Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08987

Full Text
iHHO IIXYI. HOMERO 36.
Porlpcswczesadia ados 5S0O0.
Por tres mezcs yeiic.jVs 6SQ00.
TER(J4 FEIR !4 DE FEYERE1R DE 1880.
Por anno adjuntado 19S000.
Porle franco para o subscriptor.
B.NCARKEGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parah.ba, o Sr.AriloiiioAli'xandriiio de Lima; Na-
tal, oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o 8r.
A. Je Lemos Bragi;Cear,o Sr. J.Jos deOliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Cuimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Hornea Jiinior; l'ar, o Sr. Justino J. i.uinus;
Amazonas,n Sr. Jernimo da Cosa.
PAKliAUOSUIKKKHIS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae l'arahiba nassegundas c
sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinlioe
Caranhnns nas trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pps-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Outicury e Exi nas quartas-feir.is.
Cabo, Scrinhem, Rio Formse, Una, Barreiros,
Agua Creta, l'imeiiteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os rrirreina parlera as 10horas da inanha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Relaeao : tenas feiras e sebbados.
Fazenda : ternas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: Ierras e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
mpio dia.
LPIIEMKRIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
7 La chela aos 15 minutos da manha.
13 Quarto niinguuuie as 4 horas e 31 miuutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde
2!) Quarto ccesceote as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 10 horas e
Segundo a. 11 horas
51 mnalos da manha.
lis minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Gregorio II p. ; S. Benigno 1.
14 Terca. S. Valenlim ni ; S. Auxencio al)
15 Qnarta. Ss. Faustino, Jovila e Dioscoro mm.
10 Quinta; S. Porfirio m : S. Honesto sac
17 Sexta. S. Sil vino m. b. ; S. Pocronio b.
EXC A RUECA DOS DA SUBSCRIPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falca Dias ; Babia,
Sr. Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martina.
BH PERNAMR1 i O.
O prrprietario do iumo Manoel Frveiroa da
18 Sabbado. S. Sitneo b. m. ; S. Perpedgna v. Paria,na sua livraria prara da independencia nj.
I Dominen, s Conrado f : S. Cal.i..o i,. r. e8.
PARTE OFFICIAL
Ministerio ilo imperio.
DECRBTO N. 2.513 |it 17 KZEMBKO DE 185!).
passageiros ale l'orlo Alegre. .
Por viagpm redrela aos meamos por-
los do SiiI, estendendo-se at Mon-
lovideo......
A viagem redonda
al Montevidi'o
S:uUojUUo
12.0009000
tico liznda
Altera as condieoes annexas ao decreto n. 1,5151 em 2,422 milhas. sendo l,4!i<) da corte ao Rio
de 3 de Janeiro de 1&55, e no de n. 2,045 de '.) Grande,_26l do Uio Grande a Porto Alegre, e GGO
ile detembro de 1857, relativas componhia ;
brasil'ira de paquetes a vapor
Altpudoudn ao que me ri'presenfou o gerente
da coiiipauhia brasilea de paquetea a vapor, hci
por bra alterar as condicocs anexas ao decreto
n. 1,515 de 3 de Janeiro de 1855, e ao de n. 2,045
de !) de dezembro de 1857. segundo as que cora
calo baixao, assignado por Angelo Moni/ da Suva
Feria/., do ineu eonselbu, presidente do conselho
de ministros, ministro e secretario de estado dos
negocies da fazenda
Joo de Alinela Pereira Filho, do meo COliSC-
Ihu, n inislro e secretario de estado dos negocios
do imperio, u lenha assim entendido e faca exo-
cutar.
Palacio da cidaJe da Becife. Jein 17 de dezem-
ltu de 1659, 38" da independencia o do imperio.
Cora ,i rubrina de S. M. o Imperador.Judo de
Almeidtt l'ereira Filho.
Piedra em visor os contratos celebrados pm 3
de Janeiro de 1855, c 9 de dezeuibro de 1857, com
as spguutes alleraces:
lo Rio Grande a Montevideo.
13.'' No caso de que os lucros liquides da com*
panhta, deduzua para fundo de reaerra una
quota que nao poder exceder de i 0/o dos mes-
n.os lucros, e que cessar logo que o inesino fun-
do altinja a una soturna equivalente a dous ter-
cos do capital da inesma corapanhia, possam for-
nerer aos accionistas, em qualquer poca, um
dividendo superior a 12 0/o, lodo o exressj alem
dos referidos l O/o] reverter em favor da fazen-
da publica que, quando I lio convier, poder ins-
tituir os exames neceasarloa para a vpritieaco
das obligarnos con I rali id is pela prsenle con-
trato.
1 .a A disposieo da condieao 12.a ser de-de
j provisorianieiile execulada, tieando lodavia
dependente de definitiva approvaco do corpo
legisla) ivo.
15.a Em compensacao do augmento da sub-
venan, a coinpanliia renuncia lodo e qualquer
dirello i indemnisaco pelas vlngcns feitas at a
dala da approvaco do presente contrato ao por-
to de Montevideo, em viitde do ajuste anda nao
1." A iscnco da obligaran, de Piitrareni os va
pores da com'panhia nos portes da l'arahiba e Rio \ approvado de 0 de dezembro de 1857.
Grande do Norte lira restringido ao caso de nao 16 a A Compaiihia poder elevar
os actuaos
ser praticavcl a entrada dos uiesuios vapores em
razo de sua ronslrucco e arquearn, devendo a
Companbia previamente designar de aceordo cora
o gnrerno, aquellos dos vapores actuaos, o dos!
que ao futuro forem adquiridos, que se achareni
nestas rircumstancias.
2.' A lotaco do numero de passageiros e da j
nantidade da carga que pode a.lmillir rada um !
809 vapores da corapanhia, a que se refere o art. !
I.* | 2. lo decreto n. 816 de 28 de raaio de'
1858, ser feita 30 dias depois da approvaco do:
presente cntralo, sb a proposta da companbia e
assentimento do governo ; devendo a respeilo dos
que ao futuro forem adquiridos ser marcado an-
les de entrarein no servido da corapanhia.
;.J Considerados os vapores da corapanhia na .
forma dos contratos anteriores, como embarca-.
ces de guerra ficam acotos das despezas da
praticagem era qualquer barra do sen servir ou
escala ; a companbia, porm flea ubrgada, na
forma dos regulamentns e tabellas respectivas,:
an pagamento ou indemnisaco de qualquer ser-'|
vi'o extraordinaria ou de baldearo dos passagei-
ros e caigas, ou dos sorcorros que em caso de
perigo ou de naufragio, e ouiro qualquer de se-'
iiielliante nalureza forera prestados pela pratca- '
gem aos sens vaporea e embarraedes raindas, bem
como a indemnisaco das avarias ou perda3 que
do o prestito o bata!hu que llzer .i guarda de
honra no lugar do desembarque.
Logo que Su.is Magestades imperiaeschegarem
capella imperial, o parque de artilharia posla-
do no paco salvar cora vinte e um tiros.
As titlales damas e aeafatas seguiro para
suas tribunas, das quaes podero assistir a este
acto as esposas e Ulnas dos ministros e secreta-
rios de estado, dos cotiselheiros de estado, gran-
des do impprio. geniis-honieris, veadores, ofli-
ciaes-mres, senadores, deputados, titulares sera
grandeza, idalgos cavalleiros, mocos fidalgos,
guarda-roupas, o mdicos da imperial cmara.
Os membros do corpo diplomtico e consular
eslraiigeiro oceuparao com suas esposas eiillns,
na capella imperial, os tribunas que Ibes costu-
inan ser destinadas.
Havero lambem tribunas reservadas
membros do corpo legislativo.
Pind o acto religioso que nesta oceasio ha
de ler lugar, Suas Hazcstados Imperiaes, acom-
panhadas iinicamenle daspessoas de sua corlee
casa, seguiro na furnia do estylo, para a sala do
dorel, no interior do pago.
A este lempo, achando-se j postada a tropa
no largo do paco, dar esla as salvas do estylo.
e passar em continencia, depois da qual Suas
Magestades Imperiaes se dignaio roceber o cor-
tejo do corpo diplomtico e consular estrangul-
ro. e das pessoas que desejarein beijor suas au-
gustas raaos.
O porleiro da imperial cmara, servindo de
para os
o julgar conveniente, licando convencionado que
em lodo n caso sero redu/idos na razo de 10 0/fj
os procos actuaes dos fieles das seguidles raer-
cadoris !
1 Aves domesticas ;
2." Farinha de mandioca ou de miiho ;
Arroz ;
Fe i ja o ;
Milho ;
Trigo em grao ;
Gado langero.
A caueo exigida nacondico30.adocon-
3."
4.
5."
6.
7.
17.a
bou ver m soffrido por essa orcasiao as embarca- ferdo servico durante o lempo da iuterrupco ou
a material da respectiva pralicageni, e a lodo no caso de abandono, por todo o lempo da du-
e qualquer pagamento de laxa ou indemnisaco raco dos contratos, e era todo e qualquer caso, ]
de sei-vn-o a que sao tilingadas as otnbarraeoes a urna mulla equivalente a50 0[0 das uicsnns
preces Jas passagens ecarga al 2l)0/o. se assim I raestre sala, dar as providencias para que as
pesseas que oceuparem as tribunas da imperial
capella, anula que nao pertencam corle casa
imperial, neiu ao corpo diplomtico e consular
estrangeiro, possam seropporiunamento admit-
lidos augusta presenga de Suas Magestades Im-
perihes, so desejarcra esla honra.
Se por causa do lempo, ou oulro qualquer
motivo, S. M. o Imperador ordenar que o transi-
to desde o arsenal de maiinha al capella im-
perial seja em carruagens, estas enlraro no ar-
senal de marinba, o d'alli deslilaro, logo que o
mesroo augusto senhor, depois de entrar em scu
coche, o determinar ao sen esiribeiro-rar, se-
gurado o prestito esta orden) :
Um piquete de cavallaria.
Msica do corpo de cavallaria.
Batedores da casa imperial.
As carruagens : 1.", de todas as pessoas sera
distineco, quequizerem ler a honra de aconipa-
nliar Suas Magestades Imperiaes, comanlo que
se apresenlein vestidas COTO, de lar.la ou de
hbitos talares ; 2.", das autoridades policines,
da cmara municipal, dos inagislia los dos mem-
bros do corpo legislativo, do presidente da pro-
vincia do Ro de Janeiro ; 3", das pessoas da
corte e casa imperial na ordem que na forma do
CSlJ lo, lhes competir';
Coche do porleiro da imperial cmara, guar-
da-roupa, medico, e capello ;
Mocos da eslnlieira ;
trato de 3 de Janeiro de 1855 ser rcoreada to-
das as vezes que o seu computo for absorvido
pelas inultas impostas em viitude do presente
contrato o dos anteriores, e o pagamento desias
nao se efl'ectuar no pra/o marcado pelo governo.
18." Toda e qualquer infraceo tiesto e dos con-
tratos anteriores, conliirine sua gravidade, dar
lugar mullas de 1005 a 10:0009, as quaes sero
impostas pelo ministro do imperio,
1!).9 O abandono do servico contratado pela
! companbia, ou a sua interrupro por masde um
mez em urna mi mais lnltas, ou era alguma par-
le deltas, sera ser por t ll'eilo de forea maior,
dar lugar i cobranca de tolas as despezas que
' o mesnio governo lizer para a cnjitinuacu do re-
50OJO00
30tg0 '
1.000JO0O
500^000
,20:000000 i
4:000$i)oi)'
50:000I1(K)
OOOOO
de niannlias........ 5.HHM-OOII
I Ladennos da cmara 60:OOOaOI>0
5 15 Hilos de marrabas 12:0009000
S 16 Emalunienlos de alvar- de
casas de mgocio, ic.....55:0003000
17 liideninisaro por ruedieo
de terrenos de niaiinlias. ." 200s00<)
S 18 Arruacea...... 1:81105000
S 1!) .loros de apolices. 804$000
5 20 Premios de depsitos 1:2009000
5 21 Rendimentos de talho 3003000
I 22 Ditos de aferit oes. 10:6H(lg(H)0
5 23 Ditos da praca do mercado 6O.OOO5OOO
24 Imposto da venda de peixc
pela cidade........
5 25 Imposto das neutralisagoes
5 26 Dito de liceneas para festi-
vidades .
S Produelo de gneros ven-
didos ..........
5 2n Donativos......
S 2!) Multas policiaca ....
S 30 Hitas por infraceo de pos-
turas ......" .
31 Resliliiicoes e reposieoes ."
S 32 Lobraneis da divida activa,
inclusive foros vencidos 11:000.3000
S 33 Rcudimentos do matadouro 61:Oo\)jjoO0
S 31 Ditos da ponte da praia dos
Mmeiros.........
S 35 Locacu de terrenos nas
pracas para toldos rolantes 6:0005000
S 36 Investiduras de terrenos g-
libos para armamentos .... 1:00,>5000
S 37 Carimbos de carrocas 5D05t)()0
5 38 Alugueis dos proprios inu-
"cipnes......... 5003000
S :>:i GraliOxa^-es dos despa-
chantes. ..."...... 5005000
S 40 Join.ies tos africanos 9
5 l Saldo existente no Banco
"oral.......... j
i.M'lll LO II.
Da dexpeza,
Ail. 2.' Pica fizada a despeza da cmara do
muuicipio da corle, para o anuo de que trata es-
te decreto, na quautia de seiscenlos sessenta e
seis pontos qualrocentos e qnalorze mil res,
distribuida pelas rubricas constantes dos paragra-
phos seguinlis.......660:IS0O!>
S I." Cora a secretaria. 17:6.) >.?ooo
S 2." Com a couladoria 17:600,>000
S >." Com o Ihesoureiro, escri-
vau da receila, advogado, procura-
dos negocios o 1 jusilla.
Janeiro ile 1860Exm.
5." secrilo. Mllll.itei lu
RO de Janeiro, 21 d.
e Itvm. Sr.Solicitando do ininislerio ta fazen-
da a cxpedi o tle ordens am de que seja posta
na thesuuraria dessa provincia, disposieo de
V Exc., a quanla de 10:000? para pagamento
tos lentes do seminario episcopal ; aasim o coui-
munico a V, l'.xe. para svn rotiherimento. Deus
guardo a V. Exc.-^Joo Luetota da Cmulta Para-
nagua Sr. hispo de S. Paulo.
5 secro. Ministerio dos negocios da Mstica.
Rio tle Janeiro, 21 de Janeiro tle 1860.lllin.
8 Kxm. Sr.Diglie-SO V. F.XC de expedir suas
ordens afn) de que, por cunta do crdito do 8 10
do art, 3 da vigente le do ornamento, se rtonha
na thesouraria da provincia de S. Paulo, .-i dis-
posieo do respectivo diocesano, a quanla de
10:0005 para pagamento dos lentes do seminario
episcopal. Prevaleco-me da oceasio para reno-
var os meus protestos de estima e consideraco a
V. Exc., a quera Deus guarde.Joan Lustoxa da
Cunha Para nagua.Sr. Angelo Muniz da Silva
Ferraz.

1
Coche cura a dama de servico ;
mercantes pelos que lhes prestaren) os vapores I despezas. (loche com o camarista c \eador;
de reboque no caso de perigo 011 naufragio, ou a 20." Todo o exresso de dividendo alem de8 0p)| Dous coches eora os ministros secretarios de
pedido o reqnisicao dos commandantes dos vapo- ser applicado indemnisaco do fundo tic re-I estado ;
res ou ajenies da companbia. serva que for distraliido contra a disposieo dos Piquete de cavallaria ;
i.1. O presidente da provincia do Rio Grande I estatutos da corapanhia, licando todava livreal Coche de Suas Magestades Imperiaes, com a
da Sul poder fretar por sua conta 011 empiegar esla complelal-o pela emisso de novas acedes compleme guarnicu de mocos da cmara, ar-
o vapor encarregado da conducto da correspon-1 ou por meio do rateio entre os acluaes accio- cheiros e mocos da es tribuir formando alas
uistas.
21.a A companbia gozar de franqua de dire-
tos de consumo pe) lempo di duiaru do pre-
sente contrato, de todas as machinas, suas per-
lenras e materiaes proprios para o maneio oes-
las, seus concertos e perfeico, conlanto que iat?s
dencia e passageiros do porto do Rio Grande do
Sul para a t dado de Poilo-Alegre no servico pu-
blico, quando este o exija, sera prejuizo do ser-
vico contratado, pagando (T governo respectivo
corapanhia por laes serrinos a quuntia que for
ajustada.
5.' (1 servico do transporte de passageiros e I objectos sejam empregados em seu uso ou ser-
correspondencia entre as cidades do Rio Grande' vico.
ePorlo-Alfgre ser senipre feito por vapores da' 22.' O presente contrato terminar no ultimo
companbia, excepto nos casos de forea maior.: dii de dezembro de 1866 ; cuten lendo-sc loda-
que peder ficar provisoriamente e por curio via prorogado por mais cinco anuos se o gover-
praso a cargo de outro qualquer a rusta da mes- no ou a companbia, seis me/es antes desse ter-
ina com pimbia; c no caso de iuterrupco ou aban- rao, nao declarar que do referido dia era diante
dono observar-se-ha o disposto na condieao l'J." nao tei vigor.
6." Cnda um dos vapores da corapanhia lera a [ 23." As coinlicoes 21.J e 22.a ficam dependen-
bordo os sobresaienles, aprestes, material, objoe- tes da approvaco do poder legislativo,
tos de servico de passageiros o o numero de olli-; Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de novembro
, inachinislas, foguistas e individuos de cqui- de 1850. Anaelo Muniz da Silva Ferraz.
pagem o servico que for necessario, e que ser
marcado pelo governo sol proposta da cempa- :
nhla eii tabella especial, dentro do praso de 30;
dias depois do presente contrato, a respeilo dos
de Suas Magneto'
de sua viayem
vapores que actualmente existirem, e antes do
cometo to servico de quaesquer outros que a
corapanlii 1 adquirir.
7.' O governo por meio de commissaiios ou
commisaoes que nomear para cada porto tle en-
trada, sabida a escala tos vapores da corapanhia',
mandar examinar se a quantidade dos sobresa- oras.
Programina para a recepro
des Imperiac no renresso
protinciae do norte.
I) signal dado pelti telegrapho do Caslel'.o de
se acbar vista a embarcacao que Iranspurtar
Suas Magestades Imperiaes sera erguido de urna
g\ vandola de fugeles, sola do inesiuo telegra-
pho e correspondida pelo de tres tiros de peca
que dar a balera da fortaleza da ilha das Co-
U ajudanie general e o seu cstado-maior.
Um corpo de cavallaria.
As carruagens, depois que liverem deixado
entrada da capella Imperial s pessoas que con-
duzirem, seguirn pela na da Misericordia e
irfto posiar-se ua praia de I). Manoel.
dia do desembarque de Suas Magestades Im-
periaes no porto desla capital ser de grande
gala.
Secretaria de estado dos negocios do imperio,
l'J de Janeiro de 1560. fausto Augusto de
Aguiar.
dor e agentes.
5' i." Com os
mmiicipaes das
date. ...
fiscals e guardas
freguezias da ci-
dojuro
i 7,
12:896^210
33:7005001)
'J:2lte000
terrenos
e ataba-
que
lentes, material, aprestes, objectos do servico dos
passageiros, e o numero de oiRciaes, macniuis-
tas, fognisies, pessoas da equipagem c serviro
est de conformidade cora a tabella de que trata
a con fico antecedente ; se o seu estado e servi-
co olferece a nec.essatia seguranea e eouiraodidj-
de aos passageiros, e se os mesmos vapores tra-
zem maior numero de passageiros e maior quan-
tidade de carga do que a regulada pela tabella a
que se refere a condieao antecedente ; nao po-
sabida ou liagem por falla de taes exames. mesma salva
signal de que a referida embarcacao se acha
nas aguas da fortaleza de S. Joo cora direc*;ao
brrasela annunciado por Ires gyraulolas, la-
cadas do referido lelegrapho, e por novo tiros
de pega, disparados da mesma fortaleza da ilha
das Cobras.
Logo que a embarcacao que transportar Suas
Magestades Imperiaes ehegar abarra, todas as
fortalezas a embareaees de guerra nacionaes se |
embandeiraro e salvaro com vinle e um tiros,!
embandeiradas c repelindo a
horas do costme no resto d'a-
IIKI. ICIO DAS PESSOAS ROMEADAS PARA PEGAR \ \s
VAHAS no PALMO DEBAIXO lio yi Al. SC AS MACES-
TaDES HO DE TRASSITAB DESDE 0 I.I'OAH DE SKI.
DESEHBARQL'E NO UISKNAI. DE MMtlMU AT: \
CAPELLA IMPERIAL, \' OCAL U1I.ic.ao SE REFERE
0 Aviso ni si 1 DATA.
1.a turma.Uo lugar do desembargue ra dos
Pescadores.
Os Exras. Srs. conselheiros ministros e secre-
tarios de estado a conselheirns de estado mar-
quezes de Olinda o de Monte Alegre.
Supplentes.
_ Os Exras.Srs. conselheiros de estado Manoel
Felizardo de Souza e Mello, Candido Baptisla de
Ollveira o Jos Antonio Piminta Bueno.
2J turma.lia ra dos Pescadores da Alfan-
dega.
Os Eva Srs. marquez de branles, risennde
tle Abacio, viscuude de llaborabv, visconde de
Marauguape, visconde de Albuquerque, visconde
le Uruguay, vfseondede Jequiliuhouha e Euzc-
bio de Queiroz Coutinho Mal oso Cantara.
Supplentes.
Os Exms. Srs. Joo Paulo dos Santos Brrelo,
Miguel de Souzae Mello e ALvim e Bernardo de
Souza Franco.
1 turma.Da ruada Alfandega do Oucidor. cutar.
Com a directora de obras
Com o eusteiu do mata-
Cqimo' foros de
oeeupados pl cmara
S .' Com a abertura
ment de ras.....
S (J." Cun difiranles obras
se deverao fazer ....
S lo Cum o pagamento da di\i-
da passiva.' ........
3 11 Cora o pagamento da divi-
da de parallelepipedos.....
5 1- Com o pagamento irman-
dade da Gloria do Uuleiro .
8 13 Cora os juros de apolices do
primeiro emprcslimo a 9 0 o .
5 1 Cora a amortisaco 'lo mos-
rao eraprestirao ..."....
S 15 Cura os juros de 200 apoli-
ces do segundo eraprestimo a 7 0/0.
S 10 Com os juros do 6 0 0 so-
bre 10:000-5000. resto do contrato
da compra de 7 casas da manda-
do ta Gloria........
5 17 Cora a nunulencu de Afri-
canos, inclusive o venciinenlo do
administrador, guarda, etc. .
S 18 Com as cusas a que est
sujeito o cofre municipal. .
S l'J Com despezas judiciaes .
S 20 Com restiluices o reposi-
eoes ......".....
S 21 Com aimpressao das actas,
baiaieos, oreaineulos, etc. .
5 22 Coiu o levanlamenlo de
plantas. ,........
5 23 Cora o lombamenlo das ier-
ras da cmara e raariuhas .
S 2 Cora papel, livros, etc., pa-
ra u expediente.......
S 25 Cora evenluaes ....
CAPITCLO III. ^
Uisposices geraei.
Art. 3." Ficam em vigor como permaules ,
quaesquer disposicoes dos decretos dos orcameu-
los anteriores qiiQ nao versaren! sobre o orca-
nienlo da receila e lixac.io da depeza, e nao e-
uliara silo expressaraent revogados.
Joo de AlmeiJa l'ereira Filho do mcu conse-
llui, u inislro e secretario de estado dos negocios
lo imperio, assim o tenha enicndido o faca exe-
17:20JjOOO
40jf000
12-.O50JJ000
360.60O;000
81:705?358
29:6743516
5:000,$000
5:3109000
25:000*000
7:0005000
600300O
'J:100900
4:000g000
3:000;000
500-jOOO
4:800-5000
1:6009000
1:5009000
2:0005000
4:688^116
Ministerio ta guerra.
DECRETO S. 2.527 DE 26 DE UN 1110 DE 1860.
Fas extensivas ao ministro da guerra "- dispo-
srdetdo decreto n. 1.995 de i i de olubro de
1857, regulando os venc.imenlos dos emprega-
dos de fazenda nos casos de substituir e
e.rcrcicio interino.
Hei por bem determinar que as disposicoes do
decreto n. 1,995 de 14 de outubro do 1857 le-
udara applicacau ao ministerio da guerra.
Sebastio do Rogo Barros, do ineu conselho,
ministro e secretario de estado dos negocios da
guerra, o tenha assira entendido v espega os des-
pachos necessarios. Palacio da cidade da Victo-
ria, em 26 de Janeiro de 1860, trigsimo oilavo
da independencia e do imperio. Com a rubrica
de S. M. o imperador. .s do Reg
Uarroi.
8." As passagens de listado ficam elevadas a qelle da : o mesroo so pralcaia em lodo o dia
tres de r, e quatro de convs era cada viagem (l desembarquo, se accaso este nao fr o daciie-
sinvples de cada lnha. gada.
As passagens de r s pode.-o ser conced.las U chele de polica dar ludas as providencias
por ordem do ministerio do imperio, ou dos pre- Parn '1'"-' no ^la u" desembarque, e al hora
sidpntes de provincia: en que esto se efl'ectuar, nao transiten) carros
I." A ofliciaes do exercito ou da armada. "eni cariocas pela ra Direita era toda a sua ex-
2." A empregados pblicos ou engeuhc'ros do lenso, nein se conservera seges paradas s por-
govprno que n.o liverem receido ajada de cusi las Por ,,,a's lempo do que o necessario para dei-
para as despezas de viagem. "ron receberas pessoas que conouzir.
I'ni balalho da guarda nacional lai a guarda
de honra no arsenal de marinba, eforinaro alas
denle esse lugar at entrada da imperial ca-
pella toda a guarda uaci-nal. Hopa de 1' lili ha
dispoiu.el, u o corpo municipal permanente.
A cmbarLaco que condu/ir Su.as Magestades
Iniperiaes atracar ao caes do arsenal de ma-
rinlia.
As passagens de convs Sero concedidas do
mesmu modo :
1." A colonos.
2." A prseas do exercito e da armada invalidas,
on que houverem obudo baixa.
't.'1 A pessoas miseraveis.
A rompanhia nao poler adralttir passageiros
denominado* de Fslado em cada tima viagem sim-
ples, quando o numero aci-ia marcado esliver
preendiido, e sob nenhum pretexto adinitlir es-
clavos mi criados de passageiros romo passagei-
ros de Estado, c DO caso contrario lera direilode
No desembarque de Suas Magestades Impe-
riaes lodas as erabarcacoes de guerra o fortalezas
salvaro com 21 liros.
Quando S. M. o Imperador se dignar dar as
haver a importancia de passagem dos que oxee-1 suas ordens ao porleiro ,la imperial camaia, se-
tlerem o numero marcado, ou naoseachareni nas
condieoes marcadas pelo presente artigo.' O nu-
mero de passagens marcado por esta condieao
para cada urna viagem principiar a ser contado
da dala ta approvaco do plsente contrato, fi-
cando entendido que esse numero C relativo a
una viagem simples de cada linha era separado.
0.a Alni do transporte gratuito de soturnas de
dinh. iro romt ludas pelas eslaet s da fazenda de
gima o prestito do arsenal de marinha pela roa
Direita capella imperial na ordeiu seguate :
urna guarda de archeiros, urna banda de msica
militar, os prtenos da cmara formando alas,
todas as pessoas seculares, militares e ecclesas-
ticas. Sera distineco nein precedencia que qui-
zerera ti r a honra de acompanhar Suas Ma-
gestades Imperiaes, una vez que essas pessoas
se apresenlein vestidas corle, de farda e do
Os Exms Srs. marque/, de Caxias, presidente
do senado, conselheiro Manoel Ignacio Cavalcan-
ti de Lcenla, presidente do tribunal supremo de
justica, conselheiro Joaquim Jos Pinhero de
Vasconcellos, presidente da cmara dos depu-
tados, conde de Baependy, visroudede S. Salva-
dor de Campos, visconde" de Ipanema, visconde
de Cabo Fri o U. Manoel de Assis Mascarenhas.
Supplenies.
Os Exms. Srs. geniis-boraens : I)r. Jos Joa-
quim de Siqueira, Nicolao Antonio Nogueira
Valle da Gama, tenenlc-general Francisco Xa-
vier Calmen da Silva Cabral, e veedor visconde
de Itonilim.
' turma.Da ra do Oucidor Capella.
A Illina. cmara municipal.
Secretaria de estado dos negocios do imperio,
19 de Janeiro de 1860. /'ansio Augusto de
Aguiar.
DECRETO N. 2,519 DE 30 DE DEZEMBRO
Palacio da l'arahiba em 30 de dezembro de
1859, trigsimo oitavo da Independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o imperador.
Joo d'A meida l'ereira Filho.
', para o
desent-
umas para nutras provincias ou portes de escala, hbitos talares : osjuizes de paz, o chelo de po-
e tiesta cAile para dilTcreiites pontos c Vtce-versa, licia, delegados e subdelegados, a Illra." cmara I
a corapanhia tica obligada a transportar gratuita- municipal, os magistrados, os senadores, os de-
mente em i ada viagem simples quaesquer volu- pillados, presidente da provincia do Uio de Ja- |
mes, cojo ;>eso lolal no exceder de 2J arrobas miro, os moros idalgos, idalgos cavalleiros, os I
ou delil) palmos cbicos. mdicos offlctaes inenores, guarda-roupas da ca-
10.'' ( numero das viagens par a provincia do mar imperial, os titulares sera grandeza, os olli-
Rio Grande do Sul ser o mesmu marcado no ciaes-mres ta casa imperial, os veadores, os
contrato de 9 de dezembro de 1857 ; devendo na gentis-homens, os grandes do Imperio, os con-
pnnieira viagem de cada mez o respectivo vapor selheros de oslado, os ministros e secretarios
seguir BM o porto de Montevideo, de estado, o porleiro da imperial cmara ; Suas
11.' A Companbia ser orgada a dar passa-l Magestades Imperiaes debaixo do paliio condu-
gein gratuila aos passageiros de seus vapores do zidos pelos ministros 0 secretarios de estado na
porto de S. Jos do Norte para o da cidade do i ordem que lhes competir, conselheiros de estado,
Itio Can le o vice-versa, quando os respectivos| da cmara dos deputados. presidente do tribunal
vapores ancorarem em fllguin desles porlos. supremo de justica, grandes do imperio, presi-
12.' A siibvenco garantida pelos emiratos an- denle c vereadores da lllma. cmara municipal,
teriorea lica elevada da maneira spguinle : : entre alas tornadas pela guarda imperial de ar-
l'.tr viagem redonda ao Norte .... 32:000g000; cheiros
Por viagem redonda ao Rio Grande Alraz do paliio seguirlo os titulares, damas e
com escala poi Santa Calharina, m- aeafatas, e OS funeciouarios em serviro de Suas
clusive a couduorSo de malas e I Kngesladea Imperiaes durante a viagem, f echan-
di 1859.
On-a a receila e fi.ca a despeza da lllma. cmara
do municipio da corle pira o anuo municipal
do 1." de Janeiro a 31 de dezembro de 1860.
Hei por bem, de conformidade rom o art. 23
da lei n. 10* de 25 de maio de 18S0. approvar e
mandar que se execute pela maneira abis i de-
clarada, o orcamento da receila c a lixai ao tia
despeza da cmara do municipio da cort
anno municipal do 1." de Janeiro a 31 de
bro de 1860.
CAPITULO I.
Da receita.
Art, 1. oreada a receila d3 cmara muni-
cipio da coito, para o anuo a que se refere este
decreto, na quanla de seiscenlos sessenta e seis,
cotilos qualrocentos e qnalorze mil reis 666:414$ dem grada
8 1 Imposto de ptenle sobre o j que M. iom
consumo tle agurdenle ....
jj 2. Dito sobre a importaban de
bebidas
S 3. Dito de polica
4." Dito de seges, carros, car-
rochas ele.........
3 5." Dilo de licenca a mscales
!{ 6." Foros de annazeus .
7." Ditos do (avernas .
?j 8." Ditos de quitandas. .
9." Ditos de carros ....
3 10 Ditos de carreis. .
5 11 Ditos de terrenos da cmara
S 12 Ditos de terrenos do mari-
nlias e mangues.......
:t A rremlaiT.twilna .li terrenos
Ministerio 1 fa/.enda
DEI RETO X. 2,521 DE 20 DE JANEIRO DE 1860.
Declara que a gralificaro concedida em virtude
do art. 42 do decreto n. 2,3 3 de 29 de Janeiro
de. 185'J, nicamente devida pelo lempo de ef-
Jeclivo exercicio.
Ua vendo-se suscitado du vidas sobro a execu-
co do art. 2 do decreto n. 2,313 de 20 de Ja-
neiro do anno prximo passado, e leudo ouvido
a semelhante respeilo a gec(o de fazenda do
conselho de estado, com cujo parecer rae con-
fonnei por immediata resolueo do 16 de dezem-
bro prximo lindo, hei por bem decretar :
Artigo nico. A graiiciicao deque trata o art.
2 do decreto n. 2,343 de 29 de Janeiro do anno
prximo passado s devida quando o omprega-
tlo de fazenda a quera ella for concedida, esliver
era efl'eclivo exercicio.
Angelo Moniz da Silva Ferraz. do meu conse-
lho, senador do imperio, presidente do conse-
lho de ministros, ministro e serrelario do estado
dos negocios da fazenda, e presidente do tribu-
nal do Uicstmro nacional, assim o lenha enten-
dido e foca execular. Palacio da Estancia era 20
do Janeiro de 1360. 39" da independencia c do
imperio.Cora a rubrica de S. M. o Imperador.
--Angelo Moniz da Silva Ferraz.
Yliiustvrh la jusiiea.
Rio de Janeiro, em 18 de Janeiro de 1860.
film, e Exm: Sr Nao se leudo observado a or-
do txcesso em alguinas propostas
organisado para o eslado-raaior dos
70.00050001 com man Jes superiores da guarda nacional de
i dilfennlcs provincias, nao obstante o aviso ex-
esjurtiiiosas .... 60.006#000 podido por cssa reparticao em 81 de setena bro de
22:0005000 1856, que mandn appcar-lhes a disposieo do
[art. 48 da lei de 10 de seiembro de 1851, l.om-
10 '.(HiOjOOO metido a V. tve. que nao remella a esta secrela-
22:000^000 ria de oslado neuhuma proposta sera que. se ache
2:50O0 0 nos le mus tlaqnelle aviso, com excepeo das que
liD'KlgOOOl forem relativas aus postes de capiles, cirurgtio-
6O5OOO: mr e secretan geral, que nao depende! do
150gO001 accesso, o primeiro por assim o declarar a se-
3:000S000 guma parte do art. 48 da lei de 19 de sclembro
lOjjOOU do 1850, e o segundo por ser lugar de contianca.
Deus guarde a V. Exc.Jrid Luslosa da Cu-
nta Paranagn.Sr. presideale da provincia do
Rio de Janeiro.
$ 13 Arrendarenlos do
6:000-000
Ministerio la marinha.
AVISO DE 16 DE JANEIRO HE INI.
D previdencias para a escripturaco regulan
das de-pezas que se fizerem com os navio? ..'<
armada em portas ftraugeiros e dos descont
a que estao sujeitasas praeas de mariuhagem.
I." seceao. Uio do Janeiro. MHsleriu dos
negocios elj marinha, em 18 de Janeiro de 186 I.
S. M. o Imperador, loman.lo em coii-iierae 1
o que pon lerou contadura tia iiiatuha era of-
licio n. 52.) de lo do crrenle, sobre os inconve-
niente! resultantes das fallas de pionipla remes
sa dos documentos justinVativos tas despezas
feilas era porios cstran^eiros com os navios da
armada nacional e imperial, quer sollos, quer
fazendo parte de oitisoes navaes, o que lera da-
do lugar a que se deixem de azer os compe-
tentes processoa emdevidu lempo para figura-
rern nas con I as respectivas as demonslracoes dos
descoutos para o asylo du invadidos, hospital,
fardamentos e dividas a fazenda publica, notan-
do-se al 'ni disto que nos documentos por se-
gundas vas se do tlt feitas 0 fallas que obrigam
a esperar as prmeiras anda que nao completas,
pin consequencia de du vidas que se sus. itam :
ha pernera ordenar :
i." Que se observe religiosamente o aviso de
2 de abril de 1856, fazendo os comman lanos
das divises e navios sollos, surlos era portes
estrangeiros com que os escrvftes respectivos s-
gam a risca os moiellos das folhas dos paga-
mentos s guarninos mandadas
aquello aviso.
2." Que nas segundas vas dos documentos das
despezas com laes navios devein os escrives
fazer as dee.lara^oes de eslarem ou nao pagas as
inesraas folhas no lodo ou era parle, como pla-
ticara nas prmeiras vias.
3. Que com
diversas pracas dos curpos ruovp
ro ni |ia u loas soladasaqui exislenjes.
Pracas julqndas incapazc* dt lodo urriri
mi/frereiu de mol i-.
Quarto balalho de ariilluua i u.
v i. impaclia.
SoldadoManee! Pran.'isco do I 5anl >.
Oitavo balalho do iiifanlaria.
Ciunrranbi i,
SoldadoMiguel iins Anjos Wandi
5. I i.
Sold > lo l.ouren i Jo Nono I. llalli i i de infaularia.
i C nnpanh i
Sold idoJos l> 'mingues.
7.' l h a.
SoldadoE/.eqniel Teixeira Pinto.
Dcimo balalho de infaularia.
3.' Cnmpanl i
SoldadoManoel V.ileiio de S< nza
ti.' Coriipan:,;.!.
SoldadoConstantino \les i Silva.
Lonrenco Tiburcio I f*i
Corap in'iia de aililiee
SoldadoJos Joaquim Nunes de a,bi
Manoel Jos*.
Pr :! !; ti i ser re olhiJat
militar, fi de ter m t >n
tudas.
Nono b lalhao 1 nfant ira.
2.' Co rapa ubi i.
Cabo de es ['ladra Fideles \
r.nmp itihia :i\ i de cava ira
i: ibo de es^nadia l'loreri ll ', i
l'i i i j a
llt lO I I -I :
Novo lialallT mi u i.
8.' Comp inlii i.
SoldadoTheodoro Prau 'isc i los Sai
Com |
SoldadoSevoritin Ai.....lio Pereira 4a Silva.
^ lis m nb.! -: com III i'i ItltCS de cor; -
r-.....o |'i ir le general con urgen ua as re I -
de assenlaraenlos das praeas julgadas
que consi ler.ira ro no inv ili i i*. ,\ |t|
verti nao resolver sobre os d : i -
ter.
Assignado.J t Joaquim C
Coiifornif.rar lo .1 moni V n i, le
iju i.niie du ordons do cuiuui mi i.
-
EXTERIOR.
Repblica Oriental lo rruaxany.
Moolevido, U de j ihph d i- >
.1 futura
I
Sera non s>i hdr de assi :u d ir non
soas em quera tenhamoi i\ ni m -., -
para a futura presidencia da repubiira, "ref
cendo que nao um, pnrCm minios, ;
dignos dosso eb i : i sua i
patriotismo, sin lliiatrar i e sua recli la i, i
tambera aprcsenlar noss is ideas sobre n
con eeimenlo que deve realizar-se no 1 de mat-
eo prximo.
Paraissn taremos completa abMraeri '.
poss im diz os n isstu cll .-1- -
particular, porque estamos persuadidos le | .
sera necessiJade de dseussan, o iro d n i as i
adhesu aquellas dotitrinas que esli-jam
formes com o leu espirito e suas h*n Imm i
Anies ue entrarein materia, passera i
observar por pido olhar pelos antecedentes, pelas I.....
que deve levanlar-se a pre-il.-nn i i \&Si.
pelas que deveni regular a sua poltica interna*
externa.
J chegou a poca de nos convenrermos, \
gOS e illioigos du ictn.ll
ca coiifessam que este enrgico magKtra
is demonslracoes das despezas deado de minios a muitos ct l idl -. sal i i i
devein clles remetter outras dos diversos des- tria oriental das garras da anarchia. N.it i
conloa eUos s praeas das guarnieoos dos navios 'nos agora de indagar Como e de que mol i --
provenientes de asylo de invlidos, hospital, far- aeparou urna naro do preripeo. Sin |
damentos, e por conta de dividas fazenda pu- inoremos em aii'alysar os meitis, quanlo l<
blica, por quanto lera esses descontos de figurar :",[l- os olhos os benficoseffeitos produzid -
na receita. esses unios.
4. Que se declare donde provra a despeza, A repblica soTria enfermda
luandose houver de supprir pelo navio chefe baxado ao tmulo cominum da
qualquer summa de dinlieiro aos outros navios
que liverem de sabir para alguma coramisso or-
denada pelo commandante da diviso, e quando
por alguma circuinslancia nao possa isso ler lu-
gar, que se mencione esse supprimeuto nasres-
~ mortaes; t-n i
nares per i
applicarara-se-lhe remedios capazos de Inrat
o nial ; este oi venci lo o a patria sal i.
Cis em poucas palacras a historia Uel I
eucrgia diaria, dessa diaria aclivjdade, de*s
rio valor, que por espaco de qualro ana
pecinas demonslracoes por classilicar do- \ pauharam o actual piesidente 11 repul ca e t"-
vendo logo que regressem os navios, organisar-
se por cites os docuraenlas. explicativos do lal
despeza cora designarn das verbas a que per-
tencer.
u. Que todas as demonslracoes o documentos
de despezas dos navios de que se traa sejam
sempre remeMidos a ostaco competente dentro
dos os hoinens que o coadjnvaram nas h iras m i -
fataes do perigo, nos arlos de mas r
lidade pessoal, de mais transcendencia eral.
Desde o Simples guarda nat
raes, des le o escriplor publico que combat
ideas revolucionarias al ao hornern da tri
e desdo o ultimo empregado lid cansa d
dos exercicios que perleiicerem, e de modo que ','" a, ao primeiro ministro, lulos, t" I -
a reparticao Oscal possa no devido lempo pro-
ceder nos precisos exames e escripturaco.
Approveito a opportunidado para renovar a
V. S. os meus nrotestos de eslima p cTonsidera-
-M'. coi-
una paite maior ou menor, mais ou menos i
Uva nessa dulicil larefa de oidora, de pa<
diguidade.
iodos ellos coniribuiram pan robnstet
principio de autoridade, desprestigiado, bui
escarnecido, corno se fusse'uraa (arca d
naval.
Todos ellos combateram a immoralidide
das companhias de aprendizes marinheiros, I thronisadaem lodosos ramos da administraee.
que subslitmeni os respectivos com mandantes desenfreio das paixesapoderado de minios -
nos seus impedimentos. raides dscolos, as tendencias ro
1' seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos effeitos das propagandas tfemagog
negoriosda marinha, em 17 de Janeiro de 18(50.1 ',;,ra 'o dulicil obra, o grande pulido m i -
Illra. e Exm, Sr.Soliendo a duvida proposta na'. lomando por divisa os gran les Intt resses d i
pelo intendente da marinha dessa provincia, repblica, foi urna s intelligeiicia, nina s vun-
V. b. os meus protestos de estima e
gao.Francisco Xavier Paes Barreta.'
setheiro Joaquim Jos Ignacio.
aviso ni: 17 DE Janeiro de 1860.
Marca os vencimentos que competan aosofficiaes
acerca dos vencimentos que competen! ao pri-
meiro lenle Celestino Marques de Souza, por
haver tomado interinamente o coinraando da
companbia da aprendices marinheiros, era con-
sequencia dse adiar cora parte de doenlo o
couimandanle elle, iio, tlesdeo dia 8 de jullio1
do anno prximo findo al 31 do mez seguinle,
Som que todava fosse inspeccionado como cun- ;
pria era virtude da ordem geral do quartel ge-'
neral da marinha n. 13 da 0 de novembro del
1855, o aviso deste ministerio de l'J de dezem-
bro de 1856, cujas disposicoes devein ser exion-
Sivas aos offlfiaes empregados nas companhias
de aprendizes marinheiros, declaro a V. Exc.de
aceordo cora o parecer do conselho naval einitti-
do era consulta n. "JO de 10 do correle, que sen-
do os commaudatites de laes companhias equi-
parados em vencimentos aos dos navios de guer-
ra, a por isso S'ijeilos s tnesmas regras na parle
era quesillo, C nao leudo lidoaquelle nfcial Ho-
rnearn de eonimandanie interino dada directa-
mente pelo governo ou por elle autorsada, t;
evidenie que, como lenle da corapanhia, e\er-
cen as funrces do eommando, sem por isso de-
ver ser considerado o commandante interino, co-
mo illegalmenle se assigna, e nao lera por con-
sequenci direilo aos vencimenlos como com-
mandante interino. Esla regra ser observada
em casos idnticos.
Renov a V. Exc. os protestos de niinhi esti-
ma e consideraco.Francisco Xavier Paes liar-
rito.\' S. Exc. o Sr. presidente da provincia da
Babia.
C0M1IA\D0 DAS ARMAS.
Quartel general do eommando tas
armas le l'ernambiico, na cida-
de do Kecife, i:t de fevereiro de
18GO.
ORDEM DO DIA N. 351.
0 lente-general commandante das armas pu-
blica par coiihecimento da gnarnicAo e cenve-f sentir, porque comprehende que assim
mentes fins, o resollado di ftspecclo geral de Todos os traba'.hos comecados para mofatiMC
iiuide, que no da 8 do torrente se procedeu em' o paii;
lade, un so corpo.
A responsabilidade cabo portante sobr* <
COm lodo o seu peso, peso suave e honr e |
cerio, mas jue por isso mesmo exige ser un
lado e garantido no pon ir. para que nao lenha
a eslcrilidade desprestigia-lo, ou a vingaa i I
ze-lo apparecer como nni crirae.
De todos esses antecedentes delu/
geral deque a futura presidencia deve Seguir .
poltica da prsenle. Mu bera pensad ; mas
liemos era explieacoes.
Qual tera sido e a poltica da aciual
sidencia".' Para responder a essa pergunta mr.
leiuosaiei essidade de ir esludar bellos prli
consiiiucijiiaes, nem enredados -' tem u i
vemo. Essa poltica lem sido e i wvitoclara,
mu simples.
Leamos o programma de 1' de marre de 185 !
Est nelle perfeitamente consignada.
As bases deSM politie.i sao oidern, paz, u
garanta para todosEsta perianto a qo
ve seguir o futuro presidente.
As cjnsequeiit i is dessa mesma polilira i
morte da anarchia, a raoralis.v;o de tedes -
nossos ramos adniiiiistialivos a honra w
elevada altura que requer urna n.i' ) iniepeu-
dente e cu alisada.
Ponderemos procurar poltica mais sa, nata
simples, nein mais geralmenie admiiti la .'
llavera ora s de todos os honVMS que o povn
designa como dignos para a futura presido i
que abaiidouasse essa poltica .'
Asscveramos que nao. Todos files lem part
nas bases e aa coiiliniia;o da obra ; lodos icio
aceitado, j rom seus fados, j cora suas denti-
nas, urna parle ta esponsabilidade ; nao podem
deixar de proseguir no mesmo cerainho.
II
Dhtsemos no artigo anterior que o futuro pre-
sidente devia representar as ideas que rara-ter .
sam o actual, ou o que o mesmo, seguir a po-
ltica iniciada em marco de 1866.
O povo est completamente de accArdo neste


