Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08984

Full Text
AUNO IXXYI. HUMERO 33
Porlrcs niezcsaflia idos 5$0O0.
Por tres raezcs venc.Jhs G$|)U0.
SIXTi TElRi 10 DE FEYEREIRO J>E 1860.
Por mino adiankulo 10S000.
Porte franco para o subscriptor.
B.NCARREGADOS DA SUBSCRIPQA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrinn Jo Lima; Na-
tal, oSr. Antonio Marques da Sitra; Aracatv, o Sr.
A. Jo Lomos Braga;Cear.oSr. J.-losdcOlveira
II a ran lia o, o Sr, Manuel Josa Martin* Riboiro
Goimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos Je
Muraos Jnior; Par, o Sr. Justino J. ttaiuvs;
Am.iznnas.n Sr. Jeronvmn da Cosa.
l'AISI II'A HJO l.OiUlblO.S.
OlinJa todos os das as 9 1/ horas Jodia.
[gaamss, Goianna e Paralaba oassegundas e
exias feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Attinhoe
Caranhuns as tcrPas Corras.
l'o J'Alho, Nazareth, Limoeiro, Rrojo, Pos-
cfueira, Ingazoira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
uricury p Exnas quartas-feiras.-------
Cabo, ScrinhScD), Rio rumio?', Una.Brreros,
Agua Prota, Pimcntuiras o Natal quintasfciras.
[Todososrorreiusparl&ni as 10 horas do manha 1
AUDIENCIAS DOS TRIBl'NAE DA CAPITAL
Tribunal do eommoreio: segundas e quintas.
RelacSo: tercas feiras e sabbados.
Fazeuda : tercas, quintas o sabbados as 10 horas.
Juizo Jo eommoreio: quintas ao moro da.
BiTo do orphos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primoira vara docivel: Ierras o sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao
mio dia.
I.I'F.MF.UIDES 1)0 HEZ DE FE VER El RO.
7 Loa cheia aos 13 minutos da manha.
13 Quartouiiiiguaale as 4 horas o 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tardo
i) uuario cresconlo as 5 horas o 35 minutos da
lardo.
PREAMAK DE HOJE.
Primeiro as 7 horas o 4 minutos da manha.
Secundo 8 horas o fi minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
l> Segunda. S. Dorotha r. m. ; S. Giiarin
7 Terra. S. Romualdo ab.; s. Ricardo rei.
8 Qiiarla. S. Joo da Malta fut lor.
Quinta. S. Apulonia v. m, ; S. Nii '.< ro ni.
10 Sexta. S. Escolstica v. m. S. Silvano b.
11 Sabbado. S. La/aro, Dativo o Colarero lib.
12 Domingo. S. Eulalia v. m. S. Modestn m.
ENCA R BECA DOS DA SF BSCRIPCAO N O SI" L
Alagoas, o Sr. Clandino FaTcao Blas; Bal ie,
Sr. Jos! rtins Aires; Ri de Janeiro, o S .
Poreir Martus.
EM ri;i!NAMP,rco.
O prcprii i iiin'.i i Manuel Fizueir > di
Paria,na sua livrariapra i da Ind
f! e8.
__PARIE_OFF]CJAL_
GOYER.Vo D.V PRtm\(IA
Despachos do din :to de Janeiro.
ffeouertmen/of.
405.Andr Aires da Fonsoea Jnior, pedin-
do dispensa ' novo titule iora abrir un rolle-
gio de nislrucco primaria nn ridade de Goianna.
-Informe o Sr. director geral da iustrueco pu-
blica.
406 e ii7.Antonio Joaquim da Son/a Baha
f Francisca Mara da Luz, pedindo licenca para
irem ao presidio de Fernando.Informe* Sr. I)r.
chefe Je polica.
408.Francisca Mara da Luz.idem.-Nada ha
que deferir, visto nao seguir para Fernando o ma-
ndo da supplirante,
40S.Antonio de Paula Fajnandes Liras, de-
clarando, qnp o decreto n. 2 i" de (i de junliodc
1859, que llie conceden privilegio por 5 anuos
yara esplorar as ninas de corvan de podra, que
lescolmr nosts provincia : e que por despacho
de 21) dooiiluhro fui mandado ajuntar an requo-
riiiuTito em que pedia se cassasso a portara con-
cedida a Joaquim Francisco de Souza Navarro
para u mesmo iim ; dovia ler sido remetiido e
' entregue o secretaria da presidencia.Nao leu-
do vindo ofllcialmonle o decreto, nao deve au-
lorisaro que pretende o suppiicante, a quem cum-
|re dirigir-se ao gorerno imperial.
410.Antonio de Souza Barroso, r. n. 215.
Ser alleiididu em lempo.
411.Blandin e J. Praoger & C, v. n. 29.
Recorran a quem compele.'
412 Baiifiolomeu Francisco de Sonza, pedin-
do para vender melado do terreno de rnarinlia
n. 10 A.Requciraao ministerio da fazenda.
413.Caetauo Pinto de Veras, pedindo se ai-
teste qual o seu romportamento em relaca o no
cumprimenlo que se llic iransmillio por occasio
da recepeo de SS. HM. II.O suplicante du-
rante o lempo em eme esli*oram SS. \1M. ll. nes-
la provincia cumprio rom toda a diligencia a or-
nemda presidencia, tornando-so digno de louror.
414.Christovio Slarr, pedindo se submcila
ao gorerno imperial un requermento.Soja sub-
mettido ao governo imperial.
415 e 416.Bachareis Francisco Teixeira de
Sa c Joo Diniz Ribeiro da Cunha, idi-in.Sejaiu
submeltidos ao governo imperial.
417.Barharel Fianrsco Teixeira de SS, juiz
municipal do termo de l'o d'Allio, pedindo se
Be o pagamento de seus venrimentos.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
18.florentino Ferreira Mallo Groes, recru-
de primeiras ledras Ja freguezia da LuzIn-
formo o Sr. inspector da thesouraria provin-
5"--Joanna Ecangelista da Rocha, proro a
edade o naliiralidado do suas filhas, bou como
l. p r so sao orphas. alim do screm admittidas quando
!il 0o conselhn admiuistratiro para torne- liouver vaga.
cimento do arsenal de guerra, apreecutando re- 473. Leopoldo da Rocha Moreira, alteres do
l.iro dos gneros comprados para o prosidio de !." balalho do infaiilarin, pedindo poxmissao
Femado, com deelaracao dos seus procos, as con- para consumar de seo sold, ao lo res Jos Cae-
las enviadas pelos fornecedures, excepto as dos l.ino da Silva a quanlia de 209 rs.Infirmo o
vendedores do ie.ui. ira Jos llygiuo do Miranda Sr. inspector da llicsouraria do fazenda.
e Jos Ferreira Coeiho, que nao recolhoramain- 47.Manoel Joaquim Machado, lenlo do
da oda quanla so compran : o a acia da sessao 5. regiment de cavallaria, pedindo-'o abono do
un que se iealisi.ni a sobiod'ta compra.lteinel- 3 me/es do solJo.Remeltido ao Sr. inspector
para ao Sr. Inspector da thesouraria do fazenda da Ihcsoorari-i de fazenda para mandarsalisfazer.
lido mandar satisfazos 475.Maria Senhorinha d.i ConccicaaJ Provn
i 12.Do director das obras militaros, apresen- a edade o naturalidade da menor, ben como que
lando o oreameulo da Jespcza que se peder la- ella c orpho.
zer coni a construcro das duas prisoes de que Officio.
precisa o qwartcl do 9. bntalhoode infantaria. i7fi e 77.Dos Exiiis. presidentes das proviti-
Informe o S inspector i'.,\ Ihosouraria de la- cas lo Para o Fiauliy, pedindo remessa dosme-
zenda. V dicamenlus remettid'os da corlo ao arsenal del
! 13,-flo direcli^nlerino da reparlicaodas obras guerra desla provincia, para seren enviadas para |
publicas commulimando achar-sc em oslado de cada urna daqucllas.Informe o Sr. director do
ser rece!.i o provisSianieiito o empedramenlo do arsenal de guerra.
")" lauro da estrada da Escada,pudendo n respec- 78.Do secretario do governo, apresenlando
ivo arremalante receber a prcslacio que Ihc a folha para pagamento dos empregadog da se-
cretaria. Remeltido ao Sr. inspector da Ihesou-
de 12 das
para
la de marmita, pedindo o prazo
provar isenro |< gal.Concedo.
419.Francisco Botolltodc Andrade reclaman-
do contra a deciso do inspector do arsenal de
marinha, que calculou para o pagamento parlo
somonte do Irabalho que o supplicanlo ha f.-ito
n 's obras do caz do Fi re do Mallos o entro as
do franjo o o trapicho d algodao.Informe o
Sr. inspector do arsenal de mam,ha.
4*0.Francisco da Silva Coulu Junior.podindo
sua pnlcnle de capilao do balailo da guarda
nacional de Caranhuns, a qual deixou de solici-
tar no praso ^'.i le.Informo o Sr. comman-
dante superior da gualda nacional da comarca
ne G iranhuns.
421.Geraldo Corteia Lima,pedindo passagem
do estado para a corteKosla dala se expede a
ordi-m ne. i ssaria.
422.Gervasio Manoel do Nascimenlo recrula
do eiercilo, pedindo ser posto cm liberdadc isa
defei do.
433.Irmandadc de N. s. da Saude da fre-
guezia do Poco da Pnnella, pedindo urna guarda
para assislir a fesla da mesma Sen hora no dia 2
do fovereiro.Dirija-sc ao Sr. commandante su-
la liar;.mal do municipio do Roii-
e, a quem se expede ordem necessaria.
.4*1.Isabel Mana d-is Chagas uimaies, pe-
dindo o UUilo da quarla parle do terreno de ma-
rinha n. 351, da ra do Brum, comprado por seu
fallecido marido a Mosquita A; Dulra Informe o
Sr. inspector da Ihosouraria de fazenda.
425.Joao de Atmeida Monleiro, agente em
Macelo da companhia denavegocao bahiana, re-
querendo o pagamento de passagens concedidas
nos vapores Ja companhia a un ollicial.sua rau-
Iher e lies filhosmenores o 5 soldados.Proceda
na ronformidade da nformaco Cunta por copia
do inspector da thesouraria de fazenda.
426.Joao Anglada Hijo, pedindo una guarda
de honra para assislir a fesla de N. S. da Concei-
co Jo Monleiro no da 5 de fevereiro.Dirija-sc
ao Sr. commandante superior da guarda nacio-
do municipio do Recite, a quem so expode a
ordem necessaria.
. 427.Joo .los Pinto deOliveira, v. n. 317.
Avista da informacu nao lem lugar.
128.Joaquim Jos dos Santos Araujo, len-
le reformado do exenito, pedindo se permita
que o couselheiro Dr. .lose Bento Ja Cunha c l'i-
gueiredo atisteos snicos prestados pelo sup-
plicanle na provincia das Alagoas durante a ad-
itraco do mesoto couselheiro. Atieste ,
querendo.
429.los Gomes Pereira, recruta de marinha,
pedindo a sua liberdado.Informe o Sr. Dr che-
te de polica.
!-JiJ.Jos Joaquim dos Santos, recruta de ma-
rinha, pedindo o prazo de 20 dios para protar
iseneao legal.Concedo.
431.Jos Paulino d'AlineiJa Calanhe, guarda
nacional do 1." esquadro do cavallaria pedindo
6 mezca de licenca.Passo-se portara conec-
dendo a licenca requerida.
432.Joaquim Jos Guilherme, praea do exer-
c lo, pedindo liecnea para condu/ir comsigo una
irma para a provincia do Rio Grande do Norte.
Vistas as intorm&coos, tio consta que a pessoa
de quem se traa seja iuna do suppiicante.
433.Laureulino Antonio Ferreira de Araujo,
pedindo a sua patento de lenle Jo 2b bala-
Iho de iufaularia Ja guarda nacional, a qual dei-
xou de soliciUrno prazo da lei.Infonnc o Sr.
commandante superior Ja guarda nacional Ja co-
m*rca Je Garauhuns. '
434.Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos, pe-
dindo ceidao Jo olicio de 2 de mareo de 1S5S,
dirigido ao director Jo arsenal Je guerra.Bas-
se-ae.
435.Manoel Josa Je Souza, alteres do bala-
lho n. G Je reserva Ja guarda nacional, pedindo
.i plenle que deixou Je tirar dentro Jo prazo
da lei.I ti forme o Sr. commandante superior da
guarda nacional dos municipios do Villa Bella,
Ineazi ira o Taeaial.
436.Thomaz Antonio do Gouvea, v. n. 209.
Nao lia ordem para o suppiicante seguir para o
presidio.
437.Victoriano Jos d'Assumncao, protessor
pu'jco jubilado, pejiudo pagamento da gralifi-
aeo de miis Jo 12 anuos J'.' excreicio.luor-
UIC o Sr. director geral da instruceao publica.
0//COS.
438,Do )r: chet Je polica, remellendo o
recibo o cenia da dispez.a fe.la nos rneies Je ju-
ina a dezembro do auno passado com o aluguel
da casa que serve de quaitel ao destacamento
da freguezia do S. Butilo na importancia de 18>
rs.Informo o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
i3'J.Do mesmo.Solicitando se maode pa-
gar a quanlia de TcjOOO, constante de un re-
cibo que ajunta, importancia de urna guarila Coila
para a seniinellr da cadeia do termo de Goianna.
Bemeliido ao Sr. inspector da ihesourria pro-
vincial para mandar pagar.
4)0.Do director geral da instruceao publica,
informando o re juerimenlo de l'r Paulino da
Soledade, que pedo urca gratificacao pela regen-
cia, em que esleve durante 3 mzes da cadeira
competir.Remeltido ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial para mandar Salisfazer.
fl.Do inesnio apresenlando o orcamentoda
despeza com a caaro o pintura que se ( casa da assembla provincial. Reltido ao Sr.
inspector da thesouraria provincia! para mandar
s.i.-i'a/ei. avista Jo cerlilicado da directora das
libias publicas.
fi.Do mesmo, informando de novo sobre o
rcqtictiiuculo do sentenciado Seralim Soares Bar-
bosa, na conforinidade do despacho n. 3jI6.En
orine o Sr. Dr. chefe Je polica, se c verdade ler
o supplicanle familia que sustente.
'iii.Da adinifriflfacau iii Sania Gasa de Mi-
sericordia da ciitliije de Goianna, requintando
duus africanos Uire^.-pnra o servico do hospital.
Informe o Sr. inspector do arsenal de marinha.
^-:1 -
feoiieriweutos.
7 Amelia Elodia Lavenre. Satisfar a
exigencia Coiislanlc o l olficio junto porcopia, da
directora geral da inslriicgo publica.
i SS.Companhia brasileira de paquetes a va-
por, pedindo para afora monto um alagado de
marinha existente nos fundos do seu armazn)
de carvao. Dirija-so ao ministerio da fazenda.
i 9. Eduardo Ferreira Hallar, pedindo on-
de um sen escravo, que se a'.isiou na com-
panhia de aprendi/es marinheiros. Remeltido
ao Sr. ins| eclor do arsenal do inaiinha pa
mandar fa/.er a entrega loquerida.
i"'". Racharel Jos An ionio Coeiho Rainalhn
pedindo so euraniinlie ao gorernu imperial um
rinn uto, Seja submellido ao governo impe-
rial.
451, Jos Joaqum da Silva ".arroto, pedin-
do se mande para o juiz de paz presidente da
junta de qualifkarao da freguesiade N. S. do u'
do Goianna cerlitique : Io ato que dia duraram
os (rabal!.os da dita junta de qualilicaro ; 2"
qual o numero dos CdadaOS qiialificados vnlan-
los : L!' qoando coineeou o enicrvallo de 30 das,
durante o qual devoro ser interrumpidas as ses-
soesda mesma junta Certifique.
452.O mesmo, pedindo que pela secretaria
- erno se cerlili un se foi recebi la copla do
ment dos volantes da freguesia Je N. S.
do O' de Goianna.Como lequer.
153.Manoel da Trindade Camello Pessoa.
Volie a cammara muncipal do Limoeiro para Ca-
zar exccular suas posturas pelos meios lgaos ;
posluias, que una vez approvadas nao devem
ser violadas por quem quer que seja; o no caso
de carecer Je Coren a cmara requisitar ponde-
rando os embarazos que deram serremovidos por
este govcnio.
431.Jos Joaquim dos Santos. E' reser-
vado.
455.Mariana Augusta Coeiho, pedido de novo
licenca para ir ao presidio de Fernaude.Como
requer.
lenle coronel Pedro* Vivir Jnior,
pediudo ser manlido na posse Jos terrenos Je
sua fazenda.de criar, denominada Lspiilo-San-
lo, situada parlo dola as comarcas Je Taca-
ral Ja se Jcram as providencias necessarias.
457. Victorino Antonio Martins, pedindo se
submclla ao governo imperial um requermento
Seja submellido ao governo imperial.
Oficios.
158. D inspector Jo arsenal de marinha, so-
licitando do novo o pagamento das cenias apre-
sentadas pelo agente comprador do arsenal.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
459Do commandante do corpo de pollcia.v n.
Remetiido ao Sr. inspector Ja thesouraria pro-
vincial para mandarsatisfaser.
60.-1)0 subdelegado do 1." dstricto da fre-
grezia Je pojuca, communicaudo nao ler frito
ga linda das lisias paremos do.-; volantes
do seu distrelo, por nao se ler reunido a jimia
qualificadora resptiva.Informe com urgencia a
cmara municipal do Gal.o ouviiido o juiz de
paz presidente da junta qnalilicadora.
.1 / lilamento.
[61.Abaixo assignado de alguns moradores
do Oiirieury. commiiui-ando as oceurrencias que
liveram lugar por occasio da formar.,. Ja jun-
ta qiiallcadore.InCorme n cunara" municipal
do Ourieiirv. BU viudo a junta qnalilicadora.
5t).">. Pedido-do azeite re carrapalo o (ios to
algodao pan lu/.es do forte do Pao Amarollo no
corren le mez.Fornecn-se.
Portaras expedidaa durante o moz de Janeiro
para saluda Je navios do porto desta cidade.
1. Briguc inglez Glaucas, para o Canal.
2 Barca ingloza wa Annn, para Liverpool
pela Parahiba.
3.Rrigue austraco Maria, para Ilampton
Roads.
4.Brigue inglez Larl Cre-j, para Liverpool
pelo Coara
5.Brigue porlgucz S Sin noel I, para o Porto.
ti. llana Jinam.irquezi Preciosa, para llani-
burgo pelo lu Grande do Norte.
- 5
7.Barca ingleza Panthta, para Liverpool pelo
Ceat.
raria provincial para mandar salisfazer.
479.l)o mesmo, apresenlando o pedido da
quanlia de 99^200 rs. para pagamento dosjor-
naes dos serenles da secretaria.Remedido ao
Sr. inspector da llicsouraria provincial para man-
dar salisfazer.
480 lio
S.Patacho portuguez llrele Maria,
Lisboa.
para
mesmo. apresenlando o pedido de
objeclos para o expediento da secretaria no ror-
rele mez.Ren cuido ao Sr. inspector da iho-
souraria provincial para mandar salisfazer.
181.Do commandante superior da guarda na- para l'hiladclpliia.
aional d.i comarca do llrojo, apresenlando o piel
Jos guardas nacionacsdestacados na villa Jo Bra-
jo. do 1." de ouiubio ao ultimo de dezembro
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
4SS o 183.Pedidos de los de algodao o azei-
te de ca rpalo, para luzes dos quarleis das tor-
il.Barca franceza Andar, para Marsellia.
10. Ratea americana Margar el, pata Dc-
awerc.
II. Patacho francez George, para Marselha.
ll)
12Barca ingleza Ihrtilia, para Bar hados.
13.Paiaclio americano A. U. II*. Applegarlh,
lalezas do Brum
e
Buraco.Forneca-se.
3
leguerimenlos.
s i-Antonio Malaquias Je Mcira Lima, repro- lo.
sentando contra a admissao de um segundo na
arremalacao da obra no empedramenlo da estra-
da da Vi, loria, entre oe marcos 8 H> mil bra-
cas, a qual devia somonte ser decidida entre o
supplit-aulc e Amaro Fernandos DaDro,rom quem
impalra.Informe eircumstanciadamento o Sr.
li-
li.Barca ingleza Kitherlon, para Liverpool
pela Parahiba.
15.Pilacho hollandez Illciceend, para o Rio
Grande do Norte.
-14
lo.Galera franceza Adle, para o Havre.
- 16
17.Brigue francez Zehet, para Marselha.
18.B
rigue portuguez 1'ronUido, paro o l'or-
17 -
i'zi D. Diogo, para Valparaizn,
[loza Spiril, para Faliuoulh
ro inspector da thesouraria provincial.
>:>.Antonio Joaquim Panasco,
, pedindo so !
novamenle o pagamento de urna das suas
rnnias que apresentou relativas a duas bandei-
ras e oulros olee, ios que forneceu no arsenal do
guerra, a qual deixou de ser paga rom a priinei- i
ra por se (lie liavur deseiioimiuhado Remelti-
do ao Sr. inspector Ja thesouraria de fazenda
para mandar pagar nos termos do meu despacho
de 20 de pineiru ultimo.
4&0.Barlholomeu Francisco de Souza, pedin-
do ceriido das informadles do inspector Ja Iho-
souraria do fa/enda o do ongenheiro agrimensor,
dadas a, erra da licenca que pedio para vender
metale do terreno outi'ora alagado n. Oi A.
Como requer.
487.Joo Baplisla d^ Souza Braga, major do
1." balalho Je infantaria, pediudo permisso
para consignar Je sold a Francisco Pinto da Cos-
a Lima, a quanlia do fig rs.Informe o Sr. i
eclor da Ihosouraria de fazon la.
88Joo Jos Ferreira, llicsoureiro da festa
de s. Anio, pedindo nina guarda de honra pars
assislir mesma fesla no dia 19 do fevereiro.
Dirija-so ao Sr. commandante superior da guarda
nacional da comarca de Santo Anlao, a quem
se expede a ordem necessaria.
19.Galera ingl
20. Escuna m.
pela Parahiba.
Sil.Patacho hollandez Sjieculant, para Ro-
llierJam poli Rabia.
- 13 -
22.Brigue inglez l'olante. para Barbades.
23Briguc baaovoriano Ditrguemisler, para
Falmouib.
2i.Barca portuguesa f-trtencia, para Lisboa.
- io -
25.Brigue portuguez Tino, para Lisboa.
2ii.Barca franceza Itaovl, para Marselha com
escala pelo Rio Grande Jo Norte.
20
27 Barca hamburguesa Chrislinne, para Vai-
na i lizo.
28.Galera americana MidJIes, para Monte-
video.
29.Barca ingleza Cora, pira o Canal.
'iO-Rana americana Virginia, para New-
i'oik.
31.Barca franceza Deux Edouards, para Mar-
selha.
:2.R.irca americana /. ,1 Matar, para New-
York.
21
:!:'. Rarca americana Imperador, para Phila-
delphia.
23
35.Drigue inglez Runnymede, para S. Joo
A Jeeisao que se tomar, n'urn ou n'ouiio sen- mesmo recompensaro 0 zelo relign- i !
lao-atlonda-se bem !respela pariicularmeii- Dupouloup e dos qua mam
te ao.- estados pequeos. Se esles se nao robos- bros do clero francez que, segn I diz
lecem pelo diroilo, a sua indeperidenci.i ser ram ace.">es da companhia para preparar oca
sompro contingente a sua pttsienria duvid .si. nho que deve conduzir os ,,.,, jg ,iri,.
e'osgrandes potencias conlinuam a arrogar-so mi da Igreja Caiho na
'loull.o!,. de substituir a su. espada exprs- Esa quesl.j d i ranal de Suez
..ll (J.'i vanii>l.< .1... ...... .....------... ... i i i-
M.
expres-
vonlado dos povos, apaga*oi-so uns pun-'
eos de soclos de conquiftas intelle luaes e mo-
raes, e volvemos ao rgimen exclusivo a i'.na.
A dilleren-;a si-r .-'i di opilhelos. A diversid
dos nomo nao altera pnrrt) a sigullicaco das
colisas.
Os estados pequeos nao podem subscrover a
esta luidla imperiosa o compres-iva. Seria abdi-
caren! voluntariamente a sua individualidade u o
sen decoro.
A causa dos povos italianos fundamental-
mente a causa desles estados, e Portugal entra no
numero del -
J vglo de Portugal no congressn p
impreheudc os :
: -
;al mi
vol que implcitamente cu
(iieslij d i ranal de Suez pnd ner eui
rada dO diversos mi.dos. i.lu into a 'i
mtennos po i- ella -..r lidia romo um i -
le eligen ha i i i, ou i miliom i i
io porameniu rommerri il i
veito dos acci islas,
O'll!
prsenlo i- futuro, i pn -
-ie e.u procurar-so exlorquir i P irta i
- -. que e|| i '.it, e nei
i nleresses O fuluro consiste n'un
lea das relaeoea euim n i
iu Fi inca le-.
reinvindica, e po i
la.no poni de isla de sh i
- "i pnWlca de presen futuro.
mud iim-.i com
e o ES
la gravemente a esses interesses est-Iarerer o
publico e a opnio pelos, orgaos da imprenta do
iodo n paiz. a imprcnsa loui ueste caso um dever
que nao pode preterir.
As insirorcoos redigidas as serretorias per-
lenceni exclusivamente s regios olliciaes. Com
ellas cumple a sua obrigaca i o governo. povo
lem lainbem a sua, e nao Iho doro ser ndll-
rente. Em negocios que loe.un lao de porto
sorle do reino, a indilerenca inais da que um
erro, ( um crine1. Nem se pense que ao povo
nao incumbe entenderncll.is : de certo incumbe
ao povo eniender as rondieoes Jo sen ser C !-
lectivo, lano pelo menos como as coildeoes do
seo ser individual.
nestes pontos nao ha, nao pode liaver poltica.
Suppomos o amor Ja patria egualnieulo fervo-
roso ein todos oscorices porlugue/.es, seja qual
tor (juizo decada um acerca das pessoas e das
colisassuppomo-lo, cremo-lo tan lirmempute
que so desle poderoso alTecto esperamos anda
urna verdadeira rcgoneraeao social.
Lm nome desse alfecto convidamos lodos is
nussos publicistas, ludas as inlelligoncits, ludas
as capacidades a illiistiarem com o seu pal
sua aulondado um assumpto que6.como se
e ni cessi
territorial que o Sulla
sol re os estados d i V u
Ijuaiito aos ob.-taculos phy.-icos f<>ram >'. -.
enumerad i? e expl los nui lauta i .
c-Mebre caria escripia por M. i;.-'.. ; i St. ph -
alguns mezes antea do sua rr.orle, que
nos o Irabalho de roe ipilul ir os argutu
1 >s que foian j '< apr< joul idos ao pu i -
i i de su i noli ridade. 0
......!;. ./ i. [|u ni |u mesmo -" su p
i'Seam as JilHeuld ules ^ -
ion, foi a n-iss'i ver a pro indo n trW] -
laloro iiisiruetivo j -if^ir!.'
bollan le/., re ilorio n'
milito lempo publica lo em Haya. Em pa
I Lessi i'- n i- seus so p< elii o p >!it c
erciaes fazii su dos
!-i- I dumbra los un
con liizindo do um Ind i riquezas de O
Ja Indi i para a l'.ui qi i, ,|. oulro i uto os m --. -"
narios chi isl ios pira o O ent
. iiiimo Iraiisporla
os pereg .i, is mal uncu u .' > ei n .
hiZ Ittlli pros lie.linele, ,]_.,;,,,.{
verdade, iiomeou una romminso pnrad.-lu
stau so as sobredi las fi ula3 gauh >. iaui i
ir.a rnnsa em loui ir semelh ii lo d >rrota. A c
i i i c m| is i il i- seguinies pess >a*
presidente e o secretario di s liedade d
mereio hollandeza, ns nresidontes das cam r -
i -
o a
ve. Jos nais serios, dos mais imporlautos, dos cumme.rciodeAmaterdain.de RotierJam, .i
mais profundainento vilnes para o paiz. drechi, do Middlebourg e d'II.u
De termos andado com a atteneo lo desvia- denles dos \:,-. >
da
termos andado
a dos interesses externos, hemos chegndo a lal director da companhia de navegaeoa vap
rao de descoiisideraco, que, por desgraca, al t" fesoresdas Universidades le 1 ,\ i.-
casa no-la fazcm sentir. Valcm bem
em
lismas e
S'.t.Joo Pereira de Araujo Cardo/o, capilo
do balalho u. 25 de- infantaria da guarda nacio-
nal.Vulto ao Sr. Commandante superior da guar-
da nacional de Santo Anlao, para cumplir a oa-
lenle.
90.Jos Fernandos Monleiro, encarrega lo
do empedramenlo da estrada da Escada, pedmio
pagamento das preslacoes, que Iho compelen!.
logo
Zi
mericano Grap Short, para Nova
Uidier, para
Ser altendido,
cofre.
35.Barca
Orleans.
36.Ruca ameticana Henr'j .1.
Rallunore.
25
37.Drigue inglez Grecian, para New-York.
38.Barca ingleza Criterion, para a Parahiba
31).Rugue francez Femando, para o Havre
que cessem os apuros Jo pelo Rio Grande do Norte.
40. Rrigue francez Jimor, para o Havre.
27
41.Brigno portuguez Lata III, para Lisboa.
'2 Brigue porluguez Helia 'gueirente, para
Figucira, pir Lisboa.
__ 2S
43.Barca franceza A'. Thomas, para S. Tho-
maz.
:'.o
4 5.Brigue russo Surmetar, para a Paralaba.
31 -
da freguezia de Muribeca, representando contra do viga rio da freguezia d.i Ilamb, piJ
r abuzos praticados pelo iuiz de paz e por nio Rufino Severano da GimliaInfor
dous eleitores na occasio da formaco da junta
de qualiicaco.Informe com urgencia a junta
qualificadora da freguezia de Muribaca.
G2. OlTicio do lenle general commandan-
te das armas, solicitando se mande entregar ao
alferes ajudanta do 8." balalho Je infantaria os
nove conloa de ris que deriam ser entregues
ao pagador em villa Bella para satisfacen dos
pros das pracas da quelle balalho.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda sese-
ra mais conveniente ir directamente por este oC-
ficial a i'ianlia destinad i para o pagamento, ou
se por intermedio Jo respectivo pagador,
I-, ilc fevereiro
ilef itcrimanfos,
463.Antonio Ignacio do llego Medeiros,
Requeira ao governo imperial.
G.Antonio Jos Duarle, pedindo se sub-
mclla ao governo imperial um requerimouto.
Informe o Sr inspector Ja alCandega,
405.Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva
Sanios, pedindo continuar no excreicio de me-
dico Jo matadouro publico.lul'orme a cmara
municipal do Recife.
406.Bclarmiiio Muniz de Souza, soldado do
exercito, pedindo liceina para dar oulro para
completar por si o lempo de sua iraca. Reque-
ra a su i baixa por substituirn na conformidad!'
da nfonuaeo jimia por copia do lente gene-
ral commandante das armas.
67.Francisco Ferreira Gomes de Menezes.
Prove a iJaJo e naturalidade da menor, bem co-
mo que orpliaa, alim de que possa seradmii-
lido quando houver vaga.
-iG'3.Francisco do Reg Barros, ajudante da
2." companhia de pedestres, pediudo 2 mezes do
licenca. Passo se por la ra coucedendo a licenca
na forma requerida.
469.Francisco Antonio d'Albuquerqiie Mello,
pedindo sesubmetta ao gorcroo imperial uta re-
qiieriniento-Seja submellido ao governo impe-
rial.
470.Jos Mauricio Teixeira de Albuquerque,
491.Jos Joaquim Pereira de Oliveira (Vide
n. 90).-Volte ao conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphos para manjar admittir o
menor Je quem se trata na forma requerida.
'J'2.Luiz Cyriaco da Silva, pedindo licenca !
para ensillar primeiras ledras na povoacao de
Itapissuma Informe o Sr. director geral da ins-
truceao publica.
493.Manoel (lomes de Mello Brrelo, pedin-
do delirimento da petico, pela qual pedio refor-
ma d i despacho que Ihc marcoii somonte a gra-
lilicac.lo de cen mil reis pelo curativo dos pre-
ses pobres da cadeia de Cavuaru.Aguarda-so
informacDo.
Oficios.
591.Do Exm. c Rvm. hispo diocesano, infor-
mando a representoslo dirigida pela cmara mu-
nicipal da Boa Vista, contra o respectivo paro-
dio.Informe o Sr. Dr juiz de direito da comar-
ca da Roa Vista.
'.Do mesmo, informando o reqnermonlo
dre Anto-
nio o Sr.
(5.Patacho americano James Cary
para Ballimore.
Dr. juiz de diroilo da comarca Je Goianna.
'JG.Do lmente general commandante das1
ai mas, informando o r.iqiierimenlo do lente do
i regiment de cavallaria Horacio do Gusmo
Coeiho.Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
407.Do Dr. chefe do polica pediudo provi- ;
delicias para mclhoramcnlo da enfermara da casa
de detencao, cuja agglomeracao de doentes 6ex-
CCSSva ; o lembrando a construeco do nina ou-'
ira enfermara na fortaleza do Brum ou era algo-1
na sala do hospital de caridade.Informo a ad-
ministrarlo geral dos estabclecimentos de cari-
dade.
40S.Do inspector do arsenal do marinha,
communicando que para salisaeo do pedido da
ajiiiinislraco da santa casa da" misericordia Je
Goianna, s podem ser cedidas as duas africanas
livres, que por terem filhos nao foram acceitas
pila cmara municipal de Olinda para o servico
rio.Informe a admiuislraeo da santa
isericordia do Goianna so Iho convem
picanas, a que so refere esta infor-
do cem
casa d
as di
mar o.
499.-
"i.iii j
miteric
idpis
ias>r
Passaportes o portaras do pessoas, expedidas no
no mez de Janeiro ultimo.
PASSAPORTKS.
11
1 C. J. Asttey.
2.Leopoldo Torriccli, e sua mulhcr Ersilio
Palrcsi Torriceli. *
3.William Herald.
4.Joaquim Francisco da Silva Azevcdo.
5.Anlonio Jos Monleiro.
26
6.Jos Pereira de Azevedo.
PORTAAUS.
- ro -
1.Joaquim de Aidradre.
12 -
2.Gustavo Tisset.
.Tiara Comminges.
13
{.Luiz Carlos Gustavo Hasset.
1 i -
5.J. Barling, D. Simpson, A. Cook, J. Ro-
bins e E. Marlins.
21
6.Nicolao Harlcry.
27
7.Thomaz Dixon Lnwdeu.
31
8.Rufo, escravo de Jos do Teve Argolo.
de ai rjannos urna ve/, os olli I is op!
expedientes d'uma poliiiea moiina para os
moa onde se trata de cousas que, mais ou menos
direclamonlc, mais ou menos remo' imenl po-
dem influir no mqlhor do fuluro c dos Minos
Ja patria.
Pela oossa parte nao hesitamos em.formular
com franqueza a nossa opinio. Conlem-sa
ella virtualinente na propina cxposieo da
ihesc.
Portugal "i i i i |e \ il ir nao pelo principio
Ja livre accaii Jas nacionalidades. Diz-1
diroilo, diz-lh'o a sua historia Para seguir op-
poslo dictme ter do sumir as suas glorias, i --
car os seus brazoes, coiulemnar a -. ;em. I-.'
j jurisprudeucia nacional proclamada e s
com sangue em Ourique, em Aljubarrota, em
Montes-Claro.-'. Nunca.livcnios oulra.
(uereria alguem renega-la Fdra renegar to-
do o passado o comprometter todo o porvir. .Nao
pode s< i.
Como haramos Je concorrer para recusar aos
povos italianos o diroilo do se constituirem e or-
ganisarem livremeiile, sem nos subordinarmoi
iminedialameiitee, o que mais e peior, com
o proprio accensoas partilhas degradantes que
arbitra a polestade das baionelas? So um dia
nos quizessem latubcm iHribuir, que po cria-
mos allegar que nos uao pozessem aos olhos a-
quclle voto fatal :
As naeoes succiimhem, nao se suicidam !
Pode have pan os povos, como para os In-
dividuos, difi'ercncas de pujan i e primazia. Sao
allernalivas di ventura. .Nos povos, como nos in-
dividuos, ha una cousa que os eguala a lod is i
pundonor!
Pode lambem dizer-se que o vol nao impeli-
r o arbitrio poderoso de superar o diroilo inde-
fezo.
Anda que assim fosse, embira. Nao haveria
resistencia nem renuncia ; era muilo j. Seria
apenas um Iriunipho material, e esses durara
pouco, porque levam comsigo o germen fuucslo
que os degenera o aniquila
Mas nao assim. A unidado do voto nos es-
tados pequeos poJe scr-lhcs urna salva-gnarJa
Coole, eflicaza nica real. Se cada um por si mais
dbil, unnimes lodos serlo iiicontraslaveis. Al-
gum Jia concordaro nesse verdadeiro fiador de
um equilibrio sincere. Ropresentoriam em lodo
o caso o protesto da humanidado e da razo, ro-
abafam,
o melh ir macluiiisl i de a nslerd mi, e lina
le o imiii rite pi \|. Com id, -
muila autorida le ness i qu -
M. de Lcsseps, com i 6 le presumir, pnis qn
lo o Horneara pres la i ,.-...
; enviara para o 1 pto.
O relal rio lessa commiss i I
Ja lonj i : i vijg >m, ; lo I] ib, da II
ranea | ... j ,
navios de velase en; vap t. Para os
a viagom d lia n i seria de ni :. -.
1 iut e im Ii IS ; lo Cal i, O para -
5 seria naturalmente ni i
il por c.iM-1 Lia
ara os ....
guro ele a lu, que pagana os navios que I -
-- ni a derr iia do s i /.. K*utn i
nlsso bollan leza ncnluinu duvida
em que. sen lo i .. canal
lo visla scieit a, d n.aneira -
fo/er as boas esoerai
da assim acrapreza abortara ,
pon;,, de vista commercial.*
1". portan! > um ero completo d --
criplores o i fez M. I ,. -
i:'. Mil I no s 'ii ai ligo do ir ''.:-
pte/i vingasse, ell i I >. -
i produ jo, auimari i a na
a < i'. :i.-3 '< i, e i ti i entre os ?' m les iiielho
mcnlos coir.merciaes dos lempos mol .
Iuga importante. mais qi i i
acto de grande inju-l; i, [ue pral
denle imparcial i isenl id pai
desprezandn a pdi ka do gu -
ness i inl 'ssanl uesiao, lu i.
ludo o que se diz em nomo da Inglaterra i
projecto do canal de Suez non mais d
tma consequencia de icios i
indivi iuo, Je cojas vistas na i p
Iham os seus compatri il is, | le
1.1 esse projeclo, os raes s
lo toda a appareocia, de optuio io..-
iri i.
A resposla a esta ac -u-
i e capaz de convem er os es -
do lodos es pai lidos, api s ir da s i
de opiiiioe.1 sobre as
ni sua ":'.' i -
' -.o ao canal de Suez nada mais fez que
Do mesmo, solicitando so mande pagar
a Andr d'Alves Porto, a quanlia de 12035 rs. fele
das doas lanchas, em que conduzin agua para
bordo dn crvela I). Izabel Remeltido ao Sr.
inspector da thesouraria do fazenda para mandar
salisfazer.
5U.Do mesmo, communicando haver exigi-
do do agente da companhia brasileira de paque-
tes a rapar que mandasse rccolher thesouraria
de fazenda a importancia de 4') folhas de cobre,
com a competente pregadura, fornecidas ao va-
por Apa, de ordem do vico-almirante comnian-
dante da esqiadrilha de SS. MM. II.Remeltido
ao Sr. inspector da llicsouraria de fazenda para
o lirn conveniente.
301.Do mesmo informando o reqnerimenlo
de Francisco Rotelho de Andrade.Remeltido ao
Sr. inspector da thesournria de fazenda para que
de accordo com esta iformacao mande pagar ao
EXTERIOR.
pedinio se mande admittir no collegio dos or- suppiicante o que Ihc for devido.
phaos, seu alunado Augusto de Albuquerque Ma-
ga Ibes Bastos. Informe o conselho administra-
tivo Jo patrimonio dos orphoos.
471.Jos Lopes Carneiro da Cunha, propondo
encarregar-se da conservaco da estrada da Vic-
toria pelas mesmas condicoes do contrato do ac-
tual arrematante. Informe o Sr. director interi-
ne da repartie.o das obras publicas.
502.Reservado Do juiz. de direilo da comar-
ca de Garauhuns.
203.l)o chefe da commisso astronmica e
hydrographira, apresenlando a conla das despe-
zas felas durante o mes de Janeiro.Remeltido
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar pagar.
50S.Do juiz de paz mais votado da freguezia
Portugal ro congpesso europen.
Espera-se brevemente a reunio dos plenipo-
tenciarios das naeoes signatarias Jos tratados de
1815. Portugal, convocado is deliberaces, par-
icipar dolas. Convem averiguar a lenipo como
o deve fazor.
A qucsio immediata, a queslao suprema, n
que vai sersubinetlida aquella alia assembla,
dos povos italianos.
K'uma dupla queslo do autonoma o de or-
ganisacao. Della pendem eaualmenie a coneolt-
daco da paz, ou a renovaco, o por ventura, a
generalisaco da guerra. Intoressa acs paizes
priinipaos e aos paizes secundarios pelos factos
que podo motivar, e pelo direilo que podo cons-
tituir.
A these essencial, pondo de parte os proble-
mas accessonos que acircundam ecomplicam,
osla :
Qual deve prevalecero principio das naciona-
lidades, ou o principio da intervencao?
Portugal nao podo alli representar a influen-
cia, mas deve representar a conscieucia. Para el-
le a alternativa em tal lotigio reduz-M a isto :
devrr. volar pela interve.nro ? dever votar pe-
las nacionalidades ?
zes que as ^>:s se abaiam, mas nunca su cxlin- /, ;, .,,
o'"'1" iticipios da lei publica e resis ira un
Lm voto franco, lgico, fundamentado, como s5o tljlls,,k.avel dirigida c iu
es-e, concilla sompro a estima, e inspira sempre uma naco iridepcndele.
respcito. Os mesmos a quem elle contrariassi
poderiam iuipugi3-lo, mas nao menospt alo
As lemporisaces, as amphibologias. que le
sem grangear todas os benevolencias, lograriam
por ini todos os desdens. E' arrisca lo derivar cu-
ir correnles contrarias. L' mais perigosoainda
balbuciar entre adversos interesses. S jogam
mpunemenie as ainbiguidado diplomticas os que
poJem com o cstrondo das armas cobrir-ilies o
abominaro ou o ridiculo.
O voto consciencioso, ovlo leal, o voto con-
veniente, o voto era ludo o por indo porlug .
deve pois ser, quanio anos, o que dissemos :
fran |ttia e immunidade Jas nacionalidades. Ex-
pozemos succinlamenle as tazos ; dcsenvolvc-
las-hemos sendo necessariu.
Sejam poiin ouvidos todos. Confiamos que lo-
dos se farad ouvir. E' opporluno agora, c a occa-
sio insta. Em interesses tanto e 13o de veras da
patria que escriptor quorer ciuudecer '
Vemos as folhas de hoje que o congresso ser
adiado. E' por ora um annuncio ettra-officil. i
Pode nao passar do um > coujeclura, e pode ser
uma realidade. Poje significar perplejidades ou i
doras rosolueoes. Em qualquor dos casos nada
se perde na consulta que propomos, e pode
ganhar-se muilo n'um oame suflicientomen-
le anlecipado com relaco *aos nossos iule-
resses.
Se a Franca e a Inglaterra eslo do accor-
do, como parec, sejam quaea forem as resis-
tencias, os obstculos nao ho de ser iorenci-
veis.
[Jornal do Commtreio de Lisboa.]
Aquesto relativa ao islhmo de Suez lem to-
mado ltimamente um carcter mais seno. O
despacho lelegraphico que nos informa de que a
Franca, a Prussia, a Russia e a Austria, por in-
termedio de seus ministros em Constanlinopla,
solicilaram do Sulto um firman em favor do
canal, e que osle so dirigir Inglaterra pedindo
os seus consellios e apoio ; um segundo despa-
cho anuunciando que a Porla delibera presente-
monte sobro se ronvir ou nao levar a queslao
M. de Lessepa lalvez que nunca consi
, transito J i commorc i Ja Euro| i e da \
projecta lo. x! lesde ; i i i
la P louando o pi
lo, lera co irar virlii ilmet lo a 1
[oia do Egyplo. Os tormos d.i concesi
garanlirao companhia somento o direil i J
/ero canal, conccder-hc-ho altn disl i
reitode possesso, e para fallar mais clai i
te, o dircito lerrhotial de multas nsilhas -
: argens em *. la a extensa i do distri
de ah construir fortalezas. Acmpreza do ^!. !
- [uer tenha feliz e prximo xito, ou s
prolongue por anuo- a sua execueo,
orgera de grandes beneficios para o com-:; .
ou se reduza a uma chimara com -
em lodo o caso um faci inmenso, p lit
militar. Ella rcalisar os planos da casa i -
le.ms que lord Palmcrston abatou no seo
men emIStO. K este o cometo e o iim
eclo do canal de Suez, que a phraseol igi i
posa o sonante sobre as rol .oes comm
i civilisaco se empenba em apresentar i
falsas cores, raaiioira de Jcrrkioson une em-
pregara as palavras << cosmognuia da creaca
mundo para melhoi illudir o captar a all u..
dos papaleo*.
A Porla recusou enviar o firman; esta r
foi dictada pela prudencia o sabedoria. S
livesse obrado de oulra sorle, seria despreza
seus direitos Je possesso e berania. Se
Inglaterra nao livesse sem hositst Carorecido
essa recusa, seria moslrar-se infiel a seos pi -
prios interesses, o i sua obrigacao como al
Os governos unidos Ja Franca, Ja Pies.,,. |
Russia, da Austria oda SarJenha, nao Ti.
direilo de forear a voutide J i SuUAu eas sene -
Ihante queslao; da roosina sorle que a Ru--;
o a Austria nao tinham, ha de/, anuos, o de ,v
gir que se Ibes entregisse Kossuth ; e a Rusa
ha seto anuos, o de arvorar-se em protectora le-
gal dos subditos gregos da Porla. Noa ci
cumstaaeias a poltica da Inglaterra s i
festn claramente, c os principios, que a guia-
ra m ento, subsistem anda hoje. A poli<;
do canal de Suez presenca de indas as grandes j Inglaterra nao consente que se ataque impun -
potencias ; ludo islo nos offerece a perspectiva mente a independencia de ama naeu sua i
pouco animadora do que, alm da causa italiana, da. Nao pois, do seu interesso* prestar-sc i
a Europa ver-se-ha (alvez muilo breve bracos
com uma grande dlieuldadc egypcia. a Ajwr-
pda Albion, com todos os seus allribulos Iradic-
cionaos de egosmo e de astucia, apresenta-se,
como seu coslumc, esfofcando-ee por impedir
o botn exilo de um projecto, cojos beneficios
marcaran uma nova era na historia do commer-
cio, facilitaran as conquistas da civilisaco, e ot
reasaco Je um projeclo, completamente
pralicavcl, ir que creara, em proveito iu
mente da Franca, um Dardanellos ou um
brollar egypcio. Nao enirou ainda em risl
de lord Palmerslon favorecer semclhanle resa-
lado.
(Ifominf-foft Sileei
-zzr


