Leda, onde,
segundo o costume, s funecionavam com-
missarios inglezes, e tambera, segundo o cos-
lume, bastou o simples ditodo aprezador, para
o navio ser condemnado. Na senlenca dizem
nquelles senhores :
c rerante... na ausencia de qualqucr doscom-
smenle de commissarios inglezes. Fez o pro-
pietario o seu protesto perante o juiz conserva-
dor britannico da cidado da Bahia, e justiOcou as
tivemos de tratar do artigo anterior, (arlando do diferentes parcellas da quaniia de 54.124*636,
patacho Providencia ; porem aqu rollando o fa- porqoe protestara, sendo tudo julgado por sen-
moso assumpto das escalas, nao podemos exi- tenca do mesmo juzz
mir-nos ao prazer de transcrerer u que a este k'i marco de 18 l carregara aquello proprie-
respeilo se l ora um dos mais notareis escriplos (.nr0 para a vfri,a j.^j mangoieg ,it tab;1C 6
que sobre taes materias tem visto a luz, o cuja barrs dl, (1l0> 20 pipa, dc agllard,,llle lnerca.
autora a opiniao publica attribue. ignoramos se dorias. A sumaca era brasileira, a tripolaco bra-
cura ou sera fundaraento.a disliiitissima penna do Sl|era, ludos os documentos se acharara a mais
Sr. visconde de Jequitiuhonha. ,ierfe,a ordemi ?30i os iitcilm de ,oJ.ls M
Seja quem foro autor da justificaco das re- qualidades, e conseguidos escrupulosamente to-
clamacoes apresentadas pelo governo brasileiro dos os despachos. A 21 diquellomez seguio para
aode S. M. Britannica pelo que respeita s pre- la costa da Mina, onde chogou sem novidade.
zas feitas pelos cruzadores inglezes na costa oc- Coraecram o caplao e um pre posto a vender
cidenlal da frica,- voz certamente muilo os gneros levados, trocando-os por buzio, ouro
mais aulorisada que a nossa, e por isso va-
raos fortalecer a nossa cora aquella mais vigo-
rosa argumentaeao.
Eis o que all se l :
A arrogancia do governo inglez chegou ao
e.n p e dinheiro ; e o caixa, j receioso pelos
inslitos precedentes britannicos, leve o cuidado
do se muir de attostados corapmb alivos da ori-
gem desse dinheiro para o fira dc a todo o tem-
po evitar snspeilas. Passou pelos portes de Anam-
ponlo do pretender por ao governo ora brasileiro boe e Apara (pertenccnlcs cora de Hollanda),
oulros limites alni daquelles marcados nos tra-
tados e conrences embarazando o direilo que
Ihe pertence como iiidepeudcute o supremo che-
fe do estado, de dar passaportes. E surgi, cora
admiracaodc todos, a questo das escalas conce-
didas nos passaportes ; exigindo o governo inglez
que se nao dsse permisso aos navios para en-
trarem as ilhas de S. Thom e principe.
e fundeou no dia 31 de ra-iio no porto inglez de
Arac, continuando ah o seu licito commercio.
Achara-ae ah a de junho, quando cheguu o
brigue Dolphin ; e avistando a sumaca cora han-
deira brasileira cabio sobre ella, irado e nao fa-
cundo (diz-se que por vir desesperado com o
proced ment de um navio brasileiro que Ihe ha-
via (cito fo^o, produzindo desastres a bordo), sem
No Hm da conven.ao de 1S de julho de 1817, ] mais tirio nem guarte. aprisionou logo o navio,
publicou-se um formulario de passaporte paro as loraou conta dos despachos e mais papis, tirou
etiibarcacoes portuguesas ; mas nelle nada se es-. a populaco, Inlioduzio a bordo equipagem in-
tatue contra as escalas. Picando obrigados a en- 8|,,/-;l. '-Sto estado arrastun o navio para Serra-
trar unicamente naquellesportos da frica onde 'cs-
o trafico da escravalura permiltido. Nao se re- Pareca que o fasto de se adiar esta sumaca
ferea ao soberano, mas sira ao subdito que rece-, fondeada era porto inglez e debaixo das bateras
de S. M Biilannica, alara dos principios geraes
do direilo e de asylo, a devera premuuir contra
quilqner insulto, e pnvava exabundantemente
que um navio desla ordera nao poda ser sus-
pe tado de se empregar no trafico da esclava-
tura, pois sob pena de idiotismo nao iria para
tal fim negociar era porto inglez e sob bateras
ingle zas. v
Os despachos at, para evitar suspeilas, foram
registrados no consulado inglez na Baha, quando
este navio seguio para o seu destine ; era un
em toda sua generalidade ; sendo contra todas as vergonhoso jube domnu, mas que os precedeu-
regras de boa hermenutica jurdica o di/er-se '"i* tristemente aconselhavam.
infringido o principio enunciado naquelle forma- Entre os documentos aposentados na com mis-
tarlo, somonte porque se permitio o tocar ueste sao apparece a certidao da inspectora da fazen-
oa naquelle porto da Costa d frica. da, dectarndO que o navio, as viagens an.erio-
O que posto, ja se vea injuslica c inijuidade res i de que se trata, se oceupara sempre de
cora que se tomou tal pretexto das escalas como I commercio licito.
fundamente para capturar, e at para se julgar! Ha outra, do administrador da mesa do con-
autorisado o governo inglez, como o declarou
lord Aberdeen ao encarregado de negocios brasi-
leiros em Londres, a alterar as instruceocs anne-
xas convengan de 18 de julho de 1817, as quaes
expressamente foi estipulado fossem consideradas
parte integrante da convenci para aellas
se poderem fazer mudanzas senao de commum
accordo, e cora o consentimento dasduas altas
partes contraanles, como se v do art. 7 da con-
venc.io cima citada.
Nao poderiamos de nossa larra tratar a questo
com tanta meslria, c nemousamos depois do que
dito fica, proferir uma patarra mais.
Os raros.que liouverem lido a condescendencia
de nos acompanharnesta rida charneca ter.io ad-
mirado a facunlia britannica, e a habilidade com
que os lees de Serra Leoa achavam no tratado
de 1817. << Todas las cosas del mundo y otras
muchas mas.
E um tratado de caouleoouc. Diz elle que s se
apprehender co.n eseravos ; a commissao pro-
va que isto significa apprehcnder sem escravos.
Dizque s secondemnara em caso de culpa evi-
dente do capito ; significa : pelos actos em que
este innocente. Diz que nada diz sobre prohi-
bido do escalas : significa que as prohibe. Diz
que...
O tal tratado, paneca, botica de xx, arma-
tea de roca, elixir universal, cncyclopedia cri-
minal, pao para teda a colher ; nao ha p que \
sulado com a nota dos objectos tiansportados
anteriormente.
Ha oulracom o manifest para a frica.
Vea as facturas orignaos e a indicaran dc na-
da menos de 62 documentos apprehcndidos ao
navio o numerados pelo raptor.
Daqui por dianlc parece, intil estar repelindo
aconleciinvntos que todos sao constantemente
calcados nns sobre os oulros. O navio levado
Serra Leoa foi pela commissao conde mnado, de-
clarando-se na senlenca que ella era dada na au-
sencia de qaalquer dos commissarios por parte
de S, M. o Imperador do Brasil.
Nao deixa de ser curiosas parte do raptor. Eis
o seu transumplo :
Eu Eduardo Lttelehales...... Spprehendi....
esle navio. Nenhur.s escravos linha a bordo ;
perm achava-so armado para o nefando trafico,
nos seguinles pontos : Escotilhas consideravel-
nuntc maiores que as usadas no commercio li-
cite, e arranjadas piralevarem quarleis de xa-
drez, divisao e tabiqne no porao com bailo
r, quantidade de esteiras, accrcscendo ter carga
propriapara e trafico em parte realisada, cquan-
lidade de lcnha s propria para fogo, um fogao
de taminho sufficiente para mais do que a gente
que levava a bordo.
Basta esta exposico para mostrar quanto
or.im pueris, illegaes c contrarias aos tratados
i semelhantes aecusaces, ainda que perfeita-
nao calce, era forma que nio vista ; faz lea- "f"le su,licienle Para "olorid9 da com-
braro pedaco de marmore,arrancado pedreira, i ""f''-
de que falla o poeta : l'0,no amalt!l dos proccdiinenlos s diremos
Un bloc de marbre tail si beau *"* t*W*" a Ie;ildade de Jul8ar Sbre os dilos
Ou'un staluaire en fit l'emplette
Ou'en fera, dit-il, mon eisoau?
Sera-t'il dieu, table ou cuvetle?
11 sera Dieu !
C o nosso tratado est no caso. Servia para
ludo, absolvicao, suspeita e condemnacao ; seja
sempre condemnac.ao : lisera Dieu.
Concluiremos dizendo que todas as asserces
relativas a esta reclamac,o se acham perfecta-
mente documentadas na commissao ; que cnlre
os documentos se l a petico cheia de dignida.
de que foi dirigida pelo capito do navio pro-
pria commissao mixta ; e que o demonstralivo,
oerfeitamente desenvolvido, mostra que o capital
desta nderanisacao asecude a quantia de ris
lll:496j96U.
Temos a persuasiio de que em questo de to
evidente juslica a deciso definitiva provira de
ambos os commissarios concordes, sem pieeiso
mesmo de recorrer dos arbitros, por nao dever
haver lugar para isso.
Artigo XXXIV.
Sumaca A'oua Fortuna, da praca da Bahia, pro-
prietario Jos Joaquim de Almeida.
Antes de tudo Iranscrevamos o quedisse o mi-
nistro dos negocios estrangeiros do Brasil, ao dar
noticia dc que encarregara n legaco imperial
em Londres desla rcclamac.o, pendente do go-
verno britannico.
Parti osla sumaca da Bahia para a Costa da
Mina, em 21 de marc.0 de 1811, levando um car-
das teslemunhas em Serra-Lea, que disseram
que as escotilhas eram effoclivamente grandes !
por isso que as maiores caixas de assucar bra-
sileras eram de cinco ps (o capito dc presas
inglez Fletcher disse que o escolilho linha -I
ps sobre 4). Procedendo-se pela conservatoria
britannica, na Bahia, a pedido do propietario, a
um t vistoria u'um qualquer trapiche da cidade,
com cilaco do cnsul inglez, achou-se que o
termo medio das caixas media 8 ps inglezes so-
bre 21/2, havendo algumas que chegavam a
medir 9 ps e 6 polegadas at 10 ps, sobre a lar-
gura de 4 ps al 4 1/2. Ora, sendo muito me-
nores do que isto as escotilhas, avalie-secom que
fundamento assim se arrebata a propriedade de
quera legtimamente a possue.
Oanlo s divises, as teslemunhas unnime-
mente mostraram a falsidado da aecusaco do
capior e commissao inglezes.
Quanto s esteiras, mostrou-ie que haviam si-
do rocebidas em Iroco : com ellas o capito mes-
mo em Apam forrara para alastrar o navio de
areia c segurar melhor a sumaca, etc.
Eoi feilo o competente protesto pelo mestre c
officiaes em Serra Leda.
Foi feilo oulro igual pelo proprielario do na-
vio na Bahia.
Prc'codeu-se juslificaco, a qual foi decidida
porsentenca passada era julgado pela conserva-
loria britannica, demonstrando quanlo eram te-
tis lodos 03 chamados fundamentos do aprisio-
iiamcnl e condenmacao.
A emita a iinlemhisucau, segundo a senlenca
da conservatoria, era, al Janeiro de 1842, da
importancia do 54:124^636.
A rommissao conceder sem durida a indem-
:iis (qSu pedida :
Porque esta violencia foi pralicada no tem-
po do rgimen dos datados ;
Porque o proprio raptor e commissao de
Serra Lea recotihcceiam nao haver esclavos a
bordo, segundo o tratado do 1817 ;
Porque, ainda quando provalecosso o de
1823, ficou demonstrado que o navio nao linha
conduzido naquolia riagea escravo algum que
livesse desembarcado ;
Porque sao falsos os pontos defacto em
que o apressador e a commissao asscnlaram a
presa c a condemnacjo ;
Porque ainda quando rerdadeiras tossom,
nenhuma lei os havia prevenido para condem-
nacao ;
Porque este navio nunca se oceupara se-
no em negociaces licitas, o dinheiro que li-
nha a bordo previera de permuta recouhecida e
prorada, c tanto se nao dedicara ao trafico, que
loi apresado dentro do um porto inglez o quan-
do s; devia julgar seguro ao abrigo das baleras
de S. M. Britannica.
E' de crer que esta soluco nao seja muilo de-
morada, porisso que esta reclamaco Icin as
qiib leem sido subnieltidas commissao pelo
governo o n. 33.
E agora, como desenfado, c muilo de animo as-
senle, peguntaremos que juizo deve formar-se
da commissao leonina da Sorra Lea, para a
qual nao havia, nos navios aprosados, senao um
crime, o de icarem pavilho brasileiro? Esphera
arroillar c trafico erara synonimos para aquellos
sonhores. Os pretextos mais estultos justifica-
ran! a condemnacao do todos os navios do Bra-
sil e depois, como era fim sempre a opiniao pu-
I blica alguma causa vale, l vinham as chorade-
ras sobre o commercio nefando da carne huma-
, na, e a msso providencial exclusivamente dada
j Inglaterra, que, como negociante haliills-
sima, sabe perfeitainente vender o seu piano.
ISao com prebendis ? Patarra, para urna* expli-
ca cao.
Liamos, ha pouco, uma chronica parisiense
que nos Irouxe lembranca estes singulares pro-
cedmentos da commissao de Serra Lea, a qual
usando e abusando dos grandes palavroes que
houve arle do por rauda, se considerou auto-
; risada ludo praticar, a pretexto de trafico. Eis
i o caso.
Deu-se, no Gymnaso, uma pe^.i intitulada
Pobre Thiago, prenlie de commocese lagrimas,
e.em quo o grande Boufio representara ura vc-
Ihote, msico, a quera as duras necessidalos da
, vida forcam aseparar-se do seu plano, seu ga-
nha pao e seu amigo ; a secna em que o artista
vetulia o piano fazia correr calafrios por toda a
platea, e tigres se enlerneceiiam com laes adeo-
ss ao instrumento.
Nanoiteda primeira represonlaco sahiam uns
moros, c chegados ao baluarte Po'ssoniere, n'um
lugar um tanto mais escuro, sahio-lhcs limida-
mente ao encontr uma mulher tarando ao col
duas chancas, que buscara aqnecer ao seo. A
misera em phrases entrecortadas tu pungente
quadro exhiba da sua miseria, que os monos
entraram adespejaros bolsos.
Alto l, nieus senhores (diz um) ; embai-
nhem, por quem sao, o seu dinheiro e a sua sen-
Isibilidade ; assim como tan, fan.
Assim dizendo, arrancou bruielmente os filhos
dos bracos maternos, atirando-os ao lagedo. As
: mofinas creaturas nao disseram chus nem bus :
j as lestemunhas da inaudita acea eslaram petri-
; ficadas.
Meus amigos (diz o assassina, sempre com
igual seienidade), esta madama uma sem ver-
gonha, que j me apanhou, e os Sis. seus filhos
! sao de papel&o.
Ecorao a com a pona da bengala alirar mais
longe as bonecas encueiradas, abaixou-se a men-
diga, apanhou-as, c disse com uraa voz col-
rica :
Ao menos, respeite a minha ferraracnta,
canalha !
E fugio correndo, Quera ura fazc-la prender,
mas nutro se oppoz dizendo :
Nao esta ladra corainovou-me ; artista
de desesperarlo. Sem ter visto Bouff, vende o
seu piano to bem como o Pobre Thiago.
Mal pensara o interlocutor que acabara de en-
riquecer o idioma francez com uma formula mag-
nifica. Desdo ento vender o seu piano classi-
(ica a todos aquellos que procurara captar as
boas gracas do viainho com uma pomposa os-
tentaco de senliraentos, que lera ou nao no co-
raco.
Era materia de esclavatura, a Inglaterra vende
o seu piano, e tambora se asseraclha madama
do Boulevard ; todos os seus pretextos sao no-
necos de cartao ; ha s uma differenca, e que
os bonecos sao muito mais rail fabricados, nao
engaan ninguem, e se alguem os aura ao lage-
do, ella nao foge : ri, porque nao tem medo de
pedestres era de permanentes.
Artigo XXXVI.
Patacho Sociedade Feliz, da praca da Bahia. Pro-
prielario Pedro Pereira Sampaio e Silva ; fro-
tadores c carregadores Joo da Cos'a Jnior,
Jos Martins Couto Vianua, Manoel Francisco
Lopes, Antonio Francisco de I.acerda e Fran-
cisco Pinto Lima.
Tomou este ta-io uma carga de tabaco, agur-
denle e mercadorias. Despachou-se convenien-
temente, pagou lodos os dircitos, recebeu passa-
porte, ioi visitado, registrado e praticaram as
mais diligencias lgaos, parlindo da Baha para a
frica a 21 de outubro de 1839. Aos 31 dias de
viagem foi visitado c varejado por ordem do com-
mandante do brigue de guerra Warliquin, de-
fronte do Cabo de Palmas a 22 de novembro.
Aprisionado segundo o louvavel costume, foi
mandado para Serra Lea entli julgado revelia,
visto que era ao mestre deram meios de se de-
fender.
De ludo fofeito o respactivo protesto, no juizo
da conservatoria biilannica, sendo all apresen-
lados todos os documentos necessarios, uma cer-
tidao do administrador do consulado declarando
haver sido examinado o patacho, que nao linha a
bunio caldeiras, tenis ou utensilios que nduzis-
sem a crer se dirigase ao trafico da escravalura.
e ficou demonstrado, j por esses documentos, j
nelo depoimento unnime das teslemunhas oc-
culares, que o navio nada tarara a bordo que
podesse indu/.ir suspeilas de destinar-so ao tra-
fico prohibido ; que os gneros em que consisti
a sua carga hariam sido relacionados no mani-
fest, achando-se lodos em bom estado ; que a
operaco era toda de permuta perfeitamente mer-
cantil ; que o navio foi inderidamente aprisiona-
do e arbitrariamente condemnado; que chega-
ram ao extremo deesbuHiarem os officiaes, o cai-
xa, o a Iripolaco de ludo quanlo lovavam do va-
lor, e tanto que al precisando o caixa em Sorra
Lea de 50 pesos para as suas despezas, e pedin-
do-os aos apretadores (que a elle hariam extor-
quido "D, nem para isso mesmo Ihe deram um
seilil.
Ah toram provados quaes a esse lempo erara
os procos usuaes dos gneros na frica, o quaes
os procos que usaram produzir os retornos n
Bahia, seguindo-se um documento demonstralivo
palonteando que a indemnisaco devida era de
280:85o| em prata.
O cnsul inglez foi citado para todos estes pro-
cedimentos, o tal o negocio que so acha airelo
deciso da commissao.
Eis aqui como se exprimi o Sr. baro do Cay-
r acerca deste patacho no seu rotatorio das re-
cia mandes pendentes de deciso do governo hri-
Irannico, e deque havia sido cncarregada a lega-
co do Brasil em Londres.
Indemnisaco reclamada em prata 280:856*$.
'.' Esta patacho parti da Bahia para a costa
d'Africa em 21 dc outubro de 1839, com um car-
regamenlo do tabaco, agurdente e fazendas: fui
aprezado em 21 dc novembro pelo briguo de
guerra inglez Warlequin, commmdantc Francis-
co John Bussell,i vista do Cabo de Palmas, con-
duzido a Sorra Lea, e l porsuspoili de emprc-
gar-se no commercio de escravos, condemnado
21 de dezembro, pela commissao mixta, ento
somonte composta de commissarios inglezes,
Artigo SlX.rH,
Da praca de Pcrnanibuco brigue Echo,
Permitla-se-nos tomar a tocar noto assumpto,
tratado no artigo n. 35, por terem posteriormen-
te chegado ao nosso conheciraenlo noros porme-
nores, que ainda o aggraram mormenlo pola es-
iranha circumslancia da actia interferencia do
proprio cnsul inglez ira seu proprio carcter,
official: seja-nos, pois, dcsculpada esta toreada
inlroverco.
O briguo brasileiro Echo era proprioJade de
Jos Pereira da Cunlia, negociante da praca de
Pernambuco, quando foi apprehenddo peta cr-
rela de guerra ingleza Italller.
Esle navio, desde que se nacionalisou, empre-
pregou-se sera interrupeo na cabolagem ntre-
os portos do imperio ; masera 1850, pela uiingoa
do embarcacocs, foi lembrdo ao proprielario
p.-opo-lo para Loanda, para aonde havia carga a
bom frete.
Nao obstante serem nessa poca as embarca-
dos morcantes brasileras aprezadas sem selec-
co pelas tercas de S. M. Britannica, mesmo sob
as bateras de nossos portos, foi o briguo Echo
proposto para Loanda, porque o proprielario.
conscio das boas nlenccs com que emprehendia
tal viagem, reserva-se para todas as cautelas, afim
de prevenir qualquer hostilidade tentada contra
o navio, para o que previamente se dirigi ao
cnsul inglez, nao s a scientilica-lo do seu pro-
jeclo, como para pedir-liie sua cooperaco, a
qual pareca ser capaz do acoberlar sua proprie-
dade das violencias que mais tarde sofl'reu.
Nenhuma duvida oppoz o cnsul a semolhanle
convite, antes de hora grado se preslou, indican-
do para tal fira a observancia das seguimos clau-
sulas :
l.'1 A subsliluico dos escravos do proprielario,
que tiipolavam o navio na cabolagem, por gente
livre ;
2.a A menor quantidade dc pipas para aguada,
caldeiras e utensilios, etc. ;
3.' Os arranjos do navio de forma a nao darem
o mais leve indicio de ir a commercio de escra-
valura ;
4.a A apresentaco no consulado inglez dos
despachos da carga, maiiifeslos e todos os papis
tendentes ao desembarazo do navio, para seren
examinados, rubricados e sellados ;
5.a Que dous negociantes inglezes dos mais
respeilaveis jurassem no mesmo consulado que o
navio nunca linha navegado para a Costa d'A-
frica : /.
6.a Que os mesraos garantissem o proprielario
as suas boas inteneces acerca da viagem que o
navio ia fazer Loanda.
Foram satisfactoriamente observadas as supra-
ditas clausulas, Beodo os Srs. Jophe Latham e
Eduardo Comber, negociantes inglezes, cuja pco-
bidade e honradez assaz condecida, os que o
proprielario conduzio ao consulado inglez para
deporem em sou favor. Estes dous cavalheiros
acham-se actualmente em Inglaterra, ainda
promplos para jurarem tudo quanlo seja neces-
sario em defeza do navio.
Despachado o navio com todas as formalidades
exigidas pelo cnsul inglez, quo nao pequea
sorama custou, seguio ao seu deslino no dia 1.
de agosto de 1850, sob o commando do capito
Manoel Joaquim dos liis.
Sua derrota foi sem novidade at 26 de setem-
bro, dia em que a escuna de guerra portugueza
Ximpha, que cruzava as aguas de leste o visi-
tou, e deixou era livre platica : mas logo no se-
guinle (27), avistando a crvela de guerra ingleza
Rattler, commandante Arthur Cumming, leve de
atravessar al vireiu os escalares a seu bordo
com o proprio Cumming, o qual, examinando os
papis, a que nenhuma importancia deu, apezar
de terem os sellos da sua nago, mandou abrir
as escotilhas para ver a carga, que constara de
agurdente e assucar, em cojo exame fez derra-
mar sem consciencia boa parte no convs, con-
cluindo por trocar a Iripolaco por sete dos seus,
que com o capito e cozinheiro mandou seguir
no navio Santa Helena.