(t)
WAttio de pRPw^snav. vfJu.a feirx h de fetoretiio de i seo.
As gammas que necossilamos contra u anar-
chin ;
A llanca da paz conquistada com tatito rusln ;
A ordem reslabelccida depois de inuuviisos sa-
crificios.
A uniao conseguida torga de experiencias c
de eouviccao.
Disscoios larnbom que seguir poltica da pre-
sidencia que acaba nao niais do que conlinuar
dora. Gozava da eslima geral, e deixou inuilos
lilhos com tnui pequea fortuna.
Servio era todas as assornblas provinciaes des-
de a installaco do Paran, c era um dos extre-
mados auxiliares de todas as adminislracocs.
O Bt. Silveira da Molla deve sobretudo lamen-
tar a perda de la o importante e prestigioso pro-
tector.
Se as duas ultimas que diriai deixei do noti-
a prol.-ssar as douirinas do programma que pro- riar-lhe laclo algum conlra a seguranca iudivi-
cedeu cleirao de marco de 185v, doutriuas que Idosl, nao succede o nipsmo agora, m que o
nao sao hus do que o espirito da nossa rcnsli- | subdelegado de Ponla-Grossa participou haver
luicao, o acloqueule voz de nossos mais caros all sido assnss'mado Valeriano de tal, raraarada
de Joaquim Malheus Branco e Silva, por um es-
cravo drslo.
O assassino enforcou-se pouco depois era um
mlrresses.
E' quasi inulil repetir que se o futuro presi-
dente se aparlasse desse caminlo, j por iguo- .
rancia, j por inexperiencia, ou por niftos cense- capo de mato para onde dirigio-se.
Jtios, toda a obra se desmoronara cid urna hora,
toruando-se esteris todos os afans e sacricics
paseados.
Estamos ccrlos de que, se cada una das can-
didaturas que so designara apresentasse o sen
programma, ncuhiim deferira na menor cousa
do de 1^56.
As bors ideas queconslitoem a boa poltica sao
S. Paulo.
S Paulo, 10 de jaueiro de 1860.
Guardei silencio sobre o attenlado que aqu
leve lugar no domingo ante-passado, c cobrio
de lulo esta capital, porque esperara os juizos
dos nossos orgos de publieidade para Ilustrar
linhas noticias. E pois que a Imprensa
tallio de infamara n. -1 aa guara nacional da
provincia do Ccar.
Cj capilao Francisco RayTnuiido Telles de Mo-
nezes, major ajudauVo d ordens do commando
superior da guarda nacional do municipio de
llabaiana, na provincia de Sergipe.
Jos Francisco de Piula Cavalcanti, major
commandantc do esquadro de cavallaria n. 3 da
guarda nacional da provincia de Pernambnco.
ManoelFernandesda Silva, capilo-secrelario-
geral do commando superior da guarda nacional
do municipio de Qtiarahy, na provincia de S.
Pedro do Rio-Grande do Sul.
Fnram reformados :
Miguel Rodrigues da Silva, lenle-coronel
coniinandanlc do 4. corpo de cavallaria da guar-
da nacional da provincia de S. Pedro do fiio-
tjl'oc carias imperiaes de 2t> de Janeiro foram
Domcados secretarios do governo :
O Dr. Joaquim Das da Rocha, da provincia do
Paran.
O bacliarel Nabor Carneiro Bezerra Cavalcan-
ti, da do Piauhy.
O Dr. Joo Baptisla Pereira da do Rio de Ja-
neiro.
Por decreto da mesma data foi orneado o Dr.
Ricardo Augusto da Silva Reg para o lugar de
inspector de saudc do porto da provincia do Pa-
ran.
Por decreto de 27 do mesmo ruez foram no-
meados:
O Dr. Vicente Ferreira de Magalhcs para o lu-
gar de vice-direcior da Faculdade de Medicinada
Babia e o Dr. Ftrmino Jos Dorea para o de
du que formulara na mesma oecasifto, o que fra
apresentado ao governo.
Traz-nos agora esse paquete a noticia de que
na oecasiio em que se achava reunido esse club
para aquelle in, foi atacado pelos mcnibros do
club I.iberdade, o travou-se nina hita rendida,
cm que flgorou inda mais uina vez o ccete, o
puiiliul e a listla.
As noticias do Paraguay sao imprtanles.
peilo do occorrido apresentou o Comraiasarie juiz
brasileo.
Aperar das reiteradas reclamarnos do gover-
no impenal a respeito deste caso, "nao se pede
conseguir que o comraissario juiz britaniiico ad-
mitlisse as cotilas de indemnisaro.
i O despacho do lord Aberd'ecn de 1C de Ja-
neiro de 1813 aos comniissarios inglezes. com-
quanto diga que os jurisconsultos da corda
Lonslat, mas o Sr. presidente Lpez perdoou-o,
Colll.ii-
sen.pre as mesmas, chamc-s.-como se quizer o liV, j ''1f-S- L p0,s quc 1'nl";e"sa co
hornera que se adoptar. O grande .grado, o ClUTU ? ,"V",?,*Ur,5iY5-0
iraballio dilli.il consisto era sabe-las desonrl- e.m ,,or d"'ucs m,Illia lealdade (1
ver, cm sabe-las incutir no novo. esenploi publico, quo por vezes me tem feio
pn
Para continuar portanto ess poltica que nos
livrou da anarchia, e nos deixa em porfolios re-
lacoes de ainizade cora as na.oes rizinhas, pra-
cisa-se mais do que ludo muia experiencia, mui-
lo lino, milita prudencia. Nao bas'am os bons
desejos jara sor um bo:n magistrado ; esses bous
desejos eslcrilisam-se quaudo fallam os dotes
uecessarios para sjuda-los.
Nos, que nao nos ixamos eni nomes, porque
antes dcllos ve.nos sempra os interesses geraes
da patria, julgamos que lodosos candidatos que
se nomeain entre o povo como dignos do pri-
meiro pusto do estado merecem essa elevada
honra. Porm entre iodos elles deve-se procu-
rar a maior experiencia, a maior pratira do nos-
sas cousas, tanto internas como externas, a
maior opiniio, e, se fot possnel, o maior saber-
fin liomciii cora essag qualidades, e q te alera
disso, tenha tomado uina parle activa nos tra-
ba I hos da reorgausacao, nao pode deixardc ga-
raulir-nos a lodos contra a anarchia, de conti-
nuar a dar-nos paz, ordem e foi uro, porque ga-
ranto a si propru, porque garante alojos os
m us amigos os seos compatriotas e compauhci-
ros do sai lilicios e penas.
Devoraos procurar im futura presidente a maior
experiencia, porque sem ella ir direilo ao erro
ap-
exclaraar com o grande reformador do systenia
do mundo : E pur se muuve
1 jain S horas mais ou menos da noilc daq'uel-
le domingo, e o nosso povo allluia ao thealro do
largo da Collego, onde hara espectculo.
A' r-ssa hora, um cavalleiro desconhecido
parece de Burpreza, e acommeltc um dos nossos
liomens do da, fazendo-o varillar com una bor-
deada.
que foi islo ? um crime, ou um aclo de
mucura ? un engao de possoa, ou orna affron-
la premeditada s leise s autoridades, o un aclo
de odieuta c rancorosa vinganca ? Era o que
lodos perguataram naquclles p'rmeiros dias, e
cala um procurara responder segundo o sen ge-
nio, ou o grao de indignaban de queso achava
apoderado.
A riclima, porm, nao tem inimigoa parlicu-
Iares, nem a su.i vida publica poi qualquer mo-
do compromette a nobrera do scu carcter, a
magnnima brindado que o leva na estima c res-
peito de seus concidados. Fra da redaccao
dosjornaes nem pode ella ser culpada pelo 'de-
helo d- dizer a verdade contra quera quer que
soja. Assi.ii. a que atlriuuir se esta atironla pu-
blica, e anda peior, este perverso intento de
malar um hornera bora e sabio, um cidado ho-
nesto, iuoflensivo, e alias lao prestante *
ly e Angra dos liis, da provincia do Rio de Ja- secretario do governo da provincia do Rio du Ja-
neiro, Manoel leixeira de Souza Leite, para o neiro.
commando do batalhao de inhalara ii''Jda
mesma guarda.
Foi designado o capilao do batalhao de infan-
laria n. 22 da guarda nacional da provincia da
Bahia, Cainillo Ferreira da Silva Guiraarcs, pa-
ra o lugar de major do mestno balalnao.
Foi demildo, a seu pedido, o capitao-secre-
lario geral do commando superior da guarda na-
cional de Quarahy, da provincia de San-Pedro
do Rio-Grande do Sul, Jos Antonio Hartins.
Foram declarados sem etl'eito os decretos que
suspenderam do exercicio dos respectivos postes,
por lempo indeterminado, o* lenentes-roroneis
dn guarda nacional de Jacarehy, San-Jos, Mogy
das Cruzes B Santa-Isabel, da provincia de Sao-
Paulo. Joaquim Antonio de Paula Machado e Joao
Jos Rodrigues de Aguiar.
S. A. I. o principo Maximiliano lem visitado
todos os bellos e piltorescos arrabaldes da nossa
cidade. Grande admirador da nossa mageslosa
naturaza, S. A I. procura sempre os principaes
lugares onde ella se mostra mais esplendida e
deslumbrante.
Aiite-lionlem foi S. A I ao Corcovado, subin-
do pelo morro de Santa Thereza e descerado
pelas Larangeiras.
Encantado o Ilustre viajante do mimoso ma-
tiz de niaitas do nossas arezkihas que lauto
brincara as llrese canlam no arroredo. s.
A. I. diiigio-se a roa do Ouvidor casa de M1"'
Hervel, e ahi cumprou mullos desses lindospas-
Mrinhos cheios.
Ilouleni parti S A. para Petropolis,
chegou s nove horas e iim quarlo da
A Inglaterra, justa ou injusta monote, recla-
missoes muas, devora ser igialm.nif re
e julgada pelas sobreditas roramissoes, na I
onde
.nava ltimamente do governo do Paraguay a LJ3A7*J1el", ed|i,a8 fomn**. "' '
soltura de Cornial sem pWsso. como um V- ^ LL K'ad p": arl'. ':" l"1 ,; M
lisfacao da desattenco as reelamacoes anteriores ;'"^ !'--"/"""'"..> de reshtnk i Mi-
do seu cnsul. "u"-rc"miao adjudicar imu jik1 Moplei* m
A sentenca, pois, do tribunal do Paraguay, em-
bora 'i perdo do presidente, se hourcr ni voli-
tado da parle, do governo inglcz, polo complicar
a queslo era vez de aplnala.
Oulra noticia importancia a da ratificaeao
pelo presidente do Paraguay da garanta dada
pelo Sr. general Lpez ao pacto du imiao de 11
de norcrabro, deqe uelle fui o mediador.
Jornal dn Commerciodo Rio )
Serigipe.
Aracaju',:i de Janeiro do I8t>.
DECRETO
ni dude. .)
Segoem-sc 12 ilems, em que taes i:,
cOes po.lem cousUtir. E' poia este o case
nachicana que justifiqae a falla de pagamento.
A demora proreio de forca maior i
documentar as allegae&ea. N.io ha m i afl pala-
vra no sobredito arl. 8 nem no :{', qo
prazos com a tremen la comminario da ; i la de
lodo o jus, se dentro deila nao or possiri
Ll$fazer-se ao ordenado.
le que a commisso recoi:lioe< o por
lenca, que o navio nao dora razo violencia que
com el.e se praticou, o governo inglra
ado a compensar essaa perdas' i *mmme-

da dos
rnesmo
Devenios procurar no futuro presidente a maior
opiniio, porque o homcm que se elevar acora-
pauhado dessas opinioes era'grande maioria po-
de contar desde os primeiros passos com o au-
xilio franco c leal dos cija daos, e al dos eslran-
geiros.
i.' preciso ler presente o nao esquecer que
--i opini.io S conquistada pelo homem loiva
de malos actos repetidos, nos quaes demonstra
i patriotismo, seus serviros no pai/, sua boa
lonlade, suns tendencias li'oiiorilicas, e osera
zelo pela digliidade da nacao.
O cidadaoque gozar mais desla opiniao, lano
em Montovido como na campanlia, ser para
nos o hornera denci i n is destina
Desejarriuios, tambera dissemos, que o futuro
presidente apresentasse i maior illuslracao ; de-
soja -lo-hiamos, se fosse possivel, que em um s
humera se eiiconlrassem reunidos tamos dotes
excellcnles; porm nao pudendo ser, estamos
hora convencidos de que a experiencia e a rirtu-
de suppreni dignamente o saber.
As hnralas cmaras qun sera duvi la estuda-
roactualmente urna quesiao de lana Irauscen-
denca, lomirao em considerae o rislas e oulras
multas ideas que Ihc sugir a soa piatiea dos
negocios pblicos, o deduzirao dolas o homem
estes juizos nao sao s individuaos, e menos
apaixonados. L' o boato que se ouviaemtoda a
parle, e que lodos, uns aos oulros, referiao;
nao o boato rago c contradictorio, que nessas .
occasics apparece o desfaz-se lojo, mas essa
vos tremenda que parece murmurar aos auvdos
de cada um ; porque a idea que. revela se de- i
lermina progrcssivemcnle al engrandecer-so el
i-se na opiniao publica, era despeilo das I
regras da lgica, que Un; e.onteslao a veracidade,'
iuierrogando-llio a origem, e tentando forra-la'
aos estreilos limites da idea do homem: como!
se a sociedade devesse ficar assm merec e ao
ludibrio da perversidade pusilnime e ao insul- \
te mascaradn do crime tenebroso.
A polica fez ludo que podio para descubrir o
cavalleiro, isto quasi nada fez, porque nada i
, pode, a circunspecto, bonestidade c acliridade
do Dr. Leandro inullisam-sc, como as vezes se
iiiulilisava o Dr. Purtado, porque n polica de S.
lauto lem im, e negaram-lhc os meios para al-
lingi-lo. E sem meios as mais legitimas aspira-
toes, os mais gloriosos iutulus n.io passam de
, veleidade.
Mas a opiniio publica, soberana do mundo, in-
tima constiencia da humanidade, e crdito incon-l
testare] da Providencia, ah est viuganda o l-
luslre paulisla, e castigando, com a saneco mo-l
partidor e contador de Vassouris,
lo Ro de Janeiro, feta jior Valerio)
iro-
Rauli-
reclamaJo nira s pelas necessidades preseiiie's "'" Cr,""e' *?*? -,a maac*n do anoymo, e
da patria, sen.io lambem pela sua surte futura ''! s "/chin^oea oceultas da Iraicao...
Eutreguem is o leme da nao porm que seia ;! Brande polica, rom que encho a minha
em modc um piloto esperto, que uossalve dos M,"':""!u carU'- e de e"lo c ella de toda a pon-
cscolhose das soberbas ondas. deracao; porque o sefraranca indiridual forma
nina bella synthese do governo representativo,
em suns conseqirencias sobre a vida particular do
Cidado, como a liberdade da imprensa o na vi-
da publica.
Urna e oulra cousa pslao amparadas, em pn-
elos menos, do ccete, do pnhal, ou do fa-l
[iornal du Commercio|Io Ro.)
' "Bw^^rJ^gwaafcR^aftp^ ?
:.? wmmmmmvwt
BTERIOR.
dio do incendio : e assim como rirer, e a inda
mais, como escrevercom franqueza elealdade?!.
i nho coulianca as authoridades; nao ponho
em dinda seus bons dasejos de servir sua sotli-
rilude em reprimir o crime ; e espero que ellas
proco arao deseobrr o agente ou agentes, o fa-
zendo-os {punir, acalmarao esta auxiedade ge-
ral, esse alarma anda crescente, e esse rereio
que cada um sent a seu propio respeito ; por-
que agora em S. Paulo ninguem mais est segu-
ro vista deste exemplo.
O nomo, a posico social, ou a influencia dos
( acensados, quaesqoer que sejam, como sua obs-
nao sei que adu au- u,'"iad,(-' '"'>'''''. nj0 ,,lcvc"' scr "Hendidos : o
cuino abale e a igualdade da le modo sem diffe-
ren;a, de um s modo, lodos os criminosos.
{Carla particular.)
I'aran:.
Coritiba. 12 lej meiro de 1860.
Desi jo-lhc meas emboras pela entrada do novo
uni.
Ahi rai o que deixa n de 1859.
U vo| or Catharinease, a |u saludo i m Rns do
lo, regressou logo ao porto de Paranagu
com o leme em pedacos !
Vejo a reboque de uas lanchas !
_ Veja-se u que se d./. da lnha intermediaria, nao
_ quem da realidade, c se alguma providencia
na i mister lomar coulra lano dcleixo indiscul-
1 arel.
Na verdade
d i ia do empreznio da'linha, dexanlo'trjoctar
niiiolle vapor, se a indolencia de nossas aulori-
dades permittiudo-a.
E* mister ler cqmpaixao rom o prximo, c mais
liJel iade aos contratos.
Acuda-nos, pois, o Sr. ministro do imperio, e
arrediles. Exc. |ue verda eir a caiidade li-
i .r-nos das sepultaras flitclaantes.
Causou .i jui si i sorpreza n promorao do da 2
le dezembro ; nos esperarara majoralo, oulros
remocao do corno. e alguem mesmo o lugar de
assistenlo do aju lante general.
O que mais senli foi deixarcm de ser contem-
plados Iras inferiores que, alcm da antiguidade,
t< ni por si bastante merecimenlo.
Em compensaran reio grande quantidade de
drogas medicinaos para
Jos Schaefer, da dos ofRcios de partidor e con-
tador de Petropolis, provincia do Rio de Ja-
neiro.
Maximiano Goncalves Paim Jnior,
oflicios de partidor c distribuidor d
termo.
Foram aceitas as desistencias: da serventa
vitalicia do oflirin do labellio do publico judi-
cial e olas de Abbadia. provincia di Babia, feta
por Manoel Francisco do Espirito-Santo. lia dos
ollicios de labelliao de notas e cscrivo do geral
do termo de Pombal, provincia da Parahiba, fri-
ta por Claudio Antonio Virgolino. Da dos olli-
cios de
vincia i
no de Souza Uchoa.
Foi commulada era 'QQ$. para a casa de rari-
d ule de Ilaguahy, a pona simples e multa correspondente melado do
lempo, imposta pelo juiz municipal da 1" vara
da corle a Dionizio. Jos dos Santos.
Foram per loados :
A Americo Ilaborahy da Silva Rosa, a pena
de 0 mezes de prsao, a que foi coiidemnado
pelo consellio criminal do corpo policial da
corle, a Osear Pfeffer, a de dous mezes de pr-
sao e mulla corresponden le melade do lempo,
imposta pelo juiz de direilo da 1" vara criminal
da corte; a Antonio Candido Ferreira Roas, a
de doos mezes de prsao e multa correspondente
melade do lempo, a que foi condemnado pelo
delegado de polica de Macali, provincia do Ro
de Janeiro.
Foram Horneados por decreto do 20 do Janeiro
del MO: '
Portejro da lfandega da capital da provincia
ila Baha, o inspector da alfandega da provin-
cia do Rio-Grande do Norte Jos Mara da Silva
Mbia.
2o escriplurario da alfandega da capital da
provincia di Baha, o escrivo da alfandega
de Sergipe J.uiz Francisco de Mello Caval-
canti.
Escrivo da alfandega da provincia de Sergi-
pe, o escrivo da alfandega da cidade de Para-
nago Francisco Goncalves de Araujo.
Inspector da alfandega do Rio-Grande do
Norte, o segundo escriplurario da alfandega da
Baha, Antonio Uervazio da Costa Cabial.
Por decreto de 20 :
Inspector da alfandega de Uruguay ana, em
Eutrou bontcm o paquete Tocantins da linlia
do sul. Traz datas de Porto-Alegre al 28, do
Rio-Grande al 30 do passado e de Sania Catha-
rina al o Io do corrento. As noticias nao oflero-
cem intoresso.
No da 2!) procedou-se na provincia de S. Pe-
dro do Sol a eleico dos mcnibros da assembla
provincial.
O Sr. marechal de campo Francisco Flix l-
nha lomado posse do coinnianJo das armas da
provincia.
No Rio Grande hara noticias de Montevideo
al l' do mez passado. Nadado importancia ha-
va occorrido na repblica oriental
0 vapor de guerra Ypiranga deria sabir da
Montovido para este porto no da 1" do crran-
le. Nao exacta a noticia que aqui corren de
que o Sr. Jos Mara do Amaral viria de passa-
gein uaquolle rapor.
' ollicial de g
do imperio em
Boas.
mnete de
viaxcni.-
o dos tneinbro do corxsellio fixeal do Im-\
perial Instituto Sergipano de Agricultura, del
que trata o decreta desla dala :
\ ice-presidenle, senador Antonio Luiz de Sique-
ra e Mello.
Baro do Maroim.
Gonealo de Faro Rolemberg.
loao do Aguiar Boto de Barros.
Luiz Barbosa Mador-ira.
Flix Brrelo de Vasconcellos 0 Monezes.
Francisro Muniz Brrelo.
Manoel Rolemberg de Menezes.
Dr. Raimundo de Valois Galvao.
CasparAccioli de Huios Pimenlel.
Joao Nepomoceno Telles de Menezes.
Manoel Curvllo de Melidonea.
Manuel Simos de Mello.
Joaquim Jos de Calasans Bitencourt.
J..... D mas Marlins dos l!"is.
Dr. Gonealo Vieira de Carvalho e Mello.
Manoel Raimundo Telles de Menezes.
\nlonio Manoel da Fraga.
Domingos Das Coelho e Mello Snior.
Paulo de So.iza Vieira.
.Conforme tro; islo nao o fea; ralta-ae porUnia .....m: .
s, l-.xe .o Sr..ministro ],,,,; ante bttium. A cominillo acl.al,..,], e
Manoel Dimz Villas- deve tomar eenhecmenlo desla can, e jo..
indeiiinisacet quo j em principie foram i
lilas faltando smenle a prova deeunai
desde longos anuos se acbaanuexa aosael
l'uidicvla.
1800.Conforme.U official do gabinete de S.
Exc. o Sr. ministro do imperio em viagem.Ma-
nuel Duiiz Villas-Boas.
[Coerci Sergipeme.)
O
Enlrou honlem de manha dos porlos do Rio
da Piala o paquete mglez Mersy.
Traz datas de Montevideo al 30, de Buenos-
Ayr.'.s at 28, da Confederaeo al 2J c do Para-
guay al 17 do mez passado!
De Montevideo quasi nada ha de inleresse. Con-
linuaram os nimos exclusivamente oceupados
com a prxima oleicSo de presidente .da republ- Paulo Freir de Mosquita Barrlo.
ca, que deve ter lugar, segundo a conslituiro do | .^a'ac'_ "'' tidade da Estancia, 2
estado, no dia 1 de inaico prximo.
Muios erara os candidatos; passaram, porm,
por mais prorareis, como ia disaemos, os Srs.
I). Joho Pereira, I). Bernardo Berro, D. Bernab
Paran e I). Diogo Lamas.
Pallara-se lambem no Sr. Gh, sobre coja can-
didatura se dizia que era apoiada s surdiuas por
alguns membros do ministerio. Us Srs. generaos
Das, Medina o Echenique, que se apresentaram
lambem candidatos, nao linliam probabilidade al-
guma de seren eleilos.
Lima carta particular que temosa vistj diz-nos
que entre os cinco primeiros candidatos que rua-
mos, acredilava-sc geralrnente que laiuinpharia
o Sr. I). Julio Pereira, ou por- fas ou por nefas ;
que entretanto a candidatura do Sr. Berro era a
mais syupatbica.
Essa crenca ou presccnlimcalo viuha sobreto-
do de scr o Sr. I). Julio Pereira lilho do actual
presidente da repblica, e portanto o candidato
commisso, o chefe de seero da directori-ge- l"'''s B6nuino do partido montado. Com effoilo,
ral do contencioso do Ihesouro nacional bacliarel 2?rece.9ue "'"nOeui molhor do que um lilho po-
Eleuterio Augusto di^ Athaype.
CORRESPONDENCIA Do DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Ki de .I:iii <; de fevereiro.
Estamos aqui ameacados de orna aern lejos e folgancas portal maneira segoMoa
llO IS, que S elles baSlSM [.lia liazil
ritos, seuo preoecupadus, ao menos a
inquietos na contemplaco dos preparativos
se esto f.i/.endo e na esperanea d.- que
mecem. Naturalmente este COOMCO ter lagar
no dia 11 do correte, dia e-n que" se -
chegada de SS. MM. II, a esta corle, annunciada
para s 9 horas >\j manha, o queprorareln
lera aqui a mesma iafallibilidade que tem lido
cm lodosos oulros lugares do imperio dorante
a sua viagem a hora da partida a '\.i chegada do*
Augustos Viajantes: ,1 poninalidadei ortexia
dos reii. governo j publicou o pi .
das ceremonias que se devom obsen i
sembarque dos Soberanos, e declarou dia de gran-
de gala o da da sua chegada.
Por tola a parte continuara a levantar-so nr-
20 de janojio de | eos, crelos, Huminacoes e entre o itros o.
especial raencao por ana magestosi contra
e pela magnitteencia com que ha de sera lomad i
aipielle que se est conslruindo na ra Direit.a
na inlercessio com a do Ouvidor : neste genero
a mais pomposa creacao da architectuca proriso-
ria dos festejos pblicos.
Cotumissrto Aii;'i>-lrasit<^i::i. Nao sei por qu.intos das duraro r
frezas. imperiaes, que bao de ser sem durda.meto en-
Segunda parte. I ihusiaslicos no m<*io de urna popo': <(K)
AlligO XXVI. mil almas ; mas consta que SS. MM.," doos dias
Brigue Noca Aurora, da praca di Bahia. Pro-. depois de sua ch'gada corte se dirigiro logo
p rielar ios oaquim Jos dos Sanios Malhado e para o palacio de Petropolis, onde sao Hwdeaa-
liii'o. mente esperados pelas princezas, que v
Este aprczapiento econsecutivoseffcllos oxera- arham desde dezembro. i: muito natural lam-
plilicai oulra ordem de excessos que a actual | bem que depois de urna ausencia de qualra
RI DE JANEIRO 28 DE JANEIRO DE 18C0.
Como annuucimos, enlrou honlem em nosso
porto a crvela austraca F.lisabet, conduzndo a
seu bordo S. A. I. o archi-duque Maximiliano,
irmo do imperador da Auslria.
Apenas a corveta fuudeou, foi S. A. I rom-1
primentado a bordo pelos Srs. ministro dos re- i
gocios estrangeiros, ministro e cnsul da Aus-1
Ira, mordomo da casa imperial, chefe de esqua-!
da Joaquim Jos Ignacio e por outrasjpessoas '
dislinctas.
S. A. I. embarcou na sua gndola veneziana l
olralamenlo emrihorU com o Sr. ministro da Austria', o desembarcou
lo ,,oal enfermo do corpo, que tanto dolas ca- 1 hora da tarde no arsenal de marrana, segui-
A nomearo do capilao Munhoz para major da m tfSUT" '^^ ^ aCnipa"ra
2 XJ"vtl"'*" 5rfdou geralrnente. todos, Entrando euto em um carro com os Srs. mi-
,,., ?S! f rcs,anle reorganisocao da mi- ,,slro e cnsul da Austria, seguio pela ra Di-
n ,T retta ao largo
lramilla que chame a atlencao do Sr. ministro Misericordia
do imperio para os lugares vagos de secretario do \ Percorrendo
do Paco e d'alli santa casa da
gorerno e delegado das Ierras.
^ 0 serrino publico soffre muito rom a inlcrini-
dade de quem osexerec, e corre geralmenlo que
" Dr. I.anriiido pedir exonera o duuellc ulti-
mo lugar.
A presidencia acaba agora de tomar urna me-
dida til, removeiido o jury da sala do pavimen-
to superior da cadea pj
ni
lodo o edificio c examinando-o
com allencao, nioslrou-se S. A. I. satisfeilo da
ordem c aceio que nelle encontrn.
Subi depois ao morro do Caslello, c d'alli
fez se conduzir Gloria e a Botafogo, onde vi-
s.lou o Hospicio de Pedro II, rollando d'alli pelo
campo de Santa Anna.
S. A. I. pretende subir hoje Tijuca, chegar
o supeno, da cadea para a casa di ra do Com- Gavea, e descer pelo jardjm Botnico \ o desej'e
ZZL !mJ^UmeZM?eMl*0> SCCr en sua excursues guardar o mais rigoroso i. -
ontriiii ptimas e ndcpendenles accommoda- cosnito.
31.
Por dnelos de 26 do corrcnle :
Foi declarado de nenhum eleilo o decreto de
de dezembro, que nomera o bacliarel Er-
rees para os msteles do tribunal.
Com semelbante remocao pretende o Sr. Dr.'
Caldoso aproveilar a sobredita sala cm prsao,
onde se ricolliam alguns reos por domis aecu-
mulados as que oxislem na cadea.
Ha presentemente C'J criirinosos reclusos. 1'
O jury da capital ureciona agora, e alguns neslo Francisco de .ima Santos juiz municipal e
juigamentos hourcram de maga importancia. de orphos dos termos reunidos de Proi.ri e
em bavido urna benevolencia censurare] e Porto da Folha, da provincia de Sergipe.
unireraatmeute reparada, sobretudo as decisoes Concedeu-se ao bacliarel Francisco Antonio
absolutorias, conferidas aes reos Teixera e Fula- de Olireira Rbciro a demissao que pede do lu-
uo t-nisto...... gar ue ju, mu,iicpa| e c orphos do termo de
u juiz de direilo interino nao appollou de nc- Jaguarao, da provincia de S. Pedro do Ro-Gran-
iiliunia daquellas senlencas, mas o Dr. Molla ac- de do Sul.
cuaador do primeiro o fez incontinente. Poram nomeados :
romi dado que fallar a absolvigao doTaateira 0 bacliarel Jesuino de Sonsa Marlins juiz de
c de Clirulo. direilo da comarca de Cavalcanle, da provincia
Os beatos admlram-se como um individuo de de Goyaz.
tao respeitarel nomo, chegou a alear O puabal O bacliarel Francisco Nunes de Seabra Peres -
contra un seu Irmo. |rc|l0, juiz municipal e de orphos do termo do
<> implicados no roubo protirado em casa do' Rio-Claro, da provincia do Rio de Janeiro.
rneiro foram todos coiideiimados, O bacliarel Luiz Lopes Castello-Branco, juiz
municipal e de orphos do termo de Leopoldina,
Feilor confrenle da alfandega da corle, o 1
escriplurario do Ihesouro nacional Jos do S
Bezerra.
Amanuense da recebedoria do municipio da
corte, o pratcante da mesma rapartico Jos
Joaquim da Rocha.
Curador-geral das heranras jacentcs e bons de
ausentes do municipio da corle, Joao Bernardo
Nogueira da Silva.
Curador-geral do municipio da capital da
provincia do Maranho, Joao Antonio Vaz Por-
tel la.
Guarda-mr da alfandega da cidade do Rio-
Grande, o ajudante do dito Rodrigo Jos de La-
ma re.
Ajudante do guarda-mr da mesma alfandega,
amanuense da alfandega de Sanios, Gerrazio Nu-
nes Pires.
Amanuense da alfandega de Sanios, Jos An-
lunes Pimenlel.
Escrivo da mesma alfandega, o escrivo da
alfandega de Paranagu Abel Pires de
reir.
Amanuense da alfandega da cidade de Pa
nagua, Filippe Antonio do S Caldas.
lu escriplurario da Ihesouraria de fazenda da
provincia de S. Paulo e 2" dito Pedro Ismendes i
Moreira.
Segundo dito, da mesma Ihesouraria o terec- !
ro dilo Francisco DjIIuo de Vasconcellos Ha- i
diado.
Escrivo da alfandega de Druguayana, o 3 es- i
cripturario da alfandega do Rio-Grande Antonio I
Mara L'lrieh.
Feilor confrenle da dila alfandega, o Husou-
rciro da mesma Manoel Goncalves Ramos.
Thesoureiro da mesma alfandega Cato da Ca- l'nr''"i, que anda nao se pode assegurar esse re-
coinmis-o aquilatar.
Sabio era furereiro de tSil da Bahia com des-
tino a portes d'Afric i est i navio, com carga pro-
pria e da [iraca, agurdenle, tabaco, etc., ludo
competentemente despachado pelas autoridades
do pai/., e levdndo-se a cautela ao ponto de fazer
visar pelo consol ingle/, ni Bahia o passaporte
imperial. Quhtro dias depois entrara o mes-
mo brigue no porto aprisionado pela crrela
ingleza Bose, comraandante Pedro Christio, a
pial se achara ancorada na Babia e dora a vela
zes estojara elles impacientes por ver c abra, ar
suas augustas lunas. Segundo as noticias ul'ti-
m imeiite receidas SS. mm acham-ae na
vincia do Espirito Santo de perfeiiissima -
Ionio all chegiJo no da >\ de Janeiro p. p., e
devendo a esta hora andar em passeio pelo I
Doce para depois se dirigirem a esta corle. Esl
portante quasi termina la a viagem
As folgancas do carnaval
n i,, imperial.
para as qu
menos se preparara lodos os sacerdotes do pra-
zer o da loucura existentes nesta grande cidade,
e que nessestres memorareis das costumam dar
de continuar a poltica de sen pa'i c melhor con-
tentar o partido que o apoa.
Nao se podia oomludo anda alfirmar de um
modo positivo a quem rali ria o Iriumpho. O >a-
queic seguinte nos pudra irazer o resultado de-!s* para effecldaro iniquo aprezamento.
unitivo das oleicoes, e Deoa quera que seja um Os proprieltlrios reclamarara ao presidente da 1 lo ampio exercicio s suas faculdades farii
resultado legal e legitimo, obtido sem sangue o provincia a entrega da sia embarcaco, e pro-1 guimento eos festejos imperiaes, alerta esta
rom iodo respeito lei e aos principios sagiados lestaram pera le a conservatoria ingleza haver
do vol popular. j0 governo brilannco a importancia do navio c
O presidente Pereira sofTreu una perigosa en- carga, juros, ganhos cessaules e dainos emer-
ternudade, da qual se achava reslabelecida. ; gentes, ele.
A assembla geral acha-so convocada para o| O commandlanlc, porm, que bem sabia nao
da 15 do crrante. I se oceupar tul embarcarn do contrabando de I que nos causaram os seus pernambuceaos.
Appareceu um novo jornal intitulado Consti- (iscravos, longb de annur riqucsieo da presi- Felizmente que nao teosnos aqui as pi
ao, que se oecupa quasi que exclusivamente |dencia, fez seguir no d;a 2. de marco para o Rio I cupacoes da alta poltica para nos vrem emba-
ivio captralo, j com iripolaco rae ir o gozo destes prazeres que acabo de asea-
do aomeule Brasikelros o capilao e j clonar ; nem temos urna Italia que reconstruir e
liando enterra a mais iripolaco consolidar, nem ura Papa aracacado na iotesrda-
15
no para mais abrilhanta-los as 1 dos
arcos triumphaes e as illuminaces publicas que
naturalmente se conservarlo at es-es di.is. J.i
v pois que tambera para nos chegou a poca dos
grandes festejos c o occasio de saciar a iareja
da desuilclligencia entre o Brasil o a Confedera-
cao. Cr-sc que creado pelo Sr. general Lir-
quza- O seu redactor o Sr. Antonio Caravi.r
As nossas rel.icoes rom o governo do Estado
Oriental, un pouco frouxas por causa dos ulli-
oos aconlecmenlos de queja tem conhocimento
_ o letor flcaram no mesmo p. Continuavam a
OU-1togar-lhe qualquer apoio, conservando-se a le-
gaco imperial inleiramente affaslada daquelle '. mou o navio jn preza, e reconhceeu que os
ia- I gorerno, e <-.m intuir abslencao. \ prietarios o carregadores linham jos inde
de Janeno o i
nglezo, Irnzci
cozinheiro, dej
[I homens) e lo passageiros.
Grandes foram os esforcos do commandantc
Chrislie e gan ; mas a coniiuisso mixta, era presenca da
uerilidadc dos funlamentos da captura, procla-
pro-
emni-
igual- sarao. J ames o proprio captor havia desistido
de ser parle lia accusae.io.
Os d inos abandonaran! a carga pelo mo es-
De Buenos-Ayrcs as noticias carecem
mente de imporlaiicia.
A conreiico re viso ra, cuja abertura eslava an-
nunciada oar o dia 3 do mez passado, s abri as lado em que se achava, sen lo ella vendida em
suas sesses no da 23. Al ultima desta ti- leilo com assistencia de um empregado da le-
nba-se reunido apenas tres yer.es, e ainda conli- gaco britunrjica que para isto fora intimado.,
n u o va era trabalhos preparatorios. Delermiuava a mesma sentenca que os tole-
Supp6e-sc porm que breve comecario as ses- ressados aprqsentassem a sua conla documenta-
soes ordinarias. di para se uxar a indemnisaco devida. Dos
A dar-se crdito ao que affirma o Nacional, o autos existentes na commisso consta que, sendo
ponsamonto que dominar na convencao ser o advogado da causa o Sr. conselhciro Jos Ha-
de reformar n constiluro de niaio." Cremos, noel Pereira
apezar do prophela Tobias servir-lhes de advo-
cado.
Os nossos matulos nao perdoam o crime de
roubo, mas tolerara o ferimento 1
da provincia de Minas-Geraes.
O bacliarel Francisco Mondes Pereira Jnior,
juiz municipal o de orphos do termo de Guru-
Ao menos ha sido este o resultado das decisoes \ p, da provincia do Para,
do jury na presento sesso. O bacliarel Jos Calandrino do Azorado, juiz
Acaba de ser promulgado pelo Sr. Dr. Cardoso, municipal o de orphos dos termos reunidos de
un legulamenlo para a colonia militar do Jala- Obidos e Fa
I y ; era necessidade de ha muito sentida, a pelo
gorerno imperial rerommendada desde 1837.
Com a execucao do novo regulanienlo natu-
ral que as cousas se regularisem na dita colonia
onde ludo lem andado matroca.
O major Muniz, cx-direclor da mesma, nao
Kostou do que Ihe disse na minha transada accr-
c* da situacao da colonia Entretanto do proprio
rclatono que apresentou se eollige muito indo-
lencia no servir que dirigi.
Confessa que dtixou estragar e arrazar a casa
que servio dequarlel, e bem assim o edificio da
Jgreja projeclada, e apezar do todo quer ser lou-
vado na sua gerencia de cinco anuos.
Ha cousas que pasmara nesle mundo !
Fallecen cm Caslro o tencnle-coronel Francis-
co de Paula Ferreira Ribas, que era all inspec-
tor da inslrucco publica do dislriclo, c um dos
niais preeminentes humeras da opiniio conserva-
ro, da mesma proviucia.
O bacliarel lta\ inundo Jos Rebello, juiz mu-
nicipal e de orphos do termo do Mont'Alcgrc,
da dita provincia.
O bacliarel Fernando Loiirenro de Froilas, juiz
municipal e de orphos do lerino de Lorcna, da
provincia de S. Paulo.
O bacliarel Pedro Wenrscop Calanhcde, juiz
municipal c de orphos dos termos reunidos de
Caxias o S Jos, da provincia do Maranho.
Joo Vielor Velloso, para o cafgo de thesou-
riero da polica da provincia do Rio de Janeiro.
O tencnle-coronel Carlos Jos Marinho, coro-
nel com mandante superior da guarda nacional
do Rio-Bonilo, na provincia do Rio de Janeiro
O capilao Germano Rodrigues Peixoto, major
commnudanlc do 5. esquadro de cavallaria da
guarda nacional da dita provincia.
O capilao Joo Antonio do Mesquita Maga-
lhcs, teiienle-coronel couimandante do bata-
mara Rarcellos.
Amanuense da dila alfandega Leopoldo da C-
mara Lima.
2o escriplurario da alfandega do cidade do
Ro-Grande, o feilor confrenle da da Uruguaya-
oa Jos Alexandre Pereira Codeco.
Foram dcmiltidos por decreto'de 20 de Janeiro :
Raphael Piolo Nogueira, do em prego de por-
teiro da mesa de rendas de San-Jos do Norte,
na provincia de San-Pedro do Sul.
Julio Cesar Leal, do emprego de amanu-
ense da alfandega de Druguayana, provincia de
San-Pedro.
A seu pedido, Joo Theraoleo de Simas, do
emprego de amanuense da alfandega da cidade
de Paranagu.
Foi aposenlido por decreto de 26 de Janei-
ro Chrisliauo Fredcrico Buiz no lugar de
guarda-mr da alfandega da cidade do Rio-
Grande.
Por portara de 30 de Janeiro foi nomcado pra-
licanle da recebedoria da municipio da corte
Dionizio Felislurlo Pccanha da Sira.
Por decreto de 20 do crrante foram promo-
vidos a "" lenles os seguintes guardas-mari-
nhas :
Antonio Ferreira de Olireira.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim.
Francisco Goulart Robim.
Jos Marqus Guimares.
Jos Ignacio da ^Silveira.
Antonio Alvos dos Santos.
Antonio Calnion du Pin e Almeida.
Frederiro Guilhermc de Lorena.
Joo Joaquim Rodrigues Pinto.
Marcellno Perdigo de Oliveira Ribeiro.
Ernesto Carvalho de Souza e Mello.
Jos Carlos Palmcira.
Augusto Leopoldo de Noronha Torrezao.
Joaquim Villela de Barros.
Arnaldo Leopoldo de Murinelly.
lleniique Francisco Caldas.
Por decreto do 29 do dezembro do anno pas-
sado foi uomeado o capilao Francisco Caelano
Soares cavalleiro da ordem de San-Bento de
Aviz.
Por caria imperial do 26 do correte mez foi
nomeado commendador da ordem da Rosa Joo
Rebello da Costa Cabra!.
Por decreto de 27 do mesmo mez foi nomca-
do cavalheiro da ordem de San,-J3ento de Aviz o
capilao Fortunato Jos Dias.
Sultado. As clecoes da rainpauba Irouxeiam a
convenrao membros de todos os malizes polti-
cos, e a coiivcnro acha-se subdridida em 3 frac-
'.ors. que se combatem e marchara separados, a
fra as opinioes soladas.
Outrojionlo igualmente duvidoso anda, ven-
ra ou nao o pensanienio de reforniat aconslitui-
cao, se a convencao aceitar a le do congres-
so do arroyo de S Nicols, que poo ao arbitrio
de Buenos-Ayres ser ou nao a capital da Cone-
denco Argentina. Essa lei annexa consli-
luicoe nao forma parl do seu corpo.
A primeira vista parece incrivel que Buenos-
Ayres renuncie, entrando no seio da Confedera-
ro a ser a capital ; parece incrivel que recusas-
e esse papel que, unida s oulras provincias, o
nico que pode cober-lhc, ja pelas suas tradicroes
histricas, ja pela sua civilsaro, e ja pela sua
posico geographica c lopogra'phira.
de dos seus dominios e na latiludo do exercicio
do seu poder temporal, nem um cougrasae de
diplmalas para reunr-se ou para se excusar de
o fazer. o nosso calholictsmo muito -
manso c mais tratare! do que o do bis.io de Or-
leans e dos bisos da Iran di, e o nosso clero
demasiadamente frivolo e estupido silvas as
rarase honrosasexcepedes] para atUngir e dar
f dealas ele^ adas quesles que ora se agitam d i
Europa,
O archlnque Maximiliano aqni chegou. a
percorrido a cidade e todos os seos arredoi
companhado das poucas acaso as de sua comitiva.
J foi lambem a PoiropolU, onde janlou um du
com as princezas suas primas, e muilo natural
que aqu espere o regresso d i Imperador'. o prin-
cipe lem conservado o nuis rigoroso incgnito, e
recusado todis as honras que o governo iuipi
da Silva, este pedio a commisso i tiulia ordenado que se Ihe lizesse pela sua alia
eforma do prazo ooncedido para a gerarcha .
das ditas coutas. Tendo estas de Obtere demissao que pedir do cargo de
ser forinuailas na Babia, e d sej.mdo os inters- ch-fe de polica da corle o Dr. Izidro |
dnas vezes
aprese ulaco
sados docuiuent.i-las, de forma que nao oll'ere-
Oessem possibtlidade de impugnaro, aquelle h-
bil jurisperito requoreu aiuda novo prazo, por
Ihe nao ter-ra aiuda os conslituintes podido sub-
meller os elementos da sua rcclamaro, e por
que ao impedido nao corre o lempo.
Deu-se enlo um facto significativo. O com-
missario brasileo entenda ser de equidade e
razo que se concedesse o novo prazo ; o bri-
tanuico recuSou aberlanienle tal concesso. Ha
mais: o brasileiro exigi que, ltenla semelhan-
te dirergenefla, se consullasse o arbitro, como
determina a lei; o nglaz recusou O comrais-
sario brasileiio proleslou contra a inslita dic-
Monleiro, que ha quasi 5 annos o exercii; e b*i
egualmente dispensado do mesmo cargo na pro-
vincia do S. Paulo o Dr. Gavio Peixoto. Pata
substituir o primeiro foi nomcado iulerinaraeiilc
o Dr. Polycarpo Lopes Leo, juiz de direito di
segunda vara commercial da corle, e n'essa pro-
vincia ventajosamente conhecido nos diirercnlcs
cargos de magistratura que ahi exerceu ; mesmo
no de chefe de polica; c pira substituir, i
gundo foi nomeado electivamenle o Dr. La
ro Goncalves da Silva, filho d'essa provine.a, e
juiz de direito u'uma das nossas comarcas. Di-
zeni que se espera do norte um outro juiz de di-
reito quo fora escolhido e convidado para subs-
tadura, exigiudo que seu protesto se inserase lituir o chefe de policia da corle, a por sso a
na acia ; o brilannco nao consenlio nomeaco do Dr. Lelo foi Sement interina.
Uestes fados falla rain varios rainislros dos nc- | Ambos os chefe de polica demillidos sao can-
Mas duas razos acluam no partido localista gocios estrangeiros do Brasil era seus relalorios, didatos depulace geral pelos deslriclos de si.a
daquella provincia pue irapedem essa aceitacao; especialmente nos dos anuos de 1811, 1843. e} jurisdiccio, e foi este o motivo de sua exonera
a primeira, Buenos-Ayrcs teme a sujeiro immo-l 1816. O governo mantera fielmente o espirito de m
dala ao fulero presidente da Coiifedcraco ; se- Como nos agradare! poder aulorisar nossas Iciloral e a moralidade de sua execucao, abstrn-
guuda o provincialismo que all se acha arr.ii- asserres cora linguag-m trrecusarel, aqui liaos- do-se por sua parle do luda iulervenco ueste
gado profutidameiile, provincialismo quo data crevemos o que expendeu no ultimo o Sr. baro pleito popular, ao menos que nao seja' para p-
dosde os lempos colouiaes, que Iriurophou cons- | de Cayr : ( rantir e regular o exercicio dos direilos que n'rl-
tanleuicnlc 1819, c que sobretudo creou fortes <. Tendo este brigue sabido da Babia para a le se excrcem, e nao consentindo que os seus de-
raizes nos derradeiros sete anuos do sua ultima Costa d'Africa em 22 de fevereiro de 1811. a legados possam directa ou indiredaincuto sophis-
separaro ; provincialismo enifim que tem difii-1 crvela ingleza Rote, coramandanlc Chrislie, que|ma-la.
Um aclo ainda mais significalivo serve de pro-
cuitado durante qu.ironla c. nove anuos a Luio cnio eslava naquelle porto, sabio a 2 era seu
Argentina, e que ameaca fazer ainda do tratado seguimento ; apresou-e a 26, e de rolla chegou
de 11 de noyembro e da consliluico de 53 una com elle a Babia a 27. Dahi foi elle mandado
simples pagina de historia como-sao as consti- para o Rio de. Janeiro, para ser julgado pela
luieocs de 1811, 1815. 1817 1819 c 1825. commisso mixta, que, por sentenca de 15 de
Buenos-Arres comprendido que para ser a ca-, abril, julgou a sua captura illegal e os interessa-
pilal da Confederar!) tem de ceder parle do seu dos com direilo a indeinnisaro.
territorio para servir de sede ao governo central; Por enconlrarem os reclamantes gran les
provincialismo porm nao a deixa comprehender obstculos na formaco das comas deslas indiii)-
que isso revcrleria cm seu proveiio. Prefere | nisaces, requereran por vezes commisso re-
pois ser provincia, comanlo que provincia in- ; novueo do prazo em que as deriara apreaeatar,
ll-'ora- e sempre Ibes foi ella concedida. Temi expira-
A convencao lem sido presidida as sesses '. de o ultimo prazo em 2 de agoslo de 1841, e sen-
preparatorias pelo Sr. coronel Albaranos, por : do as cenias somenlc ollerecidas em 18 d'e niaio
sor o membro mais idoso ; foram nomeados se- do 1812 ao raizo da commisso, nao se concede-
crelariosos membros mais mocos. rain aquellas indemnisaces, porque o comrais-
Para commisso de exarae das acias cleiloraes! sario juiz briannico Sanio, que reio substituir
triumpliou a fraeco que se suppoe dirigida pe- ; Sir George Jackson, se recusou a lomar conhe-
lo governo, o que revela que elle tem maioria na cimento dos autos respectivos, sob pretexto de
convencao. : ler passado o prazo dentro do qual deve dar-se
t leilor.he de lembrar-se que demos anterior- a sentenca de iudemuisaco. mesmo coinmis-
tneiilc noticia de um protesto qua o club da as-
sociieo do paz pretenda formular conlrn o re-
sario nao quiz amiuir ao sortcamenlo de arbitro,
nem receber, nem consentir que fosso inserido
sultado das elekces dacourenco revisora, alem na acia da sessa desse dia o protesto que a res-
va ao quo acabo de dizer, e o seguinte :
Tendo apparocido nos jorn?es algumas queixas
de que o subdelegado de polica da freguezia do
Campo Grande deslc municipio, procurara ntcr-
rir na formaco e as delibera^oes da junta de
qualificaco, o ministro do imperio por um aviso
dirigido ao chefe de polica, mandn expressa-
meulQ extranhar ao dilo subdelegado o seu pro-
ce. lmenlo, e advirli-lo da irregularidad*' d'clle.
Este acto mereceu elogios al ao Con o ia Tar-
de que em materias cleiloraes 0 actualmente o
peridico mais susceptivel.
E pois que loquei oa marcha adraiuistralirado
governo prece-uie imporlanlo chamar a ja ai-
lonco para a soliciludc enrgica com que os mi-
nistros da guerra e marinha lem procurado com
novas e judiciosas providencias regularisar o ca-
bos de suas reparliese dependencias, j n* par-
te econmica e administrativa, j no quo rcspei-
ta disciplina e orgauisaco dos corpos o servi-
ros, o que seguramente louvarel, por man que
paraca spero a alguns que estaram no gozo da
doce beoiaveaturanra do aisser faire aisicrpas-
-


