Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08981

Full Text
ANNO niYl. HOMERO 30.
Por tres mezes ada ados oSOOO.
Por tres mezes veneJos 6S000.
TERQ FEIR1 7 DE FEYEREIRO DE 1869.
ror anito adianlado I9$000.
Porte franco para o subscriptor
ENCAMIEG ADOS DA 8UBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr.Antonio Alexandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr.
A. de LemosBrag3;Ccar,oSr. J.Jos de Oliveira
Maranhiio, o Sr. Manocl Jos Martina Ribeiro
Guimarcs ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Par, o Sr. Justino J. nainus;
Amazonas.o Sr. Jpronymo da Costa. ______
PARTIDA DOS LOKKLIOS.
Olinda todos os di i as !) 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanlniis as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Linioeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Treta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os rorreios partem as 10 horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do coramercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas feiras e sabbados.
Fazcnda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commcrcio : quintas ao meiodia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE FEVERERO.
7 La cheia aos 15 minutos da manha.
13 Quartominguantc as 4 horas e 31 minutos da
larde.
21 La nova a^5 horas e 20 minutos da tarde
29 Quarlo crescente as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
TREAMAR DE 1IOJE.
Primeiro as 5 horas c 18 minutos da manha.
Segundo as 6 horas e 42 minutos da tardo.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Dorolha v. m. ; S. Cuorno.
7 Terca. S. Romualdo ab.; S. Ricardo rei.
8 Qnarta. S. Joo da Malla fundador.
9 Quinta. S. Apolonia v. m. ; S. Niceforo m.
10 Sexta. S. Escolstica v. ni. S. Silvano b.
11 Sabbado. S. Lzaro, Dativo e Colacero bb.
12 Domingo. S. Eulalia v. m; : S. Modesto tn.
ENCARRILADOS DA SUBSCRIPCAO NO Sil..
Alagoas, o Sr. Clandino Falcan Mas ; Baha,
Sr. JosMarlins Alves Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNA3IBCO.
O proprietario do diauio Manuel Pigneiroa da
I Faria.na sua livraria praca da Indi 11 d Ii di ..- na.
0p8.
PARTE 0FFICIAL
GOVLUAO DA PBOVINC1A.
Expediente do dia SO de dezembro
de iHr.i.
Oflicio aos presidentes das provincias.Parti-
cipo a V. L\c. que SS. MU. II. embarcaran! no
pono desla capilal no dia 23 do crtente larde edite, por conta do ministerio da guerra, no va-
eseguiram na madrugada de 24 para a provincia
da Parahiba, depois do ler S. M. o Imperador '
ciupregados, praca?, presos e gneros do go-
verno, que lenham de ser enviados para all e a
nao consentir que no mesmo brigue se Iranspor-
lem para o mesmo presidio sem permisso dogo-
verno, gneros e quaesquer ouiros olijectos per-
lencentes a particulares
Dita.O Sr. agente da companhs brasileira
de paquetes a vapor mando dar passagem para a
visitado sucecsarva mente os municipios de Olin-
da, Iguarass, Cabo, llio Formoso, Serinhaem,
Sanio Anlo e Esoada, sendo acoinpaiihado de
S. M. a Imperatriz as visitas teilas aos munici-
pios de Oliuda, Cubo e Santo Anlo.
por que se espera do norte, ao primeiro
oilavo balalhao de Aifunlria Scbaslia
cadete do
o Accioli
de Santiago Rarms.
Diln. O Sr. agente da rompanhia do paquetes
a vapor mande dar transporte para a provincia
da Parahyba, no vapor que seguir para *o norte,
aos criminosos Jos Comeadas Nove e Joaquim
Os sentimentos de respeilo e lidelida le de que Francisco do Nascimenlo, que lhe sero apf^-
SS. ||H. II. receberam sempre, e por toda a I sentados por parte do chefe de polica, e vao
parte, as mais significativas provas, desde que escollados por Ircs placas do corpo de poli-
chegaram provine a fu rain anda fervorosa-1 cja, sendo as passagens pagas uaquclla pro-
mente demonstrados no momento finque della 'im ia.
separaram-se es Augustus Hospedes.
Dito au presidente da Parahiba.Ha confor- i
midade do despacho de S. Exc. o Sr. minislio]
to imperio, remello incluso O requerimento in-
foimado de Vicente Ferrcira das Neves, alim
EXTERIOR.
de que V. Exc.sesirva de dar-lhe o deslino con-
veniente.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
ministro o secretario de estado dosnegoeios do
imperio passo s n.os de V. Exc. o incluso re-
querimento informado ue Nicai-io Jos da Silva.
Dilo ao general commandahte das armas. Pa-
ra cumprimento das ordens iroperiaes, sirva-se
V. Exc. demandar juntar a fde oilicio de Joa-
quim de Souza (Teixeira, cujo requerimento in-
formado remello incluso ; declarando, outrosim,
se o supplicanle j i reformado.
Dito ao mesmo.Na conformidade da deciso
do ministerio do imperio, sirva-se V. Exc. de
informar com urgencia sobre o cumplimento
della, dando-se prompta solucao ndemnsacao
reclamada para Venancio Maria do Vale, e suas
irmas-, cujo requerimento Y. Exc. me devolver
com as iiiformarcs.
Dito ao commandanle dadiviso naval.Com-
niunico a V. s. que, como conslou-me pela se-
cretaria de estado dos negocios do imperio em
data de 24 do crrenle, o requerimento do deser-
tor Manuel do Espirito Sanio, n queni se refere
a sua infonuacao de 14 deste mez, sob numero
181. lem o despacho seguinle :
Depdisde apresentar-se ao commandante da
rsiaco naval dentro de 30 dias contados de bo-
je, para o que fica-llio concedido o indulto do
crinic de desereao, requerer enio baixa tara ser
considerado como for justo.
Dilu ao presidenlc da relacoPara cimpri-
nienio das ordens mperiacs, sirva-se V. S. de ,
informar sobre o incluso requerimento de Sebas- 'riscliakofie oulros. all lorcm mandados, o de-
tio Antonio de Albuquerque c Mello. l'al.e f,odcra revostir-se desde logo, aos olhos da
Dilo ao chefe di polica.Ao seu officio de Xu,gandde>. dc u,n aspecto particular de gran-
hontem, sob numero 1,423, respondo declarando c de solemnidade. Mas se se lancar os o-
O artigo 19. do tratado de Zurich diz ue as
cirrumscripcdes teiriloriaes dos Filados indepen-
dentes da Dalia, que nao lomarain partido na ul-
tima guerra,nao podein ser alteradasseno com o
concurso das potencias que presidirn! suafor-
ra neo.
lia de compor-se das potencias signatarias dos
tratados de Vienna. Essas potencias sao; a Aus-
tria, llespanlia, Franca, Gra-Brelanha, Portugal,
Prussia, Itus.siae Suena.
As outras potencias que adheriram tambem a
esses tratados sao : a 8 a viera, Dinamarca, llano-
ver, Paizes Baixos, Sardenha, Saxe, Duas Sicilias
e Wurleroborg.
Entre estas pi lencias, s sao convocadas as que
se acham directamente interessadas pela sua po-
sico ou pelo tratado de Zurich, e esias sao a
Sardenha e as Duas Sicilias. Roma ser convoca-
da pela mesma razo. Tendo o I'iemonte aceila-
i do o governo provisorio da Italia Central, oro-
vavel que seja elle que ha de representar os ter-
ritorios que houverem de ser mudados, nao leu-
do os duques decahidos, nem prxima nem afas-
tadamente, o menor direilo representacao dos
povos em presenca da altitude que hav turnado.
Dscute-se muito sobre os nonios das pcssois
I que bao de ser escolladas pelas potencias para
deliberar a respeito da Italia Central, c segundo
o nome d'csses personagens, o publico pergunta
se o congresso ser um grande.ou pequeo con-
gresso. Os nomos das pessoas sao sem duvida,
em semelhante materia urna cousa muito impor-
tante. E evidente que se os homens de estado
mais nolaveis da Europa, Palmerston, Cavour,
saria aulorisacao. gundo de Aix-la-Chapelle em 174S; de Teschen
Dito ao mesmo.Par cumplimento das or- V-ni ? ;.do,r^'s cu[-\lH- \ do Vc,'sa'"^ em
dens imperiaes, sirva-se V. S. de informar acor- l'8' > .L01".1'?! : >f Aro,ens ,e"J1802:
ca da inclusa representacao do sentenciado Pe- ^ Erturtom 1808; de Chalillon em I8l4;de
dro Celestino Magno da Silva. ) e"n ,e"' 181 : d AiX-la-Chapelle em
Dito ao director do arsenal de guerra.Para
cumprimento das ordens imperiaes, baja Vine.
de informar se actjalmcntc neeessario nesse
arsenal a admisso de Manocl Fe reir de Jess,
cujo requerimento Vnic. me devolver.
pito ao inspector de saude publica.Para cum-
primento das ordens imperiaes, haja Vmc. de
informar sobre o incluso requerimento do phar-
maceutico Jos da Cruz Sanios.
Dilo administraco geral dos eslabelecimen-
tos de candado.Convm que a adminislraco
geral dos estauelecimenios de caridade, para
cumplimento das ordens imperiaes, indique as
1818;
de Cailsbad c de l'roppan em 1S20 ; de Laybach
em 1821 ; de Verona cm 1822, e de Pas em
1855; se se trouxer memoria, dizemos nos, a
composicao d'essaa assemDlas, vr-se-ha que os
eongressos sao como as balalhas-: de principio
parece desconuecer-se o que depois merece o
primeiro lugar da mesma maneira que o velho
guerreiro por tanto lempo coreado pela victoria,
e aiinal obrig.ido a ceder o astro peranle urna no-
va fortuna. Os deslinos da diplomacia mudam-se
tambem como os doscomuates. Quanlos congres-
sos ha, e dos mais solemnes, como o de I'rl'uit,
compusto dc reis, nao iccm feito cousa algiuua
providencias a tomar em vista de sua informa- em 'luant) que oulros, cujaorganisacaoestqua-
io acerca do incluso requerimento, que me ?li*1" ** C0B, ? do Paris e de Versail,esem
ser devolvido, de Joanna Hara da Concci- I:. ?' coiisagraram de urna maneira duradoura a
rao. independencia do mundo iuteiro. Tudo, comoj
Portara.O presidente da provincia, em vista d,ssemos quandose fallava deum congresso lia-
do que rcqueieu Luiz de Azevodo Souza.segundo r.a ""P.ed"' guerra que lerminou com o tratado
escriplurario do consulado provincial, e bem as-1, ",' lud depeiide da maturidade dos acon-
sim asinformarijes das repai:ico.s competentes, fen, 0s c*i'gcessos nao a presentara os
resolve conceder-the dous mezes de luenga com seua',roclos S('"a0 t'1" lempos propicios. Tem-
vencimentos na formada lei para tratar c sua b.u dlSullia vezs verificado alguns muito gran-
saudc. des, que nao lem produzido, cmquanlo que.ou-
Dila.-O presidente Ja pnvincia, atlcndendo Tos pequeos apresentam a mais feliz solucao.
" Oualquer que seja pois o nome dosdiploma-
cipacs respectivos.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo
80 que lhe requereu Itaymundo Jos de Souza
Lobo, resolveconcedcr-liie licenra para embar-
car no brigue nacional L'om Jess, os gneros
constantes da relaco inclusa assignatla pelo se-
cretario do governo.
_llelarao que se refere a portarla supra.
50 barricas com assucar.
30ditas com farinha : trigo.
20ditas com bacalho.
10 ditas com cerveja.
50 ditas com licores.
150 arrobas de carne secca. ^fc
10 rolos com fumo. M
2U caixas com charutos. *
-i ditas com velas de carnauba.
4 ditas com ditas despermaceti.
r;il ditas com doce.
4 ditas com queijos.
2 ditas com cha.
18 bar is com mel.
4 ditos com vinbo.
2 ditos com azeile doce.
4 dilos com vinagre.
10 saccas com cal.
10 ditas com arroz.
10 barriscom manteiga.
12 barricas com bolacha?.
dilas pequeas com bolachinhas.
4 caixes com fazendas.
2 aiios com miodezas.
2 meios dc sola.
5U caixas com sabo.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a infurmaco do Dr. chefe de policia
de 26 do correle, sob numero 1,396, resolve
conceder Antonio Goncalves Torres e Silva a
exoneraco que pedio do cargo de subdelegado
de policia da reguezia do Senhor Bom Je-
ss de Fazenda Grande, termo de 'faca-
rat.
Dita.O presidente da provincia conformando-
Se Hmnl> 1"eexpoz o chefe de policia em olli-
code 24 deste mez, sob numero 1,304. resolve
considerar vago o lugar de subdelegado do se-
gundo distnclo da freguezia de S. Jos de Agua
1 reta e nomear para o exercer ao cidado Ermi-
dio Peregrino David Madureira.
Dita.O presipcnle da provincia, conforman-
do-se coma pioposla do chefe de polica do 24
deste mez. sob numero 1,393, resolve exonerar o
capilao Jos Bezerra Cavalcanti Maciel do cargo
de primeiro supplenle do subdelegado de poli-
cia do primeiro dislricto da freguezia de S. Jos
d'Agua-Prela.
Dita O presidente da provincia,attendendoao
que requereu RaymundoJosde SouzaLoho,resol-
ve conccder-lhe iicenca para mandar ao presidio
de Fernando o brigue nacional Bom Jesus.licando
porm obngado a fazer transportar nessa occo-
siao, sendo preciso, c mediante pagamento, os
-------------- -----.-w.-^^ vviiaiiriMIIUUUi USSCS laG
tus dominara evidentemente a situaco, como te-
ve lugar em todos os eongressos que lera produ-
zido, como em lo 8, em que se reconheceu a
independencia da Suissa, c a das provincias uni-
das dos Paizes-Baixos; como em 1784, em que
se reconheceu a dos Estados-Luidos ; como em
1815, em que se provou a queda do grande con-
quistador moderno, e em que a contra revolunio
victoriosa, consagrou a sua victoria pela divisao
arbitraria dos povos que agora se trata de mudar
depois da sua derrota.
Esla couvccao sobre a fatalidade dos eon-
gressos nao nos impsde tambem de respeitar a
composicao do que vai rcunir-c, e discutimos
voluntariamente ossa composicao, para procu-
rar com antecedencia instruir-nos quunUTau fu-
turo.
Entre os potencias que flguram nasassigna-
turas do tratado dc Vienna, qual encontramosnos
em primeiro lugar ? A Austria adoplou a cau-
sados principes e a do Papa ; disse-o e acaba
de o tornar a di/.er as circulares da sua chan-
cellara. Depois vem a Despalilla, que procura
cobrir-se de gloria em lirmeos para tomar as-
senlocom mais vantagem no congresso, onde ha-
via perdido a esperanca de figurar. Esta poten-
cia est incontestavelmente ligada a causa pon-
tificia ; mas nao coito, como se tem dilo, que
ella vote a favor dos duques. A Hespanha ac-
tual, neeessario nao o esquecer, e n producto
dareyolucio a nvoluco em an lamento. Isa-
bel nao representa a legitimidadc ; ella leve des-
de o dia em que foi proclamada, que combaler
a legilimidade ; nfio pode defender na Dalia o
que comba leu em Hespanha. Se o Gzcsse, qual
-seria a conseqnencia ceder o lugar aos her-
deirosde Carlos
A ailiiude da Franca tambem nao pudo ser
duvidoss. O sen governo reservn os direitos
dos duques no tratado, e nos j mostramos que
nao podia fa/.er oulra cousa, pur isso que nao
era senhor dc dispor dos territorios italianos.
Mas se reservn os direitos dos duques, compro-
inctteu-se a nao tolerar nenhunia especie de in-
lervenco armada cm seu favor; estipulon para
as rofurmas pon ficias, e a sua origen) diame-
Iralmcnte opposta do poder dos duques. Elle
tambem nao podia negar o seu princioio que o
suffragio popular, c o direilo nacional.
Fallaiemos agora da Gra-Rrelanha ? Te-
mos minias vezes apresentado aos nossos leilo-
res os compromissos que os sens homens dc es-
lado teem tomado em difiranles pocas paracora
a Italia, para ler neccssidade do di/.er que a sua
adheso bvoravcl causa das povoacoes.
l'romelieu-llies solemnemente o seu con-
curso ; ha de manter-lli'u, como maniera tam-
bem os direitos da civilisaco.na quesiodas re-
formas pontificias.
Apresenla-se depcis Portugal. Portugal
governardo por um rei joven, que, como di/.ia
um celebre historiador porhiguez, deseja alga-
mas vezes ser mais liberal do que oseu proprio
governo. Nao noderia engaar as promessas
dos seus principios. Teem-no collocado enlre
aquellos quo defenderiam a todo o custo o po-
der do Papa. Mas enganam-se, segundo nsjul-
gamos. Portugal nao est, como a Hespanha,
i enfeudada ao pauperismo. Tumbem nao pode
esquecer que O. Miguel, como foi O. Carlos,
o filho mais velho da egreja, o protegido do Pa-
pa, seu coinmen3al e seu amigo por e'xceilen-
cia.
Trataremos agora da Prussia O gabinete de
Rerlim nao sustenloii a Austria no campo da ba-
Idlba. 0 antagonismo entre os herdeirosde Ma-
ria Thereza.e os de Fredcrico aiuda prevalece.
Procuravam engrandece-la, porque os homens
polticos de Vienna, fallavam anda lia punco de
recuperar a Silecia, pela perda da Lombardia.
Nadi tem esqnecidode um nem dc oulro lado.
Alm disso nao sero os rigoristas protestantes
de Berlira que bao de ir sustentar os facis ca-
tholicos de Boina.
Na Prussia pensa-se ainda como se pensava no
lenijio do oleilor de Brandebourgo. A Prussia
coinecou pcssoalinenle por urna secularisaco '.
nao ir por corto no seclo de/.enove dar raxao
causa do poder temporal ; alo nao seria nem
reli^ioio nem logice.
O mesmo acontece pelo que respeita Rus-
sia. Ainda que tenebrosa, esta potencia tem
aqu inleresses muito directos em que a quoslo
seja resolvidano sentido da nao intervenjao para
sustentar una doulrna diversa do quo a que
sustontou us negocios de aples. Nao per-
millira iulerveuco era favor dos duques, como
nao permillio a iulerveuco em favor dos subdi-
tos do rei de aples contra o seu governo. Mas
a Russia pude ler as suas ideas particulares a
respeito do governo que se ha de dar Dalia
Central. Apezar das provas do amizade que exis-
te m entre ella o o I'iemonte, que succedorain
guerra da Crimea, nao pode querer o engrande-
cimento daquelle estado. Nao queremos, pois,
presumir cousa alguina da sua altitude n i nego-
cio da annexacao. Nao acontece o mesmo dos
Homanliolus ; o czar sustentando o mfio gover-
no do soberano temporal que accuraula as fue-
es du passado, seria muito anormal. Consi-
deramos, pois, a llussia no nosso campo a res-
peito desla qneslao com a Inglaterra, a Prussia,
a Franca e Portugal.
.Veste puni consideramos tambem a Succia,
Este paiz honra-so igualmente de ter a testado
seu governo nm dos piincipes mais liberaos da
Europa, e una dynaslia na-;ciJa da revoluco
Ha de lembrar-se da posico dc que gozou* na
fundaco do equilibrio europeo, combatendo ao
mesmo lempo o poder da Austria e o absolutis-
mo da egreja ; ha de lenibrar-so de Gustavo Adol-
pho, que morreu pela defeza dos direitos da cons-
coneia. Ha de suslcnla-lo no congresso.
Faliam o Pieiuonle, aples e Boma. Nao
lia uecessidade de procurar prever a sua altitude
Est anlecpadamcnte definida pela neccssidade
e pelos precedentes, o Piemooto a presen tar-se-
lia cora loda a sua sahedona, e toda a sua inven-
si vel firmosa ; aples com seu eterno exalta-
menlo, e Roma cora as suas iuexoraveis resisten-
cias. Mas esperamos que a memoria vencer e
dominar ludo. As povoacoes da Italia Central
sero livres, n'islo comprehende-se a Romana ;
c se quer conservar o que lhe restar, Roma ser
forcada, comu foi aples, de encarar as refor-
mas reeonhecidamenU indispentavel.
ISMcle.)
m Ilustre prelado publicou sobre os negocios
dos Estados Romanos urna carta na qual apenas
invocamos a altenco para um ponto sobre o qual
estamos perfeitamente de accordo.
Se esle povo.diz munsenlior bispo de Orleans,
fallando do povo de Roma, quizesse entender de
, oulra modo seu titulo de cidado romano, se se
enfadasse um dia do vosso oasis e d'essas doces
perspectivas do mundo espiritual, so nao lhe
aprouvesse viver sempre cm um mosleiro, se se
fatigasso de estar sempre, como o dizeis aiuda,
j despajado d'essa nobre porcio dc aclvidade
que em todos os paizes o estimulante do pa-
i triolisnio e o legitimo exercicio das faculdades
j superiores do carcter, so nao quizesse mais papa
emfim, o que farieis vos ?...
Somos inlei'amente deste parecer, c deverao
sem duvida fazer-nos a istica de reconhecerque
nunca pacluaraos com o singular expediente por
meiodo qual queriam excluir Roma, e seu terri-
torio da socieJade das nacOes. Se Roma quizer
protestar contra o privilegio que se lhe irape, se
nao quizer tolerar essa grandeza que a estende
ale seoslas, se nao lhe convier sacrificar, como
so lhe pede, o seu inlcresse geral, evidente que,
1 era principio, lo justamente arbitro de si mes-
| mo, corno qualquer una Bac.uo.que quizesse do-
| te rminar seu destino.
A queslao do direito nao para nos duvido-
sa ; o que justo cm Bolonha devo se-lo igual-
mente era Boma. Onde esl a verdade 1 onde
esl o erro ? esta a nica queslo ; mas ad-
raiilido urna vez o principio, ello nao podo va-
riar nem com os graos de latitude, nem com al-
guns kilmetros.
No quo respeita aos Estados Pontificios, em
oulro dia dissemos que a cidade do Roma e sen
territorio nao estavam anda en disoussoes, e
mais esta vez limitaremos nossas observares
Itomania.
Perguntamos: entre tolos os que desojariam
fazer entrar boje a Romana no dominio da Santa
Se, ha um s que julgue que ella entrar livre-
uienle ? Nao ; s entrar por meio da forca.
Eis porlanto o Papa forcado derramar sanguc e
entrar em suas cdades pela brecha leria de
reinar sobre ruinas : e a maior Uesgraca de que
possa ser vctima reinar sobre ruinas faitas por
elle, o sobra podras que clamariam contra elle.
Se o Papa podesse ainda subraeller e rrassiimir
os seus antigos subditos com suas proprias tor-
cas, ao menos s para cora sigo seria responsave]
por esta restauraco. Mas de fcil ntuc&o para
lodos que s a eircctuari.i com o auxilio de for-
cas cslrangeiras, austracas ou francezas, ponco
importa : a queslo para nos idntica era am-
I bos os casos.
O direilo ser por ventura mais authenlico
quando se livor tornado um negocio de armas ?
E a independencia e soberana do Papa estarn
mais defendidas quando houvcr guarn, Oes fran-
cezas ou aulracas as principaes eidadea de seus
estados?
O Papa s reinar, pois,com a proleccao das
armas estrangeiras, e por que prego, grande Dos !
seria de fazer tremer aos calholicos Sabem el les
de que modo se Ibes far pagar esle soccorro, de
qualquer lado que venda? Na Ja no mundo
mais egosta do que o que se chama polticas na-
cionaes.
Se, por excmplo, a Fnnca e a Austria inlcr-
veem, ha seculf, nos negocios ia Itoa, pora
fazer trumphar urna lusa italiana, urna idea
italiana ? Nao, primeiro e antes que ludo para
cstabelecer na Pennsula o dominio ou a prepon-
derancia quer franceza, quer austraca. E qmn-
do alternativamente prodigalisara ao Papa o au-
xilio de seus soldados, nicamente com o fin
de proteger a liberdade da Egreja e firmar a in-
dependencia do papado ? Os calholicos, anda 03
de mais boa f, .lo'sa lao simples que acredi-
ten! nesle desinteresse. A verdade que do mes-
mo modo que existe entre as duas potencias urna
rivjlidadc de dominio sobre a Italia, ha tambem
urna rivalidade de influencia sobre o papado.
Ora, esta proteceo eslrangeira, que lem se
tornado urna condicao sineqtia non do poder do
Papa, pode ser hoje. tutelar, poder ser amanha
tyranua, o Papa pode achar-se era um dia as
mos de Carloi Magno, em oulro as do Jos II.
Eis porque, sera prelendermos que a perda dc
urna grande provincia seja feita para fortificar a
soberana de que segregada, dizemos que a
submsso forcada desla provincia por meio de
armas estrangeiras nada pode augmentar ao po-
der temporal do Papa, c nao pode dcixar de ser
um perigo para o seu poder espiritual.
A experiencia demonstra, e demonstra todos
os dias, que as proleCCOS costara caro aos pro-
tegidos ; e sera termos a presumpeo de querer
fallar em nome dos calholicos, diremos que no
lugar delles antes queramos ver o Papa perder
nteiramenle a Romana do que ve-lo conserva-
la pelo prego que se lhe pedera ou que se lhe
imporia.
Porm temos anda do agitar esta oulra
queslo: Os governos que reslluissem a Itoma-
nia ao Papa reslilui-la-liiam sem cundios ? e
quaes seriara essas condices ?
Nio ha um s desses governos, nem mesmo
a Franca ou a Austria, potencias calholicas, que
nao lencone reclamar do Papa, por prego do soc-
corro que I io huuver dc dar, conccsses, refor-
mas, ludo o quequzcr, em sumraa alteraces no
exercicio de sua soberana. E nao ser esta a
priraeira vez, nao ser esle o primeiro Memo-
rndum que lera sido enderezado ao Tapa por
seus protectores.
Ora, por ventura lodos esses pedidos, essas
exigencias, de qualquer parte.que venhain nu.-
sao oulros lanos prejuizus casalos essa sobe-
rana e independencia qn > quer collocar sob a
salvaguarda Jas baionel ugeiras? Por ven-
tura o uniforme franco, ...., ., de Boina nao
um desmentido neessanle dado soberana que
prolego? Deve-se pois admiltir que o primeiro
cuidado das potencias que rcslaurassem o Papa,
seria, no mesmo dia cm quefosse cITeutuada esta
rcslauracao, dictar-lhe umsystomado governo e
de almnislraces ; impor-lhe urna legisIacSo
leg.i e secular. Enio pergunlamo-lo aos ca-
lholicos como aos philosophos, possivel o go-
verno do Papa com a introdueco, c por conse-
gunle com > predomio do elementelelgo ? Nao.
Nao se pJc pedir ao Papa que deixe de ser pa-
dre, que submetta os dogmas a lcis lemporaes,
que subordine sua infallibilidado votos de
maioria.
O governo do Papa como esl constituido
nao se pule conciliar com o coligo civil ; ha
enlre estas duas lcis lima incompatibilidade irre-
medi.iv el, absoluta. Hoje o Papa s perder una
provincia e conservar o resto intacto. Mas se
a quizerem restaurar pela turca, amanha pode
perder lodo o seu territorio, at mesmo Roma.
Eis ludo o que o Papa c o governo da Egre-
ja gauharocom isso; nao ser a revoluco.ser
a legalidade que os ha de malar.
Os Italianos denotam ter conscienca desio
carcter in'ompalivel, irreconciavel das duasle-
gislacoes,quando se declarara decididos nunca
Londres, 85 de dc/.cuibro de IS55J. i n governo inglcz deeltrasM o carvio conlraban-
< Ha minios anuos que o lempo de Natal era do de guerra. Todos os Iransport i frai
assignalado por questoes de alio inlcresse polili- ,,;
co para a Inglaterra, mas nem sempre das mais
agradaveis.
" Tivemos justamente ncsla poca crses polti-
cas, laes como nosso pnico pelo nosso exercilo
da Crimea, nossa anxicdade pela guerra europea
o anno passado ; hoje todos os presagios sao e-
lizcs c brilhaTites, c o horisonte poltico somentc
mostra-se sob mos auspicios a respeito de n
sas relaces com a America ; mas a Inglaterra
poucas vezes lera lido menos signaos de tempes-
tado no exterior ou no interior do que pres
mente.
O pamphleto, que a principio foi allribuldo
a M. de La Gueroniera, e que na realldade a
verdadeira expresso das vistas do governo fran-
cez, d mais esperanca do que at agora se lem
tdo da boa nlelligencia, que existe enlre a In-
glaterra e a Franca pira com o congresso. A po-
ltica ingleza, quaiito a Itomanha e as possess
du Papa,tem sido embaraada pela nfluencia.bem
conhecida, que os protestantes do Exelcr Hall
exercem sobre o governo ingle/.
So nossosplenipolenciarios exprmissem forte-
mente suas convicees de que nao se deve inler-
vr as decisoos dos povos da Roraanha,ellas sc-
liam attrbuidas influenciadesse espirito rgido
das seitas protestantes hoslis ao Papa, c que rei-
na entre os evanglicos, como nos injustamente
os chamamos.
< Por mais falsa quo seja esla impresso ella
nao deixaria de ser produzid pela Inglaterra, so
ella eslivesse s, ou nao sustentada por algum
poder calholico, uestas ropresentacOes
Os calholicos romanos da Inglaterra e da Ir-
landa nao duvidam allribuir esta tendencia aos
homens de Estado inglezes; esla semana, os lei-
gos calholicos da Inglaterra fizeram urna dccla-
rago, na qual dao a entender que a imprensa
protestante principalmente responsave! da op-
posi.;o feita soberana do Papa na Romanha ;
creio que islo nao c de mauera alguma verda-
deira. Todo ser que o nosso partido de Exeter-
Hall se deixe levar por injustifleaveis o absurdos
excessos de raiva contra o Papa, mas nao ver-
dade que influencie sobre a poltica ingleza.
Os calholicos-romanos leigos da Inglaterra
peden) que o Papa seja reconhccido como -
rano independenle e competente para Ira tai
seus subditos rebeldes ; mas islo nao rea
dizem, sao actualmente emptegad
le da expedirao franceza na China, o .
authcnticamenle, que as glandes provij
carvao sao requerid ts pol
pedicao da China.
A difTeri nca de opinio com a Prai
o islhmo de Suez a nica
una sombra de cuidado a Inglaterra. O
ninq I'cj.-i lem repetiJo muil is vi
na, mas elle s consesuin prov. ., i
justo conceder a M. de I. el!
um direilo territorial actual -
Egyplo.com poder militar de se fortificar
esta linlia. Acora pod r que, s
snggcrda esta obji i r;o, algum poder i
ri um s instante urna ; i
compalivcl cora os direitos da Porta '.
A Inglaterra tem duas comp.mli is ci-
miuhos de ferro na Turq a. Nei <
companhias cuidou em pedir pod -.
oque ha, pois, de mais simples do que res -
der pelos .! .' \;, .
jeceo cunta a irma.;a i de vos
mas devenios islentar a rui ; i i
de vos conceder algum privilegio mi it
fosse incompalivel com as ;
peo ollomano ;
.< invaso gradual de um preb esl
'. ro no Egyplo. i Mnguem t oddn a
a semelhante scnl
inglez perdeu muito terreno, ; ;
i do seu pro] .. i | mu.
Os Estados-Unidos da America lem, -
do a Franca, excitad i m ii! i nten -- na 1
Ierra esla semana; sei que segusteis
resse, o de3em Ivimenlo da tragedia d
per's Ferry, e a execuc i d in irlu
nobre fanati o, que o tasionou i im i
ns Soulh, se tivess i circum
prudentes, podiam ler grandes i ma
este incidente, que una quasl os pi
repubcam i. rados s den
a tentativa de a
Irou desapprovocOi s : mas o | ...
seu culpavel lern r, lera,
que podero ler rali i.
A situaco prava q nao esl
rompimenlo entre o Nort c o Snl;
que, quando elle liver lu nao ser |
te o que ellos comprehendem : pode-se suppor braia aps > a guerra cm .. S
que a Franca, a Inglaterra, ou qualquer grano
potencia, se comproraclleria, se podessem sub-
metter a Romanha com seu exercilo ? Dexai-o
enfregue a si mesmo e elle nunca poder .
brar a Romanha ou enlo j o leria feito. Pode-
se dizer sem modo de errar, que o Piemonte in-
terverla para ajudar as provincias rabel !i -.
aples inlerveria lambem cum um exercilo e
una populagaa muito mais consideravel que a do
Piemonte, ainda que suas tropas ohrnssem com
menos elcacia.
O que verdade quo os calholicos ii
zes nada menos desojara do que ver o 'apa en-
tregue si mesmo, seus proprios prajeelos,
quer supprima-se loda inlervenro eslrangeira
italiana ou nao, quer se renuncie som
tervenco nao italiana. \j primeiro cas i o Popa
estara completamente i mcrcu de seus subdi-
tos ; no segundo elle seria protegido pelo go-
verno. do aples, sem urna voz palri
si, e o Piemonte ser-lhe-ia opposlo como re-
presentante de un.a Italia unida e enthusi
A Inglaterra nao poder mais desagv.i lar a<
leigos calholicos do que segnindo seu .
parecer no Congresso ; o que ellos desejam rel-
menle, que seja perniitlilo de novo lian
mais roentrarem no governo da Santa S. Sabem c Austria subraeller os Estados Pontificios ao
que todas as reformas q le se lhe p rometteriam Papa.
Seram Ilusorias e quo ainda mesmo sendo
promcltidas e tenalas sinceramente, seram
inexequiveis. Nao esla a p rimera vez que ellas
teem sido pedidas e prometlidas ; mas nao po-
dero ser realisadas amanha como o nu po I i -
ram ser ho-item, poriue teem peranle si obst-
culos mmulavcis.
Nao vem ao pensamenlo do ninguem aecu-
sar este hora e veneravel Po IX de ser um y-
ranno, e todava elle se acha forcado, por seu
mesmo devora applcar leis crueis, cea mesma
conscienca do hornera que aqu a conderanaco
da lei.
Os Italianos dzem pois: Xa sao os ho-
mens que sao mas, sao as leis que sao delesta-
veis. Prometiera-nos pela centesima vez secu-
larisar o governo do Papa, mas outras tantas ve
zes o mesmo Papa tem declarado que a secula-
risaco dc seu governo seria a sua destruidlo, e
que elle nao podia suicidar-sc. O principio ser
se ni pro o mesmo.
Quando a Franca era governada pur Mazo ri-
o e Richelieu, que erain cardeaes, o governo da
Pranca nao foi por isso menos leigo e nacional ;
do mesmo modo introduzssera amanha leigos
era tola a adminislraco romana, o governo nao
seria por isso menos theocratico e sacerdotal.
Eis o quo dizem os Italianos, e teem razao.
Cha mam-nos revolucionarios, e em ultima ana-
lyse s pedem una cousa, islo fuzer como to-
das as naces, mesmo as que os aecusam. Nao
queremos entrar aqui em discusso sobre asu-
peroridade ou inferioridade relativos da meia
idade c da sociedade moderna ; smente asse-
veramos que no eslado actual da Europa e do
mundo, a situaco dos Estados Romanos nina
excepeo. Romo, temporalmente fallando, esla-
cou emquanlo o resto do mundo camiuhava ;
nao caminham mais juntamente. O que essen-
ealmeiite movel achou-sc ligado ao que essen-
cilmente immovel, a lei aferrada ao dogma ; da-
!ii o furor, a desunioe o divorcio.
Ora, o povo dos Estados Romanos s pede
uma cousa : pede entrar no quadro da sociedade
moderna, na conmunidade das naces que que-
reriam boje dctar-lhe seu destino ; e quanlo
nos, o que pedimos de novo para elle, em no-
me do direito, em nome da juslica, em nome da
paz geral, a ficldade de dispor de si mesmo...)
(J. I.KL0INXE.)
[Jjurnal Jes Debis. Q, Pimentel)
<( A brochura franceza suggerc
Su I O ni separa I
pendei
vido seria
No >: do actual, i- n i si
sultados de un.a gi indo guerra
a annexacao que poder resul
do ssim annexado seria cerlomeute um -
:> es rovos, f, se uma vez u i
tend r no islhmo di Pai .,.
ta ser inin
toe o Sul se sppai
Norte
lo orgull o o permit
A experiencia prava quei
i pela esi ravido, o coi ., ,
ra I tal ; ella s .
onde o trabal res| ai i: ......:, ;.., .
vre nao c i. essai \ '.. .- ,. ,
etc., quando o solo j I
rol o Ir ibalho es xa vos.
/ Jnior'
r: vsles
loinou rntisisleiic i, n co
rocos da llaii i, a ; m t mi i mal
bcuss nunca se i l ;
[iienci que inuilu irolmei
mun i ri al e polili (i de
que se acham o impera l.r los l m
iros motores d i i
compro- /.., ..,:, ludo prc e in li-ori
nnsso, que o governo inglez, en o creio, seria Um semellianle cosellm
Ila. I accordo de opinio. porque o n. i / .. .
'isla do fysiem i du poiij i
feliz acceilando-o. Ninguem duvida que os
linos o seus amigos protestantes nao quercm
dexar Roma, sua grande cidade, ao despotismo
do Papa. Ninguem duvida, por oulro lado, que
os calholicos romanos se oppdem da maneira
ni3is vehemente que se despoje o Papa de suas
possesses. Lua solucao pode somcule ser pos-
sivel por um compromisso; verdade que t
idea de egreja romana exige que seu chefe nao
seja subdito temporal de um oulro poder;
cao de alarmar que uma maiuro di i
abrigar nm poder, ou que n maioria I
de miro neitei mam
um Esta lu reeonhei do.
I II I 5S0 1 '.. .
idepen lentes pie : m \i
; 'o moral alguma 11 u.sa pi
r.in fazer aquelles que Icom o direito
ou cojos netos sen I > i Ifwlnad -
anniillados. Elle le approvar o cng
nenio do reino de .irieiiha,
preciso que seja rei, e como a experiencia pro-Idos niprosados possam na i
va que ello c muito insignificante rumo chefe
do poder temporal, c que prejudica o sen poder
eclesistico com o exercicio de prerogativas lem-
poraes, quanlo mais for rcsliido o circulo de
sua jurisdceo temporal, melhor ser.
Se a Franca, como grande poder calholico,
quizesse sustentar esta solucao, nao duvido que
ella fosse apoiada vigorosamente pela Inglater-
ra; sabemos, por um meio secuto de experien-
cia, que o P#apa nao podo manter seus subditos
em ordem ; se as chagas da Italia de vem serci-
catrisadas, a inlervenco eslrangeira deve ces-
sar e o Papa s conservar o que pode manter ra' ,lS decisocs do congresso leva .
dos aconlecimeutos a substituir n
aos que at enio tinham cxisli lo, os
; 1859. Pode ndhciir i akolico da > .
pontificia as Rnmanias, emlmra reeis
o reto le es: !:: s s
luios. Mis -ii,! lenninam seus
guem altribuir-lhe-ha o iiir<
faci que a min >ria soc orra ou i i1..;, i n -
subditos. D'ahi s >g ie-s que ,i m nos
naja possibilidade de uma quasi cmplela a
mmidade, pouco proveito resulla de reui .
congresso.
.. o congresso, (ue nao obrga .i ., -,
nao pode .-cr uiil-se, se compe de i
lados, rolando contra qualro ou di di :
ou tres Est'dos protestando contra a a
solueoo tomada pela maioria. A autorid
em ordem. A solucao franceza parece ser de-
masiadamente boa para poder ser posta cm pla-
tica ; mas, se alguma cousa a lornasse pralica-
vel, seria cortamente o originar-so de um gran-
de poder calholico.
A conversaco repetida pelo Times, enlre
um olio persoiiagem da Franca e um Inglez de-
sejoso de se convencer que ncrihuiis preparativos
de invaso se fazem em Franca, augmentar
muito a tranquilldade poltica do nosso Natal;
nao digo que encontr um peifeilo endito
baixa avalaco que se fez da potencio martima
franceza. Ha um auno que os ofciacs da ma-
rinha franceza e ingleza repeliram da maneira
mais formal, que a niarnha frame/.a era egual
cm torcas marinha ingleza, e ainda nao se ne-
gou depois desU poca que ella tem feito pro-
gressos em Franca ; mas a cxplicacao dada so-
bra os servicos de transportes e a armazenagem
de carvao, que se julgam accumulados nos porlos
francezes, allviar o cuidado que existe aqu.
Diz-so expliclamcule que os navios, que se sup-
pe ser de tronspoites, sao sessenla barcos de
Ierro, prep'arados para transportar carvao nos ca-
njes francezes, na poca cm que se tema que
fecluados devero ser lespcitados, e
misler nem recorrer forca, nem emp
influencia Ilegal para restaurai o rgimen
UQcio o o dos gros-duques ; obwrvc-s
principio nteiramenle independenle da.
do congresso, e que sem duvida algum i
confirmado qual juer que seja o resaludo dis
prsenles negotiace. A existencia d'estc
do geral entre os dous raizes Dio era pi
para animaras potencias coninentaes que i i
lavor.iveis aos soberanos expulsas.
A Ausiria que, no meio co falimiento e de
uma revolta iraminente, se aii'crra ainda i sua
velha polilica, nalur.ilinenle se indigna dc
imperador Kapoleo hesitar em fazer i
tratado de Zurich. A corle de Vicua, que nao
v ciulra cousa alm dos soberanos c i
onlo muito punca importancia, e suas dr
neuhum lugar iiiam uceupar no direilo publico
do Europa.
E evidente que ser difcil oblcr esta unani-
midade. Nao eslamos acerca das ltimos negncia-
coes, mais bem informados do que tudo. o mun
do ; mas sabemos bastante paro poder quizar ia-
soavelmente do papel que bao de represen:
difierenles Estados. O mais importante accate-
cimento dos ltimos mezes sem controversia
reslabelleciment.) de uma perfeiia enlenlc entre a
granea e a Inglaterra e a conversan .lo im -
dor s iclences do ministerio britnico.
1 MUTILADO


