Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08991

Full Text
k
AMbV\ XXX YI. HUKRO 40.
Por tres inezesbadia lados 5S0O0.
Por (res nieze?^Mc.Jfls 6000.
AaboVd
E FEYEBE1R0 DE !869.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPQA'O DO NORTE.
Parahiba, oSr.Antonio.\lexandrinodeLima;Na-
tal.oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr.
A. de Lomos Brag;Cear,o Sr. J.Jos deOliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Momos Jnior; Para, o Sr. Justino J. amos;
Amazonas,o Sr. Joronvmo da Costa.
PAKiiuA i>us i.unniiius.
Olinda todos us dias as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garonhunsnas torras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Floros, Villa Bella, Boa-Vista,
uricury e Ex as quartas-teiras.
Cabo.Seriiihem.nioPormoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenleiras e Nalal quintas feiras.
(Todososeorroiosparten) asIOhorasda manlia.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUSAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Belacao : tercas feiras e sabbados. m
Fazenda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
mein din.
EMBRIDES DO MEZ DE FEVEREIR^P-
a cheia aos 15 minutos da manha.
artomnguaute as4horas e 31 minutos da
de. JS,
a nova as 3-h.pras e 20 minutos da tarde
29 Quirto crescento as 5 horas e 35 minutos da
larde.
PREAMAR DE TIOJE.
Primeiro as 2 horas e 30 minutos da manha.
Segondfl as 2 horas e 6 minutos da tarde..
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Gregorio II p. ; S. Benigno b.
14 Torca. S. Valeniim m.; S. Auxencio ab '
15 Quarta. Ss. Faustino, Jovila e Dioscoro mm.
16 Quinta. S. Porfirio m. : S. Honesto sac
17 Sexta. S. Silvino m. b. ; S. Policromo b.
18 Snbbado. S. Simeo b. m. ; S. Perpedigna v.
19 Domingo. S. Conrado f. ; S. Gabinn b.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIP'
Alagoas, o Sr. Claudino Falc
Sr. Jos Martins Alvos ; Rio de
Joao 1'cHfl Uartius. g-
KAMBUCO.
c^fSn
*4l
JanWo
L.
; Bahi, *
0 3r.
PARTE OFFICIAL
GOYERM) DA PROVINCIA
Despachos lo lia 9 de fevereiro
Requerimento.
603.Antonio de Borros Correa, eleitor da
regiu zia do Peo do Alho, reclamando contra o
juiz do paz presidente da junta de qualificaeao
por Dio have-lo convocado para a nova reuniao
da junta.Informe o Sr. juiz de paz presidente
da junta qiia'ifcadora da freguezia do Pao do
Alho qnal a razio pcfque doixou de convocar o
supplioanle, tondo-o foito para a reuniao da jun-
ta que se nao olTocluou.
604.Antonio Malaquias de Meira Lima, v. n.
479.Indeferido.
605.Bartliolomeu Francisco de Scuza.pcdin-
do se submptta ao governo imperial o requeri-
mento em que solicita licenea para vender meta-
de do alagado de ninrinha n. 10i A.Soja sub-
metlido ao governo imperial.
600.I). Clea Francisca da Silva Continho pro-
I ---ira particular de insltureo elementar, pe-
indo licenca para constituir substitua de suc
aula a sua irmia Dina da Silva Coulinho.Infor-
me n Sr. director goral da instrueco publica.
607.Devotos do Sr. Bom Jess dos Passos da
freguezia do Poco da Pauella, pediudo urna guar-
lionra para a fesla no dia 12 do torrente.
Ao commandanle superior da guarda nacional
" municipio do Recite, se expude a ordem neces-
Baria.
608.Dicudonn Corbieux, engajado para o ar-
senal de inarinha. pediudo resciso do seu con-
trato.Votte ao Sr. inspector do arsenal de raa-
rinha para atlondcrao supplicante na forma re-
querida, urna vez que a fazenda soja indemnisa-
da das despezas que livor fe i lo com a vinda do
supplicante.
609.Folicidade Mara da Conceico, pedndo a
admisso de um ilho na companhia de menores
do arsenal de guerra.Informe o Sr. director do
arsenal de guerra a queni o menor ser apresen-
lado.
610.Bacharel Joao Francisco da Silva Braga,
juiz de direilo da comarca da Parnuhiba no Piau-
hy, pediudo so prorogue por 2 o prazo de 3 mo-
zos que se Ihe marcou pera entrar no excrcicio
do seu cargoConcedo a prorogaco por dous
mozos.
611.Joaquina Pereira Arraes, pedlndo urna
passagem para a corte no primeiro vapor que
ver do norte.Dirija-se ao agente da coropanliia
brasileira de vapor, a quem se expedo a ordem
necessaria.
612.Joaquim Vital Machado, fiel do arma-
zom 5 da alfandega, pedindo 2 mozos de licenca
pira Iralar de sua saude.Informe oir. inspec-
tor da thesouraria, ouvindo o da alfandega.
613.Jos Antonio de Araujo, pedindo se sub-
meita ao governo imperial a proposta que faz pa-
ra fortiecimento do cimento necessario para as
obras do melhoramonto d) porto de3l3 cidade, e
quaosquer oulras de igual natureza que se elfec-
luareru as provincias da Parahiba e Alagoas.
Informo o Sr. inspector do arsenal de marinlin.
61 llosa Maria da Conceico Moraes, pedin-
do se mande admittirseu ilho Joaquim Francis-
co do Moraes no gymnasio na qualidade de pen-
sionista de estado. Volte ao Sr. regedor do
gymnasio provincial para mandar admiltir o me-
nor na forma requerida.
615Miguel da Fonseca Soares e Silva, pe-
dindo se sulimetla ao governo imperial um reque-
rimcnlo.Soja submettido ao guveino imperial.
Oflicios.
616.Do lenente-genersi commandanle das
armas, v. n. 557.Volte ao Sr. inspector dalhe-
souraria do fazenda para mandar pagar nos de-
bidos lempos a importancia da consignaco.
617.Do mesmo, v. n. 558.O supplicante s
pode conseguir as duas tercas partes do seu sol-
do. quando milito.
618.Do inspector da thesouraria de fazenda
communicando, em resposia ao officio de 27 do
mez prximo ndo, que nao existe na thesoura-
ria documento algum acerca das diarias abona-
das polo delegado do termo de Garanhuns In-
forme o Sr. Dr. chefedo polica, lendo a vista o
seu oflicio de 26 de Janeiro, sob n. 136.
619.Do commandanle superior interino da
guarda nacional dos municipios de Villa Bella,
Ingazeira eTacarat, solicitando se mande pagar
ao seu procurador nosta cidade a importancia
dosprcls, que junta, dos guardas nacionaes des-
tacados em Villa Bella, relativos aos mezes de
aovembro e dezembro Juliimos.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
6^U.Do commandanle superior da comarca
do Brejo, v. n. 481.Volte ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda para mandar pagar sob
minha responsabilidade a quem fr competente.
621Do inspector do arsenal do marmita, v.
n. 501.Volte ao Sr. inspector da thesouraria
de fazenda para mandar pagar sob minha respon-
sabilidade na falta da ordem do thesouro ; temi
a vista o aviso do ministerio da inarinha de 17
de Janeiro ultimo, que se Ihe remelteu por copia,
e que approvou a obra, determinando a forma de
cscripiuraoo aas respectivas despezas sem prc-
juizo de crdito aborto para o cqrrente exer-
cicio.
622.Do juiz de direito da comarca de Tacara-
t, de. tarando nao ser possivel orear os coneer-
tos da cadeia da villa por nao comporta-Ios a ca-
sa, c prupoudo conslruir-sc um edificio proprio,
cuja plaa aprsenla.Informe o Sr. dieclor in-
terino da reparlico das obras publicas.
623.Da cmara municipal de Ouricury, de-
clarando, em virtude do despacho de 15 de no-
vembro ultimo, que nao fizera convocaco para
a reuniao da junta de qualificaeao, que deixou
de funecionar em Janeiro do auno prximo pas-
tado e que fu-a marcada para o dia 2 de outubro
do mosmo anno, por nao ler recebido ordem al-
guma a tal respeilo.Volte cmara municipal
do uricury para informar so tem funccionido
este anno a junta qualificadra.
624.Da cmara municipal de Limoeiro, pe-
dindo a nova construccao de dous acudes na po-
voaeao do Bom Jardi'm e no lug.tr Cho, aos
quas se refere a lei provincial do corrente exer-
cicio.Informe o Sr director interiuo da repar-
tido das obras publicas.
625. Da cantara municipal da Boa-visla com-
municando nao querer o respectivo vigario pro-
ceder ao registio das ierras particulares por con-
siderar multados todos os possuiJorcs dolas ; e
consultando se eslo sujeitas ao registro as ilhas
que compem o seu patrimonio.Informe o Sr
delegado interino da reparlico especial das tr-
ras publicas.
626.Da mosma, propondo a mudanca da al-
dea dos Indios da ilha de S. Maria para a do
Sacro, que tica distante da villa apenas um quar-
to de legua, e onde podero os racsmQS Indios
receber melhor instrueco, ficando porm aquel-
la ilha Je S. Mara e 'as 19 ilhotas adjacenlcs
vertencendo ao patrimonio da matriz, por indem-
nisaco da de Sacco, que se Ihe tira.Informe o
Sr. diiector geral dos Indios.
- 10 -
Reqnerimentos.
627.Anna Maria da Conceico, pedlndo se
mande por em liberdade seu ilho Antonio Ma-
noel, recrulado para a marinha.Provc legal-
mente que viuva ; que o rccrula ilho nico;
que a sustenta por trabalho seu ; a do bom
procedimenlo.
628.=Anlonio Baylon Covalcanli, v. n. 527
Sfja suliiiicttido ao governo imperial.
629. Antonio Jos dos Santos Servina, v. n.
528 Soja submetlido ao governo imperial.
630.Antonio Jos Bizcrra pedindo entrega de
um requerimento deferido por S. M. o Impera-
dor. Nao se acha na secretaria o requerimen-
to do supplirantc.
631. Domingos Gomes Borges, alferos phar-
maceutico do exercito pedindo una passagem
para a provincia da Bahia.Como requer.
632. Feliz Moreno Rrando, Dr. em medici-
na, pedindo ser inspeccionado de sade, para o
lim de requerer um lugar no corpo de sade da
armada,Como requer, sendo este despacho
presentado a autoriJade competente.
633.Fortunato Alexandrino de AlmeiJa For-
tes, pedindo entrega do requerimento que em
seu nome existe informado para ser renietlido
para o governo imperial, comquanlo nada Uves-
Be requerido.A poticao, a que o supplicante se
refere, ja se acha na secretarla, onde pode fazer
a conveniente venfleacao.
634.Francisco Virginio Rodrigues Cumpello,
reclamando contra a validado da qualilieaco da
freguezia da Gloria do Goit. Informe com ur-
gencia a cmara municipal de Pu d'Alho.
635 Ignacio Kaymundo de Brito, pedindo
se mande eliminar da companhia de aprendlzos
do arsenal de guerra seu irmiio Profiri Samuel
de Brito, aim de ser convenientemente tratado.
Informe o senhor director do arsenal de
guerra.
636. Jos Ribeiro Guimaraes, pedindo so
ordene o pagamento das despozas foitas com o
sustento dos prozos pobres da cadea do termo do
Bonito, cujas conlas acompanharan um officio
do respectivo delegado, do qual o supplicante
fez entrega.Informe o Sr. inspector da thesou
raria provincial.
637. Bacharel Joaquim Theodoro de Cisnei-
ros e Albuquerque, pedindo passagem no vapor
Iguaras para a provincia do Rio-Grande do nor-
te.Dirija-se ao gerente da companhia pernam-
cana, a quem se expede a ordem necossaria.
638.Manoel de Jess Pessoa. pedindo passa-
gem no vapor Iguaras para a Parahiba.Diri-
ga-se ao gerente companhia Pernambucana,
aquem se espede a ordem necossaria.
639.Manoel Podro d'Oliveira e Moli, v. n.
319 Passc-se patente.
640.Maria Pastora da Conceicio, pedindo
passagem no primeiro navio que sahir para o
presidio de Fernando.Informe o Sr. Dr. cltefe
de polica.
641.Thomaz Rodrigues dos Santos, recrula
de marinha, pedindo o prazo de 15 dias para
provar iscneao legal.- Concedo o prazo de 15
dias.
Oficios.
62.Do tcnonle general commante das ar-
mas, v. n. 53.Volte ao inspector da thesou-
raria de fazenda para mandar pagar sob minha
responsabilidade.
643.Do mesmo, solicitando de novo se pro-
videncie acerca do fornecimento de agoa com-
panhia flxa de cavallaria. Informe o Sr. ins-
pector da thesouria de fazenda a vista da despa-
cho de 7 do corrente.
644.-1)0 Sr. Dr. chefe de polica, apresenlan-
do as contas da despesa, na importancia de
2:333*350 ris, feita com o sustento e curativo
dos pobres presos da casa deDetenro, durante o
mez de Janeiro ultimoRemedido ao Sr.inspector
da thesouraria provincial para mandar pagar,
estando em termos lgaos.
645.Do inspector da thesouraria de fazenda,
pedindo so ordene a indemnisaQo da quantia
de 122600 reis dispendida pela cllectoi ia da ci-
dade da Victoria com o pagamento das diarias
abonadas aos presos no mez Janeiro do ftndo.
ltcmcltido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar satisfazer.
646. Do inspector do arsenal de marinha,
apresentando as contas de que se despenden, no
importancia de 269$003 reis, com a construccao
da lancha e escaler destinados para o servico da
porto do ltio-Grando do Norte.Informe 'o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
647.Do engenheiro fiscal da estrada de ferro,
informando sobre a representado dos morado-
res no atierro dos Afogados. (Despacho n. 256).
Informe o Sr superintendente da estrada de
ferro qual o inconveniente que obsta a aulorisa-
cao do pedido de que se trata.
648.Do director interno da reparlico das
obras publicas, communicando que o arrema-
tante da estrada da Victoria cumprio com as
condicoes do seu coutracto durante o trimestre
de setembro a dezembro ultimo ; podendo re-
ceber a prestago correspondente.Remellidd
ao Sr. inspector da thesouraria provincial para
mandar pagar visto do certificado.
619.Do vigario de Ipojuca, communicando
haver-se desenvolvida na villa de Ipojuca va-
rila e pedindo se remella ao cidado Manoel
Theolonio Alvos da Silva, algumas laminas de
pus vacinnico. Informo com urgencia o Sr
inspector da sade do porlo, visto achar-se de
licenca o da sade publica.
650.Do agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor, pedindo pagamento das passa-
gens dos presos, Julio Levy e samuel M. Spyer,
dos tres soldados que o escoltaran).Informe
o Sr. Dr. chefe de polica, declarando a que
provincia perlencera os presos.
651 Do mesmo, pediudo pagamente da passa-
gem que se concedou da provincia da Bahia pa-
ra a do Rio de Janeiro ao engenheiro Eusebio
Reveaux.Informe o Sr. inspector da Ihesoura-
ria de fazenda.
652.Pedido do commandanle da companhia
fi.va de cavallaria, de pavios d'algodo c azeile
de carrapato para luzes no corrente mez.le-
itietlido ao Sr. director do arsenal do guerra pa-
ra maudar fornecer.
- 11 -
Requerimento.
mandado fazer pelo arsenal de aarinha
desembarque no porto.
662. Do mesmo, solicitando que se mande
pagar a Raymundn Nonato das Chugas a impor-
tancia de 324 palmos de pedra de cantara, a ra-
zo de 600 rs. o palmo llcmcllido ao Sr.inspec-
tor da thesouraria de* fazenda para maudar satis-
fazer.
12
Requerimentos.
603.Barroca & Medeiros, negociante desta
praea, apresentando a planta de urna ponto do
ferro sobre pilares de pedra, que os supplicantes
desoja ni contratar para substituic&o da aniisa
ponte do Recite.Informe o Sr. inspector do ar-
senal de marinha, lendo vista o despacho de
16 de setembro ultimo.
664.Francisco Bolclho de Andrado, v. n.
576.Concedo a licenca requerida devendo o sup-
plicante apresenlar, antes de empregar a ntadei-
ra, urna nota de sitas dimonsoes ao inspector do
arsenal de marinha para saber se precisa algu-
ma para construccao do estado.
_665.Francisco" da Rocha Puntual, lenle do
25 batallto de iutantaria da guarda nacianal pe-
dindo de novo que se mande que o respectivo
commandanle superior lance o Cumpra-se
sobre a patente do supplicante, que como alle-
gou no primeiro requerimento, deixou de apre-
seula-la em lempo. Informe o Sr. commandanle
superior da guarda nacional da comarca de San-
to Anto.
666.Jos Affonso do llego Barros, arrematan-
te do areamento da estrada de Pao d'Alho desde
o marco 2000 at o Catanga, pedindo Be proro-
gue por 2 mezes o prazo marcado para a conclu-
sao aqnclle servico.Informe o Sr. director in-
terino da reparlico das obras publicas.
O /icios.
667.-1)0 lenle general commandanle das
armas, explicando os motivos por que o Icnct
ajudanledos fortes de Gaib e Nazarelh Joo
Marinho Paes Brrelo nao reside em algum dal-
les ; e pedindo que pela polica se mande proce-
der iudagaces acerca dos fados criminosos que
se Ihe altriitue.Informe o Sr. Dr. chefe de po-
lica, dando por sua parle as providencias neces-
sarias.
66'.Do commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Bccfe, apresentando a
folha dos olficiaes de Olinda empregados na
guarda nacional e os prets dos cornetas, tambo-
rrs e clarins, reunidos do Io a 31 de Janeiro.
Romcilido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda para mandar satisfazer.
669. l)o inspector do arsenal de marinha, de-
clarando que se acham por pagar seus venci-
mentos do mez de Janeiro os empregados daquel-
le arsenal que os recebem pelas rubricasUbras
e Companhia de aprendizes menores, cujas
quotas eslo esgoladas.Informe com urgencia o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
670 Do capito do porlo, pedindo se Ihe de-
clare o deslino que deve dar ao recrula Manuel
Joaquim da Silva, que depois do inspeccionado,
conheceu-se ser aleijsdo de urna perna.Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica se ha alguma par-
te ou cousa especial a respeilo do recruta men-
cionado rteste ulficio.
671.Do juiz de direito da comarca do Brejo,
communicando achar-so vago o cargo do subde-
legado do districlo de Jacar, por haver recusado
servi-lo o cidado Manoel Cesar do Andrade l-
timamente nomeado para elle.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
672.l)o inspector da thesouraria provincial,
apresentando a impugnacao feita pela contadura
ao pagamento, ordenado pelo despacho n. 157,
da despeza com o sustento dos presos pobres da
cadeia do termo do uricury, por nao virem au-
tenticadas as respectivas coritas com oVisto-
do promotor fiscal.Volte uo Sr. Dr. chefe de
polica para ser satisfeila a existencia desta in-
formaco.
673.Do capitao commandanle interino do
27 batallto de infamara da guarda nacional re-
mellido o pretdas pracas que parliram no Io de
fevereiro da cidade de Caruar para esta capital
conduzindo recrutas e criminosos.Remellido
ao Sr. inspector da thesouraria de fazeuda para
mandar pagar, estando nos termos legaes.
674.Da cmara municipal desta cidade, pe-
dindo se mande calcar as ras do Mondego e da
Gloria, e reparar as rampas do caes do Capibari-
bc o ra da Aurora.Informe o Sr. director in-
terino da repartieo das obras publicas.
675 Pedido de urna bandeira com os seus
pertences para o 9o batallto de infantaria de lin-
ha.Fornesa-so.
de lazenda para mandar pagar pela verbaArse-i lite que sobre o cottteudo, aguardo as nl'or- despezas"ti'cou liquida dosia uegucijoo u uuainia in i,4<'u. 7t">^, *, *i
nal.vislpqueopavilhau.de que se trata fui macoes precisas para providenciar como for do de 5:256*730 fortes, tf uual fui paga'pela junta da ,l)f,WuMm^;' \",,"" !",*'' ''''"
Para le>- fazenda de l.oanda ao correspondente dos pro- ,,,, frlPSi':f i iXi ac",''-~
nn. ,., 6 priotarios. Joo Antonio de' Moraes F.o. em fa VuSu*'
Officio ao bibliollicario, declarando que a di- modas do ouro razio de 10$ cada peen, das oro vid
rectora seacha autorisada pelo governo da pro- denominadas de 6$400. (jt.nl "
O proprietario*
Faria.na sua ly
6e8.
mamo Manoel Fifueiroa di
praea da Independ a a as.
vincin a ell'ecluar a mudanca da bibliolheca para
o salo do convento do Carmo, com as ctin-
dicoes proposlas por S. S. em pOtcio de 3
rente. **' \; >
- 9 -
Officio ao delegado litterariodo Barreiros, di-
zendo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
por portara de hontem datada, concedeu 60 dias
de licenca com vencimentos para tratar de sua
saude. ao professor publico de instrueco prima-

nem
ir>para
sonbar poda que h tvi -
excessoa de seaelhaute ur-
Vollava em lastro a referida ombarcacao, tra-
'S con- zendo a mencionada quantia em ouro, "quando,
djjflfcfo sabir do porto de Luanda, fui visitada pela .;,,io ,; .^Vp.Otnmiia Z c.mi"/ ,\ Mn,l','
Tnrvoia poriuguoza ranut, a qual preceden sem uiuicos nstanUneas. com Ir, J". -
praticar violencia alguma e deixou ylr cm paz tre *, emplus esqueceu. yor ezeraplo aT
o navio, recoiihccendo nada haver ni- c de sus- rUnupH r.,,, 1MI ., w-n Vi ,.'"".'
peilo; mais tarde, oorm. foi revistada anda pe- ^,!r SJ' lo'lus ih 1"" '
la escuna britannica Fair UosamunJ, a qual a
deteve algumas horas prisioneira, apoderndose
en seguida de lodo o ouro, e deixando o navio
na da povoaco do Abreu, Joaquim dos Santos cm plena liberdade !
Jnior, devendo oJjbesmo psofessor deixar na ro- Assim espoliado o navio, prosegua em son ca
gencia la esdeira J^ssoa habilitada, com appro- iiiinlio, e no acto de entrar no porto do Mara-
vac&o de S. S. < nhio, foi anda outra voz devassada dentro do
13 \ proprio porto, pela tripolaro da corvla ingle-
Officio n. 13, ao presidente da provincia, par- za Roce llorse (2) Ainda'quarta vez o foi pelo
licipando que o secretario desta repartieo, ba- brigite escuna Wizard, no dia 22 de outubro so-
charol Francisco Pereira Freir, por officio de guinto, em que saba de Pernambueo para voltar
ioje datado, communica ter-se lindado a segn- ; ao Maranhao, com lasstgoiros e gneros do ca-
da licenca (le ires mezes, que obiivcra, e que
ainda coitliiiuam os seus padecimonlos a poni
de o privarem do entrar no exercioio de seu
cargo.
Dito n. 14, ao mesmo, informando favoravel-
bolagem ; nessa oceasio nao houve especio d
insulto que se nao li/.osse ao capito e equipa-
gom ; alm disso, arrombanienlu de eseotilhas
desarrumamenio do carga, abertura do officio do
inspector da alfandega de Pernambueo que acom-
ticos itens, com que justificoc a indemui
do brigue llennj e Izabella, na importan)
10:957*418; do brigue George, em 262 ki798H ;
do brigue John, um 128:1 (9*426 ; do brigue I -
a em 293:511*650 ; prefazendo t estes qua-
J_ro pequeos brigues a fabulosa soma i
r24:926*314. liquidada por commissao m
Poisse a naci brasileira paga inmediata di ni i
a sbitos britannicos indemnisaoes bom ou mol
julgadas, por legtimos actos '! guerra, i
demorou a Gria-Brelanba a restilu^ao de quan-
tia inetplicavelmente exlorquida, debaixo abuso de forej ( no seio dit octaviaoa pa .'
Se, porm, nao nominal, mas effeetivamei -
le,chegadoo diada reparacio, cabera i
encargo commissio aelual.
mente o requerimento de Audt Alvos da Fonse- pan ha va o manifest, rompendo-so para isto as r ca Jnior, que podo continuar com o son collegio armas imperiaes. '"
<^..i K w-A ... -:..-.i- .i. r-~:___________ .________ u. _- -. ____ .-.-. .. r "<
e o
A escun At Marta de que ora propriclari
noel los Teixeira, carregadores Joo Ir u
Santo Ancrua cidade do Goianna.com a mesma
licenca que linha nosta cidade.
Dito n. 15, ao mesmo, informando favoravel-
menle o requerimento de Manoel de Souza Cor-
deiro Simes, que pede dispensa das provas do
capacidade para poder continuar a ensinar par-
ticular nesta cidade as materias de instrueco pri-
maria.
Dito n. 15. do mesmo, informando o requeri-
mento do bicharel Amcrico Fernandos Trigo de
I.oureiro, que se devia conceder a licenca para
que somonte ensinasse ditas disciplinas das que
elle so julgass'e mais habilitado, entre as qualro
que requeren para
dade.
Dito n. 17, ao
No protesto que enlo se fez, lomos com as-
sombro, que o capito e a equipagem suspeitam
vivamente de que nessa oceasio a tripolaeo
sgresssora izesse inleucionalmente rombos no
navio, por isso que estando ell6 at enlo perfei-
tamente sao, comecou desde aquella invasio a
melter 16 pollogadas do aguapor hora.'
Sobre osles dous ltimos insultos dirigir.im os
tntoressados representacoes ao governo, instrui-
das com os necessarios documentos. Trocaram-
se notas entre o governo imperial e a legacio
britannica, a qual tendo recebido em conianca
os uilo importautos documentos com que i.i nis-
i t Ave-Mara daprara Ji Bahia. I
//.- Jto Francisco de Soma Panizo
outros.
mesmo, informando favorivcl-
monto o requerimento do professor jubildo Jos nesso momento
Policarpo do Pipilas, que pede o pagamento da mititos outros ti
r particular nesta ci- truida a primeira represenlaco, e sendo inler-
pellada acerca delles, respondou have-los remel-
tido ao seu governo sem deixar copia, porque
linha a atlenco distrahida em
traballtos da legacio !
ditTerenoa do tempo relativa a gratiticaco do \ Ouauto questo cm si, limiton-se scienti-
raais de 12 annos, que se Ihe deixou de pagar. ficar, que leudo sido encontrados 56 meiosdo-
14 i broes em ouro, em poder de um marinheiro da
Officio n. 18, ao mesmo, informando que o pro- tripolaeo do t'air tosemund, serian) olios pagos
fessor jubilado Victoriano Jos da Assumpcn,' ao cnsul brasilciro em Londres, pelo governo
Son/a Paraizu e oulros, o mostr Jos Mane
F.iri.i, saino do porto da Balda rom carregameo-
lo iodo despachado para a Costa d'Africa i -
do setembro de 1 >4 5 i, indo munida de tod -
documentos precisos c com caria de o lena
venda e permuta legtimamente mercantil. N
dia 25 de outubro o navio de guerra brilai
Cygnel, a apresou na altura de 5" 50' lalihide N>.
o l' e 15' longitodo E Grennwcb: levand
para a Seria-I.na, ah fui julgada I"
eondemnada com lodo o seu earregaotenlo, ;
denominada commisio mixta, contra
moiivado e documeniado d.> juiz 11 i-
membro dessa commissio, e contra lod< -
principios do direilo goral, c muio especala
le do direilo convencional.
Nenhuma disposQio existe nos Iral
autorisasse lal detonrio. o do 1826 :;
vigor os do 1815 o 1M7, e ni -- se lulcra
detenoio o condemnat^io, no caso do se acn
653.Anna Joaquina da Paixo Rios, pedindo
se mande por em liberdade seu filho Juaquim
Cerylo da Paixo Rocha, recruta do exercito.
Indeferido, 5 vista da nota com que foi remeltido
do corpo de polica oiecruta, de quem se trota.
654.Antonio dos Santos de Siqneira Caval-
canti, capito do batallto n. 39 de infantaria da
suarda nacional, pedindo mais 6 mezes de licen-
ca.Passe-se portara concedendo a licenca re-
querida.
655.Francisco de Paula Lima, pedindo ser
nomeado porleiro da secretaria do governo.J
se acha prvido o lugar.
656.Marcelino Jos Lopes, pedindo de novo
que se ordene cmara municipal que faca cons-
truir de lijlo e cal em continuaco do que exis-
to o cano de esgoto das aguas das ras do sebo
c Mondego, que alravessa o terreno do suppli-
cante para desaguar na camboa das Barreir-ts.
Informe o Sr. director interino da raparlieo das
obras publicas.
657.Maria Francisca da Conceico, pedindo
o prazo de 30 dias para provar 3 insengo do seu
fillto Joao Jos da Molla, recrulado para a ma-
rinha.Provc iscnQao.
658.Mathias de Albuquerque Mello, pedindo
se submella ao governo imperial o requerimento
cm que solicita ser prvido no officio de avalia-
dordos bens de raz desta cidade.Soja submet-
tido ao governo imperial.
659.Vicente L'mbelino Cavalcanti de Albu-
querque, pedindo sor nomeado censor do Gymna-
sio provincial.Tendo o censor de residir dentro
do Gymnasio e sendo o supplicante oncrado do
grande familia, nao poe servir o lugar.
Oficios.
660.Do Dr. chefe de polica, apresentando -a
conta das despezas feilas durante o mez.de Janei-
ro ultimo cora o sustento dos presos pobres da
cada do termo do Brejo.Remeltido ao Sr. ins-
pector da Ihesouraria provincial para mandar pa-
gar estando nos termos legaes.
661.Do inspector do arsenal de marinha v.
ir 593. Volte ao Sr. inspector da thesoura-ia
passado.
Dito n. 19, ao mesmo, informando em sentido
favoravel o requerimento de Joaquim Jos de
Santa Anna Barros, que pede dispensa das pro-
vas de capiKidadc para poder continuar a ensinar
particular njesta cidade as materias do instruccio
primaria.
Dito n. 2i\ ao mesmo, propondo para delegado
litlerario de'fcimoeiro, ao juiz municipal respec-
tivo bacharel Luiz Antonio Pires.
Dito n. 21, ao mjsmo, proponto para delegado
litlerario da freguezia de Santo Antonio desta ci-
dade, ao bacharel Antonio Epaminondas do
Mello.
Dito ao delegado litlerario do Cimbros, para
que rena o conselho do districo, e informe so-
so em que o navio, sahindo da Costa d'AI
tivesse udo [ euibora actualmente niu li'vess
escravos a bordo destinados ao trafico. Un, an-
da quando so prelendesse pplicar tal Iral
qual o direito so' linha tornado impotente, es- ^J"^"tJ'-^'^ ?.C!"!"" '
.'-....._:..____:..-:____=. ,- __... Sido urna tuiquidado, P'.is aquellas dls;-"M
se referetn a netos ; m i I e i Ave-Mari
sa formal de equioscor as justas reciamaces
foi insinuado aos interessados que recorreesem
aos tribunaes de Londres.
Se nao fosse o systoma de violencia, contra o
paulara urna insinuaco de procedimonlos con-
trarios todos os principios. Os insultos ha-
viam sido feitos, nao particulares, mas ao pro-
prio Imperio no seu pavilho ; nilo tiuliamsido
praticadospor simples subditos inglezes, maspor
navios do guerra desse paiz ; nao por acto indi-
vidual desses officiaes de marinha, mas em vir-
lude de iustrueces dos seus governos ; nao era
mares africanos, mas no coraco do Imperio, as
aguas de Pernambueo e dentro do porlo do Ma-
ranhao. Nao ha duvida de que se pralicaram as
bre a aecusaco que feita ao professor publico possiveis diligencias, mas que conlinuam ser
Directora geral da instrueco publica.
EXPEDIENTE DE 1 A 1J DE FEVEREIRO.
Dia 1.
Officion.ll Ao presidente da provincia, apre-
sentando informado favoravelmente o requeri-
mento da professora publica do Bio Formoso, D.
Maria Isabel Lins, que pede se Ihe mande pagar
a gratificarlo que Ihe foi conferida desde que com-
pletou os 12 annos de servico na conformidade
da le n. 430 de 13 de junho'de 1857.
Dito ao regedor do Gymnasio, declarando que
o Dr. Ignacio Firmo Xavier,medico daquolle esla-
belecimento, entrou a 25 do Janeiro, prximo lin-
do, no gozo da licenca de 40 dias que Ihe foi con-
cedida pela presidencia, como por esta foi parti-
cipado em officio de 27 do referido mez de ja-
tteiro.
Dito ao delegado litlerario de Barreiros, levan-
do ao seu conhecimento que S. Ex. o Sr. presi-
dente da provincia declara em officio do 27 do
Janeiro ultimo, que opporlunamentc se resolver
sobre a reprosentaco dos habitantes da povoa-
co do Abreu de Una, pedindo a creaQo de urna
escola do sexo feminindo naquelle lugar.
Dito ao bibliothecario provincial, para que ba-
ja do saber c informar quanto pedam os religio-
sos do Carmo, de gratiticaco mensal pelo salo
para onde propoe S. S. a mudanca da bibliolheca
provincial, afira deque possa submetter esse ne-
gocio deciso do Exru. Sr. presidente da pro-
vincia-
^Dilo ao mesmo, para que organise urna relaco
das obras histricas do Brasil, que faltara rtaquel-
la bibliolheca, com especialidade daquellas que
dizem respeilo historia desta provincia, indican-
do logos respectivos procos.
Dito ao delegado lillerrio de Aguas-Bellas,
parlicipando-lhe que o professor publico de ins-
trueco primaria daquelle districlo, Liberato Ti-
burlino de Miranda Maciol, oblevera da presi-
dencia por portara do 7 do Janeiro ultimo, um
mez de licenca com ordenado.
Dito ao de S. Antonio desta cidade, declarando
que o delegado do districlo em cuja escula vai
malricular-se o alumno, que compete dar a
respectiva guia, como claramente se deprehende
do artigo 12 do regulamento de 30 de juuho de
1859. '
3
OlTicio. n. 12, ao presidente da provincia, pro-
pondo a mudanca da bibliolheca provincial, come
leinbra o respectivo bibliothecario. para um salo
do convento do Carmo desta cidade, cedido para
esse fim pelos regiliosos, dando-se-lhes a gratifi-
cado annual de 4005 rs.
Officio ao delegado lillerrio de Ouricury, para
reunir o conselho de districlo daquclla freguezia,
informando cora urgencia sobre a aecusaco que
soffre o professor publico daquella villa'Manuel
Francisco de Souza Peixe.
Dito ao dito de polica do Ouricury, aecusando
o seu officio de 3 Janeiro p. ndo, e signiGcaudo-
de Pesqueira, Valeriano Bezcrra Cavalcanti.
15 -
Dito professora publica do Limoeiro, dizen-
do-lhe que avista do que pondera o delegado lil-
lerrio em data de 28 do Janeiro ultimo, devia
S. S. ler malriculado as alumnas, porque maior
inconveniente houve em nao iunecionar a esco-
la por cinco dias, do que em seren matriculadas
sem guias, que tinham de ser passadas posterior
mente, declarando mais que as alumnas tima vez
matriculadas, continuando o anno seguinte, nao
precisara mais de novas guias.
Expediente do secretario.
Dia 4.
Officio ao delegado lillerrio de Maranguape,
enviando-lhe dous cxemplares impressosdos at-
toslados de que traa o art. 55 do regulamento de
30 de junho de 1852, devendo depois de assig-
nados, devolve-los a esta secretaria para a com-
petentes rubrica.
Vistos nos atteslados dos professores de :
Santo Antonio.Professores de Ia e 2a cadeiras,
e professora, correspondente ao mez de Ja-
neiro.
Boa-Visla.dem dem dem.
S.Jos.Professor de latim, e professor e pro-
fessora de primeiras leltras, correspondente a
Janeiro.
Recife.dem e professora, idem idem.
Fra de Portas.dem idem idem.
S. Pedro Marlyr.dem idem dem.
Pao d'Alho.dem idem idem.
Iiamarac.dem idem idem.
Afogados.dem idem idem.
O delpujuca.dem idem idem.
Limoeiro.dem idem idem.
Peres.Prsfessor, correspondente ao mez de Ja-
neiro.
Abren.dem idem.
Muribeca.dem idem.
O do Olinda.dem idem.
Matriz de Ipojuca.dem idem.
Paralibe.dem idem.
Goianna. Segunda cadeira, professor, idem.
Boberibe.Professor, correspondente ao mez de
Janeiro. .
S. Lourencor-dem idem.
Seriohera.Professor;', idem.
Curato da S.dem dem.
Iguarass.dem idem.
Nazarelh.dem, correspondente a outubro, no-
vembro e dezembro.
Nazarelh do Cabo.Professor dem.
Panellas.dem idem.
Allinho.dem idem.
Villa Bella.dem idem.
S. Bento.Idetn idem.
Tacaral.dem correspondente a dezembro e
Janeiro.
Varzea.dem idem.
Venda Grande.dem idem.
Cruangy.dem correspondente a novembro, de-
zembro e Janeiro.
Pesqueira.dem idem a outubro, novembro e
dezembro.
mpolentes. O Sr. baro doCayru' fallando des-
te assumplo, dizque da reclaraaco dolle, encar-
regra a legaco do Brasil em Londres, achan-
do-se ainda pendente da deciso do governo bri-
tannico, e para complelarntos esta exposicao eis-
aqui de que modo S. Exc. se exprime :
Em 1839 foi esla escuna frotada pelo cnsul
portuguez residente no Para, para de l condu-
cir para S. Paulo de Loauda 56 colonos da sua
naco. Levou-os ella ao seu deslino, e voltava
em lastro em fevereiro do anno seguinte, quau-
do foi abordada pela escuna de guerra britanni-
ca Fair Rosamund, que deteve por algumas
horas, relaxando-a depois : porm durante esse
apresada quando ainda segua caminbo
Costa d'Africa, sondo portante pttnid
pettas, em que nenhuma leglslaoio inte
fundn jamis direilo. O projecto de trat;
1635, que lal jurisprudencia admilliria, n
passou de projecto, e portante completan!
iniqta a sentonea que so baseou em i los .
nenhum tratado proclamou jamis crimino!
Isio bastara para palomear o jus dos recla-
mantes p.tra obierem a justa e completa Indem-
nidade, etalvez se nao devesse ir mais longe pa-
ra que nao parecesse, pela discussa das basi -
dasapregoadas suspeitas, dir-se-lbes u
bra de valor legal lodavia, para que se na
ponha fugir-so a um ponto em que toda a
dencia est por parlo dos reclamantes, den
Irar-se-ha a lerrivel imparcialidade cora q .
ram lo brbaramente julgados, visto que a sen-
lenca se estriba tuda em lacios to falsos como
em principios errneos.
Daremos conhecimento do voto em separado
do juiz brasileiro Manoel de Olveira Santos, o
qual, em prsenos da incompreliensiv, 1 scolen-
ca. so vio obrigado, em desempenho do son de-
curto espaco de lempo, de bordo llio foi fraudu-1 ver official, a concluir polo seguinte protesto
lentamente tirada a somma de 5:2563730 em ou-1 O abaixo assignado, commissano de S. K.
ro, pertencente aos reclamantes, c que era o pro-: Imperial, sent o penoso dever de protestar, ico-
duelo da passagem dos colonos, do frete de al-; mo solemnemente protesta, contra a deciso de
2uns objeclos de carregamento, e da venda de seus honrados collegas, no caso da escuna brasi-
comestiyeis que sobraram. Furam egualmenle ileira Ave-ilaria, que considera ler sido con-
subtrahidos 56 mnios dobrdes, propriedade de' demnada cm opposio aos tratados o cotiven-
um passageiro, que forara devidamonte restitu- $es existentes acerca do trafico do escravatura
dos. entre o Brasil e a Gra-Bretanha. atim de que
I permaneca ao governo brasileiro o direilo de re-
Gumprc rcconheccr que o governo imperial clamar do brilannico, a lodoequilquorion.no
maior calor constantemente por esla | justa compcnsaeo pelas pedas e dainos occa-
deciso arbitraria dos comn
ao condemnarem osle navio.
Sena-Leda, 21 de dezembro do 1"m i.
A energa deste protesto era bom josfl
pela indignaoio que tal sentonea devia causar.
Nos documentos subraellidos commissao so
apresonlaram os quesilos formulados pelo com-
raissario brasileiro, com as resposlas do i:
que procedeu visteria. sendo espeiialinen.
bre essas mesmas resposlas que o commi-
.uu.uu u liuiiii i'uiur luiisiiiiuemciuu pui esia jusia compensa^
indemnisaco, que revesta formas excepciouacs. i sionados pela
Um navio de guerra", delendo um mercante, apo- rios britannicos
derando-se do todo o dinheiro que achou a bor-
do, e depois recusando-se restituido, tendo-
se alias deixado ir o navio livre, e sera que
mesmo urna sombra de julgamento interviesse
sobre tal ossumpto, confesseraos sor mais que
eslranho. O governo brasileiro olliciou enrgi-
camente legacio ingleza nesla corte, a 28 de
abril e 17de agosto de 1840.15 de marco e 30
de jubo de 1841.7 de janeiro e 2o de outubro brasileiro lundou o seu voto de absotvicao, Irana-
del82; vigorosos despachos escreveu lamben)
5 legaco imperial em Londres, a 10 de julho de
1841, 3 de Janeiro a 3 de novembro de 1842, 19
de setembro de 1843 e 30 de marco de 1847, ele.
criplo no
este : E'
que o captor nao apresentou
provasse achar-so esse navio oceupadu em Ira-
mesnio documento, e cujo rosun,
illegal a delonco do Avt-Mmria, -
razo alguma qun
alm de assidua correspondencia com a presi- lico illicilo, nao sendo esse tribunal de inquisi-
dencia do Maranhao, e enlre as socrelarias dos
cslraiigeiros e juslica, sendo ouvido o procura-
dor da cora, que, cm seu parecer de 23 de ntar-
50 de 1845, docla.ou ser a reelamaco do reco-
nhecda juslica ; mas todos estes esforcos tinham
de ficar baldados, pois nem governo, nem minis-
tro ingloz rosponderam sequer jamis urna pa-
lavra sobre a reslituigao dos 5:2508000.
E' de primeira inluico que pode ser negada
esla restituico de urna somma effectivawente
arrebatada com o calculo de ganhos cessantes e
dainos emergentes, ou pelo menos seus juros
respectivos, o que prefaz una quantia muito in-
ferior ao que, segundo os computes raercantis.
devia na succcssaudasoperaces lerproduzido o
arrebatado capital.
Pomos de lado todas as consideraces que en-
negrecen) osle assumpro.
Desde o principio dissemos que nos nao com-
peta a apreciacao das salisfaeces moraes ou
tangiveis, que fossera devidas pelos actos alien-
tatorios do pavilho, e nem mesmo dos subditos
brasileiros em suas liberdades, por isso nos li-
mitamos a declarar, que a indemnisaco incon-
INTERIOR.
Conimisso An^lo-Brasileira. (I)
rUEZAS.
Ailigo XXVII.
Segunda parte.
Brigue escuna Amalia, da praca do Marnnho,
propriclarios Antonio Pinto Ferreira Vianna c
viuva de Antonio Goncnlves Machado.
No correr do anno de 859, o socios Vianna o
Machado, por intermedio de Francisco de Paula
Souza c Coelho, seu correspondente no Pora,
afrelram ao cnsul portuguez daquella cidade,
- nhura modo pode ser aulonsado por suspeitas,
Fernando Jos da Silva, o brigue escuna Amalia, pis se opp5eKao art. 2 daa nsirucces do trata!
para condnzir dalli colonos portuguezes, bran-lnn h 1 ei-' tt. ;. i^.. ^------------1
eos, para D cidade de l.oanda. Com effeito trans-
porto'u o dito navio 55 : descontando todas ns
(2) Sobre este assumplo cruznu-se urna digna
correspondencia entro a presidencia do Mara-
nhao e o cnsul nglez, na qual aquello funecio-
nario se expressava assim, a 20 de fevereiro de
1840.
.... Sinlo. porm, ter de levar ao conheci-
monlo de V. S., que o regulamento do porto foi
quebrantado pelo commandanle da crvela de S.
M. B., fazendo atracar escuna brasileira gente
de seu lordo antes da visita da descarga, apezar
das admoestacoes do guarda da alfandega, que
manifestara a impossibilidade de o fazer sem li- ria, quo lera muilo mais circutuslancia a
conga do inspector. Tal procedimenlo de ne- favor, lambem o ha de ser.
cao nem de consciencia, e devendo reguliar-M
pelos tratados.
Dr 6 wptor linha escotUha de 9 mes e 7
polegadas, proprias para grande quantidade de
farinha e carne, e camarotes no conti's; sel-
le in-se as eseotilhas para so se abrirn em pre-
senta do mestre.
Esta assercao falsa : o eropregado que fez
a visloria da escuna declarou s ter adiado 9 al-
queires de fariuha e 130 libras de carne decla-
rou mais que o cnmprimeuto da escuttlha era
apenas de 8 pos e 7 l[2 pologsdas I Cumprc re-
cordar o que em semelhanles rircf Btanriai es-
ta commissio decidi no caso do Coneeiro Flo-
ra. As eseotilhas dolle erara do lamanho das
do ire-Maria, e na sentonea que julgou aquelle
outro navio se tomou a 27 de outubro do 1S43 o
depoimento de Thomaz Wlkinson, mostr ma-
rinheiro, que asseverou que as caixas de issucar
brasileiras eram geralmonte de 6 a 8 ps de cora-
prido e 2 1(2 a 2 2|4 de largura. O depoimento.
de Diogo Fullarton a 31 de nulubro de 1813 af-
firma que ello residi no Brasil, e que es>caitas
all medem geralmonte 6 ps de comprido e 2 1 ;2
de largo. Dous oulros depoimento provara que
comquanlo muito larga fosse a principal escoti-
Iha do Coneeiro Flora, nao o era demasiado pa-
ra transporto de assucar, em cujo commercio
alias se pretendeu ( sem provar-sc) que ella se
oceupava.
v Conscguinlomente nada ha de censuravel
as diraensos de urna cscoilha, apenas propria
para a exacta recepeo da mcrcadoria que era
destinada.
A Coneeiro Flora foi relaxada, e a A ve-Ha-
(1) Por engao foi publicado hontem o capitu-
lo XXXV, antes dos presentes, e dos que se Ihe
seguem.
Os redac'.oreh
do de 1817. Assim, pois, tendo o commandan-
le da crvela Race llorse, infringindo o tratado,
e ao mesmo lempo as lets das alfandega. do
Imperio, acha-se por este segundo motivo in-
curso no art. 135 do regulamento do 1836, de-
vendo por isso pagar a multa imposta aos seus
infractores ; e quanto ao primeiro, ele.
A visloria provou mais a qoantidndo do
agua que se achou a bordo da Aie-Maria, e o
perito declarou nao considerar as vashas adia-
das a bordo capazos de conter mais agua do BJM
a precisa para urna tripolaeo de 43 hornon
n'uma viugom da Bahia a Lagos.
Quanto aos documentos do bordo, sao too
verdadeiros e regulares, com as solemnidad -
'legaes, taes com? o pasaporte, o rol de equipa*
* >>^
IL FGIVEI



