Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08988

Full Text

ASNO IXIYI. HOMERO 37.
Por tres mezes ada tados 5$0O0.
Por tres mezes YenCiJos 6S0OO.
QARTA mu 15 DE FFTERE1RQ DE 1S60.
Por annoadianlado 40OA0.
Porte franco para o subscriptor.
EN'CARREG ADOS DA SCDSCRIpgVO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
-tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. de Lemos Braga; Cear.o'Sr. J.Jos deOliveira
ftaranho, o Sr. Manoiil Jos Marlins lbeiro
Guimaros; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. uaaua;
Amazonas.n Sr. Jernnvmo da Osla.
PAKllDA MJM.OKKLIU.V
Olinda todos os dias as 0 1/2 horas do da.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas e
sextas toras.
S. Anlo, Bezorros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garaiihuns as tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Sorinhem, Rio Pormoso, L'na.Rarreitns,
Agua Prcla, Pimentciras e Natal quintas feiras.
Todos os purrcios p.irtem as 10horas da manha.]
AUDIENCIAS DOS TRIBUN'AES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orpl.os: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
7 La cheia aos 13 minutos da manha.
13 Quarto minguaute as 4 horas e 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tardo
2'J Quarlfrcresceote as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos da manha.
Secundo M 12 horas f> minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
13 Segnnda. S. Gregorio II p. ; S. Benigno b.
14 Terc,a. S. Valenta) m ; S. Auxencio ab
15 Quarta. Ss. Faustino, Jovita e Dioscoro mm.
16 Quinta. S. Porfirio m. : S. Honesto sac
17 Sexta. S. Silvino m. b. ; .S. Policromo b.
EKCABKEGADOS DI SUBSOUPCJU) .10 SI L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falro Mas ; Bata,
Sr. .los Martin- Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
EM PE I!NAMB i .).
O pjvprietarto do nutra auad Pivaina da
18 Sabbado. S. Simcao b. m. : S. Perpcdigna v. Paria,na sua livrariapraca da lodependencii t.
1!) Domingo, s. Conrado f : S. Gabina l>. 0 e8.
PARTE OFFICIAL.
ministerio do imperio.
Ministerio do Imperio. Palacio na cdade di
Estancia M da Janeiro de 1860. lllm. e Exm.
Sr.Tendo S. M. o Imperador por decretos des-
la dita, juntos por copia, creado nesta provincia
o Imperial Instituto de Agricultura Sergipano,
.sob as iiismkk bases do Imperial lostituto de
Agricultura Bahiainio, e Horneado a V. Etc. para
presidente do meamo Imperial Instituto, e para
vico-presidentes o membroa da directora o do
conselho fiscal aos cidados constantes dos ditos
decretos e das relaeoes inclusas assim o cuui-
munico a V. Exc. de oidora do mesmo Augusto
S> iilinr, "ara sua intell genria, e para que, ta -
tando de organis&r os respe* livos estatutos, que
niuito convir, lenham por bseos queja forara
adoptados para as provincias da Babia c Pernam-
buco, onde ltimamente fui eslabelecida idntica
iiistiluico, os submelta V. Etc. a approvaco de
S. M. o Imperador, de modo que possa V. Exc.
quanto antes promover as precisas assignaturus,
e a inslall.ua,> de lio benfica insliluicao.
Dos guarde a V. Exc. Joo de Almeida Pe-
Tcira Tillio.Sr. presidente da provincia do Ser-
gepc.
Desojando assignalar a poca de Minlia \ sita a
esta provincia de Sergipe, manifestar a atten-
fo que presto a agricultura, principal tente de
ri |ueza do Estado,
Hei por licm crear o Imperial Instituto de Agri-
cultura Sergipano, sob as mesmaa bases de Im-
perial Instituto Brasileiro de Agricultura creado
por decreto do 1" Je novembro de 1850.
Joao de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho, ministro c secretario de estado dos negocios
do Imperio, assim o lenha entendido o facaoxe-
cuiar.
Palacio da Estancia aos 20 de Janeiro de 1860.
Com a rubrica de S. M. o Imperador Joo de
Almeida Pereia Filho.
Conforme. l) ollicial de gabinete de S. Exc. o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Maoel
Diniz Villas-Boas.
Sr. ministro lo Imperio, em viagem Manuel
Diniz Villas-Boas
1360.
Rio de
lelo Mu-
llei por bem tiomear o presidenlo da
de Sergipe, Hanoel da Cunha Calva
dente do Imperial Instituto Sergipano
cultura.
Joo de Almeida Pereira Filho, do m
llio, ministro e secretario de estado dos
do Imperio, assim o ten ha entendido o
colar.
Palacio da Estancia aos 20 de Janeiro
f.'iii a rubrica de S. M. o Imperador -
Almeida Per. ira Filho.
Conforme.O offieial de gabinete de
Sr. ministro do Imperio, em viagem -
Diniz Villas-Boas.
provincia
o, presi-
de Agri-
en consc-
nogocios
faca exc-
de 1860
Joao de
S. Exc. o
- Manoel
Hei por bem nomear rice-presidente da direc-
tora do Imperial Instituto Sergipano de Agricul-
tura a Antonio Dias Coelho e Mello.
Joao de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
"tho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenlia entendido c faca exe-
cutar
Palacio da Estancia era 20 de Janeiro de 1860.
Com a rubrica de S. M. o Imperador Joo de
Almeida Pereira Filho.
Conforme.O offieial de gabinete de S. F.xc. o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Manoel
Diniz Villas-Boas,
II-i por bem nomear membros da directora
Imperial Instituto Sergipano de Agricultura os
cidados constantes da relaco que com este bai-
xa, assignada por Joo de Almeida Pereira Filho,
do meu conselho,ministro e secretario de estado
dos negocios do Imperio, que assim o tenha en-
tendido e faca executar.
Palacio da" Estancia em 20 de Janeiro de 1860.
Com a rubrica de S. M. o Imperador Joo de
Almeida Pereira Filho.
t'.onforme.O offieial da gabinete de S. Exc. o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Manoel
Diniz Villas-Boas.
Relaro dos membros da Directora do Imperial
Inttituto Sergipano de Agricultura deque tra-
ta o decreto desla dala.
Vico-presidente Antonio Dias Coclho e Mello.
Jos ila Trindadc Prado.
Dr. Jos Nunes Barbosa Madureira.
Dr. Joo Jos de Bitencourt Calasans.
Tenente-coronel Manoel Cardoso de Araujo Ma-
ciel.
Dr. Silvio Anacido de Sou/.a Bastos.
Dr. Jos Cupertino de Olivcira Sampaio.
Palacio rja eidade da Estancia em 20 de Ja-
neiro de 1860. Joao de Almeida Pereira Filho.
Conforme.O ollicial de gabinete de S. Ene o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Manoel
Diniz Villas-Boas.
Hei por bem nomear vicc-presidente do con-
selho fiscal do Imperial Instituto Sergipano de
Agricultura o senador Antonio Diniz de Siqueira
O Mello.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
iho, ministro e secretario de estado dos negocios
da Imperio, assim o tenha entendido e faca ese-
cilla r.
Palacio da Estancia em 20 de Janeiro de 1860.
Com a rubrica de S M. o Imperador Joao de
Almeida Pereira Filho.
Conforme.O ollicial de gabinete de S. F.xc. o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Manoel
Diniz Villas-Boas.
II i por bem nomear membros do conselho fis-
cal do Imperial Instituto Sergipano de Agricul-
tura os cidados constantes da relaco que com
este bata, assignada por Joo de Almeida Perei-
ra l'ilho, do meu conselho, ministro c secretario
de estajo dos negocios do Imperio, que assim o
tenha entendido e faga executar.
Palacio do govemo da Estancia em 2(1 de Ja-
neiro de 1860. Com a rubrica de S. M. o impera-
dor Joo de Almeida Pereira Filho.
__ Conforme. O ollicial de gabinete de S. Ex. o
Sr. ministro do Imperio, em viagem Mauoel
Diniz Villas-Boas.
B to cae dos membros do conselho fiscal do Impe-
rial Instituto Sergipano Agrcola de que trata
O decreto desla data.
Viec-presidenle Senador Antonio Diniz de Si-
queira e Mello.
Baro de Maroim.
Goncalo de Faro Rolemberg.
Joao de Aguiar Boto de Barros.
Luiz Barbosa Madureira.
Flix Brrelo de Vasconcellso c Menezes.
Francisco Moniz Brrelo.
Manoel Rolemberg de Menezes.
Dr. Raimundo do falois Galvo.
Gaspar Accioli de Barros Pimente!.
-loa j Npomorcno Talles de Menezes.
Manoel Curvlo de Mendonca.
Manoel Siraoes de Mello.
Joaquim Jos de Calasans Bitencourt.
Joo Dantas Marlins dos Reis.
Dr. Goncalo Vieira de Carvalho e Mello.
Manoel Raimundo Telles de Menezes.
Antonio Manoel da Fraga.
Domingos Dias Coelho o Mello Sector.
Paulo de Souza Vieira.
Paulo Freir de Mesquila Barrlo.
Palacio na cdade da Estancia 20 Je Janeiro de
1860.Joo de Almeida Pereira Filho.
Conforme.O offieial de satnele de S. Eic. o
Ministerio la Ja/eiidu
EXPEDIENTE lio IUV 1 DE lAN'EIBO r.F.
Miuisleo dos negocios da fazenda
Janeiro em 1 i de Janeiro de lSoi>.Ang, ..
ni/, da S'lva Ferraz, presidente do tribunal -lo lhe*
souro nacional, par boa iiitelligcncia da ordem
de 10 de jullio de Ifej'J, relaliva ao modo de se
contarem as fallas do* empreados de fazenda
para o calculo das gralilicncoes de exercicio, de-
clara que tamhem se devom contar como falta os
dias santificados ou feriados seguales ao em que
o empregado deixardc comparecer na reporlico, I
enibora se aprsente na segunda eira ou dia im-!
mediato ao feriado.Communieou-so s direc-
lorias do thesouro e s Ihesourarias de fazenda.
A presidencia do Rio Grande do Norte de-
clarando, em resposta ao sen officiodc 20 de ou-
lubro ultimo, acerca da disposico do arl -j." j
25 da lei da mesma provincia n. 42!) de 10 de se-
lembro do armo passado, que estabelece o im-
posto de 10 0 sobro o producto liquido das ar-
rematares das embarcaces naufragadas, e dos
respectivos gneros ; que, depois de ouvida a
secc.in do conselho de estado, decidio-se, em
Couformidade a sua consulta de 16 do me/, lin-
do, que : quanto a cotistitucioualidade do citado
ail. ., ser a queslo submellida ao poder le-
gislativo para decidi-la como for de Justina, c
quanto reslituico, reclamada por diversos ne-
gociantes da dita provincia, das quantas que pa-
garan) pelo referido imposto, nao podo ella ser
l'eiti, visto como o pagamento leve lugar em vir-
tude de lei que nao fui anullada, e, quando mes-
mo fosse unnullada pelo poder competente, nao
se pode entender tamhem revogados ou annulla-
dos todos os actos pralicados era virtude della,
nao prevalecendo a razo dada pela presidencia
de que tendo sido calculada a importancia recla-
mada no preco da arrematado, nao faro esses
negociantes os prejndicados mas sim as com pa-
nillas de seguro; pois que este motivo servira
apenas para fundamentar o dircilo de reclama-
cao em favor de um terceiro, quando tal recla-
marn nao pode serattendida em favor de uin-
guem.
16
Circular s Ihesouratias, ordenando que quan
do tiverem de communicar aos diversos minis-
terios as despezas eflecluadas por ordem e sob a j
responsabilidade das presidencias das provincias,
nos termos do decreto de 7 de maio do 1812, re-
mellan) ao ministro a que perlcncer a despeza co-
piosa de lodos os lilulos e documentos que Ihe
forem relativos, e ao da fazendalo somonte urna
simples demonstrando das rubricas em que se deu
a deficiencia de crdito ou dos serrinos nao con-
templados na respectiva dtstribuico.
A thesouraria do Amazonas, remetiendo
urna relaco das sociedades e con pauhias que '
lm sido incorporadas,e cojos estatutos foram ap-
provados pelo ministerio do imperio desde a da-
ta da le n. 243de30 de novembro de 1S1, alim
de que a thesouraria tome as providencias no-
cessarias para que seja exigido deltas o paga-
menln dos noros e velhoa dircilos, estabelecidos
nos S5 35 e .6 da citada lei.
Idnticas s thesouraiiasdo Par.Maranho,!
Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Babia, S. Paulo,!
S. Pedro, Mallo Cosso e Goyaz.
.- 1S -
Ao ministerio da justira, para que se sirva fa-
zer sentir aos juizes de ireito em corr-bao, a
inconveniencia do seu procedimenlo em deixar
de curaprir, com grave prejuizo da fazenda na-
cional, o arl. 16 da le n. 770 de 6 de setenibro
de I85, o qual determina que os mesmos juizes
examinem se os escrives de execuedes e label-
lies remcllem no devido lempo 's eslacoes
de fazenda as cerlidoes das treosaccoes sujoitas
direilos nacionaes, eflecluadas em seuscarlorios,
bem como dos dinheiros de orphos e ausentes
recoiidos s coi lectoras e mesas de rendas ;
pois que este preceilo da lei nao lera sido obser-
vado pelos escrives e labelliaes do municipio de
Nictherohy constantes da relaco que se llio re-
melle.Olliciou-se igualmente a presidencia do
Rio de Janeiro.
Ministerio 1:i jnstioa.
Conselho de estado.Secco de justica.Ma-
noel Alves Ferreira e Manoel da Costa Lima re-
corren) do despacho do tribunal de commercio
de Pernambuco que os nao admillio a registrar
um contrato de sociedade por conter clausula
que parece contraria lei.
Parecer da secco com o '/un se conformou a
imperial resotugo de 7 de dezembro de 1859.
Nao tomara conhecimento do recurso por nao
ser caso della. Declare se ao presidente do tri-
bunal do commercio de Pernambuco que s no
caso do decreto n. 1 87 de 13 de dezembro de
1854, islo C, quando se trata de sociedades em
commandila, podem os Iribunaes do commercio
negar o registro dos contratos de sociedade.
Senlior IMan-el Alves Ferreira e Manuel da
Costa Lima controlaran) una sociedade mercan-
til, na qual se encontro a seguinlc disposirao :
k E no caso da morte de um dos socios, conti-
nuar a sociedade al que fique expirado o seu
prazo, compelndo a gerencia e liquidaco final
ao socio que sobreviver, que ser obrigado a dar
conlas ios herdeiros do que livor fallecido, sera
|u estes se possam ingerir na sociedade ou im-
pedir sua conlinuacSo at ao seu termo legal.,,
Requcrendo ao tribunal do commercio de Per-
nambuco, osle ouvio o desembarga lor fiscal,
que deu o seguinle parecer : O ort 12 do acto
social nao ti xa O molo pralico da noni"aeo dos
arbitros, como uecessario. O arl. li deve ser
redigidode modo que harmonisu com o final do
arl |6, e com o que dispoe o cdigo commer-
cal relativamente dissoluQo da sociedade e
suas consequencias immediatas no caso de morlo
de algom dos socios. Recite, 5 de novembro de
18o9.Sillares.'
O tribunal despachou na forma do paiccer fis-
cal. Lulo os dous socios reformaran) o contrato
social estabelecendo no art. 14 o seguinlc : Em
caso de morlo doqualquer dos socios durante o
prazo da existencia da soriedade, o que sobrevi-
ver proceder a um bataneo para prestar as de-
vidas conlas aos respectivos herdeiros, devendo
porm continuar as transaccoes da casa al que
se linde o lempo da sociedade.-
(uvido novaraenle o descrabargador fiscal,
proferio o seguinle parecer; cA nova redaeco
dos arts. 1 e 16 aida offerece duvida. No caso
de morle de um dos socios, nao se pode contra-
tar que a sociedade continu al que c*pirc o
seu prazo, nas sim que ella couliiue al que se
ultimen) as transaccoes pendentes, e se liquidem
as ultimadas. O final desse novo artigo lambem
precisa modificado, de modo que o herdeiro do
fallecido socio rio fique privado de ser esclare-
cido, ede nterr na fiscalisacao como interes-
sado. Recite, 18 de Jezembio do 1858. Villa-
res.
O tribunal proferio o despacho do theor se-
guinlc :
Nao podendo haver socios sobrevivciites com a
morle de un dos socios, por ser a sociedade
apenas composta de dous, nao pode continuara
mesma, e ncra pdem ser os herdeiros do socio
fallecido obrigados a esperar pela liquidaco e
partilha al cnegar o lempo determinada [arls.
308 e 3J6 n. 4 do co.l. do commercio ) porque
s pode ler lugar o registro eltninando-se os
arls. 14 e 10 do contrato, ou sendo redigidos
pela forma prescripla no mesmo cdigo. Tribu-
nal do commercio da provincia de Pernambuco,
em sessao de 2j de dezembro Je 1853.Sousn.
Ltmos.Silva.Bar'joia.s
Deste despacho rccorreram por meio de urna
petco, sobre a qual ouvindo o presidente do
tribunal, deu a seguinle informando: Infor-
marao : : Informando sobre o ri-querimenlo de
Hanoel Alvos Ferreira e Manoel, da Costa Lima,
olferece-ine dizer O seguinle : E principio corren
le na jurisprudencia commercial que a mora de
um dos socios dissolve a sociedade, seja qual
for o prazo de sua duraco, cessando a socieda-
de c lornando-se de pessoas conjunctas indivi-
duos dis'incios e nieros compartes em commum
da propriedade social o ser : d'ahi vem adis-
posco dos arls. 308 e 335 n. de nosso cdigo
do commercio, que considera dissolvidas as so-
ciedades pela morle de um dos socios, permit-
anlo que possa continuar com os herdeiros
maiores do fallecido ou entre os mesmos socios,
lia>endo convenco entre os que sobreviverem, j
ou seja esla convenco expressa no primeiro con-
trato, ou effecluada depois, provando-se o con-
trolo por novo instrumento, passado e legalisado
com as mesmas formalidades iiue o da sua insli-
luicao, como prescrerco art. 3)7 do mesmo c-
digo da commercio. Os Supplicanles pelo arl.
12 o seu contrato prorogaudo a sociedade do-
pots ta morle de um dos socios (que sao ape-
nas dous), pretenden) fazer constranger os her-
deiros do socio morlo serem socios ; pois a tan-
to equival; a clausula sem que estes se possam
ingerir na sociedade, ou impedir a sua continua-
cao at o seu lempo legal ; nolando-se que
depois da morle de um socio lica s oulro, por-
que a sociedade s de- dous, comtudo assim
mesmo consideran) os supplicanles que existe
sociedade. To extica e extravagante prelenco
nao podia ser tolerada pelo tribunal do commer-
cio, porque com a morle de um dos socios cessa
tal sociedade, sem que hajam socios sobreviven-
les. I', como estabelccei-se no contrato que os
herdeiros nao o pdem impedir ? Portanto nao
podem os herdeiros estar pela sua continiiaco,
porque de meto est disssolvida, e somonte com
o consenlimenlo delles pude ser continuada
[artigos citados do cdigo do commercio, arl 10
do ndigo da Blgica, e porluguez arls. 601, 700,
e 72ii
Os suppcantes allribueni ao tribunal nina
inlelligencia dos arts. 3()8e335 n. que nao se
deduz do seu despacho, e que s inventada
por clles : ou seja a sociedade compost.) de dous
ou de mais individuos, subsisten) as mesmas
disposicoes pelas quaes a firma social de una
socieaade dissolvida pela morte nao pode ser
continuada com opposi funlo, mas sim por seu consenso, reduzido o acto
legalisado ncm as mesmas formalidades que o
da sua insliluicao. Dos guarde i V. Exc. lllm.
o Exm. Sr. cooselheiro Jos Antonio Saraiva,
presidenlo da provincia.Firmino Antonio de
Souza.
Cim esla informaco dirigi o presidente da
provincia secretaria da juslica os papis rela-
tivos esta queslo. Ahi o "i" ollicial Manoel
Josuino Ferreira, depois de fazer o histrico diz
o seguinle : O ponto que motivou a preseule
queslo o seguinle : Podem os socios estipular
as condices do contrato o sociedade que os
herdeiros dos socios sobreviver e facam parle di
sociedade, nao podendo intervir liquidaco enera
iugerir-se na sociedade ou impedir sua conli-
nuar-o al seu termo legal ? Nenhum dos arti-
gos do cdigo do commercio relativos socieda-
de e dissoluco de sociedades, direitos e odriga-
ces dos socios, pode fundamentar e admillir a
clausula das condices de onde formulamos a
queslo proposta.
arl. 335 ; J patentemente opposlo a
ella quando dispo que a sociedade sj dissolva
por morte de um dos socios, salva convenco
em contrario a respeito dos que sobreviverem! 0
art. 308 tambero expressp quando dispoe que,
dissolvida a sociedade por moite de um dos so-
cios, tendo a sociedade de continuar com os her-
deiros do fallecido, havendo entre ellos menores
estes nao possam ter parle n'ella, anda que se-
jam antorisados judicialmente, salvo sendo lo-
galmenle emancipados. O art. 307 anda ex-
presso quando dispoe que, expirando o prazo da
sociedade celebrada por lempo determinado,
tendo esta de continuar, a sua continuaco s
possa provar-se por novo instrumento, passado
e legalisado com as formalidades prescriplas no
arl. 30 do citado cdigo.
A clausula rejeilada pelo tribunal do corn-
il crio de Pernambuco, alm de querer deduzir
os herdeiros socios especie de socios negativos,
porque tolhe-lhcs a ingerencia ua sociedade at
seu termo legal, o que nao se deve ncm pode
admillir, nao se aprsenla era harmona cora
as disposicoes dos arligos citados, que nao po-
dem ser alteradas pela convenco das parles no
ponto proposlo, porque teria d ellerar algumas
disposicoes orphanologicas. E' este o noss<" pa-
recer bem dispensavol vista da luminosa opi-
nio do presidenle do tribunal do commercio de
Pernambuco. Rio de Janeiro, 3.) de abril de
1859. O !. ollicial, Manoel Jesuino Ferreira.
t) director Jos Marliniano de Alencar faz a
seguinle exposico : Na forma do art. 8." ij 2
do rcgulamenlo n. 1577 do 1. de maio de 1855,
recorren) os negociamos Manoel Alves Ferreira
o Manoel da Costa Lima para o conselho de es-
lado da deciso do tribunal do commercio de
Pernambuco, que prohibi o registro de urna
escriptura de sociedade passada entre os recur-
rentes. O fundamento da prohibico do registro
o seguinle :
Os arts. 1 e 16 da mencionada escriptura
de sociedade dispunham que, embora fallecesse
um dos dous socios, continuara a sociedade, in-
duzindo-so desies arligos que a inteuco dos
contraanles era obrigar os seus herdeiros". anda
menores, a manler a sociedade. O tribunal de
Pernambuco entendeu que semelhantc disposi-
rao era contraria a direito expresso, e nao podia
portanto ser cnnvenciouada pelas partes O cdi-
go commercial nos arls. 308 e 335 n. 4 declara q"
a sociedade se dissolve pela morle de um dos
socios, podendo porm continuar entre os socios
sobreviventcs, ou entre estes e os herdeiros
maiores do socio fallecido, se houver convenco
expressa, quer ao lempo da celehraco do p'ri-
meiro contrato, quer posteriormente, depois do
falleriraento.
<- No caso em queslo, sendo dous os socios,
<; nao podendo por conseguinle haver socios so-
breviventes, nao se exceptuando os herdeiros
menores, claro que as duas clausulas, a da lei
e a da convenco, implicara, c que esta deve ce-
der aquella. Esta a argumentarn do referido
tribunal. Parece-rr.e porm que elle deixou-se
levar por demasiado escrpulo, prohibindo o re-
gistro da escriptura da sociedade, pois a disposi-
co citada nao ofrende absolutamente a lei. E'
possivel que na occasio da morte de um dos so-
cios lenha p fallecido herdeiro maiores ou me-
nores emancipados, e en lo a clausula dos arts.
14 e 16 da escriptura poderia cumprir-se de ac-
cordo com a lei: se os hordeiros fivrem menores,
a clausula caduca vista do art. 3i 8 do cdigo!
Quando dissolvida .por mojle.de um dos socios
liver a sociedade de continuar com os herdeiro*
do fallecido ( rll 335 n. 4 )', se nlre os herdei-
ros alguns forera menores, estes nao podfero
ler parle n'ella, anda que sejam autorisados ju-
dicialmente, salvo sendo legtimamente emanci-
pados, n'esse mesmo artigo, era que alias se fun-
dou o tribunal, est mostrando que as parles
podem convencionar as cLuisulas que se preten-
de prohibir, e podem convenciona-las sem o me-
nor risco, viloque a lei garanti previamente os
maiores e os menores incapazes de defcnde-los.
Lst a minha opinio.
A secco, antes de quaesquer oulras considera
ces, [iede licenca para examinar se raso de
recursv.' Os re;tros dos contratos oches pa-
recen) ler do |,or lim dar-lhes maior aullieiiti-
cidade e puhlicidade, e por consequencia parece
que os Iribunaes nao devem erigir-se em julgn-
dores di validado desses contractos, e quando
apenas so rata de noticiar ao publico sua exis-
tencia de um modo aulhentico. Parece que o
poder judiriario precedendo conveniente dis-
cusso quem pode julgar da sua validado. Ao '
menos assim o tem entendido o tribunal do com-
mh>ck> '* corte que se dirige no registro desses
contratos pelas disposicoes dos arts. 60, 70 e 71
do regulamenro n 7:18 do 25 de novembro de
1650, deixaudo o registro o cargo do ollicial-
maior,com recurso ao prosiilentc do tribunal, de
coja deciso nestas materias nao ha recurso.
Ha porm urna excepeo a esta regra. O de-:
creto n. 1,487 de 13 de desembro de 1854 deca-!
ron que as sociedades era commandila nao po- !
diam dividir seu capital em acedes, e ordenan !
que OS Iribunaes de commercio nao admittissem
ao registro os instrumentos de contratos das di-
tas sociedades con tendo a referida condiro.
D ahi em diante o tribunal de commercio da
corte comecou a examinar se por ventura os
contrarios de sociedade em commandila conten
a clausula prohibida ; mas a islo se limita o
SCU exame.
Urna ve/, creada por esle decreto a hvpolhcse
de nao se admillir o registro, foi uecessario es-
labelecer no decido n. 1,597 do 1." de maio de
1855 a disposirao do arl. 8." ; 2.". que admillio
0 recurso para o conselho de oslado das decises
que prohiben) ou annullora os registros das so-
ciedades. Sendo exacta esta inlelligencia do iri-
bunal da corle, lica sendo claro que s a respei-
to das sociedadesem commandila, divididas por
aeces, se d o dircilo de negar o registro, os,
portanto nesia hypolhese admissivel o recurso
para o conselho de estado.
NestecaSO basta que se declare ao tribunal do
commercio de Pernambuco, que nao caba era
suas attriboices negar o registro pedido pelos
recorrenies, visto que nao conlrahiram Sociedade
commandilaria dividida por accoes, deixaudo as-
sim para dicilirum os Iribunaes no foro coileii-
cioso judiciario a queslo relativa ao art. l do
contrato social.
Procedendo de outra maneira parece secco
que sepoderlam dar conflictos desagradareis en-
tre o poder administrativo e o judiciario, por-
quanlo, se conhecondo deste recurso, deridisse o
conselho de estado que a disposico do art. I
do contrato social nao era opposta s disposicoes
do cdigo, como entendeu o tribunal do com-
mercio de Peruarabuco, esla queslo se acharia
decidida em ultima instancia pelo poder admi-
nistrativo. Se, porm, os herdeiros de algum
desses socios rouxessera aos Iribunaes judicia-
rios a mesma queslo, das duas urna : ou os Iri-
bunaes judiciarios se julgariam inhibidos de co-
nhecer da queslo como j rcsolvida por outro
poder, ou tomariara conhecimento para julgar
do novo.
Km uma e outra hypolhese o absurdo seria
palpavel. Na primeira, herdeiros que nao fo-
ram ouvidos, nem disculiram a queslo, veriam
seus direitos prejndicados por urna deliberaco
administrativa em materia de natureza ceria-
mentejudiciaria. Na segunda, teriamosun juiz
de 1.' instancia, apreciando e julgando materias
em ultima instancia j decididas pelos allos po-
deres do Estado. E" pois O parecer da secco
que nao se conheca da recurso, e se faca ao tri-
bunal a derlaraco cima exposla.
Se, porru, a secco livesse de conhoeor do re-
curso, reformara a deciso do tribunal do com-
mercio de Pernambuco. Diz, verdade, o art.
335 do dodigo commercial ; As sociedades
reputam-se dissolvidas: 4." pela morle de um
dos socios salva a convenco e:n contrario a res-
peito dos que sobrevicerem. Esla redaeco pa-
rece em verdade favorecer a opinio do tribunal
do commarcio, maso arl. 308 do cdigo faz logo
nascer a dnvida, porquanto diz o seguinle :
(Juando a sociedade dissolvida por morle de
um dos socios liver de continuar com os herdei-
ros do fallecido ( art. 335 n. 4 ). Se entro os
herdeiros algum ou alguns forera menores, estes
nao podero ter parle nella, etc. As palavras
sublinhidas e a cilaco do arl, 335 n 4 indican
claramente que as palavras a respeito dos que
sobreviverem nao sao exclusivas dos herdeiros
dos socios.
A secco anda mais se confimou nesta opi-
nio quando leu o segunti artigo do cdigo
commercial porluguez, que diz : A morle de
um dos socios dissolve a sociedade, seja qual for
o prazo da sua duraco. Quando a sociedade tem
mais dedous membros a morlo de um opera a
dissoluco social entre todos salva a convenco
era contrario ?,
Esta redaeco, que primeira vista parece
lambem favorecer a opinio do tribunal do com-
mercio de Pernambuco, e exactamente a mesma
que o redactor do cdigo porluguez empregou ua
sua jurisprudencia do contrato mercantil de so-
ciedade no final do S l'>6. Entretanto nessa mes-
ma obra na nota ao ? 167 sustenta as doulrinas
de Pardessus e cita as palavras seguinles desse
escriptor no $ 1,059.
A convenco pode eslabelecer, que a socieda-
de continuar entre os que sobreviverem e os
herdeiros do defunto. Nesta mesma nota aecres-
centa elle, depois de cilar a ord. do livro 4". ti-
tulo 4 $ 4.. Segundo o cdigo civil de Franca
vale a convenco de que a sociedade continuar
com o lierdeiio, arl. 1,868. N nao conhecemos
a razo porque tal clausula seja defeza para
nossa ord. ; mercantilmente fallando nao ha ra-
zo que possa sustentar tal prohibico, assim
nao podemos persuadir-nos, que esta ord. legisle
para sociedades mercanlis. A ord. de Bilbao ca-
pitulo 10 art. 9 fundamenta a nossa opinio ; e
o arl. 52 do projocto do cdigo do commercio
de Italia ainda mais ampio, legislando sobre a
aquiescencia, e continuaco tacita como her-
deiro.
O codico commercial hespanhol diz no art.
329 : v Las compaas mercantiles se disuelvem
totalmente por las causas seguinles : 3.", por
la muarle do uno do los socios si no contiene la
escritura social, pacto expresso para que conti-
nen) en la sociedad los herederos del socio di-
fund, o que esla subsisto entre los socios sobre-
rivenles
Pardessus diz no n. 973- da essencia da
sociedade que os socios se escolham reciproca-
mente.... Porm as clausulas do acto social ou
convences posteriores podem modificar estas
regras. Assim aquellas que formara uraa socie-
Idade podem estipular, que, em caso de morte,
1 os herdeiros do fallecido lhe succedero e sero
! membros da sociedade em seu lugar.
Muilas ve/.es esla faculdade nao concedida
I seno com a condico de que os novos socios le-
! rao, ou na adminislraco da sociedade, ou no
conheciinenlo dos registros e estado dos neg-
nos menos direitos do que os socios primitivos.
Neste caso, os novos adniittidos se presumem
terera constituido os antfgos, mandatarios irre-
vogaveis, e esla estipulaco nada tem de Con-
traro essencia ao mndalo, porque urna con-
dico da admisso dos novos socios.
Em vista pois dctas autoridades, e sobretudo
da opinio etpiltida pelo redactor do cdigo com-
mercial porluguez, que parece ter sido nesta
parte a fonto prxima do nosso, parece secco,
que o tribunal de Pernambuco nao deu ao cdi-
go a sua verdadeira inlelligencia.
Em Conclusas, a secco entende que se nao
deve conhecer do recurso cao mesmo em ao de-
clarar ao tribunal do commercio que no registro
dos contratos da sociedade nao lhe compete exa-
minar a legalidale de suas disposicoes, salvando
a especie rica da diviso em accs da socieda-
de crj cctnmacdlla e que portanto doc registrar
o contrato dos recurrentes, Qcando salvo aos m-
leressados o direito de reclamar a nullidade das
eslipulacGes no juizo competente.
Se poc/m, nao fr resolvida a consulla no sen-
tido do nao conhecimento, a secco de parecer
que se deve dar provimento ao recurso, mandan-
do registrar o acto social
V. M. Imperial, porem, resolver o mala justo.
Saladas conferencias da secco de juslica do
conselho de estado. -20 de agosto de 1859.En-
sebio de Qneirnz Continuo MaltotO Cmara.
Visconde de Maranguape. Visconde de Iru-
gvay.
Como parece. Palacio do Recife, 17 de dezem-
bro de 1859.Cora a rubrica de s. M. o Impera-
dor.Joo Lnstoso da Cunha Paranagn.
Ministerio dos negocios da justica.Rio de Ja-
neiro 1 de Janeiro de I86Q.Tendo-se do pro-
ceder no correle anno eleieo dos cidados
que leem de escol'ner os representantes da rn-
".ao na cmara temporaria para a prxima le-
gislatura, manta S. M, o Imperador que V. S.
d as necessarias providencias para que tanto a
eleieo primaria como a secundaria sejam a ex-
presso germina e fiel do voto popular, nao al-
mittindo de maneira algutna, e sob qualqner pre-
texto, a inlervenco da autoridade, que somonte
deve apparecer para garantir e sustentar a or-
dem publica e essa niesm i lberdade de vote) que
0 govemo tanto se empeuha ern inan'er. orde-
na lambem o mesmo Augusto Senlior que V. S.
excrea a maior vigilancia sobre as autori lides
gil0 lhe sao subordinadas, nao permltindo a in-
lervenco directa ou indirecta dolas as referi-
das eleices. e atienden lo a que nao reparem
com aiieiiJencia o campo, quer em beneficio
proprio, quer no do seus prenles, amigos c
affeigoados. Tomar V. s., para obter o i
ratnm que lo instantemente lhe agora recom-
mendado, as providencias que estivi rem ao seu
alcance, solicitando dognverno imperial aquellas
que lhe parccerem proprias para se alcanrar o
mesmo lim que nao caibam em sua aleada.'
Dos guarde a V. S.Sr. cheo de polica da
corte.Joo Luslosa da Cunha Parangu.
3" tecc.&o..Ministerio dos negocios da juslica.
Rio de Janeiro era 1 d-t fevereiro do ItsCO. "
lllm e Exm. Sr.I.evei ao conhecimento de
S. M o Impera lor o ollicio de V. Exc. sol) n
'>'> e dala de 22 de dezembro do anno prxima
lindo, no qual informa sobre o rc]iierimento de
Joaquim Antonio Machado, pediudo approvaco
de um novo contrato de aforamento perpetuo
que celebrara com a ordem carmelitana dessa
provincia, das tenas denominadas do l.imoeiro.
em Caxias, pertencentes ao convenio da capital,
jo mesmo Augusto Senhor tendo ora vista a
informaco do Rvd. prelado dessa diocese, e as
razes expostas por V. Exc manda declarar-
Ihe, para seu conhecimento, o para que 0 faca
constar aos inleressados, que devem considerar-
se de nenhum eflcilO os contratos celebrados pa-
ra o aforamento daquellas Ierras pela mesma
communidalc, tanto com Joaquim Antonio Ma-
chado, como com Antonio Dumngues da Silva,
em substituico do precedente, nao obstante o
que sobre sua legalidade informou o repoclivo
provincial; visto como em face da lei de 9 de
dezembro de 1830, e decreto n. 655 de JS di no-
vembro de 1819, indispensavel licenca previ*
do governo imperial solicitada com os requisitos
do citado decreto, para que os contratos de se-
melhanle natureza possam ser celebrados, e nao
incorram na pena de nullidade pleno jure;
cumprndo que V. Exc. nunca informe petico
de qualquer corporaeo religiosa para a concs-
sao de taes licencas sem que se tenha verifica-
do o exacto cumplimento daquellas disposi-
coes.
Dos gucide a V. Exc/o4o Lustosa da Cu-
nha Paranagn.Sr. presidente da provincia do
Maranho.
ministerio da guerra.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE IAMEIRO DE 1860.
Circular 30S presidentes das provincias do
Amazonas, Para, Pernambuco, Babia, Rio-Gran-
! de do Sul e Mallo-Grosso, declarando que ao aju-
dante-general se expedio ordem em 18 do cor-
rente para fazer rccolher immediataraenle aos
: respectivos corpos todos os olliaiacs arregimen-
tados que so acharem servindo de secretarios
dos commandos do armas e brigadas, tolerndo-
se apenas que sirvam como ajudante de ordens;
e bem assim para que Bzesse recolher a seus
corpos quaesquer olliciaes que ainda existam
servindo de assistenles do ajudanle general e de
quartel-mostre-gcncral junto aos commando de
armas ; alim de que as referidas presidencias por
sua parte facam dar completa execuco a estas
disposicoes.
Ao presidente do Para, doctorando que dea
approvado o valor de cada raco de etapc em 480
1 ris, corno foi arbitrado pela" thesouraria do fa-
zenda da provincia para o semestre de Janeiro
| a junho do prsenle anno, bem como o da for-
ragera era 720 ris; cumprndo que a referida
thesouraria remella as olas dos preros correles
do mercado, o a araliaco da meia libra do pao
; alvo, que tem de substituir a farinha quando as
[iracas leem baixa para o hospital.
Ao presidenle do conselho administrativo da
corle, fazendo senlir que niuito irregular foi o
procedimenlo do mesmo conselho approvar.do a
acia de uma sessao doze dias depois de celebra-
da, como aconteceu com a da de 17 de dezem-
bro ultimo ; visto que nao preciso lano lempo
para verificar a exactido com que sao exposlos
em taes instrumentos os fados occorridos as
sesses, podendo, quando muilo, haver razo
para se adiar a approvaco das acias e sua trans-
cupeo no livro competente al ao dia seguinle,
evilando-se desla sorie que exislam em papis
I avulsos documentos que peideiu de sen valor
quando nao devidamente oscripturados; accres-
cendo que a ortica adoptada pelo conselho tai-
vez de occasio a se reproduzir a suspeita de al-
teraco das actas, como j succedeu, Por esla
occasio fez-so tambera sentir ao conselho ad-
| rainistralivo que o aviso de 584 do abril de 1857
s autorisa a compra de arligos quaesquer sem
previos annuncios pelos jnrnaes em casos repen-
tinos, e nao para supprmcnlos de gneros, cuja
necessidade devra estar prevista : nao podendo
portanto jiistificar-se a compra de 116 arrobase
10 libras de cabo para morrees cora a falla que
se da va no arsenal, pois que nao h?nd esse es-
labelecmento de mandar fabricar morres que,
leem consumo continuo, deveria conhecer de tai
necessidade com antecedencia, ou ter prvidos
suflicienlemente os armaeens, alim de, pelo me-
nos, se evitar amiudadas infrarces das deposi-
ces do regulamento de 14 de dezembro de
1852.
26 -
Ao presidenle da provincia de Pernambuco pa-
ra declarar aos filhos e herdeiros do fallecido te-
nenie coronel Manoel Machado da Silva Santiago,
que pedera pagamento do divida de excrcicios
; lindos, proveniente de sold do dito lenenle-co-
I ronel, que devem habililar-se herdeiros da mes-
mo finado, e requerer a liquidaco da divida pe-
! ia thesouraria de fazenda do Amazonas e recor-
rer ao thesouro nacional quanto que je foi li-
quidada ni de Pernambuco.
C0HNAXI~DAS ARMAS.
Qtiartel sreneral do commando das
armas de Pernambuco, na cilia-
do do Recife, 14 de fevereiro de
1SGO.
ORDEM DO DIA N. 352.
0 ten.er.tc-geneal commudaolc das arjnosfaz
publico oara os los oonvninlea, que h
so lhe aprsenlo i vindo da corte o Sr. lferv*
do 8" batalho de infantaria Manoel Frai
Imperial, que ticou addido ao Ir* da aaesaaa ar-
ma. Egualmenle se lhe apresentou ndo 11 -
hia o Sr. lente do i' bal ilh i de arl
a p Francis i Jos da Sili i, u :. i
ao mesmo batallio. E linalmenl, ,
mandn desligar do 9* bitallio de infaDUi
que > achata add lo o Sr. alteres do II
mesma arma Francisco Jenuino simo- s, p ., i
: batalho n i
Assign id >.Josi Jo .
i. informe. Iter ir! ./ i i'... -. t
ajo lano de orden.; do corara i
EXTERIOR.
BUESOS-AYRl
i, de jnuho i 186 '
Os depul i !-- i '' pela campanil
| .: la nu leem "-1 lei lores
sao os seguinles senhores .
I." secc i !'. Lili i I. ig s, I. D
ra Y Sil)eii a.
2 JilaI). BarnaW Siei t. V ili nte, D l
lorino Esc il ida, D. R is
;i.' ditaI). Lim S.i ii* i'-n i, D. 5sl i \
gas, I). Jos Harlincz de II z.
.' dia ii. Igtiac i l'/ i, I). Isi-
dro Babio, e I) Luis G
".' ditaI). Pastor Obi .:. I ., D. M
I). Jos Mana i-.-di.
6.* ditaI). Mariano Marn, D. D I..-
goyen, I). A. Saave .
7.a ditali. Barnab F-nt, D. Vn 1'
cis o Lope/., e [). Mano- I
8 dil i I I ai/ L. ;. imtng iez, !>. Aui
3S I. mu/. O. 1"i .Mi ;- i M II
!)." -..la li. SI iri ni i A ', l> I.-';.- '
Torres, I). Ambro/in l.--.-. i.
I1'.1 dita -li. Era i i Cin >. i. ir M m i I M
calad i, I). Jos Fren. i*co i: -i
II." dil i-I>. Juan R i, D I-.-
ra G iti irrez, e D. And s S ira -.-.
M.' da-1). Vn-tor Martnez, D. lun Ai
rena. !) Jos Irania.
13.' dita1). Wenc P m r ..
Foi desij lo o dia '< I
ii ira da aberl n ., em
'<'' lug ir no ocal mide Irabtlha.n -
ilivas, por annuen ii : i i
rite dos me imas, era i leuc'u de se
nao h iver r snni lo nutu u
lados e si uadores p ira -i-
sumplv, sen : i pie ?i ra i nuinei : i :
le nao po cria h ivoi hivida sobi a
ccssi) d.\ licenca soli :it
Reuni i-sc i -a 17 me nbros, c i i I
foi confiada ao Sr. coronel ll!ni ,
loo mais tdosa e cora > os u
s gn id is para sei i-1 iri us v
ci i Dr. D. J.rm Antonio .
Acto COTlI n o ni .! -
membn s que dei im con
exame Jas artas, a qual foi
vor pelos I

O partido Ultra! o ui -d, for
(riumpharam, i di lies sahiram i i
bros : Srs. Dr. Barroz P i -. I. -. a i. \
sio Obligado [D. Antonio Cru C n
razco.
!l- lio-sc quo durante .....- rej rato-
ras o rcgulamenlo inlern id .
regeria : que a dita r immissao eshibii
jecto de formula doj
parecer da raesmi commisso, sena disi
i pelos membros da sseml
sua reunio para .. n c*bere
rev lug ir nos prin -
[os membros loclubdaPo/ e do j-- Lberdade
um conflicto grave.
O ilub da Paz reunio-se no I
para dir leitura dos mi -- -
23 do niv. passad < nesta cid ide, ,
uraa commisso ceniral, cuja uomi
lugar, sendo elcilos os Srs. D. Lorenz i" I
D. Lucio V Mansilla, I). Mariano Marea. D
Navarro Viola, |). Ni olas Cala, D. I
Alvear, D. Anocarsis I. inuz, D. Luiz Sacn* P m,
! gen-ral Piran, Dr Plaza M mi i i e Dr. II C -
j nardo Irigoycn ; .'. sahi la da i
, cados e insultado-; pelos i! i i lab I
; vendo tiros, panc.i iari i, el
O pretexto que houve foi o de alg | r -
ido clnbda Paz haveren--' \
I masiada vehemencia e a em rea
es! ido poltico.
O Nacional a esle respeito
guite modo :
..............
Em si mesmo nada tem este aviso que
infundir mente licitoe permiltido pornossas I- is. \
litnico garante a todos .
do reunio pacifica, sem lira
ie ; o fora de divida que on li
ha eslabelecida cxcepcocs, ncra ; i#,
ncm Dxado limites, menos o podiara fazer os
goveruos, que sao simples encarreg idos d
estricta e pontual execuco.
< (bracas, pois, aos exaltados,
clusiitfstas que o bao conquistado em prini
e conseguio-o iu pratica para Seas adven
como para clles, os cidados que forman a a-
sociaco titulada de la Paz, leem o dir. ito a>
reunir-sc publicamente, e o podem Uzer sem
ssidade de solicitar para isso venia di
ndade Porm o governo, romo poder
mente encarregado da conservarlo da ordem, pe-
de tambera, e deve enviar i '->-a reunio um
ou mais agentes de polica parj que lomen
nherimento dcquaalo nella occorra. elh'o trans-
mittam immedialamonle, so uecessario for.
..............
Ora.se um orgao influente da atinarn se ex-
pressa assimquanto ao direito de rene
mo poder appro- ar-se asso tumulto proBB.
pelos do seu credo .'...
No entretanto, grande numera dos mi
club da Paz se rotiraram dalla : entre oulro*, as
Srs. coronel Conesa, D. Lourenzo Ton./, l>. Vn.-
brosio Lczica, D Anacarsis Lanuz, tenlo-s,
les relirado 03 Srs. Fras, Azcannega, etc ;
liaviam sido os creadores dessa associ.e.o, |
influencia do actual governo, que quU poi
feilO de .-ua eleva.-o crear um novo (Mitido i) -
nouiinado moderado, Foi, porm, eiu
ah.-orvido pelos federase, e por tira ffcixoQ de
existir.
O tlnb da Paz confeccionoii antes de man
seu protc-to contra a eleieo da cdade. Ainda
se ignora se querer prcvaleeer-sa dedo snU .,
convenco provincial on, segundo outros, aale
COllgresSO, 110 Paran. IV-nse-se, porem,que n".
lhe redundar beneficio algum
Dos membros llameados para a convenco di-
zemque renuncaram osSrs. Dr. D. Valeniim \
cia, Dr. D Dalmacio Veles Sarsficld, D Jo*
Marmol e coronel Cencza.
A adopeo do regulamenlo interno para i
Convenci suscitou debales pela imprenj
nhando-sc era demonstrar a iaeiequibililade
delle.
Uma grave queslo eviste, sobre a qual tain-
bem a irapreosa se tem oceupado, rqne po
vm da nomcaco [cita pelo governo io Paran i,
de um commissionado para o reprcaealar n..-
alfandcgas deste estado, em ririnde do ari. b
do pacto de 11 de novembro, qur- o g.
Confedernr'io considera <'.?'
taiat.