1*1
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA fEIRA 7 DE FEVEREIRO DE 1860.
Fallando d'eslo modo, nao prc'cnlemos af-
firmar que os dous paizos tcnham concordado cm
obrar cm commum, ou mesmo que se os ver
da Franca. Sao trabalhos permanentes, cujo
fira proteger a Inglaterra duranteseculos con-
tra toda a sorle de inimigos. Dcvciu csses Ira-
unidos no seio do congresso. Fallamos simples-, ballios sor urna garanta efficaz c necessaria para
;: -ral da Mam;a ao principio j a nossa supremaca moral, e logo que forem co-
proclamado pela Inglaterra, isto 6, que os Italia- mocados devcrosuppor-se antes urna prolecco
nos leudo sido do-exercitos, nao pule compre- contra perigos o actuaos Porque pois a posleri-
hender a interpretarlo que & instancias da ln- da-le nao supporlar as despezas precisas tanto
glalcrra o imperador Napoleo est prestes dar
s clausulas relativas reslauraco das dymnas-
quanto nos mrsraos? Cerlamentc forlilicaces
desta ordem dovem ser consideradas como mais
ti.is florentinas modenosas. A Austria suppfi nm melhoramenio feito ao solo de Inglaterra, as-
qne quando uro potentado so ajnpenha porq ie
urna cousa Icnba efTeilo, encarrega-se da obriga-
cao de a exocutar, e admira-so do saber que o
. dos Francezesvai Eazerouvir un non
pussumus e declarar que os direos que possue
uiu poro de escolhcr osseussoberanos anterior
no direilo que de qualquer tratado recebe u:n so-
I lo, p que as oslipulaces de Zu-
rich doren sor nicamente ialerpretadas deste
mojo : a Franca rcconbcce Q3 duques como so-
:-is da Toscana, Modrna e Parma se algum
sim_ como os trabalhos de encanameolos e irri-
gar o; e justo que o seu pagamento venha
recahir sobre o patrimonio do estado. Contra-
a o cmpreslimo, e pagae pouco a pouco se
quizerdes; cortos de que seria muila considera-
c3o para com a geracao futura o carregar a ge-
racao actual com un fardo que lhe nao deve
caber oxclnsiramele. Conven) tambem nflo es-
quecer que nos, contribuinles dos lempos presen-
es lemos ti lo a nossa parte nos iinpostos da
guerra. A poca actale urna poca de Iransi-
dia lhes or possivel tornar a entrar cm scus Es- ces em ludo o que diz respeilo guerra, ou
tndos. Estes principios nao sero certamente mui-1 morilima, ou terrestre. A applicaco do vapor
to apiasivi is s Janiias reacs do continente, ou lera prodnzido urna longa serie de "experiencias
Iqer oulra fan>ilia real ; e anda que ha causado despezas monstruosas: durante
que a versa o Austria tenb a estado, ha pouco {quinze anuos acarretamos com o pezo dessas
em moda na Bussia, resta anda muito: despezas, cujo fruclo a
nnligo fermento para que o czar vacille em dar para a geracao futura. Depois vieram'as fraga-
sua adneso 5 estes principios. E', lodavia, pro- tas a hlice, depois os vasos do linha a hlice,
varcl ; te n c irte da Russia, na intima conviccao! augmentando sempre de dmensocs e de torcas,
d s sua propri i > ibilidade, tlressc resolv:!,) a- [ depois as canhonciras, e ltimamente as arietes
handonar a
i
trah
O reeonhecimenlo das revotara i dianas une soja inventada'uma nova torca motriz.
provavetinente produzio u is corles allomaos urna Tara lodos esses vasos liromos que crear no-
i anda mais profunda. Entre as condi-1 vos estaleiros e novos arsenaes. Em Ierra succe-
Ulemanha oda Italia, ha urna serae-1 de onlro tanto. Pagamos por mcio de conlri-
. Ja das casas do Tos- buicocs annuaes as carabinas Enlield, e leremos
lona assustadora para mais de um i :'.i- bem de pressa que pagar os canil
lesdevo elle ser feito c nao tas mas, ainda mes-
mo quando as essencias vcuham bem embrulha-
das
Seja islo dito como urna advertencia, a qual
desojaremos seja proficua e aproverlo a quem
dirigida, para que dispensados sejam oulros
mcios mais heroicos.
I.embramos aos donos dos dilTcrenles esla-
bolecimentos desla cidade, que em observancia
do art. 5 2 das posturas municipaes de 20 de
novembro do 1855, lhes cumprc mandarem var-
rer o irrigar as testadas dos respectivos eslabele-
cimentos todo3 os das pelas 7 horas da ma-
nhaa.
Esta providencia, ou alias o cumprimenlo dos-
sa postura parece-nos que ser mais proveitosoa
todos, do que a mulla que possa ser imposta ao
infractor della.
Estamos que os donos desses cstabeleeimcnlos
se compenctraro dessa verdade, evitando assirn
a grande pociraque se levanta com o calor, cm ranle Uow
que ora nos abrazamos.
As lettras venciveis em fins de mez nao se-
rio receidas na caixa filial desta cidade, senao
soba formula de caucan, segundo ultima reso-
luco tomada pelo Banco do Brasil.
Esta medida basSa-sc na dfficuldad
_e ou quasi
as ser muito proveiloso impossibilidade da cobranca naquelles dias, vis-
to que uelles tambem rencom-se as letras de lo-
do o commercio de impoilaco.
Domingo realisou-se no Monlcro a fest-
vdaile da Seuliora da Conceico, foslividade que
"id i dosles pequeos monarchas e a vapor, que ludo lem causado dispendios de fui celebrada com toda a pompa.
a Ja legilimidaio pira al- milhes, at que afn al chegamos a um ponto I O fogo fui de um bello effoito, e a conc.i
Irahir a si a Franca e humilliar mais a Austria. que ser lalvez Impossirel ultrapassar, a menos ria prodigiosa, sendo convidada ainda mai
curren-
s pela
magnifica serenidade da noile, cujo luar se der-
ramava pela ierra como um lengol de luz.
Deram-se egualmento nossa noite alguns ou-
lros diverlimentos de na tu reza profana, mas cm
commemoraco do mesmo fado.
...oes Armstrong. I Emconsequencia de haversido exonerado
mua reinante. Asarmas que os nossos anlepassados nos legaramjdo emprego de ajudante do director da colonia
A Prussa so inclina, dizcm para a interpre- oslao fra do uso, e os nossos rindouros herda- do Pimenleiras o Sr. lente Joo Paulo do Mi-
i da lei internacional dada pela Inglaterra, rao arsenaes alulhados do novas armas aperfei- randa, foi para osle lugar nonieado o Sr. alferes
is p oems cortes que sempre arrimaran) coadas, as quaes dovero ellos industria da ge- j Hilderico Cicero de Alencar Araripe.
racao actual. Emfim ha necessidade Immodiala Honlem devia ter encalhado na corea dos
dessa somma ; seos trabalhos das fortificacoes! passarinhos a canhoneira de guerra nacional
-i > necessarios. derem quanlo antes ter princi-l Iguatcmy, que neeessita de um exame no ca-
pio, e ser terminados o mais de pressa possivel \ daslc exterior, para segurar o hlice.
anteriores exploraces outra vez, o Dr. llaves
propoo puxar rpidamente para cima do canal
Kneudy, o directamente para cima do polo com a
menor demora possivel.
E' admiravel a perseveranca com que estes ho-
mens develados scicncia, s por amor della, se
aventurara em emprezas desta ordem, lio chelas
de fadigas, do perigos cada passo, cm cujo
curso so pode encontrar urna morte horrivel em
paragens deslas, onde a nalureza c cscassa cm
prodnzir, como que assnslada de sua obra !
Quando observaremos nossos compatriotas edu-
cados com isla forea viril, com esla ousadia em
ludo emprehender ?
E' o sesredo do engrandecimento da raca an-
glo-saxonia, de que lauto precisamos.
Em consequencia da amotinacia que houve
bordo da nao ingleza l'rincess'foyal, navio
chefede esqoadra do Mediterrneo, de que jade-
os noticia aos leitores desta Revista, o almi-
es, commandante da mesma esquadra
resignou estacommisso, e o almiranlado acei-
tn sua demissao, devendo elle todava conser-
var urna bandeira icada at marco, o motivo
que levou o almirante Bovle a proceder desla
sorte, foi porque o Sr. capilao de bandeira, 'o
commandante da nao) foi sinceramente repre-
hendido pelo almiranlado, lindo entretanto exe-
cutado asordensdo sen almirante. E' um bello e
honroso exemplo a estudar-sc.
Ha das publicamos urna rclacSo das forcas
navaes franrezas existentes na China hoje lhe
reunimos urna outra di osqnadra brilannica, que
all opera, e compoe-se dos scguiules na-
vios
orcilo permanente, o de dar ao seu poder urna
base mais segura pelo estabelecimento de urna
administracao nova.
Todo o p'aiz submellido a Scbamyl eslava di-
vidido em provincias, e dlstriclos, commandados
por nnifts (governadores); o numero dos hahi-
bilaiiles, que compunha o dislricto de um naibs
era dillerente o dependente da vontade de Murs-
chiel ( escolhido de Dos ) cinco districlos, diri-
gidos cada um por um naib formavam urna pro-
vincia. Govcrnava a provincia um governador
superior, que reuna o poder temporal e espiri-
niual.
O nat'6 devia administrar severamente o terri-
torio confiado a seu mando, perceber os impos-
los, tazer o recrutamcnlo, vellar na rigorosa exe
CUCo da lei Scharyal, conciliar os espiitos, e
obslar a vinganca de sangue.
Cada naib devia promptilicar e conservar 300
homens de cavallana o qual se recrulava do se-
guinte modo ; de/, cazas de urna povoacao apre-
sentavam um soldado, a familia d'onde ellesahia
Jicara isenla de lodo o imposto, e as nove res-
lantes erara obligadas, a reter e equipar o re-
crulado. Os soldados nao podiam dopor as suas
armas nem mesmo quando dorman); ao pr-
iiuuro chamado deviarn estar proraptOS. Em
1843 toda a milicia a cavallo coulava cinco mil
bomens.
Independenteraente, porcm, das tropas per-
manentes, cada individuo desde 15 minos devia
familiarisar-se no exercicio de equitacao, e no
manejo das armas; para que sendo chamado
podesso nlrar logo na filoira c combaler
dofez.i cun
sua senhnra c urna criada, A. K. Pacheco de A vil-
la, Josc Pedro do Albuquerque, Dr. Juo Fran-
cisco da Silva Braga e sua familia, Dr. Jos Ru-
fino Pessoa de Mello e dous menores, Manool d>
Souza Cunha e um filho menor, Pelil Gomes da
Silva, sua senhora, urna eunhada c una escrava
a entregar, Jos Joaquim Gomes do \breu, Joa-
auim Iternardo dos heis. segundo sargento Joa-
quim Aunes Monteiro.
Passageiros do patacho nacin; 1 Fmiilaco,
vindo do Acarnc : Theodorico Alvos Nogueira
e un escravo a entregar.
Passageiros da lancha nacional Flor do lio
Grande, vindo do Bio Grande do Norte :Fran-
cisco l.tr.z Belem. Manoel Alexamlre ri.i i ruz.
Passageiro da barra americana 'nion, sa-
ludo para Philadclphia : Capilao G. Gifford.
Foram recolhdos casa de del* tu o i
3 do crrenle mez do fevereiro 5 I
mulber, dos quaes -S sao livns e 1 saciara,*
saber : 1 ordem do delegado do pnmoiro dis-
Iricto, 1 a ordem do subdelegado de Sanio An-
tonio, 1 ordem do da Boa-Vista c 1 ordvm
do do Poco da Panclla.
Foram recolhdos mesma, no dia 1 I homen<
sendo : 3 livres e 1 escravo, a saber : 1 a ordeo
da Dr. chele de polica, 2 a ordem do sol
gado de Santo Antonio, e 1 otdem do da Boa-
Vista.
_ rin-
ordem --
Foram recolhidos mesma, no lia f4
em livre e Sescraros, a saber 1 ata
biu optia, e compoe-se dos scguiules na- poacsse*ntrar logo na filoira c combaler pela
v,*l? : dofeza Commum. Desde Schamul al o ultimo
nm Hong-ougComoran, Chesapeake, Fu- chefe a obediencia s ordens devia ser ponlual, a
rio, hunj, Astistanee, Itoebuek e Coroman- menor resistencia a seu superior era punida com
jado da Boa-Vista, o 1 a da
para (
se soue a Russia e que por alliaiic.a de familia
ganharam lambem eiu S. Peteraburgo urna influ-
encia conslderarel, devem ler o maior interessel
em que mea doulrina to subversiva como a
oiu do poro seja sligmatisada com reprora-1 seni delongas
cao.
as grai ias r. I:u t' i ;>^m que a
ide na jo di> li la 0 una
van!.. i o mundo, o que ura meio Iegiti-
nada le destituir os pe iuono
, cipes, e a jualar seus Estados oulros de
I .-, a All manh i
iialii"- ;.....ra cm fazer a applicaco
doulrina principes da Alleuia-
e que quando a casa do vi-
italiano se queima, islo lhe importa de
- rio.
Duran i upo o Papa I m Icnlad i sub-
. lico. A religio romana pre-
-' nle 'in-sc rna I ida lal modo a reli-
i lencia ou e lacionarias,
5 sens esforcos leem lido muito punco re-
i loa Fi inga que aprsenla o es-
i i de urna potencia preponderante simu-
dirigir por seu respeil i groja,
ao 1.1 Franca o senlimenlo nacional con-
| is prelencOes clericaos. lilisam-so ah da
i como de mu machina poltica para iuter
i ule afira de arrogar-sc o prlmciro lu-
gar entro as naces que se intitulara latinas; mas
d i r iraeii i lodo o Francez, que nao
ito com a derrolj que s iffreu
a hierarchia clerical. A brochura altrbuida ao
' ;;ucr nni 'fi a fiel exprcsio d
i frau eza que leon alguma
le ver ipoi dos Iriuraphos d
nem alteracoes. Se se leixaro! O brigue-escuna de guerra americano Do/-
caso en treguo liberdade da cmara dos com- pAin, entrado da Baha autc-honlcm, um navio
muns dorante urna serie de anuos, provavel pequeo, em que nada se observa de notavel
que os trabalhos sero interrumpidos, o ser per-' Trepando para a expedico ao Paraguay, inc-
ido o que se houror despendido. Contraa o' ram-lhe um sallo r, para dar mais altura
"he oceupa grande parle da tolda, e
onta quatro pecas de'calibro 32 em
atamonte, conlinuai-os com vigor, de batera,e em rodizio Dalgreen que lauca balas do
muito breve
' e
-..,<, .. ...., ^,. iiuju.1 uesj/'-uurju. U'iilillll u -* <"i
emprestimo com a condicao de verificar-so o pa- cmara, que
gament em muilos anuos; coraccai os trabalhos 1a desfeia. Mo
so rio que
delles.
del ; canhoneiras BuHard, Firme, Keatrel, Opos-
sum e Wahnlrfeel.
No rio de Canteo Bitern, Magicienne, Bes-
per e Nemroi; canhoneiras Starting, Clomi,
prake e Woodcock.
Em Awny-Acom.
Em PoochooCamilla.
Em NingpoAInerine.
Em Kinglanglanlerer.
Em SiianghaiSuflexible, Sampson o Crui-
ser ; canhoneiras llau'jhy, James o Forcs-
ter
No golpho do Pich.'liAelaw o Dore.
No JapaoHigkflyer.
Alcm disso se preparan) agora novas forcas
para augmentar esta esquadra, u vingar o dcs'as-
tre de Pcih.
Schamit..Um dos fados mais inesper i I is
nestes ltimos lempos fui, sera drida a captura
de Scharoyl o celebre chele dos Tscherk >sses.
penor era p
a peona de mord.
Schamyl eslava constantemente rodeado do
una guarda escolhida, cujos soldados eram
chinados murt'osigalors. Eram homens nao s
de una reconhecida bravura, mas de urna lidc-
li la le a lod i a prora, e perfeitamento con'
de santidad" da doulrina do Hurschi I Es Merien-
das reiteradas, assim como juramentos os mais
lerrireis, serviam d
me
subdele;
Jos.
Mat.vdoluo riBi.ico :
Malaram-se no dia 5 do crrante
sumo desla cidade b rezes.
No dia (i do mesmo bG.
Mortalidad! no da 5 do coaaRTre:
Miguel los Rodrigues, brsnco, aoiU Lr< ,
nos, congestio cerebral.
Anua, branca, '.) mezes, bexigas.
Antonio Goncalvcs do Espirito Santo, pard
sado, 30 anuos, bexigas
Julia, parda, 3 mezes, angina.
Manoel. pardo, 8 di smo.
30
e fiadores a esses .- I I 19 -. e Constancia, parda, 1 ai.no, 1
ellos inspiraran) um tal respeilo, que qualquer ti
a hospeda- Thcotonio, branco, n- -. asmo.
recebia como una honrosa distinc
geni em sua casa de um soldado'da guarda de Hcmeterio Maciel da Silva", I
Schain)"l. anuos, hvpclrophia.
Tamais se encoiilrou um traidor entre os
tacao entre oSr. inspector do arsenal de mari- das mais poderosas potencias militares; ha vinto
nha e os proprietarios, cabio na noile de ante- seto anuos que amigos c inimigos lhe lem 1
honlem com o choque de duas olvarengas que do um sincero tributo de respeilo e admira ao
sobre elle abalroaram. Agora que a tragedia esl afinal justo dar cm 1
Qucrcra alguns crer que este snecesso nao foi epilogo desso grande drami um esboco bi igi
co do principal actor.
a ariete a vapor e o calo Ar-
ar mas de fo
is chegado. prfeicao? Quem nos pode
assegurar que nestes vinto anuos mais prximos
1 na ; ir-se na fren- o paiz nao ser obrigado a pagar novas inven."es
te con italianas, c a I que substituiro
Franc ido- 1 cm restaurar o governo dos mslronor?
i
O imperad rd is Fi inrezescom a prolecco
o nao dro considerago agitacu desus
- e u auxi oque ] lai & causa-do
.....i, a Irlanda ou o Mxico
... .....auto.
1 n Pa 1 vciou-so da brochura
nos possamos ulilisar 9 pollegadas de dimetro, o qual est no porao, Por este aconteciracnlo os russos curam li
I eso se collocar em seu lugar sendo neces- de ura lerrivel adrrsario.
A toilos esses argumentos se poder responder sario. Hi vinto seto annos que o hroe circossano
que quanlo uma nacao contralle um emprestimo trapiche novo, objecto de seria contes- lera, cora um punhadode homens, enlrctido urna
para trabalhos defensivos em lempo de paz, c''
una injuslica fazer recahir o onus sobre a pos-
ten la.le. '
Esta mxima ..que a divida nacional nao deve
ser augmentada em lempo de paz lem sido
muilo respeitada no nosso paiz, ainda pelos mi-
nistros os mais extravagantes que temos tido : e
entretanto propdo-se elevar cssa divida com urna
somma que se fixa em 10 milhes, e que poder
ser mais consideravel, como fim de fortificar
as pracas que a geracao actual lora o dever de
defender cum a sua .armada e com o seu exor-
dio.
O argumento "relativo s despezas extraordi-
narias dos ltimos annos. e duraeo dos tra-
balhos, lambem cavilosa. Na realidade muito
se ha despendido coro os vasos de guerra e as
jo; mas qiem nos
murfo-
-, e baliam-se com urna corag'Mii c sangne
fri, pue espantaran) os ofciacs rnssos.
As rendas de Schamil, como a de seus predo-
tiam principalmente u'outro lem-
p 1110 saque feilo na guerra, e do qual a quinta
parle, conforme o uso, perleiicia or!.
: 1 :
I da entre os soldados e os subalternos. A mul-
1 doSacrampni
teira, 18 annos, I bre ialermitci
Micaela I.yaca da Piedadc, parda, riura, 15 -
nos, diarr!
Amelia, branca, 9 mezes, diarrli'a.
IIospitai de i:\iiiii\nr. Rxislcm 7 1 -
mens, mullien s na ion ios, !
geiros, 1 homrm escravo, lol il 133.
Na totalidadc 1! 13 doenles exislem 37 aliena-
la imposta por todas as Iransgressoes s dis- dos, sendo 30 mulheres e 7 hoi
casual; que, ao contrario, c a oxeen.o de ura
plano formado para decidir promptamenlc o le-
tigio que pende dos Inbunaes com plenles, des-
lruindo-se a causa que lhe d vida.
Se assim for, oque nao acreditamos, lairien-
larel que setenha lancado mao de semelhanlq
meio to allcntalorio d"o direilo de propriedade,
mormentesendo o governo aparte interessada
na questao.
Mas se, como julgamos, tudo foi effeito do es-
tado de ruina em que se achara o referido Ira-
piche, folgamos com lal successo ; porque, nao
lesura que le- slirrou-nos de um perigo real sem fazer uma
s victima, como de um eslorvo ao melliorameii-
lo de nosso porto.
O regulamcnto policial sobre as sahi las o
entradas de cairos, mnibus e oulros vehculos
um cdigo
Schamyl, denominado o propheta pelos seus
raleles compauheiro's, o seus inoumeraveis can-
inos populares de Baghcslon, nasceu cm 1707,
no territorio dos Kocsubulmcn, onde nasceu e
morrn seu famoso predecessor Ghasi-Mahommed
Kasi-Moll.ah.
Desde seus mais (euros annos, segundo con-
lam os reinos de Gunri, Schamyl distinguia-sc de
seus camaradas per seu carcter .serio, taciturno,
san espirito i ifflexivel, seu desojo de aprender,
seu orgulho e suas ideas de doiiiina.-ao. Cuida-
va de adestrar c fortificar seu corpo, alias de uma
constiliifco delicada, por exercicios physicos de
toda a especie.
Se acaso, no exercicio do liro o d cquilaco,
qualquer nutro oblinha a superioridade, suas
de condueco as ras desla cidade, nao poda I coes se conlrahiam involuntariamente, e enrer-
Nao falta de lgica suppor-sc que temos al- i 'nmar-se permanente emquanto nao fosse con-' gonhado doixara de apparecer por muilos dias
Ungido os limites do progresso? Julgaram anti- venido cm postura municipal. diante dos seus collegas po'r nao ler sido ren-
gamente qu os narios Aremos erara o triuraphoi T'nba sido urna medida extraordinaria
' moral d 1 Curopa,
1 favora'veis s prelcn^cs li-
r deram pressa em apro-
- lipa. A noli 'ia que an-
a Franca e ra eslo de ac-
[ucllos po nos que-
, e os c r ezos que
ja : ultra-
m -:. a da In-
1 ipjam cstabelecidos
pri .....i seus sysle-
uiiico3. Nao lano por ara r
llramonlanismo, como por
foi no das quaes o
ultra: un .1 re rrelativa, que a
do ura ; .. 1 '
1 pe m! o c ngn so. '
1 ; r m ao congres !! mnn-
' '. 1 1 o, no ; : diz res
irnos o cong es 1 c mi
, .
vistas, 1 impali-
I 1 nai onal, S i consentimos
..... sassocian 1 :
r id ir dos Prano z ; 10 di 11-
1 "; 1 durare] da !
'.
o mpi ; leao poder reunir sua
l ol 11 1 nvi 1-
. a 1 nao o conseguir, dir-se-
ha cm 1 r! 1'nlSo o que
1 laida I .. ii, 1 eri 1 ; la central
....... .. 11II nanha e os du-
cados 1 .1 fazendo parle da monarchia sar-
s i oportarmos 1 ni 1
1 duixar o Papa e seu p ir-
do negocio con.o po-
< ..;.
[ Time*.G. Pimenlel)
da arle naval, e boje onde vo ellos '?
vemos por bonseguinte affirmar, pelo simples
ficto de harermos despendido grandes sommas
em melhoramenlos, que nossos vwidouros nao
lerao, de ir mais aliante ; e nao temos o direi-
lo de iropor-lhcs sacrificios era troca do que her-
da rao de nos
I -1 mesma perpetuidade das fortificacoes lo
decantadas nao passa de um soulio. Nao' ha du-
vida que trabalhos desta arte nao demandam al-
leracoes constantes ; mas quem pode affirmar'
que em urna poca de raelhores inrenc&es nao sc-
roinnuteis as fortificacoes ?
' .11, a idea de que a geracao futura adiar
suffl iente a nossa sciencia, nao pode ser ad
lada por uma asscrabla de homens sensato
honestos.
A lesee que nao ha necessidade de loda a
somma de urna s vez, os trabalhos nao podem,
alenla a soli loz que devem ter e a economa a
fazer-sc, concluir-se em.menos de cinco anuos ;
ora.havendo precisao de 10 milhes, rom a ser
'2 milhes para cada anuo, somma que uma na-
cao lo rica c lo prospera, como a nossa, nao
I diatitc
que' cedor.
_u 11110 cessou a sua causa.
Agora porcm que a illuslrissima cmara mu- '
nicipal por urna postura additiva de 27 deja-
Nao de- : cessou quan lo cessou a sua cansa.
neiro do corrente anuo autorisou o Sr. Dr. chele
de polica a regular cssas entradas e sabidas, o
mesmo senhor, em data de honlem, determi-
11011 que se execute o seguintp regulamcnto :
Secretaria da polica de Pernambuco, C de fe-
vereiro de 1860.
Dr. chefe de pe 'a provincia, providen-
ciando acorra do e mais vehculos de
condueco quo trttisiuim acia cidade, resolre
que se observe o seguinlc :
1." As entradas de carros na fregue./.ia do S.
Seu veneravel preceptor, o sabio Mollah-Bg-
clal-Eddin, c a quem Schamil deve seus vastos
conhecimentos na liileralora arabo, lem uma
parle importante na vida do nosso hroe. Era a
nica pessoa, peanle quem Schamyl se moslras-
se dcil e obediente, a nica, quo se podesa
barde sua Ilimitada conlianca,
Elle sabia aproveitar o zelo e a boa vontade de
seu discpulo para o familiarisar no estudo do al-
coro c dos philosopbos rabes; pela historia da
vida do antigo hroe do Islam procurara excitar
o espirito de seu educando, dispondo-o para ac-
ees scmelbantes.
Partidista exaltado do syslema dos Sophis, cn-
si oes do Scharyat larmavam as rendas ns-
sessorias. Modernamente, quando o Murschid
viu o seu ; Iratou de augmen-
tar o asspgurar as suas lendas por
pennal -regular, e por outroa meios.
Todas as rendas era espejes deriam ser re-
cebid is pelo administrador d s fin incas. As con-
lribui;es em graos, fruclos c ele. eram arre
das pelos naibs.
Schamyl lem sido por rozes aecusado de ara-
reza o de cubica, porque ello aconselhava o 011-
ro e oulros objeclos preciosos ; mas nao parece
justa essa acensa -.Vi. Schamyl linha necessi 1
de de uma severa economa para fazer fn 1
torgas russas que se'rcnovavam sem ceasar, e
par conseguir u fim a que elle lendia que era a
fundaco de um novo estado no Doghestan, o alm
disto os Ihesouros que ajunlava nunca foram con- d
siderados como propriedade sua.
A simplicidade de sua mancira da vivar poda
servir de mo lelo ao mais humilde de seus sol-
. e pelo que 1 :a sua pess >a, sua econo-
ma locara as raas da arareza ; mas se era pre-
ciso recompensar um acto de bravura, ganhar
uma irib poderosa, ou u'outro qualquer caso
importante, sua generosidade nao linha l-
miles.
Foram visitadas as enfern '. > rir-ir-
giao Pinto s 8 horas e 10 min
P mellas s 9 .
polo Dr.
liha.
Falleceu urna mu'.' rrha.
CHRCNICA JUDICIAIA.
Antes da inaugura ;a 1 do novo systema admi-l Ire-se.
TR1BUM5L DO COMHEHClO.
5 SAO ADMINISTRATIVA EM6DE FEVI
110 DE 1860.
PRESIDENCIA DO BXX. SR. DESEIBARGABOI
SOCZ A.
As 10 horas da maulia i,
03 Srs. depulados l.eraos. Bastos eSilveira,
: nle declamo aberta -
pula 'o Li mos para sen ir de --
Foi lida e approvada a aria da anteceden!
DESVA ROS.
l.'m requerimento de Ribeiro & M irai ;
do o registro do seu contrato social.s>_ 1
d 1 o Sr. desembargador fiscal.
Huiro de Marcelino J
nomeando a Joaquim Pedro d < sti M
caixeiro de sua casa de comracri 1, em wi
luico a Jou Rodolpho \. de \ lo. I
op. Fr. Pedro Goncalvcs, sero feitas pelas mas do | thusiasmara-se por ter um discpulo igualmente
>s e '.'."^ l1,1 Alfandega, CadeiaVelba, Corpo Sanio,' sectario do mesmo systema, e diligenciara forli-
j Viga rio, Trapiche e Cruz, e as sabidas pelo largo ficar cada vez mais, a disposico natural de Sella-
do Arsenal de Marinha e Caes do Apollo. < myl nossa vista numerosa, t'o espalhada no 0-
2. Na frcgiiezia de Santo Antonio os carros, riente.
que verem da Boa-Vista, faro suas entradas pe- Schamyl lem ama estatura regular, cabellos
'as ras Nova, Cabug, Crespo e Queimado, S9-1 louros, olhos pardos, coreados de sobroncelhas
bem desenhadas, nariz regular e bem feito, boca
hiudo pelas ras de S. Francisco, Cullegio, tra-
vessa Jo Ouridor, ras da Boda, do Sol, Flo-
reolina e Bella, c os que rierem dos Allegados
O parlamento ser provavelmenle convdalo a
le a proxi .1 urna questao
seria, Nao podemos
isas de qui sero mui di-
1 1 lites as opinies a respeilo, mui lo:
' : leba I lo pouco salis-
: !' i lo-
ro usar pagar por despezas que julgar indispon- entraro polas ras Direila, Livramenlo e Quei-
saveis para a sua seguranca.
II1 alera de luo um argumento irrofutarel, o
- : q conlrahir-se empreslimos para
preparos de guerra, em urna poca toda de paz,
cousa extraordinaria, e fra de proposito. O
lim do toda a economa, o ordem finanecira
evitar que as despezas ordinarias se facam por
empreslimos. E de mais, hoje sao os arsenaes,
amnhaa sero os navios, a fundirn Armstrong,
e as novas carabinas. Finalmente a nica con-
ida que em lal raso deve ter um legislador
prudente c sensato, regeitar a proposicao do
emprestimo.
lis como se discutir de urna e outra parle, e
podemos desde j crer que os debats sero enr-
gicos, e a soloco duvidosa
(7't'mesSveira.)
DIARIO DE PERNAMBUCO.
1 de um facto que oceupar a at-
me sSaa
: p ir isso que con-1
Pelo vapor da companhia pernambucana,
Persinuaga, entrado dos portos do sul, recebe-
mos jomaos de Sergipe at 2G do passado, c de
Ala,'oas.al.'i do correnle.
Y..i\ ambas ellas ludo se achara no sait 9110,
que s'ie ficar as cidades por onde lem passado
SS. MM. II.
Em Macei, na noile do dia 27 deu-se um con-
nha c os de po-
que foram espancados por aquellos; s 101
mado a sabir na ra ao Crespo, o sahiro pelas
ras estreta do Bosario, Hurlas, Martyrios e
Augusta.
3." Os carros que do campo vierem pela frc-
giiezia da Boa-Vista entraro pelas ras do Co-
tovello, Gloria, Caes do Capibaribe, e sahiro
pidas ras do Aterro, Arago e Sebo, entrando
os que vierem de Olinda pela ra de Santo
Amaro.
i. Os mnibus faro a sua entrada e sabida
pelas ras Nova, Cabug c Crespo ; o quando se
enconlrem com algum carro na ra do Cabu-
g, pararo para dar passagom ao mesmo
carro.
5." Os iufractores do presente reglamento
incorrero as penas do artigo 1" das posturas
municipaes de 18 dejulbo de 1855-Afencor
Araripe.
Escrevem-nos de N. Senhora'do O' de Ipo-
juca o seguinte :
2 de fevereiro. Nao temos fado algum a
registrar acerca de crimes commeltidos, era
mesmo quanlo sua reprosso.
As chuvas que por c lem cahido desde o
comeco do anuo lera animado bastante os nego-
ciantes de assucar; lodos os domis agricultores
oslao salisfeilos, c os prophelas desle torro an-
nunciam bom auno para as lavouras.
No dia 6 de Janeiro ultimo leve lugar a fes-
la de N. Senhora do O'. Os solteros fe.slejaiain
pequea. Seu rosto lem "urna blancura c finura
de pello, que o distinguen) de seus compatriotas,
com naos e pes reconhccidamcntc bem foitos, seu
passo lem nobreza e dignidade, posto que a ininio-
bilidude de seus bracos, quando anda, revelle lo-
go a laciluriiidadj d seu carcter.
Peifeilatnentc senhor de si, exerce um imperio
invencvel sobro lodos, que o rodeiam. Anda
nos momentos do mais grave perigo, suas feicoes
conserram urna serenidade inalteravel, uma im-
passibilidade de podra.
Com o mesmo sangue fro, com que conJcm-
nava ura criminoso a morte, premiara com uma
espada de honra os mais bravos dos seus compa-
nheiros. Elle se cutreiiiiba sem manifestar o ie-
uor symploma de colera ou vinganca, com os trai-
dores ou criminosos, que tinha d condemnar
pena ultima.
Consideraudo-se a si como um instrumenlo na
mao de um ente superior, como Sophi, olhava lo-
dos os seus pensamenlos e projectos como rere-
laces iuimedialas de Dos. Su sua apparencia
exterior intimidara c inspira va respeilo, sua elo-
quencia seduzia e eleclrisara. Todo o lempo,
que lhe restara de suas oceupacoes publicas, era
destinado leitura do alcoio, ao jejura e a ora-
cao;
rem estes |ue assim pensara concordaro
nos in lica la ser suffieicnte, e o
raro requiailai S lalrez 10 milhes
oximo viu.euro [1860 E natu-
ral |; im de todos os lados na cmara
res 1 mira essas despezas. Uma
na lo consideravel em prega Ja com o lim
de remover um
lalrez desperl
pracas motoras desso facto para surera
com todo o rigor. nj f
1 a ... n?. ..- j. 11 .. j lc\d. vigano da frcguezia lera consegu-
.,.1 ; ,' l ti J r? a\mT : 'l0 Cab com'os folguedos denominados-pre-
Irancisco, o seguinlc extracto; 1 sepes-cuja consequencia, s rozes a perd, o
perigo quo jamis nos ameacar.i,
iea indignaco da sociedadoda paz; -i", .
enlrelanlo que grande numero daquelles que nao ;''
partilham das suas opiniesjulgar que nao con-
i-aijili.i dos mares aceitar antecipadamen-
te a poafcao de uma potencia ameacada o blo-
queada. Porem nao consiste uislo a questao pa-
ie chamamos a alteuco publica. Nao nos
oceupa ueste momento saber se Portsmoulh,
1 'm, e os oulros arsenaes, dcrOm oblerlOmi
es ou mais para ser defendidos contra um
igo qualquer; quanlo a islu os ministros
is -cus fins, c as obras sero cons-
truidas. A questao consiste cm saber como se
Oblar essa somma.
Dois sao os meios que se aprcsenlam parache-
gar-se a soroclhante fim: um 6 o recurso a um
'sliina; o onlro acreaeao de urna conlri-
Luiro que durar anuos. Ambos es.ses ftieios
to 111 OS seus defensores, e esta uma questao
sobre a qual podem discordar os homens os mais
sensatos. Ha muito que dizer de ambos os la-
dos, e quando so hourcr dilo ludo, a decisao
nem por isso ser mais fcil que d'antes.
Os argumentos daquelles que opinara pelo em-
prestimo sao pouco mais 0:1 menos os seguidles :
Adcfeza dos grandes portos martimos do reino
nao obrigatoria a uma s geracao; porque es-
t claro fue to ranlajoad para a pasleridade,
como para nos meamos.
A forea, a repulaeo, c a existencia da Inglater-
ra, dependen) do poder da sua marinha, e nao
parece provavel que esleja lo prximo o lempo
era que possamos totalmente descancar na se-
guranca da nossa grandeza nacional. As fortifi-
cacoes de PortsmoiJTr nao sao feitas, com o fim
de desviar um perigo transitorio, ou de eritar
para os nossos contemporneos o embaraco do
resistencia por mar, este ouaquclle inimigo ;
futuros do que urna, defeza contra perigos ellas
nao sao o resultado de um terror pnico, nao
sao dirigidas somcnle contra o soberano actual
Consta-nos que em Valonea foi assignado
entre os Srs. consellieiros ministro do imperio e
Goncalvcs Marlins, um contrato para a nare-
| gaco a vapor do ro S. Francisco, desde o Pe-
nodo at Piranhas, garanliudo o governo geral
3Jconlos;e as duas provincias de Alagoas e
Sergipe 15 cotilos cada uma.
A ser exacta como presumimos, uma to n-
teressaiile noticia, felicitamos ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincia pela idea que teve em di-
rigir-se ao Exm. Sr. conselheiro Goticalves Mar-
lins para a companhia de navegeco bahiana to-
mar a etnpreza da navegaco do "rio de S. Fran-
cisco, enviando depois todos esses papis ao Exm.
Sr. ministro do imperio, para que este fizesse su-
bir ludo ao alto conhecimento do S. M. I.
A realisaco do um lal contrato traz innu-
tnerazeis beneficios a esla provincia, que ha de
ir pouco a pouco colhendo os melhoramenlos
moracs c materiaes, que devem resultar ella
da risita imperial, para o que necessariamente
muilo concorre o digno presidente da provincia
que comprehendeu a sua misso administrativa,
o teni-sc collocado na altura que lhe compele.
Honlem vimos uma carta da Babia, de pes-
soa competente, dando a certeza da assgnalura
do contrato.
Felicitamos a provincia, c ao seu digno ad-
ministrador, u
PERNAMBUCO.
REVISTADIAMfl.
Somos instados para que, por nosso inter-
medio, cesse uma pralica que alguem da ra lii-
reita desenvolvc com grande sem-ceremonia ;
prlica que no entretanto tanto lem do iromunda
quanlo do abusiva e iucommoda para os vizi-
nhos.
Consiste esla prlica em fazer esse alguem, ou
alias cerla familia dalli, praia da ra, na qual lan-
ga todas as porcadas da casa, poupando assim a
despeza do despejo !
Ha lugares designados para este fim, e s nel-
do algumas innocentes, c sempre o cscarnco
religio. ltimamente cm um luga rejo perlo des-
ta povoacao ia-se dando comeco a um desses fol-
guedos, eo Rvd. ligarlo, por relos persuasivos,
fez que seu autor o desarmarse.
Grande impresso lera feilo 110 animo de al-
gumas pessoas a obra que presentemente com-
pe o Sr. Cumming, na qual pretende a consum-
maco dos seclos no vindouro 1867 ; mas como
elle reserva a Inglaterra, eu vou aeonselhando
aos limoralos que se niudeni quanto antes para
esse paiz, afim do escaparen) da cataslrophe.
A varila tem-se desenvolvido por c, mas
lera sido benigna.
Afeira nao foi raulo concorrida durante o
mez lindo, veudeu-so a carne verde de SJ a 103
a arroba, a farinha de C a SOOreis a cuia, o foi-
jo de 1JS120 a 1#60 a cuia, o azeite de carrapa-
t to de 40J a 500 ris a garrafa. Os mais gneros
] alcancaram piceos regulares.
Fallecern) o foram sepultadas no cemiterio
: publico desta povoacao durante o mez lindo 11
1 pessoas livres e 5 es'cravas Total 16.
Nova bxpbdigo a mi un iba ao tolo rc-
tico.Lemos no United service gazclle que uma
oulra expedico rtica est preparada para largar
depois da primavera.
O Dr. Z. J. Hayos, cirurgio da expedico Ka-
ne, collocou-se na fenle della, iiiteiamente
sustentado pelas associaces scientificasdos F.s-
tados-Unidos, que cooperarara para ella com o
maior inlcressc.
O seu principal objecto completar os explo-
races comecadas pelo Dr. Kane, c determinara
questao da abertura do'mar polar c oulros pto-
blemas scienlilicos que com ella leem re-
laco.
A sociedade geographica fr-anceza, c oulras
eminentes, cxpressnrain o desejo de contribuir
com seus fundos para esta expedico; porra
urna raui justa ambico torna-la exclusivamente
americana, como pretenden, nos Estados-Uni-
dos.
Aquanlia exigida de 30,000 dollars. Como
ale aqui nao ha razio para seguir a derrota das
ltimamente, so raras rezes c cm circumslan-
cias importantes que pcssoalmenle tomara par-
le nos csrobalos c as batalhas.
Nao obstante sua actiridbde sobre humana, S-
chainyl era extremamente moderado c severo no
seu modo de rivec Dorma pouco, c s vi tes
retara noites inleiras sera que moslrasso pela maV
nba signal algum de fadiga. Cumia pouco, e s
beba agua. Tinha mandado fazer pelosdiserlo-
res moscovitas uma casa de dous andares ao gus-
to da Russia, Conforme os usos musulmanos,
tetn limitas mulheres; em 1811 linha tres, sendo
a favorita Dur-Karenien, (a perola do liaren) que
era una Armenia de uma rara formusura.
Schamyl nao era s guerreiro e general, era
tambem sacerdote, legislador e reformador. Pru-
dente na escolha dos meios, feliz na applicaco
delles, hbil em aprovcitar-sc das circumslancias
existentes, c a cria-las, quando dolas necessila-
va, salisfez uma missao, que assegura ao seu no-
mo uma pagina bullanle na historia, A naro,
frente da qual elle estove, devc-lhc cssa exis-
tencia do nacao, que "o t lea a nao ser elle, e
essa fuzo do elementos os "mais heterogneos
n'uraa massa nica e indissolurcl, cssa pllianea
de uma inultido de racas to divididas entre si
pelos coslumes, tradieco, o odios hereditarios
offereciam obstculos quasi invendris, mas que
elle venceu.
Para o conseguir era uecessario destruir o po-
der de chefes numerosos e bellicosos ; e, apenas
um homem do povo linha de julgar principio, re-
conciliar partidos religiosos; ......combaler um
minotauro mais lerrivel, qual era a (alai vingan-
ca do sangue, que f zia suecurabir lodos os anuos
os mais humos persunagiois do paiz. Lia preciso,
o que mais ainda, substituir cousas reinas por
cousas novas, e construir ousadamente com urna
das mos, em quanlo destrua com oulra. A lo-
dos seus Irabalhoselle imprima o cunbo do ge-
Dio, e para melhoros firmar proclamava-se so-
berano por graea de Dos.
As reformas lfecluadas por Scharavl nao se li-
mitaran) ao exterior, como entre os turcos, e nao
comecavam por pantalona c capotes para acabar
pela ruina do Estado. Eram reformas exigidas
pela necessidade do momento, inspiradas pelas
circumslancias, em que naco eslava, e sempre
couformes ao sen espirito.
Pela fundaco do una nova doulrina, enser-
iado como um ramo fresco e novo na arvore ve-
Iha do lslaud, elle apagn o odio rancoroso das
seilas rivaes, at enlo em guerra coiislatile, e
prcudeu entre si as tribus divididas do Daghes-
lan pelo laco solido de una crtica commum.
Foi este o passo mais importante; porque uma
crenca commum foi penhor o para todas asragas
de ura odio unnime contra os Russos.
Por algumas expettices militares terminadas
com fortuna, Schamyl augmenten c forlilicou a
coiifianea c a coragem d.is tribus, que lhe ob-
deciam. No tumulto da guerra, elle levo ainda
lempo de criar ura noro cdigo, defender um ex-
nislrativo, Schamyl recompensara es serricos
com armas, muuices, gados e as rezes com d-
nheiro.
D ipois da organsaeo dos murlosigaton fun-
dou ter diferentes ordens para recompensar as
facanhas de seus adherentes.
Em 1842 lambem inlroduzio no excrcilo uma
corla hierarchia regular a mancira doscur i]
Os lias nai6s principos tiveram o titulo de ge-
neraes, os restantes eram capilaes.
Signaos exteriores, multas, e finalmente a mor-
Ic eram as penas para castigar os delinquentes ;
o a pena ultima era honrosa ou infamante se-
gundo o delicio ; a Iraicao era punida a tiro ou
a punlial.
Schamil reinara romo monarcha absoluto so-
bre as tribus de Daghestan e Tschetschnia, quo
lhe estaram sugeilas, e lodos os seus esforcos
linhain por fim a fundaco de um novo reino n-
dependenle.
A'm de fazer crer aos poros sobre que domi-
nara, que Irabalhava de accordo com ogro-lur-
co, e o bach do Egyploteve a habilidade de os
convencer de que se communicava directamente
com Dos e o propheta.
F.nlretnalo s uma ou duasvezes no anno go-
zava desse favor celeste, e de ordinario era antes
de alguma grande empreza.
Para se preparar a esse acto solemne relima-
se a uma grua, onde passara tres semanas cm
jejuns eoraees. No lim desse tempo reuna os
seus principaes amigos e chefes, e communicava
os segredos que Mahomet em forma de pombo
lhe havia annunciado.
Os cais c os motiahs vollavam s suas aldeas,
contayam ao povo os millagres que linhain visto
c ouvido, eo paiz inteiro renovando o seu jura-
mento de (idelidado ao Imn e de odio aos Bus-
sos exclamavam cheios de enihusiasmo que
Dos grande, Mahomet o seu primeiro pro-
pheta e Schamyl o segundo !
Schamyl nao podia deixar de ter inimigos po-
derosos al entre os seus prenles ; por isso nao
admirava a grande guarda que sempre o acom-
panhava, seguindo nisso lambem o uso da Asn,
onde o respeilo se concilia mais pelo apparalo da
torca.
A fortuna, porm, nao coronu os desejos de
Schamyl-, o principe Bariatinskv fazendo a guerra
do laneasso com uma energa infaligavel, c cora
urna tctica regular obrigou o relho Imn a de-
sistir de seus projectos gigantescos. As ultimas
vanlagena Oblidas pelo general Erdokimoff o de-
cidiratn a depr as armas, e a cntregar-se ao ge-
neral russo.
Schamyl foi mandado para S. Petersbourgo,
acompanhado de sua familia e do muilos beysde
grande ra_a.
No momento cm que so enlregou, Scbamyl
possuia, segundo dizem, cinco milhes de rublos
de prata, cuja possesso lhe foi assegurada.
A entrega de Schamyl um facto de grande
imporlancia para a Russia, porque ella so vi' se-
nhora sem conlestago de todo o vertenle orien-
tal do Caucasso, que por espaco desessenta an-
nos lhe lem cuslado tantos homens e tanto di-
nheiro.
Huiro de Barot \ Companhia, pedindo o r
Irn da procurai o que ajunlaai, Rpgistre-i
Huiro de llyppo ilo da Silva, agente I
pedindo para substituir por outra o -
visto ler este dse retirar temporaria;!
r.1 da provincia.Preste a nova Qant
especial do commercio, c rolle.
Outro de Manoel de Azeredo Pontes, pedini
por cerlido o Iheor de seu contra
Jos .Uves remandes. Comorequer.
Outro de !'.. A. Burle \ Companhia,
o con/iecimnli> dus noro* a wmho dli
pagaram.Volle ao Sr. desembargador fiscal.
Onlro de Juo Vieira de .Mello e lol -
nio Domingos Piulo, inform i
gislro do seu contrato social.Nao l< n
registro sem que seja alterado o art. 'J '
Irato.
Outro de Jos Alvos de Lima e Jos
Soares, lambem informado, pedindo
do distrate da sociedade que Dzeram !
tro-se.
Nao havendo nada a Iratar-se, o Sr.
encerrou a sesso.
SESSAO JUDICIARIA EM 6 DEFI \
PRESIDEXCU DO 1AM. su. DESBMBASCA1
SOI /\.
A meia-hora da tarde, pr< -
desembargadores Villares < Silra Guii
depulados Basto, l.emos e Sveira,
presidente declarou aberta asess
approvada a acia da antecedente.
Pela fall de comparecimento dos Sn les
bargadores Gitirana e Guerra, e d
e supplcntes Enarque e Vellozo S
nuara adiados os feilos que o foram na -
passada, eporassignar o accordo mencic
na acia da mesma sesso.
Foi desi -.'na!" o primeiro dia til pai 1
niento das appcllacoes em que sao :
Appellantes, D. Raphaela i: 1 \
lar, por si e como luiora de seu lilho
appellados, os hordeiros de Franc! \
Peroira dos Sanios.
Appellaole, Tiburcio Valeriano T!a lisl 1
pollada, I). An!,angela Mara Ramos
oulros.
DILIOEXCU.
Handou-se ourir o Dr. curador geral
pellaco em que sao :
Appellante, Vicente Jos de Etilo ;
dos, D. Mara Isabel de Jess M, quilu
Anlot.io Peteira, como administrador de sua mu
Ihcr e lulor do menor Jos Peres de M
Dr. curador geral.
Nada mais houve a tratar
Btto Rahcel,
Secretaiio interino.
:.
Helaco dos baptisados havidos na fregu-
zia da Boa-Vista, de 'J de Janeiro a 1 de feverei-
ro de 180 :
Ninpha, parda, nascida ha 2 mezes e meio, filha
legitima de Marcelino l'.slevode Lima c Ade-
laide Estevao de Lima.
Graciliano, pardo, forro na pia, nascido a 12 de
agosto do anno passado, lilho de V,eandra, cri-
oula, escrava.
Mara, bronca, de 5 annos de idade, filha nalural
de Ignacia Mara da Conceico, sol teira,
Joanna, crioula, nascida ha 1 mez, filha de Lni-
za, crioula, solleira, escrava do Antonio Sera-
fim da Silva.
Idalina, branca, nasrida a 2 de agosto do anno
passado, filha natural de Manoel Joaquim da
Molla Paz e Mara Joaquina de Jess, solleiros.
Maria, crioula, nasciia em 30 do novembro do
auno passado, filha de Surea, crioula, es-
crava.
Guilhermina, branca, nascida em 25 dcoutubro
do mino passado, filha legitima de Bernardo
Rodrigues Gramoso Costa e Alexandriua Urba-
na de Magalhes Cosa.
Amia .lospphina, branca, nascida a 20 de agosto
de 1838, filha legitima de Jos Gorjan e Isabel
l-lorinda da Silva.
Luisa, branca, nascida no Io de novembro do ati-
no passado, filha legitima de Antonio I.eal de
Barros e Joaquina Cavalcanti Leal de Barros.
Casamentos :
O soldado Pedro Miguel dos Anjos com Marianna
da Conceico-pardos.
Francisco Pedio de Soliza com Jacinta Candida
de Mello, hrancos.
Manoel da Silva Neves Coulinho com Francolina
Nunes de Paula, Dram
Felismino dos Santos e Silra com Maria Bosa da
Conceico, hrancos.
Passngeiru3 do vapor Persinunga, entrado
de Macei :
Primoiro lenle Francisco Romano Slepple,
sua senhora, um criado e urea criada, Jeronymo
Loaren, V. I". D. Leal, loaquim da Suva Tenes,
Comiminicailos
Ucsi>sa do iinii^o ausonlc II4--
ra-l>to.
Vot eher.Depois de harer passado 1
ficilima prora de una reeloca, e i.
apresentado ao publico ladeado das sysapal
eleiloraes, vou apparecer ante a barra da
nio publica, o dar conla do juizo, que forn.
la carta ha dias recebida, pelo 1
batalho de artilharia a p : continuar
quillo e sereno a Irilhar o camiulio da ver!.
ra amizade, embora te atllijas alguma-
commigo ; entretanto vai ouvindo, e perd
teu amigo ausente, as verdades amarga, para
leu ensino, gloria o esplendor de teos 1
radas.
A impostura e o pedantismo, quando rcrMi-
dos rom a rota capa da hvpocrsia, lorna-sc in-
toleravel e dignos de todo reparo e con.
quando recbeiados de nexaclidi
adrede propaladas.com o reprorado urtei
molestar conduela do leu comm.indanle. W
preoccupai-o e lastimosa cegucira por certo a
la, nieu charo Ileraclvlo!. Se conlin
sim, desprezare a leitura de teas caitas, allaa
corrompen! o espirito, bem longo de o deleilai
eu me explico, vai-nie ouvindo.
O depoimenlo de cinco ofliciaes mais gradua-
dos do 4o balalho, atlesla o contrario do
narrativa, e al mesmo do proprio offendido .
tal laclo se nao dora se nao na la escaldada
phantasin, com o fim nico de encubrir* as tua>
repetidas fallas. Bofetada, met charo Ileracly-
lo, dada de mao aborta na fa.c de oulrrm. >
nao um murro ou soco as venias do Mriged 1
cabo, deixando estampada a ferrugem, >
lama encontrada no cano da \elha arma. \
digoeu? qual, al uislo mcniis! A arma exis-
te para quem as quizer ver, nova c bem nova,
do trinque. O despeilo c o rancor do um lado,
ambico c a relaxaco de oulra, te iulalaram de
um modo lal, quedstes por paos c por pedra>,
para somcnle encobrir as las fallas na quaiid..-
de de commandanle de companhia, e principal-
mente nesla importante occ*sio, era que o nos-
so Excelso c Virtuoso Monarcha tinha de pas*ai
revista ao balalho, coreo afiual passou.
Anda nao satsfelo com lana m|vonlade r
;'riu'sia, escouceastts a tolos com uma brala-
lidade sem cxcmplo, no ascapauoo tcquer os
1 .MUTILADO 1


