Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08994

Full Text
AMO IIIYI. HOMERO 43,
Por tres mezes adia *ados 5$0O0.
Por tres mezes vene. Jos 6JJQ00.
/
QD1RTA FEIRA 22 DE FEVERE1R0 DE 1860.
Pop anno adiantado 49^000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCARREGADOS DA SCBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. de LemosBrngi;Ceara,oSr. J.Jos de Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martin; Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Arraznnas.o Sr. Jeronvirin da Costa. ____
PAK11DA DOS COKKE1US.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiannae Parahiba as segundas c
sextas feiras.
S. Anto, Bczerros, Bonito, Caruar, Altinhoc
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limociro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouiicury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Bio Forrooso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
(Todososcorreios partem as 10horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaeo: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
7 La chela aos 15 minutos da manha.
13 Quartominguaute as4 horas e 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde
21) Quarlo cresecnto as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas c 6 minutos da" manha.
Segundo as 6 horas e 311 minulus da tarde.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. S. Eleuterio b. m. ; S. Nicolao b.
21 Ten;a. S. Angela de Marina v. f.
22 Quarta de f.inza ; S. Margarida de Corlona f.
23 Quinta. S. Lzaro mongo ; S. Milborgcs v f.
24 Sexla. S. Pretxtalo b. m.; S. Primitiva v. m.
25 Sabbado. S. Malinas ap ; S. Edisberto rei.
26 Domingo. Ss. Cesa rio e Dio-coro mm.
ENCARREGADOSDASUBSCRIPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bala,
Sr. Jos Martins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PEBNAMBUCO.
O preprietario do di amo Manoel Fgueiroa da
i Paria,na sua livrariapraca da Independencia nj.
6 e8.
PARTE 0FFIC1AL
Itispado le Pernttuibucot
D. Jofio da PurifLcaco Marques Perdigao, conego
legrante do Santo Agoslinho, por graca de
Dos c da Santa S Apostlica, hispo dePer-
nambuco, do conselho de Sua Mageslade o Im-
perador, etc.
A' todos os nossos diocesanos sade, paieben-
c5o em nome do Jess Cliristo, Pastor Eterno
Sendo preceptivamente reconimendada pelo
cvangelho aquella penitencia que justifica o pec-
cador, quando, sinceramente convertido para o i
sei Creador e Beinfeitor, detesta os excessos pra-
licados no profundo esquecimento de seus deve-
res, de suiuma obligaran que o pastor exhorte i
o rebanho penilenciar-se saudavelmente, para !
reparar pela conveniente satisfaeco os delictos
COminettidos, e obter a graca santificante, que o
onstitun apto e disposto para comparecer no tri-
bunal divino, no qual o humano procedimenlo
ten de ser julgado.
Nao podemos devisar no circulo do anno. lem-
po mais proprio eopportuno que o quaresmal,
par.i preeuchermos o Qm, que a santa igreja nos
propoe.
Ser possivel, porm, que os seus lilhos en-
treguen! ao esquecimento os pios intentos de
uma mai, que por lodosos meios procura a cier-
na felicidade daquelles que nutre cm seu seio,
certos de que a perda da innocencia smente po-
de ser reparada pela penitencia ?
Podcr-se-ha acreditar que a maior parle dos
chrislaos recuse prestar a ingenua coutrie&ode
que c digna a culpa o sua reiteradlo '.' Ignora
ella por ventura a gravidade do peccado, e o
quanto Jess Christo se d.gnou praticar para o
anniquiltar e destruir ?
Ali nos esperamos que os nossos filhos eni
lesna Chrhtto tributem doutrina evanglica
aquella attenco que lite devida, por nos exor-
lados seguir ellicazraeiile os exemplos daquel-
les que conseguirn) o cierno prazer pela peni-
tencia, insinuados pelo Eterno Pastor, que para
res lido em vista que o Papa, pal, e soberano
espiritual de 200 milhoes de individuos? Que a
liberdade da sua eleicao, e o I i v re exercicio do
seu poder espiritual forman o interesse soberano
da sociedade cnlholica ?
Seria una iujustica e grande imprudencia
querer impora Roma un governo inleiramenle
laical, allendendo a que em lempo de eleicao de
novo Papa, a preponderancia da aulordado bu-
rocrtica inteiramente laical, pedera por em
grande risco a hberdade do conclave.
E que consequencias, niesmo prescindindo da
nullidade, poderiam dalli resultar, attenlAndo-se
por osle modo contra a independencia espiritual
do pontifico romano, principalmente se o par-
lempo, o hoje o pelo cardeal Di l'ielro, e este
devo ler um prelado pira o supprir.
Todos os conselheiros ordinarios presentemen-
te sao leigos, con urna nica exeepeo.
Os outios empregados deste conselho sao todos
leigos sem exeepeo alguma.
Os negocios distinguen)-se en duas elasses.
uns de maior, os outros de menor entidade.
as materias de legislaco e de poltica, o voto
do conselho apenas consultivo ; no contencioso
decisivo.
Fixaram-se premios para animar a agricultura
c a creacio de gados.
Finalmente nomeon-se urna commissio, para
ver o modo de salubrisar e povoar o agro-ro-
mano.
Este o governo acensado de inepto, de ocioso
e de estacionario, etc.
Comparemos agora com este o governo do Pie-
monte.
Estes (tiradas as despezas dos caminlios de fer-
ro, e da-posta compensada pelos seos productos
tico e re, este enrgico protesto, com o oflereci-
mcnlo illimilaJo de lo la ella, que vos dirige a
nobreza rumana, cheia de reneraco tanto pelo
vnsso sceplro real comu pelo vosso cajado de
Supremo Pastor.
( Ifarii-i \
mercader a lodos os bous conselhos que
A eommisso do contencioso composta de tres adjudica ao ministerio das obras publicas francos
membros julga em primeiro grau. Se lem lu- 5,640.000 sobre um preventivo de 147,866.000
gar urna ultima appelaco, a deciso se remelle francos, isto 3.81 por KM) ; aliando nos Estados
para a assemnla geral' doeonselho, que senlen- Pontificios o mesmo ministerio 5.46 por 1I)J do
tido laical quizesse ler ingerencia na nomina dos i ceia cm terceiro lugar (lei de 2 do jiinho de 1851.)' preventivo tota
cardeaes. O conselho de oslado uestes ltimos 8 annos; E apezar disto a imprensa liberal do Piemonte
Perianto o direilo universal dos catholicos ten feito grandes reformas as leis, tem regu- nao deixn de prodigalis.ir aecusacoes deste gene-
exige que estes uceupem os cargos principies
lano do ministerio, como da suprema adminis-
lracao.
tjuanlo pois aos Romanos, diremos que tantas
sao as vautagens que Ibes resultan) de ser sub-
ditos do Summo Pontfice, que bcra se podc-m
sujeitnr no governo dos cardeaes.
De mais a mais mullos delies sao filhos ou
irmios dos principes romanos, e todos ellesso
principes da F.greja e representantes dos iute-
resses catholicos.
Os Iuglezes que tecm sido os mximos pro-
pugnadores da secularisacao romana, teem na
cmara doslords un banco destinado para os his-
pes ; e a constituidlo do 1852 reconheceu nos
cardeaes francezes o direilo de lomarem assento
no senado.
No dia de boje porm os leigos leem aberta a
entrada no conselho de ministros ; pode.ii ser
gobernadores e presidentes, sorvindo-lhes isto
como de umdegropara entrar na publica admi-
nistradlo ; mas pare-se aqu, porque era so que-
rendo alargar muito mais esta medida, so ira
preparar urna revolucao.
Passemos oulra tecla :
Este Papa aecusado de nimia severidad?,
exordio o seu reinado por una amnyslia a 1600
lado a administradlo, e o contencioso.
A eonsmlta de estado para as finani-as
com muita aclividado.
O Sanio Padre quem elege os seus membros
sobre a proposta do qualro individuos, feita pe-
los conselhos provincaes.
Os candidatos deven ter 30 annos completos e
possnir bens estovis pelo mnimo de 10 mil
ro contra o governo pontificio,
opera Quem duvida que os Papas em todos os lem-
J pos teem favorecido muitissimo as artes, as sci-
oncias/a moraliJade, a caridade, c ludo quanto
respeita religiosanta di'Jess Cliristo ?
Roma oflWeec s sciencias sessenta e um ins-
titutos escolsticos, 3 escolhas de bairro ; ca-
ridade 10 hosptaes capazos de receber 4,531 le -
escudos, excepciio dos professores das univer- tose60 hospicios onde animalmente so recolhem
exemplificarsua grey, se dirigi ao desert, onde, exilados, e lomando a entrar no Estado pontifl-
por espace de quarenti das o quarenta noutes, | c'>. prestando ao Papa juramento de subms-
no guslu alimento algum corporal, nstruindo--! 9ao o de idelidade, nao obstante SSO, ao menos
jrporal
nos como devenios vencer as lenlacoes do irro-
cunciliavel inimigo da salvacao do genero hu-
mano.
Dilectfcttimos irnios, estando convencidos das
promessas, com as quaes Jess Christo nos agra-
cien, diligenciemos augmentar o numero daquel-
les, em quem estas se verificara. Nao nos falle
o animo e constancia, com que devemos proce-'
der na causa de nosso maior interesse. Iteniin- i
ciemos aos prazerea mundanos e aos altralivosl
que nos seduzem, para nos alfosiar do caminho '
que devemos Irilhar. Santifiquemos nossas al-
mas na presente quaicsma, collocando-nos cm
estado de obter a perenne felicidade, concedida
os que se esforcam consegui-la pela violen-
cia contra as paixoes desordenadas, que, segun-
do etangclho, sulfurara a sement do pai de
familias.
A pena ue uAtuiiinn.,.).;. t i,_ fu i
aos trausgressores da desobriga animal seja um
dos incentivos que nos induzam cumpnr to
saudavel preceito.
E para que obtenhamos o justo fin que con-
ven salvacao dos verdadeiros chrislaos, recor-
ramos ao poderoso auxilio da ornco, pelo qual
nos sejam concedidas as gracas-e mercez pro-
mettidas .i aquelles que as imploran na humil-
dade e sincejridade de seu coracao.
Palacio da Soledade, 21 de feverciro de 1860.
Jooo, hispo diocesano.
COMANDO DAS ARMAS.
Qunrtel general do eommando das
armas do Pernanihueo, na cida-
de do Hecife, t de fevereiro de
lHfiO.
ORDEM DO DIA N. 356.
O lenle general commaudanle das armas
determina, que a 7a companlua do 8o batalhio
de infamara que regressou da comarca de Gara- deWndodone uVnt
uhuns, e esta allojada no qunrtel do Hospicio, fi-
que por emquanto addida ao 10" batalhao da
mesma amia.
O niesmo tenente-general commandanle das
armas declara, para sciencia da guarnicao c de-
vido effeito, que nesla data se apresentu o Sr.
capellao-alferes da reparticao ecclesiastica do
exercito, padre Serafim Goncalves dos Passos
Miranda, e entrou no exercicio de suas funecoes
no 10 b italhao de infantaria, em o qual foi man-
dado servir pela orden do dia do quarlel-general
do exercito de 4 deste mez, soh o n. 177.
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme.lierardo Joaquim Correia, lenle
ajudaute de ordens do eommando.
EXTERIOR.
una terca uarle delies, mais tarde aceilou os
eniprcgos da repblica. (
Elle instituio a guarda cvica c a consulta de
Estado, e isso nos prmeros dous anuos do sen
pontificado, alera da promulgacao do Estatuto
fundamental de 1858.
All hoje se encentra urna liberdade, que fa-
vorece as constiluicoes dos municipios, com o di-
reilo de revsao e de exame das entradas C sa-
bidas por meio de una consulta das li-
nancas.
E que mais se encontra neste ponto as ins-
tiluicoes polticas das luuiiarcluas temperadas
actuaes ?
Vejamos quil seja a organisacao poltica do
Estado pontificio.
Ha quatro ministerios, odas armas c das fi-
nni.iiK o do COrnmtrrin. /|ou o .-.i. ,..i.. .4 agri-
ciiltura, industria, bellas-arlcs, e trabalhos p-
blicos, e finalmente o do interior, que tambera
comptehende a jiutica e a polica.
-O conselho de ministros presidido algumas
vezes pelo Pipa, mas ordinariamente o pelo
cardeal secretario de estado, de quem dependen
os nuncios e os cnsules.
As proposlas da le examinadas no conselho de
ministros, sao remedidas ao conselho de estado,
que eipe a sua opinio, e dalli passam con-
sulta das finangas para dar o seu parecer que
toca s suas atlrbuicoes.
A lei de 10 de setembro de 1850 manda que as
nominas, as promocoes e as destiluicoes dos
funecicnarios publicos.se traten no conselho de
ministros.
Por meio desles se communiea o poder s pro-
vincias mediante os presidentes daquelles gover-
nos, o estes funccionarios que corresponden
quasi aos prefeitos em Franca sao assislidos por
urna conyregaco governatira, composla de qua-
lro conselheiros leigos,escollados pelo soberano,
ser tirados da classe
dos conselheiros provincaes, um do lugar, onde
se acha a sede do governo. o oulro d'um dos cor-
pos communacs da provincia.
Quanto ao exame da legalidade do preventivo,
quer das provincias, quer dos lugares co
naes, cada conselhoiro tem um voto d
mas as oulras deliburacoes este voto mera-
mente consultivo.
Esla orgenisaco mais larga c mais liberal do
que era Franca, ondeo soberano se nao acha li-
gado a escolher urna metade dos conselheiros de
prefelura da classe dos conselheiros geraes.
Cada distrelo communal lem um collegio elci-
toral, un conselho communal, c urna magistra-
tura presidida por chele.
O collegio eletoral compe-se de um numero
de individuos seis vezes maior do que o dos con-
selheiros.
Dois tercos dos eleilores deven ser proprieta-
rios, c oulro terco negociantes e professores de
artes liberaos; devem lodos ler 25 annos de ida-
de, pertencerem ao distrcto communal, e esta-
rem no livregosodos direilos civis.
O conselho communal renovado por meio do
conselho eletoral de 3 era 3 annos.
A magistratura communal compoe-so de con-
selheiros eleilos pelo delegado da provincia se-
gundo as ternas que aprsenla o conselho.
l'ertence ao Santo Padre nomear o chefe da
magistratura sobre a lerna dos conselheiros ; que
urna prerogaliva negada aos conselhos muni-
cipaes pela lei francezn.
O conselho municipal delibera s portas fecha-
das, e com votos secretos.
A magistratura administra osbens communaes.
sidades, que se elegiveis cora um mnimo de
2 mil escudos em fundos.
O numero dos membros o mesmo do que o
das provincias, com o augmento de una quarta
parle de consultores nomeados directamente pe-
lo Papa.
A consulta presidida por un cardeal, ou na
sua auzencia por um prolado
Presentemente, excepcao de dois, lodos os
seus membros sao leigos.
A consulla examina escrupulosamente as des-
pezas publicas : tem as suas sesses tres vezes
por semana, o em todo o curso do anno se oceu-
pa do exame das despezas tanto ordinarias como
extraordinarias.
A sua ancora a revisan das cotilas parciaes c
das particulares de cada una das administracoes.
Pertence-lhe julgar das despezas encontradas,
e propor lodos os anuos as contas preventivas.
D o seu parecer quando se trata de regular os
impostos. de fa/.er novos contratos, ou restrin-
g-los quando isso interesse publica adininia-
iracao ; de innovar as tarifas das alfandegas, e
fazer tratados de commercio; de reanimar a
agricultura e a industria etc. As suas sessoes
nao se suspendem nunca, e a sua duraco de
3 annos.
Eis aqu a tabella das coritas preventivas :
Propusta das adinimstracoes
1856 13.156,150 escudos
1857 13.283.9i8
1858 14,552,567
Emenda da consulla d'Estado
1856 14.277,512
1857 1.75.993
1858 H.448,309
Preventivo approvado pelo Papa
1856 14,302,602
1857 1 i.754,993
1S8 l.^0.021
E tome-se hem sentido que nos dois
ros annos foi a consulta de estado, que
ura augmento de despezas ; e s em 58 q
e sao soccorrdos 27,0n pessoas.
O Sr. Turina diz que nao se despendem menos
de 26,1)00,0110 de francos por anno.
*A outra queixa contra o Papa da tyranna
para com os presos.
Urna folha ingleza, a Quarterly Reovtw, dizia
que nao ha oxempl na historia de urna tyranna,
como a de Po IX.
Em 1851 o numero dos reos de todos os deudos
era de 11,61 i.
No mesmo anno os imputados era 1 sobre 451
habitantes, eos aecusados um sobre 558, ao mes-
mo passo que em Inglaterra esses ltimos era um
por cada 52.
A reforma penitenciaria era Roma dala desde
Clemente XII desde 1703.
Nr. Remach diz que o carcerc mandado cons-
truir por I.eao XII, segundo o syslema de Au-
burne, pode servir de modcllo a senielhautes edi-
ficios.
Alguns presos polticos teem declarado que nao
ha all crueldad*, antes pelo contrario, que se
procura sua visar a detenco carceraria.
Uesponda-se s aecusacoes de lord Palmors-
ton com ludo isto, c com a amnista, nao sendo
dos reos polticos condemnados raorle senao
dous, que foi um delies O assassino de Rossi, e
Disciaso ni: uikiutkx has costes portcgcezas,
l'OK S. M. KL-RKI I) PE0RO V. KM 26 DE JANEIRO
Dignos pares do reino e senhores dtpHtao d-i
naco portuguei.n.Ao abrir a presente sesso
legislativa tenho a satisfaco de annunciar-vos
que tem sido conservada a tranquildade publica
erh todo o reino e provincias ultramarinas.
Continan felizmente as nossas boas relaces
de amisade com todas as potencias adiadas da co-
ros de Portugal.
Accedendo ao convite, que foi dirigido ao met
governo pelos governos do imperador dos Fran-
ceses e do imperador da Austria, nomeei dous
plenipotenciarios ao congresso de Pars, afim de
toinarom parle em quaesquerdeliberacesacerca
da pacificado da Italia, como representantes de
uma potencia que Uvera voto no congresso de
Vienna.
O desenrolvimento das obras de viaco publica
em todo o reino considerado pelo governo como
u m dos meios mais elficazes de promover a pros-
peridade do paiz. Veste intuito vos sero apre-
seutados dous contratos, que o meu governo co-
lebrou, para a coustruccao de caminhasde ferio,
sendo o primeiro relativo as linhas do norte e da
frouteira de Hcspanha, prximo a Badajo/;, e o
segundo para o prolongamento do caminho de
ferro do sol al Evora o Reja. Igualmente vos
ser apreseulado um contrato para a construr-
co de seis centos noventa e Ires kilmetros de
estradas em differenles districtos do reino.
Estou certo que vos examinareis estes nego-
cios com a attenco que merecen.
O meu ministro da fazenda vos aprrscntar,
em devido tenipo, o orcameuto da receila e dus-
peza geral do estado e varias proposlas tendentes
a melhorar a situuco da fazenda publica. Sobre
este importante essumpto, de que depende o
augmento do nosso crdito e o futuro do paiz,
chamo eu particularmente a vossa attenco e es-
ludo.
Em virtude de aulorisaces legalmente conce-
didas ao meu governo, tem elle elfectuado algu-
mas reformas e inelhoramentos de servicos. Es-
tas providencias ros sero dcvidainente apreseu-
ladas.
Pelos meus ministros das diversas reparti^es
defender u integnda-
o oulro o que tinha atlentado contra a vida do ] sero propostas varias medidas econmicas e ad
cardeal Anlonelli, o qual pedio que su perdoasse, ministrativas, reclamadas pelas urgentes necessi-
e que licou soccorreudo a viuva <; familia. | dades do servigo publico Confio inteiramente no
O nobre lord deveria lembrar-se que houve lal vosso esclarecido zelo e patriotismo, e espero
hroe, que Irucidou o eulerrou no jardiin de S. que vos oceupareis de to graves assuniplos com
a solicitude que a sua importancia aconselha.
Est aberta a sesso.
L-se no Times :
a Acaba do se saber officialmente, que a In-
tou na sua reducao. As entradas foram avalladas ses 307.000 pobres,
nos dois annos 56 e 57 em 14,303,000 escudos, e
em 58 em 14,662,000, que d um excedente de
mais de 10,000 escudos sobre os introitos corres-
pondentes.
Os inimigosdo governo pontificio inculparam-
no de ter ronlrahido uma divida enorme, do seu
mo syslema na cobranca dos impostos, c de:
desperdicio da fazenda publica. Esla divida for-;
Gatistu sarprdot.
O inesuio M. Mximo d'Azeglio, que nao sus-
peito nesla parle, escrevendo a proposito da Uo-
1 inania diz. :
, O vulgo italiano em comparacao de lanas
outras nacoes, pode-se di/.er que ignora o que j glaterra c a Francs estao inteiramente de accor-
I miseria e fome : c a fome agitadora ma;s po- do para reronhecren e piolegerein o estado da
; derosa entre os povos. Italia Central, formado pela reunio dos ducados
Em todos os Estados l'outificios nao ha mais do de Toscana, Parma c de Modena e pela provincia
propoz : que 3,,Ola Indigentes, quando smente na cidada | papal da Romana. Este resultado linha-se es-
iue vo- do Londres em 1857 se recolheram as NVorkhou-
primei-
; palhado como certo ha algumas seminas, e nos
ja tinhamos alludido a elle, quando a recusa das
As esmolas, que se do em Roma por parte do : potencias catholicas de se fazerem representar no
I apa, do clero regular e secular, e dos particu- | congres
lores soben a mais de 23 milhoes.
Com o que fiea dito, se v bem claramente que
o subditos pontificios nao s nao sao infelizes,
mas, mais felizes do que lautos outros povos.
O que nao se pode negar que nao obstante
ser esta uma verdade, que se melle pelos olhos
Segunda parte da resposta ao Pamphle-
to intitulado0 Papa e o Congresso.
L't ntmicos Snela; Ecclesia humillare
digneris ; *
Te rogamas, audi nos. f
Nos dias passados nos propozemos a respon-
der aos ineptos e impos disparates do celebre
folhelo, que se lem espalnado por toda a parte,
e que tanto escndalo tem causado.
Pois anda tornamos carga, e servir-nos-he-
mos de armas, que nos veio subministrar um
opsculo do Sr. vsconde de Lalour, deputado da
assembla legislativa em Franca.
Trataremos de mostrar que"as queixas que se executa as deliberaces do conselho, iulga em
fazem dos defeilns do governo ponliticio sao des- '
tiluidas de fundamentos solidos e de provas con-
t ? Vamos examina-la.
O manjiiez Pepoli, que um dos inimgos do
governo pontificio, calcula-a em 67,000,000 de
escudos, isto cm 359,000.000 de francos, que
divid los por 3,121,668 de habitantes, dara 115
francos por cada individuo. A divida do Piemon-
te, untes dos ltimos empreslimos era pouco mais
ou menos de 721,0000,000, que divididos por
4.916,000 habitantes, dava mais de 147 francos
por cada ura.
Em Inglaterra esta cifra de 718, em Fran-
ca de 211 francos. Perianto como lodos os-
larlo vendo, os Estados Pontificios esto de me-
llior partido.
E considere-sc que a divida deste governo nao
commu- se deve atlribuir aos.abusos, nem a delapidacoes, n'un
ecsivo ; mas sim s invasoes de 1797 at 1814, e s rovo- I deix
Incoes de 1831 at 1832, e ainda mais s turbu-
lencias do 1848.
Os revolucionarios que no dia de hoje estao ac-
ensando o governo papal de consumir as rendas
publicas, sao aquelles mesmos que deram o sa-
que ao thesouro, deixando ao Papa urna herinca
de 43,000,000 de francos em cdulas, c trucos de val se entender
cobre sem Cm, junctando-se a ludo isto divi- sua ruina.
das vivas, que deitavam por trra o balanco pu-
blico.
Quando Po IX subi ao tiirono, a divida nao
exceda muilo a 100,000,000 francos ; mas de-
pois do anno 49, appareccu uma de francos.......
200,000,000.
E assim mesmo no fim de 9 annos se restabe-
leceu o equilibrio das Qnancas, desappareceram
as cedolas, e diminuirn muito os trocos de co-
bres ; e ludo isto sem aggravar muito o estado
com os impostos.
Mr. de Rayneval dizia no seu relalorio : Os
impo-tos vo-sc conservando inferiores laxa
media de outros oslados da Europa. Um subd-
de todas as pessoas de boa f, todava os inim-
gos da egreja o do Papa procuran) por varios mo-
dos desacredita-lo ; mas treman, e lembrem-sc
de tantos exemplos funestos para os seus perse-
cludenles.
A primeira de ser clerical a sua adminis-
lracao ; e dahi vera o pedr-so sua seculari-
taco.
Ora, de 7,157 empregados apenas se contara
s 303 eclesisticos, dos quaes ainda se devem
deduzir osl~9 captllles, que pertencem a varios
primeira instancia das contravencoes de polica,
e delibera nos negocios econmico abaixo de 5
escudos.
Os inleresses communaes confiados 5 adminis-
lracao communal, sao muilo mais importantes
qne em Franca.
As dividas, e alienacoes de menos do 5,000 es-
cudos devem ser approvadas pelo cardeal legado,
e quando forera de mais oisso, o sero pelo
institutos de beneficencia, exercito e prses, li- Papa,
cando porlanto_do clero apenas 124 empregados! Esla grande liberdade communal, em lugar de
eclesisticos, 7,157 leigos. provar bem a favor dos povos, tem produzidoj
Km vista disto se o Papa abandonasse Roma, | algumas queixas para que vejam os liberaes co-
levando comsigo as congrcgaces, oceupadas ex- mo as cousas sao.
O conselho piovincial compoe-se de tantos
membros quantos sao os governos das provincias
A nomina destes reservada ao Santo Padre
que a faz sobre as lernas apresentadas por cada
( um dos corpos communaes por meio do legado,
prestac.o de 124,255 escudos romanos, o os lei- O conselho provincial reune-se uma vez por an-
gos um mitho e meio. no, e a sua sesso nao pode durar raais de vinte
Bastam 600,000 para as despezas annuaes do dias.
tratamento do Papa, do sacro collegio. e do II Se a escolha dos conselheiros nao directa, el-
nuncios : para pagamento dos empregados cm ; les tecm o privilegio de nomear uma commis-
vanas congregantes eclesisticas, para as des-; sao administrativa >\ composta de 3 Individuos
pezas das funecoes de capellapara a manuten- eleilos pela classe dos propietarios, que forera
rao dos palacios apostlicos, para as obras das elegiveis para conselheiros.
Baslicas e do Pantheonpara os rauseus, biblio- '
becas e galeras pontificiaspara o sold da
guidores.
Anastaco I o adversario do Papa Symmaco
morreo ferdo por um raio ; o imperador Cons-
tancio, algoz do Papa S, Martinho foi assassna-
do pelos seus ; .lostuiano II depois de ter tentado
de arrebatar o Papa Sergio da S de Roma, foi
desthronsado e decapitado ; Henrique IV com
lodos os seus partidistas contra S. Gregorio VII
acabaran) a vida mtseravelmente ; Frederico II
excomraungado por Gregorio IX quantas desgra-
nas sofTreu.e Henrique seu primognito morreu
ni carcere. em que seu pai o tinha preso,
ando um filho, que morreu de morle violen-
ta ; Eucio, a quem Frederico deu a corda deSar-
denha expirou dentro de uma gaiola de ferro de-
pois de 25 annos de priso. Tudeo de Suessa,
Pedro Selle Vigne, cornado ; l.uiz de Raviera,
Filippe o Bello que surte liverim todos elles?
Dizia o C. de Maislre em 1808: Se Napoleo
com o Papa, tenho por certa a
na.
Est em p a grande mxima Nolilc tan-
gere Chrislos meos.
Neiihum calholico podersubserever anr.iqui-
laco do poder temporal do Summo Ponlilice
sem o anathema sil.
Po IX nao pronunciarjaraais. senao um enr-
gico :
Non possumus.
Portanto declaremos lodosos catholicos o nos-
so protesto contra tal usurpaco, e contra asdou-
trinas doconhecido paniphllo.
Convidamos e principalmente pedimos ao epis-
copado lusitano, que sj ponha nossa frente
para fazermos preces fervorosas pelo chefe da
to romano paga presentemente ao Estado 22fran- Egreja to justamente m igoado nesta occasio.
elusivamente nos negocios ccclesiasticos, 317
leigos, que nellas se achara empregados, perde-
riam o seu pao. Portanto a secularisacao est
completa.
Os empregados ecclesiasticos recebem uma
guarda nobre e da suissapara emolumentos
gratificantes da familia do l'apa etc.
Em vista disto bem claro que o Papa, os seus
ministros e os seus nuncios souberam resolver
o difucil problema de governar com toda a eco-
noma possivel.
Esta eommisso encrrega-se de compilar as
contas preventivas da provincia, qua deve poste-
riormente ser ratificada, e fiscalas sobre a exe-
cucao das delcrminacoes do conseibo, e sobre a
tutella dos inleresses, e dos direitos da pro-
vincia.
Os inleresses geraes do estado sao da attribui-
eo do governo, o qual contrabalanceado, e ao
Jft se v que as lamentares, que se teem fci- mesmo lempo assistido pelo conselho' de estado,
to nesla parle sao inteiramente destituidas de i e pela consulta das ftnancas.
motivos, que as possam justificar de modo al- O conselho d'cslado compe se de nove con-
g"m I selheiros ordinarios e seis extraordinarios, era
Mas lero por ventura os nossos declamado-! presidido pelo secretario de estado al a pouco
eos, sendo o imposto total de 68,000,000 e
3,000,000 milhoes de habitantes. Um francez pa-
ga aoseu governo 45 francos, pagando 35,000,000
a somma de 1,600,000,000 francos. Ora estas ci-
fras mostrara claramente quo os Estados Ponti-
ficios, mesmo no seu estado menos prospero, se
acha melhor do que. alguns outros, porque se faz
all a mais severa enomia.
Qual o governo da Europa,que se possa gabar
nestes ltimos annos de supprir s suas despezas,
de pagar una grande parle da sua divida, favo-
recendo ao mesmo lempo as obras publicas?
Um s nos parece, que lenha sabido resolver
este triplicado problema ; esto o pontificio.
Nestes ltimos annos tem augmentado a receila
e diminuido a despeza. No auno de 5 sommava
a despeza 75,000,000 e 66,000,000 ltimamente
A alfandega inlroitou era 10 annos de 22 a 29
milhoes ; e o estado ganhnu 1,200,000 francos
chamando a si o contrato do tabaco. A cobran-
ca dos impostos fcil e regular, e a despeza nao
chega a 14 por cento
Mr. Pepoli quera sustentar que no anno de 58
absorvia 35 por cento ; mas tambera desta vez se
enganou.
As despezas das propriedades cameraes, cu-
jos productos consislem pela melhor parle na
contribuicao dos fundos, nao chegara a 4 por
cento.
As despezas ordinarias da cobranca das rendas
postaos nao excedein os 27 por cento ; as despe-
zas da alfandega imputaveis nicamente cobran-
ca, nao chegam a 19 por cento ; e finalmente as
das loteras oscillara de 11 a 12 por cenio.
Tomando o termo medio teremos 14 por cento.
Note-se agora quantas obras se lem feito de
novo.
Tem-sc aberto varias estradas ; deu-se maior
vaslido ao porlo de Terracina ; continuaram-se.
os trabalhos de esgoto das aguas pontinas, e o
lago d'Oslia.
Tem-se feito pontes gigantescas para utlidade
do commercio ; tornou-se a estabelccer a nave-
gaco do Tibie, a vapor.
A cidade acha-se Iluminada a gaz ; estabele-
ceu-se o telegrapho elctrico ; permittio-se que
se abrissem varios caminhos de ferro.
M.VUUCEZ DE I.AVHADIO.
(A Naco.)
Eis-aqui a exposicao e protesto de lealdade
dirigida a Sua Santidade pela nobreza romana :
Sanlissmo Padre
Profundamente contristados com a leitura
dos dHferentes libellos publicados pela imprensa
revolucionaria, com olim de apresenlarem os po-
vos sujeitos ao poder de Vossa Santidade promp-
tos a sacudir o jugo, que calumniosamente la-
xado deinsupportavel, os que esta assignam con-
siderara como um dever por face de toda a Eu-
ropa o seu protesto ao p do vesso throno.
a A Europa com razio pedera duvidar dos seus
sentiraenlos, se diante dessa lucta de palavras, a
que assislimos, nao fizessem uma raanifestaco
solemne e nao renovasem livreraenle o seu ju-
ramento de idelidade vossa Augusta Pessoa, ju-
ramento dictado pela sua consciencia de catholi-
cos, bem como pelo seu firme allecto do sub-
ditos.
Nao pretenden rivalisar com a lamentavel
astucia de vnssos inimgos, os quaes sao os inim-
gos da f, desta f, que elles mesmos en outro
lempo aprendern a venerar ; mas collocando-
se ao vosso lado, voltando o rosto para a innig-
nidade que ataca, para a deslealdade quo fere,
contara a necessidade de se unirem e eslreilarcm
era redor do vosso duplicado throno, fazendo que
s,ejam conhecidos e ouvidos os seus votos pela
inlegridade da vossa independencia de soberano,
olTerecendo-se de novo a vossa Santidade, feli-
zes se a publica exprcsso da sua fidelidade e af-
jelo poder mitigar as amarguras que Vossa San-
tidade soffre, e se se dignar aceita-la.
Por esta forma a engaada por tantos cs-
criptos perversos, claramento veri que, se al
agora o respeilo unido ao receio de por obstacu-
las a um feliz desenlace, que se esperava como
prximo, impedio a nobreza romana de vos ex-
f ressar os seus votos, todava os fazia, e os ma-
rifesiava individualmente nestas circumstancias,
assim como em outras, como hoje, reunida cm
corpo, vos offerece sera restrieco, e empeuha a
sua honra e a sua f perante o universo.
, Dig_nai-YW aceitar, SanlisSl.rno fadre^Jtoti-1 la, acha-se reduzida ao maior apuro, e faz ou-
,,.
congresso, deu lugar a considerar-so como innutil
novas consullas sobre aquelles negocios. A In-
glaterra porm comprehendeu que a sua poltica
exige evidentemente que ella evite qualquer in-
lervenco activa na Italia, a ponto de que o nos-
so governo deixou sabiamente ao imperador dos
Francezes tomar a iniciativa em ludo quanto se
tem feito, ese nos temos alguma parteno regu-
lamento dos deslinos fuimos da Italia, nao ser
senao como conselheiros da grande potencia que
toca as fronteiras da pennsula, c cujo exercito
continua serapre a oceupar Roma e a Lombar-
dia.
O rimas passa depois era revista os aconleci-
mentos dos ltimos seis mezes, para mostrar al
que ponto a Inglaterrra levou a sua poltica de
nao intervencio. raostra que ainda que a Gra-
Bretanha lenha permanecido fora da maior luta
militar que allligio a humanidade desde os acon-
tecimenlos de l.eipzik, nao deixa hoje de estar
era scena como amiga, couselheira e protectora
dos prncipaes interessados, e conclue que-um
lo brilhante resultado diplomtico nao de ni-
lureza que possa fazer com que no futuro o ga-
binete brilanuico o aliaste do principio da uo.in-
lervenco nos negocios do coiilinente.
Depois do haver novamenle recordado todos Os
fados que devem na sua opinio, provar a Napo-
leo III que a execuco dos tratados de Villa-
Franca c de Zurich eram impossiveis, o Times
manifesta nos seguintes termos a sua mancira de
pensar sobre os negocios, e a satisfaco que sen-
te da nova phasc era que a questo italiana aca-
ba de entrar.
A luta foi longa, mas agora est acabada. O
imperador dos Francezes lomou o seu partido e
a sua atilude contribuir para o reconciliar com a
grande massa dos homens liberaes c reflectivos,
que tinham seguido com dilculdude a sua poli-
tica anterior.
Decidi mostrar ao mundo que nao fez a
guerra por uma va gloria, ou para fortificar o
seu throno oscillante, ou para empregar fura do
paiz um exercito perigoso, mas que a empreheu-
deu para dar a un povo bem dota lo pela uatare-
za mais infeliz, a liberdade que portanto lempo
Ihc foi recusada.
c 0 accordo que desta maneira se estabeleccu
entre a Franca e a Inglaterra e a garanta da li-
berdade da Italia. Julgamos que o simples fado
da existencia de um tal accordo bastar para che-
garao ajuste de todas as quesloes que hoje esto
era letigio.
Annunca-se que quinde o imperador dos
Francezes se resolveu a adoptar apoltica que
Ihe foi recomraendada pela Inglaterra, drigio-se
a nosso governo para saber se a Gra-Bielauha
eslava disposla a sustenla-la se porventura a Aus-
tria procurasse fazer exee.utaro tratado de Zurich
por ura segundo diamntenlo As armas. Aos pe-
didos que Ihe foram fetos pelo governo britanni-
co, a Austria respondeu, segundo se diz, que
nao tinha forca nem poder para emprehender
uma nova campanha na Italia, e que se a Fran-
ca se oppozer restauraco dos soberanos legti-
mos na Italia, a Austria nao poda fazer mais do
protestar contra esta injuslica.
E Franca que pertence presentemente o re-
gulameuto dos negocios da Italia Central. A In-
glaterra continuar a adherir ao principio que
proclamou de evitar qualquer intervencao activa,
unindo-se sera duvid os dous paizes em um pla-
no commum para reconhecer e auxiliar o novo
governo. Podemos felicitar os nosso3 concidados
e o mundo, porque o anno comee. debaixo dos
mais felizes auspicios, e esperamos quo o povo
italiano gozar em breves lempos da prosperi-
dide.
- O Morning Posl publicou ha dias um artigo cm
que explica claramente a poltica da Inglaterra
na queslo italiana. Declara que o seu paiz nao
est de modo algum disposto a garantir ao papa
a conservaco das suas possesses territoriaes,
ainda quando o soberano pontfice houvesso de
consentir no abandono das legaces.
Damos em seguida os trechos mais salientes
do menc onado artigo.
Nao de crrque as divergencias existentes
entre as edrtes de Franca e de Roma desappare-
cara ou sejam aplanadas pelas propostas comidas
na carta do imperador Napoleo 111.
Roma joga evidentemente a sua ultima car-
vidos ile
Ihe do
ao passo quo as propostas do imperador ad-
mitan como ponto de partida ser iuevitavel o
abandono das condices de Villa-Franca, o go-
verno austraco, segundo somos normados, de-
clara nao querer prestar-se a uma negociaco
qualquer que nao se estribe na cceita^ao das
condii.es de Villa-Franca ou de Zurich." A In-
glaterra, do seu lado, posivatueule declarou que
hade respeitar sempre os desejoslegalmente ex*
primidos dos povos da llalla Central, desejos que
lepi'llitam e denunciaran rom ndignagoe uua-
nimidade as coodicoea de Villa-Franca.
_ O (pese pode portanto esperar das disposi-
ces das potencias que ha pouco guerrearan), das
to povo cojo paiz fui llieatroda luta, eo que de-
veremos sobretudo esper.ir das grandes potencias
que permanecern neutraes, mas cuja saneco sa
invoca hoje pira ,\ eoneluso de urna paz defi-
nitiva e satisfactoria "? Km vista de lautos inle-
resses e paixoes, poder-se-lia acenso esperar urna
solueo satisfactoria das ultimas proposlas do
imperador 1
Quanto garanta dos estados restantes da
egreja, que. alinde a caria do imperador, bas-
ta fazer observar, pelo menos na parte que diz
respeilo Inglaterra, que nenhum ministro in-
glcz, seja qual foro partido a que perlciica, ou-
saria garantir a coulinuaco, as Marchas Roma-
nas, da lyrannii que jamis pensara em reimpdr
s legaces romanas.
Deve ainda estar bem prsenle na memoria
de lodosa declaradlo feita por lord John Russell,
o anno passado, por occasao d is primeiras dis-
cusses acerca da questo italiana, a saber, quo
uma cu usa ha que a Inglaterra nunca ha de fazer
em circumslanca alguma
do do poder papal.
No entretanto, ninguem contestar que as
esperancas dos povos da Italia Central najan
cousideravclraenlc augmeniailo sombra do an-
tagonismo que existe entte Roma o a Franja. A
decepeo que a Austria experimenta e a "raiva
impotente que faz estre cer Roma, sao para el-
les as mais seguras perspectivas de bom xito,
as suas mais preciosas garantas de liberdade.
Porm mster que aquellos povos nao esinore-
cam, nem afrouxem os seu i louvaveis esforcos.
O jubilo que sem duvida sentjram os poros
da Sardenha e da Italia Central, ao receberem a
noticia 4a deraissodo conde Walewski, couvon-
cidos de que a poltica externa da Franca j nao
era representa por um ministro que fez" todo o
possivel afim do dar cumplimento as ordens da
Austria e rest ibelecer milentamente sobre seus
auligos Ihronos os archiduques austracos ; esse
jubilo eessa convieco tic,iran abaladas quando
souberem que o successor de Mr. Walewski Mr.
Thouvencl, to contrario como o seu predeces-
sor iinio da Ilalia Central com a monarchia
piemonteza, e que a sua opposico, resultado
de profundas e sinceras convceoes polticas,
nao ser nem menos constante nem menos activa.
Nao de suppor que 3e bajara modificado as
disposices dos povos da Italia Central. Pelo
contrario, pode-se asseverarque os motivos que
os levavam a approvar a poltica de Vctor tui-
manuel e lodos os seus desejos de anuexaro sao
ainda mais poderosos e pronunciados do que ha
seis mezes. Todava, possivel que o desejo
de fundar um estado separado para algum pre-
tndeme cslrangeiro, tara negar ou contestar a
jorga o a generalidad!) daquelles motivos e dese-
jos, e que se procure desvirtuar o carador das
maniteslacoes publicas dos povos italianos.
A poltica do nosso governo e a linguagem of-
ficial do nosso Foreign-office nesta questo, teem
sido, desde o seu comeco, claras e explcitas. A
Italia para os Italianos >: anda mais, a Italia
organsada pelos Italianos laato quanto for poi-
sivel es-ah a devisa do nosso governo.
Se as nossas nformaces sao exactas, o go-
verno inglez transiiiiltio s cortes estrangeiras a
expresso franca da sua opinio, a saber, que a
annexaco da Italia Central Sardenha seria a
solueo mais rpida e satisfactoria das actuaes
complicaces.
O governo inglez nao accelou assim ao de
leve e sem examina-las as deelaraces das assem-
bleas naconaes de Florenca, Bolonha, Modena e
Parma, como sendo a expresso fiel das \ islas e
dos desejos dos Italianos. Mas se eslas declara-
cues fossera julgadas insiilficienles, e se requsi-
tasse um novoappello ao vol popular, como tes-
temunho da volitado nacional, o governo inglez
ligara pouca importancia a esse expediente, con-
vencido de que este segundo appello fortuna
e utelligeneia da Italia' loria o mesmo resul-
tado que o primeiio.
Escusado dizer que nao alludimos a um
appello feito ao sulTragio universal, que poderia
deixar em minora.a fortuna c a intelligencia du
paiz.
Se os Italianos, chamados a emittirem ura
segundo *-oto, anlepozessem, depois de maduro
exame, um reino da Italia do centro annexaco
a favor da qual votaran ja uma vez, pois bein !
que_ formen um reino do centro. Neste caso, a
aeco da Inglaterra limitar-se-hia a impedir que
nenhuma outra Influencia estrangeira tomasse o
lugar da dommaco austraca, que acaba de ser
derrabada, e empenhar-se-hia. provavelmenle
para que se reconhecesse o principio de que ne-
nhum merabro pertencente as familias das dy-
nastias das cinco grandes potencias seja admilli-
do asentar-se no throno do novo estado.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
Consideramo-nos felizes de poder afinal pro-,
clamar o fado de que existo tima allianca vir-
tual entre os governos de Franca e de Inglaterra,
para reconliecer e proteger a independencia re-
centemenle adquirida pea Italia do norte e d6
centro *"
Esta allianca virtual nao resulta de tratado al-
gum epecial, nem tratado especial era necessario
para realisar o fim, nem para determinar os
meios quo se devem empregar para o conse-
guir.
E verdade que as duas potencias parliram de
pontos diversos, mas as suas polticas convergi-
rn no mesmo ponto. A Inglaterra nao tomou
parle alguma uos aconleciraenlos militares do
ultimo anno que obrigaram os archiduques aus-
tracos a abandonar os seus ihronos, e quo deci-
dirn os habitantes da Romana a sacudir o ju--
go do Papa ; tambera nao lirn gloria alguma
desta successo rpida de victorias, que tiraran
ao imperador d'Aostria as suas melhores pro-
vincias. Mas se a Inglaterra nao favoreceu, nao
impedio,era embaracou, e ceriamente nao que-
ra promover as mudancas que foram precipita-
das pela obstina^o c loucura incuravel dos go-
vernos da Austria, e do Papa, e desses pequeos
soberanos italianos que tinham associado a sua
sorle, imilaco dossyslcnias polticos seguidos
pela Austria e pela corle de Roma.
Semelhante cassandrn, a Inglaterra nao ces-
sou de repetir as suas professias ; mil e mil ve-
zes predisse ella que os incestantes ultrages tai-
Ios liberdade civil c independencia nacional
da Italia, teram porconsequencia incvitavel uma
revolucao na Italia, e talvez uma guerra euro-
pea. A revolucao acontecen, a guerra veio, uma
e oulra suspendeu-se ; mas toda a Europa conhe-
ce que o termo desta revolucao e desia guerra
nao mais do que uma tregua armada, o quo
urna e oulra voltaro para involver o continente
em urna vasta conflagracTio, a menos que se nao
opponha aos partidarios do despotismo, uma alii-
tude que Ihes prove que absolutamente sem
esperanca qualquer tentativa que se faga para
lancar o povo italiano na sua antiga cscra-
vido.


