Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08979

Full Text
AHNO Xmi. HOMERO 28.
Por tres mezes ada 'ados 5S0O0.
Por tres mezes vene*Jas GSOOO-
SBBD0 4 DE FE?ERE1!10 DE 1860.
Por anno adiannjo ,9$0fii).
Porte franco para o subscriptor.
ENClRREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE.
Paralaba, oSr.AntonoAlexandrinodeLima;Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silv3; Aracaty, o Sr.
A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J.Josdcliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. i.amos;
Amazonas,o Sr. Jrronvmo da Costa.
PARTIDA DO COKKlilO.
Olinda todos os dias as i) 1/2 horas dodia.
Iguarass, Uoannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinlioc
Garnnhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazera, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista,
Uuricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Seriuliom, Rio Formse, Una.Varreiros,
Agua Preta, Pimcnlciras e Natal quintas feiras.
(Tudos os corretea t>arloni as 10 horas da manb&a.l
AUDIENCIASfcOSTRIBNAES DA CAPITAL
Tribunal do cnmmcrcio: segundas e quintas.
Relaoo : trras feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coiumercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: ierras escitas ao mcio da
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao
meio din.
F.PUEM-RIDES DO MEZ DE FEVEBE1RO.
7 I.ua chiva aos 15 minutos da manha.
13 Quartomiiiguautc as 4 horas e 31 minutos da
tardo.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da tardo.
2!) Quarto eroscciito as 5 horas e 35 minutos da
larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primoiro as 3 horas o 18 minutos da manha.
Segando a? '2 huras n 5i minulos da larde.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Martinhay. ni. ; S. Barseo.
31 Terra. S. Pedro Nolasco fundador; S. t'.yro m
1 Quarta. S. Ignacio b. m. ; S. Brgida v
2 Quinta, cja Purificara.) do Nossa Senhora.
3 Sexta. S. Braz b. m. ; S. I.aurcntino ni
4 Sabbado. S. Andr Corsino b. c ; S. Elias b.
5 Domingo. S. gueda v. m. ; S. Alliino b.
ENCARREGADOSDASl'BSCRIPCAo NOS! ...
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Diaa ; Babia,
Sr. Jos Martins Ahes ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMB1 CO.
O proprietario do mamo Manoel Fifiini i d
Para,na sua lirraria praca da Independencia n?
6 o 8.
PARTE OFFICUL
C0MAXD0 DAS ARMAS.
Cuartel general locuinmando das
nrmas do l*ernanibuon, na cida-
de do Rceifc, XI 1 fevereiro d
tseo.
ORDEM DO DA N. 38.
O lenle general commandanto i.as armas,
faz publico para conhccimcnto da guarnieo e de-
vido eflelo: 1." que a presidencia oxonorou por
portara de 31 de Janeiro prximo findo, do em-
prego de ajinlanle do director da colonia militar
randa, que pnssou i servir de quarlel-mestre no
D." batalhao de infantaria, e tiomeou para subs-
tituido no dito eniprego, o Sr. atieres do inesmo
batalhao Xitderico Cirero de Alentar Araripc ;
2. que o Sr. pharmaeeotico alteros do corpo de
saude do exercito Domingos Gomes Burgos on-
tioh no dia 1 do crrenlo na fruico do dous me-
zes de licenra de favor, que oblevc por aviso do
ministerio da guerra de 15 de Janeiro ultimo,
para ir corle tratar de seus interesses ; 3. que
mandn desligar do 10." batalhao de infantaria
no referido dia 1. o Sr. alferes do da mesma
arma Leopoldo da Rocha Horeira, que sequo ao
sen destino no vapor Pai'nnd.
O mesmo lente general determina que li-
qucni desligados dos corpos a que estn addi-
lista Je Souza Braga, lente Manoel Joaquini
Machado e a reres Ignacio Pereira Sorra, ambos
do 5." regiment do cavajlarra ligeira, visto que
tem ellos de embarcar para acorte no vapor que
se espera do norte.
Assignado.Jos Jottquim Coclho.
C nforme.llerardo Joaquim Correia, lenle
ajtidanle de ordons doruniniuado.
questao de diroilo, representa o Papa na posi-
ro de um pai do familia que os faz por inter-
dicto por incapaz, pagando ellos una penso, lo-
daria sem tribunal que a o os obrigue, se um
Jelles recusar pagar o se qninlio. F. mais
adianto V. F.xc aeeresrenta : reduzires assim o
Papa a nao ler nials recurso nenhum em si ; a
oslar, para vivor, i merc de todos ; merco da
Franca, da Austria, da Hespanha, onde ninguem
me pode responder nem pola inipossibilidado das
revolucos, nem polos descontenta meatos capri-
chosos muito facis de prever .
O Constitucional, sonhor, nao linha esperado
a carta de V. Exc. para prever essa objeceo e
para procurar roepondor-lho. Desde 23 de* do-
zembro, aqui se eserevia : cuinpre admittir que
Pense nisso, Exm. as condiros actuaos, o i
Sanio Padre nao [.odia ser nunca mais do que
um Italiano ; a eora confiscava a liara ; oche
fe supremo do catholecismo nao ora mais calho-
lico, islo c, universal.
Vc-lo-homos d'ora em dianle no esplendor do
Pontificado, rodeado dos seuscardeaes rindas das
extremidades da Ierra, oconvocandn toda a chris-
landade los seus conselhos. Sim, elle ficar im-
aulor.da brochura nao hesita em concluir que
seria mister noslc caso reduzi-las obediencia,
mesmo por meiO das armas, c coru lodos os
riscos.
.Nao ha una pessoa razoivol, por mais de-
dicada que a suppoiiham Santa S-1, que possa
pensar, rm principio, que a conservarn das
Legncoos soja essenalmciile indispensavcl in-
tegridad* do poder temporal do papado. Ha
movel sobre a sua pedra sagradamas o man- duas eousas das quaes a Santa S nao podo e
do gravitar em lomo doli. nao deve jamis ftoffrer a diminuii o : sua ira
Sera cssa una mam-ira muilo singular de in- terprelar o Petrvssuper hanepeleona. diluceia, pos qnaes em cnei Conclundo, fallaremos as niearas que V. P*nropa e as difflrnldados geraes que posain so-
Exc. tao imprividenlemenlo faz ouvir ? Nao nos bre todos os oulros Estados, a Sania S tem
sentimos com a triste coragom de fazo-lo. S lo-
o bom sonso est de accoido com a conscienria I caralos na sua ultima palacra
mais timorata para rcpcllir toda a combinarn,: V. Exc. pede ao aulhor da brochura que se d
que dado o caso, tizesse entrar o tributo pontifi nteiramente conhcccr.
mostrado por mais de una ve< que se resigna-
va, como os oulros governos lemporaes, di-
minuicoes de territorios.
A Inglaterra nao possua mais os Eslados-
cio om um capitulo qualquer do orcamento an- V. Exc. .i/, que nao so escrevem taes paginas' Unidos ; a Espanta nao tem mais o Mxico ; a
EXTERIOR.
Resposta ao Sr. bispo de Orlcans.
III
Monsenhor :
Nora os principios que a brochura invoca,
nem os meios que prope parecem ler merecido
essa grande oidora que leva V. Exc. Rvm. alcni
de todas as conveniencias. A' nossos olhos esses
principios nao sao absurdos esses nicios nao
iniquos .
* Resta-nos cslndar com V. Exc. Rvm., so o
fim real para o qual caminba o autor anuiiymo
indignac ao.
'. Nesse ponto, ousaromos com V. Exc. Rvm.,
criticar, mas pro va retnenle debaixo de outrn as-
pee! ; o em todo o caso, com mais calma e im-
parcialidade.
Assim, nao amaldiroarcmos, como V. Exc.,
a soluoo que a brochura parece deixar entrever. '
Nessa reronliecercmos, pelo contrario, o piedoso
esforco de um espirito rospeiloso c profundamen-
te honesto; mas nao poderemos, sem explicares
previas, acceita-la definitiramente.
Diremos : o autor, soja quem for, firmo e
vigoroso em suaa promessas, muilo menos en
suas consequencias.
Nao occulu o seu fim, como V. Exc. Rvm.
injustamente Ihc censura, ma3 conhece-sc que
chega a elle ditUcilmento, ccJendo, por assim di-
zer, apezar seu, lgica rigorosa da suas de-
durces.
s Ello quer antes de ludo que o congresso re-
>ca como um principio essencial, da ordem
europea, a necessidade do poder temporal do
Papa. Para elle, esse o ponto essencial.
v< A essa declaraco to leal e to franca, o que
oppoe a caria de V. Exc. Rvm. ? algumas pala-
vras muilo mal inspiradas. A irona e o des-
dem, em lal caso, insullam mais aquellos a quero
SC defende do que aquellos a quem se alaca.
- figuras de rholorica, como V. Exc. Rvm.
sabe, s altestam a importancia do raciocinio.
V. Exc. exclama : t ora muito nem, choga-
mos emlim Antes de despojar o Papa e de
Iio-lo interdicto, necessario ao menos render-
!te homenagem, beijar-llie os pos e ligar-lbe as
miios, romo dizii Voltairo no secuto XVIII. No
seculo XIX, s 'i se quer por compaixo, tirar-lhe
corOa de espinhos .
Ser necessario fazer sobresahir quo lamen-
lavel leviandade de seraellianle linguagom ?
Admiram-so todos na verdade que um bispo
romo V. Exc. fallando da Santa S, o faca nesse
lom. Do duas urna, ou V. Exc. acredita que o
r temporal, tal como hoje existe, indis-
pcnsavel independencia da Egreja, c cusa a
explicar-se como V. Exc. nao acha para defen-
dc-Ia patarras Maischeias do uneco, argumen-
tos mais serios ; ou ludo islo nao* passa de um
jogo, de um arrufo, do tctica de homem de par-
tido, e lastimarse que lao grande causa s susci-
J to pequeas patines, que fallando de cora
i!'; espinhos,- algucni faca para si cousa de or-
gwlho.
Nesse terreno, nao seguiremos por muito
lempo a V. Exc. Rvm. Nao nos convem gra-
cejar gradaielmenle em seinclhante discus-
sl i. Em rospeilo i elevada posicao de V. Exc,
iciamos a cila-lo aqui. Itefrir-nos-hemos
i brochura que V. Exc. crimina e interroga-la-
hemos como deve sc-lo una obra seria : seria-
mrnlo.
0 autor, V. Exc. Rvm. o primeirb a roco-
nhccc-lo, ostabeleco melhor queninguem quanto
importa an mundo inloiro que o Papa soja inde-
pendonle. E' necessario, diz elle, que o chefe
de duzentos milhes do calholicos nao soja su-
nual da Pranc*, da Austria, da Hespanha ou dos'sem se declarar o i
diversos estados da Dalia. Os mesnios escr-
pulos empediram evidentemente que se asseme-
Ihe esse tributo lisia civil de algum dos sobe-
ranos desses di'.lVrenles paizos. Nao, esse tri-
buto deve ser om trbulo proporcional, consen-
tindo liviemenlo, mas irrevogavelmenlo, aconle-
ca o que acontecer na serie dos lempos. Ser,
so o quizerem, na tributo consagrado por trata-
dos internacionaes e do que nenhum povo con-
traanle, sob pena de deshonra, SO peder decla-
rar livre.
Essas explicacoes segundo parece, nao foram
suQlcienles V. Exc. Rcpugna-lhe que o Pa-
pa soja transformado assim em primeiro e gran-
de fiinccionario europeu do culto .
Enlendamo-nos. Arredila V. Exc. que o San-
to Padre seria menos assalariado recebondo
offertas individuas do que recebondo urna ollera
collecliva Ser a esmola mais honrosa que o
tributo ?
O episcopado franco/, ha cincoenla anuos, para
c, assalariado. Tor-so-n tornado porisso mo-
nos respoilado e menos respeilavel ? Perdcu por
venluia alguma cousa dessa independencia de
que V. Exc. d hoje prova com lano ardor? Nao
sao os nossos vcntMPaveis bispos, para toda a
christandade, modelos de sciencia, de caridade e
do deroco Ilustrada?
< V. Exc. inesmo, que sodio a sorte conimun,
prefcrisem kesitaronenhuma, a esse ordenado
nacional o pao negro e as catacumbas? Nao
vo-Io deram, porque vos agradara? Nesse caso,
tomaste-o '.'
Segunda objeceo : V. Exc. nao admiti a pre-
sen ;a em Roma do exercito federal. Teme V.
Exc. que, se a couscicncia obrigasse um dia o
Papa a contrariar a federa (o ao primeiro sig-
na!, esse exercito o pozesse no castello Sao An-
gelo ,
Nao faromos sobresahir o que ha de oft'ensivo e
gratuitamente imperioso para a Italia inteiraem
somelhantorecelo. Ninguem ignora que sea Ita-
lia nestes ltimos lempos tem desconhecido o
poder temporal da Santa S, sempre lom respei-
tado o poder espiritual. Nao ao Pana que .is
Remanhas hoje desobedecem, ao soberano dos
estados pontificios. ''Mas nos mesmos iremos ao
encontr do ponsaniPiilo de V. Exc. e compiola-
remos a sua objecao. Accrescenlou-se conimeii-
lando as pata vas de V. Exc. J que o Papa, se-
gundo a brochura, deve ser retribuido proporcio-
nalmente por todas as potencias calholicas, por-
que razSo nao ser protegido por ellas na mesma
piopoi-co? Porque razan, por conseguinte, um
exercili) federal e italiano, em vez de um
exercito composio do Francezcs, Italianos, aus-
tracos e Espanhes ?
Altu dessa combinaco aprcsenlar os niesmos
inconvenientes que a ocenpacao actual, nao he-
sitaremos em responder que aquellos queaapre-
sentam, se hoje Ihc concedessem esse ponto, se-
riam lgicos eomsigo mesmo dizendo amanha
'< J queso admita que um exercito internacio-
nal catholico pode defender a Sania S em Ro-
ma, mesmo contra o desojo dos povos porque
naoadmillirquo pode defender as Romuilias ou
em outra pane ?
Nem nas Romauhas, nem em Roma.
E por sso quando V. Exc. dirigindo-so ao au-
thor da brochura, llie disse : So Roma c seu po-
vo quizes.se entender de oulro modo o seu titulo
decid.ido romano,se se cancasso do vosso oasis,
e dessas agradoveis o quietas perspectivas mundo espiritual ; so nolhe agradasse vivor em !
um niosleiro, se nao quizesse mais Papa, emflm, I
o que farieis ? Conte-lo-hieis, porque oJmillis
aqui o conslrangimonto, sentimos que o cscrip- i
lor, neste lugar, nao tenha julgado dover ir al I
o lim e fiel ao seos principios, doclarcssc alta-
mente que a prnpria Roma nao poda sor violen-
tada pola Europa, succodosso o que succedosse.
Nao to-iavia porque nao soja de direito pu-
blico que certas cidadessojam, algumas vozes, no
nteresse de lodos, as coosequenciaj de urna po-
sicao excepcional. Nao faltam exeinplos histri-
cos em apoio dessa theso. Houve no passado
cidades indivisas, cidades nao medlisadas; ha
no presente cidades livres que sua importancia
ou posicao tem impedido de reuuir nenhum es-
tado particular, que interesses politices o ma-
leriaea tem obrigado fazer, interesses religiosos
e de oulro modo sagrados e importantes podom
cxigi-lo com mais justo titulo.
Mas o que repellimos enrgicamente, a pro-
pria doulrina que nao recouhece que um povo
semprc senhordos seus propiios destinos.
Quanto Roma, particularmente, esperamos,
lome de quem as fez ; nao se
lentam taes emprezas sem se tirar a mascara.
I. neessario um rosto, sao neces9ari3 olhos,
cojo olhar se possa conbecer, um homem, em-
lim, a quem se possa pedir contas de suas pala-
vas.
Nos faremos V. Exc. a censura contraria.
Sentimos severamente que V. Exc. ossignasse
a sua caria. E'penoso sobar-se urna cruz epis-
copal ombaixo de semelhaiitcs diatribes.
II i duas cousas que nao se assignam ; um
apello desinlorossado opinio imparcial c um
pamphlectn Por extracto.-Emilio Ferrioro.
P- S.-Muilus jornaes (einfeito toda a especie
de conjecturas, porquo as carias publicadas no
Constituonel em resposta ao eminonlissimo his-
po de Orleaus, era ni assignados .-Por extracto,
E. Ferriere.
Austria nao possue mais a Lonbardia ; a Fran-
ca nao tem mais os seos limites de \~'J2. A
ilura necessidade (om pois pesado sobre todas
cada nina por sua vez sem huniilhar a ne-
nhuma.
De mais, viriieando a separaro, j opinada,
das legacocs, n resignando se ella por falla
de melhor partido, a brochura limita-so einil-
lir urna opinio. S o congreso podc'r.'i emit-
lir urna deciso : o, mesmo aps esta decisiio a
deliberaco da Egreja permanecer plena e in-
teira.
Em qualquer circumslanria era essencial
mostrar que u pensamenlo nspiradoi e funda-
mental da brochura tuba sido, no que diz res-
poilo s legaroes, profulidamente ignora lo pelos
jornaes ; o que, sobre este poni, como sobre
lodos, a publicarlo linha em vista a conservaco
nossos collegas leriam podido advinhar integral do poder temporil do papado.
IV
A lereeira parle da brochura prosegue inra-
riavelmenle na mesma I hese, e prn^Oe os meios
qu" na opinio do autor seriam mais adeiuados
n; nuleneo e salvaguarda da autoridade tem-
poral dos papas.
Esta parlo da brochura evidentemente por
sua mesma natureza, mais ou monos hypolhe-
liea e de urna applcago subordinada reflexo,
s delilieracoos o experiencia.
Pode-so conceber o relucir diversamente os
seus delalhcs ; porni o principio essencial-
mente erdadeio, c em lodosos casos sellado
cooi o eunho de urna ardenie c lilial sollicilude
pelos interesses da Santa S : pode-s em rigor
Miliar dos meios : seria desleal desconfiar
das intenees.
Viuda aqui. os jomaos -nio nnizerain ver ou
o seiiiimoiilo deiesorva o modestia que nos ha-
ra levado rsearn nosso nomo em urna pol-
mica contra um hispo do Franca; mas nao que-
rendo que esa reserva, soja considerada, como
sondo da nossa parte, um receio de rcsponsaln-
lidade, nao hesitamos em reivindicar a uossi
obra
A. GnAN'DCl'ILLOT.
(Constituonel.)
i
Em meio do ruido emoco proiuzidas pe-
la brochura iutetulada o lapa e o Congresso,
aguardamos o dcixamos mantfeslar-sc claramen-
te a torrente da opinio e da imprensa. Os
is ocla >l
homens calmos e honestos, preoecupad
paz das cbnsciencias, sem a qual nao noderia
existir paz dos Estados,a estabeldade das ins-
liliiires a sogurariea dos negocios, muilo se iu-
quielaram, e esta iuquiclaco leve evidenlo-
menle jior causa principal a interpretaco ecen-
cialmenle exagerada e falsa, que alguin jornaes
Itzeram da brochura.
Posloque esta pubticaco nao encone exprs-
samen te um carcter offii '
parte alguma quesera o
lo congrosso os amigos sinceros do gorerno nao
podem guardar silencio quando as paixes exle-
r. iros ali bouverem, dosnaturando-a, motivos
para arrefecer ou segregar as adhesdes gratas
conquistadasba oilo annos pela poltica do im-
perio.
Vamos relatar o complexo de considerado es
cuntidas ii i brochura, c mosirar ["o profun-
damente dilferero das que os jornaes pretende-
rain d'ella deduzir, c que lao legtimamente
agiiaram a opinio publica.
11
O ponto capital e essencial
embaracado en
cordado, nui pouco
nossa opinio.
O jornal que nos nterpella, b"ni o-
nao se embarara com es'as baga
habituados a v '--lo prop il
das pin iscs iiii calor das ;
suas declar i s de i:: Irpendeni a A pi
dea zmbalas. Pela oossa par", t sai
cessidade, ionio por ninoi de nosi i
mo por nos-;., proprio inlrre-se, de i:
opinies sobre a
boje, que nao s i ai 113 n<< o ; I
das circum as nossas
sao de
sbito
dover de examinar son parecer a osle rospeilo,
e de dizerem que ponto nos parece justo e on-
de nos parece falso.
O Time considera o f dholo, que acaba de
abalar lio profundamente a opinio do mundo
rhrislo, como a expre-so do urna poltica di'
aceordo c de concitiarao entro a Franca o a In-
glaterra. Esto ponto do vista perfoitatnenle
exacto, e nossos senlinionlos j bom conliocidos,
fazem que nos congratulemos, mais que ninguem
lelas nianifestaioes unnimes com que o fulheto
francez fui acolhido do outro lado do estro.ilo
Nao hesitamos om reenTiccr e apreeiar o valor
extraordinario de tal resollado, porque as suscop- Aniltidn em oulros lempos e debat d
libilidades nacionaes que por vezes temos ex pe- regimens,
rimonlado o que lomos exprimido tiesta folha,
nos nao fizeram nunca perder de rista a neces-
sidade de que leem os dois grandes povos do
Occidente de viverem unidos no iniero-se da ci-
rilisaco o do equilibrio europeu. Mas, se a
douiiiu.i poltica do rimes, casa-se boje perfei-
(amenie coro a nossa, nao potemos admittir co-
mo elle, que a Franca calholica obedeca aos mis-
mos movis que a Inglaterra protestante, pelo
que toca soluco da questao romana.
De felo, a Inglaterra, que 6 urna niro li-
beral om suas vistas polticas era sua constitui-
rao aristocrtica, na ordem religiosa quer nada
menos que a negarn da autoridade d > cathol-
cismo. Sua f protestante tem alguma couza de
Dito stn, o ./ mr \ il de Otbat*. cil
hayia publicado sobre a queslo i u ., .'
I89, piova que s a -h.i em p
nho de seiilmoaios com o aut Depois pasta a ih-mnnsti ir. nos segoi il< i
nios, que o congr -sii, ij ia aeli -
abrir, nao tem mais nada fazer, senu
i es inecionar os roli dos italianos :
I.' uussa con rrc i :
res-.i la i]n,., ge o gr in le mel da .
quer repr is cu isas i Iiali ti em pie fo-
ram postas n dez annos, e em
anda no anuo passa lo, ser o mesmo
porque ellas nao po.l.-m ;;,;,, .
A Dalia u membni nio.lt'!
grande e de sincero, o nos a respeitamos como ropa nao poder jamis estar tran pi
ludo o que Iraz o cunho do poder moral.
Podamos di/.er mais. A realeza, em Ingla-
terra, re veste n carcter do sacerdocio, e d'alii
Ihe rom, forra confesser, um vigor considera-
re. Para esse grande povo, os costil mes, as
crencas, as Iradicooos, as nstituicoes acham-so
misturadas e formam urna consliloico robusta a
a poni de nao temer as revoluces e de
affronlar sero perigo as mais torrives tempesta-
des da liberdado.
Em Inglaterra, finalmente, reina um espi-
r lo religioso insoparavel do seu espirito pol-
tico. D'ahi a animosidado constante e iuslinc-
liva contra o papado. Na Inglaterra, Roma
slmiiltaneamcnlo atcela por lodos os partidos.
