Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08982

Full Text
AMO IXXTI. HOMERO 31.
Por tres mezcsadin 'ados 5S0O0.
Por tres wczcs vencas 6$oOO.
QUIETA FEIRi 3 BE FEYEREIRO BE 1869.
Por anuo a;ianlado ir$f)f).
Porte franco para o sakeriplor.
ENC.VRRE ADOS DA SCIISCIUPgA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrio de I.i na; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. do LeniOS Braga; Cear, O Sr. J.Jos deOliveiro
Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo remandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Jnslino J. i.umus;
Amazonas, Sr. leronymo da Coala,
PAKllDA DOS LKSEiOh.
Olinda todos os dias as 'J 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goianna e Parahiba nassegundas e
sextas feirns.
S. Anlo, llezorros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Gnranhuns as tercas oiros.
Pao d'Alho, Na/areih, Limnoiro, Brejo, Pos-
queira, Ingazoira, l:lores, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricury c Ex as quortos-eiros.
Cabo, Serinhaem, Rio Formse, L'na, Barrriros,
Agua l'reta, Piraenteiras e Natal quintas eirns.
(Todos nsciirreina pnrlem as 1(1 horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TltlBU.NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Belarao : Ierras feiras e sr.bbodos.
Fazenda : Ierras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphaos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: trras e sextas ao meio dia
Segunda vara docivel: quartas e sabbados ao
ni"in dia.
EPHEMEHIDES 1)0 MEZ DE FF.VERE1RO.
7 i.ua cheia aos 13 minutos da rronhi.
13 Coarto minguante as 4 horas e 31 minutos da
tarde.
21 I.ua nova as 5 hora? e 20 minutos da tarde
2'J Unirlo cn-sccnte as 5 horas e 33 minutos da
larde.
PREAMAU DE 1I0JE.
Primeiro as f horas e G minutos da manlioo.
Segundo ti horas p .10 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Dorotho v. rn. ; S. Guarino.
7 Terra. S. Romualdo al. ; S. Ricardo rei.
8 Quarta. S. JoSo da Malta fundador.
9 Quinta. S. Apolonia v. m. ; S. Kircforo m.
10 Sexta. S. Escolstica v. m. ; S. Silvano b.
11 Sabbado. S. Lzaro, Dativo c Cotarr-ro bb.
t Domingo. S. F.olalia v. m. : S. Modesto ni.
ENCAHRECADos DA SUBKfttTCAO NOSi'L
Alagoas, o Sr. Claudico Falcao Das Ba!.;i,
Sr. Jos Martina Airea ; Rio de Janeiro, u
Joo Pereira Martina.
E11 PElNAMBn o.
^ O pro priet ario do diaki Manoel Pigu : .i a,
Faria.na sua livraria pra< a i, Indei n lencil aj.
6 cR.
PARTE OFFICIAL
delle pela presidencia sob sua responsabildade,
pelo une tica a inspectora advertida.
2'.) -
Circular 5s thesourarias, declarando que (loan-
do nao possam obter na provincia os livros que
Ibes forem necessaros, requisilem-os era lempo
ao thesouro com os precisas especiieaces.
- 30
Circular s thesourarias, declarando que de-
liiusierio to Imperio.
EXPED1EKTK lio DU 3 I>K JAM'IIUI Dfi 1860.
Aos presidentes das provincias da Babia e
Pernambueo, remetiendo as Iroduccos dos rea-'
loiins do engeuhciro civil C. B. Lae sobre o I
estado das obras das estradas de ferro das mes-i <.....,... ,.a ..n.-v..,..,,..,-, ... ^........u .,...
nas provincias, afini di- que os respectivos Plise-1 vem-se devolver aos colleclores os livros resper-
nheirus liscaes pievinam a conti::uaco dos de- ti vos, cuando, (lepis de frito o exame e veri 11-
eitos nolados naqueiles relatnos. | cacao de que trata o art. (" do decreto n. 2.190
0 j de 30 de seleiubro do crtente auno, reconhe-
Ao presidente da provincia do Piauhy, re-, cer-se nao esta re m fin.los ; fnzendo-so na ulli-
nictteiido copia da consulta da sccc&o dos liego- "a folha servida as devidas declararles, d'otide
ios do imperio do conselho de estado, cojo pa- conste o mcsmo exorne, e sendo todava os mos-
recer que nao procede a represenlaco dos em- nios collectoroa obligados a rerolhc-los no ti ni
pregados da secretaria da presidencia contra a I
lei provincial n. 6 de 18 de junho do auno'
passadn, que determinen que os emolumentos da
inesma secretaria passassem a azer parte da ron-j
da da provincia, pprcebeodo os empregados eni
lugar delles, as gralilicaeoes que llics oicm mar-
cadas.
11
Ao juiz de paz em exercicio do 1." dis-
tricto da parochia de Santa Auna, nos seguidles
termos :
<.< Em rosposta consulta que Vine me fez ora
nllicio de lioiiem, declaro-lhc que devendo as
listas dos rotantes que os juizes de paz tm de
organisar anuualnienle para servirem de base
qualilicacao, comprehender gmenle os morado-
do semestre seguintc para o mosteo lim, ainda
quando nao eslejam fi;des Comuiuriicou-sc
recebedoria.
- 31
_ A' Ihesouraria dn Piauhy, irdcfcrindo o roqoo-
rimento em que Miguel Ucnrques de Paiva pedia
ser relevado do pagamento de juros da sua divida
i fazenda nacional.
A' presidencia do Cear, para advertir al-
fandega da provincia, por nao le cumplido a
disposicao do aviso deste ministerio de 2 de ou-
tuliro ultimo, visto nao seren allcndiveis ns ra-
zos que allega : ordcnando-llie de novo que,
eni observancia do citado avise, remella com ur-
gencia ao thesouro o regulamento do purto,
acoinpanbado de tojas as alleraces que houver
is dos respectivos dislriclos, conforme o dispos-l soffiido.
tu no artigo 19 da rei rcgulainontar das elcicajesl A' Ihesouraria das Alagdas, declarando que
do 19 de agosto de Iti, claro que na organi- nao pule ser concedida a aulorisaefio que pede
sarao das listas para a qu-iliticacao desto anuo para pagar aos empregados da mesn repnrlico
cumpria que regulassem os novoslimites que lo- a diOercnca entre a quanlia de 13}, que Ihes'foi
ram eslabclecidos para osdistriclosde paz dessa arbitrada pelo augmento de urna hora de servieo
parochia, pela deliberacu da illuslrissima cama- no expediente diario di reparlieo, e da de EOg,
ra municipal de 13 de uutubro do anuo passado, que por esse molivo se Ihcs mandou abonar pela
publicada em edital da niosina dala, nina vez que ordera n. 1 de de Janeiro deste anuo, visto nao
essa deliberaran esiivesse em execucao, como lerem os dito* empregados reclamado em tempe
de crer ; e de accordo com elle, e coin a altera- contra a deciso di Ihesouraria, que tica portauto
c.io que por ventura liversido fela na divisao dos approvada.
quarteires, deviam osiuspeciores desles azerasi 2 de ianeiro de 1S60.
suas lisia,. i Circular j Ihesourarias. ordenando, em con-
<( O nao se ter attendidoa es3ia alleracesfei-1 furmidade do aviso do ministerio do imperio de
as nos disliicios e quarteires na organiscao das '
listas que de o ultimo de dezembro de va ni ter
s;do enviadas ao juiz de paz que lem de presidir
a junta da qualilicaijao dessa parochia,cojos tra-
b iios leir. de comecar no dia 13 do crlente mez.
nao uioiivo para nullidade dos Irabalhos da
junta, porque o e33encial na qualilicacao que
ella conVprchenda todos, c uliioamenteos volan-
tes da parochia, no que nao lem influencia a ir-
regulaiidaie que |>or ventura houvesae cora al-
gumas lisias desse districto, e que Vmc. obser-
vou depois que lomou posse do curso de juiz de
paz, visto que os limites da parochia couiiuuam
a ser os mesnios ; mas como a lei manda orga-
msar as lisias por distrelos e quarteires, e leve
Jior lirn facilitar os trabalhos da qualilicacao,
marcando a ordein eiu que os rotantes lio de
ser chamados, o aquella em que os seus nomes
2') do me/ prximo passado, qm> recominendem
s alfandegas que na occasiao das visitas de en-
trada, exijam dosrapiles de embarcae< s as car-
ias avulsas, so j nao livercm sido entregues, e
as remeitam immcdiataracnte, e sem a menor
demora, ao correio, em qiulquer embaicacao da
alfandega, nao se adiando presente u do correio.
Circular s thesourarias,declarando para a de-
vida execueo, e para que o facam constar s al-
fandegas e ruis repartieres de fa/enda, que devo
exigir se a apresentaeo do aitestado de moles-
tia dos respectivos empregados. quando fallarcm
niais de dous dias seguidos.Officiou-se no mes-
mo sentido s directoras do thesouro.
Circular s Ihesourarias, declarando, do c;n-
fomiidade com o aviso desfa dala alfandega da
Jiao de ser escupios, deve Vmc. enviar ao presi- cOric, para que o focam cooslar na* demo ni
(leii'e di junta novas listas de votantes do sen fandegas, que os leipies de papel coni varetas de
distnclo, conforme as alleraces que nelle se l-' .-ndalo sao assemelludos aos guaes de varetas
zeram, se houver tempo pira isso, e quando nao do marlim.
baja, dar ao mesmo presidente os esclareci-1 5
utos une forem possiveis, para que a qualili-
cacao seja feita segundo a rdem" eslablecida
pela lei.
I) que communico a Vmc. para seu conheci-
mento e execueo, prevenindo-o de que nesto
sentido olcioao juiz de paz dj 2."districto des-
sa parochia.
Ao presidente da provincia de Pernambu-
Circular s Ihesourarias, mandando promover
a prompta subslituir;ao das notas de Ij, e 5j>
reis, queso acharemdilaceradas, mediante com-
petentes annuocios.
A' Ihesouraria do Amazonas, declarando
que se Pxpedio ordem pa Iho ser enviuda a
quanlia de 40:000$ por intermedio da Ihesouraria
do Para, qual se recommenda que faca regu-
II ...... r'*' "^ iciiHiuuii- .., ,i |ua su lecummenu.i que la .1 regu-
co, declarando que a proposta du superintenden-1 larmente o supprimenlo que leve ordem de for
te da estrada de ferro daquctla provincia acerca
da conversan do viaducto da Cabanga em mu I
ilen a em linha curva, pode ser aceita ; fazondo I
i presidencia constar compinhia da dita estra-
da que o govprno imperial nao concorrer rom
luanlia alguma para a substiluicao de una obra '
desde o principio condemnadi "pelos seus a-'
gentes.
Ministerio da l'a/emla.
F.XP3DIEKTE DO 1>I\ 21 Di: DEZEHBRO DE 1853.
Circular s Ihesourarias, recommeii laudo que
nos remenlos que livernm de remellet para o
thesouro, facam mencionar especificadamenle
todas e quacsquer despezas.e observem o dispos-
to nos rticos 13 e li da lei do orea ment vi-
ente.Ollciou-;c no mesmo sentido aos minia- de confonnidade com o
l .mos.
22
Circular s^ Ihesourarias, ordenando q;ie re-
comniendeni s alfandegas a exacla observancia
do artigo 11 das disposices preliminares da ta-
ri'' T"! incumbo aos escrivea fazer de seu
pinprio punho a escripluracao das im pugna-
coes.
A' Ihesouraria do Para, ondenaulo que, em
cumpnmeuto da ordem de 11 J0 abril ultimo,
remella ao thesouro a copia do assentamento ge-
rai Jos escravos da naeo existentes na provin-
cia, aos quaes se referem as instruccoes que
acompanharam a referida ordem : informando
ao mesmo lempo quanlos escravos sao necessa-
rios para ocosteio de una das fazendas. No
mesmo sentido a Ihesourarias do Maranho. Pi-
auhy, S. Pauto e Malto-Grrosso.
A' presidencia do Maranho, approvando a
nomeacao do guarda da 2.' classe da altandeza
necer sobrcdita Ihesouraria ; cumprindo que a
inspectora de conta ao thesouro dos embaracos
de que traa em seu ollicio de 27 de novembro
lo, e do qual a origen delles, e remella os
balancelos mensaes da Ihesouraria, que nao fo-
ram anda receidos de selembro ultimo exclu-
sive em dianle.No mesmo sentido Ihesoura-
ria do Para, mutatis mutandis.
i)
Circular < Ihesourarias, ordenando que re-
mollan! com urgencia ao thesouro as explicaces
exigidas pelo ai i. 1 da lei do orea ment d 14
de selembro de 1S3J, afm de se poder organisar
com lempo a tabella que deve acOuipanhar o or-
earaenlo geral para o exercicio de 1801 a 1862.
A'Ihesouraria do Piauhy, participando que
aviso dj ministerio do
imperio de 2'J do mez lindo, foi nesta data ap-
provada a despeza de 50j> que a presidencia li-
zera com a compra de gneros alimenticios para
se deslribuirem pela pobreza do municipio de S.
i! iymundo Nonnato.
~ A' ihesouraria do Para, declarando que aos
almoxarifos demitlidos se deve abonar a gralili-
caco do em prego emquanlo assistrcm aos in-
ventanos de entrega, descmitando-se porem os
; dias em que por qualquer molivo dexarem de
. Irabalhar.Idntica de Pernambueo.
A' do Maranho, indeferindo o requerimenlo
! do bacharel Tbom Fernandea Madeira de Cos-
' tro, que pedia restiluieo da ditTerenca entre os
direiios de 30 0|0 que pagara do lugar de juiz
! municipal e de orphaos da cidade do Caxias o os
que devia pagar por ter sido removidqpara a co-
marca do Turyassu de menor lolaco; visto que
pelo disposto na advertencia S." da tabella an-
:i de 30 de novembro de 1841. aquellos
, "" ."" b-""a u.i eiasse oa aiiunoga "e\a a ici ae u e novembro delsil aiiuelles
a^nUHT; 'Sulmm l'arrC0 ^ Scixas. para | diieilos perlencem aol.aiino do exercicio do
guardado 1.a classe, na forma do regiment de
de junho de 183.
2i
Circular s Ihesourarias, declarando que o go-
vemo resolveu que as coritas dos encarregados
dos teneros da fazendn nacional a bordo dos na-
emprego, c o supplicanle esteve no de juiz mu-
nicipal e orphaos da cidade de Caxias por ruis
de J anuos. '
A' de Pernambueo, participando que por
avisos de 7 do corren te, expedidos commiasao
ndega da Bahia, e alfandega
ue os
3 (cimvs u.i ivnu,i nacional a noroo uos na-, ul- exame ua aiiumicga
vios da armada sejam enconadas com inventario no Qm do cada auno Quameiro, e oSo como se I "'godo, predominando esta ultima materia do-
tem pralicado, passando o saldo para aconta no- *om ser despachados como seda n. 3 na formo
vi sendo aquella a verdadeira intclligencia do da n0la n. 3 dd decreto n. 2,130 de 27 de mar-
50 de 1858.
Ministerio da Mstrinlut.
EXPEDIENTE DO 1>1.\ 29 DE DEZEMBRO DE 1839.
Circular s presidencias oas provincias do Para,
Pernambueo, Baha, Santa Catharina o Hatlo-
iiii
art. 1 do cap. 3o do plano que bafxou com o de-
creto numero l.OOdc 30 de junho de 137.
26
A' Ihesouraria do Bio Grande do Norte, aug-
mentando o crdito para asdespezas da alfande-
ga respectiva, e adveriindo que foi irregular seu .
.roceiinunto em deixar de pedir o augmento no Grosso, mandando completar o numero das pra-
! C.' : e(lua,u" .T'opede para os ros da companhia de oprendizes i.iarinheiros
mesmaa deapezas no exercicio de 1839 j 180, morcado no respectivo re-ulamenlo
acha-se consignado na distribuidlo a que se est i A'presidencia do Para, exigido, ofim de
procedendo no thesouro ; sor lransmtlido oo ministerio da Tazcnda. eomo
r. i / ,i ~ ,ica 3r ello solicitado, o orramento do que se
Circula, s thesourarias, commumeando que despender ,com os arranjos que se deven fazer
solvcu-ae. sobre consulla da leccao Je fazenda para habitaco provisoria do inspector do orse-
do conselho de estado que o grat.caQflo do ort nal do ntarinha da mesmo provincia, e sobre que
iS do decreto n. 2 3 3 de 29 de Janeiro do cor- versa a segunda paite do aviso de 8 de novembro
rente auno, concedida ao empregado que livor prximo passado. Coramunicou-se oo referido
mais de 3U anuos de servuo, so e devida quando ministerio.
o mesmo empregado esli'ver em cTectivo exer-. A'das Alogas. acensando o reccbimenlo
Y-1' ,'~ mmU"1C0U'Se adlrecl0"a deconlabili- do ollicio, com que envin dous exemplares da
, collccco dos actos da assembla legislativa da
rr,.t?inP ?r lh-PS0"rarin Jo Par, con- mesmo provincia, promulgados na sesso ordi-
cedendo-lhe a gral.ficaeao do art. 42 do decreto ; liara du correle auno.
ile 20 de Janeiro ultim, por contar niais de 3'J 30 __
annos de serviro ; cumprindo-lho pogar, antea ] A'presidencia da provincia do Maranho, di-
de entrar no gozo do grattcacao, os eraolumen-, zendo que, nao leudo o seu offlcio de 29 do mez
tos da verba de registro do seu decreto de nomea- ] prximo passodo acompanhado as reloces dos
cao poro o cargo que acluolmenie exerce, os da, recrulas que assenlorom praca noquella'provin-
primeira cerlidao que junlou ao cu requenmen-; ca, como foi recommendado na circular de 22
to, e os de busca da ultima ; para o que se Ihe, de outubro ultimo, cunipre nos que determine
remetiera cases Ires documentos.Communciou-| a remessa de que se trata, como tambera a dos
se presidencia. recrulas que olli forem destinados oo serviro da
A Ihesouraria do Piauhy, declarando que,' armada,
tendo-se aberlo o crdito para as despezas do 2 de mneiro de 1860.
correio no exercicio de 1858 a 1839, na rapor- A'presidencia de Petnanibuco, approvan-
tancia de 6:813, muilo rregulorinenle proredeu do a deliberaco que lomara de mandar pa^or
deixando de pedir em lempo supplemenlo do sob sua responsabilidade, os despezas teilaa cora
mesmo crdito, dando assim lugar abertura! as obras do melhorarneuto do pono, da provin-
cia, p dizende-lhe que j se consignou a quantia
de 15l:0l)0j> para occorrer a laoa despezas du-
rante o exercicio correte.Commnnicou-se
coilladorin e ao ministerio da fazenda.
A" do Maranho. recomniendando que lenha
em muito especial cuidado a boa direceo e bre-
vidade na conslruccu da barca de escavaco,
contratado com Joo do Costa Santos, para o ser-
viro do melboramr-nlu do poito dessa capital.
A' mesmo, auioiisando-a a mandar proce-
der aos reparos de que necessila o loncha de apc
corros pertencente capitana do porlo da Brn-
vinci--i.-Commiinicoiir.se oo ministerio da fazen-
da e contadura da marrona.
Circular aos presidentes das provincia?, re-
commendando quesemprc que solicitareni aulo-
lisaeo para qualquer obra, pertencenie a este
ministerio, renieltairi logo o orcomento da quan-
lia em que ella peder importar, aflm de se ex-
pediiem os ordens para o supprimenlo dos ne-
cessaros fundos, por nao convir a coucessoo de
crditos illimilados.
A' presidencia do provincia de Pernambueo,
remetiendo os titules dn nomeacao de Joo Anto-
nio Calisto, Cimillo de l.ellis l'ixolo e Luiz Jos
da Silva, para os lugares de 1." e 2 enfermei-
ros e cosnhero da enfermara de mariuha da-
quella provincia, passados pelo director do hos-
pital da (iio, em viitude do art. 85 do regula-
monto provisorio mandado observar por aviso de
ii de julho de 1858. devendo os nomeados pa-
gar os competentes direilos e o sello.
10
A' presidencia do I'.io Grande do Norte, de-
terminando que informe a rrspeto da execueo
que se bajo dado ao aviso o instruccoes de 17 do
julho de 1850, referindo o que lenha occorrido
acerca do inventario e deslino do trem naval da
nnliga rapitanja,extincla pelo decreto n. DO deS
de julho do 1850; e comniunicando-lhe que, alten-
deudo oo que representara, manda-ae nesto data
que Ihe sejam remedidos os livros. o sello, o pren-
sa, e 18 exemplares do regulamento geral das capi-
tanas vertido em francez e inglcz, solicitados pelo
respectivo capio do piulo, ecxlgcm-se esrlarc-
cimentos acerco do estado da construeco de urna
lancha e um escaler no arsenal de marinha de
Pernambueo para o serviro do porto do Rio Gran-
de do Norte, aulorsada 'p,-1>' "vi30 de 1 de Ja-
neiro do auno prximo passado.Expediram-sc
avisos presidencia de Pernambueo, intenden-
cia, c capit.inia do porto du corte, o communi-
cou-se conladoiia.
12
-' eeco.A* presidencia da Parabyba,
dlzendo-Ihe que n augmento dos vencimento's de
Joaqulin Freir de Mello, potio da galeota des-
si presidencia, assim como dos domis patres e
remadores da capitana da provincia, ser alten-
dido opporiunomenie, por oceasio de se adop-
tar urna tabella geral des vencmeutoa de loes
empregados em lodos as provincias; e que, en-
tretanto, s no futuro exercicio de 1860 a 1861,
pode ser-lhes abonado o augmento de 100 ra.
diarios lls cumedurias, concedido pelo respecti-
vo ornamento.
miaiistcrle la Cnerra.
EXPEDIENTE DO DIA 9 DE JANEIUO DE 1560.
Ao presidente do Pora, declarando que,
sendo preferir! construir-so um novo quar-
lel a dcspender-SC soturnas nvulladas com o con-
cert do do 11." balalho de infanlaria, compre
que mande tirar a planta e proceder oo (.re-
menlo de.um quortel, designando o lugar mais
apropriado poro esse flm, temi em ottemo o
parecer, que se enva, do coronel director das
obras militares da corle.
Aodo Maranho, idem que deve advertir oo
conselho administrativo do provincia que Ihe
cunipre fazer a remessa das actas de auassesses
a medida que ellas se verilicarcm, e nao reunn-
do-se, como succedeu com as de na. 391 a OO.
Ao mesmo, dem que se approva a delibe-
raco que lomou de mondar dar baixa do servi-
eo do exercito a Verissinio Marques de Noronha
visto que, quando foi rocrutado achava-sc em-
pregado como boiodeiro no termo de V'ianna, leu-
do a seu corgo mais de 120cobecos de godo.
Ao do Cear, idem que deve remeller quan-
lo ames pora a corle os oitenlo procos que ex-
cedem o eslado completo do meio balalho da
provincia, e bem assim os procos do mesmo ror-
po que se comportara mol, viudo estas acomoa-
nhadas de urna relocao especial, poro poder'cm
ser conhecidos e lerem o conveniente deslino
10
Ao do Piauhy, em resposla aoseu ofTirio n
la de i de dezembro ultimo, em que participa
que mondara empregor no servieo do meio ba-
lalho o 2." cirurgio do eorpo de sonde do exer-
cilo l)r. Cesar Augusta Morques, que chegra do
Maranho, que vista do que se delerminou em
oviso de 10 de novembro anterior, deve o dito
2." cirurgio, depois de cumprir no mesm.i pro-
vincia a sentenca de dous mezea de priso que
Ihe foi imposta pelo juiz de direo da 2.a varo
da capital pelo crime de injurio, ser submellido
a conselho de invesligoeoo que conheca das fal-
las de que oceusado.
11
Ao prstenlo do Par, declarando, para
fazer constar ihesouraria de fazenda que o |)r
Joaquini Fructuoso Pereira Guimares, fica dis-
pensado de restituir o importancia dos gratftea-
eoes que receben dorante o lempo em que exer-
ceu o lugar do medico e consultante do hospital
regiment! do provincia, em conformidad.! rio
aviso de 13 de julho do 1816, visto que dos in-
formocoes obtdas, consta que o referido faculta-
tivo solisfez os encargos do mencionado cmyre-
go ale marco de 1857. '
16
Circular aos presidentes, remoliendo copia
do aviso de 9 do presente mez, dirigido ao l-
enle general ojudaule general do exercilo pro-
videnciando sobre a marcho de oliciaes para seus
destinos ofim deque codo um faca rigorosamente
executar OSSas medidas na provincia a seu cargo.
Aopresiderile do Para, declarando que bem
proceden a Ihesouraria de fazenda do provincia
impugnando o abono de sold dobrado feilo pelo
commandonledo colonia militar Pedro II a dos
[iracas, nao obstante lerem direito a tal' vanla-
gem, visto que nao da competencia dos com-,
mandantes de destacamento, maaaitn da dos cora-
mondanles dos corpos, o abono da gratifico.-,,)
concedida s pracas de pret do ejercito, pelo
aviso circular de 21 de julho de 1855
Aos de Pernambueo e Bahia, em addjla-
menlo ao aviso de 12 do correlo, que depois de '
KAm.t!?m-?! a. Sorte p-el P"me'r" vapor as
eguir
Antonio do Vcig.i fj. de M. da M. Pimentel ; ne-
iihunia molestia.Capaz de lodo o servieo do
exercilo.
Companhia de artfices, 2." tenenleMiguel Tci-
xcira Lopes Malheiros ; pa Ipil aros nervosos" do
coiarao.Curavpl. |),.Vc siibiet'.er-se a trata-
ment. [Este oflicial nao se lem sujeilodo um
tralomento apropriada.
Assignodo.Jos Joaquim Coelbo.
Conforme. Ilerardo joaquioi Correia, lente
ojiidanje de ordens do-rommuado.
INTERIOR.
Discurso ]>rofi>riilo pelo Rvm. padre
I.imlolplio .Jos Correa das Nevos,
1>i-'ador iln apella imperial, por
oceasio do entaeefto de gracas pela feliz.
aseiu de SS. MH. II, esta pro
vi acia,
Qiiaiiio majares humilia
le in omnios; el coram
uto invenas ratiam.
( ECCL. 3. ]
Qnaiilo mais elevado tures
por lu condicoo, tanto
mais deves limilhar-le
por la virtud'-, e assim
teros a graca de Dos.
5U proeos requisilodos, noo devora fozer si
mais ueiiliuina sera nova ordem do governo.
COSIANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eoaimando das
armas de Pernambueo, na vida-
de do Becife, ? de revereiro de
lHtO.
ORDEM DO DA N. 350.
O tenenle-general cointiiandonle das armas faz
publico para conhecimento da guarnicao c dovi-
do effeito, o resultado da inspeceo de'aaude por
que passoram no dio 1 deste mez' os Srs. officiaes
dos corpos do exercilo existentes nesla capital
que se ochavam com partes de doente :
8." bolalhoo de infoiiloria, o capitn Temoleoo
Peres de Albnqiicrque Maranho ; rheumatismu
Curavel. Deve continuar no Iratamenlo era
que se acru.
4.ft balalho de nfantario, o alteeea Francisco
Sen lior !
Os reis, diz Santo Agoslinho, devora humilhar-
se ionio mais profundamente diante de Dos
quanto mais elevados se achara na jerarchia da'
ordem social. Quanto mais subida a dignida-
de do mondo, mais profundo se (orna o abysmo
pie a cerca.
Quanto altor imperii.auhlmilas, tanto pericu-
losior. Ideoque reges, quanto sutil in majore
su .limtale leircna, tanto magia humiliari Deo
debent. | s. Agoal. Ps. 137 n. 9 )
Dos, lies ve/.es sanio, eu vos adoro !
Se, pois. encontramos a Iradiccao do peifeilo
acord cora a Biblia neste pens.'monto, e com
ellas nao so os autores sagrados, como os profa-
nos, qnao grande nao deve ser uosso pro/.er ante
o cdilicanle exeroplo de humilde piedade, que
nos aprsenla boje o rei do lena, prnslrado ante
o ni dos res, o dominador dos dominadores?
[ Apoc. 10. )
Kxeniplo sublime de religio c poltica !
Sira, Senhor, nelle ubservaraos, nao urna imi-
taeoo dos ostensivos costumes das antigs rortes;
massim o monie.-laeoo sincera de gratido oo
bupremo Arblro dos destinos do universo, pela
proleccoo,cora queleem favorecido este nascen-
le imperio, por mais de una vez abalado pelos
Molemos choques de nossos erros comiiiuns :
Observamos os signaos mais vehementes de rc-
conhecimento pelo solidez com que se ochara lir-
. mudos suas nslituicoea polticas ; o fervor dos
supjilicas.com que 0 invocada sua divino insni-
raeao na aolueo das dillices .quesloes interna-
conoes com que a tortuosa politica de alzumas
noroes nos lem procurado embaracar.
temos reconhccido o principio dos livros son-
tos Aii salralur rex per multara virlulem [Psal.
i- e a tarda conftesso do marivr du Sonto He-
lenaa valenta heroico de aguerridas brigadas
noo c sempre bastante para salvar os res de
sua perda ; sua salvaco est nos mos de
neos.
Al aqu yemos nao s a religio de mos do-
nas com a fe, mas timbem o poltica de acord
com ellas, na manifeslacao publica do respe lo
uiwiidade, que mcalculaveia resultados beneD-
los deve produzr no espirito do populo, o, que
edificada a observo. *
O exemplo dos grandes influe sobremaneira
no proceder dos pequeos ; e um principe que
se presta diante dos altores, alcm do respeito
religin, que reslabelece, ou faz conservar, ganha
na opimao publica o cenluplo do que perteuce
no concert do ncredulidadc.
Aquella a que conslitue a popularidade, que
touos os soberanos ambicionan), c poucos con-
segueni. '
U que pode, diz um moderno esciiplor. pedir
pora si um hoiiieiii, que, por sua posico social,
nada mais tem a ambicionar, seno 'conselho
e prudencia para bem administrar os nego-
cios do poiz, que a Providencio Ihe conlou ?
ral e senhor. a lgica popular ; e o povo em
sua lealdode, nao ingrato quelles, que se inle-
ressora pelo seu bem estar, por mais que os dis-
culos procuren! desencaminha-lo.
Este espectculo lisongeiro, de que ocobo de
trotar, confirmando o juizo, que ttohamos for-
mado da piedade, que orna o tlirono brasileiro,
la/, crescer o jubilo, que innunda nossoscoracoes
por possuirmos p..r alguna dias, entre nos, oa
penhores de ordem, e progresso, pois o resul-
tado da certeza que nos possue, de que o protec-
eoo divina escuda esle oasceute imperio, e que.
com ello, elle um dio ha de figurar cora gloria
entre as pnmeras naces do mundo.
Lsse jubilo mouifesto-.se a todos as luzes, nao
tanto pelas enthusiasticas acclamaces, que o ca-
da momento chegam a nossos ouvidos, oxpres-
soes sinceras de coracoes leaes, e como pelo fer-
vor com que concorremos a este templo santo,
para dirigir nossos supplicas ao Dos Eterno, pe-
dindo-lhe o conservado dos preciosos dios de
quem sustenta firme este edificio social, a per-
manencia da dynoslia do inimortal fundador
do imperio, o principalmente, que Ba sabedoria
increada presida aos conselhos da cora, alim de
que suas resolucoes Sejam as mais sas o jus-
tas porque so assim sero as mais conve-
nientes.
Exforrar-me-he p0r mostrar, que esse fervor
proveni nao so do mrito, que divisamos sob o
manto imperial; como do gratido, que dovemos
o memoria do heroico fundador do imperio ; co-
mo finalmente do uosso amor s inslituicoes li-
vres. que nos regem, inflamado pelos exemplos
que nos ollerecem a historia sagroda c profana
Dignen.se VV. MM. ll.conceder benigna ollen.oo
ao humilde e desconhecido orador, que sent
nesla oceasio o acanjiamento, que o respeito soe
produzr ainda sobre os genios.
Dos, e Senhor omnipotente, tendo em vossas
eternas ideos creado o homein social, o existen-
cia de um poder um peusimento vosso, urao
instiiuieao divina, e vos o dissestes-1'er me re-
ges regnont.( Prnv. 8. )
Vossa sabedoria" cierna, no pensar de um ora-
dor sagrado, mlervem de urna maneira especial
nos acoiilecimenlos, que possam o poder de urao
a nutra peasoa, de urna a nutra dynaatia ( pa-
dre Venturo discurso 1. sobre as re la edes entre
Dos o os pobres humanos ) o ossurapt. portan-
te que rae oceupa perlence mu particularmente
aos planos de vossa previDencia. Amparai rai-
nha Iraqueza, suppr mnha insufficiencio, e allu-
raiai o meu espirito, para que eu possa mostrar
claramente a meus onntea a protceo que li-
berulisaes a esle imperio, concedcndo-lhe um
chele lluslrado recto e magnnimo, fazendo-llies
assim sentir o reconhecimento que vos devera
por lao notavel beneficio, e desenvohendo mais
em seus coracoes, se possivel. o amor s nsli-
tuicoea, que r-or vossa bondade o sabedoria, ins-
pirasles ao primeiro legislador brasileiro.
Auditorio iliustre. solicito anda a benevolen-
cia, com^ que sempre me acolheis, e promeilo-
vos brevidade.
Primeira parle.
O povo, diz o padre Ventura, ( in loe. cit )
quando nao illudido e entregue a seu bora sen-
so. e condura natural, verdadeiro em seus jul-
garaentos, justo em suas apreciaces, genero-
so em seus affectos, odinirovel pela moderaeoo
'ni seus acto, e pela sabedoria em suas esco-
mas.
( Elle deseja o marovilhoso, o grande, o su-
blime, o extraordinario naquellcs, que chama ao
governo. Se nao pode roiiseguir, que se dstin-
gamido commum dos homens pela viitude dos
prodigios, ,u,.r ve-Ios dislinguir-se ao menos pe-
los prodigios da virludo.
E vos, Senhor, o tendea observado nesla va-
geni cheia de esperaiieas, que emprehemlestea,
inspirado sem din ido, pelo espirito de Deo-, pa-
ra conheceres pesscalmeiita as necessidadea doa-
lo vasto, mas atrasado, deste rico, mas pouco
desenvolvido paiz.
O enthiisidsmo com que o populaio de codo
urna das provincias lem sonda.lo vo'ssaf impe-
naes pessoas, manfesta a todas os luzca, que,
realisando-se aellas o dilo de S. Joo Chvrsoslo-
mo-oj boas obras so ment loniam o "liomem
grande, e agradavel aos ulhos de Dos, e per con-
secuencia es prodigio., da vrlude ronvem mais
aos grandes, do que a vrlude dos prodigios
[ Apud Lapide j ellos respeilara em sena monar-
cnaso poder publico, recommendado s sympa-
ilitas populares pelos prodigios de sabedoria, rec-
udoo, magnanimdade, pureza de costumes. o
amor do paiz. os mais bello, os nnis preciosos,
o mais convenientes ornamentos 'l\ realeza
Consinia a modestia de VV. MM. franqueza ao
humilde orador, que nada mais deseja, do que
render cultos verdade, e ao mrito, nada mais
prelende, do que apresenlar a corda brasileira
em lodo o seu brilho deslumbrante, e nada mais
faz, do que repetir frouxamenlo aquillo que con-
tessam naciouaea e estrangeiroa desprevinidoS
do espirito baixo da lisonja, ou das mesquinhas
auei(;ocs polticas
Assim como a sonli lade, diz o podre Ventu-
ra, o principio dos atlrlbutos de Dos, assim
tambera o primeiro dos allributos dos verda-
deiros representantes de Dos: assim como c
pela sanlidade, que Dos Dos, tambera pelo
sanlidade, que iodo o poder o represeulante so-
bre a Ierro do Dos do CCO.
_' Sede sanios, diz elle oos homons, em enjos
maos consent! parte de sua a.utoridade, por
isso que en, a quem deveis representar, son san-
ie sancli estofe, quoniam ego snelos aura.
S. Joo ChrysoStoniO diz, que Dos. I
Sal, que exceda o lodos na altura, como pri-
meiro re dos Israelitas, apresenlou um inysterio
e urna lieo, mostrando assim oos reis. que ellos
devem tambera exceder a lodos os seus subditos
pelo emniinencia de suas virtudes.
Agapyto, dicono, diziaa um imperador chris-
lao : Deveis psforcar-vos sobro maneira pora
exceder pelo brilho do vossas virtudes o todos
quelles cima dos quaes vos aches pido gran-
daza de vosso poder. Vossos povos, nao o cs-
queeaes, lem direito o esperar que o gloria de
VOSSaa boas acres e-leja em harmona com a al-
tura de vossa posico. Dos collocando-vo
cima de todos os homens pela aoionda le, de-
vcis-lho o gralidao de fazer reeonhecer e honrar
em vossa pessoa, elevondo-vos cima de lodos
os homens pela sanlidade do vida.
Sendo pois, o representanle do poder no Ierro
ornado dessea predicados, recommendados pelo
proprio Dos, e pelos mesnios escriptores piol-
nos e pagaos, noo certa mente odmiiovel, que
o povo respeile nelle os prodigios de virtudc, e o
ante com todos as forjas de seu coiaco.
E quanto herosmo, o forro d'almo, nao mis-
ler aquello, que se ocho collocado era posi(n
loo emminenle, poro resistir s paixes, que o
impeliera ao abuso do poder de satisfoze-las,
que ihe sobeja, paro afrontar a aridez dos neg-
nos pblicos, que o ameoco com sua eslerilida-
ile para serrar os ouvidos s mentidas palavras dos
lisongeros. que Plhagoraa dzia, serem mais
para temor, que os proprios inimigoa, o oes
quaes Diogenea prefera os corvos, por que es-
tes s devorara cadveres, ao passo que aquel-
es corrompen) os coracoes ? uanta sobedoria,
reclido de julgamcnlo, nao devem orna-lo, pa-
ra descobrir, desfarcada pela malgnidade. on vi-
ciada pelos coacs que a Iransmillem, a verda-
de, separa-la do mentira, dar-lhe o divido vic-
toria, e foze-la Inumphar, distinguir o mrito
real do apparente, o justo do injusto, e o conse-
lho sao do infeccionado pelo veneno da lisonja?
v< Triste condieco dos principes dfzia Sne-
ca a um dos seus amigos. Vou dizer-vos urao
colisa, que falta nos palacios dos grandes, e de
que necessitan ordinariamente esses homens,
que ludo possuem. Ah falla-Ihes um homemi
que Ibes diga a verdado. Nenhum dos que
cercara falla conforme pens, e neni persuade o
que bom. u lngimccto oo redor d'elles o
estudo de todos, e de lodos os seus pseudos ami-
gos rivolisoiii entre si, qual raelhor saber lison-
geo-loS.
Entre nos, porm o Ihrono esta oceupodo por
espirito forte, e inielligente, que vivfico um co-
raeoo magnnimo, u qual ante no sonto amor
da patrio, e por isso o inerilo c golordoado. a
verdado distinguida, a jusiiea aalisfeita ; a lison-
ja espantada, e o paiz encaminhado para o pro-
gresso.
E' occnpido por um nionoreha constitucional,
que noo domina devota-se. nao di/. : eu sou
estado ; mas eu perlenea ao eslado e c
por isso lomboni, que o povo nao brome sob a
dominaeoo, como a fra no jaula, mas obdece
com liberdade, serve com dedicacao. e ama com
enlhusiasmo.
A devotoeo o Ioeo dos homens ; e descendo
do alto ella foz-se obedecer, e ennobrece a obe-
diencia, como diz um escriplor moderno.
Tal i causo principal do amor que os bras-
leiros manifestara a a seus monarchas.
As viiludes, .[ue n'elles roconhecem, assegu-
ram, non dominocoo, mas devotoeo. nao com-
pressao, mas liberdade, nao arbitrio, mas fiel
respeito s instiliiieoes juradas, sustentculo do
Ihrono, e do noco, da nocoo, do Ihrono.
Ainda, asseguram mais" i benco divino, sem
a qual ;as nocoes se submergera" no couhos do
possodo, e os ihronos se abysraara no pelago
lempeluoso dos rcvoluces.
Segunda parte.
So lancarmes nossos natas retrospectivas so-
bre a historio do Brasil, reinontondo-iios a sua
vida colonial, cortamente que .sentimos apertar-
se-nos o coraco a contemplaro do perigo, que
correu, ao approximar-se a poca de sua eman-
cipaco, de cahir no pelago da anarchia sob o
vendaval das revoluces, se o braco de Dos, por
um favor especial, nao livesse encaminhado a
ordem dos aconlccimentos de feico a encontrar
ello um hroe, que collocando-se frente do
joven inexperto, o encamitihou pela sendo dif-
hcil, que devia conduzi-lo posleridade c sran-
dezo.
Ainda o nosso lemorcresce, e a por delle nos-
so reconhecirrieiito, quando lancemos os olhos
poro nossos visinhos e vemos uns cora os vestes
ensonguentadas dcsappareccrera no vorogeni da
guerra fralrecida, a que sao olirados pela ambir
cao e despotismo, e outros dormirem dosaperec-
bidos, 6 certo que no centro de urao prosp'erda-
de delicia, e de um progresso ephemero. sobre
um vulcao prestes ajazer urna crupeo terrivel.
Entao procuramos conheccr de perlo a causa,
que lem preservado o paiz de iguaes cataclys-
tnas. e nao podemos dexar de remontar-nos ao
fundador augusto do imperio para admirarmos
nelle o hroe e o poltico, o guerrero e o legis-
lador.
Despedacar urna bella cora, que de direito
Ihe partencia, para dola descravar a mehor joia
e dedica-la craancipa^o de um povo nascenle,
a crearlo de um imperio, inconlestavelmente
um soberbo acto de generosa heroecidade, capaz
por si s de ennobrecer, iilustrar e levar i i --
| ler l.lde seu .i .
Esqueeer, por un momento, os deve :
priucipi du ura i grande naco, para < udir .
reclamos de um |< aind i fi....., que ;.. .
Rinanripaeo. auxilia-lo tora m .,-,:.. .- .
Nios.e um sigual de leaaiada.Je digno du i
remotas de beroiamo e generosid
Vingar por subre os preconc.t... in!, :
sea posico e educaeo c principios lom
no hnrisonte em que gyra, ; ira dolar
paiz, que o aclama soberauo.de urna constitu >
livre, sabia c previdenle, um gloria au .
ueixa i des. : roes conheci los.
A Prov enca linha creado ; .
aquelle legUUdor, aquello guerrero, ,
. era um s horaeui, u i ste hemem en
principe lierdeiro da coro brasileira, exactam
te para o momento da en
sfim de que ella fossu incru inta, f
lenro, na.la solTresse com n ;.. u (.
vel em outras quaesquei
Felizes unos, se i ,, ,.-' Bi isl .
sem podi lo comprehender as iuten i ;.
e generoso principe, se a embican -
malignidad*', nao bouvase rte'adu
sua dillicl i! melindrosa empresa.
As institu.; >< com qux elle, [-.r um m> i
eito de sua espontaneidad!! dol
anda I. p, |os |
e iiirejadaj pelas liar es. Ellas
8c"io que as concebeu pela primeira \ .-, i
leve de org misar u: paiz.
M. Danjou, tratando da itralaacao admin
Iralva, que as |is lem organisado/eni m
la ifTenaa tberda le, verda lei i, -
ravel, qual elle deseja para o seu p iiz, .. i |.
oais com manifest risco de um ;.,, .
em urna dessas falsas revoluces, lo i i!
na Franca, nos quaes os pru torios de P
ubrigam loJa a naro a submetler-ae a a .- i .-
prichos, diz : i S exislem dous paizes
mundo, una quaes se li i podi lo conci i i r-
deni e a liberdade, o onde nao se m
ue ni ns desordense nem m revoluroes vi
Esses dous paizes sao o Brasil os !.-' i I is-l
des. Um calholco e uionarcliico c o nutro
pr ilestante o republicano. Poi I ola i ;
redor delles reina a discordia, u i .-
molientes, as perlorbaces revolucionarias.
0 Mxico fana-se n i auan hia, o i'
dos es estados do amerira do su!. -
dos por frequentes revoluces. F
: impeiio do Brasil, < a i ,; ,3 i .
I nidos, conservara sos a urdem, ,
i ele .' Desafio a lodos os polil
iao, que nao o descentralisa^o
nesses dous gran es oslados,
N i | do haver '.
suspeito, ao genio do iliustre fiiudadoi d
perio.
Elle po le comprehender en .---.
jran le queslao do ful ro, e n sol-< -I i -
, enileiroe'i- a ronsiderarao, de que institu
monarchia paro si eseus desrendenlva.
O futuro bem estai do aiz su i -
ebraro generosa quai s |ui i
copela maior so ni ni a -. .. que a cen
sac tu Ihe pi desse acrescenl ir.
Leamos a culo coiislilucional, que
gou oo paiz, esse elerno pa-lro de g
elle, esse escolho, coutra u qitaj lera u
| ambices bem arrojada.*, c rjam ,
u-iio ') prerogativa oo Ihrono, que nao
' dispensavelmente necessaria i
ordem, folcidade j naro.
l'ro\era Deus, que o espirito da partido, .
as pequeas posic s do paiz, a liouressera sea -
i re ielmente respeil ido!
Esperamos que ella fulgure com todo o
brilho no actual reinado, e .aro isso sao
nossos i oos.
Conservada nlacla aquella orea santa da i
cao, todas as iiistiliiieea estao sob a -
da do respeito quo ella nfonle; r
ser ameaeadas pelo p >vo, que .': celias sua s -
vo;ao, mas sim por quelles que, para satis -
cao do suas ambices. com abuso da conli i
| do Ihrono, ir.balham na dca'.rui mesm-s
insiiiuie..c.-. principiando pelo'l Iseimcnlo t.
represenlaco nacional, ponto para o qual con*
vergern lo Jos os tiros dos ponidos.
Sois vos, Senhor, cuja guarda eli ron
esse precioso thesouro, legado de i.....
e immort.il pai, quem lem o principal inl : --
era mo fiel conaervaro, vos, nos o es|
o transmiltireis intacto o nossos riod >ur i.
E' por elle, que o inimortal fund idor do im-
perio se conservar digno de eterna gral
memoria dos Brasileiros, o ello mais um til
para o oraor, que ros consagramos.
Terceira 're.
Qucr o peder proveulia directamente de li
comoquerem alguns theologos. sustentando .--"
sun o direito divino, no sentido mais al -
deificando o absolutismo, e suas loucuras .
provenha exclusivamente do povo. como g :-'
lam alguns publicistas, deificando a
todos os seus horrores ; quer o poder
lenha sm origera e primeiro razan em D.
seja directo e iramedUlamente confiad 11
ce lodo, pudendo ser mudado ou modl
ello era cerlis circumstoncios, como opina \
turo, tomando o termo medio e conciliatoriu
tro duas opinioes hostis, que lutam, ha basta
lea annos, o .ue ha de iuqueslinnarel com .
diz Ventura, que o liomem inlelli clua! lem do,,
necessidades innatas, profundas, indeslrucllv -
a uecessidade de crer e a nece-siJade de ra (
cinar.
Ellas se traduzem nohomeu social por da-
I outras necessidades, a uecessidade de o)
,e a necessidade de ser livre pos ob< I
a f do coraco, assim como a le a obedia
ciado espirito; a liberdade o raciocinio :.
aejao, como o racciocinio ca liberdade do pea-
l smenlo.
A necessidade de crer too activa no homem
mlellectual, que murtas v.v.es piolara crer ce- ,
mente era ludo a nada crer, cohind. aaaim n .
superstico. Sando, porm, a necessidade d-
racciociuar igualmente lorie, muitos ve/.es tam-
bera o homem prefere despir-ae de lod.i a cran-
eo a crer cegamente, e ei-lo na incredulidade.
Da mesmo sorte a necessidade de obedi
para o liomem social too eiigenle, que pr
nao poucos ve/.es; laucar-so nos bracos da pri-
meira aiiloridade, que se apodera dadle, a vm
sem obediencia, c eis oservilisaao. \l ia Un
a necessidade da liberdade nao menos oxigeuie
e o hornera aguilhoado por ella, algumaa vez ,"
recusa submeller-se qualquer ouiond le. r. -
solvendo-se o nao obedecer o algaaaa, c d
rcvolta
Doqui conclue-se, que o liomem noscou por.
crer e rocciocinor, pora obedecer ser livre
que, porlonto. o f, o raciocinio, a obedieu
o liberdade, soo indispensaveis sociedade. H -
nao podei subsistir sem essas quolro columna.-,
que a sustentara.
Assim como pois, diz anda o mesmo orador,
o problema do homem intelleciual redut-M '
descobrir o meio de conciliar a f com o raccio-
cinio e a setencia ; assim tambera o problema de
hornera social reduz-se a achar-se o meio de
conciliar a obediencia com a independencia, a
liberdade.
Esse problema enlre nos foi resollido pelo im-
morlal fundador do imperio, quando formulou i
Consliluico livre que nos-rege.
Elle nos noo .disseobedece sempre. e re-
fTelli como urna lentaco loda a idea de liberda-
demas simobedece aos poderes legtima-
mente constituidos; mas obedece livrerueulc.
or rossis convieces, por vo-so interesse, pelo