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERA FKlKA 14 PE FEVEREIRO DE 1860.
ser. As numerosas urden* e avisos do que cans-
a o expediento das duas repaitices de guerra,
de mar e trra, poden) amplame'nle salisfazer a
curiosidade dos seus leilores que se quizerem
certificar do que digo; e nao quero de proposito
fazer menco especial de um ou de outro, por nao
parecer dar mais importancia a este ou aquello,
guando oerto quo todos elles me parecem dig-
nos do allenco e louvor. S resta que o Sr. mi-
nistro da guerra queira realizar a projeclada re-
forma da esrola militar, que est realmente n'um
labirinlho em que ninguem se entend?, o que no
eslado em que so acha s serve pora confundir e
desgostar a mocidado que se dedica a este impor-
tante servico publico e a esta ordem de estudos.
Dizcm que o ministro lem j prompta esta refor-
ma por todos reclamada ; mas infelizmente nao
foi anda publicada, e a occasiao nao pode sor
roais opportuna por estarmos na poca dos exa-
nies e matriculas para os differenles annos dos
cursos militares que alli se fozom.
O ministro da juslioa continua a colligir dados
e esclarerimentos sobre a divida hynothecaria do
imperio ; c di/em que sobre estes dados, se lhc
chegarem a lempo, projecta organisar um traba-
llio para ser presente ao corpo legislativo, que
hade ser o primeiro no seu genero no paiz, e
que fornecer grande luz e moios de acertar na
iroxima reforma da legislaeo hypothocaria o
undcao do crdito territorial, quelalvez estoja
reservada ao actual ministerio, ludo quanlo se
refere estatisllca entre nos lula corn as maiores
dilliciildadcs, anda inesmo o que era obrigado a
registros ollciaas, e pois acredito quo o ministro
da juslioa olTerccer um trabalho muito merito-
rio, se conseguir reaiisar o que pretende.
Temos recebido ltimamente noticias do Hio
da Prata, que sao inteiramente destituidas de in-
teresso. Os homens esto ainda ropousando das
fadigas da ultima carnificina, e particularmente
preocupados em Montevideo com a prxima pli-
co do novo presidente dd
lugar no da Io de marco ; e
um nao cojo nomo me nao iciuum e lenunij a
149400 a quarta ; a gomma da raia de mucunun,
tambeorvendida a 14fl400.
Urna carta de Sania Isabel com data de 20 do
passado diz o soguinle :
? A fomc o a miseria aqui vai augmentando
di dia para dia, e cada vez mais. As chuvas nao
lom cahido, e por conscguiile as planlaces vo
morrendo. Muila gente teni morrido fome,
quer nesta villa e seu termo, quor nos Lenoes,
no Rio de Cuntas, o no Andarahy. A falta de
dinheirp, reunida cscassez dos viveres, lem si-
do a causado lodos 03 males. Nao lem valor al-
gum as casas, csrravos, burros, etc. Os aluguois
das casas lem diminuido 0i> o mais por cont.
Esperamos com ancedade o auxilio do goveruo,
que ser solicito em acudir a lautos males.
O proco dos gneros o soguinle : farinha e
fejo 725 o alqueire, arroz 7Bf, milho C0> o nao
ha ; toucinho o assucar a 32$ arroba, carne scc-
ca a 46S, caf 12#e carne verde a 8J.
A presidencia, solicita em soccorrer aspopu-
laces desses lugares, ouvindo as possoas com-
petentes do lugar, nomeou commisso.s, que, pr-
vidas de moios. posean) prompta e fcilmente acu-
dir aquellos dislrictos, com os manlimcntos ne-
cessarios.
Poiaddiada, para 10 do abril prximo, a aber-
tura da assemblca legislativa provincial, que de-
via ter lugar nol. de marco.
LG-se ainda no Diario da Baha:
No dia 20, pola manha, encontrou-se sobre
quo ellas 101,1111 laucadas 110 pantano, j/ouco lem-
po depois de sahirem do cunho.
EXTENSO DO COMMERCO IIA UAI11.. A peSC.1
da baleia lem augmentado, lia vinle cinco annos
do urna raaneira considoravcl. Ainda em 183
toda a pescara da baha na America conlava
400 barcos, diz a Norlh American Review. dis-
tribuidos por vinle porlos, mas s New Bedford
tnha sua parte 151 barcos ; hoje ha 661 navios
que pertenceni 11 porlos, entre os quacs Bed-
ford conta 320.
A pescara da baha, que em todo o mundo
conlava 700 navio?, lem boje 900. Em 1834 os
barcos baleeiros rontinham 132,000 toneladas,
hoje contm 203,062. O valor dos barcos era
calculado era 12 muos de dollars (_600 minios
j de francos), agora calcnla-se em 16,525,000 dol-
lars 82,625,000 francos.) Ento bislavam 10 mil
marinheros para o servico da pesca, hoje sao
necessaros 16,370. Finalmente o valor do azei-
te actualmente calculado, termo medio, em
12,295,520 dollars; cmquauto que ha 20 annos,
nao passava de 4,500,000 dollars. O BZCle pro-
duz hoje 50 por cont, e a baha 20.) por cento
mais dos que em 1S3.
nova planta alimenticia Pof uma carta di-
rigida deCuenea por M. Benigno Malo a M. Bous-
singault conta', que ah ha um tubrculo,, que
merece ser examinado. A planta lem o norne
de schiama, e um arbusto de um metro de
altura. Suas razes geram dnas especies de h-
lalas, as primeiras o mais a superficie da torra
as margens do rio Paraguass, no lugar das Pe-1 lera uma cor iris, e um sabor amargo, servem
droiras. o cadver doJoaquim Alexaadre Xavier, de sement, as segundas mais fundas na ierra
(3)
sao brancas, succulentas, e extremamente doces
de maneira quo se podom comer ornas. Es-
la planta transportada Europa substitua com
vanlagom a belarraba. A schicana muito tem-
peratura baixa, porque se cria as planicies ele-
vadas dos ridos, ou de gelo c-em frequenca,
principnlmonto nole. Ora a ehioama lem
que linlia umalonga c profunda brecha ao longo
da faco e diversas contusoes sobre um braco. Es-
te cadver linhi a cabeca banhada as aguas do
ro e o carpo Sabr a arca da praia, c junto a s
nina faca do pona.
Olaya Hara de Jess, no sou depoimento
poranle a auloridado policial, di/, que Xavier lo-
repblica que lera ra assassinado no dia antecedente pelas 7 horas I mais una vanlagem sobre a belarraba, animal,
em Buenos-Ayres! da noite por Eslcvo de tal, marcineiro, que de-le quanto ao sen sabor, c nimio mais assucarada.
com a celebre convenci nacional incumbida de! pois de Iho ler dado .ligninas cacoladas, Ihe ati-
revor e modificar a constiluioao federal, que hade i ron urna pedna sobre a face, quan lo aquello as- ; signado por S. Exc. Uvui'.. se pretende concluir o
ser o podo fundamental da confederaco Argn- sassinado corrondo de Eslcvo cahira junio ao casamento de um menor em uualqueT fresuezia
lina depois da reencorporaco da provincii do I rio. | quando, alem da circunstancia cima dita, di-
c Esta citada mulher, interrogada tambem se romos, existera embargos entuma das nossas
ennhecia o motivo da perpetrado desse criroo, matrizes. Dous respeilaveis vicarios, conhccc-
disse que suppunha que era lilho de um odio dores dos nubenles, e conscios do sou dever, ro-
que se consagravom entre si, a vi. tima o o offen- cusaram dar cumprimento esse abuso de auto-
sor pela preferencia que disputavam as relaees
Buenos-Ayres. Dos os conserve por muito lem-
po oceupados de si mosmo?, o que deixem em
paz o nosso dinheiro, o nosso povo c a nossa
tranquillidade de espirito, que muito de sobeju
so lem desperdigado com elles.
Os jomaos da corle publicaram alguns frag-
mentos do manifest solemne ou nova protesta-
cao de f do l)r. Antonio Borgos da Fonseca, quo
se declara comedido uu nioiiarchismo pessoal e
puro, de republicano rermelho o feroz que fra
desde sua mocidado. fc. singular que houvcsse
isio passado complotarnenle desapercebido na
opiniao jiublica, ou anles nao c singular, mes-
nio regular, que assim acontecesse. Quem real-
mente que pode imporlar-se de que o Sr. Jor-
ges da Fonseca soja republicano ou nionarchisla ?
Oue influencia pode isio ler noprogresso do paiz
ou no bem oslar do povo? lia individualidades
que se occupam de si proprios mais que nin-
guem, e que nao cessam do so Tazer lembrados
por qualquer meio. E una niania como qualquer
uulra, e que pode ser tolerada em quanlo paci-
fica.
O archiduque Maximiliano nao esperou aqu
pelo Imperador, parti lioiitem a encontra-lo na
provincia do Espirito Santo, d'onde nao se sabe
se rollar rom elle, ou se seguir a sua viagem
para a Madeira. quanto tenho boje a comuiu-
ncar-lhe.
DIARIO DE Pf.NAiVl8C.
Hontem fundearam em nosso porto, os vapores
Brasil luso-brasileiro,) o o Cruzeiro do Sul,
trazando as dalas seguintcs : Rio da Piala 30, Rio
Grande do Sul 30 e Sania Catharina 3l do pas-
sado ; Rio de Janeiro 6, Scrgipe 3, Baha 10 e
Alagons 12 do crenle.
Rio da Prata,As noticias
coiUra-las-ho os leilores.
Hio Grande do Sul. J ha va lomado conta
do commando das armas o general Francisco F-
lix. Evadiram-se na imito do 12 do passado, da
cado.t do Algrele, por um buraco praticado na
parede, dous presos condemnados, um a pena
ultima e outro adezannos de prsao. Apczardas
em onlia parle 011-
ia
Manoel, branco, 1 anno, pneumona.
Amelia, bramo, 1 anno, convulses.
Julia, parda, 1 anno.
Lennarda Chrislina dos Sanios, parda, sollei-
ra, 35 annos, varila.
Antonio, preto, escravo, soltero, 60 annos.
frialdade.
Joanna, preta, escrav, 45 annos, espasmo.
Eva, pela, escrava, 5 annos, pbihysica.
Pelismina, parda, 7 mezes, gastro liepatites.
Hospital de caihoadk. Exislem 8.) ho-
mens, 52 mulheres nacionaes, 2 horaens eslran-
geiros, 1 homom escravo, total 135.
Na lolalidadc dos doenles exislem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo crur-
giao Pinto s_7 horas e 3|4 da manhaa, pelo l)r.
Cornelias s 7 limas e 50 minutos da manha.
chronicaTdiciaria.
TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 9 DE FEVEREI-
UO l)E 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMDARCADOR
SOUZA.
As 10 horas da manha, acliando-sc proslitos
os Sis. depulados liego, Basto, Lomos eSilveira,
o Sr. presidente declarou aberta asesso.
Foi lida a approvada a acia da antecedente.
DESPACHOS.
Um rcquerimenlo dos directores da companha
de Seguros Inderanlsadora, pedndo o registrada
pule da acia di assombla geral da inosma com-
panhia, que I rala da eleico dos empregadns quo
lem de funccionar no correnlo anno. Rocis-
ire-so.
Ouiro de Francisco Antonio do Reg Mello c
.lacinilio Jos de Mello, pediudo o registro do seu
contrato social.Registre-se.
Outro du Caetano Cyriaco da Costa Moreira, sa-
Informam-nos que, com um despacho as- tisfazendo o despacho de 29 de seteinbro do an-
no prximo passado. atim de ser recolhida a car-
ta do registro do palhabole Venus.Facam-soas
aniiolacos que requor.
Outro de P. Wd \ Hompanhia, pedindo o re-
gstro d.; duas procuranoes.Como requercm.
Ouiro doRibeiro & Horaes, informado, pedn-
do o registro do seu contrato social. Regis-
ridado. Utque tndem abntere pnlientiam nos- tre-se.
(ram ? At quando se calcarao os ps, lea sa- Outro du Manoel Ferreira de S5, pedindo o re-
gladas o deveres humanos 1 gisiro de urna procurando que ajunta.Como re-
Foram presos pelo subdelegado do 2. dis- quer.
(rielo do termo da Escoda, os escravos Marcos, Outro de Joaquim Framisco da Silva Jnior e
de Domingos Martina Pereira, Germano, de Fran- Joaqsim Jos da Silva Sanios, pedindo o rogs-
cisco Dutra, e Antonio, de Joaquim Lopes, com- tro de seu contrato social.Registro-so.
plires como autores do assassinalo de Thoin An- Outro de Joo Vieira de Mello c Antonio Do-
Ionio Martina, de queja domos noticias em das mingos Pinto, satisfazendo o despacho deste tr-
a semana passada. 1 bunal de 6 do correte. Rogistrc-se o contrato
com o additamento que fez.
co para os pacieuii-s e lo*teil Alm destesoommodosha algun>qnu,lospa-l ," mjm0na
ra alionados. ;Idein do mendoim c de coco.
O andar alio perlence aos enfermo*, que cm i Bolacha fina.......arroba
melhores posices sociaes nao annuiriam em se- I IrJem "rossa
rem tratados na enfermara dos escravos. i rf. D .
Todos os leilos sao de ferro com sous compe- ', ; B. Sra0 b9m- '
lentes enxerges, colches o travesseiros de boa,,tlo,n iJ,',n reslolho .
qualidade ; dslinguindo-sc os do primeiro ailar Wem dem com casca
por mais ricos, e mais bem ornados. Junio df dem moida.
cada leilo ha urna banquinha e cadoira. O esta-
belecimente esl bem munido de ronpas. sendo
a dos doenles d3s primeiras classes de linho, e
a dos eserares de algodo.
Os escravos acham alli nao saienle ronpo pa-
ra a cama, mas al para seu uso, bem como cal-
cado.
B admiravel o asseio em que se mantera este
estabelecimento o que faz seus proprietarins dig- dem retalia.
nes dos maiores elogios, mernienlu quanlo esta ckrrM
empresa Ibes nao lem d.do lucros.
A diaria para os escravos estipulada em 2500
nao se pode considerar alta, visto o proco por-
que se acham aclualmcnle os gneros, e a pe- dem idem seceos espichados,
quena concurrencia de doenles ; e a mesma s>
Carne secca.....
Carvo de madeira .
Cera de carnauba e:n pi 1
dem idem em velas.
Charutos bous ....
dem ordinarios .
Cocos seceos. .
Couros de li sal;
ados
npmeado
Ouiro de Manoel Concalvos Fenora Mendos,
pedindo so Ihe de attestaoo para podei fazer sc-
guir viagiMii a barca nacional Atrevida que com-
prou, visto como achando-se prompta de carga,
tem lempo para livrar o respectivo registro
os lilulus de compra, de arqueaco e
Ouiro de Manoel Joaquim Rodrigues de Souza,
lose Pereira de Agniar, para o cargo de 6." sup- pedindo mairicular-so.Como requer.
denle do subdelegado de polica do districto de Outro de Barroca v Cislro, eiu llquidago, pe-
dilo conidio do registro da barca Yaya.Como
diligencias, postas em execuco pelas autorida-
des, nao tnha sido possivcl seren capturados.
Procedeu-se, no da 29, cleico para depu-
lados provinciaes, mas anda nenhum resultado
era couhecido
Santa Catharina. Esleve por alguns das
Resta provincia, o vapor de guerra francez Slij.v,
procedente da Cnledonia. Ubsequieu e foi muito
obsequiado polas pessoas mais tiradas da capital.
A presidencia va marchando sem eslorvo, ape-
lar de pequeos transtornos, que vai rencendo.
Naufragara, no dia 30, no lugar Lago dos Cas-
caes, o patacho nacional Empresa, em viagem
de Santa Catharina para Montevideo.
S. Paulo.luslallou-se no dia 2 do correnlo,
a assemblca provincial, ten lo sido, com antece-
dencia, oleta a mesa, que licou composta da for-
ma soguinle : l)r. Catrao, presidente, Dr. Ribas,
vce-presidonte, Dr, A meneo Braailienso, 1, se-
cretario, e Dr. Lete Maraes, 2. dito.
Rio de Janeiro. Por decreto do 20 do passa-
do, e pela secretaria do imperio, abrio-se um
crdito supplcnicntar de 8:3213116 para diversas
despezas d'aquelle ministerio no oxerciciQ de
18581859; sendo 1:948S";39 para evenluaos,
Iti2;l7 para a bihliothoca publica, 6:007SS85
para o jardim botnico c 112(605 para o passeio
publico.
Pelo ministerio da marinha, foi ordenado o ar
man,cuto da fragata Conslilmcao, passando o
commando geral dos navios desarmados para a
Paragass sendo nomcado, inleriuamenle, pata
commandar aquella o capilo-tenente Jenuno
Torreo, accumulando oiargo do secretario e
ajudanlo de ordens do commando da cstaco na-
val do Rio.
Foi reformado no posto de lencnte-coronol, o
major aggrogalo arma de infaotaria Pedro Pau-
lo de Muaos llego.
Foram Romeados :
Escriplurario da reparfico do ajudan(e-gene-
ral, em substituico ao ca'pito Emiliano Rosa de
Senna. o capito Luiz Ca los da Cosa Pmenle!.
Auditor de guerra da provincia de Malto-Gros-
so, o Dr. Firmo Jos de Mallos, juiz de direilo de
intimas e voluptuosasdella interrogada.
Oassassino evadio-sc. A polica prosegue
as difegencias necessarias para a prisao do cri-
minoso.
>, -gipe.SS. MM. II. deixnram osla provincia
embosca da do Espirito Sanio, no da 30, aps
nma demora de 5 a 6 das, deva,m partir para a
corto, aondo eram esperados at o dia 12 do cr-
lenlo.
Alagas.\\n la urna vez, devido nao sabemos
mos a quem, Picamos sem jornaes desta provin-
cia. A incuria dos correios cresce do da em
dia, "o commerco qucsolfra as consequeacias
de actos que osfranlio inteiramente.
Carlas particulares dan a provincia gozando
do parfeita paz o tranquili lade.
REVISTA DIARIA.
A companha da ostra la de ferro rcalisa o oila-
vo divilenlo d-1 juros das respectivas aecos, do
semestre deeorrido do 1." de agosto do auno pas-
sado no li:n do Janeiro ultimo.
Temos ouvido fallar, quo a ponte de Moto-
colomb atha-so em eslado de completa ruina,
de mudo que amcaca desmoronar-so quando me-
nos esperar-se por tal.
Positivamente nao lemos conlif cimento do fac-
i, mas quando se trata minti e por dilTeren-
tes canaes de cousas desta natureza, ellas sem-
ine tem um principio, sempre ha um quer que
seja, cumprc nao desprezarem-se esses boatos,
para nao ter-se de lastimar sinistros irreparaveis
enlio ; mas que de presente podeni ser preve-
nidos.
.Nao se deve esquecer, que salus populi, su- casa de detenco 11 homens e i m
prema ex : que ante esta neeessidade, cessa ou- do 10 llrres c 3 escravos a sabor : 5
Ira qualquer. O transito por essa ponte c gran- lr- chefe de polica, i do delegado do 1. dis- dale do mosmo professor, e do melhodo de onsi-
de, anda mesrao hoje ; e por isso ludo se deve Indo, 1 do subdelegado do Recito, 1 do de San- i no nnr ,.lln Inm. i-
precaver em lempo. lo Antonio, 1 do do S. Jos, 2 do do Poqo e 1 do
Nem todos que tem carros ou nelles andam, de Jaboato.
lem observado o regulameulo policial adoptado Foram recolhidos no dia 10
mens o 3 mulheres,
dem do delegado do 1." districto, I do subdele-
gado do Recife ol do da Roa Vista.
Foram recolhidos no da 11,3 homens e 2 mu-
lheres, dos quaea s ana escravo ; senda l A
ordem do delegado do 1." districto, 1 do sub le-
logado do Recite. 1 do da Roa Vista e 2 'lo de
Murbeca.
No da 1." do correnlo no termo da Escada,
lendo um inspector de quarteirao dado voz de
priso a Claudno Franklim dos Sanios, Irabalha-
dor da eslrada de ferro, este, rom um cavilho
d > ferro, de quo se achava armado, ferio a Iros
Irabalhadoros que coadjuvaram o inspector nessa
priso. O criminoso foi capturado, sendo tara-1 Ajante
bem ferdo levemente mi cabeca. vstoria.
Por portara de 8 do correnle foi
Jos
I
Belmonte.
No dia 8 do corronto na fregnozia de Mur-
beca, no lugar denomina Jo Pedro Branco succe-
deu o seguintc :
Antonio da Costa Mello, portng-.ioz, easado corn
urna (Iha de Joo Bernarlu do Oliveira, inaltra-
lava a sua mulher, pelo que o sogro encutitran-
do-se com elle no da e lugar mencionados ex-
probron-lhe. o seu proceder, do que resullnu
Antonio da Cosa a tirar-se a Joan Bernardo, lau-
ca-lo Ierra, o fazer-lhVs varios ferimentos com
um nslrumenlo tonlendonle o perfurantc : no
conflicto apparecen Joaium Marcollo de Olivei- t i ,-. ... .
ra, lilho de Joo Bernardo, que vendo seu par I,1', eu na aua!ldaj8 Jd visitante, assisli./o
por torra, lancou-se a Antonio da Cnsla, o o fe- a uma ^ai lices do Sr. Fonceca de Medciros,
rio gravemente com urna tacada. Tambem ac- profauor da escliola theorica e pralica de conta-
cudio a polica e prendeu a ambos.
Foram recolhidos no dia 0
reqaerem.
Foram com vista ao Sr. desembargador fiscal,
" scguinle rcquerimenlo :
l'm do corretor Fredericn Robilard, pedindo
declaro o tribunal, se como commanditario pJc
fazer paite do soeedjadc de commerco.
Na la mais houve a tratar.
'
Cominunicados
biltiladee escripiuracao mercantil por partidas (lo-
do corronto ,r J ...
ulheros- sen- ,,rl,as' Julb ,l meu ,lovor manifestar ao publi-
ordem do co a apreciaeao que faro da capaciilale e habili-
como |ioslura municipal, acerca do caminho que
Ihos est tragado para a respectiva entrada e sa-
bida na cdade. Nos que muito apoiamos a idea
desle regulamento, e que continuaremos a cla-
mar pe|i sua ell'ectindado pralica, nao pocemos
com ludodeixar de dar razos ou achar uma jus-
tilicativa para os infractores, que presentemente
se lem apartado da direceo assignada no referi-
do regulamento.
Parle das ras comprehendidas nessa direceo
eslaro por ventura as condieces de transita-
bildado, que deve ser garantida aos dooosdos
carros; que assim como tem deveres a cuniprir,
tambera gozam do direitos que importa respei-
larem-se .'
A rosposla nao duvdosa.
O que so ha eto as localidades, de que nos
liavemos antecedentemente oceupado ?
A resposta ainda nao duvidosa, c nem requer
estoico do combinares intellecluaes, bastando
apenas o lesleinuiiho dos olhos.
As ira posices pelo carcter oJioso, devem
sempre basear-se em condiees que Ihe atle-
niiein o grvame com que sobrecarregara a po-
pulaco ; e pois, j que foi lirado o diroito de
escolha do caminho mellior juizo do individuo,
para impor-se-lho um corlo e invariavel, este
pode reputar diminua so se .-.Hender a que bo-
je a simples visita medica em domicilio pelo
menos de 'OOO, leudo o dono do docnto de coa-
correr de mais com os alimentos e remedios, e
do prestar os cuidados ao enfrrmo ; em quanto
que na casa de saude por quanlia menor que a
simples visita medica o doonle lem ludo de que
dude precisar para o son Iratamento.
A vislodslo de admirar que anda hoje ba-
jara sonhores, que coiisinlam que seus csrravos
sejam tratados mal era suas casas, pois nellas
lhi's faliam commodoa e pessoas habilitadas;
doixando assim de protegerem um estabelcci-
menlo lo til, montado com tanto asseio, o di-
rig lo rom lo boa ordem ; quando elles mes-
nios lucrariam com esla prolccco em lerem
com menor despoza major garanta da cura de
seus doenles, por que alli ellos sao mais conve-
nientemente alimentados c medicados.
Os moros solteiros, os esludantcs sem familia,
oseaibarcadicos, que sao sempre traalos de
maneira pouco propria, o que faz algnmas vezes
retardar o reslabeleciiuonto, e nao poucas per-
turbar a marcha da donca sacrificio da pro-
pria vida nao devem hesitar mais um mom
em procurarem esie importante eslabolecimonio
queja lem prestado relevantes beneficios al-
gnmas pessoas, que se lem adiado em odnti-
cas circiiinstancias.
Hoje na Europa estas casas sao proco:;;.las por
pessoas de qualquer calhegoria, quando o doen-
to nao tem quem, cm outro lugar, ihe presto os
devdos cuidados.
O nenhum lucro que os proprietarios lem li-
rado dosia empreza os lem desanimado pun-
ios de a querorem abandonar : mas se os sonho-
res Drs. Ramos Seve me quizerem ouvir, eu
Ihos direi que nao desanimeni, porque as ideas
novas achara sempre difflculdade om se genera-
lisarenique continen! a prestar o zelo o cui-
dado que al boje tem tido na adminisiracao de
sua casa do saude o no curativo i\js doenles ; .
sao confiados seus cuidados ; que lempo vira
em que a concurrencia ser tal, que os endem-
nisar dos prejuizos que actualmente eslao len-
do, ganhado SS. SS. de mais a gloria do lerem
enriquecido a provincia cora um cstabelecimciilo
lo importante.
Desculpera, Srs., Drs. Ramos & Seve, a liber-
dade que tomoi de dar a publico estas luscas li-
nhas acerca de sua casa de saude sera haver ob-
lido a permisso de Ss. Ss., mas aceitem osla
inuha ousadia como prora do prazer que lenho
quando vejo qualquer mellioramenlo em nosso
paiz, do qual todos podem lirar grandes benefi-
cios.
Recite, 10 de evereiro de 1800.
Jooo Antonio da Costa Cabra!.
COIMIEBI
Foram recolhidos no dia 12, 1 homm livre e
3 escravos. a saber : 1 ordem do delegado do
1. districto o 3 do subdelegado da Roa Vista.
Passageiros do vapor Cruzeiro do Sul, en-
trado do Ro de Janeiro :Tenento Henrque
Jos da Silva Ouintclla c 1 escravo, Jos Rodri-
gues de souza, Frederico Chavos. Jos Benito,
Thoraaz Pompeo I.ins. Ilypoliio G. da Concci-
co, alferes Manoel Francisco Imperial, Joo An-
por
E comejanJo por este ultimo direi quo nao
i mesma, 2 no- P0t'e e"u ser mais cempreliensivel, ainda mesmo
.-ros, sendo 3 S or- s mais rebeldes e acanhalas intelligencias, pois
que, por meio doexplicac-soraes, as mais cur-
| las, mais lambom as mais claras, obliga os
alumnos t escreverem, por si proprios, as pani-
llas, obliganlo-os desta arta a fazer a dislincgo
.entre o dvador e o cielor, nica ba-e em que
! repouzi este system do cscripturaijao; methojo,'
alias, a lodosos respeitos preferivel ao de fazer1
I decorar o compendio, que, pela maior parte, os
liimnos nao enleiideni, e qua ? serve de fazer-
Ihes desperdigar o lempo, e gastar o dinheiro, in-
tuiltiir.ente.
Qnanio a capacidade do professor, apenas di-
rei que, ao eiudo a'.urado que elle lem feilo da
lomo do Araaral, M. Augusto de Araujo IVira, ,i ':,',.,,,. c ; ,. ,
Ignacio Piros de Carvallo, Antonio Joaquim P. lheuna. 'U l ,0S 3 d,'eri0S 3ulhor85 'IUC! SuLri
a materia lem escripto, reno ello a nolavel van-
PragadoRecife 13 tic evereiro de -1.SG0
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cutu^*5cs offiriacs.
Cambio sobre Londres24 3ii e 2f 1(2 d. 90 d[v.
Descomo do Ietras=10 0|0 ao anno.
George PatchettPresidente.
DubourcqSecretario.
Alfaiulo;
Rondimenlo do da 1 a 11.
dem do da 13. .
;*
135:1 JIJ9
19:853^14C
155:035$] i
Movmcnto Voliimcs entrados com [azendas
com gneros
V'oluracs sabidos com (aseadas
" com gneros
47
de Carvalho e 2 escravos, Manoel de Andrade
Marlins, Aurelio Pinto Rarrotlo, Jos Ferreira
de Almeida e sen escravo, Joo C da Silva Ro-
go o escravo, Altivo G. Pimonta, africano Luiz
Sodr, Manoel Gomos do Oliveira, Antonio Se-
ra tim de Araujo e sua escrava, Manoel R. Rio e
sua fllha, Ernesto Rotolho de Andrade. Jos Pe-
tagem
reir Franca Jnior c 1 criado, Deca Cielo ue- hender
deve dispor de todos os requisitos de trans.labili- des Ico c seu criado. 2. lenlo Francisco Jos '
daJe com (acilidade para a locomoco. Mas se
isto nao ha sido folio, se as ras do Colovcllo,
do uma pralica da l annos, queja tem
consumida na proli-so do guarda-livros, e a
ou'.ra vanlagom, nao menos notavel de ser dota-
da de palavra fcil e carcter dcil e complacen-
te, que o tornain o mais apto a st fazer compre-
Ihe captara a altancao e o respeito,
Do ule Pereira
cahir a responsabilidade
que nao elles.
O sermo nao c de oncommonda,
circumslancia ; e por isso quem licer
que o tica.
De ordinario sao nomeadas para
da vara osvigarios das proprias fie
oulros
filho da
ouciJos,
viganos
da Silva, Antonio da Silva Samoaio, Dr. Luiz : Sem es5a au5,eT03 severuln.Ies do ant.go mag.s-
seu escravo, Domingos Jos te[10' 'luc os alumnos deste temjo nao podem ja
eschola digna de
aquellas que se dedi-
e que a este especial-
mente, e a sociedade em geral, presla o seu pro-
fessor um assignalado sorvico, tentando substi-
tuir rolina que lem prevalecido al hoje, a es-
eripluracao sy;teniathicamente organisada.
Em outro artigo demonstraremos que esle sys-
ece ser
lei
ra
va a entregar, I praca, 3 ez-pracaa do esercito,
1 deserlor, 1 polica, que escolla o criminoso de
morle, Jorge, escravo, a entregar ao chefe de
polica.
Soguera para o norle.
Dr. Jos Rosson de Miranda Osorio, Luiz V.
------ 1,050
Desearrcgam boje t de evereiro.
Rarca inglezaDonitaferro e carvo.
Brigue inglezGeorgearroz e cerveja.
Brigue ingle/.Busybacalhao.
Brigue porluguez Gruldo cublas, balitas
e rap.
Palacho porluguez = Unio ceblas, batatas e
trelo.
Escuna hcspaahola=Carinosa=pipas o barrs de
vinho.
Escuna hollandezaGepbienacanos de barro.
Escuna hamburgueza Capibaribelarelo e gar-
rafoes.
Cnsul;i!i geral
Rondimenlo do da 1 a 11. 23 5115793
dem do dia 13....... 3:7273361
32:2:lU-lo7
lem 11 r les.....
dem de cabra i m I idos .
dem de mica......
DOSCC le calda......
dem de Goiaba .....
[dem seceos......
Espanadores grandes. .
[dem pequeos......
Esleirs de preperi ....
i nai ioual.....
Farinha de aramia ....
Idem de mandioca ....
........
Fumo em folha bom ....
[dem idem ordinario ....
dem dem restotho ....
[dem era rolo bom ....
dem idi ra ordinario.
10.....
[pecacanhua.......
Lenha ac! .
dem idem pequeas. .
[dem em teros......
U Irotaboasd
Louro pranch s de 2 cusa los
Cosladinho. .......
Costado........
Forro........ .
i........
Varas aguilhadas.....
[dem quiriz.......
Viruliiico pranches de dous
custados.......
dem di ra custadinho de dito
dem lal d do !">
0 i i p. c. e 21/2 a 3 de
1 i1 ;ora.......
de dito uzu tes
dem dem .
[dem idem soalho de dil > .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
[dem :
........
Mol.........
Milho.........
Pedr le amol ir. ....
: de filtrar. .
[dem i .
; : ... .1. .
Sabo......
Salsa parrilha .
Se!..i ( mi rama. .
: va [uela
Tapioca.....
lobas de boi .
Vinpgre.....
A'otii-ias martimas.
S hiram para este porto:
Do do Rio, a 26 do passado, a bai i
tererrier; a 2>, a barca .'//
. So ZO .', i/i.u ;
coir ule, a barca Amelia.
I i l'.ahia, a 2> di passa<]
Aun Wilton ; a 29,a sumaca Kortem
com me, o brlgui /. tura.
Entrai i a, | -
No da '. >, a 23 d i passad i, o j ;
dade, com 8 das de viagem ; a 27, o I
mirante o a barca tmperatriz '
a 28, a barca ingleza Stella, com 18; a 31,
gueinglez Eliza, com 10; i t do corrate, a
barca ingl za Ellershire, corn U.
No da Haba, a 2'J, a escuna Cari,
dias de viagem.
Acham-se carga, pan esto portn
No do Rio, palacho porluguez $
gue Bella liara, e barca Tmperatriz
dor i.
No da Rabil, o paMnb'do Com Amigo.
Movimento uo porto
caada 80(1
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arroba 700il

