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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/08985
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, February 11, 1860
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:08985

Full Text
IMO
IXXTI. SOMERO 34.
Por Ires nezes ada ados 5K0O0.
Pop tres mezes rene* Jos 6S000.
SiPBADO II DE FETEREIRO DE 1860.
Por annoadinntado^9$0QQ.
Porte franco para o subscripto
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Pa rahiba, o Sr. Antonio Alejandrino do Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marquusda Silva; Aracaty, o Sr.
A. Jo Lomos Braga;Ccar,o Sr. J.JosdcOliveira
Maranho, o Sr. Manuel Jos Martins Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. namos;
Amazonas,o Sr. .loronymo da Cosa.
PARTIDA DOS COKRlOS.
Olinda todos os dios as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiaimae Parahiba as segundas c
sextas reiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altiuhoc
Garanliuns as torras feras.
Pao U'Alho, Nazareth, Lmoero, Brejo, Pes-
queira, Ingazeir.i, Plores, Villa Bolla, Boa-Vista,
urirury e Ex as quarlas-(ciras.
Cabo, Sernhem, llio I'urmoso, Una, Barreiros,
Agua Frota, Pimentoiras c Natal quintas foiras.
(Todos os rorreios parlera ns 10horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relajo: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: torras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas c sextas ao meio dia
Segunda vara do civol: quartas e sabbados ao
mio din.
EP1IEMEUIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
7 La eheia aos 15 minutos da manha.
13 Quartominguaute as 4 horas e 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tardo
29 Quarlo cresccntc as 5 horas c 35 minutos da
larde.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 8 horas o 30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
DAS da semana.
6 SeguDda. S. Dorolha v. m. ; S. Cuarino.
7 Terra. S. Romualdo ab. ; S. Rirardo re.
8 Quarta. S. Joto da Malta fnndador.
9 Quinta. S. Apolonia v. m.; S. Nircfnro ni.
10 Sexta. S. Escolstica v. m. ; S. Silvano b.
11 Sabbado. S. Lzaro, Dativo e Colaren) bb.
12 Domingo, s. Eulalia v. m. ; S. Modesto m.
ENCARREGADOS DA sniSCKIPCAn NO SI L
Alagoas, o Sr. Claudino Fak-o Dias ; Bahi*.
Sr. Jos Martins Alvos ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PEHNAMM'CO.
O proprietario do diakio Manoel Ftiieir i U
Faria.na sua livrariapraja d.i ludepend n<
6 e 8.
EXTERIOR.
Nenhuma duvida temTem allirmar que o
folheto, no qual se presume que M. de La Gue-
ronniere expeas intenjes do imperador, apr-
senla as nicas condices de que pode laucar
mao o soberano de um grande estado catholiro,
para conciliar o :espeilo pela nacionalidade ita-
liana cora o respailo polo poder do Papa. Dis-
semos de proposito o soberano de um grande es-
tado catholico, porque evidente que podomap-
parecer dificuldedes (no que diz respeito so-
berana temporal, por mais modificada que esta
soja, mesmo restringida Roma) laes como jap-
paroceram por oceasio do governo papal as
legajos.
K possivel que os cidados de Roma nj csle-
jasa disposlos a acceila'r urna posco em que
oseus direitos ocharan) molhoros garantas
na boa ronlade do soberano do quo na auto-
ridado ilas lois e as insliluicesem que li-
cariam >< sem una reprosenlacaonacional, sem
exereito, seiu imprensa, sem magisiratura,
i orno nico recurso na contcmplajo, nas
arles, uo esludo das anliguiJades e na sup-
plica ; privados para sempre dessa nobro
| orjo do actividade que em todo o qualquer >>
paiz o estimulo do patriotismo, a o exer-
citio legitimo das fatuidades mentaes dos
>< caracteres superiores.
tambera multo possivel que a vantagem do
possuir urna curte mantida polas conlribuijes
dos deis de lodo o mundo catholico nao soja con-
siderada como un.a compensaro sulficienio do
abandono absoluto da existencia poltica. Podo
tnosnio acontecer que a hostilidad contra a so-
berana temporal se torne mata forte quando fr
concentrada em um espaco restricto. Purera oslas
considerarles, que ora se nos aprsenla ao es-
pirito, lalvez tenham um valor apenas secunda-
rio aos olhos dos soberanos e estadistas, que
julgnin o governo papal rodeado do grandes pe-
rigos, e ameacado do outros anda maiorus.
M. de La Gueronniere couossa que a nica
solujo possivel semelhauto questo s pode
ser estabole'cida por um congresso eoropeu.
Quando, logo depois da paz de Villafranca, ouiit-
timos a opinio de quequalquer tentativa de
execucao aas condices all ajustadas, pelo me-
nos das que so refercm ao Papa, dovia nocessa-
riamenle eomprchonJer urna garanta formal,
para todos os oslados cathulicos, da soberana
temporal tal qual fosse novamente constituida,
apenas lindamos previsto una phase da queslao
italiana milit mais importante que todas as nu-
tras, o que cortamente so manifestara ceJo ou
tarde. A proposieoque o governo papal res-
triogido de futuro .i sua soberana da cidade de
Roma,soja mantido pelas contribuices de lodo o
orbe catholico, 6 sem controversia justa c razoa-
vcl ; porem asna realisacaO dove ser subordina-
da i um aecrdo completo de todas as nares
catholicas sobro rs seus principios e particula-
ridades. Nao podemos formar una ideada dos-
sibilidade de semolhanto aecrdo emquanto nao
tivermos conhecimento do modo por que foram
accolhidas as propositos do imperador pela par-
to amis nlerossada, isto . pelo Papa. Pi IX,
nas su as circulares, as suas allocures, as no-
tas diplomticas do cardeal seu secretario, e nas
pastorees do episcopado catholico de todas as
partes d.i Europa, proteslou contra a repararan
dos Romanhes, como sendo um roubo miseravel
eito ao patrimonio de S. Pedro. Acceitar elle
a nova posco que llie quer crear o imperador
dos Francczesl So recusar, at que ponto a sua
recusa ser apoiada pelas ouiras naedescatholi-
cas ? Qual ser a consecuencia que d'ahi resul-
tar para o calholirismo na Franja e em outros
paizes ? E mais fcil estabelecerestas questes
as forras polticas da sociedade curopa*e a una
das maioros (oreas moraes da sua civlisajo.
[Morning-Post.SltVElRA.)
As reunios de cardeaes leem-se (ornado fre-
quenies ; houve ha oito das, sabbado passado,
nina no Vaticano, que prolongou-se muito pola
noite, e com a qual mnito prcocupon-sec a opi-
nio publica. Julga-se que os cardeaes, que
ella assistiram, foram suas Eminencias, os
cardeaes l'atrzi, Ferclte, dola Conga, Matlei,
Sanlucci, di Piltro e Antonclli, e que a ques-
lao agilada por estas] personagens, que ueste
momento parecen) ser os cousclhciros mais do
agrado da Santa-S, versava sobro a atlitude, que
devia ser tomada respeito da pro-regencia de-
legada M. Buoncompagni.
Urna protest ico datatada do 7, enviada lion-
tem rada um dos membros do corpo diploma-
tico, permute crer que a perspicacia do publico
justamente advinhou.
Depois de longas censuras, dirigidas ao gover-
no pieinoniez por ter soflrido nas Ilonianhas que ;
ns empregadoa chis c militares prestassem jura-
mento ao re Vielor-Emmanuel; que esse monar-
cha ah recebosse o titulo real ; por ter enviado
tropas, administrado e feiio jos tica em nomo do
rei da Sardonia ; mudado as lari'fas das alfando-
gas ; promulgado leis contrarias egreja ; pro-
clamado um regente, e finalmente, diz este do-
mnenlo, levado anda as cousas alem, desti-
nando um administrador este principe, o se-
cretario de estado de S. S. protesta convidando
rada governo a usar de sua-influenca para im-
pedir quo a recente desorlem.de que se queixa,
torne-so o (acto consumado de urna espoliarlo
lio injustamente e ha tanto lempo emprehend'ido
em pn juizo dos estados da egreja e do seu so-
berano, o
Nao so pode saber anda qual ser o plenipo-
tenciario enviado Pars pola Santa-S. Ilon-
tora, soxla-feira, houve urna expressa reunido,
que dexia Usar escolha : parece que nao pude li.i-
vit accordo ; e o Sanio Padre annuuciou que
araanha, domingo, o declaiaria, depois de cele-
brada a sania niissa. O cardeal secretario do esta-
do, que a principio pareca nao ver dlTiculd&dc
alguraa cm que a Santa-S fosse representada nes-
li assembla dos estados europeos, que mesmo
leixava adevinhar um cerlo desojo de nella
achar-se, moslra-se muito arrofecdo. Diz-se
que os despachos receidos nesies ltimos das.
respeito dos qoaea iem-se guardado cuidadosa-
menle segredo, sao pouco lavoraveis aos inleros-
s s ila egreja. maor numero julga que as an-
xirdades de S Einminenca proceden) de que te-
me, raso se desvie, as influencias, que em sua
ausencia podeiiam lomar vulto, e o crdito que
um homem fino poderia adquenr, tratando rom
.a diplomara europea. Em Gacta iguaes conjunc-
litras nao foram iriules sem duvida fortuna do
cardeal Anlonelli; mas eremos que suas hesita-
. rus teem mais serios motivos. Um cardeal se-
cretario do estado o, por assm dizer, o proprio
governo .desde que o cardeal Antonclli aclia-sc
nos negocios, tem isto se tornado mais verdade do
que nunra. plenipotenciario, se for o secreta-
rio de oslado, devora conhecer ludo, qualquer
que fr o incidente que surgir, ello devora tur
timo resposta para ludo; sua palavra, mesmo so-
bre pontos secundarios ou imprevistos, ter um
arador particular do penhor. Ser preciso fal-
lar convenientemente sobre o passado, sobre o
presente, qjando um plenipotenciario poderia
to ter insliucres em torraos, ladear as difiicul-
dades, equii oca-las lalvez.
Acha-se terminado o contorno forlificado de
Cvia-Vecchia. Dizem que esto grande ttoba-
lho fui feilo sob a direcro de nossos ofciaes de
cngeiiharia e por nossos soldados. O governo
romano far col'ocar sobre una das portas o ins-
cripeo seguinte:
Pius. IX. Pont. max.
Cvium advenarunque. comino dilali.
Viain. forreai. aperui.
Uibem. anclo, coinmealu llorenteui.
Novis. moenibus produci jussil.
pus. leviore. sumplu. clenos, absolvendum.
Gommisil. miltibus. gallis.
ptimo, de. diclione. romana, meritis.
Curante, summo. duce. invieti. exeicilus.
Augustino. comit, de. Gosjon.
Pro'feclo. castris. Napoleonis III.
Galliarum. Imperaloris.
Biemiio nioenia perfecta.
Ann. D. MDCCCLIX. Sacri. pontiliralos XIII.
{Journul des Debuts.S. Filhu.)
A queslao relativa ao istlinio de Suez lomou
de repente um aspecto mais serio. As noticias
lelegraphicas, que anutinciam que a Franca, a
Prussia, a Russia e a Austria, pelo orgo de seos
ministros era Constantinopla, pediram ao sulio
um firman cm favor do canal, e que a Porta dir-
gio-se Inglaterra pednJo sen parecer o assis-
lencia ; a segunda noticia tclegraphica, annun-
cando que a Porta delibera agora para saber se
cooviria propor a queslao do ranal de Suez Do-
rante todas as grandes potencias, ludo isto ofTe-
rece-nos urna perspectiva pouco Iranquilisiddra,
Alera da questo italiana, aerescentamos que
daqui ha pouru estar "la I \ o/, a Eutopa bracos
com una grande diiliruldado egypcia. Sao tres
os pontos de vista, em que a questo do canal de
Suez pode ser encarada. No que toca aos obs-
tculos malcraos, pdese ver nella urna simples
questo do arte, que diz respeito ao engenheiro;
depois, romo urna queslao puramente comroer-
cial, relativamente aos proveitos que prometi
aos accionistas, ou cnto finalmente, pode-se dis-
cut -la no pomo de vista do alcance poltico, que
ella tem com a siluaco actual o futura.
Quaulo ao presente, procura-so exlorquir
Porta ooncessoes que ella nao desoja fazer, o que
nao est em seu interesse conceder ; o qnanto ao
futuro, sei uma completa mudanza nas relajos
entro a Turqua o o F.gyplo, o a CCSSO virtual-
mente frita Franja dessa suberanii, que o sul-
le rcnvindica, e que exerco sobro os Estados do
pacha.
M. de Lesseps talvez jamis conseguir fazer
seu canal ; o, caso o taja, lalvez nunca consegui-
r fazer passar o commercio da Europa e da Asia
por elle. Forera desde o momento que livor ob-
ido da Porta o firman, ter conseguido separar
'virtualmente a Turqua do Egypto. Os tormos
da concessao garantem companhia, nao s o di-
reito de fazer o canal, mas anda lhe conceden)
a pusse, isto , para fallar com clareza, a sobe-
rana de militas militas sobre as duas margeos
em toda a extensao do dislriclo; e, alem disto,
do-lheo direilo do construir fortalezas.
A empreza de M. Lesseps, quer ella breve-
mente consiga ser oxecutada, quer prolongue-sc
por muito lempo sua concluso, ou torno-so
uma funto do grandes beneficios para o commer-
cio, ou poriim venha a ser apenas urna cliimera
commercial, ser anda poltica o militarmente
um fado immenso. Lila realisaria os planos da
casa do rleans, que luid Palmcrslon sull'ocou
em seu germen em 18 0.
E osle o principio o o fim do projecto do canal
de Suez, quo Ugaro-se para apresenlar sob falsas
cores, nliiii de melhor desviar o engaar aos to-
los, a phrasoologia pomposa o reluinqantc, mas
sobro as relajos commerciaes e n civlisarao.
A Porta icrusou outorgar o firman ; recusa
sabia, porquanlo se livesse obrado do oulro mo-
do, loria de fado, abandonado seos dreilos de
soberana. So a Inglaterra nao livesse favore-
cido osla recusa-sem hcsilar.lcr-se-hia mostrado
infiel seus proprios inleresscs c seus compro-
misos como alliada. Tanto direilo leen) os go-
vernos unidos de Franca, Prussia, Russia. Aus-
tria o Sardenha de [orearen) sobre urna tal ques-
lao a mo ao sulio, quanto a Russia e a Austria
liiilnm, ha dez annos, do exigir a intrega de
Koiissulh ; quanto linda a Bussia, ha seto annos
de ser recoiiheciJa prolectura legal dos subditos
gregos da Porta.
Neslas duas cremustancas. a poltica da
Inglaterra mauifesluu-sc asolaras, e os principios
que a guiaram entao, inspiram-na anda boje.
Nao permiti a poltica ngleza que se ataque im-
punemente a independencia de um estado ami-
go. Nao permille o interesse da Inglaterra que
ella ajudc a execucao de um projecto, que com-
pletamente iinpraticavel, ou cuja concluso cria-
ra em proveito especial da Franra, Dardanellus
ou um Gibraltar egypcio. Acreseentenios que
somelhanle resultado nao entrn anda nas altas
vistas polticas de lord Palmerslou.
(ilorning-Post.S. Fillio.)
11683, principios que sao a baso do seu proprio
governo, protestar contra toda a sorlo de ten-
tativa que lenli.-i por fim impor por meio da
forra s popularoes dos ducados e da Romanha
1 os soberanos qo ellas expolliram. A Franja
chega mcsina concluso, posto que por uma
serie mais longa o mais complicada do raciocio-
cnios. Seja como for estamos salbfeiloi com
cssa concluso sem dar-nos ao cuidado de exa-
minar-Ibes os premissas.
Pode-SO crer que, segundo o rigor das formas,
una igual declararo fique reservada para o con-
gresso europeo. Dcixamos a outros a misso de
chicanar sobre as formas ; has la-nos advertir
que se ver as duas grandes potencias europeas
unidas para a defeza dos dirotos da naro italia-
na, e que a protestante Inglaterra encontrar no
Imperador da Franja calholca um apoio ollicaz
o sincero.
( TimesSilveira.)
Bocagn conta quo um judeo meio convertido
ao chrisiianismo resolver ir Roma c decidir-
se definitivamente, segundo a mprosso que ali
experimentasse. s seus amigos christos te-
miam o effeilo que poderam causar sobro sou
espirito as desordena deque elle ia ser testemu-
nha porem com grande pasmo viram-no voltar
de lodo convertido. Elle disse quo nada linha
anda visto que fosse to escandaloso como os
abusos da corte e do governo romano; e que
uma religo que poderia subsistir e espalhar-
so sob laes condiejoes dovia sor verdaderamento
divina, pois que os seus cheles faziam ludo o
que humanamente era possivel para causar-lhe
prejuizo
E' esta uma manera de explicar a differenra
espantosa que existo entro as pretenres espi-
riluaes o os actos temporaes da Santa S. Quan-
to a nos que pertonceir.os ao protestantismo se-
remos laubcm do parecer do judeo ; e nos incli-
namos a crer que um governo que se acha abai-
xo do nivel dos outros governos nos seus nego-
cios temporaes, e cujas ranlagens espirituaes
nao podem ser ensatadas na mesma pedra do to-
que, dove sor julgado mais depressa polo que
mostra do que pelo que parece.
Os calholicos irlandezes sao de opinio con-
traria ; nao deduzom dos defeilos no temporal
a falliblidado no espiritual. Admittindo a ex-
cellonca de governo espiritual do Papa con-
elueni d'ahi lgicamente que o seu governo tem-
poral nao pode ser mo. E' debalde que so Ibes
aprsenla as provas as mais evidentes ; os so-
phislas devotos nao querom ser refutados, e de-
claram quo a popularo da Romanha nao tem
de que qucixar-se.
O folheto ou antes o manifest do governo
francez, que publicamos, abraca somen-
le parle da opinio dos calholicos romanos ir-
landezes, e rejeita a oulra parlo. Ello admiti
a infallbldade; mas atlribue a essa mesma in-
falblidado as desordena que afligen) o estado
romano. O governo s c mo porque o Papa,
revestido de seu carador espiritual, extrema-
mente bom; c como essa iuncjo do que ha de
peior com o que ha de melhor deve durar sem-
pre, a menos que o Papa desea de seu carcter
de soberano temporal, o ful helo prope mu i ra-
zoavelineiile o meio do diminuir o mal dosse go-
verno, alias necessario, dando-lhe o Kienor nu-
mero de subditos possivel. Sem duvida o futu-
ro creado pelo folheto para os habitantes de Ro-
ma nao muito lisongoiro.
O cerlo porem que lomos esse folhelo com
bastante prazer. E' muito provavelquoo Impe-
rador dos Francczes livesse por algum lempo
vacllado entre a Austria e a Inglaterra, entro
uma poltica liberal c oulra de reaejes; porem
vemos uesse esrrplo o penhor de uma inlelli-
gencia satsfatoria entre os dous paizes [Franra
e Inglaterra ) nas prximas deliberaces. Esta-
mos bem seguros de que por camirih'os difieren-
tes se chegar mesma concluso pralca.
A Inglaterra baseada sobre os principios de
.\ew-York, i:Ii le/.emhi-o de
1869.
Ha mais de utan semana acha-se reunido o
congresso, o anda nao p le escolhor sou presi-
dente. A cmara apenas oceupa-so da questo
da escravido. Durante os inlervallos, os parti-
dos tentaran) cada um assegurar a Ynaioridade
seu candidato. Ha cinco paitidos na cmara :
os republicanos que apenas precisan) de (> votos
para obter a maioria ; os demcratas ; os knoie-
nolhingsdo snl, que sao hostia aos demcratas ;
os know-nothings do norte, que simpathisam com
a democracia o os antilecomptonislas, cujas sym-
palhias geraea sao pola democracia ; mas que
sobre a questo da escravido approxiniam-se dos
republicanos.
Qs republicanos apenas rarecem do 6 votos
para oblerem a presidencia da cmara ; os de-
mcratas eslo em minora de 30 votos. A' nao
dar-so alguma mu dan ja imprevista, provavel'
que ser Horneado um tpeaker republicano. O
dbale at boje lera sido mais moderado do que'
dovia esperar-so, e apenas um voz ollereceu uma
importancia mais geral. M. Clark, representan-
le de New-York, demcrata antilceomptonista,
separou-se aberlamente da organisacao democra-!
tica e declarou que votara com os que declarara
de antemo querer separar-se da L'no, se cor-
tas pessoas forem designadas para a presidencia.
M. Sinith, da Virginia, falln pi la democracia, e
disse que era absolutamente necessario que o su I
fosse unido, nao para preservar a L'niao, mas
para defender si mesmo. M. Curry, da Ala-
bama, disse que a rerdadeira causa da agita-1
jo, era considerar o norte a escravido como
un) crime, o ter Africano como igual ao ho-
moni branco e como cidado dos Estados-Uni-
I dos.
lia grandes divergencias de opinio no norte. ;
Os evlremos abolicionistas quenam empregar a
violencia para por um lermo escravido ; o
partido republicano, propriamenle difo, nao l
responsavel por estes excessos ; mas todas as I
suas sesses ou queiram resistir escravido pe-
la violencia, ou queiram dar prova de moderajo
e obrar conslitucionatmentc, sao igualmente los-;
lis ao sul.
Se, pois, disse M. Curry, um mcrnbro qoal-1
i quer do partido republicano for Horneado, con-
ven) resistir estaeleijo al a destruijSo doul-1
timo lacodaconfederajo inclusivamente.
Discursos desla nalure/a causara o maor dai-
no ao partido democrtico. Pergunta-se, se pes-
soas que nao querom submcttcr-se elcijao po-
pular e que declarara que sahiro da Uiio se
seus candidatos nao forem Humeados, sao bous
patriotas. Os amigos da L'niao teem grandes!
meetings nas principacs cidades para garanliiem
o sul, o cxpriraircm sua reprovajo tentativa
do morto de Brown.
Pergunta-se deque servem as inslluijes re- '
publicanas se a minora nao quer Silbmeller-sc '
a maioria? Onde est a liberdade do norte seo
de mister que elle obedeja ao sul ? Estas ques-
tes apresentadas com hsbllidade, inilammam o
espirito publico o o impeliera a inclinar-so para
o que j era assaz levado a seguir!
{Times.S. Filho.)
John Strown.
I.-se no Avenir, de Nice :
Senhor redactor.
A universal syrapatina, quo inspira presen-,
lemente a dedic i;o e a trgica serle de John I
Brown, me assegura que accolhereis com inte-1
resse a comraiinicaco de uma carta, que este,
marlyr da emancipajo dos escravos escreve de i
,sua prisoaum amigo e quo traduzida do jornal
americano O [dependente, onde o publicada a
i 2 de novembro.
Nesla carta manifesla-se um carador do
grandeza, simplicidade o serenidade piedosa,que
contrasta com o espirito da sociedade moderna,
i que far, nao duvidamos, a admirar > dos lem-
pos futuro. No da seguinle derrota, vespora
do supplicio, John Brown moslra-se penetrado
de uma inalleravel conanja no Iriuropho proxi-l
mu e definitivo do direilo ; elle nao duvida um
momento ila causa, pela qual olloreco sua vida
com uma alegra lo sincera e calma, quanto '
yiva c profunda sua confianra em um Dos do'
. justija e do amor.
Ninguem, espero, lera sem oraojo este adeos1
de urna granlejalma vida d'oslo inundo ; lodos
! encotilraro if ella esto accento heroico, que pa-
i recia estar esquecido das novasgerares, masque,
de sbito patonteando-so, nos enche de respeito'
de admirajo o de una religiosa sympathia.
Tenho a honra de ser, etc., etc.
Daniel Stebv
Jo A n Brown a M. H./.. Yait.
Charleslown, 15 de novembro de 185.
i. Mou charo e fiel amigo.
Vossa mu alTecluosa carta do 8 do correle
chegou a lempo, e leve boa rinda.
Sou muito agradecido pela alTeco que me
lestomunbais, pelos couceUios que "me dais e
pelas supplicas que offereces Doos por mira.
Conseiiti-rao dzeraqui: anda que minha alma
esteja entre os loos, croio todava que Dos
est verdaderamente comgn.
Nao fiqueis, pois, sorprezo sabendo que es-
lou alegro em todas os minhas ailcros. o
que nao me julgo condemnado, por "aquello1
que julga com justira, era pela minha propria I
consccncia. Nao me sinto desanimado pela mi-
nha priso, raous grilhes ou a perspectiva do
cadafalso. Posto que soja inteiramcuto indigno,
loi-me perniillido solTror com o povo do Dos,
o nao smente isto, porm aprescutaram-so mi- !
morosas e preciosas occasics de proclamara
justira na grande assembla. Tudo isto, tenho
confianra, me servir.
Mou carcereiro, sua familia e snjg ajudanlcs
tem sido bous para comigo, e, anda que elle fos
se umdos mais bravos, entre os que combaleram
contra mim, consuram-no pela sua humani-
dade.
Das phasos da minha vida conrluo, que os
homens bravo* sao os nicos, do quera se pudo
esperar que sejam humanos para coa um inimi-
go vencido. Os fracos provam sua coragem pela
sua feroeidade. Assim elles_podora fazer, sem
correr grandes perigos.
Deaejava poder conversar-vos sobre alguns
momentos felizes, que passo com diversas pes-
soas, e entre outras com 03 ministros. Christo, o
grando apostlo da lberdade, issim como da sal-
vajSo, que, como elle predi sera, comecou sua
misso proclamando-a, Christo, digo, aprouve
lirar a espada de ojo, que acompanhou-mc mui-
to lempo, mas elle collocou uma oulra nas mi-
nhas raaos, a espada do Espirito, c cu poco
Dos que faja de mim ura fiel soldado onlc
quer que elle me colloque, principalmente so-
bre o cadafalso, que os' cerrado diquollesque
sympathisan ardentemenle comigo.
1 Charo e vclho amigo, eu vos asseguro que
nao esquflei-me do nosso ultimo encontr, c do
exame que fizemos juntamente do caminho,pelo
qual Dou nos linha conduzido at en to. Eu bem-
digo o lime daquello que permillo-me ouvir
ainda vojsaa patarras doanimajo e consolaco,
quando e* me achava < na margen) doJordo.
(Vedo o Peregrino de Bunyau ) Dos quiz. em
sua luisericordu infinita, nos conceder depois uin-
novo encontr na praia opposla.
Muilas vezes lenho-mo curvado ao poder
daquellea quera chamo meu pai, o cerlamente
nenlium filtio leve mais nocossidalo d'ello ; to-
dava tenho gosado muito da vida, porque cedo
descubr o segredo do goza-la. Este segredo fo
fazer a prosperidade e a folicidade do prximo,
minhaprosperida Je e minha felicidade, do surte
que gozel realmente de uma grande felicidade
Kslou firmo na esperance de quo a paz sobro .1
tena o a boa vonlade para com os homens anda
um dia|ha de prevalecer umversalmente. Nenhu-
ma queixa, nenlium sonlimenlo do inveja agita
mou espirlo. Louvarci o meu Creador em-
quanto existir
Sou indigno sobriiiho do dicono Joo, a
quem muito araei, o quando pens nos numero-
sos escollados amigos, que livo na Ierra, son le-
vado a otdir com instancia ,1 Dos que nao po-
nha a minha alma entre os mo.
A certeza, que me dais da viva sympathia
dos amigos da minha ierra natil, bem agrada-
re] ao meu corarn. Permili-m.! dzor-lhe uma
palana do consolaco.
Crondo lirmemenle que Doos cxislc, nao
posso crer, quo o cine /i: e to/Tri, ou que deca
sojfrer, seja intil causa de Dos onda huma-
nidude. Antes do comerar a minha obra em llar-
per s Ferry, eu eslava cerlo que, mesmo quando
as peioros previses se roalisassem, olla recom-
pensara meu trabaliio. Multas or.casies mani-
fest! osla conviejo, e nao posso descubrir hoje
um motivo, que me faca mudar de opinio.
Foitas as contas, eu nao sou do alguma sur-
to losado. Sent e muito nao ter alcanrado os
meuplanos, mas, hoje estou inteiramonie sub-
metlldo, mesmo a isto, porque o plano de Dos
era infinitamente melhor, sem duvida alguma ;
do contrario eu nao leria me apartado do meu.
Se Sanso persistase na sua resoluro do nao
dizer a Dalila n segredo do sua forra, elle nao lo-
ria provavel mente feito cahir a casa. Eu nao
descobri un segredo a uma Dalila, mas lenho
sido levado a obrar de uma manera opposta ao
meu ni o A do pensar, e, se nao perd os raeus
dous olhos, perd meus dous nobres Cilios o un-
iros amigos.
Mas vonlade de Dos e nao a minha soja
< fcita.
Tenho a consoladora esperanja deque, como
este servo engaado, de que arabo de fallar, eu
podere pela infinita misericordia do Jesus-
Chrsto morrer na f Pelo que diz respeito
no lempo o n.uianeira de minha morlo nao tenho
cuidado, e estou como me exhortaos, com umi-
ta coragem.
A presen rio os meus votos madama w,..,
seu filho Georgo, o a todos os amigos. Quo o
Doos do pobre e do opprimido seja o Dos e o sal-
vador de nos todos!
* Adeos, al a vista.
Vosso verdadero amigo,
Jonh Brown.
I.-se no Conrrier des Elats-Un :
Fallamos hontem do teslamcnto, que Jonh
Brown diclou ao shcrif Campbell, durante a ul-
tima entrevista, que leve com aquella que devia
ser sua viuva no dia seguinle. Eis aqu a tra-
d ucea o textual deste documento :
<< Charleslown, condado deJefferson.
Virginia, 1 de dcznmbro de IS'J.
Don a meu filho Jonh Brown minha bussola
e outros artigos de geometra, se os encontrar,
assim como meu reino monumento de granito,
que est presentemente em North-Eiba, no Es-
tado de New-York, para qu* se grave uma ins-
cripjo nova, como indicare! n'oulra parlo. O
dito monumento dove entretanto ficar cm North-
Elba, emquanto algum dos meus lilhos e minha
niulher residirem oesla localidade.
o Don a meu filho Jasen Brown meu relogio
alo praia com meu nomo gravado no interior da
aixa.
Don a meu filho Owen Brown meu binculo
e minha carabina (se a encontrar) que mo foi da-
da de prsenle cm Warcester, no Massachusetts.
Dou tamben) a este mesmo filho 50 libras em
dinhero, que lhe sero pagas sobre O producto
da venda dos bous de meu pai, em consideraco
a seus lerrves solivimeulos no Kansas, o ao "os-
lado de enfermidade, 110 qual se acha desdo a in-
fancia.
Don a meu filho Salomo Brown 50 libras
em dinhero, sobro o producto da venda dos bous
de meu pai, romo equivalente s duas legajos
j meiiconodas.
Dou a minha filha Ruth Thompson minha
grande e antiga Biblia, que conten a memoran-
da da familia.
Dou s minhas filhas. cada uma das mi-
tras, meu genro Ilenry Thompson, assim como
a caj 1 urna das minhas oras, nina biblia da mais
bella edirfio, que se poder encontrar em uma li-
vraria e .New-York ou de Boslon, no proco de 5
libras o exemplar, pagas a dinhero sobro'o pro-
duelo da vendados bons de mou pai.
Dou a cada um dos meus netos, quo viver
quando a successo de mea pai for regulada, uma
biblia da mais bella edico possivel (como disse
cima) no proco de 5 libras o exemplar.
Todas essas biblias devem ser compradas ao
mesmo lempo, a dinhero, e sob as molhoros con-
diroes.
Desojo que seja pago, sobro o producto pro-
veniente da successo de meu pai. 50 dollars
cada urna das pessoas, que vou designar: a M.
Alien Hammond, de Roekvillc. no condado d
Tolland (Conneclicul), oh a M. George Kellogg,
antigo agento da companhia da Nova-Inglaterra
nesla localidade. por conta e beneficio desta com-
panhia ; 50 dollars a Sillas Uavens, outr'ora do
l.ewisburg, no condado do Summit (Ohio) se pu-
dercm oncontra lo, o tambera 50 libras a um ho-
rnera do Canlo, no condado de Staik (Ohio) que,
durante a vida de meu pai. inleutoii-llie un pro-
cesso, por intermedio do jiiiz Hmphrey e do M.
L'pson, d'Ake 11.
Esta somma ser paga por J. R. Brown ao
hornera cm pessoa, se poderem descobr-lo. Eu
nao pos^o lombrar-me de seu nome.
Mou pai concluio este negocio amigavelmen-:
te com esto homem, tomando nossa casa c sua!
tapada cm Mannevlle.
Desojo que ludo_auo restar, da minha parle
da successo de me pa-,seja destiibudopor meu !
irrno, em partos guaca, enlre minha mulhcr e ]
meus filhos, incluiudo as viuvas de Waston e de
Own Brown.
John trown.
Jjhn Avis, lestemunha.
Antes do dictrosle testamento, John Brown
tnha dito a sua mulher, que doxava-lho o usu-
fructo de sua propredadede North-Elbo.para que
elh podosse cuidar da educajao de seus jovens
filhos. Insislio muito sobro a pedra tumular^
iine deixou seu filho primognito, e redigio
mesmo um epitaphio, que est presentemente
nas mos de sua viu/a. A respeito das sommas
deixadas 5 di llrenles pessoas, o condemnado dis-
se a soa mulhcr: Querida Maria, se podordes
encontrar estas pessoas, remeltei-lhe vos mes-
* mo estas sommas ; mas nao paguis alguem
que se aprsenlas como seu adrogado, porque
se oslo dinhero cahir nas mos do* homens de
le, nos nao saliremos que liui levar. >
[La Preste.Caldas Junior.)
INTERIOR.
Conunissao Anslo-Brasileira.
rnBz.vs.
Alli-o XXIII
Segunda parte.
Passaremos agora a exemplificar alguns rasos
d violencias c Ilegalidades de diversas nature-
zas, porquanlo o nosso trabalho tirara incom-
pleto si nos houvessemos limitado a disculir as
questes de principios, sen) exhibir ao monos al-
gumas applicajes praticas,
E portanto nossa mente apresenlar a exposiro
das circunstancias do algumis dos reclamajoes
affeclas ao julgamento da commisso ; variando,
principalmeiile, quando novos fados suscitarem
hypolhcses novas.
Ser esse o assuraplo da segunda parle desta
memoria : do crer que, a seu lempo, publi-
quemos urna lerceira parle, destinada a noticiar
decises da commisso mixta ; o anima-nos a
esperanr 1 de que ah s tenli.imos encomios que
dirigir intelligonca o mparcialidade dos nobres
juizes.
Entremos era malcra, sem escolha de suecos-
sao chronologica ou do methodo de classilica-
ro, onde iicuhuma indicarn tal aronsellia.
Polaca Santo Antonio Victorioso da pro-i da
llahia, proprietarios Joo da Costa jnior
\ C.
E assumpto que a commisso dove ferrosa-
mente julgar. No rolatorio do lS declarou
Sr. baro do Cair ser esta una das reclamarues
pendentes de deciso do governo brilannico, i de
nue linha sido encarregada a legajo do Brasil
em Londres Os papis que sobro osla preza
existiam na secretaria dos eslrangoirus foram
Iraiisuiiltdos commisso actual.
Portanto, embora liouvesse um simulacro de
julgamento por um simulacro de tribunal, tem
a commisso lorjosaraenle do reconsiderar
visto achar-se Qxada a sua competencia, pela
circumstanca de considerar esto negocio como
pendente, por nao bem decidido, militando tres
razos, das quies uma qualquer bastava :
1." Tendo o governo brasiteiro protestado, em
those, contra todos os julgamenlos iniquos da
chamada commisso mixta do Serra Lefia, adia-
se o presente neslo caso.
. Ha mais do o anuos que o proprio go-
verno brasiteiro reconheu a illegalidade do tal
preza, o oncelou reclamares peraule o governo
'ez.
ions peritos [*umuort nglezea, o do peiln J -
i'ominis; uns. E forroaO Iranscrcver aqu os
ni
3.a Acaba novamente pelo aeto da rcmessa
do processo a commisso do confirmar a convic-
ro delle o firmar a competencia dola.
Eis-aqui o que do proprio processo aflecto
commisso autnticamente consta.
Sabio esta embarcar') da Babia para a costa
d'AI'rica em 10 de feve'rero do 1S10, indo porlri-
lamento proinpla com os nocessarios despachos,
inspeccionada pala estajo fiscal conduzindo
carregamcnlo apropriado, o levando carta do or-
dens.
No da 2 do abril, quando ainda velejava pa-
ra o seu destino, o acbando-se 4' 15' lat. N., C
2" long. O.; foi visitada e aprezada pelo brigue
de guerra brilannico IPat-erene, commaudante
W illiam luckor. No aclo do aprazamento foram
praticadas as maioros violencias, e privados os
marinheiros do quanlo dinhero tnliam.
Neslas circiimslancas foi o navio mandado pa-
ra Serra Leda, levando o meslre, cozmheiro,
moro da cmara, c 11 m africano livio quo ia de-
porlado da Babia. Chegou ao novo deslino a
10 do maio, quando em Sorra Leoa nao havia
pessoa alguma que representasse o Brasil, o nao
obstante foi logo o navio acensado petante a, ir-
risoriamente chamada, commisso mixta. Desde
logo foi o mostr impossibililado do apresenlar
deleza, pois lhe lolheram lodosos meios de cha-
mar patrono, como proteslou ante notario publi-
co daquclla colonia, reproduzindo depois igual
protesto os donos e carregadores ante o conser-
vador brilannico na Babia.
Bem se pode ja prever o que sucecdora ; foi
o navio condemnado, bem como toda sua car-
ga ; e aqui a presentaremos um curioso sympto-
raa do espirito que presidia, nessa poca", a laes
julgamenlos. Nao se envergonharam os senho-
res de Serra Leda do darem corlidos. onde, en-
'/o os Pri".c'P;,* Jizeres, ja impressosse achara :
1., que nao fouccionavacommissario algum bra-
sileiro ; 2.", que o navio o carga foram condein-
nados Ja aquello tribunal imparcialissimo es-
lava to seguro, de antemo, da condemnacu
do quazi lodos os navios brasileiros, que, para
nao cansar 11 amanuense a mo, liveram a prc-
viso da mandar imprimir as esteriotipadas phra-
s1' i in the ubsence of eitlier of lhe brasilian
comniissionnersoprayed tho said... and car-
go lo be condemned [*] Ah se diz mesmu quo o
processo soguio revola.
Passemos a examinar o que occorreu neslo ne-
gocio, como o paicntuiam os projirios documen-
tos authenticos.
O mostr Joaqum Lopes Poreira, vendo-se
victima de perseguijdes e violencias em torra
estranha, de lingua desconhecioa, sem autofida-
do do seu pai/., sem ver 110 tribunal que ia jul-
gi-lo uma s garanta do imparcialnJadc, des-
pojado de quanto lhe portencia, o at dos meios
de apresenlar sua defeza. dirigio-so ao tabellio
ingle de Serra Lea, Diogo Magnus, o ah for-
raulou o sou prolestj, declarando que o tal na-
vio nunca so destinara ao trafico,que lhe ha-
riam coarclado iodos os direitosque nao poda
dofender-se por falta de dinheroque a bordo
mesmo, logo apos a captura, hivta ja feito ou-
1ro protesto, que o captor lhe tirara.
Apenas foi possivel, procodeo-se na Babia,
cm juizo da conservatoria britannica, a um pro-
cesso de justifica jo o protesto, o qual fui julga-
do por senlenja para reserva da reclamajao de
perdas, lucros cessanles e dainos emergentes,
cora a indicaco da somma que a negociaco li-
cita houvera produzido ; (ora o cnsul ingiez in-
timado para seguir esle processu documental, e
lestimunhalmente, e por fim a sentenja lhe foi
tambera intimada.
E incrivel a facildade com que homens arvo-
rados em juizes, calcam lodos os principios de
direilo nos seus julgamenlos. Esle caso disso
prora, como passamos a demonstrar.
Est visto que o tribunal era incompetente
por falla de juizes brasileiros. O captor fra um
official ingiez ; juizes os commissarios nglozes ;
os espcrlos ou peritos inglezos ; responsavel o
governo ingiez ; quo f merecen) pois scmelhan-
les julgamenlos ? fra mister apagar primeiro
aquellos dous axiomas jurdicos : Judex iu pro-
pria causa nemo esse potest. e senlentia in pro-
pria cansa lata ( parle saltem contradicenle )
est nulla.
E todava, nas propras deelarajoes de fado
inglezas, unilateraes, est o corpo de delicio do
julgamento ingiez. Os autos apresentam, mesmo
em ing'ez, o lerrao de visloria a que procedern)
(*) Acertido, quasi toda impressa, dessa sen-
tenja de 21 do maio do 1810, corneja assim :
Before Hs Excellency, Richard Doherty, Her
Britanic Majesly's Commissary Judgc and'Waltor
William Lewis Esq., Her B. M. Commissioner of
arbilraliou in Iho said court as associalcd wth
tha Commissary Judge afore said, iii(e absence
of titjier of lhe Commissioners on lhe part of
His Imperial Majesty, lhe Emperor of Brasil,
present J. Miller F.sq., Begistrar... fn pain of
parties... prayed lhe said Polaca anrf cargo lo be
condemned.
di
coruraissirios. KlurjosO Iranscrcver aqi
1 rea dos luuv.i ios, par que ,-e admire so'..le ,
bases a coiiiinisso 1 ivinleiMilva 1 is o .
ziam Jchn Mac Cormai k l h >ni is Mac I
A>-|iariios escolilhaspequenas,como ler --
lu.'i.e em navios mercantes, mas em mait-r n -
mero do que 6 coinmum em eral -
quenas, havend.i escull ha granito, umi i .
oulra ,i re, alem de um evuiliba) pera i 1 11
0 oulro para a oseada da tmara, e uma ciai
para >la
< Adiamos um anteparo vente, oulro a : .
comu usual em navios mrcame*,a quati
fiches no convez. ce 11.0 so usanosnavi .
ciavatiira. C s nesses Tendo h lii 11
porupara ucouvez urna grande quanlidad
carga, achmoi cm iguaes distancias, e I _
apropriadoa parase puilcn-m absentar es ni -
um baiji'-o, com.i se pralra em navios , -
vos. [Eso nesses Nao arhmus v;.:i< n< n
boas, ,1 exrepru de um pedijo de laboa, ;
evidentemente faz parle de um bailu cm
do OSeraiOS, leudo c:n a, e Seu lo 3|
se poder asseniar em cima : 1 agii i-la. 1
rain 11111 l -1*1. rom 11:11 bailfl Meu- i
prora de iralic
Arhmus lamlte.m gran !' 1 inli late
liba, Hiaiur do que Sena lie e-- 1:
dos cascos, ou para o Uso Ja equipageui .
navio mercante.
Pas.
Nao sellamos arganos ni m macl -
Achmos 12 rseos para aguada, 1 ,
conlerem ninas '> i can 1 las, send 1 esl 1
dad.; maor do que a lie -
uma iripol iju sulfii -
vijo mercantil, n'ura 1 v; ij m d 1 |]...
Costa. (Fals
Arfimns tres bandeijas
uma liandeija de; 1 e urna gauu
meiras sen n apenas s; ira o
nqnipagem, a oulra sutlicientr ; u 1 e mtei a 1 -
mida de I > ou 1") homens. ij .r n 1 !
Ai h.i mos :i _: mde f i \ 1 de fon | 1
p ira receber quatru calde lo -
mente uma capaz do conler 1 tncu -
quartilhos. Se ascalderjs estue-sem t m
[I seriam mais suflicientus para
"geni como navio mercante ergoea -
cravatura).
Adiamos tambera duas radoras |ue so
diain enllocar na parte fronieira d>. fojj ,
pazca de conler ambas 7 gal
Ai hamos tres sact as de ai roz, d : -
queires rada um, i barricas com I -
'10 alqueirrs de fariuha a granel ,; .
boliches da cmara. Tambera uma porju
carne secca, sendo mais du que a necussaria
ra o gasto do sulficicute piip :
mercante, noreslo da riagein, de la ;
Baha.
Ouereis agora saber quaes as respo pelo syndico, louvado ou pe
mixtas, Thomaa Mac Foy, no ii'uerito ....
quellos senhures precederm ?
Ei-Ias :
Sabe que 15 homens -".1 equipij
cente para este nai io,
eapparclho. [Este linha 1 .
Que nui.i caada d'agua por di 1
suujcienle para um marinheiro, mas que 1
do 6 usual providenciar-se mais. [Este linh .
pouca agua, que, sendo a preza d 1 corn ."> I : -
viagem, s linhameia pipa d'agua,e para -
Serra Leda foi mister prever Je aguada d
guc aprezador.J
Que a caldeira, da capacidade do 5 1 G
les, o mais que auflcienle, com oso/; -
ranjos do fogo, para uso da cquipagem .
navio. (Logo, nao era demasiada
Que se o apparclho da cozinha estivosseci :.
pelo [! seiia sullicicnte para aeqnip-gem, 1 -
melhautementc para captivos, tantos pian -
le navio podesse transportar, '. suppond
as rajos para differentes poreoe's del les I --
eozidas por diversas vezes [! Ki 1 co amei
mos, o lobo nao era lo cabo de rsquadra 1
razesque dava au cordeiro. O fogo de fon 1
liba apenas buracos para cassarolas de dado sufiii'ieute para a Iripolajo c ofBciai
embarca jo. Nenhuma caldeira se aclt tu,
qualquer vaso grando de comida, non; en!
jo, ncm entre a carga, o s a cassarola da 1
da da manija, al niesquiiha para e pessoal da
oquipigcra.
Que havia 32 libras de bolacha : que
roz, bolacha o farnha, adiados a bord
bastantes para fornecei rajos diarias para >
pagem deste navio: l das [Segunda -
despachos, se v que o navio levava para a 1
geni redonda 40 alqueires de farinha, o ap*n -
arrobas de carne secca, porco at defieienliss
na. I. esi nos autos a certido do admiois
dor do consulado da Babia.'
O outro esperto disse pouco mais ou m ;i
mesmo.
Os restantes fundamentos da oommiss
igual verdade :
Nao levava laboado que ; liessc 1
para bailos, sondo s acha la urna labe 1
a forma do leme, providencia trvialissiuu '
toda a navogaro.
Quanto s escotilhas, sao as sesmas
osle moranle leve sempre desdo a origem, sen .
at de conslruccosurda, com cuja bandeira lo: -
go lempo navegou.
A lenha para ida, estada e rolla, lim
se a 5,800 achas, que, em 6 a S mezes, coi
pondera a ;j'J por dia.
Quanlo aos camarotes para pessoas,
sabido que ordinariamente os muios brasil
irazeni -i, e alguns 0, para ollkues e pan
geiros.
Pelo quo loca ao numero datripolaj?
polaca linha 11 homens; praxe bnuleii
guiar, por armaco, nao por lonelagem ; o 1
mo navio como sumaca precisar 10 humen*,
mando polaca 12, abrigue 11. Um brigue !u
polaca do porte do Santo Antonio Yiclori
navega, segundo o eslylo da marinha I 1 -
con) menos dol ; o para a frica ainda 1
por causa das molestias en demicas cprudeu
previses.
A carga era, quanto possivel. innocua I i
osla a certido do manifest : 1,002 me
tes tobaco, 53 barra dito, 71 pipas aguard
7 quartolas dita. 3 harria diu e 3 l 1
dita.
Finalmente, nada mais regular a mercal
do que a caria do orden), que latnbem no
cesso figura.
Consentimos era apreciar os denominados inMi
cios, a que a puerilidade tal nomo poJ
dar : mas, ainda quando os honvesse, a coiiin: --
sao do Sorra I.roa nao linha sombra de d:i
d c julgar por indicios.
Em 1810 era a poca do rgimen dos trata
O de 1817 prohiba a apprchensao quando s
achassem escravos a bordo ; o de 1823 que
nao obriga'o Brasil] estendia o dreito de captura
aojeaso em que naquella viagem O navio hoe-
vesse clloctivamenle desembarcado j escrav,
modos para o trafico.
Ora, como poda ter acontecido uma ncm ou-
lra cousa, quando o navio ainda se achava nave-
gando para frica e sem um nico cscra" a
bordo ?
Se um navio em laes crcumstancias nao !..
de ser indemnisado, relircm-se os requerente-,
que nao haver outro algum em melhor | -
sijo.
O daino Justificado, at ao dia do apre-
mento, mostrou-se ser de 171:5653000 prata .
quona a que os inta.essados ped-m se juu-