(2)

DA
') lugar quo a Inglaterra uccupa nu familia das
naoes civilissdas, Ihe impna o dever de lo-
mar una tal elliluie ; e nao e s o seu devcr,
mas sao lambem os seiis interosses ijue assiii
Hi' exigiam. Nao podamos abdicar os nossos
deveres, nem 03 nossos direilos. Fallamos das
nnssas sympalliias para com os Italianos ; mas
podemos repetir aqu o que n'outra occasio ja
izvmos notar ; a saber, que da mesma inaneira
que as grandes nacoes nao podcm ter pequeas
guerras como o dizia o duque de Wolliiiglon,
tambera os poderosos imperios nao podem lalvcz
murchar sympalhias, que pcimanecam inefli-
cazcs.
A queslao da Italia rnconlra iim cmbaraeo.
As eondices eoi que osdous imperadoies con-
cordaram eni Vil la-franca,reconlieccu-sc que sao
absolutamente impraticavcis. A Austria insiste
na sua execu..n emquanlo que a Franca recn-
nhece a sua impotencia para as execular, deca-
raudo que a sua honra nao llie permiti consen-
tir que sejam executadas s pela Austria.
Em resposta aos niais sabios conselhos que se
Ihe dio, aos nicos conselhos quo possam sug-
gerit a prudencia ordinaria e o sonso comraun,
i P doimpoderoso do Priam no meio das ruinas de
Trota, e continua a chamar eoi auxilio do seu
lurono. O imperador Francisco Jos, filialmen-
te, pode esperar recobrar, com a espada do San-
io Padre, a cura de ferro da Lombardia e umi-
tas confidencias supersticiosas imaginam lam-
ben) que Roma pode lornar-SC un segundo qua-
drilatcro para a Austria.
.No meio dslo, un joven soberano cheio de
ardor, que soflro a humilhacao de rcenles re-
vezos, e n'um pnz desordenado, com un poro
desconlenle e nina situaran (nanecira c.m um es-
ta lo exhausto, estn ponto de renovar acoda
momento a Inda, fazendo sabir as suas legides
do formidavcl quadrilalero quojoccupa e que
sus| eudeu a Napoleao no meio das suas victo-
rias.
Podemos oslar ccrlos de que so a guerra re-
bentasse de novo entre a Franta e a Austria, es-
ta guerraa monos que as forcas apresentadas
de um lado nao fos.-cm de tal manrira considera-
reis que dominassom inleiramenlc as que Ihe
fnsseui oppostastomara proporedes rollos .
lomara a maior animosidade; e aos moris or-
dinroios da lucia poltica o militar viriam reunir-
se paixdes Icrrircis, evocadas p*la cubica e am-
bi ao dos padres, oceultos debaixoda mascara do
zeto pela religio,
A Inglaterra nao desoja,nem interessa que una
m o clli.uiio lula recomecc. E'do deseju e do
intrresse da Inglaterra que, se inrelizmeiile a
g ierra rebentar de noro, seja promptamenle ter-
minada.
b pois ao mesmo lempo do dfreilo e do dever
da Inglaterra laucar o son poder moral, e so for
o, o son poder iiiililar c naval, na ba-
tanea, para assegurar a conclusao da lula em
termos que melhor ronrenhnm eos sons interos-
ses, que se harmoi iscm mais com os seus dese-
js,sem impuro menor ouus sobre a honra de
seus filhos.
Alem disso, pergeniaremos,quaes seriam o ca-
r'"t e as 1 anse piencias de una nova lula ?
0 poro Italiano gauhou e ex-erre agora com
prudencia e firmeza os meslBOS direilos queja
foram con piistados pela Grecia, Blgica, e pi las
repblicas da America do Sol esses direilos
'iw foram recotihecidos nos casos que acabamos
: rilar, sao tao sagrados como aquelles que a
iioss-i artilhada defondeu em Nararino, luo sa-
grados como os que foram defendidos em An-
tuerpia : u como nao somonte em virtude do
um tratado cscripto, mas em ronsequenria da
posieao e da influencia que possuinios na F.11 ro-
pa que nos defendemos a independencia da Bl-
gica, se os-a independencia for anicacada ama-
nbaa, nenhum tratado especial necessario para
marcar a linha poltica que os nossos boniens de
estado derem ler, un paia jiislllcar as medidas
que podem sor forrad, s a lomar.rclativamciite ao
poro italisno.
0 poro da Italia Central passou da esrravidao
par* a liberdade; 1 necessario comjirehender
claramente que os potentados e os principes,
quaesquerque sejam, que leiilarcm laucar de no-
vo (i fugo na.pie,los poros, leiiain de'combaler
nao s a resistencia do poro italiano, e as armas
as 1 madras da Franca, mas lero tambera a
combatir o vence:- a pule hostilidade da Ingla-
terra.
Se obror-cm com sebedoria, c te, adverlidos a
lempo, ouvem com prudencia os conselhos que
lb"s sao dados, a paz da Europa pode anda sor
lonpa e preservada cun vanlagem. Mas se nao
liverem em tonta estos avisos, ianram-se louca
eega mente na lula, e o combale ha de ser
longo.
[Voraiirj-Pos.]
Reprojiiziraos aqu em seguida do Jornal de I
Huma do 3 do crreme, urna alloeuro pronun-
ciada no primeiro dia do auno, p.-io Sanio Pa-
dre, etn resposta s felifitaroes que Ihe eram of-
ii-ii cidas pelo general conde de Goyon, rom-
mandante em chele du divlso franceza nos Es-
ta l'isTouiiiicios, na frente dos ofBciaes aquella
divisao,
Esta allocucio nao hourera lalrez sido pro-'
nunciada, se Sua Sanlidade livesse recebido a !
caria que S. M. o Imperador Ihe dirigi em dala
de 31 de dozoiirbro, carta eujo texlo mais longo
publicamos :
Senhor general.Se n'osles ullimos anuos'
terin sillo charos ao meo cnra.-o os votos e as es- I
poramas que vos, scnhor general, nos haveis a- i
presentado em neme dos ralentes officioes e sol-1
dados que laodignamente commandaes, nYsla 1
oocasiao us sao duplamente gratos em vista dos
acontec meu tos exoepcionaes que se succedersm,'
porque nos i( rtilb-ai's quy a divisan franceza
quo ocriipa os Balados Pontificios est all para
1 dos intiMi'-si's du calholieismo. Que Deus
vos abencoee a lodos estes ofliclaes, a lodo o ej-
ercito francez, e as el; sos ludas da vossa genero-
sa iiaon.
L pmsirados dos | s ''aquello Deus, quo ful,
', ser eternamente, Ihe rogamos cora loda a
bumildode quo illumin<> com a sua graca e suas
In/.os o efeete augusto dVsse exercito e ilesse po-
i', para que, com o auxilio da Divina Providen-
cia, possa recouheoer iluda a lempo a falsidade|
dos principios consignados ha das n'oma bro-
< 111 r que se pede considerar como um monu-
OK>jilo insigi.o de hypocrisia e um quadro ignobil
uilrn dfc(-oes.
Esperamos que, graess a essa divina luz, 011
para melhor dizer, oslamos persuadidos Ue que,
(rocas a 1 ssa dnina luz, o imperador condemna-
prnripioa eonlidos na niencisnoda brocha-
ra, t lauto maior c a uossa onvicoao a tal ros-
, porissoque lomos em nosso poder algu-
nas priM js que ha lempos S. M. leve a bondade
ae nos enviar, as fuaes condemnam severamen-
te os :. Huidos principios.
Neela persuaeo, imploramos a Deus para
1 e derrame as suas bencaos mitre o imperador,
a sua augusta consorte, o principe imperial e lo-
' 1 1 ua l ranea.
Saulissimo Padre.A caria que Vossa Santida-'
de me osirovt' em 2 ds; dezenrbro commoveu-j
me bastante, e responderei francamente ao appcl- '
a i"ito minha lealdade.
Durante c depois da guerra, uma das minhns
mais vivas prcocupacoes fui a situaeo dos Esta-
dos da egreja, e entre as razos que me decidi-
rn a concluir tan rpidamente a paz, foi uma
'.lias o temor ao v'r que a revoluo.ao lomava
cada dia maiors propon-oes. Os fados leem urna
lgica inexoiavol, apozar da rrrlnha adhosao
Santa S, pezar da presenca das minhaa tropas
em liorna, nan poda desnnorar-me de urna tal
ou qual solidiriedadc nos esfopjos do mor men-
ta nacional,'prorocada na Italia* pela lula cunda
1 Austria.
11 Conciulda que foi a paz, apregsei-mc em es-
erever n Vossa Sanlidade, para llie submetler as
- que julgava mais a proposito para pand-
ear a Remana, e julgo ainda que, se n'essa po-
ca Vossa Sanlidade livesse consentido na sepa-
raciij administrativa (Pessas provirtcis, eem no-
rnenc um governo secular, ellas ter-se- hiam de
1 crio Minmeimio a sua auloridade,
' lvsgrai;danionto, estas medidas no tive-
vara lagar, e achoi-me na impossibilidade de
obstar no novo rgimen 06labolecido. Os raeus
'.luiros nao poderara conseguir senao que a in-
snrrc-icao se nao eslendesse, o a demifsao de Ga-
iibiliti preervuu Ancona de uma invasao ccrla e
nallivol.
Agora vai reunir-se o congresso. As poten-
cias nao podero desconhecer os direilos tncoh-
tostaveis da Santa S sobre as legaces; comlu-
i'ui' provavel qoo a sua opinio seja a de 11110 re-
correr violencia para submetle-las, porque se
a fubmissao so obtrresse com o auxilio de forcas
eslrangeiras. seria mister occupa-las militarmen-
te largo lempo.
A oceupacao manleria vivos os rancores do
poro italiano, e a intervencao das grandes poten-
cias nao faria mais do que peipeluar um eslado
de irrita*So, e de continuos temores. Que recur-
so lio.-i pi>is? porque, cmflm esta incerteza nao
pode durar muito lempo.
Depois de examinar seriamente as illlcul-
dades e perigos que offerecem as diferentes
combinacoes, confesso-o com sincero pezar e ain-
da quo sc-ja mu sensivel a Vossa Sanlidade a
soliicao, o que me parece mais conforme aos
verdadeiros inleressesda Sania S, seria *zer o
sacrificio das provincias insurreccionadas.
Se o Sanio Padre, em prol da paz da Europa,
renunciasse a eslas provincias que ha U anuos
I a esta parte suscitam graves embaracos ao seu
I governo, e que em iroca exigisse das 'potencias
! que lhegarantissem a posse do restante, eu nao
duvido um moniento da reaejo immcdiala em
! favor da ordem.
Enlao o Sanio Padre asseguraria Italia re-
[conliecida uma paz duradoura, e a Santa S
posse tranquilla dos Estados da Egreja. Apraz-
nio crcr que Vossa Sanlidade nio inlorpclrar5
falsa-nonio os seniimonios que me animara ; que
comprehender a difl'n il sluogo em que me a-
cho, e acoltela com benevolencia a franqueza da
I minha linguagem, tendo sempre em cotila ludo
. quanto hei eilo era prol da religio cdoseuAu-
1 gusto Chefe.
Patenleci sem reserva o fundo dos meus pensa-
I montos ; asstm o julguei indispensavel antea da
, reunio do congresso ; porm pode Vossa Santi-
l-dadc acc redi lar que, sejaqual for adccisSo deste
tribunal, em nada allVouxarei a linha de conducta
: que al hoje lenho seguido com a sua Augusta
Pessoa.
Agradecendo a Vossa Sanlidade a benco a-
, poslolica que enva iuiperalri/. ao principe m-
: perial e a mim, reilero-lhe o teslimunho da mi-
nha profunda reneracao.
1 Palacio das Tulhoiias, 31 de dezembro de
1859. De Vossa Sanlidade devOto \\w.Napo-
I leo.
[.1/onictir.)
T^I^PE PERNAMBUCO. ~ QQARTA FEIRA ^ DE FEVEREIRO DE 1860.
tentar a essa despeza a mpoitaiicia do alum, pt-
ra que o brauqueamenlo fique mais perfeio e
duradouio.
O calliope. O Iiidicatenr populaire pu-
blica o seguiule :
Acaba de chegar d'America Inglaterra,
onde visto pela primeira vez, um instru-
mento de musiqa, chamado calliope. Elle esli
no palacio de crystal de Sydeoham. Pode ser
considerado como uro orgao a vapor; consist
n'um apparelho de ferro, que sustenta dous cy-
lindios, sobre os quaes est posta uma serie do
lubosde bronze. que perfeitamtanto correspon-
dem aosdiapasons aberlos dos rgaos communs,
mas que tem uma grande semelhanca cun o os-
sobio de uma machina a vapor.
O vapor con.mullicado por urna ealdeira si-
tuada no chao para os cylindros, e d'alli aos tu-
bos

a . ^" *". nao pora duvida em se
a accao o chele de polica se corabinassem e se i harmonisor nesla parte com a senlenca doSr. Dr.
harmonisassem para dar provincia um carcter 1','relli. lanl mais quanto parece que elle quiz
de accordo com a verdado do snvnm. rnnron. dlZ0 pesse primeiro fundamento outra cousa do
que di_sse, isistndosem que livesse hav'ido'co-
...-------I tcslacao sobre o conservarem os caixeiros que
coraoinasscm para deixarera ao povo a liberdado depcm em juizo sobre lacios domsticos, o pro-
ruin eiriol,.r An---d---------- __. _-_____1___
talivo. Dcsejararaos que uma e outra aeco se tcslacao sobre"
do voto em toda a sua plenitudo.
Todos veera neslas palavras uma intriga de
mo goslo, e que em nada .aproreita aos seus
autores ; pois a rerdade que reina a maior e
mas perfeita harmona enlre o presidente da
provincia e o chefe de polica: anda uma s
proposla deste foi regeilada, e nenhuma medida
lembrada por aquelle dexou de ser acceita. E
-------- __._ r .. w j ....... t...( w ,, fin ion n" 1 ;_*_ f.
ios, que prodtizom as notas por meio de valvu- ''"aniiinos, porque o ouvmos da propria
as de efl'eito duplicado; eslas sao abcrlas por ljocea Jo Exm. Sr. Fiuza.
PERNAMBUCO.
k. REVISTA DIARIA.
Anula redonioiuhava a nossa populacu no
doudejar do carnaval, ej hoje cnlrega-se ao re-
colhimenlo da propiciacao !
A Iransico purcerto solemne !
Apoz o peccado que anda ligado fragilidadc
da natureza humana, eis que a bise slenla bolla
a qnadra do arrepondimenlo, que Dos apraz
sua misericordia fazer brotar e expandir-se
no coraeo do hornero, clcvando-o, por essa es-
es la mysiica da visao de Jacob, da vida limitada
da lona os.-'oulia infinita em que ludo
gozo, em que o espirito sohr'elcra a materia.
Desojaremos que os nossos leilores se
Porlanlo mude o Liberal de sysleraa, e ataque
directamente com franqueza e lea'dadc a adrai-
nistraciio da provincia, se a julga merecedora
de censura, expeciQque os scu3 actos raaos, faca
po
avancas era communicacao com los de ferro, os
|uaes podem ser movidos por meio de teclas de
piano, ou por hasloasde ac lixadas n'um cylin-
dro semelhante ao de um rgao de barbaria.
O instrumcnlo do palacio de crystal c o mais
brando e doce posslvel. Elle fUDcriona pros o mesmo n respeilo da polica e deixe i
sao do. 4 libras inglezas por polegada quadrada ; j.. dar I)(11. ..,, *. UL'XL a, laUlca
o mximo da pressao dos orgaos das reas do P tajdla< 1a(i ,0,'ge de ser ulil, s llie
5 oncas sobre a mesma superficie. acarrla grande somma de ridiculo.
O carador desta invenco consiste cm mostrar Recife 21 de fvereiro.
que se pode construir instrumentos, aos quaes' jp.
soja applicavel a forca do vapor at 150 libras ---------------
por polegada quadrada. produzindo sous musi- n.lom __ ...
caes tros vezos lao fortes como os do callion" ,.vuom ,M?r Mo cora alguma attencao o accor-
a,.i,.ol t..i /. .. r.....- .1____-
s.r
V
ni
des
msica al a uma forca tal, que possam ser ou-
vdos por uma cidade inleira.
Por causa da quautidade lo
ron somonte fazer sobresabir os tpicos das alie-
gacoes dos directores da caixa filial, que pode-
essar a """ .oar PPwencias de razo 3 decisao, que
rolerio, e de admirar que nenhuma patarra
icesse acerca da firma de J. Kellor & C, que
ror causa oa quautidade de vapor necessar a I1P. -rK-->- u^-..,t >tomu, que
para fazer mover o instrumento, ainda nao I ,1 "";no! o e de admirar que nenhuma palana
possivel ouvi-lo u'uma sala ; mas se em logar'^f86 at'orca da l'""a de J- K,'llc'r c- 1l,e
de vapor for applicado o ar condensato, pode .''!'', "'"'"'^ : '" P'nas indico para des-
0 calliope ser envido em loda a parle, e com uma (\ .- a,s,CUSSi,. Sue tcllho -ncetado.
pressao mais consderavel acceruao 00 nienlissimo tribunal do com-
Sao numerosos os usos, a que e possive
plicar o calliope. Um general pode serrir-se
delle para dar ordens a lodo o exercito. T.u 1-
bcra podo servir para substituir os sinos, como
j se tem applicado com osse lim en. San-Luiz e
>1 au : n)''rcio J;' publicado, contm os seguinles uiida-
uienlos
pno carcter de caixeiros que nao perdera ainda
que teuham inlcrrindo em operaces s proprias
desse mesmo emprego.
O accordao poz o seu primeiro cuidado em for-
talecer a prova teslcrounhal dos appellantes, acei-
tando o depoimento dos caixeiros da caixa filial
sem a reserva ou cautela que na sua aceilacao
poz o Exm. Sr. Dr. Pcrelli, visto como a senlen-
ca appeilada nem rcnellio inleiramenlc esses de-
poimcnlos tratando subsequentemenle de analy-
sa-los e de demonstrar a forca delles, nem disse
que o caixeiros s por s-los eslavam inhibidos
de depr ; mas foi inconcludente esse primeiro
fundameulo, base e forca de toda sua argumen-
lacao nossubsequenles, porque tralou de confir-
mar o que ninguem linh posio era duvida, nem
poda por e concluio reconhecenJo casos de res-
triccao na validado dos denoimenlos dos cai-
xeiros.
Em conclusao e do que acabo de demonstrar se
ve que o fundamento de que me oceupo banal,
coniradiciorio em si e contraproducente para a
reforma da senlenca appeilada.
Nos ariigos subsequentes Iralarei de outros
fun Jmenlos, que estilo em relaeao com o de que
me lenho oceupado no presente.
Kecife, 20 do fevereiro de I8G0.
J. U. G. Alcoforado.
vellera da quadra, que a bondade divino Ibes I Unidos.
1." Que os caixeiros podem dopor valida-
< ment sobre tactos domsticos Pcroira a Souza
ola la) e aindo que um ou nutro dos que
.Nova-O,loaos. O pharul situado as cosas la 'f i1'1'" ''<> l'nu-.sso lonba lido parle as ,,po-
Nova-Escossia j tem un. calliope, do qual so r'"-''"';|',' 'l'-- da caixa, .si_ :,0 faz com
serve para dar signaos. O pacha do E.yplo lora ', ?"' i.tP,''Ca'' ",' '""''''' de fa,fe,rM' B se~
jara inhibidos de depot cun relacio dos casos
em quo acceitavcl o son depoimenlo ...
Com osle fundamento pretende o meritissimn
O pacha do Evyplo ii 111
um no seu barco a vapor cuino instrumento de
msica, e com este uso j lera sido empregado
apro-1 inuitas rezos cm diversas cidades dos Estados-
Iribunal do commercio, ou o llm. Sr. desembar- jomaos, dis>
O Sr. Dr. Felippe Lopes Nelto, adrogado da
caixa I1I1.1I do Banco do Brasil, na queslao sobre
que. segundo di/, o Sr. Dr. Alcoforado, o publico
desta cidade e especialmente o commercio tem
manifestado inleressc, e da qual o mesmo Sr.
Dr. Alcoforado, pelo que lera dito em pblicos,
lugares, 11 /. questo de cida e morte, relirou-se!
para Europa e em seu lugar Bcou como advoga-
do da caixa filial meu pai, o Sr. Dr. Vicente P.
do llego.
O Sr. Dr. Anselmo Francisco Pirelti, culo es-
cropiilo e rectidao reconheco com o Sr. Dr. Al-
colorado, sera quo pretenda, como rfesta ves pre-
tende o mesmo Sr. Dr. quo taes predicados se-
jam privilegio do supraditojuiz, o Sr. Dr. Piretti
digo senlciieiou a causa a faror de N. i). Bieber
iX G. e meu pai guardn sil.....:io, porque linha I
mulo em leinbrauea as judiciusas reflexoes do
Sr. Dr. Alcanforado, quando ha lempos, tratando
Dr. loilosi d'iima decisao jud ciara (icios
punco mais ou monos quo lal era
Permute, e que por seus actos condignos do Ainda que a harmona, por causa do emprco f" c"s,1')l" anool da Silva Ouimaraes refu- atlentatorio nao sudo respeilo me era geral se de-
veruauciro catlioliro, fae.am jus aos effeiloa dessa do vapor, nao soja sempre perfeita comludo a s^'","lt! Hecho da senlenca proferida pelo esjuslicasdo paiz.mas que lambein deveo ad-
mesma Dondade, que nao cessa de raanifostar-sc sua meloda agrada ao ouvido, e como novidade f ''rtHl1,' vnS'ul" '' sua propria profissao. Me 1 pai conliuu
'o iionicn, que er. ; musical o calliope tem direilos aliencao pu- jssas U'slemunhas, menos duas, sao empre- na luslica da causa e espern.
O estado actual da ponto do Molocolomb blca. f. gaaos da caixa filial e dopendenles dos em- Eis que agora o merelissimo tribunal do com-
1 bargados ; e rom quanlo os caixeiros dos es- mercio praticon o grave crime d contrariar os
- lauoioeimenlos oommerciaes, segundo dizem illurainados modos de ver do Sr Dr alcoforado
os mesmos embargados,citando Percira o Son- de fruslra-lu cm uma su 1 querto de cida e mor-
za, primeiras linhas, lomo |. nota 481, pos- to ; a temos o Sr Dr. Ale .forado fazendo o que
reclama uma pronipla providencia, pois que i MaTADOURO PUBLICO :
' ac 1..-S0 ella complelamenlo a. ruinada. Malaram-se no dia 21 do corren te para o con-
: inzem-lios ale que admira j nao haver ella sumo desta cidade US rezos.
dosaiado acc.n rolando cmseu desmorona ment Uortalidaok do da 21 no cormurk-
le' ,i,,S.?,.,i" Jri"J,liPMM"" BrJ' Jos Aramos, bronco, tiuvo, 51 an-
i" novo .olanlo lembramos a conveniencia; nos, phlysica.
ser essa ponte reconstruida, sendo lalvez
al Virgolioo Aires deOliveira,
da ...robra de onze horas da manliaa. estando r.os, gaslro enterilcs.
"" "" ,l;' PfnHIa a banharem-se differentes Emilia, branca, 4 anuos, bexigas.
>cniu.,s, uma d ellas do mu verde idade foiar- Joao Francisco Marques da Cruz, bronco, casado,
as.iada pela correnle do rio que vasava, o ufe- .{8 anuos, pulmoiiitesagiida.
i^nonio, quando pflde ser lirada, achara-so 1 Uospitai. e ca.u.vi.f.. Existem 7G no-
; mens, 51 mulhcres nacionaes, 2 komeus estrau-
-.....gePr validamenlo sobre actos domest- ceusurou no Sr Dr. Peilosa, sendo que esle se
es, com ludo deve-se observar que as predi- pralicava urna inconveniencia fa/.ia-u na lingua
lis teslemi.nhas lomara maior ou menor parle portngueza, o o Sr. Dr.Jos Bernardo com ,>n-n.>
as operaces de descont da caixa, e nao po- ; inlelligenoia qnasi divina, como ha poui o se dis-
diatn deuar de oxforearem-sc por mostrar o se nesie Diario, o cora as suas hd..s colas casas
seu zelo e cuidado no desempenho das obn- inglezas. escreve de modo que muitas rezes nao
acoes a seu cargo, c por esta razio, e poique entendido.
conforme asseveroii a tcstemunha Jos Paulo I Acouleceu pois que correr m os lempos o o!
! .^"'^V."11"'.''10. 6 "l"."9.'. a Ialsifi-15r- !?r-.AjWHoradu collocou-so na posieao do|
i'-ii pai ( pois quo
(uaud
pie Si
llipOSI-
caco das letras de il. o 11. 7 parti dos em- Sr. Dr. Eeloza convidando a n
pregados da caixa filial, opinao publicada no oulra pessoa n.io poda elle lirigir-se'qwado
Liberal feruambucano, como em sua reper- tez exhibir o de sua ira disculidora a que so
gunia deelarouJose Francisco Ribeiro de Sou- enlloque na posieao do Sr- Dr Vlcoforado Meu
sem quo no onlanto nao houvesse urna coarcla-
cao dos-e abuso, como era .do devcr da compe-
icnte aulordade.
Fra de Pollas o Afogados julgam-se sem du-
nda extra muros, c porislo lambem crim di*-
posthonem Ugis ; de nianeira que pode all ju-
gar limas a sou salvo qualqucr pessoa, ainda
mesmo mascarada e com algum cordao de couro
a cmla.
Como quer que soja, nao sabemos o que dore
ser mais nolavel, se a pralica do al uso, ou so a
tolerancia doli depois de reduzidoa fado
Amanhia tem lugar no Sania Isabel um
espectculo lyrico-dramalico, cm beneficio das
Sras. Luigia Gavelti e Sophia Marini Tosa.
I ma succcssio de obstculos imprevistos ha
retardado esle beneficio, fazeudo-o transferir-so
por mais de urna vez. Asora, porro, com o
Comiuuuicados
Ouanio convidamos a redaego do Liberal pa-
ra que fosso mais explcita a respeilo da noticia,
j a maior cantla, porque at cerlo ionio podcm
considerarse como inleressados na decisao da
eau.ia em rozao de lomaren ellos maior ou me-
nor paite as operaces de descont da caixa,
. leudo iulcresse era mostrar o seu zelo o. cuidado
que dora, da nomeacao do Sr. capilao Jos Fian- un desempenho das obigacos sou caigo, lan-
M. '' evidenle quo devem ser acccitos cora a pai, porem, que est vclho para rceberi
maior cautela os depoimonlos da maior parle cues de quera lao rclho como elle quo dc-
das destemunhas pelos embargados (appeiiaii-jiios nao faz deste negocio queslao decida c
les] produ/idas quo ale corlo ponto podem con hiorle, leudo com a mesma caima uner a senlen-
siderar-su como uiterossadas na decisao desla ca do Sr. Dr. Pirelti quero accordao do tribunal,
"'':'"'' ,, p que demais lera mu las oceupaces que o inlii-
Iica bem averiguado que a senlenca appeilada be un de lomar (arlas hors ligue decliuou do con-
nao repelliudo inteiromente a validado do dpoi- rite; consenlindo cntretanlo qne.eu uno rom as
3. ,'u,1: lio cm ininhas fraquezas o acumpanho por rees no seu
olorio. vcnh.i por sua pac diz. rao publico
que elle nao advog questesde partes, que nao
i'!., a seu faror a minima razao, cuino a p'
lo da causa da caixa filial lingo cor o Sr. Dr. Al-
Colorado.
Ja espero o lenho como corlo que o Sr. Dr.
espero o lenho
cisco Carneiro Monleiro, para delegado de Cim- '" '"'" 'l,,;l,ll Sl! "avia do pela imprensa que Alcoforado acbai-mc-ha raulo peuueno para c .m
bres, c Ihe pedmos que, se aquella noticio im- '' ''lMl,i"'m *in* PM" ^a mesma caixa,, elle medir lampa, dir que nao eslou na altu-
por.ava ,,,, censura administrado provm.al. I "'IL^Zr^ es.es fundamenlos di emboca T& e d^ZorJ 2 'iim-
(osse tranca e leal, esperaran** uma resposta spuiema e du accuidao e diga-se anal .. .j.... j ,.<**.....,____.,.,.. r,,^.. ,. ^, ,,,. ., T
clara c formal que bem detinisse k posieao "apnnde ao outrorTraoT devo em boa razo pro-[nrovarei tambera que a sabeJoria advTacailcio nao
n >Jm, w.r(,v. .1. valecer-. cerlamcnle que o fund
d'aquella follia.ctn ralaeo ao administrador da ecerT ceriamenia que o luudamenlo escupi
provincia '! -' P'"'"!. 'I un e o que asseiila em pon-
Tem-se passado os das, e nenhuma pa avra
J.1P .Id ,|,10 .,,,.. i;,
provarc lambem que
e monopolio do pessoa alguma, mosmo quando I
essa pessoa possa dizer as mas da Cadea c do
trapiche que lem os juizes fechadoa na man
doraeo valiosa o jurdica.
Do- o poi cu. confessar que por mais tratos que : Erojiino Sr.'br." Alcoforado dir o aHC aiiizer au.
mais se ha lido que lenba rea gao com a queslao ten ha dado a imaginaco, ainda nao pudo des- nu eomeco
Este vapor foi o primeiro que se construa no
Brasil, nos esta leirosdo arseqal de marinha da
<:to; monta duas caronadas de calibre 30 em
batera, e um canhao obuzdo mesmo calibre em
rodzio. Tem actualmente iG pracas de guar-
ntcao, ocoroo, maior paite de nossos navios de
guerra, llie fallara dous olliciaes.
O Sr. lp lenle Francisco Gomos da Silva,
que o commandava, passou para eual commis-
sao no vapor Piraj.
~ A nu de linha franceza Duguay Tronin
de 90 pocas, em que arvoruu a sua bandoira o
contra almirante Larrien, eommandante em rhe-
fe da divisao naval franceza na cosa eccidenlal
panha, inteirainento novo. Iuverleu a ordem '":. Dssa o nom se allegou que a parle
natural dascousas. que os caixeiros liiinnra as operaces de des-
.- 1 .- couio da caixa fazia com que ellos oerdessem o
Segundo o novo syslema administrativo, adop- coracler 04J ca,xil(is nom1,slo & Joco1erio
lado pela redaeeodo Liberal, a parle poltica j nem podia servir do fundameulo a senlenca p-
da adininislracao nao compele mais ao presiden- Pallada para que o accordao se des-e ao trba-
te da provincia, e sim ao chefe de polica, 'h? d? pf^uzir semelhante fundamento. Um tal
, ... principio jamis podeua si;> ir de argumento au
Huem incumM mtaat as medidas tendentes a Sl. Dr. Pereili. So na qualidaJe de caixeiros
commercio, paro que subirom os autos ao tri-
bunal ?
Asurprcza quoo Sr. Dr. Jos Bernardo di/, ler
lido a casa Bieber, que ello modestamente chama
publico e commercio, anser piolerdoo accordao
do tribunal, foi a mesma quo leve a caixa filial,
que cu cham simplesmente caixa filial, ao sor
proferida a senlenca do Sr. Dr. Pirelti. O mais,
Sr. Dr. Alcanforado, sao palronhas de advogides
iciHinlar o lado poltico da produca condemna- que clles iiilervem as operaces de descmoda que pomo prezara a poaici
do a uma lena: proscripto; e (ae vive es.naija- '"i^i. como que essa mesma intervencao Ibes ; roes que o povo chama cbianas e que" os advo-
do sobo pe*o dessa mesma proscripeo. podena fazer perder esse candor ? Se o seu ; gados devem ser os primeiros a corabater o des-
..,,, j *, ,, carador do caixon os, quo os la/, intervir mais 011 vaneccr.
0presidente da produca, dolado do alto sea- meil03 nas opcrac6cs l. desconto da caixa, c quo |.,,. Sr. Dr. Alcoforado
pa
commissoo lao distante. Sua machina hlice
e da forca de 500 cavallos. Ella substituid a Sou-
veratne escomida antes para esleservico
Por portara de 20 do correle foi nomeado
subdelegado da freguezia de Pazenda Grande no
termo de Tacaraii'i, o cidadao Manoel de Souza
lerraz.
Na mesma data foi exonerado Hathias I'.-r-
reira da Silva do cargo de 2o supplenle do sub-
delegado do 1" dislrido [villa) da Iregue/ia do
Bonito.
Seguto, no dia 18 do correnle, no vapor
Oyapock para a corle do Ito de Janeiro, o Dr.
Manoel Buarque de Macedo Lima Jnior, que
na punco havia chegado da Europa, onde foi
aperfoicoar-se nas sunelas de que bachare-
lado.
Este inven 6 tilim nico do negociante Manoel
Baarqne de Macedo Lima, asss conhecido nes-
la praca, dotado de nao vulgar talento, o de ex-
cellonios qualidades ; casado com a Exm Sr.*
D. I-ydia Candida de Oliveira, fllba do Sr. com-
raendador Jos Joaquim do Oliveira, vai exercer
0 emprego de dngenheiro civil lia estrada de fer-
ro do Rio de Janeiro, lugar quo desde o mciado
do auno passado Ihe esl reservado, laes eram
as Informacoes, que a respeilo de suas habrlila-
res linha a empreza daquelli obra.
O Dr. Buarque Jnior rene s qualidades
enumeradas as de bom amigo o ptimo filho,
que uecessanamente lera por consequencia as
de bom esposo, bom pai c bom cidadao.
..-''oram recolhidos casa de detenoo, no
da 18 do correle, 2 homons o 1 inulher, lodos
livres, sondo 2 .1 ordem do Dr. chefo do polica e
1 a ordem do subdelegado do Recife.
No da 19 foram recolhidos 5 mesma 8 ho-
mons el mulher ; sendo 7 livres e 2 osera vos
a saber : 1 ordem do Dr. chefe do polica, 5
ordem do delegado do l.disIriclo, 1 ordem do
subdelegado da Boa-Vista, 1 ordem do de S. Jo-
s, el ordem do do 2." dlslriclo dos Afogados.
S.Mrniui.Ai.F. das iiviirr.\r.ES ruraes. Uma
revista agrcola que tem por tituloJournal
dagrtciillure de l'Ille-et-Vilaine recommenda
aos campone/es um cxcellenlc processo para sa-
lubrisarsiiashabilaces, que gcralmente deixam
minio a desojar sobre a relacio do aceio c da hy-
gene. Entre as habitacoes campestres ha um
grande numero, cuja vestucidade mais appa-
ronte do que real; ellas nao devem esse aspec-
to a decripitude, que apresenlim, senao acor
sombra e soja de suas paredes. Para mudar
completamente sua apparenca miseravel basta-
ra muilas rezos caa-las; o essa operaco lao
simples como pouco dispendiosa.
Empregada nas paredes inferiores, a cal lem a
duplicada vanlagem de tornar a habitaeio dos
homens e dos ainmaes nao s mais agradavel o
mais clara, porm ainda mais sadia; o que esl
demonstrado por todas as obserraces medicas.
Esla operaco lera ainda q vanlagem de poder
ser feita pelos proprios habitantes- da casa cm
qualquer dia, em que nao se possa trabalhar no
campo; e o camponez, por mais pobre quo seja,
esl stmpre no caso de poder comprar uma peu-
ca de cal, quando Ihe nao ja pwscsire] aecte*-
At boje suppiinhainos que a misso de um escrercu, singular que se o fizesse de modo tu i Ora', islo uma verdadeira bespanholada A
chefe de polica consista na fiel c restricta oh- ^a"ho,pori,,Ui0 'luu ne,,e,se naocombalou, honra da casa Bieber, porque esta casa cost-
iii-m mo,mo abalou ossa parle da senlenca pro-1 luinlo do Sr. Alcoforado, merece todas as alten-1
'oes e respeilos ; a honra da caixa filial, porque
e coiistiluinlc do Sr. Dr. Alcoforado. nada
servancia dos deveres e obigacos que Ihe im- leda pela Sr. Dr. Pcrelli alias mu clara, mu
pc o cdigo do processo, a iei da reforma, e res- procedente, mu judicisa e mui acautelada na o
Hu. uniere lacios sobro os quaes ellos Sao chamados a dopor
de polica nao devo somenlo limitar-so a nao 111- dizem iespeito a falla de zelo no cumplimento
lervirna poltica e guardar a mais completa neu- de seus doveres, revelando incuria, deleixo, ou
Iralidade em materias eleitoraes : deve, quando
souber que era nina comarca existe una aulo-
rdade Recusada de saquaromismo, apea-la logo
e substituala por um bom liberal de polpa per-
(ciicente a grei do Liberal.
Nao sena desproveitoso, que a redaceao do Li-
beral fosse compilando estes, e outros preceitos,
e a final enriipiecesse esla provincia com um co
digo poltico.
mal versacao. tornam-se os seus depoimonlos
suspciUu, porque nsluralmeule ellos bao de re-
ferir os fados de manoira a colorir, ou lomar nao
conhecida a dita incuria (ue sobre elles proprios
havia de recahir, e pela qual senara responsa-
veis ; e seria bem extraordinario que esso inle-
resse (ornasse menossdspeitos seus depoimonlos.
Convein observar que lodas as leslemunhas
;, que depozeram na causa por parle dos appellaii-
- les, meiios duas, sao caixeiros da caixa filial, c
I lodos elles, monos o lliesoureiro, de cujo de-
No artigo a que nos referimos nao se esqueceu I Kobro^^Ur?.^ ul'Pll1l",:lla0,,U;- UCP0"-
... ... .. f'"'! onre a nlervencao que tomavain nas ope-
0 Lii.en/i da sua ja lao sdica o irapn.ru ua frica. raoes de desconto da caixa c sobre o escrpulo
de querer desconceiluar na opinao publica es | com que eram feilos a nao sobre a veracidade ou
homens de prestigio na provincia e por elle cha-
mados de olygarchia.
Depois de uma tirada em quo se seineou com
profuso as palavrasrebaijcamenlo do nicel do
elemento pessoal e olygarcliicoedificio olygar-
clii.oedificio vellio e carcomidoperico urchi-
lectocaslcllo feudal l-se a scguinte lirada :
.< Oanle do brilho da monarchia o castello of-
fuscou-se, e nao pequea gloria perlence ao dig-
f.ilsidade das letras, oslas toslerauihas porlan-
lo eslavam todas comprehendidas na classe dos
inleressados, e como laes deveriam ser conside-
radas.
O accordao faz logo nas seguinles palavras a
restriecao que eslava 110 seu pensamento sobre a
validada o depoimenlo dos caixeiros em taes
casos, porjue assim coiilioua : e sejam inhi-
bidos de depor cora relaeao aos casos cm que
acceilavel o seu depoimeta .
Os caixeiros da casa filial no foram inhibidos
; de depor, apenas a se
no administrador, que dirige actualmente os dee-1."^"^Z^2ii i,!,l,rlUia **eUro"
,-,., 'luu os St u> uepounciilos devum ser aceratos
linos da provincia, por haver preparado Pertiain- ; cora a maior cautela ; eulrelanto o proprio ac-
buco de modo a sobresabir o povo Peruambuca- ( cordao, que reconhece que ha casos em que o
no ; sendo que dianto desse povo enlhusiasmado -eP'B**n, del les aceiiavel, e oulios em que
e cheio de vida, o castello sumio-sc e culrisie- t '^ fUrd5 principiou. apoian-
: tlo-se em Pereira e Souza, piimeiras linhas noia
481, por dizer que os caixeiros podem depor val-
ceu-se.
d
liberdad
esle
olfuscado pelo brilho de uma monarch3
uossa : porque se sumi, o offuscoo esse castello:
So ha ah alguma alegora ao Sr. bario deCa-
como a o aceilavel, c por tal forma foi alm
maiagibe. sena bom que a redaceao do Liberal, nao est melhor na resircco do que na regra, era
em proveilo proprio, explcasse-a melhor ; do- '
clarando o que foi que fez e deixou do fazer o,
mesmo barao, a quem S. M. o i. nunca deixcu
da senlenca appeilada.
Aceitando o principio e a restriecao lomarei a
liberdade de perguntar se o caso d que se Irala
vista da natureza da inlefvencao que tem esses
caixeiros nas operaces de descont da caixa fi-
lial, coja legalidade corro por tonta do zelo, cui-
dado e escrpulo que cada um deve ter no des-
ae oar as raaiores provas do consideraco duran- eaipenho de suas respectivas ourgaces. conver-
tc aviaitaque se digoou azer a esta provincia U1Hdo- c couccrneulestodas mesma legalidade
Conitaua o artigo de que nos occupimo, era \C rSaP aoT TX^^f0 d,' *?' e!a-
-oaaA.flftTo- r,.-i., i -aj t.reia que se o Sr. deserabargador Custodio
o jm ftOex&v> e flualisa do ruedo segumte; C oimaiw quizet1 recoaciderar a materia, como
para inuiia gente, um nome dillicil de pronun-
ciar figurativo do grossas quaniias. Ha muito
quem ainda conteste a infallilblidade papal,e pe-
na quo o Sr. Dr. Alcoforado nao lomo a si aques-
lao, elle que tora lao robusta', que considera
lao inlallivois a cadoira de S. Pedro como o bal-
eando B eber : quem all se sonta lem por si u
espirito sanio, quem aqu so scnla lera por si 0
espirito alcoforado.
Parecer a alguern que eu nao trato a queslao
com a'seredade quo recia mou o Sr. Dr. Alcofo-
rado ; mas as cousas nio sao serias conforme ca-
da um quer. t) que ha de mais ridiculo do que
ver um advogado de ola espumando de raiva
nos jornaes. insultando direita e esquerda
cora os olhos lapadas, victima do nina colera im-
polenle, e islo quando ainda a Iei Ihe nao tem
lechado os recursos'? Eu contino.
O Sr. Dr. Alca/Uorado fez uma injuria pungen-
te aos dopulados suuplenles, que ulgaro a ques-
lao, quando doclarou-OS indignos disso elles
que para isso seularani-se por forca da le ; o 011
ca!iiiiiiiou-os ou moslrou que eslreitou-lhes os
votos, fazendo com que Ibes esculassem as con-
vorsai-os, quando declarou que sabia desses vo-
tos dias Hiles.
O Sr. Dr. Alcoforado nao consnllou os seus de-
vores de heroem a a sua digadade de advogado,
quando,em vez de diiigir-se ao tribunal.estreMa a
queslao ao Sr. deserabargador Custodio Manoel
da Silva Guimares, que sabe nao poder descer
questionai oom S. 8 a dobradamanla insultou-o
quando disse que os fundamenlos que determi-
naran seu vol revelara aos olhos menos perspi-
cazes ou prevemao que mal asacla em um ma-
gistrado, ou falta de exame dos autos, que con-
ten o contrario do que elle cscreveu.
Pretender Sr, Dr. Jos Bernardo pc-se na
frente desse magistrado era materia de dignida-
de?..... Se nao lora oconsolbar-ine a caridaio
que nao lire o Sr. Dr. Jos Bernardo da doce il-
lusao de.perspicaz em que se lera, eu Ihe mos-
trara que linha perspicacia bstanlo para drzer-
Ibe o que que revela todo esle seu ptocedi-
mento.
Na parte relativa aoSr. desembargador Guima-
res espanla-se o Sr. Dr. Alcoforado de ser ello
dentre os dous juizes togados o nico que vo-
tou pela reforma da senlenca do juzo especial
De'xando do parle a grammalica e a ytate do
sr. Dr., perguuto qual o motivo de admiracao
que um individuo soja nico era seu parecer'
quando s ha dous omdscussao? Nao revela islo"
que o Sr. Dr. Jos llomardo para lomar odiosa n
pessoa do Sr. desembargador Guimares usa al
do tricas que s poJera fasneffeUo nos baleos?
E o que diria-onrofundt) Sr. Dr. Alcoforado se
meu pai dissesse que o accordao foi lao jnsto que
o Sr. desembargador Villares foi o nico dos jui-
zes logados que voten contra elle 1
O nosso Homero dormitou desasadamente no
fecho de seu mimifestrr. quando. ainda para tor-
nar odioso o Sr desembargador Guimares escre-
veu que a decisao fui votada 9 do correnle e
escripia a 16. Decididamente o Sr. Dr. Alcofo-
rado con fessara que desta vez de caso pensado
escreveu exclusivamente para a ra da Cadea
Quem nao sabe que practira dos tribunaes,
quando o accordao proferido com os seus fun-
damentos, ser assignado na sessao immediata t
em que votado? Ora no caso prsenle a deci
sao foi volada no dia deveria ser assignada na
sessao do dia 12, e o foi na sessao do dia 16
isto o Sr. desembargador Custodio comraetle
a enorme culpa de por incommodado nao com-
parecer uma nica sessao.
Respondido assim o manifest do Sr. Dr. Alco-
forado, espero as analyses por elle promeltidas,
que seren calmas e honestas, como o supradl
manifest levarlo a iinraorlalidada o mesmo se-
nhor. O Sr. Dr. Alcanforado tem (ido cerlamen-
lo outras quesles de vida e de morte, e nunca re-
corren imprensa ; recorre agora, dizem, porqoo
acna por demais vergonhoso perder elle, que
lao sabio, uma questo contra o Dr. Lopes Netlo
que nada sabe e contra meu pai que sabe tanto
como o Dr. Lopes Netlo. Ora, o publico me des-
culpar que eu entre nesta aucsto para, ao mes-
mo lempo que facilito meu pai a execucao do
seu prngran.ma de silencio e respeilo aos tribu-
naes, salvar a su repulacao de advogodo, do
naufragio infallivel, a que a lera condemnado o
profundo Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Recu'e 21 de fevereiro de 1860.
J. /'. do Reg.
Olercco ao publico a leilora de tres oflieios
que abaixo se seque, nos quaes vero os dignos
leilores a razo desla correspondencia ollical.
S?" Paco da cmara municipal do Itece, 23
de Janeiro de 1800.
III m. Sr.Constan Jo cmara municipal quo
\. S. acba-se no exercicio de juiz de paz do 'J
auno do ;t" distiido dessa freguezia conjuntamen-
te com o de i-apiio da guarda nacional, e como
0 arhgo \ 5 ,' parle 2" do decrelo numero 722
d.- 2-, do oulubro de 1850 combinado com o ar-
lo da Iei numero 602 do 10 do solembro de 1850
prohibe a accumulaco de ambos os exeroieios,
convem que V. S. quanto antes faca opcao.eeom*
munique a esta cmara para soa direccao, nao
devendo em quanlo o nao lizer continuar a exer-
cer as fuuccoes de juiz do paz.
Dos guardo a V. S.Illm. Sr. capilao looda
Silveira Pingos Tavora, quailo juiz de paz du 3.
dislucta da freguezia da Boa-Vista.Manoel Joa-
quim do lie;;,, Alb.niuerqoc; no impedimento do
secretario o official maior Francisco Canuto da
Boaragem,
,C? Illm. e r.xui. SrRevendo acamara mu-
nicipal, pelo ollleio junto, se julgado 1 oroplenle
paro admoestar a este juizo no bvre exercicio de
suas obrigaces, e me parecendo esla crAupelen-
ca 11111 verdadeiro excesso peranta a le: nos ter-
mos do aviso de 2 de abril do 1834 recorro a V.
Exc. para esclarec r-mo da conlrovcro'u uascenle
nicamente da competencin, o nao da legialaeao
citada no referido ofiicio. Hugo a V. Exc. se dig-
ne devoher-iue com o esclarecniento o raesao
uflicio.
Dos guarde a V. ExcTereeiro dislrido de
paz da freguezia ca Boa-Vista do Recife 28 de
Janeiro de 1860.Illm. e Exm. Sr. Dr. Bernardo
Machado da Costa Doria, digno juiz de direito primeira vara do crime desta comarca.Joo da
Silreira Borees Tavora, juiz de paz.
p^Illm. Sr. Km cilicio que me dirigi com
dala di 28 'i" Janeiro ultimo consulla-me, se a
cmara municipal corar cenle para adinoesla-
lo no livre exercicio de suas obrigaces, e ern
resposta compre me significar-lhe, que O poder
de adinoost-r, e advertir s pertenre ao superior
para com os subalternos, ( artigo ::) do cdigo
do processo criminal ) e cerlamcnle a cmara
municipal nao lem essa competencia para cum
V. S. porque nenhuma de suas attrivalrees a
constilue em suloridade superior aos juizes de
paz.
Dos guardo a V. SRecite 16 de Janeiro de
1860.Illm. Sr juiz de pa/. do 3" dislricto da
freguezia da Roa-\ isla.O juiz de direito do
crimo da primeira vara desla cidade.Bernardo
Machado da Costa Doria.
Eis a razo da correspondencia ofVial ; agora
'......""i"" "-> > ..'.oiiii.3 i'.iiavras nao
so a respeilo do ofllcio da Illm." cmara em re-
laeao ao meu direito, como lambem a respeilo
do modo porque entendo a luminosa decisao do
Exm. Sr. Dr juiz do direito.
Nutro sempre os melhores senlimentos para
cura luda.-, as autoridades ; esle tributo devo a
lodos os homens at mesmo os que rae sao de-
salk-icoados, e por mclliores ra/.es o devo a
Illm.J cmara, porque concorr de muito mi iba
ivre vonlado para sua eleicao.
Eu me rejo por este principio, conhecendo ao
mesmo lempo que outros se regem por principio
contrario embora errem a juizo seguro, e passem
por exceesivos peranto a le. E' o que acaba de
acoulecar a lllin." cmara em exercer atlrilui-
Soes que Ihe nao compete, dando lugar a uma es-
pecie de agilacao desagradavel entre as autorida-
des, quando devia ser ella a primeira a inaotcr a
paz e ordem publica.
A Illm/' cmara loria evitado loda esta agita-
cao eonflietira se atlendesse ao que dispe a Iei
acerca do abuso do poder, c desta forma nao ar-
riscara o seu juizo a ser fisealb-ado pola impren-
sa e p.la aulordade superior com desagrade
Slm, nao lena me^ordenado em seu ollicio
suppra, que fizesse opi e que em quanlo a
nao fizesse nao coiitinuasse a exercer es funcoes
do juiz de paz, advertindo-me de uma funecao,
que sondo do meu dever, s a mim caba exer-
ce-la livremente nas eondiedes da Iei.
lodos devem ter conscencia de seus deveres ;
esto principio universal que encerra muita luz,
a sua doulrina verdadeira, mas dola s se lein-
brou a Illm." cmara para cahir cm excesso con-
tra o mesmo principio.
Siiito cinseramente nao poder dispensar a at-
lenco publica de entrar neslas quesles. que
alias nao leriam apparecido se por ventara a
lllin.J caraira fosse mais prudente e segura no
modo de as resolver.
Ou eu l.aviade submetter-mc seguramente a
uma insiuuacio contraria.a le da Hn." cmara
ou havia delfeoder umou'direilo pondo-lo a salvo
da competencia milla : tomei esle rarainho, e
enlao nos lanos do aviso de 2 de abril de 183
recorr ao.Exm. Sr. Dr juiz de direito Bernardo
Machado da (osla Doria, superior a mira e a
I-Um cmara, para resolver se esla era, 011 nao
cAntyeteiiffi para advertir-rae em objeclos de mi-
nhas obrigaces. O mesmo Exm. Sr. Dr. resol-
vou a queslao pela forma que se acha declarada
OSO seu officM que cima se acha transcripto a
mim dnigbjo era dala de 10 do correnle.
Oulra decisao nao era de esperar da sabedoria
desie integro magistrado, porque alm de breve
conliu ella quatro demonios de ordem que cer-
tamenio muito devem pezar no animo de todos,
especialmente no da illuslrissima cmara, nao s
porque o cilado aviso Ihe d o direito de decidir,
como porque peante elle responde por prevari-
caces ou abusos, como qualquer outro unecio-
nario publico nao privilegiado.
Conim a luminosa decisao quatro elementos
de ordem, seguudo o meu humilde entender, o
sao :
." Declarar incompetente a illuslrissima c-
mara para advertir ou admoestar aos juizes de
pac, em objeclos de suas obrigaces;
2." Nao ser ella superior aos juizes de paz ;
3. Mandar que se se conscreva soraenle em
suas altribuices ;
4." Evitar contliclos de jurisdiccao entre ella e
os juizes de paz.
Nao obstante o exposto cumpre-me declarar a
illuslrissima cmara que nunca tive e nem lenho
inlonces de a oll'ender, e sement estas ininhas
palavras se devem nteuder cm prol de meu di-
reito.Joo da Silceira toryes Tavora, juiz de
paz do uarto anno do quinto dislrido da Boa-
Vista.
Hecfe, 20 de fevereiro de 1860.
Amazonas ZA de Janeiro de twt.O.
Correm tantas rerses, meu charo redactor,
acerca do astro, que presidir os deslios do so-
borbo gigante, que reclinando a cabeca nos An-
des deila-se na grande esleir de sou grandiosa
curso locando com os pos no ocano, que mal po-
demos conjeclurar a sua m ou boa influencia.
O que porm est dado como facto consumma-
do, quo o Sr. Dr. Cactano Eslelllia Cavalcantt
Pessoa, bem conhecido nesta provincia pelas vio-
lencias que pnlicou no~ termo de Goianna, em-
ponln-se forleracnle para obler o lugar de juiz
de direilo da comarca desla capilal'e a Ia vicc-
pres'dencia em subsliluico do Dr. Manoel Go-
mes Correa de Miranda. Se osles ardcnles de-
sojos forera realizados, como propala o Dr. Es-
lelila, podemos assegurar sem medo de error
"^maBMaaaav