Whigs, lories, o radicaos oslo do aceordo para
negar a legitimidad'- do seu principio o para
combater as consequencias do seu poler tem-
poral
Em Franca muilo difleronte. A Franca,
como d/.iamos hontem, urna liarn essencial-
mentecalholica. Catholica por sua historia, pe--
los cosiumcs, o catholica sobro ludo pelo carc-
ter latino. J nao lomos essas ptenles indivi-
dualidades, que Tcito, ultimo membro do pa-
trciado antgo, lano aJmirava na lienniiii.i. -I i
nunca um memento de repouso, .-. i l Vl.i ..
comu se ach iv i, e com i algunas -
le aoodei r. t) congresso nao -
; ir a paz do mund >, se n3 i itislizor .i I
o nao far mais que desemeadear de n
momos da guer i, se lentar fazo-la entrar
o.

noquizeram dizer o que baria de natural, de I nao admillimoj as Torcas individuaos, s com-
cou-seo autor da brochura
todas as consideros que submetle
a legilimidade do poder temporal do papado,
e a necessidade de sua conservado.
Poder-se-hia dizer que toda a brochara so
resume ueste poni ; e tanto islo verdade que
as llieoriaa de organisaco propostas por sen
autor, e mesmo sua opinio sobre a difliculdad >,
pm seu pensar quasi absoluta de revocar as
obediencia,
rospeiloso de necessario, na principio de urna
contribuioo do cstholicismo, com o lim de pro-
ver, nao as nocossi 11 les pessoaes do pipa, que
passa com melado do budgel de Helvelus, ou
com um quartu do de Voltairo, masaos dispen-
al, o nao se diga em dios geraes exigidos pelas insttoires centraos
protocolo de abertura do governo da Igreja Catholica.
Nao !n um governo qne nao teniia conser-
var seus eslaboloi-imenlos geraes, seu possoal ad-
ministrativo superior, suas direccoes, suas ins-
peccoes, isto edificios, rcparlicoes pessoacs e
o ansas em muilo grande numero. A Sania S
est ionio lodos os governos sujoito oslas ne-
cessidades, muito maiores para ella, porque di-
rige e administra, no ponto do vista espiritual
duzentos mlhoes de fiis dssemiuados sobre to-
da a suporiieie da Ierra.
<< Anios do protestantismo o antes da revolu-
jcao franceza tolo o catholicsino contribua, c
que appli-] isso era to natural quanto justo, para asdespe-
a
de quefeza base de zas geraes da administraco do mundo catholi
CO,
i publico I e cada diocese contribua, segundo urna tarifa
muilo antiga e muilo moderada, com um crio
tributo lomado sobre as suas rendas ccclesiasti-
cas. Esta dinheiro de S. Pedro, como o deno-
minavam, em nada sobrecarregava nem o thesou-
ro do Estado, nem os contribuintes, porque ora
apenas urna contribuioo
s despezas do culto. *
Certa mente, se ha urna proposta razoavel
voluntaria consagrada
bordinado potencia nenhuma e que sua mo
augusla que governa as almas, nao sendo ligada
por nenhuma dependencia, possa elevar-se ci-
ma de tudas as potencias humanas. Se o Papa
nao fosse soberano independente, seria francez,
austraco, hospanhol ou italiano, e OnIIuIo de
sua naconalidade Ihe tirara o carcter de seu
pontificado universal. A Santa S nao paseara
de apoio de um throno em Pars, em Vienna, em
Madrid... Importa tanto Inglaterra, Russia,
Prussio, como Franca e a Austria, que o au-
gusto representante da autoridade do catholics-
ino uo seja, nem conslrangido, nem humilhado,
nem subordinado.
Assim pois, de urna parle, necessidade de
nianter a independencia absoluta do Santo Pa-
dre ; de outra, necessidade dcatlendcr aos votos
manifostos das populacoos que se sepuram dos
seus governos.
Como enlendc o autor que se deve resolver
:?;e problema?
l los o sabem,
Em presenca dos movimenlos que acabam de
ler lugar nas provincias, elle diz, que qnanlo
posse territorial, a cidade de Roma resurae-lhc
a verdadeira importancia, e que o resto secun-
dario Propoe depois de neulralsar Roma ; de
fazer della para o futuro, mas por oulros meios,
> que j foi em algum lempo urna cidade excep-
cional no mundo, a cidade da oracao e da medi-
iar;o. Seus habitantes, sem duvida, achar-se-
lio desherdados da vida politica, mas, por com-
pcnsncOj gozaro das maiores franquezas mu-
ziicipaes. Nao lero exercito, mas serao prote-
gidos pelo exercito da confederaco italiana. Em-
lim lero por Pontifico e Rei o pai commum do
iodos os fiis : por orcamento, o tributo pago a
Sania S por todas as potencias calholicas.
E' inujil dizer que este plano nao mereceu a
approynco de V. Exc. Rvm., e desta vez somos
os primeiros a reconherer que a violencia da
liDguagcm de V. Exc. nao leria toda a justeza e
valor s suas objecres.
V. Exc. preoecupa-sc em primeiro lugar da
legagoes obediencia, leem precisamente por
base, nao s seu ardenie desojo, mas at sua I em si mesma, 'i do repartir sobr todo o calho-
lirmo eiiubalavol resol u?ao de conservar au- lirismo, nao repilamo-lo anda, as despezas do
londde temporal da Santa S sua plena indo- papa, porm as despezas geraes da dirocc.io e ad-
pendencia e sua inviolavcl autoridade. ministrado do mundo catholico, despezas que no
Assim, verificar publicamente e mais urna prsenle* oslado das coosas pesara contra loJo
vez a legilimidade do poder temporaldos papas, o bom sonso e justca so!ire os habitantes dos
o coilocar a sua conscrag&o fora e cima do ioT
do ataque, nao mais sirnplcsmente como auxilio
de um exercito pontificio mas firmada no di-
roilo publico europeu, protegida pelas garan-
tas naturaos que Ihe oslo annexas : os para
lodo ho nem sincero, que acceita o verdadeiro o principio rrdadelro, honesto, o puro'. SoUi-
stados pontificios.
>,< Acresccutemos que semcthanle projocto, sob
qualquer ponto de vista que so. o considero, nao
pode ser censurado de oflensiro dignidado da
Santa S. A applicaro pode ser diffieil, porm
eminentissimo, que nao sinta nenhuma das re-' inglezes, nem dos idelogos nmadas; e
suntido das cousas oque ran faz subtlezas com
palavras, o lim e sentido da brochura.
E' d'esle modo que alguna jomaos a expli-
cara m ? muilo pelo contrario. O Siccle, o. Pres-
te ; o Jornal de Debis c oulros chegaram
felicitar hipcritamente o autor da brochura
por eslarde aceordo com ellos, sobro a necessi-
dade de onfrjquccer e mesmo anniquilar o poder
temporal do papado. O Jornal des Debuts len-
do dito que protessava esla opinio havia mais
do dez anuos o Siecle sobrepujando-o, assevera
que ha vintc e seis annos nao tem professado
outra.
c Porisso nao quizomos consentir que se fizes-
SC acreditar, sem protestaco, una interpreta-
cao lo niaiiifesta o complclamcnle falsa da bro-
chura. Seu autor quem quer que o supponham,
nao collocou-se do lado nem dos protestantes
cita o restabelecimento de um antgo costme
destinado estrellar mais intimamente anda os
lagos que prendero os calholicos do mundo in-
teiro ao papado: o, alliviudo os subditos de
S. Podro de um fardo excessivo e injusto, nao
poderla "deixar mais augmentar sua gralilo o
affeiao.
V
K O essencial no meio do ruido e emoco pro-
iluzilos pela brochura, que os homens "sensatos
idos
a
opinio publica, o crear urna lameniavcl o peri-
gosa dcsinteiligencia entro o governo c a Igreja.
No que diz-nos respeto, embora seja traca
a nossa voz, nao hesitamos ero dizer pela im
prensa : Nao, o autor da brochura,nao dos
nossos, quem quer que seja, nao participa de
favorecom-iia, c nao consenlem que os partidos
e seus jomaos d'ella se apoderen! para Iludir a
patria coimeras
piignancias invenciveis que V. Exc. parece re-
celar. Nisso vai a sua prosperidade e sua glo-
ria.
A nova existencia que se Ihe prepara odiosa,
exclama V. Exc. Mas que importa isso ao autor
da brochura? Elle nao vivir l maso Papa
vivir; e bom para lal vida. Como Papa
um pao, c a egreja urna me, sabero viver no
meio do odio, dos ultrajes de seus subditos, rc-
duzidos, pela appligao de um syslema ridiculo o
abominavel, a ser paras, no seio da Italia, os
maismiscraveis dos homens enifim, comprido e
tremendo na conteroplaco c na oracab,-
Quc delalhes c que q'ijadro Pois" que Essa
existencia espanta V. Exc, catholico c bispo !
Porm compare-a com a existencia actual do Pa-
pado Falla de odioso de ultrajes. A manuten-
cao do prsenle estado de cousas nao tem esgo-
fado todos ?
De resto, em vez de V. Exc. se perder em rc-
criminarocs.nao seria melhor que procurasse um
remedio tantos malos ? Ninguem nega, nem
mesmo V. Ex-,, que astuaro dos Estados Ro-
manos por urna causa ou por" oulra, das mais
assustadoras. E' necessario tomar um aceordo
ou morror.
O autor da brochura propoe una soluro V.
Exc. acha-a impa e impraticavcl Prponha rosos s
V. Exc. a sua c disc.ulir-se-ha. Em vez de
nao nossos prejuizos onli-religiosos, nao hostil a
he pode caber a censura merecida pelos jor-: autoridade temporal da Sarita S, nao quer redu-
naos, de estar dispnsto sacrificar a religio e a ziresla autoridade una expresso Ilusoria, nao
iudividuaes.
III
esl como vos, disposto sacrificar as Iradi^oes
calholicas e nacionaes allianca de seilas anti-
s de ter emprogado todos os seus coi- calholicas e eslrangoiras.
verificar a legilimidade e necessidade O autor da brochura
c Depois
dados om verincar a legilimidade e necessidade O autor da brochura um fiel catholico. c
do poder temporal do papado, depois de ter, quer nao s a auloridadc espiritual do papado
.n^.Tf. Si'lc ftl^vado cj;te P01'10,!1.? dou(ri-|que esl muilo superior rontade dos homens,
mas quer turobem inleira, real, poderosa, vene-
na ao valor de um dogma moral o poltico, base
inconeussa das crencas c necessario alicerso da
ordem europea, o autor da brochura chega
mais dillicil posirio de sua these, que asilua-
co e o futuro das Legajos.
Anda n'estc ponto os jornaes estimulados
por prejuizos ou por interesses de partido, com-
pletamente dcsconheccram c adulteraran! o peu-
samento da publicaco.
Suppoem e propalara que o autor da bro-
chura propoe, miori, porescolha e do propo-
sito deliberado, Tirar as logacoos Santa S.
Nao s isto nao verdade,mas "scmclhanlcasscr-
ce cxpressamenle contrara ao espirito mani-
fest ao conleudo formal da brochura.
A_ brochura patenleia o eslado presente das
iegaedes, que j se separaran! da Santa S por
motivos diversos, que seria superfino mencio-
nar, e dos quaes 03 mais numerosos e podc-
muilo anteriores ultima
-------- .....------v- .......... guerra.
inju-, Portauto a brochura notifica a separaro, mas
nar o autor anonymo faca V. Exc. melhor do nao a propoe nem a cria ; c, depois de' ler exa-
qne elle, e seremos os primeiros applaudir os minado os diversos meios pelos
seus esforcos.
No entanto, impossivel que nao nos admire-
mos da linguagem de um prelado que quer que
o Santo Padre seja o mais nfimo dos homens,
comprimido e estremecendo na conlemplaco e
na oraco porque se tem livredo o seu poder
moral dos antagonismos o embaracos que Ihe
crea o exercicio do poder temporal.
^0 Santo padre << paria I no seio da Dalia
Nao, Exm. ; mas o Sanio Padre collocado cima
de todas as complicaces polticas : vendo de al-
to as paixes da tcrra'e apasiguando-as ; restric-
to om seu poder, mas nao em sua independen-
cia ; cossando, a fallar com propriedade, de ser
principe italiano, para coiiservar-se Papa era
grande na lata expresso da patarra.
quaes as lega-
cues poderiam ser revocadas obediencia, c
depois de le-los adiado inculcases ou perigo'sos
quer para a ordein europea quer para o papado,
a brochura nao se colloca no partido da sepa-
raro resigna-se elle.
Eis em que espirito esl concebida a parle
da brochura relativa s logacoes, espirite cons-
rada, inviolavel, a autoridade temporal, como a
Sania S a recebeu de Dos e dos secutes ; c lo-
go que esla autoridade temporal lver rocebido a
saneco da resoluto goral e prxima dos nego-
cios italianos, ser, como lodos os estados inde-
pendentes, manlida pela razao suprema que raau
tem os soberanos.
O papado, saibam-no os jornaes e se resig-
nlo, sahir do congresso mais rigoroso do que
nunca foi, dobaixo de todos os pontos de vista
A Franca apparecer no congresso com sua du-
pla Iradiro de naoo catholica o de nacao libe-
ral, com o espirito que, sob l.uiz XIV, fez trium-
phar a independencia dos reformados, pelo trata-
do.de Westphalia, que, sob o primeiro cnsul,
reconciliou a revoluco franceza com a Igreja,
pela concrdala.
Quem pedera ter pensamenlos que noesies
sob o reinado desto principe, quo ennobrecou o
throno do Vaticano, apezar da liga dos demago-
gos e dos atheos ; sob esla imperatriz que, nos
momentos difficeis, haurio a energa da mulhcr
nas virtudes da chrisla, com este menino impe-
rial que cresce para a patria, coberto das honraos
do Santo Padre ?
Garnikk de CassOHAC.
(I'ays G. Pinenlel)
prehondemos o valor das forras collcclivas. A
democracia, em Franca, desllronisou definitiva-
mente a aristocracia.
Nao sentimos isso. Se a democracia tero al-
guma cousa de mau, tambera tem eousas gran-
des. Doixa tal vez menos liberdade de cada
um, mas em beneficio da lber Jade de todos. Era
vez de deixar fazer, obra ella, Di minu os indi-
viduos para engrandecer as naees. Exforca-se
incessanlemcnte por chamar scs lllhos, iodos
iguaos peraiilc olla, unidad;'., que seu eter-
no ideal.
v Eis ah a razo por que Roma, nosso antgo
centro commum, continua a ser o ponto do mi-
ra de nossos respeitos. A-'hamo-iros apenas li-
gados a ella por um ultimo laco : oslo lago po-
rm c mais vigoroso que lodos, porque O do
urna f commum.
Assim o teem julgado os materas soberanos
do nosso paiz. O chefe da rara carlovingiana,
constituindo, pela vez primeira, o dominio de
S. Pedro, cedia, man grado son, influencia das
ideas unitarias da antiga Roma. Seus suecosso-
ros, salvas algumas dissideueias passsageiras, so-
guiram o mesmo programma. o imperador a-
polco I nao faria scuo entrar ni verdade da
tradieco quando reconciliara a igreja romana
com a Franca ; e seu succossor continua seu
glorioso papel, exforcando-su em roconalia-la
coro as novas condiros da soaiedade europea.
Nislo se nula a dlferenca cutre a poltica pro-
cnuisada pelo Times o a de quo o folhcto fran-
cez a eloquenle exposicu. O Times quererla
om nomo da .protestante Inglaterra, destruir
co
Ihel
m
ni
VOZ :i i Sllu i.-i i 11|
poder por um violento csfni;.
Pela nossa parte, d >! pese cst.ibHe
questao, des le a principio -
pre cuino mp issvel a c
dos ducados. Esses prili
piia ruina ; perderam-sc por 'm esr :
estn lartc nimigo. Autos diss >, i
absolutamente inc m i.< >m os pe -
goreruavam ; mas desde enl i ; ic se dii
rara. Fazeudo-se ans Icixaram, e deix -
raro para semprc de mos.
Esta questao dos ducados oa muilo i
linha uma soluro, que, SU nao era fcil d
4*ari erai pelo menos, fcil lecomprehenl
'.' para sentir, 'e nj i fi en s i
com essa se livi -- >... i em utver ou
lo muilo grave, muito m fia diffieil de u
canee mais geral. E' fcil de saber que (
dos oslados du ; ij a,
So o congresso so livesse pie i -
gOCOS dos ducadus, o Ira'.i.ii u i -
Bastara deixar os soberanos cw presen i
seus subditos, o a soluro seria prnm] la. ii
pa, porm, tem subditos ero toda n pan
o que, Ihc di/, respeto interessa > i m ni lo. u-
ducados devem de ler sentida qi.....- neg m in di
romanhos lenhaw rndu i
tu los i gol ,: [|i 9 -. ;,.,_ SfUll -. d
terom que achar-sc om face desta
nesla conjuro tura, nao Ii
fazer, e que os prnprios Ualian -
se nesta posicao e em
por si mesmos de sua sorte. i ido, n
dade, mais commorido para todo o mund .
copio todava pira olles. que ellcs Ii'------m i -
pera Jo, que > livesse armado de paciencia,
livessem doixadji primoiro regular-se osouli -
negocios; mas, por fim de contas, d
deixar de recouhocer-lhes o direito que ;. -
si A questao, pois, acha-.- boje reduzida a i
tes termos :E" possivclquo os romanhi -
mellara-se de novo ao dominio e ao governo d
I Santa S ? E'evidente que s se subnel
constrangidos pela torca das armas c das arnav
estrangeiras. I'.' eviden se consen
riam nesse estado se fosseni i ird id poi
iiiccs austracas uh franrezas, e os
Lsc chamara a independencia e soberaaia ;
pa O que nos diz a historia .' Db-m -
I estados do papa passara desde muitos u
oceupago em occuparan, e que essas ;
quaes se quer fazer uma garanta de ind
dencia para chete da groja, nao ti
re
thoecismo. A Inglaterra conimelle um erro
quando alaca a existencia poltica di Sania Si
ogrej
* nos tao compromctlida na mo do amigos
na deinimigos. Nao fallemos Dorlantu da in-
.Pro,cR?|dependencif material diSinta' S; bal
tempo que olla tuto passa '!. um i patarra,
Assim pois. de'oiixo do ponte de vista reli-
gioso, ha uma divergencia natural entre os dous
paizes. E' fcil, portante, do, explicar a razo
porque a imprenta ingleza censura geralmente
ao auctor do folhcto os proprios principios que
elle invoca era favor do poder temporal.
Mas, afora essa divergencias que se dedu-
zem do espirito religioso, ha, para dous grandes
povos como a Franca e a Inglaterra, interesses
inoraos-que os rcucm oque lhes permitiera
do ter a mesma politica, posto que nao leiihain
o mesmo cuite. A Franca, procurando conser-
var ao papado sua grandeza histrica no seio
do inundo roo lorno, quer dar simultneamente I
salisfaco ao catholicisiiio, que o sua crema, '
e ao direito nacional dos povos, que a sua bau-
deira,
Foi isto o que ella fez na Italia, c oslo
glorioso rerultado nao foi pago muilo raro pelo
sanguo generoso que no* cuslou. Dando Ha-
lia a independencia, domos egualmenlo um pe-i
nhor a essa poltica, que a allianca anglo-fran-
ceza desoja fazer Iriumphar por toda a parte, i
o se nossos alliados da Crimea nao estiveram ao !
nosso lado nos campos de balalha de Magenta
6 de Solferino, corto loJavia que tomos con-1
quistado desdo enlo suas verdadeiras sympa-
thias : podemos contar agora com o poderoso
concurso de sua diplomacia nos conselhos da :
Europa.
E' dcsle modo, segundo eremos, que se de-
ve apreciar o pensamenlo geral e o lim do do-
cumento que hojo oceupa a atlero.o de toda a
christandade. As tendencias e os principios da
poltica franceza acham-se ah pcrfeitameiilc de-
completa burla.
Islo posto, nao procuraremos provar iu
separarn do territorio da Santa Se de uma :
suas maiores provincias soja uro meio de i
car, concentrando, o poder temporal do pap
Islo nao nos parece serio. E' necessario d
sem rodeos, que oque se exige do |
abandono .le uma porro ronsideravel des
poder temporal. E" muito fcil dizeraosil il
que ellos nao se perloncem, o isto a
lodos os das com uma facilidade e crueza,
chogam a ser odiosas. Mas, colloquem-s
um instante em seu lugar : o que
riam .'
II i don- razos pelas quaes o povo dos est i-
dos romanos lem o diroilo de reivindicar seu I-
vro arbitrio. A primeira a razio de nai
lidado.
I A lula nao est acabada a Italia ainJ i
esl livre. A obra da omanciparo nacional, por
causas que nos nao dado apreciar, nao e
a completar-se. Dia vi. om que ella i
nove. Nesse dia forcoso que os pulsos dos ita-
lianos fiquom livres.
Ora, o papa, como principe, nao pode
poder nunca lomar, na obra commum, a :
que Ihe pertence orno principo. Nao queremos
dizer que elle fosse austraco, i.us havia de -.
neutro, e por coitsequencii seus Mbditoi -
conslrangido aguardar tambora a mesiin ne<
lidade.
Seria isto rlscar multes mlhoes de ho
da cariada Dalia. Bera so rra o que su
ero 1818 e 189 ; o papa, arrastado a pn
s. Trala-se de salvar o poder temporal do pelo mormeote uaconat e geral, vio-se l-i
parar, quando se vio em presenca do outi
pub icacao, que a necessidade e a legilimida- Entre todas as aprcciaces, muito serias alias,
de do poder temporal do papado. qiie sc lem produzido em Inglaterra, a propos-
Tal avehemencu desta conviccao. que sc to do folheto- Opapa e o congrego,-a do Times
a conservaco das legacoes fosse necessaria para a que merece mais particular alleneo Aim-
a ntogriaade do poder temporal do papado, o porteada excepcional d'cste jornal n'es impOe o
finido
papa, roas sem sacrificar os direitos dos povos
trata-so de conservar a soberana poltica de qne
a igreja tem necessidade, mas destacando seu
augusto chefe das responsabilidades e dos em-
baracos d'uma dictadura incompalivcl por mais
que eguem, cora o espirito divino do Evango-
1 lio.
Tal c o duplo problema a resolver, O Ti-
mes e os outros jornaes inglezes tratara apenas
da Batracio da Italia ; o folheto diz, com razo,
era termos precisos e enrgicos.
A gloria do imperador seria estril se com es
ttulos de naconalidade dados a um povo, nao
garantase a igreja suc seguranoa e sua indepen-
dencia.
O Journrl des Debats, instigado a declarar a t.
sua opfnio acerca do folheto intitulado 0 r pa e o Congresso, responde uestes termos : cao ostrangeira, seja qual for, mas UmU :v.
Um jornal promeltia hontem uma boa re-' estado poltico que o condemna imm
compensa a quem lho dissesse qual ora a opi- i c que ossublrahe ao movinenlo goral de!
mo do Journal des Debats acerca do folheto do os outros povos. Dizem-nos que nec
gue o publico sc oceupa ha algnns dias. Esse que a cidade de Roma, pela gloria de ser um
jornal entra na questao com admiravel desemba- ] son ou um convento, abdique sua parte do i
raco, coi quanto que a nos nao nos parece a monio commum da liberdiJo, esacrifiau
cousa de to pouca importancia. Tendo-se ge- "
ramente e3palhado que esse folheto emana da
mesma fon te de onde sabio o folheto intitulado
yapoko Ule o Congrmo, senlimo-ncs, na
chrsios do quo era tambora o pontfice o a
fe espiritual. Seu nomo, imssao e carao!
grado Ihe impedan a realisaco do sevsdei
de soberano e de principe italiano. Como p
nao podia derramar o sauguc dos homens
chrislos, e seu braco leve de parar. Final
te, o papa nao polo combater ; h i casos, porm.
em que seus subditos quercm e podem i
bater.