tll

DI
AMO DNfERSAMBUCO. *J
**..
*EXTA-FEIRA 10 DE FF.VEREIRO DE IRCrV
INTERIOR.
Cutmiiisbo An^Io-tliusiEeisa.
rRRZAS.
Arfigo XXI
12. Foi Portugal a primeira potencia da ehris-
landade, que em colonias suas aboli o Iralico
da esen rotura, c a proprin esrravido dos ue-
\ gros.
13. A historia anrio-luzo-bragilcira da supres-
i sao do Lra&CO, esluda-se nos tratados de 'S de
O gemido tao doce, tiio suave do rio lamiendo I senlar-se S. II. na cadeira do professor, um dos
suavemente as maigens. lamosas, onde a onda I alomos recitou orna allocucso em homenageni
esconegava mais maciamenie. pareca liarnioni- a S. Si. o Imperador, a qual ahi publicamos.
sar-sc com a sublimidade daquclla sena. Depois o [rbpcrepor passou a examinar-Ibes
A galeota era urna sylphide encantadora, urna j mandando ttaduzir Horacio, Salustio e Tao Lirio.
Ja. que soleara o lago pendendo -em aspira-1 Admirou a iodos a paciencia o bondade, corr
i convenci entre o Brasil o a Gi.i-Brelanlia,' dSo permanente,
poda legolmeuto exorncr-se o direito de risita, 15, A quealdo do aprovoitamenlo e civiUsacao
busca, e que rio ruello mearao din, eessaram d'A frica nao tcni dada nm s passo, e a autono-
mia dos neg os dovidoso que soja um betn.
v'o;ilrnonn loJas is oslipulai'dcs da convenco
le 1 SI7, artigos aildioimacs, iustruccocs e regu-
lamentos .nuevos, acerescenlando-sc que assim
orno se baria concorJado em dar o espago do C
mozos aos navios brasileiros emprogados no Ira-
th-o, para se recoiherem llvremetile nos portos do
Imperio, urna ve/ une livessem dexado as ros-
tas d'frica at o dia 13 do marco do t s ',0, nao
luridaria o governo imperial concordar em q'ie
< rommissoes mixtas coutUiiiasseiii anda
G mwos que deveriam Btria acabar em 1.- >le
setembro] para o uni.'O fin de concliiircni os jul-
gamenlos dos rasos pendentes o daquolles que
al
lj. M n i los peiisam, nao sem boas razos, que a
snpresson dos bracos africanos o suicidio do
Brasil.
17. O Imperio ha todava bltroduzido na sua
legislaeo disposices contra o trauco, mais du-
arara, de seus trajes simples, mas harmnico
com o seo destino na Ierra.
O vouilar estremecen. A patarra do indio re-
lumbo'i as margeos do rio, saudando o impera-
dor. S. SI. mandou parar a galeota.
Kra urna scena bellissima : um contraste do
mundo solvagem como mundo cirilisaJo. L ni
mundo na magpstade da grandeza ; e o nutro
na gramlu/.a da magestade. O encantamento
ras quo nunca poderiam osperar-se. (Noticiamos: passou : os remos fonderam as aguas : a galeo-
lodas cssas dlsposices noseculo pctual. la esbelli, e eusoberbecendo-se de levar em si
18. 0 Brasil lem execulado guas leis contra o,o imperador do um imperio romo o Brasil foi
trauco, leal, vigorosa e eQicaznienlc. [demosno-
ticia do modo pralico dessa exocuoao, e mostra
in y com algaliamos, o termos medios, que as vio-
lencins brlannicas augmentaran) o tiatico, e as
arante. Abicou na ponte, grito popular rom-
peu. A noilo pareccu accordar de seo silencio,
e estremecida sacudir seu manto nebuloso. As
estrellas dependuraiam-se como para contem-
plar aquello epilogo novo de um bello p'iema.
Era urna hora a imite, umitas senTioras eslavam
porrentura livessem occoirido at U de marco providencias internas brasileiras totalmente oso p-
de lo lo. primiraui.)
Nesla conformidade se oxpediram orden, pelo l!l, A Inglaterra, em quostdes de prezas suas, na ponte.
ministerio di jiistbM, declarando competentes as nslabuleco os mais exagorados principios de in- Nuiles cavalleiros as acompanhavam. Kra o
: mas .lo p iiz para lomarem conh d tri.-; i;."u, como as do l'r.ita o iiiuslrou o ie- prestito que devia reeober os impcriqes riaian-
eimciito dos ovoeess is dos navios capturados por m trnudum do lord k'onsorabv.
._ pie
dio Labulut dutante os 22 dias, que estere em
Larangeiras, quando vinha do l'enedo para a
Babia na poca da Independencia, E' boje pro-
priedade do Sr. Slarsiilac. Lem 93 palmos de
trente, e l de fundo, lu ha urna Mecada larga
de 5 palmos, torta crn Columnas, e gradara
inuio bein foas, que foram ultimamcute man-
dadas demolir pela cmara municipal,
li'ahi reeolhcu-se ao Taco para al mocar, eram
11 horas do dia, pooco depois sabio a ourir mis-
sa que fui clelo ada pelo Sr. coiiego da capella
imperial, A greja matriz, que foi onde S. M.
ouvio a missa de quo fallamos espacosa, at-
lestando pelo bem acabado da capella "nota, a
piodade dos dirigaos, (.loando s. ti. saino do
Templo, o povo o sao do ii rom suas aclamacoes
espontaneas, s. M. recolheu-se ao paco. Ahi
pouco depois appareceu o l)r. Rragauca acom-
pauliado de sua senhora o de todas as 'alumnas
do eslabelecimontn para lerom a honra ds h..'.-
rem a mao do S. SI. a Imperalri/.. Logo ntie Suas
RECITADO NO ACTO l).\ ENTREGA DO LENCO
A S M. O IMPERADO, POR I). MARA JOA-
QUINA DE S. PEDRO ROSA.
Senhor que rindes do throno
O nosso collegio lonvar
liando assim seguro ai i i
Que ao ensino sabis pre/.ar.
Nos vos gandamos ccnten;cs
K humildes e reverentes
Beijamos a Augusta M >.
Aceilai nossa homenagem
Como sincera lnguageru
Do que tente o coracao.
E' um pequeo tribaio
Do nosso innoceBrte amor
Do nosso Irabalha fruto
Oh desculpai-o^Senhur.
Nao Ihe oliieis a valia
Que milla : a s iber nia
Nao est nella : est em Va
rerdao para a i ::'>'i a .:-1 nos
Expl ess.au : i .iie -
A iill'iL'.'nla falle por nos.
cansa do trafico de eacrat os.
r.hegnndo estes lacios >< conheciinenl dos s -
ii'i ires da eommis-o n xta en) S rra Le^a-, reu-
- ella cm 18 dojunho, e larrou nina acta,
m que o commissario hritamiico repellia, por
.: ;.i.iii. i-, ; i a intima la
cessa^ i dos tratados.
:oi!' i, a Cra Brelanha dar
un golpe nos ido: i' declarando por si quo a
--.i .V> alias pactuada dos tratados, signllieava
ii rerusar-S'1 ti Brasil ao cniuprimcuito dn arl. 1"
de l>.:ti'. promulgou o famoso liras
!:<('.: hc! u/185, U'i interna i! < Gr
Io aoturisavj os s;ua navios 2.1. A
lem de .
puis diversillcaram as aulorisaccs
co-s.
21-. O ponto de partida dos casos a ventilar o
anuo (In lb22, oeclarayodaiudependeneid.
'Zl. Visto que o tratado do Is2G, adoptando a
convenco poilugueza de 1817, reconheceu que
ella, al ah, nao ligara u Brasil, licu entendido
pie s aq tulle tratado prohibi o iralico, o qual
era liciio, e coiisculilemente iudoinuisados os
navios ilU'g.i
visitar! e capturar I! os na ios urasilcirus que
litas-sera de se ocujiari>ui n i iraII e bem
.-..-siiu os > is lri: un u -. i ,le/.i>s,
i j ilgarem es na' ios, i em das pesso is
f nrop .'! i ; s pen.
sobre len iloi .> alln
A~ insli itrv "i -a nm ero tidores foram anda
1 .:- s, e c......;- "'
lisiado sysd'ma do violencias, contra o qu
;n principio, quantu mais m praliea] se pro-
uuneiarin eoerKicanienle mesmona inghilcrra, dos
tes. S>. MM. saltaram no meto de vivas i-simu- Uageslades Imperiaes so dignaran) acolhe-las a
comnussao mixta, ei materia de presas, dosos. s. M. a Imperaiiiz traja vestido de sola alumna D. Josephina Emilia da Silvcira recitou
segundo as pocas, verle. Imperador traja uniforme do almi- | o segnmte discurso.
as prohib- rante. < Senjior.Humildes e rererent-s saod.......s
A cmara receben SS, SISI. dobaxo do pallio, V. SI Imperial e a nossa Augusta Impcraliiz
recitaodo-lhes nina allocugao apropriada. Tu- em uome da professora Possidonia Hara de
do estar Iluminado. Depois SS. MU. segniram Santa Cr.uz Kraganca, que com sen marido o cora
no meto das oracoes populares que (urmaran suas alumnas, u que lazemos parle, nos contia-
uiii biado mimoso etlicas harmonas silencio- rara a missa o nohre de Irazcr ante o Excelso
sas da naturaza dormindo. A ceremonia do Tiirono de 9+H. Imperial guas conloaos elict-
lax lecurn fot no pavilhao armado no fim da taces e respeilosas liomciiagciis bemdizcudo
ponto, que eslav.-, to.io illoniinalo, em symetria rossn viuda, em qoodivisam um faror do ou
..nenie colhidos uessa primeira upo- com as luzes da punto. L'm altar na su., sim- i linlhusiastas u.-r tao feliz successo procla-
c_a tija quu livessein escraros a bordo. plicidade fhnstaa servio aquella ceremonia so- mam odia de boje como o dia de sua maior
23. u trado de 1820 oi forga imposto pela | lemne. loria e ventura, c dirigoin fervorosos rotos ao
ierra ao brasil, (t)epois de o pro-, anuos au- Na praca da matriz, no ngulo em que a ra. iodo poderoso pela cons r) icao da preciosa ri-
Donle, pozcillOS dundas Sobre a validado seperde, nella estara levantado um arco pelos i da do V. SI. de (iHClll depende, a leudado .: inte-
sonsiilHiioiial de tal tratado.) artistas. Ao passarem SS. Mil. por baixo desw gridade do Imperio confiado ao Vosso zelo. Cheus
zi. .\.n. e apphcarel do Brasil o tratado addi- j arco, os viras redoblaran
ciotiai
nha.
rambate, e despedse dando ao enfermo doas
'libio*.
I'assando outra enfermara, Sih.-.m
explcac,oes sobre a nalreza.e modo detMtai
to dos dueii!i;<, sobre a classilice^c d
m.-rias, e sobre os meios pecuuiar: ;
tentara i do estabclecimenlo.
Os instrumentos do orgia sobre mancira al-
(rahiram a altencao do im;im ; elle os examino i
curiosamente, e pedio a es-slicacie ifl s. .
rom minuciosos detalhes. Vendo o insirun
i lo paia a litholrilia, e saliendo do seu empref ,
manifeslou grande pezar par r-io ser ew
nhecido no seu paiz, onde atorran maiu gente
por causa da pedia.
Schamil risitou lamben o gymnaso do go-
ri riso.
I'assando ao gabinete do pbysica ahi a
.' i .... ni as experiencias c .ni o tna
Iricd e a machina nnenmatira, inlrn
; irlicularmenie a experiencia du ;
. de ar. o espelbo ronnexo lamben) .. m
Ilion, rndo-se estrepitosamente quando >.i
.seu rosio enormemente ri En ie-
guida risitou as aulaa, chalas de alMaaas, a
sua physionomia tomn ama expressi i di
dado quando vio lao grande numero de ri
Naquella occasio dara-M .. lirio de lingua r.
s i, c Schamil tkou sorprend I
le ensino, mas epi irio as expl -
que Ihe lizerara sobre u gatier urna lingua
ueicameute ou couheeer u sois r. gras a i>
Amaniiaa Irabalha a impanhia dramtica tos. comprchcndc o iilldade do i >l
do Apoho, suli a empreza do actor Uwimbra, vistu n mam gosla muito de ver os q
l*r si lo transfer lo o espectculo aunum ido d -. o prim plmente o de Noaa i' -
ra iioje,^pr motivos nos .....pensada- o Menino Josu. Contempla-o s*m|
""':"- iltenjao, e com caito deseatimentu .
a pe a o nova, o pela primeira vez ra a scena rvspeilo.
0 ..-.. -...-.
PEBHAiyiBCO.
REVISTA DIARIA.
do SJ.J, eiitiu Portugal
L'ompjMfl
Mu!." a!.
t-liam-el- ambas
Assim alraressarain
e a Grita-Brota- SS.MM. at a tlatriz. Ahi Bzaram oracao. o
: poro accumulou-se no templo da Dos vivo, co-
2.), As prezas foram relias, na maioria dos ra- : mo quereudo contemplar all subo ledo do lem-
- fum i. spie/.o das clausulas uo tratado de l2; i po sagrado os rostOS dos soberanos do Brasil.
Pf quaiito :_ Do templo recolhcram-se ao paro, para onde inortalisatido seu Nomc Augusto;
b.ie nao aulonsava coramissoes mixtas se- os acompaiihou o povo, Mudando-os sempre lao honrosa risita o Virtuoso llonarcha conhece
oslas de numero igu.il de individuos de com suas ingenuas mauifeslaces, que Ira.lu- de pe lo as necossidades de seu povo ; e renie-
dejubilo rentn pisando o solo Laraugciretise o
iloiiarcha Brasileiru, o Hroe Pedru Segundo
que cm sua visita iiiauifesta soberano e pater-
nal amor aseos subditos que sobremodo agra-
decidos eiiloam hyinnos e cantara louvores im-
imuas as naeoes, Horneados polos respectivos so- ziam lodos os senlimenios singarlos dn coraeao. diando-as pioraore sua felieidade e
';l':"s'' -N.i oceasiao do desembarque recitou una moni- una nova era que os vindou
com
mais proli is
ler duuj'cim, lord li uro, a i.'.. .". Vi'estmiusler
a dos 15 grandes juizes, etc. Nao pennilla aprezaraento seno com os- na
os de navios [orara desde logo vc- eraros a bordo, e nao ha unta s disposicao que
timas naquella ...,.,.; lig*o, nao obstante couJemiie por suspeitas iiem inleiieoos; O .ac imperial .-, casa da cmara de I aran-
'sioreos e protestos du governo ni nal Itgu- -- (, proprio traiado porlnguez d lS23scon- geiras, casa que foi preparada com lodoo'aceio
rnuao entro esles. mu disiiiicia:nen:e, o dohr. senta o aprezamonlo, quando o capturado tires-1 pela commissao.
vis-ooo ,!.. Abacid. d.>22 la autubro do Ib 15), se naquella riagem eilecltvameiite transportado I Rpido foi o resto da r.oilc. O omno foi um
P""'"^ n.ioi defa> a isar o aou- escravos para Hlleos e por numerosas entras desejo continuo de acordar. Raiou o da 15 de
>' i i. i s ipp i-.. ,._!..,. do poder magos- considera es. annro. D
'';.'. IU tsilo -| i ....... que nutica tal ti. t'oido lindado em 1SI5 o prazo diduracao I do da.
s'':':"';. ''os iratadus, rege a maleria desoc viilao o duei-1 A's
i. indispensarcl ap miar, inais que perfuulor a- u. coiniuum.
27. Em coiilradceao com esses principios, pas- lioitrou com sua presenca (o o collegi.
o btll .u.zrih-cit, que taz julgar por tribuiiaes lar de inslruccao sol. adirecca di Exm" Sr.
puramente iiglezes, o por paiz inglezes, as pes- I). Possidonia -de Braganca, sen hora do Sr. Dr.
soas e pi .| i..-.lados de subditos brasileiros. Francisco Alberto de Bragaca. Este culi
--. Alni dessa anomala, os cruzadores bri-
eulre nos.
Informam-nos, quena freguezia dos Afo-
gadns, fura surra la Una lutollada pelo proprio
tutor de um mo lo : rio.
Eslc negocio acha-.se ... co, segundo as infor-
maeoes quu nos foram dadas, reipeeliva su I
legaca, da qual por tanto esperamos I l a ac-
livulade que o caso demanda, visto ser elle de
naiuie/.i i!,: ,,. i iv.| c | niivel eiu face legislaco criminal
Na ra Dtn-ita, as proximidades do i
daegrejado Liviamejilo, a.ha-se o calcaiueiito bem mal lHhV're'cel.d'o"
-' pussivel de obscoTn-------lelirada.
reparo qu, lo f-uto ,u,..s...-------,.:
,-":-1!' '"jo 'PO icaLcerca do Irannlo pl jara a Siliamil Ihe Km causad
A'presenta de urna enanca gua ,
ordinariamente seria, loma um > i
;ura, c uao pode di
um signal de atril I
S hirnil aind. se cosnei va i
por [ue a casa que Ib esl : .
la do loJo. !'
ca a soas iiiiilhei pg iithos, ve-s i*
familia. Vendo os ti
proceda na sua no ;i i a, e udo i i
a sua salisfa i tlissp, que conbei
de nomo I). Joanua Ladislao de taro Jurema
a poesa, que a baixo vai eseripta,
povo saudou as roas o alvorecei
horas da manhaa, sabio S. SI. a p a vi-
sitar a cidade. o l- eslale.k'cimento que S. SI.
po- .
.'. le.ideen, neto de iniciativa gorernntiva, e
iiiulga lo pelo parlanii'iil pie.
Decreta S. Si. a Uaiulia, per couselho e c m-
sjutiinculo l.s ioiJs e-pirituaes e teinpoi
romuiuiis:
"... e que lula a parle do al ... de
IV, .; te ; .;.. ....... al inifriit ido ou a
qualquer tribunal dti vue-aliuiranl id, um qu i-l-
i' pai le dos le S. XI., julgar qnal-
jiier reciamacio, bci-jio ou causa da convi-tt'/ao do subratlilos fiot
.. o .> Brasil a .i revugada.
'." K deerela-se q ic ser licito n almiran-
lado de S. Magestade, ninios, ,i-
.;.. r.sie collegio e
oniaita, os cruzadores bn- o uuico estabelecimenlo deste genero na provin-
lanincos bao pralicado as maiores violencias as cia. n Sr. Dr. Braganra nao so lera poupado a
- torillo i.ns e torras do Brasil, ou deinous- despezas, e
Iraeoes, o i em iiislruccoes alleutaiorias dos di- seu destino.
re.os de soberana.
esto reos .ara toriial-o digno d.
I tic os vindoiiros abencoaro, as-
segurando-lhe um futuro lisongeiro, caja esp-
ralo;.! minora os llagellos do presente o serve de
consolando aos dfflictos, que comnosco chamam
as lieneao.s celestes sobre sua Augusta Pessoa i
sobre i Familia Imperial,
Estes seniiinentos, Senhor, quo pncris, des-
eiichabidas e ininulas vozes presentara a V. Vi
Imperial, sao vivas demonslracdes de poro amor,
de ad besa o e lilfcrdadc de rossos subditos i Vos-
sa_ Augusta l'cssjoi, a nossa idolatrada Impera-
lri/.. o nossas muito amadasPrincezas : accei-
lai-os, Senhor, cora benevolencia ; o sobre iis
liieai um ioIi.ii favoravel, Vos que vos aprazi ts
tambera de sor eximio protector das sciencias e
das lettras, quo lauta amis, honrando aleas prl-
- que cidramas ; e permitti que para
coinplelo regosijo,iiosso*enioemos cm rossa Au-
gusta Presen .i hyinnos quemis rovelam os
seiitiincutos dn
dos carros, que foi adoptadsjem postura muni-
cipal, acha-; ic Id ; o por i segu me d
ora avante obngdtoria a res i\ i observan-
cia, sol. as rommiiiaedes do arl. 17 das posturas
de Ib de j ii t h i de l-..
A conveniencia desta deliberadlo palmar, e
uiii/ucm lia que a coiitesle. 'i ~ im la que
sejaui reparadas essas ras, u ;, ..'o-m d
viva trapiessao, olu mre-
nieiilcmenle o psptiKo d > i hristian -
- MMBf
liss : Se a tu
los br iiicos, p.....-
.1 .
una,
que ella est tinta ; mas se s
esli eiicam ida, nao Be du'
nhecme ii .
..j. .<.r..u caji iu, ., .- .. ..i-.i,ii.-iii ue iinecime.ito a res iludo cora 10 bnu
tile a na forcada por ond,.....vera passar os Passageiros do bngue nacional Va, Ma-
carios, lano mais q laul i m mas d i .:, nUa.,0 ,. R ,, ,,,. ,. ., _
u'uin esta lo mi rab i.nn, i mes mi ;
rergonha que dentro da cida le 11 rvac^iio das
ruasseja tratada tao iiegligenli mente.
Por de'.crminaoap da i mai.....uicipal.nl-
I desla
ui, a. h i-s ve lad
i l'ciio despi i le lixos i
ii i. caes itile mu lio
nossas almos, beijando por ulli-
Ao entrar S. Si. no salao do collegio, fui sau- mo as pi.es miis de V. M. Imperial e do nossa
J. u jiiigameiii i de todos este tactos, quan-, dado com vivas expressivus, enloando inimedia- Virtuosa Imperiitriz.
um dos dous goveruos 4cora- lamente as meninas urna prece Viraem. a I Lo
i, lem de ser por ella proferido.
i. i.unipio que a commisso, creada para apa-
membria do iujusucas, iudemaise todos os
quera o canto pedia a sustentarn do imperio do
Brasil, o a bciico de Dos para* o imperador, o
canuco francez. Sentimos nao poder dar aqu
que era elle enloado, mas damos
a letra.
a Lugo depois fui ofiorecido a S. SI. a Imperalriz
liniamenlv. tom a su
/i.i do Santo A o
de agora em dlante si
mais imranu iicias uu
diiis pontos.
Em consequen i disto, f. iransferilo o des-
pejo para o tim da ; .: d S. I'r.mcisco, oult'ora
Mundo Novo, o ti id Jo caes do Ramos.
Ksta medida ha lempos pie era re ramada i
lod is es principios, c pi is ...: mos q.io I nh i
sido n loptada, s riso que s 'ja serrada
;. nenie.
.'. cai ..i lil al rp 1. i, para .' ilil ir o res-
pectivo expediente, ; i
quaesquer i
para

los 1'. e Julo Pinto da Costa I.
Matauoiho publico :
M.it.uo.-ii-.-.: do [lia :i ii e 'i
sutil i desla cidade rezes.
_ MourvLiiiAOK no ut* 9 ao coacs
Manoe', SI lia pilas iro,
anlios ; tull. i : limonar.
Lourcito Jos Apoliuan preto,
II neo.
i SCO Jos 1
nos ; febre ara irella.
... Caetana du Lirra
17 anuos febre cerebral.
lina Man.i da l'enha, branca, i
nos ; pullllOliileS.
. .; i au ios ; r
niti .
lomar conhociuionlo do qualvier navio que ra.;a donos de navios e cargas quo se acbatsem ..as a msica com
o trauco d- escravos africanos ai conlraveiK ida expostas circumslancias
,Ut* ""--' *'" Pa lo-ha a comiuisso? Cedo o veremos; lia tjue le seigneur te benisse
>sniesrnisregras.:equalquvraclodeparlaraei.lo seni[.ie um juiz dos juzes, a opinian publica '
a relaea.i a repressnodo iralicode coiisuininados que os tactos aojan, lloara ella'
vos, felosporsnav lado ui^cza. sen duvida, impolenie conlra Rasraata cou nesso.is
do lord
...' E decrela-sc quo todas as pessoas qu.
dep'u em vlrtude de ordem tai do lord al-
inirante-mr, uu quera w u cargo exercer, ou de
- creti ros de estado d S. Sl.licam isen-
l. -, e se rao indemuisa I. s de lo los .>s mandados.
s, causas c procedimentos quaesquer, e d
lod.....[ual acto judicial [iciras, e por ler parle
grao., i ,:e prepotencias, mas os julgadoresdevem
nr-se .ara que possam sempre Ser consi-
derados como beiienieiitos. A seu lempo noticia-
remos o que nos constar dos t rabal ios da com-
misso.
A prifeili ur batuda de dos Srs. commissarios,
secreta i ios e empregudos, a gencrosidade com
De Ion pcuple heurcux, c' ast
qu'
'
m tal busos, (eiencao, captura ou condeinna^ao .;<.. facultam exames, ludo faz cror que um es-
.le qualq 1er nano que lenbe solo encontrado a ptritu .i.- .,-!. resida aos importantes servicos
../i .. ii..ieo .-... escraros aTricajios, em roma- quea aHaconlianca dos dous govwuoa cominet-
'"ca.....i con.cneao du 1826, ou na prisa*, ou leu a esses cavallieiros
de qualquer pessoa encontrada a bordo Aqu lindaremos a primeira parlo desla me-
""',"' '' "" Pftrc',"sa da sua argn. o ue moiia. Desceremos, ua segunda, das tbeses s
'"';' isa, mandado o-i proeedimoii- hypoihcses; procurando nuafililiini. mal la-
1 -''" sis'oni ... en q : Hri in I, em .,,,.,,., |em eslabelcceu os piiacipios. que
qna, |uer parle .los dos dominio de s. Magestade o usamos suppor i aceilos pela convierto do Ici- dr"a. I"",l '!l'
i '.'.i .na! oi-i -- ; ,m i.ji-, nienuias L'm passr
o i-
.1- I raba-
vii lude Je soraelhante aulurisaeao.
o E decrela-se que qnalqucr navio ou im-
barcacao detido assim, ci nd< uado por almi-
raotado ou vice.-alrairanlado, poder sti con
ilo para n ser. \;. ; o seno, ser* des-
manchado completamente, e os se is materiacs
vendidos em lelo, aos lotes separados.
!
dtsnos roes pira se le-
Seguein-sc ni ntefos
v..r a deiinii .'o pffe BSSl) se decreta.
S indicamos aqu b grande ocio de 1815, pe-
zar .!.' que muitas ii is ou menos ,i-
;i traram progrssivamenle, auto-
risaiiuo al as violac.oes dos nares leriiloriaes
i! das ii rn s do Imperio.
Se l.. avantajadas i : 5em j para um jor-
ii en
nal as dimciii s .!. si a
1 -. illcadnmenlc ios casos du laes
.'.pplica.-oes da li-i tngh z i ; ;:.a-, .;.. (imeiro In-
ga i inopem me e
SEGUDDA PARTE.
Al ligo 11.
Doxand i finalmente as questoes que haremos
lodos tratado era principio, pausaremos ag. ra
tallar de, esos particulares.
i-, antes de irmes acanto julgames .restar ser-
vn;o moiK-ionaudu os nonies de mullos navios
brasileiros que foram aprezados, e a favor dos
quaes, ua maioria, militara circumslancias que
os lomara proprios c seren julgadus pela cora-
miiso mixta. 0 aspaeo concedido foi mu curto ;
sendo mullos desses aprezauenlos anligus, e re-
cliiniacoes abandonadas por seus proprios donos
atienta a iuulilidade de multiformes estoicos em
que a torca levon o direito oc rencidaL na ma-
qui relatara- urna parle j.i sao fallecidos os
leressados, e
.niporoiir nu
Btesil
le veu |c |iius
gentil,
11 est ion seul espoir, qu' il sot ton seul
appui.
Que de van t tes verlos, son courroux s'at-
lendi i>se.
El que nutre sacrifico el nes loaangng .-.' .le-
venl jorque lui.
Curo.
A genonx-aux pieds de Harie
l'.-ni soil le peuple qui prie.
ElVare, grand Dieu, do pcuple la dnnlcur.
'< South ns le Bresil e protege l'Enrpcrcur.
Depois do hymno, S. Si. Fot porcotxcndo
meii i sala, n eximiiiando com
Ibos que pendan) das paredes. Eram 16 qua-
uiaica feitog por dillcrenles
ro feiio .le ponto du reliudu
em relevo por Mara Emilia de Slarcillac.
Bavia tambora sobre as mesas sapalos n mes-
tmlo, e oulras obras de labyriutlio e vanas
barafundas.
S. SI. examinou depois o livro de matricula,
lia 1M1 meninas matriculadas, e TU de frequen-
ca. Bepois passou a argir as alumnas, em
leilura, em granmalica, e oto sritlinielica, nios-
Iran.lo-se satisfeitodas es;.oslas das meninas.
A fina I o Imperador dis.se professora que II-
zesse perguntas as alumnas solue a doutrina
chrislaa
da
ni
i
uni lomo de cambraia, Irabalhado em labyriiitho
leudo gravado esta injcripeao :
< A S. SI. a Imperalriz, homenagem da pro-
fessoia Possidonia Mana de Santa Cruz Bra-
ganra.
Nesla occasio recitod a professojpaia oesia que
. i publicamos.
Dous oolros lencos Irabolhados da mesir.a for-
ma foram empegues pelas duas lilhas do Sr. Bra-
mea cora as seguinlos inser pedes :
1-"A S. A. a Serenissima 'rinceza Imperial
H Isabel.
Homenagem da joven Mariana Vicciicia deBra-
1 ganca.
2."A S. A. a Serenissima Prnceza I). Leo-
poldina.
Homenagem di joven Mara Apolinaria de Bra-
gaiifa.
rambem estas meninas ractaram una
qrfe abaixo daramos.
Depois caiiiaram um liyir.no.
S. SI. a Imperalriz a.-i.-ilou toda* essas oll'.-rlas
com tuda a aliabilulade que Ihe leeouheciJa.
A hora proprin SS. MSI. foram juntar. Os la-
Iheres que seivirMn mesa imperial, foram de
de piala, e as rvuieres que lillliam de servir no
cha eram de otro.
Tiveraui a honra !. jantar com SS. M.M.
' Laraiigairas :
Commaulaiile superior Slanoel Raymundo Ti
de Menezes.
| Dr. Jos Nones Barboza de Madureira Cabral.
Brigadeiro Jos Antonio Noves llorla.
Jui de direito Slanoel de I-": eas Cesar Garcez
Teueuie-coronel Francisco Flix de Freitas Bar-
reto.
'dienle, bue as ;; s I ara Anioni los i'orres, pardo, riuvo,
: ansac ie-s com aquel ......
monto sejam apresetaJas ale ao meio diados | ," parda, 3 mezes: innamn
tfw> Hlew- Hospital i.e cvbidadk. i.
As propostas assita resc ... mens. 57 nulberes nacionaes, i hoiucus ealran-
no mosniu da ; o as que o re n da [ueila gcir0Sl homem escrava, total 1 7.
r nnu da segumle. s lotalidadc dn
No da di do : passado, no termo .lo San- dos, sendo SO mull,
ilao.emocng a, ssass liad. Foram risiladas as .