12)
MAftfQ DE HgRUMIBUCO; SEGUND1 FEIRA Vi DE FEVEREIRO DE 1860.
A 18 do oulubro surgi o bogue Echo naqueUa
ilha, o o eapilo in conlincnti se diriga ao con-
sal brasileiro Saloroo para encaminha-lo, o qual
lhe dcu um advogado de sua escolha, com qoem
juslou o pagamento deW0, azendo para isso
um saque sobre o proprieiario a favor de Deane,
Youle & C. dcssa quanlia, que foi sem deojpra
paga.
O capilar, lsongeando se que seria julgado
m presa, esperava a decisio do tribunal, quando
com grande espanto vio condemnado o navio, c
sem demora arrematado com (oda a carga por
insignificante prec,o; e entan soube que o com-
mandaute do Ratller de volta de Loanda, aonde
tinha deixado a Iripolaco, liavia sobornado por
sua influencia nao s os juizes como o seu pro-
prio advogado, que nao quiz, como devia, appel-
Inr da sentenca dentro dos dias concedidos pela
le.
En taes circunstancias tcvifdo rollar a Tcr-
nambuco, sonde j o esperava toda a sua gente ;
com Indos se dirigi o proprietario ao consu-
lado inglez,para protestar nao s contra toinau-
dito latrocinio, como contra o proprio cnsul,
sob cujos auspicios liavia afouto empreliendido
una viagem en) ludo licita.
Promptos lodos-os documentos relativos aos
Se US protestos, enviou-os o proprietario ao mi-
uistro dos negocios eslrangeiros no Rio de Janei-
ro, para a devida reclamando ao governo inglez,
que inmediatamente foi Coila por intermedio do
ministro brasileiro era Londres.
Eis-aqui pois um navio brasileiro, posterior-
mente ao rgimen dos tratados, julgado por tri-
tiunaes inglezea o por leis inglesas ; navio per-
icneeiile a hornera que nunca se oceupou de es-
eravatura, e que lodos os inglezes de Pernanbu-
c i afuman, sob juramento, que a tal fira se nao
destinara ; navio cujo despacho e legislaco fo-
lam indicados o dirigidos pelo cnsul inglez, c
era que se observaran), embora isso acarrelasse
sacrificios, todas as condicoes impostas por
oquelle funecionario, para completa seguranea ;
navio, alera do mil outras circuinstancias aggta-
vanlts, condemnado pelos eslrangeiros de Santa
Helena.
Sena humanamente possivel a no inderanisa-
gao em casos tais ? Nao o eremos.
Publicla.
i ^-ft-rj
PERNAMBUCO.
RECIPE, 25 DE FEVEREIRO OE 1S0.
ks SEIS HORAS I > V TARDE.
IliSrttspectt semanal.
Tiremos noticias da Europa, o das nutras par-
les do mundo, pelo paquete ttford-Haven da
eom ianhi-1 anglo-luzo-brasileira.
As noticias que recebemos da Europa foram
ainda pouco animadoras. Decididamente aquel-
la parte do mundo vai alrarcssando um abysmo,
0 lia taas probabilidades de o poder trauspor
sem perigo, como de precipitar-se nclle.
0 novimonto nacional da Hungra, as aglaeoes
intestinas dos Principados Danubianos, as desin-
lelligcncias da Turquia com a Servia, desonvol-
vimeuto semprc cresrente do partido reformador
da Confederado germnica, a nronsislencia do
gabinete brilannico em relagao questo da re-
forma eleiloral, a guerra que a despacha entre-
ten contra Uarrocos, e a queda mais que prova-
rel do gabinete portiiguez nao sao o que poe era
risco a pazda Europa. A propria Italia, pelo que
respeila a consti'.uie.o dos ducados de Toscana,
de Parma e de Uodcna parece nao offerecer j
muitos receios. mi-ca, o relalharaento do patrimonio de S. Pe-
dro, para o qnal concorrera perfeitamente de ac-
cordo a protestante Inglaterra e a calholica Fran-
ca, oil antes o seu dominador Luiz Napoleo.
Luiz Napoleo lera representado, com respeito
aos negocios da Italia, o raesmo papel que repre-
.-iitoii. como presidente coma Repblica frau-
cza. A pazde Villa-franca era ura comprorois-
so d> liorna, como o seu juramento do presiden-
te df Repblica ; e a ambos faltou com o mesmo
desembaraco.
Era Villa-franca i estipulado, bem ou mal
nao importa saber, que os principes depostosSe-
rian restituidos a sen? Estados ; mas bem de
1 ressa a poltica de Luiz Napoleo achou raeios
de Iludir aquello compromisso, allegando que lal
sliputaco eslava sujeita annueiieia dos respec-
tos noves, v isto que, segundo os principios do
direito publico oniversa.l, nao podia a Franca in-
lervircom os seos exercitos para realisar a res-
liluiro daquellcs principes a seus respectivos
i- 103. A Inglaterra pela sua parle concorreu
poderosamente para esta nova resoluto de Luiz
Pa] oleo, nao tanto pelo seu respeito aos princi-
pio; de direito publico, como principalmente por-
que deste mndo fiesriam reduzidos os Estados
Pontificios. Assim pois as duas naedes da Euro-
pa eonduzirara-se ambas muito mal n'este nego-
cio ; a Fian.-a usou de urna poltica de tergiver-
sa : a Inglaterra esconden sob o apparente
ito aos principios de direitos consagrados e
reconllecidos, a sua mi vonlade contra o Papa e
F.greja Calholica.
Luiz. Napoleo resolveu-se completamente no
opsculo O Congresso e o Papa de que j
d< mosconhecimento a nossos leitores. Os prin-
i es deslhronados nao deven ser inpostos
frtrea aos seus Estados, e a auloridade temporal
do Papa para ser urna roalidade, o olVerecer van-
lageus religio calholica dore ser circumscripla
ao territorio da sociedade Romana : eis o que
quer em substancia o opsculo olicial, e esta
h >jo a linguagen e a poltica do imperador dos
Francezes.
A proclamarn de urna lal poltica Irouxo como
c msequencia forcosa a domisso do conde Wa-
1 iwski do raigo de ministro dos negocios eslran-
l< iros da Irania o a queda do ministerio Ralazzi
do Picmonle, Subindo ao poder o conde Cavour,
representante legitimo da poltica actual de Luiz
Napoleo, que tambem a de toda a Italia
Ira!.
o novo ministerio piemoiilez ficou assim cons-
tituido Cavour. presidente do conselho, minis-
tro dos negocios eslrangeiros e ii.tejinamenlc
com a pasta do interior, que se diz reservada para
/o dictador Farini ; Fanti, ministro dos negocios
.'i guerra ; Mamiani, ministro da inslrucco puT
blica-j Cassini, ministro da grana c da juslica.
una rVtjiio dos mais pronunciados apostlos da
liberdaile v-e da unido da Italia ; c bem se pode
desde j prever qual ser a sua norma de proce-
der, en rehira.i ao grande assumpto, que absor-
ve actualmente a attenco publica do mundo in
leiro.
A inaugurarn oficial desla poltica Irouxc
como conseqiienca axiissoluoo do projeetado
congresso curopcu, para o qual j se achavain em
Pars alguns dos membros, nomcados.
A mesma poltica lem prodozdo aguales fre-
quentes no ruino das Duas Sccilias c em algumas
parles dos Estados Pontificios, que ainda so
achara submellidos ao poder do Sumiso Pon-
lifice.
As noticias do resto da Ecropa sao em gcral
destituidas de interesso. Paitara-so que o mi-
nisterio inglez nao resistira tempestado, que
se preparara no sco do parlamento, na discus-
so da reforma eleiloral ; que o liespanhol dei-
vari.i o poder, indigilando-sc O'onnell para
presidente do novo ministerio que lem de succe-
rlerao actual ; e filialmente que" o portugus ca-
lora inerilarelmenle logo que se reuuirem as ca-
llaras, onde elle lem urna opposico numerosa e
lorie.
A Asia nao vai melhor. Na India inglcza os
rebeldes conlinuam a fazer aos Inglezea urna
guerra de exterminio, e estes comecaram ds no-
vo a Campanha, que o invern e a rcvolta dos
soldados da Companhia das Indias tinha paraly-
sado. OsjoiiKHsinglezesanniinriam a mortedo fa-
moso caudilho Nana-Sab; mas ha razoes parasns-
peilar que tai noticia nao passe de urna estrata-
gema para diminuir as tropas inglczas o terror
que aquello chefe inspira.
Tinham cliegado China os primeiros contin-
gentes das expedicoes franceza e ingleza : mas
inda nao tinham principiado as operaeoesda
campanha.
Os portos do Japd achavam-se definitivamen-
te aberlos ao commercio dos povos civilisados,
segundo vimos dos jornaes francezes Cumpro
nolar todava que esla noticia nao so arcorda
muito com a resistencia que n'aquelle paizseop-
punlia, ainda ha pouco, as solcilaeoes da Ingla-
terra e da Hespanha.
As nolicias da frica lmilam-se guerra d^
Marrocos. As forjas hespanbolas concenlravam-
se em Telivan o punham-lhe sitio, moa ainda nao
ticliam comecado o ataque d'aqu'ella cidade. Ti-
nham lian j0 alguns pequeos recontrus entre as
forfas in ,mjgilSi mas no'se'hara dado nenhuma
balalha formal; ludo se reduzia a cscarimucas e
recor,f,cciU)eBiog-
lia America do Norte soubemos qu a eleieo
<\c presidente da Repblica dos Estados Unidos
ainda se nao tinha concluido ; porque depois de
urna serie numerosa do escrutinios neo consegui-
r nenhum dos candidatos obloro numero de vo-
tos que a conslituieao exige. O presidente Bu-
chanan tinha entretanto abcrlo as cmaras com
nm discurso de abertura, no qual entre outras
medidas julgadas importantes, lembra a conve-
nenci| de comprar Hespanha a ilha de Cuba I
As repblicas hcspanholas no norte estavaiti
menos agitadas do que costme
Das provincias do Imperio nao livemos no-
ticias esta semana. As do interior da provincia,
pelo que respeita a Iranquillidade, ao estado sa-
nitario, e agricultura sao em geral satisfacto-
rias. Em alguns pontos da provincia, lodavia os
gneros alimenticios estarn) cxressivamcnle ca-
ros, e em Cimbres, alem de urna secca assoladora
as bexgas fazian all grande estrago na popula-
eo,
A eslalslica criminal foi mui resumida esla
semana. S nos consta um fado de espanca-
mcnlo na villa de Sernhaem. O criminoso foi
prezo em flagrante.
Demandaran) o nosso porto, do dia 18 ate
o dia 2i do correlo mez, l emharcarcs
mere mies, com a lotaco de 5,088 toneladas. Sa-
hiram durante os mes'mos dias, 14 embarcacies
mercantes, com a lotaco do 6,213 toneladas.
Sabio, alcm disso o brigue escuna de guerra a-
ncricauo Pelphin.
Renderan nesses mesmos dias : a alfan-
dega 90.073$590 ; o consulado geral 19:56*3301;
a recebedoriadas rendas geraes internas res. ...
11.-6023956 j o consulado provincial 17:182$323.
O movimentn geral da alfandega, durante
OS mesmos das foi de ,5:Jf volumes, a saber:
volumes entrados com fazendas 2, com
generes 2,505, total dos volumes entrados 2,933 ;
volumes sabidos com fazendas955, eom gneros
2,618, total dos rolumes saludos, 3,603.
Falleccram durante a semana 11 pessoas,
sendo lirres; 17 homens, 8 muIhereseO prvu-
los, : esclavos 3 homens, 3 mulheres u 1 pr-
vulo.
mea
as
REVISTA DIARIA.
Dous presos existentes na priso da aboba-
da do Brum treram ha das da semana linda
uma briga entre si, da qual resulten esl'aquea-
n.iii se re procamcnle e ja ter fallecido um e o
oulro oslar a pontos disto
A briga leve occasio por baver nm d'elles pe-
dido ao nutro quatro rinlens emprestado ; e
como este respondesse que Ih'os nao emprstala
por ser elle velbaco, alirou-lbe uma bofetada,
que foi rctorquida, pelo arremesso sem successo
de um polaco de laboa c de um barrilinho. N'este
ponto o primeiro, com uma faca de sapaleiro
com que Irabalhava, fere ao segundo gravemen-
te en varias parles, sendo um dos l.ilhos dado
un peilo esquerdo ; ao que corresponde este ul-
timo eom outras tantas lacadas, uma das quaesl
rcsvalando-lhe da face, sobre o pescoso, de-
gollou-o e prodiuio-lhc a morte inslantanea-
meile.
O primeiro, que foi o aggressor e que suecum-
bio logo pula referida degollacao, chamava-se
Tertuliano Jos de Mciiezes, era soldado do 9.
Ualalho de infantaria e achara-sc all dolido
para responder pelo crime de homicidio perpe-
trado, em 'Fernando do Noronha, na pessoa do,
tambor do i." Lalalhao do arlilluria ap Pedro
Paulo Ganymedes : e 0 segundo Ignacio Fran-
cisco Ferreira, piara ili companhia de cavallaria
e (arabem preso n'aquclla fortaleza.
Foram dadas dilVereules providencias, sendo
participado o occorrido ao general commandante j
das armas, e remellidos para o hospital o muri ,
e o ferido.
Sexta-feira ultima suicidou-se na freguezia
dos Affogados un escraro no Sr. Caj
Beferen-uos que deu-se na estrada do fer-
ro a fractura do braco do um irabalhadur d'ella,
occasionada por um wagn.
O paciente deste lastimare! sinislro 6 morador
nos Affogados, c foi recolhido ao hospital inglez,
segundo a infornaco que nos foi dada.
Enriaran-nos as seguinles observaces, que
aqu consignamos alim de ser a sua" materia
apreciada e adoptada a medida proposta, e por
ventura for ella reputada merecedora u"isto.
Consignamo-las pura e siraplesmcnte, pois que
de muito conceilo nos crodora a auloridade a-
quem sao ellas submetlidas.
A pralica l?ndo mostrado que o rognlamen- .
lo dado pelo lllm. Sr. Dr. chefe de polica, louge
da minorar tem augmentado as difliculdades no
transito dos carros em pregados na couducco dos
assiicareSj-que tem de passar a ponte para trans-
porla-los aos ormazens do Recite, pela obrigaco ,
de segoireui qualqucr que seja o respectivo des- !
lino, pelo caes alim de irem lomar a ra da (a-'
deia.
Nesta siluaco pedimos venia para lemlirar
ao referido Sr. Dr. chele de polica, que, sendo
muito maior o numero dos carros com destino ao
lado do norte do Recite, do que aquellos que se-
gueiu para o sul, mande que estes lomera pela
ra da Cadeia, regressando por ella ou pela
do Encantamento, Madre de Dos, Cadeia ou eco
do Campello e Caes ; e aquelles sigam directa-
mente pelo caes d'Apollo e lirum, e vollem pelo
mesmo caminho por ser mais largo e por conse-
guidle de transito mais fcil.
Remeltcram-nos uma censura bem pronun-
ciada contra uma familia moradora no segundo
andar do uma das casas da ra das Cruzes, en
consequencia d'ella ter por costme converter o
respectivo quintal em despejo das aguas inmun-
das e quanto lixo ten em casa.
Este fado transgressor das posturas munici-
paes, c por tanto nao deve ser continuado, cum-
prindo a essa familia cohibir-se d'elle, lauto mas
quanto no referido quintal nao ha esgoslo para
as aguas, que assim ah Reara cmpulrefacco ex-
halando miasmas prejudiciaes saude propria e
dos visinhos.
O que vale o HEL. Do Archico Rural :
Nao o mel para a bocea do asno, diz o rifo,
como dando a entender que cousa lo preciosa
esla substancia, que mal se faz desconsidera-la.
Os anligos repulavam o niel como uma panacea,
um remedio universal para todas as doeneas.e al-
tribuiram-lhe alea virtude de prolongar a vida,
conservando ao corpo e ao espirito todo o seu
vigor. Democrito de Abdera que viveu cento o
nove annos, Anacreonle que chegou aos cento e
quinze, Pollo Romulo que tambera passou dos
cera, e Hipcrates o maior medico da antigui-
dade que nao morreu de novo, assim como o
grande philosopho Pilhagorasforam todos uns
grandes golosos por mel e aconselhavam-o a lo-
das as pessoas que quzessera viver rauilo.Os
anligos gregos adoravam os seus vinhos cora mel
o eompiinham com elle urna oebda muito com-
mum designada pelo nome de mulsum. Foi sa-
boreando esta bebida que Anacreonle compoz as
suas melhores odes e cances bachicas.=Nao se
fiavam ranito de si, da sua destreza e vigor na
lula, os atletas c luctadores da Grecia e Roma
amiga, se ara para a arena sera terem lomado
mel.
Avista disto, quera sabe, se nao c em -boa
parte aa uso do mel que ainda boje em larga es-
cala fazem os nossos charnequenhos e serranos,
seja como exccllentc remedio, dado era agua ou
vinho quente, para abortar e curar as conslipa-
edesdo peilo, seja como mimoso conducto para
anaciar, adorare melhor levar o spero e ingra-
to pao que comcm, a quera deve altribuir-se o
vigor, a saude do ferro, a longevidade mais fre-
quenle as pessoas desla Iaia ? Pode ser que
assim seja, confirmando-sc em ludo c por ludo o
dzer e sentir dos anligos a tal respeito.
Repiblica Misii.MvNk.No imperio de Mar-
rocos existe, ao oesle do anligo reino de Sus. um
eslalo independeiilo chamado estado de Sdi-
Hescham, do nome de um musulmn celebre,
filho do Cherif Abraed-cbu-Moulai, que o fun-
dou em 1810. Flste estado uma pequea re-
pblica musulmana, dura careclcr mui pail-
cular.
Os seus habitantes industriosos c activos cen-
tralisam o commercio de Tomboucton, e lem ad-
quirido grande prosperidade. Depois do seu es-
tabeleeraento os imperadores de Morrotos lem
procurado militas vezes fazc-lo voltaraoseu do-
minio, perem debalde. Em 1819 o imperador
Muley-Solfiman dirigi em pessoa uma exped-
gao que foi repellida, e elle mesmo depois de
ter sido ferido debaixo dos muros de Talent, se
vio forcado a evacuar aquclle territorio. O actual
imperador, apezar das lices do passado, quiz
atacar de novo o paizdos mourosindependentes,
e inandou para isso ura corpo de 7,000 homens,
commandado por um de seus irmaos. Este cor-
po foi completamente derrotado em meado de
novembro, e depois desta derrota os marroquinos
abandonaram em desorden) o estado de Sidi-Hes-
cham que tinham invadido.
Esle eslado habitado por uma seita religiosa
que goza de considerare! auloridade era todo o
Maglinsb, e ltu uma pequea cidado chamada
Hasdn. situada perto de Talent, onde ea ertas
pocas do acara ffiuem peregrinaste toda aquel-
la parte d'Arica.
QvesTM CMc*-Na bolsa de Francfort,
davam nraito que fallar os pleitos tentados por
alguns banqueiros allemes contra o joven Fre-
derico de Hanan, tino mais volho do soberano
reinante 4o Resse eleiloral.
Militas leltras' de cambio, na importancia de
110,000 florins !39:78O0OO reis), aceites pelo
principe a favor dos dilos banqueiros, foram pro-
testadas por falla de pagamente. Como o eleilor
d CasscI recusa reconhecer toda a divida con-
trahida por sen filho, seja no eslrangeiro ou no
paz, os capitalistas que na boa fe lhe forneceram
o dinheiro, o mandaram citar, ante o tribunal su-
perior de juslica de Hanan, que lera a decidir so
o principe, meinbro d'uma casa soberana e rei-
nante na Allcmaiiha, pode ser judicialmente de-
mandado, e por ronseguintc se pode ser cons-
trangido pela juslica ao pagamente das dividas
conlrahidas por elle, assignando leltras de cam-
bio a favor d'um terceiro.
Memohias n'iu sai'ateiro.A mania de
escrever memorias vai invadindo ludo, de modo
que nao ha cousa que se nao traga para o soa-
Iheiro da publicidade.
A crinolina o saias da varrenis ras lornaram
modaas damas sera ps, appareiitemcnte, e fo-
ram uma verdadeira providencia para aquellas
que s confiavam cerlas diformidades da des-
cripeao dos sapateiros. Porm o diabo que sem-
pre as arma, sopra a mania das memorias d'a-
qiiera e d'alm da campa a lodo o depositario de
segredosalheios, cataos sapateiros que nao
deven ter memoria, suggeria a idea de escrever
memorias !
Para que as amareis leiloras possam pre-
caver-se centra a raomoria c memorias dos sa-
pateiros Iraduzimos do Journal du Ha-
vre a seguinte noticia, [quo pode c deveser-
vir-lhes de lico :
Porque nao hei de eu escrever as minhas
Memorias, diz para si um da o mostr Matheus,
sapaleiro que eslrera no galarim, mas que ha-
ra perdido a sua melhor freguezia e passara de
i leja espacosa e com todo o asseio a ter ape-
uma belesga ".' Nao as raiulias Memorias de
fornecedor, uo as niiiihas Memorias d'alm da
campa, pois que, louvado Dos, ainda me nao
jnlgo to prximo de descer a ella, mas as m-
nhas Memorias do oscnptor, de biographo, como
quem quer lem direito 3 escrever. A um lal pen-
sanento, Matheus nao hesite mais, e pOe-se a
escrever as suas Memorias em pequeos quarlos
de papel, contendo cada um delles um bosqueijo
biographico de cada una das senhoras (s as se-
nhoras e que figurara as Memorias), que em
oulro lempo o honraran) com a sin confianza.
Mestre Matheus nao mandou imprimir estas me-
morias, mas ameacava que o faria se cada uma
das senhoras a quem enriava a sua biographia
lhe nao concedesse uma indemnisacao por elle
fixada e formulada uestes termos na seguinte
circular ;
a Senhora.
Tomo a liberdade de vos escrever para ter
a honra de levar ao rosso conheciinenlo, que
lendo-mc os negocios polticos e comnerciacs
arruinado, fui fallar a um editor, que me offer-
ce una bonita somma para escrever a biogrophia
dos ps (senhoras) de minhns antigs freguezas.
Teudo ciilligido as minlias lembrancas, envio-rns
as que vos dizem respeito, consignadas por meu
proprio punho no incluso papel solt, julgando-
mi: na obrigaco de vos prevenir que tenho
muito mais ainda, que sere forcado a entregar
ao meo impressor a menos que eu nao seja in-
demuisado cora a quanlia de 15 trancos, que a
rossa bondade hobilual me nao re usar. Tenho
a honra de ser vosso all'eicoado e amigo forne-
cedor de calcado.
Matheus.
A redaeco da circular era sompre a mesma.
mas a das l'olhas solas era variada. Eis tres
specimens enviados a tres senhoras. :
1." speciinen.Mdame A. ., ra ... n"....
no primeiro andar, casada em 18i, tres lilhos ;
dillicil em pagar, jics mais di Oleis ainda, muito
compridos, peilo do p demasiado baixo, dous
callos, tres durezas, andar embarazado, metiendo
os ps para denlro.
. 1." specimen.Madamc C. ., roa.. n0....
no segundo andar, do lado das Irazeiras ; som-
pre seileira ; pode crianzas emprestadas para
as levar a paselo as Tulherias ; paga bem. mas
frrela ; ps arqueados, os dedos acavallados
uns sobre os uniros ; dous grandes juanetes e
um olho de perdiz.
3." speciinen.Madama M.... ru*.... n"....
no quinto andar ; leve em oulro lempo nina ta-
berna : lem dous lilhos tur exordio d'Alica
duas filhassolleiras ; guarda ludo para ella, os
paga sendo citada judicialmente; ps elidios,
largos, gordos o mui cspalmados ; callos, pas
e durezas por entre os dedos.
Recebendo nina tal noticia e sob a mpresso
de urna lal ameaca, a maioria das amigas fre-
guezas de mestre Matheus nao tez mais do que
lomar o caso a rir, roas nao acontecen o mesmo
com a minora; desta, uma parle, c nadante
A.... c C..., foram deste numero, se executa-
ram dando os 15 francos para nao seren entre-
gues.lde ps alados, ao editor a oulra parte das
freguezas, e em [princiro lugar madame M....
respoudeu por unta querella peanle o coramis-
sario de polica.
O mestro Matheus, chamado peranle o tribu-
nal de polica correccional, sob a aecusacau de
crime de furto industrioso e de mendicidad, nao
leve a invocar em seu favor seno a sua sorle
raiserarel, trahida por seu espirite ainda mais
miseravel, e pareceu recobcrurea doce eonsola-
co quando, otivindo ler a sentcnca, vio que
era apenas condemnado em um mez de pri-
sti.
EsFEmiIDADE CLASS1KIC.ADA NOTAHAKTE.O
doutor Phoebus, da universidade de Giesen, cha-
mou a alencao dos mdicos para uma enfermi-
dade que, pelas suas formas, pela poca em que
se aprsenla e pelas circumstiiicias que a acom-
panham, uo deixa de ser has tanto rara e digna
de reparo. E' uma alVccco calharral que se
desenvolve pela acQo do calor, apresenlando
lodos os caracteres symptonialicos da aslhma,
atacando principalmeule as mulheres nervosas,
impressionaveis c quo levam boa vida. Os ho-
mens, ao que parece, nao padeccm desta moles-
tia, ou ao menos com tanta frequencia.
O doutor aprsenla varios casos de pessoas que,
padecendo esta doenga, aprtsentara no ferio lo-
dos os caracteres da bronchistes espamodica ou
da aslhma, e que ao chegar ao invern reco-
bram a saude, sem que a auscullacao mais es-
crupulosa relevasse leso alguma no peilo. O
doutor Phoebus chama a es.a docnea Calhairo
do esli.
F'hcpcoes do VeSUVio.Na noite de 23 ui-
linio abrio-se junto do Vesuvio uma nova crte-
ra, da qual saliera duas lavas. No dia 25 des-
prendeu-sc uma poreao da cralra superior do
Vesuvio em direccao de Pompcya. No mesmo
dia appareceram cinco concilles da lava junto da
crtera que corriam cono agua. No osco per-
tencenle ao principe Oltojar.o abriram-se duas
novas fendas na mesma direccao.
Resistencia do gelo.Eis-aqui, segunda as
numerosas experiencias, que se lem feito, qual
a resistencia que offerecc o gelo na proporco
do grao de sua espessura. Entenda-se porem que
se trata do gelo existente sobne a agua, que o
lem formado, e nao do gelo -im suspenso; o que
acontece n'ura canal cujo nivel lera baixado de-
pois da formacao de umacaraada de gelo.
S depois que o gelo lem adquirido uma es-
pessura de 4 cenlimentos, que elle pode sup-
portar o peso de um hornera a andar solada-
mente.
Com uma espessura de 9 centmetros, pode
passar sobre a sua superficie um destacamento
de infantaria, em filas aberlas.
Aos 12 cenlimclros elle supporta o peso de pe-
gas de calibre 8 com suas carretas.
Aos 14 centmetros podem passar pecas de ca-
libre 12 v
Com 16 centmetros de espessura ja passam
pecas de campanha puchadas cavallos e os car-
ros correspondentes com a carga ordinaria.
Aos 20 centmetros passara as pegas de 2.
Aos 30 cenlimclros resiste o gelo a lodos os
pesos.
Maneira de nr.c.nsiiEi kii a qcamdade da
uva.No folhelo SlalUlics <)f Agriculture l-se
para avaliar a qualidade da la, lal como foi
communicado por ura criador com rauila experi-
encia na materia :
Dos anneis espessos de la que cobre o costa-
do de um carneiro lire-se um, e eoloque-se so-
ro uma regua dividida em polegadas, se o annel
de la contiver trinta e tres spiraes no espago de
uma polegada, a la da primeira qualidade.
Segundo este principio ; a qualidade da la
pode ser determinada confoime o numero de spi-
raes, que der por polegada ; quando a quanlida-
de das spiraes for menor que os nnmeros Irinla,
ou trinta e tres,pode-ee concluir que a tan n5o
a melhor.
EfTeetiYanjenle nasjias inferiores nio se con-
tara mais que nove spiraes por polegada ; e por
isso de todos os meios adoptados para conheeer
a qualidade da la, ste panno o mais simples e
o mais ellicaz.
Este processo lem de mais a rantagem do per-
rnillr a lodo o criador de gado do conheeer a
qualidade sua la.
~ AiteiiEOLOtiA.L-se no Monileur Yien-
nois : As excavacoes comecadas no anglo sudeste
do campo de Mache, sob a'draico do archilicto
da cidade conlinuam com celeridade, e em con-
sequencia deltas foi adiada uma eslatua pequea
em bronze anligo, representando uma mulher
alada ; cuja eabeca esl cingida de uma coroa
mural guarnecida de torres, na frente da qual se
aclia um pequeo vacuo, que parece fingir a por-
ta de uma fortaleza. A aza esquerda a que se
conserva, e as pennas sao feitas sem a tillima
perfeico; n forma desla aza to elegante como
verdadeira.
Falla o punho do braco direito. assim como o
ante-braco esquerdo ale o cotovelo :
As roupas esto perfeilamenle delineadas, c a
posigo da perna e do p dircilo tem tima grara
natural. "
Fsia estatua tem no seu lodo um cunho de ori-
ginal,dade, que lhe d todo o mcrecimento. Ella
lem de altura 20 centimetres ; mas da base aza
mede 23 cenlimclros ; porque a aza sobe cima
da coroa mural.
Ella foi de porla provisoriamente na secretaria
da municipalidade, onde os sabios archeologos e
os antiquarios a lera ido admirar, e a elles per-
lonce determinar as circunstancias particulares
da invenco.
O numero dos impressores lypographos de
Paris fir.ado em sessenta pelo artigo 3 do decreto
de 5 de fevereiro de 1810 elevado & oilenla pelo
artigo 1 do decreto de 11 de fevereiro de 1811,
tai a ser de oilenla e cinco pela annexa<;o u
Pars dos municipios de Balignoles, Monlnartre,
Rellerillo, Montronge e Vaugrand, onde esto'
actualmente estabelecidas cinco imprensas.
Lisia dos bapsados e casamentes, haridns
nesta freguezia da Boa-Vista, de 19 a 2.j de fe-
vereiro ;
Jos, branco, nascido em 16 de dezembro do an-
no passado, Olho ligitimo de Francisco Augus-
to da Cosa, e Mariauna Goncalvcs Ferreira da
Costa.
Dellino, branco, com 1 mez de nascido, filho 1 -
gimo de Dellino Miguel da Cosa, c Ignacia
Francisco de Castro.
Plaviano, crioulo, com 3 mezes de.nascido, filho
natural, esrravo.
Carlota, parda, rom mezes de nascida, filha na-
tural de Antonia, cscrava.
Amelia, parda, com 7 mezes de nascida, filha li-
gilima de Sabino Rispo, e Hara Joaquina de
A ndrade.
Fimino, crioulo, com 4 mezes de nascido, filho
natural de Leocadia', escrara.
Marcos, pardo, rom 4 mezes e meio de nascido,
filho natural de Calharina, cscrava.
Eva, crioula, com 1 mezes de nascida, filha na-
tural de Luiza, cscrava.
Amelia, branca, nascida, un 7 de agoslo do anno
passado, filha ligilima de Albino Jos Leile, e
Emilia Florencia Correa Leile.
Casamenlos :
Nilo Eleulcrio de Macedo, eom Feliciana Mara
Anelia da Conceigao, croulos.
Candido Jos da Silveira, com Mara da Assump-
eo, croulos.
Passsgeiros do brigue brasileiro Rom Jess
entrado da liba de Fernando :Lra alferes 22
pracas, 12 sentenciados, Jos Joaqun) de Sania
Ann.i, Corcino B. Cavalcanli, Florencio Porrcira
da Silva, Jos da Silva, Florencio Gomes Vellar,
Roza de Mello, Venancia Mara da Conceicao,
Anua Maria da Conceicao e suas fllbas.
Passageiros do ltale brasileiro Sbrateme,
entrado do Actrac :Manoel Jos Tiago de i
Araujo, Urrilinu Xavier de Castro Magalhes, e
3 naufragados do brigue Helena.
HATADOCnO PIBLICO :
Malaram-se no dia 2 i do corren te para o con- 1
sumo desla cidade 03 re/ .--.
No dia 25 do mesmo 92.
MORTALIDAOE lio DU 2j DO CORRERTE :
Roza Maria do Rozaiio, pelo, soiteiro, 30 annos,
diarrha.
Paula, pela, solleira, '!") anuos, es-rava, parte.
Pedro Alvos da Silva, heneo, solicito, Ib anuos,
febre amarella.
Caelana de Brilo Lobo, branca, casa Ja, 2! annos,
peneumoniu.
I'isliniana, parda, 2 anuos, convul.oes.
Isabel da Silra Jos de Mcdero, p'rela, solleira,
calan lio
Jos de Sou/a Guimarac. he.men, soiteiro, 22
annos, plhiliisica.
Hospital db caridades Existem 08 ho-
mens, 58 mulien nacionacs, 2 homens eslran-
geiros, 1 hornera escraro, total 120.
Na tolalidade dos doentes existem !S aliena-
dos, sendo :2 mullo res e li lioiums.
Foram visitadas as enfermaras pelo rirurgio
Pinto, as8da manha, pelo Dr, Dorncllas as 8
e meia horas da manha i.
Fallecen un humera de ptlithisica pulmonar,
e uma mulher de cathariu chrouico.
CHROiNlCUUDICIARIA.
TRIBUNAL DflRELACiO.
SESSlO EM 85 DE FEVEREIRO DE 1800.
PRESIDENCIA HO EXM. SR. C.ONSELIIEIUO BBUELlIfO
DE LEO.
As 10 horas da manha, achando-se prsen-
les os Sis. deserabargadores Figucira do Mello
Silveira, Gitirana, Guerra, Lourcnco Santiago.
Silva Gomes, e Caeteno Sanliagu, procurador da
coroa, foi aberla a sos.-o.
Passados os feitos i entregues os distribui-
dos, procedeu-se aosjulgameiiios seguintes :
Fot proposla a pelieo de Jos do llego Barros,
pedindo uma ordem de liabeas-corpus.Nega-
ra ni -Ih'a.
Concederara a soltura pedinda por Denlo Jos
de Medetros, era ordera de habeas-corpus.
APPELLAC.OES CIVE1S.
Appellanle, Lnureneo 'usliniano da Rocha Fer-
reira ; appellado, Claudio Dubeux.
Desprozaram-se os embargos.
Appellanle, o juizo ; appellado, I). Auna Fran-
cisca do Espirito Santo.
Poram despiezados os embargos.
Appellanles, a viuva e hetdeirosde Joo Ifen-
riques da Silva ; appelladus, os herdeiros de I).
Anua Felicia de Moura.
Confirmada a sentcnca.
APPELLACOES CRIXES.
Appellanle, o juizo ; appeliados, Joo Francis-
de Souza c oulros.
Improcedente a appcllacao.
Appellanle, Flix Corroa Vilella ; appellada,
a lusliea.
Improcedente a appellaco.
Appellanle, o juizo ; appellado, Aniceto, es-
cravo.
Nao lomaram conhccimenlo da app'ellacn.
Appellanle, o juizo ; appellado, Mano'el Joa-
quim Soares.
A novo jury.
Appellanle, o juiz o o promotor; appeliados,
Pedro Soares de Mello.e Alvim e oulro.
Procedentes a appellago do* juiz e improceden-
te a do promotor.
Appallante, o juizo ; appellado, Ignacio Jos
da Luz e oulro.
A novo jury.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Mar-
lins de Almeida.
A novo jury.
DILIGENCIAS CITIS.
Appellanle, o juizo ; appellado, D. Joaquina
Mana, de Amida Costa.
Cora vista ao Sr. desembargador procurador da
coroa.
Appellanle, Miguel Accioly Vasconeellos ; ap-
pellado, Chrislovo de Barros finiente!.
A overbar a dizima.
Appellanle, o jtiizc ; appellado, Joo Baplisla
de Oliveira Guimares.
Ao Sr. desembargador procurador da coroa.
Assignou-se dia para julgamciito das seguintes
appellaces crimrs:
Appellanle, o juizo ; appellado. Amaro Jos.
Appellanle, o juizo; appellado, Jos da Venda.
As appellaces civeis :
Appellanle. D. Bosa Anglica de S. Francisco ;
appellado, Domingos Carlos de Saboia.
Appellanle, o solicitador de residuos ; appel-
lado, Jos Thomaz de Campos Quaresma.
Appellanle, Serafim Alves dos Santos ; appel-
lado, Jos Alexandrc dos Santos Moura.
Appellanle, Marcolino Ludgero dn Fonseca ;
appellada, D. Mariauna Dorotha Joaquina.
Appellanle, Ponciano Rodrigues da Silva ; ap-
pellado, Caelano Iiodrigties da Silva Arago.
DisriUBUicKS,
Ao Sr. desembargador Figucira de Mello, o
aggravo de pelieo :
Aggravante, Francisco Perelra de Araujo Pi-
nheiro ; aggravado, oj jzo. .
O recurso crime;
Heonenie, o juizo ; recorrido, Theouoro An-
tonio de Brilo e oulro.
A appellaeao crime :
Appellanle. o capillo Jos Joaquira de Barros ;
appellado, Joo Ferreira dos Sanios.
Ao Sr. desembargador Silveira, a appcllacao
civcl :
Appellanle, Jos Rnnciano Gomes de Mello ;
appellado, Francisco Bruno Jacorae Bczerra.
O aggravo de pelieo :
Aggravante, Jos Goncalves Malvcira ; aggra-
vado, o uizo.
Os recursoscrimes :
Recorren le, Maria Firmina Pacheco Cordeiro ;
recorrido, o uizo.
Recorren le, o juizo; recorrido, Antonio Ferrei-
ra de Oliveira.
A appellaeao crime :
Appellanle, o promotor; appeliados, Francisco
de S Cavalcanli de Albuquerque e oulio.
Ao Sr. desembargador Gitirana, a appellaeao
cirel:
Appellanle, Joo de Souza Leo ; appellada,
a direccao da companhia da estrada de ferro.
O aggravo de pelieo :
Aggravanle, Jos Jacintho Pavo ; aggravado,
o juizo.
O recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, bacharel Ha-
noel Dantas Corroa de Ges.
Ao Sr. desembargador Lourcnco Santiago, a
appellaeao cirel:
Appellanle, Jos Joaquim Theolonio de Mello;
arpcllado, Antonio Luiz dos Santos.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, o ag-
gravo de pelieo :
Aggravante, Bernardino de Senna Dias ; ag-
gravado, o juizo.
O recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Delniro
da Costo.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sesso.
Commun icarios
Ainda boje me occupare do quinte fundamen-
to do aceordo na sua parle final que di/. .
e seu dcpoimciito {o de Joo Petcira Ro-
go, transcripto no Diario de bonlenn est longo
de ser Infirmado pelo documente agora offereci-
do a II. Ojo.
O documento a que se refere o aceordo 6 a
cerlido de que falla o trecho da sentcnca appel-
lada, que nao pudendo ser apresenlada no juizo
especial do commercio, pela razo apuntada na
mesmasentenca, foi offcrccida ao tribunal quan-
do os autos subiram por appellaeao.
E' o interrogatorio de Joo Cardo/o Avies o
sus acareac.io cora o de Joo I'ereira lleg, feila
pelo chefe de polica.
Perguntado se se recordara ter ouvido sen cai-
\i ro di/.i r, que em urna dessas rezes que foi ao
banco encontrn a Francisco de tal Sucio da casi
de N. O. Bicber C. Responden que linha por
cosimesempre queseo eaixeiro rollava da caixa
filial pergunlar-lhe pelas pessoas que l vio c
isto fa/.ia por curiosidade e por interesse : que se
seu eaixeiro Ihedisse em resposta i alguma des-
sas pergttntas que linlm visto Francisco de tal,
socio da cosa JeN. O. Bicber Companhia, elle
respndeme se nao record, apezar de assererar
sen eaixeiro, posteriormente, que Ih'o hava dito
dando occasio a essa assereracu o fado que
passa a expr :
Em dias do mez de abril,neo podendo assere-
rar se no principio ou fim, procurou a elle res-
pondenle ura dos directores da caixa filial Ma-
uoel Ignacio de Oliveira, c pedo-lhe que inda-
gasse de smi cax>'iroas pessoas que vira na cai-
xa no di 1:.' de novembro, visto que a casa delle
respndeme liavia mandado esse dia fazer des-
conlos na caixa filial ; c passando ellorespon-
dente.atbmai informacoes particulares de son
eaixeiro acerca do que lhe foi pedido pelo direc-
tor, o iltio seu eaixeiro disse que em urna das
vezes que fot ao banco, nao se rerorda do din
nem do mez, elle rio a Francisco de lal, socio da
casa doN.iO Bicber & Companhia, como hava
communicado logo que chegou, e que elle respn-
deme nao se recuda, e nem, apezar desea ae-
seceraco, serecordou nessa occasio.Confron-
tacao.
Pelos ditos Caidozo e liego foi dito : pelo pri-
meiro que ludo quanto so acha escripto emsuas
informare-es foi o que so passou entre elle e o
seu eaixeiro : pelo segundo que s iuforni.ooos
dalas s linha de modiQcar a parle que tinha
dado como causa a commuucaco que fez a seu
pairan,poique verdadeira ludo quanto esse disse
obro a pergupla que linha por coslumo fazer a
elle respoiidenle sempro que vinha da casa do
banco.
Eis-ahi e-i o doruncnln que o aceordo diz
que nao infirma o depoitncnlo de llego : entre-
tanto nesse interrogatorio o Sr. ,\ : i que
seu eaixeiro jamis lio,' houvesse dito haver en-
contrado na caixa filial no mez de novembro a
Francisco, sendo eerto que elle Avies sempro
pergiintjva a Higo, quando elle volitiva da cai-
xa, quaes as pessoas que elle all eiiconliava ; e
nem disto se recordou por alfirmar-lhc Reg hs-
ver fi iio essa nommunica^o no raesmo dia c
occasio era que o encontr leve lugar, u Sr,
Ayres convidado por um dos directores da cai-
xa a informar-sene sen eaixeiro quaes as pessoas
ue ello vio no esiabelecimenlo no dia 12 de no-
vembro, dia era que foi all fazer desenlos de
letras ; o Sr. Carduzo Ayres aci eje a esso convi-
te, e iliquire liego, 0 este lhe diz que em um dos
dias do mez de novembro, em que foi a caixa fa-
zer descorites vira a Francisco, e qua isto mesmo
lhe dissera quando voltara da caixa, e logo que
o encontr Uvera lugar ; mas Carduzo nem se
recordava enlo de tal comnunicaco nem se
recordou depois dcssa assev.ra.o, isto est per-
feitamente explicado e bem patente do mencio-
nado interrogatorio e a acarearlo ; mas o aceor-
do, apezar disto, diz que esse documento est
longo de infirmar o depoimento de llego : mas
para quem liver lido o depoimento de Reg, e
ler agora essa declprac.au do Sr. Avies, ser cla-
ro que o depoimento de Reg mesmo no que diz
que nao o que se escreveu no aceordo Rea
infirmado pela dita declararn, visto como a rcr-
dade da asseveuo do llego sa apoiava nessa
coiumunicaeo feila por elle ao Sr. Avies ; ora,
nao se recordando o Sr. Ayres absolutamente
dessa communir.aco ainda que exorcos Qzesse
para isio, como natural, fica falli liesln parte
o depoimento de Bego, e por conseguinle infir-
mado, salvo so Reg merece mais conceilo do que
o Sr. Joo Cardlo Ayres.
Se pois. nao pode ser crido nesta parte o de-
poimento de llego, c se a oulra parle do seu de-
poimento relativo ao mesmo fado, corto que
esla oulra parte fica tambera abalada e inti-
mada.
Se a eslas consideracoes se acrescenlar o que
ponderou o Sr. Dr. Pi-reli na sentenca appellada
so ver que o depoimento de Reg nao deve ser
lido como a verdode.
Dir-se-ha que nao sao de peso as consideracoes
do Sr. Dr. Perelti na analyse que fez d'essede-
poiraenlo, mas deve allendr-seque ninguem me-
lhor do que o juiz, que ouve o depoimento da les-
limunha, pode aprecia-lo, como dizem os ju-
risconsultos porque elle quem lhe v o gesto,
quem lhe ouve a voz mal segura, a hesitaco, a
pertinacia em se nao afaslar de nm poni dado,
elle emfim quem aprecia todas as circunstan-
cias, que fizem uma tesleraunlia digna ou nao de
conceilo, e lodos saben qneoSr. Dr. Perelti as-
siste a todas as inquiricoes de leslemunlms que
se fazem poj seu juizo, e as pergunta cora muila
clareza, e com muita calma.
O magistrado do tribunal superior que le o
depoimento escripto nao est as condieoes en-
dcadas do juiz de instrueco, e pode mais fcil-
mente engauar-sc na apteciaco do seu depoi-
mento.
A apreciacio que a sentenca appellada fez d'cs-
se depoimeulo, na paite j limiten! publicada, se
completa pela eonfronlato que faz entre o mes-
mo e as teslemunhas que a elle se referem acer-
ca do mencionado encontr, coiicluiudo assim :
Resulla de toda essa analyse que nenhum
empregado da caixa filial vio a Francisco no da
12 ou em oulro qualquer dia de novembro de
1857, e que d'entre csses empregados cinco nao
depozeram cousa alguma relativamente ao en-
contr de Perera do liego com Francisco na cai-
xa ; dous referem-se ao que Reg declarou na
polica, um (Nuncs Correia) referindo-se aos seus
companheiros cahe em graves inexaclides, e ou-
lro (Jos Paulo) est era contradircocom Reg
lestemiinha singular, e cujo depoimento alias
inverosmil, e pouco digno de crdito, ao qua a-
cresce que se, como allegaram os embargados,
corlo que nenhum descont na caixa leve de fa-
zer em seu nome em lodo o mez de novembro
de 1857, por oulro lado nao de suppor que el-
le livesse ido lli no dia 12d'esse mez para des-
conlo das leltras de fl. i e fl. 7, descont a que
precedeu a proposla de 11. 90 porque nao de
modo algum provavel que o mesmo Francisco so-
cio de uma casa conceituada e importante, o alias
bem conhecido na caixa filial onde iam, como
afflrma a tcstemnnha Tavareso conste dos autos,
tedas as pessojs da casa dos embargantes N. O.
Bicber & e. se tiwsse apresentado na menciona-
da caixa para fazer aquella proposln assiaruda por
parte de uma casa difireme da sua e com o Do-
me de B. Canopow quo nao o seu, circumstan-
i ias estasque deviarn excitar vivas suspeitas eo
podan, expora ser colhido em flagrante, ou des-
coberto depois, e a sofTer infaliivel descrdito.
A toda essa analyse, o a essa mui juste apre-
ciacao do depoimento de Reg j em si j compa-
parado com os oulros depoimentos em jelaco ao
mesmo faci responde o aceordo por um funda-
mento inexacto apoiado no mesmo depoimento.
Nao findarei esle sem observar que sendo cha-
madas polica as pessoas4que nesse dia 12 do
novembro fizeram descontos na caixa filial, as
quaes foram os Srs F. de P. Queiroz Fonseca,
Jos Nuncs de Oliveira e Manoel do Nasaimenlo o*
Araujo, todas ellas declararam nao se recordaren)
que pessoasha viam encontrado, declarando o pri-
meiro que nao encontrara Francisco na caixa fi-
lial no sobredilo da, o que se nao deslroe a as-
severaco vaga de Reg, lhe tira todo o valor.
sondo, como um depoimento singular, como j
fui demonstrado,
J. B. C. Xlcoforado.
Recite, 25 de fevereiro de 1860.
\ redac^o lo Liberal Pei-naiiihu-
eano nao cscrevo para o publico
desta provincia.
Desapuntada a redacro do Liberal com O so-
berano iudeferimcnlo exarado na pelieo, que ao
nosso Augusto Monarcha endercQou o chefe da
tribu, pedindo o levantamenlo do lado cabido,
retirou-se ao silencio, e nellemedilou por espa-
;o de quasi uma quaresma sobre o modo, porquo
nos devia intrigar para a corto, na persuasn.
collado, de que S. M 0 imperador se oceupa em
ler as calumnias e intrigas do Liberal, e por el-
las julga dos negocios desla provincia, por ellej.l
lo apreciada.
Sem que nenhuma alteraco tenha havido era
nenhum dos ramos da adininislraco provincial.
sem que a menor mudanca se lenna operado no
campo da poltica desde momento da visita de
S Jl. o i-operador at esla dala, lem o Liberal
phanlaziad uma lula de elementos, ondas popu-
lares, vice-realezas, demagogias, monurchias,
aristocracia*, rochedos, castellos que ura Dos
nos acuda.
Ouem nao estiver na provincia, e caliir na as-
neira de acreditar as patarras do Liberal, ha de
persuadir-se que com effeilo ha na provincia dous
can:ios, em que corabatem dous partidos poli-
lieos.
Fngana-se perfeilamenle. Nunca houvc tanta
calma, lano socego.e tanto espirite de concordia
ionio agora.
As qualificacoes que pndiam produzir alguma
agitaco, lem sido feitas regularmente, sem que
nem de leve tenha sido alterada a oidein pu-
blica.
No campo da poltica nao se desenvolvera ideas
|ue sejam combatidas por outras ojiposias. To-
dos querem o principio da auloridade, o respei-
to a lei, e sua fiel execuco, o ptogresso retlec-
lido e calmo, a igualdade dos direitos polticos, o
a liberdade do vol.
Liberaos, praieiros, saquaremos guabirs, lie-
gos llanos, Cavalcanlis, Leonistas, selvagens,
guaxinins, cassanges. emfim todos os homens, se-
ja qual for a denominaco que Ibes nucir dar i
[necio Liberal, abracan a mesma bandeira, o
querem, como sempre quizaran a monarcha
constitucional.
Onde pois esto estes dous partidos que furio-
samente se debatem, como figura o Liberal .'
iiinle esta lula a todo tranzo, do quo falla o
Liberal de boje ? Era que consiste ella?
Ento quer o Liberal que o presidente da pro-
vincia alem de uma bem pronunciada nculialida-
dc no pleito eleitoral, apeie os que nao esposara
a sua causa c monte o lado, que deiiuinina deca-
a d; '
Quer a poltica do desee que eu quero subir ?
Seja franco : diga sem susto, na provincia de
Pernambuco nao existen parlides polticos arre-
gi mi litados, porque as ideas se fundirn), c os
homens estn de arcordo eni Irabalhar pelo bem
de lodos, e pelo engrandeciineiiio da patria corn-
il.um, o que existe sao lutas pessoaes entre os
homens moralisados, edesmoralsados que que-
rem galgar a todo o iranze o poder, para des-
trurcm a obra boa que tent nos lera custado.
Isto que a pura verdadc. O Liberal que
nos conteste, o apiesentea lista dos homens sen-
satos, e intellgenlcs da provincia que o acom-
panham nessa raiss.lo de ludo enredar e in-
trigar.
'l Liberal nunca rpprosenlou idea pnliliea de
pai lido algum, porque um guipo destacado de
um partido, quasi auniquillado por urna rerolu-
eo imprudente, nao representa esse partido, quo
se retiiou da lula pela imprensa, como serelirou
o saquarema logo que vio que nao havia mais
um principio, ou uma idea a combaler.
0 systema admiltido pelo Liberal de apresen-
lar a provincia subjugado pelo peso de uma oly-
garciia nao produz mais effeilo, principalmente
depois que S M. o imperador vio com seus pro-
prios ollios, que a lo apregooda diviso da fa-
milia pernambucana, nao passara de nina licco.
ti Liberalescreve para fora da provincia, e'por
isso pouco se importa rom o ridiculo que na
provincia lhe accarrelam os seus arligos.
Quando vemos nos empregos pblicos muitos
ios anligos militantes das Qleiras do partido
praieiio, e mesmo aiguns dos que escrevem para
0 Liberal, quando vemos a testa da polica da
capitel, e dos termos do interior da provincia al-
guns dts cheles das loicas que se debaleram com
as ilo governo no memoravel dia 2 de fevereiro
do 49, quando vemos finalmente a liberdade, so
nao licenca do Liberal, nao podemos tolerar que
se diga, que tima parte da populacho vive sub-
jugad/ uma oligarchia, que nema deixa res-
pirar.
Consiga o redactor em chele do Liberal uma
cadeira na cmara, e veremos como tornamos a
dade de oni'o.
Garante a oligarchia a eleicSo do Sr. Dr. Fei-
loza, que nos lhe garantimos uma bella epopa
as columnas do Liberal.
Approximam-se as eleicoes, e portante deve-
nios contar cora grande gritara na forma do eos-
lome-
Nada mais. nada menos que uma segunda edic-
cao mais correla e augmentada, de que se disse
em 1850.
W.
Recifc 25 de fevereiro.
i comarca do Aracalj, e
sen promotor.
Sniores redactores.Inlercsses particulares,
que rae prendera provincia do Cear, esla Ierra
digna de melhor sorte, levam-me pela primeira
vez rogar-lhes que so dignem transcrever em
seu mui conceilnado jornal estas poucas linhas
em defez) da causa de amigos, quo merecendo
toda a ronsideraco do lugar, j por suas cxcel-
lentes qualidades como pais de familia, j como
cidados cumpridores de seus deveres, sao hojo
victimas da perseguico de um magistrado, ins-
liumente de certa faeco d'alli.
Parece incrivel, que" o Sr. promotor da comar-
ca do Aracaly em vez de, como orgo da juslica,
defender a liberdade e seguranea individual, a-
presente-se agora sol o maulo da Justinains-
trumento de paixes mesquinhas, abusando do
sua auloridade E cnlao qual deve ser o eslado
de uma comarca, que, quando espera das pessoas
quem est confiada a :>dminstraf;o da juslica,
toda a imparcialidade amor e dedicaco causa
publica, nellas nao v mais do que uin meio para
salisfazer odios particulares ? Parece-me que o
publico dispensa-mc que o diga, c esle pois o
eslado era que venios alropelada a comarca do
Aracaly.
Por occasio de celebrar-se a fasta do Senhor
nlo Bom-fim naquella cidade, r.ecessitando-se do
algumas alfaias para a mesma festividade, sen-
do pedidas, foram negadas pela irmandade do
Sanlissimo Sacramento, por ser expressamenle
i prohibido pelo compromisso da mesma irman-
! dade. Succedendo, porm, estar guardada em
ura gavelo confiado aos cuidados do sacristo a
ambola que serve para a exposico do SS. Sa-
cramento, do digno guarda o Sr. Luiz Candido
Ferreira Chaves, por ordem do thesoureiro re-
clama ao sacristo que lhe entregue a ambola :
por quanto pertencendo ella & irmandade, de que
ca guarda, devia enlrega-la. Mas, j estando
prevenido o sacristo para que nao eniregasse, o
digno guarda que se va desrespeifado em seus
I direitos, dirige-se ao gavelo e puchando pelas
! argolas do mesmo, consegne abri-lo. Dado esto
I faci, a tendo o Sr. Chaves por deferencia ao
llvm. Sr. vigario dado satisfago pelo acto que
praiicra com seu sacristo, esto digno pastor
indifferente isto, porque como disse elle mes-
mo reconhecia direitos em o Sr. Chaves, eis que
urna dessas entidades, que nao podendo oceupar
i