A segunda razo, necessario dizc-lo lam-
be m : que ha um divorcio irromediavcl i
os principios da sociedade moderna e os do go-
verno iheocratico. Os italianos veom no ;;
no temporal do papa, lal como so acha WC
riamente constituido, nao smenle urna i
nlorcsse particular ao inleressc geral, o nao pa-
recem aperceber-se deque Kisto est a con '
Daeo do qne pretenden sustentar. Se tal i
car*io contm ao povo fleTtom.?., elle loca


(
cu-lo ; mas se nao convm a mesma cou3a ao
jiuvo lia Rumania, por exemplo, como so far
ndmittir esla bella Iheoria ? Sempre por mcio Ja
fi ..i ; c ctiio veremos quanto lempo slo lia Je
curar.
Domis, nesla grande queslo da recons-
luicin da Italia, a opinio publica nos parece le-
vada a exagerar niuito a parle quedeve lomar o
congresso das potencias. Os congressos de boje
nao podem asscmeiliar-se aos do outr'ora, que
reparliam as tetras eos bomens como urna pre-
priedade. Hoje su a misso smenlo, procurar
lecunhecor a verdadeira exprsalo dos votos dos
povns, p a regular-Mies os resultados quando es-
ses votos so nao achara cm cdalradiccao com o
interesse goral da Europa. O congresso do 186U
nao lem, pois, neiiliuina iniciativa a lomar, e
enganar-se-hia emsua misso se sejulgasso en-
eerregado do achar para os Italianos um pro-
gramla, que tiles por si mesmo ja cncontra-
ram. Vemos, pois, que se Irata muilo de indagar
sob que forma de governo deve sel constituida a
Italia central, e niais de una ve* .se lem rallado
da torraaco de um reino da Elruria, rom um
soberano independente. Lssa furnia, que esta-
mos longo de lepellirdo um modo absoluto, se-
ria lalvez a que mais conviria, se nao 5 Italia,
o menos Europa ; mas admitliado i>to, sur-
gem novas difflculdadcs pelu desaccoidn da Eu-
ropa. Que principe Ira reinar no Ihrono da
Elruria? De que naco, de que casa, deque tra-
diyao sabira .'
Que influencia representar ? E' urna triste
fatalid.ide que a pobre ver discutido o regulad i o seu destino, como se
ella fosse exlraiiha a ludo islo. Porguuia-so
sempre se ella ser mais ou menos francesa,
ni lis mi meaos austrb ca ; mas nunca de ind r
esla queslo que mais simples :A Italia ser
italiana '.'
Alguna bomens profundos tSo reunirse era
conselhu au i Jordcuaia mesa robera do pimo
verde, e pozar laboriosamenle asdoses Je influ-
|uo cada um de seos gocemos lora de col-
locar na balan ja ; mas, porque razan se nao ha
de eomoear ; urconsultar o propno doonte? Era
lugar de se andar a proi arar o que mais convm
aos italianos, nao tora mais rommoJo e mais
simples deixa-los de mudo por que elles
prios se organisarnm ? 0 que i lies procurara, o
que solirctudo aspirara a uniao, quo faz a tor-
ca. F.is-ahi o razo porque, cora un.a abnega-
i um esp uto de sacrificio que se nao lena
querido apreciar devidamcnle, os eshwbs da lia
l: i central seuniram aopai/. que se Ibes i
ci i nm ponto de apoio e do roneontrocao, um n
de resistencia nacional. Uuram-se ao Piernn -
le, porque o Picmonle representa a espada da
Italia, porque a nica potencia italiana, que j antes lido por impossivel, de dulcientes Estados pois
lem sido isenla de oceupd iio eslfangcra ha mui-
tissinios anuos, e que Si rvc dfl prol sto vivo e
armado da nacionalida le itali | gimo. Dover se-lia pois obtrudir cssos esta-
DIABIO DE PERKAMBUCO. SABBA&O 4 DE FKViTBElHO DE 1860.
tilia nao podetia exirair-se de ajunlac su as ar-
mas s da Prussia. Ora, sendo este aconlec-
menlo, que liavia de accclcrar de fado a Uniao
Allemaa, horrivcl dnenle [iara a Austria, o que
mais receiava o imperador Francisco Jos, esta
ola foz-lho tanto espanto, que logo acnedeu aos
preliminares proposlos pelo imperador Napoleao.
Era aquella nota una conabinacao mysliflcadora
oriunda de urna diplomacia qu'c quer fazer va-
lor-se por (como di/, um proverbio Allemaa) ou
vir ato crescer a horra, o daqual einlim a pro-
pria a Austria se confessou convencida, mas com-
tudu houvc um elfeito significativo. Desde en-
tilo _o marquez de Houstler nao podia ser pessoa
muito grata corle de Rerlin, e por isso pedio
SUS mudanea ; em verdade o imperador Napo-
leao o mudou, mas para Vienna onde auguro
que nao ha de ser mais bem viudo. Sem embar-
go do ludo isso, o marquez antes de sua sabida
do Berln, fui galardoado pelo principe com os
brilhanlcs para a ordem da agoia vermelha da
l" elasse, queja possuia desde 1836; no valor
de I 10 thalers.Foi nonicado em sen lugar pa-
r a Prussia o principe Lalour d'Auvergne.
Muitas tardamas soffreu aformacaodeslocon-
gresso. Ifesitaram a Austria, a Russia, a Ingla-
terra: mis emfini tudo foiiaptairiado. Palmers-
lon o Ilussell chegaram a um acord : a Russia
manda o principo Gorlschakoff; a Austria nao
smenle soffre seu lado a Sardenlia mas anda
que soja representada pe
go, o conde de Gavour,
eavalleiro Desarabrols do Nevacho ; smenle
duvida-se da co-participaco do Papa, pois an-
da quando elle mandasse o Cardcal Anlonelli,
nao licito duvidar, d'anto man que as instruc-
goes deslo diplmala de nonhuraa serle podero
ser admittidas. Entretanto a organisaoo dos
los-L'nidos da Italia central laclo "consu-
mado. Buoucorapagni, depois de seren venci-
dos os obstculos que o linhain obrigado a d.f-
fenr aigumas vezes sua partida de Tnrin, emlim
lando no campo catholico de toda a Europa par-
ticularmente na Italia o na mesma Roma, cuja
povoaco j. lia dez annos que raoslra ser pouco
apta para um tal governo palriarchal novo e ari-
tigo ; mas esconde-se por traz leste projerlo o
questao : ha de ser engrandecida a Sardenha
por ossa nova confederaco italiana ? ou ha de
ser erigido um novo th'rono do Elruria, c sem
duvida talo francez '? Questao que, nao sendo
de esperar que Ihe d solueao o Congresso, Ira/,
com tudo em si o funesto germen de urna nova
conflagracao laivez geral. As tropas papes es-
lo iusensivelinente aiigmeutaudo por mel de
engnjamenios que tena lugar na Austria, Baviera
os numerosos candidatos que sao indicados, e no
rucio das quaes se apunta o Principe Napoleao,
primo do imperador, o duque de Seoehtenibi rg,
vo na .Suecia o emlim na Russia, d'onde voltou
em 1812 ; mas havendo grandemente contribui-
da por suas poesas (aigumas das quaes se can-
tara cm lodo o lugar) eseus tratados, a despertar
a corageni allemaa pelo que chamado o Tyrto
da Allomanha. assim como antes Theodoro Roer-1 Fallci-vos, na minba ultima caria, sobre o el-
ner, joven cabido na guerra de 1813. Toraou-se feito que produzira na Inglaterra a resposla di-
emlira, quando a relrohccao subi ao poder sus- rgida em nume do Imperador, por seu secreia-
peilo, e dusliluido de sua cadeira, iicou por 20 | rio, aos negociantes de Liverpool, que llie per-
gunlaram quaes eram as ii.lcncoes da Tranca,
relativamente ao povolnglez.
Poslo que aigumas tullas nglezas haj .m qua-
lificadocomo um acto de alta Iraee u proced-
fu .o de sous
Ocios, c
oslados.
Eis a razio porque nao lera lugar o con.
so. O imperador Napoleao III que sabe mu bem
o que faz, quiz por si niesmo supprimir esse
mcio de sulucao.
Mas por que repelle boje o congre-so, que pa-
reca desojar e preparar, ha aigumas semanas?
| oi jovem duque de Parraa o principe Carignan etc.' E' o que nao c fcil comprchender ; e o espritu
, Eis o que um futuro mu prximo nos ensillar, se pedo, quan '
annos sem emprego, al que, leudo virado o sys- j
lema, loi tambem elle restituido, e recebeu ago-
ra do principe regente a ordem da aguia verme-
ha da segunda classe. Era Arndf tambera m
bro do pat
iein-1
do quer penetrar as profundida-
des tenebrosas de sua poltica. Por todos osla-
dos o negocio era difflcil de resolver ; mas parc-
ce-me que o congresso tinha a vantagem de a-
tender a todjs os potendaa a n idade
da solueao. Por que razia assiirne a Franca por
si s efsa respensabiltdadet ttnho ouvi.: d ul,l
ferenlcs pessoas de alta posi.-o e cuja ialelli-
gencia crescida sabe alguaias vezes deacokrir o
zembro a Congregaco do indico dos livros
prohibidos fez una sesso extraordinaria, na
q.ial foram exhibes e registrados os raucos de es-
j sen asperrimo ininii- j criptos impressos as ierras antigameulc hespa-
junta ao qual vera o | nholas da America central c meridional, e en-
viados pelos bi-pos daquelles estados, pira se-
ren condemnados; e com esla leitura a Congre-
gaciio lem a despender um lempo duplcadaraen-
le maior do que com os escriptos perigO30S de
toda a Europa. Mesmo ltimamente urna se-
nhora Udm. Julieta de Messene, publicou em
Amslerdaui um livro intitulado f La Papaul ,
que fui julgado de tanta importancia que o mi-1 el ireza de espir'il
n isleo do interior em Paris o unndou couQscar. nossos com patrio
Ao passo que a egrej.i soffreu una derrua na
roa realem Kaenisberg no auno de 1700,) por
cerlo que a race da Alkmanha boje soria tolal-
menle diversa, o estado actual do re contina
a ser muito valetudinario : as torcas mentaes
permanecem deprimidas, e as physicas de lem-
cm pouco depois toruarem a debilitar-se. Memoro dissoque u'uma audi
llnalmonto o bito hislographo, o lord Tbomaz
uabinglonMaeaulay que rauneu sexagenario a
29 de de/.embro era Londres.
O sol do novo armo se levanlou muito cobertu
de nuvens : esperemos que tanto maior se ja .i
lo e a cuidara dos coraces de
patriotas.
A esla-
IHr-sc-hs que esla uniao tmpussivcl; dir
se-ha, como l diz por costme, que os italianos
nao nasccram se nao para coracrem-se ui
outros, e que entrogii i -. sm v laraoa
-suas eternas rivalidades e discordias,
nhjercocs opgomos urna nica ; sposla .
lacles.
Nao se esl vendo o'camiuhe pie lem feito os
italianos de a..- os a osla parle e mr-
mente uestes nltvitios qualio mez I om que
desinleressu teeni viles procurado iiinguir n
pequeo por amor do grande patriotismo ecs-
9ua entrada cm Plorenca com lodo o brilho Italia, ganhou na lleraanba urna victoria insi-
e acclamaco. Assumio all as rodeas do go-|Sne pela concordata, que foi concluida com o
v >rno : mas sempre cm nomo do rei Vctor Em- grao-duque de lia le, que nao cede em nada ao
raanuelo, nao smente dos Estados de Toscana, I de Austria. Bastante conhecida sao as conse-
'' di nj) o Parala, cojos soberanos liaviam aban- quencias funostissimassob que os povns submet-
donaJo sea dominios, mas tambem das legages tidos ao sceptro ausiaco liaviam gemido cm
romanas, que so liuham unnimemente separa- consequeneia da concrdala, que pisara aos ps
do do governo pontifical. Os goveruos proviso- as justissiraas reclama^cs da naco cora o vao
ros especaos nem por isso eslao dissolvidos, pretexto de prejudicarem aos soberanos decretos
mas exerce cada um suas funeces particulares de Deiis, o para que au se levantasse um grito
assim como lambem se esmera em ialroduzir do iodigiiacao, nao gmenle entre os protestan-
inslituces communs, v. g. unidade aas leis, dos i tes, que formam a nielado (e antes at mais)
impostes, do couimerci, do correio, ele, e ludo da povoaeo do Grao-Ducado, mas tambem en-
isso com todo o accordo e subordinando o nteres- 're os catliolicos alais elucidados ; de molo que
se particular ao fim geral, sera allcrcaco e anar- principalmente em Maheim, redigirara ama re-
chia, dando por isso a Europa o espectculo, presentaco, urna peticao ao gr3o duque, e de-
cmara que est em vespera de reunir-se
endentcs poderem rcuuir-sc e governar-se P*ra quo nao se rcalise aquella concrdala,
sera guerra civil, o sera um cabo coroado e le- Sem embargo disso, foi ella publicada, mesmo
po-
p.i
mas se tena dicidido regular de un: modo quu
nao desagradasse poliliea iagleza, ,i naaao
muito mais grava dos estados poniiliai i. A
Beata approximac i lem sidojPranga tanto mais voluntariamente bourara en-
trado nesle rauioho, quanto .' cari i perador, impla :ada as l na
[ueo imperadur con- Italia, tinha empuuhos pessoaet ci ti feama-
nias o os chefos da insunciao actual
prenles ou seus amigos.
Seja n que r, a Tranca c a Ir rra, que
a impreusa de Londres, como n'um s corpo,
lem singularmente adotado sua linguagern, rc-
lativamento Franca ; e o proprio Times est
quasi desarmado.
sobretodo noiavel, proposito da questao sobn
o corle do islluno de Suez. Nao sei se j vos
ceder aos chefes desta empreza, Ibes havia de-
clarado que faria deste negocio o objecto de urna
negociaco diplomtica.
Caris, t2 e ciezemhro de 18S9'
( Ol'TRO CORHBSPOSOENTE )
A cousa que mais excita a attenco no mo-
menlo em que vos escrevo, ama brochura que
ha pouco appareceu sob este ltulo. O Papa c o
Congresso. Se apenas so tratasse das locubraQocs
de ora publicista, cu nao rao demorarla por mui-
lo lempo em llxar a consideragiko <; vossos le-113 ''"'
Ora, como vos o sabis, o obstculo nosla ques- durante todo o anuo se ameacaram descoa-
lao, vera inleiraraeuto da tnglalcna. Foi a ins- linram urna da oulra, eslao baje n'unia pori
lancias do embaixador iuglez M. Bgelwer quu a inlellgencia. i.su calente sari dra
loria olloinana raniou siguili ir a i vice rei do i ffuilos poderia ella pradazirt Com o- coa
[ui ia dcierminar a suspeucao dos Ira- a Inglaterra, a entente dura emquanlo
balhos. Evidentemente o governo turco nao interesse em maule-la, com i
hostil a urna obra que dove criar novas Coates de ( do imperadur ella durara* i ..
riqueza para urna porco do imperio; e quando secretas da sua poliliea Ih'a uzcrem
o embaixador de Franca, SI. Thouvcucl, vcio | ir proveitosa.
sua vez uestes ulliraos diainstar com o ivan, Quanto aos rei la aecdrdo, .' ..ul.io de
para ruvogar esta prohibieao quanto a continua- lodos que sao cues a garanta i i ma-
-1' ilhos preparatorio*, a Turqu > da paz na europa. (j Praa
is prelnuces contradictorias deslas
lores sobre esla obra ; por qu'nlo sao muitos os '. d!las potencias olliadas nao acbou uuti i expe-
planos individuaes para a recooslituicao da lia- diente para desembaracar-so lo negocio seno
lia, e principalmoule para o regulamento da ques- declarar que ella ia subraeller a questao Euio-
lao papal, sera duvida a maisdificil das que des- i", convidan lo as potencias para se ; >rem de
antes da reunido da cmara ; mas lia de ser alli
aprsenla Ja para Bear saneciouada. Nao lan-
o por apoio circumstancia, puis que o grao
duque de Bade protestante, ao passo que o So-
dos seus cabos, legtimos ausentes ".'Dever-se-
ba a respeito do ludo conslranger as provincias
papes a rcvprterem ao sceptro da tiara Esla
a grande difGculdade que cabe ao congresso de- horario d'Austria catholico ; se se tratasse d
eidh e so ella nao tao grande a respeito dos requisitos de juslica e verdade eterna, seria n-
sito os ducados, por estarem iaveterados os principios dierente que fessem exigidos elles por calholi-
do eongrossode Vicua de 1SI5, que tinha os eos, protestantes ou judos; mas trala-se de sa-
s como um papel quo se pode cortar eriflear canssimos direitos da naco, Irata-se da
cora as leso,uas, e as povoaQoes, cumo um mou- independencia da propria cora que aliase la o
18o le automalos destinados a trabalhar, a guer- ciosa, que parece mesmo que com receba de ser
r,'ar, a pagar, segundo s ordens de um sebera- smcacada.uma uniao da Allcmanhapensuu adiar
no, por dueiio divino, e por esla razo estar ji ll"1 abrigo e detesa nos bragos da egreja.
portn a ultima guerra. Has aqu nao se traa
de um Irab'albo de escriptor, que nao lem oulro
lim senao o valor mais ou menos contestave das
i leas quo exprime. O verdadeiro autor da bro-
chura, aquello que. ihe forneceu nao a f
porm a substancia, o imperador Napole'io III,
que se servio da peona do viseando la Gurro-1 accordo sobre esle negocio,
nire, conselheiro d'eslado, para
pa. yuanuo .i rranc i .
ierra marchara unida-, i guerra
i 1. mas esta h a nU llig
produzira orna proiunda mi
gabinetes do continente.
A Russia se havia approximado muil i da I
i abdicagao da parte pa depois do tratado de Pars; e r.
lembradu que o auno passado li
- m 5 sol ranos em Stuttgard una
ca intima, na qual se decide
altitu le que i Russia d. ria lom u na
que Napol ao II preparav dea le en i
acc iruu.
lo un ino ; i pr riitementc a Fran-
ca, apoiad i p da II is i i, pela Austria, pela l'rus
sia o pela Sardenha, quuperlec e a larefa decu-
tender-se c ma a Inglaterra.
No gabinete inglez, nao se poderia e lar de
o Congrexso, a manifoslacao dos projeclos do go- eonheceui que na > seria possivel nesle ponto, op- oye
verno franco/, e de seu imperador. Eis i razo Pue-se s volitados la Porta, com lano quu seja fia
.
querer a historia das repblicas para abracar a d'aniu-mo excluida a inter venco armada, pois
historia da patria commum Procurara e dse- exislem grandes exem los de condescendencia
s icrilicios por
jara a uiiio. a troco dos maiores
muo recoiihecerara qucnella est a sua salvaoo ;
h as grandes potenr s que quei ni org nisa-Ios
nao teem sena i un a musa razoavei i fuzer, e
tar que ell s proprios su organisem.
\ Patria lerraina, pelas consid ragi goin-
ics, um artigo que lem por titulo : Quaes sao
us vi rdadeiros ioimgos o'u papado '
}uacs sao iara o futuro 83 Condicoes di'
o exislenciade poder temporal du Papado? Esse
poder, que nao cossamos de reconheccr no
essario i i :io da Santa S ', pode-
:--'. modo por |uc ex i rido actual-
mente? I- pi -- vel que o Papa perra meca
pre soba guarda das armas c&trangiras, G que
i i a seja a nica gido d'a que reina
-..i nume de lieos i ibru duzenlos milh
s .' A evidencia re.s[)iviide. Para iodo o
espirito sincero, este poni nao soffre disi
le i se reduz a verelicar os fados. Fora, sem
duvida, muito para desojar que a Santa s nao
-se redii/bla a tal cxtremtdadc ; foro me
po i ful i Estados i manos
nao livessem ces le rospeil
amor o soberana temporal de Rema. Mas pde-
se fazer que as cousas sejara esrapre romo fura
paar desejar ? podem suppriniir-se os tactos?
desgracadamento n ;< o folholo inli u-
lado 0 rapa e o i gn belece a
o de saber, se os romonhi s devi .i ser
Je novo outregues ao Pa| a. o autor nao indica
qual i sol icao quo elle mais desojara que lives-
i somcnio na d ir a nica solu-
eao possivel. Nao si deixa engaar com illu-
ses, v.:i ao dominio dos Cactus. Nao .- se mos-
tr catholico Seuao anda homem de Estado, c
com estes litulos presta ao ma serveo
eminente. Aquellos, ao contrario, qee atacara
i folhelo, e que, lomando seus desejos como
reaiidade, sup ... tactos e uiu acceilam
i menor modlcaco do p ider temporal, esses
col locara o poder temporal do Papa borda de
um precipicio. Se o diixassm obrar, havaoi
de salvar o Pa ado do mesmo modo por que o
principe de Polignau salvou a monarchia dos
Bourbons.
A Prese, depois de ter diado a phrazc do fo-
lhelo, era que se di/ qu >, a Franga bao pode
restabelecer por mcio da turca a auloridade do
Papa as I i dcixar quo disso se en-
gue a Austria, resume suas observacoes do
. i lo m guite :
Iodo o alcance do foi helo est na declaraoo
que conforma, to formal ment quanlo mais
ivel, as declaragdes Diiloriornu uto felas : -
!! imparador dos francezes. Pa questao italiana
.- I avia urna dificuldade sera ; essa esl corla-
da. Os italianas >"<\ dsiincco du governo e de
territorio, lem o direito absoluto do disjior de si
e de organisarem-so como Ibes parecer. Fura
jnexplicavel qi c essa uireito, reconhecido noi
florentinos, nos parmezes c nos milbanezes, i-
t'resse conteslacao n respeito dos romaiihos.
Essa declarapo assegura o occorduda Frau-
da Inglaterra as deliberacocs futuras, e
apezar das ociosas dislnecoes do CoiisUuion-
nei, nao esta a sua n irlaucia. O as-
sentimenlo da Sard o da Prus-
sia e da Russia muilo provavcl. A vista de
tal resultado, occinso preocenpar-se dessa Ro-
ma pbanlastica, onde aigumas contenas de rail
almas oso condemnados a river fra da huma-
para tom a
cia, na Mo
rom o principado d Nutchalcl ; bem
voz das naeoes na Blgica, na Gre-
o Valaquia, e mesmo na Prussia
pie nao
Ha pois agora em Bade dous soberanos, o re
e_o arcebispo, 'um secular, oulro ecclesiasl no,
nao cedendo porlanlo ora nada ao Japo ou ao
Tibeth. a iuslituicao de Iribunacs ecclosiasli
eos, de matrimonios, das escolas dependentes do
falte tambem um exemplo revolante do con- clero, os preceptores inspeccionados pelos sacer-
irarjo na incorporado da repblica de Cracovia,
ultimo asyloda nacionalidade polaca ; o toda-
via, o em grao muito muilo mais grave no que
respeita o Estado ponlilical : pois por detraz do
Papa se acb i urna milicia sacerdotal numero-
sissima, espalhada por quasi lodo o oibe, iiubui-
ai s principios, que lomara a questao
da
dotos, os cleros julg.idus por tribuujos episco-
paes sem ingerencia dos do estado, a lieeoea il-
limitada de introduzir mosleiros e irmandades
ecclesi isii as, ti lo isso acha-se n'um sentido
retroactivo at i idade media, como ha um so-
colo desconhecido mesmo no uiuniu catho-
lico.