TLEGIVELl


J*
a esle res pello du o Comereio del l'taia :
O maior silencio reina hoje sobre esta ques-
to que se iniciou com tanto ruido. Sem oacar-
fio apenas podo concebcr-sc que baja cousa al-
guma mais importante e transcendente para o
listados de Bueuos-Ayres.
As dfrieuldadossurgem aqoi desde o primei-
ro at oo ultimo passo da negociaco.
Deve o governo aceitar o carcter que in-
veste o Sr. Huergo (o comttiissiunado), rece-
1 'cndo-o uesse carcter, o nao devo rece-
be-lo ?
Principiaremos per suppor que o commissio-
nado nao lem sido acreditado anda, posto que
nem um faci ostensivo veio al o presente a
demonstrar o coutratio.
F.m lal coso, nao hesitames em dizer que
nao ha inconveniente alguiu cm acredila-lo, ain-!
da que por outra parte lenhamos i conviece de
le nao ha chegado anda a opportuitidade de dar
txecucn ao or. 8."
Expliquem-nos.
Telo arl. 1. do pacto se eslabelece termi-
tiaiiieiueute que Bueuos-Ayres se encerperara j
Confederacao Argentina para aceil. cao e jura-
mento da conslituico geral, expiessau lo-se
niis adianle o modo por que essa consli-
tuico ha do ser examinada aulcs do acei-
ta r-se.
Assim, segundo o pacto mesmo, a oneorpo-
laiini de Buenos-Ayres s tciia lugar quando
j'irnsse a conslituico nacional ; o como a rio-
< ivnulisaro da alfandega c um fado que im-
plica a encorporai-ao de Buenos-Ayres, nao po- !
lo podir-se oelfei'to anles da causa, como nao!
pode noscer a consequencia antes que se eslabo-
leca o principio.
Porm, pelo faci de o governo receber o
nommissionado se obrigaria a fazer a entrega da
alfandega, ouassumiria olgum sulro canipromis-
80 nesse sentido ? Nao por corlo.
...............
Por ludo isto eremos que o governo nao
''ve hesitar em receber o commissoiiado |
Uuergo.
Consta que este governo vai enviar an Pirana '
o Sr. Marinle para aplanar as difliculdades que
aprsenla na praca o pacto do unio.
Os jomaos federaes esfoream-sc em dcmons-l
liar que o governo marcha de m t, c que sel
paspara para a guerra militnrisando a citado e.
campaflho, cm contrario ao tratado de paz que :
stipulou que ambos os bol ligera fes se eolio-1
caamero estado de paz pela redaeco du for-i
<;as.
As folhas que apoiam o governo fazem vei
que o governo nada faz que nao soja consonta-
aieo lei, que a organiaaco di guarda na-i
ronal na cidado o campauha ero virludcda
lei; a nomeacao de cheles o igualmente ; c
quanto crcacaodc troscorpos de linlia, que
le urgente necessidade pat i bem cubrir as fron-
teirasque a cada passo estilo ameaeadas de n-
vaso de Indios.
A rouimissio ad-hoc nomcada pela con-1
venco convocou esta para o din 2:1 do cor-
rente ; a respailo desla convocarn disse a Tri-
buna :
Esperamos que ti boro sentido dos Sis. do-
pulados nao llie permillr onirnr m questo das
< Icices, (l usando esse Irabalho imprensa mo-
dorada vfusioniHa.
Ha limita solemnidaile nos momentos pro-
s-mies, f de cree que os Sis. depulados s per-
suadirodisso, e que nao querero perder oseo
lempo era questoes que lero pouco de commura
com seu mandato.
A misso da commissao examinara cons-
tilui'ao federal c tazer ou nao fazer reformas
nelIa"
Nesta ultima questo est encerrada toda a i
difiiculdr.de, sobre que rao a inspirar-se os os-
cursos dos oradores.
No entreunto a imprrnsa federal sus'enta
; io a ci nveinjo deve ado| i ir a constiluiea i de
niaio, reervando-se depois no congresso o pug-
nar pelas reformas.
Esta idea, perm, lem sido combatida, < ludo
i:, luz a ercr que ha dcisculir-se e propor-sc as
modillcaeoes.
A lal respeila diz a Tribuna :
Entretanto nao po lo exigir-so de um povo
sacrificios lie enormes os da acetaeo d.i cons-
tilnico federeU sero emendas] ; se hsalgo na
conslituico federal devereformar-se, porque nao
dcbalde Unios pelejado tanto lempo, (urque nao
se nos leve a nace a encontros.
Seria urna resistencia dtsdouros para as
provincias essa que ellas oppozosscm convo-
i-aco da convonco nacional, desdourosa porque
cora ella provariaiu queso quera subjugara vnn-
i.i lo de Buenos-Ayres.
Cuidado, pois, com o argumento, porque to-
das as consequencias dos resultados que possa
irazer o temor que se annuncia pesara exclusi-
vamente sobre as provincias.
Buenos-Ayres manifest su a nlcneao c seus
desejoa de un i r-se, examinando framente ecotn
alma a constituic que lia de rege-la, como
parlo da repblica,
Se reforma, julguem suas reformas como
i mandado.
los debutes havidos pela imprensa e as
reunioes polticas resultou a opiniao Qrme de
<]ue a constiluicao federal deve ser discu-
tida
O ionio difcil que nella hacera ha de ser o
do arl. o"." que diz : As autoridades que exer-
< ni o governo federal residirao na cidade de
Buenos-Ayres, que se declarar capital da Con-
federarn, por urna lei especial.
Essa lei se promulgou com a mesma dala da
constituco 1." de mate).
Nao entra em duviJa que. nao obstante a op-
niao publica repellir adi'visao d,i provincia, se-
r esle objecto de urna renhida e longa dis-
ussao.
O governo absteve-se de funecionar direc- '
ta ou indirectamente na conveuco, nem abrindo
" governo a ses&io, nem la o pouco os ministros
a -mido is sesses e os debates.
Ven t la-se a n spito a questo se seria ou nao
conveniente, e mesmo digno, a interferencia do
governo.
Do um c oulrolado se exhiben razes espe-
ciosas, e por isao cr-se que a convenc.io deli-
berar sobre a materia depois que funecionar or-
dinariamente.
Efectivamente no dia 2;1 do crlenle se
reuni a cuiivenco em ses-.io preparatoria para
tratar ua approvaco das eleices, formula do
juramento que seus membros devera prestar, .
nomeacao do seu presidente e secretarios, no-
meaeo da commissu ad hoe para examinar a
conslituico federal e dar seu parecer a res|
O. e designacao do dia em que se deve ins-
ftallar.
CrC-se que todo o mez scresgolado ncslesob-]
jectes e principios do nutro.
Nesse da foram approvadas as eleiroos lano :
^a-cidade como da campauha, suscilando-sc lon-
^o debate para eleicao da coronel Paunero, por j
ser Oriental.
V. este.respeito houvcram cbales renhidos, e
ihi se extremaran! os partidos.
Caloula-se que a forja opposicionista all se-
a, nos puntos capilaes, como de 2, ao passo
<|iic os moderados federalistas cutitam de 38 e 40
votos.
No dia 23 reunie-sede novo, havenJo renhida
kcusao, e.aOnal (oi rejeitado o projecto da for-
nula do juramento a presentado pela commissao,
sulisliliiido pelo seguinte :
' Juris por Dos e os Santos Evangelhos
desempeiihar Belmente o cargo que o povo o ha
confiado, e guardar segredo acerca do que tratar
e cm se*ocs secretas ?'
Foi decidididu que se reunira de novo no dia
27, s 8 l;' horas da noile, para continuar a
tratar-M dos outros assumplos,
Foi supprimido o ministerio de rclaces
xleriores.
--O general Uilre voltou imircnsa : est
redigindo de novo o Nacional.
As cleicoei para a municipalidade da cida-
leliveram lugar no domingo 15 do crrenle me/.,
resullaram eleilos os Srs. :
1). Tomas Armttrong (Caihedral ao norte).
II. Juan Carranza, dem ao Bul.
Supplcnlc, D. Ignacio de las Carreras.
Dr. I). Ventura Bosch, S. .Miguel.
l)r. 1). Hilario Almeyra, S. Nicols.
I). Augusto Utamendy, Monserrale
Dr. D. Guillermo /.apiola, Concepcin.
Supplcule, D. Juan Villa-Nueva, dito.
I), ilaiiano Echenagueia, S. Thcline.
Supplenle. I). Pedro Asevedo liarnos, dilo.
I). Isaac Fernandez Blanco, Piedad.
h. AlejandroSevori, Balvanera.
Supplente, I). Mximo Marmol, dilo.
D. Leonardo Pereyro, Soccorro.
Supplente. D. Luis Amadeo, dilo.
1). Antonio Pillado, Pilar.
As urnas foram abandonadas pela opposico,
rnlculando-so que nao concorreu a quinta parle
dos votantes legaes.
A questo sobre a nomeacao do ministro
plenipotenciario em Pars pelo governo de Pa-
rar na pessoa do amigo cnconegado de Buenos-
Ayres o Sr. Balcarce, dereudo os despezas ser
MATITO DE PKRKaMBUCO. -QI3ARYA F^IBA ir, TOE PEVRREIRO HE 1860.
allnbuidus a Buenos-Ayres, oi aqu objecto do
greve disseuso.
A lal respeito diz o Sr. Sarmiento em o jYaco-
nal:
.................
Porcm o inconsiderado decreto ( aquello qae
assim dispoz da renda de Bucno-Ayres ) trans-
forma um objecto o menos objcccionavel tm as-
sumplo da maior gravidade. A letlra do trala-
do atropellada para representar a Buenos-Ay-
res, e melter a mona alfandega sera o consen-
timento expresso de governo, a quom Iho estao
garantidos seus productos, anda depois de for-
mar parle da Confederacao, da qual nao .de
fado membro integrante anda. Quaiua m in-
Icllsencia pode acarrear este decreto intempes-
tivo, pelo prurldo que parece caracterstico da
poltica do Paran de tomar pela forca o que de
bmi grado esto disposlos a conceder-llie ? O
tratado de S. Jos de Flores ha costado pre-
sente e s futuras geraces, alm de torrentes
de sangue, seis milhoes de duros esbanjados em
urna guerra inniil e em devaslacoes ; e o trata-
do de S Jos de Flores, a tanto casto oblido,
assegura menos resultados, e arranja menos as
questoes que as que so haviam lixado pacfica-
mcnle quando o general Paz foi enviado a en-
lender-se com o congresso, quando o D. Velez
foi cncarregado do completar os tratados de de-
zembrede 1854 quando o Dr. Alsina em 1857
se dispoz a avancar a rccouciliaco, quando o
Sr. Peuha foi o cncarregado de lixar estas ques-
les.
Vao pois, Barra sob a inspiracao da poltica
que o sustenta, o governo, do Paran com de-
cretos ridiculamente autoritativos, crear novos
etnboracos, e enredar mais era mais questoes j
em si dilliceis, e que mais que ludo requerom
boa vontade de animo desprevenido para aplana-
las. Teremos cambio de olas a insistencia
aggressiva que parece caracterstica de ambas as
parles, a m vontade do una e oulra parle, a
desconliaiica reciproca, para acabar por nao en-
lendcrem-se, ou declarar a unio em o papel
que rechacar os nimos, e faraa impossivel os
lacios. Que se far cntao'? Coutrahr novos
Pinprestimos por outros seis milhoes, levantar
exercitos, devastar as campanhas para concluir
em unta nova balallia que comeas de Tablada-
(fcicalivo, Caseros, Cepeda, etc., ommilindo sitios
o combates, dm nova forma ao mal subsistente
sem remcdia-lo.
Nossos amigos, iimigos do Paran, esque-
ceui que as palacras confederacin, federa-
cin, unin suppoc muiuo consentimenlo,
paci e convenios, e se aferrara a obrar aniorita-
llvamcnte, como se estivessem administrando
una aldea por ineo do juiz de paz. Desde que
o governo de Buenos-Ayres, iiilerpetre do tra-
tado, lo legitimo como o ouiro signatario, pro-
teste os saques sabr a alfandega que nao ha
Mido que se faz para fazer-se eleclivo o
deerelo que ordena este pagamento?
Declarar rebelde a Buenos-Ayres "?
I->as sao as noticies principaes do Buenos-
Ayres.
Passomos s da Confederacao.
A cruzada de guerra conlra o Brazil passou.
O Impeno ia lomando o negocio ao serio, e o
general l'i quiza melleu o freio em Barra e em
Bilbao.
Uro peridico, o Ornguay, publicado na
Conccpiion, e redigido pelo secretario c genro
Jo general rquiza, traz os soguiules
phos sobra u Brazil; Iranscrevemo-los
>< Nada m-iis impru.lente e absurdo, que o que
tez o ministro residente do Brazil cm Montevi-
deo, pessoa absolutamente hostil pessoa de
S Ex. o general Urquiza e causa que susten-
ta vu ais.
v< Uavernos do voltar sobre esle tpico
Cordooo Ascleigoes nacionaes haviam
ganhas pelo parlidd russo, por maioria de
2,400 votos, comquanto ainda ofQciaimeute so
nao ossa conheccr o resultado, por isso queso
no dia 1." de fevereiro devia reunir-se a cma-
ra provincial para verificar o escrutinio das
clecocs.
.Salta Nesta provincia a legislatura ba-
ria approvado a emisso de bonos para fazer
face aos gastos da adraiuistracao.
li.i-ia aili sido creada urna escola normal a
da municipalidade.
Santiago a sua legislatura havia por "
gados de liquidar as coutos de seu negocio, o ue
fazer as entregas pela ordem de suas declaraces-
Gregorio Dccoud nao quiz usar desla permisso
que o governo concedeu a arabos es reos por in-
termedio do escrivo do governo, previnindo-
lhes tambera que poderiam fallar sobre ludo que
tivcssem que tratar comqualquer pessoa oo pes-
soas que quiressem chamar, com nica condi-
5io da preseica do official da guarda. Theodoro
aproveitou dessa concessao.
O supremo governo pode indultar a pena de
morle era favor da humanidade quando mediem
graves e poderosos motivos, salvo os deliclos que
a lei excepta ; e por este respelo qua S. Exc.
o Sr. presidente da repblica, tomando sobre si
a responsabilidade anle a II. C. N., absolveu da
pena capital a Santiago Cnnstat, Luiz Calccna e
Jos Monjelos, e mandou p-los em liberdade
com os oilo cmplices referidos, era consideracao
ao lempo de prisao que soffreram. Conlirmo a
sentenca consultada na parte que priva dos di-
reitos de cidado aos reos paraguayos, e pr'VOU
os reos eslrangeiros de negociarem na repblica.
Vollaremos em outra opportunidade sobre
esta grave materia
No Semanario de 1 l-sc tambero o seguinte:
0 governo da repblica do Paraguay, rendeu
um servico de importancia a Confederacao Ar-
gentina. Cora esle servico dexoucompletamen-
te terminada a grande obra da mediaco entre
duas familias ruiaas que estavam desunidas.
...............................................
O Exm. Sr. presidente da repblica, logo que
o ministro mediador Ihe apresenlou o covenio de
paz, e tumou eonhecimenlo dos dous arligos que
Ihe dizein respelo. reuni o cousclho de estado,
quereudo ouvir seu parecer sobre a garanta sol-
licitada pelos beligerantes do Rio da Piala, e
preenchida esta formalidadc prestou sua raliflca-
cao ao citado artigo do convenio de 10 de novem-
bro.
O supremo governo do Paraguay, ao tancar
sobre seus hombros lao grande responsabilidade,
leve presento que a petico procedeu de ambas
as panes, o que comprovou o desojo do afiancar
as parles que constiluem este honroso pacto "de
familia.
Por nossa parle rogamos aos cos que esta
coiilraternidade eslabelecida era S. Jos de Flo-
res seja iroperecedeirai e que o governo da re-
publica do Paraguay seja feliz na garanta que
prestou para o cumplimento do citado pacto de
familia .
INTERIOR.
paragra-
s- ruuio.
S. Paulo, 2 de fevereiro de 1SG0.
Abro a ininha correspondencia com a assem-
bla provincial.
Exactamente: est dando meo dia, e cu ouco
as cornetas que saudain ao Sr. conselheiro Tor-
res ao atravessarelle o largo de Palacio para ir
ler o seu rclatorio, na forma de ostylo.
Haviam-se reunido no dia 30 os deputadas pro-
vincias em numero de 27, o aclamado presiden-
te interino o Sr. Dr. Carrao, 1. secretario, o Sr.
Dr. Leile Uoraes, e 2. o Sr Dr. Amaral Gtirgei,
os quaes lomaram asscnlo e presidirm cleieo
dos coinmissoes para a veritlcoCo de poderes" c
foram eleitos: para a l. os Srs". Drs. Pinto J-
nior, Americo o Paula Souza ; para 2., os Srs.
Drs. Jos Bonifacio, l.essa, e Ribas; e para a 3.
os Srs. Drs. Ballazar Dr. Marlim Francisco, c
Clemente dos Santos.
A eleco provincial foi verificada e approvada
sera estrepito; e enlo os Srs. Drs. Piulo o Gar-
ri eleilos, o 1. pelos 5. e G. districlos, o o 2.
pelos I. e 3 liveiam de fazer a devida opeo
e pois o Sr. Dr. Pinto Silva declarando que li-
nha pretencoes no dislrlcto de Itapetininga op-
lou por elle. O Sr. Dr. Carrao oplou pelo da
capital, por ser o da sua residencia.
llonlem houve a eleicao da mesa. Estavam !
presentes 31 depufados, 17 contra 17, segundo as
qualificaeocs amigas; mas como os liberaos es-
lao realmente modificados e mais expansivos,
e podem nesta quadra livre de compressoes dan
desenvolvimcnto s tendencias harmnicas de
seus principios, podero os amigos do Sr. Dr.
Carrao fazer elegc-lo para presidente com 19 vo- ''
los, e os do Sr. Dr. Ribas com outros tantos apre-
aulorisado o governo a vender propiedades do senta-lo na vice presidencia, para o qual j; an-
le
Estado, para com o producto atteuder-se aos
gastos da admiuislracao.
Corrientes O novo governador o Sr. Dr.
Jos Maria Rolan, havla reunido o COnselllO de
citado para consulta-lo sobre a organisaro do
sen ministerio, leudo tila lugar Humeado" para
o lamo do governo o Sr. Dr. D. Luciano Tor-
renl, e da fazenJa ao Sr. Dr. Jos Luiz Garrido
Ilavia sido aceita a renuncia de Antonio
Silva, de cargo de coinuiandanle geral da Cam-
pauha e chele da praca.
Suata t' D. Federico Barra ( o insulta-
dor da guerra conlra o Brazil pelo jo nial Confe-
deracin Argentine, do Rosario ] havia sido Ho-
rneado senador ao congresso por S. Juan.
Entre-llios Se havia j reunido a con-
vengan provincial conslilninte, sessoes ordina-
rias ; e una commissao de 5 membros so oceu-
pava do projecto do seu regulamento interno.
Havia a!li apparecido um novo peridico inti-
tulado Eco de Entre-Uio que sahir oilo vezes
por mez.
Esperava-se all dous vapores procedentes
de Inglaterra que o general L'rquiza eucommen-
dou para a guerra Goda.
Porm como cliegassem tarde, segundo o con-
lerionuente fora eleilo pelos mesmos liberaos.
A mesa lcou pois assim constituida :
Presidente o Sr Dr. Carrao.
Vicc-presidcnte,O Sr. Dr. Ribas.
1. secretario, o Sr. Dr. Americo Braziliense.
Supplenle, o Sr. Dr. Itaphaael Tubas.
2. secretario, o Sr. Dr. Leite Moraes.
Supplente, o Sr. Dr. Jos do Amar.il Gurgel.
E por esta forma conslituio-se a assembla
provincial de 1860, cuja tarefa ardua e melin-
drosa, e cujo desempenho ainda ningueiu pode
prever. A provincia est ndividada, o a admi-
uistrajo desmantelada, a agricultura em crise,
a subsistencia a um prego quasi fabuloso. Ora
para sanar tantos males," e era dous mezes, pa-
rece que a assembla provincial estril, impo-
tente.
Pode-se porem desdo j prever e dizer que a
refleccao e a economa hao de presidir os traba-
mos della, como corto que o seu digno presi-
dente, em quera lodos rcconhccem toda a cir-
cumspeccao c gravidade, e una prudencia ad-
miravel, a par de grande illuslracao e eonheci-
menlo da provincia, sober arredar as discussoes
odiosas, os alajes pessoaes, os tumultos que
desdourando os mais nobres caracteres, rcbaixam
trato com o constructor, o seu valor ser aquello um? '"^ttuieo elevada, que morcecu o respei-
que peritos decidircm. j,0 Jo Amonio Carlos, Marlim Francisco. Feij,
O Sr. Dr. Bonjaroin Victorica, genro c se- il>au,a Souza, Vergieiro, e outros alhlelas do
cretario do Sr. general rquiza, foi rocoithesido no*sa* wtas constilucionaes. B'maisquo pre-
coronel do exercilo nacional cora antiguidade de vls', 'ambem que o orea monto das despezas
20 de raaio de l59. sera este anuo mais razoavel, conservando o maior
Tucuman. Por urna estatislica formada por [ eijjilibrio^com as receitas.
um jornal desla provincia, so observa o estado da
eleicao de presidente e vice-presidonte da Confe-
deracao, e resella que as candidaturas
Fragueio, em 5 provincias, obteve----47 votos.
Dr. Derqui, cm 0 ___ 71
Dr. Carril.................... > ___ 4
Dr. Alberdi.................. .... 3
Yicc-prcsidente.
Dr. I). Marco Paz, em 0 provincias, obteve50 vot.
General Pedcrners.em 5 38
General Virasoro, em 3 23
Dr. Pujol, cm7 12
A junta que, sendo as eleires evidentemente
nullas em algumas provincias, e se o congresso
que lem de conheccr esta eleicao for justo, se bao
de eliminar lanos volos quan'los seja possvel.
Em Paran se convocou urna convenci pro-
vincial para reformar a conslituico.
governo da Confederacao havia aborto una
Subscripco de cmproslimo pela quantia de......
200,0011 palacoes sobre urna parle dos producios
d IS alfandegas de Enlre-Rios u Correules para
pagamento de suidos c gralilicacocs do exercilo.
Receberia o governo 75 Ojo da quantia, e abo-
nara lauto o capital na razao de 100 o juro do
2 0|0 ao anuo !
Suspendo por hoje as noticias da assembla,
e amanha. vista do rclatorio presidencial, as
conliaaarei.
Chegou o cliefe de polica do sua excurso
ao Ro Claro eAraraquara. Entre outras provi-
dencias que deu, fez prender ao celebre Francis-
co Comes Bato, da villa de Brotas, indigilado
como mandante de um tiro dado em Jos Anlo-
nio de Olivcira, da mesma villa.
Consta que S. Ex. pedir demisso deslc car-
go. e j fervem os boatos adrede espalhados so-
bre a nomeacao do substituto: aponlam at al-
guns juizes dedireito da provincia, saquaremas
decididos, rermelltos, e reactores, como os mais!
proprios para se encarreg.ircm da ominosa tari-
fa de io verter ludo, e, se for preciso, intervir di-
rectamente na prxima eleicao. Bizem al que
anda por ah una carta de "alto personagem da
corte nesse mesrao sentido. Eu, porem, ponlio
em durida tudoislo, e descanso no boro senso do '
ia tacos sobre urna parl dos producios i ac,u;|l ministerio. Coudemnado urna vez o anli- |
go systema, cujos mos elfcilos ainda sentimos,
absurdo tentar reslaura-lo.
O paiz est cansado de lutas, c este pequeo
repouso da quadra prsenle Ihe tero Irazido a
convieeo de que nada adanlou om ellas, 80-
Ignra-se anida o xito desla operacao que re- "J' 1uc 8e gaba naturalmente com a sucecs-
vela o terrivel estado de (naneas e o neulium
crdito que esse governo lera.
- Continua a Confederacao Nacional do Ro-
zado a atacar virulentamente a todcs os gover-
nadores que nao haviam apoiado a candidatura
do Sr. Derqui, que esse jornal advoga com ar-
dor.
O Sr. Palacios havia all lomado posse da clie-
fatura poltica daquella cidade.
Os navios da esquadra da Confederacao j
funecionavam na qualidade de paquetes, u'nindo
Paraguay, Paran, Rosario, Buenos-Ayres e Mon-
tevideo.
lista linha de vapores vai causar um beneficio
extraordinario i locomoco, quer pela facilidade,
quer pela baraleza.
Alguns dos vapores da esquadra de Buenos-
Ayres qoo vo ser arrendados Ibes far concur-
rencia.
Do Paraguay finalmente tudo quanlo lia de im-
porlanle se resume nos seguinlcs arligos do Se-
manario.
PAnAGt'AV.
Assumpro, 7 de Janeiro de 1800.
0 tribunal declarou reos principaes de alta
IraicSo repblica c ao supremo governo Grego-
rio Decoud, Theodoro Decoud, Santiago Coustat,
Luiz Cilcena o Jos Monjelos, c os condemnou
pena capital. Declarou por cmplices convictos
sao do lempo, e a difuso das lases.
Ora, a nomeaeo de um saquarema, do um
hornera decidido" e exaltado por um partido, vera
tancar urna lava face dos Paulistas, dos libe-
raos que foram exactamente os primeros em
prestar a sua f e adheso a nova propaganda
da discusso pacifica, c da concordia dos nimos.
Prescindindo, pois, do mal absoluto que vai
na tentativa de restaurarnm systema poltico con-
demnado pelo lempo, perigosoainda mais em
S. Paulo, onde os liberaes sao era maior nume-
ro, e os quaes com urna paciencia digna da no-
breza de sua raca, supportou quanlo pode as sa-
turnaes que com o pseudnimo de eleiees tive-
ram lugar nos ullimos dez onnos da dominaco
saquarema.
dem 3
Aqui tenho ja parte do relatorio presidencial,
Iransciipto no Correio Paulistano, mas como
nao vera ainda o que mais interessa que a par-
le que analysa n estado da fazenda provincial,
deixo todos os commentos para o seguinte cr-
relo, e fecho esta cora protestos do estyl.
Rio do .Iuiimi-o| *4 de jaueiro de
18 0 conselho da imperial sociedade Amanle da
Instruccao reumo-se no dia 17 do corrente mez
a Feliciano Decoud, Lzaro Decoud, Cayetano De- presidido pelo Sr. Gamillo Maria de Menezes ;
coud, Ildefonso Machain, Luiz Macbain, Vicente j estveram presentes os Srs. Dr Nazareth, major
Vale, Fernando Cerdal e o eslrangeiro Antonio [ Virgilio, Dr. Leito, Dr. Viegas, Dr. Caraargo,
Villegas, e mandou deslerra-lospor qualro annos| Dr. De-Siraoni, Coruja, Vieira do Andrade e Li-
Vill
era
legas, e mandou deslerra-lospor qualro annos Dr. De-Siraoni, Coruja, Vieira de Andrade
diversos lugares, impondo aos reos paraguayos ma Barros,
a privarlo de oi-ter emprego algum Uonorilico,
de 1er velo activo
e de ler veto activo ou passivo nos cozgrcssos
ge raes.
S. Exc. o Sr. presidente da repblica man-
dou que fossem fiuiiados Gregorio Decoud e Theo-
doro Decoud, precedeado as notificacoes e c au-
xilio espiritual, como^e verificou, enfegando-se
os cadveres a uta prenle que os pedio para dar-
Ibes sepultura.
Theodoro Decoud dispec de todos os seus
bciij eouiwido herdoas legt.torioi s encane-
Approvou-se a acta da antecedente.
Leuse uro flicio do Sr. Dr. Nazarelh, secre-
tario do collegio das orphos no qual communica
ao conselho que o illustrc socio o Sr. Dogo
Francisco Moreira., Kembro da commissao Ho-
rneada paca agenciar vestuario e mais objetos
para o uso das urphas.a cargo dcsta sociedade,
altoiideudo a necessidade urgente cm que esto
as mesmas orphaas^e d:gnow ^Terecer por sna
parle ujm imporlaittc porco d fazondaSj de-
clar-in/Jo qjjp aguswJivji a presen", dos cutros
dous uignos asombros da mesma commissao,
apm de reunidos passarera desde logo a agen-
ciar maiores supprmentos da raridade publica.
O conselho sobremodo reconhecido por esle
lao generoso offerecimento, deliberou que se di-
rigisse um voto do agradec ment a este pres-
tante socio, e que se Ozcsse mengo especial na
Mandon-se admiltir no extrnalo do collegio
de San-Bento, atlendendo infoiraaco favoravel
do Sr. Dr. director das aulas, duas ilhas du su-
cia.a lllma. Sra. D Auna Vassimon.
Foram a informar ao Sr. Dr. director das aulas
os requerimeulos do Sr.Dr. Luiz Antonio da Silva
Nazarelh e do Sr. Jos de Souza e Almeida ; pe-
dindo, o priinciro, para que seja admiltido no
collegio do San-Pedro de Alcntara um seu pu-
pillo, o o segundo, a admisso de duas ilhas no
extrnalo do collegio de San-Bento.
Approvou-se o parecer da admiuislracao do
collegio d>is orphas, indeferindo a prclengao de
A. Laqiiiiitinie, que se propunha a lavara ronpa
do mesmo collegio mediante certas condi-
coes.
Foi adiada sobre proposta do Sr. Dr. Nazarelh,
para ser discutido quando esliver prsenle o
Sr. Dr. director das aulas, o parecer desle se-
nhor sotire a pretenco de I). Auna Maria Perei-
ra, que pede que a sua filha, alumna do extrna-
lo do collegio de San-Bento, all jante.
Foram approvados socios effcctivos os se-
nil o res :
Commendador Hanoel da Silva Ferreira.
Anlonio Pcreira de Faro.
Hanoel do Mello Guimares.
Francisco de Carvalhaes Vaz.
Manuel Jos Moreira Guimares.
Gregorio Gomes dos Santos.
Luiz Alves da Silva Porto.
I.evanlou-se a sesso s S horas da n jile.
-25
A colonisac,5o no Rio G anJe do Sol urna
verdade. All prosperara, tanto os ncleos colo-
niaes fundaJos pelo governo da provincia, como
os ncleos eslabeleci los pelos particulares.
Sao elles em numero de l com urna popu-
loco de 20,405 pe-soas.
As colonias do governo povincial san S : S.
Leopoldo, Nova lV-lropolis, Sania Cruz, Sanio
Angelo, S. Tedro de Alcntara, Santa .Maria da
Boca do Monte, S. Pedro das Torres o Monte-,
Alverne.
S. Leopoldo, como bem diz o Sr. Anlao no
seu relatoiio, nao hoje propriamenle urna co-
lonia ; j uui municipio agricela, rico o abun-
dante. E o celleiro da provincia que lambeta
ja auxilia esta cuite.
Sua populaco livre avaliada em 15,295 ha- '
bitanles, perieucendo 2,500 desses popula- |
?ao colonial. Para all flluom conslanlemante
a emigraejao estran.qeira. Seos prazos, qae cus-
Uvno SOJ, hoje zq veiulem por 1:5009, lenno
mlio.
Sua exportacao de gneros agrcolas e manu-
facturados erases do anno a auno. O seu valor
approxiir.ado tem sido :
1S43 311.30S9G
1-i V 382:o5052
1845 393;23337-20
1848 is 59 450:0009000
1853 600:0008000
IS.)7 822:837?000
Hoje calcula-se que seus proJuc'.os passam de
l,000;000
O Sr. Anto diz a respelo desla colonia, no
relatorio de 18'>9:
<( Fallar dos seus districlos colonae?, dizer
ludo quanto o proprio municipio ; e pira des-
crcve-lo hasta considera-lo sob o ponto do vista
de sua exportacao agrcola. S. Leopoldo in-
queslionavelmente o celleiro da provincia. Suas
principaes Hiihas estam comprehendilas as
duas fregiiezias que se dominara S. Miguel dos
Dous Irraaos e S. Jos do Ilorieocio. Os pri-
mitivos ncleos coloniaes, como sejam Campo
Oriental. Feitoria Yelha. Guaiy e Andante
estam cncravados no territorio da freguezia de
S. Leopoldo. Atlravessam o municipio dous
ros navegaveis, para realzar mais a sua impor-
tancia, o rio dos Sinos e o Caliy. Os tributarios
Feitoria e Condes s ofJVeceni navegacio no in-
vern e pouco cima de suas batras. O rio
dos Sinos navegavel al villa de S. Leopol-
do cm barcas de vapor e canoas grandes e ilabi,
colonia do Mundo Novo ero peque oscolclies.
Servera no seu trafico constante 50 colcho >s
afora os que vo desta capital em demanda de
productos agrcolas. A exploracso est feita
at o municipio de Sanio Antonio.
0 Cnby, vin !o dos campos de cima da Ser-
ra atravessa o quinto dislricto de S. Le)pold) e!
banlia o lerceiro. E' navegavel desde a sua bar-
ra al o porto de D. TlicoJora, ou de Bernardo
Matlieos, onde embarcam seos gneros os hab- '
Untes dos districlos coloniaes da freguezia de S.
Jos do hitencio ZSa estac,ao do esiio porm, i
eflorece a usvegacSo desle rio alguns embarazos
desJo a barra do arroo Mara' al o indicado do
Bernardo Mallicos, na distancia dj duas legoas,
pouco mais ou menos. No tempo do invern
os lanches navegara al o passo da Esperancn,
Ra picada Feliz. O trafico deste rio feito
por nove lanchos, afora os que vao desta capi-
tal em demanda de productos- S. Leopoldo
comprehende una superficie de quasi 80 legoas
quadradas ; e, pois, na posse de :im solo varia-
do, entre as fruidas de duas serras cob?rias do
matos, e, atravessado por innmeros arroios que
se vara confundir com duas arterias navegaveis-
tem com profuso fonles de rqncza para o de,
seuvolvinieulo do sua induslria agrcola e manu-
facturera, -ob a influencia de um clima benefi-1
co e os auspicios de urna nalureza proJigr de
seus dons, liojo vivo na abundancia c produz
com prodigiosa fertililado qnan'.o nos da zona
e ualorial e dos trpicos.
Os seus 18 districlos coloniaes so compoem
de 1,508 prazos; e, sonlocada um do 160,000
brajas quadradas formam uma rea superficial
lo 250,880,000 bracas qualnda, ou 28 le-
guas quadradas, quasi exclusivamente oceupa-
das por colonos agrcolas e industriosos.
A colonia do Sania Maria da Boca do Mon-
te nm ncleo de colonisacao expontanea c na-
cional. Compe-se de 101 brasileiros e 4i es-
lrangeiros, que se eslabeleceram em trras municipio de Sansa Maria e Cruz Alta, e j
cultivara 446,300 brajas quadradas.
As ierras sao boas os colonos, por um al-
queire de teilo semeado leem colindo 28 ; por
um do milho ti? ; por um de trigo 12 e por um
de recada 13.
As colonias parlicuhres sam 7 : Mundo No-
vo, Soledade, Eslrela, Convenios, Marianle, S.
Lourenco e Pedro 11.
A reparlijao encarregada dos trabalhos da es-
tatislica no Ilio Greode do Sul conseguiu orga-
nizar o censo daquella provincia, fallando semen-
t a populaco do municipio das Dores e dg
Santa Anna do Livramenlo.
Achou-se ;
Populajao livre .... 271,667
Escrava....... 70.880
Total........282,547
Ha, por lano, 1 escravo por cada 3 8|10
pessoas livres.
Na populacho livre os sexos se equilibraran!.
Ha 105.309 pessoas do sexo feminino para
105,353 do masculino.
Na populaco escrava ha 91,600 mullieres
paia 39,280 horneas.
Reunio-se no da 23 do corrente o conselho
da ociedade Estatislica do Brasil, sol a presiden-
cia do r. marques de Moirl'Alegrc, ac,hando-se
orescntW os Srs. censeJlieire Maris Sarmeuto,
rs. Bernardo A/.amljoja Hurlamaque, Pereira de
Barros, Brandan e Nascentos, Pinto, Azcvcdo,
Fcrnandes da Cuiiha e Jos Azsmboja.
Foram apprnvadas as segunles proposlas :
Do Sr. l)r. Bernardo Azambuja, para que vis-
ta do estado provisorio em que anda se acha a
mente distinguen! o servico da estrada de ferro-
Algumas irregularidades ainda infeliimcnle
dao testcmunho de nossa inexperiencia mas
fazem a directoria e os seus ppncp.i* auxilia-
res os ir.ais efTicazcs esorcos para evits-ln ou
execuco dos estatutos, fosse licito a qualquer ^SSm!^'STT '?" ^'"* t***
roambro da sociedade fazer proposlas para socios seSs f-Sos! porque V
clfeclivos, independenlernentc de exhibico das
pruvas exigidas pelos mesmos estatutos.
Do mesmo senhor, pira que o F.xm. Sr. presi-
dente seja autorisadoa nomear os membros que -S^'JSl' '%2'Zl Kerai manir
devem compor seccao central e a coramissaoV ? TS^}^*ZT
assembla Ihe linha con-
cedido os poderes necr.ssarios para deliberar de-
tinilivamente, como o 1.-/. ; sendo, porm. cos>-
veniente que a sscmula geral msnifesle o seu
cotilas.
Do mesmo senhor, para que se recommende
seccao cenlral que un: dos seus primeiros traba-
lhos verso de preferencia sobre a estatislica da
popularao Do Sr. Azevedo, para que a cobranca das men-
salidades dos socios comece do mez de jaueiro
crreme era dianle.
Do raesuio senhor, para que a seccao central
seja encarregada de resolver seguinte questao :
Quaes os mcios mais convenientes para levar-sc
a offeito o eslabelecimento dos circuios liliacs da
sociedade Estatislica as provincias do impe-
rio ".'
Do Sr Dr. Burlaraaque, para que o conselho
avoque a si as memorias escripias por tres dos
socios encarregados da organisajao do program-
ma que deve servir de base aos trabilhos da so-
ciedade.
o Exm. Sr. presidente, satisfazendo a delibe-
raco do conselho nomeou os seguinlcs senhores
para a seceo cenlral e para as duascommissoes
abaiio mencinalas :
Seceo cenlral.
Bario de Huriliba".
Consclhjciro Pedro de Alcntara Bcllcg
Dr. Fii.'.lei u Leopoldo Cesar Burlamaque.
Dr. Gabriel Mttitau de Villa Nova Machado.
Dr. Lu/, da Silva Brando.
Joaquiia Antonio de Azovedo.
Commissao de pesos u medidas.
Conselhbiro Candido Baptisla de Uli\ ira.
Dr. Joao Ernesto Virialo de Medeiros.
Conselheno Manoel Felizardo de Souza .:
Mello.
Conselheiro Alczaudre Matia de Mariz Sar-
niento.
Dr. Jos M.iuricio BFcrnandes Pereira de nar-
ros.
Commissao de coalas.
Antonio Luiz Fcrnandes da Cuuba.
Manuel Paulo Vieira Piulo.
Jos Albano Cordeir.