(*
gera passada pela am iiisluCau il" cousulado,
os despachos da alandega e do correio, a rarla I
de saudc, a liccnca para sahir do barra da Bahr,
c o certificado do chefc de polica ; e se o OV^mi.
fcsto vcm assignndo por um corredor, pi. essa de alguris lugaics do Brasil, para, 0 |m c
rpido despacho.
As ordensdadas ao capilo Polo consigna la-
ti na Baha para o crt Onim sao pcrfeanieiile
mcrcanlis. e nenhuma naluteza de suspetls. se
.encontrn, como dcmansAraram as varias victo-
rias (cumquanlojio deixe de ser extraordinario
que os peritos dfpois de havercm npresentado os
simis rclatorios allorassem e riscassem linhas e
jialavras, conioliesto caso so fez! e que extita
sempre muita suspeita, especialmente eni tribu-
naos da nalureza de ccvtimissues mixtas] ; toda-
va no ultimo relalorio positivamente declaram
x>s peritos nao lerera adiado artigo algum pro-
aniercio de escravos, e como nada
;za se achasse tao pouco escondido
carga, neia apparecesso um va-
amonto para se suppor que a
ivesse cecupando do trafico il-
sla assercao destituida de toda a
blAKIO D frfeRAMBiJCO. 6 SABlUDO 18 M tF.VEREIRO DE 1860.
dectaifdo o capil*fio co-
oa somre .Par^w, explica-se
r^nde
Mc
no cap:-
uso fommum ro
viagom andenda,
ve# ik
.T/rio para
de laltf
no naei
lumbre
Ave Mari
li> ito, torn
prova.
O faci do le
nheccr outra pes
pela circunstancia de srr esL^Ppre~ura\ior do
ropriclafio do navio, u quaftmdc .is Estancia,
sendo pulanlo cotr. Paraso qe,,o dito capito
so entenda, c de quem reeAcu as cartas
carga.
Finalmente quarrfo ao nao
1 da oquip.igr.iu, por mee, os
lio c ofliciacs, provm isso do
T.rasil de se lhes pagar par
quando esta 6 para frica.
Seria perianto niqno coitdcmnar I quem
omtuercid legalmentc. s6 por ser lalvc* navio
ileiro : mas a naci btasileira tem tanto di-
reito de commerciar na etisla d'Africa, como qnal-
I'ier uijirn naci, c nom i tolerarel que prio-
ri se cccsidcrem de escravalura todas os na-
vios brasilcros adiados na costa d'frica.
Paranlo, fin viri-.:ic das clausulas do tra-
tado e convoncaa, t mcu vol que osle navio
xado, pasos os damnos e perdas, segun-
do o arl. 5." mixti s.
Serrn Leda, 2*" de dc/.etnbro da l.3fo-
de Oiice Nada mais'terminante do que este Ilustrado
*.niii que tao sabiamente toca os puntos de direito
icio. *
ii- documentos que foram subtnettidos rom-
misso corroboran) os pontos de fado enunciados
jio extractado voto.
i'.' i certHhVo da sentenca dada em Sena l.oa.
\hi, segunde o costuuie nadase acha acerca dos
fundamentos de tal decisao; mas Oca mostrado!
que nao houve aecordo entre os coromissaros, o
juea lamectavcldecisao fot e tomada polo ar-
bitro iiiio:.iiico.
E'TTWh dada pelooficiai ingle/, que regis-
trn a escuna e a declaro: presa ; ahi se l que
i diligencia era (cita em cciiformiJad com as
Haposicces dos tratados entre a Graa-BreUnha e
Brasil, de 23 de noventbro de 1826 e 27 de ju-
llio de 1827. (Sefot erro, e 27 de julho do 182"
quer di/.er 28 de julho de 1817, acollaremos a
ledundancia para o fim doreconhecerque sem-
pre .este e nao o de 1821 que se invoca, o q te
> ni easn de odieabilidade lea igual juspaca fi-
gurar aqu.)
Apresentou-se mais o protesto julgado por
si ti nra, que fot feitc pelos inleressa los d inli-
mada ao cnsul britannico na Baha. I'-se pro-
330 encerra n procui cao de lodos os carrega-
dores ao i r Paraso,i 1 rmo de
proles! i,a cerlidao de intMac3o do c insul,
lmenlos das tes temo n as, ledas irnifor-
mes e competen! s a finalmente a sertlenc.i'
cjue julgou o protesto para producir os elfeitos le-1
saos.
Deu-se a copia da carta de ordens escripia ',
ao mesire de navio em -i de sclembro de IS,
a qual imeiite cominereial peles ci ;s
pralicados peia maritiha ingleza, perseguidora
propri lie le eommercio brasileiroem frica,
se autova i a possibilidado de im novo alen-
la e de igual ordem. at para esse caso se ha-
ri.im dadu ordens ao capilao.
Unio-so ntr aos pop is urna cerlido dathe-
.- mr iria geral, i -; ,:'.. an i" com a maior indivi-
d laeo a :. rtelagem da Ave Mara, c os despa-
chos dlo lo c carregan rntoquelevavaabord i na
foi aprerada.
lia NTmbem urna certdao da Ihesouraria pro-1
vineial.com os mesioos pormenores, eio reta-
ra sub pipas de agurdenle transpor-
tadas.
dem : cerlido, expedida pela Ihesouraria ge-
ral d inanfi sb de ! mi.
dem : oeflidao da matricula da IripolaeHe coai
rpie salrio da Baha a mesma escuna, fetta pela
mesa do consulado, mostrando que apenas leva-
va 11 |......:s Mem : oertido do pessaporte expedido pelo
I res lente da ; rovincia i-ara a flageen de que se .
Hala.
M'in : corlidio da Ihesourark geral peame.-'
sa do consulado, da qual se col he que a escuna
Ave Varia andar oceupada as viageas, imme-
dialameuteanteriores, em 1843a 1844, a trans-
portar muilas vezes da Estancia para a Ba-
bia carregantento ucros.
dem: urna idntica oertido da inspectora
da a, da qual se colhe que
esta escuna eiectivamer.le entrara uaquclle]
p irto ind i ila Estancia e Rio Real (pontos
donde Be Caaeu) KOiessaa o assucar para o Ba-
Fi nal mente, ootra eertido da mesma inspec-
tora da aifandcgs, da qual consta que os frela-
menaes das embarcacoes despachadas no anuo
fiiaiieeiro de \'A a 8"), cscriplurados na me-
sa do consolado f'. rarn de r illOU- liase sobre a
qual se caiculou o respectivo sello de frela-
aaenlo.
Todos estes documentos desmonten rs-
serces da maionia da oemmisso de Berra
Leda.
Ttr grande -escnlillta falsc, pois se dtmons-
lio'i que o ueual ciKprego desavi era p>rl d is caitas de assucar e que as eecolilhas
liuham apenas as diincnscsstriclamenb
s para reoeberen laes irokimes c ele ine-
Ss de nuitas.embarcatcM8quc seoocupam
lia conduccao desta carga.
Ser a tripoU^io numerosa <5 falso, (.sis se
compunha no total de li! hornees, numera ape-
nas -ulliuente pafto servico e prudentes previ-
soes de urna luionga riagem para inhspitos
climas.
No-ser o passaavoeia eco perga*.in!io, urna
''' l'tda le, cuja -anee nem se comprehende,
visto como nem o (calado de 1817 nem a modelo
anuexo apreseqtaai exij'inciu tal; sendo alias
certa que todas is emb^n-ncocs de. cabota'gem
(couio ta a escuna antes de seguir para a Costa
.d'Alrha) apenas viajaun coraporlaria do presi-
dente da provincia, >. m que sejam dadas em per-
^aminho BAAielhaotea portadas.
Nao estar o manjfesto assigmado p*!t eserivio
da alfandega, nao iceulAtdade, por isso que
> fui pelo despachante, que era empreado pu-
blico e de f.
l'sr nmilo pernio falsa, poifi niio Ievoo mais
xio que o preciso, som muda se quer de subresa-
'.nti, como tlte Caziam, empre as erbaccieea
Je r mtrabandn.
Ti r o consignatario, em Ouira, feilora de. nc-
r..se ser luitavei coulraliandisla se. que tal
aasercju lem unoamenWiJ todava impotente
jiara por ella se julgar urna negopiacao licita,
Diente quando se nao encoutreu n carga,
no depoimeaXo daa iestdmnnhas, a miniaa
rova ou indicio se .quer que prejudicasse o na-
to.
'escmos a todas enas particularidades unica-
UMinle para p5r a n que nem mesmo em si>:iilir
de justas suspeilas moraes assentou urna senten-
ca. lias contraria a todw* os principios do direi-
to geral e convencional.
Neslcs termos se suhmetau a conla da recl-
niacioda escuna Ave Mara eaeu carregamenlo
na total iniportaucia de 45,tt4|l255 do capital, a
qual quantia lem de ser paga, segundo as dispo-
sicoes do art. g. dp regulamento das commissoes
.mixtas, i'iu riioeJa brasileira liquidada, porcm
uo canibie corraote, que vigorara ac lempo da
!. lencao, e alm disso, mais o juro de 5 por
eeclo a contar da rasma delencao al oclfcctivo
pag.-meiito, presciiidindo alias de vari.is oulras
verbas de custas do processo, perdas e damnos,
iiiantin.enlos, gastos de estada, ele., que a mes-
na i-omen.ao, explicada pela do 1858, legtlima-
{:;eneau!crisaria.
Publicla.
[Jornal do Cornmercio do Rio.)
OKIO
Apresentado pejle directora do Gabinete
PortugueE de Leitura no Maranhao,
em sesso da assemble'a geral de 26
de Janeiro de 1860.
Senhores accionistas.Tendo cessodo rom o
auno Indo o exercicio legal das nossas allribui-
roes em qualidade de directores deste eslabele-
cimento, vimos dar-vos conla da nossa adminis-
traco, nao s com referencia especial ao ulti-
mo semestre, como cm geral a lodo o auno.
1 '*
Acc'nnislaseaccocs, *
No anno da nossa gerencia, apenas consegui-
mos augmentar o pessoal com 18 socios, e o ca-
pital co-n 22 accoes.
Agora conla aassoeiaeao 156 socios com 179
accoes, achando-se deslas cmillidas 187, porque
oil'o (otim annulladas em 1857 por ommissito
dos scus proprielarios no pagamento das men-
salidades.
A directora, desojando augmentar os recursos
da associar;So, afim de conseguir o acrescimo da
livraiia, dirigi circulares a alguna dos nessos
compatriotas, cujo concurso em favor deste es-
tabefecimento ainda se nao hara manifestado.
Apenas um pequeo numero acolhcu bem o nos-
so pedido, sendo para notar que a maior parte
des que o repelliram sao dos que mais carecem
rd instrucetto nueaqui poderiam adquirir. Des-
conhecendo a importancia que nos d a inslruc-
co para com asociedade, cllcs nao comprehen-
dem que so possa tirar proveito do urna asso-
ciaqo quo nao distribue dividendos aos seos
accionistas, e preoretn ao prazer da lcliura ou-
Iros passalempos, cajos resultados Ibes sao mui-
las vezes bem prejudiciaes. Oulros, porm, que
au estilo nesse caso, recusam pertencer a esta
associaeiio, s porque nao rereberam esie con-
1 vite na occasio da sua tnsUtuico. Os aeluaea
directoresexceptuando apenas o 2 secretario:
lambera nao foram convidados para a tundico
do cstabelecimenlo, c todava nao se escusaram
quando a sua cooperaro lhes foi pedida, para
nao praticirem a injustica de fazer recalar sobre
a insliluico as faltas dos homeus.
O lempo, que j-lem destruido muilas anti-
pathias, conlinuari a fazer o seu officio, e por
fim a causa da civilisaeao hade triiimphar.
Em SJ, auno da (undacjto, cmitlirara-se :
'Jj accoes
I8."5, 2 1
1856, 8 38
1867, 1' li
I88, o 17
1858, G- /> 22
II
lambem a Galera das Ordens Religiosas e Mili-
tares, em 1 volumo ; e El Castillo de Son-bre-
mar, em 2 volumes. Finalmente, ao encerra
do anno recebemos ainda do Sr. accionista Jos
Maria Correa de Frias as obras seguintes : o
Socialismo, pelo general Abreu e Lima, em 1
volume ; o Cdigo Commercial Portuguez, en,
1 volume; Diccionario juridico-commereial
Alm dos pe ncarqgjn'ncionados^elalivamen-
ao anno de 1859 devemos a'iida conmemorar
por Jos Ferreirn Borges, com o retrato do au-
tor, em 1 volume ; e o fSpecimen da undicao
de lypos da Imprensa Nacional, 1 volume in
folio.
Elevam-se portanto os donativos receidos no
anno de 1859 cifre de 34 obras rom 81 volu-
mes, contando-so entre ellas algumas de reco-
uhecido merecimento Iliterario.
Desde a institukao deste estabelecimenlo lem
elle recebido 298 volumes a titulo de donanvo.
le
jegular merecimento do peridico O'looo, offrr-
Ta%lo pelo seu illjistrc redactor o Sr. Dr. Anto-
nio Marques Rodrigues, o do peridico JMra-
rao que devemos ao continuado obseqni
nosso preslimoso accionista o Sr. Agoi
Coelho Fragozo.
Cumpre cgualmenle declarar que se tem rece-
bido a continuacao das cadernelas dos dous
cxcnsplares do '.Diccionario da l.ingua Porlugue-
zacom que nos mimoscou seu autor o nosso
distancio socio honorario Sr. Eduardo de Paria.
VI
Ribloilaeca.
Segundo o ultimo relalorio dos nossos anlc-
cessores na administracaodoste estabelecimenlo,
existiam na livrara em 31 de dezembro do 1858
779 obras com 1718 volumes. Uepois entra-
ran mais 49 obras em 116 volumes ainda no
lempo dos ditos nossos predecessores, o por con-
sequeiicia deviam existir, quando lomamos con-
la da gerencia. 828 obras com 18:1 volumes.
Ujjlal ao lindar o auno, apenas adquirirnos il
eMTtbni 1 l*ii volumes proveniente, pela maior
parte, de" donativos. Uevem portanto existir as
estantes, ou em movimeuto na leitura, 869obras,
com 19.17 volumes.
Todava, segundo o respeclivo livro de entra-
das deviam existir 880 obras em 1976 volumes,
resultando d'aqui urna falta de 11 obras com 39
volumes, os quaes em temr.os anteriores se ex-
traviaran), tendo uns j sido pagos, e oulros en-
coinmcndados para sapprr a (alta.
No pedido que lizciuos para Lisboa incluimos
as ditas obras, as quaes tencionavamos fazer
inscrever os nmeros que linham as extraviadas,
afim de que a EOSponsabilidade o guarda seja
sempre pela somma total do livro de entradas.
Alm das obras de propriedade da associac.ao,
exiatem mais no eslabeleciineuto, a titulo de "de-
posito, 273 volumes entre encudeniados o bro-
chados, o que eleva a 2,210 o numero dos volu-
X.
M
Socios honorarios.
Exisliam'no fim do anno de 1858 vinle p um
socios honorarios. No anno da nossa gerencia
expedimos diplomas aos Srs. Eduardo de Faria,
Francisco Marques Rodrigues, e r. Antonio
Henriques Leal, sendo este ultimo, em virtudeda
possa deliberacao na ultima sesso.
Devoraos muila gratidao a alguns dos nossos
24 socios honorarios, pela proleccao que tem da-
do a este estabelecimenlo, proteceo quo alias
nao 6 para admirar, por ser muito' natural que
os homens de lettras auxiliem a inslruccao. O
Sr. Dr. Antonio Marques liedajues merece, po-
rcia, urna meneao muito especiar pelos requen-
les donativos que lera feilo a esle estabeleci-
menlo, pois rarismo o relalorio em que nao
apparecoalgnm registrado o, o que mais, de
obras de graudu interesso* litleraaVl
Subscriptores
A mocidade brasileira quasi exclusivamente
a que compoe esta classe de contribuinles-leilo-
res. E' a que d mais uso aos nossos livros, e
sentira pttivavelmente alguma falta se esle
te estabelecimenlo deixasse de existir; porem
para Ihe alimentar a aclividade, cumpre lar sem-
pre provisao de livros novos, o principalmente
romances de boa esculla.
Nesle eslabelelecinienlo admitlcm-se subscrip-
coes mensaes, para facilitar a concorrencia ; po-
reiu como esle systema bastante lraballioso pa-
ra os empregados. conviria ir preparando pouco
a pouco, para no futuro se adoptar a pratica se-
guida n'oulros gabinetes, que s admitiera, as
aasignaturas por um anno ou seis mezes.
Em seguida demonstramos o rendiuiento an-
nual desto classe de conlribuiutes desde a aber-
tura do Gabinete.
Em l?v> fui o rendimenlo do
1655
1856
1857
1858
1859
lClIjfiO)
20t800
M iso
530*000
551*500
67J000
Rcntliincntos
O rendimonto total no anno de 1S59 foi de
l:36i$00Q, sendo tiSS^OOD provenientes das men-l mes ilisposico dos leitores.
salidades dos accionistas, e ti7$0O dossubs-| O pedido a que ja alluJimos, foi feilo por in-
criploies, i lermedio do nosso prestante thesoureiro, que
o augmento da renda nao lem ldo grande in- deve receber a importancia: depois da ohegada
cremento, porem nem por isso tem decrescido, dos livros, sendo de erar que a somma existente
como veris da seguinte deroenslracao : [era cofre ha de ser mais do que sulficiente para
solver o seu valor. Esle pedido, por inconveni-
entes que houveram em Lisboa, lem-so demora-
do mais do que se suppunha, pois contramos
que o anno novo os encoutrasse ja as estantes,
ou em movimento.
Na secretaria existe um officio do nosso socio
honorario, o Sr. Dr. Antonio Henriques Leal com
Era 18.4, 1 anuo, ten leu 7753000
1855, 2 1.068:900
l-i'i, 3" 895O0O
> 1857, 4" 1:179800
1858, a" 1:2128i7
1859, " > 1:364JU0
III
Dnspezas.
il >'.i :i->e no anno da nossa gerencia a som-
ma de l:361$6l I, que todava apparcee reduzida
a de l 392*438 por sehaver doduzido o alugucl
''. primeiro andar a vencer em V de marco
deste anuo, visto que. e inquellino quiz pagar
um trimestre adianiado.
Esta deapeza son dnvida muito avallada,
porm nao se gaslou um ti real sem precisa]:
cuulie em parlillia nossa admiuislraeao una
mudanza de casa, a impressao do cathalogo,
rempressao dos estatutos, a impressao de dous
velumes de accoes, que adiamos esgotadas, r-
tulos para livros, o oulras multas cousasque es-
tavam reservadas para nos ; e como se ludo islo
anda nao fora bastante, veio por fim o cm pre-
ga do da c isa com una exigancii de augmento de
ordenado .1 que eni parta ticemos de annuir.
Olerecemos-vos cm seguida urna rosen ha da
deapeza deste estabelecraento desde a sua fun-
daco.
Em 185f, r amo gaslou-so 720J860
3851990
7553312
1:1589410
980*199
1:8029438
IV
Capitul Kocial.
No auno de 1859 leve uui augninnlo de rs.....
5019562, sendo 4t0# provenientes das 22 acees
cmillidas e 619522 de lucros capilalisados. Oca-
pilal social, pois de rs. 4:5073259, formado do
modo seguinte :
S e utensilios.................. 599$380
ibiiotiiecavalor da livraria........ 3:00019005
Thesoureiro, dinheiro em caixa.... 6119874
Accionistas, mensalidade por cobrar. 310-9000
Subscripeees, divida antiga.......... 12-9000
MI
Empreados
Durante a nossa gerencia reconhecemos a adi-
ndade dos nossos dons empregados, e nao temes
senao a louvar o zelo do guarda, o Sr. Germano
Martins da Assampcao. .Sentimos, porem,ler de
parlioiparvos a exigencia que elle nos fez em 3
de setembro do anno lindo, de um augmento de
140j00 reis annuaes no seu ordenado. Reconhe-
cendo as poucas forjas do estabelecimenlo, sera
dnvida insufficientes para o pagamento da orde-
nados no valor de COOJODO reis, nos j Ihe liavia-
! mos encontrado um substituto pelo mesmo orde-
| nado que elle percebia, quando elle se resolveu
a conieniar-se com o augmento de 4()g0()0 reis,
1 e nos para nao deuiittiniios um em pregado an-
I ligo e zeloso, preferimos sobrecarregar o eslflbc-
j lecimento com este augmento de despeza, na es-
peranca de que elle f.ir di sua parle as possi-
veis diligencias para o augmento dos nossos ren-
dimenlos.
Vos ou a futura sdminUtraco, adoptareis a
este respeito o que lor mais conveniente aos in-
leresses da Asociacao.
XIII
Ofsjcctos diversos
nosso anterior relalorio levamos ao
contrato que celebramos i
o Sr. accionista Boa Ventura Jos Coimbra
do predio que hojo oceupamos, na
de
J em
vosso conhccimcnto o
DI
cinco anuos.
Agora cumpre-nos participar-ros que este
Jde como tan- ; eontralo rdoal existe um exempLirna secreta- V" :!',n""J, "9 l":si"."1 "* quanioaot
esle pcnsamenlo tJ 1 comCcou a vigrrar cm 1 de agosto do 1859 'ori"1 :.e ,,0Je J* P6de duer-se que na provim
*j____,. como consta do pr'im.in, |.,il,o do aluguel pa"o ".'a .",sliuc'.;a'> publica, se nao tem eheg
saafores, Uvras de al 31 de deiembro ,lo m09ma mm 0> ^zeuiti, do seu aperfewoamento, par., la can
1SOD, 8"
1856, 3o
' 1857, 4o i
/ \ 5 !>
1859, '
urna relacao annexa.de varias obras, pela maior I COui
parte francezas, ts quacs o dito nosso socio en-1,1,, <,,
I._i- 'de nampaio, uo preio uue 1010 orcunainos
leude, e com abeja razan, que o gabinete nao 1 .....r... .,' -.- ,w .,,,', ...-. ,'',''.' 1 ,'""''
pode dispensar. A. ,-clual direcloria. porem. 1 ,C,S atin"a. pelo lempo
achando-se ja compromettida com a eucommen-j
da ja cnlao em caminho, nao pode como lan-
o desejava dar execucao a
do nosso dislincto socio."
E de"crer que os nossos suecos
qualquer compromeltimenlo, e sobre ludo das 1
despe/.as extraordinarias que pesarem sobre nos,
possam satisfazer esta neeessidade, cuja impor-
tancia o dito nosso socio calcula em 4009000.
A leitura externa bstanle prejudicial i boa I
conservarn das eoeadernaeea, e por isso se
torna urgeale, de lempos a lempos reformar e
concortar os volumes estragados, o que a actual
directora se vio obligada a (aser cm relaco a
urna consideravel quautidade do volumes que
pelo seu mo estado cstavain postos de parle.
Concluiremos esto capitulo com a seguinte de-
monstracae do progresso da nossa pequea li-
vraria
Era 185 adquiriram-se por compras e do-
nativos 818 vohimes.
o 1855 230
1856 310
lj7 187
1858 173
1859 219
Vil.
Depsitos.
Como fnsse muito diminua a
livros que possuia a associaeao
abertura desto estabelecimenlo,
scus direceres ou creadores a a


O primeiro andar (deste edificio, foi sublocado
por 3.)00o res ao qommendador Joo Fran
Lisboa em 28 de agosto, e transferido em 12 de
dezembro para o Sr. Dr. Luiz Miguel Quadros,
que quiz pagar nm trimestre adiantado, o qual
linda em 12 de mareo p. futuro.
A vossa resulucao de 6 de agosto ultimo, man-
dando Iluminar a casa nos dias 10 do setembro,
9 de Outubro e 2 de dezembro, s pode ler exe-
cucao no ultimo destes dias, porque, as vespe-
ras do primeiro chegou-uOS a infausta noticia do
[allccimento da Raiuha a senhora D. Estefana,
pelo que esleve o estabelecimenlo fechado nos
dias do estylo, c 110 da 9 de outubro porque foi
0 da fesla de Nossa Senhora dos Remedios, em
cujo largo, na parte opposta da cidade, houve
nessa noite fougo vistas, alrahindo para alli a
toda a populaco.
No dia 2 du dezembro, anniversario natalicio
de S. M. o Senhor I). Pedro II esleve a casa ilu-
minada e decorada como foi posstvel, porem a
concorrencia foi diminuta, em razao de al
Idivertimenlos que liveram lugar nossa noite"em
oe alguna lugares da cidade. Todas assignaluras
la de jornaes est o pagas at 31 de dezembro de
ns 11859, e foi expedida ordem em lempo para con-
os tiuuar a sua romessa no anno de 1800, afim de
accionistas c a oulras pessoas do seu conheci- que este ramo de servio- nao soffra laterrnorao
ment, ou amisade, para depositarem no cstabe- j Concluindo, temos a "sali^facao de vos declarar
lecimento os livros que livessem, com o que lo- quo nao legamos dividas aos nossos
quanlidade
na occasio
recorrerm
Iguns senhores
Ditos
Ditos
t S o 1'.;...... ~flW^WvTSx r Se nolfizemos ludo quanto desejavamos cm
ditos 1839. 6 dito...... 6l9o6>: Estas obras depositadas nunca figuraram nos ea-bene!icio deste utilissimo estabelecimeolo, len.os
guanlo ao capitil social, o seu augmento pro- thalogos, e nem podiam convenientemente ser pelo menos conscicncia de haver feilo
gressivo lem sido o seguinte :
lin 1854, T auno era o capit.de....
1855, 2<
1850, 3C
1857, 4
1858, f>
1059,0