fr
PUMO PE PIHWUMBlir.0. QVABFTA FEITU 23 PE FF.VF.REIRO DE'1860.
que ser tuna vtradtiia eaiauudadu |uiau aiuj-,ujj eaquuglu a inao quu u piuiiujioiou opeiuu-
zonas, a substfloie.o'desiHsizada do Dr. Miranda, c,osa.
homcm prudente o bondadoso, pelo Dr. Estellita, | Oh! esquceido! nao n.lo possivel que dous
boment volcnico e vivamente inleressndo pelo manos, dous amigos, embalados n'um mesmo
triunipho de una accfto inmoral, que pretendo j berro, e Undo un s coraco possara nunca cs-
por todos os meios gallar o poder publico para: quecer se.
CortSaprar esta joven provincia. Heu charo mano, essa esperanca animadora,
Com effeito,- nao estamos peelamando simples- essa certeza cm nossa Firme c duradoura amiza-
menie : a imprensa dessa provincia tem militas de me fazem plenamente acreditar que.lendo es-
vezes denunciado o genio atrabiliario e persegui-
dor dente magistrado, e que durante o lempo que
tas linhas, de qualquer parte do mundo, em que
esliveres, viras pressuroso abracar-me, unir-te
vxerce i o importante cargo de chefo de polica' mim e a urna familia, aonde sempre acharas
deu soiejas provas de sua inaptida i e pouco ou
nenhum titt para dirigir os negocios pblicos,
itegando-se li as commissoes do cargo.
ffoje mesmo acha-se elle nessa capital jogan-
do e envolvendo-se as eleicoes, servindo de
bracos aberlos para le receber em todas as occa-
soes, anda as ni ais duvidosas da vida, anda
mesmo quando por ventura estivesse encerrado
para ti o mundo inteiro.
Anda existe, meu charo mano eamigo.no en-
centro da faccao immoral, que cerca, c a quem genho Rebingudo, (roguezia de Agua Prota, pro-
alimenla com as cartas do Dr. Ferreira de Aginar,
pretexto de doenca, no entrelanto, que a sua
comarca de Solimoes acaba de olTerecer o espec-
tculo o mais escandaloso, que dar-se pode no
espancamento do delegado de polica dalli, lio -
mem importante na provincia, c nao leve um
magistrado, que curasse da punirn, principal-
mente por que a vctima nao perle'nce a grei.
Confiamos todava na iuflexiliilidadc do uover-
no imperial de que semelhanlo substituicao se
Dio euectoe.
Deus e o governo imperial se amerciem de nos-
Mi sorte, afastando de nos semelliante flagello.
Sou, Sr. redactor, seu constante leitor,
orrespondeneias.
Senhores redactores.Tendo havdo engao da
pessoa jue copin a satisfcelo que julguei de ver
daraosSrs. Maga'lies c Santos Torres, rogo-lhes
a boudide de a publicaren! de novo.
VA SEM EXEMPLO =
Quando me refer ao digno juiz de paz do 2U
districlo, no-disse nem quiz dizer que S. S. Iioii-
vesse servido comojuiz proprielariopor mais
de um anno ; o que pretend mostrar foi somen-
a incoherencia d lllm." enmara municipal.
S. S. servio como supplenle no anuo iroximo
pissado salvos poucos das um que doixou a
vara.
O Sr Veras tambem servio como supplente no
anno prximo passado.
S. S. este anno continua em exercicio no que
obra niui regularmente' e a cmara nada diz.
O Sr. Veras continua no exercicio e a cmara o
declara incompetente.
Foi tala questao.
S. S. servio era lugar do Sr. Dr. Carvalho. que
todus sibera que mudou o seu domicilioe a
lllm.''1 cmara considera lalvez esse seu servico
como substitualo em impedimento temporario.
O Sr. Veris servio em lugar do Sr. Uoibelino,
que est cm commisslo do governoda qu.il po-
de a qualquer momento rollar e a cmara julga '
o lugar vago, equipara o caso ao de falta por fal- !,. s .? ^
lecimenlo de um dos juizes I! I *anoeI Alves dp Carvalho.
vuicta de Pernambuco, o leu verdadeiro mano e
amigo
Victorio do Nascimento Accioli Lins.
ELEigO
Dos juizes e juizas, escrives e mordo-
rnrjs, que hAo de festejar a N. S. da
Conceirao, erecta na igrejada San-
ta Cruz", no auno de 1800 a 1861.
Juiz por elcicao.
O lllm. Sr. Jos Antonio de Araujo.
Juizes por devnoo.
O lllm. Sr. Jos Bernardo Peninoho.
O lllm. Sr. Joo Jos Lopes da Silva.
Jotza por eleCao.
A Illraa. e Eima. Sra. D. Ignez, mulher do
lllm. Sr. Francisco Accioli de Gouveia Lins
Juizas por devoran.
A lllm. e Etma Sra. I) Halhilde, mulher do
Exea. Sr. Dr. Anselmd Francisco Peretti.
A lllma. o Exma. Sr. D. Hara Correia de Al-
meida, mulher do lllm. Sr. Rufino Jos Correa
de Afmeida.
Eserivao por oleiro.
O lllm. Sr. I.ni'. Morena da Silva.
Escrives por devorc.
O lllm. Sr. Lino Antonio Saraiv i. >
U lllm. Sr. Ignacio Nones de Oliveira.
Escrivaa por eleico.
A Illma. e Exma. Sra. D. Francisca Joaquina
de Oliveira, mulher do lllm. Sr. Jernimo Piusa
do Oliveira.
Eserirnas pordevogito.
A Illma. e Exma. Sra. I). Emenilena Candida
de Almeida.
A lllma. e Exma. Sra. D. Joaquina de Parias
Teixeira.
Thesoureiro.
O lllm. Sr. Francisco Alves de Carvalho.
Procuradores.
O lllm. Sr. Eugenio Caliste de Quciroga.
O lllm. Sr. Manee da Silva Basto.
Mordemos.
luc v* aljenos, iJ sueyus
los -'
Retidimciitn do dia 1 a 20.
dem do dia 21.
. V
Lis o que pretend mostrar.
Assifnando-meO Porleiro das audiencias -
nao ireoso por isso que soja eu o Sr. Santos
Torres, que de corto nao sou : louvo porm
muilo a cautella deste Sr. declarando nao ler
parte aiguina na publicacao das linhas que foram
escripias por mim e nao pelo
Porleiro das Audiencias.
Villa da Escada 30 do Janeiro de
ISttO.
Srs. rededores.Nao a bajulacao e nem a
lisonja, que me move nesle momento ; mas sim
somentes, reflectir sob o passado.
Em das do tuez de novenibro prximo passa-
do, yendo-me ao desamparo, e som meios de
continuar o meu commerco, drigi-me ao lugar
denominado Passagem, tiesta praca do Recil'e,
aonde fui valer-.me da Exma. Sra,' D. Mara, es-
posa ditosa docidado benemrito, o lllm. Sr,
Jos Antonio de Araujo, de qnem conheclmenlo
algum particular eu tinha, e s por constarme
que este cidadao lera conquistado a sympalhia
de lodos, me auime a implorar a sua prolec-
rSo. Relirando-me depois para miuha casa na
villa da Escada, no seguinte moz tornei ir ao
Recif, como Gm de pessoalmente dirigirme a
este Ilustre senhor, que, depois de me haver
lio benignamente ouvide
Joao Manoel do Coulo.
Jos Duarte Coutinho.
Domingos llernardino da Cunha.
Jos Faisiino de Lomos.
Joo Ferreira Ramos.
Domneos Jos da [tocha.
Claudiuo Jos de Siqueira.
Anlono Alves Vilella.
Vicente Teixeira Coinibra.
Manoel Zeferino Das Brrelo.
Joaqum Ignacio Riueiro.
Joaquim Aiilouiu Lopes.
Manoel de Jess Jordao Cordeiro.
Francisco Ferreira da Silva.
Jos Gabriel Carneiro Bezende Campello.
Mordomas.
As Illmas. Ex mas. Sras :
I). Hara Amelia dos Santos, Glha do lllm. Sr.
Joao Francisco dos Santos.
I>. Maria Amelia da Silva Bastos.
D. Maria Anglica de Jess.
I). Filippa, mulher do lllm. Sr. Victorino Anto-
nio .Mullios.
I). Candida de Meuer.es Drummond.
D. Joaquina Correa da Silva Baslos.
D. Zeferina Das Brrelo.
D. Auna Victoria da Silva Mngalhacs.
I). Dinamerca Alves Vilella.
D. Maria da Assumpcao Guerra.
I). Francisca Januaria.
D. Alexandrina Rita do Amparo Costa.
I) Joaquina Viraos Cavalcanli.
D. Emilia Carolina de Carvalho.
a minha pretencao, dis-
se-me que quando se achasse mais deso'ccupado
de seuf. trabalhos, que etilao tomara em consi- ,
der.eao a minha pretencao. o que farei mu bre- 1 *;,nl".a Carolina de Carva
ve, cu..n..j---------. --vnnri OummuL* n*i* | 5" cu."lsa A|v.es d<-' Carvall
sogund.i vez yollei aos meus lares, acontec'eu
commuuicar algiins camarades o que cima fi-
ca cxposlo, porm, a bem pe/.ar meu conslou-me
que alguemcensurassc esse meu procedimenlo,
dizendo at que s por esle meo eu poderia al-
cancar o que desejava ; de ceno muilo me sor-
preudeo urna proposico lao cslravagaiile co-
mo es.a. E' hojo cousa muilo sabida, que
quem precisa pede ron; humildade ; e nem to-
dos esli isentos de passarem por osles tran-
ses da vida, que o humenia cada passo esl ex-
poslo : talve-z que o meu amigo saiba desta ver-
dade, sera que seja mister traze-la a sua memo-
ria. Nao neg que fui a esta casa pedir os meus
soccorros, valendo-nie da Exma. Sra. D. Maria,
dissonome injurio ; o seja feliz ou deixe de o
ser, nao me enwrgonho de pedir, pois que mais
antes quero praticar urna virtude do que expor-
me ignominia e vergonha da sociedade. Eulie-
trelauto, Srs. redactores, ha poucos das acon-
tecen encontrar-ara com ama pessoa de minha
amisade a quera dirigindo-lhe os meus rumpri-
mentos, esterepondeii-mo que se nao I he fallas-
senaome conheceria, dzeuJo-me maifl que j
tendo eu oslado em boas circo Distancias na villa
da Escada, hoje s-> achara em um estado to
triste, pois que o homem que se va como eu de-
via morrer ou desterrar-se.
Esta pessoa som duvida persusdia-se que eu
precisava de sua proteccao. Assim nao pralicou
o Exm. barao de Ipojuca, quando em unta sim-
ples conversa que live com e>le Exrn. Sr., o qual
logo pa.onleou-me a sua benignidade, pondo
minha disposico diterenles meios de melhorar
a minha sorte. As almas nobres e bcmfazejas
mostiam-se al o ultimo momouto que res-
pira m.
O hoinemsdcve injuriar-se, quanda quer al-
cancar a fortuna, praticaudo aeces tllicilas e
vergonhosas. Ha oilo annos que moro tiesta
villa, tenho sempre lido a felcidado de gozar
da estima de todos, e felizmente at hoje anda
nao incummo lei pessoa alguma deste lugar,
pe Jimio lhe abono algum. So a fortuna me tem
sido adversa, s posso quoixar-me da minha
sorte. Tenho al hoje sido um cidadao pacifico
e respcilador das leis do paiz, pois aprsenlo
como posso,is que rodeno abonar a minha con-
ducta civil o mu al, u digno commendador o
lllm. Sr coronel II-Miriquo Marques Lins, e o seu
cunhado o lllm. Sr. coronel Fraueisco Amonio
de Barros o Silva, c o mu digno capitn Antonio
Marques le Ilollauda Cavalcanli, hoje deleg.ulo
deste termo, qnem to acertadamente o govor-
no elegeii para este cargo, o que j tem dado
exhubnranlea provas de intelligencia, energa e
reclido, e sob cujos suaves auspicios j come-
camos a gozar.
Queira n, Srs. redactores, dar ptihlicidade a
oslas mal trocadas linhas que exprimem o ver-
dadeiro senlinionlo de um seu a-signante que
muilo agradecido lhe licar.
Manoel Rolembernes de Magalhes Dantos.
10.
bvpes ua Sfl a.
0 vigario, Manoel Joaquim Xavier Sobreira.
COMMERCO.
Caixa Filial do Banco do Brasil
em Peniambuco.
EM 21 DE FEVERF.IRO DE 18G0.
Directores da semana os Srs. :
Dr. Augusto Frederico de Oliveira e Jos Bap-
lisla da Fuuseea Jnior.
A caixa descont letras a 10 O/o, toma saques
sobre a praca do Ro de Janeiro e recebe diuhei-
ro ao premio de 7 0,'rj.
NOVO BANCO
DE
EM 21 DE FEVEREIRO DE 1860.
O Banco desconta na prsenle semanaa10 0/0
ao anno at o prazo de me/.es, e a 11 0/n ato
o de6 mezes.e toma dnheiro em contas crren-
los simples ou com juros pelo premio e prazo
que se convenuionar.
Alfande*
Rondmento do da 1 a 20.
dem do dia 21. .
la.
277113>7.0
21.217acG2
295-9 29S602
Illoviinenlo da airandcsra
Volumes entra los com fazendas
com gneros
Volumes sabidos cora
com
fazendas
gneros
1G3
325
"04
168
------272
488
Pulilicaces a pedido.
Para o lllm. Sr. Sebastio da Cunha Accioli
Lins Jnior ler em qualquer parte em que es-
tiver.
Meu charo mano c amigo.Ha mais de um an-
no que live a infeliz noticia Uo leu desappare i-
metilo ; e desde enlao tenho lido mil desgostos
em considerar-te separado de todos nos, deixan-
do-nos aneiosos por saber novas las, e iticerlos
da la existencia.
Moilo me admira teres assim praticado, princi-
palmente comino, a quem sempre dsles musirs
do lerna amizade, pois nem ao menos escreves-
te-me atada, u que me faz recetar ainda mais a
lncerlea de la existencia.
Ainda que livesses desojo de habitar oulros
campos, nao devias n.noa separar-te do nssem
darea parte do leu desuno, como quo livesses
por ventura commellido o mais horrivel de-
licio.
Nao ir cu charo mano.porura signa! de mera
paiernidade, por una lembranca phanlaslica,
era lao pcur.o vaa opporencia, quo lauco mi da
fienna para escrever-te estas curias esaudosas
inhas.
Sao, moi charo mano, os verdadeiros sonlmon-
tos, que o mais puro amor ao dous coraees uni-
dos desde a mais lerna odado fat-nte experimen-
tirn'iuna tao longa o crea ausencia.
Nao sei se exigiiro ainda aquellos olhos, que
devera ouvjr esta minha linguagem, nao seise
amia cxisttndo tornar-so-hiio surdos ella, ten-
Descarregam hoje 22 de fevereiro.
Brigne hamburguezCapibaribefazendas.
Rlgue fian ezZouavodiversos gneros.
Escuna americana J. Darlingfarinha o fugo da
China.
Sumaca brasileraIlortenciafumo e caf.
Importaba.
Barca portuguezn (rntirfo,vinda do Lisboa,con-
signada a Carvalho & Mcdeircs, rnanifestou o sc-
gunto :
1 caixa calcado de trancinha, 1 dila chapeos
para senhora ; a J. J. Moreira.
1 dida dlo de trancinha ; a Julio & Con-
rado.
1 dita dito dita ; a Antonio Tereira da Costa
Guimaraes.
51) sircas semoas ; a J. Halltday & C.
50ditos dilas ; a Guilhermc Carvalho & C.
10^ barricas farinha de Irigo, 3 pipase 55 bar-
ris vnho.
10 meias pipas e 13 barra vinagre, 6 barricas
alvaiade, 10 barris oleo de linbaca, 1 barrica raiz
de altea, 2 lilas tinta verde, 4 caitas doce, 25
barris azeilo doco,2) saceos feijao. Bcaixas rap
a Thomaz de Aqu no Konseca c\ Filhos.
75 saceos setneas, 1 caixa cha; a Luiz Antonio
de Siqueira.
1 barril rindo ; a Frederico Lopes Guimaraes.
1(!0saceos fardo ; a Vicente Ferreira da Costa.
3 dilos dito ; a Molla A Irffiae.
80 ancorlas azeilonas, 10 barricas amondoas,
5 dilas tiozos, btalas, possas ; a Joao Baptisla
Fragozo.
15 barris vinho bronco ; a S & Sontos.
30 barris vinho, 3 dilos azeile doce ; a Pal-
raeira & Bellrao.
15 podras de cantara ; ao padre J. Anloniodos
Santos Lossa.
1 ditas dito ; a Manoel Jos Dantas.
12 .tilos do dita, 17 volumes objectos de lypo-
graphia, 25 pipes e 35u barris vinho ; a Barroca &
Medeiros.
3 caixas spalos de tranca; a J. Pereira A-
rmiies.
2 ditas dilos ae dita ; a J. de Paiva Ferreira J-
nior & C.
1 cnixa lvres.10 saceos semeas ; a Jos Perei-
ra da Cunha.
20 barris vinho, 5 dilos loucinho, 30 meias pi-
pas e 8 borris vinagro. 100 saceos semeas; a J.
Antonio da Cunha & Irmo.
. i lucias |M[)us u uarns vinagre, Hor.yvciip
cabes de cairo, 300 molhos ceblas ; a Carvalho
& Nofueira.
4 caixas vinho, 1 eneaiada,chapoi ; a Parete
Vi>nna&C. ^T ^
2caix.is mnssa de lmales, 1 dita bracos de
balanr.a ; aJ. Marcelino da R 1 caixa imagem ; a J. J. da Costa Maia.
2 caixolcs vidros de rolhas vastos; a A. Pedro
das Noves.
3o barris vinho, 10 ditos vinagre ; a Amorim &
Irmo.
1 pipa vinho, 6 barris tourinho, 2caixotes mar-
melada, 2 saceos sextas de figos ; a Antonio P.de
Oliveira.
1 caixa livros ; a Joao Quirno de Avellar.
2 barris vinho ; a Domingos Aflouso Viiinna.
20 caixas vinho muscalcl, 10 pipas vinagre ; a
H. Alves Guerra.
10 caixas cera branca ; a Manoel Marques de
Amorfm.
30 barris azeite doro, 50 caixas ceblas, 100 sac-
eos farelos, 110 caixas batatas ; a F. Severiano
Rabollo & F.
3 barris vinho ; a J. Alves da Silva Guima-
raes.
6 barricas ocre nmarello, 6 ditos er, 3 caixas
caixinhas para botica, 1 dita llores e ervas medi-
cinaos ; a A. Luiz de O. Azevedo.
4 volumes drogas, 1 caixa vermelhao fino ; a
J. Soum & C.
2 barricas grude, I fardo raspa de viado ; a
ordem.
1 fardo grama, 1 caixa drogas medicinaos, 1
1 fardo relalhos de pellica ; a Vicente Jos de
Brilo & I'.
10 barris gesso, 16 vulumes drogas, papel, ven-
tosos, copos, pinceis de seda o de cabello, po-
dra hume, gaos de podra, sabao, vidros etc. ; a
J. Marlinho da Cruz Correa.
4 volumes leitos de ferro, 1 dito onchergiin, 1
caiote massa de tomate; a Mauricio Jos dos San-
tos Riueiro.
2 camas de ferro, 2 volumes onchergoos o eol-
xes, 2 lavatorios do ferro, 1 jarro e baca ; a
Manoel da Silva Santos.
50 saceos semeas, 1 caixa panno de arante ; a
Antonio A. Vilella.
lili pedras, 1 barrica gesso, Scaixolos amostras
de pedra, betumea c ferragens, 1 caitole de
ggcrhum, 1 dilo bustos de louca : a Gainto & C.
13 barricas sardinhas ; a Miguel Joaquim de
Castro.
46 ditas ditas ; a Tasso & Irmo.
24 ditas dilas ; a J. Carlos Coelho da Si.va.
30 barris vinho brancu, 4 pipas e 10 barris vina-
gre ; a M. J. Raraos e Silva.
5 barriscan ao animal, l oaixaflores artleaos ;
a Domingos J. da Cosa Lagos.
1 caixa braco de batanea ; a J. Antonio Fernan-
dez Fradiquc.
2 caixas sapatos de tranca ; a A. A. dos Sanios
Porto.
50 caixas ceblas, 50 dilos batatas ; a Antonio ; dem brancu novo. .
Lopes Rodrigues. | dem mascavado idem
0 caixas frascos c copos de vidro ; a Manoel
Jos de Souza.
50 caixas ceblas, 25 dilas btalas : a A. A. do
Miranda Guimaraes.
1 barril vinagre, 10 caixotos figos, -( barricas
amondoas ; a A. Cesar de Abren.
32 barricas sardinhas ; a Luiz Jos da Costa
Amorim.
Vapor nacional Persinunga, viudo de Macci,
consignado a agencia, rnanifestou o seguinlo:
2 caixas fazendas ; a Jcronjiilo Sazes.
27 barricas polassa ; a Manoel Francisco da
Silva Ca rico.
657 couros slgalos com 50 i arrobas e 20 li-
bras ; a Francisco l'erieira Andradc.
Patacho nacional Tigre, viudo do Rio Grande
do Sul, consignado a Bailar & Oliveira, rnanifes-
tou o seguinlo:
8,322 arrobas de charque, 59 ditas de graxa
em bexigas, 39 couros vaceuns; a ordem.
Sumaca nacional Ifortcncia, rinda da Babia,
consignada a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
rnanifestou o seguintc :
50 barriqinhas bolachiuha americana ; a Do-
mingos Ferreira Maia.
100 saceos arroz ; a D. A. Mathous
20 caixcs viiho, 1 dito velludo ; a Schafhei-
tliu & C.
60 gigos champagne, 10 latas ricino, 2 saceos
colla, 104 fardos algodao trancado, 28 ,'accs fio ,
de algodao, 1 caixao tabaco em p. 72 fardos fu- l^m de Goiaba ,
mo, 49 caixas charetas, 1,850 quartinlins, 4 ta- dem seceos .
Ibas, 6 potes, 25 alguidares, 25 panollas, tudo de Espauadores Wandes.
barro; a ordem. r ^
Brigue hamburguez Capibaribe. vindo de Ham-!Idem Peq"en5-
burgo, consignado a Kalkraann Irmo & C. ma- Esleirs de prepori .
KBtOnpo nacional .
Farinha de\araruta .
dem de mandioca .
Feijao. .....
Fumo em folha bom .
Idem idem ordinario .
dem idem restolho .
dem em rolo bom .
dem idem ordinario.
Gomma polvilho .
assaca ltoiicu
50 dilos'alto mascavado.
LisboaBarca p'orlugueza Formosa, Minoel C.
da Silva, 10 barricas assucsr mascavado e 10
ditas dito branco, 1 quortola e 4 barris de 5."
eom el.
EKpnrtae&o.
Bio d Prala, brigue dinaraarquez Heindab,
de 263 toneladas, conduzco o seguinte : 70 bar-
ris cacha?. 1,375 bar icos assucar.
Itaht, hiate nacional Dous Aniigog, de 116
lonelados, conduzio o seguiule 900 sacros
assucar, 20 pipas agurdenle, 50 saceos cera de
carnauba, 100 molhos de palhs.
Marselha, barca (ranreza Jasson, de 303 to-
neladas, conduzio o seguinte : 4,200 saceos
assucar,
Bio de Janeiro, brigue nacional Duque da
.w
Mitaes.
O Dr. Ahseluio Francisco Pe re II i, comniendador
da imperial ordem da Bosa, juiz de direiio es-
pecial do commerco, tiesta cidade do Recite de
Pernambuco etc.
Faeo sab\*r pelo prsenle, que a requenmento
dos negociantes ratn Nash abrrla a fallencia do commercianie eslabolecido
com'loja de fazendas Antonio da Silva Bocha,
pela seutenea seguinte :
Toodo Amonio da Suva Rocha, commercianie
estabelerido com loja de fazendas na ra Direi'a
desta cidade n. 62, dcixado de pagar divetsos
mercadorias compradas dnheiro, como dos
autos consta, e lendo convocado os setts credo-
res, dizendo-Ibes nao poder occorrer cm dio aos
Victoria, de 222 toneladas. condzio"o"segui- I s.eus empenhos o achar-se quasi impo^sibiliado
te : 1,013 saceos e 2 barricas assucar, 702 meios | do no"C'ar. ju1?" 'f- J"o ocha cossado os us
de sola, 10,500 couros soceos, 60 latas oleo de l'aSa'n">s, o declaro em estado de quebra e lixo
ricino, 3 caixas chapeos, 8 duzias de tobos de I ",lc!m!' !e?a1 dajexistencia desln, contar do da
louro
RecebeJoria do remlas internas
eraes de Pernamhnco
Rendimento do dia 1 a 20. 2I.162-OS8
dem do dia 21.......1:6365948
22:7995936
Cunsulad provincial
40:520*777
2.-696218
43.216g995
Pauta ilos precos los ppincijiacs gne-
ros c jiroiluccoes nacionacs,
que se despacham pela, mesa do consu-
lado na semana de
20 a 25 de fevereiro de 1860.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente ..... caada
dem canea........
Idem de cana......
dem getiebra......
dem idem....... botija
dem licor....... caada
31 do Janeiro p. p.
Nomeio curadores fiscaei os credores Pobo
Sou vago & C. e depositarios interinos Pinto de
Souza e Bairo, e prestado pelos primotros o'jn-
ramenlo do eslylo e pelos segundos assignado o
termo de deposito ; o eserivao remetiera copia
desla senlenca ao juiz de paz competente para a
appellacao do sellos, que ordeno se potiham em
todos os bens, livros o papis do fallido.
Feilo O que, e publicada a prsenle nos termos
dos arls, 812 do rod. comm., c 129 do reg. n.
738 se darao as subsequenles providencias pelos
referidos rod. e reg. determinados.
Iiocife 11 do fevereiro de 180. Anselmo
Francisco Ferolti.
Em virtude desla sonlenoa, convoco a lodos os
credores do dito fallido, para que no dia 2') do
correle as 10 horas da manha cemparecam na
sala das au liencias, afim de se proceder a nu-
mea^aode depositario ou depositarios.
E para que cbogoo a nolicia a quem pssa in-
teressar, mandei passar editaos qoeserao afilxa-
dos nos lugares do costume e publicados pela
i m prensa.
Dado o. passadu nesta ciliado do Recif,' de Per-
nambuco, aos 21) do fevereiro de l"o). Eu Fr.m-
nacio de Torres Brndeira, eserivao do
dem idem......
dem reslilada e do reino
Algodao cm pluma 1.a sorte
dem idem 2.a dita ....
dem dem 3.a dita .
Ideni em carooo ....
garrafa
caada
arroba



