Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08980

Full Text
AUNO XHY1. HOMERO 29.
Por tres mezes adia todos 5S0O0.
Pop I res mezes vene Jos 6$000.
SEGUNDA FEIRA 8 DE FHYEBEITIO DE I60.
Por anno adiantado 19$00Q.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCARREG AE OS DA SCBSCRIPCA'O DO NORTE.
Paralaba, oSr.AntonioAlexandrino deLimo;Na-
tal.oSr. Antonio Marques da Silva; Aracafy, oSr.
A.de LeraosBrag3;Cear,oSr. J.Jos de Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribeiro
Guimoraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas,n Sr. Jernnymo da Costa.
PARTIDA LK>S LUlUihllte.
Olinda todos os dins as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Parabiba as segundas c
sextas feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as torras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Ttrejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Ilio l'ormoso, Una, Barreiros,
Amia Frota, Finienteiras e Natal quintas feirns.
(Todos os rorrcios partom as 10lunas da nianhiia.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segunda e quintas.
Relaro: Ierras feiras e sabbados.
Fazenda : trras, quintas o sabbodos as 10 horas*
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: ternas e sextas as 10 horas.
Primeira vorodocivel: torras e sextas as moio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
moio dia.
EFHEMERIDES DO MEZ DE FEVERE1R0.
7 La clieia aos 15 minutos da manha.
13 Quartominguanle as 4 horas e 31 minutos da
tarde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde
29 Quarto crecente as 5 horas e 35 minutos do
tarde.
I'REAMAR DE IIOJE.
Prirnciro as 4 horas c Si minutos da manhaa.
Sog-.i.i..o as 4 horas o 30 minutos da lardo.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Dorolha v. m. ; S. Guarino.
7 Terra. Romualdo ab. ; S. Ricardo rei.
8 Quarta. S. Joao da Malla fundador.
0 Quinta. S. Apolonia v. m. ; S. Nicoforo m.
10 Sexta. S. Escolstica v. m. ; S. Silvano b.
11 Sabbado. S. Lzaro, Dativo e dilacero bb.
12- Domingo. S. Eulalia v. m. ; S. Modesto ni.
PARTE OFFICIAL
GOYERAO DA PIIOYIXCIA.
Despachos do dia de Janeiro.
Requerimenlas.
263.Anacilo Barbosa da Silva, pedindo bai-
la do serviro da armada, par que f-ira recruta-
do pelo commandanle do 9." batalhao.de infanta-
ria da guarda nacional.Informe o Sr. comman-
dante superior da guarda nacional dos munici-
pios de Olinda e Iguarass, uuvindo o comman-
danle do balal'io a que o supplicante perlence.
26 e 265.Antonio Gustavo de Lira Flores e
Thomaz Joaqnim de Mello, guardas nacionaes Jo
10. batalho do infantaria, rocruiados para o cx-
ercilo. pedindo ser postos em liberdade.Infor-
mo o Sr commandantc superior da guarda nacio-
nal dos municipios de Olinda o Iguarass, ouviri-
du o commandante do batalho, a que os suppli-
canlos portencem.
266.Antonio Joaqnim Panasco.Volle ao Sr.
inspector da thesouraria de fazonda para mandar
pagar sob minha rosponsabilidade.
267.Dicono Beuto Pereira do Rogo, pedindo
se de o deslino conveniente pelico pela qual
solicita da nunciatura apostlica, um breve dis-
pensando a idado que lhe falta para ascender ao
presbylerado.Soja submetlido ao governo im-
perial.
268 D. f.atharina Emilia Brrelo dos Santos,
pedindo pagamento da preslaco mensal consig-
nada por seu marido, o lente Joaqnim Cardoso
dos Sanios, a qual nao pode ser cobrada pelo pro-
curador de seu dilo marido, que, como empre-
ado do fazenda que ora est inhibido de o
fazer.Informe o Sr. inspector da lliesouraria de
fazonda.
269.Compaiihia de illuminacao a gaz, pedin-
do pagamento da quanlia de 478J500 rs., de di-
versos objertos que fornocou para a illuminacao
do arsenal de marinha.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
270.Bacbarel Francisco Augusto da Costa,
juiz municipal do termo de Barreiros, pedindo se
lhe mande pagar os ordenados vencidos, vista
da ecrtido de excrcicio, que aprsenla, passada
pela secretara do governo; visto nao poder ex-
hibir aileslado da enmara municipal de Barrei-
ros, que nao funeciona, ou do juiz de direilo da
comarca.Infoime o Sr. inspector da Ihesourana
do fazenda
271.Francisco Cavalcanli do Albuquerqne, pe-
diado se encaminhe ao governo imperial a peti-
co, pola qual solicita ser prvido no ofTlcio de
avaliador do civel desla cidade.Seja submetli-
do ao governo imperial.
272.Guimaraes & Oliveira, pedindo novo ar-
rcndamcnlo por 6 annos, da casa da ra do Im-
perador n. 18, perlencenle administrarlo dos
estabelerimentos de caridade, na qual tem os
supplicantes o seu eslabelecimento. mediante o
aluguel de 1:1105 rs.Informe a administraeao
geral dos eslabelecimentos de caridade.
273.Gustavo Gallolti, propondo tomar por
empieza as represenlacdos Ivriras do llieatro do
Sania Izabel.Informe a directora do thealrodc
Santa Izabel.
27 i.Joaquim .los Pessoa, enformoiro do hos-
pital militar, pedindo 2 mezes de licenca rom
vencimenlos para Iraiarde sua saude.Pi.sse-se
portara concedendo a licenca requerida vista
do parecer da junta e informacao do comman-
danie das armas.
275.Manoel Germano de Miranda, al fe res do
corpo de polica, pedindo um mez de licenca com
rencimenlos.Passe-se portara concedendo um
mnz de Brenca rom vencimenlos.
276;Willinm Martinean, engenheiro ao ser-
viro da provincia, pedindo pagamento da trra
parlo do seu ordenado, devido pela lliesouraria
provincial, relativo ao trimestre findo a 9 de no-
vembro.Itcmeltido ao Sr. inspector da lliesou-
raria provincial para mandar pagar o que se de-
ver ao supplicante.
Oficias.
277.Do Exm. presidente da provincia do Cea-
r, respondendo ao que se lhe dirigi em 29 de
selcmbro do anuo passado, com a copia do que
recebcu do inspector da lliesouraria do fazenda
da mesina provincia, o qual declara nao haver
iuderaoisaco dosvoncimentos do engenheiro Mr.
Berilio!, roncorncnlos ao niez de junho do refe-
rido auno, em que eslove era excrcicio na dita
provincia do Coar, visto como a mesma lliesou-
raria lovou desde logo a despeza rffertiva nacon-
formidade das ordena em vigor.Remcllido ao
Sr. inspector da lliesouraria de fazenda para seu
conheeimonto.
275.Do tenonto general comrr.andanlc das ar-
mas, solicitando pagamonto da quanlia de 319300
rs., dispendida no segundo semestre do anno
passaJo com o expediente da secretaria do dele-
gado do cirurgido mor do eiorcilo.Remellido
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar salisfazer.
. 2< 9-Do mesmo, solicitando so mande indem-
nisar o capilo Jos Rodrigues Soares, comman-
dantc da 4.a companhia do 8." batalho de infan-
taria, estacionada na villa do Bonito, da quanlia
de 279712 rs., clispendida nos me/.os de novem-
bro e dezembro com o aluguel da casa que serve
de quartel tropa c rom o fornecimenlo de luzes
no mesmo quartol.Itemellido ao Sr. inspector
lliesouraria de fazenda paia mandar satis-
inspector da thesouraria de fazonda para mandar
salisfazer, ficando rerto de que dos 4 individuos
mencionados, tres foram destinados para o exer-
cito, e o de nome Manoel Antonio de Oliveira
verilirou-se ser desertor.
288.Do inspector do arsenal de marinha, so-
I licitando aulorisarao para conservar o salario de
I 2-3 rs. diarios, que provisoriamente so mandn
abonar aos remadores dos escaleres da presiden-
' cia e da inspeceao ; visto como por menos nao
: querem olios servir.Volle ao Sr. inspector do
i arsenal de marinha para entrar em ajuste com
' os remadores, poisque perece elevado o salario
: que ven ceno
289.Do mosmo solicitando pagamento da
quanlia de 120$ rs despendido com a condueo
de 30 pipas d'agna, que so forneceu crvela
311. Do inspector da thesouraria de fazen-
da, solicilando se exija do director do arsenal do
guerra que mande discriminar da conla que apre-
sentou,' dos concertos do 10 espingardas do
adarme-17 quantas foram destinadas para a
polica, cuja despeza nao corre por aquella re-
particao ; c quanlas o foram para a guarda na-
cional ; bem como que declaro se as remellidas
para as Alagos foram destinadas para o exercito
ou para a guarda nacional. Remellido ao Sr.
director do arsenal de guerra para que faca a
dislinccoo do armamento para a polica, para a
guarda nacional e para o exercito.
312, do director geral da instrucco publica,
apresenlando a conta de 600 cxcmplo'res da obra
Jus classico comprados a Miranda & Vas-
concellos, para sorem distribuidos pelos alum-
ENCARKEGADO^DASUBSCWPCAO V<
Alagas', o Sr. Clxodino Falcan Dias ; I
Sr. Jos Bfartins Alvo.--; Rio de Janeiro, o Sr,
Joao Pereira Marlins.
ESfPERNAMBTJCO.
O preprielario do diario la noel .
j I'arii.na sua li73aria praca da fnd<
f> p8.
D. Izabel. Remellido ao Sr. inspector da lhe- nos pobres das escolas publicas. Remellido
S0?.rla de a2enda Para mandar salisfazer. ao Sr. inspeclor da thesouraria provincial para
290.Do mesmo, pedindo aulorisaeo para mandar salisfazer
comprar a I. Germano pola quanlia de 400$ rs.,
i um oculo ou luneta cromatica, de que precisa
aquello arsenal; bem como ordem para eHec-
lluar-se o respectivo pagamento.Remellido ao
i Sr. inspeclor da lliesouraria de fazenda para man-
dar satisfezer.
291.Do director do arsenal de guerra da cor-
; te, communicando que polo bngue nacional Al-
' mirante^ remello 3 raixes com 55 espingardas
; de fuzil de adarme 17 com baynclas de espadas. I
j as qu.aes sao destinadas para "osla provincia ; e
313 e 314. Do director do arsenal de guer-
ra, informando os requerimontos de Ravinun-
do Jos de Souza Lobo, como procurador do
Eduado Ferroira Bailar, que pede pagamento das
passagens c frelcs dos passagcirns e gneros,
que por conta do governo foram para o presidio
de Fernando nos brigues Uom Jesus e Afon-
so- Informe o Sr. iuspeclor da thesouraria de
fazenda.
315. Do director das obras militaros, apo-
sentando a conta dos concertos feitos no quartel
i) barns com 1280 libras do plvora destinadas da companhia de cavallaria. Remellido ao Sr.
a do Rio Grande do Norte. Informe o Sr. direc- inspeclor da thesouraria do fazenda para mandar
| lor do arsenal do guerra se foram recebidos os salisfazer.
objei los de que se traa.
292.Do director interino di; ropartico da
obras publicas, expondo a necessidade dse man-
dar reconstruir a ponte de Motocolomb, cojo
ornamento j aprescnlou, e cojos estragos aug-
menlam do dia om dia.Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
293.Do mesmo, informando sobre o officio
! do inspector da thesouraria de fazonda despacho
n. i:*! relativo ao pagamento que pode Mara
! Magdalena de Oliveira Moli do iros repostoiros
j Informe o Sr. director do arsenal de guerra, a
; pedido e por ordem de quem se cncommenda-
; ram os roposleiros.
29. Do mosmo, communicando, que nao foi
por aquella reparlico que se ell'ectuou a com-
pra da larlatana paja os lustres de palacio, da
qual trata o inspector da lliesouraria de fazenda
em officio n. 91 de 23 de dezembro. Infoime
o Sr. director do arsenal de guerra a pedido o
por ordem de quem fez a despeza, de que se
trata.
295. Do juiz municipal supplonlo do tormo
do Pao d'Alho, scionurando que fez intimar ao
labelliao interdicto Ignacio Gomes] de Souza o
segundo prazo, para dentro dclle allegar e pro-
vat o que lhe convicr atim de lor direilo ler-
ceira parle do rendimento do officio. Volle ao
[Sr. juiz municipal .lo termo do Pao d'Alho para
fazer colligir as ioformacoes. documentos e pro-
Ivas, aliui de resolver-sc na conformidade do
art. o.u do decreto n. 129J de 16 de dezembro
I do 1653.
296. De AutoBto Goncalves de Moraes, juiz
do paz do I." districlo da freguezia dos AtOjra-
23
Itequeriiuentos.
36.Auna Marta do Nascimento, pedindo pas-
sagem para o presidio de Fernando.Informe o
Sr Dr chefe do polica.
317.Joo Jos Pinto do Oliveira, pedindo so
lhe mande pagar, do 1 de Janeiro do crranle
anno em dianle, o aluguel da casa que na villa
do Cabo que serve de quartel ao destacamento,
razao de 30$ mensaes.Informe o Sr. Dr. chefede
polica.
318Jos Antonio da Silva Mello, escritura-
rio da secretarla do governo, pedindo a sua exo-
noracao.Passe-se portara concedendo a dc-
niissao pedida.
Ofhios.
319.Do director interino da repartiro das
obras publicas, declarando que a despeza com
larlatanas e vossouras, a que se refere a infor-
mnrao do inspeclor da thesouraria de fazonda de
29 de dezembro do anno passado, nao pode cor-
rer por conta do crdito designado para os rna-
los de palacio, visto dizor respe lio illuminacao
e limpi-za do mesmo palacio.Itemcltido ao Sr.
inspector da lliesouraria de fazenda para mandar
pagar, porquanlo, vista a informacao do director
interino da reparlico das obras publicas nao fo-
ram osles objectos pedidos pela commissao, nem
fazem parte do ornato e decorocao, ois dizem
respeito illuminacao climpeza do proprio na-
cional.
:i'-0.Do commandanle do corpo de polica,
dando parle de que na meia noile do dia 20 do
crrenle, niorreu repentinamente, no xadrez do
corpo sob seu comnimuio ora indio, que para alli
paz, presidente da junta
: qualifleadora da treguezia dosAfogodos.
297. Do rigario da fregueziado Allinho, pe-
Idindo so lhe marque urna quota para as obras
| da matriz. Informe o Sr. inspector da liiesou-
i rano provincial.
298. u rigario da frcguezla dos Afogados,
pedindo so declare a maueira por que deve lau-
car o registro de 6 ttulos do torras, aprsenla-
j dos em 31 de dezembro de 185t, e que nao fo-
I ram registrados pelo escrevcnlc do fallecido vi-
gario daquella freguezia. Informe o Sr. dele-
gado interino da reparlico especial das torras
publicas.
299. Do alferes Joaquim Antonio de Mo-
raes, subdelegado da freguezia de S. Bento, pe-
dinjdo exoncrar.o. Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
20 -
Rennerimentos.
300.Antonio Jos Ribeiro de Moraes, portei-
ro da lliesouraria de fazonda. Passe-se poria-
I ria, concedendo ao supplicante tres mezes de li-
ceflea com rencimentos.
301. Antonio Manoel Coelho. Volle ao
consell.o administrativo do patrimonio dos or-
; phaos para mandar entregar a menor, de quem
so Hala.
302. Radiareis Felisbno de Mcndonca Vas-
concellos Dimz e Francisco Auguslo da Cosa
juizes muincipaes dos termos do Cabo o Barrei-
| ros, pedindo se encaminhe ao governo imperial
da
fa?or.
280. Do mosmo, informando o requerimento
cm que o msico do 9. balalhao de infantaria
pede escusa do serveo, mediante o recolhimen-
to aos cofres pblicos da quanlia de 4335336 rs.
Informe o Sr. inspeclor da thesouraria de fa-
zenda.
281.Do commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Reeife (V. despacho n. 50).
Volle aoSr. inspeclor da thesouraiia de fazon-
da para mandar pagar sob minha responsabili-
dade.
2?7."~7Do co"imandanlf. superior do municipio
de Olinda o Iguarass, apresenlando a folln para
pagamento do official de 1." linlia empregado na
guarda nacional, Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo.Volle ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda para mondar pagar sob minha rosponsa-
bilidade.
,,.-"*:'Dn commandanle superior de Pao d'Alho
(V. despacho n. 171).Volle ao Sr. inspector da
thesouraria do fazenda para mandar pagar, visto
que o aviso de 18 de oulubro do auno passado
autorisou a despeza com a guarda nacional e:ii
acmenlo pelo ministerio da guerra.
284.Do conmandanle superior do llio l'or-
moso, Iransmittindo em original, afim de resol-
vor-se, o officio do commandanle do balalhao n.
45 de infantaria, que reprsenla a falla qne fa-
zem no baUlhj) os capiles da 3.a 4." e 8." com-
partidas, que exereem cargos policiaes.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
285.Do mesmo, transmillindo para se provi-
denciar como merecer, um officio do comman-
dailte do balalhao n. 43 de infantaria. represen-
tando as dcsintolligoncias que se do enlrc a
guarda nacional e o delegado de polica Je Se-
riubaem.Informe o Sr. Dr. juiz do direilo inte-
rino da comarca do Rio Formse, ouvindo o de-
legado de quem se Irata.
286.Do commandanle superior da comarca da
Boa Vista, pedindo de novo entrega da quanlia
de 104J rs., importancia dos lvros e objectos ne-
cessarios para a socrclaria do commando supe-
rior.Informe Sr. inspector da thesouraria de
fazonda, tendo vista una pelico que lhe foi re-
mellida sobre o indicado pagamento.
287.Do D.\ chefe de polica, apresenlando
para sor paga, a cotila das diarias abonadas a 4
jecrutas rindas de Caruaru.Remellido ao Sr.
o requerimento, em que solicitam pcrmlsso pa-
ra trocaren) entre si os seus lugares.-^ Soja sub-
metlido ao governo imperial.
Offieios.
303. Do lenenle-general commandante das
armas, informando, os requermentos do major
Joao ltaplisla de Souza Braga, e os alferes Fran-
cisco Jenuino Simos, Joaquim Velloso da Sil-
veira, que pedera o abono de tres mozos de sol-
do. Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
30!. Do mesmo, informando os requerimen-
los do cabo do esquadra Alexandre Thomaz de
Jess e soldado Joo Antonio de Souza, ambos
da companhia do cavallaria desta provincia, que
podom baixa, apresenlando oulros para sorvirem
em seu lugar Informe o Sr. inspector da llie-
souraria de fazenda.
305. Do mesmo, informando o requerimen-
to, em que D Hara Linch do Animal o Mello
pede as. M. o Imperador a grar-a do nianda
pagar-lhc os sidos de seu finado marido, o ca-
pilao Joao Baplisla do Amoral, e Moflo no lem-
po decorrido de oulubro de 1848 a 3 do Janeiro
00 1852. Informe o Sr. inspector da Ihesou-
rana de fazenda.
.3M- l)'- mesmo, informando sobre um offi-
cio d_o director do hospital militar, que pede per-
missao para alugar urna casa porto do hospital,
visto que, sendo obrigado a morir dentro do
mesmo hospital, nao o faz por nao haver nelle
accommodacocs. Informe o Sr. inspector da
Ihesourana de fazenda.
8l>7. Do mosmo, informando o requerimen-
to do commandante da 1." companhia de pedes-
tres desla provincia, alferes Rosendo Monleiro
do Lima, que pode o abono de tres mezes de sol-
do Remellido ao Sr. inspector da thesoura-
ria de. fazenda para mandar salisfazer.
308. Do mesmo, informando o requerimen-
to do alferes Antonio Ilayinundo Campello, aju-
danle di colonia militar de Pimenleirns, que pe-
do o abono de forragem para urna besta de ba-
gageni pela marcha que fez da colonia para a
capital e no seu regresso para n referida colo-
nia. Informo o Sr. inspector da thesoura de
fazen la.
309. Do mesmo, solicitando se providencie
no sentido de ser pago dos vencimenlos relati-
vos ao correle inez a 4.a companhia do 8. ba-
lalhao de infantaria, que se acha destacado na
villa do Bonito. Informe o Sr. iuspeclor da
thesouraria de fazeuda.
310. Do Dr. chefe do polica,a presentando
a conla da despeza feila com o sustento dos pre-
sos pobres da cadeia do termo do Limoeiro, do
1. de oulubro ao ultimo de dezembro lindo.
Remellido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar
lgaos.
321.Do mesmo, pedindo se lhe mande adian-
lar a quanlia de tres tontos de res de que trata
O art. 49 do regulamunto de 2 de dezembro de
1853, alm de pagar-se os vencimenlos da escolta
que tem de partir para o termo de Cimbres ;
visto que com o pagamento adiantado, que se
lia feito nos diversos destacamentos da provin-
cia, se esgolou o sold que existia na caixa do
fardamonlo.Informe o Sr. inspeclor da thesou-
raria provincial.
24-
Re'juerimcntos
322.Francisca de Paula da Resurroiro, pe-
dindo licenca para levar corasigo umhllu menor
para o presidio de Fernando.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
323.Joo Francisco Xavier Paos Brrelo, le-
ncnte-coronel commandanle do 2 batalho de
reserva da guarda nacional, pedindo sois mezes
de licenca para continuar a tratar de sua saiide
na Europa.Passe-se portara concedendo a li-
ceo ;a pedida.
32.Joo de Frclas Barbosa.V. n. 255.
Passe-se portara concedendo a licenca com ven-
cimenlos na forma da lei, para tratar de sua
sade.
325,Jos Antonio da Silva e Mello, pedindo
se consinta que o secretario do governo atieste,
se o supplicante, no exercico do emprego de es-
criturario da secretaria do governo foi encane-
gado pelo mesmo secretario do inventario e clas-
Siucaco dos livros o papis do archivo c se cum-
pagar, estando nos termos
pno e3Sacommissao.Atieste, querondo.
326.Leonor Maria da Conceicao, pedindo de
novo hcenra para embarcar para o presidio de
Fernando.Pode seguir.
327Manoel Goncahes Nunes Machado, pe-
dindo seencamiiihe ao governo imperial um seu
requerimento soja submetlido ao governo im-
perial.
328.Manoel Ramos da Silva, sentenciado, pe-
dindo entrega dos salarios que venceu como sr-
venle das obras publicas.Volle aa Sr. director
interino da reparlico das obras publicas, para
remetiera quanlia deque se trata oo comman-
dante do presidio de Fernando, que enviar o re-
cibo para descarga do thesoureiro dessa repar-
lico.
329.Mariana Augusta Coelho, pedindo licen-
ca para embarcar para o presidio de Fernando,
levando os objectos constantes de urna relacao
que ajuola.Como requer.
Oficios.
330. Do tenente-general commandanle das
armasN. 259.-Volle no Sr. inspeclor da Ihe-
sourana de lazenda para mandar salisfazer nos
devidos lempos.
331.Do commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Reeife, apresenlando o
prc das prnras aquorleladas do 5o batalho de
infantaria, vencido do Io a 15 do corrento niez
Remellido ao Sr. inspoelsr da thesouraria de
fazonda para mandar salisfazer.
332.Do commandanle superior da comarca
do Rio l'ormoso, apresenlando novos documen-
tos para sorem juntos a representaran, quo fez o
commandante do batalbao n. 43* de infantaria
acerca da desmlclligeiicia que ha entre a guarda
nacional e o delegado de polica da villa de Sc-
nniiem.Informe o Sr. Dr. chefe de polica,ou-
vindo o delegado de polica.
333.Do Dr. chefe de polica, apresenlando os
recibos para pagamento de aluguel da casa'que
serve de cada no termo de Barreiros, durante
os mezes de abril c dezembro do anno prximo
passado.-Remedido ao Sr. inspector da Ihesou-
rana provincial, para mandar pagar.
334.Do mesmo, p.edindo consertar algumas
torneiras, que despejam agua para o casa de de-
Icncao, e que se acharn em mo estado.Re-
mellido ao Sr. director interino da repartiro das
obras publicas para mandar salisfazer.
335.l)o mesmo, solicilando o pagamento da
despeza feila com o sustento dos presos pobres
da cada do termo de Ingazeira do Io de julho
oo ultimo de dezembro de anno passado.Re-
mellido ao Sr. inspector da thesouraria provin-
cial para mandar pagar, eslando nos lermos 16-
gaes.
536.Do director do arsenal de guerra, apre-
senlando a conla de 117$, dosconcerlos de dirs
juesis, que servem. urna para os conselhos le
guerra- c a oulra para o detalho do serviro do
quartel genero! do command*6 das armas.Re-
mellido ao Sr. inspector da lliesouraria de fazen-
da para mandar salisfazer.
337,Do mesmo, declarando, em cumprimenlo
(lo despacho n 291, queso comprara para aquel-
lo arsenal a tarlatana, de que traa o inspector
da thesouraric de fazenda, cm virtude da ordem
de i de novembro do anno prximo passado.
Remellido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda, para mandar salisfazer pela verbaillu-
minaco.
338.Do mesmo, solicitando o pagamento da
quanlia de 24260 res, feila pelo porleiro do ar-
senal com o palacio da presidencia durante o
niez de dezembro ullmo.Informe o Sr. inspec-
lor da thesouraria de fazenda.
339 I)o eonseHio administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra, apresenlando a
conta de 4 lavatorios de ferro, comprados para a
enfermara do 7" batalho de infantaria estacio-
nado em Hacei.Remellido ao Sr, inspector da
thesouraria de fazenda para mandar salisfazer.
iO.Do mesnio, solicitando que se mande
fazer polo arsenal de guerra os diversos objectos
requisilados para a enfermara do 7o batalho de
infantaria, cuja compra se nao podo cirecluar.
Remellido ao Sr. director do arsenal de guerra
para mandar salisfazer.
341.Do director interino da reparlirao das
obras publicas, informando o requerimento de
Seraphim Soares Barbosa, que pede entrega dos
salarios que venceu como servente das obras pu-
blicas.Volle ao Sr. director interino dr repar-
lico das obras publicas, para declarar quanto
ganha o supplicante, e quanio receben, visto que
na noticia de que s recebeul60 res diarios.
*"'2-Pedido de una padiola para o corpo de
polica.Remellido ao Sr. director do arsenal de
guerra para mandar fornocer.
25
/e7i/eriientos.
313. Antonia Maria de Jesus, v. n. 216.
Como requer.
344.Francisca de Paulada Ressurreiro, v.
n. 317.Como requer.
315 e 316.Francisco de Paula Tiburcio Fer-
roira o Francisco de Paula do Reg Barros, pe-
dindo licenca para irem ao presidio de Fernan-
do.Como requerem.
347.Rranclsco Bolclho de Andrade, pedindo
Ututo de aforamento de um terreno do marinha
no Forlo do Mallos.Informe a cmara munici-
pal do Ree.ro.
348.Francisco Elias do Rogo Dantas, juiz de
direilo da comarca do Cabo, pedindo 3 mezes de
licenca para tratar de sua saude.Passe-se por-
tara concedendo a licenca na forma requerida.
39.Francisco Evaristo Velloso da Silveira,
pedindo ser nomcado porleiro da secretaria do
governo.Indefei ido.
350.Jos Joaquim de" Santa Anna, v. u. 107.
Como requer.
351.Leonor Maria da Conceico, v. n. 116.
Como requer.
352.Luiza Maria da Conceico, v. n. 252.
Como requer.
353.M inoel Jos Gooealrea, cadete do exer-
cito. pedindo um emprego.Esperado.
351.Manoel Pedro de Oliveira e Mello, pe-
dindo so lhe passe patente de alferes do 18 ba-
talho de infantaria da guarda nacional; a qual
devem de solicitar no preso da lei.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
municipio de Nazarelh.
O /icios.
355.Do lente general commandante das
armas, informando o requerimento da companhia
dai illnmiiiacro a gaz, que pede pagamento da
l:9635ol)0, do objectos fuicados para a Ilum-
nalo do quartel do Hospicio.Informe o Sr.
director das obras militares.
356. Do mosmo, solicitando se providencie
para que o destacamento do 10 batalho de in-
fantaria, que vai estacionar em Timbauba, seja
pago de seus vencimenlos pela collecloria do
municipio de Goianna, ou por oulra mais prxi-
ma daquelle lugar.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
357. l)o Dr. chefe do policio, solicilando se d
ordem para que pela collecloria de rendas geraes
da Escada se faca o supprimento cm dinheiro pa-
ra o sustente dos presos pobres da cada.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
358.Di mesmo.Reservado.
359.Do inspector da thesouraria de fazenda,
communicando que Francisco de Paula do llego
Barros, a que se liavia de entregar a quanlia do
jlDOOOS para levar para o presidio de Fernando,
I recusou prestar a flanea, que para seguranra se
lhe exigiInforme cora urgencia o Sr. director
do arsenal d? guerra.
3(u.Do juiz de direilo da comarca de Sanio
Anlao.Reservado.
361.Do inspeclor do arsenal de marinha, in-
formando o requerimento da companhia da illo-
minacoa gaz, v. n. 269.Informe o Sr. inspec-
lor da thesouraria de fazenda.
362.Do engenheiro fiscal da estrada de fer-
ro, pedindo o fornecimenlo de objectos para o
expediente de sua secretaria. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
263.Do director interino da reparlico das
obras publicas, informando o requerimento, em
que o vigario da freguezia da Villa-Bella pode
urna quolji para concertos de sua matriz.Infor-
mo o Sr. inspector da thesouraria provincial.
36.Do mesmo, informando o requerimento
de Joao Hypoto de Mora Lima.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
26
Requerimentos.
365.E/equiol da Silva Fonscca, pedindo se
mande por em liberdade seu lilho Bemjamin Pa-
lacollo da Silva, que foi recrutado para a inari-
nhn Informo o Sr. Dr. chefe do polica.
366Pranciaco Accioli de Gouva Lins, pedin-
do se mande admittir na companhia de aprendi-
ces do arsenal de marinha o menor Angelo Bap-
lisla.Informe o Sr. inspector do arsenal de ma-
rinha, a quem o menor lhe ser apresentado.
367.,'oao Carlos Monteiro, pedindo se mande
por em liberdade seu tilho Cesario Jos Montei-
ro, recrutado para a marinha.Anda nao foi
apresentado o recruta, de quem se trata.
368.Jos Fernandes Monleiro, arrematante
do lonco da estrada da Escada, pedindo 3 me-
zes de prorogaro do praso marcado para a con-
clusao daquella obra.Passe-se portara conec-
dcmJo-se a prorogacao pedida.
369. O mesmo*. Deferido com o despacho
desla dala.
370.Jos Rufino de Miranda, pedindo a sua
palomo de alferes do batalho n. 21 da guarda
nacional, que deixou de solicitar no praso da lei.
Informe o Sr. commandanle superior da guarda
nacional do municipio de Limoeiro.
371.Luiz Severino Marques de Souza, pediu-
do se mande certificar se foi recrutado aiguma
vez. e determinadamente na quadra de 1818 a
!vU~~cpr,ifi1ue-se com o.que constar.
372.Manoel Antonio de Mello, pedindo se
mande por em liberdade o recruta Luiz de Mello
Declare onde se acha o recruta, de quera trata.
373.Miguel Gomes Correa, sentenciado, pe-
dindo entrega do quo percebeu como servente!
das obras publicas.Visto a informado do di- !
rector interino da reparlico das obras publicas
nao ha mais que deferir.
374.Rufino Jos Fernandes de Figueiredo,
pedindo ser nomeado porteiro da secretaria do
joverno.Passe-se portara, Horneando o sup-
plicante amanuense.
375 e 376..Alexandre da Silveira Lima Vene-
no e Theodoro Jos Tarares, idem.J foi pro-
vid&a lugar.
3//.-Theodoro Jos lavares, continuo da se-
cretaria ao governo, pedindo sor nomeado ama-
nuense.Passe-se portara nomeando o suppli-
cante amanuense.
Oflicios.
>78Do tononle general commandante das
armas, v. n. 303.Volte ao Sr. inspector da He-
SOqIana tle fazenda para mandar salisfazer.
3iJ'.Do mesmo, transmillindo, para se resel-
o fommanlanto >:
J balalhao de infantaria, pedindo se mande le-
i var a cffeiln o encanamenlo d'agoa para o res-
pectivo quartel.Informe o Sr. direcloi dos obras
militares.
380-Do director das obras publicas, satisfa-
1 zendo, na conformidade do despacho n. 226, a
i exigencia da lliesouraria de fazenda a rospeilo da
descnminaro das desperas feitas com a pintura
, c concertos do palacio.Remellido com o ori-
niento incluso por copia no Sr. inspector da the-
souraria de fazenda para declarar so preciso o
aileslado ; ficando na intelligencia de qne o re-
ferido orcamenlo foi remellido ao governo im-
perial e em virtude dclle se abri crdito.
381.-1)0 engenheiro fiscal da illuminacao a
gaz, informando sobre um oflicio do inspector da
saude publica, que solicilou adopcao de coilas
medidas para a regularidade da illuminacao no
interior das casas.Informe o Sr. Dr. chefe de
. policio.
382.Do juiz de paz presidente da jnnta qiia-
lificadora da freguezia do Limoeiro, remetiendo
copias das acias da revso da lista no cor-ente
anno.Volte ao Sr. juiz de paz presidente d.a
junta qualilicadora da freguezia do Limoeiro para
fazer aulhenlicar a copia das actas.
i 283.Pedido do comurandanle da fortaleza do
Buraco, para se mandar rebater as jarras 0 linas
de madeira, que o calor da eslaco lem aberto.
Remellido ao Sr. director do arsenal de guer-
i ra para mandar salisfazer.
38 i.Dilo do mesmo, para so mandar concor-
tar a boira do (ciliado da casa do ajudante, que
i cabio poroccasiao das salvas.Remellido ao Sr.
director do arsenal de guerra para mandar satis-
; fazer.
27
j nequerimentns.
| 38>.Anna Hara do Sacramento v. n. 316.
Como requer.
388.Enearregados da tesla de s. Amaro de
Jaboato, pedindo urna guarda do honra.Dir-
jam-seao Sr. commandante superior da guarda
j nacional do municipio do Recite, a quem se ex-
pede as ordena necessarias.
387.Joaqnim Augusto Fereira Jacobina, ar-
rematante das obras dos lauros ns. 5 a 8 da es-
, irada do norte, treplicando ao despacho que lhe
conceden prorogaro para conclusao das obras
de sou contrato, com a condi.ao de sor obstruida
la valla aberla ao longo da astrada pelo pro
, lario do engenho Paulisla. Eslando j\ passado
o tempo requorido de prorogacao. faga o suppli-
cante cnlegra da obra, e nessa occasiao se veri-
ficara se foi satisfeito o contracto, impondo-so a
multa no caso conlrario.
388.Jos Antonio d'Araujo.Pedindo paga-
mento da quanlia de 8:760800 rcis. de 365 tone-
lada* de carvo de pedra que remelteu pai
Alagoas para os vapores da esquadriiha imperial.
Remellido ao Sr. inspector da thesouraria d"
fazenda para mandar pagar.
339. Ruiino Jos Fernando de Figueiredo pc-
dindo prestar por procurarao o juramento paro
oceupar o lugar de amannnse da secretaria do
governo Como requer.
390.Moradores [7 das maltas de Ferrador,
( districlo da colonia militar de Plmenleiras, quei-
, xando-se do lente coronel Jos Joaquim l'.in r-
ra de Mello c capilo Manoel Xavier de Amorim,
que querem exigir renda de terreno que os sup-
licantes oceupam por successao do seus anle-
passados.Informe o Sr. Dr. juiz de direilo da co-
marca do Bonito.
381.Thereza Bizerra Cavalcanli Pedindo
licenra para Ir ao presidio de Fernando. Cuino
requer.
Oficio,
392# Do commandanle superior da guarda na-
cional dos municipio de Olinda e Iguarass* pe-
dindo a soltura do guarda nacional Antonio Jos
Moreira, Jnior que foi recrutado pela polica.
Informe o Sr. Dr. chefe do polica.
393.------Do Dr. chefe de polica, apresenlando
a conta da despeza na importancia de 131
res, feila com o sustento dos presos pobres da
cadea do termo de Garanhuns, no mez de de-
zembro ultimo.Remellido ao Sr. inspector da
thesouraria provincial para mandar pagar.
394.Do iuspeclor da lliesouraria de fazenda,
solicitando pagamento da quanlia de 53*200 rs.,
despendida pela collecloria do municipio de Se-
nnhcm, rom o sustento dos presos pobres da
respectiva cada.Remellido ao Sr inspector da
'nesouraria provincial para mandar salisfazer.
395.Do director do arsenal de guerra, decla-
rando, em cumprimenlo do despacho n. 311, que
das 104espingardas, do que Irata aquello despa-
cho, 15 foram fornecidas polica, o 89, leudo
sido emprestados i provincia das Alagoas, jase
acham de volta no arsenal.Informo o Sr. ius-
peclor da thesouraria do fazenda.
396.Do inspector d'alfandega. pedindo entre-
ga do desertor da escuna Lyndoia. Florencio Er-
nesto Candido d'Araujo, que foi recrutado para a
marinha.-Informe o Sr. Dr. chefe de polica,
se ha alguraa cousa de especial sobre o tecrula
de quem se Irata.
397.Pedido de fios de algodo c azeile de
carrapato para luzes do quartel do 5o balalhao de
infantaria da guarda nacional acuartelado, no
crreme mez.Remellido ao Sr. director do ar-
senal de guerra, para mandar fornecer.
- 28 -
Rtquerimtnlos.
393,Dermino Domingos dos Sanios, pedindo
pagamento da quantia de 305000 que so lhe
conceden por indcmnisaco em consequeneia de
se lor aborto, por entre una sua propriedade,
um vallado para esgolo de aguas pluvaes,In-
forme o Sr. inspeclor da lliesouraria provincial.
|99.Francisco Bolellio de Andrade, v. n. 9.
Salisfaca o que indica o inspeclor do arsenal
de marinha na informacao junla por copia.
-tOO.Jos Hygino de Mirando, pedindo se
encaminhe oo governo imperial um requerimen-
to.Seja submetlido ao governo imperial.
101.Simplicio Jos de Mello, solicilaudo se
ordeno, por onde competir, o pagamento do
pret dos guardas nacionaes destacados na ville
do Brejo, relativas ao niez de novembro.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
O //icios.
402.Do Dr. chefe de policio, apresenlando
o requerimento em que Lourenco Bezerra Ga-
valcanti, carceroiro da cadeia do termo daP.oa-
V isla pede pagamento de seus ordenados. In-
in- Sr" 1!lsPcclor da Ihesouraria de fazonda.
403.I)u inspector do arsenal de marinha
solicitando se ordene o pagamento das despozas
feitas pelo agente comprador, paro poder acu-
dir-se as que forem occorrendo. Informe o Sr
inspector da thesouraria de fazenda.
404.Da cmara municipal desla cidade in-
formando nm requerimento da companhia bra-
sileira de paquetes a vopor.
Directora geral da instruccaora-
bliea.
Expediente de 10 a 31 de Janeiro.
Dia 16.
H "iIIlc,V0,/"elegado Iliterario de Garanhuns,
declarando-lhe que deve S. S. continuar a em'
pregar as diligencii
pessoa quo nterin imenl su! Mil
dp instrucco priva u daq le
sou impedinvenl >. espe
/elo '-jiio essa nei essidad
vido assim o iieonvenie H |ue pondera
ofneio do 1 i da dezembro uliimo.
Dito, n. 0. oo presidente da ,,
mandofavoravetm^nte o <: :: w i
esso de instruc u : p
!a Jos Felisberto da Costa G im i, m .
dous-mezes de lie enea rom
Hilo a.i t (i.,|., .....
sirva devolver as dos carta de loaqo
ra Fcnha, pi
'funeciona a osela da inslruero primaria da ?
: vo masculino da freruezi i i>.<> :s. j.,-
acompanharara o officio d' si
moro 222, e lem le ser enlregu?' res
; i fesso Joaquim Antonlu de G -.
Dito ao bibliothecorio i n
andc-lhe ochor-se a i
agar aos livreii G lira ir .'.
gueira de Souz & C a~ en adei
objecl is con pro is p ira a ju -
gnndo requisitou S. S.em seu | .
rente.
Dilo ao inspeclor da ti
|ue, 4 vista do d da proi-
deni ia de 20 de de;
la thes ur ira a pa ar a quanlia d l: -_
iidida com a compro d I
sodas de um e outrq .->.
d ;; ,''-\':-'' desia cidade, se sin S 5.
:rir que soja enln guo a
professor publico, Simplicio da Cruz i:
beiro.
Ditocircularaos d '. fgados
zcndo-lhe ver quanl
irregular! la da i : .
as escolas, resultand i ain |
(anisar o quadro i
tthar o relatoi i que n d
da lei lem de a n sei I ir
corrento mez d
mais que nos atiesta I I
aos mozos demarco, junl
bro, hajam SS. SS. de m m m it i fl
,: i Irinai li
lo que se ; | licar a p
fess ir umisso. Oul
mensaes deelarem igualmci
alumnos malrieuUd is i
I. 2." 6 do reii
junlio do anno passad i.
Da 13.
Officio ao .: i' liti
n pando a ,
instru ;a primaria
nado corresponJen
municado a esl i din I ,i n rfiJ iu
''"'ira de 12 do
star.
Dilo a i|leli :\} -. littei n | \
que haj s s. de sciei .
blico de inslrurra primaria ,'
Silva Monleiro, que a Ibis raria
soda a pagar-lne a [u mt:a do 17- ".< :-
lhe eslava a dever, con
folla a
de 1^ do con
Dio 19.
Dito n. 7 ao |
lando o pagamento d i ijuanl
livreiros Miran \a& Vas dios, pro
dc600exemplan s da obra LataIris
sicosque por aul ris da \ Ei
de do correnti f uam rompradns ao$ i
nados livr para sortm dis
los alumnos pobres das |
Irucrao primaria.
I 21.
Dito n. S ao mesm .
to de I). Aou!,a Elodia l.av
cenca para cusinar prtn
nesta cidade com dispe sa d
ciencia ; declara que a 3 ipplicanle de
"ico .'C'1""P"1"S exi8dos !)el 'i"- SI da .
ibJ de 14 de maio ae IS55, 1 ara 1 .. nlao
serouvido o conselho directoi -
lispcnsa 1
Dia 24.
^: rio da Var zea -!
resposta:ao son oicio de 14 do c
raudo qnanlo insu
daquella freguezi i, que >. Ex
provincia tem respondid ue a I
forma nao poder ser elvalo o aluguel 1
mente dado para as escolas : S vista do que 1 '
ha providencia a lomar por ora a l-;
pono.
Dia 26.
i !>n ',"D"'"0"'hecarte provincia!, ;nvi
lhe 14collecc5es le rovincia de <,
Iransmittidos pela secretaria do g
ficando assim respondido o seu ;
dezembro ultimo.
Dia 27.
Dilo aoregedordo Gymnasio, communic
a demissao concedida pelo governo da pro
ao padie Joao Jos da Costa Ribeiro do I
de censor daquelle cstal elecimonlo, ;
haver pedido, como consta da conmine.
feila a esta directora cm officio de 19 d.
sen le.
Dito oo mosmo, declarando que o Dr. 1.
co Firmo Xavier, medico daquelle cstal
ment, obtivera por portara da presiden.;
19 do crreme quarenla dias de licenca co
vencimenlos que lhe con>petrem,com< fui
municado q esta directora por officio da;
data.
Dilo 11. 9 00 presidente da provincia, informan-
do favoravelmcnte a pelieo d.e l'r. Paulii
Soledadc, quo requer o pagamento da g
cao pelo lempo que inleriuameule rajgtu 1
lona de instruccao primaria da freguei
Luz.
Dito 11. 10 ao mesmo, informando favo:
mente o requerimiento do professor publico d
Abrcu de l'na, em que pedesesaenta das
cenca com ordenado para tratar de sua
devendo deixar pessoa habilitada na ragcni
cadeira cora approva(ao do delegado
raiio.
Expedid relario.
Da 20.
Officio ao professor publico da freguezia de S
Jos, enviando por ordem dodirecici
duas (artas de Joaqnim J is man i l
propretario da rasa era que func
Ifva escola solicitadas por S. s
Dia 3 1
Officio ao delegado Iliterario de Sei nh
cnvundo-lhe por ordem d.i directora ;
piares impressos dos alicatados que se d<
dar aos alumnos approvadoa com dislkic
lini dees fazer enchereassignar, dissol-ei
depos para seren rubricados como di-,
55 do regiment de 30 de junho du anno 1
sado.
Dito ao dito de Iguarass, enviando
cxemplares dos referidos atteslados para o m -
mo I.;:.
Dito ao dito de S. Lourenco, enviando.
excmplares.
Dito ao dito de Bezerros, remetlenda 1
exemplar.
Dito ao dilo do Limoeiro, remetiendo
exemplar.
Dilo ao dilo des Affogadoa, remallenaa
excmplares.
Dito ao dito de Goianna, romclleodo u
exemplar.
Despac'-
Officio ao professe publico da Limeciro, p .-