4
Uinole Thouni Antonio Marihis. Os assis- go Pinto s 7 horas la
sinos foram o cimillo Lniz, escravo de li mi ug is
poesa
cm
PS
Slailius i'.-n ra .Mouieii i, o mais qualro prclos
fgidos de oolros engenhi s.
a victima foi acommeltida en. occasio, que o
preio Luizo eli uuava para ol r-lhu a venda
mu .s. izendas.
i -- no ja se ach rccolhido a priso,
t.'Udo sido capturado por una (orea quo seu se-
nhor fez segn em sua procura. Us deraaisco-
r. .Scoi Limara a sur peis ... r, e
de presumir que dsla bota ja esl-jani i
rodos.
Foram capturados : idado Joaquim
Salg ido de \ n :ellos, subdel
les, era Oaranhuns, durante o
seguimos criminosos :
Hanoel Agoslmlio, criminoso de morlc no Bui-
que.
Miguel dos Anjos, pronunciado cm Concilles
' i fui lo.
Leonardo Gomes YenUnia, pronunciado pelo
Helias s ,S lunas
1 ailoceu um ii
man
d i ui.nihaa.
.(iiera debcxig -.
i "lo rirar-
i i
lllez
; lo l-orreo-
lassadu os
CAHVRAHLMCIPALDORECIFL
SESSO EXTRAORDINARIA DE 25 DI .'\N I
i..i DE Im.-i
/'/,- r II
Prsenles as S Reg, Barata, SI
i
os mais genitores ;
apprura la a arta da anti
foi i, lo o segu i nte
expedie> n:.
su
' da Irfguezia dos tfog
lia de Di-,
...o o .ni. l do titula 'J. d -
30 de juilio de 1W9, a Antonio Jos da i
Brag i, Ignai i.. Xavier d i;.,.
Caralcauli Mand m-se entri
mesiuu crine .arauaim Hanauu-se entregar a
Dando p'ublcidade acorres 'rador, eaecusar w uMclcfado recep-
cs.au (.ei^uiuas ds alumnas sotue a d..utrilia .,.,,,
hrsla, mostrando-so contente das perguntas Al1".''' '" ,os Chavantes, presidente da cmara,
la professora, e das resposfaia iiostrando-se para com ludas affavcl e presen- a 'y"1:1 ''" s'-'1111"' u>' Bom-Fim, que tica em
ciro, uma alia emmineiicia, donde se dse rima toda
Quando S. SI. quiz levantar-so uma das
meiii-
rimartuueiile tu-
seus bvideiros dissennnados, ou ras, viudo ron uma salva de p
. re I lutos ceios vern ,Z tl^^Jl^tT^"'91 "U"'' '"'^ Ti !""C" ,' C"m^ri,i- tabn,ho d" :"U"-
Pr ond- gund i, 1 '/;: :.n \\*.l1.T.nm.i .... ,..,.- .... : -":.''" ^>^<. *V I.....Sia que abaixo
paroce-oos que ( sses iiinuraeraveis exeessus par
cines nao allerariam a queslao, que, no que tora
. le aggiavar se alm
1 iles a quo a : mi a citado bil. Parece,
|Mis, iuci.ntestavel, que cssa nalldade n apreza-
oieiiios dos julgament is :a as inderanisa-
r5es que para lodos os casos la ; podirem.
lia mais : em mu os proprios cap-
lores lizerara juslira por sua cunta, ellos mes-
mos apiezando, jutgando, quetmaiido, etc. : mas
SS. nos que esses lu.....n s. em reloeo ai -
: ms, nao sao ni usutaveis que os
1 ic di iiuuciamos.
eos
terminemos aqni as ponderaee*, que sucein-
la e respeilosamento liiih ... nielter.quan-
s graves questoes de direito sm liadas em
^':''- pelo assumplo das prezas brasileiras; e
les de passar asegunda parte d -:.. mi
1856:
todas as redamaeoes se rao
COmraissp dentro do 12 u-./.<:<, a datar do dia de
sua primeira reunito, excepto no caso de se alle-
garen! ia/.es de demora, julgadas salsaclorias
' i commisso,ou i elo arbitro ou louvado, quau-
lieo.
D o tul. d" da -oliven;ao de 1 de jiinlio de I publicamos ollerecendo a S. SI." o
1 Neste lonco estn escripias em laliyrnlho as do ver os doos augustos hospedes, iiue tiiiham
apresonladas seguinlos palarras. penhorado os affeetos de todos Grande inimei u
a cidade formando um bello panorama, pois do
alto da emmtnencia lica a cidade de Larangeiras,
como o ron tToim mt.
As 10horas SS. \i\|. embarcaram no meio das
occlamoces (>opulares, que traduziora luda n
andado do coraeaodaquelle povo, que ia d.-ivar
i commissarios divergrem de oplniou a este
rispeiio ; e liess'e caso o periodo para aprsenla!"
a roclamarao poder ser prolongado por lempo que circula
que nao exceda a seis mezes. n E' um Iraballio
' arl. r diz: engonheiro. Da
us commissarios procederao immediatamcn- aula di
\ S. SI. o Imperador.
Homenagem da professora Possidonia Hara de
Sania Cruz Bragaitfa e de suas alumnas,
Dahi saino S. Si. para visitar a pon" do Arrai-
gue que f;.i coiisiruida em Ib;t(> pelo engonheiro
Bloem. Esta ponte ca construida
a cidade.
une
isobre o ru.
atiesta a pericia daquelle
poni passou S. SI. a visilar a
.. plnlosopliia, geographia o hisldria, icgi-
it aoexamodas reclamacoea queorem levadas da pelo professor Tilo Augusto Soutoe tndrade
o siu coiiheomento.....segundo as prorase in- Ahi mandou que o professor ar
; rnacoes que Ibes (oren foruecidascra nomo dos nos sobre ns diversas
respectivos goremos.
Us commissarios reunirnm-se, pela primeira !
rez, j lo de man;., de 1659; parece-nos que al
commisso nao poda dizer-se deRnitivameute < Inda
UISSO aos alo ni -
quosles em ambas essas
silencias, pareccndo licar satisleilo das respostas
dos alumnos,
D'ahifoi visitar a obra da capella da Immacii-
Virgem da Conccico, que
vr deftnitivamerite
lo las ss reclamaces
airo dosgovernosbrasleiro ou bri- loria* Za&c0mpacer
unnjco considerar, nao decididas ou nao bem ^ou. RgW ese prozo
/ogoverno brarileire pelo otaodequanlos direiu'&-
iriiiiifflrAt: i................>f *. ..,...#.. .i. ....:..
pelo orga'i de q
ini.siros tejj: oct upi do a pasta di I '., ros cs-
trangeiros, leclomoe [at^preffslou] coulra os
jenlos das comnissoes mixtas, asi
em julgamento, e tolos os orlos em tal ma-
laria planeado pelo governo britaniiico eseus de-
legados.
0 esmo governo entendeu que, anda nos
in que horia decsdes >'> i hamada i ..-
mtUidai commwao al 10 de marro
por segogajica saleo o caso de rases
at l de tetentbro eldignado
bous ou raaos, todos os 'le abr! do anuo d
caridade publico, t.-nho q'nasipod'ido evar'a el-
J'abhcola. feto o desojo do miuha maior gloria.
de Ib'J des locaes, cncarreguei-me da construeco do
salisfac- emplo, a quo se ha Vossa Magestade Imperial
laucar suas i-aridosas vistas, em o dia 3
188, e, gracas lieos, pela
VISITA DE SS. MSI. II. .V LARANGEIRAS.
Gomo dissemos terminando a deseripen da
Todo este edificio lem sido construido com
as asmlas dos devotos, agenciadas por mira ;
mas, Senhor, pela escassez do lempo, e mesmo
por pareceiem os devotos i caneados ou exh a us-
es la de S MU. a SHronn, erara 11 lenas da ( los, recelo nao poder continuar com a Xa ; Idm-
lOHe, quando approxiniOU-S da cidade a gleo- : brado porm da paternal e reg0.-a bondade de
"!r"!ii .i "IJ1 ""archa, quo c o mais ioi le esleio da reli-
lodos ver aquellas horas moras g.ao do Heos IIomemr Sossa Mageslade Iinpe-
ueio, tnsensiveis lodos ao trio da noilo
lhou sombre os ajirezupenlos co- ta% de chura, humidado
s got-
da evaporajiio per-
ttioscon iniraccao do proprio UiOordos ira- nanenlc do rio. esperavam todos alegres a che
:il;.Ml 1 *" J'' P!*,Me"to,er" D*cus SaJ "OS Augustos Viajantes, que vi.man. a de
- niega!, muito mais o julgamento dessas pie- horas ao relente da noile, visitar Larangeiras.
mo kiloscoft) Infracc do p
i idos
olhoa
f i.--.K..n. i i c .. Apenas perceberam os Laraugeirenss que se
. 0 ...bunu de Sera Lefia awsi nunca fo, oprojimao os dous hospedes augustos, esten-
'- e co no'io^5' "i'11""?1 "^ "/-. d"r"n-so cm S"*"1" PS0 Pe 'arKc do rio
i, ole e o -, J ;l 'l;""al P 'ninltuaria- com archoteg accesos. Logo ao avistaren, a ga-
>> 11. Tamben; altau se 'ireitoconveaciocal.
um iii'.o s blime.
1860.
Enlao S. SI. o Imperador foi visitar o aula de
primcias lettrw do meniuos, onde fes aos alum-
nos perguntas sobre os diversos punios de ins-
lruccao primaria, mostrando-se salisl'eilo das
esposias do alguna. Nesta escola deu-se um
acto, que dcinousUa o interesse do Munartlia
pela insliiicao, pcigunlando ao professor ii
quanlos aunas eslava na aula um alumno, que
era argido, e respondeiido-lbe esse, que ha
cinco anuos, sendo porm obligado a fallar mul-
lo por causa de sua pobieza. S. Si. perguiiitu-
Iheent.io o nome do menino o escreveu na sua
carleira.
Depois desla aula foi visitar a egreja do S. Be-
nedicto, onde enlrou c fez oracao. Esta greja
pequea, se/ru rnalos, no leudo netu o teclo
forrado, sendo apenas un leslenuiiho da pieda-
de chrislaa.
Dahi passou a ir visitar a aula de latn. Logo
ao entrar os alumnos leudo afrente o seu pro-
fessor o saudaranj com vivas e acclama^oes. Ao
de seiihoras acoinpanharam SS. SISI., e nessa
porcao de povo bordn as margena do rio, cora
archoles acosos elevando ao ar os gritos que Ira-
du'iam as seas despeiKd -.
Em Larangeiras S. Si. detxou de esmoli s estas
quantias :
1.(100.;. para seren dcsli il.ui.los com os pobres ;
5005 para a capella de Nossa Scnbora da Concei-
co, ondo acniiO dissemos que o padre dirigir
uma allocii ;ao a Sua UageSladO pedindo-lhe que
concnesse para a li rminacao da obra ;
para a groja do Senhor do Rom-Fin ; liUUciN
para o cemiierio.
NA rONTi; AO DEITAR FLORES.
Em transportes de alegra
Saulemos 0 AgUSlO Par
Une esta dilosa provincia
liouve por bem visitar.
Se o justo enibora cerca Jo
1 '... fausto da grande/.i
I'resta mais sincera ac.'.il.o
.'.s gallas da nalureza '.
Sos modcllos de virtudes
Estas llores aceilai
Sao mimos de temos lilhos
A sua Mu e a seu l'ai.
[Por I. Joanua Ladislao de Faro Jurema, na oc-
casie do desembarque.'
NO PACO A S. M~A ISIPLUATUIZ.
Senhora a vossos ps humilde venho
Esta piova de all'eclo boje depr.
Nao pnssd vos dar mais: mais nada lenlio
l.' ingenua prora de sincero amor.
Prora de nosso amor, de nosso cullo
A rossos donssem par, anjodo paz,
Aceitai-o, que sois do throno o vulto
Que mais diloso o seu Imperio Lz.
I'.escnlpai-me ; nao ollera tica,
D'arte o primor, Imperalriz, nao
E' cullo le um collegio que boje tica
Entre us Uorestas a vos ver de p.
(Pela professora Possidonia Mara da Sania Cruz
Braganca.]
Mi P V.;0ENTREGA DAS OFFERTAS DAS
DUAS MENINAS.
Senhora de Vossas l'ilhas
lie longo vos recordaes ;
Hilas sao as maravilhas
Do mundo, o a gloria dos Puis.
Helias tambom nos lembramos
Agora, e Ibes oll'crlainos
Do afl'ecto nosso ura penhor.
De nossas almas faguciras
As Princezas Brasileiras
E' pruva do ingenuo amor.
Mario Yicencia de Dr^navr.
'". osioreamo-iios pelo lesiabelecimeiito da ver-
il ade.
S hore* redactores.~Li na revista ..'. seu
Diario de ti do crreme a censuia dirigida a um
:lor de quarleirao de Fr i de 1' irtas, que
| lem o coslume .! faze rollai an pesca i >r o pe-
xo vendido a particulares, ni pie o mes-
mo pescador de preferencia n outra ptssoa,
menos dinheiro.
'- iiheci ido que u ia tal noticia rcrel i da paite
;:. ineu des il
me irai;oelrainenti', nao posan deixar de narra i
"s lacios rom i tiles se pa --......u ulim de
'0 PlqUC bem iII
Conliiiiiamenl .' ineu al-
ame, alim de que .....- ua venda
do peixe.
I'resencianlo. ha alguns dias, quo um indivi-
duo, depois de haver vendido um peixe, en
em ajustes cora outra
mesmo peixe ; cmoreiu .
do v.
" :''M di i ng. nhero cor ador, informan
i ment do Can I ido Al I
[ue ped licenea pan ros
es mi. II, sita i, i i i., da C i le i do I
modo i con i
.'.arando o mesmo eugenheiro qu
est lo sobrado de daos snda -, qual
ii. uma pe jueua traptura sem qw
. ..
na- mesmas ... ..
a oolros, pare.."mo 9 mcSHI
iiario dev. -
peira existente, lazer cornija por cima d
bu lar, e sobre ello a in
loda a largura do edificio.A
- Karata c Olivei
i u iio mesmo, dan I
re [uerimento do len
I i li.'^-.i Albuii
. e All.uquerqne, q
enpi i ;nns esf. reos par^ enrd que Ihe I i d
qucdisso nao provH'ssem desordens, conseguin- pretende faw na travessa do I
1,y.' porbjvns molos, qne o peixe fosse com ef- zia dos Afogados, o pedia a a ama
ii no ven lujo a pnmen,, -- ..i ; io o hacia ci m- ou a desapj.ropnacio dotcrwno qc Ii m i
i. sendo d notar que osla de boa vontade der, edizeudo o mesi !.
u-se a dar a mcama importancia que o se- pai c convenieni. a alteracao da plai
gundo comprador que jw i resentava, o que se gor para aquello lugar, peis que a ra em
m i i dislri lo 1, do >'. delega lo do Recifc 1, do
de Siu J s 2, D do de SI iri era |.
contestan o os fados qUo acabo le nain do. niesma commisso
Oueiram, se:il......s rc+lacUires, dar publicidad) l.endo-sc esta infonnacio o Si "... i
wlaalinha*.-. merque deixou a cadeira da ,
( foram reco nidos a rasa de deleneao no da logo occupadi pelo Sr Rece
B do crrente5 homeiis, sendo : i livres e 1 es ulro cilicio do fiscal da a-Vista ii
i do delegada do pil- do favoravulmenle a petbao de Sla:: A \
ro, t-m .juepedem para aa sen m
pagamento de imposlos atrasados, wte
deve a casa n. 3S da ra da 1 gan-
de os peticinanos liar terem gu
i.ibelecimeuto, que oar*eta lora u upado | r
un baibeiu ; dizendo o uiesm
CXpOSto na .->iici.iiiada potiro.Delirio-se
Uiiin. do Sesmo, in; iriaaside n nviaerhaaat >
de Candido de Alliuquenjue Maranliao, q.
quereu licenea para conminar na
?
. u de
lo de S
A Caseta [rqssa i I i .
Katonga os seguititesdelaHies a respe
mil :
O imam apresenton-sc ao governador co.n a
maisperferta dignidad." ; lndo-frTI algucni per-
giintado como achira o racninho de Uosk i\y a
Kalonga, elle responder que alguns poutoa da
estrada, ond:' hara milita lama, tito ffzeram
rar
Schamil, foirista-lo chele do gorerno,~acom-
panhado do vice-governador, c enconlrou-o m
ornan, de joelhos ii'om tapete, e com o rosto
para o orii nte, elle rezara em ro batea-, c pro-
fundamente prostrado ; dous Metidas o acompa-
uhavam cm respeilosa distancia. De,., is da ai-
gnus minutos de fervorosa oracao, o imn le-
vantou-se e saudou r< Speilosameute os seus hos-
pedes. Na conrersacao que tere com elle, n n
nlerveiieao de um interprete, disso ene eslava
plenamente satisfeito com o logar da sna resi-
dencia, bem como com a habilaco o ascommo-
didades, quese Iho linha proporcionado. Agia-
deceu eo governador, quando esto se Ihe offere-
ceu para dirigir ao ministro da guerra, (iial-
qiier pedido, c acrescenlou que nada Ilnha a pe-
dir porque todos os seus desejos liiihain sido
pcrfeitamenlo prevenidos, aria que eslava ro-
deado de verdaderos homens de honra.'
Nesles ltimos das, o imam desejou ver csla-
beleciuieiilos de caiidad, e por occasio de en-
trar no hospital, onde vio duzentos docotna em
traiamento, licou mararilhado da ordem e aceio,
que observou as enfermaras. Entre osdoentes
havia um soldado monlanhez, a quem o imam
falln con) luda a atlabilidade, sem tai nada de-
rogar da sua digni!; o, e tontoii-Ihe cun todas
as porlicularidadas a noilo de seu irraio no
cacoi s.
L'm rcquerimenio de Jos J. i pli-
caudo sobie | de.-,-ailio desla
coi rente, c azendo nelle rtetsas ol
sobre o anadiase o eageiraeiro cordeador, n
rmenle aos concertes que o p p-i,,
fazendo em ua casada Ciuz das \u -
Posta em discusso, lesolveu-se que fosse re-
mellido commisso de cdilicae.ies.
Foi approvadj um parecer di" BarttM commis-
so de ediiicaeoes no sent la de .-
mitiir loaquim Sereriano Soucira ed
.una rasa no seu terreno da ra da Concordia
Defliio-so.
O Sr. (Civera fez o seguiul
que foi approvado :
< Uequeiro quo se proponha assemblc.
gislaliva provincial o augmenlo de HH> para e*-
(H um dos liscaes das quatro (legue/i.i drsta ci-
dade, visto que os seus ordenados, alm de se-
ren insufiicieulvs para se tralarem com decencia,
nao eto em proporeao rmn os de oulros rn-
prepados de menor ethegoria.
* Recite, iid de Janeiro de 1860.Olivrira.
a cmara recouhecendo que nao ra de neces-
sidado o lugar de medico eucarregado da i apee-
Cae das rezes moras no madouru publico para
o consumo desla cidade d.spensou o profeasor,
que eslava uo exercicio do referida Iugar4 Dr*
rejuciimento.
n


MAMO DK PERNAMBUCO. SEXTA FEBU DE FEVeREIRO DE 1860.
-
Augiulo Carnoiro Monleiro da Silva Santos, o as
scntou de proeor asscmbla a suppressfio do
niesmo lugar, assim tambera Arspensou osadmi-
i.istradores Jos acougues doste exercicio.Men-
dou-so ooramunicar ao medico a su a desonera-
<.ao, assim como .ios administradores dos acoo-
Roo por intermedio dos uscaes, determinan lu -se
a osles mandassom por um dos guardas fazer o
serric/j que estiva a caigo dos referidos' admi-
Dislradores.
Leu-se o aiilographn do relatada para as-
sembln. dos negocios da cmara durante o exer-
cio do. ISoS 1653, c foi approvado com poquo-
jias alleracoes.
Despacliaram-se as petiedes do Bornardino Jos
Monteiro, Joaquim Sevenno Nogueia, Joo Sa-
raiva do Araojo Galvao, Jos Francisco Carnoiro,
Itlarlins & Alvaro, c levanlou-se a sessfio.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagciri, ofRcial-
maior a escrev no impedimento do sccrctarib.
Franca, pro-presidente. llego. Barata de At-
iueida.Mello.,'inlo.Gaaiciro.
yi^Mgggqi jit ibn^wi
Correspondencias.
Srs. redactores.Son indigitado como nm dos
candidatos [otara doputnr.ao oral pelo circulo'
da Roa-Vista, moro ua ruado Collegio, o nolta I
tcMilio o meo escripierio ; por consogrante pare-
ce, que a mili] se refero a correspondencia do Sr.
Dr. Borges da Fonseca publicada no Otario de
hoj.o. Se porem assim compre que S. S. soja'
mais explcito, e exhiba as proras que lean, para
atlribuir-inu a paternidade da noticia ojie su l
na lleviu.i Diaria do 4 do correnle.
Courprohendn beni, que depois da dorlara'o
eita pela redaece desln jornal em sentido con-
trario ao que se diz n'aqnella correspondencia,
'lia perdeu toda sua importancia, mas, nem por
isso devu ficar silenci o, visto como se trata de
Un asaumpto, que pode prestar-so a servir do
arma de intriga, e de guerra contra ihm aa elei-
cao, quo nos espera.
Todos, que me con hocen), saliera, o o proprio
Sr. Dr. Burgos nao ignora, que nunca me fallou
coragom, para asstfmir a responsabilidado dos'
ineus escripias ; O, pois, se se referi a niim,
deis o de s r justo ; o que eu por i erto nao es-
perara da lealdade c franqueza do sou carc-
ter.
Nao sei se estou, 011 nao seguro no circulo da
Boa-Vista ; pudo bom ser, que de tolos seja eu
o can lid.it) menos favorccidoauor] ic si qucal-
guns intrigantes d'aqui trabalham dia e imite
cunta mira, mas o que a Illanco ao Sr. Dr. Bor- |
ges que nao recorreroi publicacoes anony-
inas. calumnias contra os que mu auxiliaran!
era In1), liumhages, etc., etc., para obler a
reelei
Se l'or tngeUado, como S. S. me eonsidorou
na eleicao passada, resignar-me-hci, canfessan-
do sempre., que o circulo da Boa-Vista digno de i
!i 11 consi 1 iracao pela independencia e uubreza
de carcter dos seas habitantes.
Conclun, dizendo ainda ao Sr. Dr. Borges, que
suppondo ler sido a sua boa f Iludida por al-
guem. espero que sari mais benevolente pra
- '. '' quo n > deixar de dar-mc ronheci- .
ment das provas que leve, para considerar-me
o autor da necusacao que o noliciador da Revista
Diaria taz aos Srs. capilo Jos Soares de Mello;
Avelino e Romaneo Francisco dos Santos, dele-
gado e subdelegado de Cabrob, e a ontroa ami-
gos ineus.
Me parece ser este um devor, de que, por sua
I. ira, S. S. nao pode declinar.
Sou, senheres redactores, seu etc., ote
Francisco Curios irando.
Recife, 9 de fevereiro de 18 I.
Senhores redactores.Sendo a gratido a po-
dra de loque dos homens verdadeiramente hon-
rados, como se exprime Le Pagc ; en toman- i
vello esta tao proficua opporturldade, quanto !
cara mim lisongeira, para publicamente con-
r-me grato aos Illms."* Srs. tenenle-coroncl
comra>iudanle, major e oHiciaca do batalhao de
infantaria n. U de linha, pela-rnaneira distincla
porque sempre me trslarara quandu ti ve a feli-
cidado de pertcncer ao referido batalhao por es-
paco de l anuo- como capilo : portinlo, esses
ineus companheiros c amigos, conten com meu
fraco presumo na corte do imperio para onJt; |
paito com brevidaJo, visto que me vou reunir no
1." batalhao de infantaria, que me coube ser ;
delle seu major, na proposla de '> de dezembro
ultimo. Aos Srs. cabetes'e inferiores, tambera
devo um voto de gratido, por sena pro mo res-
peilarem e obedecerein sem hesilacao. fl
em 6 de fevereiro de 136D.lao Baplisi
Sousa Braga, major do 1. batalhao de infan-
taria.
Publicacoes
a
pedido.
lileij-fn los levlos quo teeni 1
festejar a milagros; Senhora da
Coii^ei<;ao, erecta na eapella lo
Monteiro, no asmo te I8t>l
Jui/ por eleicao.
n. Sr. Antonio Jos de Siqueira.
Jiii/.a por ele: a i.
A Exm." Si.1 1). Thereza Dipina de Mello Dias
Fernaudes.
Jui/. por devoco.
0 Illm. Sr. Lu/. Rodrigues de Souza.
Juiza por devoco.
A F.\m." Sr.* I). Rosa de Almcida Queiroz Fon-
soca.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras. :
t). Eugenia Francisca da Costa Mea les.
i). Francisca da S dedada BustofI da Costa.
t>. Emilia Ferreira Lopes.
!>. Maiia Emilia da Cunha.
Juizes protectores.
Oa Illms. Srs. :
Padre Leile Tita Ortigueira.
Hr. Jos -loa |oiai de Souza.
Jos Camello do Rogo llanos.
oaquim Antonio Pereira. .
Cocilian i Rodrigues dos Passos.
Joo Jos.'' Rodrigues Mondes.
I). Jos Anglada.
Maria Salgado.
S imuel Hallid
I irnar .no d i Vasconcellos.
Escrivaa (ior eleicao.
A Exm.* Sr.' I). Francisca Julia da Silva.
rivo por eleicao.
(i Illm. Sr. Manuel PeresCainpetlo.
Escrivaa por devoco.
A Exm." Sr.-' l>. Alexaedrina Alvos Sampaio.
Escrivo pur devoco.
t> Illm. Sr. Joaquim Corroa Lima Wanderley,
Thesoureiro.
f> Illm. Sr. Nicolao Machado Freir,
l'iocuradores.
Os illms Srs. :
.' Marlins de Almcida.
i i bao Mamede de Almcida.
le Benlo llanos Wanderley.
visto V'ietra Coelho.
Manoel Carneiro Rodrigues Campcllo.
Daniel Cesar Hunos.
Manuel .los Alfonso.
Francisco Almcida Queiroz Fonseca.
F. L. d Uliveira Azevedo.
Mordemos e mordomas.
Ti os os moradores e frequontadores do Ii:i io,
ameno c magestoso Mohtciro.
Provlinento jferal em correi'ilo.
Os em pregados diste termo servem com ttulos
regalares, o nos livros, autos e papis, que vie-
'i correieo, vi que todos so probos, u pela
ir parle .lesiulercssados, especialriienle o Dr.
juiz municipal o do orphaos Manoel Antonio de
ira. Entretanto, ao passo que lbesfaco es-
te elogio sin lo ler de lamentar que nuiles se en-
contr deleixo e milita falla de zelo pelo cum-
plimento de sua.s principos obrigacoes.
O juiz municipal da audiencias raras rezes, o
raesmo aconlece com o delegado, subdelegados
jui/.i's de paz.
Vmie umcriminfl'os, uns de morle, e enlrn el-
les alguns j condomnados, esto por prender,
i', se bom que muitos se nao achem no termo,
lispoem comludo as autoridades de recursos pa-
ra OStazer capturar Alguns processos nao leem
lido o devido andamento.
Muitos orohaosabi ha sera tutores, porque in-
felizmente contra o disposlo ras ord. do liv. 1"
Ht. Si*, e li-r. til. 102 se enlende que s de-
vciu gosar desse beneficio os fillios dos ricos,
*inindo-so por este modo com a pobreta a falta
de ediicacao o total desarap*ro. E que vanlagens
pude tirar a sociedade, di/, o Sr. Pereira de Car-
valho, no seu tratado de orplmnaluliia, de mi-
1 liares do injivilues, que, perdendo os autores
lie -oa existencia nos mais tenros anuos de sua
infancia, nao aelnriio um braco bemfa/ejo que
os dettmasse da estrada dos crimes? A sociedade
dever dar-se por sntisfeita, se estes homens se
ceutenlareni cu; augmentar o numero dos ocio-
sos, e se nose abalan;ueni a toda a sorte do!
excessos. Se os ociosos por ollicio, e os mendi- !
gas por prolisso desnliariim se:n[iro em todas as !
iiaees a severidad* das leis o a vigilancia das |
aulori lados, a nossa legislacao 6 talvez urna da- I
quedas que providencia semelhantes males com I
mais eflicazes remoaios. Com que direito se;
pttnirSi) os ociosos, e os mendigos por ollicio,
emquanto se nao esgotarem todos os meios de!
evitar estes dous ilag.-llos da sociedade, ern Pian- '
to se nao o /erem em exetcieio as militas e pro- i
videntes leis que leni sido feitas para esse
fim ?
Maja todo coi lado em se dar tutores aos or-
phaos pobre-, a sociedade ter menos ociosos .
punir, a agricultura maior numen, de bracos a |
empregar, o os aflleios atarles florecero consi-
deravolmonto. Tenh b juiz do orphaos sem-
pre presente estas judiciusas reexSesdo distinc-
to autor que cilci.
Poneos orphaos se lem dado por soldada, b
mesnio com esses poueos se nao ha procedido
regularmente, porque o juiz nem s nao os d iu
por cscriplura publica, cunto inania a ord. liv.
1 tit. 8j S li!, axendo apenas um termo de
entrega em papis avulsos. mu tambera nao
procura rer.illcar, s.e polos que os tomaram sao
cumplidas as obrigacoes quo conlraliiram diga [
o juiz do orphaos o que riisjidam os 55 13, i ,
15,1G, 17 e 18 da referida ord. quando assol-
da lar os orphaos, crian io no juizo um livro ara
o lancameut.. de laos escripluras.
Nao ha aqu u cofre do orphaos, c nem consta
que osdinheiros dolles Se tonhara emprestado
ao tliesoiiio, depoia da lei que assrm dtspoz.
As cuntas do capellas e irmandades astao por
tomar.
Aos oscrives e tabelles faltara muelos dos
livros de que iiecessitara para o expeOlenio de
seus cartorios, e os que exislem cora esse no-
mo, sao apenas cadernos mil arranjados, que
e rer .i duraro, d<: que tamo ca-
recen!, islo sem alloncao As ordeuacocs que llies
seryera do i i'gimenio.
Est en alrazo a escripluracao do livro de
tu/olla, etc. etc. E nao coiivido que taes fal-
las eabnsos continueni, mando que, alm do
que j disse, se observo anda o seguinlu :
11 uiz municipal C d orphaos, delega.lo. sub-
idos e juizes do paz, dhrao ao monos urna
audiencia por semana, devendo o primeiro fa-
zcr em dias sapara los as quo fore......cessarins
para o desoinpcnlio de suas atlribuiqes Doliciaes
e criminaos, art. 58 do cod. do proe. e 1U do
regulam lo 31 de ineiro de 1812, pena de
>",)i) para o juiz miuicipal e de 2}HK>aos mais
por caja audiencia a quo fallarem sera motivo
icado, devendo o escrivo, sob a inesma
:|,;il. declarar no prutneollaesses motivos, e o
nomo da auloridadc em exercicio.
II
0 provedor de capellas lomari annualmente
as cuntas das irmandades a capellas, pena de i
i I por cada falla
1 o o ji,/ municipal um livro do dislri-
buirao, visto ser elle o distribuidor em seu
jui/,0 i; ha ver nesta villa dous labeliiacs Ord.
;,- I til.83 ,5} 1 ; esle livro si r escrinlurado
pelo modo doS 1" da citada ord.
l\
Apenas se linde a correigao mandar o juiz de
orphao-, sob responsabilidade, fazer o cofre de
que trata a ord, do |v. 1' la. 85 5 31, de iuzin- I
I i-se para sua despcia I S por 0 das quanlias
qiienullo so recolherem.Av. n. 176 de 11 de'
ouliibro de I85f. Para este cofre entrar todo o
iro, pe .ras, joias, ouro e prata que aos or-
Pnaoa pcrli i, dilaord. e av. n. 23 de 21
le ouluro de 1837, sendo o diuheiro passado
ogo pnretnprestirao para a Ihesouroria, por in-
termedio docolleclor Jo municifio, vencendo o
juro de 5 por cent o ao auno.Decreto de 13 de
novembru de 1841, prov. de 12 do maio de 1S2
o av. n. 180 de 12 de jnHio de 1855. A entrad.,
por empreslinio para os eofres do esta 11 so en-
feude dos valores existentes no de orphaos era
la crreme, e nao era ouro, prata, ele,
salvo quando estos hjectos forc.ii pelo respec-
Uvo juiz, ou pelo juiz de direiio om corre
mandados converler em dinheiro.Aviso n. 25
do 26 de dezombro d l3j do mtnislerio da fa-
zenda ao da juslica.
V.
No caso de que se nao achc quem qneira ser-
vir com lianca o lugar de thesoureiro de orphaos
sera a guara do cofre c mliada ao collcclor, ni
dcpendellto de nova lianca. Aviso numen) 2) de
5 do agosto, circular visn do ministerio da
20 de julho e II de setembro tod is
de 18o'J.
VI.
Ocollc lor, como guarda do cofre se dirigir
o. i duvida ao juia de orphaos, nao
devo confundir la escripluracao com a da col-
ia, o, quando livor de passar os dinheiros
liaos pui ifres pblicos, se regular
na mesma esiriptiiracu, se^undu o disposto na
13 do uovembro de 1811, artigo e p8loa
regulamenlus e ordena era vigor aviso numero
303 de de setembro de 1857.
VII.
O juiz de orphaos observar, e far observar
na entrega dos : .],. orphaos ao collect ir
* isli i qii baixaram em circular do mi-
da fazendd de numero 7 a ." do abril de
ISjj.
VIII
i.'i o escrivo do orphaos dous livros quo se-
ro guardados n i c ifre, Lulitu lados de roceil i e
desi -/a i.ia.i i ord do til 83, nos quaes far
o lancnmcnlo dos dinheiros e mas objectos, que
entraren) e sahirem d i cofre. Ter lambem.cout i
escrivo de ausentes um jugo de qualro livros.
que so dcuominaro : livro de registro dos in-
inlarios, livro de tormos de leilo. livro de ra-
zao, e livro de receita e despeza, rubricados gra-
tuitamente pelo uspector da Ihesouraria de fa-
zcuda.
Ai!. 13 I i regulamento de \r> de junho deste :
anuo para a nrrccadara dos bens de defoiitos el
tes, e sero es xipturados na forra i d is ar-
ligoa 1 i, lo, 16 e 17, do mosiiio regulamento.
No carlorio da provednria so faz preciso s-
mente do livro de arrecadaco dos residuos, de!
que falla o regulamento das correieoes, o dis-;
pe usa-se o de tombo daa capellas por nao havor
termo capellas com bens vinculado- a\isi
numero 1 2 de 28 de abril de lyjti.
X.
i tro os eserivaos dos delegados e subdeloga-
m los livros que apresontara mais um
para, termos do seg-ur.....ja c bera viver, outr
para os termos de llanca criminaos, eoulro Qnat-
para o rol de culpados, tolos rubrica los,
pelas respectivas autoridades menos o ultimo
ue o devo s t ; do juiz de direiio ; artigo 103 e
; 6 do cod. do proe. o 2'J:J c :JJ2 do regulamento
'de 31 de Janeiro.
si.
H iv.'r i ainda nos diversos juizos dc3le termo
um livro para o juramento e posse de seus era-
pregados, todos os m iis, a fura este, sern solla-
os : arli ;o :r do regulamculo de lo de julho de
ISoO. listes livros esta rao promptos no prazo de
dous mczes, pena de 10JJ por cada um que fallar
XII.
O juiz municipal, delegado, subdelegados e
ni'..> de paz nao riibriqucm livros quo nao es-
lej i regularmente feitos, e lenham menos de rom
[Ollias, pena 2 >J para 0 escrivo, e para quem
rubricar o livru tora destas coudices.
XIII.
OoanJo a formaco da culpa dos reos presos
exceder o termo de uilo dias por se verificar a
excepeo da segunda parte do artigo 1 S do cod.
do proe. darao as auiorid idos processanles nos
despachos de pronuncia ou nao pronuncia a a-
porm eu nao julgava que ella estivesse tao ar-
ruinada, do volta para o engeuho apeei-me, pa-
ra voralli uns rarpiitmrns, o vi por haixo da di-
ta ponte que estiva-, est.-ioi. lenhnse madres lu-
do osla ca>curaido e podre,'a ponto das Iwihna o
inadres cstarcm milito soltas, porque o podrido
j as fez achatar, um dos carpinteros disse-me
que qualquer pancada que se d para pregar as
madeiras ; ella embalanca tanto, que mellas ve-
?es largara o servico e correal, os mesniospregos
nao segurara, disse-me mais que all nao se po-
de fa/er airaconcert, a quo este mosmo nao
segura em nada a ponto, porque ella nao soll're o
invern. Nao sei como o presidente nao manda
(azor all um pagadCO, para de novo reconsliuir
a referida ponte, porque a desgraca inevilavel;
o que me pareca queS. Eso. rio sabe no cerlo
do perigo, porque sendo elle tao jusliceiro o hu-
millo, nao faria nutra conso do que demo-ln,
para que desta fotma poupa as vidas dos vian-
dantes que all passam, e i:o pasear por um
desgosto (al, de na sua ndminisiraiao oevatecer
um Iracasso desta Hallare! i. vista pois da es-
tado da ponte, ser hora nao,passar all, quando
vier com os meninos venlia no vapor ; faco-lhe
esta somonte, para que voce nao se expozrha ao
perigo de atravessar a suprsdila poete.
Itecados de todos de casa.
Ipojuca, 20 de Janeiro de 186 I.
3Z
(3)
meios de eolia, 10 massos raros miudos, 1 sac-
co pnimasde pnssaros, 67 couros salgados; a J.
Kolrigues Ferreira,
8 saccos.gotnma', 1 pacote ovos ; a J. Simos de
Almcida.
10 saceos farluha de mandioca, 2 ditos gomma,
1 ferriquinha cera do carnauba; a J. da
Rosa.
25 saceos farinhade mandioca, 2 ditos gom-
ma ; a ISraga d Antones.
127 saceos feriaba do mandioca, 1 dilo gom-
ni, 82 meios de solli ; a Joaquim Vicha do
llar ros.
4 barricas sebo ; a Pontea & Fernandos.
400 meios de sola, 10 bahs roupa de uso ; a
a J. J. da S, M. "
Consulado seral.
endimonlo dodw 1 a8 23:8606501
dem do dia 9 ...... 3.1745(31
27 0393S
Diversas ptovlneias.
de 303 toneladas, capitao Belmiro Raptista de
Barros Sou/a, cquipagero 14, carga alguns g-
neros e lastro ; a Alineida G.,Alves & C-
Rio de Janeiro2 dias, brigue biasileiro Mar-a
Isabel, de 230 loneladaj}, capitn anoel Uo-
mem de Almcida, equipagem 12, carga vazi-
lbame o alguns gneros.
Terra-Nova 32 dias, patacho inglez Cuoy, de
190 toneladas, capilSo II.' W.uiers, equip4gem
9. carga 2530 barricas com bacalho ; a Ja-
mes C.rablree & C.
Rio di) Janeiro23 das barra americana Ti'-a-
nocl:, de 318 toneladas, capilo Thompson em
lastro ; a Whalely Porler A C.
Rio de Janeiro21 dias. escuna dimflnarqiieza
trnetlina, de 131 toneladas capilo n. Behr-
nionn, eqilipagem !), em lastro ; a ordem.
."\irios sahidos no mesmo dia,
Maranho l'.arca ingle/a Miranda, CSfiro J.
W. I!yan, em lastro.
Canal--Efeiina hamburguezo Esperanto, capilo
J. J. l'oc', carga assucar.
B ndimenlo do dia 1
dem do dia 9 ,
a
Illm. Sr.Ten lo servido por mais de seis an-
uos, com assiduidalc e algum sacrificio o cargo
de delegado de polica do termo de Cimbres, e
sendo-me penoslssimo continuar ueste exerci-
cio, como pessoalmente llz sentir a V". S., reg
encarecidamente a V. S. se oTgne propar a mi-
nha exoneraeo, quo aeceitarei com o maior re-
coiiheciraenlo.
Dos guarde a V. S. Recife 21 de Janeiro de
186 I. -Ulm. Sr. Dr. Tnsto de Aloncar Araripe,
digno chefe de polica da provincia O juiz mu-
nicipal de Cimbres, Mijuel Arcanjii .Monteiro de
Aildrade Jnior.
ATTF.STADOS.
Atiesto que o supplicanto o Dr. juiz municipal
ilotermo de Cimbre*, ten) desdo 2 de marco de
1831, lempo em que entret nu exercicio do'car-
go ile juiz de direiio desl i comarca al o pre-
sente, au -s nlan lo mui boa con lucia civil, mo-
ral e poltica ; por quanto muilo bem morige-
rado, lem bera cumprido as f-jncgoos de ous car-
gos lie juiz miinipal o delegado de polica, como
hei informado ao governo da provincia nos res-
petivos lempos em que manda a lei, e tem-se
mostrado exlranho a poltica, leudo no enmpri-
inentu de seus deveres manlidu sempre a devida
iraparcialidadc, que lem sido assiduo no rxeni-
cio dos seus empregoi por ter em iodo esse lem-
po entrado somonte no gozo de duis liceo .s e
ler estado doente por 2J dias o nao ter havido
loirirupcao do oxercicio do, referidos cargos por
mais de seis rae/es, e finalmente que o suppli-
cnnle em 1856, quando o cholera n avadio
o seu termo de Cimbres, permanecen anima : i i
animando em sen posto. Munido >'.m ambu-
lancias fornecidas pelo governo, foi o dispensador
nf.iligavel dos remedios. Como lira de reani-
mar e providenciar, visitn de casa em casa, na
maior torea do mal, povoaeocs alie.'indas tres e
qualro leguas distantes. Adraitlio linalmenle na
propria casa seis cholencos (tres no estado a I-
glo que suecumbiramj a quem ministrou todos
oss iccorros possiveis.
Villa do Rrejo, 20 de Janeiro de 1Sj9.O juiz
Je direiio Joaquim Jorge dos Santos,
l' -loque oxerco o meu lugar nesta comarca,
o comporlamenlo dosuppUeaulo o Dr. juiz mu-
nicipal o delegado de polica do termo de Cim-
bres, te tu sido digno dceftgios, quer como par-
ticular, quer como fu necio aario publico ; o, an-
tes desle lempo nada me consta contra o SUp-
plicanie.
Brejo 2! de selembro de_1859.O juiz de di-
reito, Barros de Lacerda.
ti. (18. :.Vviso de 23 de navemhro do 1857.:=
Declara que acertadamente resolveu o presidente
da provincia da Baha, que os habitantes do ll-
ralo doSenhor Bom Jess do Rio de S. Joo, que
polaassembla legislativa prjvincial foi desmem-
brado da freguezia de Rocas Novas, e anexado a
de Cocaes, devera continuar a ser u'aquclla qua-
lificados e exercer o direito elcitoral, nao obstan-
te pertencerem acluelraento aoulra freguezia e
a dislrielo eleiloral diverso.
1.' Sesso.=Rio de Janciro.rrMinislerio dos
ios do imperio em 23 de n irembro de 1857.
Illm. e Exm. Sr.=Foi ouvida a se ;o d is n -
gocios do imperio do consclho de estado, sobre
o ollicio dessa presidencia n. 180 da 17 do setem-
bro proxira i passado e copias que o neo npanha-
rim do ollicio de juiz do paz da freguezia de
Suul'Aiuia de Gocaes, O do que a mesma presi-
dencia llie dirigi decidtiiJo i.- se^uiule
Se os habilautes do Curato do Senhor Itom Je-
susdo Rio de S. Joo, que oda asserabla legis-
lativa provincial foi desmmbralo da fregu zia
le 11.. ;as Novas o auexado aquella dcCocaes, de-
vem serqualificados c exercer o direito eleitoral
na freguezia a que perlencia o mesmn Cralo, e
que fiz parle do terceiro districlo eleitoral ou na
!e il n\tv para que fui transferido e que est
comprehendido no districlo.
E lendo se conformado Sua Slagestade o Im-
I ir por sua immod ala resoluco de 1! da
c irreule me/, com o parecer da sobrediln se i,
exarada em consulta de 21 de nulubra ultiii i '
Ha por bom maudardeclarar o V. Exc. que acer-
tadamente resolven essa presidencia que devem
os habilautes do r-'ferido Curato, continuar a ser
quallicados e exercer o direito eleitoral na fre-
guezia de Rocas Novas, nao obstante perlcnce-
reui actualmente a uutra freguezia o a districlo
efeiloraj diverso ; visto q te, esta hypothesc se
nao est comprchendida na le Ira do art. 2o do de-
creto n. 1801 de 7 de agosto de ISli est no sen
espirito porque houvo desmcmbraQo da paro-
cbia, e d-se a mesma razo da dis-. ,-,,j > do di-
to artigo, que tere par lim a uxccuco do art 1"
5 1"_do decreto n. 82 de 10 de'setembro de
1853, em virlude do qual s ao poder legislativo
ge ral pcrmttdo alterar a diviso dos districtos
eleiloracs fe la pelo governo em observancia do
mesmo .
Outra mlelgencia teria o offeilo do dars as-
serablas legislativas proviaciaes o direito de fa-
zerem iniirectamente aquella alleraco, contra a
intenco do legislador. Oque comruico a V.
Exc. para seu Conhecimenlo e para que faca sus-
tentar a deciso dessa presi leerla.
Dos guarden V. Ei=Marquoz de 01inda.=
Sr. presidente da provincia de Minas Coraos.
1:762J863
J_
1:764863
OS -j-
a. ~io
Despachos le evprjrtaco pela i:ie-
sa 1 Muisulatlo lesta cidadea
li 5> de fevereiro de IStt).
LiverpoolRarca ingleza ^Chase, Johnston Palor
& ti.. 1.100 saceos assucar mascavado.
StockoliuPatacho sueeo Jedny, N. O. Bicbcr
& Q., 1,5'JO cauros salgados.
Havre l'-rigue frahcez l'arahiba, T. Freres,
000 cooros verdes.
Rio da Prata liaren hespanhola Chnstina,
Aranaga Hijo C.J19 barricas assucar branco
0 litJ dilas dito mascavado.
Rio da PrataEseuna dinamarquesa cJElisa Ma-
ra), Basto & Lomos, SO0 barricas assucar
branco e li)0 saceos dito mascavado.
Rio da Prata Brtge dinamarque/. cBeindal,
A. limaos, 200 barricas assucar brancq, e 10
pipas espirito.
IvxportnefiO.
Rihia e Rotherda.ni, patacho hollando/. cSpe-
culant, de 289 lonclada.s, con iuzio o seguin-
ln : = 3,C')0 couros salgados.
lteeebei!iria le rendas internas
Seraes le rcrntimliue
Rondimento do dia 1 a 8 7.569J042
dem do dia J....... 6573293
8:2265310
* I
3 I
Horas.
S l
i !
Atmosphera.
? i":
Prac do Recife ) de fevereiro de 186 0
AS TRES HORAS UA TARDE.
Cotanas ofAeiaesa
Cambio sobre Londres21 3(1 d. 0 1 div.
Ueorge l'utvhetlPresidente.
VubourcqSecretario.
Alfandej;a.
Rendimento do da 1 a 3
dem do da 0 .
9.1.-179*363
1 .-75S9397
10I:937))760
Movlmento la alfandej^a
116
53
Volumesentrados com fazendas
cora gneros
Volumes sabidos com fazendas
>' cora gneros
------174
95
743
- 83S
zo da demora.
decreto numero 2123 de 25 di
maio deste anuo, pena de 20} por cada omissao.
XIV.
O juizes e escrivaes obsorrem restrictamente
e sob a mesma pena u formulario mandado cum-
frir por aviso circular du ministerio da juslica
de 23 de marco do 1855.
M ireo o prazo de um anuo para que as irman-
dades alstenles as igrcjasjdestc t-rmn de regu-
larisarem, islo formera seus compromissos, c
os faca npprovar pelos poderes competentes, sob
pena de sorem dissnlvidas, pois nao continen!
assim essas associacocs por contrarias ao decreto
de 12de oulubro d 18".l.
XVI,
O escrivo da correigao tire copias dsle pro-
vimeillo para sn-iMii rernelti las secretaria do
Estado dos negocios da juslica, e aos empregados
a quem uecessario or seu lonhecimenlo c exe-
cucao, o enve ao procurador da cmara urna re-
lacodas multas, que impuz lu.lo dentro de 15
das. Esl encerrada a audiencia goral da correi-
cao.
Villa do Apody, 10 do oulubro de 1850.
Ilu fino Augusto Cara le ni i de Alburhuerque
O juiz de direito.
Compadree amigo. Por vezes lemos ouvido
tratar do mo estado da ponte Jo HoiajoloraW ;
Dosearrcg.im baje 10 de fevereiro.
Brigue ingle/.i;eorgo fazendas.
Brigue ingle/.Ilro/.ybacalh>.
Rarca InglezaBonitafazendas.
'.arca france/.a Ville de Buulognehlalas.
Escuna holLindezaGcpbieua Hellenjifazcndas.
Escuna lies[ianhola=rCarniosar=pipas e banis Je
vi n lio.
Brigue nacioial^rMaria Elisa=:fumo e charutos.
Importaba
Patacho nacional r7ii*/aro, viudo do Acarac.
consi-nado a M. Concalvos da Silva, inanifcslou o
seg inte :
2,66 meios do sola, 1 saceos feijo, 80 d-
' ; farinhade mandioca, SdUosgomma, 407 mas-
sos couros miudos, 13 lanados curtidos, G bar-
ricas sebo, IU couros salgados; aos consignata-
rios.
4,072 meios de sola, 250 saceos farrrtha de
mandioca, 5 ditos gomnia ; a J. J. de Cdfvalho
Moraes. v.
03 meios de sella, 158 saceos farinh.i de man-
dioca, 4 ditos gomma, 2 ditos milho, 18 massss
couros uuudos ; a rrancisco l. GonvsUes de Me-
nczes.
103 meios de sola, 22 couros di bo/.erro; a
Gustavo S. F. de HeitdoOCO.
OJO meios de sola; a .1. J. de Gouvcin.
70 sacos l'iriuha o mllho, 12 meios do sola ;
a Francisco Jos dos Santos Juntar.
223 saceos Cariaba de mandioca, 22 barricas.
>/.", 13 atanadoj euriides sanos geraau, *

c/.

en
Vi
W
irecgo.
I
I
Intcnsidade.
--i ce
co
-I
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Centgrado. -
IU
ce
Id
Reaumur. '
ge -r .
55 io c
| Fahreuheit i ~
llygrometro.
r' -i=i
SI ; !
i i
Barmetro.
V.
tr.