t*
PIAUIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FERA 8 DK FF.VERFJRO RE 1860.
engraodecimento de vos9a patria : nbodccei nao
um poder injusto, ou que se itnpe pela forra.,
masa o al poder por vos aeceilo a esrolhido.
0 problerca est resolvido, a obediencia con-
liliada coni a liberdade, porque vossa obedien-
cia livre e vossa liberdade obediente.
Por essa sabia e harmnica combinaoo, este
ediflcio poltico tom vii.ga.1o, sem a menor os-
cillociio, pocas criticas nao s para o novo, co-
mo para o veUui mundo.
O BrasileifO nao podo cnmprolienilor, olhando
para sas instiluicocs, a nesosaiflade das conti-
nuas mudanrasqc so o pero ni quasi diariamente
naquellas pa tos do mundo.
visto que a obediencia,
  • vi>l so homein social, cu obedece so poder, que
    tambern de sua patio respeila miriha liberdade,
    ondettido foi uma obra ciicoz e duradoura para
    o paiz.
    Na frente da casa desuada para o Paro Impe-
    rial, da qoal daremos sbaixo a respectiva des-
    cripefto, via-su um lu/.ido barrado para a guar-
    da de honra, pintado das cores naeionaes cora
    tres grandes arcos com cortinas das mosmas cd-
    rese preparado com muila belleza. Abaixo da-
    mos di'llo a descripcio.
    Na fachada desso barucio, cima la cornija,
    sobre urna larga tarja verde, lia-so cui leltras de
    o uro.
    Vivnni S>. UM. II
    Aracaj; uma planicie vastissima coberla do
    mili floresta immensa de coqueiros'que sacodem
    orgullosos ims ares suas plumas rusentes. A
    lileira da frente dependura-se da superlicie da
    tena cspalliando-so nos aguas do rio cm urna
    grande extensao da costa. Prolongam-se depois
    para dentro da ierra por um espago anda raaior,
    duplo, triplo lalvez da extensao cm que so per-
    oem ni inargem dorio.
    Era um panorama encantador. O rio a crcsccr
    a mais e a mais. As bandeiras e os galhardetes
    a Iremularem espanejando nos ares au sopro da
    brisa da larde. A populacho correndo appressa-
    outra n.....ssi lacle lie miuha vida civil ; portanto
    o paiz com essas comino-
    abalar
    para que
    res.
    Se o poder abusar, lenho o meio legal, lenlio
    >s orgaos proprios ara maiiifcslar-lhu minlia
    ia tribuna e na imprensa ; mas
    para isso, Se ihor, misler que a im|ire:isa seja vigano foi que a freguezia tinlia 4,000 almas,
    [ranea e a tribuna uceupada pelos rerdadeirus a cidade .OJO o tantas pessoas
    Dirigiram-se S.S. MM. igreja matriz, e alii fl- da, o prosenteira para as duas inargens dorio,
    /'"'rain ni aran. Na capella-mr eslava preparado' As 3 horas da tarde SS. MM. embarcaran].
    um riro docel do velludo verde o amarello, no I Rotroaram os fugeles O hymno nacional der-
    espaldar, e a cpula revestida de sedas de oulras ramou no ct'ner suas harmonios ombregadoras,
    edres, duas cadeiras de coxlra, forradas de da- Das embarcarles subinni sosares fognetes em
    masco earme/.im sorvirim a SS. MM. uma succcsso eslrondosa. A mariniageni subi
    AV9 lunas SS. MM. recolherain-sc ao paro, as vergas para fazer a suudociio passagem do
    Ali perguntoo S. M. ao parodio que populago Imperador.
    linha a sua freguezia, e qual era tombem a po- Punco depois
    Nao soja pendido
    brado de poeta quo lembra a edificarn de uma
    capellinha naquellc lugar, alim de que baja para
    os habitantes daquelle sitio um templo, por pe-
    queo que soja, am de elevaren! a Dos suas
    oracoes.
    Ligne-SQ a visita do Imperador com a dea da
    Religio Santa, que eirilisa os poros, amenisan-
    do os coslumes, regenerando as sociedades.
    ( Correio Sergipense).
    em _v.islid.to dos selvas o I a nao ser o desojo intenso de Iravarum conflicto
    desesperado, e innpportuno, resisto a curia cm
    sanecionar o acto do imperador ?
    Mal ha ja quera acoiisclhuu passo lao impru-
    denlL' !
    DIARIO DE PERNAMBUCO.
    BUCO.
    pulacao da cidade. A resoosta que deu o
    a galeota imperial abicava na
    Sr. I ponte oxpressa mente construida para u dosoin-
    e barque do Imperador na barra dos Coqueiros, pe-
    1 tus Srs. inspectores d.t alfaudega, c da ihesoura-
    i'i.i. do povo.
    lim quanlo esses dous molos nan estiverem
    falseados pelo abusa, a rerdade ebegar a ros-
    eos ouvidos, a opinifio publica so elevar al
    > throno, vos conhcceteis as necessidades do
    povo.
    Por mais impertinente* que parecam suas
    queixas, ellas sao verdadeiras evos u vedes no
    atrazo dcslc abencoado paiz, em relaco a seus
    recursos
    Res, govcrnal enrgicamente,dizia Rossucl;
    mas para gov->mar rom energa, misler estar
    seguro dos | incipii Poli i s quaes se governa,
    ncrcsccnla un oscriptor Ilustre ; c essa seguran-
    iblm, senao pelo conlipcimeiito expe-
    riment i| do verdade.
    Huan os | -.-- a sao firmes,cola i n n." i c r
    lo, enlSo as disseneoos polticas se eMinguem
    por si inesinas no simo da nac-ao, quo junta a ad-
    heso descus mellioios nslinclos oos esfoicos
    r.
    O povo, poi mais estragado e pervertido qni
    se oche, ama u ; udi r, poi [uc a priim ira cun-
    i oe .-..'i lado, c raesiuo do sua
    vida.
    Felizmente, esta rngom ene Vossa Magestade
    uto rralisur, far eliegar, por mais rpida
    aoaito con leciini uto de Vossa Maiies-
    Ics do p iz in is sensivclmenle,
    do qui s l adulteradas
    e paixdi'; polticas.
    i'Sr. Eduardo Wien, vice-consul da Succia c fia de fjzcuda. A ponte est folla de madeira ri-
    Noruega, dirigi a S. M. uma felicilaco que S. ja, pintada de vermelho escuro. larga o espa-
    M. se dignou resoonder. sosa. Esta ornada em toda sua extensao com ar-
    Ouvio depois ao Dr. juiz municipal pedindo-1 eos mogestosos tocidos de folhas verdes, com fes-
    llie informacoes sobre o son tormo. (I paco es- toes do 11 iros, atada com uma lita amarclla, o quo
    lava arranjado com sumnio primor, abaixo da- dava-lhes om aspecto encantador. Desembarca-
    mos a dcscripeo minuciosa do sua decoracao clrem SS. MM. 11, no meio do estrepitosas sauda-
    mobilio, mas nao podemos dcixar do referir I {ftes populares.
    nqiii um riquissimo cortinado do rendido Italia | S. M. o Imperador traja uniformo de almirante.
    S. M. a Imperatriz traja vestido de soda verde
    mortecor, mantelele do renda Quissima bordado,
    bordado cm relevo com sombralo, que deixavo
    ver-so perfeitamentfi impxessas nelle muitos inic-
    ios o a vi s do paiz, o que inuilo agradou.
    Oanlo ao mais ala ra abaixo a dcscripeo.
    No pa^o o Dr. Angelo llamos, presidente da
    commissao do Aracaj, beijando a mao a S M.
    e chapelinha branca.
    Ala esperavam diversas senboras, cuja fen-
    lo se achava a Eima Sra. I). Clemencia, que
    uma hora antes passra om um cscaler conve-
    0 Imperador pedio porniisso para relirar-se i nienlemeuli: preparado, com todo 0 aceio e bol-
    visto estar linda a sua commissao de acompa- : le/a.
    libarS.S. MM. II. al seren recebidos pela com-
    i de Moroim.
    S M. o Imperador respondeu :
    t Faca boa viogem. '
    A's 10 e. 1/4, depois do almoco, sabio S. M. a
    i n fui vizilar a capel la da li i'a-Hora que tica a
    pequena.disiincia do povoado.
    Nao estando aborta a groja, S. M. espern que
    se a chavo.
    Abcita, entrou, fez oraco c nolou o estado
    de abandono em que est' esta capela ; leu a
    nscripean que se acha na lapide sepulchral do
    Dr. Alexaiulre Jos da Silva Vissuciro.
    Depois fui rizilar a casa que serve do qiiar-
    A Providoncii de] l ''i cm Vossas Mos, Se- 'el > deslacamenlo >le polica. Vendo orna
    , una inmensa antordade, o com olla urna.! palmatoria depen irada na parede voltou-l
    responsabilidadi inunensa ; mastanibeni dutou- so rpidamente para o eommandanle do des-
    vos com o genio do prudencia e saoedoria, o de 'acmenlo, e pergunlou-lhc : Sr. 00111-'
    mimo. O Brasil em rus con- mandante, para que esta palmatoria aqu ?
    lia. (- i--'1 respondeu o cummandaule que era para
    Dotou-vos (fe urna Augusta Companbeira, no- castigar os prctos escravos encontrados tora c"
    lavel, por isso que rene graca virtude, n -1. : vagando pelas ras. Mandn abrir pri-'assim honrada pola primeira vez, Ihealrodo uma
    sin ;'...; le niagestade, o f.-rvr da f ao de- |ao, e efieu'nlrando nclla um proto de nomeJoao scena rica de encanto.
    Lina porcao de cavalleiros, a frente dos quaes
    estavam os Sis inspectores da alfaudega, e da
    lliesouraria da fa/.onda,formavam alas pelas mar-.
    gens da ponte. Alguus mucos vestidos de branco,
    coin litas verdes a liracollo borda va m os lados
    da oseada. (.Miando SS. UM. pozeram os pos na
    ponto reboaram os vivas ; subiram aos ares os
    logelos: rcluinbaram as florestas com as nulas;
    armoniosos da msica do Apa, quo linha des-
    embarcado para aquella margein do rio, alim del
    sao,lar SS. MM. na sua da aquellos lugares amo- '
    no.s e pilteseos.
    Logo depois um dosjovens vestidos do bron-
    co, recitou urna allocuco em quo dava a SS. MM.
    u; omboras pela chegada aquellas paragens.
    A populaco que so tiuha estendido ao longo
    da praia para assistir ao desembarque foi-se con
    1 1 -u'.raiiilii para formar o prstilo. Todas as se-
    uhoras, que linham passado do Aracaj, rouuin-
    do-so djvam ao prstilo urna belleza em liarmo-
    nia com a belleza daquella formosa estrada,
    REVISTA DIARIA-
    Ilonlem entregou o Sr. 1." lente Ricardo
    da Silva Noves o comisando da rompanbia de
    nprendizes marinheiros desla provincia aoSr. 1."
    lente Francisco Romano Sleppld da Silva, no-
    meado para o substituir, o qual eslava romman-
    daildo ullimameiilo 0 hiato l'anihHiuio, que se
    ocho em Uocei, e que icou igualmente com-
    mandado pelo Sr. 1 lente Ernesto Ignacio
    Cardm.
    l'oi nonieado o Sr- 2. cirurgio do eorpo
    d sande arma.la lir. Pamphilo Manoel Freir
    de Carralho para embarcar em subslituioao ao
    Sr. cirurgio Dr. Joo Jos Damasio, no brigue
    barca llamarac. Esle distiucln mlico, que
    servio sernpre com zelo, e aclividade nestacsla-
    lacao naval por pspaco de porto de seis anuos,
    val lomar conta do hospital de marinha da Baha,
    or o siislentocao do principio da inanio- do qual foi nonieado acertadamente director.
    legislaram semprc todos os com As mas da Gloria e Culovello acham-se
    muilo arruinadas, mxime a piimcira aonde oxis-
    lem res buracos, que por sua extensao podem
    mi prejudiciaes aos corros, quo por alli
    Iransilam.
    Nao se devom negligenriar osles reparos, tan-
    to mais urgentes hoje quoiilo ni'ham-se, porpus-
    t ira da cmara municipal, designadas cssas ras
    para entrada dos carros procedentes do campo.
    Idntica providencia i ve sor tomada relati-
    vamente ru i da I cujo estado cada
    dia mais cm| eiora, e acha-sc n'uina siluaco de
    sor um verdadeiro ouefrrri-i n
    Coucorrendo os proprietarios de carros por
    meio de imposi^oes, que Iba sao i.mea.as, lem
    jus directo a que se Ibes d transito ou cammho
    traiisitavel, o nao esses a/tos haixoi, que por
    alii avult un, o por onda hojo obiigaturiamonte
    tem do passar esses vehculos.
    (i actor Cuimbra acaba de tomara sm thca-
    tr i de Apollo, nudo protn le abrir ou eslrear a
    sua empreza com nnignilcu
    l Grus, dram que gran lea
    bido na Eur i.
    a comp inhia do Sr. Coimbra
    volamcnlo da raridades leudes notavelnieulo as
    Beni i I Coi .
    ill u-vos fn ule d i urna naeao riea '1"
    meios c extensao, coi um ponto uipnrtantis-
    sin o.
    Por lanos e 15o assignados favores
    recelo.los.
    sta, -disse-lhe com a maior atfabilidado ; 1 Toda a ollicialidade do Apa. do Itojahp, c do
    iver algnnia cousa quo represejilar.repre- Piraj, acompanhando SS. MM. 11., constitua
    bello panorama naquclla floresta lerde-no-
    ( Claina ne casa.
    Tendo nos demonstrado, de modo a nodeixar
    dovida, no nosso ullhno artigo, quo a relardaco
    indefinida dos concursos synodaes constilue uina
    violaco flagrante da disciplina cannica, o ao
    mesmo lempo a nullilcaco-maia acinlosa dos
    dircilos o prcrogalivas do Supremo Padroeiro,
    que indublavelmenlc deve ulorvir como Poder
    Soberano na distribuido dos beneficios ecclo-ias-
    Ucos ; passaremos a doraouslrar lambem, que
    essa nova thooria adoptada pela curia episcopal
    i evidentemente altenlatoria da inamovibilidade
    los parochos.que sao do sua nalureza^)cr/)ti08s,
    segundo o disposto nos sagrados caones.
    Em favor
    ibilidade
    geraos. desde que a nslitico dos parochos en-
    irou como artigo de disciplina, e de rgimen pa-
    tico nos estatutos da groja, primoiro concilio
    que estatuio as .condices do perpetuidade dos
    presbyleros, que fossein nd.liclos ao servigo do
    algumn groja, foi o do Niea, celebrado no'anuo
    de 32, ordenando quo so oxpungisse por lodos
    os modos o costme, quo so ha va inlroduzido
    om algumas partes contra os caones prteter
    rc'jiilttni, de ser o hispo, o presbytoro ou o di-
    cono transferidos Je uma eid-idepara nutra
    O quarto concilio geral de Calcedonia ndoplou
    a ordeuanca do Nica, pruhibindo formalmente
    que os sacerdotes, urna re: constituidos em
    i-jrejn, IrailStnigrassem do .dado em cidade. \L n
    de Anliocliia, reunido em 21 mpoz a pona do
    deposicao ao prcsbylero que, movido dointeres-
    se, ou da g.malicia, doserlassc do soa propria
    greja, para ligar-so outra. Qui propriam de-
    serens paroch\am, ad alleram properaril.
    K i seclos posteriores, espcciatineute depois
    da constiliiicu d"s beneficios ccclcsiasticos, a
    inamouibilidae dos parochos coiiiiuuou a ser
    sustentada pelos caones. 0 concilio de Trento,
    confonuaudo-se rom todas as devisos dus con-
    cilios geraes, o proviuciaes, ordenou em varios
    s que us clrigos fossom_ligados p rpelfta- leceo do publico pernanibucanoTquc n'elles ha
    mente ;.s suas igrejas, oque s por ctreamstan-
    cios imperiosas fossem dolas lirados.
    A platica actual consagra lodos estos princi-
    pios; pois que, segundo ella, nenhum bene
    do, nenhum pa rocho destituido, se nao porecr-
    los e determinados crimes, medanlo om procos-
    so ordinario. Tu lo sin, pois, convence e persua-
    de do que a perpetuidade est uo carcter, o na
    ndo'.o da insliuilcao dos parochos. Esta perpelui-
    dadesuppdc a collaco, a collaoao a i: m i lade, a
    lacio da universidade eslava ornado na
    qiralro fachadas com transparentes, que r,
    sentaram emblemas com iuacripfcs cm lat
    allemoo, anloga circumstsm a.
    Os esludaules, em lionra do saldo pro!",
    passearam em prestito pelas roas levando
    um sua locha accesa, e quando c!u-aram diair.o
    dasjancllas do museu enioaram hyiunos eui
    louvor do respeitavel anctllo.
    II. Culos los Andr Miuermaver nasceu era
    Heidelberg, 5 de agoso -4|e 17sT, por c
    guinle cunta 72 annos. Apezar de sua a.a;.
    idade, goza de uma saude robusta, c fu acciona
    calhedraliramente rom toda a energa da Made
    viril. Alera da celebridaae aaivetsal, qt Hm
    lem merecido suas Dumerosas e impart
    ubros, que lem sido Iradu/.idos cm ludos os pal.
    zesonde su cultiva a silencia dedirr-Ho, l\
    (ermnyer tem adquirido Ululo, profunda grati-
    do deseos compatriotas ; porque foi
    como dcpulado na Dieta de Badea lu
    riliava para o eslabeleciinenlO do pn
    c publico, o julgamcnto polo jury, a aboliro
    dos casligos copuraes, e o cttabeicciracale dos
    tribunaes administrativos o palrimoniacs, refor-
    mas, que, graas a seos infatigaveis i si
    forara a loplados nao s no grao-duca lo de i. -
    den, mas anda em quasi todos os citados da
    Confederacao Gcraaui .i.
    APPLIC.VC.IO Di SBCIIAXI \ i 'i\.
    Em quanlo osoulros ramos das h< Has i rtw
    i ci ido, oestes ulliui aun s, um auxilio i
    deravel pelos proxressos do >slo era IngUtern,
    diz o Art-Journal, i PSCRlptura lem j p
    diz ; licado estacionaria ; os benefici d
    ciedades artsticas, c lodaa as onli -
    1 s para apropagacaodus objeeloa .'
    I chega lo I l aquello ramo ; na i -
    se conseivj limitada s casas doi ri
    :i .s opulentos [ue so coi
    pobres coplas de gesso.
    As despezas exigidas pela exeeaco das i
    li marmore, occosionam muilas rezes
    era baragos ao esculplor, o causara fi
    montemente n sua ruina, pe elle i i
    c imprador s suas o
    artista se pod se des ;ar 'i i i ^f'.--
    grosseira da mao d'ubra, por um n rhai
    qnalquer, elle poderia ira bal liar por om |
    rama, denomina-1 multo mais mdico,
    s ha
    Os IXi b
    roce- y1" '' ordinario executados por mios n.>nof
    bais que as do esculplor, e nao lem r<-la io
    -se de g'ima ci bel loza ,i a\ ra,
    i"
    actores, que nos sao bastante couhecidos, pois que bada. Esle Ira bal hu ,
    entra nos tem semprc vivido abrigados soba pro- ''" por um mcclianisma. I. |
    favorecido simultneamente o mrito arlisli i i
    a qiiatiJadc do pais de familia, que honesta-
    mente procuran! por tal forma os muios da pro-
    pria subsistencia.
    Na ausencia do representa ".'es' dramticas,
    quo tanto oMo no gosto da nossa popu'aeao ;
    uessa ausencia em que ora estamos de laes cn-
    trelimentos, nao por corto mu facto destituido
    p*ltis mai- que u thosuuro da Providencia re-
    .-'i v,i para Vos < Vnssa Imperial Descoud
    nos rendemos grorns n i Seuhor das uacoes. en-
    i com fervoi ucanlicu sagrado : Te-i
    Laudami .
    [tmprt.
    SEBC -.:.
    \"i/.if:t de SS. MM. II. :i Maraiiu.
    A's (i horas il i nianh i saino S. M. o i
    rador d indo o braco a Imperatriz, ncompa
    o comitiva, be.) romo do Sr. pieaideute da
    pro incia.
    Pon pniba os Augusl is Vi-
    idas as pessuas no vapor Piraj,
    roe est sub u commaudo do primoiro lente
    Monta u r.
    Ao passar o Pir \ co Ap e Itajahtj, subi-
    ram os marinheiro: s vergas, c lizeiam as con-
    lnenciasdo eslylo. Nos a occasib sabio o lla-
    j r/iy pm commissao para a Babia.
    o A evar.do a sen bordo a commissao
    de recebiment o mus pessoas, seguio na esleir
    Pi
    Multas pessoas enllocadas na praia enudavam
    ' ivas i o Impera lor. MuiV I iguetus su-
    I m ao ar.
    .\s 6 i i largar: m ns vapores.
    Le cava o Piraj a retinque a galeota impe-
    rial, c o Aracaj us escalercs para o desembar-
    que no Jlat nim.
    \s i; r 35 minlos passavara 03 dous va|
    1 pa inl icadura de Pouiuiig i
    As (i < '.1 minuti s : pelo rio do s.i:
    lea na la a en puo Oca a do Po-
    li] mga.
    i na bran la e suavssima brisa de ierra ba-
    nhava as toes ii Imperador, ene a ver lavar ao
    centro o m ens o favor de soa vi-
    sil i.
    \s 7 li ns c 20 minutos passoo o va; or Pira -
    elo pmio das i
    Alii observos. M o trapiche que dea a mar-
    p m do no le [ucrd: do r Sergipc, e a po-
    e lugarojo que affluio ao porto,
    dando vivas e soltando fugeles. O sino da ra-
    sinha de i roca o q le ah repicou nesta oci
    i pollo das redes urna linda siluaco, onde so
    V'" um bel].....pieiral. Al.i foi por 'inulto a al-
    fandega da provincia. !. i esta a primeira vez
    que o rio lo Jlaroiin ra suas aguas corladas por
    vapores. queaV'izjia Imperial o eloinenlo
    1 ador du progresso c da eivilisaco quo ao
    vapor Piraj esta va reservada esta gloriuso inis-
    .-a.i a de si r um taclio de luz, que, com o pavi-
    Iho imperial no lo| e,l esc c i endo em
    luzenles,sobre as aguas dos rins anda nao nave-
    gados por vapores, pagiuas bul;,.-mies, como lem
    .s:do a ''..t Vizila do Imperadi r.
    Esta madeixa de fumo que pend la i ibeca do
    Viraj ;. historia sublime de seu imprtame
    desuno.
    A's 7 e ii dava fundo o Aracaj no porto das
    moendas p ir nao poder seguir avante. U Piraj
    spguio at o lug : chamado Jos de Ces. SS
    MM. passarara-i | I ola as 7 horas e 5U
    minutos.
    Sr. capilao do fiagita Guerra passou-s i com
    .a cummisso e mais pessoas que iam no Aracaj
    para os escalercs.
    Ao passar S. M. o Imperad r pelo i ngenho da
    lenle-coronel Goncalu Vieira de
    girndola du fagoeies annonciie.i
    proximidade dos Augustos V-
    senle por intermedio da delegada ite poiici
    Pi rgUUtOU ao cirniiiandaiile si os soldados li-
    nham rancho. Respondcu-lhe que nao, disso S.
    M. Pois 6 mao.
    Visitn a casa da cmara, onde o presidente
    ' > algumas patarras, implorando a S. M.
    a graoajde lirmar-sc na acta quo so lavrou por
    - o de l.io honrosa visita, ao que S. M.
    juiesteu. l.;n quanlo porm so lavrava a acta
    passoo s. M. a examinar loda a casa, perguutan-
    dn onde se reunia o juiy, e o conselho notando
    minio xcauhamcnlo na sala.
    \ Lsitou depois a aula de primeiras letras de
    meninas, examinou por si mesmo a duas mciu-
    n le nomo D. Rubina Mara do Espirito Sanio
    e D. Lenesia Augusta da Conceieao), lomando no-
    tas a respeto de ludo.
    de inlcressc a
    com uma companhia
    do lio
    guiar e
    um
    gra. O brilho dos caxos, c das franjas de ouro,
    das dragonas, que arcam os hombros dessas es-
    per.ni'-as do paiz, scinlillando aos raios do sol,
    produzia un. que indisivel, contrastando com o
    verle dos arbustos que bordavam alameda. Era
    como urna myriada de estrellas refulgindo cm
    um co azul sereno. Ou antes ora a copia del de
    auri-verdo pendu nacional, a que estn ligadas
    as mais gloriosas reminiscencias da nacao bra-
    sileira, recebendo naquclla occasio a horoena-
    gem do sol, que com seus trcinulos raios min-
    dava-lhe doces beijos de amor e de cncanla-
    menlo.
    A musir do Apa derramara naquellas inar-
    gens os sons mais harninniosos, fazendo estre-
    mecer pela primeira ez -iquellas francas das nr-
    suppoe liinlinente doncida le a exibi-.io de litlos la :oi .- em prazas Oxos.
    de stt/Jiciencia: o que se nao podo \ criticar, so nao Consta-nos quo ueste mez
    'airo de Apollo,
    dando represen-
    peio preeucbimento da disciplina actual, que
    prpscreve os concurs s synodaes. Logoa umisso
    desie preceito, io delcrmiuativameule i:.:
    pelo concilio TridCnltno, lorn irregular, c anli-
    canunicoo estadodaquellas igrejas, cijos paro-
    chos sao amoviveis pelo hispo ad nulum, como
    actualmente so est platicando ueste hispido! u
    ministro da josti ;a baila um aviso determinan- Sua Cmpreza,
    du, que neiibum parodi collado seja eiicomnien- boa vontade
    som pr.'meiro resignar a
    C| iscopal, salta ndo por
    Mandn que a professora queslonasse sobre vores, que'tremain,' pcneiV'and'o'-se savemciilo
    don trina c explicasse quando qualquer dellas nao as a/.as da brisa.
    salisli/essc. A estrada aborta no meio da floresta dos eo-
    S.-*fau^.ep.!s au wmn*. aosqnasexa-jqupiros linha do largura cinco bracas, e de oom-
    prido :)()') jardas. Era bellissima"alameda, frito
    dado e u alguina igreja,
    soa parochia. A curia
    cima de lodos os caones, facilita i ni mediata nen-
    ie e-sa transatigraro, e ci-la ciicommendaiidu
    em outras igrejas parochos, que, som passan m
    pelo processo cannico, rompeni todos os lagos
    quo os ligavam pcrpetuamenleau sen rebauli e
    o aban.lonam aos lobos Pois istono importa a
    era lugar a pri-
    meira rcpresenlacao com o drama supra referi-
    do, assim como nos asseveram, que o Sr. Coim-
    bra lem augmentodo corisidmavelmenlo o seo
    repertorio dramtico, afiio de evitar, u quanlo
    loe : el, a reproduccaO d-_- dramas, que
    ja eslao muilo batidos pnlre nos.
    Si esle um elemento de permanencia para a
    permanencia quo liio desojamos de samo d
    se formn uma sociedad rom o lil
    lish Sculplure Working I
    por ol ei c : : nr um grai
    arle da cseulptura, livran I
    liminarias, e prehenchi n rauagcn a
    pertei-.'io os primeii ,g in mu ,, .
    U artista desembaracado da prea umi
    gr.mdo podra na sua oincina, pude modellar i
    esbi ;o, ; I he ser devolvido q i. -
    do cm marmore, u i lora a fazer si a
    ultima de mo sua obra.
    i promotor dcss.i assoria^o lam m pro-
    prietiri i de um mw Nanismo para ai
    em grande e a reduc o d obras di e
    A iuleuco da socied lo coi r ,-.~ obi
    ai: -ias mais pminenli s, e repi" 1 u
    s
    marmore por um preco qua pouco >xo
    hoje cusa s o marmore broto de Paros.
    Mu loocao n dmco :
    Malaram-se no dia 7 d
    Sta cidade ) ri / s.
    un tul veo i i io\ 7 do coacs:
    Nao haver algmna disposico, que vede Mora Joaquim da Coiice-;o, parda, casada, ': >
    andareui carros de aluguel com qualro ou mais. anuos, arlile.
    cavallus dentro da cid > le .' Amelia, branca, 7 annos, fe.brc maligna.
    A existir, imporla quesoja cumprida, c os in- Manoel, preto, escravo, solteiro, Id ani
    tractores d ''idamenlo punidos, quando infring- plexia.
    lein-ii'.i. Nao exisliudo, poico, convem que
    uesto sentido se lomo alguina medida; pois as
    nussas ras, por esl las principalmente, nao
    remocao do pa rocho ? r. i s o hispo [iodo remo- conporlam lanos cacillos n'um carro, quo so- i
    que a aula linha
    de tro jueucia 5 .
    le matricula
    S. M toinou
    minou. Soube
    113 meninos e
    notas.
    i'- nomes dos meninos argidos : sao Francisco
    Corroa Dantas, Ernesto Rodrigues Vieira^ Mauri-
    cio Mximo do Olivcira e Colleclo Luiz da Cu-
    li lia.
    I! pois S. SI. passou a ir visitar, e examinara
    egreja matriz, obra que atiesta, como um monu-
    menl i, a piedade religiosa do bario do Haroiin,
    quo nesse bello tomillo lem despendido mais de
    100:00 15000.
    Achou | rfeilo o Ira bal lio do ontalhador. Dissc
    que o ien.po (icaria muilo bonito, e de muilo
    gosto o coro, e o pulpito liaran! do Qcar .so fos-
    sem ambos euvernisailiis.
    Erara 2 minutos depois do meio da.
    S. XI. percorreu todas as divisos da egreja;
    subi tribuna
    entro estas palnieras magestosas da America,
    que sacudala aos ares seos penoch >s lusenles,
    como as alas de um exercilo quo so abriam para
    deixar passar o prestito, quo i a alegre, e enilm-
    siasmad i soudondo com vivas estrepitosos ao
    Imperador e a Imperatriz.
    Po im da alameda divisava-se de longe como
    que um lago de esmeralda, onde as ondas roficc-
    liain os raios trmulos do sol.
    Era O palan ne levantado, que todo forrado
    de verde, represenlava por uma feliz illuso da
    ptica um lago de esmeralda. Elevado sobro a
    altor.i do duas bracas o pavimento inferior da
    pal.uique eslava alcatifado de om tapete forma-
    do de pal'ias do CO ueiro. Lula osela larga a-
    cha-se lapecada do mesmo tpete natural.
    Doze cjliiinnas, elevando-se desle pavimen-
    ver un paro lio, s porque uma le civil o or-
    dena i {Jactn tiver uma pequ na lieao das
    leis da groja ignora, qoe o hispo nao pode dai
    osso passo, sem permisso da Santa-S, nica
    quo poJe dispensar os caones quo cslabclcein
    a inami riblida le dos par ichos '!
    Ha um fado mu nulavel, e que na espcciali-
    dado que nos oceupa, nos pode servir de a
    Este fac o leYc lugar em 1845. U hispo de l.ioge,
    para pudor cumplir um dos artigos da concorda-
    ta de 1801, que aulorisava n ro< to I [ii i-
    chos, recorren a Saula-S, rogando-lhe peri
    para isso, nllegnndo na son ruaativa, ; e o
    pos poucas ve/es costuraavam, o s> u
    oda a prudencia, usar da autoridadu
    rir os parochos, em alloneao i idc do
    juiado por mu boleeiio l
    mente dirigido ou
    do cima da bolea.
    Xo da 2 do ice/, passado no lugar denomi-
    nado Arlicum do dislricto do Bom Jardim, ler-
    Limociro, ''cenlo Ferrera .\ Silva as-
    siiiou com oma facada a Joo Das Carneiro.
    U ciiinnosoevadise, porm a polica prosc-
    goo com aclividade cm diligencias para a sua
    captura.
    Antc-hontem, ao amanlucer do dia, no lu-
    S "' I.....os, fregu -/ia dus Al igados, '. -
    uoel s 'verino Xlarques da Silva assassinou a 11a-
    - noel ces Vlrgens, dando-lhc uma facada quo o
    com inaiou luMuntaucanieiiie.
    O assassno, queso ha va posto em fuga, foi
    pn so poicas le ras depi i | to