V.
I>(iii;itivis:,
"/."o relalorio que vos apresenlamos. locante ao
primeiro semestre de 1859, j vos communica-
mo-3em resumoquaes foram os donativos que
durante esse tempef^ram (estos a esle eslabele-
ciineuto : agora passumos a especialisar a qua-
lidade dasaas Aortas.
! O Sr, Francisco Gomes d'Amorim, nosso socio
honorario, oll'ereceu a riquissima colleceao das
SU3S poesas sol o Ululo de Canlos Matutinos,
em 1 volume ; O Sr accionista Joaquim Coelho
, Fragozo oflcreceu rj Virgilio Brasileiro, em 1
volume ; o Sr. Dr. Antonio Henriques Leal, hojo
nosso ocio honorario, olfereceu a sua traduccao
( das Cartas sobre chimica do Br. Liebig, era 1
volume, c os Annaes Histricos do Maranhao
por Reunido, em 1 volume ; o Sr. Francisco Mar-
ques Rodrigues, tambera hoje hosco socio nono- I
rario, olfereceu a iciportantissima obra L'Ius-1
; ira I ion Franeaise, 26 volumes in folio ; o ac-i
; c.onista Dr. Cooslaatiuo de Mello l'ereira olfere-
ceu as Vyslerios de Lisboa por Alfredo P. lo-
gan, em volumes.;
4:5679259 ; as antigs, de presumir que d'aqui a pouco
nao sejara suficientes se como esperamosI
continuar em progresso o augmento de recursos.
Seria pois conveniente proceder a urna esco-
llia jotre estas obras, e propor a seus donos a
com a das que, convierera ao estabelecimenlo,
e quando se nao chage aumaccordo, fazer-lhes
entrega deltas, assim como de tedas as oulras,
cuja existencia se torna intil ao eslabelcci-
meiito.
VIH.
Periodlieos.
Lilterarios. Apenas recebemos actualmente
por asslgnatura a llluslracdo Lmo-Drasileua. O
Panorama a<\ibou a sua publicacao com o anuo
de 1858. Se fusse possivel, seria muito til man-
dar fazer.urna assignatura da Revista Contempo-
rnea que se publica actualmente em Lisboa com
inuila acccitaeo, c mesmo algum outro perio-i
dico liilerario, cuja leitura seja instructiva, e ao
mesmo lempo agradavel.
Polticos.Tendo cessado com o anno de 1859
a publicacao do Globo, temos apenas desla capi-
tal a Moderacao e o Publicador Marcnhense,
Francisco Antonio de LimaV. P.
Delfim da Silva Gaimarcsl. S.
Donngos Ennes l'ereira2 S.
Joo Denlo de tarros1.
Senhores accionistas. Acommisso de
! rae, eleila por vos em sesso em de agosto do
auno passado, lora a honra de communicar-vos
exa-
s ; o accionista Bcmingos En-iS!'"J pi'i'meiro gratuito, e o segundo do as-
:euos Cantos Matutinas por ?*n5tur? cl gahmete. que comecou no Io deju-
'Amorim. em-i volumo e done, "10 dl' 8j nes Pereira otreree1
11'ranci.sco omesd.
! cxeniplarosdo alipitome Histrico de PorugaU j Pro.v'ncia. adiarnos convenieiile te-lo 110 estabe-
! por David Goncalvos d'Azevedo, 2 volumes ; 0'l lecimento.
lomos mais o Diario de Pcrnambnco, o Jor-
nal do Cornmercio do Rio de Janeiro, o Jornal
o Commerdo de Lisboa, o Braz-Tizana e o
, que em virlude do arligo 37 dos estatutos cun-
( prio a sua missao, examinando a cscripturaco
desla associaeao, filada era 31 de dfzembro "ul-
timo e tem o prazer de patenlear-vos que ella se
acha escripta com todo o asseio o clareza sendo
por isso dignos de louvores os Ilustres consocios
a cargo de quem ella se acha.
Pelo relalorio que acaba de vos sor apresenta-
do pela digna direcloria veris o estado de 11111-
Ihoramenlo cm que marchan) os negocios
associaeao, e o empenho com que ella lem
curado promover a sua prosperidade, nao
t inte os limitados recursos de que dispoc.
Esta dedicarlo Srs. accionistas, dove ser apre-
ciada por vos com um voto de reconheciraenlo.
Salla do Gabinete Portuguez de leitura uo Ma-
ranhao em 20 de Janeiro de 1860.
Manoel da Cunha Machado.
FranciscoA ffoaso da Silva.
Joaquim Coelho Fragoso.
[Jornal do Cornmercio do Maranhao)
1 lados, que Ibes podeiu trazer mais vatuagens e
] grandes nielhoramcntos no seu pensar.
Q que poder ter acontecido, o que ainda du-
vido, dando cu as noticias deste bello lorro,
no correr da penna, pender mais para urna par-
te do que para oulra. Mas isto mesmo devido
alguns fados narrados, que tendo intima rela-
co ou ligac,q com a fonte donde eraauam, por
sua reesma nlureza tica ella censurada ; e se-
ria ura grande conlrasenso, urna loucura por
ventura, se, censurando os effeitos, apotheosasse
a causa.
Entretanto fazendo-se-me nisso grande injus-
tica, devo declarar que o meu fim visa oulro
futuro, lera a sua mira no seniimenlo que tem
todo o hornera quo em si preza esle noraeo
bem e moralidade do seu paiz.
Ebeni desgranado sem duvida, seria um paiz
se nao ROUVCSSO, ao menos, nina voz que de vez
era quando fosse erguida, patentando ao publi-
co os iniquos soil'rimentos do seu povo : desgra-
nado do povo, anda, quo se visse na atroz neees-
sidade ou na dura contingencia de solrer os des-
mandos de um regulo, sem poder, ao menos,
dar mu tirado de desespero, soccorrendo-sc da
justica divina, quando a humana nao mais o po-
desse valer !
Enlo seria melhor, mais curial, por ventura,
que ressusstassem os Dantons e os Uarals, para
reduzircm ludo a cinzas, aniquilando a huraani-
dade inteira 1
Seria melhor que liressimos no throno, em
vez de um moiiarclia sabio, justo e humanitario,
um Rosas, cujas glorias (cando sepultadas nos
campos de Tonelero, ainda hojo fazcm recordar
o espirito canbal de que eslava eivado esse co-
raco de animal feroz: seria melhor, em fim,
que extinguissem essa bella invenco do minor-
a I Gulleraberg, anniquillando as'melliores ins-
Utuicocs do paiz.
II
Na missiva passada, fallando ou da igreja dos
Mercenarios, live occasio de dizer-lhe
padro monumental, que lora e__
lelos frades da companhia de Jess, eslava n um
estado deploravel pelo descuido ou dcieixo que
aqui se tem para com templos dessa ordem. E
agora ratificando o que enlao disse, tenho a ac-
crescentar que essa convento, notempo em que
regia os destinos desla provincia o conselheiro
Jernimo Francisco Coelho, era lido cm to bom
a prego o mesmo conservado pelos l'uiacnso.s que,
querendo aquelle conselheiro levantar na torro
iste um maslro para montar um lelegrapho,
nao o podo conseguir pelo clamor geral, que
nessa occasio se fezouvir do centro da arraya
nao importa va contra cousa mais do que n'uma
verdadeira profanaco do templo de Dos ; que
em parle algum do Brasil ainda nao se linhi
visto urna cousa idntica Pelo que tuinou aquello
presidente o partido de nao continuar na empie-
za, mandando desfuzer oque j eslava feilo. En-
tretanto est hoje esse templo tao abandonado,
que nem ao menos mandara reteiha-lo afim de
impedir o seu eminente dcsmoronamenlo 1
Nao isto de admirar, porque no Orasil, com
especialidodo nesle meu Para, I idas as cousas
caniinham rpidas para o regresso: calcem-M
lodas as ras pelo systema poeiral Mac-Adam ;
que ludo o mais vaias mil maravilhas.
111.
Tenho-llie sempre fallado nos raelhoramcnlos
inoraos o materiaes que a provincia tem tido de-
pois que aqu chegou o mui Ilustrado Dr. S e
Albo (uerque.
A inslruccao publica que ha anuos dorma o
sorano da indolencia, toi allira despertada por S.
Exc, solTrendo urna bem meditada reforma, nao
"toa-
ocia
a da
. cami-
nlia rpida.
Nao queremos, porm, dizer com isto que este '
ramo da publica administracao jazia sepultada no '
olvido, porque 05 Paraenses nao sejam amantes
do progresso e dii.engrandeciraeulo moral d
paiz; mais era decido a falta de harmona noces-
saria entre os raembrosda assembla; hoje sel
ainda nao lia essa paz e concordia desojadas, o <
pode dizer-se que colligaram-so osgregos'
e trvanos para promoverein essa neeessidade ur-
gente da provincia.
O lyccu acha-se bem montado, lendo habis',
professoresque, nao sendo como um antigo mes-
ire de inglez que alli nouve.podemdar provincia
bous discpulos, os quaes se nao poderem sahir
forma os na sciencia ou arte a que se dedicam, |
au menos ensaiados nos seus principios, e com
liabtliuicnoa pa sprofuotfarcm-nas.
Bom seria, porm,que esses amantes da scien-
cia ao sabio Flangien, imitaeo di Alleraanha
e oulros paizes, nunca mais se esquecessera des-
sc tao importante ramo, e de que tanto precisa o
nosso povo.
Wo da l do correnlo pelas 11 horas da raa-
nhaa, foram distribuidos aos alumnos do lyceu os
premios, que lhes foram conferidos no fim do an-
110 issado.
Apezar de ter chovido toda a manhaa, houve
bstanle concurrencia, achando-se a salada con-
gregaco ornada com simplicidado goslo.
S. Exc. o Sr. Dr. S e Alouquerquc, este dis-
linclo peroambucano, que tanto se ha esforzado
era prol do nielhoramento da cducaco, e bem
assim oulras pessoas de dislinccao, ossisliram a
esse acto dedicado a intelligcncia e ao mrito.
O Hvm. Sr. director da inslruccao publica, pa-
dre Flix Brrelo de Vaseoncellos, oceupou em
primeiro lugar a cadeira magistral, recitando um
bello discurso que versou sobre a educaeao em
geral.
O Sr. professor do chalanea e potica Joao
Di i.'o Clemente Malclier, decano do lyceu, foi o
orador escollado pela congregacao.
A oraeao deste Cicero, versou" tambem sobre a
educaeao em geral, o foi eurequecida de bons e
bollos ponsamentos.
E em seguida oceupou a cadeira magistral o
Dr. Fieitas, mesire de rancez.
Seu discurso, recitado em francez o dirigido
aos seus alumnos, foi ouvido no raeio domis
profundo silencio, e com aquella attenco, queso
o tlenlo c o saber sao capazes de merecer.
IV.
n Exm. Sr. Dr. S c Albuquerque continua a
-izar a aceilagao de lodos os Paraenses pela sua
illustraco, iinparcialidade e desvello cora que
promovo os inelliora.nenlos vitaos desla provin-
cia, que j Ihe deve lanos servicos.
ciada pelo Or.-criefe deamlicia, D. Mara Firmina
Pacheco Cordeiro no ntlA'Ji do cdigo uiniinal.
Consta que o Dr. pvnj|^r em seu prete* pedi-
r a pronuncia MMprT92. Recorreram da pro-
nuncia para HJKnal da relaco. Dizem que
os doutos que, nio obstante ler-se recorrido da
pronuncia, nao inhibe de deixar de entrar em
julgamento no tribunal do jury que j funeciona
desde o dia 6 do andante. Corre, porm, que
nao entrar em julgamento.
Tambem o Dr. promotor pedir cm sea pa-
recer a pronuncia no art. 192 do cod. crin, no
processo instaurado pelo Dr. juiz municipal con-
tra o reo Argemiro Meudes ; e que pedir para
nao ser pronunciado o escravo que servio do
instrumento as sevicias a que succumbioo mar-
tyr e infeliz escravo David.
O Dr. juiz municipal pronunciou a Argemiro a
conjuntamente ao escravo Izidio que servio do
iiis^iuoienlo, ambos no arl. 193. Aiile-hontcir.
teve lugar o julgamento do reo Argemiro Mead ti
acorapanbado de tres advogados. AHiuiram ao
tribunal grande numero de espectadores de to-
das as classes. Depois de dez cumpndas hora-
de sesso, o consellio absolva o reo por 8 votos
e o Dr. juiz de direito appcllou para a rea. o.
Descrever todos os promenores que occorreram
seria materia vasta e quir desagradavel.
Limitar-nos-hemos mu de passagem, a des-
crever alguns fados mais- essenriaes. A leitura
do processo sorprendeu a todos que se arhavarn
uo tribunal. Nao sei como o bomem pode pro-
licar lanta ferocidade I....
O Dr. Manoel de Souza Garda falln du.i~ -
zes pedinlo a pena do arl. 192 do cdigo penal no
gro mximo. A Justina publica nao poda ser
melhor representada como o foi pelo seu ornan,
o promotor publico interino que, sendo urna in-
telligcncia e visando nicamente ruiipnr
mente os deveres do seu cargo ; dapDue
tada facilidad da patarra Manale ; ha
lias provas do processo; elle, o orgo do n..n.--
izer-ine quo essji teo puwko, .lesempei.nou brilhani. mente os
meada em 1705 seus_deyc.es. Nao exageramos, pdo contrario.
quic nao dissossemos ludo, o que fui presencia-
do pelos numerosos espectadores que prosaswia-
ram os tiebales e mais occurrencias Tambera
alguma cousa admiren que em um proces-u se-
mellianle e contra um inembro de una lamilla
das pnneipacs eem urna c.dade peajwasM
todos esto em rea oes, henvasaa quem oceu-
passe e desempenhasse tao aptiaaieale a
pinhoso lugar do promotor publico tnlattea.
Uueremos de boa f-i que nao d ludica
manifestronos que, a nao ser o Dr. t.
carador comprehcnde que, cima da le nao deve
haveressasm.il entendidas eonsideraces; ere-
mos pois, piaoienle, que outrem nao haveria tqui
q .e seencarregasse de semelhante lugar.
Uuanto, poirn, a dadsaa do jur\, o publico
ajuiza............................................
Lm juiz superior sabe o enasto e ava-
llemos, as allliccoes d'aquelles que soilrem. Mas.
lambem, ea impunidade rm criuns pavas, um
indisivel mal para a .-ociedade, pelo inl. 1 .
qual, temos proferido o que entend -. -
que tenhamos m vonlade a quem quer que saja.
Esperamos que o nosso proceder noticiando as
oceurrencias em nosso capital, nao dever ser
extranhavel: nao temos camproaaissea, msmos
reconhecemos que baja quem icuha o din .
nos inhibir de descrevermos o que se passa en:
nossa trra, seja contra ou a favor, de gnaWh 1
ou pequen is. A justica, le, manda e e<
igual para todas. Devenios fazer com \
desmorone e-ses pmconceitoa que existan, c
que gravsimos males lem-nos acarratado.
Aqu, a imprensa quesi que guarda stfa
para uns. para cora oulros e muilas re
por m vonlade, acensa ternv.lmenic e par o
mais vertiginoso espirito do partido e carilla-
eoes.
I. justa esta nossa censura c s diz respeito
aquellos que assim pralicom ; que quando ga-
ham, a patria est salva !... ludo ra a mil ma-
ravilhas 1... Crecaos que dever-ee-ha envidar 1 -
dos os esforeos para que nao hajaui duas fusti-
gas ; e c por isso que {oigamos que lem origera
na nossa Ierra esse dictado to aaligor=Justico do
Cear le persiga =
Termieo anhelando-lhe cnchentes de reataras
inclusive! a melhor saude e igualmente aq
que faz e sustenta a guerra.
len ex verilacle tendere.
desla
pro-
obs-
; aonioniSta Francisco Antonio de Lima ctl'ereceu o
Virgilio Brasileiro era 1 volurae, a Grammalica
jda Lingua Ingleza por T. Hoberlsou, eral volu-
me, e as Poesas do Jos Mara da Costa e 811-
va, m 2 volumes : e o accionista Dellim da
Silva Uuimares offoreceu o drama Mrquez do
I rorros .Novas por Camillo Caslello Branco^ era
II volease, edo Estado actual da Monareliia Por-
lugueza c das cinco causas da sua deadenda,
por Jos Anaslaoio Falco. cm 1 volume.
Cornmercio do Porto. Dos jornaes que so publi-
cara nesta cidade falta-nos a Imprenta e o Jor-
nal do Cornmercio, o temos absoluta necessidtde
de ura jornal francez e eulro \ai, pelo me-
nos.
Al 00
presente,
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE TER-
NaUIIUCO.
Para, 8 do feveeiro de lfeOO.
Bera cedo, lalvez, tenha eu de deixar de ser
seu correspondente, porque ando cora muito ne-
ldo da noticia aterradora, que ha dias, liveram
a delicadeza de dar-me alguns amigos meus que
. ,.', ,. \ tenho nesta capital. (Juerem por fas e por nefas
tinhamo* tendimentos, saber quem esle seu corespoudenlc paradareui
euicientes para supportarem estes accroscimos
No ultimo semetre receben esle estabelcei- j de despezas, porera' de esperar que com alguma
; ment do seu desvelado protector e nosso sooiej diligencia mais, se possa satisfazer esta uigen-
j honoraria o Sr. Dr, Antonio Marques Rodrigues cia, visto que a redueco do;, portes pelos paque-
I as seguintes obras : La jeune Rachel, em 1 ve- tos .torna esta despeza mais loleravol.
^iirae: Scbloss.Hainfeld ou un hiver dans la | IX.
. basse Slyrie, par lecapilainc JEasil Hall, eral! SSovimoato litterariu.
nlume ; *La Danse Macabro, par P. L. Jacob, | Nesla parle nao ti vemos augmento no anno de
mes ; Alias de louis les partios con- a preferir os romances, c esta prefe
lobo terrestre, 1 volume ia folio ; antiga que, para JUes poupar o ira
rencia lio
balito do os
esta
em i volumes
nes du
v Compendio de poelica exlrahido do diversos au- ; procurar, se tem julgado acertado collocar
lores, em 1 volume ; Principios, ou pirreeiras, classe frente dui cahalogos.
nocues de direilo positivo, por taimurido fe-I E' sempre diminuta 2. frequencia dos leitores
lipp* Lobato, em 1 volume; e Historia do \ no gabinete, porque lodos preferem ter era suas
movimento poltico de 18i2 cm Minas Geraes,; casas ; apenas quando caeja.n vapores com mala
) Jos Antonio Marinhp, em 2 volu- ida Europa que apparecem alguns para lerom
as azotas, porque lhes nao .: pcrmitlido leva-las
i mes ; o Sr. Jos Maria Correa de "trias offereceu
I o romance Virginia, Alfonso o Corma, por A.
P. Frrea A raga o, em 1 volumo : o Sr. Antonio
Joaquim de Freitas, anligo subscriptor desle es-
tabelecimenlo. presenteou-nos cora as seguinles
obras : Elmens d'ideologie, par lo comte
Deslnlt de Tracy. em 5 volumes ; Hisloire com-
paire des systeraes do philosophie, par Dege-
rando, em 4 volumes, e Antonil Conuensis.Me-
thaphisicorura elomenla, em 6 volumes ; o ac-
cionista Dclfinj da Silva Guiraarac* Qilg'receu
para casa.
O seguinte esboce do movimento lillerario
desdo a fnndarjao co gabinele, nos parece pro*
prio para oiicerramenlo desle capitulo.
Em 1854 fornbceu 1382 oh. 2122 vol.
1855 1222 <: 24U
185& 1875 4106 1
1857 im * 775J t
< 1858 3167 7993 -<
< 18i9 26 < 730 <
urna li^o mestra, pois que, dizem elles, que eu
tenho atassathado em todas as minhas missivas,
o partido liberal do Para.
E lo extremado est este negocio, que at j
rae disseram, que escreveram a Vmc. nesse sen-
tido, e contara cora a couseceo de urna lo es-
tulta pretendi.
Se assim fosse, nem Vmc. aceitara as minhas
correspondencias as columnas do seu Times
brasileiro, porque urna dascondiresdeste otfi-
cio.o ro meiicr-se o correspondente em partidos,
tu3s collocar-se no centro delles, c cingir-sc uni-
camenlc a dar noticias de ludo quanlo de mais
notavel tenha occorrido na provincia.
Te cu livesse a estulla prclenco, como al-
guns, de ser o Saturno da Literatura, certamen-
te que havia de empregar-me tambera era com-
bater certas instiluices que me parecesseni ms,
nao lorie mesmo recelo de lancar no dominio do
publico, cortos desregramentos quo por aqui tem
havido : mas como que eu posso censurar o
partido liberal do Para, quando nao tenho moti-
vos para isso, c nao pciienca felizmente a ne-
nhum dos credos pblicos "em que se divide a
provincia ?
Nao escuren que esse partido lem feilo al-
guma cousa visando o seu progresso c posico
no Brasil ; e hoje nao paira mais a menor som-
bra de duvida sobre qual tenha sido a sua nor-
ma do conduela em todo o imperio da Santa
Cruz; mas osle proceder nao ultra-nalun?!,
poque tolos procurara conseguir sijuelles resiL-
A mortedo Dr. Nuno Ayqued Alvellos Anncs
de Brito Ingles, ahi deca ser bstanle sentida e
com especialidade pelos acadmicos de quem o
Ilustre tinado era um amigo dedicado. Inmen-
so o vacuo que na faculdadc deixou o Sr. Dr.
Nuno, o sem querc offeodorsusceptibilidade, os
acadt micos da faculda lo do direito da cidade do
Itecilo, jamis e:e-onlraro ura raestre como o
Sr, Dr. Nuno que, taaendo-se respeilado e mos-
treado querer ir.ita-los con rigor, era um amigo
dedicado, amigo que nunca 110 meio da
tormenta, e ainda com risco de vida, abaudonou
os seus amigos, animando-os, c ensinando-lhes
a supportaras vicisitudes desla vida ephemera.
Scntidissima tambem havia de ser o passamen-
lo do Ilustrado Dr. Leopoldino, juiz da Escoda.
Esle moco ero digno de osliraa nao s pelas ma-
neiras urbanas que o caracterisavam, corno tam-
bem por sor bom filho amante de sua familia,
que com os rnaiores sacrificios os collocaram na
brilhanle posico em que a niorte o surpreben-
dera. Quanto ephemera a nossa existencia oes-
te mundo!
O Sr. Dr. Olynlo Jos Meira, chelo de polica
desla provincia, ainda se acha em Camela, cm
conimisso do governo.
Continuamos a sofi'rer urna crise alimenticia
bastante horrorosa, e nao sei quando nos vere-
mos livros de urna semelhante peste, que tantos
martyrioscauso a nossa arraya miuda.
As chavas lem continuado a ser abundantes, c
por isso algumas ras continuara a oslar em es-
tado deploravel: taes sao as do Imperador entro
as travessas do P.issinho e S. Matheus, esta tra-
vesea e a da companhia, e alguns oulros lugares,
por onde quasi nao se pode tranzitar. Aqui se-
r isto devido? Diz o narigudo de Maraj, que
dcvnio ao importante systema de Mac-Adam.
Em verdade assim deve ser porque esle narigudo,
ludo v e devassa cora o seu magno nariz.
O Sr chefc da divisao naval brasileira Joao
Marta Wandenkolk, j segua para o Maranhao
sendo orrimpanliado pelo vapor Thelis eacanho-
nheira Tiel.
O celebre viajante Jess Vidaurro ainda se a-
efia nesta cidade na sua vida de preregrinaeao
Adeos al ouira vez. '
kbd-el-Kader.
CEAB.i.
Fortaleza 13 de fevereiro de I8GO.
A melhor noticia que.nesta Ihe posso dar
que estamos com o invern. Ainda nao fazem
8 diasque Ihe fallava cm socca, Ha a mofina do
lodos os annos quando o invern nao chega a
lempo c a vonlade dos amigos das chuvos.
Outra materia.
Era Qqs do jaez prximo passado foi pronun-
PEBNflMBUCO.
REVISTA DIARIA.
A ra da Penha sendo dassica em immundi-
cia, tein-se tornado todava ltimamente um wr
dadeiro e completo esterquilinio. Este estado,
asseveram-nos, que procede de alguns i-
res, principalmente do lado da ra Direii.i
quaes fazem da ra lugar do despejo de ludo
quanlo lem em casa, sem lhes importar o incom-
modo que do aos demais, e mesmo o mal que
(asesa saude publica cora os miasmas difundi-
dos DOr til arte, na atmosphera.
V i isla do que fica exposto, que alera disto
por lodos presenciado, nfte se deve fechar os
o..ios lao continuadas infraccoes das posturas
municipaes, mormcnle ell'edando taes helos mu
directamente salubridade da cidade.
A indillerenca para com estas cousjs que
leva a populaco esse sceptitismo ou descren-
ca, que ha as autoridades, as quaes apenas v
ella mais um agente das suas vexaeoes ; e para
que por tanto a confianza reappareca, mister
que todjs ellas se coir.penetrem "de seus de-
veres, cumpram-nos com pontuolidade, c s fa-
ca m favores com aquillo que particularmente
lhes pertencer.
O respeclivo fiscal atienda aquello estado, in-
dague a respeito dos seus autores, e faca-lhes
sentir, com as penas cora minadas, que a cmara
nao ha de estar effectivnnentc mandando remo-
ver Qjixo d'alli, para elles de novo emporcaltu-
remei ra, como o fazem todas as 1101 tes.
Para a exliioaeo de taes abusos, ludo quauto
a lei dispe 6 conveniente que seja empregado ;
e a respectiva omisso constitue urna conniven-
cia desairosa para a auloridade.
Segunda-reira prxima vindoura termina
o prazo de trinla dias uteis para o pagamento
bocea do cofre dos differenles impostes provin-
ciaes pagos no consulado, nao comprehendea-
do o de decima urbana.
Os contribuinles que deixarem de realimr o
respeclivo pajjanieiito at aquello dia, incorrero
na mulla de 3 O/o sobre os seus dbitos.
No Ilio de Janeiro trata o Sr. Bernardo
Xavier Pinto de Souza de publicar urna obra nar-
rativa da viagera de SS. MM. II. as provincias
desle lado do imperio, procurando assim perpe-
tuar a memoria dessa recente viagem to frtil
maior om resultados proficuos para o paiz.
A lembranca do Sr. Piulo de Souza revelando
ura apurado patriotismo, nao pode deixar, alera
disto, de ser havida como de nuil utilidade re-
conhecida. Por esle meio, em qualquer lempo,
ter-se-ha vista por um lado as provas mas
exuberantes da dedico c monarchismo das pro-
vincias visitadas, e por oulro a consideracio por
ellas merecida, os beneficios que para ellas d-.-
correram da manificencia imperial.
Propoe-se o Sr. Pinto de Souza consignar era
sua obra ludo quanlo houver occorrido em coda
urna das provinaias com relaco a visita do SS.
M.M., dividiudo para cabal exe'cucao de seu plano"
a mesraa obra era tantas seceCies ou parles dis-
ttnctas quanlas forem as provincias visitadas ; de
maneira que por esta organisaco syslemaiiea
por esta uisposico melhodica, 'devem os lacios
ser consignados e nella adiados em sua succes-
sao chronologica, da por dia, e com as cores
nativas ; pois que o mesmo Sr. Pinto de Souza
extrahir das folhas publicas o que houver sido
escriplo acerca da materia, nao omitlindo as fe-
Iicilaces, as poesas e oulras pecas anlogas en-
derezadas a SS. MM. II.
A obra ser Ilustrada com es retratos dos Au-
gustos Visitante*| assim como ser-lhe-ha addi-
conada a lista dos despachos quo possam haver,
tendo alera disto um apndice descriptivo das
festas havidas pela recepeo de SS. MM. II., em
seu regresso corte do imperio.
Niuguem contestar o mrito desta obra, para
cujaossignatura dever-se-ha dirigir quem o quei-
ra .10 respeclivo editor, sob as condenes publi-
cadas cm oulra parte desle Diario.
Queixaa bem pronunciadas nos s5o dirigi-
das, a respeito de um grupo de individuos mo-
radores na ra da Aurora, depois da undicao ;
aos quaes allrihue-se grande somma de inmo-
ralidades alli praticadas ao som de violas e por
enlre orgias alta noilc.
A pessoa que islo nos inforrra, acrescenta que
esses individuos j foram no correr do anno pas-
sado despedidos de outra casa d'alli por ordem
da subdelegacia e reqtiisicao de ura official de
linha que os nao pode supporlar mais, nem tc~
lerar-lhes as torpezas em que hoje continan)
A vista do exposio, nao se deve omillir urna
providencia no sentido de cohibir taes desmn-
ILEGJVL
.-^#*-*y