to
Mk'rYO DE PCITOAMBUCO. SABBAO ti DE FrTvTREIRO DE 10.
magostado
tem os jures o as mais legilmaincntc ilc-
.vidas. ^
Espera-so coni cunosidade a deeisc d.n com-
misso, alim do. dobssc aresta, so possa ava-
llar o espirito qW a anima. *
^AVlfgoXXIV.
Hiae Trininnp dtju/rafsincia de Santa-Catha-
riua, proftrielqTi f-edra Lopes Uibeiro.
Domos em scgatdV'cYrmplo da Mina violencia
em mni diversas contamos. Fallemos do um na-
vio brasileiro sem tripolaco, soni manlimeutos-
no acabado, apresado om'mnres territariaes, mal,
Iralados os Ires Brasiloiros que tinha a bordo,
presos, dolidos rauilos diage espantados, navio
convertido primeiro em servico do captor, nao en-
viado a tribunal algnin, nao .-.-.l;ado, c a final ro-
duzido a lenha para alimentar graluilomanta os
fugos da maiinha de guerra de sua
uilannica.
Acerca deste fado esrroveu o Sr. visconde de
Uruguay so ministro ingtoz, a 8 do. asusto de
1851, que (al proeedimenta nao poda deixar de
ler de indignado e repugnancia a quera ain-
a conservaste no coracao o mais dbil scnii-
tnento de juslea.
!.' : mto exposicao dos fados, preferimos, no
esseacial, tallar pela boca da antoridade. l'.is-
.i jni como se exprimi o prrsideule da provincia
de Sania Colharina, o Sr Joo Jos Coiilmho, em
seu officio de7 agosto de ISi, ao ministro dos
ii ios eslrangeiroa :
lilm. e L\m. Sr.Em nddilamento ao meu
i do 2 da corrente, passo as nios do V.
Kxc. o incluso dopoimento Jo marinheiro escra-
v,i, que, appreJtendido no hiato l*cuha, e con-
sorvado a ordo do vapor Lucust, pelo comman-
Curts, se escapara no dia "2 do crrante
ocrasio de. o por em leus para bou
. ic
carcos que a vao prccipilanJo remeiros mlia-
beia. O Dosso procedimenlo, pois, deixamo-lo a
apreciaeo desapaixonada c imparcial dos que
am.im de coraoo sincero o progresso moral da
nossa Ierra ; progresso que nao podo ser ver-
dadeiro e eslavcl, se nao for allu miado em sua
marcha pelas verdades do calholicrsmo.
Firmes nesles principios, nao levaremos em
corita as murmurares dos rolineiros, ou daquel-
les que personifican, em mcia duzia do indivi-
duos da dasse sacerdotal, a sinta igroja de Jess
Clmsto!
Por Igroja de Jess Chinto se emendo : verda-
do suprema, justiqa invista vele candado univer-
lia- | Trime-iro deve-se passar ligeiramente pela car- sao commandades por um coronel e um major
la uma'csponja fina, cu urna cscovr macia mo-
lliada nacido chloridico diluido r.'agua. Este
acido commum em todas as boticas. Logo que
o papel esl perfeita c igualmente humedecido,
passa-se outra esponja ou escova da mesma qua-
Kdadc qe a primeira, mofeada n'uma aolurao
saturada do pcussialo amarello de polassa, e a
escripia tornar a apparecer sob a cor de azul da
Prussia.
Para osla ultima operaeo o liquido deve ser
empregado em abundancia, mas deve ser espa-
rtado muito macianvente para nao romper o
papel.
Este resultado devido a urna aeco chimica
O ferro conlido na tinta de es-
e o
sal. K quom por adis exteriores, repelidos e
obstinados procura obliterar estes caractcristicos das mais simples.
divinos da esposa virgem do Cordeiro Immacula-, crever lica incorporado as flbraVdo" papel";
do, nao pode symbolisar a icreja ; e toda a resis- emrm-go do prussiato de polassa, d logar c
loncia que sf Ihe li/er, forte peta f do verda-1 pstele do azul da Prussii. Quanto
deiro chrislo, c louvavel, na phrase do principo j chloridico, sua aeco nao outra mais do que a
dos apostlos: exi resislite fortes in fide. de facilitar pronipameiilc a combinaoao do ferro
L' esta a ndole pacifica da nossa resistencia i con o prussiato.
aos desuses da curia episcopal. A igroja, como! Feilo isto, la va-se a carta em agua pnra, mot-
sociodad
guiara
igroja quom
de primeira linlia.
As tarcas martimas sao impostas de urna
corveta do 16 peis, comrriandada por um capi-
lao de fragata, e de um vapor s ordens de um
1. tenente. Todos estes meios de defeza e re-
presso esl.io disposico do governador.
Culto. Reina na colonia de Surman a mais
prudente e a mais bem entendida tolerancia re-
ligiosa. A cidade de Paramaribo v iiorescer
em seu scio multas rcligioes difiranles, sem
que a autoridade pareca oceupar-se disso, e sem
que tenha deixado de existir o mais perfeito ac-
cordo entre todos os seos habitantes. Conse-
guinlemente, o catholicsrao. que conla 1400
fiis de coudicao livre, sustenta um bispo e cin-
co misstonarioa; os judeus. em numero de 2.000,
com- teem urna syuagog ; os irmos moravios conser-
ao acido vain com a mellior direccao o sen extenso csla-
belecimento ; finalmente, a religiio reformada,
que a do niaior numero, seguida cora um
zelo e com urna convieco ezempl&res.
Ensino publico.
. tolerancia concedida
e perfeilissima.lem regras e leis que re- (e-se denois entro as folhas de papel mata-bor-; pralica de todas as religos parece ser igual-
ovorno. Nao pode symbolisar a rao, e deix.i-se seccar accao branda do fugo. ment adiuillida noque respeita educacao da
Se a carta (ver um valor que reclame a sua mocidade ; o o ensno publico goza da mais
conservacao, depois de'enxulo o papel delta, con- completa liberdade.
vem possar-lhe urna solurao de cotia de peixe. i Acidado de Paramaribo tem, ao lado de urna
he infringe a sua disciplina; quom
por motivos injuslilicaveis a exautora dos orgaos
legtimos de seus orculos e doulrinas, ercan-
do-a una viuvez, que nao fora nunca prevista
as risoes propheticas.
Os salos em que oulr'ora celebravaru se os
conclusos SVnodacs estn fechados com seto so-
Infelizmente a adminlslracao, a que se refere a
commisso, parece nao ler comprehendido estes
principios, e se os comprehendeu, parece nao ter
querido por ellos modellar e afferir os seus actos.
A commisso vai recorrer aos fados permiluu-
do-se-lhe que comece por urna curta digresso
primeira poca da gerencia do illuslre chefo da
referida adminislrajo.
1.Quando em 1858 o lllm. Sr Jos Tcixei-
ra Bastos cntrou para a adminlslracao, como
provedor do Hospital, c presidente da associago,
dous provedores o liaviam j precedido em am-
bos os encargos. A commisso abslem-se de
cniltir qualquer opiniao relativa ao mereciraen-
to do primeiro, porque este se acha fazeudo pai-
to delta, mas nao pode, quanto ao segundo (o
fallecido Sr. Lisboa) deixar do reconhecer nelio
sorvicos e servicos muito relevantes. A com-
misso nao pode por isso deixar tambem do sen-
tir e estranhar, que ambos fossem pelo seu suc-
cessor injusta e lealineulc hoslilisados e oirendi-
dos ; o segundo no in da primeira poca da ge-
rencia jo referido successor, o primeiro no Um
da segunda, ao sabir da administraco (veta-se o
primeiro reatorio da administraco de 1858, e o
officio dirigido pelo provedor do Hospital de-
legada do Recito, em l"j do Janeiro ultimo.)
2.O Sr. provedor, eloito em virtude de um
No caso em que o papel tenha sido muito roo-, escola, onde os alumnos sao educados na prali- estatuto existente no eslabelecimento, o qual, no
lhado pela aguado mar, deve a operaco ser fei-|ea do mais puro protestantismo, um estabeleci-
ta com muito cuidado, o louo que as letras se
restaurara, convtfm tirar immcdialameiile urna
los ; nao com os soto setos que fccliavam o livro copia photographica.
de oro do Apocalypso; mas com a inellcs que, | Finalmente, quando as letras nao fiquem bem
visiveis, ser bom ajuntar ao prussiato araaretto
no i;i/.er do Danto, fechara na stvgia morada os
que nao curaprein a sania
Sao osles setos talaos que.
a fon
ment da meama nataroza, sustentado pelos ir-
mos moravios, onde sem dislincf;o de cor ou
de condigno os meninos recebem o ensno reli-
gioso dos seus sdanos. A religio calholica ah
conla igualmente duas escolas para os dous se-
reiigiao uo oever i de polassa, o prussiato vennelho do mesmo sal. ros, sendo a das meninas regida polas irmas da socios o que o espirito da caridade .
nos procuramos que-I Smc.AprnA.-Esta cidade, que por sua si- i congregacio de S. Vicente de Paula, sob a vigi- ca havia constituido patrimonio dos
la violencia- > ----~~------'--- -=-------- '- --j-I"-----
parecer da commisso, elle nao poda transgredir,
pouco depois da sua elcico violou esse mesmo
estatuto, propondo approva^ao da assembla
geni um capitulo do doaeges em opposigo ma-
nifesta com as ccfnvciicocs da sociedade no mes-
mo determinadas : converteuem proprioiade dos
beneficen-
pobres, Q
commisso deixar de palcntear tambem i asso-
c3co a manera anmala e irregular pela qual
nessa mesma poca unecionava o eslabelecimen-
to, e a pouca ou neiihuma consideracao.quemc-
rociam uo poder competente as suasraais urgen-
tes necessldades; lamentando por ultimo, quo
depois de tanto dinheiro consumido icaasem os
pobres doentes as mesmas ou peiores circuras-
laiKas, em que dantos se acharara. Para isso
ve-sea commisso anda na necessidado de re-
correr exposicao dos factos.
Durante lodo esse periodo, a que a commiss i
se refere, nao teve o Hospital enfermeiro.
Toda aassociaco sabe, que o empregado quo
l existe nao merece esse nome, uem p6Je exrr-
cer tal emprego por falta das neressarias habili-
taces, pois que, ncm ao menos sabe ler. A asso-
ciacao pode por si mesma appr ci ir lodo? os in-
convenientes que em detrimento dos dok
dem resultar de um tal servico.
Nao houve horas regular-s para a di
das respectivas dietas, confundindo-s-' aq
com os periodos em quo devorara sei-llie.s uim,--
Irados os medicamentos conviuiienles.
Foi supprimido do respectivo quadru o ra
ment interno deixado pela primeira aduun
cao, sem que fosse previamente derrugaJo, mi .
substituido por outro, lioando pm oslo modo os
eniprcgados sera le que os governa^so.
Consumirain-se sommas'eiiormes litul
obras do Hospital, c uo ctanlo essas ol
inodelladas Mt urna planta subre cuja i
uienria ocondicos do salubridade, nein Hnl
doouvido o medico do hospital, contra o espirito
do art. 93 dos estatutos, nem outros qua. -
embora eslranhos ao eslabelecimonlu.
Nessas obras no*pTiile a rommissM deixar
... lo
i iai i
l.ira
i ir,
van
js olirn
lio d
is ou dia '.l: foi npprclrondldo na imito aesse
: meia legua ao mar dos Ganchos, porto dos principios da jurisprudencia cannica, que unt-
liros, bordejandn rom vento NNO para ga- snna proclama a perpetuidad* des parocbos, cu-
. o seu (uto. Sera loga >, sem bandeir, sera ja misso temporaria e amovirel urna perfeita
-i|p irle, .-' ni aguada, o setn mantiraenlos nao laulenomia com as condicoes do benolicio eccle-
proval
s sustentara as messagerias encarregadas deste sor- do Hio do Janeiro: Denlo Barboza Modeiros,
lia prever que o julgariam pirata ei
n um barco siastico. Mas os canon tatas do consistorio opis-
dizem por ah algores, que as dsposices
r acabar viajando na costa rom tros pessoase coj
. n anua-, i) i'omniaudante Curts, prendendo a |lo concilio tridenlino so salisfazera e se pieou-
duos companhetros de via-
coiu nina peca e o ompre-
Tedro Lopes, e Si i-
. ii, uriliou o hiato
i no ci uzero.
0 cominandanle Curts releve pros
Podro l.o| s e sen compaiihoiros A
. j d.i Silva e Fidelix Jos da Silva des-
de a noile lie ',) at o dia 26 de julho, em
Pedro Lopes se resolvon a assignar um pa-
jiemlngli'z, rujo couleudo ignora, alim de so ver
tivre da priso, papel cuja agsgnalura se exig
lelle dos lo o dia da apprehcuso. ' hialfl licou
ra poder do apresador. Kssns Inforraae me
ni liadas pelo mesmo Pedro Lopes. Uo depoi-
to sob iiiimero do preto, o por dita de urna
pessoa chegaoa de Hapocoroya no dia , c insta
! un da 2 do crrenle desembarcaran! os In-
do Liiii Bodrigues, o est-
os logaros visinhos, nao sa-
'.i'j era a situaro
'. erara a vareja-la e
enera cun o simples proviuieulo temporario das
grojas parochiaesl .\t uislo sao desloaos ou so-
phismadores inedoVresI Nao s pralicam o er-
ro, como se esfoream por legitima-lo, tuituran-
do a inlelligencia do sinto concilio !
vico por Ierra.
Todas estas circunstancias fazem de Singapura
um vasto mercado, o anda quo sua populacho
nao p.isso de sessenta mil almas, son cammercio
nunca importa todos os aunes menos de cenlo e
vinte milhoes do francos.
Uo ancoradouro avista-se logo nma elevada
collina chamada do Governo, porque o governa-
dor reside no son cu me. Ella rodeada de nu-
tras collinas plantadas de arbustos que do a noz-
moscada, que exigem tanto cuidado, como em
Franca as iarangeiras ; e a fresca verdura da-
portuguez
M.vT.VIIOLitO PUBLICO :'
Uataram-sc no dia i) do concille para o con-
sumo desla cidade 58 n /es.
MORTALIDADE lio UIA 10 1)0 COKKENT1S :
I.ui/., preto, G anuos, phlhysico.
Jos, branco. dias, espasmo.
Antonio Mondes Rodrigues (ioncalves, branco,
sollero, 1S anuos, febre amarella.
rencia, o mesmo Sr. provedor so uiiiula o as-
signaFundador do Hospital Portiiguez do Be-
iielicencia em Purnambuco, o confeccionador dos
estatuios. [Veja-se o requcrimcnlo dirigido a
S. M. I. nos estatu
i" la a Associaco sabe que nao foi 0 Sr. pro-
vedor de 1859, o fundador desse pi eslabeleci-
mento ; quanto ao segundo titulo que so arroga,
sabe elle igualmente que os actuaes estatuios,
exceptan desses enxortos absurdos e inconse-
[dalna Lopes d'Araujo Lima, parda, solleira, 15 qnenles, devidos a teforma da illuslre commis-
Chamamos sobre este ponto a allenco dos I quellas plantas d ao campo a apparencia de un
horaens iraporciaes e competentes ; e, dentro em I vasto jardim; as baixas levantam-se algumas
o, ellos se convencerlo aioda mais da m das arvoras gigantescas da ludia, que com o seu
f dos novos canonistas da curia. J nao somos verde-escuro sobresahem maa de palmeiras
nos, o o eminnentissimo Sr. Arcebispoda Babia I de lodo o genero, quo as rodeiam. A cidade 6
quera vai lmar por torra os sophisinas dos no-corlada por um rio, direita do qual eslao cas is
vos canonislas. Chicamos a sua voz grave, e ver- baixas e reunidas, e esquerda acham-se espa-
dadeirameute apostlica. Creada, ou ereda \ Ihados elegantes pavilhes, que parecem basca-
udo do resollado por ler dalli sabido essa pos- |
una parolina era titulo collativo, a inslilui-
rh) cannica confere ao respective parodio
urna inamopibilidadt e allia^a tal, que nao
[iodo cessar, so nao por alguma das causas
marcadas em dircito. E' isto o que se ve ex-
rcssamenle ratificado e sanecionado pelo ul-
timo concilio goral asseeceies 21 cap, C. e
cap. 13 de Reformat; determinando que fixa-
.- la c o preto antes da retirada da lilpila'o n-
fleos guarde a V. F.xc., palacio do governo
.' S Hita alharin i, 7 do agosto de 1851. lllm.
Lxra. Sr. conselhoiro Paulino Jos Soarcs de
n e seciei irio de esta lo dos nego-
- eslrangeirofl.JooJo^ Coolinho.
. rommissu so a lu alTerlo este negocio. Um
: le numero de documenlns, depoimentos ju-
uuontados, jus i cacos j. Igadas por si ntenca,
- prova a verdade das iissere.des. Liinilar-nos-
'.:- p irm a um extrae) i que nos parece cu-
epoinii'iilo debaixo de juramento,
I i Inglez Cailes Johnson, pralico do proprio na-
v. i ca lor LocukL Disse si bcr :
Quo no dia '.I de julho deste onnn ( l^'il ) s
- ! i ii le, ao peda ilha dos Ganchos, foi
ornado o hiato Triumpho, que se achara navo-
- nd i era burda Lis com XNl >.
H : o dono dille oa Podro I.npos llibero,
o destino do hiato o porta dos Zimbros, porque
un ra andante Curts pergunlou a Uibeiro don-
i o para onde ia, o oslo respondeu que de sicuti matrimonium caraale non
Canas Viciras para Zimbros. ad tem pus, itanee spirituale.
v Que o apresador t<> u vapor Locusi O que responder a ludo isto a curia epsco-
Qu o Triampko trazia o poro varrido e s pal! Responder que nos declamamos, c que
barriliuho com urnas quatro medidas de agua nesla gravissima discusso somos levados pelo
u tima duzia delaranj is interesse pessoal, que nos liga causa do rove-
v Quo Uibeiro respondeu que de pa[ieis s le-I rendo padre llego, a quom alias nao conhecemos;
vava a escripUira de compra, com a qual u com-le que ncnhuin motivo lomos para desojar que
I inte Curts lici u. elle, ou outro qualquer soja o parodio de Kaza-
Que Curts pergunlou pela bandeira, o Ribei- relli. Isto para nos cousa muito secundaria.
i respondeu que anda a Rao tinha, porque es- Se temos locado nessa questao por que dola
o hiato por concluir, anda nao lora ti- i se originou o escndalo da rclardaco dos coil-
dos n'iini iiinho de flores e de verdura. Nesses
pavilhes residem os europeus, e all ha a Irn-'
quillidade da vida domestica ; da outra parlo os
escriplores os nrma/.ens, os depsitos, a aclivida-
de e o tumulto dos negocios, onde eslo centenas
de escaleres, pelos qnaes a cidade secommnnica ;
com os numerosos navios ancorados no porto.
i Todas as manhas, depoi3 do alraoco, parlera os
dos os limites das grojas parochiaes, se assig-i europeus para essa Babylonia como' para a City
iic cada una dolas ii.n parodio peculiar c I em Londres, o encontrara O chine/, o malaio, o
perpetuo, que possa ronhecer suas ovelhas, olsiamez, o indou e o ju-lcii, cora quom lera a Ira-
s oo qual ollas receboro licitamente o pasto lar ; tarde, a cavalto ou em s<>ge. reunem-se
espiritual. na espionada, como faziam na Europa, e nou-
Lm outra parle diz anda o sabio Metropolita- te cada um so retira pura jantar.
no : 0 can. percepta, dist. 55, c. satis percer- Desdo as de/, horas da manlia at as cinco da
i, dist. 56, c o c. in ordenam expressamenlo que o provimeulo dos e o conforto do genUeman. As estradas '.^i ci-
beneficios niio dere ser temporario, mas per- dado para todas as di recodes eslo envoptimo es-
peino: o cap. 1 de capit. Uonach. in serio, e! lado, mas ellas nao lera seno una ou duas mi-
a glosa na palavra perptlui, onde so v, que Ihas de comprimcnlo. Alera, estao 8% florestas
nao deve adinillir-se a manualidade nos De- virgen, que as liana* e mitras plantas paras
nolicios, por*isso que ellos nao podem ser con- lornam irapenetraveis, e onde vivera os tigres, os
feridos ad tempus, nem deve depender s do macacos, e algtins chinas fugitivos, que alli pro- ','"",".
arbiirio dos propros bspos assm a institu- curaoi um abrigo. ,'.,, '
cao, como a disposicao e a rcsponsabilidade | O calor ora Singapura excessivo, por isso o
anuos, gastro ententes chronica.
A meneo, branco, 7 anuos, gastro ententes.
Manoel, pardo, 1 auno, ronvulsos.
Francisca Teixeira do Jess, branca, casada, 52
anuos, esquinencia.
UOSPITAL Ol CARIDADE. Exslcm 7d llo-
mens, 53 raulheres nacionacs, 2 homeus estran-
geiros, 1 hornera escravo, total 138.
Na lotalidade dos doentes existen) 37 aliena-
dos, sondo 30 mulhcres c 7 homons.
dar entrada delta na alfandega, o que sd
. ..a fazer quando estivesse acabalo a recons-
t rucea o.
Que naciendo o rapor de guerra britannico
Sliarpskootcr carvio bastante para os gastos, que-
: iran o hiale e as madeiras Corara recolhidas o
.. ositadas para o dito vapor.
Que levaram os tros homons que esla-
va m a bordo prisoneiros para o Ixicuit; quo all
ies puzerara seuti i lias vista para nao falla-
.. i m | i ssoa alguma ; que l se conservaran)
17 dias e depois os soltaran) nos Ganchos s 10
ras do da 2G de julho
Que antes de sei quebrado, fora o hiale ar-
. em guerra o andar cruzando ao servico
.; Inglfzes.
Lis-ahi como o ci mmandaolo Curts entenda
.i rcpressu do trafica eis-ahi na pralica o tim
, ua que se taima em proclamar piratas oa navo-
- a |uem, por qualquer motivo, falte um
ci outro papel !
!'. pirata e traficante de negros na cosa d'fri-
ca o navio tripol.idn por tros homens, lies ci-
-, formando parlo da milicia ci-
.i'.j, urna i'iiibaii acao nao acabada, o ,il . n inanliurontos nem agua, ape-
nas com um martimo a bordo, encontrada vele-
j'.nio prximo ao portado bou destino.
o commaudante i- u r t i nao se d ao incommo-
!o de interrogar qualquer, da propria localidade
odo effecluou o apresamente, era maros lerri-
infanlaria n. ) do liona, pe
porque sempre me tralaram quando Uve a feli-
cidade de perlcnrer ao referido batalho por es-
paco de 18 anuos cuno rapito : poit mo, esses
meus cnmpanheros e amigos, conten) com meu
linio presumo na corle do imperio para onde
paito com hrevidade, vista que me vou reunirn
allio de inlanlaria. que ino coube sor
He seu majar, na proposta de 2 de dezpmbro
dos dilos beneficios;"servindo-so," para confir- p.isseio a p lorna-s Ineomrado. riaior par- '!lili'no- A"s Srs' dlftS ' inferioras, tambera
mar estadoulrina, da propriedade do vinculo te dos habitantes posseiara em cacrinhos com '
indissaluvel do matrimonio carnal. tjuia dous assenlos, chamados palanquins, e pinados
conlrahitur! por um cavallo. Son conductor urna especie
de andarllio ; segura o l'roio do cavalto, o corro
a p ao lelo delta.
Shumav. A lente /t.'ijerieiiue el Colonialel
publica a respeita desla nteressaulc colonia da
Un'.inda, na costa da .Vuioiica oriental, os so-
guinles detalhes :
Gorerno. A nrganisaeo do governo !] Su-
riman pouco difiere dos regula metilos do 1^27 c
1828 decretados polo re.
A admini-liaroo superior e o comraaildo ni
tar sao confiados a um governador. "'' vcra" U,IS cariuiiteiros, o vi por
sao que us ledigia, sao quasi, ipsts verbis, os
estatutos dados ao eslabcletmonto polos seus
fundadores (comparom-se enlre si). Mas al
aqu, afora essa viola o raanifesla da le, s ha-
viara offensas pessuaes, que us socios olfendldos
perdoavam goucrosanienie, c urna usurpaco do
ttulos que nem pedam desligar-sc de quem de
direito os mereca, uem assenlar era quem in-
devidanieutc os usurpava Mais tarde, p
ou na mesma poca, a negligencia, o desle
0 abuso o a llegalidadc pareceraui dirigir-se e
convergir contra o proprio uslabelccmeulo, seu
1 xercicio regular o so is iulercsses.
Consta commisso, que a referida adminis-
traco do 1859 mandara levantar um masulu
no cemilerio publico desla cidade cuitados co-
fres do liuspital, na importancia do um cont c
t >:.! >, em homeiiagem de um I ir quo nem
i pedir, nem a mesma administraco poda por
t.l modo lisongear ; porque a illuslre corpoYa-
co devi.i saber {ue o Hospital nao foi nsliiui-
dn para levanlai mausolus, o era perra
monte con- f admiiiistrar;es do mesmo distrair rapi-
fess-r-rac grato aos lllms. Srs. lenle-coronel f308...3 Asocl'".'l"J l,ara unsdiversos da sua ms-
commindanle, major c officiaoi do batalho d
l'uiain visita.las as enfermaras polo cirur-
gio Pinto s 8 horas o 1| i da manlia, polo Ur.
Uornellas s 7 o horas 3(4 da manlia.
Correspondencias.
Senhores redactores.Sendo a gratido a pe-
! a de toque dos horaens verdaderamente hon-
rados, como se exprime Le Pago ; eu toman-
do por lema esse glorioso pensamenlo, apro-
veilo osla lo proficua pportunidade, quanto
i bl i cami
nao
maneira distincta
um voto do gratido, por sempre me res-
peilarem o obedecercra nem hesitaco. Recita,
em ( de fevereiro de I46t).iaao Vaplisla de
Sonsa Draga, major do 1." batalho de infan-
laiia.
T...'.,.->-jnri':^ffi.:ji,uii ww. uwi'. fip i"ii.,i
Publicacoes a pedido.
Comp Iree amig >. Por vezes tomos ouvido
tratar do rao estado da ponte do Molocolornh ;
porm cu nao julgavaqne ella estivesse lo ar-
(.|. ruinada, do rolla para o engenho apeei-me, pa-
pnai en
assun se exhauria o cofre dos pobres, torna
zo-lo, a commisso lamenta que os iifclizoi doen-
tes nao livessam mu quarto do banho, um
segregado para urna molcsti
quarto apropriado para um .;. ni tanle, ira .
conveniente para ama opperaco cirurg
desgranados alienados tassem desapiodadau.
comprimidos era seu- leitos com com -
solas, curdas, ele, ele, sem que eatfl tristi
peclaeule coramovesse nunca a administra
\ administraco devia saber que os-
/os piecisavam equarlosteocenles <
dos, mas ora vez desse meio man i iavel
regular e humanitario, de i Ibes uro ir
A commisso julgar-se-bia ata
desse disculpar a ilustre junia a Iministi i lu
lo culpavcl Negligencia, e com --c .o
ailribuio a principi i esa des lido ignoran
talvo/, e pouco habito de governar .-tai..
mcnlosdesU ordem, noentanlo come |
continuar a pensar do iirosmo nm:
continuas reclamar;es,verbaes o por
Ihe consli lerem sidofcila pelo respectivo n
CO do es abele iinenlo '
Ao lempo que assim fnnccioniva o Inslil
acliava-so o'eile ausente por motivo de
grave, o respectivo mdico, que I torco
da iu-iit ij.'io a a.o)uMu!i,ii.i e servir
.Nunca ira ce.u.urado, anto-, polo centrar,
gaio por lodas as administra'oes
D.mullido durante i >ua ausencia :
prelexlo, c adiimtido de novo a
esta capital, doerrm-lhe Mantas irrcgnlai
0 tanto deleixo ao tomar novamente coala do
sou emprego. o por isso rapretentoa
cumpria, a bem do sen Itc
1 o la a associacoeonhece j a guerra, q i
issj lera soffridu por parle do alguna mam
d o sa administraco, maso quo laico/, timare,
; i" esse funecionario foi por lia demitiido j.-
lamenle as mesmas condicoes era qi.
mesma havia sido pouco lempo antes i
A associaco sabe igualmente que i - fn
nano, leudo sido alvo Je insina jes u.
estatuios so podciu ser conferidos esses ltalos no recinto do eslabelerimeato, c partidas mediante a asmla de lOOg, pelo menos cada guns membros da asma dminisira o,
im. Ora se essasesmolas (orara polos agracia-1 a illuslre provedoria a convoca .. da junta,
[Tortadas, nao sabe a commisso, qual o rao- lomar conheciment dessa occurrencia, < :
livo porque esse dinheiro nao ontrn em caixa, zcr laes insinuaces.
o se nao forara, fora de duvida que
fraeco niaufesla do citado artigo dos
pro-
1 dos
a 3'
lilui.
A commisso julga que a adininistraQo
cedondo dosta maneira, inflingi 0 art. _
estatu is o o sou Ilustro chele o J l, e
parte do 5 18 do art. :l'J dos mesraos.
o.' ['. uraillio -i-i ttulos do bcrafeltaresdo es-
: tabelecimento si ni que caixa fose rccolhida
a sua importancia.
Toda a associa 1 sabe, que polo art. 02 dos
estatuios essa n
s icio om.ii me, o o
A commisso lmanla, que o pn
rasse da 1 Iministra a > sem e irapi
o iri; indo a charaa-'in 1
pedir a'ni una sitis! 1
Ksla satisfaco foi Ihe dada a'li, mas 1
sicao da rornmiss -- 1 nao dispensava >. illu?-
tre provedor de su 1 promesaa.
Toda a associaco sabe igualmente, qoe
cursos. 1-Nta a pora verda le
verterla quom procura imbar a
meio'de embustes.
Nao sabemos quaes sao mais
se suas razos, so seus actos.
' sd ousa 111-
publica, por
injuslificaveis,
NAMBUCO.
.. REVISTA DIARIA.
Noticias mui recentes, que limos do Ic6, do-
nos as cousas all no mesmo oslado que as ante-
nores noticias.
As chovas anda nao tem apparerido, como
todos almejain, c a crearn exige para a respec-
tiva susteniao e dcsenvulviracnlo ; mas ainja
por aquella paragem nao dcsciivolveii-se a mor-
tali lado do gado,
As eleicoes conslituem as preocupacScs de Io-
dos os espiritas, e apezar de rauilos scrcm os
candidatos, que querem a depulaco, com ludo
balanca eleiloral uo*pondc anda
aquello candidato : sao colisas oslas
presenca do fados o decidiro.
As influencias tocaos acham-so
nao aceitar candidato, que nao seja
e cornbina;o d'ellas.
0 reverendssiino vigario, quo nao pode obter
a sua reoleicao provincia, km clicgadoao pon-
i de nao recuar peranle qualquer vinganca exer-
ra ver alli uns rarpinleiros, o vi por haixn da di-
la ponte que estivas, esletos, Icuhase madres tu-
I 1 esl carcomido e podro, a ponto das liuhas o
madres eslarem muito soltas. porque a podrido
j as fez achatar, um dos carpinleiros disse-mo
quo qualquer pancada que so di para pregar as
madeiras; ella cnibalanca tanto, que militas ve-
zes largara o servicn c co'rrem, os mesmospregos
iirara, disse-me mais que alli nao se po-
nan
do
para este nu
que s em
disooslas a
do aocord
lostivel, para sustento dominotauro. E ludo
ista polo sou mota propno, e sciencia certa, sem
ibra de julgamenlo, que
Lidade do cruzador dispensa : Ego Sum

