Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08986

Full Text
ANUO mil. HOMERO 35.
Por tres mezcs ada Por tres mezcs vene. Jos 6$000.
SEGHDI FEIM 13 DE FEYEREIRQ DE 1860.
Por annoadiantado i9$000.
Porte franco para o subscriptor.
BNCARREGADOS DA SUliSCRIPgA'O DO NORTE.
Paralaba,.o Sr.Antonio Alexandrno de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr.
A. Je LomosBraga;Cear,oSr. J.JosdeOliveira
M iranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimaraes; Piauliy, o Sr. Joo Fernandes de
IMoracs Jnior ; Para, o Sr. Justino J. i.umus;
A maznnas.o Sr. Jeronymn da Costa.
PARTIDA DOS LUKKJSIOS.
Olinda todos os dias as i) 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, P>ezerros, Tnnilo, Caruar, Altinhoc
Garanhuns naa tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, lugazeira, Plores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ourieury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso, Una, Barre iros,
Agua Pela, PimenleiraS e Natal quintas feiras.
(Todososenrreios partem as 10horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBL'NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: trras feiras e sabbados.
Fazenda: trras, quintas e sabbadbs as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varadocirel: tercas c sextas ao meio dia
Segunda varadocivel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EP1IEMERIDES DO MEZ DE FEVERE1RO.
7 La chela aos 15 minutos da manha.
13 Quartominguante as4 horas e 31 minutos da
tarde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde
21) Quarto crescenle as 5 horas c 35 minutos da
tarde.
TREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 10 horas n fi minutos da manha.
Segundo as 10 horas e O minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Gregorio II p. ; S. Benigno b.
11 IVrca. S. Valenlim ni ; S. Auxencio ab
15 Quarla. Ss. Faustino, Jovila e Dioscoro rom.
16 Quinta. S. Porfirio ni.: S. Honesto sac
17 Sexta. S. Silvino Di. b. ; S. Policromo b.
18 Sabbado. S. Si mea b. m. ; S. Perpedigna v.
1!) Domingo. S. Conrado f : S. Gabinn I>.
PARTE OFFICIAL
GOYEIl \t> A PBOVTSOA
Despachos di dia l de feverciro.
He uerimentos.
_50 Aderaldo de Souza o Silva c Jos da Pai-
xo Mouteiro, alferes nomeados para o balalhao
le infantaria da guarda nacional do municipio de
Ourieury, pediudo as suas patentes.Passem-so.,
507Capilao Finuiuo da Cunha llego pediudo j
.se mande adiblttirem un dos dous lugares olle-',
le idos pelo director do collegio d Bum-Consv-
llio seu ilho menor Firmino da Cunha Lopes
Fcrraz llego.Remettido ao Sr. director do col-
legio do Bum-Consclho para contemplar o lho
do supplicante eni um dos lugares otlere-
Cidos.
508Francisca liara da Luz, v. n. 402.Po-
de seguir.
51/11 Francisca Maria da Luz l'eitosa, podindo
licenca para rao presidio de Feriando.Infor-
me o Si. I)r. chele de polica.
510Bacharel Francisco Tcixeira de S, v. n.
412.Remettido ao Sr. iuspectorda thesouraiia
de fazenda pora mandar pagar.
511 Joaquini dos Santos, professor publico
da poroaco do Abren, pediudo CO dias de li-
ecuca coni vencimenlos para tratar de sua son-
de.Passe-so portara concedendo a licenca re-
querida, de couformidade cun a nformaco do
director gural da instruccao publica.
51-'lacharel Joao Ilircano Alvcs Maciel, juiz
municipal do termo de Goianna, pediudo se pro-
rogue por 0 dias a licenca de nm mez de que
g< sa.-PasserSO portara na forma requerida.
513 Joao Sabino da Silva, olferecendo-se para
servir no exercilo.Apiesenle-so inspeccao no
quarlel-genersl.
51 IBacharel Lourenco Francisco de Almeida
Calauho, juiz de direlo da comarca de Llmoei-
ro, pediudo um mez de licenca com vencimen-
os.P.'sse-se portara concedendo a licenca na
forma requerida.
515 Simplicio Jos de Mello, pediudo se or-
dene pela Ihcsouraria de fazenda, o pagamento
do pret das pracas de guarda nacional destaca-
dos na villa do Brejo, no mez de Janeiro ultimo,
visto como, segundo as novas ordena, nao com-
pete Ihcsouraria provincial effecluar aquello
pagamento.Informe o Sr. inspector da Ihcsou-
raria de fazenda.
516Thcreza Bezerra Cav alean tiComo re-
quer.
O [[icios.
517Do lenente-general comrr.andante das ar-
mas, pedindn de novo que se mande iltuminar a !
saz e abastecer de agua potare! o hospital mi-
lilar.Inforn e o Sr. director das obras mili-
lares, declarando o que Icio ltimamente c-
corrido.
ylsDo ni 'smo, informando o requcrimenlo
em que o pharmaeculico alteres Domingos o-
mes Itogis, i>cde pagamento dos scus venci-
menlos do mez de Janeiro. Remettido ao Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda para nian-
dar pagar sob mnha responsabilidad?.
519Do mesmo, solicitando se oidene o pa-
gamento dos vencimentoa dos. erapregados do '
lio.-i.it.il militar, relativos ao mez de Janeiro, vis- i
to como se acha extincta a respectiva quola.|
Remettido ao S. inspector da Ihesouraria de fa-:
zenda para mandar pagar' sob mnha responsa-
Lilidade.
520Do director geral da instrucci publica,
informando o requerimenlo om que "a professo-
ra publica da cidade do Rio-Formoso, Maria Isa-'
bel Lius, pede pagamento da gralilicaco de
rnais de 12 anuos de excrcicio.Informe o Sr.
inspector da Ihesouraria provincial.
521Do commr.ndante do corpo de polica,
pediudo se ordene ao administrador da casa de
detcnco que lhc faca aprescniar os soldados do
cor;.o de polica, empregados naquelle estabcle-
cimento sempre que forem chamados sua pre-
senta, para seiem corrigidos, alm de nao repe-
lir-se o faci que ltimamente se deu a respeilo
de 3 soldados, a quem o referido administrador
impedid que se lhc apresentassem, tendo sido
chamados.Informe o Sr. Dr. chefe de polica,
ouytndo o administrador da casa de detcnco.
522Do director interino da repartico das
obras publicas, rommunicando achar-se conclui-
da a obra do 15 lance da estrada do sul, que
est em estado de poder ser recebida proviso-
riamente, expedindo-se ordena para pagamento
da prestigio correspondente. Informe o Sr.
inspector da Ihcsouraria provincial.
523,52ie 525Pedidos dos commandantes'
da companhia de artfices, da fortaleza de Itama-
vaca o do forte de Gaibu. de lios de algodao e
ozeilo de carrapatQ para lnzcs, no corrente mez.
Remettido a i Sr. director do arsenal de guer-j
ra para mandar salisfazer.
526Dito do commandante da fortaleza de
Itamarac, de objectrs para o expediente do 1"
semestre do crtente anno.Forucea-sc.
- 6
Requerimentos.
527 e 528.Antonio Baylon Cavalcanti o An-
tonio Jos dos Santos Sesvina, pediudo se enca-
minhe ao governo imperial os requerimentos, em
que imploram lugar de ajudante dos feitores
confcientes da alfandega, vago pelo fallccimento
d>' Joaquira Affonso Ferreira Informe oSr. ins-
pector da Ihcsouraria de fazenda, ouviudo oda
alfandega.
520.Antonio Rufino Pessoa de Mello, pedin- !
do licenca para ensinar primeiras letras em Ara-
guaba, districto de Barreiros. Informe o Sr. di-;
rector geral da instruccao publica.
5:'i.Antonio de Souza Marinho, pediudo se
mande certificar o dia, mez e anno, em que [oi
nomeado alferes da extinda guarda nacional do
municipio de Goianna, e se consta que o suppli-
cante lenha sido demitlido, reformado ou incluido
na lista dos offieiaes da nova guarda nacional.
Como requor.
Vil.Carlos Cyriaco Radich, cabo de esquadra
do 1 balalhao d; arlilharia da guarda nacional,
pedindo passagem para a lista de reserva.Re-
queira por intermedio do respectivo chefe.
532.Epiphauio de Souza I.eo, lenle da scc-
cao de reserva da freguezia do Cabo, pedindo a
sua patente.Informe o Sr. commandante su-
perior da guarda nacional do municipio do Cabo.
533.Innoconcio Monteiro Borges, guarda na-
cional do 4U balalhao de infantaria, pedindo -
inezes de licenca.Requera por intermedio do
respectivo chefe.
584.Joo Domingiips da Cruz, ex-cabo da co-
lonia militar de Pimenleiras, pedindo pagamento
os vencimenlos do mez de outubio de 1857,
visto constar-lbe que o ex-ajudanle da colonia l-
ente Joaqun Jos dos Santos Araujo, j reco-
tber-i Ihesouraria a quantia que havia recebido
para effecluar aquelle e outros pagamentos, e que
dcixou de fazer.Informe o Sr. inspector da Ihe-
souraria de fazenda.
535.Joao Jos Nepomuceno, pedindo ser alis-
tad i no exercito.Aprescule-se USpCccao no
quartel general.
536.Jos Moreira da Silva, pedindo titulo de
afora ment do terreno de mariuha cm frente de
sua propriedade sita na ra Imperial.Informe a
cmara municipal do Recife, em virlude do des-
pacho de 21 descombro do anuo passado.
537.Joao do Reg Barros, capilao da segun-
da companhia do esquadrao de eavallaria da cx-
lincta guarda nacional do municipio do Cabo, pe-
dindo se mande certificarse foi reformado ou de-
mitlido daquelle posto.Como requer.
538.Macrino Joaquim Jos Estoves, pedindo
ser alistado no exercilo.Apresente-se a inspee-
ro 'io quartel general.
*'39. Manoel Ferreira Vianna, pedindo que se
mande que na secretaria de polica se lliu de co-
pia do termo da deelaracao feita pelo crioulo Ma-
noel do Espirito Santo Bringuel acerca do nro-
cesso de falsidade que na cidade de Goianna se
instaura contra o supplicante. Informe o Sr. Dr.
chefe de polii ia.
540.Fr. Pedro da Purificacao Paz o Paiva,
pedindo ser nomeado capellaq do collegio dos
orphaos.PaSSC a portara Humeando o suppli-
cante.
Oflioios.
5i).Do (enenic general commandante dos
armas, informando o requcrimenlo do alteres
Leopoldo da Cosa Moreira.Volle ao Sr. ius-
pectorda Ihcsouraria de fazenda para mandar sa-
lisfazer nos devidos lempos.
52.Do mesmo, trausmittindo urna represen-
taco do commandante do 1 balalhao de infan-
taria relativamente vaccnaco dos recrutasem
deposito no quartel do Hospicio.Informe o Sr.
commissario vaccinador provincial.
543.Os mesmos, pedindo se manilo salisfa-
zer a folln dos empregados da fortaleza do Bnim,
relativa ao mez de Janeiro, a qual deixou de ser
paga por falta dequota.Informe com urgencia
o Sr. inspector da ihesouraria le fazenda.
5! i.Do mesmo, Iransmillindn as cotilas das
despezas feilas no mez de dezembro com o hos-
pital militar. Remettido ao Sr. inspector da
Ihesouraria do fazenda para o lim conveniente.
545. Do commandante da divisao naval, so-
licitando se mande alionar ao commandante da
rauhoneira Aragnary a gratificaco de 1509000
ris, na couformidade do aviso do ) de Janeiro
ultimo, visto ler aquello commandante conduzi-
do a canhoneira do Maranho para o porto desla
cidade.Remettido ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda para mandar salisfazer.
56.Do presidente da cmara municipal de
Sernhaem, communicando haver-sc desenvolvi-
do, no pequeo povoado de Pao-Branco, daquel-
la villa, a peste da varila que j lem fcitO al-
gumas victimas, e pedindo rcmessa de laminas
de pus vaccinieo para combate-la.Informe o
Sr. commissario vaccinador provincial, remet-
iendo com urgencia as laminas pedidas,
542.De Viclorio do Nascimeiilo Accioli Lins.
subdelegado do segundo districto de Agua-Preta,
pedindo a sua exoneracao.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
548 e 549.Benlo Jos Machado c Francisco
Goncalves Rodrigues Franca, pedindo ser alista-
dos no exercito.Apresente-se inspeccao no
quartel general.
550.Caineiro & Irmo, v. n. 141.Os sup-
plicanles j se acliam pagos, cuino informa a
Ihesouraria.
551. Dermino Domingtiea dos Santos, v.
n. 393. V vista da informacoo, espere.
552.Joo llyppolyto de Meira Lima, arrema-
tante do empedramenlo de 1067 bracas na estra-
da da Victoria, pedindo se mande medir a dis-
tancia entre u lugar onde extrae a pedia e
aquella obra, dando-se-lhe copia do termo que
nessa occasiose lacrar, alim de junta-la aore-
querimenlu cm que pretende pedir indcmmsaco
do oxcesso de despezas com o transporte da pe-
dra.Informe o Sr. director interino da repart-
cao das obras publicas.
553.Jos Duarte Ribeiro, pedindo se mande
certificar se se expediram as ordena necessarias
para ser o supplicanlc iscnlodo servico activo da
guarda nacional, porser carleiro da "agencia do
corr -iodo Rio Fnrmoso.Certifique.
554.Manoel Jos dos Sanios Portella, alferes
do 8o balalhao de infantaria e subdelegado de
Aguas Bellas, pedindo 20 dias do licenca para
vir capital buscar sua familia.Os deleg'ados c
subdelegados militares leem de recolher-se em
breve esta capital, e portanlo nao tom lugar o
que requer o supplicante.
555.Maria Magdalena, pedindo passagem
para o Ro de Janeiro em companhia do sen so-
brinho, o soldado Jos Uuniz dos Sanios.Nao
lem lugar.
556.Umbelina Maria dos Prazeres de Fi-
gueiido i; Castro, pedindo se ordene o paga-
mento dos vencimenlos de seu marido Rufino
Jos Fernandes de Figueiredo, porteiro da se-
cretaria do govemo, desdo o 1" at 23 de Janeiro
ultimo, em que falleceu.Remettido ao Sr. ins-
pector da Ihesouraria provincial para mandar sa-
lisfazer.
O/icios.
557.-1)0 lenle general commandante das
armas, informando o requerimento, em que o
lenle do 5" regiment de eavallaria Manoel
Joaquim Machado, pede permissao para consig-
nar de seu sold riesla provincia a quantia de 25?>
mensaes para o alimento do sua familia.In-
forme o Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda.
558,|)o mesmo, informando o requcrimenlo
em que o alferes do regiment de eavallaria li-
geira Ignacio Pereira Sorra pede permissao para
consignar tiesta provincia, para alimentos de
sua familia, o sold de sua patente.Informe o
Sr. iuspectorda Ihcsouraria de fazenda.
559.Do commandante superior da guarda
nacional do municipio do Recife, solicitando o
concert de 5G armas, 11 baionetas e alguna cor-
reiames, perlencentes ao 5o balalhao de iufan-
laria.Remettido ao Sr. director do arsenal de
guerra para mandar salisfazer.
500.Do mesmo, apresentando a folha para
pagamento dos offieiaes e pracas do 5a balalhao
de infantaria aquarleladas do 'dia 16 a 31 de Ja-
neiro ultimo.-Remettido ao Sr. inspector da
Ihesouraria de fazenda para mandar salisfazer,
oCl. Do Dr. chefe de polica, solicitando o
pagamento das diarias abonadas pelo delegado
do Brejo aos desertores do exercilo Manoel Fer-
reira Lima c Manoel Joaquim ue Sanl'Anna e ao
recluta da armada Jos Bezerra do Nascitnenlo.
Remettido ao Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda para mandar pagar, estando nos termos
legaes.
5li.'.Do mesmo, para se mandar pagar as
diarias abonadas pelo delegado do Limoeiro a
sote recrulas e um desertor do exercito.Re-
mettido ao Sr. inspector da Ihcsouraria de fa-
zenda para mandar salisfazer a importancia das
dianas que se abonaram aos recrulas destinados
para o exercito.
563.Do mesmo, informando em cumprimento
do despacho de 15 de novembro e na couformi-
dade da exigencia da Ihesouraria, ero officio de
26 do setembro do anno prximo passado, que
Pauliao Ribeiro d'Az.evedo, a quem se refere o
seu officio n. 919 de ido oulubro, deserlor da
armada, para onde fora remettido Remettido
ao Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda para
mandar pagar, a vista das informac.es.
51)i.Do mesmo, apresentando a conla das
despezas feilas com o sustento dos presos po-
bres da cadea do termo da Escada nos mezcs de
outuluo e novembro do anno passado.Remet-
tido ao Sr. inspector da Ihesouraria provincial
pas mandar pagar, oslando nos termos legaes.
556.Do mesmo, apresentando a conla dos
medicamentos fornecidos por Leocadio Jos de
Figueiredo nosemeslie de julho a dezembro ul-
timo para o curativo dos presos pobres da cada
de Goianna.Remettido ao Sr. inspector da
Ihesouraria provincial para mandar pagar, es-
tando nos termos lezacs.
566.Oo mesmo, propondo que se faca o for-
necimenlo das diarias aos presos pobres da ca-
da da Escada pela collecloria geral do munici-
pio : e opinando no sentido de lornar-se esta
providencia applicavel a todos os dermis ter-
mos.Informe o Sr. inspeelor da ihesouraria
provincial.
567.Do inspeelor do arsenal de marinha, ro-
gando se ordene o pagamento a Jos Antonio de
Araujo de 50 toneladas de carvo de podra.Re-
ENCARREGADOSDASUB9CBIPCA0 NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Ral a,
Sr. Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martina.
EM l'EitNAMBUCO.
0 preprielario do mamo Manoel Figaeiroa r!
ana, na sua liviana pra-a da IiiuVpeiideiicia :i.
ficS.
melllo ao Sr. inspector da ihcsouiana de fazen-
da para mandar salisfazer.
568.-1)0 director do arsenal de guerra, v. n.
390. Volle ao Sr. inspeelor da tliesouraria de
fazenda para mandar pagar na couformidade de
sua inforiiiaco.
569.Do director interino da reparlco das
obras publicas, para que se mande pagar a Slarr
& C. a quantia de 2 900$, importancia de dous
grandes tanques de ferro por elle fornecidos
para o deposito d'agua do raio do sul da casa de
detcnco.ilcineltido ao Sr, inspector do tlu-aou
raria provincial para mandar pagar a vista do
certificado.
570.Do mesmo, communicando achar-se con-
cluido o reparo do empedramenlo da estrada do
Pao d'Alho, desde o engenho Camaragbe al a
bomba do Liberato, podeudo-sc pagar ao respec-
tivo arrematante a prestaQo, a que livor direito.
Remettido ao Sr. iuspectorda Ihesouraria pro-
vincial para mandar pagar, a vista do certificado.
571.o mesmo, communicando ter o arre-
matante, da illumiuaco dos Afogados salisfjjto
as condieoes do seu contrato durante o nr^z de
Janeiro ultimo, podendo receber a prestocao que
I he competir.Remettido aoSr. iuspectorda le-
Bouraria provincial para mandar pagar.
572.Do mesmo, n. 375.Volle ao Sr.
inspeelor da Ihesouraria de tazen la para mandar
pagar, na couformidade do sua nformaco de
honlem sob n. 1 i.
573.Do juiz de paz presidente da junta qua-
lificadora da freguezia de Quipap, remetiendo
copia da lista dos volantes qualilcados no cr-
reme auno.Volle ao Sr. juiz de paz rnais vola-
do da freguezia de Quipap para assignar o fazer
assignar pelos membros da junta qualilicaJora
ladas as ful has da lisia inclusa, que se acham
emendadas; e 'emetler copia da acia da funna-
'.'3o da mesma junta, declarando que autoridades
enviaram as islas incompletas, a que este officio
se refere.
574.Da rmaudade de S. Benedicto do Pao
d'Alho, pedindo una guarda do honra para as-
sislir a fcsla do seu padroeiro.Remettido ao
Sr. commandante superior da guarda nacional
do municipio do Pao d'Alho para mandar salis-
lazer.
Requerimentos.
_ oo. Bento Jos Pires, ex-arremalante do
5 hinco da estrada do Cabo, pedindo certido
das informacoes dadas pela repartirlo das obras
publicas sobre o pagamento que pedio da diffe-
renca, quo houvc entre as duas tercas parles da
obra feita e duas quartas partes receidas.
Como requer.
>.|>. Francisco Botelho de Andrade, pedindo
licenca para mandar buscar para a cidade 500
paos de sicupira que tem cortado em maltas
particulares, para a conslrucco e concerlos de
barcacas. Informo o Sr. capilo do porto.
77. O mesmo, pedindo licenca para com-
prar a l.uiz Antonio Vieira, pela' quantia de
S.mOO^OOO, o terreno alagado n. 100,:lo em Po-
ra de l'oiias. Informe o Sr. inspeelor ua ihe-
souraria de fazenda.
518. Firmino Iterculano Baptisla Ribeiro,
amanuense da secretaria do governo, pedindo 20
dias de licenca para tratar de sua saude. Pas-
se-se portara, concedendo a licenca na forma
requerida.
579. Honorata, africana livre, pedindo a en-
trega de um lho alistado na companhia de
aprendizes morioheiros. Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de raarihha.
58 I. Innoceucio Maria do Espirilo Santo,
pedindo a entrega do requerimenlo quo apre-
sentou a S. M. o Imperador, alirn de salisfazer a
exigencia do despacho sobro ello proferido.
Como requer.
581.Jos Pereira de Azeveddo, major refor-
mado do exercilo, pedindo passagem para si e
um lho, no vapor Iguarass para a provincia
do Rio Grande do Norle.Como requer.
582.Joanna Sima, pedindo entrega do re-
querimenlo, pelo qualimplorava una esmola de
S. M o Imperador.Nao so acha na secretaria
do governo o papel, a que a supplicante se re-
fere.
583.Joaquim Pedro dos Santos Bezerra, se-
gundo escriturario da mesa do consulado, pe-
dindo 30 das de licenca com vencimenlos.Pas-
sc-sc portara concedendo ao supplicante a licen-
ca requerida com os vencimenlos que lhc com-
peiircm na forma requerida.
584.Padre Joao Servlo Teixeira, pedindo
dispensa da prova de capacidade para ensinar
lalim e primeiras lettra*.Informo o Sr. direc-
tor geral de instruccao publica.
585.Jos Rodrigues da Silva Valle, carpin-
teiro, pedindo licenca para mandar corlar em
mallas parliculases 4,000 paos de sicupira pa-
ra conslrucces.Informe o Sr. capilao do
porto.
580.Lourenco Bezerra Cavalcanli. carcereiro
da cadeia da villa da Boa-Vista, pedindo paga-
mento da seus ordenados.O supplicante esl no
caso de ser pago, depois do satisfeitos os compe-
tentes dretos.
587.Maximino Narciso Sobrcira de Mello,
professor publico do primeiras lettras do cralo
da S de Olinda, pedindo remoco para a cadei-
ra vaga da freguezia do Poco "da Paridla.=In-
forme o Sr. director geral 'da iustrucca pu-
blica.
583.Bacharel Marco Tullio dos Reis Lima,
promotor publico da comarca do Limoeiro, pe-
diudo dous mezes de licenga com vencimenfbs.
l'asse-se portara concedeudo a licenca ua
forma requerida.
589 Senhorinha Maria da Conceic.o, pedin-
do admisso de una liiha no collegio das or-
phas.Informe o consellio administrativo do
patrimonio dos orphaos.
590.Tiburcio de Lima Pereira Barbalho, pe-
dindo ser alistado no exercito.Apresente-se
inspeccao no quarlel-general.
591.Miguel Thomaz de Araujo c Chrislovo
Ferreira de Moura, representando contra a junta
qualilicadora da freguezia de Taquaritioga por
irregularidades commellidas na reviso da lista
dos volantes.Informe a cmara municipal do
Limoeiro.
0/fi.cios.
592.Do tenente-general commandante das
armas, apresentando o alleslado passado, na
forma da le, ao soldado do corpo de pulida Fran-
cisco Antonio da Silva para haver a gratificaco
que lhc compele pela apprehenso do desertor
do dcimo balalhao de infantaria J >s Hara de
Almeida.Remettido ao Sr. inspector da Ihe-
souraria de fazenda para mandar pagar a gratifi-
caco.
593 Bo inspeelor do arsenal de marinha, so-
licitando se mande salisfazer a corita de 2005000
res, j existente na Ihesouraria, os quacs foram
despendidos pelo agente comprador com a ar-
macao dos pavilhoes do ces do collegio.In-
forme o Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
591---Do director do arsenal de guerra, infor-
mando sobre o officio do inspector da Ihesoura-
ria de fazenda, que pede explicado do que seja
azeite do nabo, que foi fornecid para o pa-
lacio, c cuja despeza se mandou pagar pelo des-
pacho n. 333.Remettido ao Sr. inspector da
Ihesouraria de fazenda para mandar pagar vista
dcsia iufurmaco.
595.Do capilao do porto, communicando que
foram julgados inaptos para o servico da armada
na inspeccao de saude porque pnssanm, os re-
crulas Manoel e Francisco Bonifacio dos Santos,
c pedindo autonsaco para po-loa em liberdade.
-Informe o Sr. Dr. chefe de polica se ha algu-
no razad que obste a soltura dos recrulas julga-
dos incapazes do servico.
596Do director interino da reparlco das
obras publicas, lembrando a providencia de se
empregar os presos da casa de detcnco em
quebrar a podra necessaria para reparo dos em-
pedramenlos, vencendo cada um 200 ris por
barrica de pedra quebrad..Informo o Sr. Dr.
chefe de polica se haver algum perigo para a
seguranca dos presos, applicando-sc ellea ao
Irabalho do que traa esle officio.
597Do director gf ral dos. Indios, solicitando
se ceda ao maioral dos Indios o terreno no lu-
gar do Riacho do Mallo, que elle pede para es-
tabelecor o aldeamento para si c 20 outios. que
saturara da Escada por nao terem mais terreno
que cultivaren).Informe o Sr. delegado interi-
no da reparlco especial das Ierras publicas.
598Do gerente da companhia pernambucana,
pedindo pagamento das passagens dos offieiaes
e pracas das companhiasde pedestres dosta pro-
vincia, constantes d* urna relaco que ajunta, os
quacs (ransportoii desla cidade para a de Ma-
cei.Informe o Sr. inspeelor da Ihesouraria de
fazenda.
599Pedido do azeilo de carrapato e fios de
algodao que devia ler sido fornecido em novem-
bro para luzes do quartel da fortaleza de Ta-
andar.Fomeca-se.
tiOtlDilo, idem que devia ter sido fornecido
em dezembro para a mesma fortaleza. Fome-
ca-se.
601Dilo, do papel almaco, obreias, penna e
tinta, que devia ter sido fornecido para o espe-
diente da mesma fortaleza, no segundo semes-
tre de anno passado.Forneca-se.
602Dito de azeite de can apato e fios de al-
godao pata luzes, no corrento mez, do quartel
do Io balalhao de infantaria da guarda nacional.
Forneca-se.
EXTERIOR.
A campanil le 185!) na Italia
A campanlin de 1859 c una das mais brilhan-
tes de que se pode vangloriar o uosso exercilo :
entretanto nao esl aluda bstanle coiihocida e
apreciada. Fui feita com tanta rapidez, suas pe-
ripecias se deram com lana precipitaco que
nao houve lempo, por assim dizer, de segui-la no
sen andamento Apenas se comecava a apreciar
om combate, j um outro era aunnciado ; u lo-
dos abysraados iulerrogavam-se como o nosso
exercilo podera atravessar o P, quando elle so
achara j do oulro lado do Tessino. Depois de
feita a paz militas questoes se apresentararo que
ho absnrvido o interesse e a atlenco geral. A
poltica tomou o lugar da guerra.
M. do Razincourt pu ubi i cando o primeiro vo-
lunte da Historiada Campanho da Italia dcs-
pertou recordaedes mui recentes que se acham
anda profundamente gravadas no espirilo de
iodos. Pacamoscalar porum momento as preo-
cupaces polilicas.e chamemos, se possivel, a
qtteoco dos leilorc* para os oeeessoi milita-
res do ultimo eslo. Julgamos que este ma-
me paterwri, por mais rpido que seja, podc-
r dar maof clareza aos fados que confusamen-
te se conservaran) na lembranca mesmo daquel-
les que os altenderam com mais cuidado
Nenhuma obra completa foi anda escripia so-
bre a campanha de 1859. Os correspondentes,
que alguns jornaes enviaram para a Italia, for-
maran.! voluntes das suas correspondencias, bein
o sabemos. Mas por ventura ahi que se deve
ir buscar a historii ? Como poderiam ellos for-
necer noticias exactas sobre os movimentos dos
exercilos? Quem lh'as dara, seosproprios che-
fes dos corpos apenas sabam o quo Ibes cum-
pria fazer?
O coronel frente do seu regiment execula as
ardens que recebe ; mas Ignora o fim destas, e o
seu alcance, born como o empregado do telegra-
pho que transmiti os despachos sem corapre-
hendcr-lhee o sentido. Um official superior dis-
se-nos que, estando 5 de junho ao meio dia
diante da Ponte Nova, islo vinte minutos dis-
tante de Magenta, ignorava anda que esta praca
linha sido lomada, e j haviam seis horas que is-
lo tnha succedido. Por outro lado as corres-
pondencias ofiiciaes escripias pressa, anda sob
o troar dos canhoes, quando todos os incidentes
nao eram conhecidos, e nem se acharan) verifi-
cados, nao podem ser consideradas seno como
Iradicco lechnica das impresses de momento.
Ellas atfirmara os resultados antes de esclarecer
os meios do que se lan^ou mo para oble-los.
Ao contrario a obra de M. de Bazancourt um
verdadeiro processo verbal, e esle entre ou-
tros o seu principal mrito. O autor houvc lo-
das as informacoes de boa fonte ; consullou to-
das as pecas offieiaes, analysou-as.commeutou-as;
procureu narrar lodos 08 factos, e nao restrin-
gs-sesomento aos factos principaes. Elle nao
hlsloriador, historiographo ; nao explica, nao
critica, narra simplesmente; nao escreve a his-
toria, prepars-a. Aproveitamo-nos da appari-
cao desse livro e da certeza que elle d aos acon-
leciracntos militares para apresentar-mos um
juizo refleclido sobre as operacOes da ultima
campanha, comparando-a no que fr possivel
com as guerras precedentes de que tem sido thea-
tro o Piemonte o a Lombarbia.
I
Quando Tommasco foi enviado a Paria pela
repblica veneziana, vollou mal satisfeito de lo-
dos, excepto do presidente Luis Napoleo,
dizia elle ento, quer Tazer alguma cousa em
nosso favor, porm a asserabla atache asmaos.
O soberano que nos governa tinha j coru-
prehendido que tanto os interesses da Franca,
como as suas proprias sympathias, o inclinaram
a ir cm soccorro da llala ; j enlo elle linha
em mente prestar esse paiz malfadado o poder
das suas forcas e a autoridado dos seus conse-
Ihos. E nem islo era ignorado do outro lado dos
Alpes ; todos viam approximar-se o soccorro an-
nunciado por Jos de Maislre, c os olhosestavam
voltados para a Franca. Assim a noticia da vi-
sita do Conde de Cavour 5 Plombies excitou na
Italia grande contenlamento, mas nenhuma sur-
presa.
O governo do imperador, por intermedio do
conde de Walcvskr, tinha cm 1856 chamado
a atlenco do congresso de Pars para a situaco
da Pennsula, e a Austria responder com pfo-
messas que todos os annos a Franca lhc lem-
brava. Longe de cumpr-Ias ella' dobrava os
seus rjgores, e se armava secretamente As es-
peranzas por ella concebidos faziam-lhc dislo
urna necessidade. O exemplo de um governo
liberal na Italia muito prejudicava sua autori-
dado; pretendeu por tanlo que o Piemonte adop-
tarse as suas instituices, c o espirilo das suas
leis. O Piemonte recusou com acrimonia ; a
Austria quiz constrangc-lo. A guerra se torna-
va cada dia mais inminente ; de ambas as partes
era desojada, era al mesmo provocada. A Ans-
irii linha inleresse em que ella rjbentasse im-
medialamento; o Piemonte tinha interesse cm
que a Franca se visse obrigada a defende-lo. A'
22 de abril o ultimtum da Austria foi remetti-
do corle do Turin; desde o dia 7 do mesmo
mez o general Giulay chamava os soldados aos
scus poslos para abater pela lereeira vez a
altivez do Piemonte, e castigar os fanticos per-
turbadores da paz geral da Europa Lemlira-
va-lhes (uslozza, Novara, e exhorlava-os a mar-
char contra um inimigo que constantemente
haviam vencido.
A Franca linha que defender ao mesmo lempo
a Italia, e um allUdo. Por mais que digam,
as cousas eram chegadas a tal ponto entre as duas
potencias visinhas que tornava-se impossivel im-
pedir a guerra ; e uoiuecada esta cuiupria, acui-
tar-lhe as consequencias.
O momento a!em disto era bem escolla lo para
a lula. Tinhamos boas alliaucas e podamos
contar que as sympalhias da Europa, tal vez o
seu concurso.....s acompnnhasscm no cumpri-
mento da nossa misso. Por ventura n Inglater-
ra nao linha razocs para moslrar-se favoravel a
essa causa liberal e lo conforme aos seus- ins-
linclog elevados? Nao ileviadesejar que a obra
abortada em 18S. a que havia da lo tama atli-
maco em seu principio, e ctijo Um deploravel
lano lameniiro, fosse nova mete emprehendida,
o desta vez com feliz successo .' Sendo expros-
samenlo declarada a sua volitado em contraro,
a guerra tornava-se impossivel. A flussia -nao
linha anda perdoado{ cOrle de Vieiina o hayer-
lho retribuido lo mal, durante a guerra da Cri
mea, o servico que antes ella lhc prestar na
Hungra. Finalmente a Atleroanho, preocupada
rom asna antiquissima ambicrio de uuidade, nao
procurara embaracarla realsaco de esperancas
que eram semelhantes s suas.' Domis na
dia deixar de ver cora saiislaco enfra [ucecr-se
a potencia que era o nieo obstculo ao cum-
plimento dos SOUS vulos. Qual era pois a sil i i-
cao da Austria 1 A reliellto lavrava nos quatro
canlos desse imperio lo mal unido. Tyrnl que
forneceu ao exercilo os seus mellioresaliradores,
era das provincias a mais descontente. Vu>nna
queixava-se da grandeza doexercito ; e pedia que
se codease a poder de puro essas provincias ita-
lianas que nada era capaz de siibmcllcr.
to todas essas previsous legitimas algumas se
nu deviam realisar. o governo inglez encer-
r u-so em urna neutralidade que nada tinha de
animadora (o empenlio que contrahe um gabi-
nete nao obriga a outro, que o succedo ; esta
una das vanlagens mais preciosas das lio:oes
constitucionaes.) a Russia s interveio para
apressar a \ res infundados, conservpu urna attitude sempre
ameacadora, e conteve em suas fronleiras gran-
de parle das nossas forcas. a Austria vio na
llora do perigo applainarein-s as difficuldades.
Os descrnenles Calarain-se a Hungra SO nao
snblevou : o Tyrol, animado com as palavras I
archiduque Maximiliano, apaixonada alem dislo
da guerra como da ca;a, arvoruu o pendo de
Andr-llofer, e alirou Italia numerosos volun-
tarios. Aquelles que aules claroavam pela i s-
sao do remo louibardo-veneziano foram depois
os primeiros a querer qu se sustentaste a guer-
ra a lodo preo ; o que alies abandonaran) por
benevolencia, pareca que era cedido ai: terror,
e o seu orgulho nacional nao podo tolerar essa
idea.
A Franca e a Sardcnha ficaram sos em frente
do inimigo; o esse inimigo que urna das poten-
cias alijad is, a maisfraca, esleve a ponto de ven-
cer cmlbiS; porm como ludo havia muda-
do dessa poca em diante !
Em 1818 a Austria eslava solada, sem allian-
casno exterior, e no interior assolada pela revo-
fugo. A Hungra, a Bohemia, e al mesmo
Vicua se sublovaram. u imperador formn urna
consliluic.lo ; uera Uepressa sena tambera obri-
g.uio retirar-so. Por toda a parle se faziam
precisas tropas, e as forcas do imperio liuham
de ser divididas por dez pontos differentes. Uoje
a Austria sbitamente pacificada pode nos oppor
todas as suas forcas sem risco. Em 1818 o rei-
no-lombardo-veneziano era mal defendido. Tri-
la annos do paz havia Iludido o governo, que
nelle depositara grande coiifianca ; c Ira lava de
fazer economas. Radetzki pedia dinheiro e sol-
dados ; mostrava as fortalezas arruinadas, mal
guarnecidas, desprovidas de ruunicdes, de al.as-
tecimentos, e a revoluco sempre" ameacadora !
Zombavam dos seus terrores. Contra lulas as
regras, o para evitar-se as despezas de transpor-
te, deram no exercilo de guarnicio grande lugar
ao elemento italiano, por exemplo ; as guarui-
Qoes de Trevise, de Udina, e de Palmanova, e a
marinha do Adritico eram quasi exclusivamen-
te venezianas. A administrarlo civil era dada
aos estrangeiros que a pagavam governo
nao linha um empregado com quem podesse
contar; ( um Auslriaco o general Schanalz que
faz osla extranha eonflsso] a traico eslava em
loda a parle, as reparlicoes publicas, nos tribu-
nacs,nos corrcios, nos pulpitos, e nosconfissio-
narios Hoje as pracas sao bem prvidas e
mui bem guarnecidas; fl/.cram-sc ahi grandes
trabalhos, scm Verona despendeu-se oito mi-
Ihoes; os soldados italianos foram enviados para
as provincias allemaes, e dissemnados por todo
o exercilo. Tom havdo mais cuidado na esco-
IIij dos erapregados civis, ha mais vigilancia so-
bro ellos, sao ubrigados a um juramento extra-
vagante.
Em 1818 a populaco achava-se em armas,
promptaao primeiro signal. Logo que ebegou
noticia dos successos de Vienna em loda a Alta-
Italia nohm.ve mais que um s brado, um s
movimenio.Mlo expellio a guaro ico de cerca de
15,000 homens, dopois de 5 dias de combate, lu
Como, Bcrgamo, Padua, Roviggo. Rocca-d'Anfo,
Camachio, Veneza,(Veoeza o mais forte e mais
rico arsenal da Italia !) os soldados austracos
depozeram as armas, depois de pequea resis-
tencia ; em Bresca foram folios prisionciros;
em Cremona passaram para o la lo dos insurgen-
tes. De dia em dia a deserco ia decimando as
lileiras de Radelzki, e augmentando as do inimi-
go ; corpos inleiros o abandona vam Por tolas
as parles se organisavam voluntarios ; cada ci-
dade preparava o sen contingente. Havia um
balalhao dos Paduanos, um dos Vicencianos, um
dos Brescianos, um dos Trevisanos ; haviam
companhias inleiras de esludanles.commandadas
pelos seus lentes. Todos partirara abenenados
pelo clero, com urna cruz vermelha sobre o peito.
Os Italianos apoderaran)-so dos desliladeiros de
Stelvio e de Cadore, oecuparam os valles de
Brenle, de Piane, e de Isonzo. Todas as passa-
gens por onde podan) vir sorcorros e rcorco a
Radetzki cahiram em suas mus A insurreico
chegou Tyrol, e Trento arvorou por instantes
a bandera tricolor. O feld-marechal refugiado
em Verona ahi espern soccorro dous ou Iros
mezcs. Nugenl, quelh'o (razia, foi impedido
durante tres semanas pelos voluntarios ; l-lo-
liia sido infinitamente, se um terror pnico o
nao Uzease senhorde Piave, e um desaso I he nao
enlregasse rente ; passou por entre pracas
bem fortificadas, dcixou um inimigo muito mais
poderoso alraz de si, o nem foi derrotado, nem
repeMido. As populacoes do Verona e de Man-
tua comecara-n agitar-sc ; se fosse posto o cer-
co diante dessas pracas, os sitiados ver-se-ham
collocados entre dous fogos. Emfim, a insurrei-
co era ou se julgava mui forte para desprezar
qualquer apoio estrangero. Carlos Alberto pro-
pondo quo iria em seu auxilio, se Ihe fusse dada
a cora, esta proposla a principio rejeilada, foi
aceita analmente depois de tres mezes de hesi-
laco. S 10 de junho os Lombardos cederm,
resolvidos secretamente a rasgarem o tratado de-
pois de passado o perigo.
Nessa curia campanha ae 189 a revoluco fa-
vorecen os esforcos do exercilo piemontez. Co-
mo, l.erco, Bcrgamo sublcvaram-se. Ser
preciso lambem fallar de Breada? Quem nuo
sabe da heroica defeza dessa cidade, cojo patrio-
tismo e valor foram altamente proclamados ?
Por ospaco do 10 diai, nicamente com as for-
cas, que lhc eram proprias, sustentou o choque
do inimigo, executando intrpidas sorti las du-
rante essetempo. Haynau lancou fugo a unidos
seus quartoirocs, e ella resisti; a noticia do
desastre de Novar.) veio lirar-lhe loda a espe-
ranza, e ella resisti ainda : finalmente que
maiorprova ? Nugenl, mortalmente ferido.dian-
te dos seus muros, Ihe legou a sua fortuna,
quereniiu assim lar essa heroica pidadeo .. i ;
alio lesieinuarfio da sua idmiracio, eomo sol ti-
ldo, e protestar talvez i. n .
ira os crueis rigon ral R i vean.
Devi.imos esperai i n 1899 n m
esforco no paiz ins mdo i Italia -
se urna naco .-slravg.Mr i marchar em sua d
za nao se erg.....ia de um pulo para astnrar
igual medida.o seu ao'nosso ssagae no c*BM d '
balalha, e da independencia Esta esperanra foi
lambem frustrada. Os Italianos nzeram p :
causa mais de que se diz, porm mo;t i
do que se esperava. Numerosos voluntario*, i
verdete, seengajaram no exrreiu sardo, D*rm
em nenhum pomo houv urna eoblevari aWi-
dida. Miln esiierou a partida di.- \ :-' i <
para insurgir-io. Garibaidi leiiluem rao ar-
mar a Vallelina; apezar da eloquencia da >
palana o do prestigio do seu mime, ipez ir
seus prodigios de bravura e das iRiiiinicras der-
ruas |u i i so ii ao inimigo, apci -
l ir-se a sua pequen i 11 a d.- algum is
de soldad -. Xo duvidamos 11
Lornbardia, nao ubslantn o que se murmura i
nossos ouvidos, nao obstante esse lerrivel I .
do rei Carlos Alberto Nada de pal ni-, bal i-
>os queremos aere lii r n----- pal
realmenie m lio acre litamos. I'oim i \ is
di'si i vez eslava i no .,. \ -i 19 ,.,,.. .. \ ,
povo nu linli 1 arm i, nem inun os
oquarlelamenlos de drfeza puiiham .- -,-
' ea a obe jiencia das cidades ; part l"s que
os Austracos nao l|U) temp < |i 11 rtl.is ni ; 1-
nis 1 rem-se ; quan lo n general L'IWa
os cacadores dos Ap umin 14, ,i ludu psi 11 -
cluido. II ivi 1 alm dislo tama !' no 1. 1 : ,
nussas armas que juigaram intil qual juer
' do paiz. Eng 111 1 ni inifesto Ess mi >
'n:\ alimenl 11.. 1 ip ilb 1 .1 \i n .ss i* s la-
I is pela causa que iam deten ler, r m|>al >
bem depress i so si eu, quanlo" 1 >np 1-
raram o numero d is cb ipos q lav.im
ua, com o numero de funs [oe
Ibes reui rain n 13 1 unp is da balalha. ls
uv.es ainda ni lis g ioraii riam do n
so sur -- p ellos liuham j i viste o -\.-
auslriaco partir, vollir punco depois;
queriam compromeller-se por um proveitu 1
merico \ nossa victoria aMm disto 1 1 pro-
veilosa para .ellos, a quem 1 de impos-
los, adoptado pela Austria, era de pone.) pv Em todo o raso, s.ok campos iam ser lern.i 11 -.
suas se.ir.i- perdidas ; os campvnezes, porlai ,
faziam urna guerra oceulta aos seus libertaj -
res.
Em is -; o exercito plomen! / conl 11 1 5
homens. Os voluntarios Lombardos e Venda-
nos, os 17,0 j.) i! nanos, os 15,00 1 n ,-,, ,.- lB .,,
os rscanos, os Mjdenezes, completavam u
1 'elivo de 1 lO.fl Kl i miens, espalhadi i pela
Lombjrdia, ou sobre a margem dtreila lo P.
dos quaes 80.U0J podiam entrar em cm-
bale.
Ra letzki, quando rebentou a revoluco,
punha de 72.UU0 soldados, divididos, por l loa
reino, o que nao pudia reunir. Feve le passar-
se de Milao para Verona aem dinheiro, nem v-
veres, sem municoes, atravessande um ;
i'li cheo 'I omboscadas, on k um m 1
falso, por pequeo que fasse, poda causal .1
perda. Os caroinlios esla) sin inlcrc | I id a,
poda transmittir suas urdens, nem receber
ticias. Em Verona apenas Ihe restara 6,0 >
homens; destes leve que destacar !0.000
ryrol, que se havia rebellado. .V Si dV :n...
rhunn, substiluindo-a Nugenl que e 1
doente, juntou-so elle com 30,900 huta -.
porm esse soccorro ipenas chegou para n
ir o vacuo foito cm suas lileiras pela des -
cao o molesti is. Os ious 1 n enl"
da mesma [orea. C ira a chegad 1 d Wel Ion I :
de junho] os Austracos obtiveram vaniag 1. >
[ correr de dous mezes o exercito italiano leve 1
superiotidade do numero, o nao se api
del la.
Em 185'J, pelo contraro,o exercilo franco-sar-
d i, cerca de 17i):('.im) homens,acbou-se en
de 800:000 inimigos. Quacs os reforcos
ceben o exercito austraco durante a campanha .*
E' difRcil form ir-se urna idea positiva osle
peito. Um'administrador do caminhe de ferr
lombardo-veneziano n es aOQrmeu que I50UMW ho-
mens haviam descido para Venda entre 1 bala-
lha de Magenta e a de Solferino, e que Un!, 1
seu poder as conlas Je transporte E' ver
que as nossas ti ipas 1 ram mais bem Iral 1 .1- a
i mais bem pagas, mais homogneas, que as di*
inimigo. Sele povos coropunham o exercito aus-
Itralo; o n isso era de um s povo. Entre
os offieiaes eos soldados Iratavam-sc com certa
Ifamiliardado couda nos limites di &
Jo de ver, o que concoma para tonrar mais tole-
ravel a disciplina militar ; no exercito suslri 1 1
nao se dav 1 o mes i eram 01
que estrangeiros, e sen!; ires d is us sol lados,
dos quacs al mcsmpuo comprcheudtamas lin-
I Em 18s, giacis sorprezi do inimigo,
Piemontezcs passaram o ressino e o Mu
obstculo, oecuparam sem combates essas for-
I midaveis possices de Cavriana, San-Cas.i
Solferino, que a nos cuslaram tanto saague, da
que nao nos podemos apoderar seno por n
Ido heroicos esforcos. o inimigo foi repetidoso-
I bre o Adige, e ellos perderaui apenas cuicocntj
I homens !
Em ISo'J os Austracos lovavam-noa gra 1! ?
dtanteira ; quando a guerra rebentou na 1
vamos promdtos ; militas semanas foram pn
para que nos posessemos em ordem. Oexi
to de Giulay. bem preparado, hbilmente ci -
locada no ngulo formado pelo l' e pelo ressi-
1 no, linha a sua rectaguarda bem defendida pela*
fortalezas lombardas o vene/lanas; poda, p :-,
atacar as nossas tropas, que desciam sobra a si-
llos punios, s'm eavallaria, sem arlilharia.
I sem municoes, poda interceptar as vas d
I uiunicai.ao entre Genova e Alexiodria; pod 1
1 mesmo marchar denodadamente sobre Turim.
1 \ guerra foi declarada a ili de abrH ; os Austi
eos esperaran) parafpassar o Tessino no d:i 2'.
e os primeiros soldados Franceses s a Wche-
garam a Turim.
Como salvar a capital do Piemonte ? O Doiio
d passagem a vio; o m.recbal Cinroberi,
general Niel sao do parecer que nao eram auf-
licieutes os forcas para defender essa linha,
que era preciso, pois, renunciar esse plano; que
se o inimigo avancaase para Turim com granjea
forcas, ( o nico meio de salvar 3 capital 1 ; 1
operar sobre o seu flanco esquerdo, e aobn .1
rectaguarda, partindo da ponte de Csale. I.
est situada a 39 leguas distante de Turim. (Ni 1-
guem duvida em Turim i escreveu pelo n
lempo o marechar ) o o general Niel, a general
Frossard o en parlilhamos da mesma convida .
de que quando os Austracos avistaren! as cal 1*
vermclhas (expressao do rei e seus ministro- (
lo prximos do cu flanco esquerdo de oper, -
{dea sobre Turim, renunciarn ao seu projeclo,
e apparecerao entre, ellcs hesilaces que d r >
lempo ao exerrito franco-sardo para reunir tor-
cas considerareis .
Oinimigo deixou-se cahir nesse laco ; julzou >
j exercilo reunido em Csale. O general ti.ul. .-
exasperou-se, hesilou, e finalmente seibo* por
abandonar o sen plano primitivo ; linha aVixad
' passar urna oreasio sem egnal. llevemos aqu
obseivar a influenria que exerceram as praca*
fortes sobre a campanha de IS.VJ. Verona siis-
pendeu nosso curso victorioso ; porem Alcva:-
dria e Csale salvaran) Turim, c prolegeram 1
desfiladeiro do monlc Ces.
Entretanto o exercito francez chega e se or-
ginisa. s Sardos doiimpedcm os caminhosdj
la r r%T% t 1