I*)
DIARIO DE PERKAMBUCO. ~ SEGUIDA FEIRA 6 DF. TF.VEP.EIRA ME 1S60.
icipanSo nao poder matricular os meninos que
'< ni npparecido, por nao levarem guias do dele-
gado Iliterario.Informe com urgeucia o Sr. de-
legudo Iliterario do governo.
Vwlot.
Yislono altestado da professora c professor
do Caruar para cobranca de seus orde-
nados.
dem idoni da professora do Sanio Antonio.'
dem dein do professor do Poro.
dem idem do professor do Cabo.
dem idem da professora do Limoeiro.
dem idem do professor de Kazarcih.
dem idem do professor do Dmoeiro.
dem idem do professor delpojuca.
dem idem do professor de Pod'Alho.
dem idem do professor c professora da Vic-
toria.
dem dem da professora de Igwvrass.
ldom dem do professor do Flores.
dem dem iio professor do A'oreu de Uno,
dem idem do professor do "lrcjo.
dem idem do professor do lloiulo.
Mein dem do professor de-. Podras de Fogo.
dem idem do professor de Papacaga.
dem i*!.-ni do professor de Correles.
dem Jo:.i do psofessor do Sania Maris da
li .i-\ isla.
dem dem de professor c professora do. So-
rinhem,
fio ha o mesmo sesredo. O publico dr_S(a cidado
ignora o que vai pelo interior at i,ur
aqu.
Parece enlrelanlo que a polica tem conscui-
do alguma cousa. porque algu.mas das cadeas
da provincia, como a da capi'.al, rea c Pombal
tein grande numero de presos.
O exorne da eslalislica ry convence d inesino vesultado.
Nao pequeo o numero dos criminosos qec
sao levados ao Iribuual nos diversos termos aa
provincia.
Corre nesta cid^de, que ultimamenle no termo
do Pionc foram capturados diversos criminosos
de homicidio, estando un j condemnado. Os
protectores o prenles deste prctendero tma-
lo do poder da forra publica, c nao o consegui-
rn! porque o delegado deu em lempo as pro-
videncias precisas para resistir a quaUuer teu-
ta'.iva criminosa, c perseguir os que so atreves-
sem a arcommelter a escolta que guardava os
criminosos. Foi um servico prestado pelo dele-;
gado do Pianc a causa da" Justina.
Fui geral satisfacterio o estado sanitario da
provincia.
Consta apenas que no termo do Inga o cidade
da Arca se desenvolveu a varila e febre arca-
relia.
lao ruderaenlc o collega censurava. Donde vem
pois este capricho de protector oficioso ? Nao
altamos cora o respeilo devido aos anuos c ao
carcter de S. Exc. Ilvm." nierec de Dos, sa-
bemos, einda no ardor da discusso, guardar as
egua as melnores condicoes. O kiang foi posio
junto da hemono de Cuth e dos henimippes da
Asia occidental.
Um prompto exame baslou para mostraras
difl'erenras, que existem entre o cavallo seha-
quando pelo contrario so abracan! e derivam-se
do mesmo principio fecundo. A ordcni social c
a ordem divina ikvo se repugnam entre si; e a
sociedade humana parece que tem alguma cousa
de direito divino, apezor de tudo quanlo possa
ser dito despeitosaraenle acerca c contrario a
materia. Dos que recompensa como o Iiomom
do evangelio, nao dcixa de castigar como o ho-
meni da lei; c se por tal modo niio acolhe o re-
fractario em seu scio, com tudo permille-lhe o
uso da liberdade, que oulorgou sua essencia.
E assim repugnar a existencia simultanea do
papa o do pontifico n'uma s pessoa ?.
Reunidos os dous poderes no papa, nao des-
empenhar este o papel da divindade, que pre-
mia ao bom e castiga ao mo ?
,, ... i. bua '-xc- 1^-m." pode estar, c eremos nue est ir bd0-muilo,a?
E d ah o que decorre lgica e naturalmente ? inspirado dos melhores desejos mas sua idade 'l"0"03 ''og'ues, c foi com grande diffieuldade que
Que a soberana temporal do santo padre, con- 2 "&ad 8?u 9S'3I valetudinario, sua extrema 5?5. wnsoguio aquella, que enyiou pura Lou-
tra a qual a malicia dos impos ha aponlado lo- '-,,"- Tk u'ftuenciag ""J^eriosas. que o cer-
dos os seus tiros do malevolencia, a condico Ma0,ll,e permitiera pastorear o rebanho,co-
, rno conven a salvagao do mesmo rebanho,
d
cao ecclcsiastica ; temos estigmatizado a hypo- \ dorsal.
crista que abusa da boa f para a realisaeao de | U uiajor Hay lberalidade do quem a socie-
temos como fillios da egreja, adveni-1 dado devedora deste inlcressante animal ob-
sous fins
j ------ .-------..... "o"-J"i "-""ii- : "^ ^ .-- <-uuiu uvaiu miel essllltj illllll : vu-
oo o postor dos pongos que amcaeam o rebanho.! leve-o do governador chinez de Bujogh, forte si-
gue mal ha Disto ? Nao sero merecidas as nos- toado abaixo do lago Pang-Kong no pequeo
pquer
Ideai
dem do professor janlo da. Eoa-
COriMAXDO DAS AMIAS.
S. Eic. o Sr. presidente da provincia fes se-
guir para o [ng um medico com a eommissao
de trotar dos enfermos desvalidos,
cmara municipal da cidade da
videnciar em ordem a seren soecorridos os po-
bresdaquellc lugar.
A administrarao do Exm. Sr. Dr. Ambrozio
guarid general aranas de Pernambueo, na cida-
de lo fiS-acsfe, i de tevereiro do
ORDEH DO DA N. :(J.
Ole noral commandanlo das armas de-
: silgado da companbio ixa
*le cavallari i desl i gu irni ao (, Sr. lenle do .V
ren o do icvallaria ligeira do exercilo Hora-
1 10 00 GUSfl i CoelllO, VtelO que lem do seguir
para a corlecem destino ao.seu regiment, no
vapor tji e s espera do n-orle.
Assignado JosJi aquim foclho.
Conforme.Berarda Joaquim Corrcic, lente
njudanti de ordens docommuado.
sas censuras ? appellamos a este respeilo para a Thibet.
propna cousciencia do Liberal. | O major Hay informou que as femens do
Sua F.xc. Rvm.a nodo estar, o r.rpmna irna K i kianp. sao muilo apreciados nos habitantes da-
que
elle conseguio
d es. A raca proveniente" da mistura'do singue
do kiang c do sangue efaioez mulo estimada,
porque supporla miiilo o trabalho e preferida
e nao consta
pi-
que as re-
ol'erccendo mais um documento de descrema o ileu-o de sua fraqueza,
o. autorisou a rclaxario dos principios religiosos, nao pode'to- prehenses fossem mal aceitas, nem que o sum-
Aiea para pro- | davia nem deslrui-los, nem crear outros novos mo sacerdote se julgasse offendido. E' que nes-
norava o syslema de con-
e des
para os usurpadores, que, com o niel nos labios se lempo anda se
e o fel nos peilos, vao dando urna copia exube-
rante as cidades da Italia central do que e
vale a llierdade revolucionaria. A sublevarlo,
proveilo paro a causa publica. No exercicio de sob um senielhantc aspecto, pode apenas ser'um
sua auloridade consulta somente a lei c as con- triste documento de ingralidao, um labeo para
m, e agora
que con-
ces pessoaes.
Urna administracio semelhanle
^...u .. -i i., ,i,.- > "ii u n i ovnreu i* iui v oo *.(fi- iiiiiu uuuillclitil uu lll:r(llltio, um i.
veoiencios do servido publico, faz juslics a lodos este socolo, como j foi dito poralguei
e decido os negocios sem altender a considera- por nos repetido como urna vordade
sendo longo,
fere muilos interesses illegitiraos, e por isso mes-
mo nao cria amigos dedicados cnlre os canJicfa-
10.1 a influir nos negocios pblicos, mas a que
mais convin ao servico publico. Os polticos de
certa ordem qualificam os presidentes que as-
sim procedem du/toieii8 sern lino. Serao para
ellos honiens sem lino, mas para o cidado ho-
nesto que desoja o cumplimento da lei, sao os
administradores de que precisam as provin-
cias.
!~ C."t^ h"' v. fc j- -- ^-
IfJTERIOH.
Ha pouco foi publicado pela imprensa da pro-
vtncia um rogulamenle criando
fessan.'os, o a que nos amigamos conscienciosa
e lielineule como catholico, apostlico de
Rama.
RECIPE, DE FEVEREIRO DF. 1800.
S SEIS HORAS DA TAlUiK.
Rctrospecto semanal,
Sabem osletores que o ultimo paquete proco-
verter tudo em armas contra adversarios
a fcelos.
Hojo reproduz-so na egreja pernambucana o
fado de Ilel e do seus fllhos, todos sabem disto
e o dizem em particular por loda a parle, a opi-
mao publica pronuncia-se loda contra semelhan-
le estado de cousos, e apezar disso ha quem ou-
se elassiflear de impos os que censuran) a fra-
queza do siimmo sacerdote daigreja pernambu-
cana aquellos que a escritura chama serios de
eos!
Nao importa. Convencidos de quo cumprimos
om grande dever de cousciencia, proseguiremos '
uossas obseivaeoes, se as cousas continua-
os dTerciiras. Apenas faltarn" para completar
esta serie urna verdadeira zebra da frica, c o
jumento selvagem, ou onagre da Abyssintia, que
nao tardarlo muito lempo que nao venham sa-
tisfuzer os dezejos da sociedade.
kew-Gardexs i: Londres.Le-se no Soi-
don Journal : Neic-Gardens, por eicellencia,
o lugar popular de Londres. E^i-s jardins de-
vem sua origem no principe de Giles, fllho do
Jorge II, sob sua direc^ao foram plantados l^d
acres de Ierra, o depois de sua niorte sua vuv.i
encarregou-se de dolar Kew-Gardis de lodos os
mclhoramenlos possiveis. Via-se a nobro Lady
que gustavo muito daquella locallldade, passear
todas as manhas o todas as lardes por cnlre as
suas llores, e as aivorcs que o du iue d'Argyla
lhe havia dado.
Keto-Gardens record nomes celebres, o si
inseparaveis de-tes sitios os de Philip Milner, de
rom no mesmo p, nao obstante os iras da curia Joseph Barlhler, d James Sunth, de William
episcopal, o que
lancia.
nao ligamos a nimia impor-
P.lUVn 3.1, 30 DE DEZEXBRO.
lev. honlem lugar, no salo da assembla
iirovine'l, o baile quo a eommissao encarregada
dos feste'os imperiac linha preparado SS. M.M.
11.
Todo n casa do bailo eslava preparada com
accio e muito bem moblliada.
A meza eslava primorosamente servida de
muitas e variadas iguarias, muito boas duelas, e
delicado: i sab rosos doces c raassas.
Houve nina grande concurrencia.
Para mais de duzentas senhoras c quiuhentos
rain ao baile.
Fui soi i duvida o baile mais sumpluoso e mais
concorrido que lem lido esla provincia.
As novo horas e meia d-> noilo lave lugar a
rlicgada de S. Mil. 11., principiando o baile as
de/ horas
Tiveram a honra de doear com s. R|. o impe-
loi as Exms. consortes' dos Srs. Presidente
da pi nadnr I*r-| ri o de A uieida e
e lr. Anloni i !.' S iuz i i n albo.
i com s. M. a luiperairiz os Exms Srs. Ministro
o Imperio, Presidente da provincia, e Senador
l'rederico.
bem a honra de ser vis a vis de
o I :; i ra lor o Esm Sr. Lr. Victorino do
... i. Barre! i con; a I'aio. consorte do Sr. S
Demandaram o nosso porto, do dio 2s de
Janeiro a 3 lo corren lo mez, 1G embarca
urna reparlicoo dente da Europa foi portador de importantes no- mercantes, com a lolacao de 5 151 toneladas S i-
de obras publicas. Era urna necessidade da pro- Ucias, que j registamos no Retrospeco passado. hiram durante os mesmos dias 15 embarca
viii.ia, que foi devidamenle consultada. No es- O congresso, que devia decidir da organisaeo mercantes, com a lotaco de 7J toneladas
lido em que se achavain. as cousas o servido cor- dcliniliva da peuinsula italiano, preco que jamis Enlraram tora bem os vapores de "uerra nacio-
ria com irregularidades lao manifeslas, cjuc so reunir. Sempre pensamos que a posieao po- oaes Viamao clt.Vedro c o br"uo escuna do
lunguem nosli cidade as contesta. Diversos tilica do papado seiia o poni mais arduo, qoe lo- guerra nacional Xing.
presidentes em seus relatorios as denuncia- rio de oceupar a altencao do congresso. A alti- !
um. lude enersica e decidida dis legacoes insurgidas, *~ Rnderam nesses mesmos dias : a altin-
Coube ao Exm. Sr. Dr Ambrozio a tarefa de e ao mesnio lempo a respeilo dendo ao chee do 's'' 's-i->-?''J' ; o consulado geral 16:2593283 ;
( melhorar o servico das obras publicas, creando : calholicismo, complicara a siluacao. embaracava 2 f,'^ ",'1^ ^as roiula5 geraes internas ris. ...
um possal responsavel para o esludar e evecu*! qualqucr arranjo tendente a conciliar lao oppos- 6;238(892 ; o consulado provincial i0:690$419.
lar devidamente. los inleresses. Estas previsoes so realisaram : O movimenlo goral da alfandega, durante
tonsta que a administracao trata de confeccio- bastn que o govemo francez manifestasse por os mesmos das foi de 6 00J volumes a saber
nar um regulamento para a instruceao publica da ; mcio da mprensa, e anda sem carcter oHici.il,
provincia. Todos reconhecem que este ramo do a inlenco de respeilar os fados consummados,
servico nao vai bem. Espera-so iiue a causa pu- de restringir a auloridade temporal do pontfice
buco seja bam attendida! Por ora nada ainda se cidade de liorna, para que o cunjresso se nao po-
desse reunir.
Chambers. Os mais Ilustres viajantes lem enri-
quecido suas colleccoes com vcge'.aes de lodos
os paizes.
O jardim botnico, propriamente dito, mede
I acres de Ierra, pouco mais ou menos, ha
>s anuos, foi augmentado de um prado e de
bosque. All, passaros lao diversos
Bons braceletes de perolas finas cufiados ca
ios de ouro.
Um bracelete feito do chapas de ouro cora o
mais delicado trabalho representando cada urna
chopa urna figura mythologica.
L'm diadema de ouro posto na cabera, coroado
por dous sphinges tambem de ouro.
Um lindo cspelho nictallico com ornamentos
de ouro.
L'm punhal de ouro, cuja lamina aprsenla o
Irabalhoo mais parfeilo, quea anligLd linha anda mostrado. E' formado de"um^
chapa de ouro, no cenlro da qual est incrusta-
da oulra de bronze onde esto desenliados por
rucio de incruslacoes de ouro muito delicadas
ornamentos e objeelos combinados com os i.
glyphos formando a legenda de um rei.
Estes principaes objeelos, alem de oulros mai--
que se ochai un na momia consliluem, sea
M. Jloriellc nm verdadeiio thesouro, qui'mu-
seu algum na Europa possuc. Porque alem da
riqueza adornos, pela materia, com que si
tos c as podras preciosas, que encerra, o t-
Iho com que sao feitos, e sua anliquidade ,
rom um valor immenso. Gomo esla n
ochada em virtude dos trabalhos ordenado*
vice-re, ella e todos os seus adoraos devea en-
riquecer o musen de anliquidades, quo sw rai
cstabelccer no Egypto.
Mortalidahe" do da 2 no coRURTt:
Laurinda, parda, 5 mezes, diarrhea.
Manoel Pires, branco, so anuos, febre ama-
relia.
Onofre Olimpio da Costa, branco, solteil
annos, lebre maligna.
Mara, parda, 2 dias, inani-o.
Idalina, branca, 8 dias, espasmo.
IIosimtal he CARIMBE. Exislcm 7ti ho-
mens, 5 mulheres Micioaaos, 2 horneas esl
geiros, 1 homem escravo, total 135.
Na totolidado dos doentes existem L7 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 horie
loram vigiladas as enfermaras pelo cirur-
giao Pinto s 8 horas da manhia, pelo iir
nellas s 8 horas e lo mnalos da na ihio.
HATADOCRO pibi.ico :
Ualaram-se no da i do cbrrcnle par
sumo desta cidade 84 n
CHROHlCft JUDiCURU.
TRIBUNAL DA REIAC0.
SESSIO EM DE FEVEREIRO DE I
PRESIDENCIA DO E\M
DE l lio. .
As 10 horas da manbaa, achan :
lindo pomar de laraogeiras mi.o" '& 5*h?rea ^embargadoms l ,.
um
pelo
canto, como pob pluraagera fazam a admirado
dos visitantes. Depois de alravessar o bosque, es
conhece senao as ideas que o Exm. Sr. Dr. Am-
brosio emittio em seu relatorio assembla pro-
vincial.
Sem descrer da efficacta das reformas que se
vao fa/.er, temos entretanto o convieco que o
principal reforma deve consistir em crear um
pessoil que compra os seus deveres, e cuide
sinceramente do que est a seu cargo.
Pelo vapor Oyapnck, procedente do sul do
imperio, tivemos noticias do Kio da Piala sem
inleresse algum. Em Montevideo preparavam-se
liara a eleicao presidencial, que parece ser muito
disputada. Sao quatro os candidatos, os Srs.;
fierro, Lamas, Corabia e Dr. Pe reir, filho do ac-
tual presidente. Este ultimo provavelmente can-
volumes entrados com fazendas 1,141, com
gneros 2,272, letal dos volumes entrados 3,413 ;
volumes saludos cem fazendas 513, com gneros
2,07 i, total dos volumes sabidos, 2,587.
A cargo da presidencia da provincia est ain- ,l?!" "cloria- P0^1!0 ns^publicas bes, nriho-
^ I vl M*" i/li n ^iiiiii.rin in.nrKr.liin inn rfit-n u dunvarla
di reformar oulros ramos do servico publico. A I
assembla provincial confiou ludo presiden-
cia, e euleudcu que nada fazendo linha feilo
tudo.
()s dpputados fallam muito esobre ludo, mas,
'lor -oSr. Dr. Chefo de Policia cora a
Exma. lonsorte do Sr. Dr. Prancisco Ui- 1."e e trabalho serio oulros que facam. O que
ionio Vital de Oliveira, o o Si Dr. Francisco de I roais I0*'601 os leilores ? E' bastante que os
' s Pe reir lio ha com sua filha a Erm. Sra. rcPresentnnles do povo apresentem ideas com-
v:~ a *;< de S SI. a Imperatriz oSr! ""s ,vanas.,n cuidem do que convm ree-
Francisco Alvcz de Souza Carvalho
D. r.ugeiiio, filha do Sr. Dr. Feli- u *fra se 1aa,l"ca dipatriolagcm o traba- se a pro\iucia aceita (iu nao .i consliluieo federal
i irouel
o Exm.
. i, o Sr. Dr. -los da Costa
com a Exm. consorte do Sr. Francisco
Soori da Silva Retumba, e o Sr- Dr. Silrno
nlio com sua c inhada a
Exm. Sra. I). tara. Tevo boje lugar, as nove
. i mais en mi n is, o em-
l-arqu II. debaixo de enll
isas acelamaeSes de todos os pa-
i de elasses.
^-:. .'.'\!. 11. deixarjni lodos es parahybanos
irad is. Fazoin >s
tn a irais i viogein.
[A Imprt
deixaado o mais sorte. E' por isso que
las a suprema magistratura nao raro se converle
em um prerilegio de familia. Dizia-se que o mi-
nistro Carrera nao estiva em boa intelligencia
com o presidente da Repblica a respeilo do can-
didato protegido ; mas isto nao pode ter oulra
consequencia seno o demisso do ministro, o
que anda mais contribuir para o bom xito da
feliz candidatura.
Em Duenos-Ayres so havia reunido no da
do mez passado a couveneo que lem de decidir
para .
Iho das assemblas principalmente das provin-'
cias.
J. comecou pelo interior o invern, mas so
as chovas nao continuaren! o serlao sollrtr mui-
I '- prejuizos.
E' pequea a safra do ossucar nesla provin-
cia. Em geral os senhoros de engeuho se quei-
xam da escassez della. Suas queixas sao anda
maiores contra o proco, que logra neste mcr-
cadoo assurar. O remedio deste mal s so en-
contrar em um mercado
franco.
Esla j vai longa.
a dizer para oulra.
..V PO DIAK1 i DE PER:
BI CO.
M l.'. II IBA.
e Janeiro de 186 '.
0 rende a tencao de todos, a
'.. 1!. a esta provincia. D ma-
teria ronslonle para conversacao era lodos os
en uni -, qn sej sua im-
; irlanda e rathegoria. Osjernaesda ierra oceu-
1 desre ai i ule imento, e fazem
di s das oceurrencias, que tiveram
lugar.
Pora desle assumpto, nada cntrelm com ani-
maeao os (.-pililos.
r-' cw i populacso se demora em
ici esso. Prometi elle resultados
nioraes e polticos l.io importantes, pie comjus-
ii>;a.i hisloria o referir romo um acontecimen-
; : ico. E' um delles a consoli :.e-o d"
I"'
fai

argentina. C.ompunha-so de 7 membros, lodos
animados do maior patriotismo ; ainda se ocha-
va em sesses preparatorias, mas a divisan j la-
vrava em seu scio, de so'rte que mal principia o
obra da uniao, e j a da desunio S6acho adian-
lada F. a vida que convm aquellos povos, 0-
brigai-os paz, delinhaio ua enaeco e na ap.i-
Iha. '
Esperava-se com festejos populares em As-
sumpeo o general Sulauo Lopes, lllho do presi-
mais i denle. E o hroe da paz cnlre Huenos Ayres e
1 a confederaco, o que apagou os fogos de Cepe-
Rcserro o que ainda tenlio da, que se recolhe aos lares, onde lolvez o es| e-
ra igual missao cutre sua patria e a Graa-Brcla-
nha.
O govemo da Confederaco dignou-sc de decla-
rar pelo S'acional Argentino, que vi.i com pro-
fundo desgoslo a publicado dos artigos do men-
cionado jornal, sobremodo offensivos aos gover-
REVISTA DIARIA-
Somos Informados, que ha em Fra de
Porlas um inspector de quarleirao, que lem por
huvavel rn particulares, fazc-lo villar ao pescador, mandan-
do eulo a este que d preferencia a outrem por
menos diiihoiro do que o primoiro comprador
dava.
( modo de loiacao singular, e nem mesmo o
aulorisa a alia dignidade de que se ocha reves-
tido o digno- Sr. inspector. Por conseguinle
un que obra mo esse sen procedimento
irregular, que prejudica a inleresses alheios, que
sao respectados pela consliluieo, ao passo que
com elle apenas poder ganhar Smc. lao somon-
te que bem pode ser o mesmo comprador em
ultima analyse.
Communicam-nos, que na cidade Nova ou
em Santo Amaro cunstruem-se d le al-1
gumas obras, que nao esto de accordo com as
respectivas posturas raunicipaes.
lo rpido, lem representantes as estufas de
Kcw-Gardens. E' una arvoro gigantesco, que se
eleva algumasvezes a altura do 200 ps, e que
lodo urna al o tope, nesse lempo desabrocha
um nico ramo de folhas ; a par della est a cam-
phora do Japo.
Immedato ascsl ifas est nina larga ra, cu-
jas bordas sao guarnecidas dos mais raros ar-
bustos 0 das mais lindas flori -.
Finalmente, v-se nm edificio perfeitamente
elegante conslruido de podra e ferro, e lodo
Recrreme, Rosa Anglica Teixeira j
da ; recorrido, o juizo.
Sorteados u< Srs. desembarga I
Gitirana e l-ourenco Santi
Relator o Sr. di sembarj u l
Xegaram provimenlo.
DaiGS5CIA9 i n 1 is.
Mandaran averbar a dizima na revisl
Ri orrenle, Joaquim de Faria Con' i
recorrida, Slaphaldi Symphoi
buquerque.
Com risla ao Dr. promotor I a ap-
pellaco civel :
Appcllante, Joo Vicira de Torres Bandeira ;
appellado, o juizo.
MAS CR1XES.
Na peticao de habeas-i
Janiia.io, concedern ordem e n
. 7 do correnlo para Ser apresentad
sesso do tribunal.
Handou-se proceder contra op-
eo da villa do s. Lo iren;o, e o es
guarnecido a vidrarascoradas, para evitar a ru-
ca da luz nos dias sem invern. Neste edificio
enconlra-se a mais rica cotlccco das plantas
i\ ticas as mais raras. Actualmente prende a
aitenco geral a florescencia de um aloes mexi-
cano. Eala planta, no ".; xico, sua ierra natal,
i le dez em dez annos ; mas na E i
carece de um i eriodo de 100 annos. Quando
osle aloes llores er de novo, j.i nao deve existir
nenhum destes visitautes actuaos, c a sociedade
estar loda renovada.
Di :obf.ri is xa u stralia MERIDIONAL. L'm delcgacia pela demora d processo d j 1.
jornal d.i Australia publica o rclalorio das im- ci Caidozo.
portante descobertas, que M. Stuarl lem ultl-
eule feilo na quclle paiz, e o limes refe-
rindo-se ao mencionado relatorio imprime o
scguinlo exlraclo :
M. Stuarl, depois de urna ausencia de seis
pis ruir.ci: i -
Ao Sr. desembargador Gitirana, a revista o
Rccorrenle, Jos Marques de Ca
corrido. Dr. Caetano Vicente de Almeida Jnior.
Ao Sr. desembargador Lourenr
3, enlrou era Adela:.le no vapor Marin, aggravo de pelieo :
procedente do Porto Augusto. Elle nao linha| Aggravante, Thcreza AdeUidc S [ueirj
io dous companheiros de explora gao, tres ou canti aggravado, o juizo.
am-nos de una parede singla principal- qalro mullas por toda a bogom, e por meio de Nao se pode julgar o habeas-corpus de Inlo-
menie, que ha pouco all foi levantada hosproxi-
"" : '; a d i me, que vai para a fundi 5o, com
um da edilicarem-se duas meias aguas.
_DjAj]_!0 DE PERNAMBUCO.
A cruzada sacrilega que na Italia se ha levan-
tado contra o patrimonio de S. Pedro nao nos
pode ser indiflerente, e nem para nos Brasileiros "S santidade P. IX, do Brasil e do Para-
ralhollcos ella cousa vulgar, que se confunda S'ia.v. aos quaes, diz a declaraeao oficial, o go-
na olluvio de phenomenos que sesuccedem nos! v,'r'-' arg.1'!1.""0 esta unido por s
das, em que ollaneira so ergue a impiedade
l's'.as cousds reclamam urna verfica$3o pnro
nao irem ao abandono, com detrimento do bem
publico, lano mais quanlo deve passar por all
una roa, e a abertura que ha, muito estrella,
a assim mais aperlada Dcarella.
Sr. Dr. Francisco de AraujoBarros, juiz
municipal da 2." vara, reassuiuio o exercicio Uu
seu cargo.
O regulamento policial acerca da entrada e
saluda dus carros, parece que cabio em desuso,
pois que nao mais observado.
Irn
0
dar golpes n'um monumento secular, sobre que
jamis prevalecero as mystificacoes baptisadas
om polilica.
Com cdlcilo, mpoe-nos
no da Confederaco ; lecm lodos os mes
I lmenlos, aprendern o mesmo credo, se antcn-
a religio, como um dem por que fallam a mesma lingua; mas quan-
grolo ilevcr, que confessando a nosso f, assim lo nos. nao passa esla declaraeao de urna arti-
lhe rendamos urna homenagem, e manifestemos manha hypocrila, com o iim de'molerar a indi-
por lal guisa a dedicacao que votamos ao seu re- gnacao dos insultos que diariamente n..s dlrigcm.
prcsenUnle sobre a trro, a sua cncarnaeo real, i A experiencia nos lem eusinodo a desconfiar da-
ao vigano de Chnsto liualmenle. i qucllagante. A f dos tralados.o que ha de mais
. r t ---------------------------------- --------------. ,
|mais per[eila amisade e harmona, que cultiva
em suas relames. Quanlo [ao Paraguay acredi-
tamos que sejam sinceras as palavraj do gover- J's!e reclamando a observancia completa do re-
imos sen- '"i-ido regulamento, para que se nao deem algu-
cortincar dos raminhos, ello pro r > havia doa-
i pouc i lemp i antes. Em ;uida avan-
cou com ocxpi uc io ; ara diantc, e descobriu una
regi:,o esplendida, ou I ai ho i agua e :
incia. A dislaui ia d. se iberia tem una ex-
leusao de3 lOmilhas cima do onlo.on le pararan '
M. Dabbagc c n maj ir '' t ido o paiz
foi considera lo de urna ri pie iperior a lod i
a discrip.-o. A regio que M. Stuarl attaves
accidentada pot alturas de 100 a 150 p
cume das quaes corre una agua pura, que corl i
a planicie com us regal is, o vai depois enri-
quecer numerosos nos, que o dirigem a
Um de-tes rios, diz M. St lart, t ira tres mil
Se esla medida foi julgada convenientemente I de largura sobre um cerlo corapriraento : suas
honlem, ainda boje o deve ser, porquanlo asj nargens sebresahem ao leilo em alguns pontos!
condicoes sao as mesmas : o raesm i esla lo sub-
por
porto quatro ou cinco m I is. mo Franc i Pereira, ; rselerd I
jro cuidado de SI. siuart foi de se looSr.de- Gitirana.
A 1 hora da l.ii i--oiiceiTuu-se a MtMO.
mas rataslrophes provenientes de abalroamentos,
que lenham os carros.
Parece-nos que ha alguma dispo.-ieo regu-
lamcntar sobre o numero de pessoas, que devem
conter os mnibus ; nas isto no ha sido obser-
vado desde muito.
ry-
Em nossa misso, quer como homem ndivi- sor, ''' asnacoes, u5o lhe mere:e respeilo,
incipio monarchico no espidi publico. Us dualmentc considerado, quer colleclivamente re- i q"ai,l n,cls a declaraeao de um jornal. Espera-
| ie por b.da parte se observim, os rolos presentado na redaceo Ueste Uiario nao lemos U"> 'J\' nosso 6OTerno nao se dci-Mi alorme-
a opinio do povo sem excepcio, ronvencem al ''"i'- sacrificado* o religio no al'iar profano cer ,IU ca,llos ua serea.
I i. da polilica ; c se do prsenle a boa causa da egre-
ja acha-se em provancas, nao podem os nossas
vozes deixar de soltorcm-se e subirem al o thro-
no pontificio de Roma em prolestaees solem-
nes do adheso aos seus direitos raagestalicos
is gue nao sao os da poste injusta, adqui-
i um dogma do reiij
tica dos Brasileiros, que nao admiti a mais leve
i onl istacl i,
A provincia da Para!.iba deu una prova irre-
cusavel de sua adhesc as Augustas Pessoas de
i'l. II Becebeu-06 com alegra e vivo cn-
Ihusiasmo. Todos os Parahibanos tin
n-aiiienii. i imenagem ao
sileiro e s ja excelsa consorte, c manifestar o | ",0 a pessoa que os adquiri.
[uese possuiram com a augusta
t ita que receberant.
O seu Otarte comecou a trnnscrever dos pe-
nodicos desta cidade adescripgo do que so deu
lam um so Wida ptla fraude da poltica, ou pela violencia festejos para a recepcao d'c SS. MU de
monarcha "" espada : vieram de origem pura c santa, co-' sua viagem ao norte".
As provincias do sul gozavam de perfeita
tranquillidade. No Rio Grande a assembla pro-
vincial encerrou-se no dia -i do mez lindo. A
ona da linha estacionada all montava a 350O
pragas, a guarda nacional orcava por 20;000 ho-
mens. No Itio de Janeiro preparavara-3egrarrdi s
volla de
Os mnibus ahi se exhiben coniplctamnnte
prenhes dentro c [ora, u que passa desapercebido
0como urna cousa mui natural ; assim como o
prego das viagens, sobre o qual julgamos que ha
urna tabella.
por corto exorbitante a quantia de SJOOOpoj
una viagem simples, do Poco para esta cidade,
correndo ainda o risco de desaliar a lampa do
vehculo, que nao ser muito agradavel paraos
viajantes do primoiro o segundo andar.
VI-
Nestas prolestagcs nao exprimimos o pensar
isolado da nossa pessoa : nisto ainda somos fe-
lizmente o orgo da opinio publica do
Compre olhur-se pora eslas cousas, quando nao
ellas tomaran um vulto olni de toda a credibiii-
Em Scrgipe, o enthusiasmo cousado pelas pie- di"ic t mt's,"o por que ellas nao tem lugar
do Ilr
songa dos nossos augustos soberanos lora vivis-
simo. S. M, devia seguir para a Estancia no dia
lile no dia 21 para o Morro de S. Paulo, onde
em oulros parles.
Escrcvcm-nos de Caruaru', cm 20 do pas-
sado
.: redactores do noss peridicos dispensa-me
de dar.aqui a historia da visita imperial, Ella
i ; iti < dos m smos facfos e episodios,
11 v .: lagem para o papel de cori-espoudenlo!
como c. comprehendo.
A traoguillidade publica noo lem soffrdo o
ruis leva alteraeo. Nt se referem fados que
in.mifesUm tendencias para resistencia o aulo-
ridade eeoscred. calculado das insliluicoesquo
nos regera.
No meio i calma o paz queso observa appa-
recem oseasedos e intrigas das localidades com
.- suasexag cacees costumades, prelendendo os
loros de factes importantes, e capazos de emea-
ar a ordem publica. Militas rezos exprimem
apenas peques inleresses de mo carcter
colligadoe para dominar, o nao raro que ex-
primam es capricios e dios d' m s homem.
i i pessoae, cuja visiuhanga 6 um tlagello, e
tornan pergoso i lugar ande residem. Sua in-
icia 6 pernieiacssima, quando pretenden
intejvir n is negocios pblicos, os quaes se com-
plicam sempre que nio sao dirigidos cos pruden-
cis i circumspeccio.
Qualquer que seja a eico das questes lo-
cara, e.1 is decappan cem conservando-se irme a
no meio dus inleresses encontrados,
O mostrado-se eslranhos aos seus caprichos os
til Superiores do pudor. Nesta provincia
ndo cede a accSoda auloridade, logo que nae
posta em devida soa justica.
A pstalistica criminal nao rejeila muitos ol-
lentados cont?a a seguranga individual. Nesta
parle marehamos salisfacloromenle, poique te-
mos pouco a referir.
Pode algueei gltribuir osle resultado a nao se
publicarera as parlici
esposa de Christo vc-se atribulada pelos"de"re- 8UMi' para Il' dc Janeiro-
gramenlos de filhos degenerados, importa que Soubomos d's"os de "u'"-a0-
todos os catholicos que os seus lilhos lidelissi- O vapor Paran entrado do norle deixou era
mos lo imperio do Cruzeiro, levcm-ihe as con- paz todas as provincias desta parte do imperio
soacoes que sao decidas a Mal Carinhosa e des- Nada ha de imporldiile naspoucas noticias de que
\elada que sollre as agruras, que lhe acarrla foi portador.
seu proprio amor.
Felizmente apenas um assassinatochegnu ao
Da Alagoas nada ""enuncia dada pelo Dr. promotor, por causa de
|injurias dirigidas por dito bacharel ao primeiro
supplenle do juizo municipal em exercicio, Fran-
cisco Antonio da Silva, em pcliecs dirigidas a
al' a altura de 1000 -. M. Stuarl. fezum .
rodo 20 a :!'.) niilhas n'uma e u'oiitra margem, plon_.
o em ambas ellas achou o paiz igualmente m ig- Jos Pinto
nilico. O explora lor presume que deve existir
sto algum lago ou mar interior, o qual pro-
vavelraenle dcscarrega suas aguas no Stoks
\ ictoria Itiver ao noroeste. Agora j se nao p-
l-'ubiicacocs a pedido.
!
r i d : C
Joan de Barras, ti
O Illm. e Exm. Sr. Dr. l ran
Brando.
luizas po:
A I lima, e Exma. Sra. consorte io
Jos Moreira da Silva.
Jui/.es por deroco.
OsIUms. Srs, Franci co Jos de CamposF
le M
Manoel Antonio da Silva Moura.
Jos l.uiz de Souza Ferreira,
osle por aquclle na qualdado de advogado de
cerlo preto. Segundo nosso pensar, o procedi-
mento do delegado foi muito juslo.
Nao tem havido novidade alguma que che-
conhecimenlo ; por lano ludo ca-
cinar os espinlos ignaros em detrimenlo do papa-
do, ou da Sania S. N'uma lgica sui generis
o lmittc o poder temporal do papa como neces-
sario e legitimo ; porem considera-o incompati-
vel com um estado de bastante extenso !
A conciliagio desla adversativa, confessamo-lo,
parece-nos ubi impossivel a lodos os respeitos :
ser c nao ser ao mesmo lempo.
Se esse poder 6 legitimo e necessario, se essa
teicao lhe nao pode ser nogada, elle o ser sem-
pre eem todos as condiges maleriacs, cm que
que procurara defende-la. Os criminosos ainda
nao foram capturados.
A comarca da Boa-Vista tem sido devastada
pela secca, que lem sido lal que, segundo nos cs-
crevem, criadores que ayanhavam de cem a du-
zenlos bezerros eslo sem sement. Os gneros
alimenticios vo escaseando, de sorte que a fo-
recolhidos casa de deleneo no dia
mez dc fevereiro limens e 1
miilher, dos quaes 7 sao livres e 1 escravo, a
saber : 1 ordem di Dr. chefe de policia, 1 a or-
dem do delegado do primeiro distrielo, 1 a or-
subdelegado da Boa-Visla, e 1 da do
dem do
Recife.
Foram recolhidos mesma, no dia 2, I homens
sendo :3 livres e 1 liberto, a saber: la ordem
se ache, qualquerque soja a extenso assignaila dioceso forana mal receidas do Liberal Penuim-
^^JllT;llf ao r?sI,ectivodesenvolvimento, cm-1 tucarea. tal a prevenco do collesa a nosso
me ser ncvilavcl se nao se abiirem as cataratas ',1,0 '"pegado dol." dislricto, 2 a oidem do da
do co.
As enrgicas mas decentes censuras quo por
este Diario tem sido dirigidos iadministraeo da
bora 3 sophismaco em que o envolvere.
Como poder a auloridade catliolica, dizem
ellos, fundado sobre o dogma, conciliar-se com
a auloridade convencional, fundada nos costu-
rnes pblicos, nos inleresses humnos e nos ne-
cessidades sociaes? Como ser o Popa ao mes-
mo lempo pontifico e rei ? Como que o homem
do evangelho, que perda, ser o homem da lei,
que casliua ? Como que o chefe da egreja, que
excommuiiga os hereges, pode ser o chefe do
.taces policiaes. Este pro-
pedimento por cerlo pouco conveniente, e nao \ estado que proleja a liberdade da cousciencia ?
consulta o publicidade que deve hi-er em lodos
os negocios no syslei., que nos rege. O publico
tem direito a conhecer como se passam fados
lao importantes, como os que enlendem com o
seguranga pesso.il. Convm que desapparega os-
le deleito. Sua correegao mostrar a Indo luz
pie nao lia motivos fundados para maldizer a
situagao em que nos ochamos.
Nao ha tambera noticias exactas sobre os cri-
minosos que se capturan. Acerca desla
espe
esle o problema que ofTereeem urna solu-
go, que todava nao parece impessivel; pois
que nao d-sc esse antagonismo, que descobrem
entre o prncipe e o pontfice confundidos n'uma
mesma personiiicago, n'uma s individuali-
dade.
A auloridade a que chamara calholica conci-
lia-se fcilmente com essa oulro dita convencio-
nal;entre ellas nao lia esso obysno inculcado,
Boa-Visla, e 1 a do de S. Jos.
O CAV.UX0 SELVAGBR DO Tuinr.T.I.G-so no
Illustraled London JVeiU : O kiang, o cavallo
selvagem do Thibet, urna especie, que vive no
cstodo do nalureza nos olios plonicies do Thibet.
Elle foi descoberlo pelo viajante Moorcwfl, que
diz (er visto na parte oriental de Lodakh alguns
specimens de una rariedade de cavollos ainda
sor vehemente e incansavel passai VpaladinVes- nu0 descripla. Elle fez numerosas tentativas para
orcado c vigilante Somos nos inconsequenles Possuir uul destes animaes, c nunca o poude con-
respeilo, que quando esperavamos marchar uni-
dos, por isso que advogavamos a mesma causa ;
ei-lo que abandona suas antigs ideas, e dc cen-
.._jqi
porque defendamos o prelado e boje o aecusa-
mos; e nao o ser o Liberal, que aecusava, e bo-
je defende o chefe da diocese pernambucana ?
Em que melhorou c estado do clero, que tan-
to assanhava os iras do Liberal Pernambucano,
e que hojo a menina de seus olhos ? U nosso
procedimento se explica : entendamos quo o
nosso deocesono envidava todos os seus esforeos
seguir ; o apesar de ter ferido alguns, ellos se
refugiaram nos rochedos, onde era impossivel
persegui-los.
A sociedade zoolgica de Londres com o fim
de completar a sua serie de especies selvjgens
dc genero Equns, comprchendendo os cavollos e
os jumentos, eslava ha muilo lempo, dezejosa de
possuir os specimens'vivos do cavallo do Thibet.
de sustentar que a nova Olnda nao passa dc
nm deserto. M. siuart recolheu numerosos es-
pecimens dc hervas, graos emineraes. No nu-
mero dos especimens mais interessantes cman-
se algumas ; Iras pn to -. c segundo parece,
una parle do paiz dcscoberta rica de minas
d'ouro.
0< Berberes.Oa ver.la leiros indigei
antlio.'hihones do norte d'Afrfca sao os Amozir-
gasou Brberos, q ic compoem a maior parte da '
populacode Marrocos: Sao osNumidas dos Ro
manos. Al a nvaso musulmana, sua raca oc- j
cupava tolas as regidos comprehendidas entre o1
Medilerrmeo, o ocano atlntico, o margem di-
reito do Seneg.-il, motado da correle lo Bjuliba
e a regio di' Bournou al Mourzouk ; para o nor-
deste sen dominio estendia-se at os confies do
Egypto.
l's IV ruares de Marrocos esto dividos em
Amazirgas e em Schelloks, |ue fallam dialectos
pouco differentes; alera disto variara de nomes
segundo as reges, que habilam ; em Argel
rhamam-se Kabylos, na reguo de Tunis Zona-
vos, em Tripoli Adems, e no grande deserto de
Marrocos sao conhecidos por Toualis ou Toua-
regs. De loda esla raen, apenas nm pequeo nu-
mero reconhece a supremaca do imperador, que
para os ler subordinados obriga os seus chefes a
viver na corte como em refens. Ainda assim a
auloridade imperial, quasi que nominal entre
as tribus brberos, que realmente nao obedecen!
seno aos seus omsarghs ou marabonts.
Os Al s eslo espalhados desle Bife a
regio do Atlas al Tafilelt. Jaekson conta mais
de vinte tribus, entro as quaes cita a dos Ak-
Imoure e Zemoure-Shelleh, que habilam os mon-
lanhas visinhas de Fez. Estes lem a physiono-
mia europea, [romana ; occopan-se da agricul-
tura, e sao grandes criadores de gado, Tem um
carcter altivo e independente, o prezan antes
de ludo a liberdade.
Desde o mez de novembro al fevereiro habi-
lam os lugares mais elevados do suas raonlanhas,
e. preferem passar com seus rebanhos a estacan
invernosa as cavernas e cm sitios quasi inhabi-
laveis a descer aos valles, onde recelam perder
sua independencia. Estas tribus vivem era dis-
sengo continua ; lodos os das ha contendos de
tribu contra tribu, dc villa contra villa, de homem
contra homem. As viflgangas hereditarias dis-
Iroem todas as familias, e sufocam nesles povos
lodo o sentnicnlo de humanidade. Frequenles
vezes tambera se insurgem contra seus chefes, e
quasi todos os anius ve-so o imperador de Mar-
rocos obligado a emprohender urna campaoha
as raonlanhas do Alias.
Os Shellocks sao os Brberos do sul. Vivera
pouco mais ou menos como os precedentes, suas
habililacoes porra sao menos fortificadas, c quasi
todas esto eslabelecidas no meio das lioreslas,
Ao contrario Mouros sem visinhos, povo embru-
tecido e fraco, ellos sao fortes c robustos ; pas-
sara por exccllenles rocadores, o vivem como
Trogloclylas sempre nos cumes das montanhas
Seu alimenlo uno passa de mcl e cevada, que
ellos preparom de mil formas ; o nunca comen
corno.
consorte do Illm. Sr. .
i
consorte do Illm. Sr.
em melhorar o estado moral do clero, era levan-i V- lhomaso,,1. q.andp governador das provincias
r i. Hit linrilACtn ItlVIt Clrln t, -(, i., I..li.. ......_ I. __
ta-lo altura de sua nobre e sagrada missao ; a
experiencia e a observagao dos faclosconvenceu-
nos do contrario ; negamos-lhe immediatamenr
le o apoio de nossa penna. Mas como explicar-
se o proceder do Liberal ? O mal contina, e ca-
da vez se exacerba ; a negligencia no governo da
egreja, se nao augmenta, conserra-e igual que
do norueste, havia sido bastante feliz para obler
um individuo masculino, e o tinha enviado de
Calcula ; mas o animal morreu na vio
irem-
os esfnrgos do mojar W. E. Hoy, sobre o mes-
mo objeclo foram cornados de melhores resulla-
dos. Pelos cuidados desle cavalheiro, chegou
felizmente aos jardin* de Rpgeni's Park uaio
Anliguuladesegypcias.O Bulletiin do Ins-
lituto cgypcio publica os detolhesseguimos a res-
peilo dos objeelos una momia, que U. Harielte
dcscobrio em Theuas.
Estes objeelos, em numero de quarenla, sao
lodo6 de ouro, e a maior parte delles enrique-
cidos de podras raras imitadas maneira de- mo-
saico.
Entre outros cousas 11. Mariell nchou dez ligas
de ouro, que adoniavam as peruus da ineuina.
J>ii/.n por di .
A Exma. Sra. 1). Francisca de Paula '
valcenli.
A Exna, Sra.
Azcvedo s mza.
A Exma. rte do
Aureliano da Cunha Cesar.
A Exma. Sra. consorte do Illm Sr. I,.,:
Cavalcanti d.' Albuquerque Lins.