X.
DMMO DE PERNAMrtJCJO. -* SABBaDO 18 DE FKVFREIRO DE 1860.
dos, e chamar os seus uulores ao bou caraiulio
ao respeilo dcvido rftoralidadc publica.
Sb'! hojo de noto & sceaa so Ilusa tro de
Sania Isabel, pela compfcnhla dramtica, o dra-
ma Abel '. Caim, do Sr. alertes Leal.
Quando nao fosse bastante^Wwome desse au-
tor para chamar a alinelo publica, quando mes-
mo nao ralosse o bem apurado do trabalho, as
innmeras vezes que subi secna, tanto cid
Lisboa como no Brasil, autorisau e garanten) o
tempo despendido em um espectculo.
Ante-I ontcm, quando subi elle scena no
Apollo, sua execueo correu multo bem, sobre-
sahindo mais os Srs. Coimbra, Vicente, Lessa' c
D. Isabel, que, alem de lerem comprehendido
perfeitanienlesuas partes, disseram-ascora sum-
mo interesse e goslo.
A acatha.Esta podra preciosa compoem-
se da silicia pura ; ella 6 compacta, translcida,
de um grao milito Once muito unido, o por isso
susceplivel do mais bello polido ; sua fractura
conchoiilal. Cristalisa cm romboechos, mas ra-
ras vezes. encontrada nesse estado. As mais
menos pronunciados, outras vezes offerece a se-
nielhanea dos stalactitcs, do botos ou de pingos
mais ou menos arredondados. A agatha pseudo-
morphica tetn a forma de diversas substancias
minoraes ou orgauicas, cujas molecolas ellas tem
substituido ; outras vezes apparece com o feitio
da concha, no interior da qual tem sido moldada.
A variedade das suas crese numerosa, e des-
sa variedade proeedem seus diversos nomes. Dis-
tingue-se a agatha nicolor (agatha propriamente
dita ou calcedonia), a araarella ou rosacea (sar-
dnica), azulada (sopherina), esverdinhada (plas-
ma), verdo-limao (chysoprnsa), verde escuro (he-
liolropo) verraelha (cornalina), carmesim (ooyx),
etc. *Ha outras que so cor ele rosa, citizeti'tas,
escuras, prelas, arborisadas, emplumadas, ect.
A cacholoriga una agalha decomposta, tem
um branco sem lustro, e pega-so a lingua. A
agalha calcfera misturada de cal. que a torna
opaca, e mais ou menos fu/.ivel.
As agatlias sao encontrados'as rochas trachy-
lieaa e porphyricas e o jasigo mais notavel dellas
existe nos arredores de berslein, prximo s
margens co Rhcno. Tamliem oxistem nos veios
metalferos dos lerrjnoscarbonferos c schistosos.
As agathas pscudo-inorphicas pertencem princi-
palmente ios terrenos terciarios.
Tambero sao encontradas em forma redonda
as aluvioes de alguns ros o parece que o no-
nio de Agalha procede do rio Achates, actual-
mente DriI!o, na Silicia, as margens do qual
foi anligamente achada esta pedra
A agalha sol) suas diversas formas, una das
podras de mais uso as arles, nos adornos, e
presla-se com acilidade gravura dos cama-
pheos.
MaIKACTLRA DO TABACO NA CALIFOttMA. O
Cali jornal de S. Francisco diz que a fabricaran
dos charutos naquella cidade emprega 120 ope-
rarios, que reduseni a charutos 3,000 a 3,50u li-
bras de tabaco por semana.
Iguaes inanufacluras, e com a mesma
dadis eslabt lucidas no Sacramento Marysville, Co
lonibia, Urass-Yalley, Nevasa e Augcllas; a
dando cada urna dessas fabricas um producto,
pouco mais ou menos, igual ao da fabrica do S.
Francisco, ha nada menos que 7,000 libras de
tabaco manufacturado todas as semanas. Cada
operario faz, termo medio, 2,000 charutos por
semana, de maneira qoe o fabrico hebdomadario
tota! da California pode calcular-se a 240,000
charutos.
O proco medio do cada milhciro do charutos,
por alacado, de 40 dollars, (200 francos) deve
noiar-se que na California nao se gasta s; nao
bons charutos; conseguinlemenle sueste artigo
produz 8,400 dollars (42,000 francos) por sema-
na ao paiz, nao incluindo nessa importancia um
oitavo do prego total, que serve para pagar a fu-
lha do labaca.
Em Avon fez-sc urna curiosa aposta, sendo
scu ohjecto ganhar a distancia de 37 pscm tjes
salios, 2,500 francos foram depositados, e Ro-
bert Way foi o nico que pode vencer com toda
a precisao, e aparentemente com facilidade, o
espago indicado nos tres saltos prescriplos. l)e-
pois de ganhar a aposta, o mesmo Way venceu
a distancia de 27 ps era dous saltos.
Matadolho publico :
Mataram-as no dia 17 do correte para o con-
sumo desia :idade 70 rezes.
MOUTAI.IDADB DO DA 17 DO COMIENTE !
Joaquim, preto, solteiro, 60 annos, frialdade.
Joao, branco, 6 meses, espasmo.
francisca Xavier Pereira Prente, branca, casa-
da, 30 anuos, febre maligna.
Harianna Francisca da Concejero, parda, viuva,
42 annos, cancro.
Caetano, preto, solteiro, cscravo, 50 annos, gas-
Iro entcn1.;.
lu, e quj revelln aos uilios menos peiapicaos
ou ptot*nro que mal 3sscnta em um magis-
trado, ou falla de. exame dos autos, que conten
J.-0 contr.irio do que elle cscreveu.
Rospoil&nde a pessoa, e mesmo as intencoes
do magistrado, oceupar-me-hei da iojuslica que
fez, e quesobresahe de suas proprios palavras :
protesto nao exceder as raas de urna discussao
calma e jurdica, sendo, romo ^ o meu llm, o
esclarecimento da verdde.E desde j declaro
que ludo quanto houver de dizer pela imprensa
ser sob o meu rime ; e que nao recuo peante
qualquprresppnsnbildade.
A rJecisao foi volada no dia 9 do correnle mez,
e escripia no dia 16; j li o Aocordo, e delle
pedi cerlidao, e logo quo me for dada, pnce-
lereia analysedo cada um dos seus fundamen-
tos em urna serie de artigos : nao teniendo, an-
tes desejando que sobre elle se abra urna discus-
sao calma o reflectida, que trar como resultado
nao s o niaior esclarecimento da verdade, como
otriumpho da justica e da razie, contra a proven-
cjio e a iniquidad de que typo o Accordao de
que fallo.
Rccife 17 de fezereiro de 18C0.
_________________/. t. O. AI en for n do.
memo, tica a junta transada suo.-uuu, p)u c
necessario anles de so conferir qualquer titulo,
endagar se a pessoa a quem elle se deve confe-
rir ou nao estranho commissaoJ incgnita.
O provedor e a junta de 1859 sabbm, quando
venderam casa junto aoga/oinetro, que deviam
convocar a assembla geral, mas as circumstan-
riasdeapnro, em que estava para pagar urna
divida sagrada, a convierto de que essa ronvo-
caco era urna pura formaldade, o falta de au-
tonsacao para se possuir bens de miz, a falla de
approvaco dos estatuios, moveram a junta a
prescendir dessa convoeacao, e finalmente a ap-
provacoque a assembla" geral em sessao do 15
de Janeiro do eje/entu anno deu a issse acto, e a
todos quantos"lorani praticados pelo prorodor e
junta de 1859, sanou qualquer irregularidade,que
se podesse notar. Essa aecusacao, pois. urna
miseria, quanto ao que os Srs. E. A. o C. dizem
de maisrelalrVarnente ao proejo urna calumnia
propriado quem a invenlou.
J se disse que a Sr. A. fallavam os rudi-
mentos da mais mediocre educacao, verdade ;
s a um servente de alfaiale poda aaber a im-
pudencia de reparar, de citar e de acensar
um acto pelo qual a junta de 1819 quiz lestemu-
nharaolxm. prelado desla dioicso o seu respei-
\ lo n sua gratido I
csse mesmo virtuoso prelado, a quem o Sr.
I A. deve ludo : c talvez soja por isso mesmo, que
ao respeitavel pu- 0 Sr A.atacou esse acto da junta. OSr. A. pesava-
posito de nao.enf rar ihe ?er o relraw do sou bemfeitor, que talvez
aa^ correspondencias |he recordasse os seus principios miscraves. As-
sim o Sr. A. escarrau as nios, quo o arranca-
va-m do nada ; [ assim que os mis.'raveis sobem
nos astros, ou descera ao nada.
O Exm. e lvm. Sr. hispo de Pernamhuco, tem
feito tantos beneficios, e continua a faze-los que
a junta inlendeu que guardava senio a letra, ao
menos o espirito do estatuto a respeilo de S. Exc.
Itvm., c inlendeu bem ; poique a assembla ge-
ral assim o reconheceu, e appiovou plenamente
o procediniento da junta.
A commisso incgnita nao aecusa s faclos,
. vai as intencoes ( art. 10 ) 6 muito Sis.h. A. e i;.
llOSpilill l'Ol'lllgill'Z tlC BeiielicCHCia Cm O retrato do bemfeitor com sua EzmiRsposa
ez o iiiuiia iiinpi'za Uu oio nao e possivtsi que
ninguem liberalisasse seus eafcedaosoprotegesse
um ostabelecimento como o hospital portuguez.
A ileigao, Srs. E. A. e C, foi approvada pela
assembla geral, era antes dessa approvagao que
os niembros da commisso incogaita deviam im-
pugna-la, mas se essa commisso esquecendo a
santidades do eslabelecimento, esquecendo-se de
que esto em torra estranha, esquecendo-se em-
im do liifvrqueurh ocenpa, d'aquelle a que ou-
tro chegou pela caridade de um personagem dis-
linclo, l'uialmenle da sorte quo s o d e a compai-
xo ainda conserva aoSr. E.,querem anda verse
se apossam da terrina, que esperara preparar para
si e para sua parenlella ; aos Iribunaes senho-
res A junta transada cotila cora a justica dos
Iribunaes de Pernnmbuco, porque s juslica tem
encontrado cm todoselles.
Piquemos por ora aqui; a analyse da Iibello
famoso, hade ser completa, voltaremos a ella.
Correspondencias.
Srs. redactores.Declaro
blico quo eslou no firme pro
em polemiza com o autor d
de Iguarass, publicados na Revista Diaria do
Diario de Pernambiicu, primeiramente porque
julgo-me muito superior as aleivosias, e en trigas
daquella naividualidade ; em segundo lugar por
que nao sei se olla digna de entrar em Uca
commigo.
Silcino Cavalcanle de Albuquerquc.
Recite, 17 de fevereiro de 1860.
VW'SiHI*^*------MaSjqSXiJBJBBJBJBJijaBJBJBJBBSJSSBH .'*fVl
Publicacoes a pedido.
Pornanihaco.
AO PUBLICO
No Diario de Per na mineo n. 3! de 11 do cor-
rento foi publicado um lihello famoso com o ti-
tulo seguinte :
Manifest aos socios do Hospital Portuguez
de Uene/icencia em Pernnmbuco, com o lira de
atacar a honra, a probidade o a capacidade das
pessoas, que 0 anuo pastado exerceram o cargo
do provedor e mpmbros da junta administrativa
do Hospital Portuguez de Beneficencia as pes-
soas em quoslao liveram a inesperada satisfar o
de ver, que, ao lado da injuria torpe e misisra-
vel, a dislincla. iadopendenlc o Ilustrada redac-
Co do Diario de Pernnmbuco, conscienciosaraen-
le, e s por espirito de justica, a que nunca sou-
be fallar applicou immediatsnienle o.correctivo,
eslranhatido. como a cavalloiros convem, que o
activi-j miseravel espirito de intriga podesse chegar a
lano.
Esse rasgo consciencioso da reJaccaodo Diario
o
mesmo quadra ainda nao appareceu, a junta
lembrou-se desse obsequio, e essa lembranca
sem alTeclar o cofre do hospital, fundada n'uin |
principio, que a commisso ignora, isto que
agratido um dever de cuja pratica podem re-
sultar motivos para novos testemunhos desse
senlimento proprio das almas generosas.
A junta transada sabe que so a queslao do
logado do finado Joao Vieira Lima, tivesse cabi-
do as maos dos Srs. E. A. e C, ou seria urna
queslao perdida, ou quando o hospital a vences-
so, as dispczas nu letigio verdade ras, e imagi-
narias, dariam' um resultado que c mesmo hos-
pital nada lucrasse.
A commisso sabe o dictado das demandas,
ote A commisso tambem quoria comer.
A junta aconselhada preferio tima coraposicao
aum letigio, cujo resultado niio era certo; x-
ooz islo msemo assembla geral, o esta appro-
vou o procedimenlo da junta, que foi de accordu
com a faeuldade que llie concede o 1." do art.
32 dos estatutos e sobreludo
. com os interesses
iao provedor emembros da junta do Hos- do hospital ; a junta transada desafia de eolio
levantado, a famosa comnisso para examinar
essa queslao no archivo do hospital ; se os Srs.
pilal de 1859 para sua defeza, quaiiJo nao bas-
tasse a sua conseiencia ; mas lia um publioo a
quem cumpre respcilar, ha una associago a
quem necessario dizer a verdade, ha a mesma
redaeco do Diario de Pernaiubuco a quem pri-
meiro que tudo necessario agradecer sua con-
Banca, e em segundo lugar mostrar que bem fun-
dada foi ella.
_A nao ser quanto Oca exposto, o manifest
nao poda seno merecer despreso, se de tal sen-
limento digna essa cousa, que no fina do in-
titulado manifest se dizCommissso.
Que commisso por si s".' Quem a compde ?
Os redactores do manifest saben! o que
commisso? Envergonliaram-sede se issignar,
pois forcoso que so continuo o incgnito da
commisso, o em lugar das lotlras usuaes das in-
cgnitas, em voz do II. Y o Z, sejam os membros
da commisso incgnita, as incgnitas E, A e C.
Agora a conta senhores E, A, e C, sua raerc,
senhoria c excellencia, deviam ter mais tino, de-
viam esperar a publicaco do robtorio e contas, '
que sabiam estar no preio o que com toda a bre-
vidade devem ser destribuidas.
A commisso, oo os Srs E, A. e C. nao t- i
riam de usar do celebre consto, capa com que to-'
doovelhaco, c al algum ladro se serve para'
cobrir suas intencoes miserareis.
Deviam esperar, repelimos, a dita publicaco,
porque esse manifest seria fundado em docu-
mentos.
Nao quizeram assim, e talvez inlcncionalmcn-
tc ; os Srs. E, A o C, gostam do constu; a arma
do mentiroso ; o Sr. C. sabe-o bem ; c por isso
apressaram-se na publicaco do seu libello ; a
E. A. e C teem, j nao o quo se chama honra,
mas a lembranca desse senilmente, vojam essa
queslao e digam se tem sombra de razao o sua
aecusacao do art. 11.
O total da somraa legada ao hospital com os
juros estipulados monlava apenas cm 72:58f>S688,
e uao 111.000 como falsameule ai/, a commis-
e caiumniar nunca se
Hospital de caridade. Existem 78 lio- junta trarrsacta a par do seu rotatorio e pelos;
mens, 52 mulheres nacionaes, 2 homeus estrun- motivos ja exposlos, pergunta antes de ludo, que
geiros, 1 hornera escravo, total 133.
Na totalidade dos doentes existem 39 aliena-
dos, sendo 32 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
giao Pinto s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Dor-
ciellas s S 1(2 horas da manhaa.
Falleceu uraa mulher de cancro uterino.
sao ; o habito do mentir
perde.
O art. 12 do libello urna aecusacao misera-
velmente calumniosa, que tica destruida com as
contas juntas ao rclatorio, que esl a distri-
buir-so.
A junta nao gaslou a somma de quarenta e
seis conlns de res ; oslivros da escripluracao do
i hospital foram pblicos, continuara a ser pbli-
cos para lodos os Srs, associados, c praza a
j Dos, que todas as casis commeiciaes livessem
urna.escripluracao to regulare exacta.
A commisso sabe que o hospital levo sempre
enformeiro ; nao era como devia ser; mas to-
dos sabem quanto difiicl encontrar empre-: Frandvn ,1a fosti Fialhn iiinin
gados habis, assim mesmo nnnea o hospital foi V -j,- c- J
tambem servido, porquanto alera do enfernieiro Antonio da Costa rialho.
ser ura homem rauilo cuidoso para cora os doon-1 Herculano Mara Bessone.
les, era auxiliado pelo boticario, que a ludo se
prestara com a melhor vontade, de sorlc que
nunca se deram as irregularidades que a com-
misso no seu desesporo phaulasiou ; c a juula
nao quiz lomar outro enformeiro que tivesse as
habilitacoes, sera as neeessarias ipformaces; o
hospital j tem um empregado cli coutorinidade
jora as necessidades do eslabelecimento.
que os Sis E. A. e C. dizem sobre o Borrico
interno do eslabelecimento, sobre, obras, sobre"a
Concei^o ilo Rclteribc paraba
festa do anno de 10 a 18t.
Juiz por eleicao. O Illm. Sr. Antonio Jos
de Sequeira.
Escrivao. O Illm. Sr. Mililao Borges Ucha.
Thesoureiro. O Illm. Sr. Victorino Jos de
Souza Travasso.
Trocurador geral. O Illm. Sr. Teen le co-
ronel Manoel Antonio Jos Passos e Silva.
Procuradores. Os Illms. Srs. Eulalio Rodri-
gues dos Santos.
Luciano de Mello Castello Branco.
Msanos. Os lllms. Srs. Jacinlho Alfonso
Botellio.
Tenento Antonio de Allemao Cisn6ro.
Capito Franci-co Martins dos Anjos Paula.
Francisco Esleves de Abreo.
Capito Amaro de Barros Correia.
ThcoJoro do Lago.
Padre Francisco Virissimo BanJeira.
i Juiz protector. O Illm. Sr, Boaventura de
Mello Casiello Branco.
luizas por elci.ao. As Ex mas Srs. D. Leo-
poldina Maria da Conceicao.
Escrivia por devocao..A Kxm.Sr. D. Jenui-
na da Souza Travasso Ucha,
Juizes por dorocio,Os Illms. Srs. Teaenle
coronel Joaquim Jos da Silveira.
Antonio Marques de Amorim.
Domingos Jos Das de Olivcira.
Jos Antonio da Bocha.
Juizas por devocao. As Exms. Srs.
Genoveva Lins Yanderley.
Maria, consorte do Sr. Antonio Bernardo
Maria, filha do Sr. Manoel Pereira Lemos.
Luiza Scfte de Barros Corraia.
Escrisas por devojao. Os Illm3 Srs. Manoel
Jos Santos.
Antonio Joaquim de Vasconcellos.
Amaro de Barros Correa.
Marcolinode Souza Travasso.
Eserivaas por devocao.As Exms. Sis. DD.
Maria Margarida de Souza Travasso.
Maria, consorte do Sr. Jos Dias Fernandes.
Amelia, filha do Sr. Jos Faustino Porto.
Julia, filha do Sr. Jos Antonio Vieira de
Souza.
Mordoraos. Os Illms. Srs. Joao Francisco
Anlunes.
Antonio Jos Conrrado.
Claudio de Jess Malta.
Vicente Camargo.
Francisco Rodrigues dos Santos.
Tranquillo Dias Fernandes.
Jos Antonio Vieira de Souza Jnior.
Frencisco da Costa Fiallio.
DD.
jAz.
r.
quer dizer esse principio, posto em primeiro iu- ; =5ta^ ^ peo cenara um
B"P1ca9COmn,1S8a0dSlI,TlslTCls*cniscu,ma-'falsidadelao paterno, que basta ir ao hospital
as respecli-
para conheccr o contrario.
Nao escapou commisso
v,?lr'T."I20'0' cco,,oma->> cm ',5", ioescspoueommisso o o-alorio,
cela p o l Pegfftfi T\ "nra 0',ed,en,.lri, Dos, a qual custou ao hospital, apeza'r de lao
cega le etc. Oh! Srs. L, A e C pois o zelo, vistosa, somenle adecoraco e es misleres ne-
. economa, a obediencia cega a le, poden, ser | cessaris para se celebraren os ado""di"nos O
ciimpaliveis com as deferencias pessbacs ? Sr.
A, aqu que bale o ponto ; aqu que est a
cobra occuita na horva ; deferencia pessoa] pi-
ra com S. S., urna terrina bem cheia, em que o
Sr. A. enconirasse urna cevadeira pingue, na qual
o Sr. E. tivesse parasi.para seu primo, para to4a pi t afta m bem
a sua familia quanto baslasse a sua voracidade ;
urna terrina emfim, com a qual se podesse dizer
alto e bomsom fartar, furt.ir rapasiada e a
cega obediencia lei viria depoia santificar toda
essa patuscada.
A junta transada nao acceila o principio, com
acs ;
.coila lu-
do o mais, e nesse sentido, ero na sua conseien-
cia que tem marchado sempre.
hornera que jaz na outra vida, e de quem se nao
deve fallar se nao bem ; a junla sabe o precinto
parce sepultis, e admira que o Sr. A. nao tenha
a decencia sufficienle para obedecer aos princi-
pios da mais mediocre educado ; mas o Sr. A.
nao d s um exemplo da completa abslenco
dessa qualrdade, sem a qual neiilium homem jio-
de apparecer dianle de gente ; a analyse do seu
manifest o mostrar.
(,)ue quer dizer o 2' artigo do seu libello Srs.
K. A. c C. ? Pois o provedor propoudo assem-
bla geral a reforma de ura estatuto em opposi-
co a luido paiz e substituindo por outro confor-
me a mesma lei, e mais conveniente ao eslabele-
cimento, depois dessa reforma ser approvada pela
mesma assembla, que violaco commclteu! Pois
aasssembla, geral emquantonu tinliam sido le-
galinenle approvades, nao podia
Commuuicados
t) interesse raatntestado pelo publico, o espe-
cialmente pelo commercio dcsta cidade na de-
ciso da causa, que moveu a caixa filial do Ban-
co do Brazil nesla cidade contra as respeilaveis
firmas de N. O. Bieber & C. e J. Keller & C. pa-
la pagamento das duas lettras, que foram des-
contadas na referida caixa, e que foram decla-
radas falsas, tem crescido com a decisao do He-
rilissimo Tribunal do commercio, que reor- i tal clausula respectiva a deferencias pesso
rnou a senlonca proferida pelo Sr. Dr. Juiz esoe- fora ella, que para comiles, a junta acei
cial do commercio desla cidade, condomnando
as casas referidas ao pagamento das ledras,
que foram recenhecidas falsas em juizo conpe-
tente.
Todos saberr. o escrpulo e rectidao, com que
o honrado juiz do commercio desla cidade pro-1
cedeu todas as indagacoes, e procuro^ obter
todas as provas e eselarecimenloa para proferir
nina senlenca, que sendo conforme a justica ri-
gorosa, averiguasse e apreciasse todos os rnoti-
vos, que podiam determinal-a. Depois desla sen-
tenca, que fui publicada, ninguem podia crer
que houvesse envida fundada acerca de sua'
juslica, e a consiienca publcia ficou plenamente ,
satisfoita. Foi pois com geral surpresa, que
se soube ter sido ella reformada, e geralmenle
se desoja hoje conhecer os motivos, que deter-
minar am esla reforma, que autorisaram a con-
demnaco de duis casas respeilaveis ao paga-
mento de lettras, que foram falsificadas para o
fim de serem, como electivamente foram, des-
contadas na na caixa filial.
Nao so trata de urna causa que diga somenle
respeilo ao pagemento do maior ou de menor
somma de dinheno, mas de negocio que com-
promctle a honra e reputarlo de duas casis res-
paitaveis, c dos niembros que as compoom ; sen-
do que a decisao agora proferida eslabeleceu o
precedente de serem condemnados oquelles,
cujas firmas foram falsificadas, c poe a fortuna e
o crdito das firmas as mais respeilaveis merc
dos falsificadores, que liverem a felicidade de
ca re m.
gestas circunstancias do interesse publico,
C convem boa administrarn da justica, que
decises de tamanho alcance, e que compromet-
iera interesses to graves como delicados, nao
fiquem esquecidos nos carlorios, ou nao passcni
es nmbraes do liibunal, em que sao proferidas,
quando por lodos devem ser conhecidos e ava-
llados os motivos, que as determinaran).
Como advogado desta causa importante, que
tonho acompanhado desde a sua origem, e pro-
fundamente conieucido da juslica, com que foi
proferida a senlenca do Sr. I)r. Perclti, me pro-
ponho a analysar os fundamentos, que para a
reforma foram dados pelo Illm. Sr. desembarga-
d'enlre os dous juizes togados nico volou por
ella ; c espero demonstrar com a calma e digni-
dade convenientes a esla disaussao, que aes
.fundamentos sao a olhos vistos improcedenles,
uer era relaco o direito, quer era relaco ao
acto, e que por tanlo foi injusta, injuridica, se-
no iuiqua, a decisao de que se tracla.
Sei perfeilameule que com o Illm. Sr. desem-
bargador Guimares votaram os dous deputados
supplentes que no impedimento dos elTectivo,s
oram chamados para compor o tribunal; mas
seria superfluo demonstrar que esses nao lem
as habilitares neeessarias para formar um juizo
Seguro acerca da questo, e ninguem poz em du-
vida, apenas foram sorteados, que volariam pela
reforma da sentenca, seus votos eram conhecidos
muito antes da decisao : a discussao tem de
versar somenle sobre os fundamentos que leva-
ran) o illustre magistrado a reformar a sentenca;
mais foi ludo custa de esmolas, era cuja lista
nao figura onome do Sr. A., spezar de figurar
na despezado hospital, sem prestar servico al-
gum.
A estatua collocada no centro do palco dohos-
*il tambem nao podo passar pela gargan-
ta da commisso. Os Srs. E. A. e C. fica-
ram lao atordoados, quando a viiam, que cm
lugar de urna acharam muiUs, c rallara de este-
tuas; enganaram-se.
Verdade que a junla devia, pan ser justicei-
ra, mandar levantar tres estatuas de breu aos
Srs. E. A. e C, c nao o lem feito, pirque receiou
que ellas se derretossem no pateo, tornando es-
lio respectivo terreno; desculpera, pois, os
Mordoraas. As Exms. Srs. DD. Gutlher-
rana Candida Ferreira Antunes.
Anglica Roza dos Passos Anlunes.
Joaquina Florencia da Costa Fiallio.
Umbelina Maria Annes de Souza.
Anna Luiza Coclho Layne.
Julia, lha do Sr. Jos Faustino Porto,
hialina, li ha do Sr. Jos Fauslido Perjo.
Amelia Annes de'Souza.
Feliciana Pires de Lyra.
A junla sent que o Sr. A. nao falle de si, e "'s; E. A. eC. essa falta, e que ella soja substi-
mais lamenta ainda que se cilc o norae de um l"ida Por um calunga que custou a enorme ovan-
1 lia de iOsO.
O regiilamenlo, cojo desapparecimento se la-
menta ja para nada servia ; mas era um parle do
agudo engenho do Sr. A., fui um enmo tira-lo.
E pena que o Sr. A. s agora, no seu libello, e
pouco tempo antes da sua sabida Jo hospitai
que se lembrasse dessas commodidades, que o
hospital devia ler ; nao consta quo as iudicasse
antes as juntas respectivas.
E igualmente pena que o Sr. A. se esquena do
que fez no hospital durante os ull mos lempos
emqe all servio visitndoos doentes (raras ve-
zes, noile, e observando-os as apalpadellas.
Efinalmente para senlirque oSr. A.,diz que ao
publico que fra sempre elogiado p'losen bom
servico, nlo se record que em 1857 e 1858 foi
proposto em junta a advertencia, u suspenso do
relormar os: ordenado, por fallas, abusos, e mo tralamenlo
seus estatutos, Sr A. ? E a assembla geral, po- i para com as juntas,
dendo reformar os seus estatutos nao podia \
acompanlnr em tola asna lalitude a vontade'
do doader e testador 1 Porque devia ella res-
tringir sua vontade, e dar-lhes una applicaco?
O estatuto amigo considerava loda a esmolo
de mais de tonto de res como doaco, embora o
doador ou testador, a desse sem restrieco algu-
raa, o novo estatuto restringio-se ietra' da doa-
co ou testamento.
Para que vem o Sr. A. com urna malvadozes-
O hospital j lem urna casa para banhos, que
o Sr. A. nao quiz ver, mas sabe quo existe, j
tem outras commodidades, que nao tinha quan-
do o Sr. A. era empregado no estabel"cimento ;
o que nao tom, o que nunca tere, o quo nunca
lera o tronco para os alienados; e s o leria
parala metter quera tema impudencia de le-
vantar calumnias to indignas.
Faca a commisso as distincces que quizer a
respeilo dos individuos,
.-,. .. ., ...,, iuuua, que compozeram a iuii-
', "' n,I": Vl P," 'lur l"11-' dl":"., "1"'a'-''''. segregue os que lhe parecer, os res-
alr, 4r l ? = anl,asJ,,d'c,0.sa c lu",(,'V e 6 tantea honram-se de seraecusados pela commis-
n k 1ooo Sr. A. foi nomeado pela sao composta por homens taes como os senhores
assembla geral niembro da comnnssaoeleita para E. A. e C.
dar o seu parecer sobre essa reforma e nao quiz
trabalhar ; porque esse trabalho nao trazia com-
medella.
O 3o artigo do libello nao merece resposta, a
citacao nallefeila basta para justificar o provedor
aecussdo ; esse ai ligo nao moslra seno que o
autor, ou um refalsado hipcrita ou um carolla
muilo tolo.
Sem numero segue-se no 3o artigo urna aecu-
sacao s propria do um miseravel.
Effeclivamente lamentar que o provedor c a
junla dispendesse 1:1508 no mansoleu levantada
memoria do finado Joo Vieira Lima, que Dos
tenha em gloria, a denegaco absoluta de lo-
da a nobrezo d'alma a vileza a mais raza e a
mais chalm, e s miseraveis como os Srs. E. A.
e C. que podiam estranhar esse testeniunho de
gratido ao homem generoso, que lano benefi-
ciou o Hospital Portuguez! A commisso ain-
da sonha que peder empolgar os dinheiros do
hospitel, a commisso quer comer, e lamenta
de ante-mo essa somrun dispendida n'um justo
testemiinho (le debida gratido : a commisso
nao olha para o futuro, nao v nada, nao pensa
3eno na terrina Que dainada tome 1 Tonham
ao menos ura pouco de vergonha.
lia servidos senhores, E. A. o C. que valem
mais do que cem mil ris, nao s o dinhetre
(alvo da commisso) que presta a um eslabeleci-
mento como o hospital ; os'estatutos, determina-
do que esmola de 100* corresponda um titulo
d6e-me dentro d'nlma nao s a necessidade m de socio bemfeitor nao prohibe que iguaes ttulos
que me vejo de entrar em semelhanle discussao
em razao das retacees, que sempre mantive com
esle senhor, como principalmente que escreves-
se os fundamentos, que determinaran! o seu ?o-
e otrerceam porservicog mais valiosos; por isso
sua aecusacao n. 5 e 6 s pode valer para quem
nao emende mais do que a commisso. Quanto
ao cavalleiro ?. rjuem so. conferid rjlRulo 'le bene-
Custa commisso, todos o sabem, que a junla
podesse obstar miseravel caballa formada pelos
f>rs. E. A. o C, para a enthronisaco do Sr. A.,
mas tenha paciencia.
Emquanto a associacSo contar na sua maioria
homens de bom, emquanto a associaco na sua
maioria souber que o provedor e mais' membros
da junta transada sao inrapazes de ronb.ir, sao
incapazps de allender a atildados, sao ineapazes
de preparar terrinas aos comedores, nao hade o
Sr. C, qan deseonhece seu lugar c posco mel-
ter o bico no hospital portuguez, para 'indigna-
mente fazer daquelle eslabelecimento urna cova
de caco; recompense o Sr. C. do seu boleo os
sertucos que particularmente os ntserave lhe
possam fazer o nao intente fazer liberalicades
com os ben3 de ura estaboiocimenlo, que nada
ll>e deve, nada absolulamenle, nada, isto de
bom, de honroso, de obsequiador, mas que lem
de o acensar de intrigante, de gnlopim eleitoral c
de protector de miseraveii calumniadores.
Desenganeni-se os Srs. E. A. c C. a associaco
3abo que a junla transacta obleve como receita
eventual ffexlraordinaria para fazer face s des-
pozas do hospital a qnantia de 23:00O$195; por
que a receita regular proveniente de entradas,
mensalidades e etc., impovtou cm 21:587#26.
Se em lu^ar dos membros, que figuramm n
jvnita transada, e dos que figuran) na junta ac-
tual, ligurassem oulros que poden ser aquilata-
dos pelos Srs. E. A. o C. er algucm que o hos-
pilal portuguez ponera obter casa, enorme recei-
la evcmunl? Cerlam^snto nao ; p. junta transada
nao pretende arrogar se \oria
w
Em g) ros marcados
E os fiosl
Que do chao surgir
E boje, Monarcha, e hoje orgulhosas
Donzellas mimosas
J vem trabalhar. *
A la visita um bello poema,
Que ao teu diadema
Mais ha de Ilustrar.
V como se elevam nasazas da brisa
Que o rio amenisa
P'ra (i tresguioes.
A um lado a bandeir.i das quinas formos'S
Que deu leis pomposas
utr'ora s nac&cs.
Do outro a bandeira que vem l do.norte
Em meigo transporte,
Monarcha, te honrar.
Mostrando que o symbolo da democracia
Com tal monarchia
Se pode abracar.
E no meio dellas surgindo altaneira
A nossa bandeira
De gloria e Iropheu.
E a bella trindade mandando nos ares
Que sao seus aliares,
Cm hymno p'ra co.
Bem vs, Monarcha, da niinlia Baha,
Por fim ueste dia
Ainda a oblaco.
Gemendo saudades por la" partida
Te d saiigue e vida,
Alma e corceo.
A lempo esperava ainda a ventura,
Constante, segura
De ver-lc outra vez.
E vem hoje humilde a leu nobre vullo
Hender este cullo
O cullo que vs:
111
Tu vas. E quera sabe! quem sabe, Uooarcha
. Se teu p nao marca
Ausencia sem lim.
Oh Pedro, quero sabe?!... E a triste saudade
. Na sua anciedade
Nos esmaga assim.
Da efua incerteza vagando no otileio
P'ra nos ha receio
Que nao rolles mais.
E o povo gemendo no peilo taes maguas
Te manda as aguas
Suspiros e ais.
Acolhe-os, Pedro. E, lu flor mimosa
Da Italia donosa,
Acolhe-os lambem.
Acolue-os, anjo de amor e bondade ;
Que a dr da saudade
Palavras nao tem.
IV
Ide, filhos do co, anjus da torra
Ide, por Dos em paz.
Do norte o grito ingenuo de saudade
Oh! nao se acaba mais!...
O norte inleiro nesle rio ameno
Vem saudoso geiner.
Por entre estes seiiinhos que sussurram
Vem myslerios dizer.
Aceita, Pedro, Iraperalriz queriJa,
Aceita o nosso adeus.
O norte do Brasil no peilo guarda
Pedro, Tbereza o Dous.
23 de Janeiro de 1800.
(Diario da Baha)
a E. Leconte
a I). Alvos
COJOIERC
Praca AS TRES IIOBAS DA TARDE.
Cot!ii*ri*s offieiaes.
Descont de letras10 c 13 0;0 ao anno.
Cotac&es otficiaes no dia 16 depois das tres horas
da tarde.
Cambio sobre a Babia=ao par.
Descont de letras12 0/0 ao anno.
George PatcheltPresidente.
)u bo urcqSecretario.
incens, licor poiUir.il, papel, vidros, confeitos,
boos etc. : a JooHa Silva Paria.
1U0 barra o 100 meios mauteiga de vacca, 4
caixas pellos c calcados; a N, O Biebar & C.
50 barris e 50 nreios m.nileiga de vecca, 3 cai-
xas movis e velas ; a J. i. Monteiro.
50 gigos e 10 caixas champarme, 70 barris
150 o oos nianleiga de vacia, 60 caixas quejo,
400 gigos batatas, 6 quarlolas vinho ; aos consig-
natarios.
2 caixas fazendas de seda e de algedo, 1 dita
chapeos ; a C. J. Aslley & C.
30 caixas queijos ; u .). Praeger & C.
1 caixa cachimbos, mascaras, clioruteiras c do-
ces ; a E. C. Medeiros.
3caixas roupa feila, linos e camisas : a Ramos
Duprat StC.
2 caixas fazendas de algudo ; a Schafheithn
& C.
1 dita litros, papel etc. a Almeida Gomes, Al-
es & C.
2 ditas chapos ; a Siqueira & Pereira.
19 ditas movis, cassas ele.; a Prente Vianna
&C.
1 caixa um orgo ; a I. A. Costa Gon;alves.
1 dita mercadorias, 4 ditas fazenda' igual a
ganga A. J. Paria Jnior.
3caixas una prensa liihographica completa. 4
ditas podras lilhographicas ; J. De.smarioaux.
li) fardos madeira propria para carro, ditos
na. lunas e arreos, 5 ditos quinqulharia ordi-
naria ; a E. Borgeois,
25 barris e meios mnnteiga ; 1 caixa sedas ;
a A. L. Rodrigues.
SO barris p50 meios mauteiga, 1 caixa sedas ;
a Barroca & He i ir
3 caixas movis o perfumaras
80 barris e 30 meios manteiga
Hat ..eos
20 ditos e 49 meios dita ; a Bastos .V Lemos.
40 ditos e :jil meios dita ; a J. M. dj Roza.
1 caixa calcado,! d'iUi marroquins, 1 dita o u-
ro de lustro u barbante, 18 caixas e 7 fardos fa-
zenda do algodo, filas, vestidos, sedas, maulo-
lotes, modas, veludos ele, 5 caixas volas para
carro ; a F Siuvagc & C,
3 caixas chapeos c fazendas de seda ; a Da-
rayer & Carneiro.
' > perfil marins, objeclos para chapees de
sol etc. ; a Manoel Ain.
1 caixa perfumaras, mascaras e objeclos para
chapi os de sol ; a '. Sauner.
1 caixa pannos, 10 caixas queijos; a Cals fieros.
1 dita sedas e joias deliradas ; a A Roberl. 4
Filhos.
^ 4 fardos pelles blancas, 1 caixa ammooiaco ; a
B. Francisco de Seuza.
! aixas vidros e quadros ; a Stall & C.
lOditas leugallas, bonels, sedas, modas, ren-
das, bordados chapaos 'if siil, gorras, casacas.
Odres, guardanapos etc.; a Alph. Garnier.
5 caixas movis, obra de couro e mercadorias;
a i. ; ',". \ C.
:!) barrts d ~> meios manteiga, 4 caixas lavas
: i, finetas seccas, phosphoros chinacos, etc.
a ]'. A. de Pinito.
3 lisas pianos e perlences de cozntia ; a i.
\ ignes.
1 ditas porcelana, 20 ditas queijos, 5 ditas fle-
chaduras, prensas, cabecadas para cavallos, rou-
pa branca, etc.. 20 barris e 30 meios manteiga ;
a i. A. Morcira Das.
3 caixas livros ; a Guimares fcOliveira.
I rica alfineles, 16 caixas eryslaes, agulhas,
calcados, quadros, chap4 3 de castor, couro de
l'.'Strp, orgo, etc. : a Monteiro-4 Lupos
2 caixps perfumaras, vidros e comorama ; a
Teixeira Bastos.
5 caixas sapalos de la, fazendas, chapeos dj
seda, o pregos,ele. : a*Jeireir c\ Araiyo.
3 caixas do porcelana e Lamparinas de metal ;
a Fragozo Valle.
3 caixas calcado, roupa feila e cestos, 1 caixa
safles do algodoo ; a G. Bastos.
1 dita poniendo diversas qualidades de barretes
do algodo ; a Va/. & Leal.
1 caixa fazendas de algodo ; s II. Brunn& C.
1 dita um tpele bordado: a .1. Unto.
1 dita movis ; a rom-ira \ stalhcus.
3 gigos garrafas vazias, 1 caixa conservas e sa-
lames, 7 ditas, 4 barris, 2 fardos e 1 arco medi-
camentos para botica ; a Soun & C.
1 caixa um Tilbury, 3 ditas calcado, 4 ditasca-
semiras, sedas, barretes, pannos e agulhas ; a E.
CaixaFilialdoBaneodoBrasilhca'ixasd
pas do seda ; a Thom Lopes.
em Pernambuco.
1860.
0 ADEIS IVAS SELVAS.
A' SS. MM II. peto Dr. I.uiz Alvares
dos Santos, na fabrk-a de tecidos
Todos os Santos em Valonea.
Vos, Pedro, como acata
Tua viuda esle lugar'.'!...
Km c.itadupas de piala
O lio a se desmanchar !
Olha : como elle espadaa
Na cscala soberana
Soltando perolas mil
Perolas d'agua correndo,
A que o sol oslromccendo,
Manda aspecto mais gentil.
Ves a singela homenagem
Que as aguas vem te renderl?
Ouves a meiga linguagem
Que as podras oslo a dizer!'?
olha: aperolas mimosas
Como sallara pressurosas
To alto assim pelo ar!
Do sol aos raios brilhanles,
Ei-las, j sao diamantes
Que a leus ps vem-se atirar.
Esla linguagem traduzes.
Imperador do Brasil ?
Tal myriada de luzes
Viuda d'agua, a um co de ail....
E' o giganteS. Francisco
Une manda de prata o disco
Que o cora altivo r
Yir aqui se desenliando
Saudades suas mostrando
No rioUnaacola. [\)
Irmos na vida e na gloria
Elles dous sabem fallar.
Ambos tem sublime historia,
Que tu sabes escotar.
Umlem a nobre belleza
Da obra da natureza
De Paulo Alfonso o Iropheu.
O oulrohumilde reparte
A estes prodigios da arte
A doce bencao do co.
Vem de rochedo cm rochedo
OUnaa quebrar-se audaz ;
Da arte pelo segredo
O rio ura railagre faz,
E presta alimento e vida
A' scieucia enriquicida
Nesla bella applicaco,
Tecendo por raaos de infantes
E por machinas gigantes
O brasileiro algodo.
II
Orgulho Monarcha. Ao alto esta fronte
Por sobre o horisoulc
Tu de ves alear.
Sim. Cultos te rendem da' arte a grandeza
E da natureza
O vulto sem par.
Levanta, Monarcha, os olhos : levanta
No sitio que encanta
Do imperio que teu.
Que scena Que scena 1 Oh 1 Ierra formosa^!...
Que historia pomposa
A industria escicveu I
Aqui pela industria cstao amparadas
Reliquias sagradas
Do mais temo amor.
As orphaas, os orphos j vcem no trabalho,
Na sorra e no malho
Linitivo dr.
Altiva a sciencia preside sorrinao
Ao prazer infindo
Que ahi produzo.
(1) A cascata que forma oUnaao lado do
desembarque, depois de ter passado alm a rc-
EM 16 DE FEVEREIRO DE
Directores da semana os Srs. :
Dr. Augusto Frcderico do Olivcira e Joo Pin
to de Lemos.
A caixa desconta letras a 10 0/q, toma saques
sobre a praca do Rio de Janeiro e recebe dinhei-
ro ao premio de 7 0/rj.
Alfandega.
Rendimenlo di da 1 a 16. .
dem do dia 17......
(; caixas frascos, lobos do vidro, podras de re-
bulo, lonetas, oculos, charuleiras e letras dou-
radas do zinco ; a Berlrand.
- queijos, 35 barris e 35 meios mantei-
ga ; a 0 Carvallo) & C.
4 caixas sedas, papis e rrystaes ; a l.aurence.
1 dita chinellas ; a Azevedo.
2 ditas roupas do panno e seda, listras doura-
das de zinco ; a Koral Irmos.
3 caixas bengalas, escoras, qunquilharias, pa-
225:307J[328 peis, marroquins, etc.; a Henrique i Azevedo.
papel.
21:5029523
346:8099651
illoviinenio da
Volumes entrados com fazendas
com gneros
alfaiulcja
l-lo
743
Volumes saludos cora
com
presa, magnifica. como o rencol de prata
que se deslisa final elegantemente. A curva
o...... por isso, mas'que forma, a agua procipilando-sc de ura cfToito
sap, como todos sabem, como dpve saber a as- I suliUmo, Merece a comparado feita pelo poo\(( agua d,pflor de larania, tintas diversas, sal glan-
sppi,icao que ?em muilft probidade wuita honra- -de sr ella a. mensageira de Paulo A,tfonso. jber, gouioja, allhea, crmor de trtaro, setme,
ses
fazendas 217
gneros 176
------423
Descarregam hoje 18 de fevereiro.
Barca francezaVille ue Boulognefazendas.
Rarca francezaOccidentquetjos c batatas.
Patacho portuguez = L'nio diversos gneros.
Barca portuguez Gratidodem.
Brigue inglezGeorgeferro.
Impoi'tat'ao
Sumaca hespanliola Garinoia, viuda de Barce-
lona, consignada a Aranaga Hijo ;C., manifes-
lou o seguinte :
147 pipas, 20 meias ditas e 100 barris vinho ;
aos consignatarios.
Brigue nacional Maria I.uzia, vindo da Babia,
consignado a A. Gomes Alvos \ C, manifeslou
0 seguidle :
9 pipas fumo, 2 ditas lirio fioreotlu em p ; a
Meuron & C.
19 caixoes e935 caixinhas charutos, 2,000 fei-
xes de piassava, 50 bolos de dita lina ;
dem.
Brigue nacional Maria Isabel, vindo do Rio de
Janeiro, consignado a Domingos Ferreira Maia,
manifeslou 0 segninle :
5 caixoes gneros, 100 pipas vazias, 417 sac-
eos caf, 11 rolos fumo ; ordem.
400 meia barricas vazias ; a Tasso Ir-
mos.
Brigue nacional Dami, vindo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Antonio L. de Olivura Aze-
vedo, manifeslou o seguinte :
13 barricas orvillias, 10 ditas passas, 200 bar-
ricas farinhi de trigo, 5 coseos azeite da palma,
1 caixa livros, 1 dita mercadorias, 60 pipas va-
zias. 34 latas fumo da mina, 1,700 caixas- com
sabo, 3 caixas 1 tylbury e seus perlences, 3
caixotcs chapeos, 214 saceos caf ; or-
dem.
1 caixa e 3 barricas vinho ; a C. A. Paula.
1 caixa peixe salgado ; a Augusto C. I.eo.
300 meias barricas vazias ; a M. B. de A.
Lima.
1 caixa chapeos ; a Maia & Irmo.
Barca nacional Jasan, viuda do Rio de Janeiro,
consignado viuva Amorim & Filhos, manifes-
lou o seguinte :
2 caixoes tamancos, 56 saceos feijo, 250 bar-
ris breu, 1,500 barricas farinha de trigo ; or-
dera.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, procedente
dos portos do sul, manifeslou o seguinte :
2 caixas pastillias, 30 rolos fumo, 1 caixao si-
garros, 4 barricas caf, 1 caixo chapeos ; or-
dem.
Brigue nacional Imperador, vindo do Bio-
Grando Sul, consignado a Domingos Ferreira
Maia, manifeslou o seguinte :
4,503 arrobas de charque, 482 ditas de graxa
em bexiga, de Francisco Jos da Cunha ; a or-
dem.
2,530 arrobas de charque, e 20 barricas sebo,
de Clemente Jos da Costa : a ordem.
Brigue francez Ville de Boulogne, vindo do
Havre, consignado Tysset freres & C. manfes-
lou o seguinte:
20 barris e 20 rucios manteiga de vacca ; a Ro-
the de Bidoulac.
I caixa filas de seda, 5 ditas fazendas de algo-
do e de seda -, a Monsen & Vinassa.
9 caixas. lazeadas de la, de algodo, chapeos,
livros etc., 6 ditas conservas, 4 barris vinho ; a
Joo Keller &C.
II caixas vidros, 6 ditas papel, 20 ditas cham-
pante ; a ordem.
200 gigos batatas. 45 barris c 65 meios man-
teiga'de vacca, 1 caixa phosphoros chimico^,
ditas camisas de algodo, 19 ditas o 30 barris
alvaiade de zinco, verniz, cidos, gomma lacea,
lo barris pregos, 14caixas mercearias,
e chapeos : a .Mello Lobo A; C.
t caixa quadros de madeira ; a Scott Wilson
& G.
1 dita chapos; a Caucanas c\ Diourq.
Consulado geral.
Rendimenlo do dia 1 a 16 ... 40 i'i7-: 2
dem do dia 17....... I:863j812
42:121er:;
Diversas provincias.
i". :.ment do dia 1 a 16. 2413950
IJom do dia 17....... jg
213;9.-,i>
Despachos de exportacao pela me-
sa do consulado dcsta cidade n
dia 17 de fevereiro de tSKO.
LisboaBarca portugneza cFormoga, M, Barros
& C 2R saceos e 1 barrica assuca branco, 1
dita caf e 1 ancorla agurdente.
Pono Barca portuguesa Formosa, Manoel Ig-
nacio do Oliveira, 43 saceos assucar bramo.
1 5 i ditos dito niascavodo, 00 ponas de boi o
3,000 unhas de dito por i.. Ferreira da Costa.
Rio di PrataBarca hespanhola cChristina, Ara-
mia Hijo & C, 150 saceos assucar branco.
or- Storkholm- Brigue sueco Jenny, N. Bieber
& C, 800 couros salgados.
HarselhaBarca franceza Emilie Fornand, T.
Freres, 200 saceos assucar mascavado.
New-Vork Barca americana Forster i G., 400 saceos assucar mascavado e
lili) ditos ilito branco.
Recetedoria de rendas internas
ireraes de Pernambuco
Rondiinenlo do dia 1 a 16.
dem do dia 17. .
10:5693192
429?66
15.998s#dS
Consulado
Rendimenlo do dia 1 a
dem do dia 17. .
provincial.
16.
31:35232l
S.-917J881
34:270^202
Moyimento do porto.
B)

B:
* r-
Horas.
? 3
Atmosphera.
Vi
VI
en
n
ireceo.
95
I
I Intensidad*.
-i

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^ I Centgrado.
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Rtaumur.
co
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O
ce

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Fahrenheit I
fygromaro.

an
noite clara
!3
"3
Barmetro.
1
I

T3 Vi
13
9 3S
5 t
vt
K noite clara cora alguns nevoeiros, ver.o
SE, veio para o terral e assim araanheceu.
OS0.1H.U \U DA NAHK.
Preamar as Oh 6' da larde, altura 5.0 p.
Baixamac as 5 h 5( da man,a, altura 3 2 p.
Observatorio do arsenal demarinha 17 de eve-
rcirn de 1860. Vikgas Jnior.
Navios entrados no da 16
Portos do norte6 dias, vapor brasileiro Qya~
pock, commandante o segunda leucnte Fraucis
co Ferreira Borges.
Navios entrados no dia M,
Bio de Japeiro-rrH dias, brigue inglez Phanlo.i,
i
rSUTILfiDl
ILEGTVEL


t*L
de. til ameladas, capllo J. l. llaiterv, equi
pagera 12 fin laslro ; a taraos Crablree & G.
Acarac19 dias, hiate brasileiro Sanio Amaro,
de 66 toneladas, capilo Francisco G. do Sei-
*' equipageni 8, carga farinha de mandioca e
man generas; a C. C. da G. Moreira.
Navios sahidos no mesmo da..
New Bedfordbarca ameiieaua llcchinond, capi-
llo E. B. II isscy, com a mesma que trouxe,
suspenden no lamarao.
MARIO DE FKRNAMBUCO. '- SABBADO 18 DE FEVEREIRO TiE 1860.
istrativo.
o, para fornecimento
cm de comprar os objeclos
Editaos.
A cmara municipal manda publicar a pos-
ura abaixo transcripta, para conhccimento dos
.-ius municipcs, e alim de que se ja observada,
Paco da cmara municipal do Recite em sesso ,
cel3defevcre.ro de 1860.-/.is Francisco^ coronel presdcnlc.-Fo/iCiScoyoa^.m Perei-
"c ra Lobo, coronel vognl secretario interino.
nsel
0 consclho ad
do arsenal de gucr
seguintcs:
Para os armaren o artenal de guerra.
Sola, meios 200 ; cabo de linho velho, arrobas
oO, estanlioemverguinhas,arrobas3; linhasprc-
las, libras 32 ; linhas brancas, libras 32 ; retroz
azul ferrete, libras 2; obrcias, macos 100 ; pen-
nas de gnneo 50.
Quem quizer vender tacs objeclos aprsente
assuas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho as 10 horas da manliaa do dia 22 do
corrente mez.
Sala dassessiies do conselho administrativa,
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
feverciro do 1860.liento Jos Lamenha Una
M MSMiMS.
Tomam parte na reprc9entac,o os artlislns !
Vicente, Raymundo, Carvalho, lima, Lessa, e as
Sras. Mara Luiza c Jesuina.
Convidados, etc., etc.
Previne-se s pessoas qu encommendar: m
enmarles para o presento espectculo, tenlu.m
a bondado de manda-Ios buscar al hoja s 6 ho-
ras da larJe,
Comecar s 8 horas.
Ultras liego, pro-presidenle.ilanoel Ferreira
i '.ioli, secretario,
i.-' sctviio.Palacio dogoverno de Pcrnambu-
co, cm 11 de fevereiro de IsCO.
O presidente da provincia, tendo vista o que
q ic ho repreaenlou a cmara municipal do Ke-
1 te, em odelo de 0 do corrente, sob n. 10, re-
2>olvcque se observe provisoriamente o seguin-
le artigo de postura ;
Artigo nico.Tica roTogado o sem effeitu o
artigo 8." do titulo 8. das posturas municipaes
te 30 de junlio d: 1810, que conceden n uso das
inadas : ninguem as pode enllocar em porta
u einjanella alguma sob quatyuer pretexto: os
nlrovculores solTrcrao a pena de 1Uj do mulla
0 o dobro na reincidencia.Luis Barbalho Mu-
ttix Filtra.Conforme.Francisco LuciodeCas-
.-.y.Conformo.O secrclario, Manoel Ferreira
ioli,
Secretaria da instrueco publica de Per-
narnbuco, 1 do tevereiro do' 1860.
Pac i saber i quetn convior, que por delibera-
ra i do conselh > director da instrueco publica
lia npprovado para a leilura dos meninos em
1 > as aulas primarias da provincia, a obra
intitulada tris Classico, publicada pelo Sr. eon-
sclhciro Jos Feliciano de Castilho Brrelo do
N i mha.O secretario interino, Salvador lleu-
lll/ii. mi rque.
CASSINO POPULAR
Conselho administrativo.
O conselho adniinislrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra tem de contratar os gene-
ros abaixo declarados, para a companhia dos
menores do arsenal de guerra durante os dous
mezes de marco e abril prximos vindouros.
Para a companhia dos menores.
Paes de -i oncas, bolhachas, manteiga franceza,
cha hysson, assucar rolininado. caf cm griio
carne verde, dila secca, bacalho, azeite doce!
oe Lisboa, vinagre de dilo, toucinho de dito, i
farinha de mandioca, feijo prelo ou mulalinho, j
arroz do Maranhao.
Quem quizer contrataros gneros cima men-
cionados aprsente as suas proposlas em caria
techada na secretaria do conselho as 10 horas da
manhaa do dia 21 do corrente mez.
Sala das sessocs do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 15 de
fevereiro de 1860.enfo Jos Lamenha Lias,
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secretario interino.
t) chele da 1." seo.-o do consulado provin-
cial, servindo de administrador, usando da au-: lindo o oscolhido i
tonsarao que lhe concede o or. 50 do regula- ; cas, sendo a maio-
memo de 23 do dezembro de 1852. faz publico,
que un dia 18 do corrente, pelas 11 horas serao
vendidos em hasta publica, a porta da mesma
DE
repartn
604
L>
eciaraco
Tcndo-se de proceder a nova numeraco
ii '.''i ImperaJor, oulr'ora ra do Collegio,
que di veri principiar desde a esquina desla al
;o convenio te S. Francisco, assii i cuino de
gas construidos em diversas entras ras,
. a Iminislrador da consulado provincial, encar-
_ ido de mandar proceder a referida numo-
je ordem superior, convida as pessoas que
s quiscrom prestar a fazo este servido a n pre-
sentaren: suas proposlas en. cartas techadas 4
- i do mesmo consulado at o dia 20 do cor- : Va/,
rente. Mesa do consulado provincial, 13 de leve-
i ro de 1860.O administrador, Antonio Car-
i U i r,
Pela Subdelegada do 1. dislricto dos Afo-
[az publico, que se acham depositados
us anmaos s'gnintes: um cacillo ruco sujo, e
i mella l<, que foram lomados pelo iuspec-
i ; da [mbiribeira, na noite do dia \' do corren-
te. a Francisco Xavier de lil e a Manuel Jos,
lores no Bu, os quaes sendo presos eva-
i. ram-sfe da palrulha, levando aquelle o cavallo
n que vinha montado: um castanho, que [ai
i ; co inspector da [mbiribeira a traz ua
casa de fgnacia de tal ; um ruco vcrmelho, re-
eouros verdes com 30,272 libras, i
avallada cada libra, segundo a pauta, em 175 rs ,!
; os quaes so acham depositados no nrmazem de-
nominado fio Brasil, c que pela repartieo do I
consulado geral j havia sido requisitada a sua
remocao, cojos tumos foram apprehendidos a I
lissel freres, pelo guarda desla mesa Jos Luiz
de S..u/a .Mesa do consulado provincial, i5 de '
lenreiro de 1860.Ihiodjro Slazhado Freir
Pereira da Suca.
coi; it i; io.
O vapor Oyapock segu para os portos
su. hoje(l7) as 8 horas da noite, e receber
malas do correio as 5 da tarde.
Banco
MASCARAS E PIIAXTAS1A
'* NO
M AGESTO SO SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sulibado 48 de feverciro.
A sociedade Cassino Popular tem a honra de
! annunciar ao respeitavel publico, que o primei-
! ro baile da grande fasta verdadeirament.! popu-
lar em que lodos licito tomar parte em seus
, migares sem excepcao de pessoa ou sexo, ter
| lugar no dia cima mencionado, e que tem en-
I viuado os meios possiveis. aflm de que os bailes
' do Cassino no presente carnaval nada deixem a
desojar, por quanto a sociedade s ambiciona
que em seus diverlimentos continu a reina: or-
dem, moralidade e respeito.
A orcheslra sera augmentada e executar um
portorio de dilTerentes pe-
parle, inteiramenle novas.
Ser sempre maulida a boa ordem, c com fi-
delidade observado o rcgulamento que o Illm.
Sr. Dr. chefe de polica se dignou approvar.
Os carlees esta rio venda no dia do diverti-
mcnlo, no pavimento terreo, para damas gratis
e cavalhciros 2.
quem pertencer em um ou mais lotes a vonlade
dos compradores no armazem do Sr. Hemcterio
no Forte do Mallos
90 saceos com arroz-do Maranhao.
LEILAO
Quinta-feira 23 do
Pelo
nenie.
agente
do
as
casa de Iguana de tal ; um ruco vcrmelho. re- do modas, de perfumaras e de vender plvora
r Francisco Manuel dosPassos Coelho, de 28$ sobre casa de jogo de bilhar, indnm-
i annunciado; e 5 reses rcmellidas I no da 20 de fevereiro. ficando siiei'tns a mu
ir Flix Jos da Soledade, por estarem denlro
suas lavouras : quem se julgar, pois, comdi-
de Pcrnamhuco.
O novo bineo de Pernarnbuco reco
Me as notas de sua ernissao de 10|| e de
20$, e pede aos possuidores das mesmat
o favor de as virein trocar no seu es-
criptorio, das.U horas da manhaa ate
as 2 da tarde.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico, que os 30 dias nteis para o pagamento
i boca do cofre dos imposlos de 4 por cento so-
bre diversos estabelecinienlys de 40J), sobre casas
e
no da 20 de fevereiro,'ficando sugetos a milita
J por cento sobre os seus dbitos, lodos os
prazo. Mesa do
Baile nacin
rad
zem ra da Cadcia Velhan. 14
cao do referido agente
Lm completo e mui variado sorlimento
dezas, perfumaras, quinquilbarlas c
de phantasia, tudo do mellior goslo
proprio para este mercado.
MEMORIAS DA VIAGp
0 f -i V1^lta,de. ss- MM. II. s provincias da Babia, Pernarnbuco, Sergipe, Parahiba Ala"oa=
e nspiriio banto, inaugurou urna poca fumosa nos annaes do imperio.
Urna publicaco que tenha por Cm perpetuara memoria de to fausto acontecimentn re
gistranoo as medidas mais proficuas e os actos mais caracterislicos da munificencia imperial du-
rante esta viagem, coujunctamentc com as demonslracoes deaprece. devoco e lcaldade ano' lh loram prodigal.sadas pelo acrisolado patriotismo dos habitantes daquella*s provincias, no o,.d
deixar de ser bem acolhida por todos os Brasileiros.
de ni
objectos
e o mais
Segunda-feira 20 do corrale.
PELO AGENTE
Prevenindo os desejos dos leas habitantes dessas provincias, aos quaes s dada a rento-
"al ffrcHo- ^rQaJSv,"vf d!f'fm,S,?iI seio' os augustos imperantes, uniremos obra de que se
uaii os retratos de SS. HM. II., trabalho em cuja perfeicao empregaremss o maior desvelo
nesla nuh?T 'Jl^lICm2a um.l"ai1'" synoptico de lodos os cavalheiros que figurarcm
nesla | ubhcacao, com referencia s paginas cm que os seus noraes forera citados o finalmente
Cada exemplar que, como j se disse, constar de seis partes, mais ou r
aiem de um addilamomo em qi
rccep;ao de SS. Mil. II., c.
DE
Mascaras c phaBtasia.
que lorcm pagos dopois desse
i a ellos. comparecaBocstejuizo munidos de consulado provincial, 7 de feverciro de 1860.
Theodoro Alachado Freir
Sabbado18 c domingo 10 do corrente, have-
rao os primeiros bailes nos grandes salos do
Caes 'lo Apollo.
Estes primeiros bailes serao dados com toda a
pompa possivel, o o*%roprietario dcste estabele-
I cimento. Antonio Teixbira dos.Sanios, tem envi-
| dado todos os meios ao seu alcance, para que
: lodos os meios no seu alcance, para que lodos
os bailes do carnaval, dados neste estabelecimen-
] to, sejan concurridos c pomposos.
A msica ser delirada e tocar todas as peras
I novas os saldes estar o completamente onia-
d( s e todos Iluminados ; a ordem ser mantida
! cm toda a sua plenilude.
O regulamenio do Illm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca ser fielmente executado.
2-n'nhele$ ''ara 8ennoras Bra,i8 e Para homens
0 referido arente vender por coala de quem
pertencer no dia cima designado e pelas 10 ho-
ras da manlia poila do armazem do Sr. An-
nes defronle da altandega cm lotes vontadedos
compradores
67 caixas inlciras, 12S meios c 200 quartos com
passas.
C barra com chouricas.
50 bacris cora cavallnhas.
50 caixas com velas stearinas.
- volumosas,
que taremos meneao das pomposas testas que na corte se fizerem para
dos despachos que porventura possam ter lugar depoi do seu re-
Saaul'!toia.Maja!!!S!a?lM 1MO subscrevercm 5 ou mais exemplares, a Klg cada um ; e aos as-
e^sShJLJlf!ff^^^'e,-M,imrta d0 "b"M asignado, ficando lodos
: essts senhores com dire.lo de reclamar a obra por partes, proporcao que se forem iinnrimindo
wn^SZ ^b,i"larC0B,,>le,f clos W*."' o m&JSSSM'SSSb
? quanlias que lhe forem entregues, c aceita, como tem eslatu"'
st queira, v em qualquer Iransaceao, os seus recibos como diuheiro. (*)
nireis 'cerra a aiS1<5"alura ser elevado o cusi da obra, se alguns c.t
Toda
no momento em que
templares ficarem dispo-
a correspondencia deve ser dirigida ao editor
He rnnrdo
Rio de Janeiro.Typographia o
(*) Nao ser ocioso declarar, que
.Yatier Pinto de Sousa.
o livraria, ra dos Ciganos ns. i' e 45.
--V.....U., que tendo sido publicadas ludas as obras annunciadas por este
GSaTSna\!ZF^l ?*?' am' *!*** volumes (Amores de Ovidio e
" """lanai atiia-se ponsso em da com todos os seus assignsntes.
Precisa-se de
-. urna ama que tenha pralica i
de coznbar : a tratar no largo do.....'
1 boira n. 1.
arsenal, co-
t'jsijj cJKt '.:.: .)(.. t .
m
~=
--
a
s is documentos, que llie serao entregues.
i Huberto de Slorau c Silva.
=: Tela delegada do termo de Iguarass se faz
publico, quo se acham recoltiidis nacadeiafla
. por fgidos, os crioulos Jos Nanis, que di/.
ser escravo do leucnlc-coronel Francisco Anto-
i ., da roa da Imperatriz ; e intonio, escravo
* i leale que, em dala de 1 de novembro do
a i prximo passado, Bzeram Francisco Auto-
Pelo administrador,
Pereira da Silva.
INSPECQAO DO ARSENAL DE MAR1MIA.
Tendo de continuar no bairro de Santo Anto-
nio a construeco do lauco do caes entre a ponte
provisoria c o oulro lanco feito do lado do thea-
tro publico, convida o Sr. inspector aos que
queiram tomar a si essa obra a apresenlarm se
tiesta secretaria com as suas proposlas cm cartaj
techadas no da 13 do mez prximo, pelas 11 ho-
ras da manhaa, em que lera lugar o contrato :
sendo que as eondicoes concernenles a feilura
da mesma obra, eo respectivo orcamento eslo
patentes nesla secretaria para quem antes do con-
Santa Anua, trato precise consulta-Ios.
lnspcrco do arsenal de marinha de Pernarn-
buco, em 25 de Janeiro de 1860.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
rana de fazenda desta provincia se faz publico,
que a arrematar/So da parte do sobrado de dous
indares sito na ra da Guia n, 2, penhorada aos
herdeirds de Antonio Ferreira Duarle Velloso,
nao teve ciTeito no dia annunciado por falla de
licitantes, c por isso fiea a mesma arrematar o
transferida para o dia 1S do corrente.
Secretaria da thesourara de fazenda de Per-
narnbuco 1." de fevereird de 1660. O official
maior interino.. .
de Juo Baptista, morador no pateo do Carmo :
quem se julgar com direito aos ditos escravos,
[tarecan munidos de seus ttulos que serao
entregues.O delegado,
Antonio Jos Ribeiro.
De ordem do Sr. capika do porto, faz-se
publico, que por lodo este mez tem de ser ar-
. o machinismo do p ha rol de
ura do Maranhao, segundo a coinmuuicae.io
'' f( la pela capitana do porto d'a-
lla provincia.
Secretaria da capitana do porto de Pernam-
I ico, li de fevereiro de 1660.
O see/etario,
J. P. Barrello de Helio llego.
Ti'Hiiml do comiiiereio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
r rnambuco se faz publico, que nesla data foi
inscripto no competente livro o tlieor do i.ariel
.:
a
i llego Mello e JacinthoJos de Mello, para
arcm e venderem assucar, sob a firma de
>S: Irmo, a contar daqueh data al Com-
pletar Ires minos, e com o capital de 20:000-000
ido por ambos os socios, aos quaes tica
: endo o uso da lirma social.
Secretariado-Tribunal do Commercio de Pcr-
ico 17 de tevereiro de 1800. Dinamerico
vtlo do llego {ngel, oficial-maior interino.
Tribunal io Cottimercio-
Por esta secretaria se faz publico, que na data
infra foi inscripto no competente livro de m tii-
. ,! i o Sr. Manoel Joaquim Rodrigues de Souza,
cidadao Brasileiro, domiciliado nesla praca, onde
mercia com ferragens era grosso e a retalho.
Secretaria do Tribunal do Commercio 17 de
fevereiro de 1860.Dinamerico Augusto d
Rannel, Official maior interino.
- O Illm. Sr. inspector desla thesourara man- i D pela form* ha m"'0 cra Praca.
izer publico, pora conhecimento de quem in- rri,iro ., f,,, JaS'
ar. que en. emprmenlo da ordeuii circular | S^, ,8 t60 Mhnl nSaS' Cm $ Cn:'e"
GABINETE PTICO.
Ra da Imperatriz numero 5.
Ilenrique Rergcr, chogado ltimamente de Pa-
rs, tem a honra do oilereccr ao Ilustrado publi-
co Pernambucano o seu grande cos.morama do
vistas inteiramenle novas,
publico, mediante
Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Conselho de compras navaes.
Tendo de fazer-se a acquisco de diversos ob-
jectos do material abaixo declarados, para for-
necimento do almoxariado do arsenal de mari-
i nha, manda o conselho fazer publicolque tralar
idisso cm sesso de 18 do torrente mez, a vista
de propostas em cartas fechadas entregues nes-
se mesmo dia at as 11 horas da manhaa, acom-
panhadas das amoslias que caibam no possivel,
cerlos os concurrentes de sujeilarem-se a mulla
I de o0 O/o do valor de cada objeclo nao entregue.
da qualidade o na quantidado contratadas, e de'
carregarem alera disto com o exresso do proco
lo 1<-o o S0 ? novor, quando pela falta se recorra ao me'r-
* j eado, bem como de serem pagos do que vende-
d i Ihesouro n. 4 de 5 de Janeiro ultimo, se acha
ra dcsIs Uiesouraria a subsliltiico das notas
Ig. 2; e o- dilaceradas. Secretaria da lliesou-
izenda de Pernarnbuco 17 de fevereiro
de ISC'J.U official maior interino,
ir Francisco de Sampaio c Silg i.,~
I'rimeira Seceo. Secretaria da polica de
Pernarnbuco lfi de ftvereiro de 186'A
O Dr. Chefe de polica da provincia resol ve
te nos dias 19, 20, e 21 do corrente mez se
d Bel execugo ao regulamento de 2 de feverei-
ro de i8, abaixo transcrito.
REGULAMENTO.
Artigo l,o. E' e-pecial;nonte prohibido o jo- '
lentes [iregos
Colla da Rabia, 6 arrobas
En :< rado para a cmara 1.
Estanto oilo arrobas.
Fole 1.
Ferro bruto 10 toneladas.
Fecbaduras de caixas 15.
Garrunchos de ferro 50.
Navalhas de marinheiro, 100.
Paes de ferro 48.
Panno para mesa 1.
Perafusos de ferrro de 5 e C 4 de relegadas 10
grozas.
Tachas de ferro para bomba 40,000.
cos.morama de
aondo o respeitavel
urna pequea quanlia, pode
passar algumas horas de recreio. proprieta-
I rio deste estabelecimeolo espera merecer a con-
currencia publica, certo de que nao se poupar
. a estoicos para que o publico fique salisfeito. De
, hoje ale domingo serio patentes as^eguintes :
|1. Batallia de Varcza pelo general Genbaldi em
maio de 1859.
2. Combale de Monlebcllo pelo eeneral Forev e
Buvt-t.em 20 de maio de 1859.
Cambare de Palestro, o rei Vctor Emmanuel
a frente do exercitoSardo, tfoiitra os Austra-
cos, 31 d maio de 1859.
A sanguinolenta balalha de Magenla, dada
por S. M Napleon III, eos generaos Espi-
nasse e Macamahon.
Tomada de MalakofT e Sebastopol, os Fran-
eczes soltando fogueles a congreve.
Ratalha de Luccknon, os Inglezes contra os
-o ,c'lins! f''zcndo Irinchcira doselenhaiiles.
7. Praga do Papa V em Roma.
8." Rico pal icio do senado do Veneza.
9. Chcgada de S. M. I. Napolen 111 a
no vapor Bainha llortcncia, 12 de
1859.
Praca do palacio'real cniraris.
Hotel da villa em Taris.
Vista da cidade do Kio de Janeiro, tirada da
Ilha das Cobras.
Praca de Napolen III em Paria.
Embarque de SS. MM II. Napolen III e da
Imperatriz I'ngenia para Prestes.
Para coinmodidadc das familias, o gabinete
estar aborto das l> boras da larde es 10 da noite.
Entrada para homens e seuhoras 10, e me-
ninos de 10 annos para baixo gratis.
Quarta-feira 22 do corrente |
ao mcio dia ein pon lo.
PELO AGENTE
juro contra Fogo
COMOPAllHUJl
DELICIOSAS E LNFALl.IVEIS.
i
a
No mencionado dia e hora, o referido agente
vender em leilao publico por eonta de quem
perlencer no armazem do Sr. Annes no Forte do
Mallos
Urna porgao de cabos, massame c mais aprestos
para navio.
't
I
I
S
i
II J
LONDRES I
AGENTES
J. Astley & Companhia. \
para
Quarta-feira 22 do eorrcnle
s 11 horas em ponfo.
O agenta Camargo fap.t' leilao em
seu armazem na ra do Vicario n. 19,
juiz do
por autoruaeSo do Exm. Sr.
commercio de nina muLlinha
cente a massa faiiida de Jos
Pon tes.
perten-
lltbeiro
1
---
:S
:
.
G.
Genova,
maio de
| IIyopolito da Silva fara' leilao a re-
tjuei ment dos Sis. Lopes Irmaos, e
despacho do llim. Sr. juiz especial do
commercio, da armacao e gneros exis-
tentes na taberna n. 9 sita na ra Au-
gusta : terca-feira 21 do corrente as 10
horas em ponto na mesma taberna.
10
11
12
13
l
O agente restaa continua a estar autorisado
pelacommissao liquidataria da extincta socieda-
de de Gaco c tecidos de algodao para vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Osprelcndentcs podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer hora do dia a
entender-se com o difo agente.
Avisos diversos.
Veade-se
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Eslanho em barra.
Verniz copal.
Palhinha para marci-
neiro.
Vinhos Anos de Mosclle.
Folhas de cobre.
Brimde vela: no arma-
zem de C. J. Astley & C.
i
Pastilhas vegetaes de Kcmp
contra as lombricas
.'*.
by-
e mais paizes
|Zincoem barra 8 arrobas.
Zarco, 10 arrobas.
..t. ...lo. e o lancar-se agua sobre 4S pV|.mtct toffitST***'"* ^
Iransilarein pelas
soas que iransilarein pelas ras, quersejais^o
feilo por meto de mes ou siringas, quer pelo '
tmprego das cliamadas limas de cheiro, e bem
Msio o uzo de tintas, lamas e outros olelos
') ie tem sido emprogdos em tao pernicioso'
Artigo 2,. Sao nermiliiJos os grupos de
mascaradas caraclerisados por qualquer modo,
I >:in sem alusdes, especialmente das que digam
re-peito a rcligiao e seos ministros.
Artigo 3,". Nos diflerenles caracteres com
d oulnu armas que nao aejo as fabricadas de
[.-1 jlo ou madoira frgil.
Artigo i,. Nao por modo algum permli-(
do a introdcelo de escravos no meio dos mas-
caras, e os que entre elles forem enconiraios se-
ro presos e correcccionados.
Artigo .'>,". Os mascaras proslar-so-hao com
.hcencia, nao praiicarao insultos, e Ibes nao se-
i.i permillido vagar pelas ras depois das oilo
Loras da noite.
Per-
de 1560.O secretario
Aleraddre Ilodnguos dosAnios.
Adminislraco do
correio.
O paquete a vapor Oyapock cuja sa-
bida havia sido aaouociada para hon-
tem salie boje 18 as 5 horas da tarde,
a mala as 5 horas.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
O actor Antonio Jos Duarle Coimbra, por si,
e em uome de seus coUegas, nao pode deix'ar de
agradecer sumraamenle aos Exm. Sr. prosidenlc
d provincia e administracao do llicatro, a bon-
Arligo ti,0. Aquellas que formarem reunioes dadecom queacolhcuseu pe"didoparaaconcessiio
para haile e nos theatros, prohijo dar assobios, I do healro e do bom despacho que se dignou dar
T ,- i c ao seurequenmento. Igualmente, penhorada em
grito, e prat.car assoada. Sera respeitado o extremo, agradece ao respeitavel publico desU
degredo dos vetuario e mascaras, e ninguem i cidade a maoeira porque lhespatenleou sua adh-
poJer dirigir-lhes perguntas. e travar com lles sa0 e lhe Pede se,di8ne accorda-la, em atlencao
conversacoes que naoejam decentes e respeilar- aS cslor3 q"e fazen
se as mclhores reunioes. Do mesmo modo se
l.avero os mascaras uns para com os oulro?, e
principalmente para com a* familias dos cama-
rotes a que se dirigirem.
Artigo 7,. Toda a pessoa mascarada que
por algum mojo offender a decencia, provocar
i ivas, e perlubar a ordem mantida nos salos se-
r mandado retirar inmediatamente.
Artigo 8,. Na falla Je observancia das pro-
n i leticias cima, a polica proceder coatra os
tnre?tores como desobedientes.
O secretario,
Rufino Augusto de AhneiJa
Avisos martimos.
Para a ilha de S. Miguel. Espera-se do Rio
de Jenciro o patacho porluguez Sovza&C:
quem no mesr.
sagem, entena"
na travessa d
do mesmo nome n. 'G, segundo andar.
O Dr. Joao ferreira da Silva, de
volta de sua viagem ao norte, esta' re-
isidindo na ra do Ranfjel sobrado n: 56.
= Ura moco que tem solTrivel letra, boa orlo- i
i graphiae alguma conlabilidade, tendo rcsolvido i
deixar os seus estudos 'por assim lhe convir]
para seguir a vida commcrcial, desoja arru-
algum armazem ; au-
nio quizer carrepar ou ir de pas- "lar?c um cscr.plorio ou
Ja-so com Joao lavares Cordeiro nunc,e Para scr Prcurado.
Vestuarios para masca-
rados.
Vendeui-se ealugarn-se vestunrios pa-
Cear.
Traspassa-se o arrendanienlo de ura engo-
lillo distante desta praca duas legoas, vende-se
una parte no mesmo engeuho, machina nova
vapor, disiilacuo nova e bem monlada, 22 bois
de corroa, seis quarlos, algumas obras, saffra
plantada, etc. etc. ; trata-se na ra do Crespo n.
lo, loja. '
Publicaco litteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa-
1 rol. em 4o de 500 pag.: vc..de-se na mo do
autor ra do \igario n. 11, brox. 3? encad 4$.
Precisa-se alugar um escravo : no deposit o
da ra dasCruzes n. 41.
Camas de ferro.
Grande sorlimento de camas de ferro para urna
c duas pessoas, dos mais lindos modellos que
tem vmdo a este mercado, assim como tambera
ditas cora lona para homens e meuinos, por pre-
cos muilo baratos : no ra Nova n. 20, loja do
\ ianna.
Lengos tic iabyrintho.
Grande sorlimento de lenr-os de labvrinlho
chegadosaesla loja, de muilo'bonitos desenlius
que por goslo se podem possuir, c por precos
muilo baratos : na ra Nova n. 20, loia "do
Vianna. *
Facas de cabo de marfim.
Riquissimo sorlimento de fa?as de cabo de
niarim de todas as qualidades, para mesa c so-
bre-raesa, desde o mais fino at o mais baixo,
por precos muilo baratos : na ra Nova n. 20,
loja do \ ianna.
approvadas pela Exm.a inspeceo de cstudo de
Habana e por muitas outras juncias de
giene publica dosEslados Unidos
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis avista,doces ao paladar sao o remedio
infallivcl contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnem sensaces debilitantes.
Testcmunho expontaneo em abone das pa:!i-
l.as de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port flvron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curarara raeu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalara um chei-
ro .elido, tinha o estomago inchado e continua
comicheo no nariz, lio magro se poz. u.ue cu
lemia pcrde-lo. Neslas circurastancias um visi-
nho meu disse curado sua lha. Logo que soube disso, com-
prci 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd. y
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Streei pelos uincos proprielarios D. Lanman o
Kemp, droguistas por atacado cm New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 69.
Baha, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernarabuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
2 s <* s o i
DENTES
ARTIFIGIAES.
9
m