Ifl
Sale e de TorioBe, leuvliem um '.taque em V a-
lenza, impodem cm Trassinelto a passagem Un-
tada por'va inimigo muilo superior em numero.
O exercilo austraco cxccula. ns suas manobras
com vagar c inercia ; parece querer dar-nos
tempe de chegar. Seus ataques incertos amu-
lan a offensiva. Bera depressa ella se declara ;
o exercilo auslriaco muda de rumo, loma a
passar o P, esleude a sua direila sobre Csale,
e a sua esquerda as alturas do Stradella.
Nossa tropas achavam-se promptas, nada ti-
iihamos a temer. Ncm a dosproporvo das for-
ras, oein as dffieuldadcs do terreno podeiam
suspender a intrepidez dos nossos soldados ; o
a volha experiencia dos gencraes austracos foi
ludida pela habilidad* dos nossos generaos.
A 14 de raaio o imperador cheg a Alexandria ;
Oispe o seu cvercilo n'um uieio circulo, de
Verccil a Voghora, parallclu ao doiniugo, sem
que se poderse penetrar em que altura elle tra-
vessaria o P. O inimigo suppoz que seriado
lado de Placenza, o aval iniuilo procura orcu-
par s cidadellas de Casleggio e do Honlebello.
A tomada de Menlebello fui, segundo a exprs-,
Bar do general Giulay uiu bello loconhecimen-
to Careado .
Todos saben como os Franeczes e os Sardos
desalojaran! os Austracos, priiueiru das collinas
escarpadas cm que estes os aguardavam, depois
las casas das cidadellas fortificadas e oulriucliei-
ladas era que se haviaui elies refugiado. Qiian-
du depois do cmbale o general Porej volteo
collocar-se frente das suas tropas de todas
as parles di/. M. do l.i/.ancoui, foi acolliido
rover. Cada qual disputara a primazia em
iippro\iiar-se delle ; cada qualdispulava ;i hon-
ra de tocar nessa mo do chelo intrpido, que'
nesse d;a de fadigas liaba sido se ni p re o primei-
re a expor-se ao fugo do inimigo Este primei-
ro successo sorpreendeu por lal forma o gene-
tal Ciulay que escreveu no seu relalorio ao
Imperador : O lugar lenle f-1.1 generalSladion
ivalia pelo menos era 4U .tl) homens o numero
dos cora bateles inimigos >\ Quarenta mil ho-
nicus! Eram 5:9U5 Princczes, o sois esquadroes
piemonlezes de cavallaria legeira. Nesse da
tiremos G71 homens fura do comsale ; e os Aus-
tracos 1:300, conformo cotifessam ellos mes-uos.
o combate de Uuutebello Hrmou u inimigo na
tu i cdiivierao de que queramos passar o l' cm
Placenza.
Knlrelanlo o nosso exercilo mudou inespera-
damente d'1 ruino, foi postar-.-.' subte Novara,
atravessando o l' em Csalo, e u Sesia em Ver-
ceil, nos a lira de illudir .is manobras do
migo, como tambera para Iravar a lula sobre um
terreno melln-, e mais .1 abrigo das pra 'as for-
tificadas. 0 general Ciulay linha retirado o cor-
pode Zobtl que guarneca Verccil ; dcixou-nos
portanto a passagem lirrc.
Custa a crcr que uui exercilo de 110,000 ho-
n.'-os podesse emires das rcalisar lo loug
marcha, em lace quasi ilo inimigo, sem allrabir
a sua allencao. Ucaiuiubo de ierro ajudou-nos
muilo ; durante dous dias e duas noiles Irens de
cincuenta wagons cada ura, iam e viubam de
duas em duas horas.
Cumpre aqui notar que a primeira vez que
nm exercilo um campanil! rve dos caminhos
de ferro para operar as suas manobras. Sobro
ssa man li i mino i que e a uperaco mais no-
lavel da GAiupanlia nao ti moa al n pri
-. lareiuieiiin algum, e o que nos diz M. de
Bazancourl a este res| eilo ti urna revi laco.
No dia 28 todo u exercilo se pc em raovi-
mento. Os commandaiiles dos corpus iccebcm
nstrureescoufidcHciaes, c sobre ellas guai Iam
segredo. Lmicou-sc m. de loJos ": me.os para
illudir o inimigo ; fingi so laucar urna ponte
na altura de Ci i i \Mia ; o imperador i
veu ao marcchal coi.....uto do pnmciru
corpo :
Marechal, amanha quando partirdes dcixai
car em Valenza usti regiment que dirigir >uas
manobras cora o (ira du moslrar-se ao inimigo,
para que esle possa cror na exi enca all de
forras consideraveis. Se por um caso uxlraordi-,
nario os Austracos passarem o 1M era Va-,
lenza, esse regiment se retirar para Alexau-
diia etc....
E os soldados andaram de uci para oulro la-
do como os combaientcs dos nossos dramas mi-
litares bastante eusaiadus em suas mano-
bras.
o inimigo Rpproxima-sc itoRobbio nssustado
cora esse manejo dos nossos soldados, sem po-
der comprehende-lo. 0 essoncal era defender a
nossa marcha, o imperador ordenou ao exercilo
do re que se apoJerasso de Pleiru ; 6 inuiil
repetir como essa prara foi oceupada, e depois
defendida com o auxilio o 3." de zuavos, 1,
Todos sabem as particularidades desses comba-
tes sanguinolentos, que cobriram de glori
exercilo sarda e o seu ebefe.
No I. dejunbe oquarlo corpo se apodera de
Novara. De .Novara al Sosia o exercilo,/.
la urna linha do 100,01,0 lioiaeus, que re
prestara para passar o Tessino.
Assim se harta realisadi i grande mano-
bra, que excilou a adraira^Au des tres exercilos.
Os Piemonlezes nada liudam percebido, e nos
julgavam anda cm Voghera. Quando nosdis-
se a ni que o vosso exurcito liavia cli.-gado a No
vara, disse cm nossa presenta um official sardo,
nao podemos acreditar ; eapenas livemos cer-
kza disiu, d'enlre nos cscapou um,brado de sor-I
pieza >. Na rampanha de. 1790 o general Boua-
parte illudio Beaulieu nesse mesmo terreno em-
preando as mesmas astucias. Simulando a ,
sagem de Valenza linha aKrahidc para esse pon-
to todas as forjas do inimigo; em quanto Beau-
lieu o espera va, slidamente intriucheirado em
Varrcggio, elle dicigio-so apressadamcnle para
Placenza, e ahi passou o P sem cmbale.
o inimigo coraprehendeu-nos finalmente ; po-
rm nao linha a presteza necessaria, e bastante
energa para apreveilar-se da sua deseo-
berta.
Desde 31 que os officiaes do general Giulay
instaram com este para reunir todas as tropas
e concentra-las em Novara. Que lria o im-
perador, respondeu o general, se eu me enga-
nasse, e resultasse urna derrota desso meu'
erro ?
No 1. dejunho o general Zohel soubc que os'
Francezes haviam ebegado a Novara ; pedio soc-
corro para cahir-lhes sobre o llamo, entretanto
que o general Clan, parlindo de BufTalora cahi-
r.i sobro a frente do exi rcilo inimigo. 0 general
Giulay prefera antes espetar-nos do entro lado
do Tessino. Quantos soldados dispularam-nos a
passagem desse rio ? os documentos francezes
e os documenfos austracos difieren) muilo nesse
ponto. M. de Bazancourl dizqoe foram 125,000
homens. H. Ilusin diz que foram z5,000 a30,00u
horaens. N3o sabemos de que lado est a ver-
Jade. Porm o cerlo que o general Giulay no i
momento ds balalha podia dispor de 125,000
hmeos, embora soubesse ou nao etaprega-los ;'
o imperador Napolcao, duranle lodo o da, upe-'
tus dispoz de-2,:Jjl) homens divididos da-seguin-1
c manera : infanlaria [78baialhoes 39,000 ho-
mens; cavallaria(10esquadroes 1,20o homens;
rlhnria (18 baterias) 2,100 homens.
A passagem do Tessino foi lixada para f de
juriho. Nao bastara transpor o rio, era preciso
tambera que Magenta nos perlera sc para que
iivosserr.es dcsimpedida" a derrota para Ui-
lao. xamnemosO terreno que'tinliamos a per-
correr.
E'este dividido parallelameritc per um rio, o
Tessino, c por um canal, o Naviglio-Graude. I.'m
camiuho quasi recio conduz e Novara a Ma-
geola, paseando por Trcate, e alravessando o
Tessino na ponte de S Marlinho, e o Nariglio
na Ponte-Neva de Ifagenia, porlo de outras duas
ponUi. a saber : Ponle-Vocchio e ponte da es-
Irada de ferro. Do Tessino ao canal a distancia
de qua.ira kilmetros ; e do canal a Magenta
apenas . .e-iinuocoininiio, parlindo do Novara, e
procurando empre a esqueeda, conduz a Gal-
late, e alravssa-se o Tessino e o canal cm
Turbigo, isto a nove kilmetros de distancia
da Ponto-Nora de Magenta.
Finalmente ha ouiros caminhos que se estn-
cem direila as dtreceoes de Morara, de Vige-
v.mo, de AbiaUe-Grasso, por onde se podia ac-
Corametter o inimigo. Nao se sabia onde esle se
adiara collocado, se sobre urna ou outra margen
do rio ; se nos esperara alm do mesmo rio, ou
se eslava preparado para cahir sobre nossa di-
reila. Fui contra esta ultima erentualidaJe que
ee dispoz ludo ; porm enganamo-nos.
No dia 3 o segundo corpo, reforjado dos cara-
dores da guarda imperial, e seguid'o do exercilo
ardo, lomar a diren o de Turbigo, e nossa al-
tura atravessara o Tessino e o canal ; eslabele-
cer-*e-lia sobre a margem esquerda do canal, e
(1) Tcnlio as;isiido a mullas seeuas militares^
disse-nos um official ; porm nenbuma vi anda
que fosse lao magnifica, como o lerceiro de zua-
vos rollando de laleslro, arrastando as suas
carretas. Que alegra Que franca expansao !
Um delles exclamen : Hoje lem-se marchado
muilo! porm eramos pagos L lcaram por
ierra 36i inimigos... Desi-i sorle no nodein re-
msliv milis que quairo vezes a
DIARIO m ^RNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 13 ,)jf FRVEREIUO DE 1860.
ahi passar a noe. No da 4 ao amanhecer, o
imperador com a diviso dos granadeiros da sua
guarda, com o general Niel e o marcchal Canro-
bert, i frente dos seus corpos, deixario Novara,
onde ficara o marechal Baraguey de Vitfera para
guardar a eslrada deMortara. O imperador van-
ear para o Tessino, que atravessara em S. Mar-
linho ; o general Niel postar-se-ha em Trecale,
donde poder transportar-so qtrcr ao Tessino,
quer sobro a direila, qualquer que seja o lado em
que se aprsenle o inimigo ; o marcchal Canro-
bert locar em Trecate, e a menos que o seu soc-
corro nao soja ahi reclamado, lomar a derrota
seguida nelo imperador, e passar o rio depois
delle. Durante esse lempo o marechal Mac-Ma-
hon lora sabido de Turbigo ; dividir sen corpo
I em duas columnas, das quacs urna (diviso La-
motiorcuge) costear i o Naviglio at Bufialora, e
ilahi, por um caminho perpendicular ao canal,su-
bir para Magenta, entretanto que a outra (divi-
so f.spinasse) marchara directamente sobre essa
cidade por urna linha obliqua ; a columna La-
molterouge descreyendo um ngulo recio, e a
columna Kspinassc a levceira face do triangulo.
O imperador depois de passar o Tessino esperar
que o fogo da diviso Lamotherouge se faca ouvir
(liante de llufi'alora ; s enlo passar alera do
canal pelas tres pontos situadas a pequea dis-
tancia de Bufialora, e, conforme dissemos, duas
leguas de Turbigo. A segunda diviso do 2.''
corpo e os granadeiros da guarda por duaslinhas
pouco mais ou menos parallelas encaminhar-se-
hfio para Magenta, onde todas as tropasdevero
chegar ao mesmo lempo. A manobra da guarda
imperial Imha principalmente por (ira apoiar a
diviso l.auolherouije, dislrahindo urna parte das
toreas iitimigus ; ella occupava as dispOSCes
da balalha urna importancia secundaria, e'em
lomo della tinha de desenvolver-sc accao prin-
cipal desse dia.
0 imperador Reguo com efl'eito para Turbigo
n i dia 3 .i tarde, quasi ao mesmo (empo que o
general Mac-Mihon ; i pela manhia envin a
OSlc seas ultimas instrueces. O general pro-
nietteu que urna das suas'columnas estara s 2
horas c tocia dianle de BuflaUra, e .i outra dian-
! de Magenta s ; horas e meia. Tildo fui eorn-
liinado e previsto ; mas na guerra pode-se ludo
prever .' \ guerra se eompoe de eventualida-
des disse Napoleao I.
O inimigo eslava espalhado por (oda a parte.
Foreas consideraveis se oppozeram marcha do
I M i-Hahon ; outras nao menos nume-
rosas, coliocadas sobre as duas margena do Tes-
sino, experara a pequea trepa do imperador.
Nada Irahi.i a presenc dessas toreas ; achavam-
sc abrigadas lias mallas expessas, oceultas pelas
collas do terreno. E' preciso ler-se visto esse
ten e-no escabroso, alrav'essado de fosaos, planta-
do de arvoredos sombras, para poder-se fa/.er
urna idea dos recursos de defeza que ah se po-
de encontrar !
Desde !) horas da rnanhaa os granadeiros da
r irda imperial passavam o Tessino sem obst-
culo ; linhara j psssado c: l'o da mesma sorle, e
:i o --..i,! ; estaran os Austracos despre-
venidos ? ,"es inirehavam cheios de confianea,
quando il llmente o fogo do inimigo suspende
a sua marcha. 0 imperador reune-os ao redor
do si sobre a margem do Tessino, nao querendo
compromelle-los em um cmbale antes da ap-
proximaco da divisaLamotherouge. l'inalmen-
lo a iiii:.i hora o meta ouve-se a descarga dianle
" Buffalora ; era o fogo do 2." corpo ; cumpla
marchar em seu soccorro, e distrahir o inimigo.
0 imperador faz seguir de novo para o canal os
i:000 homens de que dispoe ; porein apenas co-
a pelej nao se ouve mais o logo dianle de
' lora o que acontecera .' Estando em Cu-
mo rom as suas duas columnas, das quaes urna
iva a Bulfalora, e oulra leudo feilo os dous
tercos da sua derrota se eslabele.-ia em Mar.-al-
lo, o general-Mac-Mahon petcebeu que o ioimi-
icnrava cotiar-lhea a communicaco. Se o
CQiiseguisse, a balalha era perdida sem duvida,
alguma ; fazia-se pois mister impedido a todo o
li mse. Ordena portanto ao general Espnasse, el
ao general Lamotherouge que so approxime delle,
ni iio com a sua direila, o sehundo com a
~ : ~ I' l. As tropas sanias poderiam reu-
nir-se a esses dous oorpos, e techar a linha ; po-l
rem ellas eslaram sendo retardadas em grande
ia sobre os caminhos alravancados de ba-
gagens. A diviso dos cacadores esl lambem
distante ; mas a Irertida do que ha, deixa a der-
rota que segua, marcha a toda a pressa alravez
dos campos, e cheg finalmente s duas horas e
meia. Porein do lado da diviso Espnasse'o ge-
era] Mac-Mohon inda ve, nada ouve. Que
agoulu '. Nessi inleriin n guarda imperial eslava
sendo talvez esmagada pelo inimigo, e elle sem
poder marchar em seu soccorro E' preciso que
espere immovel, inactivo! Se o seu ardor nao
livesse cedido o lugar sua prudencia, a balalha
de Magenta seria boje orna victoria austraca I
11 general Mac-Mahon s atiendo sua im-
paciencia, diz M. de Bazancourl ; cada minuto
para elle traz conmigo talvez o destino de um dia.
Arreraessa-se a galope cora alguna ofllciaes do
son eslado-inainr, na drecco por onde de ve che-1
gjir a diviso Espnasse ; seu peloto de esrolla ;
(7. de -caradores] commanJado pelo lugar-lo-
nente Dubouelter corro toda a brida pelo meto
dos campos para toracr-lhe a dianleira, e facilitar]
o caminho era que o commandanlc em chefe do!
Z.c corpo se linha lao denodadamente laucado.
>< Nada, escrevia um olficiai do seu estado-
maior, pode dar urna ideia dessa corrida lou-
< ca alravez tos fossos c das arvores ; os ca-
:< rallos arfaran com os seus peitoraes de vi-
mes entrelaza los ; e esse pequeo grupo de
' cavalleiras passar alem de todos os obsla- |
< fulos, rpido como o relmpago.
Alraressarara ass;m urna linha de aliradoresj
inimigos enilioscados juntos urna malla, os'
quaes levantaram-se em desordem admirados el
espantados, vendo aproximar-se esse lurbilhiiode
po, que envolva a um lempo cavallos e cavallei- i
ros ; o nao s doixaram de alirar, como al es- I
lenderam as suas espingardas em cujas extrem- '
dades ataram as suas saclas cm signal de ren-
derem-se.
t Lina oulra vez perlo de Marcallo, o general
se achou lace a face com um destacamento de
ublanos enviado para explorar campo. Esse des-
lo menlo carrega sobro sua escolla ; os officiaes
do eslado-maior, o lugar-tenente Duboucher eos
ca-1 lores desei.ibainham as espadas. Somenle o
general parece nada ver, e sem parar, sem mes-
mo voltar a cabeea, prosegue na sua rpida car-
reira alravez dos cavalleiros inimigos.
< Finalmente encontr .o general Espnasse,
que chegava a Marcallo, e tomara j as suas dis-
posicoes. Em poucas palavras e precisas o ge-
neral Mac-Mahon lhe d as suas ordens : e sem
se lembrar dos peiigos que a sua intrepidez aca-
ba de allronlar, yolta com a mesma rapidez, el
reune-se direila do seu corpo, que esperava j
suas ultimas ordena para apoderar-se de Bulllo- l
ra. r.cilaueiile nessa occasio a mageslosa figura !
militar do general Mac-Mahon apparece na sua
valen le e inalteravel simplicidade. E' elle o mu-
co que ignora que acaba de praticar actos de
grande resoluco e heroica bravura, actos cujo i
apreco c lauto maior, quanto mais elevada a
posicao daquelle que o pratica
O movimento de concentraran oi operado ;!
poJe-se marchar avante ; a ordem eslava dada. ;
Ja era lempo O que seria leito da guarda!
imperial as tres horas que se uccederam a
aquella em que ella vio fallar-lhe inopinada-
mente o soccorio esperado vamos ver.
O ranal defendido, na Ponte-Nova por cinco
casas, duas situadas na margem direila, e tres
na margem esquerda : essas casas eram o mes-
mo que cinco fortalezas Na Ponte-Vecchio de-1
tendido igualmente por urna aldeia assenlada so-
bre as duas margens. Entro esses dous pontos,'
tslo diante da ponte do camiuho de ferro, se !
acha edificado um forte lemivel. Destacamentos
inimigos estn lem-se por loda a linha, nos es-
peam. Dep'ois de urna lula desesperada ellos re-
cuam.eo n-durlo lomado; o general Cler frente
do primeiro de granadeiros o dos zuavos da guar-
da se arremessa sobro a Ponte-Nova, e passa
alm. apezar do fogo excessivo que parte das ca-
sas que a defendem ; urna por urna essas casas,
foram despejadas ; levado do seu ardor, esse pu-
nhado de homens se dirige para Magenta ; po-
rm, enhilo, das mallas que circulara o caminho
estreito, em que ellos se haviam mettido, sabe
um numero considerare! de inimigos que os obri-
ga a recuar para o c mal, balc-os, c quer impel-
li-los para a oulra margem. Vinlc vezes carre-
gam sobro o inimigo, viole vozes sao repel.dos.
Nossos soldados suslenlam-se com energia ; po-
rm por quanto lempo anda podero sustentar-
se ? As horas passam, o ricnlinm soccorro Ja
as casas do lado esquerdo estao oulra vez em po-
der do inimigo ; o bravo general Cler suecumbio
dispulando-as. O general Begnaud-Sanl-Jean'
d Angely alira-so a cavallo alravez da ponte re-
solvido a morrer entre os seus granadeiros, por
que s resta va morrer !
A lula na Ponle-Vecchio nao menos terrivel;
os nossos soldados apoderam-se da aldeia, mas a
ponte derribada ; as casis da margem direila |
licam em poder do inimigo ; de ambos os lados!
parlera os tiros. Em vo o general Picard, que
se tinha desligado do tereciro corpo desde ma-1
nh.ia, Chega 1 frenlo da sua brigada ; em vo elle
dispe enrgicamente a defeza, dirigindo todos
os ataques, moslrando-se por toda a parle quasi
ao mesmo lempo ; cm vo um corpo de inimigos
que avanca para elle desprezando bater a sua (Ib-
quena tropa e bradando-lhc que se renda, re-
pellido. Massas compactas de inimigos chegam
de Abbiate-Grasso. A coragem nada mais pode :
ahi s resta tambera morrer, porque nao querem
ceder!
O imperador se transporta sobre todos os pon-
tos, interroga lo Jes os horisontes, escuta todos
os ruidos : nadal deixemos aqui fallar M. de Ba-
zancourl :
Cumpre confcssa-lo, foi um momento de su-
prema agonia, mas lambem do suprema coragem I
Nao se procurava mais vencer, procurava-se
morrer, e oppr ao inimigo que s.i quera apode-
rar de Naviglio um dique humano que elle nao
nodesse romper. Ah eslava a salvaco ou o
peda.
O imperador esl semprc alerta, viga sobre
ludo, a toda parte transmiti, suas ordens ; elle
sabe que aquello que commanda nunca de ve
deixar 1er no sen rosto as impresses que Ibes
ssallain o coraco : mas como de vera m ellas
ser dolorosaa a vista dos seus bellos regimeulos
assim balidos 0 anniquillados !
O coronel Raoul, chefe do eslado-maior da
guarda imperial, veio dizer-lhc da parle do ge-
neral Regtiaud de Sainl-Jean d'Angely que as'
tropas do inimigo cresciam constantemente, e'
que nao poderia mais resistir se lhe nao fosse en-
viado um reforco.
Ninguem lenho para enrar-lhe, respon-
de com calma o imperador; dixei ao general
que v resistindo sempre com a pouca gente
que lhe resta
E o general resista.
Um momento depois era um ajudante de
campo do general Wimpfen, que lhe viuha dizer :
Seuhor, o-general est sendo derrotado,
nao pode mais defender-se.
Que se deferida, responda com calma o
imperador.
E o general se defenda.
Depois era um ajudante de campo do general
Picacd que chegava e dizia :
O inimigo amontoa foreas consideraveis
sobro a direila, e arneaea tomar-nos a posico,
apezar de todos ns nossos esforeos.
<< Erubaraccm-lhe a passagem, responda o
imperador semprc com a mesma calma, quan-
do eu poder enviare'! reforco.
E a passagem* foi embarazada, e o inimigo
nao passou.
Do lado de Magenta ludo eslava silen-
cioso.
Eram quairo horas. Nesse momento o general
Giulay aununciava ao seu soberano a victoria de
Magenta.
Era Vienua, e tambera em Veneza a noticia foi
oflcalmente espalhada, c lodos all nao fallavam
de outra cousa.
O que era feilo do general Mac-Mahon? Jan
sabemos. Porm o marechal Eanroberl .' L'uia
nica estrada conduz de Navara a PrecatC ; es-
la eslava alrarancada com ns bagagensdo quarto
corpo, c o marcchal nao pode avancar. O leilor
talvez se admire de ver mais de una vez retar-
dado um suecorro necessario pelo embaraza des
caminhos. Esle fado explicare pela naiureza
excepcional dos logares era que a lula era tra-
vadi ; os caminhos sao esireitos, e impraUcaveis
os terrenos que lhe licam dos lados, quando um
comboy impede urna esirada mister esperar, e
intil cuidar em passar a dianle. Acciesce que
nesle anuo oscomboys do b-agagem oceupavam
mais lugar que de ordinario, em consequencia da
permsso concedida aos officiaes de substituir
por carros as suas cavalgaduras, permissao de
que grande parle dellcs se aproveitoii. 0 ma-
rechal s pode chegar i Prccate s duas horas
e meia. De mais nao sabia que urna grande ba-
lalha linha sido Ira rada. Apenas foi disto ad-
venido a segunda brigada da diviso Regaid,
marcha apressadamente arrastando tuJo quanto
lhe lica por diante. Ja a diviso Vroj linha
partido com o general Niel a sua frente. O ma-
rechal Canroberl loma a dianleira, e seguido do
seu estado maior chega ao Tessino, avanca para
a Ponte-Vecchio, e se lanca no mais reunido da
peleja.
Comprohendeu immcdialamenle que se o ini-
migo, ja seuhor do muitas posicoes da planicie,
nos repellsse desse ponto, podria estender-se !
ate o fessino, ganhar a entrada da ponte, e obri- j
gar o imperador a voltar para o outro lado do
rio ; o exercilo (icaria assim separado, e a bala- j
I ha perdida, o marechal conduz ao combteos]
nossos soldados desalentados, anima-os com a
sua voz, e elle mesmo bale-se con o um solda-
do ; finalmente por seu ardor em conservar essa
posico preciosa muilo contribua para o suecos-
so d-i dia.
Duranle esse tempo, chega a diviso Vinov, e
a segunda brigada, da diviso Regnauld ; tornam
a lomar as casas da Ponle-Nova ; depois costean-
do o canal sobre a margem esquerda, vo reu-
nir-so aos defensores da ponte Vecchio. Mas o
que pode esse fraco soccorro contra as tropas
tmmcnsas do inimigo i E' urna resistencia louca
e imposstvel! As muniedes esto esgotadas, os
corpos da cavallaria s repellidos bayoneta ;
os homens esto faligados; nao a coragem que
Ins falla, a forra ; os regimeulos bao perdido
muiios dos seus officiaes, e se debandara ; pe-
leja-se ao acaso a ultima convulso do de-
sespero O que os poder salvar? la tres ho-
ras esperam em vo .... De repente reem em
distancia uniformes brancos correndo como em
desordem, parecem vir de Magenta. Prestara
atlencao.; urna furiosa descarga se faz ouvir des-
se lado : o 2. corpo que se apprexima, a
victoria "
Depois de numerosos combates, alguns delles
incarnicados, porm lodos com feliz resultado,
dados separadamente por suas tres columnas, o
general Mac-Mahon reune-as em frente da ci-
dade, e ao mesmo lempo determina o assallo.
Odas as casas esls fojlifieadas, cheias de me-
Iralhas, e vomitara fogo. raa das priraeiras
oceupada por um coronel austraco e 300 Tyro-
lezes ; ah a passagem torua-se impossivel. O
general Espnasse desee do cavallo, dirige seus
Zuavos para esse poni ; elles suecumbem sera
poder approximar-se.
O general furioso, diz M. de B.wanccurl,
vendo cahir seus bravos soldados dianle desse
obstculo, bale com o punho da espada na rotula
de nina janella ao res do chao, o brada-lhes com
voz imperiosa : Entrai, entrai por aqui Ao
mesmo lempo um Uro parlindo dessa janella,
que elle se arrima, quebra-lhe o braco e pene-
tra-lhe ros rins; o general fica por u'm instante
immovel, cgui a sua rude energia resistindo an-
da a raorle que o arrasta ; depois sua espada
escapa-lhe das mos, e elle cahe para nunca
mais levantar-sc. i
A cidade oi tomada casa por casa, digamos
anles, baluarte por baluarte. Eram seis horas
e meia : por um estreo supremo, Giulay tenia
cortar o nosso exercilo que se ia reunir, mas
repellido. Al s 9 horas se ouviraiu os liros;
anda no da seguinte os Austracos simularam
um ataque para defender a sua retirada ; porm
ja a balalha estar auha, e o inimigo repcl-
lido da linha do Tessino, e abandonauuo a do
Alda, vai esperarnos sobre as margen do
Mincio.
A victoria de Magenta cuslou nos caro : live-
mos 4:-i40 homens ra do combate ; destes 24C
eram officiaes.
A 5dejunho o general Giulay, escrevendo ao
seu impercdor para desculpar-se de seu erro da
vespera, dizia : que se linha visto obrigado a ce-
der a um inimigo muilo superior em numero, e
que fazia constantemente avancar novos re-
Jorcos s>. Nessa sua declaraco o general Giu-
lay estaa de boa f ? Acaso julgara realmente
impossivel que um limitado numero de soldados
livesse durante seis horas e sera recuar, resisti-
do ao choque das suas numerosas tropas ? Nesle
caso procure na historia do exercilo do seu paiz
que ah encontrar um exemplo quasi lao glorio-
so do que pode a coragem obstinada : a Austria
leve tambera era Novara a sua victoria de Ma-
genla. D Asprc julgaudo accommeller um corpo
LS. 2?,n-acl"m"se co,n 15:00 homens contra
D-tOO Piemontozes. Pede soccorro; as tropas
que lhe sao enviadas foram extorvadas pelos
comboys de bagagens, como nos aconleceu era
Magenta. O archiduque Alberto em Bicoque, e
em Casena f.aslellazzo o conde Kolovralh, ex-
cellenle general que a Austria nao snube apre-
ciar, mostraram o mesruo valor, a mesma ener-
ga que o general Cler na Ponte-Nova, e o ma-
rechal Canroberl na Ponte-Vecchio. Duranle
muitas horas D'Aspre fica s, mas nao cede. Os
soldados desalentados j nao atleiidem as suas
ordens, e esto prestes a recuar. Com os olhos
ardeulemenle fixados sobre o caminho, tendo
perdido j loda a esperanza, elle ia dar final-
mente a ordem de retirada, quando o cauhao re"
tumbou sua esquerda, e Iho annuociou o soc-
corro esperado. Os Piemonlezes se julgavam
j vencedores; urna hora depois tinham perdido
a balalha de Novara, e a campanha de 1849 esla-
va terminada.
Temos concluido o primeiro yolume das Chis-
meas da guerr-a ; apenas abraca elle o espaco de
um mes, o bem preenchido. Como sao mag-
nificse be m desenvolvidos os aconlecimcnlos !
Ardenlo e impetuoso quando descreve a furia dos
combates, o autor toma-se calmo, modesto e re-
fletlirlo, quando expe os aprestos da lula e os
seus resultados. Falla sempre do inimigo com
essa corlezia franceza, que nao ha degenerado de-
pois de Tonlenoy. e que o nosso privilegio (nao
se torna preciso ir muito longe para se ler pro-
va disto). O que adiamos nos que censurar nesse
primeiro voluine ? Alguma confusao, defeilo quasi
nnovilavel em urna obra semelhante. Todas as
batalhns nao se deram em urna planicie igual c
por meio de manobras regulares, como as que so
v no campo de Marte. As aue M. de Bazan-
courl descreve, taes como as de Monlebello, Pa-
lestra, Magenta, esla ultima cora especialidade,
sao rauilo mais complicadas. Tantas foram as
acedes ao mesmo lempo c to diversas entre si,
que difficil prender a allenco do leitor eni
ninas e outras, sem causar-lhc alguma confusao.
O autor conheco o terreno que pisa ; eaminha
apressado c sem precauces ; o leitor que se acha
era terreno eslranho leu] algum Irabalho cm se-
gui-lo. Digamos alm disto em abono de H. de
Bazancoort que a naiureza dos lugares nao pro-
pria para evitar-so qualquer confusao, porque das
cinco ponlcs, que cobiem o Tessino e o Naviglio,
duas tem o nomo de Magenta, e duas o de Bulfa-
lora.
Oulro deleito de que so resscnle a obra de M.
de Bazancourl confundir os caminhos princi-
paes com os pequeos alalhos, inlerromper a
narraco de urna balalha para entromeiar narra-
ces de pequeos combales, e acompanhar os
quairo ou cinco nonios necessarios para indili-
gencia da campanha de grande numero de outros
nomos imitis. Porm (embromo-nos que M. de
Bazancourl hisloriographo, e como tal sujeilo
acortas regras; sua obrigaco narrar ludo.
Mais tarde vira o historiador, aproveilar o que
for necessario, desprezar o que for intil, e
ajierfei'.oar a leilura para a posteridade.
a mlssao de M. de Bazancourl nao lhe permil-
lia desccr a certas particularidades, que entre-
tanto sao o complemento de loda a historia mi-
litar. Nao ha q iem nao desojo ler lambem a
dcscripeo de um outro campo que nao o de ba-
lalha ; ver o official o o soldado sirnplesmenle de-
pois de ler visto o exercilo ; ver o acampamento
e as vivandeiras depois de ler visto as manobras.
Nao ha quem Bao deseje ver esses homens indilTe-
rentes ao perigo, receiando-o somonte por sen
VsinllO, nsenSveis quando preciso, matando
sem rancor durante o dia, affaslarein ao cahir da
noule os cadveres para armar suas leudas, dor-
mirem soregados, e ao calar o dia seguinte es-
quecidos do que riiam e soRrerara na vespera ;
bons, generosos e delicados, rodeareni os feridos
dos cuidados femiiiinos, tralarem os prisioneiros
corno seus cmara las, e dividireni com ellos suas
pingues provises. Queremos pesquisar ns am-
bulancias, penetrar as leudas, ouvir essas phan-
lasticas e; opeas, em que as bellas damas raila-
nezas lomara o lugar das eternas heronas dos
conlos da La llameo ; es -otar as zumbaras des-
ses folg i S p ipituos que nada capaz de des-
animar e abater ; se nao leem o que comer, met-
iera a bulla n governo, o licam consolados ; se
chove, estregara as mos de contenas, e excla-
mara : Que felicidade Os Austracos estao sendo
moldados!fieco de um dos nossos raelhores
desenhistas, de muila naluralidade, e que expri-
me melhor que as grandes phrases, a superiori-
dade, que ao nosso exercilo d essa sublime qua-
lidadeo bom humor.
Nao seria menos til descrever-se esse lado da
vida militar. Acaso nao nos olferece elle na
guerra urna grande lico T Essa abnegacao mo-
desta, esses sacrificios feitos com tanta simplici-
dade, essa disciplina que se curva sem esforc/i
o animo do hroe, nao um magnifico exemplo
para um stv.ulo quo invade o materialismo, e que
nao sabe obedecer .'
O olficiai e o sol lado alm disto tem os ines-
mos direitos a Qguiar ni ultima campanha. Seus
esforeos pessoaes muilo conlribuiram para o feliz
exilo dcsta. As posicoes do inimigo eram to
fortes, o terreno lhe era lo eonhecido, e todas
as corabiuaces bellicas lo familiares, que mais
de urna vez 0 exercilo franco-sardo leve de avan-
car confiando nicamente no valor dos homens,
O prximo volunte conlar-nos-ha a victoria de
Hangnan, que nos cuslou pedas considerareis,
lano mais erueis, quanto foram ellas infructfe-
ras. Os 25,000 Austracos acampados em Malig-
nan ler-se-hiaoi por simesmos retirado, sem ha-
ver necessidade de ferca-los a isso. O imperador
por coiiseguinie tinha um oulro Oro ; os quatru
corpos deviam marchar solire elles ao mesmo
lempo, envolve-los em um circulo, c desrma-
los. Nao nos cabe averiguar a razo porque o
primeiro corpo Iravou o combate sem esperar o
auxilio dos outros tres. Porm devenios coufes-
sar que esse ataque Imprudente fez-nos p> rdor
maior ganho que esperavamos, e cuslou-nosS'.'O
homens. Peilos como os de Marignan sao victo-
rias, mas victorias que equivalen) a derrotas!
Depois ser Solferino, balalha gigantesca pela
extense das linhas, pela duraco da lula, pelas
difficuldades vencidas, pelo numero dos comba-
lenles 0 das victimas ; na qual 150,000 France-
zes e Sardos, exhauridos por seis semanas de
marchas e combates, bateram-sc com 200,000
Austracos, a maior parte constando de novos
reforcos : na pial aquellos Irumpharam depois
de dezoilo horas de urna lula encarnizada.
Era preciso chegar ao inimigo por declives
ingcines c escorregadic.os, c ler anda foreas
para vencer Nos nao condecamos o terreno ;
para o exercilo auslriaco era um campo de ma-
nobras de louga data eonhecido : ahi veio elle
muitas vezes, como o atiesta esla ingenua excla-
maco de um official auslriaco prisioneiro.
Maldito infortunio Ha quarenta anuos que
damos esla balalha, e a primeira vez que a
perdemos.Ninguem no exercilo auslriaco du-
w'dava do successo ; lodos esperaram urna vic-
toria solemne. Francisco Jos quiz assislir
olla ; Irouxe comsigo, segundo dizem, carros de
grande gala que o deviam transportar Milo.
Qual nao seria a sua dr quando vollou para
Verana no meio do seu exercilo derrotado 1 En-
lo talvez se lembrasse com amargura queonze
anuos anles linha entrado nessa mesma cidade
todo ufano da sua primeira victoria ; depois de
lerern as suas tropas balido os Piemonlezes em
Saint-Soucie, apezar da bravura destes, c do co-
rajoso exemplo de Vctor Eniiuauucl, enlo duque
da Suecia.
O encontrados dous exercilos sobre urna linha
de lies leguas, um avanzando sempre, lenta-
mente, e i ni boa ordem, o outro sempre recitan-
do, mas nao sem resistencia, oll'erecer penna
de M. de Bazancourl materia para una bella dcs-
cripeo. Aguardamo-lacom impaciencia
Coiidozindo-uos ao solo lombardo, esse segun-
do volurae da sua obra, nos dar sem duvida a
conliecer o carcter do paiz que as nossas tropas
airaressaram e libertaran). Descrever as ova-
ces que receberam os nossos soldados ao entrar
em cada cidade ; os carros de Milo eonduzidos
por seus proprios dorios indo em busca dos fli-
dos de Malignan ; as mulhercs cuidando dos
doenles ; os medios abandonando a sua clien-
tela, durante semanas e mezes ; e Urescia, cida-
de de 3:2,000 habitantes, preparando 15,000 lei-
los em tres horas. Protestara sem duvida con-
tra a injusta exprobraco de ngratido dirigida
aos lombardos ; apezar de que parece confirmar
essa exprobraco o proceder lestes para com
Carlos Alberto. Quem ignora que, apezar da
riobre conducta e da cavalleirosa leincridade do
sen tillio, esle principe, solfrendo anda de una
ferida recebida dos Austracos, se vio exposto s
injurias do povo milauez ? Nao foram saquea-
das suas equipagens, e nao se dispararan) muitos
liros contra a janella da sua cmara? Nao esleve
elle a punto de relirar-se clandestinamente para
sublranir-se raiva insensata da multido ? Fe-
lizmente nerihuma dessas seeuas desagradareis se
produzio neste auno.
Mostrar finalmente que a paz de Villa-franca
sorprenden a essas cauecas promptas a se
exaltaren), a esses espirites facis, e por consc-
gunte um pouco levianos, que por algum lempo
se esqoeceram do bera que nos deviam masque
esse desvario foi de curia duraco, e que o re-
conheciraculo bem depressa tornou-se sincero,
unnime, e nao so tem desmentido. Elle se ira-
duz por diversas maneiras, a contar da grande
manieslaco de 13 de agoslo at mil oulros tac-
tos, que aqui nao podemos reproduzir, dos
ques apenas citaremos umo que mais nos im-
pressionou.
Estavamos no cemilerio de Solferino. Seis se-
manas se tinham passado depois da balalha, c
nada havia mudado de aspecto. Os muros esla-
vara cheios de grandes o largas fendas, as gra-
des das jaucllas quebradas, a capella deslrai,ada,
as pedras dos tmulos fra dos seus lugares. A
lula ahi linha sido terrivel, e a resistencia de-
sesperada. A um canto via-se ura tmulo mu
recente, e sobro elle erguida urna cruz cm que
eslava escrpto um nomosignal de lembranca
quo npsse lugar mui raro se fazia I Ura hornera
u una rautas* eslavam ajoelhauos junto a esse
tmulo: julgamos que vnhain chorar a peda de
ura amigo, de um prente, de um lilbo, talvez 1
Conse vaiam-se alguns momentos orando em i
profunda meditaco ; depois levantaram-se, e o
hornera escreveu algumas palavras sobre a cruz.
Quando se reliraram, nos nos aproximamos: era
o tmulo do bario Dcschapelles, sub-lugar-te- ]
nente do 1." de zuavos. Ticemos a salisfaccao
do conhecc-lo, o sabamos que, padecendo anda
de quairo feridas recebidas cm Marignan, cuberlo |
de ataduras e de apparelhos, dcsapparecera do I
hospital de Milo, apezar dos conselhos e rogali- I
vas de lodos, noticij de que urna -ftatalha eslava !
prestes sobre as margens do Mincio, e veio bus-
car a morte cm Solferino Por cima do seu nomo
leraos estas palavras escripias a lapis :/ coiiju-
gi conti pregarona imtuffragio d'ell'anima deW
erocche qiii jiacce.
(FERHAND GlIl.VMiKAl .)
Retala Cuntciiipuranen.Silveira.
INTERIOR.
Cuimttisso An^Io-ierasiEcira.
FREZAS.
Arligo XXV.
Segunda parte.
Uii.jiie escuna tyovo Mello da prara Je Sania Ca-
harina proprielario Juo da'Costa Mello..
Passamos a tomar conhccimenlo de urna fio-
leera, de naiureza diversa, platicada posterior-
mente poea em que vigoraran) os tratados, e
em que conseguinlemente mperava o dreilo
comniiim. O tacto a que alludimos, inspii iu < i
Sr. de Uruguay as seguinles sentidas patarras :
^< Picar averiguado que o governo do S. M. Bri-
launiea faz guerra nao provocada, e em verdade
bem pouco gloriosa ao Brasil ; e que quanto mais
este se vai adiantaiido na caneira da repreSSO,
mais recrudecen) as injuslicas e as violencias que
lhe lem silo felas. ->
A ex posico do inslito ficto consta da seguin-
te ratificaco do protesto, quo se ai-ha appensa
juslillcagao julgada por seniem;a, e era que An-
tonio Domingties Aires, mestre do navio, ralifi-
cou e juslllcou a sua declaraco era coniormida-j
de com o cap. .", see. ].-' ar. 306 a 369 do de-
creto n. 707 de25 de novembro de 1850:
Declaro que sahi do Rio de Janeiro a 20 de
julho do coiiente auno 1851), conduzindo sele
passageiros para Santa Calharina, c dei I
dentro da bar a, ao p d > i:!,.i dos Cardos, ou
estire bandeado al ao da2 s horas da ma-
nlia.a, e enlo enlrou pea mesma barra uraabar-
ca de vapor ingleza, e dan l i fundo ao p de nos,
vieram um commandanle e dous officiaes, rcvis-
laraoi os papis [passaporlo, certificado do ma-
Iricula, matrcula da Iripolavo, passaporlo dos
passageiros, officio da alfandegp do Rio a do Des-
ierro, Coiitendo despachos, e manifest que abr-!
iam ); conferirn) a carga que acharara confor-
ma o manifest. Mandarain sallar para o va-
por toda a Iripolacao e passageiros, dizendo
estar o navio aprisionado. Oppuz-me mas
uo pudo resistir forra. Nao segu ni navio '
por molestia, etc. o navio eslava distancia de j
uma amarra, da fortaleza da Barra. A bordu do
vapor fizeram-me assignar ura papel cojo con-:
leudo ignoro, pois nao sei ingli /., c mesmo por-
que'all faria quanto me niaudassera por estai
desorientado, Levarara-me lodos os papi.-, apou-
tamentos, etc. ;>
Oulra pe; i imp irlanlc a pelico dirigida pe- .
los interessados ao governo imperial, a qual do
Iheor seguinte :
Senbor.Representara a V. M. imperial os
abaixo assignados, propnelarios di embarcaco,
proprietarios e recebedores da c ra do Urigue
i nacional den imina lo .A >eo 1/ lio, melru
Antonio Domingues Alves, em ciagem do porloj
do Rio de Janeiro para o eJest.i cid ide do D
ro e ilha de Santa Calharina, que, leu lu o dito
brigue escuna sotaventeado a barra desta ilha, e
por essa causa entrado pela barra do sul.fundeou
dentro della, tanto quanto o vento lhe perm
a espera que o vento rodasse para enlo poder
seguir para o ancoradouro desta cida {a ; que no
da seguinte enlrou aquella barra a barca de va-
por de S. .M. Brilannica l-oeust commandante I!.
L. Curlis, o qual api non o re enJo brigue-es-
cuna, lirou-lhe de bordo os passugeiruS e equi-
pagem, lripolou-o com genio su.i, baldcou para
elle carga que linha a bordo da barca de vapor,
ni.indou suspender a ancora, e fe-lo sabir barra
fra, com desuno que dizem ser pan Santa Me-
lena, e Irouxe na barca de vapor para 0 porto
desta cilaJe os passageiros e equipagera Jo bii-
gue-escuna,
(ls sopplieanles,logo que pelo official da vi-
sita tiveram noticia dotado, ignorando porem as
circumstancias, escreverara urna carta, com as
expressoes as mais allcnciosas, na qualidadu de
proprietarios e recebedores da carga, pedind i n
S. S. que Ibes declarasse os motivos Jo apiiso-
uainenlo, afim de que o^ abaixo assignados, pelo
couhecimcnlo desses moliv >-, pode iscm procurar
a indemnisacu de seus prejui^os da pessoa ou
pessoas que delles tiveasem sido causa, a qual lhe
euviaraiu por um dos interessados o r. Bru-
meneau). Tiveram, porem, o desgoslodo nao re-
ceber resposla por escrpto, e a verbal oi que
nao linha lomado o brigue-escuna como contra-
bandista, mas corno pirata, por nao ler os papis
era ordem. Formalisaram enlao o seu protesto
para ser intimado ao ineslro do brigue escu-
na, ento j em lena, e ao dilo commaudaute
Curlis.
Desembarcando nesle meio lempo o dito com-
mandanle, e teud-se dirigido ao palacio do go-
verno, onde se demorou pouco mais ou menos
duas horas, quando se rctirava o recolhia para
o hotel do vapor foi encontrado por alguns dos
supplican.les, leudo fenle ura Roben Trom-
powsky, que qualldade de inleressado, reuna
as circumstancias do faltar a lingua e ser o seu
consignatario, e lhe peJiam novamenlc respos-
la caria, que denegou, al que, loica de re-
petidas insteiieias e exposiees da justiea que Ibes
assislia, disse que se queriam ir abordo, Ihesl
palontearia os motivos ; aceilaram logo essa
condescendencia,clorara a bordo com o dito cora-|
mandante alguns era commissao. qual o referido
eoinmandante aprcsenluu uraa copia impressa do
decreto n. 708 do l de outubro de I80O, e lhe
apoulou os aris 33 o 31; e proseguiudo a con-
versando, lhe disse mais que o mcslre do brigue
escuna linha sido em grande parte o culpado
por lo-lo rulado mu deseorlez e dcsallenciosa-
inente, pois se isso uaofora, provavclmente teri.i
deixado de ser aprezado.
Era virtude dessa referencia do commandan-
le aos citados arts. ::{ e 31, julgaraui os soppli-
eanles lambem necessaria a seu dreilo a inlima-
cao do protesto jo procurador da cora e fazeuda
nacional, por isso que fia julgado pirata o bri-
gue escuna por esses mesmos papis que foram
admiltidos como bons pelas autoridades da capi-
tal do imperio que lhe deram o despacho de sa-
luda.
Tendo assim os supplicantes exposto as cir-
cumstancias que Ihes causaran) as graves perdas
que soffreram. e acbando-so embarazados acerca
dos meios quedevam seguir, tratando-se de ui\,\
pieza feita em um porto nacional, era virtude de
um decreto de V. M. imperial, tomada e tirada
por una embarcaco de naco que nao podem
suppor em guerra cora o imperio, e enviada pa-
ra um purto estrangeiro, onde la!vez va ser jul-
gada sem a proleccao dos interessados, recorrem
i proleccao de V. M. imperial. E ousam mais
os supphcantesnacionacs pedir a v. M. imperial
a graca de fazer reconsiderar o 0. do referido
decreto n. 7ii6. Desterro i de agosto de 1851.
E It. M.Joo da Costa Mello.Antonio Fran-
cisco de FariaJos Hara do Valle.Henrique
Schutel. I)r. llerman Bluuieneau. Manoel de
Almeida Valga.Be uto Jos Ferreira da Silva.
Roberto de Trompovsky.Marlinho Jos Calla-
do. Thomaz du Grdue.Domingos Velloso de
Oliveira.Joo de Dos Gaignelle.Lrico Hac-
hele. Carlos Gutlherme Schmidt. Luiz de
Souza Fagundes.Marciano Caetano da Silva.
Jos Joa.|uira do Amaral.Manoel Francisco da
Costa.Manuel Luiz du Livramento.Thomaz
dos Santos.Antonio Caetano de Souza.Jos
Bonifacio Caldeira de Andrada. Jusliniano de
Moura e \ asconcellos.
Cumpre recunhecer quo o governo imperial lo-
iou a decida atiitude.comquanlo baldadamente,
segundo sempre aconteca. O Sr. de Uruguay
exprimio-so assim n'uma nota legaco brilan-
nica :
Sera esle ura Dentado contra o territorio
da paiz.e lodo aquelle paiticular que lhe resistir
esl no seu permito dreilo, bem como as auto-
ridades que se oppuzerem, at com forja, esse
procedimento. Se dos conflictos que podem pro-
vir resultaren) morios e erimentos, nenhuma
lespoiisabilidade provir aogovenoimperial, nem
s autoridades brasileiras, era aos particulares
que tivercm defendido o lerrilorio do seu paiz e
a inviolabilidadu das suas habitaces e proprie-
dades. '
Nao podendo crer quo o governo de S. M.
Brilannica tenha a inteneo de promover por (aes
conflictos as desagradareis consequencias quo
delles podem originar-se, o abaixo assignado re-
clama do Sr. lludson as necessarias providencias
para que cosse semelhante procedimento. O
abaixo assignado reitera ao Sr. lludson as ex-
pressoes de sta perfeita eslima e distmeta consi-
derarn.
Cumpre cm seguida Iranscrevcr o olfieio que
pelo presiden c da provincia de Santa Cath
foi enderezado a 2 de agosto de 1851 ao go*
imperial pela reparlicffo dos negocios eslrang-i-
ros e que do theor seguinte :
Ulm. e Exm. Sr.No dia 29 de julao ultimo
ao meio da, enlrou no porto desta cidade o va-
por Locust, de S. M. Bril.mnka, do qual rom-
jiandante o lugar-tenente Roger Ladea Curt
trazendo a seu bordo a tripolaeo e Piingoiio*
do bergantn nacional .Voto Vello, que do por-
to do Rio de Janeiro sahira a 2o do iliio me/.
Nessa mesma occasio mandn enii
passageiros, o mestre, o contra-raesirc e Um
marinbeiro, retendo a bordo um passageiro c
seis marinhos escravos. Na arrasiio di enl
deu ao official do registro esse quarlo de |
sob n. 1, dizendo ao olficiai do registro que mt
viria fallar no mesruo dia. Nao riao, man ,
interrogar o mestre, o i-onlra-uiestre, o mari-
qheiro e os passageiros, qac declararam o 1
lante nos documentos ns. 2 e 0. Tendo .,
mandante no medmo da da apprehearao
SCgUir para Santa ll-len.a o DSV0 apresido, li-
rou as autoridades brasileiras lodos 1 1 leios de
poder bem conhecer se alguma lenUlh
de commercio illicilo : e naa podendo Miar dos
rJepoimenlds da tripolaeo e 1.....g< roa do na-
vio indicio algara que me I -- .- itM craii-
nalidade, mandei-oa por ma Itaerdade, ai mes-
mo porque me cooslea que o outro p..
pelo commamlaiile retido tinha, sido sol ,
ido-84 lhe o passaporlo, teodo 0 dos oulros
licado era poder do eommaadwle, como rcr
V K\e. do depoimento sub 11. 4
No dia 90 s 2 horasaa larde reio-BM pro-
corar o comroandaalfl Curlis, izeado que ra
nha visitar : e fallando-sesobre o
se-mo que o tinha anpreheodido, 1
I 1 em commercio de Afrcan
n 'erdade ro jrala, por nao trazer o lin
""'l|" M '!"" I'ota o decreto n. 7i6 de I I
outubro do auno passado, e ; ir 1.
1 '"'" orle a matricula do nai
To fracaS razoe*. quando 1 pa-
ra diversos negocian) tn ,, j,r
Blumeneau, ehofe de una colonia, as din
proflssoea dos passageiros, a irpoU
-a arredavam toda asuspeilade ciime,
barco quo nunca se envolrea 1
me razem acreditar que oulra rw tiv 1 me 1
cumpnmento de ura derer. levog > roniuiand ri-
lo Curts a aprisionar o navio no dia tf del
das buenas da fortaleza da barra do Sul. 1
ver \ Etc. do- dipo memos da h oa
passageiros. e I j officio do almoxari
za sol 11. r.
Essa miuha convieco corroborada e
procedimento ulterior do comraandant.
garnanotiede 30 pata 31 1 i. p
como vera \. Exc. dos de|
I Enlendendo eu que nao levia i 1
10 los esses f.,|,,s sam uma qual luei 1
dingi-lbe noli c instante da copia n.7 Si
ta apaas loquei nos hiates d Pedro i o
"lia, porque do primeiro s linha ronh
pelooffino n. B, do segundo por n 1
gas quanto s circumslanciss. Chegunjo h 1
mestre deste ultimo, o m ,.,, ,r ,. .
rau-me o seguate :
o hi.ii.- Penh 1 sahin do I 1 le iam rn pira
llapoeorohy no dia i:i do julho ultim 1
prchen ii lo a 25, ach mdo-se a 5
do Araquary, perlo de [tapocorohj 0
danto Curlis, adan lo urnas esteii
servido pata (erro da farinha que lev,
Rio, e alguma carne que vinhi c im l< -
m 1 o apprehendera ; e tirando lo ta a cara
tend 1 o ,-ortado pelos altos, o metiera 1
mandando que a Iripolacao, i excep ao de om
mannheiro escravo, fosse para a torra s
do hule. Dlz-so que a carne ten sido ,li!i
pelo pralico que elle tem a bordo em ..
gares da casta.
Se a f.lij dos Meros de bordo e um ou eatro
in licioque promplamente se p ido d
bastinte para se motler a pique, ou man I
para Santa Melena as aossas embarcacS i,
frer muito a nossa nayogaco roal
anda nao estarem providas dos i.
- de c.abotagem, e nao Ierra -
bullados para fazerein a escripluri 1 regal
comprehenier bera os nossos regulam 1. le
ne-so V. Exc. vista do expendido, di
me suas ordens.
Dos guarde a V. Eso.
E como aqui foi disentida entre ambas a< par-
les o ponto dubiosissimo da famosa aten
cao da lapidosa palavn ; ral
maiscuriosa pretencao do governo ingles .
exercer a polica martima das
e arvorar-se, sem que ninguem lhe acata!
sermio, em supremo interpretador e e\. |
executor das Icis brasileiras
brilannica !] nao ha remedio seno con
ta narraco com 1 al os is trans rip
Respondeu Sir James Uudson, ai]
goslo :
O abaixo assignado nerihuma informado of-
licul r.'cei.eu a respeilo da appre
do Mello ; porem indagar dj autordaoo coa
tenle (., aue o vice-alroranle, ,-ommandanie
in chele da esquadr.a de S. M. nesta esla. o "1
os motivos da apprchensi
Redargiu o Sr. de Uruguay a 29 d
bro ;
O .Vori Mello nao esta va preparado pa:
zer o trafico, nunca se envolveu em trauco illi-
cilo, irazia carga li.-ita para diversos negocwnUs
honestos, a que nao se applicam ao iraii
para o Dr. Blumeneau, chele de uma colonia. commandanle Curts deelarou ao presidente da
provincia de Sania Calharina que o a-
ra nao como implicado no commercio de a
nos, mas como pirata, por nao trazer cerlos li-
vros de bordo, conforme o decreto brasikiro a.
08, de l de outubro do auno pa-sado.
Que o commandante do /. nal i|
navios somenle pelo laclo de entender .jo.
papis nao conslilucm an /io/ie>i ir. i va pela declaraco por elle assignad.i, .
ao mestre do hiale Uom Jetas, a qual rat
por copia, datada do 1 de agosto prximo
sado. '
Ahi declara elle que, se encontraaM 1 I
fesui sem os papis que na opmio deile coaa-
inandanle sao necessarios para concllale in to-
ra! irader, o capturara e o mandara for
calion.
<< Logo, para que um navio ieia capturado c
renicllido para jauta Helena ou incendiad ,
>: mais preciso que tenha sgnaos de queso em-
prega no trafico.
- Basta que o commandanle do cruzador en-
feuda que elle nao tem lodos os papis aacoaaa-
rios para constituir on lioncul traJer.
A copia junta de um officio que o abaixo as-
signado receben ha poneos dias de vica-aaaml
do Brasil em Santa Helena, habilitar anda .
o Sr. Uudson para julgar da lajustico o vi,.:
da captura do Novo Mello, o procediawata do
vice-consul foi espontaueo, e a primeira ve/
que o tem.
B de notar que os mestres, pelo temor c pelo
receio de se vercm cm-paz aatraagaira,
lingua ignorara, e sera recursos, sempre tocaaam
acompanhar as embarcaces capturadas.
O curioso officio do proprio inglez viee-consu!
do Brasil era Santa Helena do seguinte lamer
L" do meu dever participar a V. Exc. a < Le-
gada esle porto do brigue eseaaa aactopal
iXouo Mello, apresado pelo vapor de guerra ari-
lannico Lucusl, perlo de Sania Calharina, aecu-
sado de estar esquipado e de emproaar-ai
trauco de escravos, e abaudonado palo cepito
e tiipolaeo.
Lulive occasio de examinar o depoimenlo
do ollicial da presa e os papis adiados a bordo
ao lempo do apresamento, archivados no tribu-
nal do vice-almiranlado, e achei o segrale :
[Seguem os documentos).
lira consequencia disto, eu, como vice-con-
sul do Brasil, vendo uraa embarcaco com a
bandeira imperial, com uma carga licita a bordo
e abandonada pela sua Iripolacao, comparec pe-
ante ojuiz cm aeaaio, e ped ao tribunal que
me concedesse licenea para defender o brigue-
escuna, ou que se suspondesse o julg.imento pa-
ra dar lempo aos proprietarios do navio ecarre-
gameuto de autorisarem 011 mandarem qualquer
pessoa munida de procuraco bastante, afim do
proteger se us bens ; mas o juiz nao concordou
comigo. Ped depois ao tribunal que BHaataaaa
fazer uma vesloria a bordo para confirmar o de-
poimenlo feilo pelo official que conduzio o bri-
gue-escuna para esle porto, oflerecendo-mc a
pagar todas as despezas ; mas esle pedido lam-
bem foi rejeita'do.
O secretario do tribunal tomou aponlamcn-
los das minhas peticoes c proposlas.
Muias outras graves circumstancias censlam
dos aulos e dos documentos que foram publica-
dos no Jornal do Commercio de 12 de selenibro
de 1851. No piocesso acha-se appenso um cu-
rioso recibo de 98$ dados aos marinbeiro* do
l.ocust para deixarem desembarcrsele escra-
vos marinheiros do oco Mello apretado I
Em cima de queda...
Ti ar-^*li\ j^-i