arroba 8|50l
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Diversas
Rendimonlo do da 1 a
dem do dia 13. .
provincias.
11. 1:762*863
.... 38C00
l:801f463
1 3
, =_ i
// i
Atmosphera.
vi
Vireco.
quo lodos os vigarios de freguezias podero dis-
Ocapttao, tripolacao e passageiros alcanca- pensar um vigilante do seus actos. Grande nu-
rau ,a var-so nos botoso ancha do navio, o an- roera delles engotem camello*, e en.jatgam-se
le-honlem (28 do passado) pelas 4 horas da tarde ,,, wosguitos, na phrase de Ibeologo P.uva do
Andrade.
enliaram a barra.
Damos om seguida os nomos das pessoas sal-
vas, eolio as quaesvem o proprielario do navio
e sua famila. Ei-los :
* Manuel Veles cora sua seuhora do nomo Erna
de Pr e dous filhos menores de nomos Emilio 0
Feliz, Despalillos ; cipilo Justo Ibargaraz,
idem; Paul, Francez; Joaquim Jos, Porluguez. ;
Nicanor Sapat, Chileno; Francisco Fonos, dem ;
Joo Ribeir.o. idem ; liviano Goncalves, M.in-
tha ; Joo Dias Fernandos, Chileno ; Manuel Sil-
vareno, Porluguez ; Josc UanoelOrlhano, Chile-
no ; Miguel Pedro, i lom ; Gabriel Pires, idem ;
Jos Luiz, Francez ; Jorge Slacor, Ahu ; Severi-
no EsoinhoM, Chileno ; Joo Da, idem ; Jos
l'.squesu, Ilo.spanhol; Domingos Dbel, Portu-
guez ; Ernesto Mechsen, Francez; Antonio Fon-
tes, ll.spanbol ; Jos Manoel Gauccn, dem ; An-
dt. Chileno.
A barea brasileira Helena, sabida desle por-
to para o de Cabo Verde no dia 31 de dozem-
bro, fui a pique 30 milhas ao mar dos libos, no >
dia 21 de Janeiro s 9 horas da noite.
A Iripolaco salvou-sc na lancha e bolo do
navio, e tnha chegado quelle porto no dia 22.
. A barca eslava secura as companhias Uli-
lidado e Fidelidale, da praca de Pemamburo.
tiahiaAs comarcas de liio de contas e Santa
Isabel, segundo se deqrehende das duas cartas
seguinles, escripias ao Diario da Baha, lulam
com a careslia dos gneros alimenticios :
lima caria do Rio de Cotilas datada de 6 do
passado diz o seguinlc :
Nada ha daqui digno de conlar-sc, salvo m
serias, a farinha o 93*600 ao alqueire, a carne a
ljib. manleiga a 4$ ra., bolacha a 2# rs., fei-
jo a 61*440 o alqueire, assucor a 32J rs. a ai ro-
ba, azeilc de mamona a 10* rs. a caado, touci-
nlio a 48$ rs. arroba, sabo a 1* a libra, arroz a
9ti3 rs. o alqueire, caf 16$ a arroba, espormare-
te 2$ a libra, milho a 50* o alqueire, azele doce
a 3j a garrafa, viuho ** o ordinario, urna garra-
fa de hile 200 rs (o que eu mais admiro) e para
que sainas como passa a pobreza, digo-ie que se
sustntalo em bredos cosidos e comein a farinha
de raizes do malo, sendo a mais procurada a de
Consta-nos que.ain la uma vez.ser Iransferi-
d i o concert lynco, era consequencia dos obs-
AMIGO.
deza,
Nesle
das
que S. M. I. dislrbuio com di itrenles
authorilades para dividir com os pobres, foi en -
volto o nome do Sr. major l'iancisco de Albu-
querque Mello, subdelgalo de Tejecupapo, co-
mo lendo recibido 500*000 para desirihuir com
os pobres, quando elle s recebeu 200*000, que
taclos que lem tido a vencer "os beneficiados, mulher, Jacob itenlr c sua-nih."' baldo An- os Jistribaio com reelidao.
quanto direceo da orchestra a que so tem re- nes Pereira de Souza, Jos Joaquim Catneiro,! O carcter do Sr. Xavier lao nobre e cir-
cusado os Srs. llypolilo e Smollz. como que de Carolina de Jess. cunsnecto nue absolutamente inoiniT de roca-
propostto. v.s.o como nada os lera podido abalar Lisia dos bap.isados e casamentes havidos C SJJ "* ^ ZooOftSno kL
em sua resolucao. na matriz da Doa-Visla, de 5 a II de foveretro o('05,0 e so, **"" 200*000. Nao
sei como engao de ordei.i tao grave passou tas
filha le- informaces : cousa bem nolavel.
a o An- O nosso distinclo a miso tem a seu favor a
na Mana da Conceicao. tu- n. j n j
Manoel. pardo, idado'7 annos, filho natural de Pinia0, Pub,ica da comil,aica Je Go.anna e de
Mara da Conceico, fallecida. i olros lugares ; por que sua vida de authorida-
Antonia, parda, idde 1 mez, fi'.ha natural de' de, e de particular, hasta para jnstilior sua
Jos de Almeida Ferreira e Francisca Mana da honra.
Conceico.
sos e Sitno Mathas.
Passagoiros da barca portugueza Gratido,
viuda de Lisboa : Joaquim Barbosa Cuperti-
iio, Manoel G Gomes,}Francisco Marlins, Car-
los F.levos Alvos.
Passageiros do vapor porluguez Brasil, sabido
para Milford Haven : Conrad Kloppor e sua
Admira que, naluraes do mosmo paiz, residen- j de 1860.
lesera um muio dislaiitc, esses senborosse te-! Leopoldina, parda, nascida ha 6 mezes I
nham valido de seren os nicos, para por bices gitima de Clemente Jos de Santa Anua
a um beneficio que, Ibes nao dando projuizo,
deve redundar em favor do seus patricios.
O Dr. Slophenson Macadam apresenlou, ha
alguns dias, reunio phai raacoulic de Edim-
bourgo urna saia crinolina, da qual liaba banba-
do nicamente uma parle n'uma soluco de sol-
phato ainmoniacal, alm de mostrar, que por es- ; Anua, parda, nascida em 1 i de dozembro do an-
bro passado, filha legitima de Hermino Mar-
luis de Souza e Maria Josepha de Souza.
Mana, parda, nascida smSl de maio de 1856, fi-
lha natural de Theodora Joauiina do Espirito
Sanio.
Casamentos :
Julio Pereira da Silva com L'mbcllna Mara da
Soledade.
Uacharel Manoel Innocenco Pires do Figueired]
Camargo cora Anua Zeferina Peixoto do Souza,
brancos.
Bcrnardino Jos Marlins com Agoslinha Maria
Pereira, pardos.
Dr. Benlo Jos da Costa cora Anna Isabel Rosam
de Oliveira, brancos.
Mataram-se no dia 11 do correnle para o con-
sumo desta cidade 82 rezes.
No dia 12, 88.
No dia 13, 89.
MOHTALIDADE DO DIA 12 DO COMVESTE :
Joo, prcto, escravo, solleiro, i anuos, frial-
dade.
Violante, preta, sollera, 60 annos, apoplexia.
Constancia, ciposia, branca, 6 anuos, um
Liinmr.
Manoela, branca, 3 dias, espasmo.
Bnlbina Amelia da S.p branca, viuva, 35 nn-
xm, i'hlbjsica.
se procosso, os tectidos leavam incombusliveis.
Enectiramate applicado o fogo mencionada
saia, s so quoinioii a parte, que nao tinha si-
do banhada na soluco, porque a oulra apenas
licou negra com o fumo.
O resultado da experiencia nao podia ser mais
favoravul ; e ainda mais a libra do ingrediente
apenas custa mca pataca, e porlanto, accessi-
vel todas s algiberas.
Na rnesrua reunio, foi sabido, que ns crinoli-
nas usadas no paco da Itainha, sao bauhadas
n'uma soluco de diltoroule natureza, mas do um
proco muito mais subido, sem que soja mais of-
ficaz do que que ofletecia M. Macadam. As
crinoluos, porlanlo, bauhadas na soluco dosul-
plialo ammotiiacai lem mais a vanlagem de evi-
tar de qualquer incendio as damas, que as usa-
re m.
Nihissatica.Ha das, fez uma donzeHa
da Cra-Bretanha, sobrinha do lavrudor de Lo-
ckmahcii una descoberla singular. Elle tirara
lurfas de um pantano sita lo porlo de casa, e
quebrando-se por acaso uma das turfas, eis que
saltara dedenlio urnas poucas de inocuas de ou-
ro ; as quaos, excopeo de urna que linha o no.
me de Alexondre de Escossia, eram ludas di
Eduardo I, Todas estas modas estavam perti-
tas, anda que cunhadas ha 500 anuos. Sarece
S. M. I. almocou em casa de um homem
pebre, poiut do honra e de senlimeulos muito
elevados. Quando amigos como o Sr. Xavier
solrem em sua reputicao, nao trepido em def-
iende los, afim de robustecer a verdade e fazer
justiija ao metilo real
Romualdo Alves deO liceira.
Recife, 10 de evereiro de 1860.
Vsitei ha dias do passagem a casa de Saude
dos Drs. Ramos & Seve situada cm Santo Ama-
ro, o nao pude deixar de experimentar ogradavel
sens.ic.ao por ver montado entre nos com Unta
decencia um eslabelerimcnle de lal importancia
que actualmente qualquer eidade populosa nao
pode dispensar.
Vendo que esle eslabeleeimento anda pouco
couhecido entre nfjs, julgo fazer um sorvico ao
publico expondo-lhe seu arranjo e cominodo, e
sua ullidade.
Pode ello comporlar cerca de 60 camas repar-
tidas pelos dous-andares. ficando, arm dosquar-
tos oceupados-por ollas, salas aonde os convales-
cenles se reunem por se enterlerem em. co-
mum.
O pavimento torree- destinado aos escravos,
ha ve, ido a devidaseparaco para os~diversos.se-
x'iS'.e duas enform arias mais "afa aJ as do edif:-
Despachos lo exportneuo pela mc-
s; lo ;unsulailu desta cidade
lia 1 :$ de fevereiru de 3S; '.
Porlo por LisboaBarca portugueza ;>,
C. J. dos Santos Calado, 15 cascos mol.
Rio da Prata Bngue dinamarquoz Ileindal,
A. Irmos, 350 barricas assucar branco.
Rio da PralaEscuna dinamarqueza Elisa Ma-
ria Baslo & Lemos, 70 barricas assucar
branco.
MarselhaBarca franceza cEmilie Fernanda, T
Freres, 500 saceos assucar mascavado.
Marselha Brigue francez Jassou, TUsel Fie-
res, 1,900 saceos assucar mascavado.
New-YorkBarca americana Roanok, Whately
Forsler A: C, 1,700 saceos assucat masca-
vado.
Evportat^u.
Ballmore, brigue americano .Clialanonga de
29 toneladas, coiiduzio oseguinte :3,000 sac-
eos com 15,000 arrobas de assucar.
Heeebeduria de rendas internas
geraes de Pcrnambuco
Ilendimento do dia 1 a 11. 9:1953008
dem do dia 13.......3:zl6*762
* -i i Sf 1 1 1 Intensidade. H -
es li. -i -1 i '.-ii i) ti -1 -1 S-l Centgrado.
i ti to tu Reaumur. O K
OO li QO Id oc li X J. Fnlireiilieil S
-i -1 or 2 el Hygrimctr 9.
t >
9 J.
-1
^1
ti
O
-1
-
12:418430
Consulado provincial
Rondimenlo do dia 1 a 11.
dem do dia 13.
18:0SG-0()()
4.-25S095
22:310S995
n
Barmetro.
>
7S
Pauta dos precos dos principaes gene-
ros e produeces nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
13 o 18 de fevereiro de 1860.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente ..... caada 600
dem caxaca....... 360
dem de cana...... 400
dem genebra...... 610
dem idem.......botija 240
dem licor.......caada 640
dem dem.......garrafa 280
dem restilada e do reino caada 720
Algooao em pluma 1.a sorte arroba 8$600
dem idem 2.a dita .... 7$6O0
dem idem 3.a dita .... 6S600
dem em caroco..... 2J150
Arroz pilado......arroba 3$000
dem com casca.....alqueire 3$5
M branco novo.....arroba 4$350
dem mascavado idem ... 2$8C0
A noite clara com alguns nevoeiros o agui-
ceiros, voi.o razonvel. flcando no terral c i
amanheceu.
osi ii.i.M.io da zuai.
Pre.im.ir as 8 h '"di manha, illura f> K p.
Baixamar as 3h 6' da manha, altura l.75p.
Observatorio do arsenal de marinha 13 de
roiro do 1860 Vncis l'imoa.
Navios entrados no dia 12.
Rio Grande do Sul 32 dias, bngue brasileira
Imperador, de 191 toneladas, capilo Clemen-
te lose da Costa, equipagem 11, carga Tilil al-
cobas de carne a Homingos Ferreira Rata.
Rio de Janeiro22 dias, barca brasileira Xiou.
de 279 toneladas, capito Jacnllio do Paria J-
nior, equipagem 13, carga farinha de Iri
mais gneros, a viuva Amonio ; Filhos.
Ilamburgo 5i dias, brigue hamberguea C
bemube, de 200 louela.i.is, capilo J. P. Lasa o.
equipagem 12. caiga fazendase mais gen
a Ileniy Itrunn \ C.
Lisboa31 dias, palacho Porlugue/. Uuii
118 toneladas, capilo Jos le Oliveira Nobre,
equipagem 9, carga vinho c mais gem .
Manoel Joaquim llamse Silva.
Navios sahid.is no mesmo dia.
Poilo Brigue portuguez Promptido, capul >
Francisco Pereira da Silva, carga assucar e
mais gneros.
Navio entrado no da 13.
Lisboa 26 dias, barca portugueza Gratido, n
255 toneladas, capilo Antonio Pereira iorges,
equipagem 11, carga vinho e mais geuero>. a
La.tvalho Noguoira & C.
Montevideo32dias. polaca hospanhola Bentu-
rita, do 180 toneladas, capito 1). Ccraldo,
equipagem 10, cargo 3800 quntaos hcspanloo i
de carne, a Bailar & Oliveira.
Rio de Janeiro19 das, barca franceza Lecerrier,
de 230 toneladas, capito Le lloux, equipagem
ti, em lastro, a N. O. Bicbcr.
Porlos do Sul 9 das, vapor porluguez Brstail,
commandante Luiz Antonio da Silva. Seg...
pera Milford Haven e portes intermedios.
Rio de Jaoeito22dias, barca ingleza l.njht Bri-
gade, le 28 toneladas, capilo Josepli Crawcll,
equipagem 10, em lastro, a James trabtrve
& C.
Barcelona36 das, polaca hospanhola Heraaifta,
de 115 toneladas, capito Pedro Durara, cqui-


f4.
c-m i, CTTgii vinho, a N. U. Bicber& C. Su- do conselho s lu Loras da ruanha do dia 15 du
guio para o llio de Janeiro. | corrale mez.
Jjfo Grande doSu! 45 dios, patacho brasilero Sala das sessocs do conselho administrativo
iigre, de 103 lonchadascapitao M. do O. Maia, para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
eqiiipagem 12. carga 800 arrobas de carne, a fevereiro de 186l).-fteiUo Jos Lamenha Lins.co-
Hallar A.Oliveira. ronoi presidente.Francisco Joaquim Pereira
Fnrlas do Sul G da3, vapor brasileiro Crt/:eiro, ; Loto, corono! vosa! secretario interino,
do Sal, conim.end.inle ti. Mancebo
DIARIO DE PERNAMbuco. TERCA PEIRA i4 DE FfcVlifelRO ) 1860.
Ass 32 dias, brigue brasileiro Sania Rarbara,
de 231 t.meladas, onjiilao Jos Malhias de Aco-
lo!, equipagCtn 1, carga sal, aAniorim & Ir-
ma us.
Navio* saliidos no mesmo dio..
BaliimoicBrigue americano Chatlanooga,ca-
pilao J. Faverl, taiga assucar.
I'araliiba Galeota Hollandeza Santa llocmeleng,
capitao Rruim, em UstJO.
Tela nn'Sa do consulado provincial se faz
publico, que os 30 das iilcis para o pagamento
boca do cofre dos impostes do 4 por cont so-
bro diversos eslabolecinionlos de 409, sobre casas
do modas, de perfumarla* e de vender plvora, e
do 20 sobre casado jogo de bilnar, lindam-se
no da 20 de fovereiro, Arando sugeilos a mulla
Para o Aracaty]
O hiate Exalacao segu imprelerivelmcnte
na seguinte semana : para o restante deseu car-
regamenio, Irata-secom Gurgel limaos, no seu
esoaiptorio da ra da Cadcia do Recifc, primeiro
andar n. 28.
Porlo e Lisboa.
Sahc com brevidade a barca portugueza For-
tuito do agente Pestaa, de un
completo sortimento de fer-
ragens, cu t lorias, miudezas,
armamentos todos despacha-
dos ltimamente c para sto
.convida a todos seus f regue-
mos, rapilao Joaquim Francisco Pinheiro, re- ZeSnaiVl rOlllDirP'from iiiiti
cebe carga e passageiros, para o que lem niagui-! cu,1Jl'al e<'el Ll11 <|UII1-
ficos com mudos : quera quizer carregar ou ir de
fiditaes.
do 3 por tent sobro os seus dbitos, lodos os passagem, trate com o capitao na praga, ou com
que orcm pagos depois dosso prazo. Mesa do | os consignatarios Mnnoel Ignacio de Oliveira &
consulado provincial, 7 do fovereiro de 1860.
Pelo_ administrador, Theodaro Machado Freirt
Pereira da Silva.
Crrelo.
A< malas que lem do condu/ir o vapor costei-
ro rersinunga para os porlos do sul, serio fe-
chadas no din 15 as 3 horas da larde.
1NSPECQO DO ARSENAL DEMARINHA.
leudo de continuar no baino de Sanio Auto-
A enmara municipal manda publicara pos-
ma abaixo transcripta, para conbeciincnlo dos
sena rounicipes, e aiim de que Sfja observada,
Paco da cmara municipal do Recite emsesso
de II de fovereiro de 1860l.iz Francisco de
Uarros Reg, pro-presidente. Manoel Ferreira "' a. cnnslrucoo do lauco do caes entre a ponte
, secretario. provisoria e o outro lanco fcilo do lado do thea-
4.a secrao. Pula o do governo do Pernainbii- I lro publico, convida Sr. inspector aos qu
o. em 11 de fevereiro de lsGO. queiram tomar a si essa obra a aprescnlarcm M
O presidente da i rovincia, tendo .1 vista o que 'tala secretaria rom as suas propostas em cartai
qie Ihe representou a cmara municipal do Re- fechadas no da 13 do me/, prximo, pelas 11 lio-
i'ife, em nfl.-io de (i do crrente, sob n. lo, re- r,ls ",1 manha, em que lera lugar o contrato:
Bolve que so observo provisoriamente o segoin- sendo que as condicoes couccrnenles afeitara
lo artigo de postura; l da mesma obra, co respectivo orcamcnlo esio
Artigo unieo.Pica revogado o sem effvitu o patentes tiesta secretaria para quem anteado con-
artign 8." do Ululo 8 das posturas mnnicipaes ,l'a, precise consulta-Ios.
',< :iil de Junho de 1819, que conceden o uso das Inspecco do arsenal do marinha de Pernara-
empanadas : ninguem as pode collorar em porta ; buco, em 2 de Janeiro do 1860.O secretario,
ou emjanclU alguma sob qualquer pretexto: os i Alexandre Rodrigues dos Anjos.
ronlraveulorcs soffrero a pena de lj de mulla De ordem do lllm. Sr. inspector da tbesou-
.' o dubro na reincidencia./.ii Barbalho Mu- raria do fazenda desta provincia se faz publico,
Filho, no largo do Corpo Santo.
Rio de Janeiro.
Vai brevemente sabir o brigue brasileiro cDu-
que da Victoria, capitao Lisboa r para carga e
algum pnssageiro, traia-se na ra da Cadeia do
Recite, escriptorio n. 12.
i ,z Finta.Conforme.Francisco Lucio de Cas-
tro.Conformo.o secretario, Manoel Ferreira
V :ioli.
Dclaracoes.
que a arrematarlo da parte do sobrado de dous
andares silo na roa da Guia n, 29, penborada aos
lierdeiros de Antonio Ferreira Duarte Velloso,
n.'io leve cll'eito no da annuneiado por falla de
licitantes, e por Ssso Rea a mosma arremalacao
transferida fiara o dia 18 do corrente.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 1." de tevereird de 1860. O ufficial
maior interino,
Lus Francisco de Sampaio e Silca.
C0RRF.IO.
Pela adminislracii'u ii > rorreio desta eidade se
faz publico, que as malas que lem de conduzir
^E^*t^S&?"at'' ,:""^lho de compras navaes.
Tendo-se do proceder a nova numerarn. '''"> do fazor-so a acquisicao de diversos ob-
da rna do Imperador, oulr'ora ra do Colleg'io, Jeclos do material abaixo declarados, para for-
dever principiar desde a esquina desta at "imcnlo-do almoxarifado do arsenal de man-
an (olvenlo do s. Fiancisco, ssim como de ". '"''!ldil conselho fazer publico?que tratar
i litas casas construidos em diversas nutras ras, '!|sS" '"' s'!Ssao ll'! ls do corrente mez, avista
o administrador do consulado provincial, encar- de ProI'OStas emi cartas fechadas entregues ties-
regado demandar proceder a referida mime- Sl' """I"" da alo as 11 Loras da mauliaa, acom-
i3 a de otdein superior, convida as pessoasque l,n"nadM (ius amostras que caibam no possivel,
se'quizerem prestat a fazer oslo servido a apre- merlos os concurrentes de sujeitarem-se a mulla
- ntarcm suas propostas en. carias fechadas e mesa do mesmo coi.sulado al o dia 2> rente. Mesa do consulado provincial, ISdcfcve-
COIVIPANKIA^BRASILEIRA
PAOLETES A VAPOR.
O vapor Oyapor.k, commandante F. Ferreira
Rorges, espera-se dos porlos .lo norte em segui-
inenlo aos do sul aleo dia 16 do corrente.
Reccbe-sc desde ja passageiros, frete de di-
nheirn e encommendas e engaja se a cana que
o vapor poder conduzir, sendo os voluntes des-
pachados com antecedencia at a vespera do
sua chegada : agencia ra do Trapiche 11. 40.
Leiles.
IMPORTANTE
la-eira 1G- do corrente s 10
horas em ponto no seu arma-
zem ra da Cruz.
Terca-feira 14 do corrente.
Barcos Duprat & C farSo leilSo por
mlervcticao do agente Ilvprolito da
Silva, de um completo sortimento de
Paseadas de la, Uoho, lintio e algodSo,
seda, seda convida a tolos os seus (reguezesacom-
parecerem em sen armazem no supra-
dilo da as 1 1 lioras em ponto. Na mes- crreme, o mulato Marcoliao, alto seco, de pos
ma occasio sera'vendido um resto de
SK^I\ova loja
encyclopedca
f)E
Gaspar Antonio Vieira Gimo,-
raes (jrente Jos Gomes Villar
Hua do Cves|io n. lo.
Neslcnovo estabelecimenlo exislom fa/.ondas
de ultimo gosto e por procos admirareis por
serem baratissimos :
Sedas pretas em corles com doas folbas borda-
das a velludo.
dem com duas saias lisas.
Grosdenaples de todas as cores.
Manteletes riquissimos prelos e de cores.
Chapclinas parasoohura de Italia ricamente en-
fetados e do se la, os iniis modernos possiveis.
Gassas de cores a 21') rs o coado, lodos se ad-
miram d-se o prego baratissimo.
Fazondas de tojas as qualidades para homens
e senhoras do melhor possivel e luaniain-sc tus
casas de familia para escolhercm a vontade.
; Vende-se na loja de Nabuco& C. na ra a
fi Nova n. 2, mascaras He todas as qualida- a
des, seroulas de meia e camisas do moia jJ
.^ proprias para o carnaval.
Boa gratiicaco.
Fugio do engonho Monjope, no dia 9 do
MI

miudezas pata fechar contas.
m
O agente de le loes Byppolito da
va aru' leilao dor otdein d > Sr. vis
de de Lemoi
autorisacSo do lllm. Sr.
1860.O administrador, Antonio Cur-
t i Rio.
Tendo a rcparlico das obras militares de
mandar fazer pequeos coneertos [no Forte do
1 i ac no lolhado da Tasa que sene do respec-
coramandatito, assim como era urna das ta-
rimbas existentes no mesmo forte, convida as
- 19 leste serrico so queiram encarregar
.i apreseutar suas propostas nos das 13, 1 c 15
o* mez corrente d >s l horas s 2 da tarde, na
la directora, igualmente convida as pessoas
> .' se quiterem em anegar do roncera preciso
i borato rio existente na Cruz do Patrao a a-
iitarcm suas propostas nos das cima men-
cionados. Oiicctoria das obras militares de IV;-
nambuco, 11 e fevereiro de 181!.).o ama-
nuense, Joo llonlt i de Andrade Malvinas.
Correiogeral.
Relaco das cartas seguras viudas de sul
carregarem alem disto com o cxressd do preco
: se o honver, ruando pela falta so recorra ao nie'r-
! cado, bem como de serem pagos do que "vende-
rom pela forma ha milito em pratica.
Objeetos.
Cobre em folba de 10 a 20 oncas, com os compe-
tenles pregos, 160fulhas.
Colla da Rabia, 6 arrobas-
Encerado para a cmara 1.
Estauho oilo arrobas.
Tole 1.
Ferro bruto 10 toneladas.
Fechaduras de caixas 15.
; Garrunchos do ferro 50.
1 Navalhas do inarinbeiro, 100.
Raes do ferro 48.
Panno para mesa 1.
Purafusos de ionio de 5 e C i de polegadas 10
grozas.
Taclias do ferro para bomba40,000.
Zineo em liarra 8 arrobas.
'
Znrco, 10 arrobas.
vapor Cruzeiro do Sul, e das existentes na ad- Sala do couselho de compras navaes em Per-
niinisttaoo do corrcio, para os sciihores abaixo nambuco, 10 de fevereiro de 1860.O secretario
declarados : Alerad-irc llodriguos dos Anjos.
Aureliano los dos Santos. ^^^MM^BaBWiBBWBiBBMB
Antonio da Cunha Figueiredo.
1 emente Joaquim de Oliveira,
Itamlao Jos do Abren.
I rederico Miguel de Souza.
Pan isco de Paula Araujo e Almci! i.
ii. i isco Santiago Ramos.
Julio Pompeo de liarros lima.
Joaquim Coetho deAlmeida.
(ilim -lose Ableo.
.' laquim Luiz dos Santos.
1 iquim Vieira de Mello Pinto.
I le Anuda.
Quarta-feia 13 do coitciiIp,
PELO A GE N T E
i"
No mencionado dia e pelas 10 horas da ma- I
nbia no armazem da ra do Vigario n. 15, o re-
ferido agente vender por conta de quem per- |
tcncer c em lotes vontade dos compradores
Urna porcao de louca france-
za, branca, de frizo c pin-
tada, constando de
Apparelhos para janlar.
Chicaras e pires.
Palos fundos c razas.
Tigelas de diversos lamanhos.
26 barris com alvaiade.
Latas com ameixas.
Presuntos inglezes.
600 caixas com charutos
Fran
0 de Paula Cavalcanti
Juaquim Das Fernandas.
I copdldo Bourgard.
i s.Milus Noves Jnior.
...- Vicente Duarte Urando.
L. Lopes Castello Branco.
''i : .- Auslin.
noel Leitc le Azeredo.
i,-i Francisco Alves de Moraes
Pedro Alexandrino do Barros Cavalcanti.
as de Oliveira.
s i'.ustiano Cajueiro de Campos.
\ ital Ferreira do Moraes Sarment.
A cmara municipal desla cidade faz pu-
blico, que nesta dala prnpoz ao Exm. presidente
fa provincia a utilidade da dcsapropriaco
da tasa d'um andar c solo, sita na ra doCor-
dnniz, perlencentc,a Candido Alberto Sodr da
Molla, a qual deve si r demolida, por assim o de-
terminar a planta da cidade. l'a'-o da cmara
municipal do Recite, em sessone 6 de fevereiro
TIIEATRO
DE
tWt f i
wmmki
S9CIEDA0E DRAMTICA NACIONAL
S ni \ DIRGCCO DO A lis I \
\M0.M0 JOS bl'ARTE C01MBRA.
uiiita-l<'r:i 1 le fevereiro.
Subir scena pela primeira vez nesta cidade
o drama em 3 actos, produccao do Ilustre dra-
maturgo porluonse, Camillo Castello Illanco :
PURGATORIO
HE#C
Te rea -fe i ra 14 to co rrc ule.
PELO AGENTE .
w
JJ
PERSOSACENS.
Sb^
Fieriiardo de Mascarelhos......
Jorge de S....................
Alfredo Tovar..................
Conselheiro Nobrega...........
Bario de Villa-Marim..........
Antonio do S..................
L'm doulor......................
e IbOO.Manoel Joaquim do Rcgoe Albw/urr- .,'" !l ,....................
, residente.Francisco Canuto da Roa-Via- B.emHca................
gem. oicial-maiur servindo de secretario. ') '5*1.....................
snanolesresiden-
Li
tes cu el imperio del Brasil.
Lleno de confianza en vuestro pa-
triotismo me tlitijo a' vos otros en este
da, solicitando vuestra cooperacin pa-
va una causa tan justa como lu que ha
motiva io la guerra que acaba de iniciar
la nacin espaola. Todas
Um alfaiato.....................
Baz criado).....................
Emilia de s....................
Luiza..........................
poca actualidade.
Terminar o espectculo com a muitoapplau-
dida comedia ca actos :
O
ACTORES.
Coimera.
Vicente.
Lisboa.
lto/.en.lo
Carvalho.
Lima.
Carvalho.
Le-sa.
Almeida.
Lima.
Barros.
II. Isabel.
D. Mana Luiza.
O referido agento vender por conta de quem
pertencer no dia cima designado c pelas 10 lio- tm seu armazem
ras da manhaa a porta do armazem do Sr. An-
nes defronte da a'.andega
_75 barris com manleiga franceza.
75 motos ditos com dita dita.
501000 de gratificacao.
Fugio no dia 30 de Janeiro (Indo a escrava ca-
bra, de iiome Josepha, idade 50 annos,
mais ou menos, curta da visla, falla do mln
altura regular, maniueja quando anda, por |
os tornozellos um pouco enchadus, acal.nu de .- r
tratado do frialdade que s..lfna ; esta escrava
consta que anda pela oo-V,sia, e com mais ve-
ra na roa do Colovello, onde presume-se que
esla all em una casa acoutada : poilanto I
so de novo as autoridades polkaaea a pedestres a
captura da referida escrava. e leva la a >ua se-
nhora na Soledado, eslrada de Joo Feriundes
Vieira, sitio da casa cinzuula, querecobeij .i gra-
tilicagao cima.
Piecisa-se do urna ama que eoziab*
goinme para duas pessoas: a tratar na r.
Imperador, botica n 10.
(loga-so ao Sr. Theotonio Ios4d \ 1 i i : _
quo Helio que lenha a bondade do declarar i ,
morada, ou do mandar entregar os I;
lem alugadosa sen proprio den i.
- Aluga-se a sala do primeiro and i .! i
u. 1 da ra do Imperador, eoafroole a or.l
terceira do s. Prancisco : i tratar
casi.
= Vendo-so ou arrenda-se o enjtenh I'
sito na foguela de Kgua-Preta, mc com
o c ipeiro, as o'.iims le a os i ,., i,
com modos, e bem construidos, e no qn
i Droduccao para todas as qualida i
parece nao haver superior em \<.\r[o alfttn i,
boas matas e terreno para levantar outro i
nho, Qcando o Potozi com as terral i
para sifrejar os mil paos do assucar q-ie
zor plantar, do presente o muco iietu
que se aprsenla estar loage do en
. i cnatos, caballos caxealos, alguma h.rha, e corea gueiros, inconvnaiente este, qwc bn
de 2 anuos da Jado ; holieiro, c nao meo JcsaPparecercom ch la i i esli ila
croado de servir. O ioin o apprehenddr, love-o 1.1" r,!j"/a ?cawaj por dia : uorU
>n r..f,r; t.> .. .i ^ m lui/erpossuir um Polu/i, ou t ,
ao referido engeiih Monjope, sera getierosamen- f,or arendamento, no euge.
lo gratilicado. u ii.mii tratar, o i na roa d u
Na ra deSpnta Rita n. I compra-se um ''Jfcom Manoel Florencio Uvcsd< M
c i ''"> 1 b''- t libra i airobas. : ,"" ,",.'' VV ln''V W !: alra-
SCOn- ,- ia'na Recite, ra da Senzala >elh n 1 i
e Lemotil- COtiMil d- Fmnca ,- nnr T Loml,raw no "O1 a ra da Praia = Pr. cisa-se de um caiieite pai
i ranea, t poi n# 7 ma escr.iva d(J 2() a 2V anno8i da lm]v ,,.:ill, pralica M P], ,|n s
inspector da figura, prenndo-lse sar do mallo, rom ab-li.la- ~ A; '- ~ mensalroente em n
lzss,' de quem: tr t, *fo,,e !er ire"",',' t*t ^sw sksss
percencei uo scfjuintc hora, assim como um iivjIjijuo de 18 a 20 ,--x a^ k x
950 couros verdes saldados <[uese acliam annos. iSi '\^'fif*'JJ^ j\ ^vli /^!
a bordo da barcaca de crena do Sr Offerece-se nma pessoa para caixeiro de
Araujo, e 64espichados quese achara !co|"''"iC3. ou do un, pois o mesmo propriea-
uo armazem aiandegado do mesmo1 r0' t 1 soa que precisar, dirija-se a ra da Cruz n. 15
que aclia com quem tratar.
I n^io as sol i ara oilo lioras da nottle do dia
10 do corrente miz, da casa de Manoel Jos da
Silva Braga, eserava ciionla de nome Odorica,
conhocida por Drica, perteneentenle a Sra. 1).
Isabel Raymunda dos Santos Pinheiro, rjue lu
liavia cmpralo a 24 de setembro do anuo pas-
sada, ao corrector Benlo Alvos Rodrigues Tu pi-
na mb. Dita escrava bem moct, do estatura
regular, est rravjja. lom bastantes pannos pelos
peiios e costjs, e sabio do casa, com uno vestido
de chita desboladoi parecend de fazenda branca Suerosamente
e levando urna argola do ouro na oroll.a esquer- llo. lflJ-""" l"' :""'') Je "; /;
a. ni ,ii ^. '. ~~ Dcsencamii de um dos
da. hila e natural da provincia do Haranhao lerceita classe. na chegsda do vapor d
dondo viera, como allinua o vendedor, e nao. do dia 11, um baliuztnho li
sabia anda as ras de-ta eidade. Consta que d" ,:i""i;";
ou fura para casa do mesmo vendedor, ou para' t^.Z
casa de um moc esiudanto, que mora no pal) bacco novo deS. Pedro,
do Carino, o que lem um escravo de nome Xislo, TTIT1^
por que a dita escrava assim o manifestava. No /\ |*, f
entnw nao so lende certeza pede-so ao Sr. Dr I ,, m prpcisar ]i; ** ,.' '
cuete de polica e mais antiiondades a captura escreve oem. e com a devida o
Cals limaos farao leilo, por interven- la dila escrava- f qlquer particular que apre- v ncs,a lypographia cari
hender queira levar na casa do mesmo Sr. Brag. ciaes .V '; ,
ven Ic-se um eabn
balauslros, de patente, coa pouco uso, i
forrada de or, c-.i a arrei is.....
'avao, chicote, lamentas, p
ten !-! i, pode ir ve-lo no sitin d
i i C ijueiro, perl i i II
quer hora do di i, q iu ichari com
bem com i dous cavailos
m
senhor, sendo ah clFectuado o leilao
lerca-eira docorrente, as 10 lio-
rus e meia da manhaa era ponto.
glll^
ao