31
Beuniranj-se lioulera, como (inhamos annun-
ciado, os accionistas da estrada de ferro de D.
Pedro II. Esliveram representados, presentes e
por procurdcao, :)0 accionistas, possuidores de
27,75! acn'jvs. Abrio-se a sessioao meio da, e
loi lida o ajiprov.ida a acta da antecedente.
I.ilo o relatorio da directora e bataneo do se-
mestre, declarou o Sr. presdeme que sriam es-
ses documentos leraeltidos na forma do eslylo
commissao de cunts que hoje se lem de ch
o couvidou a commissao eleita na sesso ante- Leal, do cargo de chefe de polica da pro.
ora aprespnlar o seu parecer, que declara ler >' Paran.
parte do regiment in-
terno que so refere a seus trabalhos, a commis-
sao emende que de Justina declarar-so na acta
que a direcloria bem comprehendeu o prnsi-
mento dos Srs. accionistas, qu o regimeni >
por ella organisado cmilinuara a reger cu
nliia.
A commissao vos dir mui succintamcnle o sen
juizo sobre as conlas do semestre que leve de
examinar, mesmo porque, prsenle luje o la-
lanco do segundo semestre de 1859, ;> que
connexas com o procedente perdem em granee
parle o inlcresse.
A commissao examlnou os lvres e a MtiWlS
- despezas, e podeassonarar-rosqM tudo i.f-
rerece garantas da moralidade das conttSL que
podeis foiiseguiiilemcnle aporovar sem csciupu-
lo. .era pode admirar que o cus o absorves-
ouasi toda a muda, leudo sido o prtBBStfO se-
meslrc assignalado por grandes desastres na li-
nha, causados pelas cheias exeepdoaaes du rio*
" pela imperfeicao das obras, que tirramstan
indepcndentcs da ventado da directoria
rain a aceitar.
A es.iiptiiraeao da companhia feila con.
| a regularidade e ssseio.
Os conselhos dados i directoria pela pssa la
commissao de coutas fonun ser idamente Uen-
didos, e medanle o consenso do rovern
nal se tornaram realida les. C imo i V n
lara somenlc a commissio o tarto d<
ros das quanlias cm poder do
Ihe sao debitados como renda i! i
acreditados a conla da garanta, o que rrgularisa
inuito melhor do que at aqni as relarOes Onan-
ceira entre o estado o a companhia.
A commissao devendo limitar mus exaa
Io semestre, mas leslemnnha, r< a
pula^ao, dos nwlhoramenlos que ten
a estrada de ferro, e do feliz desenvolv)
flO seu Irafego, felicila-vos por i -'. | ,.
propoeqse deis por approvadas l I
.o Iosemestre de 1859.
Kio,_:!(i de Janeiro de 186. Benjmmi* Cr-
amo de Campos.Custodio Leile de Abre.
: i de i r i
Por decretos d> 26 de Janeiro foram i
dos a pi-ilidci seo :
O jui/ de direito I/.idro Borg || inteire
cargo de i befe de polica da enre.
O juiz de direito Bernardo AvelinoCavia i to-
zlo, do cargo de chele de polica da
de S. Paulo.
O juiz de direito Luiz Francisco da C
- ju-
governe imperial
: 'Va.
seu par
p rompi.
Tomn a palacra como relator da corara
o Sr. Custodio Leite de Abren, e apresenlou o
parecer que se lera em seguida a esta noticia, o
qual sem debate, foi approvado por grande maio-
ria.
O Sr. Dr. L. de Castro Carreira perguntou se'
nao imita de ser posto era discusso o relatorio,
sobre o qual dosejava fazer algumas observa-
res.
" Sr. pi idento i tideu q io nao do es-'
;. i '' :: di .-..... relal irio e sim mnda-
lo a commissao de conlas; mas ojie depois da
loilura lera todo o direito de obler a palacra
qualquer dos Sis. accionistas que leuha alguma
cousa a propr.
Tumou enliio a palacra o mesmo Sr. accionis-
ta e pedio ioformac5es sobre os Ires pontos so-
puntes :
1." Se verdade, como constara, que o gover-
no imperial obrigara a companhia a pagar 1 lii
por cont de expediente pelo despachos de m i-
leriaes isenlos de dreil03 de imporla^o, ou que
sendo tal imposto pago pelos empresarios, re-
clamassem estes ser indemnisados pela comua-
uhia.
2. Qual a localidade da eslago que a direc-
loria espera abrir esle auno alm de Belm c
se osla es taj o ser provisoria ou permanente.
3 Se exacto que o governo imperial duvi-
da ou recusa autorisar a construeco da estrada
de ferro do grande tunnel para o interior,
nao lera espeiaueas de ver lo cedo concluida a
parte da segunda seceo que se acha em anda-
mento.
O Sr. conselheiro Ottoni respondeu que, re-
servando as pergunlaa sobre quest s do ficto,
julgava do seu dover miuistrar ao Sr. accionista
as informacoes pedidas. Declarou, sobre a pri-
raeira pergonla que se promulgara com effeilo
Uma ordem, nao especial estrada de ferro, mas
applicavel a todas as emprezas que gozara de
iseneo de direlos, sujeitauJo-as ao pagamento
de 1 e meio por cento de expediente, e quo cm
verdade a direcloria, por forca desta ordem, li-
yera de pagar cerca de 400$ por maleriaes que
tmjportou para o servicnda 1' secgo.
Oue, porm, sendo tal ordem objecto de re-
clamaipes c cstudos administrativas, o governo
imperial a revogara depois, sendo enlo restitui-
das companhia as quanlias que pagara. Que o
mesmo fado se dera com os emprezarios; mas
que estes nunca reclamaran! cousa alguma da
directora, sitjeitaiido-se ao ouus cinquaiito o fis-
co o exigi, e naluralraenle exigilo < restitu-
cao logo que foi reconheci lo que a iseneo com-
prehende os direitos de expeJiente.
A" segunda pcrgunla declarou o Sr. conselhei-
ro Ottoni que perto de tres mtlhas de Irilhos de-
vem Picar assentadbs no decurso deste cuno, as
Foram u lineados :
) juiz de direito Ludgero Gonculves da -
para o cargo de cheic de polica da proi
S. Paulo.
juiz de direito Pedro Camello Pessoa, p*ra
o cargo de chefe de polica da provtcia do Pa-
ran.
Tica exercendo interinamente o cargo de che-
fe de polica dacorle o Dr. Pojicaido
Leo, juiz de direito da 2.a vara commeruaL
Beuniram no da 31 de Janeiro
cios do Conservatorio Dramatice D
presidencia do Sr. couselhcro J- Kasci-
mento Silva.
Foram eleilos para o conselho adminislral
que deve funecionar no corrente su
- senhores:
Presidente, o conscihero Jo.-iuo do Nasciraer.-
lo Silva.
Vine-presidente, conselheiro Dr. Antonio Felii
Marlins.
1 secretario, Antonio Luiz Fernandos a
Curiha.
2" dito, Joo Jos do Rosario.
Secretario adjunto, Joo Carlos Je Souza i .. -
reir.
Thcsourelro, Francisco Correa da Conrci- o.
Procurador, Joao Alfonso de Carvalho.
Consol hci ros.
Dr. Domingos de Azeredo Coutinlio Duque-Le-
trada.
Dr. Lucas da Silva Lisboa.
Iheiro Pedro de Alcntara Bellegard.
Conego Dr. Joaqum Caetano Fernandes Pi-
nheiro.
Dr. Francisco de Menezes Dias da Cru.
Ba cha re Carlos Jos do Rosario.
Anlonio Jos Victorino de Barros.
Justino de Figueiredo Novaos.
Jos Julio Dreys.
Francisco Joaqum Rillencoiirt da Silva.
Padre Jos Goncalvea Ferreira.
O conselho administrativo da sociedad.. Ajv.-
liaiora da Industria Nacional reuno-se no da
priraeiro do corrente sub a presidencia do Sr.
conselheiro Mariz, e cotis'.ou o expediente d
guinto :
Aviso do ministerio do Imperio, exigindo iufur-
rrneo sobre um requerimenlo, em |ue II i.mun-
do de Macedu Pimeutcl pede uro privilegio
annos pela inven o de um a.parellio destinado
a seccar o caf.A'secjio de machinas e appa-
Ihos.
Aviso do mesmo minitorio, com o requeri-
anlo em que Pabio Tribbianni pede previ:
quaes coiidu/.era a um ponto da estrada du pre- humidade e salitre das paredes, conserran
sidenlc Pedreir, que por esta va disla uma le- nalteravel a pintura, ou o papel que
gua de Belm, e que, concluida esta parte da 2* for collocado.A' seceo de geologa applicadi
seccao, a direcloria nao se julga com direito de; chimiea industrial.
moni
pela dcscoberta de uma preparacao, por meio
I"1', dcsapparecem os estragos causados pela
-?
1U
e
privar o publico do seu gozo. Que aos particu-
lares ser livre, se quizeroni, passar por una es-
laco da estrada de ferro, e continuar viagem
para Belm ; mas para aquellos que de ouiro mo-
do pensarem se fundar a eslaco.
A' pcrgunla se se Irala de obra temporaria oa
permanente respondeu que toca experiencia
decidt-lo: se depois de abcrla outra eslaco na
sena os pro lu< i is s! m p irtirem de raodo'que a
l" estaca i contine a ser alimentada, ou seja
pela mesma estrada do presidente Predeira, ou
pela da Cacara e Outras du lado do Prahy, a es-
laco permanecer ; e no caso contrario poder
far
.
ser mulada, pois a construcc i -
noma e com vistas na possiuilidade da rcill
_A' lerccira inlerpellago, relativa construe-
co da cordilheira para o interior, responden o
Sr. Ottoni que nao existe acto official algum do
governo imperial que revele a iutonco de relir-
dar a coutinuaeo da estrada de ferro, nem sabe
de opinin de membro do governo no mesmo
sentido. Que os planos a que s refere o rela-
torio [comprehendem s milhas alm do grande
tunnel] pondero de approvaco do governo ; e
que, tenJo sido ouvidos mais de ura professio-
nal, e nao sendo lalvez lodos os pareceres no
mesmo sentido, natural que o governo imperial
deseje ver esclarecidas quaesqaer duvidas on ob-
s antes de autorisar a adjudica._o ; nao
sendo outro o motivo a que elle presideute altri-
buc a demora que tem havido na approvaco dos
[danos da companhia.
Dando-se por salisfeito com estas explicares
o Sr. accionista que formulara as pergunlas,
passou-se a eleger a nova commissao de conlas.
Procedcndo-se na forma do regiment, foram
recolhidas 22 cdulas com 227 votos, represen-
tantes do 26,85'* acedes, e oblircram votos :
Os Srs.
A. F. da Costa Cabral.....
Conselheiro A. II. de Miranda Reg.
Custodio Leite de Abreu ....
Bernardo Uibeiro de Carvalho .
Dr. Liberato de Castro Carreira .
Dr. Jeronyino J. Teixeira Jnior. ,
E oulros menos votados.
Nada mais havendo a tratar-se lcvanlou-se a
sesso ale meia hora da tarde.
Es o parecer a quo cima nos referimos :
Srs. accionistas.A commissao que nonieas-
les para examinar as conlas e o relatorio da di-
rectora lido era sesso de 28 de julhe. passado
demorn a apresonlacao do seu parecer, porque,
lendo-vos sido communicado na mesma occasio
a reforma do regiment interno da companhia.
e senao natural que desejasseis tambera ouvir
sobro essa reforma o parecer dos vossos com-
missarios, ciilendcu que melhor se habilitara
para esse lini observando os primeiros raezes da
execuco dos nossos preceitos administrativos.
E, romecando por este tpico, tera ella a saiis-
faco de oiiminoir-i-vos que lodas as suas ohser-
vaocs a convencers da realidade do inelbora-
mcnlo ; harmona na dirceco suprema, tradieOes
e forca moral na adminii'.rjco, energa c zelo
DOS que goveruain, sao os evaeleres que feliz-
195
15.1
182
31
22
IS
Aviso do mesmo ministerio,acensando o rece-
biraento du offlcio en que se communicnn a S.
Exc. 3 eleicao do novo consclhoda sociedade.
Inteirado.
OfBcio do Sr leen te-coronel Jaciutho \
doCoulo Soares, participando haver rceebide
OfBcio era que se Ihe communicou que fora i
membro do conselho.
dras dos Srs conselheiro Jos Joiquim fer-
nandes Torres, presidente de S Paulo, e \ntouto
dcQueiroz Teen Jnior, morador em li. Sfra-
decendo a rcraessi das barricas com semeutesde
'prometiendo dislrihui-las con ventante-
mente pelos lavradores da dita provincia.Intei-
rado.
Foi recebdo com agrado um exessotar dos as-
talutos do collegio de Nossa Senhora do Boa
Conselho. fundado na cidade d^ Recite pelo Sr.
Dr. Joaqum Barbosa Lima.
Igualmente foi recebdo um exemplar da Ihe-
s 9 istentada pelo Sr. Dr. Gnst iro llig i il D .-
que-Ksirada Meyer, pernote a tacnldade de rae-
decina do Rio de Janeiro.
Passando-se ordem do dia, firam SMtn-
vados qualro pareceres da seecio de agricul-
lura.
1." Propondo que o conselho vote agradeci-
nientos e louve o Sr. F. Augusto da Cosa, por
ler eslabelecido na capital de P;rnamlnu.
fabrica de seccar sangue, para ser apphcado cuino
estrume, cora grande vantagem da lavoura c do
paiz.
2. Em favor do reqneriraenle cm que o Dr.
lite Lingcr c Jorge Adolpho Abich, da colonia ,!
I. Francisca, prdem concesses do governo, i ira
fundarcn ura eslabelecimento de iriaco do bi-
cho da seda, de especies indigestas, no Brasil.
3." Sobro o requerimenlo de Builier Marielct.
que pretente ler omposto guano arliliciil. e so
propoe divulgar o seu segredo, urna vez que se
Dm conceda o privilegio que soliiiiou sobre dif-
ireme objecto.
4." Acerca da proposta feita ao governo por
Fredcrieo Pappe, de Dresde, relitivamcnle ao
processo por elle inventado para a cxlincco das
formigas carregadeiras.
Seguo-se a approvaco de um? proposta do
Sr. Dr. Burlaraaque c aditamento do Sr. Azeve-
do, para se remeller secretaria do Imperio 500
exemplares do Manual de machinas, apparelhos
0 motores agrcolas. rogando ao Exm. Sr. minis-
tro que naja de manda-Tos distribuir pelas cama-
ras niuncipaes, e bem assim dous exemplares a
cada uma das bibliothecas provincae.s.
Foram approvados socios elTerlvos os Srs. Joo
Innoeencio de Lemos, fazendeiro era Prahy, o
Francisco Joaqum Bitlencourt da Suva.
Abaixo publicamos os aponlaroenlos lesla-
nienLuios do brigadeiru Jeronymo Fiancisco
Cocino, que foram encontrados depois da sua
morte.
Elles revelan! com singeleza uma alma elevada
e urna probidade severa, que a sanco da tuortc
toruou anda mais pura.
Era um Itmpo como o que alravcssamoscon-
---------


__- -.
MAMO DE PERNAMBUCOV QABTA FEIRA 15 DE FEVEREIVYO Kf TS60.
m
sola o piMler de -ves cm quando api oscilar a na-
co mcelos scmolhanles.
Rio lo Jamuro. 24 do setembro de 1859.
Gloria a Dooi!
Achindo-mn gravemente doenlo o sem es-
peranzas do cura, rcsolvo-mc a [azer estes apon-
lamenlos.
Sou nalusal da villa da Laguna; son chris-
to. Teuhu seguido a earreira militar at o pos-
to de brigadero, era que me acho na Jado de
53 annos. Sou viuvo c tenho tres (ilhos legiti-
mosj de maior idade, Jeronymo, Jos e Fran-
cisca. Tirano in'ii anda viva, a Illm.a Sr.a I).
Trancisca Lima Coelho.
Entre os neos papis so encontrario outros
aponlaiuiiitos testamentarios, e al testamento
cerrado por labelliao, mas de datas anteriores,
Durante a minha viJa na earreira militar,
poltica administrativa, as dilTerenles caminis-
scs, gar hei raui licitamente a quantii de ris
155:0003, a contar do anno de 1833 al hoje,
proveniente de subsidios como depulado, ajudas
de custo, ordenado de ministro, de presidente,
comm.inilnnte das armas, etc., etc., e quasi ludo
gas ueees.sidjdes ruaos, enmalla o luulcdu-lrts
por outra forma.
Quando a agricultura deinha. quando notem
capilaes e insltuices que a f.ivorecara, e vive
sob a presso dos maiores sacrificios, quando o
commcrcioa acompanha neslcs mosinos emba-
races, ser prudenlo levar cslabelecimentos de
crdito que estavam associados a lanos iuteres-
ses a uma liquidaco ?
A monda papel ter solTrido dcpreciaeo por
causa da existencia desles estabelecimentos ?
Km que torio elles alTcclado o crdito do paiz ?
Nao terao concurrido para o progrosso c deson-
volvimenlo da riqueza publica?
Se o governo quer intervir na organtsaco do
crdito, cojo direilo Ihu nao contestamos, deve
proceder com muilo discernimen) o circums-
poccoo, estndindo as verdadv-iras necessidades
de cada uma das provincias, a'.im de que quaos-
qner reformas e medidas concernenles a este
gravo assumpto e de que o paiz precisa para com
segurauca prosperar, sojam applicadas sem tra-
sera anos si irreniediaveis o profundos males.
9-
Na terceira scsso di directora do Imperia
fui gastando com as dospezas de Iralamenlo que Instituto l'.ahiano de Agricultura, que leve lugar
exiga a importancia daquellcs cargos, o no lar-
go ospaeo de 21 anuos apenas pode economisar o
preciso para construir pouco a pouco urna pe-
quea casa no llngonho-Vellio, em um prazo do
Ierras foieiro ao llvdm. cabido di corlo, puden-
do a dita casa valer 8:000), que ludo quanlo
possuo, e mais a mobilia e trastes do servco de
casa, tud) muilo usado, e que bem pouco ou na-
da valem.
Tenlio feito doacSo em minha vida do criou-
lo r.iievao, ao meu lillio Jeronymo; do pardiuhu
Pedro, e minha liIiu Francisca ; e bem assim do
preto Jos:, de n.ii.a >, a meu lllh Josti.
<< Junto face annexa urna rolaco dos poneos
trastes de algum valor que possuo; mas, nao pu-
dendo presumir ao r.erlo quanlos mozos anda ni"
reslam de vida, pois me considero no ultimo lo-
rilo de una fatal molestia de peilo, pC.le bem
: icei que alguna objectos, ora mencionados
na relac i, nao se encoutrem dopois do minha
morte, pois, nao mo chegando para as dos.uvas
lia a quaolfa de 320$ que recebti por mez, ton -
ciono ir ven Ion lo alguns trastes para poder ir
supprindo a del! acucia daquella qnantia.
l'oucassao as dividas que tenho. Actnalmcn-
le devcie- aquiulia de 700? a 80U5, ou pouco
nias, aos forocco lores dos materiaos para a obra
da casa, lio que cima fallei.do resio de contas.
Sondo elles os Srs. Coulinho & C.'1, na araia d'
11. Mano i e Diogo Manoel do Paria, no largo de
oura, Talvez eu possa amortsar quasi toda es-
la divida com o que produzirem os trastes que
tonciouo rcader, u o rosto de das d
Dos me conceder.
Tiro coutas com meu cumiado Miguel Anto-
nio da Si va, principiadas no auno de 1831, c
nessa ilala regulara pouco mais de 1:00J} o de,
que eu llie era Jevedor. Dopois continuaram por
alguna annos entre nos mullas transacces niiu-'
das de debito c crdito, e ludo consta de minu-
ciosos assenlos que ti/ o que sero encontr los :
e no Qm dessas transacces poderia eu ter-lhc li-
cado deveado 100J pouco mais eu menos.
i Minha mi, dopois 'i minha morto, I i
uma penso de 3j do montc-pio-gcral; minha
Alba Francisca lera o monte-pio-militar, o mon-
te-po da Oro/, e m lis 'n) por mez pelo monlo-
pio ilos servid iros do estilo.
Deizo 'i minha mai a qnantia de 1:5903 ora
dinheiro, que mens tres (ilhos Ihc de ver o entre-
gar dentro do prazo do 18 mezes, sendo a dita
quana repart Jmente cotisada entre ell'S. Ex-
cedendo aquello prazo sem curaprir-so esto le-
gado, ser a casa vendida para csse tim.
Sero nieus lestaiucnleiros, 1.. meu primo
Josa Francisco Coelho ; 2.", meu Blho Jerony-
Francisct Coelho; (.", meu cunhado Miguel An-
tonio da Silva, o", minha Qlha Francisca Je-
lonyma Coelho. ,
Peco a Dos que mo perde meus grandes
peccados e que me ampare com asuadi-ini mi-
sericordia,
a 3 do crrente mez, no palacio do governo, sob
a presidencia de S. Esc. o Sr. conselhniro l'er-
reira Penna, hchando-so presentes os Srs. consc-
Iheiro Gonc-alves Martina, visconde dos Paos, ba-
r.io de Piraj, Joaquim Ignacio de Arago Bul-
can, Augusto Chives e Geromoabo, olferecou o
Sr. visconde dos Piaes a indica ;o que em se-
guida Iranscreremos.
Resolveu-so que fosse impressa o distribuida
aos membros da dirocloria e do conselho liscal,
noraeando-sc entretanto urna commissao de seis
membros para dar sobro ella o seu parecer, que
devora sor discutido em rennio destas dnas eor-
pora'-oe-, como ;ier:nittem os estatutos, no da
que o Sr. presidente designar.
Para esta commissao nomeou o mesmo Sr.
presidente denlre os membros da direclovi i os
Srs. visconde d ts Fiaos, Bulcao e Augusto Cha-
ses ; '' dentro os do conselho fiscal os Srs. con-
selheiro Wandorf^y, desembargador Antonio Cal-
men !ii Pin o Almeida e Dr. Francisco Moreira
do Carvalho.
Roimrnmondamos ao leilor esse importan!'! Ira-
lnllii do l'.\ n. Sr. riacondedos Fiaes.cujas deas
luminosas leen sido por tantas \:/.>s uteis ao
IMPERIAL INSTITUTO BA1HAN0 DE AGRI-
CULTURA.
o objecto especial do Imperial Instituto Bahia-
no de Agricultura e animar a dar desenvolvi-
mento a lavoura lesta provincia, fonte principal,
sena o nica da riqueza da uiesina provincia, e
por conseguidle d < estado, porque a riqueza des-
ou cidados
vida que I te o resultado da dos individuos,
delle.
Ouo a lavoura da Bsliia lem sobremodo deca-
hido e c'iegado a um estado trislissimo e cala-
mitoso de snrle q le faz desesperar, acerca deseo
futuro, infelizmente una rordado do inlui-
i;,Vi.
As i sas'de tal deca lenci i sao bem conheci-
das ; as du cru :- e| i I ; is, que I lie lira ram
um eres-ido numero do bracos; a regulan i ido
das esl ;iea ; ora pe > da secca, ora pe-
lo das cliuvas, causas estas que tem dominado
ito e por nao poneos annos, eis a
rior de lano mal.
Conjurar i o mea scuielli intos causas nao i da lo
ao hom in, senao or muio das supplicas ao Se-
nhsr dos lempos e momentos de to '.as as cousas;
mas remediar e pro mar algum a compensaco,
quo neutrulise a iiilluencn maligna daqnellas
s o ineio anic i de evilar a mina curta e
prxima da lavoura ; meio em que-por inlercsse
vitaldevem Irabalhar os cii.idiios o mais anida
os poderes do estado cuja renda desapparecer
no nosso Imperio, porque a fonlo de nossa ri-
fonle alias a m i s ili 11, a agricultura,
BaMa, H do feverelro.
O estado ntico da praca contina : os esla-
belecime itosd crdito ain 11 a presenta m-se es-
treu'ecil is, o a'.gms que aceilam uma ou outra
transaccivo exigem premios elevados C as maio-
res seguran is : as fallenrias suCCfldem-so, os
eapitacs conservam-se foragidos e ninguem em-
prehon lo qual pier espcculaco ; einfim a para-
onRauQa e o desanimo como j o
dissemos em outra occasio, sao os symplomas
caraclerislicos da situnfo.
As noticias da fome intonsa que lavra peloi
serl.to, em i us pieiicia da prolongada oceca, n
falta de Bafra o es tristes preseutime it >s que j i
nutrimos acerca di futuro mais duplicain as dif-|
flculdp los e dcslroom as esperanzas que no mein
dos males que nos acalmiuhaui ainda com ludo
vinha'ii .ilcnlar-no3.
A historia gymbolici o sonho de Phara, em
que seto viera- magras deveravam nutras sote
que so apresentavara nedeas, traduz uma verda-
de roconheci li em todos os lempos, e que pode
muitq be n ler i i ili -a la situacao om que nos
achamos. Abusamos da prosyeridade e abundan-
cia d is lempos passados, nao atuentamos para o
futuro, suppondo quesempre haviamoa le estar
- e vacuas nedas, e que estas jamis
:i devoradas pelas seto magras: militas il-
lusocs ombalavam-noa e o corlo quo comn is i
iam asadminislraQoos do paiz ; tilos fom
duzidos a um Jespeuliadeiro, d'eudo seriamos
precipitados so por ventura mos providentes,
inlelligcutos ci is dje nos nao arredas-
sem.
A despeito por-Sm das erres que commcltomos,
uascidas da nossa imprevidencia, nossos niales
jamis chegariam ao ponto subido em quo us ve-
mos, ee nao apparecesse o decrol i lo 30 de se -
lembro de 185S), verJadcira Caixa de Pandora,
quo o Sr. presidente do conselho o ministro da
i/.ent i { l: lo lanos translornos.
So o librelo le 3 de setembro nao pr '.
sobro as outras Bracas i! i imperio resultados lo
falars >.....3 entro ,'>s, c poniuc a praQa da Ba-
que i icontestavelmenle ea segunda em im-
portancia porsiia solide/, eavultadas lian-ire.i'S,
tem urna i que llie propria o pe i
liar.
N i ignora que com a supi I i Ira
rican is, os e ipitaes, qu mprc-
- n -' L'oiniercio leuderiam a procurar
urna outra applicaco: foi c un effeilo o que
aconleeeu, appsrereudo cnlo a idea da cr
d i pstabelcckiientos de crdito, onde iam tolas
depositar u frtelo le suas ccou
i i. muil i lcitos e leg
Nnss i i i i I tinhamos a t'aixa Econou
qtial gozan Jo d'uma existencia prospera, o pres-
tan lo reronhecida utiliJade, voio ainda mais
cunlirraari necessidado da c le novas ins-
;oes, que era ao mesmo i:n
i las, fniicci
gula, i o gove -i por -i ou -
ules III 'S'oppozessem o mimor embaric,o.
3 ni- ituif indo des le logo d'uma
enorme snmma do capilaes procurara i cnij
iiii de que seusaccionistascolhosscm van-
ia di.don los.
Ilavendu por tanto facilidaJo em obler capi-
laes i! li'.- ;..-u--; geralinento a febro das om-
pce/as e i- i mais ou menos arrisca-
da-: as Iransaccea commerciaos adqjiriram
uma oxpans i e\ raordinaria ; inaadaram-se im-
: triantes nansas lo ^eneros para a Chapada,
par i on lo as mi i is do d o n mies q io iam sendo
iradas tizoram couvergir os especuladores;
tentaram-so em larga escala mullas outras em-
. o-.se grandes casas connnei'iiacs 0
a cifra d i importaba i cresecu a um alto grao.
pieza, i mi alifl a mais solida, a a;
que reparte com u commercio os pro lucios de branco de U arrobas a
sua eolheita, podendo-se-com certeza dizer que' 3520!).................
o iiosso ommercio, a laxa do cambij o a vida Despesas
lo mo mercio CSlo lia mais intima do- Trapiche de fra o frote
pendencia da lavour i.
Dous meio ha, i-v-n que os poderes do estado
l.too UnaucBro, u Uuei com lana singcicza,
quanlo o amor que consagro ao bem geral.
O meio prompio, efTicaz, e talvez nico de dar
lavoura capital a juro mdico, ser o de con-
trahr-sa na Europa, onde mais convier, um em-
prcslimo garantido pelo governo,nunca inferioi
de cinco mil contos, para ser esta somma em-
prestada exclusivamente lavoura do Baha, on-
do ser a mesma somma importada ; c o juro
ser de um por cento mais sobro aquello, com
quo foro erapreslimo contrahido, e prestada so-
lida garautia.
Quanlo garanlia, eu guiado pela pralica que
(ve em 12 annos no exmelo Banco Commercial,
0 qual emprestou lavoura nao poucos nilhci-
ros de contos por amortisaeao de cinco annos e
juro de 8 O/o por auno, o perdendo em to
avullada somma nem um real, drei que boa ga-
ranta ser a da Grua da pessoaconcoituada o de
crdito residente na cidade da Bahia. Nao c dif-
Ocil ler a lavoura semelhante firma dar, como
nao foi no lempo do dito exlinclo banco, porque
do ordinario suas safras sao consignadas nego-
ciantes de crdito, que sao tambero inleressjdos
na boa sorte da lavoura, a qual Ihe consigna os
gneros, e por esta razo o negociante presta a
sua firma. *
praso com que' eslylo na.Europa contrahir-
se taescmpreslimos cosluma ser do trnla e mais
anuos, na Babia a lavoura ser muilo favorecida
com o do vinle anuos ; devendo ser a amortisa-
go na razo de 5 O/o por anuo, pagos com o ju-
ro animal ou semestralmenle, conforme for o
contracto ajustado acerca do empreslmo. Km
cada ppocha animal, ou semestral se ter em
vista que nodiminuam as garantas, para seren
prestadas novas, e na falla, nao pro
nao continuar o empreslimo, cobrad
portancia.
Este praso de vinte annos, com o qual se era-
pie.la lavoura, aquelle de.trnla anuos, com O
qual fdrcontrahido, e bem assim o 1 O/o mais,
com que se far lavoura, consltuem ludas as
garantas desojaveis para com certeza pagar-se o
mesmo emprestmn, e para as despez8 do esta-
belccimcnio, que dosla operaco so encarregar.
A somma do empreslimo importada, o egnal-
mente a das amortisacoes c juros recebidos de-
v.'iu ser recolliidos estabelec.imenlos de ere lilo
juros; e tal dinheiro deve ser sagrado, nao ha-
vendo caso algum. soja qual for, cm que os po-
1 dores do oslado dispwnham delle.
estabelecimcnlo crcar-se para esle em-
prego seja luxo, econmico, e com o pessoal g-
menle indspensavel, e com as qualdades de
probidale, intelligcncla, capacidade e zelo ; se
para este manejo fosse escomido alguns doses-
tabelecimenlos de crdito exislenles, creio que
ha vera vantagens reciprocas o maior economa ;
sallando aos olhos quo a escriplura^So devia ser
indepen lont o
No Qm de tiiula anuos, praso com que se cos-
luma contrallar laes emprcstimos, e feito o pa-
gamento desle ile que se (rata, visto que aqu se
emprestar lavoura com o praso de vinle an-
uos, de/e haver um nao pe jueno saldo a nosso
favor, como ser fcil calcular com mais ou me-
nos exaelidao, por cansa de eventualidades sabi-
das ; e ento parece proprio, natural e justo que
semelhante saldo seja applicado & beneficio da
lavoura pelo modo ordenado pelo poder compe-
tente, v. g. em obras de estrada, pontos, raelho-
:;',es CtC.
Entrci uestes detalhes para mais desenvolver
o meu pensamentu ; o que houver de mo pude
ser despresado ou corregido pela sabedoria da i
Ilustro directora desle Imperial Instituto, qnal
a presento esta minha indirnrn,
Babia 3 de fevereiro de 1 >lio.
Visconde dos Fiaes.
Calculo de liquido de uma caixa du a
branco de warroba*, considerados todos os
enearjos de exporlaro.
Urna caixa de assucar
li.id pur temo, se ni lallar.uas UcmaiS Uespe-
zas. cima consideradas, e menos na grande
dospeza do fabril o do assucar ; o que lujo cal-
culado, comode jislca. dara uma porcenlagem
enorme de perda contra o lavrador.
Note-so que no calculo cima nao ha exagera-
gao, antes pelo contrario. Baha 3 do fevereiro
de 1860. Visccndc dos Fiaes.
Diario da Bahia)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
De noticias ds corle consta, que SS. MM. II.
cram alli esperados pela manlia do da 11 do
correute de sua excurso s dilTerenles provincias,
que honraram com a sua augusta e auspiciosa
vi tila.
Dovem por lano hoje estar SS. MM. II. na ca-
pital do imperio.
Acln-so nomeado collector provincial da
collectoria de Caruar o Sr. Manoel de Souza
Braga.
A cslrada nova, segundo informaces que
nos do, acha-se infestada por urna banda do la-
dros de cavados, que invadem a cada passo a
propriedade alheia, levando a insolencia ao pon-
i de todas as semanas fazerem desapparecer i e
mais animaos do poder dos respectivos dones.
E preciso que se providencie no sentido de ces-
sar semelhanles sotos, que tanto mais dispon
quanlo se do s portas da cidale. Se a autori-
dad'! nao os pode nrevinir, ao menos desenvol-
va-se na represso e consecuente exlincco del-
i, paca sui-iii eSj ia (jU8 jggin^ euniprindo cora o proprio de-
rogrcuir, ou vpr, bem merecer dos sous concidados, que
a a sua mi- ni,|a yer[0 uina g;irania viva dos seus direi-
a uuilurm laae uo resultado ; qu.uli; unalmeiilo:
este processo previne toda o altcrac.no da fari-
nha, o permiti em pregar substancias, com as
quaes seria preciso, no processo ordinario, fazer
uso do alem.
Eis o detalhes eslatislcos sobre o con=um-
mo do tabaco cm Franca.
A Franca consom por anno 20 milhoes de ki-
logramos "do labaco. A venda do tabaco confia-
da a ,'J9 mil casas, que sao sugetas a uma llanca
de 50 a 1:500 francos, o estado da-lhe um bene-
ficio de 20 milhoes, de maneira quo cada venve-
dedot tem lucro de 510 francos.
Os seessenta empregados superiores das fabricas
de labaco sao lirados dos discpulos da escola Po-
hylechnca. A regia tem nos seus estabeleci-
menlos um valor de 80 mullos em tabaco. An-
da lia um ramo de produelo, que o dos cigar-
ros, que a rega comeca a explorar, e que pro-
meti um augmento consideravol na renda ; por-
que com um kilogramma de 12 francos labaco
Levante, ou de Maryland, pode-se fazer 750 ci-
garros, que se venda cada um a 2 cntimos.
Em 1858, o estado recebeu desle ramo 1 28 mi-
lhoes de. francos. A somma recebida pelo llie-
souro pela venda do labaco desde o primeiio de
julho de 1814 al 31 de dezembro de 1856 nion-
tou'a 2,79,285,173 francos.
Os invenios mais rigorosos conhecidos na
Eurona lem sido os de Berln em 17'.!o, fri de
Appellanie, o juizo ; appellados, Joaqum Ig-
nacio de Siqueira e oul-ros.
Appellanie, o juizo ; appellados, Jos Frailu-
co do Nascimenlo e outn.
AppeHtte, o juizo ; appcllado, Pedro Igi.au >
do Nascimenlo.
Appellante, o juizo ; appcllado, Manoel Anto-
nio Guiarle.
Appellante, o juizo ; appellado, l.aurjnl.no de
Torres GtflindOr
Appellante, o juizo ; appellado, Jos de Mella
Albu juerano Montenegro
Ao Sr. desembargador Citirana as appella. crimes :
Appellanles, Andr Gomes de Mello e oulro3 ;
appellado, n juizo.
Appellanie, Anna Joaquina de Jess ; appel-
lado, Joo Bernardo de Araojo.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel AIvi *
Sabino Oliveira.
Appellante, o juizo;
l'achola.
Appellante, o juizo ;
Moren >.
appellado, o prcto Joio
appellado, Jos Serafn
Ao Sr. desembargadorSHva Gomos, asappel-
laces crimes :
.I i- Fi
Appellanie, o juizo
co de Albuquerque.
Appellante, o juizo
louio ilo Cosa.
Appellanie, o juizo
de Hiito.
1233033
2*000
Bslada do ira;.che da
cidade a 70 rs. a arrrob. 2JS 1
pode ni, e por seu proprio interesse devem bene- .ingigem do dito.
tictar a tvo ira.
1' ; iro relativo ao nj| -to do disimo, i
decido no assucar, alias produelo monu-
faclnrado com nao pe i icnu dispon lio, que nao
Vi do imposto, no que se d
njustica, grande leso contra a lavoura.
Os clculos juntos mostrara o seguinte :
Relativamente i umaciixa de assucar branco
'. i I .: ib is a p eco do 3J230 por arroba.
1'. ,! ie seu preo bruto de Ii8>rs
i in o s recebe o lavrador ris
ii:-!
3." Q ie ha desperas Ceilas anl
i dii .. i, comoc m o custo do caixao, car-
roto para o porto, etc., que nao se Ihe altendcm,
... demais proluzem contra o lavra-
.i de li 12 J|o porque tal a propor-
;o I 111*169, que o lavrador n cebe, para com
i I i l, que perde, sem fallar no dizimo c mais
encargos e na des) i do fabrico,
.4 Que tal caixa vai exportada no valor de
19, importando seuencargos cm 333939,
equivalente >-l 10q|0, porque tal a propor-
i;j'i de ll;lii>. liquido que o lavrador recebe,
para com I".! i em que Qca para ser
exporta 11.
li relativamente a urna caixa de assucar mas-
cava 11 de ) | a proco de 2,;Jd por ij o resul-
s le :
1' Seu val r br ito de M-)i.;.
2o Seu liquido para o lavra lor de 903835.
'' Sit- l ipezis inlccipadas no valor de ris
|:!sl 40 do ; 11 ivra I ir a porda de 11,43 nlO, pois
"io de 90JS3), para com 13*120.
i' E seu valor de exporl igo sobe a 12"i '.' 17.
imp irtan 1 i os encarg >s em 35$ 127, e juivnli
a 33,51 o' 'i P i l i '|i a proporcode 9 !
que o lavrador recebe, para coa 125j907, cm
que vai a caixa export id i.
Ora se; do O
vai aos mere
9640
Dizimo g'ral, ou direitos
de exportoco........
7()[0........*........... 8J963
Dito previncial a 89 r<.
p.ir arroba............ 2^100
Commissao de venda pa-
ga pelo lavrador 0(0 3#8i0
Dita da compra para ex-
portaro...............
Importancia cm que lica
a caixa para ser exporl.
Mais o lavrador do sua
caixa vendida a rs___ 128$000
A deduzir o seguinte,
que dispondeu antes,
e em dinheiro, a sa-
ber ;
l. o custo do C3.xo de
rs..................... (iOOO
2. o custo do carreto
para o posto.......... 4^000
K mais a commissao ao
seo vendedor de 3 O[0 2?S0 13
Liquido em que lica a
caixa vendida........
Importara os encargos
que pesara sobre o la-
vrador cn rs..........
20*640 148j640
Irlo'
15:Jj0'J'J
US1GI)