--.
DIARIO DE PERNAWBUCO. SEGUNDA FETOA 13 DE ^T;VEnETrTO PE t860.
EiS-abl pois uin navio da praca de Sania Ca-
tharina, que cosiumara viajar para o porto do
Rio-Grande, perloncente a negociante que ja-
mis se cnrolreu em traQco, chegado do Rio do
Janciro'ao sou destino, dentro do porlo, sob os
canhoes do urna fortaleza, transportando passa-
gciros respeitareis e carga innocente, apresado
cm mares territoriacs, quando nem existan) tra-
tados, levado a Santa Helena, julgando reve-
lia era trras e por juizcs britannicos, e condem-
nado... a va sansdire.
E' evidente que neste caso a commissao con-
ceder, sem duvida, a iudemnisacao a que taos
factos dao jus.
-- _____ Publicla.
m
PERNAIVIBUC.
KECIFE. 11 DE FliYEREIRODE 1860.
S SEIS HOIIAS DA TA11I1E.
Retrospecto semanal,
Durante a semana, que csl. a expirar, nc-
nhumas noticias tiremos do exterior. Espalhou-
sc, eremos quo sem milito fundamento, a noticia
de que deveria chegar, om um dos dins passados,
o primeiro paquete de urna nova linha de vapo-
res franceses entre o Havre e o Rio. A noticia,
porem. nao se realisou.
Esperava-se, desde o dia 7 do correnle,
procedente das provincias do norte o paquete
i'rinceza deJoinvillc ; mas at hora em que es-
creremoa nao ello chegado. Ha Tinto o seis
dias que d'aqui parti!
Esta notavel irrogulahdade, quo se d cons-
tantemente as viagens dos vapores da compa-
nhia brasileira de paquetes, alm de ser summ-
mente prejudicial aos inlcressea do commercio c
do publico em geral, lamben) um grande mal
para a propria companliia, que soll'io coni isso
pordas considerareis. Grande numero de passa-
geiros, quefariam de preferencia as m riag*-ns
nos vapores da companhia, mala commodus do
que os outros, vem-se toreados a lomar passa-
gens nos vapores costelroa, cujas viagens sao
oais regulares, c quo so eatendom pnaeotcmen-
to desloo Para al ao sul da Baha.
Ainda maia. D'aqui para o norle, a maior ptkr
te do3 navios de vela (azem melhor c mais promp-
U riagem do que alguns dos vapores da compa-
nhia, c receben) passageiros e carga oorum pro-
co mais commodo. Sao ainda nevos motivos de
preferencia, em pura peda da companhia.
Emquanto a companhia brasileira nao so com-
penetrar da necessidade que lera de regularisar
as viagens dos vapores, procurando l-los lodos
de nina marcha ogual, posto que do differeiite
porte, e da de alliahir a concurrencia de passa-
geiros bailando um pouco a tabella das passa-
geiis, nrmente para as provincias do norte, lia
de existir sempre esta irregularidade tao preju-
dicial ao publico e companhia, o hade ella gof-
lrer ainda pela concurrencia, que hoje lhc fazem
as companhias costeiras Fernambucaua o Mara-
nlicnse.
Pelo Persenunga, ei.lrado esta semana dos
portas do sul, recebemos noticias de Scrgipeo
Alagoas. As duas provincias oslavam tranquillas : '
em arabas se fazia sentir ainda a rcenla visita
deSS. Mil. II.
Os jomaos annunciam, quo com au.torisac.ao
do Sr. ministro do imperio se assignra um cn-
tranto rom oSr. consotheiro Goncalres Marlins,
pelo qual este se compromette a eslab dei er una
linha de barcas a vapor, no rio de S francisco,
entre a cidade do Pene loca povoacao de Pira-
anas. E'um granderaolliorameulo para as duas
provincias rihcirnhas: Alagoas 6 Sergipe, cada
limadas quaes devora contribuir com urna sub-
vengo animal do quinzo coulos de ris, o o go-
verno geral com trinta cotilos.
As noticias receladas do interior da provin-
cia sao em geral multo lisongeirasguante ao es-
tado prospero da agricultura. Aschuvaa do mez
de Janeiro linhain sido de grande vantagem para
os agricultores.
A tranquillidadc publica nao linha sido pertur-
bada em parte alguma.
Durante a semana chegou-nos ao conlieciinen
to os seguales fados criminosos :
No lugar Arlicum, districto de Bom-Jardim,
termo du l.imoeiro, V cenle Ferretea da Silva 8-
Mssinou coiuuraa lacada a Joao Dias Carnciro.
Evadio-se.
No engetiho Minhoca, termo de Sanio Anlo,
o preto Luiz, crioulo, escravo do dito engenho c
mais quatropretos fgidos de outros engenhos,
assassinarara a Thom Antonio Marlins. Luui
est preso.
No lugar Remedios, freguezia dos Afogados,
nos suburbios desla cida de. Severino Marques da
Silva assassinou a Manuel das Virgeus. Foi
preso
Na mesnia freguezia tuja tutor surrou por tal
modo a sua tutelada, que a pobre menina flera
perigosamenle enferma. O subdelegado respecii-
vo indagara do facto.
A polica foi incansarel na perseguico dos cri-
minosos. Fez-se, no decurso da semana, urna
ba colheita dolas ;
O delegado de Serinhacm prendeu a Antonio
Calado, criminoso do morte.
O delegado de Pao d'AHio capturou a Jos Ro-
drigues, criminoso >le ferimentos graves.
A polica do Limoeiro caplurou a Vicente Po-
lla, Cmplice de Jos Rodrigues, no timo de fe-
rimentos.
O delegado do Cabo capturou a Manoel Fran-
cisco de Araujo, criminoso de morte
O subdelegado do primeiro districto do Agua-
Prela capturou a Carlos de Souza Forra/, co-ro
cm crime de morto c em crrae de tirada do pre-
sos do poder da jmlici
O subdelegado de Crrenles, em Garatihnns,
capturou, durante o mftde Janeiro, a tres cri-
minosos, um de morto e dous de furto.
O Liberal l'ernaiiibucano prosigue, em ar-
tigos da redaeco e em conimuuicados, na defo-
zs do consistorio episcopal. O principal empenho
dos escriptos, que o Lieral lera publicado sobre
este assumpto, confundir o tal consistorio com
o Sr. bispo de Peinan buco, e atlribuir este
todas as fallas de que c Di trio lem acensado o
consistorio. Mas lodos sabem, que o Diario sem-
pre respeituu e respeila anda a S. Kic. Rrdm.,
c nao se lem dirigido seiio aquellos que, apro-
veilando-se da boa f de. S. Esc esto continua-
mente a coiiipromette-lo. Sabemos muito bem,
que o Sr bispo um anciao virtuoso e capaz.
das melhores eousas; mas para quo a diocese
Ihe possa ainda dnrcralgura bem, 6 indispenso-
vel que elle se separe de duas ou tres pessoas
que o rercam, r sobre is quaes pesa a responsa-
bilidadede inuilos actos miusedo estado de des-
governoa que leem chegado os negocios da egre-
ja pernambucana.
Demandaram o nosso porto, do dia i at
o dia 11 do correnle me/, VJ embarcaces
mercintes, com a lolacao de 4,978 toneladas."Sa-
fairam durante os meamos dias. 20 embarcaces
mercantes, com a Iota.-fio do 3,906 toneladas.
Entrn tamhcm obligue escuna de guerra ame-
ricano Delphim.
R u leram nesses raesmos dias : a alfan-
cega 86.281^567 ; o consulado geral 18:818^181 .
8:50(5126 : o consulado provincial 17:37(^709;
O morimento gem da alfandega, durante
os mesmos das foi de 1,933 volumes, a saber:
volumes entrados com fazendas 419. com
gneros 97, total dos volumes entrados 1,396 :
volumes sabidos com fazendas 697, com gneros
2,812. total dos volumes sahidos, 3,539.
Fallecern) durante a semana 51 pessoas,
sendo 12 borneas, 17 mulheres o 16-prvulos, li-
vres; 5 tiomens, 2 mulheres e 2 prvulos, es-
clavos.
i\a sella para s ilioau passaUo Ueu-se um
roubo em casa do inspector da thosouraria pro-
vincial, o Sr. Jus Pedro da Silva, consistindo
elle cm difT-renles objeelos do uso dos fillios do
mesmo Sr. Silva, inclusive alguns de valor, co-
mo relogio, bntoes de brilhantes, etc., etc.
Tem-se se feito algumas indagac.es, ma por
ora nao nos consta que haja resultado dolas
indicios alguns.
Perante o consulado provincial trata-se da
apprehensao ou alias da verifteacao de um con-
trabando de couros, por excesso do despacho
Informam-nos que lem havido alguma moro-
sidadrt, proveniente de se lerem negado alguns
donos de trapicho a receberem os referidos cou-
ros para a contagem respectiva. Esta circums-
lancia pode fazer dessappareccr os vestigios do
crime, se por ventura se elle deu realmente ;
mas aguardamos o resultado da commissao Ho-
rneada para verificar o facto, afiru de poro publi-
co scienle dclle.
O THBSOuao urCRiAi pf. Mf-oiinez.As tres
principaes ci lades de Marrocos s.io Fez, Marro-
eos e Mequinez. Esta ultima, a mais importante
de todas, c a que o imperador prefere para ha-
bitar, e onde est guardado o seu celebre the-
sonro.
Esta cidade lem tambem o nomo de Mikns, ou
o de Heknaaah Est edificada no centro ae um
magnifico alle terminado por urna cordilheira
do Atlas, o n'uii) paiz fannso por sua salubri-
dado, a 6i) kilmetros ao suduesle de Fe/., o a
30.) kilmetros de Marrocos.
O palaci) imperial um edificio immenso de
forma qtia iraugular, e por si s coustiluc urna
rerdadeira cidade. Elle foi edifica lo em 1681
por Mu!iy-Is:n lil. em memoria das vantagens
que elle oble ve contra os Inglezes os quaes ha-
appellados, os herdeiros ae francisco Antonio
Pereira dos Santos.
Desprezaram-se os embargos.
Appellantes, o presidente e directores da cai-
xa filial do banco do Brasil fiesta provincia- ; ap-
pellados, N. O. Bieber & C. c J. Keller & C.
Foi reformada a scntencaappellada.
DISTRIBIICES.
Appellantes, o bacharel Jos Nicolao Pereira
dos Santos c outros ; appcllado, Joaa da Rocha
Wanderley.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.
(Escrivao Marlins Pereira.)
Pela falla do Sr. desembargador Guerra, con-
tina adiado o julgamcnlo daappcllaco em que
sao :
Appellantc, Joaquim Pereira Bastos ; appella-
dos, Campos & Lima.
E por assignar o accordao proferido na appel-
laco entre parles :
Appellanles, Bcnto Jos da Costa, Dr. Joao!
Jos Fcrrcira de Agotar e outros ; appellados.'
a viuva e herdeiros de Agoslinho lleuriuues da
Silra.
Nada mais houvc a tratar.
Peco Rancel,
Secretario interino.
Communicados
ra aprisionado no
de Tnger. Esle
O beneficio dos cantares italianos.
Quarta-feira (15) lem occasio o concert a favor
.dos artistas lyrico-italianos, para o qual S. Exc.
conccdeu-lhcs o nosso Santa Isabel.
A escolha que esses artistas fizeram das pecas,
com que devora corresponder generosidade dos
1 sois protectores, cortamente esmerada ; e por
lo. tsbarro aqu por que mmha precaria sau-
de nao permita waior dssenvolrimenlo, distan-
do-me estas poueas linhas abundante suor.
Quanto nota que met distincto amigo do
Diario poz a minha primeira carta s tenlio a
dizer-lhe, que nos nao vendo muilos dias, ja-
mis podia eu affctar sabor o que avance da dig-
na reJacco, cuja inlegriJade todos conliecem.
En porm traquejado nesia cous3S nao careno
que se me mostr a mo do que escreve, vejo-a
do meii gabinete, e rara vez a deconheco.
Recife, 10 de feverciro de 1860.
Dn. Antonio Unrges da Fnnceca.
COllMERCIO.
PracadoUecife 11 de feverciro tic 1860
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cutayes offluiacs.
Cambio sobro Londres 21 3tid. 90 a\v.
Descont de letras10 e 12 0(0 ao auno.
George PatchettPresidente.
ubourcqSecretario.
Al trente de todos se ha colocado
nuestra augusta soberana. No liare-
Alfan llega.
Rendimento do da 1 a 10. .
dem do dia 11......
c Enca regado de negocio* y cnsul
r neral de Empana en*d imperio
ge-
del
1M:885I37
ll.t56l
1351813939
Alovimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas 42
com gneros 127
anuo precedente na cidade este motivo a expertac.o publica nao h-i de sf r I
palacio encerra construccoes Iludida, mxime porque o desenipcnho dolas I "01u
iuioiiieravcis,dependentes da habita^o do prin-
cipe e de so;.? mulheres; jardins magnincos,
plantados de cyprestes de todas as especies, jun-
to dos quaes crusam as roseiras, os jasmins, o
iiivslo, a madresilva, o thimo, e grande numero
de plantas odorferas o aromticas rodeiam todas
essas construccoes. Os jardins sao regados
artoios, cscalas c repudios alimentados por n'as-
centcs canalisadas desde grandes distancias c
cajas obras sao de urna construc^o monumental;
porm a mais curiosa, e mais interessanle parte
deste celebre palacio, a que encerra o thescuro
imperial, eque chamada llcrt-et-mell ou casa
das riquezas-
No centro dos jardins est urna fortaleza com
Ircs muralhas, porfeifamente armada e defendi-
da, no interior da muralha central foi construido
ii.ii ediQcio de marmora que recebe a luz pelo
lecto por una cl.m-boia. Sua entrada consta
de tres portas d ferro, urnas seguidas as outras ;
seu parimento d marmore preto: n'uma das
suas extremidades ha urna vasta abertura, na
qual se lancam por mcio de grandes ps de co-
bre, as moedas de ouro ou de prala, as barras, o
todas as proci si la 'es, quo derem entrar para o
lliesouro. Estes objeelos caliera n'uin vasto sub-
terrneo onde estao repartiinenlos foilisde mar-
more, e cada um dos quaes pode conier ura mi-
I bao de piastras.
Urna guarda de Iresentos negros est cspecial-
mente. encarregada da seguranca, vigilancia e
odolhesouro Aquellos homens logo que
ao designa los para esteserrico Qcam obligados
1 ir i i la a rida a nunca mais' sabir do ediiicio.
Os que estio cncarregados le receber o ffinheiro
e s para-lo as suas difiranles reparc&es nao
saliera igualmente da sua morada subterrnea.
pci
por sem duvida andar om paral'.elo referida
escolha.
Os artistas lyrico-italianos que se apresen tan)
hoje ao publico pernambocano, nao sao effec-
1 tivamenlc entidades desconhectdas, nao sao no-
j raes ignorados no circulo da arle dramtica, nao
po^saocmfim pessoas extranhas ,s harmonas de
mes saludos com
com
fazendas
gneros
169
Rossini, Verdi, Donizcli, Heyerboer, etc., etc.:
os thealros mais celebres do novo e reino conti-
nente tem-lhes aborto as portas com applauso
de um publico (Ilustrado e enlbusiasla.
O Sr. Marini c sua senhora mostram seus no-
mes nos aunaos dos thealros de Metasta/io, na
Toscana, do Goldoni e Leopoldo, em Firenza,
Soeiale, em Mantua, de Santa Cecilia, em Pale-
me, de Santa Isabel, em Mes.-ina, Nuevo, em
aples, de Grande Tacn, en) llavana, 0 il'ou-
iros mais em Boston, Philadclpha, New-York,
e finalmente de S. Joao, na Babia.
A Sra. Marini foi victoriada em Ferrara, no pa-1
pe de Donna Beltna, na peca de D. Procopto ;
e sobre o seu mrito ueste papel ossim se expri-
me o jornal italiano La Uoda:aLa Marinil
[Donna llelina) ha sempre pin confrmalo la bel- Ridimeiito du dia 1 a 10.
la fama acquistatasi nel decorso del cessato ij,.ra j.) da H.
spartUo. II numeroso udilorio apptaudi ripetu-
lamente alio speltaculo, cd tu parlicolare al bel-
lissimo lerzettu del plijfe plo/fe plafe.nella scena
sesla dell'atto secando.
idntica mente se exprime a Gazeta de Ferrara
acerca do mrito artstico da mesma Sra. Marini.
A Sra. Gavelli celebrisada pela fama adqui-
rida nos principaes thealros da Lombardia, como
o Scala o Carcano, de Milao, e d'outros do Pie-
monte, Tyrol, Como, Bergamo e Pza.
Esta senhora ha cantado com summa vanlagein
a l.uccia de Lamermoor, a Gemina de Vergi, o
Descarregam hoje 13 de feverciro.
Barca inglesaBonita ferro.
Itrigue ingle/.Bueybacalho.
Brigue ingle/Georgetelendas.
Escuna bollandezaGepbienacanos de barro.
Escua liospaithula:=Carinusa=pipas e barris de
vinho.
Brigue nacionairrMaria Luziafumo e charulos.
Importacao.
Patacho inglez ISucj, viudo de Terra Nova,'
consignado a James Crabtree & C, manifeslou o
seguiote :
2,508 barricas bacalho, 10 catxas salmoes :
aos consignatarios.
Consulailo geral.
Rendimento do dia 1 a 10 27.-532J323
! dem do dia 11....... 979j270
fiavaaPolaca hepaiihoia EugaiuJa, capilau
Pedro Maristany, carga a mesma que lroi>z
de Buerros-Ayres. Suspenden do lamarao
Cork-Barca ingleza Prince of Wales, capitn mos rada uno de noi Otro un pequeo
John Me. Kenncn, com a mesma carga que / '
trouxe de Patagona. Suspcndeu do lamaro. saci'lllc,0> Para contribuir por nuestra
! parte al feliz resultado de esta expedi-
i cion?'
No me es permitido dudar un s^lo-
g momento, y cuento con q ie correris
g todos y cada nno de vos otros al consu-
:- !ido espaol a' llevar lo que cada uno
o I pueda, segn sus medios, para q'ie no
F- te diga (jue. la distanci i que nos $c-
B para de nuestra >mada patria, lia rts-
2 triado el afecto que le debemes como
s buenos cmdadamos.
o I .11. de Potestad,
I
no
Brasil.
Se halla abierta en este vice consula-
do, Insta el lin de este mes, una sus-
cripcin, para el fio arriba mencionado.
Vice consulado rie Espaa en i er-
nambuCO 1- de febrero de J 8(>0.
Juan A.nglada Dijo,
Vice cnsul.
Cosaselbo aulmimistratlTo.
O cons"!!io administrativo, para foniccimenii
..'.arsenal de guerra, lem de compraros ob-
eclos segoiriies :
Para os carpos e fortalezas.
500 caadas de azeite ue Garrapato ; ai baa)
i fio dc.algodao.
Para o 10." I fanlarim.
Calan de prala com ama pollegada de largura,
10.
ni quizer vender laes ebjectos aprsente
as suas propostas em carta techada na
do conselho as l lunas da manhaa do di* I
correnle mez.
Sala das sesses do conselho admini-iraiiv
para fornecimcnto do arsenal de guerra,
fi .. reir .Je 18^0.liento iosiLamenl i /..
33 O. l> c PJ V) e/i c B Horas. -
* c rr. 73 Atmosphera.
P1 Direcrao. y. H p
O 53 o 3 O Inlensidade.
a O 1 Centgrado. E g H O
o MI O ti, c CO oo" * i Iteaumur.
4 -i -i ao 3 | Fahrenheit
V QO | Uygrometr
-i co BU c m Barmetro 1
A noite nublada o chuvosa, ver.o S. e assim
continuuii e amanheceu.
OSCnXACiO DA MMl:.
Preamar as 7 h 31) da manhaa, altura B.75 p.
Baizamar a 1 h 30 da manhaa, ahora 1.0 I p.
Observatorio do arsenal demarinha 11 de iere-
reiro de ISfiO Virgas Ji'MOR.
Edita