Arroz pilado......arroba
dem com casca ... .
nirel
3 barricas cordoalha ; a Schapheitlin i C.
50 barricas escomilha, 1 dita cstauho ; a A.
Slolgenleack
150 caixas vinho, 1 dita brim, 1 dila chales, 17
caixas raobilias ; a ordem.
1 caixa fazenda de seda ; a Monssen & Vi-
na ssa.
1 caixa rorrente de metal, 2 barricas cadinhos,
11 caixos estampas pintadas ; a N. ODiober & C.
3 caixas brinquedos e nnudezas; a F. T. Bas-
los.
300 caixas velas stearias, 1 dita elides. 1 dila
amoslras ; a J. Keller & C.
9 voluntes mobilia, figuras de gesso, etiquetas,
pianos, tr.iudezas e pennas ; a J. Praeger & C.
50 caixas volas, 25 dilas queijos, 1 embrulho
amostras; a A. Luiz Rodrigues.
200 barricas genebra; a Seve Filhos & C.
20 einbrulhos formas de ferro para assucar, 5
caixas como de luslre : a C. J. Asllej &. C.
3 dilas diiode dito; a D. A. Mathous.
alqueire
arroba

Azeite de mamona .... caada
dem de mehdoim e de coco.
Bolacha fina.......arroba
dem grossa......
Caf em grao bom.....arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca ...
dem moide.......
Carne secca.......
Carvao de madeira.....
Cera de carnauba em pao
I Jem idem ora velas. ...
Charutos bons......cenlo



libra


um

libra


um

urna
arroba

alqueire
alqueire
arroba




600
390
400 : cisco 1
6o juizo Ou commerco o l/. escrever.
ain Anselmo Francisco Verelii.
Secretaria da inslrueeao publica de Per-
"4U nambuco, 1 de fevereiro de" 18C0.
280, Fajo sabor a quem convier, que por dclibora-
7q ; cao iio conselli director da inslrueeao publica
se aelta approvado para a leitura dos meninos era
lodos as aulas primarias di provincia, a obra
intitulada Iris Classico, publicada pelo Sr con-
Selhoro Jos Feliciano de Caslilho Brrela de
Noronlia.O sei retario interino, Salvador Ileu-
rique de Albuquerque.
0 Dr. Anselmo Francisco Pirelli, coniir.cn ladoi
da imperial ordem da Ilusa o juiz de direil i
especial do commerco d'esla cidade do Recife
capital da provincia de Pernambuco e seu ler-
mo por Sua Mageslade Imperial, o constitu-
cional, o Sr. D. Pedro 11, que Dos guarde
ele, CtC.
Faro saber aos que o presento edtal virem e
d'ellc noticia liverem, em como o rommeudador
Manuel Goncalves da Silva me fez a pe tica o do
63500 '
n ir, podem dtrigir-se a mosma reparlico a en-
londer-se com o cncorregado dos ditrs armazens.
1 Antonio Rodrigues Sarh'ico. ST;cretcn
das obras publicas 20 do (evereo de 1860. O
secretario, T. A% Btnn**lauuy,
Conselho Administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos soninles :
Para o 9." batalhao de infanlaria.
Bandcira com otficialalo do Cruzeiro 1 ; porto
para a dila 1 ; bastea para a dita 1 ; capa de
brim 1 ; dita de oleado para a dilo 1.
Para a companhia de pedestres desla cidade.
Grvalas de sola do luslre 60.
Quem quizor vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 27
do crrenle mez.
Sala das sOsioes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 30 de
fevereiro de 1860.lenlo Jos Lamcnha Lins.ro-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Pela directoria das obras militares se tem
(! fazer.nas prisoes do hospital militar, discen-
les concertos as possoas que so queirara encar-
roar deste servico, couiparoram na referida di-
rectora das 10 horas da manha cm diante, noa
das Si, '11 e 2:! para Iratwem a respeo.
Directoria das obras militares de Pernambuco
20 de fevereiro de 1800. 0 amanuense.
Joao Sonteiro de AndraSe ttalcinae.
Tondo-se de proceder a novo numerara
da ra do Impera lor, iiutr'ora ra do Coilegio,
que devora principiar desdo a esquina desta ato
ao convenio de S. Piancisco, assim como dt
mullas casas construidos em diversas o'utras mas,
o administrador do consulado provincial, enoar-
regado de maridar proceder a referida mme-
ra> ao do Ordem superior, convida as possoas que
se quizerem prestar a fazer este servico n apro-
sentarem suas propostas en. carias fechadas
mesa do mesmo consulado at O dia 2(> do fr-
renle. Mesa do consulado provincial, 13 de feve-
reiro d" 1860.O administrador, Antonio Car-
neiro Machada ttios.
Pela subdelegara do 1." districlo dos Ao-
8$600
7S600
6$C00
2$150
3000
3,9000
$330
28110
800
2500
7g()00
3S80
gados se faz publi
que
l-ll
se achara depositados
cavalio rie;o sujo, .;
dem ordinarios.....
dem regala.......
Chifres........
Cocos seceos.-......
Couros de boi salgados .
dem idem seceos espichados.
dem dem verdes.....
dem de cabra cortidos -
dem de orna......
Dosce de calda......
llieor seguinte :
lllm. o Exm. Sr. O commendador Manoel
calves da Silva negociante matriculado c estabe-
lecido n'esla cidade, quer fazer citar a I). Isabel
Carolina BourgarI Jardim, viuva do Ruado Ma-
noel Pereira Jardim, assim como os borderos
d'cslc para reren propr e responder a urna ac-
cao ordinaria era que o supphcantc tem de pedir-
Ibes a quanlia de 727-3320 rs., que aquello Jar-
dim fieou a dever-lho por saldo de conla corno
melhor expressai na mosma a rea o o requera V.
Exc se digne man lar citar a sitpplicada que
moradora n'esla cidade, e que vislo ler osuppli-
canle juslilicadn no juizo da conciliaro setom
incertos os supraditos herdeiros o inoraron) em
lugar nao sabido, para olios se passo caria de e-
ditoscitados os Drs. curador geral o procurador
liscal da fazenda nacional, sob pena de rovelia,
juros e cusas, e Picando logo lodos citados para
todos os termos da causa o sua eiecucao al real
^00 '. embolso do supplicanle iiidcpcndcute de ncvaci-
Pode a V. Exc.lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commerco defirimento.E. R. Me.Advogado
Jocome Pires.
E mais se nao coutinho em tal petifao, que foi
por mira despachada polo theor seguiule :
Distribuida como requr.
Recife, 9 de fevereiro de 1850-A. F. Pe-
reiii.
E mais se nao contnha era meu despacho que
ra aqu transcripto, em virtude do qual foi a
mesma peticao deslribuida ao eserivao des e jui-
zo Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, que
fez passar o presente edita! cora o prazo de
4$000
5g000
9$600
75000
23000
ogooo
123000
23.300
13000
33000
53000 *
320G
2801
400'
17.:
500
400
1SO00
33200
1S600
300
13600
33000
2360
63000
l-iSiiO d'as' ',(!' ""'l,r (' 1ua' ehamo, cilo e hei por ci-
Qcnn? ,ai'" .ao5 referidos herdeiros. para que denlro di
Ipecacanhua.......arroba
I.enha em arhas grandes .
dem idem pequeas. .
dem ora toros......
Madeiras cedro tabeas de forro.
Louro pranchoes de 2 custados
Coslad'nho. .......
9S000
7S000
103000
6gO00
33200
35g000 j
referido prazo comparegam oeste juizo, a lira de
llegarem a sua defeza "sobre o expendido ua po-
licio aciraa transcripta sob pena de rovelia ; pe-
lo que loda o qualquer pessoa, prenlos, amigos
ou condecidos dos mencionados snpplicados os
puderao fazer scienlo do que cima la dilo.
E para que chegtie a noticia de iodos mandei
cenlo

uraa
um
urna


23500
9 caixas couro de luslre, 100 barricas cemento, Costado .
oSJvoluines fazendas de algodao, dito e laa, li- i Forro .
tas de seda e de algodao, pannos, miudezas, 14' cn,ii,n ,. "iarvt
caixas palitos de fogo, 75 fardos lona da Russia. : ,...... S W
1 caixa charutos, 100 barricas ceneja, 300 sao- Varas aguunaitas..... 23240
eos farelos, 10 toneladas carvao, I caixa vidros, 1 i dem quiriz.......
fardo formas, 2 caixas amostras, 1,747 garra-
foes; a II. Bruno & C.
1 fardo formas, 1 parole amostras, 2 caixas
travesseiros, 2 ditas casimira ; a Daramayer, Car-
neiro Cunha.
2 caixas fazendas, 1 dita amostras ; a J. da
Silva Faria.
3 caixas ferragens ; a J. A. M. D. & C.
7 volumes meias, miudez.is, couros, elc.,1 pa-
cote amostras ; a Prenle Vianna & C.
6 caixas meias, 1 pacote amostras, 1,264 mo-
loes ; a Rolh & Bidoulac.
1 caixa tullas de ouro ; a B. Francisco de
Souza.
1 caixa mercadorias; a Foidel, Pinto & C.
20 barris e 30 monis maiiteiga, 1 caixa mor-
rearas ; a llalliday &C.
200 gigos btalas, 30 ditos champagne, 7 cai-
xas inaruiores e movis, 28 ditas couros, chapeos
para homem, modas, agulhas para cozer etc., 3
ditas porcelana ; a Burle & C.
3 caixas erysiaes, movis, marmores etc., 2 di-
tas tapetes bordados e papel pintado ; a E. C. de
Albuquerque.
3 einbrulhos amostras ; a Joo Keller, Schaf-
heitlin c A. J. Paria Jnior.
Vapor nacional Princesa de Joinville, vindo
do norte, consignado a agencia, nianieslou o se-
guiule :
1 pacote ignora-se ; a Antonio Carlos Damas-
ceno.
1 caixote idem; a Francisco dasC C. Pessoa.
9 saceos c 2.caixas idem ; a ordem.
3 dilos idem ; a ordem.
1 caixoieidem ; a D. llamunda A. da Silva.
2 gaollasidera ; a Gustavo Jos do Rogo.
1 encapado idem ; a Jos Pedro de Castro.
1 pacotinho idem ; a Francisco de O. Jnior.
1 gaiolli idem; aOctaviano de So iza Franca.
1 embrulho idem ; a Kalkmann, Irraos ik'c.
Consulado ge ral
Rendimento do dia 1 a 20. .
Idera do dia 21.....
47:5739003
3:043j928
Virnhtico pranchoes de dous
custados.......uro.
dem idera cusladinho de dito >
dem laboas de costado do 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dilo de dilo uzuaes
dem idera de forro ....
Idera idem soalho de dito
dem em obras exos de secupi-
ra para carros.....par
dem idem rodas de dita para
dilas........
Mel.........caada
Milito. .
Pedras de
13G0U
143000
2550O PSssar editaos que scraoafiixados nos lugares do
lamo' cosl"rae e publicados pula irr.prensa.
ou |)jJo e pinssad >es,a cjdade, aos 13 dios de
123000, mez de fevereiro de 1860, 39" da independencia
33000jc lln imperio do Brasil.
10<000> ''" ^'anoel Mara Rodrigues do Nasciraenlo.es-
f onnn i cr'Vil subscrevi.
"S"00 Anselmo Francisco Peretti.
i O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commenda-
dor d imperial orJem da toza, juiz de direito
especial do commerco, nesta cidade do Kecife
de Pernambuco ele.
Faco saber pelo presente, em como por parle
pe Jos dos Santos Pereira Jardim, me fra di-
SIS000 rgida a peiir^o seguinte : lllm. e Iixm. Sr.
Jos dos .vantos Tercia Jardim, commercianie
estabelecido nesta praca, quer fazer citar a D.
Isabel Carolina Bourgal Jardim, viuva do falle-
45$500 cido Manoel Pereira Jardim, assim como os
163000 herdeiros deste para, verem propor e responderem
53000a urr.a aceito ordinaria em que o supplicanle tem
lOSOOO de pedir-Ibes a quantia de 1,473975, que -
quelle, Manoel Jardim ficou a dever-lhe prove-
niente de umo porrino de agurdente, como me-
lhor expressar na mesma accio ; e requer a V.
303000 j Exc, que se digne mandar citar a SuppHcada
240 ; que moradeira nesla cidade, e que, visto ter o
103000
os animaos soguinles: um
outro mellado, que foram lomados pelo inspec-
tor da Imbiribeira, na noile do dia 12 do corre-
le, a francisco Xavier do tal e a Manoel Jos,
mora lores no Ru, os quaes sendo presos eva-
dir m-SC da palrullia, levando squetle o r.r-,<\[.,
em que vinho montado ; um rastanho, que foi
lirado pelo iuspector da Imbiribeira Iraz da
casa de [guacia de tal : um ruco vcrmolbo, re-
meltido por Francisco Manuel dosPassos '. 1
o qual j fui aiinunciado; e 5 rezos remedidas
por i". li\ Jos da Soledade, por esta rom dentro
de suas lavouras : quem se jolgar, pois, rom di-
reito a i lies coraparecom oeste jnizo munidos d
seus documentos, que lhe serao entregues.
Roberto de Mora es e Silta.
De ordem do Sr. caprio do porto, far-se
publico, que por lo lo este moz lem de ser ar-
riado o mochinismo do pliarol de Santa Ani 1,
na barra do Haranho, segundo a communica
ltimamente fe.la pela capitana do porio d'a-
quella provincia.
Secretaria da capitana do porto de Pernam-
buco, 17 de fevereiro de 1860.
O secretario,
J. /'. Barretto de Mello P.cgo.
O lllm. Sr. inspector desta tbtsourario man-
da fazer publico, para conhocimonto de quem in-
leressar, queem cumprimontoda ordem circular
do thesouro n. 4 d(^ 5 de Janeiro ultimo, se ocha
aborta ne-ta tl.esonraria a substiluiao das notas
de l. 2fte 59 dilaceradas. Secretaria da ibes Mi-
rara d" lazonda de Pernambuco 17 de fevereiro
de IsOO.O oliicial maiorinterino.
Lili: Francisco de Sampato e Silga. >
Ciinst'lljo administrativo
O conselho administrativo, para fornocimonlo
d'i arseoai de guerra, tem de comprar os objectos
seguimos :
Para os armarens do arsenal e guerra.
Sola, meios 200; cabo do linho velho, arrobas
50 eslanho em verguinhas,arrobas 3 ; linhas pre-
tas, libras 32 ; linhas brancas, libras 32; relroz
azul ferrete, libras 2 ; obreias, macos 100 ; pan-
nos de ganen 500.
Quera quizor vender taes objcrlos aprsente
as suas prnpnslas em caria fechada na secretan i
do conselho s 10 horas da manha do dia 22 do
correlo moz.
Sala das scsses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
fevereiro do 1860.liento Jos l.amenla Lins,
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O ennselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra tem de contralor os gne-
ros abaixo declarados, para a companhia, dos
menores do arsenal de guerra durante os dous
meses He marco abril prximos vindouros.
Para a companhia dos menores.
Paos de 4 oncas, bolhochas, manteigo francoza,
cha hysson, assucar relininado, caf em grao,
carne verde, dila geera, bacalhao, azeite dnc
de Lisboa, vinagre de dilo, loucinho de dilo,
farinha de mandioca, feijo prelo ou mulalinho.
arroz do Maranhao.
Quem quizor contrataros gneros cima men-
cionados aprsenle as suas proposlas em caria
fechada na secretaria do conselho s 10 horas da
manha do dia 2 encorrete mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 15 de
fevereiro de ISbi). liento Jos Lamcnha Lins,
coronel presidente.-Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secrelario interino.
Novo Banco de Periianibuco.
O novo b meo de Pernambuco reeo-
Nie as notas de sua emissao de 1 3 e de
20$, e pede aos possnidores das mesraas
o favor de as virem trocar no seu es-
Criptorjo, das 11 botas da mauhaa ata
as 2 da tarde.
T11EAT1O
amolar. .... urna
dem de (iltrar. .
dem rebolos .
Piassava em molhos .
Sabao......
Salsa parrilha- .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta (meio)
Tapioca.....
Unhas de boi .
Vinagre ....
alqueire 2J500 [ supplicanle justificada no juizo conciliatorio a
incerteza e ausencia dos herdeiros em lugar nao
sabido, pari estes se passe carta de edictos, a lo-
dos os dutitores. curador geral e procurador fis-
cal da faze.-.di nacional, sob pena de rovelia.


um
libra
arroba

urna
arroba
cento
pipa
800
93000
13280
200
120
253000
msooo
33200
3>00
3300
5OJ000
Moyimrnto do porto.
Navio saludo 110 dia ~>\.
Ncw-YorkBarca amerirana Roanok, capitn .1.
Tompson, carga assucar.

o.

50 6163931
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 20. 3.562&950
dem do da 21....... 3823606;
3 9l5j55C
I
S I
Horas.
t*i
3!
Pl
n
c
5
O
-.
O
Atmotphera.
ireceo.
Despachos de exportacao pela me-
sa d consulado desta cidade n -
dia SI de fevereiro de 18K0.
Boltimore Brigue ingles Corolina Schenk
Whalely Forster & C, 700 saceos assucar mas-
cavado.
Rio da Prata Patacho dinamarqus Ernestina,
Amorim Irmios, 250 barricas assucar branco!
Rio d Prnti Polaca oriental A^ostina, A.
Irmos, 200 barricas assucar branca e 100 ditas
dito mascavado.
MarselhaBarca fronceza Emilie Fornand, T
Freres, 1,300 saceos assucar mascavado.
Havre Briguo francos Parohiba, T. Freres,
796 couros salgados o4 quintaes po Brasil
PortoBarco portugueza Formosa>\ Manoel Ig-
nacio de Oliveira, 120 saceos e 4 harrieas as-
sucar branco e 80 ditos dito mascaviwio \ Bar-
so
a
05
Intensidade.
oc
~. co
li -4
2 8
05 -j 0

Centgrado.
Ueaumur.
K
-4
en
--
00
MI
en
3 I Fahrenheit
3
Hygrometro.
Barmetro.
I
A hoite clara, vei.lo SE, vejo para o terral e
assim omanheceti.
0SClIil.*C.\D tu, M.MIK.
Preamar as 4 h 30' da larde, alinnn 8.0 p.
Baixamar aslO b 18' do manh.ia. altura 1.0 p.
Observatorio dr>arsenal deniarinha 21 de t'eva-
rciro de 1880. Vikoas Jnior.
juros, e cusas, e licando logo citados pora todos
os termos da causa e execticao at real embolso
do supplicanle independenle de nova citago.
Pede a V. Exc. lllm. Sr. Dr. juiz especial
do commerco, defirimento E. l. M.
adevogado, Jacome Pires.
Nada mais conlinlia em dita peligao aqui co-
piada na qual dei o despacho seguinte.. por ter
j sido no juizo conciliatorio pelo supplicanle jus-
tificado a auzencia dos herdeiros do supplicado
em lugar nao sabido difira como pede. He-
rifa 9 de fevereiro de 1860. A. F. Pere ti.
Por forca este meu despacho, o eserivao que
este subscreveo fez passar o presente, pelo theor
do qual vai er citados os herdeiros do supplica-
do Manoel Pereira Jardim por todo n ccnlemlo
5 na petc,o aqui incerta ; portanto todas as pes-
soas, prenles, amigos e conheci los dos herdeiros
H j* ; do supplicado lites facam sentir de que por este
^C juiso licam citados para lodos os termos de urna
~ ~* I aroao ordinatia, afim de que dentro do prazo de
* : 3u das comparegam em juizo para allegar o que
q h j "ies fr a bem de seu direiio sob pena da re-
velia.
K para que lodos tenliam noiiria, mandui
passar caria de edictos qne serao aflivadas nos
lugares do costume e publicados pela imprensa.
Dedo o passado nesta cidade do liecifa de
Pernambuco aos 13 de fevereiro de 1860. Eu,
Francisco Iguncio Torres Bandeira, eserivao do
juizo cotnmercial o fis escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
Declaract-s.
Espectculo Ivrlco-dramatico,
em beneliciodas Sras.
Luigia Gavetti llc.^^-inni e SoplUa
.llarini Tesla
Quinta-feiPa 23 do fcvepeiro.
Depois do innmeros bices que encontraron!
as beneficiadas da parle dos Srs. Smoltz e Santino,
de accordo cora a companhia dramalica. sob a*
a direccao do Sr. Coirnbra, vem boje apresentar
o espectculo seguinte ;
PIUMEIRA PARTE.
1." Symphonia grande orehoslra.
2." Romance da opera / Dte Foscari, pelo Sr.
Tosa.
3. Duelo da opera / Due Foscari, pela Sra.
Marini e o Sr. Testa.
4." Alia da opera nomin-negro, pela Sra.
Gavetti.
SEGUNDA PARTE.
5.^ Primeiro aclo, em obsequio, da linda co-
media era dous aclos, original
flriT-M
SITA.
Exislem para vender-se nos armnzeus do
repartcto das obras publicas 30saceos de farelo:
as possoas que as quizerem comprar ou cxaoii-:
PKKSONAOENS. ACTOHES.
Joaquim de Andrado........... Coimbra.
1'-'" ll,s.......................... Vicente.
tnciauo........................ Lisboa.
Ili|>lsla........................ Carvalho.
Modesta........................ n. babel.
Carolina........................ n. Mara Luiza.
poca aclualidade.
TERCEIRA PARTE.
6 Aria da opera Macbelh, pola Sr?. Marini.
7. Duelo da opera miso Uiller, pela Sra.
Gavetti e o Sr. Testa
QfcURTA TARTE
8 Secundo acto da contedlo.
QUINTA PARTE.
9." Aria da opera Afila, pola Sra. Marini.
10." Rend inai da opera mco de Lamer-
moor, pela Sra. Gavetti.
As bonefifiadus aprnveitam a oreasiao para
agradecer, do inlimo d'alina, a bondade e o ca-
valheirsmo com que se dignou prestar a roropa-
dramalioa, tanto mais importante, aunlo seas
proprios compatriotas so fuitaram a iii como
que dever de os proteg r
O restante dos bilhetcs arha-sc venda no
hclel Francisco, casa das beneficiadas.
*l