pRuaestreita do Rosario n. 3|
@ Francisco Pinto Ozono colloca denles ar- @
@ tiliciacs pelos dous svslemas VOLCAMTI. g
@ chapas de ouro ou platina, podendo ser @
5 procurado na sobredila ra a qualquer ,: 3
Segu com muila brevidade o palhabote Santo
carga e passageiros : a
Amaro, recebe carga e passageiros: a tratar ra raaSCarados : na ra do Queimado n.
com Caelano Cyriaco da C. M., no lado do Corpo 2, terceiro andar, que se nrotnette ven-
s.llllr n Qr. '
uer por precos razoaveu; na mesma ca-
ao p do arco de Santo
Antonio,
de fronhas d
laby-
Santo n. 25.
REAL GOIFASHIi
Anglo-Luso-Brasileira.
O vapor ililford Haven, espera-se da Europa !
no dia 19 em diante, e seguir para os portos So *^J**!*!* T
sul no mesmo dia da chegada : para passageiros D^J^JSK^^Sl.!
trata-se com os agentes Tasso Irmaos.
Porlo e Lisboa.
sa apromtim-se vestidos pretos para a
quaresma, flores paraenfeites "de igre-
jas e ornamentos para padiv.
Vende-se um excelleale terreno de mari-
nha com algumas bcrufeitonas, entre as otarias
dos Srs. Amorim e Almeida, nos Coelhos em
trente do caes projectado do Capibaiibc, muilo
proprio para edificar-se una boa otaria, por pro-
co commodo : a tratar na olaria do Sr. Marcelino
Jos Lopes, na ra do Mondego.
Vendem-se ps grandes de sapotas, em
barris, proprios para embarque : na olaria do Sr.
a do Mondego.
COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
80B A DIRECT.AO DO ARTISTA
ANTONIO JOS DIARTE COIMBRA.
Sabbado 18 de fevereiro.
. Rcprescntar-so-ha pela segunda vez, o muilo
applaudido drama em 3 actos :
ABEL E CA.
Terminar o espectculo com a nova e espiri-
tuosa comedia ca dous actos, Iraduccao do
francez;
Sahe com brevidade a barca portugueza For-
mosa, capilo Joaquim Francisco Pinheiro, re-
cebe carga e passageiros, para o que tem magn-
ficos commodos : quem quizer carregar ou ir de
passagem, trate com o capito na praca, ou com
os consignatarios Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho. no largo do Corpo Santo.
Leiles.
LEILAO
DE
ARROZ
Segunda-feira 20 do corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
No da cima designado c ao meio dia
Passos do Coelho, de dir
Marcelino Jos Lope3, na
declarar aonde devo-se procurar.
Vende-se uraa escrava moQa, criolla, de
idade de 18 annos, bonita Qgura, engomraa bem
e cozinha o diario de uraa casa ; na ra Direila
numero 3
Prccisa-se de 2 homens para lomaron con-
i ta de ura sitio c do urna carroca, que lenham
| boa conduela, e preferern-sc do Porto : quera
] livor estas habiliaces, lale na raa do Impera-
dor n. 12.
Dcsappareceu de Goianninha, provinci do
Rio Grande do Norle, o mulato Luiz, com os sig-
naos seguintes: acaboclado, desbotado da cor,
cabello estirado e prelo, lera falta de deutes na
frente, pouca barba, estatura regular, e ha noti-
cias de que tem andado por Podras de Fogo :
quera o pegar, poder levar ao lugar cima, n en-
tregar ao Sr. Manoel Pegado Cortes, ou nesla
praca a Joao da Cunha Magalhaes, que ser re-
compensado.
Annuncio.
Precisa-se alugar urna prela escrava que s'aiba i
lavar, engommar e coser ; na ra da Cruz n. 23,
segundo andar.
Uraa pessoa habilitada, se offerecc para cn-
sinar primeiras lelras t'ra desla cidade : a pes-
soa que quizer utilisar-sc de seu diminuto pres-
umo, annuncie para ser procurado, ou dirija-se
a ultima travesea da ra da Praia, armazem nu-
mero 31.
Quero precisar alugar urna escrava, dinja-
poulo o agente Pcsiaoa vender por conta de st a ra Direila n. 62, prjmeiro indar.
chegou um rico sorlimento
riniho e toilha.
Precisa-se do urna molher idosa para to-
mar conla de urna casa de familia, em ausencia
da mesma familia, somente para reger e servir
a 2 estudanles da familia que se retira : quem
quizer? dirija-se Passagem da Magdalena, antes
da ponte grande n. 29, penltima casa a cs-
querda.
Na praia dos Caldeireiros n. 15. precisa-se
de bons officiaes charuleiros, paga-SC mellior que
em oulra qualquer parle.
:= O escrivao da irmandado do Scuhor Bom
Jess dos Passos, erecta na matriz de S. Pr. Pe-
dro Goncalves do Recite, convida, em nome da
I mesa regedora, a todos os seus irmaos para com-
I parecerem na quarta-feira, 22 do corrente, as 2
| horas da larde, no consistorio da niesrna irman-
l'rancisco Manoel dos [ dade, para acompanharinos a procissao de cinza,
r-se olaria do Sr. visto termos sido convidados pela veneravel or-
do Mondego. ou dem terceira de S. Fraucisco.O escrivao,
Francisco ManMldot Santos Lima.
O abaixo assigbado declara, que ncnliuma
parle leve na publicaco feila no Di alio de hon-
lem, com o pseudonymo do l'oiteiro das audi-
eucias, lugar que oceupa
los dos Santos Torres.
= Permuta-se ura excelleute andar de uma
casa e solo com boas accommodacese sito em
uma das principaes ras de Sanio'Antonio, por
um sitio que tenha boa case, c soja perlo Ua ci-
dade : quera quizer annuncie.
= Precisa-se de duas amas, uma para cozi-
nhar e comprar, e oulra para o servico interno
de uma casa de pequea familia: n ra do
Queimado n 16.
Jos da Silva relira-se para o Rio Grande
do Norle.
Veneravel contraria de Santa
Rita de Cassia.
Pelo prsenle convido a todos os nossos cha-
ros irmaos, para no dia 22 do correle, as 2 ho-
ras da larde, comparecereraemnossa igrej, afim
de encorporados acompanharmos a procissao de
cinza, para o que fomos honrados com o convite
dr^eneravel ordem terceira do S. Francisco
Consistorio da confera de Santa Rila de Cas-
sia 17 de feverciro de 1860.O escrivao,
A llodrigues Pinheiro.
Uaver reuniao dos accionistas Jo Banco
dos Caixeiros Inglezes, na segunda-feira as 4 ho-
ras c meja da tarde, na livraria inglesa, por or-
dem dos directoresL A. Iboto. llou Se:.
Precisa-se alugar uma casa ou loja no pa-
leo da Penha ou na ra do Rangel : quem liver
e quizer alugar, annuncie por este Diario.
O juiz de paz do 2. dislricto da freguezia
de Sau|* Antonio declara ao autor da correspon-
dencia publicada no Diario de 17 do corrente,
sob a asignatura Portciro das Audiencias
que o anuo passado servio alguns mezes como
supplcnte, e nao como proprielario, segundo d
a entender no final da dila correspondencia.
= Na na do Imperador n. 13, precisa-se do
ma ama forra ou captiva, que saiba engommar
perfeitamcnle.
Deseja-se fallar ao Sr. Jos G. Lima, mora-
dor em Sanio Amaro desla cidade, na ultima
travessa da ra da Praia n. 34.
O senhor que se ollerece por eslo Diario
para ensinar eru qualquer engenho primeiras le-
tras, francez e msica, tenha a bondado de ap-
parecer na ra da L'niu, sobrado n. l, visioho
ao Sr. Vires, para ser contratado.
O Sr. Antonio Teixeira de Albuquerque Piri-
lo, morador em Pao d'Alho, queira vir ra No-
va n. 53, a negocio que nao ignora.
= Quem quizer comprar uma escrava de ha-
bilidades, dinja-se a loja n. 3, prxima ao arco
de Sanio Antonio.
Compram-se moedas de ouro de 103 a 2fej
na ra Nova n. 23, a'irica de chapeas de sol."
Na ra da Cruz n. 33, primeiao andar, ves-
tem-se anjos para procssoes por todo o preco,
ao gasto dos que preteulerera.
Ao commercio
praca.
Para empregado de qualquer casa commcrcial,
oeiece-se uma pessoa j antiga c bem conhe-
cida por todos os senhores negociantes desta pra-
C', leudo as babilitafdes precisas paia todo ser-
vico que diz respeito a este ramo, e de conduela
e crdito responsabilisado: quem precisar, sir-
va-se annunciar por este jornal para ser procu-
rado.
Nadeira quasi
de Taca.
O arremtame do pavilho da praca de D. Pe-
dro II, havendo-o mandado desmanchar, vendo
a madeirade que elle se conipunha, a qual cous-
la do pranchoes de pinho, pedacos de iraves do
Ijuro com 9 palmos de comprimeuto, forro do
assoalho de pinho : a tratar no bazar da ra do
Imperador d. 6 ; quejos, batatas, caserairas, ce-
vadinha, amendoas, aos pre:os j annunciados
no mesrao bazar.
tMUTILAEJ)


DIARIO DE PERNA MBttCO. SABBADO IR DE fEVfcftEIft W5 186.
DAS ENFERMIDADES
PtUS DE
cpAriu
relaxara) e d< biliJaile, e igualmente fluxos e
flores brancas aaa mulhcivs. lnjcci,-no do
Chn'tle. Esta injei ,-> benigna cmprega-se mes-
ino lempo do xirjpe de citrato de ferro, urna vez
de mauLa, e urna vez de tarde durante tres dt;
ella segura a cura.
Veneravel ordem
terceira de S. Francisco do
Recife.
O secretario da mesina abaixo assie-
nado de novo lembra a seus charissi-
mos irmSos o dever que Ibes impoe os
nossos eslitutos de acompanharem a
procissao de cinza, que tora' lugar na
tarde de 22 do correte mez> e a pro-
ve ta a occasio para rogar aos mora-
dores das ras por oude tem de transi-
tar a dita prociss5o de aconsetvarem
limpas, cujas ras sao as seguntes : ao
saliir ra do Imperador, praca de Pedro
II, ra do Quj uado, Livramento, Di-
reita, pateo do Trro, becco do Dique,
ra de Dorias, pateo do Carino, cara-
boa do mesino, ra Nova, praca da In-
dermdencia, roa das Cruzes, ao reco-
Iher-sc, certos de que no caso contra -
io tomara' outra direcoao. Secretaria
13 de fevereiro de 18(50. Bernardo
Jos d.i Costa V.ilenle, secretario.
O secretario da irmandade de N.
S. do Terco, faz sciente a todos seus
charos raos, que sendo convidada
nossa irmandade pela veneravel ordem
terceira de S. Francisco para acompa-
nbar a procissao de cinza no dia 22 do
corrente pelas 2 horas da tarde, a mesa
i ;; dora em seccSo do dia 14, resol-
vea unanimente 'osse aceito tao honro-
so convite, c por isso espera que se:s
charos irmot se prestem a comparec-
en nossa igreja, na referido dia e hora
para a coadjuvacao e biilhantismo de
tao religioso acto.
0 Monitor das familias.
i ,'i lu o C. c ultime numero da serio i
raordinaria deste peridico, exclusivamente I Ma> *xm* M mod,co" PreG0S convidam.
rada visita de SS MU. II. a esla pro-
vincia.
Os artigos publicados sao :
I. numero.Programma do Monitor das Fa-
visita de SS. UM. a esta provincia ; ora-
nciada no Te-Deum celebrado na igre-
j' do Espirito Sanlo>; puestas diversas.
-. numero,Festejos poplales em honra de
v- UM. ; o dia 2 do dezemhro de 1S59 em IV;-
'.-o; felicilaces dirigidas a SS. KM. ; poo-
di versas.
; bu mero Os preparativos para a recepeao
de ss. HM. obias teilas por conta da cmara
ipal desla cidade ; paco iinp'rfal ; illumi-
s do bairro do Recife ; fehcilac.des dirigi-
SS. MM. ; poesas diversas.
i. numero.A familia imperial do Brasil ;
ns de SS. MM. villa do Cabo e cidade da
ra; illumiuacao da piara da llua-Nisla ;
poesas diversas.
5. numero.Viagem de SS. MM Cidade de
la ; viagpm de S. M. o Imperador villa de
-o e cidade de Goianua ; iliuminacu das
o Ponas; fciicii.-Hoes dirigidas a SS*. MM.;
l sias diversas.
G. numero.Diario da visita de SS. MM. a
provincia ; viagem de S. M. o Imperador
le do fi.ro Formoso, povoaco de Xamandar
s de Serinhaem e Escada ; illuminaco da
da rraia; pavilhao c ano levantado na ci-
dade de Olinda; esmolas feiUs por S. M o Im-
flor a ditTcrenles individuos e corporacOes ;
i sias diversas.
Estampas.
1.*Retrato de S. M. o Imperador.
8."Retrato de S. M. a Imperalriz.
sembarque de SS. MM. na rampa do
. i Collegio.
Complemento do desembarque de SS. MM.
5.aPassvgem do prestito imperial pela ra
I ollcgio.
6 *llluminacdes da ra da Cruz, Fura de
is e piara da Linguete.
7.allluminacdes do arsenal do marinha, Cin-
C Ponas e ra da Praia.
8.Illuminac.no da praca da Coa-Vista,
y.'Pavilhao e chave mandados fazer pela
tara municipal desla cidade.
1U.'1Sala do docel no paco imperial na oc-
io do beijamo dado a 2 de dezembro de
1859.
11.aDecoroaco da ig-eja do Espirito Sanio
na celebraeao do Te-Den n cantado pola feliz
chegadade SS. MM. a esla provincia.
Ha 'mos completas venda pelo prego de 5S
11 urna.
sta urna pnMicacSo que lorua-se recom-
^0 BOYO
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PARA 0 TIIATAHENTO E PIlUPTO CURATIVO
SIAl'AES, RN TuDAS AS APFECCOES CCTANEAS, MRIS
Curato do iVi-ro Lliahie.
Xarope mui preterivel ao
Cbpah ba e as Cube-
bal, cura i'iimedialaii.en-
te qualquier purgiQo,
di. SATVG
E ALTEHACOES 110 SANCIE.
Depurativo do .-iinciir.
Xsrope v senil sem mer-
curio, o nico conhecido
e approva.lo para curar
con |>roni|'lido e radi-
calmente imumens, pstulas, berpe, sarna, co-
mix-s, acrimonia e altcracoes viciosas do san-
fue ; virus, e qualquer aflcio venrea. B-
nhoa mneme*. TomSo-te dous por semana, se-
fniindn o tralaniento depuiativo. Pomada an-
tilict-ucteu. De um fflWlo maravilloso as af-
feces cutneas e comixoes. ___
Hciiiori-ohidaK.Pomada que as cuaa em 3 dias.
0 dtp 'tilo nj ra larga do osario, botica de Darlholomeo Francisco de Souza, n. 36.
Almatiak da provincia.
Sabio a luz a blhinha com
o alina&ik da provincia para
ocorr!fteaiino de
rniaiidadedo Di
Santo
i lio riTWW:
(5)
o qual se vende a 800 rs. na
praea da Independencia livra-
ria n. G c 8 contendo alora do
kalendario ecclesiasttco o
civil:
Noticia dos principaes osla-
dos da luropa e America com
o nonie. idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
espirito Ofllreec-e um rtfpaz brasHft'ro com ta>-
tante pralicade taberna, para caixeiro, o qual da
j fiador a sua conducta: a Iralar na rna de llor-
0 escrivao da irmandade do Divino Espirito la"' ,0n n 9.
Sanio, erecta no convenio de Sanio Antonio do = Altigam-se o segundo e terceira andares
Recife. convida em nome da mesa rogedora a lo-1 ^a rasa n- ^5 da ra do Vigario : quem preten-
des os seus clinrissimos irmd* para comparece- de-Ios, dlrija-se ao caes do llamos n 2. escrip-
rem na quarla-feira t do corrale, no omsis- loria, ou ra Augusta n. 9i, casa de Prxedes
da Silva Gusmo.
= O abaixo assignado faz sciente ao corpo do
commercio, que deixou de ser caixeiio do lllm.
Sr. Antonio Joaquim Rabello Bastea desde o dia
lti do corrente, eao mesmo agradece o bm tra-
lamenlo e o bom conccilo que fez durante o lem-
po que osteve em soa cj*^ Recife 16 d>> f<*ve-
os de Souza e Siloa.
torio da mesma, pelas 2 horas da larde, ilin: de
arompanharmos a' procissae de cinza.O escri-
vao, Francisco Landelino da Silva,
Peideu-se no dia 1 pelas 4 e meia horas
da larde nina catteira de marroqoim verde, lar-
jada de ouro, com 6 pollegadas de comprido e 3
de largura, pouco mais on menos, salnndo-se da
sala das audiencias na ra do Imperador a seguir reiro de 1S6). Antonti
pelo becco do Ouvidor, ra das Cruzes at ra """"r""''",,r" "",nl1
de S. Francisco n. 8 ; leudo denlio urna porco I ( >!"Yi ItPlC
dcscdulas de 10g, de 5j", de 2$e de 1.3 ; um ______________VtUiliptaa.______________
mcio billiete de urna das lolerias do Rio de Ja-! \ \ '
nciro, a respeito do qual se prevenio pelo vapor1 .,1ra cnnir"*,r a biographia do Ur. Jos da
Princesa de iaionrifle ao resiiecjifco thesoureiro 1 -^aliviilade Saldanha, peco empresfado um exem-
atim de que niio*pague comolKoceda conlra'l P'"" la segunda edicto das suas poesas, ou com-
queni o aprsenlar, visto con,o somentc porlence l'ru--~'l"'""'" Joaaxim de \ltil.
ao abaixo assignado. Alem diato a carlina con- "~ !Sa rnn do Trapiche n: 9, armazem de as-
tinlia urna carlinha urna declaracau do dia em
qua o annuncianle recebeu a quaniia do 30ftJ do
Sr. ilii.-oiii' io d,i Ikcsouraria geral para des-
pe/as da alian lepa, alera de mais oulros apon-
IxCSlimO dOS lllipOStOS ge- 'amento, quem a tivei achado, e livor recelo
.- ,,,,,.:.,- ^^ de ir para o inferno em consecuencia do qm a
IMeS, piOMllCiaCS, UlliniCipaeS queir rastuir. poder enlrega-l na alfandega
e noliciacs "ua rua''s' ^rauc'sco n ?a seu dono, qu
sucar, de Jos de Aquino Ponseca, conipram-se
coniinua menle muedas de I63 e SOOOO, f
dos Estados-Unidos, modas de cinco francos,
oncas hesoanholaa e mexicanas, em grandes e
pequeas porcoes.
4Ueneao,
Tabella dos emolumentos
parochiaeg.
gciiorosainenlc o recompensar.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A BlREffiVO DE E- IBfARI
Este lioiel collocado no centro de urna das capncs importantes da Europa, loma-sede grande todas 1S finalidades C01110 lo-
valor paraos brasileiros eportuguezes, por seus bons commodos o confortavel. Sua posijao j^o Vp,1(].,c nr-nii-riiOQ ano-o
urna das melliores da cidade, por se adiar nao s prximo s cslac,es de caminhos de fero, da;*' ? >tlluai5 tt<,<->U0llLb, LU0e-
Allemanha e Franca, como portera dous minutos de si, lodosos llteatros e diverliraenlos ; e, IlllOS, etc., ele.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e cmim para todas as
elasses da sociedade.
Estraa de Ferro
DE
MliffiDMS mm.
Sao convocados a reuuirem-se na assoi'iaco
commercial os Sis. accionistas da companhia da
estrada de ferro de Tamandar o Una, no da 1C
do crrenlo me?..
Compram-sc, vendem-se c Irocam-se escrav -:
j_ Caelano J'tnio de Vera*. na ra do Imperador n. 21, primoiro andar.
1 ieci3fl*t> alugar una ca*a no bairro da Compra-se um carro da alfandega.: na na
i.oa--\ista, com commodos bastantes para 4 n- doRangeln !)7, segundo andar.
Fllinrpffndn*; IV8 niililn ss' a .J"" d,urn,ltor'?s.> ?salas. cozinha,^ Corapram-se mnedas de oura : no escrip-
JUliipib^ctUOS C1\1S, millia- e casa para dous pretos: a dingir-se no esc.i,,- loriodaruadoTrapichen.il, priraeiro ai
eCClesiaSCOS, tterariOS ^MiWPmto^^-rT^ e-^ m -Compra-seuma.esfrava queseiamoca.de
t o escnplorio bonita figura, que saiba ongommar. cozinhar, e
costura : na ra do Bruto n. 1C, armazem c:o
i Manoel Jos de S Araujo.
Compra se no armazem da ra da Praia
n. 7 urna escrava de 2!) 2' annos, de bonita
figura, prefirindo-se sar do mallo, coin abeliJa-
d s ou sem ellas, pode ser pn curado aqnalquer
liora, assim como um moleqtie de 18 20
annos.
res,
de toda a provincia.
Associacoes commerciaes, I
agrcolas, industriaes, littera-l
rias e particulares.
Estabelecimcnlos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allcmo, fiamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as tourislas, qur em suas excursoM na cidade, qur no teino, qnr
cmim para loda a Europa, por preeos que nunca exceden) de 8 a 10 francos (3j}200 J'OO )
por dia.
Durante o 3spr.$o de oito a dez mezes, ahi residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fef-
rao, e seu filhoo Ur. Pedro Augusto da Silva Fenao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Neilo, Manoel de Figueira Faria, edesembargador Pon les Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Ospricos de todo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (4?000 43500.)
So hotel enconlram-se informacis exactas acerca de tudoque pode precisar um eslrangciro
JARABE DOFOIttiET.
Este xarope est aptrovado polos mnis en:i:irr.ies mdicos de Pars,
tomo sendo o melhor rara cune conttipicoes, losse convulsa e ouir^s,
anVccoes dos bronenios, ataques le peilo, rriucoes nervosas e insomnoleucias: urna coitieraiia
pela niaulifi, e outra a noite sao sufOcientes. U effeito dibte excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o lente e o me-lico.
O dspostto na ra larga do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
Precisa-so de urna mulhcr forra para ir em
companhia de urna familia al o Maranhao :
quem qui/.er fazer este negocio, compareca no
silio^ da senhora viuva Amoiim, na Ponte Je
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.