28:5US79
Diversas provlneias.
1:7624863
_S_
l:76#863
Ellos alli vvem e morrem, nada faltando assuas Atilla, assim como outras militas operas de gran-
REVISTA DIARIA.
Ha tres dias que cshcm copiosas churas nos-
la cidade e seus arrbaldes ; as quaes sendo
lia muito esperadas como precisas, lera com todo
alagado todas as roas e nellas enchido quanto
buraco Jiavin, Mem da boa lama que por ah ra.
Estamos hoje completamente semelliantes
Veneza europea, pois que podemos andar em
canoas em muilas mas, mormenle do bairro da
Boa-Vista.
Somos informados le que era Fra do Por-
tas ha urna porcao de rapases, que lem por cos-
tme fazer lagos de corda, estende-los pela ra
sob urna carnada de arela, e, da parle interna dos
muros, em que se collocara, apenas alguem pisa
na arrnadilha. puxam-nos dando com a pessoa
lanada no chao I
Islo ainda ha poucos dias aconleceu com urna
pobre velha, que sahio bstanle ferida da queda,
que lhe fizeram dar os t.ies rapazes brincalhoes.
He preciso, pois, que slgucm saia com embar-
gos essas gracas, que vo passando como que
cominoJi.lades, Estas precaucoes tem por tim
impedir o roubo, at Hoje dcsconhecido.
Quatro vezes por anno recebe o thesouro im-
perial o producto liquido de lodos os impostus.
lo o imperador est era Mejuinez, elle
quera assiste cssa oporaco ; mas so est au-
sento, encarrega dessa fnccSo tres ofllciaes rno-
res de sua casa, na certeza de que elles o nao
podem roubar, porque seriara denunciados pelos
, guaras das riquezas.
Logo |ue se instituio o thesouro imperial o di-
nheiro ora guard ido em grandes potes de barro
mas.n'uma occasio des dessespotes foram rou-
bados, e chelos de Ierra, tendo apenas una ca-
rnada de moeda de ouro por cima.
Nao se pode saber inmediatamente quem era
0 autor da fraude ; porm um negro que lliilia
risto ludo, e que sobreviven s feridas, que os
ladrdes lhe uzeram, deixando-o por morto, de-
nuncin os culpados. Eram de/., que o impe-
rador mandan decapitar e que as canecas fossem
posl is nos polos de barro, cujo dinheiro elles
tinhatn roubado. Kslos polos ain-ia e.vislem, e
se conserram na grande sala
1 edesta s de marmore
OsuccessordolluhoyIsmail mudou as dispo-
i adopta las pelo seu predecessor; abaudo-
nou osysli oa dos potes de barro, e fez construir
os subterrneos que buje existen). O imperador
Mulcy-So'eiman, conhecido por sua emolale
linha por costme mandar malar os negros eu-
carregador do trabalho de arraojar o dinheiro
n is subterrneos. Abder-Rahman, sou succes-
sor muito raais humano, aboli esso odioso cos-
tume; mas delerminou que os negros enearre-
gado do arranjo dos dinheiros nao deixariara os
subterrneos por tola a rida. Tara estes guar-
das o roubo e intil, porque nao podem usar do
dinheiro. O thesouro de Mequinez avaluado
em o ) i milhoes de francos.
A i ida le de Mequinez a morada favorita do
soberano de Marrocos, sua possesso decide da
sorte do imperio. Se ella fosse lomada ou polos
rebeldes, ou por alguma potencia europea, isso
seria o golpe mais funeslo para o gorerno do
imperador.
Mequinez est a65 kilmetros de Ralat, porto
do Atlntico, cuja importancia era bem conhe-
cida pe >- antigos soberanos, e por isso a tinhara
fortificado de urna maneira respeitarel. Entre-
tanto Rabal, ainla que decahida de seu antigo
esplendor a primeira praca martima da costa,
e so olla fosse lomada, Mequinez licaria exposla
a um gran lo perigo e provavelmente nao se po-
deria sustentar.
= 0 va.ior brasileira Iguarass, couduzio pa-
ra os porlos do norle, os seguales passageiros .
Dr. Felizardo Toscano de Brilo. F. llosas, l)r.
Joaquim ThcodorodeCisueiro Albuqucrque, sua
senhora, 1 lilho menor, 4 escravos c t crias. Flix
Gomes da Silva, sua senhora o 2 filhos, Manoel
Muniz Tarares Cordeiro, Antonio Alexandrino
Luis el criado, Antonio Miguel da C Braga, D.
Joaquina Anglica de Cisneiro Cosa Bios.' \).
Mana Cisnciro, Euzebia Josephina Marta, Fran-
cisco Alvos Brasil c 1 criado, Joaquim da Cunta
Freir, Francisco Jos Suatos, Manoel Januario
de Moura, Joao da Bocha Silva, Joo Goncalres
dos Reis, Antonio Gamillo do llollanda, Jos de
Doria Caminha Raposo da Cmara, Manoel Jo-
de Farias, Manoel N. Aires, Antonio de Moura e
Silva, major Jos Pereira de Azevedo e 1 lilho,
Domingo* Ribciro Olireira, Amaro B. de A. Ma-
ranhao, Manoel Mauricio da B. Falco o 1 escra-
vo, Mnioel Cavalcanlide Albuquerque, sua se-
nhora e 2 eseraras, Joaquim Bernardo do Val
Hurculino Jos 'lavares, Manoel J. ,1o Olivcira'
sua senhora, 1 cumiada o 1 lilho, Btreas Fran-
cisco Fernandos Caldas, Exm. Sr. barao de Ipo-
jucaosua senhora, Sebastiao do Bogo Barros
de Lacerda, Vicente Licinio da Costa Campello
Joaquim Pedro dos Santos Bezerra, 5 escravos do
Exm. Sr. bario de Ipojuca, padre Francisco Jus-
tino Pereira de Brilo e 1 escravo, Mermes Car-
ueiro Machado Bios e 1 escrava, Thereza Mara
de Jess el nlha, Manoel Antonio da Costa, Eu-
genio Conrado.
O hiale brasileira Exkalaro, conduzio para
o Aracaly os seguimos passagiros : Joao Chry-
sostomoda Silva llajahy, Thcodoro da Silva Ita-
jahy, Antonio de M. e Silva, Joao Antonio Cr-
rala e Jos Antonio Correia.
BIOIITALIUADG DO DA 11 DO CORREXTE :
Rita Maria do Bosario, prcla, solleira, ti') an-
nos, scyrro.
Julia AI vs da Cruz, preta, solteira, 36 onnos,
asciles.
Elias, parda, 2 mezes, espasmo.
Manuel, preto, escravo, solleiro, 33 annos.
lao.
Manoel, pardo, 20 annos, solleiro, espasmo.
Eduardo, bwnc3,15 mezes, desinteria.
Earilia, branca. 5 mezes, gastro-inlerites.
de mrito e dos melhores autores, rcccbcndo sera-
pro proras inequirocas de considerogao do pu-
blicu que a lera ouvido. Ainda lia pouco, na Ba-
bia, foi-lhe ollerlada una rica pulseira com doze :
brilhantes por algumas senhoras, por occasio do I
seu beneficio, sendo enlo obsequiada por todas'
as classes da sociedade badiana.
Com laes elementos nao pode o concorlo de
quarta-feira deixar de ser bem e satisfactoriamente
desempenhado, e portante salisfeila completamen-
te a expectagao publica, como j o dissemos, resul-' Rendimento do dia 1 a
lando dahi urna concurrencia que prehencha os dem do dia 11. .
fins dos referidos artistas, que ludo esperara do
cavslleirismo dos seus protectores, da generosi-
dade caracterstica dos Pernarabucaaos, a quem
recorrem desta forma.
Despachos de exportaeo nela me-
sa da consiliario desta cidade n
dia 11 de feverciro de ISIS '.
Marselba Brigue francez Jasson, Cals rmeos,
200 saceos assucv.r mascarada : Tlsset F re res,
1,000 saceos assocar inascavado.
Exporacao.
Liverpool, barca ingleza lzabella Rydley,
de 336'loneladas, conduzio o scguinle: 67-
saccas algodo, 12,70*) saceos assucar mascava-
Reeeboiloria do rendas internas
geraes d Pcrnambuco
Rendimento do dia 1 a 10. 8.504*126
dem do dii 11....... 6915512
9:195*668
Consulado provincial
10.
17:3703700
761 200
13:036J900
0 Dr. Francisco de Araujo Barros, juiz munici- j.
pul da segunda vara desla cidade do Recife,
por S. M. I. e C ele.
Face saber nos que n presente carta de e'i-
tos viren), ou delta noticia llrr-rem, em romo
Innocencio Antones de Farias Torres me fez n
peti.-o aqui tupiada do llieor, forma c maneira
seguinlc :
lllm. Sr. Dr. juiz municipal.Innorencio An-
iones de Farias Torres, testamenleiro o inren-
larianlo dos bens deixados pelo finado sen pai o
vigario Joao Antonio Torres, tend) de proceder
perante este juizo ao respectivo inrnnl iri 1 tlPii-
Iro do termo legal, rnm reqnerer a V. S. se sirva
mandar que o supplicante faca a des ripcSo dos
bens constantes do testamento por copia junto.
Oulro sim, que hnvendo herdeiros presentes C
ausentes, sejam citados na forma da le, passan-
do-se carta de editos para a intimaeo d >s que
estao em lugar nao
Custodio Torres
afim de comparecerem em juizo, para lodos os
termos do inventario, pena de revelia. Pede a
V. S. deferimenl.E I!. M.Innocencio Aulu-
nes de Faria Turres, testamenleiro.
E mais so nao conlinha em dita petico, a qual
i sendo aprcsenlada ao raen antecessor, tirera o
despacho do Iheor scguinle :
Como requer, prestado o juianiPnto dn eslvlo.
Recife, 2;) de dezembro de 1859.. Dr. Pinto
Jnior Distribuido.'A Molta.Olireira.
E mais se u 1 conlinha em ;pacho aiui
copiado. Em rirtude do qual o escrivao que e la
! gubscreveu, mandou passar a prsenle caria de
edites cuino prazo de 'J dias, pela qual e seu
Iheor se chama, cita o hei por citados aos ,-. i'e-
ridosherdeiros ausentes Angelo Custodio porres
1 e Manuel Joao Anlunes Torres para o fim ci-
ma expendido. Pelo que toda e qualqui 1
soa, parantes, amigos ou conhecidos dos suppli-
cados os po lerao fazer scientes do que cima flca
exposlo. Y. o porleiro do juizo afxarS e publi-
car a presente nos lugares do cosurae ese
publicada pela imprensa.
Dada e passada nes'a cidade do Recife de Per- '
namluico, aos s de fererciro de 1869.- Eu V!
'. nocIJJos da Molta, escrivao a subsrrcri.
Francisco de Araujo Barros.
presidente.Francisco loaquim Pereira
lao interino.
Correspondencias.
Senhores redactores.Sen.lo a gralidao a pe-
dra de loque dos bomena verdadelramente hon-
do liiesouro sobre rados, como se exprimo Le Page ; eu toman-
do por tema csse glorioso pensamenlo, apro-
veilo esta lao proficua npportunidade, quanto
para niim lisongi-ira, para publicamente con-
fesSor-rae grato aos (llms. Srs. Icnenlc-coronel
cimm indante, major e ofllciaes do batalhao de
infanlaria n. 9 de linha, pela maneira distincla
iorque sempre me tratarara quando tire a feli-
de perlencer ao referida batalhao por es-
Praea do Recife
11 de feverciro de 1BKO.
As 3 horas da larde.
REVISTA SEMANAL.
Cambios- Sobre Londres sacon-se a 2
;i e 25-d. por lfOOO, sobre
Pars de 'JO n :JZ res por fr.,
sobre Lisboa a 115 0/q de pre-
( mo, e sobre o Bio de Janeiro
ao par, o meio por rento ; Mon-
taran) cerca de 130,000 libras
sterlioas os saques clTectuados
para a Europa.
Algodo-----------O superior vendeu-se de 8*600
rom
. coronel ruga
Pela mesa de ronsulsd 1 pro'
publico, que osi30 dias uteis pan 1 pagamento
boca do cofre dos impostos de i por ecute 1
bredirers > estal '.. nlos de 40, sobre casa*
de modas, de perfumarlas e de rene 1
de 2 > sobre caja di j 10 de billi r, : .
^! u ^ '7 ?"1:"-"1" nod.aaOdcfereroiro/fTando -,, losa,
L^,!oel.J":'",A',1"!!':';"'"" '!' poreMH* sobraos seus dbitos, loJ
que forera pagos do pois desse prazo. ti do
consulado provincial, 7 de fevi reiro de l-'.M
Telo administrador, I Frer*
Pan.'; i da Silva.
Crrelo,
As malas que tem de conducir n rap
ro Persinunga para os porlos do sul,
diadas no dia 15as 3 horas da larde.
1NSPECQO DO ARSENAL DE M \BIMI \.
leudo de continuar no bairi 10 Anto-
nio a construceo do lare-o do ca s entre ,1 ponto
provisoria e o oulro lanco feito do lado do I
Iro publico, comida o Sr. inspector sos que
quoiram tomar a -i ossa obra a apresenlaram se
nesla secretara rom
lechadas no dial3do mez prximo, pelas 11 ho-
ras da manhaa, em que lira lugar e conti
; 10 as eondices concernentes a (eitora
da mesma obra, eo respcclire orea meato
patentes nesla secretaria para quem antes de
lalo precise consulta-Ios.
[nspecQo do arsenal do marinha depernam-
buco, cm de Janeiro de 1860.Ose
Alexandrc Rodrigui 1 dos \.i
De ordera do lllm. Sr. inspeclorda theson-
rara de fazenda desta provincia se faz pul
que a arrematarlo da parte dojmhmdo de omm
bu I ires silo na rui da Guia n, 29, penhorada a..
herdeiros de Antonio Fcrreira Duarte Vi
nao leve etfeito 110 dia anuoniiado por falla tfo
licitantes, c por isso Bca a mesma arremal
transferida para o dia 1S do correte.
Secretaria da thesouraria de fj tenda de
nambuco l." de erercrd de 1SG0. O ofl
maior interino,
Luiz Francisco de 5am;nii e Silra.
Declarac

Banco i!o
11 AK<
cidade
paco de 18 annos como capitao : poilanto, esses Assucar
meus companheiros e amigos, conten com meu
fraco presumo na corle do imperio para 011 le
paito com breridade, risto que me rou reunir ao
I." batalhao de infanlaria, que me coubn ser
delle seu major, na proposta de 2 de dezembro
ultimo. Aos Srs. cadetes e inferiores, tambem
deyo um voto de gralidao, por sempre me res-
peitarera e obedecerem sem hesitaran. Becile,
em G de feverciro de 136'.).ao BaptUta de
Souza Draga, major do 1." batalhao 'de infan-
taria.
Srs. Retadores As poueas linuas, que
escrevi em favor dos Sis. Mello, atino e Ro-
maneo, tiveram em vista previnir ao muito dig-
no Sr. Dr. cliefe de policio, afim de que seu
excassivo zelo pelo fiel campamento da lei o nao
levasse a suspei'.ar de dous funecionarios dignos,
que exercitam jurisJiccao policial em Cabroli, os
a 8700, e o regular de -JIOO a
8J500 por arroba.
- Vfii!eu-se o branco para ex-
pertac&o de 4$S00 a 59*200 por
arroba ; o somenos de 38600 a
3->800 : o inascavado purgado
de 291)00 a 3J200 ; e o bruto
de 2-3700 a o'M) por arroba,
iiotando-sc pouca aclividade
nos compradores.
Vende.11-.se de 7;000 a 72-jOdO
por pipa.
Os seceos salgados venderam-
sede 28t)a 290 ris a libra,
dem de 2$600 a 2900
galio.
Arroz-------------dem de 2J6O0 a 2;600 por ar-
roba.
Bacalho----------Betalhou-sc de 8^000 a 12*00
por barrica, nao leudo havido
vendas em atacado ; e ficaram
em ser 1 ,0!)0 barricas.
Batatas-----------Venderam-sc a l000 por ar-
roba.
A direcloria da Caita Filial do Banco do Brasil
1 adherindo proposta fcila na repi ao a-!
baixo transcripta, assignada por um grande ni- CoilSCltlO (le COIlipi'as liaVlCS.
mero de negociantes desta praca, e que lhe fora T .,. %H t ,
' dirigida pe 1 AssociaQo Commercial, f,u |
que continuar a admittir a desc s em-
bora com venc ment para Bus le mez, dr
' forraidado com a referida proposta ; esperando
I porem que o corpo do commercio lomar em de-
vida considerarn o pediilo feito, e ora retirado-
Agurdente-------
Couros---------------
Azeite doce-------
cqi
jectos do material abaiso declara I for-
, necimeuto do almoxarifado do arsenal de ronn-
nha, manda o conselho fazer publico que tral
n .Je ls do correnle mes, a id 1
de propostas em cartas fechadas en tregu
se mesmo dia al as 11 horas da manhi
patinadas das amostras que ralbara m poaairel,
certos os concurrentes de snjeilarem-se mnlu
de 5i) o o do valor de cada objecte nao .
da qnalidade e na qiianlidade contratadas,
carregarem alera disto com o excesso do :
seo houver, luando pela falla se recerra ae mer-
m como de serena pagos do que 1,
a forma ha muito era pralica.
sil, de nao admittir mais a descont, e sim s Objeelos.
receber sob a formula de rauco as letras com *^Dre em fIha ^c 10 a 20 onras, com os con
vencimento para os dias finaos de cada mez, ten,es pregos, tOOfolhas.
considerando,porm, OS inconvenientes, que pod ('""a ,ia ^ahia, 6 an-
de alterar a pratica estabelecida de se assignar
s nos fins de mez os ttulos de crcdilo do com-
mercio de imporlacao.
Representadlo.
Os abaixo assignados, ne_'o iantes desla praca
do Becife, posto que- recoiihecam os motivos ; '.- s" ll0"
derosos que dictaran) a deliberacSo accordada '''"'" '"'
pela directora da Caixa Filial do Banco lo Bra- rom 1H',J
por
quaes cerlamente tem direito, como cidados, de Carne secca A velha do Rio Grande vendeu-
te-
pequenos damnos. Se os pas desses engranados
nao se dao com taes gracas, compre que a poli-
ca appareca, se mostr "protectora dos que sof-
frem os effeilos deltas, e prevealiva de actos de
tamanha malignidade, que sao o antecedente l-
gico do carcter que para o futuro devem desen-
volver aquellos rapazes as graras.
CHRONICAJUDICIARIA.
TRIBUNAL DO COMRIERCIO.
SESSAO JUDICIABIA EM 9 DE FEVEBEIBO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
A X de hora da tarde, presentes os Senhores
desembargadores Villares e Silva Guimaraes, e
Has, ao passo que dellas j lem resultado nao'Imputados llego, Basto, Lomos e Silveira, o Sr.
presidente declarou aborta a sessao ; efoilidae
approradn a acia da antecdeme.
A t hora da larde eompareceram os Srs. Buar-
que e Velloso Soares.
JULC AMENTOS.
Appellantes, D. lUiphaela Bita Guimaraes Vil-
I lar, por si e como lutora de seu lilho e oulro ;
aculher.-m qualquer candidatura, a qual promo-
verao sem jamis abuzaren) de suas posic.5es.
Contra minha expectativa appareca hoje o Sr.
Dr. BranJao defen lenlo-se por seu Diario,e de-
clarndole indigilado como um dos candidatos
futura deputacao geral pelo circulo da Boa-
Vista. O Sr. Dr. Brando repelle de si o que
presumi insinuarlo minha de ter siJj o autor
d'aquelle artigo que se le na Hccj'la Diaria de
4 do correnle, mas devo notar-lhe que a soffre-
guidao com que levantou a luva, nao sendo o ni-
co candidato aquello circulo, o torna suspeito.
Ignoro se aqui ha intrigantes que perturbem
o repouso do Sr. Dr. Brando no circulo da
Ba Vista, sei porm que eu sou muiu conhecido
naquelle circulo, e de mais lempo do que o
o Sr. Dr. Brando, e que entretenho relaces e
correspondencias cora pessoas de l, muito antes
da S. S., e que pois nao carecia de intrigante
algum pata defender pessoas to estimareis, co-
mo aquellas que defend, e defenderei, emquan-
to os contrarios nao allegarem e provarem factos,
que nao possam ser contraditados.
Eu creio que o Sr. Dr. Brando deve estar
raais seguro no circulo, de que qualquer oulro
candidato, por que leve o governo para despa-
char commandantes superiores e oficiaes da guar-
da nacional, juires municipaes etc., e quando
assim se coala com o apoio do governo, nao se
pode duvidar da seguranca.
E' verdade que a sorpreza de 1S56 deu lu-
gar a reflexao, e o orgulho do Sr. Dr. Brando,
declarando na cmara nao dever sua eleir5o aos
partidos, quando cerlamente a devera aos libe-
raes, e especialmente aos benemritos Srs. A-
lencares, que o considerando victima do gorerno
o sustentaram e cob'iram com lodo o seu pres-
tigio, que grande, e mesmo numeroso alli, deu
lugar a levaniar-se contra S. S. alguma indis-
posico, que ceitamenie devera ser explorada
por qualquer candidato, que indubitavelraente
lera tanto direito quanto o Sr. Dr. BranJao a
apresentar-se.
J v,pois, o Sr. Dr. BranJao que minha boa
f nao foi Iludida, e se rae quizer fazer jusii-
5a reconhecer que obro por impulso proprio, e
nunca por inspirarlo de alguem, por mais alio
collecado que esloja. Sabe o Sr. Dr. Brando,
que meu mal nunca me julgar inferior a nin-
guem ; por mais fraca que seja a minha posigo
trato a lodos de igual para igual.
Se, porm, o Sr. Dr. Brando se apavora dean-
le de qualqiw Cabran, nao tenho eu culpa dis-
por
se de 23000 a 3jj500 por arroba,
ea nova de t>)000 a 5*600. Pi-
cando em ser 19,000 arrobas
da primeira e 10,000 da segun-
da. Da do Bio da Prala Borne-
te existem 110 mercado 4,000
arrobas da velha, tendo-se re-
talhado de 2>O00 1 2-3800 por
arroba
Caf;----------------Vendeu-se de 65OOO a T.jOOO por
arroba.
Cha----------------Mem do IJJ5G0 a 15900
libra.
Garri de podra- A ultima venda regulou a
21-3000 por tonelada.
Familia de trigo O mercado licou boje de posse
de 26,200 borricas, sendo
11,400 de Trieste, 9,500 de
Richmond, 2,500 de Philadel-
phia, 2,000 de New-Orleans c
8,000 de Baltimore ; tendo-se
retalhado de 21*000 a 22*000
da primeira, do 18000 a 20-3O0
. da segunda, a I8&000 da ler-
ceira o quarla, e 16$O00 da
quinta.
Dita de mandioca- Vendeu-se de 6&00 a 7j>00
, a sacca.
Feijo ----- Uem a 2^000 rs. por arroba.
Genebra A de Hamburgo em frasqueira
vendeu-se a 5)00t) e era boti-
jas de 260 a 270 rs.
Manleiga----------A ingleza vendeu-se de 600 a
C60 rs. a libra, e a franceza de
. 440 a 460 rs. a dita.
Oleo de Iinhaca- Vendeu-ee a 1*700 por galao.
Queijos--------Os flamengosda melhor quah-
dade veuderam-se a l-j90O.
Toucinho----------Vendeu-se a 11* por arroba
Vinagre-----------dem de 120*000 a 14oj[0O0 a
pipa.
Vinhos-------------Urna parlida de 172 pipas de
Barcelona da marca Felrier nc-
gociou-se a 275*000 a pipa.
Velas--------------As stearinas venderam-se a 580
rs. por libra
Frotes--------------Pera o Canal a 25/.
Descont----------De 10 a 12 porccnlo ao anno.
Acedes de romp. Sem transaeces.
essa mesnia deliberacao occasionar a diversa.,
casas importadoras que nao se acham preparadas
para de cbofre acceitaresla medida ; propoem i
directora da Caixa Filial, que, g i-in ], a referi-
da deliberacao anlcs se adopte o segoinle olvi-
tre que parece alias convir mais nos nteresses
do commercio c dos da propria Caita Filial.
Sendo o mal que se lem em vista curar, a dif-
ficuldade c quasi impossibilidadc de se fazer de
um modo regular a cobranca nos dias finaos de
j mez, pela accumulacao de lulos e crditos com
i vencimento nos mesmos dias finaesde cada mez,
i e cumprindo, poilanlo, ver meios do simplifi-
car o processo de lio difficullosa cobranca, a pro-
; posta cifra-se no seguinte :
Primo.Que sejam pela Caixa Filial arsados
hlnccrado para a cmara 1.
Kstanho oilo arrobas.
Fole I.
Ferro brulo 10 toneladas.
Fechaduras de caixas 15
Garranchos de ferro 50.
Xavnlli.is de marinljeiro, 100.
Paes de ferro 48.
Panno para mesa 1.
Pcrafusos deferrro de 5 e 6 l de polegadas I '
grozas.
Tachas de ferro para bomba 10,000.
/meo em barra S a-robas.
Zarro, 10 arrobas.
Sala do couselhe de compras naraes cm Ter-
nambuco, 10 de ferrreiro de 1SS0.o secn
na vespera ou com antecedencia de dous ou mais i,eraddre Rodrigue ituAnjos.
Moyimento do porto.
Naci entrado no d\a 11.
Bio de Janeiro20 dias, galera ingleza Mimosa,
de 447 toneladas, capitao F. Hugo, equipagem
18, em lastro a James Crabtree & C.
Navios sahidos na mesmo dia.
Porlos do NorleVapor nacional jf*ratil,
commandante o segundo tcnentc Joaquim A.
Moreira.
Arar.atyHiate natioaal Ejchalacao, capitao An-
tonio Mandel AlTonso, carga ditTerenles g-
neros.
LiverpoolBa*cn ingleza Ixabella R'jdiey, Jea-
puao B. Eulley, carga nsoc'ar^ aJg,odi( *e
couros.
dias, todos os adecuantes para mandar nos dias
I de vencimento ate s 2 horas da tarde, pagar as
suas letras na thesouraria da Caixa Filial.
Secundo.Que nao sendo satisfeilo esso pedi-
do por pa'rle dos acceilanles. os abaixo assigna-
. dos se obrigam a pagar as letras de que forero
sacaderas, seiido-lhes apresontadas no respecli-
j ro dia de vencimento depois das duas horas da
larde, quando islo for possivel, ou no da subse-
quente at o meio dia, independenteracnte de
' protesto em cuja dispensa concordara.
Tercio.Que os abaixo assignados enridaro
I todos os seus esforcos para que se possn levar a
effoito a medida proposta, procurando remover
qualquer dilficuldade por parle dos acceitantes,
ao passo que os mesmos abaixo assignados, nao
se dispensan) igualmente de cooperar per todos
os meios a seu alcance a que seja satisfeilo o pe-
dido feito pela direcloria da Caixa Filial, islo ,
que se altere a amiga pralica estabelecida, de
se assignar s no fim de mez os ttulos de cr-
dito pelas tiansacQes de compra o venda de fa-
zendas realisadas durante o cursa de cada mez
Becife, aos 6 de feverciro de 1860.
(Seguem- se as assignaluras).
A cmara municipal desla cidade faz pu-
blico, que nesla data propoz ao Exm. piesidenle
da provincia a utilidade da desapropriacSo
da casa d'um andar e sotao, sita na ra do Cor-
doniz, perlencentn a Candido Alberlo Sadr da
Molla, a qual deve ser demolida, por assim o de-
terminar a planta da cidade. Paco da cmara
j municipal do Becife, em sessao le 6 de fevereire
I de 1860.Vanoel Joaquim do Reg e Albuouer-
J que, presidente.Francisco Canuto da Roa-Via-
oem.ofcial-maior scrviiido de secretario.
Espaoles residen-
tes en el imperio del Brasil.
Lleno de confian/a en vuestro pa-
triotismo me dirijo a' vos otros en este
dia, solicitando vuestra cooperacin Da-
r una causa tan justa como la que ha
motiva io la guerra que acaba de iniciar
la nacin espaola. Todas las clases del
estado se han contizado en la madre
patria, para ajudar con sus donativos al
gobierno, afin de que pueda llevar a'
cabo, la noble empresa de vendicar la
honra de nuestro pabelln, ultrajado
por los moros de la costa de frica ; y
castigar ai memo temoo lis actos de
vandalismo, y piratera que continua-
mente estn cometisado.
Inspecgo ilo arsenal de
marinha.
Faz-se publico que a commissao de peritos e\a-
rainando, ni forma determinada no regulan
baixado com o decreto n. 1321 de 5 i
de 1854, o casco, machinas, raldeiras, apparrlho
mastrearao, relame, ananas e ancoras do rea r
llguarast da companhia Pernambucana deua-
vegaQo costeira, achou tu !" em psta lo regular.
Inspccco do arsenal de marinha de IV-ruam-
buco, em II de feverciro de I8M.
Tribunal do enmincreo.
Por e.-ia secretara se faz publico, que m d.ii i
infra ficou registrada a cscriptura de so ieJade
culleciiva, q :e, om 20 de seteasbro do anuo v-
tente ti/.erain Joaquim Francisco da Silva J-
nior e Joaquim Jos da Silva Santos, Pnrtnguc
y.ns, e domiciliados nesla cidade do Recife, >
o lim social o commercio com gneros aeceM
molliados por lempo de tres anuos, nUdos da
sobredila dala, e BOb a firma de Silva \ s mM da anal usaro ambos os socios, sondo o cpiui
da sociedade de r?. B0:>0}j000 fornecide por elle.
Secretaria do Tribunal do commercio > Pcr-
nambuco 11 de feverciro de 1869. Dinameri j
Augusto do liego liangel, oflicial-maior iiiten:i >.
Tribunal rio Commercio
Pela secretara do Tribunal de Commercio d>
Pernambuco se Cas constar, que na dala infra foi
registrado o papel de sociedade que em 21 le
Janeiro ultimo fizeram J. C. Bibciro e M*ax I
Francisco de Moraes, aquello ci-iadao Iraailctro.
e osle Porluguez, ambos domicilia.!,is nesla ci-
dade do Becife, sendo o objeclo social e 1
menio de ferragens o miudezas na loja n. 112
da ra Dircita da niesioa cidade, por Pf !
tres anuos, contados da data do referido pap.l.
e com o capital de 2:000}OO fornecido peta
ci Bibeiro, perlencenilo-lhc o uso da fuma so-
cial de Bibeiro & Moraes.
Secretaria do Tribunal do Commercio 1(1 fe
fereraro do 1860. Dinamerico Augusto do irgo
ngel, oflicial maior interino. _______
TlEATUO
DE
Santa Isabel.
Coneerto vocal e* instrumenta!,
em beneli uto das Sras.
Luigia Gavetti e Sulla Marini Testa,
Quarla-feira 15 de revereirt.
PBIMEIRA PABTE.
1." Symphonia a grande orcheslia.