O agente Hyppolito faia' lei
grande porcao de charutos, por
e risco de quera pertencer, os
se a cha m do armazem doSr. Joao Ta-
rares Cordeiro, na ra da Madre de
Dos, ((uutta eira 15 do corrente, s
11 lioras em potito.
de
conta
quaes
i igio no til 5 d i r irrente, da cas
assignado. o escravo de n une i
lilii) d i serlao do M ch it, com
guiutes: cor preta, denles limados
dos di rao direila aleija los de um i n
padari, o qual julga
panliii urna preta i scrava i -
senla ter 1\ i :!"> annos de i lade, .
sua roupa ; roga-se, portento,
policiaca e capites de cam|
escravo, e que n levem ao seu senhm n i
Pescadores ns. 1 e d, qu
HAfD
DE
e ici'iiiiarias,
di'fi
um com-
ino do agente Hyppolito, de .
pleto sortimento de miudezas, perfuma- na rua 5mperal-n* 67 Pr,neiro aJar
rias, ohject .s de phantashi, os iiuaes se-\T tefunAnMnto n. 2:5 primeiro au-
rao Tendidos eo correr do martcilo nov ^\ P6 f" fosomenie recompensado, e
,,! t ,' ;ur desde ja a dona da dtu escrava prtesis ordce.lei
tanto convidara a todos os senltores lo- criminal e civilmente contra quem ?
gistas ueste genero, que comparecam Isiado em seu pdder.
em seu armazem, sito na ra da Lrnr. Aluea-sc um eranda armn/,.,.. ,-.,, d.
do Recite, quarta-eira 15 do corrente,
as 1 I lioras em ponto.
na ra da Lruz Aluga-se um grande armazem na ra da ''ano o esjuipar, de boa
a.
visos iversos.
A viuva Dias Fernandes declat
a
O'agente Pestaa continua a estar auloriaado ao respeitavel corpo do comineieio aue
pela comnnssao li.jiiidalaria da exliucla socieda- ,,i V. i> .:.! L. ._. >
de de flacao c lecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade,
Cruz n. \), que bola os fundos pira a roa Jos -~ VcnJem-se irea lindosb
l'auoeiros: a lular na ra do Rangel n. 02, nr- viudos do M iranhao, obra mais
mazem. I Ihor gosto possivel; na ra dos Fraz<
abaixo assignado, leudo prestado jura-1 Vende ss urna i
ierra, o a i
,.'ii p : -
ules a seus dislntanos, quo suas a lidien-| d tratar m roa 1 Santa Cecilia ri 1.
tendo fallecido o gerente de sua casa
, Firmino Moreira da Costa, tein consti-
r^jf^isfr? ?jgs hornTad: tuidrora v*** bartante.e ^
entender-se com o dito agente. nsaao para todos os seus necocios a seu
mano Da noel Moreira da Costa Passos,
e ao Sr. Joaquim Claudio Monteiro J-
nior, usndooste dos poderes concedi-
dos na ausencia daquclle.
ment, como suhplcute do juiz le paz do 1." dis-' e muitu afr-vue/j la para i
trido da (reguezia de S. Fre Pedro Gom.alves. pequen i aluj h com
faz sciontes a seus distritanos, que suas a lidien- \* tratar na ra l i Santa c
cas ficain marcadas as lorias e sexlas-feiras s '" l;,t n ici i. ou i din ieii i u .
10 horas da manhaa, na casa da sua residencia, boas tirinas.
Que pechincha.
ar
O agente Pestaa lira
quem pertencer sexta-leira
por conta de
correnle s 10
eiiao
17 do .
horas da manhaa em seu armazem na ma do Vi-
gario n. 11
DE
Mobilia constando do guarda loma, apparador,
cadeiras, sofs, marqueza e consolos, mesas.
ra da Cruz n. 19, segundo andar. Recife Vi de
fevereiro do 1860.Padre Jos Leite Pilla Orll-
gucira.
Itoga-se a ludas as pessoas que liveram
contas coulra a galera ingleza Accringlon, de as
apresealar no consulado brilannico al ao meio
da do quarta-eira 15 do correnle.
Na ra do fjlueimado n. 30, lava so e en-
gomma-se com acio e presteza,
Precisa-sc de um menino de \ a 14anuos
para caixeiro de taberna, com pralica ou sem
O Dr. Cosme de Sa' Pereira0
|de volt? de sua viagetn instructi-tfe
ella : no paleo de; Paraizo n. 14.
= Precisa-3e do urna ama para casa de
moco sollciro : a tratar na ra do Livramnto
sobrado de um andar, n. l'J.
-- Albino I)
Vende-se um i armaca i toda envidra
prn [.ara loja decalcado, mi i I izas,
negocio, por preco m lil i c >m .
ra i Imperatriz n. 1 .
\ ende-se ou permul
dosia praea, cas i n i :.. -., i.
genh i Alag.Ja Grande, n i fregu < .. !
" -' os pi lendente ,
Bella, casa junta :
um Ira, das ti horas da manh i s >,
s3 di tarde, no quartol de |
com quem tratar.
jmingues, subdito portuguez, re- Iraspassa-se ora snno de i
Bttva a turopa continua no exer-^ra"spi,r Rioe,aneit0, nho Covas, sito na i le N. s la i
'^rio o SPt ~ Oprofessor da aula de lalim, mudado para assim com i vende-se urna etcellenl: ~
n OitabdO medica. ^; a ra da t.lonaiu 11. recebe por preco coromo-I maes de roda e alguns
No qual o Sr. Coimbra
las clases del do ba0 aspar.
estado se han contizado en la madre 0s' acham-se
patina, para ajudar con sus donativosal
gobierno, afn de que pueda llevar a'
?, la noble empresa de vendicar la
honra de nuestro pabelln, ultrajado
por los moros de la costa de frica ; y
ci&tigaral mesmo temoo lis actos de
vandalismo, y piratera que continua-
de oslan cometiendo.
Al frente de todos se ha c ilocdo
nuestra augusta soberana. No liare
mos cada uno de nos otros un p.-rpieno
sacrificio pira contribuir por nuestra
parte al feliz resultado de esta expedi-
cin *
No me es permitido dudar un
momento, y cuento con que cor
todos y cada uno de vos otros al co
ludo espaol a'llevar lo que cada uno
pueda, segn sus medios, para que no
se diga que, la distanci i que nos se
para de nuestra tunada patria, ha res-
inado el alecto que le debemos como
buenos cuidada mos.
M. de Potestad,
Encarregadode negocios y cnsul rje-
neral de Espaa en'el imperio del
Brasil.
S i halla abierta en este tice consula-
do, Insta el fin de este mes, una sus-
cnpcion, para el in arriba mencionado
Vica consulado de Espaa en Per
nambuco 1 de febrero de 1860.
Juan Anglada Hijo,
Vite cnsul.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para ornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os ob-
jeetos seguiules :
Para os corpos e fortalezas.
500 caadas de azeite de carrapato ; 2 arrobas
de lio de algoddo.
Para o 10." batalho de infantaria.
GaTio do prata com urna pollcgada de largura,
varas 10.
Oucm quizer vender taes ohjectos aprsente
ai suas proposlas em carta fechada na secretaria
COHiDDlPARtfirii,.
desempenhari o pape
desde j & venda no
Comecar s 8 horas.
thcatio.
A
visos martimos.
Para o Aracaty.
s, .oo em poucos dias o hiato Camaragibe,
ra carga e passageiros trata-sc na ra do Vis
Para fechar conlas.
peito ;
. Molestias dos org&os da
cao, e da anus ;
. Prattcara' toda e
^y copeiro ou cozinheiro de
'^ lo ujtie fallem portuguez
Bera"HJ ja-se ao caixeiro da bart
dir quem .
qualquet lv
pa
ario
. ... c* operacaoquejulgarconvenien-l
Uliinla-leira ludo COlTeille. 5J lepa o restabelecimtntodosS
'rece para sei :,'Ai'-'ls ;:- I i as
lualquer casa com tan- breagar-se, levou ve>tido e chales .: .
I i-"i pretender diri- guma roupa de alg lo
da Capunga que Ihe dere conduzi- a a seo senhor
.Ion.' Moreira da Costa, seri
Aluga-se urna muala muilo fiel para o ser- compensado.
viro interno de casa : a tratar na ra do Impera-
nmero j.
CO.MPAMIIA PEIUAMBIXANA
DE
AS 10 HORAS EM PONTO.
O agento Borja iar leilao em seu arma/.em na
ra do Imperador n. 15, s 10 horas- em ponto,
do todos os ohjectos nelle existentes, que para
lechar cuntas vender sera reserva do preco.
seus doentes.
Vi O exame das pessoas que o con- LVJ |
Klsultaiem sera' feto indistincta-^I
^ mente, e na ordem de suas en->!
^"v tidas; fazendpexcepcSoosdoen- .V
'* tes de oihos, ou aquelles que por \y
^ molivojustooblivercm bota mar-:\,
cada para este (m.
dorn. 16, terceiro andar.
V'cnde-se o engenno Taepe, distante menos
de meia legua do Iguarass, sendo de anima -
i porm lem proporces para agua : a traiai na
ruado Imperador n. 16, terceiro andar, donde -
i daro informa' oes
Aviso aosscuiares i!e
opitli),
'\avegacaocoslcira a vapor;Carro e caballos, i JUffSS^FS^SSI
10 o vapor Persitiuneo. commandante Lobato,! agente Hyppolito da Silva fara' lei- ^cfso*' COIMO doulfatodeatro-|
seguir para os porlos do sul, do sua escala no i lao de um excediente carro de ciuatro j' ,)ma etc-) sera' ftuto.OU concedido ,^i
IS w\if'srs^.^s.sjiBt^VbSr?1- *? ,n*tao c?va,,os ,odos ^ H"*u-a <**>* quel
' do c acompanhada dos competentes despachos c adestrados para este im, em lotes a von- j' ne"es deposita, a presteza de sua &
tade do comprador : quinta eira 16 do'ag80^0' e a necessidade prompta*
corrente ao meio dia em ponto no seu I ^ de seu emprego; e tudo quanto o
armazem n. 11 C. da ra do Imperador, ^demove em beneficio de seus
REALC0MPANR1A
DE
: Raqueles inglezes a vapor.
At o dia 1 desle mez, espera-se do sul o
vapor Oneitfa, commandante F. A. Bevis, o qual
depois da demora do coslume seguiv para Sou-
thamplon, locando nos porlos de S. Vicente c
EseraYos.
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao de urna escrava ctioula, moca,
perita cosinheira, lava, euromma liso,
himo|>ivu, '"uiiiui mi jiunos ue o. Tceme o i "
Lisboa. Para passagens etc. trata-se com os t ura m0,at0 mo9 Pl'Op'O para pagem
KlCnSA42amSOnIIWe&C"' ruad Trapiche ouboleei.rO;.qu*nta-feira 16 do corren- 99#m99> &?9ft 89mmi
Prutuoso Uarlins Gomes, lem o satisfaco d >
previnirosscus amigos e iregunzes, 'ue em sua
recente viagem a Europa fez rem<-ssa para osle
estabelecimenlo do militas obras f-iias de vmc e
gesta, ludo ao goslo e uso dos habitantes d l
[rovincia, por issocertifica seren rhega.las nti-
inainente ao seu estabelecimenlo as men 'tonadas
obras, aqu por novidadete acham, alem de ou-
tras muias cousas, percovegeiras feilas de vinie
para se pegar percovejos. Bandeijai feitas do
mesmo vimo para roupa engommada, acafalcs
com ps para por frutas em cima da mesa' ba-
laios hambiirguezes e francezes para outras mui-
as applicacoes, pastas feilas de pellas para as
criadas a/eieni as ?ompras no mercado Ces-
tas de vlme para o mesmo m, biius feitos de
correia, obra forte,canastras grandes as maiores
que c possivel para padaria. gigos de vimo para
as mesmas, cestas grandes e pequeas para rou-
pa soja, condecas entornadas de maior a menor
40 a libra, azeite doce francez "a SOO's'.'a ^S^'nLTSlS?!'" o^ S^j-
garraa.passas a 500 rs. a libra, e manleiga fran- 1 i[' V "tB5M co,n 9 Palmos *<
ceza a 560 rs..e batatas a 60 rs.; ua ra d"Ve u-; %^2^ Bo,reCg,,inS ,d,!. wu">s **
zes numero 6- ustro^para liomem, chapeos copa baua e haba
,$ \endem-se chapeos do oleados para pa-
gensa 3j : na loja de Nabuco & C. na ra
fa) Nova n. 2. $
k)osio de no, ca frcii- ^m^emnS,
I I 8,u!3 preparalu -.
I i I I H meiras letras, francez e msica i ..r en-
ledo ecco do Rosario. fg^iXfsiz:"***
Na villa do Cabo.
Vendem-se
queijos superiores a 2.}, manteiga ingleza a lg,
l. qualidade,ch do melhor que ha no morcado
N. B. Os embrulhos s se recebem at duas
horas antes de se fecharemas malas ou urna ho-
ra pagando um pataco.alem do respectivo frote.
Para a ilha de S. Miguel. Espera-se do Rio
de Janeiro o patacho portuguez Souza & C. :
quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, entenda-sc com Joo Tavares Cordeiro,
na travessa da Madre de Dos n. 9, ou ua ra
do mesmo nome n. 36, segundo andar.
te ao meio dia em ponto : no seu ar-
ma zem n. 11 C. da ra do Imp-rador,
Jost'i Antonio Moreira Dias
| " Prccisa-se de una ama de leite,
queotenha em abundancia, que seja
bem sadia ede bous costutnes : pagase
bem. Dirigir se a' praca de Pedro II
(antigo pateo do Collegio) n. 37, segn
do c terceiro andar.
Manoel Pires, Domingos Antonio Fernan-
dos, subditos hespanhocs, retiram-se para o Para
larga de laa ds carneiro feitos em Braga muilo
proprios para o lempo de invern ; de ludo d-sc
para escolher as casas de familia, ha constan-
tomento nesle deposito" gneros alimenticios do
primeira qualidado : aqii tambem rontinua a
haver sempre graudes e ptimas mclancias das
Coreo ranas.
Approvcilem a occasiao.
Aluga-se urna casa na ra dos Pescadores n. 5,
para refinacao, milito prnpria para este im em'
tudo a pessoa que pretender, airiji-se a mes-
ma ruaas. 1 c 3. ou arua do Itangeln 13 de-
posito.
roa .11 Liv'ramonto, ha urna b
para nlugar-s>, c junto a mesma ra, na h
sa, que vai para Torrinha, ha ouira n
Ihor, graude, ion a, fres a, e com m i
ni idos, nao s ; ira urna u fam
mesmo para eslabelecimeato de .
meninos, hotel, ou outra \h il |in n -
preieiuer qual|er dellas, dirija-se a mcma
ra, casa junio a do Dr. AAon \
que ahi achara com quem tratar.
No boceo do Trom n. 2. lea urna caria i-
ra o Sr. Joao francisco da Silva.
=s O abaixo assignad avisa a n prelen
5 arremalacao da casa n. 4da ra a Cor4onu.
que pendom em juizo quesloes sobre
do raesme sobrado, as quaes sao pules ataai-
xo assignaJoc os herdeiros do lelleas, que se
acham perjudicados, confra o casal d i
Joao da Silva Boavista, que a pruprielariu da
referida casa, oque se adverle para so avilar
complicaccs. Racife 13 de fevereno de 18
Cosme Joi dos Sdnt<* t',i/, /.
o sr- Francisco Manoel dos Pasaos
mande a resposla de u.ca carta, ou diria
olaria da ra do Mondeg).
O abaixo assignado. residente ni ter
andar do sobrado n. 58 da roa Nova. ,. ,
exercicio de seu magisterio, ominan lo priaai
letras, lalim e francez, e contina a receber aluui-
nas internos.
Jos Mara Mashado de Figuf'reJ,>.
Prceisa-se de urna ama par* co/mhar: ua
ra Nova n. 8. loja.
l'redisa-so de um forneiro que emenda
perfeilamentc de padaria; na ra larga do t(. -
sario n. 18, periodo quartel de Delicia. Na
ma precisa-se do um trabalhaJor que culeuJa
do plantar capira c tratar do mesmo.


DIARIO DE TERNA MBUCO. TEfgX FF.IRA 14 DE FF.VEttEIRO DE 1860.
(5i
'V
UROSO B0VO
DO Dll. CIIABLE
MEDICO E PROFESSOU DE PHARMACIA, DE PARS,
PARA O TRATAJIENTO E 1M.MPTO Cl'BATWO
ENFERXIDADES SIIXCAES, DX T DAS AS AFFEC^OES CITAXEAS, VIRUS
Ci trato de ferro Cimillo.
Xaiojn- nuil prelerivpl ao
Copahba. e ss Cube-
tas, clin rnilli ilialainen-
le qualquicr purisco,
relaxucA) e debilidad, e igualmente Buxoi e
flores brancas das mulheivs. Injccco de
ChMiiic. E nr teuipo do xarape de ciirato de ferro, urna vez
de maulla, e un vez de tarde durante tres diis;
ella segura a cura.
PtUS DE"
COPAHU
DEPURATIF
dh SANG
E ALTERACOES 1)0 SANCIE.
Depurativo de ansc.
Xmupe vegetal sem mer-
curio, o nico condecido
e :i| i m mi ii | ara curar
con |,iiini|ilid;:o e r.ili-
c.i'.inente impigens, pustuV. birpes, sarna, co-
nii\cS"s, acrimonia e altersces vicos do san-
gue ; viius, e qualquer aOetfto venrea. Ba-
ii' 11- tiiinorue*. Ton.io-se dous por semana, se-
ininilo otraiamenlo deputalivo. Pomada aa-
tiherpelica. lie uin > tirito maravilhuso as af-
fecoes cutneas e comixoes.
LOTDHIi
DA
ieiiiori'ohidii.Ponala que as cuaa em 3 dias.
0 deposito e na ra larga do losarlo, botica de Uartholomco Francisco de Souzo, n. 36.
JT9I22
1L
O Sr. thesoureiro manda azet pu-
blico que se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as 8 da noite,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. "26 c as casas commissionadas
pelomesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. 11 e 1G, e na
ra da Cideia do Uccife numero 2 ate
as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
tes e meios da quinta parte da primeira
lotera do recollnmento de Papicaea,
cujas rodas devero andar i ni preter vel-
mente no da 15 do crrante mez.
O mesmo Sr. lliefoureiro manda
igualmente fuzer publico que ras casas
cima mencionadas se acham bithetes
I de numerarao sortidas a vontade dos
| compradores.
Thesouraria das loteras 4 de feve-
reiro de 1SG0.O escrvao. J. M. da
Cruz.
Precisa-so alagar um preloou niela, j ido-
Almanak da provincia. LlfiOES PMTIfJAS
Sahio a luz a folhinha com
o almauak da provincia para
ocorrenteaiino de
DB
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alcm do
kalendario ecclesiaslico o
civil:
Noticia dos principaes esla-
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E I1E
MHTTifflBiriIA
Hoga-se aos Srs. deveJores a tirina sen ial
ule Leile & Corroa em liquidarlo, o obsequio
I de mandar saldar seu3 dbitos na loja da ra do
Queimado n. 10.
I agencia dos fabricantns america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnslon & C., na da Senzala Nova n. 52.
Precisa-se traspassar a liypotheoa
da quantia de 8:0.0,s, venando o pre-
mio de um por cento a mez, a qual
esta' garantida em um sobrado de dous
iom rcsoiviuo juniai, como complemento un si'u -"i miuua. ijiiciu
curso pratico de escrilnracao por partidas do- ne'ocio, que ollcrect
liradas, o ensino de eonlalnlidade especialmente V .
na parle relativa a reduorao de nioedas ao cal- scuua u"*'ja** a
Ra Nova, coi Bruxellas (Blgica),
SOR k DIttICtVO DE h KLBYWD
sos, para comprar na ra e fazer o mais servieo ,,
de urna casa de familia, ou mesmo urna ama ns rCS, CCClCSiaSUCS, llllcrai'IOS
mesmas circu instancias : quero liver e quizer, Llp fxAa a iirnviiwii
annuncie ou dirija-se a ra de Santa Rita n. 40, uo l""a u pi u\ uicid.
primeiio andar. ^ Associacoes Citimerciacs,
ClirSO (le .Hff.CZ. agrcolas, industriaos, littera-
.. ... ,y i raseparticulares.
.l-.neas Bruce parlioipa ao publico desta cidade, t, i ,
que teni liberto um oulro corso para principian-
tes, desde as 6 at as 7 horas da noite: na na
do Queimado n. 2C, primeira andar.
Este lile! collocado no centro de urna das capitaes importantes da Europa, loma-se de grande | *rJ!!?*}*J^^Jt\f*-f&'^ todftS US (|lial(la(leS COII10 lo-
llua Noca n 15,segundo a ndar.
11. Foiimcci ilc .7IcIc!i*om, escriturario da
thesouraria de fazeoda desta provincia,compelen-!
teniente habilitado pela directora de instruccSo 1--J-' j nrm-i rl-> Un-. Viera .mu
publica para leceionar arilhmetica nesla cidade, PCait Ifoj-Vist.i, .1 qual
tem resolvido juntar, como complemento d.-iseu 'esta vencida: quem (juizer fazer este
ce v.intrj M, como
mesma \m;a.i di
culo de descontos e juros simples e coniposlos Boa Vista botica do Sr. Joaiiitn Iruu lo
conl.ecimenio inlispensarcl as pessbas que de- Uibeiro Jnior, que i.ilo.mira'.
,',,,! 1 1'n i-,,i,-, ,, A.,,-,..;,., nr.m *" emprejrar-so no rnmmercio ou qne j so ~
uus ua j^iii uptl C /VIIICI ICil tUItl acham nelle eslabelecidas. A aula ser aherla ~= Aclia-sn justa e contratada por renda a ra-
l [inini' ilnilp oln /J cniB im. :i" da 15 de Janeiro prximo luiuro as 7 horas da roa d0 Si"l,a a' 57 : qon 1
u iiuiut, luauo tiu uc &uif> 1111 da noite; e as pessoas que desejarem matricii- co duoilo a eJIa, annnneie por .-'a fotka. m
pcradoi'CS, reiS e presidentes. ,ar-s podero deixarscus nomesem tasa do an-l!"'"" ll'' :; &["*_' ciwter dehoje.
Resumo dos impostos gc-
raes, provinciaes, umnicipaes
epoliciaes.
Tabelia dos emolumentos
paroebiaes.
Empreados chis, milila-
uuinianie al o mencionado dia.
Precisa-se do urna ama forra ou captiva
! fe ver i 10 de 1SG0.
para o serviro de urna casa de ramilla, e que se "*"'*' -'
preste a comprar e a sahir a roa o ni objoctos do w
servieo : im ra larga du Rosario n. 28,segundo _^
andar.
COJIPAXIA
Eslabclecida c;u Londres
Estabelecimentos fabris, in-
duslriacs e commerciaes de
wmm' m mu
CAPITAL
Aneo ml\b.5es d<
esterlinas.
liaras
-
i

1 ;$ Domingos Jos Pinto Braga Jnior, ad-
''? recada na cidade do Sobral, en'arrrga-M!
':' de qualquer eansa rivel, enme ou com- f
"\ morcial. em qualquer parto ili pro vi
'.t i!n Cear: assim romo do ci
5; gaveis ou judicUos. Pira informal
,'); queai qoizer iitilisar-sc de scusn .
'.\ dirija-se nosla cidade ao films. Sr*. ll
-' Apugio Jusliuiano ila Silva Guimai
$ lir. Jos Bernardo G*Wao \lcoforatkj ao =*
;.> nbaixu lo, rom loja de f'
:-,t n. 1 i na roa do Q n i::: ido. I"-! ft :
..-es Ferrcira.
'....--. -...-..- ...... :. 1 \ 1., .......
. .-. .-. .:, -,.,-......... ...
Cnnliniia-sc t ; ropai r ;
de diversos Roslos, rom holinho* Hu -
] curados r los uiais 11 r> ios do 11
asiru como pudins, I los 1 irIi tj s c fram ezos, <
por dia.
mo do portoiro do juizo Jos dos Sanios Torres, j
11 ,:.n ca,-. i?, i por execucao de Ha noel Joaiiuim Baptista contra
Durante o 9spnSo de oito a des mc7.es, ah residiram os F.xms. Srs. conselheiro Silva rer- JuS tlottdo do oiivci.a e Silva, provenienle
rao, e seu fllioo l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes i de duas letras de parle da compra que esl< IV/.
uumiiii,vi|wi(ui, v "-^ u.o..^-,.......-.......... -- .......-. .--------------- -- juse i'ioi einio ue uiivcua e Silva, proveniente
rao, e sen filho o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes Jo duas letras de parle da compra que esl fez
Neito, Manoel deFigueira Faria, edesembargailor 1'ontes Visgueiro (do Brasil, ) e muitas ou- da sobredita propriedade que Bcou espocialmen-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz. I,c ''.vI'""-'cada ao seu integral pagamento.
Os presos de todo oservico, por .lia, regulam de 10 a 12 francos (45000 13500.) 1 CC-SC
iN'o hotel tnconlram-se inforinaiis exaclas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro
JARABK l>{^FOK(;i'7r.
Esle xa'oae esti aprovado p.-lcs ma!s eniin'-nles mcdier-s
(como smdo o niclbor i.ara curar consiipicoes, 1 s convulsa e ouins,
:iiu-iii'n's itos brjuchios, tuques de pello, irri qjV nervosas e iiisomnolvncbs: ama colberada
fela manb, e oatra noite so sufQcieotes. ( < IV Uo desie excelente xarope sitsfaz 30 mesmo
lempo o rtuent e o me lien.
U tpoto i na ra larga c/oJlonurio,///'i de Uartholomco Francisco de Souza, n. 30.
Ama.
que saiba cozinhar:
Precisa-se de urna ama
na ra Vclha n- 105.
NICA, VERDADEIItA E
GITMA.
LE-
.FOLHIXIIAS PAR 1 \8(10.
I'.slao venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1S60, im-
pressas nesla lypographia, dasseguintesqu
dad es :
f y, _> J
SALSA PABMLHi
DE
OI.ItlNH.V RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamenlo dos direilos pa-
rochiacs, a continuoeao da bibliotheca du
Crislao Brasileiro, que se compOe : do lou-
vor ao sanio nonio de Dos, coma dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitaeao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commomoraco ao SS. Sa-
cramcnlo o N. S. do Carmu, exereicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
no SS. coraeao de .lesus, saudacoes devo-
tas s chagas de Ghristo, oracoes a N. Se-
nliora, ao patrocinio de S. Jos e aojo da
guarda, respondo pelas almas, aieur de
outras oracoes. Preco 320 rs.
| ao ador Coimhra, que nos queira divertir com
; espectculos nos dias santificados para acabar as
i Santa Isabel, o espera ser servido com semprc
O avfl dos caixeiros.
O Bario de Ipojuca, por graves incoromodo
de simio, retiramio-se para tora da provincia,
deixa encarregado de todos os seus negocios o
l)r. Ignacio ilc llanos Brrelo, e bem assim seu
iiiln' o l)r. Francisco do llego Barros del.acerda,
e ambos revestidos de plenos poderes.
- O Barao de. Ipojuca, reliraado-SO para b
Cear, quasi que inopinadamente, agradece cor-
dialmento a lodos os seus amigos as numerosas
risitas que lhe fizeram, tanto no Monleiro e em
"jj" Apipucos, como aqu no Becife ; e pede -Ibes que
por este aceilem seus comprimeolos de des-
pedida.
l'ugio na noile de 10 do fevorciro do cor-
rente anuo, ila casa de Manoel Jos da Silva Bra-
ga, a escrava ciioula Odorica, mas s responde
por Drica, natural do Marauho, que veio a i
para 6 niezcs, iiiade, pouco mais ou menos, de 1S
anuos, cheia do corpo, estatura regular, ps e
miios fulas, lera bastantes pannos nos pellos o
as coalas, leVOU vestido Ue chlla desbotado,
; que parece liianco, urna argola de ouro so na
orelba esquerda : quem n pegar, leve a iua Im-
perial, prtmeiro andar n. 07, que ser recom-
pensado.
Aluga-se urna casa no Caclianga',
bem confronte a egreja, com bonscom
classes da sociedade.
Atlencao,
Perdeu-so no da -5 do correle mez um meio
bilhetc n. 511 da 2'J." lotera a beneficio da i-ni-
preza lyrica da corte, o pede-se a quem O liver
achado, o favor de o entregar no paleo do ('armo
em casa de Miguel Jos-d'Almcida Peruambuco,
que ser recompensado.
Estrata tic Ferro
No rua du lia. i< ,>' n. 9, n
socar, do Jos de Aquino Ponseea, compra
conlinuadamenip moedas do ll -
dos Eslados-l'nidos, nioda't de rim i
oncas hosoauliolas c mexicai i
pequeas por^ee.
'lualquer qi
Traspassa-se o arrendemento de um enge-
nho distante desta praea d.uas logoas, vende-so
urna parte no mesmo engeuho, machina nova
vapor, dislilacao nova ( bem montada, 2 bois
de correia, seis queraos, algumas ulnas, salir.i
plantada, ele. etc. ; trata-se na rua do Crespo o.
13, loja.
Publica cao I'literaria.
Guia Luso-Bmilcirodo Viajante da Europa-
vol em ," de 500 pag : vende-sena man do ,., ^
a:i "n" :i ',:- 3 encad = Compram-se as segulnl i
lnno na l.ua, o Judas ero Sa
DENTISTA FB&NCEZ. uu,,nc,.,,,,!,.,,-.,. rM
' iiio, A rosca, o Duelo na I ir, o Ir-
Alciicao.
Sao convocados a rcunirem-se na assmiai "m
commercial os Srs. accionistas da compauhia da
estrada de ferro de TamaiJar e Una, no dia 10
do curente mez.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- -^
rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e ^
^ p dentifico. 2
ka s ii. y ijJJLA t s.x ti t i 4."-
o s-. Honorato Jos de Oiiveira Figuoire-
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
Iiirlarain doongenho Telha um ravallo preto | Uvraria da praca da lu lepeiidenci i.que se preei-
caxito peilencenle ao abaivo assignado, cas- sa fallar-lho.
irado, grande, e est bem carnudo, anda bem, Manoel IYncha da lloila e Silva, Toilu,
ba xo, bola ate nieio, tem urna eslila na le.-ta, gCgU0 para 0 Rio de Janeiro.
nma bexiga no espinhaco temo p esquerdo e s ---. *. >-w t>:-> ': ...
.i niao (Incita urlica, ha toda probalidade que 0 ;..>, PErITCO
dito eavallo (ora conduzido para alguiis dos en- Ltiho ','.
gonhos do norle pelo ladran que furou os caval- '." ., rj^w ni *"< h e\ v^ f^ '
los do tenenlo-coronel Bandeira do engonho Car- i&il'L fl^ MCtl AE*j^ :; Clie OJ-I de ICrraffCnS Cl \ (lili
rapato, e que j fui um oppehendido no lugar .;... _-, .. c t> i i i
Maricola, porlanllo quem apiirehcndcr o dito ca- : l\ lia CSl l'Clla (10 llOSailO II. d, o BaSlOS, l'iU para VCIHlCr OS
vallo oo dollu der noticia ao abaixo assisnodo l* Francisco Pinto Ozoriocolloc
mo lias Almas cu Biabo na escola : n
graphia se dir.
Coropram-se n no es
lorio da rua du Trapiche n, 11, pi ndar.
Compra-se tima os rava qui
1.....ila figura, que s
costura : na roa do Brtim n. lf, armazi
Manoel Jos de R franjo
Vendas.
Na ruadaCad ?iado l-
ser generosamente recompensado. Tilh.i 30 di
t
liliri-ios pelos doussyslomas
vnirn!viTrp 1 objectos abaixo notados imr
Janeiro do lboO.1 homo .loa loim de Oliveua. g chapas de ouro ou plalina, podendo ser $ Mrt'POS COiniIlOfloS (' lllilo ('.'
O bacliarel Wri'ill'VIO tem procurado na sobredita rua a qualquer i .,*,.. ,., .
o seu escriptorio no 1* andar
l do sobrado n. 23 da rua Nova,
qual luc i i i i
hora. melhor qualiuaue possivel,co-
:> ''.* '> c: S 5 S ^v *=> <=* '"^ -Tv <* *> ^> i-
Na offiema e galena da rua Nova n. 18, pri- '""^tjitiu.
meiro andar, continua-se a tirar reiritos pelo Camas de ferro e c->ir. lona.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamenlo dos direilos paroebiaes, e
urna colleceo de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, | ensarnemos inoraos, :
ni citas diversas, qner acerca de cozinha,!
quer de cultura, e preservativo de aores
e fructos. Preco 3 rs.
*ITA l'F. PORTA,a qual, alm das materias do
costutno, corrtm o resumo dos direilos
parochiaes. Prego lo rs.
, ..> -_ i^ ^> v> .:. > v> t.y s- v-y ^> XS *> X^ T-v
Allenco.
.
s
j (e/a por urna sonbora franceza, para oez n'
mocas, segunda o quinta-feira de cada se- '
Curso pratico o theorico de lingna fran- @ MstimS. ?& &3.fiSASff&^maa^?i
para dez m **"**" s'^ -">: "*^> ^^ SSSesS 519
; cada se- C-; O Dr. .Ko Fe reir da Silva, de
9 mana, das 10 horas at meio dia : quem yola de Sll.l vlaf'cm ao DOfte, CSta" IX'-
1 qm/.er aproveilar pode dingir-se a rua da ^ i- R n i i
.. i.ioz n. 9, segundo andar. Pagamentos ia"ao na rua du Kang I, Sub.-ado nu-
'; adiantados. g meto 5G.
*".- :i '-'>. <:\ \ *:* <\ r?> ^-. ^ ^., su r N 4-. M_^ |
_ Roga-se aos Srs. devedores do esubele- % 'V,?ffn?o? !8ftS5?? foSJfu
cimento do lallecido Jos da Silva Tinto, o oh- .'v advogar no (brocivel o criminal, assim g
''".'""! sequio de saldareni seus dbitos na rua do Col- ^ como se cncarrega lambom das quosloos .;
1 "s "' i legio venia n. 25 ou na rua ,1o Queimado loja S ''" "*>? >':,"" ,'l"" ^ t
i-seso-l ,n J pnslaia com a maior solllelludc aspe-- ;
n. 10.
Na casa de banhos
do pateo do Carino,
precisa -se
lavaaoiras n oiignnimadeiras que
Remedio sem igual, sendo reennhecido polos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar oscrophulas, cancro?, ihoumalis-
mo, enfermidades do igado, dyspcpsia, debili-
rj le geral, ebre biliosa e intermitiente, enfer-
les resaltantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupc_5es que resultara da impureza do
snngue
CAUTELA.
D. T. I.anman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir ores-
peilavel publico para desconfiar do algumas te-
nues imilaees da Salsa Parrilha de Brstol que
hojo so vendo ncsle imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprietaiios da receila
do I ir. Brislol, lendo-lhe comprado no anno de
1856.
Casa nonlinma mais ou pessoa alguma tem
de fabricar a Salsa Parrilha de
porque o segredo.da sua preparaco echa
mente em poder dos referidos I.anman fe Kemp.
Para evitar engaos com desapreciavcis co-'
hinr.'.oes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro dovem bem ob-
servar os soguintos signa es sem os quaes qual-
quer oulraproparaeo falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa de ac, trazendo ao p. as
utes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. 09 Water Strc.ct.
Ncav\ov\i.
2o O mesmo do oulro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
:i" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. BrloJ om papel cor de tosa.
\n Oue as Oirecoes juntas a cada garrafa lem
nma phenix scmelhante a que vai cima do pre-
sente aiinuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandcga 'n. 89.
Bihia, Germano & C, rua Julio n. 2.
Pi inambuco no armazera de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito perto da praga, vende-se urna par-
te do mesmo Eogenho, urna maquina a vapor,
uiiii destiladlo nova montada de um tu lo, 22
bois de carro, G quarios, e outros objectos :
iracla-se na rua do Queircado n. 10.
Aviso ao respeilavcl pu-
blico.
rhegado esta cidade, do Rio Formoso, D.
Jo.io Neguis, professor denlisla, e so ncha resi-
dimlo no boceo do Abreu n. 2, primeiro andar.
3- Constan-
temenle
lroeam-so, corapram-se e vendem-se escravos de
ambos os sexos, de lodas as dados e cores com
habilidades e sem ellas e lodo osle negocio se | Brum, tonha a bondade de Bpparecer iio paleo
faz debaixo de loda sinceridade : na rua Direila : do Terco o. 4. a ultimar negocio que o mesmo
numero 66. I senhor nao ignora.
mudos, hanl.o ao pde'cM. :ga tratar CuJa eitpada l^laCmlKadOJ^-^;1^^;,,^^ ^etra- q h d j, pteM.
na rua do Cabujj:t' n. l, loja de c; I- I Carillo. dirige esse eslabelecimonlo, provara a bondade Canos de chumbo de to
cado. I11"5 processos em pregados nicos, que garan- Ferro Suecia de todas as larpuras
Quem quizer vender un sobradinho ou
una casa tenca na Boa-Vista, dirija-sc o esla
lypographia, que a .har com quem tratar.
^Lices de frunce
piano.
L's>
,! .
'< '
lem um relalo nnallerave
. al de BEM ALTO lem ni
sstabelecimento se ontonira
Madomoiselle Clemencc de Hannetot '*
v ^e Mannevijlccontinua a dar ligos de ?
vj> trancez e piano na cidade o nos arrabal- $v
jj des : na roa da Cruz ll. (J. secundo andar, fe
C0MPA\BIA DA VA FtRUEA
;i, e a aceitacno oue __i i'i-
erecido. No n.esmo A90 de Mllto.
lis variado, Arcos de errode lodasas lai guras.
sejara livres ou escravas: paga-se etrata-se bem.
Irmandade do StMilior
Bom Jess das Chagas.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess das I.hagas faz scienle ao publico, e prill-
cplmente aos moradores da freguezia de S. l"r.
Pedro Goncalves, que a procisso do mesmo Se-
nhor lem de ser etpnsla vista dos liis no dia
1' de abril, lem da pereocrcr as mas da mesma
freguezia, leudo a mesa de marcar as ras por
onde deve passar a referida procisso. Becife,
10 de fcvereiru de 1860 O eserivio,
Bcujamin do Cirmo Lopes.
Dcseja-se rallar com os Srs. Ma-
ahundanle e bello sorlimcnlo, que existe nesla Clavos do ferro de todos op tamanl
cidade, de quadros, molduras dour?das, passe- ,.
par-louts o caixinhasde todos os lamanhose fei- ''-'rramcnla completa paia tao 10.
los Cnsianiememe recebe-sede Franca e dos Ferramenla coirpleta para ferrero.
Estados-Unidos mo o que diz respeiAa* phoio- Trem completo esta nhado para couda.
graphia, o sempre desprezando-se ridiculas eco- ... 1 j 1
noraias, mandam-se i objectos mais mnderm s, rt'n completo de porcelana para 1
do e de melhor qualidade : atiestam-110 as amostras sinlia.
RECIFE A S. FRANCISCO. ^g;^^ e'Sft.aSaa^TS-; Gardas comida, redondo, e quadrade.
lelo prsenle sao convidados os senhotes ac- reiratos todos os dias, e os preoos principiare Encliada americanas e de U ...> a. qua-
c;..i-tasa virem do da do cnenle em (liante cln 4#000 rs, lidadei
ao escriptorio da rua do Crespn. 2, para rerje- Ferreira ViHela. protographo. iv l 1 1 .
uerem o a. dividendo de juros de sitas accecs, na-se sociedade ou arren>la-se 11111 lio !',l;,s c!o "orto de tOuol c lamanli< -.
contados no semestre decorri.lo do 1. de agosto com olara qiie u.ln barro e porto inilo pc"rto, PoPCOS de toda, as qualk'ades.
de I&oJ a ,il ile janoil'o de IS'o'J. Ilecile, l. de maiedm nilo ronlna artrnreilne H. frofln vivnime \nm c .1 1
fevereiro de 186 m". 1 ?' i arvoreos d. irucio, viveiros, Caixascora tarramenta de campia
V j- ,. pasingem para gado, e baixo para capiui: na rua 1 u
Desappareccu nodia II do corrento leve- jn Inincrataiz a -17 11." andar ra curiosos)
. soas que o lionrarom com a sua conlian ;a, T;
;:; pudendo ser procurado para o sobredilo g
, -J tim em ledos os dias utois, das 10 horas ~;
;:? da manhaa al. s da larde, no seu oscrip- S
;;i lorio rua estrella do Rosario n. 21, pri- @
)p meiro andar. j;.;
Dcsappaieceu nu fu ra rain do cenado do
sitio Sapucata, em Bebcribc, um eavallo russo,
I de cauda prela e curia, desella, orelhas um tau-
lo cabanas, um pouco magro, castrado, leudo no
quarlo direilo a marea Ml\ o qual lem de 1!) a 12
anuos de Ida le, os denles um pOUCO qnfbrados,
havendo desapparecido ha 8 dias : quem o ap-
prehender queira leva lo ao dito sitio ou na
i do Queimado, loja n. 1 i, que ser geucrosamen-
I lo recompensado.
Aluga-SO una casa de quina, na rua da Boa
llora, cora arma-o propria para taberna, c com
commodo para familia : quem delta precisar,
dirija-so ao paleo de S. Pedro Novo, taberna do
sobrado da esquina, que achara com quem tratar
Aureliauo de Pinho Borges, professor jubi-r A"10"10.
lado eu nslrucco primaria, presta-se a leccio-
nar em casas particulares, as materias de sua
reiro um menino de nirre l'ergeuliuo, pardo, de
dado 11 anuos, levando alguma roupa : quem
delle liver noticia ou o pegir, dirija-se a ru v das [
Aguas Verdes n. 50, ou a Sanio Anto a seo pn
Caelano Jos. Ferreira, que ser recompensado.
Na seta-f( ira, lo do corrento, perdeu-sc
nina pulseira do ouro, de imite, no aiio de coin-1
panhar a bandera do Senhor dos l'.issos, da casa
da rua da Mangueira al ao pateo da matriz da
igreja do l'oco da Panfila : quem adiar, a pode
restituir naquellc lugar, na casa do lllm. Sr
Lobo, ou tiesta praca, rua do Queioiado, loja de
ferragens n. 30, que ser recompensado.
Precisa-se de 1:600$ a iiiomin, dando-so
DELICIOAS Eg LNFALUVEIS.
r--------r