    ,, i ,,,.*' l/li/.e i "luiiiii.ir., en-, .in
    la capella moi do lado do Kvan- e ,,, 1S (.,.reiecid.,s de folhas de pao de arco,
    gclli >, ; onde levou algum lempo a observar todo : a amarellas, eonlendo annanazes
    Silvestres, que surg-m du sem das folhas como
    ministerio sagrado ; respondeu a So Apostlica, 'piarte.: gdoluj rondo'so de"u o facto", quo o
    i"" annma as suppl as do bis| o. mas quo essa fui pi mder j prximo a S. Louron ;o da Malta : I
    au era ad lempns, condicionalmenle, c o criminoso ramnhiva apnado de mo lazarina,
    Anua Ji a ; t i ti i Ferreira de ':
    va, 60 anuos, amollecimento cera;.ral.
    Xlaria .^ C mce-oo, parda, -
    ileuriz.
    Mara, branca, 1 hora, espasmo.
    rhereza, parda, Sanno, hopa', -.
    Francs :o de le ns, prclo, solteiro,
    gaslro Ii ipato-cncep ia
    Francisco^ Manoel de Alroeida Penha,
    vuvo, 7 annos, hydropcsia.
    Xlaria Paula, parda, viuva, 60 annos, hepatite.
    UosriTAL DE CARIDAM. l.\ StCm 7i
    mens, mulhcrcs naeionaes, 2 hom<
    geiros, i hornera escravo, total 131.
    Na lulalida i" d d nlcs exi
    dos, s 'ndo 30 mnllicresc 7 hora
    Forara risiladaa .is onferauriai pelo t
    rio Pinto s 8 horas e I i d.i n aul i,
    Dr. Dornellas s ; | .,. tl__
    - -; lor o nlia.
    Fallecen uma mulliei i .: s.
    determinadas oi"<
    is [ as suecur-
    feixes do rubins, emulando
    a 1;2 hora recolhcu-sc S. M. ao paco impe-
    rialenessa occasio as pessoas mais gradas da jenvoluci-os C0B1 a ,,,,
    cidade correr ra a beijar as magnnimas dexlras
    o carmesm do seus
    lusente dos cardos.
    . Senhor. regosijado por ver o conliccer pesso- Jas columno3 exll-,,mas ,ja frenUs PSlao as ^^
    iclareoido monarcha, cojo sceptro or- | do commercio c da Mustria. listo froutespicio
    representa assim a poca em que o Urasil recc-
    I tiendo o illlluxo da clvilisaclu, gOZOU dos loros
    de um commercio seu, por favor do Sr. 1). Joo
    VI, que deixando Portugal, velo residir nesta
    bella porcao da America meridional.
    Do lado opposlo eleva-so no meio a efugio de
    . um Indio, aliauero e magestse, sacudindo nos
    ! aies as plomas esbeltas de seu formnso kauilar.
    Tem a liracollo sua aljava, eonlendo mil ha res
    de sellas, com que est ligada a idea da valenta
    selvagcm destes habitantes primitivos das lloros-
    las do Brasil. Descansa da lado esquerdo sobre
    u seu ano al'rooxado, como disposto a laucar
    mao dello na primeira occasio quo so lile ol'o-
    a. Na mo direita est u
    praia do Sr
    . um i
    . les.
    A s S e 1 da mauhaa locou a galeota no caes
    de desembarque onstruido pela commissao para
    esse lim, do qual damos abaixo a dcscripeo.
    Sobem ao ar girndulas de fugucti-s q'ue re-
    lioam em um lirado incessaule, cubre o povo to-
    ;o cora eslrondosos vivas, fllhos de um
    : 'sino phrcnetlco. SS. MM. desi inbnrca-
    ram e se encaminhan. debaixo do pallio, que era
    levado pela cmara municipal para um lindo
    barracan, cuja dcscripeo abaixo daremos.
    Acamara eslava irajandu suas restes ofticiacs
    capa e rolla, com chapos proprios.
    Tara o rerebitnenlo estivpram presentes o
    lero.de cruz atonda, e irmandades picea
    d" n; pend.io.
    Cm frente dos funccorarios pblicos a o Sr.
    Dr. juiz dedireito Joaquim Tiburcio Ferreira Go-
    i -. que p'ua um dos membrosda commiss >, e
    o major lrico Pretxtalo da Fonseca, que muilo
    trabalhar.i pa:a que a recepeo fosse como foi
    pomposa.
    No pavilhode que cima fallamos, o presi-
    dente da cmara e advogado Gregorio de Araujo
    Brasiliense. recitou um discorso, entregando a S.
    n ido das mais brilhautcs virtudes constilue o mais |
    solido fundanieiilo o seguro penhor di paz, u es-
    tabilidade d'esie imperio, a ros, Senhor, e a S.
    M. a Imperatriz felicito por osla feliz chegada a
    e-la provincia, u bouro.-a visita esta cidade d'on
    de son '.ilbo.
    As huras deu S. M. beija-mao, recebendo
    por esta occasio alguns requerimenlos.
    As (horas recolheu-se parnjantar.
    As '' horas, um pouco antes da partida, den
    beja-mao de despedida. Mandou dar 1:0003000
    para o cemilerio.
    I:0003O res para o cncanamento das aguas
    potareis.
    'iUotio res para os pobres.
    riKH'1 ,-.,,* ii i roca. Na mao dirella esta urna sella a hada pronni-
    di'i'. acfto P ^ K0m Scohoro *" oos mysleriosos iiisluiclus doguer-
    ' 1 m^OOO ris para esmolas diversas. re,ru i"",;rlci"'u-
    Pi rguntando-llie nessa occasio o vgario si asi O semblante do indio naquclla attitude belli-
    las ram para todos os pobres que se Ihe I ca, tiiu coinmum aos habitantes dess.'s mallas
    eulassem, uu para os de sua freguezia, res- verde-nezas onde a mao de Dos parece lor es-
    pondeu-liie S. M. para os de sua freguezia so- criplo poemas sagrados de valor, em paginas lu-
    menle. sentes de liberdade, o semblme do ludio parece
    S. VI. sabio do paco para embarcar-se s G ho-; traduzir aquello axioma dos governos iudopen-
    o minutos.
    ras e
    Lina poiviio immensa de povo accumulou-seno
    redor da sai.ida do paco u acomponhou S. U. ato
    que se cffeetuasse o embarque.
    Vivassabiram do seio daquelles coroces que
    as saudades pungiam aiuda mais por que nao es-
    peravam que SS. MM. os deixasscm naquellc
    mesmo dia.
    AsO lonas o meia encontrn perlo do Iropicbe
    da praia a galeota imperial com ascaler daalfaa-
    dega que levava o guarda mor, e o rodador do
    denlesSi lS pacau, para beIIum.
    as columnas extremas desso lado eslao as
    efugios da liberdade, o da marinha.
    L'm dstico lose na cornija do palanque,
    esle ..Tributo das selvas ao Imperador -.
    Ao subirem S.S. .MM. ao palanque, rompern!
    vivas eslrondosos que reboaram nos seios das
    florestas desorlas, que espoiideraiu com o son
    ocho temeroso.
    Em um instanlo o palanque icou cheio do to-
    dos os envalheirus e das sonhoras que acompa-
    pnra certas c
    ~tllc.<. )
    I louxenios este facto, para corroborar a impor-
    tancia que a groja liga a llxidezdps parochos em I
    suas Ireg n'/.ias ; lixidez, que so nao pode dar,]
    seno por meio da coliaro. IV por islo que OS
    canonistas, quando desenvolvcm o sentido moral
    da parochia, dizem : uma instiluirao de sacer-
    dotes ia.-: em dicersos dislricto* Jadiocese. '.loan-
    do m diz parochia se sub-intende o consorcio
    espiritual, perpetuamente elTecluado entro o pa-
    rodio c suas ovelhas. Toda a uleriiidado no
    exercisio oslas funo;es con lemnada pela Ici
    de sua inslituicao nianifestamenlo contraria
    ao- inleresses dos poros.
    Os parochos amovivei--, dizem alguns, esfor-
    cam-se por bom servir ssuis grojas, porque io-
    ceiaiu que se jara poslos tura dobenclicio ; entre-
    tanto que assim n.io o fazem os perpetuos, por-
    que coutam com a inamoyibilidadc. esta ob-
    jeccao opporemus as opiniocs dos dous bispos
    mais sabios do Brasil : Quem nao conhece, diz o1
    Sr. arcebispo .> Baha, a su rama dilToreica, que
    com mu raras excepces, cosluma baver entro
    o proprio pastor, que olha, e que ama como pro-
    prias as ovelhas, e o assalarado, ou mercenario,
    | que na phrase do Evangelho nao pode ler poi
    ellas o mesmo ioieresse, attoiulendo nicamente
    aos lucros, e proveilos resultantes de sua lempo-
    rara adminislraco .' Qiieui nao v<5 que os povos
    ordiuariamcnto lem menos respeito, o coultanea
    om tira parodio encominundado, do quo no seo
    legiiiinu pastor, que olios sabem ser obrigado a
    vigiar perpetuamente sobre suas aeces, e assis-
    iir-llies com lodo os soecurrus, que exigir o seu
    bom espiritual ? Kingucui por cerlo era mais
    digno'do fazer s rozos do Uoyzes no govcrnu
    uo povo do Dos, do que o summo sacerdote
    A rain ; mas notain os Sanios Padres, que apenas
    Jloyzes rclirou-se ao Monte, a condescendencia
    do seu rmao fez calur o povo na mais futosla
    idolatra 1
    e Ha mais motivos, diz o Sr. hispo Monte, paia j
    que o parodio collado
    o inspector que u
    |ual ti ulu i assas
    guio.
    . rain presos egualmento como cmplices do
    iss issinalu referido os pardos Manoel da Pa
    e Stalhias los Itodt... ues da Silva.
    No da 30 do passado o delegado do Seii-
    nhom capto ron, no lugar itha do Alvaro da fre-
    le Ip juco,o criminoso de morle Antonio
    Calado.
    0 delegado do Pao d'Albo proseguindo as
    diligencias para capturar os autores do ass ssi
    lalo do Jos francisco da Cruz, o do ferina en I o
    gravo do Cosme Ferreira lia Cosa, conspguio
    capturar no da 2i do passado Jos Rodrigues
    um dos autores do ferimentu do Costa, o qual
    celaron seren seus CO-rOS Vicente l'oii.i, Ja-
    nuario Peraira, Joo Unir, e Joaquim Dutra.
    Consta que Vicente PoliS j fui capturado em
    Limoeiro.
    O delgalo do Cabo, o capilode polica
    los Pererja Toixeira, que, se lera inoslrado in-
    caneavel na persegnicao '\^< criminosos, capta-
    ron no dia i> do correte em Ierras do engenho
    Xlacaugaua a Manuel Francisco de Araujo. co-
    uhecido por Manoel do Risco, quo em 18W as-
    sassinou, cm Abi id Una do termo de Birrei-
    ros, comarca do Rio Formoso a Aulonio da lio-
    cha e Silva.
    Fui capturado pelo digno subdelegado de
    polica du|10 dislricto de Agua Prola, Miguel
    o Ferreira, no cngculio Couceiro, doler-
    modo '.mito, o criminoso Carlos de Souza l'er-
    raz, cmplice no assassinalo do subdelegado Jo
    l>rejo da Madre de Dos, Iiermino llozerra Ca-
    rajeanti, e criminoso por lirada de presos da
    pristi publica do mesmo termo doBiejo
    Dr. Francisco Jos Martina Pcnna J-
    nior, 'l legado supplento desta capital apprehen-
    deu liouloiti em poder de Benlo Josdc Xlede
    : meios bilheies, o 7 juartos, das loteras do
    Rio, qoo segundo deelarou foram-lhe dados,
    para venda por Vieira e Rolhcbild.
    Na hosca dala polo mesmo delegado na la-
    lerna da ra da Imperatriz n. VI, cm 30 do pas-
    M. o Imperador a chavo da c le
    S. M. dignou-se responder :
    Aga eco muito os sculimoiitos da cmara
    municipal.
    Dina menina prere iendo a oulras rostidos de
    bramo, com faenas das cores naeionaes, dirigi
    o S. M. uma allocuco approprlada.
    Algum lempo depois o reverendo rigario da
    freguezia dirigi igualmcnto urna allocuco a S.
    M. o Imperador, terminando por pedir-lhe que
    designaste occasio para assistir ao TE-DEUM,
    ao que s. M. respondeu :
    " Nao possivel assislr ao Te-Den m, perqu
    io terei lempo do perrorrer a cidade.
    Pouco depou um menino lancando flores oos
    pos do SS. MM. recilou algumas palavras.
    ' No meio da praca da Alegra elevara-se um
    arco sobre qotrtro columnas revestidas de bran-
    co com tiileites de diversas cores, ornado de
    bandeiras
    Ao lado desse arco estavam dous meninos ves-
    tidos de anjos, os quaes ao passarom SS. MM.
    por baixo do arco lanearam-lhe llores.
    O preslilo conlmua'ra comolevado por uma on-
    di de povo que fazia repercutir os ares com vivas
    eslrondosos. Todas as mas estovara calridas e
    limpas. Nem menos era de esperar da afilada eom-
    Correio Seraipense que a levaras. .M. a cor-1 nharam SS. MM. A msica rorapou.
    respondenciaeos jornacs da corle. Os animaos que estavam espalhados no paleo
    Nesta occasio o Sr. primevo lente Manuel sallavain nos lucos que os continhain. De repon-
    | Carneiro da Bocha, que trastela va o es;andarlc le das cabanas armadas no reoiutbo que rodeara
    imperial na proa da galeota pcrguulou ao esca- a parle posterior do palanque, represculando as
    ler ao que vinha. talias dos selvagens. surgein como que cspaula-
    lira Consequeucia da resposla duda, mandou S. i dos muitos homens vestidos de selvagens. Eutae
    XI. parar a galeota, qual atracou o esealor, eii-l Sr. Eliziario Prudencio da Lasa Piulo recitou
    llegando onlo o Sr. Deschampes Moutuioreney a poesa, que publicamos, muilo em harmona
    o o Dr. Luiz Alvares a correspondencia, e osjor- com o encanto daquella scena.
    uai s da corte. Comecou ento a dansa dos Peyaa, urna imi-
    D'ahi seguindo a galeota, acompanhando o es- i laSo das dansas daquella geracau primitira das
    caler da ili'ande.M, e viudo aos pontos em que I mallas selvagens.
    estavam o Piraj, e o Aracaj. Terminada a dansa ia o por-sc o sol : una hr-
    As8 horas o meia sabio o Piraj da pona da a faqueira banhava o rosto do Imperador c da
    Momhaca, ou porto de Jos de Goes, em direccao Imperatriz. nurens brancas como pedagosde
    a I.arangeir.es sctliii solios sobre o azul sereno do um cii ani-
    0 porto dos Redes estar todo iluminado, lado passeiavam fagueiras como que lomando
    U Aracaj, levando a reboque os escaleres da parle naquelle feslim. Os latos do sol trmulos
    capitana, o inais o da alfandoga, tendo passado rellectiora sobre o verde lusente das folhas que
    liara bordo do Aracaj, o guarda mor, e o redac- ornavam as columnas do palanque. tmlo o Dr.
    tor do Correio Sergipense levantou ancora um : Luiz Alvares dos Sanios recilou a poesa que
    collado sirva ineliior a sua Igreja
    do que o encommendado. Siui, o^parocho colla- sado, oran, apprehenddoa 1 i bilheies, meios,
    do lera lempo do adquirir experiencia, do coiihe-i o o quarios de di'orentes lolorias da corte,
    cer as suas ovelhas, o saber das suas uccessida-j Anli|-honlcio foi encontrado o cadver da
    oes, para salisfaze-las da maucira mais apropria-j parda T ble reza Mara do Jesqs dentro de ora
    lego, mi .sjiiu denominado Estancia da reipie/i.
    da ; o Como lem de estar semprc no meio dellas-
    sera quo jamis possa deixa-las, tratar de atira-
    ergxpi
    pouco depois, acompanhando o Piraj.
    No rio para l.arangciras eucnlhou o Piraj no
    mangue di margein do sul do rio ; SS. XIXI. e
    sua comitiva passaram para a galeota, chegando
    a Larangeiras as 11 horas da nuic.
    Visita a ii;;iTi tos Coqueiios,
    As horas da tardo do dio 13 de Janeiro o rio
    ColingoiOa apresentava un espectculo bellissi-
    mo. Os tres rapares Apa, tnjahy c Pyraj, que
    estavam no ancorudouro deronle do Aracaj ba-
    lnicarjm-se allaneiros sobre as aguas que cres-
    ciam mageslosamenle. O topes deixayara pa-
    neirar-se as azas da briza, o pavilho nacio-
    nal, onde rcflecliam os raios dardejanles do sal
    pomposo dos trpicos. Toda a margein do rio do
    lado do Aracaj eslava coalhada de escaleres o
    canoas que se cnchua de pessoas, desojando
    presurosas acompanbar a SS. MM. na visita a
    barro dos Coqueiros.
    E a barra dos Coqueiros a lugar lalvez mais
    bello do todo o provincia de Secgipc. Situada a
    suissao que dirigi os festejos pblicos emMarim,'margen) do norte do rio Cuag-v.'ic, defrontn do
    . poesa
    publicamos.
    A sceua quo neslo hora representara a natu-
    reza lo em harmona com o canto de poeta deu
    a poesa um encantamento sublime. O povo co-
    roou-a de vivas ao Imperador e o Imperatriz.
    Logo depois SS. MM. descerara do palanque
    semprc no meio das ovalos populares. Era a
    hora melanclica do crepsculo : era essa hora
    dos mysleriosos vaos da imaginsgo e da lin-
    guagcui silenciosa da ualuceza. Ilaria um nao
    sei que de sublime neslo adeos. Era urna dupla
    despedida ; a da nalureza e o do povo.
    Ao relrarem-se SS. XIXI., os Sis. inspectores
    da alfaudega e da lliesouraria de fazeuda ped-
    ram aS. XI. a Imperatriz permisso para oll'ere-
    cerem-lhe lodos os animaos, e as aves que tiuliara
    sido reunidas uo recimo adjacenle ao palanque,
    S. XI. dignou-se dizer que ns aceeilara.
    Emb.ucuraiii-se eulo. Ilebowaia.os ares com
    os rvas, com es grilos de eiUhu*iaj;ao do um
    poro innocente, -us rctebia peta primeira vez a
    visita imperial.
    Nao seja.iiifhclicrj: osla visita -jaejlcs '.,-
    gares.
    h-las a si, de conionta-las, c de celar ludo o
    que perlence a sua igreja ; porque einliui zela
    o que proprio ; e nada disto lia de fazer pela
    naiurezi das cousas o parocho encommendado,
    que smenle se demora por algum lempo em urna
    groja, sem ueiihuina esperauca ou certeza d'ohi
    permanecer. Nao procura por isso coiihecimen-
    los, e aireicjs ; e, ein uma palana, exerco um
    precario.
    Mas o que vale o lestemunho doslas duas gran-
    des autoridades em presenca do co/isis/oiio epis-
    copal de Pernambuco, onde, nao o diroilo, mas
    o capricho, domina e prepondera f Cjue importa
    qoo o concilio Tridenlino, que as prerogalivas
    , do summo padroeiro,exijam que as grojas sejaiu
    providas regularmente, dentro do lempo cannico,
    , se os governadores da nossa diocese alopclam-se
    | eoru o concilio, e cora o chele da naco, o pro-
    lector dos caones, c supremo mantenedor do
    culto? Nao ha de haver concurso, dizem ellos,
    em quanlo n.io for decidida a questO de Na/i-
    relli, em cuja parochia aeremos que seja colla-
    do o padre tal, e nao o padre qual, que o impe-
    rador aprcsenlou, anda mesmo que este padre
    soja idneo, anda mesmo que o soberano pa-
    droeiro usasse de suas legitimas Btlribu.ie.5es, a-
    presonlndo-o !
    Se a coroaimperi.il apresentosse cm uma igre-
    ja um padre, que nao liouvesso passado polos
    iraaites canoneos, e quo de mais a mais (tose
    incapaz de exercer o ministerio pastoral, o Sr.
    hispo estava em seu direilo, se llic recusasse a
    instuico, c ueste caso nos eslaiiamos na de-
    fensiva das prorogativas episeopacs. Mas o caso
    que se d mui diverso. O sacerdote proposto
    para Na/.aretli iiavia sido examinado, o approvado
    em concurso S. Exo. Rvn", o considerou ido-
    neo para as fu uceo es parochiaes, o como (ol o
    subinetteu osfo'iha do soberano padroeiro. liste
    era virlude dos amplsimos previleges do que
    goza na a>fesenlar;o eos benelcios, raau.Uou que
    o sacerdote, considerado filo pelo hispo, fosse
    coiludo na a de Nszwelb, que de proioreaeja
    foi f or elle fcfijjgwdji cm eoncurto ; ct'ino, npi|,.
    dos Afoga|dos, o procedendoo respectivo subde-
    legado a competente vesloiia, recouheceu-se ter
    ella fallecido de uma apoplcxia.
    Durante o auno lindo foram construidas na
    liussia as scguinles linhas lelegraphicas : pri-
    meira de S. l'eleisboiirg a Nuvaa-Ladoga, 170
    rertes; segunda de Moscow, por Kalomna, Ra-
    zara, TanibolT, Pcnzaa Saratoff, 040 rertes ; lor-
    ceira de itebesk, por Moghiloff a Doweek, 250
    'cries ; quarta du ilonabourg, por l'ololsb, Wi-
    lebsk a Sniolensl .
    no. nor Wilkomir! Wilna. Minsk, lloblonisk
    CHRONICA JOBICIAIUL
    TRIBUNAL DA RELAQtC.
    SAO EM 7 DE FEVEREIBO |>E I8G0.
    PRESIDENCIA DO EIX. SR. CONSI ,!.l\i
    DE l-i;O.
    As 10 horas da manha, .
    les os Seuhores desembargad res Figucira d
    '' Silreira, Gitirana, Loureneo Sanli
    Silva Gomes, e Caetano Santiago, procurad)
    , foi aborta a sessao.
    l jsados o.s feilos e i
    dos, procedeu-se ai
    AOCRAVO DE PETlrjO.
    Aggrarante, Thcreza Adcladc SiqneiraG
    canii ; aggrarado, o jo izo.
    Relator u Sr. dcscrabargador Loureneo San-
    tiago.
    s irleados os Srs. desembargad ores
    mes, o Su- ra.
    Negaram prorimenl l.
    AFPELLACES C11 1 !s.
    App-1! in'e, o preto Hanuel; appdl. do, o Dr.
    Jos l'ilippe de Souza Leo.
    Dcsprezarau-sc os embarg -.
    ais i ribi rei s.
    Foram distribuidos era sessao d
    le, ao Sr. desembargador i g leira d .:
    seguintes appcllar.oes crimes, n i impedimento
    do Sr. desembargador Loureneo Saoliaj
    Appellante, o juizo ; appcllado, Antonio loa-
    quim de Saut'Auna.
    Ao Sr. desembargador Silreira, as a{
    crino- :
    Appellante, o juizo ; appellado, Luiz Ca:
    da Silva.
    Appellante, o juizo ; appcllado, Jo> Ca-
    da Silva.
    Ao Sr. desembargador Girana as ai pella
    crimes :
    Appellante, O Juizo; appellado, Manoel Joa-
    quim do l.vra.
    Appellante. D. Auna Hara de Carva ho ; ap-
    pellado, Ignacio Arantes Vasconcello*.
    \ Sr. desembargadur Silva Gomes, uappel-
    laces ci imes :
    '.; | atlante, Jos Themoiaee Corroa ; appel-
    lado, o juizo.
    Appeiianie, o juizo; appellado, ViccnU I .
    reir X'ianna.
    Ao mcio-dia encerrou-se a ses.-o.
    Conimunicados
    ESBOZO UIOUR.Vl'HICt
    DO
    F.viii. Sr lEat-ao lo S. Rcuto.
    Quanda a morle eslendeo crep da iare
    ensii, 400 rertes ; quinla do Kow- orphandade sobre uma familia amiga que pr<
    por Wilkomir. \\ lina, Minsk, Roblonisk a]geu-not infancia c continua ,i amparar:.
    CHUSO
    neccr
    880, corista que os paros mais relbosdi GrSa-
    Bretanha sao : o conde de Guilford e lord l.yn-
    dhurst, os quaes lem 87 anuos cada um. Depois idolatramos experimentara "ai amargu
    uestes seguem o risconJe Combermere, e o vida.
    conde do Charlomont,
    uiram extirpa-la. Nao .alomes puma-
    impassivel c fro, quando os coracinas qu
    ras da
    . que lem b e is annos.
    Desesseis pares do parlamento passam j do 80
    annos. Lord l'.roughan contado entre <-.-'.. i
    neslovcs do Estado, porque j fez o seu S0 an-
    nirersarip.
    0 uiembro mais doso da cmara dos cora-
    ra uns o sir Charlea M. Burrett, que eonla bu an-
    uos. I.od Palinerston lera 75 anuos ; lord
    John Russell (7 ; XI. llisraolli 50 ; H. Cobden
    o : o XI. Brlghl S. Lord Campbell o juiz mais
    iduso dos tribunaes nglezes, lera 78 anuos ; Sir
    James Wilos o mais moco, cunta anuos.
    Lscrevem do Heidelberg o seguinte : o de-
    cano, eao mesmo lempo um dos mais ilustres
    legistas di Ailemanha, XI. Millermayer, profes-
    .sor na nossa universidade acaba de celebrar o
    quinquagesiino aiiinversano de sua prouio 'o ao
    dootorado.
    Por esta occasio o senado imiversilara e to-
    das as autoridades judiciaes e administrativas
    ulTerecUma M. Xiillerniayer um banquete, que
    foi dado na galera das anlguidades do museu
    grao-ducal de Heidelberg. Todas as casas da i i-
    dado e.iUtvaui biiHjauterneulc ill'jujiuauas. Oia-
    A provincia do Xlaranh.ii acaba de soffrer o
    peda de um de seus llllioa de boncan Com l
    annos de idade bavoo i sepultura o Iaoi. Sr.
    harn deS. Benlo, deixando sin iacumolatcj
    familia e aos seus mi llorosos amigos a recorda-
    cao de uma vida sera mancha Carcter distine-
    lo, do uma rigidez nunca desmentida anda lias
    circuinslancias mais crilicas, o Sr. baro de S.
    lenlo ara bello modelo de ad.ido e de pao
    de familia. No ardor das lucias polticas, que
    as crcunislaiicias o arrastaram, o dente da ca-
    lumnia prelenJcu feri-lo ; mas o bom sonso dcs-
    pre/.ou as invencoes do dospeilo, e a lioneslida-
    do sua vida sabio Ilesa do tao rede* proras.
    Oriundo de uma faraila, era quera a he nra uraa
    ti a Ii ao, o lustre finado consorvou puro o n i-
    mo que recebeu de seus maores, e (uo trans-
    milte a seus liihos. E' o melhor patrimonio quo
    Ibes deixa.
    Segundo lllho do senador Jeronim j Jos de
    Vitoiros e D. Auna Hosa Mendos oe \ reros, j
    fallecidos, o Kxin. Sr. barao de S. Benlo (lr.
    Francisco Xlarianno do Viveiros) nasceu na da-
    le de Alcntara aos 12 de Janeiro de 1819. Yol-


    DIARIO DE PERNAMBUCO. CUATI YA FEITU 8 DE FF.VFREIRft RE 1RGO.
    (3)
    vidos os annosd puericia, parti para a capi-
    tal do Maranhao, onde foi confiado aos desvelos
    le urn hbil educador, a quem deve n provin ia
    maii do un carador distinti. O venerando an-
    t ao, que incelou a cultura de lao bem formado
    corago, anda boje recorda a docilitado com
    que o discpulo ouvi os comjelhos de sua Ilus-
    trada experiencia A somonte cahia em terreno
    rungue ; germinou nos desvetos da amizade,
    Cono c fruclifu-ou, rcalisando as esprenlas de
    todos.
    Concluidos os esludos preparatorios, parti
    para Coimbra, em cuja universidade recebeu o
    uro do doulor em matbemaliras aos 22 do ju-
    dio do 1839, com menos de viole anuos de da-
    do. Sua vida, as trras do estrangeiro, foi a
    nais honrosa possivel. Esludanle brioso o ap-|
    flicado, prefera as vigilias traccocs que a cidade offereca. A urbanidado
    de suas nianeiras conquislou-lhc a amizade dos
    condiscpulos, sua applicaeo e houestidade a af-
    li (So dos meslres.
    Cultivando urna sciencia abstrusa.que deman-
    da urna atlencao continuada, que de ordinario
    fatiga s infclligencias mais robustas, o dislinc-
    to estudante nao faltn a urna s prcloceo, ncm
    leve nota que nao fosso honrosa I Ambicionava
    os lomos da sciencia, souhava com as illuscs
    do luturo ; a patria ausente, a imagen) querida
    le seus progenitores, e tal vez a saud.ido daqonl-
    la que tinlia de ser-lho a companheira da vida,
    iimmavam-no ao Irabalho, como a cruz do pres-
    byterio, de subdito desenliada no horisonto do
    camlnho, reanimao viajor, que mal pode arras-
    tjr-se de abatido e tro pego
    Restituido patria, desposou aos 3 de marro
    de 1S0 sua prima, a Exm.* Sr.a D. Marianna
    Francisca Correa de Viveiros. Os sonbos do man-
    cebo se reilsavara ; s fadigas do estudo, as
    saudosas recordaQocs da familia da patria suc-
    cedtam o dure repensar di hr domestico, c bem
    cedo as sanias effusoes do amor paterno. Desta '
    unan abencoada, nasceram-lhc cinco filhos, o
    mais vellm dos quocs boje um dos mais distinc-
    tos alumnos da FaculJadade de incito dcsla ci-
    dade.
    ndole pacifica e necommodeda aos devores do !
    matrimonio, o seu larfoisempre urna habita ;'.->
    de paz e felicidade. As virtudes da esposa sus- j
    lenlavam-DO as horas de Iribolaco, rcerguiam-
    the a fronte quando as decepeoes a acorvavam,
    eram o seu nico refugio, a sua extrema con-
    solaban.
    Na corrupcSo dos costuraos, que infelizmente
    comer a lavrar entre nos, a vida intima, a vida j
    da familia para muifos tediosa o insupporlpvel.
    A agijacao das mas, as conversarles animadas e
    levianas, nem sempre estremes de maledicen-
    cias e aleivosias, sao os nicos alimentos |
    saciam a vida curios'dado dos elegantes, que '
    vivem esquecidos de sieda familia, mas que nao
    esqueccm os defeitos reaes ou inventados de
    quantosteem notieia. L'ma vez salvas as appa-|
    reacias, encuberta a hediondez da ralidade com
    formosos exteriores, leem-se alcanzado os ap-
    plausos do mundo, illudido i censura publica.
    Entretanto, a familia abandonada ; a es|
    dcOulia a repelidos e pungentes desprezos, as fi-
    llias vegetam na ignorancia mais crassa A \ is-
    la do publico nao alcanca o interior da familia,
    at onde devassa, at ah se eslendem os cuida-
    dos do chefe. O salao ricamente ornado, a al-
    cova carece de aceio,segundo a enrgica expros-
    sao de um (Ilustrado medico.
    Mas o Sr. barao de S. liento tinha senlimen-
    tos diversos ; foi esposo o pai como a honra o
    prescrove. Incancavel pela educaefio de seus
    Jillios, procuroo-lhos mestrs habis que Ibes
    formassem o carcter, bascando sobre a te c so-
    bre as leis da moral a educaco luterana, .que
    hoje geralmenle irreligiosa e scientifica. Os
    - -desvelos nao foram perdidos; se alguma
    idea pode mitigar as amarguras da ultima hora,
    por cerlo que ao deixar a vida, seu ceracao bat-
    >eu mais consolado com a certeza de que seus
    lilhos possuiam a luz que serve de phanal as tro-
    vas do inundoumaed^acao regulare comple-
    ta. Deixou-os bem preparados pura os variados
    casi, da vida.
    Com liaros ligeiros o incorrectos temos esbo-
    zado a ida privada do distinelo maranhense,
    que De iscbamo aosgososda elernidade. Aquel-
    les,que sabera ,o valor s virtudes modestas de
    um pai iesvelUdo. de um esposo liel, adiara o
    no seu carcter um tortuoso 'modelo, digno de
    ser imitado.
    Sua vida pnblica, anda que muito breve, nao
    monos interessante pelos exemplos de abnega-
    eo que nos offerece, sacrificando sempre suas
    proprias conveniencias aos inieresses do credo
    poltico que prufessava. Instru Lo pelas lics
    da historia de que a ordem a primeira necessi-
    dade dos povos, a eondieao de todo o progresso,
    alislou-se as lileiras do partido que tomara a
    ordem por senha, e oi-lhe sempre liel e dedica-
    do, ainda nos dias do suas maiores provaedes.
    Nos lgubres lempos de inloierancia poltica", em
    que o vencedor proscrevia o vencido, soube sof-
    rer resignado o dezare as consequencias da der-
    rota, e jamis abusou dos louros da victoria.
    Era o priraeiro a apresentar-se na hora da luc-
    ta, e o ultimo-a gosar do triumpho. O seu nomo
    apenas urna vez appareco e na lisia dos repre-
    sentantes da provincia, na legislatura de 1818 e
    entretanto ero elle quem elogia a muilos que
    sempre uella figuram. Acrcdilava que o trium-
    pho de suas ideas polticas importava o Irium-
    pho das nossas inslituiccs; obtido elle, comple-
    avam-se os seus desejos, suas aspirares esta-
    vam salsfeilas; deixava a oulros os despojos do
    campo, os lucros da villora, fui assim que
    conqusiou a immensa popularizado de seu nome.
    O goveroo imperial nao podia deixar sem re-
    compensa lo estrenuo defensor da monarchia e
    da ordem. A 13 do julho de 1853 receben o ti-
    tulo de barao do S. lenlo, e a ido maic de 1855
    o foro de lidalgo cavalleiro da caza imperial.
    Reformado o syslcma de eleicoes, que a cons-
    (iluicao adoptara, propoz o seo nome escolha
    de seus concldados, e a cmara dos Srs. dipu-
    tados reali/.ou os votos do 2.. circulo, decldindo-
    se pela validado de seu diploma. Representara
    te do povo, nunca trahio seus deveres; votav-i
    segundo as iospiracoes da consciencia, e como
    liic pareca mais conforme aos inieresses do pai/..
    A natureza, lo prodiga para com elle a lanos
    resueltos, negou-lhe o dom da palavra ; mas, es-
    ta (alta, sem duvida Bensive.l no bomem politice,
    era largamente compensada por urna razao es-
    clarecida o calma, por um carcter independente
    c patritico.
    (.toando a morte o privn de seu honrado pai,-
    propo/.-se candidato cadera do senado que el-
    le oceupara. A provincia mo podia olvidar o
    nome que sempre fora pronunciado com respei-
    to c acalamento; inclui-o na lisia trplice. Nao
    foi o escolhido. Urna cabera encanecida no ser-
    vico da patria ailraliio a atlencao do monarcha.
    Era justo.
    Aqu termina a sua peregrinacao no mundo.
    A morte o accommelleu de sbito ; a 10 de Ja-
    neiro passado ora cadver o que dois dias an-
    tes gosava no seio da familia, na companliia dos
    amigos os mimos da existencia. Alinou com o
    myslerio da vida; de encontr pedia do se-
    pulcro quebrou o elo que o prenda ao mundo,
    voou manso da paz cierna, liberlou-se do
    sofiiinento, c recebeu de Heos o premio de suas
    Loas obras.
    Temos cumprido os deveres da amisade; quan-
    do volvermos ao seio da patria, iremos verter
    o pranlo da saudaie sobre a lapide que cobre
    seus restos. ,
    ttecife A de Janeiro de 1860.
    A. Castro.
    Correspondencias.
    Sis. redactores.Como prova de gratidao de-'
    viia ao raertla, e com o tim de ser ulil luima-
    bidade enferma, que militas ve/es gome,rente de
    que seus males sao incuraves.digucm-sc Srs. re-
    dactores, inserir as columnas de seu acreditado
    jornal o segundo:
    Ha mais do um anno que minha mulher anda-'
    va em Iratamenlo por causa de urna dor n'umj
    lado do peilo, mas sem que de algum delles ti-[
    rasso resollado algum, e me ia acapaclando que
    'i doenca dola era feitieo ; contando um meu
    amigo, minha magoa, 'me indigilou o lllm. Sr.
    l)r. Antonio Jos t'errcira Alvos, que no dizer
    dosle era o nico que a podia curar, fui pedir-llii:
    para elle vir ver minha mulher, o que elle promp-
    tamcnle fez, e dcpoisd'um minucioso c\ame,clle
    prescreveu o seu Iratamenlo cerlificando-me
    desde logo que miaba mulher tinha cura (o que
    dimei por j ler consultado diversos mdicos e
    nao l"r lirado resollado algum) elfeclivamenle
    ella sarou com o seu tralamento, hoje acha-se
    ella boa c ao lllm. Sr. Dr. Alvos deve ella a sua
    cura.
    Ouo o lllm. Sr. Dr. um verdadeiro filho da
    sciencia, allcstam os multiplicados casos de cura
    radical em enfermidades gruvissimas e ja. consi-
    deradas incuraveis.
    Digne-sc o Ilustre doulor de receber esla ma-
    nifeslacao como expresso de reinlia sincera c
    eterna grat'da?.Flix Sos l'inlo.
    Publicacoes a pedido.
    A'-SS.51..lI.o Sr. D.- Pedro II.,
    impcrada* do Brasil,
    E SA AUGUSTA C VIRTUOSA ESPOSA A
    IMPERATR1Z,
    Por occasio de sua honrosa fitila ao p-noado
    da [larra dos Conueiros, no dia 13 de Janeiro
    de 18G0. ()
    Eis all, ve, ve, Sanhor,
    Os Qlhos da liberdade
    Ao rudo som do tambor
    Dancando sua vontade :
    Nao Ibes pergunles quera sao,
    Oue nao te respondern
    Scuao com seus eachoehs ;
    Nao carecem que Ibes falles
    Ellossabem quanto Vales,
    Ellos sabem quem Tu Ks.
    Nasceram na mala virgem
    l. onde nao vai ningucm ;
    Ignorara sua origem,
    Ignorara d'onde vera ;
    Nao sabera o que mentira,
    Nem d'elles era redor gyra
    A pomposa adulaco ;
    Nao tora, nao con'becem rei,
    S pude dlar-lhes le
    A voz do seu coracao.
    Koquerem ser nobres no,
    Porque l nao ha nobleza ;
    Os foros de corlczao
    Nao valora sua riqueza,
    Correm no mato cerrado
    Perseguindo algum viado
    Dcbaixo de umsol ardenle ;
    Tocar no rudo emboral
    Bem conbecido signal
    Do cao que rasteja em frente ;
    Depos, voltando caneado
    Com i.ii ou capyfara,
    Se por acaso o \ iado
    Mais li^'eiro Un: escapara,
    ir sentar-se pobre mesa
    E o ti ni da arriscada empreza
    Contar mulher ao lilho ;
    t)u antes de entrar na choca
    Torcer c chegando a roca
    Corlar o pendo do inrllho.
    Ver da la a face befa
    Mirar-so u'alva corren le,
    Soleirar em rada estrella.
    Asina d cada um ente :
    Ver psssar a branda ara ge ni
    Sussurrando entre a f lhagem
    Do redro 00 di cicupira ;
    uvir o caraju
    O emano, o sabia
    Apenes o da abrir :
    lar por sobro as aguas
    Na popa d'uuia piroga,
    Cantarolar breve-, maguas
    Ao pousado som da vo i
    Ver nadando as pa socas,
    M irrecas, patos e gaivolas,
    Como nos vemos por c :
    E' melhorqu'essas grandezas,
    Qu'essas sonhadas nobnzas,
    yuc a natureza nao d.
    Tildo isto lera mais gozo
    Qu'esses pomposos brozos,
    <> bomem mais venturoso
    Sera piza'r ureos salos !
    S ama o que o peilo diz :
    Suas o atasseu paiz,
    Sua familia c seu cao :
    Nao teme humano val r,
    S teme voz do Senbor,
    (.toando riboniba o IrovSo.
    Assim sao osles que vs
    Como loucos do alegra,
    E em cujos semblantes los
    O que mais ningucm le ia.
    Fugiram l dos seus montes,
    Da borda de suas tontea
    Para le rirem saudar ;
    Nao ao chcfo do estado,
    f'o ao sceplro dourado,
    Mas ao llomeui seai par.
    E' ao Homem Juslicc.ro,
    lo sabio como ningucm :
    E' ao digno lirasileiro,
    Meu irmao, delles lambom:
    C ao astro de bonanca,
    Ao santelmo de esperan i
    Uue lii/iono lempestade ;
    I." ao Filho d'esse Bravo,
    De quem meu peilo escravo,
    Porquedeu-me a liberdade.
    E' a estrella mais radiosa
    Do i isso co de Brasil,
    Que brlba em nuvera de rosa
    Corno ad'aIvaera .uro ail;
    A' bella Napolitana,
    Nossa Augusto Soberana,
    Que m'inspira as rudos trovas ;
    i. l'ada do Vesuvio,
    E' Pomba do diluvio
    Que vera trazer boas novas.
    E Formosa Prnceza
    Do Adritico mmenso,
    Que no golfo de Veneza
    Banbou-se em ond >s do incens ;
    A' Thorezoa caridosa,
    Mai, Esposa \ irluosa.
    Protectora do infeliz ;
    A' ambosque ao nosso amor
    Tem direilo o Imperador,
    Tora direilo a Impcratriz.
    E, pois, cnsente, Senhor,
    Te beijem a Augusta Uo :
    Aceita seu puro amor,
    Sua espontanea adhesao.
    Ninguem a |iii convidou-os
    A natureza inspirou-os
    A i I cada qua!;
    De sua danca selvagem
    tem vs que a pobre liomctagem
    Nao fingida leal.
    E T desculpa, Sonhora,
    Aosirmiios dos Napors,
    Estende a Uo Protectora
    Sobre os nobies Payays,
    Se do bardo a voz sentida
    l'odesse encontrar guarida
    Em lu'alma piedosa,
    Ku soccorro Te implorara
    P'ra minha patria taocliara,
    'i'o bellalo desJilosa.
    Bem redes ambos, bem vedes,
    Como linda minha lena,
    Mas nao sabis, mas uo erfides
    Que grandezas olla encerra :
    Nao e a sua bejloza
    Somenteasua riqueza ;
    Muito mais inda ella lem !
    Tem minas de piala e ouro,
    Tem niuilo oceulto tbesouro
    Que ainda o ul\o vio ningucm.
    P'ra ella, pois, nao p'ra niini
    V os implora compaixao,
    A'i nao deixeis queoasmim
    Do norte murche ao lufo :
    landai-lhe urna aura sublil,
    fue a folliinha mais gentil
    Rorge de pura odor ;
    Tomai, lomai minha vida,
    E !)ai a patria querida
    Mais vida, mais esplendor.
    Elisiario Prudencio d:i Lapa Pinto.
    A SUAS MAGESTADES IMPERES.
    Salve, o Astro Luminoso,
    Do Braslero hemispherio,
    Sal e, o Anjo Tutelar,
    D'eslo venturoso Imperio.
    Salve, o pai dos Brasileros.
    Mui Excelso Imperador,
    Sobr'aa plagas Sergipanas
    Bem viudo sojas Senhor.
    Eslendo a leus charos filhos
    Tua Mo Benelicenle,
    Dom, com que um Dcos Eterno,
    Nos fez mimoso prsenle.
    Oh !!... l brilha a linda eslulla
    Phanal de luz por essenca,
    Aquella que o co dou-to
    Para dourar tua existencia.
    Vcm lancar-te em nossos bracos
    Roa Mai dos Brasileros,
    \Yin receber de leus filhos
    Volos 'amor verdadeiros.
    Nos roracoes Scrgipanos
    Tens ten tbrono enllocado.
    Tu formas nossa ventura
    Com o leu Esposo Amado.
    Sergipe, exulta de jubilo.
    A sua sorle bemdiz
    Vendo em seo ditoso solo
    Sua Augusta Imperalriz.
    S de li, Pedro sublime,
    Tal grar.-, receben).
    Este povo que boje nada
    Km doce mar do alegra.
    Se o co a predetinou
    Para tua gloria c luz,
    E' bem qiiopcrcorrais juntos
    O Imperio da Santa Cruz.
    A o lado da Esposa Augusta
    Da virtuosa Thercza
    Tem mais realce as Vi iludes
    Com que otnou-le a Natureza.
    A viuva desvalida,
    n velho, o orpho.o mendigo
    Todos qu' a vos rerorrerem
    Acharo seguro obligo.
    Salve, oulra vez, Par Ditoso,
    Na Ierra emblema de Dcos,
    Sobro voz caiam mil grabas
    Mil heneaos chovam dos'cos.
    Aracaj, 11 de Janeiro de 18G0.
    lcibiades Augusto Diniz Villas-Boas.
    POESA
    a'
    3S.3". JT-
    81S3B031 ^l^a 328Si3>
    1 SCA VIRTUOSA CONSORTE, .V 9ESH0R*
    . THBREZA (JiniSTIXA MARA.
    Oh salve do Brasil Egregio Defensor,
    Que sendo Honrador das virtudes, Nobrc,
    Es Astro Reluzente no Brasilio Co,
    Prolegeu qual Veo fi sombra Tua o pobre.
    Salve oh do Orbe Rei Melhor Augusto,
    Que do fado vetusto o Zoruba Altaneiro,
    Correndo Fagueiro do Imperio o norte,
    Que leve a sorle de ser do Cruzeiro.
    Sublime Protolypo de Pedro Primeiro,
    Que, Forte Guerrero, o Brasil Libcrtou !
    Em liso conliecovirtudes, Sapiencia,
    Que a (innipotencia Te nao denegou.
    Salve, oh llere Que do Tempo e da Morte
    Sempre firme e Forle Ser-; Respcitado,
    Oh Pedro Segundo j.i E's Semideos,
    f.'s o Mimo dos Cos ao Brasil mandado,
    E Vos, oh Astro feliz !
    Que no Brasil Ueluziz,
    Vos Augusta Iraperatriz.
    Oh salve Uo Carinhosa,
    Esposa firme e LeaJ
    11 Monarcha Liberal,
    (,uo do Solio Nacional
    A sorle Cuj ufaosa.
    Tanto mais com pieda I i
    Cora que Cheo de bon I I i
    A' misera orphanda le
    ' ifuzo Podro Soccorro,
    Quanlo mais vossa virtude
    S'eleva, por mais que malo
    O Tempo, que sempre estude
    O homem, que vive e morro.
    Salvo Anjo sempre Adorado !
    Do Brasil Idolatrado
    Salve, [iar Assignalado
    Pelos fe i tos de Grandeza '.
    0 Nome Augusto Gentil,
    Por entre louvores mil
    Mandara os povos do Brasil,
    De PEDRO, eo deTHEREZA.
    Volta Corle, Volto, Excelso Varao !
    Bracos, Armas, Recursos nao faltaro.
    A'quella que livro heroica Naeao
    Em Ti reconhece a Magestade ;
    Esla Terra, que Ves, lem mil pomares
    Affronlou a Horle, e affronta azares
    Da escravido nao solfre pez ires,
    1 in s doce vendo sua LIBERDADE.
    Aiire/dio Pedro de Parias.
    {Corre io Sergipense.)
    (*) Depois de cx'ocula.la una formosa orcb.es-
    Ira e danca selvag^ra molo das amigas tribus
    americanas.
    cancar oapoio publico, o voto nacional Se con-
    SOgue este punjo mximo na earreia, a gralha
    poltica polo gabar-se de q-i" p>ssue um legili-
    rao e ioauferivel diploma de pedanlistno, urna
    vantigera no seu genero.
    E'impossivel revelar as tricas, as finuras, de
    que se serve una destasgralhas para ganhar pal-
    mo a palmo o terreno do futuro c das posicocs.
    E' ura ddalo, urna floresta, urna miiii lo-aranlia,
    onde a iiivestigaro carece ser profunda e acu-
    rada
    Sobro a Influencia deslo animal nao precisa
    dizer que perigosa e muito perigosa. Ponho
    de parte o erri do culto publico a esses deozes
    improvisados como Cezar, efaco apenas relevar
    ' a ndole propria da individualidade sem cons-
    ciencia poltica, tomando apenas os enfeiles
    albeios como aspiracao a urna paula do cstados;j
    se v que um semelhante bicho nao repre-
    senta urna garanta social, ncm urna virlude c-
    vica.
    A gralhi Iliteraria aprescnlandn as mesmas
    lindas physiononiicas, dllere da gralha poltica
    em ler mais limitada influencia. O circulo des-
    la ultima especie c mais largo, e por conse-
    guinlc a influencia mais immodiatae mais ge-
    ral.
    Ha anda ura ponto em queso separara as duas
    especies : o 1 ni.
    A gralha poltica trabalha com a arabico do
    mundo e do podero ; a oulra tem a perspectiva
    modesta, lolvez, de una posico littoraria o um
    laurel artstico.
    A gralha lillerari.i mais fcil de conhocer
    que n oulra ; que nao sabe arrancar asponnis
    ao pavo. Assi na de ombligar os hombros era
    una secna de Domas, ou om urna pagina do
    Lamartine, e por ala vai furia como um peni',
    sem olhar pan os ps, sem pressenlir que fez
    apenas um papel de tablela de alheias glo-
    rias.
    Ha comtodo gralhas de luva de peluca: al-
    guna individuos da especie, lidos no esludo de
    um coito livro do padre Vieira. Esses fazem a
    a coosa mais lmpa, o como cortos animaos, iri)-
    curam apagir com a cauda os vestigios dos pro-
    pri is psssos.
    Mal avisados andam, todava a subtileza po-
    dci ser edr appareote 'ara Iludir os olhos
    apoucadoS; crlicalina nao se engaa nunca.
    Vivera de gloria alheia, como bous imitis que
    sao; suspendem aos hombros um maulo real,
    com os rctalbos apanhados tiestac naquella re-
    I pulaco. La caniinliam cmquanlo podem ellas,
    se um dia as reputaees se apercebem de que !
    Il-.es falta um pedaco, temos o scena do despi-1
    uiciiio publico dos enfeiles albeios, a rcalisacao
    do proverbio aiitigo.
    Isto com a gralha Iliteraria, cora a gralha po-
    litica, o com a gralha scientifica ; o mosmo
    processo.
    Pobres fimnlosdc gloria gczam um periodo
    de ovacoes a troco de ficarem, mais larde ou
    maiscJo, em loift indecencia do sua nudez mo-
    ral, felizmente j nao lem pudor.
    = r?
    i ~ a >

    _ 00 ts a
    ^
    M a t> m
    n. 2 0
    -* - r-
    a -1 -
    2 J a. 3-1
    3 O T. z
    S 2 3
    I Rf|
    < 5? I
    " o o"
    s 2 2
    Horas.
    S. I
    Atmosphera.