os pobres Brasileiros raplurado?, maltrata-
5, 1 '., liados, postas era segredo, conservados
. senliuelas vista, nbrigados a essgnarem
uniendo dcsconhecido, sob pena
Icnoi eterna? u que Ibes succedcu?Ns
. dizeinos.
Uibeiro era pobre, chefe de numerosa familia ;
duelo de sen longo suwr era apenas esse
navio. PeJiojuslica na localidade, nao a alran-
Esla vinganca do vigario Trota, foi lo pouco
Inuvadi, lauto pelas qualidades pessoaes do pro-
fessor Sanios, como pola sua assiduidade no
magisterio, que todas as autoridades atiestan)
no sentido da frequencia da respectiva aula, pas-
sando elle por mais osle dissabor, Consequencta
i. --.111,1 da sua sem razo.
coniraandanle do destacamento dalli o alfe-
res Antonio Jos Denlo lrando acha-so era ves-
peras de retiiar-se, em rumpriniento do aviso do
ministerio aa guerra, que ordena a coucentraco
das tropas de primeira linha.
A manlia lera lugar a feslivida le religiosa
Ha Ires clieies mmediatos d'adniiiiistraio, a
sabor : o procurador goral, um administrador
goral de linaneas, um director dos dominios p-
blicos, dirigindo sob suas ordens dilfercnlcs par-
te- do servico.
o governador roadjuvado por uro consolho
de pulicia e adminislraro, eamposta A>\ seis
membros cleitas polos habitables da colonia.
Cora o concurso do seus cheles de admiiiistraco
elle siibmoiie ao exarae do eonselho lodas as
quesloes do servico publico, e o consulta sobre
todas as medidas de interesse g-ual, que pare-
cem convenientes siluaeo da colonia. No ca-
so, em que o eonselho nao concorde com o vol
do governador. este pode proceder iideponJen-
tcuieute da drlibera^'o do eonselho, pondo era
pralica sr.b sua responsabilidade a medida, que
' Ihe parece til ; mas as duas opiuioes oppostas
sao submetlidas ao soberano, que decide em ul-
tima instancia, e determina qual deve vigorar.
Entretanto estas conflictos sao raros, e s teem
tido alguna exeniplos as crisea publicas.
Jiulica. o procurador goral o chefe da
jusiica, e ao mesmo lempo o eucarregado da po
licia geral da colonia. N'esla segunda qnalidade
esta s suas ordens em Paramaribo umeommis-
sario de polica, que commanda um respeilavel
corpo de seguranca, cojos agentes percorrera
constaiitcmcnta do da e de noile as mas da ci-
dade, auodindoconstantemente onde seu auxilio
o exigido.
Era ca i.1 b.iirro ha um magistrado local, que
preenrhe as funeces dejuiz de paz, iraiioo mul-
las, o ordena a priso dos que perturbara a or-
deni, o transgridem as Icis e regu lamentos man-
tenedores do socego, do trabalho e da riqueza
publica.
procurador geral oxerce um poder exlensis- Hospital pela adminislraro do auno
simo no que respeita pulida das esclavos. Elle passado, julgou do sou do'ver, antes di
mure 111-
estalutos
0.''A commisso consta iguatmenle quo a
mesma admiuislraco agraciara com o titulo de
benemrito d 1 oslabeleciraeulo u'i ca valle iro es-
Iraiihu , associaco, e nao sabe ella so a mais
alguem.
I 'daa a-- polo art. U'.i dos
i ser co ferida a ura socio exhaurido de lodo a qualquer ouiro'rar
1 art. 62, a q min tizer ao rasoavel, desoj ind 1
lospilal um donativo ,< LtjoOj pelo menos. Ora seus adversarios, receorreu a mu
aquello caralloiro nao , ora poda ser socio .'| occasio taz daclaraeea bou
fa/er outro eoricerlp. e que este mesmo nao i
ura em irada a ponte, porque ellano soffreo
invern. Koscieomoo presidente nao manda
fazer all um pac.adi?o, para de novo reconstruir
a referida poni, porque a desgraca incvitavcl ;
o que me parece que S. Exc. nii sabe 110 corlo
do perigo, poiqinj sendo elle tan justicciro e hu-
ra 1 no, nao faria u Ira cousa duque demol-la,
para que desla taima poupa as vidas dos vian-
dantes que alli passam, e nao passar por um
lesgoslo tal, do na sua administraco acontecer
um l'racasso dcsti naturcza. vista pois do os-
lado da ponto, soi li.iin nao passar alli, quando
vier com os meninos venba no vapor ; faco-llie
osla someiiie, para que vocfi nao se exponha ao
perigo dealravessar a supndita ponte.
Pecados do todos do casa.
Ipojuca, 2'J do Janeiro do SGO.
0 f"Z declararoos bem
a Iminislraeo, que o hostilisav i i
tivos dos-a desaffeico. Ai
sempre, que a Ilustre proi asa
deva ser, de sua honn adminislratii
seus collegas, por si mesma e indepen
tss it*ias desies, cll ni -- .1 1 -
o autor de laes declaraces, puis que pai
lo risa va a segunda parta do i i-- do art. 1
estatutos. A illuslre pro 1 1 Ha -
lisfa'o sociedade, junta admii -
publf "o ; mas ella julgou ina
rar-se da adminisiraco sem 1
i',
Hanifcsto aos socios do Hospital
'ai-
toguez ii(i Ccucliccucia cin Pcroam- int-ll dos estatutos.
i. ra idia ser socio :
iic 1 a esmola indicada, a commisso argu-
menta do mesmo modo, que no tacto nteco-
icndo a razo porque esse dinhei-
ro nao cntrou em caixa ; se a nao deu, a com-
misso nao pode deixar de concluir tambem do
1 mo l 1, si 1 . que houvo fiolajo raani-
fesla do citados arligos.
7."_ .'...::-' 1 mais a commisso que a mcsrai
administraco mandara fazoi ias, traslada-
cao de ossos ou o qu u que soja , cusa dos co-
fres do eslabelecimento cem honra c suiTragio
de um bemfeilor, e que nessa mesma occas
lora lambom polos cofres do eslabelecimento pa- 13 ilicaco, depois do dimii ir -
ga a dc-pe/.i dos carros, que conloziram para a funecionario zoloso, que n3o trai .
foslivij.nle a Ilustro junta administrativa. Es) le, u cura o abuso. A coran -
procedimenlo Ilegal peh mesma razo que o um pou iracada para classificar I
a dospeza feila com o mausuleo.
8."Consta anda acomm->so que
administrado vender una propriedade do hos-
pital, sita junio ao gazomeiro sem que fosse pre-
viamente cousultada a assembla goral dos Srs.
socios e que alera disso fdra essa propri
vendida a prazos pola quanlia de 3:6J0| depois
de lerobtido em basta publica o anca do 10:l)JO>
a dinheiro a vista, tndependente da queslao do
provoito 011 prejuizo ite tal venda, a commisso
nao podo deixar de dizer, que .1 11 ministra . 1
proced n i 1 desla maneira violou manifestaraeute
buco.C
A commisso lomeada por grande numero
I 1- senhores socios do Hospital Porluguez de
Itaneliceucia em Pcrnambnco, reunidos no da 19
de Janeiro com o (ra do recorrer aos tribunacs,
o implorar o auxilio" das leis do paiz contra os
abusos e Ilegalidades commellidos no mesmo
prximo
dar co-
pJi', sera ulerveiico dos magistrados, condem- meco aos seus Irahalhos, dirigir associaco o ao
i..iir. iuiui iiiju'-.i 11,1 I..I.IIIU un-. H..II .1 ao 11- i.. .-.,. ... ..__ ,----------
., veto a corle, onde se demorou. reqn re 11- *^ 'i0i4Am?"' "a !u5 '8"J.da de nova
governo imperial. Estes noves icricii s \ f^^ha'wT Jla..lut-'ar-Sii-l.a o bel-
: ruina ; a lina, s poda urna es- i^SSgfiSftSZ""* ^^ ^ ^
para regressarao sou paiz ; voliou ; quasi
11I011 ; 1 ao ver a sorte de sua familia ; den-
tin 1 m pouco morreu.
Nao e ja a pessoa de Pedro Lope- Ubeiro, mas
le sua raulhcre flliios, quo a commisso in-
;- ir.... se quiz r.
Publicla.
QiftRlO DE PERIlAr-ISUCQ.
Clama ue ecses!
udo o escrptor publico se considera forte
conscicncia do proprio dever, e pela jusica
1 uo defon.le, pouco Ihe deve inquietar
man.da arbitraria, porque sao apreciados os
os que Ihe rnovein a penna.
Ouandi nos resolvemos a soltar um brado de
j lata ruiidemnacao contra as irregularidades, que
' m n guM'-iiaco espiritual da nossa dio-
, bem previamos, quo alguns espiritos habi-
ao laisserfaire,ou laiuerpasser,bavam do
irramar-se no vasta campo das conjocluras, o
fe das murmuracoes, explicando cada um, seu
mod 1, ai causis do nosso procedimenlo. Con-
lavamos com ludo islo ; mas tinhamos tambera
certeza do que por del ra da selva dos mur-
muradores ha um numera infinito de possoas,
que presura o applaudem a cnnllss&o di verdade,
muito especialmente quando a verdade que se
onfessa est no coradlo de lodos, e que s havia
mistar de que a diasesse com franqueza.
Ninguem, que se oceupe de .noditar sobre o
-uo so possa dianle de seus olhos, deixar de re-
onhecer que tivemos sobrada razio do desper-
ar o piloto, a quem foi confiada a direccao e go-
verno da barca dcS. Pedro, indicando-lic os es-
nar nina pessoa Uaquella coudicao priso de
mutos meza*, e ot morte; mas raras ve/es
preciso recorrer essa exlromidade.
As questoos civs sao decididas por um tribu-
nal composto de lies juizes era presenca do pro-
curador geral. Nao ba tribunal de appcllaco
ua colonia, e o liliganle, que nao lica salisfcilo,
tem de recorrer ao tribunal superior da raetro-
polc.
O procurador geral o primeiro funecionario
da colonia, immediato ao governador, o na au
senda desle, chamado para o substituir.
Finanras. Esta parlo da administraco es-
l confiada ao administrador geral da fazenda, o
qual tem a seu cargo recebor as coiilribucocs, e
satisfazer s despezas do paiz.
A receita da cotona dividida cm duas
paiios.
l.:' A subvengo da melropole, que regula
pouco mais ou menos, em cada anuo, por 200
mil francos.
2." U producto dos impostas sobro os habi-
Os negociantes desla praca apresentaram
una reclamadlo caixa filial sobre as delibera-
res dosla, relativa s letras com vencimentos
para us dias lnaes dos me/.es, que alli s devera
entrar sob a formula de cauco.
iis mesmos negociantes oflereeem aprecia-
dlo da caixa filial tres bases em substituido
medida por ella lomadaaviso aos aceitantes na
vespera, ou dois ou mais dias antes para a rea- ,,
iisaco do pagamento das lellras al as duas lio-1 V?.',\ ^'.. '}"e_"?u a al",uallHe,llc por 2 milhoes b
ras da lardeO pagamento dolas pelos sacado-
res, quando o nao faoam os aceitantes, sendo-
llies apresenlada no dia do venciuienlo depois
das duas horas da tarde ou iiosubsequeutc al ao
meio dia, indc|iendentede prolesto, que accor-
dam em dispensarO corapromclimcnto da par-
te deltas para a eflectiva realidade destas bases,
cooperando igualmente para que seja alterada
ou modificada a pralica anterior de soram-assig-
uados uo fui! do me/ os ttulos de crdito polas
tiansacces de compra e venda de fazendas, foi-
las no decurso do mez.
A caixa filial adherio rsla proposla, o con-
tinua consequentemenlc a admillir descont as
1 ledras mencionadas.
liojo ha lugar a eslra da empreza drama-
tica do Apollo.
H. Alfredo Smc, do banco de Inglaterra,
recebeu pola mala da India, algumas cartas, cu-
jos caracterestiiiham-s sumido pela accao d'agua
do mar, em virtudo do sinistro occonido ao pa-
quete orthan, e empregou com felicidade o se-,
guate processo para restaurar a escripia, que se'
nao poda ler. O processo anda que nao soja
novo, parece quo conven poblica-To, porque
Je utilidade ao cominvreit'.
publico urna exposicao abreviada dos lacios, que
precedern e motivaran] aquella rouuo, e das
ra/es que obligaran] a mesma commisso a to-
mar sobre si lo ardua quanto honrosa trela.
A commisso, cumprindo boje esse dever,
offerece sociedade o ao publico o presente ma-
nifest to succinlo c resumido quanto o compor-
tara o interesse da materia, e as facilidades da
commisso
Lm primeiro lugar a commisso parlo do prin-
cipio seguinte, (e ueste poni julga ella oslar em
perfeito aecrdo com o pensamenlo de (oda a
associaco] isto , que sem zelo e economa, sem
as respectivas deferencias pessoaes, sem urna
obediencia ceg o respeita sagrado loi, que go-
verna os eslabelecimentos pblicos, nao pudem
estes, qualquer que soja o seu fim, ordem ou
gerarchia, progrodir, eiigrandecer-se, e nem
mesmo conservar-so.
!)."A mesma administraco fez tirar e coito-
car na galena dos bomfeitores do eslabdecim nlo
o retrata de um personagem distincto drsta ca-
pital. A commisso repele que pelo art. G2 dos
estatutos a administnco s pode conferir essa
distitcco a quom livor feilo ao hospital a es-
mola ou donativo do ] Q - pido monos. Ora a
commisso nao consta que esse dinheiro tenha
ntralo era caixa, o .1 ser assim, fot maiiifesla-
menie violado o referido artigo.
10.o=Ainda consta a commisso que a mesma
administraco eslendera a regala conferida pola
segunda paito do art. 62 lllm." espoza de um
bemfeilor, mandando quo os retratos dos dous
conjugues fossem enllocados Qa galera, medanle
una s esmola de 1:00
A commisso nao podo deixar de declarar, quo
esta procedimenlo pliega! e abusivo por ser
contrario a letlra e espirito do mencionado arti-
go dos estatutos; o com quanto o abuso nao es-
toja anda consmalo porque laes retratos se
nao achara por ora no eslabelecimento, nem por
' 'ix.i de dar-se de direito,
lmenlo, no qual nao \.' 1, nesfl .1
a mesma dignidade da admiuistraco, uem o
tabetacimento.
Na exposi;o de lodos esles 1 t 's acomm --
lom iin icad 1 sempre o namoeolli 1 lm
lustra i.., 1 iriT.'iiJo querer por osle n
na-la lambe ni por citas colleclivamento ras
suel. A este respeita a commisso >'-*-
. la le le restringir u-u po 1
em face da olea iio respectivo i 1
1 era mutos destes aboso, llega
1. .1 is de exclusiva eoiupalancia da 1 .
hospital, como nunca superintendente d > -
gimen administrativo. [Veja-ae cap. '"
lulos s 1,. lmenle \ do art. ::'. era :
e>ta ordem claro que nao podi
sabiliaar-se a administraco, poi
pode esponder por actos, quo be nu ;.
cem. Os outros com quanto por ella votado*.
aulorisados oeviara presupor a lo_
o lisc i-.'ni, por que do outro Btono
poiiam ser discutidos nem votados. Has quera
ileyia esclarecer a junta administrativa a tal res-
Ouem devatnoslrar-lhe que 1
medidas allustvas ara do enco
lueleciinenlo i Dei >a ella entrar 1
rigua-oes .' Nao; porque o estalota ihe na
taro allribuico lai. Era ainda pro
hospital, a qual O lij do j
a rigorosa ubrigaco de vigiar pela 1 1
est.auto. No entretanto lados ess -
forana por ella mesmo propat -
da junta, nu por ella toleradas, se ,1 ; ri 1
Pareca commisso que por lodos
sobro a provedoria a respectiva n
legal, era uns por commisso, e outros pac
sao no cumplimento dos seus aera.
ISS .ioixa de dar-se. dcdireilo, jiorquc esl au-
lorisado pola administraco.
II."-Finalmente, Joo \ ieira Lima deixa era .Al8uns d,'s''s tacl09' 1"" fot*m i"'1'1 "w-
sao apresentados, com quanto por moito
4U0 mil francos.
L' com esta somma que o chefe da adminis-
traco da fazenda deve prover a lodas as despe-
zas publicas ; encargo difficil, vista a importan-
cia da colonia, o sua siluaeo exeepdonal enlre
ltarnerari e Caycnia, onde"a esclavatura foi, ha
minio lempo, abolida, em. quanto que olase
conserva ainda em Surman.
Dominio publico. A colonia possuc como
propriedade publica doos grandes engeulius de
aosUUUmr^Se7Xicos'1d1^TCM,',1 d'-?l"KUjS iridio seus actos, porque ailo o mesmo se
dos douunms pblicos est encarregado da ad- ^ ^o'cu ^pSo"^? de ve' rT. -
nnmstrarao dessas propriedade, cejos productos
IV Lamentamos sinceramente que apparecam
desavengas da ordem da presente, no seio de cor-
poraces laes como o Hospital Porluguez, cuja
direccao faria os matares esforcos para lom
cumplir seus deveres, loriiando-se, por innme-
ros lacios, credora da estima c consideradlo pu-
blicas. E' loegavcl que o Sr. Jos Teixeira
Basto c demaismembros da direccao transada,
preslaram importanlissimos servicos ao estabe-
ledmenio, o, se era alguma cousa erraran, esse
orn, merece desculpa, poique foi o ciln rao
/i lio pelo cumprimento deseos deveres, que os
levou a assim obrar. Nao se diga que a intriga
tastamenloao hospital o logado delll:00S,ve
cendo o juro annual de 18 por cvnto; que faz a
mesma administraco .'
Enlende-so com o devodor, perdoa-lho (il
conlos e transforma o juro animal de 16 era 10
por cont.
A commisso, ao mesmo tampo qio julga esta
infeliz Iransacco pouco honrosa para quera a fi /.,
nao pode deixar de considera-la altamente lesiva
aos uileresscs do ostabelecimeulo o nulla polos
principios de direito que nao permillcm aos ad-
miuislradoros pblicos irausaecos desla ordem
A commisso tem consultado mui distinelos
jurisconsultos Unta desla cidade como do Rio de
'aneiro, entrando neste numero o Exm. canse-
sao addiccionados receila goral. "Est funecio-
nario um dos chefes d'admiiiislraco, que eslo
juntos do governador, e i'azem parte do sou eon-
selho.
Estado militar. N'onlro lempo, por causa
das cerreias dos pelos fgidos, a coloaj* care-
ca de una tarca de primeira linha de,|50 ho-
mons o de 2I)U de milicia. Actualmente que j
nc ha receto dos escravos, a forja militar cons-
ta de.SOO homens de iufautara, urna compaiihja
de aililLdros, e 5l0 miliciaiius. Estes corpas
dos, sabidos da bocea do quem nunca devela di-
zer a menor cousa, se ergiieui, como que para
quercrem manchar leputaces' sempre (libadas.
(,)uizeramos ver a commisso nos apuros era que
60 achou a direcjo, para pdennos avahar da
sua pericia e nietos, para sabir-so bem deltas.
lia factos na vida humana, qua.s cora a expe-
riencia propria, podan sor verdadeiramcnle
conhocidos, o dessa ordem sao os que se passam
no centro de corporales tcs que ollospialde
Basiflceaeia.
fiijiedaelore'.
s de dominio da administraco e seu piesidcni.
chegaran por Bra ao conbecimenta de ama
de parle dos membros da so iar o, 1 -
ceiosos pelo futuro do estebelecimeata, 1
nuar gerencia de seos negocios sob
ca de lo mos auspicios e bita do garan
afluem no dia 5 de de/embro a disaal
111a adu inislracao a roelojo do aiguns V
membros, nrluindo o seu praaidanta.
Consta commisso, que os netos por 1;
empregados, com o tim do vencer a eb
forara nem os mais regulares, nen as m
jacs pois quo Ihe consta oreni rolado 1.
dos, que pelo motivodfl taren perdido aqaah-
Iheiro Nabuco e Dr. Froilas os quaes sao contar- dado exigua pelo art. 4 dos eslalutaa, bai
mes cora a doulrina expostas. .Maso hospital perdido igualmente o direita de n
ao lempo da deixa nao po.lia addcrir a legado, que nao liaviam ainda satlsfeito a i.* pan
dir a administradlo : nesse caso, responde a raesmo arligo, o so achnvam incursos m, ai
coiumissaa, tambem nao poda transigir, te Irn- o finalmente, que nao hoowr.i por pacta ti
sigimlo exlorquio aai legtimos herdeiros do sa o maior escrpulo na appnra. o i -
doador, a somua recetada 011 conveucionada ; Ape/.ar de ludo, em urna u-uni.io de M n
se poda addir, claro que a Iransacco nulla les, 1 administraco obteve ama matarla ias
de direita, porque a administraco nao poda (cante da votos. Ha*a tetelo nao so (orn
.dar ou dispor do que nao era sou. | nessa sosso; sahinlo eleilos apenas 1 mordo-
1JJ1.Finalmente consta commisso queonu- mus, quando a junta peto art. 31 di s aatalatas,
merario despendido pela mesma administraco, se deve compor de 18 ; porcm na sess seguiu-
durauto a sua gerencia no auno prximo passado le, apparecc na'acta a lisia eomph a d -
monta sen na fabulosa a ioerivel 4o quaranla mordonos com dae membros que nao tarara
e sois conlos o tanto, e que nao obstante esse dis-
pendio enorme, se*retirara a u.esma administra-
co do Uospilal deixando o eslabelecimento in-
divdado !
Eraquanlo os negocios finauceiros do Instituto,
eoiriam pelo modo que Dea dito, nao pode a
eleilos. I 111 socio reciaiuoii contra esse al
mas nao foi jllendido pela illuslre provedou.-, e
pro.: deu-se una eloi..o de conmnala d'
tas, j so vo, irregular, pela falta de cump:-
rnenio pleno da eleico, a qual pala art. 2li oero
anteceder aquella ; e no dia 15 de Janeiro so
ti r a*>r% .irV


MARIO DE PERNAMBUCO. SABBDO 11 DE FEVEREIRO BE 1860.
%*
appresenla a administraoao no hospital, com o
fim de impossar a sua successora, c preenchor a
disposicao do arl. 18. O socio, que na sesso
do dia.....hara j reclamado contra lacs irregu-
laridades, pugnou de novo pelo cumprimento dos
estatutos : a asscmbla gcral tomn parle nessa
discusso ; no entretanto, o autor de laes recla-
macoes, aflm de precisar mclhor os seus diversos
tpicos, e orientar convenientemente a socieda-
do, apprcsentou um requerimcnlo, pouco mais
ou monos do theor soguinte :
Alteudcndoa que na sessao do dia 4 de de-
zembro, nao foi plenamente .desempenhado pe-
los senhores socios do Hospital a disposicao do
JS 3 do art. 17 do estatuto, por sso que dous dos
senhores mordomos aburados, nao obtlveram a
maioria absoluta de fotos, como determina ex-
pressamente o art. 24 dos raesmos estatutos ;
allendondo mais, a que sem essa condieao pre-
via, nao pode ter lugar o que se ada disposto no
art. 18, muilo principalmente, tendo um senhur
rnordomo eleito renunciado o cargo, como de-
termina tambera o art 28; atlendendo por ulti-
mo, aquenem pelo Sr. 1." secretario foi cum-
plido o dever que Ihe imposto pela 2.a parte
do referido art. 2i, nem pelo Sr. provedor a
outra que lhe proscripta1 pela 3.a parlo do 18
art. M ; requeiro, que a asscmbla geral so op-
ponha pofte da nova junta, a qual nao pode
entrar eni exercicio, trincada como se acha, c
como tal Ilegal, e por isso intrusa.
. listo requerimento loi bem accolhdo pola as-
srmblea geral, e submotlido a sua approvaeao
para entrar ein discusso por meio de nina vota-
?ao de sentados o levantados ; houve urna maj-
nos d.c chumbo, 7091 ditos de barro, 209 barris
wasio; 28 toneladas carvao, 24 esleirs ; a C. L.
|,Cambronne.
Consulado reral.
Rendimenlo do dia 1 al)
dem do dia 10. .
27:03 9ns
4978585
27:5329523
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1
dem do dia 10.
a9
1:7025863
1:76*9863
i Despachos ele exportacfto pela me-
sa do consulado desta c ida de ii 9
dia ludo fevereirodel8U0.
CanalBarca ingleza Favorita, James Ryder &
C, 300 saceos assucnr mascavado.
Lisboa^Patacho portuguez Mara Ignez, Re-
zende & C, 50 saceos asaucar branco ; Basto
& Lomos, 20 saceos assucar mascavado c 80
ditos dito branco.
Exportaco.
Porlo, briguo portuguez l'romplido II, de
187 toneladas, cundiizio o seguinte : = 1,176
saceos o 11 barricas assucar, 238 cascos mei, 201
couros salgados, 3,000 chifres do boi, 1 barrica
caf, 1 dita arroz, 4 saccas algodao em rama.
Rio de Janeiro, patacho nacional cBeberibe.
do 299 toneladas, conduzio o seguinte : ^= 2,320
saceos e 6 barricas assucar, 223 saccas algodao,
3,800 pelles de cabra, 1,517 rucios do sola, 400
35 libras
poique la enconlar-sc enitia
granle infraccao dos estatutos, pretextando di- Mmeas Com 13,824 arrobas e
liculdade muJ&inlagem dos respectivos votos re- socar.
corren a votaco nominal, que na mesma seceo Canal, escuna hnllandcza Ksperanca, de l-i9
bavja recusado a um socio que pedir. toneladas, conduzio o seguinte : =1(950 saceos
No Ooi da chamada apparecem 80 rolos a favor e"'" $-~M arrobas de assucar.
Itei'eltcdoria de rendas internas
o 83 contra porm como? Rccouhcccu-sc e di-se
fui leslemunha a commissao, que na vol.ir.io contra
o requerimento, liguravam socios, que nessa occa-
siao se achavam ausentes do estauotecimento e
dcixaratn de ser chamados oulros que se acha-
vam presentes e votaran) a favor. Estes no Ora
da chamada reclamaran] o seulireilo, mas nao
foram atlendidos pelo niustre provedor, como se
este pudesse priva-toa de um direito, que esles
Ihos nao coiiferio, mas de que go/.ao em virlude
do una lei. No caanlo este procedimenlo aca-
bou de patenliar o pensamento do Ilustre chefe
da associaco.
Este coinprehendeti tanibem o pensamento da
asscmbla geral, a qual ao mesuro tempo que
se achara animada do desojo do fazer respelar
os estatutos, se achava igualmente disposla a to-
mar a adrninlslracao estrellas conlas dos scus ac-
tos, c de um dispendio fabuloso dos en pilaos da
ussoc3eao. Um abvsmo segu o outro abys-
JllO.
A lustre provedoria tinlia comecado a sesso
por um acto Ilegal, toliicu depois a"os socios dos
eslahelecimentos o direito de volar, nada lhe
faltara para conslituir-se. em sessao Ilegal, e
por conseguinte em nulidade manifiesta de lodos
os seus actos e deliberares. Foi enlao que o
aulhordo requeiimenlo, protestando contra laes
busos, c sendo nesse protesto seguido de urna
por-ao avullada de SOCIOS, se reliraram do csla-
belecimento: pouco depois acampa do hospital
repicara em signal do regozijo pelo triumpho
do arbitrio do abuso e da illogalidade.
Lina grande parte da associarao e a.commis-
sao iiisislcm nos mesmos principios. Una ad-
ministraoao legal para o estabelccinicnlo : um
parecer de commissao do conlas regular, que c
nao ha nem houve para a administraran em
questao ; depois urna commissao de inquerito
para apreciar os scus actos administrativos, afl-
nal um exaroc minucioso das sommas dispendi-
das, e a respectiva responsabilidado dos dispen-
dios illegaes.
Unal ser porm o meio mais cuito e mais ra-
zoavel de chegar a este Qm? A opiniioda com-
missao tora, que antes de tancar rao de outro
qualqucc recurso, 50 socios coiivocassem as-
scmbla geral, como lhe faculta o art. 19 dos es-
tatutos, noentanto, em virlude do mesmo artigo
casa convocacao s pode ler lugar depois de pe-
dida pelos socios o recusada polo proredor.
Ora, nao tendo o hospital actualmente provedor
legal, a sociedade nao pode soccorrer-se a esse
meio.
u nico recurso possivel, por conseguinte, 6
na epioao da commissao, a intervencao dos iri-
bunaes competentes.
Recite, 26 de Janeiro de 1860.
A commissao.
Seracs le Pernambuuu.
Rendimenlo do dia
dem do dii 10.
1 a 9
8:226jj310
277^816
8.504*126
Patogonia35 dias, barca ingleza Prince of Wcf-
les, de 315 toneladas, capitao J. Me. Kcunen,
equipagem 13, carga guana ; ao capitao. Vcio
refrescar.
Buenos AyresPolaca hespanhola Elegancia, de
201 toneladas, capitao Pedro Maristany, equi-
pagem 13, carga 4.068 quintaos de carne ; a
viuvado Amoriinii Filhos. *-
Rio Grande do Norte11 dias, lancha nacional
Flor das Ondas, de 29 toneladas, capitao Tor-
alo Jos do Nasrimenlo, equipagem 3, carga
assucar : a Jos da Cunha Magalhes.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da PrataEscuna hollandeza Welhelmina,
capitao M. C. Broat, carga assucar.
Monte-VideoGalera franceza Zampa, capitao L.
Laine, era lastro.
OS t o. Q. a. O B Horas.
* F1 3 L 05 Atmosphera
5tf Uirecco. m y. -i o
W "1 o en O V 53 o o a Intensxdade.
1 en OJ OS le O OS rc> en c * Centgrado. H o O
ce -4 CO o b * Reaumur.
-1 OT5 o OO 00 I oo- 3 - | Fahrenheit
w v 00 Ilygrometro.
V 00 c 5! 3 en 3 en Barmetro
c
os
p.
H.
X
Consalado provincial
Rendimenlo do dio
dem do dia 10.
1 a 9
17:0173007
353^093
!7:37Og700
A noite nublada c chuvosa, venio S, e assiui
amanheceu.
OSClLLAC.vO DA HAR.
Preamar as 6 h 30 da manhaa, altura 7.75 p.
Baixamar as Oh 42 da manha, altura 1.09 p.
Observatorio do arsenal demarinha 10 de feve-
rcro de 1860. Viscas Jqhior.
Editaes.
Pauta das preros dos principies gene-
ros c protluccocs nacionaes,
que se despachan pela m^'i do consu-
lado na semana de
6 a 11 de fevereiro ou espirito .
PrarndoRecife 10 de fevereiro de 1800
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaoes officiaes.
Descont de letra10 e 12 0[0 ao anno.
Gotsres officiaes no dia 9 depois das tres horas
da tarde.
Cambio sobre Pars392 rs. 90 d[v.
Descont de letras=ll 0|0 ao anuo.
George Patchelll'.residentc.
L) ubou reqSecretario.
Alfandcga.
Uendimentodo da 1 a 9 104:937^760
dem do dia 10.......1S.97;I77
123:885*437
Movlmento la alfandc^a
Volumes entrados com fnzendas . O
com gneros . 83
Volumes sahidos
*
com
com
fazendas
genei os
------147
39
683
Descarregam hoje 11 de fevereiro.
r>r^ue inglezGeorgefazendas.
llarca inglezaBonitafazendas.
Bngue nacionalr-Maria I.uzia=rfumo e charutos.
Importacao
.Brigue inglez George, viudo de Liverpool con-
signado a Saunders, Droihcrs & C, mauifeslou o !
seguinte :
5 caixas lacre, 1 dita renda de algodao; II. \
Drunn ik C.
10 fardos fazenda de algodao, 1 barrica zinco ;
a Barrocas Medeiros.
15 laxas de ferro ; a S. P. Johnston & C.
50 barris mauteiga, 50 caisas qaeijos; a Tasso
& 11 lilaos.
300 barricas cerveja, 13 caixas o 41 fardos fa-
zenda de algodao ; a C J. Astloy & C.
1,100 barras, 58 teixes de (erro, 68 ditos de
arcos de dito, 30 ditos de ditos em cbapa, 3 an-
coras, 10_ toneladas de carvao de pedra, 1 caixa
arreios, 5 dilos bscoutos, 1 caixa o 4 barricas
ferragens, 2 volumes machinas ; a Isidoro JIjI-
Jiday & C.
6o saceos arroz, 25 barris manteiga, 1 caixa
roupa ; a ordem.
f-irdos fazenda de linho, 29 volumes dita de
algodao, 1 fardo e2 caixas manufactura de linho,
1 dita queijos, 2 fardos badas, 1 barril cerveja :
a Arkwight fe C.
5 fc-ixes cobre em ful ha : a A. Slombarli.
1 caixa ferragens; a Amnral, Aires & C.
1 barrica ferragens. 1 caixa raeias, 5 ditas
nhas ; Mello Lobo 4 C.
1 caixa fazenda de linho, a J. Kcller v C.
) fardos e 23 caixas (azenda de algodao,
Agurdenle alepol
de agurdente ..... caada
dem coxaca.......
dem de cana......
dem genebra......
dem idem.......botija
dem licor.......caada
dem idem.......garrafa
dem restilada e do reino caada
Algodao empluma 1." sorte arroba
dem idem 2.a dita ....
dem dem 3.a dita ....
dem em caroro.....
Arroz pilado......arroba
dem com casca.....alqueire
dem branco novo.....arroba
dem mascavado idem ...
A/.eite de mamona .... caada
dem de mendoim c de ci)co.
Bolacha lina....... arroba
dem grossa......
Caf em grao bom.....arroba







cento




libra


um

libra
y

um

urna
arroba

alqueire
alqueire
arrolla





arroba
cento


urna
um
una




um
li-
. 20
oilas linhas, 2 ditas iniudezas, 4 fardos fazenda
de linho ; a II. Gybson.
25 barra manteiga a SeotiWiUan.
1 caixl^caroisas de algodao; a ('.. Kalmann & C.
[3 gigosloca, 5 caixas cassas, 1 fardo man-
tas, ''< ditos fazenda de algodao, l dito lonas ; a
S un lers,,Brothers i C.
6!)0 barris plvora ; a Viuva Amorim & Pilho.
13 fardos fazenda de algodao ; a N. O. Be-
b:r i\ C.
.1 caixa miudezas ; a Moosen & Vinassa.
ana hollandeza Gepbiene lle'cna, viuda de
Lo i !r. s consgnadf a Basto & Lemos, niani-
feslou o seguinte :
415 barris plvora, 50 ditos ceneja ; a Adams-
so llowie & C.
!)) barricas cerveja ; a ordem.
5 cascos oleo ; a Johnston Paler & C.
; caixas pilulas ; a J. Sodn & C.
c ililas bscoutos; a Tasso & Irmaos.
200 barris e 9 barrica tintas ; a Rolh & Bi-
doulac.
200 barris plvora ; a Henry G'rbson.
323 ditos dita, 100 barricas cerveja; a Saunders,
Brothers i C-
2(K> baf/is plvora ; a Patn, Nash & C.
2 lardos lonas ; a Prente Vianna ^ C.
1 caixa fa/enda de borracha, 1 dita meias de
algociao ; a J Cardoso Ayres.
1 caixa fazenda ; a Dammevr & Cnrneiro.
43 caixas lalrinas, 2 gigos iouca, 26 rollos ca-
Idem idem restolho ....
dem ideiu com casca .
dem moidn.......
Carne secca.......
Carvao de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem em velas. .
Charutos bons......
dem ordinarios.....
Id.mu regala.......
Chifres........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem idem seceos espichados,
dem dem verdes.....
dem de cabra cortidos .
I lem de onna......
II isce de calda......
dem de Goiaba .....
dem seceos......
Espanadorcs grandes. .
dem pequeos......
Esteiras de preperi .....
Estoupa nacional......
Farinha de aramia ....
dem de mandioca ....
Fcijo.........
Pumo em folha bom ....
dem idem ordinario ....
jdem idem restolho ....
[dem em rolo bom ....
dem idem ordinario.
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua.......
I.enha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em loros......
Madeiras cedro taboasde forro.
Louro pranchoes do 2 custados
Costadinho. ...*...
Costado........
Forro.........
Soalhd........
Varas aguilhadas.....
[dem quiriz.......
Viinlilico pranchoes de dous
distados.......
dem dem custadinho de dilo
dem tahuas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21,2 a 3 de
largura
dem idem dito de dito u/.uaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
IJ'in nn obras eixo de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas........
600
360
400
60
20
60
280
720
7J6O0
6g600
2$ 150
3000
3g500
4^350
2-5S0O
800
23560
7000
3S 0
egooo
43000
53000
931500
60 100
23OOO
Manoel Joaquim da Silva Rbeiro, fiscal da fre-
guezia de Santo Antonio do termo da cidade
do Recite, etc., etc.
Faco saber a todos os pnrochianos desta fre-
gueza, que a cmara municipal desta cidade, por
proposla minh.i,/tein suprimido o lugar do.novo
caes que lica por Iras da ra do Imperador, 011-
tr'ora ra da Cadeia, para despejos pblicos,
'iner de lixos, quer de todas e oulras quaesquer
materias ; pelo que, d'ora em diante nao 6 per-
miilido fazer-se despejo naquelle lugar, e s-
menle 110 lim da ra de S. Francisco, oul'tora
Mundo Novo, e lim do caes do Ramos, junto a
ribeira. Coovem porlanto que os senhores dos
faeam
da provincia a utilidade da desapropriacao
da casa d'um andar c soto, sita na ra do Cr-
doni'z, pertonccnlo a Candido Alberto Sodrd da
Motla, a qual deve ser demolida, por assim o de-
terminar a planta da cidade. Paco da ramara
municipal do Recife, em sesso de 6 de fevereiro
de 1860.Manoel Joaquim do Regoe Alluguer-
que, presidente.Francisco Canuto da Boa-Vio-
ffem.ofcial-inaior servinH de secrolario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jeclos scguiites :
l'ara os corpas e fortalezas.
500 caadas de azeitc de carrapalo ; 2 arrobas
de fio de algodao.
Para o 10." balalho de infanlaria.
Galio de prata com urna pollegada de largura,
varas 10.
Ouem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 15 do
correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
fevereiro de 1S0O.Bento Jos Lamenha Lins,co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
i Lobo, coronel vogal secretario interino.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico, que os 30 dias uteis para o pagamento l
boca do cofre des impostes do 4 por cento so-
w [ bre diversos estabeleciinenlos de 403, sobre casas
O ' de modas, de perfumarlas e de vender plvora, e 1
de 209 sobre casado jogo de bilhar, lindnm-se !
no da 20 de fevereiro, (cando sugeitus a mulla
de 3 por cento sobre os seus dbitos, todos os !
que forem pagos depois desse prazo. Mesa do \
consulado provincial, 7 de fevereiro de 1860. ,
Pelo administrador, Theodoro Maehado Freir
Pereira da Silca.
Crrelo.
As malas que lem de condu/ir o vapor costei-
ro rersinunga para os portes do sul, serito fe-
chadas no dia 15 as 3 horas da larde.
Novo Banco de Pernambuco
O novo hinco de Pernambuco 1 eco-
llie as olas de sua emisso de l'".V e de
20.)', epedeaos possuidores das mesmat
o favor de as virem trocar no seu es-
criplorio, dasBl 1 horas da manhaa at#
as 2 da tarde.
INSIT.r.r.U) DO ARSENAL DEMARINHA.
Temi de continuar no haiiro de Sanio Anto-
nio a construeco dolando do caes entre a ponte
provisoria c o outro lauco feito do lado do thea-
tro publico, convida o Sr. inspector nos qu
queiram tomar a si essa obra a a presentaren)-se
11 esta secretaria com as suas proposlas em cartai
lechadas no dia 13 do mez prximo, pelas 11 ho-
ras da manhaia, em que lera lugar o contrato :
.-indo que as'condh-oes coiicernerites a feilura
da mesma obra, eo respectivo orcamenlo esto
patenle-; nesla secretaria para qucni antes do con-
trolo precise consulta-Ios.
Inspecco do arsenal do marinha dePemam-
pela primeira vez nesta esptalo drama de gran-
de espectculo em 5 actos,
Sr. inspector da alfandega e em presenea d*
lllin. Sr. cnsul de S. M. Fidelissima, no estado
em que se acha o dilo brigue, eporconln e ris-
co de qur-m pertencer: rs pretenden les o pode-
1 o 1 -minar no ancoradonro em que est fon-
deado. ___
PEIISONACENS.
ACronF.s.
Coi m lira.
Rozcndo.
Raymundo.
O coronel Jorge................
Sarny, representante do povo.
Luiz, anligo criado do marquez
de Estain.....................
Dr. Bernardo, medico do hospi-
tal de Bicetre................ Lisboa.
Jos, criado de Sarny.......... Lima.
Lord Harbour................... Carvalho
Blinlon, negociante inglez...... Lessa.
Scbastiao...................... Barros.
Ignez de Borcerf............... I). Isabel.
Luiza Bcrtrand................. D. Mara Luiza.
Isabel, enfermeira do hospital
de Bicetre.................... D Jesuina.
Tropa c povo.
A acc.io comeea em setembro de 1797 c acaba
em novrmbro de 1799.
Terminar o esperlarulo com a sempre applau-
dida comedia em 1 acto :
POR CAUSA 1101 ALfi.4Ri.SlA.
Taz a parte de sacrislo o Sr. Raymundo Jos
de Araujo.
O actor Coimbra que (antas provas de amizade
tem receido do publico desla capital, espera que
os scus esforcos sero coroados, pois nao lem
em vista mais do que proporcionar si o seus
irmaos d'arle meios de subsistencia, mas para
que este desojo seja completo, lhe necessario
urna assignatura para poder fazer face s despe-
gas com que lem a hitar.
As pessoas que quizerem assignar podem-so
entender com o Sr. Cunha, garantindn o mesmo i
director que serao lodos novos para esta ca-
pital.
O ador Joo Pereira da Cosa Lima, estando
aqni de passagem, e querendo ajudar os seus
amigos e irmaos d'arle, presla-se a representar
urna scena cmica, intitulada :
DIITOf (I M MCI1.
6*000
......... 8000
.......... 5^000
......... 2000
.......... 13000
Comecar s 8 horas.
O agente Pestaa continua a estar autarisado
pelaconiniissao liquidataiia da exlincta sorieda-
ie de liacao o lecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Ospretendenlea podem dirigir ao armazemda
ra doVigarion.il, a qualqucr hora do dia a
entender-so com o difo agente.
Segu ula-fe ira 13 do correnle.
Pelo
agente
De ordem do F.xm. Sr Dr. juiz dedireil i < m-
pcclal do commercio, o re
no dia cima designa lo e pi las 10 h in
nha por cunta da ni.vssa taluda de R. II W
no armazcm do mesmo. ra do Trapiche n. 1-.
Ferragens linas e grossas.
Cmilarias, baetas, coberl.....s e mais me
lias existentes, conforme o inventario em
do agen ti.
iriado
PREQOS.
oidem..........
dila.............
1.
2.
3.a dila..
Cadeiras.
Caleras..
escravos faeam as advertencias necessarias aos
mesmos escravos, visto como aquello que for de-! buco,*em* 25 de Janeiro de 1860.O secretario,
posilar immnndicas e oulras malcras prohibi-
das, a fiscalisaco est na (une delibcraeo de
fazer elfecliva as penas das posturas marcadas
para laes casos; scionlifieando, que nao c l.im-
bem concedido o so conduzir as materias duran-
te o dia.
\i para que nao apparecam, como sempre
de coslumc, quem diga que nao sabe das dispo-
sices das pisturas, nem das ordens a seme-
Ihanle respeilo, lavrei o presente, que ser pu-
blicado pelo Diario.
Fiscalisaco da freguezia de Sanio Antonio, 7
de fevereiro de 1800. lisca
Aiexandre Rodrigues dos Aojos.
De ordem dolllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
que a arremataco da parle do sobrado de dous
andares silo na ra da Guia n, 29, penhorada aos
herdeiros de Antonio l'erreira Uarte Velloso,
nao leve effeilo no dia annunctado por falla de
licitantes, e por isso Rea a mesma arrematadlo
transferida para o dia 18 do correnle.
Secretaria da thesouraria de (azenda de Ter-
nambuco 1. de fevcrcird de 1800. O officiai
maior inlerino,
/.i<; Francisco de Sampaio.e Silva.
Avisos martimos.
Para o Aracato.
/
Segu oqi poneos dias o hiato Camaragibe, pa-
ra carga e passageiros trata-sc na roa do Vgario
numero 5.
.1/anot'/ Joaquim
da Silca Ribeiro.
1." seccao.Secretaria da polica de Peinara- LOllSClhO (le COIlipraS liavaCS.
buco, 6 da fevereiro de 1860. Tendo do fazcr.se ., acqusiC5o de diversos ob-
U Dr. chefe de polica da provincia, providen-
ciando nos termos do artigo addilivo s postu-
ras municipaes de 1 de julho de 1855, approva- '
do pela presidencia era 27 do Janeiro prximo
Qaarta-reira !,'deMTette,
PELO A.G ENTE
a
No m ncionado dia e petas 10 I ni is n i
nha no armazcm da ra
ferido agente ven le i p >r i inl i
t e em lotes vonl i le d i
l;inaporcode Iouca IVant-. -
za, branca, de frizo c
tada, constando
Apparel ios para jantar.
Chicaras e pires.
l'r.itos fundos e razi s.
Tigelas de diversos lam i li -.
2u han s com a rai
(.alas com ameisas.
Presuntos es.
'' aii i- i :. i harulos da r
de
COM PAM1IA PEMAMBUCANA
DE
ffacao eos eir a vapor
(indo, acerca dos carros e mais vehculos de con-
dueco, que Iransilam nota cidade, resolve, que
se observe o seguinte
Regulamento :
Art. 1.' As entradas de carros na freguezia de
S l'r. Pedro Ooncalves, sero feilas pelas ras
do caes da Alfandega, Cadeia Velha, Corpo San-
io, Trapiche e Cruz, e as sabidas pelo largo do
arsenal de marinha e caes de Apollo.
Arl. 2." Na freguezia de Sanio Antonio os car-
ros que rierein da Boa-Vista finio suas entradas
pelas ras Nova, Cabuga, Crespo c Queimado.sa-
hindo pelas ras de s. Francisco, imperador,
1000 travessa do uuvmor, ras da Roda, do sul, rto-
renlina e B>dla ; e os que vierem dos Afosados
enlrarao pelas ras Direila, I.ivramenlo e Quei-
mado, a sahlr na ra do Crespo e sahiro pelas
ras cstreita do Rosario, Hurlas, Marlyrios e
Aususla.
Arl. 3. Os carros, que do campo vicrcra pela
freguezia da Boa-Vista, entraro pelas mas do
Cotovello, Gloria, caes do Capibaribe e sahiro
pelas mas da Imperatriz, Aragao e Sebo, entran-
do os Amaro.
Art. -5." Os mnibus faro a sua entrada esa-
hila pelas ras Nova, Cabug e Crespo; equaii-
do se incontrem cora algnin carro na ra Jo Ca-
bug, pararo para dar passagem ao mesmo
carro.
Arl. 5" Os infractores do presente regulamen-
to encorrero as penas do arl. 17 das sobredi-
tas posturas de 18 de julho de 1855.Alencar
Araripe.Conforme.O secretario, Rufino A.
de Almeidi.