-1 "-
*
- . -
T, ~


J-
~ C3
A "imite nublada e de
assim amanheceii.
OSCULACO I)A
Preamar as 5 h 42 da manha, llura 8.
Baixamar as 11 h 51 da manha, nll
Observatorio do arsenal de mam
rero de ISfiO. Vinas Judin
aguaceii is, v ,.. i S, c
-5 p.
25 p.
tevu-
-..-- il i !!.
-
Edite
. Consulado provincial
Rendimento do dia 1 a 8 14:70fl$3SG
dem do dia 0.......2;316|i21
17:0175007
Pauta dos jipcjos dosprincijiacs gene-
ros e protluceoes nacionaes,
quesedespacliam pela mesa do consu-
lado na semana de
6 a 11 de fevereiro t/c 1S00.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdenle ...... caada G00
. caxara....... 300
Idcm do cana...... >. 409
Ideai genebra...... GO
Idcm dem....... botija 2i0
dem licor....... caada 650
dem dem....... garrafa 280
dem reslilada e do reino calinda 720
Algodo em pluma 1." sorte arroba R?1'>00
dem id m 2.a dita .... 7S600
dem dem 3.'1 dita .... 6$600
dem em caroco..... 2j|150
Arroz pilado...... arroba SjOOO
dem com casca..... alqueire 3^500
dem bronco novo..... arroba 4g-350
dem mascavado idem ... ; -
Azcilc de mamona .... caada 800
Idcm de mendoim c de coco. >> 2500
Bolacha lina....... arroba 7gOOC
dem grossa......
Caf em grao bom..... arroba 6$500
i idem rcslolho .... > 4^000
dem idem com casca ... 5,iJi)U0
dem moi la....... > 9| Ofl
Carne secci......'. >, C$000
Carvao de madeira .... 2^000
le carnauba em pao 10 Idem idem em velas. ... 12jWOol
Charutos bons...... cont 2j00
dem ordinarios..... > IgOl fj
tdem regalia.......
Chifrcs........ 5go00
isseccos....... 352O0
Couros de boi salgados libra 280
Idcm idcm seceos espichados.
dem dem verdes..... 17.-,
dem de cabra curtidos um 30()
dem de once...... 10)00
Dosce de calda...... libra 500
dem de Guiaba ..... >. 400
I lem seceos ....... JOOO
Espanadores grandes. um 3200
dem pequeos...... 1$G00
Esleirs do prepesi urna
Estoupa nacional..... arroba 1$600
Farinha de aramia .... 3^000
dem de mandioca .... alqueire 2$5G0
Feijao......... alqueire G000
Fumo em folha bom .... arroba 1 {$000
dem dem ordinario .... 9000
[dein idem rcslolho .... 7>'0i"
dem em rolo bom .... 10,j000
dem idem ordinario. ... 6$O00
Gomma polvilho..... >>
Ipocacanhiia....... arroba 35|0O0
Lenba em adas grandes cenlo 2$500
dem idem pequeas. ... 1$G00
dem em loros...... 12g000
Madeiras cedro tnboas de forro, una 3$000
L uno pranclies de 2 cus'.ados um 10,^000
Cosladiuho. ....... urna 6$0 10
Costado........ S$'"I0
Perro......... 2,$0
Soalho........ 4$000 i
Varas agiiilhadas..... 2|240
dem quiriz....... n 1$600
Vrnhtico pranchoes de dous
custados ....... um 2 $000
dem idem custadinho de dito li$000
dem taboas de costado do 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura ,..... 45f500
Idcm idem dito de dito uzuaos 1G$0)0
dem dem do forro .... 5$000
dem dem soalho de dito 10$OO
dem era obras eixos do secupi-
ra para canos..... par 10$000
dem idem rodas de dita para
dilas........ 30$000
Mol......... cariada 2(0
Milho......... alqueire 2$500
Tedias de amolar. .... urna 800
dem de filtrar...... 9$000
dem rebolos...... lg2S
I'iassava era molhos um 200
Sabio......... libra 120
Salsa parrilha...... arroba 25$000
| Sebo em rama...... 10$000
i Sola ou vaqueta (meio) urna 3$200
'Tapioca....... arroba 35(00
.... cento g300
.... pipa 50#C00
Manoel Joaquim da Silva Rbeiro, fiscal d
guezia de Santo Antonio do ti :?.:> da cid I
do Recife, etc., etc.
l'.ii'o sabor a tolos os parochianns desl i fre-
guezia, que n cmara municipal desta cidade, |
proposta niin'ua, lem suprimido o lug ir do i
caes que lili por Iras da ra do Imperador, ou-
t'ora roa da Cadeia, para despejos pul
<|uer de li\os. quer de todas e oulrus qua
materias : pelo que, d'ora era diante n i 0 pir-
mi'.tid) fazer-se despejo naquelle ... .>'.-
mente no fim da ra do S. Francisco, oul'rnrj
Mundo .Novo, e lim do caes do llamos, jiinl > a
ubeira. C.onveni portento que OS s dos
escravos facam as advertencias necessarias aos
mesinos escravos, visto coico aquello que fnr de-
positar immundieas c oulras malcras prnliibi-
das, a liscalis.o est na firme deli icrarim de
fazei plfctiva as penas das posturas raf
(.ara tao.s casos scientificando, que na i lain-
bem concedido o se con Uizir as iu ib ri; duran-
te o dia.
E para que nao appareram, como sempre
de cosame, quem diga que nao sabe das
si. oes das pasturas, nem das ordeus a -
Ihantc rcspi l >, Lavrei u prusenl pie s ir pu-
blicada pelo Diario.
Fscalisacao .\ freguezia do Sanio Antoni 7
de fevereiro de 18G0.O
da Silva Ribeiro.
1.a seccao.Secretaria da polica de Pernam-
buco, G de f.'vcreiro do 18 i >.
O Dr. chefe de polica
ciando nos t-iiio s do arligo a Idilivo s ;
; inunicipaes de ls de julho de 1855, approva-
do pela presidencia era z7 de Janeiro prximo
lindo, acerca dos carros e mais vehculos de con-
dueco, que Iransitam ucsla cidade, resolve, quo
se observe o seguinte
Regulamento :
Art. 1." As entradas de euros na fregue/ia de
S l'r. Pedro Goncalves, ser i feitas pelos rua-
do caes da All'audega, Ca.Ica Velha, Corpo San-
io, Trapicho e Cruz, e as eahiJaa pido largo do
arsenal de mariulia o caes do Apollo.
Ait. 2." Na fregue/ia de Santo Antonio osear
rosque iereni da Boa-Vista faro n
pelas roas Nova, Cal.uu, Crespo oQueiraado,sa-
hndo pelas mas de S. Francisco, Imperador,
Iravessa do Ouvidor, ras da Ro lo, do Sol, Flo-
rentina e Bella ; o os que vieren) dos Af
enlrarao pelas mas Din ita, Livramenlo e Quei-
mado, a sahr na ra do Crespo e sahirao
reas cslreita do Rosario, Ilortas, Mailyrios i
Augusta.
Ait. '." Os carros, que do campo viercm pela
freguezia da Boa-Visla, entrarao pelas mas do
Cotovello, Gloria, caes do Copibaribe c sahir i
pelas mas da Imperatrz, Arago e Solio, enlran-
do os que vieren) de Olinda pela roa de Santo
Amaro.
Art. 4." Os mnibus farao a sua enlra a e sa-
luda pelas mas Nova, Cabug e Crespo e quan-
do .-.' ncontrem com algum carro na ra Jo Ca-
bug, paramo para dar passagein ao mi -:.
caro.
Art. 5 o Os infractores do presente regulamen-
to encorrero n do art. 7 das sobredi-
las posturas de 18 de julho do 1855. A lenca r
Araripe.Conforme.O secretario, Rufino .1.
de Almeida.
'zondas re.ilsadas duianle o curso de cada raer.
.Recite, aos 6 j|e levoreiro de WO.
^-Segueoi-sa-Cs assi ;naluras).
I A cmara municipal desla ridale f.z pu-
blico, que nrala dala proooz Etfb. picsnleut.
da provincia n uljjidnde da desapiopria.-a
da casa d'ura andar e sotan, fila na in.i do f.'.r-
d'iiiz, pertenrent a Candido Alberto So4rd tf
Hulla, a .o d .I. ve ser demolida, ...i o ,i--
terminar a plaa da cidade. Pacu da raornta
nruniripaldo Recife, ra sessaorfe iide f.ioreiro
de ISBl).Manoel Joaquim do liego r Albtiurr-
'/"', presidente.Francitco Canutada lioa-Via-
\gen, official-maior serriiido lario.
Rcpartl^o 1-is okras nnStlica::
A reparticao .'os obras publicas tem para ven-
der urna porco de caaes velhos de ferra, rom |
e 5 pollegadas de dimetro, aval ..
as pessoas a |neiram
rigir-se mesma reparticao, is horas do ex-
lenle, i ira esaminarem o esta i .i m ii.c.-iu. h
-. S.-cretaria das obras publicas i de i-
: reiro de ISG0 O secretario, T .1. ;. /.
ConSelhO :-. Imi:ijsl!-:>l.v<.
0 conselho administrativo, p
l i trsenal de guerra, ten de
ledos seguiites :
p ira : corpas t fort tlez -.
500 ranadas de a/.-i'le oe carrap ite ; 2 ai.
de fio de algodo.
Par i o ID." bat
Galn de prata com uu i ; I .
. varas ll).
Uucm quizar vender laes obje
a^ su is pi iposl i- em ca ta fci i. i
do coustllio s l horas da man]
nle i
: ila das ess s do n
lenlu la nrsena
; 'vi reii i j
janel pres le.Ft i J ra
corono', vogl so : .....
Pela uic.-.i do i proi incial s
" {'> os 3 I d IS llti | ;:t,
leu do cofre dos impostas dn I i...; .-.i ~.i-
'"' livcrso* ios de i -.
,. | .-.:;
o casa le jogu n 1 ilhar, fi
"" 'J'; J fevi n i i, '.
IllO sobre os so i- del lOS, I
li pois (!>- prai U< -a
1 ousula lu provincial, 7 de feven ira d
'' la o Imiuistrnd ir, IV. | ,ire
6'/ca.
Banco de Brasil.
Afii
- -cu i'i,.... -1 da r .
iial du Raneo roga a indos a jii
zerem realisar transa i u....... -.. i-
I". ; .
' ': as o mi o da,
las i la seguinm. i

Con l ).
As malas que I
ro rersinuugaj. serio fe-
chada i no di i 15 as 3 h is la larde.
Xovo Banco t!t- L^rnamKuco.
O novo hinco de Pern nnbu :o re -
i!:" as notos ' I $ e dt
- ', e ) le aos poi suid i
o favor de ns virem troci-r no leu *-
crirHorio, da*Bl 1 li nai da i i uta
as '1 da tarde.
'IXSi I DO '/ \ RIXIfA.
1 cii.io de continuar no baii
n.o ;i cun -ira.-cao do lanc i do i
. o oulro
iblico, con ida o Sr. ins|
ira tomar a si essa olu i a a; i ent
i rom as stt i i om i i
dia lido i
ras da manha, em que lera logar o con
: lo que as i ondij liles a
da mesma ni ra, e o rsped ro ore-intoi
,-ia >, rrelai ia para quea au i
trato pre isc vonsulta-l is.
Insj erran du rs -
buco, em 25 de Janeiro de ISGO.O si
Alevn li s dos Al."-.
I> ordem do Illm. Sr. .-
I fazenda desla pr ..:. :> ,
pie a arrematado da parte do a '
sito na ra da Guia n, 2j, ; nhorad
liordciros de Antoni > i i \
i ndo leve cavilo no dia aunuii adu
nles, e por isso tica a un-siua an ..
transferida para o dia l do i
f) 'cre irla Ua II .-.,.-. -
I : ii
ei.iior interina,
Luis l'r i
P lilH.MIII aJiMJlfrr ... .------~,|.| |t
HEATRO
'- -r~----------.-"----
eclaracors.
L'uhas de boi .
Vinagre .
>! o v i meato do porto.
.V/iios entrados no dia 9.
Dahia-12 lias, brigue hraiili'iio ilc.ria Luzia,
Banco do Brasil.
A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
adherin.lo 'i proposla eita na representado a-
baixo transcripta, assignada por um grande nu-
mero de negociantes desta praca, e que Ihe fura
dirigida pela AssociacSu Commercial, la/, publico,
que continuar a ndraittir a descont letras em-
Imra com voncimento para flus de me/, de con-
forraidade com a referida proposta ; esprenlo
porem i\<<- o corpo du comm ircio tomar em de-
vida coiiideraqto o pedido teito, cora retirado
de alterare pratica estnbelecidn de se assignar
s nos Qns de mez os ttulos de crdito do corn-
il, erco do importaban.
Represeulayao.
Os nhnxo assignados, negociantes desla praca
do Recife, posto que reconhecara os motivos po-
derosos que dictaran) a delberacao accordada
pela dirciioria da Caixa Filial do lauco do Bra-
sil, de nao admiltir mais a descont, c 81 m s
receber sob a formula de camao as letras com
voncimento para os das finaos de cada mez,
considerando,porm, os inconvenientes, que pode
essa mesma deliberacao occasionar a diversas
casas impoiiadoras que nao se acliam prepara las
para de chofre ncceitaresta medida ; propoem
directora da Caixa Filial, que, sasta.li a referi-
da deliberacao antes se adopte o seguinte alvi-
Ire que parece alias convir mais aos interesses
do commorcio e dos da propria Caixa Filial.
Sendo o mal que se lern em vista curar, a d.f-
ficuldade e quasi impossibilidade de se fazer de
um modo regular a cobranca nos dias finaos de
me/., pela accumularo de ttulos e crditos rom
voncimento nos meemos das ftnaesde cada mez,
o cumprindo, pOrtanto, ver meios de simplifi-
car u procosso de lao dillicutosa cobranca, a pro-
posta cil'ra-se no seguinte :
Primo.Que sejam pela Caixa Filial avisados
na vespera ou com antecedencia de dous ou mais
dias, lodos os acceilanles para mandar nos dias
de vencimento al s 2 horas da tardo, pagar as
suas letras na Ihesouroria da Caixa Filial.
Secundo.Quo nao sendo satsleilo esse pedi-
do por parte dos arcelantes, os abaixu assigna-
dos se obrigom a pagar as letras de que forera
secadores, sondo-Ibes presentadas' no respecti-
vo din de venclmenlo depois das duas horas da
larde, quando islo for possivel, ou no da subse-
quenle al o meio dia, iiidependeiitemeiile do
protesto em cuja dispensa concoidam.
Tercio.Que os abano assignados envdarao
todos os seus esorcos para que se |mssa leer a
tll'eilu a medida proposla, piocuraudo remover
qualquer dilliculdadc por parle dos accelaiites,
ao passo que os meamos abaixo assignados, nao
so dispensan) igual mente de cooperar por lodos
OS meios a seu alcance a que seja salisfeito o pe-
dido felo pola directora da Caixa Filial, islo 6,
que se altere a amiga pratica estabdecida, de
se assignar s no fim de me?, os ttulos de cre-
dilo pelas tiaiisacces d* compra e venda de fa-

Concert vocal c instramentaU,
eisi bo*!li'!nda .Si-as.
Luigia Garvetti j Sott Sarfoi Tonta.
Qaarta-fetra )'> U ereiro.
PRIJIEIRA PAUTE.
1.' .-. mphonia a stia.
-." Kumatrcv da opera / U.tt Foscari, p .
Testa.
3.' Duelo .! i opera / Due Fose iri,
Uarini e o Sr. la .
.. A;a da opera Domin-negro,
Gatelti.
SEGUNDA PARTE.
5. Symphouia p. -;ra.
Aria di | Sra. M
, 7." Duelo da : /. s, ,
Gavetii u o Sr. Tesla
TERCEIBA PARTE.
8.' Symplionia pola ,-. :, .. ..
U." Cavatina da opera / UasnadrL I Sr.
Testa.
10- Aria da opera Altila, p. la Sr M irini.
11." Hondo lin ii da opera L i n -
loor, pela Sra. avctti.
Luido sido bem .. las, ;a p 11 pri-
meira vez canlaram, esperara as beueiiciad
lico desl i cidade, sempre praiapto .
pro solicito em proteger as artistas n ion i .
cstrangeiros, Ihe dar toda a sua .
concorrendo ao presenta beneficio, daa* unii .-
mente com o fan de obler m. ios para val
a suas patria?, e ao seio de .-
Certas d i bom acolhimenta que recebera .,
i agradecen) mais essa prafk d.- sjnpa-
tina pelos artistas.
O restante dos bilbeles acha-se renda na
o.
N'itm dos inlcrvallos tt h Deliciadas trae cum-
prracnlai os seus protectores.
TIIEATiO
DB
S3CED3DE DRKiaiICS HaClOHAL
sos k Dineccio i>o aero*
AM0M0 .JOS M\-VI,TEC01BRi.
PillMF.lRA RECITA.
Sabbndo 11 de fevereiro.
Depois da ouverhira do eslyla, sulii i arena
pela priniera ve/nesla capital o drama de gian-
, de espectculo eu 5 aclos,
TEHSONACENS.
O coronel Jorge................
Snri.y, n-presenlante do povo.
Luiz, amigo criado do marquez
de Eslain.....................
Dr. Bernardo, medico do hospi-
lal de Bii-etre................
Jos, eriado de Sarny..........
AfT( KES.
("oimbra.
llozeudo
Raymur.de.
I. i-boa.
Lima.


r<)
MARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 10 DE FEVEREIRO T,E 1800.
l.nrd Harbour................... Cattalho
RlinU>n, negociair.e ingte2...... l.c.-sa.
Selusliu...................... "HaMOS.
Igne* de Boruvrf............... D. Isabel.
I.uia Bertrnnd................. 1). Mara Luiza.
Isabel, 'onermeira do hospital
.leBiceire.................... D Jesuioa.
Tropa p povo,
\ necSn romeen em setembrd de 17G7 e acab
enj iki\embre <'' 1799.
Terminara o espectculo eoffl a sempre appiatt-
i comedia cao 1 avio :
PfrR CAUSA DT.H ALGAIUSKO.
;. >.'-airiiii.nr r.o ancorado;,ro etn que est fon-
deado.
LEILAO
O agente Mstana tara leilo poreouia de qnem
perleiicef. sexta feira 10 do cnrrenle. os 11 horas
Faz a paite de sacristn o Sr. Ravmundo Jos da manhaa no armuiem da Coinpanhi'j Pernain-
l)C Araujo.
o actor Coimbra que lanas provas de nmizade
. recebido do publico desla capital, espera que
ns esforcos svro cornados, pois nao lera
ni vista mais do que proporcionar si e sena
i raos d'arlo netos do subsistencia, mas para
ci" este di sej i s*ja completo, Ihe nei i ssario
mii,a ussignalura para peder fazer face sdespe-
/ cora .pie lem a luiar.
As pessuas que quizerem aasignar podem-se
.......Icr cnin o Sr. Confia, gar&iuindn o mesrao
i! i lector que serlo iodos novos para esta ea-
l tal.
O actor JoSo Pereira da Cosa Lima, estando
.i; i de passagom, e querendo ajndar os seus
os d'arte, presta-so n representar
urna siiiin cmica, intitulada :
D ffiJlTO'f S BSOIB.
bucana no Porto do Malto
l'E
1 fardos com fumoem folha.
PRECOS.
1." ordem.......... (()00
2.a dita............. 6S 1 0
:' dita............. 5*000
' leiras............ 25(100
1 ... -............. $00
l'.inneear - ..ras.
Avisos martimos.
Sera-fr ira 10 (Id crvente.
NA
Rua do imperador
numero 15.
O agente Borja tara leilo em sen armazem na
' na do Collogio n. 15, s 11 har* em ponto, de
difierentes movis de casa, consfnindo em mo-
Almanak (!a provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o ahnanak da provincia [tara
o correoeanno de
i bilias, candehibro., leudas, vid
'i,-., e outres rnuiics artigos q
; dos compre Ja os.
siarao a
IP
crystaes etc.,
o qual se vende a 800 rs. na
praca dalndenendejicialivra-
ria ii. 6 e 8 conteAdo alm do
kah indari celesiastico e
civil:
Noticia (los-priiicji'aes esta
dos da Europa e Attierica com
o nonio, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostas ge-
raes, provinciaes, municipaes
epoliciaes.
Tabella dos emolumentos
Constan-
teniente
troenm-se, comprnm-se evendem-se escravos de
ambos os sexos, de todas as idades c cores com
i habilidades e sera ellas e lodo este negocio se
jfa/|debaixn de toda sincetidade : na rua Direila
numero C6
Precisa-se alagar urna casa terrea com quin-
tal, cajo oluguel nao exco ro da Boa-Vista ou Sanio Antonio: a tratar na
rua do Hospicio, sobrado de um andar n. 15, al
o dia t de ferereiro.
Preciso-so de urna ama que engornme, ro-
zinhfl e compre para duas pessuas : a tratar na
Li((u(lac2o! lijiiiilaco!
Batatas hamburguesas novas a 1J a arroba,
macirro francez tino a 5J a arroba, dito dito
grosso a 5 a arroba, carnauba nova a 4g a ar-
roba, sapaloes de couru.de lustre, obra milito se-
gura, a -h o par, coneja ingleza em caixas de
iiui.i a [5500, casemiras franeczas de excellen-
les padrees a Js'iOQ o corle de caira, caixas
21 queijos recenieoienie desembarcadas a l
caja um, amendoas novas do casca molo a 63500
a arroba : no bazar da na du Imperador D. 0.
Alteneao.
Quor-sc por aluguel urna escrava para os sor-
Caixeiro.
Precisa-so de wnwaixeiro com pratica i
herna, hornera ou menino : no palco do Paraiz i,
taberna n. 18.
Hanocl de i Ramos, rctira-se para
Lisboa.
ngel Barrera subdito, btspstrhol, retira-se
para a Europa.
Na ni.i do I Idt I, S,
i n i upressor
A l le ii cao.
I.ara-sc cengomma-se roupa lano de ln
como de cnhorj, por mi ;......i ontra
vicos internos e externos de nina casa do fsmi- quaiquer parle, com con!. te maoda
lia, o lafflbcm qubr-se por aluguel um sitio, seja 'car e levar q uando estoja la-
ando for : ii.i rua do Pilar, primoiro andar n. bem ci zem-se vestido* d.- lo
137, logo aopassar o arsenal de inarinlia. lano de sen
vista" pnrochiaes.
Amaro
da Cidade Nova ser celebrada com (oda a SO-
lemnidade, n i domingo 12 do concille mcz. A
noile sollar-se- ha um bello fugo de vista.
Ama.
Qucm precisar de urna ama, dirija-se a rua Di-
reila n. fi!, priineiro andar.
No dia 7 do corren le desaparecen da rua
do Sol um cavallo caslanho sem signal risivel,
com cangalha e saceos vasios de carvo : quera
0 achou. queira dar noticia no lugar de Taba ti li-
li. 3, leja.
Rua do Qucimado.
Grande sortimeuto defazen- -
- : ] /'A
Wd
COM PAKHIA PE II > A M B CANA
1 E
^a\gat*ocosteiraavapor
O vapor /'' oom^nandanlc Lobato,
> iii para os ; orlos do sul.de sua escala no
rento s hu as da larde. I!
io dia, Si :. -'.: a por-
.i i mpai liada dos competentes despachos e
. ; in i tenlos.
Para o Aracaty.
o agente Pestaa continua a estar autorisado
pela i rniiniissau llquidalaria da extincla ocieda-
rte a lecidos dcalgodo pira vender o
restante rio terreno do sitio Os prelendetites podem dirigir armazemda
rua du Vigafion.ll, a qualuuer hura do dia a
eleudcr-se com o difo agente.
MBA
DE
-11
Na rua Direila n. 93 lia para alugar um
preio robusto c saJio : qucm o pretender, appa-
reca para tratar.
Cortes de vestido de seda de
babados
Hilos de dila pela com bab
Hilos de dita gazc phatil
Mauoct Francisco Morera Maia Romeiras de fil de s.-da prela bordadas
almas do g le prelo borda I
Gros de cores com ti ladriuli -
Empregados civis, milita- QuaJ""t0 U eo??nho B,iiral|iu. i'cs, ecclesiasticos, litterarios
do toda a provincia.
Associacoes commerciaes, i
agrcolas, industriaos, littcra-ivni n r!p".. ,. i ? i
P ^ Aluga-se annualmentd o sitio da
HAS e particulares. i campia da Casa Forte, antes dj clicpar nito liso prelo o do cores, corado
Estabelecimentpsibris,in-U calila, lado do norte, a casa ro tv,- ui.Vi!:a;.i;Sa,,;,;i:'^,.,i;.:;r;,!';:iSL
duslriacs e commerciaes del1 lllcadaha)0,,c0 e. tL>'.n ,,J".i coramo-
'., i i* i i i 'dos : trata se? no iimneiro sitio do mes-
todas as qiialldades COIUO lO- m0 lado ou noUecfe rua do Trapiche
jas, vendas, ayOUgues, eilge- n. 9, arma^em de a s u car.
nhos,etc, etc.
rua da (loria n. 17.
Pordeu-se na noile do li 7 ira v '
rente, da Soledade at Opunga, un i
na, cas
/ r reslilui-la, dirij
reo un |ensado.
das para i quaresma, eou-I^H
Iras muitks por baralissi- ]
mos prc<;os para acabar.
Illfo-se amostras com peiihor.
cores com
c.)'. ido
de lai i, propria | ra forros
$
Doce de caj.
Vende-sed
i ir rao I
\ i nd -se. u
11 los, mi
ier i
I i
, idi ..-- ;
-.1
i Ang da, .
s ou m -. :
piar, d rij .-- a rua Nova d Santa Rila d I,
o 3^0 'i> Ln rna. aue achari r ira auom
Precisa-se de um sohradodedous
Serve elle de guia ao com- a,ld;l,;csoi;;"n :nula,Iesol., i101* co,li- ":
*-' I>l",l. Ii \' 111'it icen fu I :i iio-iU'i i'nin f:infrv "'
Corles do vestido desuda degaze Irans-
paienles
Ditos decarabraia o seda, barra no
Orlandys de cores, liad h padi -, 1 1
Slangui:os de cainbrata .i- is u -
enti erai os I los
lfiOO
I in
aulas de bl
branca- : las
lyppolitoda S:Iva ara
ai nK./.L'tn da rua do Imperador n. l C,
jtimo
Ic-ilrio no seu I ciagc
'pra, hvootliecaou alufruel, com tanto D'tas de Ri de linho prelas
inerciaute, agricultor, man-,que teiiha bonscommodos e
Chales d.
esteja si- Lcni
seda de todas as
cambra i.1
. ., ...-..,..- ,. ..-.. j.. o,- lcikos de cambraia de linho I rJ id
O C emillll para todas as tuado em as principaes 1 uas >ses da sociedade. z,ia dtc SiU'to A.'Von,: trata-e na vm Poi"dadcs!,coevaddoClfrc : 3 qua'
do la 11 'el n. 5(J.
Caseraii as i lera idem i I
l lllll U .VI1IKUI, .. u ------ '.navillins lucia igciu l'J
;,. ] ,; ; preterivelmente de um crioulo excellente oHictal de pe- AllCIiyitO, O abaixo assignado traspassa o d,i- Gollinhas de cambraia do todas as qaa-
n o restante desmer- j drero e um mulattnho, ptimo boleci- Pordco-so no da ido correante niez un meio feito que tem no engenho Braco da f re .,,",li"'l~ .''
;S;%^cTrolf: 8exta fe'T 10 d0 c0llC^> a \\!%i&lUZ\]&'^f$Zt VKStori.,0 qual leesta' !,y- tl&'^TtoSS lia., o os-
,..;...--. Itoraempouto. | ahado% favor de o'entregarVo paVo do Carra POlheCado pelaquantiade 10:000 j.pou- l-'pados de indas qualid -
^l^ -1 m M* % m K flfc ,''"'casa de Miguel .los -AlineidalVniamb'.Ko, comis ou menos,'eSSe engenho [que I docoir raiicezcs pretose
^'4 WWM fl r- ''';"' ;t T- iambem se vende e% pagamentos n!-! Abjuras para cami-a de linho a -
^^^i
9
COWPtKHIRBRASILEIRA
'^ S ^ s
DE
E
PAQUETES A VAI
>> vapor Cruzeiro S '. coran 1
do 1 rra Gei ;i 1 Mancebo, os-
- lo sai rii seguiment ai s


M
JES.
II
Estrata de Ferro
er dao, bran 1; 1 lo 1 res
Saias I -
muito novo e productivo e ter multas chapi
/.o.veis) excellente, na) s por
Sai
n 1
kvn
r n: "/- tino*, ; irm 1 1110 !' ta^
matas, como por estar Ciuas ptompto L'-: : grvalas de
para moer com agita : trata-se noenge- ,,f;:i
',,,,, -% n tamisas franeezas, pellos de linho e de
nlio Bella Kosa comJo5o A. de Souza algoda 1 brancase de ores
Dclho de Araujo Perera. !' '!> !'' |-'!" brancas e de cores
1 1 tulas de linho e de ..,
g@> ::;v.-.'; -i::^iV>2 3S@ Capellas brancas paran ivas multo finas
,u sr. Honorato Jos de Olivcira Figueire- Lara-se c engomma-se com perfeico e@ Um completo sortimeuto de fazendas
do quena annonciar sua morada du dirigir-se por mdico pn :o na rua da Cruz n. 27. @ pan vestido, sedas,
>' nuc-fe nroa
na rua da A irora 11. in, e na 1
se a li a .-. tratar na roa do
. Ve -so o 1 ni ru
Rila n. DU : a Irater
\ nde-se ,;. |
', pouco mai
11 im : na : in Ja Praia a. 7 i.
Graade sortimeato de lii-
zeias pretas pan a
([arcNa.
preto :-:'-
'
. so a
1 ; 1
o djio, dita lies;
g'JdO

9
E


o convocadas a reuirirem-se na associaciio
rommercial os Sis. aceioaislas da compaiihiaoa
estrada de ierro do Taiiiaudaro e Una, no dia 10
du coi rente mez.
a unta
01
ein ponte .
sa ir
HEIL OMBiSIIIA
Ando-Lso-Bfasileira.
DE
T1i/j rvs\c< r^-r\iTr/l/-vo |Ta1'00u dclle der hoticia'ao abaixo assignado
I l C-liOS UV3.I aOOSa P""0 8cerosamcB(o-reOBipeosdo. Tilha30de
X m. ^^ys>~> kk ..a iuwv^i Janeiro de 1860. r-ThomJoaquim de Oliveira.
anuos de idade, os denles um pouco
havendo desapparecido ha 8 dias :
ni 1 a los,
1 ;n o ap-
nder queira leva lo ao dito sitio ou rua
'O'
Ilenry foster & G., farS leilar po
intervencao do agente Ilvppolito da
i porlos do Silva, com auorisac5o do inspector da
um em-
osa^en- '""t':u' da 'esma repartico, de 50
1 ,'. ra-se
- .. : 11 a l-'i" rorreiiie, c seguir n 1 mesrao alian lega, i: en pr^Senca de
dia 1 po ros da Europa de sua escala'. Pas-
udas Irala-sc com
1
nraabexiga no espinhaco tf m o p6 esquerdo <
a mo direita branca, ha'loda probalidade qbe o
dito cavallo fra conduztdo bara alguns dos en- ,
' gennos do nmie pelo ladino que furlou os caval- do Qucimado, 1-ja n. 1 i, que icrosamen-
| los do lencnle-c'aroacl Bandeira do engenho Car- le recompensado.
ropato.a que j foi um appehendido
GABLNETE PORTUGUEZ
s,n convidados os senhores membros con-
Maricota,
lio
no lugar
orlando qucm apprehendcr o dilo ca-
dell
No Diario de Iionlera, 7 00 crrenle, vem
lima casa terrea h.59,*na ruado Santa Rila, pa-
ra so vender, julga-Se ser engao de numero,
pois queessa casa nosc vende, perienco a 1 r-
phos.
3
seibo deliberativo
S;iPn- OclL.l >t, p.iui O OIIO C lOdocorrciKo. s 4 ti horas
moni
Velludilho -, covado
li : -, fado
1 is de velludo pelas o de co-
res, 0 par
- la id idera
Um 1 de luvas seda I 5, lisas, para sen horas,
honiens c m inini -, le ludas as
ii iadi s
Corles de c
de co -
Ditos d .. I 1 .. i
Len ;os de seda r 5 ptira hora
ira se rcunircm em sess/iu HarquezUos ou sombri .
, selim pi '. 1
\$, cortes do s
- a 50j
S a 70, ditos
~ 9a9', dils bordados
g .:--. itas proUs
'"'_'
l 1: los a 7g, 1
: ''
'
I56OO ": '' i ':"' ':;.
: lis de gof
- OJlra qual 1
'----..'-'. ^ic\j
a Lopes
.....> '...'.....
< a 7.-, dito a 8$, dil 1 a H ; .-
1 '. --' .
sexla-fcira
nmlas para
I5OO.J
8
-'i;
i
-
Ceblas
Vegeo-dfiralivts


*..

p *
a
ios lianoel Ignacio iic Ulivcira i
flio, 5 mo.
Rio de Janeiro.
brasilcirc , para 1,
. pass3g<:iro, trala-se na rua da Caduia do
'recisa-se e tima ama de K-ite,
que O tenlia em abundancia, (pie Seja
bem sadia e de bous eos tu mes : paga-se
Ii m. Dirifrir-se a' praca de Ped.ro U
ti. 01, serrun
segt
I
i



= S-.rboa.w, .. _
1. 333S '------- -
KEALCOHPASHIA
DE
Paquetes inglezes a vs
It I I les mez, cs| era-se d 1 sul o
lo, c in man lanle i:. A. Re vis, o qual
51 une guir para i-
ihainpb n, locand 1 n ts portos de S. Vicente c
a. Para passagens ele. I rala-so com os
sAda.- :. ii twie & C, rua do Trapiche
Novo 11. i >.
".. i!. 11- eral rull 9 s ss n c il m al'
lites ..... '!l irem as malas ou urna ho-
1 ; im pal .alera do respectivo fn le.
antigo pateo do Coller
do e terceiro andar.
^BmamaKmmaEssmaBmm. _
li temolhea .1 isepna Carneiro Alacie
^ Silva, agradece muilo cordialmcnte aos
seu Inado marido Henielcrio
Maciel d 1 Silva, e maia pessoas, a honra e
I no que II lizci ara de acompanhjr
os restos moraos dcste al o seu ultimo ja-
' g 1 ; 1 penji irado por lamanha benevo-
lencia rae ainda rogar-lhcs o favor de es-
stslirem a missa do stimo dia, que de ve-
r ler lugar no dia 11 s horas da mi-
1 na igrejario Nossa Senhorn doCarmo.
Esl ; I'Ilulas, sendo anicameata eom|
ts vegeiaes ci lh los nos campos e ;..
a provincia de S. Paulo, j.i ftao an
co-
do
:.i i'
; lo Sr. Etienne Lagare
- '.^ani algnmaa \..... .
1*000 peito las virtudes e elBcacia desie maravilli ,
S elnjese arlj assai coi
1 Paui
izas do con s, rara 1
Lencos de seda de gorgurao pi
esguiau m 1-
COMIMNHIA DA MA FRREA
1-0
IlECIFE AS. FRANXISCO.
rauilas ....
..la ajos para exercer qualquer en
tpacao cm qualquer rasa eommercial desla
praea, offerece o seu prestimo, dando fiadora Collrinhos le
i sua conducta : quera delie precisar, dirija-se a demos
na eslreila do Rosario n. 17, loja de ouiives, Um complclo sortitnenlo de 1
que se dir qucm e. ; casacas, sobrecasacas, pa
Aluga-se urna casa de quina, na rua J i
! llora, com armacao propria para taberna.
o presente siio convidados os senhores oc-1 commodo para familia: quem della precisar
cionislas vircm do dia I! do corrente emdianle dirija-se ao paleo deS. Pedro Novo, taberna d
ao psenptorio da rua do Crespo n. _>, para rece- sobrado da esquina, que adiar com qucm tratar
berera o 8." dividendo de. juros de suas aceocs, | Prccisa-so de nina ama para casa de pouca
contados no semestre decorndo do I. do agosto familia : a tratar na rua da Senzala Vi Iha nu-
levereiro de 1SG0, rs 1 i r i
n Os administradores da raassa tal-
1 reclsa-sc de um bop forneiro ; i.a pada- | 1
tC l

I'
i e as inniimeras 1
|ue cora < si
r
lia da rua dos Pescadores n. 1 e 3.
Quem precisar de ura hornera portuguezde
ia de Jos Duartede Oliveira Reg,
rlleles, calcas di
de fazendas
Relogios e obras de ouro
Cortes do caseraira de cores de 5J a
Fal-
lo a 6^00 K
:..!: ia Nova 11. "2.
c
Charutos.
to ai do rua ^-i HaJre de Doos n. S,
c ura grande sorlimciilu de 1 i das
1 a todos OS senhores que se jul- marcas seguiutes, e venJo mois en: uta d
. roandi-se una ren ..
1 wrio, especialmenlfl o Ingai
liouverem medieos e fon ..
j medicina.
Sendo o Gin principal desUs pilclas ;
a massa do sangue. qual ser a entMara
S l xar !.' atlen !vr a pr< pria coi .
. lo ira nt o que, rmshki em
dod 1 para a boa 1
existencia, e q ifl sempre um
qu r molestia T... E1 ac 1 itasl tn-
bs soffi .,
;em a impar esa do sangne.