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 7 DE FEVEREIRO DE 1860.
tres coronis, que forrnaram o consclho de in-
vestigago do vosso calumniado commandante.
E' rauilo abusar da paciencia dos leilores, e da
minha credulidade I Amigo Heraclylo, sedo
mais amigo da verdade. Quo, disse en commigo:
pois tres velhos coronis, carregados de anuos e
de bous servidos, chcios de gloriosas record a-
coes, ho do fall3r a verdade, acorocoando a in-
disciplina ; toda a ollicialidado do < batalho,
seu digno e Ilustrado major c oulros oflioiaes
que juraram contestes, negando o facto tal qual
narrastes; o s tu, Heraclylo, s o verdadeiro ?
De reslo tem paciencia, e ouve o final da festa.
que o mais importante : julgo mais que muito
necessarto na qualidade de leu amigo o en-
marada, que a doulrina do defunto condo rei-
nante do Lippe, lo ensine o bom caminlio, para
um dia tornar-te til a patria que te suslenla.
Com esta termino, pedrada a Dos, que a la
parte nao soja julgada falsa (como me parece) o
lenhas de sabir losqucado em vez do la, que
procuras: o queja estou sentindo.
Adis al breve.________O amigo ausente.
Publicares a pcdldoT"
liberaba.
O ex-juix municipal de Vberaba aopublico.
Tendo apparceido no Jornal do Commercio
n. 159 do correte auno, 'na correspondencia
do Sr. Joao Tedio Xavier de Salios, ex-collector
oeste municipio, na qual este scnbor procurou
rtdicularisar-mc e ferie a minha reputacto, nao
posso dcixar ele dar urna satisfcelo ao publico,
em resposta a essa correspondencia, o que cu de
certo nao faria, se ella l'ossc tao .somonte lida
pelos meus amigos ou por aquellos que de perto
me conhecem.
Tondo de paite a discripc&oimaginaria que fez
o ex-collcclor da minha chegada a este lugar
indo o quo vio em seu eapelho, pondo do
paite as allusoes insultantes que me dirigi, usan-
do de Iinguagem c maneiras proprasdo urna ca-
neca eslonleada, cujas con las otamos ajusfando
en juizo, entrarei na anatVse, ou em defeza da
isla do Sr. procurador fiscal, que o dito ex-
rolleclor junlousua correspondencia, fuud.iii-
do-me nos documentos ns. 1 e 2 abaixo trans-
cripto.-.
\ resposta do Sr. procurador fiscal censura:
1. o retardamouto na marcha do processo ; 2."
dnr-so pagamento a dividas maiores de20
ni pedidas por libello e sem haver appella-
cao ex-oflicio ; 3." reduzir-se a heranca jacenle
a2:15059C9 quando era clla-de 8:5SOJ72: 4",
analmente, consentir-se o invenlarianle libertar
duas crias de heranca jacenle, embora enlrasso
com o valor das mesmas para a collectoria.
Ao aesumira vara de juiz municipal e de or-
phaos dcste lermo em mciado de 1853, os pri-
i.ieros aulos que vieram a conclusao foram os
de ausentes da inventariada Emmercnciana An-
gela de Cassia, e invenlarianle Tlicodoro Goncal-
ves de Oliveira, hoje tambera fallecido, mijo in-
ventario eslava parado desde 1832, por nao ha-
ver juiz que nclle quizesse funecionar, piis de-
rara-so todos de suspeils ; preferindo antes hi-
lar com dilllculdades, do que mostrar-mo fraco
lunccionei nesses autos ale lina., pois para isso
n sebo do estado un ordenado.
Emquanto 1* parle da resposta do Sr. procu-
rador fiscal, confessarei que houve demora, que
i conclusao final, isto, alea ultima arrematacao
levou a mos ; porm sabe perfeitameote o Sr.
procurador fiscal, pois tem sidu juiz, que a com-
plicado e relardamento de um processo provm
mullas vezes de causas iudupendentcs da vont -
de do juiz, tanto mais quanto a casa inventariada
era coromercanlc autiga ; alcm dessas conside-
rar-ocs di ve o Sr. procurador fiscal atteodermais
que em iodo esseespaco houreram muitos nter-
vallos, en. que liravam esses autos paralysados
como sejam sute mezesemque estive com* a vara'
de direito, (i mezes de demora de consullas
thesouraria, urna ao Sr. ex-colleclor, oulra mi-
nha, e oulra do actual coilector, convocaeao de
credores no Rio de Janeiro, do l.erdeiros,"ferias,
ote diversas diligencias foro da cidade, j como
juiz municipal, j como juiz dedireito, para pre-
sidir alguns julgamcntos, rm quo o proprlelario
>'ia impedido, alara dos 7 mezes cima ditos.
sem sempre apressando-se a marcha de um
se faz justica; antes algumas vezes alro-
pella-seo direito tanto mais quanto com essa de-
ii.ora a heranca jacenle leve um lucro de ...
1:7223891, pois que a esclava Rila leve um bur-
o 'i" 81)21891, e duas crias, ambas no valor
OS, cun isso porcm nao quero justificar a
demora, apenas faro de passagem essa observa-
do ; o rjne c" cerlo porcm 6 le os autos nujoca
se demoravam em conclusao.
Emquanl > segunda e terceira parle da mes-
illa resposta, dirct que, ao lomar o processo, som-
mavam eiito os bens do inventario 16:968{>i8 I
e ordenando cu as parlilhas, o invenlarianle re-
quereu baixa em duas mela-aguns ordinarias, e
era parte das dividas activas, por ler elle resga-
alguns crditos passivos, visto que, lendo-se
do o invcnlario desde 1852, nao podia elle
sem grande prejuizo, paralysar o seu negocio, as
Iransaccoes, a cujos pagamentos attendi,
por ter apresentado 15 documentos legalisados,
e pelos quaes mostrara ler pago 11:704*380, e
requereu mais nova avaliaco cmcerlos objectos,
que pela demora de 3 anuos linham una alig-
ado de valor, e oulros linham produzdo,
pelo que, procedendo-se a avaliaco, resullou o
accrescirau de 5:490g970. Ora," diminuindo-se
11:7049380 de 16:963*480 temos 5:2599100, que
com o accreseimo fazem 10:7509070, monte-mr
para as parlilhas ; e procedendo-se a ellas 3mi -
depois do meu priinciro despacho nesses an-
damento s cusas da quanlia de
300$, ao funeral 699, ao credor Lourenco Gon-
calves Castanheira, l:7u59080, ao credor baro
do Campo Foinioso. 4:3739223, os quaes apre-
senlarara crdito e documentos que, dispensando
juslilnai oes e libello?, nao necessilavam do ap-
pcllacoes ex-olficio, art. 32 do reglame uto
ii. 150, art. 'J do regulamcnlo n. 22 e art 49 do
regulamcnlo n 2,.i:J sendo laucado do inven-
tario o creder Reinaldo Jos Pint por nao apre-
sentar documentos, e pedia 4:b7^GO, viudo a
si i por conscgiiinte o monte parlivel 4:302759,
cabendo aus herdoiros ausentes a escrava hita
avallada por 600$, e no fundo da Inja 1:5503969
o que perfaz a quanlia de 2.1509969.
Lis a razao por que, sommando em principio
os bens do inventario em 16:963880, veio afln.il
soramar em 4:3019839; e nao podia deizar de
issim, visto que as dividas passivas excediam
ao moii e, o haveria lalvez rateio entre os ere-
dores se Bernardo Jos Tinto legalmenlc se ha-
bililasse. O Sr. procurador fiscal sommou o ac-
tivo, porcm nao o passivo.
Emqiiaiitu parte da mesma resposta, diref,
que nao me arrependo de ter consentido na al-
loma das crias Jos e Albcila, iilhos da escrava
Ha, pertencentes heranca jacenle, alforria
elle
Documento n. 1.
O escrivao, era cujo cartorio pendem os autos
de ausentes, em que invenlarianle TheoJoro
Goncalves de Oliveira, o invenlarianle Emmercn-
ciana Anglica de Cassia, me certifique ao pe
desla : Io, quando se inslaurou o invcnlario, e
em que data comecei a despachar nesses aulos ;
2o, quaes os juizes que funccioiuram nesses au-
tos, e so deram-se ou nao de suspeils ; 3,
quanto sommram os bens desse inventario ; 4o,
quanto so deu baixa e por que ; 5o, quanto licou
para monte-mr, e desso quanto se pagou de
costas, funeral e dividas, e quaes essas dividas;
6_, se os credores dessas dividas a presen tarara ou
nao documeuios para essas cobrancas : 7o, quan-
to licou de monte parlivel para o "meciro inven-
larianle e herdeiros ausentes ; 8", quaes os ob-
jectos e seos valores que sahiram para os her-
deiros ausentes ; 9", por quauo foram avalladas
as crias Jos e Alberla, Iilhos da escrava Rita ;
10, qual foi o maior lanco que acharara em pra-
Ca ; 11, com quanto entrn o invenlarianle para
a collectoria, pela alforria das crias Jos e Alber-
la ; 12", quanto entrn para a collectoria da ar-
remataran da escrava Rila ; 13, se j foi arre-
matado o fundo da toja pcrtenoenle aos herdei-
ros ausentes, e se nao foi, porque : 14, se do
inventario foilancado para via ordinaria algum
credor, e de que quanlia ; 15", se o inventarian-
| le era ou nao inleressado como credor, que quan
i lia pedia para ser pago, e quanto selhe abonou ;
i 10" quanto cresceu a segunda avaliaco dos bens
por ni i m ordenada ; 17', em que data ordenei a
i partilha, e em que dala se proceden a ella. (Ttido
isto em breve relataroi.J Uboraba, 13 de outuhro
, de 1850.Constantino Jos da Silva Braja, juiz
I municipal e do orphaos do lermo.
Jos Mjria do .Nascimcnto, labelliao publico
nesta cidade o seu termo, na forma da le, ele-
Certifico que revendo os aulos de inventario que
se procedeu nos bous da finada Emmerenciana
Anglica de Cassia, del les consta o seguiule ; Io,
que o dito inventario foi instaurado a 10 de 80-
lembro de 1852, e que o Sr. Dr.Constantino Jos
da Silva Braga, como juiz do orphaos, comecou
a despachar nos ditos autos a 17 dejulhode
18aa ; 2", que funecionaram nos ditos autos como
juiaos de orphaos e ausentes, alm do Sr. Dr. Sil-
va Braga, os Srs. commendador Jos Quinlino
Teixeira, Pedro FranciscoToixeira da Rocha, Dr.
Jos Uartins Alves, Jos Elias de Souza, .Manuel
Simes do Son/a. Antonio Goncalves da Cosa o
Jos l'erreira da Rocha, dando-SC todos de sus-
peils, excepeo do Sr. commendador Teixeira,
dous despachos, e
nada pelo invenlarianle porque, declarando
que essas crias erara seus Iilhos, documento
n. ,,c que cstava promplo a entrar com o quan-
lia equivalente, eu nao podia obrar de ou-
lra mancira. As crias foram avalladas purOO-
sendo Jos porl3(ljc Alberla por 500^; o maior
lanco quo acharara foi o de 100^ sobro cada urna
aellas, o oll'erecendo o invenlarianle essa quan-
lia oecessariamenlo devia ter a preferencia, pois
era para .iberdade, c tanto isso foi justo, que o
regulamento n. 2,433 o tem determinado no
art. 93, e O contrario do que obrei seria estar
toradas vistas do goveino, que tanto protege a
liburdado ; esta foi a razao que me moveu a
consentir na liberdade dessaiduas desgranadas
enancas ; e nao na amizado que me votva o
invenlarianle, como quer dar a entender o Sr.
salles, pois se quizesse obrar s cegas, ou
com parcialidade leda mandado pagar ao mesmo
a quanlia tfel:155j860, que pedia, c nao a quan-
lia de h! 15U30 que foi o que apenas se Ihc abo-
nou.
Serv qualro annos e mcio ncsle termo ; ad-
quir a sympathia de todos ; nunca le una
queixa contra mim, nunca dei-me de suspeito,
nem fui como tal averbado documento n. 3);
tenhoa minha consciencia tranquilla, pois que
sempre cumpii com o meu dever (documento
n. ,J para o que enho a demouslrai;ao da c-
mara de L'beraba ;documento i. 5) ; todos t.e
mostraram sentidos pela minha remoco, o que
para mim de subido aprecn ; sempro os esti-
me} e respeilei. pelo que gual relribuiQo Uve
delles. Os meus amigos de Bagagem e Arax
empenharam-secomigo para cu solicitar a mi-
nha remocao para quaiquer desses termos, mos-
trando assiin alguma considfiracao para comido
s um hornera ousou menostabar-mc, procuran-
do insullar-me, e etse homem o Sr. Joo Pe-
dro Xavier de Salles, o desiiUeressado puguador
dos direilos do lliesouro, que acaba da ser pro-
nunciado como cslellionatario dosdiuheiros da
fazenda publica (documenlo n. 6) I Sempre ouvi
dizer que o homem mais virtuoso era aquelle
que menos vicios linha; porm o Sr. Joao i'e-
dro pensa o contrario ; por isso, toreado para
com elle smente a acompanhar as su'as ideas,
direi que o Sr. Joao Pedio o hornera mais vir-
tuoso. Con/anttno Jos da Silva liruaa
L'beraba, 22 denovembro de 1859.
que apenas nos autos deu
Sr. Dr. Silva Braga que tem funecionado nos
mc3mos al final; 3, que os bens sommram
, era 16:9 39) "i; ', que deu-se baixa da quan-
. lia de 11:7o(560, por ler o invenlarianle apre-
Isentado 15 documentos, pelos quaes mosliou ter
pago as dividas da casa ; 5', que licou para o
monte-mr 10:7509070, o une dessa quanlia na-
gou-se 6: 4 ;!1I, sendo 3J para cusas, 69j
|iara o funeral, 1:705|088 para o credor Louren-
co (.encalves Castanheira, sendo mais 4:3739223
para o credor barao do Campo Formoso ; ", que
estes aprescntarain documentos para sua cobran-
ea legal.-neuto rcconhecidos e sellados, como
como consta a lis. 81 e 90 ; 7. que licou a quan-
Ha de 4:3029759 ; 8o, que sahiram em partilha
para os herdeiros auseoles a essrava Rita no va-
lor de 6009 e no valor do fundo da loja a quanlia
de 1:5509969 ; 9", que a cria Jos tol avaliada
por 139 o Alberla por 5003, ambos iilhos da
escrava Rita ; 10, quo o maior lanco foi de 100$
sobro cala urna das crias; H" que o inven-
larianle cnlrou para a collectoria com a
quanlia do MO pela alforria das ditas crias
. Josee Alhena ; 12 que cnlrou para a collectoria
a quanlia de 1:4921851 da arrematacao da
escrava Rita ; 13 quoo fondo da loja foi i do
conenie anmala lo por Francisco Rodrigues do
*>ouza ; porcm esle pedio um prazo Je lis mezes
para o pagamento, pelo que o juiz, mandando
| uar vista ao colkclor, este requereu parasecon-
su lar a thesouraria sobre o caso pedido, c nisso
esia, sendo queja esse fund foi praca duas ve-
i zes, porera nao so achou licitamos ; que do
inventario foi laucado para via ordinaria o credor
Hernardo Jos Pinto, quo pedia para ser pago da
quanlia de 4:8789600: 15, que o invenlarianle
era inleressado tambera como credor, o pedia a
quanUa de 1:1559880, porm o juiz s Ihe man-
lou pagar a quanlia do 4119980 ; 16, quo ac-
cresceu na 5' avalla ao dos bens do dito inven-
: lao a quanlia de 5:490970 avaliaco ordenada
pelo Sr. Dr. Silva Braga ; 17', que a" partilha dos
liensde inventario foi ordenada no dia 15 de ou-
lubrode 1855, e foila no dia 0 do mesmo mez. O
i referido ver I ido, o nos proprios autos me re-
l''['' '''' da beraba, em 15 de outubro do
IsjJ. escrivao, Jos Mara do Nascimenlo.
Documento n. 2.
Illm. Sr. Dr. Constantino Jos da Silva Draga.
I.' verdade que Jos e Alberla, Iilhos da es-
crava Rila sao meus filbos, por isso Ihes dei a
liberdade, sujeitando-me aos precos poique fos-
sem avallados.Sou com respeilodc V. s., ami-
go, ohrigado u servo.Theoduro Gonralces de
! Ohveira.
Nada mais coniinha na dita carta que aqu
Irasladei, deixando de escrever oscilo e o reco-
conheciraento que existe na raesma, e ao pro-
prio original me reporto. Cidade de beraba,
era 15 de outubro do 1850. Jos alaria do Nasci-
menlo, escrivao que o escrevi, conferi c assigno.
Jote Marta du Nascimenlo.
Documento n. 3.
Luiz da Silva e Oliveira, escrivao do orphaos
nesta cidade i!e liberaba e seu termo, na forma
da lei, certifico em t de meu cargo que o Sr.
Dr. Cunstanlino Jos da silva Braga, na qualida
de de juiz de orphf'OS dcsle termo, nunca foi
a verba Jo de suspeito e nem em todo o lempo
de sua jurisdicao se deu de suspeito, assim como
| nao existo nem nunca existi em meu cartorio
queixa ou denuncia alguma contra o mesmo
j beraba, 2J de outubro de 1859.luis da Silva
e Oliveira, escrivao de orphaos.
Ricardo Ferroira da Rocha, primeiro tubelliao
nesta cidade de Lucraba e no lermo etc., certifi-
co em f de meu cargo que o Sr. Dr. Constanti-
no Jos da Silva Biaga, na qualidade do juiz
| municipal o do orphaos desto termo, nunca foi
averbado de suspeito e nom em lodo lempo de
sua jurisdicao so deu de suspeito, assiin como
nao existo nem nunca existi em meu cartorio
queixa ou denuncia alguma contra o mesmo. O
referido verdade. beraba 2 de outubro de
1859.Ricardo l'erreira da Rocha.
Jos Mara do Nascimenlo, segundo labelliao
nesta cidade o seu lermo, na furcia da lei, ele.,
I certifico que o Sr. Dr. Constantino Jos da Silva
i Braga, durante o lempo que oceupou o cargo de
: juiz municipal e do orphaos dcste termo, nunca
se suspeitou era causa alguma, o nem nunca foi
poi ouireui averbado de suspeito, c nem contra
elle se deu quoixa alguma ou denuncia. O refe-
rido verdade do que dou !". beraba 24 de outu-
bro d'j 1859Jos Marn do Nascimcnto.E,' o
que se coniinha das ditas certidoes, as quaes
me reporto c dou porserem verdadeiras. L'be-
beraba25 do outubro de 1859.E eu Ricardo
Ferrara da Rocha, labelliao o escrevi.
Documento n. 4.
H Dr. Manocl Jos Pinte do Vasconcelos, ca-
valleiroda ordem do Chrblo, juiz de direito da
comarca d^ Paran etc., atiesto quoo Dr. Cons-
tantino Jos da Silva Braga, ex-juiz municipal
desle termo durante o lempo que exerceu
aquello empiego, o que aqu residi, leve, como
particular, urna conduela oxemplar c illibada,
como empregado publico cumprio sempre exac-
tamente com todos os deveres inherentes a seu
cargo, distinguiido-su como um magistrado pro-
bo e roclo.
Atiesto mais que como juiz de direito interino
presidio a qualro scsses do jury durante minha
ausencia desla comarca, e a sele julgamcntos
por impcdimonlo meu : que nao appareceram
contra elle queixas ou denuncias ; e finalmente,
que nao foi suspenso nem pronunciado em ludo
o lempo que servio. Por me ser esto pedido man-
I dei possar e irmo-o. Cidade do beraba 1 de
. novembro de l8o9.~J/anoe Jos l'inlo de Vas-
\coucello$.--\? o quecontiuha em o dito allesla-
| do que aqui copiei do proprio original a que me
I refiro e dou f. Cidade de L'beraba, em 17 de
novembro de 1859.fos Maria do Nascimenlo,
escrivao que o escrevi, confer o assigno.
Documento n. 5.
Silverio Fernandos I.eao, secretario da cma-
ra municipal desla cidade de L'beraba por no-
mcaco da mesma na forma da lei, ele, certifi-
co quo revendo o livro de registros desla secre-
taria da cmara municipal desla cidade c de be-
raba, nelle, a fl. 157 v. e fl. 1:8 encontrei o re-
gistro do ollicio feito ao Cxm goveruo pela for-
ma c maneira Ecguiule : .
Illm. e Exm. Sr.Acamara municipal desla
cidade de beraba, apreciando o mrito e dese-
joso de por em pratica os meios a seu alcance
que lenuam a produzir a prosucridado moral o
material do municipio, especialmente quando
toas ideas eslao inteiranrenle de accordo com o
penar geral db seus mujiicipes, deliberou em
sessao ordinaria no dia 4 do correnle, levar suas
supplicas junto do augusto throno de S. M. o
Imperador, implcrando a revogaco do decreto
que remove o juiz municipal desle termo para o
de Icalu, provincia do Maranho, e a conserva-
o do mesmo nesle lugar, onde lera se portado
muito dignamente, nao s na qualidade de juiz
municipal como na do ridadao particular, nao
podendo marear a sua rrputacao de magistrado
probo, pcnosamenle adquirida, e aqui be ni cons-
tituida, urna ou outra correspondencia pelos
jornaes, parlo de desafiei(;ao era unidade.
Acamara, pois, tem" a honra de enviar a
V. Bxc. a representado junta, rogaudo a V. Exc.
se digne faze-la seguir a seu destino, dignndo-
se igualmente prestar a rescrito urna informaejio
benigna, de accordo com a justica que caracleri-
sa os actos do V. Exc. na administraco da pro-
vincia.
Dos guarde a V. Exc. Paco da cmara mu-
I nicipal da cidade de L'beraba, "em sessao ordi-
naria aos 5 do outubro de 1850.--Illm. e Exm.
Sr. Dr. Joaquim Delfino Riboiro da Luz, muito
digno presidenta da provincia.--Jos 'l'tixe-a
Altes de Olivara.Venceslao l'ereira de Olivei-
ra.Joo Daptista Machado.Francisco Rodri-
gues de Sousa.iosi ttarinho de Oliveira Ra-
mos. tJalduino Jos dos Santos.Jos l'erreira
da Rocha.
Certifico mais que revendo o mesmo livro de
registros, nelle a lis. 158 e verso encontrei a re-
presentacao que esta cmara municipal dirigi a
IS. M. Imperial na forma c maneira que abaixo
j se declara :
Senhor.N'o direito de representaco o pali-
I cao, essa das mais bellas garantas conferida a
lodos os subditas, a V. M. Imperial tem a c-
mara municipal da cidade de beraba comarca
1 de Paran provincia do Minas (eraos, por si e
; seus municipes as mais charas esperanzas junto
do augusto throno de V. M. Imperial deferido as
jus is supplicas que por vezes tem dirigido a
V. II. Imporial, e confiada na justica, esse pre-
dicado eterno que caracterisa os clos do ado-
rado chele da naco brasileira, nao hesita um
. momento em acreditar que ainda esta voz ser
I allendidj, visto que o objoclo das prese ules sup-
plicas lem por baso o bo.n publico e a propria
! justica.
Scnhor, este tormo, que por muitos annns
exislio privado de juiz municipal formado "a
n.o fallar-se em um que foi logo removido, re-
cebeu finalmente com applauso a graca que se
dignou V. M. Imperial fazer-lhe com "a nomea-
jao do Dr. Constantino Jos da Silva Braga.ma-
gistrado que lem aqui sabiJo graogear as sym-
palhias geraes, nao s pela imparcialidade, pro-
: tildado e zelo com que se lem poitado na espi-
nhosa carreira da adminislrac&o da justica, como
I pelos relevantes servicos que" ueste mesino sen-
tido lem prestado ha mais de qualro annos.
\ cmara, pois, lesteinuulia do desprazor
geralquc veio causar entro seus municipes a
nolici i da remocao desse magistrado, e conven-
cida iiileiramento de que a continuado do sua
conservaco nesle lermo una medida de gran-
de utilidade publica, deliberou por si, c como
interprete dos sentimentos de lodosos seus mu-
nicipes, levar suas supplicas perante o throno
augusto de \. U. Imperial, implorando a so-
breslai-ao dessa remocao e a continuacao daquelle
magistrado no cargo' de juiz municipal desle
termo, que, sendo-lhc devedor de valiosos ser-
viros, nelle deposita confianza quo inspira um
magistrado probo o em quem concorre a quali-
dade de cidado moralisado o serio : e nem, se-
nhor, facam mossa em vosso coraco publica-
ccs pela imprensa, quo nem sempre sao o dc-
tame de urna consciencia llosa, antes ao contra-
ro, a malvola inspiracao de una outra desaf-
etelo, que coiiira si attrahe quem na adminis-
traba i .a justica se moslra recio. Esta cmara,
porlanlo, aprescnlando seus sinceros votos de
dedicacao e respeilo augusta possoa de V. M.
Imperial, nutre esperanzas do que ver reahsado
seu justo pulido.
Dos guarde a V. M. Imperial por muitos
annos como lodos havemos misler. Taco da
cmara municipal da cidade de beraba, em
sao ordinaria, aos de outubro de 1859.
Jo* 7'ci.ieira Alees de Oliveira.Venceslao Pe-
reira de Oliveira.Joao Baptista Machado.
Francisco Rodrigues de Souza.Jos Uarinho
de Oliveira Ramos.Dalduino Jos dos Santos.
Jos Ferrcira da Rocha.
Nada mais se coniinha em o dito livro ao qual
me repollo o dou minha em ra/.o do meu olli-
cio, por le-lo lido, concertado, copiado e confe-
rido verbum ad verbttm,scn\ a menor cousa que
duvida faca, e por firmeza passo o presente nes-
1 i retara da cmara municipal do L'beraba,
nos 30 de outubro de 1S59. Esta conforme, o se-
cretario Silverio Pcruandes l.eao E' o que se
coniinha na dita copia, a qual me reporto, be-
raba 3de novembro de 1859.Eu Ricarda Fer-
rcira da Rocha, labelliao que o escrevi, conferi
e assgno.=/cardo Ferrcira da Rocha.
w
Documento n. 0.
Illm. Sr. juiz municipal.Fran risco Bernardos
da Silveira, a bom de seu direilo, precisa que
v. S. mande passar-lhe por cerlidao o Ihcor da
sentenca de pronuncia dada contra Joao Pedro
Xavier de Salles, ex-collcclor desto municipio,
por denuncia do capitn Joaquim Jos de Olivei-
ra Pcnna, escrivao Jos Maria do Nascimcnto,
pelo que R. Meo.Passe.beraba, 21 de no-
vembro de 1950.Alves de Oliveira.
Jos Mana do Nascimcnto, 2 tabclliao c es-
crivao das hypothecas nesta cidade do L'beraba
o seu termo, na forma da le, certifico que re-
revendo os autos crimes que autor o capito
Joaquim Jos de Oliveira Penna e reo Joao Pe-
dio Xavier de Salles, nelles a lis. 10 v. se acha a
senteoga do Iheorscguinle : Examinados os au-
los em quo autor o capito Joaquim Jos de
Oliveira Penna o reo Joao Pedro Xavier do Sal-
les, ex-collector dcste municipio, ve-sc que o
reo em das do mez de outubro do anno passa-
do, assislindo a passar no porto de Rifada a urna
mulada do oitocentas c lanas bostas bravas,
apenas entrou para a collectoria com o imposto
de 730 bestas, havenda para si o reslo do impos-
to que completava o numero do 800 e o cjtces-
so das 800, documento a fls. 4, usando para
isso de meios fraudulento! como sejam afastar
para longo as pracas policiaes que se acbavam
comsigo para licar sem tcstemunlias, primeira,
lerceira c quarta, lauto que diz confiando ellas
de ardil do reo voltaram ao porto, quando menos
o reo esperava, pelo quo foram speramente re-
prehendidas pelo reo, e approximando-se una
deltas para contar as bostas,foi logo repellida pelo
gunda vez para longe do logar, dando em
resultado um prejuizo fazenda nacional de mais
do 4009 no enlaulo que para colluio ou para
encubrir a passagem do excesso das bostas, como
declarou nos versos dos lales que acompanha-
ram a multada 129 de bagagem, quando nao ha
mais nem mesmo Iropeiro que loque este
exorbitante numero de bostas do bagagem losto-
muiiha quinta declarando as demais testemu-
nhasque para una multada de 800 bestas bravas
sao bastantes 0 ou50 bestas para bagagem e cos-
ido.
V se mais que o ro negociava com o di-
nheiro da collectoria, o que nao s se presume
como se prova do veutic dos aulos porque sen-
do o reo possoa pobre, pois que para as suas
despezas da viagem pedio em Ouro Preto ao
Exm. barao de Campo Formoso a quanlia de
z00$,iesleuiunhas segunda,quinta, stima e oila-
va, e no dia da chegada nesta cidade de 509 o
r. dosGanettes, leslemunha segunda, niiopodia
era pencos das, depois que tomou conla da col-
lectoria comprar como com reo duas escravas.unia
iropa arreiada, carregacao de assucar para a
mesma tropa, l.OOOfl de sal, rebaler lcllras, em-
prestar dinheiro a premio, moiilar urna casa de
buhar ele, testemunhas segunda, quinta, sexta,
selima e oitava ; prova-se do ventro dos aulos
porque poucos das depois que o reo tomou con-
la da collectoria das mos do alferes Jos Augus-
to Palestino, entregou a testemunha stima 1:0009
para ella dar no porto da Pona Alta ao com-
mendador Eloi para compra de sal, e desconfian-
do ella testemunha que esse dinheiro nao era do
reo, mas sira da collectoria, cliamou depois o
alferes Palestino e com esto foram conferenciar
as sedutas com os recibos que lhe passou o reo
ao lomar conla da collectoria, e viram que esso
1:0009 perlencia a collectoria porque os valores
e os nmeros erao os mesinos de que cons-
tavao os ditos recibos. V-so mais que o reo
emprestan dinheiro da' collectoria a premio do
orphao Manoel Correa sobrinho de Rento Jos i
de Sonza, e que vindo ordem da lhesoura para
ser esse orphao sage oreo negou-se apagara
pretexto de falla de dinheiro na colloctoria, es-
tando porem promplo a fa,er esse pagameuto
com rebate, lestemunbas seguuda, stima e oi-
tava. V-se mais que durante o lempo em que
o reo servio de coilector, nunca havia dinheiro
na collectoria parase pagar os empregados, pra-
cas e leltras, no eutanlo que esta collectoria
urna das mais rendosas da provincia, cuja falta
nunca se deu durante o lempo dos colleclores
anteriores o posteriores ao reo, testemunhas se-
gunda, quarta, quinta, sexta, stima c oitava.
Ve-se mais que "o reo tomou 19 bostas bravas
era pagamento da passagem da mulada, ven-
dendo 2 em camnfio de volla a esta cidade a
Antonio Goncalves da Costa, e pondo 17 em sua
Iropa, o que dizem todas os testemunhas figu-
rando mais o reo dous senhores da mulada, o
que lancou nos talos, no entanlo que a mulada
perlencia a um s dono, leslemunha lerceira,
ludo isso para encobrir o disforc das 129 bostas
de bagagem.
O que visto e examinado julgo procedente a
denuncia do autor fl. 2, para pronunciar como
pronuncio, a pnsao e livramento o reo Joao Pe-
dro Xavier de Salles como incurso no grao m-
ximo do art. 261 4. do cdigo criminal, por se
darem as circunstancias aggravanles do art l
>! 4, 9 e 10 do mesmo cdigo nao o pronunciando
nos demais crimespor sercm de rcsponsahilidade
de nao perlencerem esle juizo. O escrivao lance
onomedoro no rol dos culpados.passe-seprcca-
loria geral contra o mesmo, visto ler fgido deslo
lugar iiilimando-se a parte para apresenlar o
seu libello aecusatorio, o condemno o reo as
cusas, beraba 21 denovembro de 1859. Jos
Teixeira Alces de Oliveira Nada mais conii-
nha, nem declarava em a dita sentenen que aqui
liz trasladar dos proprios autos a quo me repollo.
Cidade de beraba, em 21 de novembro de 1859.
Jos Maria do Nascimenlo, escrivao quosubscre-
vi, confeii e assigno
l Extrahido do Jornal do Commercio n. 347)
lliKIlABA AlTF.NCAO.
Tendo ha lempos a osla parte'apparceido cons-
tantemente em varios jomes da corle diversas
correspondencias escripias deste lugar era Iin-
guagem indigna de homem social e quo lem urna
repulaceo a presar, as quaes tendera nianfesta-
menle a injuriar e desmnralisar a cidadaos im-
portantes pelo seu mrito pessoal, posieio e for-
tuna como sejio o commendador Joao Quinlino
cixeira, Dr. Manoel Jos Pinto do Vasconcel-
los, lenle coronel Jos Teixeira Alves de Oli-
veira, e Dr. Constantino Jos da Silva Rraga,
ex-juiz municipal desle termo ora removido pa-
ra o de Icalu, e tendo estes senhores guardado
profundo silencio, submellendo ao bem mere-
cido desprezo libellos (ao infamantes o formu-
lados emestylo pouco conveniente, contornando
se com a roprovacao eral que lem tido aqu
lies escrptos, nada prole lidiamos lambem dizer
mas envolvendo-se em taes convicios graves ac-
cusacoes contra aquellos cidadaos, julgaraos, em
bem da verdade e do nosso dever protestar o
azer um solemne desmentido a todas essas as-
scrces certamente calumniosas especialmente
as que se nolao na correspondencia do Jornal
do Commercio n. 307, assignada por liento Jos
de Souza que, descouliecendo donde partir una
publicacao quo bastante o desconcepta, nao du-
vidou avancur proposfees menos exactas nao s
relativamente posicoe fortunados cidadaos a
quem acommetle, como acerca do conceito pu-
blico de que gozam e sao merecedores. Aman-
tes, [mis. de nosso paiz a que esses escrptos
causao bstanlo ruina, e em abono a verdade,
declaramos calumniosos todos esses libellos que
nao tem lido por m senio ridicularisar pormeio
do embusto da falta da verdade, cidadaos que
nao merecem.
Tendo-nos assim ennuncTado enm toda fran-
queza de nosso carcter concluimos pedindo a
inscrcao destas liuhas, e ao publico que avalie
devidamenle a nalureza c eslylo desses es ripios
o combine se podem ellos ler por autores pes-
soas que con'.iecam o saibam guardar as cenveni-
eucias sociaes, c entao chegar a conclusao do
quo nao a razao nem a consciencia que tem
dilado lautos improperios, mas sim a maledi-
cencia posta em pratica para desmorasar as
autoridades e a esles cidadaos com o ttm ni-
camente do dcsconceiiua-los no circulo, e lirar-
Ihes a consideraoo e influencia de que gozam
felizmente, porm, nao lem conseguido esse
intento, c nem o conseguirao jamis.
Barao de Campo Formoso.
Carlos Jos dos Santos, vigario collado e de
vara.
Jos Bernardes da Cosa, capitalista.
Zacharias Jos da Silva, fazendeiro.
Joaquim Jos Lbelino Sonto, negociante.
Joaquim Jos de Oliveira Penna, negocianle.
Rodrigo Jos do Valle, fazendeiro.
Antonio Thomaz de Miranda, fazendeiro.
Solviano Jos Mondes, fazendeiro.
Antonio Lopes da Silva, proprietano.
Jos da Costa Rango), negocianle
Francisco Antonio trineo, negociante.
Ralduno Jos dos Sautos, vercador da cma-
ra municipal.
Francisco Rodrigues de Souza, negociante e
vercador da cunara municipal.
beraba, 28 de novembro de 1859.
COMJME MCIoT^
Praca do Recife (> de ferereira de 1860
AS TRIS HORAS DA TARDE.
Cotat-ocs ofllciaos.
Cambio sobre Londres24 3i e 25 d. 00 div.
Desenlo de letras15 0|() ao anno.
Ueorgc PatchetlPresidente.
DubourcqSecretario.
de 301 toneladas, rapilo Henrv S. Davs,
equipagom II, em lastro ; a" ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
Bahabrigue Iianoveriano/tVanrfa, capitoIlen-
rick ; carga parle da que trouxe.
Philadelphiabarca americana L'nion, capito J.
F I-ong ; carga assucar.