")
2." Romauee da opera 1 Uue tunean, pelo Sr.
Testa.
3. Duelo da opera l Due Foscari, pela Sra.
Marini e o Sr. Trsla.
4." Aria da opera Dcmin-ncgro, pela Sra.
Caictt.
SEGUNDA PARTE.
5. Symphonia pela orchesli'4.
6 o Aria da opera Macbcth, pela Sra. Marini,
7. Duelo da opera Luiza Uiller, pela Sra.
Cnvetli e o Sr. Tesla.
TERCEIRA PARTE.
8. Symphonia pela orchestra.
9. Cavatina da opera / Jlasnadiri, pelo Sr
Tesla.
JO.0 Aria da opera Altila, pela Sra. Marini.
11." Rond fina; da opera Lucia de Lamtr~
wnor, pela Sra. Gavelli.
T'--do-sido bem acoihidas, quando pela pr-
meSra vez cantaran), speram as beneficiadas que
" publico desta eidaJe, sempre promplo e sem-
pre solicito em proteger s artistas oacionaes ou
estrangeiros, Ihe rjoncorrendo ao presente beneficio, dado nica-
mente coin o fin de oliter nieios para voltarem
a Bas patrias, e ao seio de suas familias.
C"iias do bom acolhimento que recebero,
desde j agradecem niais essa prova de svmpa-
Ihia pelos artistas.
O rstanle dos bilhelcs acha-sc venda no
li le Francisco.
N'um dos intervallos as beneficiadas irao cum-
prinicnlar os seus protectores.
wiMiii nr^M-nMmiLiiii,'',i miim imi i )
DIARIO DE PERNAMBCO. SEGUNDA FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE 1860.
Avisos martimo
.
Para o Aracaly.
f^pue cm poneos dias o hiato Camaragibe, pa-
fa '''''-:: ros trata-sc na ra doVigario
ro 5.
t

&4
Safe?."
COMPANHIA PERWAMBLCAXA
DE
Na?ega$o cosleira a vapor
'i vapor Pertiaunga. commandanlo Lobato,
r para os portas dosul.de sua escala no
dia 15 i!ii frrente as 5 horas da tarde. Recebe
arga ato o da 13 ao meio dia, sendo posta a bor-
a ompauhada dos competentes despachos c
i i uhecimentos.
Para o Aracaly.
' hiat Exalaco segu impreterivelra.ente
i a seguinle semana : para o restante de seu car-
nienlo, Irala-sncom Gurgel limaos, no seu
esrriptotio da ra da Cadea do Recife, primeiro
mdar n. 28.
Porlo e Lisboa.
Sahe com brevidade a barra porlngueza For-
1 capilo Joaqun) Francisco Pitihciro, re-
be carga e paasageiros,para oque tcm magn-
ficos commodos : quein quizer csrregar ou ir de
igem, trate com o capilao na praca, ou com
os consignatarios Manuel Ignacio de Oliveira i
1 .'.ii, no larg do Cori.o Sanio.
Uio de Janeiro.
Vai brevemente sahir o brigue brasileiro Du-
que da Victoria;), capilao Lisboa : para raiga e
algun passageiro, trala-se na ra da Cadeia do
l'.eeife, escriplorio n. 12.
pe!? comniisso lniuidaiana da extracta socieoa-
de de SacSo c tecidos de algodao p%ra vender o
restante do tffreno do sitio da mesma sociedade.
Os pretendemos ."odern dirigir ao armazem da
ra do Vigario n. 11, a .^uolquer hora do dia i
entender-se eom o difo agent.
Terca-feira 14 do corrente.
Ramos Duprat <& C farao Ieilao por
intervencao do agente Ilyprolito da
Silva, de uro completo sortimrnto de
la/.ciiii.is de la. linlio. linlio e alpotliio,
seda, seda h algodSo, c pata este fim
convida a toJos os sens freguezesn com-
patecerem em seu armazem no supra-
dito dia as 11 horas em ponto. Xa mes-
ma OCCatio sera' vndalo nm r< sto de
miudezas para fechar cantas.
Segunda-feh-a 13 do corrente.
Pelo agente
Dnordcmdo Exm. Sr Dr. iuiz dedireilo e es-
pecial do commcrcio, o referido agente vender*
no dia cima designado e pelas 1(1 lioras da ma-
nba porconla da massa fallida do E. H.Wyatt.
no armazem do mesmo. ra do Trapiche n. "18
Perragens finas e grossas.
Contaras, bacas, cobertores c miis mercado-
rias existentes, conurmc o inventario em inao
do agente.
O agente de letloes Hyppolito da Sil-
va fara' Ieilao dor otclem do Sr. viscon-
dc de Lcmont, con&ul de Tranca, e por
lautorisaqao do Il!m. Sr. inspector da
auandega, e por conta e risco de epiem
pertencer doseguinte:
950 couros verdes salgados me seacham
a bordo da barcara de crena do Sr
A mujo, e 64 espichados que se acham
no armazem nl'andegado do mesmo
senhor, sendoahi elfectuado o Ieilao
Ierra-eira IV do corrente, as 10 ho-
ras e meia da manhaa em ponto.
Almanafa da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correne o.nno de

-'': '
BEALC6NPANII1A
DE
Paquetes Inglezes a vapor.
At o dia 1 desle mez, espera-so do sul o
vapor Ontida, commaiidanto 1'. A. Bevis, o qual
Jepoisda demora do coslume seguir para Sou-
Ihampton, tacando nos portas do S. Vicente e
I boa. Para passagens etc. trata-so rom os
agentes Adamson lowie& C, ra do Trapiche
Novo n. \>.
N B. Os ernbrullios s se recebem ate duas
- de se fecharen! as malas ou urna ho-
ra pagando um pataco,alem do respectivo lele.
O agente Hyppolito faia' Ieilao de
grande porcao de charutos, por conta
e risco de queui pertencer, os quaes
se acham no armazem do Sr. Joao la-
vares Cordeiro, na ra da Madre de
Dos, quaita-feira 15 do corrente, s
11 lioras em ponto.
Hitas c perfumaras.
COHPAMIA PERSAMBCAXi
DE
Navegaco costeira a vapor.
i ica transferida a saluda do vapor Iguarass,
i .i o dia 11 do corrente.
Leiloes.
Cals li maos nrao Ieilao, por interven-
cao Jo agente Hyppolito, de um com-
pleto sortimenlo de miudezas, perfuma-
rias, object >s de phantasi.i, os quaes se-
rao vendidos co correr do martcllo ; por
tanto convidam a todos os senhores lo-
gistas des te genero, que comparecam
em seu armazem,' sito n.i ra da Lruz
do Recife, quarta-feira 15 do corrente,
as 11 horas em ponto.
o qual se vende a 800 rs. na
praca dalndependencialivra-
ria ti. G e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiastico o
civil :
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostas ge-
raes, proviuciaes, municipaes
epoliciacs.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Em pregados civis, milita-
res, ecclcsiasticos, iliterarios
de toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaos, Ilitera-
rias e particulares.
Eslabelecimentosfabris, in-
duslriaes e commerciaes de
todas as qualidades corno ta-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos.elc, etc.
Serve elle de guia ao com-
mereiante, agricultor, mar-
timo, e emfiui para todas as
elasses da sociedade.
Attencao,
Perdcu-se no da i do corrente mez um meio
bilhete ii. 511 da 29.a lotera a beneficio da em-
pre/.a lyrica da corte, e pede-se a quein o tiver
achado, o favor de o entregar no paleo do Carnio
em casa de Miguel Jos d'Almeida Pcrnambuco,
que ser recompensado.
Estrata de Ferro
DE
Sao convocados a reunircm-se na associacao
rommercial os Srs. accionistas da companhia da
cslrada de ierro de Taoiandar o Una, no da 1 ti
do concille mez.
Furtarara do engenho Telha um cavallo pretn
casita pcrlcncente ao abaivo assignado, cas-
trado, grande, c est bem carnudo, anda bem
baixo, bola at meio, lein urna eslrela na tesla,
nmabexiga no espinhaco tem o p esquerdo e
a mi direila branca, ha toda probalidade que o
dito cavallo fora conduzido para alpins dos en-
seuhos do norte pelo ladreo que furiou os caval-
losdo lencnte-coronel Bandeira do engenho ('.ar-
rpalo, e que j foi um appehcudido no lugar
.Maneota, portando quem apprehender o dilo ca-
vallo ou deilc der noticia ao abaixo assignado
sera generosamente recompensado. Tilha 30 do
Janeiro de 1860. Thom Joaquim de Olivci.a.
Perdeu-se na noile do dia 7 para 8 do Br-
renle, da Soledade al a Capunga, una bengala
de e.inno, caslio de marilm ; quem ochar e qui-
zer restitui-lo, dirija-se ra Nova n. 21, que
ser recompensado.
Saca-se para o Porto e
Lisboa, no escriplorio deCar-
valho Nogueira & C, na ra do
Vigario n. 9, primeiro andar.
a- Constan-
temente
Irocam-se, compratn-se evendem-se escravos do
ambos os sexos, de todas as idades e cores com
habilidades e sem ellas e lodo este negocio se
la/|.'ebaixode toda sinceridade : na ra Direila
numero 66
Precisa-se alugar urna casa terrea eom quin-
tal, cujo alugucl nao exceda de 16 a 20g, no bair-
ro da Boa-Vista ou Sanio Antonio: a tratar na
ra do Hospicio, sobrado do um andar n. 15, at
o dia 21 de fevereiro.
Precisa-se de urna ama que engomme, co-
Zinhe e compre para duas pessoas : a tratar na
ruado Hospicio, sobrado de um andar o. 15.
Ahiga-se annualmente o sitio da
campia da Casa Forte, antes de cliegar
tea pella, laclo do norte, a casa foi ree-
dificada ha pouco e te.n boni commo-
dos : trata se no primeiro sitio do mes-
mo lado ou no Itecife ra do Trapiche
n. 9, armazem de assucar.
Precisa-se de uta sobrado de dous
andares oaum andar sotao por com-
pra, hypothecaou alugucl, cora tanto
que tenha bons commodos e estoja si-
tuado em as principaes i uas da regue-
zia de Santo A atonto: trata-se ta ra
do Rngel n. 5G.
Desapparoceu ou furlaram do cercado do
sitio Sapucaia, cm Beberibe, um cavallo russo,
de canda pela c curta, desella, orclhas um tan-
to cabanas, um pouco magro, castrado, leudo no
quarto direilo a marca MF, o qual tem de 10 a 12
anuos de idade, os denles um pouco quebrados,
liavendo dcsapparecido ha 8 dias : quem o ap-
prehender queira leva lo ao dilo silio ou ra
do Quciniado, toja n. 1 i, que ser generosamen-
te recompensado.
Aluga-so urna casa de quina, na ra da Boa
Hora, coin armacio propria para taberna, o com
coiumodo para familia : quem della precisar,
dirija-se ao pateo de S. Pedro Novo, taberna do
sobrado da esquina, que achara com quem tralar
=r Precisa-se do urna escravn para engommar
e cozinhar para urna s pessoa : na ra da Sen-
^ala Velhan IOS, sobrado primeiro andar.
Caixero.
Precisa-se de un raixeiro com pralica de ta-
berna, lioraem ou menino : no paleo do Paraizo
taberna n. 18.
ngel Barrera subdito, hespanhol, relira-so
para a Europa.
LI0ES PRAT1CAS
DB
ESCRITA COMMERCIAL
Pop partidas dobradas .
E DE
MTHHSTOA
Ra Nova n 15, segundo andar.
1W. Fonscc.i tic Hedeiro, escriturario da
thesouraria de fazenda desta provincia,competen-
temente habilitado pela directora de instrucc.io
publica para leccionar ariihmelica nesta cidade,
lera resolvido juntar, como complemento do seu
curso pralico de escrituracao por parlidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parte relativa a reduccao de nioedas ao cal-
culo de descontse juros simples e compostes
conhcciniciilo inlispcnsavel as pessoas que de-
seiam empregar-se no rommercio ou que j se
acnam nellc estabelecidas. A aula ser aborta
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 lioras
Ja noile ; e as pessoas que desejarem matricu-
larse podero deixarseus nomos cm casa do an-
nuncianto at o mencionado dia.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, c que se
preste a comprar e a sabir a rita em objectos do
servico : na ra lar^a do Rosario n. 28, segundo
andar.
COMPAimiA
DELICIOAS S M FALL VEIS.
arA'..-">.-i--. "T- it -mi itin
APRTAME
i
K!
Qoarta-fcira l'S do corrate,
PELO AGENTE
V> mencionarlo dia c pelas 10 horas da ma-
n aa no armazem da ra do Vigario n. 15, o re-
ferido agente vender por cenia de quein .per-
! licer e em lotes vontadedos cempradores
Lma-por0o de louea france-
sa, branca, do frizo c piu-
lada, constando do
Ipprelhos para janlar.
Chicaras e pires.
Pratos fundos e razos.
1 _'-las de diversos laman!.
26barriscoi alraiade.
I.alas com arneixas.
Presuntos inglezes.
600 caixas com cliarutos da Baha.
ien;a-leira 14 do corrente.
PELO AGE.NTE
3
O referido agente vender por conta de quera
pertencer no dia cima designado e pelas 10 ho-
lasda manhaa a porta do armazem do Sr. Au-
nes defronle da a'.fandega
75 barris com man taiga franceza.
75 incios ditos con dita dita.
LEttfte.
O agente Pestaa continua a estar aulorisado
Avisos diversos.
Barroca & Medeiros, taubcn saccam para
0 rorlo.
Toma-se 1:200^000 a juros por quatro mc-
zes, com as seguintcs garantios : venda a retro
de urna escrava, parda, de 20 anuos de idade,
sabendo bcracozer e cnsaboar, engommar pouco
e cozinhar ; e para o caso fortuito de morte e
para succede-la, hypolhera-se dous pretos do l
e 13 annos do idade : a quem convicr deixe car-
ta fechada na taja do Sr. Figuoira, praca da In-
depndencia, com as inicia. > a. F. Este nego-
cio se fai ao mais tardar at quarta-feira 15 do
corrente fevereiro.
Os efficiaes do primeiro balalhao da
guara nacional, convidam os amigos do
I liiiad.i lente Tirmino Moreira da Costa
a ouvir una missa pela alma do mesmo,
3 na igreja do Carino, s 7 horas da manhaa
g do da I do conenle.
i..^.>bi*w^1.1 mimaiiiniii rrfiTt__
Irmaiulailcdo Senhor
Bom Jess das Chagas.
A mesa regedora da rmandade do Senhor Com
Jess das Chagas faz soiente ao publico, e prin-
cipalmente aos moradores da freguezia de S. Fr.
Pedro Gonealves, que a procisso do mesmo Se-
H'boc I. :n de ser exposla vista dos fiis no dia
1 de abril, tcm depercorrer as ras da mesma
zia, leudo a mesa de marcar as ras por
onde deve passar a referida procisso. Recife,
10 de fevereiro de 1S O escrivo,
Benjamn do Cuino Lopes.
Fugionodia 6 do agosto a prela Benedicta,
crioula, de estatura baila, cheia do eorpo, ps
apalhelados. testa curia, lcn algumas marcas
grandes de feridas no braco direilo, mui'.o la-
dina, foi esclava do Sr. .\ianool Joaquim Cainei-
roLeal, e foi comprada no Abreu de Una, sabe
todos es arrebaldes da cidade, e desconii i-se es-
lar iin alguma casa,a Ululo de forra como ama :
quem a pegar e levar a seu senhor na ruu Direi-
la n. 84 ser recompensado.
Ueseja-se fallar com os Srs. Ma-
nocl Francisco de Almeida, JosMatcel-
lino de Souza, Tliomaz Dias Souto eo
padre Jos Avelino Monteiro de Luna,
a negocio que na > ignorara : na riu do
Cotovdlo n. 48.
Tisset-freres avisara ao publico e
cora espacial idade ao respeitavd corpo
do commcrcio, que desde o dii 11 do
corrente deixou de ser seu caixero o Sr.
Joaquim Luiz Al ves Vianna.
Fufjto do lugar Boa-Viagem.no dia
~> do corrente, a escrava Anna, criou-
la fula, baixa.ollios pequenos.represen-
ta ler 40 annos de idade, conduzio al
guma roupa de seu uso, inclusive um
panno da Costa, foi escrava -ha pouco
mezes do Ultn. Sr. Dr. Buarque Naza-
reth, morador em Santo Antao, onde
consta ter ella ura ilho : quera a ap-
prehender ou der noticia a seu senhor
Jos Pinto Magalhes, no Recie, pateo
do Paraizo, cocheira n. 10, sera' grati-
ficado.
G0SPASHIA DA VIA FRREA
RECIFE A S." FRANCISCO.
Trio presente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do correnle em dianle
ao escriplorio da ra do Crespo n. 2, para rece-
Ij.rem o 8." dividendo de juros do suas accr.es,
contados no semestre deconido do 1. de agosto
do 18a0 31 de Janeiro de 1800. Recife, 1." de
fevereiro de 1860.
Vende-se superior doce de goia-
ba a 1,000 o caixao de 4 libras : na
ra da Piaia taberna n. 39.
Bolas de borracha
c perneiras de couro da
Russia.
Na bja de fazendas linas na ra dr.
Cadeia do Itecife n. 53, de Alvaro &
Magalhes.
Vendem-se saias balao a 3^
na i-ua da Cadeia n. 53, loja de
Alvaro & Magalhes.
Desappareccu no dia 11 do corrento feve-
reiro ura menino de nome Pergcntino, pardo, de
idade II anuos, levando alguma roupa : quem
delle tiver noticia ou o pegar, dirija-se a ru* das
Aguas Verdes 11.50, ou a Sanio Antao a seu pat
aelano Jos. Perreira. que serwecompensado.
Na sexta-feira, 10 do corrente, perdeu-se
urna pulseira de ouro, de noito, no acto de acom-
pannar a bandeira do Senhor dos Pasaos, da casa
da ra da Mangueira ale ao pateo da matriz da
igreja do Poco da Panella : quem adiar, a pode
restituir naquelle lugar, na casa do lllm. Sr.
Lobo, ou nesta praca, ra do yueiftado, loja de
lerragens n. 0, que ser recompensado.
Aencao.
Compram-se, vendem-se e trocam-sc escravos:
na ra do Imperador n.21, primeiro andar.
Attencao.
I.a.a-se eengomma-se roupa tanto de l.omem
como de senhora, por menos do que em oulra
qualquer parle, rom condico de se mandar bus-
car o levar quando esteja prompta, e como lam-
a-se vestidos de todas as qualidades,
tanto de senhora corno menina- quem quizer
dirija-se ao Corredor do Bispo n. 5.
Aureliano de Pinho Borges, professor jubi-
lado cm inslracco primaria, presta-se a leccio-
nar em casas particulares, as materias d
protissao : as pessoas que precisarcm dirijam-sc
a ra da Gloria n. 17.
Ao publico.
O abaixo assignado lendo de retirar-SO com
brevidade para a erle do imperio a reunir-se ao
seu balalhao 1." de infanlaria, nao pode deixar
de sinceramente agradecer ao lllrn e Exm. Sr.
lente general, conselhciro de guerra e com-
roandanle das armas desta provincia, Jos Joa-
quim Cecilio, a maneira attenciosa e urbana por
que sempi-e o tratou. Por igual agradece aos
[liras. Srs. major secretario do dito coiumando
l'rancisco Camello Pessoa de Laccrda, c mais
Srs. ofliciacs era gcral da guarnico, a maneira
distincU com que se dignaran Irala-lo. Na
mesma corle ofterece seu presumo, e roga-llios
recebara um torno abraco do seu companheiro
d armas. Finalmente queiram os meus amigos
desta provincia receber o voto do raen mais gra-
to reconhecimtulo, pelas bellas maneiras com
que sempre me tralaram, e a lodosofferece osen
limitado presumo.-Major, Joo Daplista de
iouza llragn.
Grande cosmorama
Na roa da Impcratriz n. 5.
De domingo 13 do concille estar exposto ao
publico um novo o lindo cosmorama, chogado
ltimamente de Pars, contando differentes
todas novas, como sejam as ultimas batalhas da
Italia, China o Russia, e das principaes cidades da
Europa. O mesmo composto de l vistas as
quaes scro substituidas lodos os domingos'por
ouira. Lu cada vidio se achara a erplicaco de
cada una.
Entradas para homens e senhoras lgnoo. para
meninos ate 10 anuos 500 rs.
= Na ra de Santa Rila n. 1, compra-se. um
bra.jo de balanca grande com conchas o pesos de
urna libra a duas arrobas.
J se andunciou nesle Diario no dia 8 e 9
do corrente, que a casa n. 59 na ra de Santa
Rita, annunciada parase vender, nao sj vende
pertence a orphaos, e contina o mesmo annun-
co da venda : os compradores nao se enganem
Na ra \ ellia n. 61 aiiida se precisa de ama
secca.
Attencao.
Precisa-se de um pequeo portuguez que te-
nha pratlca, para raixeiro de urna taberna no
arrabaldo desta praca : a tratar na ra do uei-
mado n. 43.
Precisa-se de 1:6003 a premio, dando-se
hypolheca em urna bella mulata de 20 anuos
que cose, engomma, lava e cozinha com perf.-i-
cao. O Sr. Eduardo Gadault, na na Nova n. 23
primeiro andar, dar as informacoes sobie quem
pretende fazer esse negocio.
A viuva de Manoei Perreira da Silva Uaia
convida a todos os credores de seu casal para vi-
rom justificar suas dividas, para entrareni no in-
ventario que esl procedendo pelo carlorio do
escrivo Faiias, dos bens que fiearam por morte
de seu mando.
== Ofl'ereco-me para administrador de um en-
genho ou sitio, ou mesmo feitor aceitare!, bem
eiiterulidj, entrando eu com 2 escravos mocos e
robustos : quem quizer, dirija-se ao arco de San-
to Antonio, loja da esquina.
Joao Mauricio Cardoso.
A pessoa a quem f.'.r offerecido um rclogio
de ouro de patente inglez, coberto c cora cor-
rente tambera de ouro, e cora 4 pedras finasen-
carnadas que foi roubado no dia 10 do concille,
queira ter a bondade de dirigir-sc a ra do Cres-
po n. 10, que ser recompensado.
Paslhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm." nspceeao de cstudo de
Habana e por muitas outras juncias de l.y-
gkne publica dos Estados Unidos e mais ptUea
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis avista,doces ao paladar sao o remed.
infallivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
seasnera sensacoes debilitantes.
Testemunho expontaneo em abone das patti-
Ilias de Kemp.
Srs. I). T. Lanman e Kemp. rort T.
12 de abril de 1859.- Senhores. As pa>t
que Vmcs. fa/.era, curarara meu ilho ; o
npaz padeca de lombrigas, cxhalava um chei-
ro ftido, tinha o estomago incitado c CMtaa
comicho no nariz, to magro se pos, i,
tema perde-lo. Nestas circumslan.ias um viii-
nho meu disse que as pastihas de Kemp Un ha a
curado sua filha. Logo que soube di-.,
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas tal
ida de meu fillio.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
VT. T. Fb.jd. .,
Preparadas no seu laboratorio, n. 30'
; Street pelos uincos proprlelarioi l. Laamaa e
Kemp, droguistas poraiacado em Niw Yotk.
Acham-se venda era todas as Lou,.
[ rincipaes cidades do imperio.
DEPSITOS
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de io de Janeiro na ra da Alaiidc-a n 59
casas, ea guem mais convier, que eslo plena- nal,:, r,,,, ,-- a '
minie autorisados pela dita companhi para "k^' G.tfrman C- J*-
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe- arnambuco.no armazem de droga*de I. Soum
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os I
objectos que coiitiverem os mesmos edificios,
quer consista era mobilia ou em fazendas de
; qualquer qualidade.
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho distante desta proco duas legoas, vende-se
una parte no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilaco nova e bem montada, 22 bois ^^cicio tle sua prolissao medica,
de correia, seis quarlos, algumas obr
plantada, etc. etc. ; trata-se na ra de
13, loja.
Cruz n. 53, todos os dbs, nicnw^
Estibclccida cm Londres
EM
ii mu.
mu.
CAPITAL
Cineo miVUoes Ac Vibras
cstcvUtias.
Saunders Rrolhersi C." tcm ahnnra.de In-
& Companhia ra da Cruz n. 22.
i,
:v
Pereira
de volts de sua via^ern instructi- !
^Rtiva a Europa continua no exer- (
oCrspo 1 ;^'consultas em seu escriplo-^
litio, no bairro do Recife, ra d..
Publicago Iliteraria. J;c,u7- n- ^3, todos os dbs, menw^
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa 3^0$ domingos, desde as'CliOia: -h
1 vol. em 4 de 500pag.: vende-se na mi do !vt as 1 0 da manhaa. sohre c^ Y"
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 encad i; SM geruntc nontos
DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- rang ras l. Na mesma casa tem agua e
in'. denlifico.
iXXJLAAA,jUJlAj I tf.UUtti^
l'rccisa-se de una mulher tona para ir em
companhia de nina familia at o Marnnliao :
quem quizer fazer este negocio, comparece no
sitio da senhora viuva Aiaurini, na Ponle de
Uchoa.
. Molestias de olhos ;
. Uolestias de coracSo e
peito ;
Molestias dos org8os da gci '
Qao, e do a us ;
. Praticara' toda e qualquer
operarao quejulgarconvenim-1
te para o rcslaLclLciini ule cios^
seus doentes.
O exame das pessoas que o con- ..
sullarem sera' ledo indtstincta-
Na ra do Imperador n. 22, precisa-se de ^
um impressor lytographo. Jt
0 Sr. Honorato Jos de Oliveira Figueire- *' su
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se ^s'""ie'n ten leito indtttincta-
1 liviana da praca da Independencia,que se proci- 33 mcnte, e na ordem de suas cu-
sa fallar-llie. <| trsdas; 'azcndo exee-pcao os docn- [
Ao publico.
^: tes de olhos, ou aquellesque p-
ioivojustoobtivcrem hora mar- y
:t .$ mili *-.-,.,* aIa t~ .v"/v
I passo : porm o passo cuito ; tem um dos cas-
cos da raao radiada e rom um furo de variuma
na extremidade da rachadura do casco : nao
\i pina etc.; sera' eilo.ou conced
Gratuitamente. A confianca cm'**
novo (doze para quaiorze annos). Roga-se a qualquer pessoa que o aprehender de entregar >-, "eIlcs deposita, a presteza de sua *
no K.cife aJovino Bandeira de Mello, atraz da t; accSo, e a neceuidade prona la
llairiz da Boa-Vista, sobrado do Sr. Joao Ma- S rje Sou empreo- tudo nuantn o
tinas ou no engenho Carrapato, ou no engeu ... M 1 "l'^g* c runo quanio o ^
bouza cm Afrua-Prela que se gratificar A/nmove era IjoiicICIO de Si
tloentt
r^<"^09^
Manuel felicita da Horla e Sil,a. Poriuguez,
segu para o Rio de Janeiro. Ijj ^yzs**?***?^.--^-^ ,
til I tS Roga-se aos Srs. devedores a firma acial
: /fa?Hri^laT1a M? '!e Lcile Correia em liqui.lacao, o obsequio
m xlLL J. Ii M^IAIjJ, ;. Ja ina.i.!ar saldar seus debilos na loja da ra j
guuacstreita do Rosario n. 3|]iQueluado 1,)-
9 Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- d6 .^1- > -
I tiflcia. suelos doussystcmaaVOLCANITEl aSencl lal.ru-antos nmorU-a-
[# chapas de ouro ou platina, podendo ser S nos fc .ouver i Bafcer.
8 procurado na sobredita ra a qualquer te K1fs ^ tos,'r : ,ra rt:?a ,u' s '
; @ hora. ,,; tabnsion ^ C, ra da Senzala Nova 11. 5S.
piraS rtWfflfoS^ 7^* a,,ar ao corresponden-
meiro andar, continua-se a tirar retratos pelo ",rs* tente-coronel lleincl
syslema norte-americano. Mais de 500 reta- Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
tos lirados em quatro annos pelo artista que t*er de \ndrade m livr,.-;-, ^ r "c
dirige esse estabelecimenlo, provam a bondade Y j i j "vr-l:i n. 0 e8
Idos processos empregados [nicos, que garan- a praca da Independencia.
aiendeU"i'i'ua\ toSIS! nil '"v"0 ;'"' ~ Profsor de lata da 1,
ale o ULH AI.IU lera merecido. Na n:esmo ,ttl c i,,,,;a,ci___-i 1 i-
estabelecimenlo se encentra o mais variado, (je S-J^ cU-st* cidade, abaixo assi|
abundante e bello sortimenlo, que existe nesta j "O, declara ao publico que a mal cu-
cidade.de quadros, molduras doursdas, passe- la de 111.1 aula t arlm luui.
par-louls e eaixinhasde todos os laroanhose fei- ,, ,, SC 1U abei ta' e i'U ;
(ios. Constantemente recebe-sc de Franca e dos "'"oaMos lectivos da mesma pmicipia-
Cstados-L'nidosiudo o que diz respeii.. a photo- rao no dia 5 de cveieiro prximo fi-
graphia, e sempredesprezando-se ridiculas eco- fnm C-lu .....e.l. 1; :;
nomias, mandan, se vir los mais modernos U nteressados dri|am-te a casa
e de melhor qualidade: alteslam-no as amostras desua residencia, n. 33,
nalenles no r.nlilicn aecim mnin >.,,,'. .. .1,-. 'I'.,,..,
patentes ao publico, assim como aquelles que
tem honrado esse estabelecimenlo. Tiram-se
relalos lodos os dias, e os procos principiam
em ijOOO ruis.
Ferreira Villeta. prolograpl 0.
Nao lendo podido desc 'luir a
brir a murada do
tirito e (lvei
mesmo senhor o favor de appnri cer
, Sita 110 pateo
uo Te: co.

Manoei Francisco Coelho
ObacliarclWiTUL vio Iciu
o sen escriplorio no 1- andar
Sr. Antonio Joaquim unto e (Miveira, rogo ao ,1a c(vl>i-.i,lrv*,, ao v
na ruado tiosoDrao li. 2dda na Nova,
"" ocmmr 1.1.ui uu ii,i...recer na ra u---------------.....v, ... ... un ii.n .ninij
Rangel n. 56. para Ihe entregar urna eocom- pilin pnf pfi.ln nolafamhAa I .
meada Dr. Ferreira. ujacuuaUdt [iLla LisIlllJOa 11.>
Da-se sociedade ou arrenda-se uno silio ClinitO.
com otaria, que lem bao e porlo muito
... e porlo muito perto,
mais de oilo ceios arvoredos de inicio, viveiros
paatagcm para gado, e baixa para capim : na ra
dn Imperalaz u 47, 3." andar.
T. f> > < <> '.;. -r. ... r. ^> o ^>
&m&

n@-
K
da ultima moda.
Vendem-se bibis recentemente chega- 1
-I dos (chapeos de senhora para passeio) : sa
@ no segundo andar do sobrado da esquina
da ra do Queimado por cima da loja do ga
;j Sr. Preguiea, entrada pelo becco do Pei- m
xe tritn. 1.
Hflf # @# 4Sp
\cnde-sc a taberna n. 14 do paleo do Ter-
co, illuminada a gaz ; hoje um dos melhoros
pontos de commercio onde se acha a referida ta-
berna.
Bom e barato.
Urna escrava excellenle cozinheira e com mais
habilidades, por 1:2005,1 escravocanoeiro muito
fiel e de boa conducta por l:300f, 1 bonita mo-
lequ, e mais escravos por preco commodo : na
ra das Aguas Verdes n. 46.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, que saiba bem engommar e cnsaboar ; ni
ra do Queimado n. 28, terceiro andar,
Ama.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar:
na ra Velha n 105.
Precisa-se de um hornera para Irabalhar cm
um silio, da-se bom ordenado, urna vez que de
abono de sua conducta : a tratar no silio da ca-
pella da Conccicao da cslrada de Joao de ltarros.
Attencao.
O abaixo assignado declaia aos credores de seu
finado pai Joao dos Santos Porlo, que fez desis-
tencia dos bens que Ihe possam tocar no inven-
tario que se esta procodtndo. Recife 9 de feve-
reiro de 1660. Joo dos Santos Porlo Jnior.
Segunda vez roga-se ao Sr. Antonio de
Souza Barroso, administrador do engenho do
Bruro, tenha a bondade de appareccr no pateo
do Terco n. 4, a ultimar" negocio que o mesmo
senhor nao ignora.
Aos senhores dentistas.
Denles americanos.
Vendem-se por atacado ou a retalho, de todas
as qualidades, no atorro da Boa-Vista, actual-
mente ra da fmperatrizn. 10, loja.
Joao Eugenio Marques do Paiva, Poriuguez
segue.para o Rio.de Janeiro,
SS
m
9

Conlinua-se a preparar bai lejas i
di di rsos gostos, com bolii
curados e dos mais prrfeltas dt dosm nei
assim como pudins, bolos inglcccs e ti
da nossa massa os mais perfeiloa, e i
bellas seringas e Olhozes para o lempo do ca
val, e uma porcao de doce do caj too > pori
r, r.- >; commedo :"pr.ni.re na ra da Pciiba n t\
Alleneao.
Aviso.
:
d de qualquer causa iiv.1, en me ou com- 2"
$$ mercial. cm qualquer parte da provincia gg
vC do Ceai: assim como de cobrancas ami-
i", gaveis ou judiciaes. Para informacoes, fi
9 quem quizer ulilisar-se de seus servico?,
9 dirija-se nesta cidade aos Illms. Srs. "r.
:- Aprigio Jusliniano da Silva GuiraarSes, fe'
5 Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado e ao $
,';> abaixo assignado, com loja de ferragens U
gues Ferreira.
-- Sacca-sesolirco Porlo por qual
seus servico?, $ a haver todos os domingos e dias sanl. s
Domingo 12 do crrenle baveri acetada mao
de acca, na ra das Cruzcs n. 21. e conlti
; t..i..-
."... se u.nieie coiinua para lora com l
acera c promplidao : a mo de vacca 0 a l
I'ugio no dia 6 do concillo, urna i.
por nome Germana, crioula, lili,a a>Ara-
caly, com ossignaes seguinles : alia,
t ura pouco magra, lea os olhosilguma
cousa vcrnielhos e j lem cabellos M
eos, costa oa beber, assim como mascar
fumo, bastante conversadeira e lem as
quer semina pagavel alli ou cui Lisboa; I SSJKuli'.-p'.i.'-i,)A1.'-cl",c Vniui'
iloiw a ..c latra en..n. ."'I PS;l"Jo 'ni alguma cousa, esla negra foi
pOCllllO ds lell'as sei'eni pagas a Vista, da Sr D. Harunna Conrados Pcreira, morador"
mediante o descont na razito tic 5 or i L',Sa"l0,A",ar0fd^"delcm UM "". Jj fi
_. i I vista no da que fugio cm Sanio Amaro fillanin
cento ao anuo, aos portadores que com a fih.:\Wm>. Pegari!er4 tSr^SS
eiisirem : dirijam-sc a Joaquim da Sil- f'do pdendo l"zer ru, do coiieSo n. 10. bo-
\ ll'l.l.'/\ l.II-l l 11 l'wil, U,l .. .
va Castro, ra do Crespo.
Precisa-se traspassar a tiypotheca
da tjuantia de 8:0)0#, vencen do o pre-
mio de uta por cento ao mez, a qual
esta' garantida em um sobrado de dous
andares da praca da Boa-Vista, a qual
Anda se vendo o engenho Sapuragi de ci-
ma, na freguezia da F.scada. distante da e?
um quarto de legoa, muito bom nioedor para
moer com o mesmo riacho, e lem capeada
sarejar mais de 1,500 ps: os prcteudentcs pro-
wcureni o tcnente-coroncl Jo Francisco de Fa-
rias Salles, que mora no engenho Sapucagi de
baixo. que com elle tratar o negocio: tambera


DIARIO DE PERNA MBUCO. SEGUNDA.FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE 1860.
i.
-.--.<*.-*.
010 OWO
DO DR.CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PARA O TRATAMIENTO E 1M.MITO CIRA11VO
BAS ESFERWDADES SlIXIAES, D.S T-DAS AS AFFECCOES CCTANEAS, VIRUS E ALTERARES BO SANGtE.
Citi-nto lie ferroCliaMc.
Xarope mu prelerivel ao
Cupah ba e as Cube-
PLI>S bt
COPAH
bus. ciiri inmediatamen-
te qualquier purgicio,
relax.ea.) e debilida le, e igualmente Quxos e
flores brancas das aalfarres. injeccao Chniiic. Bsta injecejb) benigna emprega-se mes-
ni" tempo do xacjpe de citrlta de Ierro, una vez
de manli, e urna vez de tarde durante tres das;
?lia segura a cura.
OEPURATIF
da SAJVG
l>rpueutivo de rHUgue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conbecido
e appriivado para curar
Cun promplido e radi-
calmente impigens, pstulas, btrpes, sarna, co-
mis-is, acrimonia e all* rarrs viciosas do san-
pue ; virus, c qualquer alleio venrea. iiu-
niioH uiinerues. Tunio-te dous por semana, se-
(liudo otraiameoto depurativo. I'onwda un-
(ilierpclicu. De um iffeito maravilboso as af-
feces cutneas e eomixoes. __.
He uorrohiiina.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O itfUil* c m ra tanja do Ilvsario, botica de Uarlholomeo Francisco de Souza, n. 36.
miz
iiOTJBlUA
Comprase ouro em moedu com
premio : em casa de Rjbe Scl'metton &
C ra da Cadeia n. 37.
Compra-se urna preta robusta e sadia, que
(rnha bom o abundante kile, com cria ou si-ni
I ella : ns ra do Mondego n. 95.
= Compram-se as seguintes comedias- Ber-
| mido na La, o Judas em Sabbado de Allcleia,
O Quem casa quer casa, Por causa de um algaris-
S>r. thesouretro manda azer pu- mo, A rosca, o Duelo no Tercciro Andar, o lr-
blico que se acharo a venda todos os das: ma0 das Almas c o Diabo na escola: tiesta typo-
dns 9 Iioras da manhaa as 8 da noite, i 8rapI'o*0D?arn\ mnpHns 1
, 'I tompram-se moedas de ouro : no esrrip-
no pavimento terreo da casa da ruada torio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar
Aurora n. 26 e as casas commissionadas I "~ Compra-seuma escrava de cor preta c pou-
pelme, Sentar the.ourc>o na t~\t&mV^T!S&3SStti
ca da Independencia n. 14 e 16, e na deouro d. 2C.
ra da C-ideia do Kccifc numero 2 at', cmPra-se urna escrava que soja moca, de
-.Ai.__ j j i bomia ligura, que saiba engommar, co/.inhar, e
as o horas da tarde somente, os bilhe- costura : na ra do Brum n. 16, armazem de
tes e meios da quinta parte da primeira ^f.',!0,','^,1^' V,iSi', A'""'-
lotera do rccoliimento de Papacara,
cujas rodas deverao andar iinpreterivel-
mente no dia 15 do corrente mez.
O mesmo Sr. theoureiro manda
filialmente fzer publico que ras casas ,
.,:., i i i mi novo, e juntamente o casal de anaos ocosaiiien-
JCimu mencionadas se acliam billieles te vestidos: na ra das Calcadas n. 6.
de numeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras \ de eve-
reiro de 1860.O escrivao, J. M. da
Cruz.
(5*.
iT?\\
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, ditu muscaiel, dem : no
armazem de Barroca & Medciros, ra da Cadeia
do Reciten. 4.
Rua do Codorniz n. 8.
Batatas novas em gigos de 40 libras a 1J800,
feijao mulalinho, saceos grandes, 1J, e oulros
gneros mais baratos do que em oulra qualquer
paite.
Vendas.
Vende-se uma porco de burros en-
tre o$ quaes existan O panillas, todos
j muitos gordos, novos e de* bom tama-
oho do excellente carregamento ebe-
gado ltimamente de Montevideo: o
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de en trocas >Co,lcs dc vcslido < seda de gaze ti
em Fora de Portas, de Flix da Cimba rt.fMelei .
Na rua da Cadeia do Re-1Teiseha. D,lM d'1"-c *. "
Para o carnaval.
Vende-se um rico vestuario de velbutina azul,
40 Hna do Oueimailo. ^10
Grande sortimento do fazen-
das para a qu a resma, e 011-
tras muitas por baratissi-
mos procos para acabar.
fiao-se aiii>sli-.ts tiiiti pviiltor.
Cortes dc vestido de seda dc cor<-s com
babadas
Dilos de dita preta corn babados
Ditos de dita gaze phanUzia
Romeiras de til dc seda prela bordadas
Taimas de grosdenaple preto bordj
Grosdenaplea de cores cora quadrinltos
corado
Dito liso preto e de cores, corado
Seda larrnda preta e branca, corado 1-
Wiu lisa preta e de corea, con i ;
'argura, propria para forros
de
9
g
1
1:- i
: i
1 i
I
I
^STS^Y^rS^StSZ Pr^0S COinmOdOS C tudO da acredUaf Bffia.'JBf liS"!!! [.-losdo,
sos
d
inesni
anuuncie ou dirija-se a rua de Santa Bita n. 40, 110 SCjailI:
primeiro andar.
Curso de iiii>!ez.
Camas de ferro e com lona. -
Bombas de japy completas.
Canos de chumbo de todas as grossuras.
.l-ncas Braco participa ao publico deda cidade, Ferro Suecia de todas as larpuras.
io icm nberto um ouiro curso para principian- j_ m:i- *'
, desde as 6 at as 7 horas da noite: na rua ^ *.
Arcos de Ierro de todas as larguras.
'i"
tes
do Queimado n. 26, primeiro andar.
d "
Rua Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECCiO DE E- BIID.
Lste liolel collocaJo no centro de tima das caj/uaes importantes dn Europa, torr.a-se de gramle
valor paraos brasileos e porluguezes, por seus bous conimodos e confortaVel. Sua posic/io
uma das melliores da ciJaJe, por se adiar nao s prximo s estaques de caminhos de ferro, da
Allemanha e Franja, como por ler a dous minutos de si, todos os lheatros e divertimenios ; e,
alera disso, os mdicos precos convidam.
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemiio, flamengo, inglez e por-
luguez, para acompanhar as touristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur 1jl.;vcl.Slls so!oVd7dia'proilreddo,'nf a'i r '"'T' -i
cmfim para toda a Europa, por prejos que nunca excedem de 8 a 10 francos (35200 4?00 ) a differenies pessoa?, constantes do escriplo em ,,uni'llaScota|das redondos e quadtados.
por dia. I m'r, do porteiro do juizo Jos dos Santos Torres Fuciladas americanas e de todas as (iua-
Durante o espr.co de oito a dez mezes, ah resiairam os
e todos es tamanhos.
as qualtdades.
Caixas com ferramenta de carapina (pa-
ra curiosos*
SSKSt CT.SJSrttStE: I I''=m Comryo tanhido para cosinl.a.
piche, forno de olaria, viveiros, caixotes, com t'''-,|n completo de porcelana para co-
lima casa em estado dc ruina, e o dominio direc- sinlia.
rao, e seu filho o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de 1
Netto, Manoel de Figueira Faria, edesembargador l'ontes
tras pessoas tanto do um, como de outro paiz.
Os precos de todo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (4*000 4g50O.)
Ko hotel eiiconlram-se informacis exaclas acerca de ludo que pode precisar un. eslrangeiro
JARABE DFOUGET.
s Exms. Srs. consellieiro Silva Fer-; flVu^ d''. I?,-06' Joa,^,i.,!, B8Pts contra I lid;,des.
>ortogal)e os Drs. Fel.ppe Lores dunVIXS^2 l^ ^^Z Ditas do Porto d<
\ isgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou- da sobredia propriedade que Qcou espc-cialmen- Prego* de todas ;
le hypolhecada ao seu integral pagamento.
Pedc-se
ao ador Coimbra, que nos queira divertir com Bandejas muito finas de todas as quali-
esnectaculos nos das santificados para acabar as dades.
Rste xarope est aprrovado pelos mais eminentes mdicos de Pars,
Icomo sendo o melhor para curar constipacops, ics-e convulsa e omr: s.
iBec^es iiui broncbos, ataques de peilo, irril coea nervosas e insomnolenci s: uma colberada
pela uianlia, e outra noite sao sullicieiiles. O i II -ilo destu excelcnle xarope bjUsE ao mesmo
lempo o duenle e o me lio.
O deposito na ruu terga do Hosario, botica de Uartholomeo Francisco de Sonta, n. 30.
8 horas da noite, como fazia o ador Germano un i
Sania Isabel, e espera ser servido com,) sem po l orno rancezeS para assados.
0 aro dos caixeiros. [Bules, ca fetn as, assucareiros e naan-
O Baraode Ipojuca, por graves incommodo te"U( iras di* mpt-il
dcsaudc, reluando-se para lora da provincia, I n *' .. ,'
deixa eiu-ai regado de lodos os seus nogocios o I lene,,'a* ue latao de todas as grossmas
Dr- Ignacio do Barros Rarrelo, o bem assim seu! para nadarla e relinacao.
luho o l)r. trancisco do Re/" o*" *- >------>-
c a
Na livraiia n. C e 8 da prara da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andre Abreu Porto ou Anche Alves
Porto.
DNIGA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PAR31LII.V
DE
Itemedio sem igual, sendo rcconhccido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livcl para curar cscrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do (gado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa c intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e crupis que resultam da impureza do
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acliam-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
FOLHIMIAS Ylli 1800.
Eslao venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla lypographia, dasseg
dades :
Ce
ff
OLIIINHA RF.I.IGIOSA, conlcndo, nlm do
kalendario e regulamenio dos direitos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheea do
Crislfio Brasileiro, que se conipoe : do lou-
vor ao sanio iiuinc de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hynmos ao Espirito Santo e
a N. S., a imilacao do de Sanio Amlnozio,
jaculatorias e commemora'-au ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraeao menta
lio o ur. francisco do Reg Barros de Lacerda, j l)tas J,. niefa| drl ()ir
ambos revestidos de plenos poderes. j mtiai ana ita.
O Baro de Ipojuca, relirando-sc para o Moinlics de todos os tamanhos para re-
ma, quasi que inopinadamente, agradece cor- GnacSo
dialmente a lodos os seus amigos as numerosas p: i i j- t i i* i i
. visitas que lhe fizeram, tanto no Monleircleeo algodao de todas as qualldades.
guntesquall- -VI"PUC0S. c01ll ali no Recife ; c pede lhes que i D'to 'rouxo inglez proprio para coser
pedida nCCU'"1 S0US C'"Priuieulos de d- I saceos para assucar.
Pugiona noite de 10 de fevereiro do cor- *71'n'*as para pudins, pastelaoe bolinbos.
rento anuo, da casa de Manoel Jos da Silva Rra- Latrinas patente de porcelana,
ga, a escrava ciioula Odorica, mas s responde Lavatnrr flitn ,\]ti
por Durica, natural do Haranhao, que veio a i T. '
para 6 mozos, dode, pouco mais ou menos, dc 18 L,,tos de Ierro.
annos, cheia do corpo, estatura regular, pese
raaos fulas, tem bastantes pannos nos peilos e
as costas, levou vestido de chita desbolado,
que parece branco, uma arbola dc ouro so na
orclha esquerda : quera a pegar, leve a la Im-
proprias para
ia-.*iacra, uircciuno para ura'-uo meniai, o'" lul c u lua lm~ V /~\ ~n~ l y*
dividido plos das da semana, obsequios P6"*1' Pmo>ro andar n. 67, que rara recoro- i k | A 4.1
ao SS. coraco de Jess, soudacoes devo- pen8nS- I fl D I r% ^k
tas s chaga's de Chrislo, ora.-i.es a N. Se- i ~ Cj i? '' 1";'ns '' !'n;iis n0V08 lk' Lisooa : ftl 1 V I h% k^
nhora, ao patrocinio de S. Jos e a ni o da n, "S* UX u,mos -. esciiplorio de Prxedes ^^ vf JLi. OLKJ
guarda, respondo pelas almas, alui de
ouiras ora^oes. Prt^o 320 rs.
ITA.BE VARIEDADES, conlendo o kalcnda,
rio, regulameato dos direitos parochiaes, e
urna colleccoo de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, tabulas, \,< nsamentos moraes,
receilas diversas, quer acerca de corintia, irado.
da Silva Gusmao.
Diversas ierra mentas
jardim.
Balanzas decimaesde todos os tamanhos.
quer de cultura, e preservativo de arvores I
e fruclos. l'ieco 32 rs.
ITA DE TORTA,a qual, alcm das materias do
costtuno, contm o resumo dos direil
parochiaes. Troco 1G0 rs.
'"' -n <..-..-.. -.*.-, *-> -r\ < .
v. *> v> '-X'O v^ -> '> v v -> v^, r, ^'t O O v^ '