SALSA PARBILRi
LICOES PKATICAS
ESCRITA COS^IERCISL
Por partidas dobradas
E fie
RuaNova n 15,segundo andar.
51. Foitsccn IcITIcdoiro, escriturario da
Vendas.
curso pratico de escrilurarao por partidas do- nhar com mai? Precza, tem a differenca de
liradas, o erisino de contabilida.li! especialmente "'" an'ov'v,,'.s. occunarem pequeo espaco .-
-_ casa, e do fcil conduceao: vendem-se por pre-
a parle relativa a reducc&o de moedas ao cal-
culo de des.'. nlose juros simples
;os iutiilo mdicos, na fundicao de Francisco a
DE
Remedio sem igual, sendo recon'.iccido pelos
mdicos, os mais hninentes como remedio infal-
livcl para curar escropliulas, cancros, rheumais-
mo, enf-.-rmidades do ligado, dj'spepsia, debili-
dade peral, feure biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
3Siaq'de,vm- u,owa enrK6es que re.dTam"da impura d
provincia
de nascer na briosa
luco.
Series ordinarias.
Cada serie constar de dez nmeros que se rao
,'anhados d- vinle estampas, sendo cinco
I ynnlhos, tos de bordados, qualro de niu-
, duas de figurinos e seis du vistas, retra-
tos, ele.
- nmeros sero divididos em Irespar-
leitura para todos; ieilura para as senho-
ra- ; Ieilura paraos meninos,
ebem-ae assignalunis na lilhographia d-o
lor das Familias, ra do Imperador [Cadoia]
j -11, raco de 5J pagos idiaulado.
1 o melhor prsenle que si pode fazer a uma
ira.
Ordem terceira do
Carino.
- erelario da mesma, abaixo assignado, avi-
Baa lodos os charissimos irmns para queeom-
-in na larde de 22 do corrente s 2 horas,
i.a igreja da nossa orJem, paramentados com,.
hbitos, alim de acompanharmoa a procis- ladoob uma chapa de a;o, trazendo ao p as
sao dj cinza.=0 secretario,
Manuel Jos de Castro Guimarc-es.
Precisa-se de urna ama de leile forra on
a : aa na das Cinco Ponas n. C7, ronfr. ra-
le as casas cabidas, ahi achar-oom quem Iralar.
I; ia-se d . iro : na ma Direila n. ll), luja de l'a-
zundas
=_ Prerisa-sp alagar un: escravo licl para ser-
vir um estrangeiro : no aterro da Bea-Vis-lan.
'', 1 'ja-
Precisa-se de urna ama para casa de ponca
i, q wseja forra ou captiva na ra do IIos-
o n. i.
Antonio Joaquim Alves Teixeira, faz sejon-
Ic .'. corpo do commercio, que lom dissoUiau
ten le a sociedado que linha de com-
e villas de generes de estiva, com eSr.
Dias Fernandos, (liando a liquidaras do
o a seu cargo, cuja sociedade gy-
i a razio de Antonio Joaquim Alves Teisei-
i fii C. lente t j de fevereiro de l&CO.
Ofterece-se um rapaz para caixeiro do pa-
i ou deposito do mesmo genero, O qual lem
j.ratica : quem o pretender dirija-se a padaria
i.le da estaco que achata com quem tratar.
Precisa-se de uma sima de
FQLDMUS PARl 1860.
Estao venda na nvraiia da prnca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18C0, im-
pressas nesla typographia, dasseguintesquali-
dades :
VOLHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
"kalendario e regulamcnlo dos direilos pa-
rochiaes, a continuacao da bibliotheca do
Crislo Brasileirq, que se compde : do lou-
vor ao sanio nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos no F.spirilo Sanio e
a N. S., a imitacao do de Santo Amlnozio,
jaculatorias e commcmoraro ao SS. Sa-
cramento c N. S. do Carmo", "exercicio da
Va-Sacra, directorio para orculo mental,
dividido pelos lias da semana, obsequios
ao SS. corato de Jess, saudaeoes devo-
las s ebages de Christo, oracos a N. Se-
nhora, ac patrocinio de S. Jos e anjo da
guard, rcsponc.0 pelas almas, alm de
outras oracoes." Preco 320 rs.
WlTA DE VARIEDADF.S, contendo o kalenda-
riti, regulameuto dos direilosparochiaes,e
urna colleceio de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos,tabulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de co^inha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fxuclos. Preco 32 rs.
culo de descontse juros simples e compo'is v"""""lI"luu^". iuhuiu ue francisco a
conhecimento in-lispcnsavel as pessoas que de- par<,oso (Mesquita) raido Brum, e as rojas le
sejam emprewr-se no commercio ou que i se jagensrle Cardoso, junto a Concnico da | ..-
acham nelle pslabelccidas. A aula ser oberta p d" Re"fe- e rua do Queimad i n. 3 I
no dia 15 de jauciro prximo fularo s 7 horas i Arados americanos e maclixnas
da noite ;e as pessoas que desojaren! matriiu- nata lavar ronpa : em casa de S. P Ju-
lar-se poderao deixarseus iiomesetn casa do nn- !,, n j c? i
nunciante at o mencionado dia. ,iinston & L. rua da Senzala n. 4-2.
Precisa-se de una ama forra ou captiva' f,t\ II...v A A.." 1 I! A
para o servico de urna casa de familia, e q, se 4U K3 (lO U flli 0. ^lil
preste a comprar e a sabir a rua em objegos do V **"" llU Vl,^,luwuv V
-ObacharelWiTRvio lem %S:nBVU lara du llaruu- 2y-^0,,l1 Grande sortimento defazen-
o seu cscrinlorio no 1* andar "pedM""ede20^aiuros'de ?m e mp das para a auaresma e ou-
. _0 por cenlo por espado de um auno, desconlandu j/***^* Huul vs**, o %ju
do sobrado n. soda rua Nova, iogoosjurosdoditotcmpoiqnem qnizer pode- h'iis' invitlus por baralissi-
mii.Anl.J./___i n____u i r deisar em carta fechada com a= -.-
CUJA Cnlrada C pela taniUOa CIO P. o nonio da rua e o numero pera
Carino.
#r
nios preeos para acabar.
Ilo-se amostras com penkor.
Corles de vestido de seda de cores com
babados
Dos de Jila prela com balados
(OIi'AMHA DA VIA FRREA
ITADE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, conlm o resumo dos direilos
parochiaes. Preco 160 rs.
RECIFE A S.IfIUXCISCO.
Telo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas vircm do dia 3 do corrale em diatitc
ao escriptorio da rua do Crespo n. 2, para recc-
berein o 8." dividendo de juros de suas accoes,
contados no semestre decorrido do 1. de agosto
de 185'J 31 Je Janeiro de lbO. Recite, 1.a de
fevereiro de lt-CO.
Precisa-se alugar um prcto ou prela, j ido-
sos, para comprar na rua e azer o mais servico
de uma cosa de familia, ou me>snio urna ama ns
mesmas circunstancias : quem livor e quizer,
annuncie ou dirija-se a rua de Santa Hila n. 40,
prmeiro andar.
Curso de inglez.
com as iniciaes A
ser procura-
do, na rua do Cabug n. 2 1!.
Na livraria n. G e 8 da praca da I
ndcpenecia, picciza-se al'.n- ao Sr.
Joo da Costa Maraviltia.
Precisa-se do um bom torneiro, que cnlen-
da bem de seu offieio, para tonar conta de urna ,
padaria ; paga-se bom ordenado : na padaria da r):,os dc rua Imperial n. !:!. Romeiras de fil de seda prela bordadas
Roga-se aos Srs. devedores a firma soial Taimas dc grosdenaple prcto bordadas
de Leile & Correta em liquidacao, oobsequiolGrosdenaplesdecores.com quadrinhos
de mandar sallar seus dbitos na loja da ruado, covaio
Queimado n. 10. Hilo liso prcto e de cores, covado
ugencla tos fabricantes itinerlca- s"a larrada prela e branca, ovado li c
nos Gronver & IEakor. Dita lisa prela e de cores, com palmos
de largura, propria para lorr >s
; Curies dc vestido de seda de gaze trans-
pan :ilcs
: Ditos de cambraia o seda, barra no lado
Otlandys de cores, lindos padroes, vara
Atuga-se uma casa na rua dos Pescadores n. 5. i,. -. .
para refinacao. muito propria para este Qm em Man8U1'09 dt cambraia
ludo a pessoa que pretender, airij.i-se a mes- i ''rns cnl:
Machn s de co9er em
Johnston & C, rua da Senzala Nova n. 52.
Approveie a occasiao.
isos e bordados
mcios bordados
ma rua os. 1 e 3, ou a rua do Rangel n. 13, de- j Manas do blonde brancas e prctas
Pilas de fil dc linho prclas
Chales de seda de todas as cores
psito.
Aloga-se um grande armazem
na rua da
| Allenco.
@ Quiso pratico e theorico dc lingua fran- 9
ceza por uma senhora francesa, para dez ?
8 mogas, segunda e quinta-feira de cada se- $
j mana, das 10 horas at meio dia: quem |J
3 qt:7.er aproveilar pode dirigir-se a rua da t
@ Cruz ti. 9, segundo andar. Pagamentos fi
CC atantados. *
- Roga-se aos Srs. devedores do esubele- WAfOS (16 /r(UlCe
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o b-
sangue
CAUTELA.
D. T. Lr.nman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavel publico para desconfiar dc algumas te-
nues irritacoes da Salsa ParriUia de Brislol que
hoje se vende neste imperio, declarando atoos
que so ellos os nicos propietarios da receita
do Dr. Bristol, lendo-lhe comprado no anuo de
1S56.
Casa nenhuma mr.is ou pessoa algume tem
direito dc fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porqiKJ o segredodesua preparaeo acha-se so-iEeTu' ^e saldarem seus debilos na rua do Col-
men!, em poder dos referidos Lanman & Kemp. i '-o10 venda n. 25 eu na rua do Queimado loja
Para evitar engaos com desapreciaseis co-'E- 1-
.Eneas Bruce participa ao publico desla cidade, l'K,Z0"1-
que tem aberto um oulro curso para principian-( CilIlO<'l dcSiniKI rC' Cruz n. 29, ue bota os tunjos para a roa dos .
1 Tanoeiros: a tratar da rua do Rangel n. 62, ar- tos ("'' cmbra,a dl- hll,'i> bordados
Ditos de dila de algodao bordados
; Panno preto c de cures de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem i iem
Precisa-se fallar ao corresponden- n< t'o. c< m perlo de 2 brajas de corrente, pin-' Gollinhas de cambraia de todas as qua-
te dos Srs. tenente-coronel Ilemetrno !f,d* \ |,a'1" ?"r,foiil mo*211ler, sido Pi.nl,di 'dados de 600 rs. a
rA v II___j c-i r. ,- de verde por en'ro que.-n della der noticia na r, ,
Jse \ filoso da Silveira e Francisco Xa- fundicao do Sr. Mes 6 graiicado. Chales de tuuquim broncos
vier de Anlrade : na livraria n. G e 8
da praca da Independencia.
Quem quizer vender um sobradiuho ou
orna casa tarea na Boa-Vista, dirija-se a esla
typographia, que a.har com quem Iralar.
Precisa-se de una ama : no paleo do Terco Ditos de merino bordado.--, lisos c
" 26. lampados de todas asqualidades
es-
elos c
;
Z
Offerece-SGuni rapaz portuguez paracaixei- F,,fPiio <>. v i,u,n tr-><,.- .
rod venda oumesiho para cobrlncas, o qual d IE "fel lei dt uJlllho f"cezes P,
fiador a sua conducta, c que est arrumado po- oe COies
rm doseja-se mudar quem pretender dirija-se Aberturas para camisa de linho c algo-
a Iravessa do Queimado n. 3, se dir quem '. do, blancas c de cores
).ru7N,:vaCnati?1,:"K,an,a "" ^'^ Saias balo de varias qua.idades
Conllnua-se a preparar bandejas enf. iladas cl'apeos franeczes finos, forma moderna

I
?
:-
I
1:
a
s
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$
i'
9
)
ti

i I
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprare-rerdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes ignaes sem os quaes qual-
quer oulraprepararo falsa :
Io O envoltorio, de fora est gravado de um
seguidles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. 09 Water Street. .
New Yovl.
2" C mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pr>-
prietai
3 Sobre a rolha acha-se o rclra'.c c firma do
inventor C. C. Bristol em papel cOr de rosa.
4o QiK asjirc'jiV* juntas a cada garrafa tem
ama pfams semelhaule a que vai cima do pr-
senle ancuncio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro na ruada Alfandega n. 6P.
Babia, Germano S C, rua Juliao n, 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
S Companhia rua da Cruz u. 22.
ama Ue leite,
que otenlia em abundancia, que seja
Ijein sadia e de bons cosUtincs : pagase
bem. Dirigir se a' praca de Pedio II
(antigo pateo do Collegio) n. 37, segun-
do e terceiro andar.
Offerece-se nma pessoa para caixeiro de
cobranza, ou de rua, pois o mesmo propriela-
rio, e da fia lor a sua conducta, porlanto a pes-
soa que precisar, dirija-se a rua da Cruz n. 15
qai ada com quem tratar.
Aluga-se a loja do sobrado na rua da Au-
Desi-ja-se fallar com os Srs. Ma-
noel Francisco de Almeida, Jose'Maitvl-
linode Souza, Tbomaz Dias Sonto eo
padre Jos Avclino Monteiro de Lima,
a negocio fjtte na > ignoran : na rua do
Cotovcllo n. 48.
Sr. thesounerro manda lazei pu-
...
piano.
Mademoisel'.e
lices de
&
tfP 'de diversos goslos, com bolinhos dos mais pr.- L'm sortimenlo completo de grvalas de
jj> curados e des mais pi rfellos do nosso mercado ; seda de todas as qualidades
Clemenec de Ilannetol ^"" como pudids, bolos mgh-zea e rrancezes, c j francc2as ,itos do j d
da nossa massa os mais perfeitos, e lambem as ., pca ui mmu t ut
bellas seringas e filhozes para o lempo do cama- S'godao brancas e de cores
val, e urna porcia de doce de caj seceo por pre- Ditas de fuslo brancas o do cor
ro coniinodo : procure na rua da Penha n. 25, CeBDulas de linho e de algodo
segundo anJ.r, que se faia ne'-ocio. : rif i -.
CapcIIas brancas para noivas muilo finas
l m complelq^sortimento de lazendas
fiar.cez e piano na cidade c nos arrabal-
des : na rua da Cruz n. 9, segundo andar, s
m
Ksiesie mm ^^ vag?^ mmm
i}
Jacintbo Jof do Amaral Aragao participa
ao publico, que leudo de ir ao cenlro desla ci-
dade a cobrancas, deixa por seus procuradores
Francisco Jos Gomia Marques. Autuuio Jos'-
Preciea-se de urna ama para casa de pouca fa- Bapl8la Alldrade & Canipello.
milia, que saiba bem engommar e ensaboar ; na V i '"-:/^' A* je
rua d-Queimado n. 23, lerccito andar.
S
s
s
blico que te acham a venda todos os dias
O abaixo salgando, residente no terceiro
andar do sobrado n. 58 da rua Nova, acha-se no
exercicio de seu magisterio, ensinaodo primeiras
letras,latim e francez, e contina a receber alum-
nos iternos.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
O proussor de latim da 'reguezia
de S. Jos dcsta cidade, abaixo assigna-
do, declara ao publico que a matricu-
la de sua aula se aclia abei ta, e que os
. >;-j oe. >-5 Ji-x i3D.x=L
O Ur. Cosme ele Sa
l'ereua fc>
Msde Tolto de sua viagem instructi- fc
^.'jtiva a Europa continua noexc.
/.^cicio de sua proissao medica.
Ua' consultas em seu escripto-j
^ ro, no bairro do Recife, rua da
J^Cruz n. 53, todos os dias, menos^
x nos domin.Tos, desde as G botase
trabalbos lectivos da mcfma
Aurora n.2G e as casas com.missionadas
pelooiesAio Senlior tliesouieiro na pra-
ca da Indepjendencia numero lie 16,
e na rua da Cadeia do Recife nurnc-
i o 2 armazem do senlior Fon tes at
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
I tes e meios da juai ta parte da prirneira
Traspasee-se o arrendamento de ura En-lf*er,a. ^o tlieatto de Santa Isabel, cu-
genho muito peno da
lo do mesmo Engeohi
las 9 horas da manha as 8 da noite WW mcma prinopia-
no pavimento terreo da casa da ruada ra Ud,a ? de eve,c" P'ox.mo fu-
sol.
jre
turo. O', interessados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. jo, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Coelho
Prccia-sc do um hornera natural das Ilhas
para ser empregado no servico de uma cario, a
com boi : a Iralar na rua do Crespo, luja da es-
quina que volla para a rua do Imperador, ou no
Monteiro, silio de Xisto Vieira Coelho.
- l'haldo Anui-s Vieira de Souza. nao lendo
praca, vende-se uma par- > *"odas deverao andar impreterivel- P00'^0 ^'spedir-se das pessoas dc sua amizade
r ~, .. i- o- i por motivo de sua molestia, pedo desculna e of-
o, uma maquina a vapor, j mate no dta 2o do corrente mez. ferece-lhe o seu diminuto presumo na cidade de
*s~7" ---------o
Ote as 10 da mauiaa.
\ seguintes pontos :
1*. Molestias de olhos ;
I-. Molestias de c.raco e
peito ;
i-. Molestias dos orgacs da gera-
cao, e do anus ;
. Praticara'toda e qualquerM
operacao quejulgarcouvenien- ?f
te para o restabeieeimento d osii
seus doentes. eg|
rora n. 40: a tratar na rua do Cabug, loja a. 9 se para 6r* d iraPer-
Profesor denlisa.
urai destilacao nova montada de um ludo, 22
bo3 de carro, 6 quarios, e oulros objectos :
traeta-se na rua do Queirr.3do n. 10.
= A viuva de Rufino Jos Fernandes de Fi-
gueiredo convida a lodas as pessoas que se jul-
garem credoras de seu casal, a compareccrem
com os seus ttulos na rua de Sania Rila u.^4,
afim de serem contemplados no respectivo in-
ventario.
Biogo Zipparro, subdito napolitano, retira-
.-Acreditado em Franca, em Hespanba, e nesla
cidade de Peruambuco, arranca denles e raizcg
com a maior rapidez possivel, assim comocollo-
i-a-os sobre chapa de ouro, platina e prala a
vontade de qualqucr um que delles precisar,
como lambem chumba e limpa-oscom o maior trocam-KC, compram-se e vendem-se escravos de
asseio possivel, tira oenles em-casa a 2j e a.3i ambos o sexos, de lodas asidades c cores com
e fora a 59. dente posto em chapa de ouro a 10$:
B3- Consta1!-
teniente
O mesmo Sr. thesoureiro manda | Lisboa, para onde se vai tratar.
Quem liver achado um i...
guarnecido de ouro. lendo na chapa
aciiam di i notes |
sortidas a vontade dos
cualusente fazpr nubliro me hmi.m.,1 Quem liver achado um annel dc cabellos,
i,.uaiiBcnie azer puoiico que ras casas g,iarncido de ouro. lendo na chapa cm cima
cima mencionadas se acham bilhetes palanaAmor-e deulro as iniciaes M. J. S. C
:ieui dellc precisar, procure no Recife, becca^do
Areu b. 8, primeiro andar.
Habilidades e sem ellas e todo es'.e negocio se
faz debaixo de toda sinceridade : na rua Dkea
numero 66.
de numerarao
compradores.
Thesouraria das loteras 15 de feve-
reiro de 8G0.O escrivao. J. M. da
Cruz.
E DENTISTA FRANCEZ. 5
> Taulo Gaignoux, dentista, rua das La- v
rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e j<
p denliCco. )*
0 Sr. Honorato Jos de Oliveira Figue.ire-
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
livraria da pra;a da Independencia,que se preci-
sa fallar-lhe.
Precisa-se de uma ama para engommar e
cozinbar para duas pessoas : na rua da Senzala
ti. 40, primeiro andar.
e o qnizer restituir, queira ler a bondade de
levar casa do escrivao Forreira na rua da
Palma.
Aluga-so a casa n. 4 da rua do Prazcr, no
lugarrdos Coelhos; a tratar na mesma casa
A arremalarSo dos bens penborados a Jos
Florencio de Oliveira & Silva, por execucao de
Manoel Joaquim Baptista pelo juuo municipal
da segunda vara, escrivao Santos, annunciada
para o dia 15 do corrente, ultima pra8, nos Dia-
rios do 13, 14 e i5, licou por ordem do mesmo
juiz para o dia 18 do corrente a hora e no lugar
j indicados naquclles annuncios, por nao ter
apparecido arrematantes na dita ultima praca.
Recife 16 de fevereiro de 1860.
Manoel Joaquim Baptista.
A ordem terceira de S. Francisco precisa
conlralar com um sacerdote para celebrar missa
domingos e dias santos, no oratorio da casa de
detenco : os pretendenles dirijam-se a rua Di.
reila n. 10.0 secretario,
Bernardo Jos da Cosa Valtnle.
O exame das pessoas que o con- Hi
fc^sultarem sera' feto indistincta- |V?
\| mente, e na ordem de suas en- |*
k Iradas; fazendo excepcSo os doen- <;>
S tes de olhos, ou aquelfesque por^
J motivojustoobtivei-em hora mar-Isi
lacada para este fim.
A applic.t^o dealfjnns medica
mentos indispensaveis em varios
jcasos, como o do sulfatodeatro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido
^gratuitamente. A conianca qnel
^ nelles deposita, a presteza'de sua
' aceo, e a necessidade prompta
de seu emprego; tudo quanto o l
demove era beneficio dc seus U
doeutes.
o^o
para vestido, sedas, lia c seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes",
covado *
Heias cruas brancas c de cores para
meninas
Hilas de seda para menina, par
l.uvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Vclbutina de con s, covado '
Pulseiras de velludo pidas c dc co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de luvas de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
horneas e meninos, de todas as qua-
lidades
" Corles de col'ele dc gorgmao de seda
de cines
Ditos de velludo muilo finos
Lencos de seda rozas para senhora
kfarquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapaliuhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
I
:~ I
s$tm
jsooo
*
6O.)0
2! I
I
-
Saques sobre Portugal.
Teiseira Basto, S & C. compram saques so-
bre Lisboa e Porlo de quslquer quanlia.
I Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Tafet ixo, covado
: Selini preto, encarnado c azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
i covado
[ Setim liso de lodas as cores covado
Chitas franeczas claras e escuras, co-
vado a 260 e
CaSM francezas de cores, vara a 500 e
| Lencos de seda de gorgurao pretos
Collarinhos do esguiao de liuho mo-
dernos
Um completo sortimenlo dc roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, paletols,
rolletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Relogios c obras dc ouro
Cortes dc casemira de cores de 5$ a
Para o carnaval.
Mascaras de rame a IjJ, e de papelao a 320 :
no pab?o do Carmo n 9, primeiro andar.
Vende-se niel para embarque : no caes do
Ramos n. 6.
IjOOO
1*600
9
&3zfi
fi'J
i
12?(i00
>


m
*
S^INova loja
encyclopedica
DE
Gaspar Antonio Vieira Guima-
rdes gerente Jos Gomes Villar
IVua do Grcgtoo n. lo.
Nesle novo csiabelccirdWno exislem fazendas
do ullimo goslo o por precos admirareis por
seren baralissirftos :
Sed:is prelas em cortes com duas follias borda-
das a velludo.
dem com duas saias lisas.
Grosdonaplcs de lodos os cores.
Manteletes riquissimos prclos e de cores.
Chapelinas parasenhora de Italia ricamente en-
filados e de seda, os mais modernos possiveis.
is de cores a 2G0 rs o covado, lodos se ad-
miram d-se o preco baralissimo.
Fazendas de lodas as quadades para homens
c senhoras do melhor possivel e mandam-se as
casas de familia para cscolliercm a vonlade.
Velas.
Yendem-se caixas com velas do espermacele a
C') a libra, a roUlbo a 680, doce de goiaba a 1-5
e 1$13Q o calxao, viulio do Porto engarrafado
i 800 e 1> a garrafa ; por baixo do sobrado
n 16, com oitao para a ra da Horentiua.
Feijo aiwarello.
Anlonio Farnandes da Silva IMris lem para
vender por proco commodo, em pequeas e gran-
des porcoes, saceos com feijo amarado de C al.
queireseada unf", ou 30 cuias, medida desla o da
nxllior qualidade que llano mercado, cchesado
Diurnamente do Porto no b ritme poriuguez,l?/ir-
lia l : ni ra do Vigario n. 27.
= Vende-se o arrendase o engenho Polnzi,
sito na freguezia de Agua-Preia, me com agua,
i iro, as obras lew os necessarios, noios
commodos, e bem construidos, c no que respeita
a producc'io para todas as quadades de culturas,
i e nao liaver superior en larte alguma, lem
D( as malas c terreno para levantar outro enge-
nho, Brando o Polozi com as Ierras necessarias
para s-ifrejar os mil paos do ossucar que se qui-
zar plantar, de presente o unico inconveni'nie
que se aprsenla estar longo do embarque,
dous dios de viagom para ida e volla dos car-
gneiros, inconveniente esto, que breve lem de
desapparecer com a chegada da estrada de ferro,
que reduz a duas cargas por dia : portanto qtiem
quizerpossuirum Potori, cu mesmo desfructa-lo
por arrendamento, no engenho Uchda achara
com queni tratar, on na ra do Queimado n. 30 a
tallar rom Manoel Florencio Alvos di' loraes.
Vcnde-se o engenho Taepe, distinto menos
de niei i legua de Iguarass, snndo d animaos
p irra lera proporrops para agua : a tratar na
Imperador n. 16, lerceire andar donde se
i informacoes
Escravos venda.
Va ra do Imperador n. 21, primeiro andar,
veodem-se 22 escravos, sendo 16 negros, todos
- de Ib a -20 anno9, e 6 negrinhas, lendo urna
d. (tas 18 annos, ptima para mucama.
Na loja do ser la nejo, ra
do Queimado n. 13 A.
Receberam em direitura de Franca, deencom-
raena, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo broncos c prctos, e as formas as mais mo-
dernas que lem vindo ao mercado, e por me-
ue em oulra qualquer parte, issim como
m lem um grande rorlimcnlo do enfeile,
de vidrilbo prelosc de cores pelo diiiiinuto prc-
4$ cada um, assim como lem cliapeos de
sol de panno a 1J200 cada um em perfeito esta
do, al erturas brancas milito finas a 320, ditas de
io de linho a lg una, cambraia prela fina
o covado, s a vara a 560,e a 6i0, gangas
i 540, brim ''raneo de linho a 1>200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-corespretos a
', ditos pelos a 8 e a 9, cairas de case-
mira de c'ir a 7, 8 e 113, ditos prelos a 7, 9 e
tes de gorguro a 4, 5 e 6$, saceos pa-
r viagem de diversos lamauhos, eias cruas, por
rande porcao, a 1500, ditas a 1$G00 e 2$ a
duzia, linas a 3 e '<$, cliapeos enfeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
co, e ludo o oais aqu se encontrar o prc^o,
e n5o se deixa de vemnder.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a cocheira da ra da Cadoh de San-
I 1 Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
.' : USO ilgum : quem pretender, dirija-sc
mesma, que achara com quem tratar.
V
, CrJBI-'issen
Vende-se fl Fde 4 rodas, bem cons-
truido e forte, cWi^sscnto para 4 pessoas de
dentro, e um ossenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjodo :
para fallar, com o Sr. Jamos Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas prelas labradas, lindos desenhos
covado 1J600
Uorguraode seda lavrado, superior cm
qualidade, para vestido, covado 2000
Grosdenaple pelo, covado 1S800
nilo largo e muito superior a 2$ e 25500
Sarja prota larga, covado 25OO
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
DIARIO DE PEfiRAMBUCO SABBADO 18 DE FEVERE1RO DE 1860.
preco at mesmo por menos do seu valor,
aim de liquidar conlas : na loja de 4 portas
na ra do Queimado n. 10.
essBBSswssB/msmmm
Saunders Brothers & C. tem para yender em
f 1 nrmaxem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, rerentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios flra este clima.-
Ra do Queimado
loja de k portas n^lO.
Anda restam algumas ezendas para conclu-
ir a l cjuaes so vendem por deminulo prcc,o, sendo en-
tre outras as seguinUjs :
Majos de meias cruas para hornera a 1G00
Ditos de ditas de cores 23000
Ditos de ditas cruas muito superiores 4$000
Ditos de ditos para senhora 33000
Diios de ditas muito Gnas 49000
Corles de calera do raeia casemira 2SJ00O
Ditos de dilas de casemira de cores 5000
Dilos de ditas de casemira prela a 59 e 69000
Brim trancado branco de linho fino
vara 1*000
Cortes do colete de gorguro de seda 29000
Pao prolo fino, prova de limao 3 e 49000
Grvalas de seda preta e de cores 19000
Biscados francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chitas francezas largas finas covado 2-O
Ditas estrellas 160
Piiscadoj de cassa de cores lindos padrees o
superior qualidade covado 280
Cassas Je cores covado 240
Pessas Je cassa branca bordada com 8 va-
ras por 29000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 4*000
Ernestinas decores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 23000
Grodenaple preto, largo covado 13800 e 23000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 23OOO
Yestidos brancos bordados para baptisado 59000
Veos bordados para chapeo 29000
Entre rneios bordados 19600
Athoalhado adamascado largo vara 13280
Lencos de chita escures um 100
Cangas da cores para palitos covado 200
ros para vi-
draca.
A G$ a caixa: na ra larga
do Rosario arraazera de louca.
Vidros para caixilliQS.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armaseis de louca, mandam-se botar vi-
viros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retallio do t&manho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Ra da Scnzala Nova n. 42
Vende-so em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhes in-
glezes, can deciros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e prelas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife u. 48.
Na ra da Cadeia do Re-
cife loja de ferragens de Vidal
& Bastos, ha para vender os
objectos abaixo notados por
procos commodos e tudo da
melhor qualidade possivel,co-
mo sejam:
Camas de ferro e com lona.
Combas de japy completas.
Canos d chumbo de todas as grossuras.
Ferro Suecia de todas as larguras.
Ac de Milao.
Arcos de ierro de todas as larguras.
Cravos de ferro d,: todos os tamanhos.
Perrainenta completa para tanoelro.
Ferramenta completa para ferreiro.
Trem completo estanliado para cosinha.
Trem completo de porcelana para co-
sinha.
Guardas comidas redondos e quadrados.
Enchadas americanas e de todas as qua-
dades.
Ditas do Porto de todos os tamanhos.
Pregos de todas as qualidades.
Caixas com ferramenta de carapina (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito finas de todas as quali-
dade*.
Fornos francezes para assados.
Bules, cafetnas, assucareiros e man-
tegueiras de metal.
Penetras de latao de todas as grossuras
para padaria e refinacao.
Ditas de metal dita dita.
Moinhos de todos os tamanhos para re-
fin a cao
Fio de algodo de todas as quadades.
Dito frouxo inglez proprio para coser
saceos para assucar.
Formas para pudins,pastelioebonhos.
Latrinas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas ferramentas proprias para
jardim.
Balancas decimaesde todos os tamanhos.
vinho do Porlo, do mais superior, engarrafado,
dilo champagne, idem, dito muscalel, idem : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Charutos.
No armazem da ra da Madre de Dos n.U,
existe um grande sortimenlo de charutos das
marcas seguimos, e vende mais em conla do que
cm qualquer parle.
Varetas Brandao.
Regala Brandao.
Lanceiros.
Varetas S. Flix.
Regala.
Chapeos de castor prcto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
.**$&%*&
PILULAS VEGETAES
ASSCARADAS
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONUECIDO
Contracon$ipage), ictericia, affeccoes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesloes, enxaquecas.
Hemoirhoidas, diarrhea,doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SAKGOE.
75,000 caixas deste remedio cousommem-se an
nualmente 1 I
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdado de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo eslas pilulas
pu-anicnlc regetaes, nao contcm ellas nenhum
vene.id Mercurial uem algum outro mineral ;
eslo bem acondicionadas cm caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e cfficaze
em sua operacao, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-seo folheto que acompanha cada caixa.pelo
qual se licar conhecendo as multas curas milagro-
j sas quotem effectuado. D. T. Lanman & Kemp,
; droguistas por alacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricamos e proprietarios.
Acham-se venda cm todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas do J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Novas machinas de cozer,
DE
Wheeler DE
New-York.
Acham-se venda estas intcressanles machi-
nas de costura, as quaes reuncm lodas as vanla-
gens desejaveis, nao s pola perfeicao e seguran-
za do mechamsmo, como por seren da mais bo-
nita apparencia, sendo muito facis para se
aprender a trabalhar ncllas, o que se consegue
, com urna simples licao. Estas machinas fazem
posponlo dos dous lados da coslura e cozera cora
maior rapidez c perfeicao possivel.
Acham-se venda" c moslram-sc a qualquer
hora ds dia ou da noite na nica agencia desla
provinciano aterro da Boa-Vista, actualmente
ra da Imperatriz n. 7 primeiro andar.
Relogios
Suissos.
Em casa de Schalheitlin & C, ra da
Cruz n. 58, vende-se um grande e va-
i riado sortimento de relogios honzon-
; taes, patentes, chronometros e meios
j chronomettos de ouro, prata dourada,
^efoleados a ouro ; sendo estes relogios
'do primeiro fabcante da Suissa : que
se venderao por presos razoaveis.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e lambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
doTiapiche n. 42, vende-se solios para homem
a penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affectcur.
Pilulas contra sezdes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixiranli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
lzhbras
Assim como tem um grande, sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prejo.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura rindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Vendas.
R6logios de ouro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
prec.os razoaveist: no escriptorio do agente li-
Teira, ra da Cadeia ao Recife n. 62, primeiro
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Soutuall Mellors &. C*
Cocos italianos
de folha de flandres.'muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.
Para os folgasocs do Car-
naval
Gama & Silva, no antigo ater-
ro da ba-vista hoje ra
Imperatriz n. 60.
Vendem lindissimos chamalotes de algodao
a mitacaodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por preco baralissimo que facilita faser-
ceura rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as mostras com pinhor.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da IndeDendencia.
Vende-se um fogko do ferro com os seus
competentes utencilics i a ra do Imperador,
loja de tuarcineirc n. 18
peehincha
sem iguaL
Na loja do Treguir^a, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais uno que 6 possivel, e de lindes
padrees, os "mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prego de 500 rs a vara.
Cheguem ao barato.
O Leited Irmo continuara atorrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3# a duzia, cambraias muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara", meias fi-
nas para senhora a 3*800 a duzia, dilas cruas In-
glezas para hornera e meninos, thalcs de meri-
no lisos a 4^500, e bordados .a 6#, paletotsde
alpaca prela e do cores a 5#, ccroulas de linho
e algodo, camisas inglezas muito superiores a
60 a duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, cortes de cassa chita a 3g, chita
franceza a 210,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolo com 30 varas a 4$800, 5;?, 5S300,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4, corles de
caiga de brim de linho a 2#, ditas de meia case-
mira a 2$240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Xarope
Cheguem a Peehincha
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chaly e merino decores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de monlariade Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 res o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o covado grvalas a fanlazia.o
mais moderno possivel a 1 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, cujos pree,os extraor-
dinariamente baratos, satisfaro a expectativa
do comprador.
Machinas de coslura
de S. M.Singer &G. de
New-York, o mais aper-
feicoado syslema, fazen-
do pospoijlo igual pelos
dous lados da costura,
garanle-se a seguranca
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ja do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
agentes cm Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
i & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
*i&.%aa ^aasa, ^sft^
mm ARMAZEM
O agente do verdadeiro xarope do Bosque tem
eslabclocido o seu deposilo na ra da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na botica e armazem do drogas de Vi-
cente Jos de Brlto& Fitbo : desnecessario fa-
zer elogios bondade dcsle xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralmcnte tem lido. Um cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
tidoto para todas as molestias dos orgos pulmn.
nares. Para couhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietarios, e no falsifica-
do esta lilhographada.
sorlimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a IOS, dilos francezes de seda a 7g, ditos de
castor brancos a 14$, dilos de velludo a 8 e 0>,
ditos da lontra de lodas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezos de copa alta e baixa a 3 e
5g, ditos de fel tro, um sorlimento completo, de
2500 a 6J5O0, dilos do Chile de 3{?500, 5, 6, 8,
9, 10 e 12, dilos de seda para senhora, dos mais
medernos, a 12g, chapelinas com veos do ulli-
mo gosto a 15tf, enfeites finissimos para cabeca
a 4g00 e 5, chapeos de palha escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muilo em conla, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
lendo diversas quadades para escolher, bonc.ts
do galao, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, dilos enfeitados, chapeos do boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conla ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja do chapeos da ra Direita n. 61
de Berlo de Barros Feij,
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOI.I.WOYA.
Este inestimavel especifico, compoclo inteira-
mente de hervas medicinaes, no conten mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno a mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas oporacoes e cf-
feitos; pois busca e remove as doencu de qual-
quer especie e grao por mais antigs e leazos
quesojam.
Entre militares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam as portas da
morte, preservando em sep uso : conseguirn]
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais aflictas nao devom entregarle ade-
sesperacao ; facam um competente cnsaio dos
efficazes efTeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
:-:.?

Ra Ifova n. 49, junto
a igreja da C'onceirao dos
Militares.
Nestc armazem encontrar o publico
um grande o variado sorlimento do rou-
pis feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paleluls de
panno fino prolo e de coros, palolots c
sobrecasacas de merino, alpaca c bomba-
zina pretos e de core?, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira prela e de cores, dilas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fustao e riscados
cairas de algodao, collctes do velludo
preto o de cores, dilos de soUm pelo e
branco dilos de gorguro e casemira, di-
los de fusloos e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ccroulas e camisas franceza?, chapeos c
grvalas, grande sorlimento de roupas
para meninos de 0 a 1 i annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se aproniptarao outras agosto do
comprador dando-se no da convenci-
CALCADO
Grande sortimento.
45~-Rna Direila---45
Os estragadores de calcado encontra-
taoneste etabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegjins aristocrticos. .. 9000
Ditos (lusre e bezerro)..... 8#00q
Borzeguins arranca tocos. 8#000
Ditos econmicos. ...... 6000
Sapa toes de bater (lustre). 5^000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5jj|000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)- ........4x000
E um perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sed;'S ele.
95= Vende-se urna casa oes Afogaos, no prin-
cipio da ra de S. Miguel, a qual lem excelen-
tes commodos para urna familia: quem a pre-
_ i tender, dinja-se a ra Direita n 33, que achara
;g> : com quem tratar.
^ \ endem-se chapeos de oleados para pa- 4
M S ?fns a 39.' Da l0Ja de Nal"co & C. na ra
Miudezas baratas.
Na ruada Cadeia do Recife. esquina da Madre
de Dos, vendem-se miudezas muilo baratas
pois so quer acabar com os miudezas existentes
no estabclecimento; na mesma casa ha urna
porcao de capachos compridos e redondos que
se vendem por barato preco.
ai
Para o carnaval.
Vcnde-se um riquissimo vestuario, feilo no
auno passido, com lodos os seus pertences, por
preco tao commodo que admira na ra da Scn-
zala Nova n. 2r
Fazendas por precos ba-
*n
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Arcias(malde).
Asthma.
Clicas.
CoHvulses.
Debilidade ou exteima-
?5o.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Dysintcria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei midades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Pobreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Ilemorrhoidas.
Hydropcsia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammacoes.
Irr eg ufaridades
menstruacco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal depedra.
Manchas na cutis.
Obstruc^o de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de ourina.
Rheumatisrao.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Os abaixo assignados, estabelecidos na ra do
Cabug com lujas de ourives ns. 9 e 11 fazem
publico que lecm recehido de novo os mais bel-
los sortimeutos de obras de ouro, e vendem por
preces mais em cenia que possivel, e passam
conlas com recibos garantidlo a qualidade do
ouro, pelo quel Qcam responsaveis : recebem en-
commendas, o concertara qualquer obra de ouro
com asseio e promptidao.
Seraphim & Irmo.
U^&&3&%&9ifc-M2mm&m9ffl
INovos medicamentos ho-
meopathicos enviados'
da Europa pelo Sr. Drj
m Sabino O. L. Pinho.
gp Estes medicamentos preparados espe- '
H Cialunla segundo as necessidades da i
>i homcopalhia no Brasil, vundeni-se polos
^ precos conhecidos na botica central ho- I
o> meopaUica, ra de Sanio Amaro (Mundo i
Si Novo] n. 6. s
uiat
smw
raissimos.
!l
FlINDICAO LOW-MOW,
Ra da Senzala i\ova n. 42. *
Nesle estabelecimenlo continua a haver um
comapleto sorlimento de mocadas e meias moen-
das para cuSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido o coado. de todos os tamanhos
para dto.
Vendem-se fazondas por barato
proco e algumas por menos % seu
valor para acabar, em peca e a rea-
lho : na na do Queimado' loja de 4
portas n. 10.
Algodao monslro.
AG00 rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara; esle algodao serve
p.ira toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
O Preguica vende em sua loja na ra do
mado n. 2, as seguintes fazendas :
Lencos de cambraia lisa muito fina, du-
zia
Ditos de cassa brancos e de cores, duzia
Cambraias de cores de diversos goslos,
covado
Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos com franjas de
retroz, um
Dilos de dilo bordados de velludo, um
Ditos de dilo com palmas de seda, um
Alpaca de seda de quadros, covado
Meias muilo finas para senhora, duzia
Dilas dilas paradila, duzia
Ditas diUs paradila, duzia
Meias casemiras de quadrinhos, covado
Ditas ditas escuras cera duas larguras,
covado
Cortes de dita muito fina
Ditos de dita preta bordada
Brim branco de linho fino, vara
Dilo dilo dito, vara
Dito dito dilo, vara
Dilo dilo dilo, vara
o outras muilas fazendas que so venderao
tade do comprador.
Sementes dehortalice.
Somentes de horlalice de lodas as quadades,
vindas pelo vapor Brasil : vendem-se na ra
da Cadeia do Recife, loja de ferragens de Vidal &
Bastos.
Quei-
1;800
15000
20
300
6S-00
ssooo
8*000
640
4^000
3600
3000
500
15000
6soo
8$500
1S600
19400
l20O
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..................... zr.zz
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!.
i
: l
vi
Rouasp feilas e fazendas
na i S
Vendem-se eslas pilulas no estabelecimenlo
geral do Londres n. 224, Slrand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
cncarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar dcslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
4000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
Irmos.
Nova invenco aperfei-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se unicamenle na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Ra do Queimado n. 37.
A 30$ cortesde vestidos de seda quecustaram
60o; a 165 corles de vestidos de phaulasia que
cuslaram30j>; a 8g chapelinhas para senhora-
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-sc que nao
desbola : na ra da Cadei-i do Recife n. 48 lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
luoja caTmazcm
DE
Ges&Bastos
!
Na ra do Queima-
do n. 46.
:>
'.;
:
;S
E Ricas sobrecasacas de panno fino pretos >
, j e de cores a 2SS, 305 e 355, tambem temos g
g paletots dos mesmos pannos a 225 e 2i-, :'
,: palolots de casemira de coros de muito fg
:; bom gosto e linos a 12?. 14S, 16$ e 18. di- !''
-. los de panno prelo para menino a 185 e S
: 20g, dilos de casemira de cores a 85 e 10JJ, l
N ca'as de casemira de cores e prclos ejun-
" para meninos a 75, 85, 95, 10o
K lamente
I
SARAO
do der 'o avral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irmos.
Farinlia de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmos.
Milho
nos armazens de Tasso'4 Irmos.
K 12, colletes de gorguro d seda"^ case- i'
!-: nil,a a 5jJ, 63 e 7g, paletotsde alpaca prc- 3
fc los de cores saceos a 4, ditos sobrecasacos :i
g: a iQ e 8$, dilos de brim, de esguiao o de W
i:; fustao tanto brancos como de cores a 4s S
45500, 5e6. calcas de brins brancosmui- S
B to unos a 5J, 6 e 7j>, colleles brancos e de l-
S coros a 3$ e 3j500, camisas para meninos \>
m de diversas quadades, calcas de- brins de :>
H cores finas a 3&500.4j e 5, um rico sorli- i >
ej ment de vestidos de cambraia brancos S
K bordados do melhor gosto que lem appi-
gj recido a 28, manteletes de fil preto e de :
ii cor muito superior goslo e muilo moderno '
i< a20$cada;ume 2J>, ricos casaveques de :'
B cambraia bordados para menino a 10, di- : i
t tos para senhora a 15, ricos enfeiles de *
fe froco de velludo goslo melhor que lem ap-
p parecido a 10 e 12}, e outras muitas fa- 11
r.: zondas e roupas feilas que cora a presenta r
* do freguez se far patente.
Casacas para a quaresma j
Nesle mesmo estabelecimenlo ha um \i
j grande sorlimento de casacas prelas, as- ;'
tj sim como manda -so fazer por medida a von- I'
tade do freguez, escolhendo os mesmos os 9
K pannos a seu gosto sendo os precos a 35 y
I e 40. IJ
Camisas inglezas |
No mesmo estabelecimenlo acaba de che- jj
(* gsr um grande sortimento das verdadeiras g
I camisas inglezas peilos de linho com pregas je
^ largas, ullima moda, por ler-sc muila S
K quantidade determinou-se a vender por %
* menos do valor sendo a duzia a 34$.
Carne de vacca salgada, cm barra de 200
libras ; em casa de Tasso Irroaos.
fHUTILADO
ILEGVL