O Illm. Exm. o Rvm. Sr. Bis i Di
t) Illm. Sr. padre Lourengo deAlbu.ii
I.ovla.
Illm. Sr. Miguel Archanj
o Illm. Sr. Francisco Bci
Gucdes.
Juizas protectoras.
A Fxma. Sra. D. Olympia Lopes G iim rri
A Fxma. Sra. D. Antonia Vieira da Cuasia.
A Exma. Sra. D. Beravenuta Gucdes da Silva
Ribeiro.
A Exma. Sra.
Azevedo Souza.
Escrlvo por eleieo.
O illm. Sr. Autooio Prancisco Martina ii
randa.
Escrivo por devo
0 Illm. Sr Candido Alvos Lima.
Es ni a \ r eloigao.
A Exma Sra. t. Francisca Senhorinha Je Al-
meiJa Guedes.
Escriva por devoeo.
A Exma. Sra. consorte do Illm. Sr. Amaro Jo-
s dus Prazeres.
Prolccloras.
As F.xmas. Sros.
I). Mara Leopoldina de Sonza 1
Consorte do Illm. Sr. lente coronel Uanod
Joaquim do llego eAlbuquerque.
1). Hara de Jess Cordeiro.
Consorte do Illm. Sr. Claudio Dnbeaux.
D. Embolina Joanna do Vasconcellos.
D. Francisca Candida de Maraes Gved
Consorte do Illm. Sr. D. rnardmo Pnadseo Jo
Azcvedo Campos.
Consorte do Illm. Sr. mojor Jos Joa raa An-
tones.
Consorte do Illm. Sr. Antonio Alvos > Si
da Guimarles,
Consorte do Illm. Sr. Jos Antonio de Ai
Consorte do Illm. Sr. tenerte coronel HmocI
Antonio dos Passos e Silva.
Consorte do Illm. Sr. Dr. leo Alfr Jo d
vera Andrade.
Cosorio do Illm. Sr. Joo de Freitas twfceza.
Consorte do Illm. Sr. Francisco Botclhe de
Andrade.
Consorte do Illm. Sr. Jos Antonio Fefl
Fgueredo.
Consorte Jo Illm. Sr. Manoel Amonio Ferreira
Gomes.
Proteclorcs.
Os Illms. Srs.
Dr. Luiz Rodrigues Villares.
Antonio de Moura Relia,
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Francisco Cavalcanti de Albuquerque Lins.
Jos Joaquim do Lima Biiro.
Dr. Antonio Jos da AMuapgo Revs.
Ur. Deodoro Ulpiauo Colho Catanho.
Jos Joaquim da Silva.
Alexandre Amerito da Callas Itrondo.
Miguel Jos de Almeida Pernambueo.
Prancisco Canuto da Boa Viagem.
Joaquim Goncalves Salgado.
Thomaz Ilodngiics da Canda.
Francisco Jos Dias da Costa.
Juo Manoel de Siqueira.


DURO BE PERNAfffftXTO. SEGUNDA FEIRA.G DE FEVEREIRO DE I8f50.
W
Jos de Mello Trindade.
Francisco Paulino Pereira de Carvalho.
Francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
Manoel Antonio de Jess.
Ventura da Silva Boa-Vista.
Thcsoureiro.
O Illm. Sr. Hypolito Cassiauo do Vasconcellos
Albuquerque Maranhao.
Procuradores.
Os Illras. Srs.
Luiz de Azevedo Souza.
Athalyba Cesar do Espirito Santo.
Francisco de Paula e Silva Litis.
Pedro Ignacio de Alraeida Guedes.
Capellade Nossa Senhorada Concci;o da Es-
trada de Joao de Barros 8 de jonairo de 1860.
Assignado,o padre Manoel Cyrilo deOlivei-
va, coadjuclor pro-parocho.
Variedades.
O Caucaso.
O districto montanhoso situado entro o mar
Negro e o mar Caspio dividido em duas parles
quasi iguaes, pela grande cordheira do Caucaso.
que so exteudo desdo o Aapa, na costa nordeste
do mar Negro, at a deviusula d' Aspheron, na
costa occidental do mar Caspio. A distancia, em
linha recta, entre esses dous pontos, de meios
do 700 milhas, se bem que, pelas tortuosidades
dos principaos cumes, soja de 800 milhas, pouco
mais ou menos. O Caucaso serve de limito su-
deste Europa, de limite oeste bacia do mar
Caspio ( e suppe-se, que este ultimo exceder
considerayelmento as dmensoos actuaes, o co-
brira muitas outras Ierras baixas aclunlmonte !
atravesadas pelos cursos pouco consideraveis do !
Volga o o Oural ) o, do commum com a bacia
armenia e as altas Ierras que o ligao as cordi-;
lheiras montanhosas, formam finahncnte os li- j
miles este o sul da bacia do mar Negro As al- ;
tas monlanhas. situadas sudeste da Crimea,
Terek ao monte e o Araxe ao sul banha urna
exlengo de 100,000 milhas quadradas.
Sua popuhco offerece grande diversidade de
linguas e nacionalidades, difcil de achar-so em
qualquer oulro espago da mesma extensao. Po-
liticamente fallando, o paiz inteiro pertence
ltussia, que o conquistou, a>oderando-se dcllc
em difTerenles epocha.
Apesar disso porm, algumas dessas lribu3
teem querido sustentar, que a posse material
lera mais forga, do que a lei escripia, o com
bastante veniagem, teem resistido por muilo
tempo aos exforgos empregados pelos Russos,
fim de entraren) em seu paiz, recusando pres-
tar obdiencia ao tratado d'Andrinopla ou qualquer
que queira irapor-lhes senhor.
Os habitantes dos terrenos septentrionacs do
Caucaso sao geralmenlo conhecidos pelo nomo
do circassianos, ou mais precisamente Tcher-
kesses, palavra trtaro, que significa abrir ca-
minho indicago muilo significativa dasdisposi-
i.oes aycniuroiras dos habitantes d'este paiz. Os
circassianos propriamento ditos sao pastores,guer-
reiros, mahomentanos, e constituem onzn tribus
governadas porseus principes naciouaes e pela
uobreza.
Sao, como (odas as tribus do Caucaso, lo no-
taveis pela belleza pcssonl, que as criangas, por
volitado propra, sao embarcadas, aura d serem
vendidas nos mercados de escravos de constaD-
tinopla. A perfeigo physica dessas ranas lau-
ta, que varios etlinologistas distinclos ieem es-
collndo os caucsicos para o lypo do homem
perfeito, e dando s ragas mais civilisadas e
mais intelligontos da Europa urna origem cau-
csica. Os Midszeges, os Tchelkeuses difieren!
dos circassianos polo eJioma, e oceupao dislriclos
mais chegados para leste : Como j dissemos,
os montanheses de Lesghia, e do Dagheston sep-
lentrional sao os que mais forlemente resistirn
aos atiaqncs dos Russos. era so chrislaos,
ora mahometanos, formao porm soita que pro-
fessa o muridismo, ou cronga na inspirago de
Descarregam hoje 6 de fevreiro.
Barca inglezaBonitacarvo.
Brigue inglezCabcrfogh ferro e carvo.
Barca americana Chataoooga mercaduras.
Iniportaco.
Hiato nacional Dous Amigos, vindo da Ba.ia,
consignado a Antonio Luiz de Ohveira Azevedo
& Mendes, manifestou o seguinte :
1 caixa vidros ; a Almeida Gomos Alvos & C.
10 pipas vinho, 50 baris toucinho, 50 dito,
manteiga, 16 fardos fumo, 2 caixotcs charutos;
a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
30 barris toucinho ; a Jos Joaquim Dias Fer-
nandes & Filho.
3 caixas brira delinlio ; a Kalkman Irmao & C.
27 barris o meia pipa vinho, 10 caixas pipas,
27 caixoes e 2380 caixinhas charulos, 1 gigo c 1
barrica louga de barro, 1 amarrado vassouras, 17 j
saceos caf ; a ordera e mais 4 fardos fumo 5 pi- *
pas c 2 rucias ditas vinagre ; a Tasso & Irmao. t,arno secca. .
1 caixo charutos ; a J. Ferrcira dos Santos Carvo de madeira
Jnior.
1 dilo, ditos ; a Fredcrico James C.
Hiato nacional Duvidoso, vindo do Ass, con-
signado ; a Muniz & Irmao, manifestou o seguin-
te :
150 alqueires sal, 100 molhos pallia, 30 saceos
com 107 arrobas c 22 libras cera de carnauba, 7
couros salgados ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dial a 3 8 7I4$32
dem do dia 4.....
dem dem 2.a dita ....
dem dem 3.a dita ....
Idera em caroeo.....
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... olqueirc
dem branco novo.....
dem mascavado dem ,
Azele de mamona ....
dem de mendoia e de etico.
Bolacha fina.......
dem gvossa......
Caf em grao bom.....arroba
dem dem restolho .
dem dem com casca
arroba

caada

arroba




podem ser consideradas coai precisan om prolon- un' S(i 0D.te 1UC ao mosmo lempo alto sacer-
gamento do Caucaso, donde s sao separadas P?Je_.0.,chAf5. supremo. Ao ver da Europa oc-
pelo eslreilo de Kertck, c as Ierras baixas situa-
das na embocadura Kuhan, O tamanho d'ossas
grandes cordilhciras, em sna maior extencao,
de 350 milhas, pouco mais ou menos ; perto po-
rm do mar Caspio, de monos 100 milhas. O
potito culminante da cordheira o monlc El-
Lruz, siluado 42 graos 25 minutos de longilu-
de. Esse monte tern dous picos : o mois alto
de 18, 4'JJ ps cima do nivel do mar. o, pouco
maison monos, de 3,000 ps mais alto do que o
monte Branco. Elbruz urna expressao genrica
que significa montanha que se eleva at a regiiio i
nevosa, o que dado tambera urna cordilheiial
situada ao sul do mar Caspio.
A'oeslo d'osta montanha isolada, a cordifica !
lheira principal approxima-se da praia do mar
Negro, e em Aapa os mout-inhas oirerorem
visla urna face qnasi perpendicular, de 180 ps ]
cima da flor d'agua, conservando, pelo menos,,
urna profundidade igual. O uivel do niafNe.ro
de mais 83 ps, do que o do mar Caspio. Os pro- !
longamentos do Caucaso chegam em differenles
lugares at as praias do mar
c a embocadura do Ingur n'uma extensao de
cidenlai, esses guerreiros In venc vela represen-
lo os circassianos em geral ; idea porm falsa.
A cidade de Vladikaukaz, na cxlrnma norte do
passe Dariel, o quarlel general russo as pro-
vincias circassianas.
A mais importante das provincins russas trans-
caocasicas ou asiticas a georgia, que foi uni-
da ltussia em 1802, depois de urna longa guer-
ra cun os Persas. Sua extensao, segundo os
extractos ociaes, de 23,0:)) milhas quadradas,
e a populacao ( raga extraordinariamente bella e
cujas mulheres se vendem por alto prego nos
mercados de esCravos ) do pouco mais uu menos
meio milhao du almas. A supeificio de sen
territorio milito variada ; a maior porgo
coberla de immensas Qorestas. Tillis, cidade
principal o capital das provincias transcaucasi-
cas da*Russia situada sobro os dous riboiros
do Kur que cobre em urna extensao de milha e
meia. Occupa una posigo alia, o elevada,
pomo mais ou menos, 1,100 ps cima do
a nivel do mar. As collinas que a doraiuo do-
Ncro entre Vnapaj ".,e.uin aspecto Iriste. O nome indgena Tphi-
; lissi significa cidade quente, e defiva-se de fon-
tes mineraes quenlcs situados nos contornos.
Foi fundada, no moio do 5." secuto, por Vach-
lang". Em 1705, Aga Uahomct destruio a cidade,
reia"erpor"diu-1 1U0 '' reconstruida e oceupada pelos Russos
occidental ou eBB '^01. "So pessuimos dados positivos don-
parallolamente, se,
i ='-- 'alntantes,
250 milhas, pouco mais" ou menos. Nesles lu-
gares, deset-m ao mar numerosas terrentos, for-
mando assira era cortos pontos grandes pantanos
separados do mar por bancos de a
as. Ao norto d'esta cordilheira ..
pequeo Caucaso, e quasi paralelamente, soja Peamos partir para avahar o numero do
ocham collocados as monlanhas Negras, assira : s?08 'abitantes, cromos oorm ser de 50,000
chamadas pelo contraste que,existe entreas coros i illl";is- A parle principal da cidade, que ton-
da vegetaco que cobre os seus tenenos eas dos e? 3 ,<:d"lclS m'"s importantes, situada
picos nevosos das monlanhas mais alias collora-"5- a dlret? ou sobre a margera oriental do
nhadas pelo Don, c
bek, siluado
das_a leste. Essas monlanhas teem urna ele
varao media, o diminueir. progressivamente em
:liyes^septentronaes, al as planices ba-
polo Volg3. O monte Ros-
no cenlro da cordilheira, tem
10.D2J pos de allura. Sua origera volcnica,
e os signaes das crupcoes que tiveram lugar em
pocas remolas, cobrem o granito e o porphvi-u
quecompoem a sua principal materia. Seu no-
mo actual foi-lhc dado pelos Russos, sendo a-
inamente Alquinvari quo, como a monlanlia,
orma um producto volcnico, no qual as con-
soanles que lhe sao postes promiscuamente for-
um todo mpossivel de pronuncar-se.
A. leste doKasbek se acha a celebre Tasso Da-
nel que lom. pouco mais ou menos.100 milhas de
exlenrao, e e quasi n nica cummunicar.o entre
as provincias situadas do5 do loJoo dn ordilhei-
ra. O caminhose exlende pelo cumo Kreusber"
ou -
norte do Coucaso. As
Kuma, c Terek sao se-
que so extendem pelo
O Assa, o Tarlanga, o
oulros adlucntes teem
montanha da Cruz, una clevago do 8,000
{es. Em algtins lugares extende-sc pcrpcncjicu-
armente sobre os lados do alguns rochedos, o
forma o leito em que o rio Tereck so alarga, fa-
zendo a. sagem nao passa de um simples barranco; Je
sorte que os rochedos se approximam to porto
uns dos oulros, que, no lugar onde era cdcada
a anliga fortaleza de Daniel, 5 4,000 ps cima
do nivel do mar, o barranco se acha quasi iutei-
ramente coberto.
Os escriptores anligos davam o nome de Por-
tas Caucsicas essa parte da passagem ; e al
aiirmaram, que outt'ora ella era fechada por
portas do ferro. A" leste do monte Kasbeck
existen) o monte Barbla, o monlc Tersh, o
Shah Dagh, c oulros picos, situados lodos cima
das regios nevosas perpetuas ou mais de
10,000 pos de altura. A cordilheira abaixa
medida que seapproxirai do mar Caspio, e aca-
ba-so em una elevagao media. Varios cncos-
tos sao espjlhados pelo
corremos dos ris Suban,
paradas por cordillieiras
nordesto e pelo leste.
Urus Moran, o Argun, c
todos a fz em urna pequea montanha situada
'i oeslo do passe Dariel. Nais lcsle.se acham
as cordilhciras conhecidrs pelo nome de Caucaso
d'Ardish, que se extendem pelo norte aleo norte
do Terek, e algumas collinas queseparam o Au-
di Koi Su e o Avar Koi Su ; entre
cssas monlanhas e o maj Caspio, a parle septen-
trional do agkcslan eo districto do Legshia sao
quasi cobertas de monlanhas. Sao cssas as mo-
ndas d'essas tribus selvagcns que, sob o gover-
no do grande Shamyl, teem, durante o espago,
pouco mais ou menos, de trinla annos afTrontado
com lana curagem os exforcos dos exercitos
russos enviados lim de disp*ensal-os, o abrir
d est'arte passagem franca as provincias trans-
caucasias, al as praias do mar Caspio.
Por entre essas monlanhas, oindomavcl eleilo
do Sulf, o rice-regente do co, e ao mosmo tem-
chefe c o prophcla do povo tem ganho a
victoria, com seus naibs e mridos dedicados, e
essa pequea tropa de avenluieiros montndo-
les que criara na invulnerabilidade de seu chefe.
Ivelitsck, Jta, Golowio, Gurko, Woronzoll", e
inuilos outros generaos russos, foram passo a
passo desbaratados por esse here das mou-
tanhas.
A fortuna da guerra mndou porem ; persegui-
do al o forte de Ghounib, ua fronteira do Dag-
heslan, 20 milhas pouro mais ou monos, ao
sul e Ilimri, lugar do seu nascimento ; Sha-
myl succunbiu a forga militar dirigida contra
clie po!> principe Barialnski, c lornou-se pre-
siooeiro, para poupar a morle sua diminuta
guacnico. O imperador Alexandre. como mo-
narcha verdadeiramenle cavalheiro, recebeo-o
antes como um hospede,do que como um ini-
Jigo vencido.
I) cutre os rios que nasccm ao norte do Cau-
caso, os principaos sao : o Terek, que tem a fz
nu monte Kasheck, o Ruma, tem na mais longe,
oeste ; ambas desembocara no mar Caspio ; e
Jiuban, cuja fz so acha no monte Elbreuz, c
que desemboca a noroeste no mar Negro.
O solo, na fralda da cordilheira, muilo fr-
til ; os valles inferiores produzem arroz, vinho,
fumo, linho, c oulros arligos preciosos ; immen-
sas ilorestas cobrem os terrenos inferiores ; os
cumes pelo contrario, tem um aspecto inteira-
nirute nproductivel. Nevos eternas cobrem os
picos mais elevados, neveiros semelhantes aos
da Suissa doraiuo os picos dessas monlanhas,
cabras e camurcas de rochedo era rochedo vivem
a pular. Era alguns lugares desta cordilheira j
se lera adiado indicios de existencia de minas do
ouro ; e se as de ferro fossem convenientemen-
te exploradas adquiririo urna importancia con-
s.Jeravcl.
Sobre o terreno meridional da cordilheira prin-
cipal encontra-so planices cortadas por cordi-
Ihetras o picos' transversaes, e altas Ierras co-
nhecidas pelo nome de montes Sik e Peranga,
as quaes reunem o Caucaso s monlanhas sop-
tentrionaes da grande bacia armenia. O Kur
( antigoCyrus) e o Aras ou Araoes, grandes rios
que uascem na Armenia e confundeni suas agoa3
CO milhas do mar caspio sorvem ao fluxo das
aguas das planices de Georgia e dos dislriclos
visinhos do mar caspio. O Arpa Tchai cabe no
Araxes e limita urna parle da Turqua que sees-
tende leste do lado da Persia, pelo grupo dos
montes Ararat, sobro cujo cuino diz a Escriptu-
ra que discangou a arca de No. O Ararat he
um volco exli'nclo. O pico principal AgriJagh,
que tem 17,212 ps de altura.
O paiz do Caucaso limitado pelos rios Kuban
Cora de carnauba em pao
dem dem era velas. ...
Charutos bons......cento
dem ordinarios ....
dem regalia......
Chifres.......
Cocos seceos......
Couros de boi salgados
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 3 8533211
dem do dia 4......422J230
l:2844t
_
DESPACHOS DE F.XPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
4 DE FEVEREIRO DE 1500.
Porto por LisboaBarca portuguoza Formosa,
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, 120 saceos
assucar braeco, 70 ditas dilo mascavado, o 39
barris de -i." mel.
BostonPatacho americano N. Slowers, Ilenry
Forsler & C, 100 saceos assucar mascavado.
Rio da l'ralaPatacho hollandez Wilelmina,
Amorim Irmos, 300 barricas assucar branco.
Porto Brigue portuguez Promptido II, Bar-
roca & Medeiros, 200 saceos assucar branco ;
Bnlthar i Oliveira, 30 saceos assucar branco o
15-Jilos dito mascavado ; Elias Jos da Silva
A., 3,000 chifres.
Rio da Prala Barca hcspanhola Christina,
Aranaga Hijo & C, 15 pipas agurdente.
Liverpool Barca ingleza Isabclla Ridley, S.
Brothers & C, 315 saccas algodo ; Soulhall
Mellors&C, 16 saccas al"odo ; Palou Nash
& C, 500 couros salgados.
Baha Escuna nacional Carlota! Azcvodc &
Meudes, 2 saccas algodi.
Rolterdara Escuna hollandeza Spcculant, | "-osiadinno.
Brandera Brandis, 600 couros salgados.
Liverpool Galera ingleza Miranda, Augusto
M. Machado, 800 arrobas de osso".
RLCEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAUBUCO
Rendimento do dial a 3 1.6003299
dem do dia 4...... 1.5353252
2.633$160 | IdL,|U iliem secc03 CSp(.]iadoS-
11:3522502 dem dem verdes.....
dem de cabra cortidos -
Idera de onga......
Dosce de calda......
Idera de Guiaba .
dem seceos......
Estaadores grandes. .
Id. ni pequeos......
Esleirs do prepon .
Estoupa nacional.....
l'ariiiha de ararula ....
Idera do mandioca ....
Feijo.........
Pumo em tolha bom .
dem dem ordinario ....
dem dem restolho ....
dem om rolo bom ....
dem dem ordinario. .
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua.......
Lenha em achas grandes .
Moni idem pequeas. .
dem om toros......
Hadeiras cedro taboasde forro.
Louro pranches de 2 custados