M)
DIARTO DE PERNAMBOCO. QTJARTA FEIRA 22 DE FEVEBRIRO T>E 860.
___Avisos martimos.
Cear.
Segn com muila brevidade o palhabote Santo
Amaro, recebe carga e passngeiros : a tralar
con Cantono Cyriaco da C. M., no lado do Corpo
Sanio n. 23.
MIUDEZAS
PELO .GEME
U
PARA
TOCANDO KM
LISBOA
cotnraandante Ricardo [Goble i^bem co
nhecido neste porto) salando no
Da 28 do [corrente
para carago e pas'agcirot para |o riue
tem |excelient s oommodos, ti ata-se
cnm os consignatario)
SAODERS BROTHERS & C ,
praca do Corpo Santojn. 11.
Para Lisboa .cilio com brevidade o patacho
Uniao, porque nao espora por toda a carga, e
ile pequea lotaco : nuem no mesnio quizer
earregar, dirija-se a seu rapito, ou a na da Ca-
deia do Becife n. 38, primoiro andar, escriptorio
de Manoel Joaquim llamos e Silva.
Rio tic Janeiro.
0 brigue Mara Luzia, caplo Belmiro Bap-
tista de Souza, recnbe apena.s alguna volumes pe-
quenosou miudezas, e sahe com muila brevida-
de : a Ira (ar com Aludida Gomes, Alvcs i C,
ne na du Cruz n. 27.
Para Lisboa.
Vai sah'r em poneos dins por ter par-
te da carga prompta, a bein conhecida
barca GratitSo, para o resto da carga e
passageiros trata-se com os consignata-
rios Carvalho, Nogncira & C, na du
Vigarion. 9, primeiro andar, ou eom
o capillo A. P. Borges Pestaa, na
praca.
_______Leiloes._______
Gneros de estiva
Se\ta-fcii*a 24 do corrate.
J. P. Adour & C. faro leilao por in-
tervencao do agente C>margo, do mais
lindo e variado sortimento de miudezas
desembarcado ltimamente pelo ultimo
navio francez, propinas do mercado,
para que pedem aos seu freguezes que
comparecam na sexta-feir.i no seuarraa-
zera na ruada Lruz n. 40, as 11 horas
em ponto.
Qu nta-feira 23 docorrentcs
11 horas em ponto.
O agente Camargo tara' leilao em
seu armazem na rtm do Vigario n. 19
DE
200 fardos de los do melhor que pode
haver neste mercado.
ARROZ
Scxla-feira 25 do correte.
PELO AGENTE
J
No dia cima designado o ao moio dia em
ponto o agente Testara vender por conta de
quem pertencer em uui ou mais lotes vontade
dos compradores no armazn) do Sr. llemcterio
no forte do Mattos
90 saceos cotn arroz do Maranhao.
Tabacfumer
Fleur d'harlebeke, recebeu-se pelo navio un-
cezVille de Boulogno. a coslnmada remessa
deste superior tabaco, em manos pequeos e
graudes, para 320, 640 e 1 $280, faxendo-se aba-
limento de 20 0$ a quem comprar de 208 para
cima : no centro commercial, ra da Cada do
Recite n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Na noile do dia 18 do crranle, as 10 horas
da noile, roubaram da casa de Francisco Percha
da Silva Sanios os seguinles objeclos : 90$ em
sedulas e 2 anneis com duas oilavas e mela cada
un, eum com o aro quebrado, jm aderen), um
par de argolas,e mais alguns objeclos pequeos:
pede-se s pessoas que estes objeclos forem olTe-
recidos, a captura do sujeilo : na ra da casa de
delenco n 7.
= Jos Gomes da Silva f.iz scienle ao corpo
do commercio c a quem mais inleressar possa,
que comprou a labema a Manoel Bernardino Al-
ves, e por isso lodos os senhorea credores deve-
ro apresenlar suas coalas no prazo de tres dial
para serem pagas, lindo os quacs nao se respon-
sabilisa por qualquer cotila que lhe apresentarem
Hecife 18 de fevereiro de 1800.
A infra ssgnada successora de sen finado
filho Firmino Moreira da Cosa, faz atiente ao pu-
blico c com especialidade, ao respeilavel corpo
do commercio. que nesla dala tem dissolvido a
sociedade havida cnlre seu dilo fillio e o Sr. An-
tonio Luiz Machado na loja de fcrrapns sita na
na do nneiniado desta cidade n. 47, a qual gy-
rava sobre a razaode Moreira & Machado, fican-
do o dito socio o Sr. Antonio Luiz Machado, res-
ponsavel por todo o activo e passivo. Beci'fe 18
de fevereiro de 1860.
Cicilia Joaquina Monleiro da Cosa
O abaixo assignado faz scienle ao publico,
e com especialidade ao respeilavel corpo do
commercio. que n-sta data dissolvera a sociedade
une enlre elle c o finado Firmino Moreira da Cosa
hara na loja de ferragenssila na rui do Queimado
n 47, a qual gyrava sobre a firma social de Mo-
reira 4 Machado, ficando a sou cargo todo o ac-
tivo e passivo, por assiin conventionar com aSr."
D. Cicilia Joaquina da Costa, mi da dito nicu
socio. Recite 18 de fevereiro de H60.
Antonio Lui: Machado.
Precisa-se alugar um sitio que
nao diste mais de legua e meia desta
praca, o qual tenha lugar para oceupar
mais de 8 captivos, ese ti ver pasto para
vaccas melhor sera', podendo o arren-
damento comecar agora ou cm maio,
conforme agradar : a quem o tiver para
alugar, podendo, dirija-se a praca da
Independencia n. G e 8.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino de 10 a 13
annos, que tenha boa conducta, saiba
ler e escrever ; preferindo se um or-
phao sem parentes e nem adlierentes na
cidade : na ra Direitan. 45.
Quarta-feira 22 do corrente.
O agente Borja fara' leilao na porta
da allandega por conta e risco de quem
pertencer de 39 barris com vinagre su-
perior, 2G cai.vas com queijos e 15 cal-
vas com superiores sardinhas,cujos gene-
ros vender'sem reserva depreco, dan-
do principio as 11 horas em ponto.
Lelellier & C.faro leilao no dia cima decla-
rado e pelas lU horas da manhaa em seu arma-
zn) ra da Cadeia Vclha u. l, c por inlerven-
i cao do referido agente
I DE
. Ira completo e mu variado sortimento de miu-
dezas, perfumaras, quinquilbarias e objeclos
de phantasia, ludo do melhor goslo e o mais
proprio para este mercado.
LEILAO
Cerveja ingleza.
O agente Borja fara leilao
n a porta da alfandega,por con-
ta e risco de quem pertencer,
de 100 barricas com cerveja
ingleza de superior qualidade
branca e preta, em garrafas e
meias garrafas, as quaes che-
marido aqui pelo ultimo vapor
le Londres, anda se acham
na alfandega d'onde sahiro
para serem vendidas.
Principiar sll horas em
ponto.
Ouarta-feira 22 do corrente
ao meio dia em ponto.
PELO AGENTE
STfiNA.
No mencionado dia e hora, o referido agente
vender em leilao publico por conta de quem
pertencer no armazem do Sr. Araujo no largo da
Alfandega.
Urna pon-ao de cabos, massame e mais aprestos
para navio.
Velas de lona,
A 23 do corrente.
'i [reposto do agcnle Oliveira far leilao, por
i i seo de quem pertencer, de 11 velas de
lona para navios, c latas de tinta a oleo, para
fechar cotilas: quinta-feira 23 do corrente, s
il horas da manhaa, becco da Boia, defronte do
rhafariido forte do Mallos, armazem por baixo
do sobrado do Barlholomcu.
Ilynpolito da Silva fura' leilao a rc-
(pierimento dos Sis. Lopes Irmaos, e
despacho do Ulm. Sr. niz especial do
commercio, da armadlo e gneros exis-
tentes na taberna n. 9 sita na ra Au-
gusta: lerc.i-feira 21 do corrente as 10
horas em ponto na mesma taberna.
Thom Lopes de Sena,
dono da antiga loja da ra Nova n. 32, que foi
de sua sogra Madamc Theard, Icio a honra de
annunciar ao respeilavel publico, principalmen-
te a seus freguezes, que recebeu em direitura de
Franca, escolhido pelo goslo de Madamc Theard,
um completo sortimento para sua casa de modas,
chapeos de velludo e de seda, d todas ascoresi
para senhora, dilos pretos para lulo, dilos de
velludo e de seda de todas as cores,para meninos
e meninas, bonets e gorras de todas as cotes, sa-
palinhos para baplisado. costo novo, capuxo a
Hara Sluard para sahidas de bailes Ou theatros,
chales, rapas e manteletes de grosdenaples pre-
los.guarnecidos com bicosde guipurae vidrilhos,
bordados de velludo, enfeiles para cabeca de to-
das as cores, de difl'orenles goslos e quididades,
espartilhos de carritel e de enilar, bicos e filas
de soda de todas as larguras, franjas, cascarrilhas
de seda de differentes cores, agulhas francezas,
linhase relrozes de lodas as cores, e outras mili-
tas miudezas. Recebera-se figulinos lodos os
niezes, fazem-se vestidos da ultima nyxla, ves-
tuarios de baptisado, c ludo mais quanto for de
preparas de loileles de urna senhora.
ATTENCAO
Vende-se a armacao da loja da casa da ra do
Hortasn. 29, sem gneros : a tratar no becco de
Campellon. 4, primeiro andar, por cima da ta-
berna.
Vcnde-se a taberna n. 141 da rui do Pilar :
a tratar na mesma, ou no primeiro andar.
Vendem-so 17 arrobas de ferros velhos de
lodas as qualidades : na ra da casa do delenco
n. 17.
Irmandadede S. Jos
d',1
goma.
O agente Pestaa continua a estar aulorisado
pelacommisso liquidataria da exlincta socieda-
de de (lacio c tecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do silio da mesma sociedade.
Os prelendentes podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer hora do dia a
entender-se com o difo agente.
Leilao
Tasso Jrmfios, por inlervencao do agente
Peslana, o por (unta de quem pertencer, f'zem
leilao de 13 saccas de laa a va riadas de agua sal-
gada, juarla-feira 22do correte, na prensa do
Sr. Manoel Ignacio de O. Lobo, as 10 horas
do dia.
LEILAO
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao de grande quantidade de charutos
da Baha por conta e risco de quem
i :rtencer e em lotes a vontade dos com-
pradores : quarta-teira '22 do corrente
as 11 horas em ponto no f.rmazem do
Sr. Joao Tavares Cordeiro ra da Ma-
dre ce eos.
Ouarta-fcira 22 do corrente
s 11 horas em ponto.
O agente Ca margo ar.' leilao em
seu armazem na ra do Vigario n. 19,
por autoritacao do Exm. Sr. juiz do
commercio de urna mulatinha perten-
cente a m3ssa fallida de Jos Ribeiro
Pontes.
Avisos diversos.
Antonio l'ereira de Oliveira llamos, Portu-
guez, retira-se para a Europa a tralar de sua
sad>s, levando em sua compauliia sua senhora
Ii. Escolstica Mara da Silva llamos e sua lilha
menor Joaquina Thereza de Oliveira Bamos.
O abaixo assignado faz scienle ao respeila-
vel corpo de commercio c ao publico, que den
sociedade a seu caixeiro Joao Joaquim de Souza
Abreu e Lima, em seu cstabclecimenlo de cir-
gueiro na ra do Cabug n 1 C, desde 1 de Ja-
neiro do corrente auno ; e gyrar sob a razao
social de Bamos & Lima ; ficando a cargo do
mesnio abaixo assignado a liquidaco do activo
e passivo contrahido at 31 de dezembro de 1859.
Recite 21 de fevereiro de 1860.
Antonio Pereira de Oliveira Ramos.
Um mogo que enlcndc alguma cousa de
escripia dobrada, se oll'erece para caixeiro de
Iqualauer casa de negocio, quer nesla praca,quer
i fura dclla : quem pois de seu presumo se quizer
utilisar. dirija-se a ra do Vigario n. 5, primei-
; ro andar, a tratar com Manoel Jos Goncalvcs
Braga Jnior, que dir quero seja a pesso'a que
a isto se propoe
= Quem precisar de um rapaz para caixeiro,
lendo alguma pralica de escriplorio, queira an-
nunciar por este jornal.
Aluga-se una sala propria para escriptorio.-
na ra das Larangeiras n. 21.
Grinaldas.
Vcndem-segrinaldas para senhora, de escama,
muito ricas, e palmas para enfeitar chapeos de
palhioha, e vestidos para noiva : na ra do
Queimado n. 2, tc-rceiro andar, ludo viudo da
provincia do Maranhao.
= Precisa-se de urna ama': no palco do Ter-
co n 26.
Precisi-se alugar um moleque quecozinhe
o diario de urna casa de familia : quem o tiver,
I queira deixar nota ou indicado do sua residen-
I cia as lojas ns. 6 e 8 da pra^a da Independencia
para ser procurado.
O secretario da irmandade de S. Jos d'Ago-
na, erecta no convento de N. S. do (armo do
Becife, convida, em notne da mesa regedora, a
todos os seus charos irmaos, para compareccrem
na quarla-feira, 22 do crranle, no consistorio
da mesma, pelas 2 horas da larde, afira do acom-
panharmos 3 procissiio de cinza, para que fomos
convidados.O secretario,
Julio Cesar Pereira da Rocha.
Escrava fgida:
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 1S
do corrente, urna sua escrava da Costa de nome
Mara, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cr nao muito pela, tem
bastantes cabellos bramos, costuma trazer um
panno alado roda da cabeca, lendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esla escrava lendo sabido como
de costme, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-s<\ portanlo, as autoridades poli-
ciaes, capitiies de campo e mais pessoas do povo,
a apprehensao de dita escrava; e leva-la a loja
do Preguica, na ra do (ueimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do Ulm. Sr. tenentc-coronel Sebas-
tiao, qne sero gederosafnefile recompensados.
Os abaixo assignados declaram ao respei-
lavel publico, com especialidade ao corpo do
commercio, que o Sr Antonio Vicente Pereira
deixou de ser seu caixeiro desde o dia 11 do cor-
rente mez Becife 14 de fevereiro de 1860.
Francelino Izidoro Leal & C.
Offerecc-se um caixeiro para taberna, da
qual tem bastante pralica : c tratar na ra des
Marlyrios, taberna n.-36.-
Villa do Cabo.
No armazem do Machado vende-se carne sec-
ca, bacalho e mais gneros, pelos mesmos pro-
cos do Recife.
Alugara-se osdous primeiros andares dos
sobrados ns. 29 e 31 da ra da Praia : os prc-
tcndenlcs dirijam-se ao armazem n 7 B, defronte
da alfandega, que achariio com quem l:al r.
OSr. Alarico Jos PurUdo, que veio no va-
por Brasil, lera urna carta no escriptorio de
Tasso Irmaos.
= Achase fugfdo desde o dia 14 do correnle
o escravo Pedro, pardo, com 18 annos incom-
pletos, beic.os grossos, nariz grosso, bons den-
les, refircado, boa altura, e lendo como que um
botiio as costas do urna pancada que lhe deram':
quem o apprehcnder, leve-o ao abaixo assigna-
do, que gratificara bem.
Dr. Francisco falthasar da Silveira.
itluga-sc um negro de todo o servico, a
quem convier dar liOOOjJ, ficando o aluguel pelo
premio do dinheiro.
Na ra do Bangel n. 7, precisa-se fallar ao
Sr. Francisco Jos da Silva e Manoel Jos da Sil-
va, lilhos da Sra. Maria Luiza de Oliveira, re-
sidente na cidade di Lisboa.
*##<$#*###
|v 4.--^* Ricos cortes de vestidos prelos f
h de duas saias bordadas em lecido a vellu-
*# do. sem competencia em-goslo e quali- @
dade. S
^1 Mantas prelas borladas, de blon- @
de de Hubo muito superior.
^1 Enfeiles de llores finissimas para
@ cabeca de senhora bom goslo c modernas.
$t) ^* 2* an.lar do sobrado da esquina @
$i da ra do Queimado, por cima da loja do $
@ Sr. Preguica entrada pelo becco do Peixe i
m Frito n. 1.
fe*@ @t@a 9 @
Vendtm-se muilo baratos sapatinhos e bor-
zegunisde selim branco para anjos de procissao
na ra Nova, loja de Vieira & Pinto, e lambeta
se vende na mesma loja fil {reto com 10palmos
de largura.
Bothe & Bidoulac mudaram seu escriptorio
e o consulado dinaraarquez para a ra do Trapi-
che n. 18.
Precisa-se alugar um criado escravo ou for-
ro para casa de um eslrangeiro sollciro ; deve
saber cozinhar e faz.-r o servieo interno de casa :
a fallar na ra .lo Trapiche n". 18, escriptorio.
Guilherme Antonio de S avisa ao respei-
lavel publico qucd'ora em diante se assignaGui-
lherme de Mello e S. Becife 20 de fevereiroZde
1860.
Maria Francisca deAssis previne ao publico
que nao faca negocio ou transaccao alguma com
Ignacio dos Sanios Nunes a respailo da prela Se-
verna, pertencente ao dito sennor, visto achar-
se Icgalmente hypothccada.
Peranle o Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda
se hao de arrematar ca ultima pra<-a os bensse-
guintes :
Urna casa terrea de taina, no lugar da Baia
Verde da Capunga, com 17 palmos do frente, 40
de fundo, quintal grande cercado de limoeiros,
com algumas fructeiras, cuja casa se acha bs-
tanle arruinada com um oilao cabido, sendo o
solo proprio, por 3l)0S. a qual foi penhorada aos
herdeiros do padre Goncallo Jos de Oliveira.
Urna casa terrea na ra Imperial n. 178 com
20 palmos de frente e 0 de fundo, quintal cm
aborto, e toda em mo estado, por 1003, cuja
casa foi penhorada aJoo Tcixeira Guimares.
A renda annualda casa terrea v:o lugar de San-
t Auna de dentro, freguezia do Poco da Panclla
n. 32, com 20 palmos de frente e' 51 de fundo,
cozinha fura, quintal murado e um telheiro, por
'JGjJOOO ; oulra dila no mesmo lugar n. 33, com
os mesmos commodos por 96j, as quaes foram
penhoradas aos herdeiros do padre Manoel Tbe-
nioteo.
A renda annual do sitio no Salgadinho com al-
gumas frucleiras, e urna casa terrea de pedra e
cal. com 58 palmos de frcnlc e 70 de fundo por
2163, o qual foi penborado a Francisco Ferreira
de Mello.
A renda annual de urna casa terrea no largo
do Remedio n. 21, com 17 palmos de frente e 52
i de fundo, estando em caixao, e por rebocar no
interno e externo, quintal em aborto com telhei-
: ro por 12J000.
Outra no mesmo lugar n. 21 A, e no mesmo
I estado por 72$, as quaes foram nenhom.iac a julo
! Bapiisla Soares.
A renda annual de una casa e silio no lugar
do Salgadinho de Oliuda por 100g, ludo penbo-
rado a viuva de Joao Nepomuccno Ferreira de
Mello.
Os prelendentes comparecam as 10 horas da
; manhaa do dia 23 do correnle mez de fevereiro,
; na sala das audiencias publicas, que c a ultima
I praca
Manoel Jos de Carvalho, lendo de fazer
urna viagem para fra do imperio, deixa nesla
cidade por seus bstanles procuradores aos Srs.
Hr. Antonio de Vasconcellos de Menezcs Drura-
! mond e Bernardino de Senna Dias.
_* Para se evitaren) quesles, previne-se que
ninguem faca transaccao por qualquer titulo com
os predios n. 8 da ra estreita do Rosario, e n.
19 da ra do Senhor Bom Jess das Crioulas,
1 que o Sr. Joo Baplista Fragoso annunciou para
, vender, vislo que a respectiva proprictaria a Sra.
! D. Maria do Carmo Nunes Ferreira, alem de ser
una senhora octogenaria c ter ineios mais que
suIRcienles para manter-se, nao precisa valer-se
deste recurso que certamen le lhe foi aconselhado
I por pessoas que desejam locuplelar-se a cusa
l de sua boa f e excessiva confianca. E porque
j este procedimento prejudica direits e interes-
aos legtimos, declara-se desde j que loda c
qualquer negocaco que for fcila com os refer
| dos predios ou oulros quaesquer, e mesmo tudo
quanto pertenca a referida senhora tem de ficar
sujeito a aucstoes inevitaveis.
COMPAXHIA
Cocos italianos
CUKA COMPLETA.
SEM RESGUARDO MU INC0HM0D0.
influiitmat-ao do ligado. i de tolha de flandres, muito bem acaba
Estando muito doente urna minha oardinha deldos, podendo um durar tanto quanto
18raezesdeidade. com urna inflamraacao do fl- AnrafL ,.,,, iw uanro
gado, lendo as extremidades incitadas', mandei auram quatiodoi nosOSa 400 n. um
vir urna das dianas mediciaes do Sr. Ricardo e 4A' urna du/.ia : na na Hfita kn
vir urna das chapas mediciaes do Sr. Ricardo
Kirk, morador na ra do Parlo n 119, c no es-
pago de 40 das obleve melhoras, c hoje se acha
quasi restablecida ; e por me ser este pedido, o
fago para conhecimento do publico.
Vicente Pereira da Silva Porto,
Ba d Matacavallosn.9.
Eslava a Arma rcconhccida pelo tabellio Pe-
dro Jos de Castro.
Chogot a esla cidade de Pernambuco, vin-
do do Rio de Janeiro no dia 15 do corrente, Joao
Antonio do Amaral, no paquete brasileiro, em
procura de seu ilho Jos Antonio do Amaral, e
como o nao podesse encontrar nem pessoas que
lhe deem relaco, nem por tros annuncios que
tenha annunciado.e por csse motivo se oITcrece
o mesmo senhor, a quem precisar, para jardinei-
ro ou hortelo, e para feitor de qualquer fazen-
da, que para isso tem pralica da sua Ierra e do
Rio de Janeiro, aonde presistio 14 annos com o
servico que aimuiicia : quem dellc precisar, di-
rija-seao Forte do Mattos, ra do Codorniz, casa
de pasto ns 3 e 43, que achara cora quem tratar
Precisa-se fallar com os Srs Albino llo-
I drigucs Pimenla e Joao Fernandes Chaves Ju-
mera negocio que os mesmos nao ignoram, na
ra Vclha n. 67.
Quem precisar de urna ama que engomma
cora perifeico, dirija-se a ra do Rosario da Boa
\ista n. 28.
Fugio no dia 21 d dezembro do a uno pas-
sado, o escravo Manoel, cotilleado por Manoel
Caboclo ou Manoel Unca, cora os sinaes seguin-
les : representa tr-r 26 annos de idade pouco
mais ou menos, alto, reforcado do corpo. cr
alaranjada, rosto redondo, "com alguns signaos
mpercepliveis de bexigas. sem barba, cabellos
crespos, testa pequea, nariz chato, bocea gran-
de, beidos grossos, peseoco curio, tem a marca de
um lalho no dedo annular da mao direita, ps
re landos, tem um andar singado e apressado,
a.la muilo e alto, tem bastante orca, da qual
taz alarde, gosta de andar promplo e semine cal-
cado, levou loda a roupa e entre ella urna camisa
de flanella mesclada de rxo, com mangas coin-
pndas e urna algibeira sobre o peilo esquerdo
dous chapeos, um de mola e oulro de couro foi
escravo da finada I). Francisca de Salles Monlei-
ro : quem o pegar, ou delle der noticia aoseu
senhor abaixo assignado, morador na ra da Ca-
deia, casa n. 52, ser generosamente recompen-
sado. Cidade da Paralaba, em 13 de fevereiro
de 1SG0.
Joao Antonio Marques.
se tem lirado grandes
e 4$ urna duzia : na ra Direita n.
loja de funileiro.
*7,
Para a quaresma.
25-nia do Queimado-25
Neste cstubeleciment ha paia ven-
der capas e manteletes de gisdenaples
preto, do melhor gosto que tem vindo
a este mercado, bem como outras mul-
tas fazendas que se venderao por pre-
cos muito razoareis.
Compra-se um sobrado de um ate
i andares: na praca da Independencia
n. 22 se dir'quem compra.
0 abaixo assignado perdeu na tarde de 20
do corrente, em urna caria, o bilbele inteiro do
llio de Janeiro n. 4315, da vigesma-selima lote-
ra a favor do estado sanitario, c previne ao llie-
soureiro da mesma nao pague, caso saia algum
premio, senao ao abaixo assignado, e o mesmo
offerece sociedade a quera o achou e leva-lo ao
pateo da Ilibeira n. 2 A.
Francisco Solano da Cru: Ribeiro.
Precisa-sede um negro ou urna negra para
vender fazendas com oulra pussoa na ra do
Hospicio n. 34.
N ende-se um boi bom de carro muito novo
e osla gordo : na botica da ra Nova se dir
quem vendo.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Becife, loja n. 50. de Cu-
aba & Silva, ha para vender cera de carnauba
de boa qualidade por menos preco do que em
outrns parles.
E barato que ad-
mira.
Vendem-se casacas, sobrecasacas, palclots de
panno preto, pelo diminuto preco de ig, colletes
de seda a 2g, dito de fuslao, grosdenaple a IJMO.
a ellos.antes queso acabem : na ra Nova n. 14.
Fracasa do Hcnry Forster & C, ruado
Trapichen. 8, vende-se :
l'm carro americano do quatro rodi.s pode-se
ver em casa do Sr. Poirier, ra da Imperatrizl.
Arreios americanos.
Bombas idem.
Fogoes idem.
Arados idem a 303000.
Champagne e cognac.
Itelogios americanos.
Farinha de trigo de lodas as marcas.
Lampees de patenle com azeite proprio.
Lava-se e engonima-se com perfeico : na
ruadas Trincheirss, loja de marcineiro n. 50.
= Precisa-se de urna ama livre ou escrava,
paia cozinhar em casa do pouca familia : na ra
da Roda n. 52.
Furto.
ALLIA
remedio de cojo emprego
vanlagensem Fronca, como allestado por m-
dicos de muila reputaeo daquelle paiz ; em Lis-
boa pelo bom resultado obtido as applicaces
lettas no hospital de S. Jos, e alarmado pela
Gazela Medica daquella corle, e ullimamcnte no
Ro de Janeiro, otile foi approvado o seu uso
pela academia imperial de medicina : nico de-
posito nesla cidade, no fscriptoro de Almeida
Gomes, Alves &. Companhia, ruada Cruz n. 27.
Prego de cado frasco 5.
Precisa-se de um bom feilor e que seja de
boa conduela, para um silio perto da praca : na
ra da Madre de Dos n. 2.
A pessoa que annunciou querer empregar-
se era urna casa commercial, sendo que sirva pa-
ra o serviro externo de despachos, embarques,
descargas e robrancas, queira dirigir-se ra da
Litigela n. 3, que ahi se lhe dir quem o pre-
tndeme.
Para vendar
urna negrinha de 15 a 16 annos, sabendo bem
co/inliar e engommar, no Manguinho, em frente
do sitio do Dr. Accioly.
Fugio no dia 7 de fevereiro do correnle an-
no, a pela Minervina, de idade de 2i annos, na-
to Nago, com a sua filha menor de 3 annos, de
: nome Felizarda, secca do corpo de estatura re-
: guiar, com 3 talhos em cada lado do rosto e una
i marca branca era cima do hombro esquerdo pro-
1 veniente de urna queimadura, tem pernas finas,
e ps pequeos, levando saia de ganga azul ja
desbotada : roga-sc portanto as autoridades po-
liciaes e ca pitaes de campo, a captura da dita es-
crava, levando-a ra da Cruz do Recife a. b,
que ser generosamente recompensado.
O abaixo assignado tendo vendido a sua ta-
berna ao Sr. Jos Gomes da Silva, por isso ro"a
a todos os seus credores de apresenlar as suas
contaa para ser conferidas e pagas nos seus ren-
cimenlos em casa de seu mano no paleo da Ili-
beira n. i. Recife, 18 de fevereiro de 1860.
Manoel Bernardino Alvcs.
Fugio no dia 15 para 16 do corrente, o pre-
lo Antonio, naco Angola, ps apalhetados, esta-
tura baixa, representa ler 30 annos de idade,
(em as costas duas ou tres marcas de chicote,
algumas de bexigas, levou comsigo urna camisa
de chito, e calcas escuras; julga-se andar nesta
praca, ou ler seguido para Pedras-de Fogo: ro-
ga-se por tanto as autoridades policiaes ou capi-
laes de campo para que o apprehendam e o levem
ra Direita a. 60, ao Sr .Benjamn Flanklin da I mesmo silio, das 6 horas da tarde s 7 li2 horas
Cunha Torreao, que sera bem recompensado. 'da manhaa.
Estabelecida cm Londres
mm m bu.
CAPITAL
Cneo miWioes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de ln-
rormar aes Srs. negociantes, propietarios de
casas, ea guem mais convier, que eslao plena-
mente aulorisados pela dila companhia para
electuar seguros sobre edificios de lijlo c pe-
dia, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeclos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em inobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
Furlaram do engenho Guerra, no Cabo, um
quarto de roda, rodado e umbigudo, no da 3
do corrente : quem delle tiver noticia, haja de
communicar nodilo engenho, ou na casa n. 15>
da ra do Hospicio desta cidade.
ASSOCIAgO
DE
Soccoitos Huaos c Lenta Emancipadlo
dos Captivos.
Tendo cessado as ferias, e devendo comecar os
trabalhosdo conselho administrativo, o Sr." pre-
sidente convida osmerabros do mesmo conselho
para se rcunirem na casa das sessoes, no palace-
te da ra da Praia, no domingo 27 do crrante,
as 10 horas da manhaa.
wrar0MM:jj0 /.* cotfKtvtus oeve-sc
proceder a eleicao do novo conselho na primeira
dominga de marco, que a 5, o que ser em as-
sembla geral : pelo que manda o Sr. presidente
avisar que lodos se liquiden) com a caixa social
para poderetn ser eleitos na frraa dos mesmos
estatutos.
Sala das sessoes da Associaco de Soccorros
Mutuos e Lento Emancipaco dos Captivos 21 do
fevereiro de 1860.O secretario,
Modesto Francisco das Chajas Cannabarro.
Substiluigao de coguome.
O alteres secretorio do oilavo battlh&O de in-
famara de primeira liaba Luiz de Queiroz Cou-
linho, faz scienle as pessoas de seu conhecimen-
to, c as de mais que convier possa, que seu ac-
tual nome Luiz de Queiroz Wanderley d'Ala-
goas, cuja resoluco tomou por ter no exercito-
um seu irmao daquelle nomo c no mesmo posto,
e obstar quaesquer duvidas que no fu tu re appa-
recessem era prejuizo de ambos.
Sitio para alugar.
Axrenda-se um sitio no Caldeireiro, cnlre os
do Srs. Dr. Alcoforado c Rabello, com exceden-
te e fresca casa de morada, bstanles larangeiras
e outras fructeiras, todas carregadas de inicia,
a melhor agua de beber que ha naquelles luga-
res, excellente baxa ,de capim. e porto para o
ro, alem da casa de morada lem oulra casa com
sala e 2 quarlos, e mais cocheira, estribara,
quartospara feilor c prelos : a entender-so com
Candido Alcoforado. ra do Amorim n. 50, ou no
\PPR0YAC\0 E \IT0RIS4C\0
DA
^ASIOSIIIA aiMOPIlKD^L 1 IMIII@|li!aA
E JIJiTA CENTRAL DE IIYGIEM PIBLItl
OS JESUTAS
'lllfl
OVIDIO DA GAMA LOBO.
Um ntido vol. de 300 pac em S Francez.
Analysa-se nesla obra o papel da companhia nos diversos paizes donde foi expulsa ; desco-
bre-so o plano concertado pelo philosophismo, pela poltica e pelo jansenismo para destru-la, nao
por seus pretendidos crimes e ambicio, mas para realisarera suas ideas schimaticas prova-se o
conslrangimenlo de Clemenle XlVexpedindo o breve da exlinccao da companhia, eque ella foi, e
anda, um dos mais esforzados sustentadorea dareligio, em cuja defeza comiuislou a cora de um
verdadeiro martyrio.
Deus nao permuio que a iniquidado fosse commeuida sera ficar "gravada em documento-
e irrecussaveis : estes documentos, que tanto se esforcarara por supprimir os inimigos da com-
panhia, felizmente poderam ser conservados, e lem apparecido ltimamente na Franga em diver-
sas obras, que confirmam a opinio que anda formara dos Jesutas os homens imparciaes e ques
nao sao adversos S Apostlica.
E' um brado em favor dos Josuitas. entre nos anda lao injustamente julgados, e que nasce
da conviccao mima de que sua causa a da juslica, Jo pontificado e da religiao.
Assigna-sc no escriptorio deste Diario, ra das Ouzes,
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
o Hirk
Para serem aricadas s partes acctadas, sem
resguardo nem ineommodo.
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas nesta corte e em lodas as provincias de*(e
imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lem oblido as enfermida-
des abaixo escripias, o que se prova com innmeros atleslados que exislem de pessoas capazos e
de distinceoes.
Cora estas Chapas-blectho-iugkbtiuas epispa'ticas oblem-se urna cura radical e infallivel
em lodos os casos do ahammico [oantapo ou falta de respiraro), sejam inlernas ou externas, de
ligado, bofes, esloinago. braco, ras, ulero, peilo, palpitado de coracao, garganta, olhos, erysi-
pelas.rheumatisrao, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para as dilTerentes especies do tu-
mores como lobinhos. escrfulas ele, seja qual fr o seu tamanho e prorundeza por meio da
suppuracao serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e distinctos fa-
CUHull VOS.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, lendo lodo o cuidado de
tazeras necessanas explicares, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca declarando a
molestia om que parte do corpo existe, sena cabega, pescoeo, braco, cOxa, nema", p ou tronc
do corpo, declarando a c.rciimslancia : e sendo ferida ou ulceras,' o molde do seu tamanho em
um pedaco de papel e a declaracao onde existem, aura de que as chapas possam ser bem appli-
cadas no seu lugar. ir 11
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a toda* as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, era seu escripto-
rio, que se achara aberlo todos os dias. sem excepeao, das 9 horas da manhaa s 2 da larde.
M RA DO PARTO M
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.


1........
DIARIO DE PERNA MBUCO. QUARTA FEIRA 22 DE FEVEREIRO DE 1860.
(5)
tm TJ*
tinos d w
DO DR. CIIABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
t\*K O TBAtAHESTO E PICMI-TO CCItAIlVO
DAS EMEONIDADES Sl'.Xl'AES, DN TDAS AS AFFtCCOES OITASFAS, VIBL'S
lllllllll !< IPITIl ( lilllllf .
Xaroftc mu preleiivel ao
Copan ba e as Cbe-
las, cur.i iiiiiii-d;.tanien-
te qualquicr pOTRa^iO ,
relaxacao e debilidade, e igualmente lluxus e
Inore* brancas das mulheres. injrovm> do
Clm'ilc. Esta injecfo benigna eniprega-se mes-
mo lf inno do xirope de citrato de ferro, urna vez
de marinl, e urna vez de tarde durante tres dias;
ella segura a cura.
PLUS DE
CPAME
DEPURATIF
da SANG
E ALTERACOES DO SANCIE.
Depuradlo de n:uo.
Xirope vegetal tem mer-
curio, o nico conhecido
e approvado para curar
con promplidao e radi-
calmente iinpigens, pstulas, btrpes, sarna, co-
mixo-s, acrimonia e alterarles viciosas do san-
gue ; viius, e qualquer adno venrea. Ba-
niros uiincrnr.t. Tomo-te dous por semana, se-
guindo o tratamenlo depurativo. Pomada an-
tiiict'peiiru. be um tttVito maravilboso as af-
fecoes cutneas e couiixes. .-=-___
icn O deposito na ra larga do (osario, botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. S6.
Alnianak da provincia.
3
Irmaiidaedo-Divino Espirito
Santo
3UU1U t IUZ a lUlIHIlIld llil Santo, erecta no convento de Santo Antonio do
fi i1iiimiimL~ li npnvinr*n ora Recite, convida cm nome da mesa regedora a to-
o aiinaiiaK oa pro\incia para;dos os seus t.harissimos rnjSos pjra0comp.rece-
rem na quarta-eira 22 do crtente, no consis-
torio da mesrua, pelas 2 horas da tarde, afn: de
acompanharmos a procissu de cinza.O escri-
vo, Francisco .andelino da Silva.
Precisa-so alugar una casa no bairro da
Boa-Vista, com commodos bastantes para 4 in-
gleses, a saber : .| dormitorios, 2 salas, eozinha,
e casa para dous pretos : a dirigir-se no escrip-
torio dos Srs. .'aunders Brothers &C,
o correneannode
tito
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America cora
MEMORIAS DA VI.4GEM
DE
LI0ES TICAS
ESCRITA COMMERCIAL
Pop partidas dobradas
E HE
fiMIIMTri'U
A visita de SS. MM. II. s provincias-da Babia, Pernambuco, Sergipe, Paralaba, Alagoa*
e Espirito Santo, inaugurou urna poca [uosa nos aunaos do imperio. '
Urna publicaeo que tenha por lini perpetuar a memoria de lao fausto aconlecimenlo, re-
gistrando as medidas tnais proficuas e os actos niais caractersticos da -munificencia imperial,' du-
raute esta viagtm, roujutictamODlc com as dcmunslraccs deaprece. devorao e Icaldadc que Ibes
foram prodigalisda pelo acrisolado patriotismo dos habitantes daquellas provincias, nao podo
deixar de ser betu acolhida por todos os Rrasiloiros.
Tomando sobre nossos debis hombros esta grata e honrosa tarofa, extrahiremos das follias
publicas tudo quanlo lr conducenle ao nosso cmponlio, inserindo alcm disso quai>sqoer docu-
mentos inditos c importantes, e todas as iniormare.es valiosas o fidedignas que nos forem minis-
tradas sobre semelhanto issompto; bem como as felicitaedes, poesas e discursos dirigidos a SS.
MM. II,, quaiidt) para esse lim nos sejim enviados por seus autores. Nada nos ser lao a Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
A DIK<%.tO DE E- HSMARD
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes importantes da Europa, torna-se de grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus hons commodos e confortare!. Sua posie.no
urna das melhores da cidade, por se adiar nao so prximo s eslacoes de caminlios de ferro, da I (l,|c| riopc o rninmornipc do
Allemanha o Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatros e divertimenlos ; e,
alm disso, os mdicos procos convidara.
iSo hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, lamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as tourisUs, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfi-n para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3S200 400 )
por da.
Durante o sspaco de oito a dez mezes, ah residirn) os F.xms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seu fillio o Or. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Netto, Manoel de Figueira Faria, e desembargador Ponles Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
tras pessoas tanlo de um, como de outro paiz.
Os precos de tojo o servico, por da, regulam de 10 a 1 2 francos ( 455000 45300.)
No hotel enconlram-se informabais exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro
Sirop du
DrPORGET
JARABE DO FOKGET.
Este xarope est aprrovado pelos mais eminentes mdicos de P.iiis,
orno sendo o mellior para corar constipacoes, tnsse convulsa e oniras,
itlecr,Oes doj branchios, ataques .de peito, rriU^Aes nervosas e nsomnolencias: urna collieraiia
pela iiianh, e outra nnite sao sulticientes. O ill'.ilo deste excelente xaroi>e satisfaz ao mesmo
tempo o dnente e o medico.
O dsposito na ra larga NICA, VERDADEIRA
GZTIMA.
E LE-
SALSA fARRILHA
DE
;3@9&Dt
Hcmedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
l vel para curar escrophulas, cancros, vhcumalis-
dio, enfermidades do gado, dyspcpsia, debili-
c'ade geral, fobre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e crupcoes que resultara da impureza do
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
Niw York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavcl "publico para desconfiar de algumas te-
nues iniitaces da Salsa Tarrilha de Brislol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao clles os nicos proprietarios da receila
do Dr. Brislol, tendo-lhe comprado no anno de
1556.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tcm
circito de lubricar a.Salsa Pnrrilha de Brislol,
porque o sogredo da sua prepararo acha-se so-
FOLHIiMIAS PAR 1800.
Estao venda na linaria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhiiihas para 1860, im-
pressas nesla typographia, dasseguintesquali-
dades :
Jk? OLHINHA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuacao da bibliolheca do
Crislao Brasilciro. que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Heos, coroa dos ac-
tos de amor, hyiunos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commenioraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
viu-ootu, jhuuiu pura oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coragao de Jess, saudades devo-
tas s chagas de Chrislo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
oulras oracoes. Prtjo 320 rs.
o nome, idade etc. de seus im-l Ra Novan YZ,scguni o andar.
npr*;i(lnrr rpi p nrpcidpnlpc I HI. ffonscen deMcdoiro, escriturario da
pLIdUICS, res e presiueilies. i lhesouraria de fazendadesta provincia,competen-
Rpcumn ln imnnclnc ota_ I Cemente habilitado pela directora de inslrucco
1\CS>UII10 U> HIiposiOS ge- puMiraparaleccionararilhmetica nesla cidade,
raeS, prOYnCaeS, lllUllicipaeS \lem 'esolvidojuutar, corno compleme.Uo do seu
fr > umvij>uu .curso pralico de escriluracao por partidas do-
q t>q1 cjagS I bradas, o ensino de contabilidade especialmente
* : na parte relativa a reducco de nioedas ao cal-
Tjilioln ilnc Amnlnmonlno culo de descontse juros simples e compostos
aui.ua. UUS eiHUlUIUCUlUb | conliecimcnlo iniispcnsavcl as pessoas que de-
nnrftPiliipe sejam empregar-se no commercio ou que j se
puuvuiaco. achom nellc estabelecidas. A aula ser aborta
FiTlir jJmic6dUU& ci\is, miiiid janoite; easpewoasque desejarem malricu-
l'pc ppf>locj ic&, cctici>id>iicu&, l tterai iu | nunclanle.at o mencionado da.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra en objeelos do
servico : na ra larga do Rosario u. 28, segundo
andar.
Xa livraria n. C e 8 ta praca da
Indepenecia, preciza-se falLr ao gr.
Joo da Costa Maravillia.
Precisa-se de um bom fornero, que enten-
da bem de seo oftc.io, para tomar cotila de urna
padaria ; paga-se bom ordenado : na padaria da
ra Imperial n. 43.
Hoga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquhlacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
como citare recommondar consiJera'.ao publica os nomos dos benemritos cidadSos, que mais
se distinguirn! as dcmonslracdes de amor c renoracao para com os augustos viajantes.
A obra ser dividida nm tantas parles quantas sao as provincias visitadas; fazendo-sc em
lugar competente, urna honrosa meneo dossens acluaes presidentes.
Prevenindo os desejos dos leaes habitantes dessas provincias, aos quaes s dada a venta-
ra depossuirem por signos dias, em sen seio, os augustos imperanlos, uniremos obra de que se
trat.i os retratos de SS. UM. II., Irabalho em cuja perfeioio empregarnmss o maior desvelo.
de toda a provincia.
Associacoes coramerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabeleciineiitosfabris, iii-
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougucs, enge-
Qhos,etc, etc.
piares primorosamente cncadernados suiao offerecidos, OOffl Odcvido Beatamente, a SS. MM. 11 ,
em nome de todos os Srs. assignanies.
Cada exemplar que, como j se disso, constar de seis paites, mais ou menos voluniosas.
alcm de um additamenlo em que taremos inenco das pomposas testas que na corte so fizerem pera
a rerepcSo de SS. MM. II., edos despachos que porveiilura possam Icr lugar depois do seu rc-
gresso, costar aos assignanies que snbscrcverem 5 ou mais exemplares, a lOg cada um ; e aos as-
signantes de 1 at exemplares, a \2$ rs, pagos na I ir ra ra do abaiso assignado. fieaodo tolos
esses senhores com direito de reclamar a obra por parles, proporcSo que se forem iiuprimindo
quando niio preflram receb-la completa c logo depois de concluida. O eslabelecimento responde
por todas as quantias quelhe forem entregues, e aceita, como lem estatuido, no momento cm mo
se queira, e em qualquec transa cea o, os seus recibos como diuheiro (*)
Encerrada a assignalura ser elevado u cusi da obra, se alguiis exemplares (iejrem disoo-
nivcis. '
Toda a correspondencia deve ser dirigida ao editor
Ucrnardo Xavier Tinto de Souza.
Tiio de Janeiro.Typographia o lvraria, ra dos Ciganos ns. 43 \~>.
(') Nao ser ocioso declarar, que lendo sido publicadas tudas as ulnas anntinciadas por
eslabelecimento no anuo prximo passado, urna das quaes contera 11 volumes (Amores de Ovidio e
Giinaliia 0\idiana) acha-se porisso em da rom todos os seus assignanies.
DELICIOSAS E I.NFAL1.1VEIS.
Serve elle de guia ao coin-2uemadon-
merciante, agiicultor, raari-
tirao e emfini para todas as
classes da sociedade.
ObacharelWiTRUvio tera
o seu escriptorio no andar
pnela dos fabricantes amcrlea-
nos Grouter & Itaker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johuston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
t_!j ( -r
**3fe;sSfeiS=SS
Aluga-se un grande armazem na ra da Picl i \\\\c VPoplPQ ruz n.29, que bota os fundos para a run dos "b VC0eteS ,ie ACIlip
n. 02, or-
co u Ira as lorabrigas
Cruz n. ~'J, que bola os lundos (
Tanoeiros: a Halar na ra do Rangc
mazem.
Canoa desapparecida. approvadas pela Exm.* Inspeccao de esludo de
Desapparecdino dialldo correnle do porto UaDaDa e Por niuilas oulras juncias de hy-
das canoas do Recife, urna canoa de carreira giene publica dos Estados Luidos e mais paizes
UO SObradO ll. 23 da ra Nova, < SDelta. t0ln Pcrt0 ^ '* bracas de correle, pin- da America.
tada de pelo por fora 6 moslra ter sido pintada r-,,.,i; i- ~_
de verde por dentro : que.., dola der noticia na Ga.rant,d.as como puramente vegetaes, agra-
fundieao do Sr. Mesquita ser gralilicado. daveis a vista,doces ao paladar sao o remedio
Precisa-se de urna ama : no paleo do Terco infallivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
ii. 26.
Veneravel confraria de Sania
Rita de Cassia.
Pelo presento convido a tolos os nossos cha-
ros iruiaos, para no dia 22 do corrento, os 2 ho-
ras oa larde, comparocerem em nossa igreja, alim
de cncorporados acompanharmoi i procissaode
cinza, para o que fomos honrados com coi.vito
da reneravel ordem lerceira de S. Francisco.
Consistorio da confraria de Santa Bita de Cas-
sia 17 de feverciro de 1860.0 escrivo,
A Rodrigues Pinheiro.
cuja entrada pela Gamboa do
Carmo.

