Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08989

Full Text
ASNO 11X71. IIIMEBO 3S.
Por tres mezesadia -ados o$000.
Por tres mezes venciJw f^OO.
QUISTA TllU Ifi DE FETEREIRQ DE 1860.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
BXCARRBGADOS DA Sl'BSCIUrQA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. de LemosBrag?; Cear, oSr. J.Jos doOliveira
Maranhao, o Sr. Manuel Jos Martins Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. i.ouios;
Amazonas.o Sr. Joronvmo da Costa.
l'AKUA OU LUKKbiUa.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlao, Bezerr03, Bonito, Caruaf, Altinhoe
Garanhuns nas trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limneiro, Brejo, res-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-foiras.
Cabo, Scriuhem, Rio l'ormoso, Una, Barreiros,
Agua Prola, l'iraenteiras e Natal quintas feiras.
Todos oscorreios parlera as 10hora? da mnnha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do comraorcio: segundas e quintas.
Relaro: tercas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbado3 as 10 horas.
Juizo do comtncrcio: quintas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
K1M1KMKRIDI-S DO MEZ DE FEVERE1RO.
7 La cheia aos 15 minutos da marihan.
13 Quartominguaute as 4 horas e 31 minutos da
larde.
21 La ora as 5 horas e 20 minutos da tarde
20 Quarto enscenle as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro aos 54 minutos da manha.
Segundo aot 80 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Crcgorio II p. ; S. Benigno b.
14 Terca. S. Valenlini m.; S. Auxencio a!)
15 Quarto. Ss. Faustino, Jovita o Diosroro mm.
16 Quima S. Porfirio m.: S. Honesto sac
17 Sexta. S. Silvino m. b. ; S. Policromo b.
18 Sabbado. S. Simeo b. m. ; S. Perpcdigna v.
1!) Dominan. S. Conrado f. : S. Calino !>.
PARTE OFFICIAL
Ministerio lo imperio.
Associacao Central de Colonisacao.
Ulm. e Em. Sr.Accuso recibido o officio n.
41 de ol do dezembro ultimo, no qual V. Exc.
me lembra a necessidade demandar construir no
desembarque da ilha do Rom Jess una ponte,
onde as embarcaces possarn atracarom qualqucr
estado em quo se ado a maro, nlim de evitar os
inconvenientes que se, doram no desrmuarquo
dos colonos chegados na barca oldomburgucza
foberl: rocommenda-rne mais V. Exc. que cu
expera ordens terminantes para que o trajelo le
bordo dos navios ilha se faca sempre a horas
propras neni com a torca do sol, neni de noite
lechada, em embarcaces cuberas senao rom
toldo tixo, pelo menos volante, e encerado fcil
de srmar-se ; finalmente, chama V. Exc. a mi
nUa allenco para o gravissimo inconveniente de
dormirem liomens, mulheres ecrianzas no mes-
nio dormitorio, o que fcilmente c c.oin pouco
dispendio se evita, fazendo-se nos que nao forein
exclusivamente destinados para liomens t>u mu-
lheres soll>>iras,compartimentos de lafooas oh por
outro qual uer modo que me paree niais acei-
tado.
lnleirado dos pontos sobre que V. Exc. se dig-
nou chamar a rainha allenco, o apreciando de*
Tdamente as vistas que dictarain as medidas in-
dicadas por V. Etc., julgo entretanto conveniente
qnt'eu exponha quanlo occorraa scmclhanlc res
peilo, alim nao so do quo V. Exc. possa bem
ajui/ar do estado actual do servico e desuas dif-
tit-iildades plticas, mas ainda para que, em face
da doulriua do aviso a quo me retiro, publicado
no Jornal do Commercio de 2 do corren le, se
na forme fura do pata qualqucr juizo desfavora-
vel quanto ao modo por que em sua chegada sao
aqni recebidos e tratados os emigrantes quenelle
buscaui eslabelccer-so.
A ronstrurco do urna ponto tom por mais de
uma vez oceupado a allenco desta aduiinistra-
(iu) j.i o ineu antecessor nella liavia pensado, j
c i examinci se as vantagens que podem resultar
il ssa obra eslo cm relaco com o oiius que de-
ve recahir sobre o capital da associacao.
Desde a primeira mporlaeo de colones pro-
movida pela associacao, os respectivos desembar-
ques se tem feiio de un modo regular, sem que
0 inconveniente hjc aponlado nem de leve po-
cha mar a minha allenco, visto romo, sen-
do o mar mnrto no ancoradouro da ilha, sendo
ahi o sen leito de arca lina ea atracarn muitis-
simo fcil, esses desembarques tem sido feilos por
reeio de pranchas, que, laucadas de bordo das
embarcares, se apoiam na" praia, permiltindo
livro transito a penxulo.
Eslava e ostoii convencida que por meio de
urna ponte lixa o servico seria mais prompln e
mais perfeito ; mas V. V.xo. sabe as dilBcnldades
coro que tem lutado o lula a associacao na em-
pr. /a ile patriotismo em que se arrscou, o cu lo-
libo hesi ado se para ol>ler o opiimo devo
arenlurar-mc a anniquitlar de todo esse resto
moribundo de vida a que se arli.i reduzido no
i paiz o espirito de associacao, combatido
por tantas decepces em seussonhos de lucro e
d.' progresan
u scivico de desembarque se tem folio sempre
sem que un s dos colonos se lenh.'i podido qu'ci-
xar; e se em tres ou quatro passagoiros do lio-
berl seden o fado a queso refere V. Exc, cum-
ple antes ailribuir impaciencia delleso mal de
que souberam resguardar-so nao s 200 de seus
cotnpanheiros de viagem, como 130 seus com-
patriotas, desembarrados ha tres dias de bordo do
brigue legro. Nao desconhecendo, porni, como
j disse, a facilidado e commodo que offerecer
.-ni servico a eonslrueoo de urna ponte lixa, nao
IliiIio din ida de tratar disso em lempo opporlu-
no, eso a V. Exc. parecer do ndisncnsavcl uc-
lade que a laca desde j, reunirei a direc-
tora da associacao, aiini de que resol va ella, co-
mo lhe cumpre, em vista do S 5 art. 3., dos es-
1 nulos, mandados observar pelo decreto n. 2,1 yS
de 1 de mato de 1858.
Relativamente hora em que o desembarque
devp ser feilo do modo a evitar a ardencia do sol
un a escurido da noite, cumpre-nie declarara
V. Exc que ordens terminantes eslo lia longo
lempo dadas, e que ellas s.io cumplidas lauto
quanio permiltem as di (Acuidades praticas desse
sen iio. fado averiguado quo nenhum colono
quer separar-se de sua bagagem, e que portanlo
a baldeaco desta de bordo do navio importado
para a barraca tem lugar na niesma occasio em
que desombarcam aquellos ; mas essa baldeaco
nao pode ser feita senao em presenco dos agen-
tes liscaes da alfandega, que se s vezes por fa-
vor se aprescnlam a bordo antes de comeenr o
servico da sua reparlico, nem sempreisso acon-
tece ;' demorando-se a'ssim por algura lempo mais
o principio da descarga. Unirs vezes as urgen-
cias do servico do arsenal de marinha nao per-
miltem que a barcaca e o vapor de reboque se
aprsentelo lo cedo quanto seria para desojar;
onlras vezes emfim ha m ventado ou pnuca agi-
lidade na tripolneo do navio, e a descarga se faz
mullo vagarosamente.
Or, dando-se qualqucr dcstes fados, V. Exc.
concebe que, por maior que seja a diligencia que
se faea, a hur da chegada ilha nao pode de-
pender exclusivamente dos agentes da associa-
cao, sobretodo quando se der o fado que leve lu-
gar com os colonos a que V. Exc. se refere, de
tin/erem clles ama bagagem nao menor do 300
voluntes.
Relativamente ao toldo, cumpre-me notar que
o-desembarque dos coionosse tem feito al boje
em embarcaces dilferentcs, segundo as necessi-
dades da occasio ; assim, a barcaca do arsenal
de marinha onde cos urna embarcar e desembar-
car i iiflssa tropa, falas e vapores, ora da Pon-
11 d'Ara, ora da carreira de Nithorohy, tem sido
embregadosneste servido Al'gumas destas em-
barcacoes sao coberlas, outras o n>o sao, e ues-
te caso seria preciso fazer-se toldos especines,
segundo as dimensoes da embarcado que fosse
empregn la na occasio, alm de ser indispensa-
vel urna armacao appropriada para cada un del-
les e ns necessarias obras a bordo para ser ella
asscnlda, ao que se nao presUm os respectivos
pioprietarios.
Aliu aislo cumpre-me nolar a V. Exc, que o
trajelo de bordo dos navios importadores para a
ilha nunca afeito em dia de chura, e que o ser-
u;o e as formalidades da baldcieo do navio de
ordinario lerminam a horas laes que o trajelo
para a ilha lem lugar cm occasio tm que o sol
.declina ; occasio cm que o toldo, alm do su-
perfino, embaraza consideravelmente a marcha
di emban ,n o pelo embale do norte ou nordeste
q ic lo frecuentemente sopra a essa hora na nos-
S(i baha.
Resla-me tinalinenlc informar a V. Exc. que a
Jmspedaiia da associacao, alm dos espacosos
dtrmlioiios que tem para homens e mulheres
separadamente, tem 20 quarlos para familias, e
que estando o servico delerminado de modo que
nunca a ella se recolhein mais de 200 pessoas, os
quarlos lin sido sullicienles para as familias; li-
ca ido os solieiros, quer homens, quer mulheres,
ea dormitorios separados ; nao pudendo porlan-
to allegar-so o fado ultimo como regra, visto
como a chegada do RoberC coincidi com a dos
emigrantes portuguezes do Souia e C chegada
que era impossivel do sor prevista.
Duna lo ao fado de haver-sc encontrado no
Auno dormitorio homens, mulheres r criancas,
1e\o informar a V. Exc. que isso se d e lera-se
daco conslanteinente, e que difficil, senao im-
possivel, que assim nao aconteru, porque lillios
ou paleles prximos de uma familia nao que-
rcm separar-se dos seus.
Eis ludo quanfjulgo do meo devci mlorui.ir
V. Exc. relativamente aos diversos 1/ eos que
fazera o objeclo do aviso a une lenho : mra de
rcfeiir-me. f,' possivel quo fallas se d- < ueste
ramo de servico ; creia poim V. Exc era-
prego especial cuidado para que elle marcho com
a pcrfi'no compalivel com as inmensas duucul-
dadesque o cercam : e se, como cu mesmoireio
niuio ha a faer-so para que elle toque o ponto
de que susceptivo!, exige isso lempo e consir
deraveis despegas despezas nulo n3 quaes lenho
sempre hesitado, nao s porque lenho pria res-
ponsaailidade peranle gnvrrno imperial lia ge-
rencia dos fundos confiados associacao, fundos
que, posso aflirmar a V. Exc, como Uve a honra
de affirmar peranle o senado na ultima sessao,
se acham perfeilamenle resguardados de qual-
qucr prejuizo, mas ainda porque devo darconU
aos respectivos accionistas dos rapitaes com que
concorreram para a realisaco de uma empieza de
to elevado alcance.
Nesta dupla larefa, e sem que perca de vista o
melhor Iratamcnlo possivel daquetles que emi-
gram para o paiz, lenho empenhado lodos os
meios de que posso dispr; esenlirei profunda-
mente se ueste empenha nao livor merecido a
approraco dogoverno, a quem desojo servir na
ni ti lo de vistas e louvav.eis desejos que o ani-
ma m.
i para que V. Exc. faca idea do tralamento
com que sao acollados na hospedara da associa-
cao os colonos que a ella se recolhein, remello
inclusa e em original o vol de agradecimento
que os passagoiros do mesmo llobcrt acabam de
dirigir milito espontneamente na occasio de
embarcareni para o sen destino.
Fechando as ronsideraces com que lenho (i-
do a honra de oceupar a atlen(o de V. Exc, pe-
co permisso para publicar esie officio, visto co-
mo serve elle de explicaeo ao aviso de 31 de
dezembro, publicado no Jornal do Commercio i\o
2 do correnle ; ileixando reconhocida Ilustra-
cao o perspicacia de V. Exc os motivos queme
levan) a eslC pedido.
lieos guarde a V. Exc. Rio de Janeiro, 7 de Ja-
neiro de 180(1. lllin. o Exm. Sr. conselhmro
Angelo Mouda Silva rerraz. ministro e secre-
tario de estado dos negocios do imperio.O pre-
sidente da Associacao Central de Colonisacao,
oonselbeiro Candido llnrijei Monleiro.
emi 20.OUU9 o termo razoavel dessas os^ilUeoes Silva Ferraz, do mou coiiselbo, presidente do
ale ao lim do exercicin. | conselho de minislros, minislrn e secretario de
A posentads ( 6.) Esta rubrica esl no estado dos negocios da f.tzenda o interino dos do
mesmo caso da anlecedenle quanto impossibili- imperio, para a realisaco do empreslimo de
dado de lixar-se no oramenlo quantia certa para 300:000:3, au|risado peo art. 3." do decrelo
a respetiva despeza. Ja deu-se nella at esta n. 1,0 de M de selembro do correnle anuo ; e
dala pelo quo consta no thesouro, um excesso de outrosim alterando diversas disposicocs das con-
3 3S6S979, o qual, reunido quantia quo se pre- dicqcs annexa ao n. 1,113 de 31 de Janeiro de
ENC\RREGADOSDAMJB9CRIPCAO ROSUL.
Alagoas, o Sr. Claudiio laleo Illas ; ?-.'
Sr. Jos Martina Arres ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O preprietaro do diario Manuel Fineires tfl
Paria,na sua iivraria pra i da IndepCBHlencia ni.
0 oR.
sume ser necessaria,para levara effeito os paga-
mentos devidos at ao (ira ilo cirnelo.
25'000g o algarismo do crdito pedido.
Thesouro nacional [ "5'. ) Ajada
"ISNiui
I Joo do Al
existe .selho, minisl
nesta rubrica um saldo de 30:02f5823>*ue nao cos do impe
bastante para pagar a despeza feita com a im- executar
presso de diversos aclos do governo e de alguns Palacio de
Irabalhos organisados pelo thesouro. Pequeo, '. de 1850, 38" i
porem, o augmento pedido; importa elle em Com a rubrica
5:0009, que talrcz nao sero todos consumidos
com as despezas superveniente.
Mesa de rendas e collectorias (>j I ) Con-
tinua o augmento progressivamente arrecada-
co feita por estas estaedes, resultando dahi na
niesma proporsieo o augmento da despeza com
o pagamento das porcentagens aos exactores da
fazenda nacional o seus escrives. Calcula-se,
porem, que ser sufiiciente o augmento pedido
de 50.1)003 para completar o qna lio das despezas
desta natureza que ho di ter ainda lugar at ao
lim do exercicio em todas as provincias do Im-
perio.
Administraco de terrenos diamantino { 8
1853, segunda as que com este baixam, assigna-
das pelo rnranin ministro e secretario de estado
Ministerio do Imperio.
ni beto niseuo 2 522 os 20 nv Janeiro nv. 1S00.
Determina que .as gralificaroes concedida* aos
empreados do ministerio do imperio que cs-
tando no cuso de serem aposentados na formo
da legislaran em vigor, continuam no exercicio
'/e sen empregos. nicamente sao decidas pelo
lempo de e/fectivo frrico.
Ha vendo-se suscitado duvidas sobre a natu-
reza diis gratifieacoes concedidas na forma da le-
gislai "nt em vigor aos empreados de difTerenles
roar!cues do ministerio do imperio quo, con-
tando o lempo noressario para serem aposenta-
unlinuam no exercicio de suas empregos,
liei por Iiiiii decretar :
Artigo uniro. As graliflca(5es concedidas aos
is do ministerio do importo que, estan-
do no raso de serem aposentados na forma da
legislarn cm vigor, contimiam no exercicio de
seos emuregos, nnicamcnle sao deridas pelo
lempo de cffectivo servido.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido o la a exe-
cutar.
Palacio da Estancia, em 20 de Janeiro de 186."),
39 da independencia e do imperio.Com a ru-
brica de Sua Magestbdo o Imperador.Joo de
Almeida Pereira Filho.
DF.CRP.T0 NlSlF.nO 2,523 0E 20 DF. JANEIRO DE 1860.
Torna extensiva aoseinpregados do ministerio do
imperio a disp ttirdo do decreto numero 1,995
de I i de outubro de 187. uc marca os venc-
menlos dos empregndos de fazenda nos casos
desubstituieao e exercicio interino com alja-
mas altero oes.
Allcndeudo uecessididc de regular os venci-
mentos dos empregndos subordinados ao minis-
terio do imperio nos casos de subsliluico e exer-
cicio interino, c de conformidade com a minha
immediata resolucao desta data, lomada sobre
parecer da seceo dos negocios do imperio do con-
selho de estado, exarado em consulta de 12 de
dezembro prximo passad>, hei por bem decla-
rar extensivas aos referidos empreados as dis-
posicoes do decreto numero 1995 de 1 de oulu-
bro do 1857, que marca os vencimentos dos
em pregados do fazenda nos casos de substituico
e exercicio interino com as alterantes constantes
do artigo 41 do decrelo numero 2,343 de 29 de
Janeiro e artigo 1!) do decrelo numero 2,308 de
do marco, ambos do anuo fiado.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, o tenha assim entendido e faja exo*
cular.
Palacio da Estancia, em 20 de Janeiro do 1860.
30 da independencia e do imperio.Com a ru-
brica do Sua Mageslade o Imperador.Joao de
Almeida Pereira Filho.
decreto m'.mkuo 2,525 ni". 20 de Janeiro de 18G0.
Declara o modo porque se devem contar os 25
minos de ser rico, exigidos pelos arligos 25 e 28
dos estatutos vigentes das f'acuidades de direilo,
para a jubilacao dos lentes, ou permisso para
continnarem no magisterio.
Hei por bem decretar :
Art. 1" O prazo de viole cinco annos de ser-
vico cffectivo, exigido pelos arligos 25 e 2S dos
estatutos das facilidades de direilo approvados
pelo decreto numero 1,386de 28de abril de 185i
para a jubilaeo dos lentes, ou permisso para
continuaren) no magisterio, somonte ser conta-
do desde a data em que liverem entrado no exer-
cicio dos seus losares de lente.
Art. 2 Nao eslo comprehendidos na dispos-
eo antecedente os lentos nomcados na confor-
midade do artigo 46 dos citados estatuios, aos
quaes se levar em conta, smenle para a jubi-
laeo, o lempo de exercicio em empregos que
hoiiverom servido antes da sua nomeaco, se-
guudo o disposlo no artigo 50
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho. ministro e secretario de estado dos negocios
do Imperio, assim o Icnlia entendido e faca exe-
cutar
Palacio da cidade da Victoria em 26 de Janeiro
de 1800. 30" da independencia do imperio.
Corn a rubrica do S. M. o Imperador Joo de
Almeida Pereira Filho
<< Joros da divida inscripta antes da emisso
das respectivas apolices ( 3. ) O augmento
de crdito pedido destinado para cobrir o ex-
cesso de 1,687}657, que deu-se no pagamento
desses juros pelo thesouro,e a facer face despeza
que deve ter sido elTectuada pela Ihcsouraria
de fazenda de Mallo Grosso, da qual o thesouro
nao tem ainda conhecimonto pois que os balan-
eos receidos alcancam sineute at ao mez do
correnle auno.
Pencionislasdo Estado [ 5. ) Comparan-
do 03 quanlias voladas no orcaiuenlo com os que
forara despendidas al ultima dala de que tem
ci'iihecimenlo o thesouro, reconhece-so a exis-
tencia de um saldo de 36:8915050, o qual, porem
evidentemente insulficienle pura preeacher a
despeza total que ha de realisar-se por conla
desta rijbriea, cojo crdito nunca pode ser votado
de um modo fixo, pois que soffro ella no correr
do exercicio oscillaccs sempre variadas, devidas
ao pecenne desenconlro em que se acham os aug-
mentes provenientes de novas concesses de pen-
sos e as diminuicoes resultantes do fallccimen-
lo dos pensionistas do Estado. Calcula-se, porm
ida Pereira filho, do meu con-
e secretario de estado dos nego-
assim o tenhs entendido e faca
Pernambuco, em 14 de dezembro
la Independencia e do Imperio
de S. M. o Imperador. Joo
de Almeida Pereira Filho.
Condicoei a que se refere o decrelo n. 2,511
de l de dezembro do correnle auno.
l'ica em vigor o contrato celebrado cm 31 de
janeiro de 1853 com as seguintes alleracoes :
1." A lolnco do numero de passagoiros e de
qiiantidade da carga que cada um vapor da cum-
pnnhia poder recebar ser feita dentro do pra-
zo de 60 das depois da approvaco do presente
contrato, sobre proposta da rmpanhia e 83-
sentimento do governo, a respeito dos vapores
que actualmente possue a companhia, de vendo
ter lugar a mesma lotaeo a respeito dos que ao
futuro adquirir antes da" sua entrada em servico
2'. Cada um dos vapores da companhia tr
a bordo os sobreselentes, aprestos, material o
objeclos de servico deseu cusleio c servico dos
passagoiros. o numero dos ofllcaes, dos machi-
nistas e individuos deequipagem o de seu ser-
vieo que (or marcado pelo governo, sobre pro-
posta e idicacao da companhia, o que ter lu-
gar nos prazos da condicao antecdanle.
3 O numero das passagens de estado fica
elevado a seis, sendo duas de re e quatro de
con vez em cada viagem simples.
As passagens de r s podero ser concedidas
por ordem do ministro do Imperio e dos presi-
dentes de provincias : 1, olliciaes do exercilo
ou da armada ; 2", a empregados pblicos ou
engenheiros do governo que nao liverem recebi-
do ajuda de cusa para as despezas de viagem.
As passagens de convez serao concedidas do
mesmo modo : 1", a colonos ; 2", a pracas do
exercilo ou da armada, invlidos on que liouve-
rubrica na o doorcamento. j foi despendida a 1'"1 O--"-1- 3. pessoas miseraveis. en-
qnanlia de 59:4985534. a qual, reunida de..... f1"r",01s ,oucosqiie forera remctlidos por or-
10.509466, em une avalla-se a semma que deve- uom,<-o,S'>v"'i de uns para outros pontos da
20. ] A falla de grande numero de balances da
Ihesonrariade fazenda da Haba nao consenie que
se forme um juizo positivo acerca do estado des-
ta rubrica ; porm por estimativa calcula-so que
ser talvez necessirio despender anda at ao lim
do exercicio a quantia de 6 OtKig, nao s com o
servico desta natureza na referida provincia, co-
mo na de Minas-Geraes, eujos balan;os alias al-
cancam al ao mez de selembro.
Juros dos empreslimos do cofre dos orphos
' 25 O augmento que tem lido nos ltimos
anuos os empreslimos desta natureza continua a
occasionar a insuficiencia da verba (festinada pa-
ra o pagamento dos respectivos juros. Com ef-
feito, os credilos volados al agora j foram ex-
cedidos em 55:3925136, e calcula-se quo ainda
sero precisos mais 44:607$864 para satisfico
de semelhante encargo, pelo que elera-so a
100:000$ o algarismo do crdito pedido.
v. Itei'osii'oes e reslituicoes de direilos e ou-
tras [ 21}- Alm do crdito votado para esla
escala da companhia.
A companhia nao poder admiltir passagoiros
denominados de estado em cada uma viagem
simples, quando o numero cima marcado esli-
ver preenebido, o sob nenhum pretexto admit-
lir esclavos ou criados de passageiros de esta-
do ; e no caso contrario ter direilo de haver a
10:000?.
Para fazer face s drlTerenc.is entre o
par, votado na le, e o ell'eclivo por que
ram as remessas defuudos para l.oudres durante
0 exercicio de 1858a 1850, foram j abortos pela
cambio
se lize-'
cm que avalia-se a semma que devo-
ra ser ainda despendida at ao lim do exercicio,
perfaz a de 70;000 pedida para tazr face des-
peza total desta proveniencia.
Gratifieacoes ( 29). t> crdito de 10.000-5
votado para esta ruinica j foi excedido em.......
7:5749414, e orcandn-se em 2:425l66 a despeza
que devo constar dos balances que ainda nao fo-
ram recebidos no thesouro," pede-se o crdito de L!2ftMOa dMB^" dos ?a0 oxcederem o
m, r numero marcado, ou nao se acharara as condi-
QOCS marcadas pelo prsenlo artigo.
U numero de passagens marcado por esta
condicao para cada uma viagem principiar a
ser contado la data da approvaco do presente
rubrica evenluaes dous credilos supplementares C0V
da quantia de 180:00i)S e 260:0005 pelos decre- ,-
tos dens. 2113 de 30 de abril e 2 88 de 30 de se-
lenibro do correnle onno.
Parecendo-rao
despezas sejam levadas no balanco definitivo do "?' "-';i;l03' seu cusieio, servico dos
exercicio rubrica-Juros e amortisacoesjga di-' ssae,ros e numero dos ofllcaes. machin.stas
vida externa fundada, calculada no cambio em
27. na qual foi sempre comprehendida seme-
lhante despeza, einquanlo o cambio entre esta
praca e a de Londres foi-nos desfavoravel, con-
temple! na proporta actual a despeza exacta em
que imp ilion a dillerenca do cambio, na somma
de 335 1255491, propondo como proponho a an-
nullaco dos referidos credilos de 180:000-} a
200.000?.
Este procediniento tem a dupla vanlagem de
preslar fcil e exacto conhecimonto das dospe-
zas publicas, evitando deduccoes de verbas es-
U governo, por meio de comroissarios, ou
lissoes qoe nomear para cada porlo da en-
trada sahida a escala dos vapores da companhia,
i"per'm,' mais regular que essas 2*51? M.'imi1n'',r s os sobresalentes. aprestos,
levadas no balanco definitivo do "'a,oria!- objectos. de seu cusleio, servico dos
ortisacoes^a di- S^T"0-,. e anmvro dos >*?ciaes. -
no cambio em l"-ssu,DS ''a equipagem, e dos passageiros, e a
quantidade da carga se acho do conformidade
com as respectivas tabellas, e egualmente se o
oslado do vapor e dos referidos objeclos ofierece
a necessarias seguranca e commodidade aos
passageiros.
A partida ou viagem, todava, dos vapores nao
poder jamis ser retardada por falla de tacs
exames, salvo no caso de perigo em consequen-
cia do estado de ruina dos mesmos objeclos ou
do vapor, sendo ordenado requisicao dos com-
missarios ou commissocs respectivas pelo mi-
nistro do Imperio, e pelos presidentes nas pro-
vincias.
Serao reduzidos na razo, 5 0p0 os freles
seguintes gneros alimenticios, a saber
5
dos
iranhas natureza das raesraas despezas, c ao
mesmo lempo de nao carregar de um modo lo'
extraordinario a rubrica erenluaes, destinada no1
meu entender para fin 10ui diverso.
Em cumprimento, pois, do meu dever, sub- farinhas de quaesquer quaidades, fei'jo, milho,
metiu as tabellas juntas apreciarn do V. Kxc, : arroz, carnes, aves, fruclas, legumes o car-
alini de que se digne deliberar sobre a abertura neiros.
do referido crdito supplemcnlar, o qual mepa-l 6a. Toda e qualqucr infraeco desta c do con-
rece indispcnsavel. Dos guarde a V. Ex.| Iralo anterior, conforme sua gravidade, dar
Directora geral da conlabilidade, 21 de dezem- lugar a mullas de OOJ a 5005, as quaes sero
bro de 1858. Joaquim Francisco l'ia 11 na. impostas pelo ministro do Imperio.
decreto n. 2,520 de 30 de dezexbro dk 1859. 7*. O abandono do sorvico contratado pela
Abre ao ministerio da fazenda um crdito sup- companhia, ou sua inlerrupc'o por mais de um
plementar de 1,799:5069048, para as despezas mez sem ser por forja maior, a juizo do gover-
do exercicio rfel858 1859. ; no dar lugar cob'ranca de todas as despezas
Nao sendo SufOcionlO o crdito da le n. 939 de ine o mesmo governo Dzer para continuaco do
26 de selembro do 1857 e os supplementares mesmo servico por todo o lempo da dur.ico dos
abortos pelos decretos ns. 2.I3 de 30de abril c | cntralos, e uma mulla equivalente a 50 *0|0 Oas
mesmas despezas.
8a. Pica livre companhia cstender a linha
do norte alm do porto da cidade da Fortaleza,
logo que se d interrupeo ou abandono do ser-
vico da companhia de riavegaco de vapor cos-
teira do Maranhao. ou que cesse o privilegio de
2,483 de 30 de selembro do correte auno, para
a despeza quo deve ser realisada pelo ministerio
da fazenda, hei per bem, na forma da lei n. 589
de 9 de selembro de 1850, leudo ouvido o mou
conselho do ministros abrir mil crdito supple-
inentar de 1,790:5065013, que ser distribuido
de accordo corn a tabella aniiexa, c em lempo \ ?ue esta goza,
competente levado ao conhecimento da assem- i 9a. O pagamento do emprestimo ser pela
bla geral legislativa. Picando annullados os ero- i companhia realizado na razo de 10:0005 du-
ditos das quanlias de 180:0005 o 760:0003, aber- j rante os primeiros seis anuos, e o reslo em pres-
tos para a rubrica Kventuaes polos refer- I laces eguaes durante os quatro annos ltimos,
dos decretos ns. 2,443 c 2188. 10a. O nao pagamento de algiima preslaco, e
Angelo Muniz da Silva Ferraz, do meu conse- dos juros respectivos nos prazos marcados na
Iho, senador do imperio, presidente do conselho : condicao 9a, importar o vencimento de todo o
de ministros, ministro a secretario de oslado dos debito' da companhia para com o governo, e
negocios da fazenda e presidente do tribunal do I dar lugar ao pagamento do juro de 9 0|0 ao
thesouro nacional, assim o tenha entendido e fa- anuo pelo lempo da mora, e ao prorodimcnlo
ca executar. Palacio da Parahiba do Norte, era 1 oxecutiro que perlence fazenda publica con-
30 de dezembro do 1859, 38." da independencia Ira seus devedores.
o do imperio.Com a rubrica de S. H. o Impe-1 11a. A companhia hypothecar lodos os seus
radon Angelo Muniz da Silva Ferraz, bens de raz e material* ao pagamento do em-
' presumo de que tratan as condicoes anteriores
Qi"E se REFERE o decreto n.2,510 e os juro3 da mora.
TABELLA k
llESr.v DATA.
. S l- Juros a amortisaco da divida externa
fundada, calculada ao cambio
de 27. ........
3. Ditos da divida inscrip-
ta antes da emisso das respec-
tivas apolices......
5. Pensionistas do es-
tado .........
6." Aposentados. .
8 8." Thesouro nacional .
S 14. Mesas de rendas e
collectorias.......
S 20. Administrarlo de ter-
renos diamantinos.....
g 25." Juros dos empresli-
mos do cofre dos orphos .
26." Reposiycs e reslitui-
coes de direilos e outras. 7'>:00&00i)
29. Gratifieacoes 10:0005000
l,510:5065O8
3; 0005000
20:0003000
25:0005000
5-0005000
50:0005000
6:0005000
100:0005000
1,799:50050(8
Palacio da Parahiba do Norte, 30 de dezembro
de 1859.Angelo Muniz da Silva Ferraz
DECRETO N. 2,511 DE 14 DE DEZEMBBO DE 1859.
Approva o contrato celebrado com a companhia
l'ernambucana de navegado cosleira a vapor
em virtud e para execuco do art. 3 do de-
crelo n 1,044 de 20 de selembro de 1859 ; e
outrosim alterando as condicedes annexas ao
de n. 1,113 de 31 de Janeiro de 1853.
Attondendo ao que me representou a compa-
nhia Pernambucaua de navegaco costeira a va-
por, hei por bem approvar o conlraclo que em
dala de 28 de novembro ultimo foi celebrado
cora a referida companhia por Angelo Muniz da
12a Fica prorogado por mais um anuo, que
ser contado da data do presente contrato, o
prazo marcado pelo contrato anterior para o
comeen da segunda viagem do porto da capital
da provincia do Pernambuco ao da cidade da
Fortaleza. Palacio do Kio da Janeiro, 28 de
novembro do 1859 Angelo Muniz da Silva
Ferraz.
EXPEDIENTE DO DIA 12 DE JANEinO DE 1860.
Ao presidente da provincia do Cear, para
informar cere da despeza de 6OO5 que o enge-
nlieiro Giuty allega ter feilo com a ferramamta
necessaria para armar as duas poules de forro
quechogaram a essa provincia para a estrada de
alurit.
13 -
Ao presidente da provincia do Cear, aecu-
sando o rccebimenlo do officio, em que coramuni-
ca ter mandado entregar, medanle as condicoes
constantes dos termos que por copia acompanha-
rafn o seu officio, o Iota do camellos all impr-
talos, sendo 2 machos o 4 femeas ao tenenlc-co-
ronel Joo Francisco Barbosa Guimaraes, o 2 ma-
chos e 5 femeas ao conego Antonio Pinto de Meu-
donca.
- 21 =
Ao presidente da provincia de Minas-Geraes,
nos seguintes termos : Foi prsenle ao governo
imperial o officio de V. Exc. n. 8 de 14 do cor-
renle mez em que submette approvaco do
mesmo governo a seguinte solucao que deu
consulta que lhe fez o presidente da junta de
qaalificacio da parochia do Antonio Dias dessa
capital ; que devem ser incluidas na lista dos vo-
lantes os guardas nacionaesem servico de desta-
camento, que esliverem uas condicoes da lei, mas
nao os pedestres.
l'.m resposta declaro .1 v txe. que ful appru-1
vada esta decisao :Quanto aos guardas naci-1
naes, porque ellcs nao sao pracas da prel, nem \
perleneem forca policial, nicos individuos que
compnndo a forca publica sao excluidos da qua-
lilieaco pelo art. 18 g 6 da lei rpgutamei.lar :'..\<
eleicoes, cuja disposiiio deve cor allendida res-
trictamente, visto rono excepcional e vi-a so-
bre materia de direilos polticos do cidado bra-
sileiro ; o quanto aos pedestres, porque per ten-
tando i forra policial pkga, creada por le pro-
vincial, eslo comprehendidos na citada dispo-
ic.io.
iriinistcrio ilu Fn/.eiiilx
Senhor.A represenlaco e tabellas j mas,
que dirgio-me o director geral ia contabilidadc
do Ihesouro nacional, demonstran! nao s a ne-
cessidade de abrir-se um crdito supplemcnlar
para o ministerio da fazenda a meu carg d 1
quantia de I,799.56508, como lambeni a de
serem annullados os credilos coni para a
rubrica evi-nluaes pelos decretos nmeros
2.;:t de 30 de abril c 2. >8 de 30 de selembro
do crreme armo, na importancia de UI OOOJOOO.
Permita, pos, Vossa Magostado, que aprsen-
le imperial assignalura o decrelo junto, com u
qual lenho por lim habilitar o thesouro para fa-
zer face maior despeza constante das referidas
tabellas, e ao mesmo lempo regularisar a sua cs-
cripturagao.
Ilio de Janeiro, 22 do dezembro de 1859. He
Vossa Magostado Imperial reverente e. fiel subdi-
to.Angelo Muniz da Silva Ferraz.
Ulm. o l'.xm. Sr.As tabellas juntas sob n-
meros 1 a 10 demonstrara a necessidade de abrir-
se um crdito supplcmentar da quantia de.......
1,799:5003018 para varias rubricas do ministerio
da fazenda, pertencentes ao exercicio de 1858 o
1859.
Altendendo pora as referidas tabellas, reconhe-
cer V. Exc. o estado actual dos credilos volados
para cada uma das rubricas nellas mencionadas,
pelo que conhecido at boje no Ihesouro, e a
procedencia das razes em que se funda o mesmo
ihesouro para solicitar a abertura desto crdito
supplemenlor.
Com quanto pareja avallado O algarismo pe-
dido para fazer face as despezas ja cllecluadas c
que tero sido nas diversas provincias do Impe-
rio por conta dessas rubricas, devo com ludo de-
clarar a V. F.xc. quo elle nao representa um d-
ficit real de igual somma no orcamento da des-
peza do ministerio da fazenda, pois que, alm de
estar ahi incluida a importancia de dous credilos
supplementares ja aberlos pelo governo, e cuja
annullaco agora proponho, pe >s razes que
abaixo darei, exisiem sobras em outras rubricas.
como se v da tabella A as quaes nao podiam
ser passadas para aquellas em que se deu defi-
ciencia, na forma da lei numero 589 de 9 de se-
lembro de 1850 ; de modo que, reduzido sua
verdadeira essencia, pequeo vira a ser o aug-
mento real proposto nesle crdito.
Sao dez as rubricas em que d.'i-se a deficien-
cia de crdito, pelas razes que redu/.idamerite
exporei tratando de cada uma dolas.
Juros e amortisaco da divida eviena fun-
dada, calculada ao cambio de -27 >> ?; lu da lei do
orcamento. Foi votado para esta rubrica o cr-
dito de 3,787:1205, e at esta data pelo que cons-
ta no thesouro, lera sido despendida aqui o em
Londres a quantia de 5,297:62050 8.
U avallado excesso de despeza cffecliva que
d-se nesta rubrica, comparado com o crodilo
volado na lei procede : 1", de ter sido despendi-
da a quantia de 011,6309580 com o pagamento
dos encargos resultantes do emprestimo rontra-
hido em 1858 em favor da estrada de ferro de
I). Pedro II ; 2", de lor sido tambera despendida
a quantia de 351 352S555 com a amortisaco ex-
traordinaria do empreslimo do 1820, na somma
de'u) 28,000 e com a salisfaco de diversos ser-
vicos concernenles ex ineco e conversao desse
empreslimo ; e 3, da despeza feita com a d He-
rona de cambio na rcmessa de fundos para Lon-
dres, para pagamento do juro e amortisaco dos
empreslimos contro+iidos pelo governo nos annos
de 1821,1329, 1843 e 1852, na importancia do
28{-541J05, visto como o cambio da lei o di 27.
t. claro, pois, que nao leudo sido previstas 110
orcamento estas iros ultimas despezas, era ine-
vilavel o facto que ora so demonstra de insufi-
ciencia de crdito na resnectiva rubrica.
EXPEDIENTE DO DIA 10 DE IA5EIRO DF. 1SG0.
Circular da Ihcsouraria, mandando rerommen-
dars respectivas estacos Oseaos que facam in-
timar s companhias, caixas liliaes e agencias,
que nao liverem pago os novos e vellios direilos
pela approvaco de sus estatutos e o sello de seu
capital nos prazos legaes, para que enlrcm com
a sua importancia e revalidscao para as mesmas
estacos ; devendo as thesoorarias fazer cobrar a
divida cxecutivamcnle quando as mesmas com-
panhias a nao satisfazercm amigavclracute.
Communicou-se directora das rendas.
11 -
Circular s presidencias, para que nformem se
os cofres provinciaes das respectivas provincias
teem dficit, qual elle seja, e igualmente sobre
o estado da divida passiva das mesmas provin-
cias.
- 12
A alfandega, ndeferinde o requerimento de
Victorino Jos Goncalves, em quo pedia que se
suspendesse qualquer procedimenlo judicial con-
tra elle por nao ter salisfeilo a importancia das
letras que aceitou cm cauco dos direilos do con-
sumo de mercadorias que reexportara para Por-
ta-Alegre e Rio-Grande do Sol, c que se vence-
ram a de fevereiro de 1852, sem que o suppli-
canle apresentassem lempo os certificados das
descargas das mesmas mercadorias naquelles
porlos.
A' mesma, deferindo o recurso do Sturze-
neker o Ilirzel, cm que pediam ser isentos do
pagamento da armazenagem calculada segundo o
decrelo de 21 de selembro ultimo, relativamente
s mercadorias postas a despacho nos dias 10 de
novembro e 1 de outubro do anuo passado, visto
ser applicavel ao caso a disposieo da ordem de
2 de outubro de 1858.
A' mesma, dando provimenlo ao recurso de
Hamann e C, relativo classificaco de 80 pe-
cas de brim da Russia, visto que os feitores Ho-
rneados que deviam ser doos e nao quatro, na
forma do art. 2 do decrelo de 17 de novembro do
1814, por exceder a lOOja dillerenca dos direilos,
nao dorara o seu parecer por cserplo, como exi-
ge o art. 6 do dito decreto, nao podendo ser re-
regularmente subtstiluida essa formalidade pela
declarac.o posterior dos dilos feitores, pelo que
recommenda-se alfandega que compra lelteral-
racnte a disposieo dos citados arta. 2 e 6 do de-
crelo de 17 de novembro do 1814, e procede ul-
teriormente corno fr de direilo.
Ministerio da guerra.
EXPEDIENTE DO DA 23 DE JAMEIHO 1>E 1850.
Ao presidente do Rio Grande do Sul, Mato-
Grosso, Bahia e Pernambuco, para que rocom-
mendem aos arsenaes de guerra das respectivas
provincias que, quando hajam de fornecer
schabracks aos corpos do cavallaria ahi estacio-
nados, tenham muiloem vista que, cm confor-
midade dos novos flgurnos adoptados no exerci-
cito, os coldres devem Gcar por cima dos scha-
bracks.Nesle senlido expedio-se ordem ao di-
rector do arsenal do guerra da corle.
- 25
Ao ajudante general do exercilo, aulorisan-
do a mandar dar baixa do servico, se as julgar
incapazes de todo o servido s seguintes pracas ;
1" regiment de cavallaria.
Soldados Francisco Gomes da Sili te J i Ha-
noel de Souza Rosa.
1" I' l.ilhn d iiifantari.i
Soldado Candido Jos* da Silva B
5" balalhu da iqesn i arma.
Soldado LiiizJosdo Amara!.
3* bal rlho di mesa irma.
Soldado Prudencio Bne>lidO.
1 1" tial.illio il.i nn'.ini arma.
Soldad* s Miq lilino Amonio Firn I
Jacintlio Cardoso, Joao Fraucisro daSofcdad e
Modesto de Souza.
Corpn de guarnirn Ra de S. Paulo.
Soldado HodOtl! Jlisr V:,! !' l.
Companhia de pede-". I Maranl
Soldadu SI ii -el Joan Pi
Ao chele da repartirlo rl < qa.irtel-me!
general.Em aviso desta sorretana de i I
16 do correnle lz sentir a V. S que .> i
de qnarlel-mestre-genernl n!
c >es complt las -n'.nt' o material da
xando de solicitar pro dem as qu
- ilternas a remellar nos di i
lomos os mappas c aalrus documenlos
, issam de base ,' esi ri| I ir i a di --1 i
Em riRlrio n. 193 de 21 d mi i present
lendc V. s. provar lalvez |ue
cia fra menos bem fundad 1.1
a circular de 7 de maio 'i" anno pr<
ordenando a correspondencia directa dos
osili s pe ailig is bell i i un i repar-
lico de que V. s. chele, ffti i
laeusua, como que em 6 dejunh
S. se dirigir a varias autoridades milil -
cando quaes ns papis que os corpos, furia
hospital s, ars i; es depi silos Itnham oN
de om:ar fi reparlico de quartel-mcst
ral.
Tacs allegacSes, longe de s?rrrsa dejos
cacao, aggravam a procedimenlo dessa reparli-
co, porque ella nao ilevia colilont.ir-so em -
ciiar a expedi;ao das ordens alludi las, mai
leader muilo execuco que -
de que nao se nullificasso o ; ensamento que ^~
dclcrminou.
Ora. que a repart-o assim nao tem pralica '.
reconhecesse pelo que diz em informarao d 13,
i-lo que a nota das ta ir cas [Ora e\li al.i :
mappas de 1857. Nao obstante as ordens de
e ollicios de junho do Rio-Gran le nao tero
mappas e mais papis que devem ser em
m pocas determinadas, e eslao rompreben
no lempo decorrido do primen o daqoellcs me/ >
al boje.
A demora de alguns cstabelecimentos pode al
ponto justilicar-se pelas distancias a que se
achara da cote, mas a respailo do Rio-Gi
do Sul ,'>-iiu nao succede, pela frequem
coniniuiiica o-s o brevidade com que chegam a
seu deslino. Todava essa demora ni..... i
do silencio ,\ reparlico, pois milito perto
o arsenal de guerra da curte, e foi pri
duvidas se suscit isseni bre a I irin iniei i i I
arligos para que V. s. em K a
100 de 5 desio mez Irouxesse ao meu con
ment que esse arsenal de 1855 nao remelle o
' mappa, conla geral, c : > ; obrigJC.i i l"i/'-
lo, 8 por COnSO JUMiri 1 que .1 '
lel-meslre-general pouco ou nada sabe do o
rido durante quatro anuos no pnncipal ars
do imperio.
Na presenta de ludo islo V. S. reconhi
que, loii2e de ser infurta a advertencia, o sen re-
ferido officio n. 19j anda veio collocar-n
necessidade de relirar-lhe a rceoramen I :
la de maior liscahsaco na marcha do aervi
reparlico do qnarlel-mestre-ganeral, ;ii
governo tem facilitado aqnelles meios que
lera parecido mais proprios para > obl iu* i
lius a que destinada.
ministerio da nmvhilm.
Aviso le SI le Janeiro le I88O.
D providencias afim de obstar a > abuso de tono
darem de suas casas parle de diente 01
cines da armada e clastes anmexat. quando
embarcados, ou empregac mpanhias
de aprendizes marinheiros, e ttlahtUce
se deve pralicar quanbi liverem e!!e
dos respectivos che fes para se trataren cm
casas.
1.' SeccSo.Rio de Janeiro.-Ministerio
negocios da marinha, em 21 de Janeiro de
1800.
Sua Magostado o Impera lor alten leo lo ii
cessidade de providenciar da maoeira mais
forme i disciplina e mar.-ha regular
co, atim de por termo pralica abusiva de !
do suas casas parte de doenle, os olliciaes da ar-
mada e classes annexas qoe se acham em1.
dos, ou servindo nas companhias de aproo
marinheiros ; ha por bem ordenar, que i ir-
les de doenle nao sejun admillidas pelos respec-
tivos chelos, salvos os cmos extraordinarios de
molestia aguda ou repentina, devendo ser elles
em quaesquer circumslancias inspeccionados e
rerolnidos ao hospital, quando so nao d a hv-
polhese figurada de molestia grave. Outi
manda o mesmo Augusto Seahor.que oa otRciaes
da armada empregados nai esta ;doa n >v aea e n is
comp iiihias de aprendizes,qoando tenham licon-
5a dos respectivos chefes para se Iratarem asa
suas casas, sejam desligados das referidas esia-
coes e companhias, e no caso de exea le tSM tra-
tament o lempo de um mez, sejam rocolhi los i
corte, como j sedeterminou por aviso de l!> do
dezembro de 1856, cuja disposieo fica dest'arto
ampliada. Estasdeterminacoesse faio extensi-
vas todos os olliciaes da armada e das dUTeren-
lesclasses, empregados em quaesquer commis-
socs naquillo em que Ibes forera appliraveis,
o a V. S. cumpre faz -las observar cora i
lido.
RenovV.S. os meus protestos de estiasa e
considera! o Francisco \avier Pacs Barrero.
Sr. conselheiro Joaquim Jos Ignacio.
24
Estabelece que s no cuso de filia absoln
praticas nas cosas, barras e porto-,
os offlciaetda armada servir como taet.
1.a Secado Rio de Janeiro. Mmisterio dos
negocios "da marinha, em 21 de Janeiro da
1860.
Sua Mageslade o Imperador, altendendo aos
inconvenientes qoe podem resultar so serv o d
seren os couimaiid.'inlos d.is navios da anu.ili
nacional e imperial, e bem assiu os otTiciaos o
bordo, encarregados do servico de proUeos MS
costas, barrase portos, como foi permittido por
aviso desla secretaria do estado de 15 de novem-
bro de 185 ha por bem ordenar ;
i.' Quo somonte no caso de falla staofota !!
orticos nos lugares onde seus ser tifos toreui
tndispensaveis, poderio oscommandanies dos 1-
vios de guerra, ou algom dos uili-iies de bord 1,
exercer essas funecoes, sendo por isso dignos do
consideraco do governo imperial.
2. Queporessequartel-general se rocoramen-
de de novo aos comruandmtos das estaedes na-
vaes que, sempre que o servico permiilir, em-
preguemos comreandantos dos navios de guen i
com os seus officiaes nos exames dos portos, cos-
tas e barras, comprehendidas uas mesmas esta-
cos, alim do que possam, no caso supposio de
falla absoluta de praticos, servir como laes nos
seus navios : o que ludocommunico i V. S. pa-
ra sua intelligencia e execuco.
Renov V. S as seguranzas de minha estima
e consideraco. Francisco Xoisr Paes Brre-
lo."iv. CpBSellntrO Joaquim Jos Ignacio.
.^_
ILEGVELl