I AIIMIXISTRAC.VO DA IHPRENSA NACIONAL
de Lisboa, lendo publicado o Spccimen d 9 ly-
pos que se fundem na sua fundico, garante aos
dcd para admimblrar qualquer cstabelecimcn- garem credores de apresentar-t es no em qualquer parle.
lo. ou mesmo para cobrancas de rua ou oulro ', M. Q ... ,. Varetas Bran
quolquer mister ; na roa do Praia n. 58, das 9 ptO de 8 dlMo* seus ttulos, nfiin de Regala Brai
horas do dia em dianle; dando fiador a sua con-, poderem proceder na forma determi- Lauceiros.
O pilblCO.
0 abaixo assignado lendo de retirar-so con: Srs. iypographos a miior rapidez napronipt-
brevidade para acile do imperio a reunir-se ao cacao de suas entornmendas, peileila execuco
seu batalhiio 1." de infanlaria, nao pode deixar do Irabalho, boa qualidade de metal, c exaela
-, pouerem pn
nnda no ai t. 839 do cod. do co.muer-
do, devendo a apresenacao ter lugai
N 5. Flix.
Regala.
le sinceramente agradecer ao IIIm e Exm. Sr.
lente gen -ral, conselheiro de guerra e com-
mandanlc <'..\- armas desla provincia, Jos Joa-
conforraidade com os ccquisicocs que sa liie li-
zerem. a adrainistraco nutre a bem fundada
esperanca de continuara merecer a preferencia
COSPAMIA PEBAXBCaW
a va por.
Fie rida a s lida do vapor Ijii'irafsi,
lo.
i ni ; .: 1 altenciosa c urbana por que Ihe dado os Sis. Iypographos, na certeza de
un sempre o Iralou. Por igual agradece aos que nao descansar no caminho que encelan,
jor secretario do dito commando I pois que se acha era andamento a fundico de
seo Camello Pessoa de Lacorda, e inais oulros muilos eorpos de Ivpos, cujas provas se
uarnieo, a mancira puBlicarao era folhas su'pplem'entares.
na loja deJoSo deSiqtieird JKvr.rAo, rua
do Crespo n. 13. Recife, 7 de leverei-
ro de SO.
Mascaradas.
ium d Ihando o u
e in] ios os 1] es 1 los por q
Jevem ellas usar, segn lo oesiado das
Agradeeimento,
Innma^u l.n abaixo a-i: 1 1 tiesto < '
miiilia senhora de inflamacao del ?i -
yendem-sc e alu^m-M vi mag0 ,ni|l() { .
. carados, e por menos do que em ontra quabiuer '. ,, ., .' '
parle : na rua do Qucimado n. 2, ir. l"na!"enteso Ihe adJicionou o seu
=r Na rua do Qucimado n. 2, u re ir 1 indar, Hopatliico .com permisso do
- rostidos paro a qiioresma e men- a applica^ab das chapas me cin i Sf
:\\J* ios co,i.,,!, a prca Uicardo Kiik. eom eseriptorio n P
Prccisa-sc de urna escrava por aleuel que llor0s Je l0Ja ascualidades, cornamentos para ,,a .
saiba cozlnhar bem : quem live dirija-se a i' n. 119, e a doenle Si nte.
d is Cinco Puntas n.71, que achara com quem 'onde-se urna armado de fanileiro com la* uso das chapas w mesn autot
tratar. ;|1-' 'mas obra-;, na rua Direila n. 33 ;
Navegaoo costeira
- -. ici ios era -eral da guarni'-ao, a mancira puPlicarr.o em folhas supnlVroentares. '""':'- ..... ....... '"" V '" "' ." '' '
tincla cora que s0 dignaran! lrata-lo. Na ;' Ral,loando o aviso publicado em muilos pe- g^8^ @S>8 rua, na casa n. Ib. imm Sabu Bruno do
mesilla corte offereco seu presumo, o roga-lhcs riodicos porluguczese bxasileiros, a administra- ff T 1 S ', ',, ., m. _.-. f........
bam um temo abraco de seu companheiro cao da Impreiisa Nacional declara que continua- 2 l abu/B a r* \ '' u" V por.no ce orma para ve-
is, f.ualraenle queira,., os n.eus amigos ao a fazer-sc os abaUmenlos na J?oPSc5o se- |f Pf|f| A.GA 0 J v ? ^^ "T" """'r '
'desla provin-ia receir o vol do meu mois ara- guinle : ;- & 11 i l Lll;- vi I" .'.!, '.' ] \'' '''; '-'
Leiloes.
lo reconhecimento, polas bellas maneiras com
sempre mu trata rain, e a lodos offerece osen
limitado prestimo.Mojor, Jjo Baplisla de
Sou:a Draga.
Altencao.
*>
Domingo 2 do corrente haver aceiada mo
Je va cea, na rua das Cruzes 11. 21, e continuar
as enrommenilas que excedefem
do iOg al lOUS reis.............. 10 por cento
as que excederem de ltl-5'JoO ato
VHI3 reis.......................... l por cento
J Estopa.
j; Camisas inglezas.
Riscaufos ora latas.

in. 3"-l; a tratar na uu estomago, sempre 1 iaduanle do tra-
m Sabino Bruno da lamento alk.pathi rando prolieiio resultado.
0 que r.firo verdade, e o j ro.
Collego nacional em S. C >, Rio de
Snulcttif!?.rB.'Sa ':1 "l commio : na taa dj Janeiro loaquim Sabino P nio Rifa, ro
~ = YcnJe-se'ti'm terreno no Campo Verde com Reconhecid* veiJadeirt a asejgnatura supra pe-
a haver iodos os domingos e dias santos ; taui- tro deve*r ser o abatimenlo, c previamente con-
bi'in se foruece comida para fura com lodo o vencionado.
"^p'-l IM t ;> f" I'l ilii ni'roiilp aceio e promplido : a mo de vacca a 400/rs. A administraeo da Imprensa Nacional de
. Ijuuua na touutunuiicj ^ Fugio no dia G do corrate, nina negra Lisboa procura dar a roaior extracao aos seus
as que excederem de 500gris.... 20 por cento 'g .'llantos e:n ala, t*
1 lypo inililisado recebe-sc como dinheiro, a ; 1-!" s:\':!' Arkwight & C. na da Cruz, nu- g
rozo de 100 ris o arratel. I nlC' ,,f- U
Yende-s- urna casa de sobrado de
Aceilam-so em pagamonjo leiras a pra/.o, abo-
nadas por firmas condecida, ms neste caso ou-
Te
,0 agcnlo
por nomo Germana, crioula, (Iba do Ara- productos, c para este fin conseguid ler respei-
roly, rom ossignaes segundes : alta, es- j lavis agentes em algomos das principos ci-
ta ura poueo magra, lem os olhos alguma dades do rico imperio. di^Bcasil:Na. corle do
s bran- Itio de Janeiro o Sr. Francisco Teixeira Daslo.
, 00 palmos de frente e loJ do fun- ',
g.j guns ps de fru las : o tratar na taberna junto
a casa Jo detcnco u. 17.
= Vende-se urna preta da Costa, saJia : na
rua da Sania Cruz n. 3.
He ordem do Exm. Sr. Dr. juiz dedircilo ecs-
pc la' do corainereio, o referido agente vender
no dia cima designado e pelas lo horas da ma-
nhaa por coma da raassa taluda de E. II. Wyatt,
no annazca do mesmo, rua do Trapiche n. 18
Ferrasens fin
jens mus c grossos. -, 0 ,, .,,.- ,
GttUria, bielas, cobertores e mais mercado- fjdo l'oJei,Jo lr"er a luJ X^HpgW n. 10, bo-
cousa verinelhus u j tem cabellos
eos, coslunia beber, ossim como mascar
iumo, bastante conversadeira e lem as maos
um pouco trmulas, piiuvipalincnlc quando cslj
pegando em alguma cousa, esta negra fui escrava
daSr* D. Mananta GeilrudesPereira, moradora
em Sanio Amaro d'onde lem urna filho, j foi
vista no dia que fugio em Santo Amaro fallando
com a lilha : quem a pegar ser bem recimpen-
das existentes, conforme o inventario cm mo
do agente.
Azevodo & Uendes, consignatarios do bri-
ruo porluguez 7"i)io, capiiio Manool de Oliveira
Barros, arribado a eslo porte por for^a maior,
farao leilo por imervencao do agente Hyppo-
lilo da Silva, do referido briguo no dia 11 do
tica.
A innaudade doScnlior Bom
Jess das Dores,
no bairro da Roa-Visla, tendodc fazer a lala do
seu padroeiro domingo, 12 do corrente, convida
. a todos os seus maos o igualmente nos seus de-
eorrenlo as 11 horas da manhaa. na porta da As- i votos, que sedignem honrar com suas presencas
> iciacao Commercial. com autorisaeo do Illm.! para se tornar mais brilhante este ocio de tanta
Sr. inspector da olfandega e cm presenta dojearidade.
lilm. Sr. cnsul deS. M. Fidelissimo, no estado I =: Precisa-se de urna escrava para engommnr
m que se ocha o dito briguo, eporconia cris- e cozinhar para una s pessoa : na rua da Sen-
t de queso perieacer: es protcndenlcs o pode- zal Vclha n 108, sobrado primeiro andar.
Em Pcrnambuco Sr. Amorim limaos. Na Ba-
bia o Sr. Antonio Pereira Espinhcira & CNo
Maranho a Sro. viuvo UocJia Santos l Pilaos.--
No Para o Sr. Martins ^ Irpiaps.
Precisa-se traspassar a liypptlieca
da quantia de 8;0i>0$, vencendo o pre-
mio de um por ceuto ao mez, a qual
esta' garantida era um sobrado de dous
andares da pracada Baa-Vista, a qual
esta'vencida: quem quizer fazer este
negocio, que ollerece vantag ns, como
se dir', dirija-se a' mesma prara.da
Boa Vista botica do Sr. Joa Ribeiro Jnior, que informara'.
Precisa-se de urna mulhcr forra pora ir em
companhia de urna familia at o Maranho :
qnem quizer fazer este negocio, compareca no
siiio do senhora viuva Amorim, na Polio de
Uchoa.
um au 'ar e solio em chaos proprios e
edificada lia poneos meses na mellior
rua do 1)..uro d.i Boa-Vista, com mui-
los CQinmodos, e taabcm se vende um
terreno nos fundos da mesma casa com
ttlicerces para qualquer ediGcacao : a
tratir na rua dos Pires n. Vi A. com o
solicitador Manoel Luiz da Veiga.das G
nal- lo labelio Luiz RoJrigues Pues da Cosa.
Est ce torrando.
Vendem-se camas de vento de louro cm lona
a 5S500 cada urna, djtis de amarellu a 65500,
Se 111
Cura com pela
resj5ii;irtti> iumu iuciininiuilo.
ElheumalisBio
De uni mi' no neo i<
Eu abaixo assignado, declaro que urna aba
diljs guarnecidas de sola, obra muilo bem nre- '.
parada a 10 e 12,. enc-hadas, ron intacto. agS^gada soTna lia bastante tom.,0 de .1, ,.rci-
piembntezas a ljiO cada urna, penloa viradas usiiio as costas da mao ate ao moto do braca,
de tartaruga, moda a Imperalriz, a 12?, fazenda ficando por sso impossibililada .le f.Uf cou-a
i^oaJ oos de 20C. d:t,s virados do massa a 2?, alguma com essa m5o ; e azen lo uso de muilos
bules do lanulia, de diversos preCOS. de 0 ale di) ., ,
chavenas. iVcas de cabo do Labuc a -ig, diias re"cJ,0S M '"liado favorav,!, recorre. j
cravadas de cabo prelo a :?, bandejas de lodosas chapas meJicinaes do
t uuolidades, espingardas e claviuoles muilo linos escripioriona rua do Pono 1
as J horas da manhaa ou das 5 da tarde (l melhor autor que tem apparecido, e mais fer- fICOU completamenlo boa.
.._, .i* ragens e miudezas que com a vista dos Ireguezes .11 r.
em diante. semoltrarao : na bem conhecida leja de ierra- P^nie, declarado. R
reHa-u.5J.
Capachos.
= Tfende-se um escravo do na;o com idade
de 38 S 40 anuos, pouco mais ou menos, assim
como duas crnicas novas, dous bois e um ca-
vallo/bom andador, novo, excellente figura:
qucm o pretender, dirija-so a rua do Qucimado
numero 13.
Miudezas baratas.
Na rua da Cadeiado Recife, esquina da Madre
de Dees, vendem-se miudezas muito baratas,
pois so quer acabar eran as miudezas existentes
cravadas do cabo prelo a :?, bandejas de todas as c!iap3S meJicinaes do Sr. Ricardo Kiik.
qualidades, espingardas e clavinoles muilo linos escripioriona rua do Pono n.'l 19, com as qaact
E para consUr fijo
ua de S. Pedro, n.
a Dirctta o. 5J. i 47 rio de Janeiro Manoel Aitonio lodif-
gues Heconlieciila verdadeira a assic-natu-
ra supra pelo tahellio Pedro Jos de Catro.
Pechincha seiu igual!!
VenJem-se barrinlios com figo; decommadre,
no i'lUlo
Vendem-se capaclios do noria a -500 rs.. ditos
redondos a 610, tiu compridos con, S palmos a JSIZ'^.0\C.o2 Ug **!
1J200. o dilos grandes em forma de apele a ?el?.? "' "u' 'u"% do, 1',Ui' b""1:
29500 : na rua da Cadeia, eamoa da Madre de do ***** ru.a da *****
eos' Altpipo
O abaixo assignado perdc.i duas acces da illlvllvl
xa econoinico ns. C82 e 68!, e a reepeiU j
se cnlendeu corn o Sr. thesoureiro que o ra in-
ri o cslabeledmento ; na mesma casa ha urna j dernnisar do valor das inesmas, c para constar
porcio de capachos compridos e redondos, que faz o prpsente annincio. Recife, 8 de fevereiro
se ve 11 Je ni por Laralo preco, de 18C0.Miguel Archc:>jo co? Sanios.
Vende-se um casal de saerariabot, -ndo um
moleque de annos e urna negrinhi de 5, muilo
bonitas pecas, proprios para um m.tr.c: a tratar
na rua Imperial o, D9. COatVoatt ao riteiO do
aunlz,




DIARIO DE TERNA MBUCO. SEXTA FFIRA 10 DE FEVEREIRO DE 1860.
rs)
LICOES PRATICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas tloiinidas
E IiF.
Ra Noca n 15, ser/u mo andar.
M. Fonsccu dclEcdciros, escriturario da
thcsouraria de azenda desta provincia,competen-
temente habilitado pela directora de inslruccSo
publica para lecciuoar ariimelica nesla cidade,
DELICIOSAS E INFALLIVEJS.
Pastillias vegelaes ile Kcmp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.a inspeccSo de esludo de
lem rosolvido juntar, cumo complemento do seu Habana e por umitas oulraa uetas de hy-
curso pralico de escrittiracao por partidas do- ene ,bhca dos Estados unidos e roais paizes
iradas, o Mismo de contabihdadc especialmente a,a .vmorica.
na parle relaja a reduceo de moedas no cal-| Garantidas"como puramente vegclaes, Bgra-
culo de desceios c juros simples e compastos daveis 4 vista,doces ao paladar sao o remedio
conhecimenlr/iif.lispeosavc.Us pessoas que ae-! inralliol eonlru as lombrigas. Nao causara nau-
sejam empregar-so no commercio ou que ja se scasnem sensaces debilitantes,
acham nelle eslakelecidas. A aula ser aberta Teslemimho espontaneo em abone das parli-
no da 15 de Janeiro prximo futuro as 7 horas inos ,ie Kemp.
da noite ; as pessoas que desejarem matricu- Srs. n.Y. Lanman e Kemp. Iorl Byron
lar-se poderao deixarseus nomesem casado an- 12 ()P abril de 1859.Senhores. As pasUihas
nunciante l? o mencionado dia. |que \ mes. fazom, curaram meu iillio ; o pobre
Precisa-se de urna ama forra ou captiva riDai padecia do lombrigas, cxhalava um chei-
para o seryco de proa casa de familia, e que se ro ftido, tinha o estomago inchado o continua
preste a comprar e a sabir a ra cm objectos do i comichao no nariz, lao magro se poz. une eu
servido : ua ra larga do losano n. 28, segundo l ipn,ia pcrdc-lo. Ncstas
Ldar.
COMFA!ra*A
Eabclct'ida cm Londres
F.M
CAPITAL
sm.
circumsiancias um \ isi-
nho meu disse que aspasliihas de Kemp linliam
curado sua i;iha. Logo quesoubu dis
prei t r id ros de pastilbas e cora ellas salrei a
vida de meu fllho.
- idcYmcs seu amo agradecido.
11'. T. Floyd. >
Preparados no seu laboratorio n. 36 < od
Street pelos uiucos proprielarios I>. Lanman e
Ki 1 : tisi s poralacado cm New York.
Acliam-sc renda ^^1 todas as boticas da;
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de fam ".ro na ra da Alfandega n. S9.
; ia, Germano & C, ra Juiiao 11. 2.
aiubuco.uo armazcm de drogas de J. Soum
fiV&0SO
do na. C1IABLE
MEDICO E ritOFESSOl DE PHARMACIA-, DE PARS,
r*r.v o TiuTAMEXTO r. r, vito criur.vo
DAS ENFU.llIl'ADES SaXl'AES, I'N I DAS AS AFrtCCOES Cl'TAMM, Vll'.lt T. ALTKIUrOfcS 0 SANGl'K.
IHfmOl de miciic.
pe vi j;elal trm mer-
curio, 6 nico coiiliecido
mmm.
mmnu
Citrato fcivim uiUi |irtk'iivl ao
Copali lu e s Cube-
Ous, 11 r 1 ininieuitaiHi li-
le qtialquicr p6r(ric. o ,
relaxaC&j i; debilidade, e .ialnienle Oiixos e
flores brancas da mulhtrvs. Injrccuo te
Cham. E*ta i m) benigna euipn-ga-femes-
m'> ti-mpo do xt ipe Je citrato de ferro, una vez
de ii.a'il.. e um vez de urde durante tres iis;
lia segura a cura.
DEPURATIF
ouSAlVG
e approvado para cwvt
ion pi-ompiids e radt-
i;iir.iMie ui:|'t;-ns, |uMu'as, lurpes, tarna, O-
iiiixO", icrinienia e altcm^Ort mcoss do *n-
gue ", viles d qualqiifr iflnto venrea. Hu-
ndo >inci-*ea. Ton o-je dous por semana, se-
liiiihIo thcrpric. De um nVito maravilbuso cas af-
Ities ctuaoeas e eomixoes.
He i'orrahidm*.Pomada que as cnaa evt 3 dia.
O ipusilo na tai larga do otario, ntica i V,artholca\Q Francisco de Souza, n. S6.
:e3Ez:
**'-. > \ n i \'Ai>t. &Coru da Cruz n. 22.
eslcvViivas.
Saundcrs R;others& C." I' m a honra deln-
4.1 llr. Cosme de Su l'ereira
< sde volt? desua viagem instruct-&V
Ra Nova, em Bruxcllas (Blgica),..S
SOB A DIMC&VODEE.'RKRmD.
S G llOl US;
sobre os f:
Molestias de Curarao e
poto ;
Molestias tos orgSos da gera- X,
c':o, e do aiius ; v
Praticara'toda e qualquerf^
lade. nos dominaos, desde
-,1 -- '"enoamentodcumenge-l'jR^ ag 10 da manha
lino (fislante desta praca duas legoas, veude-se 13 '
un aparte no mesmo engenho, machina nova |\J seguintes tontos :
va?;or, drslilaco nova e ben moutada, 22 bnis irreia, seis quarlos, algumas obras, salTra _- .
plan) la. etc. ; trala-se na ra o Crespo n. *-.
13, loja.
Publica^o Iliteraria. <-,>
Guia Lu: rodo Viajante da Europa ^-,"
1 vol. em 4o de 500 pag.: v-ende-se na man do j-_; \.
autor ra d i Viga rio n. 11, brox. 3 encad 4S I|5i
l DENTISTA FRftKCEZ. Hjjj -?................."Bj
.<. Pau oux, dentista,' ra das La- < / rv i : \
r rangeirasi! Sa mesma i lem agua e J O exame das pessoas que o con-eg
xt i ico. Z % 1 sultarem sera' furto ndifincta- ; J*
KAJ.X&AJJU.. LLUt ? ti. t.S.y '
D T11
Trovador.
' Este hotel collocaJo no centro de tima das capitaes imtorianies da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por eus bons commodos e confortavel. Sua posieo
una das melliores da cidade, por se acliar nao 50. prximo s eslares de caminlios de ferro, da
Allemsnlia e Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os iheatrose divertimemos ; e,
aliu disso, os mdicos precos convidam.
No hotel liasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
lugnez, para acompanhar as lourislas, qur em suas excursoes na cidade, qur no icino, qutr
erniiii para loda a Luropa, por precos (ue nunca exceder de S a 1C francos (3$200 4-700O ) S
por dia.
Compra-se ouio em mool.i i
pernio : em casa de H -be Scli &
C, ra da Cakeia n ",7.
Compra-so urna prola r-ihas1
lenlia boni e abundante li ite, i m ci
ella : na ra do Uoudego n. l~>.
= Cimpr.un-se as Bfguint** eAmfdiM Ber-
nardo na La, 0 indas ero Sabbado de
'Ouem casa quer casa. Por rau
U br. tliesoureiro manda taz.ei pu- :o, A rosca, o Duelo ni i :-
blico que se achata ti venda todos os ciias "'' d Almas e o Diabo na i
n 9 hora da nranhaa as 8 da noite, ^ SpJJJ^ m .,.,,M ,.....,., : .
no pavimento terreo da casa da ruada ; turio da ra do lr.i; | lie n l, |
Aurora n. 2G e as casas commissior.adas i T. Compra-se nma escrara de cor pn
b-, i .i ca idade, (ue sailn engoromar e pi ser, i
uesmo benl.or thesoureiro na pa- fl...:,0 na ra Ul.,r,_ ,,0 Rosar0) ,
ca da Independencia n. li elC, c na deouro n*. -2C>.
ra d Cudeia do Hecife numero '2 ate ~ Co'npra-se nma escrava que i
m a i t i i n t'onita ngura, nuo si ba eng n mar,
as O horas da tirde somente, os bilhe- costura : na fu du Brura n. 16, arm
tes e meios da (juinta parte da primeira ''.'li"".',] .J_'li 'll> -1-'1 A''n'''0;
lotera do recollnmento de Papacara, ~" w ~i
cujas rodas deverao andar impreterivel- _^__________VtJlUS.
mente no dia lodo corretemez. > Mpn, 0j
O mesmo Sr. thesoureiro manda tUU VI.UI litll rtl
igualmente fucer publico que ras casas J",le"5c,"'" u,c"v's:",': '
! .... "ovo, cjunlarueute o casal de an
acuna mencionadas se acham btlhctes le vestidos: na ra das Ca
Ido numerai-ao sortidas a vontr.de dos \a ma (l;t CatS .'i;i (!) R -
; coleadores. cife loja de ferragciis tic Vidal
Thesourana das loteras i de leve- < .
ireiro de 1 c.'G.O escrivao,"J. M. da WaslOS, ha para VCIler OS
objectos abaixo notados |
pi-ccos commodos < tud i da
melhor qualidade possivel,c -
mo sejam:
C imas de ierro e com li na.
fg|: Bombas de jap} comph .-.
pi" Canos ;^j l'erro Siircia de todas as larg ..as.
Ms Aro de Milao.
r^i Ai eos de ierro de I as.
;jj^-- Cravos tie ferro de1 tod l o
k2 Ferrarnenta coinpU-ta para '
vtQl IVrrarnenta coirpleta ..na feti'eiro.
i k
MCam
K -.5
CeHe-gie de Saiili
Tlicroza.
,f
l ^S. 3 \H*aca da Hoa-
Yista l.aiuUw.
DIRIGIDO TOR
Thercza Guilher-
$m ,:,,,., ,/-, />.,,,,.,, ir rt yt&j. IVrrarnenta coirpleta ;.ua fciieiro.
sa muta de Lanutno. .^a,,,:
T J^VJ'Z^V;!^ -^ Trejncompleto de p
peilavcl publico, que ;'s inalerias,
que neste cstabele mentse eusinam
Duranloo aspado do oito a lez mezes, ah residiram os F.xms. Srs. constlheiro Silva Fer-
rao, e sen fillio o Ur. l'edro Augusto da Silva Ferrao, ( d Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Nelto, Manoel de Figueira Faria, edesenibar^adcr l'ontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muias ou-
iras pessoas lano de um, crino de ouiio paiz.
Ospr.cosde todo oservico, por dia, regulara de 10 a 12 francos (ISOOO 4S50O.)
No hotel tnconiram-se infoiniacois exactas acerca de uidoque pode precisar um cssrangeiro
SI nlia .
.' Guardas comi las
Sa* tendentes completa eduracao d "/". '-,.,.i,.,,i.c .,.
K meninas, e bem assim lodosos ra- %! l-'-cl adas am
nios dj mais perfeila educacao se ^..' hdades.
Ditas do Poi to de i
ei icarias e di
acham em exercicio.
Sendo a edu : .< ,
afplicidadohnnana.oeeupaoM'ii-W vTR08 t,C t0t,a8 ,S *Iaal1 ""
leiros cuidados da directora d ...] Ca vas CO O ..;. i'.j >
ollegio. que, incansavel pelos pro- i$i{ ra curiosos 1
ojil'i ac^ao quejulgarconvenren- ?
te para o restabelecimento dos^
>
JASIABE OO FOKGfcT.
L : "' S '' '' x" ''''' r"':i apjrovado |ip1i ? ma;s raihiriHes mdicos de Paris,
Jv.-iw-rl^o'.iiii.1 geudc o mellior i-ara curar conuipacoes, iif convulsa e ouins,
.- < M< bi inchlos, ataques '!' peo, rrit-.c-Vs nervosas e usomaolri.ci r: una collicra>ia
pela manli, e ontra ;i noite sau sufGciuntes. 0 ilHtotoU ixcelciue xarope sit'sfaz so mesmo
lempo o d ienid i o, me lie .
O ds) tilo na i d Rosario, botica dt Varthelomto Francisco de Scuza, n. 8C.
Na
.\'. meato, e na ordem de suas en- .V
tridas; fazendoexcepcoosdoen- :.V
K tesdeolhos.ou aquellesque por\4 muepenaencia jprecHa-
^motivoiustoobtiverem hora mar-^^dtreAbreu Poito ou Andre
o d'dp.ns medica ?U^GA, VER DA DE IR A E
GITIMA.
jA-jcada para este
j A apolicacao
i\ ra ia n. Ge 8 da piara da
Independencia precifa-se futlar ao Sr.
LE-
rOLIiMlAS PAR \8(10.
Esto a venda na itvraria da praca da Inde-
icia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, Im-
s nesla lypographia, das seguintes quali-
dades :
ni
C(
jf gressos de suas aliiniiis?, ulm
canea em inslrui-las em lo los os '. -
jectos uteis ao seu drsenvolviiui i
i ella recebe pensi lisl -. n i -
pensionistas e esternas, HjS
S CX | Criticadas em .-i ns ir-;-v-
:. f.- .-;'.
,. ;*-**".' ; :~ 'jV, j'"r'. ','.'' ".." ----;-.-.
Alu;ae urna casa no Cacbanya*,
bem confronte a egreja, com boni
modos, baoho ao pede casa : a tratar
n. I Q, loia de c l-
.lr

na i :u ilu Cabuga
cado.
Bandejas muri linas de I
dades.
tornos Irancezes na i
Bules, ;.:;',.. : .
. .
Peneirai de tata i :
para padara 11 li.iji ;.,
Ditas de dc< :. I d i la.
Mointics de I ra re-
(i na cao
Fio de'
Dito

.
F
especial ni que viereo, quer ocen- g-S" > M : s:
Iro da provincia, quer das pfOvineis visinlias. S*neuCSdeposita, a presteza desua .--#?
O mesmo encarrega-se do mandar comida para faccao, e a necessidade nromptal>
tora, e m pessoas sero servidas do modo inio'y.s i Ffc
rom. e stjiundo o que se convencionar. Kac seuemprego;e ludo quanto o te
rom. '' segun \. domingos o das santillcadoa onconlror-so-
lia. como era de costumo, mo do vacca prepa-
rada com lodo o esmero de um hbil cozinln iro,
d i horas di manha em diante. Os ni
vinhoi res, xaroj es, agu
de Wisliev, etc.,se enconlraro neste hotel.
% ncMTro
s i
I demore
, doentes.
em beneficio de seus
Koa-so aos Srs. devedores a firma s

DENTES
AUTIFSGKAHr1


^
de Le te 4 Corroa era liquulacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruad
Queiinado n. Id.
tjjcita Jos fabricantes america-
nos roiiver i Bakcr>
(.alllil CStreitadO UOSariO ll.O-- Machinas de coser: em casa deSamuelP.
':'; Francisco Pinto Ozonocolloca dentes : ;; lofenston ex C, ra da Si uzala Nova n. ll.
iaes los issystnmas VOLCANITC JJ |
s do ouro ou platina, podendo
C; procurado na sobredita ra a qual i
c-: hora.
,.....>.'.-.->-'-....- -:r.... 'i'it.-.AriiciiKj.ndiiviaiKi n. u Co
Na ofllcins e galera da ra Nova n. 18, pii-
moiro andar, coutinua-sc a tirar relrilos pelo
aystema norte-americano. SI de 5ft(KI relra-
rados cm quatro anuos pelo ari
dirige e.--:o estabulouimento, provjrn a !
dos pro em] micos, que gai an-
l.'in um relalo iiinalteraveij o a aceilaeao |
al de BEM ALTO lem merecido. No n esmo
estal i se encentra o mais variado,
e betlo sorliinento, que f: isl nesta
SALSA FAMILIA
I E
Ri mi dio sem pial, sci m i pelos
i i nedin im'.'il-
livcl para i i ra illas, ctincros, rheumalis-
mo, enferrnidades < I dj'si | ia, dehili-
dade s ..... ii.le .;..!i /.i, i
i i .
reza do
OLIIIN'IIA RELIGIOSA, conlendo, slm do
endario e regulamentodos din i s pa-
s, a conlinua^o da bibliothcca do
' rislo Brasilciro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nomo de Heos, coroa dos a -
saceos pai a assucar.
Formas

para pudtns, ;
O bacharel Adcno Antonio de
Luna Freir mu o i suaivs leticia pira
a ra Diie.'.i n. S2, primeiro andar. Litrinasp.il .
O abaixo assipi ido, dono i Lavatorios dito dita,
da (ana do aterro da Boa Vis! i ti. i-8, U'tOS de ierro.
.. .
tes de amor, hymnos ao Espirito Santo c tem de no vo" garantido es bilhe tes das Diversas (.. ntuS .
aN.S.,aimilsaododoSwito'Amln loteras da provincia, pasando os 8 por jardim.
jaculatorias e commemoricuo ao SS. Sa- '. '. _., J I > ,
cramenlo e N. S. do Carmo, exercicio da cento da le. Antonio da Silva ui-
V'io-Sacra, directorio para oraeao mental, maraes.
divi,:
Os al .
i

ITE s^ Piecisa-se fallar ao corresponden- ;: : '-' empreso de mi
ser i ,i c i i, u -eras o eruri oes que rcsultam da mim
te dos Srs. tenente-coronel llemeterto ,
Jos Velloso da Silvcira v Francisco Xa- CAUTELA.
UU1IOS UlU^UCS, IlirUOiUlS. > |----- t-------------I ll ..^,v.. -
laelles ou as pessoas que se most*'arerri
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalcnda- devidamente nutnrUadac mm niwii los oilimeutos d
rio.regulamrntoidosdireiti lilaes.e '! autons.uia!. com procuia- .,,,.. ,,..,,,
urna colleccao do anerdotas, ditos chisto- V* ua assnn como, que ctevem vir conlas cora n :
sos, contos, fobulffls, pensament s mor -, iiuanto
reicias diversas, cucr acerca de coziuha, ,
quer de cultura, e preservativo de arvoros "'l do Crespo I o a de
da praca da Independencia.
A
^af0S
Osabaixo nssipnados, honrados pela incum-
que receberam de SS. M\l. II., previuem
D. T. I.aninan mp, guisfas por atacado
New Y i rfc, a I ain- ligad r ores-
ptiitavel piiL'i para
nes in jes da ?a Parrilha de Bi istol que
-, molduras duur?d .;-.-' P"Wco, que se tualmente
e caixinhas de lod >s os lamanhos e iv- ';" s i oderem Inrnecer retrato Bel dos
lioa Constantemento recebe-sede Franca e dos Augustos Monarchas Brasil 5. o que ale hoje
Estados-Unid 3 ludo o que diz respailo a" photo- 'ja laodi(Ticil de alcanr;ar-se, visto queascopias
szando-se ridiculas eco- l'diographadas cram luast tod .- iiulhan-
nomias, mandam-se vir ohiectos mais modernos, '.''''-,|"1,1
ede melhor qualidade : Blleslarn-no as i noslras n> :' :: '"""nos que Ira I
ibco, a- io aqufdles que manttestaram aos seus Augu horarios em
lem honra i ess estabelecimento. Tinm-sc I s,u? recenle v,s,,,a csl I ia aonde Ellos
retal os das, e os precos principian : recordarocs ternas, nao deixarao de
em 4000 i approvular este ensejo jiara pos*iurem una'
Iciiibranca de seus augustos hospedes.
Alcm '. i simples pholographia em fumo, --
suimos retratos em aquarella n :> > leo sobre lela,
quer para ornar salas, quer para repailices pu-
blicas. 'Miiii de que as incln : as i issam
se, falisfeilas com presteza, rogarnos ..- pess
que d pi ssuir algum dos rei
o obsequio de nos prorenirem n anieci dencia.
Instituto photoa;raphico
DE
Sll & Cftaipanhia
Photographos de S. H. o Imperador.
Una da lmprtriz utr'ora aterro da
loa-Vist.) n. 12.
O protesi r de lutim da fre{ruezia
ts dcsta cidade, ;!> i'.\o assigna-
do, declara ao publico que a ma trel-
la de sua a ida se aclra aberta, e (ue os
lo neste imperio, declarando a todos
le sa lies os ii s prop. latios da receita
I Bristol, I..... i uipn l( i uno de
Casa nenhuma mais ou pi na alguma tem
lin (o de fabricar a Salsa Pan ilha de Brislol,
porque o segreil ;o ocha-se so-
mei ; : ler des re ridos Lai
_ Para i \ itar pi nos n desaprecii n is co-
;oes de drogas] n i ii sas, ;.< pessoas ';-ie
quizerem i adeiro dcvi .. m ob-
servar os si es sera os quacs i; I-
quer falsa
1" 0 em '.;..; '. gravado e Lues. rreco 3i0 rs.
KlTA RE PORTA.a qual, alcm das materias do
costume, contm o resumo dos direilos
; hiaes. Pre^o ICO rs.
-O. T* -:....'...-.- -' 1 -'- -"-i '.- r, s;y .. ^^ <7,
' > \;> > V> V> \> '. .. -- ..,,.,- v. v i O O \> '>
aut s satisfaz -r seus s na
iqueira
Ferrgo, n. 13, no es naco de "<0 di as, e
na falta eiT vados aos tribunaes.
lecile, T de fevereiro del 860.
. pelo q
-
rom asi opt
. -
GBAXDE ;
; rochraes. l'rego 100 rs. _.uunoei ue unveira bar s, i ... uu.i.tUL .. i
> *> v> v>\> <.-.>..,,.,-. .,,i o v> v_r '> ,. ; I *
i .- uuern quizer vender um subra-l ^.^
a AlOSlP^O | urna casa terrea na Boa-Vista, dirija-se a Tg fl-
:: Aawi/v*iyuvi ... ,,.,. Pc/'kl'fiFl^ '"'/"ka* 'x
; Curso pralico e Iheorico de lingua fran- ;W08r\ lilifi
a por urna senhora franceza, para dez ^ .;4.\> W< ^l iv, t %. .
** mocas, segunda o qiiiuta-feira de cada se- fJ'('(''ii (P I}'{(iiC' T ( i fc
9 maa.das 10 horas at roci a: quem : flUH*,i,~ ^*- .
t$ quizer anroveilar pode di i^-r-se a v.. o .~ "'- ItfllM ;v :) '''' -> '' '.
Cruz n. 9, segundo andar. 1'., em os g M f/UltlU. \ uivp'ut i\t\ V u iri'n,
Ferrtira Villela. protographo.
() [ir. Francisco de Araujo Barros, juizmu-
d si in la vara deste termo, acha-so no
exen i lo sen carg e pode ser pi
para tojos os a :tos d i seu cargo em lodos os
das uleis, na casa de sua i -. '. a ia, ra do
Imperador n. 25.
Da-se sociedad* ou arrenda-sc um silio
com olari, que t< ni barro e porlo muito [ i rio,
mais de oilo ceios arvoredos de tr icio, v\
pastagem para gado, e baixa para ca im na ra
in peral iz n T, ;5." andar.
.'-.* I* W '. v; '..''-- ..... O "i
'.> SS- v/ -L. >-/i>v/ ...,.,.,v.,^,0 > \-, -.-
I Aviso.
:t l1 ing is Jos Pinto Braga i mi ir, i I- i;
regad ia ladurfo Sal ral, cicarreg i-se '
:." de qualquer causa rirel, crirao ou com- f
morcial. em r parto da pravin.-ia t de S. Jos'dcsta c'n
C do Ceari: assim como lo cobran; .- .
eis on judiciacs. Para info-rm i V-, ;;-;
CC quem piizcr utilisar-se de seas serviros, .'"
C--; dirija-s-j nesta ridale aos Illiws. Srs. l)r. @
':. a :._ i lusl liano da Silva Guimar.'ies, j;
f.; li;. Jns4 Bernardo Galvo Alcoforado e a > '<",
assignado, com loja de ferragens ,'-i
CjS ii. 1 i ii i ra i!u (jueimado. Jos BoJii- ?:>
Lorreira. S
.... ... ................ < >.....,-, ,r, .... -
v^ryvr' ,. o > o 'V .< y v '> (i v/..> ....- >--.
'..'.. -: i.-.;.-S3 : '..' '.:. >f>e '.: ><^>-.>...
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
! cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequo de saldaren seus dbitos na ra do Col-
j legio venia n. 23 ou na ra do QueimaJo loja
tf francez pi, la h e ni s i rabal- ;'-
3 des : na ra da Cruz n. 9. s......
le e i .
, irazendo ao p as I
o
-.
O li;-. Joao Ferreira da Silva, d
volta ' lares.
Ni si e
pfis feitas. -
c sacas, gondi las, e |. :
panno lino res,
sol recasacas de i
; fj podenJo ser ; rocina fo para
;; ": Um cm lodos os das uteis, das
i tos de fus
1

lado si ': u n;u cliapa
seguin les vras:
. T. LANMAN & KEMP
SOLB AGENTS
A*. 00 Water Street.
Kew Yor\.
2" 0 mesmo lado tem um rotulo em
panel -/ni claro com a firma e rul rica dos pro-
prietai
3o Sobre a n Iha arha-se o retrato e firma do
inventor C. C. H I em | apel c r de rus; .
" io.o as uirecoes juntas a cada garrafa lem
I henix semelhanle a que vai cima o pr-
senle annuru io.
DEPSITOS.
;;:,,;:^'M;:;;;;^7rV:;^.^V:V!:^.no.f;^ ||ua d0 Qmimado >l. 2(;, r-i l o. tenlia em abundancia, e que se-
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum '" > / S ja muito Sadiae de bons costumes : na
rCdmpanhraruaoaCruzu.a!. \ U O U ,1 iraspasse-se o arreiiilamento te nm En- w O dono dessto eslabclecimenlo, lira re-* Vi i i i r i
:- tratos com toda perfeico das 10 s i da ll- ( antifjo pateo doCr"
;..; lai le, encontrando o respcitavel publico p 37, secundo an l.u .
ij-um completo surtimenlo de ricos quadros ;;; r*
sejam livres
'*v-i '; *.''.-'............ ---
ra
tos dagucrreolypo
KA
i Queimado n. '
meiro andar.
prestar rom n maior sol as pes- ,.
si .i; que o hora rem i ... : nli n i, ; n a g ...
: : i ....
las, f
g lio muito porto da praca, vende-se una par-
le do mesmo Engenho, urna maquina a vapor
numero
trabilhos lee
rao no dia 5 de fevereiro prximo fu-
turo. 0< interessados dirijam-sea casa
desua residencia, n. ", sita no pateo
do Teico.