12^000
2J500
13000
sgooo
53000
33200
2S0
100
175
30;)
103000
500
400
1SO00
3320.)
1$600
300
1J6O0
33000
6SOO0
9$00o
73OOO |
103000 1
C3000'
3321IO
35$000
2351111
13600
123000
33000
103000
6J0O0
8$ 000
23500
2$U0
13G0J
213000
13000
453500
16$000
5g000
lOJOOO
q
jeclos do material abaixo declarados, (.ara for-
necimcntodo almoxarifado do arsenal de mari-1 $"'"q
itha, manda o conselho fazer publicn'que tratar
disso em sesso de 18 do correnle mez, a vista
de prosistas em carias fechadas entregues nes-1coBnccneuls".'
se mesmo dia al as 11 horas da manha, acom-
panhadas das amostras que caibam no possivel,
cortos os concurrentes de sujeitarem-se a mulla
de 50 0 o do valor de cada objecto nao entregue,
da quaiidade e na quanlidade contratadas, o de
carregarem alem disto com o excesso do proco
se o houver, piando pela falla se recorra ao mer-
cado, bem como de serem pagos do que vende-
reni pela forma ha muilo em platica.
Objectos.
Cobre em folha de 10 a 20 oirs, com os compe-
tentes progos, tr.Ofiilbas.
Colla da Baha, o orrfti.
Cncerado para a cmara 1.
Kslanho oilo arrobas.
Tole 1.
Ferro brulo 10 toneladas.
Fechaduras de caixas 15.
Camnenos de ferro 50.
Navalhas de ruarinheiro, 100.
Paes de Ierro -8.
Panno para mesa 1.
Pnrafusos de ferrro de5 2 0 i de polegadas 10
grozas.
; Tachas de ferro para bomba 10,000.
Zinco em barra 8 arrobas.
Zarco, 1!) arrobas.
Sala do conselho de compras navaes em Per-
1 nambuco, 10 de fevereiro de 1860.( secretario
l Aleraddie Rodrigutsdos Anjos.
O vapor Persinunga. commandanto Lobalo,
seguir para os pollos do sul, tic sua escala no
correnle ,'is 5 loras da tarde. Recebe
carga at o dia 13 ao meio dia, sendo posta a bor-
do e arompanhada dos competentes despach 13 1
tus.
Tara o Aracaty.
O libio Exalacos segu imprcterivelmenle
na seguinte semana : para o rstanle de seu car-
regamento, trata-sc com Gurgel Irmaos, no seu
escriptorio da ra da Cadeia do Recife, nrimeire
andar n. 28.
On
\ p ir eonla '
1" rlencer no dia cima di
rasda manha a ; aii-
intc da a!, ndi : 1
75 bai ris com :. 1 /j.
75 meios ditos toa 1.
COIViPANHIAORASlLEiRA
DE
PAQUETES A
O vapor Cruzeiro do Sul, rommandanle o
capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, cs-
pera-se dos portos to sul em seguimeoto aos
do norte al o dia 13 do correnle mez.
Recebe-se desde j pi -. inte de d-
nheiro c encommendas e engaja se a carea que
o vapor poder conduzir, sen !o os volumi s d is-
pachados com antecedencia at a vespera de
: sua chegada : agencia ra do Trapiche n. -10.
14
TIIEATRO
.
laraco
DE

IS
J*i VA?
Concert vocal e instrumental,
cm benelicio das Sras.
Luigia Gavetli e Sola Marini Testa.
Quarta-feira 15 de fevereipo.
PRIMEIRA PARTE.
Symphonia a grande orchcslra.
Romance da opera l l)ue Fosean, pelo Sr.
pe', a
Sra.
1.
a o
3." Duelo da opera 1 Dte Foscari,
Marini e o Sr. Testa.
." Alia da opera Domin-negro, pela Sra.
Gavctti.
SECUNDA PASTE.
Symphonia pela orchcslra.
Aria da opera Sfacbelh, pela Sra. Marini.
par 103000
9
Mel......... caada
Milho......... alqueire
Pe Ir 13 de amolar. una
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em molhos .... um
Sabo......... libra
Salsa parrilha...... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio) una
Tapioca........ arroba
Unhas de boi....., cento
Vinagre........ pipa
303000
210
2g500
800
9g ion
1328O
200
120
253000
IDSOOO
33200
;:- 00
$300
503000
Banco do Brasil
A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
adherindo a proposla feita na reprcscnlacao a-
baixo transcripta, assignada por um grande nu-
mero de negociantes desta praca, e que lhe fora
dirigida pela Associaco Commerrial, faz publico,
que continuar a admillir a descont letras cm-
bora com vencimento para Sus de mez, de con-
formidade com a referida proposla ; esperando
poreni que o corpo do commercio tomar em de-
vida consideraban o pedido feito, cora retirado-
de alterar a pralica esiahelecida de se assignar
s nos flus de mez os ttulos de credilo do com-
mercio de mportacao.
Ropresentarao.
Os abaixo assignados, negociantes desta praca
do Recife, posto que reconhecam os motivos po-
derosos que dictaran! a deliberaco accordada
pela directora da Caixa Filial do Banco do Bra-
sil, de nao admillir mais a descont, c sira s
receber sob a formula de rauco as letras cora
vencimento para os das finaos do cada mez,
considerando,porm, os inconrenienles, que pode
essa mesma deliberaco occasionar a diversas
casas importadoras qu nao se achara preparadas
para de chofre acceilaresla medida ; propem
directora da Caixa Filial, que, suelada a referi-
da deliberaco antes se adopte o seguinte alvi-
Ire que parece alias convir mais aos interesses
do commercio edos da propria Caixa Filial.
Sendo o mal que se tem em vista curar, a dif-
(lculdade e qnasi impossibilidado de se fazer de
um modo regular a cobranca nos dias finaos de
mez, pela accumulaco de ttulos e crditos com
vencimento nos mesmos dias filiaos de cada mez,
e cumprindo, porlanto, ver meios de simplifi-
car o processo de to dilficullosa cobranca, a pro-
posta cifra-so no seguinte :
Primo.Ouo sejam pela Caixa Filial avilados
na vespera ou com antecedencia de dous ou mais i
das, todos os acceilantes para mandar nos dias
de vencimento at s 2 horas da tarde, pagar as
suas lelras na thesouraria da Caixa Filial.
Secundo.Ouo nao sendo saliscilo esse ped- j dcsde i agradecem mais essa prova de sympa-
do por parte dos acceilantes, os abaixo assigna- lliia pelos arlisios.
REAL fXHHMfllU
[SO-
1.
Toroa-!*('ira
ur.os Dupt'dt vi C
o oorrenlc.
fuian !;ISo- pOi
intervencao do agente Ihprollto".
Silva, de inri completo lortimento de
fazendas de la, linho, linlio <
seda, seda e algo i:. >, e pora 1
convida a to I051 1 scus fregm vek c
patecerem em seu ai m ..: na 1 1 ni
dito dia :is 11 horas em ponto. Na
maoccasiao sera'vendido um r*$to
miudezas para fe rbar cootai.
O vapor Brasil espora-se dos porlos do
sul do 11 a 12 do correnle, e seguir no mesmo
dia para os portos da Europa de sua escala. Pas-
sageiros o encommendas Irala-sc com os agen-
tes Tasso & Irmaos.
Porlo c Lisboa.
a."
0 o
7.
MovinienU) do porto.
'. Savias entrados >'o dia 10.
Rio de de23'i toneladas, capillo Manoel Jos Vieira,
eqnip.igeiu 12, carga ariaha de Irigo e m:.rs
gneros; a Antonio Luiz de Oliveira Azevcdo.
l'ai.ihibaG dias, hiato nacional Camaragibclc
3S toneladas, capilao Izidorlo Harreto de
Mello, cquuagcm , carga loros de naugae ;-a
1', II. de Si [ueira.
Duelo da opera Luiza Uiller, pela Sra.
Gavelli c o Sr. Testa
TERCI.IRA PARTE.
8." Symphonia pela orchcslra.
0. Cavatina da opera / Masnadiri, pelo Sr
Testa.
10." Aria da opera Allila, pela Sra. Marini.
11. Rond finai da opera Lucia de lamer-
moor, pela Sra. Gavelli.
Tendo sido bem acolladas, quando pela pri-
meira vez cautaram, esperara as beneficiadas que
o publico desla cidade, sempre promplo e seni-
At o dial\ desle mez, espera-se do sul o
, vapor Oneida, commandaiitc F. A. Bevis, o qual
pre solicito em proteger os artistas nacionaes ou ; d(ipois da domorn do cosime seguir para
thainpton, tocando nos porlos de
Espaoles resilien-
tes en el imperio Sahc com brepdade a barca porlugueza For-I Lleno de confianza en ruestra pa-
rnosa, capilo Joaquim Francisco 1'inheiro, re- : triotisino me dirijo n vos otros en 1
cebe carga e passageiros, para oque lem magni-Lfo solicitando vuestra C per C >n n ,-
(icos romniodus : quem quizer csrregar 011 ir de ' 1 1
passagem, trate com o capilo na Taca, 011 com ra una catl.sj tan JUSta CCn ) la que ha
os consignatarios Manoel Ignacio do Oliveira .& motiva Jo la pierra que BCa"
Filho, no largo do Corpo Sanio.
Ilio de Janeiro.
Vai brevemente sabir o brigue brasileiro Ho-
que da Victoria, capitao Lisboa para carga e
algum passageiro, Irata-se na ra da Cadeia do
Recife, escriptorio n. -.
REALCOMPAHIA
DE
Paqueles inglezes a vapor.
estrangeiros, lhe dar toda a sua benevolencia,
concorrendo ao presente beneficio, dado nica-
mente com o fim de obter meios para volt nem
a suas patrias, e ao seio de suas familias.
Certas do bom acolhimento que recebero,
Sou-
S. Vicente o
Ir.--i:!-so cora os
111a do Trapiche
dos se obrigora a pagar as lelras de que forera
sacadores, sendo-lhcs apresenladas no respecti- [
vo dia do vencimento depois das duas horas da
larde, quando isto for possivel, ou no da snbse-
quenle ale o meio dia, independenteinciiie de
protesto em coja dispensa concordara.
Tercio.Que os abaixo assignados envidaro
lodos os seus esforcos para que se possa levar a '
effeilo a medida proposla, procurando remover
qualqner dtf&culdade por parte dos acceilantes,
ao passo que os mesmos abaixo assignados, nao
se dispens.im igualmente. Je cooperar por todos
os meios a seu alcance a que seja s'tisf'-ilo o pe-
dido feito pela directora da Caixa Filial, isto ,
que so altere a anliga pratica estabelecida, de:
se assignar s no fim de mez os ttulos do cre-
dilo pelas tiansaccoes de compra e venda de fa-
zondas realisadas Aneante o curso de cala mez. |
Recife, aos 0 da feverc.ro de 1860.
(Seguem-se as essiguaturas).
A canMfi muntcipal desla cidade faz pu-
blico, (\r,;> acsla data ^lopoz .;_ Exm. ^resideule'
O restante dos bilhetes ac!ia-se venda no
hotel Francisco.
N'um dos intervallos as beneficiadas iro cum-
primental o.s seus protectores.
Lisboa, l'ara passagens ote.
agentes Adamson llowie & C,
Novo n. 12.
N. 15. O.s embrulhos s se recebem al duas
horr.s antes de se fecharen! as malas ou urna ho-
ra pagando um pataeo,alora do respectivo fele.
,wlEz
j
nio
SGCiEDADE DRAmATICA NASIC.NAL
SOB A DIRECC.O DO ACTOH
JOS lilAfiTE COmBRA.
'RIMF.IRA K1X11A.
Salj'iatlo 11 c!e* fevereiro.
COMPAMIIA PERMjIBUCAW
1> K
Navegacao costeira a
Pica transferida a snhida do vapor
para o dia 11 do crrenle.
vapor.
Iguarass,
Leilocs.
Azevcdo & Vleles, consignatarios do bri-
gue portuguez. fino, capitao Manoel de Oliveira
Barros, arribado a esto porto por forca maior,
(arao leilo por intervencao do agento Hi
tilo do Silva, do referido'brigue no dia do
I torrente s 11 horas da raanlia. na poeta da As-
;da ouvcrhir.a. do csiylo, subicS sccrj iseciac7: Ccinrieriial, -:?ni aotosa^io do lltn.
1 i!
la nacin espaola. Todas !.is el tcsckl
I estado se han contizado en la n
' patria, para ajudur con sus d > ; itii
gobierno, afin le que pueda lle
cali, la noble empres t de \. n Itcsur I 1
bonra de nuestro pabelln, ultra
por les moros de la costa de Afine 1
castigar al mesmo tem00 I tos de
vandalismo, y piratera que contin
mente estn cometiendo.
Al frente de todos se li >
nuestra augusta soberana. No I
mos cada uno de DOS Otros iva p "puno
lacrificio pira contribuir por nue I parte al feliz resultado de esta expedi-
cin !
No me es permitido dudar un solo
momento, y cuento con <| te correris
I todos y cada uno de VOS oros al con*u-
i lado espaol a" llevar lo (pie cala uno
pueda, segn mis medios, para n te m
se diga que, la dtancti que
para de nuestra niada patria, ha
Iriado el alecto que le debemos como
buenos cuidadamos.
."\1. de Potestad,
Encarregadodenegocoi j cnsul
neral de Epana en'eJ imperio dd
Brasil.
Se halla abieita en ette tice C msula-
do, Insta el fin deeste us, una ins-
cripcin, para el fia arriba mei cionad -.
Yice cootnlado de Espaa en er-
nambuco I* de rebrero de 18(0.
Juan Anglada Hijo,
Vite cnsul.
Vende-se superior doce de
ha a 1,000 o caixa > de \ libras
: 111
ra da Praia taberna n.


(4)
DIARIO DE PERNAMBCO. SABBADO 11 DE FEVEREIRO DE 1860.
AUeneo.
Grande cosmorama
\a rua da Imperatriz n. 5.
quaes serlo substituidas lodos os domingos por
ouira. Em cada vidro se achara a ex'plicaeao de
cada ama.
Entradas para homcns c scnhoras 1g000. para
meninos ate 10 annos 500 rs.
Yegcto-depuralivas
Vcnde-se doce secco do pcluxo milito novo a
1g a libra dito de calda a 721, amoixas franco-i De domingo 13 do correntu estar exposto ao
zas a 18200, ditas portuguesas a 500 rs., passas publico un 'novo e lindo cosmorama, chegado
i, C5,a^a m" u boos a 50 rs m""elada em ltimamente do Pars, contendo ditTcrenles vistas
latas do d ias libras a lj-lOO, massas finas de di- todas novas, como sojam as ultimas balalhas da
versas qualidades a 32;), 360, 4t;0, 440. 480, 6O i Italia, China e Russia, odas principaes cidados da
jo/*- a llb.doce do guiaba a 1S400 o caixo Europa. O inosmo composto de 14 vistas, as
de 3 libras, qhoijos a 2?4 porcada um, manteiga inglcza muito lina a 800
rs. a libra, dita franceza a 600 rs., licores em
garrafas lapidadas, do niais fino que pode haver,
No sobrado amarcllo da rua
do Crespo n. 14, vende-se
Yelbulina amarella. azul c cor de rosa,
covado r>f>0
Manguitos bordados finos 3t000'
Gollinhas bordadas finas 2j<000!
Gravaliohas de seda 500 i
Chally de cores, covado 1 giO
La o seda escura, covado 400
Chapeos francozos prctos 68500
Hilos francozos de mola 5000 j
Gollinhas linas pira luto I9QOO
Chales do chally com franja do seda 68000
Ditos de merino estampado lino 6J5O0
Ditos de merina liso 480001
Camisas de meia para mascarados 500
Esguio fino do puro linho, pora 12$000
Saias finas bordadas 68500
Ditas ditas ditas 5000
o outras mutas fazendas que vista dodinheiro,
.o dfixaro de sor vendidas.
Vende-sc urna preta moca que cozinlia o
diario do urna caa, cose bem e engomma ; na
rua da Cruz n. 60.
I). Cecilia.Jujquina Mouleiro da Costa e
lodos de sua familia agradecem cordial-
monto aos amigos de scu finado filho l'ir-
inino Moroira da Cosa, e mais pessoas
que se dignaram fazor n honra e obsequio
de acompanhar us restos mortaes desle ate
o ultimo jazigo ; bcra como agradecem a
contraria do convento de Nossa Senhora
do Carmo, lerem-se prestado a ludo dos-
pido de inlerosse, e ponhorada por lama-
nha benevolencia vai ainda de novo rogar
a todos em geral o favor de assislircm a
ir.issa do stimo da que tora lugar no dia
14 s 5 horas da mauha na igreja do
Carmo.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correne auno de
J se audunciou nesle Diario no dia 8 e 9
do corrente, que a casa n. 59 na rua de Santa
Rita, annunciada parase vender, nao ss vende,
perteoce a orphiios, e contina o mesmo annun-
eio da venda : os compradores nao so eng.uioin
Na rua Velba n. 61 ainda se precisa de ama
secca.
Attencao.
Estas PILLAS, sendo nicamente compostas
Je puros vegetos colhidos nos campos e matas
la provincia de S. Paulo, j foro analysadas
pelo 5r. Etienne Laganle no Correio l'aulis-
Precisa-se de um pequeo portuguez que le-
nha pratca, para caixeiro do urna taberna no
arrabalde desla praca : a tratar na rua do Quci-
mado n. 43.
Precisa-se dc 1:600;> a premio, dando-sc
hypolhoca em urna bella mulata de 2 anuos,
que cose, engomma, lava o cozinha rom perfi'i-
jao. O Sr. Eduardo Cadaul, na rua Nova n. 23,
primeiio indar, dar as ioforraacoes sobre quem
pretende azer esse negocio.
= A viuva de Manool Perreira da Silva Haia
convida a todos os credoros de scu casal para vi-
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nomo, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipacs
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parocliiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, litera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
a- Constan-

teniente
Irocam-se, compram-se e vendem-se escravos de
ambos os sexos, do todas as idades c cores com
habilidades e sem ellas e todo osle negocio se
faz|debaixo de toda sinceridade : na rua Direila
numero 66
Precisa-so alugar urna casa lerrea com quin-
tal, cujo aluguel nao exceda de 16 a 20$, no bair-
ro da Boa-Vista ou Santo Antonio: a tratar na
L.fiES PMTICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
e pe
tao onde saluratn algnmas publicacoes a res- rom justificar suas dividas, para enlrarom no in- IlllOS, CtC, ClC.
peilo das viitudes e eflicacia desle maraviltioso, Mentarlo que est procodondo pelo cartorio do I u m **
melicamento, e hite se achao saz conhecidas *scrivaobarias, dos bens que flearam por raorie oClVCCIle Ue gUll
- i ii de seu mando. mnnninnin ~~ it
a ao com-
11ITI1ITIC1
Rua Nova n lo,segundo andar.
M. Fousccn le Hcdeiros, escriturario da
Ihesouraria de fazendadesta provincia,competen-
. | teniente habilitado pela directoria de instrucoo
"'2; ?0,?u,sP'rI0' 8?brad0 dc um a,ldar n- 1. ale, publica para leccionar arilhmctica nesla cid.de,
plfj 1TVI' tem resolvido juntar, como complemento do sou
vi,,"i7 e UDia amn que cn8mrap. co-i curso pratico de escriluracao por partidas do-
r,.,\ m comPrc ),.ra dua,s P^oas : a tratar na bradas, o ensino de contabilidade especialmente
nlmiELTni J a rvrm "nd"r- "' ^5" i na Parle relaliva a reduccao de moedas ao cal-
,~ 8S 1,"b;iro dc Olivera vai a Parala-'culo de descontos e juros simples e comaos (os
ba, Rio Grande do Norte c Ccara. conhecimento in.lispcnsavel as pessoas que de-
A leSta tlO glOlMOSO SantO p|am empregar-sc no commercio ou que j se daveis vista.doces ao paladar ale o remed-
acham nelle estabelecidas. A aula ser aberta infallivel rnnir. . ik v-
no dia 15 de jauoiro prximo futuro s 7 horas rd as ,0D,bri:'8s- Naocausam nau-
da noite ; e as pessoas que desejarom matricu- scasncra -Kensaroes debilitantes.
i lar-se poderao deixarscus nomesem casa do an- Testemunho cxponlaiieo em abone das part;-
nunciante al o mencionado dia. lhas de Kemp
~ _I'rAciS:a"-SVdc uma ama .forra ou captiva Srs. D T' Llnman
DELICIOSAS EJI.NFALl.lVEIS.
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra aslombrigas
approvadas pela Exm.a inspeccao de esludo do
Habana c por muitas outras junctas do \-
gione publica dos Estados Unidos e mais paiz'es
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, aprn-
Amaro
da Cidade Nova ser celebrada com toda a so-
lemnidado, no domingo 12 do corrente mez.
noite sollar-se-lia um bello fogo dc vista.
Ama.
Quem precisar de uma ama, dirija-se a rua Di-
reila n. 6, primeiro andar.
No dia 7 do corrente dcsappareceu da rua
doSol un cavallo caslanho sem signal visivel,
com cangalha o saceos vasios de carvao : quem
o achou, queira dar noticia no lugar de Tabalin-
ga, junto do engenho Burralho, que ser grati-
ficado.
Na rua Diroita n. )3 ha para alugar um
proto robusto e sadio : quem o pretender, appa-
rcra para tratar.
; Manoel Francisco Morcira Maia
vai a Europa.
Alti^a-se animalmente o sitio da
campia da Casa Forte, antes de chegar
a en pella, Lulo do norte, a casa Coi ree-
dificada ha pouco e tem bon> com mo-
dos : trata se no primeiro sitio lo mes-
mo lado ou no llecife rua do Trapiche '
n. 9, arma7ein de asaicar.
Precisa-se de ura sobrado de dous ,
para o servieo de urna casa do familia, c que se ,+ /"". V "-'ln.m;ui e KcmP- ^ort T.
preste a comprar e a sabir a rua em objcclos do at,nl de *>9- Senhores. As pastilhas
servico : ua rua larga do Rosario n. 28, segundo Que Vmcs. fazem, curaram meu filho
andar.
COMPANHIA
CE
S\
Estabeiccida cm Loudrcs
CAPITAL
d.
dc Wtra*
esterlinas.
telas nniimeras curas que com ellas se tem
t>bii.lo, lornand) se um remedio sempre til e
;ario, especialmente nos lngarcs onde nao
liouverem medicse forera escasos os recuisos
la medicina.
Sendo o fin principal Jestas pilclas purificar
a massa do sangue, qual ser a creatura que
pra, hypothecaou alurjuel, com tanto
Imerciante, agricultor, man- quc leha bonscommodos e
Saundors Brothers & C." (era a honra do In-
firmar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eaguem ruis convier, que csto plena-
andarcsouum andar soto por com- ",v'"'.e a"lonsad"s I"''' ..""? companhia para
enectuar seguros sobre edificios de lijlo o pe-
d r.i,
= Oflereco-me para administrador de um en-1 y^wauM'i gi icilliur, man-j que tenha bonscommodos e esteja si- cbjoctos que coutiverem osmesmos edificios
Snd^ eemfiuipara todas as tuado em as principaes uas da begue-;r
o pobri-
r.ioa/padeca de lombriga., exhalava um th.-i-
ro ftido, linha o estomago inchado e
comichao no nariz, tao magro se po/.. w
tema perdc-lo. Nestas circumsiam las um
nbe meu disse que as pastabas dc Kemp itaham
curado Sua tillu. Logo queoubo disO,
prei 2 vidros de pastilhas e com illas sai
vida de meu ilho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
ii'. r. r: .'.
Trcparadas no seu laboratorio n. 36 Cold
Street polos uincos proprietarios D. I.anman e
Kemp, droguistas por atacado cm New Tork.
Acham-se venda om todas as boticas das
| principaes cidados do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na rua da Atfandega n. S9.
Babia, Germano & C.rua Juaon. 2.
l'ernarabuco.no armazcm de drogas de i. Soura
& Companhia rua da Cruz n. 22.
>. i . i t> i i . >4 '.(! lOLIU'UJ IIIUI va v _
robustos: quem quizer, dirija-seao arco de San- CiaSSCS (la SOClCladc.
lo Antonio, luja da esquina.
Suu JlaurUio Carduso.
Attencao,
rordeu-so no da i do corrente n
deiTar de atlender a propria conservacao, der-
presando um mu.licatnento que, mesmo em esia-
evislencia, e que sempie um preventivo e ",rc'" enenle-coroncl .loc francisco de Fa-
,. i. i.. ! i ras bailes, que mora no engenho banucaxi de
. talquer molestia ?... L tnconleslavel que gran- bauo. que com elle tratar o negocio; tambera
da parle dos soUnmcnlos humanos tem por or- so reude rom a safra, e por isso esi desoecupado
^^ Anda so venda o engenho Sapucagi de ci-
ma, na freguezia da Escada, distante da estaco I bilhel
um quario de legoa, muito bom
adiado, o favor de o entregar no paleo do Carmo
om casa de Miguel Jos d'Almeida Peniambuco,
um moio
n. 511 da 2'J.- lotera a beneficio da eni-
moedor para prea lyrica da coile, e pede-se a quem o livor
moer com o mesmo riacho, e lom capacidade de
zta de Santo Antonio: trata-se i
do Rangel n. 5G.
qualquerqualidade.
rua Traspassa-se o arrendamento dc um enge-
nho distante dcsta praca duas legoas, rende-se
Dr. Cosme de Sa' Pereira
a viagem instructi-
- O'abaoo assignado traspassa o di- I ?amp"0par-,e " n,csn, *"*eaho' '
gem a impuresa do sangue.
Assira, julgamos fazer um gran le
para quem so quizer arranjar.
Se verdade ler-se furtado 2 cavallos do
: ongonho Munm era uovembro do anuo passado,
humandsdeaeonselbando o uso destas pillas, sendo um prelo o outro ruco, airijam-se ao en-
e in-licareraos os diHerenles modos por que se genho Palos da comarca do Limoeiro, que terao
devem cuas usar, segundo o eslado das pessoas ""''oa certa, c nao perdono viageui se tiouxe-
rcm documentos comprobatorios.
Agradec ment,
ZnflamacAO lo ia - Acha-sc justa e cowliatada por venda a ca-
sa da rua do Santa Rita n. 57 : quem se julgar
com deito a ella, anuuncie por esta folha.no
_.chinaCoeT"a k$ llva a Europa continua no eicr-1
por, distilaoo nova c bem montada, 22 bois J-~ cicto de sua profissao medica
reitoque tem no engenho Braco da re \ guezia da Victoria, o qual lhe esta' liy- $Tta' clc- clc- ; lrat"se "arua d CresP "" '
pothecado pelaquantia de 10:000.^,pou- '
;*/?
leja.
que sera recompensado.
Estrata dc Ferro
co ma,s ou menos, esse engenho (eme I ^^i^^ \'\Qra^'
tamhemse vende ea paga^entos^a- SUT^t^^ ^ot
TMiHMElS UM,
O Sr. Honorato Jos de Olivcira Figucirc- '
do queira annunciar sua morada ou dirigir-se
... u --.......---------i vende-so na mao do
zoaveisj e excellente, nao s por ser *or rua do Vigario-n. 11 hrox. 3$ encad 4$
muito novo e productivo e ter muitas ^^^YTYyYTT rmT'8'TYTrTTTYYTT* j ^
matas, como por estar qiusi ptompto DENTISTA FRAiiCEZ.
J:; rio, no bairro doRecife, rua dafC
V Cruz n. "i"), todos os dias, menos^
agnos domingos, desde as horas
t as 10 da manhaa, sobre mi
*> seguntes pontos
1
, Hl*. Al-
para moer com amia : trata-se no enpe- ~ Taulo Caignoux, dentista, rua das La- JA noil
.Molestias de. olhos ;
Molestias de cjracao e
Sao convocados a rcunirem-se na assoriacao iho Helia osa "comToaoV'dTsi^ t rDSeiras 15T Na inesma casa Temaguae iS- PSl? V i .
commemal os Srs. accionistas da companhia da n i. I'J Uentilico. brf8 Molt-'st,as Jos oreaos da rtra-
estrada de forro de Tamandar e una, no dia 10 UUI"-ao C AraujO Pereira. XJLjLJLA.HX.x tiLAAAAAAtAAAJ.5 31 <"r'f>. e do antis ;
^S^!!* 11 7l ^? f? 1 3^-. Praticara'toda
Lava-se e engomma-so com perfeico c * I Z| J:
u y j
*
lamento alb-paihico a que se submetle, e vai ti-
rando f roficuo resultado.
O que refiro verdade, e o juro.
Collegio nacional em S. Cnrislovao, Pio de
Janeiro Joaquim Sabino Tinto llibeiro
Reconhecida verdadeira a assignaiura supra pe-
lo tabeliao Luiz RoJiigues Pires da Costa.
Cera completa
Som i'c^'Kanli) ncm iiicommodo.;
lUieumatismo
Da indo at ao meio do braco.
Eu abaixo assignado, declaro que uma minlia
nggregada soll'ria lia bastante tompo de ilieuma-
tismo as cosas da mao at ao meio do braco,
ficando por isso impossibilitada de fazer cousa
alguma com essa mao ; e fazendo uso de muilos
remedios sem resultado favoravel, recorreu as
chapas medicinaos do Sr. Ricardo Kirk,
esetiptoriona rua do Pono n. 119, com as quaes
ticou completamente boa. E para constar fjco
a presente, dcclaracao. Rua de S. Pedro, n.
3 47 rio de Janeiro o Manoel Antonio R.odrf-
gues Heconliecida verdadeira a assignaiu-
ra supra pelo tabellio PeJro Jos de Castro.
MA
3
Precisa-se de una ama para casa dc pouca fa-
milia. UUO snil^i hi.tn ODRomiuai c cneaboar : nn
rua do Queimad n. 23, lerceito andar,
ao.
ui
A mesa rogouora da imperial capella das Fron-
teiras, U-ndo annunciado que fara a fosta da sua
divina padroeira em o dia 12 desle moz, o nao
podondo fa/.or-se a mesma festa nesse dia por
falta de sacerdotes e tambem do msicas, em
tal dia outras testas, para as quaes j oslao con-
tratados, ve-so por isso obrigada a transfer-la
para o dia l'J do corrente mez.
Ama.
que saiba cozinhar:
Precisa-se de urna ama
na rua Velha n 105.
Precisa-so de um boniem para Irabalhar em
um sitio, da-se bom ordenado, urna voz que di;
abono de sua conducta : a tratar no sitio da i-a-
pella da Conceicao da estrada de Joao de Barros.
Attencao.
a
O abaixo assignado dcclaia aoscrodoros dc sou
qualipici
operacao quejulgarconvenien- (
vallo ou doli del
ser generosamente recompensado.
o assignado Ln'm'il"^^!^?? T^\1S pr- iqitzerem. e
ulos na rua do Collegio n. 3, Nos domine
A apnlicacao dealpuns medir
...... >. que se convencionar. i \5 ,''. .. f' V.
dias santificados cncoiitrar-sc-l % ,nc'n*os indispensaveis t-m varios |
h&&&sL
COMPAMHt DA VIA FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
Polo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas vircm do dia 3 do corrente em diaute
inado-'pau:a;;d;^ni;;^^Lq^^;^^- ^^!{r^Crcspo,\%par,ire-ce-
enciados bens que lhe possam locar no inven- SSS"!:! t 'c"do,^' JU.'?S ^ 5ua! acc.s'
familia : a Iratar na rua da AnSLl. Vet a- I P 'r " p-l-a,m, poUL'"d" seF
Roga-se aos Srs. deveJores a firma sr* ia
. de Lene ; Correia em Itquidacao, o obsequio
___ n'. ,,i ... 0 r i liora. m ""a mandar saldar seus dbitos na leja da ruado
idmmistradores da massa fal- iUUX**3^Q * C>S>s| Queimado n. K). J
'idade Jos Duartede liveira Repo Na officina e galera da rua Nora n. 18, pri-
visam a todos os senhores une se iil- i mo!ro ^^ con.linua-se .'F" "tutos pelo senda
.ni,,m Bcu"u,t-s que se jui- systema norte-americano. Mais do 5000retra- n<
,.ucm creaores ci a presen tar-lhes no os tirados em quatro annos pelo artista que Machinas
lados fatiricnntos amrten-
nos Grouvrr & Itahrr.
prazo de 8 dias os seus ttulos, afim de I i** esse estabelecimento, p'rovam a bodade onston* C, raTd'snaU Kovaa'S!'1 ?-
l0 n ,!,__; i?os Procesos, empregados (nicos, que garan-
Attencao.
Vo:ide-se um casal de escravinhos, sondo um Souza Barroso, adrninislrador do engenho
l
temi uua ui-ua iiuu mi; pu.ssum locar no inven- i P.||i,r n ...,,, ~: ._t *.-
lario que so est' procedhado, llecife -J dc leve- S"*A?. 5??*^""dio 1. de agosto
reiro de I860.-Joao dos Sanios Porto unxor. I ? -- .1 Jl?JaDe,r0 de 18G0- Reclte. 1- "e
Segunda voz roga-so ao Sr. Antonio di
n. ! [ue de 0 annos o urna negrinha de 5,
bonitas peras, proprios para um mimo: a
na ua Imperial n. 5'J. cuiil'ronle ao viv
Huniz. .
Grande sorlimento de
zeiidas preas para a
quaresma.
na pies nreto a 1;T00 rs. o corado, dito a
, dito .1 ZgflOO, dito largo a 2J200, dilo a
2IOO, dilo'n 2^600, dito mais superior a 2J800,
seda prota lavrada superior a 2j660 o covado, di-
. do
Iirum, tenha a bondade dc appareccr no pateo
do Terco n. 4, a ultimar negocio que o mesmo
senhor nao ignora.
Aos senhores dentistas.
Denles americanos.
\cndcm-se por atacado ou a rotalho, do lodas
as qualidades, no atorro da Boa-Vista, actual-
mente rua da Imperatriz n. 10, loja.
= Vcnde-se um fogiio dc ferro com os seus
competentes ulencilios: na rua do Imperador,
loja di' marciueiro n. 18.
= Preciso-se do uma ama j idosa, s para
cozinhar para dous mocos solleiros : na Soleda-
do, rua do Progrosso, penltima casa do lado
esquordo.
Precisa-se de urna ama de leite,
na pada-
fevererode 1860.
Precisa-se de ura bom forneiro
ria da rua dos Pescadores n. 1 e 3.
Quem precisar de um homem porluguez de
idede para administrar qualquer estabelocimen-
to, ou mesmo para .brancas de rua ou outro i ^s Cinco Ponas n.7, "que"'achara'com ou'em
quelquer mislcr ; na rua da Praia n. 58, das 9 Halar. 4 ,ucm
ATTEN(I0.
Precisa-se (o uma escrava por alguel, que
saiba cozinhar bem : quem tiver dirija-se rua
horas do dia em diante ; dando fiador a sua con-
duela.
ADMINISTRAQAO DA IMl'RF.NSA NACIONAL
dc Lisboa, tendo publicado o Specimen dos ly-
pos que se fundom na sua fundico, garanto aos
Srs. typographos a maior rapidez na promptifi-
caco do suas encommendas, perfeta execurao
do trabalho, boa qualidade de metal, c exacta
conforraidade com as requisieoes que 83 lhe i-
zerem. A adminstraco nutre a bem fundada
esperance de continuar a merecer a preferencia
que lhe dado os Srs. typographos, na cerloza de
que no descansar no camiuho que encelou,
pois que se acha em andamento a fundi.o de'
oulros muilos corpos de lypos, cujas provas se
publicarao em folhas supplementares.
o dito, setim preto a 3$0n0 o dito, dilo Haco (untigo pa'eo do Collepio) u. 57, se/nm
inuii) superior a-S, corles de seda prelos para do erprr:rr,nfj
vestido com babados a 50* o corte, ditos do duas e e'ceu andal'
saias superiores a 70$. ditos muito soperiores a
909, ditos bardados a velludo a 150, ditos muito
cao da Imprensa Nacional declara que continua-
rao a fazer-se os ebalimenlos na proporcao sc-
gumle :
as encommendas que excedercm
de 1(1,$ al 1009 res..............10 por cento
as que excederem de 1009000 al
V5 r's..........................15 por cento
as que excederem dc500S ris___20 por cento
O lypo inullisado recebe-se como dinheiro, a
razio de 100 ris o arralel.
Aceitam-sa em pagamento letras a prazo, abo-
istor para homem, e outras muitas fazendas I cos Ui' o rachada e cora um furo de varruma "ro deverf *SSto *" "^ U"
pret is do goslo, por procos mais baratos do que "a ''"'romidade da rachadura do casco : nao c vencionado.
superiores a200, mantas prcUs d lil a O9 -i*-v7 |JtlUllV>v/
rada urna, dilasa 12$, ditas inuilo superiores al .Furtaram do engenho Carrapalo, termo do
1 >, los prctos a 7$, pao preto a 3j o covado, i 'V0 Formoso na noite dc 28 de dezembro pro-
dijo a .'I53OO, dilo a i*, dilo a 5>, dilo a 69, dito I x',no P'SSado, um cavallo caslanho amarello, de
a 79, dilo a 8!, dito a 10$ o 12. casemira prola Ill0m 'amanho, castrado, tem uma mao torta na
.1 lgtO, 2-5, 2fS00, 35 e 3$500 o covado, dita \ m'inlieca, anda muito bem meio para cima e a
muito lina a 4$, chapos prelos de seda, ditos de i Passo : porm 0 p,1Sso 6 curto ; tem um dos cas-
Caixeiro.
Precisa-se dc um caixeiro com pratica de ta-
berna, homem ou menino : no pateo do Parai/o
taberna n. 18.
ngel Barrera subdito, hespaiihol, rclira-se
.para a Europa.
Na rua do Imperador n. 22, precisa-se do
ura impressur lylographo.
Attencao.
Lara-sc eongomma-sc roupa lano dc homem
como de senhora, por menos do que em outra
qualquer parlo, com condico de se mandar biis-
-. Ratificando o aviso publicado "ern""muilos pe- I bcm\'S-sea"sli.l,w\XT*\? ITxVT'
riodicos onugnez e brasiloiros. a administra- | KoTVaU^omo'mnt. ^Sfft
dinja-se ao Corredor do Bispo n. 5.
graphia, e sempredesprezando-se ridiculas eco-
nomas, mandara-se vir objectos mais modernos,
ede molhor qualidade: atiestam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
tem honr.do esso ostabelocimonlo. Tiram-se
retratos lodos os dias, e os prcos principiara
era -ijOO ris.
Perreira Villela. prolographo.
O f)r. Francisco de Araujo Barros, juiz mu-
nicipal da segunda vara desle termo, acha-se no
ejercicio do seu cargo, e podo ser procurado
para lodos os actos do seu cargo em lodos os
dias uleis, na casa de sua residencia, rua do
imperador n. 25.
Da-se sociodado ou arcenda-se um silio
com olaria, que tem barro e porto muilo perto,
mais do oilo ceios arvoredbs do fructo, viveiros' '
pas1--
d
ratos.
Os abaixo assignados, honrados pela ioenta-
bcncia que receberam dc SS. HH. 11., pn i
respcitarcl publico, que se acham aclualmcnto
no caso do podorom lornecer o retrato B<
Augustos llonarchas BiasiU-iros, o que at<
ora lo difficil de alcancar-se, visto que as 1
lihographadas eram quasi lodas sea si m<
ca alsuma
OsPeroambucanos qne tanto amor e ded
manifestaran] aos seus Augustos Suberam
sua recente visita a esta provincia aonde Ellcs
deixaram recordaedes eternas, nao doixarl
pproveitar este enaejo
AVISO.
cm outra qualquer parto : na loja do sobrado
amarillo, nos qualro cantos da rua do Oi"?:aado
n. 29, de Jos Moreira Lopes.
Ceblas
No armazem da rua doAmorim n. 46,vendem-
Se ceblas sullas por coratnodo preco.
= Xa rua dc Sania Rila n. 1, compra-so. um
1 rai;o de balanca grande com conchas e pesos de
11:11a libra a duas arrollas.
Manoel de Olivcira Ramos, rclira-sc para
Lisboa.
Manoel Piros, Domingos Antonio Fernan-
das, subditos hespanhes, reliram se para o
Para.
Vuo'i na larde do dia 6, da casa 11. 40 da
rua Augusta, ora direccao a rua do Alecrim, uma
rolado serto chamada1 aza branca quem a pe-
gn, querendo restitui-la, leve mesma casa,
que ser recompensado.
Precisa-se alugar uma preta escrava que
sirva para vender na rua : na rua da Guia 11. 9.
Precisa-sede uma araa para casa Ue pouca
familia, que saiba cozinhar e tara as compras na
roa ; pode ser captiva ou forra, dando pessoa
ue abone sua conducta : no aterro da Boa-Vis-
ta, actualmente rua da Imperatriz n. 10, loja.
O abaixo assignado Icndo de retirar-sc com
brevidade para a corte do imperio a reunir-sc ao
scu balalhao 1." de infanlaria, nao pode deixar
de sinceramente agradecer ao Illm e Exm. Sr.
lenle general, conselheiro de guerra e com-
Mello, alraz da producios, e para1 esle"fira"conse"gi'o"ler resnei- i * dai armas desla provincia, Jos Joa-
o/Sr. Joao Ma- lavis agentes era algumas das principaes ci-1 Por igual agradece aos
), e previamente con-
- .. u cnciunauo.
novo ( dozo para quatorzo. annos) Roga-se a A admiaistracao da Imprensa Nacional de
qualquer pessoa que o aprehender de entregar Lisboa procura dar a maio? extracao lo\ ses
no Recite aJovmo Bandeira dc Mello
Ualriz da Boa-Vista, sobrado d
Aurclano de Pnho Borges, professor jubi-
lado em instrueco primaria, presla-se a leccio-
nar ora casas particulares, as materias de sua
profissao: as pessoas que precisarem dirijani-se
a rua da Gloria 11. 17.
Ao publico.
quer para ornar salas, quer para repart b, p
vs binas. O fim de que as incumbencias'possam
g ;: se.-salisfeitas com presteza, rogamos a3 p<
W Domingos Jos Pinto Braga Jnior, ad- '"e desojaren) possuir algum dos relral -
k* vegado na cidade do Sobral, encarrega-se P
5 do qualquer causa civel, crime ou com-
@ marcial, em qualquer parlo da provincia <;;
@ doCoar: assim como de cobrancas ami- 8
gaveis ou judicaes. Para informaces, 8
quem quizer utilsar-so de seus ser vicos,-
dirija-se nesla cidade aos Illms. Srs. Dr. W
& Aprigo Jusliniano da Silva Guimaraes W
@ Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado e a @
@ abiixo assignado, com loja do (erragens
@ 11. 1 i na rua do (Juoimado. Jos Rodri- ft*
gues Ferrcira.
o obsequio de nos prevcniren con anteced ni ia
Iiislitiilo pliotocranhico
DE
Slahl & Companhia
Pliotographos dc S. I. o Imponiiior.
Rua da Impcrtrs (uutr'ora aterra d?
Boa-Vitt.i) n. 12.
O proessor de Iatira da fiTfUfi'u
de S. Jos desta cidade, ahaivo asMcna-
j_ .1 _i____ 1 "
iv,-------------H' A--------. I------- nula .i^ciues orn niguraas uas nr licuaos ci-; '...... "'v,"vi .....,ul" ""'"in'M u uruaua por ii.nil.>nlA n a .01______-- .,
tinas ou no engenho Carrapalo. ou no engenho ; dades do riro imperio do Brasil--Na Irte do 3'.,e semPre tralou- ^t igual agradece aos mcUlJ,,lc 0 CbCOlUO llil TllZlO tic O D01*
souza emAgua-I reta que se gratificar. Rio de Janeiro o Sr. Francisco Te'ixcira Baslo.- 1 l"ms: Srs" major secretario do dito commando CCll(0 510 51U110, 80S D01'U\d01'CS 110 O
A I f ar\f*k\ F-m Pcam[],1M Sr- Amorim IrmlosNa Ba- I t^Vi Came" psoa de .L?teida. e mais A.::.,. .,:..::' LvEI3-i A Sil
iVttCIiCfiO. hiaoSr. Antonio Pereira Espinheira & c-No r Iciacs om gcral da ""nicao, a maneira <-*? e 11 IJ.1I11-SC A JOaqUIIUda Sll-
nnm^Hj,, \ j Marai,lao a Sra. viuva Rocha Saniosa Filhos.- ilmcta ,comJlufl se dignaram trala-lo. Na Va Casll'0, TUB do Cl'CSDO.
lloraiII20 14 80 COrrenlo hnvera ainiadn na vn n../... c i.,:__t. 1__- u us nipsm.i i-Arln n(Trni.o con nroei mn -___11___ "" ^" v. pv.
Domingo 12 do corrente havor aceiada mi
dc vacca, na rua das Cruzes n. 21, e continuar
a haver lodos os domingos e dias santos ; tam-
bora se fornece comida para fora com todo o
acojo e promptidao : a mao de vacca a 400 rs.
Fugio no dia 6 do corrente, uma negra
por nomo Germana, crioula.lha doAra-
caly, cora os signaes seguntes : alta, os-
la um pouco magra, lem os olhos alguma
cousa vermclhos o j tem cabellos bran-
cos, cosluraa beber, assim como mascar
fumo, bstanlo conversadera e tem as mos
ura pouco trmulas, principalmente quando est
pegando om alguma cousa, osla negra foi escrava
daSr" D. Marijnna Gertrudes Pereira, moradora
cm Santo Amaro d'onde lem uma filna, j foi
visla no dia que fugio em Santo Amaro fallando
com a ilha : quera a pegar ser bem roe impen-
sado podendo Irazer rua do Collegio n. 10, bo-
tica.
d'armas. Finalmente
hia o Sr. A
Maranho a
No Para o Sr. Marlins & Irmaos.
Precsa-se traspassar a liypotheca
da quantia de 8:000$, vencendo o pre-
mio de um por cento ao mez, a qual
esta' garantida era ura sobrado de dous
andares da praca da Boa-Vista, a qual i Sou.za CrSa-
esta'vencida: quem quizer fazer este A irmaildadc to ScilllOI* Bom
negocio, que ofFerece vantag ns, como
se dir', dirija-se
-Mg ^t^ntZa^^^^^:
queiram os meus amigos na rua I araa do Rosario n
desla provincia receber o vol do meu mais gra- __ pa-sc de
lo reconheciraenlo, pelas bellas maneiras com
que sempre me Iralaram, e a todos oflercce o seu
imitado prestimo. Major, Joao Daplista de
Jess das Dores,
mesma praca da no bairro da Boa-Visla, Icndo dc fazer a festa do
Boa Vista botica do Sr. Joaquim Igiiacio "" P*1"*
Ribeiro Jnior, que nform.ira'. votos?q
Precisa-se de uma mulhcr forra para ir em
companhia de uma familia al o Maranho :
quem quizer fazor este negocio, compareoa no
sitio da senhora viuva Amorim, na Ponte de
Uchoa.
rooiro domingo, 12 do correnle, convida
os seus irmaos c igualmente aos seus de-
s, que se dignom honrar com suas preseneas
para se lomar mais bullanle este acto de taa
caridade.
= Precisa-se do uma escrava para engoramar
e cozinhar para uma s pessoa : na rua daSen-
zala Velha u 108, sobrado primeiro andar.
um preto para andar com
turo. O: interessados dirijam-se a CNa
de sua residencia, n. 35, sita no pateo
do Terco.
*
Manoel Francisco Coellio
ObacharenYiTiu vio lom
nma^rroca: na padariada ruados Pescadores 0 SCU CSCriptorio 110 1" aiKar
do sobrado n. 23 da rua Xo\ .i,
cuja entrada pela Gamboa do
Carmo.
Pedreiro.
Na rua do Imperador, armazem do gaz, preci-
sa-se de um pedreiro.
O abaixo assignado doixou de ser caixeiro
do lllm. Sr. Manoel Ferreira da Silva Tarroso, e
ao mesmo agradece o bom iralamcnto, consid'e-
uiesmo senhor o favor dc app
Rangel n. 56, para lhe eulie
menda.Dr. Ferrein.
iarecer na rua do val, e uma poreao de doce dc caj secco por pre-
gar uma encom-co commodo : procure na rua da Pcnha n. 25
segundo andar, que se far negocio.
I