C0XPAMII.4 DA \IA FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
Pelo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do correte cm diante
ao escriptorio da roa do Crespo n. 2, para, rece-
bcrem o 8." dividendo de juros de suas aeces,
contados no semestre decorrido do 1. de agosto I i
de 1859 31 de Janeiro de isoo. .ccite, 1.* de &
cozinhar: na
: scasnem sonsacos debilitantes.
Precisa-se de urna ama par .
ra Nova ... 8, loja. lealemunho exponlaneo em abone das parti-
Continua-se a preparar bandejas enfeiladas 'has4e Kcmp.
de diversos goslos, com bolinhos dos mais pro- Srs. I). T. Lanman e Kemp __Port Byron
curados e dos mais perfellos do nosso mercado ;' i2 de abril de 1859.- Senhores. Vs paslilhas
assim como pudins, bolos tnglezes e france/.es, e ,,'
da nossa massa os mais perfeilos, c tambem as quc Vmc8i azem' curaram meu filho; o pobre
bellas seringas e Dlhozes para o tempo do cama- rjcaz padeca de lombrigas, cxhalava nm chei-
val, e urna porcao de doce de caj secco por pre- | ro ftido, tinha o estomago incluido e continua
CO coniuiodo : procure na ra da l'enha n, 2,
Segundo andar, que se. far negocio.
O r. Cosme de Sa' Pereira V
Ule volta de sua viagem instructi- y,
tiva a uropa continua no exer-
^ciclo de sua prolissao medica.
Da' consultas em seu escripto-ft
rio, no bairro do Recife, ra dasJE
D
O
ITA UE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparochiaes, e
urna collcccao de ancdotas, dilos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de eozinha,
quer de cultura, e preservativo de aores
e fructos. Treco 320 rs.
ITA DE TORTA,a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Treco 161) rs.
?^s>t>a< da<'T>>a;
> xjy 'O' ^y XLr iy v> ry <:y <^ ny x^ x> ^y x> m* x2y ny ^> *
Altencao.
mente em poder dos referidos Lanman i Kemp.: 9 Curso pratco e theorico de lingua fran-
g

&
feverciro de 1860. ^gCt'uz n.v53, todos os dias, menos^' Strcel pelos uincos propriela
Trecisa-sealugar um preto ou prela, j ido-iS|nos domingos, desde as 6 liOraSa) Kcn!P> droguistas por atacado
sos, para comprar na ra e fazer o mais servico gjfi t aS iQda manhaa sobi-p aJ& Ach*"-S venda em l.
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama as H3 manndd, soni e OSS^ nrn<.in,nc ;..., ,, .
raesmas circumslancias : quem liver o quizer, i \% seguintcs pontos :
. m i
annuncie ou dirija-so a ra de Santa Rila n. 40,
primeiro andar.
Curso (le mki.
o
.Eneas Bruce participa ao publico desta cidade,
que lem aborto um outro curso para principian-
tes, desde as 6 at as 7 horas da noite : na. ra
do Queimado n. 26, primeiro andar.
Precisa-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. teen te-coronel emeterio
Molestias de olhos
de
Coracao e
de
4
. Molestias
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do antis ;
'. Praticara' toda e qualquer
operacao quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dos^L
seus doentes. r
O exame das pessoas que o con- SsfS
comichao no nariz, lao magro so poz, q.ue en
lemia perdc-lo. Neslas circumslancias um visi-
nho meu disse que as paslilhas de Kemp tinham
curado sua filha. Logo quesoubc disso, com-
prei 2 vidros de paslilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vracs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Treparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
rios I). Lanman e
em New York,
todas as boticas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Julia o n. 2.
Ternambuco.no armazetn de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Q ? ?'? M-. .'%*.! B,;>
DENTES
ARTIFICIAG
O Dr. Juo Tecreira da Silva, de
volta de sia viagem ao norte, esta're-
sidindo na ruadollangel sobradon. .
^= Um moco que lem sotlrivel letra, ba orto-
graphiae alguma coniabilidade, lendo resolvido
deixar os seus esludos (por assim Ihe ronvir)
para seguir a vida commercial, deseja arro-
mar se n'ura escriptorio ou algum armazem do
fazendas; quem necessitar annuncie ; ara ser |iro-
curado.
Anda roga-se ao Sr. Francisco Manoel dus
Passos do Coelho, de dirigir-se olaria du Sr.
lino Jos Lopes, na rus do Motidego, ou
declarar aonde deve-se procurar.
Precisa-se de homens para | i (i-
la de um sitio e do urna cano.a, qui
joo conducta, e preforem-se do Porto :
tiver estas habili/aees, trate na ra do Impera-
dor n. 12.
...
Tara evitar engaos com desapreciaveis co-
Linaces de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devora bem ob-
servar os seguintes signaos sera os quaes qual-
quer outrapreparaco falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa de aro, trazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. 09 Water Street.
l\ew YorV.
2" O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. BristoZ cm papel cor de rosa.
4o Que as airecOes juntas a cada garrafa tera
nma phenix scmelhaate a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega "n. 89.
Baha, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrondamento de um En-
genho muito peno da prar.3, vende-se urna par-
te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
um destilarlo nova montada de um tudo, 22
bois de carro, G quartos, e ouiros objectos: I aurora n.26
tracla-se na ra do Queimado n. 10.
ceza por urna senhora france/.a, para dez
@ mocas, segundae quinta-tena do cada se- 4$
5 mana, das 10 horas at meio dia : quem
@ quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da H
m Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @
:J adiantados. ;..;
"*.* V:. "."-.'.1:.*5'..N ?>>?>-M> ^^4^^ o'.*oo^,a*
.,,:,:, ^\Jrr> fc Vv S-V > 3 <&V$ vi <-V & W <:'.
Pioga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimenlo do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
legio venda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
Deseja-se fallar com os Srs. Ma-
noel Francisco de Almeitla, Jose'Marcel-
linode Souza, Thomaz Dias Souto eo
padre Jos Avelino Monteiro de Lima,
na ra do
a negocio que nao ignorarn :
Cotovello n. 48.
O Sr. thesoureiro manda azer pu-
blico que se achara a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de Andrade : na livraria n. C e 8 ^|sultarem sera' leito indistincta- v}*
da praqa da Independencia.
^Lices de franca
|lluaestreila do Rosario n. 3|
@ Francisco Til
r \ mente, e na ordem de suas en- U
y tr&da; fazendo excepcao os doen- \}
-^mecam a.^'^ 9x te! de olhos, ou aqucllcsque por i^>
pfi <$ motivojustoobtiverem hora mar-1^"
' ^ ideada para este im.
piano. $j
^ Mademoiselle Clemence de Hannetot *
j|| de Mam.oville continua a dar licoes de ^
p fiance/. e piano na cidade c nos arrabal-
Jg des : na ra da Cruz ll. 9, segundo andar.
. .. -\i nelles deposita, a presteza de sua f
abaixo assignado, residente no lerceiro '
andar do sobrado n. 58 da ra Nova, acha-se no
A applicacao dealguns medica gS
lentos indispensaveis em varios>
sos, como o do sulfato de alio- ni
| \|pina etc.) sera' eito.ou concedido *^
1 gratuitamente. A confianza quer
exercicio do sen magisterio, ensillando primeiras
letras, latini c francez, e contina a receber alum-
nos internos.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
O proessor de latim da freguezia
de S. Jos desta cidade, abaixo assigna-
accao, e a necessidade prompta ^
!f de seu emprego; tudo quanto o )
demove em
.^ doentes.
seus \
mto Ozorio rolloca denles ar- '}
@ tificiacs pelos dous syslomas VOLCAMTE ;;
chapas de ouro ou platina, podendo ser <$
procurado na sobredita ra a qualquer :
1 hora. g
Precisa-se alugar urna casa ou loja no pa-
teo da Tenlia ou na ra do Rangcl : quem liver
e quizer alugar, annunci- por este Diario.
^* ii. ;.:.... ::ij9 cjocj JM Ks
I Seguro contra Fogo f
I COIIPA^HIA 1
iTsiia
LONDRES
AGENTES
Annuncio.
Precisa-se alugar urna prela escrava que -
lavar, engomiuar c coser; na ra du Cruz n. I,
segundo andar.
Urna pessoa habilitada, se offerece para en-
sinar primeiras letras fra desta cidade i
sa une quizer ulilisar-se du seo diminuto pres-
. aiiuuncic para ser procurado, ou dirija-se
a ultima travessa da ra da Traa, armazem nu-
mero 3f.
'-11 :i alugar um i, dirja-
se a ra ireta n. &2, primeiro ao lar.
=z U escrivo da innandado do Senhor i: im
Passos, erecta na matriz de s. ir. Pe-
dro Goncalvcs do Recife, convida, em nome da
mesa regedora, a lodosos seusirmaos para com-
pafecerem na quarta-feira, 22 du correle, as 2
horas da tarde, no consistorio da mesma irniau-
dade, para acompanharmos a procisso de cinza,
visto termos sido convidados pela venerare! or-
dem lerceira de S. francisco.0 escrivo,
Francisco. Manoel o Lima.
= Permuta-so um excellenlc andar de urna
C;'v casa e soto com boas accommodaces e sito em
9 j urna das principaes ra, de Santo Antonio, por
um sitio que lenha boa casa, c seja perlo da ci-
dade : quem quizer annuncie.
= Precisa-se de duas amas, urna para cozi-
nl.ar e comprar, e outra pura o servico interna
familia : na ra do
de una casa de pequea
Queimado n 10.
Jos da Silva relira-se para o Rio Gr le
do Norte.
Compras,
== Tara eomprir a biographia du Dr. J<
Natividade Saldanha, peco empresfado um exem-
plar da segunda edico das suas poesas, ou com-
pro-o..-lnionio Joaqxim de Mello.
beneficio de .
E|X
Precisa-se de tima ama de leite, |
do, declara ao publico que a matricu- M,,e otenlia em abundancia, que seja'| C J. Astley la de sua aula se acha .berta, e que os *m "ft e-de bon. "m* : PR-e | -
, i ii ... b bem. Dirigirse a praca de Pedro II I
trabalho lectivos da mesma prtncp.a- (ant{,0 pattodo Collegio) n. 57, segn- I
iio no dia de fevcieiro prximo fu- .lo e terceiro andar.
S Na ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
fe sucar, de Jos de Aquino Fonsc a, compran -se
continuadamente niodas de lti; e 20j000, aguias
dos Estados-Unidos, modas de cinco francos,
ornas hesoanholas e mexicanas, em grandes e
pequeas porrocs.
Yeude-se
turo. O-: interessados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
a
Manoel Francisco Coelho
t DENTISTA FRANCEZ. 5
K Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^J
>~ rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e <
(^ p denlifico. >>
O Sr. Honorato Jos de Oliveir* Figueire-
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
I livraria da praja da Independenci i,que se preci-
e as casas commissionadas sa fallar-Ihe.
Precisa-se de urna ama para engommar e
ar para duas pessoas : na ra da Senzala
r= A viuva de Rufino Jos remandes de F- pelomesmo Senhor thesoureiro na pra- cozin
gueiredo convida a todas as pessoas que se jul- ca da Independencia numero 1 i e 16 I "' 40- nrin,ciro 8,,da'r-
, ._ = Alugam-se o segundo e lerceiro andares
e na ra da L;ideia do Ilecile uume- ida casa a. 15 da ra do Vigario
ro 2
garera credoras de seu casal, a compsreccrem
com os seus ttulos na ra de Santa Rita u. 54,
alim de sercra contemplados no respectivo in-
ventario.
= Biogo Zipparro, subdito napolitano, retira-
se para fra do imperio.
Ka- Constan-
teniente
lrocam-se, corapram-se e vendem-se escravos de
ambos os sexos, de todas as dades c cores com
habilidades e sem cuas e todo este negocio se
faz debaixo de toda sinceiidade : na ra Direita
numero 66
- Vendem-se moedas de ouro americanas
na ra da Cadeia do Recife n. 40.
A 320 RS. A LIBRA.
Presuntos inglezes proprios para fiambre : na
ra da Cruz do Recite a. 59, taberna.
Carmo.
quem preten-
armazem do senlinr Fnnlps at i de70S- Jtrija-se ao caes do llamos n. 2. escrip-
armazem uo stnlioi rontes ate torio, ou ra Augusta n. 95, casa de Prxedes
as 6 horas da tarde somente, o billic- da s>,va Gusmao.
tes e meios da quatta parte da primeira Ol uCfll terCOrl (1 O
lotera do tlieatio de Santa Isabel, cu-
jas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 23 do correnle mez.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bilheles
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras 15 de feve-
reiro de 1860.O escrivo, J. M. da
Cruz.
O secretario da mesma, abaixo assignado, avi-
sa a lodosos charissimos irmos para que coin-
parecam na larde de 22 do correle s 2 horas,
na igreja da nossa ordem, paramentados com
seus haoitos, afim de acompanharmos a procis-
so de cinza.=0 secretario,
Manuel Jos de Castro Guimares.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
famlia, quer seja forra ou captiva na ra do Hos-
picio n. 3-f.
Saques sobre Portugal.
Teixeira Basto, S & C. comprara saques so-
bre Lisboa e Torio de qualquer quantia.

i *
Ofltrece-se nma pessoa para caixeiro de *
cobranca, ou de ra, pois o mesmo propriela- 5
lio, e da fia lor a sua conducta, portante a pes- -
soa que precisar, dirija-se a ra da Cruz n. 15 |
que adiara com quem tratar.
Aluga-se a loja do sobrado na ra da Au- J
rora n. 40: a tratar na ra do Calinga, loja n. 9 j
Proessor dentista.
Acreditado em Franca, em Hespanha, e neta '
cidade de Pernambuco, arranca denles c raizesl
com a maior rapidez possivel, assim como eolio-j
ca-os sobre chapa de ouro, platina e prala a
vontade de qualquer um que delles precisar,
como tambem chumba o limpa-oscora o mamr
asseio possivel, lira cenes em casa a 2-5 e a 3;J
e fra a 5a. denle posto em chapa de ouro a 105:
quem dello precisar, procure no Recife, becco do
Abren n. 2, primeiro andar.
Ao commercio desta
para
praca
Tara emprogado de qualquer casa commercial,
olieiece-se urna pessoa j anligl e bem conhe-
ciJa por lodos os senhores negociamos desta pia-
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal.
Palbinha para marci-
neiro.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Biim de vela: no arma-
zem de C J. Asilev & C.
fe
Alleocito.
Comprar.i-se, vendem-se e lrocam-se esera -
na ra do Imperador n. 21, primeiro andar.
Com pra m-se moedas de ouro de 10^ a :
na ra .Nova n. 2."j, fabrica de chapeos de s .
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
toriodaruadoTrapichen.il, primeira sudar.
Compra se no armazem da ra da Praia
n. 7 urna oserava de 20 2' anuos, de bonita
figura, prefirindo-se sardo mullo, com abelida-
des ou sera ellas, pode ser prcctirado aqtialquer
hora, assim como um molaque de tS 20
annos.
3BCHTiJlS"!tneCI?CI* "nm ci nainLiPi'C DtEiQlj'
Traspassa-se o arrendamenlo de um enge-
nho distante desta praca doastegoas, vende-se
urna parle no mesmo engenho, machina nova
vapor, dislilaco nova e bem montada, 22 bois
de correia, seis quartos, algumas obras, sall'ra
plantada, etc. ele. ; Irala-se na ra do Crespo n.
13, loja. l
Publicacao Iliteraria.
Guia Luso-Brasilciro do Viajante da Europa
i 1 vol. era 4o de 500 pag.: vende-se na mo do
..lendo M l,.bililaSes prensas paia lodo ser- autor ra do Vigario n? 11, brox. 3$ encad 4?
Compram-se { escravos de 12 a 18 annos,
de ambos sexos na ra da Moeda, cu. casa de
Manoel Aires Ferreir & Lima, ou na ra do Vi-
gario n. 29.
Compram-se moedas de ouro de lfbOOO o
20? na na Nova n 29, fabrica de chapeos de
sol.
= Compra-so um carro da alfandega : na ra.
do Rangcl n 77. segundo andar.
Vendas.
Semen les de borla! ce.
Semenles de horlalicfa de todas as qualidades,
viudas pelo vapor Brasil : vendem-se na ra
da Cadeia do Recife,loja de ferrugens de Vidal &
Bastos.
vi o que diz respeilo a este ramo, c de conducta
e crdito responsabilisado: quem precisar, sir-
va-se annunciar por este jornal para ser procu-
rado.
= Na ra do Imperador n. 13, precisa-se de
urna ama forra ou captiva, que saiba eugommar
pcrfetamcnle.
O Sr. Antonio Teixeira de Albuqtierqtie Tin-
to, morador em To d'AIho, queira vir ra No-
va n. 55, a negocio que uao ignora.
Na ra da Cruz n. 33, primeiro andar, ves-
lem-se anjos para procisses por todo o pceo,
ao gosto dos que pretenderen!.
Precisa-se alugar umescravo : no deposito
da ra dasCruzcs n. 41.
Precisa-se de urna mulher idosa para lo-
mar emita de urna casa de familia, em ausencia
da mesma familia, somente para reger e servir
a 2 estudantes da familia que se relira : quem
qui/.er, dirija-se Tassagem da Magdalena, antes
da ponte grande n. 29, penltima casa a es-
querda.
Na pnia dos Caldeireiros n. 15, precisa-se
de bous ofliciaes charuteiros, paga-sc mellior que-
em ojtra qualpier paite.
JOIAS.
Os abaixo assignados, estabalecidos na ra do
Cabug pon lojas de ourives ns. 9 c 11, fazera
publico que tcem recebido de novo os mais bel-
los tortimeotos de obras de ouro, e vendem por
precos mais cm conl3 que possivel, e paasam
coritas cora recibos garantindo a qualidade do
ouro, pelo qual (icam responsaves : recebem en-
commendas, e roncertam qualquer obra de ouro-
cora asse o e promptido.
Seraphim & Irmo.


w
*B-No\a loja
encyclopedica
DE
Gaspar Antonio Vieira Guima-
res gerente Jos Gomes Villar
1\ua do Crespo n. 15.
Nesle novo cslabelccimento cxislcnt fazendas
de ultimo goslo e por procos odmiraveis por
serem baratissimos:
Sedas protas rm corles com duas folhas borda-
das a velludo.
dem com duas safas lisas.
Grosdecaples de todas as cores.
Manteletes riquissimos pretns p de cores.
Chapelinas para senhora de Italia ricamente en-
feitados e de seda, os mnis modernos possiveis.
Cassas de cores a 260 rs o covado, todos se ad-
miram d-sc o preco baraiissimo.
Fazondas de todas a* qualidades para homens
c senlioras do melhor possivel e mandam-se as
casas de familia para escnlherem a vonlade.
Velas.
Vendem-se caixas com velas de espermacolc a
Gi'l a libra, a retalho ;> 680, doce de gafaba a 19
e 1(120 o callao, vinho do l'orto engarrafado
fino a 800 cija garrafa : por baixo do sobrado
n 16, com oitoo para a ra da Florentina.
Feijo amarello.
Antonio Farnandcs da Silva Deiris tem para
vendar por proco coinmodo, eiu pequeas e gran-
des porcoes, saceos com feijo amarello de (i al.
quei res cada un, ou 30 cuias, medida dcsta e da
mellior qualidade que ha no mercado, e chocado
nltiinamPDte do Porto no brigne porluguez Ama-
lia : na ra do Vigario n. 27.
= Vende-se ou ; rrenda-se o engenho Potozi,
sito na freguezia de Agua-Prela, me com agua,
copeiro, as obras tem os necesarios, novos
commodos, p bnm construidos, o no que respcita
a orodurcao par.i todas as qualidades de culturas,
parece nao haver superior era parte alguma, (ora
toas matas e terreno para levantar outro enge-
nho, ficando o Potozi com as trras necessarias
para safrejar os mil paos de assuear que se qui-
/- plantar, de presente o tnico inconveniente
que se aprsenla estar longe do embarque,
lias de viagbra para ida e volla dos car-
gueiros, inconveniente este, que breve lem de
dosapparecercom a chegada da estrada de ferro,
que reduza duascarsras por dia : periantoquem
quizerpossuir tira Potozi, ou mesmo desfructa-lo
por arrendamento, no eugenho Ueha adiar
com quem tratar, o na roa do Queimado n. 39 a
Callar com ianoel Florencio Alvos de Moraes.
Vende-se o engenho Taepe, distante menos
de meia legua de Iguarass, sendo d animaos
m lem p ropo redes para agua : a tratar na
: i Imperador n. 1G, terceiro andar donde se
i infoi inicuos
Escravos venda.
N'a ra do Imperador n. 21, primeiro andar,
ni -se 22 escravos, sendo 16 negros, todos
nocas de 16 a 20 annos, c 6 negrinhas, tendo urna
is 1S aonos, ptima para mucama.
Veude-se um carro ae 4 rodas, Dem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr James Crablree & C. n.
42, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas pretas lacradas, lidos desenkos
covado
Gorguro de seda lavrado, snperior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 2$ c
Sarja prcta larga, rovado
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
Lonltnua-se a vender fazendas por baixo 3
preco at mesmo por menos do seu valor, s
afim de liquidar contas : na loja de 4 portas E
na roa do Queimado n. 10. ja
DURIO DE PERHAMBUCO QCARTA FEIIU 22 DE FBVgRMRO DE I8&>
" _____ ... ._______________.
1J600
2000
188(10
2500
28000
ara vi
' Jtt &
l
Na loja dosertancjo,rua
do Queimado n. k?> A.
Beccberam em direitura de Tranca, deencom-
menda, os melliores chapeos de castor rapadoss
i brancos c prelos, e as formas as mais mo-
dernas que tem viudo ao mercedn, c por nie-
nos que em oulra qualquer parle, assim como
D tem um grande sortimenlo de enfeite,
de vidrilho pretose de cores pelo diminuto pre-
co de 4 cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perfeito esta
ti aberturas brancas muito finas a 320, ditas de
la de linho a 1 urna, cambraia preta fina
< o covado, s a vara a560,e a 640, gangas
do cor a 540, bnm branco de linho a 1200 a va-
ra, 'ollctes de velludo de furta-corespretos a
7g40O, ditos prelos a 8 e a 9!, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e llg, ditos prelos a 7, 9 e
' -' ', colleles de gorguro a 4, 5 o 0$, sacos pa-
ra viagem de diversos lmannos, eiascruas, por
I ande porcao, a 15>"'C0, ditas a IgCOO e 2 a
duzia, linas a 3 c i$, chapeos enfeilados para
meninose meninas e senlioras por qualquer pre-
co, e ludo o uiais aqui se encontrar o pre^o,
e nao se deixade remuder.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se aeocheirada ra da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, leudo 5 carros e 1 rico coupe
a n uso algum : quom pretender, dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seo irmazera, na praea do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo goslo, recenlimente
chegados, dos hora conhecidos c acreditados fa-
bricantes J. Broadvood &Sons de Londres, e
rumio proprios para ust clima.
Ra do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anda restara algumss fezendas para conclu-
ir a liquidado da firma de Lcite 4 Correia, as
quaesse vendem. por deminuto proco, sendo en-
tre outras as seguintds :
Majos de mci&s cruas para horaetn a 1600
Diios de dilas de cores 2000
Ditos de ditas cruas muito superiores 4J000
Ditos de ditos para senhora 3t00
Diios de ditas muito finas 435000
Corles de calrj.a de meia casemira 25000
Ditos de dilas de casemira de cores 5000
Ditos de dilas de casemira prela a 58 e 6J000
Brim trancado branco de liaho fino
vara 1&000
Corles de colete de gorguro de seda 25OO0
Pao preto fino, prova de limao 3 e 43OOO
Grvalas de ssda prela e de cores 13?000
Riscados francezes, larjos, cores fixes
co'-ado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estreitas 160
Riscados de cassa de coros lindos padr5cso
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Fessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 25000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 4000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 200O
(Irodenaple preto, largo covado 1*800 e 2&000
Seda, e sarja lavrada 1*800 e 2&00O
Vestidos brancos bordados para baptisado 55000
Veos bordados para chapeo 25000
Entre meios bordados 15600
Athoalhado adamascado largo vara 1J280
Longos de chita escuros um 100
Gangas de cores para palitos covado 200
ac.

A6$acaixa: na na larga
do Rosario armazem de louca.
Y id ros para caixilhos.
N'a ra larga do (osario Ioj n. 28
armazem de louca, mandam-se botar v-
dros em casas particulares por preco
muilo commoiJo, assim como vendem-
se videos a retallio do tr.manho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Ra daSenzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoe* in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, (io de vela, chicote para carros, e
montara, arelos para cano de ura e dous cval-
os, e relozios d'ouro patente inglezcs.
Me.ias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e rucadas: vende-se na loja de Leite
A Irmio na ra da Cadeia do Recite n. 48.
Narua da Cadeia do Re-
cife loja de ferragens de Vidal
& Bastos, ha para vender os
objectgs abaixo notados por
preeos commodos c tudo da
melhor qualidade possivel.co-
1110 sejam:
Cumas de ierro e com lona.
Combas de japy completas.
Canos de cliumbo de todas as grossuras.
Ferro Suecia de todas as larguras.
Ac de Milao.
Arcos de (erro de todas as larguras.
Cravos de ferro de todos os tamaitos.
Ferramenta completa para tanoeiro.
Ferramenta completa p,ira ferreiro.
Trem completo estanliado para cosinha.
l'rem completo de porcelana para co-
sinha.
(iuardascomidas redondos e quadrados.
Fuciladas americanas e de todas as qua-
lidades.
Ditas do Porto de todos os tamauhos.
Peegos de todas as qualidades.
Caixas com ferramenta de caiapina (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito finas de todas as quali-
dades.
Fornos rancezes para assadoc.
Bules, ca fetn as, assucareiros e man-
tegueiras de metal.
Peneiras de latao de todas as grossuias
para padaria e reinacao.
Ditas de metal dita dita.
Moinlios de todos os taman.hos para re-
inacao
Fio de algodo de todas as qualidades.
Dito frouxo inglez proprio para coser
saceos para assuear.
Formas para pudms, pastelaoebolinhos.
Latrinas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas ierra mentas proprias para
jardim.
Balancas decimaesde todos os tamaitos.
WH1K
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idein, dito muscalel, idem : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recite n. 4.
Charutos.
No armazem da ra da Madre de Dos n. 8,
existe um grande sorlimenlo de charutos das
marcas seguimos, e vende mais em corita do que
em ((ualquer parte.
Varetas Brando.
Regala Braudao.
I.anceiros.
Varetas S. Flix.
Regala.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osme-
Ihores chapes de castor.
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconstipaces, ictericia, affecces dofigado,
febres biliosas, clicas, indigestes, enxaquecas.
llemorrhoidas, diarrltea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermedades, 6
PROVEMENTES fO ESTADO IMPURO DO 8ASOOE.
75,000 caixas deste remedio cousommeni-se an
uualmente I I
Itcmedlo da nnturezn.
, iius, e uuiras
Approvado pela faculdade de medicina, e re- barato preco
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
pu-amente vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
estiio bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, segurAs e efficaze
era sua operario, e uro remedio poderoso para a
ijirvcnlude, pueerdade e velhice.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
Lea-se o folheloque acompanhacada caixa.pelo estahelecido o seu deposUo na ra da Cadeia Ve-
sasquelem efTectuaJo. D. T. I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os uui-
| eos fabricantes e proprietarios.
Achara-se venda era lodas as boticas dasprin-
' cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano &C, ruaJuliao n. 2.
rernambuco, no armazem de drogas de i. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.

*;i?''

Novas machinas de cozer,
DE
Wheeler & Wilson
DF.
New-York.
Acham-se venda estas interessantes ir.achi-
nas de costura, as quaes renen todas as \ anta-
gens desejaveis, nao s pela perfei<;o e seguran-
za do mechanismo, como por serem da mais bo-
nita apparencia, sendo muito facis para ae
aprender a trabalhar nellas, o que se consegu
com urna simples licio. Estas machinas fazom
posponto dos dous lados da costure e cozem cors
raaior rapidez e perfeicao possivel.
Acham-se a venda e mcslram-se a qualquer
hora ds dia ou da noile na nica agencia (testa
provincia no aterro da Boa-Vista, actualmente
ra da Imneralriz n. 7 primeiro andar.
Aviso.
No armazem de Adamson, Ifowie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
e penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo ele.
Botica.
Bartholomeu Francisco ae Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Aflecteur.
Pilulas contra sezoes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita.S.inds.
Vermfugo inglez.
i"arope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual voude a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura virarlas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes de-fronte da
porta da alfandega.
Vendas.
R6logios de ouroe prata, cobertosedescober-
los patente inglez, os melliores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
preeos razoaveis : no escriptorio do agento Oli-
veira, ra da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
andar.
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafheitlin
& C, na ra da Cruz n. 38, ven-
de-se um grande e variado
sortiinentode relogios de algi-
beira horisontaes, patentes,
chronometros, meios chono-
metros, de ouro, prata doura-
da, e foleados a ouro; sendo
estes relogios dos primeiros fa-
bricantes da Suissa, que se
veuderao por preeos razoa-
1 pecliiiicha
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padros, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prego de 500 rs a vara.
Cheguem ao barato.
O Lelte IrmSo continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pegas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 45*500 c 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3 a diwia, canrbrans muilo fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meios Ti-
nas para senhora a 3800 a duzia, ditas efuas In-
glezas para homem e meninos, chales do meri-
no lisos a 4500, e bordados a 6, paletots de
alpaca preta e do cores a 5, ceroulas de linho
e algodo, camisas iuglezas muito superiores a
60J..1 duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, cortes de cassa chita a 3$, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapoliio com 30 varas a 4$800, 5$, 5S500,
6,7 e 8g, chitas inglezas de cores tkas a 200 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 e 4j, cortes de
calca de brira de linho a 2, dilas de meia case-
mira a 2240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
Cheguem a Pediiocha 40 Ba do Queimado. 40
Na loja do Preguica lia ra do
Queimado n. % tem para
vender
Chaly e merino de cores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de monlariade Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminulo prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bsslanlo largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o covado grvalas a fanlazia.o
mais moderno pos.ivel a 1 e 1200 cada urna, e
oulras muitas fazendas, cujos pregas extraor-
dinariamente baratos, ssfaro a expectativa
do comprador.
Machinas de costura
de S. M.Singer &C de
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranza
das ir achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ja do dia ou da noite
nesla agencia: nicos
agentes em Pernnmbuco Raymundo Carlos Lei-
1- cVIrmao, aterro da Boa-Vista u. 10.
**p%p& $mm GRANDE ARMAZEM I
centeJos de Brlto & Filho : desnecessario 6 fa-
zer elogios bondade desle xarope, nao s pelo
reconhccidocredilo de seu autor como pela acci-
taco que geralraente tem lido. Um eem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos orgaos palma.
uares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios, e no falsifica-
do c esta lithographada.
veis.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskcll, por preeos commodos,
e tambera trancellinse cadeias para os mesmos,
deexcellente aosto.
yn
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos mclhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southa Mellors & C*
Para os folgascs do Car-
naval
Gama & Silva, no antigo ater-
ro da ba-vista hoje ra
Imperatriz n. G0.
Vendem lindsimos chamalotes de alodio
a imitajodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por preco baralissirao que facilita faser-
ceura rico vestuario gastando muito pouco div
nheiro da-se as moslras com pinhor.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica cltonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4| o volume, podendo-se vender o le-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Carne de vacca salgada, em barrij de 200
libras : em c-a de Tasso Irmaoa.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor prelos de superior qualida-
de a IO, dilos francezes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a 14g, dilos de velludo a 8e 9-5,
ditos da Uontra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta e baixa a" 3 e
5$, ditos de fe] tro, ura sortimento completo, de
28500 a 6S500, ditos do Chile de 3j500, 5, 6, 8,
9, 10 e 12a, ditos de seda para senhora, dos mais
medernos, a 12$, chapelinas com veos do ulti-
mo goslo a 15#, enfeites finissimos para cabera
a 43300 e 5. chapeos de palha escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus preeos muito em conla, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
tendo diversas qualiaades para escolhcr, bonets
de galao, dilos de marroquim. dilos de vellu-
do, dilos eiifeitados, chapeos de'boa qualidade
para pngem. chapeos de sol. do ocdu pura me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muilos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguez.es vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Direila u. 61,
de Bento de Barros Feij,
Tachas para engenho
Fndicao de ferro e bronze
DI
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOTA.
Este incstimavcl especifico, composlo inteira-
mente de berras medicinaos, nao contera mercu-
rio, nem alguma outra substancia delectara. Be-
nigno mais tenra infancia, c a compleicao mais
delicada igualmente promplo c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaedes e ef-
feitos; pois busca e remove as doencaa de qual-
quer especie egro por mais antigs e cenazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : couseguiram
recobrar a saudc e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais aflictas nao devem entregar-=e ade-
sesperacfto ; facam ura competente ensaio dos
effleazes effeitos desta assonibrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saudc.
Nao se perca tempo era tomroste remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
% Ra N\)va n. 49, junto I
maigrejana Conceico dos%
\M Hitares.
H Nesle arn azem encontrar o publico 3*
V um grande o variado sorlimenlo de ron- f
|s: pas teilas, cemo sejam casacas, sobreca-
^ panno lino prelo e de cores, palelots c rl
<;* Bobrecasacas de merino, alpaca e bomba- M
zina prelos e de cores, paletots e sobre- >
;i casacos de seda e casemira de tores, cal- 2
! ensile casemira prela e de cores, dilas de <$,'
^ branco o de cores, de fuslao e riscados, Sj
4* cah-.is de algodao. colleles de velludo ^
h preto e de cores, dilos de setim preto e S|
m ios de fustocs e luins, fardamenlos para ^
g a guarda nacional, libres para criados. **
H ceroulas e camisas francezas, chapeos e E
,^ grvalas, grande sortimento do roupas t
~? Para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- W
dando ao comprador algumas das roupas S
fetasse apromplarao outias agosto do jk
tj> comprador dando-se no da convenci- 5
IP nado. m
Fazendas ,por preeos ba-
ralissimos.
Graode sortimento de fazen-
das para a quaresma, e ou-
tras muitas por baratissi-
mos preeos para acabar.
l)o-sc amostras com penhor.
Corles de vestido de seda de cores com
babados
Dilos de dita preta com babados
Dilos de dita goze phantazia
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordadas
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado lg e
Dila lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Dilos de cambraia c seda, barra ao lado
Orlandvs de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entreraeios bordados
Mantas de blondo brancas e pretas
Ditas de fil de linho prclas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dila de algodao bordados
Panno preto e de cures de todas as qua-
lidades. covado
Casemiras idem dora idem
Gollinh.is de cambraia de todas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lis^s e es-
tampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho c algo-
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de Moho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fostao brancas e de cores
Ce/oulas de linho e de algodo
Capellas brancas para noivss muilo finas
L'm completo sorlimenlo de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
9
9

19200
$
36000
1JS50O
10W0
16J00O
100

$900
I
9
5S00O
3?500
60C0
8S500
S
s
s
brancas e do cores para
para
O Preguica vende em sua loja na ra do
mado n. 2, as seguintes fazendas :
Lencos de cambraia lisa muilo fina, du-
zia
Ditos de cassa brancos c de cores, duzia
Cambraias de cores de diversos gostos,
covado
Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos com franjas de
rolrn-7, um
Dilos de dito bordados de velludo, um
Ditos de dilo com palmas de seda, ura
Alpaca de seda de quadros, covado
Meias muilo finas para senhora, duzia
Ditas dilas para dita, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Meias casemiras de quadrinhos, covado
Dilas dilas escuras com duas larguras,
covado
Cortes de dila muilo fina
Ditos de dila preta bordada
Brira branco de linho fino, vara
Dilo dito dilo, vara
Dilo dilo dilo, vara
Dilo dito dilo, vara
e oulras muitas fazendas que se vendoro
tade do comprador.
Quei-
lcSOO
13000
210
300
ae (n/1
ssooo
8J000
6 50
45000
3?600
3g000
500
1$000
6$-S00
8S500
15600
18400
1J>200
1000
a von-
-wm
mim
EM
mm N
Vendem-se fazondas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, era peca e a reta-
lho : na ruado Queimado'loja de 4
norias n. 10.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampoliis.
Arcias (molde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenjta-
cao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Bure/.a no ventre.
F.nfet mida des no venlte.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqucca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto intemitente.
Febreto da especie.
Gotta.
IL'iiiorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inllaramaces.
Irregu aridades
raenstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consurap-
pulmonar.
Relencao deourina.
Hheuraalisrao.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Algodo nionslro.
A 600 rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de COI) rs. a vara ; este algodao serve
p.ira loalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
covado
Meias cruas
meninas
Dilas de seda para menina, par
I.uvas de fio de Escocia, pardas,
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Dilas de seda idem idem
Um sortimento completo de luvas de
seda bordadas, lisas, para senlioras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Cortes de col'ele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muilo finos
Lencos de seda rxas para senhora
Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
iu supci'/itrs, vutmio
Tafel rxo, covado
Setim prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
Selim liso de todas as cores, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado a 200 e
Cassas francezas de cores, vara a 500 e
Lencos de seda de gorguro pretos
jCollarinhrs de esguio de linho mo-
dernos
|Um completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colleles, coicas de muitas qualidades
de fazendas y
i Relogios e obras de ouro y
| Corles de casemira de cores de 5& a 12j0C0
..'..".'.";."".":.' .........;;. ./\~. ...."-. .-^3
: 1
:j
13
:
:
i
ii
M
;>
: 1
i
8
1>600
320
?700
2.0O0
IpOOO
I

8,-tfOO
2?500
*
2gooo
lOOO
500
U600
9
te-50
?
15000
, :':
l--'
4,000 rs.
por sacca de milho; nos aimazens de Tasso
Irmos.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.llavana e Hesoanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
deltas, conten urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soirm
pharmaceutico. na ru da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
invengo aperfei-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do P.e-
cife n. 48, loja de Leite A: Irmao.
Sua do Queimado n. 37.
A 303 cortes de vestidos de seda quecustaram
60?; a 16? cortes de vestidos de phautasia que
custarara30; a 8g chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia. do Itecife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmo.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Era casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
SABAO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irmos.
inha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmos.
Milho
no armazens de Tassoji Irmos.
GRANDES VAHAD* SORTIMENTO
DS
Jlouaspleilaselazendasl
KA
Ltoja e armazem
:: DE
Ges & Bastos
Na ra do Queima-
:
i '
:.!
KJ
;
.
:;
don. 46.
: i
Y'

MKJ H. l*V. |
.: Ricas sobrecasacas de panno fino prelos ?)
S e de cores a 2SJ, 309 e 35?, tambera temos -:;
: paletots dos mesmos pannos a 22^ e 2r, ':
: paleols de casemira de cores de muilo :'
y bom goslo e linos a 12$, U$. 16$ e 18, di- :\
. los de panno preto para menino a 18 e '
!: -OS, dilos de casemira de cores a 88 e 10?, 11
(.; calcas de casemira de cores c pretos ejun- S*
: lamente para meninos a 7, 8, 9$, 10 e
V: 12S, colleles de Rorguro de seda e case- 11
h mira a 5g, 6g e 7$, paletots de alpaca pre- \'
M tos de cores saceos a 4, dilos sobrecasacos '
|: a 7$ e 8$, dilos de brim, de esguiao e de w
fuslao tanto brancos como decores a 4^,
K 4500, 5je6jl, calcas de brins broncos mu :,
: to tinos a 5g, 6 e 7, colleles brancos e de I
;; cores a 3g e 35500, camisas para meninos 9
.: de diversas qualidades, calcas de brins de-
:: cores finas a 3500, 4$ e 5, um rico sorii- i'
S nenio de vestidos de cambraia brancos :'|
K bordados do melhor goslo que lem oppi- :"
.: recido a 28, manteletes de fil preto e de p
;; cor muilo superior goslo e muito moderno J?
M a 20S cada um e 24, ricos casaveques de S
._: cambraia bordados para menino a 10, di- K
,; los para senhora a 155. ril0S enfeites de *
M froco de velludo goslo mellior que lem ap- 2
K parecido a 10 e 12, e oulras muitas fa-
|^ zendase roupas feitas que com a presenta 9
t':' do freguez se faro patente.
|Casacas para a quaresma
h Neste mesmo estahelecimenlo ha um :j
V grande sorlimenlo de casacas prelas, as- 3
E sim como manda-sefnzvr por medida a von-
y. lade do freguez. escolhondo os mesmos os ij
': pannos a seu goslo sendo os procos a 35 S
Camisas inglezas
:
--------------------0------- ^a
No mesmo eslabelecimenio acaba de che- *
(~ gsr um grande sorltmeoto das verdadeiras
^ camisas inglezas peilos de linho com pregas '?
fri largas, uliima mola, por ter-se muilo '
j1 qiiantidadp delerminou-se a vender por M
'.: menos do valor sendo a duzia 34.
JlitMiVMI :^~