Manoel Francisco Coelho
O bacha re 1 Wi au vio te m
, ., .'..... .., g nrn cornpieio suimenlo ile ricos quadros '.-: l't'x' II.
unu desiilacjao nova montada .le um indo; 2-2 ;,- arleiras propriaspara esle lm; assim g lulKlailC IO COIliniCFCIO
ois,le carro, G jnarios, e outros objectos: ^^.1^?^**? s,:;:s na,r!' Urna pessoa muito habilitada e rol
ni si i provincia, na das Alagoas eS:r
mar e ci airo, nlTi n se idas,
mediante um ajusto de poro ntag m, ;
do o crdito Ju llovedor e o lugar de sua n
da, sera o ajule mais u riten s coi h>, como
ti vos da mesma principia- iracta-se na ra do Quei&ado n. 10.
o advogado Souza Beis mudou o sea cs-
criptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
[uina n. 52.
Aviso ao rcspeitaYcl pu-
blico.
rhegado esla cidade, do Rio Fo-moso, I).
Joan N'ngiieis, profesar dentista, e se acha resi-
dinJo no becco di Al rt u n. 2. primeiro andar.
ordenado, se bem servir: "no caes do Hamos, ar-
mazcm de i.alalia.
-- Sacea-sesabreo Porto por qnal-
tjtier so:11111a pagavel all ou cm Lisboa;
podendo as letras seren pagas>isla, o seu escriptorio no i* anda
medanle o descont na razao tle o por do sobrado 11. H'i da na Nova, rara uma labern na cpurisa* prei-ua'-sc
i-iMttft -in :miiii> SA< iKii'lailat'i^'s une o' 1 1 1 << 1 1 do um menino que Icnba pralica de ser raixeiro
eeniO ao ailll, aOS poriamres OC O CUia eillratae pelaCaillhoado de laeseslabelecimcntus.epromelle-ec-lhebom
exigtreiu:dinjaM-seaJoaqaiBiaSiI- Carmo
va Castro, na do Crespo. 1 CnIlti,;iia.sc, proparnr bandpJM Mfi i!aJas
Precisa-so do um ou dous trabalhadoresde de dvcr50a KOstos, co... bolinhos dos maiapro-
maceira, que entendam do IraOco de padana : curado9 c dos maia pfrfeilos do nosso mercado ;
na roa larga do Rosario u. 10. as;im coino M a inglezes c trnceles, e
- Prccisa-ae de um preto para andar com da noMa mas8 M m,is pcifeil08 e umbem as
urna cxrroca : padana da ra dos Tescadoies bellas seringas c ii!ho/.es para o lempo do carna-
val, e urna poreo de doce do caj sceeo por pro-
co commodo : procuro na roa da Peuha n. 2,
si gndo andar, que'sc far negocio.
Vuo.u na tarde do dia 6, da casan. 10 da
na Augusta, em direccio a roa do Aiecrim, urna
ns. 1 e:t.
Pedreiro.
Na ruado Imperador, armazem do gaz, preci-
sa-se do um pedreiro.
O abaixo assignado deixou de sor caixeiro
g pms espera o aiinuiniante de st::s palri- ;}
;: riosPernambucanose oulros que o toad- a
jnvaraoem frequentur seu novo slatele- #
S omcnio.
Furia rom
na noite i)e i para 2 do correnle, da Torro, um
cavado castanhn, com os signaos seguiulcs : a
niao direila prea easquerda branca, a perna
dirella branca e a esquerda prcla, e o casco da
man direila tendido : quem o apprehender e o
levar .'; sua da i'.ruz n. 59, loja doalfaiatc Mor-
der, recetar iO-jOOO de graticaco.
l\fft\| 1014
.Wl.ili-
kncYcloDe(Iica
r
do Ulm. Sr. Manoel l'erreiri da Silva Tarroso, c rola do Berta O chamada azi Inania .quem a pe-
ao mesmo agradece o boni latani'iito. consiie- gou, 'pieiendo restilui-la, levo mesma casa,
ra;o, e estima que sempio leve durante o lem- que aera recompensado.
po que estovo em sua casa. Recite 7 de feverei-
ro de 1860.Jos Mara Man/ues.
Nao lendo p-idido dcsotirir a morada da
I'recisa-se alugar urna prela cscrava que
sirva para vender na ra : na na da Guia n. 'J.
l'recisa-se de urna ama para casi Ue pouca
Sr. Antonio Joaqiiiui* Brito e Olireira, rogo ao familia, quo saiba coziahar e^aja as compras na
nresmo seulior o favor de app.irecer na ra do ra ; polo ser captiva cu forra, dando pessoa
Jlangel n. 56, para he entregar uuia en:om-| que abone sua cindiicfe: no alr*o da Pca-Vis-
meiida.Dr. Ferrein.
la, ctuancnlc ra Ja iiajeraulzn. 10, loj.
Ao publico.
Purlaram do engenho Garrapato, termo do "* ruaPZ?U.* "*"-'"".
io Formoso na noite de 28 do dezembro pro-: ~~ V ct"ln /"'neiro a tratar napa-
limo passado, um cavallo castanho amarellr! de J*.1?" **?*** & Salgado, ra estrella do lio-
...... i.......i.....__.... i............. ............ .tiiion. i-j.
Aluga-sc
urna casa no largo de Terco n. 30, r
qualquer cMaliclecimenlo coiumeiviul
na ra da tai.lela do Uerife n. \.
ta, sera o ajuie maist n menos lo, pi ^ / ,
lambeni nao se recusar prestar os mesn s ser- L19ZCll(ltlS lliltiS. j)l!:;il ll''
vicos para as provincias do norte ; coufonue fo-
mens c seiihoras, tle Gas-
par Anlouio Vit ira Gniuia-
res, gerente Jos Gomes.
l\ua do Crespo n. \r.
fm sentaras.
rem as ipianlias dar garaulin ao seu rred I
(juem de lao vantijoso serrino precisar, dii
na da Madre de Dos n. 7. iiiic adiar com
quem Iraiar, e na falla deitar a ola d
morada para ser procurado.
Compras.
buin lamanho, castrado, lem urna mjo loria na .
munheca, anda mt.iio bem meio para cima e a Ltmm!,S u "deiros He/ende faz rer
passo : prm o passo curio ; tem dos cas- no *am\ 8 Manoe.U,cmU,o do Souza Tra-
eos do la.i, radiada c rom um i no oe va.-iuma V""!" ,ou cscrscu eaixeiro desde odia C
na exiremidade da rachadura do casco: nao el j c
novo ; doze paM qualorze anuos ). U03a-.se a 1
'|ii;il.jiicr pessiHi1 que o a^rehenjor de entregar I ^\ I I OlOl O
11 1 lleuife a Jovinj Bandeira de Mello, aira/, da
Sement tle melaucia,
mora inra 1
a linar compra-se e paga-se bem : na
na t|a Cadeia do Lleeie n. 35.
Comprase para nina encoinaien la urna
casa lenca na freguezia de Sanio Antonio, Roa-
Visla ou S. Jos, o quo lenha lions con;..
para urna fimilia.e nao se olha a preco ; ii Ira-
lar na ra da Peuha u C, com Joao Pinto Regs
do Souza.
Compram-se caibros
n maU ['"iten-es para andaimes ; no aterro da
Roa-Vista n. 10, actualmente ra da Imperatriz,
loja.
Na ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, dcJosi Je A '.i.io Ponsoc, compram-se
continuadamente raoedas de 10; e S0}000, aguir.s
^4
\ osudos |: 'tos i i |uissimos,l i : I i Iluta.
Hilos daos la i r I -
Hilos de superior seda de r
Chapcliuaadc palha o mais super! r ;. psrel,
para ,-t nhoras.
r.oites do Metidos hrancos bordados.
Superii.rnJOlautel.lts pretos e de c. res.
Loques do Sndalo.
Casaveques derambraias bordaivs,
C isms de soneriores padi
Tiras bordadas.
C^T
para ionieiis.
UinjomalernOlinda : quem quizer, dirija-se a i ornere-se cm casa para aquellas pessoas .neldos BsUflos-Unidos, moedas de cinco francos.
iypogra|ibia Ctfaimcrcial, dj ra flo Queimado nao vercm conductores, por preco razoavcl: oneas hesoanholaa e mexicanas, cm granjet/
urocro 5ti. >a tratar na casa cima pequ mas por-Oes.
Solireia--acas de panno fino.
Palitos do panno e de easemiras de ci res.
Calcas e collctes do ultimas modas, de l
. mira.
Cantizal do todas ts qual dadi -.
Chapaos de casi, re de ia.o;-i.
ti r-^t MT^i
y


(61
DIARIO DE PERHAMBUCO SEXTA FE1HA 10 DE FEVF.BERO DE IMG.
O agente do verdadeirn xaropa do Cosque lom
estabelecido o scu deposito na ra da Cadeia Ve-
llia n. 61, oa botica e armazem de drogas de Vi-
cente Jos de BrttoA Filho: desnccessaiio fa-
zer elogios bondadc desle xarope, nao so" pelo
rcconhocido crdito de seu anlor como pela acei-
tado que geral mente (i m lido. Uta cen nu-
mero de curas se tem conseguido com apnlica-
> xaropo de Bosque, o qual rerdadeiro an-
i para todas aa molestias dos orgos pulmn.
i. Para conhocimento do publico declara-
se que o vordadeiro conten no envoltorio a pro-
pnai assignatura dos praprietarios, e no falsifka-
du e esta lilhngraphada.
l mm
Acaba de chegar do Rio de Ja
ueiro alguns exeraplaresdo
dParSS^Ud,Vfmea *> arcodeTanto
Histrica cbonologica, genealgica, Ant01lO,
nobiliaria e poltica do imperio do lira- ha para vender cociros bordados j enfeitados,
sil, pelo Di*. Mello Moraes : vende-se o I,r0P''os Par baptisado.
4$ o volume, podendo-se vender o se-1 .* -.
gundo em separado : na hvraria n. 6 e \\T\0HnS "^fjta
S da praca da Independencia. ^^-JCARAD^^ 7*^
Oleados pintados
^-.-.F?.:
Na taberna do pateo do Paraizo n. 16.com oi-
lao i ara a ra da Florentina, vendem-se charu-
losllno4 1 : Wre. --- 0 a caisa, o para 30
" a 8 '. i ara 20 ;<. por rauilo monos ; c
vende se 1 i velh i, boa qualidade, por
muilo monos *l que em oulra qualipicr parle, a
rctalho : allanta se os bons charutos e o bom
rumo a todos os freguezesquo se qnizercui are-
.'U.-snr m sl-:i no.a f.ilrica de Iiarill .
~3
:: j->
a 2$G00 o covado.
Lindos padrcs e boa qualidado : na praca da
Independencia n. 24 a 30, cliapelaria de Joaquim
Olireira Haia.
Vende-ae um carro de 4 rodas, bom cons-
truido e forte, com assonlo para 4 pessoas de
dentro, c um assento para boleeiro e criado fra,
torrado de panno fino, e ludo bem arrar.jado :
para fallar, com o Sr James Crablree & C.-n.
, ra da Cruz.
Para a q na resma.
Sedas prcias tarradas, lindos desenhos
covado
Gorguro de seda layrado, superior em
qualidade, para vestido, covado 2SO0O
Grosdenaple preto, corado 1gS Dito largo e muito superior a 25 o Sf500
Sarja prcta larga, corado 2aU0
na ra do Queimado, lora de 4 norias n. 10.
1JC00
^'-ffc--^5^'-#\
._..... __
PiLULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O Mr.l.IIOl! REMEDIO CONIIECIDO
ES
r i :- s r
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*-0 Cfl r/
- ~' ~ Z
^- =-3
flj.no
"ni ra do'Oueimadr. n. 10. >elle, irupcoes.e todas as enferuaidades,
nanmrta no estado romo mSSke.
75,000 caixosdeste remedio consoiumem-se an
nualmente I I
Itcmeilin la natureza.
Approvado pela faculdude de medicina, e re-
cominendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conliecidos. Sendo estas pillas
pu-amente vegetaes, nao contem ellas ncnlium
veneno mercurial nem nlgum ontro mineral ;
cstiio bem acondicionadas em caixos de follia pa-
Ab,>acaixa: lia Tila larga raresguardar-sedahunaidade.
jlnoiiin ...v.....__.1^ i___~ S;' Wdavcisaopaladar, segaras e efflcaze
em sua operaco, e um remedio poderoso para a
juvenlude, puberdade e velhice.
Lea-fie o folhctoque acompanhaeada caita,pelo '
iraca.
o
1 r? a
T3 '
m Cfl

- = _
r^ ~. ^ ** ">
= r, ~ ,. :^r:c
- -^' ^'-'" S = = a i
ll=lf|lll|
yin i lis
^~ g --'r:\--
2 c = S ?- k "S :- -
V'end fog s de ferro econmicos, de
iiuilta, conten lo i furna-
:ii I en ha ou carro,
; i una de gastar um
uu rviao dos onligos, v de co/i
>li /.i, lem a dilercnca d
, occu;iarein pequeo espaco da
. lo f I i nd ;". i : vendem-se por pre-
jo de Francisco A
ra do Brum, e as lujas d.
.; a ii ": ;ao da pon- *
do Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos
IMa ra larga do Hosario Ioj n. 28 -qualse tirar conhecendo as multas curas milagro-
armazem de louca, mandam-se bolar w- SSiG^n^lffilE' J 1v",V"' ? Kemt?-
i i droguistas por atacado em ^ova \ork, sao os lim-
aros em casas particulares por preco eos fabricantese propietarios.
muito coniinoilo, assim como venJem- ^fl'am-se venda em todas as boticas dasprin-
. .,;,(.. i. i i cipacs cidades do imperio,
se vultos a retamo do tamaito mais pe-
queo ate mais de ( palmos.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. V. Jonhston & C. va
quetas de lustre una carros, scllina esilbos in-
glezcs, candeciros e casticacs broDzeados, lo-
nas inglezas, Bo de vela, cli'icute para carros, e'
montara, arreios para carro-do umedous cval-
os, e relogios d'ouro patente inslezea.

DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
PernanibuGO, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 2.
w
PF.

&Z;
B
I em garrafas c meias gar-
rafas.
C.J.Asllev&C.

..
, imada o. ;u.
!oja dosertanejo, ra
icimadon. 43 A.
reitura de I ranea, deencom-
, os me'ha el peos de castor rapadoss
;, e i Formas as mais mo-
; : i rae c ir me-
arle, assim como
tu ii i : : .- ......mo de enfeile,
1 de cores pelo diminuto pre-
' la um, mo lom ch ipeos de
i 11 um em pe
lito Un s a320, ditas de
1 linlioa i,-; urna, cambraia prcta lina
i 361) o covado, e a vari a 560,e a 640, cangas
a 54 I, I rira brauco de linho a 1}200 a va-
'. 'i s'!r relindo de forla-corespretos a
s 8 e a 9g, cateas de
edr a 7, 8 e llg, d ai, U e
'-.' "' tes d i a 4, 5 e os pa-
ra vi ;. m de diversos tamaitos, eiascruas, por
;'', al ">0, ditas a 1(600 o 2# a
i, finas a 8 c :.', chapeos enfeitados para
io.se menii n lio ras porqualquer pre-
se encontrar o preco,
s ... .
al.
iffliro coBira tm
s Novas machinas k cozer,
g DE
AVheeler^Wilson
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraius organdys para vestidos d
senhora.o mais lino que possivel, e de lindes
pffdroes, os mais modernos que ha no mercado
pelo barato preco de 500 rs. a vara.
Fumo americano
Venile-sa fumo ametioano para fazerclnrutos
o cigarro, e mascar em caixiuhas de 20, e 40
libras ao preci de 450 res a libra ; na ra da
Cruz do Recif n. 50 primeiro anJar.
Esamenha.
Na ra do Queimado n. 17. loja de fazendas, a
primeira passando a botica, vende-se a verda-
deira eslninenlia, fazenda propria para hbitos
dos irmaos da veneravel urdem terceira de S
Francisco.
Cheguem ao barato.
O Leite cv- Irmao connuam a torrar na ra
da Cadeia do Itecife n. -18, peras de cambraia li-
sa cora110 jardas a 4*500 e 5, lencos de cam-
braia dehnho a 33 a duzia, cambraas muito li-
nas e de lindos padres a (50 a vara, nu
as para sen hora a 3$S00 ? duzia, ditas cruas In-
glezas para l.omem e meninos, chiles de meri-
no Hsos a 4$50, e bordados a 65, paletolsde
alpaca prela e decores a 59, ecroulas de
e algodao, camisas inglezas muilo superiores a
60J..11 duzia, organdys d lindos desonh i
15100 a vara, corles de cassa cliin o 3 ',
franceza a 210, 280, 300 e 00 rs. o eova lo, ppcas
de madapoln com 30 varas r 4$800, 5 "'cSi chitas inglezas de con'., i,, .s a 200 rs o
covado, loalhas para misa a ;! e i-, cortes di
calca dcbrim de linho a /-<, ditas do meia case-
miraa2?210, vestuarios bordados para meni-
nos, e nutras muilus fazendas que se vende por
barato preco.
Para mascarados.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabng5 n. 1
n, vendem-se lantijoulas, gales e grades de to-
das as qualidades, proprias para i n< ites le o -
tnanos do mascarados, assim como n
rame e de papelao, muilo linas, qno se vende
ludo muito baralo por seren recebidos emdi-
rcilura.
sorlimenlodeclia-
CALCADO
Orando soriiment.
4o--aua Direiia'-o
Cliegiieo a Pechiaclia I
Na loja do Preguica na ra do!
Queimado n. 2. lem para
vender:
Clialy e merino de cores, ptimo nao s pura '
roupoes evestidos le montana Je Sra. como para .
vestuarios de meninos a 3u0 e -ICO ris ocova- I
do.allesde merino estampados muito nnospelo! Wetrag|0' *> ca.cado encontra-
deminuto prcc.0 de 2:500 cada um musserioaj 'honeste e>t ibelecimento, obra
modernas, bstanlo largos, de variados padr6es|r,or lK',cs P1*?" *WM :
a 260 e 280 ris o cova !o grvalas a fanlazia.o
mais moderno posiivel a lje 1200 radauma, e
outras inuilas fazendas, cajos precos ext'aor-
dinsriauenla Laralos, sati^faro a expectativa
do comprador.
Machinas de castora
supe-
Ilomcm.
Hoizejj.iinsariNtocrticos. .
Ditos (lustie e bezerro).. .
arranca tocos.
Borzeguins
L'itos euonon
^:-
Sapatoes de buter Rustre). .
de S. M.Singer &C. de ScilllOra.*
New-York, o mais aper- B ^/e^uins primeira classe (sal-
reigoado sysiema fazen- to de quebrar).....
-. do posponlK Igual pelos I rv;. .i1 ; ,
,y dous lados da costura.,1)ltos to 9sOOO
\
n -
calos fsalto dengoso).

garanle-se o seguranca
eMeffnsaharDanSa! casst I Borzeguins pa.a meninas (lor-
familia, Lem como se tiSSimos)..........
mostram quabjuer ho- i E ura perfeitosortimeato de tod
, lidia ou di noitei,,,,,! -n ~.
nicosI cacto e daquiilo que serve para 1 !,
lo, como sala, couros, marroquias, i
ro de lustre, lio, Qtas, sedas ele.
'nesta agencia : unic
: m Pernambuco Raymn.ulo Culos Lei-
fclrn o, aterro da Boa-Vista n. 10.
. 1
lanA
Ven

3
para

I
)COS.
Chapeos de castor prclos de superior qaalida-
de a 10-3, ditos fru.ee/es de seda a 7g, ditos de
castor brancas a 1 [j, ditos de velludo i 8e :)
ditos da hintra de indas as cores muilo Qnos. di-
[osdepatia Inglezes de copa alia ebaixaa3i
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Vcr;iiz copal.
Palhinlia ara inarci-
neiro.
| Vinhos unos de Mosclle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zem de C X. Astley&C.
i
i

Barato que ad-
mira.
e'
Na ra da Wa le Heos, l a ora d 7
queimando por lo lu
balao inglezas a 5$800, cort -
cores litas rom 4:1 covad, a I.-......
?os broncos de cassa, fizrnda ;
. 2^600 23800 e 3S20O a duzia, chitas lar
l',:/'ls '' Imdissimos padi .
- le2S0ocovado, in a de coi
liO a vara, n I
' ]: '
s de merino upados, gostos i
! ':':'[ cassa .,..:.-.;. ;; .
; babad : I 0u 2?1
lardas eambraia lisa ;
,/i ,,Jasi ;
_ /' 'i. AS, ley A t... endas, qu
;---" ::; FtzenJas or oreos h
's, um muilo bom oleiro, lombem faz rmasI i I" tVu'' "il
para cnaeiiho, carrriro e trabalba de ped t*
I e-i r*i t : i. i t t i..... ., *4\ -,- i.*.*.
pira en-,mi!,o, erreiro e lrab.il ia de pedreiro
utro bom t-rabalandor d i asada, e
rpi l ara Igun senhor dn engonl i :
' indo a fundien do Sr.
ionio r.r* p.'.s de arvores, al i 3*8 h ras da
maiihaa, e d; s 1 da larde em diante, ou I illar no
: I isa com Doinin J .. C a
Ouimarocs.
tos de pallia Inglezes de copa alta e baixa a 3 e te -;> y> T7-r>\ TT
|S. ditos de fel ti, um soilimeulo completo, de .> i: ~.A^
2a00 a CJ50O, ditos do Chile u 5, 0, t- .... .' rn:.-^ ;v, ., ; ^ -I
J, lUe 1.J, ditos de seda para senliora, dosmais I ? -J o ;
- ------ ._. iiosaecasaDrancosedo con
r: .:;.
0 Preguica rende em sna loja na ra d
mado n. 2, as seguintes f
Lencos do cambraia lisa muito tina, du-
/i
Ditos de casa broncos e de cores, |
!--
j
a
-j
1
LOKDIES
AGENTES
New-York.
Acham-se a venda estas intcressanles maclii-
a de costura, asquees reuneo iotas as vanta-
gensdcsejaveis, nao s pela perfeiciio o seguran-1
'e ea d-) mechanismo, como por serem da mais DO-
i.i.i .ipp.u,lua, sendo UUtlO facis para sel
' aprender a Iraballiar nctlas, o que so consegue '
g com urna simples lico. Eslas machinas fazcm
osponto dos dous lados da costura e cozom con
maior rapid /. o perfeico possivel.
Acham-se venda nioslrain-se a qualquer
J, II) e 1.J, ditos de seda para senliora, dosmais
medernos, a 12J, cbapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 153, enfoites Cnissim is pai i -
a 48300 e ;;.;;, chjipeos de palha oscura, massa'e
seda minio propfios para as meninas de
sendo os seus prdeos muito em conta, ditos inri
paptisado de meninos e passeios dos mesl
tendo diversas qaalhiades paroescoll r, :
degalao, ditos de marroquim. ditos de vellu-
do, ditos eneitddos, chapos I I >a qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda pai i
otaos de escola, e mesmo pira senliora e para ho-
mens OnaimenU outros miiilos objeclos que se-
fadonho mencionar, e ludo se ven de
loem conta ; e ossenliores treguezes 6 vi
fazenda flcarao conven idos da verdade : n
conhecida loja dichapeos da ra Direita u. Gl
de Lento de Barros Feij,

corado
hilas fr ncezas de '. co-
vado a 290 e
.. franjas de
ti tm/, um
/] Dilos de dilo bordados de rellud ', DR1
; ilmas le
Vende-se bibis rccenlemenle chrgndos la de qoadros, coi
[chapeos do senhora pasa posseio) no H-ias mnil
K'indo and rado da esquina da -* "|!;1S ditas para dita, duzia
da ultima moda.
1 ': nado por cima ta loja do Sr. \ \ Hilas ditas 'para dita' duzi i
becco do Peixe ?! easemiras de quadrinhos,
reguica, entrada pelo becco d .
i'riio n. 1 iasdii.is escuras i m duas 'la
covado
Vonde-sc lo de 18 armo?, i -
l
-
I
Cortes de dita muito lina
i le dita i reta bordada
T.= ---r-ova .viiub u uiuaii.iiii-sc a qualquer
L J. zlstleY & LOmpannia. g noru.ds da ou da noHe na nica agoncia uesta
luoMiicia no aterro da Boa-Visto, actualmente
Meias de seda de peso a haftnlta"' pnanawasAr.
Taclias para eogcnho
Fundieo de ferro
........ """"i" IO .1111!"*, I'M 1- -v.-----------.......-
ra criado, i cialdosapa- "' '''' (lila l'r,,|a !'":' i-1
1 ssoa que [ne!,'iider, dirija-sc a na ^Pm urnco de Iioho fino, f
da Conceieao da !'. a-Vi 11 n. 5. ,]i.'IJ dito, vara
"- --.. ... a g .. Dito dilo dilo, vara i
- .......-, ."--' l'ito dito dito, vara
OVOS medicamentos llO-^ 00,ull'nsmu',asf ndas que se venden
i"^ .a Litl l\ti PUmnra ',.,

e bronze
of
'
r..

peso
para senliora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite |
.S: [rm.io na roa di Cadeia do Recife n. 48.
i ii ... .
Venile-se
Metal

elogios
:
Suissos.

i
razo ou adi-
nheiro.
V'end i, ra da Cadeia de San-
n. 7, tendo 5 carros e I rico c
ler, dirija- '
ina, que achara com quem tratar.
I< i Brothors & C. tera para vender em
do Corpo Santo n. 11,
lo .....io gosla, recentimente
I -, dos beso eonhc idos e scrcdilados fa-
bricanlcs J. Broadwood &Sons de Londres, e
prop ira este i Lima.
Ilua do Qaeimado
loja de 4 portas u. 10.
Ainda re-tam slginsa fuz-nlas pnra conclu-
ir a liqui.lacio da firma ds Leite & Correia, as
juaosse vender por deminuto proco, sendo en-
tre outras as seguintes :
Macos de mcus cruas para honiein a 13GO0
Era casa de Scliallieitlin & C, ra da
Cruz n. Zi, vende se um grande e va-
riado sortiaiento de relogios honzon-,
tacs, patentes, chroHometros c meios
c'ironometros de ouro, prata donrada,
efoleados a ouro ; sendo estes relogios!
Hiarci- g do primeiro fabcante daSuissa: ([tic
se venderao por preros razoaveis.

Follia de cobre e
a ni a re I lo.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folhade Flandres.
Pallu silla para
neiro.
Vinhos inos de Champa-
libe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
de.C. J.Aslley&C.
i .- a i '. '.i ,
Chapeos de castor preto
ebraneos
\ i mu do finoim i, n >- ,- i '-oS)el!os c ^escoberlos, pequeos e grandes, de
VISO.
Francisco Antonio Correia Carduzo,
lem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto tic ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE nOLLOWAY. f
PILLAS HOLLyOYA. ^ T ''' l" VJ *3 i
!sle lneslimavcl especilico, comno-tn int
meopalhicos enviados
da Europa pelo Sr. Dr
Sabino O. L. Pinito.
Sementes dehortalice.
Semetes de hortali
Estes medicamentos preparado, e*i < Slle,a d Rcdto'loJa dc terra8sns
ca'. rundo as no.
ia no Itlssil, veinlem-so lulos '
i i botica centra! ho- :-
mcopaihica, ra de Santo Amaro fMindo oS
;. 6.
DA
GBiW
...,
!>0 E.T0
. co r| lo nieira-
mente de hervas medicinaos, au contm mcrcu-
rio, nem alguma outra substancia delecl r i Re-
nigno mais tenra infancia, eaeompleic i
acicaita e igualmente promplo e seguro para
desarreigar o mal na coinplei<;ao mais robusta
intetramenle innocente em suas operaces e et-
llua da Senzala Hova n.42.
Nc '" estal lo continua a haver um
' rlii .' Ir moen l e m isi
das i .. ., j rap( .. ,. |
de ferro batiJo e coado, de lodos os taman
para dio.
Biiiiciraraenie innocente em suas operaces e e- '^^ai m'WnBj sswnsw
fetos; pois buscae removeosdoenea, de qual- $Sk.y. ]*
quer especie egrao por mais anti-as e tena,-, > "
uueseam. "-"*3 Vendem-se la/..mas por baralo
RELOGIOS.

s Vende-se em casa deSaunders Brothers &
, praca do Corpo Santo, relogios do afaraa-
g do fabricante Roskell, por precos commodos,
tambem trancelnsecadeias paraos mesmos,
5- Qe excellenle eosto.
juesejam.
Entre nrilhares d
remedio, muilas que j eslavam
morto, preservando emseu uso : co
recobrar a saudo e forcas, depois deba-
do intilmente todos os outros romed j.
pessoas curadas coai este
as piulas da
,v^
As mais affticlas
nao devera entre
lar-ss
a de-
sesperagao; fa^am um competente easrfio dos
efficazes efTeilos desla assombrosa medicina e
prestes re uperarao o beneficio da sau I .
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das Beguintes enfermidades":
4v
No armazem de Adamson, Ifowie
es fabricantes de Liverpool,
viudos pe'.o ultimo paquete iuglez: em casa de
Soulhall lellors & G.
Arado umericanos e machinas
2JJO0O
/-51)00
-1^000
r)>000
13000
2OO0
4DOO0
15000
Ditos de ditas de cotes
Ditos ile ditas crin; muito superiores
Ditos de ditos para senliora
Diios de ditas muito linas
Cortes i!-; ea!$a de nW.a casemira
I'i! s de ditas de casemira de coros
Ditos de ditas ^!e casemira prcta a 53 e 6?(J00
Lrirn IranciJo brauco de linho fino
vara
Cortes de colele de gorgurSo Js se!a
Pao preto fino, priva Je limao .1} e
Grvalas de seda preta e de cores
Riscados francezes, largos, cores fixes
co .a lo 200
CiiilJS franeczas largos finas covado 20
Ditas estrellas 1G0
Riscados de cassa de cores lindos padrOese
superior qualijade covado 280
Cassas Je cores covado 240
Passas de cassa branca brdala com 8 va-
ras por 25000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 48000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de lia bordados de seda um 2900O
OroJenaple preto, la'go covado 13800 e 230Q0
Se la, e sarja lavrada 15800 e 2&00O
Vestidos brancas bordados para bsptisado 55000
\ eos bordados para chapeo 25000
Entre meios bordados 15600
Aihoalhado adamascado largo vara 13280
Lencos de chita escuro? um oo
Ga?gas de cores para palitos covado 200
e 4.$' urna duzia : na ra Direita n.
loja de funeiro.
,
doTiapicbe n. -2, vende-se Wlis""p"ara fomra Paif ^rroupa: em casa de S. P. Jo-
penhora, arreios prateadospara cabriolet, chi- 'uiston L. ra da Senzala n. -2.
cotespara carro, c^,eiras^ara cavalloetc. ^0$ llianOS
r ,, r de folha1 de flandres, muito bem acaba-
r.artlioior.ieu Francisco de Souza. ra laca ; i i. i i
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-cos' Pudendo um durar tanto quanto
montos : diirain qtialrodos nossosa -ri00 rs. um
Itob L'Affectcur.
Pilulas contra sezoes.
Dilas veg laes.
Salsaparrilha Biistol.
Hila San ,'-.
Vermfugo inglez.
Xaropo do Rosque.
Pillas americanas (contra febres).
Ungento Hollway.
Pillas do dilo.
Ellirir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para fono de sala, o qual vende a mdico
preco.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A npulas.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
CoBvulses.
Debilidade ouexteuio-
co.
Debilidade ou falta de
toreas para qualquer
cousa.
Dysinleiia.
Dor d garganta.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Hilas no lgalo.
Ditas venreas.
Eniaqueca.
Iterysipela.
Pebre biliosas.
Febreto internitente.
Pobreto da especie.
Colla.
Uemorrhoidas.
Ilj'dro pesia.
Ictericia.
In i gestos.
fnflammacoes.
1 c r eg u a ridades
menstrua
Lombrigasd'e toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obslruccao de ventre.
Phtysica oa consump-
pulmonar.
tetenjao de ourna.
Rheumasmo.
Symptomas secunda-
rios
Tu inores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Para os folgasfles do Car-
Superior ao melhor
Gama & Silva, no autigo ater-
ro da ba-vista boje ra
Imperatriz d. G0.
Vendem lindi.-simos chamaloles de algodao
a milacaodoscda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
nrPlll lP fimliro hmenS Pr preS bara,issi'nJ T"5 Milita aser-
jl CSuIlbU UC lltllIlDI U. i ce um rico vestuario gastando muilo pouco di-
Linguasde vacca erasalmoura vnJasnIleiro (la"se as mostras com pinhor.
deLondres, vendem-se nicamente no OlllOSll TllA l\c%
armazem de Luizlnncs defronte da VllltlU 4"^ JIL"
po,,a da ..ende*. dlMia!
Na ra da Cadeia do Recife
n. 35, loja, vende-se urna ex-
cellente cama de ferro de no-
va invencao, porque fecheda
serve de sopha.
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
los patente inglez, os melliores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio 'o agente Oli-
veira ra da Cadeia ao Recife n. 62, primeiro Vendem-se rorrinhos de m5o a t3000 rs.
3Dtl,r- ina ra [Soia n. 71.
Vondera-s9 estas pilulas no estabeteetmento
geral do Londres n.22 i, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Ilespaoba.
Vendem-se asbocotidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contem urna instrucQo em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na na da Cruz i. 22, em Per-
nambuco,
Vend m-se faz indas por iio
pre.o e algumns por meaos de
valor para aeajbar, era pea e a rea-
r. Hio: na ruado Uueimado loja de 4
portas n. 10.
Algoilfio nioDslro.
A (00 rs.avara.
No armazem da roa do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com B palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 00(1 rs. a vara ; este algodo serve
p^ra toalbasde mesa por ser de superior quali-
dade.
:;sspfeitasc fazen;';
r-.\
l^o]a

4,000 rs.
por sacca d
1 roaos.
J
milho: nos aimazcns de Tasso
P
coaita,
inveBfuo aperei
\
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senliora.
Vende-se nicamente na ruada Cadeia do Re-
cife n. 48, loja de Leile & Irmio.
Na ra do Queima-
do n. 46.
Rii jsso!
e de cores a J,3 Je 35, l a
palctots dos mesmos
palclols do casemira de cores
bom gOSlO e tinosa 12, U$, I6J :
panno preto ara menino i
isemira de i res a
calcas de casemira de cores e ;: : i
lamente para mei 7?, 89, 9.?, 1
1, colleles de gorgui _
. mira a 5$, 6| 75, paletoUde alpaca pre- :
isdc cores saceos a 4,
i "'Jet ', (Jilos d<' brim, de c ..
;-.; fusio tanto brancos como de< i ;>,
: 45500, 5ae6& raleas de luios brai
: lo Dn a 5J. 63 1 7?, 1 Heles
! cores ;, 3$ e 3?50O, camisas | ara 1
divi rsas qualidades, rx',.-x< ,.. 1 ,in, d
cop Unas d 3JM00, -ij c :.-, um ri 1
melo de vestidos de caaabrala
bordados do metbor gosto que lem ai
reeido a 28-?, manteletes de Blo preto a de
cor muito superior gosto e muito n
a 203 cada uine 2fa, ricos casan i
cambraia bordados para menino a !
I : ra seabora a 15J, ricos enfi
finco de velludo gosio melliar qu leu
lo a 109 e 12;, e outras uuitas fa-
zendas e lulipas feitas que com a pie-
do freguez se far patente.
Ruado Oiieloiado n. ^M^Z^^^
A 30S cortesde ves-idos de sed, quecustar-m : hA^1^ V^ A jlll] OSIli
SaraW/l S S S^S \ I J&S^"&*~ !
custarara 30; a 8| chapelinhas para
na ra do Queimado n. 87.
Brim trancado de linho todo1
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nc :
desbota: na ra da Cadeia do Keciie n 43 lo-
ja de Leite & Irmao. '
Enfcilcs de vidrilho c de retroz a 43 cada 'f
um : na ra do Queimado n.117, loja de 4 portas. *
^ Em casa de Ral>e Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegante? pianos do afamado (abrican- '
te Traumann deHamuur/jo.
senhora: : prand- sortimento de casacas prcias
simeomn manda-sc faacr por nwdidj
tailc dofreguez. cscolheiido os mesmos -
pannos a seu gosto sendo os ir
e 403. :
Camisas nuezas
m
Vende-se urna poreo de burros en-
tre os quaes existem 40 pa re fias, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
ito do excellente ca riega ment cie-
gado ltimamente de Montevideo: os
pretet'dentcs dirijam-sc ao trapiche da
companliia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito nos araiazC|s de Tasso & Irmos.
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moeedas para eiigcnho, do multo
acreditado fabricante KdwinUsw: a tratar no
aian,o deposita ou aa raa to T:a;-icie a 41. nos aramens de Tasso 4 Irmio.
No mesmo eslal-e]eci;r.cnio acal a de che- :
gar ura grande sorlimelo das rerdadeiras "
camisas inglezas peiloa delial
i, ultima mola, por ter-se i.
quantidade delerininou-se a vender por -
meaos do valor sendo a duzia a 843.
IEnDlEIS
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & limaos.
Familia de mandioca
rinho do Torio, do mais superior, enifarr
dito champagne, idem, dito musratel, i,i,..t
armazem de Itarroca i Medeiros, ra da Cadeu
do Bacn n. 4.
Ra do Codorniz n. 8.
Batatas novas era gigos de 40 libras a \
feijo mulatiulio, saceos grandes, lj, e^ulrn^
gneros mais baratos do que cui outra quahiuc
parle.
Carne de vacca salgad i. em harria de 200
libras : em casa de Tasso Irciijj.


7-
DIARIO HE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 10 DE FF.VERFIRO DE 18G0.
(1)
DE
um
fmmfkQ) si iitis.
Sita na rea Imperial u. i 18 e 120 junto a fabrica de sabao.
BE
Sebastiao J.da Silva dirigida por Hanocl Garnciro Leal.
'.-- ....i..i.-,:_.,i L._______________... ,. _
(de
para
Ncslo esiahc'ocimonlo ha sempro promplos alambiques de cobre do diferentes dimejicoes
300 a 8:000 simples o duirados, para destilar agurdenle, aparelhos desiilaiorios cominos
P.a resillar e destilar espiritos cum graduacao at -i gtos pela graduacao de Sellon Cartier) dos
mclhorcs systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias de todas as dipencoes, isperantea o do repucho tanto de cobre como dn bronze c lera, lorueiras
de bronze de indas as dimeneoee a thios para alambiques, lamnesete, parafusos .'e bronzee
ferro para rodas d'agua.portas para forualhas c crivua de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas do ferro com armaran e sein ella, fugues de ferro potaveis e
econmicos, tachas c tachos de cobro, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de-Flandreg, chombo em lencole barra, zinco em lencol e barra, Isnces e
armellas de cobre, lencos de ferro a latan, ferro succa iflglez de todas as dimensdes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
parte,desempenhando-se ioda c qual>|uer >-""<<' ............
e para coniinodidade dos freguezes que
rao na ra Nova n. 37 luja
guezi
de fe na
encommenda cum presteza e perfeieao j coohecida
dignarem honrarem-nos com a sua couflnca, acha-
;ms pessoa habilitada para turnar nota das encommendas.
VtfRfil!
mu
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLA BOHADO'
PELOS SUS.
D. Intonio dn Costa A. F. de CasliThoA. GilAlejandre Ten-ulanoA. G. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlvos Itraneo A. P. Loi M ndonea. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos .los BarroirosC :'. J i CaldeiraK. l'inlu d i Silva' i Cunha F
Gomes de AmurimP. 1!. BordarloJ. A. de Preitas OliveiraJ A tlna-J. \. MarquesJ d
Andrade Corvo i. da Costa Cascaes i. Daniel CollacoJ.. do M iJ. G. I
tiresJ. H. da Cunha UaraJ. 1 da Graca JniorI. Julio de Oliveira PintoJos Hara
Latino CoelhoJulio Mximo rio Oliveira PinentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da silva
Jos de TorresJ. X. S. da MottaLeandro Jos da Costa .mz Fil
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Fcrraz\
Lupes Xisto Cmara.
DIRIGIDO
pon
A. P. de Cana'.hoI. F. Silvcira da MottaRodrigo Paganioo.
Destinado a resumir todas as semanas o raovimcnlo jornalislico e a offerecer nos lcitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorride na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as artes, alguns arligos originacs sobre qualquer desl assumptos, o hichivo'inivehsai
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, tcm satisfeito aos scus Qcs, com a i
exactidao e rcgularidade.
ifpa LoileLutz
alelim Jos da
Fcrraz
Jos da
Fublica-se todas as segundas feiras em rnlhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas cum ndicee frontispicio competentes.
Assigna-se no escriplorio desle Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. S.
Preco da assignalura : pelos paquetes vapor 1U;200 por anuo ; noi navio de vela 6S moeda ; 0 snl.'iiav
brasileira). v,.;, i,. ge
lia algumas colleccocs desde ocomeco da publicaco do jornal
Ptelogios.
Vende-se em casa do Johnston Pater A C, ra
do^V gario n. 3, um bello sortimento de relogios
de bur, patente inglcz, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; timben) urna
variedade de bonitos traneclins para os niesmos.
TARLATANA.
Vende-se superior larlalana, branca e do co-
res com 1 1|2 vara de largura : na roa da Cadei*
do Rccife n. 48, loja de Leile & Irmao
REMEDIO IfiCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as naeOes po-
dem tOGtemunhar as virtudes desle remedio in-
comparavel e prnvar em caso necossario, que,
pelo uso que dille fizeram tcm sen corpo e mem-
bros inteiratncnle saos (lepis de haver emprega-
do intilmente outros tutanientos. Cada pesoa
poder-se-ha conveneerdessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que Ih'as relatam
todos os dias ha muitos annos; ea maior parte
deltas sao tao-sor prndenles que HlDJimpv so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seas
bracos e pernos, depois de. ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde do viam soffrer :i
amputaro I Dolas lia muitasque haveudo dei-
tado es.-es asyius de padi cinicnlos, para BCnao
submelterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das laes pessoas na
enfusao de sen recouhecimenlo doclararam es
les resultados benficos dianle du lord correge-
dor e outros magistrados, alim de maisautculi-
carem sua firma ti va.
Ninguem desesperara do cslsdo de saude se
l'.vesse bastante eonfianoa para ensaiar este re-
coiislanlcmeataseguindoaigum lempo o
meritralato que uecessitasse a natureza do mal,
resultado seria prora rinconlestavelmenie :
fjuc tudo cura.
O ongruento lc ntil, ntais pnrtieu-
larmente oes segniutes casos.
Inflammaco da bexiga.
da matriz
Lepra.
Mal.-: das pomas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura du mosquitos.
Pulmocs.
Oueiniadelas.
Sarna
Supurarr.es ptridas.
FinJia, i ru qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veias torcidas ou noda-
das as peinas
uenlo no estati-cimento
Para ac
la grande ,
fabrica de tamancos da
ruaDircita, esquina
da travesea de S. Pedro
numero 16,
ha cfTeclivamente um grande sortimento de ta- Gaspar AlltOIlO VitHl'a GoniCS.
i.-'iuc^j ila li< (i-i ., ..-!: 1.. 1 a ... l. u.lL. -. m .
gerente Jos Gomos Villar,
Hua do Crespo n. 15.
Cassas de superiores padroes a 200 ris o co- '
vado.
Ricos vestidos de phantasia a 20#.
Admiravel pechincha,
Manteloles para meninas a b-J.
Velas de carnauba.
No escriplorio de Curgel Irmaos. vendem-se
adas, apreciavel or- \lvu T carnauba do Araealy, e tambera couti-
-cn I,. ,loi.i rnm n "ll0S tlu Ci,l'ra Sol*
mancos deludas as qualidadcs, tanto a relallio,
como em pequeas e grandes poredes; a csta-
co invernosa est prxima, e ueste eslabeleci-
menlo acharo continuadamente de um a mil
pares de tamancos sempre protnptos para qual-
quer encommenda, por precos commodos.
Nova confeitaria.
Neste novo estabelecimento cncontraro as
pessoas de bom gosto os rnclbores doces seceos
de calda, grande sortimento do pastilttas, as mi-
mosas cocadas nunca vistas
amendoas do clncotes e lorr
esicao.
P.igio do poder do abaixo assigoado, i o
Cesara, cnoula, eem os si
xa, magra, cara bexigosa, falla bhh. .
vestido bronco, chales encarnada, levaaAa
urna Irouxa com roupa, de sen us i ;
nada escrava fui da finada Antonia Mara d
pinto Sanio, e boje pertence
mesuia : desconfla-se Icr i dita i
para as bandas Ki sul : peite-se as aol
capilaes du campa c a qualqui
levarem-na ra de Sania li,:.i n. 61, i
mcsiiia ra n. !">, que si li ir geni
ni ente.
Mm i 1 San: k.
Conlinu a estar usido desde o mez deoa-
lubn do anuo ,
cbata; na mesnia preparam-sc bandejas com o
melhor gosto : na ra da Sanzala-Nova n. 30.
Nova confeitaria.
Nesle brilliante e novo estabelecimento ha pa-
ra vender immensas qualidadcs do doces secco
e de calda, para Ierra o exportaban, preparado
porum uivu metbudo, bom como caj inleiro,
laranja e abacaxl em latas lacradas,orno as que
vem da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. ti.
Vende-se urna escrava crioula, de idade de
30 nnnos, pouco mais ou menos, sabe eozinhar
, 0 diario de una casa, lava, de sabio, c lamben]
6 ifUilandeira : na ra dd Praia n. 9, armazem
de carne secca.
| Vende-se um escravo de bonita figura, de
idade de 22 anuos, ptimo oflicial de calafate : a
iiatar-se no escriplorio iii> Jos Joaquim Dies
Fernandos i I'ilho, no largo da Assembla n. 10
pnmeiro andar.
Vende-se um polanquim em bom uso
Alporcas.
liras.
Calles.
1 .'.:. res.
Coi i adoras.
Dores de eabeca.
das costas.
des membros.
Enfi rmidades da culis
ei.i gcral.
..u anus.
CrupQocs e cscorbuti-
.cas*
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
Inchaces
Inflammaco doflgado
wm a l /\ i mam ".'noo-se um polanquim em bom uso :
7 Una do Ouetmado371 -'CrrrA^r^it^.
_ Ramos n. 0.
Loja de 4 portas. &&mym$% ^^
Clicgou a este estabelecimento um completo & 16.. | f\ I '"f\ 9J -i "'"''
sortimento de obras feilas, como sejam : palo- & !!{?!! IA 1 ,!i':^0' l ?4 t& -a anuos, pouco ma
oits de panno fino de 16S al 28$, sobrecasacas i| **uu Uv/ VU/ieta.U U* U> Sfe ,
de panno lino pre!o e de cores milito superiores ? .--^ r\ ..-.,.,
...... i I -
Incus [que su intitula
la, represen) i ter 50 iiik 3 de i id*,
tiles na fn ule e os d -di ...
- i iretu fui escrava dos herdi iros <'. '