i o as i ir {enero de cxporlago.que ": P*ra o porto
caJoi raes, onde concorro com '' icomacom
Vc-SO, pois, que a caixa de assucar branco
raiexportada com encargos equivalentes 35,10
por cento, porque tal a proporcao da II ijli)
[liquido que o lavrador recebe] para com rs___
1535099, preco em que vai a caixa exportada.
V-SO uns que, quando a sua caixa foi ven-
dida por 12S. s recebe o lavrador 1149160 rs.,
perdendo 139840 com o cuslO do caixao e rar-
(despezas que descmbolsou
mssao du venda ; os quaes
igual.: icro, vista pie seu prego aqui de- ".13*840 pira com rs. 114$16 dao a perda
., rcaJo ; e por cen-
se uinte nem c ib i ao lavra lor o dreito de pon-
derar, quanlo man odc fazer valer a dospeza,
coro que se acha gravada o seu genero, que in-
irrcr c mu goal genero, por
1 mai i per! .: i e ni lilo m .ees gravado
o pie conl i o ivra lor do Brasil.
L nolarei ; i quanto m lis distante do porto
mai ir o frote e tanto me-
nos percebe o I tanto mais s >'.) o impos-
to du chmalo dizimo, o qual alias em sua iiri-
i pe ia no proprio engeiiho em genero,
e nao com i hojo no lucio fabricado.
A vista ii is consi feilas pai ecn que
. itc a lavoura coro tal i i
e 12,12 por cento, sem tallar as domis dcs-
pezas cima consideradas, e menos na grande
dospeza do fabrico do asquear, o que todo calcu-
lado, como de juslica, dara urna porecntagem
enorme do perda contra o lacrador.
Note-se que no calculo cima nao lia exagera-
>_"ie, antes pelo confrario. Baha 3 de icvereiro
le l;ii) Visconde dos Fi:
Calculo do liquido mascavado de 't arroba*, considerados todos
os enea '
l'mi caixa de assucar
mascava lo de 40 ar-
r bas, a 2j6J I........ I >000
Despesas.
a [uandn por causas su- Trapiche de fora e fre-
p crio ros j lano; oque corla -nenio nao se to 2$9J..............
eres lo estado, constituidos Estada do trapiche a 70
rs. por arroba 1
tos.
Amanha tem lugar a segunda recita da
empreza dramtica do Apollo.
A pera que sobe scena denominada Abel
e Caim do Sr. Mendos Leal, de Lisboa.
Compraz-nos dizer quo algum i providencia
vai apparecendo sobro o estado do damnillcaco
das roas de que havemos tratado.
Quando honleni escreviamos a respeilo do la-
maootfMo caes do Gapibaribe, pois que ainda pela
manha nenhuma medida Uavi.i npparoairin nn
sentido de melhora-lo, tratavam do aterrar esse
laniaeal facilitando-so assim o transito aos car-
ros, que falcadamente tem do passar por alli na
entrada para a cidade.
F. para desojar que so continu nessa lonvavel
senda de leparos, pois quo com isto poupar-se-
hao muias despezas.
Por acto da presidencia de 11 do correte
mez, foi mandado.observar provisoriamente um
artigo de postura da cmara municipal em revo-
gagao doarl. 8 do lil. 8" das posturas de 30 de
juuho de 1S9.
Em virtude d'aquelle acto, fiea vedada a eolio-1
cacao de empana las em porta ou j&nclla sob qual-
quer pretexto, com a eomrainaco da pena do 10
a aos Iransgiessores.
Vai-so mandar proceder a numeraco d?.
ra do Imperador pelo consulado provincial, que
para esse lim recebe pr>postas at 20 do cor-
re o.
Era uma medida urgentemente reclamada, pa-
ra evilar-so os engaos que se lem dado com
frequencia pola dupllcago dos mesraos nme-
ros.
Segu hoje 5 tardo para o Rio de Janeiro,
com escala pela Babia, a canhonheira a hlice na-
cional Ignatemy commandanle o Sr. primeiro
lente !> imingos Joaqnrm la Fonseca.
Esta anhunlioira li.-a desligada da estacao na-
va! desta provim ia.
Foi agraciado com o ttulo do conselho o
Sr. chote de divisan Joaquim Manoel de Oliveira
Figuerdo, membro do conselho naval.
No vapor Cruzeiro do Sul, eio do passa-
gem para esta provincia o Sr. primeiro lenle
"li armada Jos Rodrigues de Souza, que obteve
'.res mozes do lieoiica para tratar de sua saudo.
O vapor Oneida, enlrado dos portes do sul,
apenasadiantoo um da ao Crtieiro do Sul.
O Dr. Amedeo Prudencio Massoii foi nomeado
segundocirurgio da armada.
Noticias de Minas, dizcm que o invern alli vai
o melhor que c possivel para, a produeco de g-
neros alimenticios; estando por toda a parle os
rocas magnillees.
Na Bahia inda de nolavel orcorreu.
No diia 31 do passado, s 8 horas da noile,
na freguezia de Bom Jardim, no lugar denomino-
do Caiporas, foi assassinado a golpes do foces
buiz Cavalcanlo do Albuquerque, sendo encon-
trado o seu cadver na estrada prxima a casa de
sua resi lencia.
Os aninrej deste brbaro assassinato foram os
crioulosJlolhias o Antonio, escravos da victima,
is | i es eslo rccolbidosa priso, gracas s di-
: IS do major Joo Barbosa da Silva, sub-
delegado do tu distrcto de Bom Jardim.
Po mesmo termo do Limoeiro, no lugar de-
nominado Guarabra, uo lia 2 do correte, Ale-
xandreGorri i Moreno esfaqueou a Joaquim Al-
ves da Bocha, que (con em perico de vida. Fui
preso pelo lente Jos Antonio Pestaa, delega-
do daquelle termo.
No da : do cnrrenie, no engonho amazo-
nas do termo do Cabo, freguezia de Ipojuca, Coi
espanrado Joo Valerio, por Francisco Bernardo
Jo Espirito Santo, Hilario Bernardo do Espirito
', Manoel Joaquim, Anl mi de Tal, poral-
c.unha rabocio e um fulano Bezerra, como
mandatarios de Manoel de Son/a Leao, e Jos Ca-
va|canti de s muza Leao, rendeiros do engonho
Amazonas.
Sondo as offensas pILsi as [no soffreu Volerio,
e nao leudo sido os offensores presos cm lla-
granle, s resta ao delegado do Cabo instaurar o
processo contra os mandantes e mandatarios.
Foi capturado pelo delegado do termo do
Ex o criminoso Joaquim Freir dos Sanios, pro-
n in i ido per crirae de morte no termo de Bana-
neirasda provincia daParahiba.
Foram capturados pelo delegado de Villa
, os criramosos Manoel Jos Teixeira <
brinl Arc.hanjo do Lima, pronunciados po cri-
mes de furto e cliefes de urna quo dril ha de la-
dros.
Escrevem-nos de Garuar, cm data de Cdo
correnic :
". Conliiii esle termo a gozar de socega, e
bem estaramos se nao fosse o sul forte que pare-
ce querer acabar com ludo.
Nao chegou a me i conhecimonlo faci al-
'riminoso, e a polica nada leria Eeil i, se
na lives-e procedido a captura de quatro
lores, sendo Iros do exerct e um da armada.
Dous les rccrnlas foram capturados r > -' sub-
icia do 1" distrcto de reguezia do Ai
i pela : i i ; sendo' Pedro Jos du
icnlo, V'ergolinu AI s de Oliveira, Joo
hrysobtomo da Silva e Simos Ferreira do
19Bsixo de /.ero; Pars em 1830. 20, fraga.
em 1785, 22', l.eipzik, em 1781, 21', Moscow,
em 1812, 27". Em 1780, com um trio de 21' ge- Appellante o juizo
Ion o Mancha em certas plagas na distancia de jn silva.
multas milbas da praia.
Necrologa ds 1859. Soberanos. A rai-
nha te Portugal (SlOphania Wilhelmna), Fornan-
do II, re das Dnas Sicilias, osear re da Suecia
e da orwega, Mulei-abu-er-Rhaman imperador
de Mmieos, Gueso roi da Dhomey [cosa occi-
dental d'Afrlca Sidy-Monamed bey de Tunes,
principes e princesas. A priaceza Lotilia Mural, I
viuva do conde Pepoli. A archiduqu^za Augus-
ta Fernando, mullier do principe Leopoldo do
Baviera. 0 princepe de Wurtemberg, Henri ue
de Holienlohc-Kircnberg. O principe Olhon si
tor do Slionibourg. A duqueza Luisa de Me k-
lembonrg-Shcweriue. A priuceza Sophia, filha
do gro-duquo de Saxe-Wemar. O principe
Ouiin.iiu>- Likia Jo a-i.'. a |>v,,,j.'i viuva de
Erbach. i) principo de Mcllernich. A ircludu-
que/.a Maria Annau*Austria, o principo Fernan-
do TranslinanusJolff. A princeza Mara Isabel
do la Tour e Taxi. O principo Windisgraclz. O
principe Bruno do Ysembourg. A princeza d
fsombourg. O prncipe de Solms, 0 prin
Rospigliosi Palavicini. A princeza Mirii de i-
ples. A princesa Auna de Toscana. o princi-
pe Balo Bolgoroiiki. O principe S?rg i lal-
liano. O principe' Alexis Sothykoff. A prince-
za de Souwaroll". O principe Tioubetsfcoi. A
gr-duqueza Maria Paulowna, fllha do l'au'ol.
Passagciros do vapor inglez Oneida, entra-
do dos portos do sul : Antonio Baits, J. 1!.
Pinto Coimbra.
Seguem para Southampton c portos inter-
medios :
Manoel da Silva Nogueira, M Ferreira do
S, Manoel de O. Barros, Joaquim Francisco dos
Sanios Maia, Miguel Francisco M ireira Maia An-
gelo Barreira e Thomas Wltefcr.
MORTALIDADB BO DU 1! l>0 c ....;.
Carlota Zeferna dos Santos, branca, sol ira, 3 I
anuos, phlisiea de garganta.
Antonio, pelo escravo, solteiro,82 annos, a
Rila Maria do Sacramento, branca, c isa la, 4u an-
nos, gaslro-hepatite r.hronica.
Viridiana, branca, 1 auno-, ata ; il.
Baedi:ia, parda, escrava, G mezes, cclanij
Mataoocho publico :
tfataram-so no da 1 do correnic para o c in-
sumo dcsla cidade S2 rezos.
Hospital he cabidadk. Exislem '> lio -
mens, 52 mulhercs nacionaes, 1 islrao-
geiros, 1 homem escravo, total 131.
Na tolaldadc dos doentes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 niulheres c 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Pinto s 8 horas o 10 minutos da m u
pelo Dr. Ujrnellas s 8 horas c 1 2 da manha,
appellado
I i lo, liimin : \
i p<; (tibeira
appellado, Joo p, q
ppi l: 11 .
Appellante, Antoni i Flippe Nerj
O juizo.
Na sessae de hoje, ao Sr. desembarg I r
Loureuco Santiago, i appellacn civl :
Appellante, Miguel Accioly Wanderl
pella lo, istovao de Barros Pinte .i
As horas da larde encerrou-sc
- -. r\ UHIBV .
P'ihlicacoes a pedido.
CHROIllCAJUDlClAnU.
TRIBUNAL MRELnQ&O.
SESSO EM 1 DE FEVEREIBO DE 1800.
pnr.siDE>-ci\ no exV. su. coa
DE LEO.
As 10 horas da manha, achando-
les ns Srs. des tmbargadores Figu ira de Mello,
Sitveira, Gilirana, Guerra, Lour lingo,
Silva Gomes, e Cactano Santiago, ; lor d.\
coToa, foi aborta a sesso.
Passados "- Coitos e enlresues OS distribui-
A pobliet.
fvo anno de IS'i fui eleitojuii de pai il i
listi i :to da fn guezia de S rol > Antn
ftcando u i ordem da vota^ao em ;
losar, e competindo-me por isao servir no ;
lo anno. '
Foi efello juz do lerceiroojmiw o Sr. c i
Guedesdc Mello, que, bem como eu,
lamento e por vezesexerceu o cargo, n i
ment Jos mais votados.
I lliinainenlc foi o Sr. L'mbelino nomeado c i
commissao notc-se bem] para servir o logar '
inspector da thesouraria das Alagos, cemseu
impedimento, resultante d) -na aus
eu a vara como seu supplente, cdnfor e a '
do art. I') do co ligo do pro -- i crin
Agora compel i-n.....ri ir o me i
do pelos sentimentos de deferencia q
ler para com ns Bulorida
m piei ao Exm. Sr. presi lente da |
Dr. chcfo de polica, ans Drs. jniz i dedil
linalmenle a cmara mu
em exerccio.
Hoiilcm depois das quatro horas da t u
bo um offl i i da cmara em io *sla i
me nao i m i seri ir no correle an >,
isto porque se conforma com o
i lo de que rae remellen co|
C i: lo que os di nos verea lores i
minio acertados nessa communica^o : q i
ridade lem Ss Ss. para o acto que pi
Com quo direito se arrogara i lar lico i
nao Iti'as pedio .' Que c ir ictcr pul i i
advogado pira quesedcemde la-
dos i i ; i' cer 1 !....
Das pecas que \a i publicadas >
publico a resposta q.....loi canma, efi
sim certo de que continuo i exer er a van
juz de | acias no I
ja designa los.
reiro de 186 .
Ca i Pini t Veras.
da cmara munteij I :
vereir i de 1860.
Illm. Sr.Ten i i i ao
seu advogado sobre c i ou nao .i \. s.
2 de paz u i coi renl ani vis
como j havia V*. s- -
cia ao juiz I i cm tere ir* lug ir,
i -' iva fora desta provincia e, c
com o p irecer ,1 i m's no a i
i r o ira a V. S. j i
le, pela donl
n ultimo lugar, o exerci -
ao 1. supplente, j jui imei
\ ai a c imor i n li dar para
- Gu i' I' V. S.Illm Sr, i
le Veras, : de 1. dis
de Sanl i Anl ii
Lw i: / i .- V r.
dos, iroeedeu-se aosjulgamenti
Foi proposio o habeas-corpus de An I erreira I
cisco Pereira, e se Ihe conceden ordem, eu.: [Iluslris i mi Senhores. .Ainda que li
rhefe de policin, sendo apresenlado o paciente ivsos de liversa? datas, fue
na sessao de H do correnic. dontrina contradictoria, .....I i inl
Fui proposta a pelico do preto M. fevereiro de mil oil i
quim pedindo ordem de habeas-corpus, e irmaload
ouvido o deten tor, foi-lho concedida a soltura lim de mil nitorentos e q
Foi concedida a soltura pedida p e |ue a duvida se i
avis :. i mero vinte e quatro de d /
:
no, em orJem de habeas-corpus.
APPELLAIIOES CIVEIS. neir,i de mil o,lo
Vppellante, Lniz Jos Marques : rtude deste nao
J Maca Goncalv s V'ieira Gui -. i" Veras exercer
Confirmada asenlonca. no, vi Appellante, Joo Antonio Gomos Guimarps ; especie res h la por esle ultimo iviso
appellado, Antonio dos Sanl Si ; ral l- lamente idntica a de que se ti
canti.
Dcsprezaram-se os embarg
APPELl \eors CRIXES.
Appellanie, Galdiho Jos da Assumpco
ap-
pellado, o juizo.
Refi i' i i i.
Appellante, o juizo ; appellado, MarcolinoCor-
ro i da Silva.
A novo jury.
Appellantej Brasiliano Pereira da Silva ; ap-
pellado, o juizo.
Nullo o processo
ppollanto, o juizo ; appellado, Dor
Gomes s ilg i i i
A novo jury.
' DlLlCfJNCtASCniMES.
Com vista ao Sr. Qi mbarga i' r ; r m itorda
juslica, as appellac is i rime- .
Appellanie. I). A*nna Mana de Carvalho ; ap-
Lingagem do dito..
Dirimo geral ou direitos
de expo lae.'io de 7 por
cont................
Dito provincial a 00 res
por arroba............
, de no lo que os capilaes empatados O os
prejnizos quo occ,oiriam podiam ser co.no que
os ou resarcidos, nao raanifsstaram-so
difliculda les, o apegar di crise des Estados-Uni-
do-', que estendendo-SC Europa, aqu tambera
veio repercutir, iamos arrostande os se ia pet-
-os etl'eiiii-: quiz porui a fatalidade, que
nos apures em que j eslavamos mornlhndo8
apuros piii.cii'almeute causados pela minguad i
site. peto secca intensa c prolongada que lem
-lado o interior da provincia o pelo exces-
sivfl pieeo dos gneros de subsistencia, quiz a
fatalidade, repelimos, que depois do abalo pro-
dtizido polo projeato do Sr. Salles Torres Ho-
rnera. viese o Sr. presidente do conselho o mi-
\t i/., :i la com suas medidas tornir mais
gravo, mais complicado e melindroso o nossoee-
tiido, de, raiiandii o susto por todas as rlasses
que linham suas fortunas corapromeitidas nos
i-taiiele, iiuiiii.s de credilo quo possuiaraos,
i'azi iido-o;> recitar em suas opericoes c fonau-
de-os a u na li [uidaeao.
Nao encaramos nem desenliamos a sitnaco
prsenle om cores negras e apaixonadas: dse-
jara nos n i contraro que o Sr. ministro da a-
zenda aqui vii\s-e eiiservar p qui'lro que lodos
para o cuja ni !c i --
- u il con le um be n consulta; as grandes ra-
o prover ellas conforme os
icias; o eulo a con I iso uni a, da
qual depende. rila da lavoura; o simultauea-
a i ii.; da prospordale do estado, 6 a
io absolul i i do denomina lo
dizimo, como j foi re al lelli- Commissao de venda pa-
s po le : lo. ga pelo lavrador Li por
Lula a I ivoura com miro genero da mal, qu a cento..................
j principia a dar-lhe a morte, o nao lardara Dita da compra para ex
osle termo fatal. porlacao.............
_ Contranada pelas perniciosas epidemias o no-
civa irreularidado das eslacAs, lem si io duni-1 Importancia cm que lica
nula a s ia eolheita per annos successivos e nao a caixa para ser ex-
, ira viver, lutando alem disto com al portada................
caresta dos gneros alimenli.-ios, augmentada Mais o lavrador da sua
Caix i ven.lilla a rs.....
Tem a deduzir o seguin-
te, quo despendeu an-
les, c em dinheiro, a
saber :
Io o custo do caixao de
ris....................
2o o cusi do ca reto pa-
ra para o porto........
E mais a comn.isso ao
seo vendedor 3 pur
cento..................
Liquido em que lica a
caixa venal la........
Ituporlam os encargos
que pesera sobre o la-
vrador em res........
s Vasconcel
appel
appellado,
CO
723J
2. ; i1
3^123 18J20 1.
3*667
I259(K
por tal causa a sua di ;peza, lora-se visto ohri-
gad i a con (rali ir n iva, sobre a ve'ha divida que
Decorrcram anuos, o emquantoas safras foram Ihe pesava, pur premios de lo e 12 0 o ao anuo,
nao Tallan lo nos ,e o j, porque a uecessida le
lano coage o paciente, como eudurece o ;i- ira-
rio, e n5o fallando lainbem em nutro genero de
Iransacc j em uso, qual o de comprar-so e
niio desconlar-se a letra, o que dispensa o tra-
ballio do calculo e da ao usurario maior lucro,
se esle neme proprio.
Resistir conjnraco simultanea de males de
tanta grvida.le em vcrd.ido impossivel ; em
consequenca urge c muilo livrar a lavoura deste
cancro roorlifero, e vir em seu souepero, minis-
tra nd i-lhe dinheiro por juro modicO o lema araor-
lisaco.
No nosso paiz nao vejo praporejio de consc-
guir-se isto ; o nejo dos estoboleeimontos de
crdito lerrilorial parece-nie nao admissdel en-
tro nos, perqu por nm laJo as nossaa proprie-
dades de lavoura (engeulios), as trras, etc., nao
achsm compradores, neni prero i vista ; e por
outro lado adinlo'i'o en:onlr,i--e sempre eui-
prego juro maior do que aquello, que conviria
aos titeaos do ere )tto territorial, para poder apro-
veiiar lavoura ; pomo ou antes nuda vale a
minha opiniao, que em taos materias regulo an-
tes pelos futs de nossa Ierre, do que pelas
tlieorias alheias, porem romo desojo concorrer
104*000
6S000
4*000
3jl20 13*120
90 380
35*027
os diasiemos diaoto dos ollios, porque estamos l para nina causa grande e lo grande, que a re-
cettos de jne S. Ex. npreciati.lo de porlo as nos-' pulo de vida, ou de norte 'ara o imperto, pelo
Ve-so, pois, que a caixa do assucar mascava-
do vai exportada com encargos equivalentes a
38,54 por nenio, porque tal a proporcao de rs.
) liquido iiio o lavrador recebe) para c
rs. I259
tada.
q
)j7, proco em que
para com
vai a caixa expor-
tteg i.
0 primeiro supplente do ; ::/. muni
lern i do Brejo m \n < lade Macacos, uo Anl mi i C icj in i Coelho da
Silva, s porque hoave quera requeressu linha
em dita prupried le '. N> pde haverdes-
lampalorio niaior, offenle-so a propriedade do
individuo, desrespeiti----- ilei e avante.
Nao sei qnoii i i os limites entre este termo
e n do Brejo serum regu d mo to a satisfj-
zer os iuteresses do3poros; isto tanto no civil
como no ecclesiostico. 1 lugares que distara
desla cidade legoa e meia e do Brpj > qualorze ;
mas nao so pode bulir naquella arca-santa, em-
bora sacri'que-se o< inlcresses do povos.
Vemos' lo:] is ns dios os povos da freaue/.ia
do Brejo procurarem o paslo espiritual nesia por
mais couimodi lado.
.< Foi rinalmente provida a freguezia do Sua
Caetano da Raposa, que ja csi com vigario en-
commendado, e satiseitos assim seus habi-
tantes.
Ainda precisa de uma eadeira de instrueco
primaria para o sex i mascolino.
A professora desta cidade foi jubilada, e es-
ta i is alumnos que fre pientaram a escola publi-
ca, nica riira este si \ i, sem aprendeieni, e es-
lo perdendo o pouco que poderiam ler aprovei-
tado.
v Na da Io do correte livemos a uma legoa
slancia da cidade chova de pe Ira bis! inte
volumosaque matou. algum gado cm certas pai-
tes.
Novo pnocjsso v\\\\ fabricar pao.Neste
processo ensinndo porM. Olding produz-se o aci-
do sarbonica Ludopeed&nte da farinha, e ajunla-
se-lhc depois, na certeza do que a farinha nao
soTre porSSO outra qualquer molifiraro. O aci-
do carbnico 6 depois iccolhido n'um gazometro
ordinario, e serve para satrisar a agua destinada
a fazer o pao. F.sla agua misturada na farinha faz
urna mossa cheia de envidado, que se devide em
o-, e inctle-se no fumo*. Este processo lo
rpido quo dentro de hora e meia, a contar do
oolha a farinha, esta fiea
penado, Ignacio Arante
Appellanie, o jui/.o;
quim ile l.vra.
Appallanle, o
More io.
Appellante, An Ir Gomes do Mel
da, a jnsti i.
rite, o juizo ; appellado,
Sabino de Oliveira.
Appi II inte, Anna loa piina de :
lo, Joan p, riiardo de Araujo.
Appellante, o juizo ; appellado, i ia i
Apoellante, o juizo ; appella lo, Anselmo No-
nes des Pr izeres,
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Jos
rdo a Vos*
le fe\ creiro d
I lustrissitnos senhores presidente n -
da cmara municipal desta ridade.U I
'. -i /,' i i i G i '.
ii mforra '. O secrel /
I ili.
Srs.IContem, dep >isde i liaros
le, recebi isa Illm
que nao me rom
' I >, e ; I
no ref'M lo i tere rio.
Tudo isto fez a cmara, i i -
lo cil i lo o:a lio, lindada no | I
ectivo advog ido.
Em resposla lenho a dizer ijne, n > i
Feri-
rj is por I y:' fui eleilo juiz d 4.'
i corre ni to-
ral, :' hi ido val id
! res'ei juramenta d
r.....la dos i. i ros dessa i
. a > enlrar em ex
p n lieip 'i-o ao Exm. Sr.
Dr de e
i i enmarca, ailti i i I i i -
i- me fie larar im contra a
rciciu ; q '
ramara, em minha
legisl la ; quo o
ver cu i anno ]
paz, era seu i-, i me ez ;
retios algum effectividade do Io anno, d

ue u Sr
". le Joa-
lo ; op|
! Alvos
Baptisti
Appellante,'o juizo ; appellado, Jeronym ii eleilo juiz de paz, a tinalmenl
Alexandre. o exeici'io do < irgo, s1
Appellante, o juizo; appellado, Pedro Antonio silente da provincia, ou e
de s. Tedio. sim o mandem,depois le Ma i -
Appellante, o juizo; appellado, Morliniano arhando-me eu resolvido a esl al u.....>u-
Nunes. Rielo de jurisdiccio, se pnr vi
Appellanie, Prisciliano Alexandre de Souza ; I cmara nao se dignar levar seiaethaB
illado, o juizo. cia so conheci ment di S. w. o Sr. i
Assignou-se dia para julgamenlo das seguinte- da provincia, para resolvot
appellacdes crimes : de le.
Appellanie, o promotor ; appellado, Francisco I Dos guardo a Vv. Ss. 1 lislricl la
AlveS Bezerra. zia de Santo Antonio |J .'.: I
Appellante, o juizo; appellado, Aniceto, es- Illms. Srs. presidente e mais vereadoirs da
ravo. la cidade. Geetaito I''
appellado, l.'iiz Manoel Veras.
Appellante, o juizo ;
de Souza.
Appellanie, o juizo ;
mo da Cesta Cabriola.
Appellante, o juizo ;
rcnlino de Albu pierque.
appellado, Manoel Anto-
appcllado, Antonio Fio-
ror: -
Appellante, o juizo ; appellado, Flix Corroa
Vilella.
As appellaQoes civeis :
Appellanles, a viuva de Joo Henriques da
Silva ; appellados, os herdeiros de D. Anua de
Honra.
DISTRIBIICOKS. __
Distribuirm-se em sssao de 7 do correnle, ao
Sr. desembargador Figucira do Mello, as seguin-
les oppellofocs crines :
ApliolUn'ie, o juizo; appellado, Florencio Jos
Batitista.
appellado, Martluiano
PracadoRecfe 14 do ftwcreirt de 1^::)
AS TRE.S DORAS DA TARDE.
Ci>tis*r>;s ofileiaesk
Descont de kti is :W 0|0 so ai......
Georye Patek -P : ,!e.
Dtibitirc'iSe
momenlo, j| iue
V-O-se mais que, quundo a sua caixa foi ven- fein,ei]tadj^HM^iaa paJwsA corlar em pao. As
di la por lili5 rs. s recebe o lavrador 9O'i80i vnntagenB meiro : o aceio
rs., perdendo l.'.'>12ii com o custo do caixao e per ;ue frsflBWflEmr^o da operaco at o lim
cfrelo para o porto (lespezas que descrnbolsou nao se to a neffl na m na ogun ; segun-
antosj e rom a commissao de venda ; os quaes do ; a esonomia dos operarios, e seu menor tra-
rs. l;l.sl20 para com rs,_9Q|880 do a perda de' balito e fadiga ; tefeciro ; a rapidez, a certeza, e
appellado, Jeronymo Jo-
appellado. Pedro Alto-
appcllado, Anselmo Nu-
Alfaulos:i.
Rendimento do da 1 a 13. .
dem do dia 1 ......
i
I75I7
Appellante, o juizo
Nones.
Appellante, o juizo ;
s Alexandre.
Appellante, o juizo ;
balfe de S. Pedro.
Appellante, o juizo ;
nes dos Prazere3.
Appellante, Presciliano Alexandre de Souza ;
appellado, o juizo.
Ao Sr. de*cmbargador Silvcjro.as appellao/koj
crimes :
3Ioviar;n& Volumes entrados com I ei
com gneros
Yolunu-s sabidos com fa/endas
com Bjceeres
'
------
Desca regara hoje \o de fevereiro.
Barca ingleaCrownf-rn>.
Bar^a inglezaBonitafetre e ca
2'ijuo portugnez Gratidtcebok-.;, e

ILGFVED


'O
l'.,mi nacionalJasson lanulia do trigo.
Brigue inglesGeorgc(erro e carvo.
Patacho portuguez = L'tiiao diversos gneros.
Rrigne ingb'zBusyharslho.
Escuna ht>spanhola=Carinosa=vinho.
Consulado geral.
Rendimenlo do da 1 a 13 32.239*157
dem do dia l....... 2:5j7j*197
376S65I
t)ARiO DE MRAMBUCO. QUarTA FEIRA 15 DE FTsVBrMRO bt 1860.
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1 a 13. 1:8011463
dem do dia 1 ...... 4685325
A enmara municipal desla eidaue faz pu-
blico, que ncsla dala propoz ao Exm. presidente
da provincia a ulilidado da desapropriaco
dacasad'um andar c solo, sila na ra doCor-
doniz, pertcncenlc a Candido Alberto Sodrc da
Molla, n qual devo ser demolida, por assim o de-
terminar a plaa da cidade. Paro da cmara
municipal do llecifo, em sessaodc 6 de fevereiro
de 1SG0.Ha noel Joaquia do Regoe Albuquer-
que, presidenle.Francisco Canuto da Roa-Via-
gem. oicial-maior servindo de secretario.
Espaoles residen-
tes en el imperio del Brasil.
Lleno de confianza en vuestro pa-
triotismo me dirijo a' vos otros en este
dia, solicitando vuestra cooperacin pa-
a una causa tan justa como la que ha
motiva Jo la guerra que acaba de iniciar
Terminar o espectculo cora a muito applau-
dida comedia e:n 2 actos :
2:269*768
Despachos le exportaeao pela me-
sa do consulado desta cidade n <'
lia 14 de fevereiro de 186 .
MarselhaBarra franceza F.milie Fernanda, T
I'reres, 1,000 saceos assucar mascavado.
^^IfiffS^^SnSS^^ lr" "*P*. Joda. las clases del
SlockolroPatacho sueco Jcony, N. O. Bicber e8,af M ,,an contizado en la madre
& C 1.403 conos salgados. patria, para ajudar con sus donativosal
r.u da l'Mlj larca hespanhola Christina, pnhiernr nlin d*> mi*. nJ,
AranagVHijo A C.. 3)0 saceos com farinha, <>0,mu.no' aUn e que pueda
100 ditos cora niiUio, 15 ditos com gomma.
Lisboa Barca porlugueza Formosa, Joaquim
la Silva Noguoira, 21 saceos assucar branco c
16 ditos dito mascavado; Manoel Ignacio de
oliveira, 134 saceos assucar branco c G(i ditos
gobierno, alin de que pueda llevar a'
cabo, la noble empresa de vendicar ia
honra de nuestro pabelln, ultrajado
por los moros de la costa de frica ; y
cistigar al mesmo tetnno los actos de
1 55*28/** ,oaquim pires Soares-1 vandalismo, y piratera que continua-
Ileceuedoria le rendas internas
tremes le Pernambuco
Rendimenlo do dia 1 a 13.
dem
, mente estn cometiendo.
Al frente de todos se
Consulado provincial
lia colocado
la 13. H.4I4430 nuestra augusta soberana. No liare
.......__!^ uos cada uno de nos otros un pequeo
13:3099274 sacrificio para contribuir por nuestra
partea
cion ?
No me es permitido dudar un solo
momento, y cuento con que correris
todos y cada uno de vos otros al consu-
lado pspn"ol i' llcn lo cjuc ,iJ.i uno
. pueda, segn sus medios, para que no
CONDE DEPRAGAR
o Sr. Coirabra o papel do
0
bario
Fazendo
Gaspar.
Tendo r.hegado do Rio do. Janeiro o drama-
Abel e Caim, a sociedade apressa-se em leva-lo
scena, nao s por ser mais urna obra prima do
illuslre cscriplor, o Sr. Anlonio Mendos Leal,
como por estar inlimamento convencida, que
ser devidamente apreciado pelo publico desia
cidade, um drama que lanos applausos lem re-
cebido nos principaes theatros onde lero sido rc-
presenlado
Os bilheles acham-se desde j & venda no
llieatro.
Comecar s 8 horas.
reatante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prctendentes podem dirigir o armazem da
ra do Vigarion. 11, a qualquer hora do dia a
entender-se rom o dito agente.
Variado leilao,
Quarta-feira Ii> do corrale,
PELO AGENTE
Lm
CASSINO POPULAR
!". iiJimento do dia 1" a 13.
dem do dia 1 .
22:3 O995
3:2*0$702
25:561^697
Movimento do porto.
5-j era lastro; a Sauudors Brothers, .Vm ios entrados no dia l.
Rio de Janeiro, 16 das, barca porlugueza Tejo'
i:o ::!8 toneladas, capito Joo E. Ribeiro,
; np lo, em lastro ; a Amorira irmaos.
i, l dias, su moca brasilcira lortencia, do
ni lanciadas, capito Joo Custodio de Lcmos,
[uip. 8, carga fazendas, charutos, e majs g-
neros : a Antonio L. de Oliveira o Azovedo.
Pi : los do Sol, (j dias, vapor inglcz uncida, com-
niandante I. It. Bevis
Caira da Boa-EspVranca, 17 dias, vapor inglcz
Stanley, de 367 toneladas, capilo R. Globe
iip.
:i:p.
Xacios sahidos no mesmo dia.
imaragibe, hiate brasileiro Sania Lusia
lo Estovao Ribeiro, carga farinha de
dioca.
Falraout, barca ingkza Favorita, capito J.
L. PinIon, carga assucar.
id, bngue brasileo Sania Barbara ca-
pilo Jos M. de Acobel. cora a mesma carga
;'!'.' Irouie do Ass, suspenden do lamaro.
ni, polaca hespanhola, Benturita capi-
to Geraldo Uareslany, com a mesma carga
que trouxe do Montevideo, suspendeu do la-
maro.
Maranho, galera ingleza Mimosa, capilo
lingo, em lastro, suspendeu do lamaro.
Portos d.> Norte, vapor brasileiro Cruzeiro do
Sul commaiidanle o capito de mar e guer-
ra ('. Maiieobn.
DE
MASCARAS E PHAMASIA
NO
M AGESTO SO SAL0
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Salibado 18 de fevereiro.
A sociedade Cassino Popular tem a honra de
annunciar ao respcitavel publico, que o priniei-
ro baile da grande fsla verdaderamente popu-
lado de esta exped- lar em que a lodos 6 licito lomar parlo em seus
| folgares sem excepeo de pessoa ou sexo, ter
lugar no dia cima mencionado, o que tem en-
vidado os meios possiveis, alim de que os bailes
do Cassino no prsenle carnaval nada deixeni a
desojar, por quanlo a sociedade s ambiciona
que seus iliioriimcuius continu a reinar ordem,
moralidadc e respeito.
A orcheslra ser augmentada e executar um
lindo e escolhido reporlorio de dilereutes pes-
soas, sendo a maior parle inleiramentc novas.
Ser sempre inanlida a boa ordem, e com fi-
delidade observado o rogulameuto que o Illm.
Sr. I)r. chele do polica se dignou approvar.
Os carloes estaro venda
ment, no pavimento terreo, para damas
e esvalheiros 2.
Avisos diversos.
A viuva Dias l'ernandes declara
ao respettavel corpo do commercio que
tendo fallecido o gerente de sua casa
Firmino Mnivii-i H- Pneto lom ^,nci; ir^,s\-^ de 1 400g a juros de um c meio por
rirmino Moieua da Losta, tem constt- cents, pelo lempo de H roezes, diseoniando l'~.
tutdocom procuracao bastante e auto- '
risado para todos os seus negocios a sen
mano Manoel Moreira da Costa Passos,
e ao Sr. Joaquim Claudio Monteiio J-
nior, usando este dos poderes concedi-
dos na ausencia daquclle.
Atteneo.
o juro do dito lempo, o dando-so i
seguranca a dita quantia : a quc,n convier esta
negocio, dirjase a ra das Cinco Ponas defron-
te da estaco, deposito n. 118. que se dir quera
faz este negocio.
O Di
5
Cosme
de
. 3
Sa' fereiraf
No mencionado dia e pelas 10 horas
nlia no armazem da ra do Vigario n. 15, o re-
ferido agente vender por conla do quem per-
loncer c em lotes voniade dos cempradores
tic
Apparclhos para jantar.
Chicaras e pires.
Pratos fundos e razes.
Tigelas de diversos lmanlos.
26barriscom alvaiade.
Latas com ameixas.
Presuntos ingle/es.
COOcaixas com charutos da Baha.
se diga que, la distancii que nos se-
para de nuestra amada patria, ha res-
inado el afecto pie le debemos como
buenos cuidadamos.
M. de Potestad,
Ene ai regado de negocios y cnsul
era I de Espaa en'ef imperio
Brasil.
Se halla abierta en este vice consula-
^|de volta desua viagem instructi-W
-^tiva a Europa continua noexer- '
jeicio de sua prosso medica.
Da' consuitas em seu escrii
tijjos, desde as G
Seguro contra Fogo
COUlPAMni
..piadores |Sro, n0 bail'ro do llecife, ra daf g
Lmaporcaocle l0Uja france- gCruz n. 53, todas os das, menos! ;
za, branca, de frizo c pin-
tada, constando
mw
unos do mi
;te as 10 da roanhaa, sobre
i seguintes pontos :
Molestias de olhos

LONDRES
AGENTES
J. Astley fe Companhia.
K i
t
"o-
de
Corarao
.Molestias
peito ;
Molestias dos igaos da gcra-[J
rSo, e do anus ;
. Praticara' toda e qualquer
operacSo qucjulgarconvenicn-
te para o rcstabclecimcnto dos {
Ycnde-sc
e
pata
la- >
n.y
Ramos Duprat & C. continuaras por
DtervencSo do agent; lyppolito da
Silva o seu leilao consistindo em um
completosortimento de iazendas, la, li
no dia do divert- n''0, alftodao, seda e la, la e alfjodao e
seus doentes.
O exame das pessoas que o con- B
iltarem sera' feto ndistincta-
te, e na ordem de suas en
Stradas; fazendo ex.cepc.ao os doen- i\
I tes de olhos, ou aquellesque poi ,v|
^ motivojustopbtiverem hora mar- fC S
"cada para este im. y 2
A applicicao dealguns medica 'f? |
entos indispensaveis em variosC!**
me
Tintas de oleo.
Formas de ferro
i purgar assucar.
Estauho em barra,
f Verniz copal.
g Palhinha para inarei-
2 neiro.
Vinhos linos de Mosclle.
Folhas de cobre
liriui de vela: no arma-
zem de C J. Astlev fe C.
p
r-
i
i
m
a