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FEIRA 22 DE FEVERE1RO DE 1860.
fl)
FABRICA
M(flA
DE
fflP&l1ffJ SI
W&lkU.
Sita na ma Imperial n. 118 e 4 20 jnnto a fabrica de sabo.
DE
Setetio J.da Silva dirigida porHanocl Caroeiro Leal.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de differenles dimences
{de 800$ a 3:1)00$) simples c dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espiritos com graduago at 40 graos (pela graduacao de Sellan Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do impario, bombas
de todas as dimences, asperante3 ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de iodas as dimences e eilios para alambiques, tanques etc., parofusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadoicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lencol e barra, ziuco era lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenres de ferro a lalo,ferro succia inglez de todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitosarligos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeioao ja conhecida
e para com modulado dosfreguezes que se dignarcm honrarera-nos com a sua eonianra, acha-
ran na ra Nova n. 37 loja de ferrageus pessoa habilitada pata lomar nota das encoinmendas.
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho de Porlo engar-
rafado, e cm barrisde quarlo, por prego comino-
do : no armazem de Adamson liowie t C, na
ra da Trapicho n. 42.
Ferros de engomraar econmicos.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAHORADO
PELOS SUS.
* D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. Gillexandre IlermlnnoA. G. llamosA. Gnima-
resA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancaA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeitaE. Pinto da Silva" o CuntaF.
Gomes de AmorimP. M. BordalloJ. A. de Frailas OliveiraJ. A Maia J. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollaroJ. E. de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
Pir.'sJ. 11. da Cunha RivaraJ. J. da Greca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino CocllioJulio Mximo de Oliveira PimcntelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
Josj de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LoilcLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MiUosiRicardo Julio FerrazValenlim Jos da Silvcira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
roa
A. P. de CaminoI. F. Silvcira da MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalislico e a oflereccr aosleitores, ron-
riintamentc com a revista do que maia nolavel liouver urcorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as artes, alguna arligos originaos sobre qualquer destes assumptos, o archivo imvf.iisai.,
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicarse, lem salisfeilo aos bous lins, com a maior
exaclidao e regularidade.
Relogios.
Vendc-se m casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sorlimento de relogiot
de ouro, patento ingle/., de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; lambem nma
variedade de bonitos trancclins para os mesmos.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO 1IOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as naeoes po-
dem testeniunhai as virtudes dcste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle Ozeram tem sen corpo e mera-
bros inteiramonte sios depois de haver emproga-
do intilmente outros tratanienlos. Cada pesoa
Os abaixo assignados para commodidade do
respeitavel publico, procuraram e conseguirn!
eslabeleccr em diversos pontos desta cidade a
vendagem dos ferros econmicos de Blesse Draki
pelos mesmos procos por que tem vendido no
seu estabelecimento da ra da Imperalrizn. 10,
islo de 12ft porapparelho completo, que cons-
ta de ferro,fole c descanco. F.sta maravilha d'ar-
te americana um daquelles inventos de grande
ulilidade para a industria, pois nao s economi-
sa o carvo e lempo, mas se consegue em deter-
minado esparo de lempo engommar o triplo do
que se obtem cora um ferro rom mu m : com 60
rs. de carvo engommase um dia inteiro, s ne-
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chila rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancas a 3:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
ede 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zeru de fazendas de Ravmundo Carlos Leite Irraaos. ra da Imperatriz n. 10.
Nova confeitaria.
Neste novo cslabelecimcnlo encontraro as
pessoas de bom goslo os melhores doces seceos,
de calda, grande sorlimento de pastilhas, as mi- : P00cr-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
mosas cocadas nunca vistas nesta provincia as',,fi, ,ei,urn d,,s peridicos, que Ih'as relatan
amendoas de chicotes e torradas, apreciavel 'or- I \ ,.os ? dlas 1,a """''".s ;">nos ; e a maior parte
chala; na mesma preparam-sc bandejas com o dullas sa0 l:l0 sor prndenles que lo.nmpc so
melhor goslo : na ra da Sanzala-Nova n. 30. m',(il,'"s m celebres. Quanlas pessoaa reco-
, tirara m rom este .soberano remedio o uso de seus
T\T rtrtwf:i! bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
l\IlVrl PflTlTPll lFIl go4eno- nos hosptaes, onde de viam sofTror a'
1C tUI I U. a,,,,,,,,,1,:,,, | ,.||,.s ha muitag ,lup u0*3o dei- ra lJ\du ladu esquo viudo do Corpo Sanio.
Neste brilhanie e novo estabelecimento ha pa- moo esses asylos de padecinu utos, para senao
ra vender immensas qualidades de doces secco! suhmetterem ;i essa operarao doloroso foram
e de rada, para (erra e exportarao, preparado I caradas completamente, mediante o uso desse
por um novo methodo, bem como caj inleiro, preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
laranja e abacaxi em latas lacradas, como as que enfusiio de seu recouhecimento declararan! es
vera da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.' les resultados benficos diantc do luid con
mr* n 1 A I IHfl*0*e outros "'ffctra.dos, afim de maisautenti-
t) I Hll(| (10 yUtiniuilO 3 I Nieguen desesperara do estsdo de sonde sj
T vesse bastante contianca para ensatar este re-
LOJci (IC 4 POrtS. 15?!? constantemente seguindo algum lempo o
DA
FMfjIO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimento de moendas e mcias moen-
das para engenho, machinas de vapor c taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para dio.
Armarinbo do Recife.
Vcndem-se penies de tartaruga a Imperatriz,
a lOg, ditos de massa 2$,dilos de tartaruga di-
reitos a 5?, ditos de massa a 1f, enfeiles e vi-
drilhos pelos e de cores u 3600, lufas de seda
entalladas a 2 o par, ditas lisas al, leones com
plumas, espelho e bolota a 3c<)00 e oulras di-
rersidades de miudezas qita se vende o mais
barato pnssivel e d-se amostra : na ra da Ca-
deia do Recife ll. 5, loja de miiuiezas, a priuiei-
eir cuiasi
&&e&
m en trtalo que necessitasse a natureza
Chegou a este, estabelecimento um completo ('"J resultado seria prova rinconlcstavclmeute
cessila limpar o ferro miando se principia a ope- sorlimento de obras feitas, como sejam : pal- u'V^.^Z't.. i. ..#:i
rarao. o qual conserva s mpre o grao de calor o,ts de panno fino de 16$ at 283. sobrecasacas HSSST^ 2tKi2^
Inflammaro da bexiga
da matriz
O arrematante do pavilhao da praca de D. Pe-
do mal, dio II, havendo-0 mndalo desmanchar, vendo
que se pretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforro, poder
ser manipulado a vontade do mais dbil traba-
lhaJor, tem mais um apparclho que obsta a que
o calor do ferro possa prejudicar a'qucm com
ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin-
tcs lugares : praca do Corpo Santo n. 2,estabole-
cimento do Sr. Jos Alves Barbosa ; ra da Ca-
deia do Uecifo n. 44, dem do Sr. Tliomaz Fer-
nandos daCunlu ; ra da Madre de Dos n. 7,
de panno fino preto e de cores rauilo superiores Alporcas.
a 35tf, um completo sorlimento de paletols de i Caimbras.
riseadinho de brim pardo e braucos, de braman- i Callos.
te, que se vendem por prero commodo, cerou- ,.a",O!.r0S'
i., j_ _t. a I- Cortaduras.
las de linno de diversos lamanhos, camisas Dores de cabera.
francezas de linho c de pauniuho de 2j$ at 5 das costas,
cada una, chapeos frantezes para hornera a 8$, dos membros.
ditos muito superiores a 105, ditos avelludados, Enfcr*le8 da cutis
copa alta a 13j, dilos copa baixa a 10, cha- Ditas do'anus.
peos de feltro para homem de -13, .53 e at 73 Erupres c escorbti-
cas".
Fstulas no abdomen.
Publica-se todas as segundas feiras om folhas de 1C paginas, e completa todos os semestres da Praia n. 46, dem do Sr. Pedro Jos daC
um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes. '
Assigua-se no escrlptorio desle Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. 8. Castello Illanco ; ra do Livramenlo n. 36, i
dem dos Srs. Fonseca & Maiiins ; rua do Crespo | Cflda um, dilos de seda c de pallia enfeilados pa-
n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azevedo ;.ra meninas a 103, ditos de palba para senhora a
rua da Pen'na n. 1G. idem dos Srs Pinto de Souza ^S< chapelinhas de velludo ricamente enfeila-
& Bairao; rua do Cabug n. 1 B, na aguia de das a 2jj, ditas de palha de Italia muito finas a
ouro; rua Nova n. 20, estabelecimento do Sr. 25, cortes de vestido de seda em carto de 40j!
Antonio Duarle Carneiro Vianna ; rua do Impe- at 150j, ditos de phantasia de 163 at 35000, ilv
rador n. 20, dem do Sr. Guimaraes & Oliveira ;' gollinhas de cambraia de 13 at 53, manguitos Iufiami
rua do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodr-| de 1S500at53, organdys escurase claras a Vende-se este "ungento i
guesFerreira ; rua Direila n. !>, idem do Sr. i ^0^ rs. a vara, cass.is francezas muito superiores Seralde Londres n. '/2i, -Strand, e-na loja de
JosSoares Piulo Correia ; rua da Praia n 28 : e padroes novos a 720 a vara, casemirasde cor- loJos os boticarios droguistas e oulras pessoas
idem do Sr. Custodio Manoci de Magalhaes ; rua | 'es para colleics, paletols e calcas de 3;0 at ; toffffi^eTilSu *" '"^ An,C"C8
Costa -S o covado, panno fino prelo ede cores de 23500: Vende se a 800 rs., cada" bocetinha contm
Frialdade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas,
lar.oes
lammaro do ligado
Lepra.
Hales daspernas.
dos peilos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmdes.
Queimadclas.
Sarna
Siipuiaros ptridas.
a madeira de que elle se rompunha, a qual cons-
ta de prnnchdes de pinho, podaros do travos de
louro com 9 .almos de eoniprimenlo, forro do
assoalho de pinho : tratar no bazar da rua do
Imperador n. 6; queijos, batatas, casemiras, ce-
vadinha, amendoas, oos preros j annunciados
na mi'smo bazar.
Escravos fgidos.
Desapparereu d>: Goranniniia, provinrh do
Hio Grande do Noile, o mualo Lui/, rom os sig-
naes seguintos: aeaboclado, desbolado da cor,
cabello estirado e preto, lem falta de denles na
frente, pouca borla, estatura regular, e ha noti-
cias de que lem andado por Podras de l-'ogo :
Tinha, em qualquer par- quem o pegar, peder levar ao lu
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
da.- articlameles.
Veas torcidas ou noda-
das nas pernas
Prero da assignalura : pelos paquetes vapor 10>2 por anuo ; or navio de vela
brasilira).
Ha algumas colleccoes desde o cornejo da publiraro do jornal.
dem
[moeda' d Sr-J,,0 Antonio deliacedo; roa da Santa
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
na rua da Imperatriz, idem dos abaixo Essignados
Hay mundo Carlos Leile & Irino.
@ Vende-se na loja de Nabuco& C. na rua k
,'; Nova n. 2, mascaras de todas as qualida- 0
des, seroulas de meia e camisas d meta &
S proprias para o carnaval. ..-
;>eus propnetanos otterecera a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda el Vende-se um escravo crioulo de li anuos
uer obra manufacturada em seu recoiihccido estabelecimonlo a saber: machinas de vapor de ; de idade, sadio, sem vicio ou defeilo al -um pe-
- os (amarillos, rodas d'agua para engenhos lodas de ferro ou para cubos de madeira, moen- rilo ofiicial de sapateiro, born copeiro, e'aplo
rit ias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os taminhos, guindastes, guin- para qualquer servico: a tratar com o abaixo as-
los e bombas, rodas, rodetes, aguilh&es e boceas para fornalha, machinas para amasso man- signado na alfandega, ou em sua residencia
dtoca e para descarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ncini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de rento, arados, cultiva lojes, ponles, 'aldeiras e lauuues, boias, al varen "as.
boles e todas as obras de maehinismo. Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos
desenhos ou moldes que para tal lim forem apresen lados. Itccebem-se encommendas neste esta-
belecimento na roa do Brom n. 28 A e na rua do Collegiohoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Fereira, com queiu os preleudenles se podem
i nlender para qualquer obra.
rua da Saudade prlmeira casa con. sotao do la- luslao decores, os quaes
do do sol. l'edro Alejandrino de Hartos Ca-
valcanti de Laccrda.


wmm iPiiraniE s ipiemibiii.
3 RUA DA GLORIA, CASA 15 FUHB A 3
Climea \tot ambos os systemas.
rnn.r.P, SLi^ Moscos0 d cons',]i^ odos os dias pola manhaa e de tarde depois de 4 horas
Jo^ediKs^aer ao *<> Pra a cidade como para os engenhos ou outras
Os chamados devom ser dirigidos sua casa at as 10 huras da manhaa e em raso de ur-
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na rasa do anunnciante achar-se-ha onstanteraent
mentjsbomeopaihicos ja bem conhecidos e pelos preros scuintcs
Botica de 12 tubos grandes, ......
lutosde 2i dilos......
Ditos de 36 dilos. ... .........
Dilo de 48 dilos......,.......
Ditos de 60 ditos...... .......
Tubos avulsos cada um. ....... '
Frascos de linduras......" '
Manoal de medicina homeopalhica pelo Dr.'Jahr "tradu'zid'o
em portuguez com o diccionario dos lemos de medi-
cina, cirurgia etc.. ele. ......
Medicina domestica do Dr. Hering, cora diccionario.' .'
_________ Repertorio dn Dr. Mello Maraes. .
Rua da Imperatriz
numero 2.
al 10 o covado, corles de collete de vellu do
muito superiores a 9 e 12j, ditos de gorgurao
e de fuslao brancos de cores, ludo por preco
barato, atoalliado de algodo a 13280 a vara,
corles de casimiras de cores de 5 at 93, gresde-
naples de cores eprelos de 13600 at 33200 0
covado, espartilhos para senhora a 6, coeiros
de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12 cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 at 203 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2S400, barege de seda para vestidos, covado a
1>00, um completo sortinienlo de collelesde'
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de ;
por barato
prero, velludo de cotes a 73 o covado, pannos,
para cima de mesa a 103 cada um, merino al-
cocheado proprio para pale.ots e colletes a 2*800 Em casa do ^ A l,11,e & c da Cruz | pouco raas ou menoS] Q f d) Jq
o covado. bandos para armarao de cabello a 48, ha sempre para vender um completo sorti- abaixo assignado no dia 30 de otitubro do
urna !nstruccao em prtuguez para o modo de
azer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ruadaCrun. '2. em Per-
uambuco.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem ronheridn e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambera
cal virgom em pedia : ludo i>or urecos mue
razoaveis.
osavenda
gar cima, a en-
tregar ao Sr. Uanncl Pegado Corles, ou rusta
praca a Joao da Cunha Magalhaes, que ser re-
compensado.
Fugio no dia 7 de novembro do anno pr-
ximo passado o escravo Felippe, de nacao An-
gola, de idade 45 a 50 aunes, com os" signaos
seguintes : um lano baixo do corpo, cor fula,
tosa carregada, olbos pequeos, cara larga, sem
barba, falla lina e a voz sempre baixa, bocea
larga, com alguna cabellos brancos pelas fontes,
parecendo ser muito mancinho, porm muito
velliacn e menino a curador do emposlurias, do
bom corpo, pernas um tanto finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, propretario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Pela quem
o pegar ou disser onde de corto' est ^iu bem
recompensado.
Boa gratiGcago.
Fugio do engenho Monjope, no dia 9 do
crreme, o mualo Marcelino, alto seco, de [s
chatos, cabellos caxcaJos, alguma birba, c cerca
de 2 anuos d) idade ; bolieiro, e nao meo
creado de servir. Quem o apprehender, leve o
ao referido engenho Monjopc, sei generofamen-
te graiiPicado. $
Moleque Fgido.
lOO.s-OO de gratificarlo.
Roga-se acs capilaes de campos, e a toda a
' qualquer autoridi.de a appithensao de um mole-
que de no me Manoel, crioulo, idade 12 annos
e os melhores medica-
. lOfOOO
. 15)1000
. 20j!90
. 25|000
. (teOOO
. IJOOO
SfiOOO
20*000
103000
68000
nienteme
maior
meSteCTuS r?P t P-Cftlm,cnt?' qe pelos no vos mrlhoramentos feilos acha-se conve-
con mol il.: :, y "1",,'"' d, V d"ombro em vante, contratos mensaes para
tantos SacnTc1oseCIi0miaUO puWlC0 de ^Cm os apritanos esperara a remunerara de
Assignatur. de banhos trios para urna pessoa por roez .... lOftOOO
e mornos, de choque ouchuviscos por mez 15000
___________Senes de rartoas e banhos avulsos aos oreos nnunciadwi.
Reloos.
Vonde-seem casa de Arkuright & C,
i Vendem-se
I queijos superiores a 23, manleiga inglcza a 1?,
1." qualidade,cha do melhor que ha no morcado
a 23-210 a libra, azeile doce francez a 800 rs. a
m at L., ma da garrafa,passas a 500 rs. a libra, c manicura tran-
Cru/, jimazem n. 61, relogios do fabricante Hi- ceza a 560 rs..e btalas a 60 rs ; na traversa das
qhbury, sendo qie pelo seu perfeitomaehinismo Cruzes numero C-
pode-se usar com coberla ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingiezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadeia do Recife n. 36. '
Espirito de vinho com 44

"i
fg
gl
a
a
S
i
I
O Fslopa. S
Camisas inglezas. (;(
Bisooutos cm latas. $
;;; Era casa de Ai kwiglit ,.-, mero 61. f$
Vende-se superior linha de argodo, bran-
r
til
do tomate nova a i|28u a ti ora, peras seccat
640, ameias a CO, chocolate fino do melhor
autor de Pars a 1500, amoizas francezas em
latas delSe 6 libras, e a relalho a IjiiSO, um
sorlimento de potos vidrados para botar niantei-
g^, de 1, 2, 4 o S libras, queijo suisse novo a 800
rs. a libra : vende-se ludo por menos prero a
dinneiro.
Aos senhores ourives.
No hotel da Europa ha para vender fe-ramen-
las para ourives, laes como : cylindros rom 17
rolos, dos quaes 15 gravados e 2 rlleos, 1 banco
de estirar com tenares c fieiras, toles a franceza, |
com fundo de loica, ale., leares e limas
Na rua da Cadeia do Recife n. 50, orimei-
ro andar, vende-se vinho do Porlo engarrafado
emcaixiubas do duzia, dilo dito velho muito su-
perior idem idem, raixas com velas de carnau-
ba, ditas com ditas do espermaceto, acafates e
balaios de diversos lamanhos e differenles rao-
dellos. um res I o decadeiras, obra do Porlo, coa-
las domadas, apilos, loalha de panno de linho e
algodo para mesa de dilVerentes lamanhos, loa-
Ibas de linho e algodo, banis com cal de Lis-
boa
Vendem-se fogocs de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conloado -i forna-
lhas, e Tomo para cozinha cora lcnhaou carvo,
ptima invenci pela economa de gastar um
torco de lenha ou cor\5o dos antigos, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a dill'erenca de se-
rem amoviveis, oceuparem pequeo espaco da
casa, e de fcil rondurrao: vendem-se por pre-
;us muilo mdicos, na fundirao de Francisco A
Cardoso (Mosquita) rua do Br'um, e nas lojas de
lerragens de Cardoso, junto a Concoicao da pon-
le do Recife, e rua do Queiinado n. 30.
Arados americanos e machinas
para lavarroupa: cm casa de S..P. Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
Aos senhores dentistas.
Destes menanos.
Vendem-se por atacado ou a retolho, de todas
as qualidades, o aterro da Boa-Vista, actual-
mente rua da Imperatriz n. 10, loja.
ma y
Vande-se espirito'de vinho verdadeiro com 44 CM' ^ Sr!t* !,m,.n?,vcl,t'#, Para cst,,ra,: em
casa de Seuthall ellor & C, rua dn Torres
n. 38
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
undas: na rua larea do Rosario n. 36
Lencos de labyrititho.
Grande sorlimento de tennis de labvrinlho
chegadosaesla loja, de muito bonitos desenhos,
que por goslo se podem possuir, e por preros
muito baratos : na rua Nova n. 20, loja "do
Vianna.
Nao se enganem, defronte do gaz, no
bazar da rua do Imperador.
Ratitas hamburguezus a IjJ a arroba, cortes de
casemira pira calca a 3:500, superior alelria a
5J a caiza de arroba, queijos flamengos, os quaes
se vendem nas tabernas a 2jW0t>, por 18609 cada
um, obras de ouro de 18 quilates, quasi semfoi-
tio magnificas caixinhas de abruuhos com cerca
de 3 libras, a 3? cada urna.
= Veudc-se un terreno com 318 palmos de
Grande sorlimento.
45Ba Direita-15
Os estragadores de calcado encontra-
tao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegains aristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustre e bezerro)..... 800o
Borzeguins arranca tocos.
Ditos econmicos.....
Sapatoes de bater (lustre).
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ...... 5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4j500
Borzeguins paia meninas ('or-
tissimos)..........i.^'000
E um pe feitosortiment de todo cl-
ao p do arco de Santo
Antonio,
chegou um rico sortimento de fronhas de laby-
rinlho e lo-ilha.
Facas de cabo de marfim.
Iliquissimo sorlimento do faas de cabo de
marfim de todas as qoalidades, para mesa c so-
bre-mesa, desde o mais fino al o mais baixo,
por precos muilo baratos : na rua Nova n. 20,
loja do Vianna.
Vende-se urna escrava mora, crionla, de
idade de 1 annos, bonita figura, engomma bem
e cozinha o diario de urna casa ; na rua Direila
numero 3
Camas de ferro.
Grande sorlimento de camasde ferro para urna
o duas pessoas, dos mais lindes modellos que
lora viudo a este mercado, assim como tambera,
ditas com lona pira honiens e meninos, por pre-
ces muilo baratos : na rua Nova n. 20, loja do
Vianna.
Farelo a 6#000.
Sarcos grandes : na rua Nova n. 52.
pessoas que pr>,.- -
sarem podem cmpralos com 20 ou 30 CpO de ,l,aile Para sediizir, desde j protesta o mermo
abaixo assignado de cahir sobre ditolarapio com
lodo o rigor da lei, egralilica da maestra cima,
menos que em oulra qualquer parle.
Bezerro francez
grande e grosso:
na Direita n. 45.
Ni
Rua do Livramenlo n
( nqutlle que !he der noticia certa, e paga toda
i despeza que se fizer com o mesmo moleque para
, se effectuar dita aprehensao, legando rua Nova
o. 21. Francisco Jos Germano.
Fugio do engenho Santos Mendos da co-
loj.i deCaminhi Irmos & C, lem venda gioz
preto de 1}700 e l^JHO,
21 marra de Na/arelh, de l.aurentinoComes da Cu-
j ha Pereira Bellrao.no dia 83 de Janeiro proxi-
: mo passado, una escrava de norte Josepha, uue
! reprsenla ter 30 anuos de idaae, pouco mais ou
Calcado Barato.
ris, pelo barato prego de&tfOO, sapatos rasos pa-
ra hoiuem a 35(>0, 4>">00 e 5j.")00, borzeguins
para crianras a 3| e 3$500, sapatos do tranca pa-
ra homem a 1;800, e sapalos de bezerro'para
homem a 4:500 ; na mesma casa lem sorlimen-
lo de sapalos de borracha para homem, senhora
e meninos.
Vendc-se una escrava muala, de bonila
figura, de idade de 14 a 15 anuos: a tratar na
rua do Crespo n. 14, na loja de Simplicio Xavier
da l'onsec.i & C
Vende-se mol para embarque : no cae: do
tST Defronte da malriz da Boa Visli'.n.RG, ven- Ra^v "',' i-
dein-se e alugam-se bichas de Hamburgo, por
menos do que era qualquer oulra parte, amola-
se qualquer feria menta, tira-se e chumba-se
denles, sangra-so e faz-se ludo quanto perlence
e arle delarbeiro.
Na rua do Trapiche n. 1 i, vende-se o cen-
lo de ceblas a 800 rs.
Para o carnaval.
Vendem-se casacas e sobrecasacas de panno
fino, proprias para o carnaval,pelo diminuto pre-
ro de ig, assim como grosdinaples de cores para
vestuarios al9200 ocovado: na rua Nova n. 1 i.
'cy >r> \-> *:* .>
rfi
&&&HZSl g&:
da ullima moda.
Vendem-se bibis recenlemente ch*M- 2
Iho na praca do commercio, ou mesmo der no-
', liria certa do lugar onde olase acha, ser retom-
>a rua da Cadeia do Recife n. 45, esquina da pensado.
Madre de Dos, veodero-se borzeguins de bezer- WAaAAA 1 P
ro para homem, de umoplino fabricante de Pa-! ^I1SIgJI| flrt (Tf^I '|tf*fl/**'lA
Fugio no dia 30 de Janeiro findo a escrava ca-
bra, de nome Josepha, idade 50 annos, pouco
mais ou menos, curta da vista,, falla do denlos,
allura regular, nian.iueja quando anda, por ter
os lornozellos um pou. o enchados, acabou de ser
tratado de frialdade que soffria ; esta escrava
consta que anda pela Boa-Vista, e eom mais ve-
ra na rua do Cotovello, onde presume-se que
esl alli em uma casa acontada : portento, roga-
se de novo as autoridades poli.mes c pedestres a
captura da referida escrava, e leva la a sua se-
nhora na Soledade, estrada de Joao Pernal des
Vieira, sitio da casa einzenta, querecebor a ;:ra-
lificaco cima.
Continua a estar fgido desde o mez de ou-
Iubro do anuo prximo passado, o escrai i -
theus [que se intitula .Mathi.'s), de naSO '.
la, reprsenla ter 5(1 anuos de idade, "iom falla
de denles na renlp e os dedos das mos fovriros;
ese preto foi esclavo dos herdeiros de Jo-i' I.u-
ce.) Teixeira Cavalcnnii, que ti-em ufara no He-
medio, e sendo levado i pra> i | or execi cao
contra os mesmos, foi arrematado por Joaouim
da Silva Lopes em junho ie 185, e consta que
o mesmo preto se acha em uma casa trbalban-
a taberna do pateo do Torro rr
14, com gneros ou s a arma, o, come) melhor
convier ao comprador: a tratar na mesma taber-
na, ou na rua Augusta n. O.
LEITE,
No dia 21 do corrente em diante, vende-se to-
dos os dias leile liquido, sem mis tusa, a 2S0 rs.
a garrafa das 7 1/2 do dia at as i) horas, na rua
eslreita do Rosario, venda da esquina n. 10, co-
mo quem vai para a rua das Larangeiras.
_\o armazem de Emilio Lourenco, rua da
Cadeia do Recife n, 59 tem para vsnder um
piano de nova invenc,ao, que alm de suas excel- do occullo, pelo que protesta o annuiidaiite usar
lentes qualiJades, pode ser locado por qualauer; fom lodo rigor da lci conlra 1uem livrr occnl-
r, .inda ,ue nao ,cha Ie, csjo L- ^SlTSSi'StrS&SX.
R()0() I $$ aos (chapeos de senhora para passeio
* at> no
CiiOOO
5^000
frente, na rua Imperial desia cidade, lado da PTfln P .lannillr. mo 100 f U !
sombra e da mar pequea, dlvidlndo ou limi- \ C dd1uill <{"* erve para abnca-
tando os fundos rom esta, em exicnsao de mil e lo, como sala, couros, marrociuins, cou-
lanlos palmos, tem pois plena capacidad para1 i r /.. .
uma boa olaria, ou um sitio para edificado de r0 de lustre, lio, Utas, Sedas etc.
diversas ras de casas : os prelendentes diriiam- **. ___ ^___-.
se a rua da Concordia, loja do sobrado era obra i 8f 8 @
que confronta ctm a entrada para a casa de de- V Vendcm-se chapeos-de oleados para pa- @
lenro. ;'- *eas a 3 : na loja de Nabuco o C. na rua
Vendem-se pipas e harris novos de Lisboa : I; fova n" ^'
no caes do Ramos n. 2, escriplono de Prxedes
do Silva Gusmo.
= Vendc-se um born e muito novo cavallo
para carro, assim como um carro do 4 rodas e
todos os arreios na rua do Queimado, loja de
Seccagens n 14, *
r= Vendc-se uma casa nes Afogados.no prin-
cipio da rua do S. Miguel, a qual lem excelen-
tes commodos para uma familia : quem a pre-
tender, dirija-se a rua Direita n 33, que adiar
eom quem tratar.
segundo andar do sobrado da esquina s?.-
da rua doQueimado por cima da loja do ,*
Sr. Preguiea, entrada pelo becco do Pei- g
xe Frito n. 1. S
Altenco
Vende-se uma porco de burros en-
tre os quaes existem 40 pa re has, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carrefjamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva A C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante dwin Maw : a tratar no
I mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
hnm sobre a msica.
Sapatos do Aracaly.
Vendem-se sapalos do Aracaly por mdico
prero : na loja de miudezas da rua da Cadeia do
Recife n. 7.
eiaese capiiacs decampo a captura do me:io-
riado prtlo. mandando leva-lo padaria de An-
dr & Narciso, nas Cinco Ponas, d'onde so au-
senten, ou casa de sou sonhor Joaquim da Sil-
va Lopes, na travessa da Madre de Dos, no Re-
cife n. 16, que gratificar gcnerosaraenle.
Fugio do engenho Inliaman no dia 12 do
; corrente, um moleque crioulo, de nome Galdino,
m
acha
Pennas de ac inglezas.
Na rua da Cadeia do Recife laja de rppre6erila ter de idade 20 annos pouco misTu
udezasn 7 de (nedes finnrilvrt i menos, baixo e grosso. muito pouca barba, ca-
luaezasn. /, ae tmettes a oncalves,. bera compriua% olhos pequenos e furid0l Ps apa-
inamse a venda as verdadeiras pen- Ihelados, falla do denlos na fenle, chapeo de
nas de ac nuezas fabricadas de ac Si0?.1?levo", ,'S;,raa raupa, juiga-se quo foi il-
-dfi.. ,;i,ni-1, i. T *___ i ludido por alguma pessoa : quem o ocar diri-
refinado de primeira tempera e sao ap a-soaoSr. Jo% Francisco Carneiro na rua No
plicaveis a toda a qualidade de letra <7 ou "o engenho Inhaman, que ser bem re-
conforme a opinio do insigne profes- ,comPsa(?o-
.^. .! ir i r- -ii ,, -"o oa 'V de Janeiro do presente anno fu-
sor de call.graph.a Guilherme Scuily gio do engenho California da freguezia de N. JS.
que ha pouco esteve nesta c dade por ua r-uz escrav0 Francisco, de nacao Angico,
conta de quem sao v.ndidas pelo modt-: K Il-uc," mais ,u ",l'""s 3? a,"nos> estaluia
' 4AH ^"uul baixa, cor bem pela, cara redonda o muilo ta-
co preqo de UJ a caixa, dinneiro a .Miada, os olhos um pouco enchados por oslar um
vista, ponco locado de frialdade ; levou camisa de azu-
n ^ \.' i *n **i ceroulas compridas de algodo da Rabia
LOmpailQia de lllUminaCaO a < calca branca o camisa de madapolao, jaquelado"
nny I panno fino prclo j usada, chapeo de palha do
oa# .carnauba : roga-se a qualquer pessoa que oap-
No armazem da rua do Imperador n. i prehender, leve-o nesta pra^a a Jos Joaquim
11 *- S'obo, para candeeiro. j ffl; TSKiSSR. tZSl
a I.yXIU. querendo, a gratificaeo de 50g.
Escravos ainnr.adns f5 Nodia 15,,Crrcnlcri,soum escrevo cri-
vh V X II a ?U' Pr nome aedido, moco, baixo. e grosso
Vendem-se 2.escravos pecas de 18 a 20 annos [do corpo, quando falla gagueja : recommenda-
de idade, 1 booilo raoloquo de 12 annos, 1 ex- so as autoridades policiaes c capilaes de campo
cellonte^ escravn ptima cozuheira de 26 annos a apprehenso do mesmo, dirigindo-so a rua do
por l:200j|, 3 dilas com habilidades : na rua das
Aguas-Verdes n. 46.
Crespo, loja n. 10, que serao generosamente re-
compensado.