J
a ationcu publica por aclos que as honrort, bus-
cam todos os meios de se celebrisarem, (fallo do.
Sr. Aureliano de Paula Das Marlins) indo assislir
a junta de qualficai;o, vai ao gavelo c arranca
o espelho da fochadura para que desle modo hou-
vcssem indicios de que o tal gavelo tinha sido
arrombado. A vista dlsso, esem mais considera-
dlo o Sr. promotor d ao delegado de polica
una denuncia contra os Sis. Chaves e Jos Mau-
ricio, que como thesoureiro houvera-lhc ordena-
do que rocolhessc ao cofre Ja irmandade a dita
nmbola. E.s pois o acto que o Sr promotor com
a sua srior.cia cm jurisprudencia nao leve peio
de classificar de roubo. Dada esla denuncia, o
sendo acceita pelo delegado de polica, como era
de esperar; pois que da mesma grey, foram
postas debaixo de cerco por ordem do mesmo
delegado 8S casas dos Srs. Chaves e Jos Mauri-
cio ; mas de balde, porque nao o encontraran)
cm casa, c constamos que estes senliorcs sendo
alli perseguidos, partirn) para a Fortaleza, onde
levaram este tacto ao conhoriincnlo de S. Exc. o
presidente da provincia de quem esperamos jus-
tica.
Rio admira que o Sr, promotor praOque aclos
desla ordem, quando se lem ouvido d/.er ao Sr
promolor, que pouco Ilie importa que os rrlmi-
00808 sejam ou nao punidos urna vez que lhe se-
jam pagas as cusas, que lhe pertcnceram I !
Recite, era 24 de feverciro de 1860.
Respondo ao artigo do Sr. Dr. Alcanforado
publicado no Diario de 23, cm que sao analysa-
doso segundo e quarlo fundamentos do accor-
do pela es licita ligaco que teem entre si.
nevo leriibrar ao leitor, antes de entrar em
materia, que era seu segundo artigo, nnalysando,
o primeiro fundamento do accordo, o Sr. Dr.
Alcanforado prodamou com ares do iriumpho,
que a esse fundamento ftil, banal e contradic-
torio em si prendiam-se todos os outros ; ao pas-
so que, na data em que escrero, o Sr. !>r. Al-
canforado j est no quinto fundamento, sera
que lenha fallado no primeiro, deoois que o
deixou. Sirva islo para prevenir o leitor, de que
o Sr. Dr. Alcanforado atira propusees esmo e
faz argumentarles barulhadas, para Iludir os
inexpertos.
Nao quera o Sr. Dr. Alcanforado, que o ac-
cordo desso por averiguado, que e thesoureiro
da caixa enlregou a quantia do descont pes-
Boada casa dos embargantes; o isto porque o
thesoureiro c pessoa interessada, e amo lol
suspeito o seu depoimento.
De sorlo que, pela hermenutica jurdica do
Sr. Dr. Alcanforado, cao suspoita nem inte-
ressada a casa Bieber, que nega ter recebido
a sobredita quantia.
o depoimento do thesoureiro Qrma-so na le-
gra geral do seu procedimenlo, como bem diz o
accordo, isio 6, do sd entregar quanlias de des-
cont pessoas das casas que osfazem.regra que
cm parte alguma dos autos contestada ou des-
prestigiada porexcepcoos.quoalgumas rezoshou-
fcito o thesoureiro. Telo contrario, dos
autos se v, c na senlenca appellada impressa se
le, pagina 25, (uc fui provado, que em Gns de
1857 ou principios de 1858 o thesoureiro recu-
sara entregar un quantia individuo, que se
apresenlra como caixa da casa de Bieber, cm-
quanlo se nao provou que o mesmo individuo
perlcncia i essa casa.
Ora, a propria senlenca appellada reconhece
este faci como provado, dizendo apenas que
Tor ser nico c isolado nada tala para a
queslo.
Quera o Sr. Dr. Alcanforado, qne. porque o
digno juiz especial do commercio (digno como
Sinceramente o tomos, c nao como lhe chama o
Sr. Dr. Alcanforado, por acintc ao tribunal do
commercio, [ue do contexto de seus estrilos
claramente se v), porque o digno jui/. espo-
cial do commercio achou que este fado era pou-
co importante, o tribuna! do commercio dissesse
o mesmo ?
Pallemos c aro, como so dove fallar cm publi-
co. A SOnteDca appolfatta parti do principio,
deque as assereraedes das casas Bieber e Kel-
ler devem ser tidas por verdades, deque a Iion-'
ra dessas casas como a honra da raulhci de
Cesar.
O accordo colloca cm pe ae gualdade a hon-
ra dessrs casas e a honra da caixa filial, e entro
os dcpoimenlos do urna c de oulra parle, lao
suspeitas una como a oulra, to verdadeira'
urna como a oulra seguo o principio jur-
dico, de que a falsidade argida, nao sendo
provada por q lem a arge, cm nada lhe pode
aprovoilar.
Em ultima analyse, qual o motivo de espanto,
na ausencia do prova plena d'uma o d'oulra par-
te, no plago das presuraproes, onde o porto
conforme a intelligencia e modo de raciocinar
de cada un ; qual o motivo de espanto de ha-
ver o tribunal do commercio lirado concluses
diversas das do juizo especial?
Dentro era 1 reve mostraremos ao Sr. Dr. Al-
canforado, que as deducoes da senlenca, de que
elle faz exhibico, teem um reverso, que riada
lhe agradar.
Espanta-se o Sr. Dr. Alcanforado, de o.uc
thesoureiro n io possa indigitar a pessoa, a quem
fez o pagaraenlo, sera que mesmo tenha guar-
dado na memoria algum signal caracterstico.
Nada mais natural, entretanto, quando sabido
que muitas p?ssoas da casa de Bieber cram an-
torisadas a receber as quanlias dos descontos, do
que nao poder o thesoureiro, depois de seis me-
ses indigilar i pessoa com quera fez a Iran-
saeco.
Seria bom que o Sr. Dr. Alcanforado indigitas-
so as conlradiccoes, em que diz haver cabido o
thesoureiro: islo eraessencial ao seu arrazoada
mpresso, e S. S. nao tem desculpa, pois que
tem os autos em seu poder.
Releva notar a urbanidade, com que o Sr. Dr.
Alcanforado, qua nao acrimonioso, estianha
que as consiJcracesT que pesaram para o juiz
especial, nao tivesscm pesado para o magisirado,
que redigio o accordo. sempre a mesma
tctica, sempre a mesma eslrategia de indivi-
dualisar a -jueslo, pondo de parte os deputa-
dos, ver se estes enfiam com as aggressoes, e
dio de suspeitos. Ser isto proprio de um mais
velho da ordem?
Conclue de um modo notavel o Sr. Dr. Alcan-
forado o sen arrazoado, do que trato. Diz cite,
quequando mesmo procedesse o depoimento
do thesoureiro, como quer o accordo, o que da-
qui haveria concluir, seria que urna pessoa da
casado Bieber havia apresentado as lettras fal-
sas caixa, mas nunca que taes lclUas fossem
verdadeiras. Na verdade, 6 espantoso que islo
seja dito porum advog.ido tao subidamente repu-
tado, come justamente o o Sr. Dr. Alcanfora-
do Pois una pessoa da casa de Bieber, por ella
autorisada apresentar lettras ao descont
presentara lettras falsas, e a casa nao sera
brigada a pagar? Qual a praea do mundo que
atediarla tal principio? Este principio, producto
da grande lluslraeo do Sr. Dr. Alcanforado em
materias commcrciaes, s poder ter curso as
raravnnas do sabara por entre os torbilhes
d'artM levantados pelo Simoun, sob o dominio
irresistiwl das instigacocs da sede.
O accordo nao conclue que as lettras sejam
verdadeiras; concle sim que no se provou,
que ba aos embargantes, como adiante discutiremos
com o Sr. Ur. Alcanforado, se elle o quizer; e
i>a ausencia de tal prova, condemnou as firmas
embargantes, a que pagassem as lettras argidas
de falsas
Incumbe oo Sr. Dr. Alcanforado provar ao pu-
blico entendido, que esta jurisprudencia nao
MARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA PETRA 27 M FEVREW BE 1860.
vuradena ; quunlo anos, incumbe nos ct:m-
nuar a analyse dos seus aira/.oados impressos,
como continuaremos.
Becifc 25 de feverciro de 1860.
J. P. do Reg.
Correspondencias.
Srs. redactores.Ha facas que por si mesmo
se recommendam censura publica, e que para
serem esbgmalisados pela gente honesta nao
carecem de commento, basta que simplesmente
se enunciem. Nesle caso est o que vera de
pralicar o padre Francisco Pedro da Silva, viga-
rio do Ouricury, niancoraraonado com o delega-
do militar do termo, por occasio da qualilca-
co dos volalantes, a que tinha de proceder no
dia 15 de Janeiro (Indo naquella rregnezta o Sr.
major Libralo Ribeiro Granja, juiz de paz com-
petente para presidir a jnnla de qualilcaco.
Tendo-se apresentando no dia designado na
matriz do Ouricury para presidir a referida qua-
lilcaco o Sr. major Libralo, segundo juiz de
paz mais votado em virlude do impedimento do
primeiro, no acto de lomar assento para formar
a meza, encontrn oulro juiz de paz suppleiile
menos votado, da parcialidade do vigario Fran-
cisco Pedio, no assento da presidencia do junta,
oppondo-sc a que o segundo juiz de paz presi-
disse o aclo da qualilcaco.
Nao querendo, nem devendo o Sr. major Li-
berato ceder de seu direilo, fez sentir em termos
comedidos e com toda a calma ao juiz-de paz
intruso a llogallidade, inconveniencia e mesmo
a itnraoralidadc de seu prorediraento, e quando
assim procurara com a arma do racionicio fazer
respeitar a le regolam-'ntardas cleicocs, cis que
so aprsenla o delegado militar aluciado pelo
padre Francisco Pedio, araeacando-o, se insislis-
se em querer lomar assento,'mandando logo o
destacamento asen mando carregar as armas, e
pondo como que debaixo de cerco o referido Sr.
major Liberato, oseleitores e mais pessoas dis-
ididas que o acompanharam, pareca querer
; -i-Ios pelas armas, 00 nelles executar algum
oulro artigo do regulamenio do conde de l.ipe.
Reconhecendo cntao o Sr. major Libralo que
a sua vida, a exemplo do que em casos idnticos
se tcpi dado em cutios pontos do paiz,corra pe-
rigo, poz-so ao refresco, (o o negocio nao ora
para menos; c Iralou de redigir a represenlacao,
abaixo transcripta, que enderecou ao Exm. Sr.
presidente da provincia, por sor o nico que po-
de anda por termo a scmclhmles dosrogra-
meulos.
E de feilo, provocacOSS dessa ordem, que lan-
o desmoralisam o nosso systema eleitoral, fei-
las com o apoio da forca bruta por insinuaedes
de um individuo, como o padre Francisco Podro,
sem prestigio, sem familia e que ainda ha pouco
da cadeia com llanca, por 'rimes policiaes
orametteu na rreguezia, excitam a indigna-
cao publica, e reroilam o hornera mesmo que
era si nao alimenta o menor senlimento de pa-
triotisino e que indiflerente cosiuma a olharoara
cssas cousas.
Felizmente ao receber a represenlacao o qne
nos referimos o Exm. Sr. presidente, respeilador
de le e com a energa que lhe propria, logo
deimttru o delegada milkar, ordenando-lhe que
ira mediatamente so retirasse da fregticzia com o
destacainenlq de sen coramando ; mas nao de-
vendo limitar-se a isto a represso do acto que
continua em rigor, visto como o juiz de paz n-
truzocom O auxilio ainda da forca continua nos
termos ulteriores da qiialificaco.'excluindo delia
os que iulga seus iniraigos polticos, confiamos
que S Exc, a quera incumbe zelar na provincia
sobre o boa execucao das leis, nao hesitar, de-
pois daspre isas iiiformacdes, cm annullar fil-
iada qualilieac.io. mandando proceder nova
pelo juiz de paz compleme, e providenciando
em ordem a que se nao repilam aclos de serac-
Ihanie naltireza.
Com a publicaco dostas Iinhas muilo obriga-
garo o seu constante leitor e patricio obrigado.
* *
Publicacoes a pedido.
lentes, e que prevera a cundiyau era extremo u
que chcgnr o Amazonas coma nova e impro-
pria inspiraco nomeativa ; quando o gorerno
podia exercer o seu pensamento moral sera arre-
dar o juiz experimentado, bem visto pelo povo,
e caraclerisndo como imparcial non actos da sua
administra cSo,
Se a digidade, que os vassallos nobres cha-
mam (com razo,) suprema, persuade a muilos
que a ame c tema ; porquo principio a magest.i-
I de do gorerno nao ha de receiar as responsahili-
dado dos fados pora os quaes cunipre volver a
! sua principal atiendo, com lcmlranca de um
principio comesinho explicado pelos publicistas
SSF*o povo nascc para segurara lei; e a lei ap-
parece para commoriidade do povo..ss Nos, po-
rm, que ainda arredilamos no concurso pode-
j roso da seriosa imprensa, tambera acreditamos
que esle pequeo esboco ser um conforto valc-
' roso para o Dr. Estellila. se por ventura, nao fr
, aliendido pela justica do goveruo do paiz.
(O Consiucional.]
( Ilm. Sr. E.ieas Bruce.Nos abaixo assigoados
seus respetosos discpulos desapontados ao ver-
I mos um annuncio no Diario de l'emambuco no-
ticiando a sua sabida desta cidade para a pro-
vincia do Bo de Janeiro, sem dunda por espe-
rar alli melhores vanlagens, e sendo esta sua re-
pentina retirada de grave Iranslorno ao nosso
aJantaraento, visto como no curto espaco do
lempo em que temos ourido suas liecdes de in-
glez, muilo lomos approveitado devitio ao proli-
cuo methodo que V. S. adopta no ensno, viemos
rogar-lhe o especial favor de retardar sua via-
jera al que nos ponhamos em estado do po-
der-nos dispensar suas proveilosos lieees; e
I9'.0.0 1uc esperamos da sua generosidade e af-
femao para coranosco confiando que annuira a
este nosso pedido. Somos com respeilo e con-
siderado de V. S. reveremos discpulos.
Joaqiiim Jos llamos.
Josd'Assumpro Olireira.
Francisco Joaquim liibeiro de Brilo.
Vaula de Albuquerque Gana.
Jos l'ereira de Miranda Cunha.
Diogo Madlson Gen.
ilanoel lote fongalces Braga Jnior.
Franklin M. de Souza Carvalho.
Recife2ide fevereiro de ISdO.
Illm. e Exm. Sr.Do mais inaudito procodi-
mento passo a dar parte a V. Exc. afim do que
toniando-o em sua alta consideraco baja de pro-
videnciar a respeilo.
Sendo eu o juiz de paz mais volado do dis-
tado desta matriz e chegando a esta villa na
ante-vespora da terceira dominga desle mez, dia
designado para a qualificaro dos votantes, em
virlude da lei regulamenta'r de elei^OOS, olficiei
em lempo ao procurador da cmara municipal
para que furnecesse a igreja matriz desta villa o
que fvsse necessario para laes Irabalhos; assim
como ao subdelegado em exercicio pira por a
rainha disposieo dous officiaes do jusl ea.
Dirigindo-me a matriz no designado dia para
ouvir nilssa. na sabida Uve o desgos'o de ver a
matriz cercada pela forca de prmeira linha des-
lacada nesta villa, leudo a frente osen com man-
danto e delegado de polica, o qual mandando
correros cidadSos honestos, era cojo oso entre
eu, felizmente inda encontrn, que desso lugar
as Derseguiees que aqu se rcem.
E duro, Exm. Sr., que o actual delegado abu-
sando do lugar, que lhe foi conferido, v. da forca
a sen mando, se presto a urna parciaiidade qu-
iera por chele o vigario desta villa e se convert
i miseravel instrumento para perseguir-
e a quem
) i
A homens do partido da ordem !
quera o vigario esleve ligado ha
Amazonas 27 le agosto de 1&59.
Quem si non tennit ; magis
la aten excidil ausis.
(Ovidio.)
A ACTl-ALIDADE.
Guando a le fundamental do paiz, esse chefe
d obra da magern da osperanca para o iugi.ui-
decimenlo da ierra de Sania Cruz, declara a od-
misso de ludo o ci lado para os cargos publicos.U
exigilo a nica dilferenca dos seus talentos o]
virtudes; plantou desde o berco, o germen da]
poltica, que o genio raro prodamou sob a ban-
deira da conciliaro mih-.i, porm, da revelacao
dessa tendencia primitiva correrm os negocios
da direceo interna debaixo da diversidade de .
assu raptos, cojo complexo foram chrismados por!
differentcs nomenclaturas.
Largos anuos seguio assim a marcha do reg-1
men sistemtico, nt que alfim retumbara desde
as margeos do Ypiranga at as do Amazonas a
palavra mgica da aeco reorganisadra com que
o gabinete adorara a periferia la credulidade I
que habitava, cntao, o pcryslilo di fidelidade. O
corpo legislativo germinou rpidamente a lei dos
circuios, a creaco dos bancos e a independencia
completa do poderjudiciaro ; e desta furnia re-
geloii de improviso um arbusto com tic pareca
cobrir-se tojo o territorio dos filhos de Colombo '
como cura infillivel a tintos males que cicalri-
savam o peito da noss i gran le familia. Median-'
te um ensaio comecado pela polticaParan
os negocios pblicos caminhavam pari-po
para apresentar o producto mil de lo salular
idea ; poiracomoo engenho humano uma pro-'
priedade peremptoria, islo que se faz urna voz
somenle, foi com o distinelo marquez o corda que !
cingia a fronte dessa direceo humana, fazer urna
excepeo honrosa no scio "dos anjos ; e cousa ra-
ranoseculo das luzes, ainda successo alguma
emprehender a Iraduccao de urna hermenutica
administrativa lo precisa na arena da discussao,
no rgimen Iradiccional, c na grandeza dos fac-
Jos. Todos que rem.continuar a mxima conso-
ladora, mais todos do, ou tem dado.ura resulia-
pouco consequente ao proprio exordio adminis-,
tralivo; e o mais c que desa;.parecen como o me-
teoro que brilha na vida dos povos.
Propriamcnte conciliador nao ha um gorerno,
senao pela docura do seu programlo as cama-
ras, sempre bascado na experiencia do p&ssado :
um estudo sobre o futuro, urna juneco no pre-
sente, sao causas muito secundarias que nao me-
recen! oceupar a allenco ministerial!
Que pois do Amazonas, desse gigante pode-,
roso conhecido desde u instiluico do imperio
com a hareditariedado do principe do Grao-Par?
E urna regia o deshabitada de povo, do governo e
da supremaca da nacoo 4a se rio urna adrai-
nistracoto hornada de flores espinhosas como
a do Exm. Sr. Dr. Francisco Jos Furtado, que j
ralen a lei aos pos. despresou os dircitos do ci-
dado, e den nica e exclusivamente expansao a
sua vonlado! entretanto que ltencao lera appli-
cado o gabinete actual para os desvenlurosos ha-
bitantes dessa parle do novo hoinisphero : pare-
ce que at tem risrado do si a responsabilidade
de estender o seu poder al as raas da fronleira
amaioniense: ludo anormal, duviduso e hor-
rorizado : sao os proprios amigos do Dr. Furtado
que isso proferem.
A chefatura de polica, que c o fronlispcio de
jualquer administrador de provincia, foi arranca-
da das raaos do integro magistrado Caelano Es -
lellila Caralcanti Pessoa. pela substluicao do ha-
chare! Marcos Antonio Rodrigues de Souza, que
sobre a infelicidade de nao gozar sympathias na
provincia, nolla partidario accerrimo e c conhe-
cido ; c o producto dessa opora?o mechanica,
sem duvida o desconlentamenlo geral dos habi-
lanles do interior, que eiichergan nella nao
um athalaia ou balisa da lei ; mas urna vinganca
da eleicao passada, e um cadilho decundices fu-
turas.
Ao passo qne o Dr. Estellila natural da muito
heroica provincia de Pernambuco, nella com nu-
merosos prenles, cercado de amisades fidedi- '
as, e cheio das commodidades da vida abando-
nou condicoes to vantajosase seguras, para vir,
na cidade de Telf, sepultar o seu mais charo
penhor, rodeamlo-se de solTrimentos prolongados
com a mudauea inespcr.ida do seu emprego, pa-
ra a vaga daquello comarca ; esta consequencia a
que volunlariamenlese sujeiiou o Sr. Estellila
o acto subordinado de um qualquer cidado pres-
tante que conhcie, em si mesmo, a honra do
seu norae. do seu carcter e da sua posico ; c
que se ve abandonado pelo governo que para ado-
baras roundes de amigos expulsara o Veterano
experimentado para encartar um afilhado, novo
aventurciro na prelenco, e isolado nos seus me-
recimentos.
Ocorollario do nosso aigiimenlo, nao ,e negar
ao governo a faroldadc do exeruii ii> de noraea-
co, mais acorocoar o niovimento de seme-
Ihante permutla que d em resultado n fieco de
um phonatismo de ideas todas lgubres, tlcscon-
A homens a
pouco! !__
Se por venluia o delegado linha algum receio
o que se nega, que no aclo di qualilcaco hou-
vesse alguma circumslancia triste, enta deveria
aguardar-se para essa occasio e nunc quando
O povo saina da missa. Ha Homens que s ser-
vera deautomatos, que s obrara pelo impulso
que re:ebem em cojos casos se acha o actual de-
legado desla villa, nao lenJo moralidade nos
aclos que platicara.
Passado este fado de eterna vcrgooha para
quern o dicl tu e para quemo poz era exeruco
dirigi-me a matriz para, como juiz de paz mais
volado formar a mesa; eencelar os Irabalhos da
qualilcaco dos volantes ; mas qual no foi a
mmha admiraco vendo oulro juiz de paz oceu-
pando o meu lugar ?!
. Todava com calma e ordem O* anlir n mtla
intruso juiz do paz, q-ie de direito me competa
presidir laes Irabalhos, porem a nada .se deu o
tal juiz de paz adrede escolhido ; o que s apre-
- ni iva elle o o vigario era que eu nao morara
nesta freguezia.
Exm. Sr., sou major com manda ote da sesso
de balalhao do reserva, sou elelor, sou presen-
temente o juiz de paz mais votado, ludo desla
villa E como negar-seo direiu. que me com-
pele? Dedicado a vida de negociante, por isso
por nimias e repelidas vezes taco largas ausen-
cias desla villa ; mas na i In 1 rnie por esle
tacto me privo de presidir como juiz de paz mais
volado do dislricto da matriz taes Irabalhos.
Exm. Sr., somonte a iinmoralidade i. ve por
Qm privar-me de presidir a qualilcaco pois
que so desta maneira s-poderla excluir edados
votanies e qualiftcarem-se somante pescas per-
lencentes a parcialidado do vigario desta villa
que devendo ser a sua misso lodi evanglica'
pelo contrario o espirito do mal desla Infeliz
villa.
Vendo eu que a matriz se achira cercada de
tropa a disposicao do intruso juiz de paz jjue a
forca fa/.ia calar a lei, pois carregaram-se as ar-
mas dentro da propria matriz, ced por ve- que a
rainha vida e raas do alguna cididos ordeiros
corra ra perigo, limlando-me a levar todas oslas
circunstancias ao conhecimenlo de V. Exc. aQ-o
de proridenciarem como for de justica
O quo levo dito a V. Exc. foi te'stemunhado
petos .sis. tenenle-coronel Draas Lopes de Si-
quetra, Cates, Joao Ferreira de Squeira Zee-
luio Concalves Lima Granja, Lucio Jos de S-
q eir Campos, os lenles Joo Antonio de Oli-
reira, Raimundo Francisco Teixeira, mais o l-
enle coronel Alvaro Ernesto de Carvalho Gran-
ja, o coronel Jos Severo Granja, muitas pessoas
gradas e o povo em nao pequeo numero
Arista, pois do que com verdade exponho a V
Exc, repito, espero que ponha barreiras aos
nosiiiandosde urna parcilidadeqne tenlo a por
lina c forca a seu lado quer reduzir esta infeliz
villa do Ouricury a um perfeilo chaos.
Approveito a occasio para tributar pela pri-
meira vez a V Exc. os meus protestos de estima
e sincera consideraco.
Dos guarde a V Exc. Villa do Ouricury 15
de Janeiro de 180-).=Illm. c Exm. Sr. Dr Luiz
Barbalho lluniz Fiuza, dignissimo presidente da
provincia Liberato Ribeiro Granja, se'undo
juiz do paz mais votado da freguezia.
PracadoRet'ife 25 le feverciM de 1860
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaees offieiaes.
Cambio sobre Londres25 liid.90 drT.Letras
de fora. '
Cotaces oBciaes no dia 2 depois das tres horas
da tarde.
Cambio sobre Londres23 1/S d. 90 djv.
George PatclettPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfandegra.
Rendimento do da 1 a 2{.
dem do dia 2. .
jos. 11) ca xas llierteaii.i, inscoiios, mallas, obras
de ferro, etc., 200 gagos btalas, 1 eaiso ignoro ;
a J. da Silva Paria,
1 caixa quadroso modas; a Stahl 4 t.
11 raixas camisas, calcado, roupa, burras, fa-
sendas, peiios, ele. ; a Araaral Alves & C.
3 ditas chapeos, calcado, seda, chapos de sol;
a Gornier.
6 caifas chapeos, sedas, fazendas de algodo,
20 ditas armas, 1 ombrlho amostras; a Kalk-
mann & C.
28 volumes calendo, fazenla de la, pellos,
roupa, 1 embrulho amostra; ; a N. O Bieber
a C.
3 caitas chapeos, calcado e sedas ; a Luiz An-
tonio Squeira.
2 ditos obias de ferro, 1 dito pellos; a J. Prac-
ger 6i C.
200 gigos batatas, 6 raixas camisas, chales de
seda e fa/enda de algodo, 4 barris vinho : a
Sehapheillin $ c.
50 barris e 50 meios manleiga; a Jolinslou
ratera C.
_G caisas fazenda de algodo, de seda, roupa,
75 barris e 75 meios manleiga ; a J. Keller
& C,
6 voluraes bscoitos, fumo e caximbos; a Es-
tevo C de Medeirus.
2 caxas papel e chales ; a Antonio Lopes Bo-
drigues.
2 ditas chapeos e roupas ; a Antonio Francisco
Percira.
U caxas fazendas de algodo; a II. Rrunn
a C.
I caixa objeclos para carro ; J. j. Monleiro.
II volumes fazendas de algod'io e seda d al-
godo e laa, 2 eml.rulhos amostras ; a c' J Vs-
lloy & C.
11 ditos seda, panno, roupa, chapeos e cami-
sas, 1 embrulho amostra ; a Lanos & Dupral
1 caixa calcado ; a Luiz de Oliveira Azeredo
7 ditas perfumaras, couros e papel; a Ilenri-
ques & Azeredo.
15 caims mercearia e papel, 2 ditas phospho-
ros! a Mello Lobo & C.
5 caitas trastes ; a J. Hallidav.
2 caixas espelhos ; a Wilsou Scol & C.
1G volumes calcado,chapeos, borcelana couros
etc. : a Cocunas & Dubourq.
12 ditos irastes, obras de (landres, mercearia
e iniudczss ; a Letillier & C.
4 caixas cryslaes ; a Dencker & Barrozo.
10 volumes perfumaras, camas de ferro, ros-
tidos de seda, 0 caixas phosphoros ; a Alves de
l'inlio.
11 volumes fazenda la, calcado, lvros, cami-
sas, ele, 1 caixinha amostras; a I". Souvaae
C,
1 caixa armas; a Domingos Alves Malheus.
50 caixas champagne ; a Ch Lele,,..
0 volumes obras de couro, reqnilfes,calcado,
bataneas e pesos; n Prenlo Viaona & C. '
1 volumes medicamentos; a B. Francisco de
Souza.
1 caixa calcado: a E. Lauvence.
2 barris tinta ; a Moussem & Vinassa.
1 caixa lvros ; a Ignacio F. dos Sanios.
12 volumes burras, papel, phosphoros, alfine-
tes, barbante, chapeos, penles rain lozas ; a
ordem.
7 volumes calcado c lvros; a Seve Filhos
& C.
1 caixa roupa ; a Joaquim Mocaos Sarment.
12 volumes roupa, perfumaras, marroquins c
burras; a Va?. & Leal.
5 caixas modas, roupa e requifes ; a J. Bautis-
ta fragoso,
1 burra de ferro; J. B C. Aleoforado.
1 caixa Irastes; Antonio dos Santos S-
queira.
1 dita chapeos ; a .1. C. Bastos.
4 ditas candieiros o videos ; a Fragoso & Valle.
1 caixa espingardas de cara ; a Ch Colsin,
2 raixas conservas, 0 ditas vinho; a P. Puech.
49 caixas chumbo ; a Meuron & C.
- caixas cartas e objeclos para escriptorio ; a
Nogueira do Azevcd.
1 ilila ridros; a T. Teixeira Bastos.
3 ditas modas, carlocs, chapeos, bicos e llores;
a Thomaz Lopes.
2 caixas chapeos,calcado c arreics ; a E. Adour
a. C.
39 volumes chapeos, quadros, Irastes, calcado;
marroquins, seda, cr.staes, etc. ; a J. 1'. Adour
Al C.
10 barris linlas, 15 volumes drogas, perfuma-
ras, rolhas, ce.; a J. Sum & C.
1 caixa mercearia. perfumaras c objeclos de
relojoeiros ; a A. Berflhnd.
2 ditos,livros e rfdros; a Almeida Comes
Alves. ^
2 ditos lirxos ; a Guimares i Olireira.
8 barricas o 50 caixas vinho, 30 ditas cognac :
a II. Deslebeaux.
1 caixa objeclos para chapeos do sol ; a Ma-
nuel.
1 caixa arenes, 1 dita medicamentos ; a A. Ro-
berl i Filhos.
50 barris e 5o meios manleiga ; a Tasso & Ir-
mo.
50 barris e 50 meios manleiga ; a Vicente F.
da Cosa.
37 forma?, 2 caixas camisas, 1 embrulho amos-
Iras a Moreira Das.
1 caixa colariuhos e grvalas ; a Squeira &
l'ereira.
1 caixa roupa ; a J. Pinto do Lomos.
35 volumes camisas, trastes, papel, marmore,
estampas, chales de algoda e raiudezas ; a Mon-
leiro Lopes & C.
J2 volumes chapos, calcado,'rostidos de seda,
manteletes, cotteies, grvalas, luras, etc.; a Fer-
reira & Araujo.
2 caixas pianos, 2 ditas Irastes; a Ferreira &
Malheus.
3 volumes marrojuins, pentes, conservas,
ele. ; a Serafim T. Bastos.
1 caixa arligos de pharmaca ; a J. Almeida
Pinto.
1 volumes carias de jogar, etc. ; a Gucdes de
Araujo.
1 caix modas; a Campos & Lemos.
75 barris e 85 meios manleiga; a Whalelev
Forsier Al C.
29 volumes trastes, fazendas de algodo, rou-
pa. pannos, modas, ele, 200 gigos batatas; a E.
Burle & C.
1 caixa modas; a Buessard Milnchou.
5 volumes objeclos para carros ; a EJouard
Bourgias.
3 volumes ignora-se ; o Cambrone.
1 caixa chapeos e roupa ; a Darameyr & C.
1 caixa fazenda de algodo ; a i. Maulraz.
Consulado sera!.
Rendimento do dia 1 a 24 61.-685*875
dem do dia 25....... 2:473#3.)0
61 15941175
Diversas provincias.
Itendimenlo do dia 1 a 2. 6:3991350
dem do dia 25....... 197iG
bre Lisboa a 1 Ib por teolo de ni,aa,-., u
pren o. sobre o Ro de Janei- I f- m S um
Sabu0......... libra
. arroba
M___
ro a 1'2 por cenlo, c ao par ;
montando os saques sobre as (Salsa parrilha- .
praecs da Europa a cerca de
35,000 ?.
Algodo----------O superior vendeu-sc de 8>700
a 8800por arroba, e o regular
de 8500 a 8*600
Assucar-----------O branco venden-se para con-
sumo de 4&500 a 5?GoO, e al-
gu_m_pnra exportaco de 4g600
a 5j>700 por arroba' ; o somenos
para exportaco de 3^700 a
3J800. o raasravado purgado de
b-200 a 39100. America de 3*. a
3JJ100, Canal de 2-5800 a 2*900
por erroba. O deposito de
pouco vulto.
Agurdente-------Foi procurada c obteve 90*OCO
por pipa.
Couros-------------Os secaros salgados renderam-
sede 270 a 290 ris a libra.
Arroz-------------Vendou-sc de 2J00 a 2^800
fot arroba.
Azele doce-------dem de 2*950 a 3*000 por
galo.
Bacalho----------Conslaque negocou-se um car-
negamentode 3,540barricas,que
fui vendido a 135000 a barrica ;
lendo-sc retalhado de 109000 a
19000 ; e Qcando cm ser 90O
barricas.
Batatas-----------tenderam-se de 800, 880, e
IgOO por arroba.
Carne secca Nao ha do Itio da Trata ; c a
do Rio Grande rclalhou-se de
500 a 59300 por arroba da
ova, c de 1*500 a 35000 da
velha, Gcando
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio) urna
Tapioca........ arroba
Un has de boi...... cento
Vinagre .
pipa
200
120
25S00O
lojooo
33209
3*000
IjBOO
5H-00O
Movimento do porto.
Navios entrados po dxa 25.
Ilha de Fernando3 das, briguo brasileiro Son
Jess, de 127 toneladas, capilao Jonquim Dia
ue Azevedo, eqnipogem 10, em lastro de pe-
ora ; 1 Antonio Pedro das Noves.
TCqio Novn-1 llins- "?" in?l*'z Trincnlo, de
.110 toneladas, capilao 11-nry l'earce, eqiupa-
gem 15. carga 3.510 barricas cora jacalho ;
a Johuston Pater& C.
Itchmond-27dias, barca americana Fannie
Caf
Farnha de Irigo
Lrenshait, de2n toneladas, capilao Munaor
equipagem 11, carga 3,350 barricas cora fari-
nha de trigo ; ordem.
Aearacu12 das, hiate brasileiro Sobralenu, de
> toneladas, capito Francisco [. da Sil a Ra-
lis equlpagem 9, carga varios gneros ; a C.
C. da C. Moreira.
Marajilio17 dias, hiate brasileiro Novae, de
19 1 toneladas, capilao Jatkqtm Jos Mendos,
eqnipairern 11. carga farnha e mais gneros
a Teixpira Basto S fl C.
New iork 30 das, brigue americano Boho, de
190 toneladas, capito D. Barthelet, eqoipa-
gem 9 pessoas, carga gelo ; a Baroth & C.
Sanios sahido no mesmo dia.
cm ser 20 000 Balihimore-brigue iiiglez CoroMna SehtHk, ca-
frrohas da prmeira, e ,M0 da : plao James Lemessurler : carga a?sucar.
I Stockholmopatacho sueco Genny, capilao Pe-
Icrson ; carga assucar < algodo.
Liverpool pola Parahibapatacho inglez lusy,
capilao llenry Waliers ; em lastro.
Rio de Janeiro*barca brasileira a$on
Jacinlho de Parias Jnior
Vendeu-se de 6-*800 a 7?200 por!
arroba.
tiremos nesta semana 2,100
barricas procedentes de Rieh-
niond, e com ellas o deposito
hnje sobe a 21,400 barricas,
sendo 10,60 1 barricas o Ti les-
te, o o restante americana, len-
do-sc retalhado do I63 a 2 '>
esta, ede215o22 aquella.
i Dita de mandioca! Vendeu-se de 6*500 a .
a sacca.
Fcijo j dem de 1S600 a 3JOO0 >orar- 'S .
; loba. J z
Genobra------------A de Ilamburgo em frasqueira
vendeu-se a 5-JJOO e em b ti-
jas de 260 a 27>t rs.
capito
carga ass icar.
\3
Louca ----- A
ingleza vendeu-se s 275poi %
cenlo oc premio.
Manleiga -I- A franceza vendeu-se de 460
a 470, e a ingleza do 630 a 660
rs. por libra Ocando em ser
2,200 barris.
Oleo de linhacft- Veudeu-e a l$7O0 por galo
l'assas-----------dem de 53500 a S#O0U a caixa.
Queijos------------ dem a 2>000 os flan >-uj:n<.
Sabu-------------o amorelloobteve dd-l25al30
I risa libra.
Toucinho------1- O velho venden se a 9>0a0, e
o H"N o a 11-v por ari nba
Vinagre Venden-se de i_
'o.i]3iuojr/fj
l o
1 s
1 -
I.TI
1
I -
a o -r
'OJ3WOJ)!JI
2 1}3qujqoj I =;
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1. n
0 ->l >i ti

opojBii3 2 3
______________ I TI ~l
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IM
I-
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dpvpisujuj I
'opiogjiQ