DIARIO DE PERNA MBUGO. SABBADO 11 DE FEVEREIRO DE 1860.
m
@ HC V O
D0 0H. CIIABLB
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
TAP.A O TRATAMIENTO F. I'i.MI'TO Cl'KAUVO
PAS ENFERMIDAPES UXCAES, DN T DAS AS AFFECCOE* Cl'TANEAS, VIRUS E ALTERARES O MUGUE.
ida tu le forro Chablr.
Xaroi>e mu |i etei i vi'l ao
Copoh ba e as Cube-
bas, cur.i iinmediatamcu-
te qualqiller |-ur^:-1; .u
PLUS DE
COPAHU
laxacfio e drbilidade, e ifsualinenie fluxos e
Guores brancas das muIhVtvs. injoccuo le
Chttble. Eia iojeecfto benigna cmiirega-se mes-
mi lempo do xr-ope de cilrito de ferro, urna vez
de manb, e iiau vez de tarde durante tres dias;
ella segura a cura.
OEPURATIF
a,. SA1YG
l>C|>iirli> o de angue.
Xarope vegetal f em mer-
curio, o nico coubecido
e Ipprovado para curar
con promptidao e radi-
calmente impigens, pstulas, herpes, sarna, co-
mixes, acrimonia e alterares viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer alKio venrea. n-
ii'.ms mint'rnt'H. Ton:io-ie dous por semana, se-
guindo o traiamento depurativo. Pomada an-
tiiicr|>oiira. De um tfiVito maravilboso as af-
feces cutneas e comixes.___
He iiorroliida*.-Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito c na ra larga do Rosario, botica de iarlholomeo Francisco de Souza, n. 86.
IOTEBI4
O Sr. thesoureiro manda lazei pu-
blico que se achata a venda todos 03 dias
Compra-se ouro em moeda com
premio : em casa de Rabe Schmetton &
C, ra da Cadeia n. 57.
Compra-se urna prela robusta e sadia, que
tenha bom c abundante leile, coro cria ou sera
ella : na ra do Mondego n. 95.
= Comprara-se as seguintes comedias: Ber-
nardo na La, o Judas em Sabbado de Alleleia,
Quem casa quer casa, Por causa de um algaris-
mo, A rosca, o Duelo no Tcrceiro Andar, o Ir-
mao das Almas e o biabo na escola : nesta lypo-
IIBHIDMB
das <"horas da manhaa as 8 da noite, ^'^'compamise
lorio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Compra-sc urna escrava de cor preta c pou-
ca idade, que saiba engommar e coser, com per-
feicio : na ra larga do Rosario, estabclecimento
de ouro n. 20.
Cnmpra-se tima escrava que soja moca, de
bonita ligara, que saiba engommar, cozinhar, e
costura : na ra do Brum n. 16, arniazcm de
Vendas.
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26 e naicasas commissionadas
peiomesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. 1 4 e 16, e na
ra da Cideia do Recife numero 2 ate
as o horas da tarde somente, os bilhc-
tes e meios da quinta parte da pi imeira j ManogWo^ de S Araujo.
lotera do recollumento de Papacaca,
cujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 15 do corrente mez.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
cima mencionadas se achara bilheles
de numeracao sentidas a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras 4 de feve-
reiro de 18G0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
BU T3
40 Ba do Qiieimado. 40
Grande sortimenlo defazen-
das para a qu a resma, e ou-
tras muilas por baratissi-
iiios preces para acabar.
Para o carnaval.
Vende-so um rico vestuario de vclbutina azul
novo, o juntamente o casal de nnaos jocosamen-
te vestidos : na ra das Calladas n. 6.
Na ra da Cadeia do Re-|TeixeH
vinho do Torio, do mais superior, engarrafado,
dilo champagne, dem, dito muscatel, idera : no
arrnazem de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Becifcn. 4.
Ra do Codorniz 11.8.
Batatas novas era gigos de 40 libras a ljBOO,
feijao mulalinho, sarcos grandes, 12?, e outros
gneros mais baratos do que era oulra qualquer
parle.
Attenco
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existan \o pareihas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do excellente carrera ment ene- I ^eda la. rada prola e branca, carado 1- e
gado ltimamente de Montevideo: O Dil* Hsa prela e de cores, com 4 palmos
pretet'denlcs dirijam-sc ao trapiche da d lorsura. P">pria para forros
. companhia ou ao armazem de carrocal i Cor,cs de vcslido dc sed" de **" ***
em Fora de Portas, de Flix da Curjlia
I)o-sc amostras com nculiOT.
Cortes de vestido de seda de cores com
bailados
Ditos do dita prela com babados
Ditos de dita gaza phautazia
Romeiraa de fil de seda prela bordad i
Taimas de grosdcnaplc prelo bordadas
Grosdenaplcs de cores rom q>iadrinlios
corado
Dilo liso pelo e do coros, cov
ia rentes
lulos decambraia c seda, barra ao lada
Orlaodys do cores, lindos padro -, vai*
Manguitos de eambraia lisos a bordados
& TasIriQ ha nn Vnn cite loja de fe.rragens de Vidal TacIlS e mOdUlaS
Roa Nova, eni Bruxellas (Blgica), :
SOB A DIRETAO DE E- MYWB
Gollegio de Sania
Thereza.
N. 31 praga da oa-
Y isla Laudar.
DIRIGIDO POR
Thereza Guilher-
Este hotel collocado no centro de urna das cajiitaes mr.crlantcs da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasileires e pertuguezes, por setis bons commodos e confortavel. Sua posi^io
una das nielliores da cidade, por se adiar nao s prximo s estates de caminlios de ferro, da S'&e:
Allemanlia e Franca, ionio por ter a dous minutos de si, todos os llieatros e diveriimenlos ; e, Sjgj '1)11 il(l (fe i^dl'CdlllO
alera disso, os mdicos preeos convidara. ^ A directora dcsle colleKio avisa
JNo botel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
tuguez, para acompanhar as lourislas, qur em suas excursoes na cid?de, (jur no reino, qur
emfim jara toda a Europa, por projos que nunca exceden de 8 a l francos (3200 4PU00 )
por da.
Durante0 aspaco dc oito a dez mezes, ahi residiram os F.xms. Srs. conselheiro Silva Fer-
ro, e seu fillio o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal ) e os rs. Feltppe Lopes
Nelto, Manoel deFigueira Faria, e desembargador l'ontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
tras pessoas lano de um, luido de oulro paiz.
Os prtcos de lodo c servico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (i000 4*500.)
No hotel tnconlram-se iuforraa^is exaclas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro ,
&m
SAIAUE DO FOIWiKT.
Fule xa'ope ei apjrovado riles unos roinmies mdicos de Pars,
leonio sendo o melbor .ara curar constipsi^oes, Uissa convulsa e ootras,
alTecci'ies los bronebios, ataques dp peito, irril QtV*s nervosas e nsoinnolenci. s: urna colberada
pela inanlia, e oulra ;i noite slo sufBcienies. (i iil-ito drsie ezceleale tarop satisfaz ao nusuio
lempo o duenle e o medio.
(I ispotito na ru larga do Rosario, botica de B*rtkolomto Francisco dc Souza, n. 20.
Na livraria n. C e 8 da prara da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andr Abreu l'oito ou /. ndte Alves
Porto-
UKICA, VERDASEZEA E
GITIMA.
FOLIl.M'vS PAI4-I8C0.
[imosejam:
i Camas de ferro e com lona.
[Bombas de japy completas.
Canos de chumbo de todas as {jrossuras.
i Ferro Suecia de todas as larguras.
I Aro de Milo.
Arcos de ierro de todas as larguras.
Cravos de ferro de todos os tamanhos.
^ Ferramenta completa para tanoeiro.
Ferramenta completa para ferreiro.
ITrem completo cstanhado para cosinha.
Trem completo de porcelana para co-
sinha.
Guardas comidas redondos e quadrados.
Enchadas americanas e de todas as qua-
lidades.
Ditas do Porto de todos es tamanhos.
Pregos de todas as quaiidades.
.Caixascom ferramenta de carapiia (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito inas de todas as quali-
dades.
s fornos rancezes para assado?.
Bules, cafeicnas, assucareiros e msn-
teguciras de metal.
| Peneirat de latao de todas as grossutas
para nadara e relinarao.
Aluga-se urna casa no Cachanga', l'das de metal dita dita.
beca confronte a egreja, com bons com Moinbcs de lodos os tamanhos para re-
nos pais de suas alumnos, c ao res-
peitavel publico, que as materias,
pie nest" estabelccimeiitose cnsinara
tendentes 5 cmplela educaco das
meninas, e bem assim todos os ra-
nios da mais perfeita educaco se
acliam era exercicio.
Sendo a edueaeao a liase principal
da felicidade humana, oceupa os pri-
meiros cuidados da directora dcsle
collegio, que, incansavel pelos pro-
gressos do suas almonas, nao des-
cauca em instrui-las em lodos os ob-
jeclos uteis^oo seu desenvohimeiilo :
assim ella rece.be pensionistas, meio-
l'i'iisionislas ^esternas, com as con-
dic.'Oes cxpecilicadasra) seus respec-
livos estatuios, que pou>rao seivis-
|S los em seu cslabelccimenlo.
4^6 tS^C KitTS
m
ao p do arco de Sanio
Antonio,
' i pn lo e de cores de todas -
liJades, corado
Casemiras idem idera dem
Gollinhns lidades dc 600 rs. a
neos
Dilos d bordados,
lampados de todas squalidades
lia para vender coelros bordados j enfullados,
propiios [ aia baplisado.
Arados americanos e machinas Enfeitcs c'ridrfa.....
pata lavarroupa : em casa de S. P Jo- de cotes
ra da Senzala n. 42.
Aberturas para (an
. I raneas e de i
Saias balo de varas qualidades
Chapeos frac es fin is l rma m : rna
! : . rli meni i m I ..-
seda dc todas as !
Camisas franeczas, pi tos do linho c dc
dan brancase do cores
Ditas do fustao.bra.'i a.- c 0 agente do rerdadeiro xaropa do Bosque Icm Cen ilas dc linho o d
estabelecido o seu deposito na ra da Cadeia Ve- (Capcllas brancas ras muito
L*tn completo sortim ifl i di fazi
pan resudo, sedas, I a a e seda, cam-
bra ia e sola ; Iranspari
COL
Mcias cruas brai si cores para
meninas
Dil -i' seda | ra n ui
9

5
0
i
Ir" I
I
la i
5
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I
9
!


I
-
modos, banho ao pede casa : a tratar
linaeao
LE-
pJ!^W.i^S.W&W na,rua d0 ChG " 16> la de Cil- Fio de'algodao de todas as qualidades.
pressas nesia typographia, das seguintes quali- Qdo. Hilo Irouxo ingle/, propno para coser
dades : O bacharel Adelino Antonio de! saceos para assucar.
LFouilNHA RELIGIOSA contendo alm do Luna Freir mudot sua residencia para Formas para pudras, pastetoe bolinhos.
kalcndat'io e regulamento dos di'reitos pa- a l'U> Direita n. 82, primeiro andar. Latnnos patente de porcelana.
rochiacs, a conlinuacao da biblurtheca do O abaixo assienado, tnslao Lrasiluiro. que se comp'ie: do lou- / i j n a- ro l\;r>. i> t.__
vor ao sanio nome de Dos, coroa dos ac- da ama do atcno da Boa ^ istd " l8 !tos de feir0-
is de amor, byrauos ao Espirito Saulo el tem de novo garantido es bilhetes das Diversas Ierra mentas proprias para
indo os 8 por' jardim.
maesde todos os tamanhos.
Vio-Sacra, directorio para oraeo mental, maraes.
diridido pelos dias da semana, obsequios r. i : i..^^ i __... r i
a SS. c raco de Jess, saudaces .ovo- '.. ~ 0s administradores da massa fal
las s chagas de Chrislo, oracoe's a N. So- bJa de Jos Duarte de Ohveira Reg,
ahora, ao patrocinio de S. Jos e njo da previnema todos os devedores a' mesma
responco pelas almas, alera de .. i i i- o abaixo asignados, estabelccidos na ra do
oulras oraoOes.' Piejo L!2U rs. ; "naa, que O podem pagar seus dbitos! Cabug com hijas de ourires ns. 9 e 11, fazem
I a elles ou as pessoas eme se mostrarem Pobeo que teem recebido de novo os mais bel-
A DE VACIEDADES, contendo o kalenda- devi.Jamonte autorsadas rom nrorr.rs. los -'l)I,1"-,,ulo.< do obras de ouro. e vendem por
rio, regulamento dos direitosparochiaes.e u^,uamcnl<- aulo< >oa com piocui..- precu8 mais ei C01lU que possivclf 0 pagsnm
orna collec?5o deanecdolas, ditos chisto- i0/10 Sua> assim como, que devem vir conlas com recibos garaniindo a qualidade do
sos, eolitos, fbulas, pensaracntos inoraos, quanto ant S satisfacer seus detritos na ouro Pe'? ?aal fleam responsareis: receben) en-
receitas diversas, quer acerca de co/inha, ,.,,., .i., r i- j i - i c-
quer do cultura, e preservativo de noree "a do G,c's'i lo-l" de Jo;, de Sq"a
e (rucios. Preeo 320 rs. rerrao, n. 13, no espaeo de 30 dias, e
a x s a imiiarao do de Sanio Ambrosio, loteras da provincia, iKi'.mdo os 8 por ; jardim.
jaculatorias e commomorarao ao SS. Sa-' '. '. ".. ,' n i i
amento o N. S. do Carmo, exercicio da cen, da Cl. Antonio da Silva (jui- Balancas decunr
JOIAS.
[T
na falla lerao levados aos trbunaes. MS9^SS9S^S&93^S&K&BASM8SSSi
ateras do i, I r r i nr-n S^"^" >''"* efe*w ^rfS s direitoe!KtClf,^7dereJ'ere.>-odel860. m t\\\\\\r i\n\{'/r\\
do Olivcira Barros, retira-sc para
rAiiiuu
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais imincnles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
rno, enfermidades do Qgado, dyspepsia, debili-
dade peral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do eraprego de mercurio,
ulceras c erupedes que resultam da impureza do
sa ngue
CAUTELA.
P. T. I.anman c\' Keinp, droguistas por atacado
New York, aeham-se obrigados a prevenir ores-
peilavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imilares da Salsa Parrilhn de Bricint (,
'. ..... iup m Mer Bpr0fllUr puue uingir-se o ra au : llifiiin
boje se vende neste imperio, declarando a todos g Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos fflUilU. ^ ^
que sao elles os nicos proprietarios da receila adiantados. :..' Mademoiselle Cleraence de Ilannetot -'; "-
do Dr. Brislol. tendo-lhe comprado no anr.o de > -, : ".'' .'"';' t@S @@a || jb-,(j Roga-se nos Srs. devedores do eslabele- Sg trancez e pumo na cidade e nos arrabal- 5t i 25
i ciinento do fallecido Josa da Silva Pinto ni, ^ des : na ra da Cnu n. 9, st-gundo andar, fe ^
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem'
direilo do fabricar a Salsa Parrilha
commendas, e concertara qualquer obra de ouro
cora asseioe promplido.
Seraphim & Irmo.
lha n. 61, na botica e armazem do drogas de Vi-
cente Jos de Brllo & Filho : desnecessario fa-
zer elogios boridado dcsle xaropc, nao s polo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
tarlo que geralraenle tem lido. L'm ecm nu-
mero de curas so lem conseguido cora applica-
co do xarope de Rosque, o qual 6 rerdadeiro an
lidoto para todas as molestias dos orgaos pulmo. Luvas de fio do Es
nares. Para conheeiniento do publico declara- menino
se que o rerdadeiro conten no envoltorio a pro-
pria assignatuia dos proprielarios, c no falsifica-
do c esta lilhographada.
. : r
Ba latas
a 800 rs. o sise
Fcjao amarcllo.
Antonio Farnandcs da Silva I?.
Velludilho de euros-, co\
Velbulina de i : -. . i...
' I
n s, o par
Ditas de si da di
l'm sorlimento co nplt lo Jo luvas .!
i bordadi s, lis is, ara -
otb^" homens e meninos, di lodas as
Batatas escoltadas a S00 rs. o gigo de arroba, lidadi -
para acabar ; na ra da Madre de Dos n. 8. r,.i. i, n -
Corles dc col'ele li
do c
Ditos do ...
eirts Icm para [.neos de sedar. -
vender por prceoeommodo, em pequeas e eran- . ,
des porrees, saceos com feijao amarello de 6 al. Mar'iuez" ou -
queirescadaum, ou 3t) cuias, medida desla c da molas para '. ra
uielhor qualidade que ha no mercado, c che; itinh lo met .
'mentedo Poito nobrigne porluguezlmo- para baptisados, o
lia l : ni ra do Vigano n. 7. *. r '
1 isinclas do cores ..'.:-
i .
i .<'.< 1 .! I I p I
beliin prelo, encarnad i azu
paia forros, cun i |
corado
Setim i.so de luda- ..j,,
Chitas fiaitcezas claras c scuras,
vado a 2C e
EPlTA DF. TORTA,a qual, alm das m
costume, contera o resumo dos -
parochiaes. Treco Ki rs. ~ Manoel
'-.-, o ...;.--.. '. ....... '\'., 0i9iS|<}<%3 Lisboa.
'..joov/'mi w*r**.*&vS oyvvVGviu' ,, n
* fc Uuem quizer vender um sobradiriho ou
;. A' ^ll^lO v^ um casa terrea na Ba-Vista, dirija-so a esta
i.i.tl/V;iivuv/f g, lypographia, que a:har com quem tratar.
a Curso pratico e Iheorleo dc llngua fran- ^S^"S ^tt^^-.-t-Sia
ce/.a por una senhora franee/a, para dez ',i
mm amazei
DE
t* ce/a por urna semiora Iranee/a, para doz @ ." r ~ ., U
m mocas, segunda e quinu-feira de cada se-@ JJtlACAKlR (le li'(lliee~Z e'%> *
I mana, das ?0 horas al meio dia: quera S?' I HllLL ^ f^^
;-; qoiz.er aproreitar pude dirigir-se a roa da &
itodos : Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos g
receila '- adiantados. *S
are :
oupa
ll(( Nova n. 49, junto
a igreja da C'onceicao dos %
Militares.
Nesle armazem encontrar o publico
vende-se superior liaba de algodSo, bran-
ces e do cores, em novello, para costara : em
casa de Scuthall Mellor & C, ra do Torres
n. 38.
Liquidaflo! ijidilacao!
Ratatas haroburgiiezas novas a 15 a an
macarro dance/ tino a j> a arroba, dilo dilo
grosso a > a arroba, carnauba nova n i<; a ar-
' W2?.?6 roi,ro.dc.h,s1lr'" nhra ,'"!i'"^- Cansas franeczas do c. res, ni i
gura, a .t o par, cerveja maleza em caixas de ,
- >.-".. L. ii < dc da de r
3
i
1:- '
.
8
j- i
Ir i
I-
)
I duzia a 49500, casemiras francezas de exceuen-
les padrocs a IljO o corle de calca, caixas com
21 queijos recentemente desembarcadas a f^tiOO
cada um, amondoas novas de casca molo a 6
a arroba : no bazar da ra do Imperador n. 0.
Attencao.
Quer-scpor alugtiel lima escrava para os ser-
vigos internos t externos de urna casa c- fami-
lia, e tambera quer-sc por aluguel um sitio, seja
onde fot- : na ra do Pilar, primeiro andar n.
137, logo aopassar o arsenal de roarinha.
= Aluga-se urna loja excelb nle para deposi-
to ou oulro qualquer cstabelecimenlo pur ser si-
tuada no largo do Ter(0 e ter j prompla a ar-
macao, a qual se vende ao alugalario por pn ;o
-
.

I
mente em poder dos referidos l.anman i Kemp. n*
Tara evitar engaos com desapreciareis co-
binaeoes o drogas perniciosas, as pessoas que
quizerera comprar o rerdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
quer oulrapreparacao falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob una chapa dc aro, Irazcndo ao p a
seguintes palavras :
D. T. LAMAN & KEMP
; sequo de saldaren) seus dbitos na ru
legi
10.
porque o segredodasua prepararlo aeha-se so-1 |8io ven-Ja n. 25 ou na ra do Queitnado loja O Dr. Joao
;.,|. ^i i<: <"= : un roa ua uruz n. y, st-uunuo andar, is s > .,......... ,---------
mto, o ob- g..,.__..... _.-__ --,-."' ,.,nr,,.. la do Col- SSS^i SI9^fiS6eW0ft9KSIMI9K P" feilas, como sejam casacas, sobreca-
l"e: reir da Silva, di
sacas, gndolas, fraques, e palelols
SOL AGENTS
V. G0 Water Street.
Wcw YorV.
2 O mesmo do oulro lado lem nm rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prii larios.
3" Sobre a rol ha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Tiristol em papel cor de rosa.
1" Que as rjireedes juntas a cada garrafa tem
orna phenix semelhante a que vai cima do pre-
sente aiinuneio.
DEPSITOS.
P.io de Janeiro na ra da Alfandega "n. S9.
R.ihia, ("imano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
i Campanilla ra da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamenlo dc um En-
genho muito peno da prac_a, vende-se una par-
te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
umi deslilaeao nova montada de um tildo, 22
liois de carro, 0 quanos, e outros objectos :
tracta-se na ra do Queirr.ado n. 10.
O advogado Souza Rcis mudou o sen es-
cri; lorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
%' panno lino prolu e de cores," palelols i
\oU.i de sua Viagem ao norte, esta re-i sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- M
Vrt ^.^^^w "II 1 sidindo na rua do Harrj-i I, sobrado nu-.V ziuaprctos e de cores, palelols e sobre- 3
a a casa (le Dan los mero g. s casar,s de s-.da c <^^ dC io.es, Cai- g
H rasdecasemira prela e de cores, dilasde W

tos da guerreo trpo
podondo ser procurado [.ara o sobredilo :
;.; ,".; lim em lodos os dias olis, das 10 horas 5*
:: ^ da mnuhaa al s 3 da tarde, no seu escrip- a
g '4 lorio roa eslreila do Rosario n. 21, pn- @
lg C--J meiro andar. 5*
C/Si :..'.":.* 'f* *.-: ' .* .' '?* *~* *" '. <^ ..-*.. *7>, <:-<;..........;'
^ ,., .-><-..>,;._ v/vV^.v./v'i^'.,-' *> {', ,':'. .'>\!; O
Precisa-se de tuna ama
liara criados,
&& coroulas c camisas francezas, chapeos e W-i
'.5 grvalas, grande sortimento de roupas J
^g [iara meninos de 0 a 1 anuos ; nao agr- 3*
qp dando ao comprador algumas das roupas iy
j*^ feitas se apromptaro oulras a gosio do ^
Si comprador dando-se no da convenci- ^
5 larde, encontrando o respeitavel publica & ~)1, segundo andar
:;: um completo sorlimento de rios quadree SITT*M* I 1
I ecarteiras proprias para esto fim; assim LlllKiaC lO COHimCrClO
Urna pessoa muito habilitada e relaccionada
pui.-- espera o annunrianle de
ciosPernambucanose outros que o "coad- a
juvaraoem frequenlar seu novo eslabele-


comraodo; a tratar na ra da Cadeia du Itocife
n. 33, loja.
Est ce torrando.
Vendem-se camas de vento de louro com lona .-.* Estopa
a 5f500 cada una, diUs de amarello a 6500, m Camisas nal.
ditas guarnecidas de sola obra muito bem pre- !@ BscuIos em lala?.
parada a 10 e 12?, enchadas, vova invencuo,
piemonlezas a
Collarinhos
do mes
Um con. |< s rtimciito di r 1;
sendo casacas, -.
colleles, calcas do n lilas |
de fazendas
Relogios o ul ras d 1 ui 1
Corles de casi .
Fardo i rjgfOOO.
ns grandi s : na ra
'''.''.. ...... .
2 ^"^''''' '-^ '' ..... ^ .
1
:-3
eiiiese
cimento.
M St0 '. '.-i V?,> => "-> > >x ^> o Furlaram
nesta provincia, na das Alagoas e Sergipe, beira-
mar c centro, offerece-se para cobrar dividas
medanle um ajuste de porcentagem, ponderan-
do o crdito do devedor e o lugar de sua mora-
da, ser O ajuste mais ou menos eommodo, romo
lamben) nao se recusar prestar os mesmos sor-
, vicos para as provincias do norte ; conforme fu-
a noite de 1 para 2 do corrente, da Torre, tira rom ns quantias dar garanta ao seu crdito
cvalo caslanlio, com os Bignaes seguimos : a Quem do la o vanlajoso servico precisar diriia-sc
mao direita preta e a esquerda branca, apoma ra da Madre de lieos n. 7, que achara
dircila branca e esquerda prola, e o casco da I quera tratar, e na falla deixar anula
mao dueiia tendido : quem o apprehendcr e o morada para ser procurado.
levar a sua da Cruz n. >!. loja do alfaiale Mer- '
eier, receber 4t00de gratitcaeao.
:"'.'"' ;; Em casado Aifc I & C. ra .\C. .
1J40 cada urna, pontos virados yj> mero 61
de tartaruga, moda a Imperalriz, a 12$, fazenda ,..-.... .'.>.-. .-> --
igual aos do 209, ditos virados de massa a 2$, <=-*^ >"' ------- -9
bules de familia, do diversos pregos, do 6 al 3i> Ven los urna casa de sobrad<
chavenas, facas do cabo de bataneo a 48, ditas .,, 1n,i.. <,.!; ..^, .>t-. .___
cavadas do cabo piolo a 3g, bandejas do todas as l".n, '" ,C ?( ' "'" ':" P" "' :
qualidades, espingardas e clavinotes muito finos ediucada lia poneos mezes Da niel
do mclhor autor que tem appan-cido, e mais fer- ra do bairro ^!. 15 >a-Vista, coro mu-
ragens e miudczas que com a vista dos fresuezes ,, ., 1 ,1 1
semoslrarao: na bem conhecida loja de tena- t08 CO^modOS, e tntnbem se vj:i I:
terreno nos fundos da mesma casa c
al.corees para qualquer edificacao : a
tratir na ra dos Pires n. i ' \. a
solicitador .Mainel Luiz da Veiga.das t
. s'J horas da manliaa ou das ta tarde
em diante.
Vi ii.I um 1 ; ai o ! ni
li 38 a i'1 airaos, pouco 1 -,
* mo duas carrosas novas, dous I n ca-
rallo buin andador, novo, exccenlc li_
quem o ; reteiidcr, di ija-se a na d 1 Quei 1
numere 13.
.lileis baralas.
jens, na ra Uircila 11. 53.
Capachos.
com
dc sua
Aluga-sc
4 . rrccisa-s
Aviso ao respeitavel pu- *&***
... r sano n. 13.
DI ICO.
ebegado esta cidade, do Rio Formoso, D.
Joao .Nogueis, professor deuiista, c so acha resi-
dindo no beccotoAbreu n. 2, primeiro andar.
Para urna taberna na Capunga, precisa-se
de 11 m menino que tenha ortica de ser raixeiro
do laesestabelccmentos, e prometle-se-llie bom
ordenado, se bem servir : no caes do Ramos, ar-
rnazem de iaiinha.
Preci
um jorn
fypograp
numero 39.
urna rasa no largo do Terco n. 30, propria para
qualquer eslabolecimenlo commercisl : a tratar
na ra da Cadeia do Recite n .
Precisa-sede um forneirn : a tralar na pa-
iano & Salgado, ra estrella du lio-
Compras.
Joao Jacinlbo de Medeiros Rozendc faz ver
Allenco.
Sement de melancia, |
compra-se o paga-so bem: na
na da Cadeia do Recife 11. 35.
Comprase para una encommenla urna
casa terrea na fregue/ia de Sanio Antonio, Roa-
Visla ou S. Jos. e que lenha bons commodos
ao commercio que HanooJ Jacinlbo do Souza Tra- i P,ir:l uma hmilia, e nao so olha a proco ; a Ira-
vassos deixou de ser seu caixeiro desde odia 6|,afn' rua daPeuhaa C, com Joo Pinto Regs
do correle. de Souza.
Compram-se caibros
e mais pertences para andaimes; no alerro da
Roa-Vista ii. 10, actualmente rua da Iraperatiiz,
->a rua do Hospicio n. 32 apromptam-so comi- loja.
. das cora muito aceio c promplido,lano para ca- Xa rua do Trapiche n. 9, armazem de as-
Fazendas finas, para llo-
raos, gerente Jos Gomes.
Hua ilo Cvespo n. 15.
|3*
Vendcm-secapachos de perla a 500 rs., ditos
red.odos a 610, dilos compridns com 8 palmos a
1-3200, e ditos grandes em forma de tapte a
2-5500 : na rua da Cadeia, esquina da Madre de
Dos.
O ahnixo assignado perdeu duas aeces da
caira econmica ns. ti^2 e li8;l, e a respeita j
se enli micu com o Sr. thesoureiro que u vai in-
dernnisar do valor das mesmas, e para constar
faz o proselo annuncio. Recife, 8 do fevereiro
de 1860.Miguel Archa njo dos Sanios.
Mascarados.
vestuarios para mas-
Vendem-so e alugam-se
carados, o por monos di
parle : na ruado ueimado n. 2, (erceiro andar.
llieilS O SCIllloras, do Gas- = Ka rua cl" Qucimadq n. 2, lerceiro ndar,
. r. f, 1 fazem-se vestidos para a quaresma e easamen-
Jtar AniOIlIO > ICira Utlima- tos. cora toda a presteza e perfeicao, assim como
( flores de lodas as qualidades, e ornamentos para
padres e grojas.
= Vendo-so urna armaco do funileiro com
algumas obras, na rua Dircila o. 'A'i ; a tratar na
mesma rua, na casa n. 1S, com Sabino Bruno do
Rosario.
Na rua a Cadeia do Rocife, esquina di '! i
de Dos, vendcm-se miudezas ntnito
que em nutra qualquer poisso quer acabar com as miudezas exisi
no pslabelocimcnto; na mesma casa ha i
^decapadlos rompridos e redondos, qic
se ven lem por barato proco.
Doce decaj.
para
pequeas porcoes.
Vestidos trelos riquissmos,bordados a vclluJo.
luios ditos lacrados.
Ditos de superior seda de cores.
Cha polillas le palha o mais superior possivcl,
para seuhoras.
Cortes de vestidos braneos bordados.
Superiores irianieleles jireles e de cores.
Loques de Sndalo.
Casavcquea decambraias bordados.
Cassas de superiores padioes.
Tiras bordadas.
Gr
para homens.
Sobrerasacas de panno fino.
Patitos do panno e de casemiras de coreo.
Calcas c colleles de ultimas modas, de case-
mira.
Camisas dc lodas as qualidade?.
Chapos de caslore de oi.i;a.
Vende-se doce de cajft secro de aptiasa
dadee por mdico preco: na rua da Roda i
Veude-se uma auna.;au lo.la amvidra
.....;'' , ____ . f, propria para loja de calcados, miudczas. ouoo-
as^io r l JESft '/"i15 [.'nra Ve"lro '1"i'1''uor Ue8ci0 na ru da l'"PonU..znu-
a de carnauba, em muilo bom oslado, bem co- mero 14.
rao caldeiras e bancos para o fabrico das mes-
mas, ludo por prego muilo comraodo : na rua da
Sania Cruz n. 30.
= Vende-se nm terreno no Campo Verde com
C0 palmos de fenle e 150 de fundo, e rom al-
giins ps de [rucias ; a tratar na taberna junto
a casa de detcneo n. 17.
= Vende-se urna pela da Cosa, sadia : na
rua da Sania Cruz n. 3.
Charutos.
No armazem da rua da Madre de Dos n. 8,
existe um grande sorlimento de charutos das
marcas seguintes, e vende mais err conta do que
em qualquer parte.
Varetas Brandan.
Regala Rrandao.
Lanceiros.
Varetas S. Pelif.
Regala.
Vendem-se 2 eseravos, sendo 1 mulata do |
de, pouco mais ou meuos, -i5 aun s, e 1 negro
de n,o;ao Angola, t imbem com idade, po ico
mais ou menos, de 30 anuos : quem quizer com-
prar, dirija-se a rua Nova de Santa Rila n I, ta-
berna, ouc achara com utiem tralar
Vende-so una radeirinha em bom esta lo,
na rua da Aurora u. se a loja : a tratar na rua do Cabug, luja n. 9
Vende-se urna casa terrea na rua de S.i ila
Rila n. 'J : a tralar na rua de Santa Hita Novo,
n. 23.
Vende-se um eseravo crioulo, de ida* -">
annos, pouco mais ou menos, bonita figura, sera
vicio iienhura : ua rua da Praia n. 74.
Pechincha sem igual!!
VenJem-se barrrlinhos com figos decommai re,
pelo diminuto preco de 1.40O o barril: no Fi no
po Mallos, rua da Moeda n. 23