libra


um

libra


um

una
arroba

alqueire
alqueire
arroba





arroba
cont


urna
un
una




7g600
6g600
23150
33000
33500
43350
2800
800
2$560
73000
33840
6$500
43000
5g000
93600
6J000
23000
103000
12$000
23>00
13000
33000
53000
33200
280
400
175
300
10$000
500
400
13000
332 01)
13600
300
1S600
33000
2.S5G0
6$000
1 ($000
osooo
73000
103000
6S000
33200
353000
23500
13600
Elias Jos dos Santos Andrade A C, ruj da Ma-
dre de Dos n- 32, ou com ocapo.
REAL COMPASBIA
isglo-Lso-Brasileira.
i) vapor BraiiUiro espera-se dos portes di?
sul de 11 a 12 do correntr, u seguir no mcmm
i examinando, na forma determinada no regula-
mento baixando com o decreto n. 132 de 5 de
fevereiro de 185, o casco, machinas, enlucirs,
apparelho, mastreago, amarras, e ancoras do
vapor Versinunga da Companhia Peniambucnna,
do navogago costeira, achou todos estes objec-
los om estado reguiar.
Inspecgo do arsenal do marinha de Pernam-
buco 1. de fevereiro de 1350.O inspector,
Eliziano Antonio dos Santos.
O Ocal da freguezia de Santo Antonio,
scienlifica anda por esta vez a todos os senhores
donos de cocheiras o cavallorices, situadas na
mesma freguezia, que inleiramenlo prohibido
correr a cavallo pelas ras da cidade pelo que
nao devero consentir que os criados por ecca-
sio de irem lavar os cavallos vo montados ga-
lopando como costumam. FiscalUacao da fre*- din para os porten da Europa de BOI escala, tm-
guezia d Sanio Antonio, 3 de fevoreiio de 1800. Mgeiros e encomraendas lra*a-ae cera os agra-
O fiscal, Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.% l,-'s Tassc Irm
Novo Banco de Pernambuco.
O 11070 banco de Pernambuco reco-
lhe as notas de sua emissao de I0)|l e de
20$, e pede aos possuidores das mesma
o favor de as virem trocar no seu es-
criptorio, dasBt 1 horas da manha ate
as 2 da tarde.
O Illm. Sr. inspector da lhcsouraria pro-
vincial, manda fazer publico, que do dia 4 do
corrate por diante pagain-.se os ordenados e
mais despezas provinciacs, vencidos no raez de
Janeiro prximo findo. Secretaria da Ihesouraria
co)ir:wiHA riKuiKcm
vapor.
segundo
Navegaco costeira a
O vapor Iguarass, comnandantc
lenle Morcra, seguir pan os porl do norte
de sua escala at o da cidade da Fort lea, m
dia 10 do crrente asi hora;, da tarde. Recebe
carga posta borde a cusa d a setihorrs carre-
proyincial de Pernamquco, 3 de fevereiro de gadores, nos dias 6 para o Cear,
1800.O secretario, Aitionto Ferrcira da An-
nunciaco.
O fiscal da freguezta de Sanio Antonio, an-
da por esta vez declara aos senboies donos do
eslabelecimentos de qualquer nalureza que soja,!
que devero sera interropgo varrer e irrigar os|
tostadas de seus ostabele'cimontos na forma dj '
art. 5." 2. das posturas addicionaes de 20 de
novembro de 1855, Iodos os dias at 7 hora.-, da
raanha, e assim nao serem sujeilos a se man-
dar, contra quem o contrario lizer, lavrar termos! ranea de primeii
de adiada. E para que nao apparera queizas no ;, frto' a tratar n
aclo das corridas, fago ainda a prsenle declara-
cao. Fiscalisag0 da freguezia de Sanio Antonio,
para o Ara -
caty c Ass, 8 para o Rio Graade, n 9 m i 1
dia para a Paralaba, devondo a mesma ser KOn-
paunada dos competentes conbecimenl
quejno ser rcCeLiJa.
Rio Grande do
orle
a direita
rio. Possue 15 egrejas gregas, 20 armenias, 2
calholicas romanas, o alguns edificios nolavcis.
A parle anliga da cidade mal construida, e as
ras sao bastante estieilas. Gori, que tem 3,500
habitantes, urna cidade coramercianto ; Eliza-
vetapol, cidade de 6,000 almas, antigamente ci-
dade real, contera ainda varios edificios, o Sig-
nakh, cidade de 3.5JJ habitantes, cabeca de um
districto de. egual nome ( seus habitantess5o
segundo dizem, os Georgianos mais bravos ), sao
as outras cidades principaos. Perto de Gori exis-
lem algumas casas bastante notareis talhadas
de pedia, e remontara seguramente urna poca
longinqua
A Imrtie e a Hingrlie acho-so' reunidos
ao governo moderno de Rutis. O ^if. mon-
tauhoso era cortos lugares, coberlos de llores-
tas virgeiis os vales porm e as planices sao
feriis. O rio Rom (o amigo Phasis] cuja foz
110 Caucaso, collocado entre o Elbruz e o Kal-
berek, o o logar, desomboco ambos no mar Ne-
gro, e sao os rios mais importantes. Kutais,
cidade principal, situada sobre"s margens do
Rom; urna cidade antia, que conten aljuns
vistigios da architectura bysantina A parte mo-
derna bem edificada, o s ras sao plantadas
do arvores fructferas ; primeira, vista
seu aspecto agradavel, as ruinas de Cu-
talsiuna, ende, segundo dizem, nasceu Mde,
sao collocadaa nos arredores. A historia mais
exacta deu-nos o nome desta cidade do permeio
entre os contos das guerras de Milhridates.
A Abasia occupa um paiz existente entre o
caucaso septentrional o o mar Negro ; urna
regiao frtil, e sua populacao quasi exclusiva-
mente composta de trabajadores c de pastores.
Nao conten gruidos cidades, e os fortes cons-
truidos pelos Russos foro todos abandonados
por ellos durante as guerras de 18541855.
A Armenia Russa divida em dous Khnats ou
provincias ; Erivan o Nakliitchcvan. Erivan a
cidado pnucipal. 811a extensao de 7,000 mi-
lhas -quadradas ; a maior parle monlanhosa,
ha todava algumas planices extensas. O grande
lago d'agua fresca Calcha ou Levang siluado
a 5,300 ps cima do mar, sua profundidade
do 400 ps. A cidade de Erivan edilica-
da sobre urna eminencia, no moo de urna
planice estril, formada pela lava do monte A-
rarat. Sua construeco regular, e cobre um
grande espago, cuja maior parte oceupada por
jardins fructferos. Em oulros lugares as ras
sao estreitas o porcas. Sua populago de ...
12,000 almas, pouco mais ou menos.' Nos con-
tornos d'linvam, os Kezidis, ou adoradores do
diabo, raga semi-selvagem, vivera todos em
barracas as monlanhas. Desprezao o nome
que se Ibes d, e dizem, que sao to bons,
chrislaos, como os Armenios orlhodoxos. Se-
jo ou nao adoradores do diabo, o cario que
obdecem, sera dilliculdade ao governo russo. A
15 milhas ao suc^le d' Eriram achao-se as rui-
nas de Artaxala, que cobrem um espaco immen-
so ; ellas conlcem varas reliquias magnificas da
architectura grega e romana. Na khilchevam,
ojli'ora a cidade mais importante da Armenia
conla actualmente 12,000 habitantes. Os his-
toriadores persas dizem, que antigamente com-
punha-se de 40,000 almas, e a tradioo assig-
na-llie urna alia antiguidade ; por quanto aflr-
ma, que No, quando com sua familia sabio da
arca.n'este lugar eslabeleceu urna colonia.
Ao norte da Armenia Russa esl a provincia
de Akhallsich, unida a Prussia era 1S28. A ci-
dade principal una poderosa cidadella, une
foi lomado depoisde urna defeza heroica du-
rante a qual toda a gnamicao lurca morreu'.
Ilarabagh (o jardira negro urna provincia
vastissima oceupada por urna populacao mixta
de chrislaos, de .Mahometanos, c de 'idolatras.
I.hirvam possue um solo frtil, e sua popula-
gao decende em grande esc^i dos Tallaros. \
cidade principal e Shemalkha, celebre por seu
commercio na idade media. Bak, celebre pe-
as tontea de naphalas, que se acho na pennsu-
la de Aspheron. um lugar de perigrinaoo
para os adoradores do fo'go quo vem da Persia e
da India. A provincia de Talisk, ribcrinlia do
Caspio, a provincia mais meridional do impe-
rio russo.
C. GlLI.IFSS
Manileur =I. Barros).
3:1359551
consulado phovincialT"
Rendimento do dia l a 3 5 !>7:!;><"'! 1
dem do dia 4 ,..... 1:o; 6:121505
Cambios-----------
Praca ilo Recife
As 3 /oras da larde.
REVISTA SEMANAL.
Algodo ----------
Assucar-----------
Agurdente-------
Couros-------------
Arroz -
von-
rs. por
Sobre Londres sacou-se a 2!
3| e 25 d. por lj, sobre Pars a
300 rs. por f c sobre Lisboa de
112 a 115 por cento de pre-
mio, e sobre o Rio ao pare a
1|2 p'ir cento.
O superior vondeu-se de 85500
a 8$7<)0 por arroba, c o rezular
0 rs.
O branco rcglllon do 5S a 5*200
is. por arrolia, o somenos de
3p">U a 3f6O0, n mascavado
porgado de 3j280 30300, n
America de 3s :;-l00 rs., e o
Canal de 2&750 a 2J800 ris
por arroba.
V'endeu-so de COjOOO a 05;000
rs. a pipa.
Os soceos salgados venderam-
se a 280 rs. por libra.
Vendeu-so a 2$600 rs. por ar-
roba.
Azeilo doce-------dem 2$S90 por galo.
uacatho----------Para descarrregar era Hacei
vendeu-so a 8J500 rs., o no
Rio de Janeiro a 11$ rs. a bar-
rica. Relalhou-se do 89 a llg
rs., icando em ser 15,000 bar-
ricas.
Ltalas Ha abundancia, c nao ha
das de mais de 1;000
arroba.
Carne secca A do Rio Grande do Sul ven-,
deu-so de 5>j UOa 6&C00 rs., e '
a do Ro da Prala de 4$800 a
5000 rs., icando em ser 30,000 |
arrobas da primeira, o 5,000!
da segunda. A velha existen-
te no mercado tem pouca pro-'
cura, e a que se vendou regu-
lou : a do Rio Grande delgBoO
a 3j500, e do Rio ta Piala de '
_ ,. 23 a 2-300 por arroba.
Cafe----------------iJera de gjj a ?Jj B a arroba i
Cha----------------dem a 16 '0 rs. por libra.
Carreja-----------dem a 4o60O a53 rs. por du-!
_ zia de garrafas.
Fannha de trigo Relalhou-se de 15$ a 20 rs.
por barrica americana, o de
21J o 22*000 a de Trieslre ; i-
cando era ser 11,8JO barricas
dosta, c o mais da oulra.
Dita de mandioca-Vendeu-se de 0$ a 7^000 rs. a
sacca.
Feijo ----- dem de 1$600 a3$000 rs. por
arroba.
Gcncbra-----------A de Hamburgo em frasqueira
regulou por 5$000, c em boti-
jas a 260 rs.
Louga--------------A ingleza foi vendida com 2?5
c 290 por cento de premio
sobre a factura, cambio ao
par.
A franceza foi vendida a 480
rs. a libra, e a ingleza de
60 a 650 icando em deposito
2,000 barris.
Massas-------------Vendeu-sc a ultima a 5500
por arroba.
Oleo de linhaca-Idom a 1$700 por galo.
l'assas-----------A ultima venda foi negociada a
5$500 3 caixa.
Qucijos---------Os flamcngos venderam-se de
13700 a I3OOO rs.
Toucinho----------Veudcu-sc de 10*500 a 11$ rs.
por arroba.
Vnhos-------------Tendo subido no Rio de Ja-
neiro, 03 possuidores exigeio
pregos maiores, porm ainda
nao houvcram vendas
As slcarinas
Costado
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Viruhtico pranches de dous
custados.......
dem idera custadinho de dito
dem laboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 do
largura.......
dem idem dilo de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dilo .
Idera em obras oixos de secupi-
ra para carros ..... par
dem idem rodas de dita para
dilas ....
Mol.....'
Milho.....
Pedias de amolar.
dem de filtrar. .
dem roblos .
Piassara em molhos
Sabao.....

um

parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta (meio)
I :a.....
L'nhas de boi .
Vinagre .....

caada
alqueire
urna


um
libra
arroba

urna
arroba
cento
pipa
3 de fevereiro de 1800.U fiscal, Manoel Joaquim
da Stlca Ribeira.
INSrtXCO 1)0 ARSENAL DE MARINHA.
Tendo de continuar no bairro de Santo Anto-
nio a construego do lango do caes entre a ponte
provisoria e o oulro lango feito do lado do 1
tro publico, convida Sr. inspector aos quo
quoiram tomar a si essa obra a apresentan 1 .
nesta secretaria com as suas propostas era cartas
fechadas no dia 13 do mez prximo, pelas 11 ho-
123000]rss da raanha, em que lora lugar o contrato :
I sendo que as condignos concernonles a feilura
da mesraaobra, co respectivo orgamento
patentes nesta secretaria para quera antes do con-
: trato precise consulta-Ios.
Inspecgo do arsenal do marinha doPernara
buco, em 25 do Janeiro do 1860.O secretario,
Alexandre Rodrigos des Aojos.
Secretaria da instruccSo publica de
Pernambuco !. de fevereiro
de 18G0.
O Illm. Sr. director geral manda fazer publico
que achando-so vagas as cadeiras d 1 instruceo
elementar do primeiro grao do sexo fon inlno
da villa de Garanhuns o da cidade de Caruar,
a primeira por ter sido ltimamente croad 1, ea
segunda por jubilago da respectiva proles
est marcado do conformidade com o art. 10 das
instruegoes de 11 de junho do 185'J, o prnzo de
30 dias, a contar da data dosto, para a inscrip-
go e processo de habilitago das oppositoras,
na forma das citadas instruegoes.
Salvador Henrique de Albuquerque.
Secretario interino.
De ordem do Illm. Sr. inspector da Ihesou-
raria de fazenda dosta provincia se faz publico,
que a arrematagao da parte do sobrado de dous
andares sito na ra da Guia n, 29, ponhora la aos
hordeiros do Antonio Ferrcira Duarle Velloso,
nao leve efl'eito no dia annunciado por falta de
licitantes, e por isso fica a mesma arrematagao
transferida para o dia 18 do corren te.
33000
ogooo
63000
8$000
23500
43000
2$240
13600
2 3000
li$000
45S500
l^.00
5$000
103000
103000
303000
240
2$500
800
93000
13280
200
120
25000
l$O00
3ff200
3$000
$300
50j00Q
Sahc cora muiti brevdade a barca y
n marcha, ainda :
a ra da Madre da Dos n. 2,
ou com o mostr no caes la alfandega.
Porlo c Lisboa.
Sane com brevidade a barca porl
raosa, capito Joaquim Fi i 1 -
cebeoarga e passageiros, para oque ti m magni-
licos conimodos : quem quizer csrrcgar ou ir do
passagem, Irate com o capito na |
os consignatarios Han Fgi de O .-..
Filho, no largo do Corpo Santo.
lepara o Rio Grai
do corren le o ltate Du a a
tratar cora Marti.is & Irmos, ra du
Dos n. 2.
Rio de Janeiro.
Vai brevemente sahir o brigue brasil
que da Victoria, capit 1
passageiro, trata-se na ra daCad
1 io :. 12.
Leiloes.
Cals Freres farSo leilao por inten a-
tjaodo agente lIyppoli:o da Silva, de
um completo sorttment de fazen
todas propria deste marcado, para o
lain a ser; ami >s e ir
Mo7imento do porto.
.Varios entrados no dia 4.
Babia, 12 dias. barca brasileira Tranata, de 530 i
toneladas, capito Antonio F. da Silva, equip.
1 i em lastro ; a Domingos Ferrcira Maia.
Ro do Janeiro, 22 dias, barca ingleza Chase, do
250 toneladas, capilo J. E. N. Jarris, equip,
15, em lastro : a Johnston Pater C.
Londres, 60 dias, escuna hollando/a Gepbuena
Helena, de 157 toneladas, capilo I. de Vries,
equip. 7, carga 1,401) barris cora plvora e
mais gneros ; a Cabrone.
Babia, 9 dias, brigue-escuna de guerra america-
no Deiphin, commandante Sieedman.
Habidos.
Figuoira por Lisboa, brigue portuguez Dla Fi-
gueirense, capito Luiz de Oliveira Lobo, car-
ga assucar.
Lisboa, brigue portuguez Laia III, capito Jos
Jernimo da Costa, carga assucar.
Manteiga-------
9fa *-* ~ ~ c; u -> es os S-g floras. rf"
Sai--0 .-o -n n n 2 ^ j. ~ c en Atmosphera. c tr.
0 *-; s 0. es ^ en 1 5 Direcco. O 0 pt
? 1 n Intensidade. 1
g- "g W Mi K 14 IS | ILf-^9' Centgrado. ce ce i.-t 1 H O t: O W p
5 S NS < M NE KS 1 .'-r1 P Reaumur. -1 C5 -^ -I -~ 1 ' b c-.
22 s 2gg22g | Fahrenhcit > y.
'" 1 SSSSS.I Hygrometro.
2. S 1 1 COC" eco Barmetro
Editaes.
Velas----------
Descont-------
Fictos-----------
O Dr. Ar.lonio Witruvio Pinto Bamloira o Accio-
le de Vasconcellos, juiz municipal supplenle
em exercicio da segunda vara nesta cidade do
Recito e seu termo por S. M. o Imperador que
Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presente virem ou dclle
noticia livercm que pela polica foram aprehen-
didos 16 carneiros que andavara vagando pelas
estradas sera dono, os quaes se achara 7 deposi-
tados em poder do prelo Jos escravo do arre-
matante da barreira do Manguinho e 9 em poder
venderam-se do do inspector de qnarleirodo Campo Verde, Jus-
600 a 620 rs. por libra
Os rebales fueram-se de 10 a 12
PRCVCA 1)0 flLCIPE 4 DE FEVEREIRO DE 1860
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotagoes offici.ies.
Cambio sobre Londres 21 3ii 60 div. e 25 d
90 d[v.
Cambio sobre Pars390 rs. 90dp\
Frote de algodo para Liverpool 11/32 d. o
5 0|0 por libra.
Descont de letras10, 11, c 12 0/0 ao'anno.
u b o urca.
Secretario.
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 3 37:6035870
Idera do dia 4......12.903172
50:5078012
MOVIMENTODA ALFANDECA.
tiniano Cavalcanli de Albuquerque Bello. Quem
se julgar cora direito aos referidos carneiros
ao anuo. I coniparega neste juizo dentro do prazo de 15
Para o Canal de 27 a 30 polo dias a contar de hoje, com sua rcclamaeo lcga-
assucar, e do algodo pira I usada c lindo o dito prazo scro os preditos car-
Liverpool, 11 [32
Accoesda comp. Sera transaegocs.
que convmam a seus amigos e l
Secretaria da Ihesouraria do fazenda de Per- zes a comparecerem qur.iti cii.
narabuco 1. de fevercird de 1SG0. O oflcial cOITCnte no meio dia em BO tCU
maior interino, l
Luis Francisco de Sampaio e Silva, armazem d.i ra da Cruz.
Banco do Brasil.
Allcndcndo a dilficuldadc, o quasi mpossbili-
dado da cobranga nos fins de mez, 1
quencia do vencmento as letras de lodo o com-
mercio de importago reeahir sempre nos
finaos do cada mez; a directora da Caixa Filial \<)\
do Banco do Brasil faz publico, que nesl ,,-
lecimento nao podero sor admillidas m III
descont, o sim s rocebidas sob a formula de
caucao, todas as letras a vencer nos referidos
dias finaos de cada mez. A mesma directora es-
pera do corpo do commercio providencias para
que, o vencmento dos ttulos qne so lio iveicn;
para o futuro do passar soja indislnctamente
para qualquer dia, e nao s para cortos r doler- uc u:n ViU minados dias do mez do modo a destruir una an-
liga pratica que traz inconvenientes e grandes
riscos na ultimaeo das operaces de crdito, em
visla das porporcoos que ha tomado o commercio
desta provincia.
reres tara) leilo p
venrao do agente Hj lito da SH*af
muJezas
o
luxo
para
frefjuezes a compa-
M
da
TIIEATRO
DE
b|i%*
*\
XJ
risco de <
Quarta feira, 9 do correnle, vai a
scena o concert lvi ico a beneficio dos \ porta do ar.11p.7ea1 do Sr. Ann:s:
e artigos de pliantasia
que pedem aos seus fi
recerem quinta eira 9 dj corrate,
11 lioras em ponto, no seu armazem
ra da Cruz.
LEILAO
Quarta-feira \s 11 \10ras em ponto.
CamargO Tara' leilao |
uem pertencer, na
O
cunta e
agente
cantores Savetti e Harini,
gramma sera' annunciado.
Na terca feira os hillietes
venda no hotel Francisco e
espectculo no theatro.
cujo pro-
estarao a'
110 dia do
Avisos martimos.
C03!PA^SAll{ASLIEI!aA
DE
T??1
&j
O vapor Princesa deJoin>ille, commandante o
l. lente Antonio Correa de Brito, espera-se
dos portes do norte em seguimenlo aos do sul
at o dia 7 do correnle raez.
Recebe-se desde ja passageiros, fuete de dinhoi-
ro e encommendas e engaja-se condicionalmen-
te a carga que o vapor poder couduzir, sendo os
volumes despachados cora antecedencia al a
vespera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
che n. 40.
De ama porrao de latas de bola
nlias, caixas de queijos lotidrinos. ;
santos e cerveja, despachados ulti
mente.
tBKLAD
DE
Barros e cavallos.
Tisset 4Freres consignatarios do 1. vio fra
b Zampa, faro leilSo por inlevo:i._.",< do
le Uyppolilo da Silva! de 66 burros" o c.v.
chegados receiitomonte de Buen -Arrea; q*ar-
la-feira Sdocoironte, s 11 horas em pooll
armazem amarcllo coafrontc ao arsena'. de
rinli.i.
DE
Volumes entrados cora fazeudas
com gneros
Volumes sahido3 com fazendas ,
* t com seeros ,
153
183
=s 346
9 i
235
=- 329
Pauta dos prcros dos principaos gene-
ros e producedes nacionacs,
que se despachara pela mesa do consu~
lado na semana de
6 a 11 de fevereiro de 1860.
Agurdenlo alcpol ou espirito
de agurdente.....caada 600
dem cauca....... 360
I'iera de cana...... 400
dem gcncbra...... 610
dem idem.......botija 20
dem licor.......caada 610
dem idera.......garrafa 230
dem rcstilaa e do reino caada 720
Algodo empluma 1.a sorte arroba 8.J0O0
neiro-s considerados bens do evento-,' c como tal
vendidos em hasta publica na forma do regula-
menlo provincial de 10 de agosto de 1858 ar-
tigo 1.
K para que chegue a noticia de todos a quem
interessar possa mandei passar o presente que
so publicar pelo jornal depois de publicado c
affixado no lugar do costumo.
D;>do e passado nesta cidade do Rocife sob o
signal e sollo deste juizo ou valha sem sello cx-
causa aos 30 de Janeiro do 1800. Ku Francisco
Ignacio de Atlhayde, oscrivao o cscrevi47)/onio
Witruvio Pinto Bar.deira e Accioli de Vascon-
cellos.
COMPANHIA PERVAMBUCANA
BE
Declarares.
C'orreH.
Pela administragao do correio dosta cidade se
faz publico, que as malas que tem do ccnduzir
o vapor Ignaras*!! para os portos do norte, se-
rio fechadas no dia 10 do correi.te, ai 3 horas do
tarde.
Inspecfo Ao arsenal de* marinha.
Faz-sc 'u'.tico une a commi&slo ele peritos,
INavcgacao costeira a vapor
O vapor Pcrsinunga. commandanto Lobato,
seguir para os portes do sul, de sua escala no
dia 15 do correnle s 5 horas da tarde. Recebe
carga al o dia 13 ao meio dia, sendo posta a bor-
do e acompanhada dos competentes despachos c
cunhecimentos.
Para o Aracaty.
O hiale Exalago segu iniprelerivelmenlo
na seguinte semana : para o restante de seu car-
rogaraento, trata-se com Gurgcl Irmos, no seu
escriptorio da ra da Cadeia do Recife, priuieiro
andar n. 28.
Para o Porto.
Vai sahir por estos dias para a cidade do Porto
o brigue portuguez Promptido II, forrado e
encavilhado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ter seu carregamentj quasi
completo ; para o rosto e passageiros, para os
quaes tem encllenles coramodos, traia-se com
Hantimentos
8 i\o corren te.
O preposlo do agente Oliveira far;'. lio, p r
conla e risco do quem pertencer, de 31 harneas
de ptima bolacha ingleza para fornecimentu m
navios, 10 barris do vxcollentes carnes de varea
e de porco, bairis de lngoas, carnes preparadas
para sopas, em latas do chumbo, familia d<
tata em follias de ferro, latas rom salmiio o lan-
gostas, barris cora arenques, queijos londrino- a
bolachinlias de soda, assim como SO barril do
pregos de rame do forro avariados, por qual-
quer picgo: quarta-feira 8 do correnle, s 11
horas da manhaa, no armazem 11. 20, defront-- dj
trapiche do algodo.
O agente Pestaa continua a estar otoviaada
pelaconimissao li.y.iidataria daexliiula tocieda-
de de Daco o lecidos de algodo pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedado.
Os pretondenles r odem dirigir ao armazem da
ra do Vigarion. 11, a qualquer hora d tiia a
entender-se com o iifc asente.


/)
IAilJO b PteRNAtfBCO. SEGUNDA FE1RA 6 r)E FKVEKWRO DK 1860.
LILAO
O AGENTE
Fugio hontem (3) do Iu-
ar Boa-Viagem, a escrava
Anua, crioula, estatura regn-
.stguiida-feira 0 do eorrente, iaP,cr fula, representa tcMO
anuos, olhos pequeos, foi es-
crava do Illm. Sr. Dr. Naza-
reth, era Santo Antao : quera
a pegar queira leva-la ao pa-
teo do Paraso na cidade do
Recife, cocheira n. 10 do abai-
Pilulas
Vegeto-depuralivas
aas
Curso de preparatorios.
O ba harel A. R. de Toares Bandira, profes-
sor ae geographia e historia antiga no gymnasio
uesi. proviii' ia, contina no ensino dos seguiites
preparatorios: rhelorica, philosophia, geogra-
fa, lnguas france7a e ingleza ; na casa de sua
residencia, na larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Monocl Fcrreira de S sahc do imperio.
Uanoel Joaquim Moreira vai a Europa.
iirso
de inste.
Attenco.
arS leilao erasen armazeni na ruado Imperador
n. 15. de amrenles objoctos de marceneria
mobilias, candelabros, vidros, crys'laos, o muilos
outros arligos que seto vendidos" sem reserva do
prego.
No da 7 do corrate.
Fofcx Souvage & C-, a pedido de
ten? fregueses e amigos, continuarlo
jor intermedio do agente Ilyppolito da
Sirva o seu leilao.consistindo de um es-
plendido e variado sorlimento de lazen-
!.is de seda, laa e seda, linlio e linho e
algoduo, todas de primeira qualidadc e
gosto, e bern assim diversos artigos para
fecha
icado.Jos Pinto de Maga-I
Ihaes.
dam aos seus amigos a corap
no seu armazem no dia cima mencio-
nado as 11 horas cm ponto.
UM ESCRAVO,
Terca-feira 7 do carrate.
NO ARMAZEM
DO AGENTE
De ordena do Exm; Sr. I)r. jniz especial do
c imniercio vendor-se-ha em tcilo publico no
dia cima designado e pelas l horas da roa-
i ta, no armazem do referido agente, por conla
da massa fallida de E. "
x de boa figura.
\o assignado, que ser grati- pelSr" ElienneLaatJe nCorreio i'auu-
tano onde sahiranj algntnas publicares a res-
peito das virtudes e efficacia deste maravilhoso,
medicamento, e hoje se acho assaz conhecidas
pelas innumeras curas que com ellas se tem
obtido, tornndose um remedio serapre til e
necessario, especialmente nos lngarcs onde nao
houverera mdicos e forera, escassos os recursos
da medicina.
Sendo o Gm principal destas pilulas purificar
a massa do sangue, qual ser a creatura que
J ^eixar de attender a propria conservado, der- 0 miq] c0T0,Tl0^^ Imn
O Sr. thesoureiro manda lazer pu- presando um medicamento que, mesmo em esta- 4uai ^ VeilUe a oUU
blic que se achara a venda todos os dias! Jo.de 8auJe concorre para a boa nutricio da
das 9 horas da manha as 8 da noite, e e que sempre um preventivo de
no pavimento terreo da casa da ruada *jual1uer molestia ?... E'incontestavel quegran-
Aurora n. 26 e as casas commissionadas 'le parl.e dS soff7nenlos humanos tem por ori-
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-, "*"l'/m^t??*"'
Assim, julgamos fazer um grande servicoa
sde aconselhando o uso desias pilulas,
raos os differentcs modos por que se
A viuva do finado Antonio Luiz Vieira.que- casi loJas as noites, desde as 7 hor
compostas rendo dar os bens ao inventario, pede a qual- i a 5S por mez por cada alumno : na r
e matas 'Pl0r pessoa que se julgar credora,. e que anda mado 26, primeiro andar.
" o tenhadado suas conlas.tenham a bondade de i rrrrniTnT i\
razer quanto antes para se legalisarera. \ I 1 |< \{ i 11
\Imanak da provincia. "~......'
Estas pilulas, sendo nicamente
de puros vegelaes. collados nos campos
da provincia de S. Paulo, j forao analysadas !aAcuha dndo suas conlas.tenham a bondade de
\cndc-se doce secco de peluxo muito novo a
3 a lia^dil de calda a 7*>. ameias franec-
zasaijSO, dUaa portuguezas n 500 rs., passas
de carnada muilo boas a 500 rs marmelada em
/Eneas Bnirc participa ao publico desla cidede latas de duas libras a 1*400, massaa finas de di-
que tem aborto um curso da dita lingua em sua versas qualidades a 320, 300, 4:0 to So 6 O
as aleas 8, S8*i,ls- a libra. doce de goiaba Igloo o caixj.i
ua do Quei-
Precua-se de um prelo para andar com um
laboleiro com fazendss, paga-se de nluguel 30
por oiez : quem quizer, procure no Recife, bec-
pe-
quena familia : na ruada Cadeia n. 15
segundo andar.
Alaria Cuineiro de Souza Lacerda
de 3 libras, queijos a 2a400, SfMO'tt' e
por cada um, manteiga ingleza muito Qna a oOO
rs. a libra, dita franceza a 600 rs., licores em
garrafas lapidadas, do mais fino que pode haver
um jogo de garrafas por 11. vinfaoa d>- diversas
qualidades de 640 a 720, 800, \$, IgzOO. \iim
1500, lgoOO, ljGOO, 23, 2J500 c 5 a g,nafa
conservas de diversas qualldades a 800. SrOO e 1
o frasco, ditas de composico de espirito de {O
graos, proprias para pudii ou bolos hlflM e
outros minios gneros que se torna madunln
publica-los : no novo deposito de gneros das
Cinco Ponas n. 18, defroute da estacao da via-
ferrea. *
Alugam-so 2 moloques de 15 a 16 annos
quem precisar, dirija-se a praca da Bo-\
casa n. 5, primeiro andar.
r contas, os quaes ser&o vendidos ,.. aanm,
por mdicos preeos; pata o que convi- **? nd,ePenden,a"- llel\ na. huBwnidsi
acom1,ar,cerem'I^d.l.Udfm d? Recjfe "urncro 2 ate e indicarer
devera ellas usar, segundo o eslado das pessoas
Deposito geral.
cujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 15 do eorrente mez.
O mesmo Sr. thesoureiro manda
as o horas da tarde somente, os bilhe-
tes e meios da quinta parte da primeira
lotera do rccolhimento de Papacaca,
Ra do Porto n. 119,
de Janeiro.
peno da carioca Tio
Agradeciraenlo,
igualmente fizer publico que ras casas Inflainaeuo do ligado e estomago.
cima mencionadas se acham bilhetesi .Eu al)aixo assignado atiesto que padecendo
de numeraeao sortidas a vontade dos mm,ia senIl0ra de "lamagao defigado e esto-
compr.idores. mag0 )} por m,1Uo ,en*-P e sempre tratada, ul-
Thesouraria das loteras i de feve- amenlese lhe "W'on'ou ao seu tratamento
reiro de 18G0.O escrivao. J. M. da
Cruz.
O Dr. Joao
rs. na
praca da 1 ndependencia livra-
ria n. C c 8 contendo alera do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America cora
o nomo, idade etc. de seus im-
alumnas e a quemeonvier, que se acha-1 *'"' *-"' '^ "L CCIIO C
frisamoiilo 1)00 rs.
ra no exereicio do seu magisterio no
di G de evereiro do eorrente anno.
Da-se sociedade ou arrenda-so um sitio
com olaria, que tem barro e porto muito perto,
maisde oilo ceios arvoredos de fruclo, viveiros
paslagem para gado, e baixa para capim : na ra
du Imperataz n 47, 3." andar.
ATTE.NCO
Jorge da Costa Monleiro. tendo por vezes lido
" I allopatliico (com permissao do medico assislente)
a applicagao das chapas medicinaes do Sr. ,i(l i o/.T.^vi^o'
R.cardo Kirk, com escriptorio na ra do Parto C L0a a I*1 ^ lncia-
Ferreira da Silva, de n. 119, e a doente se resUbeleceu
ra do Rang 1, sobrado 1111-
volta de sua viagem ao norte, esta' re-
sidindo na
mero 56.
100#000
de gratiGcacSo a quem capturar o cabra Manoel
dido, que talvez tratc-sa hoje por Flor ou
uiteiramenie,
faz uso das chapas do mesmo autor para o figado
ou estomago, sempre como coadjuvante do tra-
tamento allopathieo a que se submelte, e vai ti-
rando proficuo resultado.
0 que refiro verdade, e o juro.
Collegio nacional em S. Chrislovao, Rio de
Ra da Imperatiiz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Ja
o primeiro contra-meslre da casa Augusto I
dio, e um outro viodo de Pars. I sie
Cimento est hoje ras mclhons con ;
6 possnel para salisa/. r m encomra.
i vanua ni no ninrio Per- obJeclos om cabellos, no mais breve t.-mpo.
peradOrCS, rClS e presidentes. Mmboco sobre o aprewment"? da" obra Tdar-' mo8l'Ja. marrafis a Luiz XV, cadeias de relo-
Resumo dos impostes ge-Ko^^
raes provinciaes, raunicipaes C0S0 ^S^^StJSTS^ Z 1 S3.J5K S '.^
e pohciacs.
T-lli l^o *,. carapina, pago por o dito Jorge, segundo c trato
1 aClla UOS emolUentOS V* com o Sr. capito Oz. Em quaito ser Jorge
nnrorlliao*: da C' M' tu,!vldado por o Sr. capito pelos mes-
imiuimats. mos anmincios para conforenc8rcom dUo J(Jr.
Empregados civis, milita- frSKiSo,0,,da|[0,jAofc1, i!ocifo2de
res, ecclesiasticos, litterarios "ll^l-SP
a moda dos
s pelcula na
ti Wyatt, 1 escraio mo- beija-Hor, fgido desde agosto de 1858, de idade Janeiro Joaquim Sabino Pinto Ribeiro
; aVolho'VH.d; nb0nar,CS}alUra', aHdl0S crcsf,s' i Reco"l'eci , i ni oino varado e grande cicatriz do mesmo ado u ..u;;. i ., n ,?. r
itunia an- tabe'iao Luiz Rodrigues Pires da Costa.
fl?MJ#
PELO AGENTE
J
(i referido agente far leilao por contado quem
pertencer, terca-feira 7 do eorrente, s 10 horas
da manha, na porta do armazem do Sr. Anuos,
defroute da alfandega, de 30 caixas com queijos
flaraeligos desembarcados uestes dias.
do rosto, 2 denles lirados na frente, eos
dar elogiando que faz adjunto, sendo conduzdo
a ra do Collegio n. 10, ou engenho Taepa de
Iguarass.
Precisa-se do um porluguez para tratar de
eavallos e salar de criado : quem estiver neslas
circumslancias, appareca ua ra do Coll
10, lercciro andar.
-~ Vender-se em porro ou
ue o2, do 42 e 50 palmos
mes de 11 a 42 palmos de comprido e 6 pollega-
uas oc grossura, e caibros de 25 a 35 : a halar na
ra do Collegio n. 16, lerceiro andar.
No sobrado nrruirelln n rija
Cura completa
iegio n.
a retalho travs
de comprido, encha-
sobrado amarello da
do Crespo u. 14, vende-se
azul c cor de rosa,
Farialia de Irigo,
PELO AGENTE
i> referido agente far Irtlo por conla de
quem pertencer, quarta-feira 8 do correle, s
) hofsTra manha, no armazem do Sr. Josa
Paula, junto a ponte nova, do 30O bar-
le trigo SSSP.
Vclbutina amarclla
(uva Jo
'I mguilos bordados finos
Gollinlias bor ladas finas
Gravalinhas do seda
Chally de cores, cavado
Laa u seda escura, covado
' tes pelos
Ditos franeczes do mola
Gollinhas finas para lulo
Chales de chally com franja de seda
Ditos de merina estampado iuo
Ditos de merino liso
Camisas de meia para mascarados
Esguio lino de puro linho, pera
Saias linas bordadas
Ditas ililas ditas
Sem resguardo era iicominodo.
Rheumalismo
Da ni(io al ao meio do braco.
Eu abaixo assignado, declaro que urna minlia
Sgregada soffria lia bastante tompo de rheursa-
lisiiio as costas da mao at ao meio do braco,
ficando por isso impossibilitada de fazer cousa
alguma com essa mao ; e fazendo uso de muilos
remedios sem resultado favoravel, recorreu as
chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,
escriptoriona ra do Porto n. 119, com as quaes
ficou completamente boa. E para constar fico
agoo i a presente, declarado. Ilua de S. Pedro, n.
500 j 147 rio de Janeiro Manoel Antonio Rodrf-
400 UeS *' Reconheeida verdadeira a assignatu-
,,o-,(, ra supra pelo tabellio Pedro Jos-de Castro.
5$O0O
5G0
34000
Xunes de
ricas i om farinha*
Cura completa
Sera resguardo ncm cncommodo.
Inflamaoao do baco e es-
tomago.
Havia muilo lempo que urna escrava minlia
o nutras multas fazendasque vista de diuheiro, soffria de inflamanjao do bago e estomago
nao d-ixaro do ser vendidas. ficando debilitada impossibilitando-a de fazer
- Con. pra-se urna escrava cozinhein : na qualquer servico, soffrendo muitas dores e alem
ra da Cadeia do llecife n. 33, primeiro andar. j '.,..,, - Compra-se um sobrado de dous andares ou dlSS0 cansaco- Sendo-lhe ministrado
15000
63000
Cg5'J
igOO;)
50O
123000
C$500
55OU0
Associagoes commcrciacs,
agrcolas, industriaes, Ilitera-
rias c particulares.
Estabelccimentos fabris, in-
dustriaes c commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciaiite, agricultor, mar-
timo e cmim para todas as
classes da sociedade.
DA-se 1:4000 a juros
oui c prata, ou hypolheca
se dir quem d.
sobre peuliorcs de
uesta lypographia
a loja do sobrado da ra da Aurora n. 50 ;
mesma vende-se urna cadeiriuha era bom usa
a tralarna ra do Cabug, lijan. 9.
, pois Jorge conserva cm :.
seu lugar, em dila obra, um perilo ollicial de ffS^S^eBl6S P*? JP-W o I
1 les, osobjeclos em cabello serio feios tm 1.
presenta, seodesejarom, e achar- lempre
urna pessoa dispoaivel para cortar os ti
pentear as senboras era .asa paititular.
Labyrintno.
Vcndcm-sc loalhas' c lenros de labyrinM
escriplono de Gurgol Irmios, ra da C^d. .
liecife, primeiro andar n. 28.
O abaixo assignado dedari ii.iv, 1
a publico e socoicmcrcio, quadespedi..--
- do Sr. Joaquim \ntonio Das de Castro, desde o
(lia 31 de Janeiro do crreme anno, ,: a;
a occasiao paaa agradecer ao mesmo
boas 1nane1rasco.il que sempre o tral
cife 31 de Janeiro de 1860.
Jos Francisco tibeiro.
Auseulou-se da casa de seu senhor o 1
vo Agapito, mulato, no dia sabbado, is I
aa larde, e consta que est Irabalhando coa
vento na obra que se est fazendo na ra do
agel, pericltenle ao Sr Manoel de Souza fa-
do
'iv'fj'rro'T? n
-i'-ij-mil
D0
Recife a Silo Francisco.
Ilimitado.
Aviso.
-, o qual lera os signaes seguintes : baiv
, cheio do carpo, peinas arqueadas, barba toda
crescida, vagaroso no andar ; lerou camisa
; ca i/.i alguma cousa soja e remendada, el
, de p ilha novo ; mango, alguma cousa atofei-
I mado e medroso : recommeoda-se a lualquer
! pessoa conhecida de seu senhor que o apatriuhe
! e leve-o ra do Rangel n. 21, e sendo 1
que precise de RraticacJo se lhe "ara
ROUBO.
Avisos diversos.
Ensino particular.
(1 al.aixo assignado, residente no lerceiro an-
dar do sobrado u. 58 da ra Nova, continua no
exereicio de seu magisterio ensinando primeiras
lettras, latira e francez, elambem admille alum-
nos internos.Jos Mario, Hachado de l'ijuci-
redo.
Manoel Estanislao da Cosa, juiz de paz do
i." auno do 2. distrcto da froguezia de S. Fre
Pedro Gonealves, dar.'i audiencia nos dias uleis
de quarlas-feiras e sabbados, s 4 horas da larde,
na casa de sua residencia, na ra do Pilar n.
. 17, segundo andar.
Alguna moradores do becco do Abren
dem encarrecidauenle ao Sr. subdelegado do
Recife, para bern do soreg publico, mande mu-
dara Tiburlina Mara Soares, moradora no pri-
meiro andar da casa n. i, sita no referido becco,
pelas desordensque tem havido, como pe.
1 1 rovorago que continuadamente dirige a um
1 isinho morador e eslabelecido na loja do'mesmo
orado.
de um andar esolao, cm as principaes ras da
froguezia de Sanio Antonio: trata-se ua ruado
Rangel n. 56.
Compram-se duas vaccas tourinas : na ra
do Trapiche n. 14.
Na casa de banlios
do pateo do Carmo,
precisa-se de lavadeiras e engommadeiras que
sejaui livres ou escravas : paga-se o trata-se bem.
Eteintrcao das obras publicas
A reparlicao ilas obras publicas tem para ven-
der una potcao de canos velhos de ferro, com 4
e 5 pollegadas de dimetro, avahados em C03 :
as pessoas a quem elles possam convir, queiram
dirigir-so mesma reparlicao, s horas do ex-
cansa^o. Sendo-lhe ministrado lodos os
remedios intilmente ; como ultimo recurso re-
corr as chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk
com escriptoro na ra do Parto n. 119, cora as
quaes trazendo a suppura$ao muitos humores,
brevemente senlio visiveis melhoras, e no fim de
28 dias se achou perfeilamenle boa, podendo
agora trabalhar ; portanlo, reconhecendo cu o
mererecimentodas ditas chapas, e dando Ibes o Americo Netlo de Meodonca, alumno do quin-
seu devido apreeo, faco a presente declaracao a,l,ll> da''uldade de Direito. professor de
rn r i pitsuue uet ai jyv (i,Ilgua fni,coza provisionado pelo governo da
para salisfacao de seu autor. Antonio Ma- provincia, faz scienle ao publico o
Desappareceu hontem da porta da alfandega
um barril com manteiga, marca J i C, das 7
para as 8 horas do dia ; roga-se portanlo nos
Sis. taberncros e mais pessoas a quem for of-
ferecido, que bajara de approhcndc-lo c leva-lo
era casa de Izidoro Halliday & C, na ra da
Cruz n. 2,ou na mesma alfandega aos cncarrega-
dos do Sr. Arteuio, iiue ser gratificado.
O lenle Horacio de Gusmo Coelho, a-
baixo assignado, tendo de embarcar para o sul,
segundo as ordena do governo, no primeiro va-
por procedealo do norte, nao pode, nem deve
seguir para seu deslino, sem enderecar pela iai-
prensa seu odeos de despedida lodos seus com-
panheiros d'armas, quem pessoalmenle o nao
liver feilo, agradecendo todos as maneiras be-
nvolas e altenciosas com que sempre tem sido
por lodos tratados, desojando todos as maiics
prosperidades, c todos tambera oHereccndo
seus diminutos prestimos onde a serle o tenha
de levar. Recife, 3 de fevereiro de 1860. Hora-
cio de Cusmo Coelho.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, juiz mu-
nicipal da segunda vara deste termo, acha-se no
exereicio do seu cargo, e pode ser procurado
para lodos os actos do seu cargo em lodos os
dias uleis, na casa de sua residencia, ra do
Imperador n. 25.
Curso particular de lingua
franceza.
rrevine-se ao respeitavel publico, que leudo- ; como a qual.,uersu Iddo.ca 1. o^de 'cau-
se de trabalhar na ponte dos Afogedos, os Irens ^ pedestres ; lamben, se protesta contri
tenha octulto,
ra qualquer
ulilisand
que o
seus servicos.
U. llosa liara de Jess, moradora na Casa
pe- I pedienle, para examinaron! o estado dos mesmos "jM"8>f "0 dia 22 do eorrente,
noel Sodr, ra do Conde n. 20, Rio de Ja-
neiro.
C Consultas todos os dias, das 9 horas da ma- > S^S'vS lT
nhaa as 2 da tarde. )
Fugio do campo das corridas no lugar da
. com especia-
lizado aos pais dos seus discpulos, que no dia
15 do eorrente deu principio s licoes do curso
em tasa de sua
que parlirem da estacao da villa do Cabo no dia 7 pessoa
s 3 1)2 horas da tarde, e no dia 8 s 7 da ma-
nha, nao passaro alera da estacao dos Afoga-
a de no da i s S 1,2 horas da manha no da 8 souber onde existe o seu lili o Jos s Fer-
Nn di,'7h,AlS.M"le da,eS.taSl .d0S ->faJ0S- [eM d0 Mdkl- '1U pamcVe po
bus ni esh.- H frin*, ar ar.dC te"10 ,0n,n,_ < ** P0UCS."J^s estado de caue.ro em u'ma ,
ousna estacao das Cinco Ponas, onde podem os nanos Apipucos. della se retirou e lera and
senhores passage.ros, munidos dos compelemos porGoianna. c o Uros lugares icm t!
!rera do co Zl o%P"WVwquov,erL-,,,no.isso pede esse favor a quem souber delic
utu uo cano para o llecife. llavera o mesmo o mandar procurar
rranjona manbaa do dia8. com adifTerenca de No da 21 domicilia fugio de Bclem do
partir das Cinco Puntas s 5 horas em poni. Es- = sitio de Demetrio de Axevedo lu orim un
en .lorio du superintendencia, 3 de fevereiro do -
180U- i-. W. Dramah,
Sufcriiilciideiilc.
ca cora os signaos seguintes : airarla, cumbuca.
loriada cm um dos quartos Irazeiros cora 1
. ,
COfflIMMIU DA VIA FRREA
RECIFE A S.'"FRANCISCO.
Pe prsenle sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do
ao cscriplorio d
bcrcm o 8." div
contados no sem
de (859 31 de Janeiro do ISC. Recife, 1." do i
fevereiro de 1860.
Precisa-se
marcado pa nos ps da frenle pessoa que i
I pegar leve-a ao cima nomeado, no 1.
i iliO.
Ccmilerio publico.
Precisa-se de um jardineiro perilo em sua ar-
'C ; a procurar o respectivo adrainislrador.
Espingardas Iron-
xadas.
T.iquissimo sorlimento de espingardas IronTa-
das de um edous canos dos melhures fabriean-
11 do da 3 do trrenle era dianlc 7, ,.-1 "-' ua uua T2""". lac-
a ra do Crespo n 2 para rece- 1 .q Da E"roi'a- c Karanlidas pelo mesmo:
idendo de juro de A taC IW*' d **" *"<**'
jeslrc decorrido do 1. de agosto | a -N^ ***** do WtBM-
Cale a vapor.
alugar
um primeiro RiquUsimaa machinas de
fazer Caf oi;
ma ex]
Aos scnliores armadores.
Vende-se por muito menos do cusi, airea,
galoes, llores, etc., ele da armico da igreja do
Divino Espirito Santo : a tratar na ra do Encan-
tamento n. 11, ou na ra do Queimado 11. 42
Garapias.
Na livraria da rifa do Imperador n. 20, se dir
quem aluga peritos ofciaes de carapioa.
se:.5*-i-?::-; : -;^ ->S$
-> O Dr. Manoel Moreira Guerra, continua @
9 a advogar no forocivel e criminal, assim %
uno se encarregn lambem das quesldcs ;;;
o foro ecclesiastico e militar; no que se J
oslar com a raaior sollicitude s pes-
i soas que o hor.rarem cora a sua confianca, ;.-;
v> podendo ser procurado para o sobredito i
; fim era lodos os dias uleis, das 10 horas p
v> da manha al s 3 da tarde, no sen escrip- M
0 torro ra eslreita do Rosario n. 21, pri- @
'-', meiro andar. ^
t :-x -':! -w, .:! r> J O S 5>, 55 > SlAfifta
oow vV\ y <&&&<&&&
Segunda navtc da ^uavla
locvVa do Gymnasio.
Nos felizes bilheles rubricados pelo abaixo as-
signado saRiram os seguintes premios:
Ns._ C17 l:000g Bilhele.
2431 ma 1 meio.
147 200g 1 meio.
15G 50g 1 meio.
713 50g Bilhele.
Alguns de 205 e IOS*
A garanta paga 11a ra do Imperador n. 21.
% P. J. Layme.
Precisa-se de urna ama de leite,
<|ue o tenha em abundancia, e que se-
ja muito sadiae de bous costumes : pa-
j;a-se bem. Dirija-se a' praca de Pedro
11, ( antigo pateo do Collegio ) numero
57, segundo andar.
Succa-se sobre Portugal: em casa
de Augusto C. de Abreu.
Frec$a-sc de urna ama deleite : na ra do
Amoiim n. 9.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra das Flores n. 27 : a tratar com Francisco Jo-
da Cosa, ra estreita do Rosario n. 10, pri-
meiro andai.
um cavallo ala-
le-
os. Secretaria das obras publicas 4 de feve-1 zao caxito, frente aberla, e marta regular,
iro de 1860O secretario, T.A. R. Z. vando um sellim novo proprio do corridas : a