'Djaqdsotuj y
I =
Vinhos--------
A
'OJ.O
noite clara.
I c
I J2.
(M
. vcr.lo N... vcio para u terral o
1 ; IJOOO 'mks amanhecer, ronda va rolo s
a pipa. 1 11 u io 1 \ hah.
O de Harselha vendeu-se de Preamar as 7 h 18' da manha, altura 6 3 r>
: na [opa. C.iixamar a 1 h 3 1 da larde, altura 1.3*p.
- AS Slonrinna ronHnrmn-ca il Observatorio do arspn.it do nnn.il,, '", .__
Velas--------------As slearinas venderam-se de Observatorio do arsenal de marinha 25 ,,' -.
580 a 600 rs. por libra r,'i:" de 1860 Vircs Jukior-
Dosconto----------O din; 1 ro foi muilo procurado,
e os discontos variaran! de 10
a 183 pur cuito ao auno. Il4fl3.
Para o Canal inglez a 25
Fretes-------
I Acedes de comp.- Sera Iransacroes.
Paula tos precos dos principaes gene-
ros c prodoceoes naeionaes,
que se dcspacliam pela mesa do consu-
lado un semana de
27 de fevereiro a o de marro de 1SG0.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente ....
caada
Mein caxacaj.
! I mi de canp
dem genebra
336.9$:!*.! l
10:010*311
346953JI455
Movlmento da alfundesit
Volumes entrados com fazendas
cora gneros
Volumes saludos cora fazendas
cora gneros
9
8
"l23
397
------520
17
Descarregam boje 27 de fevereiro.
Brigue inglezTrinrulobacalho.
Barca franceza Occidentemercadorias.
Biigue i'.ancezZouavediversos gneros.
Escuna americanaJ. Darlingfarnha de trigo.
Hiate nacionalNovaesdiversos gneros.
Importando.
Barca franceza Occidente, viuda de Havre, con-
signada aTissel Frercs & C, manitestou o se-
'guinle:
6 volumes camisas, lencos, cobertores. lonHias
etc., 3 caixas espingardas', 90 caixas sardinhas,
125 bnrris e 100 meios mnnleiga, 60eaixs quei-
jos, 400 gigos batatas; aos consignatarios.'
50 barris e 50 meios manleiga ; a Barro:a.&
Madeiros.
i caixa ignoro-, a.Rodrigues da Cunha.
40 barris e 120-rueLos/rnanleiga, 66 catisas-qnei-
606jGl()
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia S4 de fevereiro de J-W.
LiverpoolVapor inglez Stanley, II Gibson,
1,648 couros salgados, 161 cour'os salgados por
N.'O. Bieber & C.
MarselhaBarca franreza Emilia Fernand, T
Freres, 223 saceos Besucar mascavado.
Havre Briguo francez l'arahiba, T. Freres,
800 couros salgados.
Lisboa Barca portuguezn GratidSo, C. Noguei-
ra & C, 13 pranchoes de amarello.
LisboaPatacho portuguez Uniao. Manoel G.
da Silva, 440 meios de sola. 127 cascos mel
por Antonio da Silva Campos.
Rio da PralaSumaca hespanhola Cariosa,
Aranaga Hijo & C 75 barricas assucor branco,
25 ditas mascavado.
dem Patacho S.-AgostinhJ, Amorim Irmos.
450 barricas, 3112 arrobas e 24 libras assucor
branco.
Recebedoria de rendas internas
eraes de Peranmbocn
Rendimento do dia 1 a 21. 27:601^814
dem do dia 25.......1:422J516
dem idem
dem licor
dem idi m
dem restila la 6 do reino
Algodo em pluma 1.* sorte .
' dem dem 2." dita .
'dem idem .* dita .
I dem cm caroco.....
Arroz pilado......
dem com casca.....
1 dem branco novo.....
dem mascavado idem .
Azeitc de mamona .
dem de mendoim e de coco.
Bolacha fina.......
dem rossa......
Caf em grao bom.....
dem dem rejtolho .
dem idem com casca .
dem moido.......
I Carne secca.......
Carvio de madeira .
1 Cera de carnauba em pao .
j dem idem em velas. .
Charutos bons......
dem ordinarios.....
dem regala.......
Chifres........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra corlidos .
dem de onca......
Doscc de calda......
dem de Goiaba .
dem seceos......
Espanadores grandes. .
dem pequeos......
F.steiras de prepori ,
F.sloupa nacional.....
Farnha de aramia .
dem de mandioca ....
Fej;
V
dem
dem idem restolho
dem em rolo boro ....
dem idem ordinario. .
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua.......
Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem era toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranchoes de 2 costados
Costadinho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
600
390
400
6i0
20
60

>:

botija
caada
garrafa
caada
arroba



arroba !
alqueire 3
arroba I


arroba
arroba

>



cento


>
libra

>>
um
>
libia
>^
y
un

urna
arroba

alqueire
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em comprim uto da ordem em vigor
manda ,on -| lar a is proprielarios abaixo d
rados a en (regare ni na mesma thesouraria no
. prozo de 30 dias a contar do dia da prmeira pu-
blicacaodo prsenle, a importancia das quotas
com que devem enlrar para o calcamei.lo do pa-
; leo do Carino segundo o disposlo na lei provin-
cial numero 35t>. Adrertindo que a falla da en-
trega voluntara ser ponida com o duplo das
referidas quotas na conformidade do ari. 1
regularaenlode 22 de dezembro de 1854.
Talco do Carmo.
.No me ros.
Manoel Antonio da Suva Itios.
4 Hilo.
6 Dito.
8 Liiiza Caminha de Amorim.
10 A11 nnia Beralda di Souza.
12 Pedro Alexindnno Rodrigues I.ins.
1 1 Antonio Joaquim de Souxa Ribeiro
' 1| Flix Pranrisco deSouza Uagalhes
8$,00 -18 D :. harol Francisco Peroira i
7700 -' I"im Boro rdo d i Pi uchedo.
B70fl ft"'"m terceira do Carmo.
J: _. Thereza Mara Joaquina.
-!.> Nmeros.
l Antonio Joaquim Ferreira de S
3 I Feliciano Portella.
5 Ilerdeiros de Domingos da Costa
Albuqiicrqun.
s Joaquim Pereira de Mei
' 'i 111 Pereira Caldas.
I< iros de Bernardo Luiz Fer-
Portuea"
2 85
80C:
-
11 Mara da Lonceico de .Miranda
1 -tro.
68500 '" '' ,!'n' Antonio.
inno V) "r'1'1'1 Icrceira do Carme
5$000 23 Dita.
9SO0 26 Jos Pires de Mor,.-.
27 Mara da Paz.
20 viura e herdeirosde Jos Ignacio
Ferreira e Silva.
".1 Hara d'Assumpcao de Mello Al-
buquerque Pila."
33 Antonio Francisco Dures.
35 Malhildes lli ruarla da Concecio.
37 Silvana Moreira Lima.
3$0C03'J Joo Pedro da Bocha.
5$000|
280
' 400
175
300
IO5OOC
500
400
758600
21*606
19j80O
3Sf0
I89 1
25*200
78>00
1 ;i.-0ot>
'
45:009
90#O00
'
1 a 1
97*309
I
7,$0O0
2r0O0
10g000
12$000
2$00
1J000
51*60 1
1 15*
36*0 1
21J600
21S600
I hit)
~\
lS$00)
14S6cO
7S;i,>
7|208
1440G)
2--?s;h
l:40tfSOO
E para constarse raandou aduar o prese iTe~e
publicar pele, Otario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 2 de fevereiro de 186 I.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
FACULOADE DE D1BEW0.
De ordem do Exm. Sr. director baro de Ca-
1gOO0l'U3r'1R,l, sc r Pdico por esla secretaria, que
m M ll"~''1 f:'c"ldlJ^ da data desle em
-O-11' diante podrao pagar a laxa da lei que serve de
1;}600 abertura aos Irabalhos do anuo lectivo.
300 s- 'retara da faculdado de direilo doRecife
1*600 fevereiTO de 1860.O ofBcial-maior sen in-
do de secretario,
aooc' Manoel Antonio dos Passos c Sila.
2j(6C0 IO Dr. Anselmo Francisco l'irelli, enramen lador
Fcijo. ........ alqueire 6$000 da ''"i'frial orden) da Bosa e juiz de di
!-umo em folha bom arroba l$0n0 ^Md'MOimm,r'",'slacdjdcdoR-ci[8
. .. ,. ;.: capital da provincia de Pernambuco e seu ler-
dera dem ordinario. ... 9J000j mo por Sua Magestade Imperial, e consJitu-
Varas aguilhadas
29:023fi328
Consulado provincial
Rendimento do da 1 a 2i.
dem do dia 25. .
51:452-5515
2:7163852
53:969^377
Ppaea do Refife
*5 de revereiro de I86O.
As 3 horas d tarde.
REVISTA SEMANAL.
Cambios-------. Sarco u- se a 25 e 25 'i/4 *. pot
*00. e urna pe-iuuna Iransac-
r*obtere251/2. schro Pars
saccou-so a 39Q.W. por fr., so-
dem quiriz......
Virnhlico pranchoes de dous
custados.......um
dem idem custadinho de -dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuacs
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras cixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel.........
Milho.........
Pedras de amelar. ,
dem de filtrar. ....
dem retujk. .


v
arroba
cenlo

urna
una
una





conal, o Sr. 1). Pedro II, que Dos guarde
etc., etc.
Faco saber aos que o. presente cdilal vircm e
d elle noticia tiverem, em como o coromendador
Manoel Goncalves da Silva rae fe/, a pelico do
theor seguinle :
Illm. e Exm. Sr. O commendador Manoel Con-
calr-es da Silva negociante matriculado e es!; bi -
(ecido n'esta cidade. quer ia/.er citar a I). Isabel
Carolina Bourgard Jardiui, viura do linado Ma-
noel Pereira Jardim, assim romo os lierdeiros

v

par
303000
caada aso
alqueire 28506
urna 800
> 9g000
1J280
7S000
osooo;
6$0)0
3200
35^000
8550
IfBOO
12O0G
3!00o
10'000 |K"'1 v,'rom l'i"l"J> c responder a una at-
3J; Cao ordinaria cm que o supplicanlo lem de pedir-
Mies a quantia de 727*326 rs., que aquelle Jar-
dim licou a dever-lhe or saldo de conla como
melhorexpressar na mesma acc&oe requera V.
Exc se digne mandar cilar a sopplicnda que
moradora n'esta cidade, e que visto ter o suppli-
cante justilicndo 110 juizo da Ciiciliaco seitru
ncertos os supradilos lierdeiros o m'orarem em
lugar nao sabido, para elles se passe caria de e-
diloscitados OS Drs, curador geral e procurador
pscal da fazenda nacional, sob pena de revelia,
juros c cusas, e Picando logo lodos citados para
lodos os termos da causa e sua execucao al real
embolso do supplicanlc ic.depeudente le nevaci-
taco.
Pede a V. ExcIllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio delirimenlo.E. lt. MeAdre-gado
Jorome Pires.
F. mais se nao continha em tal pelicao, que foi
por mira despachada pelo theor seguinle:
Distribuida corno requer.
(recite, 9 de fevereiro de 1860A. F. Pe-
rol li.
E mais se nao continha era mcu despacho que
ra aqu transcripto, em virlude do qual foi a
niesrea pelico destribuida 00 esrrivo des e jul-
io Manoel Mara Rodrigues do Nuscimenlo, que
fez passar o presente edital com o pra/o de 30
dias, pelo theor do qual chamo, cito e hei por fi-
lada aus referidos herderos, para que deutro do
referido prazo com parchara o'esle jnizo, alku do
65000
8?00
2$500
4S000
23210
l60
a sooo
UJ000
45g50C
163OOO
5j000
osooo
105000


M)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 27 DE FEVBRFJRO DE 1660.
allegaren! sua defeza sobr o expendido na iiu- iludo o paiacho porluguez Sttuza c\ (T : quera nu
lieJo cima transcripta sub pesa Je revelia ; pe- mesruo quizer carregar ou ir de passagem, cn-
) j que loda c qualquer pessoa, parentes, amigos tenda-se rom Joo Tavares Cordeiro, na travessa
ou contiendo dos mencionados supplicados os1 da Madre de Dos n. 9, ou na ra do mesmo no-
pudoro fazer sriente do que cima lira dito. me- n. 36, ou com o capito na praca da coui-
E para que cheguc a nolicia de lodos rnandei inerrio.
passar edilacsquo serio afiliados nos lugares do
eostume e publicados pela imprensa.
Dado e passado n'esla cidade, aos 13 dias do
mez de fevereiro de 1860, 39 da independencia
e do imperio do Brasil.
I'.i! Manoel Mara ltodiigues do Nascimcnlo, es-
crivao o subserevi.
Anselmo Francisco Peretti.
i
4
habilidad*, de una pessoa que so reina paru
lora, bem como duas caixas com selins inglezcs.
Dar principio sll horas eni poni.
LEILAO
DE
REALCOHFANHU
DE
Paquetes inglczes a vapor.
Cear.
Segu com muila brevidade o palhabole Sanio
Amaro, recebe carga e passageiros : a Iralar
com Caelauo Gyriaco da C. M.. no lado do Corpo
Sanio n. 25.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commenJa-
dor da imperial ordemda roza, jniz de direito
especial do commercio, nesU cidade do Uecife
de Pernambuco etc.
Fajo saber pelo presente, em como por parle
pe Jos dos Santos Pereira Jardim, me fra di-
rigida a pelicao seg
Jos dos .""autos
esta'belecido nos
Isabel Ctrolina Bourgal Jardim, viuva do falle-
cido Manoel Pereira Jardim, assim como os
herdeiros desle rara, verem propor e responderem
a urr.a areno ordinaria em que o supplicante lem
Je pedir-Uies a quanlia de 1,4738075, que a-
qucllo, Manoel JarTini ficou a dever-lhe prove-
niente de urna porrau de agurdenle, como me-
Ihor expressai na roesma 3cq.o ; e requer a V.
Ese, que se digno mandar citar a suplicada
que moradeira nesta ctJade, e que, visto ler o
supplicante justificado no juico conciliatorio a
incerteza e ausencia dos herdeiros cin lugar nao
sabido, pari estes so pane carta de edictos, a to-
das os doutores, curador geral e procurador fis-
cal da faada nacional, sob pena de revelia,
juros, e cusas, e (cando logo citados para lodos
os termos da causa e execugoo at real eniboUo
do sopplirante ndependenle de nova cilacao.
Pede a V. F.xc. Itlm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, defirimento E. II. M.
ade\ogado, Jacome Pires.
Nada mais continha em dita pelicao aqu co-
piada na qual dei o despacho seguinte. por ter I ^S\ V^* /e*.
ido no juizo conciliatorio pelo supplicante jas* s& \J ^^ ^
lineado a auzencia dos herdeiros do supplicado commandante Ricardo Gobl e
em logar nao salido diCir-, como pede Be- n|iect|0 ne$te porlo) jahindo no
cife 9 de fevereiro de 10. A. v. l'ereli. i p. z-*o 1
Por forev. este meii despacho, o escrivao que jJltl J*0 ill) COlTCIllC
este sobsereveo fez passar o prsenle, pelo theor I
do qual tai ser ciudos os herdeiros do opplica-i Para carga e passageiros para o que
Jo Manoel Pereira Jardim por todo o eooteudo I tem excellenteS commodos, trata-se
NA
passagem.
Terca feira28 do corre te.
O agente Borja fai leilao no scu armazem no
Almaoak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
ocorrenfeanno de
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos priucipaes esta-
que laz esquina com a mitiga j__ i r .
estrada da Torre, penhorado aos herdeiros lilhos OS Ua LUTOpa e America C0I11
do fallecido l'rancisco Geraldo dos Sanios, ciijo
sitio tem algumas fructeiras, cacimba, tanque c
Ierras proprias de plantacdes, tres casas terreas
de taipa, na frente da estrada nova, sendo urna
rebocada de cal e lodas coberlas com telhas.
Os prelendenlespodero examinar o referido
silio esobre o valor do niesnio lancar no arma-
zem da ra do Imperador n. 15, s'll horas em
ponto.
TOCANDO EM
L
s
o veleiro
-O?
va por
OA
1i meo
i'oti os consignatarios
SAUNDERS, BIIOTIERS & G.,
praca do C'>rpo San tola. I!.
na pelicao aqu incorla ; porlanto todas as pes-
soas, pareles, amigos eeonheci los des herdeiros
do supplicado llies faeam sentir de que por este
juizo liean eilados para todos os termos de urna
ao ordinaiia, afim de que dentro do prazo de
30 dias cninparecam pin juizo para allegar o que de pequeo lolaco : quem no mesnio
liies for a bem de seu direito sob pena de re- 'pregar, dirija-se n scu rapilo, ou a ra da Ca-,
dcia do Uecife n. 38, primeiro andar, escriplorio |
o nomo, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabelia" dos emolumentos
parochiaes.
Embregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
de toda a provincia.
Associacoes commcrciaes,
/as, perfumara e amitos artigas in- griCOlaS, lUSlnaeS, llltcra-
dispensaveis a qualquer loja de uiiude-; l'iaS 0 particulares.
zas: egu^da-feira 27 do corren fe as 11 j Eslabelecimciltosfabris, in-
oras em ponto no seu armazem da ra .
da Cruz confronte ao chafariz ; o agcn-|duslriaes C COmmerciaCS de
te cima pede a todos os seus amigos todas aS qualidades C01110 lo-
que comparecam a este leilao promet- .
tehdo-lhe que .tudo sera' vendido sem;Jas Vendas, aCOUgUCS, enge-
reservadepreco. tlllOS,etC., etc.
Serve elle de guia ao com-
mcrciante, agricultor, mari-
igado|timo e cmiu para todas as
LOTMIBIA
filuc Black.
llidezas e peiTumarias.
I)enker& liarrozo farao leilao poriu-
; tervenrao do agente Hvppolito da Silv;.
de um esplendido sortimento de miude-
es
vea.
I", para que ledos icnham noticia, mandei
: caria do edic'OS qne serfio ftfjxadas nos
lugares do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta c'dade do Uecife de
Pemamluro aos 13 de fevereiro de 18G0. Eu,
O agenle Pestaa continua a estar autor
- Para Lisboa sabe com'brevidadc o rwtacho pe'commisso liquidataria da extincta socioda- claSSCS da SOCiedadc.
(Unia > >, porque au espera por Loda a carga, e Je de liaciio e tecidos do algodao pira vender o
quizer restante do terreno do silio da mesma sociedade.
Os prelenilentes podem dirigir ao armazem s
de Manoel Joaquim amos e Silva. ra do VigarioD. II, a qualquer hora do da i
enlender-se com o difo agente.
Para Lisboa.
Va sahir cm poneos dias por ter par-
te da carga prompta, a bem condecida
Francisco Ignacio Torres Bandeira, escrivao do barca Gratidao, para o resto da carga e
O Lachare lAViTitu vio tem
o seu escriplorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pela Gamboa do
Carmo.
juizo commercial o liz escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
**' ^-,i*i, Deciaracoes.
Conscliio udminlstratlvo,
O cooselho administrativo, para fonircimentc
rsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguintes :
Pitra o 9." baltilhao de infanlaria.
Bandeira com ollkialato do Cruzriro 1 ; porte
para a dita 1 ; bastea para a dita 1 ; capa de
brira I ; dili de oleado para a dita 1.
Para a companhia de pedestre desta cidade.
Grvalas de sola de luslre GO.
Q lera quizer vender tacs objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manluia do dia 27
i! i correnle mez.
Sala das scsses do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra, iO de
fevereiro de 1860. enlo losiLamenha I.ins,co-
ronel presidenteFrancisco loaquim Pereira
>. coronel vo;al secretario interino.
De orden) do Sr. capilo do porto, fiz-se
publico, que por-todo este mez lera de ser ar-
i maclunismo do pharol de Santa Anua,
na barra do Maranluio, segundo a communicacao
ltimamente eila pida capitana do porto d"a-
q eila provincia.
Secretaria da capitana do porto de Pernam-
buco, 17 de fevereiro de 1800.
O secretario,
.7. /*. Barrello de Wello liego.
O Illin. Sr. inspector desla IhesourarU man-
da fazer publico, para conhecimento de quem in-
leressar, queem eumprimentoda ordem circular
do iliesouro n. 4 de 5 do Janeiro ultimo, se aeba
aberta ne-ta Ihesourarin a subatiluico das olas
de 1!. 2? e 58 dilaceradas. Secretaria da thesou-
passageiros trata-se com os consignata
i ios C.rvidbo, Nogueira & C, ra d.
Vlgarto n. 9, primeiro andar, ou com
o capitao A. P. Borges (estaa, na
praca.
Manteiga ingleza.
Terea-feira 28 do correnle.
PELO AGENTE
COMPANH fA PE 11 vAMBUCAN'A
DE
Navegante costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandante Lobato,
i segu para os portos do sol de sua escala no dia
; 1" do marco s 5 1/2 horas da larde e receba
carga posta a bordo ale o dia 29 do correnle, ate
o nieio dia.
C01PAMU BKSUEIR.V
DE
VIWXN& L1MU.
u
A porta do armazem do Sr. ^nnes defronte da
alfandega, o dilo agente vender as 10 horas do
dia em lotes a vontade dos compradores
50 barra com manteiga ingleza
\;i mesilla occasio vcmlcr-sc-lia
Barricas com bolaclinha americana.
Vinagre de Lisboa em pipas e qpai Iotas.
LEILAO
DE
Appareihos de
PELO AGENTE
COMPAMIIA DA YIA FRREA
1)0
RECIPE AS. FRANCISCO.
Pelo presente sao convidados os scnbores ac-
cionistas virem do dia 3 do correnle cm diante
ao escriplorio da ra do Crespo n. 2, para recc-
bcrem o 8. dividendo de juros de suas aeces,
contados no suuicjtrc JccorriJo do 1. do agosto
de 189 31 de Janeiro de 18C0. Rccife, 1." de
fevereiro de 1860.
riecisa-se alagar um prelo ou prela, j ido-
sos, para comprar na ra e fazer o mais servico
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama as
mesmas circnmstanclas : quem tiver e quizer,
annuncie ou dirija-se a ra de Santa Pitia n. 40,
primeiro andar.
Precisa-se fallar ao corresponden-
te dos Sr*. tenente-coronel Beraetero
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de Andrade: na liviana n. G e 8
da praqa d;i Independencia.
O Sr. thesoureiro manda f&zer pu-
blico que se acham a venda todos 03 dias
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. (i t; as cajas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia numero lie 16,
e na ra da Cadeia do Uecife nume-
ro 2 armazem do senhor Fontes ate
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
tes e meios da segunda parte da quinta
lotera do hospital Pedro II, cujas ro
das deverao andar im pretervelmente
no dia 10 do futuro mez de marco.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bilhetes
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras 25 de feve-
reiro de 18G0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
Mappas impressos elivros de pon-
to para os professores de inslrucrab
primal ia de ambos os sexos, conforme
os modt los adoptados pela directora
da nstruccao pnblica, acham-sc a'ven-
da na Liviana Universal, ra do Impe-
rador n. 20.
Vende se o sal do carrerjamento d;i
escuna Lice, recentementc arribada a
este porto (I Vi- motos e 20 alqueires
medida de Litboa) : no escriptorio de
Carvalho Nogueira & C, ra do Viga-
rio n. 9, primeiro andar, a onde existe
a amostra.
Roga-se aos Srs. Joaquim Francisco dos
Santos i C. o obsequio de annunciar sua mora-
da [lorquese lbc deseja fallar.
Vende-se um cordao deouro coro5oilavas,
um par de brincos de armaco d'ouro de le. um
anel, um dito quebrado, lodas oslas pecas sem
feilio ; na ra Nova n. 18.
Riii Nova n. 18.
Caj & c. recebernm ricos vestidos de grosd -
naple prelos, de duas saias bordados a velludo,
OS mais ricos que se poden] encontrar no incr-
eado, ditos de dilo prelos c de cores com tres
saias, manteletes de lil de linhn preto com en-
Superior tinta azul e prela para escrever, ni-
co deposito no Centro Commercial, ra da Cadeia
do Recife n. 15, loja de Jos Leopoldo Bour-
gatd.
Offerece-se una Sra. vinva para cozinhar e
engommar em sua casa ; alguns senhores que
pretenderen!, dirij^rn-se ra da Seizala Nora
n. 0, odiante da relinacao, prmeira loj-i.
Antonio Ralli, subdito italiano, re'.ira-se
para a Babia.
Altcnco.
i
D. Mara Guilhermina de Miranda Porto, viuva
de Joao dos Santos Porto, avisa a lodas as pes-
soas que forem eredores do mesnio tinado para
DO prazo de 8 dias apresenlarem sus coalas ou
lilulos de credilo ao Dr. Joaquim Jos da Fonso-
ca, alim de serem descriplos no inventario que
psl proredeudo pelo juizo da primeiro vara, es-
crivao Cuuha.
Precisa-se de um caixeico para laberna, quo
lenha pralica da mesma : a Iralar na ra da San-
la Cruz n. 3.
Os Srs. Joaquim Barroso Braga, David An-
tonio de Carvalho e Francisco Manoel de Parias,
leem carias para Ibes ser entregues em mao pro-
pria : na ruado Cabug n. 11.
Precisa-se de um hoinem de meta idade,
com as precisas habililacoes para ensir.ar primei-
ras letras em um engenho 20 leguas distante des-
la praca: quem Ihe convier dirija-se a tratar
com -los Gomes Leal, na ra da Cadeia, casa
n. 50.
Domingos Jos Ferrcira, Tortuguez, retira-
se para Lisboa a tratar de sua saude, e leva era
sua companhia seu Qlbo de menor idade Domin-
gos -los Ferri ira Jnior, o seu sobrinl.o de me-
nor idade Manoel Jos Ferreira Braga.
0 abaixo assignado, com loja de selleiro na
ra Noua n. 19, faz scieule a todas as pessoas
c im quem tem contas de livro, de Ihe apresen-
lar no prazo de 8 dias para serem pagas. Rccife
2 i de fevereiro de 1800.Domingos Jos Fer-
reira.
0 abaixo assignado nao se responsabilisa
por cousa algn que suasescravas puesam com-
prar em seu estabeleciraento desla cidade, para
que pingui m se chame a ignorancia taz o un s n-
le. Recife t\ de fevereiro de 1860.Domingos
J '( / erretra.
-- Bernardo Fernandes Vianna, mudou a sua
aula particular para roa da Cadeia, rasa n. 7,
segundo andar, do 1." de marco em diante.
Chapos
da castor pretos e bramos, dito de pello de seda
prelos, superior qualidade: un casa de J. Fal-
que, ra do Crespo n. -i.
Aencao.
feiles de vidrilhos, ditos de gros<
de cores os mais ricos que se podem encontrar
em fazendas e enfeiles, pata sonhoras de dilTe-
renles cornos o alturas, finos veos prelos de blo-
ne, ricos enfeiles de vidrilhos de dilTerentes gos-
los, cbapos de dilTerentes procos e qualidades
para senhora, ditos de JifTercles goslos para
meninas proprios para passeio e baplisados,-um
grande sortimento de chapeos de castor pretos e
de cores para liomens, ditos de seda Dnos, ditos
de feliro, ditos castor batxo, ditos de prototipo,
ditos do chile os mais finos que se podem encon-
trar, dilos linos, dilos entre linos a 5#, um sorti-
mento de luvas de seda com lindos enfeiles para
senhoras e meninas, ditas de jouvin para homens
e senhoras, meias de seda brancas o pelas para
senhoras dilas de laia, dilas de algodao brancas
e de cores para homens, senhoras e meninos do
ambos os sexos, franjas o litas de seda de diver-
sos goslos. bicos e rendas francez, um sortimen-
to de toncas de diversos goslos equalidades para
enancas, sapalinhos de laa, cordavao o merino
com lindos enfeiles, um sortimento d'1 sapatos
de tranca e laa para homens e meninos, lindos
faelinhos de, diversos goslos e qualidades para
enancas se baptisarom e oulras militas francozas
n inglezas que a vista dos compradores sero pa-
tente todo por preco rasoavel, aura de agradar
os froguezes.
Vende-se um cabriole! patente, vin lo ha
pouco de I'iancn, com um cava! i ellentc,
tudo por preco commodo a tratar na rocheira
do Sr. Jos Hygino de Miranda, ra de S. Fran-
\ ende-se ou permuta-so por casas terreas nes-
ta praca, um grande sitio no lugar das Curcura-
nas, o mais bem plantado daquelle lugar, coru
uns de SO [es de coqueiros, a maior paite de
desfructar-se, com grande terreno para piantaco
de rojas etc., urna gran le campia com muito
|iaslo, que admille constantemente suas 50 cabe-
cas de gad i e raai*, lem mais o dito silio urna
hera cercada de lunao, com muilo boas laran-
geiras c oulras fructeiras, lem um grande pdgo
enaple pretos e 1"e tem agua iodo o verao para o gado, e muio
peixc ; finalmente lem todas as proporeoes para
susli nlar-se urna grande familia sem muilo cos-
leio, e o lugar o mais enxuto daquellas Ierras,
tornando-se muilo sadio, pois seu dono logra
saude. e o possue a perto de 30 annos, e lao s-
o vende pelo seu estado avancado de ida*
de, e sua familia residir do Recife quem quizer
fazer negocio, dirija-se a Feralo de Fre tas Ta-
vares, morador na ra das Bar reiras, freguezia
da Boa-Vista desta cidade, que esl autorisado a
fazer qualquer transaeco.
cisco.
Mantelete
s.
Ao meio dia em ponto no armazem do Sr.
Araujo no Forte do Mallo, o referido agenle
de letO. 0 olBcial maior interino,
I.uiz Francisco de Sampaio e Silga.
Novo Banco de Pernambuco.
Onovob-inco de Pernambuco reco*
llie as notas de sua emissao de 1< ,s' e dt
o vapor Tocanlins, commandanle o primeiro
lente P. II. Doarle, espera-sc dos pottos do
su 1 em seguimeulo aos do norte al o dia 29
do correnle mez.
Recebc-sc desde j passageiros, fete de d-
nheiro e encommendas e engaja-se a carga que
raria'dfazendli'de Pernambuco' 17 de"fevere'r'o vnP"r poder conduzir, sendo os volumes dos-' vender porconla de quem perlencer e em lotes
pachados com antecedencia al a yespera de I vontade dos compradores
sua ebegada : agencia ra do Trapiche n. 40. [Cabos, polcame, massatne e mais aprestos para
rara Lisboa.
Pretendo sabir com brevidade a barca Tejo,
por ler parle do seu carregamenlo pnunpio, para
o completo do qual recebe carga a frete, c tem
0, e pede aos possudores dis mesraaf boas accommodacoes para alguns passageiros :
o tavor de as virem trocar no seu es- 0"cm preicnder urna, ou oulra cousa, se pode
entender com os consignatanos Aiuonm Irmaos.
roe da Cruzn-3, ou como capitao Jos F.iuigdi
Ribeiro, na praca do Commercio.
x^&vii&m&896zm&&m-m$
Lices de francez
m
Hannetot %
licoes de H
piano.
Mademoiselle Clemence de
de Manncville continua a dar .
francez e piano na cidade e nos arrabal- ji-
B des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar. s
mmm w&m $mm *?m mssm
. O abaixo assignado, residente no terctiro
andar do sobrado n. 58 da ra Nova, acha-se no
exercicio de seu magisterio, ensinando primeiras
letras, latim e francez. e contina a receber altim-
crptorio, das 11 horas da manhaa at
as 2 da tarde.
CoiikcIIio n o conselho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra, em eumprimento 80 ail.
'22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852'
faz publico, que foram acceilas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para fornecimenlo do arsenal de guerra.
los Rodrigues Ferreira200 nudos de sola a
4g320, :! arrobas de estando em verquiobas a li-
lira a 730 rs., 2 libras de reros azul ferrete a li-
bra a I5>. 5 O pomas de ganco para escripia o
rento a I$280, 100 macos de obreias o ma^o a
0 reis.
Manoel de Azevedo Andrade50 arrobas do
cabo d linho para lacos de peca a libra n 15900.
Jol i Jos d i silva:{2 libras de linha prela da
meiada a libra a novello de n. fin, a libra a IgGOO.
O conselho avisa aos mesmos vendedores ci-
ma que devem recolher os gneros comprados no
dia 27 do correnle mez s 10 horas da manhaa.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
pira forneciinento do arsenal de guerra, 22 de
eiloes.
Quinta-fira 1* tic marco.
O agente Boija far leilao em scu armazem por
despacho do tllm. Sr. Dr. juiz municipal da se-
gunda vara e a requetimento do testamenteiro e
inventariantc dos bens deixados pelo finado vi-
gario Joo Antonio Torres, da casa terrea n. 28
sita na ra de Molocolomb freguezia dos A loga-
O monrionado agenle no dia cima designado
o pelas 10 horas da manhaa no seu armazn da
ra do Vigario n. 11, vender para ultimar a li-
quidaco da cxlincla sociedade de liaeo e teci-
dos de algodo
s terrenos que anda existem por arrematar cm
um dos quaes se acha urna morada de casas
com frente para a estrada de Joao de Barros,
tudo conforme a plaa em poder do referido
agente e que pode servisla pelos pretndanles
a qualquer hora do dia no dito scu armazem.
rcirn de 1860. Francisco Jnaguim Vertir dos, a qual tem 5 jnnellas envidracadas e portao
Lobo, coronel vogal secretarlo interino. ao lado, 50 palmos do. frente e 80 de fundos, 4
Avisos diversos.
salas, 7 quartos, cosinha fura, copiar ao
quintal murado, cacimba, lauque, portao
ado,
para
CoitsRlho uliiiinistralivo.
O conseibo administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, lem
seguintes:
Pare o policio da presidencia.
100 libias 'je vela- estearinas.
rara o hospital militar.
Bolea de damasco bran.-o para o arrelicario 1 ;
dila de dltorOXO para os santos leos 1 ; loalhas
de biioi liso para forro do aliar 2 ; coberla para
0 mesmo 1 espanad ir 1 ; apagador e vara para 'i'"; h""'"-'""' ." '"" .
as velas 1 ; maftislergio para o altar 4; sangoi- Os prelendenles poderao examinara supra
nhos para o calix 4; c .rporaes 2; amiios2; na-!' enoonada casa, tendo rogar o leilao n
niuhos para cobrir as galhelas 4.
do, declara ao publico que a matricu-
a de sua aula se acha abei ta, e que os
trabalhos lectivos da mesma prncipa-
ro no da o de fevereiro prximo fu-
turo. 0-: interessados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Coclho
t DENTISTA FRANCEZ. 3
> Paulo Gaignonx, dentista, ra das La- 5
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
p dentifico. ^
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire-
do quelra annunciar sua morada ou dirigir-se
livraria da praca da Independencia,que se preci-
sa fallar-lho.
: Precisa-se de urna ama : no pateo do Ter-
Talmas de grosdenaples proles bordados e ri-
camente enfeilados, ditos de blond e guipuns
prelos, por preco mais commodo que cm oulra
qualqui t parle : roa do Crespo n. 1, casa do J.
Falque.
Casacas prelas,
sobrecasacas, palilots e calcas de diversas qua-
lidades para homens, por preco muilo razoaveis,
casa de J. Falque, roa do Crespo n. i.
Gramil' sortimento de espartilhns para so-
nhoras a 3 e4^ cada um; ditos pan mininas a
l~. em casa de J. Falque, ra da Crespo n. .
Vendc-sc o deposito da ra da Sania Cruz
n. 76 : a iralar na rita alraz da matriz n. 2*}, -pa
daria.
Charutos.
Suspiros, guanabaras, Iriumphanles, napo-
leues, lanceiros, parisienses a 53 o cenlo, pane-
lellas a t%, favoritos e apraziveisa 3jj, e diversas
marcas para 2gk, no Centro Commercial, ra da
Cadeia do Itecito D. l, loja de Jos Leopoldo
Bourgard.'
Cigarros.
Superiores cigarros de papel e palha de milho.
no Centro Commercial. roa da Cadeia do Recife
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Iscas
e phosphoDS para charutos, machinas para tirar
fogo, e uniros nioiios objectos para fumantes :
no Centro Commercial, ra da Cadeia o. 13.
tetro.
Venliam ver para crer,
A 100 rs. a libra de presunto de fiambre, o
qual se vende no trapiche a 500 rs a libra, a 15
a ain)ba de batatas hamburguezas, desembrca-
las lioulem, a 6$500 a arroba de amendoasde
ca--ca nnde, a l|50 a duza de garrafas de cer-
N do urna das mais acreditadas marcas, a
IJiOOO cada queijo fiamengo, cojo cu.,to no trapi-
che de 2} cada um.
Milho o farelo.
Vende Jos t.uiz de Oliveira Azevedo, no sc-u
armazem na travessa da Madre de lieos n.
Jos Antonio Gomes Jnior faz publico quo
ensina escripturacao mercantil por partidas do-
bladas, de accordo com o proscripto pe|0 nosso
Cod. Com., segundo a obra que acaba de
car : a quem convier, compareca para se matri-
cular, ni ruado Destino, casa dfrunte do hospi-
lal nnhtar, junto da Mrica de chapeos, de ma-
nhaa al as 8 horas da larde, das s 6.
=: Precisa-se de urna ama forra ou captiva
no bolequimda roa larga do Rosario n. 27
M. A. Caj &c. arigam ao respeitarel cor-
commerciu desta praca e a seos froguezes
|ie deixou de ser caixeiro de sua casa desde o
da 2 do cnente sfi horas da larde, o Sr. Je-
zuino Francisco das (.bagas.
1 "ogio no dia 15 para 10 do correnle, o pre-
to Antonio, naco Angola, ps apalheta los, esta-
tura baixa, representa ler 80 aunes de idsde
lem as coilas duas ou lies marras de chicote'
algumas de bexigas, levou comsigo mea camisa
de chita, e calcas escuras; ulga-se andar nesta
praca, ou ler seguido para Pedias de Fogo: ro-
ga-se por lano as autoridades policiaes ou capi-
laes de campo para que o appreheudam e o levem
a ra Direila u Od, ao Sr. Benjamn FUnklin da
Cuuha Torreo, que ser bem recompensado.
Curso de inglez.
-lineas Bruce participa ao publico dteta cidade,
que lem aberlo um outro curso para principian-
tes, desde as 0 at as 7 horas da noite: na ra
do Oueimado n. 20, primeiro andar.
= Jos Gomes da Silva faz scienle ao corpo
de commercio e a quem mais inleressar possa,
que comprou a taberna a Manoel Bernardloo Al-
ves, e por isso iodos os senhores eredores dove-
rao a presen lar suas coritas no prazo de tres dias
para seren pagas, lindo os quaes nao se respon-
sabilisa por qualquer cunta que Ihe apresenlarem
llecif.. 18 de fevereiro de 1800.
= No dia 15 do correnle Rigi um escrevo cri-
oulo por nome Benedicto, moco, baixo, e grosso
do corpo, quando falla gsgoeja : recommenda-
se as autoridades policiaes e rapiles de campo
a apprehenso do mesmo, dirigindo-se a roa do
Crespo, luja n. 10, que serio gencrosanieute re-
compensado.
Velas.
Precisa-se
ro, p>n luiiioi liiiciiio ~; -----:----- -- i-------- i-----i ^^ rrucisa-
de comprar os objectos r"a do Gerimum e 4 quartos para escravos no de um menino portuguez ou brasileiro. com pra- c0 n 20.
luido do quintal. tica ou sem ella, para caixeiro de urna taberna!' Precisa-se alugarum moleque que coziuhe
Assjmcomo \sSST
Precisa-se
1")!7 oitavas de prala em diversas obras, como
sejara um faqueiro de duzia com colheres pe-
queas para cha, 1 pardo caslicaes e 2 salvas,
a tratar na ra do Queim.ido nu- o diario de urna casa de familia : quem o tiver,
quelra deixarnola ou indicacao de sua residen-
cia as lojas ns. 0 e 8 da pra#a da Independencia
para ser procurado.
pa-
Impcrador n. 15 fs 11 horas em ponto.
Quem quizer vender laes objeelos aprsente
as suas proposlas em caria fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 20 do
correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 22 de
fevereiro de 1860.Denlo Jos Lamenha Lia,
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secretario interino.
Pela nspeccBo da alfandega se faz publico
que no dia 27 do correnle, depois de meio dia,
se ha de arrematar em h sta publica, sendo Ken,e BurJa tornado por urna pessoa que
atante 70 relira para fora da provincia, far leilao em
Terca-feira 28 do corrente.
de urna ama forra ou captiva para os servicos Je
urna casa em Beberibe, de pouca familia : "a tra-
tar na ra do Queimado n 43.
Ensiio particular.
O abaixo assignado, residente no terceiro an-
dar do sobrado n. 58 da ra Nova, contina no
Precisa-se alujar um sitio que
nao diste mais de legua e meia desta
piaca, o qual tenlia lugar para oceupar
mais de 8 captivos, ese tiver pasto para
! vaccas mellior sera', podendo o arren-
exerciciode seu magisterio, ensillando primeiras i i
letras, latim e francez, e tambem admille aluin- lamento comecar agora ou era maio,
conforme agradar : a quem o tiver para
arrematacao livre de direitos ao arrematante 70 ou ,c"'" F."" "" u" provincia,
barricas e 92 barris com sardinhas, marca A & C seu "*"" r"a,d ImPe"dor n. 15- do toda,
em estado de avaria. proceoVnles de Lisboa no a mob,1ia Perlenccnle ao dito senhor, a qual
patacho Unin, e abandonados nos direitos por
consta-le ricas ea dei ras de jacaiand, consolos
I.uiz los da Costa Amorim. Alfandega, ^Vde c?m lamP0S d-'Pcdra, mesas, camas, apajadores.
cveieiro de 1860.-O inspector. BentoJos Ftr- i v,dros' appareihos para almoco e janlar, guarda
, __ I CAtinio al/ kin n mitia i..irlz ncaa rio P.li t coi ni
uanaes Barros.
Avisos uiaritimos.
Para a ilha de S. Miguel segu com brev
-
roupas etc., etc., e mais perlences de casa, assim
como urna infundado da objectos miudos que se-
ria enfadonho mencionar.
Na mesma occasiao.
Sero vendidas duas escolenles escravas de
nos internos.
Deseja-se effeetuar o contrato de urna pes-
soa para mostr de meninos em um engenho
prximo villa do Cabo : quem tiver aptidao
necessaria e quizer tomar esse encargo, pode di-
rigir-se ra da Scnzala Velha n. 100, ou casa
do Dr. Barros, juiz municipal, no caes de San-
Francisco.
Precisa-se alugar annualmente um sitio
pcrlo da praca, preferindo-se no Hospicio, Sole-
dade, Caminho Novo, principio da estrada de Joo
de Barros, ou travessa de Joo Fernandes Vieira :
quem tiver annuncie ou dirija-se a ruadas Cru-
zes n. 41, segundo andar.
Um moco que presta llanca a sua conduc-
ta, offerece-se para caixeiro de loja de fozendas,
de calcado, ou armazem de assucar, c par co-
branzas nesta praca : quem quizer annuncie ou
dirija-se o ra Nora, loja de ouriyesn. 4.
alugar, podendo, dirija-se a praca da
Independencia n. 6 e 8.
Precisa-se de um moleque para
servico de urna casa de pouca familia :
na ra da Cadeia n. 41.
Precisa-se de urna ama para todo o servi-
co de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra da Cadeia, loja n. 45, esquina da Madre de
Dos.
Deseja-se alugar um prelo escravo para
servir em um sitio : a tratar na estrada de Joo
de Barros, silio da Exm." Sr." viscondessa de
Goianna.
= Precisa-se de um caixeiro paia laberna, que
d fiador a sua conducta : na ra Direila n. 12.
Conrado Schworlz relira-so para orn do
imperio.
Agulhas francezas a 200 rs. a caixa, clcheles
em caitao de 2 carreiras a 80 rs., ditos de 1 car-
reira a 00 rs., pentes de borracha para alisar a
COrs., dilos de palmo proprio para pontear
cabello de senhora a I5IIOO rs.. dilos do traves-
sa para menina a 800 rs., figuras de porcdlana
para mesa a 1J280 o par, ricos en feries de vidri-
lho prelos a 29500 e 9$, ricos lencinhos prelos
com bordado do vidiilbo c fianja pola beira, pro-
prios para cabeca de senhora a 5j, agua de flor
de laranja a -00 rs. o irasco, ricas luvas de lor-
;;al coro vidrilho a 2j, litas de velludo a 500 rs. a
peca, tranca prela com vidrilho a 320, 40'.) e 50o
rs. a vara, ricas litas lavradas de saija a 500, Od
e 1{}, latas rom banha francesa a 010 rs., estra-
tos finos a 500. CO e 800 rs., filas de velludo de
2 dedos de largura a 000 rs. a vara, dilas de 3
dedos a 800, cartas francezas tinas a 320 o bara-
Iqo, agua de colonia iir.peratriz Eugenia a 800
rs. coral verdadeiro a 320 rs. o mago, pulceiras
do coral a 49, franja para cortinado com bullas
a 39500 a peca, alunlos proprios para segurar
chapeo de senhora a 2i0 rs,, rends a 500 e 600
rs., ricas toucas para baplisado a 2?, bicos a 00,
80 e 100 rs., manguitos para luto a 2-J, dilos
brancos a 2?, fita com clcheles a 320 rs. a vara,
franjas de seda a 160, 2t0, 320 e400rs. a vara,
alem desles objeelos lem oulios que vendem-se
muito barato, o Jao-se amostras de qualquer ob-
jeclo, e nunda-se levar qualquer amostras : na
ra do Crespo n. 5, loja de 3 portas.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro
dos Srs. Manoel do Amparo Caj & C, desde o
dia 24 do correnle ; pois vem assim agradecer
aos mesmos senhores o bom tratamenlo durante
o lempo de 0 annos incompletos que teve em
sua casa.
Jesuino Francisco das Chaas.
Precisa-se de 200$ a juros, com hypotheca
n'uma escriva : na ra do Hospicio n. 13.
Vende-se urna mulata le 86 para 28, que
engomma o lava perfeitamenio, cose o cozinha
soffrivel : na ra da Imperalriz n. 77, fabrica de
charutos junto a matriz se dir quem vende.
Vendem-se caixss com velas de espermacelc a
GiO a libra, a relalho a 080, doce de goiaba a 13
e l;i2il o callao, vinbo do Porto engarrafado
fino a 800 e lj} a garrafa : por baixo do sobrado
n. 16, cora oilao para a ra da Florentina.
Vende-se a taberna n. 1 1 da roa do Pilar :
a Iratar na mesma, ou no primeiro andar.
Substituido tic cogitme.
O alferes secretario do oitavo bahlho de in-
j fal3iia de priii.eira liulia Luiz de Ouoiroz Cou-
linho, faz scienle as pessoas de seu conhecimen-
to, c as de mais que convier possa, que seu ae
lual nme 6 I.uiz de Queiroz Wanderley d'Ala-
goas, cuja esoluco toniou por ter no exercilo
um seu irmo daquelle nome e 110 mesmo posto,
e obstar quaesquer duvidas que no futuro appa-
recessem em prejuizo de ambos.
Sitio para alugar.
Aneada-se um sitio 110 Caldeireiro, entre os-
do Srs. Dr. Alcoforado c llabello, com escolen-
le e fresca casa de morada, bastantes larangeiras
e oulras fructeiras, todas carregadas de fineta,
a melhor agua de beber quo ha naquelles luga-
res, excellentc baixa de capim, e porlo para c
rio, alem da casa de morada tem outra casa com
sala e 2 quartos, e mais cocheira, estribara,
/piarlos para feitor e prelos : a entender-se com
Candido Alcoforado. ra do Amorim n. 50, ou do
mesmo sitio, das 6horas da tarde s 7 Ii2 horas
da muaa.hj
Permuta-sc um sitio na Boa-Visgem, por
urna casa nos Afilelos, cuje silio tem casa d?
taipa e lera cenlo e lanos ps de coqueiros e ou-
tros arvoredosde ruclos, e Ierra para qualquer
piantaco qne pode oceupar 4 escravos : a Iralar
na ra Direila dos A fugados n. 46.
Attenco.
Constando que alguera annunciou para vender
a casa terrea n. 28, sita na ra de S. Miguel do*
Aogados, previne-se que ninguem faca negocio
algum sem que se emenda com os cinco eonse-
nhores da mesma.