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Declara os.
ISc|)arti<*rr.u las obras tatdieas
A reparlicao (tos obras publicas lem para ven-
der una porco de canos velhos de ferro, com {
e 5 pollegadas de dimetro, avahados em 60# :
as pessoas a quem elles possam convir, queiram
dingir-so mesma reparlicao, s horas do ex-
pediente, para examinaron] o estado dos mesmos
canos. Secretara das obras publicas 4 do feve-
roiro de 1860 o /' i. R. /..
o fical da freguezia o'.- Santo Ani ni ,
scientiflca ainda por esta vez a todos os senhores
donos de cocheiras e cavallerices, situadas na
mesma freguezia, que inteiramenlo pri I
correr a cavallo pelas ras i\,\ cid ido pelo que
nao deverao consentir que os diados por occa-
s\ho de irem lavar os cavallos vao montados ga-
lopando como costumam. Fiscalisacao da fre-
guezia do Santo Antonio, de fevereifo de i' G0.
O fiscal, Ha noel Joaquim di silva Ribeiro.
Novo Banco de Pernambuco
O novo b.inco de Pernambuco i eco-
llie as notas de sua emisso de l'Se de
2.0$, e pode aos possuidores das mcsmai
I o favor de as virem trocar no set; es-
i
gac&o cosicira a vapor
O vapor Persinutiga. commandante Lobato
seguir para os portos do sul, le sua w
dia 15 do correle s ") horas da larde. |;
carga al o dia 1J ao meio dia, osla i bor-
do e acompanhada dos (
conhecmentos.
Para o Aracaty.
O l.iate Eialaco segu ii ipreti rivcli
naseguinto semana : para o i ,, r.
regamenlo, trata-sc eoro Gurgcl Iraaios, i
escriptorio da ra da Cadeia do B
andar n. 28.
Para o Por lo.
Vai sabir por estes dias para a cid
o brigue portuguez Promplido II, fon I i a
encavilhad i de ci I re, de prin
rneira classe, ; or ler si i
completo ; pai i o resl i e ] i,
quaes lera excellenti ; comrr i: s tri ta-i
Elias Jo- id -' ti I:
dre do Dos n* ;i_', ou com o
" ALCQIN
::' 8-Lll :
0 vapor Brasi tiro es\ pra-s d
11 a 12 do ri rrenl ,
dia para os Pas-
-
tes Tasso i huaos.
H
... v-j ^
J
Alfaude;
Rondmcnto do dia la .
dem do dia 6 .
:a.
50:507$042
14.070*042
6.577JJ08!
Movimento da alfantlc.^a
Voluntes entrados com fazendas 101)
com gneros ll
vi ,-, --------2{1
> olumes saludos com fazendas 139
com gneros .- 32
------4C7
Descarregam hoje 6 de fevereiro.
Barca ingloza-Ronitafazendas.
Brigue inglezCabcrfeighmachinismo
Brigue americanoGhaltanoogabreu.
Patacho hollandezGepbiena Hellenaplvora.
Consulado geral.
Rcndimento do dia 1 a II 352$02
dem do dia b"....... 4.-080495
15.-4329997
Diversas provincias.
Rendimenlo do da 1
dem do dia 0 .
a 4
1:280,: l l
8C0
1:289S081
Despachos de exportacsio pela me-
sa do consulado desta cidade n .
dia C de fevereiro de 1860.
CanalBarca ingleza favorita, James Ryder &
C, 1,500 saceos assucar mascavado.
PhiladelphiaBarca americana L'niao, Henry
Forster C, 100 saceos assucar mascavado.
Slockolm Patacho sueco Jcnny, N. O. Bieber
& C, 850 saceos assucar branco.
Rio da Piala Patacho hollandez Wilolmina,
Amorira Irmaos, 300 barricas assucar branco.
Rio da PralaEscuna duamarqueza Elise Ma-
ria, Bastos & Lemos, 100 barricas assucar
branco e 200 ditas dito mascavado.
Rio da Prata Brigue |dinamarquez Hundab,
A. Irmaos, 40 coseos (agurdente.
Rio da Prala Barca hespanhola Chrislna,
Aranaga Hijo & C, 13'cascos agurdente.
Baltiraore Brigue americano Challanooga
Whaiely Forsler C, 1,000 saceos assucar
mascavado.
Consulado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 4 6:{21#805
dem do dia 6 2:823g782
9:25g587
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 5.
Acaracu18 dias, patacho brasilero Emulacao,
de 131 toneladas, capitio Autonio Gomes Po-
reira, equipagem 12, carga farinha de mandio-
ca, feijo e mais gneros ; a Manoel Goncalves
da Silva.
Rio de Janeiro29 das, barca ingleza Ilynde-
ford, de 510 toneladas, capito John Simpson,
equipagem 13, em lastro ; 4 ordem.
Rio Grande do Norte6 dias, laucha brasileira
Flor do Rio Grande, de 42 toneladas, capito
Jos Francisco da Costa, equipagem 6, carga
assucar ; a Joo da Cunha Magalhes.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Pratasumaca hespanhola Ardilla, capi-
to I. Ferrer ; carga assucar.
Rio da Pralapolaca hespanhola Paratones, capi-
to C. F. Rosis ; carga assucar.
Bostonpatacho americano W. Sloners, capito
B. F. Rice ; carga assucar.
Portobriguo poituguez Amalia I, capito Jos
de Souza Amelios ; carga assucar.
Navios entrados no dia 6.
Macei e portas intermedios33 horas, vapor
brasilero Persinunga, commandante Manoel
Joaquim Lobato.
Buenos Ayres34 dias, barca americana Griffon,
[criptorio, dasBli horas da manhaa ale
as 2 da tarde.
; O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, manda fazer publico, que do dia i do
corrento por dianlc pagam-se os orden
mais despezas provinciaes, vencidos no n i e
Janeiro prximo (indo. Secretaria da thesoni ira
I provincial do Pernamquco, 3 de fevere
1860.O secretario, Antonio Ferrcira da An-
nunciurto.
O fiscal da freguezia de Santo Antonio, ain-
da por esta vez declara aos senhores donos de
eslabelecimontos de quaiquer nalureza que srja,
que deverao sem nterrupro varrer e irrigar as
testadas de seus eslabelecimenlos na-forma da
art. 5." i; 2." das posturas addicionaes de 20 de
iioveinbro^ie 1855, lodos os dias at 7 horas da
: manha, c assim nao ser era sujeilos a se man-
dar, contra quem o contrario li/.cr, lavrar termos
: de adiada. E para que nao apparca qui xas no
acto das corridas, foco ainda a presente declara-
cao. Fiscalisacao da freguezia de Sanio Antonii ,
: de fevereiro de I80.o fiscal, Ifanoei Joaqun
da Silva Ribeiro.
INSPECgAO no ARSENAL i*f. m krinii.v.
Tendo de. continuar no baiiro de Santo Anto-
nio a construccao do laie-o do caes entre a pon le
provisoria c o outro lauco feito do lado do Ihea-
tro publico, convida Sr. inspector aos que
queiram tomar a s essa obra a apresentarem se
nesta secretaria com as suas propostas em cartas
fechadas no dia 13 do mez prximo, pelas 11 ho-
ras da manha, em quo lera lugar o contrato:
sendo que as eondicoes coiicernenles a feilura
da mesma obra, eo respectivo orcamenlo eslo
paleles nesta secretaria para quem antes do con-
trato precise consulta-los.
Inspeccio do arsenal de marnha de Pernam-
buco, em 25 de Janeiro de 1860.0 secreta rio,
Alexandre Rodrigues dos Au
Secretaria da instruccSo publica de
Pernambuco I .. tic fevereiro
de 18G0.
O Illm. Sr. director goral manda fazer publico
que achanJo-se vagas as cadeiras de instrneco
elementar do primeiro grao do sexo feminino
da villa de Garanhuns e da cidade de Caruar,
a primeira por ter sido ltimamente creada, o a
segunda por jubilaco da respectiva profe
esl marcado de confuraidade rom o art. 10 das
instriireijcs do 11 de junho de 1859, o prazo de
30 dias, a contar da dala desto, para a inscrip-
cao _e processo de habilitaco das opposiloras,
na forma das citadas instruccoes.
Salvador Henrique de Albuquerque.
Secretario interino.
Be ordem do Illm. Sr. inspector da Ihosou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico,
que a arrematacao da parto do sobrado de dous
andaros silo na ra da Guia n, 20, penhorada aos
herdeiros de Antonia l'erreira Ruarte Velloso,
nao levo ell'eito no dia annunciado por falta de
licitantes, c por isso (lea a mesma arrematacao
transferida para o dia 18 do correte.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 1. de l'evereird de 1860. t ollicial
maior interino,
Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Banco do Brasil.
Attendendo a difficuldadc, e quasi impossi
dade da cobranca nos lins de mez, em consc-
quencia do vencinicnto das letras de todo o
incrcio de importacfto recahir sempre nos dias
finaos de cada mez'; a directora da Caixa Filial
do Banco do Brasil faz publico, que nesle csta-
I lecimenlo nao poderao ser admitlidas mais a
! descont, e sim s recebidas sob a formula de
; cauco, lodas as letras a voncer nos referidos
' dias finaos de cada mez. A mesma directora es-
' pera do corpo do commercio providencias para
que, o vencimento dos ttulos que se houverem
para o futuro de passar seja indislinclamente
para quaiquer dia, e nao s para cortos e deter-
minados dias do mez de modo a destruir urna au-
tiga pratica que Iraz inconvenientes egrandes
riscos na ullimaco das operacSesde crdito, em
vista das porporcoes que ha lomado o commercio
desta proviiicia.
THEATIO
I LEBIQ1I
i
Navegacuo costeira a va]
0 vapor Igttar
lente II ir Ira,
itc o da i Ja I i .!.i i
dia 10 do crrente s l horas li tari I'
carga posta : rdo
gadores, nos Jas ti para i a- i-
caly c Ass, S para o I C ,
dia ; ra n l'ai abiba, mo a n : -
penjiada dos i onip' lenl
|li :.o ser recebida.
Rio Grande do

iorle.
Rahc com n lita bn vid
-. de prin ir i
e ; a tratar na r:: i da XI :. j,
ota o mostr n i
; Poiio c Lisboa.
Sabe con
mosa, Joaquim Fran i Piuhei
ci be carga e passag
coinmodos : quem
passagem, trate c ira o capito na praca, ou
. i onsign itarios Manoel [gna ii de < livi
Filho, no lo i ,--> do Ci i p F
Tara o Ri i Grande du !
do correnle o hiato Dui id iso, n ta : a
Imtarcom Martins & Irmaos, ra da Madi
Dos n. 2.
Rio de Janeiro.
Vai bn vi
algum ; iss iro, ti ila-se na i ... .,
rio ti. 12.
Para Mac 'i i sega a bai i I irad
al o ni da presenta si man ;"esl
lra| iche du algodao : para i arga, ti il -
Joo de SI |uoira Perro, roa do I 1 ',.
i
Quinta-feira, 0 do corrate.
Pelo asent
at# i HIIHb
Xo cilado da e pelas 10 doras
da manha, aporta do arma-
zem do Sr. .' naes, defrante
d'alfandega, o referido agen-
te vender por conta '
quem pertencer e sem reser-
va de preco:
500caisaS com sabo ing
7 barris com carne do racca salgada.
60 lal is com cirnes em conserva.
15 barris com manteiga ingl.
8 caixas com presuntos para Hambre.
10U caixas com vdi
50 caixas com Wiski v.
DE
Quarta eira, 9 do corrate, vai a'
scena o conceito [y rico a beneficio dos
cantores Savettt e Marini, cujo pro-
gramaba sera' annunciado.
Na terca feira os billietes estaro a'
venda no liotel Francisco e no dia do
espectculo no tlieatro.
Avisos maritimos.
COlimiIlA BR48LIEIRA
DE
MPHIEi JS. llfm.
O vapor Princeio deJoin>lle, commandante o
1. lenle Antonio Correa de Brito, espera-so
dos portas do norte em seguiraento aos do sul
ate o dia 7 do correte raez.
Recebe-se desdeja passageros, frele de dinhei-
ro e cncommendas e engaja-se condicionalmen-
le a carga que o vapor poder conduzir, sendo os
voluntes despachados com antecedencia at a
vespera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
che a. 40.
Cal Freres fatuo lelfio porinterveu-
caodo agente Hyppolio da Silva,
um completo sortimento de fazc:
todas propri.is deste mercado, para o
quecoavidam a seus amigos e fregu-
zes a comparecercn quatta eira S do
crtente ao meio da em ponto, no KQ
armazcm da ra da Cruz.
DE
C[ .HAS.
Cuis Freres farao leilao por nter-
veneao do agente IIvjipolilo da Silva,
de um variadosortiuicnto de miudc-zas
c artigos de phantasia e luxo, para o
que pedem aos seus freguezes a corapa-
recetem quinta eira 9 do coi rente, as
11 horas em ponto, no seu armazem'da
ra da Cruz.
LlLlB
O agente Tcslana continua a estar autorisado
pela comoiisso liquidataria da extincta socieda-



M)
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA ? DE FEVEREIRO DE 1860.
de de iacao e lecldos de algodo pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sor.ieit.idi>.
Os pretendemos podem dirigir no armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer hora do dia a
en(ender-se cotn o difo agente.
Quarta-feira 8 do correiite,
\s 11 \\ovas ca \>oi\lo.
O agente cammfjo fara' leilo por
COnta e' risco de quem perlencer, na
porta do ar'mavcm do Sr. Aunes :
De urna poiv'io de latas de bolaclu-
nhas, caixas de cpieijos loudnnos, pre-
suntos e cerveja, despachados ultima-
mente.
DF.
Burros e cavalios. sa.'*
Altenco
o
Dcvendo o abaixo assignado partir para acorte
por estes das, e nao querendo que seu nome ti-
que em m reputaco, faz ?cra quem por ventu-
ra deva alguma quantia, que aprsenle suas ton-
tas na ra larga do Rosario n. -10, primoiro an-
dar ; e coni quanto, porm, era sua conscienca
julgue nada dever a pessoa alguma, alm de
muilas aliencOcs c favores, com ludo o esqueci-
nient poderia ter sido causa de algura engao
on descuido de. suas olugaces.
vereiro do 18G0.
O major Joo Baplista de Soma Draga.
O juiz de direilo do crime da priiueira ra-
ra desta cidade do Recite e auditor de guerra da
provincia osla rcsidudo na ra do Imperador n.
23, segundo andar.
Tara urna taberna na Capunga, precisa-se
de um menino que tenha ortica de ser caixeiro
de taes eslabeleeimentos, c prometle-se-lho bom
ordenado, se bom servir: no caes do Ramos, ar-
Ibazom de iarnha.
Quem precisar de um bom destilador ou
administrador, para qualquer engonho ou fabrira
dentro ou fura desta cidade : dirijo-se ra do
Fogo n. 40. ou anniincie para ser procurado.
Portisa-sc do um caixeiro que tenha prati-
ca de taberna ; nao se repaja pagar boru : na
rua do Rosario da Boa-Vista n. 51.
Aluga-se urna casa terrea na rua da Con-
36 : queiu a pretender dirija-so a
Estrata de Ferro
DE
T1I111M1S ML
Sao convocados a reunirem-se na asSoriacS
commercial os Sis.
estrada de forro
do correntc ni
O Sr. Honorato
do queira aiinunear sua morada ou dirixir-se
Utiliddc ao COmmercio.j Saca-se para o Porto e
Urna pessoa muito habilitada e relaccionada LlSDOS, 110 CSCriplorO (le Car-
nala provincia, na das Alagoas e Sergipo, beira- ru m l r< i i
mar e cenlro, offorece-se para cobrar dividas,! ValllO INOgUeiI'a & C, lia TUa UO
mediante um ajuste de porcentagem, ponderan-'Vinrin n O ni>inr>irn nntlav
sSrs.acciom.tesdacompanhio-dai00crf',llo.dodeve.Jor e o lugar de sua mora-i 'o^riO 11. J, pilIllGirO andar.
c, de Tamandar e Uua. no dia 16 ( .J fft'SS 7^ZZ^o'Z- \ A IrmaildadC do
Jos deOliveira Freir- \ ^USKti X^V"mdSo/Sen>0r B ^SllS (lliS DOPCS
i"Vl^! i U dlr'! Recite, 5 de fe- Ufnriada praca da Independencia.. se proa- a rua da Madre d Dos n 7, que achara cora sa iaiiar-inc. quem tratar, e na falla dcixar anota de sua da Imngem do Bom Jess das Dores, padroeiro
O Sr. Albino 1 ir.lo da Silva queira appare- morada para ser procurado. da casa, comida sos fiis (levlos ao compare-
cer na rua da Santa Cruz n. 5, a negocio que iridenlo dcsle at-tn > tirar* ..mtii i ,, ai-.
"5o '""" Pri8i-M de um ou, do.. trabajadores de i 73b. rom? rojra aos SesoSs das co, -
-OHIm.Sr Dr. Jos Joaquina Gonea.vos de fjeM. que emendan, do trafico de padaria : frrias c ISdeSes%7s ign" dnoS., mandar
Carvalho. faca favor de appareccr na rua das rui> '"rb'-' Jo Rosario H. 10. i repie Larangoira* n. la. Arliando-se em casa do abaixo assignado a- 1ual '""-aremos grato,
-rurtaram doengenho Tilha um cavallo prelo prendendoo offieio de marcineiro um crioulinhn. | loti Ludo do Carmo,
turro, de nomo Feliciano,que representa ter de 13 Escrivo.
a1 i a.inos,rom os signaos seguidles : quando falla ~ Compra-se urna preta robusta e sadia, que
Tissel A Freces consignatarios do navio franeez
o Zampa, >s (nao leilo por intervenido do agen-
te Uyppolitoda Silva, do 6a burros e cavalios
los rerentemcole de Buenos-Ayres; quar-
la-foira 8 do correntc, s 11 horas em poni, no
."iu amarcUo conftonlc ao arsenal do nia-
i
!>:
Pede-se ao Sr. major Joo Baplista de Sli-
ta Braga, que se dirija rua do Vigario n. 27,
que al.i achara um seu amigo que Ihe desoja
fallar.
D-se qualquer quantia a juro sobre pe.hu-
ios de onro e prala : na rua da Paz n. iitse dir
quem d.
Vende-SC urna casa terrea na rua de Santa
Rita n. D'J : a tratar na rua de Santa Rila Nova.
n. 23.
. 8 do contente.
(> preposto do agente liveira f.u leilo, poi
cenia o risco do quem perlencer, de \ bai
[itima bolacha inglesa para (orneclmento de
navios, lobarris de expolenlos carnes de vacca
I orco, bairis de lingoas, carnes preparadas
para sopas, enralas de chumbo, farinl.a de ba-
la! em folhas de ferro, latas con. sa
. barris com aren |ucs, queij
a Sao Francisco.
LAmta&o.
Prevae-se ao respeilavel publico, que Icndo-
sc de trabalhar na oonio dos Afogedos, os trena
que parlirem da estaco da villa do Cabo no dia 7
mao o la- 6a 3112 horas da tarde, o no dia 8 s 7 da mo-
'ondrinos ejnhaa, nii pa3sar3o alm da estaco dos Afoa-
Iraj iehe Ju algodao.
bojachinhas de sola, assim como 50 barris de dos, assim como os que parlirem s 5 horas da
pi gos do rame de ferro araados, por qual- larde no dia" s S 112 horas da manhiia no dia 8
quer proco : quarla-feira 8 do correntc, s 11 lero sabidas somente da estaco dos Afogados.
iras da manha, no armazem n. O, defronte do No dia 7 s i 1|2 horas da tarde haverao mni-
bus na estaco das Cinco Ponas, onde podem os
senhores passageiros, munidos dos competentes
bil.oles, seguirem gratos aos Afogados ; os quaos
i' m rao transportaros passageiros que vieren] no
Irem do Cabo para o Recite, llavera o niesmo
acranjo na manba do da 8. rom adifl'erenea de
partir das Cinco Ponas s 8 horas 0111 ponto". Es-
criptorio da superintendencia, 3 de fevereiro de
1860. /.'. W. llramali,
Superintendente.
IS'o da 7 do corren te.
Flix Souvage A C, a pedido de
leus fregueses e amigos, continuarSo
por intermedio do agenteIlyppolito da
Silva o sen leilo,onsistindo de um es-
plendido e variado sortimento de fazen-
das de seda, laa e se ia, linlio e Jinlio e
algodao, todas de prtmeira qualidadee
gO to, e bem assim diversos artigos para
fechar cotilas, os quaes serao vendidos'
por mdicos precos; para o que con vi- \
dam aos seus amigos a compar >cerem
no seu armazem no dia cima incucio-
ia'io as 11 horas em ponto.
J

i

s
itinA^i.
caxilo perlencenlc ao abaivo assignado, cas-
trado, grande, e esl bem carnudo, anda bem
ba'xo, bola al mcio, lem urna estrela na testa,
urna irexi
Olheni que pe-
chincha!!!
Na rua da CaJeia do Recile
n. 35, loja, vende-se um e\-
cetlente cama de ferro de no-
va inveiiQao, porque feche 11
serve de so|h.
Sement de nielanci.i,
compra-se c paga-se bem: m
rua da Cadeia do IWifc n. 35.
niriBiiiriwwM
gagueja alguma cousa e t.-ni no rosto
------ _..... ...,..,., .... ,^.,., d.|.,,, iii<-iiiii,i cousa n ii-m no rosto una ne-
nmairex.ga no esp.nhaco lem o p esquerdo e quena cicatriz, levou cale.-, de ciscado pa i" c a-
diu vn ?X TTn i''' 'la ''rob;,lil]'1ll,: *" P" "' f-'T" e sapn.os.- Aconlece qfi viudo o
dito caballo fora condu/.do para algunsdosen- dia 3 do correte mandado por sua protectora
pnhOS do norte pelo adrao que furlou os caval- | nim." Sr." I). Francisca Theodora d Cunha
os do lenente-coronel lrandaa do engenho Car-
rapato, e que j foi um appehendido no lugar
Maneota, portando quem apprchendor o dito ca-
vallo ou delle der milicia ao abaixo assignado
ser generosamente recompensado. Tilha30 de
Janeiro de 1860. l'hom Joaquim de
Senhores redactores. Sondo a gralido a pe- do grande, ou
dea de loque dos homens verdadeiramenle hon-
rados, como se exprime Le Page ; cu lo-
mando por loma esse glorioso pensamenlo,
aproveilo osla to protlcua opportunidade, quan-
to para mim lisougeira, para publicamanio
confessar-me grato aos Illms. Srs. tenente-coro-
nel, commandante, major, e oflioiaos do bata-
llio de infanlaria n 9 de linha, pela maoeira
distincta por que Scmpreima lialaram quando
Uve a felicidade de perlencer ao referido bala-
Iho por esparo de 18 annos como capio ; por
lauto, esses meus companlieiros e amigos, con-
ten com o seu fraco presumo na corle do im- ,
perio para onde parlo com brevidade, visto que i
me vou reunir ao 1" balalho do infanlaria que
Reg, este desappareceu sem se saber qual fosse
0 motivo, por isso BUppoe-se ter si sedu/.ido, i
a mesma senhora cima protesta contra quem o i
tiver occullado. Eroga-so as autoridades poli-
ciaesou a quem delle liver noticia, leva-lo rasa |
Olivetra. ( da "dita senhora, naPassageui, defronte do sobre-
a rua do Imperador, loja do
trastes n. 21, que ser gratificado Christiano
Jote Tacare*.
C^J*
eneye
lopediea
_ lenl.a bom e abundante leile. com cria ou sem
.; ella-: na rua do Mondogo n. !j.
Na loja
ao p do arco de
Sanio Antonio.
listando resollido acabar com urna porco do
i cambraias u.uilo finas e coros (xas, vende-se a
200 o covado, a ellas, antes que se acabent, cor-
les de n.eias caseiuir, s a 3|500, ditas muito fi-
nas a ; o coi le, pannos de tapete para cima de
mesa, cortes de chally com 18covados, fazenda
a mais moderna que lem viudo ao morcado, di-
tos de phonlasia de laa e seda com 3 babados,
gestos inicuamente novos, rico-: vestidos pelos
com babados de velludo, grosdenaple pelo mui-
to largo, cliapelinas de pallia da Italia para se-
nhora, as mais ricas que ha no mercado, ditas
redondas de palha, dilas de oda, ditas de todas
i as qnalidades para meninas, tanto para baptlff-
I do como para passeio. bonets de velludo, dil >s di
suda, dilos de palha
YentJe-se
para
*e*a
Alugase
a loja do sobrado da rua da Aurora n. 40 na
mesma vende-se urna cadeirinha em bom esta-
do : a Iratar na rua do Cabug, loja n. 9.
Almanak da provincia.
Saliio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corren/e anuo de
1\\\S\ Ao CrCSlO H, lo. bordados, dilos de cures, fazenda muito i
- lencos de labyrinlho, toalhas tronhas, velludilho
r&* !i*ll'l CAnllUPOC de llores.proprio para vestido Maulo d; senhora
lltli II M lj|')j tlN* I como ic ""'"'na. chales de louqnim, ditos a in-
I gleza, ditos do crep bordados, ditos de merino
Vestidos pretosriquissimos.botdados a Tcllulo.ide u,df.'" qualidades, perfiimarias muito snpe-
Ditos ditos lavrados nores.bpinhas transparentes ; ludo isto se rende
por menos do que era putra qualquer loja, assi n
romo vestidos de seda bramos para casamento.
Para o carnaval.
Ditos de superior seda de cores.
Chapelinasde palha o mais superior possirc
para senhores.
Coitos de vestidos braneos bordados.
Superiores manteletes pelos e de cores.
hoques de Sndalo.
Gasaveques de cambraias bordados.
Cassas di superiores padroes.
Tiras bordadas.
LTM ESCRAVO,
Terca-fcira 7 lo eorrcnle.
'IS'O ARMAZEM
DO AGENTE
o qual se vende a 800 rs. na
praca dalndependcncia livra-
ria n. G e 8 contendo alm do!
kalendario ecclesiastico el
civil:
Noticia dos principa es esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-lj
peradores, reis e presidentes, j
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaesl
e policiaes.
Tabella dos emolumentos |
parochiaes.
Empregados civis, milita-!
res, ecclesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
para nomons.
Sobrerasacas de panno fino.
Palitos do panno e de case miras de cores.
Calcas c colletes do ultimas
mira.
Camisas de todas 3s qualidades.
Chapeos do castor c de nuca.
A directora deste collegio avisa
aos pas de suas alumnas, e ao res-
peilavel publico, que as materias,
e que ueste eslabelecimeuloso ensiiiam
ASSOCiaCOeS COmmerCiaeS, | g f tendentes a completa edncac"o d.
agrcolas, industriaes, littera-
rias'e particulares.
Estabelecimenlos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
De ordem do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commcrcio vender-se-hp em leilo publico no
dia aeima designado o pelas 10 horas da ma-
nha, no armazem do referido agente, por conla
da massa fallida de E. 11 Wya'.t, 1 cscraro mo-
co do boa figura.
c->
III
DE
elo ag:mi:
'3
(l referido agente far leilo por conla de quem
perlencer, terca-feira 7 do corrale, 10 horas
da manhaa, na porta do armazem do Fr. Aunes,
defronte da alfandega, de 30 caixas com queijos
- desembarcados nesles dias.
Farinha de lri?o. r;;
rj ~ Illa
PELO 4GENTE
SK3
Mili
O refoiido agente far leilo por conla de
quem perlencer, quarla-feira 8 do correle, >
i) horas da manha, no armazem do Sr J. si
- de Paula, junto a ponte novo, do 1DA bar-
r com fariuha de Irigo sssi'.
COSPASHIA DA Vi\ FRREA
IlECIFE A S.' FRANCISCO.
Pelo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem lo dia i do crrente em diante
80 cscriptorio da rua do Crespo n. 2, para rece-
bercm o 6. dividendo do juros de suas accoes,
contados no semestre decorrido do 1. de agosto
do 1859 31 de Janeiro de lbGO. Recite, 1. de
fevereiro do 1SC.
Precisa-so de um bom forneiro ; na pada-
lia da rua dos Pescadores n. 1 e 3.
Precisa-se de una pessoa que tenha nocoes
de desenlio linear, para ser empregadn n'un es-
ciuiento : quem esliver nests circumslan-
dirija-so rua do Imperador n. 22, que
achara com quem Ira lar.
Quem precisar de um homcm pnrluguezde
dede para administrar qualquer estabelecimen-
to, ou niesmo para cobrancas de rua ou oulro
quelquer mister ; na rua da l'raia n. 58, das 9
horas do dia cm dianle ; dando fiador a sua con-
ducta.
ADMINISTRACO DA IMt'RENSA NACIONAL
J.' Lisboa, tendo publicado o Specimen dos ly-
|uese fundem na sua fundicao, garante aos todas 3S ((UaldadeS C01110 lo-
Srs. tvpographos a maier rapidez na promplifi-i l
cacao de suas encomroendas, percita cxecui.o jas, VClltlaS, acOUgUCS, enge-
do trabalho, boa qualidade de metal, e exacta j l .
conformidade com as requisicocs que sa Ihe fi- HIlOS, CIC., CtC.
zerem. A administrado nu'ire a bem fundada; Servo olio rio rriiio in onm
esperanga de continuara merecer a preferencia: ^ LI1C UL o1,1 ao COUl-
que Ihe dado os Sis. lypographos, na certeza de Ilierciaute, aCliCUltOr, mai*-
que nao descansar no caminho que encelo.>, n t
poisque seacha em andamento a fundicao de 111110 e eillilUl para tullas 3S
outros inultos corpos de tvpos, cujas proras se i_-,_ ,i ,____ i_ i
publicaro em folhas supplementares. ClaSSCS da SOCiedade.
Ratificando o aviso publicado em muilos pe-
ridicos portuguezes e brasilciros, a administra-
cao da Imprensa Nacional declara que continua-
r o a fazer-sc os abalimcnlos na proporco se-
guintc :
as encommendas que excederem
de 10$ at 1009 r'*..............10 por cento
as juc i icederem de OO^OO at
500; ris..........................15 por ccnlo '
as que excederem de 500$ ris___20 por cento |
"i lypo inulilisado recebe-se como dinheiro,a
razao i!' 100 ris o orratel.
Aceitain-so em pagamento letras a prazo, abo-
nadas por firmas conliecidas, mas nesle caso ou-;
Iro devora ser o abamenlo, e previamente con-'
vencionado.
A administraco da Imprensa Nacional del
Lisboa procura dar a maiur exlraco aos seus
pro lucios, e para este (im consegno ler respei-
'..veis agentes em algumas das principaes ci-!
.lados do riro imperio do Brasil:Na corte do !
Rio de Janeiro o Sr. Francisco Teixeir* Basto.
"m Pernambuco oSr. Amorm Irmos.Na Ba-
o Sr. Antonio Pereira Espinheira & C.N
Maranho a Sra. viura lincha Santos & Filhos.-
No Para o Sr. Martins & Irmos.
Precisa-se alugar ura primero
and,ir, ou mestno j>arte Jelle, paia ho-
mcm solteiro, chegado lia pouco
ga-sebem : na rua da Cruz n. G^>.
Collegio (le Sania
Tliereza.
^. 3^ \>vaea Aa oa-
Vista Laudar.
DIRIGIDO POR
Thereza Guilher-
mHadeC(wvnlho.
Vende-se um rico restuario de velbutina azul,
novo, ejuntamente o casal de anuos jocosamen-
te vesdos: na rua das Calcadas n. 6.
VonJem-se2 escravos, sendo 1 muala de ida-
de, pouco mais eumenos, 25 ann'S, e 1 negro
de na i i Angola, I rabera com idade,
mais ou menos, de 30 armo- : quem quizer com-
prar, dirija-se a rua Pfova de Santa Rita n. 1, ta-
berna, que achara com quera Iratar.
Vende-se urna escrava crioula, de idade de
:J0 .unios, pomo mais ou monos, sabe cozinhar
modas, ucease- o diario de urna casa, lava, de sabo, e tambera
quilandeira : na rua da Praia o. 9, armazem
de carne secca.
Vende-se ura escravo do bonita figura, do
idade de 22 annos, ptimo olirhl de calafate : a
tratar-so no esrriplorin de Jos Joaquim Dias
Fernandos & Filho, no largo da Assemblan. 10,
peimeiro andar.
Vendo-se ini palaniuim em bom uso : na
rua Direita, sobrado n. O, lerceiro andar.
Doce de caj.
Vende-se doce de caj secen de ptima quali-
dade c por mdico preco; na rua da Iludan. 38.
Veujde-se urna armaeo toda envidra
proprii para loj. de calcados, mludezas, ou ou-
lro qualquer negocio : na rua da Imperatriz nu-
mero 1 i.
Aluga-se o seguadu andar de um sobrado
na rua d.i Aurora
numero I
a tratar na rua da Imperatriz Sotilhall Mellon \ I
Cima Jnior A C.
Tintas tle oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra. t
Verniz copal.
Palhinha para niarci- 9
neiro.
Vanos finos de Jfosee. 31
Folhas de cobre.
Irim de vela: no arma- %
zem deC .1. sl!r\ &(;. g
Para acabar,
NA LOJA
Eiindopeilira
DE
Gaspar Antonio Vieira Gomes,
gerente Jos Cromes Villar,
Una Ao Crespo \\. \T.
Cassas de superiores padroes a 2fl) i -
vado,
lticos vestidos de phantasii i z i-
Ailmiravel pechincba,
Manteletes para meninas a s-
Nos abaixo assignados, coma
ta praca, declaramos que tendo r
vapores da Companbis Brasileira e
i- procedentes dos portea do imperio, r_r. i
'i ssa rcreessa, nos lem esta sido sempra
m le ra, sendo a desr i i i
por conta dos rapares enaisaavi
uesta praca, salvo qnand i : i i -
clausula expressa em contrario. ''
julho do 1;>.",7.
Isaac Curio >!k C.
Lemos Jnior & Leal Reis.
Lasserre^i Tisset Freres.
Jos Baplista da Ponse \ I n
Manuel Alvos Guerra.
Caetano C. da Costa M ir
Barroca \ Castro.
Balthar i\ Oliveira.
C .1. Astley k\ C.
Feidel Pinto & C.
Domingos Rodrigues de A I .\ l
N i Irmos.
Manoel Gonralv -
l -' Pereira Viai i
1 V o. Bieber & I .
Amorira li m -
I James Ryder i C.
' Aranaga & !'.:
Viura Amorini ,\ !
1 Joan Carlos Augus
Ferreira vV liatheus.