    Uirecco.
    =3
    InlensiJade.
    i-
    a.
    li l M i 10
    -4GC X -I C5
    Centgrado, g
    hS r. hi r-s 1
    l-i Ci 10 3
    ^ia'-iicc
    Reaumur.
    x ;- x -j
    V X X X
    Fahrcnheit
    Ht/nrometro.
    SSwwf I Barmetro.
    s ce 1
    m y.
    S
    Editas
    O Dr. Francisco doAraujo Barros, juiz municipal
    da 2.'1 vara, e preparador dos processos do
    jury do termo dcsla cidade do Recfe, por S.
    M o Imperador, que Dos guarde etc.
    12Q#, epsde aos possuidores das mesmxs
    jo favor de as viii'tn trocar no seu et-
    c criplorio, das^t 1 horas da manhSa at
    us 1 da tarde.
    INSPECCAO DO ABSF.NA1. Dr M VRINH*.
    Tondo de continuar n m Al
    nio a constru ;5o do lauro do caes entre n kw
    provisoria e o otftro lan 1 |ad do ilica-
    1ro publico, convida .', ,,,,... qH
    queiram lomar n si cssa :"-eninri ni s
    iiesla senelai a rotri as suos prOp*ttaa cmia.-l..*
    lechadas no dialSdo mez prximo, pelas 11 bo-
    rss da manlia, em que lera lugar o conlrnlo :
    sondo que ascond;/ il 1 a fniur.i
    da mesina obra, eo respective ate esta*
    01 patentes nesla secrelarhi para quem antes de cen-
    e trato precise consulta-Ios.
    u Ins|.....rao do s de V> tmum
    1 buco, em S5 de Janeiro de 18611 riw,
    A lexa ndi luios.
    Secretaria da instrucrSo publica de
    Pernarabco '. '; fevereirp
    de- 181
    O lllm. Sr. director geral manda faz<
    que adan Jn-se
    ' ir do prim ro gr 1
    da villa de Gai
    a primeira por ter sido ul
    a por juUlIaco da res
    Facosaberque pelo Dr. Bernardo Machado da est marcado de confu n .
    Costa'Doria, juiz di direilo da i1 vara crin istrurr-oes de 11 de jnnho.de I8T9, a
    da comarca desla cidade, me foi communicado 30 dias, a contar d 1
    ter designado dia 27 do crrante pelas II) horas co
    da manhaa, para abrir a primeira sesso do jury na forma 'I .- 1 1
    de?te termo', que Ira'palhar em dias consecutivos, Saltador ;. ..< de I sus u
    isvendo procedido ao sortelo dos ISjura los, que
    tem do servir na inesma sesso.
    Era conforraidade do arl. :12G do resubnienlo
    Secretario intei no.
    I) ordem d 1 lllm. Sr. n.< Mia-
    ran 1 d ia, ia proi ni ia se faz |
    n. 12 de ;l de arteiro de 1S2. foram sorteados que ,a rrem
    nadosos cidados seguintes : 1 na roa da tiuia n, I,
    t'rcuezia de S. Fr. Pedro Gonealves. herdeiros de Antonio I Ruarle Vi
    Atlencao.
    Para se responder satisfactoriamente s per-
    gunlaa do pergunlador do jornal Orden;, preci-
    sa-se que o mesmo pergunlador responda as se-
    guintes perguntas, para asquaes rbama-setoda
    1atlencao do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos de
    Nazarelh o das mais autoridades.
    1
    Poder o Sr. pergunlador dizer, se Joaquim
    lorico de Albuquerquc Uaranho j reco-
    lheu iheouraria 011 a oulra qualquer estacao
    publica a importancia da casa que arrematou pe-
    lo juizo de ausentes da cidade de Nazarelh ha
    bem ura anuo, perlencente ao espolio da crioula
    conhecida |>or Totonia do Vidal ?
    II
    Poder o dito Sr. pergunlador, responder, que
    deslino levo o negro do braco coto, que foi ti-
    rado da cadeia, nao se sabe a que pretexto, pelo
    mesmo J. T. de Albuquerquc Maranhao, em cuja
    casa dizeni fui visto por alguns dias, desappare-
    cendo depois, e al ftoje, sem queso saiba co-
    mo, era por que .'
    III
    Poder ainda o Sr. perguntador responder, se
    o supraditoJ. T. de A. M. j deu cotila da his-
    toria dos orphos do padre Joo Cavalcanli, em
    cuja casa mora ha bem oto annos, e lambem
    em que lei fundou-se o mesmo J. T. de A. Ma-
    ranhao, para na qualidade de tutor ellecluar una
    permuta ua referida casi por ura niucambo, li-
    cando dcste modo espoliados os pobres menores,
    que nem -10 menos poderao mais contar com o
    pequeo patrimonio qu seu paidoixou ?
    IV
    Sabera o mesmo Sr. perguntador explicar a
    historia da arrcmalagao daquelle carallo do ca-
    [lilo Ignacio Xavier ?
    V
    Poder finalmente o mesmo Sr. perguntador
    dizer, quera fui o tutor que proslluio sua p"upil-
    la filha do infeliz Manuel Magro, airando-a de-
    pois as ras de Nazarelh, onde hoje ganlu o
    seu pao a troco tic sua carne?
    Salisfeitas estas perguntas, lera outras que
    fazerno menos importantes
    A Alma do Ala noel Bacuro.
    Praca d Recifc 7 tic feyepciro de 18G0
    AS TRE3 HORAS DA TARDE.
    Cota^es ofAeiaes.
    Cambio sobre Londres21 3|4 e 25 d. 9D d|v.
    Descont de letras12 OiU ao auno.
    Cambio sobre Poris395 rs. por franfo Cf) div.
    Georgt PatchetlPresidente.
    vbourcqSecretario.
    Caixa Filial do Banco do Brasil
    om Peniambuco.
    EM 7 DE FEVEREIRO DE 1860.
    Dir clores da semana os Srs. :
    Dr. Augusto Frederico de Oliveira c Joo Pin-
    lo de I.etnos.
    A caixa dcsconta letras a 10 O/o, toma saques
    sobre a prac_a do liio de Janeiro e recebe dinhei-
    ro ao premio do 7 0/fj.
    HOVflTftNCO
    DE
    EM 7 DE FEVEREIRO DE 1860.
    O Banco dcsconta no prsenle semana a 10 O'n
    ao annrw at oprazo de i mezes, o a 11 0/q al
    o de G mezes.e toma dinheiro em cuntas corren-
    les simples ou com juros pelo premio e prozo
    que se cooveuuionar.
    Alfa me;
    Rendimenlo do da 1 a C .
    dem do dia 7 .
    ;n.
    61 577S084
    ll.-873704
    76: 50;7SS
    Bluvlmonto l alfundesa
    V'olumesentrados com fazendas
    cora gneros
    V'olumes sabidos rom fazendas
    >' cora gneros

    140
    -----112
    100
    393
    ------493
    Antonio loncalves Feneira.
    Antonio Ign.cio do Rogo Uedeiros.
    Dr. Manocl Francisco Teixeira.
    Dr. Manuel EneJino do Reg Vale
    Sanio Antonio.
    Antonio de Moura Rolim.
    Lntoniu francisco Fereira.
    Joaquim llygino de Motaos.
    Joaquim dos Santos Azevedo Jnior.
    Dr. Jos P lix de Rriin Macedo.
    Francisco Xavier da Fom ia Coutinho.
    Francisco Tavares Casado Lima.
    Dr. Francisco Leopoldino de Gusmo Cobo.
    Antonio Correa Cabral.
    Thom Lopes de Sena.
    S. .'
    Antonio de Sonza Molla.
    Antonio Joaquim de Vasconc'
    francisco de Paula Gouveo.
    Antonio feneira de Lima Mello.
    Antonio Ignacio Rodrigues Machado.
    Boa-Vista.
    Carlos Frederico da Silva Pinto.
    Dr. Manuel Moreira Guerra.
    Francisco Joaquim de Oliveira Baducm.
    !"o Francisco de oliveira.
    Dr. Uanoel CnelhoCintra .Ionio-.
    Dr. Firmino Antonio 'I" Son/a Jnior.
    Dr. Pedro Abares de Miranda Varejao.
    Luiz Amavel Doubourcq Jnior.
    A togados.
    Bellarmino do Reg Barros.
    Del fino Cavalconti l'cssoa.
    Ignacio Jos da Luz.
    Joo Jos de Albuqueique.
    Joaquim Jos Alvos de Albuquerquc.
    Jos Antonio de Oliveira Anlunes.
    S. Lourcnco da Malta.
    Manoel Jn'.io da Fonseca Pinho.
    Manoel Jacinlho Pereira.
    Santo Amaro Jal
    Jovino Cocllrvj da silva.
    Jos de Souza Leo
    Jos Joaquim do S R iri
    ! Francelino Carneiro de Lacei i.
    I Joo Figueira de Araujo Lyra.
    ' Pedro Joaquim Gomes.
    Pedro Jo Come?.
    Huribeca.
    EslevaoJos Paes Brrelo.
    Joaquim ila lamba Camello.
    Dr. Joaquim Ehirio de Mol es Carvalho.
    Joan Hermenegildo das Candeias.
    Jo- l'.raz Pereira.
    Pedro Cavalcanli Wanderley.
    A lodos os quaes, e a cada um dep er si, '
    como a lodos os iuteressados em geral, se r invi-
    da para comparecerorn no 1" andar da cas
    ' foi cadeia, em a sal das sessoes do jury, tatito
    | no referido da e bora, como nos mais di
    guintes emquanlo durar a sesso, sob as penas
    da lei se fallarem.
    E para quecheguo a noticia a lodos, mande:
    passar o prsenle, que ser li o e aflixa lo nos
    lugares mais pblicos, o publicado pe > mpren-
    sa, o i.irabera remoller iguaes aos subdelef
    do termo, para publicarem e mandarem fazer as
    nolilicaces necessarias aos jurados, aos culpados
    e s lesiemunhas quu se acharcra nos seus lis
    trelos.
    Rccife 7 de. fevereiro de 1860. Eu Joaquim
    Francisco de Paula Estoves Clemente, cscrivo
    do jury o subscrevi.
    Fraiirisco de Araujo Barras.
    nSo leve eftVito no ilia r falla <
    licitantes, e por iss i a mes
    mnd
    s -creai a da lites la de '< r-
    I ',;). >
    i nIer i i ,
    Luis Fra i
    La ialasa
    AATOX! U .
    PRIMLID '.i \.
    . .-.-T >::: -,; ;' ,.....retro*
    Depois lo estri, s
    pela primeira i
    de es ni {
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    II
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    I -! .3.
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    1 .
    -.
    :>. l
    n
    !
    Desearregam hoje 8 de fevereiro.
    Marca inglezaBonitaraercadorias.
    Biigue inglezCabeifughfi rro.
    Hiato brasleroDous Amigosfumo o charutos.
    Consulado vrra!.
    Itcndimciilo do da 1 a 6 .... l. :12>i>!>7
    dem do dia 7....... 4:602483
    20 035J480
    Variedades.
    AS GUACHAS SOCIAES.
    A gralha com pennasde pavita tem urna sig-
    nicicao social mais extensiva do que se pensa.
    forma urna classe numerosa e reprsenla ura
    laclo real.
    Todos conhecem a fbula, e o despntenlo pu-
    blico das penna3 quo o pavao reclamara e a
    gralha tinha lomado.
    Sbreosle fado temos un adagio muilo sig-
    njilcalivu : quera o alheio veste na praca o despe.
    t' a gralha em proverbio.
    Ora o plagio esla boje inlroduzido por lodos
    os pontos da sociedade. At ja se [orlara os vi-
    cios D'aqoi os fanfaires e a comedia de Thi-
    boust.
    Ha differen les especies de gralha a gralha po-
    lilica, a gralha Iliteraria, a gralha scientiQca sao
    as especies cardeacs ; ledas as mais sao r^ios
    que parlero desle foco central.
    As primeiras pennas que a gralha poltica ves-
    te o su (fr agio popular ; apoiada por urna acta
    adulterada, faz-so ser objeclo do vol publico c
    com os primeiros louroscivicos de um pavita il-
    ludido, obro ro para as pollrouas do respectivo
    areopago.
    Com esla aurora de vida publica nao de es-
    perar que a gralha poltica tome oulra norma.
    En folla da gradualmente a cada degro que sobe
    quando chega aocimo, a gralha poltica pode ser
    ludo, menos o individuo primitivo. E' um cada-
    ver com manto de rei.
    Asvolaeocs, as concepces, onde as acha, ella
    as apanha c perlilha cora um desplante calcu-
    lado 1 sabe corar as influencias sordas da moedo
    e dos empregOS, cora apparencia in.nocenle de
    predominio o de crencas. Invcsle as dietas re-
    presentaiifas com urna purpura, legitima, pri-
    meira vista,mas que para ura olphalo lino Ifcsan-
    da a lunch c copo d'agua.
    A verdadeira habilidade nao cslAsem ga.lg>r
    pedeslaes ; ha-uma linura suprema dada unica-
    ixtule s grallias de uui talento supcrioi: oi-
    Diversns provSBeias*
    Rendimenlo do dia 1 a 1:28G$081
    dem do dia 7....... :>55$S03
    1:544(886
    Despacbos slp exporta^&o ca me-
    s: ilo nonslado d^sm t-idatlu n
    lia S Uo Coverelro le 18".
    Liverpool Barca iii'.'le/a Isabella Rdley, S.
    Brothers & C, 131 saccas algodao ; Patn
    Nash i\; C, 52o couros ; J. Ryder, 2dl) saccas
    algodao.
    LiverpoolBarca ingleza Chase, Johnston Palor
    & C., 1,000 saceos assucar mascavado.
    Ballimore Brigne americano Chsttanooga,
    Whaiely Forsler & C, 200 saceos assucar mas-
    cavado.
    CanalEscuna hainbiirgiiozaEsperance, J. Ry.
    der&C, 1,200 sarcos assucar ni.is-ava.lo.
    Havre Brigue fame/. Parahibe, T. Frercs,
    500 couros verdes.
    MarselhaBrigue francez Jass -, F. Souvage &
    C, 200 saceos assucar mascavado.
    Rio da PralaEscuna dnamarqiieza Cliso Ma-
    ra, las' \ Lomos, 150 barricas assucar
    brsnco. ^
    RiodaPra. Patacho hollandez Wlelmina,
    Amoriin maos, 50 barricas assucar branco.
    Rio da Prata Brigue dinamarquez Hcimdal,
    A. limaos, 200 barricas assucar mascavado e
    150 dlas dilo blanco.
    Rio da Prala Barca hespanhola Chrstina,
    Aranaga Hijo A C, 100 barricas assucar branro
    e 1,000 cocos cora casca.
    Lisboa Barca portuguoza Formosa, Manoel
    Ignacio de Oliveira & Filho, 20 saceos assucar
    mascavado; Jos de Aquino Fonseca, 10 bar-
    ras de 5. niel.
    ReueSjciloria de retadas internas
    Geraes lo Pernambuco.
    Rendimenlo do dia 1 a 6.603#011
    dem do dii 7....... 40r;il
    7:00SJ2
    Deelaraco
    A cmara municipal desla ndade faz pu-
    blico, que nesla dala propoz ao Exm. presiden le
    da provincia a estabilidade da desapropriaeao
    da casa d'um andar c solao, sita na ra do Cr-
    doniz, pertencenlo a Gandido Alberto Sodr da
    Moda, a qual deve ser demolida, por assim o de-
    terminar a planta da cidade. Paco da (amara
    municipal do Rccife, em sesso de 6 de fevereiro
    de 1S60.Manoel Joaquim do Regoe AI'ji;
    que, presidente.Francisco ('tumo ia Be -Vii-
    gem,ollieial-inaior serviudo de secretario.
    Banco do Brasil.
    Afim de poder abreviar o expediente de I
    os negocios a seu cargo, a directora da caixa fi-
    lial do Banco roga a lodos aquellos que se prono-
    | zereni realisar Iransaccoes com csse eslabcle-
    I cimento, do apromplar as suas proposlas, i : >s
    | os das otis das 9 ao neio dia. Orando para se- l
    rom despachadas no dia seguinle, todas a-
    quellas que forera approvadas depois dessa
    hora.
    Tribunal do eommereio.
    Pi)r esla secretaria se faz publico, que na data
    inra foi inscripto no competente livro de matri-
    cula o Sr. Gaspar Antonio Veira Guimares, Por-
    tugus, de ;I9 anuos de idade, commerciante de
    fazendas seccas em grosso e a relalho, e domici-
    liado nesla ciliado do Reeife.
    Secrelaria do Tribunal do Coramercio do Per-
    nambuco 7 de fevereiro de 1860. Dinamerico
    Augusto do Reg llangcl, ofiicial maior interino.
    Pela sobredila secrelaria lambom se faz publi- i
    ro, que ua mesnia data foi registrada a nddica-
    co quo ao sen contrato j registrado, Dzcram
    Manuel Antonio Vieira e Narciso Jos eltO, PS-
    labelecendo-se que ao socio Netto Oca compclin-I
    do o uso da firma social de Vieira 4 Neilo.
    Secretara do Tribunal do Commerci de 1'
    nambuco 7 do fevereiro de ISO.
    '.' v-,
    0 roroi ......

    de Rslain.....................
    .-
    tal u .............
    ... V..........
    .......
    ante ingl i......
    - ......................
    ................
    Luna :' .................
    Isabel,
    ....................
    i p a e p o v o,
    ;o omcea em | ;
    ':!1 no \ i7;;:i.
    I irraiiiar o esperlarulo n .
    dida comedia em 1 a
    :-' OSA DI
    Faz a parle di '. s ..\
    Je Araujo.
    0 ictor Coimbra que tantas proras
    :.-: i i apii .
    i I-.-.-
    ; y s < n ais d i [ue ;
    - d'arle nn ios do
    que este dusejo seja com
    nina ass
    /j> rom que le
    As pessoas quo q
    entend r m o Sr. E
    |uc serio lodos u
    pila .
    PR1
    ordem..........
    dilo.............
    dita.............
    iras............
    i ca -
    2.'
    Caleras............
    Con
    - -- -*.-

    ;
    Avisos man





    COVASIUJ M
    i) vapor Princesa deJoinKille, rommandante
    1." lenle Antonio C rn'a de Di i -
    | lo* do norte em .- lo a i i
    al o da 7 do i irrcole n
    Reci : le dinhei-
    ro e encommen las i -sei >ndirional
    le a rorga que o vapor poder coi
    volumes despa hados i om inti
    i de sua chegada
    che o. i.
    COMPAMIIA VER ^AMBUCAXA
    cf
    te-[\avegaclocosleiraavapoi
    n n *-*
    Pela supracilada secrelaria se faz publico a
    dissoluco amigavet da sociedade que Jos Alvos] ^ vapor Pernmtnjra. eoimnaudaute l
    Lima e Jos Antonio Soares de Azevedo linham I seguir para os portus dosol.de sua careta no
    na taberna sita na ra do Imperador n. 5, s iba <"a 'J fl0 '..nenie s 5 horas da larde. Receta
    razao social de Lima \ Azevedo, competindo ao carS* ;''1' da 13 ao m< o dia, sendo post i i
    do e arompauhada dos
    conhecimentos.
    Vara o Aiaralv.
    O hiale i Etalacko
    na seguinle semana
    in.;
    ara o restante de s. u ear-
    regamenlo, trata-se com Gurgel Irmaoe, i
    escripturio lia ra da Cadeia do 1 ,
    andar n. 28.
    Consnlatlo provincial.
    Rendimenlo do dia 1 a G 9:S45g587
    dem do da 7.......2;86iji28
    12:109*815
    Movimento do porto.
    .Vneos entrados vo dia 7.
    Barcelona 52 dias, sumaca hespanhola Cari-
    nhpea, de 10G toneladas, capitao Francisco Ai-
    slo, equipagem 9, carga 172 pipas com vitiho;
    a ordem.
    Navios sdhidos va mesmo dia.
    Rio Grande do Norte Bigue- inglez F.lisa, Itti-
    kins. capilao 11. Jorl, era last:o.
    Paraloln Brigue diuamarqueza Ceros, capttao
    U. P. P.eck, era lasno.
    Ass Barca- brasloira Traviala, capio An-
    tonio F. d-a Silva, rom o mesmo aro. Sus-
    penpoodsu do lamotio.
    socio Azevedo a liquidacao do activo e passivo
    | da estllela Arma.
    Secretaria do Tribunal do Coramercio de Per-
    nambuco7 do fevereiro de 1360. Dinamerico
    | Augvsto do llego Baiiael, ofiicial malor interino.
    O juiz de direilo do crnio da primeira va-
    ; ra desta cidade do Recfe e auditor de guerra da
    ; provincia osla residndo na ra do Imperador n.
    o, segundo andar.
    ISepartit/ao las obras publicas
    A reparlicao oas obras publicas tem para ven-
    der nina poico de canos velbos de ferro, rom
    o 5 pollegadas do dimetro, avahados em
    as pessoas a quem ellos posean) convir, queiram
    dirigir-so mesma reparli,;ao. s horas do ex- fiU11l\H!l IT\1WI1T l\
    i pedienle. para examinaron) o estado di i L.lll A.MA rtM.lAJIbLLA ti
    canos. Secretara das obras publicas 4defeve-i DK
    reiro de ISC.D -O secretario, T. A. R. Z. IVn VP^nrAo TllSioira a Vllinr
    -U fical da fregueza de Santo Antonio, r" ^ Lbltlia a \n|>01\
    scientifica ainda por esla vez a todos es senb.ores ""Pf '3"'""". ronimandanlo o segundo
    donos de cocheiras e cavallorices situadas na 'cnonltt motou,f seguir para es porlos do avrle
    mesnia freguezia, que inieiraraente prohibido de sua escala nl o da cidade da Forlalet, ne
    correr a ravallo pelas ras da cidade pelo que d,a 0 dororrente 4 bor..-di tarde, itrebe
    nao deverao consentir que os criados por occa- cal',;?a l'osla u r"-'? cu*a dM S'"lmie can. -
    sio de ireni lavae-ea cavalles vio montados ga- RniJnr,!8- nos das 6 para o t.oara. 7 para o Ara-
    lopando como costumam. Fiscalisacjo da fre- ral- p Ass"- Pnrn Grande, c '.I al
    guezia de Santo Antonio,,'! de fevereiro delSGO ia ?*? "", 4e vendo l mate ser toe
    -O fiscal, Uanoel Joaquim da Mea Bibeiro. l**"i,!uln do3 competentes conhccintf nlos, sem o
    IV* .. t i t i : que nao ser rece!.ida.
    f\O\0 BailCO dt PeriiaUlhUCO. Para Macelo segu a l.ar.-ara -Dooradinha
    O novo banco de Pernatnbuco reco- ui ''"'da pre- eea>M
    li.., ..__i.. Jl i i i> t trapiche do algudao: para rarga, trala-se com
    'Use as notas de sua eaiissuo de I.CJ e dhHjCaodeSiTielMTFcrrito, ra do Vespo n. 13.
    CMUTILADQ1


    'fl
    REAL CIUI'AUIIA
    inglo-Liso-Brasileira.
    O vapor Bruitieiro espcra-se des porlos sul de 11 a 12d rorrcnte, o seguir no niomo
    dia para os partos da Europa de sua escata. Ps-
    Mjp nos o encommendas tral a-se com os agen-
    tes Tasso & limaos.
    Porlo c Lisboa.
    Sahe com brevdade a barra portuguesa Sar-
    nosa, eapitao Jeaqoim Francisco rinbeiro, re-
    retoe carga e passageiros, para oque lora magw-
    rotnmodos : i;uem qui/cr esrregarou ir de
    passagem, irate com o eapitao na praca, ou coh
    os consignatarios Uanoel Ignacio de Oliveira &
    Filtra, no largo do f.orpo Sanio.
    Rio de Janeiro.
    Vai brevemente sabir o brigtte brasilciro Be-
    que da Victoria, algum passageiro, ka la-se na ra da Cadeia do
    Recife, escriptorio ii, M.
    O agente Pestaa continua a estar autorisado
    pela commisso Iwiuidetaria da exlineta socioda-
    de le liaran e lucidos de algudao pira vender o
    restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
    Osprotendcnles podem dirigir ao arraazem da
    ra do Vigarion.11, a qualqucr hura do dia a
    entender-se com o difo agente.
    Attenco.
    *
    Na na do Hospicio n. 32 aproniptam-se comi-
    das com muilo accio e promplido,lauto para ca-
    sas particulares como para os senhores esludanles,
    logo que mande os scus conductores ; assim como
    fornoce-se eni rasa para aquellas pessoas que
    nao liverem conductores, por ateca razoavel :
    a tratar na casa cima
    O abaixo asignado roga aos Srs. deredores,
    e obsequio de mandaren) saldar os seus dbitos
    na luja de ourives da ra eslreita do Rozario,
    n.i7.
    Joo Paulo de Souza.
    Attenco.
    lerendo o abaixo assignado partir para acorte
    por estes das, a nao qncrendo que seu nomo fi-
    que en mu reputarn, faz vera quem por ventu-
    ra devaalguma quanlia, que aprsenle suas con-
    cn t e rMCO de quem pertencer, Ra |0S na rua larga do Rosario n. o,
    porta do armazem ti Sr. Annev:
    De urna poroto de latas de bolacta-
    nlias, caixas de (jueijos loudnnos. pre-
    s un tos e cerveja, despachados ltima-
    mente.
    MARIO [>E PERNAMBUCO. QUARTA FE1RA 8 DE FEVEREIRO 1>E 1860.
    /
    Quarta-feira 8 do corrente,
    A.s 11 \ioras i\\ \umVv.
    O gente camargo Tara' leilo por
    Saca-se para o Porto e
    Lisboa, no escriptorio deCar-
    valhoNogucira&C, na ra do
    Vigario n. 0, (primeiro andar.
    Achando-se em casa do abaixo assignado a-
    Attencao,
    Leildes.
    Quinta-feira, 0 do corrente,
    Pe
    o
    agen le
    mim
    DE
    Barros e cavailos.
    Tissel & Freres consignatarios do navio francez
    Zampa, la rao leilo por inlervcnco do agen-
    Ifl llyppolito da Silva, de (!"> burros o cavados
    Ichegados rccenlemenle di Ruenes-Ayros; quar-
    ta-feira 8 do rorrenle, ;'s 11 horas em ponto, no
    armazem amarello confronte ao arsenal de uia-
    rinha.
    No citado dia e pelas 10 horas
    da m'aaha, porta do arma-
    zem do Sr. Aunes, defronte
    ['alfandega, o referido agen-
    te veder por conta de
    quem pertencer e sem reser-
    va de |ie(;o:
    ijxas rom sabo ingle?.
    " harria com carne, de racca salgada.
    60 I itas com cunes em conserva.
    !5 h ii : \i rom manteiga inglez i.
    S caixas com presuntos para iiambre:
    10o caixas com vidros.
    com Wiskey.
    . primeiro an-
    dar ; e com quanto, porm, em sua consciencia
    julgue nada dever a pessoa alguma, alm de
    muilas otiencoes e favores, com ludo o esqueci-
    menlo poderla ter sido causa de algum engao
    ou descuido de suas obrgacoes. Recite, 5 de fe-
    vereiro de 180(1.
    major Joo Duptisla de Souza Braga.
    Para urna taberna na Ca punga, precisa-so
    idoum menino que lenha pralica de ser raixoiro
    i de laesesiabelecimenlos, e prometle-se-llie bom
    ordenado, se bem servir : no caes do liamos, ar-
    mazem de aliaba.
    Quem precisar de ora bom destilador ou
    administrador, para qualqucr engenho ou fabrica
    it miro ou fura desta cidade : dirijo-se rua do
    i "go n. 40. ou annuncie para ser procurado.
    Pcrcisa-se de um caixeiro que lenha prali-
    ca de taberna ; nao se repaja pagar bem : na
    rua do Rosario da Doa-Yisla n. 51.
    Aluga-se
    ceiciie n. 30 :
    measna.
    Perdeu-se no da { do eorrenle mez um meio
    billiele n. 511 da 2U." lotera a beneficio da cu-
    pre/a lyrica da coi te, e pode-so a quem o liver
    adiado, o favor de o entregar no paleo do Carino
    em rasa de Miguel Jo< d'Almeida Pernambuco,
    que ser recompensado,
    prondendoo olnio de marcineiro um crioulinbo, .
    forro, donme Feliciano,que representa.ler de 13 i Ouem ti ver e qnizer vender urna mobilia
    a 14 anuos,com os signaos seguidles : quando falla cn"1l,c!a de Jacaranda com muito diminuto uso,
    gagueja alguma cousa e lem no rosio una pe- ''"' 'in i",l,";iir '"S01- fm carta fechada,com ns
    quena cicatriz, levou calca de riscado. Balit, cha- "l.k'laos ''" 'J-. e diixar na livraria ns. 6 e 8deste
    peo de fellr.) e sapalos." Acontece uo rindo no : ^"o0! ,iara sor Pro:u'''"lo e tralar-se, isto at o
    dia 3 do corrente mandado por sui protectora "JlZ gcorrelo met.
    alllm.* Sr.'I). Francisca Theodora da Cuirha "
    i llego, esle desappareccu sem se saber qual fosse
    o motivo, por isso suppde-se ler si scduzido,
    a mesma senhora cima protesta contra quem o
    liver occullado. K rosa-seas autoridades poji-
    ciaes ou a quem dcll liver noticia, leva-lo casa
    da dita senhora, na l'assagcm. defronte do sobra-
    do grande, ou na rua do Imperador, loja de
    trastes n. 21, que ser gratificado Christiano
    Jos lavares.
    W>
    urna casa terrea na rua da Con-
    quem a pretender irija-su a
    8
    do
    -trwc Portella, subdito bespauhol vai para
    Macei.
    J-f.a qualqucr quanlia a juro sobre penbo-
    rs deouro e prala : na rua di Paz n. 30se dir
    quem d.
    1

    Collegio de Sania |
    Tlieroza.
    covvcnlc.
    0 preposto do agente Olivcira far leilo, por
    ; conta e rispo do quem perlonccr, de 31 barricas
    | de ptima bolacha ingleza para fornecimenlo de
    navios, 10 liarris de exccllenlcs carnes de vacra
    1 de porro, barris de lingoas, carnes preparadas
    para sopas, om latas de chumbo, farinha de ba-
    tata em folhas de ferro, latas com salmao e la-
    | goslas, barris com aronquest queijos londrinos e
    bolachinlias de socia, assim como 'J barris de
    d rame de ferro avariados, por qual-
    quer |-rcm : quarta-feira 8 do corrento, is 11
    | oras ira nianba, no armazem n. 2o, deronte do
    trapiche do algodiio.
    I o
    Recife a Sao Francisco.
    LAmitado.
    Aviso.
    Cas Freres farSo leilo por interven-i
    Kiodo agente Hyppoli o da Suva, de
    um completo orttment de fazeodas
    todas proprias deste marcado, para o
    zes a comparecerem quarta eira 8 do
    corrate ao meio din em ponto, no set;
    armazem da rua d Estrata de Ferro
    DE
    MI1M11S MI.
    Sao convocados a reunirem-se na assoriacao
    coniiiiercial os Sis. aociouislas da companhia'da
    estrada de ferro du Tamandar e Una. no dia 10
    do corrente mez.
    O Sr. Honorato Jos de Oliveira Figneirc- :
    do qneira annunciar sua morada ou dirigir-sc a
    liviana da praca da Independencia sa lallar-lhe. '
    O Sr. Albino Pinto da Silva queira appare-j
    cer na rua da Santa Cruz n. 5, a negocio que
    nao ignora.
    i'urlaram do cngenlio Tillia um cavallo pretn
    caxito perlencenle ao abaivo assignado, c cas-
    trado, grande, c est bem carnudo, anda bem :
    Daixo, bola ale meio, lem una eslrela na testa,
    nma_ bexiga no espinhago lem o p esquerdo
    a mao direita branca, ha toda probalidade que o
    dito cavallo fura conduzido para alguns dos en-
    genhos do norte pelo ladro que furlou os cavai-
    los do lencnto-coronel Branda i do engenho Car-
    rapato.e que j i"..i um appoh'endido no lugar
    Mancla, portantto quem apprehender o dito ca-
    vallo ou delle der noticia ao abaixo assignado
    sera generosamente recompensado. Tilha30 de
    Janeiro de lSOU. Tliom Joaquim de Olivcira.
    IX. Vi \>raea Aa oa-
    Vista 1. andar.
    DIRIGIDO POR
    Thereza Guilher-
    Iminade Carvalho.
    A directora.deste collegio avisa
    aos pas de suas al um lias, e ao res-
    peiiavel publico, que as materias,
    que ueste estabelccimcutose cnsinam
    tendentes completa educaco das
    meninas, e bem assim todos'os ra-
    mos da mais perteila educaco se
    acham em exercicio.
    Sendo a educaco a base principal
    da felicidade humana, oceupa os pri-
    nieiros cuidados da directora deste
    collegio, (iic, incansavel pelos pro-
    gressos de suas alumnas, nao di s-
    ranca em inslrui-lascni lodos os ob-
    joclos uteisaoseu dcsenvolvimen4o:
    assim ella recebe pensionistas, meio-
    pnnsiouistas e exlernas, com as con-
    dicoes experificadas em seus respec-
    livos estatutos, que poderao ser vis-
    tos em seu cslabclccimenlo.

    Barato que
    admira.
    Na nova loja da rua Direita n. 87. ha para
    vender neos paletos de fuaOi, l,,..,,,-,, ,. de c;ir,.v
    co/.dos a liauc. bm pelo duninum preco *
    I OJOO, ditos sarcos de alpaca da core* feitoa ron
    i o niesmo posto a 4f60O, ralbas de niei'a rasemira
    > muilo boa faientfa a i^SOO, ditas de brina de li-
    nlio padrees de gostos modernos a Sf5Q0, ditas a
    ,3;00i), ditas a 89300, saias a balao de labyriniho
    la bjOOO, ditas de muss-'lina a 5^000 chale* &
    1 louquim a lOfOOO por ter um s6 de cftr, ven.).-'-
    por tao diminuto preeo : e nrim muilaa faicn-
    das que s com a \isla do freguez. -
    No Diario de hoolem, 7 00 eorrenle, vem
    ama casa terrea n.59, na rua de Sania Rlti
    ; ra se vender, julg-i-so ser engao de numero
    pois que essa casa nao se vende, perlcncs a or-
    phaoe.
    Vuou na tarde do dia 6, da casa n I
    rua Augusta, em dire-eu a rua do Alecrn, urna
    rolado sertoo chamada aza branca quem pe-
    gn, querendo reatilui-la, leve m.
    que ser recompensado.
    ; Precisa-se itugar urna piHa esc-ava mm
    I sirva para vender na rua : na rua da Guia n. 9
    1 Precisa-sede urna ama para casa de poui .
    ; familia, que saba cozinhar e faca as cornpi
    rua ; pode ser captiva o forra', dando pe.....
    que abone sua conducta : no aterro di It ,a-Vi,-
    la, actualmente rua da Imperalriz a. lo
    '-;"--. i
    m
    Para raascarados.
    .'
    Na loja d'agni.i
    ja d agina de ooro, rua d Cal \ei n 1
    R. vendem-se lantijoulas, gal.
    das as qualoiades, proprias paia enfeit
    tuarios de mascarados, assim
    rame e de papelao, muilo
    ludo muilo barato por serem rceetados en
    r o 11 u r n
    es d.' res-
    como m.iv ara d
    linas, que m I
    Alujase
    a loja do sobrado da rua da Aurora n. 40 ; na
    mesma vende-se una cadeirinha em bom usa-
    do : a tratar na rua do Caug, loja n. 9.
    u
    Furtaram
    m
    Vende-so um mulato de 18 annoa
    i figura, proprio para criado, oflicial'd.
    pessoa que pretender, dirija-so
    Bja-VisUn. 5.
    teiro ; a
    da Coili ci 'dO '.i
    >ap
    Ahianat
    Farinha de Iriso,
    VVA.O AGENTE
    1WM
    M
    A
    O referido agente far leilo por conta de
    n pertencer, quarla-feira 8 do corrente, s
    10 horas da iiianha, no armazem do Sr Jos
    I Nuiles de Paula, junto a ponte nova, de 300 bar-
    ricas com farinha de trigo SSSF.
    Avisos diversos.
    Previne-so ao respeitavel publico, que lendo-
    ; se de trabalhar na ponte los Afogcdos, os Irens
    que pailirein da eslaeo da villa do Cabo no dia 7
    'is 3 1|" horas da larde, c no dia 8 s 7 da ma-
    nhaa, nao passaro alm da estocan dos Afoga-
    dos, assim como os que parlircmsS horas da
    tarde no dia 7 s 8 1]2 horas da inanha no dia 8
    lerao s.ihidas somenteda estacao d No dia 7 s -i I|2 horas da larde haverao mni-
    bus na eslaeo das Cinco Ponas, onde podem 03,
    senhorespassageiros, munidos dos competentes lvi\I(MllIiH'O
    bilhetes, seguirem grates aos Afogados ; osquacs r*| .
    ' devero transportaros passagei ros que vierem no \ C1V11 '.
    I irem do Cabo para o Recife. llavera o raeemo
    , arranjo na manba do dia 8, com adiilerenea de
    , partir das Cinco Ponas As S horas em ponto". Es-
    eripiorio da superintendencia, 3 de fevereiro de
    ISb. E. W. Bramah,
    Supeiintendento,
    AiiiifiaH oa provincia.
    Sabio a luz a folfmha com
    o alinanak da provincia para
    ocorreii/canno de
    na noilc de 1 para 2 do concille, da Torre, um
    cavallo raslanho, com os signaes seguimos : a
    mao direita prcta eacsquerda branca, a perna
    direita branca e a esquerda prcta, e o casco da
    mo direita fendido : quem o apprehender e o
    levar sua da Cruz n. 'J. loja do alfaiate Mor-
    der, receber 40JJOO0 de gralilicajao.
    Para a q na resma.
    [Sedas prelas larradas, lindos desenhos
    corado
    Corgurao de seda lavrado, superior em
    qualidade, para rostido, covado
    'rosdenaple preto, covado

    o qual se vende a 800 rs. na
    [traca da Independencia livra-
    ria 11. G e 8 contendo alm dol
    ccclesiastico e
    largo em lit i superior a 2r- 0
    Sarja pida larga, covado
    na rua do Oueimado. loja de
    25000
    tv- I i
    2)00(1
    * porlas n. lo.

    Barato que ad-
    mira.
    Na rua da Madre de Dos, loja nova n 7
    Peinando P?r lodo pro?, bem como casc'ni.
    de cores de lindissimos padres
    l'.l'wiu ill-'----------r

    e/.as a 5$800,
    a >", H
    de cimas rusas.

    n.ad.i:
    de 3S800. 4$60U, 1^800. 5^00, 6> e 6}5 0
    fe&K?e e*n>|MrfM, gftstos .
    !tT 1*1 .' ,'"'"1'1--. ''.'/onda soffurcl para
    tlUlUO iaiEiU.> \j lULti. JarJaSambraia lisa muito fina, pera d 1
    DE r:Ls.:! ;'-.,0e -0!'. i.*ioiia..
    Noticiados princpaescsta-i\iTK^^l^-. s? ^^T*?
    s da Europa e America com; ^ heder (L \\ IS011
    COMIViMIIA DA VIA FKHRLA
    (i curador fiscal da [alinela de Doccsloy i
    ! G. convida a tojos )s senhores credores a apre-
    senlarcm seus ttulos na rua do Collegio n. 3,
    ^ primeiro andar, no termo de 8 dias, a contar da
    ,uis rieres farao leilo p.r
    veneno do agente livppolito va Silva, [ha bilita^s para ciercer qualquer em ego ou
    de um variado SOrtiineuto de miudezas roecupasSo em qualq,nor cusa comraerciaj desta
    e artigos de phantasia e luxo, para o
    nter- 'la,a ,lf! Pros,;"10- l'ecife 8 de fevereiro de 1860.
    . Um professor jubilado com as uecessarias
    RECIFE A S.1 FRANCISCO.
    Pelo presente sao convidados os senhores ac-
    cionistas virem do dia 3 do corrente em dianlc
    ao cscriploiio da rua do Crespo n. '2, para rece-
    berem o 8. dividendo de juros de suas acccs,
    contados no semestre derorrido do 1. do agosto
    dos na uropa
    o nome, idade etc. de seus im-
    peradores, rcis e presidentes.
    Resumo dos imnostos ce-
    DE
    uzeadas, que sena enfadunuo mencionar.
    New-York.
    Acham-sc venda estas interessantes machi-
    iiiiju&iu> 00- as de costura, as quaes reunem iotas as vanta-
    raes provinciaes, muuicipaes ^^X:^^!^6
    e policiacs.
    Tabella dos emolumentos
    .Na taberna do paleo do Paraion.i.
    '"' ;."'......" los finos paro 40rs. a 2200 a caixa, i .
    .1.
    tezes a compn-
    ijtie pedem nos seus fre
    recerem quinta eira 9 do corren te j ns
    11 Iioras em ponto, no seu armazem da
    rua da Lruz.
    ui:
    llyppolito da Silva ara' leilo no seu
    armazem da rua do Imperador n. 1! C,
    de um crioulo excediente oici.d de pe-
    dreiro e trn tnulut'mho, ptimo bo'eei- 0 ~
    ro: se\U '"'. fv (, corrente? a urna
    Itora em po'ito,
    praca, olfereee o sen prestimo, dando dador a
    sua conducta : quem delic precisar, dirijase a
    rua eslreita do Rosario n. 17, luja do ouiives,
    que se dir (juem .
    j5.^sy-asaaBMa^y3&t^^
    Manuel Joaqiin II o reir e Jos Francisco |
    Rodriguess da Costa Iraspassados dedor
    pela sbita o prematura morle de seu mui-
    to prezado socio c mano, Miguel Jos Ro-
    drigues da Costa, cordealmeule agradeccm
    a todas as pessoas quo Qzeram o piedoso
    obsequio de assislirom aos ltimos sufTra-
    gios, e acompanhar ao jazigo 03 restos
    moraos daqucllc bom amigo, cuja peda
    nunca mais deixatao de prantcar.
    De novo rogain aos mesmos senhores e
    {uellcsamigos do fallecido, que por falla
    de lempo dcixaraui do ser convidados no
    infausto dia da morle para assislirom ao
    oftieio do stimo dia, cojo lera lugar na
    mesma egreja do espirito Sanio, no dia
    sexta-feira 10 do eorrenle, pelas 8 horas
    parocliiaes.
    Empregados civis, milita-
    res, ecclcsiasticos, lilterarios
    de loda a provincia.
    Associacocs coinmerciaes,
    de 1859 31 de Janeiro de
    fevereiro de 18G0.
    1 Prccisa-se de um bom fornriro ; na pada- r,lS C I>a 1'tlCUlai'CS.
    ra da rua dos Pescadores n. 1 e 3. Fsf ?1 lw''!ffMmniilnc C-ih
    1 (>ucm precisar de un. homem portnguezde Lbl.d,JLiC
    lidede para administrar qualquer.estabelecimen- UUStl'iaeS
    to, ou mesmo para cobrancas de rua ou oulro < i
    qiielquer misler ; na rua da Praia n. 58, das 9 lOUaS aS (|UaIlUadCS C01110 10-
    i horas do dia em diante ; dando liador a sua con-
    ducta.
    ADMINISTRADO D.V IMPRF.NSA
    ra do mechanismo,como por serem da mais bo- v |J '' c Para -'> rs. por m i i mi
    ma apparencia. sendo muilo facis para se i vene-se fumo muilo velho, boa qual lade
    prender a trabalhar nellas, o que se consegue raulJ m!l,os do que em oulra qoabiuei parte a
    rom urna sunples licao. Estas machinas fazem Jelal"o; allanfa-se os bons charutos .
    POSiuiulo dos dons .ida* ili pnelur. .,........., _____i fuuio a lodo., n< fn-^.m.a* ~...__._;_ .
    ins,in-
    commerciaes de
    1
    i 186. Recife, i. de I agrcolas, industriaos, littera-
    Suissos.
    de Scltailieilii &
    rasuacon- jagj yendas, acOUgUCS, cn^C- C'T' n- 3S' vndese um grande e va-
    NACIONALI nhOS CtC Ctc "a sol'limcnto 4* relogios horizon-
    icndosiy-i c \* taes, patentes, clironometios e meios
    pospona dos dous lados da costura c co/.em coa
    loaior rapidez e perfciclo possivel.
    Acham-SC venda e nioslram-se a qualquer
    hora ds dia ou da noite na nica agencia aesla
    provincia no aterro la Boa-Vista, actualmenle
    rua da imperalriz n. 7 primeiro andar.
    '""" '"'"- fregowsqua se qniacrcm i
    gucsar ncsia nova fabrica de charol ...
    mis
    Ji
    A
    Relogios