20000 de gratificado.
Fugio 110 dia 10 de dezembro do ann prximo
passado o escravo de nome Juvenal, com prin-
cipio de ofTitio de alfaiale, de idade do 22 anuos,
principiando a barbar, de cor bem prcta, olhos
muito vivos, sobrancelhas cabelludas, denles al-
vos e perfeilos.de feicoes regulares, estatura um
pouco cima do regular, pescoco comprido, sec-
co do corpo, pes bem feilos, falla correntemon-
le, muilo esperto e cheio do manh. Fugio
para o Recife, aonde estove alguns dias, depois
dos quaes desappareceu ; levou basfanle roupa,
Chapeo do Chille usado, calca de ganga, jaquela
branca, borzeguins novo de'polimento : quemo
pegar tenha-o com loJa a seguranca, e o leve
ao enaenho Caiar da freguezia de'-S. Loureneo
da Mana, que receber a gratificado'de 200.
Fugio no dia 8 de dezembro "prximo pas-
sado, do engenho Terra-Preta, na comarca de
Nazareth, o escravo Joo, crioulo, bastante pre-
lo, alto, seceo, sem barba, com falta de um den-
le na frente, bem feito de ps e mos, muilo
dancador, e quaudo foge s quer ser forro, e co-
mo forro eslava no llecife com o nome de Ma-
j noel dos Santos, onde foi preso no dia 14 do
crrenle, c lornou a fugir por descuido dos se-
j nhores mocos alli csludantes, pelo que pede-se
aos arrematantes das obras publicas, a quem se
, oll'erccem trabalhadorcs, o cuidado, se apparecer
I o fallado escravo, que tem ptimo signal, que
urna marca de um lalho em toda costa da mao
esquerda, que quando fugio levou em ferida :
paga-se muilo bem a quera o apprehender e le-
va-lo ao mesmo engenho, ou no Recife, na So-
ledade, aos estudantes Hosmida Correa de Cras-
to e Austorliano Correa de Crasto.
Vendcm-se canoas de amarello, proprias
para pescara, por preco coramodo : na ra do
Vigario n. 5.
Vende-se cera de carnauba a 10g500 a ar-
roba, dila em velas a 14Jf, dita de composico a
15J, sebo refinado a 12$, rosarios de missanga,
gales, cspiguilhas, volantes, trinas epedras pa-
ra aliar navalhas : na ra da Cruz, armazem nu-
mero 33.
Vende-se urna prela moca que cozinha o
diario de urna casa, cose bem* e engomma ; na
ra da Cruz u.60.
Vcndem-se dous moloques pequeos : na
ra da Cruz n. 60.
Precisa-se alugar urna escrava de bons cos-
tumes e que cozinhe, lave e engomme, paga-se
20$ mensaes : na ra da Imperatriz u. 48, segun-
do andar.
v?BKEMP NUEYiYORly'
P1LUUS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O HELUOR REMEDIO COMIECIDO
Conlraconstipacdes, ictericia, affecedes do figado,
febres biliosas, clicas, iudigesles', enxaquecas.
Hemorrlioidas, diarrhea.doenras da
pessoa que o livor pegado, ou delle der noticia
certa, tenha a bondade de dirigir-se ra da
Aurora n. 26, casa do Sr. Francisco Antonio de
Oliveira, que ser recompensado.
Precisa-so fallar com a Sra. D. Francisca
Ferreira da Silva Moraes, moradora na cidade de
Olinda, a negocio de seu inleresse : a traiar nes-
les 8 dias com Jeronymo Ribeiro Rosado, na
toja do Sr. Scbastio Jos da Silva, na ra Nova,
^Lices de francez ef
1 piano.
jgi Mademoiselle Clemence de Hannelot
m de Manncville continua "a dar licoes de
g, francez e piano na cidade c nos rrabal-
|P des : na ra da Cruz 11. 9, segundo andar.
Trovador.
Ra larga do Rosario n. 46.
O novo dono desle hotel tem-se esmerado cm
reforma-lo para nelle encontrarem todas as com- pene, irupcOes.e todas as enfermtdades,
modidades, nao s as pessoas desla praca, mas MlOVEinKNTES do estado imfiho do sancce.
espetialmenle aquellas que vierem, quer do cen- 75,000 caixas desle remedio consommem-se an
nualmcnte I I
Remedio la natureza>
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
. coniraendado como o mais valioso calarlico ve-
.>os domingos c das santilicados enconlrar-se- getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pilulas
ha, como era de costume, mo de vacca prepa-! pu-amentc vegelaes, nao conlera ellas ncuhum '
, aacom l0li0 csmero das 2 horas da manha em dianlc. Os melhorcs esto bem acondicionadas era caixas de folha pa-
vinhos do mercado, licores, xaropes, agurdenle raresguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efflcaze
em sua operaeo, e um remedio poderoso para a
| juvenlude, puberdade e velhice.
Lea-se o folhelo que acompanha cada caxa.pelo
I qual se licar conhecendo as muitas curas milagro-
! sas quclem cffectuado. D. T. I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprielarios.
Acham-se venda em lodas as boticas das prin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pcrnambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
tro da provincia, quer das provincias visinhas.
O mesmo cncarrega-se de mandar comida para
fura, e as pessoas sero servidas do modo que
quizerem. e segundo o que se convencional
andar, ou mesiiio liarte delle, nara lio- 2 lode 1,1orar1 aPPr"vaa;ls "a W
__ i. iii ue Pars pela boa uualidade
mem solteiro, chegado lia pouco, na- -ar* aiiuaue.
Ratos logrados.
pouco, pa
f;a-se bem : na ruada Cruz n. G~>.
- Precisa-se traspassar a l.ypotl.eca
ua quantia de s:UOO/J, vencendo o pre- os ralos sabios e tolos,
mo cte um por cento ao mez, a
modos, riquissimos
de ratueiras de j
por piceos muilo com-
uardas-comida dearaaae de
sos, lavatorios para cozinha de todos os lan.
e de bonitas pinturas : na ra Nova u. 10, .
do Nianna.
e*' cuantela cmm sobrado de 2o SStfSSS SSK:
andares da praca da Coa-Vista, a qual
esta' vencida : (ueni quizer fazer este
negocio, que ollerece vantagens, como
se dir', dirija-se a' mesma praca da
Boa Vista botica do Sr. Joaquim Ignacio
Ribeiro Jnior, que informara'.
Precisa-se de urna ama forra ou mesmo es-
crava, que saiba cozinhar e engommar para una
Estajos de
pequea familia : na ra das Cruzes n.' 41. se-
gundo andar,
Precisa-so de urna urna mulhcr de idade,
que saiba cozinhar o diaiio de una tasa : na
ra da langucia n. 10.
Precisa-se de um bom forneiro ; na pada-
ria da ra dos Pescadores n. 1 e 3.
Precisa-se de urna pessoa que lenhanocdcs
de desenlio linear, para ser empregado n'um es-
labelcciiuenlo : quem estiver nestas circumstan-
cias, dirija-se ra do Imperador n. -22, que
achara com quem Iralar.
Quem precisar de um homem porluguez de
idcdc para administrar qualquer estabelecimen-
to, ou mesmo para cobrancas de ra ou outro
quelquer mister ; na ra da Praia n. 58, das 9
h
d
viagem.
Riquissimo sorlimento de estojos para barba,
de todas as qualidades, e por piceos a
modos-que se polem encontrar :"na ra K
n. 20, hija do Vanos.-
Costuraras
para senhoras.
Muilo bonitas coslureiras para seoberas por
preeos muilo coraraodos: na ra Nova D. u1,
loja do Vianiia.
Marllm palenle.
l"ra riquissimo sorlimento de talheres
mesa o sobre-mesa de um modello novo anda
nao visto aqu neste mercado, tanto pela qua-
oras do dia em dianlc ; dando fiador .su.coV- ^^t ^^uahd^'e Z
ADMINISTRACte DA IllPRENSA NVCIOWl : n]CI"e ve'iduia so nesia loja pela rcrommend.i-
de Lisboa, lendoTublieado o sjodmen dos *- ^ d fabrlcanle. ha oulras qhdade
pos que se fundem na sua fundiro. saranle ...
Srs. typographos a maior "wL A.81*
de Wishey, clc.se enconlraro neste hotel
K*- Constan-
teniente
trocam-se, compram-se e vendem-so escravos de
arabos os sexos, de lodas as idades c cores com
habilidades e sem ellas e lodo este negocio se
faz debaixo de toda sinceridade : na ra ireila
numero CG
SOMETE NO PAVILIIIO
DA
Casa debanhos do pateo do Carmo.
Todos os dias utois das 7 slO horas da noite.
Ha lugar reservado para as familias.
To bera ha sorveteiras de varios lmannos para
rem para fra.
conduccao dos eorveest, que se ped-
.ao, garantas ; S^S ^S^fiS
cacode uas encommendaTS^Sja : S "f \" 2' j** L<'
do Irabalho, boa qualidade de metal, e evada 11 ainlino /Ia llAl'a m nnna
conformiilade com as requisices que sa lhe fi- JIOIIIHOS UC flOl (l tt\ CDCllO.
zcrem. A adminislraeio nulre a bem fundada I y"
esperanca de continuar a merecer a preferencia \ G rande sorlimento de moinhos para moer caf,
que lhe dado os Srs. typographos, na cerleza de "lo um nov. modello que muito facilita .i pcaao
que nao descansar no caminho que encelou,
pois que se acha em andamento a fundico de
outros muilos corpos de lypos, cujas pravas se
publicaro em folhas suppleuientares.
Ralificando o aviso publicado em muilos pe-
ridicos portuguezes e brasileiros, a administra-
cao da Imprensa Nacional declara que conlinua-
ro a fazer-se os abatimcnlos na propoiro se-
guinlc :
as encommendas que excederera
duecom ches moerein
do Vianna.
de lOg al 100 res.............. 10 por cento
as que excederera de 100&000 at
500S ris..........................15 por
as que excederem deSOOgris___20 por
cento
cento
na ra Nova n. 20, luja
Camas de ferro.
Riquissimo sorlimento de camas de forro pan
casal e solteiros, de muito bonitos modellos, que
por gosto se pode dormir ncllas: na ra No\a
u. 20, loja do Vianna.
Pera e ameixa
Vende-ie pera secca e arneixas rainha ebu-
0 ypo inutilisado lecebe-se como dinheio.a ^'a era caixinhas de 2 libras a 19000 a caixi-
razo de 100 ris o arralel. i nha ou 500 ris a libra : na ra Direila n. 93.
alc="amrS8 em P"?ame.nl lclras a Praz. al)o- esquina do beco do Serigado.
nadas por firmas conhecidas, mas neste caso ou- ^ ocug-uo.
tro dever ser o abaliraento, e previamente con- AO COlllUierCO.
vencionado. i? j
A administraro da Imprensa Nacional de E8ta"je em j* d<> comprar a ta-
Lisboa procura dar a raaior extracto aos seus i "erna da ra do Codorniz n. 12, per-
productos, e para este fim conseguio ter respei- tencente a Francisco Jos da Silva Ma-
laveis agentes era algumas das nrincoaes ri-' j*
dades o rico imperio do Brasil .-a corte do !c,eira Ro de Janeiro o Sr. Francisco Teixeiri Basto. i *a compra compareca na mesma nestes
Em Pornambuco o Sr. Amorim Irmaos.-Na Ba- 3 dias, depois dos quaes se^no attende
hia o Sr. Antonio Percira Espinhcira & C.No'___i t n -c -n .
Maranho a Sra. viuva Rocha Sanios & Filaos.- a rec,amacao alguma. Recite oQ de
No Para o Sr. Martins & Irmoa, I Janeiro de 1860.


DUftIO DE PEftNAMBUC. SEGUNDA FEIU 6 DE FEYEAEIRO DE 1860.
(5)
LINES PMT1C4S
DE
ESCRITA COMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
MIOTMIMIL
Ra Nova n Yo,segundo andar.
H. Fonscr.-i de Jlcdciros, escriturario da
thesouraria de azenda desta provincia,competen-
temente habilitado pela directora de inslruccao
publica para leccionar arithmetica nesla cidade,
tem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pratico de cscrituracao por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parle relativa a reduecao de moflas ao cal-
culo de descontos c juros" simples e conipostos
conhecimento in lispensavel as pessoas que de-
sojara emprerar-.se no commercio ou que j se
acham nelle eslabelecidas. A aula ser aberla
no dia 15 de jaueiro prximo futuro s 7 horas
da noite ; e as pessoas que desojaren niatricu-
lar-se poderao deixarseus nomescm casa do an-
DELIGIOSAS E INFALUVEIS.
nunciaule at o mencionado dia.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva{rapaz padeca de lombrigas,
para o servico d3 urna casa de familia, e que se ro ftido, tinlia o estomago
preste a comprar e a sahir a ra em objectos do
servico
andar.
na ra larga do Rosario u. 28, segundo
COIIPANHIA
c
M m
Estabclccida cm Londres
imp i mu.
CAPITAL
CVweo m\\\iocs Ae liarais
esterlinas.
Saunders Broihcrs & C."
ro
c.
ni
effi
dra, cobertos
objectos que
quer consista
jolo e pe
di tena e igualmente sobre os
coutiverem osmesmos edilicios,
em mojilia ou em fazendas de
Pastilhas vegetacs Je Kemp
coutra as lombrigas
approvadas pela Exm." inspeceao de estudo de
Habana e por muitas oulras juncias de hy-
gicne publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnem sonsacos debilitantes.
Testemuuho espontaneo em abone das parli-
lhas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Pyron
12 de abril de 1839. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fa/.em, curaratu meu lilho ; o pobre
exhalava um chei-
inehado e conlinua
comichao no nariz, tao magro se poz. que eu
lemia perde-le. Neslos circumstancias um visi-
nho meu disse <.uc as pastilhas de Kemp tinham
curado sua fillia. Logo iiucsoube disso, com-
[irci 2 vidros de pastilhas e coa ellas salvci a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. scu amo agradecido.
W. T. Floijd.
Preparadas no scu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprielarios 1). l.anman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda *em todas as boticas das
priucipaes ciades do imperio,
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 69.
llahia, Germano A; C, ra Juliaon. 2.
Pcrnambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Compauhia ra da Cruz n. 22.
; O r. Cosme de Sa' 1'cieiraJ.V
J$- de volt de sua viarrem
a honra de ln- i Vi! *?
votiva a buropa continua no xer-BK
oissao medica.
em seu escripto-f
no, no bairro do liedle, ra da|
Cruz n. o, todos os das, menos S
vA(j.-*~>*-,
nnODO BOVO
DO DR. C1IABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
TATIA O TRATAHENTO E PI'.MPTO CURATIVO
DAS ENFERSIiDADES SUXUAES, D.N TvDAS AS AFFECCOES CUTNEAS, VIRUS
( (ni(u de ferroCliahlc.
\.ii-ujif mili prelerivel ao
Copah'ba e as Cube-
bas, cura iaimediatainen-
te qualquier purgado,
relaxacao e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mullieres. Injecruo le
Ciiabic. Esta iajeceo benigna cniureya-se mes-
an tompo do sarape de cilrato de ferro, urna vez
de manti, e uma vez de larde duraule tres das;
ella segura a cura.
PLUS DE
eOPAHU
DPURATIF
d SANG
E ALTERACOES HO SANGl'E.
Ilepuralii o de Munsue.
Xaiupe vegetal fem mer-
curio, o nico conliecido
e approvado para cur>r
con 11ciii| lu..Ti e radi-
calmente imiiigens, pstulas, herpes, sarna, co-
mi\!s, acrimonia e alleracoes viciosas do san-
(?ue ; virus, e qualqurr aOecao venrea. Bu-
nhoH uiineraeM. Tmao-ie dous por semana, se-
cundo ii Iralaiueiito drpuialivo.Pomada un-
lilierpetea. lie um tViio nuravilhuso lias a-
leeoes cutneas e comixes. -. ..j-..-.
HcmorrohidaN.Pomada pie as cuaa em 3 dias.
O deposito na ra lar ya do Hsar io, botica de llartholomeo Francisco de Souza, n. SO.
Altenco.
Quero tiver equizer alugar um escravo ou by-
pothecar por qualquer lempo, dlrija-se a ra do
Livramento n. 14.
Compras.
V^V
^c1^ i'^Spt P ':*
Compram-se moedas de ouro : no escrip-
torio da ra do Trapiche n. 11, primeiro andar
ca
feiQo : na ra larga do Rosario, estabclecimiito
de ouro n. '26.
Compra-sc uma escrava que seja moca, de
bonita figura, que saiba engommar, cozinliar, e
costura : na ra do Brum n. 16, armazem de
Manuel Jos de S Araujo.
Compra-se ouro em moeda com
Saunders Brothers & C." tem a honra de in- V< ,
firmar aes Srs. negociantes, piopiietarios de S" anu opa con
asas, eaguem mais convier, que eslao plena- jjeicio de sua proi
liento autorisad'..s pela dita eompanliia para S\ Da' consultas ei
llectuar seguros sobre edificios de lijlo ene- pfi .
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECCVO DE E- KERVWD-
Acnrao ao bom.
i elegante srava mucaiuba, recuii' .
nJ,ide22 anuos, insigne eiigonimadeirn. COlil
ra edoceira, 1 bonito mileque de 13 ai... -, a
mais cscrav para lodo oservko : na ra das
Aguas Verdes n. 46.
Na ra da Cadeia do Ue-
cife loja & Bastos, ha para vender os
Compra-se urna escrava de cr prela c pou-1 ,-.1,;<-,!,, .,1...:,-, ,. i i
idade, que saiba engommar eco.ser.com per- ODjCClOS 8081X0 QOtfldOS [OI"
preoos coinmodos c hu*) la
melhor quaiidaie possivelfco-
nio sejaiu:
Camas de Ierro e com lona.
Bombas dejapy completas.
p- em.o : em casa de Rabe Schmetton & Can08 de diumbj i, \Q
CiuaJaCadca n. 57. Ferro Wu de lodaJ ag
= Compram-se as seguintes comedias: Ber- Ac de Milao.
nirdOflaLua, o Judas em Sabbado de Allelcia, i i i i
Quem casa quer casa, Por causa de um algaris- JrC08 de lerr0 de 'odasas largUI
rao, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-( Ca vos de ferro de lodos os tatn al
man das Alinas c o iabo na escola: neslatypo- Ferramena completa para I m iio.
graphia se dua. r i r
Compra-se um carro de carregar gneros, j rerrameuta completa para U rreiro.
em bom oslado ; assim como um boi manso : a i Trem compLto CStanliado liara COStl
Trem completo de porcelana para co-
sinha.
Guardas comidas redondos c quadradot.
Unchadas americanas e tic lo Ja-; as q i
lidades.
Ditas do Porto de todos es tan al
Pregos tle loas as qualidades.
Caixascom ferramenta (
ra curiosos)
Bandejas inuito linas de '
da de?,
ti atar na ra da Madre de Daos n. 8.
Yendas.
Lcite puro.
Vende-se lcite puro a 00 rs. a garrafa: na
ra do \ gario n. deposito da esquina.
Vende-se um cava'lo em boas carnes e
com alguna andares : a fallar na ra do Uangel
n. 21, a qnalqucr hora do dia.
Veude-se una taberna com poneos fundos,
e cm bom local; os pretendentes dirijam-se a
na do Livramento n. 37. f0rn (ranceM| .,. ana<|o,.
\ende-se urna casa terrea na ra Bollan. ,, r '
15 ; a Iratarna praca da Independencia n. 1- "Ules, c.ife'eu ;;'. as ICarti .' I e
Vende-se um cavallu rudado, andador dej tejjuc ras de metal.
cara pina
.
Este hotel collocado no centro de uma das ca pitaes imporlantes da Europa, toma-sede gran.le b*** a meio : a tratar ua ra da Guia, na t0-! Poneas de l.itao de todas
valor paraos brasileos e poiluguczes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicaoa cl,e,ra
qualquer qualidade.
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nho distante desta praca duas legoas, vende-se
urna parte no mesmo engeuho, machina nova
vapor, dislilacao nova ebem montada, 22 bois
de correia, seis quarlios, algumaa obras", saln
plantada, etc. etc. ; trata-su na ra do Crespo n.
13, loja.
Publicacao Iliteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa
1 vol. cm 4o de 500 pag.: vende-se na niao do
autor ra do Vigaiio n. 11, brox. 3 cucad 4j
DENTISTA FR&NCEZ. 2
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- -><
^ rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
p denlifico.
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco a braco, as
quintas e domingos, no lorreao da alfandega, e
nossabbados at as 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do commissario raccinador, rna estrella
do Rosario n. 2b, segundo andar.
doininrros, desde as G li
iorasa
as 10 da manhaa, sobre osS*
(
det
seguintes pontos
|3 l*. Molestias de olhos
/: 1-. Molestias d
eslas e coraqao e
peito ;
Molestias dos igaos da gera-|
cao, e do anus
- Superiores relogios de ouro o praia, che- para nadara e relinai
urna das n.elliores da cidade, por se achar nao so prximo as csu^oes de carainhos de ferro, da dos pelo vapor Oaeida : nd escriplorio d Sou- Ditas de metal dita dita.
thall Mellors & C, ra do turros n. 38.
s ;;
Allemanha o Franca, como por ler a dous minutos de si, todos os theatrose divetimemos ; e,
alm disso, os mdicos presos convidam.
iNo hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
luguez, para acompanhar as touristas, quer em stias excurses na cidade, qur no leino, qur
emfini para toda a Europa, por presos que nunca exceder de 8 a 10 francos (32200 4?,'00 )
por dia.
Durante o espaco de oito a dez mezes, ahi residirn) os Exins. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seu filho o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. Fehppe Lopes
Amorim Irmaos, rualdaCruzn. 3, ic-m i -^'.'dios de lodosos tamanhos | i l -
para vender algumas acedes da compauhia gcral i ~. nacSo
de Pcrnambuco e Parahiba: quem as pretender Fio de 'algodSO de toda as finalidad .
pode dingir-se aos mosmos para tratar. ..-. ,- *' >
Os abaixo assignados.pra commodidade do u,l "*ouxo inglez pj-oprio para
respeitavel publico, procuraram c conseguirn! ; saceos para assucar.
estabeleccr em diversos ponu- d ita cidadea Formas para pudms, pastelaoe b K
vendagem dos ferros econmicos de Blesse Draki
pelos mesmos preeos por que tem vendido no
Netto, Manoel deFigueirta Faria, edesembargador I'ontes Yisgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou- scu estubclecimenlo da ra da Imperalriz n. lo, Lavatorios dito dita.
Catrinas pat< nte de porcelana.
Platicara' toda e
ib
s!
qualquer ;\
operarao quejulgarconvenien* fC
v '
topara o re&tabelecimento dos
*-* O* v^ v> \jr v
i -r. .7> /r. g,o ,p i \_> '-> 9 X^i x> 'IX M> 'O' O* '
-O \> '> <>
seus docntes. Q
O exame das pessoas que o con- /?
><> ^sultarem sera' felo indistincta- ^
O menlc, e na ordem de suas en- ^,
^y Iradas; fazendo excep^aO os docn- y^
y, tes de olhos, ou aquellesque por
& molivojustoobtiverc.in hora mar- ^
^cada para este lim. |r
:j A applicacao de algunS medica fc
Sgmentos indispensaveis em,varios
J^ casos, como o do sulfato de al i o-;
;.- ^P"ia etc.) sera' feilo,ou concedido p?
U ^' gratuitamente. A confianca que .' f"
tras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
sprejosde todo osetvico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (4000 -iSJOO.)
No hotel encontram-se informabais exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro
JTWJ.VIIJ
isto c, de l; porapparelho completo, que cons- [j;. i
la de ferro.fole c descanso. Esta maravilha d'ar-1 "!tos c 'f ro*
| le americana um daquelles inventos do grande UiverSas ferramentaS
e para a industria, pois nao s economi- jai Jim.
JARABE DO FORGET.
Kste xarope est approvado peles inais minriiles medicds de Paris,
Icomo smdo o melhor para curar conatipMoe*, i' sse convulsa e. ouir s,
ffecoftes dos broncliios, ataques de peiio, ii-iii>.eAes nervosas e insomnolencUs: nina colberaila
pela inauli, e outra noite sao sufDcientes. O titilo dtste excelente xarope sjIisuiz ao mesmo
lempo o doent e o medico.
O dspsito na ra larga do Rosario, botica de fartholomeo Francisco de Souza, n. 2G.
i
I DENTES
| ARTIfICIx4L.ES. ^ ; ndics deposita, a presteza'de s'ua &
gRliaeStroit.l do Rosario ll. 3^.i\1aceao, e a necessidade prompla^
Francisco Tinto Ozori colloca denles ar- | ^ de seu emprego; e tudo quanto O j>.>
Ii(i;iaes pelos doussyslomasVOLCANITF ;.
Mpas de ouro ou platina, podendo ser
@ procurado na solucdita ra a qualquer
m hora.
Na ofuuina e galera da ra Nova
meiro andar, coutinua-se a tirar rclr-itos pelo
syslema r.orle-america.io. Mais de 5000 retra-
tos tirados em quatro anuos pelo artista
dirige esse cstabeleciiuinlo, provain a bonaaae
....... .^..-. ...
ii. 18, pri-
beneicio de seus
Koga-se aos Srs. devedores a Qrma social
de Leite & Correia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loia da ra do
dos processos ompregados (nicos, que garan-
tem um retrato innaltcravel) e a aceilacao que
at do BIIM ALTO tem merecido. No mesmo
estabelecimento se enconlra o mais variado,
abundante e bello sorlim mo, que existe nesla
cidade.de quadros, molduras douradas, passe-
par-louts e eaixinhasde lodos os lamanhose fei-
tios.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouvcr & Haker
Machinas de coser : era casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
rVecisa-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. tenente-cronel lleraeterio
Na livraria n. C e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andr Abreu l'orto ou Andre Alves
Porto.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
Urna casa cstrangeira precisa alagar um
criado : a tratar na ra da Cruz n. 10.
SALSA PA8RILIIA
l>OSn>
Constantemente ree.ebe-se de Franca c dos Jos Velloso dn Silveira e Francisco Xa-
Estados-Unidos tudo o que diz respeito a pholo-'; ,i j ,i a a
graphia, e sempre desprezando-se ridiculas eco-i \' L Andi ade : na livr
nomias, mandam-sc vir olijectos mais modernos,
c de melhor qualidade : alteslam-iio as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
tem honr-'ido esse eslabcleciniento. Tiram-se
e os procos principiara
retratos lodos os dias,
em 5000 ris.
Fcrreira Villela. prolographo.
Espanolesrcsidcn-
tes en el imperio del Brasil.
Lleno de confianza en vuestro pa-
da praca da Independencia.
.ei
Osabaixo assignados, honrados pola incum-
bencia que receberam de ss. UM. 11., previuem
respeitavel publico, que se acham actualmente
no caso de podercm fornecer o retrato fiel dos
Augustos Monarchas Brasileiros, o que at hoje
era tao dilicil de alcancar-se, fisto que as copias
. liiliographadas era ni quasi todas sem semelhan-
U'iolisnio me dirijo a vosotros en este Uaaisuma.
dia, solicitando vuestra cooperacin' nrSn.,'['':^nb^an"^'uV'n,ll^"ni'lr l cd'iC"$Q
, maniteslarain aos seus Augustos bnberanos em
para lilla (alisa lait JUSia COIUO la quCj^a recente visita a esta provincia aonde liles
ha motivado la guerra que acaba ie Vdur?Suiorn,aJ B*0.d?lMrl0 de
,' approteiiat este ensejo para possuirum uma
iniciar la naciOll espaola. lOtlas las lembranga de seus augustos hospedes.
Alcm da simples pholographia em fumo, pns-
suimos retratos em aquarella e a oleo sobre lela,
quer para ornar salas, quer para repartieres pu-
blicas. O lim de que as incumbencias" possam
ser satisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
que desejarem possuir algum dos retratos cima
o obsequio de nos prevenirem com antecedencia.
instituto pliolograohico
DE
las
clases del estado se han conlizado en
la modre patria, paca ajudar con sus
donativos al gobierno, fia de que pue-
da elevar a cabo, la noble empresa de
a indicar la honra de nuestro pabelln,
ultrajado por los moros de la costa de
frica ; y castigar al mesmo tiempo los
actos de vandalismo, y piratera que
continuamente estn cometiendo.
Al frente de lodos se ha colocado
nuestra augusta soberana. .\o haremos
cada uno de nos olios un pequeo sa-
crificio para contribuir por nuestra
parte al feliz resultado de esta cvpe-
dicion?
Ao me es, permitido dudar un solo
momento, y cuento con que correris
lodos y cada uno de vos otros al consu-
lado espaol a llevar lo que cada uno
pueda, segn sui medios, para qnc no
se diga que, la distancia que nos s-
liara de nuestra amada patria, ha res-
friado, el afelo que le debemos como
buenos ciudadanos.
I. de Potestad.
Encarrcgado de negocios y cnsul ge-
neral de Espaa n'cl imperio del Brasil.
Se halla abierta en este vice consula-
do, hasta el linde este mes, una sus-
cripcin, para el lin arriba mencionado.
\ ice consulado de Espaa en Pcrnam-
buco \-de febrero de 1860.
Aviso ao respeitavel pu-
blico.
chegado esta cidade, do Rio Formoso, D.
Joao Nogueis, professor dentista, e se acha resi-
diudo no boceo do Abreu n. 2, primeiro andar.
Precisa-se alugar uma preta que saiba la-
var c engommar com perfeic.lo, e que seja de
boa conducta, para casa de uma familia ingleza :
a tratar na ra da Cruz n. 2. em casa de James
Crabtree & C.
Slahl Coiiipaia
Pisolographos de S. M. o Imperador.
Ra da Impertriz (outr'ora aterro da
Uoa-Visti) n. 12.
O professor de lutim da freguezia
de S. Jos desta cidade, ahaixo assigna-
do, declara ao publico efue a matricu-
la de sua aula se acha aberta, e que os
trabalhos lectivos da mesma principia-
Lriio nodia 3 tie evereiro prximo fu-
turo. O: nteressados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Cocino
Nesla typographia pre-
cisa-se de um moco, que sai-
ba sua liugua com prciso,
para aprender a arte.
O bacharel Witruvio tem
o seu cscriptorio no 1- andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pelaCamboa do
Carmo.
Aluga-sc o segundo andar da casa n.69 da
ra Nova com ampias aecommodaeoes para fa-
rnilii, e no mellior estado de asseio que se pode
desojar : lra(a-sc na ra da Cruz n. 45, cscrip-
torio de viuva Amorim & l'ilho.
Conlinua-se a preparar bandejas enfeiladas
de diversos goslos, com bolinhos dos mais pro-
curados e dos mais perfeilos do nosso mercado ;
assim como pudins, bolos inglezes e franeczes, e
da nossa massa'os mais perfeilos, e tambem as
bellas seringas e filhozos para o tompo do carna-
val, e uma porcao de doce de caj secco por pre-
co commodo : procure na ra da Penha n. 2),
segundo andar, que se far negocio.
Remedio sem igual, sendo rcconliecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escropliulas, cancros, rlieumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, dcbili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e ciupcoes que resultan) da impureza d
sangue,
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues iiuitaoes da Salsa Parrilha de Brislol que
hoje se vende ncsle imperio, declarando a todos
que sao ellos os nicos proprielarios da receita
do Dr. Drislol, lendo-lhc comprado no anuo de
IbG.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua preparacao aclia-se so-
: mente cm poder dos referidos Lanman e; Kemp.
i l'ara evitar engaos com desapreciaveis co-
binages de drogas perniciosas, as pessoas que
quizercm comprar o verdadeiro devera bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
quer oulrapreparaco falsa :
1" O envoltorio 'de fora est gravado de um
lado sol uma chapa de ano, Irazendo ao p a
seguintes palavras :
D. T. LANMAN & KEMP
SOL ACENTS
N. G9 Water Street.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Brislol em papel cor de rosa.
' Que as irecoes jimias a cada garrafa tem
rima phenix semelliautc a que vai cima do pre-
sente aununcio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
1'ernauibuco no armazem de drogas de J. Soum
Si Compauhia ra da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
geuho muito perto da praga, vende-se uma par-
te do mesmo Engenho, uma maquina a vapor,
uma ilcsiila^ao nova montada de um ludo, 22
I bois de carro, G quartos, e outros objectos :
tracla-se na ra do Qucimado n. 10.
O advogado Souza Reis mudou o seu es-
criptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
u luida
sa o rarvb c lempo, mas se consigue em deter-
minado esparo de lempo engommar o trifilo que se obli'in com um ferro commum com 60
rs. decarvac engomma-sc uiadia in'.eiro, s nc-
cessita limpar o ferro quando se principia a o| c-
raciio, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem um registro ; n
seu peso est graduado para, sem esforco, ;
I ser manipulado a vonlade do maisdebil traba-
; lhaJor, lem mais um apparelbo que obsta a que
; o calor do ferro possa prejudicar a quem com
elles trabalha. Acham-se -tvenda nosseguin-l
' tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,
ciment do Si:. Jos Alves Barbosa ; roa ds Ca-
Ideia do Recife n. 44. idem do Sr. l'homaz Fer-

ias ,
Bataneas decimacsde tod isgs;u '
Grande sorlimei
45-Ri
i a /
<-':: esf ajjadoi-es de
FOLIIIMIAS PAR \800.
Estao venda na nvrana da praca da lude- I nandes daCunlu ; ra da Madre do Des;:.?, ifune'c t !,; Lci- .
pendencia ns. 6 e 8 as fulliinhas para 1SC0, un- dem dos Srs. l'onseca & Martins ; rna do Crespo ..-,,. r, | i
pressas nesla typographia, das seguintes quali- \ n. 5, idem do Sr. los Eledlerio de Azevedoi peOS pit^cS aljaixo :
es : I ra da Penha n.16, idem dosl Srs. Pinto de Souza i|. !i--.
.... Si Bairao ; rui do Cabug ni 1 1, na aguia del n.,,,... .
OLHIMIA RELIGIOSA, contendo, alm do ouro ; na Nova n. 20, estaljelecimcnlo do Sr. Boraegaiwai-ialoccacos. .
kalendario e regulamentodos direitos pa-1 Antonio Duaite Carneiro Viartna ; ra do Impe- I) tos (lust: e e btzern .
rochiaes, a conlinuacao da bbliotheca do rador n. 20, idem do Sr. Gulmaraes & Oliveira : Rni-7>criim ai......
Cnslo Rrasileiro, que se compoe : do lou- ra do Queimado n. 1 idcid do Sr. Jos Bodri- "",^'Ou,u | '^l '
dades
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac- gues Fcrreira ; ra Direila i. 72, idem
tos de amor, hyiuuos no Espirito Santo e Jos Soares Pinto Correia ; roa da Praiu
a N. S., a imitarao do de Santo Ambiozio, : idem do Sr. Custodio Manoel de Magalhaos
jaculatorias e commemorDr.-ao ao SS. Sa- da Praia n. 46, idem do Sr. Pedro -lose da Costa
Aenco.
Quem tiver um sitio que queira alugar por 3
anuos, sendo as estradas dos AfllictOS, Arraial,
Uanguinho, Parnameirim, Joao de Ranos, Rosa-
rinlio e Torre, dirija-se a ra da Cadeia do Ro-
cife n. 48, loja de Leite & Irmo, que nao se
ollia a prego o aluguel, sendo o sitio grande e de
agradar.
Ao publico.
1'urtaiam do engenho Carrapalo, termo do
Rio Formoso na ~
Di
cranicr.to e N. S. do Carmo, excreicio da
Via-Sacra, directorio para oraran mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. corarlo de Jess, saudscoes devo-
tas s chaga's de Chrislo, orages a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos c aojo da
guarda, responco pelas almas, alm de
oulras oracoes. Preco 320 rs.
,j0 Sr ijitos econmicos.
ii. 28, SapatOes c'c bater I ti
Senhora.
Castello Branco; ra do Livramento n. 36, idem
do Sr. Joao Antonio dcMaccdo; ra da Sania
Cruz n. 3, idem di> Sr. Luiz Uoreira da Silva : >
na ra dalmneraliiz, idem dios abano rss
J'ujinuudo Carlos Leite & Ir mi .
Balalas
a 8001
i
s.ogtgo.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalcnda-
rio, regulamenlo dos dircitosparochiaes.e
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto- ""tatas escolladas a 800 rs. o gigo de arroba,
sos, contosi fbulas, pensamenlos moraes, Para cabar : na ra da Madre do Ucos n. :
receilas diversas, quer acerca de cozinha,' ~ >tndc-se <*"* escrava moca com urna cria
quer de cultura, e preservativo de aores de ">ezes, lem muilo hile o boa conducta :
e fructos. Preco 320 rs. quem a pretender, dirija-se a ra da Cadeia do
D Recite n. 38, primeiro andar.
1TA DE TORTA.a qual, alm das materias do I Presuntos ingieres, qtteijos londrinos la) -
coslume, contera o resumo dos direitos | Coi bolachinha sortida, tuo de superior iiuali-
J. 1______i.. i___i.:___
Borzeguins priuioira cli al-
to de quebrar) ......
Ditos i s de ... c< nli a
calos dio d< bjjou.....
lor/.j-u:.;- ;:..... -.
tissiinos)..........
E um i !.i fal-
cado c da<| tillo que sei ve ..... l
lo, como sala, c iro, marra u i .
io de lustre, lio, litas, i le.

i

' IULKJ II. VW,
Fcijo .amarello.