3.
meninas, e bem assim lodos os ra-
mos da mais perbila cducVao so
acham em exercicio.
Sendo a educacao a baso principal
da felicidade humana, oceupa os pri-
mnos cuidados da directora deste
collegio, que, incansavel pelos pro-
gressos de suas alumnas, nao des-
canca em instrui-las cm lodos os ob-
jectos uleisaoseu desenvolvimenlo:
assim ella recebe pensionistas, mcio-
pensionistas e externas, com as con-
dices expecilicadas em seus respec-
tivos estatuios, que poderao ser vis-
tos em seu eslabelocimento.

C-KEMP
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
I
Altenco.
.''f US 'iiifiS >f
Um moen porluguez que se acha desempregado
ofl'erere-se para qualquer emprego que Ihe appa-
recer, sendo das seises seis sabe ler e escrever
bem, e d fiador a sua conduela ; tambeni entra ,
com seu trabalho para qualquer eslabelocimento |
de socio, dando bom fiador quem precisar di-
lija-se. rua da Imperatriz n. 21.
Precisa-se de una ama lorra ou captiva : !
na rua da Imperatriz n. 21.
Oflerece-se una pessoa habilitada para en- :
sinar as primeiras leiiras fura desta cidade:
quem pretender annuncie que ser procurado no !
lugar indicado. ;,
Precisa-se de um prelo para andar com ; *
na padaria da rua dos poaea.i
Fugio no i i 5 do correte, da casa do abaixo
assignado. o escravo de nome Tliomaz, crioulo,
filho do scrlo do Mochlo, com os signaes se
guintes: cor prelo, denlos limados, cora i
dos da mao direita aleijados de urna machina de
pad iriL o qual julga se ler levado em sua com-
panhii una prela escrava ; este escraro repre-
senta lar 1\ a 25annos de idade, levando toda a
sua rolipa ; roga-se, perianto, as autoridades
policiaes e capites de campo a captura do dito
escravd, oque o levem ao seu senhor na rua dos
Pescadores ns. 1 e :!, que serao nsados
generosamente.
Joo Sacitiiho Je 31. UczenJe.
Para a quaresoia.
Na fu do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica, vende-se superior seda prela
lavrada, tanto era corados como em corles : por
baralissimo preco por haver um grande sorli-
raenlp.
Xa rua do Queimado n. 17, vendera-se mo-
derna^ saladas de baile, com pequeo deleito,
pela le.n;a parle do seu valor.
-> -=>-r>
St'haflieitlin A. C.
Siqueira \ Pereira.
Seraphim Teixeira Bastas, ': r .
11 istron Itnoker & C.
John Roslr m.
Guimaraes & \ alerte.
Domingos Alves M ilhi .-.
rbomaz do Aquino I ;. i
los Narcelliuo da
Jooda Silva llegadas.
Tasao lrmo.
Antonio Luizde Ohreir Azei
Bastos & l.emos.
Eslava sellado reconheeido n
Ouem livor e quizer vender um i no
completa de Jacaranda cora rouilo :
queira indicar o lugar era carta I
iniciaos I". G., edeixar nalirraria m G
Diario, para ser procurado e ti it -
dia 'J do correntc mes.
Velas ilf carnauba.
N psrriplorio de Gurgel [rml is, readi
velas de carnauba t i Arai t; e tai
uhos de cabra o si-la.
' ... _, <_, & y
-. -j... i ...,.,,
Aviso.
Pilulas
urna carroca
I ns. 1 o 3.
a .ia rua dos rescado.es I g Domingos Jos Piulo Braga Jnior, ad-
^ '.',- regado na cidado do Sobral, encarrega-se
\ I I atTj/>rt/~k do qualquer ea-usa rivel, crime ou com-
a
;.-
9
9
9
Vegelo-lepuraliuis
U&H
NEW-Y011K.
esta
negocio
O MF.1.IIOR REMEDIO CONDECIDO
i Contraconstipaces, ictericia, a/fecres do figado,
_ I)a" j febres biliosas, clicas, indigtMes,enxaquecag.
> llemoi rhoidas, diarrhea.doencas da
Precisa-se traspassar a livpotheca pe!!e, rupcoes.e todas as enfermidades,
Ja quantia de 8:0' Qff, vencendo o pre-1 proveriestes no estado ispcro no sangce.
mi de um por cento ao mez, a qual 75,000 caixas deste remediocousonunem-se an
. .- iii nualmente I
esta garantida cm um sobrado de dous Remedio da natureza.
andares da praca da Boa-Vta, a qual Approvado pela (aculdade de medicina, ere-
vencida : quem quizer fazer este! eommendaao como o majs valioso catrtico re-
,) i \gelal de todos os conlieeidos. Sendo oslas pilulas
aueoUerece vantig. ns, como pu-araente vegetaes. nao contera ellas nenhum
1 oanniincian- se dir", di nja-se a' mesma praca da I 'eneno mercarioi nem algum outro mineral;
esto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efiicaze
era sua operacao, e ura remedio poderoso para a
juvenlude, puberdade e velhice.
I.ea-se o ollietoque acompanha cada caixa.pelo I
qual se ficar ron hecendo as minias curas mi la pro-
sas quelera cITectuado. D. T I.anman & Kemp,
i droguistas por atacado cm Nova York, sao os uni-
| eos fabricantes c proprielarios.
| Acham-se venda era todas as boticas das prin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ruaJuliao n. 2.
Boa Vista botica do Sr. Joaquim Ignacio
Kibeiro Jnior, que informara'.
istasi-
ieraenle
Avisos diversos.
O Sr. Jos de tal Chaves, que fui morador
cm um sobrado na rua do Calaboiico, c boje se
acha mudado para um sitio, o qua
ora, baja de ir tirar no friso de 8 dias uns
objertos, que empenhou em mao da Sra. Uaria
lina das Monos Crysole, moradora na rua
das Aguas Verdes, sobrado n. 100 segundo an-
dar, do contrario a dita senhora peder dispor
dos ditos objeclos como melhor lite aprouver;
assim como tambero faz o mesmo ao Sr. Julio
- Villar, que lambem empenhon um rc-lo-
gio com corrento ; e lambem taz o mesmo ao
Sr. Paulino Siruoes de Carvalho Correia Pessoa,
que lambem emp"iihou um adoreco no dia 5 do
setembro; assim como lambem faz o mesmo ao
Sr. Loyolla que lambem empenhou um relngio. lrocam-se,compram-se evendem-se escravos de!
As pessoas que quizerem dinheiro a jures com ambos os sexos, de ludas as idades e cores com
pnhores de ouro e prala, dirijam-se i rua das habilidades e sem ellas e lodo este negocio se.
Aguas Verdes ao segundo andar do sobrido n. i faz debaixodc toda sinecridade :
JOtl, que acbio rom quem tratar, e se retiran-1 numero 66____________________
i o annuncio, car a dita casa prompla para
os preieudentes. As pessoasque quizerera com-
prar algumas obras por baratos procos, diiijam-
se .i mesma casa cima annonciada e acharSo os
dilos objectos como relogio, corcento, bracele-
tes, al tinelos, rselas e Irancinhas.
0 abaixo assignado roga aos Srs. deredores,
o obsequio de mandaren) saldar os seus dbitos.
na loja de oiuives da rua estrella do Rozarte,
n.l7.
Joo Paulo de Sonta.
Vendera-se carrinhos de mao a 15^000 rs.
na rua Nova n. 71.
Na rua do Hospicio n. 32 aproraplam-se comi-
das com muito aceio e promplidao,tanto para ca-
sas particulares como para os senhores estudanles,
logo que mande os seus conductores ; assim como
tornecL-se em casa para aquellas pessoas que
nao titerera conductores, por prego razoavi-l :
a tratar na casa cima.
Jos Portella, subdito hespanhol vai para
Macei.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro
do Illm. Sr. Manoel Ferreira 4a Silva Tarrozo, o
ao mesmo agradece o bom tralamento, con- le-
racao e estima que serapre leve,
po que esl
reiro de
m Estts pilulas, sando nicamente rimp
e puros vegetaes colhijos nos campos e matas
f, da provirxh de S. Paulo, j forjo si
8 ; ilo Sr. Elienne Ltgarda no Correio Panlis-
a tao onJe sahiram alsnmns pabliesf
Jiistiuiano di Silva Guiraaraes, :;? poilo das virtudes e efiioacia de-le maraulh
alvao Alcoft>rado e ao f i medicamento, ehojese sehao ssssi eoakec
com ellas se I
sempre ui
9 raercial.cm qualquer parle da provincia
^ do Cea.: assim como de cobrancas arai-
j garcis ou judiciaes. P.ira inforraaeoes,
Sp quem quizer uiilisar-se de seus serviros,
^ dirija-se nesta cid ide aos Illms. Sis. Dr.
s Aprigio
a Dr. Josi
pJ abaixo assignarto, cora loja de ferra-ens J6 .
11.,,, r,.a do uueimado. -Jos khC- Z pe!as inn,im 9 gues Ferreira. obliJo, lornaudjse um remeJi)
>S9g8@SS 99 "ecessario, especialmenle nos Ingar
- Sacca-sesobres Parlo por tninl- ,l,0,ver!nrl.me'Jicose forem e;caSiC? M rpr;:
... Ja medicina.
durante o lera- rMa.MMgl.Vel lili OU CID Lislion; Sendo o fin principal dess MLOLU punfear
ste^e ou, sua casa.. Recite, 7 de feve- jk1pI1|1d ;IS IcllUS SCrCHI Mg3S I fisto, a massa -lo Singue, qual ser a creMura
Jos Mara Marques. 111 lili i a lili' 0 tlCSi'Olllt) IIU l'nzflO tic O ptH* detar de atlender a propria conservajao,
ccnlo ao auno, aos portadores que o Pre-anJlim edieameM^m, mesmo em e.-u-
exisirera: dirijam-se a Joaquim da Sil-!dode,a-a(le' Cdncorre Para a boa nutri d
vtl'-tslj'ft 'iii ilti ri-pcun existencia, e que e sempre um preventivo d-
Va Lastra, UM to treSM. i qualquer molestia ?... E'incontestavel qosgan-
J juiz de paz do segundo da- ,|e parte Jos soffrime.ilos .unanos ten
No dia C de Janeiro de IbliO fugio do enge-
nho Poules, districlode Porto de Peoras, provin-
cia das Alagoas, o escravo crioulo de nome Ber-
nardo, de 35 anuos de idade, com os signaos se-
guimos :falto de denles no queixo superior, ca-
beca calva al ao nieio, baixoe grosso do corpo,
bem barbado, lera um braco esquerdo mais curio
que oulro por ler sido quebrado : quera pegar
dilo escravo queira leva-lo ao diio engenho ou a
Joo Raptista dos Sanios Lobo, no caes do Ra-
mos, casa encarnada, n. -{, que ser generosa-
mente recompensado.
Pergunta que nao oliendo.
Pergunla-se o quem compele, qual a razao pe-
la qual varios predios que foran. pertencenles ao
Pinado Manoel Gomes da Silva foran) avahados
uns por mais o oulros por menos Seria gruge-
ta ?Nao sei.
O Lauco.
Na rua do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, de Jos de Aquino Fonseca, compram-se
na rua Direita Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum continuadamente mdas de 16? e 20*000, aguias
lC. rua da t.ruz n. 52. j.., i.-....j. _.._ .u./*j. ; "
i segunda vara.
jinzo inunici-
L

I
DA
Casa de banhos do paleo do Carino.
Todos os dias uleis das 7 slO horas da licite.
Ha lugar reservado para as familias.
To bem ha sorateiros J ?;'"- '.amanhos '-ir.;
rem para tora.
condueco de? sorteest, que se pedi-
dos Kslados-l'nidos, moedas de cinco francos,
oncas hesoanholas c mexicanas, em grandes e
pequeas porces.
Fugio do engenho Mundo-Novo, comarca
de Nazsreth, freguezia de Tracunhiiem, no da 15
de Janeiro prximo passado, o escravo Jos, j
velho, naci Renguella, bstanle regrista, vesti-
do de calca branca e comisa de chita ; julga-se
que estar era alguma fabrica de sabo ou fundi-
cao desta cidade, porj ter trobalhado nessas fa-
bricas : portento rogi-se as autoridades policiaes
e capilars de campo que o apprehenderem o lo-
vem em casa do annunciante, na rua Nova de San
la Rita n. 1. que ser bem gratificado.
ull-
Assim, julgamos fazor um gran le ser\coa
humanihJe aconselhando o u?o dosias NULAS,
e indicaremos os differenlcs modos por que M
devera ellas usar, segundo o estado das pessoas
Agradecimento,
Innainn^HU do libado e estomas,
Eu abaixo assignado atiesto que padecendo
minha senhora de inflamaco de ligado e c-i >-
mago por muito lerr.po, e sempre tratada, ul-
tra casa do Schafheilhm \ C, rua da Cruz n. ;?. i... ik .n
88. vende-se um grande e variado sortimento de ll"-"""se Ihe a.ldicionou ao seu IMMHMl
relogios hon/ontaes, patentes, chrouomelros e si'Opalnico (com permissao do mlico assistenle
moios chronometros do ouro, piala donrada o < appeaco das chapas medicinaes do Sr.
[(cardo lvirk. cora escriplorio na rua do Parto
trteto ditreguezia de S.nto Antonio, gema impuresadosaogue.
faz SCieote ao publico, em como as au-
diuicias onliiui m a ser as quatas
feiras e sabbados a urna hora da tarde,
as quaes ter8o lugar na sala Has audien-
cias, dopois de linda a do '
pald
Relogius suissos.
foleados ouro, sendo estes relogios de
ro fabricante da Suissa, que se \endeiao p'or pre-
cos razonis.
Comprase para urna encommenla urna
casa terrea na freguezia de Santo Amonio, Roa-
Vista o; S. Jos, e que tenha bons comniodos
para una familia, e nao se oiha ,a proco a Ira-
lar na rua da Penha u G. com Joo Pint Rogis nn* ProficHO resulta.lo.
de 3cuta.
Goiupraiii-se c&ibros
e mais pertences para andaime : no alono da
Doa-Vista n 10, actuBltoente rut da Impel
toja
n. 119, e a doente se resldbeleceu inteiramenie,
faz uso das chapas do mesmo aulor para o figado
ou eslomago, serapre como coadjuvanie do tra-
lamento allopaihico a que se submeite, e vai ti-
O que refiro verdade, e o juro.
Collegio nacional em S. Chnsto\,",o, Rio Je
Janeiro Joaquina Sabino Pinto Ribeiro -
Reconhecida verdadeira a assignr.ura sur-i r:-
le tabeliao Luiz Rodrigues Pires da Cosa.

1 -----


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA.7 DE FEYEReTR DE 1860.
LKlOES PR\TICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
Ra Novan 15, segundo andar.
IM. Pn*v-:i le !Hele3t*on, escrilurario da
thesourariu de fazenda desta provincia, competen-
temente hal>ilitado pela directora de instrueco
publica para lecciooar arilhmetica nesla cidade,
lem resolvido juntar, como coinpleujcnlo do seu
curso pralico Se escriluraco por partidas do-
bradas, o cnsino de contabilidade especialmente
na parle relativa a reduccao de moedas ao cal-
culo de descontse juros simples e composlos
conhecimento in tispensavel as pessoas que de-
sejam empreirar-se no commercio oti que j se
nchan n -lie estabelecidas. A aula ser aberta
no dia 1;> de jnueiro prximo futuro s 7 horas
da noile ; e as pessoas que desejarem matricu-
Pastilhas vegeiaes de Kemp
coutra as lombrigas
approvadas pela Exm." inspeceo de estudo de
Habana e por muilas outras juncias de hy-
gicne publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vogotaes, agra-
dareis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam nai-
seasDem sensaees dehiliiautes.
Testemunho "espontaneo em abone das parti-
1 lias de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Ttvron
lar-se podern deixarscus nomcs'em casa do an-j 12 de abril de 185'.). Senhorns. As paslilhas
nunciaote at o mencionado dia. I que Vmrs. fazem, curarara meuflho; o- pobre
Precisa-se de una ama forra ou captiva {rapaz padeca de lombrigas, exhalara um disi-
para o serviro de urna casa de familia, c que se I ro ftido, tinha o estomago ochado e continua
preste a comprar e a sahir a ra emobjoctos do : coniichao no nariz, lo magro se poz. une eu
DELICIOSAS E nFALUVEIS.
semeo
andar.
ua ra larga do Rosario u. 28, segundo
COMPANIIIA
lemia perde-lo. Nestos circumslancias um visi-
nho nieu disse que as pastabas de Kemp tinham
corado sua filha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de paslilhas e cota ellas salvei a
vida de meu ilho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
If. I\ Floyd.
Trepara.!ns no seu laboratorio ti. 3b' Gold
Sireet pelos uincos proprlelarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-sc venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio.
DEPSITOS
ftio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C.,rua Julion. 2.
Pernam'iuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
/ O Dr. Cosme de Sa l'ereira \
SF3de volts de sua viagem instruct-t\i v
Da eonsuttas em seu escripto-r
.rio, no bairro doHecife, rua da^
Eslabelccida era Londres
iMP m mu.
CAPITAL
Cvueo mVWiocs de Honras
esterlinas.
Sau"ders Brothers & C.a lera a honra de In-j
Tormar a'sSrs. negociantes, propietarios dC'
casas, c i gera mais convier, que esli plena-
mente autorisados pela dita companhia para
efectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-|
dra, cobfrtos de lelia e igualmente sobre os ,
objeclos que couliverem os meamos edificios, SgCruz n. 53, todos os das, menos^f
quer consista em mobilia ou enifazondas de Knos domingo, desde as 0 l.oras>
qualqner qualidade. SKo % t\ > i l '<
Traspassa-se o arrendamento de um engo- \ *jte as IU da manhaa, sobre os,;^
nho distante desta praca duas legoas. vende-se e seguinte pontos : *p
machina nova \J f.. Molestias de olliOS f
vapor, dis'.ilacao nova ebem montada, 22 bois H93 fcj
de correia, seis quarlos, algnmas obras, salir.. 8S I*. Molestias de Cora cao e defi'
plantada, etc. etc. ; Irata-se na ra do Crespo n.
13, loja.
Publicacao Iliteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa]
1 rol. eir 4" de 500 pag. : vende-se na mo
autor ra do Vigario n. 11, bros. 3( encad 49
t DENTISTA FRANCEZ.
. BHSVM .?--*" -p":
MEDICO E PR0FSS0R DE PJl ..KM \CIA, DE PAiiS.
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i\:-.\ T-.riv>:.Ti t r pro sroAiivo
(tErS'DXDK S Xl'AES n- :m> \< .,;-;. :) CITASrAS, ri
Ci titila .IrintoCV. ir.
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r AirrnACnl* r>o s.nci
;. ':'. "'t /,!, i g oes, n.r : nni-" ikAaAWihfiMa! la <) J <| m-i' |ii:i.;i;i>
\ii>i ...... pr< i<-, jvfi .
Cnpah In o ss Cu1'.
bai, v i nni'diata
,-i
'.\ j i e U bilida le, e guiuiPn'e Busi e
il i t-s tn.iM-.i> iia< mullicr-s InjrefM c
ChnM. ;.ii i] i i benigna eamrfj;a-se 01
IU" t.-n:;- > il>i \ i < lid i :i"t i di (Tro. milc vi /.
!. na a ii re 'ie larde uiunie tres diis;
!' i i tiiir i j cura.
k mebbi mi|i^in.-, | u> u ;.s. im-^ts. soma, co-
nex.'i-s, aenuiotiia p;il!rijr'i.'< nciOf'S do p:.n-
iriu; vHM, e i:ilinicr kflno vn.iira. -- il>.-
j i> iKlamw*, Tll a -'e i!c i> pi'l' vi'iiiMia, S"-
i in en ii ;rai:n:n nlu il> I l a IHO. BWUh i:n-
tiberpetioa. De um ilf.-ilo maiavilluso as al-
i euiaaeai r comizees.
He .>! niii.li*.Puna i.i qne is ciim im S ''u*.
Odip-ti'o na ri largado Ilutara, blica deItarthotomeo Francitcde Suuza, n 10.
Plflll
Rua Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIBCCCiO DE E- KKKVJUID
liste holel collorado no centro de urna das capitaes importantes da Europa, (orna-se de grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus lions commodos e confortavtl. Sua posi^ao
|tiva a turopa continua no e\er-?t: uma das melhores da cidade, per se achar nao so prximo s estarces de caminlios de ferro, da
cici de sua profissio medica. f\\ Allemanha e Franca, como por lera dous minutos de si, iodos os tlieatrose diverlimentos ; e,
uma parte no mesmo engeoho. machina ora ^S f. Molestias de olhos : &S
vapor, dis'.ilacao nova ebeni montada, zz bois 32 .mi- i i 9M
de correia, seis quarlos, algnmas obras. sairr.i||g5 I*. Molestias de cjrarao e de vj
peito ;
J4o\ Molestias dos orgos da gera-^V
alm disfo, os mdicos precos convidam.
INo holel hasempre pessoas especiaes, fallando o franrez, allemao, flamengo, ingles e por-
luguez, para acompanhar as touristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur!
emPim para loda a Europa, por preQOS que nunca excedem de 8 a 10 francos (38200 49000) SV!yprimoroHLdr* *"*" ^ Boa"Vista'
Por"ia* Fugio do campo das corridas no lugar da
Durante o aspaco de oilo a dez mezes, alii residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer- Pi ranga, no dia 22 do crreme, um cavallo ala-
zo caxito, frente aberta, e marca regular, le-
q5o, e do anus ;
^| \-. Praticara' toda
* i Ti'i opera
:)

Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- < ai
rangeirasl5. Na mesma casa lem agua e <1sultarem sera' feto indistincta- |l>
fraticara toua e quaiquer ^
;rac3o quejulgarconvenien- y
te para o restabelecimento dos^K
seus doentes. c
O exame das pessoas (pie o con- 'J5
ti.* !^l^"te, e na ordem de
p dentifico.
Trovador.
Rua Larra lo Rosario n. 46.
o
O novo doiin deste hotel lem-Se esmerado em
rao, e seu ilho o Dr. l'edro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, M a noel de Flgueira Faria, edesembargador Ponies Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
Iras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Os precos de lodo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (49000 43500.)
fto hotel enconlram-se informacis exoclas acerca de ludo que pode precisar ura estrangeiro
AUeiifao ao l>om.
Uma elegante pserara muraaba, rceol I
idade22 ano is, insigne engenuMtfnra. roitinhwi-
raedoceira, 1 bonito muleque de 13 .nim
n:ais 5 escraros para lodo o ser.; o : na roa
Aguas Verdes u. 4G.
Na rua da Cadeia do Re-
O Sr. thesoureuo mndalas pu- f* [fl ^ ^W"* ^ Vidal
blico que se acharo a venda todos os dias & l>lSt05, lia |>ara Vender OS
das 9 horas da manhaa as 8 da noite, OljOClOS al>ai\0 llfiladoS pOT
no pavimento terreo da casa da ruada nperos COlUIllOlloS (' ludo Aurora n. 26 e as casas commissionadas | ,,.*! ^ ,. .
pelo mes-no Senhor thesou.ei.o na pra-!melh.' I'>""l''-1'' pOSSlVel.CO-
ca da Independencia n. 1 i e 16, e nalniO SCJaill :
rua da C.ideia do Kecife numero 2 ate Canias de_ferro e comlona.
as 6 horas da tarde somente, os hilhe- Bomba de japy completas,
tes e meios da quinta parte da primeira Canos de cliumbo de todas as rjio^s;
lotera do recolhimento de Papacaca, I Ferro Suecia de todas as largura.
cujas rodas deverao andar impretei ivel- AQO de Mi!"o.
mente no dia 5 do corrate mez. | Arcos de (erro de todasat largura.
O mesmo Sr. thesourero manda Ciuvos de ierro de tolos os latnanl
igualmente fazer publico rnie pus casas Ferramenta completa para t f. piro.
I cima mencionadas se achairi bi I heles Ferramenta completa para ferreiro.
| de numeracSo sortidas a vontade dos Trem comph-to estanhado para cosinl
'compradores. Irem eumpieto de porcelana ;.ia c -
Thesouraria das loteras 4 de eve- sinha.
reiro de 18G0.O escrivao, J. M. da i Guardas comida reJondos e quadi kj
Cruz. linchadas americanas e de todas a uu <-
O Dr. Jo5o Ferreira da Silva, de1 dade.
volta de sua viagem ao norte, esta' re- Dita sidindo na rua do Rang 1, sobrado mi- i'rffjcs de todas as qualidadi i
mero 56. Caixascom ferramenU de uapina(
l'iccisa-se de urr. portuguez para tratar de ra curiosos)
cavallos e salar de criado* nuern e^tivor ne^tas o i i i i*
circunstancias, app^.e V na 'rua do Colegio u. fdW* ^UltO fina de tod ll-
da des.
Fornos francezeS para asados.
Bules, cafeteitas, assucar. iros e mu-
tegiii iras de m< tal.
Peneiras de I, la > de I '
p ira padaiia e ii inai i.
de metal dil t dil i.
Moinhcs de todos es laman! < i p i
' litiacao
Fio de alfjodao de to las as qualida l ,
Dito frouxo inglez proprio para i
saceos para assncar.
Formas para pudins, p istel I
Latrinas pat ne de poi c lan i.
Lavatorios dito dltu.
16, lercciro andar.
Xa casa de banhos
do pateo do Gormo,
precisa-se do laradeiras e engommdeiras que
sejain lirres ou escravas : paga-se e Irala-se bem.
Precisa-se alugar uma cscravade bonsrus-i 'tas
turnes e pu! co/ii'he, lave e enjomme, paga-se
20$ mensaes : na rua ira Imperalru n. 8, -
do andar.
Alugam-so 2 moloques de 15 a l annos .
slAHABE DO FOHGET.
Fstp xarope esl ap rorsdo pelos mais pnnrntps mediros de Paris,
Como sendo o melhor pan corar consitpscoe*, n s-e conrulsa e outras,
aftecres dos bronchios, ataqnes di peilo, rritaoiV* nervosas e liisomnolenctss: una colberada
pela manli, e outra imite silo sutOcienles. o rffeito desie excelente xarope satisfos ao mesmo
lempo o iliicnli e o medico.
U dtpos'Ho na rua larga do Rotarlo, botica de llarthobmico Franciico de Souza, n. 20.
------------ -------- f
<\ trsdas; fazendo excepeao os doen- V
ptedeolho,ou aquelleque por Ki ""fPf""Ci prec.sa-se lanar ao s
^motivojustoobtiveremhora mar-H Andie A,)reu Porto ou And,e Alv
cada par.i
este Iim.
Na livraria n. C e 8 da piara da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
es
Porto-
vando llm sillim novo proprio de corridas : a
pessoa une o llrer pegado, ou dclle der noticia
certa, lenlia a bondade de diri'ir-se rua da Ditos de forro.
Aurora n. 21!, rasa do Sr. Francisco Antonio de
Oliveira, que ser recompensado.
^ Precisa-se Tallar com a Sia. I). Francisca
Ferreira da Silva Moraes, moradora na ridade d
Uliuda, a negocio de seu Interesse : a tralar
les 8 dias com Jeronymo Ribeiro Rosado, na
toja do Sr. Sebastian Jos da Silva, na rua Nova,
i'
prop .i-.
'
Diversas Ierra meo! is
jardim.
BaJanras decimaesde todos os tama
Lices de francez
piano.
Mademoiselle Glemencc de Hannclot
ii oes de
" irini uimii urain uvm iviu*oe niiiiinuv bm ; nj .. ,. <>r:
reforma-lo para nelle encontrarem todas as com- <^? A apptie.Vqao dealgnns medica } V
modidades, nao s as pessoas desta praca, mas Jumentos disnensaveis em varios 9C
especialmente aquellas une vierem, uuer do cea- >', .-, __ i ir K>
tro da provincia? quer das provincias vis,.!,a- 3|ca80$. como o do sulfato deatro-^
' ia para' :;: juna etc.j sera leiio.ou concedido '
do que S^p;ratuitamente. A conianra (iue:'-jr
UMICA, VERDADEIRA
GTIMA.
E LE-pen
Uma casa estrangeira precisa alugar um
criado : a tralar na rua da Cruz n. 10.
FOLIIIMUS PAR 1800.
Kden^,^e'sas^nw,asS^^^ '?>" e.tubeleeimentO,
H de Mannevillecontinua a dar ucocs ae |
q francez << piano na cidade e nos rrabal-
Grande sorlmeuto.
145Rua Direilr~45
Os estragadores de cal
<&
preseas tiesta tjpographia, dasseguititesiiuali-
dades :
0 mesmo encarrega-se d" mandar comid
fi'i:a, e 3 pessoas serao servidas do modi
qeizerem. c segundo o que se eonvencin:ir.I^3u ,> \ ",
Nos domingos e dias santificados enconlrar-se- Ti elles deposita, a presteza de sua h
lia, como era do cosame, mo de varea prepa-
rada com lod i o esmero de um hbil coziuheiro,
das i. horas di manhaa em diante. Os melhores
viohos do mercado, licores, saropes, agurdenle
de Wisficv, etc.,se encon'r.arao neslc holel.
sf :;.' : :...--..-...... :: --, .. .- a
--V--, ._,._, ..,.;, ^> ;. .-, vV -voOt-O'/O-'
DENTES
i
Ihceao,
e a necessi
da de
ironirta .'-
pi
seu emprego; c tudo quanto o f
em beneficio de seus S.
^ 'loentes. %
- -' .-.^'^'_-.-o ^^ ?-_-.-o-^<- i^W9NQ .-
irS rtr-V v^r^r-vr- vrSriv'iV'v'-y' ^
Roga-sc aos Srs. llovedores a Grua social
de Leite & Correia em liquidacSo, o obsequio
S ile mandar sallar seus dbitos na lea da ruado
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de To.ires
rior pelos precos abaixo :
liomeni.

|Rua estreita do Rosario n. 3| Quemadon. 10.
.; Francisco l'iulo Ozoriocollorai denles ar- f; agenciados fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
;:; chapas de ouro ou. platina, pudendo ser Jg
SALSA PARRILIIA
DE
;8VO
rr
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
ino, enfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
idratos.
tos lirados em qualro anuos pelo artisla qoe vier de Andrade: na livraria n. (i e 8
dirige esse cstabelecimenlo, provara a bondade da praca da Independencia.
dos procesaos ompregados [unios, que garan-l
tem um retrato innalteravel e a aceitado ijue
at de BEM AL'i'o lem merecido. No iresmo
estabelecimenlo so enconlra o mais variado,
abundante e bello sorlimenlo, que existe nesta
cidade, d i quadros, molduras douredas, \
par-touls e caixinhasde lodos os lamanhose tei-
tios Constanlemcnte recebe-sede l'ranra e dos
Esta li s-l nidos ludo o que diz respeilo a pholo-|
graphia.e sempredesprezando-se ridiculas eco-
nomias, mandam-se vir objeclos mais modcrn s. AllgHS,0S Monarchos Brasileir 5. o que at hoje
c de melhor qualidade : atlestam-no as amostras ,.r, la dini,.n dl! aicansar_s vis,0 c as copias
patentes ao publt ; anua romo aquelles que mhographadas cram quasi todas sem semelhan-
lem hoiiinlo esse estabelerimento. liram-sekra alsiima
tctralos todos os dias, eos precos principiam Os Pemambucanos que tanlo mor c dedicaclo
em H.JOU ruis. manifesiaram aos seus Augustos Soberanos em
Ferreua l./Wff. prolographo. 5U? reccntQ vs,a ,..,,, p*ovi|lcia aonde ,;1,,s
D-se 1:400^ a juros sobre peuhores de deixaram recordagoes eternas, nao deixarao de
ouro e prala, ouhypolheca : nesta typographia approveitar_este ensejo para possnirem uma
so dir quem J.
tos de amor, liymuos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imilacao do de Santo Amhrozio,
jaculatorias e commemorarao ao SS. Sa-
DCnlo e N. S. do Carino, exercicio da
Va-Sacra, directorio paraoraco mental,
dividido p.'los dias da semana, obsequios
5S. corarn de Jesus, saudacos devo-
andar. jSapatOes de bater !u
Atguns moradores do becco do Abren pe- SpnllOri
dem encarrecidamente ao Sr. subdelegado do .Y
Recite, para bem do h ego publico, mande mu- Borzeguin primeira clai
dar Tiburlina Mora Soores, moradora nn pri-

meiro andar da casa n. i, sita no referido becco. '
tas s chagas de Christo, ora. oe's a N. Se- !'""" P^asdosordensque lem havido, como pe
a provocacuo que conlinuadamente o i rige a um
ahora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
visinho morador
to de quebrar,! .....
' Ditos todos de merin j c
calos salto denrroio .
pelas almas, alm de|^ ^ulrauor cstabelecido na loja do mesmo Borzeguins paia meninas



Di
outras orai oes. l'reeo '0 is.
sobrado.
Os abaixo assignados, honrados pela incum-
bencia que receberam de SS. JIM. 11., previnem
respcitavel publico, que se acham actualmente
no caso de podercm urnecer o retrato fiel dos
ROrBO.
Desappareceu honlcm da porta da alfandega
um barril com Biaiileiga, marca Jll \ C, das 7
para as S horas do dia ; roga-se perianto aos
Srs. taberneiros e mais pessoas a quem for of-
ferecido, que hajam de approhende-lo e leva-lo
em casa de Izidoro Ualliday & C, na rua da
Cruz n. '2,ou na mesma alfandega aos encarrega-
dos do Sr. Arcenio, que ser gratificado.
O lente Horacio de Gusmao Coclho, a-
baixo assignado, tendo de embarcar para o sul,
segunda as ordena do guverno, no primeiro va-
por procedente do norte, nao pode, nein deve
seguir para seu deslino, sem enoerecar pela im-
prensa seu adeos de despedida todos seus rom
panheiros d'armas, quem pessoalmenlc o nao
lembrauea de seus augustos hospedes.
Alera da simples pholographia em tumo, pos-
suimos retratos em aqnnrella e a oleo sobre lela,
quer para ornar salas, quer para reparlicocs pu-
blicas, o lim de que as incumbencias possam
ser salisfeitas rom presteza, rogamos as pessoas
que desejarem possuir algum dos retratos cima
o obsequio de nos prevenirem com antecedencia.
[us ti tuto pholographico
DE
Slaiil &Comaii!ii
Pliotograplios ile S. 31. o Imperador.
" Rua da Impertriz (outr'ora aterro do
Boa-Vista) n. 12.
tiver feilo, agradecendo todos as maneiras be-1 Q professor de latim da freftiezia
i;Milas e alte nciosas com que sempre lem sido i i o i i -i i i
lodos tratados, desojando todos as maires ae s- J'JS,' Uesta Clda-le, abatXO assigna*
prospcridaJes, e lodos tambera oflerecendo do, declara ao publico que a matreu-
r,:.'lin,ll0L W1?!?!^!8 A 52ri? !S?f la de sua aula se acba abe. ta, e que os
trabalbos lectivos da mesma principia-
D. T. Lanman cv Kemp, droguistas por atacado
New York, achara-se obligados a prevenir o res-
pcitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaedes da Salsa Parrilha de Brislol que
hoje se vendo nesteimperio, declarando a todos
que sao ellos os micos proprietaos da receita
do Dr. Dristol, tendo-lhe comprado no anuo de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa olguma lem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua preparac&o acba-se so-
menle em poder dos referidos l.anman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
bina^des de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sera os quacs qual-
'1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
o, regularaento dos direitosparochiaes,e
urna colleccao de ancdotas, dilos chisto-1
sos, coritos, fbulas, pensamentos moraes,
reeeitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de aores
e fructos. Prejo 320 rs.
*TA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costme, conlm o resumo dos direilos
parochiaes. Preco Ifil) rs.
Garapias.
iria da rua do Imperador n. SO
;a peritos officiaes de carapina
Ensino particular.
Na livraria da rua do Imperador n. 20, se dir
quem aluga peritos officiaes de carapina.
O abaixo assignado, residente no lorceiro na- ,
dar do sobrado n. 58 da rua Nova, continua no 38
lexercicio deseu magisterio ensinando primeiras '
lellras, latim e francez, e lambem admitle aluro- g
nos internos.Jos liara Machada de Figvei- M
'.ly<>wo|o'.i x&&r*xs>x,\J gp^iag' i ,1 II ^.^ ~ @ Manoel Estanislao da Cosa, juiz de paz d
i Aiiencao. | ^M?do-odu!ie? ^.^"-^ *s.f.
M @ i euro Ooncalves, dar audiencia nos dias uleis *S
;:J Curso pralico e Iheorico de lingua fran- de quarlas-feirase sabbados, s i horas da larde, 'y
,:? ie/a por urna senhora france/a, para dez na casa de sua residencia, na rua do Pilar n. 38
;-^ mocas, segunda e quinta-feira de cada se- w 137, segundo andar.
tissimos'.
E um pe frito soi ti ment de !
Icadoedaquillo que serve para Cafa
lo, como la la, couros, man o uin, i
ro de lustre, fio, lila?, seda etc.
G8.4SDE ARSAZES
DE
foila.
Iun .Xnra n. 49, junto
LOiina
lloga-se aos Srs. devedores do esiabele- prestar com a maior sollicilndc s pes-
servar os seguintes signaes sera os quaes qual- cment0 do fa||eciJo jos da s, A soas que o honrarem con. a sua confianca,
quer oulraprepararaoe lalsa : | '" ,uw] .& pudendo ser procurado para o sobredilo S
Io O envoltorio de fora est gravado de um ; sefIu'0 de snldare.m seus ,leb,los r'a r,ia d Col- g ,'im em iodos os dias Otis, das 10 horas :.;
lado sob uma chapa do ac, Irazendoaop as legio venia n. 25 ou na rua do Queimado loja @ da manhaa al s3 da larde, noseu escrip-
seguintes palavras: n. 10. torio roa eslreila do Rosario n. 21, prt-
de levar. Recife, 3 de tevereiro de 1860.Hora-
cio de Cttsmo Coelho.
0 Dr. Francisco de Araujo Barros, juiz mu- rao nodia de fevereiro prximo fu-
nicipal da segunda vara deste lermo, acha-se no turo_ q, nteressados dirijam-se a casa
exerckio ao sen cargo, e pode ser procurado ,-".l
para ti :lus os actos do seu cargo em todos os '
dias uleis, na casa de sua residencia, rua do
Impcridor n. 25.
seguintes palavras :
D. T.LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
V. G9 Water Street.
New York.
2" O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro cora a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3" Sobre a rol ha acha-se o relralo e firma do
inventor C. C. Kristol em papel cor de rosa.
4 Uue as aireces juntas a cada garrafa (em
nma pheniz sernelhante a que vai cima do pr-
senle annuncio.
DF.rOSITOS.
ftio do Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, rua Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
Tnspasse-se o arrendamento de um En-
de latim da freguezia genho muil0 perl0 Ja pra?a| vende.sc uma par_
te do mesmo Engei'.ho, uma maquina a vapor,
uma destilado nova montada de um tudo, 22
bois de carro, 6 quarlos, e outros objectos:
iracta-se na rua do Queimado n. 10.
O advogado Souza Res mudou o seu es-
critorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Aviso ao respeitavel pu-
blico.
chegado esta cidade, do Rio Formoso, D.
.loao Nogueis, professor dentista, e se arlm resi-
esua residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
31anoel Francisco Coelbo
r Nesln typographia pre-
n. 10.
O abaixo assignado. residente no terceiro '
andar do sobrado n. 58 da rua Nova, scienlilica
ao respeitavel publico e aos senhores pais de seus
lorio rua estrella do Rosario n. 21
meiro andar. gg
*.t. :> t* .* :> 1S *:s ^ US - feitas, i' mo sejai
8 icas, gi iidolds, fra [u
'.%. panno Guo pi..... i!" coi es, |
S e brecasacas de merino, alpar-a el
fzina pelos e de cores, palelols e -
rasaros de seda e casen.ira .! i
-^ cas de casemiro preta
ri, de prnceza, de brim U
;!j brailCO e de cores, de fustio I