m

llKCTETO N. 526 UE 8 HE JAME1K0 IIK 18(U.
Vedara que aos oppoSilores da escola de mari-
nha, que ferem officiaes do corpo da armada
nacional,'' applicavtl dhposcao do art.
106 dn regulamenlo q*c laixou com o decreto
n. 2,163 do 1. de mu de 1858.
Hei por bcm declarar, que aos officiaes do
curpo da armada nacional, quo, nonieados oppo-
stores da escola de marinha, nao se qui/crcm
reformar, applicavcl disposicao do arf. 106
Jo regulamenlo que batana coni o decreto u.
2,163 do 1. de maio de 1858.
Francisco Xavier Paes Brrelo, do meu conse-
llio, ministro e secretario de estado dos negocios
da marinlia, assim o tenha entendido e o faca
xeeutar. Palacio da cidade da Victoria, 2(i d'j
Janeiro de 1800, 3'J." da independencia e do im-
perio. Com a rubrica de S. M.o Imperador.
Francisco .Xavier Pues Barreta.
DIAEK) DE TERflAMBUCQ. QWWVA FEIRA 15 DE FEVEREIRO DE 1860.
Expediente I da 1 de Janeiro de
18GO.
A' presidencia do Piauhy, para declarar a
razn por que tem demorado na mesma pro-
vincia o >." niarinliciro Williarn Andrews, quo,
segundo pariicipou em oflirio de 2 do setembro
ultimo, dra desligado do servico do vaporrus-
suki/, e seguira para aqu na primeira occas io
opporluna ; devnde no caso de que ainda all
se acn, tate-le recelber esta edite, sem per-
da de lempo.
Dia 21.
A' presidencia do Maraase, eoromunican-
Ii que resolver incumbir o chefe de divisas Jo-.
* Mara l'erreira, capitn do porto dessa proviu-
i a, da inspeccu das obras do dique da respecti-
va capital, segur .lo propuzera a mesma presiden-
cia. Fizeram-ae as communieacous eouve-
nicoles.
3.a seerdo.A presidencia de Pernambuco pa-
ra informar, ouvindu a respectiva Ihesouraria de
azenda, so Antonio Joaquim Marques, 1 ma-
chinista da barca de cxcavaeio, empregada no
servico da mesma provincia, tem sido all pago
di s seus rencimcnlos.
Dia 25.
3 sccrilo. A' presidencia de Pernambuco,
elevando 2? n salaria de 1)1400, que percebe
M. noel da Silva Mondonga, eserevenle das olli-
ims do arsenal de marinha da mesma provin-
Communicoi-se ao ministerio da fazenda e
i conladoria.
Dia 3 l.
".!.' secco..V presidencia do Maranhao, com-
mm ieandoque, segundo participara a presiden-
cia Ceard em data de 27 dedczenibro prximo
linio, devera tur partido da respectiva capital,
rom destino ao Maranhao, o engenheiro P. F.
Berlhol, incumbido, pelo ministerio da marinha,
de proceder na ilha do Santa Anua aos exames de
I H Iralam as inslr icces di' 15 de outubro ulliuio;
recoenmendou-se a brevldado no desempenho
i! ->. commisso, e deelarou-so que os venci-
me ''' do referido engenheiro devein ser pagos
.i i. za i 11 < 8.0009000 annuaes, por conta do mi-
rio da marinha.Communicou-se presi-
dencia do Cear, ao ministerio da fazenda e
conladoria.
A presi lencin do Piauhy, para que faca rc-
,i eslaco naval du Maranhao, a que deve-
i'.ii) ficar pertencendo, as pracas de marinhagem
quedrsla corle foram guaruccendoovapor L'rus-
auhy,e anda nclle se acham Communicou-se
aoquarlcl-gcneral c conladoria.
INTERIOR.
mo i>: .iwiato.
INSUII id HISTRICO EOGRAPHICO BRASILEIRO.
Relalorio (ido ta sesso publica anniversaria da
Insliluto Histrico i Geographico Brasilexro
no dia 15 de desembro de 1859, pelo 1." seere-
>> interino do mesma Institua, conego Dr.
J C Fernanda l'inheiro.
Senhores.O sol da monarebia aquecendo as
regios do cquador, deixi-nos envolto as som-
bras da saudade, c no maior dia do instituto va-
i as (Iran duas cadeiras oi.de se sentara o genio
e a \ iitude.
Porcoso foi porm obedecer urna augusta von-
lade, que nao quiz que interrompido fosse o nos-
s i r_v, lo Iliterario, lancaudo-lhe de longo o refle-
\n ii" su a munificencia.
Na era da electricidade e do vapor, a decada
p ibstituio ao seeulo : permltir-me-heis potanlo
que vos record que celebramos boje o nosso iu-
bileu, que commemoiamos o dcimo aniversa-
rio dessa memoranda poca a que o meu elo-
iiuente antecessor denommou de gloriosa licgira.
Dnus lustros, senhores, se lerm volvido depois
do grande dia em que o imperador senlando-se
no meio dos seus subditos, e balen,' > com o ca-
' da progressao no rochedo do ndifrerenlis-
mo c do desanimo, fez rebeularacrystallina Din-
pba da esperan, a e da coragem que us tem sa-
i ta lo.
E-.-i duas bem distinclas phasesse poje dividir
n no-sa histrica acadmica: na primeira vemos
algons generosos alhletas susteQdo a abobada do
templo das letras prestes a subverter-se ; na se-
contemplamos o maguiOco espectculo da
lu omotiva do progresso devorando o espaco ao
aceno da imperial dextra.
Gracas a este poderoso influio, pasmosa foi a
rertili la le d i auno que acaba de Bndar-se e une
singularmente contrasta com o anterior, a'que o
Sr. Porlo-Alegre denominara de parcial eclypse;
c como, se lora dado sua vasta inlelligeueia o
perlustrar o futuro, augura va-nos na ultima ses-
sao magna a abundante messe que colhemos
comparando as lelhargias litlerarias s transfor-
inaiues d.i ibrvsalida.
Sempre honradas pela augusta prsenos de S
N. foram as scsses dosle auno al ao'dia em
que o seu acrysolado amor pelo bem pul-lico Ic-
vou-o a visitar as provincias seplenlrionaes do
seu imperio, aperlando se por alguns mezes dos
anglicos penhores da perpetuidade da sua dynas-
tia. No cortejo de despedida acbou-se presente
una commisso do instituto, epeloorgao do seo
orador exprimi o seu arden te anhele pelo pros-
pero regresso dos imperiaes vigilantes. Desejan-
o outnisim registrar as paginas da sua Revista
i ao fausto aconlecimento, incumbi ao nosso sa-
bio consocio o Sr. conselbeiro Mello de escrever-
Ihc o itinerario dessa proficua digressao.
Proseguindo emsuas locubracjocs, em obedien-
cia ao imperial mandado, deliberou o instituto
rcmeiter a sen excelso prolector, por intermedio
doxm. Sr. visconde de Sapucahy, a acta das
.-uas sesses, o que com a maior ponlualidade
tem executado seu activo e desvelado i. secre-
tario interino. Approximando-se i poca em que
os luios Brasilciros se dirigem ao alcacar da rea-
leza para rendercm homenagem ao lierdeiro do
hroe do Ypiranga pelo seu feliz natalicio, c. pro-
fundaroenle sentindo o instituto a temporaria pri-
vaciio dessa honra, rogn ao seu digno presidente
le nomear uma commisso dos seus membros
residentes em Pernambuco. alim de satisfazerem
a lao grato dever. Taes sao, senhores, os pbli-
cos leslemunhos de profunda veneracao e lespei-
toso recoiiheciniento que julgou oinsliluto dever
pr.star aos nossos augustos inonarchas, lamen-
tando o Dcarem ellcs rauitoaquein dossentimeu-
tos que o animam
Diversas e suceulentas memorias oceuparam
este anuo a nossa atlencao, das qoaes passarei a
lar coala, embaciando-as no prysma do meu ru-
do engenho.
l.oviou-1109 de Paris o nosso Ilustrado conso-
no o Sr Dr. ). J. Goncalves de Magalhaes uma
interessante biograpbia do eximio orador sagrado
que foi lida n'uma das nossaa primeiras sesses!
una do revelacoea impoilantes, de confidencias
intimas vasadas no seto da amizade, oncena esle
Irabalho curiosos pormenores sobre esta singu-
lar e\i-t, ncia, que depois de havor deslumhrado
sois contemporneos pelo brilbanlisrno de sua
elocuencia, somio-se as solidos do claustro,
para lella, sahir um dia.mais fulgurante do que
jamis o lora no zenilb da sua prisca gloria. E'
porcia como philosopbo quo mais de perlo o
aprecia o rsclarorio autor dos Fados do espirito
humano, reroiibccendo que magia do seu es-
>.vlo. a fascinacie que exercida sobre as verdes
unagiuaroes, deveu o grande franciscano eeaaco-
I issal nomeada de quasi meio seclo. Reduzido
is anas justas dimenses, nao deixa por iaao
.d.im'Alv.Tin! de ser um grande vulto histrico,
< u.limo annel dessa gloriosa cadea formada pe-
los preclaros nomos dos Caldas, S Carlos, Sam-
pains e Januarios.
I.ni esperamoso mancebo que acabara de dei-
mi- os hamos acadmicos para sentar-s no sc-
udo da historia patria duu-nos momentos de
niellavel prazer, leudo a biographia do nosso pri-
ineiro presidente o visconde de S. Leopoldo. Ve-
dam-nie e*iiciiosvincolos de parentesco de acom-
panbar 30 Sr. Dr. Francisco Ignacio Marcondos
Jlomem de Mello nojuizoque forma doaulordos
Annaes da provincia de S. Pedro, euja memoria
dere ser grata ao nobie conterrneo que to fra-
illes flores espargio-lha sobre o lumulo. O dia-
mante s pelo diamanle deve ser lapidado : digno
era o j.iven e espirituoso escriptor dos Filudos
kitorieot -je conipielreder e ju'gar o grave a-
(lysta, encallecido ua inlha du honra e no culto
das letras
O Sr. Craz da Costa Rubn, novo adepto da
I nossa associaco, pagou-lhe o tiibuto da sua in-
letligonci, lendo-nos urna bem elaborada me-
I morin acerca dos limites da provincia do Espirito
Sanio. Busca demonstrar* nosso consocio nesse
seu luminoso Irabalho que infundadas sao asdu-
vidc.s que sobro as raias da sua provincia nalal
tem al hoje aprescnlado alguns escriptores; du-
. vidas oslas que at se infiltraran! nos documen-
los officiaes. Entrando nessa dcinonslracao, di-
j vide a sua Memoria emires partes, exhibtndo na
primeira dous importantes e inditos documen-
; los, alim de conheccr-se qual a por^ao de terri-
torio concedido ao primeiro donatario, e qual a
demarcacao que pela parte do sul fizera este com
o seu visinlui. Analysando-os, moslra qual ora
o rio que nessa poca servir para divisa, que
tio pnuco respeitado lem sido.
Tratando na segunda paite das fronteiras sep-
1 lentrionaes da provincia, entra na apreciacao de
lodos os anligos documentes, e confronlando-os
! com as opinioes de varios autores, refuta com va-
l liosos argumentos os erros que se tem commet-
tido, provando a toda luz que fixados estilo por
1 lei os limites do noile, sendo porm ultrapassa-
; dos pelos povos coiilinantes. Occupa-se na ler-
ceira e ultima parle com os trminos occiden-
taes, indicando os pontos que tem sido demarco-
I dos ; e termina formando generosos votos para
1 que su reviudique para asna patria lodo o terri-
torio que por justica Ibe compele, c do que s a
, violencia e a fraude a lem csbulhado. (Juem sou-
! ber das dilliculdades com que se lutar enl/e nos
o pesquisador de documentos, quem conhecer a
pobreza dos nossos maiiaueiacs histricos e geo-
graphicos, nao deixar de tributar ao Sr. Rubim
o lestemunho de respeito e gratidao pelo rele-
vante servi;o que acaba de prestar.
Curia a distancia da geographia eslatistica :
no seu nobro empenho de estudar por toda asi
formas o ednico lorro com que prodiga a na-
I1111 /a nos mimosear, desojando graduar a sua
prosperidade pelo thermometro dos algarismos,
omio o Instituto com summa salisfacao curiosa
memoria do Sr. Sebasiiao l'erreira Soares. rela-
tiva i produerao agrcola do paiz, ni qual pre-
tende provar que a caresta dos gneros alimen-
i I icios nao provm da falla de bracos destinados
aggncullura, porm sim da absoluta ahsorpco
que lem fi'iio a lavoura dos generes exporlaveis
Idas forcas productivas da pequeni cultura, em-
pregada nos gneros de primeira necessidade.
Dividi o nosso consocio o seu irabalho em
tres dislimlas parles, ligadas entro si pela un-1
dado do assumplo. Ouer o autor demonstrar na 1
primeira das divisos de seu Irabalho que o caf,
o assucar, o algodo, c mais sele productos, lem ;
; duplicado depois da extinc.o do trauco dosafri-l
canos, abrangendo em suas invesligaces as pro-
vincias do Rio de Janeiro, Babia, Pernambuco,
Para e Maranhao. Consagra a segunda parle ao
esludo das causas que originaran) a cultura do
( caf, da caima e do algodo, fixaudo as pocas
I em que taes culiuias comecaram.
Fallou-nos o lempo para ouvirmos a lerceira
! pane, em que pretende o nosso collega tratar dos
. mcios de melhorar a nossa agricultura, do mais
conveniente systema de colonisacao, e de todas
qnestoes complexas ao grande problema da acta-1
lidade
Abstenho-me deemillir um juizo sobre objec-
I los que me sao perfeilamenie eslranhos, lvame |
porm a pensar que exactas devem ser as deduc- !
roes Jo nosso laborioso consocio mu allendi- .
; vel circumstancia de haver-seelle circumdado dos
i mclhores e mais authenlicos documentos para a
I confcci;ao deste irabalho.
Um nosso prestimoso consocio, a quem impor-
tantes funeces diplomticas conservam longe do
nosso gremio, deu-nos este auno duas exhube-
rantes prevas do apreco que lho merece o insti-
lulo, e do quanto folga ca contribuir para a sua
opulencia litierana.
Comprehendeis, senhores, que me refiro ao Sr.
Dr. Domingos Jos Goncalves Magalhaes, que, nao
satisfeilo de noshaver brindado com a biograpbia
do seu venerando mostr, de que j vos fallei, re-
mclteu-nos uma extensa o erudita memoria, ion-
do por liltulo Os Indgenas do Brasil peranle a
historia. O profundo cogilador dos Fodos do
espiito humano, o inspirado bardo dos Ta-
moyos quiz cingir a nobre fronte com o diade-
mada historio, e mostrar poslcridade que o
I buril dos Niebhurs, dos Maccaulays, dos Guizotsl
dos Hcrculanos nao so enfraquecia em sua vgo-
I rosa dextra.
Vingar os nossos autctonos da negerrima re- '
piilaco que Ibes croaran) os chorislas, esmeri-
lhar no selvagem o germen do bem depositado
: nos arcanos do coraco pela mao do Eterno, era
sera duvida urna bella empreza, e della incum-
j bio-se o nosso llustrado consocio, illuminando-a
j com os esplendores da sciencia. Desde essa inge-
nua caria de Pedro Vaz Caminha, certificado de
! baplismo da ierra da Santa Cruz at Historia '
geral do Brasil, pelo Sr. Varnhagen, foram com-;
Julsados lodos os documentos, e dos seus, nini- !
tas vezesconlraditorios, concluio o nosso collega'
que nein tao barbaros, nom lo ferozes eram os
aborignes brasilciros, como aprouve alguem re-
presouta-los.
Comecando por aconselhar loda a cautela na
apreciacao das narrativas dos primeros europeos,
pensa o Sr. Dr. Magalhaes, que exagerados foram
j os defeitos dos selvagcnse desconbecidas as suas
! virtudes. No seu grosseiro culto descobre a dea
! da Providencia que ineessante vela pelos desti-
nos humanos : em :< Tupan >> nao duvida de re-
j conhecer o Ente Supremo ; bem como em An-
hanga .> o principio do mal, anjo decahido que
sua misera sorte busca arrastar a humanidade.
ve as muntauhas antes o paraizo dosindigunas,
nos pags os sacerdotes que em suas perigosas
e difHceis iniciacoes fazem lembraros brahrnosl
da India ; no tcamurns. ou iguagabas as
urnas funerarias, Instcmunho do seu reip-nio pelos
morios e da crenca de urna posterior existencia, '
e victoriosamente refuta a-asserco de Lcry, in-!
vocada por Monleigne, negando os nossos selvi-
colas a doce esperama da iimnortalidade da
alma.
Como prora seu cavalleirismo pela nobre hospi-i
lalidade com que receberam os Tupeniquins ao |
venlureiro Cabial, e pelo sincero agasalho com
que ao heroico Martin Alfonso accolheram mais'
larde os Tamoyos e Guayanazes. Innmeras
demoiistracoes da sua industria cnconlra o nosso
consocio em seus arlefaclos, na conslrucco de
suas tabas, e nessas pirogas e jangadas co'mque
arrostavam as furias do ocano.
Epilogando a serie de argumentos hbilmente
concatenados, chama o Sr. Dr. Magalhaes as vis-
tas do governo impe'ial sobro a catechese dos
nossos selvagens, e termina formando votos para
que ao gremio da grande familia brasileira en-
trem os parias da civilisacao.
Deve a geographia patria ao incansavel vigario
deS Borja em Misses, o Sr. Joo Pedro Gay,
1 uma minuciosa memoria que nos foi lida pelo I
nossso digno consocio o Sr. Antonio Alvares Pe-I
reir Coruja, relativa s ilbas que se acham no '.
rio Uruguay desde o Passo de S. Borja al a foz
do Arapehy-grandc. Sena Europa, onde o mais
infinitsimo territorio se acha descriplo c demar-
cado, sao com prazer recebidos Irabalhos de igual
quilate, como nao deve-los-hemos apreciar, cujo
inventario lopographico to oxiguu, e quic lo
errneo, se aprsenla"? Honra ao benemrito sa-
cerdote que dest'arto consagra seus minguados
lazares enumerando as riquezas de sua patria
adoptiva.
Trouxe-nos onlrosim o contingente do seu des-
inleressado civismo, um respeilavol prelado da
egreja fluminense, por intermedio de um nosso
dislincto consocio. A descripeo de um rio sub-
terrneo que corre as visinhairasda villa do La-
garto, prvida de Sergipe, feita pelo lllm. e Exm.
Sr. monsenhor Antonio Fernandos da Silveira, c
lida peloSr. Dr. Claudio Luiz da Cosa, Icvantou-
nos uma dobra desso esmeraldino manto, que
lana oppuleucia geolgica oceulta.
Tambera eoube-me a honra de.enlreler a be-
nigna altenco do Instituto com um esludo his-
trico a que denominera O Brasil Hollandcz.
O imperioso dever de relatar-vos todos os suc-
cessos do nosso anuo acadmico conslrange-me
oceupar-vos por alguns instantes cora a rese-
nha das materias comidas nesse grosseiro tra-
balho.
Sempre julguei o periodo hollandcz o mais pi-
co da nossa historia, e desde os mais verdesan-
nos lia com atlencao as narrativas dos nossos
chronistas, e exlasiava-me peranle tantosaelosde
herosmo da guerra brasilica dostrinla annos Ag-
glomeravam-so porm as duvidas em meu espi-
rito proporcoqueconsullava novos escriptores,
e dabi o ardente desejo do estudar com pausa este
poni dos nossos anno3. O mitrado fructo das
minhas invesligaces oereci-o ao instituto que,
semelbaiiles a esses nos gigantes que nao despre-
sa m o tributo de incgnitos regatos, acolhe a tos-
ca pedia do humilde operario com o prasenleiro
semblante com que recebo as preciosas gemmas
dos raorgados das lelras.
Quatro sao as divises da minha memoria : ana-
lysei na primeira o estado do nosso* paizquaudo
o invadiram esses audazes navegadores, que ha-
vi afogale no Zoyderze os lees do Caslella,
I e esbocei a fundaco da sua colonia americana
Bosquejei na segunda parte o grandioso qua-
dro de um povo regido por sabias leis e-condu-
zido elicidade por um grande hornem, ojo
tiome avultar com o passar dos seclas ; con-
sagris terceira sccgo ao osludo das causas que
Irouxeram a decadencia do Brasil Ilollasdez
e julguei nconlra-las na desconfianza, no espi-
rito de ganancia dos accionistas da Canapanhia
das Indias ocecidentaes, que, desgostando ao
magnnimo conde de Nassau, subsliluiram as
sabias e elevadas vistas do seu paternal governo
por uma poltica egostica confiada a iouperas
administrativas.
Ilislociei por ultimo a resurreico do l.asaro
Pernambucano erguido do seu" sepulchro pelo
choque elctrico da independencia lusitana, e re-
1 reherido o baplismo de fogo no monte das Ta-
1 bocas, duas vezes afugentando os hatavos nos
Guararapes, e dictando-lhes imperioso a capilu-
lacio do Taborda.
Depois de haver catalogado as memorias que
1 no decurso do correnle auno foram levadas ao
seiodo instituto, juslo que vos fallo do seu r-
gimen econmico, do Irabalho das commissoes e
das propostas que merecern) o seu assenso.
Terminou a mesa administrativa o exaine do
livro da matricula dos nossos consocios, e expo-
dio circulares aos que por qu.nlquer motivo ti-
nhamcado em debilo. Aguardamos as respos-
las, que certameule nao se faro esperar, e nu-
tro bem fundada crenca de que semelhante me-
dida prosperar o estado do nosso cofre, habili-
lando-nos para despozas de urgente necessidade.
A proposito do nosso estado pecuniario com-
munico-vos que, gracas subvenco do thesou-
ro nacional, a activa cobranca das nossas men-
salidades, c tino econmico e administrativo do
nosso honrado c incansavel IhesouTCiro, lem
feilo a receita face desposa, restando-nos al-
gum saldo que se acha recolhido a um dos mais
acreditados bancos. A reiinpressao porm das
nossas Remitas quo so achara exhaustas, a con-
cluso da obra de Jaboato, cujo lerceiro vol-
me, coniprehendendo a parte indita, deve ap-
parecer 110 principio do anuo vindouro, novas
edicoes de nossos principes chronistas c histo-
riadores, a verso de alguns outros es' ripios em
linguas eslranhas, e cujo conhecimonto impor-
ta vulgarisar, devem absorver-nos somnias con-
sideraveis.
Em observancia do art. 17 dos nossos estatu-
tos, mandei organisar um iudlce geral e alpha-
belico dos Irabalhos publicados em nossas Re-
vistas, cuja necessidade fazia-se quolidianainenle
sentir.
Foi anda em cumplimento desso mesmo arti-
go, e agora que mais Colgadas se acham as nos-
sas circurastancias fmaneciras, que incumb a
uma pessoa, bstanle habilitada, da coueccode
um calhalogo da nossa biuliollieca, que cont
possaser impresso e distribuido no principio das
nossas futuras reunios. Nonhiim de vs, se-
nhores, desconhecc a vaiilagera de semelhaute
empreza, e mais de uma vez tetis lamentado
comigo a ignorancia era que nos adiamos acerca
das preciosidades que encerra a nossa livraria,
annualmenle enriquecida pela munificencia im-
perial, pelos donativos do governo, e pelas im-
portantes acquisices devidas benevolencia das
acadmicas e sociedades scientilcas e Iliterarias,
assim como das pessoas que mais vivamente se
iuteressara pela prosperidade do nosso Instituto.
Em dia se acha a nossa Revista, cuja venda o
assignaluras que eram ha quatro anuos uma ver-
ba intil em nosso orcaracnto, chegaran para a
encadernacode88volumes da nossa bibliolheca
quo disso mais necessitavam. Com a maior re-
gularidade tem proseguido a nossa corresponden-
cia, senda cu em lodos os irabalhos da secreta-
ria e archivo fructuosamente auxiliado pelos em-
bregados do Instituto, aos qnaes a longa pralica,
bastante inlelligeueia e acrysolado co recom-
mendam vossa gratidao.
Passarei a tratar das nossas commissoes. De-
pendente de serios coludos a mor parte das
qnestoes que Ibes sao submettidas nao podera os
seus pareceres seren apresentados com a rapi-
dez desejada : compensa porm a demora que
por ventura se possa notar em seus irabalhos o
cunl.10 da madureza e da relexo que os carac-
terisam.
Devidamente aquilatando a nobre commisso
da admisso de socios as elevadas qualidadesdos
Srs. A. D. do Pascual, autor de uma excellenle
memoria com o modesto titulo de llreves lle/le-
a-oes Histricas ; padre Lino do Monte Carmello,
illustre plularcho do clero pernambucano. cuja
biograplua com tanto lalenio escrevra ; Braj
da Costa Rubim, erudito compilador do Vocabu-
lario Brasileira Hr. Francisco Ignacio Marcon-
des Homeni de Mello, cujas Ettudot Histricos
Brasi/eirosprometiera-nos mais um eximio es-
ciiptor ; capitao de mar e guerra Lourenca da
Silva Araujo Amazonas, que era sen D teclaa rio
Topogrophico da noss mais septentrional pro-
vincia revelou-nos infaligavcl investigador dos
thesoaros e Iradicoes painas ; 1 u lente Amo-
nio Marianno de A/.evedo, intrpido explorador
das nossas brenhas, moderna Jarn que em Sua
eiilhusiastica memoria nos mostrou em ltapura
uma nova Colches ; Rodrigo Jos l'erreira Bro-
tas, elegante hiographo do Miguel Angelo minei-
ro. o famoso Aleijadinho ; linalmenle dous be-
nemritos estrangeiios os Sis. Beybaud e Ceroui,
nolavel o primeiro pelo seu bello livro denomi-
nado Le Brsil ; o o segundo, distinelo traduc-
tor italiano da Confederaco dos Tamoyos :
apressou-se n'uma das nossas primeiras sessoes
em ler-nos um bem elaborado parecer, propondo
que em nosso gremio admiltissimos to prest-
rnosos varoes: Concordando o Instituto com se-
melhante alvilre, regislou seus nomes nos dpti-
cos da associaco.
Do subido apreco em que somos lidos pelos
altos poderes do Estado, novas provas livems
este auno, sendo uma das mais salientes a con-
sulta que nos fez o Exm. S. ministro do imperio,
acerca da prioridade da introducido da vaccina
do>Brasil, o Instituto, grato a este novo tesle-
munho de considerago, incumbi sui segunda
commisso de historia de examinar lo impor-
tante materia, recoir.mendaiido-lhe a poSSvel ur-
gencia. Breve foi o lempo empregado na pes-
quiza e esludo dos necessarios documentos, e na
sesso de 23 de setembro ouvimos com verda-
deira salisfaeco um luminoso e profundo pare-
cer eui (pie se declarara que a honra de lo as-
signalado servico pertencia ao marquez do Bar-
bacena. Coiiformando-se com o juizo da sua
laboriosa commisso, c respondendo nessa cou-
formidade ao governo imperial, folgo 11 o Institu-
to de poder presiar-llie o apoio de suas luzes e
dedicaco.
Grande numero do propostas, rrecusavel tes-
lemuiibo deaclividade inlellectual, que ha pouco
vos assigualei, foram presentadas e merecern]
o beneplcito da nossa associaco.
Propozeram todos os nossos collegas prsenles
sesso de i de junho, que fosse elevado ca-
thegoria de socio honorario um dos mais balitan-
tes luzeiros da litleratura patria, unidos mais
assiduos operarios do Instituto, e seu benem-
rito 1* secretario o Sr. Manoel de Araujo Porto-
Al.gre, coja saudosa partida para Europa lo
grande e sensivel vacuo dei.xou entre nos. In-
til ser dizer-vos, senhores, que semelhante pro-
posta nao necessilou do ser votada, lastimando
todos os socios ausentes 'que lho faltassem as
suas assignaluras.
Egual disiincco, e por nao menos honrosos
motivos, foi mais tarde concedida a quatro Ilus-
tres Brasileos, cujos nomes importa o mais
pomposo elogio, e os quaes com respeito esta-
mos habituados a proferir. Foram elles os Srs.
Drs. Magalhaes, Silva, comaiendador Varnhagen
e brigadeiro Machado do Oliveira.
Anhelando sublrahir os casos do Pindaro bra-
sileiro o eximio Caldas, do olvido e prolanaco,
approvou o Instituto a proposta de alguns
dos seus membros para que so diligencias-
se por meio de uma commisso a sulciente
somma alim de erigir-se-lhe um tmulo. Ne-
nhum andamento porm pae dar-so a lo pa-
tritico desejo, por informar-nos o digno provin-
cial dos franciscanos, que irremediavelraente per-
didos estavam os restos do celebre prgador Ilu-
mnense.
Considera o Instituto como diligentes almena-
ras os seus socios correspondentes as provincias
do imperio, e nessa cunformidadc lem por va-
rias vezes incumbido s de graves commissoes.
E sem duvida uma das mais nolaveis que, por
proposta de varios membros, acaba de encarre-
gar ao seu socio houorario, o Sr. brigadeiro Ma-
chado de Olireia, para que haja ae verificar o
grao de veracidade que merece a noticia dada
por um jornal da cidade de Santos relativa ao
dessobrimento dos restos Oe um navio encon-
trado no sitio denominado Poco, termo de Ila-
nhaem, aos quaes se allribue uma grande anti-
guidade. Nem sempre coroada de feliz xito se-
raelhantes indagacoes, releva que nao se enti-
bie a nossa solicitude, lembrando-nos que as col-
leci;6es que hoje formamos constituiro a futura
sciencia dos nossos archeologos.
Se convra reunir em nosso musen os padrees
erguidos polos primeiros descubridores, os ina-
deiras das primitivas cruzes, os fragmentos dos
navios naufragados era nossos ?juda desconheci-
dos purcew, uao e menos vuniajoso guardar o
Instituto em seu archivo lodos os documentos con
cementes historia palria. Com este intuito deu
a sua anprovaQo a urna proposta que Ihe fura
submettida para quo se lembrasse ao governo
imperial conveniencia de Ihe sercra remellidas
as copias que dabibliolheca de Evora exlrahiram
os nossos conscios os Srs. Drs. Goncalves Das o
i. F. Lisboa.
Novas indcages, que nao menor acquiescen-
cia Ihe mereceram, levaran) ainda o Instituto a
pedir aos diversos ministerios os origiuaes ou as
copias dos documentos relativos A nossa historia
bem como a relacao dos mappas das nossas frou-
leiias, que devem existir nos archivos das secre-
tarias dos estrangeiros e da guerra.
Com a maior benignidade e solicilude respon-
deram-nos osExmS. Srs. ministros interino do
imperio, da justica c dos negocios estrangeiros
facultando o primeiro os archivos da sua secreta-
ria e o publico aos commissarios do Instituto, a
lim de quo delles possam extrahir as precisas co-
pias, e remetiendo varias obras perlencenlcs
bibliolheca americana que all exisliam ; o se-
gundo, remetiendo-nos a remessa do que hou-
vi r na reparticao a seu cargo, e o lerceiro fazen-
1.1 egual proraessa ; addiclnando-a com arcla-
ga 1 los mappas dos terrenos liiiiilrophes. exis-
tentes om sua secretaria, 110 que foi imitado pelo
Exm. Sr. ministro da guerra.
Digncm-se SS. Excs. de receberem por meu
humilde intermedio o lestemunho de gratidao que
ueste dia solemne Ibes vola o Instituto.
Almejando por completara correspondencia de
D. Diogo de Souza, capitn-general do Kio Gran-
de do Sul, com o vice-rei do Brasil, relativamen-
te aos negocies do Rio da Prata, quo nos annos
de 1856 a 1857 lho fra ofiereda pelo nosso
prestimoso consocio o Sr. conselheiro Drum-
inond, approvou o Instituto a proposta de outro
digno collega nosso o Sr. conselheiro Azambuja,
paro que Ihe fossem entregues esses documen-
tos, inciimbindo-o de to ulil trela.
Pieslou o Instituto a sua adheso a seto pra-
postas do nosso infaligavcl e prestimoso conso-
cio o Sr. Joaquim Norberto de Souza e Silva, a-
lim de obierein-se das autoridades competentes
varios documentos de que necessita para sua
historia da Conspirando mincira de 178'J. To-
mando sobre si o nobre encargo de rehabilitar a
memoria desses homens, cuja idea, por prema-
tura, somallogrra, quiz o Sr. Norberto rende;
sincera homenagem ao excelso principe, em cu-
ja reinado pode fulgir a verdaie em lodo o seu
explendor, e tribulaudo ao mesmo lempo a sua I
gran lao pelos meios que Ihe (acullou de prose- '
guir em seus laboriosos estudos, com proveilo ,
seu, boina nossa e utiliade para o paiz.
Foi finalmente enrarregtdo na ultima sesso!
do In-iuio o nosso Ilustrada e activo consocio o
Sr. coronel Heurique de hVaurepaire Roban de
examinar com o seu habitual disceniiraciito a
memoria militar que sobre os limites da provin-
cia de Malto-Grossu escrevra o Sr. brigadeiro
/.(ferino Pimenlel Moreira Freir. 0 parecer do
nosso douto collega viva luz laucar sobre esta
materia do mais subido alcance, deliberando
mais larde o Instituto ceica da publicaco de
ambos os Irabalhos as paginas da sua lleoisla.
Continuara a obsequiar-nos os Exms. Srs. mi-
nistros de estado e presidentes de provincias com
a regular remessa dos seus relatnos, cuja col-
leccao forma hoje uma dasjmaiores preciosidades
da nossa bibliotbeca.
Esforca-so a secretaria em manlcr as boas re- '
lacoes com as academias e sociedades eslan.-. ,-
ras, agradeceitdo com presteza os seus douotivos
e reliil.uindo-os com a oll'eila das nossas Rda-
las.
l.m io i-nos a academia de Balavia alguns vo-
lumes das suas Memorias escripias em hollan-
U'i, e al rangendo os annos de 1851 a 1357 ; a so-
eiedadc Gcographica de Paris uma sene de .seos
Bollelins, dos anuos de I s 2 a l^1-; o observa-
torio Astronmico de Mtiauch ns seus Annaes e
Ephemeridcs ; o a sociedade de Scieucias Nalu-
raes de Nenchatel quatro rolumes de seus Bol-
lelins e tres Memorias.
Avulta ios donativos (ellos por particulares
ennqueceram este anuo 1 nossa bibliothcca, dos
quaes meuciunarci alguns proferilldo OS que mais
intima rela.o lem com 0 ubjeclo dos nossos ira-
balhos.
Remellen-us o Sr. Av.ezacum luminoso ops-
culo relativo &3 viagens empiehendidas por Ame-
rico Vespoci por ordem do governo hespanhol, el
as medidas itinerarias empregadas pelos marti-
mos bespauhes c parltiguezcs nos seculos XV e
Veio derramar biilbanle luz^sobre os pontos
litigiosos do duscobrimenlo da America a discus-
so suscitada no seio da sociedade de Geographia
de Pars, em que lao dislincta paite lomou nm
illustro consocio nosso, o Sr. Varnhagem, de cu-'
jas opinioes apartando-se o Sr. Avezac, tributa-
Ihe a homenagem da mais profunda estima eve-
neraco. Com provoilo consultados serao d'ora
avante ambos os Irab illios.
O Sr.'Alexandre Jos de Mello Mora es fez pre-
sente ao li stituto de dous volumes publicados da
sua Corographia Histrica, Chroiiologca, Nobi-
liaria e Poltica do Imperio do Brasil. Fazendu
justica aos nobrese patriticos esforcos desse be-
nemerilo varao, que, novo Romusi, congrega
os documentos esparsos ua nossa historia, supe-
rando com singuiar energa os bices de lao ar-
dua empreza ; propuz de combinarn com o nos-
so excellenle consocio o Sr. Norberto, a sua aJ- 1
raissao ao seio do Insliluto, que na forma do es-
lylo sujeilou a noss proposla ao juizo da sua res-
pectiva commisso.
Ollereceu-nos o nosso collega o Sr. Dr. Hornera
de Mello a Narrativa dos servicos que por occa-l
sio da independencia do Chile, Per e Brasil
presin lord Cochrane, ecomo na parle que nos
diz respeito grande numero de inexaclidoes se i
eiiconlro, oriundas da paixo que o inspirara, fui
a podido do referido nosso consocio remettida
I commisso de historia, cujo parecer aguarda-
mos.
Recebemos por parlc'do Sr. Ch. Riheyrolios o
primeiro fascculo du seu Brasil Piltoresco, cuja
cura deve ser acomnanhada de eslampas devidas '
ao tlenlo do Sr. Vctor Frond, distinelo pholo-
grapho aqui estabelocido. Dignas sao sempre da
maior anini nao semelhanles empre/as ; releva |
que conhecidose torne o nosso paiz aos olhos do
mundo civilisado, porque s dest'arte pederemos !
victoriosamente responders calumnias contra i
IIOS laucadas-.
Alguns des.-nlpaveis engaos introduziram-se
no Irabalho do Sr. Ribeyrolles, alias mui recorn-
mendavel pelo vivo-colorido de seu eslylo, el
mais que lulo pela imparcialidade com que ava-
ha as nossas iusliluicocs.
Com igual p razer acolheu o Instituto a remes-
sa, que Ihe fez o Sr. Sisson, da mportanlissima
obra de que editor. Se a Galera dos Brasilei- ,
rosillustres nao pode sor ainda a biographia se-
vera edesapaixonaoa quo deve um diajillgar os i
protogonislas do nosso grande drama poltico, I
nem por isso menos curiosa nem exigao servi-
co presta historia arrancando do esquecimento
militas_fados que debaldo um dia com afn se
buscariam, redeclindo era suas paginas as varias
cores da acliialidade.
Mandou-nos o nosso consocio o Sr. teiiente-
coronel Jos Joaquim Rodrigues Lopes a sua
Plani-Historia o* Resumo Synoplico.Eistorico-
Genealogico do Imperio da Brasil e do Reino
de Portugal c das familias reinantes uestes dous
pai/es. Incontesiavel 6 boje a ulilidado de se-
melhanles Irabalhos, que per mil tem que n'um
rpido olhar se possa entrar no conhecimenlo de \
objectos cuja Complexidade exigira tongas inves-1
ligacoes- Merecedor dos niaiorcs encomios o i
nosso dislincto collega pela ordera o clareza do I
seu methodo, qne, seguindo a estrada trilhada
por Le Sage, grandes mclhoramenlos recebeu.
As carias s^bre a provincia de SaiUa Calha-
ruta, escripias pelo Sr. Jos Goncalves dos San-
ios Silva o ofl'erecidas pelo Sr. Po'rlo-Alegre, sao
documentos do zelo c sincero patriotismo d ura
respeitavel ancio, que cansagrou seus afueres
a rectificar muilos equvocos que na historia e
geographia de sua provincia se haviara inocu-
lado. A pedido do respeitavel offerenle foi o Sr.
Santos Silva proposlo para inembro do Instituto,,
sempre solicito em franquear o seu ingrosso aos I
que se idcntiiicam cora o seu pensamenlo.
Devenios .i generosidade do Sr. conselheiro I
J. M. Mscenles de Azambuja a Exposico feila ,
ao presidente da Repblica da Nova-Granada pe-
lo ministro das relacoes eslrangeiras Louren-
njesse mesmo auno entre o Brasil e ase Estado.
Niuguem dcsconnecer a importancia de uma tal
acquisicao que conlribue para a realisago do
proposito ero que estamos de reunirmos em nos-
so archivo todas as uegoriacoes concernenles s
nossas fronteiras.
Remetteu ao Insliluto o Sr. condo de la Hure
um opsculo de lavra propria, e intitulado Prin-
cipes pour la fondalion des colonies au Brsil.
Para a soluco do grande problema da colonisa-
cao, de sumraa ulilidado ser o ouvir-so o pa-
recer de todas as pessoas, que a este importante
rimo hao dedicado suas cogitaces. Sem que
possamos acouipanhar ao nobre conde cm ledas '
as suas dedueces, louvimos-llie o nieiesse que
em bcm de nossa prosperidade manifesla.
Fez-nos prsenle o Sr. Jos Antonio Rodrigues
dos seus Apontamenlos da popularo, topogra-
phia e noticias chronologicas do municipio da
cidade de S. Joo d'El-Rei, provincia de Minas-
^.eraes- No nosso paiz, onde una culpavel in-
difierenca, uma egoislica apathia, deixa perecer
tantos e lao preciosos documentos, deve consi-
derar-so como um servico da maior magnitude
a publicaco das monographias rcconhecidas ho-
je como as niclhores o mais puras fonles hislo-
ricas.
Um amigo do Insliluto, cuja modestia prva-
me de pronunciar o seu iiome, enviou para a sua
bibliolheca a tradcelo francezi dos Fados do
Espirito Humano, feila pelo Sr. Chanssellc. E'
intuitiva senhores, a gloria que dessa verso
nos resulta, provando aos olhos da culta Europa
que a_sciencia de Bacun e de Desearles conta en-
tre nos um distinelo apostlo.
Por intermedio do nosso eslimavel consocio o
Sr. Porlo-Alegre recebemos duas obras de gran-1
de ment, sabidas dos predos lisbonenses : que- !
ro fallar do Diccionario Biographicoportugus,
pelo Sr. Innocencio Francisco da Silva e do;
Genio da linguaportuguesa, pelo Sr. coronel j
Francisco Evaristo Leoni. De ha nimio quo1
reclamavam os estudiosos um irabalho oeste I
genero poisque incompleta e antiqnada era a '
lliblwlheca de Barbosa. CompreheiUendo em
seu plano os autores brasilciros con. a r. sumida
enumeracao dos seus escriptores e olas Biogra-
phicas, concurre u Sr. Innocencio da Silva para
estrellar os vnculos enlre os dous povos que
pailin lo de conimuiii origem, professondo uma
SO religiao, o fallando uma mesma lingua, pos-
tadosas duas margens opposlas do Atlntico e
guardando a sua propria autonoma, consliluem
urna grande e poderosa rara Desejosos alguns
membros do Insliluto de leslemunhar a sua ve-
neracao para com o illustro escriplor porluguez,
o eondescendendo com o desejo apresentado pelo
sr. 1 orto-Alegre, propuzerara o digno aulor do
diccionario para nosso confrade
Idnticas razoes milharam era favor do Sr. co-
ronel Leoni, cuja erudita obra um raagesloso
monumento alalo 00 idioma em que fallaran)
erreira Camoes e Barros. Os vestigios que a
lingua dos conquistadores do mundo rteixou im-
pressos com indclcveis caracteres nos barbaros
dialectos da pennsula ibrica, a corrupcao gra-
dual o sensivel do latim classico al formar essa
lingua romana, que as invasocs goda e sarrace-
na nao poderam supplanlar, sao hbilmente ana-
lizadas pelo dislincto philoiogo, que ambiciono
ardenlemenle v-le alistado ntreos nossos con-
socios.
Para nao abusar domis da vossa benvola at-
lencao, porei aqui termo rosen ha das offeren-
das rom que ionios obsequiados; antes porm
que o foca, permiitir-me-heis quecommem re a
valiosa dadiva que nos fez o Sr. Dr. Ernesto Pi r-
reira Franca da sua Christomalhia da lingua bra-
sileira. Ovala que lo nobre exemplo pos-a ler
numerosos imita lores, que com disvello e dedi-
caco esludem os dialectos dos nossos aborig-
nes 1... (Juanlas riquezas so patcnlcaro com
semelhante esludo? Quantos problemas nao se-
ra 1 resolridos? E' para nos o tupio que o
snscrito para os povos do Orient**, a chave d,.
muilos enigmas; a lingua dos primeiros con-
quistadores ; a dos brahmenos e dos pags, Bem
baja o Sr. Dr. Franca que, rcfocillando-se das
suas douias lucubraras jurdicas, lo uleis li-
rros cscreve, iodubilaveis provas do sacro amor
patrio. Como deveis saber, espera em breve o
Instituto contar o llustrado e dislincto joven pn-
Irc os seus colaboradores, e leremoa lalvez mui
prximamente o prazer de v-lo sentado enlre
nos,
Mais urna palacra, senhores, e eu termino.
rrouxe-me boje a este lugar a lei do dever, <
roclhor do que ninguem conhecendo o peso qui-
so bre mira tomava. Lembrai-vos porm que
mais avulta a belleza com o contraste: que &
volcnica patarra do meu antecessor, cuja- la-
cras de eloqnencia abrasavara-nos no mais ar-
dente enthusiasmo, substiluio a paluda e fra
narrativa que acabis de ouvir, minha agres-
te e dissonanle voz vo seguir-se as melodiosas
' n lechas do nosso suavil iq 10 orador, enloando
seus saudosos threnos sobre os tmulos semi-
abertos dos peregrinos das letras.
[Jornal do Commercio, do Ri \.
.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUC '.
Pmrahiba.
1 de fororeiro ilj 1S60.
Tere couieco cm janejru ultimo o processo I
qnaliqualilicaeo dos voltiles, que este auno de-
vem eleger osjuizesde paz, vereadores das c-
mara municipal e elcitores. um Irabalho im-
portan) issirno, e que provoca as vezes qui
renhi las.
l vo appaiccendo as queixas Jos partidos, c
iuteressados pelo seu ven 111 oiio, por oc
la qualilicaco dos votantes. () governo ha de
iulervir cora sua autoridade para as decidir, I
por pie sao Irazidas a se 1 rouhecimenl >. Duvi lo,
pie suas decises, anda presididas pelos mesmos
principios, para casos iguaes, sejam bem julga-
dos pelas partes. Para os polticos os principios 1
de justica devem variar. E' que uestes negocios ;
os homens allcudem antes aos fados, que aos
principios.
S no comeen do processo eleiloral vcem-se
queixas, no- seus iiitiuios termos ellas lomara
um aspecto, une do serios cuidadosa autorida-
de. E'essa a quadra mais embaracosa do3 prc-
sidentes das provincias, c que demanda milita
habilidade da parte d >s presidentes. Nesse lem-
po apparecem tirios incxplic-iveis, quedeporiam
milito contra o senlimenl 1 do honesto, e josto
da humanidade, se nao houvesse suspenso de
moratidade na phrasa do um pensador espiri-
tuoso.
Segundo os elementos, que se vo dispondo,
e os iuteressesque comceam ase encontrar, pa-
quo as scenas cleitoracs desla provinri
nesle auno nao bao do correr sem dilTiculdades
para quem as presidir. E' milito cedo ainda pa-
ra se tratar desle negocio com precisao. Parece
entretanto que pelo menos leremos duplcala de
deputados. a provincia j deu em 1856 um
exemplo desle fado, e elle ha de animar a ou-
tros.
A provincia precisa de muilos mellioramentos
malcraos para quo seu niovimenlo Industrial
soja animado, e o seu progresso bem patente. U
principal consiste em ras de communicaco,
que facilite o transporte dos pro lucios para" os
mercados. Antes de antros assumplos cumpre,
que e governo se oceupe deste, e convirja para
ahi todos os recursos, doqu3 poder dispor.
Pouco conseguiremos s com as nossas finan-
cas, se nao tivermos auxilio dos cofres geraes.
Vamos roceber agora em favor dos poderes
geraes.
Consta, que S. U. o Imperador, quando \is-
tou esta provincia, ordenara ao seu digno admi-
nistrador, que remeltesse para a corle a planta,
e orcaraenlo de uma ponte para substituir a do
Sanhau, que se acha era pessimo oslado. Esle
Irabalho urgenlissimo, e, sendo executado. se-
r um beneficio importante etlo pelo gabinete
actual a provincia,
Corre tambem, que s. M. o Imperador decla-
rara ao Exm. presidente da provincia, que se
liavia expedir orden), para que o engenheiro, ha
pouco contratado na Europa para os Irabalhos
pblicos dessa provincia, viesso estudar o porto
da cidade de Mamanguape, e apresenlar a plan-
la, e orcaracnto dos servaos que se devem em-
prehender para o melhorar, como reclama o fu-
turo daquella cidade. Quem condece a posico
da cidade de Mamanguape, e as facilidades que
oll'erece para o commercio, avallar a necessi-
dade que tem a provincia deste Irabalho, que
nao se julga orear em grande valor.
Fez S. M. o imperador um grande beneficio a
esla cidade. Conhecendo quo nao tinha um ina-
ladouro publico com as devidas proporcocs, deu
do seu bolsiiiho uma quanlia avultada para se
fundar um uiatadouro. O Exm. Sr. Dr. Arabro-
ziolrata de levar a elfeilo o pensameiito do Mo-
narcha Brasileiro. Os eogenheiros j esio in-
cumbidos desle Irabalho, que ser executado,
logo que terminar a queslo da desappropria^o
uo terreno escolhido. O 3ervico, como ra ser
feilo, foi bera coraprehendido.'e allende a todas
as condicoes, que devem ter Irabalhos desla
ordem.
Aeha-se enlre nos o tcnenle coronol Ernesto
Emiliano de Medeiros, commandanlc do meio ba-
talho de linha desla .cidade. Estando ha quasi
auno e meio, na provincia do Rio Grande do
Sulfeccbeu ordem do Exm. ministro da guerra
para recolher-se a seu corpo. Cessou pois o
comraando interino da forca de linha desla pro-
vincia.
Por ordem do ministerio da guerra vo saguir
para a corle 50 pracas do meio batalliao. Eslava
completo o corpo, o agora sotre grande diirli-
ufeio. O servico da provincia encontraraVna-
luralraenle dilTiculdades provenientes desta fal-
ta, emquanto nao fr supprida. Se antes as re-
luisicoesf'jndadas da ponis para conseguir forca
de conlianc, com que podesse perseguir os
criminosos o interior, nao eram bcm enlendi-
dos, d'ora cm dianle flearo em peiores con-
dicoes.
A consequencia do aclo do ministerio da guer-
ra que o recruiamento n lora de setivar para
preencher sem grande demora o numero d.
crulas, que deve dar a provincia, e se completar
o meio batalhao. Este acto trar compromalti-
mento para a aulandade, qo enmprindo seu
dever incorrer, anda prowdendo rom loda rc-
gulandade, as iras dos amigos de proteger e
dos patriotas. '
Nao cinsuro o ministerio da guerra, pdo acto
quepralicou. Estou antes convencido] qi)n cn.
siillou todas as conveniencias publicas. Grandes
inleresses devem ler aronsnlhado a conconira-
co de forca, que se vai operando, para o sul do
imperio.
Nao eslou bem informado dos segredosda po-
ltica, e por isso nao sei que crdito merr-ea
a explicaco, que o publico d ao proco lmenlo
do governo, attribuindo-o i necessidade de ter
forca prorapta para occorrer a alguraa emergen-
cia, que possa j.rovir dos negocios exterioras do
imperio cornos povos do Rio da Prala. Se In
necessidade de manlcr 1 dignidade, e prestigio
do Brasil ante os seus visinhos ingratos, e des-
confiados, todos os Brasilciros se submr-Uem
sem reparos s exigencias do governo. Trata-s-;
enlaoduma causa muito nobre.
Um dos jornaes desla cidade don publicidado
s parlicipacoes diarias da rep.irlico da polin.i
a comecar do 1" de Janeiro. Se contarnaai
publicacocessar o segiedo de que me qne
e o publico lera informacao do que
interior, e for Irazido ao cunliecinienio da m
laria da polica.
Estou agora habilitado nara informa-lo do
que sucreder dual, e represso do ertroe, e
correr a inlorvcnr^o d'outros, que p<
iiunciar-me. Dar ne-hei parle tmenle do que
bir importante, einieresse aos seis bu
11 nosso commercio nao aprsenla actualmente
o movimenio, que costumara a ler, tanto n
relacoes na provincia, como fia della. n.
gociantes se queix im, e affirmam, que este auno
pomos lucros tiraro de suas transai Pra-
za ais eflos, qne esla silu i 1 1, 11 |rj 1 ;. .
cansas permanentes, e que mi h
volvimento desle rano da indusli a.
Este estado de cousas atiribuidu pelos enten-
didos a tina- r.\n. ,s rJtl v l.
Figura cm primeiro lugar a fall
comroerciaes Joaquim Percir,, Mais, t I
nio Pereira Vinagre. \s duvidas, c d<
Vis. que diminu m o crdito, e os pn-juos cau-
sados por estas quebras atrasan a m
commercio.
Influe em segundo las rsol
commereiaes a rscassi las sal
agrcola, t) commercio si nte ni
eil'eiios do mo 1-lado .1 agricultura no 1
le auno.
Al oulra vez.
Para, SO de jaira d* f *<;<.
Se nao houvesse enlre ma o Vn fe. -
deiro contracto solemuisad 1 c un lod is as totm 1-
lidades requeridas, desla ve/ dexara de II
crever, .....pie reina por a pii uma -
respeito de noticias, que quasi nada Ihe pe
contar.
Com a morosa chogpda lo /
certeza de SS. MM. II. j t.-i.
hiba pan as Alagos, sem locar i>--
provincia de Pernambuco ; c esta li-
so adorado Monarclia deve achar-sc 1
sua Augusta Familia.
Nao sei porque ci nal veio, h 1 I
noticia deque SS. MM. II., dep dada -
Parahilia, chegarian at 1 -
Com esta noticia que vagara de bu 1 em
ca, oque levou o >o\o persuasa
o palacio, e.-pc; \
gustos Visitantes : mas eom a rhi
n perderam-sc ledas as <;-:..:< e .
que proravolmcnte j haviatu Ceili
caram, como se costuma dizer, combe
cain
Sao esperados lambem todos c-s n
neta capital, oarchiduiue Maximilia 1 da \ is-
Iria o sua augusta esposa ; e segundo
erevem daquelle imperio ss. aa. jj devam le
partido, e muilo breve os li r< 1 -
palacio, onde SS. Aa. lem de
bem preparado, e o desvelo de S. txc.
mi aso
Com n sppn ximaria i.'as >' ifej .- |i;:
Troya nos vo se forlificando amis pu< ;
o dizom-me que militas n iucres leni -
do : mas en crcio piami ule q ic nada 1 -
rao, porque quem capivara
1/'i 11,-1 aua&ini, v nenhum dettes
- posta smenle 1
prametle uma sobre-casaca, outro mnj i
paz da roca, outro unn patente de alti-ras,
hora o aiiihado soja gago e na > sail
Irclanlo diz o narigudo de Mar i,
-irn nao i/er, nao sabe pleitear ele
11 1 sabe pleitear eleirdes, nao le -
Utico, o nunca aL-x.r/i un comraan lo 1
para massacrar juar las n
om lempo prop : lizercm rol
lento.
Na larde do dia 20 deu-se um taelo lion
nesta capil il, fado que bem di mono 1 1
balismo e a selvaj ra em q tem a
Nessa larde, emquanlocboviaforlemei
mellia-so um erime ro em um 1
na do a do Vi 1 o 1 -
nos illforuiam, O perpetrad. :
me, um individuo pardo, que (Ara ra 1 ua
armada, e a victima lera apenas de/
idade.
lisiando como est -
a polica tomado conhecin eutai do fac 1.
f que Ihe ser infligida a punicao legal.
Ha algura lempo ]ue crimes di
tem commetiido nesta cidade, sem |
que a falla de punicao tem acorocoado 1
nosos ; entretanto esperamos que as autorid
desta vez, ao menos, cumpram os seus de<
punindo o criminoso.
Cliegou a esta capital, leudo viudo de wm,
o celebre Jess Vidaurre, ira/endo os -
caes, o seu ccele o a sua competente
Esle homein completamente excntrico,
recordar, pela sua vida errante ou de p- regrina-
cao, o Judeu Errante de Eugenio Sie.
Jess Vidaurre parece quo um deties homens
a quem o remarse persegae inei mv< I
um destes homens que, qaerendo (
com Dos, lodavia os seus pecrados sao lao gran-
des, que cada ve/, mais o separan) do
bcmavenluranca : deve esperar pela horada re-
dempeo.
Jess Vidaurre vai ao Per, e d'alli -
lo Panam para o Mxico ; n< sei so
valle do Amazonas deixario livromeale masitai
um lao interessanlc viajante.
Em (juasi todas as minhas correspondencias,
lenho ihe fallado dos mellioramentos male
que a provincia lem lido o vai leudo : M aho-lho
elogiado com algum enthusiasmo, propio de un
provinciano quo ama a trra que o vil n
os autores desses inellioramenlos ; n -
por mais que qui/esse continuar a andar M
mo rumo, ser viudo-me do mesmo pharol, n
poJia ; porque um descuido ou doleixo, 1
ses agentes de taes mellioramentos, lem
para com um monumento que sempre foi lid
grande consideraco pelos nossos /,,i .,, ._ ,'. ,j0
tal uatureza que quabjucr rcvoltaria, q 1
mais a mu) que sou lilbo desla infeliz provin-
cia !
Quero fallar da egreja dos anligjs mi:
rosou egreja das Mercs
Este padro monumental que n m os
nossos maiores, esi se arruinando completa-
mente: dentro chove lauto como se fosse mu lu-
gar completamente aborto ; as suas paredes la-
tones, com as continuadas chavas, eslo d
rioran lo-se, e d'aqui a bem pouco lemp 1, -
xarem ir cono vai, nao ser mais do < tic um
nionlo de ruinas.
Entretanto esta egreja hoje pectenes m ests-
do, a egreja chamada do Sanio Christo mas
nom assim mesmo querein couccrla-la '
Demais saiba Vine, que ao lado desta magni-
fica obra conventual, est a alfandega e n
oulras repartidles publicas, que todos >s dus,
como agora, estao cm concert.
Quando cm muilos paizes da Europa, como a
Franca, Allcmanha, procuran) e se esforom por
conservar os seus monumento*, como uina per-
petua lembranca dos seus instituidores, nos no
Brasil fazemos justamente o contrario.
Nao quero c nem sou apologista daquelles quo
ludo conservan), nao ; mas tambem calendo que
certos monumentos devem ser conservad-)*, tan-
to mais'uaoio a igreja de que estou tratando
uma obra primorosa que nos legaram os sempre
lembrados padres da companhia de Jess.
O convento dos Carmelitas, rauilo rico onvrn-
lo naos cm escravalura, como cm d.nheiro,
est n'um completo abandono. |;m das seus
lados j hijo nao se conhece o quooulr'oia fei :
DATA INCORRElAr


MARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 15 BE FEVEREIRO M 1860.
osescravos esiao meltidos n'uina lazeua, do
convento, chamada Pornambuco, o all dizcm
quo vivem na maior fulganra cm vez de procu-
rareni tnbolhar para o mesrao convento. Seria
boui que o illuslre prior, que 15o reloso lem si-
do, cuidasse mais dos negocios desse convento,
que na aclualidade precisa de urna completa re-
forma no seu todo : esperamos que o actual prior
tomar cm considerarlo os justos reclamos que
fazetnos, pois que um beneficio feito a todos :
todo delle participara.
curtos gneros do primeira nocessidauu, de pro-
duceo indgena ; viso que isto implica mui di-
rectamente com a olimentacao publicaj|r_ue por
certo nao cousa queso dev'a abandonar aos tra-
ficantes.
Nao desconbecemos que a nossa pequea cul-
tura ha diminuido em sua forca de exponsoo com-
parativa e proporcionalraente temposanteriores;
mas isto nao nutorisa a que se deixe vonlade",
nao do productor, c sm do alravessador, os re-
sultados effectvos d'ella, ao passo de aoharem-se
E 6ubindo agora destas particularidades para o estes por um preco que cusa a crcr-se.
gerol, digo-rhe com aquella franqueza que me 6
propria, que o meu Para de hoje nao o mesmo
de ouli'ora. Quando me lembra que em lempos
idos, reinara nesta provincia urna irmandade lao
estrella, que lazia invejar a onlras parles do
Brasil, ondeos daaos e troyanos pelejovam em
campo aberlo, e vejo presentemente urna divi-
*ao, lendo-so extinguido essa ephemera frater-
nidade, que a todos convinlia, pela santa paz que
todos gosavam em maciu leito, o lenho convie-
verdade, aqui devo declarar-lhe, que se nao
houvesso tantos Mirabcaux improvisados, a po-
ptilugo componeir.ir-se-ia da necessidade de
entrojar-so maiss industrias do que n tal poli-
tica tancosa, inesquinha e odenla : tratada de
ir buse ir as entranhas da trra o otiro ou o di a-
Chamamos, por tanto, a attencao das autorida-
des competentes para este phenomeno da indif-
ferenca, que se ha ligado semelhante face da
nossa siluaeo econmica ; por quanto.se elle nao
incommoda e nem vexa a elasse rico, mataami-
seravel e faz agouisnr ess'oulra intermedio, que
nao sabe e nem podo esmolar o pao da car-
dade.
Acabe-se com essa cla-se ou alias sucia do
alrovessodorcs, que auferem as vanla^ons deque
poderia gozar directa c exclusivamente a popu-
lado consum lora, que por infaUvel aquellos
productos da nossa pequeo cultura bao de balsar
de custo ; e por conseguidle tornar-se-ha a vida
mais fcil todas as cUsses.
Por deliberadlo do conselho director da
nstrucco publica, fui approvado para a leilura
mame, em vez de sustentar um pampleto, en- nos aulas de nstrucco elementar de toda a pro-
ganado com a idea de ser esse pclonrinho o od- vineia o Iris Clusstco, compillocao de diffetenles
,vogado" dos setis direitos : mas desgr.icadamentc ''
o numero dosAspertos tem augmentado lano no
Brasil, que delles o calderiio do inferno, assim
como o dos bentaventurados, o Reino da Glo-
ria ; o por isso nao ha outro remedio senao sof-
re-los com loda a rusignocao!,
O foro nesta provincia est em um estado tal,
que j uJo s po.Ia advogar, Os juizes leigos na-
da poden fazer, porque nada entontando de ma-
terias jurdicas, ioman como o coraco, e cada
ve/ mais firmo o meu juizo em solidas bases,
que o hornera sendo um animal racional, mais
feroz do que a besta tara, quando o seu cornea o
se ada eivado daquiilo que se chama nial-
da le,
Olliaiiiio-so pelo lado da conveniencia, pros-
peridade o progrosso de urna localidade qualquer,
v-so a i inmensa desvanlagom rom que lata urna
populocoo, quando internamlo-se na maldita po-
ltica, que smente convm a mcia duzia do in-
dividuos, em outra cousa nao cuida senao em
procurar meios de ataques oos seus adversarios;
nieios estes que vem a ter como resultado o alra-
:'.o material, e o completo abandono dos interes-
MS vitaes do cala um.
E tao infeliz esta minha Ierro, que para um
hornero teralgurao consideracao, deve, anda que
classicos portugue es, organisada pelo conselhei-
ro Jos Feliciano de Castilho Brrelo de No-
ron ha.
Nao parece mui curial, nem mesmo con-
veniente o costume de sacudirem-se para as ras
os tapetes das sitas ; pois quenssim mulas ve-
tes sol eoberlas do p, que d'elles cahem, as
pessoasque possom,
Esse costume por tanto um incommodo pu-
blico, o como lal importa que soja acabado, ve-
dando os pais de familia que seus fmulos con-
liuuem n'elle.
Hoje Irabalha a companhia dramtica do
Apollo, levando .1 scena o drama de queja hon-
lem demos noticia, sendo o rioinn do seu autor
simplesmeule a recomendac.oo previa melhor pos-
sivel.
Algumas quoixas temos ouvido levantadas
contra a postura relativa aos carros, e nos, em
nossa misso do noticiar o que occorre, nao po-
demos deixor| le consigna-las,para que sejam ellas
apreciadas, e verificado o seu fundo do raciona-
bilidade.
Concordando quasi tojos na necessidade da
medida adoptada, nolarii todava quo vexatorio
em corlas condices dadas, as quaes pareca de-
ver-so abrir urna excepcio, para que desapparo-
n.io queira, turnar-se um poltico, muito embore cesse aquella carcter, que por certo nao levo em
eolio seus occessores sujeitos, ou que nada vistas o digno Sr. I)r. chefo do policio, quando !
Babero, ou ento sao nteressedos as causas: e conecciooou o respectivo regulamento.
assim sendo, mal vao as cousas, cas infclizes! _0 ponto capital das queixas consiste na obriga-
partes que vao em detmandos da proleceoo dos pao, por exemplo, do cairo que sabe dascochei-
seus direitos, ficam prejudcadas e nada poden, ros da ra Nova para a Boa-Vista, ter de seguir
conseguir com taes junes improvisados. urna direccao diametralmenle opposla, afim de
Felizmente agora o losar do juiz dos orphos vir sabir na roa do Sol o galibar a ponte, etc. |
est bem prvido com a nomeaco do intelligen- etc. ; ou ento entrar na ra ou boceo de Santo
te I)r. Fianciseo Per'-ira de Sotiza.
Sendo um moco de talento, bastante estudio-
so, o Sr. Dr. Pereira muito far cm favor dos n-
felizes orphos que muito
bom pai no genuino sentido
na roes do reino.
Sr. Dr. Olynlho, chefe de polica foi a cida-
de de Camota, em commisso do governo : di-
2em, o assim deve sor, que elle foi syndicar do
procedioionto de algumas autoridades polica es
daquello lugar, e assim nao sendo, lomos espe-
ranza que em resultado toro lermo rauitos dos
soUViinontos das victimas cametaenses.
Chegou hontera larde o vapor Prineeza de
Joinville, procedente do Rio c portes interme-
dios, trazendo a seu bordo, entre oulros passa-
geiros, S. Exc. o Sr. niarechal d
anliarao ten lo um
das rancosas ordo-
Vmaio para o mesmo fim.
Idntico reparo fazom com re a gao as de mais
coebeiras.
Taesobservaces nao parecem destituidas de
razio, pois que muito mais fcil e commodo
das cocheiras da roa Nova entrar-so logo na pon-
te, do |uc descrevor-si! a grande curva, coraeea-
da d'alii, seguindo pelas ras doCabug, Crespo,
Impoiador, Iravessa do Ouvidor, Rola, Sol, c li-
nalisada no ponte. Mas da excep-co que su pre-
tende abrir, nao p i ler-se-ho dar abusos?
E inquestionavel, que lodos os carros infracto-
res dd regulamento bao de procurar obrgar-se
ua i \'op;o, djzendo quesahem da cocheira lal;
o, pois, remediado isiu, ou descoberto um meio
de nao ser Iludido o regulamento, parece-nos
que devera elle soiTrer urna modificaco ueste
e campo fran-
cisco Sergio do Olivcira, coinmandante das armas sentido.
nomeado para esta provincia. Com a chegada Eslude se a materia, e providoncie-se como
ao mesmo vapor souberaos que o archiduque for justo; pois a pralica ca melhor indicadora
Maximiliano litara na Babia, leudo dexado a das reformas em qualuuer ocio do horaem.
sua illuslre consorte na Ilha da Madeira. Ora llonlem s 11 limas Ua manha fundeou
esia noticia tem desvanecido a esperanca de Sua ueste porto o vapor de guerra austraco F.lisa-
AUezayir poraqm, pois dizem, que nao viudo belh, com S. A. I. o Sr. aschi-duque d'Auslria.
aua Alteza a Prineeza o archiduque voltar do Ao meio dii desembarcava S. A. na rampa do
a "eir. caes do Fra Jo Portas do palelot e chapeo de
1 palha entre oulras pessoas igualmente tra-
jadas.
Continua, pois, o Sr. archi-duque Maximi-
liano guardar o mais rigoroso incgnito.
S. Exc. O Sr. presidente da provincia rom seu
ajudante d'ordens, o Sr. chefe da estaco naval
com o seu secretario e ajudante d'ordens, o Sr.
C.lpilSd ilo porto, .i Sr. inspvclor do ora.....!, u o
Sis, commandantes do brigue-barca llamar ac,
vapores I iamo c Araguary, o briguc-escuna
ma- -Vl".''.''- dingiram-se logo bordo cumprimen-
lar S. A., mas nao o encontraran!.
s. Etc. 0 Sr. Dr. S e Albuqnerque continua
a gosar a estima de todos os Paracnses, e cada
voz mais niostra que c um perfeiio adminis-
trador.
Adeos : al oulra vez.
O Pag-Tinaa.
DIARIO DE PERNAMBUCQ.
recebemos jomaos com as segrales dalas,
lia/idos pelo vapor Prineeza de Joinville: Ama-
zonas 23 do passado, Par 5, Maranho 7, Piauhj
2, Cear II, Rio Grande do Norte 12 c Parabiba
1 do correle.
Amazonas.\ 18 do passado, foi brbaramen-
te assassinado por3soldados.com 17 bayoneta-
das e : tiros, o copito de primeira linha Jos
Vinssimo dos Santos Lima, commandanle da
Irnnloira de Marsbitanas. Dizia-se gcralmentc
que provocara esse ocio a prisao de dous de seus
S. Exc. fez todos os offereciraentos ao com-1
mandante do vapor para que os transmiltisse ao
Sr. archi-duque, do palacio jo governo, e do lo- '
dos os meios de visitar commodamente os nossos!
bellos arrabaldes.
S. A. pretende retirar-se hoje para a ilha da
Madoira, onde o espera a archi-duqueza, que 61
urna das mais lindas prinrczxs actualmente exis-1
sinos. A pocia procurava capturar oscri- lentes, e tenciona all estar at o dii do
zninosos que se haviam poslo em fgida.
Para.la all era chegadn o celebre viajante
e entre nos, o Sr. Jess Vidaure, de
igcm para o Per, de onde deve seguir, pe-
lo isihiiio de Panam, para o Mxico.
Quanto ao que do n ais importante ha,
mar :o
prximo.
Hornera do mar, na mais cmplela accepeo
da palavra, S. A., nao gesta de oslar parado ;
sua pajino favorita a navegar-o, o anda bem
naoullimou a presente viagem, j pensa fazet
com que S. A. viaja
por mais lempo um
di Commercio
Chegou no dia 27, de volta de sua visita a
algumas freguezias do gul da provincia e capi-
tal do 1'i.iuhy, S. Exc. llvm.a o Sr. bispo dioce-
sano.
S. Exc em todas as froguezias porque pas-
sou leve o gesto de ver quania venerarn e res-
peiio Ihe teem grangoado suas virtudes e saber.
so Piauhy, assim como nos oulros lugares em
que esleve, S. Y.xc. com a affabilidade que o ca-
ratlerisa, a tolos recebeu, a tolos falln o po-
bre e o rico foram olhados pelo venerando pastor
Bem a menor dislinccao.
De volta esta capital a rerepcao que leve
. foia quo so devia esperar "do amor que
Ihe consagram os seus (lhos. Um numero cres-
: ,!" e lados correu pressuroso a cumprmen-
ta-lo, o noute a Associaco Typographica,
Bcoropanhada de muito povo, tendo sua fronte
lima banda de msica, dirigio-se ao palacio de
S. Exc. Rvm." o alii uma commisso da mesma
ole manifeslou o jubilo deaneestavam
..dos osseuscons cos, pelo feliz regresso
do son desvelado protector.
T,ro,v1S'il':Y"lagr'1-lecei!,C01" m.:,ior asra,| esta Alv;"" Caminha Tavare's, Adri "L"Pereira" da
?rdVe.da2oBcirca?oe '? '"" "'^ 'l"^ '"^ *"" & ^"fJ t> ^ '1'"1"' "^ F *
Piay.-U-sVno Propagador. acca da elei- ftm^^W^ L,e-0"
Qaoparadepuladosprovinciaes: h l' ".'? ) ,' ^f* Vlann- Jo-10
; eunid de $ra,..vo..co de Marvo d \\!\^^nSS^^iS^
iota resollado, quo nao pode ser mais Ribeiro Dantj>s. JooOlton da?Amaral Henriiues
rnado, qualquer que soja o volacao do Antonio Florentino Mindello. oo L P."soa da"
Principe Imperial, e sao por conseguinte depu- Costa, Juo Estevo de Souza. Antn o pXres
;s provinctaes e supplenles pelo circulo do Joo B. do Magalhes. Joo ? Urna, Manooi
Agapito da Annuaciaco, Joaquira Ezeq'uiel Bar-
ai bosa, Joaquim de Souza Maia, Manuel P. Delga-
->1 do, Jos Francisco do Souza, I. l'oreira
O Sr. archi-duque encontrou-se com S. M. o
| Imperador n i Espirito Sanio ; acompanhou-o '
I Guarapiri, Bcnevente e Itapemirin, e quando S.
i M. seguio |iara a coite, saino para a Bahia, onde ,
l pouco se demorn.
Sentimos qno a presteza
nao nos permita hospedar
i lo illuslre personogem.
Foram recolhidos casa d.> delenrao no
dia 13 do crrenlo, 1 mullnT livro e 1 hornera
escravo, a saber: l ordem da Dr. chefe de po-
. licia, e 1 ordem do subdelegido da freiruczia
deS. Jos.
Foram recolhidos mesma no dia l do cor-
rele, 2 homens oscravos el mulher livro. sen-
do : 1 ordem do Dr. chefe de polica, 1 or-
dem do subdelegado do Uecfo, e l ordem do
de S Jos.
Passageiros do vapor brosileiro Prineeza de
Jntocille, ntralo dos portes do norte : Hr. I'.ru-
no Cabial de Gouva e 1 escravo, Joan do Aze-
vedo Juvenis. Antonio Ferrcira liamos Antonio
Pinto Nogueira o 1 criado, Joo 15. de Souza,
Manuel Jos Vieira, Alipio L. Pereira da Silva)
centro (Oeiras)
Coronel Justino Jos da Silva Moura......
Dr. Polidoro Cesar Rurlamaque............
;>r. Jos Bassom de Miranda Ozorio........
Major Manuel Muoslo da Assumpeo___
J'enente-roronol Francisco Mendrs d Souza
Hr. Deolindo Mendos da Silva Moura___
Major Amonto de II. da Costa Freir......
Tenenle-coronel Loiz Furtado do Albu-
querquo Cavalcnnti......................
Padre Joaquim Jusselin > V. l'ormiga...!!!
Vigario Jos Vicente Pereira............
T)r. Lenidas Cesar Burlamaque___'"..'.'.'.
Dr. Canuto Jos da Silva e Lobo..........
Cear.'-Fallecer no dia 28 do passado,
\r.nn:,li.i, o Dr. Francisco de Assis Ascvedo Gui-
mares, niembro da commisso scicnlilica que,
por esta provincia, anda csludondo, por ordem e
con la do governo gerol.
Ainda ronlinuam as queixas contra os correios
da provincia !
Os sr. Drs. Capanemo, Dios e Coulinho, mem-
bros das seccoesOlherogrophica e geolgica, da
commisso de que cima fallamos, l eram che-
gados ao Crato.
Le-so no Aracaly :
< II iiit-m (71 tiverom lugar com loda a solem-
nidado as heneaos do eemitero desta cidade as-
sislindo a essa ceremonia a caraira municipal,
diversas contrarias, e grande concurso de pessoas
de lodas as elissos
Uio Grande do or le p Parahiba.Nada
correr depoisdo ultimo vapor. "
Cruz. Frauoiacu Lu nuiuiu e paute Umuuriiju
de S. Perreira Lustoza.
Passageiros sabidos para o Rio Grande do
norte na lancha brasileira Flor das Ondas :
Pedro Jos de Mello, Manoel Thomaz Marinho e
Jos do Silva Marionno.
MORTAMIIADE no DA 15 DO C0RUENTF. :
Francisco Agoslinho Soares de Brilo, branco,
solteiro, 13 anuos, febre cerebral.
Francisca, branca, 4 anno, entente agudo.
Emilia Thomasia do Bom-Parto, parda, soltcira,
26 annos, gastro enterile.
Francisco, cabra, 2 anuos, gaslro hepatile chro-
nica.
Joo Vieira da Silva, pardo, 8 annos, phtysico.
Andr, prelo, solteiro, 55 annos, hydropisia.
Mataiiocho piblico :
Mataram-sc no dia 15 do corrente para o con-
sumo desla cidade 87 rezes.
Hospital de cahidadf.. Existen 77 ho-
raens, 51 mulheres nacionaes, 2 hornees estran-
geiros, 1 homem escravo, total 131.
Na totalidade dos doentes exislem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homeus.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Piulo s 8 horas c 1/i do manha, pelo Dr.
Dornellas s 8 horas do manha.
CMARA jIUMC.I'AL DO RECHE.
SESSO EXTRAORDINARIA DE 30 DE JANEI-
RO DE 18C0.
Presidencia do Sr. Franca.
Proentes os Srs. Reg, Barala, Mello, Pin-
to e Gameiro, faltando com causa participada o
Sr. llego e Albuqnerque, e sera ella os mais Srs.,
ahrio-se a sessao, e foi lida o approvada a acia
la antecedente, com a de.-larago do Sr. Barata
du que o medico do matadouro esUva exercendo
osle lugar em commisso.
Foi lijo o seguinto
EXPEDIENTE :
Um oflicio do Exti). presidente da provincia,
respondendo ao da cmara de 1G do crreme,
e remetiendo por copia a informacao do director
merino das obras publicas, em que declara ler
aquella rcparligao feito reparar a escavacao da
ra Imperial em frente da casa do cida lao Anto-
nio da Silva Gusmo, rccommenilando S. Exc.
que a cmara, dusperlasse o zelo dos seus agen-
tes. Mandou-sc informar ao fiscal de S.
Jos.
utro do mesm.i, danlo resposla ao da c-
mara, de 8 de junho do anno passj.Jo, sob n.
Gl, cora a mortriacio da reparti^o das obras
publicas sobre ter sido arrombado o calca ni sn lo
da ra Augusta. Inteirada.
utro do mesmo, remllenlo approvado pro-
visoriamente o artigo de postura que autorisa a
polica a fazer um regulamento que determina
as gaidas e entradas da carros.om tibus e outros
vehculos de condceos, as ras da cidade.
Inieiraila, o manJuu-sc. remoller copia ao Dr
ciiefe de pocia.
Outro do Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Sanios, (de 2G do corrente) commumean-
do lor ehegado ao seo conbecimenlo quo da fre-
guezia dos Affogados foram conducidos para o
aeougua, afim de term consumidos em alemen-
tacao publica, dous bois.qoe rr.orreram de mo-
lestia, dizeudo o mesmo Dr. que j era Costume
assim pralicar-se nsqualla freguezia Mandou-
se remetter copia do mesmo oflicieio ao fiscal dos
A (logados para informar com urgjiicia sobre o
seu conti-u lo
Oulro do juiz de paz mais volabo do lo. dis-
Iriclo da freguezia de jsboatao. major Jos Fran-
cisco de Souza l.oao, communicamlo que por
ac!iar-se encommolalo dous das antes da reu-
niao da juma da qualifieaeao daqaella fregua-
sia, officiara aos juizes ameliatos, mas que estes
responderm achar-se doentes, deixamlo por
isso de haver rcunio no da maleado na lei ;
pedindo a cmara houvesse de marcar oulro da
Mandou-so offiear ao mesmo juiz de paz di-
zondo que se dirigase ao governo da provincia
com as mesmas razos que allegou, pois a presi-
dencia Dompativa marca novo dia.
Oulro do juiz do paz do 3" anno do i" dlstric-
to da freguezia dos A (logados, communicando
ler exercido o ?eu auno, e passado a juris]ie,ao
ao -Io votado]IntciraJo.
Outro do juiz de paz do 4 amo do mesmo
Oistricto da referida freguezia, comuiunicamlo
que, poracbar-se mudaJo, nao poda entrar em
exorcicio do dito cargo Inleirada, e man Jou-se
convidar o primeiro supplente, paca a juramen-
tar.
Outro do administrador do cemiiero publico,
participando ter fallecido o jarJineiro daquelle
estabelecimenio, Simplicio Cordeiro Reg, e pe-
dindo a cmara a permisc-ao para almitlir inte-
rinamente n pes?oa que se propozer ao lugar, a-
fim de conbecer se tom ou nao as liabilitacoas
necessarias Permiltio-se.
O Sr Barata requeren o foi approvado, que
se recomcuendasse ao fiscal Ja freguozia de San-
io Amonio, prestasse sua attencao para o caes
de 22 da noverabro, que se acha c'ieio de in-
mundicias OrJenou-so ao procurador que
quando fosse a praga o afora memo do pantano
de Olinda, elle concorresse arremalac,o por
parle da cimara.
Prestou juramento por procuraeo, o juiz de
paz do i* anno do 1 districro da freguezia dos
AIT gados.
Despacbaram-se as de Amonio Jos Manoel,
Au; mi Moreira de Hendonga, Dr. Augusto
Carneiro Monteio da Silva Sanios, (2) Candi-
do Alberto Sjdr da Mola, Frederico G. Bulii-
jene, Joao Alvos Morato, Joo Francisco da
Costa Lobo c outros Izidorio dos Anjos da Por-
ciuncnla, Joaquim Baptista de Arauio, Joo Jo-
s de l'aiva, Joo Baptista Gomes Peona, Josa
G insalvas Ferreira Costa, Jos Pereira, Joo
Soares da Fonceca Velloso, Manoel Coelho p.
nbtiro. Martins & Alvaro, Sebastian Jos Go-
mes Penm, e leaniou-se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, offi-
cial kiaior a escrevi, no impeJimemo do secreta-
rio.
Bego c Albuquerque. Presidenta. Fmn-
ca, liego, Barata de Almeida, Oliveira, Ca-
rneiro,
iMuviuiemu J?L
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Vc-luraessahidos com fazendas
com gneros
62
308
------370
79
239
------318
Dcscarregam hoje 16 de feverero.
Barca fiancezaVille de Boulognefazendas.
Brigue in-glezBusyIwc.aUo.
Briguo inglezGeorgeferro e carvo.
Patacho porluguez = Uniao diversos gneros.
Brigue portuguez Gralidoidem.
Escuna haraburgueza Capibaribe farelo.
Barca nacional Jassonfarinha do trigo.
(Consulado geral.
Rcndimentodo dii 1 at4 3f 7965654
dem do dia 15.......1:481*331
86:2z7|9S8
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a li. 2:26!>J788
dem do dia 15....... 61}j58
2 3ai358
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n .
dia 15ile fevereiro ilelMi;1.
Ne\v-YorkBarca americana Roanok, Whalely
l'orsler & C. 6U0 saceos ossucar masca-
vado.
ampionBarca nglezo Light, Whately Fors-
ler & C, 80J saceos assucar mascavado.
Rio da PialaPatacho dinamarquez F.rnestine,
Amorim Irmfios, 60 piqas agurdente.
BiodaPrata llegue dinamaniuez Hendal,
A. Irmaos, 125 barricas assucar branco.
Itecebeiloria le rotulas internas
jferaes de Pernainbuco
Rendimento do dia 1 a 14. 13:309*304
dem du dii 15....... l:45837i
jo,n|oiin l.uiz ilo.- Simios.
Joaquim Veirn de Mello Pinto.
Jos Antonio dcArruda.
Jos Francisco de Paula Cavaleanli.
Jos Joaquim Dios Fernandas.
Jos Leopoldo Bourgard.
Jos dos Santos Ncves Jnior.
Jos Vicente Duarle Brandao.
L Lopes Castello Branco.
Malheus Austin.
Manoel Lee dcAzevedo.
Manoel Francisco Alves de Moraes
Pedro Alexandrino de Barros Cavaleanli.
Quinras de Oliveira.
Sulustiano Cajueiro de Campos.
Vital Ferrcira de Moraes Sarment.
Pela subdelegada do 1. dislricto dos Afb-
gados se faz publico, que se acham depositados
os animaos seguintes: um cavallo ruco sujo, e
outro mellado, que foram lomados pelo inspec-
tor da Imbiribeira, na note do dia 12 do corren-
te, a Francisco Xavier de lal o a Manoel Jos;
moradores no Bu os quaes sendo presos ova- de MfMbrV es'V'ingodT^nr' iniam--
diram-se da palmilla, levando oquelle o cavallo no da 20 de feverero, (cando sugeilos .. mili.,
em que vmlia montado; um costanho, que foi de 3 por cont sbreos seos dbitos todi
tirado pelo inspector da Imbiribeira a traz oa que forera pagos doMia desse praae M
casa de lgnaria de lal ; um ruco verinelho, re-' consulado provincial, 7 de i
metlido por Francisco Manoel dos Possos Coelho, Pelo administrador, Jl.eodoro Mathad, Frn
O qual ja fui annunciauo; o 5 rezos rcmetiidas Pereira da Silva.
por Flix Jos da Solodade, por eslarem dentro INSPECCO DO iRSENAl l>F ,M VHP.'i \
desfaj lavouras : quera se julgar, pois, rom di- Iendo de continuar no bairro de Sanio Anie-
les, comparecam neste juizo munidos de nio a construcao do lance do ca-s entri
cnpcion, para eJ fin arriba mencionado.
Vice consulado de Fspana en Per-
nambuco 1 de febrero de 1860.
Juan Anclada Hijo,
Vice cnsul.
Novo Banco de Perrinnibuco.
O novo banco de Pernanbuco lero-
Ilie as nolag de sua t-missao de IU| c de
20$, epede aos possudores das mesmas
o favor de as virem trocar no siu c-
criptorio, dasBl 1 doras da manha at
as 2 da tarde.
Pela mesa do consulado provincial se .ir.
publico, que os 30 dios uleis para o | .
boca do cofre dos Imposto* do -I por cen
brediversos eatabefecimentos de Mfc -
de modas, de perfumaras e de vender plvora, e
14:768$176
Consulatlo provincial
Rendimento do dia 1
dem do dia 15.
1
:o0!^fi!)7
I:612J67y
27:1:
Movimento do porto.
.\iri'i entrado no da 15.
Ilha de Sania lle|e;i,iJ20 das, barca america-
na Riehmond, de 1S) toneladas, capilao K. I!.
Ilupey, cquiolgem 23,carga azeite de peixo ;
ao capilao. W;o r frescor.
Hacei -36 hora!, brigue inglez Carolina Sehenk,
de 19!) lonelados, capitn Jamos l.emesurier,
equlpagem IdJn lastro; a Whaitey Poster
& C
Rio de JaneiroS dia:, vapor de guerra austra-
co Eliiabelh, commandanle Cohn.
Rio de Janeiro)i dias, brigue inglcz Arana de
200 I inela I is, capilao W. Ilalckcns, e niipa-
gein 10, ('ni laitrn ; a ordem.
Portes do lurte 15 dias, vapor brasileira Prin-
eeza d'- Jo'-.a- lie. commandanle 1." lente
Antonio Corie.l de Br;t i.
Navios toahidos no mesmo dio,.
Rio Grande do Nortelancha braslern Flor do
lio Grande, cppitao Antonio I. da Cosa, carga
differentcs gneros.
Rio Grande do Nortelancho brasileira Flor das
Ondas, capilao Toralo Jos do Nasciinento,
carga varios gneros.
Montevideoesauna dinamarqueza F.liza Maa,
capilao C. II. Jabson, carga assucar.
* c CCj / 2? B lloran.
>a 2! 3 "-< H y t/i Direccdo, < o en
* 5: Inlensidade. = y.
I* ir-. io ii Centgrado. H r. o 9 7. 5 P
IO en ^l !f -1 l p loo Ci i feaumur. o r^
y y I -1 -1 tn a ira - 1 -I * | Fahrenheit Hygrometr c. > V.
A Ci c ~> i noile c S!2 com gr Barmetro andes nevoeiro 5 e agua-
cer rondou pelb S.
S ll.l. \r. VO DA HAR.
i'reamar as 10 h 30 ds manhoa, altura 5 1 p,
Baixamar as i h 56 da tarde, altura 1.75 p.
observatorio do arsenal demarinha 15 de feve-
reiro de 1860 Virsas Jnior.
Editaes.
oc-
p REVISTA DIARIA.
- I arece-nos que se nao ileve.diexnr ir nesse
laisser faire, cm que de presenteCOKC a aleo de
. Lima,
Jos da Silva Leal, Manoel Jos de Parias, Joa-
quim de A. Pereira, Jos Marcellno de Sou/a
Primo Pacheco Borges, Antonio Francisco It.i-
mos, Adolpho do Espirito-Santo. Jos Francisco
Anlunes, Antonio Joaquim G. Fraga, Joao Jos
Ribeiro Guimares, l.ourenco Jusliniano Vicente
Calambres, Caetano Miranda, o preso Miguel .lo-
se de Barros, Paulino, escravo do bario de Su-
assuna, 1 cabo de polica 5 soldados e 2 oscravos
a entregar.
Seguem para o sul: coronel Jos Xavier G. de
Almeida, tenenle-coronel Pedro Jos de Albu-
querque Cmara, Bellsario Olympio de Carva-
Iho h. Emiliano de Carvalho, Francisco Baymnn-
do de Ouadros, Elysen Conlinho lavares, Justi-
no da llosa Fialho, Carlos llaymundo Pereira do
Oliveira, Baymundo Peitro do llego Bello, Nar-
ciso Soares Ferreira', Porfirio Francisco Rosas,
.lose Joaquim dos Santos Ferreira, atieres Luu
Antonio F. da Molla e sua familia, 102 pracas de
prel, 27. recrulas pan o exercilo e 1 para mari-
nho, alferes Joao Caio de Androde, Clemente
Francisco da Silva.
Passageiros do vapor Cruzeiro do Sul, so-
lados para os pollos do norte : o escravo Delfino
do Dr. Lui/. Filippe de Souza Lea, Christiano
Bateckenfeld eseu criado, Manoel Jos da Silva
Jnior, Domingos Antonio Fernandos, Manoel
Pires, Jos Vicho da Penh i, alferes do lio bala-
Ihao de infantara, Francisco Genuino Simes,
Antonio Alberto de Souza Aguior, Antonio 1'!
Marlios, Francisco B. de Souza Lobo, Manoc
lheophilo A. da Cosa.
Passageiros sabidos poro 0 Rio Grande do
do Norte no laucha brasileira Flor do Rio Gran-
de :Dr. Paulino Ferreia, sua sendera e 4 es-
ciuros, Joao Manoel do Carvalho, Maneo!'A. da
Correspondencias.
A cmara municipal mando publicar a pos-
uro abaixo transcripta, para counecimenlo dos
seus munidpes, e a lira de que seja observado,
Paco da cmara municipal do Recife em sessao
de 13 de feverero de 1860 Luis Francisco de
llanos Reg, pro-presidente.Manoel Ferrcira
Accioli, secretoi io.
1.a seccao.Palacio do governo de Pernainbu-
co, cm 11 de fevereiro de 1860.
O presidente da provincia, tendo ,' vista o que
ni o Ihe reprcsetitou a cmara municipal do lte-
cil'e, em ollieto de 6 do corrente, sob n. 10, re-
solveque se observe provisoriamente o seguis-
te artigo de postura :
Artigo muco.rica revogado c sem cfTeito o
artigo 8." do titulo 8 das posturas municipaes
de JO de Junho de 1849, que conceden o uso das
empanadas : ninguem as pode enllocar em pona
ou em janella algnma sob qualquer pretexto : os
contraventores soltrerao a pena de 10? de multa
e o dobro na reincidencia.Luis Barb-ilho Mu-
s Fiusa.Conforme.Francisco Lucio de Coa-
Iro Conforme.0 secretario, Manoel Ferrcira
Aeeioli.
Secretaria da nstrucco publica de Per-
nambuco, 1 i de fevereiro de* 18C0.
Faco saber a quera eonvier, que por delibera-
cao do conselho director da nstrucco publica
se ocho approvado poro o leilura dos meninos em
lodas os aillos primarias di provincia, a obra
intitulada Iris Classico, publicada pelo Sr. con-
selheiro Jos Feliciano de Castilho Brrelo de
Noronha.0 secretario interino. Sallador lleu-
riqne de Albuquerque.
seus documentos, quo'lhe sero enlregui
Jos Roberto de Moraes c Silva.
r= Pela delegada do termo de Iguarass se faz
publico, que se acham recolhidis na cadeia da
villa, por fgidos, OS crioulosJos Nauis, que di/,
ser escravo do teuenle-coronel Francisco Anto-
nio, do ra da Imperatriz ; e Antonio, escravo
de Joo Baptista, morador no pateo do Carino :
quera se julgar com direito aos ditos oscravos,
comparecam munidos de seus ttulos que scrao
entregues.O delegado,
Antonio .lose Ribeiro.
Coiistliio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguintes :
Para os armazens do arsenal de guerra.
Sola, meios 200; cabo do linho velho. ai
">0 estanhoem verguiihas,arrobas 3 ; linhas pil-
las, libras 112 ; linhas brancas, libras :2 ; relroz
azul ferrete, libras 2 ; obreias, mac.os 100
iias de ganco -> 0.
Quem quizer ven ler laes objeclos aprsente
as suas propnstas em caria fechada na secretaria
do conselho s 10 lunas do manha do dia 22 do
crrenle niez.
Sala dassessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 15 li
fevereiro do 1860.Benlo Jos Lamenha Lin,
coronel presidente.Francisco Joaquim /Vivi-
r Lobo, coronel vogal secretario nterin l.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo, para [urnecimenlo
do arsenal de guerra tem de controlar os
ros abaixo declarados, pan a companhia dos
menores do arsenal de guerra durante os dous
mezes do marco e abril prximos vindouros.
Para a compankiu dos menores.
l'aes de i oncos, bolhachas, manteiga franceza,
cha hysson, assucar reUuinado, caf em grao,
carne verde, dita secca, bacalho, azeite doce
do Lisboa, vinagre d>.' dito, toucinho de dito,
farinha de mandioca, feijo prelo ou mulalulio,
arroz do Maranliao.
Quem quizer contrataros gneros cima men-
cionados aprsenle as snas propostas em cuta
fechada na secretaria do conselho s 10 horas da
manha do dia 2 do corrente mez.
Sala das sesi es do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra l de
fvereiro de 1860.Denlo Jos Lamenha Lins,
coronel presidente.Francisco Joaquim 'cia-
ra I.obo, coronel vogal secretario interino.
Coas da o administrativo,
O conselho administrativo, poro fornecimenlo
do arsenal de guerra, em cumplimento ao arl.
22 do regulamento de 14 do dezembro de 1852,
laz publico, que foram acceitos os propostas dos
senhores abaixo declarados.
Para o arsenal de guerra.
Romos & Limo 10 varas de golo de prala
da largura de 1 pollegada com 07 oilavas ah;i
oitava.
Como procurador de Antonio da Silva Gusmao,
Manuel Florencio Alves de Moraes250 cuajas
de oze^de ca raplo, medida nova a l-tlo.
_ lutrCarlos Augusto do Silva50 cana las d
azeile de Corrapalo, medido nova a 1 iO, 2 ar-
robas de OlgOdo da trra, a libra a ) :-.
0 conselho avisa oos vendedores, que devem
recolher os objeclos cima declarados, no dia 17
do corrente na sala das sesses do couselho s
10 horas ua manha.
Sala dassessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 15 de
fevereiro de 1860.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
chele da 1.a seccao do consulado provin-
cial, servmdo de administrador, usando da au-
tonsaco que Ihe concede o art. 50 do regula-
men lo de 2: de dezembro de 1852, foz p i
que no da 18 do corrente, pelas 11 li
vendidos em hasta publico, a porta da n
reporlicao. 00 couros verdes com 30,272 libras,
avalbda cada libra, segundo a pauta, em 170 i- ]
es quaes se acham depositados no armazem de-
nominado Pao Brasil, e aue d. la ivinrliciio do
provisoria e o outro lance feito do lado do ,
tro publico, convido o Sr. inspector ios fJM
queira ni tomar a si essa obra aaprese
nesta secretorio com as suas propostas i ni
lechados no dio 13 do mez prximo, pelas 11 ln>-
ras da manhoa, em que tero lagar o
sendo que as condices ceneeraentes a ;
da mesma obro, c o rcs|
poten les ne- .i secretaria para quein antes d i
lilo precise consulta-Ios.
Inspeccao do arsenal de marinhi !! !' n m-
buco, em 25 de Janeiro d
Alexandn Bodi
D-' ordem do lllra. Sr. insj n lor da Ih
roria de fazen I oin( a >e f n :
que a arrematar;; j part0 d -
andares sito na i ,a .i Gtl I n, 2.1. pi n
herdi ros de Antoi \
nao teve efelo no dia aonue ia
_ licitantes, e por isso Rea mesma ari
"a- lransf>Tida par i o dia 1> do ci rn
Secretaria da Ihesouraria de f.tzenda le Pi -
nambuco 1." de fevervlrd de 1860. u ufficial
maior interino,
Lus Francisco de Sampaio e S
Conselho de compras itavoes.
I end de i uzer-se a a<
jectoS do liiatenal al ixo di
necimenlo do almoxai f.nhi
Ilha, manda o cense
de ls do rorn ni*
de pro; osl is em cari >s [<
se mesmo dia al as 11 horas la n
panhadas das amosli is q ie i
CerlOS OS celen;
11 o ''' voli r de c. I
. de e n i qnan
carregarem aiem disl.....m o ei
se o houver, pi
codo, bem i
rom i i ha mu!
"
em foi ha
lentes prPgOS, 160 folhas.
Colla da Bohi i, ti arrb u
lnc r ido para o cmara 1.
nho oito arrobas.
Fule 1.
Ferro brillo |fl las.
Fe ha hiras d i ca tas 15.
Garranchos de ferr i 50.
Navai.is de niariiih
Paea de fen o 18.
Panno pai i meso 1.
Perafusos de ferrro de 5 I
grozas.
Tachas de ferro poro bomba 0, I I.
Zimo em barro 8 arrobos,
/.arcan, l arrobas.
P
nombii' o, 10 de fev reiro ne 1860.O -
.1 leraddre Rodriguu dos ,\ n.
THEATRO
DE
SIiUH.
COIPANHIS CRrlATiCA RAG10ML
son a mu.i lo iki tnnsTt
AXTOIIO JOS DIARTE COUDUI.
t":nta-refa ll> de f*'v-rero.
Subir j scena pela primeira vez
e drama em 3 ocio :
Pl RSOS IGI -.
Manoel do Cunha...........
de Helio.........
dio...............
Jos Evaristo...................
Marcelino Pessoa...............
Istunes .......................
Hento leg ..................
Um eriado......................
Raroneza do Almorol..........
Julia de Noronha...............
Kpoca cluali I
Terminar o espoi I n i ( m
dido comedio em 2 acl -
1 : ro.
'.
\ ral*-.
I
I.una.
Ra i; und >.
i;
I
I. |.<