capi-
man-
Ectacs.
A cmara municipal manda publicara pos-
abaixo transcripta, para conhccimenlo dos
i is municipes, e alim de que seju observada,
Paco da cmara municipal do Recife emsessSo
de l:l de fevereiro de 1860.Li* Francisco de
It irros Reg, pro-presidente. Manoel Ferrara
U, secretario.
.' scc(o.Palacio dogovorno dePernambu-
co, em 11 de fevereiro de lsO.
O presidente da provincia, tendo .vista o que
Ihc representou a cmara municipal do Re-
cite, em .lirio de (i do concille, sob n. 10, rc-
- ilve q ie se observe provisoriameale o seguin-
!> artigo de postura :
Artigo nico.Fica revogado e sem el'eito o
aniso 8. do titulo 8." das posturas municipaes
le il de Junho de 18 0. que conceden o uso das
el fa de este mes, una sus-
cripcin, para el fin arriba mencionado.
Vice consulado de Espaa en Fer-
nambuco f- de febrero de 1860.
Juan Anglada Hijo,
Vice cnsul.
I Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco reco-
Ilie as notas de sua emisso de ('ji e de
20$, epedeaos possuidores das mesma?
o favor de as virem trocar no seu es-
criplorio, dasBl 1 horas da manhaa ate
as 2 da tarde.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico, que os 30 dias uleis para o pagamento
a boca do cofre dos imposlosdo 4 porcenlo so-
bre diversos eslabelocimenlos de 403, sobre casas
de modas, de perfumarlas e de vender plvora e
de 2J* sobre casa de jogo de bilhar, indam-se
no da 20 de fevereiro, licando sugeitos a multa
| de J por cento sobre os seus dbitos, lodos os
que forem pagos depois desse prazo. Mesa do
consulado provincial, 7 de fevereiro de 1860
Pelo administrador, Theodoro Machado Freir
Pereira da Silva.
Crrelo.
As malas que tem de conduzir o vapor costei-
ro Persinunga para os porlos do sul, serao fe-
cnadas no dia 15 as.'! horas da tarde.
INSPlXr.AO DO ARSENAL DEMARINHA.
1 endo de continuar no bairro do Santo Anto-
mo a construc^ao do lang do caes enlre a ponte
provisoria e o outro lanco feilo do lado do thea-
Iro publico, convida Sr. inspector aos que
queiram lomar a si essa obra
Para o Aracaly.
Segu em poneos dias o hiato Camaragibe, pa-
ra carga e passageiros Irata-se na ra do Vigario
z*
numero a.
e seu emprego; e tudo (piaiito o
demove em beneficio de seus
doentes.
cnle
conla de
COMPAMIIA PERWAMBUCANA
DE
a apresentarem se
mpanadas : ninguein as pode enllocar em pona ? w" "prrB,afM cnm "s sus proposias em cartai
u emjanclla alguma sob qualquer pretexto: os locll"1das< dja 13do mez prximo, pelas 11 ho-
contravenlores sofTrerao a pena de 103 de mulla I;Lm _'an' em Vie ,era luSar conlralo :
o dobro na reincidencia.Luit Darbnlho Mu-
: /, lZa.Conforme.Francisco Lucio de Cas-
tro Conforme.O secrclario, Manoel Ferrara
li.
Secretaria da inslruccao publica de Per-
uco, 1! de overeiro de'l%0.
Faro saber a quem convier, que por del ibera-
i do conselho director da inslrucciio publica
ha approvado para a leitura dos meninos em
- as aulas primarias da provincia, a obra
intitulada Iris Classico, publicada pelo Sr. con-
iro Jos Feliciano de Castilho Brrelo de
nha.O societario interino. Sallador Jleu-
de Albuquerque.
Navegado coslein i vapor
O vapor Persinunga. commandanlc Lobato,
seguir para os porlos do sul, do sua escala no"
da 15 do correle s 5 horas da tarde, liecebe
carga at o dia 13 ao meio dia, sendo posta a bor-
do e arompanhada dos competentes despachos e
conheeimenlos.
Para a itha de S. Miguel. Espera-so do Rio
de Jcnciro o palacho porluguez Souza & C.:
quem no mesmo qtiizer carregar ou ir de pas-
sagem, entenda-sc com Jno lavares Cordero
na travessa da Madre de Dos n. 9, ou na ru
do mesmo nome n. 36, segundo andar.
Porlo e Lisboa.
Sahe com brevdade a barca porlugueza For-
mosa, capilo Joaquim francisco Pinhciro, re-
cebe carga e passageiros, para o que lem magni-
licos commodos : quem quizer carregar ou ir de
passagem, trate com o capito na praca, ou com
os consignatarios Manoel Ignacio do Oliveira \-
l'ilho, no largo do Corpo Sanio.
spt-lhos, Ihoalhellc, qnadros, lanlernas, can- (mitigo paleo do Co e o) n. 37 sepun
eeiros, commodas, secretarias, carleiras, fu- \n n ,, ^"Ko,u) > s^,"11
o americano em caixinhas de 20 horas cha- teic-.-iro andar.
O a.
quem pertencer sexta-feira 17 do correntc 4s 10
lioras da manha em seu armazem na iu.i do Vi-
nario n. 11 di;
Mubilia constando de guarda louca, apparador,
cadeiras, sofs, marqueza c consolos, mesas'
p--
d
ni
rulos c jarros
Na mesmaoccasio vender
l lindo mulaliiiho de 18 a 20 anuos, bonita figura
proprio para pagem c mesmo paia olicio por
jater um principlu de ferreiro.
ILAO
Para fechar coalas.
Quinta-feira 10 do corrcnle.
S 10 HORAS l.M PONTO.
O agento Borja far leilao em seu armazem na
;
~ rrecisa-sedeuma ama de leite,
queotenha em abundancia, que.seja
! bem sadia e de bous costumes :
bem. Diiifrir se a' nraea d"
a piara
paga-se
Pedio I!
Offerece-so nina possoa para
cobranoa, ou de roa
rio, e da fia !or
caixeiro de
|iois o mesmo propricla-
-........,
do l'araizo, roa a Iraz da U
i-ranriseo, ra di Cruz, que n.o. v
1 0U0 : quem liver annuncie sua morada
ser procurado.
Desapparecoo no da 11 do correte '
reiro um menino de nomo Pergcnlino, pan)
idade 11 anuos, levando clia|......< i..;i., .
parda, forrado de velludo, c algn
Uo de urna caixa de el apeo : quem d<
noticia, dirija-se aun das Aguas Verdea n. 50,
pnmeiro andar, ou a Sanio Anl.io a seu pili
tao Jos Perrcira, que ser recom
l'aia compdr a biographta du Dr. J.
.n.iIim lade Saldauha, poco empresta la a
piar da segunda edicao das suas poesas, ou
pro-o.Antonto Joaqxim d-- Sldl>.
= Na ra da Cruz n. 33. primeire an lar,
a sua conducta, porianlo a pes- tom-se anjos para proc ss por lodo i
soa que precisar, dirija-se a ra da Cruz n. 1 j 80St0 do-s Te pretenderem.
ro-
que aclia com quem tratar.
_ Albino Domingues, subdito porluguez,
Ura-se para o Rio de Janeiro.
Mara Isabel Itessone do Oliveira, previne
ao respettavel publico, que sen marido Gregorio
Vnlunes de Oliveira nao po le vender os bens d-
son casal, e bem assim Ircs escravos d
Joao, Joaquim e
ISIulas paulistanas,
lliver dous anuos, i ou o mais i
que o medio Carlos Pedro Elchecoin .q
lu- u jiiuinaiaeao ua parte do sobrado
andares sito na ra da Guia n, 29, penh
lierdciros de Antonio Perrcira Duarte
sendo que as condigdes concemenles a feilura
da mesma obra, co respeclivo orramenlo esao
patentes nesla secrelaria para queni antes do con-
trato precise conslta-los.
Inspecgo do arsenal de marinha de remara-
buco, em 25 de Janeiro de 1860.O secretario,
Alexandrc Rodrigues dos Anjos!
De ordem do Illm. Sr. inspector da the=ou-
rana de fazenda desla provincia se faz publico
a arremataco da parte do sobrado de dous
horada aos
. _.irte Velloso,
nao leve eltcilo no dia annunciado por falla de
licitantes, e por isso fica a mesma arremalaco
transferida para o dia 18 do crlenle.
Secretaria da Ihesourara de fazenda de Per-
I nambuco 1. de fevcrcird de 1860. O oflicial
I maior interino.
Lu: Francisco de Sawpaio e Silva.
Tendo-se do proceder a nova numerario CoilSclho (L> pnmnrie naaQO
ia do Imperador, outr'ora ra do Colleno i-'"Ilfoluu **^ COllipj 1S liavaOS.
r principiar desde a esquina desta al I T,;"d" lio tazor-sc a acqusieao de diversos ob-
oo convento do S. Francisco, assim como de! J0C do r"alc"al abnixo declarados, para for-
1 necimentodo almoxarifado do arsenal de mari-
tralar
ra do Imperador n. 15, '1S 10 lioras
de lodos os objectos nelle exislcnlcs,
lechar contas vender sem reserva de
era ponto,
que para
preeo.
Declaracoes.
^5* Conselho tle compra}
lia at Ten^ lifi fazer-sc a acquisicao
io de'Jccl0S do niatc,ial abaixo decan
s casas construidos em diversas oulras mas "^cimo,l, do almoxarifado do arsenal 'd
iradordo consulado provincial, encar-'',' m!,naa conselho fazer publico'qui
lo demandar proceder a referida' mime- ,lsso em SPSSa0 de 18 do frrenle mez,
COMPANHIAtBRASILEIRA
PAOUETESA VAPOR.
O vapor Oyapock, commandanle F. Ferreira
Borges, espera-se dos portos do norle em segui-
monto aos do sul ateo dia 16 do correntc.
Recebe-sc desde j passageiros, frele de d-
nheiro e encommendas c engaja so a caraa que
o vapor poder conduzir, sendo os volumes des-
pachados com antecedencia al a vespera de
sua chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
lado.
Deseja-se saber quem e" o correspondente
o br. Amonio Bernardo de Moma, senhor do
engenno Cumbi.
o Sr. PraneisDO Jos Ribeiro, morador nesla
ciclado, tem urna caria na taberna j, ra da Con
ceieao n 6.
O Sr. Francisco Chabredier, Francez, rai
ao Rio de Janeiro,
Fugiodoengenno Alio de Joao Fernandos,
mgowa de Agua Preta. no dia 3 do corrent
mez, um cabrocha do nome Luiz, de idade 20 m-
nos, pouco mais ou menos, baixo, grossura ro-
fqpiiA o OfixrolI/AO g"laInicJ)rpo' 8,:m b.arba. P<5s curtos, e tendo
O agente lyppolito da Silva fara' lei-
lao de um excellente carro de quatro
rodas com quatro cavallos todos bem
adestrados para este im, em lotes a von- lnf-0 no, dia se8uil>*e "a fgida : roga-se aos ca-
Udedo^W: s=x.aie,a .7 do BKS53tiVSSUSISJii
corrente ao meio da em poni no seu senho, ou no Recife, pra-o do Lrvramento aos
armazem n. 11 C. da ra do Imperador, ^^orreu & Irmos, onde serao .eco:
Anlonio Ludo Alvos Bandefra, faz scienle
ao publico, qil0 a casa de laborni eslab
seu iiaiamenio da hydropisia a urna es< i iva bu-
nha. que a salrou em menos de' in
i a mais perfciu saudc. i
nomes re os recurs >s deslc bemcilor linha -_ .',: -
,,_...:, ,,ff0,' q'wnlo nao for jul- .veo;-,-. ,. Freguczia do O'Wl
gauo odnoruoque a annunctante tem inteo- zeinbro de 1859.Fron i
.Uves de S
Deposito gcral, ruado Parto u It.
Para o carnaval.
Mas-aras de rame a 1J, c de papelo a M i
do paleo do Carino n 9, primeiro andar.
Vende-se mel para cml
liamos n. 0.
\ enJe-se um fogao de fem
competentes uleucilios ; na ra do I .
loja de marcinciru n. S.
Pa ra do Queimado, loja n.
40, de lluniz Ainaral,
vendem-se fazendas muito baratas pan
Leiles.
1 de ord^m superior, convida as pessoas que
; rcslar a fazer este servco a apre-
rem suas proposlas ornearlas fechadas
mesa do mesmo consulado at o dia 20 do cor-
I Mesa do consulado provincial, 13 de feve-
leiro de 1860.O administrador, Antonio Car-
ta u-'j Hachado Ros.
rendo a reparlirao da's-cilir.is militares de
lar fazer pequeos concerlos no Forle do ca ,m l0l" de """em pagos do que vende-
' da casa que serve do respee- Irc,n ^ ll,,ia ,ia muito em pralica.
mmandanle. assim como em urna das la- L r Objectos.
Cobre em folha de 10 a 20 on?as, co
. a visla
propostas era carias lechadas en treges nes-
se mesmo dia al as 11 lioras da manhaa, acom-
panhadas dus amoslias que caibam no possivel
5erossconcurrentes de sujciiarem-se a mulla
de oO 0 o do valor de cada objecto nao enlrcue
da qualidade o na quanlidade contratadas e d
LEILAO
no lu
;ar do Barro Vermelho
dilos a 7 e 6$, corle do cassa chita a 2-
gandys aaOOrs., larlalaoas a 900 rs
2->0 210, 200 e 160, dilas do coberta m i
carregarem olem dislo com o excesso do'prco A..- e i/. i
se o hourer, juando pela falla se recorra ao mer- Mllllt-ftlfl 1 ( U0 COli'ClUc.
O agente lyppolito
leilao de urna escrava
perita cosinbeira, lava,
da Silva fara
criouli, mor
a 240, chally a 690 rs., finalmente ludo i
barato, que vista se admira c faz ronla .
comprador.
Velas.
Vendem-se caitas com velas de esperraa.
,J, ','""'' a rcUlh i;>J. doce .
' I22J? c"fx5. vil,!l" do l'ort
Uno a 800 c 18 a garrafa.- por baize
n 10, eom oilao para a roa da Flurentii i
Rap.
Vende-se rap de I.i-boa em oilaraa c lil
- No dia 13 do orreTe'desVpparel, ffXd7 : **" :""'"' '' 0 *'*"'"*'
ctecida
sua desde o dia
em que so abno, por ser fela toda a armacao o
a sua cusa, c todos os gneros que dentro della ,
existentes, foram comprados com sua Qrma nes- ;
le annuneio, como prova com as pessoas que
he venJerara Amonio Domingos de Almeida
Pocas e Luiz Jos Marques; pelo que nao tem
seu pai na dita taberna parte em cousa ala
><;a, ecu o preto Jos, de u:\c~iy Anpola, le-:
eufjomma liso, vando tnicamente vestidouma'calca
e um molato moro prop 10 para pagem casemira ja bastante
ou boleeiro : sexta-feira 17 do coi ren-
te ao meio da em ponto : no seu ar-
mazem n. II C. da ra do Imperador,
suja, ciijo pelo
teto os signaes seguintes : estatu
guiar, cor preta, tem f'aiti de
- n. Ai), na ra larga do i,
Vende-se urna negra a
de 11 mezes, cozinha, lava e
do Imperador n. 20, primeiro andar
na
nica no mosmo forle, convidaos
I ssoas no dcste servido se queiram encarregar
apresentar cuas proposlas nos dias 13, 1 e 15
'. correntc das 10 hora? s 2 da larde, na
i directora, igualmente convida as pessoas
luerera encarregar do concert preciso
iboratorio existente na Ciuz do Palro a a-
iitarcni suas proposlas nos dias cima nien-
i dos. Directora das obras militares do I'er-
liuco. 11 de fevereiro de 1860.O am:i-
ii9e, Joao Monteiro de Andrade Malvinas.
Correiogeral.
H laco das cartas seguras viudas do sul pelo
vapor Cruzeiro do Sul, e das existentes na ad-
luiuislraco do correio, para osseohores abaixo
i .' -
liauo Jos dos Sanios.
Antonio da Cunha l'igueiredo.
Clemente Joaquim de Oliveira.
io Jos de Abren.
lerii i Miguel de Souza.
i m sro de Paula Araujoe Almcida.
Francisco Santiago Ramos.
o Pompcode narros l.ima.
im Coelho de Almeida.
im Jos Abreo.
|uim Luiz dos Santos.
| lira Vicira de Mello Tinlo.
Anlonio de Arroda.
lian isco de Paula Cavalcanli
I s Joaquim Dias Fcrnandjs.
: s Le poldo Bourgard.
! dos Santos Noves Jnior.
i Vicente Duarte lfrandao.
L. Lopes Caslcllo Branco.
Malheus Auslin.
Manoel l.eile de Azovedo.
Manoel Francisco Alvos de Moraes
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcanli.
Quincas de Oliveira.
Sulustiaoo Cajucro de Campos.
Vital Ferreira de Moraes Sarment.
COUREIO GERAL.
A canhoneira de guerra Iguatemyd recebo as
malas para a Babia e Rio de Janeiro hoje (15) as
II horas do dia.
Em consequencia de lerem dado parte de
doenle o juiz de paz do crtenle anno desla fre-
guezia, c o primeiro votado, a quem por lei com-
pela substilu-lo, ucho-mo em exercicio desle
carao, na qualidade de 2. juiz de paz. As au-
diencias continuam nos mesmos dias e s mes-
illas horas do coslurao. Freguezia de S. Jos do
Recife 14 de fevereiro de 1860.
ilaooel Ferreira Acciolli, I
. -, -,m os compe-
lemos pregas, ICO folhas.
Colla da Babia, 6 arrobas-
Encerado para a cmara 1.
I'slanho oilo arrobas.
Fole 1.
Ferro bruto 10 loncladas.
Fecliaduras de caixas 15.
Garranchos de ferro 50.
Navalhas de marinheiro, 100.
Taes de ferro 48.
Panno para mesa 1.
Pcrafusos de ferrro de 5 e C 4 de polegadas 10
grozas.
Tachas de ferro para bomba -10,000.
Zinco em barra 8 arrobas.
Zarco, 10 arrobas.
Sala do couselho de compras navaes era Per-
nambuco, 10 de-fevtreiro de 18C0.O secretario
Aleraddre Rodrigis dos An os.
O agente Borja far leilao em seu armazem
na ra do Imperador n. 15, do tres excedentes
.-. re Pai*a mascarados.
lguns
denles ua lenle, pouca barba, gagueja
alguma cousa quando falla, te'ia* de
I dad
Jos Anlonio Mor
mazem.
aite pouco mais ou menos 3J anuos :
ira DiaS I-a*SeaS a,ll01*'uaues P^liciaes e capi-
to de campo a aprehencao do dito es-
podendoo levar a ra da Ca lela
29, \)],x de Vi eir v Xetto.
complelo sortimento de fer-|daS
ra
bois de cano o una carrosa nova e bem cons- w L. lai'aO lOllaO HOl' lllltM'Vefl- rrtvn ,
Iruida, que serao vendidos sem reserva de pro- LsA ,1^ ni v^ic cuyo |
co fis 11 horas era poni na portado referido ar- Cd0 tl0 acento rCStaiia, (10 11111 do Uec
Na loja d'aguia de ouro, roadoCabug n. 1 B,
vendem-se lantijoila?, g.iloes, o .
as qualtdades, proprias para eneites de
nos de mascarados, assim como mu
rame e de papelo muito Unas,
do muito barato por s ler n
lura.
TIIEATRO
DE
(

COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
SOB A niRF.CC.iO DO ARTISTA
AMONIO JOS DIARTE C0IHBRA.
Quinta-feira 16 de fevereiro.
Subir scena pela primeira vez nesla cidade
e drama em 3 actos :
ABEL E CAN.
PERS0XACF.KS. ACTORES.
Manoel da Cunha.............. Coimbra.
Francisco de Mello............ Rozendo.
Joo de Mello.................. Vicente.
O conselheiro..... ............ Carvalho.
Jos Evaristo................... I.iraa.
Marcelino Pessoa............... Raymundo.
Antunes........................ Barros.
Benlo (galego).................. Lessa.
Um criado...................... Jos.
Baroneza da Almorol.......... D. Isabel.
Julia de Noronha............... D. Mara Luiza.
poca aclualidade.
A 17 do correnle.
O prepostodo agente Oliveira fari'leilao por
corita e risco de quera pertencer de
11 velas de lona.
7 correnles ftnas e grossas.
2 bombas de ferro para navio.
22 arrobas metal veliio de forro de navio.
2L rriea? ""'adas inglezas grandes.
200 latas tinta em oleo.
4 caixas dita em p.
1535 pecas lita de cadaco larga.
9 caixas com 216 duziasde copos para agua.
9 resmas de papel grande para imprimir
ol) lalas doces de marmelo e de oulras ruclas.
Sexta-feira 17 do correnle, s 11 horas da ma-
nhaa, no becco da Boia defronle do chafariz do
Forle do Mallos, armazem n. 18, por baixo do
sobrado do Bartholomeu.
LEILAO
Quinta-feira 16 do corrente
s 11 horas em ponto.
O agente Camargo fara' leilao em seu
armazem na ra do Vigario n. 19, a
aequerimento dos depositarios da fa-
lencadeJose Ribeiro Pontes, por auto-
nsaco do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, do seguinte :
Um lindo mulatinho de idade 9 anuos.
Alguns trastes de Jacaranda' e amarello.
LCiUO.
O agente Pestaa continua a estar autorisado
pela commissao liquidataria da exlincta socieda-
de de fiaeo c lecidos de algodo pira vender o
ci'en.
Joao Antonio do Amaral, chegado a osla ci-
de ha :J dias, desoja muito fallar com seu filho
IgCUS, CUlllenaS, llliutlezaS Antn<.loAinaral, que ha 8 anuos exislia
,,,_ ii nesla provincia : roga-se, pois, aomesioooua
.31 manienlOS lOdOS despacha- Jucm dellft aouber, o obsequio de drigir-se ao
(los nllimamenle c para isto K&v!fcSS.daCodM,ta" 3,'1U,ui"
convida a lodos seus fregu- L\*ffiE?^l]^^
zespara com parece re ra quia- S^ISS
la-1'eira 16 do corrente s 10 ^'"p^o
horas em ponto no seu arma-
zem ra da Cruz.
pa no vapor ingle? Onei la -, despedr-se
s os seus amigos, prevaleee-sc desle
fazer, e llies offerece seu diminuto
presliuio.
\endem-se velas de espermaecte a rol
680 a libra, c em caixa a 6w, as-im romo
mullos gneros por preeo commodo iu i
na do largo do Carino n. 13, i -: lina do bci co ^j
Bomba. _^
Para o carnaval.
Vende-s"
ATTENCAO
quaes
O agente lyppolito faia' leilao de
grande porrao de charutos, por conta
e risco de quem pertencer, os
se acham
vares Cord
Dos, qua
11 horas em ponto.
um riquissimo vestuario, feita na
anno passado, com lo los os aoua perteoo -
proco lao commodo que admira m roa d i
zal Nova n. 2f.
Amonio Augusto da Fonscca, juiz de paz
do 1. dslricto da freguezia de Sanio inlonio
.,,.., PJimeiras scientcaao publico pue se acha em exercicio
. quem pretender, pode dingir-se ra do -------
"il'erecc-se urna pessoa para ensinar em al-
gura engenho o seguinte : gra rama tica nacional,
alim, francez, geometra, o lambem
l.ivramenlo, armazem do molliados n. 5, e ah
deixar o nome do eogcnho o o disiiicio a que
pertcnce, para os prctendentes se eutendcrein
pcssoalmciile.
Urna rica mobilia de Jacaranda a Luiz XV!,
por commodo proco : na ra das Aguas Verdes
numero 6.
ugar c dus di costara .
poden lo ser .;.., n .. ,
ni roa da- i rmchci-
no armazem do Sr Joao Ta- Nfio se enganem, de"ronte do ga,
deiro na ra da Madre de hn* da rua do h '
tta-eira lo do correnle, as Bahas hamburgue/.us a 1Ja arroba corte
casemira para calca a 3500, superior alelt.-
oj a caixa de arroba, queijos lameugos, os quaes
se vendem as taberna* a M800, por 600 cada
Miudezas e perfumaras.
Cals Irmaos arao leilao, por interven-
cao do agente lyppolito, de um com-
pleto sortimento de miudezas, perfuma-
as, objectos de phantash, os quaes se-
rao vendidos ao correr do martello ; por
tanto convidam a todos os senhores lo-
gistas deste genero, que compareram
em seu armazem, sito na rua da Lruz
do Recife, quarta-feira 15 do corrente,
as 11 horas em ponto.
res de
alelria a
um, obras de ouro de 18 quilates,"quasi sem fe-
iio, magnificas caixinhas de abruuhos com cerca
de 3 libras a -i) cada urna.
Madeira b ara la
O arremalante do pavilhSo vende a madeira
por barato preeo para concluir : a tratar no ba-
zar da rua do Imperador n. 6, confronte ao de-
posito do gaz.
Nos abaixo assignados participamos ao res-
pcitavel corpo do commercio e ao publico, que
lizemos sociedade na loja de calcados franceses,
roupas felas e perfumaras da'rua Nova n. 7,
desde o dia 3de fevereiro do corrcnle anno. cuja
sociedade gyrara sob a razao social de Silva &
Ribeiro. Recife l de fevereiro de 1860. Saly-
roSeraphim da Silva, Jos Francisco Ribeiro.
Precisa-se de urna ama ja idosa s para eo-
zinhar para dous mocos sulleros : na Soledade
rua do Progresso, penltima casa do lado cs-
querdo.
e que d audiencia do
pelas 2 boras da larde,
em casa de sua residencia
ras n.36.
Saques sobre Portugal.
Teixeira Basto, S \ C. compram -
: bre Lisboa e Porto de qualquer guanlia.
j= Annibal P. de AimeMa Fortuna per -
lachar doenle e ler de fazer unu riagra al
corte, deixou de ser caiveiio do Sr. Jo.i |uin l-
drigues J. de Mello, e agradece ao raeama
e sua senhora o bom lrtameulo que lio
rain durante o lempo que foi seu caixeiro.
Precisa-se de urna ama que saiba coznhar
e engoinmar, anda mesmo sendo porl ig
para urna pequena familia : na rua das Cruzcs
ii. 41, segundo andar.
Fugio do engenbo Sanios Mondes da co-
marca de Natareth, de LaurenlinoComes da Cu-
nha Pereira Bellrao, no dia 23 de Janeiro prxi-
mo passado, una escrava de nome Jos.-pha. que
representa ler 30 annos de idade. pouco mais ou
menos, cor fula, corpolenla, teja empelada o
cora cantos, maneira de principio de ratea,
pes grandes, pernas grossas, peitos grandes,
denles porfolios, olhos vivos, olhar espantad*,
fui comprada no Recife aos Sis Gouveia A Letto
ha 5 annos, pouco mais ou menos, c estas eaaa-
prarain a um Sr. Trindade no Carrapalo ; sup-
poe-se estar acoulada, por isso quem a appre-
hender elevar ao referido engenho, ou i
praca aos Srs Manoel Ignacio de Oliveira A l'i-
iho na praca do commercio, ou mesmo der no-
ticia certa do lugar onde ella se acha, ser recom-
pensado.


DIARIO DE PERNA MBUCO. QUAKTA FE1RA 5 DE PRVEREIBO DE 1S60.
*
5]
DO DR.CABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PIIARMACIA, DE PARS,
TAIIA O TRATAUENTO E PI.MPTO GtRATIVO
BAS ENFCRMIIUDES SDXl'AES, D3 TjDAS AS AFFECCOES CUTNEAS, VIMM E ALTERACOES HO SASGIE.
Chimo le ferroC.lialilc.
Xaiupr mui preferivel ao
Copah ba e as Cabe -
bas, cura iminedialaineii-
PLUS DE
COPAHU
te <|ua!(|uier puruacio,
relaxarlo e dcbilidade, e igualmeme fluxos e
flores brancas das mulhcivs. injcccao Uc
Cluidlc. BsU injecci) benigna emprega-sc mes-
nv> lempo do xarjpe de citrato de ferro, urna vez
de maula e u.na ver de tarje durante tres das;
ella secura a cura.
DEPURATIF
u SAIVG
i>.|.iii;iiiMi de snnsiic.
tarop vegetal sem nier-
curio, o nico conliecido ,
e apprevado para curar
con i-romplida e radi- .
calmete ropigenn, pstulas, htrpes, sama, co- i
mix.Vs, acrimonia e alterarcs viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer alltiao venrea. Ba- '
nlioH mi nonios. Ton ao-se dous por semana, se-
euindo olralamento depuialivo. roniadu n-
ii!iei'|X'ii-ii. De un (Vito maravilloso as a-
feces cutneas e coruixes. ..
le non oi.i.ins.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito c ni ra larga do losarlo, botica de Uartholomeo Francisco de Soma, n. 36.
lOTIItl
Almanalt da provincia.
Sahio a luz a folhinha cor
o alinanak da provincia para
o corrente anuo de
fin v
&4
T&~
Ra Nova, cm Rruxellas (Blgica),
sob i DiHCtiO de r> mum
Este hotel collocaJo no centro de urna das eapilaes importanies da Europa, tornare de grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bous commo.ios e confortavtl. Sua nosiejio
tin;a das melhores da cidade, por se adiar nao s prximo s estaques de caminhos de ferro, da
Alientanha e Franca, como por ler a dous minutos de si, todos os ilieatros o dive timemos ; e,
alera disso, os mdicos presos convidam.
JNo hotel basempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, nglez e por-
tugus, pura acompanlnr as tourisias, quer em suas excur>es na cidade, qur no leino, qur
emfira para loda a Europa, por presos que nunca exceden) de 8 a 10 francos [39200 4$000 )
por dia.
Durante o espnco de cito a dez mezes, alii resiJiram os Fxms. Srs. consclheiro Silva Fer-
rao, e seu filhoo l)r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Poitu^al) e os Drs. Fulippc Lopes
Nello, Manoel deFigueirtu Faria, edesembargador Peines Yisgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
tras pessoas lano de uro, como do outro paiz.
Os precos de lodo o servico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (4*000 ig.'iOO.)
i\o hotel encontram-se informabais exactas acerca de tudoque pode precisar um csirangeiro
JARABE DO FOKGET.
I j t M \ \ S? k ''sl xar0|'p eM;i ai'irovailo pelos mais r utientes mediis de raris,
LAAaJ,,wn.Ej como sendo o melbor para curar conslipieoes, tis aueccoes dos braucuios, ataqies de peilo, irritacto* nervosas e insomnoleiichs: nina colherada
pela manbft, e outra noite sao suficientes. O < il'.ito deste excelente xarope sal sfaz 20 mesmo
lempo o diieiite e o me eo.
O (Upotlto i na ra larga do Rosario, botica de Uartholomeo Francisco de Souza, n. SG.
Ama.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
na ra Vclha n 10j.
NICA, VERBADEIA S LE-
GITIMA.
SALSA PABMLKA
DE
FOLIHMllS l'ARt 1860.
Esto venda na nvraria da praea da Inde-
pendencia ns. C c 8 as folhinhas para 1SC0, im-
] pressas nesta lypographia, dasseguinlesquali-
I dados :
rOLHINHA RELIGIOSA, conteni, nlm do
kalendario e regula ment dos direitos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheca do
Cristo Brasileiro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de lieos, coroa dos ac-
lusde amor, liyninos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commenioraeo ao SS. Sa-
(lamento o N. S. do Carmo, esercicio da
Via-Saera, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jesus, saudaeoes devo-
tas s chagas de Cliristo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. is& u onjo da
guarda, responco peas almas, alin de
oulras oracoes.' Prtro din rs.
Remedio sem igual, sendo roconbecido polos
eos, os mais mnenles como remedio nfal-
lirel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mn, onfermidades do ligado, dyspcpsia, deliili-
goral, febeo biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emproeo de mercurio,
ulceras e eiupeoes que resullam da impureza do
gue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kenip, droguista? por atacado
New York, aebam-se obrigados a prevenir o res-
petavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imilaroes da Salsa l'an'iHia de Riistol que
hoje se vende neste imperio, declarando a lodos
sao ellos os nicos proprietarios da recoita
do Dr. Brislol, tenJo-lbo comprado no auno de
(asa nenhuma mais ou pessoa alguma tom
1 de fabricar a Salsa Parrllia de Brislol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
1 m poder dos referidos Lanman iS; Kemp.
Tara evitar engaos com desapreciareis co-
bina;5es de drogas perniciosas, as pessoas que
quizercm comprar overdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaea sem os quacs qual-
,ier outrapreparacJo falsa !
1" O envoltorio defora est gravado de um
sob urna chapa do ac, trazendo ao p as
seguintes patarras :
D. T. LANMAN & KEMP
SOL ACENTS
V. 09 Water Street.
2 O mesmo do outro lado tem um rolulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3 Sul.ro a rotha acha-se o retrato o firma do
inventor C. C. ftristol om papel cor de rosa.
4" Que as uirccoes juntas a cada garrafa tem
nrr.a pheniz scmelhanto a que vai cima do pre-
le aiinuneio.
DEPSITOS.
Itio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
D ihia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pemarobuco no armazem de drogas de J. Soum
i Compariina ra da Cruz 11. 22.
Traspasse-se o arrendamenio Je um En-
genho muito perto da praga, vemie-sc urna par-
te do mesmo Engcnho, urna maquina a vapor,
umi destilaco nova montada de um ludo, 22
Lois de carro, 6 quartos, e outros objectos:
tracta-se na ra do Queinado n. 10.
Aviso ao respeitavcl pu-
blico.
I', ebegado osla cidarie, do Rio Formoso, 1).
loo Nogueis, professor dentista, e se acba resi-
diudo no boceo do Abreu n. 2, primeiro andar.
Kl- Constan-
ITADE VARIEDADES, cerniendo o kalenda-
rio, regulamento d>is direitos parochiacs,e
una colleceao do ancdotas, ditos cbisto-
e s, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de aores
e fructos. Preco 3 rs.
ITA OE TORTA.a qual, alm das materias do
1 slumc, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Prego ltl rs.
'>-....;-' J. '-'.-.<.- /.. t\ '
' ^> \> Ki C> <.. Vi ^ V> \> &"& ^ 3 <:> <; i'r \Jr '",
I Allenco.
@ Curso pralieo o llieorico do lingua fran- @
& ceza por urna sciihora franceza, para dez .';
;;; moras, segunda e quinta-feira de cada se- H
:J mana, das 10 lmras at meio dia : quera
;^ quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da (&
-.-, Cruz ti. !), segundo andar. Pagamentos @
' adiantados. ;
:a- feMif .- ': *, -T- '.''-''-'> <^- --.>'>'. .' '
y v-. o v* <>v> v:- k> --.-, <> -.-- > v> ^> -;-, ,
Koga-se aos Srs. devedures do estabele-
cimenlo do fallecido Jos da Silva Tinto, o ob-
sequio de saldaren seus dbitos na ra ilo Col-
legio ven Ja n. 2j ou na ra do Oucimado loia
n. 10. J
teniente
Irocam-se, compram-se evendera-se escravos de
ambos os sexos, de todas as idades e cores com
habilidades e sera ellas e lodo este negocio se
az debaixode tola siuceridade : na ra Direita
numero 66.
Irmaniladc do Scnlior
Boiu Jess das Chagas.
A mesa regedora dairmandade doSenhorBom
i das Chagas faz srieule ao publico, e prin-
I eipaliiuMiie aos moradores da freguezia do S. l'r.
Pedro Goncalvcs, que a procissao do mesmo So-
nhor le-n de ser exposla vista dos fiis no dia
I" de abril, tem de percorrer as ras da n
freguezia, tendo a mesa de marcar as ras por
onde deve passar a referida procissao. Rccife,
id ilc cvcaeirode 1 S(>Oescrivo,
Benjamn do Cuino Lopes.
Desoja-se la I lar com os Srs. Ma-
noc-l Francisco deAlmeitla, Jose'Marcel-
Linode Souza; Tlioma-/. Dias Sonto eo
padre Jos Avelino Monteiro ele Luna,
a nrfjocio que na > ijjDOram : na ra do
Cotovello n. 48.
Tisset- freres a visa m no pulilico e
com especialidade ao respeitavel corpa
do commercio, correntedeixoude ser scu eaixeiroo Sr.
Joar|uim I.uiz Alvcs Vianna.
Toma-so l:20?000 a juros por qualro me-
zo?, com as seguintes garantas : venda a retro
de urna escrava, parda, de 20 anuos de idade,
sabendo bemeozer e cnsaboar, engommar pouco
c cozinhar; o para o caso fortuito do morte c
para succede-la, nypethec-se douspretos de 15
; e 13 anuos do idade : a quem convicr deixe ear-
I la fechada na luja do Sr. l'iguoiroa, piara da In-
dependencia, com as iniciaes A. I'. Este nego-
cio so fai ao mais lardar al quarta-feira 15 do
1 correnlo fevereiro.
l)csencaminhou-se do um dos wages da
tercena elasse. na chegada do vapor da manha
do dia 11, um bahuzinno de (landres com roupa
de meninos, um sacco eom dila suja, una eaixa
do chapeos : quem por engao levou ou dor no-
ticia, dirija-sc a ra de Hortas n. 2i defronte do
beceo novo de S. Pedro, que ser recompensado.
O professor da aula de latim, mudado para
a ra da Gloria n 11, receba por proco corumo-
do alumnos externos c pensionistas.
Os abaixo assignadoa tendo vendido a sua
taberna do paleo do Toreo n. 19, ao Sr. Joaquim
Filippe da Vciga ; pelo prsenle a visa m a q-.iem
so julgar credor da liruia social do Res e. Per-
naudcs, de comparecer na ra larga do [osario
n. 22, para ser pago. Recito 11 de fevereiro de
1860. Joaquim Bsmardo dos Ileis.Joo Anto-
nio l'ornaiides.
Um boniein portuguez, com 30annosde
idade, chegido de prximo, so olTcrecc para ser
copeiro ou cozinheiro do qualquor casa eom tan-
to que fallcm pnrluguoz : quem pretender diri-
ja-se ao caixoiroda barrica da Cipunga que lhe
dir 'ucm .
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
blico que se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manha as S da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26e as casas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ea da Independencia n. li e 16, e na
ra da Cadeia do Hecife numero 2 ate
as (i horas da tarde somente, os bilhe-
tes e meios da quinta parte da primeira
lotera do recihimento de Papacara,
cujas rodas deverao andar impreteVivel-
mente no dia 15 do corrente mez.
O mesmo Sr. thefoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se acliam bilhetes
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Tltesouraria das loteras 4 He feve-
reiro de 18G0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
Precisa-so alugar um preto 011 prota, j ido- j
sos, para comprar na na o fazer o mais ser vio. o
de urna casa de familia, ou mesmo una ama as
mesmas circunstancias : quem livor o quizer,
annuncie ou dirija-sc a ra de Santa Rila n. 40,
primeiro andar.
Curso de ingla
.Eneas rucc participa ao publico dosla cidade,
que tem aborto um outro curso para principian-
tes, desdo as 6 ate as 7 horas da noile: na ra
do Queimado n. 26, primeiro andar.
= No dia 15 do crrenle mez, deposde meio
da, em piara publica do 111 m. Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da segunda vara, escrivao Santos, quo le-
ra lugar na casa das audiencias, se bao de orre- ;
matar por venda as Ierras da propriedade dono-
minada Passo do Giqui, conieudo o antigo ira-
picho, forno do olaria, vivoiros, cassotcs, com
una casa em estado de ruina, c. o dominio direc-!
lo do diversos solos da dita propriodado aforados
a differentes pessoas, constantes do cscriulo em
111,1.1 do porleiro do juizo Jos dos Sanios Torres,
por eiecurio de Uanocl Joaquim Raptista contra
Jos I'loreneio de, liveira e Silva, proveniente
de duas letras de parle da compra que este fez
da sobredita propriodado que lieou especialmen-
te hyptithecada ao seu integral pagamento.
O Ilarao de Ipojuca, por graves ncommodo
de saude, rotrando-se para lora da provincia,
I dexa encarregado do todos os seus negocios o
Dr Ignacio do Barros Brrelo, e bem assim seu
filho o Dr. Francisco do llego Barros do I.acerda,
e ambos revestidos de plenos poderes.
Fugio na noite do 10 de fevereiro do cor-
renlo auno, da casa de Manoel Jos da Silva Bra-
ga, a escrava criolita Odorica, mas s responde
por nunca, natura] do Haranho, que rcio a 4
para G mezes, idade, pouco mais ou monos, do 18
nnnos, cheia do corpo, estatura regular, ps e
mos lulas, (cm bastantes pannos nos peitos e
as costas, levou vestido de chita desbolado,
quo parece, branco, una argola de uuro s na
orelli 1 esquerda : quem a pegar, leve a ra Im-
perial, primeiro andar n. 67, que ser recom-
pensado.
Quem quizer vender um sobradinho ou
urna casa terrea na Boa-Vista, dirija-so a esla
lypographia, que a.-har com quem tralar.
^Ligues de francez
piano.
Madcmoiselle Clemencc do Ilannetot
S de Mannevillecontinua a dar ligues de
j francez piano na cidade o um arrabal-
jig des : na ra da Cruz 11. 9, segundo andar.
Dr. J ,".. Ferrcira du Silva, de
volia de sua vtagem ao norte, esta' re-
sidindo na ra do Kangvl, sobrado nu-
mero 5G.
Desappareceu ou furlaram do cercado do
sitio Sapucaia, em Beberibe, um cavallo 1 .-
de cauda prela e curt, desella, orelhas 11111 tin-
to cabanas, um pouco magro, castrado, leudo no
quarto direitu a marca ME, o qual tem de 10 a 12
anuos do idade, os denles um pouco quebrados,
bavondo desapparecido ha 6 dias : quem n ap-
preuender queira leva lo ao, dito sino ou ra
do Queimado, loja n. 1 que ser geucrosamen-
lo recompensado.
Aurcliano de Pinho Borgcs, professor jubi-
lado em mslrucgo primaria, presta-so a leccio-
riar em casas particulares, ras materias de sua
profissao : as pessoas que precisarera dirijam-se
a ra da Gloria 11. 17.
Traspassa-se um anno de renda do engc-
nho Covas, sito na freguezia de N. S. da Luz,
assim como vende-scuma cxcellente safra, ani-
maos de roda e alguns bois : quem 1 lio convicr,
duija-se ao dito engenho, que adiar com quem
i tratar. Do mesmo engenho ausenton-se desde o
da 22 de oulubro de 1859 a escrava Rita, criou-
la, ropresenta ler 43 anuos de idade, pouco mais
ou menos, fui comprada nossa praga ao Sr. Cui-
Ihernm Bessonc de Almcida, leudo* sido do Rio
Formoso, e tem ossiguaon seguintes : edr pn la,
I baixa, cheia do corpo, cabellos estirados, em am-
I as as faces, junio ao queixo inferior, marcas dr
tislulas provenientes do denles, assim como cm
ambas as [.ornas signaos de foridas, gosta de em-
breagar-sc, levou vestido e chales de chita, o al-
guma roupa do algodo azul: quem a apprehen-
dere conduzi-la asen senhor o reverendo Flix
Jos Uorera da Cosa, ser generosamente re-
compensado.

ffl
/iff
1
VI
31
as
Approvcitein a occasiao.
Aluga-se urna casa na ra dos Pescadores n. 5,
para reOnaco, muito propria para este lim en
ludo a pessoa que pretender, dirija-sc a mos-
ma ra os. 1 e 3, ou a ra do llangel n. 13, de-
posito.
Aluga-se um grande armazem na ra da
Cruz 11. 29, que bota os fundos [.ara a ra dos
ranoetros: a datar na ra do Rangcl n. 62 ar-
mazem.
O abaixo assignado, leudo prestado jura*
monlo, como suppleule do juiz do paz do 1 dis-
tiirlo da freguezia de S. Fre Pedro Goncalves,
faz scieutes a seus dislrilanos, que suas audien-
cias tirain marcadas as torras o soxlas-feiras s
10 horas da manha, na casa da sua residencia
1 u 1 da Cruz n. 19, segundo andar. Rccife 13 d
fevereiro de 1860.Padre Jos Leile Pilla Urti-
gueira.
Roga-se a todas as pessoas que Uverain
coritas contra a galera ingleza Accringlon, de as
aprescnlar no consulado britannico at ao meio
dia de quarta-feira 15 do corrente.
Na ra do Queimado ti. 30, lava so e en-
gomma-sc com aceioe presteza,
Precisa-so do um menino de 12 a 1 i anuos
para caixeiro de taberna, com pralica ou sem
ella : no paleo do Paraizo n. 1 .
= Prerisa-se de urna ama para casa de um
moco solteiro : a tratar na ra do Livramenlo
sobmdo de um andar, n. 19.
Aliencao.
Precisa-se de um pequeo portuguez que te-
nha pralica, para caixeiro de urna taberna no
arrabaldedosla piara ; a tratar na ra do Quei-
mado n. 43.
Preeisa-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. teen te-coronel lleineterio
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de Andrade: na livraria n. 6 e 8
da prac,a da independencia.
ATTE^iO.
Quem precisar de um mogo Portuguez, que
escreve bem, e com a devida orthographia, dei-
xe, nesla lypographia carta fechada com as ini-
ciaos A. P. R.
Aluga-se urna mulata muito fiel para o ser-
vico interno de casa : a tralar na ra do Impera-
dor!). 16, lercciro andar.
o qual se vende a 800 rs. na
praea da Independencia livra-
ria n. G e 8 coiitendo alm do
kalendario ecclcsiastico e
civil:
Noticia dos principaes osla-
dos ta Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, rcis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciacs, municipacs
c policiaes.
Tabelia dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclcsiasticos, literarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaos, Ilitera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, agougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
mcrcianlc, agricultor, mari-
liino c einfim para todas as
classes da sociedade.
Alteneao.
Pordeu-so no da do corrente mez nm meio
blheto n. 511 da 29.a lotera a beneficio da eni-
preza lyrica da corte, o pedo-se a quem o liver
adiado, o favor do o entregar no paleo do ("auno
em casa de Miguel Jos d'Almeida Pernambuco,
que ser recompensado.
Estrata de Ferro
MlillIDMlE HJ111L
Sao convocados a reunirem-se na nssociagt)
coramerclal os Srs. accionistas da companhiada
estrada do Ierro de Tamandar u Una, lio da 16
do corrente me/..
Furlaram do engenho Telha um cavallo preto
eaxito pertencente ao abaivo assignado, cas-
trado, grande, e est bem carnudo, anda bem
baixo, bota al meio, (em una estrela na testa,
rima bexiga no espinhaco tem o po esquerdo o
a rno direita branca, ha'toda probalidado que o
dito cavallo fra conduzido para alguns dos en-
genbos do norte pelo ladran quo furlou os caval-
108 do leenle-coronel Bandeira do engenlin Car-
rapalo, e que j fui um appehendidoiio lugar
Ha ricota, portando quem apprehendcr o dito ca-
vallo ou delle der noticia ao abaixo assignado
ser generosamente recompensado. Tilha
Janeiro de 1SG0. Thom Joaquim de Olvcira.
O bach.arelWiTRvio tem
o seu egeriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pelaCamboa do
Carmo.
"
LICOES PRAT1CAS
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
JHHllEDIEflItil
Ra Novan Ib, segundo andar.
M. foiiiivii le Vleileiros, escriturario da
thesouraria do fazenda desla provincia,competen-
temente habilitado pela directora do inslrucgao
publica para lecciomr arillimctica nesla cidade,
tem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pratico do escrituracio por partidas do-
bladas, o ensillo de contabilidade especialmente
na parle relativa a reduego de moedas ao cal-
culo de descontse juros simples e compostos
conhecinicnlo inlispensavel as pessoas que de-
sejam empregar-se no commercio ou quo j so
acham noile cstabelecidas. A aula ser a berta
no dia 15 de jaueiro prximo tu turo s 7 horas
da noite; e as pessoas que deaejarem mairieu-
lar-se podero deixarseus nomos em casa do an-
n uncan te at o mencionado dia.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, e que so
preste a comprar e a sabir a ra cm objectos do
servigo : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
J
Estabeleeida em Londres
EM
12
Mfh1
CAPITAL
uiiaeo ikilllioes de libras
eslcvVinas.
Saundcrs Brothers & C. tem a honra do In-
formar aes Sis. negociantes, pruprii (arios de
rasas, e a giicm mais convicr, que esto plena-
mente autorisados pola dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, coberlos de telha e igualmente sobre os
objectos que conlivcrcm osmesmos edil
quer consista em mobilia ou cm fazondas de
qualquerqualidade.
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho distante desla praea duas legoas, vende-se
nina parlo no mesmo engenho, machina ni va
vapor, distilaco nova cbem montada, 22 bois
do correia, seis quartos, algumas obras, stira
plantada, etc. etc. ; Ira la-se na ra do Crespo n.
13, loja.
Publicacao lilleraria.
Guia Luso-Rrasiloirodo Viajante da Europa
1 vol. em 4 de 500 pag.: vende-se na mo do
autor ra do Vigario ii. 11, brox. 3 ncad ij
:.-i TTTTrTTTTTTTT i'TYYYTTT"* >' f YY>
l DENTISTA FRANCEZ. 5
- Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- *
" rangeiras 15. Ka mesma casa tem agua e *<
Z p denlico. JJ
KJtlfi .&J.&JUULXXA ?. i.1 l i. l t i i i 4*
U Sr. Honorato Jos dr Oreira Fig i
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
livraria da praga da Independencia,que se preci-
sa fallar-lho.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
ru i N'ova n. S, loja.
DENTES
Aviso aos senioros de
engenho.
Um mogo do Hbrida conduca o que tom al-
guns preparatorios, oflVrece-so para cnsinar pr-
moirasletras, franceze musir cm qnalquer en-
genho; quem pretender, annuncie a sua cor-
respondencia para tratar.
Na villa do Cabo,
na do I.ivramerilo, ba urna b de morada
para alugar-.-.>, e junto n mesma ra, na ti
sa, que vai para Torriuha, ha outra muito
Ihor, grande, nova, fresca, a com ma
modos, nao s para urna numerosa tumi.a,
mesmo para eslabclocimeulo de r i
meninos, hotel, ou a itra |u il; ier cousa :
prcten ler qiialq>cr dolas, ja-se a rueam i
ra, caa junto a d > Dr. Alfonso do Albo iui r jue,
que ah achara rom quem tratar,
= Predisa-sc de um i quo entend
perteitamente de padaria; na ra larga d
sario n. Ib. petlo do quarlol d
ma precisa-se de um I.
de plantar capim 0 tratar do mesmo.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
da Leile k'v Correia em liquidagao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10,
asrcnela dos {aterienntos america-
nos Groo ver A Balcasr.
Machinas df coser : em i uel f.
Jobnston A. C., ra da Scnzala .Nova n. il
Precisa-se tratpassar a Itypotli
la quantia c 8:0..(i.s, venoendoo pre-
mio de um por cinto ;o mez, a i
esta garantida em um sobrado de d u
andares da pracada Boa-Vista, a<
esta' vencida: quem quizer fazer
negocio, que ollerece vjnbg us, c m i
se-dira', dirija-sc a' mesma pr
Boa Vista botica do Sr. Joaquim gi
Ribeiro Jnior, un inlorm ira'.
::
tumor, f|n .llorn i ,i
- .
Aviso.
-.- w u .
as .;>*, > -,.,-...., .,. ,-;
--

*v Domn Jnior, i
} vegado na ci ade do Sobral.
; > de qualquor causa rivel, n .
@ mcrcial, cm qualqucr parte da p
m do Ccar: assim
@ gaveis ou judiciaes. Paia inforn .'
quem quizer ulitis -
::; dirija-s lid Illins. Srs.H
-' Vprigio Jiisimiano da Silva C
: ; Dr. J.is Bern irdo Calva \
'i abaixo assignauo, rom loja de feri
?;" 1 na ra do (j icimado. JosO Ru :
. es Fen cira.
....... --
rs* vy x:y '....... ......
Continua-se a preparar 1 s
de diverg s gustos, com I si
curados e dos mais pfrl los i
i assim eo oo pud -
da nossa massa os mais i i, e l
i bellas seringas e lilh
! val, o un,a parco dr .1 ice d< por pre-
leo commodo : \ rocure na ra da Pi nha i
si ^'indo andar, que so fai i
Lj-*-mma
Compras.