Ningnem havia conleslado aos catholicos o di-
reito de livro exercicio de sua religiao, e de nella
serem isenlos de urna tutela de estado, e ellos
se tura adiado felizes no gozo pacillco desta or-
dem de paridade : portaulu de sorle alguraa es-
lao disposlos a trocar as luzes desie scula pe-
los amigos vnculos de Roma ; pois sabem
muito bem que pelo titulo lisongeador I.i-
bertaco da Egreja do Estado.) nao se realis.i
a liberdade religiosa, mas sim se J ao cIto su-
perior, dirigido de Ruma, a licenca de opprirnir
burs [Sozonia-prussa] e acabaram os da dioceae i o clero inferior, e do manler o paro na opprcsso
do bispo principe de Breslau (com 107,010 assig- o as I re vas, ao passo que assim se subraelle
de un Papa poltico em una questao eclesisti-
ca, e levaiilam o grito de ser sunimainente peri-
goso a religiao, se o Papa for despido de Si'U do-
secular. J falle das pasloraes das bispos
francezes, e sendo-lhcs vedadas a* columnas
-'"'as, lizeram representaces em aigumas
cidades, com assignaturas, das "quaes a de Lyun
dizem ser impjrlanlissima. A Prussia mssu
nao iicou alraz : comecarara os Catholicos de
Braunsberg, [Prussia orb] llpnn [Rheno] Pader-
born [Wesliphalisa), alb, Weissenfols, Naum-
ualurascoraprelfodeudo lies volumes in-folit,.
a enviar representacoes de lamentos e lulo ao
Papa, no que muguen os impeda, mas que bao
de ser do pouca importancia para o Santo Pa-
: seguiram representacoes ao principe re-
uma potencia cstratigeira, que se arroga o direi-
to de desdizer-sc de i|ual|uerobrigaco, segundo
convier sua interprelacau soberana esiluaco
momentnea ; sabem muilo bem os uesmos cle-
porque ludes, na Franca, o nos paizes estrangei-
ros, lem querido ler a brochura, e lambem por
sin que os joruaes de Inglaterra de Alternan ha,
da Italia, se oceupam ou vio ocropar-se qu isi
exclusivamente, como os nossos, d'esta publica-
cao, que o fado mais importante da actualida-
(.'_ de. Eis, era poucas pala vas, qual a soluju
que propa o imperad ir sobre a questao papal :
. adraitlir-se-hia como um faci irrevogalmen-
le consummad i a emaiiuipaco das Romanhas, e
ate Jas i/.f,' \ i, ou li ;i- irreioao nao lem che-
gado : ence:rar-se-liia .< poder temporal do Papa
no territorio Romn >, propriamenle dito, ena ci-
liado de Roma, que loria atan bote nrganisaou
municipal, de maneira que a auloridade do Papa
fosse quasi nominal. Seriara chamadas, para
guarda de sua Santidade tropas da Confederarn
Itali ma ; e o vacuo pro luzido em suas inancas,
pe i iracu das provincias mais ricas de seus
estados, seria preeuchido pnr grandes tribuios
que pagariam a Santa S todas as poieu.ua-: ca-
tholcas, o que doveriam prover a todas as des-
pezaa da cdrle Romana.
Tal o plano, per meio do iiual se' conta re-
solver a pule .i queslo italiana que diz rosa i-
lo ao papi. ,
Allirnia-se que, p ir esle mcio, a aulorida-
de do Papa ser maior e mais rrapeilada, e que
a Santo-S, livre dos cuidados do governo I
[temporal, vcrdad<>irameule independente; por
que nao de-era mais reclamar a protec-
cu ila Franca, nem d'Austria, nem de-
o fia lad ir
constitua !
r..,.
0
um ron
insular. rdas esfa previs -
concednla toda a garanta a Europa, sob o ca- leslruidas c nao e desarraz..... ,, ,.
racler puramente industrial s eommercial dn experimenta por causa dista algum des
empreza. Ora, esto seguramente o cunho que Vienna e cm S. Petersburgo.
: desta empreza quiz mpdi a sua obra, Procurei fa.er-vos penetrar nos myslerii
) lima com.i.iuiia universal rucia- poliliea franceza, onde lo dil
man > quo o canal fosse nculralisado. Ser, pois, servar d" um modo claro. .Nao Icono i i.
-il eulcii i ir-so a este respeit i, segundo me pa- ca i le o haver conseguid
- ine "ligan i, se O to que m
I es queet ee prepondera le in- byrtnlo vai a quebrar, consolar-me-l
bre a opini id veio do que ainda entre os m lis I
;. llar ueste debaie. neubum sal ria es irecer-me mi mes-
Sub a relaea i poliliea, reconhei e le quo a lu- loes do que cu procurei iasa-lu; e : .
glaterra nao deve mais fazur op| isico a i canal poliliea pessoal, que d a ivi na ,
do Suez, e qu listo nad i lem 11 receiar ; mas rnem ic pu i tria fallar, e esle i. .
:- nta qu pelo lado industrial e com ni ircial, n a bocea.
canal, o corle du isthmo, e inexfquivel o. que Eu me engao, este personagern iqet
quando mesmo conseguissem caval'-o, seria isso ijgumas palavras; h.<, ,i fallara
um aconl ..... lostavcl, quo nao Ir.izia pa- discurso uos dcixou em tanta \r
ra os c ipil ios c obra, o rendunen- anles.
lo que d'alti so es ira. liado, mas nao conced- No diado auno bom, o imp raJoi
do, que istostja urna verla le, ahi nada lem que corpo diplomtico: fui o nuncio ,.
ver Inglaterra ; por quanto nao com a dnhci- em nome deste corp ., e u imperad

ro ingli ; i" far O canal, i o
ro dos capitalistas fra leines, russos,
italianos, hespanhoes etc., que lem concorrido
fio. A verdadeira causa d i i o
humor que se acha manifeslado na Inglaterra,
urna ca isa que nao sa ousa confessar, porque el-
la leu I ria a descubrir spnlimontosc npl itamon- torno de
' oppostosao liberalismo commorcial, que upo- honra .e
ro e o governo britaniiico apregoa.m. E' que a
abertura do islluno do Suez fa/ia dos
,.:. :u i
rigas calhocos de Hade, que o systema ultra-
i.i/.ia ilos grandes
ver soffrer mais occupao das tropas eaira- 9"ttose iropeus, si lados na H idil raneo, i es
geiras. Afim de fazer acolhcr estas intences, n lomo Marselia, Genova, Trieste, Barcelona, os
brochura so d ao Irabalho de indagar i maneira ','.';' "rrenU's temiveis de Lon Ires e de Liverpool.
?>entc pelos Ulhohcos de Braunsberg, llamm,. montano, icrarquico-aristucraUco, Ibes reina a porque a papado pode recuperar a posse das pro E 1J esse portas viria a ser irnmensos in-
i auiruorn, as quaes nao consta tereni sido res- proleccao das leis e da justtea, e que um sua ?ncias insui idas Ella eslabelecc rae i Franca n le o continente juro > se provena
fim.ij,,,; q emlim se reuniram iodos os oito consequeneia leva a taze-los lambem (como d-se ,, pegou om .,,..I1<1S para ,-esiiluii- i.ts Italianos das merca-lorias da ludia, cora'grande delrimeu-
Disj os ua monarchia prussiaua (de Colonia, Tro- i em mata ue um patz) ignorantes epoores, hcan- su
J'tres^ Uunslor, Paderborn, Posen c Gnesen, Uros- do ellos enlo bastante aviliados para cegamenti ,.
le instrumentas ao systema Cata-me
lau, Pelphia, Frauenburg) em urna reprsenla- servir
cao commum dirigida ao principe regente. E'
este documento nimiamente prolixo, para ser
aqu pruduzida, e nao duvido, que as folhas
francezas e nglezas o dem por extenso, urna
mistura monstruosa de devocoo e de arrogancia :
dtzem its bispos, que, como duzenlos mlhoes de
is na Ierra fazcm os mesmos votos, ellos sao
os representantes da fraeco prussiaua que nao
0 nienas que sote mlhoes de Catholicos, para
P idtr ao principe regente, que ponha o peso Je vera-so coniludo, que o governo ducal anda esl i
Ut o seu poder na balanca, para que de sorle negociando.
Blgiima o Santo Padre Oque espoliado de
sua nacionalidade, nao pode hojeimpor pida for- ^ momentneo di commercio edanavegaco da
ca aos Habitantes das rVunanha.; ura governo que Inglaterra. Ma-, quan se lona apresentado cu-
i face do mundo,
podido havia de ser agraciado com urna concor-
data : as tullas publicas o desmcn'.iram ; asse-
prelendem
nao fez-em i
...,-. ._,--------- seus
Ojuminios ierritonaos, contra o que elb.s levan-
tamlum protesto solemne I E duenda que nao
ngerir-se em negocios de poltica,
< ingerir-se nella .'
torem queslionadus aquellos mlhoes. tai-
vez que sia um numero alguna lauto menor : 0 os
~in,os l'1''1'1 !'^ parecera esqueccr lolalmenlc os
mesmissimos .subditos papes, qde bem deveriam
saber pelo melhor, quo doce o jugo ponlili-
cal, por l-lo sacudido simullaneaniente e sem
- : mar sanguc 'ao contrario dos outros que
o liaviam derramado no assalto do Peruza ) Pa-
ra pruvar ajuslica de seus quexumes, o gover-
oscana comecou a publicar em folhas
Depois de longas esperanzas sahiocrafim luz
a I'nieitte Imperial, pela qual os protstenles dos
dominios austracosdeviam esperar a n slitui ;au
dos direitos que antganienle Ihes tinham sido
garantidos, mas que Ibes foram retirados sem
respeito as convences e al a art. 10 do pacto
eousas nao ha para a corle de Roma, segundo a
upiuio da brochura, oulra alternativa, a nao ser
a que se Ihe oflerece.
De feito, se u Papa aceita o quo se me prapoi
a solueao boa ; porque as mitras dilliculdades
lilz, que sero aconapanhados de seus cn-
- em Pars, os Sis. de Kisscleu* e de Porta-
les. A^nglatorra lera, cora Lord Cowley, o sub-
ji J tario dos negocios cslrangoiros, Luid Wod-
"i rase, o Pi monte ser represen! ido pelo con-
avulsas os documento
do abominoso
authenticossobre o mo-
pnrque esle paiz foi governado :
federal [em paite pelo general Haynau, conheci- oceas,aOi d'essas armasespirituaes, lo familiares
d pola alcunha Hyena de Brcseia] e quo se ac- i aS ?rndes papas da idade media, o que se es-
hava deapaziguartodososgravamesd'clles. Mas,! lao_empregando no Vaticano ?
que as que se chamam grae.as om nada mais ls 1ue ";' sabemos anida, bem que certos
consislem, do que na abrogarn das (lagranlissi- "lJlc!lis uus fa,.:ai" presintir a resposla da curia
mas njuslicas apparecera deltas um exemplo em
lugar de muitos. Quena, por bom catholico quo
seja, duvidar, que o presidente do consistorio
das conlissoes Augsburgenso ou Helvtica, urna
vez que ellos subsiste na, deve perlcncer esla
da queslo italiana nada sao, ao lado desia. Mas ^"! 0 Cavour, e o negociador de /. ni. b, Desam-
aeeia-Io-ba o Papa ? Deixar elle passar sem uroia- Nao se saba ainda quaes sero os pleni-
protesto ura facto que Ihe roubaria, quasi em sua P?tenciari is i l ispanha e de N ipi b s, nem que
tolalidadc, o patrimonio de S. Pedro ? em falta | diplomita seri a I li lo pela Franja, ao cunde SV .
rnnG ministro dos n aoseslrang tros. Quan-
to a Roma, o car.leal Anl uiolli havia sido desig-
nado, mas na i se s be anda se a brochura, so-
bro a qual vos faltei, motivar o adiamento de
sua parlida.
Durante esla quiu/ena recebemos da II"spanha
de armas materiaes, usar elle, n'esla solem
Romana.
lia aqu alguna jornaes que tena por principaes
assiguanles os padres o os catholicos terventes.
A linguagern d'elles, posto que manifest ainda
im pouco de hesiiaco, na expectativa da deciso
mesma conOsso ? Pois al agora os consistorios ll PaPa 8e Dl08lra Ja vivamente lio.siil ao plae
Vi.. <"\ q" "'' p6de n,a,l,er-so se" dus tambera lodos os livros destinados edili-
i oslrangeiras, taes goveruos cacao das protestantes particularmente a Iraduc-
direijo do llirono, que os cao lutheranada Biblia.da qual milhares de oxem-
> piares foram reexportados ou (como em Pasth]
nao bajara perdido o
nevos nao lenhana o
direito de formar
dospeilo de ludo, propagar una certa agitaco
as populacoes calholicas dos campos.
So quanlo a ludo islo, os catholicos eslo des-
contentes, a escola liberal e Voltairiana, que con
nauilos despachos que annunciam victorias al-
canzadas sobre os marroquinos, em l, 17 o 1!)
. A obslinaoo, com i qual os ininai-
-i- rullaaa carga, faz ver que os hespanhoes
nao ganhara muito terreno equo encontrara urna
o ia ten../, a Inglaterra ru est extraor-
dinariamente descontente com essa guerra, aca-
ba do dar urna nova prova do seu rudo humor,
reclamando o pagaienlo de urna velha divida
i' 14 luilii s que ihe deve o thesouro hespa-
nliol; mas a llespahba declaren que est prorap-
ta a salistazcr, d i sorle q e a manobra uu sur-
(lira effeito, o os dous goveruos sahiro deste ne-
gocio quites___ e con.o bous amigos!
outros libefdades
PERNAM-
CORRESPONDENCIAS 1)0 DIARIO DI
meo.
Rerlin.
{ de Janeiro de 1860.
ii invern do norto nao lempo para os gran-
des negocios, apenas O para os preparativos.
E em verdade 0 mez le rlezembro passou prin-
cipalmoule em esperancas, oiscussoes e conjec-
luras sobre o congresso, que ha de rcunir-se em
Pars, e deve ebrir-se amanba, o quenocrio.
Eslava eu precisamente oscrevendo, quando o
telegrapho snnunciou, quo a abertura fora adia-
da para l'J de Janeiro, o que ainda nao creio.
Naquclle Ihealro, aond
moeradm^"i i ,dcbi"xo dj Pcss?a' inspiraco urna viva agitaco, qiie prognoslica sniistroseven-
n i u ,lo ol, \l e"' P0rl,C dc SUa f"'opr,a los ao governe. mas que al agora, assim como
ce T,f ;" o annunc.ada por vanas ve-la Italia central, observa urna marcha legal e
es, e cada vez retida, prova que rellexoes de i firme.
'ell,' ni,';', C vr^r!lJ;'Sr enie,ldas se ajunlaram Era egual socogo c firmeza se maniera a Prussia
aquuia obra. As folhas francezas e allemas fa-1 c a Allcmanha
zem lamo caso della, como da novissiuia rev-, d-se d
laeau napolenica, quo provavel que ella te-
rina de ser Iraduzd.a tambem ein porluguez, an-
tes que cheguo esta caria ao Brasil.
esta brochura o autor desencola a idea asss
curiosa de quu um dominio secular ou territo-
rial, longo de ser urna necessidado para o supre-
mo chefo da egreja, pelo contrario Iba havia do
ser nocivo ; que cora ludo, sendo elle soberano.
> pudesse ser sujeilo a um oulro soheranu
A Dieta de Pranckfort, como
e ordinario, nao adiantou nada, bem que
reeebcsse um apoio pela reuniao de representan-
les de urna dezena d'estados menores, que em
VV'irceborgo se concertaran! sobre cortos princi-
pios conservadores. A associneao nacional de
de Ca burgo cresce do dia era dia" em organisaco
o influencia, nao obstante as perseguieoes da
parte dos dous goveruos hassiacos. A Prussia en-
tretanto est activa em reforjar seu poder mili-
lar, para o que o ministro da* fazeuda novameute
o governo ja contara d'anle mo com o elogio de
cada ura d'elles ao systema de ceconsliluico do
gaverne papal, bom como a todos 03 planos que
elle niesmo houvesse de adoptar.
Na Inglaterra, u idea de concentrar o poder do
Papa na cidadede Boma foi acolhido com una
extrema benevolencia. Os Inglezes lem pnr Ira-
dieco urna paixo violenta : o odio contra
o Papa e a Curia Romano, do qual elles se sepa-
raran), perlo de tros scalos. A turbulencia da
Irlanda caiiiolica, vencida mas nao subjugada,
porpetuou n'ellcstssa animosidade, que nos ul-
timos lempos so lom despertado mais ardenle do
que nunca. Mas, se a Inglaterra esl de accordo
com a Pranca sobre u Ora que ambas devem at-
Imgir, os motivos que a dclerminam eslo longo
A curiosi la lo publica i de
muito excitada, o vos idea ver
I -. ila.
Eis as palavras em [ue se i \, ......
Seulior.
Nesle primeiro dia do auno, qui n
\. SI. o corpo diplon.ai. ., en leu
olTcracr-i os seus coi
losas boraenagens i
O imperador rcspoiideu :
o Agradcco .. > corpa di| .os votos q io
quer dirigir, ao abrir o novo an .
ilarmenie feliz pot esta vez em
sio de repetir ,t seus representan
quo eiilrei pira poder, lenho prol -ssa l -
pre o mais profunlo respailo p i di rs -
ios.
i .':, ; ii3, c invencidos de ; i. o lim i
lanto do meu .os ser n
da parte, quanlo em mira estiver, -, j ,
a paz.
Esta resposla desapoatoo muito o publ eo quo
esperara por algum.i cousa mai- expliciU. i
respeito professado pelo imperador pai
>s reconhecido nao exprime que partido
esl elle decidido a lomar na.
Os direitos do papa sobre os Romanos sao reco-
nhectdos pelos tratados da tSlo, ao mesmo tem-
pe que se fundara n'uraa posse na .
cular. Has tambera os direilos ds d
dades sao reconhecidus pelo Imperador, .
como o direito soberano dos povos i m J. n
a si mesmos o governo que lo
mu ve les, a hi ise d i :.. red coba
de modo algum o seo proceder; c [uanto ao
restabelecimento da confianza a d
indica o ostabeleco, como u' lim d
muito para esperar que se consiga -
porm as pessoas que esla eena
posicoes a este mesmo res
reconhocer que para islo so nao lera
mais curto caniinho.
Domis, um facto imparlanle e muil
ro do que tudas as palacras, a aba de i
completamenle a poltica do\ [if. Omi-
nislro dus riegue..ir eslrangeiros. u ron I W
ki, .leu sua denisso, e um de,:
pelo ilonilcur de honlein Ihe d como substituto
SI. rhouvcnel, embaixador de Pra
lantinopla. A reinada do coi .
ca-so desta maneira : elle eslava
nbado pessoalinente na poliliea do tratado le
Villa-franca, c nao podia, de ento per .!
entrar, com una auloridade suTi. iei.te, m
novos caminbes om que o Imperador .-
cado. O conde S'ale.-ki, sem si r mui prol
polilico, deaemponhava muit i sath ente
o n lugar, e a amenidade l neiras
lavia grangeadu a ultima e a aircieao i
uus du corpo diplomtico Ira decreto pal
G de Janeiro to !!
Antes de cnlranaar rae na poltica, permilti-
nie que vos exprima aqu os desejos que nutro
de que o auno vos seja favora.el c aos vossos,
principalmente ad rosso amavel e excelleuto fl-i du ao mesmo lempo que este outra qu
mcoraeao me foi dado apre- lecera aquella subslituic&o, consigna para os
Des-qa niembios du cunsollio privado, que nao firem
ciar, d iranle sua cu: la estada ern Pars.
u o mes no para os numerosos leitores de
vossa folha, que, ha onze annos aeolhera com
benevolencia os neus resumos mensaes sabr a
poltica europea. Consent que a estes votos in-
leiromenle pessoaes, pelos roeus amigos de
Pernambuco, eu accrescenle aexpressio de meus
votos ardentes pola prosporidade do Brasil, e
pela longa vida e gloria de seu imperador que
acaba de honrar cpm sua presanca i --... cidade.
_S'o!j i agir aos aconteeimeu: es di quinzena :
nao sao elles nuiierosos, mas sao graves: po-
deria ni es rno dizer que s ha um facto novo,
mas de urna gravi bule extraordinaria.
O congresso, que a principio devia rounir-so a
5 de Janeiro, depois a l'J deste mesmo me/., esl
hoje iiuliftnidamenic addiado. A opinio de pes-
soas bem infrmalas que o congresso nao toni
lamente divid.J.
parece, quo mus, menos os objectos de guerra. Os estados
Jo om dous campos, anude nao Luu Napeleaa o homem para um tal Idyllio ;, e cidades commercianles rivalisam em dar sua
.c pode enlrar em um sem excitar um alvoro- mas, wja como for, sempre urna victoria fo- i adheso ao novo cdigo de direito martimo la-
codo tesar n.ercsscs do eutro. naquelle ihea- lizmenle calculada e ganha sera soldados e sera vrado era Bromen.-Em Berln so reunir um
lia. que grailfcear Nano- I oo.mressn de rouimercianlps um mn, de fevorei-
convocadas
tro, digo, o ultimo papel nao ha de caber 6 \[. armas sobre a Austria, que grangoar apo- i congresso de commercianles em mez
.na. e era piiineiro lugar i Prussia, bom i leao os sullragms de lada a Italia com tanlo que ro. As cmaras prussianas j eslo i
que nao estela iromcdialimente implicada na [derrame o espanta as liloiras dos llramonla- | para 12 de Janeiro
causada Italia, da qual principalmente l,a de nos. L' aquello projeclo a mora consequeneia Dando finalmente um golpe de vista repu-
i correspondencias poltica das primeiras sccularisaCoes de 1799, i blica Heraria, hei de relatar o bito de mais um
me
de
-Ihe
Am-
perteHteraaa aos famosos seto professores de
o una inconsequencia dogmtica, pois | oettingen. que declarar-am Ilegal aaolieoda
quo_ so proclama successor iaquellc, consliluigo, e por isso foram destituidos: mas
que di/.ia nao haver onde deilar sua cabera, e acharara" ura amparo ua universidade de Bcr-
Uou ionio nao G deslo mundo *, at urna i lim. A lingua allemaa e a historia lhes devem
por osla evontnahdade, para eiilio Icvanlar-se ; choupaaa po loria baslar-lhc. imji.oilais servieos. Anda vive o Ncslor da agi-
comioaooseu poder, sem lOOavia pronunciar L mcmoravel, que no mesmo da em que em i laeao para a liberdade c unidade da Allemanha
claiameate sua wlencaa, e qac cnlao a Allema-' Pars sahia esla brechara, sabia cm Florencia o professor Erust Moritz Arndf em Bann que alli
brochara ; a esse jornal paasa por seV o orgo da I ausl"acp deelaraata que a integridado de i
opinio do governo. Pcnsd-so geralmento que. o ; eslados lhe cra garantida.
governo llusso ser do niesmo parecer quando a I 0ra' a l)r"i-l"ira al tribuid a ao governo francez,
qnez de Houslier ihe commuaicava.qne, nosen-
do por tais e taes causas de duvidar, quo a Aus-
tria loria de ser lambem batida olm do Ifincio,
o principe regento da Prussia so eslava esperando
por isso
ao Papa
questao for levada ao congresso ; c c
mu
sim-'61'11- csle Svrno nao desapprovou, nao se
pies que a Igreja Crega scisraalica nao procure propoe oulro lira nrus do que reduzr .. papa a
dellender os interesaos do Papa contra urna po- "ma.esnec'i; d'' shzerania sobre a cidade e o ter-
lencia calbolicii, como a Franca. mono de Roma. O governo pontificio nao pode.