, --.- e que P''.....'.....*-------- ........... u
consulado gerol ja ha va sido requisitada a sua Francisca
remoco, cojos cuinos foram apprehendidos a Joo de M
1 isscl freres, pelo guarda desla mesa Jos l.uiz O conselheiro
de Souza. Mesa do consulado provincial, 15 de
levereiro de 1860.Theodoro Machado Freir
Pereira da Silva.
I.m consequencia de terem dado parle de
doente o juiz de paz do corrente anno desta fre-
guezia, c o primeiro volado, o quem por le com-
peta substilui-lo, acho-nic em exercicio dcsle
caraOj na qualidade de 2. juiz de paz. As au-
diencias conlinuam nos mesnios dios e ,'is mes-
mas boros do costme. Freguezia de S. Jos do
Recife 1 de fevereiro de 1860.
Manoel Ferrcira Acciolli.
A cmara municipal desla cidade faz pu-
blico, que nesta dala propoz a Exm. presidente
da provincia a utilidade da desapropriaco Fazendo
da i aso d'um andar e sotan, sita na ra do Cor- Gaspar,
doniz, pertencente a Candido Alberto Sodr da Tendo ehegado do Rio do Janeiro odrai
Motio, o qual deve ser demolida, por assim o de- Abel e Caim, o sociedado aptn
terminar o planto do cidade. Paco da cmara a scena, nao s por ser mais uma obra pita
municipal do Recife, em sessao ile 6 de fevereire illuslre escriptor, o Sr. Anloi
de lsfiii. Manoel Joaquim do Reg e Albquer- como por
que, presidente.Francisco Camilo da /oa-1 i -
gem. oilicial-maior servindo de secretan
crli
mhmm
Sr. Colmbra o p
.'
'
f**vaaamiKxQa^aiwai
edara^o*js.
srs. rcdiictjres. I'endo sido removido do co-
ro ni. do Bonito para o lugar de chefe de noli- !
ciada provincia do Paran o digno juiz de direi-
lo Dr. Pedro Camello Pessoa, o podando alguem
suppor, que essa remocao devida oxforeos
meus e por amor deinteresses eleitoraes, apres-
so-rae em declaror ao publico, que nao lenho i ;
menor parle nesse ocio, e em nada absoluta-
mente concorri para o referido remoio. Die-
nem-se inserir eslas linhas, com o riue muilo
obngarao oo sen assignantc
Dr. leronym6 Muela de Castro Tarares. \
a. L. 13 de levereiro de ISO')
U*WJvtt II IIIIMI^^_
PraradoUccifc i o de fevei-eiio de 1860
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cota^es oflieiaos.
Descont de letras10 e 120|0 ao anno
Colacoes olTicioes no dio l depois das tres horas
da larde.
Cambio sobre o Rio de Janeiro = 1(2 0,0 de re-
l'iete de assucar da Porahibo para o Conal-25's
c o 0|0 por tonelada.
George PatcheltPresidente.
ubnurcqSecreline.
Alfanrlojjra.
Rendimento do di i 1 a 1 i. 175273f!^s
dem do dia 15.......21.026bM2
l,J6:30O5')7()
Tendo-se de proceder a nova numeraro
da rus do Impero lor, outr'ora ra do Colleg'io,
que dever [irincpiar desde a esquina desla at
ao convenio de S. Francisco, assim como del
mulas casas construidos em diversas nutras ras,
o administrador do consulado provincial, enear-
regodo de mandar proceder a referida nume-l
ragas de ordem superior, convida as pessoasque
se quzcrem prestar a fazer psIo servido a apre-
sentarcm suas propostas en. carias 'fechadas
meso do mesrao consolado at o dia 20 do cor-
rente. Mesa do consulado provincial, 1:1 de feve-
reiro de 1860.O administrador, Antonio Car-
neiro Machado Rios.
Tendo a reparto o das obras militares de'
mandar fazer pequeos conerrlos (no Forte do]
Buraco] no lelhado do casa que serve do respec-
tivo enmuiandante, assim como em una das ta-
rirabas existentes no mesmo forte, convida as
pessoas que de.-lo servico se queirain encarregar
a apresentar nos propostas nos das 1:1, 1 i o 15
do mez crrenle das 10 hora- s S da larde, na I
ritoda directorio, igualmente convido as pessoas
que se qui-ercm eneonegor do concert preciso
no laboratorio existente na Ciuz do Patro a o-
presentaron! suas propostas nos das cima men-
cionados. Directora dos obraa militares de Per-
nombuco. 11 du foveralro de 1860.O orna-1
nuense, Joo Monleiro de Andrade Malvinas.
Espaoles resi den-
les en el imperio del Brasil.
Lleno triotismo me dirijo a' vos otros en este I
clin, solicitando vuestra cooperacin pa-
raima causa tan justa como la motiva io la guerra que acaba de iniciar
la nacin espaola. Toda* las clises dd
estado se lian coatizado en la madre
patria, para ajudar con sus donalivosal
gobierno, afn de que pueda llevar a'
cabo, la noble empresa de vendicar la
honra de nuestro pabelln, ultrajado;
por los moros de la costa de frica ; y
castigar al mesmo tem no los aclos de
vandalismo, y piratera que continua-
mente estn cometiendo.
Al frente de todos se lia colocado
nuestra augusta soberana. No bare
o Sr. Antonio i
estar intimamente ro ifw
.-era de-, dan eme apreciado pelo pvblko deata
| cidade, um drama qae t itetare-
cebido nos prtncipaea Ibealros onde tem sido re-
presentado.
Os buhles acham-M desde j renda M
llicali o.
Goaecar s 8 lo
-#
^^^*4, s^aaj
CASSIXO P0PIL.V
Corpeiogcral.
Relocodas corlas seguras viudas do sul pelo
vapor Cruzeiro do Sul, e dos existentes no od-
mnslrocao do corno, para os senlioies abaixu
declarados :
Aureliano Jos dos Sontos.
Antonio da Cunha Pigueire lo.
Clemente Joaquim de Uliveia.
Damiao Jos de Abreu.
Frederico Miguel de Souza.
Faoc'isco de Paula Aranjo e Almeida.
Francisco Santiago Hornos.
Julio Pompeo de P.artus lima.
Joaquim Coelho de Almeida.
Joaquim Josq Ataesk
DE
MASCARAS I- Pl!AMASIA
MAGESTOSO SALA O
DO
PALACETE DA RA DA PHAIA.
Sabhmlo 1S ilo fiMcioipo.
A sociedado Cassno Popular lem a li wa de
auiinrior oo respeilsvid publico,
ro baile do grande ..-1.1 vrrdadi raan -
lor em que loos licite lomar pan.
mos cada uno de nos otros un pequeo I f'6ares m cepeo de pessoa m
/ i lugar no da cima mennonodo, e oue lem en-
para contribuir por nuestra | rktaHo os meios possiveis afim de
dfisi
an l
pie em seos airerlimenti s 1 reinai i r-
dem, moralidade e respeito.
A orebestro ser augmentada f nreeol r um
lindo e i'S'olliido repiirtoro de difT.i.
cas, sendo o maior parle intiaiBente notas.
Ser sempre mantida a boa erdem, e com 0-
dedade observarte o regalamento que o Illas.
Sr. Dr. (befe dc> polica se tignou approrar.
Os rorles estarn \ ,, niento, no parmenlo terreo, paro dan
-------------- ----- ------------------- ,...... .... ,(,,. s miius possiceis anu il'
parte al feliz resultado de esta exped-No Cassioo no presente cantaral 1
con-> 1 desojar, por nuoiita o soned, :
No me es permitido dudar un solo
momento, y cuento con q ic correris
todos y cada nno de vos otros al consu-
lado espaol a'llevar lo que cada uno
pueda, segn sus medios, para que no
se diga que, la distanci 1 pie nos se-
para de nuestra ornada patria, lia rel-
ie debemos como c-"val!",ir-J Sg.
triado el alecto que
buenos cuidadamos.
M. de Potestad,
Encarivgado de negocio* y cnsul
neral de Empana etf'el imperio
Brasil.
Se halla abierta en este vice consula-
do, Insta el fin de este mes, una sus-
Te-
de
Avisos martimos.
Para o Aracalv.
Segu eai pourns dios o bule Camaragibt, pa-
ra cargue passageiros Irata-ae na ma do Vigario
numero [,.
'
I DATA INCORRETI


f*)
, diario de pernambuco. quinta feira 15 de feverriro e mo.
l'ara a Iba de .->. Miguel. Espera- u Hio
deJeoeiro o patacho porluguez" Sousa & I TagetlS, CUteriaS, milldezaS,
'SS^JSSJS WKZlruK rmamelos todos despacha-
a travessa da Madre de Deis d. 9. ou na ra" d0S ltimamente C para StO
do mesmo nouie n. 3G. Segundo andar. i i r ..
yv | | comida a todos seus iregue-
JT^A t J C JulSDOa. izespara comparecerem quin-
Sriw com bre\ idade a barca portuguesa For-, ia-feira 10 do COrrente s 10
mosa, capitao Joaquun Francisco l'inheiro, re- I,
cebe carga e passageiros, para oque lera magu- IlOraS eil pOntO nO SGU arma-
ucos commodos : quera quizar carrogar ou ir de
passagem, trat com o capitn na praca, ou com
oa consignatarios Manoel Ignacio de Oliveira &
Pilho, no largo do Corno Sanio.
Babia.
0 brigna Varia Luir, capitao Nelmiro Tlap-
tista de Souza, propoe-se a seguir pan a Bahia
por lhe ter apparecido qucm d mu terco do
carregamento: as pessoas que nollo quizerem
larregar para o dito porto, queiram dar guaa no-
cas at s 10 lloras do dia sexla-feira 17 do cor-
rete, no cscriplorio dos consignatarios Almeida
Gomes, Alvos C. toa da Cruz n. TI.
zem ra da Cruz.
i
?>
Le loes.
Ut-ddl/lfUL
o
Quinla-feira 16 di etrrcntc.
O.agente Ruja ai leilao cm seu armazeni
:;ia ra do Imperador n. 15, do tres excedentes
bois de carru o una rano a nova c bem cons-
truida, que seao vendidos sera reserva de pre- 0 ;,|,,,x,,
linlia una carimba
qu .' aununciaule r<
O apetite Ilyppolito da Silva fara'
leilao ce tima escrava crioula, mora,
perita cosinheita, lava, eugomma liso,
e um molato moro pro>. io para pagem
ou boleeiro: sexta-feira 17 do cor ren-
te ao meio ui.i ein ponto : no sen ar-
mazeoe n. 11 C. da ra do Imp:rador.
l :. .-r, -^.-u-u- n_____liMii lili iwiiii
Avisos diversos.
Perdeu-se no dia 1 { pelas i e mcia horas
da larde urna carteira de marroquim verde, lar-
jada il" ouro, com 6 pollogadas de comprido e 3
de largura, punco inais ou menos, sahtiido-se da
sala das audiencias na ra do Imperador a seguir
pelo boceo do Ouvidor, ra das Cruzes al ra
de S. francisco n. 8 ; leudo dentro una purcao
desojlas do 10$, de 5S.de 2 e de 1; iim
A viuva litas Fernaudes declara
ao respeitavel corpo, do commercio que
tendo fallecido o gerente de sua casa
Firmino Moreira da Costa, tem consti-
tuido com procuracSo bastante e auto-
risado para todos os seus negocios a seu
mano Manoel Moreira da Costa Passos,
eao Sr. Joaquim Claudio Monteiro J-
nior, usando este dos poderes concedi-
dos na ausencia daquelle.
O Dr. Cosme de Sa Pereira
jjjde volt de sua viagem instructi-
tiva a Europa continua no exer-..
ciclo de sua profissao medica.
Da' consultas etn seu etcripto-i
* rio, no bairro do Recife, ra da^
riCruz n. 53, todos os dias, menos*,
nos domingos, desde as" G horasKJI
te' as 10 da manhaa, sobre os&
J
ee \2
APPR0VAC140
Al)TOlilSA(!\0
DA
E JUSTA CENTRAL DE HYGIEXE PIBLICA
IIM
Corda sensivel
De novamenleacha-se venda esta cxcrllente
comedia, na rui da Cadeia do Recife n. 11 ; buu
corno o drama
29 ou Honra c Gloria,
applaudido ; existen
se prometi lambem
ELECTIIO-MAGNKTICAS
BPISPASTICAS
T P
ara
seren annUcadas s gavies ateetailas, sem
resguardo ncm ineommoo.
seguintes pontos
l'. Molestias de olhos
de
curacao e
[. Molestias
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-j
cao, e do anus
. Praticara' toda e qualquer ojl
operacao quejulgarconvenien-pi
te para o restabelecimento dos?!
;mr, ? CHAPAS HBOICINAES sao muilo conhecidas nesta corte e em lodas as provincias di ste
imperio lia niais do i anuos, c sao afamadas, pelas boas curas que se tem ublido as enlVrmiia-
! *: =e_s5P*Sf o iue se prova com innmeros altestados que existen) de pessoas capazos e
de disiincces.
que lanas (ezes aqui l'oi
tamben) oulros livros que
vender muito cm conta.
(,)uem liver adiado um annel de cabello*
guarnecido de ouro. leudo na chapa m una
palavraAmore denlro as iniiats H. J. s C.
e o qui/.er estituir, queira lir a boiiuade de
levar casa do tscrivao Feneira na ra 4a
Palma.
No dia 17 do corrcnlc mez lem de u A j>ta-
ca do juizo de paz da froguezia de S. Joc, na
ra de Santa Rita, 3(1 du/ias de praloi d> brka
azul, 5 d uzias de tigelas pintadas, 11 bulfs piu-
lados, 1 diio radiado, 1:1 lucias pntala-;, 6 dilas
brancas e C garra foca empalhados, perlencente a
viuva Hosa J Irmao, a requerimentu do deoo-i-
tario geral.
l'recisa-se de ura liomcm natural das libas
para ser empregado no serviro de urna carn.-
com boi : a tratar oa ra i nupt, loj d
quina que rolla para a rua do In^icradur, ou no
Monteiro, sitio de Xisto Vieira Cnellm.
Ubaldo Anuos Vieira de Soaza, nio U
podido despedir-so das
seus doentes.
O e.vame das pessoas que o con-
sultarem sera' feto indistincta-
l mente, e na ordem de suas en-
moio bi I lete de urna das loteras do Rio de Ja- I n tridas" fazendoexcepeaoosdoen- ^& do corP> declarando a circo
"Ciro, a respeito do nual se prevenio pelo vapor! ,i .. i? (*; u,n pedaco de papel e a det
Pnceza d* iuionviiU ao respectivo tl.esoureiro, ^ teS de ol,l0S' .u aquellesque por ^ cadas no seu lugar.
Pde-se manda
allm de que nao pague como proceda contra
quera oaprcsenlar, visto como somente perlence
ro as 11 horas em ponto na portado referido ar-
mazem.
por
O prepesto do agente Oliveira far leil
titila e risco de quom pertencor de
11 i elas de lona.
7 com ules finase grossas.
Ii "iro para navio.
J2 arrobas metal relhn de forro de navio.
II barricas liolachas inglczas grandes.
;!00 lalastinla em oleo.
-' raixas dita em p.
1 ">:*" pi-.'.is tita di' cadaco larga.
l caixas com 2lfi duziasde copos para agua.
') resmas de papel grande para imprimir
50 lalas doces de marnelo ede nutras fructas.
Sexta-feira 17 do crrenle, s ll horas da ma-
i'iaa, no Ih'cco Ja lloi.i di'l'ronle do cliafariz do
Porte do Mallos, armazera n. 18, por baixo do
- rado do Bartholomcu.
Aleni disto a carteira con-i
una declararao do dia em |
eebeu a quanlia de 3005 do
| Sr. lliesoureiru da thesouraria geral para des- i
pezas da alfandega, alera de mais oulros apon- '
' lamentos quera a livei ochado, e liver receio
. i!-' ir para o inferno em consecuencia do que a
Iqueira restituir, poder enlffta-la na alfandega
j (o na roa de S. Francisco n. 8, a seu dono, que
| generosamente o recompensar.
Cuela no Pinto de Veras.
Precisa-so alegar una casa nu bairro dd
Roa-Vista, com commodos bastantes para i in-
glzes, a saber i dormitorios, 2 salas, co/.inlin,
e casa pira dous pelos : a dirigir-se no escrip-
luriodos Sis. >auuders Brothers&C,
= i'eidi-1 Pinto & C. inudaram o cscriplorio
para a rua da Cruz. ll. 18.
l rece-se um humera para iraballiar em
raachinismo de vapor, e roncera qualqoer peca
tendente oulros officios : para tratar, na rua da
Concordia n. 2G, sobrado.
Aluga-se a casa n. 4 da rua do Pra/er, no
'ugar dos Coelhos ; a tratar na inesina casa.
a iO o covado.
i$ motivojustoobtiverein hora mar-
cada para este lim.
A applicacao dealgnns medica
mentos indispensaveis em.varios
casos, como o do sulfato de airo- fM
^| pina etc.) sera' feilo,ou concedido &Q
gratuitamente. A conianca que'Y!'
jjfl nelles deposita, a presteza de sua &
%^aceao, e a necessidade prompta^,
<^ de seu emprego; e tndo quanto o
Pdemove era beneficio de seus;
^ doentes.
Precisa-se de i
que otenlia em
( bem sadia e de bous costuraos
bem. Dirigir se a' Draca de
ksencommendasdas provincias devem ser dirigidas por escripto, lendo tolo o cuidado de
. wzer as oecessartas cxplicacoes, so as chapas sao para hornera, sen hora ou crian a, declarando a
mouslia cm que parto do corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco, cova, nema,' i ou tronco
ando a circunstancia : e sendo ferida ou ulceras,' o molde do seu tamanbo em
claraeao onde existen), allm do que as chapas possam ser bem appli-
rde qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todaj as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianza, cm seu cscriplo-
rio, que se achara aborto todos os dias. sem excepcao, das!) horas da manhaa s 2 da larde.
119 RUA DO PARTO
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
TdaTIg
DE
ama de leite,
abundancia, que seja
pagase
gir se a' praca de Pedio II
antigo paleo do Collegio) n. 37, segn-
Quinta-feira 16 do conoide
s 11 horas em ponto.
O agente Camargo ara' leilao em seu
armazem na rua do gario n. ll, a
aequeriraento dos depositarios da la-
lenca de Jos Ribeiro Pontes, por auto-
risacae do Exm. Sr. Dr. uiz especial
f'.o commercio, do seguinte :
n lindo muiatnlio de idade !) annos.
Alguns trastes de Jacaranda' e omarello.
Vende-se para acabar, lasi.has do quadros
para vestidos de senhoras: na rua da Madre de
Dos, toja n. M A, esquina da rua do
ment
do e terceiro andar.
fferece-se nm pessoa para
coliranca, ou de rua, pois o mesmo
rio, e da fia-Jor a sua conduela, portanto o pes-
soa que precisar, .Jirija-se a rua da Cruz n. 15
r "i'ci ^^" X1^'- ^" i's ProT'nc espirito Santo, inaugurou urna poca famosa nos annaes do imperio.
Lina pulilicaeao que tenha por fim perpetuar a memoria do ttto fausto aconteca
0''?,
;istrando
caixeiro de
propriela-
' que adiar cora quom traiar.
Albino Doraingues, subdito porluguez,
Precisa-se de urna ama para casa de pouca ""^K?.P, ^e Jancr-
famlia, quer seja forra ou captiva na rua do los- """" ,sabfil Bessone
re-
Q
o agente Pestaa continua a estar autorisado
pela commisso liquldalaria da extincta socieda-
le de Qacao c tecidos dealgodo pira vender
restante do terreno do sitio da mesma sociedade. '
Os pretendentes podem dirigir ao armazera d
roa do Vigarion. 11, a qualquer hora do dia t
nder-se com o dito agente.
pelo n. 3.
fferece-se um moco porluguez com boa
Icllra, para escrever ou mesmo para caixeiro de
cobranzas : qucm precisar dinja-so ao becco
Largo n. 6.
Antonio Joaquim Abes Tcixeira, faz scien-
I le ao corpo do commercio, que |tom dissolviao
| amigavelnn.nle a sociedado que linha de com-
pras e vendas de gneros de estiva, cora o Sr.
I Antonio Dias Pernandes, Dcando a liquidaco do
! activo o passfvo a seu cargo, cuja sociedade gy-
| rava na raza o de Antonio Joaquim Al ves Tcixei-
ra A- i: Recife 13 do fevereiro de 1800.
Precisa-Sfl de urna ama que leirUt^nratica
de enzinbar : a tratar no largo do arsenal, co-
, cheira n. 1 .
0 abaixo assignado, pede a qucm tirou ao
I correio Una cortn i.ilvez por engao) de n. -4S3.
[que tenha a bondade de entrega-la na rua do
i n. 10, ao Si. G. A. Seifert.
Offerece-se um rapaz para caixeiro de pa- i
1 daria ou deposito do mesinu genero, o qual lera !
praliea : quf m o pretender dirija-se a padaria
defronte da estaco que achura com quera tratar.
dn Oliveira, previne
ao respeitavel publico, que seu marido Gregorio
Anlunes do Oliveira nao pode vender os bens de
seu casal, c bem assira tres escravos de uoraes
Joao, Joaquim e Jacob, era quanto nao for jul-
gado o divorcio que a annuncianle tem inten-
tado.
0 Sr. Francisco Chabredier, Francez, vai
ao lo de Janeiro,
Joao Antonio do Amaral, chegado a esta ci-
jdade ba3 dias, desoja muito fallar com seu lillio
j Jos Antonio de Amaral, que ha 8 annos existia
! nesta provincia : roga-se, pois, ao mesmo ou a
j quem delle aouber, o obsequio do dirigir-se ao
Porte do Mallos, rua do Codorniz n 3, que mui-
lo se lhe agradecer.
S
por
da
um
Ramos Duprat & C. conttnuaro
intervencao do agent; Ilyppolito
Silva o sen leilao consistindo em
completosortimento deazendas, la, i
nlio, algodo, seda e la, la e algodo e
entre ellas g para a quaresma, para oque pedem aos
seus ir. guezes (pie compareeam quinta-
eira 1 ti do corrente as 11 horas em
ponto no seu armazem da rua da Cruz.
pO-
0 agente Pestaa far leflo por conta de
quem perlencer sexta-feira 17 do corrente s 10
horas da manhaa era seu armazem na rua do Vi-
gario n. 11 DK
Mobilia constando de guarda louea, apparador,
cadeiras, snfs. marqueza o consoles, mesas,
espelhos, thoalhettc, quadros, lanlernas, can-
deeiros, commodas, secretarias, carteiras, fu-
mo americano era caixinhas de 20 libras, cha-
rutos e jarros
Na mesmaoccasiao vender
lindo mulatinlio de 18 a 20 anuos, bonita figura
proprio para pagem e mesiiui paia oflicio por
jater urn principio de ferreiro.
J
Quiota-feira 10 do torrete.
S 10 HORAS EU PONTO.
O agente Borja far leilao em seu armazem na i
rua do Imperador n. 15, s 10 horas em ponto,
le todos os objectos nelle existentes, que para
fechar contas vender s-m reserva de prco.
LEILAO
DE
Carro e cavallos.
O agente Ilyppolito da Silva lara' lei-
lao de um excedente carro de quatro
rodas com quatro cavallos todos bem
adestrados para este im, ein lotes a von-
t.ide do comprador : sexta feira 17 do
corrente ao meio u:a em ponto no seu
armazem n. 11 C da rua do Imperador.
ouitor das familias.
Sabio luz o 6. o ultimo numero da serie
extraordinaria deste peridico, exclusivamente
consagrada visita de SS. MM. II. a esta pro-
' vincia.
Os arligos publicados sao :
1. Humero.Programma do .Uonior das Fa-
' ii'ilias; visita de SS. MM. a esta provincia ; ora-
cao pronunciada no Te-Deum celebrado na igre-
ja do Espirito Santo ; poesas diversas.
2. numero.Festejos populaies em honra de
I SS. MM. ; 0 dia 2 de dezembro de IN.j em Per-
nambuco ; clicilacoes dirigidas a SS. MM.
sias diversas.
3." numero Os preparativos para a recepeo
de SS. MM. ; obras feilas por conta dn cmara
municipal desla cidade ; paQO imperial ; illumi-
nacoes do bairro do Recife ; fi licitaees dirigi-
das a SS. MM. ; poesas diversas.
4." numero.A familia imperial do Brasil ;
viagens de S.S. MM. villa do Cabo e cidade da
Victoria; illuminaco da praca da Boa-Vista;
poesas diversas.
"i.' numero.Viagem de SS. MM Cidade de
Olinda ; viagem de S. M. o Imperador villa de
fguaress e cidade de Goianna ; illuminaco das
Cinco Ponas ; leiicilaeocs dirigidas a SS. MM. ;
poesas diversas.
6. numero.Diario da visita de SS. MM. a
esto provincia : viagem de S. M. o Imperador
ciclado do Rio Formoso, povoai.o de Tamaudar
villas do Scrinhaera e Escoda ; illuminaco da
rua da Praia : pavilhao e arco levantado na ci-
dade de Olinda ; esmolas feilas por S. M o Im-
perador a diferentes individuos o corporaedes ;
poesas diversas.
Estampas.
l.n Retrato do S. M. o Imperador.
2.aRetrato de S. M. a Imperatriz.
-J.' Desembarque de SS. MM. na rampa do
I caos do Collegio.
4.aComplemento do desembarque de SS
5.aPassagem do prestito
do Collegio.
C 'llluminaees da rua
Piulas e praca da l.ingueta.
7.allluminaees do arsen
ce Ponas e rua da Praia.
8. Illuminaco da praca da Boa-Vista,
y.'1Pavilhao e chave mandados fazer pela
cmara municipal desla cidade.
10.aSala do docel no paco imperial na oc-
casiao do beijamo d3do a 2 de dezembro de
1859.
11.aDecoroaco da igreja do Espirito Sanio
na celebracao do Te-enm cantado pela feliz
chegada de SS. MM. a esta provincia.
Ha series completas venda pelo proco de 5$
! cada uma.
E esta uma pnblicacao que torna-so recom-
mendavel para lodas as pessoas que liveram a
dila de nascer na briosa provincia de Peinara-
buco.
Series ordinarias.
Cada serie constar de dez nmeros quo sero
arompanbados de vinte eslampas, sendo cinco
de labyrinlhos, tres de bordados, qualro de m-
sicas, duas de figurines e seis de vislas, relra-
los. etc.
Alteiieao.
Precisa-se de 1 400> a juros de um e meio por
cents, pelo lempo de 8 mezes, discontando logo
o juro do dito lempo, e dando-sc uma casa por
seguranca a dita quantia : a quem convier este
negocio, dirija-se a rua das Cinco Ponas defron-
te da estaco, deposito n. 148, que se dir quem
faz este negocio.
ittt*-jo>(s>ca j> esc omtjBinnis
Seguro contra Fogo
COMPANHIA |
n
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
Veode-se
ntecimento, re-
as.medidas inais proficuas e os actos mais caractersticos da munificencia imperial, du-
rante esta viagem, coujunctamentc com as demonstrarlos de aprese, devocao e lealdadc que Ihes
loram prodigalisadas pelo acrisolado patriotismo dos habitantes daquellas provincias, nao pode
aelxar de ser bem acolhida por lodos os Brasileiros.
lomando sobre nossos debis hombros esta grata e honrosa tarefa, extrahiremos das folhas
puidicas ludo quanto (Or conducente ao nosso empeiiho, inserindo alera di;so quaesquer docu-
mentos inditos e importantes, e todas as informa, o, s valiosas e fidedignas que nos forem minis-
tradasi sobre semelhantc assumpto; bem como as flicitar6cs, poesas e discursos dirigidos a >s
HM.ll quando paraesse lim nossejam enviados por seus autores. Nada nos ser to agradave
como citar e recommendar consideraco publica os non.es dos benemritos cidados, que mais
so distinguiram as demonstracoes de amor e veneracao para com os augustos viajantes.
/. obra ser dividida em tantas parles quanlas"sao as provincias visit.iJas ; fazendo-se, era
tugar competente, uma honrosa men;o dos sens actuaos presidentes.
1 revenindo os desejos dos leaos habitantes dessas provincias, aos quaes S dada a ventu-
ra de possuirem por alguns dias, cm sen seio, os augustos imperamos, uniremos obra de que se
trati os retratos de SS. MM. II., trabalho em cuja perfei<;o erapregaremss o maior desvelo.
tambera lhe addicionaiemos um quadro synoplico de lodos os cavalheiros que Ggurarem
nesta publicacao, com referencia s paginasen) que os seus no mes forem citados ; e. finalmente,
a reiarao das pessoas que, tanto na corte, como as provincias do imperio, quizerem com sua- as-
signaturas proteger estas memorias, cuja importancia deriva de tao alto assumpto. Dous ejem-
plares pnmorosamenle encadenados serao oll'erecidos, oom odevido acatamenlo. a SS. MM 11
cm nomo de todos os Sr?. assignances.
Cada cxcraplar que, como j se disso, constar do seis parles, mais ou menos voluraosas
aiem de um adutamenio era que taremos menco das pomposas testas que na corle se Qzerem pera
a rerepcao de SS. MM. II., edos despachos quo porventura possam ter Lugar depois do seu re-
grosso, costara aos assignantes que subscreverem 5 ou mais excmplares, a 10 cada um ; aos as
fiVmt^Lm}iSS!S^''\i1>tJ*-'tH0MIMnTntl d0 atall ass'Soado. Ccando iodos
Sl- I'res com uto" do rccloniiir a obra por partos, propor quanilo nao prefiram receb-la completa c logo depois de concluida." O CStabelecimenlo '
por todas as quantias que lhe forera entregues, c aceita, como lera estatuido,
se guaira, e em qualquer IransaccSo, os seus recibos como dioheiro. (*)
niveis orroda a assS"a'ura ser elevado o custo da obra, se alguns excmplares icarcm dispo-
Toda a correspondencia deve ser dirigida ao editor
. Bernardo Xavier Pinto de Sousa.
llio de Janeiro.Typographia c livraria, rua dos Ciganos ns. .i o 5.
U. Nao ser ocioso declarar, que tendo sido publicadas todas as obras-annunciadas por esto
esiaeiecimenlo no auno prximo passado, uma das quaes contera 11 voluntes (Amores de Ovidio c
t.i inalila Pudiana) acha-se por isso om dia com todos os seus assignantes.
i sponde
no momento em que
6
para
Tilas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Eslaaho em barra.
Ve miz copal.
Palliinlia para marci-
neiro.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Bi'imdc vela: uo arma-