hypolhoca era urna bella muala de anuos, pnotilhnc i'a-aIaoc d, V >,,,,
que coso, ei.gomraa, lava e cuzinlia com pcrf.i- l ilbllllldS \CgCl,lCh He IvCIlij
contra as Lombrigas
cao. O Sr. Eduardo Gadault, na rua Nova u i:,
primeiro indar, dar as iaformacijes Sobio quem
pretende lazer esse negocio. approvadas pela Exm.* inspeccao de esludo de
, 7TiMV,.,V1d0.Ma"ltlrR,rirera "J!n3 M3|a Uabana c Pr -'"'"'s ictas dehy-
convida a lodos os credores de seu casal para vi- .. '
rom jqsliflcar suas dividas, para enlrarem no in- 8iene publica dos Estados Laidos
rentarlo que est procedeudo pelo cario rio do da America.
escrivao Farias, dos heos que ficaram por morte Garantidas romo puramente regetaes,
de sen mando. ,. "iM"is.iS
i\y a 0a\eiS a visto, noces ao paladar sao o renteiho i
(illeieco-me para administrador de um en- nu.i,.i jardirn-
geiiho ou silio, ou mesmo feilor aceilarei, bem infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
enlendid), entran lo eu co:u 2 esclavos mocos e geasnem sensaoes debilitantes.
robustos: quem quizer, dirija-seao arco de Sat\
Bandejas multo Gna. de lodas a. (
dades.
Tornos (rancezes para astado..
jBules, cafeienas, assucarciro. e i
te;;ut iras de metal.
Penetras de latSo de toda, as fjrofsuias
para pa lara e i i1.i:m.-.". >
Ditas de metal dita dita.
Mondos d todo, os tamande, para n
(i na cao
Pi de alfjodo de toda. .< quali
j Dito lr.jii\.i nglez proprio para i
saceos para a.suc r.
Formas para pudins, pasteloi Inilnl
Litrina. p iknte de poicelan?.
mais pizes Lava! irios dito d ta.
I> tos !( ferro.
(erramenta, pr ipi i;.: p

noel Francisco de Almeida, JosMarcel-! profisso : as pessoas que precisarera dirijani-sc
linodeSouza, tfaomac Uias Sonto eo-ua da Gloria n. 17.
padre Jos Avelino Montciio de Lima,
a negocio que nao ignorara : na rua do
Cofovello n. 18.
Tisset-freres avisam ao publico el
com especialidade ao respeitavel corpo i
do commercio, que desde o di i 11 do
correntedeixou de ser seu ciixeiroo Sr. ;
.lo Kj'.iim Luiz Alves Vianna.
Grande cosmorama
ariiadaliiipcralrizn.5.
ja da es (ulna.
loo ilavrio Cardoso.
Joao Eugenio Marques de l'aiva, Porluguez
segu,para o Rio de Janeiro.
= Apessoaaquem fdr offerecido um relogio
de ouro de patente inglez, cobcrlo e com cr-
renle lambom de ouro, e com 4 podras finas en-
carnadas que fui roubado lio dia 10 do frrente,
queira ler a bondade de dirigir-se a rua do Cic-
po n. 10, que ser recompens ido.
rJalaneni decimaesde todos os t.
Vendem-s ia a 15:
Testemunho espontaneo era abone das part-'na rua Nova n 71.
Ibas de Kemp.
Sis. 1). T. Lanman o K
De domingo 13 do crtente oslar oxposlo ao
publico um novo c lindo cosmorama, chegado
ltimamente de Paria, contendo differentes vistas
todas novas, como sejam as ultimas balalhas da
Italia, China o llussia, odas principaes cidades da
Europa. O inesiuo composlo de 1-1 vistas, as
quaes serio substituidas lodos os domingos por "
ouira. Em cada vidro se achara a expiieacao do
cada urna.
Entradas para homons c senhoras 1g000. para
meninos al 10 anuos ()0 rs.
J se aniunciou nosle Diario no dia 8 e 9
do curenle, que a casa n. 5') na rua de Santa
Rila, aununciada para se vender, nao s vendo.
iVi

Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia, que saiba bom engommar o encaboar : na
rua do Queimado u. "28, lerceiio andar,
Precisa-se de um tinniem para trahalhar em
m sitio, da-se bom oidenado, una vez que d
imp. Port Ryroi
12 de abril de lbo'J. Senhoros. As pastilhas
que Vmcs. fazem, cura rara meu filho ; o pobre
rapaz padecia de lombrigas, exhalara um clici-
ro [elido, linha o estomago nchaJo e continua
comicheo no nariz, lo magro se poz. que ou
tema perde-lo. Neslas circumstancias um visi-
hho meu disse que as pastilhas de Kemp linham
curado sua filha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvci a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
H". T. Floyd.
Preparadas no sou laboratorio n. :! Co

AHItZE
r

ua Mera }>. 49, junto
Ma igreja da Coneeico do*
^ Militares.
5^| Nes'e arma/, ni eucoulrar a publico
iC um gran le o var'n lu ;orlmonto de ro
gg pB leil.is. (i
... ^....., .. ^ IULUU, uia .m .,u^ u.. i?s pas loilas. como seiam rasaea si
Bbono de sua conduca : a tratar na sitio da ca-1 Street pelos umeos proprlelanos D. Lanman e fg 'sae^ gndolas [lauues i
pella da Conceico da estrada de Joao de Barros. Kemp, droguistas por atacado em New York. panno lino prel e de corr, pelel
Aehara-se venda em todas as boticas das I i sbrerasacas de merino, alpara e bt
Altenco.
O abaixo assignado dcclaia aos credores do seu
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
: una, annuncada para se vender, nao s vendo, u ;'"-'"'.*"*"*" "" nos creuoros ue seu nio de Janeir0 na rua da xUandc^ n. 89.
peilencc a orphaos. e contina o mesmo anniin- finado pai Joao dos Sanios Porlo. que fez dosis- r.*.. r r, ik -i
- Toma-se 1:200000 a juros por qualro me- u" Vena s ^"ii"?0^1
'.os, com as segralos garantas : venda a retro I Na fud U'lha 0l al"da
Attencao.
i lencia dos bens que lhe possam locar no nven-
e-
Cio lia venda : os compradores nao se engancm
se precisa de ama ,ar' (JU0 S(! esla procedmdo. Recite 9 de ev
reiro de 1860.Joo dos Sanios Porto Jnior.
secca.
de urna escrava. parda, de 20 anuos de dado,
saliendo bem cozer o ensalmar, engommar pouco
o cozinhar; o para o caso fortuito de morte o
para sueeeJe-la, hypotheca-se dous protos do 15
o 13 anuos do ida de : a quem eonvicr deixe car-
ta fechada na loja do Sr. Figneiroa, praca da In-
dependencia, com as iniciaos A. F. Este nego-
cio se far ao mais lardar at quarta-feira 15 do
correnle fevorciro.
Secunda voz roga-se ao Sr. Antonio de,
Sonsa larroso. administrador do engonho do Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de AnJrade : na liviana n G e8
Precisa-se de um pequeo porluguez que te-
lilla pralea, para taixeiro de urna taberna no
arrabalde desta praca : a lrat:ir na rua do Quei-
mado n. 43.
Precisa-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. tenente-coronel ilmneterio
da praca da Independencia.
O professor de latim da freguezia
de S. Jos desta cida 'c, abaixo assigna-
do, declara ao publico cpie a matricu-
la de sua aula se aclia abci ta, e que os
trabalhos lectivos da mesma principia-
ran no da 3 de eveieiro prximo fu-
turo. O0- interessados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 53, sita no pateo
do Tere/.
Manoel Francisco Coelho
Baha, Germano & C, rua Juliao n. i.
Pcrnambuco.uo armazem de drogas de J. Soum ag
Se Companhia rua da Cruz n. 22.
Aitenyao. S
Qucr-sc por aluguel urna escrava para os sor- 3^
vicos internos e externos de urna rasa de fami-
lia, c lambem (pior-se por aluguel um silio, seja
onde for : na rua do Pilar, primeiro andar n.
137, logo ao passar o arsenal de marinha.
z= Aluga-sn una loja exrellenle para deposi-
to ou oulro qualquer eslabeiecimento por ser si-
tuada no largo do Terco o ler j piompta a ar-
inacao, a qual se vende ao alugalario por proco
commodo; a tratar na rua da Cndoia do llecife
n. 33, loja.
'*' ....... ".......i 1 V ,
. /, ua pretos e de cores, petelats o sefcre-
casacos de seda e casen ira d.....-.
gas do rasemira prela e f enri.-, dil
merino, de prineera, de brfm de linho
braneo o de cores, de fuslao o riarados,
calcas ile alpodio, rolletes de velludo
prelo.d de cores, ditos de setim pr tu e
bianco, ditos de porgurao erascmira, di-
los do fustoes e brin, farJaiiu titos para
a gvarda nacional, hlirs para ciia
corontas e camisas francesas, chapeos r
grvalas, grande sorlimeuto do roupas
para meninos de 6 a 14 anuos ; nao agra-
dando DO comprador algumas das roo, a>
feitas se aprompiarao nutrs agosto do
comprador dando-se no da convenci-
nado. jj
Vendem-se pipas ebarrts no>oi de l.isbna :
no caos do liamos n. I, escriplono de Pravcde*
da Silva Gusmao.


(8)
DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 14 DE FEVEMIRO DE 860.
Batatas
a 800 rs. o gigo.
Btalas cscolhidas a 800 rs. o gigo de arroba,
para acabar : na ra da Madre do leos n. 8.
Feijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Bciris lem para
vender por preco comrnodo, em pequeas e gran-
des porcoes, saceos com feijo araorello de 6 al.
queires cda um, ou 30 cuias, medida desia c da
melhor qunlidade que ha no mercado, e chegado
ullimamentedo Porto no brigue porluguez Ama-
lia I: na ra do Vigario n. 27.
Vendem-se tres esernvas orioula.i, bonitas
figuras, sendo urna com urna cria dbannos, per-
feila roziiihoira, e duas peritas cngooimadciras :
r.a ra Direita n. 123.
Altcnco.

Vende-se a armario da casa da na do Ilortas
n. 29, sem gneros : trata-sc no boceo do ('.am-
pollo n. i, primeiro andar, por cima da taberna.
Vende-se um sitio em Bemfica, a margen.
do Capibaribe, com casa para grande familia, j
arvoredosde fruclo, ealgum terreno para plan-
laco os pessoas que o protn erora dirijam-
se .i na do Imperador n. 3. segundo andar, ou
ao Uondego, sitio n. 82.
Vende-se no Uanguinho, no sitio lie Anto-
nio Leal de Barros, um boi manso, muito em
cor.la, acoslumalua (rabalbarcom carroca.
Vende-se um fogo grande de ferro, com 7
palmos docomprido o 3 1(2 de largo, sendo bem
construido e novo, para urna casa grande de fa-
milia, e tamben] serve para bordo de algum na-
vio grande; quemo pretender, peder vir vi5r
na ra do Brum, tonda de ferreiro, quasi no fim
da ra, de Pedro Das dos Sanios, para tratar.
Eseravos venda.
Naruado Imperador n. 21, primeiro andar,
vendem-se 22 escravos, sendo lli negros, todos
pecas do 16 a 20 annos, o 1 negrinhns, tendo una
dolas 18 anuos, ptima para mucama.
Venda de predios
Ven lom-se porproro comrnodo dous sobrados,
i um de dous andares na ra da Penlia, e
i utro de um andar im becco do Padre : a pessoa
que pretend r. polo procurar na ra do Impera-
dor n. 3, a tratar com Manuel Rlbeiro BiSlQ.
Vendem-se logos de ferro econmicos, de
Datante, para casas de familia, contendo 4 orna-
ihas, e torno para coziuha com lenhaou carvao,
ptima invenco pela economa de gastar um
terco de lenha'ou carvo dos anligos, c de cozi
nhar com roais presteza, tem a differenca de se-
rem amoviveis, oceuparera pequeo espaeo da
e de fcil eonduecao : vendeiii-se por pre-
uito mdicos, na fundieo de Francisco A
i Mi -;uit:i) ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceico da pon-
te do l'.ecife, e ra do Queimado u. 30.
Na loja dosertanejo.rua
do Queimado n. 43 A.
Keceberam cm direilura de Franca, deencom-
menda, os mclhoros chapeos de castor rapadoss
sendo braucos e prelos, e as formas as mais mo-
dernas que tem viudo ao morcado, e por me-
nos que em outra qualquer parto, assim como
tamb ni tem um grande sorlimento do enfeite,
do vidrilho pretosc de cores pelo diminuto pro-
co de 4$ cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perfeito esta-
do, aberturas brancas muito finas a 320, ditas do
esguiao de linho a 1$ urna, cambraia preta fina
a 360 o covado, e a vara a 560,e a 640, gangas
>r a 550, brim branco de linho a 1:8200 a va-
ra, colletcs de velludo de furla-coresprctos a
740O, ditos pretos a 8 c a 9,3, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e llg, ditos pretos a 7, 9 e
12''. colletes de gorguro a 4, 5 e 6>, saceos pa-
ra viapom de diversos tamaitos, eias cruas, por
;rande poreao, a 1&500, ditas a 1$000 e 25 a
duzia, finas a 3 e 4Jt, chapeos enfeitados para
meninose meninas e senhoras por qualquer pre-
co, e ludo o oais aqui se encontrar o preco,
e aSo se deixa de remnder.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a cocheira da ra da Cadea de San-
l i Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
e ni uso algum : quem pretender, dirija-se
mesma.que ochar com quem tratar.
Acaba de chegar do liio de Ja
neiro alguDS exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica cbonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
i# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Capachos.
Vendem-se capachos de porta a 400 rs., ditos
redondos a 60, ditos compridns com 8 palmos a
15200, e ditos grandes em forma de tapete a
2j500 : na ra da Cadeia, esquina da Madre de
Dos.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr James Crabtree & C. n.
2, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas pretas larradas, lindos desenhos
covado
Gorgorito de seda lavrado, superior em
__ qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a "2JJ c
Sarja preta larga, rovado
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
Contiiiua-se a vender uzeadas por bao ra
g preco atmesmo por menos do son valor, b >
a alim de liquidar cuntas : na loja de 4 portas ?'
S na ra do Queimado n. 10. ES |
'"-- ''-- 1 E :.:.: '"3^3EI3
,-- .,, -ir-'^-JS'-r-r-. VVV(
1S600
2*000
1S800
2*500
2j000
raca.
A 6$ a caixa: na ra larga
do Rosario arniazem.de louca. I
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do ilosario loja n. 28
armazem de louc:i, mandam-se botar vi-
dros em casas particulare por preco
muito comrnodo, assim como vendem
se vidros a retallio do tr.manho mais pe-
queo at mais de G palmos.
IIa da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jnnhston A C. va-
quetas de lustre para carros, sellms e silhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous .aval-
os. e reosnos d'ouro patente inalezes.
:' _!- .' i > : iO
(^KEMP^EmoTiK)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MF.I.HOR REMEDIO CON'HECIDO
Contra constipa roes, ictericia, affecriies do fijado,
febres biliosas, clicas, iudigestes, enxaquecas.
Ilemoi ilioidas, diarrhea.doencas da
pelle, rupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SASGIE.
75,000 caixasdestc remedio cousommem-se an
nualmento I I
Remedio da natureza,
Approvado pela faculdado de medicina, e re-
COmraendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhrcidos. Sondo estas pillas
pu-amente vegetaes, nao contcm ellas nenhum
veneno mercurial ncm algum outro mineral ;
esto bem acondicionadas 0111 caixas de folha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
So agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
cm sua operaeo, o um remedio poderoso para 9
juventude, puberdade o velhice.
Lea-se o folhetoque aeompanha cada caixa,pelo
qual se licar conliecendo as multas curas milagro-
sas quetera cfTectuado. D. T. I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e propietarios.
Aciam-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Pi do Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra JuliSo n. 2.
Pernambuco, no arma/em de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
MOSELLE MOSSEIX
DE
rabnuiuf ac
s
h^F^M^r. Silvas machinas de cozer,
DE
Wheeler em garrafas e meias gar-
rafas.
C.J.Astley&G. |
Seguro conraFogo
GOliPJJVHIA
DE
New-York.
B
LONDRES
25000
4*000
35000
455000
25000
5000
si
Saunders Brolhers & C. tem pira vender era
ecu armazem, na pra^a do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos to ultimo gosto, recenlimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood Sons de Londres, e
muito proprios pira este clima.
lua do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Ainla reslam ilgumas fez ndas para conclu-
ir a li-quidacjio da firma de Lcile & Crrela,' as
quaesse vendem por deminuto prcc.o, sendo en-
tre outrs as seguinles :
Majos do metes creas para hometn a 18^00
Ditos Jo ditas de cores
Ditos da ditas cruas muito superiores
Ditos de ditos para ssnhora
Diios de ditas muito finas
Corles de caiga da raeia csemira
Ditos Je ditas de cnsemira do cores
Ditos de ditas de casemira preta a 59 e 655000
Brim trancado branco de linho fino
vara !00(>
Cortes Je coleto de gergurao Je seda 25000
Pao preto fino, prova do limao 3i> e 45*000
Grvalas de seda preta o de cores 1S5000
RiseaJos francezes, largos, cores fixes
co alo 200
Chitas francezas largas finas covado 2-iO
Ditas estrellas 160
Rseados de cassa de coros lindos padres o
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada cora 8 va-
ras por 2*000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pega -1*010
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes do la bordados de seda um 2*000
Grodenaple preto, largo covado 1*800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada 15800 e 2*000
Yestidos brancos borJados para baptisado 59J000
Veos bordados para chapeo 25OOO
Entre meios bordados 19600
Alhoalhado adamascado largo vara 1*280
Lengos Je chita escuros um 100
Gangas de core? para palitos covado 200
| AGENTES
C J. Astley & Companhia. :
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& Iimo na ra da Cadeia do Recife n. 48.
I Ventle-se
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
| Palhinha para marci-
neiro.
| Vinhos finos de Champa-
nhe e Mosee.
| Lonas da Russia e Brim I,
de vela: no armazem |
de G. J. Astley & C.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n, 37, vendem-se os me-
Ihorea chapes de castor.
Acham-so venda estas intoressanles machi-
Das de costura, as quaos rounem todas as vanta-
gens desojareis, nao s pela perfeigao e seguran-
za do mechanismo, como por serem da mais bo-
nita apparencia, sendo muito facis para se
aprender a trabalhar nellas, o que se consegue
com urna simples licao. Estas machinas fa/em
posponto dos dous lados da costura c cozem cora
maior rapidez e perfeicao possivcl.
Acham-se venda c moslram-sc a qualquer
hora ds dia ou da noito na nica agencia desta
provincia no aterro da Boa-Vista, actualmente
ra da Inineratriz n. 7 primeiro andar.
:
a
i
Relogios
Suissos.
j Era casa de Schalheitlin & C, ra da
Cruz n. 38, vende se um grande e va-
riado sortimento du relogios Iionzon-
taes, patente?, chronometros c meios
c'ironorrt'tros de otuo, prata domada,
efoleados a ouro ; sendo estes relogios
do primeiro fab.icante da Suissa : que
se venderao por presos razoaveis.
E peehincha
sem igual.
Na loja do Preguioa, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padres, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prec.0 de 500 rs a vara.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 43, pocas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4JS500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3* a duza, cambraias muito fi-
nas e de lindos padres a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3^800 i duzia, ditas cruas In-
glezas para l.omem e meninos, chales de, meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 6*. paletotsde
alpaca preta e do cores a 5*, ceroula3 de linho
e algodo, camisas uglezas muito superiores a
60* a duzia, organdys de lindos desenhos a
1*100 a vara, corles de cassa chita a 3S, chita
franceza a 240, 280, 300 o 400 rs. o covaJo, pecas
de madapolao com 30 varas a 4S00, 5, 5J0,
6,7 e 83, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4*. cortes de
calca de brim do linho a 2*. ditas de meia case-
mira a 2j>249, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
a
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. % tem para
Tender:
Chaly e merino decores, oplimo nao sopara
roupoes evestidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
CALCADO
Grande sorlimento.
4S-Ra Direila4o
Os estragadores de calcado encontra-
do Challes de merino estampados muio finospelo S est,'aSadore de calcado en
deminuto preco de 2:500 cada um musselinas "5o neste ei'tabelecimento, obra
modernas, bastante largas, de variados padres! rior pelos precos abaixo :
supe-
a 260 e 2S0 ris o cova lo gravatas a fantazia.o
mais moderno pos-ivel a 19 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, cujos prec-os extraor-
dinariamente baratos, stisfarao a expectativa
do comprador.
Machinas de costara
Homem.
Borzegjins aristocrticos. 9000
Ditrjs (lustre e bezerro)..... 8,s000
Borzeguins arranca tocos. 8$000
Ditos econmicos....... S|000
Sapa toes de bater (lustre). 5.S000
Senhora.
tode quebrar) ...... 5000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso)..... I.S500
de S. M.Singer &C de
New-York, o mais apor-
feiroado systema, fazen-
d
d
garante-se a sogurama
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
O agente do verdadeiro xarope do Rosque tem
estabelecido o scu deposito na ra da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brtlo S Filho : desnecossario fa-
zer elogios a bondade deste xarope, nao s pelo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tarlo que geralmenle tem lido. L'm cem nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
fo do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos orgaos pulmo.
nares. Tara conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro conten no envoltorio a pro-
pria assignatura dos prprietaros, c no falsilica-
do esta lithographada.
familia, bem como se
mostram a qualquer ho- i
ra do dia ou di noito Borzeguins paia meninas flor
nesta agencia: nicos
agentes em rernambuco Raymundo Carlos Lei-
te A Irmao, atorro da Boa-Vista n. 10
Ycade-se |
^ Tintas de oleo.
S Formas de Ierro para jj5
purgar assucar. S
Estanho em barra. f,
\V
Verniz copal.
Palhinha para marci-
ueiro.
Vinhos linos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
tissimos)..........i.sOOO
E um pe fcitosortimento de to:!o cal-
cado c daquillo que serve para f.bi -
lo, como sala, couros, marioquins, ecu-
ro de lustre, io, fitas, sedal etc.
Barato que ad-
mira.
RELOGIOS.
Aviso,
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e lambem t.-ancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle gosto.
No armazem de Adamson, Howie&'C. ra
do Trapicho n. 42, vende-se selins para homem
e penhora, arroios pratoados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
Bartholnmeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
montos :
Rob L'AfTecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita S.mds.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas [contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulaa do dito.
Ellixir ant-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortmenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual veude a mdico
prego.
Superior ao mclhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
Vendas,
lUlogios de ouroe prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Soulhall Mellors Si C.
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.
Para os Iblgases do Car-
naval
Gama & Silva, no antigo ater-
ro da boa-vista hoje ra
Imperatriz n. 60.
Vendem lindissimos chamalotes de ali a imitacaodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por pre$o baratissimo que facilita faser-
ce um rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as raostras com pinhor.
Est ce torrando.
Vendem-se camas de vento de louro com lona
a 5J500 cada urna, ditis de amarello a 6*500,
ditas guarnecidas de sola, obra muito bem pre-
parada a 10 e 12j>, enchadas, vova invomao,
piomontezas a 1440 cada urna, (.entes virados
de tartaruga, moda a Imperatriz, a 12J>, fazenda
igual aos de 20, dilos virados de massa a 2J,
bules de familia, de diversos pregos, de 6 at 30
chavenas, facas de cabo de balanco a 4g, ditas
Clavadas de cabo preto a 3$, bandejas de todas as
3ualidades, espingardas e cavinoles muito finos
o melhor autor que lem apparecido, e mais fer-
ragens e miudozas que com a vista dos freguezes
se moslraro: na bem conhecdi loia de ferra-
gens, na ra Dirtila n. 53.
sorlimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10$, ditos francezes de seda a 7J, ditos de
castor brancos a 14$, ditos de velludo a 8e 9-5,
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos do palha inglezes de copa alta e baixa a' 3 o
5jt, ditos de fel tro, um sortimento completo, de
2$500 a 65500, ditos do Chile de 33500, 5, 6, S,
9, 10 e 125, ditos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 125, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 153, enfeites flnissimos para cabeca
a 43";00 e 53, chapeos de palha escura, massa e
seda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os seus procos muito era conta, dilos para
baptisado de meninos e passoios dos mesmos,
tendo diversas qualiaadea para escolher, bonete
de galo, ditos de marroquim, dilos do vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
o em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda [icario convencidos da verdade : na bem
conhocida loja de chapeos da ra Direita u. 61,
de Bento de Barros Feij,
Taclias para engenha
Fundicao de ferro e bronze
Francisco Antonio Gomia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como balido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inostimavel especifico, composto inleira-
mente de hervas medicinaos, nao conlm merca-
rio, neta alguma oulra substancia delectcria. Be-
nigno mais tenra infancia, c a compleieo mais
delicada igualmente prompto e sogmo para
desarraigar o mal na compleieo mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
felos; pois busca e romove as doeneas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e icnazes
quesejam.
Entre milhares do pessoas curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirara
recobrara saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se ade-
sesperaco ; faeam um competente ensaio dos
efflcazes elTeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo era tomar este remedio
para quaiquer das seguinles enfermidades :
Na na da Madre do Oeo, laja nova n.T,
g queimando por todo prero, bem coma catea
!e cores de lindissimos padrdes a 5j, sa:
ilao inglezas a 5$800, corles de chitas r
ffi rnres Oxas com 13 corados a IJ7Q8 o cort,
fazenda fina, a
duzia, chitas larga? ran-
cezas de. lindissimos padrees C cores t
260 e 280 o covad >, cambraia de con -
ffl cores fixas com 13 corad
[' eos brancos de cassa,
2SG00, 2;S00 e 3g00 a
69400, cassa de cuadros, fazenda suffrivcl ,
Na ra do Queimado n. 17. loja de fazendas, a babados, a 280 a rara, ou 2f00 a *
g dasadgfOO e l#40O, e alen disto muitas entras
dos irmoos da ve;.
Francisco
a terceira de S.
fazendas, que seria enfadonho mencionar.
Fumo americano f.wh-.Sk mu nro^A^ Iv
Vende-se fumo africano para fazer charutos r/l1UiS Pl VW^S U'
s cigarro, e mascar em camuas de 20, e 40 miliooimAO
hbras ao prego de 430 ris a libra ; na ra da I lllSSSiOSt
Lruz do Recife n. 50 primeiro andar. ~
Treguica vende em sua loja na ra do(
mado n. 2, a* seguintes fazendas:
Lencos de cambraia lia muito lina, du-
zia
Os abaixo assignados, establecidos na ra do Dll0S de CM8a brancos fi de cor(* d'",'1
i Cabug com lojas de ourves ns. 9 e 11, fazem '-anilira'as de cores de diversos |
I ublico que leem recebido de novo os mais bel- covado
fcssffs aws aA"rs: ^^r.d< *- ^--' -
conlas com recibos gnranlindo a qualidade doL, )
, ouro, pelo qual Ccam responsaveis : recobem en- c,ia,<'s de merino lisos com franjas de
i commen las, e concortam qualquer obra de ouro relroz, um
comasse:oerromp,idao m.os de d,u. bordados de velludo, um
beraphun & Irmao. I n;i a* au .
-..--: .,.. vr_,..,,_sa!l)l,os de dito rom palmas do soda, um
Sd W-SfeM* ||: Alpaca de seda de quadros, covado
|i>OVOS medicamentos ho-| Heas muitoOnatparaaenho,duzia
S meopathicos

2 0
300
fff
enviados^ l)ll;lsdi,as Ia'aait*'duzia
  • rr>,*n x^l c r f-'S ,)las ditas pora dila, duzia
    (la EUl Op pelo br. Dr | u^MaJm de Wnhet. ce,
    ^altillo O. L. Pinho. g Ditas ditas eteuras cea dati I
    F.sies medicamentos preparados espe- covado
    oa'., .mo segundo as necessidades da 11 Cortes de dila muito fina
    " la
    ------ ,, o---- --, ...iniimuca ua >- > J ur u; ui 01 uuo una
    1 sstiasjsiffarts S: roi c di" rt i""""
    SS meopatnioa, ra de Santo Amaro (Mando ^5 "" hr!nco de 1I,lho ll
    ?S Novo) n. f. r^ Hito dito dito, vari
    n%&%i&M *m SiS^6Sa%3i8 S39^X mdit0 dil0'v;,ra
    vara

    I
    B3 I
    .'.,1
    1*4 I
    Fl]NDI(iO L0W-3I0W,
    Itua da Scnzala .\ova n. 42.
    Neste estabelecimento continuo a haver um
    comapletosortimei moen-
    I das para eu3enho, machinas do vap
    de ferro baliJo e coa do, de todos os tamnnhos
    para dto.
    |,' Dito dito dito, vara
    Dito dito dito, vara
    e outras mulas fazendas que se i I von-
    tade Jo comprador.
    Sementes dehortalice.
    Semeotes de hortalice de todas u quali I
    vindas pelo vapor (Brasil : rendem-ae i
    da Cadeia do Recifo.loja de ferragens de Vidil \
    Bastos.
    i .........
    '
    mm~W
    Vendem-se fazondas por barato
    proco e algumas por menos de seu
    valor para acabar, era peca o a reta-
    lho: na ruado Queimado'loja de 4
    portas n. 10.
    godao iionslro.
    AG00 rs. avara.
    No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
    de-se algodn com 8 palmos de largo, pelo ba-
    rato proco de G0O rs. a vara ; esle algodo serve
    p..ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
    dade.

    t*.
    GItASDE E VARIADO SORTIHETO
    DE
    n
    :
    : -
    i
    i
    ;
    \
    Rouasp fcitas c fazendas
    Loja carmazeui
    DE
    :i
    i
    4,000 rs.
    porsaccade milho; nos aimazens de Tasso
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    Ampolas.
    Areias(malde).
    Asthraa.
    Clicas.
    Convuls5es.
    Debilidade ou extenjia-
    eo.
    Debilidade ou falta de
    forcas para qualquer
    cousa.
    Dysinteria.
    DoroN; garganta,
    de barriga,
    nos rins.
    Dureza no ventre.
    Enfeimidades no ventre.
    Ditas no figado.
    Ditas venreas.
    Enxaqueca.
    Herysipela.
    Febre biliosas
    Febreto internitente.
    Febrcto da especie.
    Gotla.
    Hemorrhoidas.
    Hydroposia.
    Ictericia.
    Indigeste-es.
    Inflammacdcs.
    Ir r eg u la ridados
    menslruaco.
    Lombrigas de toda es-
    pecie.
    Mal do pedra.
    Manchas na cutis.
    Obstruccao de ventre.
    Phtysica ou consump-
    pulmonar.
    Retencao dcourina.
    Rheumatismo.
    Symptoraas secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras.
    Venreo (mal).
    Irmaos.
    i
    invencao aperiei-
    foada,
    Bandos ou almofadas
    de crina para penteados de
    senhora.
    Vende-se nicamente na ruada Cadeia do Re-
    cife n. 48, loja de Leite i Irmao.
    Sua do Queimado n. 57.
    A 30S cortos de vestidos de seda quecustaram
    60$; alicortes de vestidos de phautasia que
    custaram30; a 8)J chapelnhas para senhora:
    na ra do Queimado n. 37.
    Brim trancado de liuho todo
    preto,
    fazenda muito superior; garante-sc que nao
    desbola : na ra da Cadeia do Redfe a. 43, lo-
    ja de Leite & Irmao
    Enfeites de v
    um : na ra do Qu
    Em casa de Rabe Scbuiettan &
    C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
    elegantes pianos do afamado fabrican-
    te Traumann deHamburgo.

    ;
    .
    :
    |S Na ra do Queima-
    do n. *6.
    :: Iticas sobrecasacas do panno fino pro-
    ./: o de cores a 2s$, 30j e 35, lanbrra ten
    .: paletols dos niosnms pannos a 2t| e -2-
    . palctots de rasemira de cores de mnilo '
    . j i'om goslo o finos a 12?, 11$. 1G$ e 18. Ji-
    mios de panno preto para nienin i a M|
    I 2()g, ditos de casenrira de cores i 8j> e 1
    ;; calcas de casennra de cores o pretos ojun- -l
    : (aljenle para mininos a 7, &c, 9c, 10c .
    : \2, colines de eorgurae de s.-. a e case- I
    : ">'" a :>$, Cj e 7$, paletotsde a paca pro- !
    Si tos de cores saceos i i$, ditos sr brecasm
    ': a 73 e 8$, ditos de brim, de osguiao o do
    "; fustao tanto braucos como decores a 4j,
    ! H 4>50O, 55ef, calcas de bros brancosaaoi- :
    : lo linos a 5f, 63 e 7$, colleles brancos de :
    i cores a 3f e 3;50O, camisas para asenta
    j de diversas qualidades, calcas de brins de
    cores linas a 3?500,4J e 5, um rico sort- 1
    ment do vestidos de cambraia branc i
    jv: bordados do melhor gosto que tem appi- :
    re. ido a 28?, maiiteleles de filo preto e de -,
    ..; cor muito superior gosto e muito moderno j
    '; a 20$ cada um o 24, ricos casavequos de ;
    .; cambraia bordados para menino a 10}, di-
    ; tos para senhora a 153, ricos enfeites de 8
    g froco de velludo gosto melhor que tem ap- y
    uju- vj ue tfiiuuo gnsio meinor que lera ap- ;t
    vidrilho e de retroz a 4$ cada '''" ParcciJo i05> e 12. e oulras muitas fa-
    aniado n.37, loja de 4 porta 8 zondas e roupas fetas que com a preaoaca
    i de Rabe ScL & \ do trcu M Jli Pn,e,,te-
    ^Casacas para a quaresma;
    Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
    geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda em toda a America do
    Sul, Ilavana e Hespanha.
    Vendem-se asboceHidhas a 800 rs. cada urna
    dellas, coHtem urna instruccao em porluguez pa-
    ra explicar o modo de se usar dcslas pilulas.
    O d?posito geral era casa do Sr. Soum
    pharmaceutico, na ra da Cruz u. 22, em Per-
    nambuco.
    do deposito geral do Rio de Janeiro:
    com Tasso & Irmaos.
    a tratar
    Farinha de mandioca
    Tasso .5; Irm
    Milho
    nos armazens de Tasso & Irmaos.
    aos armazens de Tasso 4 Irmaos.
    Neste mesmo estabelecimenlo ha .
    : grande sorlimento de casacas pretas, as- :i
    sira como manda-so fazor por medida a von- I
    M tade do froRuez, escolhondo us mesmos n^ :,
    i; pannos a seu gosto sendo os crocos a 35a :'
    ' e 40$. ;
    ^rcaaan I
    No mesmo estabelecimento acaba de rfe- '
    b e W9.
    Camisas inglezas
    o mesmo estabelecimenlo acaba de ......
    um grande sortimento das verdadeiras ;;
    isas inglezas peilos de linho cora pregas V
    ::

    y\ gar mu cum
    camisas inglezas pe
    : largas, ultima moda, por ler-so milita /
    a Vender por H
    *[ qiiantidade delerminou-se ......
    f'i monos do valor sendo a duzia a 34a.
    nB'ssxx&sxr.vx ::/ ............:tr-.
    Carne de vacca salgada, em barris de 500
    libras : em casa de Tasso Irmaos.