Altenco.
Curso pratico e llieorico de lingua fran- |
.; (eza por uma senhora iranceza, para dez m
; ; moras, segunda o quinta-feira de cada se- (--?
Os abaixo assignados, estabelecidos
Cabug com lojas de ourives ns. 9 e 11, fazem
Attiga-se uma casa no Cachanga publico que teem recebido dc novo os mais bcl-
bem confronte a egreja, com bonscom- Ilos -''''melos de obras de ouro. e vendem por
modos IwnliA nn .'H -,,, ,,., pre?s mais em conta que possivel, e passam
mocos, lanlioao pede casa: a tratar conlas com recibos garantindo a qalidadc do
na rua do Ua fatiga n. 10, loja de c. I- ouro, pelo qual Ocam responso veis: rqccbeni en-
commendas, e concerlam qualquer obra de ouro
com asseio e promplidao.
Seraphim & Irmo.
GBA3.DE AR1IAZEM
DE
'Yf^ l.j^

[Panno preto e dc erres de lo
lidades, corado
Casemiras idem ideo idem
Gollinhas de i i
Iidados di 600 rs. a
Chales de touquini bri :
ha para vender coeiros bordados J enfei lados, Ditos de merino bordados libse cs-
propuos para bnt'tisado. ,
r lampados de todas as qualidades
Arados americanos e machinas Enfeites de vidrilho pretos e
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo- ''^ l
ao pe do arcodc Sanio
Antonio,
i Senzala n. 42.
luras para ca
dio, brancas c de i
Saias balo de varias -
Chapeos frai:ce/cs finos, forma modi n i
Um sortimento com|
seda de b las as un .
Camisas franeczas, peitos d e dc
algodao brancas e de i
Ditas de fusto I. -ca
0*agcnte do verdadeiro xarope do Bosque tcm Ceroulas de linho
:
I
I
eslabelccido o seu deposito na rua da Cadeia Ve-
lha n. 61, na botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Iiriio & Filho : desnecessario fa-
zer elogios bondado deste xarope, nao s pelo
rcconhccido credilo de seu autor como pela acei-
1 que gemlmente tem lido. Um ci m nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
jao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos orgaos pulmo.
Capcllas brancas pai
Tin coraplclu sortimento de fazendas
para vestido, se las, 1.1;
braia e -
corado
Mcias cruas brancas e di
meninas
Dilasde seda para m :.'
Luvas de fio de Escu
menino
"o

r
para
nares. Tara coiihecimenlo do publico declara-
se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro- Vclludilho de core?, i
piia assignatuija dos proprietaiios, e no falsifica- Velbutina de con-;, corado
do esta lilhngraphada.
Balalas
a 800 rs. ogigo.
Batatas escomidas a S00 rs. o gigo de arroba,
para acabar ; na rua da .Madre de eos n. b.
Feijao amarello.
reKis Bd?:iKS.5!tK :r-s
dis por?< es, sa'dcos com feijao amarello de G al. "W1"8' ousombrmbi
scdn urol ou 3i) cuias, medida dcsla e da ":"''s i iora
: le ha no mercado, o chegado Sa| atinl -
ulttmam > bngie portuguez Xo.- para ,
Pul'i iras de vel udo pretas e d i -
i. s. o par
1 s deseda ;'.'< m idem
l ni sortimento completo dc Ini
seda bordadas, lisas, para -
homens c meninos, de lo lidades
Corles de col'etc dc
de coi -
Ditos '.(
1
I;
-
i'-

O bacbarel Adelino Antonio de
Luna Freir mudou sua residencia para
a rua Direita n. 82, primeiro andar. ,
O abaixo assignado, dono da loja %
da fama do aterro da Boa Vista n. 18, i M
tem de novo garantido os bmetes das
loteras da provincia, pagndoos 8 por
cento da Ici. Antonio da Silva ui- ;
maraes.
vendo-so superior linha de algodao, bran- Cas'ne,as d'
a rua do CBSe d" c"" '*'"1 ,,,v*'"0. para costura : em I lo superiores, corado
casa de Seuih.aU Ueiiori C, rua do Torres Tafet rxo,
n. 8. .
>etim preto, i
uiquiuarau. iiquiiiltO | S"r,e0B,p,ta0iJ
Batatas hamburguezas novas a 1; a arroba, Se|,m *'so de odas^s
macarro francez) fino a 5S a arroba, dito dito Chitas franeczas claras e es
9

-
..
i
nes imilacoes da Salsa Parrilba deBristol que | ma" l*u"S "? ,'!"'in di" : quoJm Lisboa C 0"vc'ra Barros. rera-separa .;
',,..,,, IS quizer aproveitar pode dingir-se a rua da a > iltit i LU ll. ~' J, IDl
hojoso vende neste imperio, declarando a lodos g Coz n. 9, segundo andar. Pagamentos 7" Quem qulzer vc"l,or um Sobradinho ou & ,..,.,,;,. ,/.. /i..,.-'.
que sao r-lles os nicos proprietarios da receita .. adiantados. "<,' "ran casa terrea na Boa-Vista, dirija-se a esta ."" "J"J'1 (Ui ^/ttt grosso a !- a arroba, carnauba nova a 4$ ar-
roba, sapales de como de lustre, obra muito se-
gura, a 3 opar, cerveja ingleza em caixas dc
duzia a 4350(1, casemiras fiance/.as de excellen-
tcs padrdes a 3$5u0 o corle de calca, caixas com
2tqueijos recenlimente desembarcadas a IgGOO
cada nm, amondoas novas de casca mole a 6:500
a arroba : no bazar da rua do Imperador n. 6.
AltencSo.
o
Quer-se por aluguel uma escrava para os ser-
vicos internos o externos de urna casa de ami-
gfjf |l'a, e tambera qu*r-se por aluguel urasilio, ceja
g onde fer: na rua do Pilar, primeiro andar n.
' 137, loso aopassar o arsenal de marinha.
Para evitar engaos com desapreciavcis co-
Linacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizercm comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
ij-.ier oulrapreparacao falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob uma chapa de a^o, trazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGE.MS
N. G9 Water .Slrcct.
Ncw\o\,
2" O mesmo do outro lado tem nm rotulo em
1 apel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Jirislol em papel cor de rosa.
4o Que as airecoes juntas a cada garrafa tern
tima phenix semtlhante a que vai cima do pre-
leannuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega 'n. S9.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pcriiambuco no armazem de drogas de J. Soum
Companhia rua da Cruz n. 22.
,e i'i.iueraoisi-iie remenee de llannetot *?' -r----------w., .,, c ,,
iVo naco /1A 1-vA^l^^ ; Mancvillecontinua a dar licoes de M ^ 7in;i '^'os e de cores, p.Ielois e sob
i\a CttSa C DaUllOS > rraBe* Pno na cidade o nos arrabal- g ;tv ^>s.eos de seda e casemira de toros, c
a-^ wuiaiVJ H cs n,a da Crijz 9 M ^ casde casemira preta e de cores, ditas
jbre-
cal- 'i%
-......- |n x. ov iuiu, unas de ao i\o1oa Ja Tnitmn '-'~\l-"'"''^'.""-"'.,^ O palCO UO La'llO, --^.^ Wffi&M I K [>^ P do core, ce fusto e riscados
metro ailar.
j-, ii 'im em lodos os dias uleis. das 10 horas &
-: ;? da manhaa al s 3 da larde, no seu estri- ]^
^w
9 pois espera o annunaante de seus patri- m Urna pessoa muito habilitada e relaccionada
;.. cio.sIernainbiicanu.se oulros que o coad- nesla provincia, na das Alagoas e Sergi'ie beira-
@ juvaraoem fcequcnlar seu novo eslabele- a mar e centro, oQereco-se para cobrar dividas
S cimento. A mediante um njusle de porcentagem, ponderan-
<@S^Si;3 S335 99#@A@ l crfdUo do devedor c o lugar de sua mora-
| da, sera o ajusto mais ou menos conimodo, como
Furtaram
tambem nao se recusar prestar os mesmos ser-
viros para as provincias do norte ; conforme to-
na noile de 1 para 2 do corrente, da Torre, um Irci" M 'tuantias dar garaotia ao seu crdito.
(avallo rastanho, com os signaos seguintes : a Q1"'"1 do ido ventajoso servico precisar, dirija-se
mao dircita prela e a esquerda branca, a perna a rua da Madre de Dos n."7, que achara com
dircila branca o a esquerda prela, e o casco da i 'l"lln tratar, e na falla deixar a ola de sua
Traspasse-se o arrendamenlo de um En-
genho muito perlo da prac,a, vende-se uma par-,
te do mesmo Engenho, uma maquina -a vapor \n'0 d!ieila el'dido : 'luem appraheoder e o nu"'aJa Pata sur procurado,
um.desii.acaono.a montada de um tudo^ ^i'^ber'^OOde^iltt?1^^ """ ~~-------------------
Lois de carro, 6 quarlos, e oulros objecl03 :
tracta-se na rua do Queinvado n. 10.
O advogado Soitza Reis mudou o seu es-
cripiorio para a ruti larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Aluga-sc
Compras.
k _.-^ ^. ^ i 1 recisa-se dc um
Aviso ao respeitavel du- dariadePoncianoAs
... F sarion. ]:i.
DllCO.
V. chegado esta cidade, do Rio Formoso, I).
Joao Nogueis, professor dentista, e se acna resi-
dindo no beceo do Abreu n. 2, primeiro andar.
Para uma taberna na Capunga, precisa-se
dc um menino que tenba pralica de ser caixeiro
de taes eslabelecimer-tos, e promelle-se-lhc bom
uma casa no largo do Terco n. 30, propr ~ ScilieiltO de llldcUlCUI,
qualqner estabelccimento rommerciol : a tratar! COmpra-SC C pacra-Se 1)01111 11<1
na rua da Cadeia do Recife n. 1. L. 5. fJA!.T n -e t
- Precisa-sede um orneiro* a tratar na pa-M lia U1 LatJeia (JO lloClfC 11. 3.
Salgado, rua estrella do lo-' Comprase para uma cncommenia
Cortes de casen ira dc i a
Prelo aOj
Saceos gi ndes : na i
-
1 fef1
''0
Vendcm-se camas de ve:i|e de louro com lona l r-i .- a
a 5gu00 cada uma, diLis do amarello a Bj^OO, ':'
ditas guarnecidas de sola, obra muilo bem pre- @ Biscatitos em
//no $&' = Alua"s,; l,!"a l('J" excellente para .i,
avb jg.-5| lo ou outro qualquer eslabeleciment pi r sei si-
tuada no largo do Terco e ler j prompla a ar-
maeo, a qual se vende ao alaga I a rio por ; reco
commodo; a Iralarna rua da Cadeia do R
n. 33. loja.
Es( c lurramlo.
va lo a 200 e
Cassas fran : cores, vara a &
Lomos de seda de gurguu
Collarinhos dc esgu
derm s
1 ui completo si
casacas, j
1
s
*
1- '
parada a 10 e 12;?, cuchadas, vova invemao,
picmonlezas a U40 cada urna, penles vira'dos
de tartaruga, moda a Imperalriz, a 12?, fazenda
igual aos de 205, ditos virados de massa b
bules de familia, de diversos precos. de G al u
chavenas, facas de cabo du bataneo a i, ditas
clavadas do cabo neto a 3$, bandejas de todas as
qualidades, espingardas o etavinoies mullo finos
lo melhor aulor que lera appareeido, e mais iVr-
ragens e miud
se mostrarlo
gens, na rua
& Em de Ai .
, moro 61.
Vende-'; um i i
um an 'ar e sotSo em t-; p
e icada lia :.:... i
rua Je burro da Boa-Vista, com m
ezas que com a vista dos rcgu
na bem couhccid loja de forra- to* com modos, e tain e
iitila ii. 53.

Capachos.
le reno ni s f indos u esma i i
'i :"' !:'''
ODeaica
Vendcm-se capachos de porta a 00 rs., dil >s
redondos a 040, dilos compridos com 8 palmos a
10200, e ditos grandes em forma de tapete a
2^500 : na rua Ja Cadeia, esquina da Jladrc de
Dos.
O abaixo assignado perdn d jes da
tiza econmica ns. G62 e 0S3, e a respeito j.i
i enlcndeu com o Sr. Ibesoureiio iue o vai in-
demnisar do valor das mesmas, e para constar
faz o presente acnuncio. Recife, S de Cercreiro
de 1860.Mijuel Archanjo dus Suntus.
DE y .
Fazendas finas, para ho- c*\i
Mascarados.
Vcndcm-sc c alugam-se vestuarios para mas-
por menos do que ern oulra qualquer
ruado Queimado n. 2, lerceiro andar.
ai cerecs para q ,
. tratir ni i.i dos Pires a. \ \ .'.. c
solicitador Man iel Luiz t.. Vei .
s) horas .11 1 i dus 5 da I
em diante.
-se 11 m scraro de
do 08 a i0 anuos, pouco ti
como duas carracas uoras, di is bws e
vallo bom andador, novo, 1
quem o pretender, dirij k-c ai
numero 13.
Milita biralas.
Na rua da Cadeia d I ".. fe,
de Dos, vendem-se roiu
poisse quer acabar, cora as miud -
no estabelecimento; na m -
mCllS O Senhoi-aS, dC GaS-| =N- a do orimado n.-J.' W^ =] oVca,
par Antonio VleiraGuima-IttSSt^fS^l!^ l
raes, gerente Jos Gomes. Se JiS"8 ,M,Mida^c ornaraenlO fn
= Vende-se uma armacao de funileiro com
Joiio Jacinlho de Medeiros Rezcndc faz ver
ao commercio que Manoel Jncintho de Souza Tra-
vassos deixou dc ser seu caixeiro desde o dia 0
do corrente
Attencao.
Na rua do Hospicio n. 32 apromptam-se comi-
oruenado, se bem servir: no caes do Ramos, ar- [das com muilo aceio e promplidao.lanio para ca-
" ?as particulares como para os senhoressludantes,
uma
Precisa-se de uma pessoa para distribuir
um jornal era Olinda : quem quizer, dirija-se a
typographia Commercial, na rua do Queimado
numero 38.
logo que mande os seus cbndi/Clores ; assim como
fornece-se em casa para aquellas pessoas que
nao livcrem conductores, por prego razoavel :
a tratan casa cima.
casa terrea na freguezia do Sanio Antonio, Roa-
Vista oa S. Jos, c que lenha bous commodos
para uma fimilia, e nao se olha a preco ; a Ira-
larna rua da Peona,O 6, com Joao Pinto Regia
de Souza.
Compram-se caibros
e mais perlcnc.es para andaimes ; no aterro do
Boa-Vista n. 10, actualmente rua da Imperalriz
loja.
Na rua do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, de Jos dc Aquino r'onscca, compram-se
coiilinuadamenle raodas do 1&9 e 20j00, aguias
dos Estados-Unidos, moedas de cinco francos,
oncas hesoanholas e mexicanas, cm grandes e'
pequeas porces.
Uua do Crespo u. lo.
^ para
Vestidos prelos riquissimos.bordados a velluJo.
Dilos dilos lavrados.
Ditos de superior seda.de cores.
Chapclinasoe palha o mais superior possivel
para seulvoras.
Cortes do vestidos brancos bordados.
Superiores mantelete^ pretos c de cores.
I.eques de Sndalo.
Casiveques decambraias -bordados.
Cassas de superiores padrdes.
Tiras bordadas.
Doce de caj.
algumas obras, na rua IHieila n 3-i inlir 11 'c"JC-?e,i";
mesma rua, n casa n. iKom Sabino l!rZ d d* VSCSS, !
Rosario. i .'BWI orna armarao leda envid
err
para liomens.
Sobrecasacas de panno fino.
Palitos do panno e dv casemiras do cores.
Calcas o colletes de ultimas modas, de case-
mira.
Camisas de todas ss qualidades.
Chapus de castor e de maca.
Vende-sc uma porco de formas para ve-
las de carnauba, cm muilo bom estado, bem co-
mo caldeiras e bancos para o fabrico das mes-
mas, ludo por preco muilo commodo : na rua da
Sania Cruz n. 30.
Vende-se um terreno no Campo Verde com
00 palmos de lenle e luO dc fundo, c com al-
galie ps de fruclas ; a tratar na taberna junto
a casa de deleticau 11. 17.
= Vende-se uma preta da 'Costa, sadia : na
rua da Sania Cruz n. 3.
Charutos.
No armazem da roa da Madre dc Dos n. 8,
existe um grande soriimenlo de charutos das
marcas seguimos, e vende mais em coma do que
cm qualquer parte.
Vrelas Brandao.
Regala Brandao.
I.anceiros.
Varetas S. Flix.
Regala.
propria para luja di calcad! =, miu .
tro qualquer m godo : na rua ~a Impe
mero lf.
Vendem-sc2 esfravos, sendo 1 dala i
de, pouco mais ou incoo--, 25 ai 11 .s, c I 1
de naro Angol tambem 1
Otis 011 menos, de 30 anuos : q^om muet
prar, dirija-.-e a rua Nova de San;.1 RiU ti
berna, ane achara rom auem traiar.
Vende-se urna radtiriuha em lom estad.-
na rua da Aurora u. i0, e na memaasa al
se a loja : 3 traiar 11.1 rua do Cabug, loja n fJ
Vende-sc uma casa terrea m rea de S
R> 59 : a tratar na rua de Sania Hita K
Vende-se um escravo crioulo, de i.i
annos, pouco mais ou menos, bonita (Inri
vicio nenhum : na roa da l'raia n. 71.
. Pechinchasem igual!!
VenJem-sc barrilinhos comflgosa>eiirmi lnt
pelo diminuto preco le l.iOH o 'barril: uo lorio
po Mallo-, rua da Mocda n. S3
' -----


(0)
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FETVU 13 DE FEVEREIRO DE 1860.
Charutos.
Na taberna do pateo do Paraizo n. 16. com o-
do pira rua da Florenlina, vcndern-se charu-
tos finos para 40 rs. a 2J200 a caixa, e para 30
rs. a 1800, e para 2-) rs. por muilo menos ; e
vende-se fumo muilo vellio, boa qualidade, por
muito menos do que cui oulra qualquer parte, a
retalho ; afianza-ge os bons charutos c o bom
f j'io a lodos os freguezes que se qni/.ercm afre-
gucsaf nesta nova fabrica de charutos.
Vonciom-se tres escravas crioula3, bonitas
figuras, sendo urna roa una cria de 2 anuos, pcr-
f iia-cozinheira, e duas peritas engomraadeiras :
na ra Direita. n. 123
Attenco.
a
V le-se a armacSo da casa da ra de [tartas
n. 29, sera gneros : trata-so no becco do Cam-
pello n. i, primeiro anjar, por cima da taberna.
Ven !',-= um sitio era Bemfic, a margena
do Capibaribe, cotn casa para grande familia,
-ile frucio, eaLjum terreno para plan-
taco : as pessoas que o pielendareni dirijnm-
so a ra do Imperador n. 3, segundo andar, ou
'! ndego, silio n. S.
Veude-sc no Manguiuho, no sitio de Anlo-
,il do Barros, um boi manso, muilo cm
, acostumadoa trabalbarcom carroca.
Vende-se um fogo grande de ferro, com 7
pal ido e 3 1(2 do largo, sondo bem
litio c novo, para una casa grande de fa-
, c tambera serve para bordo do algum na-
i ;rande; quemo pretender, poder vir ver
i do Brum, lenda de ferreiro, quasi no fin
di ra, de Pedro Das das Santos, para tratar.
Escravos venda.
\ ruado Imperador n. 21, primeiro andar,
e eseravos, sendo lfi negros, todos
i ile lfi a 20 annos, e 6 negrinhas, tendo urna
d 18 annos, ptima para mucama.
Venda de predios
Vi i tcm-se por proco rammodo dous sobrados,
i um de dous an lares na rua da Pcnha, e
Ji um andar no becco do Padre : a possoa
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exeraplaresdo
primeiro e segundo voluiiic
da Corographia.
Histrica clionologica, genalogica,
nobiliaria e politica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Mora es : vende-se a
4$ o volume, podendo-se vender o se-
gundo ern separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Oleados pintados
a 2^000 o covado.
Lindos padroes e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 24 a 30, chapelaria de Joaquim
Oliveira Maia.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arrar.jado :
pan fallar, com o Sr James Crabtrcc & C. n.
2, rua da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas pretas la/radas, lindos desenhos
covado 1J600
Gorgurao de seda lavrado, superior ora
qualidade, para vestido, covado 2S000
Grosdenaple prcto, covado 1g8()0
Dito largo e muilo superior a 2} e 2>500
Sarja preta larga, covado 2j00O
na rua do Queimado, loja do 4 portas n. 10.
Conlinua-se a vender faz-endas por baixo j
g preco at mesmo por menos do seu valor, .%
- afim de liquidar contas : na loja de 4 portas ^
na rua do Queimado n. 10.
' os para vi-
draca.

de familia, mJSS!S tnuito commodo, assim como
Vendem-se foges de ferro econmicos, de
. para cas de familia, conlendo 4 fon.
! is, e fornu para cozitiha com lenha ou carvao, se vidros a retalho do tamanho mais pe-
ma invenco pete economa de gastar Jim lqueDo ate mais de 6 palmos.
Rua daSenzala Nova n. 42
(F'KEMP ;-nue\:;yobk)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconslipacocs, ictericia, affeccocs do fijado,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
llemorihoidas, diarrliea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANCl'E.
75,000 caiusdesle remedio consommem-se an
nualmente 1
ltcmcdio da natnreza.
Approvado pela faculdade dc medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
| getal de todos os conhecidos. Sendo estas plalas
pu-amente vegetaes, nao conten ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro minera/ ;
estiio bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-sc da humillado.
Sao agradareis ao paladar, seguras e cfcaze
em sua operarao, o um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-sc o folheto que acompanha cada caixa,pelo
qual se ficar conliecendo as multas curas milagro-
sas quetem effectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado cm Nova York, sao os ni-
cos fabricantes c proprietarios.
Achara-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DErOSITOS.
dros em casas particulares por preco; Riodc Janeiro, na rua da Alfandcga n. 89.
vendem' Babia, Germano &C, ruaJuIao n. 2.
Pernambuco, no arraazem de drogas de J. Soura
A G$ a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loja n. 28
reteiidi r podo procurar na rua do Impera- armazem de louca, mandam-se botar v-
3, a tratar com Manocl Ribeiro Basto.
le'lenha ou cario dos antigos, e de cozi
ir i ora mais presteza, tem a differenca de se-
moriveis, oceuparem pequeo espado da
. [a il condueco: vendern-se por pre-
di i mdicos, na fund ;o de Francisco A.
1 rua do Brum, e as lojas de
de C ir 30, junto a Conceco da pon-
.', e rua do Queimado n. 30.
loja do sertanejo, rua
io Queimado n. 43 A.
R eberam em direilura de Franca, deencom-
i, os :.. lhores chapeos de castor rapadoss
luancos e pelos, e as formas as mais mo-
ue tem rindo ao mercado, e por me-
, utra qualquer parte, assim como i
. m tem um grande sortitacnto de enfeitc,
.. i irilho prclos e de cores pelo diminuto pre-
g cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perteito est-
is muilo linas a 320,'ditas de
ni de linho a 1< una, cambraia preta fina
o covado, o a Tara a 500,e a 640, gangas
i a 540, brira branco de linho a 12200 a ra-
ra, colletesde velludo de furta-coresprctos a I
: >, ditos pellos a 8 e a 9$, calcas de case- | %
le i r a 7, 8 c 11$, ditos pelos a 7, 9
1 de gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa-i I
r vi ;em de diversos tamanhos, eiascruas, por 1
s i i indo poreao, a 1?500, ditas a 1 $G00 e 2 a |
, finas a 3 e 4$, chapeos enfeilados para g
r is e senhoras por qualquer pre-
go, e lado o ruis aqui se encontrar o proco
e nao se deixa de vemnder.
& C, rua da Cruz n. 22.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de un c dous ral-
os, e relogios d'ouro patente inslezcs.
i i u>ii ro tejac nnTB,"rT''!:'
OSELLE R0SSEVX1
DE
WMMIWM, i
peehincha
sem igual.
Na loja do Troguica, na rua do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de'
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prec,o de 500 rs a vara.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinhas de 20, e 40
libras ao prego de 450 ris a libra ; na rua da
Cruz do Ilecife n. 50 primeiro anclar.
Estamenha.
Na rua do Queimado n. 17. loja de fazendas, a
primeira passando a botica, vende-se a verda-
deira estamenha, fazenda propria para hbitos
dos irmnos da rciicravcl ordem lerccira de S.
Francisco.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irroo continnam a torrar na rua
da Cadcia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 650 a vara, meias li-
nas para senhora a 3j800 a duzia, dilas cruas In-
glezas para hornera c meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados a 63, pal co ts de
alpaca prela e do cores a 5$, ccroulas de linho
e algodao, camisas uglezas muito superiores a
60^ a du/.ia, organdys de lindos desenhos a
ljjlOO a vara, cortes de cassa chita a 3#, chita
franceza a 250, 280, 300 e 400 rs. o corado, peras
de madaf olao com 30 varas a 4,$S()), 5<, 5S">0,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores li\as a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 o 4}, corles de
calca de brim de linho a 23, ditas do meia
mira a 23240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Para mascarados.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1
B, vendem-se lanlijoulas, gal6es e grades de to-
das as qualidades, proprias par enfeiloa de ves-
tuarios de mascarados, assim como masi aras de
rame e de papelao, muito finas, que se vende
ludo muio barato por seren recebidos em di-
reilura.
Clieguem a Peehincha
Na loja do Preguica na rua do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chaly e merino decores, ptimo nao s para
roupoes evest'ulos de montara de Sra. como pira
vestuarios de meninos a 3C0 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
demnuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 2S0 ris o cova lo gravatas a fantazia.o
mais moderno possivel a 1J e 1200 cadauma, e
outras muitas fazendas, cujos pregos extraor-
dinariamente baratos, satisfarao a expectativa
do comprador.
Machinas de costura
CALCADO
Grande soriimento.
4SRua Direita43
Os estragadores de calcado oncontr.i-
rSo neste estabeleciment, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegjins aristocrticos. 9*000
utos (lustre e bezerro)..... 8$000
Borzeguins arranca tocos. 8$000
Ditos econmicos....... CsOOO
. 5000
de S. M.Singer cS;C. de Sapatoes de bater (lustre). .
New-York, o mais api'r- o i
feicoado syslema, fazen- otlllOra.
ttSSFiSSZ I borzeguins primeira classe (sal-
to de rpiebrar) ......5*000
itos todos de merino
calos (salto dengoso).....4.S500
garante-se a seguranza !
das rrachinas e manda-I n.
se ensinar as casas de I l'itos todos de mermo contra
familia, bem como se
mostram a qualquer ho- !
ra do da ou da noite Borzeguins pnia meninas (Ibr-
nesta agencia: nicos I
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Le-; tissimos).......... 4/jOOO
a i lTw wtHHii' J "T ^;i so,'';mcn,dc ,oJo '^
3| cado edaqmllo que serve para f b
^: lo, como sala, cornos, mano uiu, au-
ro de lustre, io, fitai, sed;iS ele.

Venile-s
para
em garrafas e meias gar-
rafas.
C. J.Astlcy&C.
Seguro contra Fogo
COMPAMH1A
Mirrasi
LONDRES
I
de cozer,
di;
Wheeler U Tinas de oleo.
"o? Formas de ferro
nurgar assucar.
i EstiiQho em barra.
Verniz copal.
t) Palliiiiha para
1 A..ueim-
js \ndios finos de Sloselle.
Fplhas de cobre.

Barato que ad-
mira.
Na rua da Madre de Dos, loja nova n. 7,
3? tjueimando por todo preco, bem como casen.:
mai'Cl- ** de cores do lindsimos padroes a r,-, sa.
. balo inglezas a 5J800, cortes de chitas rasas
S ,ri'' Osas com 13 eovad< i i IJ700 o tarlf, k a-
| coa branroa de cassa, fazonda fina a t/tn,
fe 2$600, J800 c SfaOO a du/.ia, cWUs lai
Wv lirim tle vela- nnarmn. S ZT ,!n'indissimns r**"-* o corea fina ai.
<\ uilMIUt VCia. IlO JI Illa- ^ 260e280 o covado, camapta de rurca Ui
zem de C J. Astley & C. m fiiispw' s no vara, B
:"^9^ ^3|gK do ;!SS00' i0;'' i'bm< 5-!l"' ^ >: '::> "
Vcm le-se 1 preta perita cozinheirae 2 pro- ks de merino estampados muden,
los, un muito bom oleiro, tambera faz formas 65-OO, cassa de cuadros, tszenda sorTrivel nara
para .n-onho, carreirn c trabalha de pedreiro hallados a >m i vaca mi 9^irvi 1 la
e carapinJ; outro bom trabalhador de enxada, e raD.naos' f." '"* ^m a W
nmluis prdprios para algum senhor de cn^enho : Jardas. caniUraia lisa muito Boa, peca de M
DE
Aprazo ou adi-
nheiro.
V nde-se a cocheira da rua da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
algum : qucni pretender, dirija-se
a 1, pie achara com quem tratar
r
New-York.
Acham-se 5 venda estas interessanles niachi-
nas de costura, as quaes rounem todas as vanta-
| gens desejaves, nao s pela perfeirao c seguran-
, ca do mcclianismo, como por seren da mais bo-
nita apparencia, sendo muito facis para se
aprender a trabalhar ncllas, o que se consegue
( com urna simples licao. Estas machinas fazem
posponto dos dous lados da costura e cozcm cora
raaior rapidez e perfeco possivel.
Acham-sc venda o mostram-sc a qualquer
hora ds dia ou da noite na nica agencia desla
provincia no aterro da Boa-Vista, actualmente
AGENTES g
J. Astley & Companhia. g
*tCft O* ? IflfMi': rua da Im.oeralrz n. 7 primeiro andar.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite
& Irmo na ru da Cadeia do Recite 11. 48.
iiii'ti aja m*j eiaa.Mja*jaJEBV
Vcnilc-se
nders Brothers & C. tem para vender era
Beu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
- [.anos do ultimo goslo. recentimenle
idos, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muit proprios para este clima.
Piua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anla restara algumas fez^ndas para conclu-
ir a liquida^ao da firma de Lcile & Correia, as
quaes so renden por derainuto preco, endo en-
tre outras as seguintes :
Magos Je meis cruas para homem a 15000
2JS000
4&000
| Folha de cobre e Metal %
amarello.
| Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
g Alvaiade eVerniz copal.
| Folha de Flandres.
Palhinha para marci-
neiro.
i Viuhos finos de Chanipa-
nhe e Moselle.
! Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
de C. J. Astley & C.
caala**T *s **' :lis:.flli> iflMT r? cis >;
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os mo-
lhorcs chapes de castor.
Relogios
Suissos.
Eva casa de SchailicitUn & C, rua da
I Cruz n. 33, vende se um grande e va-
J riado sortimento de relogios honzon-
g taes, patentes, clironomelros e mcios
| clironorcetrosdeouio, prata domada, \ quer Obra tanto de feTO fun-
^ e foleados a ouro
soriimento de cha-
peos.
Chapees de castor pretos de superior qualida-
de a 10^, ditos francezes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a 14$, ditos de velludo a8e 9#
ditos da lontra de todas as cores muilo finos, di-
tos de pa'.ha inglczes de copa alta e baixa a 3 e
5S, ditos de (el tro, um soriimento completo, de
23500 a CJ50O, ditos do Chile de 35500, 5, 6, 8,
9, 18 e Y$, ditos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 15J, enfoites finissimos para cabera
a 4$">00 e 5, chapeos de palha escura, massa e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, ditos para
baplisado de meninos e passeios dos mesnios,
tendo diversas qualioades para escolher, boneti
de galio, ditos de marroqoim, ditos de vellu-
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para h-
meos ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, c tudo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda icaro convencidos da verdade : na bem
"lo Amaro, passando a fundirn do Sr.
Slarr, junio acs ps de arvores, at as'8 horas da
manhaa.e das da larde era diante, ou fallar no
trapiche Barbosa com Domingos Jos da Costa
Guimaraes.
Vrt
m
dailti
Vende-se bibs
na moda.
i
a
dasa3|40Q e 4>40O, e alem disso rauilas oulras
fa/.endas, que seria enfadonho mencionar.
Fazendas por precos ba-
ralissifflos.
Q Tregura vende em sua loja na rua io (
mado n. 2, as Begaintca fazendas :
Lencos de cambraia lisa muilo fina, du-
recentcmente cl.egados ^ zia
(chapeos de senhora para passeio] no se- gas Dtos de cassa brancos e de cores, ,:
gundo andar do sobrado da esquina da v r___i...;-, a a *
un dojQueimado por cima da loja do Sr. *' dt-' torea de diverso.- g
, Pregnica, entrada pelo becco do Peixe ^ covado
i^ frito n. 1 jg Chitas francesas de lindos co-
' dtA^tJ^mnl\TJ^BJS^AlM91' Cha,M e merino lisos cora franja de
i' me Ugura, propuo para criado, oflicial de sapa-
leiro ; a pbssoa que pretender, dirija-se a rua re,roz> um
da Concerno da Uoa-Vista n. 5. Ditos de dito bordados de velludo, un
'''' '^-^^iW^'^vs^, DHos do (iil co,n falnu,s dc scdn''
iNovos medicamentos bo- i1?'0*d,! seda dc quadros- C0T"*
tS _____i i Ml'ias muito finas para senhora, u.:\
moopathlCOS eOYiadosl {miaadUas par. dU.dBzi.
M da Europa pelo Sr. Dr
Sabino O. L. Pinho.
S Estei medicamentos preparados espo-
H ciaL^jnte segundo as necessidades da
homcopnthia no Brasil, vendem-se pelos
l?RO0
19000

apoo
procos conhecidos na botica central ho-
rnnho.i l.iu h7 i ffi-"eopalhica, rua de Santo Amaro (M'indo
conhecida luja de chapeos da rua Direita n. 61, 5 Novo) n. 6.
de Benlo de Barros leij,
Taclias para engenhe
Fundicao de ferro e pronze
JiB
** .r.% ir,-a R-* x3*i &3S ^SS^j
t5I9
VUENCIX
PA
FINDICAOLOW-JIOW,
Rua da Senzala Rova n. 42.
Neste estab
Ditas dilas para dita, duzia
Heias casemiras de qoadriohos, corada
Ditas ditas escuras cera duas larguias,
covado
Cortes de dita muito fina 6$0-i
Ditos de dita preta bordada
Brim branco de linho fino, vara
Dilo dito dito, vara 1S |
Dito dito d:io, vara l*2nO
Dilo dito dito, vara
c outras muitas fazendas que se venduta I
! tade do comprador.
Seinenles de hurla I ice.-
Semeotes de borlalie* de i '
I viedas pelo vapor Brasil .-vendem-
ecimento continua a havor um ^Vr^'LV'Y'Y^''. /'""
comapletosoriimento de moendasemeias moen- do te*''* de h"^""* de Nidal 4
idas
-TL!" a Cade'ia d0 R-'CJf..-.Toia" d
Senho, machinas de vapor e taixas
Bastos.
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande soriimento de '-dl! ferr0 baliJo e coado. de todos os tamanhos ......" :?.r.r.r-.?:::r.~::
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
sendo estes relogios
||do primeiro abcante da Suissa : que
se venderao por preoos razoaveis.
para dto.
i
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
I C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
: e lambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de encllente siosto.
Aviso.
Ditos de ditas de cores
Ditos de ditas cruas muito superiores
Diios de ditos para senhora
Diios Je ditas muilo finas
Corles de calc,a de meia CDSemira 2v000
Diios de dilas de casemira de cores 5J>000
Ditos de ditas de casemira preta a 58 e 65OO
Brim trangajo branco de linho fino
vara 1&000
Cortes de colete de gorguro da seda 23H)0O
Pao preto fino, prova de limao 38 e 45000
Gravatas de seda prela e de cores 13J000
Bsenlos francezes, largos, cores faxes
co a lo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas estreitas 160
Foseados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Fessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 23J0OO
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 4$000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 28000
Grodenaple preto, largo covado 1#800 e 2#000
Seda, e sarja lavrada 1J800 e 28000
Vestidos brancos borJados para bsptisado 55000
Veos bordados para chapeo 25000
Entre meios bordados 15600
AihoaDiado adamascado largo vara 18280
Lemjos de chita escuros um 100
Gangas de cores para palitos covado 200
tJDffilWS
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
doTiapiche n. 42, vende-se selins para homem
, 8 penhora, arreios prateados para cahriolel, chi-
duuu c0(es para Carro, coleirus para cavallo etc.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes meuica-
mentos :
Bob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegrtaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
JTarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento llolloway.
Pilula3 do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca em sal moma vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Aunes defronte da
porta da alfandega.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & U.
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de unileiro.
Para os blgases do Car-
naval
Gama & Silva, no antigp ater-
ro da ba-vista hoje, rua
Imperatriz n. 60.
Vendem lindissimos chamalotes de algodao
a imilacaodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por prec,o baralissimo que facilita faser-
ce um rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as moslras com ninhor.
Olhem que pe-
chincha !!!
Na rua da Cadeia do Recife
n. 35, loja, yende-se urna ex-
cellente cama de ferro de no-
va invenco, porque fecheda
serve de soph.
Vendem-se carrinhos de mo a 15JOO0 rs.
na rua Nova n. 71.
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE HOLLWtJ.
PILDLAS IIOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, comporto Inlera-
mente de hervas medicinaes, nao contcm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecti ra. V.c-
nigno mais tenra infancia, e a compleijao mais
delicada igualmente prompto c seguio para
dcsarreigar o mal na compleicio mais robusta;
inleiramente innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas "de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
que sejarn.
Entre inilhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saudc e orcas, depos de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; facam um competente cnsoio dos
efflcazes effeitos desla assombroaa medicina, e
prestes recupecarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
-.-,
.^>.
Vendem-se fazondas por barato"
prego e algumas por menos de seu
valor para acabar, era peca c a rem-
r lho : na rua do Queimado' loja de 4
> portas n. 10.
i
:>
-
.-
Algodao monslro.
A 600 rs. avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de 600 rs. a vara ; este algodao serve
pura toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
4,000 rs.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
CoBvulses.
ebilidade ou extenjia-
co.
Demudado ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins. .
Dureza no venlre.
Enfeimidades no venlre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas,
t-uxaqueca.
Hcrysipela.
Pebre biliosas
Eebreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoida3.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammacoe?.
Ir r eg u a ridades
menstruaco.
Lombrigas d'e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao de venlre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Reten^ao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
por sacca de milho ;
Irmaos.
nos ormazens de Tasso
i GRANDE E VARIADO SORLMEMO
| DR
Rouasp feas e fazendas
l-.oja
Ges & Bastos
a v
e armazem
DE
i
:
b
^.
i:
K
:] e de cores a 2s$, 30|
gj paletots dos mesmos pannos a ij e 2-.
: palclols de rasemin de core* de muito
i*; bom gosto e finos a 12?, I4J, tCJe 18. di-
.-: tos de panno prelo para menino a 1v- ,
: 20^ Mt%M .1.. mmnm An m w OH
': tal
Na rua do Queima-
do n. 4(j.
Ficassobrerasacas de panno (ir o pretos!;
e 3a$, Uaabr n lea os '