    Em casa de Schaeitiin & C. rua da
    ha para
    pro
    [ao p do arco de Santo
    Antonio,
    para vender coeiros bordados j i
    piios para baplisado.
    Vceg(o-de|nraliva.s
    unas
    Es
    slas PILLAS, sendo nicamente compost,.s
    ; de puros vegelaes colhi.los nos ramios e natal
    Ja provincia de S. Paulo, ja forjo analvsadas
    que nao descansar no caminho que enceloii,
    pois que se acha cm andamento a fundicao de
    outros muilos corpos de lypos, cujas pro'vas se
    publicarn em folhas suppremcntares.
    Ratificando o aviso publicado em muitos pe-
    ridicos portugueses e brasileiros, a administra-
    cao da Imprcnsa Nacional declara que continua-
    j r.io a fazer-sc os rbatimentos na proporco se-
    sonhor dous escravos, N encommendas que cxccdercm
    um de nomo Luiz crioulo. com os signaos se- de 10$ at 100 ris..............10 por cenlo
    guinles ; bem preto, nariz grato, pernas gros- ; Na5 que cxccdcrein de 1005OOO at
    sas, olhos bisonhos, falla poseo, 6 mu vagoroso 500J ris..........................15 por cont ,
    ular, reprsenla ter de 18 a Na3 qno excederem de500$ ris.... 20 por cenlo
    de Lisboa, lendo publicado o Specim. -.,.=
    s.TmnAn. ss sssh.'swcL So,:vc ,ellc carao de suas encommendas, perfeita execueo \ mercianC, agricultor, lliari- e ok'ados a orno ; sendo estes relogios ^ Sr Fiienne I,.rU'i.*
    Sa&attSML-pJgS: mo c e"ir"'' P-a todas asLSr'^r8 daSllis?a: 1UC &?5ZZ'l!&'tZ
    zerem. A administrado nuire a bem fundada. claSSCS (la SOf'icdntlo ., p Pie,08 izoa\ti,. pello das virtudes eefikacia deste mararUhoso,
    esperanca de continuare merecer a preferencia,' -wuuv. Aluga-Se urna casa no Cachanga', meJicamenio, elioje se acl.Jo a>s:.7 conhecidas
    do os Srs. lypographos, na certeza de bem confronte a egreja, corn bons com- pelas nnamaras curas que com ellas se lera
    1'us.irani d
    no andar, altura n
    ATTENCO
    asa de seu sonhor dous escravos,

    Aceilam-sa em pagamento letras a prazo, abo-
    nadas por firmas conhecidas, mas neste caso ou-
    20 aiinos; o oulro de ..orne Thomaz cabra com 0 ypo inuiilisado receb-se como di'nheiro, a
    mareas de bexigas ja desfarcadas, 6 bem allante raz&0 de loOris o arralel.
    t: minio conhccido por trabalhar na alfandega
    com boi, tein falla de um dente na frente, bem
    parecido, j.ilga-sc icrem ido para o se.lio por lr0 deTer ser 0 ab;ilirat.n,0| e previamente con-
    scr um dafrcguezia de Quipap o oulro de Hu- vencionado
    : roga-se, porlanto, as autoridades policiaes A adminislracao da Imprcnsa Nacional de
    e ca,u.;cs ne campo os pegeme evem-os as sLoa rocu,.a da, a maJr cxtr3,40C ao3 seus
    unco Ponas n. Do, que se gratificara generosa- projuclos> e ,,ara csll! lim consegUf0 ter rospt,.
    ,, ,____ ,, lavis ageitles em algumas das principaes ci-
    quina na rua da Boa da(lcs do rfco mper00.do Brasil :-Na corte do
    C, de umexceilenle carro do tpietro ro- no, com armacao propua para taberna, e con. nio de Janciro ^r Francsco Telxcr, Basto.
    '.,.,..,., ^ ___ 11 1- i... 1 commodo para familia: quem de a precisar/
    das equatro cavailos todo adextrado* dWia-so ao pateo deS. Pedro Novo, taberna do
    para carro : sexta eira 10 do corrente, sobrado da esquina, que acharfi com quem tratar
    a urna hora em ponto. t, "T Vtema-ti de nina ama para casa do pouca
    c^ r.imih.1 a tratar na rua da Sen/.ala Vellia nu-
    modos, hanlio ao pe'de casa : a tratar obtdo, lornandisa um remedio sempre til o
    narua do Cahuga'n. 16, loja de ctl- oeeassario, especialmente nos logares onde nao
    cado. Iioiiverem medicse forem e;cas.-os os iee
    hachare
    O badiare AJelino An'onio de
    Luna Freir mnJou sua residencia para
    82, primeiro andar.
    a rua Direita n.
    da medicina.
    Sendo o fin principal Jestn PILLAS purificar
    qual sei a creatura que
    a massa Q\EMP-NUEYATOKrv'
    PILULAS VEGETAES
    ASSUCARADAS
    O abaixo assignado, dono da loja
    da fama do aterro da Boa Vista n. iS, j
    tem de novo garantido es bilhetes da? '
    ! loteras da provincia, pagando os S por
    icento da lei. Antonio da Silva Gui-:
    licitar de attender a propria coasenracM, ier-
    presanJo um medicamento que, mesmo em e>ta-
    do de saude, concorre para a loa nuirijodj
    asistencia, e que sempre um preventiva do
    qualquer molestia ?... E" inconicslavel que gran*
    de parte dos soffrimentos humanos lem por oii-
    geni a impuresa do sangue.
    Assim, julgainos fazer um gran le servico a
    iyppoiitoda Silva ara' leilo no seu
    armazem da rua do Imperador n. I I
    I maraes.
    Os administradores da massa fa..
    i !da de Jos Duarte de Oliveira Reg f,0IMnJ* aconselbando aao deesas muuls,
    ! previnema todos os deve.lores a' mesma e, inlicnre,,|f,s os 'lilTeMnies molos por que ra
    devetn ellas usar, segundo o estado das pessoss.
    familia
    \mhm_
    DE I avisam a todos os senhores 'que
    DPPOYW 1A"fll*rl;| AC -*- ?5 C ACIU.UO4 : pra/o de 8 diasos seus ttulos, ai
    Em Pernambuco o Sr. Amorim Irm&os.Na Ra-
    bia o Sr. Antonio Percira Espin''-^'
    Maranhao a Sra. viuva Rocha San
    No Para o Sr. Martins & limaos.
    se pil-
    les no
    m de
    Henry foster & C-, farao leilo po j poderem proceder na forma determi-
    intervencio do agente llyppolito da | nada no art. 859 do cod. do commcr-
    Silva, com autorisacao do inspector da ci, devendo a apresentacao ter lugai
    alian leja, <; en pr_-senra de um em- na loja deJoao de Siqueira Kerrao, rua
    pregado Oa mes na reparticao, de 50 'do Crespo n. 13.Recife, 7 de everei-
    barricas com prego?avariados, a bordo! >'0 de I8G0.
    Aluga-se urna casad. tt.t valk
    NEW-Y8RK.
    O HELHOR REMEDIO CONHECIDO
    :,a e; CNo \ Contracoiniijiarocn, ictericia, affeccoe do fijado,
    "t l'ilhos. febres biliosas, clicas, indigestcs,en.vaquecas.
    Ilemorrhoidas, diarrhea,doencas da
    mero 104. P'ecisa-se traspassar a riypotheca j pelle, rupcoes.e todasas enfermidades,
    Os administradores da massa fal- ^a cjuantia de 8:0. O.s, vencendo o pre-1 movissiESTEs no estado mrono no sancie,
    lida de Jos Duarte de Oliveira Reg, mi de um por cento ao mez, a qual
    esta' garantida em um sobrado de dous
    andares da praca da Boa-Vista, a qual
    esta' vencida : quem quizer fazer este
    negocio, que o Merece vantag. ns, como
    75,000 caixas desle roraedio,consoiumem-se an
    nualmenlc I
    Iteitiedio la natureza,
    Approvado pela faculdade de medicina, e re-
    commondado como o mais valioso catrtico ve-
    getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
    pu-amente regetaes, nao conten ellas nenlium
    I massa, que podem pagar seus dbitos
    . aellesou as pessoas que se mostraren)
    devidamente autorisadas cora procura-
    cao sua, assim como, que devera vir
    quanto ant-;s satisazer seus dbitos na
    rua do Crespo loja de Joo de Siqueira
    Ferrao, n. 13, no espaco de 30 dias, e
    na falta erao levados aos trihunaes.
    Recife, 7 de fevereiro de I 8(J0.
    Manoel do Oliveira Danos, re lira-se para
    Lisboa.
    do-pitac'io americano << X. Stawers
    l-'ugio no dia 3 do corrente
    se\tsfei.-a 10 do corrente as 10 horas lugar Boa Viagem a escrava Anna,
    em ponto no armazem n. 10, da alian-1 orioula, cor fula, baixa e secca do cor-
    po, olhos pequeos, representa 40 ?n-
    nos; ot escrava ha poucos mezes do Sr.
    1 Dr. Buarque Nazareth, morador em
    Santo Antao, conduzio tima trouxinha
    , de roupa de seu uso : quem a pegar ou
    dellader noticia sera' gratilicado por
    seu senhor Jos Pinto Magalhaef, na
    idade do Recife, pateo do Jiospital do
    Paraizo, cocheira n. 10.
    ATTENCiO.
    Trecisa-se de urna escrava por alguel, que
    saiba cozinhar bem : quem liver dirija-se i rua
    ds Cinco Ponas n. 71, que achara coro quem
    tratar.
    LILAO
    PELO AGENTE
    PESTAA.
    O referid') agente far leilo por conta de quem
    pertencer. quinla-feira 9 do eorrenle, s 10 horas
    la manhaa, na porla do armazem do Sr. Aunes,
    Jefronte da alfandega, de 100 barris com man-
    teiga. em barris de 25 libras, viola di America,
    a loellior que lem rindo es;e mercado.
    Constan-
    teniente
    trocam-se, compram-sc e vendem-se escravos de
    ambos os sexos, de todas as idades e cores com
    habilidades e. sem ellas e todo este negocio se
    faz debaixode. todasinceridade : na rua Direita
    numero 66
    era sua operario, o um remedio poderoso para a
    Ijuvenlude, puberdade e velhice.
    Lea-seo folhetoque acompanhacada caixa,pelo
    qual se tirar conhecendo as minias curas milagro-
    jsasquclem ell'ecluado. D. T. Lanman & Keip,
    droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
    cos fabricantes o proprietarios.
    Acham-se venda era (odas as boticas dasprin-
    cipacs cidades do imperio.
    DEPSITOS.
    Rio de. Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
    flahia, Germano & C, rua Julio n. 2.
    Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Soum
    & C, rua da Cruz n. 22.
    SOKVETE NO PAVILHiO
    DA
    Casa de banhos do paleo do Carmo.
    Todos os dias uteis das 7 s 10 horas da noite.
    Ha lugar reservado para as familias.
    Tao bem ba sorveleias dv varios lamcchos para
    rem para fra.
    condjfcao dos sorveest, qic 9e pedi-
    Pugio do poder do abaixo assignado, a escrava
    Cesara, crioula, com os signaes seguales: bai-
    xa, magra, cara bexigosa, falla faiihosa, levou
    vestido branco, chales encamado, levando mais
    urna Irouxa com roupa, de seu UM : a mencio-
    nada escrava foi da linada Antonia Mara do Es-
    pirito Sanio, c boje perlence aos herdeiros da
    mesma ; desconfia-sc ler a dita escrava tomado
    para as bandas do sul : pede-so as autoridades e
    capilesde campo e a qualquer pessoa pega-la c
    levarem-na rua de Santa Rita n. (i, ou na
    mesma rua n. 15, quo so gratilicar generosa-
    mente.
    Manoel Jos dos Santos.
    Aluga-se
    urna casa no largo do Terco n. 30, propria para
    qualquer estabelccimento commercial '. a tialar
    na rua da Cadeia do Recife n i.
    Precisa-sede um forneiro : a tratar na pa-
    daria de Ponciano Se Salgado, rua eslreita do Ro-
    sario n. 13.
    JooJacinlho deModeiros Rezende faz ver
    ao commercio que Mauoel Jacinllio do Souza Tra-
    vassos deixou de ser seu caixehu desde o da 6
    do corrente.
    Quem quizer vender um sobradinho ou
    urna casa terrea na Roa-Vista, dirija-so a esta
    lypigraphia, que a-liar com quera tratar.
    Agradec 111 en to,
    Infama^&O do fijado e eslom.iKo.
    I-11 abaixo asfigoadO atteslo que padec
    minlia senhora de inflamaco lie figado e esto-
    mago por muito lempo, e sempre tratada, l-
    timamente se llie addicionou ao seu traiamento
    allopalhico (com permisso do medico a&sisieniel
    a pplicaeo das chapas medicinaes v do Sr.
    Ricardo viik. com escriptorio na rua do Parto
    n. 119, c a doente se resubeleceu iiueirameni.',
    faz uso das chapas do mesmo autor para o figado
    ou estomago, sempre como coadjuvanle do Ira-
    lamento allopalhico a que se subrattie, e \i u-
    ranJo proficuo resultado.
    O que redro verdade, e o juro.
    Collegio nacional em S. CbriatofSo, Rio de
    Janeiro Joaquim Sabino Pinto Ribeiro
    Ileconhecida verdadeira a a^signa'ura supra pe-
    lo tabeliao Luiz Rodrigues Pinta da Costa.
    Cura completa
    Sem resguardo ncm incoiiimodo.
    llhcumalismo
    Da mo al ao meio do Iraro
    Eu abaixo assignado, declaro que urna minha
    sggregada solTria ha bstanle tompo de iheuroa-
    tismo as costas da mo at ao meio do braco,
    (cando por isso impossibililada de fazer cousa
    alguma com essa mo ; e fazenJo uso de muilos
    remedios sem resultado favoravel, recorreu as
    chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kiik,
    escriptorio na rua do Porto n. 119, com as quaes
    ficou completamente boa. E para constar foco
    a prosele, decaracao. Rua de S. Pedro, n.
    H7 rio de Janeiro a Manoel Antonio Rodri-
    gues Reconherida verdadeira a assignalu-
    ra supra pelo iaboio Pedro Jos de Castro.
    (MUTILAEI


    DIARIO DE TERNAMBUCO. QUABTA FF.IRA 8 DE FEVEREIRO DE 1860.
    LI0ES PRATICAS
    f5)
    DE
    ESCRITA COffilYlERCIUL
    Por partidas obradas
    E PK
    lina Nova n 15,scij undo andar.
    !tl. Foncr:i dv1IcI<-Si-o, escriturario da
    thcsouraria de fazcnda desla provincia,compcten-
    lemente habilitado pela directora de Inslrucco
    DELICIOSAS E INFALUVEIS.
    Pastilhas vegelaes Je Kemp
    contra as lo Hbridas
    na parte relativa a reduceio de moedas ao cal- I Garantidas como puramente vegelaes, agra-
    cillo de descontse juros simples e compostos I daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
    conhecimen',0 in lispcnsavcl as pessoas que. dc-
    sejam empregar-se no conimercio ou que j se
    acliaui nelle cslabelccidas. A aula ser aberla
    infallivcl contra as lomhrigas. Nocausam nau-
    scasnera sensacoes debilitantes.
    Testemunho expontaneo em abone das part-
    ... Knsraoso sowo
    nona, cule
    MEDICO E PUOFESSOR DE PHARMACIA, DE TARIS,
    I Itl O TIUTAUKSTO I". Pi SSVTO ClRillVO
    PAS I Ni LBIlr A11TS B.ICXCS. M T 1>AS AS jrn l'l'i'K citaneas, vites
    ' ilral til-(erro C:iuiltlc.
    \:iinr mili preleiivfl :to
    Copah In e s Cube-
    ta*, ci.ii i nm.-diulaintoi-
    le qualq'iier purg$ rrlaxif i e uVbilidaJe, e igualmente fluxos e
    flores branca da; nratteres. injrc^au tic
    Chabie. G iie> i<-inpn do x.i'.ipe de titate de ferro, urna v*l
    de maiL c una ve de tarde durante ires diic;
    da segura a cura.
    OEPURATIF
    S SAIVG
    E ALTEiu(;ors no sscir.
    tl|.|iiirlio IIC KKBCU<*.
    Xaiope vigeutl nrwmer-
    curia, o nico coiiliecitio
    e i|'|.i'tiMiilo i >ra curar
    con |ioni|itidi radi-
    calmente itii|>ieii?, | usiuias, In roes, sarna, co-
    miMi-s, acrimonia e lteisc*' vcchs do n-
    (Zue ; vilUS, e qiialqui'r ;.llt-i;'o venrea. Bh-
    n-.i.s iiiik'i-ik'k. Ton io-m dous por semana, se-
    londo o iraiamento oViuiaiivo. onmdo n-
    tli<>|.|>riri>. Pe um iffio BUravilboao as al-
    indes cutneas e couiixes.
    t(c ori-nhiilnv.Pomada que as cuan m 3 riias.
    O deposite e na roa larga da Itosario, botica de llartholvmeo Francisco de Suiza, n. 86.
    Para o carnaval.
    Vende-se um rico vestuario d.' v. Unan ai il,
    novo, e juntamente o casal de anios ocosamen-
    te vestidos: na ra das Gateadas n. .
    "Xa rua daCadeiado Re-
    p| cife loja de ferrageiis de Vidal
    O Sr. thesoureiro manda lazei pu-|* Bastos, ha para vender os
    bltcoqueseacliam a venda todosos dial oijOClOS abaixo QOtadoS [10 r
    das 9 hora da manbaa as 8 da norte, preCOS COUimodoS C hldo da
    no pavimento terreo da casa da ruada ., ,. ,
    no da 15 de Janeiro prximo Caluro s 7 horas Utas de Kemp.
    da DOite; e as pessoas que desejarem matricu-j Srs. D. T. Lanman e Kemp. rort Byron
    iar-se podero deixarseus nomosem casa do an-li de abril de. 1851). Scnhores. As pastilhas
    nuncianle al o mencionado da. que Vmcs. fa/.em, curaram roeu filho ; o pobre
    Precisa-se de urna ama forra ou captiva' ripaz padeca de lombrigas, oxhalava um cliei-
    para o servico de urna casa de familia, e que se ro (elido, tinha o estomago inchado e continua
    preste a comprar e a saliir a ra cm objectos do i comichao no nariz, tao magro se po/. servigo : na ra larga do Rosaiio n. 28,segundojleia pcrde-lo. Nestascircumstancias um visi-
    andar. i nho meu disse que as pastilhas de Kemp tinhaoi
    ; curado sua lillia. Logo quesoube disso, com-
    ' prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
    vida de meu lilho.
    Sou de Vmcs seu amo agradecido
    ir. T. Flnxjd. >
    Preparadas no sen laboratorio n. 3 Gold
    sircet [lelos uincos proprlotarios D. Lanman e
    Kemp, droguistas por atacado em New York.
    Acnaio-so venda em todas as boticas das
    priocipacs cidades do Imperio.
    DEPSITOS
    T.io de Janeiro na ra da Altandega n. 89.
    Baha, Germano & C.,rua Juliaon. 2.
    I l'ernambuco.uo armazem do drogas de J. Soum
    i & Compauhia ra da Cruz n. 22.
    Cuica vartWs de ^n*\W&%E@mjSBSg8gBBk
    eslcvVVnas.
    Saundcrs Brothers & C." tea a honra de ln
    Estabeleeida em Londres
    E
    CAPITAL
    ^ O Dv. Cosme de Su' Pereira^j
    _ 3sde volia de sita via^cm instructi-&
    a melhof quaiidade possivcl,co-
    s.
    Ra Nova, cm Bruxellas (Blgica),
    SOB A NHflGIl DE E- iYAKD
    pat
    Aurora n.26e as casas commssionad
    pelomesmo Senlior thesoureiro na pra-i 1110 SCJaill :
    ca da Independencia n. 14 e IC, e na | Caraos de ferro e com lona.
    ra da Cideia do Rccife numero 2 at i Bombas dejapy completas,
    as 6 horas da tarde somente, os bilhe- Canos d chumbo de todas as grossura
    tsemelos da quinta parte da primera FerroSuecia de todas as larguras.
    lotera do recollumento de Papicaca, AcodeUlilao.
    cujas rodas deverao andar impreterivel- Arcos de Ierro de lodasai largui
    mente no dia 15 do correte mez. [Cravosde ferro de todos os lamanhos.
    O mesmo Sr. theoureiro manda I Ferramenta completa para tanoeiro.
    igualmente f'i/.er publico que ras casas Ferra menta completa ara fereiro.
    cima mencionadas se acham bilhe tes Trem completo estanbado para cosinha.
    de numerario sortidas a vontade dos tem completo
    compradores. sinha.
    Thcsouraria das loteras i de leve- Guardascomidas redondos e quadiadot.
    reiro de SGO.O escrivao, J. M. da Enchadat americanas ede todas as qua-
    Cruz. I i da des.
    O Dr. Joao Ferreira ta Silva, de Ditas do Porto de todos es lamanhos.
    volta de sua viagem ao norte, esta' re- Pregos de (odas as qnalidades.
    sidmdo na ra do Rangil, sobrado mi- Caixascotn ferramenta de carapina 'pri-
    mero G. ra curiosos)
    Precisa-sede um porluguez para tratar de Bandejas muito finas de ledas as quali-
    ca\ anos esanir de criado: quem estiver nestas I
    circumsuncias, appareea na ra do Collegio n. aaes.
    1(1, lerceiro andar. tornos france/.es para aisadot.
    iunT^!faa;t;!?.\TLumaescr"<',lcbo",,os" Bules, ca fetenas, assucareiros e mm-
    turnes c que coznhc, lave o engomme, paga-*e m ,
    -'- mensnes na ra da Imperalriz n. 18, s -gan-
    porcelana
    pal a
    i .-
    <; in iras de metal.
    objsctos que coBliveram osmosmos^edificios j|XCruz n. 53 t0lo8 os dia!: menotS
    quor consista era mobilia ou emfazendas de jr.-. i\,
    lioras/?
    gmlquerquaiidade. ^nos domingos, desde as O horasffi
    Traspassa-se o arrendamcnlo de um enge- \] i ,s 1 O da" manbaa, sobre os5
    1 lio distante desla proca duas le-goas. vende-se J se(rul|U>8 nonios S
    urna parle no roesmo engeuho, machina novan ji .''',. '., ,, ?i
    vapor, dislilaco nova ebem montada, 22 boisll^ I' Alotestis
    de corris, seis quarios, algumas obras, sail'r.i j 3$ |._ Molestia
    plantada, etc. etc. : trata-se 11a ra do Crespo n.' 1x2 .,
    13, loja. R pcito ;
    Pllblicar.ao lilleraria. ^3'- Molestias dosorgaos da gera-
    Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa M 550 ^ ^ a?nMS '> .V
    1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na ni a o do;^l*. Praticara' toda e ({ttahiuet ,'C
    J^ operact
    t| te para
    Esle liolet collocado no centro de urna das capitaes imporlanies da Europa, lorna-se de grande
    valor paraos brasil
    urna das nielliores
    Allemanlia e Fran;
    alm disso, os niodi
    Ko hotel lia
    tugiiez, para acompanliar aslouristas, qur em suas excursoes na citlade, qur no reino, qur <&
    emfira para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3??200 -i^OO ) r
    por dia.
    do andar.
    Alugam-so 2 moleques de l a iti annos :
    Penetras de latSode ludas os grossutai
    < Dito frouxo inglez propri para 1
    saceos para assucar
    M Formas para pudins, ]
    Durante o aspr.co do oilo a dez mezes, alii residirm os Exnas. Srs. conselheiro Silva Fer- v^ francez .- piano na ridade e nos n.ibai- 5); Lat inas patc ule de p
    rao, eseiifilliooDr. Pedro Augusto da Silva FerrSo, ( de Portugal) e os Drs. Felipa Lopes ^ des : na ra da Cruz 11. 9, segundo andar, g Lavatorios dito dita.
    Netto, Manoel deFigueiia Faria, edesembargaJor Pontes Visgueiro (do Brasil, ) e niuilas ou- $633&^j -j-t'^'C #f^!'v ^?*.!*'^M Ditos de ierro.
    piano.
    Mademoiselle Clemence de Hannr.ot g aCCOS para assucar.
    E de Maiincville continua a dar lices a M rormas para pudins, pastelaocbonnliot.
    01 cela n;.
    tras pessoas tanto do um, como de oulro paiz.
    Os precos de todo o servico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (455000 4^300.)
    No hotel eiiC'jiitrain-se informarais exactas acerca de ludo que pode precisar uro. eslrangeiro
    Alguna moradores do lucen do Abren pe- 1
    dem encarrecHamenle an Sr. subdelegado d.. u,ver*as mrraraentaS
    Igarcouvenien- hC
    para o estabeleciineuto dosir
    ao quejulgarcouvenien- f
    1 o resta
    seus doentes.
    autor ra do Vigario n. 11, brox. 33 cncad 4$
    ;TYT> ?rm TYYT i'TT~ TTTTT ?? TT>-
    i DENTISTA FRANCEZ. 5
    L Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <
    ;" rangeiras 15. Na mesma casa tcni agua e j^
    ;* p dcatifico. \,
    :xjLJLXt.fti.j.jLi.jt.i.JLXS.i.txs:.ti.i.ti.i.X.y- "; lente, e na ordem desuasen-^
    ft O exame das pessoas que o con- vb
    \) sultarem sera' l'eito indistincta-a>
    S1ITI1L
    Trovador.
    JARABE i>0 FOKGtT.
    Este xarope est apirnvado pilos mais eminentes*iediees de Par?,
    Icouio sendn o niellior i ara curar tous'op: 10 s, ti's-i' convulsa e miir^s.
    ali>'((,i"ies dos brjncbios, naques de peilo, irriac.Xes nervosas o hisnmnolcixhs: urna colberada
    pela rnaab, e ontra nolte s4o sufUcientes. o iil'-ito deste excelente xarope s.isfaz ao mesmo
    lempo n doente e o meti.
    O dtpotito un ra larga do Rosarla, botica de Bartholomu Francisca de Sema, n. 2C.
    V. tes de othos, ou aqueiles que por
    j/'v motivojustoobtiverem hora mar-
    i^cada para este im.
    '^ A applicacao de alfjuns medica f,C
    Xa livraria n. G e 8 da piara da
    Independencia precisa-se fallar ao Sr.
    Andt Abreu Porto ou Andr Alves
    Porto.
    NICA, VERDADEIRA E LE-
    GITIMA.
    Recife, para bem do soreg publico, mande mu- i jardim.
    dar Tiburlina Mara Soares. moradora 1,0 pri- Balaneas declmaesde
    nieiio andar da casa n. -, Sita no relendo boceo,
    proprtas para
    todos ostaman!
    lano pelasdesordensque iem havido, corno pe- ;
    la provocajao que coniiniiadnnienle dirige a unri
    visinlin morador e cslabclccido na lora do mi -
    sobrado.
    Garapias,
    Na livraria da ra do lmp?rador n. 20, se dii i
    quemalug peritos ofliciacsde tarapii
    II ffe 1 |
    t
    Grande sorlimenlo.
    espeeialmcnle a luellas que viereni, quer do cen- w *, t
    tro da provincia, quer das provincias visinhas. 3| "cllcs deposita, a presteza de sua B
    *l mesmo encarrega-se de mandar comida para
    f'ua, e as pessoas sero servidas do modo que
    quizerem. e segunda o que se convencin.!r.
    os 'l i mingos e das santificados encontrar-se-
    na, con..i era de cosluiuc, mo de vacca prepa-
    rada con torio o esmero de um Lbil eozinheiro,
    das 2 horas da manha em diantc. Os mclhorcs
    lOaccao, e a necessidade nromnla "?
    T \ i r '/"*
    \\ de seu emprego; e ludo quanto o :./-
    beneficio de scus )?
    /'.
    demove em
    y,j5 doentes.
    Queimado n. 10.
    H ufrcla dos fabricantes amerlca-
    iRliaeStrCtta dO ROSariO 11.31 Machinas de coser : ein casa de Samuel P.
    1 Francisco finio Ozorio colloca denles ar- ,ohn8toJ & 9< Seniata Nova n. 52.
    M lficiaes pelos doussyslcmas VOLCANITE g reciSa-se rallar ao corresponden-
    t ARTIFICIABA.
    _*> nos Gi'txivcr & Itaker.
    @
    ::
    iapns.de ouro ou platina, podendo ser $g te dos Srs. tenente-coront-l Hemctero
    C* procurado na sobredia ra a qualiuer in<,\ V 11^,^ i c"i : f x-
    g jl0ra l ^ Jos velloso da bdveira e francisco Xa-
    ::::::::.r*'r;:> '*::;.'::*.:f> ^":':^::;:^ vier deAndrade: na livraria n. 0 e S
    Na officna e galera da ra Nova n. 18, pri- da praca da Independencia,
    meiro andar, contiuua-sc a tirar refritos pelo _^
    systema norte-americano. Hais de 5000 retra-
    tos tirados em quatro annos pulo artista que
    dirige esse cslabelccimcnlo, proram a bondade
    dos processes em pregados (nicos, que garan-
    mi
    SALSA I'ARRILIA
    m\
    tcm um retrato innalteravcl] e a aceilaco
    que
    ale de BEM ALTO lem merecido. No ni sino
    stal i i'C.rhento se enenntra o mais variado,
    abundante e bello sorlimenlo, que existe nesta
    eidade, de qaadfos, molduras doursdas, passe-
    par-touts e eaixinhasde lodos os la man hos o tei-
    lios. Constantemente rccebe-se de Franca e dos
    Os abaixo assignados, honrados pela incum-
    ibencta que receberam de SS. Mil. 11., previnem
    i respcilavel publico, que se acham actualmenle
    i no caso de poderem lurnecer o retrato del dos
    Augustos Honarchas Brasileiro3, oque at boje
    era lo diOicil de nlcanear-se. visto iiuo as copias
    ;1-! ? i 'll ,'Z ''eSpe, '1t Ph0,- hogwphadas eram qasi todas sem scmellian-
    grapma.e sempre desprezando-se ridiculas eco- ca aiffuma
    nuinias inaudiui-so vir objeelos mais modernos, Os Pernmbucatios que lano amor e dodiea.no
    cd* mvhorqu.lidade- atlestam-no asamoslrasi manifesUram aos scus Augustos Soberanos m
    t Vi '"" '" as,slV"mo ,"qB*TPS (,ue sua rcenle visita a esta provincia aonde Elles
    l lj'. 'f ;:"i-L;::'bel,'nn'0"'-I l"??-*' **" recordacSes olenas, nao dexarao de
    i os das, eos presos pnnctpiam appr0veitar este cnsejo para possiiirera urna
    lembranca de seus augustos hospedes.
    Alcm da simples photographia tu fumo, pos-
    *;f9
    Remedio sem igual, sendo reconheeido pelos
    mdicos, os mais imincnlcs como remedio iufal-
    livcl para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
    mo, enfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
    dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
    midades resultantes d-j emprego de mercurio,
    ulceras e erupcoes que resultam da impureza do
    sangve.
    CAUTELA.
    0. T. Lanman c\ Kemp, droguistas por atacado
    New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
    pcilavel publico para desconfiar de algumas te-
    nues imilacoes da Salsa Parrilha de Brislul que
    hoje se vendeneste imperio, declarando a iodos
    que siio elles os tnicos proprietaiios da reccita
    do Dr, Brislol, leudu-lhu comprado no anuo de
    1856.
    Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lem
    direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
    porque o segredodasua preparaco acha-se so-
    m
    jaculatorias e commcmoneao ao SS. Sa-
    cramento e N. S. do Carino, exercicio da
    Via-Sacra, directorio para orai;ao mental,
    dividido pelos dias da semana, obsequios
    J:; Um em lodos os das uleis, das lu horas g
    *.-x- da manha al sSda larde, no seu pserip- ;;
    @ torio ra estreita do Rosario n. 21, pri- :
    meiro andar. f
    SapaK
    Sci:
    , besdevo- #$ >**j Boizeguinsprimeiracl
    Precisa-se de urna ama de hit
    tas s chagas de Christo, oraees a N. Se-
    uhora, ao patrocinio de S. Jse e anjo da ((ue 0 tenha em abundancia, e (i se-
    guarda, responco pelas almas, alta: de .' .. '
    outras oracoes. Prfc^o320rs. ja muito Sama e de bons coslumts : pa
    ga-se bem. Dirija-se a' nrae de Pedro
    ITA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda- 11 / .,.; ,^,,^ ,i r ,t \
    rio, regulamento dos direitosparochiaes,e| L'j ( ant,8 l,atco (1 Colle^-o ) numero
    una coIlecQo de ancdotas, ditos chisto- [ '". Segundo andar.
    sos, coritos, fbulas, pensamcnlos maraes, fTj HL.Jn nrv nrtwr*-irtrt/x
    receilas diversas, quer acerca de coznha, LlilLUdiC 00 (.01111110 lC!i0.
    quer de cultura, e preservativo de arvores t,r.a pessoa muito habilitada c relavcunada
    e fructos. Preco 320 rs.
    to de quebrar)
    Ditos tr.il is de merino contra
    calos salto d< ngoic.....
    Borzepuins pata meninas [.'br-
    lissimos)..........
    E um pe i feito sor ti ment de to lo <. !- m
    cado edaquilloque serve para l'.lmva-^r
    'o, como sala, couros, mano jiiins, ecur
    I
    i I
    laminada c relaccionada ,._ > i,.., i; c, i
    nesta provincia, na das AlagoaseSergipe. boira-|ro UL lUtre Uo. *!-S ^' etc.
    mar e centro, ofiererc-sc para cobrar
    FITA DE rORTA.a qoal, alm das materias do medanlo um ajusto do pOTceWagcnrpondenm- '{\ :
    s.x Tf. <.
    v costme, conteni resumo dos direitos do o credilo do devedor e o lugar > sua mora- -1
    ;* *> i \z*< V-v vicos para as provincias do norte ; (conforme fo- a*
    as quantias dar garautin ao seu credilo. ffx
    UUA.YllL AIS .: .
    Altenco.
    -.- ,.*,,. Ouem de tao vnnUjoso servico precisar, diri
    Curso pratico e Ihcon.-o de Iingua fran- @ ra da Madre d,> Dos n. 7, que ochar
    @ ecza por urna senhora franceza, para dez @ q0m irator, e na falta deixar anota des
    n
    Altcneao.
    Quem livor e i
    ..-,
    LEVuIlli
    Hua Nova u. 49,
    nulo
    em 4*000 ris.
    Fcrrclrt Vil.-'.a. protogeapho.
    rnneisco do Ara
    nicipal da segunda vara des!
    exerci
    para (odos os actos do seu cargo em lodos
    - 0 pr. francisco de Aruijo Barro?, juiz mu- suimos rclralo3 ,,. ,,,,..,, e n c,.,n ,,,. ie|a
    eguada vara deste teru.o, acha-se no ornar salas, quer para repaili.Oes pu-
    no o seu cargo ,: pode ser procurado licae* () lim ue as incumbencias'p
    fnslilulo photographico
    ui:
    Slais! &Comaiiha
    |ue as mcumnencias possam
    Ps ser salisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
    mner^V ,',' %fSJ residencia, ruado q,,e desejarem possuic algn, dos relralosP cima
    -Da-se sociedad* ou arreada-se um sitio ^_c1o e nos provenirem com diaria, que h ni barro e porto motilo perlo,
    mais de oito ceios arvoredos de (rucio, riveiros,
    SI IgetM para gado, bailo para eapim ; na la
    dn Imperataaz n i". !" andar.
    S AySO r,,0SraP1,fls ,,( s- o haperadw.
    Q f; Una da Impertriz (outr'ora aterro s
    Q9 Domingos Jos Pinto Braga .Ionio-, !- # Jioa-Vist ) n. 1^.
    C"y regado nu ciJadedo Sobral, encarrega-se i <- -t i .* i r
    K de qualqier causa rivel, enmo ou com- ~ P>tessor de latina da freguezia
    @ mcrcial. jeni qtialqucr parlo da provincia 5$ i de S. Jos dest.i cidade, abaixo assigna-
    a d i Cearj assim como de cobramjas mi- d declara ao publico que a matricu-
    5 gaveis ou juJicues. Para nuormooi, 0 .'
    Oi icra pilzer utlisar-so de seus servico, tt la de U,Ia s acba abeita, e que os
    dirija-se u -i> cidade aos Illms. Srs. Dr. & Irabalhos lectivos da inesm principia-
    m Aprigio Jusliniano Silva Cuijijaraes. g rtonodU 5 de levereiro prximo u-
    9 Dr. Jos|Bernardo Galvao Alcoforado o ao 9 .'.
    0 abaixo asignado, com loja de ferragens J-" j tlJI'0. : interessados diri|am-se a casa
    tu. 11 na ra do rjueiinaJo. Jos Ho.iri- ^desiia residencia, n. 53, sita no pateo
    gues Perroira. (jif i r.. a
    - Sacca-sc solitoo Porto pop qual-l v Fli,nclsco Coclbo
    qoersoaunapagavetallioaeoLisboa;I Wesla typographia pre-
    jioilendo as letras semu pagas viste, cisa-se de um moco, que sai-
    mciliaute o descont na razao de o por! ba sua liugua com precisao,
    tent ao auno, aos portadores (ne o \ para aprender a arte.
    @ mocas, segunda e quinU-fcira de cada se- 6 morada para ser procurado.
    %- mana, das 10 horas at meio dia : quem -l
    } qui/.er aproveilar pode dirigir-so a ra da tt
    5$ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @ i
    )oom livor quzeralugar um escravo ou: y- ^ a l'j'rJ'1 (ili '
    Militares.
    ;as perniciosas as pessoas que | cimento do fallecido Jos ,1a Silva Pinto, o ob- >' "" ^-^~--^-^-^^~^, y"' m eiiconl.....o i
    ui/orem comprar o verdadeiro devcui bem ob-' ,. r-t um graud i -
    sequo de saldaren seus dbitos na rua do Col- I jOIlTiriS
    icnle em poder Para evitar engaos com dosapreciaveis co-! Roga-se aos Srs. devedores do estabele- Livramcmo n. 1 .
    biuacoes de dro
    suacasa,pradeD.Pcdpon,aJuna:,a
    ']7,scgun socar, de .lose de Aquino roiKPca, compran)-se
    PlIICOSOPU.V,C Olllro (le Li.NT.OA conlinuadamenlo modas de 163 e 20j(KlO, nguias
    [?.. .___,,., ___ los Estados-Unidos, niodas de cinco 1
    'RANCEZA. Ab pCSSOaS (JUC (le- oncas hesoanholas e mexicanas, cm grai les i
    sejarem esludarumaouutra ''T'^'^e-moedas de ouro .-no es:
    i (lestilacao nova montada de um ludo, 22; dcstaS disciplinas UOdcill (j{_ ,or'u ,la n,n do Trapiche n. 11, primeiro andar
    i de carro, G quartos, e oulros ohiectos i ~ Compra-sn uina escrava deedr prcla e pou
    la-sena ruado OueirJ.do n. 10. rigir-SC ailldicadil residencia <*. qoesaibaengommare coser cora por
    eiigireat: dirijain-se a Joaquinida Sil-
    va Castro, rua d Crespo.
    O juiz de paz do segundo da
    trido da treguezia de Santo Antonio,
    faz seiente ao publico, em como as au-
    diencias continu in a ser as quartus-
    feiras e sibbidoi a un hora da tirde,
    as quaes teraO lugar na sala das audien-
    cias, d'pois de (indi a do juizo munici-
    pal da segunda vara.
    Frocia-se de um prelo para andar rom
    uma carroea : na padaria da rua dos Pescadores de diversos gostos," com bolinhos"dos maispro-
    ns. t e'd. I curados e dos mais perfeilos do nosso mercado ;
    Aluga-se o enguada andar de um sobrado assim como pudins, bolos inglezes e francezes, e
    na rua da Aurora : a tratar na rua da Imperalriz ] da nossa masca os mais perfeilos, e tambem as
    numero 11 bellas seringas e filhozes pora o lempo do carna-
    O bacharel Witruvio lem
    o seu escriptorio no 1* andar
    do sobrado n. 3 da rua Nova,
    cuja entrada pela Camboa do
    Carino.
    Aluga-se o segundo andar da casa n. 69 da
    rua Nova corn ampias accommodaces para fa-
    niilij, e no melhor estado de asseio que so pode
    desojar : trata-se na rua da Cruz n. 5, escrip-
    torio de viuva Amorim i Lilho.
    Contlnua-se a preparar bandejas enfeitadas
    Precisa-se de um ou dous Irabilhadorcs de
    maceira, que oritend.un do trafico de paJjtio :
    ua rualurg.i doAosario u 10.
    val, e uma porcao de doce de caj secco por pre-
    co commodo : procure na na da Penlia n. 2"),
    segundo andar, que so far uegooio.
    N. G.9 Water Street.
    NewYovl.
    2" O mesmo do outro lado lem um rotulo ero
    papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
    prietorios.
    3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
    inventor C. C. Brislol em papel cor de rosa.
    4o Que as aireces juntas a cada garrafa tcm
    rima phenix snnielhaute a que vai cima do pre-
    sente aniiuiicio.
    DEPSITOS.
    J Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
    Babia, Germano \ ('.., rua Juliao n. i.
    Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum j
    Traspasse-se o arreudamenio de um En-
    genho muito peno da prar;a, ven.]e-se uma par-
    te do mesmo Engenho, uma maquina a vapor
    lima (lestilacao nova montada
    bois
    iraca-s
    O advogado Souza Heis mudou o seu es-
    criptorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
    quina n. 52.
    Aviso ao respeilavel pu-
    blico.
    i: chegado osla cida"dc, do Io Fouuoso, D.
    ! Joan Nogueis, pmfessor dentista, e se acha resi-
    dindo no becco do Abreu n. 2. primeiro andar.
    Precisa-se alegar urna preta quo saiba la-
    I var e engommar com perfeicao. e que seja de
    boa conducta, para casa de uma lamilla inglesa :
    a tralama rua da Cruz n. t, em casa de James
    Crabtree & C.
    Ao publico.
    Fmlaram do ciigenbo Garrapato, termo do
    Lio l'ormoso na imite de 28 de dc/embro pro- *;5 u'" completo sorlimenlo de ricos quadros
    ximo passado, um cavallo raslanho amarello, de i e carteiras proprias para esle lim ; assim
    bom lamanho, castrado, lem nina mao loria nal |'"'s espera o aimuii'iante de seus palri-
    muiiheea, anda muilo bem meio para cima o al eiosPernambueanos e oulro* que o cead- &
    passo : porcm o passo curto ; tem um dos cas-1 juvar.io cm frequenlur seu novo eslabele-
    eos da mo radiada e com um furo de varrunu cimento. ^ a
    na exiren.idade da rachadura do casco : nao @@*2@@g @& @g^S
    novo | doze par quatorze anuos). Iloga-se a | wwww vw^-^Wwww
    qualquer pessoa que o aprehender de entregar i
    no llecife a Jovino Bandeira de Mello, aira? Ja i
    Matriz da Boa-Vista, sobrado do Sr. ioo Ha-i
    tbiis ou no engenho Cnrrapaio, ou no engenho I
    Souza em Agua-Pela que se ratificar.
    Otterece-se uma'pessoa liabilila4a para en- precisa-se 5c lavadeiras c engommadeiras que
    s.nar os pruneirai leltras fura desla cidade : sejam livres ou escravas : paga-se e lrata-se bem
    quem pretender annuii'ie aiw sera procurado no Precisa-se de urca ama de leite : na va. do
    lugar indicado. I Amorim n. 9.
    tlira nacional no GviUIasio Roa-Vistan. O, actualmente ruada Imperalriz. # Pira meninos de 6 a 14 annos -
    . -i *' loja. '- dando ao comprador algumas .:
    luja.
    lenha bom e abundanl
    rua do Monde
    desla Cidade, teill aborto em Coropra-se urna preta robusta c sadia, qm
    lelle, com cria
    ro n. 95.
    ;.;- feitas se aproinpl iro bul
    Ni comprador dando-se no da convenci- \y
    vS nado. gj
    iStdeUeifl <;1 'dad*. q"C saiba engommar e cos r. com per- \
    ...... tl\ *_ eciio: na rua larga do Rosario, eslabeleciB-outo I ,
    de maiinaa ale as [) horas, e deou.on.26. \\J
    de larde a qualquer hora.
    Compra-sc uma escrava que seja moca, de
    I bonita figura, que saiba engommar, rozinhar, e
    ^@5S 8S r.ostur : ,:'1 '";' dl 1;"" n. 10, arinazein de
    >. Manoel Jos de Sa Araujo.
    C.; i <". tmpia-se ouro em moed i com
    g p emio : em Cisa de Kibe Sclnnetton Cv
    -l'C, rua da Cideia n 57.
    @| = Coniprani-se as seguintes comedias Ber-
    lOS UaTUerreotvpO n"'d0 na Lua< |"Jas en> Sabbado de Alleluia,
    KJ 3 Quem casa quer casa, Por causa de um algaris.
    Sn... J. ^,, i ap roo, A rosca, o Duelo no Torceiro Andar, o Ir-
    fillUa (10 ijHClinailO n. 2o, mi-! mao das Almas e o Biabo na escola : nesttypo-
    in/.i'.-n tinilnv giapbia se dir.
    ai, g$ Compram-se djas vaccas lourinas : na roa
    l[ uva.-
    opedica
    BE
    fi O dono dessle eslabeleciinenl.), lira ro- ttl do Trapiche n. 11.
    Iralnscom toda perfoico das 10 s 4 da ...............,
    tarde, encontrando o respeilavel publico ** 7
    Vendas.
    Na casa de banhos
    do pateo do Carmo,
    Algodao moHstro.
    AGOO rs.avara.
    No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
    de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
    rato preco de 600 rs. a vara ; este algodao serve
    p..ra loaihas Je mesa por ser de superior quaii-
    dade.
    por taces de
    Ii;." os.
    4000 rs.
    milito; nos oimazcs de Tasso
    Fazemlas linas, para ho-
    mens e senhoras, de (i.is-
    4>ar Antonio Viira Guima-
    res, gerente .bis Gomes.
    Huu do ViVes\vo n. 15.
    ^ para senhoras.
    Vestidos prclos riqjissimO.ber l.i Jos a eil lio.
    Dilos ditos lavrados.
    Ditos de superior seda de cores,
    Chapcliuasdc palha o mais superior possircl,
    para senhoras.
    Coi les de vestidos broncos bou;.:
    Superiores manlcletcs pretos e de cores.
    Leqnes de Sndalo.
    Casaveqiii's de ramuraias burdaJuS.
    Cossas de superiores padrees.
    Tiras bordada?.
    ca-
    para IiomeHs.
    Sobrecaearas de panno fino.
    Palitos do panno c de (asentirs de cores.
    Calcas o colletes de ultimas modas, de case-
    mira.
    Camisas de todas *e qualidaes.
    Chapees de castor e de di .'