AAJatSSl!l ^X^i^l5-^,^^^^^^! Jad0- rhr0u0 P'lo ultimo havio, pr preco,
v3->iii>- @@St iSS^S^ molo : em casa deSoulhall Mellors & C.'na ra
Altenco. Js-
^ Curso pratico e theorico de lingua fran- @ |
ceza por uma senhora franceza, para dez A Antonio Farnandes da Silva Beiris tem para
0 mocas, segunda e qumta-feira de cadase- & vender por preco commodo, em pequeas o "ran-
S$ mana, das 10 horas at m.io dia : quem des porcocs, saceos com felio amarello de 6 al
JS quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da ifc quoires cada um, ou 30 cujas, medida desta e da
^ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @ mellior qualidade que ha no mercado, e chegado
S^^a^aa^.^..^.. ultiraamentedo Porto no bVigue portuguez.lmo-
^9f9AA#9AA9#AAAd a/;naruadoVigaronT!7.
Iloga-se aos Srs. devedores do esiabele-i Milhn -i A cimento do fallecido Jos da Silva Pinto o uli- v a 1UUUU tt ^,uu"'
,, v.. Vende-se na armazem d Francisco L. O. Azc-
sequo de saldarem seus dbitos na ra do Col- vedo, na ra da .Madre de Dos n 1 !

t>
i
Ra Nova n. f~."\ junto
| a igrej
M > ': Vi S.
- I
i

X Neste arma/..'::, i
^i um grande .' vari;
ll pas feilas, coi
as, gndolas, fia |ui s, c ]
;ino lino pre4o de cores,
"'v sobrecasacas de merino.
legio venda n. 23 ou na ra do Queimado loja ~ Miho, farelo, farinha, gomma, arroz, sa- o zn pr'eos e de cores, p .
n. 10. Dai 'elas de espermacele, vinagre



de Lisboa ; : 0 casacos de seda e casemira i i
(. vende-se no armazem de francisco L. O. Aze\e- i fasde casemira pn la
andar do sobrado i. 58 da ra Nova, scicniiiica na runda i ^e Dos n. 12. n)l ri, de princ /a, de
a_____* *
O abaixo assignado. residente no t
, scii_.
ao respeitavel publico e aos seuhores pas de sen.'
-
brim de i
<; mi non, de princ raneo o de cores, de fus
calcas de algodao, col
reto e de cores, dil a d
$ branco, dil I guro ecas
; ios de fusles i brins. Fardanni s ,
guarda nacional, libn -, J^
-. ceroulas e camis: -
.Tosr Sn.i ro mdos pelo vapor ing.ez, os mais superiores grvalas, grande sorliment
OS>c pilICS Ue A/CVCdO, ;do mercado : na roa do Imperador n. i2. .; ,.,,,,, meninos dc6 a 1 i
ao respenave publico e aos seuhores pais de seus r>nn'I"f( ao 'i a-I A'ah \ /imai
alumnos, que pretende dar principio aa exerci-, | ICSHOS klSIOZOS 0; (EHOI
co de sua aula no dia 3 de fevereiro do correule, i^iuivo lUi^l^LX.O \j jjiuVI
e conlinua admitlir alumnos internos c externo
para serera leccionados em primeiras letras, la-
tim c francez. Recife 2C de Janeiro de 1860.
Jote Marta Machado de Figueircdo.
Jos londrinos.

profeSSOr UC liniTUa C littora- L.i71i.e5fen, a- an"'"'" d"ca?a "1-d;in,;l S dando ao comprador al(
} ^J "outl ^ nuca estrella do Rosario, com muitos commodos para m fcitas se aproinpiarao
tura liaClOIial IIO Gvmna^io 1uaj5uer negocio: tratar na rna do Nogueira g comprador dando-seno da i
, -i! ""W,V7 n. 25, ou na mesma ra eslreiU n. 17. nado
(ICSta ClUaOC, tem alieriO ein **>etonledainatrdafloaVisia,n.86,vcn- t-^->i^ i*?
____________ ^. ,. __ dem-se e a usam-se bi.h.i* dn II..r>. l,,i,-.-.. nm- ^^^ :_ ..
desta cidade, tem aberto em! ertoefcooia
SUa CaS3,praCa de D.Pedl'O 11,11. menos do que em qualquer outra parto,
37,segundoandar,umcurso,le tS^^.'^S!^ SIf|>CriOrOS C kt-
PuiL0S0PiiiA,e outro de Li.xco.v L "u1^Li;!l,7'
Vestidos
r-i ---- cautiva uitiiii;u9 uu uiouu ue seua com na
rRANCEZA. AS pCSSOaS IUC (10- ln,los '"n,n pequeo defeilo, pormetade de se
ci'ii-.ni rtt.1,,,1.,., ,.,____ < valor, muito proprios para casamento: na ru
Sejai em CStllliar uma OU OUlra do Jucimado n. 7,aprWln passando a botica
destas disciplinas, podem di-
rigir-se a indicada residencia
de manhaa ate s 0 horas, e
de tarde a qualquer hora.
ralos.
a
I
1
i
m
m
queijos superiores a 3$200, manteiga ingleza a
1$, primeira qualidade, cha do mellior que lia
' mercado a 29240 a libra, azeile doce francez
S a bO rs. a garrafa, btalas a 40 rs. u libra ;
travessa da ra das Cruzes n. 6.
tos daguerreotypo
uRua do Queimadon.20,mi-i
^4 /:?

fe*

- ru
PotassadaRiissia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
a da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
Ra da Imperalriz, outr'ora i ;
la, taberna da esquina n. 12, den
queimado.
Superior vinho velho do Porto, can.'. Ja
Hilo dilo Lisboa o Pigucira, Jen
Hilo dilo de Cello, idem
tito Duque engarrafado, o m-lhor do
mercado, do autor Antonio l'crrcua
Mene/es, garrafa
Dito dito Madelra, idem
Dito superior, Porto, idem
Dilo dilo dito, dem
Dito muscalel Selubal, idem
Dilo dito franrer, idem
Champanha, marca muito acreditada
Licores franeczes muito linos
Vinagre branco de superior qualidade,
garrafa
Prascos de genebra hollanda verdadeira
. i
,v 1 I
JjtoOO
1-..
:- '
i{ i
metro andar.
O dono desste estabelecimenta, I
eos da mao radiada c com um foro de varruma
na exlremidade da rachadura do casco : nao c
novo doze par quatorzc anuos ). Roga-sc a
qualquer pessoa que o aprehender do enlregar
no Recife a Jovino Bandeira de Mello, alraz da
sinhar para casa de
rna do Imperador !>
:
bao
l.-o-.i
.' I
1-. U
.7*0
200 I
UOOil
F i
HQ
f,i"

er conu. eo^ o finado capilao I que.n premiados ^Y^^X IISISS-** IM. .pene JS
"" *c]asso >a posicao universal de 1855. alera Pares de garrafas bra
_ pain- *i
j$ ciuslernambucanose outros que o coad- S
juyaraoem frequenlar seu novo estabele-
cimento.
| potassa da Runa e da do Rio de Janeiro, nova i Ditos de dita mais pequeos
g e de superior qualidade, assim como tambem Ditos de conserva grandes
|cal virgem em pedia: ludo nor recos muito j Sal refinado igual ao de potes cui]
| razoaveis. chocolate francez muito fino, libra '
| Velas de espermacele, superior qualidade
i Cha hysson muito superior
Dilo achias, o mais superior do mercado
Uanteiga ingle/a flor
Dita dita de Cia
Dita franceza muito superior
Latas de sardinhas de Nanles
Ditas ditas muito superiores
lanosavenda
Em casa de E. A. Burle & C, ra da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo sorti-
| ment de ricos c escolenles pianos de lodos os I Dilas de bis"c'oiiinh finos
presos e qualidadcs, os quaes sao de muila du- i Bolacha americana, libra
jiacaopela sua boa conslruccao. Estes pianos Dita ingleza
Jia ama para CO- ja-se ao consulado hollandcz para ser pago oes- i de serem de 7niv-Ts*' -ir h Z JT- a,em loos dc ?arraas branfas' ?*r a 25'3 e mt
DOUCa familia na lc lres dias- d\l Hm-. fiL a? i i jacaran- Barns de cognac inglt-z. em ranadas. mai.U-i-
pou&i lamma, na F| fc th nmhni V1;|^P?B?1,*?fado" de me al" As Pcssoas <5" preci-'ga franceza c ingleza. em barris e meios dilo-,
Aira n 10. I Rio dc j,jner; Ue,IW' 8uMlta P-8S'ana, >a ao sa cm podem compra-Ios com 20 01 30 0(0 de e outros mullos leeros que se vendem por mc-
!menos Tc em outra qualquer porte. i nos que em outra qualquer parte.


6)
O ngenlc flo verdadeiro xarope do Rosque lem
estabelecido o seo deposito na ra da Cadeia Ve-
Iba n. 61, na botica e armazem de drogas de V-
tenle Jos de Brlto^ l'ilho : desnecessario fa-
zer elogios bondade dcslo xarope, nao s pelo
econhecido crdito de seu autor como pola acei-
tarlo que feralmente lem tido. Un cem Da-
mero de curas se lem conseguido com applica-
rao do xarope de Bosque, o qual -verdadeiro an-
i para todas as molestias dos orgios pulmo.
nares. Tara rouhecimento do publico declara-
so que o vorJadeiro conlm no envoltorio a pro-
liria assignatura dos proprietarios, c no falsifica-
do e esta lilhographada.
Vende-so um carrinho de 4 rodas de puchar
loi, para carregar gneros ; vende-so mais
lides de louro, pao d'oleo, oilicica, pao car-
ga, iiaves do fund > de 35 a 55 palmos de com-
primenlo c travos de touro ; lambem se sorra to-
da o qualquer ma.leira, tanto comprada ao an-
nunnanle como alguma que se queira serrar ; a
tratar na ra Nova de Santa lilla, defronlo da
cacimia da ribeira n. 12.
Pechinchasera igual!!
Vendem-se barrilinlos o.un Qgosdecommadre,
pelo diminuto proco do 1,400 o barril: no Forte
do Mallos, ra da Mocda n. 231
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- C i >
' : es Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volurae
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
# o volume, podendo-se vender o se-
gundo ern separado : na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Oleados pintados
a 2$000 o covado.
Lindos padroes e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 2 a 30, cbapelaria de Joaqun)
Olivcira Maia.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, c um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arrar.jado :
para fallar, com o Sr Toiriei no aterro da Boa-
N isla, c no escriplorio de James Crabtrce & C. n.
42, ra da Cruz.
Allenco.

Vende-se um casal de escravinhos, sendo um
moleque do 6 anuos c urna negrinha de 5, muito
bonitas pecas, proprios para um mimo: a tratar
na ra Imperial uj 51). confronto ao viveiro do
Muniz.
.....'--:
Continua-se a vender fazendas por baixo a
^ preco ale mesmo por menos do seu valor, gS
~< alini de liquidar contas : na lojade 4 portas S
I na ra do Queimado n. 10. '
;::.' .
1
Queimado il40.
Grande e variado sorlimcoto
DIARIO DE PERNAMBUCO -SEGUNDA FEIRA 6 DE FEVEREIRQ DE 1860.
I pechincha
sem igual.
Na ioja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senbora, o mais fino quo 6 possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato preco de 500 rs. a vara.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinlias de 20, e 40
libras ao prego do 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do llecife n. 60 primeiro andar.
Estamcnha.
Na ra do Queimado n. 17. Ioja de fazenda a
pnmeira passando a bolica, vende-so a verda-
oeira cstamenha, fazenda propria para hbitos
oos irranos da vcneravel ordem terceira de S
rrancisco.
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-sc as amostras com pciihor.
ara vi
a caxa
ra
larga
Ricos cortes do vestido do seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze pliantasia
Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
Taimas de grosdcnaples bordadas......
Chales de touquim branco bojdadlsa
30c.................
Grosdenaplc do cores de quadrinhos' co-
rado..................................
Dito de dito liso covado.........'.'.'.'.'.'.'.
Seda branca lavrada covado lgGOO a!.!.-
Crosdenaple prcto lavrado covado......
l>ito dilo liso encorpado a lg600e___
Dito dito cora 3 palmos de largura a
1SG0O e ..............................
Sarja de cores larga com 4 palmosd
largura covado a...................... 15500
oaze de sodada China de floreselistras
covado a ...........................
rollar de seda de listras gostnvo 'co-
rvado...............................t
Setim de escocia e diana do seda cvad
Uialv do flores novosdosenhos covado
Barejede sedado varias qualidades co-
vado..................
Mojo velludo de corsco'vado.'.'.'.'.'.'.'.'.!
Velbutinade todas ascoros............
Selim de todas as cores liso covado ...
lirilhantina branca muito lina a.......
Chitas francezas claras e escuras o 2C0 e
Casenura prcta fina alSiOOe..........
Taimo preto e de cor lino provade li-
mao a3500a........................
Corles de casemira de cor a 5g 0...'..'..'.
Cassas organdys de uovos desenhos
I
B

i
80$000
i<:2no
15S00
2600
2jl>0
2g500
2S500
1-3000
1*000
I5OH)
900
500
1S500
700
800
500
320
2500
7S000
TpOO
.lo Rosario armazern de louca. Dita^ncVz'aVnVuV.ofinas-a::::::::::::
>l(!rOS para CaixilllOS. Ma.nSu' v 1 1 r,! daiJl)S luilo ricos............
Wa ra larga do Rosario Ioja n. 28 Golinhas de cambraia bordadas depona
armazem de louca, mandam-se botar vi- S- til^o bordadas a 000a..........
dres pin r.;is::.R nnrtmnlaro* ^n:- <, L'ras c e,,l'emeiosdecambraiabordados
linho para se-
: 2l

C
;,
: '2 -. .S.o
- s ^
z- cz \ i :J,
e ~ = Z i = ZJ" -a
r- S '1 o = g '11
^ = v 5-3 S =
dres ca casas particulares por preco
muito comino Jo, assiin como vendem
se vidros a retalho do t&manho mais pe-
fiueijoate mais Je G palmos.
Ra daScnzala Nova n. 42
Vendo-so em casa do S. P. Jonhston ti C. va- i
quetasde lustre para carros, sellins e silbos in-J "!l0 de dito dito de la............
?loyoc psn(ta&i>Aa nn;nAM i...,.....^n.1 1. I flln Ha Hi(r\ mi.___- j t> \'
Tacas mantas pretas de
nhora ..................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..'
-halesde soda decores, pretos eroxos..
Ditos de merm bordados com franja do
seda........................ '
Ditos de dilodilo de i!!'.'.'.'.'.'.".'".....
)itos de dito liso dito de seda..........
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro o um c dous cval-
os, e reosnos d'ouro patente inalezes.
N
estampados fino lista de
bordados
mmm
Vend ile forro econmicos, de
1,0 tntendo 4 forna-
tilia cora li nha ou carvo,
upliiiia ii .i Je gastar um
' -. i di antigos, o do co/.i-
: o ..'oionoa de se-
! .... :.i pe pieno espago da
uduccao: vendem-se por pre-
lO i .. ISCO A
,0 as lujas de
o da pon-
to do Piecife, e ra d i ] leimado a. U).
ioja d)serlaii(\io,rua
../ don. 43 A.
I : im em dii I ira d I ncom- i
hapeos de castor rapadoss
s, e as formas as mais mo-
ido ao mor id >, e. por me-
i antra qualqu -r ;ia;-te, assira
i do
Dito do dilo
seda.........
Lencos de cambraia' le Viuiio'
linos....................
Ditos de aluodaodc labyrintho'!!.!
Capellas brancas para noiva............
Enfeitcs de vidnlho preto c de cores....
Aberturas para camisa de esguio de
linho............................
Ditas de dilo de algod'ao''brancas'e'do
i cores.............................
r saias balao modernas............7.'.'.'.'.
_ Chapeos francezes forma moderna......
- Uiavalqs de seda de-ponla bordadas a
velludo........
em gaiTaiaS C UieaS Car- /: Camisas fraucezas d.'o"co'r""b'r'a'n'c'a3
r.,r.1G i flnasal800e........................
luldb- E !lns ditas de fustao branco e de cor...
C. J. Asev& G. -s dl,asdcessuiao luuilfinas
7m mmm & c,
mo-
Isgciro contra I

COMPAWMIA

m
de lo diminuto pre-
nm, assim c uno I ra i iapeos do
' 1- '' lesta-
luito tinas a 20, ditas de
I; ura imbraia prcta fina
l o coi lo, e a vara a oW,a a 6)50,
i 540, de linho a l$200 a va-
INORES
r
5 b
liversos ta nanl oia cruas, por
ser Rrand porrcio, a I a I I e 2: a
' ,- is enfeil los para
bi ras porqu ilquer pi -
tojo o mais aqu se encontrar o [
e nao so deixa de vemnder.
yrazo ou a di-
nheiro.
V nde-seocc la ra da Cadeia de San-
' 7, i 5 carros e 1 rico coupe
algura : qui rn pretender, unija-se
' em tratar.
AGENTES a
J. Astley & Companhia. !
,T I
Meias de seda de peso
para senbora, brancas o pretas, e para meninas,
brancas e riscadas: vende-so na Ioja de Loiie
& Irmao na ra da Cadeia do Recife u. 48.
dornas___
Seroulasde brim de agodao o' d'e'l'iii'h'o
Migas^de casemira pretasetim 9 e....
Jilas do ditas de cores 8$ c...........
I'ita de moia casemira............
Diias de brim fino e varias qualidades
35 e Colleles de velludo, gorgurao,
r casenura c selim....................
icas do panno preto muito fino 3j
iDrccasacos e paletots ue panno preto
-? lino 245 e...........................,
j- Paletots do casemira mescluda goa'de,
velludo ......................7.......
| Ditos do alpaca preta muito finos"!!!!
;- i os da merino setim prelos e do cores
e Dilosde meiacasemira...............
Hitos de alpaca prelos e de cor forrados
i>\ os de brim branco epardo finos......
loSe hm de quadrinhos linos
3J5500 o..........................
Dito de al paca pre lo e de cores!!!!!!!!!!
Kclogios de ouro paten........tes.....
t).2jDJ!l
.'
'
Veade-se
1$000
500
1500
S
S
s
7500
78090
G-JiOOO
4J50
8000
9
icooo
s
1
6-?00O
8;500
S
S500
2-3500
8
11000
109000
4-jO
53000
4000
355000
185OOO
108000
9g000
7000
C5()
68000
5S000
3$500
$
S000e2SS00
a
;
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas o roupa de escravos, com ura pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leile & Irmao continuam a torrar na ra
da Cadeia do Rocife n. 18, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e5#, lencos >- 1 nm-
oraia donho a 3-3 a duzia, cambraias muito li-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias li-
nas para senbora a 3j.s00 a duza, ditas cruas In-
glezas para hornera e meninos, chales do meri-
no lisos a 4S500, e bordados a 6, paletots do
alpaca preta e do cores a 58, ceroulas de linho
cnJ j* ca"HSils inglezas muito superiores a
b0 a1 duza, organdys do lindos desenhos 3
1*100 a vara, corles de cassa rjiita a 33, chita
franceza a 2 0, 280, 300 e 400 rs. o eova lo, pecas
de madapolao com 30 varas a 4$S00, 5 '.
6,7 e 8g, chitas inglezas de cores lix.as a 20"rs
covado, toalhas para mesa a 3 e -i-?), cortes de
calca de brim de linho a 28, ditas de mcia caso-
mira a 28240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muilas fazendas uue se vende por
barato preco.
Vendem-se 200 peas portuguezas de 43 c
i0 brasileirasde 20-3 : na praca do Coroo Santo,
escriplorio de Manoel Ignacio de Olivcira.
Clicgut-m a Peehina
Na Ioja do Prcguif a na ra do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Clialy e merino de cores, ptimo nao s para
roupoes evestidos do monlariade Sra. como para
vestuarios de meninos a 3G0 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muito finos pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 2G0 e 280 ris o cova.lo grvalas a fantazia.o
mais moderno possivel a 1$ c 1200 cadauma, e
oulras militas fazendas, cujos precos extraor-
dinariamente baratos, satisfarao a expectativa
do comprador.
Machinas de costara
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feieoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-so a seguranza
das ir achinas e manda-
se ensillar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noilo
nesta agencia ; nicos
agentes em Pcrnambuco Rajmundo Carlos Lei-
le cV Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
admira.
sorlmento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10, ditos francezes de seda a 7>\ ditos do
castor brancos a U$, ditos de velludo a 8 o 98
ditos da lontra de todas as coros muito finos, di-
tos do palha inglezesde copa alia e baixa a 3 e
va
da ultima moda.

REL06I0S.
c Metal
w
V-
1
fe'
E-i
Saunders Brothers & C. tem para vender em
, na praca do Corpo Santo n. 11,
do ultimo gosto, recentimente
"ios, dos bem conhecidos c acreditados fa-
I. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Ra do Queimado
Ioja de 4 portas n. 10.
Anda restam.algumas fezendas para conclu-
ir a liquidacao da firma de Loite & Correia, as
- so vendem por deminuto preco, Eendoen-I
tro oulras as seguintes :
Magos de meiss cruas para homein a 18500
Ditos Je ditas decores 2JO0O
Ditos da ditas cruas muito superioros 4JO00
Ditos de ditos para senhora 35000
linos de ditas muito finas 4-^000
Corles de calca de maia casemira
Ditos do ditas de casemira d cores
Ditos de ditas de casemira preta a 58 e CvOO
Brim trancado branco de linho fino
vara
Cortes Je colele de gorgurao da se,la
Pao preto fino, prova de limao 38 e
Grvalas de seda prota e decores
Rucados francezes, lardos, cores fixes
eova "lo 200
CMias francezas largas finos covado 210
Dilas estrellas IGo
Riscados de cassa de cores lindos padroes o
superior qualidade covado 280
as de cores covaJo 2i0
Pcssas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2#000
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas peca 48000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 28000
Grodenaple preto, largo covado 18800 e 28000
Seda, e sarja lavrada US00 e 28000
Vestidos brancos bordados para Laptisado 555000
Veos bordados para chapeo 25?000
Entre meios bordados 1??600
Atlioaado adamascado largo vara 18280
Lencos de chita escuros um 100
isangas de cores pro palitos covado 200 i
V i* 'l .
Ar
2?000
5$000
18000
22000
49000
12000
Folha de cobi
amarello.
Estaiiho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade cVeruiz copal.
Folha de Fland res.
PalhmUa para marci-
neiro.
Vinhos tinos de Champa-
nhe e Mosclle.
Lonas da Russia e Brim
devela: no armazem
de C. J. Astley & C.
: rj>Tiiu6cr,> > '
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osmo-
Ihores chapes de castor.
SO.
No armazem de Adamson, Howie cv C. ra
doTiapiche n. 42, vende-se selins para hornera
a penhora, arreios prateadospara cabriole!, chi-
cotes para carro, coleiras para cavalloelc.
Botica.
r.artholomeu Tranclsco de Souza, ra larga
do Itosario n. 36, vende os seguiutes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegrlacs.
Salsaparrillia Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Rosque.
Pilulas americanas (contra febresj.
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Elliiir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalraoitfa vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Anncs defronte da
porta da alfandega.
\ende-sc em casa e Saunders Brothers &
f t., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
ndo fabricante Roskell, por preces commodos,
- e lamoem IranceUins e cadoias nara os mesaos.
B ueexceilocto eoslo.
\ca l< -se bilis recentemenle^chegados S
hapeos'de senbora para passeio) n i -
indo andar do sobrado da esquina da 'r~
,., na do Queim ido por cima da Ioja do Sr. p
--S Pr?8,ca entrada pelo beceo do Peixe SS
luto n. 1
Sementes*dehortalice.
Sementes de horlalice de todas as qualidades
V':,r's, ;,:'; v\ ~"" rendem-so na ru
Satos ,a *'l0a de errSens de viJdl &

iNovos medicamentos ho-|
enviados!
4$
Jendc-se urna preta crioula muito moca, de
esvelta figura, com urna filha de 4 annos', sabe
perieilamente engoinmar e cozinhar, o propria
Pj^casadelialameuto: no largo da Assem-
Relogios de ouroe prata, cobertosedescober-
tos patente inglez, os melhores que existera no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
presos razoaveis : no escriplorio do agente Oli-
vcira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
coberlos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
l" u S fi .'.'"irao PaSuete inglez : em casa de
Southall Jlellors & .
Attenco.
Vendem se caitas com velas de cspermacele a
6i0 a libra, a retalho a 080, arroz a 2550 a ar-
loba, e a lO rs. a libra, cbourb-as a 720 a libra,
manteiga ingleza a 960. dita frariceza a 00, fras-
cos de conserva a 720, queijos a 28: por baixo do
sobrado n. 16 com oitao para a ra da Floren-
lina.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Cocos italianos
de folha do landres, muito hem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e i.s urna duzia : na ra Direita n. 47.
Ioja de unileiro.
Alenlo.
Vende-se farelo de Lisboa em saceos de 96 li-
bras, pelo barato proco de 63 o sacco, niilho a
;>,>o00 o sacco, arroz de casca em saceos, dito do
Maranliao, caf do Rio, feijao mulatinho, gomma
(lo Aracaly a 2$500 a arroba, courinhos de ca-
bra, esteiras de palha de carnauba, vassouras
dem, batatas a 2300 a arroba, muito novas,
figos muito frescaes a 1600, passa a CU) u libra,
doce de goiaba, velas de carnauba, dilas de es-
permaceti; todos estes gneros vendem-se por
menos preco que em oulra qualquer parte : no
aruiazem da ra do Rangel n. 62.
Para os folgasocs do Car-
Na Ioja do Figueiredo & [rmao, na ra da Ca-
a> i n ao A, vendem-se paletots dc alpaca pre-
los e de cores a 2^500, ditos de brim a I
portes de collcle do velludo preto borda
OpO, chapeos dc feltro finos a 3c500, C( i
f"aycom2i c.....losa 22 challj ondeado dc
todas as cores a 70 rs. o tovadn, dito lavrado
nos a 15 ,, covado. las de qua-
drinhos propnas para vesli lo a 9i i rs. o covado
cassa preta muito lina propria para luto a 6 I rs.
a \ara, chitas escuras de cores fixas com peque-
o loque de mofo a 10 rs.o covado ; assim co-
mo oulras muilas fazendas que se vendem por
Daratissimo preco.
Vende-seo deposito da ra do Arago n
10 : a tratar no mesmo.
Vende-se um oscravo crioulo.de idadeSj
'"nos, pouco mais ou menos, bouilo figura -- m
vicio nenhum : na ra da Praian. 7. '
Vende-se 1 preta perita cozinheirae2 prc-
i os, u m muito bom oleiro, tambera faz formas
para engeiiho, carreiro c trabalha de pedreiro
'' carapiua ; outro bom trabalhador de enxada, c
ambos proprios para algum senhor de engonho :
em Santo Amaro, passando a rondiro do Sr.
Marr,juntoacs psde arvores, atas"8 horas da
"".;a.e das i da larde em diante, ou fallar no
trapiche Barbosa com Domingos Jos da Costa
f.-> ai' j """ ,'V,------~" ~i'" ^ "uiau a o u. '-"Uimaracs.
a-,7,i ~ M lro- um sortimcnlo completo, dc
2SM0 ajUBM, ditos do Chile de 350o! 5, 6, 8, --'~^ -^
&
(\ m ni i- V *-""" <-vuw, u, u, o,
J, iu e i5, ditos de seda para senhora, dosmais
medernos, a \i$, chapelinas com vosdo ulii-
mo gosto a 15J, enfeitcs finissimos jura cabeca
a 4j;00 e 69, chapeos dc palha escura, massa e
seda, muito proprios para as meninas de escola
sendo os seus procos muito emeonta, ditos para
baptisado de meninos e passtios dos nicsmos
leudo diversas qualiu'ades para escolher, bonets
de galao, dilos de marro juim, ditos dc vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol dc seda para me-
ninos de_ escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; bnalmcntc oulros muilosobjcctos que se-
na enfadonho mencionar, e todo se ven de mui-
to emeonta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda carao convencidos da verdade : na bem
conhecida Ioja de chapeos da ra Direita u. 61
de Rento de Barros Feij,
Tachas para cagciiho
Fundi^o dc ferro e hronze
Francisco Anlouio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se fazo concerla-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como Latido.
SISTEMA IEMC0 DE HOLLOWAY.
PILULAS IIOLLWOYA.
EsteInestimavelespecifico, comporlo i:.'
mi ote de hen as medicinaos, nao ccnlm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecleria. Be-
nigno a mais lenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguio para
desarreigar o mal na compleico mais robusta
e inteiramente innocente em sas operaces i f-
teilos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e leazos
que sejam.
Entre milhares dc pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estaram as portas da
, preservando en; seu uso: conseguirn]
recobrar a saude e torcas, depois de haver testa-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais afilie I as nao devera entregar-se a de-
sesperacao; fagam um competente ensai
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
esrecuperaro o beneficio da saude.
No se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto .
Alporcas.
Ampo las.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
Coavulses.
Debilidado ou exter.ua-
co.
Debilidttde ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Emaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas,
Febreto inteniitente.
Fazendas por presos ba-
ralissimos.
-i'aSiSasat'f "***
Lencos de cambraia lisa niuio fina, du-
71;' 1*800
Ditos de cassa brancos e do coro? du/ia 1
Cambraias de cores de diversos' gosios
covado ,q
Chitas francezas de lindos padrdes co-
vado a 290 c 30Q
Chales dc merino lisos cora franjas dc
retroz, um fi^Wl
Ditos de dito bordados dc velludo, utn
Ditos dc dito com palmas de seda, um
Alpaca de seda de quadros, ro\
Meias muilo finas para senhora, duzia
Ditas dilas para dita, duzia
Ditas dilas para dita, dozia
neias casemiras de quadrinhos, covado
Ditas dilas escuras com duas lar
covado i
Cortes dedila muito fina
Dilos dc dita prcla bord:
Brim branco de linho lino, vara
Dilo dito dito, vara i i
Dito dito dito, vara i
Dito dilo dito, vara ijjofw
e oulras muilas fazend.is que se rendero i
tade do comprador.
Palitos de Brim :W)0
Na ra do Queimado n. 19. eso-se acaban-
do Palitos de Brim a 3000
Gobcrlas de chila
a 2000.
Ra do Queimado n. 19.
k im de lazeuilas
Ru do Queimado n. 10.
Saias bordadas a 3200
Corle de riscado francez 13 covados a 2500
Chapeos emfeitados para mei
Cinta a 1G0 covado
Pegas de chita miudinba fina com 38"cc
a jOtO
Crambraia miudnha a 500 a vara.
D't 400 vara.
Chales escuros para ir o banho I 00
Chitas francezas muito
ras a 2i0 covado.
Um completo sorlimento de nu lape!
A- 2000 a duzia
Lencos de cambraia para aigibeira a 2,000 I
zia ra do (JueimaJo n. 19.
Corles deeaibraia prclas
Ka ra do Queimado n. 19.
; GROTIEYAWAD6 S0RTIREM0
DI
:Ko!sasp feifas e fazendas
DE
s&Basos
meopalhicos
da Europa pelo Sr. Dr.l
Sabino O. L.Pinho.
u
a-
Gotta.
Hemorrhoi !:;-.
Hy drope sia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammages.
Ir r eg u aridades
menstrua- ;o.
Lombrigas de toda cs-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Ob3truccao dc fi ntre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Relengo de ourina.
Rheumatismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Gama ro da ba-visla hoje ra
Iinperatriz n. G0.
Vendem lindissimos chamalotcs do aliodao
a mitacao de seda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por prego baralissimo que facilita faser-
ceura rico vesluario gastando muito pouco di-
nlieiro da-se as mostras com pinhor.
Vendem-se estas pilulas no estabeecimento
geral dc Londres n. 221, cStrand, c na Ioja de
lodos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.Havana e Ilespanha.
Vendem-se asbocciiduas a 800 rs. cada urna
dolas, conten urna instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz u. 22, em l'ei"-
nambuco.
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quacs existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do cxcellente carreja ment ebe-
fjado ltimamente de Montevideo: os
pretcrdenlcs dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, dc Flix da Cunia
Teixeira.
Taclias e moendas
Braga-Silva A C, tem sempre no seu deposito
da ra da Mocda n. 3 A, um grande lortimenlo
de tachase moendas para engenho, do muito
acrediado fabricante LJwin Maw : a tratar to
mesmo deposito cu aa raa do Erapiche a 41.
'o
..-.'
- -^i
*
X bics medicamentos preparados c=pe- %P
j cibante segundo as necesidades da M
X homcopathia no Brasil, vendem-se pe
j precos conhecidos na botica centra! ho-
meopathica, ra de Santo Amaro Mundo '
g Novo) n. 0.
mm LOW-MOW,
Ra da Senzala Yova n. 42.
Neste estabeecimento continua a haver um!
comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado, de ludes os lmannos
para dto.

T"- *" .--".-/**"^ WtfX >*-.------
\ endem-sc fazondas por barato HM
!' -.-o e algumas por menos de seu B
valur para acabar, era peca o a rea- s
Hi.i: na ruado Oueimado" Ioja de 4
S portas n. 10.
":;;*
.....
Chapeos prelos.
Na ra do Queimado
numero 19.
Chapeos prelos de primeira qualidade, e de
lrma elegaute a 10 cada um.
Nova mvefiid aperfei-
Coaiia,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ruada Cadeia do re-
cito n. 48, Ioja de Leile ^ Irmao.
Bisa do Oeimado n. 37.
A 303 cortesde vestidos de seda qoecustaram
609; a 16>cortes de vestidos de phanlasia que
custaram301; a 8i chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
pre lo,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recife n. 48, Io-
ja de Leite & Irmao.
Enfeitcs de vidnlho e de retroz a 43 cada
um : na ra do Queimado c.37, Ioja de 4 porta'.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Trautnann de Hamburgo.
Na ra do Qucii
do n. 40.
Ricas sobrecasacas de pai
c de cores -
paletots dos mesmos pai
palciols de casemira de cores dc n
bom gosto e linos a I2j, 1 f$, \C, iv
panno prelo para menino a !-
-uf> dl'os dl-' casemira de cores a 8$ e In-
caicas de casemira de cores e pretos eion-
te para meninos a 7>, 8?, !- 1 -
12, colleles de gorgurao de da e i
mira a 5fl, 0$ e 7$, paletolsde alp
I sde cores saceos a
a Oef>S, dilos de brim, de g de
fuslao tanto brancos como d
45500, 5j et;.,-, calcas de brins
to linos a 5, 6-> e 75, collel,is
cores a 3J e 3*500, camisas para
dedivt isas qualidades, cabs
cores linas a 39500, 4J e 5?, um rico -
ment de vestidos dc cambraia brai
bordados do melhor gosto que tem ai
recido a 25?, manteletes de Ql preto e de
cor muito superior gosto c muito mo..'
a 203 cada'ume ir. ricos casav
cambraia bordados para menino a IO
ra senhora a 15g, ricos
troco de velludo gosto melhor rn,
103 e 12?, e oulras mu
9 e roupas feitas que com a ,
do fregu/, se far patente.
Casacas para a qaarcsoia.
Ncsle mesmo eslabelecimento 1.a um
: grande sorlimento de casaras pretas,
! Sim como man Ja-se fazer por mi lidj i i
: tade do freguez, escolhendo os mes
: pannos a seu gosto sendo os precos a 3>
i e 40^.
Camisas inglezas
: No mesmo estabelccimciiio araba de che- ;
\ gar um grande sorlimento das ver,:
camisas inglezas i de linho cem pr. .
; largas, ultima mola, por ter-8fl mu
1 quantidade delerminou-se a vender
.; menos do valor sendo a duzia i
n ^^ -- ~ .- _.
JOIAS.
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso & limaos.
Fariha dc mandioca
nos armazens de Tasso & IrmSos.
Miio
nos arxazeas do Ta:-;o Irmlos.
Os abaixo assignados, establecidos na ru
Cabug cora lejas de ourives ns. 0 e 11, i,
publico queleem recebido de novo os m
los sorlimeutos de obras de ouro, vendem
precus mais em conla que possivel, e pa>~'
contas com reribos garantindo a quaiidade d'
ouro, pelo qual ficam responsaveis : recebem c
commendas, e conceriam qualquer obra de
com asseio e promptidao.
^_*____ Scra/ Vende-se
Estopa,
1 Lona
Camisas inglezas finas.
No armazem deArkwright & C. 9
ra da Cruz n. Gi.
IEHI-SS
vinho do Torto, do mais superior, engarrafa I .
lito champagne, dem, dito muscatel, idea
armazem de Barroca Al Medeiros, ra da Cadeia
do Itecife n. 4.
Ra do Codorniz n. 8.
Batatas novas em gigos dc 40 libras a 1
feijao mulatinho, saceos grandes, 125. e o'.i -
gneros mais baratos do que em outra qual
rarte.
Carne de varea salgada, em larris I
libras : em cas?, de Tas Iruv.-j.