. em laes condicoes, lomar parle lias deliberaedes
Ignoramos anda qual seja o etTci'.o produzido | quo se devem abrir; o nao pode sanecionar com
pela brochura na Italia Central o Meridional : a presenta do seu 'plenipotenciario, nem o acto I que parece "sincera'
ministros, urna penso de cen rail Craac
auno. E' um consol magnfico dado a.. Sr. Ia-
leski, que faz parle desse conselh.i, O 1
devia -Ihe est.i iudcmuisaco por mais de urr li-
lulo, por quanlo o amigo ministro dos ne-
os ira ngoiros c o fillio natural do imperad. v
poleu I, e so lhe assemolba muilo.
A brochura o rapa e o Congresso de. a pro-
duzir nina irnpresso vivissima no r.
clero, e justamente suoeedou aaslm. 1
mais eminentes mimbras, u Sr. bu leaos
,o padre Dupanloup), escriptor habitissu
lo eloquenle, imprimi, ha pouco, um
demasiada violenta a essa brochura. O g.
que, segundo parece, permiti I i :,a
corta liberdade, deixou circular usa eseri
al procarou mandar que se lhe respond
jornaes, de_quc clleaispo. Mas toda
nuca lem sido mal ostentada e declaaetana, do.
maneira que at aqu a vanlagem lem estado do
lado dos adversarios do governo. O perigo, j o-
rm, ainda nao muito grande, prmeiraaentc
porque lodos os bispos nau sao igualmente hustis
poliliea imperial, era segundo lugar porque o
clero inferior, que s lem afluencia directa so-
bre o povo, al agora ainda se nao lem apaix >-
nado.
Disse-vos que a Franca c a Inglaterra se lia-
viam poslo de accordo e depois da grande alten-
cao que se operou em a noasa poliliea, sobre a
questao do Papa. A linguageiu dos jornaes, qu-:
que se disciplinara maravl,osara, uto na Ingla-
terra, da signal de urna aproximsco ou allian..:
-----------


DIARIO DE PERNAHBUGO. SABB4D0 4 DE FEVEREIRO DE 1860.
(3)
Ello liavia annunciado aos administradores d*
companhia que empregaria o meio diplomtico,
adra de obler urna soluco. Com effeito, o nnSso
erubaixador em Constanlinopla, apoiado pelos re-
presentantes da Austria, da Russia, da Prussia c
da Sardenha, dirigi um pedido ao sulto para
que elle mandasse autorisar a M. de Lesseps a
come^ar os trabalhos. O Divn deliberou por
muito lempo sobre este negocio e resolveu que
a questo seria submettfda as grandes potencias
Europeas, e que a Turqua se decederia segundo
os votes dessas potencias. Urna vez que cinco
gabinetes esto j empenhados pelo apoio que
restaran) solicilaco, devenios contar que a so-
ucao definitiva sera [avoravel empieza.
A Italia est sempre era muita calma. A bro-
chura produzio alli um eTeilo immenso, que se
rem com os franceses, rtcm estes para o mesmo
fazerem com o brasileiros.
A Inglaterra, a Austria, depois, garantirn!
a observancia deste tratado por outras conven-
ces bem explcitas.
No entretanto, a fallado demarcarn immedia-
ta causn tantos transtorno?, que, ainda hoja,
estamos em duvida sobro qual a nossa linha di-
visoria pelo lado do norte.
_ Os aconlocimcntos polilieos da Europa, de en-
to al a queda da gran Je espada que trouxe
n'urna guerra continua, se faziam sentir aqui pe-
los tratados acerca do limite da Guyana, ora,
descendo-o ate ao Amazonas, ora se eslendendo
a ficar um pouco ao sul do Oyapock. Neatas al-
ternativas estove-?" por longo lempo e decidi-
se no congrosso de Vionna, allnal, que Portugal
me como ha pouco te disse ; pois bem ao ouvir
esse nome Antonio Pereira, osqueceu-se que en
pai, e lembrou-se da deslionra, e da nodoa q io
ia manchar para sempro sua familia, leve um
accesso de furor, e sem rcflectir um instante,
lan;ou a filha por Ierra e suffocuu-a pondo-lhe
os joelhos sobre o estomago e apertando-lhe as
gnelas, A infeliz suecumbio era poucos momon-
tos. Assim ve-se que esso pai nao c um per-
vorso to grande como so suppunha. Foi accao barbara cortamente ; mas esse brbaro '
para niini vale mais que um cortezo dege-
aerado.
(Cearense.)
deixou notar muito especialmente com indisiveis entregara n colonia francesa de que se hara
signaos de conlentamento as Romana?, c os
promotores da insurreiro se folicitam, por csta-
apossado em 1808,
eile que esta narn
ato o rio Oyaoork ; limite
sempre considerara como
cm lao porto do resultado completo, lia sonien-' de direilo Ihe perlencer, segundo o tratado de
te urna pessoa que esl plenamente salisfeila : 1 l'lrecht
o general Garibaldi, que quer governar seinpre, Mas infelizmente o principe Talleraml leve a
e que, ha pouco, em una carta dirigida aos ha- destreza de inserir no fin dessa mesm.i cstpu-
bilanles de Milo, pedia-lhes que somonte se oc-
cupassem de pegar em armas, afim de expellirda
Italia os eslrangeiros. O frrenle general esl
laca ique proredor-so-hia i Bxaco definitiva
conforme ao sentido precito do arl.'8. do trata-
do ite L'lrecht rcstahclecendo em toda a forca,
esu.uecido de que nao ha eslrangeiros na Italia, assim, o motivo das antigs duvidas e contesta-
alm dos funecionaros austracos que adminis-
trara a Venecia, e que a posse desla provincia foi
reconhcciJa, como perlenccntc a Austria, pelo
tratado assignado em Zurich, em nome do rei
Vctor Emmanuel, de quem Garibaldi se d a en-
tender como o subdito lid.
O imperador Francisco Jos faz grandes es-
forros para restabelocer a ordoui de alguma ma-
neira as financaa austracas
acaba elle de emprear a medida econmica de
maior Cfficacia, decretando que a Uva dos solda-
dos para o anuo de 1860 nao teria lugar. Deu-
se ordeus para alguns, reformas importantes e
algumas profissoes, que erara privilegiados foram
declaradas livres. Mas ainda reina muita agua-
rn mi llallis pontos do imperio, principalmente
na Hungra. O syslcma do governo austiiaro
cifra-SC em fortificar a unidade do imperio, teas
o sentido da nacionalidadc se revolta contra se-
melliante presso.
Na Hespanha, a raiahajdeu a luz, em 20 do de-
zernbro una menina. E'*o lerceiro tructo C
unio.
O excrclo de invasao de Marrocos contina a
dar numerosos combales aos iiiimigos, que res-
pondn) seropre com' forca : todava, comoca a
pronunciar-se o raovimeno para diante. O exer-
cito de OJonnelI cliegou emlim extremidado da
cadeia do montanhas, que a separan) do Tcluo ;
e i os [uadra hespanhola com> con o cerco desla
cidade, combntendo t tomando-lhe as fortalezas
forra do canho.
Houvc u:na nova revoluto ministerial em
Constanlinopla. O graiu Vi/ir Kubrisli-Pacha
foi demittido e substituido porMehemcd Rudchi-
Pach. Attribue-se esta modifcaco aos estr-
eos empregados por Kubrisli para "obter do sul-
to una redueoo nas despezas do son Havem.
Defeilo. a solcitac&o ora rasoavot. As IInaneas
PERNAfVIBUCO.
me parecem de mo agouro : c em urna caiss-
ra abnde me acho, ten lio sido nformadu que o
delegado c subdelegado estiio furiosos, ameacan-
do ludo com recrulamenlo o prisoes, e ist na
quoliUeacao ; que dir pitando chegar a eleicao !
Se Vme. tem conhecirnenlo com o chefo de po-
lica, que me dizem ser um exoellenle moco, in-
fonne-o disto, e diga-lhe que a polica de Cabro-
b urna desgraca, e que se quer evitar desor-
dens, providencio com lempo, n tome anas me-
didas. Seria bem bom que cm Cabrob. Boa-Vis-
ta e Ouricury, os delegados f isscm militares, e
so assim nao acontecer temo-la Invada, porque
a intriga medonlia, o nao sei se passar sem
Inver sangue derramado. Bem sabe Vmc. que
nao son menino, e que do lomo parle neslas
diabruras, purm como inoro aqut, e lenho fa-
do Freir Avegulo e 1 escravo, Manuel Goncal-
vesde Faria Machado c um escravo, Manoel
Fortuna, 15 prclos libertos, Antonio Jos de
Araujo, Laurinda Mara da Coococo, o' italia-
nos, Vicente Ferreira da Silva Co'ul), recrutas
para a armada, Antonio Jos Moreira, Antonio
Manoel, Jos Gamillo, Filippe cilicio, T. Anto-
nio Monteiro, Dr. Manoel Ignacio de Medeiros
Reg Monteiro, 2 criados da casa imperial, l es-
cravo a entregar, 1 guarda marinha, Henrique
Messever da Rocha Freir, Joaquim Arscnio
Cintra da Silva, Joo K. Moderno, Manoel Ta-
boado, Manoel Vidal, Leopoldo da Rocha Morei-
ra, Joaquim de Souza Ferreira.
Passageirodo hiato nacional Dous Amigos
vindo da Radia : Jos Antonio das Virgens
cia assombra e amcara a parle san do clero' F!
porque n Diaria ha mais lempo nao do
com os lesmaodos do consistorio, ojo arenca-
do por nao 'e-'.o foilo antes' Ks.-a rescr.-a do /)ii-
rio o que r.onstiUie o sen mrito, l-'.o prava
que elle nao quera proco ler sea reflexio e au-
ne ; mas apenas se den nesla capital um
I escandalossimo e de graves r na queneias aja-
ra a sociedade, o para a familia, visaos loga que
o Diario, que o principal orgo i opiaiao pu-
blica, nao podia calar-se, sob pea de desmentir
os scus precedente:.
ii cto monstruoso a que nos ral Coi >
casamento, n3o I -- io arreste a i
fez do lltio menor de urna distnctissim taaailia
desta i'idade. Este infel /.joven, sediuido e ar-
cos, sobre o ser o no laaoc o Vicente-Pinson,
rios diversos, o aquello nao o mesmo que o
Oyapock, assignado no ultimo tratado do con-
gresso de Vienna, em que se insera semelhan-
le machiavelica proposico, que nos tem causa-
do tantos males.
I", nisto se fi'on ; ainda mais apiando o mal,
de deixarmos, quando de posse do Cayouna, vi-
enesTe sentido gorar a proposico de se chamar Gnyana Fran-
cesa lodo u terreno desde o Maruny at o rio
Araguary.
Os aroutecimontos da cabanagem que presen-
f'i.iiinis nesla provincia do 1S35 por diante, le-
varara ao governo franco/, ardilusamcnte a es-
tabelecer postos militares aquem do rio Oya-
povk, sobre o rio Amap, ferindo expressiva-l
mente o artigo que n ;ora a entregar a sua
colonia, at ah. Foi em 1841 que podemo al-
canenr o abandono dcstes postos, pois cessava a
causa allegada, osjdislnrbios desta provincia: mas
infelizmente, por una nota, concordou-se que o
i territorio do Amap ao Oyapock, fosse conside-
rado neutro e no stntn quo de idnocuparo, al
que se rogulussom asquostes.
Nesteeslado abrio-se em 183-uma nova era
a desse nosso lmite.
O Sr. visoor.de de Uruguay aprcsenta-so em
Tari.-, munido de poderes para terminar a con-
lenda; e alli conferencia, rom o plenipoten-
ciario franco/ Horneado, por mais do um
auno.
Os protocolos dessas conferenrias, publiados
eml857, levom a evidencia, quanlo a nos que o
nosso limite deve de partir do rio Oyapock, que
est ontre o -i." o o 5." grao de lalilude septen-
trional.
Mas delles soubemos : 1., que cedamos 5
Franca todo o terreno qu se estende do Oya-
; oik, au Calsoene ; 2., que se nos exiga o ro
turcas esto n'um estado deploravel, e o Havem l Araguary ; 3." finalmente, que se contentaran)
com o primeiro ramo d'agua ao norte do cabo
do norte chamado Carapaporis, que salvando-nos
a posse desse cabo, que os tratados garantem-
nos, fosse ao rio Araguary, o dahi pela margem
esquerda u verlcntcs e para o occidente, urna
parallcla margem septentrional do Amazonas
at o rio tiran
Semethante linha proposta nao podiu ser ac-
eeila, o foi pois- repellida, sem co;iteslar-se os
argumentos ditos em sen favor.
.No entretanto urna grando duvida existia ; e
ruja duvida poiia novameute sem execuco pos-
no sentido ullima-
absorve soramas enormes;'mas o sullo nao
quiz que so lorasse na>Arca Santa.
I'. S.O Jornal de Roma traz urna ola vio-
lenta contra a brechara. Fi-la :.< Appareccu
'< urna brochura anonyma impressa em Pars e
< intitulada uYapa e o Congresxo. Esla brochu-
ra urna avillante homenagem prestada a re-
e voluro, una these insidiou para esses espri-
< tos fracos que nao teem um justo criterio para
bem reconnecer o veneno que ella orculla ; o
um motivo de dor pira os bons calholicos. Os
argumentos que este cscripto encerra sao una
reproduc^o dos erres e dos-ultrajas vomitados sivelo tratado, queso lizesse
: tantas vezes conira a Santa S, o lanas vezes mente proposto.
vicloriosamente refutados. Se o Om que so
propoe o aulor da brochura fosse, por ventura,
intimidar aquelle a quem se ameaoa com to
?m ndes desastres, pode ficar corto "o autor de
aquello que lera em sen favor o diroito
' que se poia as bases solidas einabalaveis da
justica, o sobretodo que sustentado pela pro-
teccao do rei dos reis, nada tem que temer das
" riladas dos homens. Esta nota produzio aqui
<( nma impresso muito desagradavel.
Escrevi a minha carta a 6 por estar certo de
que o paquete inglez chega, urna vez que nao
funcriona ao domingo
So amanh occorrer algum fado importanto,
escreverei urna palavra em toan o caso.
EUlST Dlfllfl
Temos dalas da cidade do Ico, que alranr.am
18 do protorito.
Funceonava o jury sob a presidencia do digno
Sr. Dr. Jos do Souza Res, juiz de diroito da eo-
niarca, cujas qualidadcs ho sido alli devidamen-
to apreciadas.
Depois das eleices provinciaes, cm que se le-
vantaram alguns desrostos, sahiram eloitos o
Dr. Benjiu Pinto Nogeira por unanimidade, o
Dr. Fiuct'so Das hibeiro por 'J votos, o cone-
go Sobreira por 8S c o Dr. Antonio Fernandes
dos Santos Camiulia. Todos aguardan) o mez de
selembro,om que grandes consas se esperara : os
correios chegam sempre prenhes de cartas.
Anda perminecera em oscillacao as candida-
turas paro a geral, parecendo que neilc surgii
gente nova.
As cliuvas nao tem apparocido na provincia em
geral ; lera morrido e continua a morrer alguns
gado em diversas localidades, com excepro do
Ico, onde nina chuva quecaiiio om novembro do
auno prximo passado.fez brotar a rama e eolio- i
cou o gado en) est'ado de poder alrave'sar es-
ta ipiadra do penuria, e esperar o invern por
mais algum lempo
Parece que os Araoalyenses esmorecern) no
desenvolviroento c effecluaco real da empreza
dos carro de transporto d'alli para o Ico, inicia-
da peloSr. Dr. Theberge que, como concessio-
oario dola, bavia tratado ceder o seu privilegio
mina, neo posso deiiar de pedir-lhc que diga a vindo de Camaragibe : Antonio Jos Goncal-
esses ranhores do governo que nos aeudam.
i Uouve jury no Ouricury presidido polo Sr.
Dr. Faria l.emos. Pedro foi absolvidu do um pre-
cessn monstruoso,, que Ihe haviam feito porquei-
xa ou denuncia. fallara verdade, dos homens,
| que andam mettidos no enredo do Ouricury, u
viga rio Francisco Podro o que goza de mais es-
lima e considerarn, diga la quera quizeroque
Ihe vier s ventas; a verdado esta, c eu que
vivo retirado, e que nada pretendo, nenhuin in-
leresse lenho em mentir para adular este ou
aquello.
Corro por aqui que, vai ser retirado o dele-
Passageiro do ltate nscional Sania Luzin irastado pornmi \onc\ pjixao, oh lamntate! ce-
ves do' Azevedo.
Matadouro publico :
Mataram-se no dii 2 ii i crranle para o c in-
sumo desta cidade 43 rezos.
No da J do mesmo 70.
Moiiru.iiiuiK do niv 2 no connv.STit:
Mara Francisca do Bspijito Santo, branca,
teira, 20 anuos, diarrhea.
Amelia, branca, 17 raezes, convuU5e3
Manoel, pardo, 5 das, espasmo.
Joo, preto, escravo, solteiro, 50 amos,
plexia.
sol-

-, > I*' '* "-' ti- i* *i '" i*i
repjerimenl i i ;; :r- > da
.'i informar ao I\ ra,
gado militar do Ouricury. O Ouricury, sem de- Julio, parda, G ni vos, diarhea
egado militar, torna-se un) campo de combate.
Se assim acontecer, muita gente passa-sc para o
lado do rio. Ciincluooquo lenho a dizer-llie so-
bro o Ouricury rom o soguinte caso bem curioso:
*) lonentc-coroncl Alvaro, que o campeo da
lula contra o viga rio, fez a proposta para offici es
do sen batalbao, e incluio n'ella alguns fazen-
deiros com quem contava, e que eram cleilores .
veio a eleicao provincial, eos propostos vota-
rain com o rigario ; eis o tenante-coronel o:n
brazas, o ti raudo-se dos sem cuidados, segundo
me informan, oulciou ao governo, dando conta
delles, afim de seren cassadas as patentes ; sen-
do do numero os Sis. Antonio Lopes o Agostinho
Corroa de Mello, homens distinclos c dignos de
toda a .....isideraco.
Tundo eu um negocio na villa da Boa-Vista,
alli fui no principio desle mez, c testemunlici o
bc-
a urna sociedade, que devera organisar-se, mas ,hmor r(,ina entr0 aqc|ie' p0vo conira o vi-
que elfectivamenle ainda est longe disto ; oque
ha despenado algum desejo no referido Dr. de |
ver se encorpora a companhia com capilaes des-
ta nossa [irara.
As vanlagons que devera provif da execuoao
da estrada ou carro* Theberyes para o com mor- '
ci d'aqui sao grandes, por quanlo facilitando-se
desta forma o transporte por meio do vehculos, j
os gneros do centro sero cnnduzidosem todas'
asquadrasdo anuo o cora rapidez para o Araca- '
ty, d'ondc lern consecutivamente fcil e prome-
ta saluda para esto porto, que assim dobrarj om '
suas Irfcnsaccdes comnierciaes cora aquellos pon- I
tos, cujos productos sero permutados por suas
mercaderas cora proveilo de um e do outro
commercio.
Era para desejar que fossem osludadas essas
vantagens de modo completo, para que se d o
gario da freguezia e o juiz municipal c delegado
fleceio que, mais tarde ou mais cedo, nao venha
a apparecer naquclle termo algum desaguisado
serio, se o governo eo Exm. bi--po nao cuidarem
de lomar acertadas providencias.
O rigario, depois que foi ah absolvido de
mu processodo manceba e abandono da matriz,
j vollou para o seu pou/o da Passagem do Joa/e-
ro, que fica distante da matriz porto do trinta
leguas, e l scach?, como dantos, sem adminis-
trar os sacramentos aos freguozes, o o que mais
, sem querer consentir que o padre Joo Jos,
nico qu" ha em toda freguezia faga assuas vo-
l ves. Acontereu que linha de celebrar-so a [esta
de N. S. da Conceico, padrocira da freguezia,
' de que era juiz o nosso leputado Dr. Brandan, e
oslando ludo promplo e despezas feitas, o viga-
rio ncniquizvir cantar a festa. nem aulorisarao
llerculana, parda, 7 anuos, inflararaaco
Pedro, pardo, :i mezes, eonvulsoes.
Emilia, parda, "> mezes, gaslro interilo.
Vicente Ferreira de Paula, branca, II i
xigas.
Hospital de caridade. Exislera 7" ho-
mens, 56 mulheres nacionacs, 1 hornera esl
geiro, 1 homein escravo, total 1SI.
Na lotalidado dos doentes exislera 37 al
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Forera visitadas as enfermaras pelo rin
giao Pinto s 7
Doruellas s 8
Fallecen una
Iniras e ;!;{ da manha, \ I i fJr.
Iioras o I minutos da manha.
mulher de diari
apoio do quo credoraessaempresa, cuja utili- dilo padre Jo5o Jos para cnnla.,a de maiwlra
dade reconhcc.da ; e mesmo para que se ella ',,,,, ficaram ()S gastos pPrdidos 0 0 vigario nem
raalise, anda que com capilaes eslranhos pro- ao jpno8 80 mechPI| l( ()a Pa89agcm. Quem
v!"(:u'' '".....fena a rotina, c p.mco dosenvol- i vlvr baptisar sen lilho, ou casar sua Qlho. v-se
viao vai o espirito de associaeao, matando por'
CHRONICA JUDIGIAR1A.
TRIBUNAL DO COMinERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM3DE FEVEREI-
RO DE 1860.
PRESIDBNCIA 1)0 EV1I. SR. DESEMBaROADOII
SOUZA.
As 10 horas da manha, achando-se presentes
osSrs depntados Rogo, Basto, Lemos c Silveira,
o Sr. presidente declarou aborta a
Foi lidu e approvada a acta daanteci
DESPACHOS.
Um requerimento de Leal & Borgcs, satisfazen-
do o despacho de 15 do dezembro ultim >. alira
de ser registrado n seu contrato do ictedad .
Vista ao Sr. desembargador Rscal.
Outro do Joo V'ieira de Moli e Silva c Anto-
nio Domingos Pinto, pedindo o registro do son
coulralo social.o mesmo
Outro de Joo de Siqueira Perro, pedindo o
reg.-.tro da
gnera, lenlou casar cora urna mulher >:< o
mes irregulares, como publico e notori*.
nhecendo que por meios regulares e ostem
nao po i', i levar a effoitu i seu des
to. requeren a liceno.i dos : is : leva
enra, esta mandos
de s una Antonio, o
qual, proredendo cora lodo o escrpulo de
consciencia recta inormou que ni
nnbentes, ou que nio eram do sua ;
fi i ouvl lo u vigario do Recife ; mas :sl
deu informaces ambiguas e -
requerimento ao Rvm. rigario de Sai l Ini
que pela segund n m.*u festa duvidas tul
idenlidade i> naturalidade dos nub .. -. n
iras c eni mira las-,
longo de chamarei a atlenrao di curia, .
la a verig'i a i 11 -
;mo exiga a '_'iaviiadc
Irai io liie nao mor, ci rain ai or s
s. b toros, q i .
lia".' i sor dispensa la a |
Jos proel a: a?, e, n'um abrir c lechal u'u
Cvlcbrou-SQ oca imento do menor, e lai
por tal modo o [el de
soio de um bonos
e escandaloso nao prava ;i irn .. \" lis des-
carnada da parle '.
vol que se o Sr. fti
: feita conscien
le se teria d lo ? Quem i
I id censura) el c
qu vai sen lo gov ruad i o no>a i i:n,
; : -:.: lo ? One pai de I
I ira em dianti con 11
isdas i r -
Ihos menores ? On le j se
:r. i- de o llviduos ; re ni
iimstanci is pairam t mi du
I inlim, esto nntavel acoulccimeiito vcio
familia > em i ontinu i sobres il
na roa so e i ir a
todo
i a liinl-i;
dos ; erabora almas venaes, e a li-
sonj i lenhara o tes :aro de bi
blii o, i ion \ icios, i i
ni ; ir.i ara il i: ;o ir ^s
que se vao irali au : em
. '
lu, ii ticuhuma soli
es riplura de hypolheca que Ihe /.e-
Jos Ramos e sua mulher. i-Como ; ""
I nga, pois, o />:
INTERIOR.