Nova inveaco aperei-
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Rua do Queimado n. 37.
A 30,? cortes do vestidos de seda nuecustaram
60; a 6*cortes de vestidos de phautasia que M~j^2*Stt^m?!?^ i
na=Se;,mlnhrinhaS-ra ^S J Sfg V2aA"tS
Brim trancado de linho todo
Venreo (mal).
Vendem-se eslas pilulas no estabelecimento
geral do Londres n. 221, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna instruxcao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfoites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 porta?.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SARAO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & Irmaos.
Farinha de mandioca
nosarmazens de Tasso 4 Irmaos.
Milho
nos armazens de Tasso & Irmoa.
}, diios de casemira de cores alije 10J, 9
cas de casemira de cores e pretos ejuu- 9
i lamente para meninos a 7j>, 8j>, j>5, iOj p |
j 12, collees de gorgurao de seda e case- 1
'] mira a 5$, 6$ e 7g, palclols de alpaca pre- :
: toa de cores saceos a 4, ditos sonreos,'
.: a 78 e 8$, ditos de brim, de c.-puiao o dc :
'; fuslao tanto brancos como decores a 4j, :-
! 4>500, 59p6>!. calcas de bnns brancos mui- H
.i lo linos a 5g, 6 e 7j, rlleles braoeoa a de
;..: cores a 3$ e 3J5O, camisas para meninos
M de diversas qualidades, calcas de bnns de :
I bordados do melhor gosto que lera appi- :
! recido a 28j>, manteletes de lil prcas e de
E cor muilo superior goslo e muito moderno Jj
: a 20g cada um e 2ij, ricos rasavequrs de :
:; cambraia bordados para menino a 10. di-
; los para senhora a 15$, ricos enfeites de
1 froco de velludo gosto melhor que tem ap-
W parecido a 105 e 12*. e oulras muias fa-
j j zendase roupas feilas qu com a presenra v
H do freguez se far palente.
|Casacasparaaquaresma;j
K Neste mesmo eslabeleciraenlo ha um ':'.
grande soriimento de casacas preta, as-
E siracomo manda-so fazor por medida a von- :-
;: tade do freguez, escolhendo os mesmos os
jj pannos a seu goslo sendo os probos a 39
2 e 40.
Camisas inglezas
No mesmo eslabelecimcnio acaba de che- S
f. gar um grande soriimento das verdadeiras H
P camisas inglezas peiloa de linho com pregas H|
B largas, ultima moda, por ter-se muita 3
g quantidade delerminou-se a vender por 9
menos do valor sendo a duzia a 34*.
Carne de vacca salgad i, em barra de 200
libras : em casa de Tasso Irmso.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE 1860.
(D
FABRICA
DE
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Scbastio J.da Silva dirigida por Manocl CaraeiroLcal.
Ncste estabclcciraenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de dilTerentes dimeneoes
{de 300 a 3:000; simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos deslilalorios contnos
para restilar c destilar espiritos com graduaciio at 40 graos (pela graduarao de Sellon Carlier] dus
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
de todas as dimeneoes, asperanlc3 e de repucho tanto de cobre como de brunze e ferro, torneiras
de bronze de iodas as dimeneoes e feitios para alambiques, tanques etc., parausos de bronzee
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimeneoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugues de ferro potareis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, coros
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lencule barra, zinco cm lenool e barra, lsuces e
armellas de cobre, lenges de ferro o lato,forro suecia inglez de todas as dimuses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitosartigos por menos proco do que em outra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeico j conliecida
e para comn.odidade dos froguezos que se dignarem honrarem-nos com a sua conianoa, acha-
i&o na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para turnar nota das eoeommendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
PELOS SRS.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAloxandre IlerculanoA. G. RamosA. Guima-
racsA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlvos BramoA. P. Lopes de UendoncaA. Xavier
Rodrigues CordoiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva* e CimbaF.
Gomes de AniurimF. M. BordalloJ. A. de Freilas OliveiraJ. A Maia.1. A. MarquesJ. o
Andrade CorvoJ. da Cosa Cascaos J. Daniel CollacoJ. E. de Uagalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
TiresJ. H. da Cunha RiyaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PiuloJos Maria
Latino CoellioJulio Mximo de Oliveira l'iiuenlel J. l'edro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CosaLuiz 'Filippe Leitc__Luiz Jos da
Cunha L. A. Itebello da Silvaraulo MidosiRicardo Julio FerrazValenta] Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
P0R
A. P. de CarvallioI. F. Silveira da ffottaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimenlo jornalistico e a offerecer aos lcilores, con-
juntamente com a revista do que mais nolavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos originaos sobre qualquer destes assumplos, o archivo -.nivk- .i ,
desde janeito de 1859, em que comecou a publicar-se, lem salisfeito aos seus lins, com a maior
exaclido c regularidade.
Publica-se todas as segundas fciras em folhas de 16 paginas, e completa lodos os semestres
um volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigua-se no escriplorio deste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Preco da assignalura : pelos paquetes vapor 10200 por auno ; por navio de vela 8g [moeda
brasileira).
lia algumas collecccs desde o comeeo da publreaco do jornal.
Relogios.
Vendc-seem casa de Johnston Paler & C-, ra
do Vigario n. 3, ura bello sorlimcnlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
variedade de bonitos trancclins para os mesmos.
TARLATANA.
Vcnde-se superior tarlalana, branca e de co-
res com t 1[2 vara de largura : na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & Irmao.
REMEDIO INCQMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as naeoes po-
dem teslemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar era caso necessario, que,
pelo uso que dclle izeram tem scu corpo e mera-
oros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros Ir llmenlos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dolas sao to sor prendentes que uiujiuipe so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
brarain com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pomas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam sofTier i
amputacfto Dolas ha umitas que havendo dei-
xado esses as) los de padecimontos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa f o rara
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de sen reconhecimento dcclararam es
ios resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aiira de niaisautenti-
carem sua Qrmativa.
Ninguem desesperarla do estsdo de saude se
liresse bastante conianoa para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
niontratalo que necessitasse a natureza do nial,
cojo resultado seria prora rinconleslavelmcnle :
Que ludo cura.
O un&ueitto he til, mais particu-
larmente nos sesnintescasos.
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos frcgiiczes e ao publico era gcral, toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimenlo a sabor: machinas de vapor de
lodos os taannos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e nieias moendas, lachas de ferro balido e fundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodiio, prencas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, co-
lumnas e raoinJios de vento, arados, cultiva loies, pontes, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual for sua natureza polos
desenhos ou moldes que para lal fira forera apresentados. Recebcm-se encommendas neste esta-
belecimenlo na ruado Brum n. 2S A c na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do eslabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os prcleudcnles se podem
entender para qualquer obra.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
(".ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Dilas do anus.
Erupces e escorbti-
ca
Fistolas no abdomen.
Friald.-de ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gong:vas escalda las.
ln chaces
Inflammacao do ligado
Vende-se este un..
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja di
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl. Havana e Hespanha.
Ven!.; se a SOO rs., cada bocelinha contm
urna -nslrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmoceutico, na ra da Crun. 22. cm Per-
nambuco.
Vendem-se em poroao ou a relalho travos
de 32, de 42 e 50 palmos de cumplido, cucha-
mos de 22 o 2 palmos decomprido e 6 pollega-
das de grossura, c caibros de 25 a 35 : a tratar na
ra do Collegio n. 1G, terceiro andar.
ira a quarosma.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
I'ulnioos.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das aiticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas
uenlo no eslabecimenlo
la grande
fabrica de tamancos da
ruaDireta, esquina
da travessa de S. Pedro
numero 16,
ha efectivamente um grande sortimenlo de la-
mancos de todas as qualidades, tanto a relalho,
como era pequeas e grandes porcoes; a esta-
cao invernosa est prxima, e neste eslabeleci-
mento acharo continuadamente de um a mil
pares de tamancos sempre promptos para qual-
quer encommenda, por procos commodos.
Nova confeitaria.
Neste novo eslabelecimento encontraro as
pessoas de bom gosto os melhores doces seceos
de calda, grande sortimenlo de paslilhas, as mi-
mosas cocadas nunca vistas nesla
3*
Para acabar,
NA LOJA
Encyclopedica
DE
Gaspar Antonio Vieira Gomes,
gerente Jos Gomes Villar,
lVua do Cvcspo i\. 15.
Cassas de superiores padrees a 2G0 res o co-
vado.
Ricos vestidos de phantasia a 20$.
Athniravel pechincha,
Manlelotes para meninas a 8$.
Velas de carnauba.
No escriplorio de Gurge
Atleiico.
Fugio do poder do abano assignado, a e~ i
Cesara, crioula, com ossignai-s cernimos
xn, magra, cara liexigosa, falla faubosa,
vestido branco, chales encamado, levan
urna irnuxa rom roupa, de ku oso i
nada eserara Ibl da Dnada
pirito Sanio, e hoje pertenre aos lorli- 'i
mesrna ; desronfla-se ler a dita el
para as bandas do sul pede-sp as aul iridad
capitiies de campo e I qualquer pessoa pega-W a
levarem-na ra de Santa Rita n. 64,
mesma ra o. 45, qocsegr geni
mente.
Ifanoel Jos dos Sanio*.
Continua a estar fgido desde o nei de
lubro do anno prximo ;
theus que se otilla Mathiasl, de na lo \
I la, representa ler 50 annos d d
de denles na Frente o os dod>
'este prelo foi escravo dos herdejros 0> I
Tot-lQ nfAfinna ..I *-"- .i-./, w uii unan llilKOl.s, \CnUem-SO ; ^ t ,
amendoasdechieoteVe^ o tambem coun- ^J^jl^^
ml'or SS?S 3TKSSSrfc'a ,0Tn Ve-doe-SV cioula. de idade de gft- ---J JJ
mT n w* m ;-0 annos. pouco mais ou menos, sabe coznhar _T"" Perojuiinoai i
IXov *onipfirii ,v* *"u,hio n imh'
carne secca.
Vendo-*., nm mma .le im;i, Rmn ,in ,0 SOl) craro, e cobrailhe os lias de
e
no
. ou annos, pouco mais ou menos, sabe coznhar ... .,- =>. -,. ,!.-,,
o diario de urna casa, lava, de sabao, o tambera l', '' m """ '
quitandeira: na ra da Praia ... 9, armazn. J" '7 \ "," 'T ,,,,.'",,-"V1 '",:
de carne secca com k"'" ''- "' '' '" ronlra qu m lvi
30.
pnmeiro andar.
Vendc-se um palanquim cm bom uso : na
caes do
vem da Europa: na ra da Sanzala-Nova n.
k-mr jt I i\ I s H ~ c",,c":"' Ul" 1'oiauquiBl i'in uoui US
47 Kl!*l A II:FA1I>MMA \ i ru* r,reila. sobrado u. 40, terceiro andar.
ti I 11 lid VllClilltlUU 31 Vendc-se niel para embarque : no c
Hamos n. 0.
Loja de 4 portas. mmmsmw&m ms%
Chcgou a este estabelecimenlo um completo ^ lllIQ /|a ^>-1!IV!'i 11 Q
sortimenlo de obras feitas, como sejara : pal- S lltl UU 'tLi'U!(l O)
oits de panno fino de 16$ al 28g, sobrecasacas f; r ^
de panno fino prelo cdccoiesmuitosuperio.es g ^^^ Para a ( liai'CSma.>
a 35?, um completo sortimenlo de paletots de ^ Gnilldo O Vl-i-S.Ir anrtl
riscadinho de bnm pardo ebrancos.de braman- *p U1 tlUU0 C N l1, IutI S01 ll" |
te, que se vendem por preco commodo, cerou- j lUCntO (le ftlZeil(l(\S
;
m
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de pauuiuho de 2S al 5$ $
cada urna, chapeos franiezes para liomema 8$, fe
dilos muito superiores a 105, ditos avolludados, ^
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 103, cha- |
pcos de feltro para homem de 4S. 5^ e at 7$ $k
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa- 55
ra meninas a 10J>, ditos de palha para scnliora a *J
12$, chapeliiihas de velludo ricamente enfeila- "^
das a 25g, dilas de palha de Italia muilo finas a
25jJ, cortes de vestido Je seda em ca
finas e grossas, de todas
as qualidades e
procos com modos.
Roupas feitas francezas |
e finas perfumaras.
NA
roga-se, porta uto, a todas as aul
ciaes o capities de can po a w 1
nado prelo. man
dr & Narciso, as Cinco Ponas, d'on le i
senlou, ou casa do sou senh ir J0.1 |uim .
va Lopes, na trav ssa la "
.lie n. 18, que gratificar geni rosam. ule.
Pugio de casa, n 1 larde do di t' '
rente, a prel 1 rioula, Beuedi. i,
cheia do 1 orq 1 s ap 1 li. lados, lem
grande de ferida no braeo dirfito, ,
25 anuos, pouco ma a ou men -
toridades policiaes, capiles decampo,
della liver noticia, a sua appr<
a son senhor na ra Dtroil 1 n SI, ;
lisfeita qua'qnei d. s e;a reaullanl
SifS
r*>


LOJA
DE
at 150J, dilos de phantasia de lCj
muiioiinasa I | 1 fc Ba
TUSA I Ah!?i;!a Sirgos.
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletcs, paletots e calcas de 3,-:500 al
4g o covado, panno fino prelo e de cores do 2$500
de 705 e
i05 Veos prelos de fil de linho a
Hilos dilos para chapelinasa
al IOS o covado. c6r.es de colletede vellu do 11 nS?S?!^'Etl.
j muilo superiores a 9 e 12g, ditos de gorgurao | ^ guras, o covado a
s.ini preto de Maco a

9
MD2S PlEiraiffi B 0PBMIDa.
3 RA DA GLORIA, GASA DO FUIfTIllO 3
Clnica por ambos os systemas.
r.n.r-,.0, ^rfe0 Moscosod insultas todos os dias pela manha ede larde depois de 4 horas
p2&I ruraSs CUm aDnualmenle G Sli Para a Cidade como para os en .los o ouras
Os chamados devem ser dirigidos & sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
a^wlfuS '.IUC n0,fl,rcm dce u^ncia. as pessoas residentes no bairro do Recife poderao re-
No."pir 2 d i" r Joao/Sounn& C- na ruada Cruz ou loja de vros do Sr Jos
Noguera de Souza na ra do Crespo ao p da ponte vellia
n,CSSal0!rMCaf do annnnciante achar-se-ha constantement eos melhores medica-
mentoshomeoputhicos ja bom conhecidos e pelos preces seguimos
Botica de 12 tubos grandes. .
Ditos de 21 ditos. ...... .......
Ditos de 36 ditos. .......
Dito de 48 ditos. ...""'
Hilos de 60 ditos. ......"] .....
Tubos avulsos cada um. '
Frascos de linduras..........
Manoal de medicina horneopathica pelo t)r.' Jahr'lrdu/ido
em porluguezcora o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,
Medicina domestica do Dr. liering, com diccionario.' '.
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
ogooo
15*000
20$090
25S000
OsOOO
1S0O
2J000
20*000
10S00
6J000
nientemc\ey.on?,dfhrt21e-Cftni,enl?; ^ePe'? vos melhoraracntos fei.os acha-se conve-
Assignatur. de banhos fros para,uma pessoa por mez.....lOgOOO
c.;. v ,mornos. de choque ouchuviscos por mez 15=000
____________-^ries de eartnese banhos avulsos aos oreos annunciadna.
Relogios.
. Vande-seem casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante ili-
qhbury, sjipdo que pelo seu perfeilo machinismo
pode-&e usar com coberla ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu
na ra da Cadeia do Recife n. 36.
Espirito de viiilio com 44
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
Rraos, chegado da Europa, as garrafas ou as c-
andaa: na ra larga do Rosario n. 36
Vende-se urna taberna bem afreguezada pa-
ra a praca, a tralar na esquina da travessa de San-
ta Cicilia n. 18.
Era casa de Henry Forsler 4 C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
Fogoes americanos.
Arados a 30}
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Lampeesde patente e azeite proprio, ultima-
mente chegados dos Estados Unidos.
Na loja
ao p do arco de
Santo Antonio.
Estando resolvido acabar com urna porcao de
carabraias muilo finas e coas lixas, vende-se a
260 o covado, a ellas, antes que se acaben), cor-
tes deraeias casemins a 3$500, ditas muito li-
nas a o} o corte, pannos de tapete para cima de
mesa, corles de cbally com 18 corados, fazenda
a mais moderna que lem vindo ao morcado, di-
los de phantasia do laa e seda com 3 babados
goslos ntciramcnte novos, ricos vestidos prelos
com babados de velludo, grosdenaple preto mui-
lo largo, chapelinas de palha da Italia para se-
nhora, as mais ricas que ha no mercado, dilas
redondas de palha, dilas de seda, ditas de todas
as qualidades para meninas, lano para baplisa-
do como para passeio, bonetsde velludo, ditos de
seda, dilos de palha enfeitados, ditos redondos
para meninos, vestidos de seda para meninas de
3 annos, dilos brancos bordados para baptisado,
sapalinhos bordddos para dito, corles de collete
de seda a2jo corto, merino de todas as cores
proprio para roupinha de menino e para vestidos
de monlaria, bombazina preta muito fina, man-
guitos de todas as qualidades, manteletes prelos
bordados, ditos de cores, fazenda muilo rica,
lencos de labyrintho, toalhas fronhas, velludilho
de flores.proprio para vestido', tanto de senhora
como de menina, chales de touquim, ditos a in-
gleza, ditos de crep bordados, dilos do merino
de todas as qualidades, perfumaras muito supe-
riores, baiuhas transparentes ; ludo isto se vende
por menos do que em.outra qualquer loja, assim
como vestidos de seda braucos para casamento.
Na ra do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica, vende-se superior seda preta
lavrada, lano em covados como en. corles : por
baralissimo preco por haver um grande sorli-
mcnlo.
Na ra do Queimado n. 17, vendem-se mo-
dernas sabidas de baile, com pequeo deleito,
pela loca parte de seu valor.
Aos scnliores arma don s.
Vendc-se por muilo menos do cusi, airea,
aloes, flores, ole. etc da armi.ao da groja do
Divino Espirito Santo : a tralar na ra do Encan-
tamento n. 11, ou na ra doOueimado n. 42
Vendem-se canoas de amarcllo, proprias
para pescara, j.ur pie.o commodo : na ra do
\ igario n. 5.
Vende-se cera de carnauba a 10^500 a ar-
roba, dita em velas a 14$, dita de composico a
161, sebo refinado a 12j, rosarios de inissanga
gales,espiguilhas, volantes, trinas e pedias pa-
ra aliar navalhas: na ra da Cruz, armazem nu-
mero 33.
PotassadaRussi
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como lambem
cal virgera em pedia: ludo cor precos muito
razoaveis.
ianos venda
Em casa do E. A. Burle & C, ra da Cruz n
48, ha sempre para vender um completo sorli-
mcnlo de ricos e escolenles pianos de todos os
precos e qualidades, os quacs sao de muila du-
racao pela sua boa conslrucao. Esles pianos
que oran. premiados com a mcdalha de primei-
ra classe na exposicao universal de 1S55, alem
de serum de 7 oitavas e 3 cordas.sao do Jacaran-
da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren, podem compra-Ios cora 20 ou 30 (JiO de
menos que cm outra qualquer parle.
Leite puro.
| e de fuslao brancos de cores, ludo por preco
I barato, atoalhado de algodao a 1&2S0 a vara,
I corles de casemiras de cores de 5 at 95, grosde-
naples de cores e prelos de 1^600 al 3?2()0 o
covado, esparlilhos para senhora a 63, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12j cada um, '
lencos de cambraia de linho bordados para se-I
uhora a 9e 12v cada um, dilos lisos para lio-
mera, fazenda muito superior, de 12 at 2(1# a
duzia, casemir'is decores para coeiro, covado a
2g00, barege de seda para vestidos, covado a i
lijO, um completo sorlimcnlo de colletes de
gorgurao, casemira pela lisa o bordada, e de
fuslao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7# o covado, pannos
para cima de mesa a 10{j cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots c colletes a 2800
o covado. bandos para armacao de cabello a
1$500, saceos de tpele e de marroquim para via-
gem.cum grande sortimenlo de macas e .malas
de pregara, que ludo se vende voutade dos
freguezes, e outras muilas fazeudas que no
possivcl aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao.
Cora (oque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 335
4:000 a dusia ditos com l palmos por cada face
e de 4 e raeio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite S
Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
Vinho do Porto.
( Coitos
SI
apa
_
803000 ,
1:1-11(10 J!
1280
23400
:'-".'
2^100
:-
5JO00
na
Vende-se leile puro a 400 rs. a garrafa
ra do \igario n. 6, deposito da esquina.
Superiores relogios de ouro e prata, che-
dos pelo vapor Oneida : no escriplorio de Sou-
thall V.ellors & C, ra do Torres n. 38.
Amorim limaos, ra da Cruz n. 3, leem
para vender algumas actes da companhia geral
de Pernambuco e I'arahiba : quem as pretender
pode dirigir.-so aos mesmos para tratar.
Presuntos inglezes, queijos londrinos, latas
com bolachinha surtida, ludo de superior quali-
dade, ebegado pelo ultimo navio, por preco com
modo: em casa deSoulhall Mellors : C, na ra
do Torres n. 38.
_ Milho, farelo, farinha, gomma, arroz, sa-
bao, velas de espermacele, vinagre de Lisboa ;
vende-se no armazem de Francisco L. O. Azeve-
do, na ruada Madre de Dos n. 12.
Gommoda.
Vendc-se urna boa cmoda de mogno, eticada
ltimamente de fura ; na marcincria da ruadas
Cruzes.
Diccionarios.
Vendem-se por commodo preco dous jogos de
diccionarios de Moraes da ultima edieco ; na
piaca da Independencia n. 22.
Vendem-se 7 cscravos, sendo 2 casaes de
25 al 45 annos de idade, muito acosturaados ao
servico de engenho ; entre estes escravos ha
oleiro, pedreiro, carreiro, e lodos servem bem
sua oficina ; na ra Direila, casa de ue"ocio n.
72, se dir quera os vende.
Vendem-se saceos de farinha da Ierra de
boa qualidade e preco commodo '. na ra das
Cruzes n. 20.
Barato que
admira.
Na nova loja da ra Direita n. 87, ha para
vender ricos paletos de fuslao branco o de cores,
cozidos a Irancrlim pelo diminuto prego de 5$
6&000, ditos saceos de alpaca de cores,feitos cora
o nicsmo gosto a 42500, calcas de meia casemira
muilo boa fazenda a 4^500, dilas de brim de li-
nho padroes de gostos modernos a 3J500, dilas a
3c00i, ditas a 25500, saias a balo de labyrintho
a 83000, ditas de musselina a 5g000, chales de
touquim a 10j000 por ler um s de cor, vende-se
por tao diminuto prego : e outras muilas fazen-
das que s com a vista do freguez.
5
o
m
I
I
4?000
ts
63000 ...
63200 a
crTil .O
l$20 rto
33OOO
3S200
3I0O p
11
2S000
19500
4,-no;)
43500
8<000
1J600
0.-000
405000
M
- Dito proto de boa qualidade a
: Dito preto muilo superior a
-oiks de colelos de gorgurao
prelo bordados a
Dilos de scliui de Maco, borda-
dos a
Velludo preto o covado a 45SO0 c a
Velbulina pela o covado a
Luvas piolas de seda a l.Je
Meias do soda pela para senho-
ra a
Dilas de seda prela para Iiomc-m a
Dilas de nlgodao, prelasa
Leos de seda de gorgurao pe-
lo muito superior, meios n-
eos a
Grvalas de .'da preta a
Enfeiles linos de vidrbo prelos,
para cabeca de senhora a
Casemiras pretas, o covado a 2
2.-2 33200,33520, 49 c a
Panno lino prelo, o .ovado a i-*,
23880, 3.-600, 4>00. 48500,
59OOO, OrOOO, OcSOO a
Cainisinhas de cambraia para sc-
nlioras a
r&' Manguitos e colas de fil de li-
r ^; Manleleles riquissimos de gros-
*& denaples preto de 303. 35> a
apeos iuos de massa, france-
-,j) *M, dos mais modernos a 83 e
^ Alpaca preta de diversos precos, casa- bV
,v cas, calcas, paletos e colotes netos de '-"
"^ diversas qualidades e precos.
w$mm?mm &e m s?? s
fresiiolos ieglezes e (ci-
jos londrinos.
Vindos pcio vapor ingle/., os mais superiores
Fugio no ii 5 do corrcnle.
assignado. o escravo de nomo
. 1 rt3o Ulochold, 1
guilos : cor preta, di nt. -
dus da iu.'oj direila aleija
pa.lari-, o qual julgu se ler I
paulii'i urna preta es 1 > .1 ; 1 -u -
sonta lar 24 a 25 ai ,
sua loopa ; rga r ;
policial 9 e caj .;.
roscacioio.-; ns. 1 o 3, qu.
generosamente.
.' ,
Pugio do engenho Mun lo-X 1
de Nazar. tli, fipgnezia Jo Ta
de Janeiro pi oxin o passad ,
vellio, naco Cengiii lia, I
du de calca lr n
que oslar i m .
.' d 1 '
bi. as : poi (aulo ro(.
e capi.o s de 11,
vem mi casa do annun. iante, 11
la Rila u I, i .
No dia !', ,;. j mi.; '
uho Ponti.-, disid lo Jo .
ciadas
. de 33 .;,
guinles :.
b( ja caha al au meio, '. ..
barbado, lem um braco csj
que ouli por ter >i ; .
' ; '
Joo Ba] tUl 1 dos Sai I
mi s, casa encarnada, n. i, que -
mente rcci n p.i usado.
1 ,-; dia 7 I.
le de s. Jos do Hanj
! eixeii.; Bastos, o escravo cri
lo ; representa 25 a 16
i,
corpo igualo;, nie regular e b. ....
pa, constan I
panno Do azul, cara
ganga e o brim trancado 1 ra.
de feltro 1
gu
andida, que consta set nal 11 lo
,' cabello amarrado. O escravo n
gil ", apnde I hoje forra.
lOgOO ? ; R'Jga-se a quem o aprehende! I
Manguinho era casa de Jos T. 1'
i
n
* >
I
2
Vende-se overdadeiro vinho do Porlo en"ar- do Bjeicadu : r,a f" do Imperador n. 12.
rafado, e em barris de quarlo, por preco coramo- Vende-se
do: no armazem de Adamsou Ilowie Ac C, na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de engommar econmicos.
Os abaixo assignados para commodidade do
respeilavel publico, procuraram e conseguiram
estabelecer em diversos pontos desta cidade a
vendagera dos ferros econmicos do Blcssc Draki
pelos mesmos presos por que lera vend Jo no
seu eslabelecimento da ra da Imperalriz n. 10,
islo ,de 123 porapparclho completo, que cons-
ta de ferro.fole e descanco. Esta maravilha d'ar-
le americana um daquelles invenios de grande
ulilidade para a industria, pois nao s economi-
sa o carvo e lempo, mas se consegue cm deter-
minado espaco de tempo engommar o triplo do
que se oblem com um ferro comraum : com C0
menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer ferramenta, lira-se e chumba-se
denles, sangra-sc e faz-so tudo quanto peilence
n arte de barbeiro.
Vestidos brancos de blond de seda cora ba-
bados e com pequeo defeito, pormeade de sou
valor, muilo proprios para casamento: na ra
do Queimado n. 17, a primeira passando a botica.
Vendc-se
queijos superiores a 2J200, manteiga ingle/a a
IJ, primeira qualidade, cha do melhorquc ha
no mercado a 2c240 a libra, azeile doce franco*
a 800 rs. a garrafa, btalas a 40 rs. a libra ; na
Iravessa da ra das Cruzes n. 6.
Vende-se um preto de idade de 23 annos,
bonita figura por ser refonado, que cozinha '
diario de urna casa, nesla lypographia se dir
quem vende.
cidade em .. : ....
che n.17 qne ser
Moieque Fgido.
OO^OOO de gratificarao.
Roga-seacscapitf.es derampos, e a t
qualquer auloridade a spptefa
que de nomo -Mar.oel, ciioulo, J...ie \ -J .
pouco mais ou menos, o qual fugio il 1 .
abaixo afsignado no dia 30 de ouluL..
rente anno, levando c.!.;a de cor, carniza
de^se a arma.-ao da casa n. 12 da roa chapeo de palha oleado e o maior signa! -
11. 25, ou na mesma ra eslreila n. 17. desconia-sc que estoja acoitaJo per sigi
OP* Defronte da matriz da Boa Vista,11.86, ven- llbiot que se queira apro\itar de sua
-se bichas de lamburgo, por JaJe para o seduzir, desde j protesta 0 m
' abaixo assignado .le cahir sobre dito larapi 1 n
todo o rigor da le, egratilica da Btteira ai
aqutlle que lhe der noticia certa, e pag
despeza que se fuer com o mesmo DWloqiM
se elTecluar dita aprehenso, levando a -
n. 21. Francisco Jos Germano.
Fugio no dia 7 d-^ novmbro do anno
ximo pasado o escravo Pelippe, d. -
gola, de idade 15 ,1 56 ann. -. rom os* si)
seguintes : um tanto baixo do
testa 1 [uenos larc. i
barba, falla fina e a foj sem re baixa,
1 .ou alguna raMlosbrsm as pi' -
parecendu si 1 rauil. 1 lancinho, pori
vclhacn o moltiuo a curador de nq
bom corpo, pernas um trato lina-,
mesmo corpo, cojo es. ravo
liago Pereira da i'osli, proprilaii.1 ,!.,
Providencia, na freguezia de Agua Pr< I
o pegar ou disser onde de cerlo .
recompensado.
2OO3J? de gratificacao.
Escrayos fgidos.
Fugio a 3 do correte o escravo pardo, de
nomcSaluslio, alio, magio, bigede e pouca bar-
ba na pona do queixo, anda calcado e sabe ler
j tem urna marca de caustico sobre*o peilo dircilo'
rs. decarvao engomma-se ura da inte.ro, so ne- nma i0SSe nervosa, forte c frequenle : quera o
cessita limpar o ferro quando se principia a ope-
raco, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforco, poder
ser manipulado a vonlade do mais dbil traba-
lhaJor, tem mais um apparelho que obsta a que
o calor do ferro possa prejudicar a quem com
ellos trabalha. Acham-se venda nos seguin-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,eslabele-
cimento do Sr. Jos Alves Barbosa ; ra da Ca-
deia do Becife n. 44. idem do Sr. Thoraaz Fer-
nandos da Cunhd ; ra da Madre de Dos n. 7,
idem do3 Srs. Fonseca & Marlins ; ra do Crespo
n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azevedo;
ra da Penha n. 16, idem dos Srs. Pinto de Souza
S Bairao; rui do Cabug n. 1 B, na aguia de
ouro ; ra Nova n. 20, eslabelecimento do Sr.
Anlonio Duarle Carneiro Vianna ; ra do Impe-
rador n. 20, idem do Sr. Guiniaraes & Oliveira ;
ra do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Bodri-
guesFcrrcira ; ra Direila n. 72, idem do Sr.
Jos Soares Piulo Correia ; Tua da Praia 11. 28,
idem do Sr. Custodio Manoel de Uagalhaes ; ra
da Praia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Caslello Branco ;' ra do Livramenlo n. 36, idem
do Sr. Joao Antonio de Macedo; ra da Santa
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
na ra dalmperatriz, idem dos abaixo assignados
Raymundo Carlos Leile 4 7/mao.
pegar, leve a scu senhor o Dr. Aprigio Guinia-
raes, na liba dos Rales, quese. gratificado.
ATTENCAO
Fugiram da casa de seu senhor dous escravos,
um de nome Luiz, crioulo. fiom os signaos se-
guintes : bem preto, nariz fjrosso, pernas gros-
sas, olhos bisouhos, falla pouco, mu vagoroso
no andar, altura regular, representa ler de 18 a
20 annos ; o oulro de nome Tliomaz, cabra, com
marcas de bexigas j destarradas, bem fallante
e muito conhecido por trabalhar na alfandega
com boi, tem falta de um denle na fenle, bem
parecido, julga-se lercm ido para o serlao por
ser um da freguezia de Quipap e oulro de Bui-
que : roga-se, portanto, as autoridades policiaes
e capiles de campo os peguem e levem-os s
Cinco Ponas n. 65, que so gratificar generosa-
mente.
Fugio no dia 5 do corrente do
lugar Boa Viagem a escrava Anna,
crioula, cor fula, baixa e secca do cor-
po, olhos pequeos, representa 40 ?n-
nos; 01 escrava ha poucos mezes do Sr.
Dr. Buarque NaTaretli, morador em
Santo Antao, conduzio urna trouxinha
de roupa de seu uso : quem a pegar ou
della der noticia sera' gratificado por
seu senhor Jos Pinto Magclhae, na
cidade do Recife, pateo do hospital do
Paraizo, cocheira n. 10.
Anda contina ausente o preto Nicolao,
vo do Francisco Antonio Cabral de Mello, ;. -
grietarlo do engenho Tabocas da fi...
S. da Luz. Esle preto um dos einco qu
marco do anno paseado fugiram daqu.
nho, e tem os signaea eeguintes- all .
do corpo, representa ter 22 annos
lem alguns signaea de casino as
tamben alguns priocipioa dooffide de 1
consta ter sido visto nu Ouricury, incul
forro : quem o apprel.cnder e entregar I
engenho a seu .-culi, r, ou no Recife a II
Anlonio GoiicjIvcs, aeragratl .
lOOfOOO
de gralificaco a quem capturar o (abra M
Candido, que talvez irale-se boje por I
boija-fior, fgido de.-de agosto de 18W, de
20 annos, alio, boa eslalura, i abeilos u -
um olho varado e grande cicatriz d.> bu
do rosto, 2 denles lirados na fenle, cos a m
dar elogiando que (../. adjunto, ai ndo 1
a ra do Collegio 11. 10, ou engenho la. 1
Iguarass.
Fugio no dia >s ,le .ezembro prximo |
sado, do engenho Terra-Prela, na eomar
Xazarelh, o escravo Joo, crioulo, bastante
lo, alio, seceo,sem barba, coro fallado um den-
le na (rente, bem feilo de pes e mos, n
dancador, e quaudo foge > quer ser forro, 1
mo forro eslava no Becife com o nome de
noel dos Santos, onde foi preso no dia .
correule, e lornou a fugir por descuido d.-
chores mocos all esludanles, pelo que p. |
aos arrematantes aas obras publicas, a 1
offerecem trabalhadores, o cuidado, se appan
o fallado escravo, que tem ptimo signal, .1
urna marca de um lalho em toda cosa da
esquerda, que quando fugio levou em ferida .
paga-se muilo bem a quera o apprehender e ie-
va-lo ao mesmo engenho, ou no Becife, na -
ledade, aos esludantes Hosniida Correia de : 1 .
to e Austerliano Correia de Crasio.