DIARIO DE PRNAMBCO. SEGUNDA FERA 6 DE FEVEREmO bE 1860.
(1)
DE
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de salmo.
1.
Relogios.
Vendc-se cm casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n, 3, ura bello sortimento de relogios
de ouro, palente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes do Liverpool ; tarabem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
DE
Ayso.
Sil grande I Farinha a 6:000
*-y rs. a fiarra o nlnnoirr vnn^n_cr nn fnrtn
Sebasao J.da Silva dirigida porManoel Carneiro Leal.
Ncste estabclccimcnlo ha scropre promptos alambifues de cobre de diferentes dimenroes
(de 300 a 3:0009] simples c dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios eonlnos
para resillar c destilar espirilos com gradusco al 40 graos (pela graduaeao de Sellen Carticr] dos
melhores syslomas boje approvados e cor-.hecidos nesta c oulras provincias do imporio, bombas
de tedas as dimenroes, asperantes e de repucho tanto de cobre como de bronze c ferio, lornolras
de bronze do iodas as dimoncoes e feivios para alambiques, tanques etc., parausos de bronze e
ferro para rodas d'agua.portas para foruallias ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de lodrs
as dimencocs para encmenlos, camas-de ferro com armacao e sem ella, fugues de ferro potaveis c
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, eccos
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lcneol cb.rra, zinco cm lcneol e barra, lsnces e
arroellss de cobre, iences de ferro o latao,ferro suecia inglez de todas as dimnses, safras, Cornos
e folies para forreiros etc., c outros mullos arligos par menos preco do que cm outra qualquer
parle, descniponhai.do-se toda e qualquer cncommenda com presteza c perfeicao j conhecida
e para commodiJado dos fregjezos que se dignarem uonrarera-nos com a sua confianca, acha-
ra o na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa hebiltlada para tomar nota das encommendas.
Roupa feila, chapeos e calcado para
se vestir um hornera dos ps cabera :
na loja de Nabuco & C. na ra Nova u. 2,
atrazda matriz.
No dia 26 de Janeiro correnta ftrgi
de Uanoei Antonio dosl'assos Oliveira, res
nos Apipueot, o seu escravo Manoel, cnoulo,
rs. a sacca de nlquciro : vende-sc no forte do viudo do HaranhSo para esta provincia, a
Mallos, armazem de Hemelerio, Irmo & C, foi vendido pelos Srs. Adriano i Castro, o
confronte ao trapiche do algodo n. 18. tem os signaes seguales : alto, i i, i
Vende-se niel para embarque : no caes do lcm muas manas de bexigas, falla muilo [au-
llamos n. 6. sadamenlc, c c cozinheiro, representa i r d\ -' i
<-,- a 22 annos de idade : roga-se is autoridades po-
da travesea de ir.' Pedro no&gmmwZ'im msm&&m&&t iciac-s- ped,cslics ? ca^cs dc a -
k I n I r\ (- nensao do dito moieqii'', t -
filia (!o Cabula n. 8,
fabrica de tamancos da
ra Direita, esquina
numero 16,
ha etTeclivamente um grande sortimenlo de ta-
mancos de todas a* qualidades, lano a retalho,
como era pequeas e grandes porcocs ; a esta-
cao invernosa est prxima, e ncste estabeleci- \
Bra S SS mv raenlo acharao continuadamente de ura a mil,
', pares de tamancos seniprc promptos para qual-
\ quer cncommeuda, por procos commodos.

REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
PELOS sus.
D. Antoaw da Costa A. F. de r.astUhoA. GilAlejandre lien-ulanoA. G. RamosA. Caima-
nesA. de LircaA.de Oliveira MarrccaAlvos BranooA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarrarosCarlos Josa CaldeiraE. Pinto da Silva" e Cunia F.
Gomes de AmoriraF. M. Bordado S. A. de Freitns OiiveiraJ. A Maia J. A. Marines__i. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel Collaco.!. E. de Magalhaes Coulinho__1. G. Lobato
PiresJ. II. da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos alaria
Latino CoelhcJulio Mximo de Oliveira l'imentclJ. Podro do ScuzaJ. S. da Silva Ferraz__
Jos de TorresJ. X. S. da HoltaLeandro Jos da CostaLuis Filippe LeiloLtnz Jos de
Ciedla L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Ferrar.Vkntim Jos da Silveirs
Li pesXisto Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de CamillaI. F. Silvcira da MollaRodrigo Pagaa'me.
Destinado a resumir todas as semanas o moviracnlo jornalistico c a olTereccr eos lcitorcs, con-
juntamente com a revista do que mais notavel bouver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos originaos subre qualquer destes assumplos, o crchivo iNirrasu.
i Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, tem salisfei'.o aus seus Qns, com a maior
iJao o regularidadc.
REMEDIO INCONIPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as nacoes po-
dom Icslemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar era caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lera seu corpo c mem-
bros inteiraraenle saos depois de liarer emprega-
do inuiilmeute outros tralamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas .
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara'.
todos os das ha muilos annos ; e a maior parle |
dellassiio lo sor prndenles que raejiuipe so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de se\is
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viara soffrer i! Nesie Drf'hante e novo cstabelecimento ha pa-
amputacol Helias ha muilasque havendo dei- : vcnder mmensas qualidades de doces secco
iado esses asylos de paderimentos, para seno e de calda. para Ierra c exporlacao, preparado
submetterem essa operacao dolorosa forara por um novo methodq, bem como caj nteiro,
curadas completamente, mediante o uso desse
preciqsoremedio. Algumas das tacs pessoas na
enfuso de sou recouhecimento declararam es
les resultados benficos diantc do lord correge-
dor e oulros magistrados, alim de mais auleuti-
carem sua lirmativa.
NingHcm desesperada do oslsdo de sar.de "se
livesse bastante confianea para ensaiar este rc-
medk constanlemeule seguindo algum tompo o
mentratato que necessitasse a natureza do mal
Nova confeitaria.
Ncste novo eslabelecimcnlo enconlraro as
pessoas de4)om goslo os melhores doces seceos
de calda, grande sortimenlo de paslilhas, as mi-
mosas cocadas nunca vistas nesla provincia, as
amendoas de cliicole3 e torradas, aprcciavel or-
llala ; na mesraa preparam-se bandejas com
melhor gosto : na ra da Sanzala-Nova n. 30.
Nova confeitaria.
-'i
si
-
37
desde
exacl
Publicare tedas as segundas foiras em foHias de 16 paginas, e completa ledos os semestres
um voluma de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigua-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, e na rus Nova n. 8.
b-ase^ da as$'s"alura : Fclos Pauctes a "Por 10S2U0 por ai:::o ; por navio de vela 8 moeda
Ha algumas collc:coes desde o cometo da publicaco do jornal.
laranja c abacaxi em latas lacradas, como as que ,
vem da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
Eua do Quenado
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo '
sorlimento de obras fritas, como sejara : pal-
^^^^^r^^cC^-: SltS dC PT ^ dC ^& al 28S, sobrecasacas !
Que ludo cura. *"u,tt llu-uu,*ia\i.imt.nie de^pauuo fino prclo e de cores muito superan es
O ungente Itc til, mais particu-
lac-iucatc emjs seguines easos.

Scus proprioir.rios cTerccem a seus n:;r.crosos frvgue~?s e ao publico em ger-.l toda e
qualquer obra natrafactarada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
indos os lmannos, rodas d'agua para engenhes todas de ferro ou para cabos de madeira, moen-
aase ni :as moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os lamanhos, guindastes guin-
Chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes c boceas para fornalha, machinas para arcassai man-
(imca e para desean jar algodo, prenas para mandioca e cloo de ricini, portos gradara co-
umnas e momhos de vento, arados, cultiva ioies, pontes, "aldeiras e tancu.'s, boias, alva eneas
ptese tedas as obras de machinismo. Executa-se qualqoer obra soja qual fr sua naareza pelos
aesenho ou moldes que para tal fim forera apresentados. Reeebem-se encommendas ncste esta-
bejecimenlona ruado Brum n. 28 A c na ra do Collegio hoie do Imperadorn... raoradia do cai-
xciro oo estabelecimento Jos Joaquiui da Cos'.a Pereira, com quera os pretendentes se nodep-
er para qualquer obre. '
^iaL>"
Clnlea por ambos os systemas.
Alporcas.
Gaimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cobeca. .
das costal.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em ge ral.
Ritas do cnus.
Erupocs e escorbti-
cas.
Fstula no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frierras.
Gengivas escaldadas.
InchacGes
Inflr.mmaco dofigado
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Hales das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos,
Pulmes.
Qucimadelas.
Sarna
Supurarnos pulridas.
Tinha, em qualquer jar-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das articular&cs.
I a 35J, um completo sortimenlo de palelols de ^&
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman- i*>
le, que se vendem por proco commodo, cerou- ?
*^* Para a quaresma.
Grande e variado sor-
nicnto de fazendas
linas e grossas, de lodas
as qualidades c
preco commodos.
lloupas feitas francezas
c finas perfumaras.
NA LOJA
I)L
Almoida & Burgos.
Ricos corles de vestido preto
do seda bordados, com duas
e tres saias, em grandes car-
tees, pelo baratsimo preco
de 70 c 00
Veos prutos de fil de linho a 105000
Ditos ditos para rhapelinasa 1280
Grosdenaples prclo, o covado a 2>OJ ;
Dito dito superior de duus lar-
guras, o covado a
Setim preto de Maco a
Dito preto de boa qualiJade a
Dito prelo muilo supciior a
Cortes de coleles de gorguro
preto bordados a [g
Dilos de selira de Maco, borda-
dos a
Cabug/i, loja n. 12, ou nos Api pocos.
No da 2'J de Janeiro do
prelo Justino, crioulo, pode ter do id
annos, corpo regular, levou lo smenl
las o um panno amarrado na
renla!,pois eslava trabalhando na r*
ra Imperial, perli di i a lose 1 de I
morador na ru i Dii ;It, reco i e a poli-
ca, aos D ; campo e aos; d<> o
capturar e l< var ao ateo do Carmo a .'
s da Cesta procurador o dil i i...
ficara.
Desappareci u da casa de
I cabra de nome Antonio, idado de i I
nos, cr ni i s signaos guinl a :
' do coi | o, lendo na ;
' s, molivi io de um fot mgui iro ; Ii rou >
'calca c camisa de algodo azul quem o
. der o levar .'i rasa de seu sonhor, na ra Di
2B n 6, ser bem recompensa lo
de Maoei'i ao an
I i ineiro o cabra inaclelo, :

35500
28 00
3-200
5;000
->
i
las "de linho de diversos'lamanhos, camisas 18 y,iJ|udl?Pre,o,OCOV!,,,o''-f800ca
francezas de linho c de panninho de 2g at 5$ { eIb""
cada urna, chapeos frante/.es para hornera a 85, (
dilos muito superiores a 10J>, ditos avelludados,
.copa alta a 13$, ditos copa baixa a 10;}, cha-
pcos de IcWro para homcm de 4?, 5-3 e at 7$
i cada um, dilos de seda c de palha enfeitados pa- ^
ra meninas a IOS, ditos de palha para senhora a i |g|
: 12$, chapcliuhas de velludo ricamente enfeila-jji
I das a 2og, ditas de palha de Italia muilo linas n '^?
25$, corles de vestido Je seda em carlao de 40$ j st
al 150$, ditos de phantasia de 16* al35$0OO, 1 &
goliinhas de cambraia de l-J at 5#, manguitos 9jt
de l$500at5v}, orgaudys escuras e claras a S
JD mvas prelas de seda a i$ o
^ Ueias de seda nota para senho-
5 ra a
t| Dilas de s^da prela para homcm a
5 Ditas de algodo, trelas a
^ Lencos de seda de gorguro pre-
to muito superior, meios len-
cos a
Grvalas de seda prela a
Enfeites finos de vidrilho prelos,
para cabeca de senhora a
Casemiras pretasi o covado a 2$,
2$2 0, 3-20O, 3520, 4 e a
f,-. 100
ir-2 l
12U0
3000
3g2O0
&400
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores *q
c padres novos a 720 a vara, casemiras de cor- I P Pa"i, 1-'noJ">:1?- .coS*o. ?. --
2$000
1^500
jOOO
49500
1
tes para colletes, paletolse calcas de 3;500 al
4$ o covado, panno fino preto o ccorcsdc ?$50O I "^ r 0;>V
al IOS o covado, cortes de col'.cte de vellu do l M Lam,u'
Veas torcidas ou noda- muilo superiores a9e 12$, ditos de gorguro M ,
das naspernas. e de fusta o brancos de cores, ludo por preco '=
Vende-se este unr-uento no estabecimer.to barata, atoalhado de algodo a 1$280 a
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de : cortes de casemiras de cores de 5 al &3, gresde-
tedos os boticarios droguistas e outras pessoas naplcs de cores c prctos de 1$600 al 3j2<)0
fr$O0O
UCOO
C;000
40;000
facer uso deste ungento.
O deposito garal em rasa do Sr. Soum,
paarmaceutico, na ra da Crun. 22, cm Per-
nambuco.
Grande sorimcao de fa-
zcEtlas prelas para
2.38&O, 3;C00, 4-000, 55O,
5-3000, OcOOO, 0-500 a
has de cambraia para sc-
nhoras a
Manguitos e golas de fil de li-
nho a 5J0O0 e a
Manteletes riquissimos de gros-
denaples prelo de 303, 35? a
h apeos finos de massa, franec-
zes, dos mais modernos a Sj e 10$000
Alpaca prela de diversos procos, easa-
r. cas, cateas, paletos c colotes prelos de
mem, fazenda muito superior, de 12 al 20jJ a H uivcrsss q^idades e prejos.
I ..jUO, barege de seda para vestidos, covado a | Vende-se ama rica toalha de lahyrinlho, to-
, 5400, jie complete sorlimento de colletes de da abena de esfrcllas, propria para hnplisado,
gorguro, casemira prela lisa e bordada, c de ; por preco m t isa commodo : na taberna da ra
usto decores, os cuaes se vendem por barato das Cruz
preco, velludo de cares 11 7J> o covado,
aunes, pouco mais ou menos, com oss -
inles : baixo, grosso do corpo, n
i ba, bocea gran le, olhos 1 1
carapinhados e um pouco ruiros, 1 1
:Vi olhsudo para o chao ; lem um signal de <>|
no nariz, no pseos 1 a pi iz do
faca, c urna nutra naa
pollegar da m5o direita alejado i!'1 um
ps pe penos e chati i i mu '1 fw 11
quer [ara es si lo cani| quer pai 1 1
montara : o mesi 1 1 |
amarello por ter le ha poui
Foi comprado na Cruz de Sr. J
quim Pinto, eei cuja casa i ci lo, c hnje
lenco ao rapilao Manoel l'inl > de Arai
rador na villa de S. Miguel, na provincia
Alagoas. Sup|;" |
ruai ii, en le lera manos : qu
em Pernambuco em casa da lo
11 rrSo, ra do Crespo, em 5. Miguel ao s<
nhor, ou em y tci i<5 cm ca;
do, sei bem recompensado. Hacei I. '
vereiro de 1860.U ti i .'
reir.
Dcsappareccii na noil do d 7 :
crrante iie s. Jos do Manguiuho,
Teixeira Bastes, o escravo cri
nedicto ; rc| rsenla 23 a S6 ani -
co nnis'"i menos, sem barba, altura reg
corpo igualmente regular c bem feite,
pa, constando de calcas de casimii .
panno lino azul, camisas hrsi i
ganga e de brim trancado branco,el
do feltro escuro, e una r le,
cuido por una mulher forra, 1
Candida,'que consta ser natu
cabello amarrado. O es 1 ualuraldi
gipe, aonde lem :ii, hojeforra,
Roga-se a quem o \ reh ;nd< r d
Manguinho em 1 1
cidade em casa de Bastos i Lemos.rua i
chen.17.que ser geoerosami