O rio Carapaporis dara coramnnicaco ao Ara-
guary 1
Essa duvida liohamos nos ; c se bem quo mos-
Irasse o governo francez nao a ler, todava as
unas c< minisscs, que no anuo do 1S7 den ao
Sr. Peyron o ao Sr. Carpentier, como so l da
Revista Colonial provam, que nao se achava cm
diversas eircumstaucias.
E mais, leudo convidado-nos a nom^ar urna
commisso para, com oulra sua, esludar o ter-
reno, que neiihuina solucao possivel se podero
fazer antes desses estudos.
Assim o governo imperial accilou o convite, c
notneando ao Sr. cap too-lenle Azevedo seu
cummissario, fez as participa^des devidas.
Al agora porm nao se pode encontrar Ta
commisso nossa com a franceza, apezar de ter
ido por dos vezes a Cayenna, e de ler estado
aqui espera.
No entretanto bem decidi o governo, apro-
ii conhci er os nossos
Para !> de Janeiro.
^ O gerente da companhia do Amazonas, o Illra. veilando-a om ordera
Sr. Manoel Antonio Pimenta Bueno, offerceo no interesses uesla questo.
dia 6 do correnle, a bordo do vapor Mantos, um Assim que temos lio;-.
esplendido e bera servido almeno, ao qua! nada
faltn, pis abundancia reuniam-so o prazer e
- harmoniosos sons da muzica do 3." bala-
lo de arlelheria sp. A' essa reunio acha-
ra m-se prsenles, alera de muilas possoas nota-
veis desla capital, os Exms. Srs. presidente da
provincia, commandanle das armas, Dr. chele de
polica, deputados Joo Augusto Correa e Dr. Ti-
to Franco de Alnieida, barocs de Arary e Ja-
gurarv, grandenume.ro de negociantes & &.
O bello sexo, que em todas as reunios sem-
pro o primeiro a merecer as nossas attenedes,
muito concorreo para obrilhantar e rcalcar lao
veslival convite.
o numero dos convidados seno excedeo 200
tambera nao flcou muito quem, pois com al-
^uraa difBculdadc se poda passear sobre o toldo
do como/, do vapor.
(i Manos poz-se cm marcha s 10 horas da
manila, e depois de ler atravessodo a nossa ba-
bia, e costeado a ilha do cutijuba, voltou pela
i do Mosqueiro, c havendo chegado frente
da fazenda Pinheiro parou, dando assim lempo
que o al moco fosse servido ; anos o qual diri-
go-se fazenda JaguararV, onde ehegou as- e
' i i\.i laido regressando depois ha este porio as
8 e 3,i da noite.
0 Uanos andou constantemente conlra-ma-
itando sempredoze milhas por hora.
A companhia do Amazonas, que sem duvi-
da alguma, o mior elemento do progresso Uesla
da provinoia do Amasonas, reeeboo nossa oc-
> as mais exuberantes pravas do recoohe-
cimenio c simpalhia dos Paraenses.
Entre os numerosos brindes que foram feitos,
lembramo-nos dos seguintos : a prosperidude
da companhia do Amasonas ; a unio dos brasi-
leos; mais segura e ferie garanta do pro-
ra c da ordeni do imperio do Itrazil ; ao
resso da provincia do Para, ao espirito do
con i .odia e moderarn, quo vai reinando entro
casileiros; aoExm. Sr. presdnnie Dr. Amo-
nio Coellio de S e Albuquerque, de ruja illus-
tracu e patriotismo muito deve esperar osla
eonseguinie a muilas deas u s, que alli appa
reeeu) o desappareccm qaasi que simultnea-
mente.
Sao esperados alli, procedentes de Quexora-
mobim, os Srs. Capanema e Gonjalvcs Das,
membros da commisso scieutifica.
Rea liso u-se no da 2 a festa da Sr".daSau-
de, do Poro >Panella.
Uouve un helio fogo de vista.C loli a funeoo
nao foi perturbada por desaguisado algum, rei-
nando conplela tranqullidade.
Informam-nos que acerca da herango, de
quo lera o Sr. J. Fachncli (> seus manos diroi-
to, por success do seu lio Estovan Gerard, ha
o Sr. cnsul de Franca nesla cidade desenvolvi-
do o maior empenho possivel, para que nao li-
quen) ellos preteridos na part; que l-hcs baja de
caber.
Esta parle, romo j lerara 09 nossos leiloreg
no Diario de 2{do passado, nao foi mencionada
no testamento com que raorreu o referido Ge-
rard, e dizem-nos que sobe seis milhoes de
dollars.
as maloresdifficuldades desle mundo; o vigario
c nao vera, e i|uando l'no apraz conceder licon-'
f,a para a celbrar.o desles sacramentos, s'i o az
para o vigario de Capim Grosso, que Ihe egual,
o quo merendeja a rom e mais rail res cali ca-
samento que faz, cerno um que poneos dias an-
tes da minha chegada elle veio fazer. Note Vme.
que Capim Grosso freguezia da provincia da la
hia, e lica do mitro lado do rio. Do que fica dilo
ver Vmc. quo justa a irritarn deste povo con-
tra o vigario, que se lem declarado ininiigo mor-
tal de todos os seus freguezes. K saiba mais,, que
o F.xm. Sr. bispo nao ignora inda disto, porque
me disseram que a cmara nao tem cessado de
fazer representacos contra o vigario, o as coli-
sas coiiliuunm cada vez a pcior,e quem sabe se
nao vira por ahi alguma agua snja, porque de
mais a mais dizem ue o vigario 6 de bacainar-
lc, como bom ehristo, que Vmc faca um a -
lo de caridade, dizendo ao Exm. Sr. bispo, que
salvo as ovelhas do precipicio.
0 Sr. Dr. juiz municipal e delegado, tomn
o exeraplo do vigario, l vivo e convive na Pas-
nao
orno devoraos rrer,
conhecirnenlo osario de lodo o terreno ao sul
do Oyapock, al 0 cabo do norte, pois at .i'.li
acham-sc os trabalhos segundo somos infor-
mados.
Nesse espado lancam-sc varios rios impor-
laules, o ctisiem la;."- quo fornecem industria
elementos de riqueza e de prosperdado para o
pai/. L sabemos que lem elles sido cubi-
cados desde Biuilos anuos pelo governo flan-
co/.
Explorar es-os rios c lagos, conhecer at (ue
ponto podeni elles ser-nos uteis ou prejudiciacs
no caso de sercm de dominio territorial franco/..
em altcnco seguranca interna c riqueza do
paiz, larefaque urga fazer-se, e que confiamos
ver feita.
0 Amazonas o grande rio a que a Franca
so quer approximar, usurpando terrenos nos-
sos.
Poderia-se lalrezimpejiressa tendencia abrin-
do-o navegaeo de pavilhoes eslranhos: quem
epina desde j pela liberdade de commercio, de-
ve isso desejar. Mas se a experiencia ensina,
que para evilar que a liberdade tenha seus In-
convenientes, se nao se lomarom as necessarins
medidas previas, outro ser o desojo, porque al-
guma coiisa cumpre fazer primeiro.
Debaixo porm do ponto do vista poltico e mi-
litar, corto quo a visinhanca dos Francezes, das
margena do Amazonas, nenhumas vanlagons nos
offerceiam, mis, cromos bem firmemente que
"os nao dariam auxilio conira os uniros nossos
- nhos o i los mesmos nos seriam visinhos in-
commodos.
Urge luis que nao deixemos haver raias divi-
sorias de entradas e communlcacdes lacis c li-
geiras com o Amazonas. Urge pois que sejam
terminados os oslados que se fazem, e decidida a
questo,de saber al onde deixarmos aproxi-
ma rem-se os Francezes nos seus dominios da
ina.
I/Diario do Amaso
sagem do Joazeiro, o porontra, c quando Heos
larece que nao o isto um canord.pois casseve- quer, no Joazeiro, que territorio da Bahia ; o
desta juizado nicles, e delegara temos fallado; quero
lizer que rsies cargos eslao em abandono, ou se
sao oxercidos, o povo sofl're vexame, porque c
obripado a ir procurar o juiz fra da villa, perto
de trinta leguas. Creioquc ainda nao houveurna
Laurenti-js audiencia desde que ahi se acha esse senhor,
slo a tres anuos 101100 mais ou monos o
1 d'abi que resulta a malqucrenca e despiezo, om
' que o novo o lem. Admira quo' por l nao so sa=
ha destas cousas.
Oulra queixa muito seria achci entre possoas
sisu las ila Boa-Vista, e foi por causa da nomea-
cao de um moro analphabeto para tcnento-coro-
! nel da guarda nacional. Com effeito, s do pro-
paiDousmo muito deve espe
provincia ; ao gerente da companhia do A mazo- I com dous'da Virosa e
nas, que com inleHigeneta e tino tem sabido di- UDl Coi
rigir a difftcil e importante empresa, que Ihe
l 1 onliada.
Aos corpos do commercio e da lavoura, como
elementos da prosperdado o engrandecimentos
da proviucia ; a imprensa da provincia como ura
lmenlos di civilisaco e do progri;sso, e
ile dos direitos do Cidado ; ao exercito e
. :., 1 la brasileira ; a guarda nacional; a magis-
tratura &c. &c.
Por ultimo S. Exc. den por findo o banquete,
!o a saude a S. M. o Imperador, como o
primeiro protector do progresso do bra/.il e o
mais sagrado penhor de nossas iusliluicoes.
Receba o Sr. Pimenta Bueno, tiestas nossas
expressocs a sincera prova de reconhecimento
peas maneiras eovaihiras c delicadas com que
aosgi ramente tratados.
OS NOSSOS LIMITES PELO LADO DO NORTE.
Ila dias annunciamos a chegada do vapor de
ra liiicuy, que se acha o m pregad o s ordena
da commisso exploradora da Guyana brasileira,
Contestada pelo governo francez; ento disse-
rnos, que o Sr. capito lenle Jos da Costa Aze- panema, c Coutinbo, c devo dzer-te
do. chefo dessa commisso havia feito traba
Ihos do Amap para o sul, nao lendo podido
prolcnga-los mais era consequencia dos lempos
chuvosos, que abrem a nova eslaeo.
lloje, levados por estados mais especiaes, e
mesmo por nformacos, daremos aos nosses lei- nhecendo quanlo sai) infundadas a"s suspei'tas p-
Cear 6de-janeIro>
Granja.Conslo-nos que os eleitores do Ip
do 36 consliluiram
ogio parle, e que os oulros da Virosa
eom os da Granja formaram nutro collcgio em
numero de io.
Cada grupo fez sua eleicao, porque ni pode-
ram chegar a um accord 1.
Pelo grupo de Granja foram eleitos;
Dr. f.aminha.
Jos Pereira Pacheco.
Joo Severiano da Silveira.
' ostodio Joaquim Hor 'ira.
Supplenles,
\ Augusto Frederico Puntes.
Vigario Calvan.
Velo grupo do Ip,
Dr. f minha.
Joo Machado.
Domingos Carlos de Saboia.
lu.-imo Xavier.
Supplenles.
Francisco Cocino da Fonseca.
Laurenio Dias Harlins.
Quixeramobim.Escrcvem-nos cm dala de 2
de dezembro o seguinle ;
s das lenho oslado com 0 Dias, Ca-
que todos
irabalham com loduo zelo c inleressc, quasi nao
doscanram : nao ha sol e noite nem dia para el-
le*, nao obstante o rigor da estaco. Consta-mc
larabem que a secro que foi pa'ra o Cralo lem
Irabalhado muito; pelo que j podemos ir co-
rado por alguns negociantes respeitaves
iraca, o j ., annunciado nn Jonieitc.
E urna heranca que cabe das nuveus : e
se lio a gente era sapatos i)f defuntos !
No di i lti do mez passado Manoel Ferreira
de Azevedo, c dous fillms Maiachtas e
no, assassinaram brbaramente na freguezia de
Papacara a Pedro Correa da Silva, com dous ti-
ros, e innmeras tacadas, lendo sido a mulher
desle infeliz, que interveio na lula, igualmente
ferida cora lacadas.
Os criminosos eonseguiram evadir-se.
Por portara de 31 lo foi nomead)
delegado de polica do termo de Cimbres o capi-
to do corpo de polica, Jos Francisco Carneiro
Monteiro, official nlelligenle, .robo activo, e
enrgico, e que j deu pr ivas d as quali lados,
quando desempenhou igual commisso era outro
termo.
O estado milindroso do termo do Cimbre?, e
principalmente do destrelo de Hoxol, quo se
tem lomado celebro romo osylo de criminosos
do todas as classes, foi a causa da noraea^ao do
capitio Uonteiro.
Por porlaria da mesma dala, foram 110-
nieados:
Pedro Joaquim de Vasconcellos Teixeira, sub-
delegado de polica do 3." districto [S. Pedro' da
freguezia de s. .]i>= de Ingazeira.
O lenle Thomaz Thenorio Villa Nova, 3.
supplento do subdelegado da freguezia de Papa-
cara.
I" na mosma data exonerado Joaquim de
Carvalho Cavalcanti do cargo de subdelegado da
freguezia de Cimbres.
Foi-nos Ira/ida urna correspondencia res-
pondendo nossos arligos acerca do bispado,
mas seu aulor, apezar de dizerter consciencia
do que avanca, nao quizassignar seu nome, mo-
tivo pelo qual deixamos de publicar.
Anie-honleni oceupou-se o vapor de rebo-
que era levar para o lamarao una porQo de
burros morios, para all l-.nrar ao mar.
Ornar regeitou to bom prsenla que lho fa-
ziam, o is 4 horas da larde va-so porto de Irnta
arrumados regularmente na praia do Brum.
Este espectculo presenciado por nos, o lem
sido igualmente por quasi toda a populacho, que
j se inquieta com razao em vi ilude dos perigos
pie dahi lho poJem provir.
postn I Quem leve essa lerabranra deve limpar
a mo paro lo, porque esse moro, alm de ser
oquceuj disse, menor do vinle e um anuos,
e nada possue de son.
A macRsda nao tem sido m, c posto que
muita rousa boa ainda tenha que contar-Pie, rc-
servo-me para nutra occasio, asseguraodo-lho
quo devera sempre contar com a minha ami-
zade.
Na noite do quarla para quinta feira, foi
ronbado 110 lugar da Turre, um cavallo de um
francez que alli mora, levando o ladro o son ar-
rojo ao ponto de forcar a estribara, onde eslava
o animal guardado chaves.
Nao sabemos se o agente policial daquellc por-
to faria alguma deligencia no sentido do oppre-
liendcr u ladro, mas nao podemos deixar de
chamar a alionan da polica una lar- aggres-
ses, que se fazem propriedade com o desom-
baracp maior da vida.
Se a autoridade publica fechar os olhos, ape-
zar de Ihe oslar incumbida a missao de guardar
o fazer respeitar os direitos dos cidados, mal
iremos, en paradeiro deste estado ser fatalissi-
mo. E'o que cumpre evilar por meio de urna
vigilancia constante da parte la polica adminis-
trativa, e pela praliea do uma in le reza Invaria-
vel daquella da polica judiciaria.
Acha-so aborla a insenpeo para o preen-
chimento das caderas vagas de instriicgo ele-
mentar do sexo masculino do Poro da Panella o
Garuara, e do sexo feminno de Garantios.
De conformidadecom o ari. 10 das instruccoes
do 11 dejunho do auno passado, foi marcado o
praso de trinta dias para essa insCripco, e o do-
mis processo de habilitaco dos
quer.
Outro de Thomaz de Forias, por seu procura-
dor, pedindo que a jimia de correctores lho altes-
te qual o co.turne das descargas dos capn -, s-
to se devera entregar em lera ou sobre a^ua
os gneros chmalos do estiva quo passam or
fora da altandcgi, nao havendo eond^u ex
t.i no conhecirnenlo da carga.Como requer.
Outro do Joaquim Francisco dos Santos & Com-
panhia, pedindo o registro da sua procurarlo.
Rcgislre-se,
Outro de.1. K. Robcrts, corretor, pedindo para
entrar em exercicio do sen cargo, visto lereni ces-
sado os seus eiKommodos de sade.Como re-
quer.
Outro de Manoel Antonio da Silva Anlunes, pe-
dindo que o tribuna', mande fazer as precisas nu-
las era um livro cm bran o elladu .
para ouirem, e que agora Ihe pertem u. Apr-
senlo o titulo peluqual adquiri o livro.
Outro de Hunocl Antonio Vieira 1 i >-
Nello, socios da sociedade do Vieira & N i 1,
dindo o registro de um arlg 1 addi 1 au seu
contrato so ial.Sondo sellado, registre
Outro do Daniel Pankraz Wi! I o The 1 1 irn Just,
salisfazendo o despacho desle tribunal dv id do
de/.iunbro ultimoVollc m sr. I irgad
Qs ..:.
Informado pelo Sr. dos mhargador Qscal.os se-
giiintes requerimentos :
l ni de P. A. Burle & Companhia, pedindo o
registro do seu contrato social.Satisfaga o ca-
recer fiscal.
Oulro de I uiz Borges de Corqiicira, entregando
a caria de registro do hiato 11 icion il Capib tribe,
visto ter-se perdido. Prove <> naufi 1; io d 1
hiato.
outro do Gaspar Antonio Vieira Guimares,
pedindo malrcular-sc.Com i re |uer.
Outro de Antonio de Souza Rogo e M
Azevedo de Andrade,'- pedindo que 11 1
do seu coulralo le rei idade ge man le fai
averbaees de continuar a raesraasociedade por
ni lis um anno Na forma do parecer Qsc il.
Nao havendo nada a tratar-; o Sr. residente
encerrau a sesso.
SESSAO JUDICIARIA EH :1 DEFEVT.BEIRO.
rUESIDENCIA 1)0 EXM. SR. DESESIDAr.liADOR
SOCZ A.
A um quarlo de hora da larde, presentes os
Srs. desembargador Villares, o depulados Rogo,
Basto e Lomos, o suppifntes Buarque o Vellozo
Soares, faltando os Srs. desembargadores Gitira-
na, Guimares e Guerra, e o depulado Silveira.
Por falla de comparecimenlo dos ditos senho-
res deixaram l<^ ser julgados 03 feitos adiados na
ultima sosso do anuo prximo possa i", e de r
apresentado o accordo proferido naappell
entre partos :
vppellantes, Benlo Jos da Cosa, l>r. Joo
Jos Ferreira do Aguiar o o'utros : appellados,
a viuva o herdeiros de Agostinho Uennques da
Silva.
JllSTniBlirF.S.
Appellante, Joao Pinl 1 Regid de Souza : am-
pollado, Manuel Joaquim da Silva Guimares.
Ao Sr. desembargador Villar -.
Escrivo Marlins Pereira.
Nada mais houve a tratar
Bkco Rangel,
Secretario intei ino.
Coramunicados
o '-i em >s nos
huno.- 1 pro I 111 : 1 li 1 '.
: 1 : ira nto g nero-u d resta 11
nossa ii 1 de tibrir os olhos ao I P
la lo, 'i ie de 1 erto nao p
profundo engao Se 1 dos
lea
- .ni 1, om non: ja 0 do 1
nambucano, resp itan 1 s ;mpr.i a
- is mauife
0 1
PRA
. itECii 1 ; 111 .
S I.:: 1; : ..s- DA I ID
L' i.i ;ei OD
no dia 30 J
irde.
0 into de letr is1(1 11 it .) ao nn.
Camino sobre Londresi d. 90 r.
Francisco Mamtde de M
Secretario.


ALFA.N! EGA.
:: .. lo dial.....1 '
IJera do dia 3......-
.: g
MOVIMENTODA ALFAM
Volumes enira I
f com g.-ueros
Volumes sabidos com fazendas
com ;"n tos .
:. -
5fti
Descarregam hj i de feToreiro
Vap >rIguarasslivCrsos .
Burea ingle/aBonita fazendas.
americanaW. Hanrydivers
Barca americana
1'.: gue in; ^rro o c 111
Escuna
CONSULADO GERAL.
Etendimeolo lo dial.....i
dem do dia 3....... .
DIVERSAS IAS.
Rendimento do .
lo'm do dia 3
1
1;
PJSJMI
- concurrentes,
Entretanto nenhuma providencia anda se to- que se hourcrem de oppr s referidas cade-
ras.
lloje a vespera da festa de Nossa Senho-
ra da Conceiro do Hontoiro, cuja bandeira se le-
'ligar ama-
ao sagrado
mou, que remova oslo lerrivel loco de infeceo,
que podo de um momento para oulro produzir
uma pesio devastadora, principalmente agora
que o sol se acha to prximo a nos, e que o es- rantoii hontm, e a l'eslividade ter
lado atmospherii-o nao parece ser o mais puro, | nha com I0J0 o esplendor devido
urna surcinlii exposiro das quesioes limi-
trophes, que sirva <- coinprehendcr a tarefa,
(ino se acha sob u direcro d'aquelle ofli:ial de
nossa armada.
Depois de grandes quesioes sobre a linha de
ltmiU'5 da Guyana nossa com a franceza, de se
riz daquella gente da corle, que nasceu smenle,
salvas muito poucas excepcoes, para bailes,
companhiaslycas, ou antes una as cousas fri-
volas e fuieis.
E' exaclo o que communiquoi em minha ul-
tima caria; ura lorlagaiuiio do Taiiha matou a
Iiaverem dei'atidoas ambicesda Franca cosdiie- tilda porque apparecou grvida, de ura
los do reino de Portugal, depois emlim de com-
plcadas as relacies entre ps dois paizes pelos
acoulecimenlos, que subrevieram nas suas colo-
nias, a do Brasil e a de Cayena, era 1713, no fa-
mozo tratado de Ulrecht, se estipulou que, para
IIOIUCIU
ir duvidas e desarneos fosse fixado o limite o coniieci
a duas colonias pelo no Oyapock cu Ficen*
Pintn ; e que ambas as margens ao rio Ama-
zonas pertenciam s a I'ortugal, naopedendo os
lltirot pasttarem o O'jopc.'k pura negocia-
m.i'.i.iio, o docondicSo inferior a de'.la. Mas nao
se don a circumstanc.ia de abrir Ihe as entranhas,
con o so ospalhou primeiramenle. Esse velho
chama-se Anlonio pereira, ora hornera de prece-
Idenits ho'ueslos, erespeilado por lodos quanlos
visto que j& na Babia reina a tebre amarella. culto da Virgom Hara. Segundo nos aftanca-
Chamamos a allenro das autoridades compe- ram, canta m nas vsperos hoje o ni festa ama-
lenles para este faci, que denuncia uma negli-I nha, lodos os artistas italianos que aqu se
gencia cuma incuria mu censura vol, e que p- achara, o prega o padre mostr Fr. Joaquim do
de compromeiter a existencia de ura grande nu- Espirito Sanio, pregador da rapella imperial. A'
moro de habitantes desta boa provincia, dse- noite havor, depois do Te Deum, um lindo e
jando que quanlo antes se enterreprofundaraon- grande fogo do artificio. E' de rrer quo a enla-
te aquelle numero excessiva de corpos que se de fique deserta, pois todos correro a ver c as-
acham em pulrefaecto e que o fluxo e relnxo da sistir uma das mais bellas testas de campo
mar ulroduz em torios os pontos desta capital., que esle auno leamos, grabas aos esforcos iu-
Escrevera-nos da comarca da Boa-Visto, a casaveis dos respectivos Juizes.