___Jost'' Soaros (lo" /ovo^n |Wtiq^indo andar. ravatas, grandn sormcnto
JM. j>OdlCSUL AZeyeaO, S;lCC3.se soh PortlIgal. em CiMl |f par menino
prolcssor do liiirua c hilera-'ri,,\IImtf,r de Abren da?d0 ao""p"?:
~ ul Aiirjusio ii. ce Auieu. m feitas se apromptar.io oui: -
asi' Procisa-se de uma ama de leite : na rua do ; comprador dando-se no d \y
Amoiim n. 9. j*] nado. -
_ Alusa-se o primeiro andar do sobrado da J1^-^|>*^;^. *&
a las Mores n. 2. : a tralar rom rrancisco Jo-
ruo
da Cosa, rua cslreita do Rosario n. 10
andt.
lua nacional no Gvmna
dcsla cidade, lem aborto em
sua casa,praca de D.Pedro II,n.
37, segn do andar,um curso de meiro
PniLosoPHiA.e outro de Lingo a AltCHCxlO.
FRANCEZA. AS peSSOaS qiie de- Quem llver equizeratngar um escravo ou hv-
sejarcm esludar uma ou outra Eaeme..to0,qi4,.,|uet len,p" d'rija"s
deslas disciplinas, podem di-
1*
pri Gneros superiores e h
ralos.
Compras.
rigir-se a indicada residencia
de maulla a ale s 9 horas, c
de tarde a qualquer hora.
fijg^:- ') figa^*"?? s-.w.?!o.,> ra idade, que saiba engommar e coser, com per-
w ^S feicao: na rua larg:
VI llill \\ ~~ iy(~s^tl I\pngrnpilll piT- chegado fi esta cidade. do Rio Formoso, D. 9
. liiiynvi cii-m lie mti innon fino coi. 'oo Nogueis, professor dentista, se acha resi-h
Precisa-se de am prelo para andar rom um l/lo >t. UC IIIII UJUru, ijlir ai dmJo no becco do Abrcu n. 2, primeiro andar. |#
tabole.ro com fazendas, paga-sc de aluguel.30J i... ona l,iiy,i;i n0|,i nrP.OSaO Precisa-se alugar uma preta que saiba ia- -
por mez: quem quuer, procure no Recife. bec- u<* outl ""nu" ^Vl" F*^^wv, ror e engommar com perfeigao. e que seja de I a
codo Abreu n. 4, junto ao largo do Corpo Santo, pai'a aprOUtlOl' a ai'te. boa conducta, para casa de uma familia inglesa: S
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
loiio da rua do Trapiche u. 11, primeiro andar
Compra-se uma escrava de cor preta e pou-
,.-
para api
Precisa-se alugar uma escrava que Q l,acharel WlTRl VIO tCH
cosinlie, compre e taca todo o serviro i
(menos engommar) de'uma casa de p- SOU OSCnptoriO 110 1 andar
quena Tamilia : na ruada Cadeia n. l do Sobrado U. 23 (la l'lia Nova,
segundo andar.
etra
los daguorreotypo
.
de ouro n. 6.
;a do Rosario, esiabelecimenlo
Compra-se uma escrava que soja moca, de
S bonita figura, que saiba engommar, cozinhar, e

cuja entrada6 pela Camboa do
Marta C uneiro de Souza Lacerda r.,.,-,, 0 v
Villa-secca, scientdica aos paes de suasj !, 4 _. a cn ,
, Al liga-SC o segundo andar da rasa n.69 da
alumnas e a quem convier, que se aclia- rua Nova com ampias accommodacea para fa-
ra' no exercicio do seu map'isterio no ''!'. e no melhor eslado de asseio que se pode
da G de fevereiro docorrente anno. f**J" : l,;,li,-f 'ia ,u,a d.i,Cn,z 5- ewriP"
... torio de vuiva Amoiim i\ 1 ilho.
Da-se sociedade ou arrenda-se um sitio ConUnu-ae a preparar bandejas enfeitadaa
com oiaria. que tem borro e porto muito porto, ,., diversos gostos, com boliuhos'dos mais pro-
mande oilo reios arvoredos de fructo, viv, iros, n:rados e dos mais per fe I los de nosso mercado ;
pnstagem para gado, o baixa para capim na Tua t9s\w (,);no ruiillSi b0ios inglese e franceses, e
dn .mperatais n 47, andar. : da nessa massa os mais perfeilos. e lambem as
Precisa-se de uma ama forra ou mesmo es- bellas seringas e Qlhozes para o lempo do cama-
erara, quo saiba cozinhar c engommar para urna va!, e uma porco de doce de caj secco por pie-
peque:,.! familia : r.p. rus i?; Crases u. 11, SC- ro conimodo : 'procure na rua da Pcnha : ib,
gundo andar, segundo andar, que se far negocio.
NA
9
:
'5
i
mRua do Queimado n. 26, pri-S
| meiro andar. @
O O dono dessle estabelecimenlo, lira re- @
das 10 as 4 da <
costura : na rua do Rrum u. 10, armazem de
Manoel Jos de S Araujo. -
Compra-se ouro em moeda com I vinag^ brai
p etnto : em casa de Hube Scnmetton & garrafa
ti, laberna da esquina n. i-, defroi
queimad i.
Superior \inho velho do Porto, en:.
Dito dito Lisboa c Pigueira, i lera
Hilo dito de Cclte. idem
luio Hoque engarrafado, o melhor do
mercado, do autor Anl mi l i
Mene/es, garrafa
Dito dito Madctra, i! i
Dito superior, Porto, i I
Dito dito dito, dem l-_e i
Oito moscatel Selub .
Dito dito francs, idem
Champanha, marca muil
Licores francezes muito Bnos l
C, rua da Cadeia n. 57.
a tratar ua rua da Cruz n. 2, em casa de james
Crablrce &. C.
Ao publico,
Furlaram do engenho Garrapato, termo do
Rio Formoso na noite de 28 de dezembro pro- tratos com"odapeTfeicao
timo passado, um caVallo casianho atnarello.de Urde, encontrando o respeitavel publico # I mao das Almas e o Diabona escola: nesta typo-1 Cha hyson "moilo superior
quadros @ i graphia se dir. Dito uchim, o mais snperior do
= Compram-se as seguintes comedias Ber-
nardo na La, o Judas em Sabbado de AHelcia,
Quem casa quer casa. Por causa de um algaris- Chocla le francez muito tino, I
mo, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-! Velas de espermacete, superior qui
i'.i-i os J<- gi nebra hollai la vei
Ditos de dita mais pequeos
Ditos de eonserva grandes
Sal refinado igual ao de pot
liiii lamanho, caslrado, tem uma mo loria na
munheca, anda mui^o bem meio para cima e a
passo : porm o paasp curto ; tem um dos cas-
cos da mo radiada \ com um furo de varruma
na exlremidade da riebadura do casco : nao
novo ( doze pata quatorze annos ). lloga-se a
qualquer pessoa que o aprehender de entregar
no Recite a Jovino Dnndeira de Mello, atrs da
Matriz da Boa-Vista, sobrado do Sr. Joo Ma-
linas ou no engenho Garrapato, on to ongenho
Souza cm Agua-Preta que se gratificar.
Precisa-se de urna ama para co-
sinhar para casa de pouca familia, na
'i rua do Imperador botica n 10.
$} um cmplelo sorlimenlo de ricos
@ ecarleiras proprias para este fin: assim i" Compra-se um carro de rarregar gneros.
;; pois espera o aununiiante de seus palri- rm bom eslado ; assim romo um boi manso : a
t-iosPernambucanose ouIros que o coad- ** (alar na rua da Madre de Dos n. 8.
@ jovnraoem froquenlar seu novo estabele- ^ | Compra-se uma escrava cozinhein ;
9 Cimenlo. ^ rUll ja cadeia do Recite n. 38, primeiro andar.
! 9+wm I
Vaccina publica.
Compram-se duas vaccas tourinas : na rua
do Trapiche n 14.
Vendas.
Transmisso do fluido de braco a braco, as
quintas e domingos, no torreo da alfandega, e
nos sabbados al as 11 horas da manhaa, na re- Vende-se um cavallo rodado, andador de
sidencia do commissario vaccinador, roa estrella baisoameio: a tratar La rua da Cois, na co-
do Rosarlo n. 2S. segundo andar. I cheirn de Sr. Pir'.o
morra do
Manlciga inglesa tler
Dita dita de Gil)a
Dita francesa muito supe:
Latas de sardinhas de Nantes
Ditas dilas muito superiores
Dilas de blscoitinhoa linos
Holacha americana, libra
Dita inglesa
Vinho engarrafado Malvazia super!. r
Pares de garrafas brancas, o par a ,3J e ipMf
Barr de iognac inglez, era ranadas, n inte -
gn i'ranccza c ingleza, em barris e tm
e outros milites gneros que se rend :.
nos que c;n outra qualquer r
i
i.fr'.i
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I n
4,'
1^'
la
I|G0ii
ILEGIVEL1


n
RUBIO DE PERNAMBUCO TEHC\ FEI1U 7 DE FEVEBBIRO D 1860.
Xarope
i
O senle do verdadeiro xarope do Bosque tem
r-stabelerido o seu deposito na ra da Cadeia Ve-
lita n. 61, ns botica earraazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brllo& Filbo: desnecessario fa-
zer elogies bondad desto xarope, nao so pelo
reconherida crdito de scu autor como pela aoei-
lacao que geralmente tem (ido. Un cen nu-
mero de curas se tem conseguido com applica-
raodo xarope de Bosque, o qual vordadeiro-an-
liolo para ludas as molestias dos rgos pulmo.
ares. Para conbecimento do publico declara-
se que o verdadeiro conten uo envoltorio a pro-
pria assignatura dos proprietaros, c no falsica-
do o esta lilhograpfaada.
Ve ide-se um carrinho de 4 rodas de pu
com boi, para carrogar gneros ; renda-s
prandics de louro, .'. > d'oleo, oilicica, p 1 car-
z<, travs do fund > de 35 n 55 palmes de com-
prunento e travs de loura ; lambem so serra to-
da e quu quer madeira, tanto comprada, ao an-
nuniianlo como alguma que se queira serrar ; a
tratar na ra M va de Saeta Rita, defronie'da
cacimba da ribeira n. 12.
Pechincha sem igual!!
Vendem-se barrlinhos com 6gosd>comraadre,
prega de 1,400 u barril: no Forte
do ilattos, ra da Uoetfa n. -
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemfiares do
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria c poltica do imperiodo Bra-
sil, pelo Dr. Mello Mora es : vende-se a
# o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Oleados pintados
a 2$000 o covado.
V.-.- I Zi I o-o
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Lindos padres e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 21 a 30, chapelaria de Joaquim
liveira Maia.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, cora assento para 4 pessoas de
dentro, o um assento para bolceiro e criado fura,
torrado de panno uno. e ludo bem arrar.jado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree i C. n.
42, ra da Cruz.
Altenco.

Vende-se um casal de escravinhos, sendo un
moleque do 6 anuos e una negrinha de 5, muito
bonitas peras, proprios para un mimo : a tratar
na ra Imperial n. 59. courontc ao viveiro do
Uuuiz.
a Lonliuua-se a vender fazendas por baizo g
Queimado n.40.
Grande c variado sortimento
DE
Fazendas francezas crou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.

IXO
a DreS l^ mesmo por menos do seu valor,
im de liifuidar cuntas : na lojade 4 portas B
i na roa do Queimado n. 10.

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Vendem-se foges de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, ciiendo 4 forna-
. e rmno para coziiitia com lenha ou carvo,
na inrenco pela economa de gastar um
trro de lenba ou carvao dos autigos, c ilecozi-
nharcom maia presteza, tem a differenfa de se-
ren amoviveis, i :cuoarem pequeo espado da
casa, o do fcil conduccao: vendem-so porpre-
cos niuilo mdicos, i a tundigo de Francisco A.
Cardoso (MesquilaJ rm do Brum, c as lojas ele
ferragens de Cardoso, junto a Conceico da pon-
te do liecife, e ra do Queimado n. 30.
Na loja do sertanejo, ra
do Queimado n. 43 A.
Receberam em direitura de FranQa, deencom-
menda, os melhores ckapeos de castor rapadoss
sendo brancos c: pretos, e as firmas as mais mo-
dernas que tem-vinds se mercado, e por me-
nos que em .mira qualquer paite, assim como
tambero tem um grande sortimento de enfeite,
irilbo pidos e de c n a pelo diminuto pre-
go de fj cada um, assim como tem chapeos de
SOl de panno a lg60 cada um em perfeito esta-
do, aberturas brancas muito linas a 320, ditas de
esguio de linlioa l urna, cambraia preta fina
a 360 o ovado, e a vara a 560,e a 640, gangas
decora 50, brim branco de linhoa 1^200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
TglOO, ditos pretos a 8 e a 9, calcas de casc-
mira de cor a 7, 8 c 11$, ditos pretos a 7, 9 e
i2, colletes de gocgur&o a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos lmannos, eiascruas, por
er grande porcao, a 1;500, ditas a 1$600 e 2* a
duzifl, finas a 3 e 4, cbapeos enfeitados para
meniaos (. meninas e senboras por qualquer pre-
<;o,_ e ludo o raais aqui so encontrar o proco,
uo se deixa de vemoder.
Aprazo ou a di-
AG^acaixa: ua ra larga
lo Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de lauca, mandam-te botar vi-
s por proco
mo vendem-
nho mais pe-
queoo ate mais de G palmos.
Ra da SenzaSa Nova n. 42
Vi nde-se em casa de S. P, Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fo de vela, chicote para carros, e
montaa, arreios para carro de umedouscaval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
ELLE SIOSSEIX
DE S
rn
LONDRES
em garrafas e ineias gar-
ralas.
G. J. Asey & G.
n
feeguro contra Fogo
Do-se as amostras com penhor.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 salas............................ o
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze pbantasia
fticasromeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim brauco boadadosa
303 e.................
Grosdenapledo cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dito liso covado...............'.
Seda branca lavrada covado 1 $600 a...!
Crosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso cncorpndu a 1$G00 e___
Dito Jilo cora 3 palmos de largura a
l$C0 e......................"........
Sarja de cores larga com 4 palmos' d
largura covado a......................
Gaze de sedada China de floreseli'strs
covado a ........................
Follar de seda de lislras gosto novo co-
vado...............................
Setim de escocia e diana de seda covado
Uialy de llores novos desenhos covado
Hereje do seda de varias qualidades co-
vado ...................
Mejo velludo de cores covado....".7.7.!
U'lbutina do todas as cores............
Solim de todas as coros liso covado ...
Bnlhanlina branca muito tina a.......
Untas francezas claras o escuras a 2G0 o
Casemira preta fina al$S00e..........
Panno preto e do cor lino provade li-
rado a 3500a........................
Corles de casemira de corage.......".
Cassas organdys de novos desenhos a
vara.....................
Ditas francezas muito (nasa..'.'.'.'.'.'.'.'!!.'
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhasde cambraia bordadas depona
Ditas de dito bordadas a 600 a..........
Tiras e eutremeiosdecambraiabordados
meas mantas prelas de linho para se-
nliora ......................___
Ditas ditas de blond brancas e prcta's..'
iv. a Soda dccoros. P''e'os e roxos..
unos do merm bordados cum franja de
soda................ '
Ditos de ditodito de!!!!7.!".".!!!!!!!!
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dito de 15..................
Dito de dito estampados ao lista de
seda..................
Lencos de cambraia de Vi'n'lio' "bordados
linos................
Ditos de algodod'e labyrinthoOe!!!!
.apellas brancas para noiva............
Enfeites de vidnlbo preto e de cores....
Aberturas para camisa de esguiao de
linho........................
Ditas de dito de agoda'o' brancas'e'de
^ ^ cores...........................
I Saias balo modernas.!.!!!!!.!!!!!!!!!
Chapeos francezes forma moderna!!!!!!
urava.tqs de seda de pona bordadas a
velludo...............
Camisas fraucezas de Core'brancas
.finas al800 o........................
mas ditas de fuslo branco e de cor!!!'
unas ditas de esguiao muito finas mo-
dernas ................
Seroulas de brira 'd'e'l'so'ao e' d Vinho
polcas de casemira pretaselira 9$ e....
"las de ditas de cores 8$ e.......
'la de meia casemira..........
Ditas dii brisa fino c varias qualidades
o3e Colletes de velludo
t pechincha
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. .
vendem-se cambraias organdys para vestidos do
Clieguca a Pechincha
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. % tem para
\ender:
Chaly e merino de cores, ptimo nao s para
=
9
S

80$000
1j?200
l#SO0
aieoo
2SH00
2$500
2$500
1J500
lftOOO
13000
13000
900
500
lg500
700
800
500
320
2500
73000
7000
igooo
500
3
3
I.sOO
3
3
i
i
7S500
73090
63OOO
43500
8:000
t
1 8
3
6;000
8:500
3,C>00
2-500
S
103000
450
sen hora, o mais fino que~ pssiVel" e'de lindes 1 rouP0e! vestidos de montara de Sra. como para
cado" i vestuarios do meninos a 3C0 e -100 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo Tinos pelo
deminulo preo de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padres
a 2G0 e 280 ris o cova lo grvalas a antazia.o
mais moderno posuvel a 13 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, cojos procos extraor-
dinariamente baratos, satisfaro a expectativa
do comprador.
padres, os mais modernos quo ha no mercado
pelo barato preco de 500 rs a vara.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinhas de 20, e -10
libras ao pre^o de 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do Recife n. 50 primeiro andar.
Estamcnha.
Na roa do Queimado n. 17, loja de fazendas, a
pnmeira pas.-ando a botica, vende-so a verda-
dera cstamenha, fazenda propria para hbitos
dos umaos da vcncravel ordem lerceira de S
Francisco.
e 2SS00 a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O I.eite & Irroao continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa cora 10 jardas a 4;500 e 5, lencos de cam-
braia de linho a 33 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padres a 00 a vara, rucias li-
nas para senhora a 30800 a duzia, ditas cruas in-
glezas paro hornera e meninos, chales do meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 6, palelotsde
alpaca preta e do cores a 53, coroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito
COJa duzia,
I3IOO
fra
de
6.
covado, toalhas para mesa a 3 e 4J>, cortes de
calca de brira de linho a 23, ditas de meia case-
mira a 20240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muilas fazendas que se vende por
barato preco.
7 Vendem-se 200 pecas portuguezas de 48 e
<0 Brasileirasdo 203 : na praca do Corpo Sanio,
escriplono de Manuel guaci de Oliveira.
Fazendas por pretjos ba-
rassimcs.
Machinas de cosura
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bcra como se
mostram a qualquer ho-
fa do dia ou da noite
nesta agencia : nicos
.'genios era Pernambuco Raymundo Carlos Lei- ;
te & Irmao, aterro da Boa-Vis la n. 10.
MI UC
aamira.
O Preguica vende em sua loja na ra do Quei-
mado n. 2, as seguintes fazendas :
Lencos de cambraia lisa muilo fina du-
zia '
Ditos de cassa broncos c de cores, duzia
Cambraias de cores de diversos goslos
covado
Chitas francezas de lindos padres co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos cora franjas de
relroz, um
Ditos de dito bordados de velludo, um
Ditos de dilo com palmas de seda, um
Alpaca de seda de quadros, covado
Meias muito finas para senhora, duzia
Ditas ditas para dila, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Meiascasemiras de quadrinhos, covado
Ditas ditas escuras cora duas larguras
covado
Corles de dila muito fina
Dilos de dita preta bordada
Brira branco de linho fino, vara
Dilo dito dito, vara
Dito dito dito, vara
Ditodito dito, vara
e outras muitas fazendas que se venderlo a vo-
lade do comprador.
Palitos de Brim 3'000
Na ra do Qutiniado n. 10. esla'o-se acaban-
ido Palitos de Brim a 33000
Goberlas de chita
a 2'000.
Ra do Queimado n. 19.
Arazen de fazendas
1S80O
I3OOO
2(0
300
6S400
89000
8*r,oo
610
4)000
3560(1
SfOOO
500
1S00O
rsioo
8*500
lj'CtO
13400
15200
1SI.0O
sorlimenlo de cha-
peos.
clialIycom27eovadosa22, chally ondeado do chapeos emftitados para menino
ludas as cores a 70(1 rs. o evado, "dilo lavrado. Chita a 1G0 covado
cassa preta muilo lina propria p.-ra luto a G00 rs!| ,J
a vara, cintas escuras de cores Uxas com peque- ^ram"-a'a miudinha a 500 a vara.
no toque de molo a liO rs. o covado assim co- '
mo outras milita fazendas
.....- que so vendem por
baralissimo preco.
Vende-se o deposito da ra do Arago n
Ib : a tratar no mesmo.
Vende-se um escravo crionlo, de idnde 2">
annos, poUco mais ou menos, bonita figura, sem
vicio nenhum : na ra da Praia n. 7.
Vende-so 1 preta perita cozinhora e 2 pre-
tos, um minio bom oleiro, lambem faz formas
0.1ra engenho, i carreiro o trab.-.lha de pedreiro
" earapina ; outro bom trabalhador de enxada, c i
ambo" -------:--
e escu-
Uita -100 vara.
Chales escuros para ir ao Lanho 1 00
Chitas francezas muito finas miudas
ras a 210 covado.
Um completo sortimento de madapolao.
A' 2000 a duzia
Lencos de cambraia para al-ileira a 2.CC0 a Ja-
zia ra do Queimado n. 19.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 103, ditos frnicezes de seda a 73, ditos de
castor brancos a l-j?, ditos de velludo a 8e 93
ditos da or.tra de todas as cores muilo finos, di-
tos de palhn inglezes do copa alta e baixa a 3 e
'.-,?,l'"S '}'J\l ll'.um sortimento completo, ,e ..
2S500 a 6500, ditos do Chile de 8*500,5, 6, 8
J, 10 e 123, dilos de seda para senhora, dosmnis '
niedernos, a 12g, chapelinas cora veos do ulti-
m?.-e,., 2 15?> enfeile8 h"issimos para e
a 4g)00 e 53, chapeos de palha escura, massa'e
seda muilo proprios para as meninas de escola
sendo os seus procos muito em conla, dilos para'
bapsado de meninos e passcios dos mesmos,
tendo diversas qualidades para escolher, bonets
degalao. ditos de marro juim. ditos de vellu-
ambos proprios para algum senhor de enapnhn /1A-J. 1 I <
sifiaAsars* :Sf:B I Cortes de cambraia nielas
Cuimai sj ... -
" j
<
.- -
DI!)
111
da ullima moda.
............. ."....
:
nh
eiro.
Vendc-se a cocheira da ra da Cadeia de San-
io Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
eem uso albura : quera pretender, dirija-se
me&ma, q;:e achara com quera tratar,
Saunders Brothers c\ C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
ehegados, dos bem conbecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
mujto proprios para este clima.
Itua do Queimado
lojade i portas n. 10.
Anda ream algumas fazeoda para conclu-
ir a liquidado da firma de Lcite & Correia, as
quaesse vendem por deminuto preco, sendo en-
tre outras as seguinles :
Magos de meias cruas para hornera a 13G00
Ditos de ditas de cores 23000
Ditos ta dilas cruas muito superiores 43000
Dilos de ditos para senhora 33000
Ditos de ditas muilo finas -SdOOO
Corles de caiga de meia casemira
Ditos de dilas de casemira de cores
Dilos de ditas de casemira preta a 53 e
Brim trancado branco de linho fino
vara
Cortas de coleta de gorgurao de seda
Tao preto fino, prova de limao 33 e
firavatas de seda preta e de cores
iiiscados rancezes, largos, cores fixes
covado 200
Chiles francezas largas fin;.s covado 210
Ditas estrellas 160
Riscadcs de cassa de cores lindos padrSes o
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 25OOO
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muilo finas peca 43000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 2*000
Grodenaple preto, largo covado 13800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 2*000
Vestidos brancos bordados para baplisado 59000
p
casemira c setim.......^T^.l
Casacas de panno prelo muilo fino 30* e
Sobrecasacos c palctols ac panno preto
"no 2J c.......................rm
Palctols do casemira mesclada'goUade
velludo................
Dilos do alpaca preta muito finos!!!!!'.
i os do merino setim pretos e da cores
Ditos de meiacscmira..................
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
linos de brim branco epardo linos..
oSrle brira de quadrinhos linos
3*500 e ..........................
Dito de alpaca preto e decores!!!!!!""
elogios de ouro iialcn........les...'.!
53000
400()
8Sj00
133000
10*000
9|000
7*000
6*500
63OO
5C000
35500
3
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
c-, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabncanle Roskell, por preces comraodos,
e lambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexceiknle gosto.
AGENTES
! J. Aslley & Companhia.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e prelas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& [rmo na ra da Cadeia do Recife n. 48.
S Vende-se |
1 Folha de cobre e Metal p
amarello.
I Estanho em barra e Pre- I
3 gos de cobre.
AlvaiadeeVerniz copal, fe
\ Folha de Flandres. |
Palhmha para uiarci- |
neiro. g
Yiuhos finos de Champa- 6
nhe e Moselle. S
Lonas da Ilussia e Brim
de vela: no armazem |
de C. J.^stley fe C.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor. | cof Jc conserva a 720, queijos a 23: por baixo do
1 ^b:ado I6coa dilo PJ" a ua da Floren-
AViSO.
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e raesrao para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros mullos objectos que se-
na enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
lo emeonta ; c ossenhores freguezes vista da
lazenda ficarao convencidos da verdade : na bom
conhecida loja do chapeos da ra Dreila u 61
de Denlo de Cairos Feij.
Vende-se.bibis recentcmenlo ehegados
[chapeos de senhora para passeio no se-
do andar do sobrado da esquinada
na da loja do Sr.
becco do Peixe 5
m
; GRAXBEEYABIADO SOftTIBnTO L
DE
;Rouasp (eiias e fazeadasJ
: NA
adas para engenho
Fundico de ferro e bron/.e
DE
Vende-se urna preta criouia muito moca,
esu'lia tignra, com urna filha do
porieitamente cngominar e cozin
para casa de trataraento
blan. 6.
Francisco Aalonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-sc qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DEIIOLLOWAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, composto tnteira-
mentede berras medicinaos, nao conlm mcrcu-
;,V-V; ra do Queimado por d
-- Preguica, entrada pelo
. > Frito n. 1
Senicntcsdchortalice.
Semenics de hortalict. de ludas as qualidades 4 ^
vindas pelo vapor Brasil; vendera -se na m .j_
ia do Recife,loja de ferragens de Vidal &
fNovos medicamentos lio- Na i ua do Oudilia-
meopathicos enviados
da Europa pelo Sr. Bv ;
Sabino O. L. Pinho.
F.stcs medicamentos Drennm.ina i
c aviaazcm
DE
,<>. O
* %.kJ *,-

;
i i
co n. 40.
- sobre
Hg i-.sics medicamentos preparados
; i ;;''. ,;nto segundo as m-cessidadesda
liomcopalhia no Brasil, vendem-se pelos 7-
l presos conbecidos na botica central ho-
anto Amaro (lundo ("
esp"1- :;,
erasaras de pnn i Rno pn
o de cores 28,303e35>, lambem ion
; palvtots dos mesmos pannos a 22; e 2ic '
; palc:olsde rasemira de cores de muit
j bom goalo e tinosa 12>, 14J, 16f a 18, di- =,
. ios de panno prelo para menino i 18 e !
'S. ditos de casemira de cores a 83 e 103,
4 annos, sabe
lar, e propria
no largo da Assem-
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes de
ouro potente inglez, para hornera a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
ftII!.,?8,fie0i,min.0RaJueleiI|a,cz: emc"a ^
suuthall Mellors & C."
eitos; pois busca e remove as doerica de qual-
quer especie egro por raais antigs e lenazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
;;". muitas que j estavam as portas d 1
morlc, preservando em seu uso: couseguiram
recobrar a saude c fon-as, depois de bavertenta-
o intilmente todos os outros remedios.
As mais afOictas nao devera entregar--; a de-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
' etUcazes ecilos desta assorabrosa medicina e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
A;o se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das segnintes enfermidades :
Altenco.
25*000
iSOOO
63000
13000
2*000
4??000
13000
Veos bordados para chapeo 23000
Entre meios bordados 13600
Athoslhado adamascado largo vara 13280
Lencos de chita escuros um 100
Gangas da cores para palitos covado 200
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se Belfos para hornera
e penhora, arreios prateados para cabriole!, chi-
cles para carro, coleiras para cavallo ele.
Botica.
r.artholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'A.fectcur.
Pilulas contra sezes. .
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Tilulas americanas (contra febresj.
Ungento Holloway.
Pilulas do dilo.
Elxir anli-asmalhico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oneas a
12hbras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura v'indas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Anne defronte da
porta da alfandega.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
los patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
preces razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areas (mal de).
Asthraa.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extcrwia-
cao.
Debilidade ou falta dt
forcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no vcnlre.
Enfei mida des no venlre.
Ditas no figado.
dos, podendo um durar lanto rinanto Enwtqueca?'
duram qualrodos nossosa -400 rs. um '
e 4^f urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
tina.
Arados americanos e machinas
paia lavarroupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & G. ra da Senzala n. 42.
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba-
A(eic;io.
Herysipela.
Pebre biliosas,
Febreto intermtentn.
Febrelo da especie.
Cotia.
lleiiiorrhoidas.
Ilydropesia.
Ictericia.
Indigesles.
Itillam macos.
Ir reg ularidades
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrueco deventre.
l'hlysica ou consump-
pulmonnr.
Relencao de oarina.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
^U. liAOLOW-MOW,
Itua da Senzala i\ova q.42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendase meias moi n-
aaspara ua. nho, machinas de rapi r e laixas
de ferro batido e coado. de lodos os tamanhos
para dto.
-------------------------------------------------
" ,.
5& \endem-;c : ..; !,,> .
ggy prr-co e algumas por menos do seu
a 73 e 8$, ditos de brira, de esguio c d
j lusiao lanto brancos como decores a 43
: 43500, 5#e6$, calcas de luins brancosmui- :>
: lo "nos a 50, (i? e 7*, colletes brai 1
coresa :; e 3?5l 0, (.anisas para meninos
: : cores Qnas a 33500, e Sf, um rico sorti- :
; ment de vestidos de cambraia brancos :-
. bordados do melhor gosto que tem appi- :
: recido a J--, manteletes de Qt [.reto e de :
1 cor muito superior gosto e muito moderno : ',
: a 20S cada um o 249, ricos easavequw de : 1
. : cambraia bordados para menino a | ; los para senhora a Kg, ticos enfeitcs de '
: truco de velludo
Lapcos prelos.
Na ra do Queimado
numero ID.
Venue-se farclo de Lisboa em saceos de 96 li-
Pe baral pre, de G sacc. '""o a
ojot o sacco, arroz do casca era saceos, dilo do
Maranhao caf do Rio. fejo mulatinho, gomma
do Aracaly a 2ga0 a arroba, courinhos de ca-
bra, esleirs de palha de carnauba, vassourns
dem, batatas a 2g300 a arroba, niito novas
figos muito frescacs a I36O, passa a 610 u libra'
doce de goiaba, velas de carnauba, ditas de es-
permacele; lodos estes gneros vendem-se or
menos preco que era oulra qualquer parle no
armazem da ra do Rangel n. 62.
Para os folgases do Car-
naval
Gama & Silva, no aiitigo ater-
ro da ba-vista hoje ra
Imperatriz n. 60.
Vendem lindissimos chamaloles de algodao
a mita$aodeseda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por prec,o baralissimo que facilita aser-
ce um rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as mostras com pinhor.
Vendem-se estas pilulas no eslabeleciment"
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Ilavana t Uespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O drposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico. na ra da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
mesmo estabelecimento ha um
: grande sortimento de casacas prelas, as- '
, ; sim como manda-se fazer por medida a von- i
i lado dofreguez. escolhendo os mefraos os '
: pannos a seu goslo sendo os preco.- a 30-
e 403. :
Chapeos pretos de primeira qualidade, e de Camfi^ llO-Ip7ac
lOrraa elegante a IOS cada um. v j No mesmo estabelecimento acaba de che- :
. gar um grande sortimento das verdadeiras -
,; camisas inglezas peilos de linho cora pregas !*
: largas, ullima moda, por Icr-se minia-
;.-. quantidade delerminou-se a vender por *
j menos do valor sendo a duzia a 343.
nfn
Rna do Oneimado n,
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do exctllente carregamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenlcs dirijam-se ao trapiche da
companhia cu ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Rraga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase meendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar co
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
veifao apcrlci-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n.48, loja de Leite & Irmao.
37.
enA 30g cortesde vestidos de seda quocustaram
00?*; a l&J corles de vestidos de phantasia que
custaram309; a 8J chapelinhas para senhora:
na ra do Queiraado n. 37.
Brim trancado de linho todo
prelo,
fazenda muilo superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recife n 48 to-
ja de Leite & Irmao.
Enfeitcs de vidrilho e de relroz a 43 cada
um : na ra do Uueimado c.37, loja de 4 porta
Era casa de Itabe Scbmettan &
C.rua da Cadeia n. 37, vendem-se |{
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traur.inn dellamburgo.
' .......................\
Osabaixoassignados, eslabelecidos a ra do
Cabug com lojas de ourives ns. 9 e 11 fa/err
publico queteem recebido do novo os miis bel-
los ortiraeulos de obras de ouro, e vendem por
pregos mais em conta que possivel, e rsttim
contas com recibos garautindo a qualidade do
ouro, pelo qual cam responsavtis : recebem en-
coraraendas, e concertara qualquer obra c ouro
com asseio e promptidao.
Seraphim & IrmS
i
Estopa,
Lona.
"'^ weewf8g|3
Vende-se |
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & limaos.
Farfulla de mandioca
nos armazens de Tasso & rmeos.
% JHilfio
nos armazens de Tasso & Irmaos.
I
I
I Camisas inglezas finas.
No armazem de Arkwright & C.
ra da Cruz n. 61.
i;;c; js @@ s @S3S?;
WlIDIg-SIl
vinho do Porlo, do mais superior, engarrafado,
ano champagne, idem, dito muscalcl, idem : no
armazem de Barroca & Uedeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
raa (lo Codorniz n. 8.
Raalas novas em gigos de 40 libras a 1S00,
fejao mulatinho, saceos grandes, 125, oulros
gneros mais Daralos do que era outra qua'.quer
parle.
Carne de vacca salgadi, cm larris de 200
libras : em casa de Tasso Irmaso.
_

1


DIARIO DE PBNAMBCO. TERCA FERA ? HE FEVEREIRO ht i86fl.
DE
mmmmm i fmmm si mnm,
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabao.
Relogios.
Vendc-se em casa de Johnslon Poler & C, rua
do Vigario n, 3, um bello sormonto de relogioc
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambora urna
variedode de bonilos troncelins para os mesmos.
en
DE
Sebaslio J.da Silva dirigida por Hanoel Carneiro Leal.
Neste eslabelecimento lia sempre promptos alambiques de cobre de difTercntes dimences
(de 3005 a 3.000) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contfno
para restilar e destilar espirites com groduaoao at 40 graos (pela graduaoo de Sellon Carlicr dos
melhores syslemas hoje approrados e conhecidos nesta o outras provincias do imporio bombas
de todas as dimences, asperantes e de repudio tanto de cobre romo de bron/e c ferro, 'lornetras
de bronze de iodas as dimences e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
ferro pararodas d'agua, portas para lornalhas c crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
e folies para ferreiros etc., c outros muitos artigos por menos proco do que em outra qualqner
parte, desenipenliando-se toda e qualquer encommenda com presteza c perfeieao ja conhecida
c para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarcm-nos com a sua confinnea, acha-
rad na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das etmommendas.

REVISTA IIEB03IADARIA
GOIXABOHADO
raos sus.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhA. GilAlexandre ITerculanoA. C. RamosA. Guima-
resA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BroncoA. P. Lopes de MendonraA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos DarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' o Cunha F.
Gomes de AmorimF. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E. do Hagalhaes Cnutiuho__J. G. Lobato
Pires1, II. da Cunha RivarJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ. \. S. da MottaLeandro Jo*e da CostaLuiz Filippe Leite__Luiz Jos da
Cun'ia L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentina Jos da Silveira
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
ron,
A. P. de CarvalioI. F. Silveira da HullaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o raoviraenlo jornalisHco e a ofTerecer oosleitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel l.ouver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguna artigos originaos sobre qualqner destes assuraplos, o archivo universal,
e Janeiro de-1859, era que comooou a publicar-se, lera salisfeito aos seus lins, com a maior
exaclido e regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras em folhas de 1G paginas, c completa lodos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio compelen!) s.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, rua dasCruzes, e na rua Nova n. 8.
Prego da assignalura : pelos paquetes vapor 10g200 por anuo -f por navio de vela 82 [moeda
brasileira).
Ha algumas colleceoes desde o cometo da publicaco do jornal.
Aviso.
JR
:1 &
Seus propietarios offerecera a seus numerosos freguezes o ao publico era geral, toda e
qua.quer obra manufacturada era seu reconhocido eslabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os lmannos, rodas d'agua para engenbos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moendas, tachas de ferro balido e fundido de todos os lmannos, guindastes, guin-
chos e bomba*, rodas, rodetes, aguilhes c boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca c oleo de ricini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva.Iocs, pontos, "abluirs e tanaues, boias, alvarengas.
botes oto las as obras de machinismo. F.xecuta-se qualquer obra soja qual for sua natureza pelos
desechos ou moldes que para ial fim forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esla-
belecimento na ruado Brum n. 28 A c na rua do Collegiohoie do Imperadorn... moradia do ca-
xeiro do eslabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os pretendentes se podem
entender para qualquer obra.
II

IIEME IPImil II IPEIRILIDJDB.
3 RIJA DAGLOniAfCASAE^Ol'UISS! 3
Clnica por acabos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso da consultas todos os dias pela manha e de tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curar annualmentc nao s para a cidade como para osengenhos ou outras
propriedados ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos a sua casa al as 10 horas da manha e era caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escriuio em uuo se declare o nonie da
pessoa, o darua e o uumero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no barrodo Recfe poderao re-
metter seus bilhetes d botica do Sr. Joao Sounn c C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ISogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Ncssa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
Qentoshomeopathicos ja bom conhecidos e pelos prceis seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ...".......lOiOOO
Ditos de 24 ditos...............15000
Ditos de 3G ditos......
Dito de .8 ditos.......
Ditos de 00 ditos............'.'..
Tubos avulsos cada um........'.'.'.'.
Frascos de tincturas........
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.' Jahr tradu'zido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Moraes......
20S090
25^000
O.3OOO
lgOOO
200
20000
ogooo
gooo
Neste proveitosoestabolecmento, que polos no vos molhoramontos feitos acha-se conve-
nientemente montada, far-se-ho tambera do Io de novembro em vanto, contratos mensaes para
TanTos sacriciodade e economia do P"hlico de quera os proprietarios esperam a reoiuuoraco de
Assignaluj-s de banhosfrios para urna pessoa por mez.....10J00O
* momos, de choque ou chuviscosoor mez 1591)00
Sones de cartoes e banhos avulsos aos oreos annnnciadn.
Vonde-se em casa de Arkuright & C., rua da
Cruz, arinazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeto machinisrab
podc-se usar com coberta ou sera ella.
Relogios.
Venden-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto G. de Ahreu.
na rua da Cadeia do Recite n. 36
Espirito de viuho com \\
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocora 44
ftr'.s, chegado da Europa, as garrafas ou as cu-
andas; na rua larga do Rosario n. 36.
Venda.
Vcndem-so os seguintes trastes : 1 rica cama
franceza com a copula forrada, el rico cortina lo
Ce tarlatana lavrada com lacos de fila por 150
tudo, 1 comraoda grande por 70g, 1 toucador de
Jacaranda por 12J, c 1 cabide por 12$, ludo obra
moderna : na rua estreita do Rosario, loja de
marcneria do Sr. Theodoro Bcnz.cn
Vendem-se novilhas e vacas solteiras e pa-
ridas, sendo todas do pasto, multo gordas c de
boa rac.a para leite : na estrada de Bellem, sitio
da Torre, das 5 as 8 horas da mauha, e das 5
C da tarde.
Vende-se urna cadeirinha em bom estado,
na rua da Aurora u. 40, e na mesmo casa aluga-
se a loja a tratar ni rua do Cabug, loja n. 9
Algodao monslro.
/' AG00 rs. avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
dc-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de 600 rs. a vara ; este algodao serve
pora toalhasde mesa por ser de superior quali-
dade.
Em casa de Henry Forster & C, rua do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arrcios americanos.
Rombas americanas.
Foges americanos.
Arados a 309
CW ni pague e cognac.
Ringios americanos.
Fatinha dertrigo de todas as marcas.
Lampeos de patente e azeite proprio, ltima-
mente chegados dos Estados Unidos.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
limaos.
Rs. a arroba de batatas inglczas, desembarcadas
hontcm : no bazar da rua do Imperador n. 6.
Ceblas
No armazem da rua do Amorim n. 46,vendem-
se ceblas solas por commodc preco.
TARLATANA.
Vende-so superior tarlatana, branca e de co-
res com 1 112 vara de largura : na roa da Cadeia
do Rccife n. 48, loja de Leite & nsito.