imperial p
da Cruz, Fra de
il d<
,s MM zem de C J. Astley & C.
ela iua i mEWOiO> asss cea nuiiiSia"itti!r3
Jost'; Antonio Moreira Dias
cao do agente Pestaa, de um
completo sortimento de fer-
a
Antonio Augusto da Fonscca, juiz de paz
doi 1." districlo da freguezia de Sanio Antonio,
i scientiQca ao publico pue se acha em exercicio,
marinha, CIn- e que d audiencia no lugar e dias do costume,
pelas 2 boras da tarde, podendo ser procurado
era casa de sua residencia na rua das Tiinchei-
ras n. 36.
Saques sobre Portugal.
Teixeira Basto, S & C. comprara saques so-
bre Lisboa e Porto de qualquer quanlia.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e engommar, ainda mesrao sendo porlugueza,
para una pequea familia : na rua das Cruzes
n. 41, segundo andar.
Aureliano de Pinho Borgcs, professor jubi-
lado em instruccao primaria, presta-so a leccio-
nar era casas particulares, as materias de sua
profissao : as pessoas que precisaren) dirijani-so
rua da Gloria n. 17.
Traspassa-se um anno de renda do enge-
nho Covas, sito na freguezia de N. S. da Luz,
assim como vende-se urna excellente safra, ani-
maos de roda e alguns bois : quem lhe convier.
dirija-se ao dilo engenho, que achara com quem
tratar. Do mesmo engenho ausenton-se desde u
Todos os nmeros sero divididos em tres par- dia 22 de oulubro de 1859 a escrava Hila, criou-
les ; leitura para lodos ; leilura para as scuho- J la, ropresenta ter 43 annos de idade, pouco mais
ras ; leilura para os meninos, ou menos, foi comprada nessa praca ao Sr. Gui-
Recebem-sc assignaturas na lilhographia do Iherme Bessone de Almeida, tendo" sido do Rio
Monitor das Familias, rua do Imperador (Cadeia) Formoso, e lem os signaos seguidles : cor preta,
n. 22, razio de 5} pagos adiantado. baixa, cheia do corpo, cabellos estirados, em am-
o raclhor presente que se pode fazer a uma has as faces, junto ao queixo inferior, marcas de
senhora, fistolas provenientes de dentes, assira como era
Vende-sefa loja de calcados da rua do Li- ambas as pernas signaos de feridas, gosla de em-
vramento n. 29, com os fundos ou armacao : a
tratar na mesma rua ll. 21.
Vende-se um escravo crioulo do 21 annos
de idade, sadio, sem vicio ou defeilo algum, pe-
rilo Ofcial de sapateiro, bom copeiro, e apto
para qualquer servico : a tratar cora o abaixo as-
signado na alfandega, ou em sua residencia na
rua da Saudade, priraeira casa cora soto do la-
breagar-se, levou vestido e chales de chita, e al-
guma roupa de algodo azul: quem a apprehen-
der e conduzi-la a seu senhor o reverendo Flix
Jos Moreira da Costa, sci generosamente re-
compensado.
Jacintho Jo do Amaral AragSo participa
ao publico, quo tendo de ir ao centro desla ci-
dade a cobranzas, deixa por seus procuradores
do do sal. Pedro Alexandrino de Vanos Ca-: Francisco Jos Correia Marques, Antonio Jos
vafcanti de Lacerda.
Baptista, Andradc & Campillo.
A 5,000 rs.
Vende-se para acabar, corles decasemira rauis
lo finas, de cores a 5 : na rua da Madre do Dco-
n 36A, esquinada ruado Encantamento.
Na rua da Cadeia do Recife n. 5(>, pritnei-
ro andar, vende-se vinho do Porto engarrafado
em caixinhas de dusia, dito dito velho muito su-
perior idem idem, raixas com velas de carnau-
ba, ditas cora dilas de espermaeete, acafates e
bataios de. diversos lmannos e dilTerenles mo-
dellos, um resto decadeiras, obra do Porto, con-
tas douradas, apiles, loalha de panno de li'nho e
algodo para mesa de difiranles tamanhos, toa-
Ihasde llnho c algodo.
Vcndera.-sc 6 a 7 duzias de laboas de as-
soalho de louro, de retugo, por barato pceo, pa-
ra se desoecupar o lugar, e vende-se mesmo em
menores porcoes : a tratar no sobradiuho ao nor-
te do :azometro e a margen) do rio
Rua da Imperatriz
numero 2.
Vende-se superior manleiga inglcza a 1!, cha
do niellior que se pode encontrar a 2&5C0, bola-
chinhasem lalas proprias pare cha a IJ800, mar-
melada muito nova do raclhor autor a 1$, massa
de lmate nova a 1280 a libra, peras seccas a
610, ameixas a CO, chocolate fino do melhor
autor de Paris a lgOO, ameixas francezas em
latas de 12 o 6 libras, e a retalho a 1|280, um
surtinionlo de potes vidrados para botar manlei-
ga, de 1, 2, 4 o 8libras, queijo suisso novo a 800
re. a libra : vende-se ludo por menos preco a
dinheiro.
Aux caporal (raneis.
Tabaco francez caporal de manufactures impe-
riales de Franco om pacoles de 1 e 2 hectogram-
mas a 500 e. 1$. aliancando-sc a veracidaJe c su-
perior qualidade deste labaco, pois recebe-se por
lodos os navios francezes ; os consumidores des-
la saborosa fumaca, alera de terem labaco seni-
pre muito fresco, uo sero engaados, pois que
existe no racrc do grande quanlidade de labaco 1
falsificado, e que se vende por verdadeiro ; os1
pacotes vendidos nesta casa vo carimbados por i
causa da falsificaco Cenlro Conimercialrua !
da Cadeia do Recife n. 15, loja.
E DENTISTA FRANCEZ. A
> Paulo Gaignoux, dentisla, rua das La- 5
i rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e *<
I p dentilico. ^
O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire-
do queira annunriar sua morada ou dirigir-se
livraria da praca da Independencia,que se preci-
sa fallar-lhe.
Precisa-se de uma ama para cozinhar: na
rua Nova n. 8, loja.
vende-se o engenho llha Grande, moentc e
corrente, situado na demarcaco das freguezias
de Agua-Prela c Una, a dinheiro ou a prazo : a
tratar na rua de Apollo n. 16, segundo andar.
Professor dentista.
Acreditado era Franca, em Hespanha, e nesta
cidade de Pernambuco, arranca denles e raizas
com a maior rapidez possivel, assira comocollo-
ca-es- sobre chapa de ouro, platina e praia a
vonlade de qualquer ura que, delles precisar,
como tambera chumba c limpa-oscom o maior
asseio possivel, tira denles em casa a 25 e a 3
e fra a 5$. denle posto em chapa de ouro a 10j>:
quera delle precisar, procure no Recife, becco do
Abreu o 2, primeiro andar.
ELICIOS'S E INFALI.IVEIS.

! '.
JlO-
reni doseja -se mudar quera pretender dinj
a travessa du Oueimado n. 3, se d f.
Canoa desapparecida.
i sappareci u no dia 11 do correnta do [
das canoas do Recife, uma canoa de can
iberia, rom perto de 2 bracas d.' rorreo!'*,
tada de pelo por lora mstra ti i
de verde por dentro : quem dclla dor noticia i i
fundico do Sr. Mesquita itificadn.
Precisa-SO de uma ama no pateo du 1
n. 26.
Offerece-se uma pessoa para ama e ca-'
com habilitacoes para coser, servico ial<
preferindo-se casa inglesa ou de sen -1
ra, e quem do seo presumo se quizer m
annuncie ou procure na roa do llotocolosabo n.
S, treguezia dos Afogadoo.
rugi do engenho Inhaman do d l
corrente, um mole |ue crioulo, dv n ime Gal
rcpresenU le de idade 80 annoj pouce m
menos, baixo e grosso, muito pouca barbo, ca-
bera comprida, olhos pequeos e fundo,
Ihelados, falta de denles na fr< nti
rouro, levou alguma raupa, juiga-se qu
ludido por alguina pessoa quem o p
ta-seaoSr. Jos Francisco Carmiro na i ; i \
ti. i. ou no engenho Inhaman, que ser bem }.
compensado.
Veneravel ordem
lerceira tle S. Francisco do
liecife.
O secretario da metan abaixo &nijr.-
nado de novo Icmbra a seus cliut is i -
mos irraaos o dever ue llies impfic 01
nossos estatutos de acoeapanhareon a
procissao de cinza, que tira' lagar
tarde de 22 do crrenle mez, e apro-
vnt i a oceusio para rofjar aos moia-
dores das rnas por oude tem do transi-
ta v a dita procissao de aconscvaicm
timpas, cujas uas tao as seguiutes : ao
sallir rua do Imperador, pia<;a de Pedro
II, rua do tjuji.nado, Livramenlo, Di-
reita, pateo do Trro, becco do Uscroe,
rua de Ilortas, pateo do Carmo, Cam-
boa do mesmo, rua Nova, piara da In-
dependencia, rua das Crti7.es ao vto-
Iher-se, eertos de que no caso costra -
rio tomara' outra direccao. So
15 de fevereiro de IbftO. B
Jos da Costa V.dente, seeretario.
: O secretario da innaadadi >lc \.
S. do Terco, faz sciente a todos seus
I charos raos, que sendo convidada
nossa irmandade pela venerawl ordem
terceira de S. Francisco para acompa-
nliara procissao de cinza no dia 22 do
i corrente pelas 2 boras da tarde, a mesa
regedora em secco do dia I i, i,
veu unanimente t'osse aceito tao boaro-
so convite, c por isso espera que
charos irmaos se pnstem a comparece-
lem nossa igreja, no referido dia I
para a coadjuvacao e brilhantismo dj
tao re irr oso acto.
ilemp
as
Pastilhas vegetaes de
contra as tombrig
approvadas pela F.xm.a inspeccao de esludo de
Habana e por muitas oulras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e ruis paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
Javeis a vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombriga* Naocausam nau-
seasnem sensaeoes debilitantes.
Tcstcmunho expontanco cm abone das parti-
lhas de Kemp.
Srs. I). T. Lanman e Kemp. Port r.yrou
12 de abril de 1S39. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaram mcu Glho; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalara ura chei-
ro futido, linha o estomago inchado e continua [0tt
comicho no nariz, tao magro se poz. iue eu
tema perde-lo. Neslas circumslancias ura visi-
nho mcu disse >ue as pastilhas de Kemp linham
curado sua fllha. Logo que soube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de mcu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprietarios I). Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio do Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco,no armazem de drogas de J. Soum
l Companhia rua da Cruz n. ti
O be. tbesoureiro manda baaei pu-
blico que se acbam a venda todos os dias
idas 9 boras da manhaa as 8 da aoite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26e as casas OOmmissoisadM
pelo mesmo Senhor tbesoureiro na pra-
ca da Independencia numero lie I ti.
e na ma da Cadeia do Recite nume-
ro 2 armazem do senhor Fontm t<
as 6 botas da tarde somente, os billu-
tes e meios da quai ta parte da prmeil a
na do tbeatiojae Santa Isabel, cu-
jas rodas deverao andar impretei ivcl-
mente no dia 25 ,1o corrente mes.
O mesmo Sr. tbesoureiro manila
igualmente fazer publico que ras can l
cima mencionadas se achim btiltctei
de numeraeao sorlidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras 1 de feve-
reiro de 1SG0.O escrivao. J. M. da
Cruz.
#

9
vC
;^S
>3> @@s@
DENTES
AlITlFfiCIAEl^.

e^
Ordem terceira do
Carmo.
,0 secretario da mesma, abaixo ffftgnrto. avi-
sa a todos os charissimos irmaos para ao com-
pareeam na tarde de 22 do corrente ,i 2
na igreja da nossa ordem, paramentados com
seus hbitos, afim de acompanharmus a procis-
sao de cinza.=0 secretario,
Manoel Jos de Castro Guimartt.
Precisa-se de uma ama de leite forra ou
sobredila
qualquer @
procurado
hora.
# @@s $@s@
= Aluga-sc uma loja excellente para deposi-
to ou oulro qualquer estabelecimento por ser si-
tuada no largo do Terco c ter j prompla a ar-
macao, a qual se vende ao alugatario por preco
commodo ; a tratar na rua da Cadeia do Recife
n. 33, loja.
Precisa-se de ura menino de 12 a 14 annos
para caixeiro de taberna, com praliea ou sera
ella : no pateo do Paraizo n. 14.
= Precisa-se de uma ama para casa de um
moco solteiro : a tratar na rua do Livramenlo
sobrado de ura andar, n. 19.
Aluga-se uma muala muito fiel para o ser-
vico interno de casa : a tratar na rua do Impera-
dor u. 16, terceiro andar.
=- Precisa-se alugar ura escravo fiel para ser-
vir um eslrangeiro : no aterro da Boa->istan.
9, loja.
Vestuario.
Na rua da Cadeia do Recife. loja n. 51, vnde-
se ura lindo vestuario para os bailes do oruximo
carnaval.
Vende-se superior manleiga inglcza a %<1
rs. a libra, dila sera sal a 800 rs dia franreza
610, banha de porco a 560, rnararrau laliiarim .i
'120, aletria a 400 rs., passas muilo novas a 480,
cevadinlia a 320, queijos a 2*000 cada um, mae-
sas de tomates a 960 a libra, vinho do Pollo en-
garrafado a IjjO a ginafa, c oulros muiloi g-
neros, ludo muilo bom e muilo em conta : na rua
da Senzalla Vclha n 50.
DATA INCORRETA


DIARIO DE PERNA MfeUCO. OUINTA PEHU 1G DE FF.VEMEIRO DE 1860.
W
VOSO TOW
DODR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARM ACIA, DE PARS,
FARA O TRATAHENTO F. r.MI'TO CCRATIVO
DAS INFERM.DADES Si;XtAES, DN T. DAS AS AFFECQOES Cl'TASEAS, VIRCS E ALTERACOES DO SANGIE.
Citrato de ierro Chulilc. PWMWPm nppurntiio de nudciio.
Xtrupe vrgeial sem n.cr-
CUrio, o iiuico coidiecido
o upprovado pava rurar
con promtida e radi-
c.i ineiue inipigens, pusiu'as, luriies, sarna, co-
mix!?, acrimonia e alterarnos vtSjiosas do san-
gne ; virus, e qualquer sllcio venrea. B-
nhoit iflil wi Tonio-ie dous per semana, s-
guindo o Iralainenlo depuiativo. Pomada un-
tiherpetcu. De um ffWio maravilloso as af-
PLUS D>
\jioi.f niui prefeiivel ao
copan'ba .
e as Cube-
bus,ci.ii iiomediatauer-
te qualqmor purgse o ,
relax fluores brancas das mulhcrei. lnjoecao de
Citadle. E-ita ojelo beni-roi ewpfgBHW mes-
mo lempo do xarope de curato de ferro, urna vez
de maula, e una vez de larde durante tres das;
el.a segura a cura.
pEPflATIf
fetes cutneas e comixes.

lipiionoliiilin.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito na rua larga do Rosario, botica de lartholomeo Francisco de Souza, n. US.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correnfeaiino de
TPT-
II
y
l
m
(M
o qual se vende a 800 rs. na
piaga da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America coin
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge
raes, provinciaes, municipaes
epoliciaes.
Tabelia dos emolumentos
ATTEINgA
i Que pechincha.
OlTerece-se urna nessoa para ensinar cm al-1 "^ *
guin enxenho o seguinte : grammatica nacional, | vendo-se urna nrmacao (oda envdrarada pro-
lalim. francez, gcomclria, e tambem primeiras Pria para toja decalcado, miudezas, ou qulquer
letras : quem pretender, pode dirigir-se ra do negoro. por prego muito commodo ; a tratar na
I.ivramenio, armazem de rnolhados n. 5, o alii ruada Imperalriz n. 14.
deixar o nome do engeaho c o distrielo aquel ~ Vende-se ou permuta-se por um sitio parto
pertence, para os prelendenles se entenderern tiesta praca, casa na luesma, uraa parle no en*
pessoalmenle.
pe
gen lio Alaga Grande, na freguezia da Gloria do
_ Sos abaizo assignado participamos ao res Goi,a os prelendenles quoiram dirigir-so a na
itavel corpo do commercio e ao publico, que Bulla, casa junto ao deposito de canio de pe-
nzemos sociedade na loja decalcados francezes, I(,ra. das 6 lluras da manhaa s 9, c dessa hora
roupas feitas e perfumara? da" na Nova n. 7. 'is:> da l'irJe- no quarlel de policia, queacharo
desde o dia 3 de fuvereiro do correnle anuo, cuja c,m' quem tratar.
sociedade gyrara sob a razo social de Silva A I $#### #$S@$$I
Ribeiro. Recife 14 de fevereiro de 1860.Saly-
roSerapbim da Silva, Jos Francisco Ribeiro.
Piecisa-sede una orna ja idosa s para co-
zinbar para dous moros solleiros : na Solodade,
ra do Progresso, penltima casa do lado cs-
querdo.
Na villa do Cabo,
da ultima moda.
Vendem-se bbi rerentemente chega-
^ dos (chapeos de sonhora para passcio) :
ra do I.ivramento, ha urna boa casa de morada : 1 ""o andardn sobrado da esquina __
para alugar-se, e junio a uiesma ra, na travos- S S? '2?.??!?!le.?.P"t???-Aa i"J'.d" -
sn, que vai para Torrinha, ha outra nimio me-
hor, grande, nova, fresca, e com iimilos com-
andar do sobrado
ni
^ Se. Preguica, entrada pulo becco do'Pe- J.
$i xe Frito n. 1.
Rciogios.
Vendc-se em casa de Johnstoa Paler i C ra
do Vigario n. 3, um bello sortinieulo de i
deouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambero
variedade de bonitos Iraneelins para os mesuios.
TAlt'..ATAA.
Vendc-se superior larlalana, branca e de co-
rea com 1 1[2 vara do largura : na ra da (.
do Recife n. 48, loja de Lete h Innio
REMEDIO IICOlPUlfEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milha.rcsde individuos de lad8 ai B8< 9 i '. -
S I d.iii ii stemunhar as virtudes d<
51comparavel e [trovar em casona.....ario,
lo uso que dille li/.eram lea sen corpo e n
broa inlciramenle saosdepois de haver eroprega-
do intilmente outroa tratamentas. Cada
poder-se-ha convencer dessascufras mai 11
pola leilura dos peridicos, que Ib i
lodos os dias ha ruuitosannos; ea m
deltas sao. to sor prndenles que nrajiiu)
mdicos mais celebres. Ouaataa pesso'as reci -
braram com este soberano remedio ou*
' bracos o pe i s, depois de ler >rn meci :-
5
m
.ario n. 18. periodo quarlel de polica. Na mes-
paroebiaes.
Fiiinrp I. III |) I LedUUS 1/1V1, 1I1IUUI | de plaauc capim e tratar do mesmo.
VOS, eCClesiasticOS, littcrarioS lloga-se aos Srs. devedores a fuma social
de toda a provincia. i''6 ^e'le ^ Cor rea era liquidaco, o obsequio
. .de mandar saldar seus dbitos na I/u da ruado
Associacoes commerciaes, Queimauon. 1(). J RllSSia.
T>.,~ TVT^-^r^ ^^rk I>...i^^kIJtll. /DnlmnaN agrcolas, illdlislriacs, littera- j *scnda uo ii.oa(cs ...enea- Naloja defaenda$ Das naruada
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica), rfaseparticulares. **JT*sri*Jftii,.kn *-' -t"*14
Bolas de horradla
c perneiras de couro da
(! r e outros magistrados, alim d
i :i sua li rmativa.
Ninguem desesperarla di estsdo le san
livi bastante conAanra para en aiar i
lemente seguindo alguin le
r i ito que bj essitai c a nalureza
; i sullad i s< ria prm a ra
Que ludo cura.
IO uiiKiieiito lie ti!, nrals part
larmcuti ".. ( rasos.
SOB \ DlHCtlO DE E- ttRVASD-
collocaJo no centro Je urna das capilaes importanies da Europa, torna-setle grande todas as ClUalidadcS COU10 lo-
asileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confurtavel. Sua posicao ._ i.
res da cidaJe, por so achar nao s prximo s estaces de caroinlios de ferro, da J;,S> ^CIKlaS, aeOUgUCS, engC-
Serve elle de guia ao com-
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaos e commerciaes de
Este hotel
valor paraos brasi
urna das melhores _
Allemanhae Franca, corno por ler a dous minutos de si, todos os titanos e divenimentos ; e, ', llIlOS, etc., ClC
ilin disso, os mdicos precos convidam.
IS'o hotel hasentpre pessoas especiaes, fallando o francez, allemo, flamengo, inglez e por-
tuguez, para acompanhar as touristas, qur em suas excurtoes na cid;de, qur no icino, qur
emfini para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3?200 -POO )
por dia.
Durante o espogo de oito a dez mezes, ah residiram os F.xms. Srs. conselheiro Silva Fer-
ro, e seu ftlho o l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Feltppe Lopes
Nello, Manoel deFigueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e militas ou-
tras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Os precos de todo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (45000 45300.)
No hotel enconlrara-se informarais exaclas acerca de tuJo fjue pode precisar um estrangeiro
Johnslon & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Approvcitem a occasio.
Siropdu
JARABE DOFOEiCKT.
i Este xarope est aprrovndo pelos mais eniinmtes me icos de Paris,
i\*.p ay fMiiin sendo o nirlhor para curar cooslipfccoes, us*e convulsa e outras,
allec.es dos broacbos, ataques de peito, irit ies nervosas e iisomnolencUs: una colberada
pela maidi, e oulra noile siu sutlicienles. U rffeito deste excelente xaropc SJtisfaz 3o misui
lempo o lenle e o medico.
O dspos'Uo na ra arga do Rosario, botica de Bstlholomeo Francisco de Souza, n. 30.
Aluga-se urna casa na ra dos Pescadores n. 5,
pata rcUnacao, muito prnpria para este ti tu cm
ludo a peessoa que pretender, urji-sc a mes-
rua ra os. 1 e 3, ou a ra du Rangel n. 13, de-
posito.
Aluga-se um grande armazem na roa da
mrciante, atrncullor, inari- Cruz ",J- iuo bula os fundos para amados
, '-' I'anoeiros: a tratar na ra do Uangel n. G2, ar-
linio c cmiui para todas as mazem.
O abaixo assignado, tendo prestado jura-
0
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
res.
'i' turas.
de rabees.
- pai tas,
Vendem se saias balo a 3$ -
classes da sociedade.
Estrata de Ferro
Mnimutt mi
na ra da Cadeia u. 53, loja de
Alvaro & Maga Hules.
Farelo a 6J00O.
Saceos grandes : na ra Nova n. 52.
ST7" Defronte da matriz da Roa Vista,n.86, ven-
meato, como suppleule do jniz de paz do 1." dis-! deni-se e alugam-se bit lias de Hamburgo, por
trido da (reguezia de S. Prei Pedro Goncalves,
faz scicntcs a seus distribuios, que suas audion-
m b i -.
Enfermi ladi s da i
1 : geral.
Ditas do anus.
Erupees e escorl
Fstulas no abd >men.
Prialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
cas Qcan marcadas as toreas o sextas-fi-iras s
I 10 horas da nianha, na casa da sua residencia,
ra da Cruz n. 19, segundo andar. Recife 13 de
| fevereiro de 1860.Padre Jus Leile Pilla OrU-
gueira.
Na ra do Qucimado n. 30, lava se e en-
Precisa-se de una mulher forra para ir em
companhia de tima familia at o Haranho :
quera quizer bzer este negocio, compareca no
sitio da sonhora viuva Amorim, na Ponte do
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PARllLHA
DE
I!
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os maisiminentes como remedio iufal-
livol para curar escropliulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermidades do figado, dyspepsia, debili-
^co geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupees que resultam da impureza do
sangue-
CAUTELA.
1). T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, aeham-se obrigados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaeoes da Salsa Parrilha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a lodos
que sao elles os nicos proprietarios da receila
do Dr. Bristol, lendo-lhe comprado no anno de
1856.
FOIIMUS PAR 18(10.
Esto venda na lvraria da praea da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhiohas para ItstO, im-
pressas nesia lypographia, dasseguinlesquali-
dades :
K OLIIINIIA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamentodos direilos pa-
rocliiaes, a conlinuaco da bibliolheca do
Cristao Brasileiro, que s compe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, liymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitaran do de Sanio Amlirozio,
jaculatorias e commemonco ao SS. Sa-
cramento o N. S. do Carme, exereicio da
Via-Saera, directorio para oraco mental,
dividido polos dias da semana, obsequios
ao SS. co'coo do ...ns, cAuduodos tas s chagas de Ghrislo, orardes a N. So-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo polas almas, alm de
outras oraces. l'reeo 320 rs.
MlTA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento ds direilosparochiaes, e I
urna colleceo de ancdotas, ditos chisto- }
Sao convocados a reunirem-se na assoeiaco
coramercial os Srs. accionistas da companliia*da ,
estrada de ferro de Tamandar o Una, no dia 16 oOmma se com aceio c presteza,
do correnle inez. Conlinua-se a preparar bandejas enfciladas
___A l.opliorol WtTTifVTn fnm de d!,?r805 soslos' co *o'"'h Ul,s m !""-
U UaLlldl LI MIIIlLlIU ItUl curados e dos mais ptrfeitos do nosso mercado ,
O Sfll ('orinlorio lin 1" and.ir BSS,n C0B, >"**, boto ingleses e francezes, e
u btu cciipiuiiu iiu x auuai ua nossa massa os mais perfeito8i e iambemasl
dO SObrado U. 23 (I.I Tila NOYa, bellas seringas e lilhozes para o lempo do canui-
, -t g~, val, e una porcao de doce de caj secco por pre-
elija eillratla O pela tamboa dO co commodo : procure na ra da Penha n. 25,
P'irmr segundo andar, que se fara negocio.
L.tl 11U. Desoja-se saber quera 6 o correspondente
do Sr. Antonio Bernardo de lloaro, saibor do
engenho Cumbi.
O Sr. Francis.io Jos Ribeiro, morador nesta
cidade, lera uraa carta na taberna da ra da Con-
ceico n. 6.
40 Itua do Qucimado. 40 s

ila mal /.
!. des i
de n
Pin lu .
Pulmi -.
ladelas.
Sarna
Supui
rinhn, i ro qual i
ti- qui jo.
Trem
llleeras ua bi i ...
du ligado.
'.
l!.t- Ul !
menos do que em qitalqner oulra parlo, amla- Pf'Pras.
se qualquer ferramenta, lira-sn e chumba-se Cengtva* escldalas.
drr.ios. sangra-se e faz-so todo quauto pertence iPcbaee Veas ton
e arte de barbeiro. luflammaeao do figado d -
Vende se este ungento no
geni do Londres n 224, Straud.
odos os 1 oticari' a r >xu ista ti i
encarregadas de sua ven .
drande sorumenlo deazen- io s..i aavana e nespanh.
1 >e nn Ven le se asno rs., rada bocel i ;
UaS para a quaresma, e OU- urna nstruceSo em prtuguei para
i/i'i- uso deste ungento.