A
xrT
9

COHIMMIIA DA VIA FRREA
RECIPE A S.' FRANCISCO.
I', lo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas vircm do dia 3 do corrente em diantc
ao cscriptorio da ra do Cuspo n. 2, para iccc-
perera o 8." dividendo do juros do suas acedes,
fonlados no semestre doronirto do 1. de agosto
de Ibo'J 31de Janeiro do 1SUU. Recite, I." de
fevereiro de 1Stiu.
Na sexta-le ira, 10 do corrente, pordeu-sc
urna pulseira do ouro, de noite, no acto do acom-
panhar a bandeira do Senhor dos Passos, da casa
da ma da Mangueira al ao paleo da matriz da
igreja do Poro da Panella : quem adiar, a pode
restituir naquelle lugar, na casa do [Um. Sr.
j.obo, ou nesta praea, ra do Queimado, loja do
urragens n. 30, que ser recompensado.
. Precisa-sede 1:6009 premio, dando-se
Ijypotlicca em urna bella mulata de 20 anuos,
due coso, engomma, lava o cozinha com perfei-
cio. O Sr. Eduardo Gadault, na ra Nova n. 23,
I rimeiio indar, dar as informarles sobre quoi
pretende lazer esse negocio. V*
I = A pessoa aquem fdr ofleroeido um relogo
dk-ouro de patento inglez, coberto o com cr-
rante tambem de ouro, c com pedias finasen-
carnadas que fui roubado no dia 10 do correnlo,
qaeira ler a boqdaJc de dirigir-so a ra do Cres-
po u. 10, que ser locompensido.
MA,
Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia, quo saiba bem engommar e cnsaboar : ni
ru^ do Queimado n. 23, lerceiro andar,
t- No boceo do Trcm n. 2. tem urna carta pa-
lo Sr. Joo Francisca da Silva.
! abaixo assignado avisa aos prelendenles
matago da casa n. 4 da ra do Cordoniz,
pondern cm juizo quesloos sobro o quintal
icsmo sobrado, as quaes sao partes o abai-
signado e os lierdeiros de Bellem, que se
m prejudicados, contra o casal do tinado
da Silva toavisla, que o proprietario da
ida casa, o que se adverte para so evitar
ilicagocs. Ilacie 13 do fevereiro do 1860.
Cosme Jos dos Sdnlos Callado.
O abaixo assignado. residente no lerceiro
r do sobrado n. 58 da ra Nova, acha-se no
.icio de son magisterio, ensillando primeiras
s, latim e francez, e contina a receber alum-
nos inlernos.
Jos furia fuchado de Figueiredo.
O proessor de latim da freguezia
de S. Jos desta cidade, abaixo assigna-
do, declara ao publico que a matricu-
la de sua aula se acba abetta, e que os
trabalbos lectivos da mesma principia-
raonodiade evereiro prximo fu-
turo. 0-: inteiessados diriam-se a casa
de sua residencia, n. 33, sita no
do Terco.
Manoel Francisco Coellio
= Precisa-se de um caixeiio para taberna que
: lonba pralica : na ra da Scnzala Velha n 101.
Aluga-se raonsalmenie un npgro de (odo
o servico : a quem convier dar 1:500$, (cando o
aluguel pelo premio do dinheiro, annuncie.
Precisa-se de una ama que cozinhe c cn-
gotnme para duas pessoas: a tratar na ra do
Imperador, botica n 10.
Roga-se ao Sr. Theolouio Jos de Albuquer-
que Mello que lenha a hondade de declarar a sua
morada, ou de mandar entregar os trastes que
tom altigadosa sen proprio dono.
Aluga-se a sala do primeiro andar da casa
I n. 1 da ra do Imperador, confronte a orderu
terreira de S. francisco : a tratar n3 mesma
casa.
pateo
jUUut estrella do Rosario n.3|
V, Francisco Pinto Ozorio enlloca denles ar- %,
;:' lliciaes pelos dous sysiemas VOLCANITE ;;
| chapas do ouro ou platina, podendo S
;.; procurado na sobredita ra a qualquei y,
y- hora. u
'*"-:>' *, Si ^ '"' ^-k /"^ '.. o. -- ....... ....,.-...;,,....,;.. g>S?t
.xa ollic-ina e galena da ra Nova n. 18, pri-
meiro and r, coulinua-sc a tirar refritos pelo
systema norlc-americano. Mais do 5000 reta-
los lirados em quatro anuos pelo artista que
esse cstabelecimento, provam a bondade
dos processos emprogad nicos, que .
tem un.' retrato innalteravel) e a aceitago que
al de BEM ALTO tem merecido. o n~i
estabelecimcnto so encontra o mais vai
abundante e bello sortimenlo, que existo nesta
cidade, de quadros, molduras doursdas, passe-
par-touts e caixinhasde todos os lamanhose tei-
lios Constantemente reccbc-scdc Franca e d. s
Estados-Unidos ludo o quo diz respeilo a '
graphia, e sempre desprezando-se ridiculas
noniias, mandam-so vir ohjeetos mais rnod.
c de melhor qualidade; atiestam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
tem honrado esse estabelecimenlo. Tiram-se
retratos todos os dias, o os picos principian]
em 4*000 ris.
Ferreira Villela. prolographo.
Da-se sociedado ou arreiida-se um sitio
eom olaria, que tem barro o porto muito porto,
mais .ir oito (.utos arvoivdos do fnielo, viveiros,
pasiagem para gado, e baixa para capim : na ra
dn Imperataiz n -17, 3." andar.
DELICIOAS ES INFALL.IVEIS.
Paslilhas vegetaes de Kemp
contra as looibrigas
approvadas pela Exni." inspeceo de estudo do
Habana o por muilas outras juncias de hy-
gicne publica dos Estados Luidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista,doces ao paladar sao o remedio
nfallivel contra as lombrigas. Nao caiisam nau-
scasncra sensagoes debilitantes.
Teslcmiinlio espontaneo cm abone das parli-
II.as de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. rorl Ryron
112 de abril de 1859.Senhores. As paslilhas
que Vincs. fazem, curaran) meu lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, tinha o estomago incoado e continua
comicho no nariz, to magro se poz. une eu ,
tema pcrdc-lo. Neslas circumstancas um visi- j
nhomeudisse que as pastillas do Kemp linham
curado sua lilha. Logo quesoube disso, com-'
prei 2 vidros do paslilhas e com ellas salvci ai
vida de meu ilho.
Soude Vracs. scu amo agradecido.
Hr. F. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acbam-sc venda em todas as boticas das
princpacs cidades do Imperio.
DEPSITOS
Ro de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco,no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22
Alteneao.
Qner-se por aluguel urna escrava para os sor-
vigos internos c externos de urna casa de fami-
lia, e tambem quer-sc por aluguel um sitio, soja
onde fot : na ma do Pilar, primeiro andar n.
137, logo ao passar o arsenal de mariuha.
= Aluga-se urna loja excellcnte para deposi-
to ou outro qualquer eslabelecimenlo por ser si-
tuada no largo do Terco c ter j pronipta a ar-
macao, a qual so vendo ao alngalario por prego
commodo; a tralar na ra da Cndeia ilo Recife
D. 33, loja.
Na ra do Trapiche n. '
sucar, c J le Aquino I
continuadamente raoedas de 16; < S -
los Estados-Unidos, moedas de cinco i
n is hesoanholas c mi
pequeas porgues.
Aliento.
Compram-se, vendera-t i trocam-sc
na ruado Imperador n. 21, primeiro andar.
= Compram-se as si g
nardo na La, o Judas i .
casa quer casa, !' r causa d
mo, A ros a. o Duelo no 1 lar, o lr-
mo das Almas eo Biabo .... es ola : i.
graphia so dir.
Compram-se mm das de ou no
lorio da ra do Trapiche n. 11, pi
Compra-se urna escrava i ,fio
i figura, que saiba
costura: na ra do Brum .. 16, aun
Manoel Jo Ai.rijo.
Compra seno armazem da ron da !
n. 7 urna escrava de 2 i 11 snnos, da I
figura, prefrindo-se s.-r .lo mallo, com al
des ou sem ellas, po lo ser pn c ira lo aqu
bota, as-im como um moleque de 18
ar.nos.
ii
venaa!
-\"a i ua daCatL'iado !-. i-
cife loja de ferragens de Vidal
& Bastos, lia paro vender os
objectos abaixo notados r
precos commodos e ludo da
melhor qualidade nossivel.co-
mo sejam:
Camas de ierro e com lona.
Bombas de jap^ compU
Cunos de cbumbo de todas a
Ferro Suecia de todas as larrui
ArodeMilrio.
Arcos de ierro de todas as larguras.
Ciavos de forro dj todos os lamanl
Ferramenta completa para lanoeuo.
Ferramenta c nrpleta para ferreiro.
Ti'.-tu compUto stanhai i ra cotinba.
Tremcompleto de porcelana para i -
si n lia.
Gusrdascomidas ledondos e quadii
Encbadas ame: canas t de todas ai qua-
lidades.
Ditas do Porto de lodos rs lmannos.
Pregos de tolas as qualidades.
Caixascom ferramenta de a
ra curiosos)
Bandejas muito Cnas de todas as quali-
dades.
fornos Irancezes para tusados.
Bules, cafe tenas, assucareiros e man-
tegueiras de metal.
Peneia de laiao .le todas as grossuias
para padaria e reinacSo.
Ditas de metal dita dita.
.Moinlics de todos es taniarhos para re-
lina rao
Fio de algodao de todas as qBalidades.
Dito frouxo inglez. proprio para ooaer
saceos para assucar.
Formas para pudras, pasteldoe bolinlio?.
Lat nas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas erramentas proprias para
jardr%
Bataneas decimaesde todos os tamaitos.
Vendem-so rorrinhos de mo a HfBOOrs.
na ra Nova n. 71.
ii) ec@
\ ende-se na laja de Sabuco & C. na ru.i
Nova n. 2, mascaras de todas as qualid.i-
des, soroulas de meia o camisas do Meu &
@ proprias para o carnaval. jf
tsas '
Vende-so o cngonlio Taepc, distante menos
de meia legua de Igoarass, sendo de am
porm lem proporces para asna : a (ralar na
ra do Imperador 16, lerceiro an lar. dde se
daro nformaees.


w
DIARIO DE PERRAMBUCO QUARTA FEIRA 15 DE FEVF.REIRO DE 1860.
Batatas
a 800 rs. o gigo.
Btalas escolhidas a 800 rs. o gigo de arroba,
para acabar: na ra da Madre de Dos n. 8.
Feijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Bciris tem para
vender por preoo eommodo, era pequeas e gran-
des porrees, saceos com feijo amarello de 6 al.
quoires cada um, ou 30 cuias, medida desta e da
melhor qualidade que ha no mercado, c chemd
ltimamente do Porto no brigue porluguez Ama-
lia I: na ra do Vigario n. 27.
Vendera-se tres escravas crioulas, bonitas
.3, sendo urna rom nina cria dbannos, per-
fetta cozluheira, e duas peritas engommadeiras :
na ra Direita n. 123.
Attenco.
Yende-se a armaco da casa da ra de Ilorlas
n. 20, sem gneros : Irala-so no bec.co do Cam-
pello n. -i, primeiro andar, por cima da taberna.
Vende-seum sitio em Remficn, a margem
do Capibaribe, com casa para grande familia,
arvoredosde inicio, ealgtini terreno para plan-
tacao : as pessoas que <> pretenderen! dirijam-
sc a r;i i do Imperador n. 3, segundo andar, ou
ao Mi ndegp, siiio n. 12.
Ven c-se no Manguiuho, no sitio de Anto-
nio Leal do Barros, un boi manso, muilo em
conl acostumado a (rabalbar com carraca.
' Vendo ss urna taberna com poneos fundo;
emuilo afreguezada para a lena, e a casa paga
'le tem commodos para-familia a
.i tratar na ra i!'1 Santa Cceilia n. 18, que se
faz I loo n : icio, ou a dinheiro ou a prazocom
boas urinas.
Escravos venda*
ruado Imperador n. 21, primeiro andar,
i-se -11 escravos, sendo 10 negros, todos
! lo 16 a i i anuos, c 0 negriuhas, tendo uaia
18 annos, ptima para mucama.
Venda de predios
V ile i-se por proco commodo dous sobrados,
um de dous andares na ra da Penha, e
le um andar no boceo do Padre : a pessoa
relender, pode procurar na ra do Jmpera-
dor n. J, a tratar com Hanool Bibeiro Baslo.
Vcndem-se fogSes de forro econmicos, de
le, para casas de familia, conlendo i forna-
llias, e forno para cozinha com lenha ou carvo,
ivenco pela economa de gastar um
' Icnba oo carvao dos anligos, e do coli-
mis presteza, lera a dilforenca de sc-
riveis, oceuparem pequeo espado da
le fcil conduccao : tendem-se por pre-
i mdicos, na [undicao de Francisco a
i |uila] ra do Itrum, e as lojas de
lo Cardse, junio a Conceieo da pou-
. e ra do Qucimado n. 30.
loja do sertanejo, ra
Qu imadon. 43 A.
Reccberara em direilura de Franca, deencom-
" i chapeos de casior rapadoss
mcos e prclos, e as formas as mais mo-
[iie tem viudo no mercedo, e por me-
e n utra qualquer parte, assira como
' tem um grande sorlimento de enfeite,
e de cores pelo diminuto pre-
iin, assim como tem chapeos de
l$200 cada umemperfeito eata-
auito Unas a320, ditas de
liahoa \ una, cambraia prcta fino
lo, a vara a560,e a 640, gangas
' 5ra 540, bri branco de lioho a lj}200 a va-
ra, collctcs de velludo de furla-corespretos a
prelos a 8 e a 9$, calcas de casc-
'; a 7, e I lg, ditos pretos a 7, 0 c
rao a 4, 5 e 6!, saceos pa-
M de diversos lmannos, eiasrruas, por
I por o, a i;;' 00, ditas a ljJ600 e 25 a
a 3 i I ', chapeos enfeilados para
senhoras por qualquer pre-
;': se encoliar o prero,
: let.
Acaba dechegar do lUo de Ja
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo volunie
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
nobiliaria c poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Mora es : vende-se a
4$ o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 du praca da Independencia.
Capadlos.
Vcndem-se capachos do porla a 400 rs., dilos
redondos a 610, ditos compridos com 8 palmos a
l200, e dilos grandes em forma de tapete a
23500 : na ra da Cadeia, esouina da Madre de
Dos.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, cora o Sr. James Crabtree &. C. n.
"42, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas pretas larradas, lindos desenhos
covado
Gorgnrao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo c muilo superior a 2J o
Sarja prcta larga, covado
na roa do Queimado, loja de 4 porlas n. 10.
":-:.:;: : :,--
Loniiiiua-sc a vender fazeudas por baixo ja
gj prero at mesmo por menos do sea valor, a
-j alim de liquidar contas : na loja de 4 portas
m na ra do Queimado n. 10. y M
iffi :..... .: s :::.: \
^VGTALts
(FKEMP cNuey^bk)
PILULAS VEGETAES
ASSGARADAS
1JC0O
25000
1S800
Scl'O
25000
os para
dra
t. *. r
)razo ou a di-
nheiro.
V le-se a coi' eir da rua da Cadeia de San-
I iio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
.; : j i i retender, dirija-so
i i, que ti. liai' com ju jm tratar
P. '1

S rs & C. tem para vender em
se.t armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
ultimo gosto, recentimente
idos e
lwood lo Londres, e
prop i para este clima.
> ei nado
de 4 portas q. 10.
ira algumss Imadas pnra ccnclu-
lac,o Ja firma de Leite & Correa, as
ni n >r derainuto ofe^o, tendo en-
piintos :
le raiss ernas para hornera a 1^"00
e dita 00
Dilo3 da ditas oruas multo superiores 4J000
diera 39000
Dii le ditas muitoGnas 4?00
Cci";? !: caifa Je meia easemira 21'
i de caseraira 'lo cores 5&000
Dilos de ditas de easemira prela a S9 c 69000
Brira trancado branco do liaho fino
\ ra 13000
Corl ? le collo de gorgarao Jo sola 2v'000
lo B io, prova de lmao 3) e 4v000
Gravatas le se ta prela e de cores lC000
. largos, cores Bx9S
co alo 200
..; franeezas largas finas corado 2-O
Pilas estreitas 160
Riscados Je cassi Je cvcs lindos padrSes e
superior qnaliJade covado 230
s decores eovado 2+0
i' sas ile cassa branca brdala com S va-
ras por 2?000
Tiras bordadas 200
Garabraias lisas muilo finas peca 42000
:ina5 do cores para vestidos covado 240
Clisjs Jo laa bordados de seda um 2900'
Grodenaple prelo, largo covalo 15SC0 e 29000
Seda, o sarja lavrada l9^C0 e 2SJ00O
Vestidos brancos bordados para baplisado 55000
Vom bordados para chapeo 29000
Entre motos bordados 15?000
Athoalhado adamascado largo vara 18280
Lencos d j diila escuros um 100
Gangas ac,
A 6|[acaixa:^na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de lonoa, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por proco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros aretalho do tamanho mais pe-
queo ate mais de G palmos.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em rasa de S. P. Jonhslon & C. va-
quetas de lustre para carros, scllins e silhocs in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para cairos, e
montana, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relosios d'ouro patente inalezes.
Meias de seda de peso
para senliora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e ciscadas: vende-se na loja do Leite
o Iiciao ua ra da Cadeia do Recife u. 48.
Seposo de pilo, em frea-
le do betto do Rosario.
l'ruluoso Martins Gomes, tem a satisfar-o de
prevmir osseus amigos e freguezes, que m sua
recente viagema Europa fez remessa para esle
eslabelccimento do muilas obras fritas de rime e
gesta, ludo ao goslo c uso dos habitantes desta
provincia, por isso certifica seren chegadas ulli-
nianieiito oo son estabelecimenlo as mencionadas
obras, aqu por noridadeae achara, alm de ou-
Iras muilas cousas, perc/oregeiras reitaa do vime
para se pegar percovejos. Bandeijas feilas do
niesnio vime para roiipa engommada, actales
com ps para por frutas em cima da mesa, ba-
laras hamburgueses e franeczes para outras mui-
las applicacoes, pastas [citas do pellos para as
criadas fazercra as compras no mercado Ces-
tas de vime para o mesmo fin, bahus feilos do
corroa, obra forte,canastros grandes as maiores
que possivel para padaria, gigos de virao para
as raesrnas, cestas grandes o pequeas para rou-
a suja, condeces cnternadas de maior a menor,
voadores para meninas aprender a andar, eslei-
rs pintadas para marqoezas com 9 palmos de
compaido e 3 de larga, Borseguins de couros de
lustro para hornera, chapos copa baixa c haba
larga de laa ds carneiro feilos em Braga muilo
proprios para o lempo de invern ; de ludo d-sc
para escolher as casas do familia, ha constan-
temente ueste deposito gneros alimenticios de
primeira qualidade : aqu tambera continua a
haver sempre grandes e ptimas melancias das
Curcuranas.
= Vende-se ou arrendase o engenho Polozi,
sito na freguezia de Agua-Prcla, me com agua,
i iro, as obras lora os necesarios, nevos
. idos, e l>em construidos, o no que respoita
a producc-ao para todas as qualidades de culturas,
uao haver superior era i arle alguma, lera
toas matas o terreno para levantar outro enge-
nho, ficando o Polozi com as Ierras necessarias
para sifiejar os mil paes de assucar que se qui-
zer plantar, do presente o nico inconvenienle
que se aprsenla e estar longo do embarque,
dous das de riag ;.i para ida o volta dos car-
gneiros, inconvenienle este, que breve lera de
desappareci rcom a dragada da estrada de ferro.
que reduz a duas-carsas por da : portantb quem
luizerpossuir um i'otu/.i, ou mesmo desfrucla-lo
por arrendamenlo, no eugenho tha achara
rom quem tratar, oo na ra do Queimado n. 39 a
fallar com Uanoel Florencio Al.es de Uoraes.
Vendem-se pipas e harria novos de Lisboa :
no caes do Ramos n. 1, escriptorra de Prxedes
ilva Gusmao.
Chapeos de castor preto
e b ra icos
Na ra do (Jueimado n. 3T, vendem-se osmo-
i haj s cs castor.
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CON'IIECIDO
Contraconslipaces, ictericia, affecrocs do figado,
febres biliosas, clicas, indigeslues, enxaquecas.
lemorrlioidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enferraidades,
PROVENIENTES P0 ESTADO IMPmO DO S.VNGLE.
75,000 caixasdesle remedio consommem-se an
nualmente 1 I
Itcmedio ila natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
comniendado como o mais valioso catrtico ve-
getal do lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
pu-amcnlo vegelacs, nao conten ellas nenhum
veneno mercurial ncm algura outro minera/ ;
estio bem acondicionadas em caixas de follia pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e e-fiieaze
em sua operaro, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade c velhice.
I.ea-se o folheto que acompanha cada caixa.pelo
qual se ficar conhecendo as muilas curas milagro-
sas quetera effectuado. D. T. Lanman & Kcmp,
! droguistas por atacado em Nova York, sao os uni-
eos fabricantes c proprielarios.
Arham-se venda em todas as boticas dasprin-
' cipaes cidades do imperio.
DLTOSITOS.
Rio de Janeiro, na ra daAlfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliiio n. 2.
Pernamburo, no armazem dedrogas de J. Soura
& C, ra da Cruz n. 22.
l nPPtlinph) dheguem a Pecliinclia
i Na loJa do PreSuica nl rua do |
Queimado n. 2. tem para
vender:
Clialy e merino de cores, oplimo nao s para
roupoes evestidos de montara de Sra. corno para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do dalles Je merino estampados rauito finospelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bstanlo largas, de variados padroes
O tole & Irmao continuara a torrar na rua a 2G0 e 280 ris o covalo gravatas a fanlazia.o
da Cadeia do Recife n. 48, peras de cambraiali- mais moderno pos-ivel a 1 e 1200 cada urna, e
sa rom 10 nrrf.ia a ii"nn o r. i- j___ .... '
leehincha
sem igual.
Na loja do Progui^a, na rua do Queimado n. 2,
vendem-se cambroias orgnndys para vestidos de
senhora, o mais Uno que possivel, e do lindes
padroes, os mais modernos quo ha no mercado,
pelo barato preQO de 500 rs a vara.
Chegiiem ao barato.
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam-
braia delinho a 33 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3.J800 a duzia, dilas cruas In-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos% 43500, e bordados a 6#, palctots de
alpaca preta e do cores a 5, ccroulas de lioho
e algodao, camisas inglezas muilo superiores a
60$ a duzia, organdys de lidos desenhos a
1*100 a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
franceza a 2 0, 280, 300 e 400 rs. o covado, peras
de madapolo com 30 varas a 4?SQ0, 5;?, SgOO,
6,7 e 83, chitas inglezas de cores Otas a 200 rs
covado, toalhas para mesa a 3 c 4#, cortes de
caira de brira de linho a 23, ditas de meia case-
mira a 29840, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas Duendas que se vende por
barato preco.
4 tk

O agente do verdadeiro zarope do Bosque tem
estabelocido o seu deposito na rua da Cad- i 1 V*e-
lha n. 61, na botica c armazem de drogas do Vi-
cente Jos de Brllo & l'ilho : desnecessario fa-
zer elogios bondade desle xarope, nao s polo
reconhecido crdito de seu anlor como
taco que gcralmcnte lera lido. Un cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
'.ao do xarope de Rosque, o qual verdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos orgaos pulmn.
nares. Tara conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro con'.m no envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprielarios, o no falsifica-
do c esta lithographada.
3 ataf ij'i -.
.V\ %0 fii^
sorumentode
CALQADO
Grande sorlimento.'
45Roa Direita45
Os estragadores de calcado cncontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
ouiras muitas fazendas, cuios Drecos exUaor- '; i>~_____-
dinariamenlo baratos, salisfaj ? extec.ativa I Bo^.nsar.stocrat.cos-----------9,00.
do comprador. j Ditos (lustre e bezerro)..... 8.s000
Machinas de costura fc^^T.?"::: SS
de S. M.Singer &C de ; Sapa toes de bater (lustre). ">
New-York, o mais aper- o i
feiroado systema, fazen-l oCllllOI'a.
I SlinSdf'SiS;: Bonsegtt,, primeira clnssc (sal-
to de quebrar) ......500)
garante-se
a seguranra
das rrarhinas e manda-, n.
se ensinar as casas de A'ltos todos de merino contra
familia, bem como se
mostram a qiialquer ho-
a do dia ou da noitc
, ,, "esla agencia: nicos
agentes em 1 ernamburo Raymundo Carlos Lei-
lJlm"2; n,orm dn Doa-Viata n. 10.
GSAHDE AUUB
%\
Ihllh
Rua Nova ??./i9, jimio
calos (salto dengoso;......U5O0
Borzeguias pata meninas (!br.
tissimos)..........
E um pcifcitoso tiracntodc to lo cil-
cado e daquillo que serve para f.!;:'..
lo, como sala, cooro, marro [uins, cou-
ro de lastre, fio, fitas, tedas etc.
Barato que ad-
mira.
Na rua da Madre.! I ; ;
(O)
m
" igreja 5> ''o cores de lindissimos padi
Ncs'e
Militares.
armazem encontrar o
ffj I balao inglezas a 5$800, corl -
publico ^ cores flus com 13 catad s a |7CD o
o ron- V ... 1______
;.-: --.-----------------,,.....,,-, ,- jiiie- iiA.ia e nuros uesennos a 1111 avara :
uerin, de princera, do brim de linho ?-'; s e Ine"no eslampados, gosl 1. .
branco e do cores, de fustao c riscados, i cassa de uadros, bu
alcas de algodao rolletes de velludo babadas, a 280 a tara, ou fc100 del
' : Preto e de coros, di os de se tira Trio D &8 ;,, Z
raneo, ditos de gorguro e easemira di- 8 J,' lm m"" Baa' ;
M los de fustSes e brin, fardamenlos para SS das 38*00 c 4j} I0O, e alem d iUlrai
a
1 guarda nacional, libres para criados" $ 1 fazendas, que seria enbdaaho neaciaaar.
ccroulas c camisas franceza,, chapeos c M
^ w >t*r *x** js U-1U11109 ciumss iranreza, chapeos c'
s' !!*">/*-* I/-v As\ ^>>^ ravalas, grande sorlimento d>< roupas ?|l U.1I-., 1
> ciia-: y i':"' v,""i!",!"fi a i ] ni"i,,s; n5 -111 azendas por crocos h;i-
gg dando ao comprador algumas das roupas 1 : fritas se apromptaro outras a goslo do "
dando-se no da convencio-
DCOS. comprador
... .-) lindo.
uiapeosde casior pretos de superior qualida- ........
'le a 109, ditos francezes de seda a 7$, ditos !
ralissiinos.
Moyas macbioas de cozer,
DE
Wheelcr ( Wilson
DE
Nac-YorL
Acham-so venda estas intcressanles machi-
nas de costura, as quaes rcuncm (odas os v.iuta-
gens desojareis, nao s pela pcrfeieao oseguran-
ra do mcchaiiismo, como por a*rer da mais bo-
nita apparenria, sendo muito facis para se
aprender a trabalhar nellas, o que so. consegue
com urna simples lico. Estas machinas fazem
posppnto dos dous lados da costura e cozem coim
maior rapidez e perfeijao possivel.
Acham-so venda c mpslram-so a qualquer
hora ds dia ou da noile na nica agencia desta
provincia no aterro da Boa-Vista, actualmente
rua da Imperalriz n. 7 primeiro andar.
om Rdoffios
&*<
'a1

......... -n *""-
Cnlor- rom lujas de
castor broncos a 15<, ditos de velludo o Se 93,
ditos da lontra de todas as cores muilo linos, di-
tos de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e
'?, dilos de f.l tro, um sorlimento completo, do
250 a 65500, ditos do Chile de3^500, G S
9, 10 e 12s, dilos de seda para senhora, dosmaU !"" 1 Va "^
med-TiiAj -, ni i i- los ortimentos de obras
meaernos, a U, chapelinas eom veos do ulti-
mo gosto a 15J, entones Boissimos para cabeca
a 43-iOO e 5|. chapeos de paiba escura, m .'
seda, muito proprios pan as meninas *1 escola,
sendo os seus procos muilo em cont, di i para
baptisado de meninos e passcios do: .
tendo diversas qualiaades para escolher, 1
do galao, dilos do marroiuim. ditos do vellu-
ditos enfeilados,
1X1
Osabaiso los, eslabelecidos na roa dol'"
ourives ns. 9 o II, fazert '"';
O Preguica vendo em sua loja 1
mado n. 2, as seguales fazendas :
Lencos de cambraia lisa muilo fina, du-
zia
Hilos de cassa brancos e de coi
mbraias de cores de ditcn
do novo os mais bel- covado
deonro, o vendem por Chitas franceas de lindos padroes. co-
precos mais em corita que possivel, e pass 1 T1,lo ^ .,qft '
cotilas com recibos garantindo a qualidade do r, | U
, pelo qual Acara responsa veis: recebemen- Lha,ca de merm lisos cora franjas de
mendos, e concertara qualquer obra de ouro releas, um
comasseioepromptida Ditos de dito bordadas a wllwla. asa
Dilos de dito com palmas de seda, w
I
2i^
s........ ~- ,_ --., '""=" "'o com p.v.masoe seda, ,n
, .- 1 a de seda de quadros.rnv.nj..
- 1 I 1H 11*. \l!l,. 4- !..,.!- 1. li-"'. .
SOVOS medicamentos lio--' Meias muito linas pra senhors, dada
pathicos enviados* i Di,asdi,ap*. datia
/lo T7,,,.r,ro ^^l^ o t\ ;- "'l;|s ditas para dita, du/i.-i
da Europa pelO Sr. Dr| MeiascasemirMdeiuadri I rotad
I
Sabino O, L. Pinho.
'io, unos enfeilados, chapeos de boa
para pageni, chapeos de sol de seda par
nios de osela, e momo p,ra o,,!,..-., poro ,.
mens ; finalmente ria enfadonbo menciouar, o ludo se ven de mui- ."i"' "tos preparados espe- W covado
loemconla; e ossenhores freguezes 6 vi la da ":,'.! ;'? ,1" idl : Cortes de dita muito Una
fazenda ficarao convencidos da v
cida loja dechapeosda rua I ... /,
le Denlo de Barros Feii,
duas larg
Taclias
Fundicfto de ferro e bronze

- Ditos de dita preta bardada
i.-i n.M c,.i.. ...... 1 urira branco de linho fino, vara
d Santo Amaro (Mundo S braaeo delta
'. 6. Dito dito dito, vara
~ -}-' Dito dito dito, tara
DA
I
I
Suissos.
Em casa de Schatheitlra & C, rua da
Cruz n. 5S, vende-se uigrande e va-
riado sortimento de relogios honzon-
taes, patentes, chroaonjetros e mcos
chronorcetros de ouro, prata domada,
e {oleados a ouro ; sendo estes relogios
do primeiro fab cante da Suissa : que
se venderao por precos razoaveis.
PF
Dito dito dito, vara
e outras muilas fazendas quo se re '
fs*.-iT a V a> -- tade do comprador.
}Wj Sementesdehort tic
Rui AlTsflvyili hm n o Semenlcs de hortahcf. de I
ma a i bcnzaia wova n. 42. nnda
1 lecii nlo continua a haver um a Cadea do Recife, loja de terragens \
r,,.; i- nio <-,iuiinua a haver um a tit'
^wiilia UlrflOZO, lasemeiasmoen- Bas,os-
Francisco Aulonio
...... Kiuuuiu, touio] losorumcni las e meias moen- ""'t"9-
temnm rrande sorlimento dp H^ri"^ H vaPr e tai!
o "V1 "UJiiiu ue de ferro balido e coado, de todos os I v.
tachas de ferro fundido, assira '
como se faz e concerta-se tjual-
.06I0S.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C., praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
do fabricante Ro'skell, por "precos commodo;-,
e tamben trance.llinsecadoias panos mesmos,
de excellenf goslo.
-V,-"::.
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabrican! .. m Liverpool,
*,Sarr r;tr istziti"**"
a penhor, arrei .spra acabriolet, chi- "
cotes para carro, coleiras para catallo etc.
Botica.
E rtholomeu Francisco de Souza, rua laca
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Roh L'ArTecteur.
Pilulns e "ios.
Dilas vegetacs.
Salsaparrilh Brislol.
hita San'!;.
Vermfugo inglez.
X. Bosque.
Pilulas amoric.nnas [contra febres).
Ungento Uolloway.
Pilulas do dilo.
iti-asmathico.
Vidros de boca lara cora rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel pora forro de sala, o qual vcude a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Lin^uasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deronte da
porta da alfandega.
Relogios de ouro e prata, cobertos e deseober-
! tos patente inglez, os melhores que existem no
i mercado, e despachados hojo, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptnrio do agente Oli-
veira, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Cocos italianos
de folha de (landres, muito bem a<
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
c '.; urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de unileiro.
Para os folgasocs do C-
naval
Gama & Silva, no ntigo ater-
ro da ba-vista boje rua
Imperatriz n. 00.
Vendem lindissimos chamelotes do algodio
a imitoraodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras -para vestuarios para
homens por prego baratissimo que facilita fasor-
ceura rico vestuario -gastando muito pouco di-
nheiro da-se os raostras corn pinhor.
Esl ce torrando.
Vendem-se camas de venio de louro com lona
a 5$500 r.ila-iimq, dilas do amarello a 6
ditas guarnecidas de sola, obra muilo bem pre-
parada a 10 e 12;*, enchadas, tova inven, "io,
piemontezos o 1I10 cada una, penles virados
de tartaruga, moda a Imperalri/, a 12, faz
igual ao? de 20#, dilos virados de massa n 2,
bules de familia, de diversos precos. de 6 al ;lu
chaveras, facas.de cabo de palanca a 4f, ditas
cravadas de rabo prelo a 8f, bandejas de (odas as
qualidades, espingardas e clavinnir-s muilo finos
do melhor autor que lera apparecido, e mais fer-
ragens e mldezas que com a vista des freguezes
se moslrarao: na bem ronnecida loja de ierra-
gen?, na rua Direita n. 53.
|quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEfl DEDICO DEH0LL0WAY.
PILl \S HOLLWOYA.
Este inestimavcl especifleo, composto Intel
mente de hertas medicinaes, nao cont n n
rio, era alguma outra substancio d
nigno mais tema infancia, e a compiei ;a
leli ada igualmente promplo e seguro para
: ;ar o mal na compleiro mais i
';inl' :^"- : innocente em suas opi racScs i '-
; pois busca e romove as doeneaj dequal-
especie egro por mais antigs e teuazes
quo sejam.
lilhares de tora este
lio, muilas que j estatam as porl
morte, preservando emseo oso: parara
recobrara saude e forcas, dej rl
do intilraeute todos os ouln : os.
Asmis s ne devementregar-seade-
sesperaco; faeam um ci
cMcazes efleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recupera rao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esle rem
para qnaiquer das seguintcs enermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areas (molde).
Aslhma.
Clicas.
Convulso --.
Debilidade onextenaa-
co.
Debilidade ou falla de
foscas pan qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor degarganta.
de barriga.
-nos rins.
ta no vi -ire.
Enfei midades no teir.
Difeas no Qgndo.
Ditas venreas.
Enxaqneca.
llerysipBla.
Pebre biliosas
Pobreto iatefmtente.
\ en le i-se fazondas por I..
.o e algumas por menos d.-
,_,., valor para acabar, era peca o a rea-
llio: n.i ruido Queimado loja de I
porl isi LO. &r.

i
h 0 DIO 9.
A600rs.avara.
!fo armazem da ru i lo n. 10, ten-
ao com 8 paluios de largo,
ralo proco de 00'.) rs. a vara ; esle
pjra toalhas i mesa por ser de superior quali-
dade.
4,
rs.
J
GRANDE EV
he
iasp feilas efazeidas
NA
DE
Doslos

Fcbrcto da especie.
Gotta.
rhoi I is,
Hydropesia.
icia.
Endigestoes.
laflammacoes.
Ir r eg u laridades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
K 11 de podra.
has na culis.
Obslruccao de ventre.
Phttsica ou consump-
pulraonar.
Retencao de ourina.
ftheumatisme.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
por saeca-de milho; nos armazens de Tasso
Irma os.
foaila,
Bandos ou almofadas
crina para penteados de
senhora.
ade-se nicamente na rua da Cadeia do :: -
stfe n. -'3, leja de Leite i Irmo.
rn i \ y uao lanoDranros decores :
Roa do Oo ido i. 37. : mmi
i, ,. "'T'-'Hlos lo nn'lhor gosto quo lem n- i-
Bnm trancado de Unhotod oaieiirUv
, ; cor muito superior goslo e n
[reiO, : a 20 cal.i ume 24. ricos i
fazenda muito superior; garante-se quo nr:o cambraia
ta : na rua da Cadei-j So Recife n. 43, lo- ; tos P*ra senhora 1" [, riri enl i
ja de Leite & Irmao. I finco de velludo gn a i qi leu
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 caa '; Parec*> 10* c 25,e oatras moil
um : na rua do Quein sdo n.S7, loja de 4 porta* '"' '"" '; '- feil,w i
Em casa de- Ka be Schmettan & do freguez se farl patente.
Na rua do Queima-
do n. i(>.
Ricas sobr<>rasams dejnnno Bmw
; e de con i 2RJ, 3 IJe SS, l i
. paleto! :
P de i is de > .-- mira de
: bom ;;
. los de pann i prelo para a
J, dilos de easemira do ion-.- s-,
calcas de casi mi
'.''" :',',l"r''' '' r" '. i
: 123, C Heles de B
I mira :-:;. 8$ > ':. \
: los le reres sacci s i If, dil >s -
a 7> e ; >, d;ies ile brim, de <
fustao lano bram i ,ie cores
C.rua da Ca.lda 57, vo^Ws, '^^ ^m 8 q^^SM
elegantes pianos do afamado
i te Traumann de Rambir/'o.
Venreo {mol).
Vendcm-so oslas pilulas no estabelecimento
li de Londres n.22i, Strand, e oa loja de)
todos os boticarios droguistas e outras pessoas Ido deposita s^alTaTi ^a"janiro:
enrarregidas do sua venda em toda a America do I coa. Tasso & ii raaos.
Sul, Ilavana e llespanha.
Vendem-se asbocelidbas a 800 rs. cada urna
delta;, Conten) urna inslruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de so usar deslas pilulas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceuliro, na rua la f.ruz n. 22, em Per-
pambuco.
a tratar
Farioha de usaadioca
asso A Irm
Milho
nos armazens de Tasso & Irmos.
nos armazens de Tasso i Iraiaos.
Nasifl mesmo estabelecimenlo ha um
'; grande sorlimento da tanacas pretas,
siincomo manda-se foier per medi .
-. tade do freguez, eseolheniJ
n i a seu gosto sendo os i-reroa a 3*
: e I0J.
Camisas inglezas
; No mesmo eslabeleciatenia'j
' gsr um grande sorlimento das terdadeiras
: camisas inglesas peiios deliiihoQnrn
. i largas, ultima rao !.i, i
I quantldade delerniinou-so a tender i i
r'i minos do ra'orsendo a duzia a ;t5.j.
-;............
Carne de vacos salgadi,
libras : em casa de Tasso Irn.