%
/^
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 18 DE FETEREIRO DE 1860.
FABRICA
M
DE
MMMum i fmmm si n?lu.
Sita na ra Imperial n. 118 e i 20 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastin J.da Silva dirigida porlaaoel Carneiro Leal,
Neste es'ahelcciraerito ha scmpre promptos alambiques de cobre de diTeretiles dimencoes
(de 300 a 3:000) simples e dobrados, para destilar agurdenle, oparelbos deslilalorios continos
para restilar c destilar espirites com graduarao at 40 graos (pela graduacio de Sellon Cartier) dos
mclhores systemas hoje approvados e conhetidos nesta e outras provincias do imporio, bombas
de todas as dimenc.oes, aspcranlcs e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferio, torneiras
de bronze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro pararodas d'agua.portas parafornalhas c crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugues de ferro potaveis e
econmicos, taclias e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lencole barra, zinco era lencol e barra, Is'uqcs e
arroellas de cobr, lences de ferro o latao,ferro su ocia inglcz de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferroiros etc., e oulros muitosartigos por menos proco do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer ciicommenda com presteza e perfeicao j conhecida
e para com modulado dos freguezes que se digna rom honrarem-nosiwm a sua coufianoa, adia-
rlo na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada paia tomar nota das cncoiuiendas.
Jos da
Silveira
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
FELOS SUS.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlexandre HercnlanoA. G. RamosA. Guima-
raesA. de LinaA. de Oliveira MarrecaAlvcs BraneoA. P. Lopes de Mendouca A. Xavier
Rodrigues ConleiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' e Cunha F.
Gomes de ArnurimF. II. BordalloJ. A. de Frenas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. d
Andrade Corvo J. da Costa CascaesJ. Daniel CollaooJ. E. de Hagalhaes ContinuoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Hara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira l'imciilcl.1. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
Jos de TorresJ. X. S. da Molla Leandro Jos da CostaLuiz Filippo Leiloluiz
Cunha L. A. Hebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentina Jos da
LopesAislo Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. le CarvalloI. F. Silveira da MollaRodrigo Paganini.
Destinado a resumir todas as semanas crfhoviment jornalistico e a offerecer aos leitores, con-
runtamente com a revista do que mais nofaVel houaer occorrido na poltica, na ciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns artigos originaos sobre qlqucr destes assumptos, o archivo unitbrsai
desde Janeiro de 1859, era que comecou a publica-se. tira aatisfeito aos seus Rns, com a maior
cxaclidao e regularidade.
Publica-se tocas as segundas reiras cm folhai de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas cora indico e froutispieiu-eompelentes.
Assigna-se no escriptorio dusle Diario, ra das Grases, e na ra Nova n. 8.
Preco da asignatura : pelos paquetes vapor 10$200 por auno ; por navio de vela SS (moeda
brasileira). '
Ha algumas colleccoes desde o comeeo da publicacao do jornal.
Vinho do Porto.
Vende-so o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e era barris de quarto, por prego commo-
do : no armazem de Adamson Ilowic & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de engommar econmicos.
a- 9
meia ^
Seus proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido eslabelecimenlo a saber: machinas de vapor de
lodos os lmannos, rodas d'agua para engonhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
SC m>'ias raoc,nda:i> tochas de ferro balido c fundido de lodos os tamanlios, guindasles, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilboes e boceas para fornalha, machinas para aaiassar man-
dioca e para descantear algodao, prenras para mandioca c oleo de ncini, portees gradara co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva lojes, pontos, "aldeiras e tanques, boias, alvarensas
botes e todas as obras de machinismo. Exccula-se qualquer obra soja qual for sua nalureza pelos
desenhos ou moldes iue para tal tira forera apresenl idos. Rccebem-se encommendas nesle esla-
belecimenlo na ruado Brum n. 28 A o na ra do Collegio hoje do Imperador n... inorando cai-
xeiro do eslabelecimenlo Jos Joaquiru da Coila Pereira, cora auera o.-> Dreteudeutes ^^i4 cntcnier para qualquer obra. ^MT""-111
COIVSLLT
0
SUBID IPM1TSSE E IPMJUDM,
3 RA D,lGJLORUL,ASADOriJI!l[DAO 3
Clnica jvot amlios os systemas.
K*d.V5i,'bM.?ndM; ::'' lgg
Ditos de 36 dilos. ... .........
Dito de 48 dilos.....'.........
lutos de C0 ditos..............
Tubos a-ulsos cada um. ...... '
Frascos do linduras......' ......
Manual de medicina homoopalhica' plobr.' Jahr'traduzid'o
em portuguezcom o diccionario dos termo* de medi-
cina, cirurgia etc.. ele. ,
Medicina domestica d* Dr. Ilering, com'dic'cio'nario.' ', '.
Repertorio do I)r. Mello Moraes. .
20$090
25$000
OoOOO
1$000
2$000
20000
ogooo
6flfJO0
--JSttE^illS^mft rn*0 "^"monto. fei.os acha-se conve-
maior "con modidade lomudo utiko de Lt"^^ T ?***' WUtnUm m0nSaeS Para
tantos sacrificios. ttBon,ia ao Publlc c quem os proprielarios esperara a remunerado de
Assignalur. de banhos fros para urna pessoa por mez.....OSOOO
,,; Diurnos, de choque ou chuviscos por mez 1500O
___________Spnes dB rtoBS ba"h"s vnh-o aos orecoa annnnriado*.
Relogios.
Vonde-sccm casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfelo machinismo
pode-se usar com coberta ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu
na ra da Cadeia do Recife n. 36.
Espirito de vinho com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larga do Rosario d. 36
Era casa de Henry Forsler & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
L'ra carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
Fogoes americanos.
Arados a 30J
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farnha de trigo de todas as marcas.
Lampcoesde patente e azeite proprio, ultima-
mente chegados dos Estados Unidos.
Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3, leern
para vender algumas accocs da companhia geral
de.Pernambuco e Parahiba : quem as pretender
ode t!irigir-se aos mesmos para tratar.
Vendem-se
queijos superiores a 2^. manteiga ingiera a 1?,
* ualidade.ch do melhor que ha no mercado
o 29240 a libra, azeile doce francez a 800 rs. a
garrarapossas a 500 rs. a libra, e manleiga fran-
ceza a 5U0 rs.,e btalas a 60 rs. / na Uavessa das
Cruzes numero G-
1 Vende-se 1
9 Eopa. 2
@ Camisas inglezas.
HscuIos era latas.
Em casa de Arkwiglit & C. ra da Cruz nu- @
@ mero 61. 1
Vende-se superior linha de algodao, bran-
CBse do cores, era novello, para costura : em
casa de Seuthall Kellor & C, ra do Torres
n. 38.
= Veude-se um terreno cora 318 palmos de
frente, na ra Imperial desla cidade, lado da
sombra e da mar pequea, dividindo ou limi-
tando os fundos com esla, em extensao de mil e
lanos palmos, lem pois plena capacdade para
urna boa olaria, ou um s.lio para ediiicac.no de
diversas mas de casas : os prelcndcntesdirijam-
se a ra da Concordia, loja do sobrado em obra,
que confronta com a entrada para a casa de de-
lencao.
Vendem-se pipas e barrisjjovos de Lisboa :
no caes do Ramos n. 2, escriplono de Prxedes
da Silva Gusmao.
= Vende-se um bom e rauilo novo eavallu
para carro, assini como um carro de 4 rodas
lodos os arreos : na ra do Qucraado, loja de
ferragens n 1 i.
Os abaixo assignados para commoddade do
respeilavel publico, procuraram e conseguiram
eslabelcccr era diversos pontos desta cidade a
vendagera dos ferros econmicos do Blesse Draki
pelos mesmos presos por que tem vendido no
seu eslabelecimenlo da ra da Imperatrizn. 10,
isto de 123 por apparelho com lelo, que cons-
ta de ferro,fole c descanco. Esta raaravilha d'ar-
te americana um daquelles invenios de grande
utilidade para a industria, pois niio s economi-
sa o rarvao e lempo, mas se consigue em deter-
minado espaco de lempo engommar o triplo do
que se oblem com um ferro cominum : com 60
rs. decarvao engomma-se ura dia inteiro, s ne-
ccssila limpar o ferro quando se principia a ope-
raco, qual conserva scmpre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso esl graduado para, sera esforco, poder
ser manipulado a vonlade do mais dbil traba-
lhador, lera mais um apparelho que obsta a que
o calor do ferro possa prejudicar a quem cora
ellos liabalha. Achara-se a venda nos seguin-
tes lugares : praca do Corpo Santo 11. 2,eslabele-
cimenlo do Sr. Jos Alves Barbosa : ra da Ca-
deia do Recife n. 44. dem do Sr. Thoraaz Fer-
nandos daCunlu ; ra da Madre d3 Dos n. 7,
idem dos Srs. Fonseca & Martina ; rna do Crespo
ti. 5, idera do Sr. Jos Eleulerio de Azcvcdo;
ra da Pcnha n. 16, idem dos Srs Piulo de Souza
& Bairao; ra do Cabug n. 1 B, na aguia de
ouro ; ra Nova n. 20, cslabelcciraenlo do Sr.
Antonio Duarle Carneiro Vianna ; ra do Impe-
rador n. 20, idera do Sr. Guimaraes & Oliveira ;
ra do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
gues Ferreira ; ra Direita n. 72, idem do Sr.
Jos Soares Pinto Corroa; ra da Traa 11. 28,
dem do Sr. Cuslodio Manocl de Uagalbcs ; ra
da Praia n. 46, idera do Sr. Pedro Jos da Costa
Castello Brinco ; ra do Livramcnto n. 36, dem
do Sr. Joao Antonio de Macedo; ra da Santa
Cruz n. 3, idera do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
na ruadalmperalriz, idem dos abaixo assignados
Raymundo Carlos Leitt & Irmao.
n i <: '> S c-t a :;; .'; a u : n a n e @
@ Vende-se na loja de Nabuco& C'na ra
Nova n. 2, mascaras de todas^s*- qualid
@ des, .emulas de meia e camisas d me
! $* proprisjiara o carnaval.
@3@8 @@@ @-@i
Nao se enganem, defronte do gaz, nb
bazar da ra do Imperador.
Balitas hambuigucziis a lg a arroba, cortes de
casemira para calca a 3s50O. superior alelria a
5 a caixa de arroba, queijos lamengos, os quaes
sevendem as tabernas a 2g800, porlf600 cada
um, obras de ouro de 18 quilates, quasi sem fei-
liu, magnificas caixinhas de abrunhos com cerca
de 3 libras a 3j cada una.
Madeira barata.
O arrematante do pavilho vende a madeira
por barato preco para concluir : a tratar no ba-
zar da ra do Imperador n. 6, confronte ao de-
posito do gaz..
Vende-se "a loja du calcados da ruado Li-
vramento 11. 29, cora os fundos ou armacao : a
tratar na mesma rna n. 21.
Vende-se um escravo crioulo de 2( onnos
de idade, sadio, sera vicio ou defeilo algura, pe-
rilo oCTicial do sapaleiro, bora copeiro, e apto
para qualquer servido : a tratar com o abaixo as-
signado na alfandega, ou em sua residencia na
ra da Saudade, primeira casa com sotao do la-
do do sol. redro Mc.vandrino de Rorros Ca-
valcanli de Lacerda.
Una da Imperatriz
numero 2.
fgVende-sc superior manleiga ingleza a lg, cha
do melhor que se pode encontrar a 28560, bola-
chinhasem latas proprias pare cha a IJJ800, mar-
melada minio nova do melhor autor a lg, massa
do lmale nova a 1$280 a libra, peras seccas a
6i0, ameixas a 6i(), chocolate fino do melhor
autor de Pars a 1$500, ameixas fram-ezas em
latas de 12 e 6 libras, e a retalho a 1<280, um
sortimento de potes vidrados para botar manlei-
ga, de 1, 2,4 e 8 libras, queijo suisso rovo a 800
R. a libra: vende-se ludo por menos preco a
dinhciro. *
Au\ caporal francais.
Tabaco francez caporal de manufactures impe-
riales de Trance em pacoles de 1 e 2 hcclograra-
mas a 50e 1g. aDancando-sc a veracidade e su-
perior qualidade desle labaco, pois recebe-se por
todos os navios francezes ; os consumidores des-
ta saburosa furaaca, alera de terem tabaco scm-
pre muito fresco, nao sero engaados, pois que
existe vo mere, do grande quanlidade de labaco
falsificado, e quo se vende por vemadeiro ; os
pacoles vendidos nesta casa vao carimbados por
causa da falsificacao Centro Coramercialra
da Cadeia do Recife n. 15, loja.
Vestuario.
Vende-se quasi por melado de seu valor por ter
servido urna nica vez, um rico vestuario para
mascarado : na praca da Independencia numero
14 el6.
Aos senhores ourives.
No hotel da Europa ha para vender ferramen-
tas para ourives, laes como cylindros com 17
rolos, dos quaes 15 gravados e 2 rolicos, 1 banco
de estirar com tenares e fieiras, Coles a franceza,
com fundo de torca, ate, tenares e Urcas.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, primei-
ro andar, vende-se vinho do Porto engarrafado
era caixinhas de duzia, dilo dito velho muito su-
perior idera dem, raixas com velas de carnau-
ba, dilas com dilas de espermacetc, acafates e
balaloa de diversos tamaitos e difTerenles tno-
dellos, um resto de cadeiras, obra do Porto, con-
lasdouradas, apilos, tonina de panno de linho e
algodao para mesa de difTerenles tamaitos, loa-
has de linho e algodao, barris com cal do Lis-
boa.
Vestuario.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 54, vende-
se um lido vestuario para os boles do prximo
carnaval
Vende-se superior manleiga ingleza a 960
rs. a libra, dila sem sal a 800 rs dita franceza a
OO, banha de porco a 560, macarro lalharim a
S20, aletria a 400 rs., passas mulo novas a 480
cevadmha a 320, queijos a 2*500 cada um, nias-
sas de lomles a 960 a libra, vinho do Porto en-
garrafado a 1$00 o garrafa, o oulros muilos g-
neros, tudo rauilo bora c muito cm conla : na ra
da Senzalla Velhan 50.
Corda sensivel
Do novamenlc acha-se venda osla exceenle
romodia, na ra da Cadeia do Recife u. 11 ; bem
como o drama
29 ou Honra c Gloria,
que tantas rezos aqui foi applaudido ; exislem
tambem oulros livros que se proraelte tambera
vender muilo em conla.
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4*palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas do Raymundo Carlos Leite &
Irraos. ra da Imperatriz n. 10. >
Nova confeitaria.
Nesle novo eslabeleciruento encontraro as
pessoas de bom goslo os roelhores doces seceos
de calda, grandesortimenlo de paslilhas, as mi-
mosas cocadas nunca vislas nesla provincia, as
.mendoas do chicotes e torradas, apreciavel or-
chala; na mesma preparam-se bandejas com o
melhor gosto : ua ra da Sanzala-Nova n. 30.
Nova confeitaria.
Nesle brilhanle e novo eslabelecimcnto ha pa-
ra vender immensas qualidades de doces secco
e de calda, para Ierra e exporlaro, preparado
porum novo raelhodo, bem como caj inleiro,
laranja e abacaxi em latas lacradas, como as que
vera da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
37 Ruado Queimado37
Loja de 4 portas.
Chcgou a este eslabelecimenlo um completo
sortimento de obras feilas, como sejam : pale-
oits de panno fino de 16g al 28g, sobrecasacas
de panno fino pa^to e de cores muito superiores
a 35?, um completo sortimento de paletots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho c de panniuho de 2$ al 5g
cada urna, chapeos francezes para horaem a 8?,
ditos muilo superiores a 10?, dlos avelludados,
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10g, cha-
peos de feltro para hornera de 4?, 5? e at 7?
cada um, dilos de seda e de palha enfeilados pa-
ra meninas a 10, dilos de palha para senhora a
12g, chapelinhaa de velludo ricamente en folla-
das a 25g, dilas de palha de Italia muito finas a
25#, cortes de vestido de seda era carto de 40g
al 150$, dilos de phantasia de 16? al 35S000,
gollinhas de cambraia de 19 al 5?, manguitos
de lSSOOata, organdys escuras o cairas a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padrocs novos a 720 a vara, casemiras de cor-
tes para colletes, palclols e calcas de 3;500 at
4g o corado, panno fino prelo e de cores de 2-5500
al IOS o covado, cortes de colletc de velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
e de fuslo brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 1^280 a vara,
corles de casemiras de cores de 5 al 9?, gresde-
neples de cores e pretos de I56OO at 3?2()0 o
covado, esparlilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamenie bordados a 12? cada ura,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12$ cada um, dilos lisos para ho-
rnera, fazenda muito superior, de 12 at 20? a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
;2$40O^,:barege de seda para vestidos, covado a
1?400, um completo sortimento de colletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7j> o covado, pannos
para cima de mesa a 10^ cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots e colletes a 2?S00
o covado. bandos para armaco de cabello a
1?500, saceos de tapete e de marroquim para va-
gem, eum grande sortimento de macas e [malas
de pregara, que tudo se vende vonlade dos
freguezes, c outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
Aos senhores dentistas.
Denles americanos.
Vendem-se por atacado ou a retalho, de lodas
as qualidades, no aterro da Boa-Vista, actual-
mente ra da Imperatriz n. 10, loja.
3 Vendera-se 6 a 7 duzias de taboas de as-
soalho de louro, de relugo, por barato preco, pa-
ra se desoecupar o lugar, c vende-se mesio era
menores porcoes : a tratar 110 sobradinho ao nor-
te do uazometro e a margera do rio
Vende-se o engenho Ilha Grande, moente e
corrente, situado na demarcacao das freguezias
de Agua-Prcta e L'na, a dinhiro ou a prazo : a
tratar na ra de Apollo n. 16, segundo andar.
Bolas de horradla
e perneiras de couro da
Russia.
Na loja de raznelas finas na ra dr.
Cadeia do Ilecife n. 53, de Alvaro &
Magallies.
Re
dW>s
C7)
Vende-se era casa de Johoston Pnlcr k C, ra
do Vigario n. 3, um bello sorliinenlo de relogios-
de ouro, patente inglez, W um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
== Vende-se a taberna n. 14 do pateo do Ter-
co, illuminada a gaz ; hoje um dos melhorcs
ponlos de commercio onde se acha a referida ta-
berna.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOI.LOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nacQes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle lizeram lem seu corpo e m 'li-
bros iiileiramenle sos depois de haver emprea-
do intilmente oulros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessaSjCras maravilhosas
pela leitura dn^ieriodicos,'Be lh'as relatara
todos os dias ha muilos annosT c a maior parte
dolas sao to SOX prndenles que uicaitupe so
mdicos mais celebres. (Juatitas pessoas reco-
braran! com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitacs, 011de.de viam sofirer a
amputacaol Dellas ha muilas que havendodei-
lado esses asylos do padecimenUs, para seno
subniellcrem a essa operacao dulorusa foram
curadas completamente, mediante ousodes.se
preciosoreracdio. Algumas d;,s laes pessoas na
enfusao de seu reconhocimeulo declararam ea
sna*a4nj.Uneficos diante do lord correge-
dor e oulros raagistiiatfos, alim do maisauteuli-
t cari'm sua urmatlv*.:
Ninguem desesperara >eslsdo de saude sa
' ttvesse bastante coitflanca para cnsaiar este re-
' medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessitasse a natureza do mal
nijo resollado seria prova rincoatesUvelmente :
Que ludo cura.
O ungento lie til, mais particu-
larmente nos seguintescasos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Euferniidades da culis
em geral.
nilas do anas.
Erupgoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frial
lade ou falla do
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Geiirivas escaldabas.
Inchacoes
Iufla'mmacao dofigado
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pellos.
de oilios.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qucim adelas.
Sarna
Su] uraces ptridas.
Tinha, em qualquer ar-
te que -
Tremor di' ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacc
Veias^torcidas ou noda*-
das as pernas
Vende-se este ungento no stabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras i" ssi
encarregadas de sua vend em inda a America
do sol. llavana e Ilespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instruceao em prtuguez para dlbodo de.
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambuco.
A
Vendem-se saias bal lo a 3$
na ra da Cadeia n. 53, loja de
Alvaro fe Magalliaes.
Farelo a G#000.
Saceos grandes : na ra Nova n. 52.
ST^" Defronte da matriz da Boa Vista,n.8fi, ven-
dem-se e alugam-se bichas Hamburg, por
menos do que era qualquer < parle, amola-
se qualquer ferramenla, tira-se e chumba-se
denles, sangra-so e faz-se tildo quanto perlence
c arte de barbeiro.
Na ra do Trapiche n. 14, vende-se o cen-
to de ceblas a 800 rs.
Para o carnaval.
Vendem-se casacas e sobrecasacas de panno
fino, proprias para o carnaval,pelo diminuto pro-
co de 2g, assim como grosdinaples de cores para
vestuarios a 1200 o covado: na ra Nova n. 14.
@@@& &a s@s@s
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem cotihecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. \, ha para >
polassa da Russia c da do Rio .i'
e de superior qualidade, assim como tai
cal virgeni em podra: tudo uur precos muid
razoaveis.
aosavenda
Em casa do E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
,48, ha sempre para vender um completo sorti-
' monto de ricos e encllenles pianos de ti dos os
precos e qualidades, os quaes sao de umita du-
ra^o pela sua boa construeco. Estes pianos
que foram premiados com a medalba de primei-
ra classe na exposicao universal de 1&55, alera
de serem de 7 oitavas e 3cordas,sao de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
sarem podem cmpralos com ou o OO de
menos que era outra qualquer parle.
Bezerro francez
grande e grosso:
Na ra Direita n. i.
Ra do Liiramcnlo n. %
loja de Caminha Irmos & C, tem venda groz
Dreto de ljTOO e 1;9U0, .c muito superior por
2C00, chapeos pretos muito finos a 8 e 9o, pa-
letots brancos de linho por faSOO, ditos de cores
a 3$50O, camisas de linho [>or 3S urna duzia,
dilas do fustao brancas e de cores 3 29o a duzia,
corles do vestido do seda escolhidos a 25jl, c ou-
tras muilas fazendas de bons e variados gustos ;
os mesmos receberam ltimamente do Cear bi-
cos, rendas, ricos lencos de iabyriulho, e bo-
nitas, que tudo se vende por diminuto preco.
Calcado Barato.
Na ra da Cadeia do Recife n. 45, esquina da
Madre de Dos, vendera-se borzeguins de bezer-
ro para hornera, de um ptimo fabricante de Pa-
rs, pelo barato preco deSj-OO, sapatos rasos pa-
ra hornera a 3$5.:0, 450O e 5S0, borzeguins
para criancas a 3gc 3$500, s?palos de tranca pa-
ra horaem a ljSOO, e sapalos de bezerro" para
hornera a 4c500 ; na mesma casa tem sorlimen-
lo de sapalos de borracha para homem, senhora
o meninos.
Vende-se urna escrava muala, de bonita
figura, de idade de 14 a 15 anuos: a tratar na
ra do Crespo n. 14, na loja de Simplicio Xavier
da Fonseca & C
Escravos fgidos.
gola, de idade 45 a 50 anuos, cora os signaos
seguiules : ura tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla fina e a voz scmpre baixa, bocea
larga, com alguns cabellos brancos pelas fontes,
pareceudo ser muito mancinho, porm muilo
velliaco e meltiao a curador de emposlurias, do
bom corpo, pernas ura lano finas, segundo o
mesmo corpo, cuj escravo 6 de Antonio San-
tiago Pereira da Costa, propietario do engenho
Providencia, na freguezia de Agua Prela quera
0 pegar ou disser onde de certo est ser bem
recompensado.
Boa jfeljlicacao.
Fugio do engfl^Monjope, no dia 9 do
corrente, o mulato M^coliun, alio seco, de ps
chatos, cabellos caxeaJos, alguma buba, e cerca
de 2(3 annos da idade ; bliciro, e nao meo
creado de servir. Quera o apprehendor, leve-o
ao referido engenho Monjopc, sei generosamen-
te gratificado.
Molcque Fgido.
100'000 de gratificaran.
Roga-se aos capitaes de campos, e a toda e
qualquer autoridade a oppiehensao de um mole-
que de nome Marroel, ctioulo, idade 12 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da casa do
abaixo assignado no dia 30 de outubro do cor-
rente anno, levando ralea Je cor, carniza azul,
chapeo de palha oleado e o maior signal solrer
de asihma e a pouco estevedoente de bexigae ;
desconfiase que esteja acollado por algum esper-
lalhao, que se queira a^gitar de sua pequea
idade para o seduzir, desde i protesta o.mesmo
abaixo assignado de cahir soe dilo larapio cora
lodo o rigor da lei, e gratifica da ma eir cima,
aqutlle que lhe der noticia cerla, e paga loda
despeza que se fizer com o mesmo moleque para
se eflectuar dita aprehensao, levando ra Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.
Fugio do engenho Sanios Mondes da ro-
marra de Nozan Ih, de Lau ret lino Comes da Cu-
nha Tereira Beltrao, no dia 13 de Janeiro prxi-
mo presado, una escrava de nomo Josepha, uuc
representa ter 30 anuos de idade, pouco mais ou
menos, rr fula, qprpolenla, testa empolada i
com cantos, i. roaneira de principio de caira,
ps grandes, pernas gros denles pcrfetlos, olhos vivos, olhar espantado,
fot cnaiprada no Recife aos Srs Gouvei*& I
ha 5 anuos, pouco mais ou monos, e e>les com-
praran) a um Sr. Trindade no Carrapalo ; sup-
poe-se estar acoulada, por isso quem a ai
hender e levar ao roferjdo engenho, ou nesta
praca aos Srs Manuel Ignacio de Oliveira Fi-
llio na praca do commercio, ou mesino der n i-
ticra rerla do lugar onde ella se acha, si r re
OOe de gralificacaa.
Fugio i,o dia 30 de Janeiro lindo a escrava ca-
bra, de nome Josepha, idade 50 annos, pouco
ojnis ou menos, curta da vista, talla de di
altura regular, manqueja quando anda, por i r
os tornozellos ura pouco enchados, acabou de r
tratado de rialdade que soffria ; esta pserava
consta que anda pela Boa-Vista, e com mais ve-
ra na ra do Cotovello, onde, presume-se
esl all em urna casa acoulada : portanlo, i
se de novo as autoridades policiaes o pe I
captura (t.i referida escrava, e leva la a su
nliora na Soledade, estrada de Joao Feraandes
Vieira, sitio da casa cinzenla, quoreceber a gra-
Uucaco cima.

Vr5


i
BIBIS
da ni lima moda.


I
i
I
@ Vendem-se bibis recentemenle chega-
@ dos (chapeos de senhora para passeio) : ^
g no segundo andar do sobrado da esquina @
g da ra do Queimado por cima da loja do *
g xe Frito n.l. S
Q@@@@@@|
Atteneo
Vende-se urna porcao de burros en-
tre os quaes existem -50 parelhas, todos
amitos gordos, novos e de bom tama-
ito do excellente carregamento ebe-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles drijam-s ao trapiebe da
companbia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moenclas
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposilo
da ra daoeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas e moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Fugio no dia 7 de novembro do auno pr-
ximo passado o escravo Felippe, de nacao An-
J& t
Fugio no i 5 do corrente, da cn-n do al
assignado. o escravo de nomo Thomaz, cri
lo sertiio do Mochlo, com os signaes se-
guiules : cor prela, denles limados, com os de-
i n..Vj direita aleijados de urna machina do
padarii, o ojial julga se ler levado em sua com-
panhia uma prela escrava ; osle escravo n
senla ler i a onnos de idade, levando i
sua roupa; roga-se, porlanlo, as autoriJ
policiaes e capitaes de campo a captura di
escravo, c que o levrm ao seu senhor na rm
Pescadores ns. 1 e 3, que gjrao recom
geni : san
loao iacinihn de U. Remide.
Fugio no dia 0 do corrente a prela Bened cfa
crioula, de estatura baixa, cheia do corpo, ps
apalhelados, testo curta, (em algumas n
grandes de feridas no braco direito, muilo la-
dina, foi escrava do Sr. Manuel Joaquim Carnei-
ro Leal, e f"i comprada no Abreu de L'na,
lodos es arrebaldes da cidade, e dcsconfia-s
lar em alguma casa,a titulo de forra como :
quem a pegar e levar a seu senhor na ra Direi-
ta n. 64ser recompensado.
Continua 3 estar fgido desde o mez de ou-
tubro do anno prximo passado, o escrav
Iheus (que se intitula Mathias), de na '.
la, representa ler 50 anuos de idade,'tem
de denles na frente e os dedos das mos fot
es'e prelo foi escravo dos herdeiros de j,,.,- tl
ci Teixeira Cavatcanli, que leern olaria n
medio, e sendo levado praca por execucao
contra os mesmos, foi arrematado por Joaquim
da Silva Lopes em junho ic 1859. e consta quo
o mesmo prelo se acha em uma casa trabal
do ocrulto, pelo que protesta o annonciante usar
com todo o rigor da lei contra quem livi r ocrul-
to o seu escravo, e cobrar-Ihe os dias de servico :
roga-se, portanto, a todas as autoridades poli-
ciaes eeapilaes de cortino a captura do mencio-
nado prelo. mandando leva-lo .i pauaria de An-
dr & Narciso, as C";n sentou, ou casa de seu senhor Joaquim da Sil-
va Lopes, na travessa da ladre de Dos, no Re-
cife n. 18, que Ratificar generosamente.
Fugio do engenho Innaman no dia 12 do
corrente, um iuBlcqu>> crioulo, de nome Galdino,
reprsenla ler^e idade 20 anno* pouco mu
9, baixo e grosso, muilo pouca barba, ca-
beca comprida,.olhos pequeose fundo, yes apa-
lhelados, falla de denles na frente, 1 .
couro, levou alguma raupa, juiga-se quo foi il-
ludido por alguma pessoa quem o pegar din-
a-seaoSr. Jos Prawcisco Carneiro na ra '> 1
n. 7 ou no engenho Inhaman, que sen: bem re-
compensado.
yiTaiisaa
Dos premios maioros de 20$ da 17a lotera concedi-
da para a obra c patrimonio do rccolhimentodc
Santa Thereza, segunda concessao, extrahida
em 27 de Janeiro de 1800.
NS. PRE>1S.
2 100?
6
42
87
163
230
31
39
76
303
30
56
61
73
87
444
535
56
77
93
619
4003
409
40
2009
40
40
40
100
loo
408
40jf
loo
100
400?
100
40
200
40
!0
43 2,000
67 100
76
78
83
70 i
41
43
40g
40;
100
40
40
10
NS. PKEMS.
760 200
61
877
00
5
12
s
1008
39
7i
76
fc5
1123
86
97
1203
5
12
34
41
44
131
41
lit
47
83
2-2
26
98
40
100
100
100$
40
100
100
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40a
400?
100
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100
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100
100
40
100
40
100
40g
40S
100
100
40
40
10O
200
NS. PRE.MS.i'NS.
2493
1636
56
1709
29
36
60
93
1815
60
1952
61
65
89
93
2030
40
'66
69
2112
3 i
86
2263
71
85
97
2364
2422
32
b8
40;
40$
1,000
40
100
400;
1,000
40$
40
100$
100
40$
40
40
40
i.oooj
200
20(18
40$
200
200
40
400
40
40
40
100
40$
40
.'(88
2758
72
2807
64
80
95
2907
19
74
3003
18
22
3102
91
3206
19
37
72
3314
63
3138
48
3503
26
3600
48
3743
PltEMS.
1001
40
O
40
100
40
1,000;
10
200
40
40
40
20(1
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100
40$
40$
200
40
10,000
100
40
i 00
40
40$
40$
200
200
40
NS. 1
3717
74
80
92
96
97
98
391-2
21
48
89
97
4026
42
65
80
4133
76
4236
76
83
4305
37
47
56
98
4405
9
22
REMS. ^S. PREMS NS. PREMS.
100 4536 10O 5463 40
505 41 100 5343 405
iO 78 100 65 403
ion? i.YT OO 5616 40
(i> 87 100$ 27 40
40: 4603 100 31 2003
Utt 35 1,000? 71 200
I0J 4704 too 72 40
lOi 8 100 5701 100
40 16 200 19 409
4,000 30 100 0/ 400
40ff 48>2 400 76 100
109$ 49!8 100$ 7S 40$
O 28 100r 86 i 00
100 63 100$ 5821 40
100 70 100 37 100
403 5033 '.().- 47 400
40 65 40 5905 40$
40 5111 200$ 11 40
200 53 20,000 29 40
100 54 40 33 40
1,0)0$ 95 100 48 100
40 52" 1 40 61 10)
100 88 40$ 68 40
W 532 100 96 40
50 40
40 62 200
100 69 405
40 5415 40
/
MUT1ESDO
ILEGVE


1*1
8
Litleratura.

il.t pdica Iris, da lillia
onc o bo.ro e da murle
A legenda dos seculos
roa
vicrou-Hi'Go.
f cyclope, ilho do Elna, cantara seus pozaros
postadas, as nurns, eos rochedos Esse
urna togonda o o mundo choou seus
res e seus aiores.
s teiris e locantes poemas que M. Vic-
io Mugo intitula a Legenda os secuto, no mcio f*dajJoema pa asando do um ao oulro
' >sos vo/.e que i !i iran^ (Tessos vozesqu ran-
liiui, d'essas maldi
antro um Sotyro, f
do, un poseo Miis q
>s que um dciis ;
e ilas Legendas:
as coiilempia.os. ou
o do ourido
hornera, um
auno l'oiio
atila-
pouro
fisura
Muss, lunas U|
i". Tjudaro, d
de Adonis.
As Melamorphott* do Ovidio, um dos mais
bellos livros que a poesia touha criado, nao cle-
vam-se mais alto que nosso poeta n'essas le-
gendas :
Exprimir a hum.inidade em urna especie de
obra .'.vlica, o sucrcssivamontA deSenna-la en
todas :is pli i.ii-s, historia, fbula, philosophia.
religin, seronda... Ir passos largos do Eva,
mai dos honions, nroluco, mal dos povos,
_ in ao oulro a luz bri-
l'ianlo o a Irodico e sempre no respIanJi cenle
rireulo da Divina Comedia, nomoar a humani-
dade inicua, inanoira do um liviano soloin-
ne !...
DIARIO DE PEBNAMBDCO. SaBBADO 18 DE FEVEREIRO DE 860.
Es-nqui o poema explicado pelo
lenho sso; vejamos pois o que d'otle poderas
tirar... E o demonio deu-llic aaranha ?
E o bom Deus. tomando essc triste, animal e
contoraplando-o com suasvistas benignas, cer-
cou-o do luz e de raios o com essa aranha elle
fez......o sol!
Luz e bondade. clemencia, inspiradlo, juslica,
recompensa e castigo, eis-ahi iodo esse livro !
Ala ve-scjuslica, aJii ve-se clareza. Enconlra-se
Assim o sulto Mourad, tilho de Bajazei, er-
ramou um rio do sangue : ludo queimou, ludo
saqueou, ludo -iolou, ludo degolou. tudo man-
chou ; os povos tomavam seu cavallo por urna
pinlhera e seu pennacho por um facho ; quei-
mou para rir-se e diverlir-se. Abenas, Argor,
Salnica, Varna, Corinlho, Ancyra e Naxos; ma-
lou seus oito irmos e scus triiila filhos, derru-
bou os templos, os palacios, as torres, os
a odosos momentos o ponto ntiepido e silvano, j diciros : P
calmo o poderoso, humilde e torio, annnlisla
ii II ri.ah l.'i caaaaant, rcvjni, paral le l.ranebei
Rail i-i joar | i '. mi le* traguea fumes blaacaea.
Vctor Hugo; um drama, um co:ilo, urna trago-!
da, iim poema pico !
De Eva Jess, na prinicira idade, nn momen-!
lo supreun
austero, e conselheiro som lisonja, alma feliz, es-
pirito enc^nl^dpr, laborioso, liel e que Jamis
perde sus jornada. Ello anda, o no seu andar,
cada passo, elle ertcoutra um problema, um dra-
ma, urna estrella, urna miseria, uuu injusiiea,
urna visao, s vezes" a celera e s vezes a vio-
proprio M. t lencia c a salyra njanoira de Inven al.
z:
E- um espidi *Jra adn e ora phanlasma ; ve
cousas que s elle dado ver; lira do mesrao
lempo lices, concluses, compaiioes, terrores,
deuses, molestara os pastores. Amyntas, Daphuis
S rendo-o sentiam expirar em seus labios
0 canto buccolico I Aretliosa, ao veliio Fauno,
apenas cedera urna gotla deseo lmpido leiti, I
Amarrtls apenas um sorriso e jamis Calatea, ao
Tout ce que l'inlini pyul jeter de lumire.
urn grito alegre que sabia mesmo doabysrr.o !
ma alegra inefavol I um respire!SSP'brralho,
rocouliecinionlo, de
bom a
divine
Tal se passd esse primeiro canto
ests pois o volbo Nilo dos sagrados h'rroST Spar
la. Alhenas e Roma que feilo de vos? O' po-
dras inertes que lembranco guardasles de S-
crates e de Cicero? Eolios da Iliada porque sen-
loaes as raneos do um Olympo abominarel e
sorn honra? Altiros, templos, crenca3 abatidas,
Olympos aniquilados, rios, ocanos'transborda-
dos, cidades submergidas pela arca, e invadidas
vai do car-
. urna fonle abundante de
I-..uno selv.igetn, seu pomo provocador. Seu no- compaix.io, de felioidado !
lile nao sbulo na Upo e nos lloridos declives I
do i'ono ; ello desloa o agito o o Eodeco, o en- i <( c extls'' divine au globo adoiosecut !
dro ea rosa, s violeta eo jacyntho, e Um'b
a bol ha
i, ,.,, uo .auno u suoTe me. por eua re- I as menores chocos, j sabe o que con la m as no-
Ah IZm Znl tMrr1'.,n U,.M "'"* recuns tt* l'i'uaros mysteriusosdas! Ihanlrs aos lri.es da quart9 iJgend,,'..'.
,, 'o m L n ;ci me ,,'; mvivS ';"' m:^ : ao mesmo lempo o ; captivos, rugindo e 'chelos de agilac*
,,', l'" o,ii, '**""" "h- v.,ve *. mocidade da raontaiihae a virgindado das lloros;
!!?.XLHi.l!!?*UfA?!*AU! tbert0 .do l'.mo d" vocifera, adora, contempla, admira, rpido rolla
essas lunas do primeiro paraizo, do paraizo
desoilo:
abellia orrautoae redor dos campos, jamis de- valho ao hysope, e do verme oslrell Escola
poz nos labios do l-auno o suave mol por ella re- i as menoro!
pela desola.ao, eisaqoi, diz o poela, nb eis meu
cntico, ah eis minha supplica o minha maldi-
eiio !...
Os verdadeiros poelas saa infoirarnenlo seme-
ttarlT Lenenda..... Eslo
.io ; espe-
a pieza... Por lim se llies lama um ho-
ultimo diluvio ; apenas ve-sc o esmalte de se-
dentes, o brilho de sous olhos. Euilini era um
rustico, um grosseiro, um ridieulo o se cneoniras-
se l'sych uegligcntpmento vestida, arriscara um
olho... que digo eu ? arriscara seus deus grandes
Odios deslumhrados.
.i l)u rifa n'cUii petil, iiuoiqu Mal f.'.i e. fial >
Assim mergulhamo-nos som trabalho c sem
modo n'essa natureza nativa o rolossal. airar ex
Assim pois Hercules, um da, prenden o Fauno d'esses primeiros bafejos e d'esses ingenuos raios
luir da sua morada e levou-o polis orelhas n'essas sombras, n'essi's transportes, sobreesses
Jpiter, romo se fosse algum animal desconho- musgos, sobre essas reivas, entre as llores e os
i I i e o Fauno llcou espanladissimo vista de
os gran los deuses do Olympo, ao ver do
l'io perlo as densas e ao aspirar a ambrosia.__
Eis pois aqu [dissv elle comsigo] o carro do S I
eniparelhado pelas Horas! Eis Marte, deus da
gu"rra. Miona o Nepluno com o tridente !.......
Ello olha, contempla o se espauta ; a tolo o rn i
ment elle fura, como desastrado, urna pona de
nurem o urna do co ; anda coxcando sol>re is
ii'ivons ; d'iqui e d'alli vai ter at o "banquete
d leuses aseentados em seus ureos Ihronos,
Assim pois pensai su o Fauno atemorisou-se,
ai hando-so no nudo ii'esses risos, de que liomc-
i se espanta nesse fesliui dos densos, em que
nena ums llie oflerece a ambrosia ou o nctar I
Ah se acharara a propna Venus, Salona, Danai
i al Pandora, fcil de reconhocer pela caixa que
re traz aborta. O'gracasl bellezas I pern-
mes! Cinturas lautas vezes e lio exlranhainonte
is e des.ladas. Entretanto no nmpyreo tudo
era canto, iodo riso, e como n'esse momento as
aui.is estaram saciadas, ellas lancaram um
r, um sorriso c loso depqis urna gargalhada
- pobre ente sclvageni, mcduiihi, chei > de
i- fuso o de espanto :
V >n a I <] n >n fr.nr, il'u- OiiHb i mi i,
Bl SU: o .' -c que 'a l |ecellc b,>i -:., ;
Q inndo bastante riram-so c zombaram do po-
bre diabo, quizeram ouvi-lo c pediram-lhe que
CntasSO, allmde que Apollo e as Musas, Aglaia,
9 mocadas Gracas ollia, urna densa, lires-
som o dirorlimento de ouvir final ment como'
poie cantar urn selvagera, um perturbador de
i- : llot. iini Fauno !
..i'."io m llorado o perturbad), porque com
Ihares futuramente obsecrar i Venus, (Iba
do mar:0' deuses o densas disso o Fauno, eu
< [ueci as minhas gaitas-campestres ; Hercules,
de ; assagem em meu solo, despelacou minha
i rom seus dedos do pee cantar ahi, im-'
llmenlo c no lom de nina llanta amena,
i eciso ensatar I Entao Apollo e Linas son
Lino! como veraj omprcslaram-lhe urna
[yra, cujas rordas estaram bambas,
alo de rebolallio, iodo desafinado e racha-
do.Eu preferira minha flauta diss
i 1 ;n mais se f.i
i r, um rantor d> prollssao j poz-sn cantar ao
.i Je una niivorn... Nao era vislo, mas s.'i
ourido! Huleara nii Iristeemelodiosa cancoo;
poesia tinha a furnia e o acento de um sonho
i o transporte, o xtasi e o vislumbro das
is que nenhum poela anda dsse toda ella
era graca; loda brilho eluda phanlasia : ella obe-
deca, clemente c poniente s brisas da noite, aos
nd ios da manha, A estrella, ao sol, ao
: ella era fa la, ella tinha por pai um
si o e por mai urna ave.
o [orlo ; lao bom
nio ao co, submerginilo-se i levaudo-so
s
os
prodigios do mundo, apena? manifeslados e de um
lempo modado, ilhas do ouro fluctuantes em um
lago de piala, novoas de luz, ondeado, o melo-
da, espacn atlracliro, belleza, sade, nenhum
pojo, nenhuma lombranca e esquecimeiito, nada
que se assemelbe ao mal, ao pozar, aos omor-
SOS, ruina, loucuro, ivrannia, tristeza,
ra m..,
mom.
s. Cel hommc dit; La paix soil avpc rous, lions
Ora esse homem era um propheta ; chmara-
s Daniel ; era inspirado E os quatro loos da
prisao reunindo-se em conselho, o primeiro disso
aos onlros : Este homem um enviado do deser-
to O spgundo leo disse:
Cel homme rient ;'t nons do la par des forets!
E o lorceiro : E' o embaixador das monlanhas !
O quarto eis o que disse :
f.L-i hnmiBO, ,i.i ir il nr-rn, si m .1 l.i pa,| ,\.. rt.>u ., .
Da mesma serle que os quatro loos respeita-
ram o propheta, o verdadoro poeta honra om
seus versos o descro, a montanha, a floresta e
sobreludo o Deus creador! Elle supplica, so in-
Ilouvrit tout rirans*douze petits enfans,
Pouf Irouver dans leur \ cj.tre une pomm volee;
mandou serrar seu tio Arhemct entre duns la-
boas ; matou o proprio pai e as vinle mulheres
dello ;
El si quelque sanlon lu demandait: Pour uoi'
" J""1 i< > I '' 'I l luenl grosaca ..
Em resumo, para esse famoso suliao tudo era
rosso e fogueira, alvo e cemiterio, matonea e tor-
tuca. Soam una vez faz urna muralha de
Uros bilu.aados de gesso e cal viva :
II lail le fauchetir, la Ierre lait le pr.
Ah poela! ah Fauno! ringador dos crimes,
rail IraVl
le ro* dan les anlre* fn
< Heiidan ]..- lo< iflTr ae trara
o Toi, les poui, a.ii-l;'- trou toi.
_I?lO est escripto. Elle disse os piolhos I e
nao o insecto reservado para o penle ou urna
oulra metaphoraT^ipyhosa. Elle disse os pio-
disso
Ihos 1olla
monstro !
Assim, pois, essas legendas dos seculos, tajias
as rozesquo ellas encontram monstros, sares-
criplos por orna pinna indignada o vilenla !
Ellas choram, ollas so lamentam, ollas nialdizom,
ollas bradam, ellas acrusam, ollas coiidemnam !..
Sim.'pnri'm vollai a pagina; esperai a hora eo
senlimenlo pacifico; doixai vir .1 rossos olhos
encantad, s, a rossos ouridos arrebatados, as
B| redareispaisagens, as lmpidas aguas, os doces
somnos, Boos adormecido, a bocea clara e riso-
nha, depois da occa de sombra o de blasph'e-
mias o veris se jamis honre mais graca e sor-
riso, com a mais alegres e mais encantadoras
caneoes! O' sent baixa, crede-mo, crede-me,
cap- charos amigos da poesia. e confiados no poela, cs-
perai seu sorriso, esperai sua compaixao; deixai
fallar seus aojos, scus hroes, suas santas mu-
lleres, seus marlyres, seus palriarchas, seus bol
se7a~m.-]r-ar7es SrThMitTSTlfTffS ^ p3Ssa?S/')r do lt'm,,0 : ****"} uau,do el,e
ligo eterno, que (aris? hver esgotado loda a sua idade media, e suave
" l'i .mr, GOnnC il IHUlUil, |'i.'.l,,l. ns ,,,, ri.p
II .i, giatM ,. tan*, un riwii ,., ,, b,.,i,l,..'r
-ii.i doayijBcr vii uvajil d l'fao.'cher.....
F.sso animal horrivel ora repulsivo o o sol e
os mosquitos acommeltendo essa preza, enter-
raran) seus dardos nessas c-nlranhas dilaceradas '
l'elido era ao olphato, e horrivel visla :