11 do passado : Hoolem s i) horas da manha fundion nes-
Esto sertao esl arrasado; a secca tem sido te porto o vapor de guerra nacional D. Vedro:
to grande, principalmente em algumas riboiras, i sen deslino o Maranbao, a cuja eslaeao naval so
como a do Pomlal, que rauilos criaderos, que I vai incorporar. Saino do Rio de Janeiro no da 7
apanhavam rem a duzenlns bezerros, esto sem do mez lindo, looou nos porlos da Victoria
seracnte; j nao ha ura s cavallo para montara, I Caravellas e Bahia, partinde deste ultimo no
o se Dos nao acudir-nos com chovas, al o lira dia 29.
desle mez, nriosei o quesera do nos e de nossos I um pequeo navio de redas, construido no
vizinhos do outro lado dorio, que esto nas leslabelecimento da l'onla da Areia em lbi7 ou
mesmas circuinstancias. O gado miado nos vai 1848: monto uma machina de 40 cavados, lem
faltando, 08 maiilimeulos ainda peiur; estamos 88 pracas de guarnirn, e canhes, obu/.cs de ca-
yendo morrermos fume, e assim acontecer se libre 12 em rodizio.'
as cliuvas dernorarem-se por mais lempo. Para" Seu ircTtinl conrmandanle o 1 lenlo Carlos
maior afflicgo nossa, ahi vem o diabo da elei- Bamel.
cao, e a desorden) j principia. Faca o compadre Esle pequeo
iiea, o povo devorado pela foine, e ameacado
rom prsoea a recrulamcnto, como nao andar
desesperado! O Ouricury tem estado em brazas,
e se nao fosse o Sr. Dr. Faria Lomos, que all lem
estado de juiz de direilo ludo loria aniido. es-
te respeito Ihe diroi que o governo nao devo ti-
rar desta comarca ura magistrado tal como o Sr.
Dr. Faria lomos, que o svraboto da probidade
e da energa. Nao sei que careara de burro per-
a esla Boa-Vista, que dentro d
vapor j aqui nesta provincia
presin mu bons serviros.
Foram recolhidos no dia 3l de Janeiro pr-
ximo lindo a casa de detenco S homens, senda
3 livrese 2 esclavos, a saber : 3 orden do de-
legado do primeiro districto, l a ordem do sub-
delegado do Recife, e l a ordem do de Sanio An-
tonio.
Passageiros do vapor Paran sabido para
os porlos du sul:Sebastiana Francisca, Pa-
checo Osorio, Josa da Silva Leal, Hilario Gomes
e um li-
segue o esta lioa-Msta. que aentro de nm anuo
lem tdo tres jnizes de direito, e dous j l foram;! Nogueira, D. Mara Rila do Nascimento
quem sabe o que acontecer cora o lerceiro, que' lho, a
dizem est a chegar Corre por aqui noticia, quo
o no1'o juiz de direilo lambem un excedente
magistrado; Dos o permita, po'que esla co- Cc-ico, Henrique
nuncia de que a filha estova grvido, po-ii em mansa, mais do que nenhoma cafa, can ,0 do libito, Domuigos da
conllsso ; e ella declarou-lhu asna desgeaca, I uro bom juiz do direilo, pata nao abysmar-se 'OAnipio augusto de s
dizendo-Ihe o nome do seu seductor com quera Em Cabrob j prinoipia o moxerieo e
: casar. Esseseuetcf un liomem tafa-iral,-ciem occorrido algnmascirennrnannas
DESrACIIOS DE EXPORTACAO PELA M
l CONSULA v
3 DE : \ 6J
aPatacho americano tN Stowi II
Forsler & r... I,'.).
Liverpool Bai
Bnilhcrs & i".., I00
Barca iugleza Favoril i, Ji
C, 8tX) saceos assucar mascavad i.
. -! scuna hamburgu
der & C, 750 saceos ..- lo.
Rio da I'rataliaren hespanhola !i r i -'
Ara:. i IIJO ..
Rio da PrataPatacho hollandei WUi
Ai: : ios, tHt barricus

2 saceos as
lia cousas que revoltam a um morto As phra-
- .. gesquipedaes, e excessivoraenie irrisorias,
com que cerlo individuo modelo admiravol >U~
sublime orthodoxia, traQOu ou Ihe flzeram Ma-
car um commuoicado, que so I no Libero! Per-
nambucano de boje, sob as iuiciaes de V. V..
provoca ram-nos profunda indignaco ao ven .
o cynismo com quo esse escriplor qualiflca o Dia-
ria de Pernambucode inimigo da rcligifio calho-
lica, c do clero Diocesano, pelo simples fai
haver n mesmo Diario, noexcesso dczrlo
inlerresses moraes da sociedade, que sao ex
mente os da religio* calholica, levantado sos
voz gravee aulorsada conira os demandos, irn
Qexc3e escndalos que se notara risivelmente
na administrar-o sa da nossa Dioceso! co-
mo se lao nescio o banal ao ponto de querer
confundir a sania religio de Jess Chrslo
meia duzia de relapsos, e que s por castigo do
lieos fazem parte da mu nobre clas.se sacerdo-
tal, a quera develamos todo o respeito, e por cu-
jos interesses lem o Diario to nobrementc pug-
nado Y"
One papalvice miseravel !
Q;iem acreditar nesta Ierra de Chrslo, que o
Diario de Pernambuco deixou de sor immincn-
leraente catholico, e imminentemento propaga-
dor das verdales ciernas do christiaifismo, s
porque se resolveu a estygmatsar os abusos da
curia episcopal? o Diario assim procedendo,
irovou exhuberantemeote que tem mais zelo pe-
as cousas de Deo, do que esses corsarios, quo
a voz publica denuncia como inercadores de gra
ras e beneficios ccclesiasticosI!
O Diario, com a gravdade que o caracteriss,
;' declarou que nennuma prveiieo deshvora-
vel lem cora o digno Prelado Diocesano, cuja
idade respeita, cujas boas nlenees reconhece ;
mas o Diario, (cnnio todo o Pernambuco] sabe
que S. Exc, por isso mesmo que se acha n'uraa
idade avfencadissiina e incapaz de qual juer es-
forro e aclividade, notoriamente guiado, se au
illudido, por dous ou tres, que. cerno lodos afir-
mam, tsbanjra as grecas do Bispado; promet-
lem grojas, t linda em vida de seus respectivos
R i da PrataPolaca
A. Irmos, i) bar i .
bram .
:' rto Brigue iplido ll
zende \ 'saccoi 11 bar
co, 2!) sarcos dito mascavado
Porto i; l*, A
Lopes lio Irigues, 50 saceos .
Philadelphiallura americana Uni ".
theus .'. \ C 700 s icctis
RECF.B OIa DE ::' M' '.-- P-
GERAES DE l'ERNA!
Rendimento do dja l..... :
dem do dia 3...... : S

CONSULADO PRO
Rendimeuto d<
iJeu do ... I I
i
I
:.-: 1

l m dia dcstes passados tendo de-
| eres Raymundo de Almeldo Sampaio, paroenos!'; saspondem e dessuspendem padres
Manuel francisco da Silva Biboiro, Dr. Josa Go- [ S seu talante ; encommendsra e desencomi
n;os de Mallos Freiia", Francpllina Mara da Con- dam vigarios"; finalmente farem ludo quanlo
de Castro \ enex, um pelo qucre.m, em nome do digne Prelado, sem que
este, em muilas ocsaseus, saiba o que
Silveira Hibciro,
onza Pitonga, Dent
Dr
Jos
leito- 'do Rogo, .lose Hara da Silva f eraos, Cesa rio de
5-, que Almeida rfobre. Joiio Etev5o ot CHtvtira, i--''
ssigna :
Tudo toso verdades que esto na
ria de todos. Nao ha quem ne clame con!:' as
dcmasl ip"->visada c:r. ", aja"om.".i
r.~) i-. Qtodopot
Navios entrados *o dia i.
Assn10 dias, hiale brastoiru Di
1 Pedro Jo
pagcni .i, carga sal a Harlins Irmos,
Terra Novo15dias, brigneioglez lames St
do S'J toneladas, capitio lai es 1
pagem 12, carga 8675 barril
a Jamos Crablrec & C. S'
Janeiro.
Calila7 dias, hlatr la.-,', to ." I
lid toneladas, capito Belrh m
jo, equipasen) 8, carga dilDerenti
Auiuuio l.uiz de Olivcira Ate'
Navio- tahid H t.
S. Thomazbarra franei /.: s
Fontaine ; em lastro
Balttmnropataoho americano ./.(.'
pito J. l.enden ; carga Bornear.
Porios do sni1
danto o capito lente los I.. de N. Ton
Naiios entrad labia5 lias, vapor di 9. Pe-
dro, c immandante a !. t nenti
Rid Grande dn Sul I dias, escuna
Vola di 1151 apilao Anl
Pereira Perobe, equipageai 10, carga Ti' I
roba* de carne ; a Air. uim Ir mi
Camaragibor-5 dias, biaie brasileiro Se '
lio, de 28 loneta Ja*, rapil
eqnipagcm i, carga "\ vs
ILGVELl


fi)
t>AR6 D PERNAMBUCO, \bBaDO 4 DE FEVEHFilRO LE 1860.
Liverpool
lorela d
ga lazi
IR
das, briguo ingle/. George, de 237
s, capitn J. Caro, cquiftagem 1G, car-
odas ; a Saundcrs Brothers & C.
Ls> *<" w | ST? Horas. "r?*! 1
-.0?. e -. --- **.*= -lii>iosj>/ira. v: n ll y. u ^ : 2 M
w 3 2 ** w pj Direccao. 0
a 25, a -E)-* g 5 sr < ~> 1 au 1 hxtensidr.de. 1
r i i i i!. 1 U*cl2 Centgrado. -i n O & y S 2. = 3 63 * li l iMM 1 i U i*, p | /,.,. |( r
JE -- r 22RS 1 Fonreiineil 0 >
; ?~?-2: el Hygrometr 1.
3 =.' J HJ Barmetro
Declara^ de
s.
Tribunal lo eotamercioi
Pela secretaria Jo tribunal do commcrcip da
Pernambuco se fu publico que nesta dail foi
ndmiltiJo a matricula na qualidade de commer-
eiatitc ii'' comprar e vender assnrar nesta cidade
fo de i annos.
Secretaria, :!!<> evereiro de I8R0.Dinamerieo
Auguilo di Rejo Raugel, ufcial-maior nte-
rin 1.
Crrelo.
Pela agministracao do crrete desta cidade se
>../. publico, i| 1 as malas que lera de ronduzir
1 vapor Iguarasstl para ns portos do norte, so-
rochadas lmje [4] as 3 horas da larde.
O liiru, Sr. inspucl >r da Ib so iraria pro-
-viii'.ial, manda fazer pub.ico, que do da do
torrente pm- diaute pigam-sc 03 ordenados e
- despezas orovinciaes, vencidos no mez de
r pros 10 lindo. Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pornaroquco, 3 de ferereiro de
. () secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciaco.
O l-eal da rregnezia do Santo Antonio, ain-
i ni en tos de qualquer natureza que seja,
; ic deveriio sem interrupcao varre e irrigar as
-; i.l is de seus cslabelceimenlos na forma .1
... 5." 2.' das postoras ad.liciona.'s do 20 do
noveriibro de 1855, lodos os dias ate 7 horas da
i'iliaa, o assiin a 1 seren sujeitos a si' man-
glar, contra quem o contrario li/.or, lavrar termos
ach 1. I para que nao appareca iiticixas no
.icio das corridas, faro anda a presento declara-
1 "1 >. l-'isrnlisa -a.i da frcuezia de Santo Antonio,
'< do fevereiro de 1860.O Uscal, Vanoel Joaquim
Ribciro.
Pela irs.i do consulado provincial se faz
ico que os Irinla dias titfla para o pagamen-
to : bocea do cofre d>? impostos lo i por cenlo
>ol re diversos eslabeleeinii otos : 409sobre ca-
do modas, de pi rimiariag c de. vender pol-
' solire casas de jujjo de bilhai re-
os ao anuo Onaneeiro de 1859 a 186 l s
p.ipiam a contar do da 10 d.' janciio corrente,
lindo os q 11aes Dcam incursos na mulla do tros
cenlo 1 s que pagarem depois desse prazo.
ilesa do consulado provincial de Pcrnambucc
i de Janeiro de 1860.Anlonio Carncio Macha-
0 1 Ros, administrador.
INSPECQAO DO ARSENAL DEMARINIIA.
-i lo de continuar no bairro '' Santo Anto-
nio a ci nslrucco do lanco do caes .Mitre a potile
provisoria o o oulro lanyo fetto do lado do Ihca-
irt publico, convida o Sr. inspector aos que
i;u-iran lomar a si essa obra a aprescnlarem se
tiesta secretaria rom as suas propostas eni carias
fechadas no l;al:t lo moz protimo, pelas 11 lio-
n auhaa, em que lera lugar o contrato:
1 que as condieus concernenlcs a feilura
la mesmaobra, eo respectivo orcamento est<
aienii's: retara para quem antes do con-
tri lo pro. i-- consulta-Ios.
Insperc.'i'i do arsenal de marinha dePernam-
, em -". >. 1860.0 secretario,
AtexanJre Rodrigues dos Aojos.
S cretarin da instruccao publica de
Pernambuco .- de fevereiro
de 1RG0.
U l'.lm Sr. director geral manda fazer publico
que achanJo su -ajas as cadeiras de inslrucco
i'le.meniar do primeiro grao do sexo f,...
da villa de Oaranhuns o da cidade de Caruarii,
1 primeira por ler sido ltimamente creada, ea
. 11.' por jubitac 1 da respectiva profess
ido le confiirmidadc com o art. 10 das
instriiceocs do 11 de junho de 1859, o prazo de
lias, a couiar da data desle, para a inscrip-
habililaeo das op psito ras,
irma das riladas instrucedes.
Salvador lleariqtu de Albnquerque,
Secretario interino.
I), ordena dolllm. Sr. inspector da thesou-
le fazenda desta provincia se faz publico,
que a arremataeao da parte do sobrado de dous
ai Jares so na ra da Guia n, 1'.), penhorada aos
herdeiros de Antonio Ferreira lluarlo Velloso,
niio leve efTeito no dia annuncado por falla de
licitantes, e por is-o lica a mesma arremataeao
transferida para o dia 18 do corrente.
Secretaria da I esooraiia de azeada de Per-
iiimbuco 1. de fevereird de 1860. O oflicial
interino,
Luis Francisco de Satnpaio c Silva.
Cauco do Brasil.
lo a diRiculdadc, e quasi impossibili-
' branca n is fins de m /, em
qucucia do vpiK'imnto das letras de todo ocom-
mercio de importacao recibir sempre nos dias
- de r 1 la mez ; a directora da Caixa Filial
meo do Brasil faz publico, que nesle esia-
1 mi .' na 1 p idcro ser adraitlidas mais .1
. sim s recebidas sob a formula de
''auijao, lodas as letras a vencer nos referidos
di Qnacs do rada me/.. A mesma directora es-
do cominereio pro\ i leticias para
que, o reiiciinenlo d. s litlos qnc se liouvcreiu
I o futuro de pass ir ia indislinctai
1 ;:..; da, c d3 i s ; .: i ceii f. deler-
taiuados das do mez de modo a di slruir urna an-
; que traz ii ni e grandes
riscos na uHiniacao das operacocs de crdito, 1 rn
. lia lomado o couim
1 Ta provincia.
Avisos martimos.
COMPANHFA PER AMBUCANA
tIF.
iNavegacio cosleira a vapor
O vapor Pmiiimijrj. commandanlo Lobato,
seguir para os portos do sul, de gua escala no
dia 15 do rorrpnlo s 5 lloras da larde. Recebe
, carga al o dia 13 ao meio dia, sendo posta 1 bor-
do e arompanhada doi competentes despachos o
conhecimentos.
Para o Araoaty.
O liiaie tExalaco segu impreterivelmente
naseguinte semana : para o resta o te deseti car-
regamenlo, trata-so com Gurgel Irmos, no sen
eseriptorioda roa da Cadea do Recite, primeiro
: andar n. 28.
Para o Porto.
Vai sabir por estos dias para a cidade do Porto
! o brigue portuguez Prouiplido 11, forrado e
cncavilhado de cobre, de primcia marcha e pri-
meira elasse, por ler scu carregamcnlj
Pilulas
Yegelo-dcpuralivas
Wt
Estas rin'LAS, sendo nicamente composias
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Toares Da "ra, profes-
sor de geograpliia e historia anlit no gymnasio
dcsa provin ia, contina no ensino oos seguiutes
preparatarios: rhetorica, pbilosopbia, geogra-
phia, linguas francera e inglcza ; na casa de sita
residencia, roa larga do Rosado n. 2&, segundo
andar.
Manoel Ferreira Je S sabe do imperio.
Mame! Joaquim Moreira vai a Europa.
A viova do tinado Anlonio I.uiz Vieira.que-
rtndo dar os bens ao inventario, pedo a qual-
[ue ainda
ndade de
de puros vegetaes colhiJos nos campos e matas 'l"l'r Pcssoa que se julgar rredora, e que a
da provincia de S. Paulo, j fotao analysadas fl^^ ?U,88 C:"i's'k;lll'a,"' a '<"^
>u c. !.- r 1 n n lazcr T-ianio antes para so lega Usaren,
pelo Sr. htienne Lagarile no Correio Paulis- ~* '"-
Aimanak da provincia.
tao onde saliiram algnin.ns publicac.es a res-
peito das virtudes e efficacia desle maravilhoso,
melicamenlo, ehojoso acliao assoz conhecidas
pelas iiinumeras curas que com ellas se tem
obtido, tornandi-se um remedio sempre titilo
necessario, especialmente nos legares onde nao
liouverein mdicos e forem e-casios os iccuisos
la medicina.
Sendo o fim principal destas PILLAS purificar
o
Porlo c Lisboa.
quasi a massa do sangue, qual ser a crealura qtte
i completo ; para o resto e passageiros, para os Idelxar de allcnder a propria conservaeao, der-
quaes tem excelb'iitcs cominodos, trata-so com ,....,i ,,, i- .,,,' .
F.lias Jos dos santos Andrade & .. ra da Ha- re,anJo m "lJ"-a"'fnlo que, mesmo em esla-
; dre de Dos n-32, ou com'ocapilo. jdodesaude, concorre para a boa nuincao da
existencia, e que sempre um preventivo de
jqualquer molestia?... C'inconteslvelquegran-
s.'.e com brevidade. a barca portuguera For- ,le ***? ,l03 ?ofTrirnen!,s humanos tem por ori-
mosa, 1 apilan Joaquim Francisca Pnhciro, re- gem a impuresa do sahguo.
rebe carga e passageiros, para o que tem magni-j Assim, julgamos fazer um gran le servido a
Heos (ommodos : quem quizer carrpgar ou ir de humanijde aconselbando o u?o destas pilulas,
[assagem, trate com o capttao na praca, ou com l ; ,.~ ,
os consignatarios Manoel Ignacio de Olireira e ""llcare"ios os JilTerenies modos por que se
devem ellas usar, segundo o estado das pessoas
Deposito geral.
Ra do Porto n 119, perto da carioca Pi
de Janeiro.
Agradccimento,
fikflatiiHc-ao do i,it(!o estomago.
En abaixo assignado atiesto que padecendo
minha seubora de inflamaco de figado e esto-
niago por milito teir.po, e sempre trataJa, 11!-
liinamer.tese lhe a.l.licioncu ao seu tratamenlo
(Hopatilico {com permisso do medico assistentel
a applicacao das chapas medicinaes do-Sr.
Ricardo Kiik, com eseriptorio na ra do Parto
n. 119, e a docnte se resubeteeen inteiramente,
faz uso das eiiapas do mesmo autor para o figado
Segunda-feira, 0 do corrente, oucslomaso' se,."Pre como coadjuvamo dotra-
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correneanno de
l'illio, no largo do Corpo Santo.
Para qualqner dos portos do norte al o
Aracaly, frota-so a la;coa Douradinha, de
3,500 a 4,000arrobas, no-a, de segunda vjagcm :
! a tratar com Joo de Seque ira Ferro, ra do
Crespo n. 13.
Rio de Janeiro.
Vai brevemente sabir o brigue brasileo Ih:-
que da Victoria, capito Lisboa : para carga e
algura passageiro, Ira la-se na ra oa Cadeia do
Rocife, eseriptorio n. 12.
Cic-.-iirti^r .
Le oes.
is i 1 horas.
O AGENTE

lamento allopalhico a que se submette, e vai ti-
rando proficuo resultado.
0 que refiro verdade, e o juro.
C'jllegio nacional em S. Cliristoviio, Rio de
Janeiro Joaquim Sabino Pinto Ilibeiro
0 qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G c 8 contendo alin do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Nati ca dos priucip aes esta-
dos da Europa e America com
o iiiiie, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
epoliciacs.
Tabelia dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, minia-
res, ecelesiasticos, lilterarios
de toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, I i tte ra-
nas e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
1 lodas as qualidades como lo-
Reconliccida verdadeira a assignatura supra pe-ijaS, VClldaS, aPOllTlieS ence-
lo tabeliao Luiz Rodrigues Pires da Costa. nllQS pfp (!*
fard leilao omseu armazem na ruado Imperador
n." 15, de differcnles objeclos de marceneria, seni
| mobilias, candelabros, vidros, crystaes, emuilos
oulros artigos quescrao vendidos sem reserva de I
prego.
Cura completa
mwm
i'cssu:;ro ner.i bieomiUOdo.
Rheumatismo
Da nio al no icio do brao.
Eu abaixo assignado, declaro que una minha
aogreSa|ia sol'ria lia bastante tompo de ilieuma-
lismo as costas da mao al ao meio do braco, i ''s,i"," w"
i ,.. r vendagpm
Serve elle de guia ao com-
meiviante, agricultor, mar-
timo e emfnn para todas as
classes da sociedade.
Os abaixo assignados.para commodidade do
respeitavel publico, procuraran e conseguirain
eslabelecer em diversos pontos desta cidade a
DE
Presos avadados.
licando por isso iniposs.bm.ada de f.zer cousa I SsTeTmt p^V^"T tHSS^
atguma com essa mao ; e lazendo uso do minios: sen eslabelecimenlo da rea
remedios sem resultado
a chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kiik,
, eseriptorio na ra do Porto n. 119, com as quaes
ilenry torSter o\ L. tarao le.lao poi ficou completamente boa. E para constar Taco
I intervengo do agente Hyppolito da i a presente, dcclaracao. Hua do S. Pedro, .