    DIARIO DE PERNaMBUCO. TERCA FEIRA 14 DE FEVEREIRO DE 1860.
    (T)
    DE
    Sita na rna Imperial d. i 1 8 c \ 20 jimio a fabrica de sabo.
    DE
    Scbaso J.da Silva dirigida por Jlanoel CarnciroLcal.
    Ncste eslabelecimenlo ha scmpre promptos alambiques de cobre de diftcrentes dimences
    (de 3003 a 3:00) simples c dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos deslilatorios continos
    para resillar e destilar espiritos com graduacjio al 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
    melhorcs systomas boje approvados e conhceidos nesla e outras provincias do impario, bombas
    do todas as dimences, asperantes c de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
    de bronze de iodas as dimences e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
    ierro para rodas d'agua,portas para foxnalhas e crivoa de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
    as dimences para encmenlos, camas do ferro com armaco e sem ella, fugues de ferro potavcis e
    econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
    para cngenho, follia de l'landres, chumbo em leneol e barra, lineo era leneol e barra, lsnces e
    armellas de cobre, toncos de ferro a latao.ferro suecia inglez de todas as dimensos, safras, tornos
    e folies para ferreiros etc., e outros niuitos arligos por monos proco do que em outra qualquer
    parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
    e para conimudidade dos freguezos que se dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
    rio na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para lomar nota das encommeodas.
    REVISTA HEBDOMADARIA
    COI.LAOR.lIiO
    rr.LOS sus.
    D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlexandrc HerrulanoA. G. RamosA. Guima-
    raesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lupes de MendoncaA. Xavier
    Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarrcirosCarlos Jos CaldeiraE. Cirilo da Silva" c CuntaF,
    Gomes de Amorim F. M. lordalloJ. A. de Frcilas OliveiraJ. A UaiaJ. A. MarquesJ. de
    AndradeCorvoJ. daCosta CascaesJ. Daniel CollaroJ. E. de Magalhes CoulnhoJ. G. Lobato
    PiresJ. I. da Cunha UivaraJ. J. da Grara JniorJ. Julio de Oliveira PiuloJos Hara
    Latino CoelboJulio Mximo de Oliveira l'imenlclJ. Pedro de Sou/.aJ. S. da Silva Ferraz
    Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Cosa Lu/. Filippo l.eileLuiz Jos da
    Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazVilenliiu Jos da Silvcira
    LopesXisto Cmara.
    DIRIGIDO
    ron
    Relogios.
    Vende-se cm casa de Johnston Tater & C, ra
    do Vigario n. 3, ura bello sortimenlo de relogios
    de ouro, palele inglez, de um dos mais afa-
    mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
    variedade de bonitos trancclins para os oiesmos.
    TARLATANA.
    Vende-se superior tarlalana, branca e de co-
    res com 1 1|2 vara de largura : na ra da Cadeia
    do Recife n. 48, loja de Leite & Irmao-
    REMEDIO INCOMPARAVEL.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Milharesde individuos de todas as naces po-
    dem leslcniunhar as virtudes desle remedio in-
    comparavel e provar em caso necessario, que,
    ielo us"b que delle fizeram lem seu corpo e mem-
    iros inleirainenle saos depois de haver emprega-
    do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
    poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
    pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
    todos os das ha muttos annos ; e a maior parle
    dolas sao lito sor prndenles que luejuupe so
    mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
    braram com este soberano remedio o uso de scus
    bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
    go lempo nos hospitacs, onde de viam soFrer a
    amputaciio 1 Helias ha militas que havendo dei-
    xado csses asylos de padecimentos, para seno
    subniellerem essa operacao dolorosa foram
    curadas completamente, mediante o uso desse
    preciosorcmedio. Algumas das taes pessoas na
    enfuso de seu reconhecimento declararam es
    les resullados benficos diante do lord correge-
    dor e outros magistrados, atim de mais aulcnli-
    carern sua firmaliva.
    Ninguem desesiierariadoestsdo de saude se
    livesse bstanle confianca para ensaiar este re-
    nedio constantemente seguindo algum tempo o
    mentratato que necessitasse a natureza do mal,
    cujo resultado seria prora rincontestavolnicute :
    (Jue ludo cura.
    O ungento Ite til, mais particu-
    larmente uos se$runtcs casos.
    Fardo a 6#000.
    Saceos grandes : na ra Nova n. 52.
    r Sa
    A. P. de CarvalhoI. F. Silvcira
    da MollaRodrigo Pagnnino.
    Destinado a resumir todas as semanas o movimenlo jornalislico e a offerecer aos leilores, con-
    juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
    tria ou as artes, alguns arligos originaes sobre qualquer destes assumptOS, O archivo universal,
    desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, tem satisfeito aos seus fius, com a maior
    exaclidao c regularidade.
    l'ublica-se todas as segundas fciras em folhas de 16 pagjpas, e completa todos os semestres
    um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
    Assigna-se no escriptorio deste iario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. 8.
    Preco da assigualura: pelos paquetes vapor 10200 por anuo ; por navio de vela 8g (moeda
    brasileira).
    lia algumas colleceoes -desde o comeco da publicaco do jornal.
    Iuflamruacao dabexiga.
    da matriz
    Lepra.
    Males das pernas..
    dos peitos.
    de olhos.
    Mordeduras de replis.
    Picadura de mosquitos,
    Pulmoes.
    Queim adelas.
    Sama
    Supuraces ptridas.
    Tin ha, em qualquer par-
    le que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocea.
    do ligado.
    das arliculaces.
    Veias torcidas ou noda-
    das as pernas
    Vende-se este ungento no estabecimonto
    geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda em toda a.Amcrica
    do snl. llavana e Uespanha.
    VenJe se a 800 rs., cada bocetinha contm
    urna inslruccao em prluguez para o modo de
    fazer uso desle ungento.
    deposito geral em
    pharmaceutico, na ra da
    uambuco.
    Aos scnliorcs armador* s.
    Vende-se por milito menos do custo, airea,
    Raides, flores, etc., etc da armico da igreja do
    Divino Espirito Santo : a tratar n ra do Encan-
    Seus propnelanos ofTercccm a scus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e lamento n. 11, ou na ra do Uur-imado n 42
    qualquer obra manufacturada era seu rcconhecido estabelecimenlo a saber: machinas de vapor de Vcnde-se cera de carnauba a 10^)00 i ir
    todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen- roba, diia em velas a 14? dila de comoosico
    dase meias niuendas, tachas de ferro batido efundido de lodos os tamanhos, guindasles, guin- 15J, sebo relinado a 12? rosarios de missanaa
    nos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-1gales espiguithas
    diuca e para descarocar algodao, preseas para mandioca e oleo de ricini, porles gradara, co-
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras.
    Dores de caheca.
    das costas.
    dos uicnibros.
    Enfermidades da cutis
    em ge ral.
    Ditas do anus.
    Erupedes e escorbti-
    cas.
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou falta de
    calor as extremida-
    des.
    Frieiras.
    Gengivas escalda las.
    l'chacoes
    luflaiumacao doflgado
    M grande
    fabrica de tamancos da
    ruaDirciia, esquina I
    da travessa de S. Pedro;
    numero 16,
    ha eiTeclivamente um grande sortimenlo de la-
    mancos de todas rs qualidades, tanto a retalho,
    como em pequeas e grandes porces; a esta-
    can invernosa est prxima, e ueste cstabeleci-
    ruento acharao continuadamente de um a mil
    pares de (amneos semprc promptos para qual-
    quer encommenda, por precos commodos.
    Nova confeitaria.
    Nesle novo eslabelecimenlo cncontraro as
    pessoas de Lom goslo os mclhores doces seceos
    de calda, grande sortimenlo do paslilhas, as mi-
    mosas cocadas nunca vistas nesla provincia, as
    amendoas de chicotes e torradas, aprecavcl or-
    chata ; na mesma preparam-se bandejas com o
    melhor gosto : na ra da Sanzala-Nova n. 30.
    Nova confeitaria.
    Nesle brilhante e novo eslabelecimenlo lia pa-
    ra vender immensas qualidades de doces secco
    e de calda, para Ierra e cxporlaeo, preparado
    porum novo melhodo, bem como caj inteiro,
    iaranja e abacaxi em latas lacradas, como as que
    vera da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
    37 Ra do Qucimado 11 \
    Loja de 4 portas.
    Chegou a esle estabelecimento um completo,.
    soilimento de obras fetas, como sejam : pal- tg Velbutina preta o rovado a
    S??
    Ra do Gabug n. 8,
    *^ Para a quaresma.j
    Grande e variado sorti- |
    ment de fazendas
    finas e grossas, de todas I
    as qualidades e
    precos commodos.
    Roupas feitas francezas
    e finas perfumaras.
    NA LOJA
    DE
    Almeida & Burgos.
    Aossenhores dentistas.
    Denles americanos.
    Vcndem-se por atacado ou a reUUiO, de todas
    as qualidades, no aterro da Boa-Vista, auljal-
    raente ra da Impcralriz n. 10, loja.
    tS$~ Dcfrontc da matriz da Boa Vista,n.8C, ven-
    dem-sc e alugam-se bichas de Haroburgo, por
    menos do que rm qualquer outra parte, amola-
    se qualquer ferramenta, tira-se e chomba-te
    denles, sangra-se e faz-sc ludo quanto perlcnce
    8 arte de barbeiro.
    Ven.le-se superior doce de
    se superior
    goia-
    ft
    Ricos corles de vestido prelo
    de seda bordados, com duas
    e tres saias, em grandes car-
    loes, pelo baralissimo preco
    de 70 c
    ![ Veos prelos de fil de linho a
    Sj| Ditos ditos para chapelinasa
    Grosdenaples prelo, o co\ado a
    lH Dito dito superior de duas lar-
    guras, o covado a
    Sctim prelo de Maco a
    Dito prelo de boa qualiJade a
    Dilo prelo niuilo superior a
    Corles de mirles de gorguro
    prelo bordados a
    Dilos de setira de Maco, borda-
    dos a
    U
    805000 3
    109000 S
    1980 &
    2400 *>
    ba a 1,600 o caixao de i libras : na
    ra ;ia Piaia taberna n. 59.
    Bolas do borracha
    c perneiras de eouro da
    Russia.
    Na loja defazenda linas na ruada
    Cadeia do Kecife n. 53, de Alvaro &
    MagaUes.
    m
    i
    3*500
    oo
    3^200
    5;0U0
    ?'00 a
    % ^jl \Ll': \* v*
    Vendem-se saias balo \ 3j!
    na ra da Cadeia D.53, loja Alvaro & Magalhes.
    v^> '^ '., > *i, <' -.. ~ .
    - > -> <* *> <*

    Luvas prelas de seda a lge
    Meias de seda pela para senho-
    ra a
    Ditas de se.la prela para homem a
    Ditas de algodqo, prelas a
    Lencos de seda de gorguro pre-
    lo muilo. superior, meios en-
    qos a
    Grvalas de 'ila prela a
    Enfeites finos de vidrilho prelos,
    para cabeca de senhora a
    S Casemiras nretns, oeovado a 2S.
    p 2?240, 320O, 39520, 4 c a
    Panno lino prelo, o covado a 2-,
    2$880j 3;600, l-OOO, 4g00,
    5-000, 6?000. C:500 a
    Camisinhas de cambraia para sc-
    nhoras a
    Manguitos o golas de fil de li-
    nho a 3OOO o
    m
    i
    'V-
    y
    Km
    m
    foooo
    6>200
    720
    1$200
    asooo
    3g20()
    ;, o

    '^ Manteletes riqissmos de gros-
    denaples prelo de 'M-i. 35# a
    mandioca e oleo
    luinuas e moinhos de vento, arados, culliva.lojes, pontea, 'aldeiras e tamiues, boias, al varen gas.
    botes e todas as obras de machinismo. Exccula-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
    desenhos ou moldes que para tal fim forem apresentaJos. Recebem-se enrommeudas nesle esta-
    beleci.nento na ruado Brum n. 28 A c na ra do Cnllegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
    xero do eslabelecimenlo Jos Joaquin da Cosa Pereira, com quem os pretendentes se jiodem
    t nteuder para qualquer obra.
    i\ F.
    mm ipjuairBina s omud.
    3 RIJA DA GLORIA, GASA SPOFVIfDJLO 3
    dimita por amAios os syslcmas.
    horas,
    outras
    horas da manha e em caso de ur-
    por esciiplo em que se declare o uonie da
    O Dr.Lobo Moscoso d consultas lodos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4
    Contrata partidos para curar annualmente nao s para a tidade como para os engenhos ou
    propriedades ruraes.
    Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10
    gencia a outra qualquer hora do din ou da noile sendo
    pessoa, o darua eo numero da casa.
    Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife poderao re-
    metter seus bheles a botica do Sr. Joao Sounn c C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
    Mogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
    Nessa loja c na casa do annnncianie achar-se-ha conslanlement eos melhores medica-
    mentosbomeopathicos ja bem conhceidos e pelos precos seguintes.'
    Botica de 12 tubos grandes, ...... 10S00O
    Ditos de 24 ditos...... 158000
    Dilos de 36 ditos...........'!.'! 20l090
    Dito de 48 dilos..........
    Ditos de 60 ditos.......'.'.'.'
    Tubos avulsos cada um. .........
    Fraseos de linduras..........."."
    Manoal de medicina homeopalhica peloDr.'Jahr'trduzido
    em portuguezcom o diccionario dos lemos de medi-
    cina, cirurgia etc.. etc...........
    Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario. .
    Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
    250OO
    OjOOO
    1S000
    2^000
    2n;nno
    losooo
    68000
    ni-nin*'1!6 I)roT^,<)so(.estabeI,e.ci'ncnto, que pelos no vos melhoramentos feilos acha-se conve-
    ^SS^SS^JSSSS^ far-se-1,aoJ tam^'m flo 1 de novembro em vantc, contratos mensaes para
    Tantos Mcriflclosadeeec0omiad0 Pubhco de lu,im os propietarios esperam a remuueracao de
    Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por mez.....10J0OO
    momos, de choque ou chuviscos por mez lbsOOO
    Senes de cartoes e banhos avulsos aos uracos annunciadns.
    Vonde-scem casa de Arkuright & C., ra da
    Cruz, armazera n. 61, relogios do fabricanle Hi-
    qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
    podc-se usar com coberta ou sem ella.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de ouro inglezes,
    tente : no armazem de Augusto C. de
    na ra da Cadeia do Recife n. 36
    de pa-
    Abreu.
    quoijos superiores a 2*200, mantcga inglcza a
    18, pnmeira qualidade, cha do melhor que ha
    no mercado a 2*210 a libra, azeile doce francez
    a 600 rs a garrafa, btalas a 40 rs. a libra ; na
    travessa da ra das Cruzes n. C.
    ,.,>,,.,..,-,,,o i<>.^ vi.e v> ^&3Z
    Espirito de violto com M
    graos.
    Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
    rros, chegadoda Europa, as garrafas ou as cu-
    andas: na ra laraa do Rosario n. 36
    Era casa de Hcnry Forsler & C, ra do
    Trapiche n. S, vcnde-se :
    Ura carro americano de 4 rodas.
    Arrelos americanos.
    Bombas americanas.
    Foges americanos.
    Arados a 309
    Champagne e cognac.
    Relogios americanos.
    Farinha de trigo de todas as marcas.
    Lampe-es de patente e azeile proprio, ltima-
    mente chejzados dos Estados Unidos.
    Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3, leem
    para vender algumas accocs da companhia geral
    de Pernambuco e Parahiba : quem as pretender
    pode dirigir-so aos mesmos para Iratnr.

    i
    i
    m
    m
    m
    volnnles, trinas e podras pa-
    ra aliar navalhas : na ra da Cruz, armazem nu-
    mero 33.
    Potassa da Russia
    E GAL DE LISBOA.
    No bem conhecido c acreditado deposito da
    ra da Cadeia do Recife n. 12, lia para vender
    potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
    e de superior qualidade, assiin como tambem
    cal virgem cm pedra : ludo cor urecos muito
    razoaveis.
    oils de panno fino de 16$ at 28S. sobrecasacas
    de panno lino prelo e de cores muilo superiores
    a 35?, um completo sortimenlo de palelols de
    riscadinho de bnm pardee broncos, de braman-
    te, que se veudem por preco commodo, cerou-
    las de linho de diversos tamanhos, camisas
    francezas de linho e de panninho de 2 cada urna, chapeos franeezes para homem a 85,
    ditos muito superiores a 10$, dilos avelludados,
    copa alta a 133, ditos copa baixa a 10g, cha-'
    peos de feltro para hornera de 43. 53 e al 73
    cada um, dilos de seda e de pallia enfeilados pa-
    ra meninas a 103, dilos de pallia para senhora a
    12$, cbapelinhas de velludo ricamente en feria-
    das a 25$, dilas depalha de Italia muilo finas a
    25$, corles de vestido de seda em carlao de 40$
    al 150$, dilos de phantasia de 1C; al 35g000,
    gollinhas de'canilraia de 13 al 53, manguitos
    de 1 $500 al 59, organdys escuras e claras a
    800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
    e padrees novos a 720 a vara, casemiras de cor-
    les para Golletes, paletots e calcas de 8^500 al
    4S o covado, panno fino prelo e de cores de 2*500 *8!8i8i8 ^8 SS $&Si9d&ai
    de collete de vello do
    ditos de gorguro
    e de fuslo blancos de cores, tildo por preco
    barato, atoalhado de algodao a 1^280 a vara,
    corles de casemiras de cores de 5 at 93, grosde-
    naples de cores e pretos de I3GOO al 30200 o
    covado, esparlilhos para senhora a 6$, coeiros
    de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
    para se-
    para lio-
    al 203 a
    covado a
    covado a
    .-

    -'-.-
    fia
    a

    'i
    2.s'000
    I95OO
    4000
    4^500
    8$000
    ljCOO
    G;00
    409000
    apeos linos de massa, france-
    ses, dos mais modernos a b; e 10$000
    Alpaca prela de diversos precos, casa-
    cas, calcas, paletos c coleles pelos de
    diversas qualidades e precos.
    -
    aro
    i
    da ultima moda.
    * Vendem-se bibis recenteuiente t
    ;j dos chapeos de senhora para pas* .
    i-> no segundo andar do Bobrado da esquina
    sg da ra doQueimadu por cima da !
    '' Sr. Preguii-a, entrada pelo becco dj Pei-
    . te Frito n. 1.
    ^= \ ende-se a laberna 11. 14 do paleo do ret-
    ro, Iluminada a gaz i boje um dos 1
    pontos de com; ei le se acha a re
    berna.
    15o m e barato.
    Urna escravaexcellentc cozi
    liabili la les, por i :2O0j, I escravo 1
    fiel c d boa conducta por l:300f, 1 bonito
    lequn, c mais cscravos por preco commodo
    ra das Aguas Verdes n. i \.
    Escravos fgidos.
    Fumo no da U de ag 1
    crioula, de estatura baixa, rbeia do corpo, | -;
    apalhetados, lesla curt, lem algumas 11
    grandes de feridas i> braco direilt, muito la-
    na, fui escra vi do Sr Manoel Joaqun
    3
    ira


    r$>
    casa do Sr. Soum, at 10$ o covado, corles de
    Crun. 22. em Per- muito superiores a 9 e 12$,
    Em casa do E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
    48, lia sempre para vender um completo sorti-
    menlo de ricos e escolenles pianos de todos os
    precos c qualidades, os quaes sao de milita du-
    racao pela sua boa construccao. Estes pianos
    que forarn premiados com a medalha de primei-
    ra classe na exposico universal de 1855. alem
    de seren de 7 oitavas e 3 cordas.so de Jacaran-
    da e chapeados de melal. As pessoas que preci-
    saren) podem compra-Ios com 20 011 30 UpO de
    menos que em outra qualquer parle.
    = Ainda se vende o engeiiho Sapucagi de ci-
    ma, na freguezia da Estada, distante da estacao
    um quarlo de legoa, muito bom moedor para
    moer com o mesmo riacho, e lem capacidade de
    safrejar mais de 1,500 ps : os pretendentes pro-
    curen! o lente-coronel Joe Francisco de Pa-
    rias Salles, que mora no cngenho Sapucagi de
    baixo. que com elle tratar o negocio; tambem
    se vende com a safra, e por isso csi dusoecupado
    para quem se qmzer arranjar.
    lUiuticzas baratas.
    Na ruada Cadeia do Recife, esquina da Madre
    de Dos, vendem-se miudezas muito baratas,
    pois se quer acabar cc.m as miudezas existentes
    no eslabelecimenlo; na mesma casa lia
    porcao de capachos compridos e redondos,
    se venderu por barato preco.
    urna
    que
    I
    Estopa.
    3$ Camisas inglezas.
    ; Biscoutos em talas.
    $ Em casa de Arkwiglil i C. ra da Cruz 11 u
    $ lucro 61. f-t
    *a & y:: 3-3 @-@@@ @@@
    i Vende-s urna casa de obrado de
    um'an'iar e sotao em cliaos propriose
    edificada ha poucos mezes na inellior!
    ra do bairr da Boa-Vista, cora mu-i
    tos commodos, e tambem se vende um!
    terreno nos fundos da mesma casa com
    alicerces para qualquer edificacao : a
    tratar na ra dos Pires n. 4i A. com o
    solicitador Manoet Luiz da Veiga, das C
    as 9 horas da manhaa ou das 5 da tdrde
    em diante.
    Vende-se superior linha de algodao, trn-
    cese do cores, ern novello, para costura: em
    casa de Seullial! Mellcr & C, ra do Torres
    d. 38.
    vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
    dilo champagne, idem, dito muscalel, idem : no
    armazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
    do Recife n. A.
    Charutos.
    No armazem da ra da Madre de Dos n. 8,
    exisle um grande sortimenlo de charutos das
    marras seguintes, e vende mais em cenia do que
    cm qualquer parle.
    Vrelas Brandao.
    Regala Brandao.
    Lauceiros.
    Vrelas S. Flix.
    Regala.
    Attencao
    Vende-se urna porco de burros en-
    tre os quaes existem 40 parelhas, todos
    muitos gordos, novos e de bom tama-
    nlio do excetlente carregamento ebe-
    gado ltimamente de Montevideo: os
    pretendentes dirijam-se ao trapiche da
    companhia 011 ao armazem de carrocas
    em Fora de Portas, de Flix da Cunha
    Teixeira.
    Tachas e moendas
    Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito
    da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortiroeuto
    de tachas e moeedas para engenho, do mullo
    acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
    mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
    Liquidado! lipilacao!
    Raalas hamburguezas novas a 19 a arroba,
    macarro francez fiuo a 5# n arroba, dilo dito
    grosso a 4 a arroba, carnauba nova a 4g a ar-
    roba, sapales de couro de lustre, obra muilo se-
    gura, a 3$ o par, cerveja ingleza em caxas de
    duzia a 4j>500, casemiras francezas de excellen-
    les padroes a 3#500 o corte de calca, caxas com
    24 queijos receutemenle desembarcadas a 1C00
    cada um, amendoas novas de casca mole a 63500
    a arroba : no bazar da ra do Imperador n. 6.
    - Arados americanos e machinas
    para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
    hnston & C ra da Senzala n. 42.
    40 fina do 0iehtiado. 40
    Grande sorliment de fazen-
    das para a quaresma, eou-
    tras multas por baralissi-
    inos preros para acallar.
    I);\o-sc antslras com penboi'.
    Cortes de vestido de seda de cores com
    lia bad os
    I Dilos de dila prela rom babados
    Dilos de dita gaze phantazia
    \ Romciras de fil de seda prela bordadas
    Taimas de grosdenaple preto bordadas
    Grosdenaples de cores com quadrinhos
    covado
    Dito liso preto c de cores, covado
    Seda lavrada prcta c branca, covado 1$ e
    Dila lisa preta e de cores, com 4 palmos
    de largura, propria para forros
    Corles de vestido de seda de gaze trans-
    parentes
    Ditos de cambraia c seda, barra ao lado
    Orlandys de cores, lindos padroes, vara
    Manguitos de cambraia lisos e bordados
    Tiras c entremeios bordados
    lencos de cambraia de linho bordados
    nhora a 9 e 12 cada um, ditos lisos
    mem, fazenda muito superior, de 12
    duzia, casemiras decores para coeiro,
    2$ 00, barege de seda para vestidos,
    100, um completo sortimenlo de collelesde
    gorguro, casemira prela lisa e bordada, e de
    fuslao de cores, os quaes se vendera por barato
    preco, velludo decores a 75 o covado, pannos
    para cima de mesa a 10J> cada um, merino al-
    cochoado proprio para palelols e colletes a 2$S00
    o covado. bandos para armacao de cabello a
    15500, saceos de tpele cjc marroquim para via-
    gem, eum grande sortimenlo de macas e [talas
    de pregara, que ludo se vende vontade dos
    fieguezes, c outras multas fazendas que nao
    possivcl aqu mencionar, porm com a visia dos
    compradores se mostraro
    Com (oque de avaria
    '\ 1 "ROl Manas de blondo broncas e prctas
    r .. .. Ditas de fil de linho pretas
    Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800 ; chales dc scd, de ,0(jas rorP3
    lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3#' Lencos de cambraia de linho buiJadus
    4:000 a dusia dilos com 4 palmos por cada face Ditos de dila de algodao bordados
    por 5:000 cousa rara no Arma- Panno prelo c de cores de Iodas as qua-
    lidades, covado
    Casemiras idem dem idem
    Gollinhas de cambraia de todas as qua-
    lidades de 600 rs. a
    Chales de touquim brancos
    Ditos de merino bordados, lisos e es-
    tampados de Iodas as qualidades
    Enfi iles de vidrilho francezes pretos c
    de cotes
    Aberluras para camisa de linho c algo-
    dao, brancas e de cores
    Saias balo de varias qualidades
    Chapeos francezes finos, forma moderna
    Un sortimenlo completo de grvalas de
    seda dc todas as qualidades
    Camisas francezas, peitos de linho e dc
    algodao brancas e de cores
    Dilas de fuslo brancas e de cores
    Ceroulas de linho c de algodao
    Capcllas brancas para noivas muito finas
    L'm completo sortimenlo de fazenda3
    para vestido, sedas, la e seda, cam-
    braia e seda lapadas e transparentes,
    covado
    9
    t
    19200
    S
    3g000
    1J500
    10-OOO
    16:000
    19900
    .-
    e de 4 e meio por 5:000
    zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
    Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
    Vinho do Porlo.
    Vende-se o verdadero vinho do Porlo engar-
    rafado, e era barris de quarto, por preco commo-
    do : no armazem de Adamson llovi & C, na
    ra da Trapiche n. 42.
    Ferros de
    eiigoniraar
    econmicos.
    D
    '; rpSS
    PsW
    v
    wm
    5)
    t
    poo

    5-000
    3?500

    69000
    8*500
    s
    9
    t
    9
    S
    Os abaixo assignados para commodidade do
    respeitavel publico, procuraram e conseguram
    eslabelecer cm diversos pontos desta cidade a
    vendagem dos ferros econmicos de Rlcsse Draki I Meias cruas brancas c de
    pelos mesmos pregos por que lem vendiJo no j meninas
    seu eslabelecimenlo da ra da Imperalriz n. 10, Ditas de seda para menina, par
    islo de 125 por apparelho completo, que cons- Luvas de fio de Escocia, pardas,
    la de ferro,fule c descanco. Esla maravilha d'ar- menino
    te americana um daquclles inventos de grande Vclludillio de cores, covado
    cores para
    para
    ulilidade para a industria, pois nao s cconomi-
    sa o carvao e tempo, mas se consegue em deter-
    minado espaco dc lempo engommar o triplo do
    que se obtem com um ferro commum : com 60
    rs. de carvao engonima-se um da inteiro, s ne- |
    cessita limpar o ferro quando se principia a ope-
    racao, o qual conserva sempre o grao dc calor
    que se pretenda, para o que tem um registro ; o
    seu peso esl graduado para, 6em esforco, poder
    ser manipulado a vontade do mais dbil traba-
    lhaJor, tem mais um apparelho que obsta a que
    o calor do ferro possa prejudicar a quem cora
    ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin-
    tes lugares : praea do Corpo Santo n. 2,estabele-
    cimento do Sr. Jos Alves Barbosa ; ra da Ca-
    deia do Recife n. 41, idem do Sr. Thomaz Fer-
    nandes daCunhj ; ra da Madre de Dos n. 7,
    idem dos Srs. Fonseca & Marlins ; ra do Crespo
    n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azcvedo ;
    ra da Pcnha n. 16. idem dos Sis Pinto dc Souza
    (S Bairao; rm do Cabug n. 1 B, na aguia de
    ouro ; ra Nova n. 20, eslabelecimenlo do Sr.
    Antonio Duarle Carneiro Vianna ; ra do Impe-
    rador n. 20, idem do Sr. Guimaraes 4 Oliveira ;
    ra do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
    gues Ferreira ; ra Direila n. 72, idem do Sr.
    Jos Soares Pinto Correia ; ra da Praia n. 28,
    idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhes ; ra
    da Praia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
    Castello Branco ; ra do Livramcnlo n. 36, idem
    do Sr. Joao Antonio deMacedo; ra da Sania
    Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
    na ra da Imperalriz, idem dos abaixo tssignados
    faj/mundo Carlos Leite & Irmao.
    gorguro de seda
    Velbutina de cores, covado
    Pulsciras de velludo pretas e de co-
    res, o par
    Ditas de seda idem idem
    Um sortimenlo cmplelo de luvas de
    seda bordadas, lisas, para senhoras,
    homens e meninos, de Iodas as qua-
    lidades
    Corles de col'clc dc
    de cores
    Dilos de velludo muilo finos
    Lencos de seda rxas para senhora
    Marquezitas ou sombrinhas dc seda com
    molas para senhora
    ; Sapatinhos de merino bordados propros
    para baplisados, o par
    Casinetas de cores de duas larguras mui-
    lo superiores, covado
    Tafel rxo, covado
    Selim prelo, encarnado e azul, proprio
    para forros, com i palmos de largura,
    covado
    Selim liso de Iodas as cores, covado
    Chitas francezas claras o escuras, co-
    vado a 260 e
    Cassas francezas do cores, van a 500 e
    Lencos dc seda de gorguro pretos
    Collarinhos de esguiao de linho mo-
    dernos
    L'm completo sortimenlo dc roupa taita
    sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
    colletes, caigas de muilas qualidades
    de fazendas
    Relogios e obras dc ouro
    Cortes dc casemira dc cores dc 5$ a
    9
    15600
    9320
    152.10
    9700
    2,?000
    15000
    I
    9
    SjOOO
    25500
    9
    25000
    15000
    $500
    lfiGOO
    9
    5325
    1610
    lgOOO
    9
    9
    125000
    ro Leal, efoi comprada no Uireu de Una, 1
    lodos es arrebaldes da cidade, e leseoni-s
    lar em alguoia casa,a Ululo di- forra como
    quem a pegar e levar a seu senhor na ni* U
    la n. 84ser recompensado.
    Fugio do lugar Boa-Viagera.no da
    ~ do coiTent', a escrava Anna, criou-
    la ulu, baixa,ollios pequenos,repicsen<
    ta ler 0 annos {juina roupa de seu uso, inclusive nm
    panno da Co*ta, foi eserava ha poucot
    mezes do llln. Sr. Dr. Buarque Y -
    icll), morador em Santo Anl.io, onde
    consta ter ella um ilho : quem aap-
    preliendcr ou der noticia a leu senior
    los Pinto Magalhes, 110 Recite, pateo
    do Para izo, cocheira n. 10, sera' grati-
    ficado.
    Continua ,1 estar fgido desdi
    lubro do anno prximo passado, o e.-rmv
    ' is (que se intitula Malinas), de ns
    la, representa ler 50 annos de idade,
    de denles na frente e os dedos das m&< -
    este preto fui escravo des herdeiros d le
    co Teixeira Cavalcanti, que teem. olara i- N -
    medio, e sendo levado pri 1 por ex
    contra os mesmos, foi arrematado por !
    da Silva Lopes em junho de lfc59, 1 cons
    smo prelo se acha cm urna rasa Irabalhan-
    do oceulto, pelo que protesta o innunciante nsai
    com lodo o rigor da le rontra quem lv<
    lo o seu escravo, e cobrai-lhe os dias i i
    roga-se, portanto, a ledas as autoridad, >
    ciaese capilies de campo a captura do mencio-
    nado prcio. mandando leva-lo .i padaria de An-
    dr c Narciso, as Cinc o Ponas, donde >e au-
    sentan, ou casa de seu senhor Joaqui
    vn Lopes, na travessa da Madre de Di os, 1
    cie n. 1, que gratificar generoaameule.
    Molcque Fgido.
    100^000 de gra ti ficacio.
    Roga-se aos capilacs de canjpjs, e a 1
    qualijuer auloridade a appiebonSM de um mole-
    que de nome Manoel, ciioulo, idade 13 annes
    ponco mais ou menos, o qual fugio da casa dc
    abaixo assigoado no dia 30 de oulubro do cr-
    reme anno, levando calja de cor, carniza azul,
    chapeo de pallia oleado e o maior signal soffrer
    de asihma e a pouco estevedoente de bexigM
    defconfia-se que esteja acoitodo por algum esper-
    lalliao, que sequeira aproveitar de sua pequea
    idade para o seduzir, desde j protesta o mesmo
    abaixo assi^nado de cahir sobre dilo larapio con
    todo o rigor da lei, egraiica da mareir cima,
    aqule que lhe der noticia cerla, e paga toda
    despeza que se fizer com o mesmo molcque para
    se effectuar dita aprehensao, levando ra Nova
    n. 21. Francisco Jos Geimano.
    Fugio no dia 7 de novembro do anno 11
    ximo passado o escravo Felippe, de naci An-
    gola, de idade 5 a 50 annos, cun -
    seguintes : um tanto baixo do corpo, cor tula,
    lesla carregada, olhos pequeos, cara larga, m
    barba, falla tina e a voz sempre baixa, I
    larga, com alguns cabellos brancos pelas
    pareceudo ser muito mancintio, porm muilo
    velhaeo e mellizo a curador de eniposlurias. de
    bom corpo, pomas um lano linas, segundo o
    mesmo corpo, eujo escravo de Amonio San-
    tiago Pereira da Costa, propietario do engenho
    Providencia, na freguezia de Agua Pela quem
    o pegar ou disser onde de cirio isla sera bem
    recompensado.
    200$ dc grattflcacao.
    Ainda contina ausenlc o pelo Nicolao, escra-
    vo de Francisco Antonio Cabral dc Mello, pro-
    prieta ro do engenho I abocas da freguezia de V
    S. da Luz. Esle prelo u-n dos cinco que em
    marco do anno passado fugiram daquelle engo-
    nho, e tem os sgnaes seguintes alio, 1
    do corpo, reprsenla ler SI annos de da
    lem alguns signaes de castigo as costas. 1
    tambem alguns principios doolliuo de rarapina;
    consta ler sido visto no Ouricury, inculcand
    forro : quem oapprehender e entregar no 1
    engenho a seu senhor, ou no Beeife 1 Manoel
    Amonio Goncalvis', ser gralilirado com 20 -.
    100,5000
    de gratificado a quem capturar o cabra M
    Candido, que lalve Irate-se liojo por I ior ou
    beija-flor, fgido desde agosto de 1S58, de dado
    26 annos, alio, boa estatura, cabellos trw
    um olbovarado a grandecicaiiiz do atesaio
    do roslo, 2 deules lirados na fenle, rosluiua an-
    dar elogiando que faz adjunta, sendo condu
    a ra do Collegio n. 16, ou eng< atn Tac pe de
    Iguarass.
    Fugio no dia 3 do concillo do
    lugar Boa Viagein a escrava Anna,
    crioula, cor fula, baixa e secca do cor-
    po, olhos pequeos, representa 40 en-
    nos; oi escrava ha poucos mezes do Sr.
    Dr. Buarque Nazarcth, morador em
    Santo Anto, conduzio urna trouxiiiha
    de roupa de seu uso : quem a pecaron
    dola der noticia sera' gratificado por
    seu senhor Jos Pinto Mag*lhae<, na
    -idade do Recife, pateo do hospital do
    Paraizo, cocheira n. 10.