(61
DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO II DE FEVF.MIRO DE 1860.
Charutos.
Na taberna do paleo do Paraizo n. 16, com oi-
lao para ama da Florentina, vcndcin-se charu-
los unos para 40 rs. a 24200 a caixa, e para 30
rs. a 1J800, e para 20 rs. por muito menos ; e
vende se fumo muito veiko, boa qualidade, por
muito menos do que em oulra qualquer parte, a
ivlalho; afianca-se os bous charutos e o bom
fumo 'a todos os freguezes que se qnizerem afre-
guc-sar nesta nova fabrica de charutos.
"..
-
C JO 9J "
E
o3;a
c; <= l-
= s
a . ra =
.Ef o fe Se?S"*-r
-2 "3 2 e a
T'.; ; o o
t: = 3
* J
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primero e segundo volunie
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4| o volume, podenclo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Oleados pintados
a 2$000 o covado.
Lindos padroes e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 2 a 30, chapelaria de Joaquim
Oliveira Maia.
Vende-se ura carro de 4 rodas, bem cons-
truido o forte, cora assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
ferrado de panno lino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
2, ra da Cruz.
Para a quaresma.
Sedas prclas lazradas, lindos desenhos
covado 1$600
Gorgurio de seda lavrado, superior era
qualidade, para vestido, covado 23000
Grosdenaplc preto, covado 1$8()0
Dito largo e muito superior a 2# c 2^500
Sarja preta larga, covado 28UOO
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
W-S = =^rcc;t =

IF) w O T -
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g-dgS 2S" H J
o 2 = o r
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k c = r ^ .;- = ''-
fc o i = S "1 J; o
' r > "^ ^ - e:
'; itpco ale inesmo por menos do seu valor,
'X alim de liquidar cuntas
nvm&wtus
(j'KEMP'NUE^YOHK)
PILULAS VEGETAES
ASSUCAIUDAS
1EBLEII1P.
NEW-YORK.
0 MELIIOR REMEDIO CONIIECIDO
Contraconstipaces, ictericia, affeccoes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
Hemori hoidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPURO DO S.VSCCE.
75,000 caixasdeste remedio consommem-se an
nualmente I
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdadc de medicina, e re-
commondado como o mais valioso catrtico ve-
draca.
fi
atente, para casas do familia, contendo [orna-
bas, e torno para cozinha com lenha ou carvao,
oa invenco pela economa de gastar um
terco de lenha"ou csrvo dos antipos, e de r.ozi-
cora mais presteza, tem a differenca de se-
iviveis, oceuparem pequeo espado Ja
r do fcil conduccao: vendem-se porpre-
: i mdicos, na fundKo de Francisco A
i iso [Hesquita] ra do Brum, e as tojas de
:. de Cardoso, junto a Conceicao da pon-
te do Recite, e i icimado n. 30.
Na loja dosertanejo,rua
do Queimado n. 43 A.
Reccfeeram em direitnra de Franca, de encom-
ia, os melhores chapeos de castor rapadoss
i br.-.ncos c prele?, e as formas as mais mo-
dernas que tem viudo ao mercado, e por me-
i o outra qualquer parte, assim como
m tem um grande sortirhenlo do enfeite,
Irilho i retse de cores pelo diminuto pro-
co de ! cada im, assim como tem chapeos de
de panno a 1$200 cada um em perteito es'.a-
i berluras brancas muito linas a 320, ditas de
de linho a lg urna, cambraia preta fina
vado, o a vari a569,e a Cid, gangas
... ir a 5 0, brim branco de linho a 1;200 a va-
, olletCS de velludo de furta-core=pretos a
:tos s 8 c a 9$, cairas de case-
r a 7, 8 e 11$, ditos pelos a 7, 0 e
12-:, uulletes de gorjsuro a 4, 5 c B$, saceos pa-
:! le liversos tamaitos, eias croas, por
. porco, a 1J500, dilas a lg600 e 2? a
), finas a 3 c 4J, chapeos enfeitados para
e meninas e senhoras por qualquer pre-
50, c tJdo o oais aqui se encontrar o prego,
e lDo se dei.vade Temnder.
A prazo ou a di-
a do Queimado n. 10.^^ 4 PrlaS | elal dc ,odos os conhecidos. Sendo estas pillas
iSiaSi^: ..::jL: :.-1223J^2^a:^E^ pu-amenlc vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
osto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efilcaze
em sua operario, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-se o folhelo que acompanha cada caixa,pelo
qual se licar conhecendo as multas curas milagro-
sas quclem clfectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprictaiios.
Acham-se a venda em todas us boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio dc Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Julio n. 2.
A O^ a caixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do llosario loja n. 28
E^ ? =.S S 2 = armazem de louen, mandam-se botar v-
"" Idro em casas particulares por prero
Vendem-se foges de ferro econmicos, de muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tamanho mais pe-
queno ate mais de G palmos.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jnnhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhes in-
glezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para cairos, e
montana, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente injilezes.
Pernambuco, no armazem dc drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
.ilOSELLE HOSSEIX
DE
MIDlSMlLBiatC,
em garrafas e meias gar-
rafas.
C. J.Astley&C.
3
pechincha
sem igual.
Na loja do Treguira, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraia's organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padrees, os mais modernos que ha no mercado^
pelo barato prego de 500 rs. a vara.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinhas de 20, e 40
libras ao prego de 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do llecife n. 50 primeiro andar.
Eslamenlia.
Na ra do Queimado n. 17, loja de fazendas, a
primeira passando a botica, vende-se a verda-
deira eslamenha, fazenda propria para hbitos
dos irmaos da vcneravel ordem terceira de S.
Francisco.
Cheguem ao barato.
.0 Leite (S Irmao continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recite n. 48, pegas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4j>500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3 a duzia, cambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3#800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales dc meri-
no lisos a 4S500, e bordados a 63, paletotsdc
alpaca preta e do cores a 53, ccroulas de linho
e algodo, camisas iuglczas muito superiores a
60$a duzia, organdys de lindos desenhos a
1*100 a vara, cortes de cassa chita a 3$, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pegas
de madapolao com 30 varas a 4JS00, 5!, 5g:>0,
6,7 e 8S, chitas inglezas dc cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 o 43, corles dc
calca de brim de linho a 23, ditas de meia case-
mira a 2?240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muitas fazendas que se vende por
barato prego.
Para mascarados.
Na loja d'aguia de ouro, na do Calinga n. 1
R, vendem-se lantijoulas, gales e grades de to-
das as qualidades, proprias para enfeitcs de ves-
tuarios de mascarados, assim como mascaras de
rame c de papelao, muito tinas, que se vende
ludo muito barato por seren recebidos cm di-
rcilura.
CheracQi. a Pediiiia
CALCADO
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Chaly e merino decores, ptimo nao s para
roupoes evestidos de montara de Sra. como para ]
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-! n ,
doChallesde merino estampados muito finospelo I Oestragado.es de calcado eacontra-
derainuto pre$o de 2:500 cada um musselinas!Ia0 nte estabeleetmento, obra supe-
modernas, bastante largas, de variados padroes rior pelos preros akaixo :
Grande sorlimento.
45--Rua Direila45
a 260 e 280 ris o covaJo grvalas a fanlazia.o
mais moderno possivel a 1 e 1200 cada urna, e
oulras muitas fazendas, cujos pregos extraor-
dinariamente baratos, satisfaro a expeditiva
do comprador.
Hornea.
Borzegjins aristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustre e bezerro)..... 85OOO
Machinas de cosSnra
tjj/ dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das ir achinas e manda-
se ensillar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
a do dia ou da noile
nesta agencia : nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te & Iirmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Seguro conlraFogo
nheiro.
Vi ude-se acocheirada ra da Cadeia de San-
t Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupce
uso algum : quera pretender, d:rija-se
mesma,que achara com quem tratar.
n J1
LONDRES
AGENTES
Cf!
Novas machinas de cozer,
DE
\Yheeler . Wilson
PE
New-York.
S I Acliam-sc venda estas interessantes niachi-
y ; as dc costura, as quaes reunem todas as vanta-
g gens desojareis, nao s pela porfeicao eseguran-
g ga do niechanisrao, como por seren da mais bo-
lla apparencia, sendo muito facis para se
I aprender a trabalhar ncllas, o que se consegue
an urna simples liao. Estas machinas fazcm
;; posponlo dos dous lados da costura e cozem cora
5 G J. Astley & Companhia. g
Meias de seda de peso
para senhora, brancas c prclas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
&MJ0&JML flUAUi II. iSUlJi i.30J -- :J'J>-:
I maior rapidez e perfeigo possivel.
Acham-sc venda c moslram-so a qualquer
j hora ds dia ou da noite na nica agencia desla
provincia no aterro da Boa-Vista, actualmente
ra da Imneralriz n. 7 primeiro andar.
d
i
Vende-se
?i
4?000
25000
Saunders Brothers &-C. tem para vender em
seu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11,
1 na i'ianos do ultimo gosto, recee.timcnte
chegados, dos bem conbecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Ra do Queimado
loja de A portas n. 10.
Ainda resiam algumas ezeadas para conclu-
ir a liquidagao da firma de Lcile & Correia, as
quaes se vendem por derainuto prego, sendo en-
tre outras as seguinles :
Macos de meias cruas para lioraem a 15600
ilos de dilas de cores 23000
Ditos Ja dilas cruas muito superiores 45000
Ditos de ditos para senhora 33000
Diios i'e ditas muito finas
Corles de caiga de meia cssemira
Diios de dilas de casemira de cores
Ditos de dilas de casemira prcla a 53 e 6>900
Brim trangajo branco do Hho fino
vara
Cortes de colele de gorguro de seda
I'ano preto fino, prova de limao 35 e
Grvalas do seda prota e de cores
Risparlos francezes, largos, cores fixes
coado 2C0
Otilas franeczas largas finas covado 240
Dilas clreitas 160
Tascados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade eovado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada cora 8 va-
ras por 25000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muilo finas pega 45000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados de seda um 25000
Grodenaple preto, largo covado 15800 e 25000
Seda, e sarja lavrada 15?800 e 25000
Vestidos brancos bordados para baplisade 53000
Veos bordados para chapeo 255000
Entre meios bordados 19600
Aihoalhado adamascado largo vara 15280
Lengos de diila oscuros um 100
Gaagas de cores para paut; covado 200

Folha de cobre e Metal
amarello.
Estariho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade cVcrniz copal.
Folha de Flandres.
Palhinha para raarci-
neiro.
Vinhos linos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
Relogios
Suissos.
Em casa de SchaHieitlin & C, ra da
B Cruz n. 3S, vende-se um grande e va-
^ riado sortimento de
taes, patentes,
relogios honzon-
clironometros e mcios

Oa
i
-iBorzegttins arranca tocos. 8'000
i'pitos iconomicos....... 6^000
de S. M.Singer &C. de Sapatdes de bater (lustre). 5.5000
New-York, o mais aper-j o i
feicoado svslema, fazen-j oCllllOra.
! Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5$000
Ditos todo de merino contra
calos (salto dengoso)..... 4|500
Borzeguins para meninas (br-
tissimos)........... i.s00(l
E um pe feito sortimento de toJo cal-
,^cado edaquillo que serve para fu
>, como sala, couros, marro'jtiin?, cou-
| ro de lustre, io, litas, leda ( te.
Baralo que ad-
mira.
Na ra da Madre de Heos, loja nova n. 7,
qudmando por todo preco, bem coma casoa
. de cores de iindissimos padroes a 55,
g balo inglezas a 5J800, cortea de chitas i
iresfixas com \ covad. i a 1$700 o
- biaueos de cassa, fazenda fina, a
m 2S600, 2:800 c J^m i dnzia, chitas I
Xj cezas I Iindissimos padi
;'' c 2s I o ci va lo, i imbraia de
para

Venile-se
intas de oleo.
Formas de ferro
purgar assuear.
P Eslatiho em barra.
g Verniz copal.
g Palhinha para marci-
^ neiro.
|j Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zem (le C J. Astley & C. fixasenorosdesenho8a440 arara, m la|
SREM.^ai9aS9B9IH|?M^'->i;5^3SiSS do3S800, A.im'4$800' :'~[['K ":",;-:' "'-
Vende-sel preta perita cozinheiraeS pro- 'es de merino estampados, gestos m I
tos, um muito bom oMro, lamben faz formas 69400, cassa de quadros, fazeada soffrircl
para engenho, e carreiro c trabalha de pedreiro baados a 280 i ran m. 9-!n(
e caVapina ; outro bom traballwdor de enxada, e *' ?".* 'm> " '
amlios proprios para algum senhor de engenho : Jaraas. cambraia lisa muito lina, peca de Id
sorlimeDltfdeclia-|
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 105, ditos francezes de seda a 7g, ditos de [
castor brancos a 1-ig, diios de velludo a 8o 9-
dilos da lontra dc todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta e baiza
emJSanto Amaro, passando a fundico "do Sr. das a 3$40O e 4*100, e alen diaso muitas outras
Starr, junto aesps do arvores. at as 8 lioras da fazendas, que seria enfadonho mencionar.
mannaa.e das i da tarde em dianle, ou fallar no
ranche farbosa com Domingos Jos da Costa
uunarSes.
$w&mw^mism......
i
i
-L>5.
da ultima moda.
Fazendas por prefos ba-
ratissimos.
^3, O Preguica vende em sua loja na ra d> (
?g mado n. 2, as seguales fazend :
g;' Lencos de cambraia lisa muito fina, du-
Vcnde-sc bibis recentemento (Legados '. zia
conple'to de I SSrcf.r'^^
' rus do Queimado por cima da loja do Sr. I i Canibrai;is M cores de diversos gostos,
Preguica, entrada pelo becco do Peixe
2$500 a C5500, ditos do Chile do 3*500, 5, 6, 8,
0, 10 e 12jJ, ditos de seda para senhora, dos mais
nedernos, a 13$, chapelinas com veos do ulti-
mo goslo a 158, enfeites finissimos para cabera
a 43300 e 5$, chapeos de palha escura, massa'e
seda, muilo proprios par as meninas de escola,
sendo os scus precos muilo em conta, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
tendo diversas qualidades para cscolher, bonets
de galao, diios de marroquim, ditos dc vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
lo cm conla ; c ossenhores freguezes & vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja dc chapeos da ra Dircita n. 61,
de Bento de Barros Feij,
\V Preguica, entrada
.-S Frito n. 1
^&S&^M '
8
s
Tacllas para cn^enho
Fundioao de ferro
e bronze
si
i
como se faz c concerta-se qual-
chronornetros de ouro, prata dourada, I quer obra tanto de fcri'O fuil-
efoleados a ouro ; sendo estes relomos' ,l.in A1Mrt inl; i^
do primeiro alncante da Suissa : queild0 C0U1 bail,1-
se vendero por precos razoaveis.
IjSOO
140
300

en
1*4
Dito dito dito, vara
0 oulras muitas fazendas que se renderio i
tade do comprador. '
Sementesdehortalice.
Sementes de hortalice do I
viudas pelo vapor Brasil : rendem-se na ra
da Cadeia do Recife,loja dc terragens de Vidal \
Bastos.
i ---r-.............". .......c u-j vapor e taixas
tem um grande sortimento dei r"balil" co;u;""do lodos os lamaiihos s...... "r
para uto. ^ ^^
tachas de ferro fundido, assim jMHW-HMW-WSg^V^
covado
Chitas franeczas de lindos padroes, co-
-ja nie3l9S9!6^ai99i9X vado a 290 e
\endo-sc um mu alo do 18 annos excel- n%ni. 4. _._-_k r 1
lente figura, proprio para criado, official de saja- Chalcf d mcnn hsos com franjJS dc
leiro ; a pessoa que pretender, dirija-so a ra n'lroz. um
da Conceicao da Boa-Vista n. 5. Diios de dito bordados dc velludo, um
' .\M / ^ ';* Ditos de dito com palmas de seda, um
"No-vos medicamentos lo-^ vlpaca de scda de iuadrns. co
....>^^il,:^ 1 3* Jll-'ias muito finas para senhora, duzia
llieopalhlCOS CU Viadosg Ditas ditas para dita, duzia
da Europa pelo Sr. Dr.fD,aso'iUl9Paradit*.mi
Sabino O. L. Pinho. i;iascasen,Sras de qadrnbo.s covado
$ Es.es medicamentos preparados c=ce- S Dltaidl^- cera >" *>**".
M cironte segundo as necessidadesPda | COT"do
95 homeopalhia no Brasil, vendem-se jielos f Cortos de dita muilo fina
|| prejosconbecidos na botica central ho- M Ditos de dita preta bordada
H K^}\^''V rUa d Sa"t0 Ani;"' 'Mund0 h Brinj franco de linho fino, vara
tjt\ \ O v 111 II. O. t&: *
M
m
& r"Mir*ff*nira rmntaiS l)ilodl dito, vara
"""'Va* f^^&B8&* Dito dito dito, vara
1
W-l
Ra daScozala Yova n.42.
Ncste eslabelecimento continua a haver u
Francisco Antonio Corroa CArvra mapletosortimento de moendasemei
lWAW>,das para enSeuho, machinas d
DE
I
Vende-se em casa de Saundcrs Brothers &
de vela: no armazem q c-> ?raca d corpo sanio, relogios do afama-
de C J AstleV & G d abricanle Roske>1. Por precos commodos,

i MBO . J i J tamb?m lranco,,;n3 c ca P" os mesmos,
Chapeos de castor pn eoeiieie wsto.
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
Aviso.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
No armazem de Adamson, Nowie & C. ra de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
do Trapiche n. 42, vende-se solios para homem vindos pelo ultimo paquete inglez: emeasa de
e penhora, arreios plateados para cabriolet, chi- Soulhall M-'llors cotespara carro, caleiras para cavalloctc. CCOS talailOS
Bo
I!
ica.
Francisco le Souza,
de folha de Kunlres, muito bem acaba-
tesnmc!ika- ,os' podendo um durar tanto quanto
18000
23000
45000
12000
r.artiolomeu
J5000 jo Rosario n. 30,
raentos :
Itob L'Affecteur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo in^lpz.
Jarope do Busque.
Pilulas americanas contra febles].
Ungento Ilolloway
Pilulas do dito.
F.llixir anli-asmthico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oueas a
Klibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
pre^o.
Superior ao raelhor
presunto de fiamJre.
Linguasde vacca emsalraoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Armes defronte da
porta da alfande/;a.
duram quatrodos nossosa 00 rs. um
e 4.S urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja dc funileiro.
Para os folgasoes do Car-
naval
Gama & Silva, no anligo ater-
ro da ba-visla hoje ra
Imperatriz n. 00.
Vendem Iindissimos chamalotes de alodao
a imitagaodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por prero baratissimo que facilita faser-
ceum rico vestuario gastando muito pouco d-
ubeiro da-se as mostras com pinhor.
Olhem que pc-
chicliat!!
Na ra da Cadeia do Recife
n. 35, loja, vende-se umaex-
ccllente cama de ferro de no-
tos patente inglez os melhores que existem no i Va llVeilCOt pOl'qilC fecheda
mercado, e despachados hoje, vendem-se por' ^,.^ j^ 1___i V
SYSTE.1IA MEDICO BEIIOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inesumavel especifico, composto inteira-
mente do herves medicinaos, nao centn) mercu-
rio, ncm alguma outra substancia del ti ria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complejo mais
del,cada igualmente prompto c segu o para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiranente innocente en sitas operacoes e ef-
feitos; pois busca e reniove as doenea.; de qual-
quer especie c grao por mais antigs c ienazes
que sejnm.
Entre nilhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ji estavam as portas da
mortc, preservando cm seu uso: conseguirn!
recobrara saudc c forras, depois de lia ver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devementregar-se ade-
sesperaco; facam um competente ensaio dos
efficazes effitofl desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Relogios de ouroe prata, cobertosedescober-
Ampolaa.
Areias(malde).
Aslbma.
Clicas.
Coiivulsoes.
Debilidade ou exteiwia-
cao.
Debilidade ou falta de
forras para qualquer
cousa.
Dysinlcna.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
I'-iixaqiioca.
Uerysipela.
Pebre biliosas
Pobreto intermtenle.
Pobreto da especie.
Go'.ta.
Ilemorrh odas.
Ily drope sia.
Ictericia.
(ndigestes.
Inflammacoes.
[riego la i i dados
menstruaeco.
Lombrigosde toiacs-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obstraccao dev< ntre.
Phtysicaou consump-
pulmonar.
uetencao de ourina.
Rheumatismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
pregos razoaveis : no-escriptorio do agente Oli-! Serve lC SOplia.
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro '
andar.
Vendem-se rarrinhos dc mo a lfOOO rs.
na ra Nova o. 71.
Vendem-se csta3 pilulas no estabolecimento
geral dc Londres n.221, cStraod, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda cm toda a America do
Sul, Havina e Ilespanha.
Vendem-se asboce-tidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contom urna inslrurgao em portoguox pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz u. 22, eaa Ter-
sambuco.
r-*ri
\ oiidem-se fazandas por barato
preco e algumas por menos do seu
valor para acabar, em pena e a rea-
lho : na ruado Queimado" loja de 4
[orlas n. 10.
Alsodo inoBsIro.
ufases
A 000 rs. avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 000 rs. a vara ; oslo algodao serve
p^ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.

htmusm
0F..WDEE VARIADO S0RT1MOT0
DI
ouasp feilas e fazendas
c avu\ucm
11:
4,000 rs.
por sacca de
Irmaos.
milho ; nos ai mazeos de Tasso
:
Na
ua do Queima-
do n. i().
i Ricas sobrecasacas de panno Sno prel
I e de cores a is, 30f e 85ji tambem le
| paletots dos mesmos pannos a 22? -
: paletots de casemira de cores
bom gosto e tinosa 12?. Nf, 1
: tos do panno preto pan menina i !-- e
: 2(>S, ditos de casemira de cores a 89 e Mf,
| caleas de casemira de cores e pretos
tamenU para meninos a 7,7, 89, 9f, 1 -
: 12, colletes de Rorgvrie di
'; mira a 5g, 63 e 7,<. paleltade alpaca i re-
Vende-se nicamente na ruada Cadeia do Re- : tos de cores saceos a -?, ditos sobrecasai -
cite n. 48, loja de Leite o Irmao. : a 7$ e 8J, ditos de brim, de -
Nova iivenciio aperei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados (Je
senhora.
Eua do Queimado u.
lfm : fusto tanto brancas como decocee a 4?,
7 : 4$50O, 5#e6$, calcas d'' brina brancoaaavi-
I : to finos a 5$, i'>- i- 7r. colletes I .
cu-es a 3j e 39500, camisas
B- ... i .,_____,_j_ ii-i bordados do melhor goslo que tem piu-
I lili II ailCatJO de llllhO todo ; recido a 28, manteletes de lil preto a a
prel o,
fazenda muilo superior; garante-se qu" nao
desbota : na na da Cadeia du Recife n. 48, lo-
ja de l.eite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 43 cada
cor muilo superior mpjo a muito moderno
; a SOS eada'um e 21j, ricos casaveaaea de
: cambraia bordados para menino a tO?, di-
; tos para senhora a l .; froco de velludo goslo melhor que tem ap- ':
: parecido a II- e 12:, e oulras muil ,s i -
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas. : 7r" 's e roupns feilas me com a i nse
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-1
te Traumann de Hamhurgo.
fc:
; do freguez se ar patente.
Casacas para a quaresma
ii m
do deposito geral do Rio
com Tasso i limaos.
Janeiro: a tratar
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmaos.
lio
nos ara2zen3 de Tao & Irmaos.
ISrsle mesmo eslabelecimento ha .
: grande sortimento de casaras prelas,
: sim como manda-so fazer por medida a i
tade do freguez, escoliirade os mesi
; (Minios a seu rosto sendo os prc ^s a 33 i
| e -10>. .
Camisas inglezas
No mesmo eslabelecimcnio acaba de che- .
' g:ir um grande sorlimento das veidadeiras \
camisas inglezas peiloa delinhoeom prea
largas, ultima moda, por ter-se muila i
' quantidade deicrminou-se a vender
;;': menos do va'or sendo a duzia a ;<;-.
MS'i ........... fi
Carne de varea salgada, cm barria de 20U
libras : em casa de Tasso Irmasj.
I


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO H DE FEVEREIRO DE 1860.
m
DE
mmmmm i mmm m mtmt
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de salmo.
DE
Scbaso J.da Silva dirigida porSIanoel CarnciroLeal.
Neste cstalielcoiracnto ha sempre promptos alambiques de cobre de diferentes dimences
(de 300 a 3:0l>0) simples e dobrados, para destilar agurdenle, apr.relhos destilatorios conlnos
para restilar e destilar espiritos com graduacao ate 40 graos (pela graduacao de Sellon Carticr) dos
melhores systemas hoje approvados e conliecidos nesta e outras provincias do imporio bombas
de todas as dimeneos, asperanles c de repudio tanto de eobre como de bronze e ferro 'lorneiras
nzc e
todas
e bronze de odas as dimengoese fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bro
ierro para rodas d'agua.portas para tomainas e crivus de ferro, tubos de eobre e chumbo de i
as dimengues para encamentos. camas de ferro com armagao e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobro, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras cocos
para engenlo, folha de Flandres, chumbo em lenle barra, zinco em lenrol c barra, ls'nees c
arroellas de cobre, lcnces de ferroa lalao,ferro sueeia inglez db todas as dimnsocs, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros niuitosarligos por menos prero do que em outra qualquer
parle, dcsenipenhando-se toda c qualquer .cncommenda com presteza c perfeico j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a su a con flanea, acha-
ra na na Nova n. 37 loja de forragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAHORADO
PELOS SUS.
D. Antonio ,1a Costa -A. F. de Caslilho-A. Gil-Ale\andrc IIoroulano-A. G. Ramos-A. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira Marreca-Alvos BrancoA. P. Lopes de MendonraA. Xavier
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Barreiros-CarlosJos CaldeiraE. Piulo da Silva e Crinha-F
Gomes de Aniotim- F. M. Rordallo J. A. de Fre las OlivciraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ do
Andrade CorvoJ. da Costa Cascaos J. Daniel CollacoJ.E. de Magalhes CoulinhoJ G [olalo
Fires-J. II. da Cunha RifaraJ. J. da draga Junior-J. Julio de Olivcira PintoJos Mara
Latino CoelhoJu'.io Mximo de Olivcira PimentelJ. Podro de SouzaJ S da Silva Fcrraz
Jos de Torres-J X .S. da Molla-Leandro Jos da Cosia-I.uiz Filippe Leite-I.uiz Jos'da
Cunha L. A. Bebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentn Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. T. de CarvalhoI. F. Silveira da MolaUodrigo Paganiuo.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jomalislico e a offerecer aosleitores, con-
juntamente com a revista do que maia notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos orignaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo .mversai
desde janeiro de 185!, em que comegou a publicar-se, lem salisfeilo aos seus Luis, com a uiaior
exaclidao e regularidade.
rublica-so todas as segundas reirs em folbas do 10 paginas, e completa lodos os semestres
um vulume de 420 paginas com ndice o frontispicio compelentes.
Assigua-se no escriplorio dcsto Diario, ra das Cruzes, e na ru Nova n. 8.
brasilera" ^ assis"atura : pclos Pa(iueles a vaPr 10200 por auno ; por navio de vela SS (raoeda
lia algumas collecges desde ocomego da publicago do jornal.
e para descarocar algodao, prengas para mandioca e oleo de ricin, portos gradada co-
lumnas e moinlios de vento, arados, cultiva lores, pontos, -aldeiras o lauques, boias, alvarenxas
se todas as obras de machnsmo. F.xccuta-se qualquer obra seja qual'fr 9Ua nalure/a pelos
nhos ou moldes que para lal fim forem apresootados. Uecebem-se encommendas neslo esla-
belecimenlo na ruado Brum n. 28 A c na ra do Collegio boje do Imperador u... moradia do ea-
xeiro do eslabelccimer.to Jos Joaquiui da Costa Perena. com quera os preteudenlcs so iiodem
entender para qualquer obra. r
t. r.
i $h wfa t?
.i t r.-1"\ e B
0 3
masm vmwm s oiPMiuDffii.
3 RA DAC&.OMA, CASADOFUITOJ
Clnica por amitos os syslemas.
cntostmeehlco;^ eos melhores mediea-
luios de 21 ditos....... Wo.lfin
Kitosde 36 dilos.............. l\\
Hilo de 48 dlos...... ...... 3K
Ditos de 00 ditos...... ....... -$
Tubos avulsos cada ura. ... ...... j'
Frascos de linduras............... |qoq
Manoal de medicina homeopalhica pelo Dr.' Jahr "trdu'/do
em portuguez co;,i o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. 20*000
Medicina domestica do Dr. Ilering, com diccionario.' .' '. lOgOOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes mqOO
nientcmee uffJdTiSl V ?' ,ueJ*f ,n0 TOS *"Mnto* feitos acha-sc conve-
SLT^mSffiStu.1 " "1 l d "ovcnil"- el" nlo, contratos mensaes para
Vanlos sacrilk1s C0UmiadO puUlC0 de Ue s Prcpriclarios esperam a remuueracao de
Assignalur; de banhosfrios para urna pessoa por mez. . lOgOOO
c.;,-! \ ,mornos.de choque ouci.uviscos por mez 15=000
____________spro--'!d r.Ttop.s ehannns avulsos aos Bracos annunctadoft.
gios.
Vonde-seem casa de Arkuright & C., roa da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
pode-se usar com coberla ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de. curo inglezes, de pa-
.ente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadeia do Recife n. 36.
Espirito de viuliocom i
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocora 44
Kros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
aodas: na ra Iar(?a do Rosario n. 36
Vende-se urna taberna uem afreguezada pa-
ra a praca, a tratar na esquina da traveasa de San-
ta Cicilia n. 18.
Era casa do Henry Forster & C., ra do
Trapichen. 8, vende-se :
Lm carro americano de 4 rodas.
Arrelos americanos.
Bombas americanas.
Foges americanos.
Arados a 30^
Champagne e cognac.
Relogios americanos,
farinha de trigo de lodas as marcas.
L*cipeesde patente e azeile proprio, ltima-
mente ebegados dos Estados unidos.
Na loja
ao p do arco de
Sanio Antonio.
Estando resolvdo acabar com urna porcia do
carnbruias inuito finas c cores lixas, vende-se a
260 o covado, a ellas, anles que se acabem, cor-
tes de meias casemir.s a 3g50, ditas muito fi-
nas a 5$ o corle, pannos de tapete para cima de
mesa, cortes do clially com 18 covados, fazenda
a mas moderna que lem vindo ao mercado, di-
tos de phantasia de lia e seda com 3 babados,
goslos inlcramente novos, reos vestidos prelos
com babados de velludo, grosdenaple preto mui-
to largo, chapelinas de palha da Italia para se-
nhora, as mais ricas que ha no mercado, ditas
redondas de palha, ditas de seda, dilas de todas
as qualidades para meninas, tanto para baptiza-
do como para passeio, bonetsde velludo, ditos de
seda, ditos de palha enfeilados, ditos redondos
para meninos, vestidos de seda para meninas de
3 anuos, ditos blancos bordados para baptisado,
sapatinbos bordados para dito, corles de colleto
de seda a 2$ o corto, merino de todas as cores
proprio para roupinha de menino e para vestidos
desmontara, bombazina pela muilo fina, man-
guitos de lodas as qualidades, manteletes prelos
bordados, ditos de cores, fazenda muilo rica,
lencos de labyrinlho, toalhas fronhas, velludilho
de flores,proprio para vestido-i, tanto de senhora
como de menina, chales de touquim, ditos a in-
gleza, dilo3 de crep bordados, ditos de merino
de todas as qualidades, pc-fumarias muilo supe-
r;ores,bainhas transparentes ; Indo isla se vende
por menos do que em outra qusJquer loja, assira
coas vestidos de seda braacos pa,-a casameilo.
Relogios.
Vende-se era casa de Johnston Pater 4 C., ra
do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
variedade de bonilos trancelins para os mesmos.
TARLATANA.
Vende-se ?uperior tarlalana, branca e de co-
res com 1 1,2 vara de largura : na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & Irmo.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharcsde individuos de lodas as nacoes po-
dera lestemuuhar as virtudes desle remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lem seu corpo e mem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente oulros Iratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravillosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dolas sao lao sor prndenles que uientupe so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
brara m com esle soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer i
amputacol Dolas ha muitasque havendo dei-
xado esses as) los de padecimentos, para seno
submetterem i essa operaco dolorosa foram
curadas complelamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes .'sultados benficos diante do lord correge-
dor e oulros magistrados, alim de maisauleuti-
carem sua lirmaliva.
Ninguem desesperara do cstsdo de saude se
livesse bastante confianza para ensaiar esle re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
menlratato que ueeessilasse a nalureza do mal,
oujo resultado seria prova riueonlestavelniciile :
Que ludo cura.
O tin&ueiito he til, mais particu-
larmente nos seg-iiintcs rasos.
Alporcas.
Caiinbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Llores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Bnfermidades da cutis
eni geral.
Ditas do amis.
Erupces e escorbuli-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
If'cli.icoes
Iuflammaeo dofigado
Innamniaeo da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de ollios.
Mordeduras de repls.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supiiraeoes ptridas.
Tinlia, em qualquer par-
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das articulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as peinas.
Vende-se este ungento no .estabecimento
g"ra! de Londres n. 224. Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
cncarregadas de sua venda em luda a America
do snl. Havana e Hespanha.
Ven Je se a 800 rs., cada boectinha conlm
urna instruccao cm pituguez para o modo de
fazer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pliarmarculico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambueo.
Vendem-se em porcao ou a retalho travos
de 32, de 42 o 50 palmos de comprido, encha-
ms de 22 a 42 palmos de comprido c 6 pollega-
das de grossura, c caibros de 25 a :t5 : a tratar na
ra do Collegio n. 16, tereciro andar.
P
ara a quarcsina.
Na ra do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica, vende-se superior seda piola
lavrada, tanto em covados como em corles : por
baralissimo ireeo por haver um grande sorti-
menlo.
Na ra do Queimado n. 17, vendem-se mo-
dernas saludas de baile, com pequeo deleito,
pela lejea parte de seu valor.
Aos scrjiores armador* s.
Vcnu'c-sc por muilo menos do custo, airona,
Raides, ftpres, etc.. ere "rfa. armro da igreia do
O-n, [liiitu Simio : a IraTwr ua roa do Encan-
tamep Jt. nu na ra doQorimatPs >. 42
vjidem-se canoas de amarello, pro"p'ras
para pescara, por preco commodo : na ra do
vigano ii. 5.
Vende-se cera de carnauba a 10S500 a ar-
roba, dita em velas a 14$, dita de composico a
loj, sebo refinado a 12?, rosarios demissanga
gales,espiguilhas, rolantes, trinas e podras pa-
ra afiarnavalhas : na ra da Cruz, armazem nu-
mero 33.
PotassadaRossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior quahdade, assim como tambera
cal virgem era pedia : ludo cor creeos muito
razoaveis.
Era casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
18, lia sempre para vender um completo sort-
mento de ricos e escolenles panos de todos os
precos C qualidades, os quaes sao de niuta du-
racao pela sua boa conslruceao. Estes pianos
que foram premiados com a medalha de primei-
ra classe na exposicao universal de 1855. alem
do seren de 7 oitavas e 3 cordas.sao de Jacaran-
da c chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren] podem compra-Ios com 20 ou 30 HiO de
menos que em outra qualquer parle.
Leite puro.
Vende-so leite puro a 400 rs. a garrafa: na
ra do Vigario n. 6, deposito da esquina.
Superiores relogios de ouro e prata, che-
dos pelo vapor Oneida : no escriptorio de Sou-
thall Mellors & C, ra do Torres rr. 38.
Amorim Irmiios, na da Cruz n. 3, teein
para vender algumas acedes da companhia geral
de Pernambuco e l'arahiba : quem as pretender
pode dirigir-se aos mesmos para tratar.
Presuntos inglezes, queijos londrinos, latas
cotu bolachinha sorlida, ludo de superior quali-
dade, chegado pelo ultimo navio, por prego com
modo : em casa deSouthall Mellors & C., na ra
do Torres n. 38.
Milho, farelo, farnha, gorama, arroz, sa-
bao, velas de esicrmacele, vinagre de Lisboa ;
vende-so no armazem de Francisco L. O. Azeve-
do, na ruada Madre de Dos n. 12.
Commoda.
Vende-se urna boa cmoda de mogno, encada
ltimamente de tora ; na marcincria da ruadas
Cruzes.
Diccionarios.
Vendem-se por commodo prego dous jogos de
diccionarios de Moraes da ultima ediccao ; na
praca da Independencia n. 22.
Vendem-se 7 escravos, sendo 2 casaes de
25 at 45 annos de idade, muito acostumados ao
seryieo de engenho : entro estes escravos ha
oleiro, pedreiro, carreiro, e lodos servem bem
sua officina ; na ra Direila, casa de negocio n.
72, se dir quem os vendo.
Vendem-se saceos do farnha da trra do
boa qualidade e preco commodo : na ra das
Cruzes n. 20.
ue
la gru
fabrica de tamancos da
ra Direila, esquina
da travessa de S. Pedro
numero 16,
ha cffeclivamente um grande 3ortimenlo de ta-
mancos de lodas as qualidades, tanto a retalho,
como em pequeas e grandes porces; a esta-
cao invernosa esl prxima, e neste estabeleci-
mento acharao continuadamente de um a mil
pares de (amneos sempre promptos para qual-
quer encommenda, por precos commodos.
Nova confeitaria.
Neste novo estabelecimcnto encontraro asi
pessoas de bom gosto os melhores doces seceos !
de calda, grande sortimenlo de paslilhas, as mi-I
mosas cocadas nunca vistas nesta provincia, as
amendoas de chicotes e torradas, apreciavel c
chala ; na mesma preparam-se bandejas com
melhor gosto : na ra da Sanzala-Nova n. 30.
Nova confeitaria.
NA LOJA
Encyclopedica
DE
Gaspar Antooio Vieira Gomes,
gerente Jos Gomes Villar,
Hua do Crespo n. 15.
Cassas de superiores padres a 260 ris o co-
vado.
Ricos vestidos de phantasia a 20.
Admiravel pechincha,
Manteloles para meninas a 89.
Velas de carnauba.
No escriptorio de Gurgel Iruiaos, vendem-so
Atteneo.
Fugio do poder do abaixo u
Cosaria, cnoula, com os signaes segu:,
xa, magra, cara bexigosa, falla ranhosa
vestido branco, chales encarnado, levan
urna trouxa com roupa, de sen uso a m-
nada escrava i da finada Antonia Hara do Es-
pirito Sanio, o hoje pertence aos lo ri
mesma; desconfia-se ter a tit* eacrava l
para as bandas do sul : pode-se as autl
eapilaesde campo e a qualquer pessoa
levarem-na ama u" Santa Hila n. 61,
mesma ra n. 15, que se gralilicar g
mente.
Slannel Jos dos Sanl
Continua .1 estar fgido desde o mez <.....1-
tirbro do onno prximo p.issado, a sarravo U -
theus (que se intitula Mathias), de na^ao
la, reprsenla ter 60 annos de idade, 'tom
de denles na frente e o> dedos das mint
cs'e prelo foi escravo dos lierd.-irns de 1
amendoas de chicotes e torradas, a precia v "o! I "las <|e carnauba do raca"ty,"e tomb'em'wuii- IXJ^ "l^?1;!!; 'I"/' ",,',n "!"l;1 "
nhos de cabra e sola. j moain. sendo levado a praca por c\cc
contra os mesmos, foi arrematado por J
da Silva Lopes em junho ie 1W.I, e con'ii que
o mesmo prelo se acha em urna rasa (rabal
do oceulto, pelo que protesta o annunriante usar
com lodo o rigor da le i contra quem liv. t
to o seu escravo, e cobrar-lho os das d h
roga-so, porlan'n, a (odas as awtoridadn
eiaese en pitaes decampo a captura do mi
ra vender imincn
e de calda, para Ierra e cxportanio, preparado
Vende-se urna escrava crioula, to idade de
30 annos, pouco mais ou menos, sabe cozinbar
o diario de una casa, lava, de sabio, e tambera
I e quilandena : na ra da Frua 11. 0, armazem
de carne secca.
m escravo do bonita figui
Nesle brilhante e novo cstabelecimento ha pa- i uo ""V?" ^scca-
sas qualidades de doces seceo iAT7 !'se um escravo do bonita Qgura.de
idade de 22 annos, opiuuo olliciai de calafate : a
por um novo melhodo, bem" como caj inteiro, .-atar"s.c "P escriptorio de Jos Joaquim Dias ,
laranja c abacaxi em latas lacradas, como as que : l'rna!,des & Who, no largo da Assembla n. 10, Si* Wal^Sf ! V," pa^'" M, >" '
ven, da Europa: na ra da Sarrzala-Nova n. H Pnn,e'r ;,1l"Ji,r- n., ,', ^.' -i ^ """ w^i ""
; Ifc I 1\ 1 r-> >c'uH!-se um palanquira em bom uso : na t 'i^'n V ''.'''''''''''^^'!'
\i 1611*1 HA llAiniQ/lA %1 r3 direila, sobrado 11. -1U, terc-in. ai dar. 1-op's. na trave ssn da Madre de Heos, no:
o 1 mam pe nato i ;.-*-,- ,*, m ^M, m ,, d. "*L"4.rs^rrr
rente, a preta crioula, Benedicta, estatura
*I^&I^^sS^^^^?Sia chcia do corpo, pea apalhetados, ten......a mu
Loja de 4 portas.
llamos n. 6.
y-