DIARIO DE PERNAMBCO. SEGUNDA FE1RA 27 DE FF/VEEIRO DE 1860.
i tt; -
M E T &o DO W
DO DR. CI1ABLE
MEDICO E TROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
?ARA O TRATAHESTO E FkSIPTO Cl'RAUVO
DAS ESFERM1DADES SIIWAES, D.N T DAS AS AFFI CCOES
Cid-ufo It> TpiToChablc.
Xarojie mui preferivel lo
Cojiali lia e as Cube-
tU, CUPJ i'lillli il:llail.( II-
te qualqmer purgarlo,
relx.co e drbilidaJe, e igualmente fluxos e
flores brancas da> mullirivs. lujce?ao de
ChH<>lc. Esta injetqt benigna en:prega-se mes-
mo lempo do x.rope de cilrato de ferro, urna vez
de manta, e urna vez de tarde durante tres das;
Ha segura a cura.
Cl'TANPA&l VIUl'i E ALTERACOES DO SANCIE.
PLUS Dt
COPAHU
CEPHATIF
dh SAIVG
Pcpiirulit o de *un:itr.
Xaiope vegetal rm imt-
curio, o nico condecido
e approvario para tur: r
con i i'nipi-il; e radi-
calmente inipigeii?, |u-'u';i<. btrpes, sarna, co-
mis*, acrimonia e alterscoes viciosas do san-
Kiie ; viiuf, e qualuuer alltio venrea. Ba-
nl.o* niinerueM. Ton.o-se dous por semana, se-
liiindo o iraiamenlo depuialivo. Pomudu un-
lierpetica. He um tllWto maiavilhuso as af-
n, oes cutneas e couiixes. .._.
Hc'i>*rrhiiIiMi.Pomada que as cuaa mi 3 das.
O deposito ni rua larga do Ilusorio, botica de Uartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
LI(0ES FlUTICAS
ESCRITA COMERCIAL
Por partidas dobradas
m
mmmm \ sicco
ou
E DE
filHTIMTOA
Presso do ar, sera molas nem ligaduras.
15Rua Nova 5
Ra Novan l5,60iiWoandtty.!1mK^fiAHgRcirur*So*ont*la' "" ***i*w com nm pe,,e,ao
n. I'oiiMcc.'i IcTIctlriroN, escriturario da l\ftw*^ ~ w~ ..i _
Ihewuraria de fazendadesta pruvineia.compcten- UCIUCS UniCYlClVllOS COHl gCUgi\aS
teniente haliililado pela directora de insliuecao Letubrando ao respcilavel publico que j conhocc a suporioridade do seu trabalho, que =endo
publica para leccionar arithmelica nesla cidade, (odas as suas obras exceuladas debaixo de principioscertOS, ubtem sempre o resultado almelado o
lera rosolvido juntar, como complemento do seu que nao acontece a muitos queporsorem pouco habilitados na arte traballiam s as apalpadella's e
curso pralico do cscriluracao por partidas do- [ bradas, o ensino de contabilidad) especialmente
na parle relativa a redueco de moedas ao cal- I
culo de descontse juros simples e composlosi
eonhccimenlo in speusavel as pessoas que de-
seiam emprevar-se no commercio ou que j se
acham nellc eslabelecidas. A aula ser aberta
| no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas
ja noite ; e as pessoas que desojaren) matricu-
j lar-sc podero deixarseus nomesem casa do an-
nunciante at o mencionado dia.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, o que se
preste a comprar e a sabir a ra em objectos do
servico : ua ra larga do Rosario n. 28, seguudo
andar.
Na livrara n. 6 e 8 da praca da
[ndepenccia, preciza-se fallar au Sr.
Joo da Costa M.travilha.
Roga-se aos Srs. deveJores a firma social
Je Leite & Correia era liqu'wlacao, o obsequio
do manilar saldar seus dbitos na luja i! a ruado
Queimado n. 10.
rtgenciii dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Senzala Nova n. 52.
Compra-se um sobrado de um ate
\ andares: na praca da Independencia
o- 22 se dira'qtiem compra.
________Vendas,________
Ra do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Ainda restara algumas fezendas para conclu-
ir a liquidarlo da firma de Leite & Correia, as
quaesso venJcm por deminuto proco, sendo en-
tre outras as seguintes :
Magos de meias cruas para homc-m a 1*600
23000
im
POR
OVIDIO DA GAMA LOBO.
Um ntido yol. de 300 pag. em 8' Franci.z.
45000
3S00O
-i?000
2C00O
500O
1800O
25000
I
ir- Por seus pretendidosi crimes e mbito ,.nas para. ealUarem suas ideas scliimalicas prova-so o,
llll fVOVI Pfl RPllirPlln^i / KpIoJPQI iJohuston&C, ruada Senzala Novan. 52. constrangimei.lo de Clemente XIV expedindo o breve de extinecao da companltia. c que ella fui. e suP*'nor '1"-'-' ^,
-lLltl. .WTU; ^l.4 XJl SU. ^VV/11 CIO l U^I*l ra Nova n. 8, loja.
SOB A DlRXClO DE E- KERVVND
Este liotel collocado no centro de urna das capiaes imporlanies da Europa, loma-sede grande
Valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commoJos e confurtavel. Sua posicio
urna das melliores da cidade, por se adiar nao s prximo s estaces de carainlios de ferro, da
Alleraanha a Franja, como por lera dous minutos de si, lodos os thealrose diveilimcnlos ; e,
nlrn disso, os mdicos prejos convidara.
No hotel ha sempre pessoas especiaes, fallando o francez, allcmao, flamengo, inglez e por-
uguez, paraacorapanhar as lourislas, qur em suas excur^es na cidade, qur no leino, qur
ro lommudo : procure na ra da Pcnha n. 23,
segunda andar, que se far negocio.
Ur. Cosme de Sa l'creiia|^!
Tem massa adamantina, agua a pus dentifricios.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------: Ditos de ditas de cores
I
Ditos de dilas cruas muilo superiores
Ditos de ditos para senbora
Diasde ditas muito finas
Corles de calija de raeia cssemira
Ditos de dilas de caseraira de cores
Ditos de ditas de casemira preta a 5 e 65000
Brim (ranqado branco de linho fino
, vara
Cortes de colele de gorgurao de seda
Pao preto lino, prova de limao 3J e
Grvalas de seda preta e de cores
Rispados francezes, largos, cores fixes
coalo 2C0
Chitas francezas largas fins cavado 1-O
Analysa-se nesla obra o papel da companhia nes diversos paizes donde foi expulsa ; deseo- Ditas estrenas 160
!"! ,:l"^-""?:dlP.el^p^lS1'hismo' Pela 'li.!ica e P*>Jm*w para desuui-la, nao pliscados decassa de cores lindos padrSese
280
248
va-
2C00O
200
i '
240
E' um brado em favor dos Jesutas, entre nos ainda lao injn-tamenie julgado?, e que na-co Challes de laa bordados de seda um 29000
nviccao intima de qnesoa causa a da justica, do pontificado e da religiao. Grodenaple preto, largo corado 1SSC0 e 2. 00
Seda, e sarja lavrada 15800 e 100
terdadeiro mariyiio.
Pessas decassa branca brdala com 8
Contmua-se a preparar bandejas enfeiladas nuaU n>nnt> :_:...:.i.j t .-i r i
de diversos gostos, com bolinhos dos mais pro-1 Deus nao periantio que a imquidade fnsse commetlida sera firar gravada em documento- ras por
curados c dos mais perfeilos do nosso mercado ; e irrecusayea 5 esles documenios, que tanto se esforzaran por supprimir os nimigos da com- Tiras bordadas
assiu como pudins, bolos inglezes e francezes, ejpanbia, fclizmcnie poderam ser conservados, e tem anparecido ltimamente na Fiama em diver-
taliona massa os mais perfeitos, e tambem as j.5as obras, que confirmara a opinio que ainda formara dos Jesutas os hornens mparciaes e qus
be lassraiigas cilill.ozoa para o lempo do cama- n5o s5(J ad g A (olra< lal, e una porrao de doce de caj socco porpre- "
Cambraias lisas muito finas p;ca
Ernestinas de cores para vestidos covado
da co
pontif
Assigna-se no escriplorio desle Diario, ra das Cruzes.
mfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3?200 4-7000 ) vifde volt? de sua viapem instructi-
ordia. l5S?__ ,-____ .
por dia.
= Precisa-se de una ama de leite, e paga-sel Prccisa-se de um criado que de fiadora si
bora alraz da matriz de Santo Antonio, sobra-j conducta, para casa de hompri solleiro : quem I !rU. braflm bor,lados Para bPsadc 5* 00
5 I dinlio de dous andares, no segundo andar.
,," .. .. ... 0 _.. _, .^.5 ti va atiuropa continua noexcr-t;
Uuranteo aspaco de oito a dez mezes, ah residirn) os l-.xms. brs. conselneiro bilva rer-: *_:;, jp -. r,.r ,r ^ ; Alnga-sr a luja da casa da ra
ar. esliver nratas circumslancias, difija-se a ra da Veos bordados para chapeo
r. Impera-' Cadeia le,Sanio Antonio, sobrado n. 25,segundo Entre*meios bordados
andtr, boje ra iln Imperador.
DrFORG
Este xarope esl approvado pelos mais eniioi ntes mdicos de Taris,
__Icomo sendo o indhor para curar constipsfoe^.U'Sse convulsa e outns,
tuecfOes dos braacUios, ataques de peito, irrit-c^-s nervosas e inaomnolencias: urna colberada
pela inaiib, e outra nuite sao sullicicntes. O ttteito d lempo o doenie e o meJico.
O dsposito i na ra larga do Rosario, botica de Darlholomco Francisco de Sotiza, n. 3C.
NICA, VEHDADEIRA
GiTiMA.
SALSA PARML04
DE
FOLIHMIS IMlt 1860.
. Molestias
(icito ;
. .Molestias dos orgacs da era-?t
cao, e do antis ;
. Praticara'toda e qualquer^ PastilhS Vegelaes Je Kei ID
i,; opeiaruo quejulgarconvenien-gc
.\$ te para o resto bel ccim 111 to do?K
Inde- <"f ,v>
|>im_ Jl seu$doente$. ^
...is_ la o ex
:\arae das pessoas que o con-
^trdas;fazendoexcepcaOOSdoen-^| Garantidas como puramente vegelaes,
i ,'i <-tesduollios, ou aquelesque poi-Ijfi daveis vista,doces ao paladar sao o
. Remedio sern igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminer.tcs como remedio infal-
livel para curar eseropliulns, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do figado, dyspepsia, debili-
dade gcral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e etupcoes que resultam da impureza do
sangue-
CAUTELA.
I). T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imilacoes da Salsa Parrilha de Brislol que
boje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao ellos os nicos propiielaiios da receila
do Dr. Brislol, tcndo-lhe comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua prepararao acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciavcis co-
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
qui/.erem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servaros seguintes signacs sem os quaes qual-
quer oulrapreparago falsa ;
1" O envollorio defora est gravado de um
lado sob urna chapa de ac, trazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOLK AGENTS
N. 09 Water Street.
New York.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. llristol em papel cor de rosa.
4o Que as aireres juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhante a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Babia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pornambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Tiaspasse-se o arrendamenlo de um En-
genho muilo perto da praga, vende-se urna par-
lo do mesmo Engenho, uraa maquina a vapor,
umi destilacao nova montada de um tudo, 22
bois de carro, 6 quarios, e outros objectos:
tracta-se na ra do Queimado n. 10.
3- Constan-

teniente
tro^am-so, compram-se evendem-se escravos de
ambos os sexos, de lodas as idades e cores com
habilidades e sera ellas e todo este negocio se
faz debaixode todasinceiidade : na ra Oircila
numero 66
= Quem tiver para arrendar um sitio em dis-
tancia da cidade urna legoa, ou lcgoa e meia, e
que se preste a plantarles, aununcie para ser
procurado.
Procisa-se de urna ann rom bom leite, tao
somonte para dar algumas vezes no dia, para cu-
j fim se ajustar as horas em que deve ser: a
tratar na Boa-Vista, rua da Santa Cruz n. 66 ;
em Santo Antonio, rua Nova, segundo andar n.
39 ; eno Recife, no Forte Jo Mallos, prensa nu-
mero 14.
Eslao venda na nvrnria da prara da
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860
pressas nesta lypograpbia, dasseguinles quali- 1 -h
dades : V^sultarem sera' feto indistincta-
FoLIIIMIA RELIGIOSA, conlcndo, alm do ^ me,lte. e ordem de suas en-
kalendaiio e regulamento dos direitos
rochiacs, a conlinuaco da bibliotheca
Crislao Brasilciro. que se compoe: do lou-! '(^ mt.iivojustoobliverrin hora mar- V
vor ao santo nonio de Dos, coroa dos ac- I ^ca"a para este fim.
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e 5/ A applic.icao de algnns medica f,
a N. S., a imila.au do de Santo Ambrozio, aumentos indis*rens:ves em varios7
jaculatorias e commemorarao ao SS. Sa- I acasos, como O do sulfato tleatro- %
sera' 'eilo.ou concedido B
<^gratuitamente. A confanra quefi
dividido pelos das aa semana, obsequios' if\ >i 1 1 '
ao SS. coraco de Jess, saudaces devo- M ',L'".eS dtP^'ta, a presteza de su
tas s chagas de Chrialo, oragoes a N. Se- ^a.C(>uo' e a necesaidade prompt
nbora, ao patrocinio de S. Jos c anjo da
guarda, respondo pelas almas, alcm de
outras oraces. Puco 3 rs.
coulra as lombrigas
jaculatorias e commemorarao ao SS. Sa- SgcaSOS, cor
cramcnlo c N. S. do Carmo, e.\eri icio da ''^niiii (.f,. \
Via-Sacra, directorio para oraco mentalj ^ gratuitan
OlTA DE VARIEDADES, contando o kalenda-
o, regulamento dos direitos parochiaes, e
urna collecrao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer
e ir
approvadas pela Exm.a inspccco de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
gicne publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
agra-
rcmedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
seasnem sensacoes debilitantes.
Teslcmunho exponlaneo em abone das parti-
Ibas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. rort Byron
i 12 de abril de 1859.9 Senhores. As paslilhas
| npaz padeca de lombrigas, exhala va um ebei-
a i?/ 'O ftido, tinha o estomago inchado e continua
a g* 1 comicho no nariz, tao magro se poz. iiue cu
seu emprego; tudo quanto o '$h ',(mia perde-lo. Nestaa circumslancias um visi-
ern beneficio de seus^ nhomeudisse que aspasti|has de Kemp tinham
doentes ''\ :r"^ Slla ""'a. Logo quesoube dis?o, com-
.^a- v^^^^^f&t^r^r ',roi 2 "idros de paslilhas o com ellas salvei a

1*280
200
ff&

npie r
Establecida cm Londres
m m
CAPITAL
I GMSDEE VARIADO SI ESI
DE
R
.tlUlatii ilto
vi
!
, -:.- -
Utl
mu.
a c armazem
DE
Kdem
rrecisa-se de urna ama
f!^& i vida de meu filho.
de leite,
queotenlia cm abundancia, que seja
bem sadia ede bons costumes : par;a se
bem. Dirij'
Sou de Vincs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio 11. 36 Cold
Cinto siUUks *lc liaras
eslcvVinas.
Sauuders Brothers 4 C." tem a honra de In-
forinar aes Srs. negociantes, proprietarios de ;
asa;, eaguemmais convier, que otan pli na- i
mente autorisados pela dita companhia para
ellectuar seguros sobre edificios de tijoln epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverftm os mesmos edifi
quer consista em mobilia ou emfazendas d^
qualquerqualidade.
O abaixo assignado declara a quem inters-
sar possa, que a casa da rua Direila dos A toga-
dos n. 21, que estar para ser arrematada, os
ulencilios e lomo da padaria eslabelrcida na
mesraa eslao sujeitos estes ao pagamente de rs.
2283, que se devera di alugueis ao proprietario
da mesma Antonio Jos \ ;i/. Salvado, da vilh do
Cabo../o-' Joaqun da Cosa Uacicl.
Precisa-sede urna ama para cozinhar e en-

Na rua do Queima-
do n. 46.
Ricas sobrecasacas
:
.* .
:
fino prcl ;
{irse a' praca de Pedro II Sireet pelos uincos proprielarios D. Lanman e
jr de cultura, e preservativo de arvores (antgo paleo do Collepio) n. 57 segn- K?mP> droguistas por atacado em New York,
rucios. Prego 320 rs. ,fo c tere- ro ailar Acham-se venda em todas as boticas das
_____-......... Precisa-so. de nn. ama livre a Icipacs cidades do Imperio.
1TA DE rORTA.a qual, alera das materias do n ~ ?iS*L ^ ffii!" T *"*'
para casa de pouca lamina : na rua da lrempe,
dos direitos sitio numero 2.
coslume, contera o resumo
parochiaes. Preco ICO rs.
..;,.. :j :.
Altenco.

r?
-
t vi ->.:;
Altenco.
J Curso pralico o Ineonco do lingua fran- @
@ ceza |ior urna senbora franceza, para dez fe
*,) mocas, segunda e quinta-feira de cada se- fe !
mana, das 10 horas at meio dia: quem fe
$S quizer aproveilar pode dirigir-se a rua da .
Cruz n. 9, segundo andar. Pagameulos ;
adiantados. u ^
v,*rv,*s)*J/vJ *, y ;,_-, ;, .; j^v .-. -:: .. g
Uoga-se aos Srs. devedores do estabele- |
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dtlilos na rua do Col- ^
legio venda n. 25 ou na rua do Queimado loia -J
n. 10. a
Gaixeiro.
Precisa-se de 11 m menino de 10 a 13
annos, que teuba boa conducta, saiba
ler e escrever ; preferindo se um or-
pbaosem parentes e nem adherentes na
cidade : na rua Dii eita n. 45.
O abaixo assignado faz scienta .10 publico, e
com particularidad^ ao respeitavel corpo do
commercio desla praca, que lera admittido ;> seu
socio na loja de ferragens e miudezas da rua do
Queimado n. 47 ao Sr. Antonio Francisco de Sou-
/.a Uagalhaes Jnior, que os negocios da nova
sociedade gyrarao sob a razo social de Hachado
& Souza ; e que corre por conta da nova firma a
liquidaco do activo c passivo da exlincla firma
de Moreira & Hachado. Recife 2i do fevereiro
de 1860.intento l.uiz Machado.
Aluga-seum segundo andar com grandes
commodos : a tratar na rua da Praia, senaria
numero 55.
= O acadmico do 4." anno da Faculdade de
Direito, Krancisco iarnlbo de Sampaio, mtidou
a sua residencia para a rua Direila n. 131, onde
contina a ensinat btiin, estando autorisado pelo
governo provincial.
Xo engenho do Uebda precisa-se do um
feitor quem pretender, dirija-se ao mesmo en-
genho. que achar com quem tratar, 011 a rua do
Queimado, loja o. 39.
Joo Baptista So.-ires Guimaraes vai a Eu-
ropa, cdeixa por seus procuradores nesla cidade
egro contra Fogo
fPANHIA
meipacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 69.
Babia, Germano & C, rua Juliaon. 2.
H l'irnanib.ico,no armazem de drogas de J. Soum
c & Companhia rua da Cruz n. 22.
6 .
a --.- '- : ':- ; '.; ffl a -.> M <- A S> A&gSt& :t
WFi
JJ J Jj
LGDHES
AGENTES
G J. Astley fe Companhia.
Vcuc-se
fe
I DENTES
\ AS&VlflGIAGS. I
Ruaestrciia do Rosario n.3
fe Francisco Pinto Ozorio enlloca denles ar- fe
,5 tificiaes polos Joussystemas VOLCAXITE, fe
; chapas de ouro ou platina, podendo ser @
i fe procurado na sobredita rua a qualquer @
g fe hora.
i &pmQ&Q fefifefefe^St^^.ft
Alugam-se os dous primeiros andares dos
: sobrados i s. 29 e :tl da rua da Praia : os pre-
| tendentes dirijam-se ao armazem n. 7 B.defronle
fe da alfandega, que acharao com quem Irat r.
.- e de corea a 28$, 309c 35?, lambei i le
;: paletots dos mesmos pannos a .:2-- e 24j>,
: paleiols <:c casemira de cores
": bom gosto c finos a 12.^, |J, 16 e 18, di-
los de panno preto i. i i uo a 18$ e -
| 20$, dilos de casemira de cores a 89 e 10?, :
: calcas do casemira de cores e prtos pjun-
; lamente para meninos a 7?, 8?, 9?, 10j| e :'
i 12S, colleles de gorgurao de seda e cas -
g mira a 5$, i'.:: e 7J, palelolsde alpaca pi -
tos de cores saceos a !>, lilos bre<
: i a 71 e 8$, ditOS de brim, de
] fusta o tanto brancos como decores a ',:,
de'ser com fiador idneo, a enlender-se com' Jo- ; ^'r",!o, do, Vc s,''l"s da hrala 11
. bordados do melhor gosto que lem appi- :-
Quem precisar de urna ama forra para ozi- j l''"'io n, ** '^i:,"!'1^ de fil preto
Ai^-.S.. ..... j. r.: cor muito superior costo e minio m, .
nhar, dirija-sc rua do Pocinho, sobrado onde
morn o cirurgio Miguel Fe.licio.
Exislem no sobrado n. 3, do palco Je S.
Pedro carias para os Srs. Jos Eziquio deAtno-
rim Lima e Francisco de Oliveira Coellio.
MiBSfiHM)
para
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanto em barra.
Verniz copal.
Palliinha para marci-
ueiro.
Violtos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zem de C J. Astley & C.
Vllcnco.
.i-mita nnac0vi -smjHn lo auttiii!jii(ii*ciA:
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho distante desta praca duas legoas, vende-se
f' l
g Urna pessoa habilitada para fazer escripturaco
~ mcrcanlil por*parlidas dobradas, offerece-se pa-
^ l ra esr rever em qualquer casa de negocio, ou
p mesmo para caisciro de armazem oudecobran-
cas do mesmo, fiador, tem boa letra, lemal-
J guia pralica do commercio : quem do seu pres-
n-- tin o se quizer utilisar, dirija-so a rua do Pnssoio
glPualico n. 11, loja, que adiar com quem tratar
|ColIegiode Nossa Senhorai
||f do Rom Conselho, rua doi
i