Nosso paiz, como qualquajUMfcv
W^iara poder man-
piriduo, precisa
por suas propnas forras prodWITpara poder man-
ter-sp, subsistir, educar-so, instruir-se, civilisar-
Oui done eu piti de ce malheur hideux ?
Le porc el le sultn laicnt senls lous lesdoux
L un tortur, mournnt. mandil, infec, immonde'
Laiilrjfinpcr.ur|...l,,.:,.i, vjinque.r, mitra imaoiula.....
leve compaixao
i.
Pois bem O sultao Honrad
do animal dcgolado, expirante:
II la poussa du pied dans l'aotredu cliomin
roluzr do Ronasoimenlo, a carallara errante e
as loaos espadas; doscaneai sob o veho cedro;
e la ao longo vedo passar calmos, risonhos c al-
tivos, Carlos Magno e Molime!.Curvai-ros di-
ante do Cid dcM. Vctor Hugo, digno de Corneil-
le; cercai de rossas ternuras o pequeo re pro-
tegido de Rolando ou a joven rainha que salva
Eryadnus, afugenlador do crine.... Amigos,
amigos! para afugeutar esse abomiuavt I cheiro
de assassinatoe de fogueira, respirai com prazer
a rosa da infanta Ah! esta rosa e esta in-
fanta :
Elle psI Ututo pelile, une duegue la gardo ;
a Ello lionl la man une roso e regarde....
est
jar-
me-
ira) nao ousaria approximar-se da joven n-
inferno...
.< Eva !! 'i.
.1 !mii ai I*iiibe,
... i& ir i crmeiile. m
Ah !.... Eis a segunda Legenda .'... Aqu o pa-
i/., mais adianle, eis j o inferno... poiorqiie
O inferno, eis j o reniorso Tao pioximo esl o
primo do lievco, lau frageis sao esses parai/.os !...
Tan punco duiou esse alvorescer eterno, o !o
depressa cahiu a noite, lao cedo morreram es-
ses primognitos de nossa primeira mai I t)
seria Iw
ses ,
o souiuo. Logo que Ab
bjasphemia, A mentira, hypocrisia, mprte, ao dina e.so,Por intelicidadc.no centro" da abomina
re Roma, ao clarao dos chrislios que ero faz
queimar, no ensanguentado thealro de Domicia-
iio, no crmo universal, no abysnio absoluto
dessas grandezas calcadas aos ps, o poeta, o
ringador, enconlra um quinto lefio, um outro
animal heroico, aos pos de seu senhor, Andro-
cles. elle OSada o lrala-o como hroe !
Vinde, pois, se ousardos, aflrontar a horrivel
orgia e dizei-me se jamis fado algum seme-
ntante deu-se ao redor da grande cloaca em que
o sangue dos marlyres confunde-so espantosa-
mente com o banho de leite de Poppea ou de
Agrippina Nosle instante o thealro esi" aborto
psse poro tarta de carnes. Ahi oslo, esses
Romanos do imperio abjeclo ebeos de vinho, em
seu lodo, entre Delia e Lesbia, entre um eunuco
o um philosopho. Ahi eslo observando com
um ar enfastiado e enervado pelas testas, gladia-
dores que so degolam, captivos que so despoda-
cam, enriscaos que os proprios anmaos j nao
mais qiiorcm ; delles oslo tartos! Eslao'aaeia-
dos de meninos e velhos, de donzellas o
i
Uil-
Psse momento surgem do abysmo e d'es-
primeiros Iriumphos a morte o sua imagem
. inorio por sou irmao
t.aim, appateceu a ronsctenrta, isio 6, o castigo
do primeiro prime, e esse castigo at consum-
maco dos mundos oreados persistir como a rer-
dadeira c inevitavel pena do lodos os crimes !
I ..:. :t,. ,| ,i>m .;, ,, |An40
a-
Ayint lev \.\ lele au foud des cieux fnebres,
II vil un ail loulgrand ouvert dans les lenobres,
i llt qui le regordaitdans l'ombie llxemenl.
Eis-aqui a conscicncia... o eis o castigo O
primeiro criminoso nao po loria evila-lo, nao
mais que o ultimo. \ rista diaphana ahi est,
bem alerta, que observa .. impassivel, e tu que-
ros vamonie escapar i esse terrivel accidente
misoravel !... Experimenta !
Entao eis Saint que diz tremendo ;
Eu eslou perlissimo e que repentinamen-
te ietira-se pelos desorlos, levando comsigo sua
tonda o seus remoraos :
II marcha trente jaurs, il marcha trente nuits !
E sempre essa vista immensa appareceu es-
se enorme criminoso e sempre o rapor do san-
ins- B8 fraterno perseguio esse miscrarell E Crim
dizia seos lilhos ronslernados: Apromptai
a minha flauta disse o Fauno, i grandes veos que me cubram o co Essa vista
zer rogado [elle nao ora um le- pmpro eslava sobre Gaim Ediflcai-mo torres e
cidadellas .. Porra olrarez da torre de bronze
essa visla perpassara o escondrijo... Anda bom !
osepulchro c o repouzo dizia o assassino.
U "' '"' '"'- -1." i. .'. -- I na r.im'in-,
.. Kl |..'.,.i ,>ji s..r aun fr.inl rena le s mlrrnit,
a Ldil i-i.it .ijii- I. t.iiui.j vi rogardat Caa .
Tein cnlo lugar o grande problema e a con-
Ipula inextrincarel, isto a grande e terrivel
questao do bem e do mal. O mundo inleiro de-
laleu-a, o seculos corrern primeiro que o de
pas-
ma ave. Ello tinha a voz segura bato soja dissipodo. O mal\ elleattacao proprio
o tao depressa passara do abya- | Deus ; ello o provora, pile o desafia. Ah trie
dsse elle, se lu me quzesses dar os elementos
do quodispes, ver-se-hia um chele d'obra de
ilion trabalho !Est bem assim soja, respon-
den o Creador ... ; o o anjo man, ahorcador do to-
s d'osle mundo, pede ao
te caneca do carado, os
i" i ello! Cora que graca locara n'essa paz pro-
funda, n'essa magostado, n'essa simpeidade,
i sses esplendores, n'essas visos, n'essas rea-
les o lauta msica com tantas patarras, lon-l das as bellezas e forras
leas com lanas m.idulaces, lana luz no : Ente Supremo a ciegan
humo d'essas espheras som numero e som nome galbos da coica, os olhos do
lando-sc, e os estrellas atientas esperaran]
chcias d angustias o nascimonlo d'esse
Tal e em mou pensar a vordadeira intro.luc o truoso fabricador:
Placo Tout! Je suis Pan! Jpiter genoux I*
mons-
La lyre, devonue, en la louebant, gante,
i Chantait, pleurait, gromlaii, jiai des cris;
< Les ouragang laienl dans les sept cordes prs
< Comme des moucherons dans*> lgubres toiles,
Sa poilrine terrible eloil pleiWd'loilcs....
O' deus Pan quao longo els-nos do Smonides
e do Anacreonlo, de Pindaro o do Theocrito, das
El dans uno ciarlo btme el sur naturollc.
Ouvildesmainsd'lblis jaillirla sautcrell'c.
Porlanlo o desafio contina : Iblis, por sua voz
impoe ao Omiiipotpute urna larefa, e essa larefa'
ella a ocha imposslvol!-Tu me dos-le ludo, dis-
se o Mal ao bom Deus, o tigre, a corea, a sorpon-
te, a escama o o ouro, a torca e a belleza ; eu, s
rOLUETOI
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
RESLNHA MARITIfilA
ceio de
das Tanto sangue muilo sangue raui poucas
lagrimas! nenhumas raaos juntas 1 nada que tie-
rna e palpite nossa arena finalmente nada de
novo, nada de divertido e que agrade essas fl-
uas da elogia amorosa, esses filhos da arle do
amar. E' montono. Oulro tanto volcriam Plauto
ou Terencio, ou o reino Eunio Elle mesmo, o
imperador, se enfastia entre suas esposas da res-
pera... e so elle nao se retira, o director dos ju-
gos oununcia um leo da Numidia... Ora esse
leo era o neto do leo de Daniel, ora o leo de
Androcles. O' leo 1
< Tu viensdans la cit tonto pleine de crimes,
Tu frisonnas devant tan! d'ombre etanl d'abimcs
Ton mil fil sur ce monde horrible 't chati
Flamboyer lout coup l'amour et la pili ;
Captif, lu secones la enniere sur Romo.
i. l.i rbiHBuK lant la m matro, li. n, lu lu* l'i....in. !a
la em Sneca urna narracao desse leo de An-
drocles. Comparai o monstro de Sneca, ao ho-
mem de M. Vctor Hugo e vede, por esto excin-
plo onde pois est hoje sua poesia o quo progros-
sos fez ella XIX seculos na emoco, no terror,
nos pozaros do coracao humano. Toda a diflfe-
renca entre o philosopho romano e o poela fran-
cs, ei-la : o poeta cotnprehendeu o grande mvs-
lorio que nada ha de solado nosto mundo, que o
mais Uve pulsar do Coraeo humano acha no fin
do universo urna emocao que lhe corresponda.
Eis aqui como o poeta mais poderoso que o
philosopho ; como a compaixao urna e a razo
porque se o homem fraco, grande.
Ah nessas furiosas legendas quantos orphos !
qiianlos suspiros! quantas cadfis quantos sup-
plicios que imprecares murmuradas em voz
baixa que occusocs face da Ierra e do co
m
l
I
e
c
re seus Ihronos es-
tufados de espinos, em seus leos de agilacaoe
agona, em sua immensa mesa e brandinio" um
sceptro de ferro, eslo saciados de loucuras e ra-
pias, entre a vinganca e a morte, a luxuria e a
traicao, esperando o despertar da torra e o cas-
ligo do co Tal c a parle terrivel e falal das le-
gendas; ellas aecusam. ellos condemnam ; nao
sao mais quo paixes, terrores, fulminacoes c
maldieos. Treme-se Temo-so !
Comludo, despei'o desse odio e dessa violen-
cia, o poeta, logo que ve 'urca entrada para o
perdo, para a compaixao, para n clemencia,
dola se apodera e ei-lo, clemente, quo perdoa.
Ha mui grand' ->xemplos dessa infinita clemen-
cia no meio d- ais teiris legendis.
Ella esli om plena infancia, era co .iberio, era
.. .pleno encanto. Murmurio e canelo I flores e
i>a mesma occasiao, no reo calmo o esplend- perfumes! innocencia c alvura. porco
ao, no neto de todas essas sorpresas, o Eterno bastante longo, o sano nio entrn nesses
Prestara ouvidns ao rumor dessas cidades que se ; dins. movendo o manto [tambera faeo una rae-
ucsmoronam, s lagrimas dessas naces massa- tapho
eradas, e, como nosso bello quadro de'Ary Sjlief- fanta.
ler, os Qiiciriimes da trra, iam, subiam sup- ,
pilcantes at ao throno do Dous. Nessa occa- e VrJ, ccll.c enf"nl ldir en splcndidc, e semble
nnz^CdafSrdoCtrh~^ocC;nC?,^,n',0 8Ua^ W'-^.^^X.'e,!d.epWn,
^S t T ,ngu fua ** twtau bord* leau.ta Beor l'occupe.
rnin,' t ",,ta,? """I* r*K ''quine est en point de Goei, sur n jope.
as. supplicios, cascalbos, grades, mertalhas, n arabesquaerraM dans les plUde saln,
incendios, puiihaes, prses, alroavam, brada-
vam, estafaran., ameagaram, agilaram-se, cla-
mando: JHSlical.... Enlo do soio do bysrao
appareceu essc animal immundo que o sullao li-
nha soccorrido c o Omnipotente, impassivel, pe-
sando na batanea eterna essc universo mutilado
e esse porco soccorrido :
Du col du porc et la balance poncha___
O quedizeis isso? Um porco? (Juanlo mira
admiro o lamento; c so os bollos espiritos. os
chacoteadores, os compositores de alexandrinos
os discpulos de M. Debille ou de M. de Parnv'
os procuradores do citoumlocucps, os amantes
de synonimos nao sao do parecer do poela o
quzessem-lhe dar lices du boa linguagem, de-
vora ser recambiados, para castigo seu, Gas-
tronoma de Berchoux, Savegaro' do M. Es-
menard, ou Iraducco das Gergicas.Um por-
co] am marrol.... O quanto e fcil e encan-
tador moslrar-nos o animal que se nutre de bo-
tlas !___
Porm os anda urna oulra cnorniidado
fallaremos hoje do asno o do sopo das Legendas,
virao mais aliante ; s fallaremos de um in-
secto.....inri porco comparado a aquello in-
secto uro boija-flor. Essa legend* tora por li-
tulo o dia dos feis Urna trnente de rois,
urna vintena de suIips Mourad Ah quantos
reis! l quonlos ris Pozerara-se p logo
ffeo amanherer; deixaram sua foitaleza e ei-los
queso cspalliam furiosos as cidades.
Suit les milla detour d'uu lil d or lloruntin.....
Emfim uma Imagem Velasquez, o concordai
que nosle momento estis bastante compensados
do todas essas crois visos, dessas narraedes
implacareis, dessesporeo, desses sapos.
Emquanto quo a infanta assim folga com
sua rosa, ha l einbaixo no palacio, uma sombra
alravz dos ridros fechados, um homem___um
phanlasma, errante de janella em janella___um
ente raedonho---- Philippe II devisado por
Schillcr. Vai, veni, Dea immovel, pensa___pen-
s em sua frota, pensa nessa Armada que elle
manda Inglaterra lim de loma-la e quasi quo
um sorriso deslisa-se tazendo tremer esse labio
de bronze, um labio de forro !
Depois de repente, um vento orgue-so ca tor-
menta leva ao mesmo lempo a frota do pai e a
rosa da lilha.
deas, nos campos, saqueando, devastando, de- gua franceza rebelde aos nossos
gollando. Hecatombe hecatombe um desses
bandidos rombo c cabelludo, compraz-se com
<13 1 I i : >. 1 1 i ..* n rlaaaaJo a. 1. T 'i
ropa, onde se habilitaran) no celebre eslabeleci-
mento dos Srs. Pcnn & Si.n. Referimo-nos aos
conlestaco seria, ludo que se refere
oslo ramo do Borrico publico, est por crear, c
algumo cousa quo existe rgela acanhadaraenle, I Srs. prinieirosdeneiites Mallos "racomioL
eempcssiraas condicops, porque sua origem Mas onde uraa cordoaria em que se manufac-
presidio um espirito vac.llante. lurem os cabos que precisamos? Onde uma
U primeiro cuidado de uma Potencia que as- ollicina de polieiro perfeila, de tecidos do lonas c
pira a ler loros do martima, iucontcstavelmenlc brins, de fundicao da artilharia etc ?
a creaeao de arsoiiaos, onde se encontrn! reun-; Estamos ain'da intoiramonle na dependencia
aos toaas as otUc.inas propnas para a construeco j dos cslrangeiros nostes diversos artigos, que cora-
dos navios, e para o fabrico do lodas as pecas dif-' piamos sempre da peior qualidade, e por mais
lerenles, que formara o seu complexo, como i alto proco : por causa do pessimo systema se-
Summario. Nossos arsenaos do mariiiha.De- c '*' poIoa,ne' irlllhar10. machinas, ele. I guido as compras para o oslado, em que de tal
fcitos de sua posic8o,considerados sob o ponto I fc-ralJra so cjntom no Imperio quatro eslabele-, sorto se exagera a liscasaeo. que se cabe justa-
de vista militar.Cousideraeoes mais especiaos c.,raenl'JS pblicos que se decorara este pomposo mente no vicio que se quera evitar : porque, era
sobre o dosla provincia. ; ululo, nenhum infelizmente, pude ser tido ver- rpgra geral, que lera muilo poucas excepces s
I dadoiramente nesla cunta, nem mesmo o da cor-' concorre s sosscs do conselho do compras'um
j i ilecoino passamosa demonstrar. cerlo numero de individuos disoostos a eu-ana-
Ainda hontem. por assim dizor, acabamos de Cusa-nos infinito fazer osla e oulras confis-
IV
Soudaio, un souflle d'air, uno do eos haloines
Que le soir fremissant jelle a trarers lesplaines
Tumiilliieux zphyr ellloranl l'horizon.
Nao Trouble Pean, fait frfflir lea joues, niel un frsjon
Dans les lointaini massifs de myrt et d'asphodelc,
" x' '' l'.-'l ''.....I .-III..1I-, li in,|i,ill,. .., ilini ,,,!, ,,j.|.
Rapide e secouant mme I'arbre voisin,
Effeinlle buaquement la fleur sur le bassin....
Oaoroit voir dans ua gouffrc une fiutte qui sombre,
>< Madame, d.t la duegne, avec sa face dombre,
A la pelite filie, etoune e revant,
Tout sur ierre appartient un princes, hormislc vent!
as al-i Que poeta oque artista! e como dessa lin-
m alores esertp-
toros fez elle uma escrava obediente !
Horacio deu osle sabio o prudente conselho
aos poetas I Modcrai-vos, lhe disse elle, re-
freai a rossa inspiracao, poupai-a, cuidai nos
poemas futuros.
''s. "Bl'"'"la um daquellos conselhos que
\1. j|JpHu^o em lempo algum se sujeilar.
ao con-
os incendios e diverte-se iiifinlamenle era ver
queimar os palacios o os templos. Os oulros
dous sao dous bastardos que apostara qual delles
com niel t er mais assassinatos em um dia. O
lorceiro um vordadeiro artista em patbulos,
torcas, em supplicios de loda a casta....e quan- Cortamente nao oquelle que se" i
do acha-sc -> "------
loiro est ao nivel do sol ao lado da
que o magistrado ost enforcado ao .
cerdole, devem os reis doscancarem e jantarem
do bom appelite com suas manobras, depois das'
-as do dia. Enlo cada um volla sua al-
fa. I
deia, os chefos salisfeitos, os soldados contentos o '
eorregados de despojos:
Meurtre du lahourcur et pilloge du ble___
La journe lait bon'ne et les filos do loncos
< SerpeaUial daa Ira champa plain* da wmbrra ail.....*
Loa oalagMid diaaieat : c. Qaal bew con da Blal >
Aprs avoir lu la plainequi ralait,
u lis raalraleat daa lean auwta, tuuiio ..no DuUe >a llaira.....
Tal a legenda na plena idade-mdia V-so
esses monslros, toca-se-os. segue-se suas pe-
gadas, segue-se-os em seus crimes. em sua
charama, em sua blasphemia, em scus furores.
Entretanto, sobre a mesma ponlc por onde
ses bandidos tem passado o tornado
calhedral e. mos, que hoje publico, poz o que punha nos
ado do sa- outros, toda a sua poesa e loda a sua alma, lo-
do o seu genio e todo o seu coraeo.
ICLES i vM\.
____________[Prense.il. lngalh a es.)
Agricultura.
Colon isaco.
I
Caminhamos a largos passos paro o profundo
abysmo da desesperanza e da miseria, ou ao con-'
trario, marchamos com seguros e firmes para a
prosperidade p. a grandeza ?
Qual a nossa estrada aborta dianle de nosso
andar, o declive que leva ao valle doloroso das
lagrimas do infortunio e da desgraca, uu polo
s_ | contrario, esse plano ascendente que o carai-
assar, "'l0 da feKcidade, da riqueza o do riso, que se
:onserva-se um anoio, um espectro, um esque-,cllf,ma ^m-estar e a perfoico das naces '.'
lelo, ura mendigo, to pobre, abandonado, per- ^ue PStrolla W guiando o grande imperio
dido, miseravel, abjeclo___um segundo porco! amer'C'ir>o em seu caminhar de gigante, anda
* Cid ,i., nn, ii : crianca, cojos passos sao por ora vacillantes o
h ni e ,,^ ,v^-.?ni ,,'Sub1ros- engloutis penco regularos como os de lodo o menino,
? Zf \ xiromite de 1 ombre ou se termina esse esplendido c champante astro, que guiar o
lo maiaie tn lopre, el l odeur en rermino. oriente adorar de joolhos o Oeos tornado ho-
Oraesse desgracadosobrocarre-ado de familii' T'"' ^"e-fra ettC3Tn^ viva do piogresso c
ecoborlo de andrajos. wT ielumtmha que o dv"MSao do genero humano-ou ao con-
trano.e esse outro que ombora luminoso e bello
arrasta para ooccaso a luz, e que a faz ensom-
brar-se as Iteras fundas o esporas do occi-
dente ?
. ............- que o
exeretto de passagem desprezou esmagar, esse
phanlasmario desde a manha al a noite
todas essas morios; comprehendou todas essas
injurias, aqueceu suas velhas mos nesses incen-
dios, enri essas naces que gritara ra : Miseri-
cordia E quando esses salteadores tornara
Tememos, como bons braslciros que somos,
como filhos que milito e profundamente amamos
entrar em sua cidadolla, seraelhanlos ao lavrador : nossa mai patria, aquella que nos deu o horco,
que rolla sua pobre casa, o mendigo, a teste-' I".11 rt;eebeu o nosso primeiro grito de dr, q'ue
munha, o ringador, o anatlicmatisador :
Le m.'niliant, teadaat aaa daai mahtaaleilitni^pa,
Monira aa coquaniua immun>li' au\ Pynffaa, '
Et cria daaa l'al int'a -i dan.. 1'imneBaiUi :
Ooafroatra-Toos, lentea rulre fral#rn|,
Ouii.onl su..Tlc, 6 I .iue nl'.-.me npiae rl boac '
Cimpareaoaa la vent de cieux anilaa aecoaa
Toi, tea ...i .-,< aoira, Uii, tea kailloaa biato i.
Qn.'Dille! a montagae et cachea turne, iloii
escrcrer a nossa ultima Resenta, e ja hoje nos soes, qua nada tem lisongeiras para o nosso amor
cumpre dar esta ao prelo proprio de Brasileiro ; mas entendemos que c
i. um ira nal lio incessanle, que a velocidade do melhor reconhocer nossas fraquezas oerros, des- opportunami
oiiiponao perraille iutcrroinper.e do qual,forcoso pindo-nos de todas as illuses, pora repara-las importante,
ios e salisfazer lodas as semanas, seja qual fr a em lempo, do que obscurece-las, e pagarmos do- grande eco
disp'
O que ordinariamente
rem por lodos os modos
conseguem.
Porm nao no3 desviemos do nosso assumpto ;
mente fallaremos sobre esl'outro ponto
em que o governo pode realisar uma
. pagarmos de- grande economa, se liver mais alguma coofianca
s^^S^^V^^^J^mnv^ Pf?8ea cm h'"nill..ieao peante algum poder em seus delegados offlciaes, e nao pea-Ios cora
aamenie por sobre o papel ao tropel de nossas eslrangoiro ; o que sera, por sera durida, muilo regularaentos inexequireis lia sua letlra
u-;;a"rn0o!-en^0Sre''le f"'^ & ^^ e dosa^adavel. So o arsenal da corte est ainda to tncomple-
uma improssao, do uraa palarra ao menos, que O arsenal do marinho da corle, o mais bem to. o que nao succeder nos das provincias''
\o-Um,anl';Taf),ISa,1 'montado quo hoje possuimos, longe est ainda do! Exaniinai qualqucr um d'ellos ; vedo como
Nao e que nos falle materia erai tobamos re- que dere ser um dia. lodas as construcccs e fabricas o demoradas '
eco de lao cedo osgota-la. Nao O que nos fal- Os estaleiros sao descobortos. de modo que os Ainda nos queris sorprender mais PoU
p --' quanlo fica ao estado este ou oquelle
'"-.ra-
ta a assignalura do commandante ura blheloem '
que se declara que em tal ou qual concert se ;
gastn certa porcao de ferro ele.
Muitas vezes "ludo isto se faz por uma otra
que cusa dous ou Iros mil ris, e se gasta uns
poneos de dias em passadas inteiramente imi-
tis ; porque anda nao conhocomos o valor
precioso que tem o lempo.
E quando o inspertor do arsenal dostos ho-
mens ooprirliosos, que nao fazem sono a sua
rontade? Todo corro de uma maneira bstanle
prejudicial para o Estado. Nao se fazem nos na-
vios logo de uma vez os reparos que precisam,
emhora roconhecidos pola niestronea, de surte
primeiro nos affagou com sua tepida edulcissima
almosphera, com a clara c esplendente luz do
seu lindo sol, tememos, dzcmos, como ludo islo
que somos, que os peioros aquellas interroga-
ccs sojam as que se rio realisando a passo len-
to para a desgraca e dr de nossos irmos e se-
melhanles, para desgraca c miseria do nossos in-
nocentes vndouros !
Poucas, moi poucas, sao as obras croadas por
nos que nao apresenlem o cunho da irreflexo,
o improvidencia Mellas quasi nada se allende ao
bem publico, que sempre se subordina s con-
veniencias particulares. Esla proposito pod"
ser considerada como ura axioma, vista dos
multiplicados exomplos que a lomara evidente.
Ella so applca com lodo a jusleza s locali-
dades de nossos arsenaos de marinha encaradas
, sob o ponto de visla estratgico.
O arsenal de marinha da corle nao pode eslar
peior situado.
Eslendondo-se porbaixo do morro de S. Denlo,
que ao volla de cada commissao ha necessidade esta inteiramente dominado por esle morro don-
de oarpinloiros c calafates bordo, c nunca se de se lhe pode fazer um fogo lao nocivo, que ne-
nhuma torca consiga sustentar-se dentro, resis-
tindo aos seus morliferos offeilos.
E' ura grande mal, como se percebe claramen-
te, ainda nao londo nenhum coiihecimenlo mili-
so ccumprir seus n 1 tas o providenciaos destinos
que lhe impzera Deo?; tomo a lodos os scus sc-
mM Sfcke ,odas 08CPcas e continentes.
Mas rOtWb todo e qualoucr individuo precisa
elle do inslrumenios. rftira empregarmos a lin-
guagem dos economistas, romos quaes possa fa-
zer brotar da Ierra primeiro, depois de outras
tontos secundarios, os productos cora que se pos-
sa alimentar, Tcstir. alimentar e educar seus li-
lrros,#aqueHes que lhe confiar o Ente Supremo
para por elle c suas leis sorem garantidos em
suas loculdades, sua intellgencia e liberdade,
leis serem educados, instruidos e apc.rfeicoados
is instrumentos, dizem aqoelles sabedores
das ciencias da produeco e da disribuicto das
riquezas, sao a trra, o tpbalho e o capital; Nao
discutiremos a propriedado ou impropriedade'
dessas denominaces, sua exactidao ou inexacli-
do com relacao'ao offico a que sao destinados,
embora seja verdade que outra denominacao o'
classficaco, entendpmos nos quo devera dar-so
aos instrumentos citados.
So nos opr.uparomos do examinar se ellos se
dao ou exislom entre nos para a producro de
quo se faz mistor no imperio, para que possa ello
manter-se na lula das naces progressistas, ci-
rtlisadasc grandes dos lempos modernos.
Nossa misso no entretanto, nesse ou oestes
artigos que temos em rista escrever, sob a epi-
graphe que este leva, nao especialmente nos
oceupar se nao do um delles o trabalho __em
sua torca productiva, em sua cousa elTiciente, e
nao dos oulros dous que ficam, e que queremos
que fiquem tora do luco da nossa penna.
Torra ? E, quem lera mais ueste mundo do
do quetera-n'a o Brasil, este vasto imperio que
Deus de corto fadou para um grande papel na so-
ciedade das nagoes e na civilisaco e o progresso
doraundo.edoqu.il infelizmente os nossos ho-
raens pblicos lo pouco cuidara e ao qual to
pouco se devolam.
Ahi oslo esses serios quasi inaocessireis s
torcas frageis do homem, lao virgons e to secu-
lares sao ellos, quo s sao mohecidos das toras
bravias, dos cebos dos seos oros forozes que
repelom nossas monlanhas de caverna era caver-
na, ah est lodo esse colcho iramenso de trra,
que manares de leguas nao modera, que ainda
nao tora pisado por p algum humano, que an-
da nao soltrera a menor cultura das toreas do ho-
mem, a que smente lem produzido" e produz
aquillo quo suanatureza tortilissima faz nascer o
crescor.
Torras, temo-las de sobra, rhegar para dar-
mos a milhes c milhdes de cultivadores quo.de-
dicados ao trabalho e amigos do progresso de
sua propna foituna, riessem de todas as parios
do mundo.
Do capital nada diremos; elle depende do con-
curso da Ierro e do trabalho, e cerlo que, so um
daquellos fallar, tambera ello deve dccrescer'e
dosapparecer da lula das torcas soches e produc-
toras.
Nao ser de corlo por falta de Ierra que dever
olio em algum lempo nos fallar para alimentar
os nossos campos, os nossos morcados, o nosso
commercio, se elle algum dia soffrer alguma cou-
sa em seu croscimonto.se elle a esta hora j sof-
fro, do corto esse fado Ipr sua raz rerdadoira
na deficiencia do outro instrumento, o trabalho,
o nao naquefle oulro que por domis grandioso
o rico, gigantesco e soberbo !
O trabalho eis o nosso objeclo. Delle somon-
te dovemos-nos oceupor em nosso discorrer da
penna.
O quo o trabalho econmico? Dizem os eco-
nomistas, que a applicac&o das torcas humana;
produceo social ; pois bom, elle rem a se iden-
tificar com o seu proprio productor o homom.
E quesera este, o trabalho impossirel, que
sera ello, um dos iros instrumentos necessarios e
essenciaes a toda equalquor produceo nacional,
nao pode existir.
Aqui justificamos nossas primeira3 proposices
que sao sombras e Irilham para o nosso p'aiz,
que sao melanclicas e desanimadoras para os
coracoes rerdadeiros amigos da nossa patria, do
nossos irmos, de nosso progresso e do nossa ci-
rilisacao.
E' a falta de bracos que soffremos o que corno
J3 affirmaroos, se Irados no instrumento, traba-
lho ; essa deficiencia de torca productora que,
nos arrastou all no comeco "do nosso artigo a
escrever aquolles tristes e ennegrecidos pensa-
mentos I
E' a falta de bracos e principalmente a poura
alteneo que ella parece merecer do nosso go-
verno, que nos obrigou assim a escrevar to du-
ra e doforosamente para os nossas almas brasi-
leiras.
Nosso paiz ia ha lempos, que ja vo longe, o
caminho das novoas do passado, buscar aos ser-
ios da frica [bracos que rinham dar torca ao
nosso trabalho agrcola, que rinham plantar-
nos a canoa, o caf, o fumo, os coreaos, ele .
etc.
Era um commercio lucilo, nos o reconhece-
raos ; era uraa calomidade dianle das leis abso-
lutas da moral que Deus nos implanlou no
lundo de nossas almas ; era uma irreiigio, uraa
airocidade horrorosa, arrancar lilhos aos bracos
de suas mais, s precisos primeiras e nfantisdo
seus filhos, maridos suas mulheres ; ludo isto
o rentado o nos o confessamos bem alio, mos no
fin de contas, erara bracos que rinham augmen-
tar o nosso trabalho ; alimentar a nossa nascen-
le -ogricullura, abastecer os nossos mercados e
fornecer objeclos para as transaecos do nosso
commorcio.
Era doloroso, verdade, tirar violentamente
os hoincns sua patria ; constrang-los a nunca
mais verem a Ierra que Ibes dora o braco ; a
nunca mais aristarom o sou co, o seu sol, os
seus rios, suas toras bravias, sou arco ; mas no
entretanto, erara torcas productoras que o nosso
paiz adquira para fazer brotar e crescer a sua
riqueza, para fazer nascer e crescer a felicidade e
prosperidade de seus filhos, seu bem eslar e sua
cirilisaco.
Cessou no entanto, como devera ha mais lem-
po ter cessado, aquello trafico de escraros. Os
nossos portos fecharara-se pela torca do nosso
governo, de nossas leis c do nosso pero, para a
entrada desse bom numero de trabajadores que
continuamente nos rinham da frica.
Coraecou desde enlo a diminuir a torca do
um de nossos instrumentos de produeco social,
e pois nossa riqueza tambera a diminuir, nossa
exporlacao a decrescere a desequilibrar-se com a
imporlaco cstrangoira.
Continuar-se-ha)
podo contar cora uraa embarcaco prompla.
Hoje remenda-se uma taboa podre com umes-
pelho, em rez de se por nutra nova, amanha
por-se ha oulro laco e assim successivamente ; e
como lodas ou quasi lodas as ordens do ministo- I, e "''"nente tambera a elle se acha sugei-
rio da mirinha recommendam aos mencionados i Va Bahia.'lue tem cavoliieiro as alturas
inspectores que se acautelen com os exagerados' l!"'alro Pblco e do palacio do governo, que
pedidos dos ooramandantos. de cujo seio sahem i 1"'t;iramen,t;. > dominara.
aquellos chotos, e queso a mudanea de emprego ', S olll(,a" de marinha distinctos j se
muda o carcter de esperdieado para zoloso no- ,cpm preoecupado com isso, p existen, spgundo
dem elles bel prazer mortificar qualquer ura ". Plans para muda-Ios, o.primeiro
que lhe soja desalfeicoado. como temos visto, no- El.iL_ das ^bras, c o segundo para o de
gando-lhe Indo, enbrigando-o, por consequencia
nao poder trazer um nario cm perfeito estado
de aceio, como desoja.
copara, porque como j dissom >s, laboramos
em ura campo onde ha bastante colher-sc.
Soja como for ; temos que caminhar, e nao de-
venios continuar em quietac/io.
.et amamos, pois, de novo a ancora, ou expri- providencia reclamada polo bem estar dos ope-
mtndo-nos melhor, mareamos o panno que ti- rarios, o pela conservarlo dos cascos om cons-
iihamos atlravessado, e ramos navegar em ma- trueco.
segu
o fugao :
_ est adoptado : o
a esto rcspoito ; mas cumpre agora tomar acerca commandante do navio manda aprrscnl.ir ao
delles a mesma deliberarlo, ruto quo uma inspector do arsenal urn bilhete de concert, este
nm notar- ilfVO nnn Nao de adrairar.pos. que os arsenaes da Ba- exemplo ; precisa um navio coi
a provincia estojara na mesma siluacao eis o processo simples que
despacha ; vai com rista ao ajudaute. que o en-
va ao mostr da offioina de ferreiros, que exa-
lenipestuosos, em busca de um phrol que nos j Ponuo j aquello arsenal uma bella offioina SmUm t^SmA^^jSgSIStifSi^
sirva de guia para o porto de nosso destino, qup de machinas, airigida por dous distinctos ofi- cha. ra ao almoxarife. quo' eifectua o forneci-
o da prosperidade de nossa mannha. ciaes de marinha. quo. como engenheiros me-' monto ; faz-se o concert, o, me pass ura
No Brasil, pode-se dizer atfoulameuto, sem re-1 chamicos, taire: nao lenh.m superiores na Eu- conhecimento ao almoxarife e burdo apwn.
Itaparica.
Sao ideas que devem despertar por sua impor-
tancia uma seria discussao, e que sao taires,
mu ranlajosas, altendendo-se a maior sogiirama
Itoconhccemos, lanibem, que ha mnitos com- que ganhariam aquolles ostabelecimenlos, que i'i-
mandanlea exigentes; mas as tabellas bastara cariara assim ao abrigo de uma sorpreza.
Nao conhecemos a posicao do do Para, e por-
lanlo nao sabemos se se acha as mesmas condi-
ces. Mas se est isenio dislo, consta-nos quo
jz collocado cm pantanos ou perlo delles, eque
em seu recinto reinara as intermitientes eude-
micaraente ; o que lambem um grave inconve-
harer grande
saude uma
para cutite-los nos justos limites.
Esta no3sa linguagem franca e mui vordadeiro,
nao pode agradar todos; pouco nos importa
uma rez que agrade nossa conscicncia, e que
taires concorra para corrigir abusos que profli-
gamos, A' vista do cxposlo parece-nos que de-
remos concluir o que dssemes que mui longe nieote em um espaco onde dore
estao por ora nossos arsenaes de marinha do que ogglomoracao do operarios, cuja
devem ser ura dia : rislo que ainda carerem de necessidade para o Estado.'
muilos melhotompnlos materiaes indisppnsaves. Passomos agora a esluda'r sob o mesmo aspec-
qne podemos copiar de idnticos estabelecimen- lo o arsenal de marinha de Pernambuco.
uiglezps, francezes, e hespanhocs, e se ressenlem O arsenal de marinha de Pernambuco est fe-
da falta de um icgulamenlo quo atienda bem lizmenle livre da desranlagem nota Ja nos da
sua marcha administrativo e econmica. > corle e Bahia, porque se estende em uma plani-
Consto-nos que S. Exc. o Sr. ministro da mari- ci, que nao tem terreno nenhum prximo su-
una tem em maos um trabalho do reforma ; Deus perior.
o inspire para que elle seja bem elaborado, e des- Todava esta bolla posioo se acha hoja eslrt-
trua os inconvenientes actuaes. 'gada completamente.
A superficie deste eslabelecimenlo tem-se alon-
gado extraordinariamente, e elle parece um ex-
tenso corredor cstreilo, som proporcao alguma
com o coraprinionlo.
Aprsenla, pois, uma linha mui desenvolvida
para o lado do mar, que o torna mui exposto a
um bonibardeamento que completamente o ar-
ruinar, pergo que evitara se sua. rea fosse
quadrado, ou aproximadamente.
Tendo esla figura, nao s a inspeceo do choto
do esiabelccimeiilo e de seus subalternos so
exerceria mais elficazmcnte ; porque nao preci-
sara cspalhar-se por um espado mais distante';
como torio para o lado do mar um lado menor,
e monos oxposlos licariam os diversos edificios
enllocados mais internanienle.
Alcm disso, esla romprida linha difiieulta a dc-
feza, o lhe faz perder o carador de uma praea.
forte. *
Domis, concenlrando-se o arsenal denlro dos
muros actuaos, perdo elle o importante ponto
da mar pequea ; ponto onde se deria estrel-
lar, porque do sua conserraco depende a faei-
lidado de inlroduzir soccorros no coracao da ci-
liado, soccorros que torao enlo de passar pelo
Forte do Mallo, e por baixo das ponles, luclando
com immensos emboracos, se estes lugares esti-
rerem nos maos de forjas oppostas.
Nao nos parece, portanto, conveniente o pla-
no que se est pondo era execueo nesto senti-
do, era rirludc do qual dovem-se sacrificar os
edificios existentes quo serrem do morada do
inspector, hospital, etc., para se construirem
novas do lado do mar, comprando-se para esle
lim o quarteirao de casas de Fora de Portas que
tem de ser demolido.
Lucra em parle o transito publico, mas perde
o arsenal, perde o Estado, e solfre a populaco
pobre, qual se lira mais de vinle casas peque-
as, onde ella reside por um pre^o mais com-
modo.
E por fallarmos em conslrncco de noros edi-
ficios dentro do arsenal, nao ser mo lem-
brarinos quo se planejera ellos cora mai elegan-
cia o goslo, para nao ficarmos com repartges c
oflicinas acanhadas, como o torreao levantado
para a capitana do porto, e a ferrara e ollicina
da machinas, em cujo ceulro so observa una
casinha mais baixa, de porta e janella, que des-
figura completamente o lodo. E. A.
PON. m\ DE U. F. DEFAMA. 1S60.
O
CMUTILADO
+mm
LEGVEL