^ se vestir um homom dos ps a" caber-a : |^
g na loja de Nabuco & C. na rua Nova n. 2, >
syc atraz da matriz. ^C
REMEDIO IHCOMPARVL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacoes po-
dem lestemunhar as vititudes desle remedio i-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizerom tein son eorpo e mem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros Iratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer nossascuras maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muilo s annos ; e a maior parte
dolas sao lo sor pren lentos que tucjuupe so
mediros raais celebres, Quantas pessoas reco-
brara ni com osle soben no remedio o uso de seus
bracos c pernas, depoii de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitae t, onde de viam soffrer -i
amputacol Dolas ha muitas que havendo dei-
iado esses asylos de tadecimentos, para seno
submlterem essa operado dolorosa forajn
curadas coniplelaraenle, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algunas das taea pessoas na
enfuso de seu recon lecimento declararara es
les resultadosbenefici s diante do lord correge-
dor e outros magistrdos, alim de mais autenti-
caren] sua Qrmativa.
Ningucm desespert riadoestsdo de saude se
tivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio consiantemenUe seguindo algura lempo o
mentratatoquenecessilasse a natureza do mal,
cujo resultado seria p ova rinconlestavelmente :
Oue tudo cura.
o ungento lie til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas.
Cai rubras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da
em geral.
Ditas do antis.
Erupjoes e escorb
cas
Fstulas no ahdomoi.
Frialdade ou falta
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivasescaldalajs.
Inchacoes
Inllammaco dofig.ido
cutis
ti
Inftammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pomas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadclas.
Sarna
Supuraooes ptridas.
Tinha, em qualquer par-
le que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das arculaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pomas.
\ende-se este ungento no estabecimento
geral do Londres n. 224, < Ir and, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
Jo snl. Havana o Ilcspanha.
Ven le-se a 800 rs., cada bocetinha contra
una .nslrucco em prtuguez para o modo de
razer uso deste ungento.
O deposito geral 6 em casa do Sr. Snum,
pharmaceutico, na rua da Crun. 22. era l'er-
n a ni buco.
Grande sorlimenlo de fa-
zeadas prelas para a
Grosdenaples nreto a 1J700 rs. ocovado, dito a
15800, dito a 2a)00, dito largo a 2,-?200, dito a
294OO, dito a2-j60, dito mais superior a 2b00,
seda [ireta lavrada superior a 2.:(ilil| o pnrarin >
......-- o .. c/,5auu o covaao, cliatnalole pe-
lo largo a 85200 o covado, dito largo muilo su-
perior a 4;O00 o dito, sarja preta de seda a 29000
o dito, dita hespanhola muito superior a 26O0
o dito, setira preto a 3gl0 o dito, dito Uaco
muito superior a 4g, corles de seda pelos para
vestido cora babados a 50j o corle, ditos de duas
saias superiores a 70g, dilos muito sopetiores a
9i)9, dilos bordados a velludo a 150-, dilos muilo
superiores a 2o09, mantas pretas de tilo alo*
cada uma, dilasa 12g, ditas muito superiores a
14, los protos a 7g, pao preto a 3j o covado,
diloa 395OO, dito a 4, dito a 5-5, do a 09, dito
a 79, dito a 8g, dito a lOg e 12, casomira preta
a 18600,29, 296OO, 33 e3$500o covado, dila
muilo lina a chapeos prctos de seda, ditos de
castor para hornera, e outras muitas fazendas
prelas de goslo, por procos mais baratos do que
em outra qualquer parle : na loja do sobrado
amarello, nos qualro cantos da ruado Oueimado
n. 29. de Jos Moreira Lopes.
Vendem-se em porro ou a retalho travos
de_32, do 42 e 50 palmos de. comprido, oncha-
ms de 22 a 42 palmos de comprido c 6 pollega-
das de grossura, e caibros de 25 a 35 : a tratar na
rua do Collegio n. 1C, terceiro andar.
No sobrado amarello da rua
do Crespo n. 14, vende-se
Vclbulina amarella, azul c cor de rosa,
covado
m
Manguitos bordados finos 3^000
Gollinhas bordadas finas 2^000
Gravatinhas de seda 500
Chally de cores, covado 1$0()0
La o seda escura, covado 400
Chapeos franeczes pretos GJSiiO
Dilos francezes de mola 5J000
Gollinhas linas para luto I9OOO
Chales de chally com franja de seda CJOOO
Ditos de merino estampado fino C.>509
Dilos de merino liso 400!)
Camisas de meia para mascarados 500
Esguiao fino de puro lindo, peca 12^000
Saias finas bordadas 6S5D0
Ditas ditas ditas 5000
e outras muitas fazendas que vista de dinheiro,
uo dcixarao de ser vendidas.
jLAos scnlicres armadon s.
Vendc-se por muito menos do custo, airea,
Cales, llores, etc., ele da armaciio da igreja do
Divino Espirito Santo : a tratar na rua do Encan-
tamento n. 11, ou na rua do Oueimado n442
Vendom-se canoas de amarello, proprias
para poscaria, por prc^o commodo : na rua do
Vigario n. 5.
Vende-se cera do carnauba a 10$500 a ar-
roba, dita em velas a 143, u'la u0 composico a
15t. sebo refinado a 129, rosarios de missanga,
galoes, espiguilhas, volantes, trinas e podras pa-
ra aliar navalhas : na rua da Cruz, armazem nu-
mero 33.
Vende-se urna preta moca que cozinha o
diario de urna casa, cose bom' e engomma ; na
rua da Cruz n. 69.
Vendem-se dous moloques pequeos : na
rua da Cruz n. 60.
Vende-se doce secco de peluxo muilo novo a
Iga libra, dito de calda a 720, ameixas france-
zasa IgiOO, ditas portuguezas a 500 rs., passas
de carnada muito boas a 50 rs., marmclada em
latas de duas libras n 19400, massas finas de di-
versas qualidades a 320, 30, 40, 410, 480, 610
e 800 rs. a libra, doce de goiaba a lg400 o caixao
de 3 libras, queijos a 29400, 2^200 2j e IjJGi.O
porcada um, manteiga ingleza muito fina a'800
rs. a libra, dita franceza a 600 rs., licores era
garrafas lapidadas, do mais fino que pode haver,
um jogo de garrafas por II9, vinhos de diversas
qualidades de 640 a 720, 800, la, 1200, 1*280
19400,1$500, 19600, 29, 2J500 c 33 a garrafa',
conservas de diversas qualidades a 800. 900 e I9
o frasco, ditas de composico de espirito de 4
graos, proprias para pudir ou bolos francezes, e
outros muitos gneros que se torna enfadonho
piiblica-los : no novo deposito de gneros das
Cinco Ponas 11. 148, defrontc da eslaco da via-
ferrea.
Vende-se um cava'Io em boas carnes e
com alguns andares : a fallar na rua de- Rcngel
n. 21, a qualquer hora da da.
Vende-se urna taberna cora pou^os fundos,
e em bom local; os pretendentes dirijam-se a
rua do LtvraraerJro u. 37.
fabrica de tamancos da
rua Direita, esquina
da travessa de S. Pedro
numero 1G,
ha efroctivamente um grande sortimento de la-
mancos de todas as qualidades, tanto a retalho,
como em pequeas e grandes porces; a est-
cao invernosa est prxima, e nesie eslabeleci-
mento acharao coniinuddamenlc de um a mil
pares do tamancos sempre promptos para qual-
quer encommenda, por procos commodos.
Nova confeilaria.
Neste novo eslabelecimento encontraro as
pessoas de bom gosto os melhores doces seceos
de calda, grande sortimento de paslilhas, as mi-
mosas cocadas nunca vistas nesta provincia, as
amendoas do chicotes o torradas, aprociavel or-
chala ; na mesma preparam-se bandejas com o
melhor gosto : na rua da Sanzala-Nova n. '0.
Nova confeilaria.
Neste brilhante o novo eslabelecimento ha pa-
ra vender inmensas qualidades de doces socco
o de calda, para Ierra e exportarlo, preparado
por um novo methodo, bom como caj iiileiro,
laranja e abacaxi em latas lacradas, romo as que
vera da Europa: na rua da Sanzala-Nova n. 30.
37 ftna do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este cstabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
oits de panno fino de 16$ at 28g, sobrecasacas
de nanno fino preto e de cores muito superiores
a 35"*, um completo sorlimenlo de palelols de
rscadinho de bnm pardo o broncos,-de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos 'lmannos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
cada urna, chapeos francezes para homem a 89,
ditos muito superiores a 10?, dilos avelludados,
copa alia a 13.?, dilos eopa baixa a 10|, cha-
peos de feitro para homem de 43, 5? e al 7
cada um, ditos do soda e de p.ilha enfeitados pa-
ra meninas a 109, ditos de palha para senhora a
12!, ehapelinhas de velludo ricamente enfeita-
dasa 25, dilas de palha de Italia muilo finas n
25fl, corles de vestido do seda em carte de 40$
at 150$, dilos de phantasia de I69 at 35SOOO,
gollinhas de combraia de 15 at 59, manguitos
de Ig500al59, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cass.is francezas muilo superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemiros do cor-
les para colletcs, paletolsc calcas de 3~"j()0 ate
4 at 10$ o covado, cortes de collolede velludo
muilo superiores a 9 e 12$, dilos de go-gurao
e de fustao broncos de cores, tudo por preco
baroto, amainado de algodao a 19280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 99, gresde-
Qoplea de cores e protos de I96OO al 39200 o
Covado, esparlilhospara senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 129 cada um,
lencos de combfaia de linho bordados para se-
uhoro a 9 e 129 cada um, di'.os lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 at 20j a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
1% 100, barege de seda para vestidos, covado a
1-5400, um completo sortimento de colletcs de
gorgurao, casemira prela lisa c bordada, e de
fustao de cores, os quacs se vendom por barato
preco, velludb de cores a 79 o covado, pannos
para cima de mesa a I09 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots o rolletes a 29300
o covado. bandos para armaco de cabello a
I95OO, saceos de tapete c de marroquim para via-
gcm.cum grande sorlimenlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, o nutras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao.
Com ftqiw do avaria
1:800
Cortes, Je vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 35
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por ca.ia face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmaos. rua ra Imperatriz n. 10.
Vinho doPorlo.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barrsde quarto, por proco commo-
do: no armazem de Adamson Howie & C, na
rua da Trapicho, n. 42.
Vende-se superior linha do algodao, brn-
cese do coros, em novello, para costura : em
cas de Seuthali HellorA C, rua do Torres
n. 38.
Os abaixo assignados.pora commodidade do
respeilavel publico, procuraram e conseguiram
cstabelecer em diversos pontos desta cidade a
vondagem dos ferros econmicos de Dlesse Draki
pelos mesmos procos por que lem vendido no
seu eslabelecimento da rua da Imperatriz n. 10,
isto de 123 por apparelho completo, que cons-
ta de ferro,fule c descanco. Esta maravilha d'ar-
le americana c um daquellcs inventos de grande
ulilidade para a industria, pois nao s economi-
sa o carvo e tempo, mas se consegue em deter-
minado esporo de tempo engommar o triplo do
que seobtem com um forro commnm : com 60
rs. de carvo ongomma-se um dia intero, s ne-
cessita limpar o ferro quando se principia a ope-
raco, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que lem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforeo, poder
sor manipulado a vontade do mais dbil traba-
lliaJor, tem mais um apparMho que obsta a que
o calor do ferro possa prejudicar a quem com
ellos trabalha. Acham-se venda dos sosuin-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,estabele-
cimenlo do Sr. Jos Alves Rarbosa : rua da Ca-
deia do Recife n. 4S. idein do Sr. Thomaz Fer-
nandos da Cunlu ; rua da Madre de Dos n. 7,
dem dos Srs. Fonsoca & Marlins ; rua do Crespo
n, 5, idem do Sr. Jos Eleulerio de Azevedo;
rua da Pcnia n. 1G, d(?ni dos Srs Piulo de Souza
\ B 'rao ; rua do Cabug n. 1 B, na aguia de
ouro ; rua Nova n. 20, eslabolecimenlo do Sr.
Antonio Duarte Carneiro Vianna ; rua do Impe-
rador n. 20, dem do Sr. Quintarles & Oliveira ;
rua do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Rodri-
gues Fcrroira ; rua Direita n. "2, idera do Sr.
Jos Soares Pinto Corroa; rua da Praia n. 28,
idem do Sr. Custodio Manuel de Magalhes ; rua
da I'raia n. 46, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Castello Rranco ; rua do I.ivramento n. 36, dem
do Sr. Joao Antonio de Macedo; rua da Sania
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva : e
na uia da Imperatriz, idem dos abaixo essignados
Raymundo Carlos Leite & Irmo.
Fariiiha a 6:000
rs. o sacca de alqueire: vende-se no forte do
Mallos, armazem de Hemelerio, Irmo & C,
confronte ao trapiche do algodao n. 18.
Vende-se niel para embarque : no caes do
Ramos n. 6.
Una do Cabug i. 8,
^ Para a quaresma.
rifo
s
I
' j
- D
n
5
Grande c variado sorli- I
ment de fazendas
inas c grossas, de todas
as qualidades c
precos commodos.
Roupas feitas francezas
c finas perfumaras.
NA
LOJA
DE
a
t..
a
silo
','-
Ricos corles de vestido prclo
do seda bordados, com duas
e! tres saias, em grandes car-
ios, polo baratissimo preco
de 70- e r "
Veos pretos do lil de linho a "
Ditos ditos para chapelitiasa
m Grosdenaples preto, o covado a
m Diio dito superior de dua.s lar-
' ?1"-;'5, o covado a
g; Sehfn preto de Haco a
V Dito prelo de boa qualidade a
Hilo preto muito superior a
'orles de coletes de gorgurao
piolo bordados a
Dilos do setim de Maco, borda-
dos a
Velludo preto o covado a 4^800 e a
Velbutina preta o eoxadn a
Luvas pretas de sfida a 1 -
Meias de seda pela para senho-
S ra a
M Hilas de seda preta para homem a
Ditas de algodao, prelas a
Lencos de seda de gorgurao pre-
lo muilo superior, meios en-
Q08 a
Grvalas de soda prela a
Enfeitcs finos de vidrillio pretos,
para cabeca de senhora a
Casemiras pretas, o covado a 2^,
2*240, 3*200, 3*520, h o a
P.uni lino .rolo, o covado a 2*
^ 2880, 3>600, 4*000, 4S500,

u| Camisinhos de cambraia para se-
rgos.

o.,.
i
I
110-000
15280
2C00




2*400
3 2O0
5s00 .
?5- 00 ?''"

6^000
f>l2u0
*720
18200

!
3*000
&4C0 '
]', i)
5;00d
I
l

8$O0O
1*600
6;000
40.-0C0
i .:




';
) nhoras a
r../.- Manguitos o colas do fil de li-
nho a 5*000 e a
jgj Manteletes riquissimos de gros-
$ denaples prelo de 30*, 35? a
3t.s bapeos tinos de massa, france-
zes, dos mais modernos a 8* e
Alpaca preta de diversos precos, casa-
cas,caigas, paletos e celles pretos de ;,
diversas qualidades e procos.
Vende-se urna rica loalha de la >-r"ml
da aberla de estrellas, propria raa' bnptisado,
por preco muilo commodo : na taberna da rua
das Cruzes n. 20
'rcsiiDlos Bfflezes c n:
Viudos polo vapor inglez, os mais superiores
do mercado : na rua do Imperador n. \.
Vende-se a armaco da casa n. 12 da roa
estreila do Rosario, com muitos commodos para
qualquer negocio : a tratar na rua do Nogueira
" SfrVhiMiWW'LVlbtFifaA-AX,,......,', ....
dem-se e alugam-se bichas de llnmburgo, por
menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer ferramenla, tira-se e chumba-se
denlos, sangra-so e faz-so ludo quanto perlence
c arle de. barbeiro.
Vestidos brancos de blond de seda com ba-
bados e com pequeo defeito, por melado de seu
valor, muito proprios para casamento : na rua
do Oueimado n. 17, aprimeira passando a botica.
queijos superiores a 2*200, manleiga ingleza a
11J, primeira qualidade, cha do melhor que ha
no mercado a 2*240 a libra, azeite doce francez
acOO rs. a garrafa, btalas a 40 rs. a libra ; na
travessa da rua das Cruzes n. 6.
PotassadaRnssia
E CAL DE LISBOA.
No bom conhecido e acreditado deposito d.'.
! rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia o da do Rio de Janeiro, nova
i c de superior qualidade, assim como tamben
cal virgom em pedra : tudo nor uresos muito
razoaveis.
os ave
Fm casa de E. A. P.urlo & C, rua da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo sorti-
mento de rieo e excellentes pianos de todos os
preC08 o qualidades, os quacs sao de niuita du-
raco pela sua boa conslrucco. Estes pianos
que foram premiados com a m'edalha de primei-
ra rlasso na exposico universal de 1855, alem
de serom de 7 oilavas e 3 corda?,cao do Jacaran-
da o chapeados de metal. As pessoas uno preci-
saren) podem compra-Ios com 20 ou 30 iO de
monos que em outra qualquer parte.
Leite puro.
Vende-se leite puro a 400 rs. a garrafa: na
a do Vigario n. 6, deposito da esquina.
rua
Batatas
a 800 rs. o gigo.
Batatas cscolhid.is a 800 rs. o gigo de arroba,
para acabar : na rua da Madre de Dos n. 8.
Snperiores relogios de ouro e prata, che-
dos pelo vapor Oneida : no escrptoiio de Sou-
thall Mellors & C, rua do Torres n. 38.
Amorim Irmaos, rua da Cruz n. 3, leoni
para vender algumas aeros da companhia geral
de .Pernnmbuco e Paralaba : quera as pretender
pode dirigir-se aos mesmos para tratar.
Pera e ameixa
Vende-se pera secca e ameixas rainha Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a 1*000 a caixi-
nha ou 500 risa libra ; na rua Direita n. 93.
esquina do buco do Serigalo.
Vende-se urna escrova moca com una cra KS^raVO^ I HffllOS
do 6 mozos, tem muilo leite e boa conducta.- L3uawa "'amw'
quem a pretender, dirija-se a rua da Cadeia do
Recife n. 38, primoiro andar.
Presuntos inglezes, queijos londrinos, latas
cora bolachinha snrlida, ludo de superior quali-
dade, chogado polo ultimo navio, por preco com-
modo : em caso deSoulhall Mellors & C, na rua
do Torres n. 38.
Feijo amarello.
Antonio 1'arnondes da Silva Beiris tem para
vender por preco commodo, em pequeas e gran-
des porcoes, sa'ccos com feijo amarello de 6 al.
queirescado um, ou 30 cuias, medida dosla e da
melhor qualidade que ha no mercado, cchoodo
ltimamente do Porlo no briguc porluguez .ima-
ha I: na rua do Vigario n. 27.
Milho a 4000.
Vende-se nanrmazem de Francisco L. O. Aze-
vedo, na rua da Madre de Dos n 12.
Milho, farelo, farinhi, gomma, arroz, sa-
bao, velas de es|icrmacetc, vinagro do Lisboa ;
vondc-se.no armazora de Francisco L. O. Azete-
do, na runda Madre de Dcos n. 12.
Vende-se urna casa letrea na rua. Relia n.
15 : a tratar na praca da In.dependfncia n. 1-
Ausentou-se no dia 30 de Janeiro prximo
passado a cscrava cabra, de nomc Josepha, cora
os signaos seguintes: idade 50 anuos, pouco
mais ou menos, falta de de:ites, curta da vista,
anda como eslropiada em consequencia de le
os lornozellos enchados do frialdade que ha pou-
co acabou de ser Iratada, nao tendo anda boa
cor : roga-so assim as autoridades polieiaes, ca-
pitaes de campo e pedestres a appiehenso do
referida cscrava, o leva-la Soledado, estrada de
I Joo Fernandos Vieira, sitio da cosa cinzenta,
que com generosidade sero recompensados.
No da 30 de Janeiro fugio o cscravo crna-
lo de nomc Antonio, que representa ter de 35 a
40 annos de idade, levou vestido calco de algodao
azul e camisa de algodao da Rahia.'qiiandp anda
bota o p direilo para fra, e 6 muito contoor de
historias : quem o pegar le ve-O cosa n 15, de-
fronte da igreja do Corpo Santo, que ser gene-
rosamente recompensado.
No dia 26 de Janeiro correntc fugio da caso
de Monocl Antonio dosl'assos Oliveira, residente
nos Apipuros, o sou cscravo Manoel, cnoulo,
vindo do Maranhao para esta provincia, sonde
fot vendido pelos Srs. Adriano & Castro, o qual
lem os signaes seguintes : alio, secco, cor fula,
lem muitas maicaj de bextgo, falla muito pau-
.sadamente, cozinhoro, representa ter de 20
a 22 annos de idade : rogo-se os autoridades pn-
lciaes, pedestres o capules de campo a appro-
hensao do dito moleque, o sua entrega na rua di
Cabug, leja n. 12, ou nos ApipucM.
No dia 20 do Janeiro do corrente fugio o
preto Justino, crenlo, pode (er do idade 3n a US
annos, corpo regular, levou lo somonte ama-
las e um panno amarrado na smlura s. rvindo d*
avenlal, pois estovo irabolhnndo na n.'lnacM da
rua Imperial, perieace a Jos Vnmeo de 'l.ims.
morador na ma Direita, recommenda-se a mH
cia, aos captlaes de campo e aos pedestres Jo o
capturar e levaran paleo do Carmo a Narciso Jo-
s da Costa procurador do dito Lima que Rati-
ficar.
Desopparoreu da rasa d" sen senkor um
cobra de norae Antonio, idade de n
"iii os signaes.seguinles : alto,
do corpo, li ndo na pi rna direita muilis i i
es, motivado de um formigu. iro ; li rou vi
''aba o camisa do algodao azul 'Meo: o |
der e levar 6 casa de sen senhor, na roa Direita
n 6, ser bem recompensado
Fugio de Hacei ao amanhi ;., |fl
de Janeiro o cobra Anacleto, de i I
anuos, pouco mais ou menos, com -
{.'uinies : b.iixo, grosso do corpo,
barba, borra gran le, olhos castal
carapinhados e..... pon.-., ra
olhando para o chao ; lem um signal d
no nariz, no pescoco a cicatriz de um lall
faca, e urna entro mis sobrancelh 19 ti m i
pollegar da mo direita alejad
ps pequeos e chai de mui!
quer para os servicos do campo, qi
montaa: o mesma rabia acha-sc
amarello por ter estado dorle ha pouco ten
Fi i rom; rado na I ruz de S. Miguol i -
quim Piulo, em cuja casa .i
oo cnpilo Manoi I Pinl n .-
rador na villa de S. Miguel, na pro im i i
...se que estoja na
ruani, on le lem n anos : quem o peg: r e
em Pernambuco em rasa d i J l'errao, rua do Cres| o, em S. Miguel i
uhoi. on em .Man em casa do abaixo a--
do, ser bem recompensa lo. |
vereiro de 1860.ilanoei J Ti
letra.
Dosoppareceu na noiie d" dia 7 de aneiro
enrenle .fe s. Jos do Manguinho, .i,,.--
Teixeira Bastos, oesrravo rrioulo, Be.
lo ; re| rcsi nta 25 a re annos
eo mais ou moni -.
corpo igualmente regular e bem feiio,
pa, constando de cal la de
panno lino azul, camisas bram as i
ganga o de brim trancado bram i, c
de feitro escuro, e m i
guido por urna mulher torra, i
Candida,'que consta ser natural di
o amarrado, o es
gipe, aonde lem mai, boje forra.
Boga-se a quem o apr. r no
Manguinho em casa dej i. r
cidade em casa de fl sios fi l. >mi ,rua
i lien 17 que ser generosamente i
Moleque Fgido.
100000 de en tifi i ; ,
Boga-se acs eapilaes de campos, e a t
qualquer autoridade a appiehenso de um ata-
que de rnme Macoel, crioulo, idade 1-2 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da casa do
abaixo assignado no dia 30 le ouluLio du cr-
reme amo, levando calca deeor, carniza azul,
chapeo de palha oleado e o maior signal soffrer
de asima e a pouco estove doente de Lev
desconfiase que esteja acollado por algura esper-
talhao, que se queira aproveilar de sua pequea
idade para o seduzir, desde j protesta o me-rr.o
abaixo sssignado de cahir sobre ililo larapio com
lodo o rigor da le, e gratifica da mar.eira cima,
aquello que llie der noticia ccrla, e paga toda
despeza que se fizer cora o mesmo moleque r>ra
ce efTectuar dita aprehensao, levando rua Eleva
a. 21. Francisco Jos Germano.
Fugio no.dia 7 do novembro do armo pr-
ximo passado O escravo Felippe.de na io An-
gola, de idade (5 a 50 ame -. rom i i
seguintes : um tanto baixo do corpo,
lala carrogada, olhos pequeos, cara larga -. ni
''^guns' cabellos o's felti
parecendo sor muilo mancinlio, porm muito
0 e ni.-II! lo a l-uroitar ih rmpnviurias
bom corpo, pernas um tanto finas, segunu mesmo eorpo, cujo escravo do Antonio -
igo Pereira da Costa, proprietar)
Providencia, na freguezia de Agua Pula
o pegar ou disser onde de coito i Lem
recompensado.
200^ de gratifleacao.
Anda contina ausente o fireto Nicolao, eoera-
. > di Francisco Antonio Cabra! di M
prietariodo engenho Tabocas da freguezia de N.
S. da Luz. Este preto im que rni
marro do ani o passado fogiran daquelle i
nho, e tem os signaes Beguintes' alto, i
do corpo, rep esenta ter 22 annos de idade, e
tem alguns signaes de castigo as costas, I
lamb ni alguns principie- rj ,,na;
consta ter sido visin i Ouricury, incuban I
forro : quem osppreltender e entregar no i
engenho a seu aenhor, ou no Recife a M
Antonio Goncalves, ser gratificado con -
Fugio hontem (3)doht-
gar Boa-Viagem, a escrara
Auna, crioula, estatura regu-
lar, cor fula, representa ter 40
anuos, olhos pequeos, foi cs-
crava Jo Ulni. Sr. Dr. Naza-
rclh, cni Sanio Anlfio: quem
a pegar queira leva-la ao pa-
teo do Paraizo na cidade do
Recife, cocheira n. lo eo assignado, que ser grati-
ficado.-Jos Piulo de Maga-
lhes.
100$000
de graliftcaco a quem capturar o cabt "
Candido, que lalve trate-se boje por Flor ou
beija-flor, fgido desde agosta de 1858, de ido.le
20 annos, alio, boa eiaiur.i. cabellos ere*
um olbo varado e eran.le cicatriz do mesano
do rosto, 2 denles tirados na frente, cos urna an-
dar elogiando que faz adjunto, aeado condozdo
a rua do Collegio n. 1G, ou engenho Tacpu de
[guarass.
Attenefto.
200,$00 de gralificaerio.
Fugio no dia 10 de dezembro doonno prximo
passado o escravo do nomo Juvenal, com prin-
cipio de ofco de alfaiale, de Jado de ii annos,
principiando a barbar, de cr bem preta. i
muilo vivos, sobrancelhas cabelludas, done
vos e porfeilos.de leicoes regularos, eatatnra um
pouco cima do regular, pea
co do corpo, pos bcra feitos, falh rnrrmicmf
te, muito espoitn o cheio de manba. Fugio
para o Recife, aonde esteve alguns dios, d<
dos quaes dcsappareceu ; levou bastante ra
chapeo do Chillo usado, cale,! le ganga, jaojweU
branca, borzeguins novos de'polimenlo : quem o
pecar tenho-o rom toda o segurase*, o o lavo
ao ensenho Caiar da freguezia do S. Low
da Malla, que receber a graliiaroo de Wt$.
Fugio no dia 8 de dezembro prximo pas-
sado, do engenho Terra-Preta, na comarca de
Nazarelh, o escravo Joan, rrioulo, nastanto pre-
to, alto, secco, sem barba, iom faltado um den-
te na frente, bem feito do pes e raaos, nmil t
dancp.dor, e quaudo foge s quer ser foiro, e ro-
mo forro eslava no Recife com o nomo de Ma-
noel dos Santos, onde foi preso no dia 14 do
corrente, e tornou a fugir pnr descuido dos se-
nhores mocos olli eslodanli's, pelo que peje-.e
oos arrematantes cus obras publicas, a quem se
offerecera Iralwflhadores, o cuidado, se appnrccrr
o (altado escravo, que lera ptimo signal, qu" *
urna marca de um lalho em toda cosa da mim
esquordn, que quando fug'o lcv..u em ferida :
paga-se muilo bem o quem o apprehrndcr e 1-
va-lo aomesmo engenho, ou no Recife, na So-
ledade, oos estudm tes Hosmida Corroa de Cras-
to c Auterliaiio C.'rrcia de Crasto.
SBBJl