, e sendo levado :
; lado por
da Sli i i. ; .
" mesi .,, ,, ,,, i
>'. i occtill ., pelo que proli i
comii |
lo o seu i r-lhe i
lano, a lodas as i

nad i n lo. mandan lo
dre & Narciso, um ; ,
senli ii, i ,' .-,i ,. s,.u senli ir i
va Lo| es, 1.1 irav a 11 Ma lr le Dos, i
cite ti.. f]
Fugio le
rente, a preta cri lia, i i..-,,..
chela do corpo, ps .-
11 le de : :
de_ panno lino prclo e de cores muilo superiores
a 35?, um eotnpleto sortimento de palelots de
riscadinlio de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendern por pceo commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
france/.as de linb.o e de panninho de 2g al ?><
cada urna, chapeosIrancezes para homema '-,
ditos muilo superiores a 10#, dilus arclludados,
copa alta a 133, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para hornera de j, 53 c at 7$
cada um, dilos de seda e de pal ha enfeilados pa-
ra meninas a t(S, ditos de palha para senhora a /5> fy^.., o <
12S, chapelinhas oe velludo ricamente enfeila- p l^OllpdS Icilas frailCCZaS
das a Sg, ditas de palha de Italia muito finas n '
t5S, coi les de vestido de soda em earto de ,' -
ale 150$, ditos de phantasia O.o 163 at 35$000,
gollinhas de cambraia de 1.3 at 53, manguitos
do I$500al5$, organdys escuras e claras a
S00 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletelse calcas de 3*500 ato ,.
l$ n cuvado, panno lino prelo e decores de 2S500 iS
at 10$ o coyado, corles de collete de vcllu i
muito superiores a 9 e 12g, ditos de gorgur
0
10
preco
toda e
apor de
Seus proprielarios oferecem a seus numerosos freguezi 9 o ae publico em geral-
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido esiabcb cimento a saber: machinas de '
- os tamanhos, rudas d'agua para engenhos todas do ferro ou para cubos di', madeira moen-
meias moendas, taclias de ferro balido e fundido de lodos us tamanhos, guindastes, gutn-
e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e huecas para fornalha, machinas para ama--,!: man-
dioca e para dcscarocar algodo, preseas para mandioca o oleo de rieini, portees gradara co-
nhos de vento, arados, cultiva luios, punios, 'aldeiras e tanques, l oias, alvarenas
se lodas aa ulnas de machinsmo. Executa-se qualquer obra soja qual fr sua na tu reza pelos
desenhos ou moldes que para tal flm forera apresentados. Itecebem-se 1 ncommendas neste 1 sia-
.memo na ruado lSium n. 28 A e na ma do Collegio hoje do rmperador n... moradia do rai-
xeiro do estabelecimento Jos Joaquina da Costa Percira,
1 ntender para qualquer obra.
\ endo-se este un.
geral de Londres n. 2^, Strand, e na toja de
03 botica 1 ios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em tuda a America ,
Uavana e Hcspanha. f d.c,fust? } rn*K0S, de, C,V-,'S> ,u,, por
a800 rs., cada bocclinha contera lf'^rtt^'fcu ,h]^"ihu\ ^L W2 a v".
urna instrucco em prtuguez ara o modo de corl,ls ^ "*" de cores de.) ot 9, gresde-
fazer uso deste ungento "^'Ws do cores e Pratoa de t 3tf200 o
U deposito geral em casa do Sr. Sonm, I -v? e.sl,or.,i,hosP senhoraaf>$, eoeiros
pharmaceutico, na na da Crun. TI. em Per-
iianibuco.
_ Vendem-se em por^ao ou a retalho travs
e 32, de 42 e 50 palmus de cumplido, elida-
mos do zl a 2 palmos decomprdo e 6 nollega-
d.is de grossura, e caibros de 2b a :i : a tratar na
ra du Collegio n. 16, lercciro andar.
i-r.--
-
I
m
m
a
i
^..> ...^...... ..
*^ 1 ard a t[udrcs!na.^ lisf,.....
Grande e variado sorti-
mentode fazendas
finas c grossas, le todas
as qualidades e
precos eommodos.
<-.

c finas perfumaras.
NA LOJA
Alila & Burgos.
i
S
a 1
rv
1
Fi gie no 1 1 S lo 1 rente,
assignado,
filho do sel ofhi i, cun ns
guiles : c'r pi p n, <
dos da 1
...
Para a quaresna.
1T, a primeira loja
com quem os preteudentes su podem
KM. U I ...
wmm ipjitiiii s fiMii.
3 RfJA 1IAGLORIA9CA1SAi&^FI:]!2IAO 3
C\iu\ea ^or tmlios os systemas.
pela manha e Je tarde depois de 4
hi ras.
outras
O Pr. Lobo Moscosod consullas todos os dias
Contrata partidos para curar animalmente nao s para
propnedades ruraes.
Os chamados deven; sor dirigidos sua casa al i
gcncia a outra qualquer hora do d.a ou da noite sendo
pessoa, o darua eo uumero da casa.
Ncssa loja e na casa do annnncianle achar-se-ha onslantemenl
menloshoineopaihicos ja bem conheeMos e pelos pn ules -
Botica de 12 lubos grandes, .
D: los de 2 ditos........
Dilos de 36 ditos.
a cidade como ara os engenhos ou
as 10 huras da manha e em caso de ur-
pur escripto em que se declare o nome da
eos mclhorcs oiedica-
l.!o de 48 dilos.....
60 ditus.....;
Tubos aculaos cada um. .
I i seos de fincturos.....
al de medicina homeopalhica pe
era porluguezcoin o diccionario dus termos de medi-
cina, cirurgia etc.. ele. ,
Medicina domestica do Dr. flering, com diccionario.' '. '.
iioportnnodo Dr. Mello Muraos. .
o Dr. Jahr iradu/ido
10501 o
20JI090
2;
l<
'i D

I
li,S(iil!)
Na ma do Queimad i n.
passando a botica, ven |o-se superior soda pela
lacrada, lano em cucados como em cortes : por
baralissimo preco por haver uto grande sorti-
mento.
Na ra do Qucimado n. 17, vendem-se mo-
demas saludas de bailo, rom pequeo deleito,
pea tejea parte de seu valor.
Aos sonhorea arrnn Vende-se por muilo menos do cusi, aliona
saU.es, llores, etc. etc da arme-no da igreja do
ivino Lspiiilu Sanio : a tratar amado Kncan-
lamento n. 11. ou na roa do Queiruado n. 2
V'endem-se canoas de amarello, proprias
para pescara, por pie .o commodo : na ra do
\ igano n. 5.
Vende-so cera de carnauba a 105500 a ar-
roba, dita cid v.las a 1',!, dita de composicaoa
bu refinado s 123, rosarios de missangn
, espiguilhas, rolanlps, trinas e pedras pa-
ra afiar navalhas: na ra da Cruz, armazem nu-
mero 33.
Potassacl&Rossia
E CAL DE LISBOA.
No bom conhecido e acreditado deposito da
na da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tamben
rgem em pudra: ludo or nrecos muite
razoaveis.
*?> |
de casemira ricamente bordados a 12$ cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12 cada um, ditos lisos para ho-
rnera, fazenda muilo superior, de 12 at 20$ o
diizia, casemiras de cores para coeiro, cucado a
2$OO, barege de seda para vestidos, covado a
1100, um cumpleiu sortimento de colletes de
gorguro, casemira prcla lisa e bordada, c de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo de cores a 7-3 o covado, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado propno para palelots e colletes a 2$SO0
o covado. bandos para armaco de cabello a
l500, saceos de tapeto o de inarroquim para via-
gem, cum grande sortimento de macas e .malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar,porm com a vista dos
compraderos se nmatrarao.
Com (oque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
longos de cambraia brancos a 2:000 2:5oO 35
Ricos corles de vestido preto
do seda bordados, rom duas
e lies saia-, em grandes car-
toes, pelu baralissimo preco
de 7H> e
Veos prelos do fih*, de linho a
Dilos dilus para rhapelinas a
Gresdenaples prelo, o covado a
Dito dito superior de duas lar-
guras, o covado a
Setim preto de Macan a
Hito prelo de boa qualidade a
l'iiii pelo muito superior a
Curtes de cleles du gorguro
preto bordados a
Ditos de setim de Mac.'.o, borda-
(U dos a
}'i Velludo preto o covado a 4?8O0 e a
$. Velbutina prela o covado ;i
fit Luyas pretas de seda a le
^H Meias du suda pela para senho-
Ditss do seda prela [.ara hornera a
Ditas de algodo, pretas a
Lencos de seda de gorguro pre-
lo muilo superior, meios len-
cos a
Grvalas de suda prela a
Enfciles Unos de vidwllio preto?,
ijj para eabeca de senhora a
;$j Casemiras pretas, o corado a 29
ffi 2-2o, 3*200,33520, ice "
3fJ Panno lino prelo, o covado a 2S,
- -----------------------..... ............ --..
" idl !:--, e qual il -
| anhi i nina prrla es< rava : -! i
sen! i lo i 2 a 23ai .
- i rO .;..;-.
b^~

-'.
i
1-5/
a
80#000
llI-'.Cl
23-iO
:' I
25 100
a i
5s000
43 "00
G

po aes e capital ~ de i in u a r
escravo, c ;
Pescadores ns. 1 e 3, q ic -
geni rosamente.
loe
Fnsto do engenhu Mundo-Xm ., i
de Nazirelh, fieguezia de l"ri
ilej.'iiciro prximo passndn, o cravo i
vclh ', n.iciio Bciigui lia, I
do de ca! a 11, .
ene .-lora em alguma fal ir i de
i : i .i i 1er ti nos?
63000 -.;
i .. o ;"
::. i
1S2C0
c
is-fino
2.W00
1*600
4;000
45500
!
\
Em casa de E. A. Burle & C, ma da Cruz n.
4b, ha sempre pira vender um completo sorli-
mento de neos e excllentes pianos de lodos os
ceos e qualidade, os quaes sao de muila du-
raeao pela sua boa constniccao. Estes pianos
que loram premiados com a niedalha de primei-
ra < lasse na exposicao universa! de 1855. alem
de sercm do 7 otavas o 3cordas,so dejacaran-
; da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
sa rom [lodem compra-Ios com 20 ou 30 UiO de
I menos que em outra qualquer parte.
I Leite puro.
Vende-se loile puro a 400 rs. a garrafa : na
(ra do Vigarion. 0, deposito da esquina.
Snperiores relogios de ouro e praa, che-
dos ; elo vapor Oncida : no escriplorio de Sou-
Ihall Mellon & r... ra do Torres n. 38.
Amorim Irmaos, na da Cruz n. 3, teem
para vender algumas aegoes da companhia geral
ambnco e Parahiba : quem as pretender
2.-880, 33600, 4*000, 4g500,
51080, OrOOO, 6;500 a
4.UUI) a dusia tinos enm i palmos por cada face g Camisinhas de cambraia para se
e de i e meio por 5rO()0 cousa rara no Arma- ;
zeni de fazendas de Uaymundo Garlos Leile &
Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
lo
Vinho do Porto.
Vende-se o vordaJeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barris de quarto, por preco comino- -
do: no armazem da Adamson Uowie & C, na :# divanas qualidades e preces
ruada lraniche n. 1. i __.........____
i
-.:
ra da Trapiche n. 42.
Vende-se superior linha de algodo, bran-
cvs e do cores, em novello, para costura: era
casa de Seuthall lleilori C. ra do Torres
Ferros de engoramar ecoiionucos.

liberas a
Manguitos e solas de filo de li-
nho a 53000 o a
Manteletes riquissimos de gros-
denaplcs prelode 305. 35* a
hapos linos de massa, tranca-
res, dos mais modernos a S; e
Alpaca prela de diversos precos, casa- M
cas, calcas, paletos e coleles prelos de g
-0CO
1-C00
6*000
40>000
lOgOOO
PresBlos inglezes c qucl-
jos londrinos.
Vindos pelo vapor inglnz, os mais superiores
do mercado : na ra do Imperador n. 12.
Vende-se a armaco da casa n. 1^
estrella do Rosario, com muitos commodos para
qualquer negocio: trotar na ma do Nogueira
n. 2o, en na mesina ra eslreita n. 17.
snr Dcfronlc da matriz da Roa Vista,n.SG, ven-
dem-se e alugam-se bichas de aniburgo, por
. menos do que em qualquer outra parle, amola-
se qualquer ferramenta, lira-se e chumba-so
denlos, sangra-so c az-se ludo quanto pertence
b arle de barbeiro.
Vestidos blancos de blond de seda com ba-
i Indos c com pequeo deleito, por motado de seu
valor, muito proprios para casamento: na ra
do Queimado n. 17, a primeira passando a botica.
-
0 capital s de ca
vem em casa do aunuuciante, i -
18 It a n I, qil
No dia 6 de Janeiro de l&tiQ .
iiho Pontos, districlo M I
(i.i das Uafoas, o i s ravo rr
nardo, de 35 annos il .
ginnli s: 11; .i da denles mu :
lieca cali a al a i meio, baiioe gi
1 em barbado, lem uia braco .
que ou I ro por ter -
dito escravo [ueira lova-lo .
Joao llaptsla dos Sanie- l.,, .
mi s, casa encarnada, n. 4, quo .-
mente rccoinp*n ado.
Ocsapparoi ou na no le do dia 7 di >
re.;, nie ,'e s. .io-e do MaRguinho, rasa
Teixpira Bastos, i tbto rroui, rr.e te-
ui I lo ; ie; rsenla ^ a it im
co mais ou menos, sem barba, altura n
corpo igualmente regular c bem
pa, constando de calcas de i
panno Rno azul, camisas brancas I
ganga e de brioi trancado brancu, >
de feltro escura, c mu i rede, InOo usad
'd:* or nma mulher ierra, coi la, de
Candida, q..... nsta ser n ilural
1 cabello amarrado. O escravo nalu
gipe, aonde I m mai, boje forra.
a-se a quem o aprehender de entres
Hnngninho em rasa de Jos T. B isl s, i u
cidade em asa de Bast s & L
che n. 17 que ser

i
-
(i
ugido.
niententSAPSL!^ff^belC-CiIn5,1?: que Pelos nc* vos melhoraraen.os fcilos acha-se conre-
^is^sssrc.sa s sst sari sacara -; -.-....:
Assignatur. de banhosfrios para urna pessoa por mez. 10$000
c mornos, de choque ou chuviscos por mez 15;U00
____________^nosdo carines o banhos avulsos aos oreos annunciado.
Presuntos ingieres, quijos londrinos, latas
com bolachinha sortida, tudo de superior quali-
eado pelo ultimo navio, por prego com
OfSOS.
o
Vonde-seem casa de Aikuright 4 C., na da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
qhbury, sendo que pelo seu perfeilo mactiinismo
podc-se usar com coberta ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
i.a ra da Cadeia do Recife n, 36
rilo de vinho con 41
m loja
ao p do arco de
Santo Antonio.
Estando resolvido acabar com nina porco de
icainbraias muilo linas e cores 11 xas, vende-se a
J2G0 o covado, a ellas, antes que se acabem, cor-
, tes de meias casemir.s a 3j)500, ditas muito li-
1 nas a 5} o corto, pannos de tapete para cima de
mesa, coi los du cially com 1S COVudos
mais moderna que lem viudo ao mercado,
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44 '
rros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca- do como par;
dudas: na ra larga do Rosario n. 36
Vende-se urna taberna bem atregaezada pa-
va a praca. a iralar na esquina da Iravessa de San-
la Cicilia n. 18.
Era casa de Ilenry Forster & C, ra do
Trapiche n. 8. vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
Fogoes americanos.
Arados a 30}
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farnha de trigo de todas as marcas.
Lampeesde patente e azeite propno, uIeb-
mente ebegades dos Estados Unidos.
molo: era casa deSoulhall Mellors & C, na ra
du Torres n. 38.
_ Milho, farelo, farnha, gomma, arroz, Be-
bao, velas de espormacele, vinagre de Lisboa;
vende-se no armazem de Francisco L. 0. Azeve-
do, na ruada Madre de Lieos n. 12.
Com moda.
Vende-se urna boa cmoda de mogno, chegada
ltimamente de fura na marcineria da ra das
Cruzes.
Diccionarios.
Vendera-se por commolo pre^o dousjogo9 de
diccionarios de Muraos da ultina edieco ; na
piara da Independencia u. 22.
Vendem-se 7 escravs, sendo 2 casaes de
25 at 45 anuos de dado, muilo acostumados ao
servico de engenho : entre estes escravs ha
oleiro. pedreiro, carrelro, e lodos seera bem
sua officina ; na ra Oreita, casa
72, se dir quem os vende.
Vendem-se saceos de farinba da
boa qualidade e preco commodo ; na
Cruzes n. 20.
du negocio n.
trra de
ra das
fazenda
_..do, di-
los do phantasia de lia e seda com 3 babados,
gustos inloiramenlo novos, ricos vestidos prelos
cora babados de velludo, grosdenoplo pelo mui-
to largo, cliapoliuas de palha da llalla para se-
nhora, as mais ricas que ha no mercado, ditas
redondas do palha, ditas de seda, dilas du todas
as qualidades para meninas, lano para baplisa-
._ pnsscio, bonelsde velludo, ditos de
seda, ditos de palha enfcitado3, dilos redondos
para meninos, vestidos de seda part meninos de
3 annos, dilos brancos borJadospara baplisado,
sapalinhos bordados para dito, corles de collete
de seda o 2j o corle, merino de todas as cores
proprio para roupinha de menino a para vestidos
de montara, bumbazina prela muito fina, man-
guitos de todas as qualidades, manteletes prelos' cozidos oi "iraicViim pelo "L.
bordados, ditos de cores fazenda muilo rica, CSOOO, ditos saceos de alpaca?
jnosdeblyrinlb, toalhas ironhas, velludilho o mesmo gosto a 4*500, calcas de mea casemira
amo i, tr0'"'l F'".ra, Ves,"d,0S lanl d,e c"hoia "lui, boa*azend7a 4^500.' dilas de brim d?I -
K hi J I C"i"'S '11,10"^1.""' ^,lus a Jn" bo padroes do goslof modernos a 35500, dilas a
merm SjWO, ditas a 20500, saias a balo de labyrintho
a 85000, ditas de musselina a 5S<)00, chales de
Os abaiso assignados para commodidado do
respeitavel publico, procuraran) e conseguirm
estabelecer en: diversos pontos dcsla cidade a
vondagem dos ferros econmicos de Blcssc Draki
pelos meamos procos por que lem vendido no
seu estabelecimento da ra da Imperatrzn. lo,
isto de 12-5 por apparelho completo, que cons-
ta de ferro,fule e descanco. Esta maravilha d'ar-
le americana um daqoellos invenios de grande
ulilidade para a industria, pois nao s eronomi-
sa o rarvo e lempo, mas se consegue era deter-
minado espaco de lempo engoramar o triplo do
que seubiem cora um ferro com mura : com 00
rs. decarvao engommase um dia inleiro, s ne-,- .., ,., uaias a
ressila limpar o ferro qnando se principia a oi>e-' Iravessa da ra das Cruzes n (i
racao, O qual conserva sempre o grao de calor i Vende-se uui nrcio d ta'arfa i oe
que se pretenda, para o que lem un, registro; o bonita KVLr ^16^ -^ annos,
seu peso osla graduado para, sem esforco, poder diar i dei,m i r ,>.';,' Vl- COJUohJf ''
t manipulado avunladedo mais dbil 'tabs- J? ^Je l5l8hia se dir
querjos superiores a 2*200, manleiga inglezaa
Ig, primeira qualidade, cha do mcihorqi
no mercado a 2;20 a libra, azeite doce francez
O rs a garrafa, btalas a 0 rs. a libra ; na
IhaJor, lem mais um apparelho que obsla a i[ue
o calor do ferro possa prejudicar a quem com
elles Irabalha. Acham-se venda ros sopun-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,estabelc-
Cmento do Sr. Jos Alvos Barbosa ; ra da Ca-
deia do Recife n. 44. dem do Sr. Thoraaz Fer-
nandos da Cuntid ; iua da Madre de Dos n. 7
idem dos Srs. Fonseca & Martins ; ra do Crespo
n. 5. idem do Sr. Jos Eleulerio de Aze#edo
na da Penia n. 16. idera dusSrs Pinto de Souza
& Baro ; rui do Cabug n. 1 B, na aguia de
ouro ; na Nova n. 20, estabelecimento do Sr.
Antonio Duarte Carneiro Vianna ; ra do Impe-
rador n. 20, dem do Sr. Guimaiaes & Oliveira'
ra do (Jucimado n. 14, idem do Sr. .los Bodri-
gucs Ferreira ; ra Dreita n. 72, idera do Sr.
Jos Soares Piulo Correia ; ra da Praia n. 28
idera do Sr. Custodio Manoel de Uagfllhfs : ru
!:i Praa n. 4G, idera do
^lolcque F
00.$000 de gratificado.
Uoga-se aos capilaes de campos, e 3 i
qualquer autoridade a apptehenso do um i
que de neni Manoel, ciionio, Jado 1 2 ,ii
pouco mais ou menos, o qual fugio da ci
abaixo asignado no Jia 30 de outubio do
rente anr.o, levando ca'ea de cor, cu-.iiza i
12 da ra cha| eo de palha c loada e o maior siga
de asthma e a poiieo eslevedoenie
descoiiCa-se que estoja acuitado per algum i
talhao, que se qneira sproveittr d
idade para o seduzir, desdej protesta o i.
abaixo assgnado de cahir -obre dito lara| K
todo o rigor da le, e gratifica da ma: tira 11
qufclle que Ihe der noticia certa, e paga 1 i
des|ieza que se iztr cun o mesmo moteo,
se effectuar dita apreheosao, levando rea l
n-2!. Prandco Jos Germano.
Fugio v.n dia 7 de novembra
timo passado o psi ravo Felip) <. de i.
gola, du idade 15 a 50 annos, rom os* sig
til' s m linio e. .-.o do ci
ti sta i arrogada, iilln s pequeos, cara 1
i e a voz sempre .
larga, i i>m alguns ri
parec ser muilo manciuho, pal '
velhaco e nietti lo a curador .
, ponas um I -
mesmo coi | i s. ravo de
Poreira da CosH, i ropriotai i<
Providencia, na froguozia de \gua 1\. la .
o | .r un disser onde de o i u. .
sado.
Escrayos fgidos.
Fugio a 3 do crreme o escravo pardo, de
nome Saluslio, alio, magn, bigede e pouca bar-
ba na punta do queixo, anda calcado e sabe Icr,
tem urna marca de caustico sobro o pcito direito
urna losse nervosa, forte c frequente: quem
pegar, levo a seu senhoi o Dr. Aprrgio Guiraa-
res, na IIha dos Halos, que sci gratificado.
ATTENCAO
afi
admira.
ti nova loja da ra Direla n. 87, ha para
vender ricos paletos de fustao branco o do cores,
'iiumnlo preco do 5 c
ica Pltores.fuitus cora
------------............... ...* ^.
gleza, ditus-de crep bordadas, ditos de merino
de todas os qualidades, perfumaras muito supe-
touquim a 1OJ000 por ter um s de cor, vende-se
-~.,!por lao diminuto preco : e outras rnuilos fazeo-
como >estidos ue seda trancos p*Ta casamculo.ldas que so eem a vista do freguez.
Caslello Branco rua do Livramemo n. 3~6,idem
do Sr. Joao Antonio deMacodo; rua da Santa
Cruz n. 3, idera do Sr. Luiz Morcira da Silva : e
na rua da Jmocratriz, idera dos abaixo assignados
Uaymundo Carlos Leile & Irmao.
Fustram da casa de seu senhor dous escravs.
un de nome Luiz, crenlo, cora os signaes se-
guinles : bem prelo, nariz grosso, peinas gros-
. sas, olhos bsonhos, falla pouco, mu vagoroso
Sr. Pedro Jos da Costa ,410/indar, altura regular, representa ler de 18 a
Batatas
a 800 r
Ms.
o gigo.
Batatas escollndas a 800 rs. o gigo de arroba
para acabar : na rua da Madre de Dos n. 8. '
Feijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Beiris tem para
vender por preco commodo, era pequeas e gran-
des porcoes, saceos com feijao amarello de 6 al.
quoires cada ura, ou 30 cuios, medida destaoda
melhor qualidade que ha no mercado, c chozado v
ltimamente do Poilo no brigue poriuguez Amo-I i n j
lia I: na rua do Vigario n. S7.
Milho a 4^000.
Vende-se na armazem de Francisco L. O. Aze-
vedo, na rua da Madre de Dos n. 1
fcfnJ ~ """..... --i"-"-. -v. o iu a
^O^onnos ; o oulro de nomo Thoniaz, cabra, cora
marcas de bexigas j desfarcados, bom fallante
e muito conhecido por Irabalhar na alfandega
com boi, lem falla de um denle na frente, bem
parecido, julgn-se terem ido para o sertao por
ser um da rcguezia de Quipapa c oulro de l!u-
que : roga-se, poi tanto, as autoridades poHciaea
e capitacs de campo os peguera c levem-os s
Cinco Puntas n. 63, que se gratificar generosa-
mente.
: Fugio no da 3 do crvente do
lugar Boa Viagem a escrava Anna,
crioula, cor fula, baixa e secca do cor-
pa, olhos peiueiio, representa 40 pu-
os; 'foi escrava ha poucos mezes do Sr.
Dr. Buarque Na7areth, morador em
Santo Antao, conduzio urna trouxinha
de roupa de seu uso : quem a penar ou
noticia sera' gratificado por
seu enlior Jo> Pinto Magatliae, na
i idade do Recife, pateo do hospital do
Paraizo, cocheira n: 10.
200$ de gratifleaco.
Anda continua ans nts o preto J oan, escra-
vo do Francisco Anb nio Cal ral de Mi
pretario do engenho Tabocas da fi
S. da Luz. Lslu preto u-n dos cinro que
marco do anuo passado i\:-r.,m ..
nho, e lem os signaes seguinli > lo,
do corpo, reprsenla ter i2 annos do ida
lem alguns signaes de castigo naseo
lambem alguns principios do
consta ler sido visto no Ouricury, ncul
forro : quem o approhonder riilrogar no
engenho a sen senhor, su n i Re i fe a M
Antonio Goncahfs, ser gratificado comS0q$.
100.5000
de gratifleaco a quem capturar o cabra V. |
Candido, que lalvez Irale-se boje por 1 1
beija-flor, fgido desde aposto de 1658, de
20 annos, alto, b ia estatura, ral
um olho varado o grande cicatriz do m< m
do roslo. 2 denles lindos na fume, cosl.ma
dar elogiando que faz adjunto, nJnzido
a ras do Collegio o. 10, ou engenho Tacm
lgtiarass.
Fugio no dia 8 de dezemkro |
sado, do engenho Terra-Preta, na comarca de
Nazarolh, o escravo Joao, crioulo, bastante [Te-
to, alto, secco, sem barba, com falta de nm ,.' li-
le na fieme, bem feilo de pos e mios, muito
daneador, o quaudo foge quer ser forro, e ro-
mo forro eslava no Recife com o nome de Ha-
noel dos Santos, onde fo preso no dia 1
corrcnlc, c tornou a fugir por descuido dos
nhores mocos all estucantes, polo que ped
aos arrematantes nas obras publicas, a qu<
olTorecem trabalhadores, o cuidado, se appai
o fallado escravo, que tem nplinio signal, que
urna marca de um taino era toda costa da mao
esquerda, que quando fugio levou em ferida :
paga-se muito bera a quem o apprehonJer e e-
va-lo aomesDro engenho, ou no ilecife, na Sn-
ledade, aos estudanies II, smida Corris de Cras-
to e Ausitrliao Correia de Ctasiu.