: cor muito superior gosto e muilo
: a20$cadaume 24, ricos casaveques
i cambraia bordados para menino a IOS, li- :
:: tos para senhora a 15g, ricos enfeitcs de >
\[ troco de velludo gosto melhor qm b m
. parecido a IOS e 12.;, e outras muitas fa- -' '
i zendase roupas feilas que com a presen, a :
: do reguez se far Dtente. ]

Casacas paral qoaresi
DE
remedio de cujo emprego se tem tirado grandes
vanlagensem Fronga, como 6 atleslado por m-
dicos Je muita repulaco daquelle paiz ; em Lis-
boa pelo bom resollado oblido as applicacoes ,
feilas no hospital de S. Jos, e affirmado pela : quaniidade dele
Gazela Medica daquella corle, e ltimamente no .'. menos do valor s
Rio de Janeiro, onle foi approvado o seu uso
pela academia imperial de medicina : nico de-
posito nesta cidade, no rscriptorio de Almeida
Gomes, Aires & Companhia, ruada Cruz n. 27.
Preco de cado frasco 49.
Chaves adiadas.
;i Neste mesmo eslabelcrimenlo ha um i
grande smlimento do casaras pretas, as- :
sim como manda-se fazer por medida a von- : i
:; lade do reguez, escolhendoos mesmos os .:
'.] pannos a seu goslo sendo os procos a 35g '',
Camisas inglezas
W No mesmo estabelecmeulo acaba de cb '
.! gar um grande sorlimento das rerdadeiras :
'f- camisas inglezas peilos de linho com prrg .
: largas, ultima mo la, por ler-se mui'
rminou-se a vender pa
;.
sendo a duzia a ', '.
Vendem-se fogoes de ten i econmicos, de
patente, para casas de familia, eonlendo i forna-
lhas, e forno para cozinha com lenha ou carvao,
ptima nvencao pela economia le gastar um
@ Hospicio n. 19. |
:- Precisa se de Ires criados que doem fia-
i$ dor sua conducta, sendo 2 para copeiros ^
@ aos quaes so oficrero a mensalidado de &
S* 253, c um para o servico baixo, a quem @
se garante 30^, preferiuilo-se que soja can- S*
vo. g$
nina parle no mesmo i-ngenbo, machina nova # @@ @8@S@SS>
vapor, dis'.ilaco nova ebem montada, 22 bois
de correia, seis quarios. algumas obras, salr.i
plantada, ele. etc. ; trala-se ua rua do Crespo u.
13, loja.
Publcacao Iliteraria.
durante a sua ausencia aos Sis. Manoel Antonio autor rua do Vigario n. 11, brox. 3$ en'cad 49
O Dr. Jo5o ferreira da Silva, volta de s la viagem ao norte, esta' re-
sidindo na ruadoRangel sobrado n. 56.
-z Aluga-se urna prela ou parda, preferiudo-
se tscrava, para o servico de urna senhora, que
saiba co/.iiiharc comprar; na rua da Senzala Ye-
Iha n 76, secundo andar.
Precisa-se de urna ama que engomme, co-
zinhe e compre para casa de pouca familia ; a
Guia Luso-Urasileirodo Viajante da Europa Iral.ir na rua larga do llusario, lerceiio andar n.
to\. em 4U de 500 pag.: vende-se na mi do 39,-raja entrada pela rua estrella do Rosario.
deCarvalho, Adriano Augusto deAlmeida, Fran-
cisco Guedes ib- Araujo.
L pechiucha.
Urna pessoa que conta alguma cousa, com umi-
ta pralica defazenias, miude/.as, molhados, etc.,
ele olTerece-se para caixeirj : quem precisar
aununcie.
Altenco.
Previne-se ao publico, que os annuucios pu-
blicados nesle Diario de 22 e24 do corrente, da
permuta do sitio da Boa-Viagem, c por urna casa
nosAfogados, e sobre os alugueis de ambos, e
nao nos Afllii'tos : a tratar na rua Direila dos
Afogados n. 46.
Ama.
terco de lenha ou carvo dos ahtigos, e de cozi-
Quem perdeu urna penca com 5 chaves peque- phar com mais presteza, tem a differenca de se-
nas, sendo algumas de menos do umn iiollesadi........., 4
dirija-se a lumia ns. eS da praca da ludepen- rcm 0,no^veis' oceuparem pequeo espaco da
asa, o do fcil couduccao: vendem-se por pi -
^os muito mdicos, na fundieao de Francisco A
Cardoso [Mosquita] rua do Brum' e as lujas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da
te do Recifei e rua do Queimado n.
dencia, que se lhe entregara.
Aluga-se a loja do sobrado na rui da Au-
rora n. 40 : a tratar na rua do Cabugi, luja n. 9
Dosi'ji-se tomar alugado um hornera pre-
fere-se um eccravo] bem recommendado, que
saiba ronduzir urna carreta e que d conta fiel do
que lhe for confiado para vender : faz-se o ajiWf
le no sitio da Exra." Sr.* viscondesa de Goian-
na, na Estrada de Joao de Barios.
Guilhcrme Antonio de S declara que d'ora rindas pelo vapor Brasil : vendo,,.
e;ra dianle assigna-so, nao Guilhcrme do Mello o | da Cadeia do Recite, loia de ferragens de Vidal &
Sa, como por engnno sabio nos Ires annuucios Bastes.
Seuientes dehorialiee.
Semenles de horlalice de lo las as qu ili ; I ,
m-se na rua
horlalice : ua praca da Independencia ns. 6 e 8.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a 18 annos,
de boa conducta, e que lenha pralica de taoerna:
na rua das Cruzes n. 20.
ib f-^ Mantas prclas bonla.las, de Llon-
le de linho muilo superior.

-.-
O Sr Alarico Jos Fuilado, que veio no va-
por Brasil, lera urna caria no escriplorio de
Tasso limaos.
Altenco.
i
Pcrde i-se honlem em occasijo da procissao
urna pulseira de ouro da largura de una pollc-
gada, sendl pelas ras seguintes : paleo do Ter-
co, rua Direila, paleo de S. Pedro, Carmo. cam-
beta do mesmo, rua Nova, ponte, rua da Ioipera-
triz, praca, at a rua da Conceicao : quem achou,
se for pessoa que queira ficar'livrc deste encar-
Frecisa-se de urna ama para fazer as compras go de ennsciencia, pode levar na rua da Concei-
e cozinhar em casa de urna pequea familia lies cao n 42, ou no arsenal de guerra ao professor
pessuasj : no pateo do Carmo n. 20, priaieiro da cadeira do msica, que recompensar cora gc-
auJar- -'jierosidade Manoel Augusto de Heczes Cos?.
=: Precisa-se saber quem e onde mora o pro-,
prietario da casa terrea n. 87 da rua Vellia, de-
fron te da travessa de Joo Francisco, para tra-
lar-.se de um negocio de sou particular inleresse:
^* Knfeites de llores Qnissimas pan ;;
Compras.
*j cabi'ia de senhora bom gosto e mu!
. -. J5
i $6 9^* 2* andar do sobrado Ja esquina g>
i da rua do Ouoimado, por cima da loja do
. Sr. Pieguica entrada pele beced do Peise
na rua larga do osario, terceiro andar do sobra- v ~" iir.a CmlJ,>r a biographia do Dr. Joso da | y^ i--ru, n. |. ^
do n. 39, cujaenirada pela rua eslrtiti do Ro- -\aliviJade Saldanha, peco emprestado um etem- jrt;.=f,g -, -. : -
Sjrte. Olar da RAVIana edicio d.ic um naoaiaa on .-.>... I
piar da segunda edic.io das suas poesas, ou com-
Precisa-se alugaruma prela de meia idade, i P^o-o.Antonio Joaqxim de Mello.
ou um moleque de 12 annos, pouco mais ou rae- Compram-sa moldas de ouro de 16-3 0 20$
:@@@ ";.-.

nos. na rea do Rangel n. 61.
Altenco.
Pede-so a pessoa que por cassuada ou por ve-
ras tirou um turbante da cabeca de urna mulber
no baile da rua da Traia, na terca-feira, quo le-
nha i bondade de o levar rua Nova n. 5. do
contrario ver seu nomo por extenso, pois j se
tomnu informacoes da pessoa quo o vio tirar, por
estar scalado ao p da mesrua m ilher.
na loja das seis portas em frente do Livra
, Taclias e moendas
suca
cuntir
oncasTesoanholr'e mexicTna^ em grandes"^ > mesmo deP8J|to ou na.r,la do Trapiche ai.
Locos italianos
de folha de lundrcs, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
n,cri|DP[a:-sp. v-ondem-se c lroca_m-se ajemos: durara uualrodos nossosa -iOO rs. um
na rua do Imperador n. 21, pnmeiro andar. I tri ^. j r- i-
Corapram-se moedas de ouro : no eserlp-lf u,r'a duzia : na rua I>"*ela n. *<
lorio da rua do Trapiche n. 11, primeiro andar loja de unileiro.
Aleiicio.


(6)
DIARIO DE PERWAMBUCO SEGUNDA FEIRA 27 DE FEYKRE1K0 DE 1860.
Yccae-se a taberna do pateo do Terco n
II, cotii gneros ou s o ormaco, como melhor
convier ao comprador: a tratar na raesma taber-
na, ou na ra Augusta n. 04.
Pennas de ac inglczas.
Na ra da Cadea do Recife loja de
miudezasn. 7, de Gtedes & Goncalves,
achara se a' venda as verdadeiras pen-
nas de ac,o inglezas fabricadas de ano
renado de primeira tempera e sao ap-
plicaveis a toda a qualidade de ktra
conforme a opini3o do insigne profes-
sor de calligrapbia Guillierme Scully
que ha pouco esteve nesta c dade por
coala de quem sao v ndidas pelo mdi-
co preco de 2# a caixa. dmbeiro a
vista,
Companhia de illuminacao a
gaz.
No nrmazem da ra do Imperador n.
11, venJem-e globos para can leeiros
a IsaOO.
Vende-se um carro de 4 rodas rom os com-
petemos arreios, ludo en-, bom estado : quem
pretender, dirija-sj .io largo do arsenal de ma-
rinha, cocheira de Uanoel Cabial Borgcs &C.
Veiidem-se
Barricas de bren.
Graxa em bexigas.
Cemento era barricas o meias ditas : na fabrica
desabo por Iruz da igreja de Santa lula.
Attenco,
: le-so a armaeo da casa da ra de Ilorlas
sem gneros : trata-sc no becco do ('.am-
pollo n. 4, primeiro andar, por cima da taberna.
cilos
Suissos.
Relogios de euro, inglezes.
Relogios dc onro chronometros, ineios chrono-
metros e do patente, saboncles e de vidro, cora
ponleiro grande ou pequeo para segundos, to-
dos dos melhores fabricantes do Londres, a pre-
cos commodos : em cas de Henry Gibson, ra
da Cadeia do Recife n 62.
Piano.
Em casa de Henry Cibson, ra da Cadeia do
Recife d. 62, ha para vender um exccllente pia-
no, novo, por preco commodo.
Vende-se a casa -terrea n. 3 da travessa dos
Ferreiros, em chaos proprios : a tratar na ra do
Rosario n. 58, defronle da ra do Arago.
Milho.
Na lanoaria da ra da Moeda, defronte do tra-
piche do Cunha, vendem-se saceos com milho,
por diminuto preco.
Adinheiroouaprazo.
Vende-se urna cocheira na ra da Ca
deia n. 1 B defronte de S. Francisco,
com o carros c 10 cavados : quem pre-
tender dirija-so a mesma que achara'
com quem tratar.
Rua do Codorniz n. 8.
Vende-se batatas em gigos de 40 libras a ljj.
Pitijo nmnrello.
Dito bronco.
Dito mulatinlio.
Milho novo.
Parolo de Lisboa.
Farinba de mandioca,
e uniros gneros, o mais baratos do" que em oulra
qualquer parle, que s visia acreditaran os bons
freguezes do cobre c sedulas velhas.
Loja e offteina de sapatos e la-
niancos da estrella d'oiiro,
na rua largado Rosario nu
mero 2.
Ten; exccllente bezerro francez, ebegado pr-
ximamente a 5;8O a pclle, e em iluzia a 353000.
lera pouco, c pc.r isso os freguezes se devem
apressar.
ESPERMACETE.
A 640 rs. a libra do melhor que ha no merca-
a taberna da estrella do pateo do Paraizo
-. ~^----:'^SzZ,!;.v. vfe>.
do : n
... 14.
Em casa de Schafheitliu
& C na ra da Cruz n.3S, ven-
de-se um grande e variado,
sortimentode relogiosdealgi-
bera UOrisOIltaeS, patentes, Na ra da Cadeia n. 59 loja de er-
chronometros, meios cllOIlO- rBgem vende-se cera de carnauba por
los lubricantes de velas
de carnauba.
metros, de ouro, prata doura-
da, e foleados a ouro ; sendo
relogios dos primei ros fa-
antes da Suissa, que se
por precos razoa-
vendero
veis.
DA
111 *-\i\ i
lili
lina da Seozala Kova n. 42.
lecimento continua a haverum
pleto sorlimento de mocadas e meias moen-
nSenho, vapor e (aixas
i ferro 1 aliio c coado. de s t u-roilios
1
UlHli
menos preco que em outra qu
parte, em porcSo e a retalho,
il
juer
(KEMP "NEVagjPgg)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
ISLISMIP.
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONIIECIDO
Contraconstipacoes, ictericia, affecroes do fijado,
febres biliosas, clicas, indigestos, enxaquecas.
Hemoi ihoidas, diarrhea.doencas da
pelle, rupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANGIE.
75,000 caixasdcste remedio cousommem-se an
nuaimentc 1
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pihuas
pu-amenle vegelaes, nao contera ellas nenltum
veneno mercurial nem algum outro minera/ ;
esto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e cfficaze
em sua opcracfio, e um remedio poderoso para a
juventude, pukerdado e vclhiec.
Lea-sc o folheto que acompanha cada caixa,pelo
qual se iear coiihccendo os multas curas milagro-
sas quetera elTectuado. D. T. Lanman & Kcmp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & (".., ra Juliao n. 2.
Pernanibuco.noarmazcni de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Ha.

W*%~-

Thom Lopes de Sena,
i da anti;
Na rua do Crespo n. 12, primeiro andar, ven-
de-se por barato preco um grande iteiro de
amarcllo. lodo envidrando, proprio para guar-
dar louca
Na rua da Cadeia do Re-
cife loja de ferragens de Vidal
& Bastos, ha para vender os '
ohjeclos abaixo notados porj
LK53SSTpiSal*w machinas de cozer,
mo sejam :
Camas de ierro e cora lona.
Bombas dcjapy completas.
Canos de chumbo de todas as grossuras.
Ferro Suecia de todas as larguras.
Aro Milao.
Arcos de ierro de todas as larguras.
Cravosde ferro de to.ios os tamanhos.
Ferrainenta completa para tanoeiro.
Ferramenta completa para ferreiro.
DE
Wheeler ra MadaedaTncaar.T4- ^\'^m ^0 jlanhado para cosinha.,,
DE
Nevo-York.
Acham-sc venda estas interessantes machi-
nas de costura, as quaes reunem todas as vanta-
gens desojareis, no s pela porfeiQao e seguran-
za do mechanisrao, como por seren da mais bo-
nita apparencia. sendo Auilo facis para se
aprender a trabalhar ncllas, o que se teonsegue
li
12 pechincha
sem igual.
Na loja do Treguira, na rua do Queimado n. 2,
endem-se cambroias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que 6 possivel, e de lindes
padrees, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prego de 500 rs a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuara a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraiali-
sa com 10 jardas* 4^500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3JJ a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de linios padrees a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3?800 9 duzia, ditas cruas in-
glezas para homcm c meninos, chales de meri-
no lisos a 4>500, e bordados a 6$, paletots de
alpaca preta e do cores a 5J>, ceroulas de linho
e nlgodao, camisas inglezas milito superiores a
603. a duzia, organdys de lidos desenhos a
llO0 a vara, corles de c.issa chita a 3$, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4<800, 500,
6,7 e 8$, chilas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4#, corles de
calca de brira do linho a 2, dilas de mcia case-
mira a 2#240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco. .
Cheguem a Pechincha 40 Kua do Oueimado. 40
Na loja do Preguica na rua do
Quciinado n. 2. tem para
vender:
Chalye merino decores, oplimo nao sopara
roupoes evesiidos de moniariade Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino eslampados muilo Baos pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bstanlo largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o cova lo grvalas a fantazia.o
mais moderno pos-ivel a 1 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, cojos prcros extraor-
dinariamente baratos, satisfaro a expectativa
do comprador.
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
fei^oado systema, fazon-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garanle-se a segiiranca
das ir achinas e manda-
se rnsinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
_a do dia ou da noite
nesta
agencia : nicos
s Lei-
| (aiSDE AlllIAZEJl
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na bolica e armazcm de drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Filho : desnecessario cfa-
zer elogios bondade desle xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tacao que geralmcntc tem tido. lim cem nu-
mero de curas so lem conseguido cora applica-
co do xarope de Bosque, o qual c verdadeiro an
doto para todas as molestias dos orgos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios, e no Falsifica-
do esta lilhographada.
Iun Nova n.49, junto
a igreja da Conceigo dos |
Militares.
P Nesle nrmazem encontrar o publico m grande c variado sorlimento de ron- V.
s [cutas, como sejarn casacas, sobreca- Sk
cas, gndolas, fraques, c paletots de M
s panno lino prcto c de cores, paletots o t
breefisacas de merino, alpaca c bomba- 1
|| /ina prietos e de cores, paletots o sobre- cf>
(C casacos de seda o casimira de ores, cal- M
m easde tasemira preta e de cores, ditas de W
miio, de prince7a, de brim de linho M
sfe branco e de cores, de fusilo e risendos "l*
;: calcas de algodo, rolletes de velluda H
& preto e de cores, ditos de selim piolo e ffi
^ branco, ditos de gorgurSo ecasemira, di- "^
j-a los de fnstoes c brins, fardamentos para
3g a guarda naeional, libres para criad.i!
jola? e camisas francezas, chapeos e W&
m ] >ra meninos de 6 a 1 armes ; nao agr- 3$
5^ dando ao comprador algumas das roupi
;^ fcitas se apromptarao outras agosto do 2g
i*> comprador dando-se no da convenci- 5
.W nado-
Chapeos de castor prelos de superior qualida- : ^1^-^^^M^: "-S&^
de a 10, ditos francezes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a U$, ditos de
ditos da lontra de todas as cores
tos de pallja inglezes de
:,T i------------------r.~. Q&O. Estas maclunas fazem
amunciarao respcilavel publico, prine>palmcn- \ lt'.m completo de porcelana para CO-, posponlo dos dous lados da costura ccozem cora
le a seus fregaezes, que recebeu em dircilura de
Franca, escolhido pelo gosto de Hdame Thcard,
un completo S utmenlo para sua casa de moda-'
cbap la, de todas as cores,
para senhora, ditos pretos para lulo, ditos de
ido e de seda de tod J.para meninos
e meninas, bonets c gorras de todas as cores, sa-
la inhos para baptisado, ioslo novo, capuxao a
Msria Sluard para saludas d bailes ou theatros,
i -, capas e manteletes de grosdenaples prc-
I -, i irnecidos com bicosde guipara e vidrilhos,
bordados de velludo, enfoiles para cabeca de to-
ilas bs coros, de differentes gostos e qu'alidades,
. lhos de carrilel e de enliar, bicos e lilas
de seda de todas as larguras, franjas, cascarrilbas
de seda de ditTcrcntes cores, agulhas francezas
linhasc retrozes de tolas as cores, e outras mui-
tas miodezas. Itecebora-se figurinos todos os
om-so vestidos da ultima moda, ves-
tuarios de baptisado, e ludo mais quanlo for de
preparos de toileles de urna senhora.
_ -r Vende-se urna barcaca nova, de primeira
viagem, que |.cga em 000 saceos, construida de
nmnrello, com muilo bom massamee ludo quan-
to nocessario para viajar: os profndenles di-
rijain-sc a rua do (JueiuiaJo n. 3'J
Vende-so o na bonita mobilia de Jacaranda,
nova, com espelho grande, lindos qua Iros e ra-
llos : tarde, na ruado Trapiche n. 1 i, (erceiro andar.
Arados
i
atnc
ncanos e machinas
pata lavarroapa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. rua da Seozala n. i2.
IQ^DelSOSaoOOt
Nova loja
e
stnha.
Guardascomidas redondos e quadrados.
Eochadas americanas e de todas as qua-
lida des.
Ditas do Porto de todos os tamanhos.
Pregos de todas as qualidades.
Caixas com ferramenta de carapina (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito finas de todas as quali-
dades.
fornos rancezes para assados.
Bules, ca fetenas, assucareiros e man-
tegueiras de metal.
Peneitas de latao de todas as grossuras
para padaria e reinarao.
Ditas de metal dita dita.
maior ropidez e perfeicao possivel.
Acham-sc i venda c mostram-so a qualquer
hora ds dia ou da noite na nica agencia desla
provinciano aterro da Boa-Vista, actualmente
rua da Imneralriz n. 10 loja.
Na loja doser(anejo,rua
doQueimadon. 43 A.
soriimeiiio de cha-
peos.
aa
:^;t raewts por presos ha
copa alia c hnixa a 3 e : i' '
5g, ditos de fe] tro, um sorlimento completo, de Vm f SSSl^Q
28500 a 6?50O, ditos do Chile de 3S500, 5, 6, 8, OUMHVa.
9, 10 e 12-3, ditos de seda para senhora, dos mais i PrcSuiCa vende cm sua loja na rua do Quei-
medernos, a 12g, cbapelinas com veos do ulti- mado 2- as 8eSDtes fazendas :
mo gosto a 155, enfeites finissimos para cabeca Len?os dc cambraia lisa muilo fina, du-
a 4g500 e 5. chapeos de palha escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em cont, -4la para
baptisado de meninos e passeios dos mesnios,
tendo diversas qualidades para cscolher, bonets
de galao, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, ditos enditados, chapeos de boa qualidade
para pagera, chapeos dc sol de seda para me-
ninos de escola, eraesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objeclos que se-
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conla ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da rua Direila n. 61,
de Benlo de Barros Fcij,
Grande sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos precos para acabar.
Do-sc amostras com penhor.
Corles de vestido de seda de cores cora
babados
Ditos de dita preta cora babados
Ditos de dita goze phantazia
Bomeiras de fil de seda prela bordadas
Taimas de grosdenople preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Sedo'lavrada preta e branca, covado 1* e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
j Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
Orlandys do cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos o bordados
! Tiras e enlremcios bordados
Mantas de blondo brancas e prclas
i Ditas dc fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita do algodiio bordados
Panno preto e de cores dc lodos as qua-
lidades. covado
Casemiras idem idem idem
Golliohas dc cambraia dc lodas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes prelos e
de cores
aberturas para camisa dc linho c algo-
do, brancas c de cores
; Saias balo de varias qualidades
Chapeos francezes fios, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de lodas as qualidades
Comisas francezas, peitos de linho c de
algodao brancas e de cores
Dilas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho c de algodo
Capellas brancas para noivcs muitc finas
Lio completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda lapadas c transparentes,
covado
Ueias cruas brancas e dc cores para
meninas
! Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
i Velbutina decores, covado
. Pulseiras do velludo pelas e dc co-
res, o par
9
9
16200
5
3^000
15500
10-5000
16j000
15000

s
S90O
5
5
5>000
5
5
3>500
I
65000
85500
$
-5
s
5
15600
53:!0
19200
700
zia
Fundicao de ferro e bronze
DE
Reccherara era direitura de Franca, de encom-
monda, os melhores chapeo.? do castor rapadoss
sendo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas que lem vindo ao mercado, e por me-
nos que em outra qualquer parte, assim como
tambem tem um grande sorlimento de enfeite,
de vidrilho pretos e de core:i pelo diminuto pre-
co de 43 cada um, assim cerno lem chapeos de .
Moinlios de todos os tamanhos para re- j sol de panno a ipoOcada um empereito esta '< como *C laz e COllCerta-Se qual-
finacao Ido, aberturas brancas muito linas a 320, ditas de quer obra tanto de ferro fiin
esguiao de linho a lg urna, cambraia prela fina t r .
a 360 o covado, t a vara a 560,e a 640, gangas i U1O COUIO balido.
de cor a 540, brim branco de linho a 15200 a
Taclias para en^enho
Francisco Antonio Corrcia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
1-5000
Ditos dc cassa brancos e dc cores, duzia
Cambraias de cores de diversos goslos,
covado
Chilas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chales dc merino lisos cora franjas do
retroz, um
"Ditos dc dito bordados de velludo, um
Ditos de dito cora palmas de seda, um
Alpaca de seda dc quodros, covado
Meias muilo fras pera senhora, duzia
Ditas dilas paiadita, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Meias casemiras dc quadrinhos, covado
Ditas ditas escuras com duas
covado
Cortes de dita muito fina
Ditos de dita preta bordada
Brim branco de linho fino, vara
Dito dito dito, vara
Dilo dito dito, vara
Dito dilo dito, vara
e outras muitas fazendas que se vendero a von-
tade do comprador.
larguras,
240
300
6J i00
85000
SOOO
650
4-oon
3Jj[600
3$000
500
IgOOO
6-S400
8500
1S600
15100
15200
jooo
Ditas de seda idem idem
L'm sortimento completo de luvas de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, dc todas as qua-
lidades
Corles de col'ete dc gorguro de seda
de cores*
Ditos dc velludo muilo finos
Lencos de seda roxas para senhora
Mar iiiezilas ou sombrinhas dc s.'da com
molas para senhora
ISapotinhosdo merino bordados proprios
para baptisados, o par
j Casinelas do cores de duas larguras mui-
lo superiores, covado
, Tafel rdio, covado
Selim preto, encamado c azul, proprio
paro forros, com palmos de largura,
covado
' Selim liso de todas as cores, covado
Chitas francezas claras c escuras, co-
vado a 200 e
Cassas francezas dc cores, vari a 500 e
Lencos de seda do gorguro prelos
; Collariiihos de esguiao de linho mo-
dernos
j L'm completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Relogios e obras dc ouro
Cortes de cosemira dc cores de 55 a

Fio de algodao de todas as qualidades.
Dito frouxo nglez proprio para coser
saceos para assucar.
Formas para pudins,paste!aocboiinhos.
Latrinas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas erramenlas propria
jardim.
Bataneas decimaesde todos os tamanhos.
Gaspar Antonio Vieira
Guimarfies gerente Jo-
s Gomes Villar.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscalel, idem: no
armazcm de Barroca & Medeiros, rua da Cadeia
do Recite n. 4.
Chapeos dc castor preto
e brancos
Na rua do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes ds castor.
va-
ra, collcles de velludo de furta-corespretos a
7g40O, ditos pretos a 8 e a 9j?, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 c llg, ditos prelos a 7, 9 e
12g, colletes de gorguro a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos tamanhos, cas cruas, por
para ser grailde p0rco, a 15500, .lilas a lgCOO e 25 a
1 duzia, finas a 3 e 43, chapeos enfeitados paro
meninos e meninas e senhores por qualquer pro-
co, e ludo o mais aqui se encontrar o preco,
e nao se deixa de vemuder
Aviso,
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
le excellente gosto.
upe-
No armazcm de Adamson, Howie & C. rua
do'l'iapiche n. 42, vende-se selins para homem
a penhora, arreios prateados para cahriolct, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, rua larga
IjS do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Bob L'Affecteur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DilaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Plalas americanas [contra febres).
Ungento Holloway.
l'ilulasdo dilo.
Ellixir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121bras
Vende-se ueste importante estabelccimenlo de
ndas tinas os mais ricos.
Cortes de vestidos pretos bordados a vUludo,
de 2 saias c outros de 7 babados os mais
riores que ha na provincia, pelos nrecosd
a 300$.
Ditos ditos adamascados de 609 a lOOg.
Ditos ditos de seda de cores de 855 a 200-5
Manteletes pelos bardados com bico.
Crosdenaple pretos do todjs as qualidades de
K) a 3921.
Pccliioclia para
apurar dinbeiro
Cassas de cores a 20rs. ocovodo, sendo cores
fixas ninguem acredita, apparecam antes que se
ac bom.
Nesta estabelccimenlo lia de todas as qualida-
des de fazendas para senhoras e homens c ven-
de-se por precos admirareis afim de se fazer
muilo negocio.
Relogios de prala.
Em casa de Henry Gibson, ruada Cadeia do
Recite n 62, ha para vender a precos commodos
relogios de piala de patente, inglezes,de tabn*-
te e de vidro, dos mais acreditados fabricantes
de Londres.
Vende-so ou arrenda-se um grande sitio
com casa de vivcnda muilo perto da praca, com
dnas grandes baixas de capim que se corta 100
eiteide veriio e invern, lerreno proprio para
plantarns e vaccas de leite, e com eus arvorc-
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro dc sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Lingnasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, rendem-se nicamente no
armazcm de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de Cu-
nha & Silva, ha para vender cera de carnauba
tia
coberlos e dcscoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, pora homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
Vidros para vi-
draca.