    (6)
    DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FKIRA 8 DE FEVEREIRO DE 1860.
    o> '^j
    O agente do rerdadeiro xarops do Bosque (em
    slabetecido o seu deposilo na na da Cadeia Ve-
    llm n. 61, na botica e armazem do drogas de Vi-
    cente Jos do Brlto & l'ilho : desnecessario fS-
    zer elogios bondado deslc larope, rfiu s pelo
    reconheeido crdito do scu autor como pela acei-
    taciio quo gcralmenle tcm tido. Um cem nu-
    mero do curas so lem conseguido com apptica-
    riodo xarope de Bosque, o qual rerdadeiro an-
    tidoto para lodas as molestias 'Jos orgos pulmn.
    nares. Para cooheeimento do publico declara-
    se que o rerdadeiro conten no envoltorio a pro-
    pria assignatura dos propietarios, e no alsilica-
    (!o c osla iithograpbada.
    Vende-so um caninho de i rodas do puchar
    com boi, para cacrogar gneros ; rende-se mais
    pranchoes de huiro, pao d'oleo, oiticica, pao car-
    pa, travos do uudu do o5 a >) palmos de cora-
    primento o travs de louro ; tambera s sorra tu-
    ll o qualquer madeira, tanto comprada ao an-
    nunciante como alguma quo se qaeira serrar ; a
    tratar na ra Nova do Santa lina, defronte da
    cacimba da ribeira n. 12.
    Pechincha sem igual!!
    Vendem-se barrilinhos com figosdecommadre,
    polo diminuto preco de 1,400 o barril: no Forte
    do Mallos, ra da Hoeda n.23
    n .." = > > o ~. -
    ~: ~
    '.' I f &
    2-3 BS V
    5
    C5 *-
    '"' ; ;
    = =
    osa
    '- g _-2 *> g
    & = g ;_i -.= O
    = .= .S8 g| 3
    I ""-5 5'r ='"
    _ a.
    - T S
    Acaba de chegar do Rio de Ja
    neiro alguus excmplaresdo
    primeiro e segundo volume
    da Corographia.
    Histrica clionologica, genealgica,
    nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
    sil, peloDr. Mello Mora es : vende-se a
    4$ o volume, podendo-se vender o se
    girado em separado : na livraria n. G e
    8 da praca da Independencia.
    Oleados pintados
    a 2;<000 o covado.
    Lindos padrdes c boa qualidade : na praca da
    Independencia n. 2 i a 30, chapclaria de Joaquini
    Queimado n.40.
    Grande c variado sortimciito
    DE
    Fazendas francezas erou-
    pasfeitas recebidas era di-
    reitura pelo ultimonavio.
    Oliveira Maia.
    Vende-so um carro de 4 rodas, bom cons-
    truido e forte, com assento para 4 pessoas do
    dentro, o um assento para bolcciro c criado fra,
    forrado de panno fino, c tildo bem arrar.jado :
    para fallar, com o Sr. James Crablreo & C. n.
    2, ra da Cruz.
    Altenco.
    a
    Vende-so um casal do escravinhos, sendo um
    moleque de anuos e una negrinha de 5, muito
    bonitas pecas, proprios para um mimo : a tratar
    na ra Imperial n. 'J. confronte ao viveiro do
    Muniz.
    \ ~ ........ ases
    :-v Continuarse a vender fazendas por banco gj
    gj prero al mesmo por menos do seu valor, 5
    i allm de liquidar coritas : na lojade 4 portas .'
    gj na ra do Queimado n. 10.
    .....:322LS
    22^2S5S2:

    Do-sc as amostras cora pcnlior.
    Ricos corte3de vestido de seda do cores
    de 2 saias............................ g
    Ditos de ditos de seda prelos bordados a
    velludo............................... j
    Bilos de ditos de soda de gaze phantasia g
    Ricasromeh-as de tilo e de soda bordadas
    Taimas de grosdenaples bordadas...... g
    Chales de louquira brauco boadadosa
    305 e..................
    Grosdenaplede cores de quudrinhos co-
    vado.................................
    Dito de dilo liso corado................
    Seda branca lavrada covado lg600 a....
    Grosdcnaple preto lavrado covado......
    Dito dito liso encorpado a 1 JfiOO e....
    Dito dito cora 3 palmos de largura a
    lG0t) e..............................
    Sarja de cores larga com 4 palmos de
    largura covado a......................
    Cazo de sedada China de floresclislras
    co va do a............................
    Follar de seda do listras gosto novo co-
    rado.................................
    Setim de escocia o diana de seda covado
    Chaly de flores novos desenhos covado
    barejede seda de varias qualidades co-
    rado.................................
    Ueio velludo de cores covado..........
    U'lbulina de todas ascores............
    Setim de todas as cores liso covado ...
    Bnlhanlina branca muito lina a.......
    Chitas francezas claras e escuras a 2C0 o
    Casemira preta fina al$-OOe..........
    Panno prelo e de cor lino provade li-
    nio a 33500 a........................
    Cortes de casemira de cor a 53 o.....
    larca ;Cas3as rara
    Efl -


    draca.
    A 6$ a caixa: na ra
    iloRosario armazem de louca. Dita7irVeVsmuVtonMa\\V*!.**.'"!;
    Vid ros para caixilhos. | ^iS^aliSriS.* lnos*"ai* b'n'-
    Na ra larga do Rosario loj n. 28 Golinhasde cambraia*bordadas'depont
    rraazem de louca, mandam-se botar vi- !,!-"as dedilo bordadas a 600r
    _.. m i liras e enlremeosdecambrai
    80S000
    1S200
    I58OO
    2-5600
    2S0HO
    2g500
    2$50P
    1$500
    1S000
    L5000
    l;0llil
    900
    500
    I$500
    ' 700
    800
    500
    320
    25500
    M000
    79OOO
    semisual.
    Na loja do Preguira, na ra do Queimailo n. 2,
    vendem-se carubraias organdys para vestidos de
    senhora, o mais fino que possivel, e de "
    Chegiiesi a Pediiiiria Fazendas por precos k
    Na loja do Preguira na ra do rif icdniAe
    Queimado 11. % tem para
    \ender:
    O Preguira vende em sus loil na ra d>>
    mado n. i, as seguintcs fazendas :
    t-lialy e merm de cores, ptimo nao s para Lencos do cambraia lisa muio lina, du-
    roupes evest'ulos do monlariade Sra. como para B*
    oais modernos qo ha'no nercido! "-"f" } a 3G0,e *V* \' \ SSSVSSX ^st
    pelo barato proco de UO rs a vara. do Challes de merm estamrrados muilo un os pelo covado



    a E i0 ''. r. =
    es =
    = !,-
    = K,B

    3 ,= ^ ~
    G s b" s'? O'E
    i"?i-- '-r "-
    Vendem-se foges de ferro econmicos, de
    le, para casas de familia, contendo 4 forna-
    lias, e torno
    para cozuha com lenha 011 carvao,
    1 invenco pela economa de gastar um
    l le lenha ou carvo dos antigos, edecozi-
    1 com mais pn sleza, tem a differenra de se-
    : Bmoviveis, oceuparem pequeo espaco da
    . e de fcil couduccao: vendem-se por pre-
    luilo mdicos, na fundico de Francisco A
    lita) ra do Di'um, e as ojas de
    le Cardoso, junio a o da pon-
    [tecife, e rua do Queimado Q. 3l).
    Na loja dosertanejo,rua]i
    ladon. 43 A.
    en direitura de Franca, deencom-
    ' la, os mell.ores chapeos de castor rapad.....
    1 1 los, e as fumas as mais mo- _
    dems que tem rindo ao mercado, e por me- B
    nos que em outra qualquer parte, assim co;;. :
    m lea u;n grande sorliioento de enfeite,
    1 lose de diminuto pre- !
    [5 cada um, assim como lem chap os de
    ; 1 15200 1 ito esla-
    ^t aberturas brancas muito linas a320, ditas de
    e^niao do lii 10 a \ urna, c imbrai 1 preta Bna
    a 360 o covado, e a vara a 5S0,e a 610, e
    decora 540, brim branco de liuhoa I520O a va-
    ra, collelcs de vcllu 1 de I prelos a
    , ditos [neos a 8 e a 9J, calcas de case-
    to ;i 7, s e 11$, ditos pretos a 7, I) e
    11 4, 5 e ,*, saceos pa-
    ra Viaj/em^Billvei-so '.; i;:!:o-:, e;;:- c-ms, por
    ser grandeToivao, a -"i 10, ditas a 1 ; !: 1 e 3 a
    seda..
    -Ditos de ditodiio deli...........'.'.'...'.'.
    Dilos de dito liso dito de seda..........
    Dito de dilo dito de l..................
    Dito do dito eslampados lino lista de
    seda..................................
    Lencos de cambraia de l'iiih'o''bordados
    linos..................................
    Ditos de alodao de byrinthoOe!!!!
    Capcllasbrancas para noiva............
    Boieites devidrilho preto o do cores___
    Aberturas para camisa de esguiao de
    linlio..................................
    i Ditas de dito de algodao brancas'e'd
    ! cores..................................
    Saias balao modernas..................
    Chapeos francezes forma moderna......
    . Gravatqs de seda de nonta bordadas a
    velludo..........
    era garrafas e meias erar- I Co?isas frauce?as de "* ac
    , finasal^SOp......................
    raas. | Ditas ditas de fustobrancoe de cor..!!
    'Has ditas de eszuiao muito finas
    Rua daSenzala Nova n. 42
    Vende-se em casa de -S. P. Jonhslon c. va-
    quetas de lustre para carros, sellins e silbos in-
    glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
    nas inglezas, fio de vela, clcoto para canos, e
    montarla, arreios para carro de um e dous cval-
    os, e relogios d'ouro patente inclezes.
    j :.i CSi ..'.tTi?!?
    AJJuJaJ lUtJiJJLiSjA
    DF.
    TODIIKAlUf *C :
    /n
    >REi
    A <5"1
    C. J. Asilev&C. :
    17.
    dornas
    ni o-
    rocoalralog
    Seroulasdo brim de algodao a de tinho
    OaI;;as de casemira preta setim 9 e....
    Ditas dedilas de cores 8$ e............
    Dila de meia casemira ............-.!!!!
    unas de brim lino e varias qualidades
    oe Golletes de velludo '
    casemira c selim.....
    gorgurao,
    as de panno pelo muito lino 30f
    bobrecasacos e paletots ue panno nreio
    lino 2b e.......................
    Paletots do casemira mesclada gollade
    I velludo ..............................
    m Ditos de alpaca preta muito finos......
    | Ditos do merino setim pretos e do cores
    T- Ditos de meia casemira..................
    AGENTES I '"los do alpaca prelos e de cor forrados
    T Acllov A fnnininnii 8 '!0sdJ '"','"? 1,ranco epardo linos......
    d. ASUCJ L.Omp.Uini.1. f|Ditos__de brim dequadrinhos linos
    1$000
    500

    1S500
    0
    7U500
    7090
    6*000
    4j500
    85000
    9
    1-5000
    s
    9
    8
    t
    f.-rOOO
    85500
    SJ500
    23500
    S

    11,^000
    10*000
    4500O
    r,so:()
    4uouo
    35*000
    Fumo americano
    Vende-se fumo americano para fazer charutos
    e cigarro, e mascar em caixinlias de 20, e 40
    libras ao proco de 450 ris a libra ; na ruada
    Cruz do Recife n. 50 primeiro andar.
    Estamcnha.
    Ka rua doOueimado n. 17, loja de fazendas, a
    primeira passando a botica, vende-se a verda-
    deira estamenha, fazenda propria para hbitos
    dos irmnos da veneravel ordem terceira de S.
    Francisco.
    e 2Sa@0 a peca.
    Algnd.io trancado americano branco, proprio
    para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
    queo toque de agua doce : no armazem de fa-
    zendas da rua do Queimado n. 19.
    Cheguem ao barato.
    O Leite & Irmfio conlinuam a torrar na rua
    da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraiali-
    sa com 10 jardas a 4*500 e 5g, lencos de cam-
    braia delinho a 8-5 a duzia, cambraias muito li-
    nas e de lindos padrdes a 010 a vara, meias li-
    nas para senhora a 3*800 a duzia, ditas cruas n-
    glezas para homem e meninos, chales de meri-
    no lisos a 43500, o bordados a 6*, paletots de
    alpaca preta e do cores a 53, cerollas do linho
    e algodo, camisas iuglczas muito superiores a
    60*a duzia, organdys de lindos desenhos a
    19100 a vara, corles de cassa chita a 3S, chita
    l'ranceza a 240, 280, 300 e '.m rs. o 1 ova lo, pee -
    de madapolo com 30 varas a l$S I I, .".:, 5g50, $9
    6,7 e 8$, chitas iuglczas de cores fixas a 200 rs o fg Palhinlin
    covado, toalhas para mesa a 3 e 4$, corles de
    Calca de brim de linho a 2*, ditas de meia rase-
    mira a 2*240, vestuarios bordados para meni-
    nos, e outras umitas fazendas >iue se vende por
    barato preco.
    Vendem-se 200 pecas porlugnezas de 4* c
    70 brasileiras de 20* : na' praca do Corpo Santo,
    esciiiitoiio de lia noel Ignacio de Oliveira.
    do Challes de merino estampados muilo Pinos pelo ; corad
    ^deminuto prego de 2:500 cada um musselinas Chitas francezas de lindos padres, co-
    mo.lernas, bastante largas, de variados padroesj vnJo *W e
    I a 260 e 2S0 ris o cova lo grvalas a fantazia.o Ch<{jfr0jefriD6 1,S0S Cm fn"jdS de
    mais moderno possivel a 1* c 1200 cada uro, e > Ditos de dilo bordados de velludo, um
    outras muilas fazendas, cu jos presos exlraor- I Ditos de dito com palmas e seda, na
    dinoriaiuenla baratos, salisfarao a espectiliva Alpaca de seda de quadros, covado
    Helas muito finas pera senhora, duzia
    Ditas ditas para dila, duzia
    Ditas ditas para dila, duzia
    Meias casemiros de quadrnhos, covado
    Ditas ditas escuras com duaa lai,
    covado
    i^a t \!H New-York, o mais aper-l^orfcs de dita muito fina
    ' ,:,'v\ feicoado syslema, fazen- Ditos de dita preta bordada
    '/ l_ do posponto igual pelos l!l'"1 branco di- linho lino, vara
    ' /dous lados da costura, Dito dito dito, vara
    " garante se a seguranca Dito dilo dito, vara
    das n achinas e manda- Dito dito dilo, vara
    se ensinar as casas de e oulras multas fazendas que se vender* a foa-
    familia, bem como se ; lade do comprador.
    TlT."oaae?oS I Palitos de Brim 3^000
    Na ruado Queimado n. 19. estao-sa acaban-
    do Talits do Brim a 3S00
    as ue cesira
    g>\ de S. M.Singer &C. de
    250
    6$4Wi
    Co
    3SO0
    l
    I
    '
    I
    I
    r
    nesta agencia : nicos
    agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
    te t\- frmao, aterro da Boa-Vista n. 10
    "'"
    '

    ;i
    . 1
    El :
    . -I
    -;-> V
    f-9 :rA) m mm.
    sor
    peos.
    > "Qf va v3 4'J
    mcotodeclia-
    para
    marci-

    Tintas do oleo.
    Formas de ferro
    purgar assucar.
    Estaaho era barra.
    V*eraiz copal.
    para
    ueiro.
    Vinhos finos tic M iselle.
    Folhas tle cobre.
    Brim de vola: no arma-
    zem do C J. As!lev & C.
    Vende-se um cscravocrioulo.de idadeSj
    arinos, pouco mais ou menos, Itonila figura,em

    lucrlas de chila
    Rua do Queimado n. 19.
    Aniiazcm k tsmks
    n. 19.
    Rua do Queimado
    Saias bordadas a 3200
    Corle de riscado franca 13 corados a 2500
    Chapeos emfeitados para menino
    Cinta a ICO covado
    Pecas de chita miudioha fina cora 33*covad
    a 5500
    ; C.rambraia mtudinha a S0O a vara.
    Uiu (hales oscuros para rao bando I iOO
    Chitas francezas muito Pinas mtudas e
    ras a 2 0 covado.
    Um completo sonimenlo do mal.
    A' 2000 a duzia
    'di
    vicio neiihum : na rua da Praian. T.
    Vende-se I preta rita cozioheiraeS pre-
    1 muito bom oleiro, tambera faz formas Lencos de cambraia para algibeira a 2,000
    para engenho, carrerro e trabalha de pedreiro
    o carapina ; oulro bom trabalhador de enxada, c
    ambos proprios liara algum ser.hor de ensrnho
    Chapeos de caslor pretos de superior qualida- em Santo
    zia rua do OueimaJo n. 19.
    SSTdffSS dViois'^stil: ?- SU* Latomi,
    tosdepalha inglezcs de copa alia e baka a 3 e Gufma, S
    da
    ar no
    Costa
    o-.', dilos de fel tro, um sortimento completo, de ^^"'^^a^^'s^^V'r'?1'1 "" KXra.*a '
    de 3^50, o, 0, S, ;-""
    Corles de caialiraia prelas
    Ta r;n doQueimodo n. 19.
    *. .......................
    dos ma;- |
    2g5l 0 a 6#50p, ditos do Chilo .
    '), 10 e 12j, ditos de seda para senhora,
    modernos, a 12j, chapelinas com veos do ulti-
    mo gosto a l5, enelles finissimos para caber..
    a 5,>JUd e r
    seda, muilo proprios para as meninas de escola, 7^
    sendo os seus precos muilo em conta, ditos para :?>
    baptisado de meninos o passeios dos mesmos
    lendc
    de

    da ultima moda.
    plisado de meninos e passeios dos mesmos, 5j ... v ^*
    do diversas qualidades para escolher, bonets g ^ende-se bibis reccntemenle chegados
    galio, dilos de marroquim, ditos de vellu- II (chapeos de senhora para passeio) no se-
    lo da esquina

    3 H
    GRA5DIKYAKUD6 SOSTIHESTO
    LE
    <*;
    do, ditos enfeitados, Chapeos de boa qualidade M sundo andar do
    para pagem, chapeos do sol de seda para me- W riKI d? Queimado por cima da lojaoo Sr.
    nios de escola, e mesrao para senhora e para ho- m re8uca, entrada pelo boceo do Peixe SS
    finalmente outros muitos obiectos aue se- /?' n, ^ -^
    Sementes de hortalioe.
    ouasp
    mens
    ria enfadonho mencionar, c ludo se" ven d mui-
    to em conta ; e ossenhores freguezes vista da
    fazenda (carao convencidos da verdade : na bem
    conhecida loja dechapeos da rua Direala u. 61,
    de Denlo de Barros I'eij,
    Tachas para engenho
    Fuudicao de ferro e bronze
    DE
    Meias de seda de peso
    para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
    brancas e riscadas: vende-se ha loja de Leite
    & Irmo na rua da Cadeia do Recife n. 48.
    duzia, finas a 'A el,!, chapeos enfeitados para
    e meninas ras p
    1 lal uer pre-
    0 preco,
    co, e tu'. > a mais a 1 i se encontri r
    Aprazo ou adi-
    nliciro.
    Vende-se a cocheira da rua da Cadeia de San-
    '. Antonio n. 7, lendo 5 canos e 1 rico coupe
    i-i algum : quem pretender, dirija-se
    mesilla, que achara com quem tratar
    rm
    11,
    Saunders Brothers & C. tora pira vender
    tazem, na praca do Corpo Sanio n.
    alguna lanos do ultimo gosto, recentimente
    los, dos bem condecidos e acreditados fa-
    ites J. Broadwood &Sons de Londres, e
    ..... pr prios para este clima.
    Yeiiiie-se
    3500 e
    Rito do alpaca preto e de cores..........'
    lielogiosde ouro caten........es......
    OGIOS.
    Folha de cobre e Metal
    amarello.
    Estanho era barra e Pre-
    gos de cobre.
    Alvaiade eVerniz copal.
    Folha de Flandres.
    Palhinlia para marci-
    neiro.
    Vinhos linos de Charapa-
    nhe e Moselle.
    Lonas da Russia e Brim
    de
    e Vende-se
    C- Pra?a do Corpo Santo, relogios
    11 do fabricante Itoskeli. por
    1 de Saunders T.rolhers &
    do afama-
    procos commodns,
    tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
    J2 ueexcellenle gosto.
    185000
    109000
    ^;! Francisco Antonio Corroa Cardozo,
    69600 tem ura grande sortimento de
    tachas de ferro fundido, assim
    como se faz econcerla-sc qual-
    quer obra lano de ferro fun-
    dido como balido.
    SYSTEHA MEDICO DEOLLOWAY.
    PILLAS HOLLWOYA.
    Este inestimave especifico, compodo inte?ra-
    meo te de hervas medicinaos, nao cositera m
    rio, ni'iii alguma outra substancia del
    CjOO
    5SO00
    lectora. Be-
    nigno a mais tenra infancia, e a compleicao mais
    delicada igualmente prompto e seguro para
    desarreigar o mal na compleigao mais robusta
    fi mteiramente innocente em suas opera?5es e ef-
    fetos; pois buscaeremoveasdoencaj dequal-
    luOja
    '1Q
    as
    KA

    fazendas
    c armazem
    DE
    _S.'me:i!es de horlacti de todas as qualidades,
    vindas pelo vapor Brasil : vendem-se na roa
    da Cadeia do Recife, loja de ferragens de Vidal &
    Bastos.
    sfeMRg
    govos medicamentos ho-g
    meopathicos enviados j
    da Europa pelo Sr. Dr.|
    Sabino O. L. Pinho.
    Estes medicamentos preparados
    '...jote segundo as
    S homeopathia no Brasil,
    ' recosconhei i i 3 na I etica central' ho- i
    a meopathica, rua de Sanio Amaro Mundo S
    fg Novo] n. 0. l i
    ...

    i
    i
    s
    Souihall Mellors &C.
    Arados americanos e machinas
    para lavar roupa : em casa de S. P. Jo- i
    iinson Cocos italianos
    de folha de iljndres, muito
    nem cana-
    loa do Ou
    a
    Yeta : IIO armazem ^ dos, podendo um durar tanto rinanto
    deC. J.AsUey&C.
    -!oa de lunileiro.
    Chapeos de caslor preto
    e brancos
    Na rua do Queimado n. 37, vendem-se
    Ihores chapes de caslor.
    03 me-
    duram qualrodos nossosa 'iOO s. um
    e 45 urna duzia : na rua Direita 11. 47,
    Allcnco.
    No armazem de Adamson, Howie \-
    loja de 4 portas n. 10.
    Anda restara algumas fazendas para conclu-1 do Trapiche n. -12, vende-se selins para hor
    a liquidacao da firma de Lcile Correia. as P6nhora, arreiosprateadospara cabriolet,
    . '....., i | cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
    aes-se .endem por deimnuo prcqi, en Jo en- T
    .r)000 i
    63000!
    inoo
    2?000
    43000
    13000
    ir
    tre oulras as seguinles :
    Majos de meis cruas para liometn a
    ilos de ditas de cores
    Ditos de ditas crnss muilo superiores
    Dilos de ditos para senhora
    Dosde litas muito finas
    Cortes do calca de meia csemira
    Ditos de dilas de casemira de core?
    Dilos de ditas le C3;eir.ira prela a 5S e
    Brim trancado branco de liaho fino
    vara
    Corles da coleto de gorgurao da seda
    I'ano preto fino, prova de limo 39 e
    Grvalas de seda preta e de cores
    Riscados francezes, larjos, cores fixes
    covado
    Chitas francezas largas finas covado
    Ditas estrellas
    Tascados de cassa de cores lindos padrOese
    superior qualidade covado 230
    Cassaa de cores cova lo 240
    Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
    ras por
    Tiras bordadas
    Cambraias lisas muito finas peca
    Ernestinas de cores para vestidos covado
    Challes de Iaa bordados de seda um
    irodenaple preto, largo covado 13800 e 2000
    Seda, e sarja lavrada 1J5800 e 2000
    Vestidos brancos bordados para bs plisado 53000
    rua larga
    Botica.
    18C00, r.artholonieu Frnnclsco de Souza
    2?000 'lo 0osario n. 3C, vende os seguinles medica-
    45000 'nier,ntIosI:,.l, ,
    win.-. I 1,ob L'Affecleur.
    J-'OUJ l'iiulas conlrasezes.
    IvOOO' Ditas vegetaes.
    23000, Salsaparrilha Bristol.
    DilaSands.
    Vermfugo inglez.
    Xarope do Bosque.
    Pillas americanas (contra febres).
    Ungento Ilolloway.
    l'iiulas do dito.
    Elliiir anti-asmathieo.
    j Vende-se farelo de Lisboa em saceos de 96 li-
    bras, pelo barato preco de G$ o sacco, millio a
    jg500 o sacco, arroz de casca em saceos, dilo do
    j Maranhao, caf do Rio, teijo mulalinho, gomma
    ' "i ; do Aracaty a 2$500 a arroba, courinhos de
    1 bra, esleirs de palha de
    idem, btalas a 2300
    lisos muilo frescaes a
    200
    2-10
    160
    morte, preservando emseu uso: conseguiram
    recobrar a saude c torcas, depois de haver tenta-
    do intilmente*todos os outros remedios.
    As mais afflictas nao devem entregor-?e a de-
    sesperacao: facam um competente ensao dos
    efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
    prestesrecuperarao o beneficio da saude.
    Nao se perca lempo em lomrosle remedio
    para qnaiquer das seguintcs onfermidades :
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    A iplas.
    Areas [malde).
    Asthma.
    Clicas.
    Convulscs.
    Debilidade ou extenua-
    cSo.
    Debilidade ou falta de
    toreas para qualquer
    coma.
    Dysinteria.
    Dorde garganta.
    debacri
    nos rins.
    Dure a n i venlre.
    courinhos de ca-
    carnauba, vassouras
    a arroba, muilo novas,
    1560(1, passa a CO u libra,
    doce de goiaba, velas de carnauba, dilas de es- Enfeimidades no ventee.
    permacele ; lodos estes gneros vendem-se por Ditas no tizado,
    menos preco que em outra qualquer parle : no
    armazem da rua do Rangcl n. C2.
    23000
    200
    4i>000
    240,
    29000
    Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
    12 libras
    Assim como tora um grande sortimento de pa-
    pel para forro de sala, o qual vende a mdico
    prego.
    Saperior ao melhor
    presunto de fiambre.
    Linguasde vacca emsalmoura vindas
    de. Londres, vendem-se nicamente no
    armazem de Luiz Annes derontc da
    porta da alandega.
    Veos lordado3 para chapeo
    Entre meios bordados
    Aihoalhado adamascado
    Lenijos de chita escuros ura
    Gangas de cares par pililos covado
    23000
    13600
    19280|
    100 |
    Relogios de ouro e prata, cobertosedescober-
    | tos patente inglez, os melhores que existem no
    mercado, e despachados hoje, vendem-se por
    precos ra7oavcis : no escriptorio do agente Oli-
    veira, ru3 da Cadeia do Recife a. 62, primeiro
    200'andar.
    Para os folgasoes do Car-
    naval
    Gama & Silva, no mitigo ater-
    ro da ba-vista hoje rua
    Imperatriz n. G0.
    Vendem lindissimos chamaloies de algodao
    a i mitagao desedJ, de todas ascores proprios
    para vestidos de senhoras para vestuarios para
    homens por preijo baratissimo que facilita faser-
    ce um rico vestuario gastando muilo pouco di-
    uheiro da-se as mostras com pinlior.
    Olheni que pe-
    chincha !!!
    Na rua da Cadeia do Recife
    n. 35, loja, vende-se urna ex-
    cedente cama de ferro de 110-
    YaiiiVc^a, porque fecheda
    serve de soph.
    Vendem-se rarrinhos de mo a 15J000 rs.
    na rua Nova n. 71.
    Vende-se urna casa lerrca na rua de Sania
    Rila n. 59 : a tratar na rua de Santa Rita Novo,
    n. 23.
    Dilas venreas.
    Enxaqueca.
    Uerysipela.
    Pebre biliosas*
    Febreto internitente.
    Febrero da especie.
    Cotia.
    Uemorrhoidas.
    llydropesia.
    Ictericia.
    Indigestos.
    [nflammaedes.
    Ir r egu la riflades
    menslruacc i.
    Lombrigasd'e todacs-
    peci.
    Mal de podra.
    Manchas na cutis.
    Obstruc^ao deventre.
    Phtysiea ou consump-
    pulmonar.
    l nco de ourink.
    Bheumatismo.
    Symplomas secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras.
    Venreo (ma
    Na rua do Queima-
    do n. 46.
    Ricas sobrecasacas de panno Uno pn
    o de core- a 2st, 30)e 9a>, lam -
    paletots dos mesmos pana sa 2;
    palctois de casemira de C"rc< de
    i necessidades da s i ,m gosto e linos a 1> l
    vendem-se pelos g : tos de pi nno prelo para menino a 1-
    : 20S, ditos de casemira de i orea I n~ i
    : calcas de casemira de cores e pretos e jun-
    ; tan ra meninos a 7-, -. :~, | -
    : 123, colletes de Rorgni
    ; mira a 5g, 6j le Isde al i ;
    : I sdc cores saceos a ->, ditos sobre i
    i a 7o e 8$, dilos de brim, de
    ; fuslSo lano brancos como d. ;-,
    : 4&500, 5)e6, calcas de brins .
    10 linos a 5$, (i? if, colletes bra:.
    ; coresa 3$ e 3J5O0, camisas para i
    le diversas qualidades, calcas de I
    : cores Bnas a 3g500,4j e 6f, un rk
    ment de vestidos de cambraia brancos
    | bordados do melhor goslo que tem m p i-
    rrcido a 28, manteletes de Ci pn I
    - de :
    cambraia bordados para menino a i
    para senhora a I5f, ricos eofi
    .: .roco de velludo gosto melhor qui lean
    : parecido a 10> e \1-, e outras mu
    .: zendase roupas teitas que com a i
    : do freguez se tara
    wr,T
    Una da Senzala i\ova n. 4*2.
    Neste estabelecimento continua a haver um
    comapletosorti ai ondas e meias moen-
    das para eu3enho, machinas de vapor e taixas
    de ferro batido e coado, de todos os lmannos
    para dio.
    'i1 Vendem-se fazondas por |
    l^Si preeo e algumas por menos de seu
    !.,.._ valor para acabar, em peca e a rea-
    llio : na r>;ado Queimado loja de 4
    portas n. 10.
    .: cor muito superior gosto e i
    . a 20$ cada um o 21-3, ricos casav
    4iUj
    iretos.
    i
    Chap
    Na rua do Queimado
    numero 19.
    qualidade, e de
    Vendem-se esta3 pilulas no estabelecimento
    geral de Londres n. 2z4, Slrand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sna venda era toda a America do
    Su!, Ilavana e llespanha.
    Vendem-se ashocetidhas a 800 rs. esda urna
    deltas, conten urna instruccao em portugus pa-
    ra explicar o modo de so usar tiestas pilulas.
    O deposito geral pm casa do Sr. Soum
    pharmaecutico, na rua da Cruz n. 22,j em Per-
    nambuco.
    os pretos de primeira
    lrma elegante a 10 cada um.
    Kova n\ .:jao aperfei-
    Coaila,
    Bandos ou almofadas
    de crina para penteados de
    senhora.
    Vende-so nicamente na rua da Cadeia do Re-
    cite n. 48, ioja de Leite &. Irmo.
    Ba ilo Queimado n. 57.
    ate.
    Xasacas para a quaresma;
    Reste mesmo esta! i lo l.a
    : grande sortimento do cas -
    : sira como manda-sc faier por medida a \
    la le do freguez, escolttendo os
    : pannos a seu gosUkajando os pre >s a 3S
    i e 40j>.
    Camisas inglozas
    j No mesmo estabelecimento acaba de i'
    ' g:ir um grande sortimento d is
    camisas inglezas pellos d<
    1 -; largas, ultima mola, por l
    | qu ntidade delerminou-se a vw
    i menos do valor sendo a duzia a S4s.
    JOIAS.
    A 30 609; a lio corles de vestidos de phantasia
    custaram 30$; a 8S chapelinhas para se
    na rua do Queimado n. 37.
    Brim trancado d
    Os abalxo assignados, estabel rid
    com lujas de i itrives ns. 'J e 11 I
    i que t- em recebido de novo os mai-
    1 is sortimentos de obras deoui >. c renden pn
    (o-e.; is mais em conta que |
    cotilas com recibos garantindo a qualidad
    VenJc-se u;na porco de burros en-
    tre os quas existem 40 parelhas, todos
    muitos gordos, novos e de bom tama-
    ribo do excellente carregamento ciie-
    gado ultiinamenle de Montevideo: os
    preterdentes dirijam-e ao trapiche da
    companliia ou ao armazem de carrocas
    em Fora de Portas, de Flix da Cimba
    Teixeira.
    Taclias e moemlas
    Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
    da rua da Mccda n. 3 A, um grande sortimento
    de tachase mocedas para engenho, do mullo
    acreJUado fabricante Kdwin Jlaw ; a tratar co
    mesmo deposita oiaa raa4oTrapican a 41.
    preto,
    fazenda muito superior; garante-se aue nao
    desbota : na rua da Cadeia do Recite u." 4, lo-
    ja de Lene IrmLo.
    Enfoites de vidrilho e de rotroi a 4$ cada
    um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 porta*.
    Em casa de Rabe Sciimettan &
    C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
    elegantes jiianos do afamado fabrican-
    te Traur.mn dellamburgo.
    ouro, peio qual Bcam ri
    sia que commendas, e concertam 'iialuer oLra &
    enhora: ;cjm asseio e promptidio.
    . __________ Serp*i* ,\ |
    | Vcnde-se
    .'; Estopa,
    ' Camisas Inglezas finas.
    & C.
    1

    I
    i
    m
    do deposilo geral do Rio de Janeiro :
    com Tasso & rmeos.
    a tratar
    Farfulla de maudioca
    'asso & Erosi
    Siillio
    nosaraiazens de Tasso A limaos.
    nos armazens do Tasso l Irmos.
    ^>
    -' No armazem deArtwriglit
    rua da Cruz n. G!.
    -.. Su o. c^x.. .
    vinho do Porto, do mais superior, eni
    dito champagne, idem, dito moscatel, :
    armazem de Barroca Jt Medeirus, rua da G
    do Recite n. 4.
    Rua lio Codorniz n. 8.
    Batatas novas em 10 libras algSO,'.
    feijao mulalinho, saceos grandes, 15$, e c
    gneros mais Daralos do que em oulra qu;
    parle.
    Carne de vacca salia.li, em barris de :>
    : em cesa ue Tasso Irak.
    ILEGVEL]


    -r
    DIARIO DE PBNAMBUCO. QUARTA FEIRA 8 DE FEVEREIKO DE 1860.
    Cl)
    DE
    Sita ca ra Imperial d. 118 c 120 junto a fabrica de salmo.
    DE
    Scbaso J.da Silva dirigida porlanoei CarneiroLcal.
    Noste estabelecimento ha sempre promptos alambiques do cobre do diflrrantcs dimenooes
    (de 3003 a 8:000$) simples o obrado?, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contatos
    para resillar o destilar espiritas eom graduaoao at -50 graos (pela graduacao de Sellon Carticr) dos
    melhores syslcraas boje approvados e conhecidos nesta e 011 iras provincias do.imporio, bombas
    de todas as dimences, esperantes e de repucho lauto de robre como de bronze e ferio, lornetras
    e bronze de iodas as dimences e eitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
    (erro para rodas d'agua,portas para,fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de tudas
    as dimences para encamentos. camas do ferro com armaco c sera ella, fugdos de ferro potaveis e
    econmicos, taclias e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicos, ospumadeiras, coros
    para engenho, folha de. Flandres, chumbo em lencole barra, zinco am lencol e Larra, Isnces e
    arn ellas de cobre, lences de ferroa la too, ferro suecia inglez de todas as diraensdes, safras, tornos
    e folies para ferreiros etc., o outros muitos artigos por monos preco do que em outra qualquer
    parle, desempenhando-se toda e qualquer pncommenda com presteza e perfeirao j conhecida
    para comraodidade dos freguezes que so dignaren! honrarera-nos cora a sua conflanea, acha-
    io na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encormendas.
    ni i" -: I VI
    REVISTA HEBDMADA RA
    COLLA ISOSiAEJO
    lelo;
    gios.
    Vende-se em casa de Juhnston Patcr & C, ra
    do Vigario n. 3, um bello sorlimento de relogios
    de ouro, patente ingle/., de um dos mais cfa-
    mados fabricantes do Liverpool ; tambera urna
    variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
    Ceblas
    PELOS =!',?.
    I). Antonio di Costa A. F. de CaslilhoA. GilAlexandre neronianoA. G. ramosA. Guima-
    resA. de LimaA. de Oliveira HarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de M ndoncaA. Xavier
    Rodrigues CordeiroCarlos Jos Barreirosi ; -' CaldeiraE. Pinto da Silva c CunhaF-.
    lomos do A im.-rm F. M. BordaHoJ. A. de Prcias OliveiraJ. A Main i. A. M.iroues .l. de
    AndradeCorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel Col!.:. > -J. E. de Magalh.ies CoulinhoJ. O. Lobato
    PiresJ. II. da Cunha RiyaraJ. J. da Orara JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos liara
    Latino CoeihoJulio Mximo do Oliveira PintenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
    .'os de TorresJ. \. s. d.i MollaLeandro Jos da CostaLuiz Fi'iippo Lcitc__Lu/. Jos da
    Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidvsiRicardo Julio FerrazValentina Jos da Silveira
    LopesXis.o Cmara.
    DIRIGIDO
    ron
    A. P. tic CarvalheI. F. Silveira a lEottaPioirigo Pagan no.
    Destinada a resumir todas as semanas o movmento jornalislico e a offerecer aosleilores, con-
    imente rom a revista do que mais rtotavcl houvi i ccorrido na poltica, na sciencia.na indus-
    ria ou as artes, alguns artigos originaos sobre mal i lestes assumptos, o archivo universal,
    desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, lera salisfeilo aos seus Bus, com a inaior
    ictidao c regularidade.
    Publica-sc todas as segundas miras era fainos de 1G paginas, e completa todos os semestres
    um volunte di 2) paginas com indicoe frontispicio competentes.
    Assigua-so no escriptorio dcsle Diario, r m das Crnzi.-, e na ra Nova n. 8.
    Preco da assignalura: pelos paquetes vapor 10$20 por anuo ; poi navio de vela S raoeda
    brasilea).
    la algumas colloccocs desde ocemeoo da publicaco do jornal.
    No armazem da ra doAmorim n. 4G,vcudem-
    sc ceblas solas por com modo preeo.
    TARLATANA,
    Venderse superior tarlalana, branca e de co-
    res com 1 1(2 vara de largura : na ra da Cadeia
    do Recif n. 43, loja de Leite & Irniao.
    REMEDIO IKCQIlPARAVEL.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Militares de individuos de todas as nae.oes po-
    dera testemunhar as virtudes deste remedio in-
    comparavcl e [novar era caso necessario, que,
    pelo uso que delle fizerara lera son corpo e siem-
    bros iiiloiraiueiite saos dopois do haver emprega-
    ilo intilmente outros tratameulos. Cada pesoa
    poder-sa-ha convencer deesas curas maravilhosas
    pela leitura dos peridicos, que Ih'as relalam
    todos os dias ha mu i los anuos; ea rnaior parle
    dolas sao lao sor prndenles que tuiuiuipc so
    mdicos mais celebres. Quanlas pessoas roco-
    l'taram com o. le soberano remedio o uso de seus
    bracos e pomas, depois o. ter permanecido lon-
    go lempo nos liospilaes, onde de viam soffror :i
    amputacaoI Dolas ha muitasque havendodei-
    iado esses asvlos de padccimenlos, para seno
    suhmelterem essa operaco dolorosa foram
    curadas completamente, mediante ousodesse
    preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
    enfusao de sen recouhecimento declararam es
    tes resultados benficos diante do lord ci i
    dor e outros magistrados, aiim de mais autenti-
    caren] sua flrmaliva.
    Ninguem desesperara do eslsdo do saude se
    lit esse bastante confianza para ensatar este re-
    medio constantemente seguindo algum lempo o
    moni rala lo (no uecessitasse a ualureza do mal,
    cujo resultado seria prova riiicuntestavelmeiile :
    ! Que ludo cura.
    O ungento be til, mais partlea-
    Ekmiente tos seguintes casos.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Calles.
    Canceres.
    Cortaduras.
    Doi es de caliera.
    i!as costas.
    dos membros.
    Enfermidades
    em geral.
    Ditas do anus.
    Erupcocs e escorbti-
    cas.
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou falla de
    calor as exlrcmida-
    . ?<
    Frieiras.
    Gcngwas escldalas.
    loeliaeoes
    Inflamctaco doflgado
    1 I i '- tm
    Seus pr
    qnalquer obra
    todos os tamai
    das e mcias m
    los e bomba-
    | ara d
    lumnas e moi
    s e todas a
    inhos ou n
    cimento m
    \ciro do Cstab
    ti tender para
    oprielarios offerecem a sous numerosos freguezes e no publico em geral, toda e
    mamila-turaba em sen reconhecido estabelecimento a sabor: machinas de vapor de
    ihos,rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
    ueudas, tachas de 'erro I fundido do toJos os tamaitos, guindastes, guin-
    , rodas, rodetes, agutlhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
    escarocar slgodao, prencas ara mandioca 0 oleo de ricini, portos gradara, ce-
    ibos de vento, arados, cultiva loies, pontes, aldeiras c lanaues, boias, alvan
    s obras de machinismo. F.xecula-se qualquer obra seja qual f . ildes que para lal ilm torem aprsenla es. Recebern-se encommendas n< ste esta-
    3 ruado Bru n. 28 A o na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
    leciraenlo Jtts Joaqun da Costa Percira, com quem os prctendentes se podem
    qualquer obra.
    InflommarSo da bexiga.
    da matriz
    Lepra.
    Males das pernas.
    dos pcilS.
    de olhos.
    Mi i deduras do rops.
    Picadura de mosquitos.
    da cutis Pulmes.
    Queimadelas.
    Sai ::-i
    Spurac&es ptridas.
    Tinha, i in qualquer par-
    le que seja.
    Tremor de ervos.
    ulceras na bocea.
    iio ligado,
    das artieulares.
    Veas torcidas ou noda-
    das nas pernas
    Vende-se este ungento no estabecimento
    geral de Londres n. 221. Strand, o na loja de.
    ti des os boticarios droguistas < OUlras pessoas
    i cncarregadas de sua venda em toda a America
    do snl, tlavana e Hespanha.
    Venia se a 800 rs., cada bocelinl.a contm
    urna :iiilruci;;io em prtuguez para o modo de
    , fizer uso dslc ungento.
    j O deposito geral em casa do Sr. Roum,
    pliarmaceutico, na ra da Cruu. 21. em Per-
    nambuco.
    : Grande sorlimento de fa-
    zenaas pretas para a
    (piaresnia
    mmu
    TV:-.