#4*
m
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FF.IRA 10 DE FEVF.RF.IRO DE IS60.
Litleraiura.
que vacillaram (mitos nimos lirnirs. Ao principie I I'.' to difficl as rommooes sociaes e as guor-
couduzidn Baslilha rom os oulros ronseiliciros : ras civis conciliar lodos os animse reunir lodos
c dignatarios da cmara grande, Molo d'ahi li-
rado immodialamonlc por ordem do poro, oim de
excrcor as funcees do procura Joi peral pm lugar
de Jacquos de la'Guosle, que Uvera a feli- i-la.l<;
ou n sagacidad** de se retirar para junio do rei.
Mole amedruniido por essa promoo cheia de
pericos cconiamiiiala de ilcgnldaAe flagrante.
ao principio rerusou rom oustinnro aceilai
que, segundo dizia elle, ora mais que po-
sado para seas hombros*. H'as apezar di- suas
iqstaiirias e de snas suppticas, foi obligado a.
ceder aos Ritos Inmuliuosos de una muliido
uezes, de ni lisias e de povo
Mole! Mul! Mole! o que
considora--el de burj
iiiindo qu nrvavBn
A familia. Mul.
Se a dcsliiiaro do nasrimonto, di/. Tliomaz em
seu elogio do (lianreller d'A gu asacan, nao lima
rlitmcra, se lem alguma cousa de. real, qoando
tn vitluoOs, pul* a snucesso
a les nao lem o menor valor qua
1 la com n i!
i.-la ohserv;aop| -i que ha um Reculo
1 -'i isada, Imje seria apenas
I; c Inorar um !. m n sement pel es-
I i e pola anligni do -na ascendencia
tul ica pm que iv- ni -,
i i se fnrmulasso coai a prosa
e magnitica de Bnssocl, ou rom os
re nis de Corncile e de Des-
\ 9111.
' '-imilia les Sjjiic finia parte aquellas raras
privilegiadas, que alravessam osseculossem ver
degenerar seo patriotismo e sua virtude. A per-
petula ie das grandes acedes pareca intimamen-
IC ligada porpotuidaie de sea sangue.
Assim, quando a Franca perdeu nas funestas
batalhas de Ci. y, de Poitiers, d'Arncoitfi e de u abandono das verdadeiras
Pava a flor de sua nobroza militar, fui nobleza
i!i' toga, magistratura, que os rea pediram ra-
piaes abalisndos e soldados Ilustres. Os Qthos
mais mn,i is dessas familias precpilaram-se nn
ampo e suhstitiiiiam algumas ve/es rom vanta-
os snffragios. Srylla-era em Roma um tyranno
para rins e um salvador para oulros; Clao era
um lomo pm liorna o um maityr em IMicn, de-
pois Je haver sido tfm hroe em Pharsalia.
Eduardo Molo achara, pois, en sua familia
aquella ventura, aquella folicidado intima que
eslava lao longo do poder gozar na e'mminen'te po-
siro que devia sua virtude o prerirloceao
passagrira de nm povo roluvcl: Elh shat-hava
aquellos inofavers gozos que amrii'.sam o que fi-
zem supporlar rom 'nais resignarn as pozadas
preocuparais das funcc6'S publicas. A" tarde,
quando o procurador goral, de volts do Tribunal,
despia a cimarra e os austeros altribulos do sua
raneos, se reconliece logo que Malheos Molo era
um daquelles homens que a sabedoria divina sus-
cita no meio d'is h*. oes para conjurar a tempes-
tado,-domar as volitados perversas, abrandar os
espritus irritados o reronduzir enitim s peU> as-
cendente da virtude, s pula influencia da razio,
os povos perdidos tas trevas eiisanguentadas das
facedes.
t Continuar-se-ha 1
WlEVrv .
paren nao Ibo dtixar outri alternativa sono a dignidude judicial ia, cncorrava-se em sua blilio-
ai-ritao pora e simples, ou
mesmo consa anda peior
j llisiillia... lalvcz
Hiera com sen fillio primo?-mi tu, Malln-ns, e im-
bos, quer aluissom um au'or grego ou latino,
Molo em sua iova qialidade do procurador poeta ou orador, cujas bellezas commeniavam,
geral oi [iois obligado a prestar jurameulo quer em um onticloninionto mais real, comparas-
l.iga ; mas esso Tardif, do l.arthor o do oulrts sem roma historia de r'ranea nas mos.ascalami-
miiiios respeitaveis sonadores levados pelo ca- dados do reinado do Cirios VI com os deplora-
priclio do povo e pela poltica dos menturs aos' veisaconlecimonlos do reinado de Ueorique 111.
primoiros cargos do Parlamento, nao explicara provnha sempre dessas conversarnos intimas
gem o sempre com
lies Jlontlnc, aquellos Cliarny, aquellos I.a-
liiro, aquellos K creado, aquelles Xainiiailles,
aquellos la Trroouille, que nos campos do Pon-
tliieu, do Poilou, do Artos e da LombarJla li-
nliam mordido o p ao redor do estandarte da
I a c fazendo com seos corpos urna Irincheira
i rei.
i Uni, originaria de Trovos na Cham-
pagne, deu a Franca rapiies i a guerra, estadis-
i s, lia paz r era todos os lempos magistrados
i eneldos da santidade de suas funccijes o do
- em alto gro dos-a roragemeitil que. mais
.cUica/ineulc tal vez. que o talor militar, ilofendu a
do llirono, os direitos imprescrep-
- da naca), o imperio dasleis e a causa lan-
a-- ve/os ameaQaa da ordem, da moral o da re-
. i -as os citadc'las da grande c verda-
a eiv isaor n.
Km 1 i::'.), rom o bipo Joo I.egnise. a familia
M d toni a honra de submetlerTrojes obedien-
i i de Carlos ^ II. N i reinado de Francisco I, e
na intrpida familia mallo::, anda, por meio do
: i enei lira ailitudo, ;. irn |iii!lidado da capital
doiitrinas governa-
menlaes o a queda do poder, real tal como a
maioria dn (ovo fancez o quera eni.io.
A Liga, foreoso dize lo, nao era em seo prin-
cipio seoao a npplicaco vigorosa desla divisa
cheia de sabedoria, do nosso diroito nacional:
um s rei. urna
desso lempo
sua cora o
[iielles r.ln'aannos./ ,VTi una ier .,, ftgl<
so le
iiioria
iium s f''. A* illiislraroo
que O rei fosso digno de
um ensino preciso, sabias cluminosasroes pa-
ra o joven Malheos Molo, que lig.na assim as
recordacoes da historia com os oxemplos c so-
bre ludo rom a linguageni c com os scnlimenlos
palomos. E quando no dia seguiute pela ma-
l 11 na (71, ao rumpera aurora, o procurador ge-
ral preparon-se para ir ao tribunal, muilas ve-
zo-, ao rerebor do sous lilhos o beijo de edeos o
as homenagens mu las, mas sempre respeitosas,
que nao a deshourasM por fraquezns incompati- deseos servosgrupados em sua passagem
veis nao s com a purpura real, mas anda rom
o pudor mais vulgar; aspiravam veras leis hon-
radas o livres do todos esses abusos, que lorna-
vam sua applicaco falsa ou Ilusoria, desejariain
emlim e a costa dos maiores e mais lerriveis sa-
crificios sentar a religiao, ossj baso sagrada de
luda a civilisarao edo loda a naoioialidaclo, em
urna cidadolla iiioxpugnavel o ao abrigo dos as-
dizia baxinho, apezar do seu apoiireutu est.liris-
mo ; Talvo/ que ellos nao me vejam mais Pres-
sentimento fatal que estreila e despedaea sem-
pre nas guerras civis o eoracao dos lioinens que
Variedades.
<)15"-:S33>.V2E.
EAcolha dos'alfancnli.-.s para dlani-
Biii* a a^oriluraa
Brillal Savarin falta assim do el olal
Todo o homcm que tiver bebido alguns tra-
gos de mais na tara da voluptuosidad ; lod i o
homcm que houver passadO a Irabalhar urna
porcjo nolavel do lempo destinado ao soinno ;
iodo o homem iutelligente que lemporariamente
sentir-so estpido ; lodo o homem que acharo
tanto e a pura verdade, que as mulheres resis-
tcm por mais lempo do que os homens a laea
excesaos, o que quando a tiles so entregan os
levam maior exagerado.
A experiencia e a observacao estao de accido
acerca do faci. Entre os variados oxemplos
que poderiamoscitar, aponlaremos o do urna se-
nbora americana domiciliado em Pars, que be-
ba diauirrH'iiic um liirode agurdente senispii-;
tir deaarrauj em suas faouldades un ei
los lefiuios nu sino dUer, s iu
letlet exocso, pois que quando ella os cun-
mellia, oique i : acofilet'ia a miudo, tinha ne-
le I Ludas mais fortes, recorra intao
ugua de ni.i.-.-i dos carmetilas, cuja li se
alcool de pu graos Beba consa do do 11S copos
ordinal agua das 6 s '.> da noi i alia-
ra eiilau mais do ijtie c'ostuuuvp, iva os
criados, e quando se deiiava acn lucia quaai sem-
pre uo ploder conciliar o soinno ; senta cnlao
grandes oics do Cabeca, hallu'inarao O ponto
de recriar um ataque apopltico, segundo ella
dizia.
Por esparo de qualio a cinco anuos que fomos
ar liumido, o lempo longo, a athmosphera diffl- *ou n,cJlf" vm-o-la a fazei u uso constante da
cil de supporlar ; ludo o homem que tr perse- gurdenle, naquantidade que j indicamos, bem
guido por unii iita llxa que o prive da libcrda- 'onio dos seu> oxco.-sos d'agua do melissa dos
do de pensar lodos ossos. dizemos nos. lomeni carmelilajs. illa quasi nunca passeava, sabia n
boa meia libra de chocolate ambread, razao
do Olla 72 graos do mbar por una libra, e co-
mis das rezes do carruagem,
ir, e 'iui?i nunca coma carne,
levanlava-ac Iji-
a nao ser adoba-
nhecerao a maravilha da recolta.
Transcrovomos esta narrara o do H i ill.it de
Savarin, porque elle convida a tomar-se cho-
colate, que consideramos como moilo til
para enlreler a saudesem engordar milito. AC-
cresceularcmos que dovo haver o cuidado de se
empregar bom choeolate, tendo-se em Umbrti-
ca que nao ha substaucia que se falsifique mais. |
que dos-a forma lonia-ae ento orna fcula
as rircuuislaiicas arremossaram s abruptas ma- j aroinasada que uesenvolve a gordura, quai
ravilhas do Capitolio, visinhasda Hucha Tarpcia,
Quando, em virtude dis conclusos do conse-
heiro das dovassas, Diivoir, o parlamento laven
saltos pan ciclas deisos sombros innovadores que aquello celebre arcslo do 23 de unhd do 1593
ia/.ijiu rossiisciiar dopois d; Irfzc seculos os er-
ro-, a colora o os excessos de Euiychio o de
Ncstorio. Mas a Sana-Vniao ou a Lija leve a
sorle que solTrerom fatalmente duzenios aunes
depois, em 1780, usquadernos dos lisiaJos-goraes
que coniinbam as queixas, os votos e as espe-
ra neas das populaooos do reino. Activos ambi-
ciosos, hypocrilas acelerados, auxiliados, anima- chofo, etc. ele
polo qual lods os tratados folios ou por fazer
para o eslabelociinonlo de principes o prineczas
cslrangeiras sao deula*ados nullos e de nenhum
valor, como foilos em projuizo da le slica odas
leis fundamentaos do reino ; e lodos aquellos
que Ibo preslarem auxilio, fjvor o consentiinenio,
declarados ros do lesa-mageslade ao primeiro
.i,
praoa do Luiz XV, as saturnaes religiosas e phi-
Eduardo Molo, deputadu com o primeiro presi-
dente Joo l.eiuailro para notificar ao duque de
Mayenee a docisao do parlamento, respondi -
ceusuras que Ibo fazia o duque a respeitu desso
coraportamento oslas palavras memoraveis que
doveriam sor gravadas em letras de ouro sobro as
paredes do tolos os tribunaesde Franca : Muiha
vida c miiiba fortuna estao s vussas oidcns;
osophicas de 1590 o do 17'JI. e as mortandades, | mas son verdadeiro franco/, e perderei nina o ou-
os o pagos por alguns facciosos de sanguc real,
desfiguravam ao principio.envencnaram *ndopois
as relajos affectuosas do povo rom o throno o
(I.. Chaui|iagne e mesmo da provincia, contra as mpellindo n primeiro revolta. excitan lo o se-
lentalivas criminosas daquelles homens que apro- r,,,, |,, j duplicidade o resistencia, trouxeram
im-se roa egual hahililade das infelicidades m| peripecias aspira lasporMachiavel o pe-
i u da fra |ueza de um principo, para ar- i foruo os assassinatos do Saint Cloud [3] o da
os povos .' rc\olta. Para is artistas dn
. leus o ro -, o raptivoiro de Fran-
i lien i "S lanh.-i ora ii :i i oxcelloiile occasi.'io
de fazer liiumphar pelas armas,as criminosas ino-
pias ba milito em f^rmenlacao na cabeca de al-
: ambiciosos. A familia Mul, frente do
verdadeiros cidados, fez baquear esses projeclos
I idas, o Troyes, assim como Pars, ficou li-
vro dos lemores mu leni fundados, quu.Wiecau-
savam esses ii.....idori s sem misso, esses legis-
la lores de puna ios i> ,! lochas incendian is.
veio se cstabolecer em Pars I polos fins dn XIV
i. ii- ouli is ramos continuaran! a residir
ivii i |ne era o berro de sua rara. Com- I ,, ein .- tudopormein rieasconi os Boucheral, os dos os males quo podem opprmr um povo. Eis i do llenrique IV. Eduardo Molo leve urna parto
s lois opulentas ; q,u. |0rnava o despotismo omito mais prefer-; maior que qualqueroutro na abjuraeo desse prin-
rcl a anarcliia, pois esta nao ouira cousa senao cipe, e essa abjuracao, como todos sabem, rosli-
hoqiiH de todos os poderes particulares, pro- tnio ao mesmo lempo Franca a folicidadc o a
urando cala um prevalecer; o al quo um pro- Iranquillidade. A guerra civil nao tinha mais ra-
as proseripQdcs, as guerras ck'is, as 9postastas
escandalosas, as Iraices malditas do 15'JJ e do
17:)!. He lao verdade dizer com Bossuet: Que
o homem so agita e Dos guia ludo ; da iiies-
in.i soito tao frisante a exaclido o a verdade d-s-
las lindas que Uranios de um dos n.ais Ilustres
escriplores de nossos das: (juandi prevalece a
torea do soberano, v-su o despotismo; qoando
predomina a forra do povo, v-se a anarciiia e
preciso que urna das duas prevaleca laido ou
Ira anl-s do mudar.
O procurador goral por esta reaposta igualmen-
te afaslada da pre*umpeode um patriotismo ce-
g o do nina submisso servil, juslieava a divisa
da familia Mul : Cnider decoit, divisa com quo
('arlos Vil tinha decorado seu braso alim do
honrar sua roragem o dclidade.
Eduardo Mole nao so limitou a proleger, a de-
fender, a sustentar no seio do parlamento o.-sa le
slica, verdadeiro palladlo da naci ; ello appli-
i Cedo. Toda lula, que lem por objocto o poier, cou-so por seus consolhos, chnios de sabedoria o
i sobre modo violenta para durar mullo lempo,; de opportunidado, por suas instancias o sua varo-
nao r prejudicial sade. Mas sempre com
agua quo so dovo tomar o chocolate : do contra-
rio facilita a gordura. O leite conten em sua
composieo os elementos propros a augmentar
lar lodos os nossos orgiios e a servir sua 1111-
Irieo, coiitin azolo, que se aclia na pirloca-
zcosa, urna materia gordurosa, a manteiga ; u
urna materia saccharua, o assucar do leite.
A analyse chimica leva-nos a este resultado
nolavel, que a composieo da cazciui uil subs-
tancia cazebsa do leite c idntica & composieo
la febrina o da albmina do sangue, que e a
carne Huida. Debaixu dosta relaoOo o k-ilo
iniiiio nutritivo.
A manteiga e o assucar, que acabamos do en-
contrar ueste liquido, nao leem nada em sua
composieo que soja anloga das carnes, por-
que encontra-su n sua analyse carbono u os
(lmenlos da agua. Quando bbeemos leite, lo-
mamos ao mesmo lempo urna substancia que
til reparaco o augmento de ludas as parles
conslituinles nossa organisaco em geral, as-
sim como acontece na infancia; mascme o car-
bono o o hydrogeneo se acheni (:u grande pro-
porco ueste liquido, uecessario quo as
sois quo nao querem engordar, abslenhau.-So do
toma-lo.
Em raza.) da sua composieo chimica c que as
criancas devein s gordura, a qual provem das
substancias feculentas o gummosas quo receben)
durante a amameularo
Escolha das bcbid'is.
0a com pimentas : 1 inte semolhaiile pas-
sadio eugordava desmesuradamente.
J 1.1.-:.mo rofoila quando a coiiheccmos, li-^
liha-se tornado disforme do gordura, quando a
perdemos de vista ; ims conservou sempre sua
tez clara o Seus labios rosados ; na realldadc nao
pudiamos attribuira obesidade desta stnhora se-
nao ao allUSU das beb.las.
U kircli, o rliuui e todos os licores alcoolicos
operaui pela mesma forma sobre a economa liu-;
iiaua.
A Le!.i la natural ao homcm a agua, mas j
que. o liotnein nao
j quo ,i civilisarao alerrou a sua maneira d
sor, seus hbitos, seus gneros do vida, deve
egualiucule modificar o que do priuripio llio fOra
destinado para seus usos. .V agua que em prega
bebida modifica ao vinho de urna maneira
satisfactoria, liraudo-lhe a insipidez natural, tor-
naiido-
inciimbdo do sua reclamaco, e por com
dos mdicos poz-se de rama, onde observea pnr
longo lempo rigorosa dieta : e para uppajfta-l.
beba desmedidamente ; nada perdn i, ,
obesidade, porque o uso dos lquidos c a -
da cama a favoreciam.
reo Mercantil, do Rio.)
Eslalistn un ila Hospanli;!.
Madrid, 20 deoulubro de 1^.",.i.
Na aclunhdade nos parece rurosissiliRi I ?o-
guinio compara n as mai
nbolas desdo 1759 at I85U. '
A grande dlTerenra que mi nota >
ultimo anuo, eo numero de navi.- que -
em ronstrurco, provam mu el
erando niiileressfl que demonstra o govero pe-
lo Si 11 engrandecimeiiio. e com quanta raza
de boje figurar nossa esqnadra dignamcnl
lodos os mares do mundo.
17")'J S5 navios de guerra, inclusive (i
COm a.-ioS poras, oreamoiilo 5,IH)'J:()00 do i'.vu-
dS.
1789294 navios de guerra, inclusive 70 naos
rom 7,(i!''J pecas, oroamculu 102,^71 7489 es-
cudos.
1S20 83 embarcacooade guerra armad,
prelieiidcudo 10 naos, 119 d'-nirmad.*, M
a m entiw em !^2i, 231,928 S5816, em 17!
211,921:693-11.
181238 navios do guerra, 4 vapore*, n orea-
nienlo da marinha em 1835, 58 milhoos !4d, 1
1. Comniercio e goreran d ultramar, orea
mente- em 1842, 52.056:16116.
Ksquadra hespauhola em 1813.
NaoSoberano, de 74 pecas.
Fragatas.Esperauza, de 59, Perla, i i.
est em um estado natural, Clirislma. de41, Cortos, de 42.
Corveta.Isabel II, de 2i.
I! 'rzanliiis Patriota, de ]>. Mam in ir*.
20, Servion, de 10, e 18 embarcar es moa*ie*
com 22 pee's. i ,|a| ,iL. canlies34S.
Vapules. Isabel II, dcS ; <-.l'>> <
Pennsula, 8J cavaHos o Mazepa, de i1 I
As bebidas em goral le
ento em Troves, Giiilherme Mul, chele da fami -
i fin du \1\ serulo e comeen do XV, \,
; a Pars alguns de seus netos, que quasi I curando cada
lodos Ion celebres na magistratura por'
si m m por si us li los.
n 1 rimeiro n agislrado chamado Mole, de quo
os aunaos do parlamento de Pars,
i Mole, que cumprou um lngard < con-
Selheii I imara grande, no anuo do |530,pou-
: menos. Nicolao Mole lornou-sc um
sua corUpaiihia e ludo induz a
i r que elle foi um dos redactores princpaes
ira em que o parlamento, consul-
i moiiarchii, examinava o com modo e o
'. do reunio da Saboia, receiitemente
a, o ;.s bases do tratado pro-
1 rancisco i c Solimo II, iinpern-
os lurcos. Mas a sagacidade, o rigor dos
ropria rloquencia, nao sao bastan -
: ira i :i! geral eclebrsar um magistrado. E'
i s cirrumstancias Ihe veuham em au-
xilio o qui' ilos grandes aconlecimenlos
raicea, a dcsnrdem osla em seu au
le a dcslruico. Nosso combad
cada um contra todos, iodos haviatn de perc;er
se nao l'issem vencidos. (4)
Eduardo Molo, obrigido a servir Liga, re-
i-SC pois a nao rocusir-ibo o apoio do suas
luzes e de sua experiencia, mas elle nao quiz
serv-la o do laclo uo a servio, senao com as
restriegues que Ibo impuuhain seus sontimentos
de christao.de subdito fiel o de magislredo, in-
venuivelmonto ligado s formas tutelaros da jus-
lica. Fui assim que no famoso processo Brigar,
Eduardo Mul espoz-seao furor dos Rezosseis (5]
e suslcntou com urna calma, urna eloquencia e
um vigor extraordinario, direitos quo queriam
menosprezar e innocencias quo queriam dene-
grir com or mes imaginarios. Os Dezossos nao
o u a nica zao de existir o o throno do Phiippc Augusto o
torrivol de de Sao Luiz cossava do sor posio em almooda
pola loucura furiosa das faceoes.
Eduardo Molo levo a honra e a gloria, com o
primeiro presidente I.emaitre, Podro Damours,
Guilhcrmo Duvoir, coiisolhoiros no parlamento,
o a ivogado Langles, primeiro veroador, o l.liuil-
m por baso a agua
jiroloxido do hydrogeneo] que muilo I >v ra-
vel ao deseuvolviineiilo da gorduia. A agua ou
protoxido de hydrogeneo conten, se
ca o nomo, muilo hydrogeneo, quo
principios conslituinles da gordura. Silvas al-
gumas exeeproes. os homens o mulheres obesas
be bem muilo na occasio da comida, e cada vez
nos convencemos mais, pela experiencia dos lac-
ios, que para semelhante estado*consideravcl-
nieuto conliibuo a grande quantidade do liquido
bebida.
Uir-mo-ho, porcm, que est na nalureza des-
sas pessoas beberem por osla forma.
lomea o seguranieule excilanle para os
estmagos quo disso leem uecessidade, u (acili- vapores com 2 pecas a 280 cavallos.
lando assim a digoslo.
ii vinho puro nao pode seriir de bebidas s
pessoas |uc leem corlas posices na sociodadu :
loma lo debaixu dessa forma uo Ihes applacaria
asede; pelo contrario e.xci'ar-ibcs-liia u
mago, rlita-lo-hia ao pool" de causar infijm-
uiaro ; s os homens do liabaIhu manual, ou
5 que es1.,o sempre em inovimeiito, plein be-
burvmhif puro sem d'ahi Ibes vir mal ; suacous-
tituieu jiermitie-llie at de lomar especies Car-
regadas Jo principios excitantes que ellos
muilo pduca ac^u leem, e que causariam mo-
lestias s pess liaras ou privadas de um
187i3178 navios, 3 naos. "> fragatas, 29 i
res 8,630 eavallos, com l,31 pee c
ros, 15,990 soldados de marinha, 9.021 m.o
ros, r>6t) olficiaes subalternos, 21 supertot
1857113 navios, fragatas, 0 escui -
lce e 32 vapores d rudas rom 1,109)
-, ." 230 i Heladas os Iran-
ores de rodas e 1
ra al!os os va-
l C e,
exercicio continuo.
Varios vnhos brancos sao diurticos, c favo-
recen! menos o desonvolvimeulo da gordura do
; \ iliihos lu
u vinlio de champagne espumoso para umi-
ta gente, sobretodo para as mulle-res, um ver-
dadeiro nctar, que contenta o alegra os quo o
beb io, anda menos em pequea quantidade.
'. -' viuho poi certo muilo capaz de facilitar
a gordura. Tratamos por algum lempo de urna
moca que suslenlara-se de comidas assucara-
undo indi- i ''l. pasti is, caslanhas cuberas d" assucar, c be-
6 um dos bia excluaivanieiile champagne. Era deiuasiada-
iin n rom-oso t bsc i ado que algumas
-- ias, verdade quecni pequeo numero, nao
pdem suppoitar eate vinho; diiculta-lhes a
lao e occasiona-lhes incoramodos. Sem
duvida Lsto devido grande susceptibilidade
dos ervos, aos quaes penosamente comprcssi >-
na o gaz acido carbnico quo contom talo vinho.
i) cha por essencia urna substancia das mais
aptas para fazer emmagrecer ; mas a i tifus
1853 Navios de vela J naos, 4 I I 9 cr-
velas, 7.'si unas e 5 I rau sport i>s rom 51H v -
Vapores de rolas. '', fragatas, 7 crvelas o 1~
ior, procurador da cidade.do assignar os arligos Itoconhecemos que corlas pessoas bebem-iia- suas folhas, tal como a tumam habitualmenie,
se vingaram sobre a
i i vergonha o da
re
: ei.ha p5r em relevo seus tlenlos, sua cusacoes, mas lizeram expiar por meio d
gara a o sua ir.ig ni. Como o soldado, lem
elle i um rampodebaialha, elain-
.. como o s ilJado,-. precisa dos sons dos cla-
i us, nao p '. su.-lonl.'.r sua virtude, mas para
nserva oxemplos do dedieaco, c multi-
plicar suas victorias. .Nicolao Mulo uo leve essa
lade ; seu mrito nao Iranspoz os umbrars
la cama: a ''"i '' --"a vida seria, oceupada, la-
pas : iuleira nas calmas medtares
. nos agradareis esi id 13 do nma-
11 anliquidadc, da pliilosonhia o das musas
gregas e I itinas.
rado ao filho de Nicolao Mole,
Eduardo Mole, ligar ao nome j venerado do sua
a o primeiro raio de gloria cwa que im-
mortalisai essa roca do magistrados cloquemos
e virl i isos, magnnimos ou ulrepidos, o cons-
lantcnente habis o moderados.
Eduardo Mul ora ruusclhcro n i parlamento,
quandu rebentaram as perlurbaces da Liga.
i -se em suas fuuccoes de magistrado,
I ar do odio ou da perig isa amizade
das faceoes, quan lo o altenlad i de 16 do Janeiro
do 15S9 veio arrauca-lu inopinadamente do
s-u retiro o laura-lo naq elle turbilho funesto,
em que se curvaiam tantos caracteres nobres, em
(1) S em 1730 fui que o ramo mais velho dos
. deseen lento de Joo Mul, primognito de
Guilhrrme, se extingui em Troves. Assim, em
iiro si mpre suecede, foi o ramo
ui ;o, mudado para Pars, e.-se vasto tmulo
lo provincia, quo sobreviven ao ramo
nais i
2] Todos isabem que Bussy-Leclerc,procurador
no par menlo o furioso partidario da Liga, en-
carfegou-se de executar a ordem do Conselho dos
1 -. resollido a priso d) para-
lo i m massa. Na segn la-le ra 16dejnnei
o de 1859 enlrou elle na cmaradourada [cma-
ra grai de acompanhado por tros membros do
i ,e vnle o cinco ou irinla
fes lodos armad -. i no.elle, de coui
essoa do procurador gerai
eioao de suas covardos ac-
ii m
supplicio clandestino, ao primeiro presidente
Brisson o ao consel
pro niperdoarel aos
desso acto celebro quo tornou a pdr so'a a aulo-
ridade legtima de llenrique IV a capital o seus
arrabaldes, islo toda a Franca fl do mareo do
1594.
Os leslemuuhos de gratidoda parle da l-'ranea
libertada o de llenrique IV, vencedor das faceoes,
nao fallaiam a Eduardo Mole. U mnuarcha deu-
Ihe um bigardo presidente no parlamento, que
permaueceu em sua familia ale a rovoluco do
1789 o alim do corarde alguma sorle ossj con-
lianoa quo linbain em sua nflexi'el equtdado e
Margarida do Valois
luralmontc mais do que ouiras, le,idas a isso pomo concentrada o quenl
por seu lem pera ment, ou antes por sua consti- opposlo. Em primeiro lu
mas asse eramos que sao a isso obria i- quentes faroreci ni
lilie.10
das u habito entra por muilo nas actes da
vida, c nao iuvidomos que, sem embargo dedis-
posiro natural para muito beber comida, se
(oJeria abslor-se dessadispsioo ou modera-la ;
masquautas pessas se uo eiicuntram que, sem
relleclir consei'vam e al auimam essa disposii jo
por meio da escolha das iguarias deque same
pelo modo do prepura-ias
mu sua virtude. a rainba M.rgarid do Va'.ois yu,.m ;,s ova a proceder assim no nieresse
nomeou Molo unido seus procuradores pata a disr de satisfecho dos senlidos um inslincio secreto.
rnmo sem-i soluco de seu casamento com Heniique IT. Bom pr-so a gente em guarda cunta seme-
ire imperdoarel aos olbos dos revolucioaarios As memorias desso lempo nos representan! Ibautcs apetites.
le todas as pocas, uo coinbaior ou do provenir Eduardo Mole como um magistrado perfeilo, mas Alm de mo leraco na quantidade das bebidas
opera em sentido
ar todas as bebidas
deseni olvimcnlo da gordu-
principio ilo chaqu
sos. A hlice, i fragatas o 9 canil -. ''<
pecas. Alm disso :t embarraciVa
dimensocs cum urna pena m 11 < r i. Os i;.
id. com una p'-i e pedreiros n-is Philipii -
marinlipiros matricula los na 11 -; > mha 0 I.H17 -
39.09J nas Pliilipiuas e 9,889 em Cuba e P
Rico.
Esquadra hespanhola em 1859.
N is.Riiuha Isabel II, yj peeas, Re I
cisco de Assis, de 84.
Fragatas,Perla, de (2, Esperan: i,d 12
leu, d'> JO, CorlS. -2. I'., ile. I, i |illi
ras o :!.")!( cavallcs, l'rinee/.i do A-'ur: is. 5 I |
' :: i i iivaMos, Itereiiguo'.a, :!1 e 359, Peti
31 e 359, Coucepeiou, 50 o 3S9, e Le ili I, 50
369.
Corvetas.Flerrolana, do 30 peras, Isabel I!,
Je 2i, Villa do Bilbao, de39, e M uwra
Ri-rgantins Patriota, de 20 p^ras, II
de 18. Val ; -. de 16, Pelayo, de 6, G
lo, (ialiono, de 1 i. Ah edo, de I i, d0
12, Nerviou. do 19.
i
Escunas. Narva valb.s, Isabel Francisca, i!. Se 80 c > alio, P i -
la Therez. id.. Specas o BOravallo. Buen \
lura, id 2 e 89. Cu 1,2 e 80, I' l< lana, .
2 o 80, Cer< i, id., 2 c 90. F.m roustt icro:
I Consuelo, Coxadouga, Carta Ccnet I
letro Larcher, o
los
julgam uleis ao levando algumas vezea a rigidez parlamentar ate cumpre anda fazer* entre ellas es
ou do parlido
0 infinito. Cil.im esse respeilo um fado quo
aelia aqu naturalmente son lugar. Um contador
da Bretauha nao quera casar com una vuva da
qual livera um filho sob a lo de urna promossa
assassinatos jurdicos, quo ello
bou xito da faeco quo servem
que os paga. G
Apezar de seus esbirros e do sua virtude, os
olhares do procurador goral licavam muilas ve-
ces alerrorisados por cansa das sconas do desor-
dena, de abominaveis transacrojs, torpezas e
compras do consciencia que linliam lugar no fo-
ro. Molo se consolava de um espectculo lo
desagradavcl para a alma deum verdadeiro ma-
gistrado, refugiando-se o mais depressa possivel
depois de cumplidas suas obrigaces, em sin ca-
za no seio de su i familia, do seus lilhos, do seus
livros o de seus creados, quo lambern eram seus
llihos, Ahi, nesso sancluario, quo nao Ihe era
menos charo quo o dajustica, es pieria ello todos
os amargores do sua inmensa judicatura, todos
os perigos do sua sita i, iodos os atlaques de
que era alvo da parlo dos partidarios di Liga, os oaridoso.
quaes o laxavara do morosidade o mesmo de Eduardo Mole morreo em 1G1!. deixando a seu
moderantismo e da parlo dos realistas piuos que filho Mathcus o cuid i lo dd continuar su i virtu-
de, sua coragem o sua fidelidade aos interesses
bom en!
a cer-
ra, o :i punca quantidade di
conten a infusan do que geralmente nos servi-
mos nao faz senao ajudar a absorpro da agua
quente o d.i assuca que Ibo ajuntamos.
Nunca sethegar a explicar como que v.>i" ,,-.,,^ .,.,.;;.,, \....\ \\.
III >- ,: i !e usar da nfuso .1" I ;: IS
de verlos arbustos, ou da decorgo do certos Navios menores:15lugars.Va
graos torrificados ; ignora-so como soinelliaute de 16 pecas o 500 cavallos, Fr.-icis-ode \-
uso geueralisou nardos inleras. Mas poi
coito jinda mais vuriasu ver que os cfleilos bo-
nelicos do cha edo caf so devem a una s idn-
tica maliiia, comquanlo oslas duas plantas'
pertencam familias infeiramente diversas. 0
u.-o do eii e do caa n i se e : ao prin-
eipio senao nas naroes que sustcntani-se de pro-
! ferencia rom vegeles,
A nflueucij do caf torrado opera remo a do,
il., favorece o descnvolvinienlo da. gordura, se]
o fraca, porque n.o passa de nina bebida aquosa
oppoe-so a
o aecusavam do servir a Liga para satisfacer s
exigencias do sua iiicomme/is.'irmcl ambiro.
13] llenrique III foi assassinado o;n Saint Clou i
pelo mongo Jacques Clemente, dominicano, no
l." do agosto de lS'.). O monarcha ia euirar
em Paris pela brechae provavelmente a conse-
|uenea dessa victoria sera a dcslruico di ca-
pital da Franca. Do quo depende a exfaloncia
las grandes cidados o dos riis' o punlial de um
malvado firma ou termina seus destinos!
veja o o viuho do mara, excossivamente n
em |iarios a [uosas e muss laginosas, f.tvorocem
a gordura por meio do seus elementos consli-
tuinles. As bebidas tomadas em grande quanli-
de casamento. Arista das conclusoes do proco- dade iuervam antes do que excitam o cerebro.
rador geral, o tribunal ordenara que o seductor o a-falla de actvidade moral ou inercia do espi-
casasse imroedialameiite ou fosso enforcado du is i-11 > dispoe a obesidade.
horas depois. Case ou morra. dissera lacnica- Oalcool, que urna das parles ronioom
mente o procurador geral ao reo, pois tal a das bebidas de que fallamos, louge de prejudicar
vonlado o a di-casa i di tribunal. ao dosenvolvimenlo da gordura, para ella con-
A pesar dessas formas, mais aceerbas anda que trihue muilo, por meio do carbono, que a lase
severas, e essa rudez que ora cutio caracterstico d i pi. lia. Nos vemos quo os homens que abusam di> quando tomada em occasio em que o esto-
lalveznecessariodos oreaos da jusiiea.l.iu- ,, agurdenle engoi lam, ou licom inchados, mago pouco ou nenhum elemento contiver.
como vulgarmente se diz ; mas se se lhes loca, Tcm-se dito quo o caf nutriente, e para
dillcilmen'.o so encouiraui msculos debaixu da sustentar esta opiuio allegam que os niiueiros
pollo, to diminuidos de volme llcam no meio quasi que nao tomam oulro alimento emquanlo
do cunos flactdas o balotas. Ao sangrar-se laes
pessoas reconliece-se que seu sangue pobre,
ou, por outra, |>ouco rico cru principios nu-
| trienios.
Cumpre nao illudir-se : a gordura, nao
; riqueza do vida ; pelo contrario, dovo ser i
| derada como prova de alonia, de falla do roac-
jrao vital, como acontece aos velhos gordos, pos-
ardo Mole, b'ira do tribunal, no seio do sua fami-
lia ou no meio de sous concdadaos, ora o homem
mais indulgente, mais accessivel linguagem
do coraco o do espirito, mais dedicado o mais
andidos da juslie.i, do throno o do lis-
iado.
Pelo lugar que oceupa na hislorii, polas ho-
menagens que ha duzenlosannos nao cessara de
render a sua memoria, pela admraeo de quo
fui objoclo di liarlo di' sous |iro;ires eonioinpo- j franca fe js quo'.ibusan
quente ; mas qu ni I i > ncenlrada,
esto deseiivolviinenlo, excitando o systema Ber-
so e precipitando rpidamente a digoslo. As-
sim urna infusan muilo concentrada du cate
um excelleute licor para combalcr a obesidade :
operar com lano m lis iguraiiQa nesso senti-
Irabalhatn dentro das minas. Aluda dizem que
os orientaos quasi que viviam do infuso
do caf,; a issu responderemos que os mi-
ueiros o os orientaos respiran! pouco oxig
o pdem conlontar-se Cum urna substancia pou-
co nutritiva a agua o o vinho misturados na
propon o de um quaito do vinho para Iresquar-
agua forman) urna bebida muilosaudavel;
! i .".O i, Isabel la Catlica, 16 o ',
Garnv, do (i e 339, Colon, d li o 350. J ;
'i o 350, Antonio Clloa. d- r, 850, p
6 e 330, Hernn Corle/, : G B
e 330, Castilla, do :l o :'),i, Len, le !30, i -
i, ib- i; e 2'l. Santa Isabel, 1 \^ I. \
Barlii. 5 c 160, Reinada Caslilli,2e 169, I' -tn
I e 150, Duiser. -i o 12.. Vigil mi ', 2e 129, .\ i \
la, 3 o 12.1. conde del V. nadilo, 2 e 12 i. N I -
no, E e 121, l.lrano, 2 o UX), Mas i '.
I). Juan de Austria, 2 e l'1.. iudalquivir, 1
lOO.ICeueral Seco, 1 e 100, Velasen, 3
Comiede Regla,2c 189. Total 3,610 cavall
Allm disso S vaporea de granJe :
d qltimamento na Inglaterra. Tota
res.Transportes : RanH Mara, -i pecas e 1,1
toneladas. Nina, i e 1,000, Pinta, 2 e 800, Mari-
galanle, 2e g l icili i, 2 n 723, rd, 3
o 308, Jason. 18 e Era, F.iuwn I !2i
L'rumca, 2 : jase 131 louoladaj
Re ' brignes, Ui escunas, 15 navios mt i-
loresiio rodas e 9 transportes, nao romprehen-
dendo 20 film los, (il vi'
viro da alfandeg i.
Aenbam-se di
as c lambas para a -
(7; Os procuradores geraes do parlamento lain
para o tribunal no vero s quatro horas o meta
da manha o no invern s sois. Alguns pro-
curadores geraes ahi chegnvam mais celo anda.
p V nos etaleir ;. j
qullias, 1 nao, 1 fragata o 2 e* unas, lotH
!eo, no Fierro!. F.m Cdiz, 1 fragata o 1 en:
hlice, e em Cartagena, 1 fragata o 1 crvela.
i io que muermos ; a muilas moras depauperadas lomada em dosc do meio alo um litro por da |atnucrn j hlice,
i do sangue; s pessoas privadas do reiililaco nao favorece a obesidade; mas para minias
iess,..a= essa quantidade pouca, o eis una das F-.-lo do mesmo modo em cons
raudos difliculdades no tralamento daobesida- Rlalerra 15 canhonheiraa i helio
bebidas alcuolicas.
[1] O Sr. padre 1.a Meunais, du Indi'ferenra em <>s primoiros presidentes nao eran monos
. 0S ires assessoresde Rossy- iLiga queriam enforcar como suspeilo e quo o \nhia, quando foi preso pelos sicarios io ronse-
mateiiii de relijio.
[5 V. o jornal Ylitoile, de 3 de novembro do
1591.
'j Tralava-se de utn procurador no parlamen-
to, excellonto (ilado, que os partidarios da
lautos. Gil L''iiiaitre, ChrislovJo do Thnu o
Achiles do llarlay, chegavam s mesmas horas
que os procuradores geraes. l!annb> Brisson,
a victima iJos Dez.esscis, ia para o Tribunal i 13
ele novembro de 15!)l s quiltro horas dn ma-
l.ec'.erc nossa infame exp 'diccao eram Baplisla
Machault, Miguel de Marillac e Claudino Bastn.
BRANCAS,
roa
/vLrnr.Do ASSOLA^T.
XVI.
[Con/iiiMordo.]
Tirancas, desesperado sabio procura do se-
rretario geral. Quera ving.ir ncll todas as suas
Audinet vo-o entrar a tremer no seu ga-
binete bo. O rosto do Parisiense, ordi-
nariamente tranquillo o poliJo, eslava nesse mo-
menlo tontrahido por um furor fri, que gelou o
sanguc nas veias do secretario goral.
Scnhor, dsse Brancas sem comprimenta-lo,
conhero esta ledra '
E moslrava-lhe o bilhete anonymo.
Nao, disse Audinet, que rru-nou inslincti-
vamonle para um ranto do unirlo.
Osenhor um mentiroso infame e um mi-
zeravel tratante oxclamou Brancas com voz do
irovo
Ao barulho, enirou o coronel Halaga.
Quera so atreve fallar assim em minha ca-
sa ? diste elle.
Eu replicn Brancas furioso. Eu que
fallo no scnhor sen filho.
(,)in m ? o scnhor ? disse o coronel com voz
inslenle. Antes do ludo, tire o seu chapeo.
i eu. minha casa c quero que me respoi-
tem.
Senhor, disse Brancas, julgo que fallo a um
homem da honra.
Eslimo muilo iulorrompou Malaga.
E venho dizer-1 he queoseu filho um mi-
zeraveJ I
Aiu la di-se o coronel. J fez. o seu tcs-
lantento, senhor 1'arisienSe ?
J n o linham prevenido, disso amargamen-
te P.rancai. que offenajido polo lilho, eu teria
que baiioi-me com o pao.
Entro, dovin approveitar o aviso, disse o
coronel. Qual a sua arma?
A pistola.
Muilo bom, sor.hor. Amanha pela ma-
nha, s 7 hura?, esleu sua espera.
Audinet sorro com ar de mo agouro. Bran-
cas sabio da casa, e sem tomar folego, voliou
presidente r>ris Journal de Henry Qual re t. II f. 21.)
Ibo do Dezcsseis. E Brisson tinha euio quasi so-
tonta anuos
A proposito doslos ltimos, objeolar-mo-lio lal-
vez que muitos delles em voz do engordar com
os excessos da agurdenlo, caliera pelo contraro
coi. estado de magreza muilo pronunciada.
E isso bem verdade, mas, quando isso aconte-
ce porque algum orgo importante supporta
mal o alcool, o devenios accresceularque forja
do usar demasiadamente desso licor, raro 6 que
depois de gordo so nao vonlia a licar tlico, por-
que aliual o corpo fatiga-so do tanto c.XCeSSO, o
estomago adoece, a nulrico lio so faz o nina
maneira regular, e com oca a dcslruico comple-
dado. Certo individvo que livor o habito de be-
ber muilo mais fcilmente so privar de comer
iio que do beber medida de seus desejos.
Guilherme, o conquistador, era um grande be-
bedor ; assim que veio a Callr em um verdadei-
ro estado do obesidade, acbava-se em Rno nos
primoiros mozos do anuo do li>87 ; trazia urna
auliga pendencia com o redo trama Folippe 1.
a proposito do candado do Vexln, a qual quiz
terminar (ftiaulo antes : mas em extremo (aliga-
do uela. sua grande obesidade resolveu liberta r-
Orcameolo ordinario do mart-
nlia.........
IJein extraordinario .
94,6l2;21i
' reals
ta. Oque parece dillicil de crer, masque entre- Se dola. Envin ao rei de Franca um oflicial
casa do Ripainscl.
mens
Toma, le. disso ello.
Este ca o mais feliz dos ho-
estacada do sol por urna cabriada fio co- A
aventureiro, un nao sei que cujn pe-' em
Com ella, o recusa rindo ; todava hontero, bei- fuzao
Ca mao queestendia ingleza, para aperla-la. mola
Pechou-me a porta no nariz. So isso nao amor, quinhez dovo fazer rir os habitantes do Saturno
0 senhor Oveira pedo jo senhor Aihanazio ][entao nao entendo do riscado. Oliveira nao rft c Jpiter. Vale bom a pona lamenlar-se se mo-
fara a honra de jiutar cm sua' nada, ou nao quer ver, o proprio leu fio, o con-| Ibanie dlojamento Para onde quer que me en-
lii
as
Ripainsel que
casa.-.
Aposto, disse elle com ar faino, quo
Hila nao desdenha este ten criado... Toda
felicidades ao mesmo lempo 1
lano pe.or disso Brancas, a qunni con-
Irariava secretamente a vista desso homem fe-
liz.
Como, tanto peior.
Sim, lano peior para li, lano peior para
Hila, lano peior para o Gram Turco, tanto peior
para o Gram Mogol. Todas as mulheres reunidas
uo valem o diabo I
Oh oh 1 soprao vento desse lado, com-
padre ? A proposito, nao parles mais para Pa-
rs ?
Nao. \ou amanha corlar as gnlas ao co-
ronel Malaga.
Ento, oque te dizia en ? Aposto que pisas-
te a pata do coznho delle .' Soldado velho !
Tenho minhas esperanzas do que aquello sujuito
nao morror na cama.
Oueres ser minha leslomunha?
Que duvida Qual a la arma '.'
A [listla.
E's hbil nella.
Sim, bstanle.
Tatito nielhor, replicou Pvipainsol, que
cultou a sua nquielaeo sob um ar do bom
Isclheiro, j tomou o seu partido e me recebo
aiss bem.
Feliz rapaz disso Brancas suspirando.
O leu dia tambero ha dCChegar, disso Aiha-
nazio ; no entretanto vamos bobondo ; o vinho
conductor das ideas alegres.
Brancas seguio o seu conse'ho, tr.as nao
podia superar a tristeza.
vio a Providencia, nunca hei
rail a.
adiar peior tno-
Muilo bom 1 dsse Aihanazio. Sao novo
pobre moca passou toda a noite em claro,
inquiclacoo mora!, sonhando acordada, c
julgandu ver o corpo eusaiiguenlado do Bran-
i-.'-. Orou a D i i t um fervor extraordina-
rio.
Ah l-pensara ella, foi o n;eu orgulho que
o perdeu.
Pela maullan, -seis loras, vio c'j SCU pao
lioras ; vamos dettar-nos. Cumpre ter olhos pegar na bengala csahir.
li tupos, mo segura oespitiii) desembaracado,
por esse meio metior urna bala no nariz du se-
nhor Malaga, que parece un.a tromba.
Na
Si
eu nao le tivesso visto bravo cm muilas jor Bous
occasoes, disse Aihanazio, rocearia por li a!
na flaqueza.
Nao son fraco, disse Brancas, o nao temo a
morto ; mas nao rae posso consular de lar per-
dido Claudia.
mesma noite, f"i o coronel visitar o ma-
rgent. Sen ar grave o feroz admiren
que sabio da sala um sigual do
ex-
Ora disse Alhanasio ; o quo amor ? J
nao me letnbra quero disse : o contacto de
duas epidormes. Que a epiderme soja morena,
rosada, branca ou amarella, como pergaminho
velho, sempre epiderme, e nem por is?o deia
a nalureza do seguir o suas leis eternas.
Impo! oxclamou Brancas, com que entao
Rila nao passa de epidonno ?
Sao prohibidas as personalidades, disse gra-
vemente Aihanazio.
disse
pe do-
me servir do icsieniunha ? disse o
perguntou o niajor admi-
Tenho pena do major Bonsergent,
Brancas ap3 utn mumeiito de silencio,
um discpulo que podia fazcr-lhe honra.
- Espero que nao estejas perdido.
oc-
hu-
n. or. A tira primeiro so poderos c curta-ihe o I Tamberfl espero isso, so queros dizer que
nariz com todo o acci. Queies adosirar-te uii j nao eslou murta, mas mou curasao est dilacera-
pislolas do | do de pozaros, c ahenjoarei balj que
Tenho excollonlos
me tu ar
a vida.
E's um bello conviva, nio tcni duvida dis-
so Alh.itmo. A vida a morto s me ests n
un-iigar ossas duas palavras Feilas as cuntas,
lalvez a inorte; a raotie, c talvez a
VidC o Diario n.
bocadinho f
Uro.
Passou-so a noite em exercicios dessa especie.
Brancas procurara engaar a sua colera e o son
desespero Nao pode deixar de confiar ao anji-
ojo a questo que tinha lido pela manha com I a vida
Claudia, e o mo res'liado do sua credulidadu.! vida.
Aihanazio ergueu os hombros.
E' tempestado que ha do passar, disso, ello, a coragem do contemplar era face a murte. E'
Claudia quer fazer-se valer. E' muo bm feito j nada ou pouca cousa. E' a passagem de una
Islo le ensillar a nunca mais acreditares uo que; existencia outra.
vires" e a obedecer ; disposic_o excelleute para \ Muda-se de camisa, disse Aihanazio, e mais
quena vai casar. Quero queme impaiera se al- i nada.
gum df.i cu suspeitar de Rila.
Ento ests tanto nas
cas
Claudia,
pai.
'.lucres
coronel.
Vais baler-to ?
rado.
Sim
Contra quem ?
Com o maldito Parisiense.
Ollondou-to ?
A mi.n, nao! .. Ouvi questionar com An-
dino! e...
A que proposito?
Ignoro. Audinet nao ru'o quiz dicr.
E o oulro .'
Nao Ih'o pergunlo!.
Dorias detxa-Ios brigar.
Mou charo amigo, disse o coronel rom es-
forc, tu' conheces o Audinet. O seu lugarobri-
ga-o a niuil is coiisderaeoos...
I", manda-te brigar por si ? Valente rapaz i
Entra, nos, loliciio-me por Claudia nao o ter que-
rido.
Nao fallemos mais disso, disse o coronel
com Impaciencia. Queros servir-mc do teste-
mu liba '.'
Contra o mou futuro genro ? E' mpossivel;
ms loda a guartiK.o lera praztr cm uiesubsli-
suas boas
gra-rogado
Meu charo-amigo, disse Brancas, tenhamos luir. A que horas o duelo.
A's 7 da manha.
O coronel sabio bruscamente e na passagem
abnlroou com Catharii- qde eslava escutando se-
gundo o uso do seu offlio, o que foi s pressss
advenir sua ama. Essa triste noticia abalou a
O que o globo terrestre ? conlinuou o ad- altiva Claudia. Conhereu ento quuitu amava
Tanto quanto se pode oslar, meu bom ami-
go, responden Aihanazio. Vejo-a lodos os dias,
digo-ll:c que amo-a, eolia ri; que quero casar
um nionio do materias em decompe-
siro e cm recomposiro continuas, ura acervo
do rostas inmundos, una morada insalubre, um
curral em que lodo3 os animaos da creaco se
iiopurraui porfa, urna golta do substancia em
Brancas, e apezar do orgulho que no seu cora-
co lul.iva com o amor, escreveu Brancas estas
duas palavras :
t An:c-me e viva.
a Ct.viotA >
linde vai Vmc. '? porgunlou-lhe.
Passear pelo cani| i,
Tro.-uro impedir esse borrivrl duelo !
clamot ella.
Quera lo disse ? perguntou oancio admi-
ra io
Que importa ? Eu sei.
!'. coniou-Hiea neriida de Audinet, sua ques-
to com Brancas, n reeua que tinha feito de se
conciliar o as razos provayes do duelo.
Ah que traanlo! disse0 major pensando
m Audinet.
1' corren rasa do coronel Malaga. Este j
tinha sabido com as suas lestemunhas. O major
Inmou informages na rlsinhanca
sempre o coronel como pista, consegua dar
com elle. Mas j era tarde. O cmbale linha
comecado.
Brancas c Ripainsel acompaiiliadasdc um of-
ficial do guarnirn do Vieilleville, quo si r-
via de segunda losiemunha ao advogado, foram
os primoiros a chegar ao 'ponto. Pouco dopois
appareccu o coronel. Comprimcnlnram-se, car-
rogara m as orinas, medirn] qiiin/o passos de
distancia e os dous adversarios se pozeram em
linha. O acaso favoreceu Brancas que atirou
primeiro.
A bala rorou smenle a testa do coronel o cor-
lou-lhe um punhado de cabellos.
Bom apoirtado disso Ma'ag-i, mas esla
melhor...
No mesmo momculo clirgava o major todo cs-
baforide.
N'o afires oxclamou.
Malaga abaisou a pistola j levantada e espe-
rn.
Malaga, disse Bonsorgent, oure-tne por
dous minutos e depois farso quo quizerrs.
O coronel consetio, o tendo-se as tosiomu-
nhas afTastadopor dicrirao, o major repetio-
II.o a historia de Claudia. Malaga tremeu de
rata.
F. meu lilho exclamen ello. Mas, por
minha honra, recess.irio que este mancebo* me
de desculpis.
134,612;212 i
350 milhps destinados para i "
navio, e KM) para o abaslerimento I --
dentm em oilo annoshavero .'i i -. II
.'i crvelas o fill nai i b-
lico ; alen-, disso 30 vapores do varios tan,
e 12 barcas transportes r>la.
[Gttzeta ililitar '
Desculpas de quo .' pergunt iu >
jor.
!o quo quizer. Nao qnero qio se
me riiiroiiiarjm impunemente.
Bonsergcnl ergueu os 1
Nao, liada do desculpas d.-.-e ?. incas.
Atirei sobre elle ; atiro i .
rem -..
O major enlregon-the o bil., te de Cli
Brancas leu-o o sallando-lhc ao p. -
ca.-iou :
Oh mou pao como s
!"-ij prompio ? poiguniou o cm mol.
Es'ou.
Parti o tiro, e Brancas brilo no
ensangiienlado sobre a relva. Ri|
j : corrern ellee o levantaran 0
do rocurou fallar o desmaioo. O coronel quiz
approxn ar-sc.
Vai-te gritn-!l-,e Bonsergenl (''"
' lerrivel. Pouco falta
lugar.
Malaga parti,c a Irezentos fas- 'ron
' Anilincl que passrava, i espera o
combate. Foi m idea, poique o coto
para que cu tomo o su
perada pelas rcveUcdes de ionsergent, |
brou-lhe a engata nas casias, e i '-' i-hla i -
gado a nao sera iaterven^o das lostemu-
n has.
Como pintara dr de Claudia F.l/niont
SO morre de todas as bala*. Esta foi evlr.
muilo hbilmente, o historia desata
amantes araban como wq cont do tedas, l
i am-se, \ i eram nmi'o lempo, o ten nuil -
Ihos. So islo nao blicidado, nao sei o qu -
ja.Brancas lomando so tico com a sua ai.,
o com a succosso do lio GraDdorge,rijoa
mundo coja Sea esposa, aeuafilhos c seu _\
hvie o feliz como um luglez .'.'ira da sua
Sua uliima caria, quo recebi a liis das, tfata-
da do Borneo.
Bita, que casou rom o bello Aihanazio, boje
dopuiado do cupo legislativo, c 'z camolodas
as 'jisiens !.
Malaga aida rive.
Audiiot p.ceacbe au sei que tuneros,
nao sei.
E. Belkoni.
FIM.
PLI1N. TVP. L>t M. r, DEPARA. S60.
r **.r* .^-. i