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FEIRA lf DE FEVEREIRO DE 1860.
CO
DE
eitciig[& i f ffira$6) si iif&es.
Sita oa ra Imperial b. i 18 e i 20 jualo a fabrica de sabo.
DE
Sebaso J.da Silva dirigida por Hanoel Caraciro Lea!.
Ncste estabelecmenlo ha scmpre promptos alambiques de cobre de diferentes dimcneocs
{de 30C a 3:000$) simples c dobrados.para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espirilos com graduaeiio at 40 graos (pela graduaclo dcSellon Cartier) dos
nielhores sysleinas hDJe approvados e conhecidos nesla e oulras provincias do imperio, bombas
de todas as dimoii'.cs, asperantes e de repucho tanto de cobre como de bronze e fono, tornetras
de bronze deiodas as diracncese (cilios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ierro para rodas d'agua,portas para (ornalhas ecrivos de ferro, tubos de cubre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armaeao e sem ella, fugos de ferro potareis e
econmicos, lachas c lachos de cobro, fundos de alambiques, passadoicas, ospumadeiras, cocos
para engenho, folha Je Flandres, chumbo em lenle barra, tinco era leneol e barra, lsuces e
arroclhs de cobre, lences de ferro a latao,ferro suecia inglez de todas as dimnscs, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros mullos artigos por menos preco do que era outra qualqucr
parte, desempenhando-sc toda e qualquer encomnienda com presteza e perfeico j conhecida
e para conimoddade dos freguezes que se dignaren, honrarem-nos com a sua confianca, acha-
r&o na ra Nova n. 37 loja de ferrageiis pessoa habilitada pata lomar nota das aeocommendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAHORADO
TELOS SUS.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlexaudre ITerculanoA. G. RamosA. Coima-
Relogios.
Vendc-seem casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, ura bello sortimcnlo d relogios
de orno, patente inglez, de un dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; lamben) urna
variedade de bonitos Irancelins para os mesmos.
TARLATANA.
Vende-se superior tarlalana, branca e de co-
res com 1 li2 vara de largura : na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & Irmo.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde iudividuos de todas as nacOes po-
dem teslemunhar as virtudes desle remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizoram lem sou corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente outros Inlamcnlos. Cada pesoa
poder-se-ha conVencef dessas curas maravillosas
pela leilura dos peridicos, que lli'as relatam
todos os das ha muilos anuos ; e a maior parte
deltas sao tao sor prndenles que uiwuupe so
mdicos mais celebres. Quaulas pessoas reco-
brara ni con) este soberano remedio o uso de scus
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam solTrcr h
amputacao I Dellas ha umitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submellerem essa operac&o dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararan] es
tes resultados benficos dianlc do lord correge-
dor e oulros magistrados, alim de mais autenti-
caren) sua lirmaliva.
Ninguem desesperada do estsdo de saude se
livesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
menlratato que necessitasse a natureza do mal,
cujo resultado seria prora riaconleslavelmenle :
Que ludo cura.
O ungento la til, mais narticu-
larmcute us sesruiitcs vasos.
la grande
fabrica de tamancos da
ruiDireUa, esquina
da travessa de S. Pedro
numero 16,
ha efTectivamenle um grande sortimento de ta-
mancos de todas as qualidades, lano a retalho,
como era pequeas e grandes porgos; a esta-
cao invernosa est prxima, e neste eslabeleci-
mento acharao continuadamente de um a mil
pares de tamancos sempre promplos para qual-
quer cncomracuda, por precos commodos.
Nova confeitaria.
Que pechincha.
Vende-se urna armacao loda envidracada pro-
pria para loja decalcado, miudezas, ou qulquer
negocio, por prero ruilo coiumodo ; a tratar na
ruada Imperatriz n. 14.
Vende-se ou permuta-se por um sitio porto
deslapraca, casa na mesma, una parle no en-
genho Alagoa Grande, na freguezia da Gloria do
Goila : os pretendemos queiram dirigir-so a ra
Bella, casa junto ao deposito do carvo de pe-
dra, das 6 horas da manha s 9, e dessa hora
s3 da tardo, no quartcl de polica, que acharao
com quera tratar.
&g@$$@ @s8
f@@
i
Aossenhores dentistas.
Denlos aiiiericaHos.
Vcndem-sc por atacado ou a retalho, de lodas
as qualidades, no alerro da Boa-Vista, actual-
mente ra da Imperatriz n. 10, loja.
Escravos lucidos.
graticago.
no dia '.)
'
da ultima moda.
Vendem-se bibis recentemenle
Ncste novo estabelecimcnlo enconlrarao as .v.....-ao UIU>a iromnniniu citeg
pessoas de bom gosto os rnelhores doces seceos' @ dos (chapeos de sonhora para passeio
de Calda, grande SOrtimC"1" A" ""~i:l1-*" *.; -.n eoniinHn mnAmrAn _>.a..>n.--. A* nnn..:
mosas cocadas nunca vis
amendoas de chicotes e
chata ; na mesma preparam-sc bandejas com
mellior gosto : na rui da Sanzala-Nova n. 30.
chega- fi
Boa
Fugio do engenho Monjope, no dia 0 do
crreme, o mulato Marcolinn, alio seco, d
dalos, cabellos caralos, algoma barbo, c
de 26 anuos da idade ; bolieiro, e lie
creado de servir. Q.iem o apprehenJer, !._
^ ao referido engenho Monjope, sera genero-.. ;jn-
| le gratificado.
Fngio as sete pra oilo horas da noule k> fia
0 10 do correnle me/, da casa de Manocl Jos !j
3 1IH.-UIUIC3 uuecs acuco vi3----- r >!> *> .-"-"iiuiu pciiu iiasai-iui T 111 Un corren!,1 lili"' il i m In \|..i.r...l I 1 ,
ento de pastilhas, as mi- no segundo andar do sobrado da esquina S e P _.
slas nesla provincia, as < da ra do Queimado por cima da loja do m a l,r|'S3t escrav eiioula de noroc Od
lorradas, apreciavel or- @ Sr. Preguica, entrada pelo becco do Pei- SI conhecid por Drica, perteneenlenU a Sra. I),
ram-so bandejas com o @ te Frito n. 1. a, Isabel Rnymunda dos Santos l'inliiro, nuo la
la Sanzala-Nova n. 30. &&Q.QUS3 @$9 @3 @@8 hovia comprado a 24 de seJembro do ano.
Nova confeitaria.
3SO # 99 = Vende-se a taberna n. 14 do palco do Ter- |sa^0 ao currecUr Denlo Alves Kodrigdes T
,i.-.> iiiii llnc mol lutrno I'. -t r i I IVl nrn*nn X !> .>__ I .
ra vender immensas qualidades de doces secco '
e de calda, para Ierra e exportarlo, preparado
porum novo melhodo, bem como caj inleiro,
co, illuminada a gaz ; boje um dos rnelhores nainl. Dita escrava liem moca, de esta ira
pontos de commercio onde se acha a referida la- redar e '
berna. I ?.
pellos e costas, e saliii de cjsa, com um lido
i i ...
--------------- % ...-...- ?,nr. <; nujc u ni u us niv i mu i's n.iini-.i. una ccrava e Mein moca, O C
Ncslc brilhante c novo estabelecimento ha pa- P""ls e commercio onde se acha a referida la- regular, est gravtfa. lem bastantes uan
loces secco berna. i ,. i
a tanja
vem d
liOm C barato. IJecliUadesLoUdo, parecendo Je fjzuii.lu i
i c abacaxi em lats lacradas, cmo M me I JuR^Sfi*^'!2^2, f0'" ?*}* e leva,,,l uma arSola ^ ouro na orell.a e=
n l-'iirnnn- ni mi iii Qinvii Mnv... 40 auiliaaocs, por 1 .003,1 escravo canoeiro niuilo -,. ..
a Luropa. na ra da Sanzala-Nora o. 30. Qe, e de buj conducl/poj l:-mSi t llIlilo |no_ da. Ella e natural da provincia do Mari
'eque, c rnais cscravos por preco commodo
37 Ra do Queimado 37'
ua das Aguas Verdes n. 4'J.
'donde
viera, como aflirma o vendedor, i
sabia ain Ja as ras de-la cidade. Consta
Jos da
Silveira
PiresJ. II. da Cunha RiraraJ. J. da Graca Jniori. Julio de Oliveira PintoJos liara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira l'imenlelJ. Pedio de SouzaJ. S. da Silva Fcrraz__
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Pilippo LeiteLuiz
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValenlim Jos da
Lopes.Visto Cmara.
DIRIGIDO
POIV
A. P. de CarvallioI. F. Silveira da MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalislico e a offerecer aos lci.
juntamente com a revista do que mais notavcl houvcr occorrido na poltica, na scicncia,
tria ou as arles, alguna arligos originaes sobre qualquer desles assumplos, o archivo
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, lem ealisfeito aos seus fins, co
exaclidao c rcgularidade.
Publica-sc todas as segundas fciras cm folhas de 10 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas cem indico e frontispicio conipelenles.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignatura : pelos paquetes vapor 10>20 por auno ; por navio de vela
brasileira).
Ha algumas collecces desde o comeeo da publicacao do jornal.
ores, con-
na indus-
IMVI.ItSM.,
m a maior
8g [moeda
Alboreas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores do eabeca.
das costas.
dos mi'inbros.
Enfermidades da culis
em eral.
Ditas do anus.
Erupgoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
Inchacdes
Iuflammaiao doflgado
Inflammucao da bexiga.
da matriz
Lepra.
MaKs daspernas.
dos peilos.
de ollios.
Mordeduras de roptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
SupuracSes ptridas.
Tinha, m qualqucr par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do igado.
das arliculacocs.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Seus proprielarios ofTerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os lamanhos, rodas d'agua para engenhos lodas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moendas, lachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para desearocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ncini, portes gradara, co-
lumnas o moinhos de vento, arados, cullivaJojcs, pontes, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
desenhos ou moldes que para tal fim forem apresentados. Rccebem-se encommendaa
belecimenlo na ruado lJruin n. 28 A c na ra do Collegio hoje do Imperador n... mo
xeiro do eslabelecimento Jos Joaquina da Coala l'ereira, com quera os prelendeute
i ntender para qualquer obra.
neste esia-
rada do cai-
ca se podem
i
:Sa\
3
ffiSM FMITIKKD S (DPBMIDDia.
3 RIJA DAGLOmA,CASAlWPU]m
CVimca por amljos os systemas.
p Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manha e de tarde depois de 4 horas
^^SSS^lmUaBIU^m^'MO$6V*n acidade ^para os engenhos ou oulras
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manha e em caso de ur-
TS^rSSSiSi datsa" "* ** "^ ^ ^^ e ^ C H&ZL'L
Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residenles no bairro do Recife noderao re-
met.er seus b.lhetes a bot.ca do Sr. Joto Sotan & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr Jo'
Nagueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do aunnnciante achar-se-ha constanlement e os rnelhores
metoshouieopallucos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes
Botica de 12 tubos graudes. "
Ditos de 21 ditos............
Ditos de 30 ditos. .
Dito de 48 ditos.....".
Ditos de 60 ditos.......'.'.'.',]
Tubos avulsos cada um. ...'...'
Frascos de linduras.
medica-
klanoal de medicina homeopalhica' pelo Br.'jahr'trduzide
em porluguezcom o diccionario dos termos de medi-
1O00O
msooo
20ts090
2.rjl0tH)
OsOOO
IJOOO
2S00O
cia, cirur
ja etc. etc. ,........2OS00O
Medicina domestica do Dr. Herin
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
com diccionario.
OJJOOO
68000
mentemfnle<.Pn^?^iHOSOfCStabf'1,e-Cm.ent? 1uePelsnovosmelhoramentos feilos acha-se conve-
mtfnr^ niontado, far-se-hao tambera do Io denovembro em vanle, contratos menso es para
^nlXSos? eCeCOnmadppublCO de<1UCm ^Proprielarios esperara a remuncra^d
Assignatura de banhos fros para uma pessoa por mez.....lOgOOO
r;Q. S- 1 v "lornos. de choque ou chuviscos por mez loaOOO
Senes de cartop.g e banhos avulsos aos precos annunriados.
\ ende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 22, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America
do snl. Ha vana e Hespanha.
Ven Je se a 800 rs., cada bocetinha contm
uma instruccao em prluguez para o modo de
fazer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, cm Per-
uambuoo.
PotassadaRiissia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assira como tambera
cal vrgem em pedra: tudo nor .precos muiln
razoaveis.
ianos venda
Em casa de E. A. Rurle & C, ra da Cruz n.
18, ha scmpre para vender um completo sorti-
mento de ricos c exccllentes pianos de todos os
precos e qualidades, os quacs sao de niuila du-
raco pola sua boa construccao. Estes pianos
que foram premiados com a nedalha de primei-
ra classa na exposico universal de 1855, alera
de seren de 7 oitavas e 3 cordas.sao de Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
sarem podem corapra-los com 20 011 30 OpO de
menos que em oulra qualquer parte.
fiiidczas baratas.
Na ruada Cadeia do Recife, esquina da Madre
de Dos, vendem-se raiudezas muilo baratas,
poisse qner acabar com as miudezas existentes
110 estabelecimento; na mesma casa ha uma
porrao de capachos compridos c redondos, que
se vendeni por barato preco.
LOja de 4 portas. Iba a l.OO o caixao de \ iibri 1 na
Chegou a este estabelecimento um completo rua da Praia taberna n. 9.
Bolas de horradla
c perneiras de couro da
Russia.
Vende-se superior doce de poia- ou fora Para faca t1'' mc.-mo vended
sortimcnlo de obras fcilas, como sejam : pale-
0)ts de panno fino de 16g al 28S, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muilo superiores
a 35;*, um completo sortimcnlo de palelots de
riscadiuho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
cada uma, chapeos francezes para homem a 89, jy^UC'|j '
ditos muito superiores a 103, ditos arelludados, '"'ga'Daes.
copa alia a 13S, ditos copa baxa a 10$, cha-
peos de feltro para hornera de 4$, 55 e al 78
cada um, dilos de seda e de palha enlejiados pa-
ra meninas a 108, ditos de palha para senhora a
Na loja defazendas nas amada
Cadeia do Ilecife n. 53, de Alvaro k
123, chapeljnhas de velludo ricamente enfeita- I na ra a Catloia 11. 53, loja lo
& Mngalliaes.
Fnielo a6$'000.
das a S5f, ditas de palha de Italia muilo finas a ., .
25$, cortes de vestido de seda em carto de 0,< AlVai'O (V mngalliaOS.
at 150$, ditos de phantasia de 1GS al 35$000,
I gollinhas de cambraia de 18 al 58, manguitos
'de Ig500at58, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores *^^f3?*a "'l^' Rl'a Vista n.86. ven-
. ilem-se e alugam-se bichas de Ilaniburgo, por
c padroes novos a /20 avara, cascmirosde cor- menos do que em qualquer oulra parle, ara
. -------_____ ------, ^,......_, ,.. iiiciiib uu ijui: eui >iuiio)uur ouirn pane, amoia-
les para coetes, paletols e caloas de 3$500 al se qualquer forramento, lira-se c chumba-so
4$ o covado, panno fino prelo e de cores de 28500 denles. sangra-se e faz-se tudo quanto perlence
allOS O envadn. Ai-Im ri<> enUctAiU nll.. ._, I "r,e de >arbCiro.
40 Roa do Oacimado. 40
4S
al 10$ o covado, corles de collete de velludo:
muito superiores a 9 c 12$, dilos de gorgurao
c de fuslo brancos de cores, tudo por preco :
barato, atoalhado de algodao a l8'2S0 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 98, gresde-
naples de cores e pelos de 18GU0 at 38200 o '
covado, esparlilhos para senhora a CS, coeiros1
de casemira ricamente bordados a 128 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12{ cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 208 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2$400, barege de seda para vestidos, covado a j
18100, um completo sortimento de collclcsde!
gorgurao, casemira preta lisa e bordada, e de '
fuslo de cores, os quacs se vendem por barato
preco, velludo de cores a 78 o covado, pannos
para cima de mtsa a 108 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots c foleles a 28S00
o covado. ^bandos para armarao de cabello o
1?500, saceos de tapete e de marroquim para via-
casadeum moe. estudante, que mora no
do Carino, c que lem um escravo de noinc X
por que a dita escreva assim o manife-
enianlo nao se lendo cerltza, pede-- i a S l!.
cliefe de polica e mais anthoridades ara
da dia cscrava, e qualquer particular qw
hender queira levar na casa do mesmo Sr. I:
na ra Imperial n. D7 primeire an i .
ra do Imperador sobrado n. 23 primeii
dar, que ser generosomenie recom
desde j a dona da dila escraya prolesla pr.
criminal e civilmente contra quem i tire '
siado era seu poder.
.50S000 de gratfe
"\ Clllicni -SC Sai'aS balO a 3J I Fugio no da SO de Janeiro fkido a esri i
bra, de nomo Josepha, dado SO minos,
mais ou menos, curta da vis) i. I i d<
altura regular, manqueja quando anda, i
os turnozellos ura pouco pnehados, acalKiu
tratado (!> frialdade que sotTiia ; -
1 que anda pela Roa-Vi ra na ra do Coioi ell i, on b pn sum
est all cm uma casa seo liada portal
, se de novo as antoridades poliria^s e |
ola- captura da referida cscrava, e leva la i
nhora na Soledado, estrada de loao I
Vieira, sitio da casacinzenta, ler i
lilicaiao cima.
A
v
o
Saceos grandes : na ra Nuva n. 52.

Grande sortimento defazen-
das para a quaresma, e ou-
lras niuilas por baralissi-
mos precos para acabar.
D-se amostras com jieiilior.
Relogios.
Vonde-seem casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazera n. 61, relogios do fabricanle Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
podc-se usar com coberta ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadeia do Recife n. 36.
Espirilo (le viiilio com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
jtrflos, chegado da Europa, as garrafas ou as cu-
antas: na ra larga do Rosario n. 36
Era casa de Henry Forsler A C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Cm carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
Foges americanos.
Arados a 308
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Parinha de trigo de todas as marcas.
Lampeesde patente e azeite proprio, ultima-
mente chegados dos Estados Unidos.
Araorira Irmos, ra da Cruz n. 3, tcem
para vender algumas aeces da companha geral
de Fcrnambuco e Paralaba : quem as pretender
pode dirigir-se aos mesmos para tratar.
Vcndem-se
queijos superiores a 28, manleiga ingleza a 18,
1. qualidade, cha do nielhor que ha no mercado
a 28240 a libra, azeite doce francez a 800 rs. a
garrafa,passas a 500 rs. a libra, c manteiga fran-
cesa a 580 is.,e btalas a rs.; na ra das Cru-
zes numero C*
9

t> -O --x W \l> <_. <:> > v, <^ ^>*
i
<*"* > <> *rv *tv
m
9
^ Estopa.
@ Camisas inglesas.
@ Biseoulos em latas.
;.; Em casa de Arkwiglil & C. ra da Cruz nu-
+ mero Cl.
tende-se superior linha de algodao, bran-
csse o cores, em novello, para costura : em
casa de Seulhall MellorJi C. ra do Torres
n. 38
999*99999nm; 8H&9
9 Vendem-se chapeos de oleados para pa- igi
@ gensa 39 : na loja de Nabuco & C. na ra $3
Nova n. 2. b
Vende-se uma taberna afreguezada para a
trra c para o mato, com poucos fundos : a Ira-
lar na Recife, ra da Senzala Velha n 104.
= Vende-se um cabriolel de duas rodas, de
balaustros, de patente, cora pouco uso, pintado e
forrado de novo, cora arreios completos para um
eavallo, chicote, lanternas, por 350$: quem pre-
tende-lo, pode ir ve-lo no sitio do Sr. Mosquita,
no Cajueiro, perlo do Hospital I'ortuguez, a qual-
quer hora do dia, que adiar com quem tratar ;
bem como dous cavallos castrsdos, andadores de
baixo e es-pipar, d< bea 0iantei.ca e novos.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito mugcalcl, idera : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Charutos.
No armazem da ra da Madre de Dos n. 8,
existe ura grande sortimento de charutos das
marcas seguintes, e vende mais em conta do que
oiii qualquer parle.
Varetas Brandao.
Regala Brandau.
Lancciros.
Varetas S. Flix.
Regala.
Atteocao
Vende-se uma porco de burros en-
tre os quacs xistem 0 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carregamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em fora Je Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva da ra da Hceda n. 3 A, um grande sorliraeuto
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche a 44.
encyclopedica
DE
(Jas par Antonio Vieira Guima-
res gerente Jos Gomes Villar
Hua Ao Crespo n. 15.
Neste novo estabelecimento cxislcm fazendas
de ultimo gosto e por precos adrairaveis por
serem baralissimos:
Sedas prelas cm cortes com duas folhas borda-
das a velludo,
dem com duas saias lisas.
Grosdenaplea do todas as cores.
Manteletes riquissimos prelos e de cores.
Chapelinas para senhora de Italia ricamente en-
feilados e de seda, os mais modernos possiveis.
Cassas de coyes a 2G0 rs o covado, todos se ad-
miran, d-sc o preco baratissimo.
Fazendas de todas a qualidades para homens
e senhoras do melhor possivel e raandam-sc nos
casas de familia para escolherem a vonlade.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnstOH & C. ra da Senzala n. 42.
Vcndem-se leca lindoslcncos de labyrinlho
viudos do Maranhao, obra mais delicada a do me-
lhor gosio possivel; na ra dos Prazetis n. 14.
gem, e um grande sortimcnlo de macas e .malas \ \y *,.'
de pregara, que tudo se vende vonlade dos
freguezes, c outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a visla dos
compradores se moslraro
Com loque de avada
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambtaia brancos a 2:000 2:500 35
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite A
Irmaos. ra da Imperatriz o. 10.
Vinho do Porto.
Vende-se overdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barris de quarlo, por preco comino- ; Ritos de merino bordados, lisos e es-
do : no armazem de Adamson Howie & C. na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de engommar econmicos.
Cortes de vestido de seda de cores com
hahados
Ditos de dita preta rom babados
Dilos de dita gaze phantazia
llomeiras de Ci de seda preta bordadas
Taimas de grosdcnaple prelo bordadas
Grosdenaples de cores com quadrnhos
covado
Dito liso prelo c de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
a piola e de cores, com i palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda dega/.c Irans-
paiontes
Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
Orlandys de cores, lindos padroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
liras e enlremeios bordados
Mantas de blondo brancas e pretas
Ditas de fil de linho pelas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dila de algodo bordados
Panno prelo e de cures de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia de todas as qua-
lidades de 600 rs. a
Chales de touquim brancos
^3b_i ***& \/ _,

lampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos o
de cores
Aberturas para camisa de linho c algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodo brancas e de cores "
Ditas de fuslo brancas c de cores
Ceroulas de linho e de algodo
Capellas brancas para noivas muilo finas
L'm completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninas
Pilas de seda para menina, par
1&200
s
3^000
18500
10*000
18000
8
3
8
8
s
S'JO
r>.rooo
38500
6*000
SsOO
t
8

s
Osabaixo assignados para commodidade do
respeitavel publico, procuraram e conseguirn)
cstabeleccr cm diversos pontos desta cidade a
vendagem dos ferros econmicos de Blesse Draki
pelos mesmos precos por que lem vendido no
seu estabelecimento da ra da Imperatriz n. 10...
slo de 12$ por apparelho completo, que cons- Luvas de lio de Escocia, pardas, ]
ta de ferro,fole e descanco. Esta maravilha d'ar- menino
te americana um daquclles inventos de grande J Vclludilho de cores, covado
utildade para a industria, pois nao s econorai- Velbutina decores, covado
sa o carvo e terapo, mas se consegue cm doler- Pulseiras de velludo pretas e de co-
minado espaco de lempo engommar o triplo do ..r08^0 pa^
que se obtem com um ferro coramura : com 60 "T dC,Seda !dem ,de
rs. de carvo engomma-se um dia inleiro, s nc- Lm ?TT T^0 ** '0 de
cessita irrapar o ferro quando se principia a opc-1 T* bo^adas, lisas para senhoras,
raco, o qual conserva sempre o grao de calor! JJ? ",CnI"0S d todas as ^ua-
que scpretenda, para o que lem um registro ; o' r', "1 ^ n j
seu peso csl graduado para, sem esforco, poder COlCC erSUra de ^
ser manipulado a vonlade do mais dbil Iraba-
lhaJor. lera mais um apparelho que obsta a que lS d* ^fl .muito f,n0S u
o calor do ferro possa prejudicar a quera cora f"-03 df Seda r6xa P Sfinh,>ra
Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
ellos Irabalha. Acham-se venda nos seguin-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,cslabelc-
cimento do Sr. Jos Alvcs Barbosa ; ra da Ca-
deia do Recife n. 44. idem do Sr. Thomaz Fcr-
nandes daCunhj ; ra da Madre de Dos n. 7,
idem dos Srs. Fonseca dr Martins ; ra do Crespo
n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azcvedo ;
ra da Penha n. 16. idem dos Srs. Tinto de Souza
Bairo ; rui do Cabug n. 1 B, na aguia do
ouro ; ra Nova n. 20, estabelecimento do Sr.
Antonio Duarte Carneiro Viaona ; ra do Impe-
rador n. 20, idem do Sr. Guimares & Oliveira ;
ruado Qyeimado n. 14, idera do Sr. Jos Rodri
Sapatinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinelas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Tafct rxo, covado
Selim prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
covado
Selim liso de todas as cores, covado
Chitas francezas claras o escuras, co-
vado a 260 e
Cassas francezas do cores, vari a 500 c
guesFerrcira ; ra Dircila n. 72. idem do S "" Tr, ""V" a E
JosSoares Pinto Corrcia : aivS. i ^ o0 a le gorgurao pretos
Tugio no cii Ti d ) correnle, d i rasa
assignado. o escravo de n une
fillio do si rto do Mochlo, cora
guintes : cor preta, den!, s lii lados,
dos da m i direila ah ja los '. um i i....., j
padari, o qal julga se ter !
panhia uma pn la es ras a ;
senta t ; 2! a !' ann
sua roupa; roga-se, porlanl ,
policiaes c capilies de campo a captura
escravo, c que ti letcra ao seu senli .
Pescad iros us. 1 e 3, quu .- ri.....,
neutros mente.
ioSo Saci lo de T. i.
Fugio no
crioula, de estatura balsa, el
apalhelados, lala cuita, t, n
gramil s de i idas no l.
dina, foi esrrava do Sr. lianoel
ro Leal, e f. compra la no '
lides da cidade,
ifi*n. il''" em "'sama casa.a Ululo de fi rra con i
, ...! 11UCIU Pfgar e levar a seu senh(.
la n. Sisera recompensado.
Fugio do lugar Boa Viagem.i
1 do corrente, a cscrava Aun. ,
la f:i!,, baixa.clhi s pequeos,r< |
ta ler 40 anuos de idade, conduz.i
guraa roupa de seu uso, inclush
panno da Cosa, fui cscrava lia
mezes do Ufa. Sr. Dr. Buarquc "
retb, morador em Sanio Antao,
consla ter ella um ilho : quem .
prehender ou der noticia a seu u
Jos Pinto MagnlhSe, no Recife, ]
do Paraizo, coclieira n. 10, lera'
icado.
Continua a estar fugi
lubro do anno prximo passado, o esrra' ".
theus [que se intitula Matliias d
la, representa ler 50 anuos de idade,
de denles na frente e os dedos
este prelo foi escravo dos herdriros de Jo
ci' Teixeira Cavalcanli, que leen olaria i
medio, e sendo levado praca por i
contra os mesmos, foi arrematado por J
da Silva Lopes em junho e 1659, ci
o mesrao prelo se acha cm uma rasa Ira I
do oceulto, pelo que protesta o anminrianle
com lodo o rigor da le contra quem liv. r i
lo o seu escravo, c cobrar-lhe i 9 lias de s< .
roga-se, porlanto, a lodas as aul
ciaesecapitaes decampo a captura d 1
nado prelo. mandando leva-lo & padaria di :.-
dr & Narciso, as Cinco Ponas, d'onde -
sentn, ou casa de seu senhor
ra Lopes, na Irav ssa da Madre de I'.' s, 1
cite n. l\ que gratificar generosamente.
Molequc Fgido.
i 00,JO0O de gratificado.
Roga-se aos capitaea de campos', e a t -
qualquer autoridade a appieheasio de um 1
que de nome Manoel, crioulo, idade 1 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da r.
abaixo assignado no dia 30 de outubro d cor-
rente anno, levando calja de cor, eamii
chapeo de palha oleado e o maior signal soffret
de asihina e a pouco esleve doenie de l.e\
desconfia-se que esteja acoita.lo por algum
lalhao, que se queira aproveilar de sua 1.
idade pra o seduzir, desde j protela o 1
abaixo assignado de cahir sobre dilo bnpio com
todo o rigor da Iei, e graiilica da ma-.eira m
oqutlla que llie der noticia cerla, e
despega que se fizer cora o mesmo moleque para
se effecluar dila aprehenso, levando ra N<
n. 21. Francisco Jos Germano.
Fugio no'dia 7 de novembro do anno
zimo passado o escravo Felippe.de n.i ..
gola, de idade 45 a 50 annos, con, os'
seguintes : um tanto baixo do corpo, cor fula
testa carregada, olhos pequeos, cara Luga. B
barba, falla lina e a voz scmpre baixa, .
larga, com alguns cabellos beticos pelos i
parecendo ser muito mancinho, porm n
velhaco e melliao a curador decmposlurias, de
bom corpo, pernas um Ionio linas, n gando o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio
tiago Pereira da Costa, propii.'.ario 0o
Providencia, na freguezia de Agua Pula que
32/; o pegar on disser onde de cerl csl aeri
J640 rcconipcnsado. \
9
19000
9320
1200
5*700
2:oo(i
laooo

9
SjOOO
2500
y
25000
1>000
S500
1S600
9
Jos Soares Pinto Correia ; ra da Traa n. 28,
idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhacs ; ra'
da Praia n. 46, idera do Sr. Pedro Jos da Cosa
Castello Branco ; ra do Livranicnto n. 36, idem
do Sr. Joo Antonio de Macedo; ra da Santa
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
na ruadalmocralriz, idem dos abaixo assignados
Raymundo Carlos Leile & Irmo.
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
collcles, calcas de muilas qualidades
de fazendas
Belogios c obras de ouro
Corles de casemira de cores de 5$ a
1S000
3
_ft
12&0Q0
100#000
de gratificacao a quem capturar o cabra Manoel
Candido, que lalvez Irale-se boje por Flor ou
beija-llor, fgido desde agosto de I-.j., d,. dad*
20 anuos, alto, boa estatura, cabellos crespos,
um olbo varado e grande cicatriz do sesmo iado
do rosto, 2 denles lirados na fenle, costana an-
dar elogiando que faz adjunto, sondo condozido
a ra do Collegio n. 1C, ou enaeabo Tatpe do
Iguarass.