Chegou a esto estabelecimcnto ur
m completo j=
sortimenlo de obras feilas, como sejam : pal- k&
oits de panno fino de 16g al 28$, sobrecasacas f
de panno fino preto e dc"cores muito superiores gj
a 35?, um completo sortimenlo de palelots de rpan,lnv:.i, i*
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman- ^ ^U(le C \ ariHtO SOrll-
le, que se vendem por preco commodo, ccrou- J.; P-lOlllO (le faZCllIdS
las de linlio de diversos tamanhos, camisas'^5
franeczas de linho c de panninho de 2S at M I*
cada urna, chapeos frantezes para homem a K~, jS
ditos muilo superiores a 10-S, ditos avelludados, ^
copa alta a 13, ditos copa baixa a lOg, cha- ''
K&$3^&& WSKCK^Sntt enca ao corpo pes apalhetados, lem w^ n
I) I ft Jww7*,,'-J*NB,*5f ;-['"" le de ferida no bra ;o dtreito, repre-ei I
niia uy iJuiHI2:a . o, S 'ur.",ad.es poiiciae, capcs d.
Pa livor noticia, a su I appn ,
;ira l !imi'Pmi ?ST" snn,,or r,;< 'a Direila n. s. que .- i
ttia U l|ll peos de fellro para homem de 4, 5 e al 7 ^
cada um, dilos de seda c de palha enfeitados pa- j|
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a ^
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita- |f
das a 25g, ditas de palha de Italia muito finas a 35
25g, cortes de vestido de seda em carteo de 40$ M
at 150$, dilos de phantasia de 10 at 35$00O, ^
gollinhas de cambraia de 1 at 5, manguitos M Ricos eorles
finas e grossas, de lodas
as qualidades e
precos comiiiodos.
Roupas feitas franeczas
e tinas perfumaras.
NA
. 1
m
1 -
S3-
mi a ft:
<9

LOJA
DE
Alinoida k Burgos.
de vestido prelo
Fugio no Lia 5 do correte, da casa do al
assignado. o escravo de nome Tbomu, crioulo,
lio do serlo do Mochlo, com os signaes -
3D giiinles: edrpreta, denles limados, coa 1 !
II dos da mas direila aleijados de urna n. .
idana, o qual julga se ter levado em
panliia urna preta escrava ; este -,, .
; senla tor a 25annos de idade, ':
rou a ; roga-so, 1 orlanto, as a iloridj -
de seda bordados, com duas
e tres saas, em grandes car-
ios, pelo baralissimo preco
de 70 e '
Veos prelos de fil de linho a
Ditos dilos para chapelinas a
U (irosdenaples preto, o covado a
m Dito dito superior de duas lar-
m Selim prelo de Macfio a
"j-v D1I0 pelo de boa qualidade a
H Dito preto muilo superior a
<{ Cortes do coleles de gorguro
qg prelo bordados a
^ Dilos de selim de Uaco, borda-
ae dos a
1a rou| a ; rog
;-., policiaes ecapilesde campo a*captura do di(>'
do Ig00at5, organdys escuras c claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores i
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor- S
les para colleles, paleloise calcas de 3;500 al 3
4g o covado, panno fino prelo e de cores de 2500 \
al 10$ o covado, cortos de colletc de velludo1!
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguro '
c de fuslao brancos de cores, ludo por preco
barato, aloalhado de algodo a 1280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 9, gresde-
naples de cores e pelos de 1600 al 32(J0 o
covado, csparlilhos para senhora a 6$, coeiros
de caseraira ricamente bordados a 12 cada um 1
lencos de cainluaa de linho bordados para se- i viZinl^uTJ^M41800
nhoraa9el2cada um. ditos lisos fiara ho-13
mem, fazenda muito superior, de 12 al 20 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2g00, barege de seda para vestidos, covado a
1400, um completo sortimenlo de colleles de
gorguro, caseraira prela lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10 cada um, merino al-
cochoado proprio para paletols c colleles a 2?S00
o covado. bandos para armarao de cabello a
1500, sancos de tapete e de marroquim para va-
gera, eum grande sortimenlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas, azendas que nao
possivel aqui mencionar.j'pormcom a vista dos
compradores se mostrarlo.
=jj| esi ravo, e que o lecm ao seu senh .
l'i si adi res ns. I e 3,
onerosamente.
m
que s< :o .
Com (onle de avaria
. Vi 1:800
Corles de vellido de chita rocha fina a 1:800
lencos de camoraia brancos a 2:000 2:500 35
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meto por 5:000 cousa rara no Arma-
zem^ de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
Vinho do Porto.
Vende-se overdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e om barrsde quario, por preco commo-
do : no armazem de Adamson llowi & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Ferros de ciigonimai* ceononiicos.
e a
Luvas pelas de seda a le
g Meias de seda pela para senho-
afe Ditas de seda preta para horac-m a
P Hilas de algodao, prelas a
ate Lencos de seda de gorguro pro-
lo muilo superior, meios len-
9osa
V Grvalas de seda prelo a
cg= Enfeiles finos de vidruho prctos,
a/> para cabeca de senhora a
W Casemiras prelas, o covado a 2\
^g 2*240, 3920O, 3520. 4 e a
5fS Panno lino prelo, o covado a 2,
1 JuoSarii.iho de V. Rezende.
lOjOOO i:' . Pugio do engcnbu Mundo-Novo, ci iu
lj>280 -V; ,!'' Nazan Ib, freguezia de Tracunba m, 1
2>i00 '>'& de Janeiro prximo passado, o escravo Jos, j
|g velho, naco Benguella, bstanle regrisU, vesli-
3*500 M : L' Jo cal<:a branca e camisa de chita .
que oslar um alguma fabrica de sabio un
qia desla cidade, por j ter trabalhado 11
bricaa : porlanlo roga-se as 1
itacs de campo que o apprehender' ai
ven; em cis.i do anniiiic ianie, na ra Xoa I -
la Rila n 1, quesera bem gral
No da 0 de Janeiro do 1800 fug 0 d
nho Ponll s, districto de Porto de Pedros, (M
ciadas as, o escravo crioulo de nome
nardo, de 35 annOS de idade, eoHl 1 -
guiles :fallo de denles noqueii -
In'ra calva at ao nieio, bi ixo C g -
bem barbado, lem ui.i br<
que oulro por ter sido quebrado : qu< m :
dito cscrav 1 queira leva-lo ao do eugenh 1
nao Daplista dos Santos Lobo, 1
2<;000 ^i"10s- casa encarnada, 11. i, que sei .
lv'uo ;* '"C"10 recomp usado.
I pareeoii na neite do da 7 I >
4000 ^ correte de s. Jos do Hanguinh 1,1 u di
Bastos, i. escravo crioulo, ..' non
licto
2{MO0
3 ;ii
58000
4000 &
0-000 sr*
l-_.
>7^i) .:
Ig200
3000 -
:i,\2un ..-
iO0 -:
85880, 3;C00, 4:000, 4g500,
5>000, (teOOO, OsOO a
Camisinbas do cambraia para se-
nhoras a
Manguitos e golas de fil de li-
nho a 55OOO e a
Manteletes riquissimos de gros-
denaples prelo dq 30$, 35ft a
h apeos finos de massa, france-
zes, dos mas modernos a 85 e
4j50U gp
8$000 ^i
1-GOO S
io5ooo ^
; represi uta :5 a 50 ,c
co mas ou menos, sem barba, altura reg
corpo igualmente regular eben feiio, levou
pa, constando de calcas
panno lino azul, camisas blancas ui
ganga e de brim han...do branco, el
de fellro 1 .--uro, e urna rede, ti
6j}000 IB I Buido por urna mulher forra, cor fula, d
II Candida,"que consta ser natural de Mai
40fOOO ': cabello amarrado. O escravo natural d .-
gipe, aonde lem mi, boje forra.
Roga-se a quem o aprehender 1!
Uanguinho em casa deJosT. Basl -, ou
cidade em casa de Bastos 4 Lemos.rua do l
chen.17.que ser generosamenten
Molo(iue Fgido.
100^000 de gratiGca^o.
Roga-se acs cap lies de campos, e a I
qualquer autoridade a appiebeosio de um n -
que de nome Macoel, crioulo, dde 12i
pouco mais ou menos, o qual fugio da m
Vralos pelo vapor inglez, os mas superiores aDaiX0 ssigne.do no dia 30 de oulubro d> 1 -
^ Alpaca preta de diversos precos, casa- a)
,yj cas, calcas, paletos e coletos prelos de JS
fi diversas qualidades e precos.
ammeamn ^s m mh s
PrcsuDos inglezes e !ei-
jos londrinos.
do mercado : na ra do Imperador 1
Vende-se
estreita
1
11. 25, ou na mesma ra estreita n. 17.
SSJ- Dcfionlc da malriz da Boa Vista.n.RG, ven-
dem-se e alugam-se bichas de Haiuburgo, por
menos do que em qualquer oulra parle, amla- haivn Bcenn9JA J i"""" "I"
so qualquer ferramenta, tra-sc e chumba-se ,IX0 ?SM?n,ad,u ,|p cal"r obre dito larapio com
denles, sangra-se e faz-sc ludo quaulo perlence
o arte de barbeiro.
Vestidos brancos de blond de seda com ha-
dos e com pequeo defeito, por melado <
yilor, muilo proprios para casamento : n
do Queimado u. 17, a primeira passando a botica.
12. rente auno, levando caifa de cor, camii 1
.iue2^ ' arma-i0 a casa n. 12 da ra chapeo de palha oleado e o nuiof siso a I -
streila do Rosario, cora muitos commodos para He asihm. ,, ,.. 1 j ,
ualquer negocio : tratar na ra do Nogueira je as"""a e a pouro^estevedoente de 1
nesconha-se que esteja acollado por algum esper-
lalhao, que se queira aproveitar de sua
idade pera o ssduzir, ik-sde j protesta o ib
I
Os abaixo assignados para comraodidade do
respeitavel publico, procuraram e conseguiram
estabelcccr cm diversos pontos desta cidade a
vendagem dos ferros econmicos de Blesse Draki
pelos mesmos presos por que tem vendido no
seu cstabelecimento da ra da Imperatriz n. 10, I bonita figura por ser reforcado," que co/.ii"hao
slo , do 12$ porapparelho completo, que cons- I d,ario do uma caso> "esta 'lypographia se dir
(a de ferro.tole e descanco. Esta maravilha d'ar- q"m vendg-
te americana um daquelles inventos de grande
todo o rigor da lei, egraiilica da mareira m
aqutlle que Ihe der noticia certa, e paga
bados e com pepeno cri^lrw^d^ i ^T ?. *" V" m^m0 TIe,|Ue ;
Valor. muilo parios para casamento na ra S9 f^TPdlta airehensao, levando a ra Nova
n. 21. Francisco Josa Germann.
Fugio no dia 7 de novembro do aono 1
x mo passado o escravo Felppo, de na i
gola.de idade 15 a 50 aunes, rom os* 1 1
segrales : um tanto bnixo do corpo, cor
lesia ca_rrogada, olhi s pequeos, cara larga
barba, falla lina e a voi sempre baixa, .
larga, com alguns cabellos brancos pelas foi
parecendo sor muito msncioJio, porm 1
vclliaco e raeltioo a curador de emposl
bom corpo, pernas um lano ftnas, -
mesmo corpo, enjo escravo de Antonio
Uago Pereira da Costi, proprietario da 1
Providencia, na freguezia de Agua Prela .
o pegar 011 disser onde de coi lo est ser
recompensado.
queijos superiores a 2.;20O, manleiga ingle/a a
1>, primeira qualidade, cha dir melhor que lia
110 mercado a 2^240 a libra, azeile doce francez
afcOO rs. a garrafa, batatas a 40 rs. a libra : na
travessa da ra das Cruzes n. 6.
Vende-se um prelo de idade de 25 annos.
Escravos fgidos.
ulilidade para a industria, pois nao s economi-
sa o carvo e lempo, mas se consogue em deter- ,,,io a 3 d^r7,
minado espaco de lempo engommar o triplo do nome Salustio, alio, raagio, bigede e pouca bar-
200^' de gratificado.
admira.
Na nova loja da ra Direila n. 87, ha para
vender ricos paletos de fuslao branco e do cores,
cozidos a tranceln! pelo diminuto preco do 5&
OJOO, dilos saceos de alpaca de cores,feitos com
o mesmo gosto a 4*500. caigas de meia casemira
muilo boa fazenda a -jiSO, dilas de brim de li-
nho padres do gostos modernos a 3J500, dilas a
3;?00d, dilas a 28500, saias a balao de labyrinlho
a 85000, ditas de musselina a 5$000, chales' de
touquiai a lOjjOOO por ter um 60 de cor, vende-se
por lao diminuto preco ; e outras znuilas azen-
Ms que s5 coa a vista do freguez.
que se obtem com um ferro commum com 00
rs. de carvao engomma-se um dia inteiro, s ne-
cessita limpar o ferro quando se principia a ope-
raco, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforgo, poder
ser manipulado a vontade do mais dbil traba-
lliador, tem mais um apparelho que obsta a que
o calor do ferro possa prcjudicar a quem com
ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,estabele-
cimento do Sr. Jos Alves Barbosa ; ra da Ca-
deia do Recife n. 44. idera do Sr. Thomaz Fer-
nandos daCunlu ; ra da Madre de Dos n. 7,
idem dos Srs. Fonseca & Marlins ; ra do Crespo"
n. 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azevedo ;
ra da Penha n. 16. idem dos Srs. Pinto de Souza
& Bairao; ra do Cabug n. 1 B, na aguia de
ouro ; ra Nova n. 20, estabelecimcnlo do Sr.
Antonio Duarle Carneiro Vianna ; ra do Impe-
rador n. 20, idera do Sr. Guimares & Oliveira ;
ra do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
gues Ferreira ; ra Direila n. 72, idem do Sr.
Jos Soares Pinto Correia ; ra da Praia n. 28,
idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhes ; ra
da Praia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Caslello Branco ; ra do Livramcnto n. 36, idem
do Sr. Joo Antonio de Macedo; ra da Santa
Cruz n. 3, idera do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
aa ra dalmperatriz, idem dos abaixo assignados
Raymundo Carlos Leile & Irmo.
' ba na pona do qucixo, anda calcado
e sabe 1er,
tem uma marca de caustico sobre o peilo direilo
uma tosse nervosa, forte e frequcnle : quem
pegar, leve a seu sonhoi o Dr. Aprigio Guima-
racs, na liba dos Ralos, que ser gratificado.
ATTENCAO
Anda contina ausente o preto Nicolao, (-
rod Francisco Antonio Cabral de Helio,
pretario do engenho Tabocas da freguezia .
S. da Luz. Esle prelo um dos cinco que em
marro do auno passado fugiram daquelle 1
nho, c tem os signaes segrales- alto, 1
do corpo, reprsenla ter 22 annos de ida
tem -'-------: -
la
cons
forro : quem o apprehender e entregar no 1
engenho a seu senhor, ou no Recife M
Antonio Goncahres, ser gratificado com MM -.
-- vi, icpincHH icr za annos de ida
lem alguns signaos de castigo as costas. :
tambera alguns principios do officio de ca.-.
consta ter sido vi-Io no Ouricury, inculcan,:
Fugiram da casa de seu senhor dous escravos,
uro de nome I.uiz, crioulo. com os signaes se-
grales ; bem prelo, nariz grosso, pernas gros-
sas, ollios bisonhos, falla pouco, mu vagoroso
no andar, altura regular, representa ter de 18 a
20 annos; o oulro de nome Thomaz, cabra rom
marcas de bexigas j desfajadas, bom fallante
e muilo conhecido por trabalhar na alfandca
eom boi, tem falla do um denle na frente, bera
parecido j.ilga-sclerera ido para o serlo por
ser um dafrcguezia de Quipap e oulro de Bui-
que : roga-se, porlanlo, as autoridades policiaes
e capilaes de campo os peguem e Icvcm-os s
Cinco Ponas n.65, quo so gratificar generosa-
mente.
Fugio no dia 3 do crtente do
lugar Boa Viagem a escrava Anna,
crioula, cor fula, baixa e secca do cor-
po, olhos pequeos, representa i0 an-
nos ; oi escrava ha poucos mezes do Sr.
Dr. Buarque Nasareth, morador em
Santo Antao, conduzio uma trouxinha lC^^T^^Z^T^i^m\^t
ae roupa de seu uso : quem a penar ou fallado escravo, que lora ptimo 'sismal que
della der noticia sera' pratiicado or ulna rnJarca de um lalho em 'od" costa 'da mo
eu senlmr Inp Pntn M, i- P esquerda, que quando fugio levou em ferida:
eu enljoi Jos Pinto Magslhaef, na paga-se muito bem a quem o apprehender e io-
laae dOKecife, pateo do hospital do '""10 ao mosmo engenhe, ou no llecife. na So-
Paraizo. COchcira n 10 edade. aos esludanies Hosmida Correia de Cras-
' 'o e Auslerhano Correia de Craslo.
100,5000
do gratificacio a quem capturar o cabra I
Candido, que lal vea (rate-se hoje por II
beija-flor, lugido desde agosto de 1858, de idade
20 annos, alio, boa estatura, cabellos trej
ura olbo varado e grande cicatriz do mc-ino
do rosto. 2 denlos tirados na frenlo. cwlum
dar elogiando -pie faz adjunto, sondo conde
a ra do Collegio n. 16, ou engenho Tacpe de
Iguarass.
Fugio no dia 8 de dozemhro prximo pas-
sado, do engenho Torra-Prcla, na comarc
Nazareth, o escravo Joao, crioulo, bastante pre-
lo, alto, secco, sera barba, com falla de ura den-
te na frente, bem feito de ps c mos, muilo
danzador, e quaudo foge < quer ser fono, e ro-
mo forro eslava no Recife com o nomo de Ma-
noel dos Santos, onde foi preso no dia 1 |
corrente, e tornou a fugir por descuido dos se-
nhores mocos all estudanles, pelo que pede-'e
aos arrematantes das obras publicas, a nuc
offereccm Irabalhadores, o cuidado, se appar
wsr


(8)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBAPO !1 DE FEVERETBU DE 1860.
Litferatura.
A familia llol.
Km Boma, em Sparla ou om Alhenas ler-sc-
leraotado estatuas era honra desse grande reaaa do espirito e do opinio, sem os quaes nao
de vista da equidade histrica, preferimos a que
foi (cacada por un escriptor, que sein possuir a
violencia de estylo do cardoal de Belz, tinha
aquella lucidez de apicciaco, aquella sobrie-
dad.^ de louvores e de censura, aquello desinle-
magestrado, iambs dizer, commettondo um I existe rcrddeiro historiador.
ironismo do linguagem, em houra desse j Maiheus Mole, felto para as cirrunislanrins
Franca, em P ris, Maiheus i em que so achava, fui cni.iu julgado des lavo ra-
mente pelos dous pailidus. Os ministros,
grande cidado. Km Franca, em I'
nao se ergue ora cima de un s monumento
i
\ p
publico, seu uonie respi ilav< 1 nao lido no an- vendo o ardor que elle punha no coinporiamenlo
de neiiliiiui,! roa. Cun ludo as bellas artes hie sua eompnnha lite presteva contra ellos,
> a i quencia .nao fallaran) honra de pagar a la. havam Du de parcialidade para coni os l'ron-
Dieniuna desse Ilumino Ilustro o trbulo do res-i (listas l'slos iliisrr,.cincf,c ,,r c,,.,., c<,...,..- ..._
murta desse limiiem Ilustre o tributo du res-1 distas. Entes, desgostosoa por seren sempro re-
peiio e do reootilieciiiieuto. A pintura lem re-1 peludos pelo primeiro presidente as
. raas que
t rodiizido as :nas bellos ns da vida dosso queriam trnnspor, aecusavam-no de se ter ven-
leolo do parlamento de Pars ; os poetas
catilarani-nas, o.s oradores retcbraraiii-nas o as
academias so lein coberlo de honra, ha dous se-
-. sos ollios d.i Europa, propondo e coroandu
os elogios inspirados eloqueucia o ao patriotis-
mo pela valorosa sllitude, pelas estoicas vil ludes
do fiihoda Franca (8).
As odiosas saturnaes tinham, por assira dizor,
coreado o horro de Maiheus Mole. ('.nanea, ello
nssistira i essas procisses impas, essasgroles-
cas manil'esiaooos, onde so van mongos e padres
cobertos do courocas <. armados de broquuis, de
pailasaas e escopetas, ostentar em presonca do
legado e desenvolver aos olhos desso einbaixodor
de Roma e do enviad (le Hespaulia, u> ardores
estrepitosos de urna milicia fantica e sein disci-
Adolesconle, tremer mais de urna vez
pelos das de seu pai, ameacados pelos facciosos.
I ssi perpetuas alternativas de temor e esperan-
za domestica, a romtemplai'o das loocurase tu-
rles populares, essas rail aceas lgubremente
cmicas ou burlescamente sensireis que a rcvolta
improvisa o pro-luz quando iriuinpha, tinham
amadurecido antes de lempo o espirito do joven
Mole e Un' tinhaiu dado aquelle carador de gra-
nito o bronze contra o qual deviain vir se
quebrar mais tardo os ondas dos niolius e da
sclica.
Kecebido conselheiro no parlamento, na idade
Dra que mullos mancebos freqiionlam anda as
escolis tinha apenas viole edousonnos Ma-
iheus Mol' [o nomeado jresi lente da cmara das aos motejos dos gaiatos,
levassas (Chambre des enqutes] em I610,e qua-
1ro .unios di'pois procurador goral em logar do
Nicolao de Bcllievre ; enilim, primeiro presiden-
te em lfif era subslituico de Nicolao Le Cay.
lui ao rardeal de Riehelieu que Mole deven essa
promoQao lo rpida e lao inslita sol o anligo
n gimen jndiciorio. l> ministro oo l.uiz Mil, po-
rm, sabia apreciar os lioiiieusindepeudenlesdos
dados ordinarios da dado e ti i experiencia. las
un mancebo, disso era cerlo da o tardeal ao pri-
nieiro presidente Le Giy, quo alcanoar um gran-
de nome se os acontec.imeiitos o avorocerein,
pois, accrescentou Richelieo.u sangue fri eaeo-
ragera, sao, anda mais que a eloquencia, neces-
sorios as grandes empiezas o nosso procurador
geral possue em mu alio grao essas dos qua-
lidades
Uns trinla "annos depois, o car,leal de Rclz
completou a prophecia do cardoal de Riehelieu
quando elle escrevia em suas Memorias: Se
nao rosse urna especie de blnsphemia dizer que
em nosso secuto lia alguem mais intrpido que
o grande Gustawi (re da Suecia) e o senhor
principe [o grande Conde] eu dira que o se-1
nlior Mot, primeiro presidente. Por um
nada, continuou o senhor de Retz, que sua in- |
Iclligencia lao grande como seu valor.
tmlo nao deixara elle do ler alguna [ionios do
contacto com acuelles hroes por urna tal ou
qual scmlhanca. Nao se exprima com tarili-
dade, mas possua una especie de eloqueucia
que, ferindo o envido, impressionava a imagina-
rao. Quera ello o bem do estado de preferencia
a Indo, at ao de sua familia, anda que parecen
la (temis para um magistrado ; mas nao
teve o engenho asss elevado para conhecer lo-
go o bem que podero fazer. leve a respeilo
de sen poder urna opinio por domis favoravel.
l'i usando que havia de moderar o tribunal o
companhia, nao o conseguio nem quanto a
um, nem quanto ao oulro, lornou-sc suspeilo
i .uiii'os o fes o mal com intentes boas. Sua
preoecupacao eontiibuio milito para isso. Era
i \ issivo em ludo. Al observe que elle ni
gava os facloa pelos lmmens o quasi nunca o.s
os por suas aeros. Alimentado com as
i r.:.ulas da jurisprudencia, pareceu-lhc suspei-
t i !udo o 9110 era extraordinario.
\ j-se nessa descripeo, que nao citamos toda
ii.i' ira, ao lido de urna iiistica especiosa rendida
s eminentes qualidades do primeiro presidente,
um svslcmatcamcnte menos o hornera do que a
cansas ma que elle dele 11 lia. Nessas censuras,
d 1 gijas em termos bem mos ao Ilustro ma-
gistrado, ve-so que a penna do historiador, do
dido secretamente corte. Incapaz, porm, de
temer 011 do lisongoar, Mole so tinha a paz 0111
vista o so nao conseguio procura-la, devctn-lhc
ler impedido que as perturbaces nao abalassem
os fundamentos da monarchia." Tinha elle lima
sagacidade nolavel
a sua influencia, intil, 6 verdade, emquanto vi- que foi chanceller mais tarde e que nesse fosar
veu o cirdeal de Kiehelieu, a quem ousou offe- '
reccr-so em canela de seu amigo, mas com
grande utilidade, oblendo sua lierdade logo de-
pois da morte do ministro.
Tambera so conhecc a sua generosa reconci-
liadlo com o coadjutor de quem fora o adversa-
importaule represenlou o papel mais perigoso no
aconlecimento conhecidn no tribunal sobo nomo
de revoluto do 1771.(13) Golpe fatal, que foi
destechado pelo proprio inonarcha 110 primeiro
rorpo poltico do Estado e que foi o siuislro pre-
ludio do decreto da asseinblca conslituinte de 7
110 mais perseverante e mais lialiil; mas nm- de novembro de 1790, decreto que, abolindo o
gnein eonhece bstanle a indulgencia de que' parlamento c todas os jurisdicos subalternas,
usou elle om ums rr.ocidadc temeraria-os jo- punlia ludo em dnvida, os decretos do throno,
vons rousellieiros das dovassas que o insulta- | bem como os da religiao o da iuslina.
vara at no sanclnaro das leis Dopois das per- No parlamento succedou a Maiheus Francisco
turbceos, um grande numero, dossos joven- sena- Mole seu filho Eduardo Francisco Maiheus Moi,
dores lhe devorara sua fortuna poltica, o alguna nascido em 1760. Presidente em 1788, acadeira
ua promocao 11a carrea judi- j de primeiro presidente a ser verosmilmente o
tem o direilo de esperar dos depositarios da jus-
lea e dos pontifices da le.
Dessa unilo nasceu M. Mole, que Napolea
I, cioso de reunir no edificio social, que recons-
trua com tanta sollicilude, lodos os grandes no-
nios da antiga monarchia, creou conde do iinpe-
sai-vos se nao pdenles passar de ouli
Vivei cen annos, comanlo que no cir
tro mod>.
.reala ros-
Iringeulo onde devo se encerrar a acgo romam --
ca me lenhais inters-ido em vossas aventura.
rival do vossas palxes, suspenso aos vicios de
yossa existencia. Que morle. senao a de Manon
Ciara senao as recoinnieinlaroes emnipotontcs
daquellc que tinham calumniado por moda, o que
loriara perseguido por lom.
I 111 raro e admirare! dosinteresse roroava to-
das as grandes qualidades do primeiro presiden-
te o alseos inimigos nao ptinhoni om duvida a
premio da virlude hereditaria de sua rana e do
seus bons servidos pessoaes, quando rehi'niou a
rovolucao. A' frente do parlamento o depositario
da espada da le e da independencia do throno,
Francisco Molo, cujas altas qualidades magis-
Iraesno erara postas era duvida por ninguem,
para reparai as conversas caslidade de suas raaos que nao cheirai am a ou- loria, segundo todas as nrohabilidades e a exera-
particnlares os inleresses secretos, e para prever ro, dizia pittorescamento, o velho conselheiro I po de seu Ilustre avo, combatido os inimigos da
as onipre/.as que e los podiara orcasionar; e era llroussol. Por isso. quando em cerlo da escapen i monarchia, inimigos mais obstinados e mais ex-
soretudo dolado do espirito otilado que faz com ao principe de Conde, irritado pela opposicao do periraentados em 1790 que os republicanos do
que so diga a cada um o que oxigein o carcter,, primeiro presidenlo, dizer em pleno parlamento lempo da Fronda; mas nao havia mais parla-
o logare as circumslancias. Em seus discursos I quo os que fallavam contra elle so o faziam por
alravcz de algomas expressdes rudes, nolam-se causa do seus inleresses particulares. Mole o
pensaraentos fortes, um eslylo varonil e nenra- intvrrompeu dizendo quo nunca os inora e
so, muita clareza e recudi, sein nenhuma des- esta altiva assercao, expressa mais altivamente
anda
sas melamorphoses e dessas digressdes scienlifi-
cas, familiares a eloqueucia daqnelle lempo.
Essc primeiro presidente passa por ler sido
um dos homens mais eloquenles de seu soculo
O'iein all'ronla ou-adamenle a morle as bata-
llas, tremera lalvez oorindo os gritos e ivos
de urna populara amotinada e vendo mil instru-
mentos mortferos erguidos sobre sua cabeea.
lao tranquillo nessas occasioes como se esii-
vosse sentado em seu liibunal, Ml com um
olhar gelava de terror os sediciosos e cora urna
so amcaca, pronunciada com um lom firme,
punha-oscm fgida. Sua coragem nao se limi-
lava a algumas occasioes ; ella aconipanhava to-
das as suas acedes. Sua conducta foi sempre
egualmenle firme e nvanavcl, anda queexposla
s malignas inforpreta^es de seus inimigos,
critica de um povo
prevniHlo e militas vezes censura de seus p-
renlos, de seus collegas e de seus amigos. Sua
constancia foi perpetuamenta submettida a es-
sos provas, corto cidade, no l'arloraenlo, e
nunca se desmemin (11)
l'oi Malheos Mole, como em circumstancias
nao absolutamente idnticas, mas igualmente
encas de perigos, comparavcl ao chanceller de
L'hopital. Ambos, a forca de mansidao, de
sahedoria e de raoderacoo, conseguirara sus-
pender o neutralisar o as parricidos esfor-
50S dos partidos. Comludo o primeiro presi-
dente do Parlamento de Pars foi mais feliz que
o ministro de Calharina de Mdicos. L'hopital,
pesar das concesses que fez alternadamente s
jccoos quedividiainacite eopprimiam a Franca,
nao pode nem previnir as guerras de religiao que
produziram a Liga, nem conjurar sua propra
desgraca. Malheos Mole acabou nao por domar,
mas por extinguir a Fronda, tarefa na qual, for-
goso couvir, f" poderosamente auxiliado pelos
proprios autores desse drama poltico, que para
um Conde, para um cardoal de Retz, para um
Larochefoucaull, contara muilas oulras perso-
nogens mais dignas de figurar nos tablados de
lab.uin o de Mondovi do que nos concilibulos
Com- do castillo de Son-Germano e do palacio de Lon-
gueville.
Si fazendo abslracjo do estadista, do polti-
co, do magistrado, ronsderarmos Malheos Mole
nos .utos de sua vida privada, Picaremos con-
ven, ios de que a nohreza de sua alma, a recli-
dao de seus senlimonliis, as alTeicoes particula-
res de seu corac5o, estavom ao nivel de sua
grande virlude c de sua heroica intrepidez.
Todos conhecem sua aftVico para com os
solitarios de Port-Royal, mas o que se eonhece
menos sua ainizade e sua sollicitudo intera-
meiite filial pera com Duverger de llauranne,
abbade de Saint-Cyrau (12!. Servio-o com loda
pelo gesto e pela voz, nao achou nem um
contraditor.
Procurador geral do parlamento durante vinle
e seto annos, primeiro presidente durante qnin-
ze anuos, sois anuos guarda sollos, Maiheus Mole
niodeixou em sua morle, que leve lugar a 3 de
Janeiro de 1656, senao quiu/.e mil libras de hens,
islo , muito menos do que o que recolhera da
heranca di? son pai e do dote do sua mulher, que
erada Ilustre familia dosNicolai.
So dennos crdito s memorias desse lempo,
os ltimos anuos de Maiheus* Mole turara soin-
mento, al nao havia rei, e o que restara dos
fragmentos do throno s poda servir para quei-
mar o anligo estandarte da monarchia e os por-
gamnhos da nohreza. O piesidenle Molo, tor-
nando-so homeiii particular, pensou nessas fu-
nestas circumstancias, que, na impossibilidade
d'ahi cm dame de defender como magistrado
um simulacro de poder que traqueara por iodos
os lados soh o assallo das faccoes, poda sera re-
ce io e sera crirae deixor temporariamente urna
patria, que seusavs, durante Irezentos omos,
tinham servido com urao dedicario heroico c urna
olmogoeio profunda.
O presidente deixou pos, a Frar.ea, e foi pe-
dir a regios mais fezes aquella caima, aquella
seguranca. aquelle silencio parifico que seu pai/,
no e o encarregou das funrooes mais elevodas Lesean), a lilha do prazer essa morte no deser-
na administraro. Par de Franca no pmpo da lo, nessa soldao, uessa ierra obrazadora e ai
Hasaffaslai a morle, ris; gozo 1" n :
sa carreta de ignominia, na qnal o autor m
preseniasua 1,croma desde u aomeco do cu li-
rru, como para res-atar do primeiro
ol rosdos leilnros, por urna expa ,, ,,.
antomo, as injurias do urna egual vida,
essa canela me basta ; o quaaitochega o luan-
le da morle, depois desla louga agona
lo ilar-se-hia pedir perdao para
lilicada como soa mnrl
reslauracao, u senhor conde Mole foi anda par
no noveno, que se originou da rwvolucao de ju-
Iho de 1830 e loi nomeado ininisl.o dos negocios
osirangeirose presidente do ronse'.lio nos ltimos
anuos do reinado do Lufa Philippe. [ti Droit )
llritnr Du maetno.
Variedades.
rielima,
i i-ti.uM 1.1 como sua morlef As-im [uei
ve morrer no romance, quando a morte se pire r
expedienta para tirar o eml
pelo
una serio d.
lllOI'tuai'io.Os Calilos OllC acabam f,ao Wlmenlegradoadaaa lio rope
* que urna de mus nao faz diuVrcnea. Todos o^
I bellos desfechos lera este carcter.' >ao ginpli-
I ees porque sao naturalmente ordenados. Nao
..... Ha das, ochan Jo-mc urna lardo em Pa-1 projudica ser preristo. Oaasi tojos ns parsona-
ns, livo a idea de entrar no vaudeville. Na sce- gensquo niorrem DOS romanes eelel
na. no momento em que eu chegara, um proco- raens ou mulhcres, poderiara acabar, como a do-
rador do rei, um juiz de iiislriiceao, um phar- | queza de Longueville, na solideo, a pon.
maceulico, um medico, um obreiro acensado di
HomaiH.'s, cont e novcllas.linsaios
de physioloffia romaiicsca.-tslinlos ;om"'
.I.I.. t n : i"r para o lim da invcncao, c iiinndn ell-i
SOlH'C O UVO e O mortO.0 romanee contraro o ultimo tormo de urna serie d
canlos que acabam S^i??. y*"^*8.^""* " r
bem, etc., etc.
10
breados por afliccocs domesticas. De seus dous entregu i lodo o estrepito da guerra, explosao"
tillaos, um enlregou-se despozas que eslavam I das peiores ou pelo menos das mais ardentes
pouco era harmona rom a mediocridade da for- paixoes, nao poda offerecer mais a seus coslu-
luna paterna. O oulro. choio de um amor descn-l mes potriarchacs, ssuas moditaedes do magis-
freado pola cara, pretenda rivalisar por suas ma- Irado e de philosophocluistio, s suas recrcaces
tilhas, seus cavallos o suas equipagens com os mesmo de humera de bem, de hornera ntellgen-
mais opulentos o mais Ilustres coQadorcs do rei- leo pao do familia. Elle parti, pois, mas, re-
no. Maiheus Mole, cuja vida se tinha passado nos conduzido dentro em pouco para essa chara Fran-
ausloios recintos do tribunal do velho palacio le- <;a, que abandonara a seu pozar, voltou cora o
gaJo por seus pais, nao poda comprohender toes intenco de rrcr isoladimenle no centro de Pa-
envenenaraenlo, acresceniou urna mulher adul-
tera, rival de sua ora, e um velho general do
imperio, ralhador c anieaeador, allrahiam a at-
teiieao do ospect idor. A cousa se passara no ul-
timo reinado. Isso drama ultimo
nava assira, om oito paineis, al
onde oppareciam de novo vestidas de pretil as
pessoas dislrahiudo pouco do primeiro acto. No
bastidor urna joven morria envenenada, todas
as apparencias aecusaram sua sogia. tmmedia-
lamento, va-sc ir de rojo scena o sceplro
insignificancia, depois de ter rencido na a,
e na paitan : ellos nao seriara menos pon
gens romanescas. Na maior parte ,<,,,.
modernos, aftastai essas tristezas fanebresdas
ultimas paginas o essa conten ja de mortosdra-
> nos duini- malicos, desde que oclario das to ipaga
um despojo aos olhos. e o eslrepido dos fnneraes i
'hura mais os ouridos, o corceo Oca fro. Q
;os de rosaos dramas nao comerai
senao nocemiterio, onde ludo ac
O romance moderno, sacriRcador mplacarel,
lein anida oulro defoito : ma jo- |
agomsante da victima. Ella vinha justificar a condemna rolunlajamenle os
madrasta. Depois ella morria e seu marido mor- asxassino, como o hroe de M l>
na ao lado dola. A madrasta dizia, mostrando resisten. \ scena do raaderiUa bu i
seu norido : sempre. e que nao senao um im
Condemno-me a muer pora este pobre un- imnrensa hecaiombo de mulheres on-to folgara
no de llalz.ic,esta cana -
ano !
costumes e laes recreaces. Elle gomia em si-
lencio nao s cm virlude desse ruido, cuino tara-
bem era virlude dessas prodigalidades excessivas,
que chogavam a minar a fortuna patrimonial e
hereditaria da familia. Tal vez soja preciso al tri-
unia lamilla lerna-
convulces popula-
ris e de esperar no scio de
mente amada o lira dessas
res.
Mas os Irahidores suido do eslrangciro, que
de ra m desorganisai nossa diplomacia nacona'
huir ao temor e s preoccnpacos paternas de M - encarcerandu nossos antigos representantes jun-
famosa conferencia d
ao passo que 0 velho
e um dos resultados da
Ruel: aceitn os sollos..
Broussel recebia o governo da Bastilha.
Essa remiiueracao de um primeiro presidente,
que tinha sustentado os direitos do throno e o
respeilo das leis, com pergo do sua vida c a re-
compensa de una apostasia (pie se laucara em
um conselheiro faccioso, cujo rapto tinha outr'ora I eilluslraco pessoal os denunciara noe
determinado as priraeiras perturbnedes, sao um que suadedcaco secular ao throno e ao
lo s potencias e.-trangeiras ; os infames, que
doviam mais larde fazer cahir soh a metralha m-
gleza esohashalas republicanas o ni'lhor de nos-
sos otliriaes de marinha ; esses traidores o esses
infames, dizeraos nos, exprcilavan com ancieda-
de a occasiao favoravel para inmolar os inte-
rs o virtuosos parlamentares, cojo nomo, luzca
monos
povo,
ao udio ea vinganra dos l'.rostratos polticos.l'ma
carta adiada no armario de ferro das Tiilhenas,
dirigida l.uiz XVI pido presidente Mole, caria
que apenas conlinha salutferos conselhos e avi-
sos dignos de um hornera lirreede um subdito
fiel ; umpruiesio, que Molo baria assignadocom
alguna de seus Collegas contra as operoi;es an-
li-coiistitucionaes e anti-racionaes da assemblca
consliliiinle, forneceram, cora a banal censura
de ter emigrado, un lexto sufficienle aos juizes-
algozespara trasero presidente Mole barra do
croi, de Friburgo e de Norlhingne procurara com I Tribunal revolucionario Nao podio ser duvido-
lodos os esforcos tornar victoria, hora como el- [ so o desenlace desse processo, como o dos rinte
le, transfuga do estandarte francez? c sote mil outros que o precederara e o segu
Dos dous Olhos do guarda-sellos, um s, Eduar-! rom. O presidente Mole fui condemiiado a mor-
do Mole, deixou alguns vestigios no tribunal. Era le o pereceu no cadafalso revolucionario no 1."
um hornera, re torera os escripios contempera-1 floreal do auno II (20 de abril de 1791.) A fem-
neos, que amara as artes e as lettras um pouco lia Mole como a maior parte das familias Ilustres
mais lalvez do que um magistrado devia nina-.dc Franca pode desde enlao contar um martyr
las, acrescenla um aunalisla. Mas entao isso era cm o numero de
dos mais tristes e peniveis espectculos que a
historia pode oiTerecer ao moralista, ao philoso-
pho, ao pensador. A vida, poroso, dus maiores
homens nao sonta de manchas que reveiom a
fraqueza e as molestias de nossa nature/a; essas
manchas sao as sombras necessarias das grandes
qualidades d'alma. E porque a virlude do gran-
de magistrado nao se loria dobrado, quando ou-
lro grande honicni lamben), quando um hroe,
um principe de sangue, quando Conde, ernlini,
ao mesmo lempo, esquecendu os tropheos de Ro-
l'obre ancio com effeilo que perda sua Riba instaute no romance roo lerna : urna
guardara sua mulher. Assira acabaraesse dra-jbella cmo o da e pura cuino a luz m i
ma, ornado de ura grande nome e epresentado
era seeha depois do quinze anuos no llicatro
classico da gente franceza. Acresceutamos quo
esse llicatro dirigido por um lellrado muito es-
pirituoso, conhecido por mais de um successo de
inrencao e de estj lo.
Singular diverlimentn, dizia eu um joven
amador meu visinho; entretanto que u panno
caa sobro o inoiltao de cadveres.
Estis allVoniado, rae responden elle ; so
assim que se recrcia no vaudeville [a sala es-
lava cheiaj que rapossivel de se desgoslar.
Eu pirli quasi convencido.
Un pensamento sobreludo me [ireoecupava.
Pois que era preciso absolutamente no vaude-
ville, para alegrar o quinto atlo, um suicidio de
piinieira classo. que nao penetrara Gcrlrude, a
mulher adultera, no lugar de Paulino, a amavel
lilha, que nao desejava river senao para esposa i
Ferdinad e sor feliz 1 Para que malar eslaiuno-
COIlle. f
mala-so; urna endiabrada se condemna i
v.r. Ah ha ura defeite dejus'i a distribuir i
que nao possivcl bannir absoiutmenti
na ou do romance, porque nesa o romaneo
o drama sao eucarregados de representar a Pt >-
ndencia na ierra c danli :ipar i ultin
ment ; pal dtalo nao ren -
quando eiigido era systema a i .rn m --
travaganrii. O vicio punido! a rlrlu I
pensada! reina antihese que instrua i -
pus, e que nos atemorisa hoje. 0
raes nao sao mais i.....lacio, a moral cm
fcilO sen lempo. S. j.i Nunca
miro,aos autores de comedias
pa nos fazer ura curso de calhecisn o. I
b.iainellos de una maneira hon
rerlimento dos espirilos, sirvam, e\U, i m
de seu talento, para a experiencia da l :
na pois ees:, SU4 aplicada missao e -
lidade verdadeira. Mas a experiencia di rida n -
_
luanJo o procurador do rei eslava all, I moslra pois, era cada esquina de ra, o enleri
que lera comeeado a instruir contra a esposa
criminosa, e quando aquella lem seu castigo
I promplo nesse vidro envenenado que ella tanca
ao quarto .' Porque ?... Estao ah os segrodos do
] vaudeville.
Podcr-se-hia dizer tanto dn romance.
Tonho lido esses ltimos dias, durante o des-
canco da c.-nipanha e para me restabeleccr em
gosto de critica, uiu cerlo numero de romances
do una joven, mora de amor, molla
dono, victima innocente ou suicida inl
nada?
Ella amara muito ao baile. 6 oqu i n
dizia o grande poeta des Feuiltes i'a*tom
ts pie morrem depois do baile, de una
:i U concentrada, peilencein, h i
ca : Mas nao sao sujeftas a romanee a
sao doenles de amor, o amor mu'