(8)
Litteratura.
Os Indgenas dos grandes desertas da
America Septentrional.
[Conlinuaeo do n. 40.
XII
do nivel do mar.isto 6 .porto de 700 metros mais
alto que a dos Montes Rodiosos e i 1:335 kilome-
tros das Dalus do Colombia.
Soguindo o curso do Frucla de Carne Verme-
Aspeclo dos doscrlos.OHiimboldl.ola sobro ,/,<,, chega-se ao lago da Pyramidc na Grande-
os vajanlos.-*los da Grande -Baca.Lago j Baca*. O r, largo, sombreado por algodoeiros
da ryramido.-Cordlhci.a das C3SCatas.-Rio e costeado de grutas, habtaees de mullas fami-
dis.niO.las.-Orpgoii.-Sci clima -O Coloro-I i.as indgena. Veem-se "tambera as praias
b a.-Fioreslasdo Orogon..-Fo:te \ aiicoaver.- j mu|0S p0vOados indgenas formados por choiipa-
nas folas de pal ha, e cujos babitantes teeui um
grande nodo dos brancos.
O lago da Pyramidc urna grande e bella cas-
cala verde cullucada i 1:030 metros cima do ni-
vel do mar, e 230 cima do do grande Lago
Salgado ; esta por assim dizer encallado cm um
| circulo de collinas e montanhas, junto as quaes
1 cresccm montes, l'ephedra occidentalis, cuja cor
metros de circumterencia na base sobre cincoen- | grande deserto lu nleressanie quao penosa de
ta e dou3 de altura. A passagern mais elevada ser visitada,
no sul de Sierra Nevada a 3:120 metros cima
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FEIRA M DE FEVERMRO DE 1860.
-Florestas submergidas.
Monte dos sepulcros
Cscalas do Colombia.
O coraco entrisleco-se ao pencliar-se nessa
regi.io estranba c melanclica, s Indgenas
que a babilam tirm isoladamcnte em familias
oh aequenos bandos ; emigram segundo as es-
tacos de um lugar para outro para procuraren!
seu alimento em algumas raizes selvagens
... ..... *.*.vm Niviiit. i cuncui ,, ott.,uc/,iau.. cuta cor
mesino3 ammaes au sao raros. Lm silencio ,i ... ... .
. .-ombra anda augmenta a tristeza desses higa-
moral, momo, terrivel, reina continuamente
Assim ao passo que os valores seguraveia cl,e-
gam a 187 milhares, as companhias s se res-
l.ntre os jazigos de basalto c rochas volcnicas ponsabilisam por 40 milhares e 310 milhes
i c-.> (imiiliiiHiiln a .1 .. ___ i-i. a..
v-se egualmente jazigos de umt argila branca
de porcellana.cuja finura poderia rivalisar com a
massa de Scvres e de Saxe.
A Cordill.eira das Cscalas assim chamada
87 milhares ficam portanto nao seguros.
Qual a parlo da agricultura na somma dos
valores seguraveis? Fixaram-na em 30 milhares
para os bens ameaeados pelo incendio e era 17
nhas. A' O. ella aprsenla urna barreira de nu-
vens, nevoeifos e'agusceiros qu'veem do Oca-
no Pcifico bater do encontr seus escabrosos
xa central, os habitantes nao teriam mais que
pagar premio ; a cotisaco nao recomecaria a ser
exigida, sono quando se produzissem novos s-
nistros.
A respeito das vistorias, to caras hoje, o con-
selho municipal, auxiliado por homens especiaes
escolhidos no lugar, |procederia por si mesmo na i
avaliacao dos sinislros e os regulara do modo
mais proveitoso para a caixa municipal. Esacs
ajustes nao custariam quasi nada.
Tal em resumo a substancia do novo syste-
ma. Eslabeleendo enlre todos os cidadaos da
. municipaldade um laco intimo de soldariedade,
nesses lugares dir-se-hia que a morte paira
nessi athuiospheia sera vida c sem voz, e que
prepara um tmulo ao viajante que penetra nes-
ses desertas.
Um outro carcter singular desses deserloa,
o ph.-nonicno que aprsenla a niaior parle dos
regalos rolando rom fracasso nesses enormes bar-
rancos chamados canns pelos Mexicanos. Es-
ses barrancos, s mnis das vezes impenetraveis,
sao cavados pelas aguas, as entranhas da Ierra
al 100 e mesmo 500 metros de profunddade,
formando s vezes muralhas perpendiculares de
tal serte approsimadas que poder-se-hia passar
de urna niargem oulra por meio de una ponle
de pequeo comprimenlo.
O mais bello dos regalos que banham a Gran-
dc-Dari-i o llumboldt, assim chamado pelos
Americanos em teslcmunho de respeito e estima
que professam pelo Neslor dos viajantes cient-
ficos. Este regato apenas conhecido dos cala-
dores : todava algumas cartas o mencionam sob
os nomes de Santa Maria ou de Ogden. Tera
dous bracos que nascem em um grupo de mon-
tanhas siloadas 5 oeste do grande Lago Salgado ;
depois de um curso de 70 kilmetros, os dous
bracos reuncm-se em um s leto e-vo perder-
se na balda da Sierra Nevada, sem todava lo-
cal ;i. O llumboldt nao lem allluentes ; pro-
porcao que avanca para lesle, perde seu volume
com a absorpoo e evaporadlo de suas aguas o
tero na em um lago pantanoso cujas bordas sao
razas e eebranquicadas por incrustacoes salinas.
Em lempo de seccas o llumboldt nao tem mais
que 1 ou 2 metros de profunddade ; a reguo
por onde elle passa arenosa e sem Ierra ade-
quada cultura ; suas margeos immediatas sao
fertilizadas por terrenos de alluvilo que o rio
acarre! por occasiao do degelamento, o sao igual-
menle sombreadas por bosquetes de salgueirns e
algodoeiros. Por e.spaoo de mais de !00 kilme-
tros honhum obstculo inlerrompe o seu curso ;
sua direccao de leste oesle serve agora Je ca-
minho aos emigrantes que se dirigem alta Ca-
lifornia. O valle de llumboldt foi por raulo lem-
po o ponto de reunido dos cacadores, dos via-
jantes e dos empregados das grandes companhias
americanas de pellos, que ah vinham passar
una parle do invern ; porem presentemente
esses intrpidos filhos do deserto armara suas
tenias la mais para o nodc.
Os outros ribeiros da Grande-Bacia sao : les-
dilheira elevam-se sele picos que se avislam de
mui longe ; sao os monles Tsalhl, Pili, JelTerson
Hood, Sania Hellena, Regnicr (ou Rainier) e Bal-
ser.
O lio das Cscalas um dos principaes tribu-
tarios do Colombia e lan^a-so nelle um pouco
es, ja tito tristes por sua aridez. Suas aguas "tima das Dalas. Sua embocadura dividida
_ em milito bracos. Ncslo lugar os dous rios ri-
Isalhl ale s possessoes inglczas ; cima da cor- de eulao, osses valores poderiam ser ohjeclo de
(llt!lHl!':i il .1 i '1 ni w-,l cun riir>ii.- .. ^_ _.*___ I _
tranquillas marulham ou brandamenlo raurin
ram em suas bordas de rochas ondeara. Em
sua exlremidade meridional eleva-se, 200 me-
tros, urna pyrarade natural de admiravel seme-
Ihanea corn as pyraindes do F.gyplo. Carneros
selvagens vem saciar-se borda do lago, cujas
aguas um pouco saleadas conteem enormes tro-
tas de carne vermelha de mais de 1 metro de
comprido ; bandos do patos agilam-se as ligei-
ras vagas e do um pouco de vida a essa natu-
reza profundamente calma que faz lembrar o si-
lencio dos mais profundos deserlos.
Do lago da Pyrarade pode-sc contornar a
Grande-Bacia para visitar o Colomba, o Oregon
e os mais bollos deserlos de noroeste. Nestas
vistas drge-se para a Cordilheira das Cscalas,
que a prolongado septentrional de Sierra Ne-
vada, e que se costeia desde o lago Tlamath al
s Dalas do Colombia.
Logo depois de ler passado o lago da Pyramide
para chegar Cordilheira das Cscalas, subindo
para o norle,passa-se por um paiz rido e areno-
so no qual a herva sempre esl salgada, ou leve-
mente coberta de urna eflorescencia de sal. O
artemisio, essa planta amiga dos deserlos, que
vigora no mais ingrato solo, ordinariamente che-
ga ueste lugar a 3 metros de altura, eraquanto
que as oulras plaas vegetam e immediatamente
raurcham junio sua vigorosa irma. Em cer-
tas distancias encontraro-se lagos lodoscs e sec-
eos, alguns cheios de lmpida e pura agua e de
rebeotocoes de aguas thennaes. A primeira e
lalvez a mais consideravel dolas, a que se acha
a alguns kilmetros nordeste do lago da Pyra-
mide ; jorra estrepitosamente o com ioterralos
irregulares do centro de urna vasta bacia ; a agua
clara e impregnada de sal coramum, porem
em mui pequea quantidade, do sorto que pode-
ria servir para coser os alimentos. Sua tempe-
ratura de 208 oas bordas, porem no centro da
bacia deve ser muilo mais elevada.
Dahi al 53" Iat. N., os reservatorios que rece-
bem as aguas das monlanhas succedem-sc quasi
sem interrupoo. Resta latilude, as montanhas,
esquerda, desapparecem c formara urna espe-
cie de bahia, leudo a apparencia de urna mea
la ; dcixam em sua base un fundo raso, co-
berto de arlomisos, de hervas salitradas c de
terrenos pantanosos.
As singularidades da nalureza em todo o cara i-
rj---------------- -w. ww....... ,_.,.. (.ni tviuw V Vil'UII
te o fibeiro do Urso, que nasce na cordilheira nho sao to frequeules que serio precisos muito
dos Timpanogos e vai lanrar-se no grande Laso- mais volumes para torna-las conhecidas ; tam-
Salgado, dedoia de ler rogado um valle tortuoso,
lo frtil como piltorosco, d- 263 kilmetros de
exlensao ; o L'tat e o Timpanaoxa ou Timpana-
gos que lancam-se no lago Ulat ; o Sicollet que
vai formar o lago do mesmo nonio ; oeslc o
llibeiro da Frucla de Carne Vermellia que des-
emboca no lago da Pyramide ; o Caison, o Wat-
ker, o o Oire/i que precipilam-se da Sierra Ne-
vada c rao perder-se nos lindos lagos que rece-
bem seus nomos. Ve-so egualnieuto as regioes
anda nao exploradas multas correnles d'agua que
os luropcus nunca vistaram, porem quo nao
escaparlo por muilo lempo 4s explorando* scien-
tifleas do governo dos Estados-Unidos. Tal o
geral aspecto destes deserlos, cuja apparencia
mais asialica que americana, oque merecom que
lhe consagremos algumas paginas para tornar
conhecidos os seus maisimporlantes detalhes.
Para ir-se de S. Francisco all California na
Grande-Bacia, e dahi ao Oregon ou aos Estados-
Unid is, sobo-se aoltio dolos Americanos c alra-
vessa-se a Sierra Nevada em 39 17' 12" lat. N,,
perlo da nascenle de Fructa de Carne \ermelha.
Esta oassagem de55kilmetros, leste da No-
va-Helvecia e a 2.D0 metros cima do nivel do
mar. No invern mui diflictl alravessar a Sier-
ra Iterada, por causa dos iuextrncaveis desfila-
deiros das montanhas espantosamente escarpa-
dos e das abundantes neves que caracterisam
esta cordilheira. No verlo porem este camnho
do ama belleza pilloresca, grandiosa c maravi-
lbosa, que nao se enconlra nos Pynneos, nos
Alpe:s e mesmo no Hymalaya. Os penedios de
|ava, que por toda a parte se achara, teem um
aspe:to grantico e conteem numerosos fragmen-
tos de obsidiana. O pinheiro de nozes (Piniis
woiio/i/ii/us) cresce em abundancia as duasver-
tcntes du cordilheira ; a noz oleosa, porem de
sabor agradavel ; consliluo o principal alimento
dos Indgenas dcstas regioes. A 3:000 metros
cima do Oceano.os cedros as mais das vezes che-
gara altura do 45 metros e o pinheiro amarello
[Vinis colorodus) de que era grande parte se
corapcm as florestas do noroeste da Sierra Neva-
da, t.;ra a medida anda frequentemenle de dez
bem s nos permiltido assignalar algumas, con
forme se forcm aprescnlando ao nosso espirito.
Logo que se passa alera da mcia la de que
acabamos de fallar, volla-se um pouco para oes-
te para entrar no valle do Rio das Quedas. Esle
paiz semeado de pongos e mesmo mui difiicil
de percorrer. O que a imaginaco podo conco-
bor de mais meJonho ahi se acha reunido para
atorrar o mais desternillo viajante. Aqu e acola
veem-se barrancos e enormes precipicios, abys-
mos incriveis, picos gigantescos, cumes escarpa-
dos, penedios derrubados sob os quaes borbotara
aguas espumantes c reapparecem um matante
depois sob um co aborto ou sob um zimborio de
sombra folhagem, que vigora cora exuberante
orea em monstruosas tortuosidades ; florestas
inaccessvois, abysraos horriveis que continua
mente echoam o ruido das cscalas.
Em quanto que, a vista espantada em delicias
pouza nos cimos azulados das longinquas monta
se florestas de abetos e pinheiros cujos conos o
fractos tecm at 50 centmetros de comprid.
cima das florestas elevam-se picos cobertos de
nevo, habitados, na imaginaco dos Indios, por
espalos e genios. Rochas balsaticas de formas
phanlasticas ligara as planicies s montanhas por
una successo de planuras escarpadas, sobrepos-
tas como os degros de urna oseada. A accao
volcnica sobre as collinas semoadas de cedros e
lrices de 50 metros de altura, nasccnles de aguas
thermacs e gazozas; regatos, rios e torrentes quo
caliera nos profundos valles tornam essa parle do
._._------- ^ v^ v,o miifciiuigiij priu iuu'iiuiu eru 1/
em virtude da quantidade de cscalas e trrenles milhares para os bens que os oulros flagellos po-
formara os nos que nascem nesaa monta- dem akancar. O tolal desses valores eleva-se a
17 milhares e as companhias de premio fixo ou
mutuas rao garanten) mnis de 5 a 6 milhares.
Valores agrcolas para mais de 40 milhares i-
LtfmoSas es Z^ Ti l ,f*o T'! Cam' PS' CXPS'0S 'dS ^^ Sm *** Hlf bfi. intimo de so.idariedadc
e.,sas montanhas estenden -se desdo o monte possam esperar a menor roparacao. Como, des-los sinistros voluntarios lornar-e-hiim imnossi
isall.l ale s possessoes malezas: mima da mr. rfw o.,ir,n o, ,.i. ..:________t-... 1UI"""0^ u.rnar se mam impossi
>eis. Achandjo-se cada particular vigiado por
lodos os oulros, que teriam um inleresse directo
em que a colisaeo diminuisse, nao poderia in-
cendiar sua casa impunemente Os crimes de in-
cendio, que a falla de vigilancia facilita hoje,
tornar-sc-hiara entao rarssiraos.
A dcscentralisaeo dos seguros, quo seria pre-
ciso grupar e^m todo o territorio, o estabclcci-
mento de.uro laco desolidaredade entro os ha-
bitantes da municipalidade, a reuniao dos pre-
mios n'uma caixa local, a reduceao ou suppres-
ella dcscentrahse o seguro, que estabeleoa oor
commnna ura centro do accao e que deie aos
meamos CU'dad d6 adminis,f8rem por si
.ie^?is, 2 crcdi, agrcola, coroo o entende-
mos, s pode ser estabelecido solidarisando entre
si todos os interesses da coramuna. Comecemos
pois por constituir essa solidariedade. organi-
sando o seguro e resolvido esse primeiro proble-
ma, tornar-se-ha fcil a solo, ao de todos os ou-
rasricUuPltuCrar. 6rem *?* 0Cna Propri^
(Jacotes Vasebues )
[Presse H. o.l
Variedades.
alisara em largura e fazem um ruido espantoso.
Os Indgenas ah vao ler em certos lempos para
pescar salomes. As margens do fl/o das Casca-
las parecem contor muito carreo fossl ; na su-
perficie da torra v-se muito chumbo argent-
fero.
O Colombia um dos maioros rios da America
Septentrional ; seu nomo lhe foi dado pelo capi-
lo Gray, que percorreu urna parte delle era seu
avio o Colombia, em 1792 ; foi successiramenle
una garanta e servir de penhor a um eslabelc-
cmento de crdito agrcola ?
A primeira cousa a fazer, antes de crear esse
ramo do credilo, sera organisar o seguro. Mas
seria preciso que esse seguro abracasse todos os
riscos. Seria este o nico meio de obter urna
garanlia commoda e de constituir o credilo agr-
cola sobre suas verdaderas bases.
Um seguro mutuo o geral que se eslendesse a
(odas as parles do imperio, poderia reduzir con-
... ------~-... ivlui, a ituunuo ou sopores-
sideravelmonte as cotisacoes. Como nos potares sao total desses premios, quando uao houver si
,------------------w..HHaw,v rv^. ^. vviiaowi.; I1IUUIU 5fllil il j,'t' 11 I ,S Ul *0 I
visitado por Mrs. Vancouver, Makenso, Lcws o I Por 100 francos de valores sujelos saraiva. do
Clark, dous celebres oliciaes que foram encarre- 33 c. para o glo, de 25 c. para a inunda, o o de
annos os sinistros nao excedem de 120 milhes,
se se repartisse essa somma pelos 1273 milhares
de valores seguraveis, seria muilo diminuta a
parle de cada segurado. Clculou-se que para o
incendio ella chegaria a 12 c. por rail na cida-
des, a 37 c. sobre as fabricas e a 66 c. nos cam-
pos. A cotisaco media seria apenas de 43 c.
!(
nislros, laes sao as bases sobre as quaes seria
preciso firmar a nova inslluico. Com um sys-
tema assim combinado moralisar-se-hia o povo,
forcar-se-hia os homens a sorom previdentes,
habituar-se-hiam as municipalidades a governa-
rem-se por si, e tornar-sc-hia possivel o seguro
agrcola, que as combnaces actuaes nao per-
ntitliriam realsar.
Assim, por oxemplo, porque razio o seguro
irt,. .., int nn\ \............----- K 8 u,""";- I""" a '"unuaeao o ue i Assim, por exomplo, porque razao o seurn
ados. era 804. pelo governo dos ts.ados-Uni- 1 franco para o gado. .V osla somma bem dimi-' contra a mortalidad, do gado ISosliZ V
os de explorar esse paiz. Em 1810 M Aei, r,i .,.;, r.^;.n ,:.......a_______j, ...-. I________ "" gaao c tmpossnel T fc
os de explorar esse paiz. Em 1810, II. Aslor,
de New-York, mandou duas expedicos ao Ore
nula sena preciso ajuntar as despezas do admi- porque mais que qualquer oulro elle se presta
n.slraco que nao excederiam 5 c. por mil para raudo. J Iroso sociedades mutuas que quizeram
nn "\ -----------u" "." "- .nairacao que nao excederiam > c. por mil par-a raudo. J Iroso sociedades mutuas ouennizeram
gon para ent.boh.ro commercm das pollos. A o incendio e 3 ou 4 por 100 francos para todos operar sobre esso risco dosapparecenm 2 ser
martima 12 kilmetros da embocador.-, rt,, rn. nire .-*.<, 1 c...,. u,saPPar*,cc"fn da sce-
marilima 12 kilmetros da embocadura do Co-
lombia fundou o forte chamado Asteria.
O territorio do Oregon, era grande parle ba-
uhado pelo Colombia, a poreao da America Sep-
tentrional que se cstendo desde 42 al 50 lat.
N. e das Montanhas Rochosaa ao Ocano Pacifico.
Limitado ao norte pelas possessoes russas e ao
sul pela California, forma, como a Grande-Bacia,
urna especie de parallelogrammo do cerca d
1,000 kilmetros de corapriraento sobre 670 do
largura. A poca de sua descuborta nao conhe-
cida, mas fora de duvida que os Bespanhoes ahi
liverara eslabelecimentos, pois que foi achado
os outros ramos.
Assira, com um seguro mutuo geral, a massa
das cptisaces. com as despezas de administra-
cao, nao passaria de 120 a 130 milhoes. Pelo
systema de seguro a premio lixo, elle chegaria
a 330 milhoes, islo a urna somma quasi trpli-
ce. A miilualidadc pois muilo preferirel, lan-
o melhor quanto desse modo a quola parlo dos
na. Sotelhes sobrevivem as quaes garanlem ape-
nas sele oilo milhes. Tomadas collecliva-1
mente, seus sinislros so elevam 200,000 fran- j
eos. urna perda de 28 francos c 57 centesimos j
por 1,000 francos de valor seguro, mas 7 francos ;
de despezas de admnislraco.
Pois bem, apezar da elevaco doprrmo, essasl
companhias, cujas oporaees sao mui limitadas,
^-------- _------------------,------..,.., .uju uprn^vra NO 'HU lUUHillS,
membros variara segundo os riscos de cada va- j se sustentara com dilliculdade. Quando sobre-
lor em questo. l'ixar-se-hia urna cotisaco an- vem anuos calamitosos, raras vezos podem pa-
tecipada ; quando os sinistros nao absorves-
sem-na, o resto seria destinado ao fundo de re-
gar integralmente o valor dos sinistros. Porque
essa impotencia ? K porque com o sysleraa ac-
a, quer para reembolsar o capital I tual nao Ihes possivel vigiar a clientela Os
cultivadores negligentes ou de m f sao os ni-
cos quo recorrem ellas. Apenas segurara seus
- ------ -J-V (.. oimiuij i u \i ."i iiiiii, 'luri iruid I CCIIlUUIftir U ItllMlill
om poder de urna Irib ura crucil.xo de cobre, de fundarlo, quer para fazer face aos annos ca-
como os que traznm os mssionarios, e na ilha laintosos.
de Vancouver, aluda v-se ruinas de lijlos, res-1 Afim, porm. do que o seguro fosse verdadei- gidoVVeTam,os~morer, l
r,.; i\ a"U'l>S colo,|OS- A8M r,DU!Btt u,il "grcultura, seria preciso eslabe- de algum precipicio, ou Ibes dio voluntariaroen
n rocorua que o estrello que separa esta ilha j lec-lo em novas bases ; todos os homens prati- te a morte. Com o seguro por municipalidade
doconlmenle charaa-se Joo de Fuca, duremos 'eos rcconheccm isso. Es ura sysleraa inteira- ; laes faotos nao podenam produzir-SO Cada"
]Z^oI^Z^TCS^eS?TlfO"YaM panlioes dos Arncanos e Inglezes pelos lies-, digno de que o estadero com cuidado. sidos em haver o menor numero possivel de si-
Urn faci nnu.nl v .. Vamos resumir-lhe os caracteres principaes. j nislros, nao havia do esquecer seu gado era
Um fado nolavel na climatologa dessa porco As companhias a premio contra o incendio sa- raat-lo de proposito. Em caso do culna de
do, grandes desertse a suavdado e egualdade bem hoje que os sinislros atacara principalmente -=- "- P
da lemperalura que constantemcnle reina era to- os immoveis seguros. Aquellos que o nao sao
das as regioes mer.dionaes. regadas pelo Colora- torrera rauilo menos probabilidades. Porque
essa molesta difTerenca? E' porque homens de
m.\ f mandara lodos os dias segurar seus pre-
dios para Ibes por fogo. Apezar do rigor das
leis. o processo fcil para trocar ura pardiciro
velho por dinheiro ou construoces novas.
O que so passa, pois, quando esses crimes se
realisam? Em geral bem pouca gente ha na mu
bia e seus atnuentes, na Grande-Bacia propria-
menle dita e at as Montanhas Rochosas. Esla es-
piaba dorsal da America do Norte parece dividir
o continente em duas zonas bem distinclas. Os
invenios rigorosos, os veres abafadores o todas
as variedades de um clima caprichoso que preva-
'ecera do lado do Atlntico sao mu pouco sentidas
Hnu.i. i n < '-------^..uuo -.>i-! i-in su, iiL-iii (loucj genio na na mu-
do lado do Pacifico. as planicie* e nos valles nicipalidade que ignoro a causa dos incendios ;
do Oregon a nove raras vezes eleva-se mais de mas. ou por raedo, ou porque a questo para
un. pe; os invenios sao mais churosos, que fros, ellos sem inleresse. os babitontas guardara s-
as cnuvas cornocara em outubro o terminam em Icncio ; c de mais a companhia que ninguem co
.......< .
marco e sao as mais das vezes acompanhadas de
relmpagos e raios ; expessas nuvens que sobre-
carregam a atmosphera cncobrem o sol durante
semanas inteiras, porm desde quo pode transpa-
recer pelos vapores espalha o ar um calor fi-
ncante. De marco outubro o r sereno e o
clima delicioso, e anda que mu raras sejam as
o---------
nhece, nao millionaria ; o dinheiro que tera
de pagar pelo sinislro nao deve vir para o pai
e tra/.er urna certa abastanca ? Calarn-se pois, o
a companhia apezar de seus agentes nao pode
oHhccef a verdade.
Anda nao tudo. Para regular um sinislro
: que militas vezes monta em 100 ou 200 francos.
chuvas, a humidade todavia conservada por li- e preciso a inlervencao do. um inspector que
geiros nevoeiros que pela mauha cobrera os ver-
dejantes campos.
Esla egualdade de temperatura deve ser attri-
buida aos ventos do Ocano Pacifico que se es-
lendem desde 20 at 50" lat. N., temperara os
coirc de Paris ou de um cciilro distante ; pre-
ciso nomear peritos, que quasi sempre veem de
outros logares. D'ahi despezas considerareis e
que, na maior parle das occasies, sao superio-
res ao total do sinislro. Em tal systema ha evi-
ardores do estio e abrandam os rigores do inver- dentemenle um principio de desinoralisacao pa-
no, de maneira que durante todo o anno podse '. ra o segurado e urna causa de ruina para as com-
_ trajar da mesma maneira, sem que se seja incom- panhas. s gastos que as avallaces reelamam,
modado pelo calor ou pelo fri.
A" urna distancia de 40 50 kilmetros, desde
sua embocadura, o Colombia, para fallar verda-
deirarnente, nao mais que um braco de mar
e as probabilidades desfavoravos quo ameacam
os predios seguros, explicara a elevaco do pre-
mio.
nhas, as reivas que lapelam as rochas e as au'r"menle. "ao mais que ura brago de mar
plantas floridas que era grinaldas pondera de to- dcfdc"lado P01" profundas bahas e perigosissimo
pelos cachopos.
[Continuar-se-ha.]
Agricultura.
plantas floridas que era grinaldas pondera de to
dos os lados, os orgos auriculares atordoam-se
com o montono murmurio das trrenles que im-
petuosamente sahem do meio desso atroador
cabos para mellercm-sc em leitos de granito.
Antes de entrar no valle do Ilio das Cscalas,
ura'a" "ae do an' es,eC Z Z^JlZ c ^-* C *- os
bella Lm coberla de m hemTrltaZ "sC0^ ameaC-. a economia rural. No esla-
j. K-im-uiar, do actual, so os seguros con ra o incendio Ipom
trZZ:77 T "rn' MaS adanlC nS ,mad un' desen;o,vmen.o no, v c i da
T^Ta:%^'Z:^:; ^V^va,res exposlos a esse l
1U gello, sao 40 milhares sao garantidos por com-
- panhias de premio fixo ou mutuas ; 70 milhares
ficam descobertos. A saraiva, de seu lado, amea-
ca 7 milhares de colheitas e as companhias nao
garantem 300 milhes. O gado avallado em 3
milhares e apenas ha 30 milhes sujeitos ao se-
guro. Resta o gelo que pode attingir 3 milhes
de productos agrcolas e a inundaco que pode
invadir 4 milhes de mmoveis. Ora, cssas duas
especies de riscos uao smente nao sao garanti-
das, mas ainda nunca foram objeclo de cstudos
st-rios.
sua parto, perdera o drt-ito ao lucro dos se-
guros.
O systema que propomos, pois aqu o nico
applicavel o os fados o provam, visto que cora a
organisaco actual, as sociedades mutuas contra
a mortalidjade do gado nunca poderlo desenvol-
ver-se. Para resolver esso problema, preciso
que o segurse faca por municipalidade, pois
ahi s que todos se conhecem e que a vigilancia
incessante de todos sobre cada, um pode malo-
grar os intentos de homens perversos.
A critica que fazemos ao syslema actual de
seguros, se dirige a todas as companhias de proco
fixo ea lodas as sociedades mutuas. Nao excep-
tuamos mesmo a Cuica geral que apenas entrou
om lica. devera aprovcilar-se da experiencia
adquirida. Mas a roliua, urna vez estabelecida
como soberana, nao fcil sublrahir-sc ao seu
jugo. Domis, a esse aereuo an seguir os Ortos
anlgos, a Caixa geral accrescenla oulro que tai-
vez ha de impcdi-la de ser feliz.
Principalmente fundado sob o punto de vista
da beneficencia, apenas dispe do um diminu-
to captol. O que com etleito um milhla para
operar em loda a Franca ? Ora, o que resultar
desse estado de cousas ? E' que a Caixa geral
s pode fazer mui fracas reraessas a seus agentes.
Ao passo que as companhias de premio fixo do
aos seus agentes 150 a 300 0,0 sobre todos os
negocios que realisam; a Cai.ca geral, mui con-
fiada em seu Ululo de inslluico de benecen-
te, nao pole dar aos seus seno urna pequea
remessa. Suas despezas de administrarlo sao
mui limitadas, o com esta diminuta somma, de-
pois de haver pago a direccao central, preciso
recompensar os directores de subprefeiluras c
ainda os agentes que porcorrem os campos. Ora,
por mais philantropo que soja um hornera, quan
FOL,HKTI]fl. ()
0 IULHEIM DE TIIEREZA.
POR
GARLOS HUGO,
urna porla o som da voz o quizera que nunca l
fosse, cora receio de que a baronoza a chamasse
dianle delle. e que Kodolpho reconhecesse que a
supposla florista Thereza, era una aia. essa
idea, oropallideria como urna culpada, nialdizia
a sua innocente mentira e tinha vonlade de cor-
rer casa do pintor, de dizer-lhe tudo e pedir-
me perdao de t-lo engaado.
Se pdesse saber que Bodolpho havia esqueci-
do essa aventura, que tinha duus grandes mezes
de data, atormentar-se-hia menos, affli jindo-se
talvez dos poucos vestigios que a sua recordado
havia deixadono espirito do pintor.
i,u- me ile Rodolpho. Nao ha quem tenha lano cui- Pnmeira necossidade de um coraco que ama, o
dado na sua repulaeo, como as mulherts um orou'ho de si mesma : quera ama indaga de si
pouco comprometldas.
Quaes seriam pois os mcos de prevenir os si-
nislros voluntarios e reduzir considcravelmonte
as despezas de avaliacoos ? Afim de resolver eslo
problema, seria bastante descenlralisar os segu-
ros e transporla-los para cada municipalidade.
r -- --------- r....-...V|'.' -J..V ovj um iiuiiicui, iiiiitll-
primeiro loda a wspcceao, depois a parte de ad- i do deve virer de seu trabalho, preciso que esse
min.stracao relativa localidad,-. Paris. o con- Iraba.ho soja retribuido convenientemente. Sob
| tro, Dearia encarregado da direccao geral e das! esse ponto de visto, a Caixa geral. que por lodo
rola, oes que se qu.zesscm estabelecer entre as recurso dispe de um railho, ha de ver-se era
diversas municipalidades do imperio. crcumslancias peiores que as companhias de
Nesse syslema, cada municipalidade tera a j premio que possuera capilaos enormes c nipc
sua caixa, que receberia os premios dos habitan- '. aos seus segurados ura tributo consideravel. A
lantcs e cuja importancia seria determinada pela i exiguidade dos recursos da C'i.ra geral nao seria
direccao central. A caixa municipal seria admi- '. um obstculo ao seu desenvolvimento, e para se-
nistrada pelo conselho municipal; elle enriara ; gurar seu futuro nao seria conveniente augraen-
para a caixa central um dcimo de suas receilas :tiir de alguns milhes o seu capital social ?
que servira para formar um fundo commum. j T-1' e ao menos nossa opioilo que desde o
Quando, cm virtude de algum acontecimenlo ca- principio invocamos de todo o coraco na fun-
lamiloso, a caixa municipal nao podesse com as daeo da Caixa geral. Persistimos em cror que
suas receilas pagaros seus sinislros, a caixa essa inslluico, slidamente organisada a uui-
commura lhe viria em soccorro o cobriria o de- ca que pode servir de base ao crdito agrcola.
ficit. Quando, pelo contrario, a municipalidade *8 diremo-to cora pezar, se a Caixa geral con-
nao soffresso prejuizos, e quando sua caixa ti- tinuar a seguir os anligos erros, duvdamos que
VI
C onlinjtaco. )
ah!
A!m disso, a baroneza eriteu pronunciar o no-
Madaraa de Orfen, quando encontrava Ro-
dolpho, finga apenas conhece-lo, e s lhe falla-
va no vao de alguma janclla ou em um loucador
escuro, onde entao, certa da impunidade, poda
trocar com elle alguma carta furtiva.
Havia principalmente algucm que observava
esse silencio e essa reserva da baroneza ; era
Thereza.
mesmo se digno de ser amado e ressente-sc
cruelmente dessas inferioridades de condicao so-
cial que pe algumas vozes enlre o ente que ama
eoenleamado o obstculo da disconsideraco
publica. O amor um espclho severo ante* o
qual nao se ousa corar, e desde que ama va, The-
reza corava a toda a hora do seu estado. Vergo-
nha injusta porque haver, nesto mundo, urna
condicao mais digna de inleresse o de sympalhia
- nfelzes
mereza. i Miytra mais alalia ue inieresse o de sympalhia
Por mais que procurasse fazer com que a con- do t'ue a desses infelizes que servera os oulros,
verso versasse sobre o pintor, madama de j que flbdieam por um mesquinho salario a sua in-
Orfen s responda com evasivas. Como Rodol- j dependencia e vida inteira, e quo nao tem mais
"lio s apparecia no palacio em os dias de recep- de 8eo' "em somno era as vigilias ? Thereza
io, Thereza taquera do si mesma em que teria lln,ia sa,|dados da sua miseria de outr'ora. Mui-
L-ado esse namoro, cujos principios vira com l 'as veze*i muitas vezes, leve tentacOes do deixar
o viva inquietaco. Soria Rodolpho amante de casa de madama de Orfen e de ir procurar for-
ladama de Orfc ? Se oceultariam assim um do !tuna nessa modesto loja de florista que entrevia
lltm rifirrffin liQi'ii f...,.- nll^ ... w...-:.. .. ,'ftl SIIA4 PQnprnnr.tc U.lBocl.irn forfi iln itknL..
V/LICII 5U It3|,0...... iv... vinjiiu.l. V.''1I1U nnuill- I *-'-----* .j>... aiuv vil. mulo
pho apparecia no palacio em os dias de recep- : de se"- "em somno ora as vigilias ? Thereza
cao, Thereza inqueria do si mesma em que leria llnna sa,|dados da sua miseria de outr'ora. Mui-
ficado esse namoro, cujos principios vira com Ilas veze*i muitas vezes, leve tentacOes do deixar
ni--... V...V... ^c uLLuiui,laui aasiui um uu :-------- ~-~- ."- --u ^^ ombih
outro, porque havia enlre ellos um myslerio a em suas esperances. Mas estara certa de ganhar,
guardar f Ou entao a baroneza, com essa mobi- nesse novo estado, o pao necessario sua fam-
lidadj de carcter lo conhecido de Thereza, te-!Iia ? verdade que linha adquirido o talento
ra mudado de capricho c depois de se ter ena- 1".e n'biconava ; mas para viver, nao basta o
moralo de Rodolpho, leria bruscamente cessado \lalp|lt0. necessario o bora exilo. EThereza con-
de pensar nelle ? As duas cousas erara possiveis, itinuavil a servico de sua ama, retida alera dsso,
e Thereza passava a vida era alternativas de ale- Dessa casa> Por uma curiosidade c por ura cime
gria k de angustia, segundo julgava Rodolpho 1uc o nascente namoro de Rodolpho com a ba-
aruado ou esquecido por madama de Orfon. roosa linha feito nascer nella. Entretanto a aia
Era um amor singular o de Thereza. Ella qui- lill,ia perdido todo o descauso ; soll'ria nao spe-
zera que Podolpho fosse mais vezes casa da 'as 9rdp.ns quo lhe dar a baroneza, como pelas
baronesa, na esperanca de v-lo por vezes a i familiaridades que os lacaios lomavam com ella,
furto, de ourir-lhe os" passos, de escutar-lhe Qu<"'do aos sabbados Rodolpho eslava no salo,
IV Vid o OtarioTT--------'------------------------i lrem'a q"e madama .de 0rfen Precisssse dellae
U uue o tviano n. 4. esperava com impaciencia a partida do pintor,
olhando cora anciedade para a cempainha. Era-
Ihe muito penoso ouvir-se chamar em voz alia
na copa ou na anle-camara, o uos delicados pu-
dores que havia aprendido com o amor, parecia-
Ihe que o seu nome nao era mais digno do ser
murmurado.
Sonhava dedicaces mysteriosas. Quizera que
se apresenlasso occasiao para ajudar secretamen-
te Rodolpho e mostrar-'.he o seu amor sem ser
vista. Desojava por momentos que elleeslivesse
doente para ir senlar-se a noite sua cabeceira
etrato-ta. A encantadora e anglica croalura
noite, antes do dormir, se ajoelhava na sua c-
roinha ; e em sua casta sem-nudez, com as raaos
postas, os olhos erguidos para a nole, absorta na
f religiosa que o amor d, pedia ao co que o
di
vesse completo o fundo do rostrva, entao, excep-
loando-so nicamente o dcimo destinado ca-
ella possa jamis realisar as esperances que fez
em sua origom. E' preciso.pois.que sera demora
O Sr. Rodolpho Alvens ? perguntou Thero- i sua pequea fortuna. Chegou a noilo. Foi no-
za com ar de ignorancia. pintor conhecido ?! cossario vestir a baroneza. Apenas Thereza
Perfelamenle desconhecido, disse o ven- acabou de aproraplar madama d'Orfen, queixou-
dedor de papel tagarella o impostor como lodos i se de grandes dores de cabeca. Pedio e obteve
os logislas da moda ; mas o um original. Estima \ a permisso de se ir deilar. Chegou ao seu
oss.us quadros como se se chamasse Van Hus- : quarlo no momento era que entravam no pateo
sura. Mas, a becessidade de dinheiro -:'-:--------
seu Rodolpho precisasse de alguera para ser ella
esse alguem, e pareca um anjo que pede para
proteger algum mortal. _
Mas terminada a oracao, seu pensamenlo re- mancebo ; mas julgou advnhar que a pr.
cania na triste realidade. Km que po lia ser ella de madama d'Orfen na existencia e lak
un a Rodolpho que nao a conhecia que s a ti- coraco de Rodolpho nao era estranha I css
E o proco ? perguntou Thereza.
O proco ? nao soi. O Sr. Alvens disse-mo:
Se o meu quadrp aehar algum amador, quo pro-
ponha um proco o enlo verci I I
Ah disse Thereza.
Aqui eslo as suas cartas, niademoiselle.
A aia loraou as curtas, pagou e sahiu loda
pensativa.
Lembru-se do que lhe linha dilo o pintor na
Grande l'raca e essa lembranga conflrmou-lhe o
que acabara de sabor. Rodolpho precisara do
dinheiro.- Thereza ignorara tudo da vida do
prsenos
ez no
nha visto uma vez na ra e que talvez a tivesse
esquecido. a ella que nao tinha em Bruxellas nem
prenles era amigos ; a ella, pobre escrava e
pobre moca, que no mundo s possuia os seus
dez dedos, o seu coraco, Q o seu inealheiro ?
Vil
O LANSQIENET.
Era ura sabbado peto manha, Tliereza linha
sabido cedo para comprar urnas encommeudaa
para a recepcao da noite, quando alravessanda a
passagem Sainl-Hubert.viuna vidraca de um ven-
dedor de papel entao em Toga um q'uadrinho que
atlrihiu-lhe a attengo. Era um quadro de flo-
res c para a mysleriosa florista todo o quadro do
flores pronunciava o nome de Kodolpho. Esse
representova cactus,magnolias e plaas raras, ar-
lisiicameiite agrupadas em ura bello vaso floren-
tino e piuladas com o mais preciost gosto. As
iniciaes que assignavam C3sa lela fizeram com que
Thereza eslremecesse, o entrou na loja, onde
alias tinha que fazer urnas compras. Pediu com
efleilo carias de jogar e em quunto serviam-na
perguntou.
De quem esle quadro 1
Do Sr. Rodolpho lveos, respondeu-lhe o
vendedor de papel.
necessidade. Vi Kodolpho em ve xames e en-
dividado. O que fazer ? Ir oceultas em seu
auxilio, comprar-lhe o quadro. I'oi o primeiro
pensamento de Tliereza. Pensamenlo doce e
consolador! fazer uma boa accao, prestar um
servico a Rodolpho, ter era si, no fundo do seu
amor ignorado, essa cousa boa quo dizer, sera
que elle o soubesse. Rodolpho havia recebido
della o dinheiro de que precisara, ao mesmo
lempo comprar um quadro delle, possuir o uoi-
co que linha poslo venda ; occullar essa jola a
lodos os olhos, virolha-la de lempos cm lem-
pos, te-la de noite au p de si, esluda-la, con-
lempla-la, ver Rodolpho atrases da sua obra !
Nao era o rosto delle, mas seria o seu pensa-
mento, nao seria a sua mi, mas seria o pin-
cel, nao seriara os seus olhos, mas seria quasi o
sou.olhar !
Mas, que preco offerecer por esse quadro? De
que somma precisara Fodolpho? Quauto teria
ella no seu mealheiro ?
Origein las loteras.
(Conclusao.)
Al essa poca era, segundo o melhodo do
seminario, islo langavam-se na urnas os no-
mes dos grandes senhores, ou de genlildonne,
polos quaes faziam os jngadores o que se chama-
va uma scomtnessa (aposta). O governo piemon-
tez deu um verdadeiro aperfecoamento esse
jogo desastroso para o povo, supprimindo os no-
mes, cuja publicarlo era uma origom dedifficul-
dados e gastos Bulis, e substiluio-os pelos sim-
ples nmeros de 1 a 90. Afim de excitar mais o
desojo, resolveu tirar tres nmeros em lugar de
dous. prometiendo ao que tirasse o temo, uma
somma que pareca fabulosa, ainda quo nao esti-
vesse era relacao com o ganho que proporciona-
vam os azese os duques. Foi pouco mais ou me-
nos nesse lempo (1745 a 1750) que o celebre Ca-
sanova, como elle mesmo narra era suas Memo-
rias, tondo ouvido em Paris fallar dos embaracos
om que so va o Estado por causa das liberalid'a-
des da corto, propoz ao duque de Richelieu, e
madama de Pompadour, que por acaso encontrou
no theatro, estabelecer um certo jogo chamado
lotera, de que teve a audacia de se dizer inven-
tor. A favorita fellou este respeito ao re, e
Luiz XV, deixando-so levar mais pelo bt-neficio
provavel do que pelo perigo de augmentar a mi-
seria ; achou a invencSo admiravel. Foi dessa
maneira que a lotera recebeu carta de naturali-
sacao na Franca, d'onde foi expollida no fin de
noventa annos (tantos quantos sao os nmeros do
jogo.) Nosso paia livre desso cancro rcenviou-o
para a llalla, que com privilegio continua a roer.
Em Roma deixa-se de comprar um par de sapa-
tos no domingo, ainda que se estoja cora os ps
descalcos ; porra se possue ura buhle do lotto
camnho corlo da fortuna ca secura ad arri-
clnri )
Quando a lotera appareceu na Franca, teve
grande successo. Acrescentaram ao* fueros do
temo o das aunaras e das quinas. As quadras
ganhavnni 75,000 vezes o valor dobilhoiecas
quinas um railho do vezes, o que inspirou a
creacao dessa caricatura bem conhecida do tra-
[eiro chorlo do farr.ipos, eslasiado em frenlo de
um escnptorio de lotera, e exclaraaudocom des-
uello :
Esle tratante railho nosahir nunca
Apezar das probabilidades contrarias que das
quinas faziam un, verdadeiro chamariz, esserai-
Ihao foi raimas vozes ganho. Para dar mais bri-
llo) e publicidade aos caprichos da fortuna, m-
sicos ordinarios, adjuntos s administraeesdas
loteras, iam bater uma grande caixa, e" soprar
as clarinetes debaixo dasjanellas dos vencedores,
como se diz na llalla, l.omb o-me ler ouvido no
lempo da Restauradlo essa orchestra barbara pe-
duido o salario de sua molinada, u para por
iirn froio na paislo do jogo, ou pelo receio de
pagar uma somma quasi impossivel. o governo
francs supprimio as quinas. Enifim, alguns
annos antes de fecharera-se as casas de jogo pu-
blico,a cmara dos depulados aboli a lotera, sa-
crificando dez milhes de francos, que figuravam
no orcaroenlo.
No melado do secuta XVIII publicou-se no
I lomme urn lirro chamado Smorphia, d*ndo
ura inclhodo cabalstico do inierpelrar os sonhos,
accidentes e encontros, e a maneira de os apro-
veilar para a compra de biiholes de loteras. Aquel-
lo niic sonhava com uma vacia devia comprar o
ii. 1,oo que encontrava um gato, ospancava a
fortuna se nao arrisrasse seu dinheiro no n. 1 ;
ara
a a
ora ajuntar a superslieao ao gosto do jogo pr
embrutecer aquello, cajo cerebro j coraecav;
exaltar-so pola miso'ia.
Lm decreto de 1755 mandou destruir esse li-
vro estpido ; porm continuou a imprimir-se
fora da Franca e a distribuir-so occultanienlc.
Em Franca Caglioslro fez nao soi que mo calcu-
lo sobre as loteras, que se venda pelas ras
-J'L0'1'11 00 Principio ilesi.. seeiiln MA hoje
existe um tivro da &morfia dilTerenle do q,.o f
publicado no Piemonte, porm nao menos absur-
do, o que de grande credilo goza em aples. Em
lugar do lirro da Smorfia dever-se-hia espalhac
pela Italia um calculo exacto das probabilidades
da lotera ao alcance do Icilor pouco esclarecido,
por uma demonstraco ainda mais simples do
quea do biiiomo de Newton. Seria porm con-
iradifiao favorecer esse jogo de relmeos, o ao
mesmo terapo demonstrar as razes porque lodo
Humera de bom sonso deve fugir delle.
A lotera italiana paga o az 15 vezes, os du-
00 vezes, os tornos 11,718 vezes e as quadras
mais de 511.000 vezes. Nessas condices d o
banqueiro ao jogador um prejuizo de 3*no az.de
~Ji) nos duques, e do 6,28 nos lomos ; porra
aquelle que ganha as quadras, injustamente re-
cebe mais de 450.000 vezos o valor de sua entra-
da. Esse progrpsso crescento na desegualdade
dojogo tem por tim dissimular aos ignorantes sua
loucura o o ridiculo dosna posico. Todo o mun-
do pode contar pelos dedos os lucros proraettidos
ao az, e como s enconlra urna dilTerenoa 3 nao
raurrnura. Os duques tornara-se mais'diliceis
do contar, e anda mais os temos e as quadras :
sera necessario recorrer penna, e por isto se.
corita cora os pobres diabos que tora averso 5
aiithnietica. Se um banqueiro propozesse aos
jugadores pagar-Ihes quarenla cntimos smenlo
ero vez de um franco, quando ganhasse a ver-
melha o negra, ninguem seria to lonco que fos-
se arriscar seu dinheiro om toes condices, e en-
tretanto essas condices sao pouco mais ou me-
nos as que se do nos temos. Se um contrato
desse genero podesse existir entre os particula-
res seria considerado pelos tribunaes corno frau-
dulento. Os govornos dos diversos estados da
Dalia obraran] sabiamente, se imitassem o ex-
einplo da Franca, e sacrificassera s considera-
coes da moral c da juslica uma parte de suas
rendas, que mais tarde seriam compensadas pelo
augmento do bem estar e fortuna publica.
O parlamento de Turim na sesso de 1851 abo-
li a loleiia no Pieraonto. Isto acontecer todas
as vezes que uma asserabla disculir a materia,
discutir publicamente a lotera feri-la do
m"rtt'- (l'aul deilussel.A. l.\
delle fez cahir o lu/.
os primeiros carros. Erara onze horas.
Thereza accendeu a sua vella, e foi lrar o
mealheiro do armario.
Quanto leras tu, meu mealheiro? di3se ella
alegremente.
Nesse momento pelajatiella aberla subi at
ella o ruido das vozes pelas vidracas da galera.
Thereza reconhecou o timbre argentino de ma-
dama d'Orfen.
Enlo nao joga, Sr. Alvens? dizi.a ella.
Jogo, niinha senhora, responda o pintor.
A oslas palavras, sera saber que presontimenln
a impollia, Thereza poz-so vivamente janell.a.
Vio en to, no andar inferior, Rodolpho sentar-
se na galera nraa mesa a que ceilo numero de
jog.adoresj havia tomado lugar.
Era casa do madama d'Orfen jogava-se o lans-
quent. E por isso ticou pouco admirada desde o
momento em que Kodolpho nao uvera coragora
de resistir ao convite da baronoza, do v-lo dei-
lar um luiz de ouro na mesa no momento cui
que lhe passaram as cartas.
Rodolpho deilou duas carias, una sua droi-
ta, oulra sua esquerda, a da esqiferda para s,
a da direita paca o seu adversario, depois conti-
iiiiou volto-laj al que uma das duas sahisso.
Thereza seguia-as cora os olhos commovida, ain-
da tfue som distingu-las, proporclo que eaeapa-
va das raaos do Koldopho com to forte parada,
um proli feliz bastara para enriquecer o pintor
c quera sabe? porraillr-lhe tirar o seu quadro
da casa do vendedor de papel, e Iranstonar todo
o projocto que Tliereza sgilai a no seu mealhei-
ro e em seu coraco.
Porque havia alguns minutos que a aia tinha
un projocto. Vendo Rodolpho sontar-sc ao jogo,
linha-lhe viudo uma inspdaco. Somonte para
vi.< uw seuiiuMiucirv t iinna-ine viudo uma inspiracao. Nomcnlc para
Todo o dja acariciou a sua idea, emquanto que olla se podesse realsar, era necessario que
lirava a capa das poltronas, o punha as vellos Kodolpho perdesso.
nos lustres e as cartas as mesas de jogo. Mal- Thereza vio o pintor passar as carias ao viznho
disse vinlo vo70S ns ov disse violo vezes as exigencias do servico que
nao lhe perniiliam ir consultor o motilante de
e dar a parada ao adversario. Tinha perdido.
Timeza respirou.
ILGVEL
Sacudi o mealheiro o
que perder Rodolpho.
Coube de novo a raSo ao pintor. Poz ao jogo a
mesma somma eperjeu.
Segundo luiz cahio do mealheiro.
Rodolpho conheccra que a sorte eslava decidi-
damente contra olio. Sem se atrever, por amor
propiio, a diminuir as paradas, leve todava a
prudencia de esperar a sua voz o nada arriscar
as carias dos oulros jogadores. O ouro e os bi-
llietes de banco cobriarn o tapete verde. Passou
um lacaio com urna b.uidcja de cupos do cham-
pagne. Rodolpho pogou n'um e esvasiou-o de
um trago.
Se Thereza eslvesse mais perlo do pintor, (Ica-
ria admiradaadasua pallidez e da sua magreza.
De dous meses aquella parle, Rodolpho tinha
mudado muilo. Os vestigios da insoninia davara-
Ihe urna cor marmrea s fonlcs e s faces. U
fugo dos seus olhos annunciava mil cuidados,
mil desojes nao saciados, mil inquelaces. Suas
feices, ouli'ora to calmas, hariam perdido a
seronidade e Irahiarn o sombro enfado da dissi-
pacao e do desconteiitamento de si roesrao, da
occiosidado, de um amor, sera cossrr irritado o
nunca salsfelo. A eraor;o do jogo ainda lor-
nava maior a exprtssao febril de Rodolpho.
Tocaraui de novo as carias Rodolpho.
Ha um luiz, disse elle.
Foi iuimediuiaracnto coberta a parada. Ca-
non.
Dous luizos, disse elle.
Ainda ganhou,
Qualro luizes I
Ganhou pela segunda vez, mas na mo seguin-
le, perdn lodo o ganho c a parada, e Thereza
agilou de novo o mealheiro dondo sahio um lor-
ceiro luiz de uuro.
Durante una hora foi a sorte contraria a Ro-
dolpho. Thereza poderia contar o que elle ti-
nha perdido. Havia na mesa uma pilha de lui-
zes sahidos um uro do seu pequeo thesouro,
proporclo que a algibeira de Rodolpho se es-
vasiava.
( Conlinuar-se-ha. )
PERN. -TY1\ DE M. f, DEFA1UA. 1860