COMPAA da va frrea
no
Compras.
RECIFE A S. FRANCISCO.
l'i lo ; lsente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do correnle em liante
ao escrplorio da ra do Crespo n. 2, para rece-
liereii) o 8." dividendo di; juros de suas aceoes,
iiuiiadus no semestre decoriido do 1. de agosto
de IS'J 31 de Janeiro de lb. Recife, 1." de
fevereiro de 18G0.
Precisa-se al ligar um preto ou prela, ja ido-
sos, para comprar na ra c faier o mais servco
de una casa de familia, ou mesmo urna ama as
mesmas circumstancias : quera liver e quizer,
sos, contos." fbulas, pensamentos ...oraos.; "" ^-" a ,ua de Si,nta ,lila 'iU-
receilas diversas, quer acerca de cozinha, '
quer de cultura, e preservativo de arvores
e (rucios. Pceo 320 rs.
Na roa do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, de Jos de Aquino Ponseea, compram-se
continuadanienie modas de 109 e 20;(.(H), aguias
dos Estados-Unidos, modas de cinco francos,
oneas hesoanholas e mexicanas, cm grandes e
pequeas porces.
(
Allenc&o.
ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costutne, contera o resumo dos direilos
parochiaes. Pceo 100 rs.
! Allenco.
; Curso pratico e theorieo de lingua fran-
@ ceza por urna senbora ranceza, para do/ .
5 mocas, segunda e quinta-feira de cada so- ';
^ mana, das 10 horas ot meio dia : quera fe
t$ quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da ,
@ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos $
$> adiantados.
... ... ..- *A 'r- ......... -
lloga-se aos Srs. devedores lo estabele-
Curso de iiilez.
o
.l.neas Bruce participa ao publico dosta cidade,
que lem aborto nm outro curso para principian-
tes, desde as b" at as 7 horas da noilc : na ra
do Queimado n. 20, priraeiro andar.
IN ecisa-sc fallar ao corresponden-
te dos Sis. tenente-coronel Remeterlo
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa- (leS ou sem ellas Pode ser precurado aqualquer
Coroprant-se, vendem-se e trocam-se esrravos:
na ruado Imperador n. 21, priraeiro andar.
= Compram-se as seguidles comedias : Ber-
nardo na La, o Judas era Sabbado de Allekia,
Quera casa quer casa, Por causa de um algaris-
ino, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
mao das Almas e o Diabo na escola : nesta typo-
graphia se dir.
Compram-se modas de ouro : no cscrip-
torio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar. <
- Compra-se urna escrava que soja moca, de i ^f.m'rs ,dpm ,dem >dm
bonita figura, que saiba engommar, eozinhar, e "'"nnas ('e cambraia do todas as qua-
costura : na ra do Brum n. 10, armazem de lidades de 000 rs. a
Manoel Jos de S Aranjo. rj,alcs de Ulll,lllim branc03
- Compras, no armazem da ra da Praa uil03 de merino bordadoSi llsos e cs.
Iras muilas por baratissi-
nios precos para acabar.
I);"to-se amosli-as com penbor.
Corles de vestido de seda do cores cora
bailados >
Ditos de dita preta cora babados 9
Ditos de dita gaze phaula/.ia
Romeiras de fil de seda prela bordadas %
Taimas de grosdi-naple preto bordadas 5
Giosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Hito liso piolo e de cores, covado
Seda lavrnda prela e branca, covado 15 e
Dita lisa piola e de cores, com i palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de cambraia e seda, barra ao lado
Oriandys de cores, liiidos nndies, vara
Manguitos de cambraia lisos o bor I dos
Tiras e entremeios bordados
Maulas de tlonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dila de algodao bordados
i Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
-
8
S900
5.^000
n. 7 urna escrava de 20 2i anuos, de bonita
;ura, prefirindo-se ssr do mallo, com abelida-
vier de Andrade : na lvraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
Quera quizer vender um sobradinlio ou
nina casa terrea na Boa-Vista, dirija-se a esta
lypographia, que aiharfi com quem tratar.
"" 988- e t2 ?**^ ??5^S Sfl
hora, assim como um. moleque de 18 -20
annos.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem | cimento do fallecido Jos da Silva Tinto, o ob-
direifo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol, j sequio de saldaren seus dbitos na ra do Col-
porq e o segredo da sua preparaeao acha-se sn- ieg0 ven.ja n. 05 ou na rua j0 QueimaJo loja
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp. | n. 10.
Para evitar engaos com desapreeiaveis co-
binages de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sera os quaes qual-
ijuer outrapreparaco falsa !
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa de ac, trazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
New York.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro cora a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Cristal em papel cor de rosa.
4o Que as aueeoes juntas a cada garrafa tern
nma phenix semelhaute a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Bio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Baha, Germano & C, rua Juliao n. 2.
l'crnambuco no armazem de drogas de J. Soum
Companhia rua da Cruz u. 22.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito peno da praca, vende-se urna par-
te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
uim destilacio nova montada de um ludo, 22
bois de carro, 6 quartos, e outros objectos :
iracta-se na rua do Queimado n. 10.
Aviso ao respeavcl pu-
blico.
chegado esta cidade, do Rio Formoso, D.
Joo Nogneis, professor dentista, e se acha resi-
dindo no becco do Abreu n. 2, primeiro andar.
sea- Constan-
teniente
trocam-se, compram-se e vendem-se escravos de
arabos o sexos, de todas as idades e cores com
habilidades e sem ellas e lodo este negocio se
faz debaixo de toda sinceiidade : na rua Direita
numero 66.
Irmandadc do Scnhor
Bom Jess das Chagas.
A mesa regedora da irmanda le do Sonhur Bom
Jess das (".hagas faz seienie ao publico, o prin-
cipalmente aos moradores da freguezia de S. I'r.
Podio Goncalves, que a procis-ao do mesmo Se-
nhor lem de ser exposia vista dos (eis no dia
1" do abnl, lora do percorrer as ras da mesma
freguezia, tendo a mesa de marcar as nas por
oride deve passar a referida procisso. Ri
10 de fevereiro de 1860 O eserivo,
Benjamn do Cuino Lopes.
Deseja-se tallar com os Srs. JUa-
noel Francisco de Al incida, Jos Mar ecl-
lino de Souza, Tliomaz IJias Seno eo
padre Jos Avelino Muntciro do Lima,
a negocio que na ignorara : na rua do
Coto ve lio 11. 48.
Desencaminhou-se de um dos wages da
lereeia classe, na ehegsda do vapor da manha
do dia 11, um bahuzinho de Qandres iom roupa
jle meninos, 11111 sacco -om dila soja, una caixa
de chapeos : quera por eng.1110 levou ou der no-
ticia, dirija-se a rua de llortas 11. 21 defronte do
becco novo de S. Pedro, que ser recompensado.
O professor da aula de laura, mudado para
a rua da Gloria n 11, recebe por prego commo-
do alumnos externos e pensionistas.
Os abaixo assignados leudo vendido a sua
taberna do paleo do Terco 11. l'J, no Sr. Joaquim
Pillppe da Veiga ; pelo prsenle avisara a q-jem
se jMigar credor da (Irma social de Bnis i! Per-

2S5r^^se3is-gv;^
Vendas.
^Lices de franco
Na rua da Cadeia do jtte-
" ""^cife loja de ferrageas de Vidal
* e$\& lnstos, ha para vender os
I objectos abaixo notados por
[precos commodos e tudo da
inelhor qualidade possivel,co-
1110 sejam:
Camas de ierro e com lona.
i piano.
Mademoiselle Cleraence de Ilannetnl ^
le Man no ville continua a dar lieoes de 2
'y, francez o piano na cidade c nos arrabal- 5
JE dos : na rua da Cruz 11. [), segundo andar. 3;
A pessoa aqun. or ollerecido um relogio
do ouro de palcute inglez, coberio e cora cor- Bombas de iai.v completas.
ri'iiie tainbein de ouro, e cora 4 pedras finasen- I n | '-, ,
carnadas que Coi roubado no dia 10 do concille, Canos de chumbo de todas as grossuras.
queira ler a bondaJc dedirigir-se a rua do Cres- Ferro Suecta de todas as larguras.
Aro Je Milao.
Ai eos ce Ierro de todas a* larguras.
Cravos de ferro de todos os tamaitos.
Perra menta completa para tanoeiro.
Ferramenta completa para fereiro.
Trem Completo estanhado para cosinlia.
Trem completo de porcelana para co-
s nlia.
10 n. 10, que ser recompensado.
Precisa-se de una ama para casa de pouea fa- '
niilia, (ue saiba bera engommar e encalmar ; na
rua do Queimado n. 28, terceiro andar.
No becco do Trem n. 2. tem una carta pa-
ra o Sr. Joo Francisco da Silva.
= O alfnixo assignado avisa aos prclendeiiles :
arrematacao da casa n. 4 da rua do Cordoniz,
que pendem em juizo questdes sobre o quintal I Guardas comida edondos e qua diados.
) n amo sobrado, as quaes sao parles o abai- I,lCIiadas ameiicanaS e de todas as tua-
xr. assignado eos herdeiros de Bellcm, que sel -. '
acham prejudicados, contra o casal do finado Iiuades.
Joo da Silva Roavista, que o proprelario da j Ditas do Porto de todos cs taraanhos.
referida casa, o que so adverlo para se evitar pri.ro$ de todas as cualidades. I I-neos de seda rdxas para sonhora
! \ de fevereiro do 18b0. L, r 1
lampados de todas as qualidades
Enleites de vidrilho francezes pelos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balio de varias qualidades
Chapeos francezes linos, forma moderna
Um sorlimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao bramas e de cores
Ditas de fusto brancas c de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivcs muito finas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, lia e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninas
Ditas de seda para menina, par
Lavas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
, Velbutina de coros, covado
i Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda dem idem
I Um soilimonto completo de linos de
soda bordadas, lisas, para senhoras,
liomcns e meninos, de todas as qua-
lidades
, Corles de col'etc de gorguio de sida
de cores
; Ditos de velludo muito finos
3>00

6?000
83500
s
8
S
O deposito geral em casa i
pharmaceutico, na ruada Crun. -2. en
nainbuco. ,
) vf"{igr I v
I U i'< v. 11
ECALDf LISBOA
No b< m lo 1 ai reditado de] da
rua da Cadeia do Rerife i. \-, ha para
potatsa da Russia e da do lio de Jno
e de superior qualidade, a
cal irg m 1 m 1 dra : tudo 1 r on :o 1
razoaveis.
sv4
Um casa do T.. A. Burle i C, na da
8, ha sonniie par 1 1
ment de 1 1 us exi 1
5 c qual idades, os ;
pela :a boa ronslnierao. 1 les |
que forom premia los rom a n I
ra classe na exposieo uni\ 1 i
1 m (1 7 oitavas '' i! cordas.si
i!;i o cliapi : los d niel i As ;
sarem podera compra-loa c m 20 ou JU
menos que rra outra qu rlc.
Mindczas baratas.
Ni na da Cadeia do Recife, o.--
de Dos, vendem-se miudezas muito 1 *,
pois so quer acabar era as miudezas pxk
no estabeleciruento ; na mes I
h s rompridos e 1. : -
;e vendem r barato pre 1.
vinho lo Porto,
dito champagne, idem, dito
armazem de '.'.anua & Ucdei
do Recife 11. i.
Chan
9
15600
1*200
5700
ZjOflO
1 000
No armazem da rua da Madre do Dos 1 .
existe um grande 1 tic marcas seguintes, e venJ n ..
em qualquer par:e.
Varetas Brandao.
Regala Bi aodi 1.
I.anceiros.
Varetas S. Felil.
Regala.
cotiiplioacoes. Rocif
Colme Jo dos Santos Callado.
O abaixo assign ulo. residente no terceiro
andar do sobrado n. 58 da rua Nova, acha-se no
exereicio de seo magisterio, ensillando primeiras
letras, lalini e franco/, e eontiua a receber alum-
nos internos.
Jos Muria Machado de Figueiredo.
O professor de latim da freguezia
Mar.juezil.is ou sonibrinhas de seda cora
molas para senbora
Caixas com ferramenta de cara pina (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito linas de todas as oual-1 Sapfttinh8de mP1'" borJados proprios
dacjeg> para baplisados, o par
Fornos francezes para assadof.
Hules, cafetn as, assticareiros e man-
nadeT de comparecer na ra larga" do Rosaro I de S. Jos desta cidade, abaixo assi/'na- teul'lia8 en>etal.
n 32, para sor pago. Rocife 11 de fevereiro de i do, declara ao publico que a mativcu- Pcneira de latao de todas s grossuias
lobo.Joaquim Bernardo dos Res.Joao Auto- 1 1 1 1 1 Dar nadara e reinaco
nlo Fernandos. Ila de sua aula se aclia abcita, e que os ', .r ;iia,dU
- Um hornera portuguez, com 30 annos de | trabalhos lectivos da mesma principia- ,, as, m. a a ta' .
idade, chegado de prximo, a ollero, o para s, r' ,.a n0 dia 3 dt evei e, 0 prximo fu- MoinI'cs de lodos os tamanhos para re-
copeiro ou ruznheiro de qualquer casa cun lan- ,...'. lil'icao
lo que fallera pr.rtuguez : quera pretender din- turo- O interessados diri|am-$e a Casa I ,. ,
ja-seaocaheiro da barraca da Cspanga que lhe de sita residencia, n. 33, sita no pateo!0 algodao de todas as qualidades.
llir/l lllli'ni i n. Illln ll%niV^ iiitL T\l*f\rl-lf\ r\nl"l AAIAH
dir quem .
= Precisa-se alagar nina caa terrea bem pe-
quena, as ras seguintes : rua da Roda, largo
do Panizo, rua a iraz da Matriz, becco de S.
do Terco.
Manoel FrancUco Coellio
= Precisa-se de um caixeo para taberna que
Francisco, rua da Cruz, aun niio exceda de 10 a lenha pralica : na rua da Senzala Velha n 104
14$000 : quera liver annuncie sua inorada para
ser procurado.
Desappareccu no dia 11 do correte feve-
reiro um menino de nome Pergentino, pardo, de
idade 11 annos, levando chapeo do feltro de. cor
parda, forrado de velludo, e alguma roupa den-
tro de urna caixa de chapeo : quera delle liver
noticia, dirija-se a ru\ das Aguas Verdes n. 50,
primeiro indar, ou a Santo A ni i o a seu pal Cae-
lao Jos, Ferreira, que ser recompensado.
: Para compr a biographia du Dr. Jos da
Natividade Saldanha, pecomprestado ura exein-
plar da segunda edico das suas poesas, ou cora-
pro-o.Antonio Juaqxm, de Mello.
Aluga-se mensalmente ura negro de todo
o servco : a quera convier dar 1:500$, kando o
aluguel pelo premio do dinheiro, annuncie.
Precisa-se de una ama que eo/.inlie e en-
goinrae para duas pessoas: a tratar na rua dD
Imperador, botica n 10.
Roga-seao Sr. Theotonio Josde Albuquer-
que Mello que tenha a bondade de declarar a sua
inorada, 011 de mandar entregar os trastes que
lem alugadosa leu proprio dono.
Aluga-se a sala do priraeiro andar da casa
n.l d.i rua do Imperador, confronte a ordeni
terceira do S. i'vaiicisco : a tratar na mesma
casa.
Dito frouxo inglez proprio para coser
saceos para assucar.
Formas para pudins, pastelaoe bolinlios.
Latrinas patente de poicelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas ferramentas prjprias para
jardim-
Bataneas decimaesde todos outnmanlios.
Vendem-se carrinhos de mo a 15J00O rs.
na rua Nova n. 71.
Vende-se o engenho Taepe, distante menos
de raeia legua de Iguarass, sendo d anmaos
porm lora proporees para agua : a tratar na
rua do Imperador n. 16, lercerc andar donde te
dato inforraaeoes
5>
2J500
y
2^00
Casinetas de coros de duas larguras mui-
to superiores, covado IjOflO
Tafoi \Cixo, covado $500
Selim preto, encarnado c azul, proprio
para forros, cora 4 palmos de largura,
covado liGOO
Selim liso de todas as cores covado 5
Chitas francezas claras o escuras, co-
vado a 260 e j>3M
Cassas francezas de cores, vara a 00 e 1640
Lencos de seda de gorguriio prelos 5
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos lgOOO
Uin completo sorlimento de roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, palotots,
colleles, calcas de militas qualidades
de fazendas jj
Belogios e obras de ouro y
Corles do casemira de cores de 59 a 12j>000
Para o carnaval.
Mascaras de rame a t<, e de papeliio a 320 :
no patea ilo Carino n 9, primeiro andar.
Vende-se niel para embarque : no caes do
Ramos n. 6.
Vende-se ura fuga o de ferro com os seus
competentes utencilios ; ua rua do Imperador,
1 iji de uiitrcineiro n. 18.
Vende-se urna porc&o de bui.
treos quaes existem 0 parelh. .
mui tos gordos, n-ovos e nlio do excellenlc carie,
g320 gado ultiros mente de II
preterdenlea dirijam se ao li
compaidna ou ao aru 1 i va di 1
em Fora de Portas, de Fe!h C
Teixeira.
Tacliasc moer
Braga Silva c, tem sera; r< na h i
da r:;a da Mi.oda n. 3 \, ura
de lachas e moecd
acreditado fabrica i r.L i-.o*i.i
raesoio deposita ou na rua de fraci .

enc\
Gaspar Antonio Vicira (
raegerente Jos Gines Villar
Rua to Crespo u. 15.
Neste novo esiabeleritneutu esistem
de ultime gngto e por procos idasirave
serem baratissimos :
Sedas pretas em caries coa dita* (ulhas l
da a velludo.
dem com duas faias lifM.
Grosdenaples de todas aa ror <.
nileles liquissimos prelos c do cocos.
Chapclinas para senbora de Italia ricamente cn-
feados e de seda, os mais moderaos .....
Cassas de cores a 26') rs o covado, todos so ad-
mirara da-se o proco baraUasio o.
Fazendas de todas a qualida les para !:
e senhoras do melhor poasivel o mandara-!
casas do familia para escolbeieui a ronta
Arados americanos e machina*
pata lavar roupa : cm casa de S. P Jo-
hnston & C. rua da Sentarla n. 12.
Vendem-P tres lindos lencos de labyiinlhu
vindos do Maranhao, obra mais delirada e du me-
lhor gosto posstrel; na rus dos Prazeres n. 11.
------


(81
Na ra do (Jueiuiado, loja n.
49, de Muniz & Amaral,
vendem-se fazondas muito baralas para acabar,
por meno3 preqo do que em outra qualquer par-
to, como sejam : casemiras finas a 700, 4$ e
3g800, collotes de velludo a 5$, cortes de brim
de lmho a 2, lg600, alpaca de seda a 400 rs. o
covado, cortes de vestidos de duas saias a &,
ditos a 7 e 6J, corle de cassa chita a 2>, cassa or-
gandys a 500 rs., larlalanas a 900 rs., chitas a
280, SIO, 200 c 160, ditas do coberta muilo finas
a 240, chally a 600 rs., finalmente ludo muito
barato, que vista se admira e faz vonlade ao
comprador.
DIARIO DE PEBNAMBUCO QUINTA FEIBA 16 DE FEVEREIRO DE 1860.
Velas.
Vendem-sc caixas cora velas de espermacetc a
6f0 a libra, a retalho a 680, doce de goiaba a 1
e 18120 o caixao, vinho do l'orto engarrafado
fino a 800 o 19 a garrafa : por baixo do sobrado
n 16, com oito para a ra da Florentina.
Rap.
Vende-so rap de Lisboa em oitavas c libras,
muito fresco : pnssando a botica, a segunda loja
de miudezas n. 40, na ra larga do Rosario.
- Vende-se una negra moca com urna cria
de 11 mezes, cozinha, lava e engomnia : na ra
do Imperador n. 20, primeiro audar.
Feijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Boiris tem para
*. lder por preco commodo, em pequeas e gran-
des porcocs, sceos com teijo amarello de 6 al.
queires cada um, ou 30 cuias, medida desla c da
mellior qualidade que ba no mercado, cchesado
ltimamente do l'orto ao brigue porluguez .lina-
ria I: ni ra do Vigario n. 27.
Vende-se ura sitio em Henifica, a margeno
do Capibaribe, com casa para grande familia,
orvoredosdo fructo, o algum terreno para plan-
i as pessoas que o pretenderem dirijam-
se a ruado Imperador n. 3, segundo andar, ou
ao Mondego, sitio n. 82.
Veude-se no Manguinho, no sitio de Anto-
nio Leal de Barros, um boi manso, muito em
corita, acostumado a trabalbar com carrera.
Vende ss urna taberna com poucos fundo;
e muito afreguezada para a trra, e a easa p.igs
I (uenoaluguele tem commodos para familia a
a tratar na ra de Santa Cecilia n. 18, que se
faz ludo o negocio, ou a diuheiro ou a prazocom
boas firmas.
Escravos venda.
Na ra do Imperador u. 21, primeiro andar,
vendem-se 22 escravos, simiJo 16 negros, todos
- de 16 a 20 armo?, e 6 negrinlias, tendo urna
aellas 18 annos, ootima para mucama.
Vendem-se foges de ferro econmicos, de
atente, para casas de familia, conlendo i to'rna-
e torno para cozinha com lenhaou carvo,
i ptima invencao pela economa de gastar um
i ;ode Icnha ou carvo dos anligos, e de co/.i
nhar com mais presteza, tem a differenca de se-
rem amoviveis, occui>arem pequeo espaco da
casa, e de fac condcelo: vendem-se porpre-
luito mdicos, na fundr-ao de Francisco A
Cardoso Mesquia) ra do Bruna, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceirao da pon-
a do Recite, e ra do Queimado n. 30.
Na loja do ser tae jo, ra
fio Queimado n. 43 A.
Reccberam em direilura de Franca, deencom-
menda, os mclhores chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e prelos, c as formas as mais rao-
d mas que tem viudo ao mercedo, e por me-
i que em outra qualquer parte, assim como
tambem tem um grande sortimento de enfeite,
drillio prelos c de cores pelo diminuto pro-
co de 4$ cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a lg200 cada um em perfeito esta
do, aberturas brancas muito linas a 320, ditas de
esguio de linho a 1J! una, cambraia prela fina
a 360 o covado, s a vara a 560,e a 640, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a 1>200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
7g!0(), ditos pelos a 8 e a 9-J, cairas de case-
mira de cor a 7, 8 e 11J, ditos pretos a 7, 9 e
...lletes de gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa-
r.i viagem de diversos tamanhos, eiascruas, por
ser grande porco, a 1J-500, ditas a 1$600 e 25 a
duzia, finas a 3 e 4$, chapeos enfeilados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pro-
co, e tudo o mais aqu so encontrar o preco,
e nao se deixade vemnder.
A prazo ou a di-
nlieiro.
Vende-se a cocheira da ra da Cadeia de San-
t Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupce
Suin uso algum : quem pretender, dirija-se
iuesma,ijuc achara com quem tratar.
Acaba de cnegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo yolunie
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da IndeDendencia.
Capachos.
Vendem-se capachos do porta a 400 rs., ditos
redondos a 60, ditos compridos com 8 palmos n
12()0, e ditos grandes era forma de tapete a
2500 : na ra da Cadeia, esquina da Madre de
Dos.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, cora assenlo para 4 pessoas de
dentro, c ura assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e todo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree &. C. n.
42, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas prelas Jarradas, lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior era
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 2o c
Sarja prela larga, covado

geoo
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
25000
1800
2c500
2J000
uwuuuua-oe a veiiuer lazeuuas por uaixo f-v
H preco at mesmo por menos do seu valor, k
g afini de liquidar cuntas : na loja de 4 portas S
n ra do Queimado n. 10.
iros para vi-
PILULAS VEGETAES
ASSCARADAS
IIIISLMIIP.
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconstipacoes, ictericia, affecces do /igado,
febres biliosas, clicas, iidigesles, enxaquecas.
Hemori hoidas, diarrbea,doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO 1SPIRO DO SANGLB.
75,000 caixas deste remedio cousoramem-se an
nualmente I I
Bciuedio da natureza,
Approvado pela faculdade de medicina, e rc-
commendado como o miis valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
pu-amente vegetaes, nao contcm ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
eslao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e elTicaze
era sua operayo, e ura remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lca-se o fulhetoque acompanhacada caixa.pelo
qualse licar conhcccndo as multas curas milagro-
sas quetem efectuado. D. T. Lanman & lvemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes c proprictirios.
Acham-so venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DLTOSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandcga n. 89.
Bahia, Germano 4C, luaJuliiio n. 2.
Pernambuco, noarraozem de drogas de J". Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
draca.
*
AG$acaixa: na ra larga,
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, man da m-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tr.manho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jnnhston & C. va-
quetas de lustre para carros, scllins e silhocs in-
gleses, candeciros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montana, arreios para carro de um e dous val-
os, e relosios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite
i Irmao na ra da Cadeia do Recife u. 48.
Deposito de pao, em fren-
te to becco do Rosario.
Prutuoso Martins GomCs, lem a satisfncao de
previnrosseus amigos e freguezes, que m sua
recente viagem a Europa fez remessa para este
eslabelecimento de muilas obras fritas do vime e
gesta, tudo ao gosto e uso dos habitantes desta
provincia, por isso certifica seren chegadas lti-
mamente aoseu eslabelecimento as mencionadas
obias, aqu por novidadesc acham, alm do ou-
i tras militas cousas, percovegeiras feitas de vime
| para se pegar percovejos. Randeijas feitas do
I mesmo vime para roupa engommada, actales,
com ps para pdr frutas em cima da mesa, ba- "ita apparencia, sendo muito
ftp^ : H2idz abh,,i r"5: ""^r-
criadas fazerem as compras no mercado Ces- .imples heno. Usas machinas fazcm
j tas de vime para o mesmo fin, bjhus feilos de P0SP0[ll dos dous lados da costura s cozem cora
corroa, obra forte, canaslr.as grandes as maiores maior rapiJez e perfeicao possivel.
''lenlT;-hCl P.ar' ,';"J"'ia Sig3 dC Vim0 para- Acham-sc venda o mostrara-SO a qualquer
a niesmas, cestas grandes e pequeas para ron- 11,.,, llc H, ,. a -,
pasuja.condecas externadas do maior a menor, i uora.ds.dio ou d; o"o uca agencia desta
voadores para meninas aprender a andar, estei- Proni>ciano aterro da Boa-\is(a, actualmente
ras pintadas para marqnezas cora 9 palmos de I ra da Imreralriz n. 7 primeiro andar.
compaido e 3 de largo, Borscguins de couros de '
lustro para homem, chapeos copa baixa e haba
larga de laa ds carneiro feilos em Braga muito
proprios para o lempo de invern ; de tudo dase
para escolher as casas de familia, ha constan-
temenle nesto deposito gneros alimenticios del
primeira qualidade : aqu tambera continua a '
haver sempre grandes e ptimas mclancias das
Curcuranas.
r= Vende-se ou arrenda-so o engenho Potozi,
sito na freguezia de Agua-1'rela, moe com agua,
copeiro, as obras lem os neces>arios, novel
commodos, e bem construidos, c no que respeita
a prodcelo para ludas as qualidades de culturas,
parece nao haver superior em parte alguma, lem
fi peehincha
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambroias organdys .para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato preco de 500 rs a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao conlinuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4^500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3j> a duzia, cambraias muito ti-
cas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3#800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4 alpaca prela e do cores a 5#, ccroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60j>a duzia, organdys de lindos desenhos a
1*100 a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
franceza a 210, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4$S00, 5$, 5$5C)0,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs
covado, toalhas para mesa a 3 e 4, corles de
calca de brim do linho a 2, ditas de meia case-
mira a 23240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muilas fazeudas que se vende por
barato preco.
Uieguem a Peehincha
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chaly e merino decores, ptimo nao sopara
roupes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 3G0 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto preco de 2:500 cada ura musselinas
modernas, bastan|e largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o covado grvalas a fanlazia.o
mais moderno possivel a 1 e 1200 cada urna, e
oulras muilas fazendas, cujos presos extraor-
dinariamente baratos, satisfarao a expectativa
do comprador.
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
eicoado systema, fazen-1
do posponto igual pelos '
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das rr achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
rnostram a_qualquer ho-
fa do dia ou da noite
nesta agencia : nicos
entes em Pernambuco Raymundo Carlos Lci-
V Irmao. aterro da Boa-Vista n. 10
CHANDE Al.JI.tZEH
O agente ao verdadeiro xarope do Bosque lem
eslabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
lha n. 61, na botica e arma/.em de drogas de Vi-
cente Jos de Brllo& Filho : desnecessario fa-
zcr elogios bondado deste xarope, nao s pelo
reconl.ecido crdito de seu autor como pela acei-
tado que geralmcnlc lem lido. L'ra cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
cio do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an
tidoto para todas as molestias dos orgos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pria assignalura dos propietarios, e no falsifica-
do c esta lilhographada.

Novas macliinis de cozer,
DH
Wheelcr DE
New-York.
Acham-sc venda estas intcressanles machi-
nas de costura, as quaes re inem todas as vanta-
gensdesejaveis, nao s pela perfeirao c seguran-
ca do niechanismo, como por seren da mais bo-
faceis para se
Saunders Brothers & C. tem para vender em
bou armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, rcccnlimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
ites J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Ra do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Anda restam slgumas fuzendas para conclu-
ir a liquidacio da firma de Leite &Correia, as
quaes so vendem por deminuto prc^o, sendo en-
tre oulras as seguintes :
Majos de meias cruas para hornera a 1SG00
Ditcs Je ditas de cores 2$000
lutos da ditas cruas muito superiores 4$000
Ditos de ditos para ssnhora 3S00
Diios de ditas muito finas 4000
Cortes de caiga de moia cjsemira 25000
Ditis de ditas de caseraira de cores 58000
Ditos de ditas da easeraira prcta a59 e 63JOOO
Brim trancado branco de liaho fino
vara. 15000
Cortes ;le coleta de gorgurao de seda 22000
Pao p-eto fino, pro va de limao 3& e 45000,'
Grvalas de soda preta e de cores 15000
Siseados francezes, largos, cores fixes
co alo 2C0
Chitas francezas largas finas covado 2 0
Ditas e?lreitas 1G0:
Ripeados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade eovado 280
Cassas de cores covado 2i0
Passas de cassa branca bordada cora 8 va-
ras por 250OO
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 4.JJ0G0
Ernestinas de cores para veslidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 28000
Grodenaplo preto, largo covado 18800 e 28000
Seda, e sarja lavrada 15800 e 28000
Veslidos brancos bordados para baptisado 55000
Reoslos
o1
Suissos.
Em casa de Schatheitlin & C, ra da
Cruz n. 58, vende-se urn grande e va-
riado sortimento de relogios borizon-
boas matas e terreno para levantar outro enge- f, Itlo8los "O lon-
nho, fu-ando o Potozi com as ierras necessarias es* Palentes, clironometros e mcios
para sifrejar os mil pes de assucar que se qui- c'ironorneti'os de ouro, prata dourada
zer plantar, de presente o nico inconveniente p fnlcnrln* > nm-n c.,ri i 1 '
que se aprsenla 6 estar longo do embarque, ,.^a "i.' Send, estes relogiOS
dous das de viagem para ida e volta dos car- i ao Pl''nieiro labiiCantc da Suissa : que
gueiros, inconveniente este, que breve tem de I se venderao por presos razoaveis.
desapparecercom a chegada da estrada de ferro,
que reduza duas carcas por dia : portanto quem
quizerpossuir um Potozi, ou mesmo desfructa-lo
por arrendamento, no cugouho Dchoa achara
com quem tratar, 00 na ra do Uueimaio n. 39 a
fallar com Manoel l'lorencio Alves de Moraes.
RELOGIOS.
sorlimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor prelos de superior qualida-
de a 10, ditos francezes de seda a 7!, ditos de
castor brancos a lfg, ditos de velludo a 8e 9$,
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e
5 S$500 a 69500, ditos do Chile de 3;}500, 5, 6, 8,
9, 10 c 122, ditos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 12J, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 158, enfeites finissimos para cabeca
a 4g,00 c 59, chapeos de palha escura, massa'e
seda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, ditos para'
baptisado de meninos e passeios dos mesmos
tendo diversas qualidades para escolher, bonets"
de galao, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade
pald pagt-ui, cfaapads de sol do Boda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora c para ho-
mens ; finalmente outros muilos objectos que se-
na enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conta ; e os senhores freguezes vista da
azenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Dircita n. 61
de Benlo de Barros Feij,
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
|
Ra Nova n.49, junto
| a igreja da Conceirao dos
I Militares. 8
^ Neste armazem encontrar o publico X)>
** um grande o variado sortimento de ron- rf>
a* pis feitas, como sejam casacas, sobreca- 3*
^ sacas, gndolas, fraques, c palelots de M
3g panno lino preto e de cores, palctots c *4>
<* sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- ||
^ zina prelos c de cores, paldnis e sobre- j>
S casacos de seda ecasemira de (ores, cal- m
Z easde easeraira prela e de cores, ditas de d*
<* merino, de pnnceza, de brim de linho -';
$| branco e de cores; de fuslao o riscados, S?
<& calcas de algodao. colletes de vellod
m {""--lo c de cores, ditos de setim preto e 1k
g branco, ditos de gorguro ecasemira, di- W
ayj los de fustoese brins, fardamentos para ||
J. a guarda nacional, libres para criados, ^
m ccroulas c camisas francezas, chapeos e |
^ grvalas, grande sortimento d* roupas 9
^ para meninos de 6 a II annos ; nao agr- *
dando ao comprador alguraas das roupas
^| feitas se apromplarao oulras a gosto do
> comprador dando-se no da convenci-
JOIAS.
Os abaizo assignados, estabelecidos na ra do
tabugacom lojas de ourives ns. 9 e 11, fazem
publico que leem recebido de novo os mais bel-
los sorlimeolos de obras de ouro, c vendera por
preces mais em corita que 6 possivel, e passam
contas com recibos garnntindo a qualidade do
ouro, pelo qual ficam responsaveis : recebem en-
commendas, e concertara qualquer obra de ouro
com asseio e promplidao.
Seraphim & Irmao.

5-3^W9Si

gNovos mod icamenos lio-|v
g meopathicos enviados^
g da Europa pelo Sr. Dr.$
h Sabino O. L. Pinho.
a* Es'es medicamentos preparados espe- ^
H cibanle segundo as necessidades da M
^ homeopalluano Brasil, vendem-se pelos i
^ precos conhecidos na botica central ho- W
g mcopathica, ra de Santo Amaro (Mundo !S
tfi, >ovo n. 6. 5S
vue^cix
n.k
FUNDICO L0W-1B0W,
Ra da Scnzata Vova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapletosoriimentoe moendas emeiasmoen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para dio.
C., praca do Corpo Santo, relogios do afarna-
>cndem-se pipas c barris novos de Lisboa : ido fabricanio nneuu ,>,.____
no caes do llamos n. 2, cscriptono de Prxedes !, P? PW?OS comniodos.
da Silva Gusmao. c laK'bem trancell-.ns e cadeas para os mesmos,
n, de exceilente gosto.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 3", vendem-se os me-
lhorcs chapes de castor.
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOWAY.
PLTJLAS HOLLWOTA.
Este inestrmavel especifico, comporto inteira-
Vende-se em casa de Saunders Brothers & mente de hervas mediqinaes, nao conlm mcrcu-
Aviso.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
, ,. do um dos raelhores fabricantes de Liverpool,
do^aST 4 v^ndeT'senraS Zj KBftSft W" ^ ~ '*
3 penhora, arreios pralcndos para cabriolel, chi- k
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
ca.
no, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complejo mais
delicada igualmente promplo c seguro para
desi rreigar o mal na compleico mais robusta ;
e inteiromente innocente em suas operaedes e ef-
feilos; pois busca e remore as docnea "de qual-
quer especie e grao por mais antigs o lenazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, multas que j estavam as portas da
morte, preservando era seu uso : conseguirn!
recobrar a saude c torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; faeam um competente ensaio dos
efficazes effeilos desta assombrosa medicina, e
------, ----- r------..^.w. viu^iro nuilulltn <> iiiuu auiiuus uau ucvcm onircgar-sc
DOtiCa. de folha de flanilre, muito bem acaba- *c*PcraCr' .f;i^m competente ensaio
B.irlholomeu Francisco de Souza, ra larga dos, podendo um durar tanto cmanto T** csla assombrosa medicin
raenR.T0 36' "^ S seSllQtes meic- durar qualrodos nossos-a 400 n um | prCSl<'srccufcrara0 neflcio da saude.
Rob L'Affectenr. e M urna duzia : na ra Direita n. 47, I SC perC? lcmpo cm torcsterem
Pillas conlrasezoes. loia o unileirn P'1r 1naulucr das seguintes enfermidades :
Pilulas conlrasezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Uita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres}.
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Elliiir anii-asmalhico.
Vidros do boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim romo tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao mclhor
presunto de fiambre.
loia de funileiro.
1 Accidentes epilpticos.
Para os folgasOos do Car- S
naval
Gama & Silva, no antigo ater-
ro da boa-vista boje ra
Imperatriz n. G0.
Vendera lindissimos chamalotfs de algodao
la mitar-aodeseda, de todas as eores proprios
, para veslidos de senhoras para vestuarios para
homens por prego baratissimo que facilita faser-
! ce ura rico vestuario gastando muito pouco di-
Lj i nheiro da-se as raostras cora ninlmr
uijuasdevacca cmsalmoura vindas i-< t> p 4
Lsla ce torrando.
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Veos bordados para chapeo 255000
Salte meios bordados 13)600
Athoathado adamascado largo vara 18280 i
Lencos Je dita escuros um 100
Gangas de cores para palitos covado 200
> pndem-se camas de vento de louro com lona
a ojJuOU cada una, dit-is de amarello a 6*500
ditos guarnecidas de sola, obra mnilo bem pre-
parada a 10 e 123. cuchadas, vova invemao
piemontezasa lliO cada urna, penles virados
de tartaruga, moda a Imperatriz, a 12* fazpnda
igual sos de 20, ditos virados de massa a 2,
bules de familia, de diversos precos. de 6 at 3t>
Reimos de ouro e prata cobertos e descober- cra^asSde,cabo^o'a $ bfe MSS
L0LLa,,1nl! \nlch,03Uy>"a 1ue listera no qualidades. espingardas efiavinotjs muit?,Tnos
e
mercado, e despachados hoje, Vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
vera, ra da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
andar.
^------. ^- ^.j.,,,,,,,., Illiflli/ unos
do melhor autor que tem apparecido, e mais fer-
ragens c miudezas que com a vista dos freguezes
se moslrarao: na bem conhecida luja de ferra-
gens, na ra Direita u. 53.
Alporcas.
olas,
as (malde).
Aslhm.i.
Clica.'.
CoBTulsoes.
Dcbilidade ou exteruia-
Cio.
Debilidide ou falta de
torcas p.ura qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza ;io ventre.
Enfei milades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Dcrysipela.
Pebre biliosas
Pobreto internitente.
medio
Fehrcto da especie.
Cotia.
Hemorrhoidas.
Ifydropesia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammacdes.
Ir r eg u a ridades
menstrnaco.
Lorabrigas de loda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obslruccao de ventre.
l'htysica ou cousump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
\endem-se fazondas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a reta-
lho : na ruado Queimado" loja de 4
portas n. 10.
1
15 "^
CALCADO
Grande sortimento.
45--Rua Direila'-45
Os estragadores de calcado cncontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos presos aba'ixo :
Homem.
Borzetjuins aristocrticos. NftO
D.tos (lustre e kezerro)..... S.sOOn
Borzegnins arranca tocos. 8$O0<>
Ditos econmicos....... C.sOO'l
Sapatoes de bater (lustre). 5.S00O
Scnbora.
Borzeffins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5.S000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4f500
Borzefjuins paia meninas (for-
tMB)..........j.sOOO
E um perfeito sortimento de todo ral-
eado e daquillo que serve para fabrica.
lo, como sala, couros, marr'oquins, cou-
ro de lustre, lio, fitas, sed^s etc.
Para mascarados.
Na loja d'aguia de ouro, nudoCstafi n. 1 I
vendem-se lanlijoilas, gal i i, :
as qualidades, proprias para enfeites de v, -
nos de mascarados, aSMsa romo mu
rame e de paplou inuilo linas, que se
do muito barato por se ler recebido cm d
tura.
Attenco.
Vendem-se velas de e=permaretc a retilln, i
DU a libra, e em cai\a V, O, a<-im enmn uin.-
muiios gaeras por pre lo na i
na do largo do Carme n. l'J, esquina do boceo da
Bomba.
Para o carnaval.
Vende-se ura riqusimo restaari, f.-ii
annopassado.com todos os seos perteno
preco tao commodo que admira na ra da Sea-
zal Nova n. 2i.
Fazendas por precos ba-
ralissimos.
O Preguica vende em sua loja na ra do (
mado n. 2, as seguintes fazendas :
Lencos de cambraia lisa muito fina, du-
zia UM
Ditos de cassa brancos o de CDres, duzia l;OO0
Cambraias de cores de diversos gestos,
covado J4I
Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e 300
Chales de mcriu lisos com franjas de
retroz, um
Ditos de dito bordados de ve ludo, um
Ditos de dito com palmas de seda, um
Alpaca de seda de quadros, trate
Meias muilo finas para senhora, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Ditas dilas para dita, duzia
Meias casemiras de quadnnhos, covado
Ditas ditas escuras com duas iargnf
covado
Cortes dedila muilo fina
Ditos de dita prela bordada
Brim branco e linho fino, vara
Dito dito dito, vara
Dito dito dito, vara
Dito dllo dito, vara
c oulras muitas fazendas que c venderla
tade do comprador.
Sementes deliorlalice.
Sementes de hortalice de I
viudas pelo vapor Brasil .- v ;n lem-si
da Ladea do Recite, loja de ferragens de VM
uastos.
'* .....................
j
- .
CnAXDEEVARUDO SOUTHIEMO
DE
aSHSo taspfcilasc fazendas
A G00 rs. avara.
No armazem da ra do Queimado n 19 ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; este algodao serve
p^ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4000 rs.
Vendem-se esla3 pilulas no estabelecimento
geral do Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America do
Sul.IIavana e Hcspanha.
Vendem-se asbocclidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conlm urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de so usar deslas pilulas.
O d?posito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz u. 22, em Per-
nambuco,
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
huaos.
Nova invenfo aperei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Ra do Oucimado n. 37.
A 30$ cortesde vestidos de seda quecustaram
60.?; a l cortes de vestidos de phaulasia que
cuslaram 30 ; a 8j! chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; g.irante-se que nao
desbota : na ra da Cadci-i do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 43 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan c
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
l^oja c armazem
DE
Gees & Bastos
-
Na ra do Queima-
do n. 40.
'; Picas sobrecasacas de panm. QmbnI
; e de cores a 2s3,3(!5e :;:,-, lam a ten
; palctots dos mesmos pannos i 22) e 24a
palclolsda casemira de com de m
; bom gosto c finosa 12.-, 1 ^, if,o,. j.,
: tos de panno prelo para menino j 18a
; : OS, ditos de casemira de core a !" 1 -
I calcas de casemira de cores e rrelaa (
: lamente para meninos a 7^, br. '.?, I
- :
e-:
.
appi-
------ar gosto que tem i
o a 2ss, manteletes de l puto U
iuito superior gosto c muilo moderno i'J
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
cora lasso Farinlia de mandioca
nos armazens de Tasso i Irmos.
Milho
nos armazens de Tasso"4 Irmao*.
I2S, colleies de gorgurio de t
; mira a 5g, 6f e 7$, paletoU | ., ,
... los de cores saceos a --. d
a 7ge 8S, ditos de brim, de i de
i fustn lano brancos come de corea a 4a :
49500, 53e6J, cairas de brins braneetaaai- :
: lo linos a 5J, (i> c7>, clleies braai -
; cores a 3f e S96OO, camisas para menii
K de diversas qualidades, cal.-as d- brim
j_: cores unas a 3*500, 4J e bj, um o
p menio de veslidos de cambra a I
: bordados do melhor "='
! recido
, ; cor muilo superior gos.
w aaOScodaume 24, ricos casa.eqms de -
K cambraia bordados para menta li- : 1
, los para senhora a 15t, rkos e tfeiles de ':>
. troco de velludo gosto mellior que temap- j
: parecido a 1(N e 12:, e oulras g ottai fa- :
. /endose roupas feitas que com a prestara ;
:: do freguez se far patente.
Casacas para a quaresma
(j Nesto mesmo estabelecimento ha um '
-: grande sortimento de casacas pretas, as-
'; simeomo manda-sefazer por medida a von-
: tade do freguez. esrolhendo os me-
pannos a seu goslo sendo os praM a 35a '
e 40J. ^ :
Camisas inglezas
No mesmo estabelecimcnlo acab.- de che- .
f gar um grande sortimento das verdadciras ''
[; camisas inglezas peilos de linho com 1 n _
: largas, nliimn mola, por ter-st murta '
N quaritidade delerminou-se a ven ler por '
je menos do valor sendo a duzia a ii ;v
K ZSi:aa>'Vgg ,HiW
Carne de vacca salgad, em ba-xis de 200
libras : era casa de Tasso Irmaos.

l'
:
:


AMO DE PErNAMBUCO.' QUINTA FEITIA 16 t FEVEftElRO DE 1860.
Ct)
FABRICA
DE
MUtMm i fBffflfi) II ilfAIS.
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastio J.da Silva dirigida porManoel Carneiro Leal.
Neste estabeleciraento ha scmpre promptos alambiques de cobre de differentes dimences
(de 300 a 3:0004) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios conli'nos
para resillar e destilar espiritos com graduarlo al 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e ouiras provincias do imporio, bombas
de todas as dimences, asperanles e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tomciras
de bronze de iodas as dimences e feilios para alambiques, tanques ele., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugos de ferro polavcis e
ecouomicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo cm leneole barra, zinco em lcncol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lences de ferro o latao,ferro suecia inglez de todas as dimnscs, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitosartigos por menos proco do que em oulra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao ja coubecida
e para commodidade dosfreguezes que se dignarem honrarera-nos com a sua confianca, acha-
rad na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada paia lomar ola das eueor'nmendas.
la grande
fabrica de tamancos da
ruaDircita, esquina
da travessa de S. Pedro
numero 16,
ha erfeclivamonte um grande sortimento de ta-
mancos de todas as qualidades, tanto a retalho,
como em pequeas e grandes porces; a esta-
co invernosa est prxima, e neste estabeleci-
menlo ncharao continuadamente de um a mil
Com toque de a varia
1:800
. lesla carregada, olhos pequeos, cara larga, sem l>,.., -ro ili , barba, falla lina e a voz scmpre baixa, bocea J,ua giit^Vau*
j larga, com alguns cabellos brancos polas fontcs, Fugio do engenho Monjope, no da O d)
pareceudo ser muilo mancinho, porm muio corrente, o mualo Marcelino, alto seco, de pe
vclhaco e mollino a curador do emposturias, de i,.|.. .l n. i 1.1
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800; corpo. pernas | u segundo o ^ ab;^J.\a^ TnLZ]
i.n..j...mhr.;. !, a.nnn a nnn 9 mesmo corpo, cujo cscravo 6 de Antonio San-, ae >nnos <" idade e bolieiro, e nao me>
lencos de carnbra.a brancos a 2.000 2:500 39 Uago Terciva da Cost*. proprielario do engenho creado de servir. Quera o apnrehender, leveo
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face, Providencia, na fregnezia de Agua Prcta. quem ao referido engenho Monjope, ser genero=amen-
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma- pegar ou disser onde de corlo esla sera bem ,. .fll:p1<.ilIin
zera de fazendas de Raymundo Carlos LeUe&:recrp-nsad0- ,,. ^i 1
Irraaos. ra da Imperatr n. 10. i ,/f10 sfle P8ra "* '"J noute: do da MoleqUe FUffldO.
r 10 do corrente mez, da casa de Manoel Jos da v^^^v g>v.
Silva Braga, 8 escrava crioula de nome Odorica, 100^000, de gratiicaco.
conhecida por Drica, pertencenlenie a Sra. D. Roga-se aos capllaes de campos, e a toda s
Neste novo eslabelecimcnlo cncontrariio as Isabel Rayraunda dos Sanios Pinheiro, que ha qualquer autoridad* a appiehenso de um mole-
Nova confeitaria.
quer encommenda, por precos commodos.
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barrisde quarlo, por preco coramo-
do : no armazem de Adamson llowie & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de cnsommar econmicos.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLL1BOBADO
PELOS SHS.
O. Antonio da Costa A. F. de CastithoA. GilAlejandre IlorculanoA. G. RamosA. Guima-
raesA. do LimaA. de Oliveira MarrecaAlvos lirancoA. P. Lopes de MondonesA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarroirosCarlos Jos CaldeiraB. Pinto da Silva' c CunhaF.
Gomes de Amurim-F. M. RordalleJ. A. de Freitas OlivoiraJ. A Maia-J. A. MarquesJ. de
Androde CorvoJ. da Costa CascacsJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhr.sCouUnhoi. G. Lobato
PirosJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Orara JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Olivoira PimentolJ. Podro de SeozaJ. S. da Silva Forra*__
Jos d TorresJ. X. S. da MoMaLeandro Jos da Cosa-Luiz Filippe LeitoLure Jos da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio i'errazValuulim ese da Silvcira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
POR
A. P. te Camino1. F. Silvea da MoflaRodrigo Pagsnino.
mosas cocadas nunca vistas nesla provincia, as sad0; .ao corredor lenlo Alves ILodusues i upi- pouco mais ou menos, o qual fug.o da casado
amendoas do chicotes e torradas, apreciavel or-naml:'' Ulta cscrava e em m05a. da estatura abaixo assignado no da 30 de oulubro do cr-
chala ; na inesma preparam-se bandejas com o regular, esl grvida, tem bastantes pannos pelos rente anno, levando ealca de cor, carniza azul,
melhor gosto : na ra da Sanzala-Nova n. 30. paitos e costas, e saliio de cas, com um vestido chapeo de palha oleado e o maior signal soffrer
mj p m <*a clliu desbotado, parecendo de fa'zcnda branca, de aslhma e a pouco estevedoenie de bexigas ;
llOVQ. COIllGltCiritl. 1 leva,Hl uma 3rS0,a (,e ouro na orellia esqner- de?conia-se queesteja acoitado por algum aapee-
N.ia hriii... ., 1 Ja" Ella nalural da previncia do Marai.ho lalhao, que se nueira aproveitar de sua pequera
r^^:^^"^"so^'co d,nJd ."f^ COm 1a,,i'"'a ***. e "5o ^ P o seduzir, desde ja protesta o' Z
e de calda, para trra e exporlacao, ,irCparado 5al,,a a"",a as luas ,'ela Cl,lade- Consta que, abaixo assignado de cahir sobre dito larapio con
I por um novo mclhudo, bem como caj inteiro, | ou fura para casa do mesmo vendedor, ou para iodo o rigor da lei, egralitica da maueira acim,
mniVizf.S*l-?,!a,ai,Tadaf,Cvm0aS^A esludante, que mora no paleo anutlle que lhe der noticia certa, e napa loda
vem da Curopa. na ra da Sanzala-Nova n. JO. do Carmo> e qne lem um Z.rav0 de nom( ^^ ^ ^ fg ^ com q ^^ ^^ ^
5 7 Ir un 0r f," a dlta efCrcva assim manifcstaa. No se effectuar dita aprehenso, le%ando ru3 ttU
O i lUl UO VlICIIllUO J I ",anl n5 Se lenil (erteza- Pede-se ao Sr. Dr. n. 21. Francisco Jos Germano.
* chefede polica e mais enlhoridades a captura D___j., 1 ti, 1 1
L. 1 1 j-. .' Iugio do ngiMiho Alto do J> 1
Oa e 4 POrtlS. escrava, e qualquer particular <|iie a aprc- frpguz4 de Agua PreU, no di a * _" 1 hender queira levar na casa do mesmo Sr. Braga mez. um c 1 brocha do nomo Lniz, de id
Chegou a este estabelecimonlo um completo na ra Impeiial n. 7 primeiro andar, ou na n"s' poweo mais ou menos, uaiio, gi -
j sortimento de obras feitas, como sejam : pal- na do Imperador sobrado n. 23 primeiro an- 'ul", ?'i r'"' S('-m ''"
mk ii 1 u,i i;,.,, ia ir? no,* 1 1 um dedo oe um pe mais sobre os oulros ; 1
1 0)ts de panno fino de 16g ate 8&. sobrecasacas dar, que sera gencrosomente recompensado, c chapeo prelo de baela. calca do cas-
de panno lino preto e de cores muito superiores1 desde ja a dona da dita escroya protesta preceder chumbo, com li>ir.i- dos lados, 1 n. t-
a 35?, um completo sorlimenlo de palelots de' criminal e ci vilmente contra quem a liver homi- dapolao, cabello corlado; sueoe-sc t.-i
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman- siado cm seu ooder ;l ,'-s"'''l''-'1" '"rr"' "'' 1'", l!"' :"' "
vondagom dos ferros economices de P.lesse Drak. lC| que ge vendem c0 commod
polos mesaos procos Por qc ten vcndiJo no | de linll0 de dlversos ,amnnhos> c
seu t.be cemento da ra da Imperatrizn. 10, ; rranceia> de 1nho c de pannill,l0 do 2$ M
lato 00129 por pparelho com po lo, que cons- cada qnw ch apeos francezes pare homom a 8 Fugio no dia 30 de Janeiro Ondo a escrava co- genho, ou no Recifc, praca 1
la de ferro,folc c dcscanco. Esta maravilha d'nr- *:,* ..;< *..,-___ ,, i ditos muito superiores a 10J, ditos avclludados,
le americana eumdaquelles inventos de gran iecopaaUaa ^ dUos copa bai a w$ tha.
ulihdade para a industria, pois nao so economi- s dc feUro de or^nVz^Vum^ouco'enchTdos, aoabou'do \ No lia i 5 do correnio ddap]
sa o carvao e tenipo, mas se consogue em deter-
mi
que
rs.
cessit
raoi
que s
seu
sor manipulado a vonladc do
Os abaixo assignados ]>ara commodidade do
rospcitavol publico, procuraram e consoguirrm
ostabelecor cin diversos pontos desla cidade a
encontrado muito risinho da
iciff
villa
da !
camisas dOSOOO (iC 2T(ll IlClClO. ede caropTe^u'oriddes'
al 5 O pegarem, levem-no a seu sonhor, o mesn 1
Fugio no dia 30 de Janeiro Ondo a escrava ca- genho, ou no Rocifc, praca do Lj
bra, de nome Josepha, idade 50 aunos, punco ^rs Corrcia .V Irraos, oude
. mais ou menos, curta da vista, falta do denles, sados.
139, ditos copa baixa a 10$, cha- altura regular, manqueja quando amia, por ter
mais dbil traba-
exaclido c rcgularidade.
um
Publica-se todas as segundas f.-iras om fechas do 1C pginas, e completa todos os
vo'.ume de -20 paginas com indico o frontispicio competentes.
Assigua-se ne escriptorio dos'.e Diario, rea dosCruzes,-ena ra Nava n. 8.
Preco da assigaalura : pelos paquetes vepor 10J206 por auno; yor iijvio de vela 6g ;moeda
thador, tom mais um apparelho que obsta a que i ^ a ""' CaSSa9 traBcezas m,li, superiores |
o calor do forro possa projudicar a quem com
semestres elles traba'.ha. Acham-sc venda nos seguin-
les para cullotos, paletnts e calcas de 3;500 at1
; 4$ o covado, panno fino preto c de cores de 2-3.r)00
braetleira).
a algumas cc'.loicoes desde o comcro de publicacao dt jornal.
mAV
tes lugares : piara do Corpo Sanio n. 2,eslabelo-
cimenlo do Sr. Jos Alvos Rarbosa ; ra da Ca- *"}* ""*0' f" *a ~Ueto d Tel,U do
deiadoReeifen.4i. dem do Sr. Thomaz Fe,- m" ^.P^es a 9 e 12g, ditos de gorgurao
n^dosdacunl,; ra da Madre de P*os V^-^SdT^g^'tsTa 3 Fugio .,0 ci. 5 do corrente. da casa do abaixo
dem dos Srs. Fonseca & Marlins; ra do Crespo b ,' assignado, o cscravo de nome Thomaz, crioulo.
n. 5, dem do Sr. fes Elouierio de Azovedo ; ,CS^ df cascn"ras dc corcs d.e 5_ aUi 9. g^e-. miio do sbrto do Mochlo, com os signaes se-
u ----------- fit
icl.nle pouco mui-son menos an 1
roga-se as autoridades policiaes n (
taes de campo a aprehenso do dito 1 -
cravo podendoo levar a ra da ('.
o Recifen. 29, I ja de Vieira & >
Fugio do engolillo Sao! 1 1 :
marra do Naznrelh, do Laurentino l
u ha Pereira Bcltrao.no dia 23 de j
mo passado, uma escrava d>' m :. c 1 is :
Scus propriiKaiios offerecora a sous numerosos froguezes c ao publico em geral, toda o
qualquer obra manufacturada om bou reconheoido estabelecioienlo a aber: machinas de vapor de
- os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferae ou para-cubos de madeira, moon-
das-e meias moendaa, lachas de ferro batido o andido de ledos os tamanhos, guindastes, guin-
cnos e bombas, rodas, rodetes, agufades e boceas para forsalha. machinas para amassar man-
dioca o para descoronar algodao, preseas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, co-
'jmiias o moinhos do. vento, arados, cultiva loiee, pontee, 'ldeiras e tanaues, boies, alvanengas.
- e U lasas obras de machimsme. Executa-ee qualquer obra soja qal fr sua natureca polos
ilioe ou moldes [,:-. para tal Hm ferera apresentados. Recelicm-se eacommeedas neste sta-
lecimeRtfl na ra d.. Brum n. 2t> A c >a ra do Cellegiohoje o Imperador n... nioradia e cai-
sewa do estabelecimealo Jos Joaqoiw a Cesta P^reura, com quem os ^reteudentes se podem
' n ra qualquer obra. _4
------------4 4,* +-U_________^_^>___^
DO
3 RA DAGjLORL1,CAISADOFLt1VDAO 3
Clnica por aiauos os systcnvas.
O Dr.Lobo Moscosod consullas todos os das pola manhaa de tarde depois de 4 horas
cA^l Piracuraraunalmele nao sopara a cidade como para os engenhos ou oulras
Os chamados devom ser dirigidos .1 sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
Tlla TlllTl Fer a d, dla u" da "lle S(!lld Pr e5CriP10 o 1^ m aclare o nome da
pessoa, o darua e o uumoro da casa.
Nos casos Je nao forera de urgoncia. as possoas residentes no bairrodo Recife podoro re-
moller seus bill.otos a botica do Sr. JoaoSounnAC. na ruada Cruz ou loja de livros doSr. Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte volha.
Nessa loja e na casa do annnneiante achar-se-ha conslantement e os jnelhorca medica-
mectoshomcopallncos ja bem conhecidos e polos precos seguimos :
Botica de 12 tubos grandes, ...... 10*009
nitnertn > Hil/f ....
para coeiro, covado a escravo, cqueo levem 00 seu senhor na ra dos prarain a um sr. rnndade no uarrapaii
gues Fcrreira ; na Uircita n. 72, dem do Si. 2gi00, baroge do seda para vestidos, covado a Pescadores ns. 1 e 3, que serio recompensados pc-se estar acontada, por is*o quem a api
Jos Soaros Pr.ilo Corroa; ra da Praii n. 2S,' 1$400, um completo sortimento de'colleles de Senorosamcnie ... hender levar 10 referido engenho, 1
iilnm rfn Sr HuioJia Huiud Ja u,..n,;^ .. n_____s iqao iacuuho de Al. fezende. 1 praca aos Sis Manee Ignacio de Oliveira d
dem do br. CuModio Haaoel de Uagalhaes ; ra gorguiao, easemira (rola Usa e bordada, e de -Fugio no dia do corrente a piola Benedicta. Fho na i.ra.a do commercio, oi lor no-
da Praia n. 46, dem de Sr. *edro Jos da Costa slao de crea, os quaes se vendem porbarato crioula, de estatura baixa, cheia do corpo, ps licia certa do lugar on
CastoUo Uranco; ra do Livramento n. 36, idern pt*Ci velludo do cores 7} o covado, pannos apalhetados, tosa curta, lem algumas marcas pensado.
do Sr. Joao Antonio' de Maccdo ra da Santa para cima dc mesa a 10JJ cada um, merino al- flfandes de eridas no braco diito, muilo la- = No dia 15 do corrente mez, di
ruz;. 3, dem-Jo Sr. Luiz Mo. eir da Silva : e cocheado propuo para palelots e colleles a SaSOO t",''!?1 ft?!!.0.S: Manofl J8?!''1 Carnoi- dia, em praca publica do Illm. Sr. Or. jiiii n .-
, '_ ... Ult"u u '"u c______ 1 ,- -, ro Leal, e fui comprada 110 Abren do Loa, sabe nicipal da segunda vara, osliiv.io M: s, ;.-
na ruada ImDcretnz, ideas dos abaixo sssignados w\ado. MOdoa para armaruVde cabello a lodos os arrebaldes da cidade, c desconfla-se es- r rogar na easa das audiencias, se ho
Rayn-.undo Carlos Leite & Irmso. 1&0O, saceos dc tapete e de marro $SJ5ds>9 *## vt)ffi3ta s*m, eum grande sortimento de macas e malas 1em apegar e levar a seu senhor na ra Direi- minada Passo do Giqui, contendo -
@. Vo::dc-se na loja de N'abucoi C. na roa $ de pregara ene ludo se vende vnnlnd'o \ la n-84 ser recompensado. piche, forno do otaria, vivriros, r
M Noa a. 2, maecaras do tedas as qualda- a f ( e as Continua a estar fgido desde o mez do ou- uma casa om estado do ruina, o o d<
9 des, >..mas de meta eaiisaa -J moia ;;} lrlfi ln/"b- ojwutias mullas fazendas que nao tubro do anuo prximo passado, o cscravo Ma- lo dc diversos solos da dita pro|
;^_pivp:is*j.;ira o carnaval. ^ possivel aqu uit-ncionar, porm com a vista dos H'ous que se inlitula .Maihias), de naeao Ango- a differentes pessoa, constantes d
VwSV9w 99999 999991$ compradores so, mostraro la, representa lor 50 anuos de idade, tom falla mo do porlciro do juizo Jos dos Santos !
de denlos na frente e os dedus das maosfoveiros; por execucao dc Manoel Joaquim 0a|
oslo preto foi escravoados herdeiros do Jo^o Lu- Jos Florencio do Oliveira e Silva, -
ci Tcixejra Cavalcanli, que teem otaria no lo- de duas letras de parle da compra ;
medio, o sendo loyado prora por execucao I da sobredita propriedado que ficen especi
contra os mesmos, oi arrematado por Joaquim le bypothecada ao seu int .
V.ndf-ii-so por atacado ou a retalho de Iodas dil Silva Lopcs cm Junll !e 1859. o consta que | Fugio na noile de 10 do
ae qualidades, no aterro da Boa-Vista actual- a mesmo Prelo se acha om uma casa trabalhan- rente-anno, da casa de Manoel Jos da Silva Bi
um, obras de ouro do 18 qutales *4uasl sem i-i- IUP"l da '"perairiz n. 10, loja. do occ,1llo. polo que protesta o ann uncan le usar ga, a escrava crioula Odorica, mas
lio. magnificas caisiohas de abruukos com cerca -;^'^--^Hg-^-^--r___i c'"a ,d r!S"r da ron,lia 1u,:.m l'v,'r Cful- Pr Dutca' "a,,,rnl do Mnranh... 1 *
de J libras a 35 cada uma iF^Z Z T' :_------------------1 seu cscrav0> e cobrai-lhe os das de servioo : para 6 mezes, idade, pouco mais ou menos, de H
M'j _. iv-* JDSCF3V0S llIIUO5 rosa-se, porlanto, a todas os autoridades poli-!annos, cheia do corpo, estatura regular,
udllld lllldlil --------------------------._________o________* ciaes e capitaes de campo a captura domelo- maos fulas, tem bastantes pannos nos
O arrematante do pavilhao vende a madeira Fugio nedia 7 de nevembro do i nado prelo, mandando leva-lo padaria de An- as costos, levou vestido de chita des!
Nao se euganem, ti de'Vonte do gaz, no
bazar da ra do Imperador.
Batatas hamburgnezea alja arroba, cortes de
easemira para calca a 3J500, superior aletria a
58 a caixa do arroba, queijos tlamengos, as quaos
se vendem ras hiberna' a 2(800, forlo6(O cada
Aossenhores dentistas.
DeiUks americanos.
por barato preco para1 concluir : a tratar no ba- ximo passado o esrravo PeliniM
zar da rU3 dO liniiel'.llllll- II. <1 I.....Imnl.i .nn Ha_ m,l. ., :j.j. ,- ..v ''
anno pro- dio & Narciso, nos Cinco Ponas, d'ondo se an-
An-
Ditosde 24 ditos.
Ditos do 36 ditos. ....*""
Dito de 48 ditos.....
Ditos de 60 ditos...... .....
Tubos avulsos cada um. ......
Frascos dc tincturas.......'.'.'.'.''
Manoal de medicina homeopathica polo Dr.'jahr traduzido
om portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. .......
Medicina domestica de Dr. Bering, com'diccionario.' .'
Repertorio do Dr. Mello Muraos. .
CASA DE
1 "..i' 10
20jj000
25S00O
OaOOO
lgOOO
agooo
20i000
10S000
6S000
irf*nt2PJ^L^i^HtC1,,le^' que Pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
mr r nmld-1 ,' fa'-^-hao tambera do 1 de nevembro em vante, conlraios mensaes para
anos sacrZos m'ad publlC0 de qUCm 0S ProP'^arios esperara a remuueracao de
Assignatur. de banhos frios para uma pessoa por mez. .... 10J000
momos, de choque ou chuviscos por mez 152000
___________Stips oe carines e banhos avulsos aos oreos annnnriados.
Vendem-se
queijos superiores a 2#, nunteiga ngleza a 1,
l.J qualidado.cb do raelhor que ha no mercado
a 2$'240 a libra, azeite doce francez a 800 rs. a
garrofa,possas a 500 rs. a libra, e manleiga fran-
cesa a 560 rs.,e hlalas a 60 rs.; na Iravessa das
Ciuzes numero 6-
}0
r. ....,,,,,. v, ,,.., ,,.,.,,,. ,, u.11,,1- uu un- uni passado o cscravo l'e imv> i!o n-ip-n ^ ,i i ----1------ > ', """" "- "" i"'' r-"' imohiu, uiu oi.m.i t un
zar da ra do Imperador n. 6, confronte ao de- gola d* idade 15 a S \, iPk"l sen,tou' u easa de seu senhor Joaquim da Sil- orollii esquerda : quem a pegar, le e 1
1 lm-
ra re
Dos premios toquarta parte da primeira lotera a beneficio do recolhimento dePapacaca
__________ exlrahida cm 15 de Fcvcre.ro dc 1860.
NS. PKEMS..NS. PREMS. .NS. 1'BL.MS,
Relodos.
Yondc-secm casa de Arkuright & C., ra da
armazem n. 61, relogios do fabrcame Hi-
qh'Dury, sendo que pelo seu perfeilo machinismo
podt-se usar com cubera ou sem ella.
Relogios.
@k @@
Vendem-se relogios de ouro inglezes,
tente : no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadeia do Recife n. 36
de pa-
Abreu.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 41
grSos, chegodo da Europa, as garrafas ou as ca-
sadas: na ra larga do Rosario n. 36
Em casa de Henry Forsler & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
Fogdes americanos.
Arados a 30
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
LampeOesde patente e azeite proprio, ltima-
mente chesados dos Estados Unidos.
Amorim Irma OS, rita da Cruz n. 3, lcc:n
para vender.algumas acedes da companhia geral
de Pernsmbuco e Parah'iba : quem as pretender
pode dirigir-;e aos mismos para tratar.
i
i
fe
i
Estopa. ;
Camisas inglezas. @
ir; Bisceutos em latas. ^
Km casa do Arkwight & C. ra da Cruz nu- @
Jjf mero 01. .;;.-
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cas e do cores, era novello, para costura : em
casa de Scuthall MellorJt C, ra do Torres
n. 38
8@S @@@^ 9
Vendem-se chapeos de oleados para pa-
@ gons a 3$ : na loja de Nabuco & C. na ra *
Nova n. 2. @
### 099999999
Vende-se uma taberna afreguezada para a
trra e para o mato, com poucos fundos: a Ira-
lar na Recife, ra da Senzala Velha n 104.
= Vende-se um cabriolel de duas rodas, de
balaustres, dc patente, com pouco uso, pintado o
forrado de novo, com arreios completos p3ra um
cavallo, chicote, lanternas, por 3503'. T>cm pre-
tcnde-lo, pode ir ve-lo no sitio do Sr. Mosquita,
no Celastro, porto do Hospital Portuguez, a qual-
quer hora do dia, que achara com quem tralar;
bem como dous cavarlos castrados, andadores de
boiio e esyjipar, de bos mantones enovos.
1 OS 242 >^
1!) 5 53 5}
21 5; 5f 5;
32 10; 60 >-:
38 5 62 5:
00 03 63 0:
53 5: i' se
(G 10? 65 5
69 55 69 5-
73 76 2oy ? 71 76 0; 55
80 5
11 81 >; 5 82 55
S 1)1 55 5J 83 84 5) 55
114 89 55
22 55 92 20:
26 28 94 95 5; 55
30 5| 305 loor
35 5 6 J*
36 5t 7 50
41 5)1 9 4
43 55 12 55
4* S 14 20a
45 5; 16 20?
47 5j 21 5?
53 100? 22 5}
6-J 55 32 55
63 5t 33 5;
66 su 34 5
68 5 35 OJ
81 47 5$
84 5S 58 5
86 5* 60 55
89 5 62 55
95 9 64 5
96 5J 69 55
97 5| 71 55
99 51 79 10
202 5 82 55
4 53 84 55
5 5* 87 55
8 5# 92 55
10 55 93 5
11 53 403 51
23 55 5 55
25 5 25 55
26 5 34 55
34 5; 35 5*
37 5 39 5&
4'.0
41
47
53
55
60
61
64
85
88
89
97
505
8
16
17
18
20
21
25
27
29
35
39
45
52
54
62
64
65
67
70
72
74
82
83
85
88
91
92
603
4
5
14
17
22
27
30
34
35
43
55
>
5
55
55
5>
?
5*
v
r.0j
5;
5
53!
5;
53
5j
53
55
5;
5-
53
55
55
5
55
11
55
5
55
58
58
55
5
105
55
58
53
53
58
55
55
58
53
55
58
58
5
58
55
5
NS.PUEMS.
614
52
55
56
58
64
66
09
73
7
NS. PREMS.
817 5
70 5:0001
78
86
88
91
93
700
3
4
9
11
13
21
31
33
34
36
40
45
46
49
58
63
65
67
70
73
80
83
88
90
92
99
800
3
8
11
27
32
41
15
:>:
5-
55
55
5
55
55
5?
55
5j
55
58
O
55
5;
55
55
53
5c
55
53
58
53
5j
53
53
20;
5j
53
58
53
58
53
58
58
58
53
58
53
5
53
54
55
64
76
77
80
87
90
92-
98
904
8
9
10
11
13
16
18
21
25
26
27
44
55
56
57
58
64
65
66
71
73
75
78
84
85
86
87
93
95
96
1011
20
24
27
28
29
31
32
o
:o:
55
55
5;
5
5:
58
5
>
5;
5;
5?
.53
5;
bi-
ta
fi
55
55
55
58
108
53
n
53
:..;
55
58
58
"i;
20
5*
108
58
53
59
53
5
5
5*
58
58
5
5
53
58
58
58
5f
:\s.
1033
45
47
50
51
61
75
76
79
83
84
86
87
97
1108
9
13
16
27
29
33
35
41
51
53
51
59
60
63
71
74
75
76
77
86
91
93
96
98
1205
6
7
8
9
10
15
19
30
31
32
PREMS.
551
108
1051
5c!
55'
N. PREMS.
I23G 53
53
55
55
5j
53
55
5)
5C
20c
5:
53
58
58
58
58
58
5;
53
208
53
5ft
58
58
53
53
5
5
5*
5*
5
58
58
53
5
58
58
58
53
58
58
58
53
58
5
38
42
H
48
50
53
54
70
71
75
80
81
84
87
88
89
92
94
97
1302
10
16
20
27
31
37
43
46
58
69
77
79
80
84
87
88
95
96
99
1401
3
*
10
12
13
16
22
28
32
41
NS. PKE.MS.
53
58
55
58
5J
58
5;
55
">;
55
50
58
5J
58
5f
53
5>
5
58
5
58
58
5
58
58
58
58
3
5
58
58
58
58
108
58
58
5
58
58
58
5
58
5
58
5
5
5
5
5
i
ilj
52
62
67
69
71
75
75
76
80
83
83
86
92
1501
2
4
15
20
25
30
33
35
38
39
45
47
51
54
55
62
63
65
67
72
75
76
78
83
84
86
92
95
1600
4
12
17
20'
26-
27
100.;
53
5>
58
58
55
5;
51
5;
51
5;
55
105
5;
a
5;
51
3;
5;
58!
5j
581
5c
Sal
10 I
5y
58
5
53
5
53
5
58
58
5
58
58
58
53
58
58
58
53
53
58
5
53
NS. PREMS. iNS.
1637 3 1843
41
45
50
51
54
56
58
62
66
67
78
81
82
90
93
97
1703
6
12
16
23
2i
28
30
34
37
42
46
48
57
61
63
67
72
77
78
81
83
1801
10
12
17
20
23
24
26
30
35
41
5;
551
5-;
5;
5;
51
55
3c
5
53
55
5;
5|
45
50
51
61
6i
64
67
71
72
73
78
80
81
85
55 94
5*1 93
5 1901
53
58
53
53
58
58
3?
10;
3c
58
58
58
53
55
2005
58
53
53
55
2005
58
5
55
53
5
5
5
5
53
5
5
i
12
13
17
19
20
27
41
52
58
62
64
66
67
68
69
79
80
83
88
90
99
2002
6
10
12
17
21
23
26
36
PREMS. | NS.
51 039
5 40
r>%
51
3c
5?
5;
5c
5c
>
5
5;
5;
5;
5
55
50;
5;
5;
33
58
5:
5>
53
55
53
M
50
55
56
58
59
60
65
66
67
70
71
74
75
"7
78
96
97
99
2105
11
15
18
19
26
53 27
PREMS.iNS.
582221
5;
5;
58
55
5;
55
5;
53:
53'

55
5;
5;
5?
58
51
5
55
55
55
5 "
1:0005' 8-
51; 19
55 i II
5c W
100; 57
5f 58
2',
X
-s:
28
43
51
57
59
65
66
69
75
78
80
86
94
95
98
2303
6
PREMS. NS
38 2148
58 50
51 54
5; 56
3c 57
5; 1
5 64
5| 66
5) 70
20c' 73
5 75
5c 87
51
PHEMS. NS. PREMS.
5c 2611
>
55
5c
S|
12
19
22
28
30
5c 3 i
5;
lOtc
5)
96
39
41
88
92
31 97
5 2500
G
7
II
19
)0
51
5;
10c H
Sai 43
Is
53
55
%7
M
10c
5|
JC
5| ~>
53; oq
5b.
51
51 ->>)
r'~ 37
25
98
03
53
5
53
5>
3;
1U8
53
53
5
5
58
58
58
58
5
5
58
55
58
58
35
28
30
34
39
46
31
52
61
69
73
75
76
82
84
89
91
95
2200
1
12
18
19
51
53
5;
53
59
60
61
62
50;
55
5;
5c
41
43
46
49
J5
5|
5c
5c
5c
5
5c
>
1.)
78
81
83
85
89
91
93
5c -T,K'
3; 54
58: 65
51 67
5c 69
58! 70
aj
5
5C
56
38
61
51 65
5 67
53
53
53
58
58
53
76
84
93
95
97
99
5
5c
5c
68
69
76
8
12
20
21
27
35
46
.-;
:>c "
5-
10;
5-:
53
5;
."o
o; it>
10;
82
84
582i00
55 87
58 6
58 20
50a 24
5 26
5 28
58 36
33 39
05
53
38
5
89
94
93
98
5812604
35
5;
108
5
3:
5
53
5
5
5
53
61
66
73
77
80
81
84
92
93
96
97
^8
51
6
10
38' 98
5f
58
53
58
5*
38
3g
53
k
3f
5
3f
33
5|
51
5
3
5f
3
-
St

3
5|
5f
5a
5:
5f
Sf
3

.5o
5?
5
5
59
5

3
3
39
5
35
Oeserivo, Josi Maria da Crux.