rancezes, entre os melhoies, os mais bem feitos viver, em tugar de as matar; e '.
e os mais noros, e lenho sido locado dessa dis- vacio mediocre, como de urna justica
! posico quasi g.-ral de nossos aduladores de no- pun-las lo cruelmente de unta pena tao i
!je sacrificar victimas humanas. I-.' a epidemia lar I. li pois ha nisso, i :
; do momento, a voz do da. O anligo meloda- | urna queslao do prud ocia. Que um i
escriplor brilhanle o original escapou-se da mo
de Gondy e que foi substituida pela do chele de
partido, pelo rei dos necoeiros, comoappelli lava
smente o grande Conde ao cnadjuclor. So-
ja o que fur, a omnipotente verdade se impe
aos espiritos mais caprichosos e aos coracos
mais falseados pelos inleresses pessoaes e o car-
deal de Retz se exprimo d sta maneira em oulro
le suas Memorias : Mul tinha nina espe-
cie do eloquencia que lhe era particular; nao
Conhecia interjeicocs, na i se exprima com fa-
i. lado, mas fallara cora urna fono que suppria
tudo isso 9 e era naturalmente tao misado que
nunca tallara melhor que as occasioes de peri-
go. Exceden a si mesmo quandu vpltou para o
Palais Royal no meio do fogo das barricadas em
2~ de agosto de I6I8; o 6 constante que enter-
neceu a todos, monos a rainha, a qual permane-
cen inflexivet. [1(1
A esta descripcao, lo-incorrecta soh o poni
s Nosso respeilavol amigo o Sr. Ilenrique La-
riviere, anligo adrogado no parlamento da Nor-
mandia, anligo nieinbro da conrenco nacional,
conselheiro no tribunal de Cassaco delsl a
!>!,), possuiaem sua bblotbeea mais de sossen-
la p] igos ou primeiro presidente Maiheus Mole ;
o terco dosses elogios, pelo monos, era em lin-
guas estrangeiras,' em ingle/, allcrao, italiano,
hespanhol e al em russo e sueco.
(9) Mole. di/, um sabio aunalisla, podia ser
mo rhelorico, mas possua todas as qualidades
daquelles oradores romanos,. nos quaes, dizia
Cato, as palacras partiam do roraoo, ao passo
os Grogos, siibtis e vaos discorredores,
No dia das barricadas, Mole deu provas
de mu valor sobre-humano, dizia madama de
Mollevillo. Injuriado, ultrajado, quasi ferido
pel s tai ciosos, oppoz urna fronte calma, una
attilude firme a essas ondas rugidoras da inulli-
dao cm delirio. Separado violentamente de
seus COllegas na ra de Santo Honorato e rodea-
do somenle de um pequeo numero de magis-
trados que se dedicaran) corajosamente a surte
que os amotinados promcltiam ao primeiro pre-
sidente, continuou a caminhor no mesmo passo
e sem dar musirs de notar os olrozes grosserias
que vomiiavam em sua passagem c os canos
de pistola* c de mosquetes que se dirigiara a
seu pcito o Parlamento, ao drgir-se para o
Palais-Royal, compunho-se de cento e sessenta
membros ; quando Mole voltou para o Tribu-
nal era apenas escollado por trinla consclheiros
da cmara grande e vinle ou vinle cinco con-
sclheiros das dovassas o peinos. Como lhe rc-
prcsenlassm en lo que elle nao deria ezpor-se
assim : Nove palmos de trra, respondeu o pri-
meiro presidente, hao de salisfazcr sempre ao
maior homcm douniveiso. Resposta digna de
ura Spareiata e que pinta o hornera perfeila-
raepto.
11 Um dia em que Irabalbava com o mare-
chal de Schomberg, vicram avsalo de que urna
raultido de sediciosos ameacava arromhar os
perlas de seu palacio e pedia sua cabeea. Schom-
berg offerece seus Suissos. Nao, sen or mare-
chal, responde Mole sorrindo, dcixe-mc termi-
nar osle negocio, puis sempre lenbo pensado
que a porta do ura primeiro presidente devia
oslar aborto paro lodos. Com effeilo apresonta-
se aos amotinados, pcrgunta-lhes era ura tora
severo o que queriam e omeaca-os demanda-Ios
enforcar se nao se rclirarem. Im mediatamente
luda essa canalha fogo como si visse a cabeea
de Merluza ; e Mole, sempre colmo, roRa para
junto do raarochal olim de recomecarseu troba-
Iho interrompido.
(12] Joo Duverger de Ilauranne foi menos
celebre mr si mesmo do que pelos discpulos
que deixou. Esses discpulos oram Janscnio,
dopois hispo de Yprs ; M. I.emailie, Arnauld,
d'Andilly o algumas oulras personagons clebres
de sen lempo. O cardeal de Riehelieu, lomen-
do a vulia das disputas religiosas e olm disso
descontento por nao ler o abbade c Saint-Cjran
loo raro que lomos o direilo de duvidar se essa
cultura das arles e das lettras nao devia sor um
motivo do elogio para o herdeiro do grande Mu-
l. Honrar as arlos, serv-las e protege-las
urna bella missao para desempenhar ura magis-
trado em lempo do Iranquillidade cm que nao se
seus hroes.
presidente Mul casara com urna ilha do
guarda-sellos l.amoignon. De coi lo, nenhuma
allianca oro maisconformc oo espirito parlamen-
tar e porpoluidade das glorias do reino sonado
franco/.; pois esses dous domes, Molo o I.aimoig-
ooii, olfereceni imsgiiidcan ludo o genero de
defende nem o throno nem as insliluicocs. Seria coragem, de eloquencia,de virlude que os poros
difficil nmpregar melhor a folga do Forum. O '
a
chanceller Sgner cunquislou mais alToicos o
sympathias declarando -se, depois da morte do
cardoal do Riehelieu, protector da academia fran-
ceza do que seu lio Joo Sgnier, presidente do
pailanienio o erabaixador em Voneza, fijndaudo o
hospital das Com-Moc.is no arrabalde 'So-Mar-
cello em l'aris. Pela mesma razo poi'c-sc sup- '
por que Eduardo Mole, eurommenAii.do qnadros
a Eustaquio Lesuour, e enirclcndo una corres-
pondencia cora NieatuVoussin, em liorna, obrou
com mais acert do quo seu irmao o Nemrodo.
0 que sobretodo hara de admiravcl e de so- ]
boranamenle consolador paraos povos. que viam |
no parlamento de Pane o guarda mais activo el
mais vigilante das liberdades da naco e das jus-
tas prorogalivas da corda, ora a successo nao !
(13] Sabe-ae que esse edicto prohiba ao par-
lamento empregar a expressaoclasses do par-
lamentopara designar os dilTerentos parlamen-
tos cstabelecidos no reino ; enviar a esses parla-
mentos oulras memorias que nao fossc-m'as que
san especificadas pelas otdenancas
servieo senao no.1^ casos previmos p
; iijlo cossar o
ieK~ rjVnan-
.irumui-
ma era humano e comnassiro, comparado cora
o romance moderno. Elle matava algumas \e^>
o tyranno. O romance incita os joven* lilhas e
s lenras mulheres. Faz compaixoo ver o que
elle taz. Tonho vista una raultido lamenta vel,
enrolla em seu panno fnebre, temi toda ella
om pleno peito 0 golpe de cutello, a ronsiimpeo
ou o pleuriz que o romance lhe lom dado. Se
IIOSSOS romancistas fallara verdade, nao lem le,tu
.ii.i g era seu desfecho um leRii de d ir ; qui
lo i sien Li sua victima, pali |
res, entro o padre e u amante, b. m i l<
mus, desde o martyr amoroso de tala ; a
prohibido sua maneira Mas dous
tres romancistas.' quatro romancistas?. S
que nao ha quasi um s dos do/e rol
lenho vista que nao lenha sua herona
posta cm seu leilo fnebre? Nao falt
senao copiar a rcaldade, eomo roiunlariamen-1 cruciflxo o estylo de Chateaubriand o
lesna pretencao, e mislcr que us inventores de
eslatisticas ponham-sea refazer seus clculos e
a buscar o meio buje conhecido da rida humana.
Dizera-nos que ns rmnaiirislas eoganam-sc e
que nao so morro no mundo ao fcilmente como
nu romaneo De faci, a estaiistica nem sempre
prejuizo. Alllicces de amor, erras de ambi-
que os uregos, suniis e vaos aiscorredores, s
os tinham nos labios: Ari r.tque atacinori, se declarado em favor da nullidaJe do rasamen-
.-...... _i...... (ni. r..if. A..____ J.. r\_i._._ ;___?
ouun (illium ac cu-pe verbaeorum alerent, ta-\
men optim animan eiant, Vorr.lo, fragm.
lo de Gaslo, duque di
XIII, com Margarida de
Orleans,
l.orraino
irmdo de l.uiz
mandn pren-
****& a :^!0-e a-.a-fc
ORIGINAL DO DIARIO DE PEFlNAMBUCO-
n S
fiTfl,
parte do mundo nao a presenta m, morimenlo de
que s se enconlra exemplo nos portos curamer-
ciae3 dos Estados Unidos.
Sua propria prudueco tambera avulladissi-
ma; porque lima geracu intelligcnle c laboriosa
se ergue animada e confiante sem oslar eirada
dos prejuizos antigos, comprehendendo quea fon-
te principal de nossa riqueza a agricultura, que
alimenta o commcrcio, e se dedica o ella cura
prazer, augmentando seu bem estar com os lu-
cros que obten), de terrenos anda pouco in-
cullos, que faz lavrar por bracos livres.
Situado, alm disso, no pomo raais proeminen-
le da America do Sul, olferccc-sc aos navega-
dores da Europa c dos Estados Unidos para todos
que delles resultara.Para isso a sciencia in- I os pontos commerciaes, como o ponto do refres-
dica incios permanentes dispendiosos e domo- Ico mais commodo para suas operaces, risioque
rodos na execueo, e rucios provisorios, eco-1 jaz noseu caminho, do lado do canal narega-
nomicoa e facis.Conveniencia de se lancarl vel do Ocano Atlntico, que ellos lera do per-
mao dcstes detde j. Transcripcao a prop'o- correr para evitar as calmas da costa d'Africa.
Desde a Babia at o Para, isto , n'uina gran-
de extensao de leitoral, nenhum oulro, a nao ser
o Tamandar, lhe pode disput, r superioridade no
ponto de vista militar; nem al nenhum existe
eapaz para servir de abrigo ou refugio urna es-
ve. e.acao da Europa. s llarlay, os de Ilion. OS ceg vossas tuntqw* sogui.da-fei.a ; meu
Mole us Lamoignon, os dAl.gre, os Taln, os\ft\iet ir ,,8tallar-ros. Prohibo
Jnly do Fleury e cera outros sentaram-se na ca- uera,.u f0,rana a niinha
niara grande at os ltimos das dessa llustre
companhia o furain sepultadas dehaixo das rui-
nas dessa arca sania, que, como o aliar da victo-
ria em Roma, (razia ao mesmo terapo em seus
lodos, cinco vezes seculares, as inlituices, a f,
us costuraos, as (radicos ea glona da patria.
Maiheus Francisco Mole, nascido a 30 de mar-
go de 1705 c neto do grando Maiheus Mul, fui
nomeado primeiro presidenle do parlamento de
l'aris em 1757 depois da demissao de Carlos Re-
ne Maupcon. O primeiro presidente Francisco
Mole demiltio-se ora 1763 de seu lugar (ni favor
de Agoslinho de Maupeon, uaquello Maupcon
da virgem.
A critica, que tom o direilo d, -
dos deleilos de ura lirro quan lo i fs i
senlem com o coracter do urna .
menos aulorisada a relevar es ,
dios airecMw a gcnaralid.-idi
epidemia. E' de una b"a policio, qu m I
gis. ., sob pe- ca<>. ?"lpes de orgullm, esperancas engaadas, | manee faz tanta barateza da rida hun
o fez suas re- fortuna destruida, illuses desapprecida*, quem 8ar as causas que fizeram i
mas, desapparet-er lanos innoc ni -
los cm urna puoporro assas
de da monalidada romanesca. I
us propomos, seja costoso como I
Minos julga nos infernos todos os homi
retios.
Cullocado em face dosses leitos fonel
jazem lanos defunlos, a cril
condemnada interrogar as ala i-
ristes manes. Coragem pois B|
leitores acompanhar-nos, sem muito t
goslo ou a'.iorrecimento, nesle campo d u
onde vamos entrar.
II
Daniel l1 lem o rhreito de sor o prim
raadn a oslo tribunal que i
morios. Elle quasi a ma;< n iva
manee moderno, o 0 mais ioi
gnr aroslus quo relardassoni os regs.
na de desobediencia. O parlomenl
presentaceSr rei e seu chanceller responderm I nao tem oslado a cuidar por si algumas destas
por um discurso que levo lugar no da 17 de abril I enfermidades da alma, que nao sao menos o tim
de 1771, e no qual l.uiz XV fez registrar tres' da vida que o objeclo do rornonre, o que -a
edictos, u primeiro decretara aaboligo do anii- morte f lucurareis ha muitos; ellos vivera rom
o parlamento ; o segundo a abolico do tribunal seu mal. Para quo pois o romance, que lem por
auxiliar; emlim o lorcoiro suppiiraia o Conselho missao nos enlreter.em ludo, mesmo fazendo
Grande, presente sessao eo transformara em correr de nossos olhos doces lagrimas, arruina
elle assim arbitrariamente lodos us feitos da
sciencia moderna? Se muilas ve/es se morre pe i
facto da paixo, como diz o romance, morre-se
monos incommodadof Que previncm as propor-
cs marcadas pelos sabios? Que esses lirros
desuados para nosso prazernosedespojam mais
Qua
me-
chan-
qualquer deli-
de-lo era Vincennesa l de raaio de 1G38. O
abbade de Saint-Cyran lieou de algorra surte
prisioneiro sob sua palavra no caslello al o
morle do cardeal. O abbade morreo tambera
ura anuo dopois que foi sollo, nao sera ter posto
a ultima mo na doulriua da seila de que era
pai, o qual, bem erradamente, lem-se da-
do o nome de jansenismo. O pobre hispo infeliz
de Yprs era apenas o Melancthon dessa ora
egreja.
iresso cum o decreto de 7 de noverabro de 1790.
Toda a difterenga que se pode encontrar que
um foi laucado face da naco polo capricho de
um rei, que, era seu eslreito egosmo dizia que
a monarchia durara tanto como elle ; o ontro
por una assembla que ullrapassava seus pode-
res e que cega e temeraria nu percebia o abys-
mo era que ia precipitar o throiio, a Franca e a si
propria.
O primeiro acto de l.uiz XVI, quando rei. foi
restabeleccr o parlamento, o golpe, porm, li-
uha sidu desfechado ; linha-se partido a cada
do lempo, e essa reslauracao, mais generosa que
poltica, s fez aggravaros riscos do llironoe du
iriiicipe, que para all Irouxero o coragem
le ura martyr e nao a enrgica firmeza de um
vontade e quolquer senao em presonca do medico o do padre !
reprcseniaeo cm favor do meu anligo parlaraen-1 essa tumba que se dirige ao horisonte de todas
lo; pois nao mudarei nunca. No mesmo dia o | as hisiorias, e isseeoreiro que nos espera.
chanceller veiu ao tribunal proceder inslalla-
co desse novo parlamento lo conhecido oo de-
puis sob o nome de Parlamento Maupeon.
Como se ve, esse edicto de 1771 lem olgumo
analoga pela rudez da forma e sequido da ex-
cora sua pasada de Ierra, na ultima pagina ?
Accusam-me de exageracao talrcz. Exprobam- >
me de querer fechar pelo romance moderno, es- das do auno. Mas como elle lem pass
la ionio de sensibiiidado onde de seus stntepas- nll"r do primeiro golpe I que vigor I
sidos tem lirado sem jamis csgota-la. Nao, eu' q"e seguronca d mo 1 que puritii
nao fecho jo romanee o caminho da eniOQao ; eu Como este jaren desesperado, deix bem
ilelle o.s desrallecimentos erTeminados t I
hroe roroado.
calado d'agua nao excoda de 15 ps e meio, os : venienlcs da siluaco actual etescem cora o
quaes devem esperar anda assim, as mares vi ment de nosso commercio.
Summarto.Considera.-oes gomes sobre o porto
de Pcroarabuco, das quaes se deprehende a
impuilancia de sua posieo, debaixo do duplo
ponto de visto commercial e militar.Defeitos
principos do porto, e necessidade do remre-
lo, ou ao menos destruir os inconvenientes
silo.
Quando contemplamos o porto de Pernambuco,
c rilleclimos as ranlagens de sua posico, nao
podemos deixar de sentir cum onthusiasruo. que
nos arrebata, e nos transporta para lempos, que ',quadra que queira evilar um combate desigual
talvez soiihamos rnui breves, cm que ncllc se ha-1 com torgas superiores.
lojcaram as mais fortes esquadras do mundo, I Hjeanda se pode prescendir disto; mas quan-
perfoitamente abrigadas, e urna iiinuraeravcl for-1 do tivermos as torcas navaes que devenios possuir
ca de navios mercantes, rehieulas incessanles de carao potencia marilima, esla circnmslaacia se-
su.i crescente prosperidade. Ir osss valiosa, e nos peder salvar de um gran-
Nessss occasioes, completamente nos esquece- de desasir, ou oo menos reduzir-lbo a exlcnso,
mos dos obstculos, para somonte encarar cora obrigando os restos desmantelados de alguma es-
sal.sfacopara o dom precioso quea Providencia |quadra que nao tenha podido evitar semelhanle
fez a esta bem fadada provincia, ou dea.naturc-
vas para poderem entrar.
Por estas circumslancias fataes, dea mu res-
tringida a navegaco para o nosso porto ; porque
ella nao se pode ctfectuar senao em navios pe-
queos, que relativamente fa/em urna maior des-
poza dos armadores, e gravara os producios cum
um proco mais elevado.
Esle oslado de cousas dispertam desde o lem-
po do governador Luiz do llego a atlenco pu-
blica, e o governo desde entao tem mandada ob-
servar o porto por prolissionaes distinclos, que
hao apresentado-cada ura seu plano, divergen-
tes no todo ou cm paile entre si, de modo que
nao tem sido possivcl chegar-se a um accordo.
Convm, por coiiseguinte, nao perder tempo,
para que o provincia nao soffra critorpeciinento
em sua marcha propria, o qual muilo affectar
a fortuno publica e o dos particulares.
Convencido desta verdade roulinuarcraos
clamor, ate que sejamos salisfeitos, expoodo-
nos, sem recelo, s iras dos inleressados na pro-
longado indefinida do statuquo.
Para o mellioranienlo do porto desta capital
indica a sciencia varias obras, que formera um
syslcma, as quaes levadas proraptamenie exe-
cueo, como necossario fazer-se om qiialqer
Irabalho hydraulico para obter-se feliz xito,
Nao faltam, pois, cstndos, e observaces ; ao ( com certeza atlingiroo fin proposto.
za se slenla lo bella e tao luxiriosa, E cm go-
zo ontecipado, cheio de docura, urna esperanga
vicesa e robusta que nos anima a appellor cum
conlianea poro o futuro, que por forca ho de ser
grandioso, riquissimo de prodigalidades para este
solo de Dos.
O porto do Pernambuco por sem duvida o
encontr.
Tudo islo que acabamos de dizer nao c novida-
de ; escriptores mu notareis, nacionacs eeslran-
geiros, ho reconherido e apregoado com gran-
de habilidade os vantagens desta feliz situacTo.
Se repelimos, puis, esta apreciacao, porque
precisamos della para servir de prolegmeno au
que hoje varaos tralar, paro enlretor nossos lei-
mais bem collocado de lodos os do Brasil, c at i tores indulgentes, que aprecian) esta Itesenha nao
da Arneridica Meridional, paro seroimporio uni-| pelo que ella realmente vale, mas sim pela Sym-
versal de um commercio aclivissimo, que aug- pathia que dedicara marinho, sympathia que se
mentar prodigiosamente o furtuna publica e par- reflecte al nos, e que lhes agradecemos, porque
ticular, e nos lai gozar dos influxos da mais a- | ella nos garante a atlenco que desojarnos.
Os defcilos principaes do porto de Pernambuco
corisislcm cm sua poucaprofundidade.e na exis-
tencia de alguns bancos, que impossibiliUm, o.u
difQcultam o seu accesso navios de grande ca-
gozar
puraca civilisaco ; porque entreieremoscommu-
nicai;es assiduas com os povos mais adianlodus
do nosso pianola.
Nel'.e se realizara as vendas dos productos de
cinco provincias agrcolas, que nao teem com- lado d'agua. Destes bancos, o mais prejudicial
rnercio diieclo cora a Europa, e que aqui lambem o que se eslende desde o furte do Pico at a
se abastecem dos objectos daquella procedencia praia do Brura, denominado tambem do Pico,
de que carcccra. Estas permutas importantes lhe que forma, por assim dizer essa borreiro, que
impriacra uru movimelo, que mullos daquella pao pode ser Iraosposta seuo por navios, cujo
contrario, ao grande numero de projeelos exis-
tentes so deve de corto o nao ter-se dado um I
passo para diante ; porque o governo vendo-se'
embarazado na escolha os rene e manda oxa-
riiinar por urna conimissao, esla cm lugar do
preferir este ou aquelle projerto, aprsenla um
outro seu, que deve por seu turno ser sujoito
tambera a um exame.
Conlralou-se engenheiros na Europa, mui aba-
lisados e recomrnendados, opios por conseguid-
le paro resolveren!. Chegam, demoram-se, exa-
gorera os defeitos dos planos que encontrn), e
os rantagens do que propera era suhsiiluco, e
nistn ficamos'
Desde 1810 que se representa esta scena, c o
porto continua sem mclhorar. Anda recente-
mente, em consequencia da discusso que sus-
tentamos, S. Exc. o Sr. ministro da marinha no-
raeou urna commisso para dar o seu parecer so-
bre o melhor plano seguir-se, composta do Sr.
chefe do divisan Rodrigo Theodoro de Freitas, e
engeuheiros Raposo e Jardim Erabora, o Sr.
chefe de diviso Freitas tambem tenha sido o
presidente da commisso que propoz o projecto
que se esl executando, o que provamos ser no-
civo cora os fados que esto no dominio publico
esperamos o resultado dos trabalhos della : por-
que o que principalmente queremos urna deci-
so qualquer.
Al S. M. o Imperador, cora a aclividade e
solicitudc que lodos lhe observara, se dignou
examinar todo o porlo, esludar lodos os planos
discutir com os engenheiros, mostrando assim o
seu empenho ora ver roalisar-se a medida do
mais alcance para Pernambuco. Ueste exame,
como todos sabera, remelleu mondar-se contra-
lar na Hollanda um engenheiro hydraulico, que
com a sua opinio d urna soluco, soluco que
Todas oslas obras sao por sua nalureza difli-
ccis, caras, c demoradas, vislo que nao se pode
trabalhar nellas senao quando o mor barxa o
permute, isto , era poucas horas durante odia.
E' verdade, porm, que tornam-so rnuilo so-
lidas, e sao por isso porrnanenies e duradouras
o que em compensado que paga com excesso
aquellas desvantagens.
Taes sao entro outros, no nosso porlo, a ele-
vaco do recife, a conslrucco do coes, a do di-
que do ilho do Nogueira, a escoaco, broca de
podras, mudanca decurso do rio, com aterres e
canacs etc.
Ha outros moios, porm, que erabora menos
solidos, preenchem o mesmo lira em um espado
de lempo dado, gastando-se cora ellos urna
quanlia relativamente pequea, e levando-so
elTeito rpidamente.
No coso actual, por exemplo, ofterecc-so o
estabelecimento de um quebra mar flucluanle
como a soluco fcil do problema que nosoecu-
pa, pelo que o proporcinos quando discutimos
esla materia.
Um quebra mar flucluattte pode durar 25 an-
uos, supponhamos que dure somonte dez : pode
custar na exlcnso que precisamos 150 coritos
de res ; sejam SO); e deve Bear promplo e col-
locado era um anno, o mais lardar.
Nao pagarp porlo de Pernomhuco o sacrificio
de 200 contos era 10 annos? ' o que vamos
analysar.
*
Quem eonhece esle porlo sabe que esle apr-
senla urna linha do recife quasi na direceo de
N. S., a qual termina prximo a pedra denomi-
nada Tartaruga. Ah existo urna aberturo que
a brrela, pela qual podem entrar navios de 15 a
16 ps era mares cheias. Segue-se depois um
ivro-lhe o coracao humano todo lulciro; eu
quereria tornrmenos fcil e menos banal a en-
trada do cemilerio.
Que importa que se morra, diris vos, se me
lem enternecido? Mas se nu me tem enterneci-
do no todo, que utilidade em morrer? pois pa-
ra forrar minha omocao que vos me inlroduzs
sem cossar na cmara dos doenles, que me fazeis
apalpar A cada instante o instrumento de seus
suicidios, que vos me apreseutais lulas as esp -
ces de scenas fnebres'.' Islo me espira ludo jus-
to, como o funeral desle morlo dcsconhccido que
cu sando de passagem indo meus afazeres A
mono nada : nao senao un despego maz ou
menos commodo ( no romn o entonde-se ; a
rida tudo Vire, cu desojo bem ; o mesmo ca-
das agonas que salisfazem a tantos fab
Ledo antes : ..Daniel liroi para el I
k< de marmore : elle a fez
e entorrou-se rira. Liman'
allonito, chamando seu senhor com -
< o lagrimas, eurio no inundo um *
v< urna protundeza extraordinaria. I
halen porta com as mos, chamanda
seu senhor... Quando entraran, no la
< acharara o caixan de LouiS(
lalha branca de I.ouiso inundad i ii ung
____^________'
[I] Daniel, por M. Erncsl Fej loau i .
Fannt/ ; dous vnlumcs, em casa de Anoj i
gunla edicao 1859).
maior ruptura, conbecida polo nomo de Barra-
Grande, pela qual podem ler accesso no portos
maiores navios. O espaco que ha desde esta
barra al a praia forma urna bella uacia era que
ajuelles navios poderiara Ocar commodam tito
se ella fosse abrigada. E' isto o que queremos
conseguir, para nSo'CSperarraos que se remora o
banco do pico, que os ditos navios leriom de
Iranspor para cahir etn aguas quietas, u que tu
cedu nao se tara.
Construido ura quebra mar flucluanle na ex-
tensao de 500 bracas, pouco mais ou menos, c
collocado convenientemente na barra grande,
loda esla hacia se transformara cm urna dca
sucosa la ; porque as vagas se quebraran) de en-
contr ao ilto quebra mar, que faria uaquello
lugar o effeilo que faz u recife, au tungo du mos-
quoiro.
Nao se fazendo, porem ato desde . iffro-
doro a muitos inleresses iraj irtauli s, i -
prometiera seu futuro, que Uo risonao sa
nilesla.
No sabnete imperial aetualmenle eiisl
eminentes pernambueaiios, \ io poi u
desejaro concorrer para o pi --
cia em que nascerara, a
est patente tratera de o realisar,
gratido de seis compatriotas que j
pelos seus distinclos caractet
Ai Diario de Pernambuco raatarf a -
de o ter indicado o sustentado, provaado
exequibUidade, ojtportuniJjJe e congenien
A conslrucqo do quabn-mar ic -
Dieppo, pode-se considerar boje como cora,
mente terminada. Nao se ve ma -
1. i ----- .-.......vu. .... ^-v. v. mua ti' i a
...lao. naoso os paquetes inglezcs procuraran! seuo alguns operarios oceupaios a dar a .
esto perieilo ancoradouro, como qualquer oulro
navio do grando cahdo d'agua, o ah poderiara f-
cilmente, todas as horas do dia e da noile, car-
regar e descarregor, como se estivossem era urna
doca.
O lameiro seria abandnalo para sempro, e
urna era nova laaria poro o nosso commercio ;
porque suas tronsocces avultariam, visto que
approveilaria elle da vantogem das r
em das romessas d
gneros e mercadorias leves pelos paquetes in-! se de.senrolaVvem-se quebrar sobre o dan
S?!L2^.^mlSS!!iL 1.1.a0,Se,?fC",..Para aqui; clin'?d0 : qi"do se encentra rom a garata.
d" mo s obras, e a lrar as escoras e os
riaes que esta va ni nccuroulados era roda.
quebra-mar da nalureza dos chai:
reentrante*. E formado por um plano inclinad i
para_o largo do 12i) metros de comprimen'
bre 50 de I irgura, construido um pomo 'ara :
tro du alinhamenlo do dique, e limitado do
do canal por una gaila de ra.ideira
A vaga que se inlroduz p--las punas dos i
u -
por causa da diffieuldado do desembarque. Iperde, pelo duplo fado do desenvolv;
Calculc-se 0 valor que pode ler osle augmento do choque una grande parte de sua-for
do commercio ; as novas rendas quo deve produ-j nao possue mais, penetrando no dito parlo, se-
cada da se loma mais urgeule, porque os incoa- recife submarino, que opresenta mais ao N. urna
zir para a alfandega; o morimenlo que elle ha
de imprimir ao trafico do porto, e ver-se-ha que
nenhuma hesitaco deve havor para se fazer se-
melhanle obra.
Se fosse um cnsaio dispendioso, de um resul-
tado problemtico, conipreheiideriamos esta re-
serva ; mas o estabelecimento de um quebra-
mar flucluanle nao esl nesle caso, pois que este
syslcma lem sido empregado vanlojosamente na
Europa, e anda ltimamente o foi no porlo de
Dieppo, com grande satisfago do publico da-
quella cidade, como se re do artigo que afinal
publicamos, transcripto do Kauvellislede Roen.
L'm anuo depois de se resolver seu emprego, o
mais tardar, o porto de Pernambuco comecaria a
gozar das vantagens que obras mais solidas, po-
rm demoradas lhe podero dar.
Sanitaria assim o commercio, e a riqueza na-
cional ; porque o campo de suas exploraces se
alargara indefinidamente ; ganhar'u l a rabera o
governo ; porque leria tempo de sobra para es-
ludar a queslao, e dar-lue urna soluco defin*
Uva acertada.
n.io una potencia consideravolraento redusi
Este effeito, prevenido pola iheui.a, e tona-
mente confirmado pela experiencia. O ;.:;,. ,|
de Dieppo goza hoje de urna calma eaaxp
anda mesmo quando o mar mu agi:. '. ., ,
navios a cha ni urna seguranca perfeila, tutuamer
que seja a inlensidade do vagaiho M t&trtmi-
dade dos diques.
Dere-se accrescenlar que nesta obra, de unu
utilidade de primcira ordem para a uaragacfto,
nao se deixou de altender ao comniuJo a
dos passeiadores. O passadico suppoiMdo pola
gaila c mais largo do que necessario para o
servieo ordinario do alar, e tom launa bw
em ludo o seu desenvolvimento, destinad' -
curiosos que quizerem assistir ao especlaculo
sempre inlcressau'.c
navios ,..
da entrla e senida d".<
E. A.
PEll.N. -TYl'. DE II. r. lfAlllA. lsd-j.
__-----^-,