A6Ja caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do t&manho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e dcscober-
los patele ingler, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
presos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
reira, ru da Cadeia do Recife n, 62, primeiro
andar. r
SISTEMA MEDICO DE IIOLIOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Esle inestimavel especifico, composto inteira-
raenle de hervas medic;nacs, nao conten mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, eacompleico mais
delicada igualmente prompto c segu o para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes c cf-
feitos; pois busca e reraove as doeneai de qual-
quer especie egro por mais antigs e lenazes
quesejam.
Entre milhares de prssoas curadas com este
remedio, muitas que j cstavam as portas da
morte, preservando emseu uso: conseguiram
recobrar a saude c torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem cn(regar-?c ade-
sesperacio ; facam um competente ensaio dos
efficazes efleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
No se perca lempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exteruia-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysintcria.
Dor de garganta.
de. barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfeimidades no venlre.
Ditas no fgado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Pebreto intermtcnre.
Febreto da especie.
Golta.
Hcmorrhoidas.
Hy drope sia.
tlctericia.
Indigestos.
Inflamraacoes.
Ir r eg uaridades
monstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao deventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenjao de ourina.
Rheuraalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal)..
baralo
de seu e
Vendem-se !. n I -. por
proco c algumas por menos
valor para acabar, era peca e a reta-
lho: na ruado Queimado loja de 4
portas n. 10.
Algodo moni
A 000 rs.avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se algodiio rom 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 000 rs. a vara ; esle algodo serve
p..ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4,000 rs.
por sacca dc milho; nos armazens de Tas:
limaos.
Nova inveneflo aperfei-
Atlenco.
2J0OO
IjOOO
8
9
9?ono
2#500
9
2f()0
1*000
500
ljOOO
9
J040
5
IgOOO
9
!2:oon
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral do Londres n. 224, Slrand*, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Davina a Hespanha.
Veadem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coutem urna inslruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 2J, em Per-
nanibuco.
la,
Bandos ou alinofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Rua do Queimado n. 37.
A 30J cortes de vestidos de seda queoiislaram
60; a 16-i cortes de vestidos de phautasia que
cuslaram30$; a 8$ chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadei-i do Recite n. 48, lo-
ja de Leite & Irmo.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja dc 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamlurgo.
SABIO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & limaos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmos.
Milho
nos armazens d Tao*4 Irmo.
: Vende-se a taberna sita na rua do Arago u.
:10- a tratar na mesma.
I .= Vendem-se alguns ceios dc barricas va-
stas no melhor estado possivel a tratar na pa-
I dara do palco da Santa Cruz n. 55.
Fcijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Beiris tem para
vender por preco commodo, em pequeas e gran-
des porches, saceos com feijao amarello de 6 al.
queirescjda um, ou 30 cuias, medida desla c da
melhor qualidade que ha no mercado, c chegade
ltimamente do Poito no brigue porluguez Ama-
ha I : na rua do Vigario n. 27.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, lendo 5 carros e 1 rico coupe
sem uso algum : quem pretender, dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
1$ o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da IndeDendencia.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
deutro, e um assento para boleciro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree C. n.
12, rua da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas prelas lavradas, lindos desenhos
covado
Gorguro de seda lavrado, superior era
qualidade, para vestido, covado
Crosdenaple preto, covado
Dilo largo e muilo superior a2jc
Sarja prela larga, covado
na rua do Queimado. loja de 4 portas n 10
Coutinua-se a vender fazendas por baixo f
| preco at mesmo por menos do seu valor, g
hm afim de liquidar conlas : na loja de 4 portas
y na rua do Queimado n. 10.
15600
2*000
1S800
2^500
SjiJOO
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeciros e castiraes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montaa, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relojjios d'ouro patente inulezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja do Leite
& Irmo na rua da Cadeia do Recife u. 48.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FE1RA 2? DI! FEVEREIllO DE 1860.
en
FABRICA
DE
mmmmk i mtmi be i i?m&
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Scbasl i;to J .da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Neste estabelecimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de dilTercntes dimences
(de 3003 a 3:0003) simples c dobrados, para destilar agurdente, aparclhos destilatorios continos
para resillar e destilar espiritos com graduacao at 40 gios (pela graduacao de Sellon Carlier) dos
melhores sjsteraas hoje approvadrjs e conhecidos nesla e oulras provincias do importo, bombas
de todas as dimences, aspcranles e de repucho lauto de cobre como de bronze e ferro, lorneiras
de bronze de todas as dimenroese feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
(erro para rodas d'agua,portas para tomainas ccrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimonedes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugues de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fuios de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenlio, follia de Flundrcs, chumbo ora toncle barra, zinco era lcncol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lences de ferro3 laliio,ferro suceda iaglezde todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitosarligos por menos preco do que em oulra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeirao j conhecida
e para coremodidude dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
rad na ra Nova n. 37 toja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommcudas.
?Vilio do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinbo do Porto engar-
rafado, e em barrisde quarlo, por prego commo-
do : no armazem de Adamsoo llirvie & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de engoramar econmicos.
Com loque de a varia
k 1:800
Relogios. Para a quaresma.
Vende-se em casa do Johnstoo Palor & C, ra
do Vigario n. 3, un bello sorlimcnto de relogios
Corles de vesdo de chita rocha fina a 1:800 de uov ?a.le,e inle*.. de um dos mais afa- Ad'l (id UO \Jilmaili)"Af)
___ n_i._... 0 An.. a -~ o-i rcados fabricantes de Liverpool ; tambera urna \
lencos de cambra! brancos a 2.000 2:500 3* varicdade de bonilos innceins para os mesmos. i Ne$te estabelecimento ha pata ven-
4:000 a dus.a ditoscora,4 palmos por cada face. Rrrn.n |HrnMp RRIUFI <*er capas e manteletes de grsdenaples
zem deefmZrdo Ra ZZTtotoi C& REMED, 'NCOWIP ARft VEL. !prcto;do melhor go$to (]J tem ^
rmaos. ru. da ImUSST ?0. '" j Hilh.rc.deNfaTwLHa oT,AaIn^ po- i f ?f ""T***0* co.rao ua* *"
_ 'dom testemunhar as virtudes desle remedio in- | tai fazenda* que se venderao por pre-
71 llllO IA flllAIIilQHA i7 ; comparavel e provar em caso necessario, que, eos muito razoafeis.
|)| 1*11(1 UU y ULllllUU O I peto uso que delle flzeram lem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamientos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer cYssas curas maravillosas
Escravos fgidos.
= Acha-se fgido desde o dia 14 do rorrete
o escravo Pedro, pardo, com 1S annos incom-
pletos, beicoa grossos, nariz grosso, bous den-
1V0IMV
IMo-se a contento.
Os abaixo assignados para commodidade do
respeitavel publico, procuraram e conseguirnm
eslabelcccr em diversos pontos dcs'.a cidade a
vendasen) dos ferros econmicos do Dlesse Draki
Loja de 4 portas.
Chegouaeste estabclecimenlo um completo P,c1,* k'ituHr.a d!'s ,('l.i,<,dcos. 1,ie Vs n-lalam
~ ,. *" todos os das lia muitos annos; ca maior parte
sortimento do obras fetas, como sejara : pal-' dolas sao tao sor prndenles que admiran, so
lols de panno fino de 16$ al 28g, sobrecasacas mdicos mais esjeores. Quantas pessoas reco- I [es, rc'irca'do.'boa altura",'e rcii'do"como"Iue u'in
de panno fino preto
a 35?, um complete
riscadinho de brim p
te, que se vendem por preco commodo, cerou- xad'o ess'es asylos de padecime'ntos^ para senao I Fugio no dia7"de novembro do a
las de linlio de diversos lamanhos, camisas suhmetlerem a essa operaeo dolorusa foram c ximo passado o escravo Feli
ippe.
nacao An-
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBADO
TELOS SR8.
D. Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. GilAlejandre Ilerculano A. G. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira Marreca Alvos BrancaA. P. Lopes do MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldciraB. Tinto da Silva" e CunhaF.
Gomes dn AmonaP. H. UordalloJ. A. de l-'reilas OliveiraJ. A MaiaJ. A. Marques.1. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhes CoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. II. da Cunha RiveraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimcntelJ. Fedro de SouzaJ. S. da Silv3 Ferraz
Jos de forresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe l.eiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentn) Jos da Silveira
LopesJvisto Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. de CarvallioI. F. Silveira da MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalislico e a offerecer aos lcitores, con-
Tuntamentc com a revista do que mais nolavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns artigos orignaos sobre qualquer destes assumptos, o archivo universal,
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publcar-se, tem satisfeito aos seus fins, com a maior
exactidao o regularidade.
Public-i-se todas as segundas feirns em folhas de 16 paginas, e completa lodos os semestres
um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio oempctenlcs.
Aastgna-se no escriptorio deste Diario, ra dasCrazes, e na ra Nova n. 8.
Preco Ja assign-lura: peles paquetes vapor 10>2 brasileira).
lia agumas colleccoes desd-e o cornejo 4a publicaco do jornal.
tem vendido no francezas de linho e de panninho do 2$ at 5g, radas comptotamento, mediante o uso dsse gola, de idade 5 a 50 annos, com os'signaos
puos mismos procos por qwe icm \tnuuo no af preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na scgumtes : um tanto baxo do corno, cor fula
seu estabelecimenlo da ra da Impentrizn. 10, cada urna, chapeos rantezes para hornera a 8,; ....fusao de sen recouhecimonto d.;c!ararain os testa ca negada, olhos pequeo, cara larga, sem
islo de 12) porapparelho completo, que cons-
ta de ferro,tole e descanco. Esta maravilha d'ar-
tc americana um daquelles inventos de grande
ulilidade para a industria, pois nao s econorai-
sa o carvao e lempo, mas so consegue em deter-
minado espaco de tempo engommar o triplo do
que se oblem com um ferro commum : cora 60
rs. de carvao engommase um dia inteiro, s ne-
cessila limpar o ferro quando se principia a ope-
rario, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem unf regislro ; o
ditos muilo superiores a 1Q3, diios avelludados, | tes resultados benficos dame do lord correge- barba, falla lina e a voz sempre baixa, bocea
copa alta a 13#, ditos copa baixa
peos de feltro para hornera de-i#,
cada um, ditos de seda e de palha enf
ra meninas a 10$, ditos de palha para scnliora a medio constantemente segurado algum lempo o ', mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
12g, chapelinhas de velludo riramcnle enfeila- mentratalo que necessitasse a nalureza do mal, tiago Pereira da Costa, proprieUrio das a 25$. ditas de pajha de Italia muito finas a No resultado seria prova riaconlestavelmente : | Providencia, na rreguezia de Agua Preta quem
a-a i j i j .- >, "uc ludo cura. o pegar ou disse onde de corlo est ser bcn
2o$, corles de vestido de seda era cartao de 40 at 150S, ditos de phantasia de 165 at 35S000, lariuciitc nos seguintes casos.
gollinhas de cambraia de 13 at 5$, manguitos Alpoicas.
de 15500 at5#, organdjs escuras e claras a Calmara.
800 rs. a vara, cass. s francezas muito superiores ;:allos-
1 Canceres.
seu peso est graduado para, sem esforco, poder
ser manipulado a vontade do mais dbil traba-je padres novos a 720 a vara.'caseniirasde cor-! Cortadura
lliaJor, tem mais um apparelho que obsta a que 'es para colletcs, paletols e calcas de 3500 al Dores do cabera.
o calor do ferro possa prejudicar a quera com
4S o covado, panno lino prelo e de cores de 2J500
ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin-j al 10$ o covado, corles de colletc de velludo
tes lugares : praga do Corpo Santo n. 2,estabele- muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
cimento do Sr. Jos Alvos Barbosa ; ra da Ca- e de fusto brancos de cores, tudo por proco
deia do Recife n. 4 i. dem do Sr. Thoraaz Fcr- : barato, atoalhado de algodao a ljj280 a vara,
nandes daCunhj ; ra da Madre de Dos n. 7, cortes de casemiras de cores de 5 al 9-3, gresde-
idem dos Srs. Fonseca & Marlins ; na do Crespo ', naples de cores c pretos de 15000 al 39200 o ,-..
n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azcvedo ; covado, csparlilhos para senhora a 6J, coeiros calor as exiremida-
rua da Pen'ua n. 16, idem dos Sis Pinto de Souza de casemira ricamente bordados a 12 cada um, des.
-das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em peral.
fitas do anas.
Eruproes c escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
& Bairao; ra do Cabug n. 1 B, na agiia de
ouro ; ra Nova n. 20, estabelecimenlo to Sr.
Anlonio Duarte Carneiro Vianna ; ra do Impc-
| rador n. 20, idem do Sr. Gumaraes & Oliveira ;
ra do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
gues Ferreira ; ra Direila n. 72, idem do Sr.
Jos Soares Piulo Correia ; ra da Praia 11. 28,
idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhes ; ra
da Praia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Caslello Branco ; ra do Livraracnto n. 36, idem
do Sr. Jo&O Antonio doMacedo; ra da Santa 0 covaj0 baids
InP.ainiiiarao da boxiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pornas.
dos peitos.
de ollios.
Mordeduras de replis.
Molcque Fgido.
100^000 do gratificado.
Roga-se aos capies de campos, e a toda a
qualquer autoridade a appiehenso de um moto-
que de nome Manoel, ciioulo, idade 12 annos
pouco mais 011 menos, o qual fugio da casa do
Picadura de mosquitos, abaixo assignado no dia 30 de outubro do cor-
|!'''!'!*j'lie rente anuo, levando calca de cor, carniza azul,
Saiiia ciiapeo de palha oleado e o maior signal e sorer
Supurarnos ptridas. fie asihma e a pouco_ esleve doente de bexigas ;
Tin ha, m qualquer par- desconfiase que estoja acollado por algum esper-
te que seja. Italbao, que sequeira oproveitarde sua pequea
Tremor de ervos. idade para o seduzir, desde j protesta o mesmo
derflnadobOCCa' a"3'"1 assignado de cahir sobre dito la rapio com
dasarcu'laccs t0'10 riS?r (!a lei> e S^'" Ja mar.eira cima,
Veas torcidas*ou noda- ''lutlle 1ue lherder nolicia cer,a. e Pa8 oda
das as pornas. despeza que se lizer ce rn o mesmo moleque para
Seus proprietarios efferecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada ra seu recenhecido estabclocimonloa sabor: machinas de vapor de
todos os (amanhos, rodas d'agva para engeuhos todas de ferro ou para cubos de madeira, inoen-
das e mtias moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodos os lamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para aniassar man-
dioca e para desearocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricin, porloes gradara, co-
lumnas raoinhos de vento, arados, cultiva lojes, ponte9, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
bules eludas as oLrasde machinismo. Execula-so qualquer obra soja qual fdr sua nalureza pelos
desanos ou moldes que para la! (im forera apreseotados. Uecebem-se encomraendas ueste esta-
boleciineno na rundo Brura n. 28 A o na rica do Collegio hoje do Imperador n... moradia do eai-
xeiro do eatabeleoimento Jos Joanuim da Costa Pereira. com quem os pretendentes se podem
entender pra qualquer obra.
lencos de cambraia de linho bordados para se- Frituras.
ahora a 9 e 12^ cada um, ditos lisos para lio- Gengivas escaldadas.
mem, fazenda muito superior, de 12 at 203 a jnchares _
duzia casemiras de cores para coeiro, covado a I vSde!|e1edstegug\iente no estabecimento se eflectuar dita aprehensao, levando "r 1 Nova
2JJ400, barege de seda para vestidos, covado a geral de Londres n. 221, Strand. e na loja do n. 21. Francisco Jos Germano.
13400, um completo sortimento de colletcs de todos os boticarios droguistas e oulras pospon^ '
gorgu,ao,casoraira pre.a lisa e bordada e de tfStf* ,f ^ a ***\ xinTo ^S m ^7Ti&'Sriifc
fus.au de cores, os quaes se vendera por barato ^ ni II v ana e He panha C,bo)'pertcncento a R.eardo Pinto de Honra, lo
prero, velludo de cores a 7 o covado, pannos u^i^Kmk!Snl^^?lll -me Joao. dade de 25 annos, pouco ,uas ou
para cima de mesa a 103 cada um, merino al- fazer uso doslo un"iionlo muios, rom os signaos geguintes : cor pela,
cochoadoproprio para paletols ccoltotes a 29800 O deposito geral em casa do Sr. Soum, ^0> *>" 00 *t, f" do quarlo esquerdo,
em Per- "ls chaloi MICOS grossos: quera o appreheu-
der, levo a sen senhor cima, ou no palto do
para armaco de cabello a pharmaceutico. na rea da Crun. 22.
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Horeira da Silva : e j ls500i saccos dc t icle e d mn'rroquini para via_ ambuco.
na ruadalmperatnz, idem dos ahaixo assignados ;gem>eum grande sjrliracilt0 de macas e malas
ftavmundo Cario Late & Irmo. 1 de pregarai quc lu(|o se vendc a vonlnde dos |
i freguezes, c oulras umitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
PotassadaRussia
; Carmo n. 1, ao Sr Joaqun) Manoel Ferreira do
Souza, que ser generosamente gratificado.
200SO0O.
Grande sortimento.
45--~Ra Dircia*45
Fsl fngiJa nos arrabal.es dost.i ci le urna
preta que nao ser muito costoso pega-la, ; 1
E CAL DE LISBOA.
No bem cOnhecido e acreditado deposito ds
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
1<"ii-nlA o Pd(\(\(\ potasas da Russia e da do Rio de Janeiro, nova i informaroes que se podem dar as pessoas que so
ICIO l OJ^UUU. e de superior qualidadi-, assim como tambem I quizerem cncarregar de a pegar : na na da Ca-
Saccos grandes : na ra Nova n. 52. cal virgem em pedia: tudo nor creeos muito dcia 11. 35 se daro as informacoes, e us 0U-;
SS?" Defronte da matriz da Boa Vista,n.86, ven- razoaveis.
I dem-se e alugam-se bichas dc. Hamburgo, por
I menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer fcrramenla, lira-se e chumlia-se
US estragadores (ic calrado encentra- \ denles, sangra-so e faz-se tudo quanto pcrlencc
ti- i c arle debarbeiro.
estabelec.raento. obra suoe-1 Vende-se sebo refinado do Porto em pao t
(5.S000
DO
i
11OS
X-.^Li. 1"^,
lS!
t
3 RIJA 15.1
^,AiSADOVl
lO 3
Climca pov ambos os syslemas.
loncste estabelecimentOi obra
rior pelos piceos abaixo :
lio me 111.
Borzegains aristocrticos. .
Ditos (lustie e bezerrol.....
orzegnins arranca tocos. .
Ditos ecoiiorricos. .......
Sapa toes dc bater (lustre). .
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ...... jgOOO
Ditos tocios de merino contra
calos (salto dengoso)..... 4^500
Borzeguins paia meninas (Cor-
tissimos)..........4,^000
E um pe feto sortimento de todo cal-
upe- i _
volas, dito do Itio Grande em barris, cera de car- !
9.SO0O
a quem a pegar.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 1S
do concille, urna sua escrava da Cosa de nome
Mara, que representa ter de idade 15 annos, al-
Em casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n. Ilin e corP regulares, cr nao muiio piola, tem
nauba do Aracaly e da Granja, iio da llallis, ve- 18, ha sempre para vender um completo sorti- hastantea cabellos brancos, cosluma trazar um
las de rouiposiro e simples, ludo por procos ment de ricos e exrellenles pianos de todos 05 panno alado a roda da cabera, tendo por signal
commodos : na ra da Cruz, armazem n. 33. precos e qualidades, os quaes sao do inula du- : mais *a,,SDle, a3 m;lus 'veras, proveniente do
w y-v w >-^ racao pela sua boa ronstruccao. Estes pianos calor de ugado. Esta escrava tendo sahioo como
Ss'OOnJ ii I K fe! a Ll \1b* fo"" premiados com a medallia de primei- de costume, cora venda de arroz, nao voltou
* X" II m ^k. ra classe na exposico universal de 1855, alem m.aia ro",-s'. portanto, s autoridades poli-
S.SO0O Si 91 /- L^ de sorem de 7 oitavas o 3 eordas.sao de jacaran- ,laes- capilacs de campo o mais pessoas do pm o,
JVWXJSLL M.KJ9 d e chapeados de metal. As pessoas que preci- PPrehcnsao do dila escrava, c leva-la loja
anttf-assr'nnHnc i^.l i!...l."-i,!,,. n^ .*^ .! sarom nitilpm Mmnrt.lAi nrtn a\ mi 'M\ Itirt -Ia ('0 1
Osaba
assignados, estabelecidos na ra do sarem podem compra-Ios com 20 ou 30 L'iO de
5,^000 Cabug com lojas de ourivea ns. 9 e 11, fazera menos que em oulra qualquer parle.
Bezerro francez
. Dr-L<,b Moscoso d consultas lodos os das pela manha e de larde depois de 4
contrata parlicos para curar auuualmcnle nao s para a cidade como para os engenhos ou
propriedades ruiaes.
Mnpil^^':3d': **? so,r dngidos & sua casa al as 10 horas da raanliaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do da ou da uuitc sendo por escriplo em que se declare o nome da
peEsoa.o darua e o (limero da ca-a.
mmmttmJSluui ?" ""/010''!1 dc0 Wncia. as pessoas residentes no bairrod Recife poderao re-
W f/, o f d b0UCf r Sf- Joao.Sou'"' C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
boguen a do Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
r.nJ'Jr'li' "a ?a?a donaSMt achar-se-ha onstanlement eos melhorea medica-
mentosliomcopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes :
Botica Je 12 (ubos grandes, ...".......100OO
Ditosde 24 ditos...............15S00O
Di os de 36 ditos..............2o090
Dilo dc 48 ditos.......
Ditos de 60 ditos......'..'.
Tubos avulsos cada um......'. \ \
raseos de tincturas........"
Manual de medicina homeopathca pelo Dr.' Jahr traduzido
era porluguezcora o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. etc............
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario." '. '.
Repertorio do Dr. Mello Muraos. .
los sortmeutos de obras de ouro. e vendem por
precos mais em conla que possivel, e passam
, contas com recibos gnrantindo a qualdade do
ouro, pelo qual ficam responsaveis : recebem en-
comraendas, e concertara qualquer obra de ouro
com asseioc promplidao.
Seraphim & Ir indo.
A 320 US. A LIBRA.
Presuntos inglezes proprios para fiambre : na
ra da Cruz do Recife n. 59, taberna.
Aos senbores de engenho.
grande e grosso ;
Na ra Direita n. 45.
Vende-se mol para embarque : no cae:
Ramos n. 6.
Para vender
do
Freguica, na ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronto
dacocheira do Illm. Sr. lente coronel Sebas-
tiao, qne serao generosamente recompensados.
.No dia -23 do corren te desappare-
ceu nm escravo por nome Caetano, ca-
bra, de idade 'o annos, com os signaos
seguintes: cor clara, altura regular,
cabellos bastante carapindos, cabera
cornpri Ja, bastant; barbado e gago,
jOfficial de pedreiro e saliiocotn chapeo
di -il ci-.. ------ O------ una iK'xriiiUtt
o e daqmllo cpie serve para fabrica- No armasen do Jos Duarte das Nevos, ven- coiinhar e eno
^.^ v. .,------- >r.v. >.. .v. ,,. .1V.-1 .w ,,...., Uv,-.,ulu i/ujiic uas .\eves, ven- coiinliar e engommar, no Manguinln
lo, como sala, COuros, marrouuins, COU- ^m-sc meias barricas das melhorese mais acre- do sitio do Dr. Accioly.
ro de lustre, lio. fitas, sedas etc. i'rado tng <1UC Coslui"am vir a esle I Vendera-se moedas de ouro
oulras ni-iimiii 11 ni im ._____r__ia_________m<.r(.ioo. ____________ | na rua d1 cadeia do lterite 11. 40.
urna negrinlia de 15 a 1G annos, sabendo bem de palha da Italia : quem o pegar le-
25$000
O5OOO
IJOOO
2000
20S000
10$000
6SO0O
BAEMHOS
iPntpipnn.PJ,n V ? rCS,abP Sfo wmraSSa,IaM,C'h-a0. lan"rn d. 10 dc ovembro em vante, con.ralos mensaes para
sSco P C dC qUCm S ProP'iclarios Peram a rcmuneragao de
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOgOOO
_ momos, de choque ouchuviscos por mez 15a000
Senes de cartoes e. banhos avulsos aos nrecos annunciados.
nien
m
tantos
Relodos.
Vonde-scem casa de Arkuright & C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
pode-se usar com coberta ou sem ella.
Vcndem-se pipas e barris novos de Lisboa :
no caes do Ramos n. 2, escriptorio de Prxedes
da Silva Gusmo.
Relogios.
,'-5
>&@ @@J5@
Vndese
*& Fftopa.
Camisas inglezas.
Biscoutos era latas.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa- Em casa de Arkwiglit & C. rua da Cruz nu-
i
i
fe-
Augusto C.
de Abreu,
tente : no armazem de
na rua da Cadeia do Recife n". 36
Espirito de viuho com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larga do Rosario n. 36.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
seu armazem, na prara do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recenliraente
chegado, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Ci.rne de Ticca salgada, em barris de 200
libras : em casa de Tasso rmaos.
mero 61.

'ende-se superior linha de algodao, bran-
cas e do cores, em novello, para costura : em
casa de Scuthall. Mellor& C, rua do Torres
n. 38.
Em Casa de Henry Forsler & C, rua do
Trapichen.8, vende-se :
L'm carro americano do quatro rodas (pode-se
ver era casa do Sr. Poirier, rua da Imperalriz)
Arreios americanos.
ISombas idem.
Foges idem.
Arados idem a 30*000.
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Faiinha de trigo de todas as marcas.
Lampees de patente com azeite proprio.
Vendem-so saccos com faiinha fina, esper-
raacete a 680 a libra: no paleo do Paraizo n. 16.
Liquidaco.
Dorzeguins para senhora
Dilos para menina
Ditos para menino
Rua Novan. 7.
4f00Q
3J00I)
2^000
lar, no Manguinho, em frente Ve-o a rua da Gloria 11. 73, em casa de
americanas Fncsco Ferreira Gomes de Menezes,
<|tie sera' bem recompensado.
Dos premios daquarta parte da primeira lotera a beneficio do Ihcatro de Santa Isabel
extrahida em 25 de Fevereiro de 18(i0.
NS. PREMS.|NS. PREMS. NS. PREMS.,NS. PIIEMS. NS. PREAIS.
3 5i
11 :
13 5?
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16
21
25
31
32
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43
45
Oescrivo, Jos Maria da Cruz.
55,
55,
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2009
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37
40
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45
50
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57
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62
74
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79
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83
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35
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59
59
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59
59
59
5
58
58
5
5
5
58
58
58
5
NS. PREMS. 1 NS. PREAIS.
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51
56
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62
63
68
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96
97
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10
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25
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44
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54
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46
47
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23
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61
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96
99
1403
C
9
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59
59
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109
59
58
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5
59
NS. PREMS.
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36
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48
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18
19
26
27
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34
40
42
52
57
60
63
67
70
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Pernamowco: Typ. deM.F, dt Farxa,1860.