    (8)
    DIARIO DE PERXAMBUCO. TERQA FETRA II DE FEVERE1BO DE 1860.
    Litteratura.
    i donam, invocando como beuedcios a ternura e os
    i cuidados de que 6 credor, o grito da natu-
    l reza fica finalmente sem ocho e perde-se no si-
    lencio.
    Euosei, Mathilde, a historia de mu grande
    infortunio inleressa a imaginario, mas a narra-
    Emilio de Gihaiidin. cao de nossas infelicidades fatiga-a, c se vos en-
    Saches jf a roa adver- irelenho cuinos mcus montonos soffnmcnlos,
    sai res de l'ordeur memo, menos para distrahir vosso espidi que para
    preservar vosso coraeo dos altractivos e dos
    pergos Merc dos quouS elle (era dela-
    tar.
    Em sua infancia, 51. de Girardin leve por mes-: Tonho feito da infeliridade de meu nasci-
    tre un amigo oOicial paralytico da campaoha da ment a meditadlo de toda a minha vid i. At
    Russia, M. Darel. M. ile Girard-n acabara de. hoje, ludos os das que tenho~contado oslar isen-
    completar doxe anuos, quando fez um dia seu 'L's de fructo ; como a lenra planta que vegeto
    Retratos polticos e histricos, por
    llyppolito Castillo.
    de la velence e du nom-
    bre de leurs ollaques.
    [Plaioyer de m a dame Paillet, em 1838.)
    Diestra o pedido seguinle :
    Senhor, eu quizera ler esporas.
    Esporas E para fazer o que ?
    Para grangear nome, replicou o
    nio.
    sombra, e delinha sem dar flores.
    Neste pequeo livro parece ter-se esgotado
    loda a parte dos seiitinienlos que M. de Girardin
    me- devia dar vida, Pareca que, depois de ler es-
    cripto e-le peiueuo livro, regado de lagrimas
    Eisaqui, na verdade, urna vocaeo bem deci-1 amargas 6 ardentes, lagrimas tristes que nada
    dida e que, para manio-itar-so, nao atiende ao -I as *docani, devora euxugar sous ollios, e esgotar
    numero de aunos. Grangear neme tein sido, P3''1 sompre a ionio de soas lagrimas. resto
    tuin effeito, una das preorcupaedes mais impe- do sua vida pi-riencer talvez luta, i fortuna,
    is da imaginadlo d M. de Girardin. Nao llie e issiios rofl-xes, ao nobre jogo das ideas e s
    fazemoscom issoum erime. porque o desojo del8UBS Peripecias. Mas ao meio desla militante
    grangear nome preside sempre, mais ou menos, existencia, em que a inteligencia absorve o ho-
    0 pensamenlo de lodo aquelle que procura a mem todo inttiro, nada harer que possa traliir
    villa publica, Iliteraria e artstica. Como poderia i *eu coraco. Baler elle anda ? Sub o trplice
    urna indiridualidade quaiquer reproduzir-sc pelo sello que marca o segredo de sua existencia, se-
    silcncio ? i. elle anda sccessvel s ternas emocoes, s
    Sabe-se que a rpoca do nascimenlo de M. Gi- "gudezasda dor, as enrocan* do prazer ? E' oque
    rardin fui envolvida deum myslerio. Estes he-
    los, cotihecidus do publico, foram examinados
    em 188-1, na averiguaco da cmara dos deputa- da *>ciedade, lo cruel centraos doclassiiieados,
    dos. EnlretantoM.de Girardin pareca ler 0as- como wMosonhis,a so,,re u '''Teo. O paria
    cido em Paria, a -11 de junho de 1806. 0 acto do i 1*1 ""'i'1'" exclamou : Eu saberel con ro star
    nascimcnlo que subrepticiamente deu-lhe o no- lnSar T'e a '' me recusa. Terei gloria, for-
    me de Emilio Lamothe, sem pas conhecidos, e o' luna Poder- {:'""" eslea oWadoa da repblica,
    fez nascer na Suissa, um ado supposto. : sa,,1,,us ss e'assM matsobscuras do poco, e que,
    ... ., -, ; com apona de suas espada?, abriram caminho
    Nao necessllanamns de invocar este incidente ,. ... ......
    , ... ale as dignidades qua.-u feudaes da. Europa Em-
    romanesco para esborar um retrato, se este inri- ,. '.
    ..." lio ile Gnardui, sem pas, sem lorlima, colimado
    dente nao huuv os.e oxitciJo, neizumlo nos, una ... .
    :,. o. um mr-io industrial, lanniu mao da peona e
    iiillueiicia determinaiile sobre as ideas muiaes de ,.. ,, .. '
    almo cammlio alcas alias regioes, das quaes pa-
    reca banido pula flesgraea de seu proprio nasci-
    mcnlo.
    e verdad.;,
    mu d-se
    o publico ignora. .ccw.ra nonras. me regetariara com
    . desden., se eu lontasse apresoniar-me no meio
    dolas ; o senti.uento do orgolho que nasce d .
    educar.au aparta-rae du ultimas classes desta
    muliido, avullada peh miseria, e degraJada
    pela ignorancia. It isla um.dasse intermediaria
    mas ser fa.:| admtir-me notla ? Ahi, nesta
    classe mJia, a superiurida lo nao portences-
    mente ao mrito, com. dizem atlontaraente os
    sedaos da egualJide ; contesta-se *
    as vanlageii de um nascimenlo an
    loda a importancia un. fortuna aljuirMa, por
    mais vcrgouhosa que seja a sua origem.
    Estes niveladores que prolondemabaler lodos
    aquellos que se elevara cima dalle*, que decla-
    mamcom omphase contra o orgalho do urna a.
    liga nobreza generosa e polld, que roveiam e
    verdadeira m, JeM.de Girardin. madama Du- TZ^IZT,', i?" V"* ^P8'^- hup no podem imi.la-ia, repeliera com insolen-
    puy. mulher de um conselheiro da corlo real de ^J'"^ T ". 7"""' '"' "' *" "" ^'"'^ 'aida,e' &"* 1 "-
    fakseupaioraocondeAlezandre de Girar- '' ""'' "-J "rn,,| ""!'--. dgeneia colloc
    ' orna mj i sem :ii oes eiilonguecc spm feliei-
    (lin, general e monleiro-mor sob o remido de ,i, .... .
    ,,...... .... "' '' vos sabis, a natureza iinvou-me dos
    Carlos \. Victima da falta de seos pa*. M. de cmilM, .,,,,,,,.
    Girardin nao poder,, couhecer dorura desra-|. f U;, s,u,|(. (,o]|i:(|a )|( mn% ,
    netas de urna mm. ieu pai reconlieceu-o em ,. i. j;-i.,s i i f .
    , ,_ annos da dislraceao dos brincos infanlis.o eu co-
    it> ii, em presenta ele urna commissau da ca-,.,, ,..,,,, ,. ,, ,
    nlieci a insleza antes de saber seu nome.
    mua dos diputados. Mas elle era ent.io homem.
    b, creio, sahindo dos bracos de urna ama.
    que fui posto em penso ; minhas lembrancas
    sao confusas e al iradas pelos longos soffrimenlo*
    que os cuidaoos de urna mai uao deixariam jamis
    de dimiiiui-los. >
    II. Emilio de Girardin.
    O ai lo real dava por mi M. de Girardin una
    rapariga l.ainothe, tanqneira, til ta de um se-
    nlii r Lamolhe, que h-ibitava em Mons.
    A' sombra da obscura fanqueira oceultava-se a
    Esta primeira phaso da vida de M. Girardin, a
    pilase de Emilio, nao c, quanlo a nos, nein a
    cupacoes e bem liequenle no Kmilio Ella aeha-
    se mui evidentemente aceusada na paisagem se-
    guinle do capitulo 3." :
    Aos viole annos, o mundo um quadro, do
    qual apenas so divisa o brilhanto verniz ; nesta
    edade, o mundo offerecia-sc j a ni mis olhs*, lal
    qual era. Parece que neste deserto no meio do
    povo o isolamonlo devo ser mais completo e pe-
    noso que quando nos adiamos sos relira lo c
    solitario, eu seria mais livre quando nao fosse
    mais feliz, lima necessida lo aVflenle de amar
    arrstara irresislivelmenle niinha imaginaco
    para os pensamenlos que a nffligiain.
    F.u comprazia-me com o gravissimo ideal do
    senlimenlo anglico, lima por meio da mais in-
    tima conlianca d tus seres dotados de qualidndes
    nobres e generosas ; dava-llies urna s alma, um
    s desojo, umi s esperanza, un s olliir. Esle
    quadro nao se conclua jamis sem quo una la-
    grima, escapan lo do mem olhos, zesse voltar
    minhas reflosdcs sobre mira mosmo e sobre o
    vacuo de meu pobre coraeo.
    Cruel reflexao nesla especie do delirio, eu gri-
    lava por minha mi, ch.imava urna mulher, mous
    bracos abram-se cora-i por iiistinelo.e crusavam-
    se com dar. Eu chamava urna mulher com urna I.'
    candidez ta rdante que neuhama teria podido
    resistirse cu podesso dizer-lhe : Eu vos amo,
    como I he houvera dito : Amai-me tambera.
    Mas todo c confusa,., e desor.tem, em urna exis"
    loncia collocada pela lei. fra da natureza: nao
    pertenco a nenhuma das classes da so i i ule : as
    classes elevadas, onde se con la* as gerac-s. on-
    de se aecumulara honra-;
    nao ca pintura da vidareal.se elle nao se ajus-
    ta aos inleresscs, s paixes e aos movis do des-
    lino humano, s elle nao se dirige ao publico.se-
    melhante & una licao do experiencia & Ira vez de
    um divertimenlo honesto, o romance nao mais
    um genero dislincto, Ilustrado pelos grandes es-
    pinlos, ao mesmo lempo immenso o limitado.
    Nao mais que o palavrorio faslidioso e escan-
    daloso de urna lilleratura em decadencia. Limi-
    tado como ,e mesmo se vos confunds com os
    seus cont, como fez Waller Scotl. os persona-
    gefls e os arnntci'imeutos da hsloria, ou como
    fez madama de Slacl, os nspiracSr-sdngenio phi-
    losophico e os cantos da msica", limitado como
    e'Io 6. dizemos nos, qual a sua misso"? l'i'.r o
    coraeo humano em srena, tracar-lhe urna lista,
    fazendo o primeiro personagem do drama, con'
    seus vicios, suas virtudes, seus dolos, seusfingi-
    mentos, em lodosos cosiumes, em todos os cli-
    mas. Mislurai ae.jo romanesca dos res e das
    rainhas, pnuco me importa, supposio que ellos
    ah nao figurem senao com o Ululo do suas pai-
    xes, nao do seu sangue. Na historia, os gran-
    des personagens tem o primeiro
    ma
    vez
    m
    grandes personagens, multo cima de tiossa con-
    dicao, c cojo infortunio nos pareca um resgate
    legtimo de sua grandeza.
    Luosdan pnecipitat subjecta potenlia magna:
    IncidiiP.....
    Si ni,O poda o disse.lodo o poder superior est
    sulfilo & inveja ; o abvsmo allrahe esses favore-
    cidos da surte, lodos cobertos de honras terres-
    tres : as estatuas desce de seu pedestal, res-
    lenque sequunlur... Ha urna tragedia no esplen-
    dor de loda grandeza ; o povo agrada-so coto
    de urna vinganea. iis males da vida privada ntf
    van ao roraeo por urna vereda directa. Todo
    romance em corlo ponto urna personalidadc.
    \ historia podendn ser a nssa, temos todo inte-
    resso para que ella acabe bem, slo conforme
    esse livro deleilavel o espiriluosn. u prieioneil
    levado aos pontos avaluados. Foi ferido om um
    assalto. Levado Malla para convales, enea, al.,
    enconira seu pai o sua prima que vieram m
    ra-lo.
    Expliquen!, concordem, v.io egreja, e ludo
    e para o mdl.nr no melhor dos mundos.
    Di/.eis vos que est khi um desfecho inulto im-
    previsto, e que o autor f..i busca-lo bem I mg< '
    M. Loms Enaull tem viajado milito. Os leilor.s
    d..s vi i-era confun.lem-se em seo.
    I, lio, Mximo d'Boricj nao 6 n m | <.
    a guerra da Crimea lem recrulado no baluarl.
    Mam. I'.ile no <\ o
    UMieo amanto q
    . gurdo sua amanto m finado raundn i
    ao deslino humano. I)e oulra manen a, ella nao | surcP.,0 (.oiri.r ,., u ,, -
    inslruc a pessoa alguraa.
    vi
    Aprecio bi-iii, na historia da dnqueza Perdila
    de Koscii, a maueira com que o aulor Itvra-
    se das diQlculdades que pareccm, primeira
    vista, inextrieaveis. Ahi ha una dessas boas
    ro- I disposices da
    Humana, i.....,r .
    b un s i-., r-./., so ratnmei
    bem longe, para que passada? \ i |
    cid,, iie contra .'.i's. nwi hi melhor n, m
    um boui nrrepeti-lmenlo. Mximo ser um bem
    marido. Fez bem ir Sebastopol, Non ticei
    niftu... Bello desfecho como css
    . em nssa opinlao, o verdadeirodominio do ro- lfleiosa sensual Perdila, milito lempo
    manco, a que chamara romance de coslumcs caminhada om una vida de desordem e
    e aventuras Nossos pas nao conl.eciam ou- rupeo, acha linalmente n caminhn
    i todas as divisos modernas sao pie- sua alna nesto mundo e tal
    a ar- |jP, e fnrem-se cora liras. t>\vm, vn.im
    uesen- ,,,/,,.,,/, campo! II. iv.ol Prrrct -
    "'; agradareis vari i;i)es ibic i Sta aiia b- m
    Elle cnnln i com lom s >i o, sem i I
    uma historia de
    que salvar
    ouiro. Ess
    Era muitolardc para fazer rollar pelos alalhos
    da adolescencia. I.' que nao se colla scmoces
    sentidas; era se eucon'ram lagrimas cho-
    rad? i.
    A ultima edie > de Emilio, pequeo livro pu-
    blicado pela primeira vez por M. de Girardin era
    \~~-7, contera um aviso ao leitor, onde noto esta
    phrase : (s fictos narrados sao supposlos,
    A pensao do Emilio era uma casa de crear oc-
    cupada por umasonhora C'i .iseul, n" quarto an-
    dar do boulevard dos luvali I >s. Durante sete ou
    ..lo anuos, seu pai, enlo croa,:!, o sua mi fo-
    l'.m 1811 seu
    pai rasou-se ; as visitascessaram.
    E enlo que M. Girardin foi confia do aos cuida-
    mas as impressoes doscripias sao vordadeiras. ram ;i!li vi.i|;1.,, tllttlnm........
    Emilio o lilao adulterino narrando uma mu-
    lher querida a infelicida.le de seu nascimcnlo,
    pezares, sua deshonra, seu desespero. E' ,i ,i u ii,,-.i r .,, ,,-. ."'..""
    , [,,'.., '- tu re. Estove ai; i -si i em co.npanhia
    do amigo olOcial que diriga su i educaro Estes
    sele aunospassarara-se Irisleracnte, sem que ou-
    visse fallar de seus pas.
    Parecam have-lo esquecido, depois de terera
    satisfeilo pe. dote de ura modesto capital s ne-
    COSSi lades da vida.
    Entretanto medida que os annos corrara, o
    filho abandonado principia a meditar. Ven lo os
    oulros Pililos cercados dos cuidados e carciis pa-
    lernaes, fazia tristes rcllexoes sobre sua stuano.
    Comprehen lia sen. duvida esle pcnsamento lo
    bem exprimido: A familia uma
    tria.
    Atormentado pela necessidade de a
    da em rio os bracos o aperlara-os
    anida, segn lo a spresso de M. Chaleaubrian
    a historia de um infeliz que conserva comsigo
    ii. smo.
    Ignoro, diz Emilio Maihilde, se a piedade
    fillial c o mais vivo .los senllmentos, mas du-
    vido que luja males mais lerri>eis que esle so-
    lamente, no meio da muliido, e que este iileu-
    co, no meio do ruido.
    Erna familia uma patria na patria, e
    quando mesmo elle seja admiltido nasociodade,
    u homem nascido sem pas parece ainlser ahi
    inlroduzido turlivamenle ; volta a cabeea quan-
    do lliepergnnlarem seu nomo, e teme encontrar
    a vista involuntaria do desprezo ou o sorriso pre-
    niediado do desdem.
    social.nenle debaixo delles.
    Quando se entra no mundo sem familia, sem for-
    tuna, e sem estado, preciso esperar su i felici-
    dade d seu carador, ou cuitar afoiitamenle so-
    bre o acaso, afl-m de quo nao se desanime da'
    vida ao primeiro encontr, e dos homens ao pr
    meiro contado.
    Lesage. Pielpin, .. padre Prevost. Waller S.tott, analyse. Nao vejamos tiesto romance tolo espi-
    nera nossos das, Btlzac, em um terco ao menos ritualista senao o pensamenlo sao que elle
    de soa obra inspiran. Nao procuremos ahi o que nina pen-
    i. uma condicao mdispensavel a con.lusao do na apaixonada lem podido dcixar de defelos bri-
    romance, entendo a concluso tfuravel e de bou, t litantes, de conlradicdea manifestas, de maleria-
    merocimenlo : e que o coacao humano ahi se lsmo no eslylo, de abundancia sem medida e de
    reeouiiee.i e laea echo Onde o tornean humano vivacidado sera freio. A autora de Perdila #
    nao reencontr sua imagera e nao ouve sua voz. uma mulher, dzem-nos. Uma mulher s poda
    o romance delinha. Porque seguimos com os j escrever o Jornal da condensa 'le Nungi*, viva
    olhos seceos o o espirito dislrahido nossos Ion- | coulissu de um amor mpacieille de Sil.l pureza
    gos niueraes? E que nossos personagens tem e firmo om sua viriude. Uma mulher do grande
    passado alera de nos. Hademoselle Manani, a mundo poda s, nao digo piolando lo b-m
    honesta lha que vai matar-se em um man lugar. | mas la o Lera conhcc.e-lo ; i> lano peior para
    Daniel, o homem casado, que apunbala-se em | mundo
    ura tmulo, Etiennetle, a pobre nbreira, heroica
    e infeliz, lautas pliysionoinias artilieiaes n .scidas |
    do capricho, verdadeiras (giras de cera que
    urna mao habilissjma 1,-in ornado para a galera,
    mas as quaes elle deixa escapar urna cousa para
    me locar,ler vencido.
    ueste triste mundo, mesmo na ald-ia. \
    Marcella esposa sen cruel primo, Ji p. ,.
    geniux, depois de l-to dorocsticaJo, orabas-
    tanto Irabalho. A aventura, que algum is i
    sombra como um drama du baluart
    seus defuiitos pan enterrare i
    1 vos deixa acabando, como a lembran a e o
    de uma eglogi.
    Mag-Jalena nos apparece lamWai de
    ; dea. K a mai dn mu cam|...... mu i. I i
    lor. Ella marre depois du I i las as -
    pravas do nrosas que lera coraj
    fri lo p .ra fortalecer -i sorte le seu I :
    he.il sueeodid >. III Isa rusta de -11 >,li
    Os leitor
    com inultos oulros mritos, o principal nteress
    res de romances sao nimio menos fe- do escriptor anouymo que nos esludamos: ah
    ha urna ph
    Ossentimenlos devem resentirse necessaria-
    mente de ludo o que ha de falso, de perplcxu e
    de infeliz em urna tal posicao. Como livrar seu
    apaixonada, quando
    "a pelo
    io/es que seiulga de ordinario ; elles querem re- ha urna physionoma para romper de novo, um
    crear-se ;-elles nao lem sede de sangue. Os enigma picante Dra deeifrar. Nao quero exci-
    desfechos funestos nao Ihes desagradara, eu osei, lar boje senao a conclnso de um destecho ao
    mas a una condieao, de nao pareeer-se uma
    violencia fcila sem causa sua sensbilidade.
    Para me livrar das lagrimas, mister que vos
    choris...
    coraeo de una alfoioao
    preciso incessanlemente vigiar sobre i.
    temor de fnrir nina conveniencia, de nffi p ler i
    inleresse, de encontrar um desdem .'
    E quando nao se possue mitra cousa mais
    Esta reciproci lade de emoeo que o cSTiplor
    commiinca ao leitor, a le do drama e do ro-
    manee. E preciso graduaco, medida, nexo de
    aecao hbilmente misturado, delicadamente des-
    fechado. Um destecho nao dere pareeer-se com
    esses funeraesque de improviso, vosfazem p6r a
    ino no chapeo na esquina de uma ra. O leitor
    desgoslar-se-hia bem se Clenienline Harlowe nao
    morresse, so Glemenlinc [no Groiul'sson) nao en-
    louqucccsse, se Maihilde de madama Colhin) nao
    para oilerecer, que a desgraca de um nascimira-|s.e s,'iiul!a-se em um mosteiro, se Paulina nao
    lo que se leme ronfessar o occullar. i delicadeza j ,'1''"iM- acl.ado em sua ino um fusil carregado.
    s por si po lera arriscar--,- a merecer sospeila I t'""u,'J" t,", isSu'
    de seduceao nteressada ? Esta odiosa suspeta
    rouba ao primeiro pensamenlo do amor, que nas-
    ce, seu encanto, o ao coraeo ma confiauea.
    Ku a amo: esla palarra tao doce de dizer-se]
    iao doce de reflcctir-se, rao seductora deouvjr-
    se. fica inierdicia ; nao se ousa aronuncia-la
    o-la primeira vez; de ve esla reserva da honra ser
    falsamente interpretada, e tija por luucura ou ''""
    aridez
    mesmo lempo natural e palhelico, que poe de
    accordo Indos os personagens do drama e que
    deixa o leitor satisfeilo. Poder de uma bella [e8
    conclnso Ouanlos dramas que escapam pelo bu
    quinto acto I Quanlos livros ha
    lagrimas que madama LuU i i
    la e op-llior .ii-a;, i
    Em um assumpio que diva oecaa
    ra e rh- ion-a romanes, a, n idama I,
    l-goier p.-nnane -eu n i rae lida. I i
    sen liirn success i.
    Nao e preciso desanimar peioappareto d.
    :nverosimeis as legitimas i i
    mana. Nao menos pengosa exati ,
    que elle nao ]., p.-rspediva dess s azares fabulosos que
    deixa senao um capliulo ultimo, para ser excel- ,,0 inprov90 8uWr dg ,-,,lv,n,0 ,,0 pi.-,',,,, ,,
    lente !
    Nadeje lorghillor, rondessa de Smanc,
    a digna irmaa da duqueza de Rosen. Ella per-
    lenee essa raca. inventada ou ao menos aper-
    feicoada por M." Balzac, das gnu les damas que
    amara os odios rapa/es. o romance moderno
    abusa sobre ludo duas classes de pessoas: as
    grandes damas e os rorlezos. A' uns elle d
    lino de um -imples mortal. EM i i i ma hi-i -
    ra a de Christian Imagnai um joven
    co que, depois de uma edu aja i def. ii i -
    eslu.los incompletos alguna annos p -
    Pars i -.lal.' e na desordem,
    manha i Grndenxt ild com a idea
    i- cabeca baixn, do alto dos racbedos le I
    ll.orn, quatro mil pos a pique e u la,
    paixoes sem piidor, a oulros pozares sem vero- ,.M/. Il0 fondo....
    L'm lauco aeia SCmpre Ollll
    similhanca. Contemos somenie, sem sahir .1
    livros que apreciamos: Marguerile Baudestd,
    ms Victimas do amor, de M. Malo) ; a con I -
    Bem ou mal, o publico estima os romances qu
    acabara bem, isto .com proposito, opportunida-1 era Madama UUaire; 'a mulher de' Danie, ii
    de. ronsequencia, como na vida real onde nao ha livro de M Feydeau ; a duqueza de lloseu, na
    alleitos sem cosa. Clarisse Harlowe morro po- Perdila, tolas oslas llores da nobreza francesa
    lia ella
    (Continuar-fe-ha.\
    iver".' Hademoselle Marrani mala-so: I sao consumidas no coraeo.
    doria ella morrer? Dcsconfiai desse poni de Todas cssas niulheres lm um amanto quo el-
    inlerrogacao que o leitor poe assira na ultima las desamparam, que ellas tornara a agradar, que
    pagina de cada romance. Com .-licito, o sentido ellas trocara, que ellas marlyrisara pelo amor, \ os,sar um 'liYh''.' de' h!,V"i:',
    commnm conven, mais fcilmente dos desfechos pelo capricho,' pela ambicio, ou pelo desprez.. ,,, ,' -mT s, -
    fehzes do que con s funestos. c.-Di-eididamenle, esta noite, vos estis l i
    ... Para acabar, di/ia um velho fabulista, nao'
    admira.
    Christian acha, n i cuaae da monlai
    ion,-o, uros | ice que e!|.>, u .
    millionaiio c celibalario,
    lambeiu com a vida ; a, ,,, irata -
    de ilar a entender. Ch imborn i) ,
    adoptar sem ronhecer i Christian, o i
    perqido -la eorrupc arisicnse,
    >ar.i anah sar ue oulra n .
    lis'Oria na qoal o lalenlo de N. I IK Is i H'i .
    sobre o vivo e o murto.o romance
    Seu comporlamenlu para com seos prenles e I la e mais ha .1. Viuva do conde de Simiano, Na- lie aesni
    r.,8_SJ,;a0.=mt:nos r.lv"'-. u la> s'.'a --|!oje_norgl,iloirpe...sa em um segundo casamen- verad7di!rre.a eaortda Ch
    Xa idade em que as faculdaies eslao desen- Pe''"- Os Iruraphos do discpulo
    volvidas, em que uma experiencia estril destine
    as mais doces illuM.es, o homem, em sociedade,
    sea egosmo pode procurar o isolamento, e
    nhi comprazer-se ; mas aos vinte anuos as affei-
    ees que preciso moderar, sao um fosso onde
    lem de ser enterrado vivo.
    O homem l.nc,ado na vida sem pas, nasce
    no mundo sem lugar preciso. Q lem ser o de-
    posilario d,- suas primeras caricias ? Urna ama
    mercenaria quo nao lli'as pode restituir ; e
    quando ouvir sosr ao redor de s o nome de pai,
    6 que pergeniar o nome uo seu, que lhc res-
    pondero? Vs nao o leudes ; nlo digno dc-
    clarar-ros; lilho adulterino, a lei inflinge rosso
    trativo linhara para si, pois que ell
    tributar homcnngera ao orgulho de
    infelicidade do seu nascimenlo lorr
    jeetoda*iedilaco de loda a sua vida.
    Sua saude altorou-sc sob a imp
    funestos pensamentos. M. Doral eu
    Pai- 'l"''ll! dl! casamentos para a ultima pagina. A muneraeao ; mesmo lerrcstre. depois de i tas
    Oar viv ficante da Normandia, o calmo espec- ia'"'ira n"Pcia| nao conclusa melhor que o ce- experiencias, nao desagradara nossa resigna-
    taculo de suas admirareis paisagens reslituo a
    saude ao joven Emilio de Girardin. Elle pode
    ento voltar a Pansem I82d, islo aos seus de/.-
    oilo annos. Seus pais pareciam le-Io completa-
    mente esquecido. Mas seu pai velara de longe
    sobre elle, e foi sem duvida por sua influencia
    nascimenlo e vos condeuina a trabalhos manuaes 'lue 0"'- cnlrou no gabinete de M. de Senonnes. I usl Je nvencao e do ideal nao 6 multo machu-
    cado pelas brutalidades do cont. Sei que fallar
    mileno, quando ah nos levara bruscamente, co- riw limitada. S os santos sao que amara a'ox-
    mo esses pas mutlo apressados em casar suas H- peroncia por si mesma. e por que ella Ihes
    Illas. Mas digo quo o romance araba bem, nao recompensada no co. Mas elles sao santos Os
    importa como, se elle nos colloca em um meto
    accessivol. entre a realidade e a fieco, se elle
    nos deixa em certa dsposic.io mediana, em que
    nossa experiencia das cousa's da vida nao milito
    encontrada pelas phanlasias do inventor, ondeo
    que ella prescreve. -
    Grande Dos rifio ser anda bastante o lor-
    menlo de amar sem poder satisfazer esta impe
    liosa necessidade da alma "? Eu sinto, Mathilde,
    esle lerrlvel supplicio, e tanto mais soffro o
    abandono de meas pais, quanlo mais minha ma-
    gimro se satisfaz em m'os representar rece-
    bando os cuidados, as caricias qne me seria bem
    doce de prodigalisar-lhes, porque um sent-men-
    lo faz nasGer outro. Vos lastimareis esle infeliz
    abandonado desde seu nascimenlo, cojo amor
    filial, ferido desde o comeco do sen primeiro
    impulso, nao encontrara em sua eslreilezase-
    nao uma dor bem cruel. O grito do inslinclo de
    seu joven corarn reclamando pai: que o aban-1
    de coracao neste secuto de extremidades em
    ludo, nao dizer nada. Qucm irquieta-se com
    a medida? quom aceita um freio litlerario ?
    quem quer cortar as azas sea capricho? Re-
    conheco que de todos os gneros que poJemexer- Inhos'litterarios
    simplices mortaes preferem experiencia ames
    que a perfeico. Elles dcs-jam mais a felicidade
    que a beraavenluranca. Nao se devo desanimar
    a fraqoeza humana, mesmo quando se escreve a
    sua historia. L'm romance n i um sermo so-
    bre o pequeo numero do* **i-nlhAna i
    osescolhidos Por mais que
    vos f.ieais, vosso romance me perlence. Meu
    egosmo ah procura sua imagen}. Minha am-
    bieao querer ler ahi seu desiino. Nao vos la-
    mentis. E' por isso que vos lem; tambera por
    isso que a critica OCCupa-se de vos e os eezi-
    como vos chamis rossos jui
    secretario geral da casa do re.
    Alguns muzos depois, al. de Senonnes foi de-
    ,_ milldo. M. de Girardin pedio tambem sua de-
    misso, e Iralou de abrir por si mesmo uma car-
    reira. Entrn, em 182, como agente de cambio.
    Esle acto influio singularmente sobre o seu desti-
    no. M. de Girardin, a quem seu isolamento fez
    desojara opulencia, em uma edade em que o
    amor oceupa ordinariamente o pensamenlo todo
    inleiro, achara-se sobre o verdadeiro lerreno du
    suas aspirac5es. Vio especular, e tratar de fazer
    outro lauto. .
    Esla roissclania de ideas amorosas e de preoc-. lvrl'l,!^"nS n,onumen,os "r, i crtuice-lhe preparar o seu rgimen poique um- esla especie de emoeo agradavel em que e
    ------------! guein o lem dado. ...:......
    tero genio humano, o romance oque leralzes, vos adverlcm de vossos defoilos. Os res
    maior espago diante de si. talvez nao seja em je nspovos tem urna historia ; nos temos a nossa
    altura, mas em extensao ; porque ludo est em Us que tem registrado nossos coslumcs de
    ua aleada, a poesa e a historia, o idale a vida i nossos vicios, de nossos trabalhos que peneiram
    u combaier conlra os phamtasmas d-, ron
    que ella nao elev-se. Myslili.acao furor; o cbre. Deixai-os morrer. .Nao I,
    amanto rejeilado Itirna ao caminho de Pars, on- nao revivara... Estranho erro Tud -
    deelledesejao amorde uma joven pruna, .-du .., Franca, diliara OUtrora.
    cada em cosa do seu pai, a doce c honesta Lou- ludo sabe da penua du i
    renca. Nos nonhecm .3 essa prima. .Nos vimo-la | Sua fantasa nao mais inventor:
    militas rezos. E o ihevitavel. conlraslo da palri- mo imitador. Os romances n, .
    ca mtnginle que lauto imped) as lal las de se do-ios de phantasmn*. -s' cu quisesse d
    casar. Lou renca nao alia apenas ora nscar do celado civil de todos esses persona*
    coracao de Mximo a imagera da condessa infiel, apresenlar-se peranl nos com preteneoes
    Nosso amanto toma um grande partido. Elle nilidade e i novidade, marcar soa ong
    alista-se como soldado, o relira-se para a Crimea, I curar sua prenle,la e segul-los -
    levando a esperanqp incertado ah tomara en- nho no passado donde elles sahem, a i
    coulrar Nadjn. Enirelanlo esta segu,
    FOLHETIM. r)
    0 m\U\i\U DE THEREZA.
    [*] Homem da ultima casta india.
    bellos prelos admirareis, e um marido volho.
    Com todo iss-i, era encantadora.
    Era rica, gastadeira, excntrica, e passava por
    espirituosa.
    Seu marido, o baro d'Orfen, anligo banquero
    o
    Se o romance, em sua accopcao mais genrica, I f
    bastopol, um de seos lios que commanda o lu-
    gar; ella ahi acha seu principe russo, cujo regi-
    ment d guaiucao. Emquanlo os Francezes
    bombardeara a rdade, o principe Dimilri esposa
    a condessa de Simiane, na i apella do palacio m-
    lilar. Mximo romance ah eslo leus gol-
    pes! ) Mximo, prisioneiro de gueira, assisle ao
    casamento.... coma varredor do naslello. Lile dea
    a mo, nesli quaiidale. com os preparativos da
    ceremonia; e quando ella coraec-i, ello esl oc-
    culto atrj/ das llores postas para a festa f-n cada
    lado do altar. Depois. do improviso, no momen-
    to de dizer siin, Njadjc v seu joven amante, re-
    eonhece-o. Surpreza, assombro,espanto, lolcgra
    phla -los olhos dikendo Mximo : Estou perdi-
    mistura sompre um pouco de inquielacao satis- da I gencrosidad do Mximo que torna a eulrai
    leilai t que a tragedia nos faz morrer como I no seu escondrijo. Sabis o resto
    Se- ra fcil, mas para alguns o erro sem
    o nunca a meierapscossa leriaanelhoi n
    seo Dome. Mas para que vem esta ;
    Deixciraos era soa obscuridad* on ca seu es-
    pen l ,r os anlepassados, algotnas ,/ 3
    riosos. de tantas ti'ences modernas
    M tila renasceMmr que am ttcidfrt...
    L a hi do mundo iirtelleclual. .N U .i
    vi, mesrao o bem. o mal n .
    seno uma imitadlo pervertida. Sim, ,i i
    nossos novellistas Os que mataraa esa l& i
    os hroes Je suas historias), mata-Ios-bao I
    em 1860; S os nemes serio trocadas.
    couliai tambem. pela mesma razio, qi in ,
    gar o da de mo humor, dos roaan Mas
    jcabam bem -
    porque lesli
    fra ella a ala-lo por suas proprtas niaos. Esse
    casamento nconveoenle au ttaha encontrado
    opposieo da sua parte e ella aeccilara-lhe todas
    as obrigacoes. A baroneza, indolente leWana e
    D viLuca-FtEi a>
    [Journal da Deban. il. Bonori
    e nao punha annuncios
    11
    \ i;,im,
    guez i luneo de tap,
    por causa liisso.
    ler0..?'-3,"/" ,/'lr "J1"."'1;1'.'"'' de Orfen era naoj P lige.ro. espirito vivo, corado novo, rosto para'si e 'a'i &' quTi d'rc'meio V.".tid" '-"
    ler nasudo no lempo de Lmz W.ou quando menos firme, delirado, linha carinha de cam mora.
    vida de prazeres, sem se preoecupar com o do- | no de Lmz XVI. Facam idea deum desenhode La- Havia ,1
    sido,e com lio pouco eslava semprc '.
    |ue nada do que usara, se fanava. I.
    ron
    ClRLOS HUGO.
    i
    Golpe de pi*4a imparcial sobre uma mulher do
    ni u n i .
    Ha algnns annos, poda-sc observar em Bru-
    xellas, no boulevard Wa-ti-rioo, uiiia casiuha bai-
    \a, e leudo por fachada uma i umpriJa galera
    i'in idr.T.oda, alravez da qual. os olhos curiosos
    los que passav-jm, l.-riaui penetrado nos salees,
    se uma espessa cortina de tolhagem nao o livesse
    impedido, 0 lell ado em que se riara sjanel-
    las de minias mansardas destinadas aos criados,
    era feito de madeira e arqueando ligeiramente a
    galera envidraeada, dava essa casa apparen-
    cia de um pahtciozinho de cristal disfarcado em
    chalet suis.-o.
    Todos 08sabbados- noile illuminava-se a ga-
    lera por meio de magnficos lustres do Vi.-neza,
    e as vozes, as risadas, os canlus, a alvura dos
    vestidos edos hombros, o brilho uas libres, a luz
    das velas, o ruido dos luzcs de ouro rolando so-
    breas mesas de lansquenet, todo isso fa/ia res-
    plandecer esussunai a galera como um grande
    sino de vidro.
    Eram os das em que a senliora baroneza
    d'Orfen dava as suas reunios.
    A baroneza d'Orfen era a lionne de Rrnxellas.
    No baile, em que todos os toilettes se detestara,
    o da baroneza, de uma dislncefio verdadeiramen-
    le parisience, era o ponto de mira dos olhares
    o camarista do re da HoManda, quasi nunca ver, hara assignado o conlraU cam alegra, pro- lour a oIhar para traz.Ella se consolara pondo car
    hatulavaem Bruxellas. Aos sessenU e cinco an- ferindu a fortuna mocidade e aos cabellos pro-1 mim, de nao poder usar de moscas tinha as
    nos, hara casado com urna moca pertencenle .'. los ou louros de um marido da sua idade, osea- peinas inquietacoes de roeias de seda de cantos
    uma das melhorcs familias da colado o educada bellos de prata do baro. bordadose saias curias, u sonhava era vestir o
    em um convento, donde, so sahira para casar com ; corpinho de llossina
    obarao. Depresso percebera o bom hornera que | A baroneza era o capucho em pessoa. Es- Entretanto tinha espirito bastante para temer o
    a mulher nao o amava, e tuina lomado o seu corregava-lhe u ouro por entre os dedos como as I ridiculo.
    partido como um bravo que era. Passava quasi; golas d'agua do seu banho. Incapaz de Qxar-se
    todooannoam Haya, reprchendendo de vez era sobre quaiquer cousa, tocava em ludo modas
    quando a muliier. mas deixando-a de mullo bom feslas, arle, intrigas, prazeres, sem se deier em
    grado gaslar em Druxellas. os quannl.i ou cin- : cousa aiguma ; e sua ph mi isi
    Sua defunta mo, excellenle conselheira nes-
    sas graves materias, vendo-a muito Coquelle, e
    nao achan lo que isso fosse mo, smente I he li-
    homem que se apai.xonasse laucamente o que I loria cerlamunle oscolhdo na sua modestia a fa-
    quizcsse aeompannar essa loma fugidadocon-jzendj.de ranis espalhafalo o cncommendando
    vento. Tinha arruinado com isso* nra joven ad enfeiies que lizessem escndala. Nunca quizera
    ddo de legacie. Amar essa mulher, era perder sahir dos (olhos, das rendase das plumas. Igno-
    os das, as noites. o Iratalho, o olfiro, o lalenlo } rava essa misteriosa orlhographia do luilelle que
    e arruinar-se. Ella tinha feilo do amor, es-e nao so aprende e que quaiquer grisetle de Pars,
    pequeo Dos alado urna specie de jockey, pal- preparando-s'e paia ir ao baile da barreira, lo
    bem em prega.
    o a baroneza livesse um marido mais moco,
    menos camarista e menos ausente, teria sido de
    cerlo um erime imperdoavel engana-lo ; mas na
    realidade o baro era lo pouco marido e a ba-
    rone/a lo pouco sua mulher. que elle nao ti-
    nha direilo de reclamar. Infiel no ponto de vis-
    ta do cdigo, era o menos a seus propros olhos. .
    ,v inlidelidade suppe um laco quebrado. Ora "']'? cx.,p"'i;"in e moribundo em um paleiol de
    que laro pode existir entre um' velho C uma mo- ?C'!m cu-r dc ro!a Granosa, coquelle. douda por
    ca, que a pouco sabio do convenio, com mil so- "'S ,; "li!0 f'Ppnnha que alguem nao tivosse, eo-
    hos e mil ardenles desoos n'alma, com toda a i ">a-ella Unha, cincoenta mil francos para aiirar
    por quaiquer jandia. Estimara que f-illassem
    era semprc tao bi m o, --. Beba li
    Havia dezotia anuos que tinha nascido nao sei que nao havia no bairro um s operan, qu
    .ni que arrabalfle de Pars; o lies anuos que es- se orgulhasse de Ihe dar o braco. Era cus
    la. a ao ser.i'o da baronesa. ra modesta e la.adeira, e qu uol I mi i\
    O co linha reun lo nella ludas as qualidades bell. s das, em vez de gaslar n'uma luja
    da lilhado povo. Lia si/u la, ai i alijada, econo- das asecoiiomiis da sua
    mii-a e activa. Quando a baptisaram, a ma.lri- va do armario o sen vestida velho d
    liba em vez de conidios, Irouxe para casa um sado mu lava-lho o molde, p
    inealheiru deslijQido pequea Thareza. I'..... a eslava de vestido novo. Era
    seu primeiro e nico bnniucJo de infancia. El- seu luilelle.
    la appellidra qmoalhero demadrinha. Quan-

    do os paes Ihe ilavaui um sold, Thereza pm vez
    de gasla-lo conliava-o ao mcalheiro que tinha
    feito Icnco de nunca quebrar u de sacudir as
    mais raras wzes que Ihe fosse posslvel. Pare-
    cia-lhe que o buraco dessa modesta burra do po-
    bre, era urna bocea que Ihe di/ia : S econ-
    mica.
    Gracas ao seo hora natural o aos consolhos
    mudos de seu mcalheiro, Thereza, aluda muito
    irianea, j era a nrdera viva em casa d" s us
    paes, polo es enfermos que ganhavan penosa-
    mente i vida, e, apezar de miseravel, nunca o ti-
    nhain vislo no bairro rom um rasgan ou com
    una nodoa. Dir-SO-ha que para .-l!,i nao havia
    lama nas ras. No ver,, roltava da mais lon-
    Sejamos fiamos, mailama de Orfen, nao linha ga caminhada, e no imeruo sem um salpico de
    lama.
    gusto, ella nao linha recebido da iialuicz i esse
    inslinclo encantador que creou o lypo da l'ari-
    lornadO fra do sua mulher, madama d'Orfen,
    s menores accoes e menores goslos se res-
    j-lnes g
    Ora, de cerlo fallara essa fada ao nascimenlo
    das oulins luulheies,fincadas, anle ello, cala- pois, achava-se, com razo ou sem ella, perfeila- seuiiam da sua mobilidade- de genio. So lhc da baronesa. E todava a baronesa andar sem
    aconlecia tirar de sobre um aparador ou oiitro pro trajadn-, segundo as prescripres do gusto
    movel, ura objeclo quaiquer, nao o punha Oais! mais puro e mais lino. Que fada e'slranha a ves-
    rcm-se, slo invejarem.
    i\o era todava a baroneza o que se chama
    uma hellc/a. Tinha o rosto bonito. Censura-
    vain-lhe usar de carmm. Tinha o perfil um ppu-
    ro pronum iado e n bocea grande ; mas as rnnos
    llegantes, lalhe iragesloso, olhos biilhantcs, ca-
    i mente livro e usava da sua iberdade.
    Ter-so-ia pedido responder baroneza que
    nada a havia conslruogldo a esse casamento, e
    que di. consentir neile mmediatsmte. E'
    verdade que entre ella e sed marida nao existia
    o laco natural; mas exista o lace social, e esse
    no seu lo^ar. O seu immenso capricho Dola : lia ento t Kan era sua mo, porque a tinha per- za, pareca perdoar de autemo vi la. N;, rea-
    lani'.iein desordera. Os seus melhores toilettes! ddo ; nao era uma amiga, porque em torno lidade i ra iin.'.l-:a^jttjjU^^o.<. Laboriosa c
    duravam apenas oespa-o de uma noile. Perdia delta s havia iiiv.-jos-.is.Era siinplesmenle a ddigenie, s HffHH ^HtmV, l. ou-
    um bilhete do qnirihenlos francos como um bar- sua crhda. (ro de c issi. Elh tii^RPBIPia coilalu e co-
    Logo que soa maesinha lhc permitliu Irabalhar,
    ella pegn n'uma agulha e irabalhou. Coseu,
    bordn e procuren ajudar a viver seos pao-; ;
    mas os liabalhos de mulher, e principalm.'iile os
    de uma me.iina, sao mal pagse o mcalheiro de
    Thereza nao ajumara grande cousa. O lar (ca-
    va sompre sem fugo o a mesa sem pao. There-
    za chcgOU aSSm aos quilize anuos. No meio do
    seu irabalho linha lido lempo de aprender a cou-
    lar, a ler o A escrever.
    J era tura muihersiiiha. Seu perfil se tinha
    desenliado com iiiiura. Urna covmha viera mo-
    delar-se no canto dos seus labios como o niiiho
    do seu sums., sorriso encantador, rucio melan-
    clico e alegre, que na I liste infancia de Thore-
    Thereza era uma dessas raparigas como ,i!^ i-
    rnas i tes n iscena na casi i -
    O dom supremo de fazer de urna cnusa
    alguma cousa. A seeiedade Ihes
    mas a natureza Ihes deu na poula des :
    principal talento, o da cre.'u.o. Se se sj
    que Illa rie-reza lata uma gu in ,
    acreditara. Ella creara realmente'. Creara h -
    cor. gra.;a, elegancia uml m -_., i tula
    i rapo e quando sabia reparara-se para i
    bonita o para o trapo,
    IQO unan em seu ojiar B i o, so. agu
    I n invern, o Commi
    II.o de There/i loi non-se mais insufnci ,
    nunca, em sua casa rallaran inteti m re-
    cursos. Therasa estav .ull ,-i ssim i. P r n ii ; .
    nao despregasse os olhos da rostura, nao |
    ven ler n,ou uma gnllinha,tiesa um par di i
    gitos. As raras encomnieiidas aue havia lid
    al enlo, cessiran. Thereza v;i ;:
    que soa mo e sua avmoriiam de I
    cumiajn pao negio.
    Foi enio que uma posso.i cari
    l'here/a ir servir de criada particular. I
    uliorecidu era cxrelleute ; mis ceios li
    por auno ; mas a necessauo sahif de i
    Deixaram Thereza a morada da km
    Orf.-nhem Druxellas, e disser..iu-lhe que n 11- i
    lisse.
    Foi um lerrivel momento para a pobre a
    Eslava collocada entro a necesaidade '
    sua familia da miseria e a" necesidad.- de ;
    se criada. llana uessi palavra a ^...ma ,
    que Ihe fazia curvar a cal
    | ComUumr-m
    PEl-N. TYi'. DE M. I". DI.l.V.U.V. t>..
    i A II