i
o covauo, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, mc;i:; al-
cochoaCo proprio para pale'.ots e colletes a '5500
o covado, banda para armacao de cabello a
1-350O, caceos de
gem, c um gra
Efcrayos fgidos.
Molcquc Fgido.
100$000 legr tijrro.
Roga-se aos capites dd campos, e a I
:.': qualquer auloridade a appichencio de om 1
ile neme Mar.oc!, crioul id >ds 12 ao
pouco mais ou menos, o qual futi da cas
abaixo assignado no dia 30 de outubro do
rente anno, levando calca de eor, carniza 1
lll C r
le tapete e d< marroquim para via- ."" lu810 no*la co "ovemuro u-
nde sortimenlo de maces e malas i :;"|10 P*88?**"8 ef?ra'in ,'l>llI'P1'. ue
Fugio no'ia 7 de novembro do anno
na o
Grosdenaples preto a 1700 rs. ocavado.dite a
1800, dito* 2s000, dito largo o S$200, dito a
294OO, dito c2.?G0O, dito mais superior a 2$00,1
seda prela lavrada superior a 2jCG0 o covade, di-
la muilo larga a 3$200 o covado, ckamalote pre-
te largo a y. 200 o covado, dito largo muile su-I
perior a 18600 o dito, sarja prelado seda a SfOOO
o dito, dlia hespanhola muilo superior a 3000'
o dte, selim prelo a 3fl000 o dito, dito Maco
muito superior a $, cortes de seda
de pregara, que ludo se vendo ventado dos
freguezes, e ou'.ras multes fazendas que nao
possivcl aqui mencionar, porcm con a vista dot
compradores se moslraro.
Cora (oque de aiaria
1:800
Corles de vestido de chita roche fina a 1:800
leamos de carr.braia brancos a 2:000 2:5C0 35^
a di:., i a ditos com 4
. prelos para L4;OO0
vestido com babados a 503 o corle, dilos de duas L ,
saias superiores a 70$, ditos muito superiores a, me:0 Por 5:000 cousa rara no Arma-
908, ditos bordados a velludo a ICO}, ditos muito zem de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
superiores a2u0 rnaatas prelas de fil a 10* Irmuos. ra da Impsratriz n. 10.
cada urna, ditas a 12$, dilas raui'.o superiores a
1U, los pelos a 7$, patio prelo a 33 o cevado I
dUo a ;550C. dilo a 4, dito a 5, dito a C, dito 1
a /, dito a 8$, dito a 10$ c 12-3, casemira prct-i I
Vinho do Porto;
pro-
An-
gola, "de idade 45 a 50 annos, com es signaes
seguinles : um tanto baixo do corpo, cor fula,
testa carregada, olhos pequeos, cara larga, sem
barba, falla fina c a voz sem pre baixa, bocea
larga, com alguns cabellos brancos pelas fuios,
parecendo ser muilo mancinho, porm muilo
vclhaco e mellido a curador de emposlurias, de
bom corpo, pomas om lano finas, segundo o
mesmo corpo, cujo escravo de Antonio San-
tiagoPereira da Costa, proptielario do engenho
Previdencia, na freguezia de Agua Prela quem
o pegar ou t'isser onde do corlo est ser bem
palmos por ca;!a face; recompensado.
de gratiicacao.
Anda contina ausente o preto Nicolao, cscra-
.0 do Francisco Antonio Cabral de Mello, pro-
2005
chapeo de palha oleado c c maior sig
de asthma e a pouco estere doente de 1 a
[ descoi.fia-se queesleja acollado por ilgum 1
talliao, que se queira sproveitar de sua pequea
' ila.le p?ra o sednzir, desde j protesta o n
abaiv.o assignado Je cahir gol re dito lar
iodo o rigor da lei, egratilica da maieira cima,
aqutlle qae Ihe der noticia certa, e paca
despeza que se fizer crm o mesmo para
se effectuar dita aprel ensao, lerando raa !\. .
iB. 21. Francisco Jos Getmano.
Ausenlou-se no dia 30 de j
passado a escrava cabra, d>- .
os signai idade 50 ann< -
mais ou nn iius, talla de denl
anda cerno
os lornozellos 1 ncha ; .
co acaben de :ir tratada, nfl l< n
cOr ; roga-
: depois de 4
hor.is,
outras /
O Dr. Lobo Moscoso di. consullas todos os dias pela ma^a e de tarde A
Aessa loja e na casa do aannnciante achar-ee-ha consianlement
menl palhicos ja bem conhecdos e pelos precoYseguinles
tubos grandes, .......... lo$000
.............2
............. 23JOO0
alSGO,2.3, 25500. 35 "c 3$500 o oTado.^lte rafadS 1L^rS?m,.2?t do Por,;) cnSar- nho,'e tem os signaos seguinles: callo, cheio
muilo lina a $, chapeos prelos de seda, ditos de do no araa/em de fi,o.^itei;" 'Tm~ ? fT* ro'.'resc,lla ,,cr '1 ailll0S dc iJad('. '
castor para hornera, e outras muitas fazendas ra da CiTn 42 Home&C, na tem alguns signaes de casi.
prelas de geste, por preros mais baratos do que !
r>. y. de Jos Moreira Lopes. 1 n. 38
pitaes de campo e 11 di. ln 9 a a| 1
pnetario do engenho Tabocas da freguezia de N. : referida escrava, e leTa-lj
S. da Luz. Este prelo um dos cinco que era IJoao Fcrnandes Vieira, -'lio <
arco do anno passado fugiram daquelle enge- que com gen. rasidadeserao
Vende-se superior linha de algodo, bran-
C, ra do Torres
e es melhores rctdica-
Iiitesde 24 dilos.
Dilos do 36 ailos. .
Hilo de 48 ditos. ....'. .......
Ditos de 60 ditos. ....'.',.......
Tubos avulsos cada um. .' .".'*' "
Frascos de linduras...............
Manual de medicina homeopathic plok.'jahr'lra'duzido
en portuguezcoin o diccionario dos termos de medi-
cina.cirurgia ele. etc. ,
Medicina domestica do Dr. Ilering, cora diccionario.' .' .'
Repertorio do Dr. Mello Muraos
O.;000
2$ 100
20*000
ogooo
6$000
o as cosas, leudo
tambera alguns principios do oflicio de carapina;
consta ter sido ^sto :o uricury, inculcando ser
forro : quem o apprehcnder e entregar no citado
engenho a seu senhor, ou no Recife a Manoel
Antonio Gonealves. ser gratificado com 2009.
No dia 30 de Janeiro fugio o es
lo di' nome Antonio, qui ola ter d
4o annos de idade, li rou ....
azul e camisa d o da Babia,qu
bola o p din ito para fra, c muito coi
historias: quem o | -o casan 15,
fenle da igreja do Cor] 1 San) [ue sei
rosamente n compensado.
aJu^fcaa^=ajx...r^x>gtgcj hmh
Dos premios da segunda parte da quarta lotera a beneficio do Gymnasio Pcrnambucano,
______^^ extrahida em 4 de Fevereiro de 1800.
m. PREMS.
nienl menteEtSf "toMecimento que pelos novos mellioramentos
modi.l dopvfar-sc-^0. ,ar"bcm do 1 de novembro em vante,
Vaios ^Hi0u.ddeefccOOmiado PubIlC0 do quera os proprielarios esperara a rerauneraco de
lautos sacrificios.
Asignatur. de banhosfrios para urna pessoa por mez.....
,.;.. a. i momos, de choque ou chuviscos por mez
Series de eartoea e banhos avulsos aos oreos annunciados.
feitos acha-se convo-
co tratos mensaes para
10$00O
lcOO
\ onde-sc nn casa de Arkuright & C., ra da
Eruz, armazera n. 61, relogios do fabricante Hi-
qnnury, sendo que pelo seu perfeilo machinismo
poae-se usar com cobcrla ou sera ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingiezes, de pa-
.ente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadea do Recife n. 36
Espirito de vinJio com M
graos.
V..nde-se espirito de vinho verdadeirocom
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larga do Rosario n. 36.
Venda.
Vcndem-se os seguinles trastes : 1 rica cama
franteza com a copula forrada, el rico cortina lo
de tarlalana lavrada com lacos de fita por 150j}
tudo, 1 comino la grande por 70$, 1 toucador de
Jacaranda por 12$, e 1 cabido por 12$, ludo obra
moderna : na ra estrella do Rosario, loja de
marcinciria do Sr. Theodoro Bcnzcn.
Vendem-se novilh js e vaccas solleiras e pa-
ridas, sendo todas do pasto, muito gordas c de
boa raga para leile : na estrada do Dellem, sitio
da Tone, das 5 s 8 horas da manha, e das 5 s
6 da tarde.
Vende-se urna cadeirinha cm bom eslado,
na ra da Aurora u. 40, e na inetma casa aluga-
se a loja; a Iralar na ra do Cabug, loja d. 9
Algodo ioasro.
AGOO rs.avara.
N'o armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de 600 rs. a vara ; este algodo serve
p^ra loalhasde mesa por sur de superior quali-
dade.
Em casa de Ilenry Forstcr & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arrelos americanos.
P.ombas americanas.
Fogocs americanos.
Arados a 30$
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Parraba delrigo de tedas as marcas.
Lampeos de palenle c azeile proprio, ltima-
mente chegados dos Estados Unidos.
4,000 rs.
por sacca de millio ;
Irmos.
nos aimazcns de Tasso
Rs. a arroba de batatas inglczas. desembarcadas
hontem : no bazar da ra do Imperador n. 6.
Ceblas
N'o armazem da ra doAmorira n. 46,vendem-
se ceblas solas por commodo preco.
TARLATANA.
. Vende-se superior tarlalana, branca e de co-
res com 1 12 vara de largura : na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leile & Irmo.
7
9
12
13
14
17
19
25
27
28
31
3i
47
48
50
53
60
61
72
74
81
89
95
101
3
9
10
18
21
21
26
35
40
42
14
47
51
56
61
62
65
73
78
91
205
7
22
28
29
30
31
o;
5;
10*
5?
5?
5;
5;
5
5
5t
53
5
5t
59
5*
5$
50
5?
59
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5
5
5
5;
5j
5*
5?
59
5
55
5
5*
NS. rilEUS.
23-3
5*
5
200;
5
50fi
54
5;
54
5j
5
5
54
59
54
54
5
3
53
35
36
47
59
52
50
58
61
62
69
73
82
88
314
18
19
21
25
26
32
34
3G
38
41
51
52
(12
64
65
67
69
70
71
72
80
81
89
95
99
408
10
19
25
38
40
47
50
52
51
59
>3
55
59
55
5-
5;
5ft
5-
5*
55
54
59
5
55
5|
5
20;
5
53
54
5.-
55
59
5
59
59
59
55
5?
5j
55
55
55
55
59
55
55
55
54
5
55
59
5s
5
55
55
5
54
55
55
54
NS. PBEMS. NS.PREAIS.
460
62
69
74
82
87
n
99
505
12
15
16
21
23
24
26
31
3*
35
41
47
49
70
72
73
80
81
87
89
90
96
603
5
7
10
17
18
27
29
37
42
45
46
56
61
69
73
78
81
86
87
Oescrivo, Jos Maria da Cruz.
59
56
5
54
59
5
55
5;
54
59
59
59
54
59
59
5
5:
54
59
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54
54
54
54
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54
100
55
54
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5
5
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5
54
1:0009
59
55
59
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5
59
59
59
5
54
54
55
54
55
689
91
96
700
2
3
6
10
12
14
17
21
23
33
33
37
38
39
42
43
47
48
50
51
57
70
76
79
82
85
87
91
91
96
97
806
12
23
55
26
29
49
52
54
55
58
59
60
63
66
71
5$
55
5;
55
54
509
59
55
59
55
55
55
200-3
5;
55
59
5;
59
59
54
54
53
105
55
NS. PftEMS.
874
73
92
97
903
104
55
54
55
5J
5;
55
59
59
59
59
56
55
503
54
54
54
54
54
59
59
5
59
5
5
SO;
12
17
18
23
21
26
28
31
33
37
43
44
47
51
53
56
59
62
61
63
73"
71
79
84
89
95
99
1007
11
13
17
26
27
29
33
34
39
43
43
53
55
59
60
70
72
56
59
10;
53
55
59
56
56
53
55
55
55
59
59
5c
56
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
59
54
53
5>
03
5
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rs)
Lilleratura.
DtAftO Dft PERNAMBCO. SEGUNDA FEIrU 6 b FEVERERO D
1860.
i.U-vs le Direito Cannico,
Acaba do npparocpr publicada un t?niem urna
apreciando; que mullo distingue os Ues de i- adi
Ha. Segundo o autor, o clero e os fiis dessa
I diocese devero acompanhar o seu hispo na cua
resistencia, sem fazer caso algum da cxrommu-
nlio
, nhao em que inoorrein pela desobediencia, al
i que o Papa declare o sua vonlade de obrigar es-
sa diocese. Isto j bem porigso Mas vamos
zumas vi /.i > bem nolav
pura doulrina romana.
: m trina,
m
e 11 :"e a
Concorda
porra
: I ole n litas resciv3s.pl iroes, e rostrc-
mcorrem para ap lencia para com o erro ain-'
da mais su desenvolve na exposieo das questoes,'
das provns alegadas cm favor da ihcse romana,
das citaeoes, reflexes, c tactos que se mostram '
cm compensa _-o essa mesma these, como para
submclte-la, posto que sem o parecer, o estado
d^ opinio livre.
Porniiiia-so-mc justificar essa apreciadlo da
obra tanto quauto fui possivel n'uin limitado ar-
tiga.
Kol.0 roturae pag 12 e seguinteso autor tra-
ta da q u est o importante : Se as leis pontilicaes
sao obrigatorias depois da promulgaeao feita em
Roma, ou se 0 nee.essario que sojam promulga-
das em rada provincia. Sobre isto expe tres
opiuies diversas. .Na primeira sustenta que a
promulgaeao feita nicamente em [toma nao
ente em rertos cisos para tornaras leis
pontilicaes obrigatorias n.is provincias ou estados
chrislos. Na segunda admit* que essa nroiuul-1 Pana inin i
V* .flb.....S quando a Bulla assim o de- X ffi\fi?MfrK i^daFrK ol
clara expressamente. Finalmente na lercetra, parlamentos-' '
que a mais commummentc seguida pelos dou-
" que isto i (ora de dunda, que A le obrigao
mesmo bispo tanto quanto osseus diocesanos.
autor que me diga se, A vista desla declaraco,
uevo desobedecer ao hispo para obedecer ao Pa-
pa, bem que dera dahi resultar urna discusso, e
algum escndalo na diocese? Nada mais direi a
respeilla ; e s perguntarei ao autor da aprecia-
cao so julga que esla regra ortica est na 1-
nna da pura doutrioa romana?
Na pag. 211 do timo l.o autor da obra se ve
toreado a dar urna idea da famosa Pragmtica
sanegao do Bourges. Seguramente a apreciaco
da pura doutnna romana, quanto esse doplora-
rel successo, nao poder ser duvidosa, e pro-
vavolmenle a que forniulou o vigario de Jess
transi, fallando cx-ralhcdra e em plenoconcilio
ecumnico [sacro approbanle concilio.) Ora eis
como se exprimo a constituidlo Pastor trlemus
de J.,,10 \, publicada no Concilio de Lalro em
10 de dezembro de 1512. Visto que essa
Pragmtica saneco era por minias causas noto-
riamente milla, pois que favoreca c conlinha
roanifoslamenle o schisma, podia independente
de rttaco antecipada ser declarada do nenhum
em valor. Todava por precaucao o
Franca, na Allemanha, e em utros paizes, ho-
je legitima ? Em outros termos : O Index cessou
de ser obrigatorio nesses paizes, em ludo ou om
parto ?
Os toclogos se achara divididos em diversas
Opinides. Alguns pensara que n* Allemanha a
pralica legtimamente proscripta contra urna
parte das ordens expressas do Index. Os theolo-
gos francezes,..cm gn.ndo numero, siistcntam
que o Index nao 6 obrigatorio na
mais de urna vez assumpto de
pouco respetosos para com a
Domis snpprimindo-o tornar-sc
idea do direito que tem o bisbo em
materia : faz suppor-se que a promoco as or-
dens sacras depende inleiraraente da boa ou m
vonlado do bispo, e que nao ha um s meio pe-
la qual o subdito possa ser promovido ordenaeao
engreanlo que o ha, quando a recusa do hispo
queuumes
Santa S.
obscura a
semelhante
<
e d is
Franca. Oo- fuj infundada.
Iros emlun. entre estes S. Iigorio, opinam que !
o Index obliga na Allemanha, na Franca, e em As uecisoes dascongrogaeoos do concilio,
loda a parte, que completamente errnos a I "*0* sa. unirersalmontc obrigatorias ? A con-
supposioao em contrario, e de nenhumi sorle Kn>r.*8'a d-S nicamente, como se sabo.sobre as
deetsoes om que essas duas congregares, rospon-
dendoa duridas particulares que ibes fu rain pro-
postas, inlerpn tara o declarara o sentido dos di-
versos decretos do concilio de Trono, c o senti-
do das rubricas, o outtas lefs relativas ao ci
sagrado. E verdade que os autores de longa
la divergem sobre esta questo Dizcm mis :
Essas nlerpretaoes ou declaracoes nao obrigam
geralmente. salvo sa a Sania S as promulgar
cuino novas leis. Outros sustentara que ellas
licilo sogui-la na pratica. Ellos exceptuara, bom
entendido, aquellas prescrpees do Index, cuja
observancia se torna impossirel : esta excepeao
se ocha subentendida peas Iei3 ecclesiaslicas,
Quando se diz, por exemplo, que o preceilo de
ouvir raissa nos domingos obrigatorio na Fran-
ca, so excepta sempre aquellos fiis, a quem
I tinpossivel o cumprimenlo desse preceilo. A ul-
I lima opinio exposta cerlaraenle a que repre-
senta a doutrina romana. Quem estiver em du-
vida sobro isto recorra a Roma, consulte o Sura-
mo Pontfice, e mesmo i cnngregaclro do Index
c ver que a resposta Jh. do ser oeste sentido.
Qual dessas dilferenles opinioes seguio o au-
thor ? Nenhunia. Elle mostra-se reservado ;con-
lenta-se cora expo-las sera dar preferencia a urna
Itoi
da-
beneficios em ouirfl parte. Assim ordenar ao sa-
cerdote estranho fi diocese, que se retire nao
bani-lo, mas reenvia-lo As suas fiincees ; e o
que o mesmo autor Fierre! con/irm em virtude
de urna sentenca do parlamento de Paris. Podia
mais citar o art. 24 da Ordcnanca de Orleanse
27 da de Blois.
O autor referc-se tambem a Ciber!, a cujas
sepuintos palavras nada leve que acresrentar:
t 0 sacerdote, nao leudo direito de dizor mista
na olftcese estranha, e por tanto pndendo o bis-
po prohib-lo sem dar-lho a razio disto, o s pe-
lo motivo3c nao precisar doli, lorna-se culpa-
do, desobeaerendo prohibicao do bispo. Como
a permissao de dizer missa o urna graca, pode
ser revogada mesmo quando o sacerdote a quem
foi concedida nao se tornou digno dola.
-""" "uvas leis. uniros susiontain que ellas
sao umversalmente obrigatorias independente da
promulgaeao. Em opposico a essas controver-
sias das escolas foi eslabelecida urna pratica pe-
Pergunto ao autor da apreciaco se julga que
gundo o autor e mas ata modificada pela pratica seguida cm con-
trario. O que elle aflirma nao c a pura doutrina
romana. ( 14
Os cursos sao de instituico divina 1 O au!-.r
expe com provavel a opinio que o affirm, e
pensaque 6 mais bem funlada a opinio conlra-
rio. A faculdade de Paris o Bossuet su=lentaram
a ilMliteicio divina dos curas, c o autor muilo
circomspccto para dizer-lhes : TsteadM BUai-
(i? Lmente errado.
Ouanto a lei do concurso para a or;
curas, diz elle, que nao compele tos i "
decidirse as razies que motivaran! as Wt do
esta doutrina polo ser a pura doutrina romana
lores, diz que as ronsliluices apostlicas, logo
que sao promulgadas em liorna, nos lugares c
turnados, obrigam em loto o universocatholico,
monos que o contrario nao soja determinado
no theordessas mesmas constituigues (2).
Parece-meque os doulores da pora doutrina
romana sao os que sustentam esta ultima opinio.
i1 autor combinou acaso com clles ? Eis a sua
com I usa o :
Dissemos om iereciro
lugar que a questo
ilivadependeinteiramentdavontad'do So-lirr-*' "algum, e a
otetgos que usavam e favoreciam a
sobredila Pragmtica, e assim tambem a todos
aquellos quem sor [.odia de interesse. E como
nossa poca nao era licilo o accosso em Franco,
elle os citou por edites pblicos afiliados na por-
ta das calhedraes de Uilo, d'A-ti, e de Padua.
convjdando-os compirecerem no dito concilio
no espago de lempo assignado.
Leo X refere depois como linha prorogado
osse termo, c assim prosoguo : AJtendendo
que as sobreditas admoestagoes c cuacos
foram impodidas por obslacu
Ibes
la Sania S. A sagrada congregaco dos Hilos Pr
talla das declaracoes foilas or olla para os casos : prc
particulares, como sendo obrigatorias para iodos era sua linguagem formal, exTstecuVTniaoem
so. Cumpre todava declarar que n'um fulheto i ?s C'1S03> Censura aquellos que a isto se nao con- 'odas as leis ('eclesisticas. A nlenco do conci-
publicado posteriormente o author pronunciou- forlnsm como esquecidos do seu dovor. A sa- lio do Tiento foi que esse tormo nao excedesse de
o em favor da segunda opinio communiter et' |raa congregaco do concilio segu egual con- dous anuos. E esta iutenco comprehende os ca-
ducia. Por urna pratica constante a Santa S re- sosem-queo bispo tom "diBiculdade em visitar
Mira indirectamente a questo, e reprova opi-l por si mesmo Ufisse lapso de lempo toda a sua
niao que nega a forca nniversalmcRle obrigalo- diocese, pois que o concilio falla oxpresamenle
na a essa sorle do interpretares ou de decises. "esta diflculdade ou eml.araco ( si anotanni$
Aquella opinio poda sor obsrvala como pro- prop/rr ejm hititudinem visitare non polerunt ;
wnyl, om quanto a pratica em contrario da San- <- porisso autorisa a visita de dous em dous an-
m certa e conhecida. Mas hoje OS, o por mcio do dnlcgidos. (Jue os bispos pos
1 sam ler suas razos para pedir dispensa dessa
concilio de Trono sao applicaveis notM iftet.
Noem tanto nenhum escrpulo tom em concluir
1 JX1? 'ia V!Sla Pa.sioral dof bsP3 (lom"'que legitima a pratica actual seguida na Frau-
i. pag. bi) o autor decide sem hesitar que oa ,,., ,u :, ,. ...!! ,,
prelados nao se separara das intences do con-1 ;" dc "a0 ser ess' a ,ei *wm !'' "r'Pr
cilio do Trono, quando ultrapassar o termo que "'" seriari potal tomo V pag. :I77. ]
;s e assignado para visitaren) as suas dioc.eses' conclue ainda mais do que sao. Esta pratica, se-
8?irnPl0oak.u. ^^Sl % 6 Pfrmittido gundo elle, deve ser conservada N aeraa
laiai ao legislador urna ntencao conlradiloria ,,, ,____.__. ,
Lm termos mais claros elle nao dcseulpana urn
bispo que actualmente na Franca permittioa a
observancia dessa lei do concilio de Trato, con-
correc-
primeira
nao
que,
mrito quiden, emteri, ele. (7j. Mas esla
cao da^ainda como provavel e livre a
opinio.
Apparecou uma qu:esl5o particular k Franca
Varios concilios provinciats recentemente cele-
brados dcclararain expressamento que recebiam
nao so aseonslituices dogmtica, mas tambem
^ os decretos de discipina ge ral que fossem orna- eS:''1 Pfobabiluia.lo nao desaparecen inteiramen
nados da Santa S, o que equivale recepcao do l^ Peanle o sentimento opposlo da Santa S ma-
ludex. Accresce que fallaram do proprio'lndex n.lf,,stado por sua pratica constante ? Nao dcs-
declarando-o ou suppondo-o obrigatorio. Trate- i vla'-so da pura doutrina romana o ler-se ainda
mos agora de estabelecer o resolver a questo como provavel essa opinio, e como no caso de
com toda a clareza : Quandomesmo o Index P^r ser ensinada livremenlo as escolas ?
sc-Iol,ia hoieUnor S ^S^ "'. Ffan?a' aUlor "5o "P^cntou a razo dessa pratica
daos ? J P SSeS dccrel03 sJ'n- i Ja Sania S, elemento to imprtame da questo
para os lempos actuaos. Ambas as opinides,
berano Ponlidce, a qual devenios observar. Se
i qnizer que os seus decretos sejam ora loda a
i brigal irios polo simples fado da proml-
gaos i era lloina, ellos o serio sem a promulga-
cao tambora as provincias ou estilos christos.
Si' elle nao manifestar a sua iutenco a esse res-
I" iio, prevalecendo, porm, de 'alguma sorle
a pratica no sentido da segunda opinio, osla
pratica poder serconserrada.com a condico de
minado oprazo presciipto.ellos nao comparo-
ceram, e nompozoram cuidado algnm em com-
parecer perante nos, o perante o dito concilio, de
sorle que pode muilo bem sor lidos por conlu-
raazes, e com cffeilo, em abono da justica, os re-
conhecemos por taes... Nos... de sciencia cerla e
com a plenitude do poder apostlico, approran-
do o mesmo sagrado concilio, pelo theor do pr-
senlo decretamos o declaramos que a sobredila
; i tica
iar i, ala-!,,;.,?;;-, ;;,;; /'"'j?0
'ovo valor al;
mente as suas lioceses a lei pon
Quanto pratica eis o que ha a observar--
1. Os inferiores derem submolter-se deciso
superiores, a quem semduvida soobrign i is
a obe I icer, al que o S iberano Pontfice declare
. sua iutenco. De outra sorle appareceriam na
['iieias prejudiciaes, e muitos ten-
taran] inlrodiizir regras que ao bispo talrez pa-
isem nexcquiveis, quer em relaco ao lom-
, lerao lugar;edahi rcsullariam dissenQoes
todas contrarias inlenco da Santa S.
Dest'arte, segundo o entender do autor, a loi
pontifical promulgada somonte em Boma nao
i em cada diocese, salvo se o Soberano
Pontifico declarar a sua vonlado do faze-laobri-
ia. Ns I lio porguntaremos de que forma
en leude que o Soberano PonliOce devora fazerl
essa declaraco, quando elle quizer que urna li>i
seja obrigatoria em todas as dioceses ? Oauor1
sera duviila alguma nao exigir que o Papa escre- I
va a cada fiel do mundo nteiro, ncm mesmo a ca-
da bispo para demonstrar a sua inlenco. Pro-
rarelraenlc'entender que a declaraco deve ser
inserida na mesma Bulla, na qual Soberano I
Ponlilice dir exprossamenle que a sua loi, posto'
nblieada -- ente em Boma, obligar lodo'
o orbecatholicj. Neste caso o autor se decido,
pela s j'in i i opinio, que expe, o nao pela tor- j
cetra, que a commumeule sustentada pelos1
;oi d i doutrina romana. Nao se trata
'i do rorabaler essa opinio, iuns verificar se'
ella est as regras da pura doutrina romana,
r mo diss o autor da apreciagio. Digamos al-i
: :i. i c ras i ; ibrc o parecer do autor a respeilo
da. rogra pratica.
Si gun lo elle, o cloro o os fiejs de ca la dioce-
er i ou nao observar as leis do Soberano
Poniiiice, conforme os bispos julgarem a prop i-
sito al que a Santa S tenha declarado a sua
inl"nco :! Declaramos a hypolhese que baja
urna constituicao da Sania S
ce
r
di
;; juelles que a Iransgridirsm. On suppunhamos
um bispo nao julguc a proposito obedecer
essa lei, que nao a promulgue, e que mesmo
prohiba a seus diocesanos do conformar-se com
Nos
rruptelam] nao tura, e jamis
e, por oxcesso de precaucao,
daos ?
O author nao tcm estabelecido directamente
esla opinio, mas nao a tora inteiramonte deixa-
do em silencio. Cita alguns desses decretos sy-
nodaes, depois faz observar que ellos dill'orom
entre si(8). Finalmente ah descobre uma indici-
cao da concluso pratica da questo : Indicanl
conclusionem pralicam qnattion seu quid no-
bi in re Innti moiuenti servandum sit. Qual
o essa concluso pralica do author? Que o Index
hoje obrigatorio na Franca ? Nao. Que nao
obligatorio ? Tambem nao. Sua concluso pra-
tica que os decrelos dos nossos ltimos conci-
lios provinciaes obrigam a cbservarem-se as leis
cannicas lauto quanto permitiera as circums-
disse elle, sao livremonte sustentadas as esco-
as. Julgainos que a segunda a mais bem es-
racao
os
Na pag. 255 do tomo 1. o autor estabelcce a
questo :Se o bispo podo recusar a permissao
de celebrara santa missa a lira sacerdote esli i
nho sua diocese, posto que soja elle eonheci lo, I
o venba munido do carias de reeommendacao do '!'.'SI'_ ''a Pc.r "a0. ""Serrar a lei,
seu ordinario. Quando o sacerdote nao o cnhe-
cido, O nao tem caria de reeommendacao do seu
ordinario, nao ha duvida a respeilo ;" nao s o
firmada e to constantemente seguida por taal -
soberanos Pontfices! Tovc o cuidado d" insinuar,
sem o provar, que antes da rerolucio do 1~
lei do concurso nao era mais observada na i
parte da Franca.
Miaba obaerracao, attcndei bem, senhat
dactjr, nao se refere lonclusio pralk
autor, mas forma da sustenta-la. D
concrdala, diz elle, nossos prelados seguindo o;
ecessores nomeara lod -
parochos sem proceder coaearso. \ 3anU-S a
quem csses prelados do conta a adrainisir
das suas diocoses, nao Ibes ordenou i
abandonassem esta pratica, e obsmassera o di-
reito comiuum ; assim pois pode ella ser seguida
consciencia, o deve-a ser at
lifice decida por outra f.
ibserrar E',, s.vl,0Ss"'> P
elniento essa lei. Outr'ora "os reis da Franca nos Palav'ras Na Franca asista tal pratica o
prohiban) os I,i-pos dc ir a Boma e cumplir esse Papa nada diz respeilo ; logo tal pratii a ',-
Que os tuspos assim impedidos mereciam guima. Liles que appliqucm sem Ihanl i -
fura de duvi-
dispensa
et, e .ue tambem a Santa S as possa tor para
conceder-lh'a, caso milito difTcrente. Mas con-
cluir sem reserva que essa lei do concilio do
Trenlo constantemente seguida c observada por p8SS ,s ,eua or,,j
lanos Soberanos Pontfices nao obliga em um
paz qualquer, o por ventura concluir de accordo
com a pura doutrina romana ?
O autor trata exactamente da obrisaeao da
manifest (schismaque manifestum guantam sinit ratio lemporum ce til exhibealur
reoerenlia debita decretis pontificiis[pag. 1D3
lslo nao nos parece muilo claro.
X concluso pratica da questo nao pode ser
seuo uma das duas seguintes : Hoje na Franca
faculdade de celebrar. O santo concilio do Tron-
o assim o preserere. Quando porra, apozar da
caria de reeommendacao do ordinario, obispo
tem motivos justos para cror que aquello nao
um digno sacerdote, nao resta ainda duvida a
pecca lo transgredirs do Index. Hoja na Franca ros.Pl'i|o : o bispo pode-lhe recusar o celebre!,
nao peccado transgredir essas prescripeos puis 1" .se acllil revestido de poder Ilimitado
Peco ao author que me declare se possa sem escru l,i,ra l""v"'ir 'uda a profanacao que dar-so possa
pulo de cor.sciencia ler Vau-Spen prohibido pelo ? fespeilo do sonto sacrificio, bom como toda a
Index. : irreverencia. Mas se o sacerdote aprsenla caria
So
s revogamos, cassamos, annullamose condem-| tancias dos lempos actuaos, e tributar-se aos
namos.... [i] decretos pontilicaes a reverencia que Ibes de-,,
u que fui porlanto a Pragmtica de Bourgos ? vida : Eo conducunt ut servenlur kaes canonice' bispo pode, mas al seu dovor rocusar-ll
l m schisms
coniiiiere) que o cloro francez accrescenlou a
obslinuco da contumacia. Todo aquelle que
quizer rugar do outra forma esse successo, para
sempre deplorarel, nao deve ler a preteneo de
julga-lo como contido na pura doutrina romana,
salvo se esta doutrina deixou de ser a doutrina
dos Papas filiando ex calhodra, c dos concilios
ecumnicos.
Entretanto eis a explcacao do autor.
A egreja romana reservn para si todas as
oletcoes. (5] A egreja gallicana supporiou d i ni
cilniento e>s- rostrieco ; e lentou annulla-la
pela pragmtica saneco, isto c, polo edito que o
reitarlos VII, pedido do cloro, promulgou na
assembla de Bourgos no auno de 1 S. Esse
eono sanecionara alguns decrelos do concilio de
Bale, e cm particular aquellos que sustentaran!
o direito de eleigo nos captulos cathedraticos.
A pragmtica foi muilo do agrado dos bispos e
captulos, cojos dircitos favoreca ; mas desa-
gradou tambem muito Santa S, cuja autorida-
de oilondia Yalde di*plicn\t Sanche Scdi euju
autorilali detrahebat. Os Soberanos Ponlilices
lueram lodos osesforeos para que ella fosse abo-
"da. A questo envolva suas complicaces,
o Index nao obrigatorio na Franca,posso-o '? rRcommondaco do seu ordinario, o so alera
ler sem permissao. e estou no meu direito ; se !?,n."i.V*.ino'lv, o Index obrigatorio na Franca nao o poderei ler
ou pedirei permissao
negolium erat graiissimisdifllcltalibus iipli-! aperlado.
a aquellos que a podem
dar. Responder-rae que os decrelos dos nossos i
concilios provinciaes obrigam a observar as leis
do Index, nao dar-me uma deciso pralica ; j
ainda prevalece a duvida. Posso ou nao ler
Van-Spen ?
O respeilo devido as leis ponlificaes, so oslas
realmente obrigam, primeiro que ludo a obser-
varlo dessas leis. O respeilo devido obriga lio-
je na Franca, soh pena de peccado, a observa-
re m-se as leis do Index? Essas leis sao hoje I
verdaderamente obrigatorias na Franca ? osla
loda a questo pratica do que o author se tem '
calum] e os nimos cada vez mais so irritaram,
quando so approure Divina Providencia por
termo a essas desavengas, ora virtude da concr-
dala com Francisco I.
1! sulla do exposto que a pragmtica nao foi
raais do que urna discordia deplorare!, e que
muilo difjicil conhecer-se se a razo eslava da
parle do liorna, so da parte do Episcopado fran-
eez[negolium erai gravissimu diflicullatibut im-1 dificaces.
no do celebrar, o bispo pode-lho recusar ueste
caso a derida autarisaeo ?
Vejamos se o autor resolro esta importante
questo no sentido da pura doutrina romana.
_l,iiraciraraonle ello diz que o bispo nesse caso
nao deve recusar o celcbre : /tro quidem fn-
temur denegandam non (ore rol un (ale mere ar-
bitraria... licenliam. Mas elle assim o eulen-!
de com uma simples conveniencia : Conrern'eis|
non esset denegare preubyleri petitam licenliam.
Depois desla obsefraco preliminar estabeleceu
que o sacerdote tem "o direito legitimo de cele-
brar opt uma dioiesc exlranha: presbyter dio-
cesanus...jus obtinitit uto in hac ecclesia na
pag. 251 do tomo Io o anlhor expe o direi- sua "Hcese) sacerdocio fungendi... Presbyler ve-
ue tem o bispo de recusar a ordenaeao a- | _"./!"* nP"umJ /* ProPrif dictum habet
O bispo pode recusar a
A
toq
quelles que a pedem.
obeundi vuinia
Apoia-sc
[11 Prirleclione* jriscanonicihabita in semi-
S Sulpilii.
l Depois dessa exposicio o autor refere-sc
Spen, o que n'um manual nao muilo cu-
ria'. Van-Spen o autor principal do schisraa
d't trecht ; compoz sua obra com o lira do sus-
tenta-la, e morreo obstinado nesse schisraa. Suas
obras eslo mencionadas no ndex.
:! Quod ad pra.rim ailinel, hac observando :
1' mbdilis standum est judicis superiorum, qui-
> i du>>\6 tenenlur obedire, doee S. Vonlifex
mentem suam declarcl.
m
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBCO-
clero o dos prelados, que
pelo prela
commissionar para esse lim.
que
Esle direilo de re-
autor,
om pri-
prelaco.
Vamos a questo do Index, lirro lc
O poni em questo o seguinto : A
nao obserrar-sc as prescripces do
pag. 1 :).
pralica de
Index na
,i \ ufo o lexlo no bullario.
S lslo o direilo de eleger os bispos, c
Iros beneficiados.
ou-
Germani. Caiart lheologi[et, segundo o tolhelu decretos os sacerdotes sao obligados a servir em
citado : Communiter el mrito quidem) eeeteri suas dioceses [10] quando nao sao prvidos de
Iheologi, nulla supposita e.rceptione. tuentur
rim obligaloriant decretorum congregationis,
de quo argumento gravem eruditamque disserla-
lionem edidet S. Alphonsus de Ligorio [P. 150)
(8) Tamelsi concilla allgala non eodem modo
da; mas a doutrina gallicana nao so liinitou a
sso. Prelendeu que os bispos de Franca nao
eram obrigndns a obserfas essa lei, na ausencia
mesmo do lodo o impedimento. Dessa liberdade
dc desobediencia nesse pon'o s leis da Sania S
originou-sc uma dasliberdades da egreja galli-
cana. O autor so rio pois na preseoea do um dos
erros do nossopaiz que muitoconviu destruir.
De mais nesso objecto lodo o interesse rersa so-
bro o lado pralico da questo. Hoje os bispos do
Franca sao obligados, cm consciencia, a obser-
var essa lei ? o autor nao procura tratar esta
questo, c busca subterfugios. Depois de obser-
var que os nossos antigos bispos nao faziam a
visita ad limina por causa do poder secular que
os impeda, coutenta-se em dizer: -< Hoje as cir-
cumslaneias nao sondo mais as mesmas, os bis-
pos fazem bem obrando por outra maneira. (11]
Mas elles sao obligados a fazor a visita ad limi-
na?Nao digo que sini.Ento adiniltis que nao
sao obligados ? Tambera nao afirma. Smenle
digo que elles obram bom em faze-la.
Quando o autor traa dos concilios geraes [13]
quem nao esperara ler alguma explicaro sobre
o celebrrimo erro galicano consignado* no se-
gundo dos qualros artigos de 1682, que colloca
o concilio cima do Papa ? habito do autor tra-
cinio fi pralica do fazer-so noros breviarios i
saos, c a oulras pralii is
assim mesmo ainda ser precisa a conc. -
breve de licenca.
I.iraiio-me a e-sas piucas citacfi
o'.trahi do 1. rolme. Ellas explican ;
rair.ha apreciado pessoal nao combina cosa i
apreciaco citad:.. A obra om qoestie nao c era
todo a expresso da pura doutrina romana
methoJoofforcce em muitos lugares o dupla in-
conveniente de tornar obscura urna parte i
trina, a que parece adherir, c aconselhar a adop-
co do opinioes divergentes cm uma mesma ma-
teria. Queror isto dizer q 10 na ) rea I .. -
autor um lestemunbo do louror, que lhe i i
Heos nos livre disso ? U sua obra, assim m
como a julgo, de um alcance importar
que a condemnace do antigo sysiema J utri-
nal. Comparem-na com o que segua ouir'ora,
ou mesmo com as anolacoes ainda rcenle, j,j
Cursas Theotogicus de M. Kigne o rer-se-h i
.a distancia no'arel ; o impulso d .'ria
lando as questoes expender sempre as diversas' romana ^nconieslavel. Nao para admirar
opinioes, e exacto quando trata de advertir quo 0 autor, levado de cortos recejos do precipitar-
louos os doulores nao combinam cm cerlos nou- i j
los da doutrina romana. era uma palavra diz 8 conserrasse em alguns pontos entre
sobre o famoso artigo de 1682, iioui urna rcflexol "P"1'"1'5 s' "> declarar-so por uma dell is. V is
sobre a lunga e perigosa obstinaro das escolas cumpre confessar quo elle pedera ler se.:
da Franca em sustentar esse sysiema
errneo,
neni uma simples nota pira advertir que a quar-
la e quinta sesses do concilio de Conslanca nao
lera autondade alguma, e quo a assembla de
1682 orrou completamente apoiando sobre os de-
cretos dessas duas sessoes sua declaraco da su-
peridade do concilio sobre o Papa.
A lei do concilio de Trenlo que ordena quo de
Ires em lies annos se celebrem os concilios pro-
riuciacs obrigatoria nos lempos prsenles ? Se-
(8 Tomo 1. pag. 150.
9 Ibidcm pag. lU.
10 Nos piimoiros seculos o sacordote nao
podia receber ordens seno para servir em urna
quo ad nonullos artculos disaplmam pro suts egreja ou diocese determinada, da qual nao po-
provincns exphcaveruil (P. VSJ). dia mais se ausenlar uma vez quo a ella fosse
ligado. um fado admilii lo unnimemente co-
mo ceiio pelos autores da boa doutrina, quo es-
sa disciplina foi muda la. A egreja, ha varios so-
culos que approva OS beneficios nao residenciaos,
isto que nao obrigam residencia. Ella ap-
prova lambom a Ordenaeao a titulo de patrimo-
nio, a qual da mesma sorle nao obliga residen-
cia.
(11) tfae noslra 'rale mulatis circunstantii*
mrito tenent aliam m ndi ralionem tumo 1."
pag. 278.
( 12 Hac noslra mtnte mutatis cirrunstanteis
mrito lenenl aliam agendi rationcm tomo I.
pa
33 i.
;. 278. )
13 Tomol."
um meliiodo molhor, c creio que de fa
guia,se quizesse. A sua obra nio obstante i
muitos respeitos pode sor opposta i i prej .
do gallicanismo, som que se pretexte es ij
ciio, laiiiofi melhanlo. Accrosconlomos que pelo mesne
lo da direcro seguida, o son .
Qra, isto a essa franca doui
enlo, nos o esperamos, nio ser ma i
potada, como exagerada
II UAM
Missionar 'o.'..
(l'niren.S
pa?
ca, para o cargo que nos importa desomponhar I comprehendem, ou que s comprehendom pelo
uestes ltimos instantes da semana ; pouco loria lado do proprio interesse, e do mais requintado
o publico, para quem nos dirigimos, com essas
escusas, quo ncm loaos podem comprohender, e
A CABTEIRA.
i DE H:VEHF.IKODE1S60.
Sil iaco actual para o folhelinista.O mundo
europ o.A maior questo do dia.Us inle-
resses da sociedade cm taco da civilisaco.
> rica estiremos lio indi-posto para traballiar
como hoje.
A falla'a verlado, o espirito cans por rezes,
a imagina-Vi estra ; e quando isto suecede, ain- j fervor e com to particular impulso nos movi-
da mais dilicil rem a sor a mUso do escriptor, montos o as ideas da poca, bom extensa fra
do jornalisla ou do quem quer que est obrigado
a rabiscar, em lodo o coso, para as columnas de
urna folha importante.
ine, na matoria dos casos, escipam ajusta criti-
ca dos entendedores e dos apreciadores habilita-
dos.
Esforcemos-nos, por tanto :no esforeo est,
porvenlura, o mrito, se ainda certo que nao
prescrereram as leis aa moral c os principios in-
violaveis do bom senso.
Ha superabundancia de materia dissemo -lo,
ha pouco ; e estamos quasi tentado a repetir a
mesma phraso neste momento critico da prova.
Se o espirito do folhelinista podesse correr
desempeado por todo esse vastissirno campo da
politic europea, que ahi so ostenta com tanto
requ
egosmo, iutentam clles subtrahir a sociedade a
influencia benfica de doulrinas e de instiluices i leresses da sociedade.
invencivel, que repousa na consciencia de todos tasse Igreja, nemella poderia tor caminhad
e nes prescripces do un Direilo Publico mais
ampio o mais em harmona com os actuaos in-
solidas, para torera o pessimo gosto de formular1 Mas o certo
o que, nao so os gravissimos pro-
e de proporcionar mesma sociedade um plano Memas do poltica internacional eslo dand
Por nos o dzeraos agora. Se ha hoje supera-
b ni Imcia le materias, que se prestara a muitas
consideraedes ampias, e que se nos podem oll'e-
oomo.lhcmas nexgotaveis, como argumen-
tos de primeira ordem, cm nossa vida de folhe-
i ; fal ara de nossa parle certas condiecs,
as quaes nos summamentecustoso o cum-
primenlo do nossa obrigaeo, como escriptor pu-
i. Vemos-nos presentemente em posico
bem aperlada e incommoda : e lodos esses in-
commodos e aperlos cifram-se na impossibilida-
para nos amesse de que nos poderiamos apro-
reilar ; c cada passo encontraramos sulTieieti-
tos motivos para longas cxplanaces, para inves-
ligaeoes profundas, e ainda para commontarios
de vivo interesse relativamente aos destinos da
sociedade actual.
e um rgimen interaraenle originaos, qne s po-
dem valer na llieoria, sem valor algum na pra-
ctica.
Eraquanto ludo isto so faz, e se pertende fazor
gar a recriminaces odiosas e a agitaces do ca-
rcter assustador, no meio das naces mais pre-
sumidas do um profundo patriotismo, c dc um
inalloravel bom senso ; como tambem a surama
muito mais.no senlido de lam perigoso materia-1 dillculdade em remover cortos perigos do que
lismo a poltica, por sua vez, iniciadora tenaz do | a poltica europea se receia, e quo sedesperlam
medulas audaciosas c lemeranas, bem longo de Ule novo por causa de certas exigencias e da ur-
olhare de consultar, com particular empenho, gente necessidade dc transigir com interesses
siluacao e s necessidades dos povos odas naces, meramente materiaes, ra abrindo espaeo a dou-
|ue tem um assenlo distincto nosannaesda ciri- trinas errneas, inconvenientes, impolticas e al
ilo a sor bern tractadas o rae- anli-civilisadoras.
isaco, que lera dircit
Ihoiinente coinprehendi las em seus vilaes inte-
resses ; procurad todo transo baralhar e confun-
dir os elementos de ordem e paz publica, fomen-
tando dissonsoes que nada lera de poltico, e
monos ainda de favoravel marcha regular da
sociedade.
Alli resenle-se um povo da falla de nacionali-
dade, condico sem a qual nao lhe pormittido
imprimir um s passo quo directamente conduza
Cousa extraordinaria Quando se esperara
que um prximo Congresso viria solver a irapor-
lantissima questo da Ralia, que o desfecho do
Villafranca hara deixado duvidosa, ou, polo
menos, cxputa a novas-crises e a noros emba-
razos; quando hara loda a razo para cror que,
mediante a reciproca inlclligoiicia e a coopera-
cao das principaes potencias, se podesse manler
o equilibrio dos interesses moraese materiaes era
s
so, levar-nos-hia, por rezes, a pontos do menos
natural distraeco para o commum dos leilores.
Todava, nao nos parece fra de proposito de-
morar-nos um pouco sobre um objecto que se
de quasi absoluta de trabar algumas iinhas, que prende lo tmraediaiamonte causa do progresso
ira a constituir um folhetim em rogra, achan-
is nos em iiru-t de rasante, quanto con-
tepeo c ao plano do trabalho.
Escrover um folhetim em regra alguma cousa
mais do que geralmente so pensa ; c ainda mais
o som duvida, se se alien Jer quo a regra para a
composico de artigos desla natureza c mais fllha
do gosto, das inclina_-es proprias, c, lalvez, do
capricho o humor natural, do que resultado im-
medalo dos principios d'arte, segundo os quaes
se deva modelar b desenvolrcr.
Entretanto, essa mesma liberdade que tanto
para so prezar o querer, que so easa.de um modo
to legitimo, crin s necossidades do espirito hu-
mano, especialmente em certas OCCasiOS, de
maior atropello c de mais invencivel indisposuo
para mtsteres litlerarios, do nada nos podo valer
momento por po oslamos n'uma situaco
dcslas que cima aponamos, c que se. podo con-
siderar uma phase anormal na existencia de jor-
nalisla.
i.' osla, a ponto, a quadra para nos; e (fcil-
mente o comprehendero iodos! nada mais mor-
i divo do que i ensar no que se deve ou ne-
cessarto tazer, e roconhecer ao mesmo lempo a
summa difftculdade de pl-o cm practica, e de es-
capar crise terrivel, que a propria consciencia
vislumbra na falla de um compromisso.
Hos obra, pois, seja l como fr ; e nada do
commum com essas dosculpas.que cm parle con-
correm para aggrsvar a sorle de quem se ve sob
a presso de trabalhos e de occupaoes, cada qual
mais pesada o atormentadora.
Dir-se-hia, se nos recolhcssemos hoje ao silen
_ g
memo, e se aprsenla como o orgaui das conve- Que quer dizor, na aclualidade social e politi-
niencias e da opinio publica. ca da Europa, e faoe da civilisaco dos nossos
I.ancada n'este campo, onde nem sempre do- das, aquella publicacao, que bem longe de sus-
mma u:n bom entendido interesse, a poltica se tentar e adrogar a mnulencao de direilos reeon-
inuda a cada momento, melamorpliosei-se aoin-l heridos, o do promover a pazca eonfianea pubti-
liuito, segundo as impressdes que sobre ella ac- i ca, parece querer atacar, ou, antes ataca r.v.l-
tuam, disfarca-se por commodidade propria ; e: mente a base da organisaeo poltico religiosa
ora vigilante, ora indolente, entrega sorle dos dos povos calholuos?
combates, ou j as velledaies de transaeces A omancipaco da Italia, diz-so, a grande
inaceitareis e improficuas, a ultima soluc, a questo que hoje se rentila perante a opinio c o
solucao definitiva, sobre essa mesma nacional- hora senso universal; mas, se assim nao ve-
dado, que pareca favorecer e eiicaminhar com mos raso que leve a poltica, por mais astucio-
seguranea | sa que soja, a qusrer preparar a rehabilitaQo de
Nessa lucia de novo a povo, Je naci a naco,; uma nacionaldade por meio da quobra infatli-
sophisma-se muitissimas roses, e d'e um m'odo l re de prerogalivas e de direilos uma vez recon-
cilie faz lastima : os preconceitos reapparocem, hecidos e firmadas,
argumenta-se com elles
a pr
( 1 i I.ex toft no penitus abrogal |
ta senliamus... Dieemus lamen docrelura
denliuum contraria consucludioe non nhil
l.ri... Dimitlilur prudenlios meiropolilani cura
seus coepiscopis ut convocet conciliuui, ad n
tem Ecclesid, ex pru-scripto legis, quando
convocationem expedir ad bonum prorinci vi-
dolur i lomo 1. pag. 318 I
lerias, do cuja final soluco devo depender para o espaeo que as separa.
da civilisaco humanitaria.
0 pequeo posto que oceupamos na imprensa
, lalvez, uma razo de mais para que nos absie-
nliamos de subir regies lo elevadas, onde
alias se perdem nao raras inlelligencias, acaslu-
madas sobretodo com a observado e a pesquiza
dos fados o dos grandes aronlecimcntos. Sobra-
nos, porm, i convieco do que a attenco pu-
blica mais espontanamonle inspirada e excita-
da por essas consideraedes de maior peso ede
mais prominente vulto.
com elles ; e ao cabo de todas A rostrieco do dominio temporal do Papa no
Emquanto so agilam oorloaa parto cortas ques- essas lides, era que se exhaurem a diquela par- proprio tcrrilorio.de liorna, importa nada menos
loes de puro interesse local, ou que mais part-; lamentar e o formulario diplomtico, o que se que o cercoamento ou. porvenlura, o onniquila-
cularmcnle se referem s condicoes de social or- nota a desapparieao de um principio por amor ment da aucioridado. moral e at social do Chele
ganisaco para este ou para aquelle povo ; de- de outro, o sacrificio de uma naco aos caprichos da Igreja, em toda a exlonso de seu dominio
bate-so no iiieiry de todos.e face do mundo ca- e s porlonces do outra, e sempre o dominio ex- externo. Quer-se fazer do papado uma inslitui-
iholico.uma das mais arduas.e incontestavelmen- elusivo da mais forte e poderosa, om relaco -' cao puramente espiritual, na poca do materia-
te unalas mais ponderosas e importantes ma-| quclla que nao lhe pode medir a posico, a'ttenlo l'ismo descarnado e lo positivo como o vemos;
o nao se peusaque esse desidertum, l-e-m longo
dc assegurar direilos no meio dc popolacdes, quo
se levantara para a conquista de sua indepen-
dencia poltica, principia por desconhuccr um
direito, e hade acabar por estabelecer a onar-
chia e a desordera na sociedade !
Conceba-solomo se quizer o papado e a acc-
cao marnvilhosa, que elle tem exorcflo sempre,
alravoz dos lempos e das revolucas, na marcha
e no progredir continuo da humanidade; e re-
couhecer-seha que esse poder teuiporal.quo se per-
tende restringir tanto ao Suramo Pontifico,
condico de lano alcance pr.ra a sua propria
missa moral e religiosa, que sem ello nao se
poderiam explicar os bellissimos rcsullados da
civilisaco, que o calholecismotem produzidoat
hoje. A lgica demonstra, sem quasi nenhum
esforeo, que essa aurtoridade inherente ao pon-
tificado, para que elle se possa por em contacto
como mundo, rio qual e sobre o qual obra, por
i uma necessidade iniraediata. Se ease poder fal-
todos o desentrecho completo de muitos proble-
mas nao menos graves e dignos dc sena consi-
dera cao.
Occupam-sc muitos escriptores com o cstudo
minucioso da polilica, encarada sob o aspecto
puramente social: do-se nao pnucos medila-
c.osizuda sobro os meios de melhorar e deaper-
leicoar a industria e as arles, que este seculo
quasi exclusivamente material ra condemnando
cada vez mais ao eslado de simples especulaco,
para salisfazer s tendencias e s paixcs de um
espirito calculista e soffrivelmente immobili-
sador.
Outros, fascinados, mais do que nocessario,
ci, quo era isto um mo proposito de nossa par- pelos principios seductores de uma falsa philoso-
te, uma vez que nenhuma enfermidade fem boa phia, que se proclama senhora absoluta dos des-
hora o digamos!] nos tolho o exercicio da nossa linos da humanidade, arrojam-sc com desmedido
misso do folhelinista. Quando mesmo liresse- phrenes, para a conlcmplaco de milhares de
mos de allegar alguma repugnancia', alguma pe- theorias maravlhosas, absurdas e inexequiveis.
'{icnoindisposre de iicssifraquissiruairitelligon-1 Frvidos apostlos de uraa liberdade que mal
A Europa na aclualidade offerece um quadro
completo d'essas vicissitudes c trans[ormaies da
polilica.
^ Se ha um povo que sobe na escala da civilisa-
co mais particularmente pelo industrialismo, e
pelos calculo* do interesse material, do que por
outro qualquer meio ; muitos outros, cada um
por sua forma e caminho especaos, procurara o
mesmo fim, verdade, mas sob coudces e em
circurastancias por isso mesmo diflerentes.
Pesam muilo na balanca poltica os direilos das
grandes potencias ; o, por tanto, o equilibrio das
naces europeas suppe-se abalado, quando al-
gumas questoes, especialmente as de reorgani-
saco social, vera a agilar-se no meio do
mundo.
Chegamos a uma poca dzem muitos em
que se podem traclar pacificamente as mais ele-
vadas questoes sociaes e polticas : o projresso
subslituiu aos meios violentos urna lgica mais
segura no plano das reformas sociaes, nem ser-
lheia permiltdo extendar seus bracos robustos
at s ultimas regies do globo, para levar a ca-
da tima (ellas o conheciioenlo da f e
gaeo das lluzes e da scioncia christa.
Quando liorna pagua, carcomida polos vicios
deura gorerno immoral e corrupto, cahiu dian-
te a*a cruz, que riera supplantar em seu proprio
seio a philosophia soberba mas impotente dos
sectarios de Venus e de Jpiter, riu-se clara-
mente quo o papado, firme na baso do sua insti-
tuico eminentemente eirilisadora, levo a forc
isa para rem misara sociedade romana, e
para fazer substituir a poca da barbara
poca da illustracao e do progresso. Ilouvera
feito ludo sio, se se demorasse no dominio es-
pirtual, e so allendesse apenas s necessidad -
intimas da sociedade, sem preparar-lhe, no pro-
prio seio do mundo, que al alli fra pago, uma
auctoridade que anda podesse influir sobre orno-1
vimonto externo das gerares que ento se ergui-
am Poderia o papa, senhor espiritual do
lio, que se lhe inclinara ante a sua auctori
divina, dominar de tal modo que apressasse o1
resl ibelecimento das boas ideas e a dilTuso das!
irlos e das letlras.se ao passo que lhe fosse dado
o exercicio do funcees religiosa, nao lhe con- j
besse o fazel'as respeitar pela sosiedade poltica,
meflianie um po le temporal .'
E quando, mais larde, a agglomeraeo dc cau-
sas, que lodos saben!, Irouxe Europa um som
nnmero de poros barbaros, que pouco depois so
pnliraiu e concorreram para a moderna civilisa-
co, poderia o catholicismo, poderia a sociedade,
poderiam os poderes pblicos, repellir esses. ele-
mentos de desoedem, e lransformai'-os era instru-
mentos de progresso, a nao tor o papado a inicia-
lira n'este ponto, por meio da auctoridade
hoje lhe querera contestar?
Dir-sc-ha que a poca entra ; que nao es-
tamos niais sob a presso das mesmas ideas, qpe
se faziam valor na edale media ; que asituapfio
dos povos da Italia, e os interesses do mundo,
reclamara ou lia organisaeo social o politica.ou-
tros planos na desenvoluco da vi la dos poros.
Mas a questo, em nosso entender, nao de
um povo ou d' umi nacionalidde, stra, do
toda a humanidade : nao de uma poca, mas
de lodos os-lempos : nao de polilica transito-
ria e acci lenta!, siin.de interesses polticos ge-
raes o pblicos, o pojer temporal do Papa nao
incoiiipalivel cota estado de civilisaco o de
apuro ora que a sociedade so acha ouqu parece
querer conquistar. Se pertenderem cercea-lo,
titulo do anligualha, rlro a roconhecer que
os interesses potilieos dos povos Osara prejudi-
cados, que a libet'dauo ser substituida pela li-
cenca, e que o protestantisrao arrogante e
audacioso, cantar victoria, repulando-se mais
(rc e desembarazado da nica influencia ex-
terior que o podo empecer ent seus planos des-
oidenados.
'ludo islo que a simples razo est annun-
cando a todos, revela, a othos vistos, que a In-
dependencia dos pnvos da Italia nao pode ga-
nhar cousa alguma com a rcstii cao do poder
pontificio, no que elle tem de temporal e de ex-
terno. Ao contrario, admira que uma naco que
sempre se ha mostrado freslenua defensora dos
principios religiosos e dos direilos inalicnaveis
dos povos, soja a primeira a levantar a voz con-
tra o qu? tambera um direilo c um principio
de ordem publica e do prosperidade universal.
Oque vita a ser o soberano pontiCce, assim
que
considerado, como o quer ver a
meio dos povos o das naces d i Euro)
vira a ser elle face do mondo, e n'esta
dado, em quo vivemos, qnan I
lica a ponto de abalar ama inel luirn por amor
do consideraedes particulares a esta' ou a
potencia ? (indo ficar de boje em diante
pe eminente do papado, o: -
meios do aeco externa,' a un circul
queno e to insuTicionte para o seu con,
desenrolvimento ? Que proreilo poder! Mr i
nacionalidade, relativamente neste ou aq
povo, do limitado poler que a
conferir, por sua propria autorida
no pontfice? podr uma naco, que
polos interessese pela lil ... uUtn,
tituir-se juiza e arbitra d,
que ella mesma nao crean, que da n
sempre ha reconhecido, em todas as cp^-<
em cuja defeza sempre se ha
gorosa? Uma questo de mero alcance p.
o social poder resolver-se com a |in bra ea ^.
laco do leis e de principios, qm- i -
e jamis qu en t re defraa I
seu interesse proprio ? conrenicnti
restabcleca a ordem e a harmona n'om
lado, conspirando contra direilos que -
bem a base di um eslado, nao menos Bl|
le, atienta a sua posirio o osen fim cs| e a! .* I.
. desto modo que solar na Europa aquilkj
mo quo se promcttia >or um eonsre**c

do cpngresso en c>U\ sales desmoralis
anli-social do que poltico a legllimo .' Hatera
condiees do aira naturo/a, que -i
passa para a.poltica europea, pan
polilica, adslrietaasmais das rezes a ; I
projectos mais materiaes do que i
nhar, com asas medida, i eiri
asscienciss, a industria ? Ganhar a humam
om geni ?...
Fcile bom fcil, em nosso entender, ser a
resposta que \ii a dar, senaethanle re-;
a propria humanidade, a sociedade o o rea>o.
A polilica l'ar um esforeo linda para -
de novo, cremo-lo nos : porque ella leas i
bilidaie e o talento de mascarar-so e de dea
Carar-se, quando c como quer.
Has o quo todos comprekeadeaa, oque to!..
OSto vendo ji, quo o congrego ser urna I (
la, que a poltica arteira a bypocrita brJ
gyro, c que o papa Jo sari temp ala
da civilisaco, encaminhaodo os poros para o.
bem, ainda aquellos q/aa me querem .-ubi:
aeco moralisadora e progressista.
A brochura quo altara o poder temporal Jo pa-
pa, ir eorrendo do mo em mo j,,:.
que raciocina m dar-lhe-haa o valor que d.
roce, convencidos, por sua vez, de que o podei
temporal, que se desoja correado ou aniquilado,
hade rrer e subsistir seaapre, a menos m se
nao porteada fazer uma no a sociedade pi liiico-
religiosa. cojo fim seja a desorgaorsacio, i
instrumentacivilismdmr seja i Uceaba, em ,
da liberdade. Esta nova Iraca do proli
briltanico ii por lena; o o bom Beata e a lgi-
ca ficaro, como sempre, ao lado da rerdedeira
polilica. Neste terreno, isto no toruno d< h
ta poltica, o poder temporal do Papa nao c aau
urvorc dllicil de susieutar-so, por que faenera
della crescern e vigoram a civilisaco 8 o pro-%
gresso de toda a sociedade.
r. d.
PER.N. ITP. DE M. r.DtlAttU. ISW.
ILEGVLl