rs;
Agricultura.
eusino espc-
oii) primoiro', se-
Duas patarras sobre a nossa
agricultura.
0 cnsino agricola pode ser considerado do Ir*
modos : superior, especial, e completamente
pratico. Esta e para assim dzer a mesma clas-
;ao adoptada pelo governo porluguez no
I M de regulamento para o instituto agrcola
nal du Lisboa. All o
di agricultura c dividido
c tereire grao. A nstruoeao do prime-
rorebida as quinta* de ensino. e fr-
"' inirco du segundo grao
1 ;r'':,:!' '";- tsc nae*, o Forma os la-
vrador. s ; a instruccaodo terceiro grao rece-
ida oo instituto agrcola, e (Anua ..-. agrno-
mo agrcola nossos tres gro3 con-
si h lo como cnsino mecnico, artstico escien-
tilico oh como olllcio, como arle, e como scien-
cia. Considerado como srencia exige muila ea-
; K applieacao e ctodos superiores.
Esto ensillo Taado e profundo recebido no
instituto agrcola, c o quadro das cadenas c o
segu ule :
Elementos das seiencias hislorco-n.ilu-
, elementos de phrsica, chymica e
ngrir
Irnao. us horas do irt>b;ilho os Joven agricul-
tores se diriglam contentes ao campo : os jardi-
neiros para o jardim, os ferreiroa para a forja, e
os liorloles para a noria. O mesmo contenta-
mente manifestaran! as hor.W do recreio, na re-
za, na escola, e assim correspondan! ao cridoo
pensameuto da insliluico que linha por fim sal-
rar da indigencia a urna classe de meninos aban-
donados, e melhora-los com o trabalho. instruc-
cao e moralidade. Em Poit-llourg neiihiiiu co-
^lARIO DE rEHNAMBUC. ~ SEGUNDA FrIRA W Mr. frrvrfrFitm DE ,86(l
dirige, e nos den oeeasiau de aprectarmos ufan-
do valor d i obra difflcil que elle eispreherrdera
om 19H), e continuara sem desanimar 25 airaos,
Da aldea de Norl. situada sobre o rio Rrdre
ale
Nozay, prximo do Gnind-Jouan. a estrada corre
sempre rnlre vallados com sobra viras que divi-
dem em pequeas parcellas campos que nos pa-
recern) pobres e t-ullivados com pouca perfei-
qho ; alguns terrenos baixos so corlados de nu-
merosas vallas, e a maior parle doslcs esl.io d
dos
racas
expositores para o
bonicas naconaes.
geologa
2. Zoologia, anatoma o pbrsiologia compa- ") eslava construida, e em 1840 fui
rao.!-. P,im "
aZ'emSr,,i;!^s".i' ^ mC"0r de Scis P^o (.ermane.e.Por-iod^parie^'i^cVom q^
A colonia de Moltray, fundada e.-r. 18 O por
Mr. de tlelz, c pelo visconde de Brelignerea de
Lourtilles, leve pnrfimampararosmouiiros.de
lannos, que fossem condemnados a penas cor-
recetonaes por causa de delctos, como o roubo
do frurtos no campo, a vagabunde-gem, n muilas
rezos o incendio. as prisoes cumpriara enes
jorens criminosos a pena applcada pelos tribu-
naes, porque nao se linliam preparado anda ca-
sas proprias de correcto. as prisoes onde so
conservaran! hornens condemnados. endurecidos
no crime. irrilados contra a sociedade, 08 jorens
delinquemos em ve/ de se arrepemlerem perver-
ta m-se cada vez mais, abracavam consellios ma-
lvolos, e recuperada a lib'erdade, commetliam
nevos e maiores delictos.
Km 1839 parle do edificio da colonia de Mel-
!.' Botnicae physiologia vegetal.
ticru-nllura geral.
alturas especiaos.
6. Zotechnia e principios de veterinaria.
Economa agricola, ndmlnistrarao e conla-
arles agrcolas, legis
ide rural
uara rural.
Aldm disso o instituto deve possuir os segun-
com !> colonos que tinham sabido da prisao con
Ira] de Ponterraull, e que erara apuntados pelo
carcereiro como os mais incorrireis da prisao
Lomo diz um escriptor. que historiou a fundaran
o o progrosso da escola de Hetray, os principios
foram demasiadamente dikeis. 'ludo eslava
Bnao- Pra crear, nao s 0 modo de educarn, a orden)
do trabalho, disciplina ao mesmo lempo seve-
ra e paterna, contabilidade, a gerarchia, os re-
cursos pecuniarios, as relatos com poder ad-
atravessamo estes campos o sarraceno em mo-
llina eslava sepcando ou se andav.i colhendu ; nos
inlervallos dos campos de sarracenos viam-sc
tratos de terrenos cobeflus de tojo, que na Rro-
lanha serr para alimento do gado depois de pi-
sado.
Possada aldea de Nozay, e a curta distan-
cia desta enira-fc em Grand-Jounn.
O corpo principal das ediflcaces de Grand-
Jnuan, aquelloeM que osla estabolecida a escola
superior, os museos e mais cstabelecimentos des-
uados para a instruccao, assim como a casa de
hahitaco do director, tic pequea distancia da
estrada. Tres faces de um paTallelojramo for-
mam estas edilcacocs, mandadas levantar pelo
governo quando tomou posse de Graiid-Joun ;
a quarta face, que de vi a tambera ser levantada
para maior conunndiJado e largueza da escola,
nen
^Jwo ti'''"""'" "'' '''"" "'" rao ', nua.. entender o melhor resulta ie-urodu/ido ?,,
5 LH^-kll0$?m!,n?' Pre0 2? otf6>-' a ehtendida appKcKao
A prodnecao media do leilo avaliada em 5 l- aperfeicoamenlo das
L ''i.! Pr a'" '825 ,ilro?om lodao .\s racas barroso, arouque-.a e oclil
e mesmo SO UtrL\Z SSd^ .d 8 V* ^^ > *"CBl representadas" e spreVntaSm os "
iin.^S v durante mullos mezes' guinies espcimen* com
no anrro. Estas vareas, segundo observacocs que almixo mencionado
merecem oonlianca, do 1 litro do leile por 1,35
peso
aj dimensoes e
em metros o arrobas.
Da raca gallega o boi mais pesado foi o n. i7 :
kilogrnmmos de forragem. o qoo 6 una relaco
exlremaniente favoravel, porque em mjuil.^ -Mi-
tras racas leiieiras osla proporco 6 de 1 litro
e leite, por2.5 kilograminos de" furragem con-
sumidos na nutricio.
\ f .lii-in..-. > i ~._i c 'i>u j )qoiniaes, 2 aironas e o miras.
inna o isio explica-ie nao s pela- exelirs das' r.
Comprimenlo.
Cifciimferencia .
A llura A rornelha.
Altura .I garupa.
foso vivo ifffoinlaes, 2 arrobas e G libras.
l"\4l
2.30
1,46
1,47
massas
miprimontir
voceas relas,
em media na
nirenmforencia do thornx......
\luira cernelha.........
Altura garupa.........
PeSo vivo 1i qiiinii>es o 3 arrobas.
Da rara arouqueza posn mais o boi n. M
f-,44
2,45
1,48
1,51
r
roiaiivamente produreio doleile.se-
nno tambera pola riqueza do niieiia \n,
que este leito lena. Cnn II litros, e fis vezos
mesmo com y c 9 do leile das
obtom.se urna Itbrs de mairtoiga
Europa^sao necessarius 14 litros'de leile para
"mera mesma quantidade demanteiga.
Tendo em vista estas quatidades das vareas
'i i/retranlia, (. parlicularmenCe a sua sebrieda-
ue, if Sr. Rieffol adoplou-as coran base das suas
oporacoe pecuniarias, e eniprehendeu cru/a-
menios qe pudessem dar mais corpo maisapti-
Se farniSt EHC8de "V M?V 9rm I l,-il""s iaradores podem"ji>tfacim;Wnbsar
p.u-| a dillerenca que ha entre anwn grenltnra o a
portugtwzti'a rejpeiloda engordados armaes do-
msticos.
Na Chapada, em Pastos Boru e na farolina,
iros eminentemente creadores- do provincia,
rao modo iguaes e relevantes sertiens, e perma-
fentemenfe'aconselliaro .t pralica dos melhora-
mrnfos agrcolas. Nos senrrnarios da Suecia, da
Allcntaiilia e dffPcmonte ha milito que est rea-
lisada tima lao otil idea, e nosao poucos os be-
neficios prestados pelo clero as populacoes re-
nes desses Ilustrados paizes. Assim 'o nosso
clero ganhar mais illnsfraco, e o respeilo e a
ralidao popular Ihes dar prestigio c gloria.
.No cnsino primario (: digno de considerarao o
systema adoptad rto durad de Nassau. A ins-
Irnccao publica no ducado de Nassau, dvi. o Sr
An Irado Corvo, orgauisad-r eom o pnsamrnto
de esclarecer os hom.-ns eslimaveis ciue se dedi-
cam exclusivamente cultura do solo, sobre as
mais importantes Iris fundameataes do sen offi-
Co, e anima-tos pelos meios mais variados no
a vocaca.
Comprimenlo.
Circumferencia ......
Altura o cernelha.....
Atfora garupa......
Peso vivo 17 qnintaes o l1 libras1,
loes sao os bous resol lados'que* sodem produ-
zir rnlre nos as exposices sgricolaj. Os nossos
esludo ie todos os ramos da sua be
Estas dattffraa officiaes mostrm a alta consiJe-
: raco em que lids a agricultura neste pequeo
. estado da AJlemanha. A lei sobre instruccao
publica determina que os mestres de ese ola de'al-
i d?as recebe! nos seminarios das mestres de es-
colas, as necessarias nores das seiencias-pliysicas,
| dj sgricuUiira, da cultura das arvoros .raeliferas
1 da horticultai. Cada aldea ou lu^ar impwtante
2,49
1.49
1,50
r perder as qualidades em relaco
principalmente
proprio para o cultivo de ri-
les eslabelecimenlos
I." Lriii quinta exemplar, om a necessaria
extonso de terreno, para nella se pstabelecerem
os syslemas de cultura coja mitaco raereca ser
rooommondada.
-." 1 :n Iralo do lis-reno, proprio pava expe-
r para cusaios aercolas
ii' a 'diniatarao.
Lu hurlo
i 5 das plantas mais importantes industria
'i paiz.
4 Um estabelecraento de sericultura.
Lima officina de conslruccao de machinas
i Irumentos agrarios
i'-' ; i'-> 1 -1-I..-.1 li- dislill.irfio de agurdente.
s-neci --arios cabanoes e estabules para o
^.'.iilii doS gados.
ensino agronmico pooco differe do que1
s" d rm llnhenheim, no reino de VVurlemb rg,
em Uof-Goisbcrg, no ducado de Nassau, c en! I mente as eidades.
lulos agrcolas da AUemanha. Ad- '
mitti-lo entre nos actualmente seria
ia, porque exiguo grande substan-Mro da corrupcao.
cab tal, r nao est de accordo romos O alimento 6 sufHciente. O r estuario sim-
s mmgiiados recursos. A instruccao do se-; pies e grosseiro, porm fulgado e commodo A
i rao, ou cnsino artstico, lera por fim, co-1 instruccao loda elementar, e achou-se o meio
de conciliar as vantagens do
lern wm viveiro de plantas, ou mesmo jarefvmi-es-
cola : e3les eslabelecimenlos esto1 a car? do
moslre-^scola,que os cultiva com a -ojuda' dos
estudantes mais adultos; Realas cultoraspeaiae-
nas recebem as crianras as primeiras iiocors. e
aprenden as pralieaa-mais simples da> cultura-
o sero os rapazes com oms de 14 aiwios, qui-
no
de para o ensino: notamos all nina collecco de
maxilas d.'
naria
meios de re
um boi creado e rehilo, segundo nos informa olj sahiram dn escola primaria e passom %> da n
Sr. coronel AntonioCarneiro da SiJVa Olivem, o trabalho do-campo, arhom. em escolas erigida
mais que pode pesar -20 a 22 arrobas. Ordina-, pelo cura e pelo raestre; j vezes por algn,
mente osbwvcriados podera pes;r uns pelos: membro zeloeo dd sociednde agricola, cor.'r-ri-
o ni ros 12 a 1 ano lias A razan desta enorme meatos que desenvolvein e awrfeicoam as no-
dillrienra esta na total ignorancia de urna ngrr- ces recebidas>na escola priinmi -. Por osle syS-
Irabalho
. 8e tira de boi do boa rara, ao passo que rao
e. a |ei suprema da eviena. A S pralicamenle fazendo coiihecimedto co:n ellas, e
oras da mauhaa, em toda a estacar., os col- apreciande-Hres as qualidades.
"*,"*. "gneultura, e as ellkinas de A q.m.ta corlada de boas estradas, onde
',,1' 3E,te,0' e car|'i,ia-' ** P" ous carros ; sanques de ar-
l -, Un S- ,'," S*o?menle vores queormam abrigos contra a-vento, dlvi-
.ronssoes somonte exeemdaa so- dem 0 solo em parcellas de consiftraVel gran-
s colonos aprenden os of- \ deza-.
licios necessanos para viverem no campo, e as-
tentaliva s"" procura-se o mais possivel afasia-loado cen-
egionaes
i i-iinos, formar bons lavradores. D-se as
-: nacs, c as disciplinas freqnentadas
- principios elementaros das materias que
1 quadro do Icrceiro gro. As cadeiras
'' :: 'l'1 /'indo grao as escolas regi
b -: -'ulules :
i.,[ Elementos das seiencias hislorico-natu-
, recebend i mais particular desenvolvimeoto
lantea, elementos de physica, cbimica e geo-
-i agrcolas.
2. \ agricultura geral e culturas ospeciaes.
."!.' Zoolechnia e arle veterinaria.
Economa agrcola, administracao e conta-
biliJ i" rural, legisl icao n engenharia rural.
U as escolas regionaos dous cursos : um pa-
gues eoulro para lavradores. O primeiro
" '' dous Dimos o o segundo Ires.
Na instruccao do primeiro grao, finalmente,
ou no ensino mecnico, lem-secm consideraeo
formar abogues, maioraes e quinleiros instri-
i A instruccao eTrecobida uas quintas de en-
tino, e em rada una ha um chele de Irabalhos
incumbido da direceo immediata das operardes
las c da oxpliiarao.dos processos e praticas
is, an passo que se torera execulando, e de
tas noooes elementares das artes agri-
da i : nnaria. No projecto de decreto
otado r.iinlia D. Naria II pelo marechal
do Saldanha e mais ministros portuguezes
para a civaeao do iusttulo agrcola de Lisboa,
quanlo a nalureza da instruccao das esco-
i gionaes diffi re esscncialmente da das quin-
fas do cnsino. as quintas de ensino. di/.'m
itados ministros, nao existe senao um ensino
o, sem deseuvol.vmenlos scienlificos e ape-
i companhados d algumas nocoes rudimen-
1 ; ti ni ensino, em urna palacra, proprio pa-
erarios cultivadores e para abogoes instrui-
di i. as escolas regin es, porm, a Instruc-
muilo mais vasta c completa, e o ensino
- h mpo Iheorco e praticoas Iheo-
rias dao-SO as cadeiras das escolas, as praticas
' im- mas franjas exemplares. .Nao s
irull ira, propriamenle dila, que se ensina :
ara-so lambem, rom mais ou menos deseo-
volvjnienento, a maior parte das seiencias que
Sjwj auxiliares da scencia da prodcelo vegetal.
E assim fleam os alumnos dostas escolas em esta-
le conhecer os phenomenos da vida organi-
ca; conhcciir.cnlo que Has ha de prestar um
i hjroso para a melhor direccao de
qualquor exploraclio agraria, e que os ha de guiar
com unid certa de seguran ja nos clculos de to-
d pormenores de qualqucr ompreza cullu-
ial.
l' accordo rom a doulrina expendida, julga-
- [ne ha de s:'r mais curial e econmico dar
oos nossos futuros educandos agrcolas smenle
no pratico. Depois de pofsurmos ahogues
'idus, o.- feilores, lornar-se-nao pouco a
' i os lavtadores eagronomos.
n Franja alguns homens caridosos j se lem-
e da agricultura romo excollente meio de
ir o educar a "mocidade desvalida. Al-
gumas sociedades seguiram de bom grado o lou-
cxenipk), e pelos esforcos individuaos e
collectivos funda:am-so om diversas parles flo-
rescenlos colonias agrcolas. Km 1853 o conde
lis e Mr. Allier contribuiram para a funda-
cao da colonia agrcola do Petil-Bourg, situada
i i n argem esquerda do Haule-Seine, distante
oito leguas du Pars, n'uma rica, salubre e for-
. propriedade que linha perlencido celebre
madama de Honlespan. Vinle e dous colonos or-
- indigentes foram os primeiros que se
inslallaram na colonia de Pelit-Bourg. Oe co'.o-
avam una sala d- trinla metros qua-
drad s, i' que Ihes servia ao mesmo lempo de
i, refeilorio e dormitorio. De noile arma-
vam as niaras e dtr da erara liradas e substitui-
das nesas que serviam para o estudo c rc-
r I
eiiMiio geial co-iii as
do cnsino particular, A escola primaria diri-
gida em cada sala pelos cliofes e immediatos da
lamilla, e rpidos prngressos appareccran depois
da adopcao desle incthodo. Os colonos cantara
em commum. e as palavras do cante sao todas!
consagradas expresso da piedade. d-o arrepen-1
dlmenlo, da amizade, o do pairiolismo.
Consislem os castigos na suppressao do no-
me inscripto no quadro de honra, na prisao om j
das de descanco, na dicta de pao e agua, na cel-
ia clara onde se Irabalha, na celia escura, c final-
mente, na reconduccao para a prisao'cenlrel.
Este ultimo castigo receiado pelos celnos.
Os castigos sao dislrib
A ferlrlidade parece, pelo vigyr' da' rege-
larac, ser grande j em Grand-Jouan, em' resul-
tajo dos melheraiaeitlosque a ierra lein recebi-
do ;a applicaQo da draynagem e ulilissiuta aqu
aus terrenos huraidos.e por issoexiste em-Grand-
Jouan, em lesirltado dos molhoramculos- que a
tena tem recebido .- a applicai'o da dro 'nagem
ulilissinta aqui nos terrenos hmidos/ e por
isso existir em GraiH-Jouan umi hnportanta fa-
brica de draynagem, pujos productos aclmiii' na
iiunla lucrativo embrego
O'afolbamenib seguido-em 1855, se mofta
erro as nossas notas, era o svguiito :
! anuo. CilturaS sopiadas ;
2" anuo. Trigo da prsiiKivera ;
3" anuo. Travo ouazema ;
4o anuo. Pasiagens ;
5 aniio. Cereal.
Este atolh.ii.-ienlo u
adoptado nos priamros aonos d escola regia-
nal, mas anda aqui se ii'Ma.coiiH devia ser, e
querer fazer ludo sem recorrer ao auxilio eslra-
nho, poramor-pTopro, ou pelo receiodb esiran
geinsmo. Onde osla o que bonc preciso ii
procurar-re-; depoiade baver comiudo disposto
as censas para que nao degenere transportado
para urna situaco intoramente di\...-s da que
elle exige para se desenvolver.
I)-'caso pensado temos biio correr ntalslar-
gamente a penna sobre as escotas agrenlas em
Eranea. Nessa parle da Europa, onde a agricul-
tura est muilo apoiTri. oada, assim mesmo a*
governos nao ten; julgi.fo cousa desneressaria .i
crearan das escolas agrkwtas ScmollwK'e idea
nao c nova na- Irama. e j em 182 O-celebre
agrnomo Malbeus de Dombasle fundava em Ro-
ville o primeim estiibeleeimentj nesse genero.
E muilo para admrrnr que a leitura dosngro-
nomos europeas io livesse despertado -
lempo no BrazH uma lao til e civilisadora :dea.
J nao fallaran das escolas-pnramenle theorras,
maltas rezes fatHveis e prejndirraes na exee:c.
mas sun das esn las praticas pe s.vslema ara-
ros, o sociedides, as commtssdr. os jornase tari* e.rdenou "o Eim. Sr. DV. Dios Weir owe o
os tivros agrcolas, e tambera, codo jadisemos, thesoapo' pnblico provineal subserevesse 250
a legislaran, a polirin e as erposice. exemplarea do !H,?*unl A-Ka*tador -te Alofio
N i orKenisacno administrativa h de set anjn- ?.ira sern distribuidos pelos parochos, pn hs-
mameote vantajoaa a creago de um ministerio sores 'primarios e eamaro mtticipaeh 0 1 m
de agriCHnra que organise no iroperiv, u lrija Sr. Dr. Was. Vieira penseu- ojaa os p-rafessraes
e promov;. 1-rrq.neza agrcola. prieAriosi parocho o vcreadoRs, era'contaeto
Na ontiguidadje, diz M. Jaques* de Vatoerrds ?n- com a poculacao rural, podiam faciliaenM (Ta-
ire os Romanos, e em Franca na idade m4dia, .. cular propagar os iwns procsate da cultura *?
cultivador nunca leve uma dirt-Cijao ki*ellgele
e forte, porque a praprla soeiedade, organisasa
para a dissolitco desprezava .-.s artes ans uters.
Foi no reinado de Renriquc 1' que app>arecea
pela primeira vez em Franca uma dicrio ni
agricultura'. O re popular cu> maior anabi^o
era ver o mais pobrecamponez do sen rr"i:)o por
.ios domingos urna nllinhn na parrella; n po-
da olhar i ..: rndifR>retfM;a para as coosas*agrco-
las, e milito mais'inundo linha a .-ni ido homens
de bom qui'.i I romo Olivier de STreS'e-Slly.
Assim mesno, como-era natura! .- idea, nao foi
i onfplctami
ennreneao
peso cenoenao ; pare este iWB-aenata-se i
iuam-se a respeita- nidos n'umarieMa um corta palLa, um. orta rai-
oiir^ nos^a- v^ r i^ pr':s,,m,r-. -^jU'.ie.^ Je zesoum eomagadorde ^L>, esta achi-
m o S:''''''''''-,,Sla '"V1"- B" s',u UKlassTmullaneum^ii-lopo-.las-etn movi-
-11. apagado ao sahir das prisoes. Os rt.rec-1 memo por R.eagenho mo. ido por andaos :
rVnliD" e,ll>"T""" ""los os e8ur$ft*Hentrada desta-^aaS haumaponte levadi.
ra que renasca nos colonos o sentioienio rotogm- transito ordina-i- .,,,,..:
so. e principalmente alcanoam o iriumpho da
a para o
eMiam os
le desenvolvida, o s no lempo di
im.v" app.irni-" a agricultura eTflflaaa
a> uma comraissao espeeiol, enella tomararpasr-
t* os celebres agrnomas Uozard, Tdssier e-Paa-
raentier. Ns directorio dissolven-s a cemmi-
s5o de agncu'.tera-: as-soa altribeirSes pssarnai
pora a pasta !.> ministro-do interior, ao minisU i
.une..is de ftetlfcateeui que do".:-ihe graiidio
impulso.
Km 18:l hnnv* i.ova Deforma, organisoa-seo"
0.0*0 ministerio da agireaMura, indr.^tria eoom<-
marcio, e a | ta foi entregue a f. Cuerdc-Gr- Buffun. Os meraaros- desta socifdarlo creada r.o-
deie. Neste miimlerifl frmaram-se-1redivij tempo de4.uiz JW, o naodifleada yor tmiz XVI t
ama medallas "" qual se
algadio pelo-systema. aratovia, c-da nossa-parte
esl.'ini.s convencido ser,'- fecundo germen< de graa futurt --.
As escoras de agricultura c as>esdeiras iftreco-
nonKa rural nao sao o*nicos* mevs sunncirles
para propagaras boas aleas, o* meihores moti.o-
dos: e as soeiedades, a.+ conin;!>.,ijf-i e as i'slas-
agrjr-;.-s-po.>:.:'prestar iguaes servidos'.
Na Jaropa, 'mois amaga seiadMe agrcola
de 9u1din; fondada en* 1731 pote r. Hadan.
No principiosubstistio a saciedadiBeai o produc-
to das tubscr ;.Cjes-vo!uii\arias do seas mombros.
Com ..-; n-'tic'... o> sociedade puMicava im io.n-
nal he! dtamadorre, e-distribua pramm aos labra-
dores :-.tiiigetilese zelosee. Adguns anuos de-
pois recefeeu de parlaaneata uma dolaran- de des
mil libras esterlinas-.
A soeiedade deagreultura de ?in meira qua-appaivceu em Franca, noanao de 1757-.
A sociedad de agricultura le" Pai.s, i nidada emr*
1761 pi' esfvr.-cs-dc-ministro Berti*, cantara
entre os-seas menvbroa homens com* Turgo! t>
rehgio da honra.
Por esse meto fcilmente inspiram o zelo a o
trabalho, a obnegaco, a probidade, o amor da
patria. A narracao dos successos heroicos des-
perla nos colonos o enlhusiasmo, e Ihes arranca
lagrimas. Pudem fugir,
, quan,' poranii
i carros carrcgadoa>de rorragam; !c.'anta-*-a pon-
: te e lica a dscobrta o estrado d urna balanza,
sobro que so pveos' earsea; cojo-naso eonbc-
ci.lo, c ah se dVtrrinina O'pOSW dos f ag ns.
Esta mesma bala-iva serve p;;ra Creqiinaes i as-
sogons do g3.ro, cousa de i.rainr im^artancia
mas nemsequer pensem I qando se que*-saludar o- doseiivoiviraeaio dos
ntsso, porqueeslao persuadidos que sena ingra- j animaes n'uma r.t-a qualqmr, ou comparar cn-
tiuao e cobarda. Somonte quitro, no espaco de ire si os diversas raras em retocan p raoidez do
dous anuos, tcntram fugtr, o por isso merece- sea crescimento^eeconoma da sua^anejirAa. Sem
ram de seus camarades geral reprovaoo. Nao-1 abalam-a e sem a tonttrbilidado-todoi o* conho-
noure senao um nico exemplo de roubo, e loda-j mentas em ogricattura sao iocompleos.. e tolos
a colonia ticou indignada. os clculos econmicos sao vagus-o incoaos ii ir-
Os fruclos cabidos das arvores ncm 8equoUufl nIPS rattara boses seguras dadpfcpositivos.
sao tocados i Ogidao ehjeeto* princlpfal'dos ealudos e
t'.m lb2, dous anuos depois da undaoao do cuidados do Sr. Uselfel. Deus estbalosepa -a- i limos, na classe agrcola o'na sosnda exposico
co orna do Meiitay, cxistiam perto de dusentva- (),,s nin do-ouro. sao dcsliad par, voceas le-, appaneoerara diversos anmaes, o nesse numero
0S- i i teiras, de (pie h.> em Graad-Joman. utn> oumeru.'os monstruosos porcos gurdos dn Bek-hir, pe-
d-Jouon considerare', principalmente para, producco da Sanda- um delle.-.-2l arroba-o i-.i-ia e oiitro da
dizes agrcolas haverfi annaalmeaia uma exposl
efia ii-tti- si'jam apn sentad-is os-productos aper-
.'i>irmi-.'os da escola,- premiando-se por essa ce-
cino-, no npretidi/es uno ce bou* n m dislingni-
ij'o, pc-rfwndi. lambem-sor admiltidtio na mesma
exposrin ns productos agrcolas tfci previnciai
.'.sin n*-Ji la do um grande aloaooe, nao s6 por
qoo pi'-i: a mor-da-gloria sao- estwvuladose ,;a-
InrdoodVje os apioiwtizcs agatcolas^ boho lambem
porque na nxposieo os nossos tavrados han dei
stHnre sbservar e-jue ha itameNtar nos inatro-
nwutos-aratorios, na engorda da animaos -do-
mestKa, no variedade das raaa, plantas pra-l
tenses,, nos reres?, nos legumos>e nos frc.elos.
Par kformar nana idea'exactaidas vanlrgons
das o>-;Misiroes basta considerar que s tem
passadi nltimameaie na cidade dn Porto. A so-
cidade1 agrcola dassa eidade celebren a sun pri-
meira rxposicao r 1857, > segtanda era '- i
Antes- desta poca ningum so iaaporiava rom o
malliavamcnto das racas da animos douies'ieos.
epois>da primis exposi. .'.o espalhou-seo es-
.o s: na primeira eollocauf-se, a agrieiillura .- a
daras ; na sagam9a>r t comm.rrio ternestra
c-amanufacturas ; mvterceira,o con.inea-ij-raa-
; timo.
.Ut-iii disso :':.rnit!.-..n:-s<- ern Pars tres aseom-
l.liir* di-lilierative.s. que l.:n!tiam por tim eschire-
ri r i ministro-,' erara : aeonselho ge ral de agr*
Lm/ \vi!', rceofcem
ve de um lado a-eiigi'.s desses pr., bemfeto-
res da s cifdaJe, oom a 'egenJ-i: MsiiVtt; con
tituil, rtitiUtit: No revjrso osla ansa onarras e-
i Iegen0a>!Lx -fliUtalo-decm. Islasociedade,
uti'ora .-.amada real, aelebra as soea-.-seases-
duas vezas pnr rotWj imajrime annaalnionle um-
ciiltiira, o conselhoda rondelarias e o Conaelho olume o iislribue premios. A sociedade rea!
superior, composto de agaanomos, rtcanSes-e m 1847 er o centre de- todas as sooiodades do
Nas-aMvHticdes das ontres mi-; agricultura da Fraaaoj a nesse ana as-socieda-
DSlerios
.-ri-in a
raiiitstro d
era Franca pxistam mui(o.svdefeitos ;-ue des Bliaaaehagaraaa ao aonaero de JC-lb
iiiiif. -r:-;i- dircaejk agrcola A .si/ o Eutre tio- m SowaSiaa- auxiliadora ti
O fim
em alguns pontos rouilo di veis da colonia dj
Mettray. A escola de Giand-Jouai nao he'
s d o ensino aos mancebos- do campo, come,
tambi-m para o lavrador um modela perma-
nente dos progrossos agrcolas-.
i) Sr. J. de Andrade Corso, dislinet agrno-
mo contemporneo portoguen, na sua obra inli-
lulaa Kusino Professional da Agricultura, as-- .
sin. se exprime a respeilo da escaia. de Grand- lle u,ma "& 1"*. Piz abundaiulemenie, n
jouan l",r baixo preco, teto c. n uiia relaca-s favoravel
i cora as f.irragenaconsumir.a.; cdonais. quj se
O'decreto de 182; que supprmrn o institu- adapte beni ao estado de acondidadi da Ierra.
to de Versalhes, nao modificeu o estado das cao*- Esll escolba era fcil p.ra o Srv Kietel, porque
sas em Grand-Jouan, que cer.linuoo a ser escola a Brelanlia possue uma rae-pequea. Sobria, ge-
regional ou escola imperial de agricultura, alar-1 ramenle bem>enformadfr, apta a- l gando-se om 1855 a sua circumscripcao a um ni-1 e sohretudo pruduzindo teste eai- a'jwndanrja.
queijns. Dcposde haver ansatada winas es ie-
eularoes peettarac*. de que atr-iss* dota noticia^
o Sr. Kieliel pareve haver daQnitkvamaale adop-
tado, como- moi olis, a das vacoas- lesiieiras e a
dos caruesro.vSttilidowa.
Para fundar uma especulara indtsslrial so-
bre o leile t preciso antes de tudo-fnzar escolha
F.ste
rae v pequea .!..- mesmo nomo SI7 Ubi \<.
uliino. animal ttiaba a id-.;de dn-W mezes
Ka mesma esposico-appareeuu e foi premia-
do a- warro Si JPottin Cuitvp.betti t> Sr A. Gtraol
monibdo da sociedade agricolai do Porto, para1
mostear a iuaortanca que '...n na Inglaterra
desea formse animal ru lein o nomo do ins-
tiaeo gener.-.'. tnglez, queasaignalou-se nUima-
i na marra da India. I urna av.ore dos
q/tatea costados sem Ucuno sem bastarda, como
ie. Sr. Gitau, parque 9ir Collin Campbell
aasoau em .! de agoalude t837, e foi oreado por
W. Sward.-.u-. de I nc-asti'P Sir Co'hii Cani-
be-Si filh->da porra Ifouoiia e do varrao )'-
I uii,ihy Prince-. Yonng Prtnoa .fllho da porr.a Show-
ta Indus-
as iiisnncas-inepeeciona as Corestas ;.o ria Nacional, fundada no-Rio de .'aneiea, e pre-
riiuisi.-n d. interior, oaeuasos d'agua o os cami- sdida Itojfl pelo 3v:i. Sr. marquez de branles,
ivinaes; ministra dos obras publicas, oi a mais amiga, e-na.votdade vaioses serviles-
monto .- os dique) e tolos case obj< c'.os tem prestado ao ;uw.. Esta sociedade passua va-
?iodparticular domini da agrien:un, ILitro'vias coRMnissoes e..siber: a cononisaao de iii-
i/w existe n ausoneia da nanitas dossas altraui- dMstria agrcola a-colunieacao, a cammiesao &.
-...--,.' ao mesmo lempo-igual conTuso; e por' iwlostri3-anufatareir>artistica, isso que vemos no nmusterio do imperio ads5o do iialyse e Miaaiofr- abimicos. Asncieda o
sacao. a oatechese o as Ierra publicase publica un-jornal menaal iuttulsdo.O dxi-
ird obj 'cins ou sao- eatranhos ragriculturoi ixxdor dn HdusiMa->Naoiomul, e o dtstbue gi tr-
is eleice, cor-peioft e cemiti '..?. o que taitamenleeelasaamaras-manicipaas-dimpcrio.
' cevto que a nossa ogaeul tura de--
direceo dos pblicos negocios
re por direito il.e perleaee e
euonto antes usiformisas asatlribiiieoesagricolas-l aicipaes. Helhor eria ajueo jornal f.jse diatai-
intentos, quer oulrasy omo, po- cxemplOi o-j suido pela-prinoioiie zetas das-provincias.
.-.i >os expoeicoes, a oaadelarias, e passa* tu- Neste casoas melboro aotigos seran transfera-
do isso*para uaia-.pasta. especial, a -..-w.a d* -igri- tos imaaadialamente, e as boas ideas agrcolas.
cuJtura. Iteriammaior cirouiaciov c mais-fac-ilmenlu se-
O ensino agaieola pwJsser dado ara escol>s-es-, riam abracadas.
uiiii.ia. / .ne Mi>nicmnpeas samaramanicipaes nimperio.
a deve assunrjio a nlenejo da sociedad* nesie poni boa, po-
o han raso lugar rim infeiiamcnlo as-colleoeoes do ;jcu>I docotem*
tor uecessaro. oberlasdo.p na. maiorporle doaaaahlros mi-
pe* iacs, onie !::ya a pcatica e a l'iMCKa,ao,mes-l Em 2.ie dezembro de 1851, por convite do
ra lempo, ou cada urna dessas causas em s -pa- sempre '-mbradi pEesdeate Dr. Uduardo lvci-
radu. Ja mauifoslama a nossa opinio a respei- po Machado, foi inslaUada aqu no Haranbaao.
le do cnsino i:;.irule. considerado .oan) puriujeu- primeira sociedade agrcola com a. lienominac.a..
I theorico. Devenios partir do mothodo mas de Soiiadade ct, Atjr-iatvFtura e Industria Rtal
simples para o mais somposlo, c nao poderemos Marartmvtse. Aksaoiedada, segundo os seus-es-
' r escolas coiao a a Hebeneioia sem c>.;o pri- latuto, tem per fim mottiorar a> acosa lavoura,
inero existam hornea pralicos na systema.aa- introduzir os-instrumentos, .que sacaceremHraai
oi '" conveatentes do. sua. applicaco ao rcteamanti
Proceder de um modo contraro, seria, tuxe ?* testas,contrataa-pesseasqua-aaibam oune-
culor do ministro em setembro-de 155, que ns'loto-, e a n-.ancellc, propensa engorda. Enire
visitamos Grand-Jsiuanv do.vendn DO essa occa- Saint Pol de- Len e Vanaos "ineontra ae porai
siao obsequiosa bon.lade do Se. Monny de M*c- o tj pa bretaa puro. As vaccats- desti ncen tem,
nay uma recommendacao para o Sr. Rieffel. que termo medio, 1 e 1}" 1/2, algumas raelborus
nos mnstrou o nleressante estabelecimento que i apresentam mais ampias propx>rc6es e ^rodoz-na
ORIGINAL DO DIAH!0 DE PEnNRlJCO-
A CRTEIRA.
23 DC. VEVEREIUO DE 1800.
Assim que, o archivo publico, destinado df-siio
a sua orgem, o pela sua mesma nalureza, para
ser o deposito de todos os documentos, de todos
OS ttulos, sem os quaas impossivel coorVnar
quizerem considerar, deve eonter sempre em s^u
seio todas os elementas neuessarios pasa.a eooi-
pleta e segua averiguac.a vida de :un novo.
| Povisto somos de parecer que uma xs^anticao
e organisar uma boa historia, vitia lambem abrir j d'estas deve estar dividida, em dil:ereales sec-
ura campo summaraente frtil para ndagices | ci.es, cc-rrospondeotes a cada uma das multas es-
Nessa exposicajviraaa-sc lambeas alguns re-
presentantes da rara, bovinas do- Cuernesajr,
Yoi.ksh.re, Devoa c' Vork. Aldcnuy. o cruza-
menlo de Durham. rm Torine, ne Durham e
AyrseKre, e DurliAra e Guernesey Uas em
des do i.-.:-, lior as cargos de magistratura, neces-
saii.inietjti- imprimir nos negocios agrcolas urna
salutar iniluencia com o oxemplo e co:a a dou-
lrina. Os-paroch.0.-; e os secerdoles.vv.-ndo eai con-
tado corra pivpnlacao rural, prestaran do mes-
provcilosas, era mnitcs Fastodo servico puMiao,
em mutos assumptos que devem sci a'mpUrocn-
le estudados.
Aquellas ideas enunciadas por nos uma vez,
\ VISTA D-'OLHOS SOBRK 0 KST.MiO GF.KAL no
. 5S0 PAIZ, l. 1 -i-l.ilAI.MIMi: DESTA PR0V1HCU,
01 -.Mu aOS IELH0RAMEKT0S M0KAES k ttATE-
|.,Ul 9 NECBSSlDADES PUBLICAS. TeKOEBCIAS
PABA o MOVIMCMO ri'.OCl'.KSSlVO DAIlfDSTBJA.
[5TERESSES.DE PIUM1 1IIA OKDF.M PARA A SOCIE-
DADE BRASILEIRA.A II.XUMOSIA QIE OS PRENDE.
*
* *
II
Anda n archiio publico. A conveniencia do
um Instituto Histrico c Geograpbico ncsla pro-
vincia.
As ideas que emitliraos no folliclim da sema-
na passada sobre o estudo da nossa historia pa-
tria, e igualmente sobre o modo de escrevel-'a,
conduziram-nos, pot urna naturalissima deduc-
an, ao exame de urna das mais urgentes necos-
sidades para a nossa provincia, e para cada urna
das .olas provincias era particular: a crcacao
de um archivo publico.
A ningucm parecer duvidoso que uma nsti-
tuicao d'esta ordem nao s facilitara, em grande
parle, o analyse c a iiveslgaco de varios pontos
da nossa historia, como tambera concorreria para
encaminhar os espirito* no conhocimenlo e na
apreciacBo do mutos fados de superior impoitan-
cia e de peculiar nleresse, quanlo nossa vida
publica e social.
Por um lado esses mesmns fados apparece-
riam syslcmiitisados c classificados do melhor
modo "possivel; e por ouiro lado, sob o aspecto
mais ospeiiclmenle scientiico, chegariamos a
proporcionar e a dispOr um quadro completo dos
acontecmentos, que sao do dominio privativo da
hifetoris, fxando a cada um d'elles o scu verda-
dero lugar, na successo que os prendo, c na
calhegeria que IhM O proprio.
lacoes publicas ; e olri, segundo a ordem & a ca-
jiiegoiK de todas Has, virao collocar-se. como
a'uui serie ou ama gtdual piporca>>, todos
os documentos que Uve* digam respeilu e que,
nada perdem no scu valor intrnseca, se as re-ion. pela sua necessidade ou po'.a sua ulilidade,
produzirmos hojo, fazoado-as sobresalir aQd possam edevam ser cansulladcs-e exm-iuados
mais, se nos nossivol, quanlo ao carcter de qnalquer hora, a lodos os monrrentos.
extrema necessidade a de incontestavel promi- O archivo deve conler, nao s paptis de inlc-
nencia, que anda.ligado insliluico djn que tal- j nesse poltica, assim ananuBCtiptes co-nie impresa j mapa^as oslatislicosdi todas as repatlicoes
lamos. i sos. traballios-cegulares o convcjiioaiomcnle orr-1 mais-obertamenle se oceupam d'esso, classe de
De lelo, que viria a ser um archivo publico, ganisados sobra pontos e questes d primeira' servidos,
eslabelccidoe firmado as bases, e sb os condi- | importauria-, qilMle ao govorno da sociedade ; Sobraro para o moralista o para o philosop
cocs de que havemos tractado at agora? Nada lanas anda todas as notas e apona melos sabr n'aata nstituico, c anda aera o homem
menos sera que urna reparlko regular, lao indis- o andamento gc-r.V. da insiruceao publica, sobre o scioueia e para okiter&to os dados d mais il'o
considerada rm s3 latitude mais ampia e em
seu erdadeia sentido, tambera se poder pa-
tenisor no archiva, e do raodj. mais proprio e :
mais adaptado a salsfazer as roais minuciosas
exigencias em materia de governo, e em objec-
loode poro alcawce e inteassa poltico. Anida
por.esse bdo as vantagens a a-.iferir do archivo
au podex ser postas em diivida; nem mistor
uaia demonstiaeao para que veiihnni a ssr por-
tal'
l
coMselheiro- Ioan/a Vieira da Silva o Sonsa, a
soci dado de Agricultura e Industria Bucal Ha-
ranJbenae j tem contribuido rauto para a ad-
Oaissao do arado, aa cultura da.canna do assucar.
Co n tinn ar-.- lia.,)
complota^separagao de puntos, queso a*bam con- quauto aojiosa aegrandecimanla.maMA e social,
undidos, ni variadissima escala dos. assumptos-tquanlo j.nossa elevaco esa letras, 3111 seiencias
a estudar, em tantas classes.d caparticaes, dale artes.
fu necees e de midieres publices, ebegar-se-fca -
tambera a obler uma somnu de-dados aufficicni- *?> Porpm- a Wulo I
tes para o verdadoiro-estudo da hi
particular do paiz, a consegnintemenlo p..
mais-regular dsposioao c cunkecao dessa raes- bem ]:>u'>: 'e ser um ebice, e autos, um bom
historia.
isloria geral co ''^0(lrapMco Brasilero, de uma creaco ge-
menlo para a r''1 P**' li,is l'"> fasoaveia e digaos de atteoco,
bem louge de ser um bice, autos, um bom
exemplo e uma bella animacan, pira que estaba-
_ que elle possu ,
alii se tenbara collocado, como em deposita, os devaser consideaado ; o, poataato, ciniiMostiona- '1;,s e "olas> 1ut'r impressos, quer ir.anuscr.ptas,
vel que, nao sd uma pederta estatislica do paiz1 j"0 P08.8*" s,,r "u>, Para Ititfaria particular
poder Irazer asaos resultados de su ramo inte- Pruvinc,a e nesse uituito se pedera lamben:
. resse, como tambora podor-lhe-hao ser piomovi- Proporcionar um grande nielhoraraenlu ao.eslu-
bo, l dos e adiantados at ceiio ponto mediante o os-; do e a analyse de sua particular geographia.
da labelecimenia-e regular direccao "de Archivos pt-! 1'"lll-os P "'"ma ."'.ra csPec,al>dde ain-
peusavel e lao emnenlcuieuto mil, como qual-
quor oulra, de que a sociedade pessa nocessitar,
e onde se encontrariam, cada |>asso, os elonaaa-
tos de mais subido alcance pasa a confccc de
uma boa historia nacional.
A considera!-'o como inslilnjcao particular em
cada uma das provincias, aiudasc toinaria nota-
vel a sua existencia, por que assim Ifrt-se-ia pro-
parado em todos os pontos do. imperta a narra-
movmenlo da industria^
hteos. "' 1 da nao foram coraprehendidos, quo anda estio.
da, agricultura e .do. valar para que p'issara caminhar seguros em suas Pel que diz respeilo especialmente nossa por i"J'1S;,r c porclassificar era regra, vil-o-Lam
commercio; cmhm, solH-e todws os assuiiplos psquizas. sobre as coicas que mais enleiuivm provincia essa necessidade clamorosa diaa- 8er uma T0Z'9 a associa':o- rcjfesenlaliva
que mais au monos duodamenle possam inte- i eom a instruccao o a educoea publica-; c o pu- nu.I-o na phrase da moda de uma acliia'l-dade dessa idea generosa e sublime, se comneneUosse.
ressar, e de cujo exacto. conl>eciniouto depende.1 Micista legisladordigamol'-'o d'iiina vez en- palpitante. em toda a sua extensa*, do papel que lho eum-
tpso faelo, a conhcciiaenln d* toda a sociedad*. I coulrar.io ah meios sullicienles. para podercm I Nenhuma lolv'fj necossile de ser lao mina- P,lri* deseoaoenliar.
?idi or^ZT'nr^i^nf? Zu^^-^T EME' T J""* **?*" c m sua s. "a"* n!* Cl0sa ">"'>'P"l"^'"'-nte estudada e averiguada O Instituto, como o concebemas. sera um pas-
uda por seus pnueipios e pela suezassao dos| binacoes. relativaineulo aos poalos de mais viro em suas fonlcs, o em suas tradiccoes histricas : so de
inU'iesse social. nenhuma pode offerc
pus fnrtn ------------------- r---------- .........>.......o, .. ... 0....0 .. ..un.m- untunraa ( so de mais, poreni um passo seguro, no progres-
K i,.nnvel ,L-nW, ,, J, mlcresse social. nenhuma pode oirereccr ao observador sincero e so moral e natural da provincia, quo pertence-
h impossivel (^onhecer alientas.astas con- Quando se tenha organisada em cada uma das desprevenido um espaco mais Ilimitado om ana- I mos. Assim como o Archicol'6ic esse esla-
vo de lodos os tactos o incidentes, que devem SijBracOes, o inuUo.Qjuo se deve esperqr de nina I provincias urna insliluico d'esla ordem, con es- i Uses e apreciarnos preciosa
constituir, pela undade sysleriialLca e pela de- iitatiluioao de semclbantc natoreza, e organisadal sas disposicoes e com essas garantas
dnecao chronologiea, a vida publica de cada uma
d'elas, que a penna do historiador viria dese-
coaio a temos concebido. Eslabelecida uma vez,
ella proporciouatu em seu proprio rociulo uma
nhar mais larde em ura quadro perfeito, c coro i especie de gabinete para csludus. prcticos sobre
as cores c os traeos que lhessa.0 cabives.
Mas, se a vida inlcira de um povo, em qual-
quor localidade que tonliamos de comprehender,
nao pode licor lituilada 6s eondicoes do sen dossn-
volvimento politice, social e administrativo, mos
hade abracar necessariamenle as relacocs de um
existir mais intimo, como sao os que "so revelom
sob o dominio oxelusivo da moral, da iastruccao
e das leis estabelecidas esl claro que o archivo
pub'.ito, alm de contribuir para a guarda e fiel
deposito dos fados mais elevados, em que se le-
nha manifestado a adividade d'cssc povo, deve
e pode retratar ao vivo, mediante esse ir.esmo
deposito, as circumstancias que Ihoso mais par-
ticulares, c que traduzom, para o observador ex-
terno, suos ideas, seus costuraos e suas tenden-
cias mais peculiareieiite carocterisadas. Q ar-
chivo publico, potlOjOl", considcrem-n'c cuoio q
diversos ramos de roconheoida importaacia. Os
papis e documentos que se bauverem de guar-
dar ahi, relativos adminislrajjao do juslica, ao
curso dos negocios forenses, ao andamento dos
pleitos o das questes judiciarias, aluiao um vas-
tissimo campo s indag.icoos e aos exames de
que tanto necessitam por vezos o jurisconsulto,
o advogado o quasi lodos os fuuccionaiios da
juslica. ttulos desummo valor, por esse lado,
c quo, a nao sor esse excellenle deposito, ca-
riara ignorados, ou desappareceriam na altuvio
immonsa que absorve de ordinario muilas ques-
tes lindas, muilas causas j decididas, podera
ser encontrados ahi, n'essa rcpartc,ou assim or-
ganisada, o que nao ser, por cerlo," de pequea
conveniencia no movimento goral dos negocios
pblicos.
rompilo desenvolvimento, logra
lecer, ao mesmo lempo, um poderosissimo auxi-
liar para os cstudos historeos de todas ellas, o,
por conseguate, para i historia geral do paiz.
Essa insliluico, levantada sobre alicorees lao
solidos, ser, sem duvida, um dos mais nolavcia
melhoramcntos do que. se possa dolar e enri |iio-
ecra nacao, nao s quanlo no sen viver propria-
menle material, senao lambem sob o aspecto de
sita prosperdado moral e poltica.
Nao pois, sem razao que ligamos a maior
importancia creaco de um Archivo publico, era
todos os pontos onde possa e deva ser estatuido.
V-se que d'ahi, dessa insliluico, podem resal-
lar iriuilissimas vantagens cara a saciada lo, em
todas as rclaces que leuhamos de percorrer na
analyse de sua vida particular0 publica. Resul-
tados lao poderosos e officazes Urinario, com mais
lucidez o facilidado, os conhecimenlns prcticos
o a experiencia em todos os objeelos de geral in-
Concorderaos, por, belecimenlo. abriria era seu proprio seio um ma-
ullas [.ara o seu isso, lambem que nenhuma provincia encerra om j nancal fecundissimo is intelligeneas.que o hou-
r-se-ba ostabe- si maior somina de elementos para que essa mos- \ ressem de percorrer frvidas e animadas dos me-
ma necessidade, lo superior e manifesla, possa Inores desojos: o ambas as insliluicoes, bem quo
vir a ser salisfeila ; o para osle fim, para que se 1 de forma e de orgem diversas, harmenisar-
lograsse o formular uma boa historia desta pro- j se-iam pcrfeilissimamenlc no plano de methora-
vincia, nada nos parece mais conveniente do que montos, que ambas podera levar ao seu vlti-
o eslabelecimenlo de um Instituto Histrico
O que pertence ao dominio, da adinjuisirafno, Morosso e, ao passo que se promover ?s.ii!
Geographico.
_ A capital do imperio, que j conla um centro
tan importante para os osladas geographicoi e
historeos de lodo o paiz, e que tem a felicidade
de o ver creado, alimentado e protegido pelo Pri-
meiro Magistrado da nacao, j sabe, por expe-
riencia propria, quanlos fruclos se podem espe-
rar d'oma inslituicao dostas, cojo Um lo alta-
meiiii; civilisador e progressista. D'alli leem sa-
lii.lo, j por varias vezes, innmeras medidas de
gravissimo inleresse para lodo o paz e para to-
da sociedade brosileira : e com razio se pode af-
flrmar que daquclle ponto que tem partido
quasi sempre a idea inspiradora, e o estimulo cT- '
licaa e valioso, para obras de eminente vulto, i
w a tu 111.
I
_ Anda pelo que se refere a estas nossos rc-flc-
xoes, nao fazemos mais do que cxpol-as e snb-
meltel-as ao Ilustrado juzo do publico, de cuja
imparcialidad!' e criterio estamos, ha muilo, ple-
namente conveucido.
D'outra vez mais alguma cousa direrros sobre
este mesmo ponto, ames de passarmos a outros
ossumplos nao monos atieudiveU, c que eslao na,
airada do nosso programma,
r. b.
1

PEU.N. TYP. DU H. F. DEFARU. 660*


BUTILADIB

ILGIVEL