    3TTJ1
    mmi) 9MWM1QIPIBIDDIL
    Clnica \$op &m\sos os syslcnias,
    r^.r.P ^"rf' Moscosod consultas todos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 horas
    ^^sZ^Cmnmm&lmUl'>a&0S6p'lt'1 8Cdad.....'Para os engenhos cu SE
    t..n;,tSnCl,'ami,df deVim SrT ,i|ri'ilns sua casa al as 10 horas da manha c em caso de ur-
    ^raSreissisi!da :iui;u sendo por esctipto ^ ^ ^ --j;i
    ^"Sf ' w, iS in q" d b0llSa Sr' '*?"> 4 C. na nada Cruzou luid de livrosdoSr. Jos
    Voguetra de Souza na ra do Crespo ao p da ponto velha.
    Nessa lja e na casa do annnnciante achar-sc-ha constanlement eos melhores medica-
    mentoshomeopalhtcos ja bem conhecidos e pelos precos seguirles
    Botica de 12 tubos grandes, .
    Ditos de 2 dilos.
    Ditos de 36 ditos......
    Iiito de 43 ditos.....
    Dilos de 60 ditos........'.'.'.'.'.''
    Tubos avulsos cada um. .......
    laseos de linduras.......
    Uanoal de medicina homeopathic pelobr.'Ja'hr'lrdu'zido
    em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
    cina, cirurgia etc.. ele.......
    Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario,
    ofiertono do Hr.
    ogooo
    I! : I
    20f09U
    25g000
    iteOO
    1
    2g000
    202000
    :
    i
    Grosdenaples nreto a 1:700 rs. o covado. lito a
    0, dito a 2sOOO, dito largo a 2g200, dito a
    herido, dito a 2-2690, dito mais superior a 250O,
    seda [ rola tarrada siiperiora 2:(l() o covado, di-
    ia muilo lai>.-a a3g200 o covado, chamalote pio-
    lo largo a ;!~i(io u covado, dilo largo ramio su-
    perior a :W0 o dito, sarja preta de seda a 2>0(I0
    O dito, dita liesiiaiihola milito superior a 2600
    o dito, selim preto a 3J000 o dito, dilo Uaco
    muito superior a -i?, corles do seda pelos para
    vi stj lo com babados a Kh o corle, ditos de duas
    | saias superiores a 70g, ditos muito sopeiiores a
    'Jie-, dilos bordados a velludo a 15, ditos muilo
    superiores a 2009, mantas protas de lil a 103
    Ijada urna, dilasa 12g, ditas muito superiores a
    5, los prelos a 7$, pao preto a 3j o covado,
    dilo a 8f500. dito a 4, dilo a 5, dilo a G-5, dito
    a /#, dito a 8$, dito a 111$ e 12, casemira prcla
    alSGOO, 2$, 2$500, 3 c 30500 o covado, dita
    muilo hna a ;J, chapeos prelos de seda, ditos de
    castor para homcm, e outras niuitas fazendas
    pretis de gosln, por precos mais baratos do que
    em outra qualquer parte : na loja do sobrado
    amarello, nos quatro cantos da ruado Oueimado
    n. 29. de Jos Mnreira Lones.
    Vcndera-so em porco u a realho travos
    de 32, de 42 e 50 palmos de compridn, encha-
    ms de 22 a 2 palmos decomprido e 6 pollega-
    das de grossura, c caibros de 25 a :i5 : a tratarna
    roa do Collegio n. 10, lerceiro andar.
    No sobrado amarello da ra
    do Crespo n. 14, vende-se
    Velbulina amarella, azul c cor de rosa,
    lagrarnto
    fabrica de (amneos da
    ruaDireita, esquina
    da (ravessa de S. Pedro
    numero 1G,
    ha cITeclivamente um grande sorlimento de la-
    mancos do todas as quahdades, lano a rclalho,
    como em pequeas e grandes pores; a esla-
    rao invernosa, est prxima, e ueste estabeleci-
    mento achanto continuadamente de um a mil
    pares de (amanees sempre promptos para qual-
    quer eiiconiineiida, por procos commudos.
    Nova confeilaria.
    Nesle novo estabelecimcnlo encontraran as
    pessoas de bom goslo os melhores doces secos
    do calda, grande sorlimento de paslilhas, as mi-
    mosas cocadas nunca vistas nesta provincia, as
    amciidoas de chicotes e torradas, opreciavel or-
    llala ; na inesma preparani-sc bandejas com o
    melhor gosto : na rm da Sanzala-Nova n. '0.
    Nova coifeltana.
    Noste brilhanle c novo estabelecimento ha pa-
    ra v, nder immensas qualidades de doces secco
    e de calda, para ierra e exporlaco, preparado
    porum novo methodo, bem como caj inleiro,
    laranja e abacaxi em latas lacradas, como as que
    vem da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
    37 Ra do (Ineioiado 57
    Loja de i portas.
    Cliegou a este estabelecimento um completo
    sorlimento de obras felas, como sejam : palo-
    | 0|ts de panno fino de Itig al 2S;, sobrecasacas
    de panno lino preto e de cores muito superiores
    a o5', um completo sorlimento de palelols de
    riscadinho de bnm pardo e brancos, do braman-
    te, que se vendem por proco commodo, cerpu-
    las de lin'io de diversos laraanhos, camisas
    francezas de lnho c de panninho do 2? at ">,>
    cada una, chapeos franeezes para homcm a 8$,
    dilos muito superiores a lO, dilos avclludados,
    copa alia a 135, ditos copa baixa a 10$, cha-
    peos de feltro para hnmem de 49, 53 e at 7>
    cada iini, dilos de seda e de palha enfeitados pa-
    ra meninas a 10$, ditos de palha para senbora a
    \2, chapelinhas ae velludo ricamente enfeila-
    dasa 2iij', citas de palha de Italia muito finas a
    25J!, enres de vestido de soda em cartao de -iij;
    al Vo$, ditos de phantasia de 1(1- at35^000,
    gollinhas de cambraia de 1# al 59, manguitos
    de 1;-jO0 at 5?, organdys escuras e claras a
    800 rs.a vara, cassas francezas muilo superiores
    e padrees novos a 720 a vara, casemiras de cor-
    ios para colleles, palelntse calcas de 3^500 al
    4$ 0 covado, panno lino preto e decoresdo -
    al 10$ o covado, corles di' collclcde velludo
    muito superiores a 9 e 123, dilos de gorgurao
    e de fustao brancos de cores, ludo por proco
    barato, atoa'haito de algodao a lS"28 a vara,
    cortes de casemiras de coros de "> al 99. grosde-
    naples de cores e prelos de I96OO al 3^200 o
    I covado, espariilhos para senhoraa ('',>, coeiros
    I d casemira ricamente bordados a 12$ cada um,
    lencos de cambraia de linho bordados para se-
    nhoraa 9e I2j cada urn, ditos lisos para ho-
    rnera, fazenda muito superior, de 12 at 2 lj a
    du/ia, casemiras decores para coeiro, covado a
    2SJ0O, barege do seda para vestidos, covado a
    l&fOO, um completo sorlimento de colleles de
    gorgurao, casemira preta lisa e bordada, e de
    fustao do cores, os quaes se vendem por barato
    i preco, velludo de cores a 79 o covado, pannos
    i para cima de mesa a 109 cada um, merino al-
    Icochoado propno para palelols e colleles a 29SO0
    , o covado. bandos para armaco de cabello a
    19500, saceos de (apele e de ma'rroquim para via-
    igem.eum grande sorlimento de macas e malas
    i de pregara, que ludo se vende 1 vontade dos
    j freguezes, e outras militas fazendas que nao
    possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
    (limpiadoresse moslraro.
    [oque de avada
    1:800
    Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:830
    lencos de cambraia brancos a 2:0U 2:500 32
    4:00!) a dusia ditos com i palmos por cada face
    e de 4 e meio por 5:000 cuusa rara no Arma-
    zem ile fazendas de Ruymundo Carlos Leite Si
    IrraSos. ra da Iinperatiiz n. 10.
    Vinho do Porto.
    Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
    rafado, e em barrlsde quarlo, por proco commo-
    do : no armazem de Adamsou Hovi C, na
    ra da Trapiche n. 42.
    vende-se superior linha de algodao, bran-
    cese do cores, em novello, para costura: em
    casa de Seulhall i'.ellor & C. ra do Torres
    n. H8.
    Ferros de engommar econmicos.
    3*
    IRA LOJA
    Dedica
    Gasp<
    )ar Anotiio Vieira Gomes,
    gerente Jos Gomes Villar,
    IVua do Gvcs\>o i\. lo.
    Cassas de superiores padres a 260 ris o co-
    vado.
    Ricos vest los de phantasia a 209.
    Admit-avel pechincha,
    Uanlclales para meninas a 89.
    Velas di; carnauba.
    No escrptorio de Gurgel Irmos, vendem-se
    , velas de carnauba do Aracaty, c lmbela couii-
    nhos de cabra e sola.
    |_ Vende-so urna escrava crioula, de idade de
    30 annos, pouco mais ou menos, sabe coziithar
    o diario de urna casa, lava, de sabao. e Umbem
    quilandera : na ra da Praia n. 9, armazem
    i de carne secca.
    1 Vende-se um escravo >'o bonita figura, de
    dado de 22 anuos, ptimo otlici.il do calafate : a
    tratar-se no esdriptorio de Jos Joaquim ins
    I
    Doce de caj.
    Vende-se doce de > \at tni
    dadeo pernoeiiro prero; rra roa da !; .
    Vende-so urna armarao 1 :
    propria para loja de calcados, miudczei 1
    tro qualquer negocio : na ra da .
    mero 14.
    Para a fnran.
    Na ra do (.'ueim.nl 1 n. 17, 1 | r n aira loja
    ido a botica, ven le--
    lavrada, tanto em corados
    baralissioio pre^o por haver
    monto.
    Na rua .i.i (.luoini ido n. i7, vMtdom-S 1
    dernas saluda^ (o bulo, rom pequero de
    pela te.1.1 parle de sen valor.
    WP*^ao!iw
    Escravos fgidos.
    gran I
    J
    Fu rio no ti.i 5 do renU, |
    Rua do Catiug n.

    :z* Para a Tnarpimn '
    i (n el cl vi U(U vlt.
    || Grande e variado sorti-
    mento de fazead
    finas c grossas, de todas
    as qualidades o,
    preces commodos.
    & Roupas Cuitas fraucezas
    e finas perfumaras.
    NA
    V-
    / p
    *>"
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    .- ;. 1 scraro, e ] tu n le 1 m o 1 .
    I'escadores ns. 1
    ; ..
    lu:' I ) ..'1 /
    Fupo do 1, coi
    de N izan 1, I :
    le j i:.; ro 1
    do de calca bram a c 1 air.ts 1 d chit 1; jul;
    'I 10 1 slar : i 1 : 11 :
    So di 1 ..; i 11
    bricas : pnrtanlo ro i-se
    vem oin casa do aniiun iaiile, 11 1
    la Rita 11. I, ;. bem gi ...
    No da '1 i!- mero Je It
    ' : ".'"' v I : s, ;
    ciadas Alas 1 11 ionio di
    , de ''.'> atl .
    -
    beca cal n :' ao ineio, baixu e gi
    1 '"II 1 : ll idO, l !:....
    1'"' ,
    dilo e
    .! .1 I los i
    raos, cas 1 1 i, u. .
    1 n romp usado.
    .-'i-iliii 1 na 1 7 ,
    . ci rrente de S. Jos do M. .
    i-(| Tcixpra flastos, rnouln, i -
    ' lirio ; representa S> a SC
    co mais ou menos, si m barba, altura rr
    corpo tile regular c'. .'
    ; ', unland 1 de 1
    I aniiu lino azul, canil* is brai
    :
    I
    guido por uma mullier forra,
    ; : i :
    lo. O (
    :; aonde lem mu, h
    R a ; ii .; |) ,
    ;
    _
    che n 17 ('
    Moleque Fgido.
    iOO.s'OOO de- Rratiljcaco.
    Uoga-se aei capiiaes de campos, e a t I a
    qttl(|iicr autorizada a appid
    quo de nome Maeo', e 1 |i i I [>
    [moco mais ou menos, o qual rugi da ea
    Aimeida k Barbos.
    Rices corles de vestido pri to
    tif seda bordados, com duas
    o lies saias, em .mandes car-
    toes, pelo baratssiuio prc 'o
    B __ do 705 e
    Sos prelos de fil de lnho a
    M lulos ditos paita chapeliuas a
    ''-- lenaples prelo, u covado a
    Se U1I0 dito superior de duas lar-
    ' 33
    guras, o corado a
    Selim preto de Mario a
    V Dito prelo do boa quali lado a
    Dilo pelo muilo su 1 erioi .1
    2 ,!-'
    3:500
    2 tl
    ::-. ;i
    0
    iroruurao

    .
    0*000 -';
    1 1
    720
    1:- -
    ,1
    3$200
    5i 11 :
    :
    2 00
    nientpin*ntlPS^^,abele-c,mento. 1"e pelos no ros mclhoramentos feitos acha-se conve-
    S~''"', '"'"m"1 'i" 10 d"ovembro em vante, contratos mensaes para
    VaLuLs sacrS pBkUeo '' 9ucm os Prop^t^os esperara a remunerado de
    Assignatur. de banhos fri? para uma pessoa por mez.....10, _ momos, de choque ou ohuviscos por mez 15x000
    ,____________s*"* "fl carioes e banhos avulsos aos precos annunciadon
    ToJi
    ao p do arco de
    Sanio Antonio.
    Estando resollido acabar com una porco de
    cambraias muito linas e cores ixas, vende-se a
    200 o covado, a ellas, antes que se acabem, cor-
    tes denudas casemir s a 3^500, ditas muito li-
    nas a 55 o corle, pannos de tapete para cima de
    mesa, corles de chally com 18 corados, fazenda
    1 mais moderna que lem viudo ao mercado, di-
    tos do phantasia de laa o seda com 3 babados,
    gustos inleiramonto novos, ricos vestidos prelos
    com babados de velludo, grosdcnaplu preto mui-
    to largo, chapelinas de palha da Italia para se-
    nbora, as mais ricas que ha no mercado, ditas
    redondas de palha, ditas de seda, ditas de lodas
    as qualidades para meninas, tanto para baptsa-
    do como para passeo, honetsde velludo, dilos de
    seda, ditos de palha enfeitados, dilos redondos
    para meninos, vestidos de seda para meninas de
    3 annos, ditos brancos bordados para baptisado,
    sapalinhos bordados para dito, corles de collet
    de seda a 2 o corle, merino de lodas as cores
    proprio para roupinna de menino s para vestidos
    desmontara, bombazina prela muilo fina, man-
    guitosde todas as^ualidades, manteletes prelos
    bordados, dilos de cores, fazenda muito rica,
    lencos delabyrinlho, toalhas frondas, velludilbo
    de flores,proprio para vestidos, tanto de senhora
    como do menina, chales de touquim, ditos a in-
    gleza, ditos de crep bordados, ditos de merino
    de todas as qualidades, pe fumarias muito supe-
    riores,bainhas transparentes ; ludo isla se vende
    por menos do que em ouira qualquer loja, assim
    560
    3i000
    20O0
    500
    ISOO
    400
    6JS00
    5JO0O
    I9OOO
    BS000
    0^500
    4|0O0
    500
    1290O0
    6S500
    5()l)0
    Vonde-secm casa de Arkuright & C, rua da
    Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lii-
    qhl iiy, sendo que pelo scu perfeito macninismo
    pode-se usar cent cubera ousem ella.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
    tente : no armazem de Augusto C. de Abrcu,
    na rua da Cadeia do Recife n. 36
    Espirito de vinho com \\
    graos.
    Vande-se espirito de vinho verdadeiro cora 44
    ros, chegado da Europa, as garrafas ou as ch-
    andas: na rua larga do Rosario n. 36
    Vende-se una cadeirinha em bom oslado,
    na rua da Aurora u. 40, c na meema casa aluga-
    sc a loja : a tratar na rua do Cabug, loja n. 9
    Em casa de Henry Forstcr & C, rua do
    Trapiche n. 8, vende-se :
    Um carro.americano de 4 rodas.
    Arreios amrtennos.
    Bombas americanas.
    Foges americanos.
    Arados a 30$
    Champagne e cognac.
    Relogios americanos.
    Farinha de trigo de todas as marcas.
    Lampeesde patente e azeite proprio, ltima-
    mente chegados dos Estados Unidos.
    covado
    Manguitos bordados finos
    Gollinhas bordadas unas
    Gravatinhas do seda
    Chally ce cores, covado
    l.aa o seda escura, covado
    Chapeos franeezes pretos
    Dilos franeezes de mola
    Gollinhas linas pira luto
    Chales do chally com franja de seda
    Ditos de merino estampado lino
    Hitos de merino liso
    Camisas de raeia para mascarados
    Esguao lino de puro linh, peca
    Satas linas bordadas
    Ditas ditas ditas
    o outras muitas fazendas que & vista dedinheiro,
    nao deiiarao de ser vendidas.
    Aos genitores arinadon s.
    Vende-se por muito menos do cusi, airea,
    Raidos, lloros, etc.. ele da arm-itiio da igreja do
    Divino Espirito Sanio : a tratar na rua do Encan-
    tamento n. 11, ou na rua do (.hiciuiado n. 42
    Vendem-se canoas de amarello, proprias
    para pescara, por preco commodo : na rua do
    Vigario 11. 5.
    Vende-se cora do carnauba a 10^500 a ar-
    roba, dita em velas a I dita de composeo a
    15#, sebo refinado a 12?, rosarios demissanga
    galoes,espiguilhas, volantes, trinas o podras [Ta-
    ra aflarnavalhas: na rua da Cruz, armazem nu-
    mero 33.
    Vende-se uma preta moca quo coznha o
    diario de uma casa, cose bem" c engonima na
    1ua da Cruz n. 00.
    Vendem-se dous moloques penenos: na
    rui da Cruz 11. 00.
    piolo bordados a
    , ; Ditos de selim io Maco, borda-
    dos a
    jp Velludo prelo o covado a 4g800 e a
    Velbulina preta o covado a
    e
    Molas do seda pela para senho-
    .-' ra a
    Dil is de seda preta para homcm a
    i'las de algodao, piolas a
    Lencos de seda de gorgurao pre-
    to muilflsuperior, meios Un-
    cos a
    '. natas de teda preta a
    Euf ites linos de vidrilho pn
    para calina de senhora a
    . Casemiras pn tas, 11 corado a 2,
    2^240, ;i-_u., 3*520, 43 e a
    Jf Panno fino prelo,o covado n 23
    ..; 2$880, 3:600. 4&000, :<:,U(y,
    . ffi 5-3000, CSOOO, 63500 a
    Camisinhas de cambraia para sc-
    nlioras a
    |& Manguitos e golas de fil de i-
    nhoa5$000ea
    Manteletes rquissimos do cros-
    denaples prelo de 30, 35s} a
    7-j.i tapos linos de massa, france-
    ',-,', zes, dos mais modernos a 85 o
    bl Alpaca preta de diversos precos, casa-
    ;.; cas, calcas, paletos e coletes prelos de
    3 diversas qualidades e pro -.
    i :......
    ; I :
    4-3500
    I
    arDios igiezes e qoei-
    jos loBilrinos.
    Viudos pelo vapor nblez, os mais superiores
    do mercado : na rua do Imperador n. 12.
    Vende-se a armaco da casa n. 12 di rua
    \xo assignado no da 30 de outubro do coi
    rente an no, levando ealca de eer, caiza 1
    ) chapeo de palha^oleadc e o maiot signal 1
    8g000 de asthma < a p< ueo esleve loen te de 1. \
    1*61 ^wiifia-se queesiHa acoilado pot algum -
    , e ci.-a aproveitarde shj |
    65OOO \n i lade para o seduzir, desda j protesta o n
    abaixo assignado de cahir sobre dito l ri
    lodo origorda lei, egratitica .la mar.eira
    ;: He que Ihe der noticia cena, e paga
    desposa que se fuer ci m o mesiiio moloque
    se eleciiiar dita aprehei ,'...' i rua !
    n. 21. Francisco Jos (iermr.no.
    Pugio no da 7 de novembro do anno -
    ximo passndo o vt I .\: -
    ogooo
    gola, de idade 5 a 50 anee-, rom os
    seguinl '9 : um t; nto o, 1 :
    I
    barba, falla lina e a voz sempr 3
    's
    mnneinh
    relhaco e mettino a curador de 1 .
    bom 1 orpo, perras um lano finas, s .
    a :. 11 po, cajo csc
    ago Peieira da osl 1, proprielario
    estrela do Rosario, conj muitos commoJos para i''::" '' 1 Cos, nropri
    qualquer negocio: tratar na rua do Noguera :': p,c,a
    11. 25, ou na mesiiia rua ostnita n 17. o pegar ou disser onde do cerlo est
    C3T Defroute da matriz da Roa Vista n.RO ven- ^compensado. _
    Aende-se doce secco de peluxo muilo novo a
    1$ a libra, dilo de calda a 72(>, amenas france-
    zas a IgiOO, ditas portugnezas a 500 rs., passas
    de carnada muito boas a 500 rs marnielada em
    talas de dii83 libras a 1J400, massaa finas de di-
    versas qualidades a 320, 3(10, 4:0, 440. 480, CO
    e 80 rs. a libra, doce de guiaba a 1S 00 o caixao
    de 3 libras, queijos a 2*400, 2J200 2g e 16'..0
    porcada um, manteiga ingle/a muilo lina a 800
    rs. a libra, dita franceza a 0'JO rs., licores em
    garrafas lapidadas, do mais fino que pode haver,
    um jogo de garrafas por 11, vinhos de diversas
    qualidades de 640 a 720, 800, 1j?, K200, 1*280
    U400, lg500, lsCOO. 2, 2fi00"c 3 a garrafa.'
    conservas de diversas qualidades a 800. 00 e 1
    o frasco, ditas decomposico de espirito do 40
    graos, proprias para pudii ou bolos francezas, e
    outros muitos gneros que se torna enfadonho
    publica-los : no novo deposito do gneros das
    Cinco Ponas n. 148, defroute da cstaco da via-
    ferrea.
    Vendem-se 2 escravos, sendo 1 mulata de ida-
    de, pouco mais ou menos, 25 annos, o 1 negro
    de naco Angola, tambera com idade, pouco
    mais ou menos, de 30 anuos : quem quizer com-
    prar, dirija-se a rua Nova de Santa Rita n. 1, ta-
    berna, que achara com 'uemiralar.
    Os abaixo assignados para commodidadn do
    respeitavcl publico, procuraram e conseguirn)
    estabeleccr en: diversos pontos desta cidade a
    vendagom dos ferros econmicos de Blcsse Draki
    pelos mesmos procos por que lem vendido no
    seu estabelecimento da rua da Imperatrizn. 10,
    islo do 12j porapparelho completo, que cons-
    ta de ferro,fulo o descanco. Esta maravilha d'ar-
    te americana um daquclles inventos de grande
    utilidade para a industria, pois rio s economi-
    sa o rarvo c lempo, mas se consigue em deter-
    minado espaco de lempo engommar o triplo do
    que scobtem cora um ferro commum com 00
    rs. decarvao engomma se 11 ra dia intuito, s ne-
    cessila limpar o ferro quando se principia a ope-
    raco, o qual conserva sempre o grao de calor
    que se pretenda, para o que lem um registro ; o
    seu peso est graduado para, sem esforco, poder
    ser man pulado a vontade do mais dbil traba-
    lhaJor, tem mais um appan-lho que obsta a que
    o calor do ferro possa prejudicar a quem com
    ellos trabalha. Achara-se venda nos seguin-
    tes lugares : praQa do Corpo Santo n. 2,cstahelc-
    Cimento do Sr. Jos Alves Barbosa ; rua da Ca-
    deia do Recife n. !. dem do Sr. Thomaz Fer-
    nandes daCunlu ; rua da Madre de Dos 11. 7
    idem dos Srs. l'onscca & Hartins ; rita do Crespo
    n. 5, idem do Sr. Jos Eleulero de Azcvedo ;
    rua da Penha n. 16. idem dos Srs Pinto de Souza
    & Bairo; rui do Cabug n. 1 B. na agua de
    ouro ; rua Nova n. 20, estabelecimento do Sr.,
    Antonio Duartc Cameiro Vianna ; tua do Impc-'
    radorn. 20, idem do Sr. Guimaraes & Oliveira-
    rua do Ouoimado n. 14, dem do Sr. Jos Rodri-
    gues l'erreira ; rua Direila n. 72, dem do Sr. |
    Jos Soare.s Pinto Corrcia ; rua da Prais 11. 28 '
    idem do Sr. Custodio Mannel de Uagathes ; rua' i
    da Praia n. G, idem do Sr. Pedro Jos da Costa !
    Castcllo Rranco ; rua do l.vramento n. 36, idem '
    do Sr. Joo Antonio deMacedo; rua da Santa
    Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
    na rua dalmneralriz, idem dos abaixo assignados
    Jlaymundo Carlos Lcite i Irmo.
    By* Defronte da matriz da Roa Vista,n.80, ven
    dem-see alugam-se bichas de Ilamburgo, por
    menos do que em qualquer outra parto, amula-
    se qualquer forra 11.011 la, lira-sc e chumba-se
    denles, sangra-se e faz-te ludo quauto peitence
    c arle debarbero.
    Vestidos blancos do blond de seda com ba-l
    200| de gratiicaco.
    Anda (i uiina :-. : le o preto Nci lo, escra-
    vo de Francisco Antonio lia! ral de Jl -
    prietario do engenho 1 abocas da .
    S. da Luz. Este prelo irn dos ciu
    Indos e com pequeo ddfeilo, por melado de seu l!: passado fugiram daquel;. .
    valor, muilo proprios para casamento: na rua "!l e tem os s
    do yucimado n. 17, aprimeira passandoa botica. >|J" '"C". representa ler 22 aun .-
    vj a tem aliruns sigoaes d< castigo n 1 slas, l

    likK
    queijos superiores a 23200, manleiga inglezaa
    g, pnmeira qualidade, cha do melhor lamb 111 al; pina;
    1 lersi 1 visto no Ouri rurj-, in< ilrai
    . que;.1 o appr nder e 1 1 1
    . ou u Ri i.,' n '
    ': nio Cune
    OSCSO

    (ravessa da rua das Cruzas n. 0'.
    Polassadalussia
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecido e acreditado dore,sito da
    rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
    potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
    e de superior qualidade, assim como tambem
    cal virgem em pedra : ludo nor creeos muito
    razoaveis.
    Batatas
    o 800 rs. o ggo.
    Raalas cscolhidas a 800 rs. o gigo de arroba,
    para acabar: na rua da Madre do Dos n. 8.
    Feijo amarello.
    Antonio Farnandcs da Silva Beiris tem para I
    vender por preco commodo, era pequeas e gran-
    des porgues, sacos cora feijio amarello de 6 al. I
    queirescada um, ou 30 Alias, medida desla e da I
    melhor qualidade que ha no mercado, c choaado !
    ltimamente do Poilo no brigiie porluguez Ama-1
    lia I: na rua do Vigario n. 27.
    Milho a 4^000.
    Vende-se na armazem de Francisco L. O. Aze-
    Tedo, na rua da Mddre de Dos n. 12.
    .Mil
    Em casa de E. A. Burla & C, rua da Cruz n.
    h8, ha sempre para vender um completo sorli-
    mento de ricos c excellcntes pianos de lodos os
    precos e qualidades, os quaes sao de mulla du-
    racao pela sua boa construccao. Eslcs pianos
    que foram premiados com a medalha do primet-
    ra classe na exposicao universal de 855, alem
    de seren de 7 oitavas e 3cordas,sao de Jacaran-
    da e chapeados de metal. As pessoas que preci-
    saren! podem comprados com 20 ou 30 IhO de
    menos que em outra qualquer parle.
    Leite puro.
    Vende-se leite puro a 400 rs. a garrafa: na
    rua do Vigario n. C, deposito da esquina.
    Superiores relogios de ouro e prata, che-
    dos pelo vapor 0/ieida ; no escrptorio de Sou-
    Ihall Mellors & C, rua do Torres n. 3S.
    Amorim Irmaos, rua da Cruz n. 3, teein
    para vender algumas codea da companhia geral
    do Pernambuco e Parahiba : quera as pretender
    pode dirigir-se aos mesmos para .tratar.
    Presuntos inglezes, queijos londrinos, latas
    com bolachinha surtida, ludo de superior quali-
    dade, chegado pelo ultimo navio, por prego com-
    modo : era casa de Soulhall Mellors & C, na rua
    do Torres n. 38.
    _ Milho, farelo, farinha, somraa, arroz, sa-
    bao, velas de espermarelc, vinagre de Lisboa
    vende-se no armazem de Francisco L. 0. Aze\e-
    do, na ruada Madre de Dos 11.12.
    teija-flor, : .
    2i\ annos, alto, boa
    um .
    do rOStO, 1 de:.' litados 1
    ; junto, tula 1
    .1 rua d Collegio n. 10, ou eng n 10 I
    Iguarass.
    200^000 (I.
    gratiicaco.
    Tupio no dia 10 ,',{ dezembro do anno roxinto
    passado o escravo de nome Ju\ nal, con ,
    cipiu de officio de alfaiale, de
    princpiand 1 a barbar, de ri la, 1
    muito vivos, e il ranc Ihas cabeliu .
    i erft tos, de I I oes regulares, estatura um
    pouco cima do regular, pescoca eoaaprM*, -
    co do corpo, ps bem fcilos, ulli correni<
    te, muito esperto chelo i\.> man.;. Fugo
    para o Recife, aonde esteve alguns das, d
    dos quaes desappareceu ; levou bstanle n
    chapeo do Chillo usado, caira de ganga, j
    branca, borzeguins novos depoliaaenlo
    pesar tenha-o rom toda a s a o levn
    00 ensenho Caiari da fregnezta de s. Lom
    da Malla, que reccker a gralilieacao d -
    Pugio no dia S do dezembro proxiaM
    sado, do engenho Terra-Preta, na coma., a de
    Nazai^rb o escravo Joiio, crenlo, bstanle
    los alloTScreo. sem barba, tom [alia de un
    te na frente, bem feito de ps e roaos,
    dancador, e quaudo foge s qtter ser tOITO, a ro-
    mo forro eslava no Recife com o nome d.
    noel dos Sanios, ende foi preso no dia I
    crrante, ctomou a togir por descuido do-
    nhores mocos all esudanics, pelo que aaa la
    aos arrematantes das obras publicas, a (|ui so
    offerecem trabajadores, o cuidado, se appareccr
    o fallado escravo, que leni oplimo signol, que
    uma marca de um lalho em toda costa da roo
    esquerda, que quando f-gio levou em fer da :
    paga-se muilo Lem a quem o apprehcnJcr e Ir
    va-lo aomesmo engenho, ou no Recife, na So-
    ledade, aos espdanles Hosnaida Corrcia de Cras-
    lo e Austerliac'j Concia de Crasto.