()
DIARIO DE PERNAMBCO. QUARTA FEIRA 15 DE FEVEREIR DE 1860.
Lilleratura.
A. nio dodiabo.
I
N'uma cnfadonha larde do mez de ulho, a at-
mosphera carregra-se do nuvcris acin/.enladas ;
seguiam estas to baixo a sua niarclia vagarosa
que tocaran na ramada dftS nrvores, cuja folha-'
gem oscilara sem que a mais leve riracaoa im-
pel.-- i)b ve/, om quando ouvia-se uai .ruido P''*il-s r)gilias.
pura
dai-me todas suas dores, eu as sollrerri
que elle tenha um momento de ropouzo.
Mcu irruao meo Richard, que qiieres ?
Se o meu snngue podesses nllivia-lo Nu le
desesperes, Richard ; iinpossivcl que Dtos nao
tenha piedade de nos.
Wilhem, disse Richard, onde est minha
mulher?
Obriguei-a descancar um ponco. A po-
bre da tua mulher tcm os olhos inflammados
K tu', inoii Wilhem, lu'lambem deves es-
lar bem [aligado.
E Richard esforoou-sc para abafjr um
grito.
Dos nao me ouvir ; disio Wilhem : os
grilos de dr doslo infeliz, eos lamentos da uii-
nha alma nao chegarSe al elle No posso re-
sislir mais, ncm posso sofl'rer. Que hei de ima-
ginar ? Tenho foito ardor cilios na egreja ; to-
dos os das se diz missa porsua intenoo. Os
mdicos, de do/.legoas cm volta, teem v'indo v-
siia-lode ha ires semanas que ellecsia decana
surdo e longinquo.precedido de perlo por um rc-
luroluiilariamenlc subraoltiilos ao rospeilo e
ospcclattva que a tempestade qiiando vai ro-
bentor o a toda a naluroza, tres homens, rocha-
dos n'um qirarlo, conrersavam ein roz bnixa. Em
do com e dos elementos, o hornera,
lo e desavisado, o como a enanca que, re-
celando a colora do pedagogo, busca refugio alraz
do banco da escolo.
Queridos senhores, dzia um dos Iros, a
queni as feicoes abatidas o a voz fiara indicavam
desgosto profundo c rigilias prolongadas, os sc-sen' um "slante de
nhoros sao a minha ultima esperanoa. Tildo ^eos soja nosso pao '
quanlu os cutros mdicos fi/.eran al boje s i
tcm servido pira augmentar os sofTriraenlos do I
nieu pobre irmo, o todava nao lenho poupado]
solicitude nern dinheiro ; j vend ludo quanto
possuia para satisfazer medicina e s boticas, e !
tenho-o foito da melhor vontade, porque se mcu !
infeliz irmao surcumbe, como parece mais ccrlo,
o mea desgosto maiorser o do ver-me obligado1
sobreviver-lhe para Iho alimentar a mulherc o I
lilho, poique dentro era pouco ella vai ser mao.'
Deixo-os sos, meus senhores, cora a excclleote
garrafa do akirschenxrasser. Vollo para junto do j
roeu irmo, sabor so preciso do alguma cousa ;'
conferoDciem no modo de salra-lo ; o pouco que
me resta ser dos senhores, e sens nomes eslarao I
constantemente as minhas orneos em quanto'
os meus labios possam mover-so, asminhas mos
juntar-so, e os nicus olhos erguerera-se para o
co.
Ouadoos dous mdicos licaram sos, poteram-
se conversar e foram despejando a garrafa de
kirschenxrasscr.
Esta scena passara-se ha rincoenta anuos,
n'uma casa de pescador as margens do Rheno,
nao distante das minas do castello d'EInenfels, |
no sitio ondo o Kheno, comprimido e forondo I
pelos cachopos accumulados,despenhn a torrente
coro violencia tal que a faz saltare espumar, em
quanto maisao longo se voso roa,o lmpida,desen- :
volvenlo asnzuas por enlre duas praias frescas e
floreteadas. Periodo castello d'EInenfels, osos-
os produzidos por fragmentos de rocha, que
o rio sacode sem poder arredo-los, formam um
moinho que os barqueirosuo pnssnmsem so
euremmendarcm Dos o suo Mac Mara San-
lissima, e aonie muitos tcm morrido
o senhor, disse um dos mdicos, acredita
que lenho excessro trabalho em haver dinheiro
Jos meus doenles, o que o meio nico de em-
bolsar-me com o produelo das suaa ler-i
Islo 5s retes pode sor bom, e eu tenho oe-
casioes don adiar magnifico.
Pude ser : masdesgracadamente para mim !
tenho quziliajjaos malditos rthateiro*. e cumu- l'''' Wabetecer em .Mi vence, so veio .i ser rico,
lo de infortunio bu que a colheita do ultimo an- qnando so deu ao diabo na encruzilhada da lio-
no corresse abundnnlissima, de forma que rocebi
>onliara que o uuibo o sumir as eiitranlias Ja
Ierra.
Pastada urna semana, Richard retomou as suis
fadigas ordinarias. A felicidode o a doce paz
rcapparecoram na cabana da pescador. 0 proprio
Wilhem que, durante algum lempo, so npreseu-
lra carrancudo e taciturno,' outra vez so mostra-
ra alegre o saliste i (o ; s o menor incidente que
podesse recordar-lhe aquella noite funesta o tor-
nava cabisbaixo Ojsilenrioso por alguns dias, ea
sua imaginaran encontrara a e,da momento pro-
lexlos para invendris terrores. So elle livesso
assassinadb. mil. homcus com a mo dircila, e in-
cendiado urna aldea, lalvez considorasse estes
fados como accidentes vulgares; mas se por aca-
so quebrara una vosillia que segurara com a
mao esquerda, parorin-llie quo o diabo usara
desln mao tomo se fura j propiiodade sua. Jun-
lai a islo que o desaso ordinario da oiiio esquer-
da era anda mais augmentado pola repugnancia
que Wilhem linha em servir-so dclla, e porque
elle nao pegara com esta mao cm cousa alguma
que nao lirosse a infelicidade dn a quebrar ou
njoolliuu pata
as torcas Dio. fallnssem. Wilneui
implorar o auxilio do Dos.
No dia seguinte, quando Richard foi pesca
achou o cadver mutilado de seu irmao suspen-
so entro dous agudos penhasros.
AtFOXso K.tnn.
repouso. E' possirel que ; doixa-la eahr.
,...,, Aos domingos quando a para a egreja, liuhao
E como Richard continuasse a gemer. W ilhem cuidado de esconder a
parecen aeronimeltido de sbita idea.
Espera, meu Richard, disse elle, espora
tima hora somonte, ese eu nao trouxer um re-
medio para as las dores, mato-le e a la mu-
lher, o depois inalar-me-hei, porque desse modo
soflrer muilo ; espera.
Wilhem apertou a mao fra de Richard, csuhio
aprassado.
<> vento era rijo e os relmpagos continuavam
soleando os ospassos por intervallos.
Wilhem sallou para o barco, e inctteu-o na
correle. I'assamio junto dn (cora de Binger,
o redemoiiiho lao perigoso,do qual j fallamos,ia,
segundo o habito, fazer nina breve oraeo, em
quanto o vento eucapellnrn as ondas mais do que
o cnsturoe, o os seus assobios, o claro dos re-
lmpagos eo fulgor dos raios queso pailian das
nuvens, levavara alma um tenor mystieo ; po-
rra
era i1
dita esgolido o calix das amarguras.
E pora que rogaroi eu a Dos, reflexi ^nou
Wilhem, a Dos, que nao mitiga os soffrimcnios
de meu irmao .' Dos nu me
\ Virgen* "Ve^ra.
loando fordes a Chai Ires, ou, anlCS, quando
pnssardes por esta eidado, depois de lerdestra-
vessndo as vastas o montonas planicies da Be-
auce, aibnr-vos-liois, para vos recrear a imagi-
naen, un frente de quero ros annuncio que ten-
dos (jiie esperar pelo menos tres horas o vehcu-
lo que deve succeder oo que ros conduziu de
l'aris.
Se, no meio do ogasloment que necessaria-
mente vos dar o Mu anauncio d'i director da
inala-posla, esle ros mostrar por cim das arvo-
ros do passeio as duas torres da egreja,dou-
ros os parabens.
Dispenso-me de fazer-vosa descripcao do edi-
ficio.
So, apezar da farinosa architcelura da ralhe-
dral de^Chartrcs.apezarda extensio da sua nave,
ella a'mais reneravel das egrejas, nunca vi
outra lo choia de recolbiineulu
que a malassi: o reunisse ao quemio lilho. I.lla
fui, porm, inlcrroinpida em suas preces pelo
movimento que baria no templo. Adornavsm-
so brilhantementc todos os altares, e entre elles
sobresaia o da Virgem.
Eslava chegado o dia da Assumpr;o, anniver-
sario daquelle em que a joren perder o Blho.
Agradeceu Virgem, pensando que doria mor-
rer'nosso dia, e foi ajoelhar-se alfaslaih, depois
do cubrir o rosto rom o epesso vdj de vinra,
Recotiheccram-n'a olgumas pessoas, e uaoou-
sar .1:1 lurbar-ihc o piedoso rerolhimcnto. Con-
versavam boixinho na sua dsgraea, e, segundo
ro publica, aecusaram os prenles do marido
de lereni foito desappareeer o lilho com o finj de
se apodt rarem da sua fortuna.
A ceremonia comec,ou.
A m5o ni ira : com satisfaco indizivol
sentia-so des/alleccr medida quo a ceremonia
progredia.
a raga lamentosa que vinha expirar e morrer a
seos ps.
Alcancarom deste modo a abertura de um
gruta onde ente algum humano penetim sem
duvida desde o lempo em que Carlbago eeenca-
deara os Bereberes da Pentalope, os eaqa i
Numidas e os Mouros fernzos contra a drai
rada Iberia Urna moila de giosleiras bra\ las Ib. .
vedara a entrada ; fetos nados lcatifavaai com
sua vegetao luiurante. O des
barbas grisalhas rompeu por entra i
los, o segoido de seu CMnpanhciro, parou i .
meio da gruta, sobre cujas paredes deixou COTT< I
i largo lempo a vista.
Kis-oqui o alcarnr que os de
i rara ao herdero de um dos nomes mait Hvalrvs
I Roma disse n relho. Ai de mita lthod
i sus, do principe dos oradores, do atid
tticio que contara seus clientes por mill.ar.-.
ciiea o recolbiineuto e do mysti-
cismo.
O edificio, quasi lodo cm arrendados, c nota-| **,"*]* "aquello instante pn
vol pelo numero, belleza e brilbanlismo da vi-
mo esquerda na algibei-
ra da veslin, e, rara voz, ajoelhado no cruzeiro, se
esquecia de chorar e de suppliear perdo a Dos.
Ninguem comproheudia tal exc.essode piedade, o
Wilhom usara nao responder a nenhuma pergun-
la que se Ihe fazia. Urna noilo de tempestado
impedia-o de adormecer, e cntao passara-a a re- san8' 1"'!;I3 P3co>ptura que cercam a nave,
snr; nunca mais se alrereu a passir a cova de 5 se" Pv"elo de mosaico, cujas sinuosida-
Bingen, que elle franqueara duas retes invocan- lll'rmli"p'>' s liis, quo repelidas rezos as
do o diabo. C8,cam brunem fon anlosensebam) dar boa con.
Richard e sua mulher, queja era mi, nquio- \n dl! Sl,a3 pr'uessas ou pergrno?oes de muitas
laram-se da siluacao de Wilhem, e em certas oe- ie8M> s''"' sal'!r d;1 egreja, cora o que ganham
C0S6es censuravnm-n'o brandainente. I m' n"mro9a9 indulgencias.
Estas proras de afleicao lovavam o socego ao I M,:|S ,d0 'l"e. PrcU',""> fallar-ros hoje, de um
canto da enroja olido perpetuamente ardem cirios
por
, nao eocontra ms habitacocsdos homens ond'- r
A procissao fez-so como de costme e parqu p,1 deironle da cnpella da Virgem. O orgSo encina coitar-se
o templo de celeste harmona ; o incens e as! Que'importa, Diocles, que importa '
llores cobrtam o solo da egreja. j pot,de.. o mancebo, com tanto que posM I
Honro um momento de silencio, durante o vmgar meu pai, e oOerecer seus mam
qn-il apenas seouria o solugar da viuva. Icrilicio cruento.
Oh '. Marcos
Todos os odiares se rollaran) para ella. A que Rem, meu lilho, bem.
n anuo antes se vira lao feliz e tan bella, echa- nao degenerasles da v'irtude de leus anli
da, andrajosa o mo- dos, recorda-to lodos os dias e a lodos os ,
les do nosso presado mesira, da hmIIs ajan
no meio do silencio, elevou-se,
espritu do Wilhem, o qual litara tranquillo e
feliz at o momento em quo novo accidente Iho
recordara a noite funesta em que se dera ao diabo.
III
bonziJos ante urnaSeiihra negra,ricamente ros-
tida c esplendente de pedrarias. Dao-lhe o li-
me de Nossa Senhora dos Milagros, c rada um
dos ornamentos que a enfeitam a oblaco d->
fazia a cnn
ido pe]' s
ribunda.
De repente
pura o suave como a voz dos anjos, una voz que
Soltou :
Regina cocli. botare, alleluia,
c Quia quero mcrusti portare, alleluia,
Resurrcxit, sicul dixit, alleluia.
A mao desm.iiou. O liis ajoelliaram choran-!
do, porque o anjo que soltara o canto, era o pe-
quena Joo, quo eslava no mesmo lugar, vestido o com voz que os solucos embargaram
do branro.com o longos e luiros cabellos cabidos Horror '. horroi '. murmarou elle,
pelas costas, o prendidos apenas por urna especie lia um homem, acreaecneou B
de lesleirade seda azul. [queroos dcoses eonllarara a misaao de i \
arrnstou-se at Joao, e Roma dos assassinos que a deshouram.
velln na infancia, que
gloria de minha velhice,
lites de Marius da casa onde e esconder, es
Irangulado na ra como um animal iaaai
arrslado pelo Forum e precipitado no i .
Leraram sua rabera aotyranao, e o algoi m
iasulla-la no meio dosregosijos de um Festn
o moco Crassus escondeu rosto entn
..-, ,v...................u......,.v. ...jo., H- -----.........- i .v ..............o .. ...,..._..^ ,., Como pode, a riura ........,...,....... ,, ..
ello baria chegado ao desespero, no ponto Wiliiem Coi forido por um sentimenlo que so reconhecimento dos que tem implorado o seu va- abraeando-o coro frenes, mostrara recelo de que vencedor de Mithridates, corre, dizaa, do O
lioso ponsa tudo aiVroniar. porque se acre- ""-' apoderou do roraco, e portanto o distra-. liosissimo patronato. Ih'o vessera arrebatar outra rez. '' Jora meu lilho, petos in mes de lea
ouve, e nao e
dille que eu espero : o que Elle noquercon-
ce.Ier-ine, vou pedi-lo no diabo; o diabo s
que cu invoco, visto que Dos me abandona.
Nesio momento, um relmpago brilhou, o raio jsaiistcilo, porque era
dospodo-se rom um ruido horrirel por cima da sua completa felioidadc.
sua cabeca ; como a nurom eslava prximo, el-
le aciodilou um instante que Dos o ia punir po-
lis suas blasphemiis, nas o barco de Wilhem
passou por entre os escolh is a pozar da cscurido
o do ron |o.
E para quo onviria Dos as nossas blasphc-
raias, rontimiouelle, se nao ouve as preces? O
diabo d^ bom auxilio ; inrocnido-o passei a
Ringorbieh, ondo lanos oulros morrom im-
plorando a prutoeeode Dos.
E seguindu o curso da agu :
hio dosieus mclaiicholicos o terrreispensamen-1 Muitos sculos atrat hara em Charlres urna
os. viuva anda joven e bellssima, que, rejetaudo
Knamnrra-se de una rapariga sympathica e | todas as olleras de segundo casamento, consa-
grara o resto de' seus bous anuos a um lilho que
Ihe era como parte da alma.
bella ; dado inleirameute' a seu amor, Wilhem
nao se lembrou mais do diabo ; a sua idea nica
era a lormosa Clara.
Richard e sua mulher alegravam-se pelo ver
salisfeo. porque ora ludo o que faltara para a
Na vspero do casamento, Wilhem o Clara fo-
ram a3sentar-so sombra dos salgenos que
guarneiiam o praia ; o sol descia no horizonte
enlre nuvens opacas, o seus raios Ibes formavam
linda franjado ouro o purpura.
A osla hora de silencio e do rccolhimonto, os
dous amantes fallaram do futuro, e olbavam-se;
o sitio e a hora daw.m aos seus pcnsamcutqs, s
suas palanas, e aos seus olhaies, alguma cousa
de solemne o sagrado.
.Meu Wilhem, di/.ia Clara rom a sua melli-
II
17 bem notorio no paiz que Ilenrv, quo se
lina voz, 6 necessario que tedeixe
A nutureza e os seus cuidados flzeram deste
lilho o objeclo da inreja de todas as mos o do
orgulho da joven viuva ; com Clfe'O, era bonito
e gentil, de. physioiiomia nobre o doce conso-
nantemente, e pelo lodo augurara-se-lhe a mais
feliz ndole.
Entre oulros favores, fora dotado com a voz a
mais puro c mais anglica que se lem ourido;!
e como suj ine o applicasse nicamente mu-
sica sagrada, cujas palanas s respiravam imma-
culido o sacrosanto amor filial, e nao passavam
alm do alcance da sua inlelligencia pueril, ello
dar ao canto tontissima expresso natural que'
i por rezos arrancara lagrimas a alguns amigos que
conservara a boa da viuva.
tanto viuho que nao o podeiei beber em toda a
vida.
Nao obstante, querido collcgi, l-lo visto,
j? vezes, despejar solfrivel numero de garrafas, o
pe felameiite resignado.
Nao pretendo ser mais contrario ao viiihoj
doque deves-lo um boro Alleroao, porm a co-
Iheita to anuo passado f.j lio abundante, que
n nguem quer fazer Iransaccoes desla espe-
cie.
Foi o acaso feliz que o levou fallar
raco, querido collega; carcho de vinho, e
d os fcilmente chegar um accordu para
eif.-.-iu.ir a Iransaceo. t'allou-me lia lempos,
do desojo que liui.i de possur um carallo maii-
s i o robusto juntamente, lislou resolvido des-
fozer-me do meu cavallo baio. E1 uro luxo quo
ainiuQa fortuna nao permille, ter dous ca II -
na cavallari: i.
Conrem-rae asss o negocio, (jue dado
tcm o seu cavallo '.'
iei.i sote anuos.
Responde-me peia mansdao dello, colle-
ga ; sabe quo nao sou cavallcro, e nao querer
si 11 ;r-s(^ deste meio para alcancor a muha clien-
tela.
Cbnsiolo que muha n meus Il'.hos
moni.m o cavallo ; epoitanto, pode licar des-
caucado.
Pelo seu caralio darei duas pipas de vi-
nb i.
Aceito, com laqto quo soja bom o vi-
nho,
Do melhor que possa beber-so. J se sa-
be, nao sendo manhoso.
Rematemos a lran*ac$o bebendo um copo >
desle delicioso krschenwasse
.Nao se fallou se o collega doria o sellim c
os an eios
Isso negocio parle; eulretanto joga-los-
hia as carias conlra urna garrafa de kirscheo-
n -r, se o collcga cutendesse que vaha a
pona.
Docoilo valia 1.' para sentir que uo te-i
hamos carias aqu.
.'. -le momento entrn Wilhem.
Vinha mais proslrado do que quando sahira.
Meus senhores, disse Wilhem, meu pobre
irmo soffre cada vez mais ; digam-me, por fa- l
m que accordaram para o aliiviar de seus
paderimentos.
resta. Soi que muitos eslao incrdulos, o sus-
leutam quea oda que chamasseroos o diabo du-
rante cem nuiles seguidas em todas as encruzi-
IhiJas.lo lo las as florestas, ello nos nao ouviria.
Comtudo, nao motivo para nao acreditar as
cousas porque se nao comprehendem ; ciemos
no sol, o ninguem o enlen lo ; porm um cr-
nie reolcrin i-nos ao diabo, e eu Irenio idea
de quo hei de perlencer-lhe, quando pens no
que teem dil i d 13 penas d i inferno. !'. meu ir-
mao, meu infeliz irmo, quo, quando, eu era pu-
desle queno, trabalnara para me
momento elle soffre, e grits :
lo porqualquer proco quo sej e depois o To-
do Poderoso lera piedade de mim, rendo a cau-
sa que me demore !
One horrivM tempestado proseguio
ihern de.pois do pequea pausa,seria una
rcrlenciado co ? Acaso oceupar-se-ha d>'
0 co, que dexa soffrer o melhor dos
mona'!
Neste momento abordara praia. Amarrou o
seu barco aoa ramos do um relho silgueiro:
Chogo ao sitio ; bastantes rezos m'o tcni
11 lirado.
A clardade dos relmpagos penctrou na flores-
la, e, depi.is do nitritos rodeios, chegou a uro
ponto 'ou b- partiam Ircscaniinhos.
!'.' aqu, murnioio'i Wilhem.
E apoiou-sea urna arrore.
Os cabellos orgucram-se-lhc na cabeca; os
msculos flrarani-lhe horrirelmente contrahi-
dos.
O vento que se eutranhara as arrores, o os
relmpagos que laucaran! de re em quando urna
1 u/azulada, augmeutaram o sen terror.
Procurou recordar-so da formula que Ihe li-
i nliam ensillado, c dn qual se bario, di/.em, serri-
meu pai es- ; Chegou o mez de agosto, e o hispo de Char-
lar inquieto ; nao vs as nuvens no horizonte lies em pessoa veio solicitar da joren viuva a
.iccumul.iiido-se em vapores negros, as aguas ogi- lieeooa para que seu lilho canlas.-e no din da
larom-se sem que rentoje, as lolhas Iremerem, maiof fcatada Virgem. A idade, a caridura, o a
as aveznhas lugirem? I'.st prxima a tempes- belleza da ligum|delle, a dOQura e a sanlilidedo
lado ; lalvez chegue amanilla. seu natural, a suave pureza da voz, davam-lhe
Profurindo laes patarras, Clara lirou do dedo Unta semelhanca com os anjos, que a homena-
uma pequea argoiade prata. gem desla creanca havia de .ser agradarcl Mae
Toma l. disse-lhe ella, c a argola de mi- de Christo, e commoreria ao mesmo lempo todas
Os meninos do cOro lancaram sobro a inae c o
fllliu nuvens de folhasde rosas.
n i meio do auditorio, o hispo, applicando
rima as patarras du hymn i Virgem, pronun-
cioucom roz nobro a ooageslosa :
........Rojouis-loi,
Car eelui que lu as port dauslon seiu
a \. _ n orgo sol ii i novo as suas harmonas, <
jamis lao numerosa assumbla orou com uneco
o le tamanhas.
loau refeiiu o seu arrebalaiuento como um so-
nhn, do qual conservara pequea recorlaeao.
Lenibrava-sc uno-a:,. que urna mulher,
mais fuimos i que sua me,aind i que o rosto fus-
so prelo, o alimentara com uro ne< i ir dclirio-
sssmo ; o de que asna roz se unir a cunccrlos
mais li irmnniosos que os da le n.
I', levantada a lagoa d'onde Joo baria desap-
parecdo, foi eucoutrada a \ irgcra negra.
( Ai.piionse i\\nu. I
A SC
\\i-
ad-
Ili'lS,
ho-
do Heniy o Rico.
Chegcda a occasio de
Depois :
nha miii; ser o nieuantiel de casamento ; dar-
m'o-bas amauba, porm usa dello o resto do dia
o toda a noite.
Wilhem deu um beijo na fronte de Clara, e,
por habito, eslendeu a mao dircila para que a jo-
^en Ihe passasse o annel ao dedo.
Nao, nao, Wilhem, acudi ella, d-mo a
mentar ne'sto mao esquerda, c a do coraeo, aquella onde se
necessario salva-i justa o annel de casamento.
Wilhem eslremeccu, e relirou a mo quo a jo-
ven attrahia para si.
Nao, nao, exelamou Wilhem, nao quero;
nem posso dar-te esta mo, em lime do co !
porque nao me pertenec.
Assustas-me, Wiihe
saliarem das rbitas!
Wilhem deitou a fugir, e corra como um
louco.
E elle passou junio de Richard.
A que vais? pcrguntou-!he Richard ; corres
como se o diabo te lerasso.
E quero lo disse que o diabo me lerara?
rctrucon Wilhem.
Clara, minila, enlrou em cosa do seu pai, de-
pois foi procurar Richard o sua mulher; a jo-
ven narrou o que se havia passado..
Tolos tres se perderm cm conjeeluras.
Wilhem nao veio ceiar; o a ceia devora sor
ippolilosn, porque era o anniversano do restabe-
lecimeiito de Richard.
Quando estove lora das vistas de Clara e de seu
irmo, Wilhem parou :
Nao, nao I disse elle, nopaililhar da mi-
nha surte; Clara nao ser a mulher de um ho-
mem que se venden oo diabo.
V. desalou a chorar pensando na felicidade
pronuncia la, hestou.
ascreancas c todas as mus que assisltsscm a so-
lemne ceremonia.
No dia da Assutnpco, a mae, que, desde que
morrera o marido, so Uvera occasij de chorar e
vestir lulo, e por tanto fu^ira-lhe o desojo do
prazer, encontrn a garridice da mulher joven
pora enfeilar o lilho.
Coro effeto, assim que a procissao, aos sons
nobremente religiosos do orgo que onchiam o
templo, parou ante o altar de .Mario, os meninos
do coro deixaram por um momento de tancar llo-
ros, e no meio da mullidlo dos rapaz.es da sua
dade, o pequeo Joo avancou, vestido com t-
nica branca, com os longose louros cabellos e.i-
m, os leus olhos parece hindo-llte as costas, e prendidos apenas por urna
como tesleira de sedo azul.
Joo boijou respetosamente o chao do aliar, e
depois ergue para a Virgem os lindos olhos radi-
antes de ternura.
Em toda a egreja nao so ouvia respirar, todos
eslavam opprroidos, o Jlo, eom voz pura, ex-
pressiva, u lal como se nos affigura sera dos an-
jos, cantou :
s Regina rasli, Icelare, alleluia,
Quia quero meruist portare, alleluia, etc.
A joren nuva, sua mo, chorara de felici-
dade.
Uando chegou ao fim do hymno Guadere el
bolero, O virgo Maria os meninos do coro lan-
caram sobre ello as folhas das rosas que resta-
ran nos seus cabazes de prata, e Joo achou-se
envolvido n'uma uuvem perfumada.
Mas quando a nuvein se dissipuu, junto ao al-
tar viam-so nicamente as llores.
Joo tuiha desapparecido.
nipregaram-se alguns esforcos, mas foi irn-
os
queperdia; depois currou os dous joelhos ni possivel eiicontio-lo. A viuva e seus amij
Animo! mais um momenlo que soffre mcu ara, e orou.
irmao ; elle alcaucar o que pudor.
E em alia voz, Wilhem iuvocou Ires vezes :
Senltor Diabo dou-vos agora o semprc a
minha mo esquerda, se restitus a sade a meu
irmo.
Depois anniquillado :
Acabo!
E elle cabio na erra hmida, e desalou em
chorar.
correram toda a cidade, as autoridades manda-
bramia, e os relmpagos ram-n'o procurar cm toda a partetudo, porm,
infructuosamente.
A infeliz viuva eseusoti-sc de receber visitas;
olla passava os das a rosar ao p do altjr d'on-
de vira desappareeer o lilho, e as noi'.es a cho-
rar eem pavorosos sonhos. quondo a fadiga Ihe
Mas a tempestado
brilhavam.
Wilhem recor lou-so d.i total noite; linha de-
corrido um anuo exactamente, dio por dia. Kn-
tao tresrariou ; pareca sentir na mo um calor
devorsnto; sallou para o barco, e mclleu-o na
c.orrenle.
Slclla c Danai.
i
na quo vamos descrerer passou-se no an-
uo do Roma 670i>, na noite de o para D do mar-
go. O rento de frica soprara com violencia
nessa parlo da costa da llespaiiha, onde a heroi-
ca Sagunto cahira poucosseoulos antes aos golpes
de Aunibal. Ncm urna estrella brlhara no co; a
plaga deserta, as rochas escarpadas que a domi-
naram, envolriam-se na escuridlo profunda. U
siroco bata rebraraindo na pona dos rochados,
e o mar, alteado pela tormenta, Ihe responda
com gomlos sinistros. Era una noite medonha;
o se por rozos as nuvens que corriam paro o nor-
te deixavam escapar alguns raios de sen boj o pre-
nho do tempestades, os seus paludos claros
mais serviam para augmentar o honor.
No enlanlo um ligeiro batel corra audazmente
ao longo da riba, ao impulso dos rentos desenca-
deados.
Dous homens o guarnecam. Era um delles
um atu-io, robusto anda, cuj fronte calva,
olliar severo, e palacra rpida e incesiva impu-
nlia respeilo. Cobria-sa com o manto dos philo-
is ; a barba coraprida e giisallia dcscia-lhe
ondeando al o peito. Seu rosto descorado, di-
urna puieza i\o trj.-os Incompararel, a nobre-
zade sua allituJe, a gravidade de seus : -
tos, traziam a memoria cssas liguras soberbas
da Academia e do Prtico que a pal hela do Ra-
phael to mararlliosamente relratou. Sentado a
popa diriga o lerae.
L'm mancebo de rinte a vinte e dous anuos,
delgado, mimoso, de urna singular elegancia de
formas, manobrara a nica rea da frgil embar-j
cacao. O gealil cavalleiro doria perleocer a al-
guma Ilustre familia de Roma ; era fcil adevi-
nh i-Io pelo tugo de seus olhos prelos, pelas azas
delgadas de son nariz aquilino, pelo sorriso des-i 0j[0^
denhoso quo encrespava de vez em quando a
commissura do seos labios. Tinha as mos bel- i
las como as mos de Polymnia. Anda que um
pouco franzinos, seus bracos dcscobertos pelas
curtas mangas de urna tnica de purpura lyria i
bordada de ouro, uo erar* desprovidos lauto de'
agilidade, como de rigor. Filas do la verde se
crusavam em muitos voltas era roda de suas per- '
as, eiara porder-se e:u urnas bolinas brancas
com fechos de ouro.
Os dous homens manobraran! com audacia e
Ion irmo, je leus amigos, de leus
iodos esses cadveres [uc j izem por g
pililos sobre alguma praia abandonada,
njunlar-tc a Scyfla cm seus an
grito de guerra, c que- fars pagar a [ai
ilpe por golpe, sangue por sangu
co por supplicio.
Eu o juro anda que o me i i I
mais |ut mn juramento, replicn larcas 1
Aprcssemo-nos agora, pioseg
e transportemos para aqu ludo quando ^
e deixou de tua immeusa fortuna, alguns i
dos, um poseo de alimento.
E- as no- is [.ara reconquistar <> n
plicou o impetuoso mancebo. u vers, Di
' > que dell is [ac.
Os dous destoi radi dii gil im-s
barcaoau e Irouxoram de i tres
gens, vestidos, pro -.- ..-. gros
cas i, ludo qu roto poderam obter |
stucia, de| hai iam di
Diocles escarou dopos o chai.....o ;
um gla lio, s pnlc rou na ar i um
|ue Irpuxcra escond lonas d
E o meu pccul d..--:
com um sorriso triste.
Mas este ouro perlence-te'
Sem duvid i.
Nao o quei >.
Crianca resnondeu D
Nao, p ir pie 6 injus : .-
pe 'i que lu juntaste cusa de las if
is e privagoes, dui
livi-ii o.
i)b os eos sao i-stemuiihas que
captiveiro me foi bom doce ; que foi, i i
cravo, porm o filio. ido de ti i
amigo de leu pai. c que tu mesa >, M -.
rclribuisles rom alfeioo illim la
: ira o eb. pieil
re eu deste ouro .' Eston vello., nao ti
-i a eiois.i alguma desle mundo seni i i
aos prazeres, nem as honras ; nao, a cous
Em seguid i, sem dizer nada, e quasi se
Senhor Wilhem, disse um dos dous ned- *"' 1;uil cro abalimento e a prostrac
cerrarnos olhos e aobrigava adormir. A nova destreza sin-alar. Em quanto o mais velho. com
Quando W ilhem se approximou da Itingor- entao va o lilho no ceu, cantando sobro rosis 0 olliar fixo'era frente, liie conserrara o rumo
loch receiav.i nao poder chegar floresta Nao nuvens e no iueo das harmonas dos anjos. dando fortes impulsos no lente, O outio deixava
\s desgracas cem urnas apoz outras com per- afrouxar ou enfuunr a vela, mudava as
mi .. Nem mesmo lberlad a i>.
oles levantan i > us olb is id i v lo i
meu pai est morto, minha mai, minha ira
- irmos deb n\o da t.rra .. 1.1-,
Seria um estrangeiroem minha pal
vesse a Jpiter que Ij turna.--'- a rollar.
O velho philosopho cabio aburrido era
contemplarlo.
E para cumulo de desventura,
elle, as proscripc
rain a familia adoptiva fue m h iri ia ;
le '-i'-S.
Os olhos do Diodos crar.iram-so sol
companheiro de exilio; aperlou-o I
em seos bi
O iva bem, Crassus, proseguio o am
de urna pausa, lis habitantes d. ste ;
nerosos, hospitaleiros, ni
aos seus amigos, mas Umbem lenas -
Tu nao Ihe lizesles mal. fllho ;
nhoa Grmeconriccio quelia
te protegerlo al se fr myster, *
teuosylo. Evita-os comludo ; lu s moco,
moso, emprega os meioa de prorcr tua
cia como o passare que roa nos
o animal selragem que espia sua ir. -
desladero das monlanhaa. Os d
ram aiulelllgencia ao homem, nao ao pan
elle aprenda a conhecer a verdade, a prati
virtude, a cultivar as artes, u .- tan .
de que possa, apezar de aei a mi
gil e forte dos animaos, procurar
necessarjos sua vid i.
eos, depois de termos examinado alternamente, '< procurar o seu barco. Passando a Ringerloch,
o remo que diriga com a mao esquerda despe-
daeou-se-lho contra um oscolho. Elle nao duvi-
>m pen- se atreven a implorar nem a Dos, nem ao diabo;
cao foi I,ei'go passou felizmente, mas nem por isso
' > i1aa.. .1.. .aulU. .. .. n*.l-. r.. 1 ,..,..-.. .......
e rom usluzes que podem dar-nos o sciencia e a
experiencia de longa pratica, decidimos que era
ssario fazer beber a seu irmao urna nfusao
de cochleara!
Na qual, accrcsccn'.ou ooulro, detar tres
gottas de ludano.
Aqu eslao o ludano ea cochleara.
Os senhores julgam que islo o alli-
viar .'
Sem duvida nenhuma.
Wilhem pagou nos mdicos nmadas, e opros-
sou-seem preparar a sua prescripcao, e fazo-la
tomar a seu irmo; o remedio nao produzio ne-
nhuro effeito, e Richard soltara agudos gritos.
Wilhem, desesperado, bata a cabeca contra as
paiedes.
Meu Dos '. exclamara elle, leude piedade
do meu pobre irmo, compodecei-ros de mim ;
nao me levis o meu bom e nico amigo, o que
lem partilhado da minha infancia, o que me lera
alimentado, educado, como o leria felo a pro-
pria mi. Meu Dos leude piedade do mcu
irmo, dai-me a melado de seus soH'rimenlos,
porque um homem s nao podo supporla-los; ou,
se 6 preciso anniquillnr urna pobre creaiura,
dou que o diabo nloaceitara o sua olTerla; Irc-
nieu, e apressOu-se em chegar casa.
Encontrn Richard adormecido.
Eis o que se havia passado :
Na sua perturbaclo, Wilhem ao sabir deixra
mal fechada a porla; o rento abrira-a com vio-'
lencia ; o ruido quo esta fazia, junto ao nr que i
Me vinho at cama, lornararo-se insupporta- :
veis a Richard; chamou, mas intilmente. Expe-1
rimentou levantar-so; a sua flaqueza era tal
que, rhegando porta, deixou-so cahir pesada- '
mente no chao; no mesmo instante vomitn I
sangue : o abresso, or gem de suas dores, linha ]
rebeiitado; depoissentio um desojo vehemente;
de adormecer; arrastou-se at coma,
em profundo somoo.
Quondo Wilhem vio o irmo adormecido:
Agora est curado meu irmo ; mas eu es-
loil dan.nado !
Elle passou o resto da noite sem dormir; de
manha, vencido pela fadiga, ceden no somno ;
depois, ievantou-se sobresaltado:
Meu Dos, leude piedade de ni i ni I
IHIII I I' II M'l!! IMI^.
deixou de acreditar que cada relmpago fosse
um raio enriado para o fulminar, que cada raga
deria engoli-lu antes de ter expiado um crime,
de que a suo loucura Ihe suggerra a idea.
Chcgando praia, agradeceu a Dos, e cm se
guidn caminhou com passo sacudido, como de
quera tem [obre, e percorreu as sinuosidades da
floresta al que encontrn a encruzilhada.
Ajoelhou, e implorou o auxilio de Dos.
U rento acoitara as arvorea, e abalara al
raiz os niois rigorosos carvalhos.
Wilhem despio a vesta, arregassou at ao co-
lovello as mangos da camisa, e gritou lies ve-
zes :
No enianio, se a [orne lacerar-1
sereranca egual que soguero as correles nos 'erTta"ra"sg"udo"s dreumsiaei""^ o7aprovei- J,? fr' d luremo ,e entorpe.
rios- ta.a o furor dos ventos.
A familia de seu marido, que nao havia con- Assim a velo/, barquuha, inclinada com reque-
senlido no casamento, reclamou judicialmente bro sobre a quilha, roara como um passaro mui-
os bens que Ihe pertenciam, o os quaess a niu- uho superlicio das aguas. Penda as vezes ao
va conservara na qunlidado de tutora do lilho. | lufo da venlinia, ouvia-se um suido ranger ao
longo de seu costado ; mas bem depressa eudirci-
tara-se, sncudiudo depois a vela hmida, galga-
va de vaga em raga, de abysmo em abysmo zum-
bando da colera insensata dos furaces.
Passada urna hora do viagera, o batel virn de
bordo, e desappareceu por urna garganta aborta
Ao cabo de longa demanda, a viuva licou arrui-
nada completamente.
A pobre senhora nao se imporlou com isso ; o
marido e o fllho liohom-lhe arrebatado o coracao
e alma, e ella estova j nscnsivel aos infortunios
da trra.
Viven, pois, miseravelmenle com o producto i no meio das pene.lias.
(Is riajantss desceran) a Ierra a pouea distan-
cia, i) mais anciao balen n'uma podra c tirou
Senhor Diabo 1 dci-te a minha nio esquer- suppliear, ao altar da Virgem, a sua iuterces- della fogo, a cojo claro o seu vulto imponente
mudulou na sombra com indisivel
da venda de algum as joias, que nao linham pn- i
dido levnr-lhe, e nao folln um dia siquerera ir
dn ; vonho Irazer-t'a ; loma-a l.
E terecira vez, pondo a mo esquerda sobre
c cabio um tronco decopado, deu uro golpe com a ma-
chadinha do barco, que havia trazido, e sepa-
rou-a do pulso; depois deitou .fugir, sustenta-
do peia violencia da febro, dexajdo junto da ar-
vore a machadinba e a mo.
Wilhem enlrou no barro ;a|abrc ora tal que
elle leve a forca de remar sogofndo a costa com
a nica mao que Ihe restara.'
Como estvesso porto da cova de Bingen, o
sao.
As joias venderam-se todas, o chegou o mo-
mento em que nao Ihe rostou meio algum de vi-
ver. A viuva recorren aos prenles do marido,
mas ncm um s a quiz attender.
se muduiou na sombra com indisivel rigor. No
mesmo instante a cliamma de um brandan bri-
lhou em suas mos, desprendendu as falseas ful-
gurantes as a/as da porcclla. A agun_tenebro-
: sa, a eslreta ni irgem da rea amarold que a bor-
Ficaram-lhe apenas os retratos do esposo e de dava, os rochedos pardacenlos, as mil plantas
Joo. Antes a riura quizera inorrer cem rezes, Irepadeirasonlaeadasem seus pincaros, resplau-
do quo desf izcr-se de lo estimareis prendas. deceram sbitamente : a luz so perdeu ao onge
Dois di; s passou sem comer. Ao lerceiro ar- na profundeza da enseada. relho deu o bra;o
irastou-se como pi)de. al egreja, c aos ps da j ao seu companheiro, e ambossegoiram pela sen-
Vi rgern, a viuva implorou-lhe com instancia I da aperlada, aberta entre os alcantis marinhos e
oh a minha aia !
Thereza eslava toda commoridn. Ia receber
as primeiras ordens. _
Sabe voce que muilo bonita ? disse-lhe a
baronez i.
Thereza rorou.
E que est muito bom vestida replicn
madama d'Qrfen.
A senhora baronoza tem alguma ordem a
dar-me ? pergunlou Thereza.
.t ro
Ella, que at enlao linha sido senhora de todas | Alguma ordem? responden a baronGza,
as suas acedes, que devera o seu pao ao seu Ira- r'- Ah sim, diga que me preparcm o carro.
ffOgjBMjTIM, n
O RIALHEIRO M THEREZA.
POil
CARLOS HUGO.
casa de madamaOde? Diz... quetn fez esta obra [cujas douos, em geral principaes inquilinos, su-| portando urna flgura de gc-sso, oca, om
prima ?
Thereza calavn-se. A barr/noza, toda so mi-
rando no ospclho, osperava semprc a resposla. hitar em casa de um chapelciro, que fornece cha-
balho, que s ole- locera 80 sen pac e a sua mo,
ia receber ordens de urna dcsconhecida, renun-
ciar ao sen trabalho lirre, sua miseria livre, s
suas caneos Thereza sen to, corando, que ia
abaler-s. Olhou tristemente para esso pedoco
de pao branco c amargo que Ihe offereciam, ms
Preparado o carro, a barnneza fez Thereza ir
com ella a um armazem o disse-lhe :
Compre !
O que, minha senhora ?
O que Ihe agradar !
Thereza, um lano inlerdila, comprou o quo
pensou em sua mace em seu pac, c so vio o De-",e agradou.
(I.o-o de pao bronco ; acceitou e puli levando o No ,|a seguinte a este modo singular do entrar
seu mealheirO. em fninees, a principal occupaeo de Thereza
ntra a sua espectnlivn, Thereza, sem perder | foi lol|\elle je madama d'Orfn. Era necessa-
rio que a aia aconsclhasse em ludo a ama. As-
Enlo '? pergunlou.
Posso dize-lo senhora,responden There-1 ou em casa de um cslalnjadoiro que faz o jon-
za, coni a condico de que uo o dii a ninguem. llar. Em casa de qual desses fornecedores niu-
Prometi. | rara Rodolpho ? Ignoramo-lo, e depois pouco
Pois fui eu. i importa nossa historia.
Tu exelamou a moca. E:s florista agora Em consequencia dessa falla de porteiro, Ro-
Anda nao, responden Thereza com singu-j dolpho nao linha ninguem para Ihe rarrer a ca-
lar accenlo de melancola ; mas esporo s-lo. Isa e tomaba o seu paiiido nao a varrendo.
!)ue uleia exelamou madama d'Qrfen. Don- Se urna bella desordena foi jamis efl'eilo
de te uasceu essa ambicio '? d'arlo, ora de corto na ulliciiio de Itcdolpho.
Thereza licou um momento silenciosa e aca-
[iio ha-
blocam os andares dispDreis. E' prosaico,mas I via um ramo de asphodelo. Era lila a parte
algumas vn/.es cornmodo. Assim podo-se ha- vasos de barro ou de louca, habitados por jacin-
tos ou iris. Tudo islo um tanto carunchosn,
pos, em casa de um s.ipnteiro que vende botas, um lano rochado, mas ludo perfumado. Na
bou por murmurar :
E o meu segredo.
III
A rnseira.
T.' bom raro quo no fundo do segredo de una
moga bonila nao luja utu lindo rapaz. .
Ora, na grande praca de Uruxollas, direilo
parede, nina lapeoaria antiquada, cheia do gn-
nald is o rasgos.
Em una al'-uvn no [un lo, nina rama li
islo urna laboa coberla com duas loallias i
modo de lenc'-s, e rodeada du dous le iones
modo de cortinas.
s ihro janellx, como se nao (ossetn bastantes
o jardim e os ramalhotes, urna jardineira fazia
lomar ar plaas raras. Essa jardineira, era a
Exceptuamos todava dessa censura ou desse I estufa du Rodolpho.
elogio o pequeo jardim do artista, que estara I A desordera 4a officina do joven pintor uo era
sempre tratado e rerdejante, como conrm bella s. era encantadora, liara alguma cousa
um jardim amado e cultivado por um pintor de de ver ladeirainenle original o de nittoresco nes-
II o ros, o Rodolpho era o jardineiro e o pintor sa miscelnea de cousas vellias e de cabaz de
do seu jardim. flores de que se compuoha a uiobilii de odol-
Imaginom dous canteros plantados de tulipas pho o que combinara o perfume do passado com
em marco, de lycios era abril, de rerreine em o do seu jardinzinho. O seu tapete do Smyrn i
ama o soccorro do pastor que uve -
meio dos campos sob seu ledo de col ai i, i
lao dirige-te sem receo ao larradoc <
Ierra,seguindo seosbois, umlrabalhoso sult-o. \-
lempestades s ifrequentos oeslas paragens; aqu
se costuma aecudir com solicitude
Porm esconde sobre ludo aos i.
uascimenio o o leu norae, por quanto m .
ciris teem de temeroso o desf
que unem os homens, tornando o
Ulhos da mesina eidado, mis anda oa i
I ma familia. Alera de que um proscripta
razoavelmeote exigir que se Ihe d
do a ruina o os suplicios ameaoam a|
, coosen lio nssocia-lo ao sen Ijr .'
Que os deoses le prolejara. mi .
centou o velho.
E eslendeu a CrasMS a no Irofflula
le despedida. Depois :
Quanto ao pequeo thesoaro que I
proseguio elle, e conveniente que neuhum
I quelles cuja protecro imploras, lenha |
ment de sua existencia. Acobija
iheira, lerabra-le disto, meu Uho. lilha -.
ro como um recurso de que nao insai I
mo senio em perico exlrcmo : se t.- for i
fugir, ou resbalara vida. | n(iih
fronte do algum muro velho, principalmeti
era meio coberto pelas parcelar.
Para que uina cousa I!,
sario que fosse secular o opheaaora, | tvesj
pelo menos com innos. ("i que coas )con t -im .1
aurora tresse de terminar o sol posto.
Nu leria Ocado mais lempo sai ni inte o
' Krande de .Nossa Senhora, do |M 1
eampainha. Dir-se-hia que Qaai
sido sou padriiiho e Tilauea sua 111 idriub 1,
Se fosse necessario escolhor, elle leria re
ciado de muilo melhor vonlade Gran: r
do que ao seu pequeo jardim. Kra mais
neiro que antiquario. Tinha gozos Je ar:
com as suas plantas. CotileiiipUrj-as, enloda-
va-as, tratara-as, rogara-as, e ronovava-Ol -
gundo a i'.-la;o. Ficna horas inteiraa
sidcrar-lhes a"forma, a cor c a folhag. 111. \
deiiava a p. seno pelo pince.
Seus ineios de existencia cons.siiam 0:11
ta sexagenaria de anea era b ;i leii 1 r.
essa secreta conciencia da decadencia profunda
I ira ella haria no estado de criada, acostil-
la casa do re o esquerda dessa mararilhns* i julho e do bem-mequeres em setembro : depois lodo gasto, mostrara o lio sob una nev cabida mandara lodoso- aunos mu pensaos ti
n< r 1 ____1!. .1! *_, .- .1_____ 1 1 .: 1..... *_ n ____ I) ,.l.. 1^1... ...I. .1 .(,..!._;.. .
mou-se mais depressa lo que pensara. A baro-
noza (1 ufen linha casado hava pouco lempo, o
linha tido o bello humor de urna moca, que se
e que entrara no inundo. Alem disso,
ordinaria.
casara.
casa da cmara, cujo perfil [az sebresahir a li- 1 entre os dous canteros, uro passeio troiado, dos cachos de lyrio branco : a sua jarra do Ja-
l, em todos os Iriuniphos da baronoza, hara o nha niagestosa da pTaca, no fundo de um jardn- dous grandes muros que dosapparociam, um sob pao, concertada com fio de ferro. Decollara a sua
gosio da grsetlo parisiense. Thereza todas as ziulio, Hondo como a pagina de um missal, e no ja murta, o o segundo, sob urna trepadeiro. om- cicatriz sob una peona, c o relogio parado, pa-
manhos doria combinar para as nuiles o Irium- fundo do segredodo TherOza, habitara um joven lim, do oulro lado do jardim, urna oseada de ina-j recia ter esquecido o lempo no meio das lloros.
Rodolpho lveos linha duas paxes ; o relho
pho da noiva, decretar as guaruicos, oscolher pintor, chamado Rodolpho Alvons.
as fitas, o decidir ludo desde os spalos al as ti- Se o jardim era lo poqufno. quo Rodolpho
nao eta una dona de casa ordinaria. Sempre j laj f baronoza eslava eonlenlissima por ter'. nao ora'millionario, e seafa lo florido, O pur-
era morimenlo, nao linha lempo de oceupar-sc d^cbcio aquello Ihesonro. A pobre moca Ihe que Roilolpho era pintor de flores.
prestara csse goslo, csse tlenlo, esso dom, todo
dessa horrirel cousa que se chama arranjo c.a-
seiro. Reinara e nao governara. Apenas The-
reza clugou ao palacio, a baroneza chamou-n.
Thereza appareceu. A baroneza eslava no seu
quarto de dormir, rom um pentoador de cam-
braia, pecupada em deilar p de arroz no rosto.
Thereza, pora a sua entrada so flzera o mais bo-
nita possirel. Algum dinheiro adianlado que ti-
nha recebido, pcrmiltira-lhe comprar um aren-
tai de lafel c una saia de soda. O seu rosto de
corlabas encaixilhado em urna tonca de rendas,
fara com que Rcheleu se rollasse, com que
l.auzuii arnneasse, o com quo Lovelace recuasse.
Estara de p com os moslnhas as nlaibeiras sem
dizer palana. A baroneza olhou para asna nova
criada o exelamou :
Em Rruxellas, como so sabe, dosconhorido o 1
deira rustica que ia ter a um grande quarto, a
que dava luz. urna apolla immensa que se abra
para a fachada da casa da cmara c que va a
hora no relogio.
A mobilia desse quarto denunciara de moia
O uso que Rodolplm fazia do dinhoiro, or
conforme aos seus gastos. N io en nc 11 predi*
nem econmico ; mis quondo enciulrava
olgiima parte um objeeto darte cnrioM, ou quan
lo va no jardim das plantas, algum.1
legua o pintor e de urna legua as flores.
Era alguma cousa com um armazem de reven-
Vidc o Diario n, !W
parisiense, que 1 baroneza belga nao linha. E porteiro. En. baldo procurareis no%sa honesta
por isso em muito pouco lempo a ama romecou 1 cidade da liberdade, essc.doaagrsdavel proprie-
a tratar por tu a aia. Chamara-a minha lilha", lario. nao de rossa rasa, mas de vossa vida ; que : dio, coja dooa buso una ramalhetoirn. Imagi-
e Thereza linha o bom gusto de uo responder sabe tudo o que fa/.cis, e que suppoe o que nao' nem urna arca velho esculpida com um rama-
minha boneca. fazcls ; que vos rfi entrar e sahir, que vos viga lhe.tc sobre a lampa, urna choniin ornada de
Madama d'Orfen em pouco conloo todos os seus > e espreita, que abfo ou nao olire a porta depois j duas figuras do barro segundo o modelo de Mo-
na moros a Thereza. Mas s contara o que se da inea noite; que augmenta os conies dos por-.dioii, npresenlondo duas Evas nos trojes do pa-
padla dizer. Passava por alto os pontos SUSpeu-i lcs.de cartas no flm do mez, e a quera sois obr- raiso, t- um ramalhete entre ellas duas : emim. jraes. Soso havia que ver urna ra relha e cu-
siros. Sao a J,lr f6*'0' no ^m Jo "i"10- As "sas ao p da janella um cavallete, urna lela, pinceis riosa, depressa Inl ra Seso baria urna casa
pie cometa o nossa hislo-' belgas possam sem esso prrigoso personogem, e urna pillu-ta com um ramalhete. esculpida, nina hurta ogiva, um- muro, una car-
Meando madama d'Orfen rom grande sotisfacao des homens espirituosos Km um ngulo, urna moso, de casa do Coro-
! que dara ir a um baile. que tem mais modo dos f orteiros que dos la- _|m 0!i! que bella rosa exclama de repente a dres. luminado, cheio at as bordas nao de peiti-
baroneza eniquanto Thereza, cm p alraz della, Em compensacn,eiiirata-so para casa de Ro- uhos vtrrnellios. mas de agua pura o'dando de
punha-lbe nos cabellos urna flor artificial do sin- dolpho por unta leja. O rea do chao dn cidade beber a pci-rencas. Mais longo, urna concho en-
gvtar pere*ao. Donde intnd;>sle ver Uto f Da
e o noro, as casas decrepitas O os jardins flori- ci de geranio ou do oulra qual quer loe,
dos, os rasos antigos e os rimalheies, o fanado nava. Nao venda os sea quadros por Iros ra-
o o fresco, os [arrapse as llores, o passado ejzocs: primeira porque nao os loriase comp-,
amauhaa. Em aeus quadros, inspirados pelos depois porque nao linha neces-idado desse r>-
dn escola hollandez.i, gostava de fazer trapa- curso para vivero crnini porque g -
bordara sua llora sabr o perd de um vaso I sorra-Ios. E gostava de conserva-Ios.
quebrado. Se viera morar na tirando Praca, fora conservar OS seus quadros en cons-ror >
porque all baria o mercado das flores 9 a casa I flores. K por isso sua officina eslora i
da cmara.
Rodolpho tinha viajado alguma cousa e coslu-
inara as suas viagens, correr logo s calhe-l
Na larde do dia em qt
na, Thereza estar pe
ronca, elle ia logo olojnr-se ein frente da COSO, no
ngulo do muro ou por baixo da carranca.Oulros |
procurara logo urna cosa conimodn, un quarto
quenio no nrerno o orejado no reroo, urna boa
cama, urna boa poltrona, mi entao una risinba
lelas atrados pelo clrfio no roo, c no m
ponduradas parede. No verte cora eflet .
Rodolpho linha o seu jardim todo em tola, li-
nha a modestia de achar as u.is piuluras 1
inferiores natureza por olhar para ollas ni -
lempo. Mas no invern, quando hade eslava
morto nos dulciros, vollai 1 so
punha-as na parede, e pregara o seu jardim i.j
sua oflcina.
iltitoor-at km.
baixa sao con: (ff'-ito t-ceufados per armazens'.erustada de cacar, de mftrfim e de bronze, snp-' bonita ello, ero [eliz,oomtaf!to qw estiresse de- PERN. TYP. PE M. F. DEl'ARiA. ',-
ILEGVEL