(!1
Lteratura.
A enlrada.O feliz tciupo do collegio.
Diz o proverbio : < Os auzcntcs solTrera aggra-
vos ; mas algumas vozos o proverbio quem
sofire. Em Pars os ausentes nao s nio sao
olvidados, como sao festejados quando vollam.
I.eva-se-lhes cin eonta a ausencia, im Ibes a-
proveila em vez do prcjudiea-los. Mni graciosa-
inonte sao acolhidus ; e para st-lhes lugar, lo-
dos se conchegam.
E' principalmente na repblica das lettras que
reina esta atnavel fralcroitlade. Ellas,- boas e
bellas como sao, n5o deitara desmentir seu no-
too honroso, litlerd humaniores \ Humanas
:om cfito, polidas, agradareis, e maia que hos-
yialeiras, nos dizest: Sentai-vos acola, e con
tai-nos vossos oi"o anuos de exilio.
Senlar-mc, de boa vonlade, e principalmen-
te entre vs, T/.orque estou caneado, e horrivel-
ioiite CBHCBO, como dizia o exilado Dante, de
gnbtr a esesda alheia, tau dura de subir sini,
Xo flurs al entre um povo mutio benvolo-,
jnuito liberal e muito sensato.-Pac que contar-
los essaa fadigas de oito anuos, o comerar minhas
revistas de quinzena pela triste revista desse
it mpo! nao, nao, islo nlo agradada nem vos,
000 tnim.
Antes tratemos 'ou'.ros infolzes. Os eslu-
Bantes rollaran) das ferias, acaban de retomar o
i ollar da miseria, deixar o ninlio materno, lao
tjuentc e to doce, pela salla d'estudo fra e pal-
lija, onde pendem fnmosos eandleiroo. Pobres
Tapases! Como se lhes aiinuvOa o coraro, en-
trando, em um da d'outonno, nessa humila mo-
rada Os muros, caiados de novo, exhallim um
nao cheiro de colla e tinta ; c as aulas um odor
eofastiento. O sol traco c temo de outubro des-
eo apenas ao terreiro, como un grande poco.
Tela primeira vez no anuo, sente-.se o fri d'alh-
mosphera, e una tristeza instincliva apodera-se
ilo espirito coui a aproximacao da vigorosa esta- |
i-ao: esl-se acabrunhado do melancola, lia9
que nunca ueste memento leria o menino ncees-
sidade do affago maternal, e c quando c delle
exilado. Primeira magua do eoraco.
Todava alguns fingpm-so .! bravos e affeclam
nao sei que alegra ; mas seu risod um riso ama-
rello. Creio ver reinitas, que parlera cantando
para atordoar a tristeza. Ha cora ludo boasmis
Iie se enganam cem esta alegra; e algumas
tenho visto moslrarem-se aflictas, por que seos
lilhos nao o ostavam :
< Como est contente, deixando-me! dizia-
me urna deltas om da.Ah Madama, se po-
desseis ver o fundo dessa alegra, se advinhasseis
.i tristeza, que roe o coraco do charo prisionei-
to acolovelado sobre o discionario, terieis muito
le que consolar-vos, ou antes atlligir-vos em
sentido contrario. So fundo, crede-me, este jo-
ven fantarrSo, nao menos desoalo do que vos.
Ri-se, rom medo de chorar.
O liomein civil, di/. Joo JacquesRosscau, vi-
ve e morro na escravidao : naseondo, c enrolado
em um coeiro ; morrendo, fechado em um es
quife.
(i queso deve pensar, diz anda o autor
Emilio, desta educacao barbara, quesacriilca u
presente um futuro incerlo, que carrega um
no de cadeias de toda a especie, e comer
por torna-lo miseravel, para preparar-lhe ao
longo nao sei que pretendida felic idade, de
que jamis gozar.....Na incerteza da vida hu-
mana, evitemos a falsa prudencia d'immolar o
presente ao futuro : muilas veres immolar o
que ao que nao ser- Pacamos o homcm fe-
liz em todas as idades, com asndo de que depois
de tantos cuidados nao morra antes de le-lo
ido.
Nao pretendo de modo alguno recomecar aqu
processo da educacao, nem reffutar, sobre es-
Ja questao tao complexa, as ideas de lodosos cr-
ticos e reformadores: Rabelais, Montaigne,Char-
n ii, Perrault, M/.s. dePort-Royol, Locko, Rous-
scau, Ka.nl, Fourrier, e os discpulos de lodos es-
tes moslrcs.
Quero apenas dizer urna cousa sem exagera-
cao e sem crapliasc, e que nunca comprehendi
<*iue o collegio l'ossc chorado ; e que o lyceu
para inim mu simplcsmcnte a primeira das ga-
leras, onde devenios remar nesla vida
' E comtuJo nao falla gente, que ao evantar-se
da meza, lomando caf, vos repita como um es-
tribillo : Ah! bom lempo, bom lempo que en -
Se Ibes podessa ento tazer reviyer esse lempo,
esse feliz, lempo, ereio que ficariam bem sorpre-
i -......- *. ** ..... i--------;., Vf)J.
reproduzido um anno s desse teir-'. ------
mezes, nem irez! i- mesmo. p l? r,,st',>
i! i vid, i'.cni quercria ver reproduzido um s
anno? um anno completo, bem entendido; por
que se se tratasse somonte de tomar aqu um
inez, o acola urna semana, colhendo assim de
um lado e d'outro, far-se-ha sem duvida um
bello ramalhete; mas um anno.umsanoointei-
ro, ninguem, rellectindo bem, o querera.
Ambos, pens en,
Qual c o mais altivo d
que ganha o premio i
dava um bco em taes casos, nem raesuio ao I*. nar1 .., rfliiPiil
mestre de esludo, nom pessoa alguma O',. U '"'
local-vos por um pou.o em seu lugar- quc
mundo novo e lugubro para elle 1 '
Qualquer transicio penivel, n- quo qualquer ou oulra, por. Stl.-a jimeira da
vida, e parque anda q .yjYaeio nao esl callejado
pela experiencia.
Todos estes pequeos seros nervosos c taga-
rnias, quem a propria natureza ordena o mo-
vimenlo, o ar livre, e, os gritos, ei-los encerra-
dos durante longas horas e em silencio ni ath-
raosphera gasta d'um quario. Lembrai-vos por
ventura dessa salla d'estudo nauseabunda, des-
crila por Balzac, emprestando ficticia passa-
ge.11 do l.uiz Lambert suas proprias impresses
d'infancia ?
Acoslumado ao ar livre, indepondencia
d'uraa educacao deitada ao acaso, acariciado pe-
los tornos cuidados d'um vellio, quo o pre/.ava,
habitalo a pensar sol) o sol, foi-llie bom difli-
cil doln-ar-se regra do collegio, caminhar na
ordem, viver entre as qualro paredes d'uma sal-
la, onde oiienLi mancebos"estavam silenciosos,
sentados um um banco do p.'io, cada um dianie
de sua estante. Seus sentidos possuiaru una
porfeico, a qual lhes dava urna exquisita deli-
cadeza, e ludo nelle soffreu desta vida em com-
mum. As exhalaces, que corrompan) o ar,
misturadas com ofedord'uma aula sempre im-
muiida e eululhada dos restos de nossos almo-
cos e morondas,affectaram-lhe oolphato; sentido,
quo em mais directa relaeao com o systenia ce-
rebral, do que os outros, deve causar por sua-
alleraces in venc veis aba los aos orgaos do pena
smenlo. Alem deslas causas de corrupcSo alh-
mospherica, harta em nossas sallas d'estudo ca-
siuliolas, on le cada um meltia seus furtos, pon
bos mortou>ara os dias de fosta, ou comidas rou-
badas ao refeilorio. Finalmente nossas sallas
continham anda una podra i inmensa, onde es-
lavam sembr dous baldes cheios d'agna, em
que todas as niauhs iamos lavvar 0 rosto e as
m&os cada um por sua vez em.pre/.enca do mes-
tre. Variido urna vez por da, antes de despor-
larmos, nosso local eslava sempre; sujo. Depos
apezar do numero de janellas e da aliura das
portas, o ai eslava inccssanlemonle viciado pe-
hs pina lines do lavadooro, da casiuhola, e le-
las mil industrias dos esludanles, sem contai
nossos oitenta corpos reunidos. Esla especie
d'h.umus collejgial, misturada sem cessar com a
lama, que Iraziamosdos lerreiros, formava un
monluro d'um ftido nsuporlavel. A privaco
do ar puro e perfumado dos campos, em que
havia at entao vivido, a mudanca de seus h-
bitos, a disciplina, ludoconlrislou Lambert. Com
a cabera sempre apoiada sobre a mao esquerda,
e o braco acolovelado na estante, passava as ho-
ras d'estudo a olhar no terreiro a folnagem das
arvores ou as nuvens do eco. Pareca que es-
tudava as licdes ; mas ven lo-lhc a peina immo-
vel, oo o papel em branco, o reilor lbo bradava:
Nao fazeis nada Lambert.
Quero ja que a maior parle dos collegios de bo-
je sejain um pouco menos inmundos do que es-
te e uin pouco mais conforlaveis. Adoeai, cu con-
snio, as cores e principalmente os odores deslc
quadro : resta anda alguma cou-a. A vida em
comrniim lem para as naturezas delicadamente
organisadas incoramodos sem numero e soffri-
monlos insupporlavcis.
Todava a educacao em commum til c ne-
cessaria, nao o neg, lyceu nao gmente um
gyranasio inlellcctual, lambem una admiravel
esrola para o aperfeicoamento moral. Alem das
ideas geraes do josliQa ede honra, que o estudo
dos grandes escriplores desenvolve as almas,
alera dessa cultura do coraeao, que acompauha
sempre a do espirito iudependentcnienle lam-
ben) da accao moral, que excrcem os professotes
sobre os discpulos ; que senlimentos pratcos de
modestia, de boudade e fraternidade nao se ad-
quirc d'um cnsiuo, que nao o dos livros, nem o
dos meslres,o ensno da vida commum !
A educacao particular, por mais cuidada e sa-
bedoria, que su Ihc cmpregue, insufflciento pa-
ra formar caracteres solidos c serios, proprios
para a vida social. preciso que um menino so-
ja desde Ioio posto em contacto com seus seme-
Ihanles, com seus- eguaes; que desde logo en-
contr o limito de suas vonlades c direlos, nos
dreitose vontadns dos outros. necessario que
elle tenha a lular algumas rezos contra sua nia-
ligndadc OU rudeza. E' inster que ache na as-
pereza dos que o cercara, aguilhes salutares.
lim quo soffra em pequeo, desde o collegio,
todas as exigencias c deuldades da vida.
MAM D PERNMJUCjj..^.tEr\CU'ft 7 DE FEVERBIROJPE 1860.
ima advertencia um jor-
nalsla, julgais vos qi o ha grande dilforenca ?
icim mnilo incommodados.
mais feliz um rhetorico,
'honra, ou um zuavo, quo
loma um esiaujarte? Da mesma sortc as cafuas
para un lyceisM, pela primeira vez que ah sao
langados, valem, asseguro-vos, as prises para
um homcm.
' Anda urna vez, ludo 6 relativo. Mas como ca-
da um julga por si, e ninguem podo ver senao do
ponto cm que esl, o como sao principalmente os
males presentes que. nos ferem, e cada um apre5
cia superficialmente os bous, que Ihe faliam,
acontece, il'um lado, que os collegiacs privados
de liberdade e imaginando que fura do collegio
ella muito mais possuida, cullocam no futuro o
ideal da felicidade ; e, d'outro lado, acontece que
os homens feilos, e que comecam a dednliar-se,
sugeilos aos ttabalhos, paixes e cuidados, sen-
tindo a snude consumir-sc pela idade, pelos afa-
zeres, ou pelos prazeres, reverten) o pensamenlo
para a adolescencia, e llngem chorar o feliz lem-
po do collegio, quando nao chorara senac a mo-
cidade, o bom somno, e o bom estomago.
Azas, indo mais longo, diz com finura :
Quando fallamos desta idade, o pensamen-
lo. que isso leva-nos, provoca repentinamente
Desespero : nao cresccr^ ser o mais pequeo
da aula >
Desespero mais raro : ser muito grande
>
Ser obligado a ir ver a prima Adelina com
urna jaquota muito curia, unas caigas, que lhe
dao pelos tornozellos, meias azues, e sapatos de
orcinas, qnandu Adelina j iraz vestido compri-
do
Nao ler um sold n'um da de pnsseo, e ver
seus camaradas fartarem-se de cislanbas, pasleis,
bolos folhados, massapaes, ccieja, e morangos,
conforme a estacio.
As lerriveis consequenrias do primeiro ci-
garro, fumado, sabe Dcus onde
a A admiraco, que causa um grande,
prematuras fortunas tornaran) celebre.
cujas
Ser parado na ra por um senhor, que lhe
perguiila que horas sao, tendo lomado por cadea
de relogio a correnle, que lhe prende as chaves.
O que se chama metter ridiculo.
El culera, el calera. E o capitulo das feijoa-
um segundo, quo sempre acompanhado de pe- das e das lenilhas, e do terrivel cozdo, que o
zares. Medmos com rapidez o lempo decorrido hbil cozinheiro mcrgulha n'agua fria ao sahirda
desde nossa infancia; e coma mesma rapidez I panella, alim de ser-lbe mais fcil corlar em
nossa imaginacao avanc.a para essa hora fatal, porcoes regulares e cubicas. A'oe bem: esta
jue deve ser a ultima, c que nao desojamos en- j transicao brusca, especie de banho russo, d ao
carar. Oh quanto eslava ella distane durante
nossa infancia dizumos interiormente : como
seriamos elizes se estivessemos por lano lempo
della separados 1Invejamos iiiesmo, em lodos
que nao sao meninos, purera que sao mais mocos
do que nos, essa mais longa distancia do momen-
to, onde terminara todas as distancias, c confun-
dem-sc; onde era lira nada mais rosla a compa-
rar.
l'elas as contas, o lempo do collegio, para fal-
lar sem paradoxo e sem illuso, nao mais feliz,
nem mais desgraeado que qualquer outro da vi-
da, sendo sempre proporcionados os prazeres e
penas idade que os sent. Mas 6 este o ponto
esquecido.
Os poetas eclebram a primavera quando nova,
ou cantara o fri quando csl.io no sul, c o sol
quando eslao no norte. Tenho conhecido mutos
cclibalarios, que gabam as docuras do casamen-
to, e mullos casados, que aprecian) os encantos
do celibato ; do niesnio modo nunca ouvi cele-
brar o ieliz lempo do collegio, senao por ho-
mens j maduros.
Islo equivale sempre ao verso de Horacio :
QbMi mu1 r --cituir os aegroi cabellos, que dc iv>ui3 irtldct m^r.is augusta in rronlfl capillot '.' Trunto ?
E aos versos de Vctor Hugo :
Qii'> viiti-- ni- done l'.iil. A BN jci!M'- iiin'.--.
I'our m'uvuir lu si vilc vi vuuj t*;r*.- loigneii,
>li- ir.iyaMl *alUril 1
Ifi'hs! nour rc.eoir ui'!>pareicrc ai I
Qu .n l roaa na poutoi plua.....preodro vu ros Riles,
Que \ou< ai-je douc foitt
E principalmente aos versos de Biizeux :
.....- f?
Jours ju
Ou I !j V.
El l>.......i
'* i|ii" chacun rat..
i rain i od i
BVIOX-TO is
I l.t.lll'').
Mol 'le dunnei'.'
iis traabufeot-ila bus i itr elaltv,
duS urea -ni i'.iii-il rotre bciut t
menos no principio, doloroso.
Alera das impeitincncias dos camaradas, sof-
freni as do meslre de esludo, infeliz muitas ve-
zes e irritado or sua prolissao ; porque, como
diz Faust, vive a incominodar si c nos me-
ininos? .< Alera disto esles ralam-lhe tambera a
paciencia. Estes pequeos rapazoles de sangue
vivo, presos onze horas por da, sao como mari-
Sao com elfeilo os enfados, os males o as de-
cepces da vida prsenle, que do ao passado
encantos, que nao tinha, quando mesmo era pre-
sente, o que, para consolar rao-nos delle, fazem-
nos erabellezar o futuro. Assim sempre nos pa-
rece bella e distante, quer para diante, quer pa-
r Iraz ; as tortuosidades e asperezas apagam-se;
ludo idealisamos nos longinquos azues, ou as
nuvens d'ouro do horizonte. Quando esla per-
corrido o caminho, e rollamos para olha-lo, esla
perspectiva parece rsonha e nao sentimos mais
os abrolhos. Duste modo nossas tristezas pela
yida do collegio sao causadas por una illuso, e
julgaraos ter perdido o quo nunca haviamos pos-
suido.
Paschal disso : Nunca nos ligamos ao prsen-
le... E' que o presente, de ordinario, nos moles-
la... Cadaum examine seus pensamenlos, e r-
los-ha sempre oceupados com o passado e o fu-
luro. (1) liantes de Paschal, Montaigne tinha
dito, no mesmo sentido: Nunca estamos era
nos; sempre alm. [2]
E3 a verdade. A raocidade lem esperanzas,
porque lera puncas lembraneas, e a vel hice apraz-
se cora lembraneas, por que tura poucas espe-
rances. Fugimos sempre. do presente, ou para o
e r..oa.iuu c .1 iiu.iglliaraO, y\-.
seu lado, embellcza-uos o passado, como tinha
embcllezado O futuro. Todava ocio nos coilhe-
tdo, emquanlo desconhecemos aquello : a illuso
pois mais espantosa deste lado, do que do ou-
tro. porm nao menos real.
Como quer que seja, lenho mao um resumo
assaz divertido, que lem por Ululo : Pequeas
tribuliioes da vida humana onde
Ser forrado a ficar era p cm um banco por
espaco de una hora, cora um diccionario em ca-
da mio.
Ter o premio de scicncia ou de estimulo.
As palavras, as mais das vezes tolas do que es-
pirituosas ; mas alera dislo mu frequenlemenle
encontra-
Vejamos pois em que consista esse lempo afor- i hondos em um cariucho de papel. Irritados, ir- se Uln capitulo das tribulaeoet do collcgial. En-
tinado do collegio, que so finge chorar. i rtanlo, dao-se recprocas ferroadas, que reno-i trc suas "1 pequeas miserias, que sena longo
O menino at entao tinha sido criado no al- radas sera cessar. lornam-se supplicios. Algozes conla-las circumslanciadamenle, eis algumas,
godo; do rcpenie cahe entre as uriigas. A pri- e victimas alternativamente, os meslres c os col- segundo o autor, que, antes e depos de tudo,
meira enlrada nusses edificios de portas c gra- legiaes solTrera egualmentc. Mas 6 sempre em-! ^uerc^"fs^
-des sem numero : uriigas. Os logros c paleadas fin preciso dar prestigio auloridade. Siio por
tos camaradas, que querem experimentar o ea-1COnseguiote postes em retencao: ha a ordinaria,
iouro: urtigis.Lembra-vos do um bello bos- que priva somentc do recreio, e depos a de sa-
qu.jo de Madama Bovary sobre este assumpto no '"da, que priva de ir na quinta-fura ao passeio
primeiro captulo.O semblante feroz do mes- "os Campos-Elysios, ou no bosque de Bolonha ;
Ir de estudo: uriigas. A primeira lico dobra- j c dopois,terceiro circulo do Inferno do Danto !
da, e a primeira retencao : urtigas, uriigas. Er- : a privaco de sabida iro domingo de quinzena,
guer-se s cinco horas o meia, antes do raiar o cm quo deviam ir ver os prenles. Finalmente, | repetidas, a que podem dar lugar, ou vossa con-
Jia.no invern: uriigas. Os alrooeos quotidia- | quarlo crculo!ha as senlenra?, a prso, oh! formai-ao physica, ou um erro do pronuncia, ou
nos de pao seco, s sele e meia, o s merendas j a prisSo !... Oh primeira voz que ah se en- vossc; "orne, ou a cor de vossos cabellos,
quotidianas de pao seco s qualro e meia; m I traque acabruuharacnlo do coraco, quando | Ser baptisado cora urna alcunha engrac.ada,
ligas, uriigas. As crticas do primeiro dever, que alraz de si ouve-se, ve-se fechar a terrivel lecha- 1u0 conservareis quando fordes homcm de irn-
se lhe impe, o as risadas dos alstenlos: url- j dura, e o enorme belho de ferro, que entra na : Portaucia, revestido dejunceoes publicas.
caixa com um horrivel rangido Como entao ero- i
seo pobre abandonado de Deose dos homens I... |
Mais larde a verdadeira priso parecer doce
cusa desta primeira masmorra, cuja janella 6
murada pelos quatro lados, e nao deixa chegar
pela eslreita abertura, atravez dos varaos enfer-
e cinco seis annos, qne tinha entrado para o i lujados e dos velhoa pequeos vdros verdes, se-
gas, uriigas. Todo esse regimdn combinado de
reclusao cenobita e de disciplina militar: urli-
gas, urtigas, uriigas.
E principio o menino nao comprehende bem
a immoblidade, que se lhe exige, c o silencio
que se Iho mpd.e Lcmbro-me d'um pobrezinho
collegio, quera nao se poda melter nos cascos
tiue dcvia estar calado durante o esludo, e ficar
:m seu banco sem niover-se, O meslre, depos
de o ter duas vezes advertido, po-lo de joelhos.
*) pequento, chorando, diz-lhe : Vamos, do-
me um bieo, e licarci quicio! Um bco es-
taos gracejando o menino julgava-se no seio da
familia. Comprehcndei o espanto doloroso, de-
jmis o aporto de coraeao deste peqiicno ser, co-
mhecendo finalmente que uestes lugares nao su
FOkLtfIETOl.
BRANCAS,
ia
POR
ALFREDO ASSOLAAT.
XIV.
(Conlinuaciio.)
Graindorge, admirado de v-lo entrar s,
fallar-lhe do sobrnho, mas Rita prevenio-o.
Onde esl o seu amigo, disse ella.
Nao sei, responden Alhanazio. Sahio para
Irazer mademoiselle Bonsergent at c 1
Ah disse Hita lornando-se a pensativa.
Oliretra quo eonrersara em um grupo sobre a
caresta sempre crescento dos couros e sobre a
influencia dos ventos no fabrico dos canos de bo-
las, virou-se e disse :
Ento, senhor, nao Irouxe o senhor ran-
os ?
' Elle o buscar Claudia, disse Rila com ar
significativo.
No mesmo instante appareceu o Parisiense
lando o braco sentimental Elodia, a quem pro-
curava agradar com essa pulidez meritoria. Clau-
Jia acoinpaiihava-os com o pai.
Nunca na sua vida Claudia se presentir lao
ormosa. Vinha toda rsonha, e nos olhos la-se-
Ihe suave prazer. Aprecava a ventura de amar
e ser amada. A melade da asscnibla olhava-a
cora admiraco nao disfareada, ao passo quo ou-
tra melade rodeava Hila como para servir-lhe de
escudo contra a sua amiga.
Rita couheceu-o, c anda que tivesse bastante
espirito e consciencia de soa belleza para nio
temer rivalidades, scnlio-sc muito mal dsposta
para com a roccm-ciiegada. A amizade quo se
julga lao mmutavel, nao 6 menos mobil que o
amor. Um professor do Jardim das Plantas, ho-
mem manso, pacifico e sensato, alirou o anno
passado o seu ami^o de um lerccro andar, ni-
camente para verificar se os amigos gozam da
/aculdado dos galos que, segundo se diz, caiara
de que altura cahirem, chegam ao chao em p.
Outro, mais curioso e anda mais dedicado
B ieiK.i,cortou o seu amigo em lrncha3,salgou-o,
jiartio-o em picado, desojando introducir um
quilule novo na cosinha burguer, o .remediar
;i falla de carne durante a epizvolia doen-a dos
Vjdv o Diario n. 27.
nao um pouco de luz paluda !... Vos zombais
desta priso em minia tura ; mas vedo lam-
bem que o prsioneiro em miniatura, e que tu-
do proporcionado, o soffrimenlo c p mais.
E 6 o quo nao se atiende. Tudo neste mundo
relativo. Boa sorie e desgraca eslao em razo da
idade, idase sentmcnlos. "Ter em sidos na
algibeira sendo collcgial, ou cem francos sendo
estudiante, ou cem mil francos sendo assessor,
nao sao cousas equivalentes? Una lico dobra-
Sor chamado cancro por um grande, e ser
muito pequeo e nao poder perguntar-lhe a ra-
zo.
Ter fingido una tercedura de p, para pas-
sar bem durante oito dias na enfermara, c ser
sorprendido em flagrante delicio dansando a ca-
chucha coiu dous outros doentes.
* *
Ter sido mettido na cafaa, de ter nclla pro-
fundamente relecldo sobre a iniquidade dos ho-
mens e as torpezas da socedade.
(1) Pensamenlos de Paschal, edco de M. Er-
nesl Havel, pag. 38.
(2) Ensaios de Montaigne, liv. 1, cap. II.
boi^ cozdo a consistencia da borracha.
Felizmenle.se a comida ma, era recompensa,
o estomago bom ; elle degirria pedras ; e a re-
gulardade lem lano poder que pedras mesmo,
comidas certas horas, nao seriara nesla idade,
um rgimen absolutamente mo. Tcslcmuuha
essa carne de boi cozida.
Emfim Madama Dellna deGrardin dizia que a
vaca encruada era, quer quanto ao physico, quer
quanlo ao moral, una nutricio mu salutar aos
rapazes : O' ternas mais exclaniava ella, nao
supprimi jamis do ordinario de vossos lilhos essa !
comida generosa, que d a forra e a coragem, j
esse pralo maravilhoso.que muda os ingenuos em i
Ullysscs e bs cobardes em Achules,essa ambrosia
amarga, que faz os serai-deuses, esse alimento
supremo, cora que desde a infancia niilrcm-se os
grandes industriosos, os grandes guerreiios c os
grandes genios: a vacca encruada i
A le di disto, como circunislancia attenuanlc em
favor da vida de collegio, lia a dizer anda, que
ludo nos habituamos. Vos sabis o helio dito de
La l'onlane, quem lentavam fazer comprchen-
der o inferno, a chainmas eternas, c os sollri-
mentos dos condemnados : Eu me lisongcio,
dizia elle, quo elles se acoslumam com isso.
Acoslumamos-nos pois lambem com o collegio ;
a reclusao tambera, pouco pouco, torna-se do-
ce : ce/Za continala dulcescil, diz o aulor da
lmilaco. Toma-se amizade com a relenco,
desde que os veteranos Iransmitliram-nos a arte
das licdes dobradas, escripias com inteilihas al-
ternadas, para engaar o olho do mestre.
L depos anda, para lodas as miserias, peque-
as ou grandes, nao ha sempre, segundo o sys-
tema d'Azais, algumas compensages .' A vida do
collegial tem pois lambem as suas :os prazeres
da camaradagem, as conversaces o os jogos, os
passeios e as sabidas. E os sucios c as ferias,
que sao os oasis no deserto. E para os estudio-
sos as isenees, depos os premios; c para os
comedores, a abundancia dos bolinlios no quarlo
do porleiro.
Emfim ha mesmo misler dizc-lo ?algumas
boas pecas pregadas aos meslres, ao director c
lodo o mundo ; ha velharadas e esperlezas. E
lalvez islo, vergonha que se chora, quando
nao se mais collegial; ao menos isto lembra-
do, nao sem prazer.
Cmdia eslava aherla a casa de lenha; mola-
mos alguma, que metliamos no palil c vinha-
mos esconder no soalho da sala d'estudo n'um lu-
gar chamado o capharnavm. O meslre d'estudo,
nao menos interessado que nos a ler calor, fecha-
va os olhos c os ouvidos.
Oulro da penetrramos na dispensa chcia do
potes de doces,proviso para o anno inleiro !
Em qualro ou cinco viagens, roubavamos to-
dos ; elles passavam da dispensa para o caphar-
nauni. Desespero e furor no oulro dia pela ma-
nba para provedora dos taes doces! Em vio
o meslre vinha fazer sbitamente urna visita do-
miciliaria s estantes e casinholas como poderia
o desgraeado suspeilar que o corpo de delicio es-
Zr,I.cdj SfitfrLO.es. e.nuo. se lvesse levantado urna
taboa do soallio,sezam, uum-~^ .-.._ .....^^
o exercilo das achas do lenha e o dos potes de
doces, poslos em ordem de trabalho em face um
do oulro "?
Ou antes, n'uma noite de eslo sem la, esca-
lramos a estacada, que separara o terreiro do
jardim, c despojramos lodas as haladas : damas-
cos, peras ou pecegos vermelhos ; completa ros-
zia!Algumas vezes mesmo paseramos por ci-
ma do muro do jardim vsinho, que pertencia
religiosas, roubavamos todos os fruclos das po-
bres freirs No dia seguinle o jardineiro do
convenio vinha qucixar-se ao director do colle-
gio. Interrogatorios, silencio geral obstinado, li-
ga do bem publico I
Quando anda nao tinha chegado ou j tinha
passado a eslaco dos fruclos, um outro passa-
lempo nocturno' era dar piruetas (omeleltes). Co-
nheces vos eslas piruetas ? Vai-se de vagar al
a cama d'um camarada, que ronca ; em dous mi-
nulos pjixa-se o colcho do roncador c se o faz
dar um'gyro : o infeliz acorda no chao e grita, e
j o que tein dado a pirueta, novamente deilado,
esloura de risos debaixo dos lences.
Dm outro dia, iamos suhlilmente cosinha, il-
ludiamos a attencao do cosinheiro, e roubavamos
o assado j prorapto para a mesa do director, que
tinha nesse dia convidados para janlar. Retira-
ra mo-nos s aguas furtadas para devorarmos es-
ses despojos opimos, emquanlo os convidados
admiravara-se de nao ver apparecer o segundo
pralo. O criado vinha dizer ao ouvdo do direc-
tor que o assado tinha desapparecido Que desa-
pon lamento l
Taes eram nossas compensares, honrado
Azais I Taes eram as consolaeoes e os passalera-
pos dos dias de invern e das noites de eslo.
Ou antes, cousas menos criminosas, lia-se s es-
condidas, sombra do Gradus ad Parnassum, as
SIedilares de Lamartine, ou a Miilre-Dame de
Paris e as Folhas do Oulomno, de Vctor Hugo,
ou Alfredo de Musset, ou George Sand Foi
n'uma relenco que 1 pela primeira vez Valen-
tina : oh agradavcl relenco, amavcl dia Foi
Esl subentendido, accrescentou o recebe-
dor dos irapostos.
A Franca, proseguo Oliveira, o rerdadei-
nas reclusoes quo li Picciola, com quo prazer !
Pareca a ininha a historia do prisoneiro, com
a excepto de que eu nao tinha, nem a flor enlrc
as duas calcadas do terreiro, era a donzella por
detrazde sua janella.
Mas as duas grandes compensacoes, as duas
consolaeoes por oxeelrencin. sao, fallar a ver-
dade, a applicaco e a amisade.
Sei quo a vida do collegio rude, c que Ira-
balhar onze horas por da milito para meninos
e mesmo para homens. Mas o que ha mclhor a
fazer na idade de dez quinze annos, do que ir
para o collegio ? E no collegio que ha melhor a
fazer, do que applicar-se seriamente ? Se con-
vera que o menino seja instruido, nao pode sel-o
sem trabalho e sem penas : trabalho seductor
urna chimera, una illuso. As pequeas com-
panhias e as pequeas hordas de Carlos Fourrier,
c tudo o que se segu, sao apenas una linda
phantasia. O trabalho. para sqr eficaz, deve ser
serio, continuado ; e nao pode sel-o sem esforro
e sem urna certa violencia fela nossa molleza
natural ou ao nosso inconslanle humor. A bor-
bolela desse brilhante utopista encanlodora ;
mas nao trazia cousa que valha qnelles, que
nella descancassem do cuidado de sen fuluro.
Porlanloo trabalho, e um trabalho penivel, ne-
cessario e indispensavel.E se o estudo do lyceu
boje anda muito rude, todava mulo menos
que ontr'ora.
C Ronsard, diz Claudio Bnct, seu amigo e bio-
grapho, esludara al duas ou ires horas depois
de meia noite ; e deitando-se, acordava o joven
Biif, que levanlando-se o tomando a lanlcrna,
nao deixava esfriar o lugar .
Quando os filbo-fainilias c os jovens gentis-
homens estudavam desta inaneira. podemos ad-
mirar-nos do zelo desse Joo Standonc, que
principio pobre assistente de cosinha no collegio
Uontaigu, levanlava-sc quando lodos eslavara
dorraindo, para ir li/ar livros na bibliolbera, e
passava as noites na torre, onde os lia clarida-
de da la, de modo que o pobre assistente de co-
cilam n'um relatorio apresentado ltimamente,
que 8 casas na pequea e estreila ra de Robin
Ilood consisliam rada urna apenas era 3 qu.irios
sobreposlos. Cada um dos quartos de 8 ps de
altura ede 12 por 11 de pavimento, alojara lre
e qualro familias e o seu alagad era de 12 a 15
pencos, de 210 a 300 reis por semana. As pare-
des e tectos estavam negros, cobortos de maago,
immundices, os pavimentos podres c as pai
mnilo hmidas.
Nossas casas nao havia pateos ca ra efcada
extremamente suja. linha 10 ps de largura.
Cincoenla c nove pessoas habitara ven-
das, cujos moradores sem agua e qoasi des; nlo,
conlavam cnlre elles alguui que aili viva ba mais
de O annos.
Neste rolnlorio conlam-se mitras circumstan-
cias mais repugnantes que atiestan) que em Lon-
dres a par de muilas commodidaJes ha urna ex-
trema miseria.
WASHINGTON 1RVIW,.
A lilleralura universal, c a dos Ksiados-I ni-
dos em particular, eslo boje de lulo. Durava
ainda o profundo senlimeata qna linha causado
a morlc do dslincto historiador l'rescoll, c agora
lem que lamentar a perda d'um dos mais \
raves represntanos da supremaca inlellcctual
deste pai/.
Na noite de 28 de norembro ultimo, fallerou
na idade do 77 annos o celebre pscriplor Vfas-
bington Irvng, cujas obras histricas e Ilitera-
rias illustraram do tal forma o seu nome, que o
lizeram egualmentc popular era lodas as partes
do mundo civilisado.
Mr. Irvng habitara em Sunnyside r.'uroa linda
quinta situada as margons doUadi i n pro-
ximidades da povoaro de Tarrytowa. No talo da
sua familia e rodeado de urna nalureva bcllissi-
ma e pittoresca, tal como elle a amara, desfrac-
lava una vi.la tranquilla de contempla n e cs-
ludo, amargurada lao somenle pi i
los physcos que ltimamente Ih
.je iini ara ei
sin ha vero a ser reilor deste collegio ? Podernos i do un ataque de asthma c freqaentes doi
admirar-nos de TiagoAmyol, e tantos outros, de I coraco. Faltava-lhe a respiraci
quera ronla se cousas semelhanies ? se-lhc os ervos e passava freauen le menta diaa
Sera renovar estes prodigios, o melhor que se [de angustia c noites de completa insomnia. To-
daria raras vezes perda a jnrialidade e docura
pode fazer no collegio, para comba ter dous inons-
Iros lerriveis, a melancola, que scisma, e o en-
fado, que bocej, c erapregar bem o lempo, e
aprorelar bem a edade, em que a ntclligencia
est anda pacifica, anles do despenar das pai-
xes. O esludo cura ou previne todas as docn-
eas d'alma ; o grande consolador, o grande me-
| dico. Era toda a edade misler Irabalhar, pro-
por-se um fira, enlregar-se elle ; era luda a
i edade o liomem lem necessidado d'um lim, que
o seduza, c que Iho faca illuso no vacuo da
vida.
A oulra grande consolarlo, disse eu, a ami-
sade, a amisade de collegio, a mais doce o mais
duravel de lodas as amisades. Como ella nasce
na edade feliz, cm que nao se conhecem ainda as
r paixoes egostas e vis, mais larde lhes resisto o
sobrevive. Nao lem vermes na ra', e guarda
; lodas as suas llores e fruclos. Amisade desin-
i leressada e pura, onde nada se mistura ao altrac-
lvo do coraco a nao ser lalvez a sympalhia da
intellgenca, e, nosestudos communs, a admira-
cao commum do verdadeira c do bello! Quanta
I docura se liba, communicando, em urna fraternal
elTuso, pas'seando dees dous ao longo da mu-
ralha, o braco de um, passado por biixo do braco
do oulro, communicando, repelimos, lodos
seus senlimentos, pensamenlos, pozares, alegras
e esperancas Como parece leve o jugo do col-
legio, quando Irazido por dous Quando se esl
triste, que dr nao sabe d'alma, a expandir-se
to docemcnie nessas longas conversaces ?
Quando se esl alegre, que eonlentamenlo nao
se duplica na communicaco reciproca lao lou-
ca ? Ou nulos essa inlma "e perfeila iiuio por
si urna alegra perpetua, profunda, que lorna-se
como que o fundo da vida ; u nada mais resta
ento, verdaderamente fallando: renba um pra-
zer, elle se une -esse fundo ; uina desgraca,
nelle se affoga. E assim, nesla vida contente e
plena, que a affchTio enche toda, a felicidade que
sobrevem para arabos, c a desgraca para nin-
guem.
Em que parle mais proposito paderei cu fal-
lar desia amisade, do que aqu, onde ha pouco,
escrevia um homem d'um sonso recto e lino.
d'um espirito solido o gracioso, d'um carcter
honrado e benvolo, d'um coraco elevado e de-
licado,Ilypolilo Rigauit, mcu antigo camarada
e amigo? A Escola Normal linha-nos educado
juntos, e unido por mais d'um laco, 'jue o exilio
Vd-o 'y,":~ r- i :' u seieiubro .)
lisos elle vpio Ilruxellas represrniar no con-
gresso da propriedade IHleraria, o Jornal dos De-
bates. Que alegra por encorilrarmo-nos depois
de lautos annos, aconlecimenlos e tristezas !
Quera leria podido prever que, dous mezes de-
pois, essa alia inlelligencia, essa nobre vida, lao
desinteressada, to altiva e lo modesta, ia ex-
tinguir-se quasi sbitamente ? E quem ler-me-
que lao delicado tornavam a seu Ira'o, e >
por oulra parte conservava bastante
physica, lodos os seus amigos e a Imir
congratularan] cm presagiar-lhe nuil >s
.'ida.
Passou a noile do da 28 de DOrsmbro Ma
agradare! folguedo com os seus sobrabos, este-
re de mulo bom humor e Js dez i
so retrava para o seu quarlo d dormir nao pa-
reca de man. ira alguma estar indsposlo. I'..-
cra ao approxiraar-se da cama lerou i
\ como se tivesse senii lo no
cambaleou um instante e cabio immedi
por Ierra. Seus sobrabos c cria: liram
inmediatamente c trataran) de levanta-la
rm quando o leranlaram, j era cadver. Mr.
Irvng linha viorrido repentinamente.
\ noticia causou prolnndo senlimento i
cidade, como o causar indubitarelraenta em
a parle.
Us navios surtos nesle porto e ledi -
ciosj ublicos pozeram as ban
Iraeo de lulo ; o conselho muir
nir-se honlem afim de resolver as honras I
bies que se dev.m fazer memoria do ill
finado : a imprensa e os individuos partii
lem-lhe tributad., j todas as homen igi -
to digno se lornou na vida ; porque Mr 1
inspirava nao s a admirario pelo seu 1
mas lambem o altelo e respeilo pelos seus rele-
vantes dotes pessoaes. O homcm estara
na mesma altura que o escriptor. 1
juslo elogio !
Hoje :elebraram-se em Tarrvtown os
do Mr. Irving, Os seus restos morlae: K
posilados no carneiro de sua fimilia no eemile-
rio de Moiml Pleasint Ainda que a
obras de Mr. Irvng sao bem coi.
dos, nao terminaremos esla ooticia sem lembrai
algumas das dalas mais nota veis da prime;:.
ttulos d'alguraas das segundas.
Mr. Irvng uasceu em Nova-York no d. i
abril de 1783; seu pai era eecossc e -
glosa.
1G annos, terminada j a sua oda
marra, emprehendeu o estudo da jursi ruil
mas adoccendo logo leve de abandonar
rarnenle o seu curso para dirigir-- j
ropa, onde riajnu por psp.iro d
Pouco depois de ler regresando aqu, em is
estabeteceu tomo advogado, parean nunca e\. r
ceu a proOssao. Ento comecou a n
nhecer no inundo Iliterario por una tee I
ligos saiyrieos, que publkou n'um jornal
cidade, e em 1810 publcou a sua /;
Nova-York, obra salyrca de grande merilo lilte-
rario, e lo estimada luje como o foi nos di
' sua publicar o.
nao bastam dous para tentar precnchet-a ?
Emilio Deschani i.
[Journal des Dbale.S. Hlho.]
Variedades.
SOCCORRUS MUTUOS.
Segundo a esta lis tica official, em 31 de dezcm
i bro de 1858, havia cm Franca 3,860 sociedades
j de soccorros mutuos, rom oUC.'J.SO socios, sendo
j 58,060 honorarios e 448,914 participantes. Entre
estes ulimos contavam-se 3S7,l homens, e
61,720 mulheres.
O lojal dos fundos deslas sociedades montara
i a 20,755,450 francos.
O numero de doentes foi em 1858 de 132,219,
sendo 116,080 homens, e 16,133 mulheres.
O numero de dias de soccoto aos doentes
montou a 2,323,183.
O numero de societarios fallecidos foi de 5,543
HYDROPATHIA.
O imperador da Russia mandn pdr disposi-
co do l)r. Kreyscr, luO doentes do hospital de
Mosoow, afim de quo osle medico trole exclusi-
vamente das febres intermitientes pelo sen me-
thodo d'agua fria. Os doenles sorero irremis-
svelmenlu os ellcitos deste ukose.
ammaes.) I-.sse era un utilitario. Um outro, I pedr?^e os asthmalicos procuravam com mulo
clunucodislincio, mas econmico, experimenta- barulho os seus chapeos, quando Oliveira causou
ya sobre os amigos a forc.a dos seus venenos. I a todos o mais vivo prazer oft'ereccndo o seu
Lru amigo, dizia elle, uestes lempos mos rae- braco a madama Ronsergent, e annunciarrdo quo ro povo d'e De'o's.
!1",,,oi'r!0.Cf "'C"3 taM U qUe .S c&el.nh0S-. Foi a ceia eslava na mesa. E' a Inglaterra que faz lodo os buracos, dis-
a nica defeza que elle apresentou ante o igno- Eoi um lance thealral. Dos cinco sentidos'se o recebedur.
ranie juiz quo o mandou colorear. Ah leni-se que a avara natureza nos deu, o nico que nasce i E c a Franca
iltencoes cora os sabios I e raorre comnosco o sentido do gosto. De mais. zio.
A Franca
.sto ara com que os leitores comprehendam a experiencia lera provado quede todas as varic-
coruo liria, que senta escapar-lhc o scepiro das dades conhecidas da rara humana, o eleitor a
rnaos, tevcuin vago desojo de estrangular a bel-' mais voraz. Esta obse'rvaco, fela sessenta
ia Liaudia. h verdade que esse desojo durou annos pelo celebre Cabanis', fundador da physio-
pouco, e a muda conlcmplaco de Alhanazio lli- logia, e aprovetada por Oliveira
painsel, que pareca deslembrado por lodas as lo da sua fulura polilica.
palavras e gestos de Rita, cooperan mulo para Precipilavam-se todos para a s
acalmar a alma da joven Parisiense.Claudia, se-
nhora de si e de Brancas, nao den pela frieza da
amiga, allribuio-a s preoecupaeoes habituaos
de una dona de casa.
Oliveira fez muita festa ao major, c estenden-
o a mao Brancas dssc-lhe :
Jcoracravsmos a desesperar que o senhor
viesso. Os seus Iriumphos oratorios nao devem
faze-lo esquecer os amigos.
que os tapa, disse Athana-
o paiz dos grandes homens,
disse Oliveira.
Melhor do que isso, senhor, disse Brancas,
a Franca um grande hornera.
Oh oh 1 disse o recebedor dos imposlos
um pouco admirado de una ellpse to forte.
Mullos elcilores prestaran) ouvdo. Seguia-sc-
lhe nos rostos ingenuos e siraplorios os progres-
nrnnH.i ?1 \ 'i??0 Mmxnbo "os,SCUS sos da scosso Algunscopos c alguns garfos
propr leanos ; algumas bolas esmagaram alguns Qcaram lcranlados.
,era ofundamen-
uma impaciencia
pai
mal cuntida.
sala da ceia cora
Alguns colovel-
sapalos de selirn ; algunscom mil diabos !
cobrramo ruido dos gemidos ; mas emfim, bou-
ve lugar e presunto para lodos; era o problema
resolver.
Um acaso, que Alhanazio tinha preparado, per-
. mitiio-lho oll'erecero brago Kita.e preserva-la,
Brancas respondeu urna phrase polida que Ol-1 granas aos seus largos hombros e pu'n
vena, ja oceupado com oulra cousa, ouvio com los, de qualquer incommodo. Scnlou-se ao la-
ardistrahido, c acompanhou o lio que deilava- do e exclamou logo
lhe uns olhos (lammejantcs,
Desgraeado disse Graindorge, queros per- i
der-te t O que faz aqui este Ripanscl quo esl
lodo derretido a olhar para mademoiselle Rila
como urna gazalla a comer confeilos ? Foste lu
quem Irouxe esle.prelendente ? porque prelen-
denle, nao lem duvida.
Dos
E
o queira disse Brancas,
a dcpularo ?
tpresentar-mc-hei eni Paris.
Vieillive'.le no mundo ?
com sen-
eu a sua
lio.
- Mademoiselle, como formosa 1
Este comprmeme que nao demandara grande
esforoo de espirito, fez Rita sorrir.
O senhor quer frango ? dissu ella.
Alhanazio deu o prato.
Sim, mademoiselle, disse elle
sibilidade ; cora que ardor esperava
rolla.
O senhor nao bebe, disse Rita enchndo-
tulao so ha lhe o copo ale a beira.
Alhanazio crapinou-o de um trago,
i de salvar-te apezar leu, disse o Esle vinho excelleute, replicou. E' Vol-
... ,. nly leSlimo... Ah 1 disse elle suspirando, V.
Derxa-le drsso, replicn Brancas. A feliel- Exc. nao precisava desse vinho para embria"ar-
parece com a do! me 1 Lcmbra-se desse dia afortunado, era "que
tive a ventura de valsar...
Comigo ? onde ? disse Rila que se lembrava
muito bem.
No baile da Prefectura, ha dezoito
dado de um lio raras vezes se
sobrnho, e seria muito rao calculo por urna no
lugar da oulra. Deixe-me ser feliz a mcu goslo i
ou ento nunca ha de ler a lila da Legio de
Honra.
Essa ameaca apasiguou oconselheiro de esta-
do, que nem por isso abandonou a idea de intri-
gar a todo o cusi Brancas com Claudia.
O soire passou como todos os soirs Cantou-
se muito, tocou-so consideravelmenle piano,
bebeu-se ponche, charapes, sorvetes. jogou-se
whisl ; fllhoj familia oceultos n'um lugar escu-
ro, perderam ao lansquinet alguns mrjhares do
francos ; alguns queixos desconjunlaram-se
forc_a de bocejar; e j os gotloio?, os doenles de
. mezes.
hsla feliz recordaco nunca sahir de meu cora-
cao.
A maor parto dos outros convivas eslavam
agrupados ao acaso, c Iravaram-se conversas do
um lado a outro da vasta mesa.
Senhor, disse Oliveira com
dominou todas as outras, bebo
da Franca, nossa bella patria I
E confuso dos Inglczes '
urna voz que
prosperidade
major Bonsorgenl Icvaulaiido o copo.
accrescentou o
Sra, replicou Brancas, o povo francez todo
inleiro um grande hornera.
Grando hornera quando racha madeira ?
pergunlou Andinet.
Sim, senhor, quando faz sapatos, quando
varre as ras, quando faz pao, e quando amassa
o gesso, grande liomem era ludo, grande hornera
sempre.
E' a these dos demagogos e dos^lisongeros
do povo, disse Andinet que quera comprometler
osen adversario aos olhos da assembla. Ora,
o nomo de demagogo corno lodos os que se tirara
do grego, commove sempre os eleilores. Se lo-
dos em Franca sao grandes homens, continuou
elle,_ nao ha mais grandes homens, se todos sao
hroes nao ha mais heies.
Juslamenle. E' o que eu quera dizer, re-
plicou Brancas ; nao ha mais hroes nem gran-
des homens ; estamos lodos de p sobre a co-
lumna Vendme, de bracos cruzados.
Com Napoluo ? disse o coronel Ma-
laga.
Cora Napolco, o casaco pardo e o chapeo
pequenino.
Oh 1 oh exclamou o director do registro
com o nariz no pralo.
Esta forte, dissu o recebedor dos impos-
los, cora a bocea cheia.
- Esles advogados nao tem a lingua na algi-
beira, disse um vsinho.
O exercilo francez inven-jivel, replicou
Brancas que cora islo charaou a si toda a assem-
bla e principalmente os olficiaes.
Os Francezes s tem sido vencidos pela
trahico, disse um lenle Iliterato.
Viva o exercilo francez disse um eleitor
um tanto esquenlado pelo vinho.
A' saude do exercito francez I
MISERIA EM LONDRES.
Os inspectores da saude o polica de Londres
Senhorcs, dsse o prefeito levantando-so,
saude do rei. .
Da carta c da sua augusta familia inler-
ropcu um conviva.
Desalaran) todos rir. O conviva por modes-
tia mellen o nariz no pralo.
Sun, lodos os Francezes sao hroes respeilo
Brancas.
llura Hum resmungon o coronel.
B' muito simples, disse o adrogado. Nao
o senhor mesmo um here ? Appello para loda
a assembla. Nao jogou espada durante quinze
annos, radiando, quebrando c esmagando, cen-
tenas de cabecas, bracos epernas, cujos proprio-
larios nunca tinha conhecido ? Nao isso o que
faz o here? O senhor um here e o major
Bonsergent oulro, deem-Ihes um exercito a com-
mandar, vencero cm lena, em Wagram, e en-
iraro cm Moscowcomo ora um moinho Seria
capaz de fura-lo. Nao sao Francezes, nao sao
invenciveis ? Se Napolco s lomou lugar sobre
a columna porque all nao se poda por lodo o
grande exercilo
Que naco que nos somos disse um ne-
gociante de sedas.
Os eleilores eslavam encamados. Oliveira
percebeu e disse cm voz baixo ao conselhcro de
oslado.
Meu genro um pouco fri, mas vai
bem.
Alhanazio qne vio o liurapho do amigo, quiz
tambera ter seu quinho.
O imperio do mundo perlence Franca,
disse elle cora voz sonora o importante. Os pro-
prios Druidas o predisseram.
Toda a assembla licou indecisa pensando ser
pilheria.
O que quer elle duer com os seus Druidas ?
pergunlou o negociante de sedas.
Enlono compreliendes ? disse-lhc a mu-
lhcr, elle falla de trulas. E' para cacoar com-
nosco.
Se os Druidas predisseram, disse Oliveira
rindo-se...
Buhamos aos Druidas 1 interrompeu Au-
drucl.
Sim, disso Alhanazio com forja, bebamos
Franca bebamos aos Druidas quesob o cutel-
lo de Cesar so alrevercm a annunciar a inimor-
talidade e a msso divina de sua raca. Todos
os oulros povos eslo exgolados ; s" a Franca
ainda nova e forte. O Oriente acabou, a J-
da est mora, a Grecia esl enterrada a vntc
seculos, Roma cahe em ruinas, s a Franca sen-
le,_previ, trabalha, julga e combale. Com urna
mao, moslra s nacoes as laboas dalci ora ;
pela pureza, fluidez e ntida corree o de e-
Al ao anno de 1821 permanec.u Mr. Irn:,
Inglaterra, Franca e Hespanha, e naquclle i
publcou a maior parle das suas obras noli
taes comoCintos d'um viajanteVida ria-
gern deChrstovo ColomboViagem dos com-
panheiros de ColomboChronica da conquista do
GranadaA LAbainlra, etc.
De 1829 a l;s31 desempenhoo o lugar de secre-
tario da logaraodos Estados-Unidos em Loi
e era 1832 regressou a esle paiz, depoil du 17
anuos de ausencia. Emprelundeu ento urna
longa viagem pelo oesle da Unio, a qual Ihi
pirou um bello lirro cm que gastou vari
entregue completamente a lodos o azares d'uma'
vida errante n'um paiz inculto c povoadu
selvagens.
De volta sua Ierra natal principiou de no'o
os seus trabalhos litlerarios que deram em resul-
tado varias obras apreciaves, entre as qu
contara: Astoria, Cendal da eonouitU .. II-
panha, etc. Em 1841 foi nomeacio minisli
Lsiados-lnidos em ll.spanha, permano.
nesla corte at 1846 e depos regressou se
donde nunca mais lornou a sabir. Nos seus l-
timos annos enriquecen a lilleralura norle-
ricana com a Vida de Goldtmith, a l'i
hmnel e seus successores, e Analmente a Vida de
Washington, que sendo a ullima obra lhe mere-
cen a ClaSSiflracao de duradouro monumento
memoria de Washington e do seu biofrmp
( O Cummercio do Porto. *
opprimidosdc todas as parles
e l'ranra Bebo Franca e
com a oulra, sustenta o gladio. Leranti
Ante-Chrislo, camnhe contra ella, ponha a in.".o
sobre o soldado de Dos, e veris sua calmea ro-
lar aos pus do aliar. De qualquer lado im >c
vulto a Franca sua voz se faz ouvtr as r-xUemi-
dades do mundo, e dos qualro pontos do
snicos povos veera fluctuar ao vento as dobras
de sua bandeira sagrada, a que se dirigam os
da Ierra f a' lasos
aos Druidas !
Aiiirmo-le, disse o negocame de sedas i
sua mulber, que elle tem fallado do Ormidaso
nao de trulas ; mas o que um druida ?
Nao sc, disse a mulber, mas o que el!
ldzendo mulo bonito.
Tu' comprehendes ?
Nao, e tu' ?
Menos.
E' o mesmo, disse a mulber, elle falla bem
c c um hornera bonito.
L' una nova roligio essa que nos Iraz
pergunlou Audinel com lora zombeleiro. JJ |,-
linliaraos muilos cultos conhecidos ; u de M ,ho-
niet, o de Brahmn, o de Morsas, o de Calrino
e mil oulros, sera conlar o culto cali..
Fizemos agora o culto dos Druidas c rollramos
a floresta de lnnensul J
A' f, disse Albana/io, nao son mulo en-
lenddor dos dogmas dessa religio, mas lenho-a
ouvido ensiuar por alguns dos maiores espinlos
e homens mais honrados da Franca, a sei que os
seus apostlos jamis ganharo com ella lugares
era dinheiro. E' um signal corlo de que lem
procurado a verdade, sei que j nao a acha-
rara.
Creio.que o senhor lem razo, disse em
voz baixa Rila que linha ficado admirada c en-
cantada pelas ultimas palavras de Alhanazio.
Ella adevinhou que elle occullava sob essa jo-
validade epicuriana um espirilo elevado c capaz
de cnthusiasmo, ainda que o gozo de urna grin-
de fortuna e a apalhia natural da provincia li-
vessem euferrujado um pouco as molas dessa
alma enrgica. Sua galanlaria, um tanto lirre,
mas nao desastrada, nao desagradara joven
Parisiense, aborrecida dos trios discursos deanes
rapazes da moda que tem transportado para Pa-
ris lodas as granas da Inglaterra, e du Jockey
Club.
(Conlinuar-se-ha.)
PERN. TYP. DE U. F. DE FAUlA.- lCU.
ILEGfVELl