.(*)
DIARIO DE PERNAMBCO. SEGUNDA FEIIU !3 DE FEVEREIRO DE 1860.
Variedades.
polo oulro urna paixao vilenla, paroce-uie sein- especie .le avei.iuras inexplic.aveis, de Senliu.cn-
pre que quaesquer que sejam os obstculos que | los falsos e do paradoxos ra dos limites nao
ftm-inCPS PAitlK t navftllna .-Fiwiinc ssepwam, mando, pas, ele etc., os.di.s>aohiindo-se mais o que fuer, raat.im-no. O ro-
0S amantes existen, un para o outro,da parle da manee oompromette-os sem recompensa, dogra-
da-os sem eserupulo, os pon sem cessar, mesmo
qunndo os respoita, nessos declives perigosos
C p!l\S0l0a l'OinnnesCa.EslUiloS na,ure/-> elles se pertencem por dircito" divino.
..i~' apoy.ar das leise das convencos humanas......
sobre o vivo c o 11101I0.--O romance
iorlario.-Cs cantos que aeabam
b, etc., etc.
ii
0 cada ver de Daniel eslava .rilado junio del-
iitu braco brandamentn paisado sobren seu
i). As dosrbelas repiMisavam na mesma
i, desviando sua vestimenta,
tinha cravado no coiaro urna grande faca al
o cabo, e seuslabios locaran a face da tlonzel-
la, i les estar a n paludos tanto mu comoou-
i. Dissoram que ellos tinl.am morpdo do
mesmo golpe, e nomeamo lempo...
Qual esta don/olla mora que inspira um do-
gespero 15o funesto ? Faz-so mister que conti-
toa a [ratar das cousas antecedentes :
Daniel o tiln de? um official francez morto
i d NValerloo e de urna mee qne nao pondo so-
breviver a sen mal. Um lio o adopta, educa-o
e rasa-o, muilo joven anda, mo grado seu, em
urna sylphide vaporosa, a delirante o seraphi-
i a Izabelle do Torreins que dous anuos depois
do casamento, nos diz o autor, a lem j seu
quarto amante >. Assim que, Daniel a recon-
duz sua isiao, p d un golpe dfl espada no ul-
I adultero. O lio morn, Daniel vai pasear
ni. em i'roiii i!l.'. Alii elle tica amoroso
da Leiiise de Grandmont, urna imbrp e bella don
zella Ji' .|iim rile nao osla separado seno por
um repartimento no hotel onde ellos habitara ;
e ainda esto repartimenlo ten urna fonda que
permiti so joven ver ludo na cmara virginal e
nao ser visto. << ...O leito, enllocado justamen-
te oni mnha face, rom suas novas cortinas do
panniuho, otara destruido, mas anda nao dos-
lo ; sobre urna cadeira estavam brandas
vestimentas de sen hora, dispostas iieglgenlcmen-
Mero, peco pordo a M. Feydeau do -piom
nao aecuso as uueneoes nein o carador, nao que-
rendo seno para sou paradoxo : esta moralj
lio perversa quando se applira ao amor, porque
.lia poe o diroito divine em adulterio, podepd-lo
tapanera no incesto, esta moral podoria appli.ar-
SC ludo e em toda relac&O na torra. Desd'o
momento em que a mulher ou lilha de outrem
me atlrahem com urna forra irresistirel o divina,
pelo nico faci da reciprcidade na paixao, por
que o liein de oiilrem nao loria o mesmo previ-
legio e au gosaxia das mesmas prorogativas?
Sua entone Deusfit diva libido.
Todo rnalfeitor podeoceusar-se pelo snphisma
do Chamfort como lodo adultero. O facciuoroso,
sabe-so, lem quasiseinpre urna ternura violenta
para o bem roubado ; pode cror osla paixao re-
ciproca Entre elle e o objecto do roubo, a lei
poo um abysmo ; a ambicu lem-na bem cumu-
lado ; e so a usurparan do dircito natural por
que o resultado do um desojo invoncivel, que
auas'.a a propredade ? Fallare muito sobro este
assumpto.
dado e com u deslino que elle lhes lem inventa-
do, acha no fim mais commodo de fa/.er avancar
um currio.,. Islo explica bem dosfechos. Mu-
tas vezes lia bastante impossibilidade. quantoao
essencial do nossas crueldades. mais fcil
matar as fillius do romance moderno do que ca-
sa-las.
Etieniulle nao desojara seno viver, mada-
ma Leonie d'Anuel alu poz boa ordem. Elicn-
nette urna pobre lilba, menina adiada, que nao
reencontrar mais sua mai, mas que um honesto
obreiro, pintor de casas, Valentn Fargeiu, re-
eoihn um dia que ella sabia do bospicio d'Auxor-
re, e que elle deposita honrosamente em casa de
unu velha negociante da son conheciraento. Eli-
ennello iuflamma-ae de amor, sein di/.er paiavra,
peto seu salvador ; ella c- um momento que
seu amor pariillndo. Mas Valentn lem vistas
mais cloradas. Elle esposa urna inconstante, Eu-
pliasie Crpoiil, a (ilha de um negociante de dro-
gas, de quem elle torna-so assoeiado. Euphrasie
tom um amante, o capito Cave
puau u.ttclle, libertino es-
padachn), que dissimula .ouco sua inconstancia.
Voltemos a Daniel. Elle lem pericamente aba- U marido, segundo o uso, nada ve Etienneilo
saao de urna Inste independencia perseguindo, v ludo. Ella guarda o sogredo pela iiiclinaco
em nina joven honesta una seducir sem escusa Valentn e polo cuidado de sua elicidade. En-
e inspirando-lhc um amor sera xito. Tem-se tretanto, advenido por una carta anonyma. Va-
lornado sophista dando razdcs como estas : | lentn vai casa de Cavcllc ; Elmunotte o prove-
.Nao lenho que indagar se os motivos que obs- nio. ella vai dar o alarma aos dous amantes. Bu-
lan o meu amor sao justos, razoaveis o prote-l pharasie esconde-s
geni o contrato das sociaedades- NSo pela ho-
neslidade e razo que amo; porqualquercou-
1 "rofundo que a propria substancia de mi-
sa de
nhas eolranhai
que escapa ludas as prorisdes.
te, o o candelabro de brouze que ardia sobre um 2 'odas as potencias, todas as vontades! por
consol, esclareca com um lisong.-iio brilho esse l,ou^'-- Credo bem, o hornera que ama, soja
em um armario. A pobre
rapariga toma heroicamente seu lugar na cma-
ra do capilao, o recebe pela ultima voz o tiro
destinado esposa adultera. Ueconhecida por
Valentn, ella diz ser a criada de Cavello. Ella
morro. O assassino entrega-se justici Alguns
das depois, quiudo ello conbece a vrdade, eu-
don/.ella uguiiisaiite em pobre leito... t depois
est acabado. A inlencao do livro vishelmen-
te dirigida contra a falsa devoco, a linan-
Qa fraudulenta o a sociedade aristocrtica, com
um partido tomado de indulgencia muilo pouco
Esta morie llie U bem sollriraenios... Va-
se bem quo elle nao era feliz...
E depois, nao sao os que seguem que hao
de condoer-se : a dr i para os que /team, di-
.. zia una das irmaas, a mais dotada. Continua-
disiarcada pelas fraquez.as do corago e os desva-lse assim a oracao fnebre do morto, ncrescenla
nos sensuaes da demorracia indigente. Masque o autor, foi demonstrado que elle linha feilo
typo se nao madama Durosnel.nascida de La Mo- | bem em vmrrer. M. Amdo Acharddeu um bum
Ihe-Houdan, a muJher .11 manufaclurciro limo-
gino, o rispido devoto, o herdeiro impaciente, a
trmaasem pieJade I Que scenas como as lo
tribunal, lijanted qual M. de f.a Ijollic cmbale
a instancia em prohil.i .! E que nica ni" figu-
ra como a velha Paifii Cuno ella ai-Jt ule
para sollirltar a asslstencia do pessoas bem col-
locadas para a pobreAndette anlosde sua queda!
Afflicta, mas nao desanimada em cada infor-
llulu seu romaneo. I'roponlio-lbe que acros-
eento aqui : O Cotaeo e o Dinheiro.
' v.
Paulina Foucaull o herona suicida de |f.
(era um momento decame] um gigantesco leque.
capaz de fazer sossobraruraa nao de tres cober-
las,e o padre Legro*, o velho galante Saint-
Parares, a triumphante Sainte-Ovidc, c sobretu-
do esse jornalista de opposicio, do quem M. I.ouis
Ulbach fez urna astuciosa cyaica e um amoroso
ridiculo...
O livro de M. Ulbach lesa outro mrito rr. i^
olhos : elle o nico, do numero dos quo acabo
I.miis Ulbach, merece figurar nesla revista, oo de examinar, cujo desferho trgico i
enciaL bem como ella linha virtude
sua raaneira, mas polo trgico horror de seu
Um. Paulina, lilha orpha de um oflicial franre/,
ro educada em Sai il-Douis e abandonada sen
ie dezoito annos, i todas as
verdaderamente justificado. Enire todas as he-
roinas que acabamos de seguir melancuUeameule
atoo cemilero, Paulina foucaull a nica me
en leracoodemnado morto (om pintura .-
lende). O drama de Muntlignon, qa lermhM t"'
fatalmente sua absurda existencia, nao me sor-
prendeu, ehocon, ou aflligio.
Eu nao son dos que dizcni ;
Nao nada. unu mulher quo se perdo___
mas sou dos que nao chorara milito polos mates
imaginarios, mosmo se ellos romatam em Batas-
Irophes. Paulina a mulher ambiciosa, intri-
gante c sopbist.i, uina das que creem i qu.
imu-se, nao sabemos se ella coiivalnscer. Mau- l Madama de Villefiorao lem lodo o egosmo de revolucoes democrticas sao fcitas somente na-
co nao esposen Armanda conforme as pronas as t sen lempo e o do nbsso. Ella s educou seu fl- ra ,,.:,,.. M ,nl. .--,. ,, lU
mais magoidoras, apds urna rica viuva de quera Iho Heilor. joven instruido, muilo oceupada do cmanjuP"r '*-' de collegi e n
e mais protegido que amante. Mu3ico, entomologa, mas ojue. ha Irinla annos. nao co-1cna,las e compnlita Ella medita urna re-
lunio, diz-nos o autor, ella nao linha mesmo fortuna, desd dad
pensado em declarar que ello era bem infeliz, suggesles !> urna i alureta ardente,'de um es-
que cada um lena seus desgranados, c quo en- pinto SOphislico u do urna ambicio desenfreada.
Irelanto os desgracadoss nao existiran!... Sua pobreza obrigou-a aceitar m casa do urna
^Continuamos cun as Victimas de amor, del rica viuva ingleza, a ridicula e seiitiineutal lady
M. Heilor Malot, o estudo deslo marlyrologio Fitz-Peters, o emprego de criada, de que ella se
romanesco que est em moda boje. O cont c! satisfez cora urna fxartido sem queixa. Ella
insto, o desfecho lgubre. Casam-se portauto no lem seu plano. Lady Fil/.-Pelers habita o primei-
imi do livro; mas o autor, convencido do eonta- mandar do um huid oceupado ra de Courcel-
gio do lempo, nao lem querido deixar-nos les, pela velha barodeza de Villemoran que passa,
urna lembranca um pouco satisfactoria. Apenas entre seu parodio ojo ultimo de seus adorado-
casada, Armanda de Kergomar, esposa de Mau- ros, urna vida solifari i da qual todas as lembran-
rice llertliaiid, niuieta-se; e como o livro ac- cas applicam-se aoUecimo-oitavo seculo
tmu-se, nao sabemos se ella i
rica
iii.i
elle
vicioso, sem fortuna o sem lugar, seu emprego I nhecc o inundo nAa as mulheres, e parece dota- voluco social, esta baroneza elevada. Qm
irrer junio a Margarida llainlistel, que elle lem do de urna iSe ludado um pou;o extraor- a insurroieao de fevereiro eslonra, olla arr
e amar; e nada, nein mesmo o po- diara. I, ",, ,
Paulina Foueauli formn una intriga que fez U "" "'aUo P****^! lempo e para i
o joven cahir nosieus lacos. Una manha, olla s rebelados de bem porto. Ella disse sou
S. 3om grfido perturbarn de sua mi c marido: Se soubesnos quanto bello unu
um povo intero indiga
go, velho obstinado o libertino jubilado, fazenio
I a ;uarda sua sohfuha, de quem so se ap-
! ximam dous prelendenles, nm, Goorget, um
:l sem fortuna, mas nao sem vai.lado ; ou-
t Cabs?, ..ven avarenlo, lo mal educado como
n, o milito occupndo ora ostentar em um gn-
i io puro sanguc poranto a j.inolla pa'riria.
Daniel e f.ouisc nao .-. conheriam ora se fal-
la v
a infelicidade de amar; c nnua, nein mosmo o p
jo de viver cusa de sua amante, tom podi-
do alTasta-ln de seu amor. Ouanlo Uargarlda lo-
ma un novo marido, Mtturico cnluuiiuctc. Um
amigo salva-o forra de obsequio, de espirit e
de deciso.
De volli ao pai/., em um poni di Bretagne,
Uanrice pouco a pouco recobra a razao.
eiilo que elle esposa Arman la.
E preciso lor osla historia tola que triste e al-
das familias da casb. Mas anics de se casar, ellajdade sublvala!
linha lomado a tu.mar ronhecimculo com urna n ,
an.iga carnerada fe collogio, Madama de Saint- Eu. rcsPlr"'a r"rl> |*> l''""-
Ovide, corte/.a .de alia consanguinidad!'. Era n,oes: e" mc j"'garri feliz em viver, p
.asa dola, Paulina tinha re-en
falso raci'iociuio, nosoi com que algaravia sen- ram sempre om son leito ?
il o declamatoria. Roger, o paradoxo | Mademoiselle Uarioni
ajado
mata-se com um gol-
i libcrtinagem. Daniel, e o brilhanle I pe de estyloto circasssianno para vingar-se,
misma declarando se contra a juvenludo e a di/, son biographo espiritual, M. Arsoo Houssave,
mi tu.te, como esses insectos doeados que ruom que nos den um bellissimo retrato de sua herni-
as rosas, l.imise de brandmonl mora! Pobre ua,desenliado por elle. Aquella quer vingar-se
l-ouiso Seu lini nos toca pouco, e c mais o que do abandono de zeu amante, llorace de que
.lia morre sacrillnada | ella descoma passar seu lempo om um alcoure
s..p
So, a familia de Grandmoni ahi Oca, nao se sa- | b'retanlo nao abusarei, contra o talento d>; irufidaa at a bocea n cordoui/.es para os temp'e-
I mais para que, sa isso nao para que o ro- "!: Krnesl- eeydoau. nem de sua tenJencia ma-| r0 de Bar > ; ella arma-se de um ramalhel de
i 'e continu. Nos nao citamos con effeilo !,lle, Para csses desfechos fnebres, nem da es-
i no fim do primeiro volume. | ranha nioralidado de seus personagens. Seu
liume seguinte, os dous amantes deca- i ,:l'''n|u real. Sua recento obra lera menos suc-
r i-se. Era um dia do lini do mez dnsetembro c?ssu 'l'"' '' primeira Faiiuy tinha mais unidade.
ip.lla q
tinha, protesta m lodo seu livro contra o ri
los casamenl 15 I
a mai de Haurice, o vigario no medico .le l'lau-
rach, M. de Trflan e seu irm.i, o triste An-
dr, cojo suicidio laoca una sombra tan lgubre
sobre as alegras do desferho, lod is estes perso-
nagens sao bem concebidos o beiii-viudos. o con-
plexo da obra promeltc um escriplor que nao po
de tardar era tomar lugar na primeira liloira dos tara ludo, um ap'is oulro, alguns me/es depois.
uossos norellistas modernos, esses que lomos o '
aes, esta velha controver-
sia dus Iribonaci do povo e dopilriirchado. Pau-
lina, aillos de ser unida aristocrtica familia
dos Villemoran, tinha dissimulado os defeilos de
sua educaco e lesna natureza.
i i : queno salan de eslo, porto praia. Os|.v,8r c verosimilhanca, triste mrito em una
rdas-sol de chita, baixos per delraz os punhos l3ua' J'bra 1 Daniel, livro mal concebido e mal
a. leraporavam n brilho da !:/. I.ouise de "fganisado. est cJiciodo
Imonl linha i: mo urna rosa rfu tngale.
tinha uma vestimenta le tafet, C seus p.s
. -' i ni raleados de borzenuins de estofa........
Daniel nao nos disse se liiih;
scenas de uma execu-
co iiolavel, o que do idea de uma especie de
habilidade dramtica. Siluac5es inenveis sao
expostas com uma deciso, desenvolvidas com i riente
uma dextreza, rauilas ve
rosas ; poe sou punbal no bolso, e espera... Hu-
raco chega. A'ha a joven fallando, em mu ca-
marn], com um capilo de zouavos. Sorproza,
furor, provocaco... Luciana enllocara lenta-
mente seu toncado dianto de um espellm. Ella
sorria, mostrara os denlos, voltaa a ca-
bera com a graca tranquilla do cysno no lago
engaado. Cbamaram Climne gozando do lo-
que... Mis um capilo dezouavos 6 bem expe-
Ello acaba va de ver na physiononia
apreciamos.
Chego assim, sem forrar a transico, nosso
charo o amavcl collega, M. Amdc Arliard. J.i
loslt l'Ombre de Ludo vico 1 Procurai com pres-
te/a o volume, so nao IC-ste-o, e lde-o se-
quizordes chorar, chorar muilo, chorar sempre.
E' um prazer como outro qualquer. Se cxclno,
no i
pa que 6 obligado a restituir um legado do
Anda a'guns aukios, elles lornam-se nlofera-
veis. Paulina atxirreco-so ; lera ludo alcancado.
Nao ama mais. Ella queixa-se de nao ser mais
amada. Heilor 6 o modelo dos maridos, seno
I >s manes. Elle Icin-se aborrecido, elle m m_o, o cun mais razo que sua mulher. Elle
nao se aborrece mais, graras s borboletas. Pau-
lina procura cxljngiiir o lempo para reanimar o
amor. Ules vo Ba le onde tornara a encon-
e
romance de M Achard, um velho guarda-ron- i. ,
I.ie obligado a restituir um legado Jo que \ "fil"" fi^T^i^0 V* L'"""""'
lito J lera usado dous semestres o que niosa ; SC" d"Sn ""- A !,;,ru,"'/;11-'"""""'1 a amar
um desespero cmico, todos os personagens d
.> jornalista. Um \ correspondencia estebelecc-si
1 > ,, Vi """*",H- '""> ja um paisigom. ; phera a tora deshonrado. E olla linlu ah cho-
i que elle nao ebegue pela crueza da senienca gado para se viajar. Singular vinganca I Com-
ou pela omphase da meUphora. E um ou ou- prebende quem corromper essaa subtiezas per-
ro. btoH inflexiveis assislenles da realidad- Wsas da paixao, e esses requintos de suicidio I
nao
saben dizer : M.
Que tondas vos. dizia ella. '""("ao, u menos que nao soja uma paisagem. I phera a tora deshonra].).
Sufoquei-me. Ella pegon-mo as mo-, aper- e,n 1fi ec nao chegue pela
- em seu pe lo, be ijou-as....
Coragem !
Bem eu le adoro. /:" son casado.
- saliumos disso. I.ouize de Grandmcnt des-
iva.
la contina a amar a Daniel. E' esta a origi- Pri"Ciso retratar uma joven, casta o pura, e apre- preciso com
nalid le da situaejio. Na Madrasta de Balzac, s*-'n'ar esse retrato an publico ?< Levantada so- ma-se a oeioti
quando G para experimentar sua ora, i* !": suas espaduas. dir Daniel, sua maula i Iba que soja, mas que nao havia necessijade d
: que Fcrd-inand Merrandal .'-casado : ueixava ver seu busto do virgem, o sua vest- ser escripia com singue.
- Ello casado porque occulta elle islo ,,"','!'1;1\ Irnulando ligciramonlc por detrae Passo sen me demorar muilo no livro de mada-
e mairo ; dios dizera : U nUero antes referir-me ao autor, i
presenlanlu da le humana. (Tomo I'.jwg. um agudo epilogo, nos d a moral do seu livro:
i'i.lre o o mandaUriO de Dous. Mas O mal do lempo, nos diz elle,esse tlagollo quo
bater at ao seio da familia, cna-
dade." Moral oxcellonte, por ve-
" i entre ellos. Huraco o interrom
:.i
cujo coracio n .
casi, o que se sent viver quando lea da-
do eslalos no ar e o odio dos bosques
quillos leva-lhe o cstrepido das Irn [uiat,
uma scmelhanle mulher, nao digo que t >.a nu-
biles manifes- red lo a norte, o nao sou eu cerlameate i
a pronunciarei contra ella, nem contra pesjoa al-
guma ; pjrm se ella mata-se um dia quan !
remorso de qual |uer imprudencia a pe;.
esso remorso das almas que no sabem cur-
var-se como di/, excclleiilemento seu h
riador, se ella mata-se, meu auxilio! Un! i
por ella. Supponbo que o romance esta
llie faz juslira. E velo como elle se ;
cora uma habilidade superior, para lhe i
at na morto sou vcrJadero carcter.
Os meninos brincara alguns passos d'-i!,
i-
uni a es-
quoella tinha escripto para obrigar a complicida-l '-"""'-1 recuoa como se uvesse posto i
de de Loignon em sua aventura, Irazendo um fu- P* s"!,re uma vibor*' L,n lremor te* ball'r "
/.il carregado na mo, ella fere-se no meio do : 'I,n''xo-
pessoas ten de chorar I
A historia to muilo fcil do conlar, lauto ol-
la se complica; mas tem-se lidu ou le-la-ho.
Eis o resumo em tres liulias: Ludovicn do Cour- peilo. Assim acabou Paulina Foucaull, baroneza
seniles fui ao Cbili. Anies do partir, olio fez les- de Villemoran.
lamento om que reparti sua fortuna, a qual 6
re- Paulino, para desencaminhar sua mi;
voz baixa, pai li :
G isado Sei ia iu amia-!
Paulino lem razo. Mademoi
ronsiderave entre sen irmao e suas duas irmaas.
I.u Invico naufr.igoa. Julgarani-ilo morto. PdSS i
se um auno. Partirn os bous, repartirn os le-
gados. Do repente o naufrago reappareceu. Sor-
proza, emoro, lagrimas emsua familia que us-
lamente acabara de assislir, robera d'i lulo, i
uma missa de anniversario, representada por M.
Adiar I rom tanta exactido quanta sensibilidado.
Chegam ostrabalhns. E' praciso
Quem, pois, botou ahi este fazil ? p. :
l mi ella.
Ella esquema a alten^o que eslava em
ferencia com M. de Villemoran. Uma vertig
Tiiste objecto on lelriumphaa colera dosdeoses;
ambiciosa infortunada, que a fatuidade de uma
scicncia incompleta tinha estado sempre em di-- sentou-a ; sua mi approximoa-se i'ttm \.
lauda da resignado dirisla e da scronidade phi- Nao, nao, diz ella ; e ella quizfugir.
losophica. L M. I.ouis Ulbach mesmo que no
diz islo.
dola
doras c ni as descobria ludas... i loria da mulher incomproheiisivcl que so acaba I ga frustada para utros, o marlyio o a pertur-
yuem escreve islo da mulher que ama, em por um amante, e que morro do tristeza (nos ro- bacao para todos. O pobre Ludorico laslimou-se
de Grand- ma confissaj conussao que Ihodere sobreviver?] manees], quando Alfred, Arlhur ou Adolphe vai
(.hegan os tr.iaaU.os. \. proc.so ciar. como N;,0 os |<0{IBMi anlcs de acabar esla Mar3
se diz em termos de direiio. Cnsamonlos que os- c ,
tavsm a rcalisar-so sao dissolvidos, associaco >s Soulaines, a sobnnha da velha viuva dotada, e
de interr-sse que acabaram de ligar-se sao dos-ll"8 e=,a estinava para seu filho Heilor. Maria
poique occulta elle islo I ','",;""'. "'""uiiiuo iigoiramonio ,
formas encanta- ma Louiso Vallory. a eterna o montona his-| feitas. E'a ruina para uns, a mais cruel esperan-1 alravessa toda osla historia como um anjo de
bondade, de conciliaco o de indulgencia. Se
olla fi um anjo, ludo so comprelien de no rol que
n mi mais condesVeu Ionio. Entretanto ospsis ; 9'emance moderno duro s mulheres o lerri- moraren outra parle. '.Madama Vallory empre-
im do amor de sua lilha nem do do 'c s donzellas. hlese cuiuprazcm Ibes pre- j gou em esiylo mediocre e uma curiosa expe-
DanioL enaturalnento elios ocenpam-se de ca- Parar Jeiios de morto e em Ihes cavar tmulos riencia da vida de provincia no servico d sua
, ... .. ..'. Anl.% no meio dessas tristezas. Notai que os per- ma-
gens deste drama domestico sao pessoas bonos-
o uma curiosa expe- las, nao sao as mais interessadas como nao su -
i. E' en lo quo nosso hroe desesperado,
quorendo impedir o casamento real deseo aman-
te, propoe ao amigo Georget o pequeo ajuste
q c passarei a expr :
Auto de os matar, elle as desde. ibes-, cuja concluso, segundo a potica actual,
.. ] ooi loito do mora. Duas lagrimas corren das
, .. palpebras de Alfred, e cahcni 'vivas na face da
Rio procuro somonte, continuando osla ana-1 mora ; e com as raaos juntas, como para resar,
por
enierraraenlo
sexta
uma querella de honra a principiar, e torna naceos dos felizes esforcos da invcAco o do lra-1 dj a
go pira combater. E' morlo por Ca- balho, mesmo cm um genero qual a prodigiosa elasse
b --. Ua lana de Grandnont vai morar no cam- consummacio que se faz lo nossos das, condem- j
i com sua lilha porque a emoro desta morlo I nc faciltdade e repetico. O quo altaco nes- I Morre-se tambem no romance como recente-
Depois una carta lhes communica I sas obras ephemeras, que quasi todas lom um ] mente nos iuformou M. Nadar e que mor
la perdoa bem fcilmente a Heilor sua incrivol
preferencia : porque Paulina nao linda e Maria
rede cora toda a natureza humana, nao sao as-
tutas nem sublis. As cousas vio a ponto,
qujj o irmo de Ludovico, rom o couscii ti monto
do suas irmaas, as mesmas que levavam ao fiai
do livro um pozar lo melancholtco, lem um mo-
mento a idea de fa/.er um processo falso este
phautasma enfadonho. Para concluir, dermis de ,
ler ido successivamente s raaos com os erros de N lll,'i;u,|;"1- e 6 nos seus bracos qu e expira Pau-
seus prenles, do seus amigos, viziuhos, domes-' ''"'' Foucaull. Ha abundancia de virtude queso
ticos, de sua esposa mesma que, em peleja on-
fadonha, liuha lomado, no auno passado cm vi-
gor, outro accordo, Ludovico nao leudo adiado
Depois, ella vio a criada que fa/.ia -
aos meninos para re-entrar, pira se demorar
em silencio {ella linhi-se aneoaudo i
tal), para nao perturbar nem embanrar Ma ;i. i-
drnha ; chamavam-na.
Paulina don um esp mtOSO s
Tudo pre par a-se para me tentar' Se D j
M. I.ouis Ulbach lhe deu ;se ella mulher, luizer que eu viva, pensou ella, osle fuz.'.
bem dopressa a amiga de Paulina, sua rival ; e'- estar carregado !
< Ella cncostou a extremidadedo cano CMlra
o poilo, procurou com o p agitar o
encantadora. Casada depois com um burguez fuzil. Quando ella senta que alga ma coa .-.
jrosseiro e infiel, o fabricante Desprels, Maria sublevara em sua prosso, exclamou :
continua ser a Providencia visivel da familia
Nao sou eu que mo mato!
Seu p introduzio-se om um relam.iag^. i
i golpe parti. Paulina cabio fulminada___
estima : esta do numero ; mas nao se julga.
Tonho-me eslendido no rom anee de M. I.ouis! r',,,Ul,a morr" como vivo" sophism.i pin
Ulbach. Elle osla entre os melhores que se lem I corai::io. a blasphemia para a bocea,
pblicado este anno. A iateneo moral eviden-l Acabaremos boje esta impresso, tJo tri-i
- rentes uma doaco era vida, e morro, alguns dias I *?! "*" ;"" T\ nVa' '"''" dosembara^- "10 Iemos ail,Ja ***" ^M"
r,e depois, de uma congesloo cerebral. Este desfe- ,araen^.tesenvolvida com vigor, connexao e la- para por nossa critica em regra com os prsci-
liel sua memoria e alegro de sua rolla com
Pbanor, seu cao d'agoa, acaba por so aborrecer
de tal luta ecede a fortuna. Efle faz seus pa-
tonado O Irabalho de nos expftr sua moral. Pa- I tormo de uma serie de inverosimilhaucas de que I arrasta em sua queda o amanto,"mesmo ferido da
recia que Chanfort disse em olguma parte : | se compunha seu cont quasi todo. Quando se inhibiro judiciaria. No ultimo arto do drama,
tem conduzilo assim sen hroe atravos de toda uma mansarda, um pobre menino faminlo, uma
(juatiiln un hornera o uma mulher tem um
dizia nm herleiro-
Muito fraco, cl'c
acroscontou oulro.
lamentara multas re/.cs,
lentes eque nos ficam na lembranca; a velha ba- ti^o.
roneza, por cxcemplo, depois a viuva do almi-
rante ingle/, o osla mulher que agita rom furor!
[fonlinwar-fc-/i(i.]
ra^
UlJ
II
ORIGIfIJL 03 DIARIO OE PERMBUCO-
A CARTEIIU.
11 DE FEVEREIRO DE 1SG0.
lodo.
ra, nada mais commum do que o enfado, aps
trabalhos o lides continuas. Entretanto, se al-
guem, omperradocra seu pensar de nimia restric-
L'ji so] -. o de tpleen.A u:i v as sombrasAico, de inQexivel ligor, nos doscoubecesse a boa
< das lOTRARii das-CO.NTRadic.oes. razo que em seinelliaiilos conjuiicturas nos as-
A vida de i m jui'.n m.i.-i a. siste, para que nos nao domes de bom grado ata
rea lo ardua de meditar horas e horas c do cs-
I n boa hora escreremos o nosso folhotim daicrever um artigo de jornal, nao nos devoramos
Se livessemos de conferenciar, um s momen- Os Inglczes, que sao os horaens mais activos o
lo om nossa vida, cora um hornera desses, to ] laboriosos de todos que povoam o globo, sao tani-
inscusive, lo indifferente, e, por cerlo, lo dif-1 bem aquellos que melhor lem sabido aquilatar
ferenle de nos mesmo, pelo genio, pelo humor, essa situaro, porvontura indelinivol, em que so
opilas inclinacoea naturaes, fora mister nada I acham collocadoa os pobres jomalistas, os rabis-
nienos que a paciencia insupprivel de Job ; por- cadores de papel, os artiguistas de gazota, os fo-
que nenhum marlyrio ha ah que nos peae mais I Ihetinistas, em sumraa 0 spleen, que to mal
do que uma lucia dessas, rom o scepticimo em Iraduzido o comprehendido vai sendo sempre em perla lieressaria
frente, osera mcios de poder combalel*-o de I todas as lnguas, e no meio de todos os poros de I brillaiiico.
Os poetas, que ordinariamente sao alcanl
de soiihadoros, do vi/.ionarios,compreli i
Ihor esta verd .de,este principio eminentemei
1 boje ; nao s uma molestia d'aquollas regios
pozadas o obscuras da Gra-Bretanha, como al-
guns o do a entender o o qunrem sustentar.
Se 6 esse um dos males endmicos do pai/. das
Pela nossa parle, que nao dispomos da vanta- nista, ora sua hora critica, do que esses innume-
gem do primeiro, nem dus recursos dn segundo; r..s obstculos que se lhe aprcscntam nacarreira
pela nossa parte, que vamos merco* do lempo ; |'"i onde lem de seguir sempre Ha abscurida-
? .* I j i ** ii-. i diu i> iu .ui ,ir iiiiiii iiiiu L'illilirilii'llli ni' n
o das impressoes fraqnissimasdo nosso privativo des mais desesperadoras do que essas dilliculda- iai-e|, do quo muitosoutros pensadores, e
pensar o sentir; podemos assererar quo oslamos I des no planejar um follielini, era momenlo de I om geral os proprios philoso-ihos Por isso ro-
n'um posto que, em certas occasioes como agora, aporto, no roorde.iar-lhe as paginas e as linhas, mo-S s'uWndo com a phanlsia para milh
quasi que chama por si mesmo, quasi quedos- para prooncher com elle o espai.o que lhe desti-| do regios incgnitas- atravosando oosodns
mente, o maldito companhe.ro naojoma!?! mullos palzes quecscapam Ss inves
!.. enlretanto, ha quem sustente que a le das citas dos melhores geograpbos ; entrelacan lo as-
contradiccoes nao e uma realidadel E. sem du- sim o real e o ideal, o que .' materialmente
vida, esta a mais incontrovorsa de todas as lc>s silivoe o que.; espiritualmente sublime. Se .>-
conhecidas ; e se en alguma parle, o sob alguma iao ellos om conlradicco com outros dos teas
rolarlo, relia una verdad.; intuitiva, serano semelhanlos. paraosquaes a vida cifra---
mundo luterano, e. amia mais, no mundo do clculos ogoisticos e malfazejos, preenchem
jornal o do folhel.m. S rl3L.a> pi)r isl ,,_ Miproml W M
Cansam-se philosophos em disseriaroes pro- contrariedades, que. desde a mais raateiraplan-
ean las para explicar essa alternativa constante i? al o mais refulgente met. oro. tambem i
do 6ei o do mal, essa successao indefinita do | ic das harmonas e do equilibrio feral.
A natureza pode 03lentar-sc rdenle o formosa
enj extremo: as condiroos para o Irabalho do es-
cripior, se fallam n'um periodo dado, nao bao de
| suppril'-as, nem o co com suas innumerareis o
novoas o do exclusivo irabalho industrial, tam- brtlhantissimas estrellas, era ornar cura suas
bem uma especiede natural indisposico, que I harmonas graves e melanclicas, nema torra
ataca de prefereuca os pensadores o os escripto-1 Cora os to sumptuosos quadros que lhe retratam
res, rsca de homeus que viven 4 bracos rom as' a grandeza e a magostado.
inclemencias do lempo, cem as indecifravcis al- Em todos esses paineis, to variados o to a.i-
II e, porm, perdonaos o caminho tragado,ou, ter do dar alguns momentos ao repouso, reco-
5, deixamol'-o de parle para seguir n'oulra I nhecer-se enfadado, sem animo para cousas de
la. Epata onde iremos ns?e que har-1 maior vulto, aem disposicao para certos encargos
ii. os do dizer que ralba um minuto, siquer, de era corlas occasioes. Laven uma dorde cabe-
alb ncao .' ca, que mala por vezes a mais bella Inspiraco:
Os homens de um leni(ioramoiilo superior allvm um lorpor, um cntibiamento, contra O
as vieissiludes da naluroza, o de uma in-|qual impossirel ostentar a menor resistencia, e
rantavel sada, nial podom comprcheiidcr. nao raro que a propria actividad, por mais
qu existen entes de sua mesma especie, mas i viva que soja, vorgue soba presso de uma re-
Ios d'aquelles dous e daquellas qualidades piignancia invenrive! o atormentadora.
I- ciosas. O jornalista passa por essas phases: e bom
Perante o jury infallivel, em que tom de Dgu-lseria que ello nao ns cxporimenlasse mllhares
de oscrever algumas linhas para o jornal do dia : I concepto o a perfeiro dos trabalhos de espirito. Nao vamos muilo longo : al.i atemos dianto Porguntar-iios-ho, porvontura como di.
entrao gabinete do estudioso, como cm sua j Osescriptores. que.de ha muito se Iancaram na | de nos. A nao ser olla, qne to polerosamen te I remos nos a conciliar oslas ideas coaa a que ci-
ad ua em (odas as relayocsda vida humana, que pendemos, rclattvamente i vexacftea eaosatre-
lo directa o {inmediatamente influc sobre os pellos da vida luterana e jornalsiiA t.. Nc-
propna casa ; rovolvc-lbe o espirito, peza-lhe arena do jornalisrao, onde tantas (lores se co-
n'ulma, osmaga-lhe o coraco. arrebala-lhe a'; Ibera, mas onde lambe.n desapertam e apontam
belleza dos quadros phantaslicos, tulda-lhe dolanlos espinhos, sabem que essa luz 6 a mais
nurens negras O horizonte que a concepeo C OI poderosa das inspiraroes ; o nos, deixando a
Ideal revusliam de cores esplendidas o vivas; o phrase figurada, para dizer melhor o que sontj-
mala-lhc um por um os soulios e as inspiraren s, | mos, estamos indinado a pensar quo essa mes-
or muito lempo entrelidas.
F/um derorador insacavol do pensamenios e
de aspiradles elevadas: o ombararo mais pode-
roso contra a fluidez da penna, o a' llexibilidade
na scenlolba do genio, que em muitos una
realidad.; evidente, n'ollos mesmos, nao poucas
rezos abafada [idas sombra* e pelas mais profua-
das obscuridades.
em tal caso est, por va de regra, o seu irmo papel, quo esse horaem deve representar na so- imaginaco do ura folhetimsta.
de rara, que nao se lhe assemtha em cundiroes ; ciedade, cora o que a mesma sociedade est exi- Com o spleen caboceira da cama, nom se p-
1 lasque elle possuo om grao oniiueiite. i gin.Jo delle conslanlemento. Ou o hornera, que de dormir, nem 6 porraillido ropuusar : coro el-
U'.autos conhocemos nos, quo mal acredita- j ha de apparecer na scena publica, o do qual se le, junio de ura masso do papis, defronte de um
i un que nos cusa iuOriilas vezes mais o rabis- espora sempre aquillo a quo est obligado, ha do monlo de Tutos, ou ao pede um tinteiro, est
car um folhotim do que fjrmular unas razdcs Icn verter-so cm machina, c assunir as propor- | fechado o campo s combinacocs do espirito, s
finaos em causa das mais aportadas ? E quan-j roes de uma forca mechanica, o quo nao se po- crearnos da inlclligeiicia, s riquezas do iraagi-
tos, por mais que se llus prove, ese lhes meta de considerar possivol ; ou ha de passar pelo' nar mais ardente e vigoroso.
I los olhos o que Ibes facillimo compreliendcr, | despinzcrdc o julgarem, quasi lodo?, uinnegli-! Basta um momento para o triumpho de um
sobre a impossibilidado atisolula ora que s ve-; gente, um preguiroso, um desleixado talvez. E o inimigo d'cstog Eulo impossirel ao homem,
/.os oslarajs de preeneher o nosso olliciodo folhc- leerlo que laes aprociacoes, summaniento in- | que vivo a vida do jornalista, o ospaucar esse
tenista, saem-se com Uma rzadiuha amarella, justas, s podom ser contrabalancadas pela pro- j llagollo desolador o caprichoso, esse tormento
indicadora terminante d j mais desesperador de pria consciencia do individuo, que.em tal aperto mais insupporlavcl que o do Tntalo ou do Pig-
todos os scepticismos ? | e em to mortifiL'adora criso, nada pode esperar malulo.
Sim. na escala imineasa e incommensurarel i da iinredubilidade do luuilos.cda impassibilidade
dos sceplcos,nenhum ha mais entranharclmenlo de quasi lodos....
obstinado, mala cruel, talvez, do quo esse que Os espritus demasiado propensos aos lavores
nunca presta a minima parce'la de credibilida-!e s fadigas'do esludo, padocem muito mais do
de aos dilos sinceros de seus pobres semelhan-1 qu esses espirites queso prezan de uma rilali-
i -, quando cabe a estes a occasio de fallar-Ibes! dado rara, mis quo a empregamDos sabe co-
no que sentera, no que sofTrem, r.o que lhes mo om mislercs de muito menor diculdadc e
serve de estorro o trabalhos e occupaccs graves.' embararo.
Que importa, n'uma crise d'cslas, que se le-
nha muilo que dizer, queso quena dizer muito,
que se pretenda elaborar amis extraordinaria
do todas as cousas, em prosa ou cm verso ? Que
importa, om tal caso, que ludo acene bemvindo
o formoso ao espirito audaz e inresli/ador do
homem de leltras, anda mesmo d'aq.ielle que
se pudo chamar propriameute sabio ?
das meditacoes o das cogilaroes continuadas pa-
ra aquello quo bem comprehon.le a sua missao
de escriplor publico: as sombras, por outro lado,
sao para elle mesmo, esses atropellos, esses mar-
tyrios, esses embaacos em que lho desapparecc
nao raro o proprio estimulo da inspiraco na-
tural.
visto, pois, que uo fallamos da loz o das
sombras no sentido om que ordinariamente se
tomara estas duas patarras. Nada lomos que ver
com essas combinadlos de pbysica, c cora esses
principios de ptica, de que tanto se oceupam os
homens da sciencia. e ainda os discpulos de Ra-
phael o do Vinel. A /n:c as sombras sao para
nos, no quadro goral do mundo lilterario, o t-
lenlo o genio e os oslorvos a milhares que ellos
enronlram no seu proprio dcseiivolvinienlo, om
sua acro practica.
E se assim com esses alhlclas esforcados e
de lo inimltavcl heroismo, o que nao suceodor
respeito dos pequeos batalhadores da impren-
sa? Ha sombras mais espessas para o folheti-
destmos do universo elalvez sobro o destino da I hama cousa ha mais natural o obvia. F.s propria sociedade; estaramos sempre num mar iropccos, para quem se dedica a laes mist<
rosas ; e como jornalista, o, anda mais. como como os que nasrem da posirn de racri|
.i.
folhotinisla, a vida nes correr sempre tranquilla
e placida.
A influencia desta le lo gcralmonlc reco-
nhecida, lo evidentemente ...lirada no mundo
om que vivemos, que at sem ella se nao podo-
ria bem explicar o myslerio da propria exis-
tencia.
E o mais que esta lei, quo primeira vista
parece um grandissimo dosaccordo era luda a
crearo, o, antes, uma rondico do estabilidade,
um elemento do consistencia, um seguro poni
de apoio, sob todas as faces por que possamos
e queirantos encarar 0 mundo eos seres que o po-
voam.
E' do equilibrio das forcas physicas, do regu-
lar bataneo, se assim podemos dizer, das mais
el. vadas o das mais importantes fiinccoes do
mechanismo natural : que resulla a completa
harmona do todo, da creacao, em sua accopro
verd .deira propria. Os elementos que se com-
binara, produzcm, em consequencia dessa cmn-
binaco, o mais pe feilo accordo que possNel
Imaginar em tantas cousas diversas quo vemos,
que observamos, que nos fallam alma, in-
lelligencia, aos sentidos, e al conscien-
cia.
O mundo moral nao est menos sugeito a essa
pasmosa influencia, cujos olfeitos se fazeffl sen-
tir de ura modo to pcrccptivel, ainda as meno-
res e as menos iuteressantes phases da existencia
humana.
tilico; bom que apouquciitem nao pouco o espi-
rito, e prendara a imagina, o, bem quo -
ponhara, por sua vez, livre oxpmso da int.l-
ligencia, e ditlicullom o Irabalho monlal. I lo
sao por isto menos nocessarios o indisp.".- i
quando se pansa que, sera ellos, o viver .!'> (-
Criplor publico tea do ser antes moiiol'.'
que prasentoiro, antes excepcional do que re-
gular.
Por muitos horas de abundante gozo
tem elle, em compensarn, alguns momentos de
melancola, de consirangimenlu o de tpittu.
Por mullos momentos de soberba insprac i,
d.; vos altaueiios, que lhe abrciu os:
immensos, mido a vista provavelniciile se per-
di', vem elle a ler alguns rpidos instante.- .1
amarga decepeo, que ainda mais De devoro
realrar a suavi.lade o o brilho de laataa atona*
bollas, anteriormente observadas e logradas rom
tanta satisfazlo.
1 uilim, so a loi para lodos, snffram-na lo-
dos ; o nos que oscrovemos oslas linhas, Miare-
mos longo de amaldieoar do lodo eama contra-
riedades e eonstradiccca naturaes da ra jor-
n.ilislica, sempre que nos lombrarmos do rae
ellas mesmas der.im-uos materia para ura ti-
llielim.
r. d.
PEK.N. IYP. O M. V. EIAIUA. l60.
11 r->d^%f% #^-i