SSL
Litleratura.
Catcchcse c insUucco dos selyagCBs
biasileiro>, pelos jesutas.
Emquanto n Europa condemna os jesutas tem-
blada dos males, que Ihe causarnm, nao vendo
nellos, srnarn os Inlmigos di lberdade dos poro^,
oh monajpohetas d i iustrucoo publica, os arbi-
tros da eonseiencia dos res, as trilas secretas
s oh regicidas errando os reis rio
ivam foseas caprichose Brasil, qu" rco-
bou is o< mnores beneficios, s Irm
-, divida de itralido, clorando nos
'no dViitre ello.-, mais se distinguiam, como No-
i' Anrliii i.i, c..|.iin.is, i|ui' porpctirem osen
nonio culi nos e inciten) novos misionarios
i eliminarn d;i obra iln rivihsariin.
quadru dos ir.lialhos dos josuilas na nossa
palian s loro por modelo, oque nprcsentnu o
clui-iiinismo ein seo berro ; s leve por mode-
lo a viija asctica dos apostlos do relho mundo,
i ssea venerandos saciaos, cojos vulios se desta-
cara da anligmdade engrandecidos pidos sceulos,
pira anda viverem na nossa imaginadlo, coto
as suas rabecas rcsplandeccules pela airara de
- coas nos raios da Mpicncia, com|que os lau-
reo u a mo iin lieos, i: como foraiu lo grandes
, ilrando na choupana dos pobres enfermos,
- hospedes hein rindes rnnsolando-os nn
sua miseria e huraildado,ropertindu centelles lo
la cari tode, que osmojaram de porta em
. nlran lo nos p,.laeus dos ricos, somo-
lhanles a urna apparico sinistra,huinilhaiiJo-
os oin sua grandeza de dissoluf&os o prevarica-
, solTrenJo com rosignacao as injuria*, que
uspiara i'in premio do propagaren) os sym-
bolos da le entre os poros du V. verso ..
Como ellos, os prmieiros jesutas abandona-
ra :n lodas as rnmmcdidades de seus convenios
1 vi rain nassar por ludas as privarnos amargas,
psperim otramos apstol sin rt-tho hc-
mispherio, som exceptuar o proprio marlyrio!...-
lucia reuhi la prolonga la e seinpre gloriosa
'is pi luciros colonos purluguezcs, para man-
to re m Ilesa a lberdade dos llln >l is lloresl is!
le obstculos para cliamarcm naooes intei-
i is ao gremio do chrisliauismo! i. que lrabalho3
para mplantareui a civilisaco no novo mundo
lires aldcias, que san hoja llores-cen-
es i dados '
i '.i-a la sol a ronstellaco do Cruzeiro, a
I razilera parece predestinada a represen-
lar ainda uui da Importante papel no mund" I
chrisio. O clirislianismo scllou como seu cu-
'and ...... sublime lodosos neontecimen-
i'-, que deram em resoltado o son doscobr-
i, e que se lite eogoiram depois. O mar-,
i sua i "ii piisl i loi a cruz, do que j Mola !
ido o sen ni mo. Ao conslituir-se naro
i" ir.depen lonte, o novo imperio respeila a
; ncia religiosa, graras plnlosopha do so-
lc-se rom a cruz plantada as:
praas de Porln-Segurn, apunta para o sen roo.
ille-se thiara e h-ija o anuel do pesca-
oramungando na le chrisla apostica' ro-
i! :i.
O -en primeiro gnreruador loca s praias da
precedido cunto Cabral do estandarte da
- moderna, basteado por seis liotnons
- le negras roupetas, que veslera a ear-
i .i'' morreu pora o mundo. Sao os soldados
ila, que vci. conquistar por louros de
victoria, os palm is do mailyrio ; exaltarcom seus
Iriumplios a gloria da egreja : e edificar com saus
dos de abnegado e liumildade o he mis-
de Colombo. Sao os padres Leonardo Nu-
I J lao da Aspieuelta Navarro, Antonio Piros,
\ ale Rodrigues, c Diogo Jacemo, lendo por.
rm enerando Alamud da ffobr
Decorreal apenas nin anuoj nevos missiona-
ii asierras americanas, a .tomar par-
3 trabalhos le seus irmos. Os padres \f-
Braz, Salvador Rodrigues, Manuel de Pai-
ra i> Francisco Pi "es. n cheg un ao lempo de aju -1
i''i na rinha do Scnhor; e emquanto a ci-';
se elevara c crescia circumdada de seus
stos muios de taipa, com sua matriz, rom ;
i i o do sen governador, com o edificio do I
ndu demarcadas a- guas praeas, t.-;i .i
ras para sor por mais de dous se-
a capital do novo estado, elles levantaran)
magnifica egtej.i c relie
scula hara apenas decorrido entre ol
nenia o i rinda dos renorandos padres,1
- .niis que lardassem, que a sua palacra t
i ule e cheia do unoeo se perdona estril o
no urna vozna aridez do deserto, como1
uni lirado lu mi io da lempcslade. Por tola a.
I osidade tiulia erguido a cerviz, el
; : i a | irlo alardeara os geu3 desregra-
s, o colono porlugucz, o homem da ci-
ta anliga Europa, havia-se e.mbruteci-
meio dos sel cageos do novo mundo ha-
iloptado os usos e ooslumes de sua vida'
ida, erran lo, e se nao lomara assento nos
us de saugue, o que contestavel, hua n-
i a aiilhropopliagia, lisongoaudo a vingin-l
is Iribus paia eternisar entre ollas as guer-
ras, que as entra (necia. Esqnecido do norae do
eos. nao cu ron m ais dos preceitos da sua
io. Os proprossacerdotes se olridam do]
sen ministerio, o viriam na embriaguez dos gozos
tres! 1'. pois a lula comocou, porllada te-
por lira gloriosa em seus triuraphos. o'
>, declarado livre polas bullas dos sanios pa-
c pilas lers la nietropole, achou nos jesui-
ii estrenuo defensor de seus direitos contra
a vida cobiea dos colonos, que redima dc-
iiilc condica i d oscravo quem linha uasci-
d ; '!,i c,.r Din homem I
.ni appareceram os missionarios e se mos-
traran) por lodo o Brazil, Camitihavara a p,.
leus, com suas abas na cinta, com seu bor-
d i ao hombro e neile pendente a rede, que ha-i
'frir de leilo. Siistenlavam-sc das inicias I
irvofes, das berras dos campos, das raizesl
slingas, das aguas dos ros, do mel dos Iron- I
eos. Enredavam-se as florestas. Ooviam o.
Lamido das feras. Suban) e desvian) as sorra-
ni s .i; i''piadas do rochedos,caradas de precipi-.
- abrindo-sc comnho por cima de todos os:
-. aos raios ardenlcs do sol, ans agua- i
i das frmenlas chegaram s tabas da gen-
tillidade n ponelraram em cada nina de suas ocas,
avam as suas cabeQas, mostraram as suas
s, e se ennunriavam por abares. Repollu-
do o nome de sen Dos, levavam a voz do evan-
gelio ao mtodo feslim daanlhropopbfjgiasubs-
liiuiarn o_marak de seus pags pelo signal da
: o, derramavam a agua do bapsmo so-
bro s calieras de milliares de barbaros, que eram
nssim roubados s sombras do paganismo, c fa-
ziam resplandecer a seus olhos a luz da tnstruc-
co, anancando-lhes a venda da ignorancia, era
que viriam.
Para que melhor comprohendessem os povos,
que caleclii/.avan c fi.ssem por elle compreheu-
-, cuidarana primeiro que ludo em csludar o
FOiLIIBilTflM. r)
O HEALllII,i DE THEREZA.
ron
CARLOS 5IUGQ,
III
( Continvafo.)
ltoseiru.
Esse amor potico dos producios da bella es-
ta a i nao impeda que Rodorphn liresse olhos
pat i o bello sexo. Daramos dalle falsa idea se
u repressnlassemos s Bob esse aspecto florido
e i lendo de Doiro da aldea o ramalhele. Bem
que fosse, ero sutnma, um rapaz dejuizo, linha,
lodos, sua fibra a.norosa. Apenas, na
o das mulliceos, linha sua manetra parti-
cular le vr.
lluvia lido amantes, mas s aquellas que len)
os rapazes muito noros, i-to amantes facis, c
sua lista, r.omccand i na meretriz, acabara mo-
di i mente na figurante. O aboneciDcnlo de
1! lolpho, io -se ponto, era de nunca ter apre-
urna coila especie de mulhcres que era
oulro lempo 89 chamara mulheres de qualidade,
I o: boje se chaiuain inulheres do mundo.
Para o joven pintor, a mulherdo mundo cons-
tiluia umaclassea parle,e ora diilicil d/.or oxac-
tamenle em que degro da sociedade se poda
vii o seu elegante psinho. Tolalmciite ausente
egioes pobres e laboriosas, comocava na alta
l guezta, alraves.c>va a alia financa e desabro-
chara na arislocrada. Para Rodolpho a niulher
do ntiiudo era necessariamenlL rica e especial-
mente casada, habitara certas ras, cerlos bair-
ros, o cortos andares; linha por principal oceu-
paco gastar o dmheiro du seu marido em toilet-
tes destinados a agradara oulros, sabia pouco de
da e muito de noiie, s estar em casa dasqua-
Iro is soit horas, saba conversar, cceber visi-
tas, escrever una patarra bonita e amar sem
coniproiiullei'-so. Tres signaos particulares des-
[] Vide o Diario n. 37.
guaraunyiu ou o lupiui. fall.nio gonliueule pe-
los ludannos da costa n a palacra de Dees tradu-
cida n'essa liugua harmoniosa, soou pela primea-
ra voz na ierra de seus primores, no seio das
mas magnificas Horcslas, que plantou sua mo
as margeos dos mais grandiosos rios, que
COrrem sua voz. gos pincaros das a ais
ollas inonlanhas, que crguem asen braco, de-
baixo do piis formoso eco abrilhar.lado pelos
mais rsplandeceiiles asiros, que surgiam ao
seu aeceno. e sob o qnal povos barbaros, mas
domareis, nao o comprehendiam, senao no raio,
nao o viam sen.io na luz passngera do relmpa-
go, nem o eseni ivar, senao o bramido do 1ro-
vao, echoando mngesldsamcnto as abobadas ce-
lestes e repercuiiiido-se nos cebos das eordi-
lheins.
Ento deixarant os sVlra^ens de acatar os sous
pn<]t*t ian re^Pnciareni os abar*, esses noros
bardas da reKgiao, jno luspendinni seus alales
dos ramos dos velhos troncos, em que rumorla-
ra o marak s vibrares das auras; proslra-
vani-se ante o symbolo simples mas sublime des-
sa religiao, que rinha de lao longe, com a sua
cora do espnhos, Irazendo em nina man a har-
pa iie seus sanios prophetas, e na outra o livro
dos livros,para romper a Hnc--.su/Miia de seus
captivos,para quebrar a tangnapema de seus
sacrilicadores,para apagar a fogueira de suas
victorias e extinguir o< vestigios sangueotos de
seus banquetes de ringanca, atranca-loa do meio
da b.u liari'la.l-' e COudtiz-!i)S casa do Senil ir.
Nao como esses templos erguidos sobre columnas
do alabastro,cun suas abobadas de inarmore,
com suas lorres de granito,com suas portas do
brunze,emu suas paredes revestidas de damas-
ros, do velludo*, do guadamiciiis, recamadas d'.-
ouro, de piala o de pedias preciosas, mas levan-
tada sobre seus muros de taipa,com seus tec-
les de senas palmas, com suas perlas de mal
aparelhado lenho, trajandu as horras aromatizas
e anas campias, as llores agrestes da seus bos-
|Ues, perfumada dos odores di baunilha, do ana-
na/, o o manar, o resollido com os hyrauos dos
prouhetas entilados ao som de orgao e'do psalte-
rio, do paudeiro e da llanta, do vwlao e do tam-
boril, mais gratos que as canres de seus nheen-
gacaras, carnadas aos sons de suas flautas for-
madas las tildas de seus contrarios anda ensan-
gustiadas, e quegemiara sob o sen sopro, recor-
dando os seus gritos de guerra ou uliiraos suspiros
de suas victimas !
Pela lerceira vez as praias brasilciras presen-
rtaram a chegada de novos inissionarijs. Era
f. Dnarlo da. Costa, o segundo governador do
Brasil, que como Cabral. que como l'hom de
Souza viuha precedido da milicia, que lo boas
coiquistis azia no novo mundo, desembarcando
rom a cruz era triunipho, esse estandarte, que
n lidian sempro ante js quinas de Alfonso Hen-
nques. -
riiura de Souza Irouxc-nos Nobrega, o apos-
tlo do novo muudo; lijarlo da Costa deu-nosl
Anchiela, o lauraalurgo do Brasil, ambos lao ;
grandes, arabos lao compenetrados de sua mssio '
[ue som ellos a civilisaco da nossa patria leria
custadu milhares de vidas, loria manchado o seu '
solo do sanguo innocente dos americanos ; a es- j
pada substituida o labro sagrado; imperara a
voz do cauhao em vez da patarra de paz. que an- ;
uunciou a boa nova a esses poros que abandona*
ram as suas labas, para construir su is cabanas
de entorno s cauellas das antigs aldeas, dando
origera a novas cidades.
feve Anctiieta por companheiros de sua riagem !
03 padres Luiz da Gran, Braz Lourcnco, Ambro- i
sio Pues, Joo Goncalves, Antonio Diasques el
regoiio Serrao. O padre Nobrega linha al alli'
exercido o cargo de rice-provincial do Brasil,
maso fundador da sua compauhia nomeando-o
provincial, eu-lhe jurisdieco independoute de
Portugal.
U iliustre jesuta vendo a necessidade de aug-
mentar o pessoai da provincia, eonheceu que
sera a propagacao da insiruceo nao poda alcau-
;ar noros missionarios, e n'isso erapregou lodos
os seus estoreos, e o noo collegio de Piratininga,
destinado a sor o seminario de novos filhos de
Lujla, conloo para logo em seu seio Ireze ret-
grasos, leudo por superior o pairo Manuel do
l aira. Anchicla, que lomou parle na sua-fun-
darao, se rio rodeado de todas as necessidades
envollo em obstculos de todos os gneros d^
que anual Iriumphou, grabas aquella grande
constancia, que 0 auimtra em suas eroprezas
ao imperio que linha sobre suas paxoe3 e con-
Gauca, que depositara era leos, ludo esperando
ua sua infinita misericordia a bem da salracaol
das almas, a que se dedicara com tanto fervor el
em lao verdes anuos.
Joo da Aspieuelta Navarro, que veio na com-
pauhia de Nobrega, loi il'entre os jesutas o pri-
meiro, que se distingui n'essa lingua harmonio-
sa, admirada pela sua delicadeza, copia c docili-
dade, por suave e ciegan, ainda que exiranlia
e copiosa, cumo d'clla diziam os seus cultores, e I
que trazia lembranea dos padres, aquella que
altamente soou na tuba homrica e nos labios de
Uemosthenes. l'oi elle, que lomou a iniciativa '
de Iraduzir para os Indios vanas oraces odalo-'
gos Leonardo Nunes e Antonio Pires appoiaram
os seu, esCorcos, seguiram o seu exemplo e ad- i
quinram a sua pratica, mas Jos de Anchicla,
mi o que em miior escala a honrou com os pro-
du.roes do seu talento. De seus propros disci-
pulos aprendeu elle essa lingua, a que depois
prescreveu regras, publicando a Arle da gramma-
nca da lingua mais usada na cusa do Brasil,
j|ue rio a luz em Coimbra em 1503, merecen a ap-
pruvarnu das mais. famosas linguas o servio de I
8ia e mestre, aos que rireram depois, como diz
airaao de Vasconccllos. Compoz tambera o seu
primeiro I ucabulario ; Iraduzio a oulrina
Liinstaa e os MysUrios da [6, dispostes a modo
de dialago, em beneficio dos cathechuinenos; cs-
creveu um Compendio de Confissao, com os in-
terrogatorios e avisos necessarios, de tanto pro-!
vello assim para o sacerdote, como para o ludio '
chrislianisado, poupando trabalho e enfado aos
vindouros, e arcommodando os rvthmos estran-l
genos a urna lingua de per si potica, fcil de
manejar pela sua llexibildade; compoz versos
lupins com pensamentos chrislos, e que lireram I
por lira evitar abusos e enlretenimentos menos '
honestos.
O collegio da Babia havia-se tornado o semi-
nario dos noros neophylos americanos de en-,
colla rom os lilhos dos colonosportnguezes; e o
collegio de Piratininga debaixo da influencia de
Anrliiela rivalisou com elle. Os meninos que os I
padres pediram aos selrogens dos serios de Pi-
ratininga, para serem alli educados na doutrina
chrisla, bem depressa se arantajaram em canto
de orgao o instrumentos msicos. Espalha-I
vam-se noitc, diz Siino de Vas-oncellos, pe-
las casas de seus prenles a cantar as cantigas
piasdeJosna propria lingua, ronlrapnstas s
que elles costumaram cantar vas e gentlicas. j
O fruclo do trabalho veio em breve coro ir lao I
ir ra-.: n wt nuiuiwjumn mmimii L^^m
tinguiam a niulher do'mundo aos olhos de Ro- !
dolpho ; ;im marido, um amante e um confessor.
Ser amante de urna mulherdo mundo, tal ora,
alm de suas preoecupaces de arlisia. a ambi- '
rao de IloJolpho
Tinha reparado que todas as suas amantes, Ihe
haviam senipre aislado alguma cousa. Essa
observaco nao provinha nello de um scnlimenlo
de parcinionia estreita, mas da necessidade que
leni um mancebo de ser amado por si mesnio !
Elle imaginara que as nicas mulheres porquera
um homem podo, lisongear-se de ser amado real-
ntente sao aquellas cuja fortuna as po cima
das vulgares quesles de dmheiro. Nada o es-
friava tanto em suas expanses como ouvir urna
mulher pedir-lhe o seu coraraoe um chapeo,
e comprado o chapeo, dzer romsigo que so o
chapeo fra amado. Rodolpho, como se ve, era
dessas almas cssencialineule sensiveis e ideaos
que extraiiham a realidade e cujas paixcs lem
epldenne delicada. Nao loria acreditado no
amor de urna coslureira que o adorasse, masque
de lempos em lempos Ihe fallases no alugnel da
casa. Para elle, hara una raca de mulheres
privilegiadas cujo amor nunca fazia com que a
bolsa fizosse caretas, e entre as quaes aspirara
collocar o seu coracao, eram as mulheres do
mundo. Alm disso, hara no ranger de um
vestido de seda, no luxo de um trajar apurado,
no ruido de ura carro com armas parando de noi-
le a porla de algum discreto asylo escollado pa-
ra os entrevistas; no bilhete perfumado recebido
pela manhaa, urna multidao de mysleriosas ven-
turas que elle ignorava e que arnbicionava sa-
borear. Ser amante de una dessas mulheres pa-
ra quem a menor despeza, longe de ser um sig-
na! de dedirarao, uma afTronta, de urna dessas
raililias do mundo que va brilhar na Alla Ver-
do, ouvir gabar a belleza, a sege, os cavallos, a
libr da sua amante, ser seu par no baile, ser
emfim o hornera invejado de quem a fama pu-
blica dissosse em voz baixa c elle!tal era o
sonho que se poda 1er na alma do artista no ca-
pitulo das mulheres.
O nosso pintor que goslava do referir tudo a
sua arle, comparara as mulheres do mundo s
flores. Tinham o perfume dellas nos cabellos, a
seda no vestido o o orvalho nos diamantes.
Em consequencia, Rodolpho hara adiado
DURIQ DE PERNAMBUCO. QUINTA FF.RA 16 DE FRVfcREIRO DE 1860.
nobrvs esforQOS, e os propros calerhumenos
ajudaraiii os reverendo* padres na obra da soa
propria civilisaco. Na escola, diz ainda o il-
iustre chronista dos jesutas da nossa patria, ins-
Iruam os seus eguaes na doutrina, 1er, escrever
I v coniar, e vinhain a ser mestres, os que anda
eram discpulos.
l Multipcaram-se os collagios, cujas casas eram
: le>anidas ao lado das egrejas e mosteiros er-
guidos no meio de suas povoagoos e em todas
, as localidades, onde so eslaLeleieram os jesui-
las, ge/ou o Brasil de tao intercssanles inslitui-
j roes. Anda boje se admira a culta Europa de
ver como o idioma de nm povo brbaro, fui ele-
zembro de 1584, por occasio do recebiniento de
urna reliquia do santo padroeiro e protector da
nocente cidade. Para esla represcnlaco erigi-
se o thoatro na porla da Santa Casa "da Miseri-
cordia, e servio depois de pulpito para a prega-
cao da moral, deduzida da sua epresenla<;o,
uso que sem durida licoo prevalecendo. Assim,
depois que os odores abandonavam o palco, su-
ba o raissionnro, e lomando por assumplo de
3eus sermoes o complexo das srenas de um dra-
ma, diriga-so muliiiiao JHi apiphada pido <>n-
pdo do diveiiiiuenio, e discorra largamente so-
bre a moralidado do faci, presonhado por e
como um aconlcrlmento desenvolvido ante
r^ i .* 8S ?ir,de,chrIs- reoresenlaco lodos os visinhos, como enlao
5as anda assim, segundo a expressao de ura ( se dizia da amiga f.uanabara Urna lestemunha
je>.,i|.., moita era a messe que se perda por ocular. Femara Cardim. narra ro
falta de segadores I
lleni depressa o estudo da lingua tapial lor-
m todas as capitanas brasiler.is.
noii-sc cer.il
- _m grana natural
e elegante estylo, lodas as particularidades desse
espectculo myslico, que enlao fazia as delicias
de un poro eminentemente
res, pfanos e bandeiras foram praia ; o paire1
visitador, rom o mesnio governador, os princi-
pa es da torra o alguns padres, nos embarcamos |
n'uma grande barca bem embandeirada e arma-
da : bella se arman un aliar o alcalifou a luido, I
com um pallio por cima ; aecudiram algumas
sua companhia, e que rio a luz em Lisboa em
1018, e gozou das honras da rcimpresso ses-
senta e oiio anuos depois. A segunda odco
porm emendada pelo padre Rartholomeu de
I. 'ao, o conforme o autor da Bibliolheca Lusita-
na, fui iraduzida omquasi todas as lingnasame- ,
ri-auas. t) padre Luiz ligueira, que acabou i rinle canoas bem equipadas, algumas ddlas pin-
era um, naufragio no no Amazonas, regressamlo Indas, onlras empennadas e os romos de varias
in quince religiosos da companhia, core--. Entre ellas rinha Ma.tim Alfonso, cora-
mendador de Christo, Indio antigo, abaeli'e nio-
carara. Uto grande cnvallciro e vntente, que
ajudcu muito aos Portnguezes na tomada deste
rio.
< IIouvc no mar ernde fesla de escara moca
nav.il, tambores, pifnos e flauta, cora grande
grita os Indios; e os Portugueses da Ierra, rom
sua arcabuzara e lamben, os da fortaleza dispa-
Nao menos importantes foram os son'-os, que raeam algumas pecas do aetlhaea grossa ; com
prestaran) ao estudo dessas linguas o> Irados ca- S,;l fisla andamos bravateando ura pouco vela
puchos da provincia seraphca de Santo Antonio. c. anta reliquia ia no altar, denlro de urna
Km suas raisses na capitania do Naranho liso- r'ca charola, rom grande apparato de velas acce-
raui assignalado serrlco cateehese de milhares sas, msica de canto, d'orgao, etc. Dcsembar-
de selvageus de dilforenies Iribus, seguindo pas-1 candp, viernes ora procissao at a Misericordia,!
so a passo o exemplo dos jesutas. Como esses 1ue ,'-s|''1 junio da praia, cora a reliquia debaixo
padres elles interrogaran) as tribus, cojos da- a*> pllio : as raras levavam os da cmara, ci-
ledos mais se approxiuiavam da lingua ge ral e dadps nrincipaes, enligse conquistadores da-1
formulavan novos rorabularios e gram naiticas, 1'iella Ierra. Eslava nm thoalro porla da Mi-
e compozerain compendios de doutrina chrisla sericerdin, o a santa reliquia se poz sobre um ri- i
para sua inslrucro e moralisacao, sendo que c'.' aliar, emquanto se repres'iitou um deruta
fre Joo de Santo Alhanazio e fre Matheus de dialogo do marlyrio do santo, com coros o ririas
Jess Mana foram mais adianle. O primeiro es- | Rguras muitor icamente vestidas, o foi assoulea lo
crereu um Rnleiro moral para os missionarios, "m moco atado a ura pao. Causn este especia-
feitopara a costa do Maranho e para as mais culo militas lagrimas de devoran c alegra a lo-
depois de se ter dado pormuilos annos cate-
diese dos Indios do Maranho, e assislido ao
marlyrio do seu companheiro Francisco Piulo,
que pereceu no meio das florestas, riclima do I
seu zeln apostlico, compoz a Arle da gramma-
tica da lingua brasihea, que merecen os elogios
dos entendidos na malcra e foi reimpressa inui-
las vezes.
capitanas da cora lusitana, e o segundo dei-
XOU um tratado Das cousas mais vesessa-
riat aos missionarios, que assistem entre gen-
tos.
Nem Eslevo de Palomina, noni Simo de
Vasrnnrellos, que ampliaran) a obra de Joo
Brelario, elaborada sobre os trabalhos do padre
Pero Rodrigues, aceren da biographia do vene-
rando Anchiela, nos Iransraitlirain urna noticia
mais exacta sobre essa inleressanto comeda. Os
nossos maiores nao calcularan a importancia,
que leriam seus trabalhos lillerarios em nossos
dias, e a l'rejuco Uaioersal nao vio a luz da im-
prensa. Seria por corlo de grande alcance para a
historia da nossa lilleratura, como diz o Sr. Per-
dinand Deniz, qualquer pesquza, que se zesse
para arranca-la do olvido, se que existe lo
precioso mauuscriplo ou copia delle, e assim
das mais, que compoz, e que por muito lempo
corrern) o paiz, multiplicadas por sua propria
lellra.
O exemplo de Anchiela foi seguido polos seus
discpulos, e os adros das egrejas ronvcrtain-sc
nos das da saja vida em improvisados th-alros,
o novas comearas de novos autores vicram por
sua vez concorrer para o mil lim, rom que ha-
viam sido introduzidas. S.ilie-se tambera de mais
nina comedia, que o jesuta Manuel do Couto
compoz para ser representada no m^<> da egreja
da aldea de S. I.ourenco de Maragum-, hcije Ni-
llierohy, em louvor do seo orago por o'ccasiao da
sua fesla, e que chamen a alteneo. dos mirado-
ras de um e oulro lado da b na do Rio do Ja-
neiro.
Esle fado nao leria passado posloridade, se
os biographos do grande missionario nao nssem
na previdencia, com que Anchiela fez cubrir de
palmeiras o a lio da egreja, para preservar o au-
ditorio dos raios arden les do sol, quando a cho-
va pareca inminente, mais um milagro do fa-
migerado Ihaumaturgo do Brasil. Desdo enlao o
missionario so lornou de necessidade porla ; o
orador eloquente, que ia cora a palacra do Eran-
gelho caiechisar as turbas sclvagens no meio de
da a cidade, por ler representado miiiln ao vivo
o marlyrio do santo ; nem falln niulher que
riesse fosla : por onde, acabado o dialogo, por
a nossa egreja ser pequea, Ibes preguei no
rao thoalro dus milagros e morros, que linham
recebido desle glorioso mailvr na turnada deste
rio, a qual ai abada, den o padre visitador he-
jar a reliquia a Indo o povo, e depois conlinua-
inos cora a procissao e dausa al nossa egtcjn,
Era pira ver umadansa de meninos indios ;
o mais relho seria de oilo anuos, lodos nuzi-
nhos, pintados de certas edres aprazircis, com
seus cascareis nos ps, bracos, peinas, cinta i
caberas, com varias inrenr;oes de diademas de
prunas, coliares e braceletes : pareco-mo que se
os rrara nesso reino, que nnJaram lodo o din I
atraz ellos, f. a mais aprazivel dausa, que dis-
tes ni- iiino3 ca vi.
Cbegados egreja foi a sania reliquia enllo-
cada no saertrio, para consolarao dos morado-
res, que assim o pediram.
Na falta de mlhnrcs inforroacoes, podemos fa-
zer iim.i ideia, do que eram essas composi<0es
dramticas, pelo que consta das que sr represen-
taran) no runo. Tinham ellas por nssumpio, se-
gundo Trigoso, a vida dos santos, especi lmenle
dos jesutas ; o iras atiracavam alguns pasa is d i
anliga historia do relho teslaineiilo e outras li-
nalmcnle fados puramente rcenles e naci
Eram representadas com lodo o anparalo, aeoin-
panhadas do grande orcheslra, coros, cant >, baile
e um numero extraordinario de personagens, en-
tre as quaes figuraran! os aojos ojos demonios,
as virtudes o os vinos, o militas vjezes a compa-
nhia de Jess, com 0 seu anjo da guarda, ron
as pos-nas ainda uvas na Ierra o cora OS b
venlurados no co, sera (aliar ora lodo o genTu
de machinas, ora que provavelmeulc cousisla
lodo o sen mrito.
Mas j,i por esso tem o o drama desoa do adro
das egrejas o vinha-se abrigar sombra das nos-
sas florestas, ao lado das aldeas dcjssi'S indi is i
meto rivilisados o anda ebrios das reminiscen-
cias la sua anliga existencia nom iida o errante.
suas florestas, ou que suba ao pulpito, para ed- mas no meio dos bosques ostenlara-sc elle me-
licar na feas almas arrancadas is trovas do pa- n,)s religioso, porein mais livre o mas repl lo
ganismo, rinha por sua vez como poeta, seguido aa* ficecs e mylhns dn nossos Indios c prl mo
do seus calechumenos, representar suas come- mais original o nacional. I" Fernpm Cardim, o
das sobre o adro das egrejas, conquistar os ap- "arrador epistolar, quera ainda Uos transmilte
plausos de una multidao, nao vida de scenas noticias dessea espectculos, a qu elle den o
trgicas, de emoces dramticas, mas contente tome d a drama pastoril e a que assislio em
cora poder gozar 'das scenas patriarchacs, da pin- alanmas aldeas.
tura de seus propros costuraos, e da salvia de
seus vicios : ria-so do seus erros, mas reee-
bia em troco una liro sautar
emenda.
para sua
Nos ltimos annos desse secuto introduziram
anda os jesutas no reino de Portugal a Irazi-
0 primeiro drama pasloii!. do que nos d no-
ticia o iliustre missionario. um que foi repre-
sentado na aldea do Espirito Sanio, quando por
alli passou o padre Chrislovao de Courea, em
jnlho de IStt. f.hr-gando o padre tena, di/.
-.....- v jviuinu mu iuiiiu ui: rwriujjai i irag- elle, comeoaram os flautista locar as suas llau-
comedia, leudo por thealro de suas reprsenla- tas, com milita fasta, o qual tambora [izerarrt
coes os proprios claustros jesuticos, c especial- emquanto jantamos debaixo de um arroredo de
mente os collegos de Lisboa, Erora e Coimbra. arucirns mu altas.
It. pois os jesutas Iransportaram para o Brasil Os meninos indios escondidos n'uffl fresco bos-
esse novo monstro de composices dramticas, d"1' cantaram varias cantigas devolas, em pianto
Continuou porom a ocenpar o lugar da anliga co- comemos, que causaran) devoco no meio da-
media da escola de Anchieta, e do crcr que,, quelles matos, principalmente urna pastoril frita
como na velha melropole, durasso por iodo o'se-
culo XVII e parte do secuto XVIII al eximc-
cao da companhia de Jess. A'eui da composi-
cao luco avarento e Lzaro pobre, que produzio
o desojado olTeito, que era" obtoreni dos ricos
anilladas csmolas, o que, como consta, foi re-
presentada pela prraeira voz em l'ernambuco, no
auno de loT, nos d Femara Cardim noticia ''
outra, chamando-a simplesmenle comedia ; e
anda assim olla nao chegaria ao nos mento, se a sua represeniaco nao livesse lunar
de envolta cora a fesla religiosa, que se celebrou
no Rio de Janeiro nos ltimos dias do moz de de-
meio, nesso auno, de se azer presentar as so-
ciedades, chegar al madama d'Orfen, que na sua
opinio reuma todas as qualidades da niulher do
mundo.
Ora,em umi manha do primavera,no da
tmraedialo a aquello era que lutria sido apresen-
lado baronesa, Rodolpho, encostado balaus-
trada da janella, era torno da qual hara ura
quadro de folhagem.calcularaeomplacentemen-
to as suas probabilidades dn bom evito com a
lourcira madama d'Orfen, quando vio na calcada
da Grande Praca om urna mercadora de flores,
urna soberba roseira que o eslava namorando.
O pcnsamenlo de Rodolpho mudou era continente
de horisonte. Por muito prooecupadu que esli
vesse com a baroneza, ainda nao o eslava bas-
tanle parndeixar de reparar as roseras. Apal-
pou a bolsa, descou a escada, e era um momento
eslava ao p da mercadora.
'ir novo, para o recebimento do padre visitador,
seu novo pastor; chegamos aldea de larde ;
antes delta um bom quarlo do legua comeoaram
as oslas, que os Indios tinham apparelhadas, as
qo.aes li/.er.nii n'uma roa de altissimos c frescos
arvoredos, dos quaes sahiram uns cantando o
Ungcndo a sen molo, oulros em cilada snhiam
com grande grila, oulros que nos lroavam o fa-
zian) estremecer : os communis e meninos, com
muilos mullios de frechas lev miados para rima,
fazam sen molira de guerra edaram sua grila, e
piulados de varias cores, iiuzinhos, vtnham com
as mos levantadas recebor a bonrao do padre,
lineada, estatura elegante, ar sentimental, bigo-
tr-, nao de soldado, mas de conquistador, e olhos
ante os quaes os oulros se abnixam.
Rodolpho apenas encarou aquella sobre quem
pareca fazer lo viva impresso. A louca e o
avenlal da desconhectd i foram bastantes para
esfriar o olhardo ambicioso artista.
Entretanto a mercadora que tinha ouvdo bas-
tante liara os seos inloresses deu-se pressa era
entregar a roseira mora, emquanto Rodolpho
pagava.
Muito obrgado, sonhor, disse esta ao artista
dando alguns passo3 ao lado delle na praca. O
Sr. bom amare!, mas eu nao quero priva-lo
desla flor, porque parece que gesta niuila dolas.
Esta curta phrase, pronunciada qu.isi balbu-
ciando, era todava bastante loriga para indicar
um vago dosejo de encolar conversa.
E' meu offletO gostar das flores, responden
Quantoquer por esta roseira? perguntou rtdo|pho_
G No mesmo mntenlo urna bonila rapariga de .7*0U "flicio ? enlerrogo.i a moca da tonca com
tonca e arental appareccu para fazer algumas '%!SriTso'u orator
compras, approximou-soegualmente da mercado- b0 P'"ior.
ra e fez-lhe a mesma pergunta.
Perdao, insisti Rodolpho com a ferocidade
de um amador fantico, esta roseira minha.
Eu fallei primeiro.
O Sr. nao delicado, inlerrompeu a merca-
dora, que va um meio de ganho nesse inciden-
te, disputar urna roseira urna moca bonita!
Devia antes offerecer-lh'a.
Rodolpho eonheceu que a nao querer faltar a
lodas as regras da mais vulgar galantera, era
necessario que pagasse sem discutir o preco
Lancou pois flor urna olhadella melanclica e
virando-se para a bonita moca da tonca disse :
Rstimaiei muito que maderaoiselle a queira
acceitar.
Na meia rolla que Rodolpho fez o seu olhar
cruzou-se com o da graciosa desconhecida que
abaixou os olhos inmediatamente
Para urna moca que encontra um rapaz na run,
abaixar os olhos ao primeiro olhar deste, coo-
sa gravo. Quando se abaixa os olbos, anle um
homem que nao se conheee, porque so acha
que esse homem como Rodolpho, de vinte a vin-
te e cinco annos, de cabellos aune Hados o ces-
lanhos, de tez paluda, de barba sedosa e bem de-
De historia ou de genero? continuou a mo-
ca querendo sem durida prorar com osla por-
gunia que o seu Iragc nao eslava na altura da
sua educaco.
l)e*flores, responden Rodolpho.
Ah disse a desconhecida. comprehendo.
Para servi-la, madamoisellc, acrescentou
Rodolpho, que ia comocando a liarmonisar-se
porque pergunlou a modo de interrogaro :
Madenioisello ou ndame?
Mademoiselle.
E chama-se?
Theroza.
Iloure um momento de silencio.
E vende bem os seus quadros? perguntou
Thereza com acconto real de interes.se.
Nao os vendo nem bem, nem mal, respon-
den o artista ; no quero vende-los.
De veras? inlorrogou Thereza.
O que quer? disse Rodolpho, sou nicu pin-
tor particular. Costo das niiuhas obras e con-
servo-as. Nao sou rico, mas s quando nao li-
ver viulem que offerecerei os meus quadros ao
publico. Ah e por que rae faz esla perguula?
Sabe que muilo disaietA acrcsccoiou elle
duendo em poilugueii Louvado soja Jss
Christo Oulros sahiram com urna dansa de
escudos portugue/.a, fazendo muilos I recados e
dansados ao som da viola, pandeiro, tamboril c
fraua, e juntamente representaran! um brere
dialogo, cantando algumas cantigas patrias. Todo
causara devoco debaixo de la03 bosques, em
Ierras estranhas, e muilo mais nao so esperarem
laes testas de genio lo barban ; nem fallou um
t;i/i tnq, i-to diabo, que sabio de um malo.
Este era o Indio Ambrosio Rodrigues, que Ls-
boa foi com o padre Rodrigo de Fario. A esta fi-
gura fazem os Indios rniila fesla por causa di
sua formosura, galimanhs e iregeilos; om todas
las metiera algum diabo, para sor delles
bem celebrado.
0 segundo drama levo lugar om onlra aldea
do mcsinn nomo, pelo mes no motivo, no da
do Janeiro do auno soguinle o, l'ernara Cardim
uosd noticia delle, pelas seguintos palacras:
Junio a aldea do Espirito Sanio nos esperaran!
os padres, que della tecm cudalo, debaixo de
urna fresca ramada, que linha urna fonle port-
til, que por fazer calma, nlem da boa graea, re-
fresenrao lugar. ebaixo da ramada so"apre-
sentou um dialogo pastoril, era lingua brisilica,
portuguesa e caslclhana, e tcm elles muia gra-
pa era fallar linguas peregrinas, mxime a casle-
Ihana. Honve boa musir de rozos, frailas, dan-
sas e d'alli om procissao fomos'at egreja, com
vanas inrencoos; e feila orarn Ibes deitou o pa-
dre visitador sua bonrao, coro que elles cuidara
qurfiramsaiitilir.il,,-. pelo muito que eslimam
nina boin-o do bariguac.
U que mais admira que este uso de escrever
comedias o dramas era lingua brasilic, portu-
guezae caslelhana passasse do Brasil .Europa,
laclo inconteslarol, segundo o leslemuuho de
una obra liespanhola impressi no anuo do 12).
en) Lisboa, tal pelo menos a Relacin dla real
tragi comedia, con ue lo* padres de lo campa-
nilla de Jess, de Lisboa, recibieron a PUMppe //
/' I'orlngal Esla obra, porm, lo rara, durida
pruna de Sardinna Mimoso, cheia de composices
poticas em caslelhano, latim c guaranim, nao
se encontra as nossas bibliolhecas.
Comocaram tambera a sor introduzidas n sse
soculo as allegorias dramticas, que no seclo
passado clu garam a ler -raudo desenvolv'ioienlo
em lo jo o Brasil; gastando se sommas extraordi-
narias o 'S3os esplendidos e sumptuosos esperta-
' 1I1 -, que possaram sem nos deixar mais nm no-
me entre os nossos poetas e mais urna composi-
rjo erilre as obras da nossa liltcratura. Eslns
allegorias foram introduzidas por occasio das
fesias, com que foi celebrada a chega la de duas
lelquins das onze mil virgens africanas, levadas
a Baha pelo podre jesuta Christovao Gouvca,
quando veio p ir visitador da provincia do Brasil,
le 1 lem du seu geral Claudio Aquaviva. Per-
nam Cardim, que leve o cuidado de nos Irans-
nitiir tinta noticia intcressanle, anda quem
n is d os pormenores dessas alleg iras. frou-
xe o padre, eserevia elle, nina cabeea das on/.e
mil virgens, com outras reliquias engasl 1 11- em
11 m ni' 10 corpo d pr ita. p a rica e bem acab 1 -
da. A cidade o os ostiidanls Ihes fizeram ura
"riV|1 '' :!l limenlo ; Iroiixcram as san-
1 S a 1 illegio era procissao so-
lemne, cora Irautas, boa msica de rozos e dan-
sas. A S, qu.. era ura estudante ricamente res
tido, Ihe fez urna falla do conlenlamento. que
Uvera corn sua vmda ; acidado Ihe enln gou as
charos ; ai oulras duas rirgens, cujas caberas ja
ca linham, a recebernm a porla da nossa egreja ;
alguns nnj is as arorapanharara, porque ludo foi
*modo de dial >go. Toda a fesla causn grande
alegra 110 povo, que coucorreu q 1.1-1 lodo.
Esle espaclaeulo repetio-se na mesma cidade
mas por uioi,,) diverso, no rogressodo padre Chris-
lovao G mrea da sua risita s cap lanas du Bra-
sil. A'odia srguinto, (21 de outubro) diz amia
0 Ilustre missionario, por ser lia das onze mil
rirgi'iis, honre no collegio grande fesla da ron-
fraria dus onze mil virgen', que 03 esludanles
leom a sen cargo disse 111 ssa nova canta la por
um pa Ir cora diacoi.....subdiacono. o- padres
foram o padie Luiz da Fonseca, reilor, c eu, com
nossas capas de aspergea _\ :is-a i,,i ofllciada
rom boa capella d is Indios cora suas fraulas, o
de alguns ca.....es da So, rom orgos, eraros e
1 Muir-, o ella araba,! 1 se ordenen a procissao
I is 1 I mies, ou le lev unos del liso do pallio
:"'- raberos das onze mil rirgqnsye as raras le-
varamos rerea leres da rilado e s sArVihos do
M-. .'WT11 iljor.^
s.iiiio na procissao urna nao rela por torra,
mui formosa. 1 ida Embandeirada, cheia de estu-
d'anlcs e denlro della ara as onze rail virgens ri-
camente vestidas ando sen Iriumpho ; de
algumas janellas faliarara acidad', o colleg 10
os anjos, iodos mui ricamente vestidos : dando
so dispararan) alguns tiros de a rea buzos ; o o da
linios honve muilas inven-ios de fogo, na pro-
cissn honre dansns o nutras invenidos devotas o
curiosas. A'tarde seleelebrou o marlyrio den-
lro da mesma n.. ; desceu una nuven do ecu e
- : Ihe azorara nm devoto entorra-
1. A obra foi d irota o alegre, e concorreu
toja a rid.ule por hacer jubi! y.i progaeao. Hon-
ve milita confissao, commungaram perto de qui-
nhentas pessoas.
Estas comedias eram rerdadeirimenlo orisi-
naes o nada linham das eomposieoes de Gil Vi-
cente, que se reproseritavam nos Ihealros da
corte dos res |). Manuel o D. Joan III. (.Han lo
muilo assomelhar-s-iam s suas pelo dusprezo
Ou ignorancia das (egras dadas pelos amigos,
sobre a poesa draraala c sobre ludo a Vrega-
co Universal de Apchieta, que pido ttulo e po-
los seus fragmenloi e o que della consta, seria
sem enredo, sem nexo om suas cotilas c episo-
dios, entrando o sahimlo os actores para dar cun-
ta do seu dialogo j volitado do po.'Ma. Os dra-
mas pasioris,porm,eram sera duvid a modelados
pelas composices desle genero do cmico por-
luguez e de Joo rje la Emzina, lidos o haridos
P ir seus Intro luctores o lo apreciados nto em
loda a pennsula ibrica c talco/, em seus do-
rain os.
Faltara nostas allegorias dramticas, com suas
prosopopas europeas, rom que nos iam pouco a
pouco desnacionalisando a liltcratura, que com a
aguia, j se agitara no oro para nascer, o que
hara de nacional na originalidade das comedas
representadas no airo das igrejas o ainda nos
rindo; desoja enlao que eu venda os mCUS qua-
dros ? Pele contrario, respondeu Thereza.
Como ? pelo contrario !
So vendesse os sons quadros, disse Thereza,
Hxando sobre Rodolpho o seu olhar claro o do-
ro, loria probabildado de lomar-so rico, e nao
sei porque, mas urna idea que lenho.... Deso-
jo que o sonhor lique pobre.
I'nlo dolesla-u.e ?
Pelo contrario, replicn Thereza, com voz
lao baixa que mal Rodolpho a ouvio.
Oulro rapaz que nao fosse o artista nao loria
doixado cahir sobro a calcada da Grande Praca
urna palarra da pudn, sabida de se niel hante boc-
ea, mas Rodolpho, som ser fatuo, tinha corno
dissonios, seus prooonceilos, a respeito das mu
Hieres. Considcrou de novo a Theroza: a idea de
lorar mais longo a aventura parecen ngradar-lho
por ora momento, mas a desastrada tonca des-
riou-o disso.
Ora pensoii elle, hara de me pedir logo
Um chapeo!
Thereza calara-so o ia no lado de Rodolpho
ulhando de lempos era lempos para a roseira.
Sempre goslr-i das flores, replicn ella.
Por gOStO SI? pergunlou Rodolpho, porque
nao supponho, qu.. soja como eu, por esludo.
Essa raaneira insinuante anda q :e discreta de
inforniar-se da sua prolisso, nao escapou a The-
roza. Ella licou toda rciraelha e senlio urna
rergouha secreta por confessar que era aia.
Sim..... responden com a heslaco que a
mentira sempre dA voz.
Como? de veras? conlnuou o artista. O
que enlao?
Son.... florista, responden Theroza.
Pois bom 1 mademoiselle Thereza, disse o
artista, parando no limiarda loja que a lora sua
casa, quando tiver vonlade de fazer alguns es-
tudos da natureza ponho meo jardm a seus ps.
Tenho dous canteiros minha disposieo. Moro
a [ni o so Azor-rae o obsequio do me vir rr,
procure pelo Sr. Rodolpho Alrens.
Tora milita bondade, Sr. Rodolpho, disse
Thereza, corando cada ves mais.
Se o corarao Ihe pede e quer j um girozi-
nho pola minha alla, insisti o artista que ac
bra por pordo.ir a louca no rosiinlio tentador da
moca.
dramas pasfons.canlados sombra das nossas flo-
restas, se que Plulao nao so encontrara com An-
hang, e todas as lircoesda mylhologia grega nio
se meselaram com a dos selragens, como nos
dramas de Gil Vicente, era que o propliai
mistura com o sagrado, com essas ilrersas ordens
de anjos, com ossas estacos do anno, com
Jpiter adorando o menino Dous no presepe do
Belem c cora esse grande propheia David, r
lindo os seus myslicos psalmos c lanas outra;
ano mal i as.
Infelizmente esses sermoes, esses compon .
ossas comedias, esses dramas pasioris, que reu-
nidos em corpo constiluiram urna liltcratura a-
proprinda a essa? tribus scmi-c>libadas, nu-
ainda rivendo rodeadas de lembranea ,|a a ex.
islencia barbara, ou desapparreoram c<,m o se-
quesiro dosbens da companhia de Jess ua sua
exlncco, 00 existem debaixo da poeira dos an-
nos, por esses archivos que lo mal Mta
tem sido ; o apenas urna ou mira compo-
lem chegado aos nossos dias. para attestar'os
esforeos desses missionarios, sua dodir.
truceo. Os poros que fallavara ossas linguas 01
sumiram-s da face da larra, ou e.> confundir-
com a raes civilisadora. Esses monumento-
viriam ao menos para pdennos arullar
desenrolrmenlo inlellectual por meio do ,u,i!.
e da confronta;o, o seriara por ventura estima-
dos o apuntados as nossis bibliotecas como
pecas importantes da neosa archcologia literaria.
J. Noimr.uro i>r. S. S.
[Mmvista Popular
Variedades.
Populai/fto do imperio russo,
A popularn di imperio russo fj iirUslaMia
le compoma de 31 milhoos raaso di i.rand. -
Itussia, 7,500.000 da Pequea,:! milhes da w ...
sia Branca, 70 0OO0 Blgaros o Serbas, f. mi
Polaros, 1,300:000 Lilhuanios, B704MM S
50 1 000 Valachios, 50:000 Creg BO I 0 l
otros 10:0)o Persas, 1,000.000 Goresos. ;
is, 2 milhoes Trtaros, 8,5 100 Ia4
150:000 Baskiris, 1,500:000 Kirgis, IHMIOI 1 .
lando 1-, 750:000 Ulemaes, I.OOU 10 AU
circassianos, el .. 300 9 19 Mongoli
b iri is e America is, c 610:0
diversas Iribus. Total, W,|fi <
sondo 50,570:000 de origen S I5,87i:0 de outras raras.
A .:ii.iM\\ iif. \vi:-rMi\ii:ii.Esta Cl
erigida memoria de lord Ragln e seus eaaaa-
nheiros d'armas, roortoi He, no solo di
Crimea, vai, dontio em pouco lempo, sopan
em publico A columna esta levantada n'iini
poleos da abada, r:n race de urna das lorres,
dianle dos ediQcios gothicns de D, ia 1 )
construidos, ha alguns amios, pelos I
inusmo archilecto, a ifuem foi conliada a cons-
I truccao da columna. O esljlo d monuiueni .
elcrado memoria das victimas da guerra 1
em perfeita harmona rom odas constn
que o cercara. 0 pedestal rnalo it cotas
d'armas, emblemas guerreiros, foth igi m t o liras
03culpturas, doridas ao rinzel do mesma irlist .
O monumento termina I 1 p ir un 1 estala
San-Jorge, subjugando um Jragao, obra do M.
Claylon.
V altura total do monumento le
corpo da columna tem 10 ps e G ; 1; u
pedestal 15 ps le I irgtira o 1 de al I .
A eicepco da base, que feila de gi 11
Peterhea i, ludo o mais le ; Ira
llanl.
A columna do Wealminsfer o /
Journal), quando estiver acabad >. i irm 1
seu estylo ura agradarel contrase com as ou
columnas, que existem em Lon l<
Korsso.O kjus.-o >" a Ror de u:na .
magnifica, que cresce as nonUnl 3 da A
oriental, e particularmente no reino de
Okoussono ura desses reme!. -
desses drsticos perigosos, que s se enpn
no ultimo recurso, sempre com circu.-.
algunasrezes con receio, o nunca co.-n cerl
Por urna allianoa nao menos feliz do quer ira.
elle rene in'alibilidade dos us effi ;l a
benigna a de acro salular. Bffectirane
kousso nao purgativo, c nao a essa ac _.
elle devea expulsao da leraia.
Elle a mata, nao dan Jo ao verme conroli
que a enrosquen, mas partiodo-o em
i) kousso gosa actualmente da conlian 1
mundo medico, que assim o dcclarou
orgo da Academia das Scieoeaa, co.i-i:
raudo como um remedio menos porigoso, 1
cipatmento mais effieai que toJos os
molos, at boje empregados para a espala
tena.
Meio de siiisrirnii o UU kO us isu O
mel lera um goslo particular geral ment
darel : para so Ihe tirar esse goslo, derc -
mel derretido a fogo lento e clarificado i
raergulha-se un ferro em braza cinco ou se -
zos denlro do lacho onde o mol devora oslar .
quento, e misiura-se-lhe meia rolher de agur-
dente por cada kilogramn,i de not. Esta -
pies procosso tira-lhe o sabor material. tai 11 1
cryslalisaco pode substituir per-it
assucar, sondo muito mais econmico.
Nao, disse Theroza.
E quando Ihe pedir o corarao .'
Thereza olhou para Rodolpho' e o corarao Ihe
pedio lano que ella fugio dizendo :
Nunca !
bV urna bonita moca, sem dunda !
comsigo Rodolpho, rendo-a retirar-so. .
goslo mais da baronezi d'Orfen !
Quando Thereza roltou ao pilacio, subi im-
inedialaraenle para o seo quniln, poz a ros-ir 1
em um canto do lado do neatheiro eres
Ihe o perfume cora tanta ancia e lio auii>;
nenie que pareca querer prora-lo. Depois i-
cou toda pensativa e confusa.porque traha-Oa
pnssnr para cora o mancebo polo que nao era
Ah disse olla odiando para a roseira, l#da-
ria um lindo estado o do florista! Nao .
tara os ramalhetes, mas cinzolam-se o 1--
parece um pouco. O pinlor tcm as o >-.
rista lera as lilas. Oh! ser florista.' taOM
Ihosouras nao um vestido, mas uina 1
mais um corpinho, mas urna peala; vestirs
rosas de gase, os eraros de velludo c os frrios
do salina anace ser a eoMoeaira das llores,
encantadar! Mas como deve ser diilicil t'
mesmo, pcsa-nie a mentira. Se eu expeiimen-
tasso....
Thereza linha dedos incomparaveis. Tirn
uma flor artificial de una das guarnirocs da lia-
roneza, oxaniiuoii a mano'ra porque ora feita
esla flor, vio como cala folln era recortada. .
apregada, e judando-lhe os dedos e as il.
ras exporinienlou, com os olhos filos na ri
Vinte vezes atirou para o Indo a sua obra,
rm sem desanimar. TrabaUtara s escondidas,
de noite, e Irabalhando a rcagom do bello pin-
lor. sentado defronte da leda o como ella copian-
do um flor, Ihe passara por momento no espirito
Ella lambem poderla toruar-se um da artista '
Poderia conessir a sua profifsiol e pareca a
pobre moca quando depois de ler empalledecido
uma noite inteira sobre a rosa emprehendidt, o
sol so crgoia e onlra va pela sua janella, que esse
trabalho formara entre ella c Hodolpho um ta-
co invisivel e que a alma do da suba al o pin-
tor de llores as azas celestes de uma borbote! j.
(fonri/iuar-sr-Aa )
PERIS. TYP. DE M. F. DEl'ARLA. WJ.
ILEGVELl