    *8)
    DIARIO DE PERXAMBCQ. QUARTA FEI1U 8 DE FEVF.REiRO DE >860
    Agricultura.
    0 Cear, Hi Grande do JUrte, Para-
    hiba c Pcj-nambuc).
    AS SECCAS.
    FSTI
    Capitula I.
    Qupi, confiere a gengraphia physira do Bra-
    sil, por urna nspe o particular das provincias
    ' rio, nao pode ilcixar de admirar as
    ri piezas sera numero que a Prori I enca com pru-
    fusa nio Cspaihou por imitas di lias, e que cla-
    1 un por ini: Uig ni as c bracos ce nina po-
    ; il "la uc cnct il ,' sua uberdadc.
    Os tV.-iS habtenles tiesta, semprc rateados
    do.verde manto .' urna cmisiaulc prmarera, ]
    para fazorcm o transito da vida, ponen mais no-
    ccssilara do que curtos periodos de esquecimeu-i
    lo da pregona, quando elles sao mais longos a .
    riqueza abrc-lhes as portas d>> onro. A agricul-
    tina facilinia ; lodos os ramos do industria san
    aecessiveis ; as cointnodidades abundam, o dalii
    potencia, a niultplicagao correspondente di
    a
    rebauhos em terrenos, muertos de planta-
    {des, soffrem a mais forte opposigo por seren a
    causa da des'.rutgo dos bens daqueltes que por
    acasu atada resisten s cousequencias do mal
    ge ral.
    Repellid do urna o de oulra parle do solo na-
    tal, o abastado fosendeiro cun pesar emigra pa-
    ra a pronto a limitrepha mais abenguada, porm
    nem por sso a sua peda deia de ser menos
    certa.
    Ltezeoase dezonas ile liguas, pastadas atracas
    de densas e pardas nuvens de p, que augmen-
    te m as all ias da sede, formara iuvcneivi 1 bar-
    ri'ira ao seo progresso, fican jumadas do gado
    qna inorrc por ao poder hilar com falta do
    oimientos,ou toma tristeza de verdespidosc aban-
    donados usseus antigos i-outes, e do distancio em
    di-I.iii cia sao era vados rsticos tn a de ros, fe no a ti do
    o emblema de sofTrimeute do Humem-l)eos, o do
    passamenlo do cbrUlAo na turra. Ao termo da
    desventurada fgida o desgranado pe o p no
    logar do promisso com os insignificantes res-
    tos do sua perdida riqueza, ou antes rom o
    borda
    ao do mendigo, csmulaudo a caridade es-
    estimo .ioimpor-:,rJ|,)'1!,0i;ni0!1 deo||tM modo tll roBHM SM1
    Esto' o estado normal do sol e do centro do \ 2S'"'^t"' f e?m' f 1'''''?!" T
    imperio: parte domle se arha as mesraas! S!! t1*"0." ueis padeciuientes. ramera en
    coudicoes, e taires
    Ira parle, comprr
    Ceara, Rio Grande
    liendentlo as provincias do j
    dd Norte, Tarabilla e Per-
    iiambucn, forma urna negra mincha no magu-|
    tresdoblo a hospitalidado recebida, e jamis rol-
    1 la ao paiz natal, que lo ingrato llie oi. E' mais
    um lilho perdido a Job E1 mais um golpe ao
    sen iiiCoi ionio !
    O lovrador com snas planlacCes, situadas nos
    mais elevados pontos do pa'iz, ainda arqueja
    quando o seu irmoNlas campias lem dado o ul-
    timo suspiro ; a iiangao, portn, em breve ataca
    as parles nobres do grande corpo, e elle vic-
    tima lao iofillive! di.4la, como nfallvel o cum-
    prmcnlo dos decretos de Dos.
    So o mal ao menos] fosse em lempo previsto, o
    os avisos de sua
    prudencia liumaj
    as consecuencias, quando do ludo as noiiou-
    Iralisasse. Hasassim nao succede ; a sua incur-
    lo letrivel uuo inesooradn. e o remedio
    lico quadro da abundancia. Ah a ruiilempia-
    eaodu bello so esenrece com a do liorrivel, a da
    i- | lezi cora a da miseria, e o contraste prodo/.
    os seus derradoiroselTeiios com as desgranadas -,"'
    victimas da fume e sede. Estes sao certas como
    as iras do Allissimo, e o reslanlo .do agellodol
    povo nem ao lenos lem o Unitivo di esperanga :
    que ellas bastera, par* que se nao tcnovem as
    pungentes Siena?.'
    Entre as pobres irmas, roubadas as proflcuaa
    lien.aos, nina sobre todas parece marcada com o
    ferrle da desgrana, volada aos seguros dissa-
    bores da enferma, destituida econdi mnada a ja-1
    ser longo das ras do progressu c civilisaco; o'
    cear o Job do Norte.
    A dcscripgo doda nolirro santo do cloquele
    lypo das vtcissiludes humanas nao sangra mais
    do que a actual repeliroda vida do um liomem,
    na vida de um povo inleiro, cojos solVrinientos
    sao de nina periodicidado aten adora.
    A historia desla misera provincia submerge-
    nos n is tristes consideradnos de urna suceesso
    de males, quo parorcni irrevogaveis. A et
    deseos habitantes toda obsorrida om recome-
    car traballios em poneos meses desfeitos por
    loicas superiores, e que ilocm resultado a es-
    qualida pobreza. l'assa-se de nm anuo a nulro
    entra temores eesperangas, c n viuda deum Ja-
    neiro olliada nao como precursora ao betn,
    nao justamente romo annuuciadora do n.al ;
    porm deiididamonte com o murtiticante senli-
    metilo da dnvida, natural quando se nao pode
    ir com a recompensa das boas obras ; quan-
    do se nao sabe se 0 .-or que rega a letra, em
    ! igar du ptodo/ir obasianca, transforma-so em
    do sangue, digno
    da propria conservarn, sao emprehon lidas aira-
    vez de todos os inimigus da vida, o cordoos do
    miseraveis enles com pos descalcos, a calmea
    czpostn, o corpo apenas coberlo e rospirando fu-
    go, vao no eaoiinlio fiil.il.
    0 quo iuteede nao lomos forca para doscrever.
    !)i\ irnos ao liomem que pens e mulher que
    sent, a triste historia dos martjrios dosses o-
    cos Taalos.
    Assi.u passam-so os longos e mortificante* lem-
    pos do det.esporae.ao, al que o Ente Supremo
    fas i!e pulaco agouisanio com o libombiir do Irovo,
    que |iara o Cearonse sao agradavojsnotas do hyin-
    tio do salvacrm. A dosgrara panada 6 esquecida
    nos pro!CMOSpresentesaa abundancia, e &i f-
    nebres lamentarles, succedemos alegres cantos
    do bem estar domstico.
    Ao observador menos atiento parece quo nao
    houre perdas, lal a actividada que reina, o a
    barateza dos productos do agricultor e criador:
    poim um momento da leflexo basta para fazer
    cahtr este voda illusdes
    A populacho ila provincia se acha srandemen-
    le diminuida ; j pela forte emigraban, j pola
    mortalidade Irazida pelo estado anormal porque
    passoo.
    As fortunas dos qnercstam oslan redlisldasa
    | proporres da economas de um dia, a o rom-
    nterrio tem de esperar anuos, para que so com-
    prara as promessas passadas, o aoimem-se as fu-
    turas.
    O mortal nada ganhou, pelo contrario, adia-
    se eiv.oJo de odio-;, da lenibrafnja do crimes alro-
    zcs e de excitantes desejos de rioganca, que se
    perpetuara do geracao omgerar.io
    yuautn illuslra'-ao, nenliiima provincia ca-
    paz de dar lillios mais distinctos do que0Cear;
    nao ha eonhecimento humano que estoja fora do
    alcance do Itrast'
    l rhogarem teera otravessado as alias monta-
    nhas do islhmo o depositado nos sous Trios cimos
    M vapores do quo se ach ivam carregados. A
    costado l'eru st comprchenlida na regio dos
    ventos perpetuos do SE, e com ludo alii nunca
    chove. A ra/.ao i'.lara. Os ventos de SE no
    ocano Atlntico pissam primeiro pela costa
    d'Africa ; depois soprando .ara NS passam obli-
    quflineiiie o ocano al rh-garam costa d i bra-
    sil. Por esto lempo fiTcmenfe car regad
    vapor, medida (fita atravessam o continonlc,
    supprern as fonles do Prata, os tributarios do
    Amazonas no S., at ehegaro-n cordiliieira dos
    Atoles, nudo deixam as ultimas molculas do
    vapor, e ento scense fros,rarram alcm as eu-
    COStas da Pacifico.
    l)e urna semulhanlo raancira e.xplioam-se as
    estacos chuvos^s do Cear, e as su is abrasa lo-
    ras seceas.
    Quando at calma* eqinitoriaet fazom asna
    nagem ao nosso heinlsphcrio,' e nos mezos de
    marco a abril pairan-, entre 5." lalitude S. c 2
    ". tomos nos as chuvas torrenciaes, que sio
    por um ou outro Irabalho desla esperit que al-
    guns ta/endeiros mais previdenlea Icen feiti, e
    cujas aguas rcsisliioln por algnni lempa a l
    rayao dos oiio mezos de cecea ordinaria, rw i
    rem para que os gados nao inortam de s. da u-
    ranlo parle dcste lempo. Mas, M1 i -' 4i
    que o gado morre J N,,. n.orre lamben de fo-
    me. Esta certa tem .,- pastazens ; as oa.-l.-
    circumslanri.is ncomparareloicnta peiores do
    que o Cear, e onde a fallo de arvores chega a
    ponto de nao so poder supprir o combuslivel ne-
    cessariu aos fazendeiros, sao sempre regadas pelas
    chovas. O mesmo se d,i na Europa c pin lodos
    os pai/.es de nina pnpulacio superabundante,
    onde a agricultura tomn cont.i do solo, as-a
    necessidade de obtercombuslivel e madeias de
    construci;o, ou os prazeres da rara, obrigam a
    conservaras florestas. Estesarios fallam |
    c dizein que pouco ou nada ganhar-se-lia rom
    s planlaces de arvores para a dotermina-
    cao das clin vas. Quando inulto, pnderao ellas secta, ordinaria de oilo meses, ,:,.,"s
    servir para aiienuar por mais algiiui lempo o re- Iraordinaiia de 20 S2 .' Ken um
    ' anelo do s lio, '
    causem a queda das
    olhos do viau ule
    pa sta gens ;
    gens nao atipanrem s., ?i churas, e acuj, s
    nao as deienninam con.,, ;,,, ,,",,
    caiiaes, lo-nais. qu.-.l m-i-, o acude di
    soca rasoaveis, que poderi rnisir nao
    d.Ilo i
    .-> I
    a un a \-
    .; co-
    '-'" algu-
    ai que os ardores do sol I mv n&o consta que no Ccarl baja
    folhas, o se aprsenle nos' ir. a por niaior que Bejo, que leu ha
    regios inlertropicae'o | aaco destruidora do seu aol abraadr. Ora a
    quadro les dos invenios das rias latilu-. lagas fcio acudes natiiraea sita
    des. Assim mestno, responderemos : planlera ar-; da convergencia das aguas dos
    vores.Ellas nao sao iiu>'eis consideradas oob sinhos, o leudo fundo ileargila impermeavel,
    OUlrOS pontos de vista, e, _e na sua plantacfio Ii- nao obstante alias srccam e --ccam son., i
    ver-se altenco ao terreno, bastar o Irabalho da
    ualuroza para fazo-las vegetar
    Irazcr as chovas,
    gaco, mas puta.
    can;
    los
    eir>, e do Cearenso que sobro-
    proxiraarao conbecidos, Iludo possuea lirmeza do proposito e incansavel
    i ra modos de minorar-lhe j artividada ; porm a alta educago necossaria ao
    bnllio da intelligencia lem o mVis Itmilado cam-
    po, ou antes, nao tem campo algum; pois para
    ser alcanc.ida necessila-se a riqueza, e o Cea ron
    se o sy.iouviiio de pobre.
    A verdade do que a
    le: parece-nos que ningem a eonlcstar. O
    mal o seos elTeitos sao por iodos conhocidos ; so-
    bre elles nao lia iluas opinioesdiscordes
    Si-jamos agora bem claros, Tacamos algttiuas
    simples quesles.
    Podeso ou n.io fazer cessarn mal? Se isso
    possivol, quaes os meios ? Se impossivol, tomo
    neutralisar ou minorar us seos elluilos?
    Capitulo II.
    E' hoje um principio inconlrorersn na scien-
    cia, que nao ha paiz no mondo que sotTra pela
    falta ilas climas, po>- estar situado mais ou me-
    nos distante das grandes fon tos do vaporisago.
    sao a lao teirirel quo inesperada, o o rom
    que lia suecumbir na lula, sempre desigual cn-
    Ire o ente c um njeio decondicoes improprias
    sua existencia.
    Tis o que aconlece.
    Se aos oiio me/es seceos deum anno das me-
    Ihores estacos chuvosas, seguc-sv outro em que
    a mnima golta d'agua nao refresca as plantas
    productoras do pao, o lavrador ainda pode pro-
    vers snas neerssidades, e merino abastecer
    popularn das cidades e villas, lia a troca dos
    obj clos que inutu iinente lhesfallam, o ella pas-
    sa por todas as pilases de um coinmercio activo,
    dando ambiguo e a>. resto das paixoos humanas
    largo campo ao seu dcsenvulvimenlo.
    Se iMirm a secca persiste o mais um auno de
    proverln ios na provincia. Quando, purera, ella Passem is das arvores aus canaes.
    cunieca a fazor o son muvimento retrogrado em Os canaes ou sao construidos com o Qmde
    mato, elle roincide com os los das aguas a o.s virooi para vas de eummuniraco, ou para o de
    principios da estacan secca. irrigaeao ou para ambos os lilis ao mes.,,,) lem-
    l or que ri/. io os ventos |.. quand.i as calmas p". No primeiro caso o supprimeiilo das aguas
    equalonaes caminham para o N. nao as subs- pelo reservatorio principal, o rio S Francisco,
    lituein e nos Ira/era as cliuvas. nao dure ser era mais nem "menos do que o'
    Us ventos da SE que em relaco fis nutras exigido, para dar suRiriente agua aos reservato-
    provmci is do Urasil e ao sul do cabo do S. lio- ros intermedios. Rsse.iiciaoa nos lempos seceos i
    que looui urna direegao perpendicular sua cus- a va liquida tima altura quasi conslante, leudo lageus, ella
    la, em rclacau costa do Cear team urna di- laucos de doces declives que permltara um n.o- precedente
    i-ecrao parallela. por formar o smenlo da eos- viniente vagaroso das aguas. Nos terrenos ob- aband ma-
    la uta anwlu J 93, a por isso quando as cal- serventes os taludes o fundos destes canaes se-
    mas oquatori.ios movoin-se paran N., elles dei-1 rao revest los de materias impermeaveis Par
    vim sobro o mar a maior parte dos vapores que rencerem-su as diflerengas de nivel, obrss de
    deviam beuelica-la, e ento appareccm as mes- arte de avultadissimas despezas leom de ser fei-
    l'itiilias cliuvas du m.iio e jullio. Nestes dous las, c tolas ellas se oppoe.m a que o solo pela
    me/os as provincia* ao S. o a SO, que por sua absprpgao ganho cousa algumo, o de fa-to elles
    posicao i rospeito das evoluecs atmospnericas, sarao inuteis pan a agricultura, a nao estabele-
    so constaiiloraenle banhaJas por frementes e cer-se um grande numero de
    tes churas, esto c,iin a sua temperatun ge- rao ao longo do arabas as margons com cuj u-
    xilio poder-se-hao tentar pequeas plantacocs e
    nada mais.
    fogu contina a queiinar sm piedade as plantas j Militas poicos da Asia, frica o America, ba-
    c o terreno que as sustentara, acabou-se a per- nhadas por unta grande exlenso de costa, a on-
    mittida aclividade commercial, ella a substituida j de as chovas sao millas ou e.-cassas, suslentam
    por Iransacges que passam os limites da usura, om os fados a Iheora, c em una das parles do
    novo mundo que nos perlence, offerece-nos dosse
    da
    lomara o carcter de depredagOcs, o lindam em
    completa estagnago, depois de se lerem vendi-
    do os alitueiilo; a peso de ouro.
    Quando esla len'ago das flaquezas do liomem
    seio do sangue, digno de immulavcl castigo; i *, i_.-.__. -,,- .. ,, ..
    ......, ? ''/ iiesappareier o i uno sao pnssuidn pelo la-
    i Lando emlim, de um inoiiieulo para nutro, .,..., ,.. '' ,. i > .
    ,' ,....., ,ii i vrauor, ou i nao pode arrasla-lo a Irora da sua
    centra todas as prcvsocs hum mas, o reo pode:, ,.,,, ,-i
    . ,. ... ,. oiMttva ii ine/a por um va or decahtdo ; entao, o
    - obte, u aiiastado mendigo, o o \i\u ia-',.....,- '-,.- .v ...s
    j. uniu mais egosta, mais indifiercnte edecorogao
    sua lemperatun go-
    ra| diminuida, e o Cear conio son solo arenoso,
    calcreo, e eminentemente absorvenlo e mais
    saqui temos dito e paln- iiaixo do que o dolas, supporta os cIToitos de un
    sol quo ludo evapora, e que mostrara tempe-
    raturas incriveis so observagos meteorolgicas
    fossem feitas e registradas. "
    Em laes circum*tancias qual a consequen-
    cia natural ? Estabelecer-so-hao correles de
    cutos das Ierras ni ais fri is para as mais quelites.
    Estas correles, contrarias aos ventos de SE que
    sopr.io parallolo-j COSla, fa-los desviar do seu
    caminlio, e onla axlngueni-sn da tolo, as fra-l
    cas chovas que boriifav.nn a provincia ; nao ca -
    he mais una s golta d'agua, a ais a secca es-
    lendendo-se ato janoiro ou fevereiro do anuo c-
    guinte, quando reara as calmas equatoriaes, que
    mais poderosas do que as crranles contrarias
    s rechaces, nos mimse.un con as forssimas I
    chuvas que Iransformam a aridez do deserto em
    auienidade do paraso.
    Sendo esi.i a verdadeira explicago das neceas
    ordinarias parece-nos que as extraordinarias se
    explicara to fcil e lo rurdadeiramcnlo como
    aquelbs.
    Se as causas que do n isciniento s seccas
    ordinarias torera excepcional o peridicamente
    mais (orles, islo se as chuvas as provincias
    mais curiosos e dos mais
    do Norte, Parahyba e
    unamente pelo ocano,
    soccas, e as provin-
    I ni anuo no Cear urna poca momonlosa.
    Se o sen comeco ncompanhadu Je uuveusbeni
    car regadas de electrcidade evapores, indicios
    quasi cer103 das churas, os lemores ^\o Cearense
    d miniK-in, as sitas esporancas augmeutam ; a o
    riso desalisfacvopinla-seem lodosos rostos.se
    as campias escrrasso banhadas por abundan-
    tes chuvas, unir necessidade para a sua agri-
    cultura, e rreaco de seus gados.
    Com as chuvas nfio ha terreno estril. Lina
    fertilidade prodigioso desenvolverse as mais
    ingratas porgos do solo;' a vi la e. alegra abre
    :acosao agrieullor e criador para faze-los
    i |uerer os longos das de pass-das Iribuiaces.
    Se, porm, em lugar de vivificantes chuvas du-
    r inte q miro inezes, os ardvutcs raios do sol con-
    tiiiuan a dardejar sobre o terrero j ressequido
    menos iinpressiiinavel incapaz do resistir im-
    passivel aos choques que de continuo i eraba
    vista de tanto horror e de um penar lo medo-
    nho ao seo semelhanle.
    ibenoraeno um dos
    frisantes oxemplos.
    O Cear, Rio-Grande
    Pernanibuco, bantiados I
    passam pela provauga di
    cas do interior do Brasil, a centenares de leguas
    da costa, nunca deixam de ser favorecidas por
    abundantes clinvas.
    Se a posico goographica om relaco aos focos
    de vaporisago, c sem importancia, o contrario
    succede em relaco s evolui.oes almosphericas.
    Se consideramos os dous ltimos casos, eprin-
    cipalracute o ultimo, >lo qual se pode esperar um
    duplo benelicio, 6 necessario odmitlirmos que u
    Cear seja corlado por um syslema lal de caua-
    lisago que abranja milharcs de milhas. Para
    encarara quesio mais favoravelment, suppo-
    uliamos que a topographia du vasto interior en-
    tre o S. francisco, o Cear se preste fcilmente
    a lodos os nossos desejos de ranalisar, e que de
    facto canalisa-so. (Jitid inie! Viro as chuvas ?
    Pensamos que uj Porque .' Porque com os ca-
    li es nao fazemos mais ilo que enllocar a provin-
    cia as mosmas condigei cui que ella se acha,
    quando depois que lindara totalmente (as chuvas,
    o.s nos e ribeiros continuara a correr por dous
    meses, e o terreno nao 6 humedecido por urna
    S .'ola de agua cabida das nuvens
    Poriil o que nos importa que as chuvas nao
    venliam, comanlo que ten hamos nas irrigacoes
    um substituto para ellas .'
    Estas irrigages ho de ser fuitas, ou abundo
    ascomportis dos rcservalorios ou por meio de
    bombas. No primeiro caso s aguas, seguindo
    os ramaesdo derivaco, procuraru as baxas var-
    zeas, e no segundo ellas podero sor levadas a
    Milharcs da numerosas familias acham-se ago- Quando estas so fazem era "sentido favorav
    msanles de fume ; oTerecem-se aos mais rgidos
    ira aos mais degradantes Irabalhos com a nica
    Coiidico de niesquinho sustento, e nao achara
    niiuuem que as aceite. Piincipiam por vender,
    pan maiiterem-se durante una semana, todos os
    o'.ije, tos de ornamento e de servigo real que le-
    varam anuos a sor adquiridos. Depois passam
    aquellos que a mais laxa decencia exige para a
    guarda dt- corpo. E depois '? A mendicidade cora
    o- Seus andrajos; o vicio cora as suas tor-
    pezas e o enme com os seus terrores !
    lotnem que ainda possue algumas (oreas o
    i*e
    o
    um paiz, elle folga as aguas, o quando se a-
    zom em sentido opposlo elle morre do sedo.
    A chova um plumomono puramente meteo-
    rolgico, e lem por causa cssenciil a condensa-1
    gao dos vapores formados na superficie Ierres-!
    tro. Est cubera em mais de dous tercos del
    sua exlenso por um immensa volunte de agua ;|
    loria na nutra parlo constantes cliuvas, o om
    quantidade relativa massa lquida circumdan
    le, SO hnuvcsso foreas perturbadoras desla pro-
    porcionaldislribuico. Oque acontece, porgan ?
    O hemispherio do sul, que conten a maior
    ilutada, a indu'.tria agrcola nicamente pode-
    ri tirar dallas alguns benelicios : a criadora e
    predouiiitaiite n.i provincia, de laclo a rerdadei-
    ra foule de sua ri|ueza, liciri, como sempre
    merc das cliuvas. Dissemos que a agricultura
    benelicios das irrigages ;
    poder tirar alguns
    isto, porm, parece-nos duvidoso, o nao estamos
    mu longo de assoverar que com as circunstan-
    cias deum si'ilo suraraaraeule cal.arco e as tem-
    pealatas eleva lisstmas que temos, as oguas das
    ras folhas caiiidas das oilicicas ; como asqlii-1 A mulher, ser esscncialmcnte fraco, depois do
    otes d'agua, evaporadas daslagoas, dos ri- | h'.r bebido ale s lesea o calix da desesperago,
    he i ros e dos caudalosos rios que seccam, que
    ve mullas vesos ehogar a seu lado o genio do
    mal, transformado em figura humana, edzer-
    Ihe:
    Tu, casada, que prome.tlcste face de Dos
    fidedade iuviolavel a leu marido, nao leus o seu
    humedecer os sequiosos la- s'";r ,rro< B ll^ll-, resistirs por multo lempo pc-
    mas o leu lilho, que j difllcilmctite se
    se |
    evaporara larabem no rigor rt.i palavra ; eoj
    Iriste pode percorrc-los do principio ao fin, da
    nascenga foz ; sem encontrar o transparente li-1
    quido com que tulle a se.de tos seus rebauhos, i
    apenas lem pai a
    bios.
    gacoes se evaporaran .te mo I-i
    1 le pouco res-
    liumido e capaz
    Estes sao os pro-luimos da desolaeo o da mor-! ore, em poocas horas ser-te-ha roubado pola
    Quebra o leu juramenlo, e elle ser sal-
    to, o oRricultor \c Iransformar-sc em campos
    slerilidado e maldigan, os niesmos que d'ait-
    lesdesalavam a grandeza de seus ero nos com
    liberaos productos, e o creador nos mais ridos
    dcserlos os vostos prados oulr'ora robertos de
    \- rdejantcs pastagens, ampia asurculenta nutri-
    go dos seus gados. Contera por lote o deses-
    pero, porque a Ierra ento impotente nega-Ihe
    ttpensa ao duro Irabalho ; oulro, porque ve
    a i som do mornn vento que varre os inhspitos
    eiros dissipar-se nina fortuna adquiridora
    i de indi/iveis fadigas.
    . (is animaos ainda os mais soffredores, nao po-
    dendo hilar com a sede que os abrasa, morrem,
    mas nao antes do ficarent mitrados pela fume,
    infallivel na falla dos pastos, que naturalmente
    SC extinguen). I", por cumulo de males, incen-
    dios, produzidos por umincxplirovcl a funesto
    concurso de circumstancias, Iluminara com cre-
    pitantes chamraas este quadro de pungentes des-
    atacas.
    U que faz, entretanto, o infeliz serlonejo? A
    principio trata de rctirar-se para as sorras mais
    vizinhas onde ainda exislem alguns restos de
    verdura ; mas ah grandes embaragoso esperam.
    Lugares de pastagens nao ha propriamente e
    alguns pequeos reanlos, dos quaes o animal
    pode tirar um niesquinho sustento, ou sao em
    loeve completamente despidos, ou zclosamciuc
    guardados pelo lavrador. Alni disto, grandes
    53T-^TT^ffn
    cavis, cursos d'agua menos caudalosos existem,
    e centenares de milhas quadradasque jamis sao
    humedecidas por urna gola d'agua cabida das
    nuvens.
    O que explicar esla especie de anomala das
    Icis physicos ? Ella (Icaria anda por seclos
    sepultada no grande pelago de avpp/osicos in-
    fundadas; se os Irabalhos incessanles do's sabios
    modernos nao houvessera lano adiantado o eo-
    nhecimento das Icis atniosphericas.
    E" um faci actualmente por ningucm des-
    conhecido, que as correntes dos ventos, causa-
    das por um aqueciraenlo irregular do ar, e o
    movimenlo do globo terrestre, perturbara a des-
    uniforme destribuico das chuvas.
    > apores podem formar-se em extrema abun-
    dancia em certas regios, us venios accarrola-
    los-ho com velocidades enormes a oulras, onde
    se deem as necessarias condlges para a sua
    condensacSo, e aellas haver chura.
    Vejamos como o sabio director do observato-
    rio de Washington explica as estaces chuvosas
    em diversos pai/.es. Di/, elle :
    As regios das calmas e dos venios do I..
    movem-se annualmente sobre a trra quasi
    1.000 milhas em lalitude. Em julho e agosto a
    zona das calmas equatoriaes acliam-sc entre 7."
    e 12 de lalitude Norte, algumas eses altn ; em
    marco ou abril entra 5." S. e 2. N. Com estes
    fados c pontos de vista dianle do nos. fcil
    perceber, porque temos urna eslago chuvosa no
    Oregou ; una chuvosa e oulra secca lia Califor-
    nia, duas em Rogla, nma no Chili o uenhuma
    no Pero. Panam est na regio das calmas
    f equatoriaes que movem-se durante o anuo sobre
    jminio um (gpago ,|e 170 ,,m |;,tii,ide. Nos me/es de
    1 junho e novembro ellas so achara sobre lalitu-
    de de Panam, e durante estes mesas existe a
    eslago chuvosa. No restante do armo os ven-
    viagens imposstveis. insligaJas pelo principio tos de NE sopram sobre osle paiz. mas antes de
    fom
    vo
    Donzella, sabes quo leu relho e decrepito pai
    lula com as garras da nmrte por nao Icr una mi-
    ga I ha de pao a comer. D-me o ultimo veo que
    possues, a tua verdadeira riqueza, a pureza da
    virgitidadc, e elle nao morrer! >>
    A viitule arraslada s borda deum abysmo
    de torpezas ; muilas vezes dclle salva mas nao
    puncas um momento de allticiuago fa-la cahir
    em suas negras profundezas, e satans tcm a sua
    vu tima.
    Em semelhanles lempos a caridade do pnucnsi
    o nico recurso do militares ; breve esgota-soc !
    o auxilio do governo poslQ a proras.
    Esta auxilio, nao o negamos, generosamente
    prestado ; mas os seus benelicios nao se podem
    eslender ; sao limitados aos poneos pontos da
    provincia banhados pelo mar, onde se pode sol-
    tar a ancora de esperanga. Dahi aos.ceiros do
    soflrimento medeam enormes distancias de deser-
    to, invenciveis porque falta o motor animal, o
    nao ha substituto para elle; islo, porm, nao pri-
    va que era breve se espalhe a noticia do almeja-
    do soccorru
    lie repente as cadavricas faces
    poro v-se brilbar um raiode esperanga,
    nao longe robrir-se com o derradeiro e solemne
    lacrmejar da morto
    don le partera os ventos de que fallamos, era lo- '"gues determina I is. Era ana 13a zona de ler-
    gar de seren como de costo me, sao excessi- reno que pode gozar do seus beneficios 6 mui li-
    vas, o por mais lempo continuara, nbraugendo
    mesmo diversos pontos d'on le at ento crlen-
    les pouco influentes apparecia a consequen-
    cii ser que a temperatura nellas lornando-se
    cadi ves maisbaixa e a do Cear relativamente
    muito mais alia, eslabelecer-se-hocorrentes de
    ventos lo folies e lo ponleiros que o movi-
    menlo das calmas equatoriaes do N. para o S.
    nao ser bstanle para vence-las ; as calmas
    nao podero clregar nos meses de mareoe abril
    em suas latitudes costiuiinlas, o vira, portante, '
    um 1 secca extraordinaria, quo ser ipso felo
    nanea menor de ute mozos.
    Que nunca ha secca extraordinaria menor du
    que islo, ahi est o Cear inleiro para provjl-o.
    Que ellas cltegim a tres anuos, ha diversos
    exomplos, mas para essas basta que continu
    por mais lempo a causa do desgragado dese-
    quilibrio, e em pinito ella durar, eniquanto as re-
    gios das oulras provincias nao lornarem s
    suas circumstancias normaos, os Cearaenses nao
    lero urna koIU d'agua, o seu solo queimai-
    Ihes-ha os ps ; elles respirarn p o fogo, e
    hilando rom a mora lias suas tristes emigra-
    i.es, sero cercados pelas clummas dos devasta-
    dores incendios.
    Agora c claro que nao deveromos responder 8adoa nada,
    nao primeira quesio que lizemos, e allirmar
    que esl fra do alcance do poder humano fazer
    desapparecer a causa das seccas.
    Masdir-nos-ho : as arvores nao fazem appa-
    10 para lom-lo suili.-ie.-il-mente
    de urna til vogelacao.
    c verdade que exislem oxemplos o irrigaecs
    em diversos lugares e na India principalmeiio,
    onde por uma scmclhauca decircuinstancias me-
    teorolgicas, ha osiages seccas e chuvosas, mas
    com oslas grandes dilferencas. Na Indis ha re-
    gularidad!! naseslages seccas e chuvosas e 110
    Cear, nao. Na ludia us rio-: coi rem durante
    todo ,) ,1111111, no Cear seccam completamente.
    .Na ludia .- se neccssila das irrigages no pe-
    queo inlervallo do alguns inezes .-'nos, no
    Cear pelo lempo de oilo meses tas seccas or-
    dinarias, e de vinte e mais as extraordinarias.
    Na 1,1 lia a agricultura todo, a acriarode
    n Cear o inverso disto.
    \ m de ludas as consideraces que temos fi-
    10 ha a grande quesio linauceira (ii le se acha-
    ra 1 os capilaes para levar-se avante a gigantesca
    pontos
    causa da evaporaro. Dalo, poni. caso que
    os agudos resistan as seccas. 1 om 1 nao podem
    rteroro nubslilui-l 1- pe 1 uri-
    assini como vimos no 1
    canaes, insolticienle p.ira fa/i r im.ot ; -
    riecessarios a milhares de manida- le 1 >-
    brem o- '.i-tos campos da provin ia,
    Esludaudo a quesio do- agudos pi lo lad
    lempo e dinln-iro, v-se que, para '' r-sa
    de numero de resrvatenos
    paos somonte 1 ilves sa uMivesaem algum is *a-i-
    eneonlra os niesmos bices rae 1
    e asstra somos tambera forrados j
    i.
    Se tantas diilicul.lados o-recem os carr..
    acules; porque nao tentar as motes artcsiinas '
    11 lugar que llies den o nomo nao possue muios
    olhos de agua a que ,1 arte fes dar un
    elevando-ge alguns em jorros pela sua pi
    torga, nutros ajudados por bombas para chegare
    a superficie da ierra ? Paria ni 1 possue
    'ombas de irriga- columna de agua de Grcnello rom 518 o l -
    profun li lado I il il, lando 3,000 lil I _
    minute, o abastecendo urna nao peqm 1 1 :
    sua populago? Actualmento nao ten -
    dos lados da avenida de S Cloud, ib a din
    lo Pngcnheiro Knd, uma lole arl
    se esperam maravilhas, que substiiuii
    bas a vapor ile Chailol, e supprii 1
    calas artificiaos do afamado bosque de B
    rudo slo .erdade. Mas em qoanUa ;,ji! -
    di t'ran;a as [miles irlesiatias nao leem sido ten-
    tadas .-em sucresso .' I." um franrez m -
    0 diz, Mr. Para melle :muil l
    parles da Inglaterra nao fui igual meio en.prega-
    do, e o seu resultado lo pOIKO < lli. 1/ i- t.iiil,. ,,
    quera das esperanras que
    le abind maio .' Unil is. Pol n
    constiluigo geologii i la provim-i 1 do Vari nao
    '.- semelhanle da baca de Arlois P
    ,N is fallara da lo- para res
    nao, e-i 1 1 estao. era um
    principiante, ijuit abalsado, kin 11 ;
    norte do Bi 1- ; para dizer-no*. ;
    ros externos do Cear as fon tes ai I,-. 1
    ou nao probabili la les J : suc esa i. -
    do mesini que opinioes favorav s --
    ollas seriam i impre fund idas em
    theorias, pelas quaes estas fontea ,m.
    A primeira, e qm- aceitan
    admita a exis c 11 1 de grandes re
    (errticos, situados a fortes alturas, dos
    partera voliimosas correles, limil idas a
    laleral o inferiormente por cunadas
    veis, que i ira as vezes do ramo de um -.;
    a primeira .n qu -, senda
    tara un outro ramo, por or!- .1 agua .i lw. 1
    ,1 presso atmospherica, e a perda
    sion 1,1.1 pelos attritos, dever subir .'-.
    prximamente igual dffrenca d
    lOIlfi de partida e o de sub la.
    Aceitando-se asta Ibeoria bao de sea
    1 a ni be 111 as suas consequenci is,
    que. s o acaso pode dirigir 1 sonda nge-
    uheiro, e fazer que ella \j bater precis
    ponto desejado, a nao querer-se que as
    subterrneas tenham muitas milhas,
    gaas de exien-o, c. que, urna es escolbido
    le, nada mais |,a do que perfurar.
    Alm disto, na esculla do val
    se-lia engaar ainda o 111. s ex;
    que pod.-r-lhe-ha dizer que um, en'.;,- t, -. ,
    tro ou unco valles, ser aqnelle por ood
    sarao as poderosas crranles .'
    Agora, quantos reservalorios nem.-- -
    rentes nao necessario suppor espalliados .
    -erras e valles do Cear, para poden m-S
    as fonles artesianas em todos os lugares 1
    sariuaf u une se fundar, oos, neala Ibeoria lem
    , -
    pp.-i
    recer as chovas ? Se o Cear frcortado por muitos
    canaes partindo dorio S. Francisco elles nao oc-
    casouaro as chuvas o u serviroo para a irri-
    gaeao da provincia ? os acudes nao serviro 1
    Nao podc.r-se-ha lambem l.uer a itrigaco por
    meio de fonles artesianas?
    Vejamos.
    As arvores sao o effeilo e nao a causa. corlo
    que o terreno sua sombra, nao oslando sujeilo
    SCCO lo immediala do sol, conservar por
    mais lempo a hnmidade, o ocltar-se-ha asstra
    era um comparativo estado de friesa, appropria-
    do condensaco dos vapores que sobre ellos pai-'
    rarem. >las os vapores nao pairara, c sao arro-
    jados alm pelos ventos contrarios. O cxempln
    lemo-lo mesmo na provincia do que nos oceupa-
    mus. Nao so pense qve ella destituida do ser-
    ras com bellas norestes virgens, a que as suas
    campias e as maigens de seus rios sao total-
    mente descobertas. Uma simples inspecgo de
    sua caria moslra que as ser ras em vigorosa ve-
    getago abundara, a aquellas que viajaram o seu
    interiorsabem, que alm das arvores destacadas
    sobro as campias, estas sao qmsi sempre cer-
    cadas de leguas e leguas do matas adaptad 19 aa
    seu carcter geolgico, e os seus rios sao borda-
    dos de innmeras familias do reino vegetal, pos-
    suindo individuos de idades seculares. Nao obs-
    tante isto, as chovas nao apparecom.
    Muilas provincias que por este lado estn era
    VOlLJlETm.
    BRANCAS,
    i)
    pon
    ALFREDO ASSOLA^T,
    XIV.
    [Continnnrao.]
    Um ponen de despeilo contra Brancas, que
    mal dissimulava a sua frieza, servia poderosa-
    mente os inlcresses de Athanazo : o sem o pen-
    sar, ella receben pnnt t.io limii modo e roconhe-
    rimentoas finezas de Ripainsel, que esteconec-
    bc-u as maiores esperan-as.
    Do outro lado da mesa, os destinos invejosos
    tinliam perturbado a ventura de. Claudia e de
    Brancas. Em primeiro lugar; madama Bonsergent
    se linha sentido entre ellos, odefrontc deClau-
    dii o livi lo Andinet, cujus olhos embagados c Ti-
    nos nao dcixavam um nstenle os de mademoisol-
    te Bonserxenl. Ao. lado de Audinet, e coronel
    Malaga, olhava de trares para o Parisiense, na
    es| erangade inlimida-lo c da sfasla-lo do Clau-
    dia. Brancas. iitdilTereiito aos olhares ameocado-
    res do coronel, sentia-se entretanto incommod-
    do e portelb.idn como um orador pateado pelo
    sea auditorio. Para sahir-sa de Ins aperlos, pro-
    curou aluciar madama Bonsergent, laiefa a-ss
    difflril.
    admiravel, disse elle a madama Bon-
    diz de liiim, senlior? perguntou
    que nao deve ouvir, disse
    rima 1 1
    scrg.nl.
    ') que
    Claudia.
    Algum a cousa
    Br meas lindo.
    i.iualquer nutra rni ficaria lisongeada rom as
    palacras do Parisiense, mas l-'.lodia ficou milito
    ollendida por elle s 1er alinenos para com sua
    fillta. Respondeu seccamente a Brancas, que ad-
    mirado.olhoii para o secretario geral e vo-o sor-
    rir com ar de Iriumpho. Adevinhou o pensa-
    reparar que a Sf.a Elolii tola, que julga ter o
    genio de lodos, que aborrece com as suas preten-
    ' ges poticas a quantos enconlra, oque massa os
    espiritos mais indulgentes. E que pensa o sa-
    nhor ? disse ella vollando-so pata Alhanasio :
    Pens que V. Exc. lem razo, como sem-
    pre, responden Ripainsel.
    Sr. Ripainsel, disse ella, eu lhe pego que
    fique aqui ao meu lado. E' um juiz precioso.
    Opina com muito gostu.
    A ronversaco cuutiuuou ainda por algum
    lempo neslc tom; mas erara j tres;.utas da ma-
    einprezade urna completa rede de canaes solo;,.
    can es, sobre militares de leguas quadradas ? u
    Brasil com os carainlios de ferro j lera expe-
    riencia das grandes despezas era construeces.
    Com us canaes de que (raamos ellas nao po"dem
    ir muito aquera das de um caminho de ferro,
    mas nao os lomemos por base, o avahemos em
    Itio-.oot 13 11 lenuo medio das dospezas por milha,
    entrando os Irabalhos proliuiiuaresde explora-
    ran, planta, uivelamcnto, reparos durante a
    execucao da obro, c de consorvoeo 110 decurso
    de um anuo depois dalla feila.
    Com esla quamia que nnguem se atrever a
    chamar exagerada, para 6uD milhas de canaes
    com as quaes licai nao bem rugada meta lo da
    provincia, tetemos 60,000:000$ a 120,OtK):00OS
    para o todo. Isto nao um capital muito ex-
    traordinario ; mas il'onde ser elle tirado ? O
    Cear nao pode d-lo. 0 governo central, mes-
    mo por prestaroes annnaes do 500:000$, con.
    que o syslema de irrigages so se completara
    era 2Wanuos, porto de l i|2 secutes, nao pedir
    cortamente aulorisago par.>fa;c-las e anda que
    pedisse nao as oblara : as razos sao olmas,
    escusado d-las. A formago de companhias
    para uma semelhanle empreza 90 so executra
    om sonhos. Assim, ai.ida que nada houvesse de
    d.ividoso nos benelicios que us canaes podem
    trazer, a sua ro.ilisago loes o impossivol.
    Tratemos oes acudes.
    No Cear acredita-se na efReiencia dos acudes,
    que lenho negocios
    est muito Ion
    disse
    memo e para reparar a falla, disse cora ar muito drogada e a maior parle da gente s aspirara a
    seno
    I-.' toda n seu retrato, minha senbora.
    Eu era monos morena, disse Elodia reque-
    brando-so.
    Menos inorens? disse o Parisiense. Ser
    possivol ? Os Irnos e as rosas nao o sao junto
    senhora.
    Elodia sorrio.
    Diga essas bellas cousas minha BJha
    Effectivamenle a mai de sua tilha ero a verme-
    litada ; mas Urancas nao qtiiz desdizer-se :
    A senhora j vio 110 Louvrc o retalo de
    Joanna de Arago !
    Creio queja.
    E'uma das mais bellas obras da Raphacl,
    disso Brancas, o o modelo era digno do pintor
    Joanna de Aragfto foi uma das mais bellas prin-
    cezas do secute quinze. Acho na senhora alguns
    dormir e digerir em paz. Os mais fiases dorara
    o signal da parliiae furam logo seguidos da
    raullido dos convidados.
    Ouando Alhanasio se relirOU com i} seu amigo
    Brancas, dissc-lhe Oliveira : '
    Espero que o senlior me dar o prazer de
    rollar aqui ?
    Alhanasio olhou para Rita.
    Senlior, disse, ia pedir-llie essa porrnis-
    so.
    Mademoisclle Oliveira sorrio, e vollando-so
    para Claudia disse-lhe era vo/ baila :
    Minha querida, lenho n.il cous.s a contar-
    le. Fecha a la polla amanha, re passar a tar-
    de comiigo.
    As duas amigas abracaram-se e todos se dos-
    pediram de Oliveira.
    Brancas o Ripainsel aromp.iiiharam a familia
    Nao com o corone
    com o lilho.
    O coronel nunca
    Claudia, e Audin
    elle se ni
    Ora disse Brancas cora ar cavalteiroso, as-
    sim como assim, o coroneljno me ha de assassi-
    uar e se fr necessario batermo-uos___
    ja a eslava esperando As duas amigas, quando
    licarm sos, irocaram a princpin algumas pata-
    rras insignificantes que s linltam por lira prc-
    e Audtnei quo poltro, far com que parar ou retardar a explicago decisiva,
    ella no negocio na primeira occasio. Este jardim c magnifico, disse fina.
    Sun, muito bonito, respondeu Claudia
    com negligencia.
    E' mulhor do que um salo. Recebem-se
    i U que se fundar, pois,
    de telar rom um mundo de meen
    A nutra Iheora a que dispensa r rvato-
    rios e correntes subterrneas, e apr< .'i i qm
    qnalquar parte do mundo as fonles -
    possiveis. Para obter-sa um jorro >: agua, ; r-
    fuie-sa a crosia terrestre; rbegue-sa
    em que o interior do nosso plano1 1
    mil estado liquido. C d'.ihi. por^fon
    micas e revolugcs internas, uhir ag
    para quaesquor fontes artesianas.
    Iie.-le caso seno especies de .,.
    Se esla iheora ou nao extravaj
    compete diser; deisamos isto aos p^ol
    clumicos e aos physkos : aprescutai
    te para tratar do caso mais favoravel i
    fonles ailesi mis do Ceaii.
    #Esa proviiM-ia lera 5.7-> leguas q
    3,815,796,275 bracas. Suppomlo nina (unte ar-
    tesiana por cada legua, o que nos parece 1
    ia hypoihese. lera-raes igual numera I
    se dennos para cada uma dolas a n.i-sn o 1
    re de litras le agua que a de GreiK
    3.000 por minuto, acharemos para a mesara ani-
    dado de lempo 0,0005 011 0.721 do litro. ;
    quantidade de agua ue cada n .
    ver conter por espigo da um di. Esta ; -
    do agua, porm, pequea roa som
    para humedecer o terrero, pois delta derea
    dedu/ir o que levado pela evaporagao, pelo be-
    ber do gado, dos homens o por iodos n
    da vida. Pella esla deducn nj 1
    nada restar para ellicazmenle ai) menos ervil i
    agricultura e pradueca de paati -
    ViuiMo 1,1 Mno ,
    [Coitlimmor-tt-h 1.
    Ah Claudia? isso mAe.
    I.nio I o.s eu lenho s um phitatopho,
    11111 pato de especie rara a em prer Ah! la
    roubas minha vista. Claudia, Claudia,
    ao leu philosopbo '
    -- Nao sei. disse Claudia, porm tremo a para as visitas sob a abobada azulada do co, eotre as
    traeos defla, o principalmente essa physionotnia \ Bonsergent. O advogado dar o braco o Claudia,
    altiva e doce que annuncia o poder e o genio. ; Alhanasio rni desla, e o major a adianto, le-
    Audinel, que segua alientamente a conversa vando a bagagem niiuda, islo as msicas,
    Elodia nao era m, anda que o son espirito ira-1 do Parisiense e de madama Bunsergent, transi i Broncas, que ficra
    a tornasse inroniprehen*ire|las U sobr'olho. Senta que o seu adversaiio ia
    o- nhar em rclocidade
    romper o curso das
    penoso e sublil
    nove dcimas partes dos habitantes do Vieill
    villa, e nsupportavel oulra. Em inda a part-
    queria reinar, lano pela belleza como pelo espi-
    rito, e solTria com impaciencia os insultos da dia-
    do. Secretamente OlTendido da atten'o exclusi-
    va que Brancas preslava Claudia, que nao po-
    da resolver-so a tratar como liloa de jutzo a nu- demoiselle Ronsergcnl ? raicee que a provincia
    b;l. oihava rom raaos olhos o advogado Como | nao lhe faz modo 1
    tinha sido bonila, linha adiado muios lisongei-
    ros que persuadiram-a sam costo que o seu genio
    e dense pressa em inier-
    isonjas do Urancas. Poucos
    momenlos depois, lermiiiou a ceia, e lodos se
    Icvanlaram para rollar ao salo- O advogado foi
    sentar-so ao p de Rita.
    Ento, senlior, disse clli, como acha na
    era o mais bello comis sublime uno se hada
    visto n'aquelle secute. Na primeira linha desses
    lisongeiros eslava o secretarlo geral, quo, muito
    cedo lhe adevinhou 1 fraco.
    E fcil do comprchender que o Parisiense nao
    podia lular centra Audinet no coraco de mada-
    ma Bonsergent. A pozar de plido c bem criado,
    tinha muito pouco tempo para fazer a cile a
    urna velha pretenciosa que levanta va os olhos
    vinte roses por minuto, e a quera seus amigos
    clnmaram a Musa trgica do departamento.
    Brancas,simples a franco como todos 05 buns es-
    pritus, educado om Pars, onde u movimenlo
    imperioso dos negocios rompo a lodo momelo
    as intrigas tengas e complicadas, nada entenda
    dessa estrategia de provincia.
    Mademoiselle Claudia osla noile est de
    Vide o iario n. 3'j.
    Acho-a muito digna da sua amtzadc; disso
    Brancas.
    Ella tora espirito?
    Um espirito encantador. Nunca pensei que
    em Vieillevilla...
    A mi, ulerrompeii Rita, urna pcrola.
    Como entendo isso ? disse o Parisiense com
    i ar indeciso.
    Como se deve entender, replicn madentoi-
    sollo Otivcira. Nao sor dever das mais fazer so-
    bresahir o merilo das filhas ?
    Do corte.
    Pois bem I o ridiculo de madama Bnnser-
    ; geni nao dar novo valora simplicidade encan-
    tadora de Claudia ?
    Na verdade, disse Broncas, nao possivel
    estelar-se us amigos mais agradavelinonto do que
    o faz V. Exc.
    um pouco para Ira/, disse a
    Claudia :
    Nestes tres dias parto para Pars.
    O que vai fazer era Pars ? perguntou ella
    inquiete.
    Claudia, perguntou o advogado, vosse ama-
    ine... ?
    O que vai fazer om Pars ?
    Ordcnc-me que fique aqui, c ficaroi.
    0 que quor que eu ordene ? lenho por ven-
    tura alguns direilos sobre o seuhoi !
    Claudia, eu te amo.
    Nao sei ? Anu-me c seu tio pede para to-
    ce nutra mulher I
    Vosse bem sabe que nao a amo.
    lambem no sei. Rompa primeiro com Oli-
    veira e veremos.
    Por mais esfurgos quo fez o advogado, nao po-
    de oLler oulra resposia.
    E vosse, disse elle, o que faziaaquclle Au-
    dinet ajoelhado a seus ps?
    Claudia deu urna risada.
    Audinet, disso ella, est em casa pela von-
    tade de meu pai c de minha mi e s fallir___
    Pela torga das bayonetas 1
    Justamente.
    Pois bem recorrerei s bayonetas.
    Nao faca nada, se me ama, disse Claudia
    coniessar ludo, lenho ainda mais modo do ti 1 lio
    loque do pai Vosse nao sabe deque calumnias
    Audinet capaz.
    Tinliam ch,-nado porta da casa Bonsergent.
    Alhanasio c o Parisiense despediram-se du ma-
    jor e das senhoras o furam dertar-se.
    Ests contente com o leu da ? disse Bran-
    cas.
    Contente! Esto encantado !
    Do quem '.' de madama Bousergont?
    One graca !
    Por leres ganho n leu processo '
    "Min, primeiro por isso. Sabes que agora
    son mnilo mais rico que ella ?
    Ella? ella qnem '
    Ella, Rita Eltt&O ha duas mullieres no
    mundo ?
    Falla com mais respailo, disse o Parisiense.
    Claudia 6 um aojo.
    E Rila, uma divimlade Quoolhos! que es-
    pirito Jura-me que nao amas aquella moca.
    Juro-te.
    E que nunca casars com ella ou to esteri-
    llo 110 chao.
    A t disse o Parisiense, o amor 6 perigo-
    so ueste paiz. e necessatio que eu esculla en-
    Ire a espada do colosso Malaga ea la.
    ores
    L' 11 m
    l'ructis, em vista do uma altea verd..
    E' 11 m quadro que faz sobresahir raclhor as per-
    sonagens. Sim, disse Claudia, mas quando es-
    sas personagens sao tolas ou aborrecidas?
    Alm dos aborrecidos, lia umita cousa em
    Vieilleville disse Rita, ha estrangeiros, Parisien-
    ses e .. .
    Adrogados interrompeu Claudia a rir.
    Sim. advogados. 0 meu philosopuu por
    excmplo nao muito aborrecido.
    ).' verdade.
    Aposto que rem ver-te umitas ve/es.
    rodos os das, disse Claudia que COIlheCCU
    qua a teta se travava o que accilou-i corajosa-
    mente.
    Todos os dias ?
    Sim, meu pai aftlrma que elle ama apaixo-
    uadamente a horticultura.
    . -le.
    \ eio
    perguntou Rila com ar
    disso Clau-
    A horticultura so
    muito fro.
    0 que queros que ame mais
    dia.
    Teu pai, taires, quelh'a ensine.
    Fazos-uto pensar n'isso, disse Claudia rindo.
    Talvez guste tambera du historia das geas da
    llespanha, porque meu pai sabe-a lia pona da
    liugua por t-l.i aprendido sua cusa ; lambem
    Malaga exclamoii Athanazo. Eu le lasti- le aGango quo nao pedo occasio de cnla-la.
    mo. E' u carrasco das cabegas. Nunca errou
    golpe.
    Ora historias disse Brancas, porque s |
    lom encontrada desastrados. E depois que pro-
    texto lem elle para me cortar as guclas I
    O'ie protesto Pensas ento que essa ve lio
    meslre de armas carece de pretexto. Os pretextos
    sao bons para sujeilos romo tu e ou : mas para
    os reinos da velha, histerias Garanto-!e que
    elle achara, se lhe desagradares, rail meios de le
    chamar a ter.eiro e o lilho mil meios para nao '
    apparecer nelle.
    Brancas foi deilar-se com o espirito rheio das;
    mais agradareis imagens ; entretanto uma vaga'
    inquietaeo perturbara os seus sonhos de ven- '
    lora.
    Porque razo aquello Audinet eslava njoc-
    I', leu pai como gusta delle ?
    o que queros diser.'
    Costa pouco? mnilo apaixnnadamente ?
    Pois eu suu juiz dessas cousas? peumo ton
    Claudia.
    Pallamos francamente, disse Rila. Conla-
    rant-mo que o Sr. Brancas nao sabia da lita casa.
    \s bem quo se engauarain, porque elle
    aqui nao est.
    l)issoram-me que le amara. Ser re da-
    do ?
    Pois 011 sei? disse Claudia curando.
    Coras : lugo, verdade. Para quo fazer
    mystertn ?
    I", tu, um interrogatorio?
    E' mnilo natural que eu interrogue,
    ponhamos que cu lenho s um palo, que
    torpeza tbominart-l.
    Ento queras muito
    perguntou Claudia.
    Muito. Nao. Seria domis.
    Esse casamento tonina iiivengo de meu ii
    o do Sr Graiiidorge.csseeoiiselheiro d'ea
    vista l em casj.
    leus lulo Paria e meTnvrjas o meu .
    gado !
    Invejas que palavra feia Sabe, 1
    fillia, que nunca inveio nada. Eu soa
    sar que nada mvejava .
    Mas que lomara ludo, disse Clau
    Justamente. Ento, tontas-
    Sim ... nao .. lalvez ... nao si-i .
    E o que tases do teu Audim : '
    Nada de bom. O Sr. secretario ser-!
    baixoda capa de quemeus pais u auloi
    ajoelhar-se a meus ps honl.-m 1,
    I. nao lhe pediste que nao *.11 .
    la allar-lhe bem claru, qaando a ac>
    do fez a asneira de entrar.
    Foi ino e o que fizaste?
    Pus fra o Audinet e disse ao outro : Vou.
    me pontear, fique me esperando.
    Claudia I disso Rita com ar solemne, lena
    uma calieca forte.
    Creio.
    E iras longo, seu eu quem I' o predi/.
    proposite, di/e-me : tombo,-> oquell
    do binculo que nos roHtempiava honleaa cen
    lano descinperro, e que me fui aprcsealado pe-
    lo advogado?
    Ah ah! disso Claudia a dr. nao kaa da
    donar lulo mullo lempo pelo advocado.
    Loureira quenas para la gloria que eu
    murresse de ciunies. 0"anlu .10 sujeit.. do bi-
    nculo que chamas Boiispainsel ou I
    ou nao sei como, quo bornea i '.
    E' um druida.
    Claudia, minha
    Mjril 1
    n 1 11
    fa-
    > -
    Claiidiazmha.
    gas enlouquecer, piusa no philosopfco que le
    di de lo bom grado.
    Pois bem, druida louro.
    -l vi. E depois .'
    E', disse, m demoiselle Bonsergent, o me-
    0 o mais alegre rapaz do mundo mas lem
    Ihor
    o. S"slo de lodos os fidalgos do campo ; ador.1 as
    cozinheiras.
    este
    Ihado aos ps de Claudia ? pensara elle. E por' r casa do meu visinho, e,que o meu visinho
    Eu, estelar! AITiango-lhe que injusto co- com lora suplicante. N5o conliece o coronel Ma-
    migo. Amo muilo as mtnlias amigas, mas posso
    laga ?
    que rato nao quer olla diser quo me ama, sem
    ter tomado suus preeauces ?
    Procurando intilmente una resposta a essas
    pergunlas, aduiuicceu.
    XV
    No dia seguirile, as duas horas da tardo, ma-
    demoiselle Oliveira foi fascr visita a sua amiga.
    O major Bonsergenl, galantea ter como se era
    no scalo paseado, levou-a oo jardim onde C'.tra'
    o mate e roma ; nao teiei cu diri-ito de fazer re
    clamaces ?
    Mnilo bem, disso Claudia ; se o visinho o
    chamaste para casa ; mas se tu o liresses nian-
    dadu?
    Confessas ent*o que o craosle ?
    Com? nao. Mas est no espito.
    E esl cozinjhando '
    Creio que sim.
    Oh! Jess I
    Julguei que queras saber a verdade verda-
    deira ; se |iedias a verdade oflicial, desculpa a
    minha sinceridado.
    Ncsse momenio appareccu Calh.-.rina c annuu-
    ciou Brancas. Rila quiz levnnlar-sc.
    Nao, lira, disse Claudia, sua visita nao lu
    de ser cumprda.
    [Conlinnar-se-ha.)
    TERN. T XV. DE U. F. DE FARIA.- \W). "
    LEGVELl