Silva, com autorisaeao do inspector da 147 rio de Janeiro Manoel Antonio Rodrf-
alfandega, eeno pr.senea de um em- gues IleconheciJa verdadeira a assignatu-
! pregado ca mesma reparlico, de 30 ,rl sul)ra pelo tabelliiio Pedro Jos de Caslro.
barricas com pregos avatiados, a bordo
do patacho americano X. Stawers >>: I
, sabbado i Jo corrente as 1 i horas em
ponto no armazem i
Cura completa
10, da alfandcga.
?>'o da 7 do corrente.
Flix Souvage C, a pedido
da Imperalri/ n. 10,
favoravel, recorren as | 'Slo de 123 por apparelho completo, que cons-
ta de ferro.fole c descanco. Esla maravilha d'ar-
lo americana um daquclles inventos de grande
ulilidade para a industria, pois nao s economi-
sa o rarvo o lempo, mas se consrgue em deter-
minado espaco de tempo engommar o tri
que se oblem cora um ferro com mu m ; com 60
rs. decarvo engomma-se um dia inteiro, -
cessila limpar o ferro 'piando se principia a ope-
raco, o qual conserva sempre o grao do calor
qoe se [rn leuda, i ara o que tem um registro ; o
seu peso osla graduado para, sem esfdr-i o, poder
ser manipulado a vonlade do mais dbil traba-
Scm resguardo nem encontinodo. 'ha lor, lem mais um apparelho que obsta a que
[aflamarn (lo liaett e k- calor do ferro possa prejudicar a quem com
lunaiuaijttu tiu uai^.u e LS ,,|,,s n-abaiha. Acham-se .i renda nos seguin-
tOinaifO. les '"o-'""'^ : praen do Corpo Santo n. S.estabole-
H~ cimento do Sr. Jos Al ves Barbosa: ra da r.a-
^ avia mullo lempo que urna escrava nnnl.a deia do Recife n. -. idem do Sr. Thomaz Fer-
sollria de inllamancao do baijo e estomago pandes daCunlu ; ra da Madre de Dos n. 7,
Ificaodo debilitada impossibilitando-a de fazir 'Jcmdos Sis. I 'nrurra A: '.arns; ra do Crespo
Curso
k inglez.
Muas Cruce participa ao publico dcsta cidede
que tem aborto um curso da dit.i ingua em sua
casa, lodas as noiles, desde as 7 horas atoas 8,
a 50 por mez por cada alumno : na ra do Quei-
mado n. 26", primeiro andar.
ATTEN^O.
Prccisa-se deumprelo para andar cora um
taboleiro com fazendas, paga-so do alnguel S0|
por mez : quem quizer, procure no Recife. bec-
co do Abreu n. I, junto ao largo do Corpo Santo.
Precisa-se alagar urna escrava que
cosinhe, compre e faca todo o servico
(menosengommar) de urna casa de p-
cjuena familia : na ruada Caieia n. 15
segundo andar.
Aluga-se um sitio na Torre, com
bons coramodus e baixa de capim : a
tratar no sitio na ponte de Uchoa.
Maria Cainero de Souza Licerda
Villa-secca, identifica aos paes de suas
alumnas e a quem eonvrer, (iue se acha-
ra' no exercicio do seu magisterio no
dia G de fevereiro do corrente anuo.
Da-se sociedade ou arrenda-sc ura sitio
com olaria, que lem barro e porlo muito porto,
maisdo oito rentos arvoredos de fructo, vveiros"
pastagem para gado, e baixa para capim : na ra
dn Imperalaiz n <7, l." andar.
Francisco Jos [da Costa Guima-
raes, estabelecido cora eseriptorio de
consignarules na ra do Rangel n. \~,
primeiro andar, avisa aos Srs. com-
merciantes de fazendas e chapeos que
tem grande soitimento de chapeos de
baeta e fieltro fino, e deoutras diferen-
tes qualidades das mais acreditadas fa-
bricas do Kio de Janeiro, que ludo
vende por piceos muito commodos e a
vontade dos compradores e com gran-
des prazos.
D-se 1:400 a juros sobre penhores de
ouro e prata, ou hypolheca : nesta lypographia
se dir quem d.
ATTEiNCAO
Jorge da Costa Monteiro, tendo por vezes lido
varios annuncios inseridos no Diario de Per-
nambuco.) sobre o a prega me uto das obras da ra-
sa do sitio do Arraial, faz scienle no dono da dita
ulna, o Sr. capitao Marcelino Jos Lopes e ao
respeitavel publico, que o dito apregamento tem
continuado e contina, pois Jorge conserva era
sen lugar, em dita obra, um perito oflicial de
carapina, pago por o dito Jorge, segundo r, trato
que com o Sr. capitao fiz. Em quanto sr Jorge
da C. M. convidado por o Sr. capitao pelos mes-
mos annuncios para conferencia^com o dito Jor-
ge na nlaria do Mondego, j o fez. Ilecifo 2 de
fevereiro de 1600.
Alugase
a loja do sobrado da ra da Aurora n. 10 : na
mesma vende-se urna cadeinuha em bom esta-
do : a tratar na ra do Cabug, loja n. 9.
Leite puro.
Vende-se leite puro a 100 rs. a garrafa
ra do Vigarion. 6, deposito daesquina.
na
ASSOCIACAO
DE
Soccorros Mullios o. Una Emaruiparti
dos Captivos.
Domingo do corrente haver essao'a
semblea gerai, naconformidade dm i -
estatuios, devendo os senhores torios cowMrv-
ccr na casa das sessoes. indo quites com ,t (a, ,
da sociedade, aim de tralar-se da elei
vo conselho.
Sala das sessoes da Associa^ao de Soccorros
'Mutuos c Lenta Emancipaco dos Captivos
fevereiro de 1860.No impedimento i! i ,, \
secretario, Modesto Francia;; da Ch*g*e |
navarro.
Movimeuto ilo Hospital Por-
tuguz de Beaeoceacia no
mezde Janeiro de ls<;o.
: Ficaram em tratamento em 31
de dezembro de 1859 \c,
r.ntiaram no mez de Janeiro "i
__
I n
i Saturara curados 12
| fallecern i
Ficaram em tratamenlo 15
Total M
Dos tallecidos, forara : 1 de ga,iro li<
splenile chronic, t de gnlro-hepaute ehi
1 de loso do coracao, 1 ie Cobre aman
roram visitadas as enfermaras pela -
Prxedes de Souza Pitanga.
Hospital Porlaguez de BeneS en:ia ca I
nanibucn 31 de Janeiro d. 181
Vende-se um cava'lo em boas can
com Siguas andares : a fallar na na d i U,
n. 21, a qnalquir hora do dia.
Vende-se una taberna com ;
e em bom local: 08 pretendci.U-
rua do Livramenlo n. 37.
Vende-se urna casa terrea na ni P
15 : a tratar na praca da Indepen lem ia i I-
Vende-se un carallo rudad
baixo a meio : a tratar na ra da Guia, na
cheira do Sr. Pinto
Superiores relogios de ouro e [rata,
dos pelo vaoor Oneida : no
thall Mellors \ C, ra do Ton
Precisa-se de una ama forra OU IU< I
crava, que saiba cozinhar c eagonnai i u
pequea familia na ra das Ctuj n II.
gundo andar.
Amoriin Irmos, roa d.i Crui n I,
para vender algunas bcoos la ..
de Pernambuco e Paralaba : quem a<
pode drgir-:e aos mesmos para Iral
Compra-se um carro de cari
em bom estado ; assim como um boi m
tratar na ru i da Madre Ve Heos n. B
Precisa-se de urna un mulkcr :
que saiba cozinhar o diana de urna -
ra da Liuicucta n. 19.
Precisa-se de um bom forneiro ; ni
na da roa dos Pescadores n. 1 e 3.
Prccisa-se de urna peseoa que lenba o<
de desenlio linear, para ser empuado n'ui
labeleciinento : quem esUvcr m:-ia< cii ...-
cas, dirija--.. ,', r ia do Imperador n. 22, ;
achara com quem tratar.
Quem precisar de um homem ;
duJe para administrar qualquer ctab I
to, ou mi -.;: i para cobrancas de ra i
quelquer raister; .-ia ra da Praia n. 58,
horas do da em dianle ; daaJo fiador
duela.
Orerece-c urna molher para ama de
casa de pouca familia ou d.' homem -
quem precisar dirja-se a Iravcssa da M ag
na lja-\ ista n. 5.
1UUBO.
Recife a Sao Fraiiciseo.
,qual.|uer servio, soff.endo muitas dores e alero 'rh^J^^M, a-f0**. A0V"J";
j;.,^'____. t i ii .,., Il1'1 n"1 cima ii. Ib. dem dos srs. Pinto oe souza
e disso cansado. Sendo-lhe ministrado lodosos v Bairao; run do Cabug n. 1 I!, na aguia de
leas fregueze e amigos, continuara o re>eJios intilmente ; como irkimo recurso re- ouro ; ra Nova ti. 20, estabelecimcnlo do Sr.
por intermedio do agente fivppolito da f0rri as c,K,Pas >"e'ieinaes .lo Sr. Ricardo Kirk n S'wt.S^'S V-"""'1 :-ruai ti',,-I"-|K:"
i ti- i com pscriolorin na nu dn Pirin n 110 romas ,jao' {J> "-01" "O Si. Ouiniaraes & Ohviira ;
Silva o seu leilao,consistmdo de um es-, escniuori na rua do larlo n. 11J, cora as run do Ou.in;ado n. 1 idem do Sr Jos Rodri-
plcndoe variado sorlimento de laven- l"aes trazon.lo a suppuraco mu.tos humores, guesFerreira ; rua Dircita n. 72, idem do Sr.
i i i i- i ri i- i brevemente sentto visiveis melhors?, e no lim de Jos .Soares Piulo Correia ; rua da Praia n. -2S
da,Iaae$eda, linlO e hnbo e 28 dias se achou perfeilaroenle boa, podendo dom do Sr. Cuatodio Manoel de Magalhes : ru
e primeira quahdade e a30fa trabalhar ; perianto, reconbecendo eu o 7iV,ao'*Zn ffi ES.^A" ^
,m diversos art.gOS para mererccimenio das'di.as d,apa, e dando lhes o ; dofjoo Tntoni e S^^sS
ilevido apreco, fajo a prsenle declarado i Crui n. 3, idem do Sr. Luiz Horcira da Silva ; c
a satisfacao de seu autor. Anlonio Ma- ";J rua da Imoeralrii, idem dos abaixo Essignados
.'I Sod.. rua do Conde n. 20, Rio de Ja- Inmundo Carlos Leiu i Irma
4$gu& VEGEriA
algodao, todasd
gosto, e bem assi
fechar contas, os quaes serio vendidos seu ilevido apreco, fajo a 'presente
por mdicos oreos; pata o que con vi- para
dam aos seus amigos a com par 'cerem noe
no seu armazem no dia cima mencio- naro.
' nado is 1 1 horas em ponto. ( Consultas todos es das, das 9 horas Ja nia-
oa nlia as 2 da larde. )
O agente Pestaa continua a estar aulorisado S
pela commissao liquidataria da extiocta socieda- "
-t:=rs Bswews vsKmm a ve' .T lUJSTLirU B3WJ
*Lc de de finco o tecdos dfl algodo pira vender o
rio do sitio da mesma sociedade.
Os prctendcnlci podem dirigir ao armazem da
rua do Vigarion. 11, a qualquer hora do dia a
entender-se com o dito asente.
sM
m
piano.
Madoraoiselle dlemencc Je Hannctot ^
de Maniieville continua a dar licoes e p
francez < piano na cidade e nos arrabal- I
it
des : na rua
REAL HHMIltt
Aiigio-Ltiso-Brasileira.
" fpor Brasileiro e.spera-se dos portos do
-1! de ll a 12 do frrenle, o seguir no mesmo
'ir para os poros da Europa de sua escala. Pas-
ros o encommendas Irata-so cora os agen-
l fasso Irmos,
^r^
^tillAVO,
DM
Terca-feira 7 do crrenle.
.\0 ARMAZEM
DO AGENTE
da Cruz n. (J, segundo andar. %s
I). llosa (loria de Jess, moradora na Casa
Torio,pede o especial favor a qualquer pessoa que
souber onde existe o seu filln Jos Lopes Per- !
reir de Mello, que lhe participe, porque tendo!
ha poneos 1ne7.es estado de caixeiro mi urna labor-1
nanos Apipucos, della se relirou e lera andado i
porGoiauna, e oulros lugares sem arranjo algum '
0 que parece efTeito de una aliena, ao mental, por
isso pede esse favor a quera souber delle para
o mandar procurar.
Vicente Lorenso, subdito hespanhol, reli-
ra-se para o Kio de Janeiro.
uhaa, nao passaro alm da estacao dos Afoga-
dos, assim como os que parlirem3 5 horas d.i
tarde no dia 7 as S 1|2 lloras da manha no dia 8
lerao sabidas somenle da estacao dos Afoga los.
No dia 7 as lr2 horas da larde liaverao mni-
bus na estacao das Cinco Puntas, onde podem os
senhores passageiros, munidos dos competentes
bilhetes, seguirera grates aos A fugados ; os quaes
deverao transportaros passageiros que viercm no
Irem da Cabo para o Recife. Havei o mesmo
arranjo na nianba do dia 8, cora adifferenca He
partir das Cinco Ponas is 8 horas em poni", i'.s-
r.riptorio da superintendencia, 3 de fevereiro de
1S60. B. W. Bramah,
S ipcrinlendenle.
Trovador.
Rua larga do Rosario n. 40.
O novo dono dcste hotel lem-se esmerado em
i. i'orma-lo para nelle encontrarem todas as cora-
especial do modidades, nao s as pessoas dcsta praca, mas
leilao publico no especialmente aquellas qe viercm, quer do cen-
10 horas da ma- tro da provincia, quer das provincias risinhas.
; nbaa, no armazem do referido agente, por cunta O mesmo encarrega-se de mandar comida para
da massa fallida de E. II Wyatt, 1 escravo mo- j fra, e as pessoas serao servidas do modo que
!' boa Ii3ur>.
De ordem do Etm. Sr. Hr. juiz
commcrcio vender-sc-ha em
dia cima designado e pelas
Avisos diversos.
DB
Na vega cao costeira a vapor.
<) vapor Igaa\rami, commaosanlo o segundo
lente Hoiclr, seguir para os portos do norte
de sua escala it o da cidade da Fortaleza, no
:ia 10 do corrente s horas da tarde. Recebe
arga posta bordo a costa dos Senhores carre-
gadores, nos Jias 6 paia o Cear, 7 para o Ara-
caly 0 Ass, 8 para o Rio Ciando, o 9 al meio
lia.para a Parahiba, devendo a mesina ser acom-
paiihada dos compelenlcs conhecimentos, scm o
que|nio sor/J recebida.
Rio Grande do
jue
|quizerem. e segundo o que so convencional-.
Nos domingos e dias santificados encontrar-se-
ha, como era do costume, mo de vaeca prepa-
rada com lodo o esmero de um hbil cozinheiro,
Para o Rio Grande do Norte saho no din 7 do corrente o hiato Duvidoso, recebe carga : a vinl,os ,0 mercado, licores, xaropes, agurdente
tratar com liartins & rmeos, rua da Madre de de wishey, clc.,se cnconlraro oeste hotel.
Ocos n. 2.
O l)r. Francisco do Araujo Barros, juiz mu-
nicipal da segunda vara desle termo, aeha-se no
exercicio Oo seu cargo, e poJe ser procurado
para lodos os actos do seu cargo em lodos os
: dias uleis, na casa de sua residencia, rua do
Imperador n. 25.
No dia 21 do andante fugio de Belem do
; sitio de Demetrio de Aze.vedo Amorira, urna vac-
i ca com os signaes seguiutes : alvaca, cumbuca, trocam-se, compram-se c vendem-sc escravos de
ferrada em um dos quartos Irazeiros cora I, e | ambos os sexos, de todas as idades e cores com
marca de pea nos ps da frente ; a pessoa que a I habilidades o sem ellas e todo osle negocio se
na rua Direita
Constan-
temente
PILULAS VEGETAES
ASSCCARADAS
i
Norte.
Sebe co.ii muitl breviJade a barca Nota F.spe-
ru ijo. de primeiri marcha, anda recebe cargo
i fete ; a tratar na roa di Madre de Dcos n. 2,
ou con: o mostr do caes da alfandega.
pegar leve-a ao cima nomeado, no mencionado
'sitio.
i Fugio do campo das corrijas no lugar da
: Piranga, no dia 22 do corrente, uin cavallo ala-
zao caxilo, frente aborta, e marca regular, le-
vando un sellim novo proprio de corridas : a
i pessoa que o livor pegado, ou delle der noticia
certa, lenha a bondade de dirigir-sc rua da
Aurora n. 20, casa do Sr. Fiancisco Antonio de
Olireira, que ser recompensado.
Precisa-se fallar com a Sra. D. Francisca
ferreira da Silva Moraes, moradora na cidade de
Olinda, a negocio de seu Interesse : a tratar nes-
les 8 dias com Jeronymo Ribeiro Rosado, na
loja do Sr. Scbaslio Jos da Silva, na rua Nova,
faz dcbaixo de toda sinceridade :
numero 60
K
NEW-YORK.
O MF.LHOll REMEDIO CONIIECIDO
Contra constipa foee, ictericia, affecces do f gado,
fe.bres biliosas, clicas, indigestes, ema'uecas.
UeiDorrhoidas, diarrhea,doencas da
pelle, rupcOes,c tocias as enfermidades,
FROVB2HE3TES no ESTADO 1XPCRO DO 8A5COB.
73,000 caixasdeste remedio consommem-se an
nualmcnle I I
Reiuc Approvado pela faculdado de medicina, e re-
commendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os couhecidos. Sendo estas pilulas
pu-amenle vegelaes, nao contem ellas nenhum
veneno mercurial nem algum oulro mineral ;
estao bem acondicionados cm caixas de fulha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e cficaze
em sua operacao, e um remedio poderoso para a
juvontude, puberdade c velhice.
Lea-se o folheloque acompanha cada caixa,pelo
qual se tirar coiiheecndo as muitas curas milagro-
sas quetera cllecluado. I). T. I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Achara-se venda em todas as bolicas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, rua da Cruz n. 22.
Geraiterio publico.
Precisa-se de um jardinciro perito cm sua ar-
lo; a procurar o respectivo administrador.
COirAfflDA DA VA FL'RRL'A
l'O
RECIFE A S. FRANCISCO.
Pelo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas virem do dia 3 do crrenle em dianle
ao eseriptorio da rua do Crespo n. 2, para rece-
berem o 8." dividendo de juros do suas aeces,
contados no semestre decorrido do 1. de agosto
de 1859 31 de Janeiro de 1800. Recife, 1> de
fevereiro de 18SO.
Precisa-se altigar um primeiro
andar, ou mesmo parle Jelie, para ho
tnein solicito, chrgado lia pouco, pa-
ga-sebem : na ruada Cruz n. 63.
Preeisa-se traspassar a hvpotheci
da quantia de 8:0i.0,s, vencendo o pre-
mio de um por cento ao mez, a qual
esta' garantida em um sobrado de dons
andares da piarada Boa-Vista, a qual
esta'vencida: (nem quizer fazer este
negocio, que olfereee vanlagens, como
se dir', dirija-se a' mesma praca da
Boa Vista botica do Sr. Joaquim Ignacio
llibeuo Jnior, pie informara'.
Btalas
SOMETE NO PAVILHlO
IDA
Casa de banhos do paleo do Carino.
rem para
Todos os dias uleis das 7 slO horas da noite.
Ha lugar reservado para as familias.
To beip ha sorveto-ios de varios'.am.-Ehos para eondaceSQ dos sorTMSt. qus se pedi-
ira fra.
a 800 rs. o gigo.
Btalas cscolhidas a 800 rs. o gigo de arroba,
para acabar : na rua da Madre de lieos n. S.
Vende-se urna escrava moca com urna cria
de 6 mezes, lem muito leite boa conducta ;
quem a pretender, dirija-se a rua da Cadeia do
Recife n. 38, primeiro andar.
Presuntos inglezes, queijos londrinos, latas
com bolachinlia sorlida, ludo de superior quali-
dade, chrgado pelo ultimo navio, por proco com-
modo: em casa deSouthall Mellors & C, na rua
do Torres n. 38.
Feijo amarello.
Antonio Farnandes da Silva Beiris tem para
vender por preco comraodo, em pequeas o gran-
des porcoes, saceos com feijao amarello de 6 al.
queirescada um, ou 30 cuias, medida desta e da
melhor qualidade que lia no mercado, c chegado
ullimamentedo Poilo no brigue porluguez.lma-
fia / ; na rua do Vigario n. 27.
Milho a 4^000.
Vendc-sc na armazem de Francisco L. O. Aze-
vedo, na rua da Madre do Dos n. 12.
_ Milho, fardo, farinha, gomraa, arroz, sa-
bao, velas de esjjcrmacele, vinagre do Lisboa ;
vende-so no armazem de Francisco L. O. Azetc-
do, na ruado Madre de Dcos n. J2.
Desappareceu hontem la porta da ahai
um barril com manteiga, marca .111 te.,
| para as s horas do dia: roga-se poriai
i Srs. taberneiros r m lis
' ferecido, que hajam de ppi
em casa de Iziduro llalli li> A C, ii i
i Cruz ii. 2,uu na icesma all.ui f, i
dos do Sr. Arcenio, q i,
U lenle Horacio de < .
baizo assignado, ti!.
segundo as ordena do gorerM, no p u
por procedente do norte, nao pode, ;
seguir para seu destino, sem enden
prensa seu odeos de despedida .'i lodos < .-
panheiros d'armas, i quem pcssoalmeal
| liver feilo, agr le endo lodos as
nevlas e silenciosas com que i
por todos tratados, desojando toJos as n
prosperidades, e todos lambem ofl
s us diminutos prestimos onde -
de levar. Recife. de fevereiro de l6 '. .
co de Cwsmo Coi lio).
O abaixo assignado previne so Sr. .
reiro das loteras desta provio
o que por sorte sabir no bilhete n. 2iW6 d i -
jgunda parte da qnarta lotera do i
narabucano, que corre no da i lo corren
, ler sido extraviado, e o qual -
do por
Francisco Forjas de I
AO PGBLICO.
re igmentar o formato do
Poco e scu esta be ecimenlo, afim de n
cmpenhai com de eni
preza esta que demanda
para poder comportar sua grand
se lijo podcr.'i i-tt'ectuar de momento,
por isso no entanlo sua publicar > .
salisfazer to louvaiel projeeto. Re
i iro de I8fl >. O proprietario, /.-(i: Cv .
Silca.
Fugio de Naci ao amashi
de Janeiro o cabra nacleto, de id
anuos, pouco mais ou menos, i
guintea : baixo, grosso do corpo, mu i
barba, boda grande, olhoa castanlo-.
carapinhados e um pouco^uivos,
< olhaudo para o chao ; lera un
i no nariz, no pesclo cicatriz de um talho de
taca, e ama outra as sobraacelbas t<
pollegar da mao direita alejado de um :
j ps pequeos u chatos, de mu.la i
i ier para os serrinos do campo, q iei pora i
i montara : o mesmo cabra aeha-se
I amarello por u r estado dtale lia ; om i lurap .
Foi comprado na Cruz de S. Migui -. j,', :-.
quim Tinto, em cuja casa i'.i .,-.,. .. hojeper-
; lenco ao capitao aaaoel Pialo de Arauje, m <-
I rador na villa de S. Miguel, na pi i*in :i ,: .
is. Sup&oe-se que eateia u cidade !
] ruar, onde lem manos : quem > i,..[ i,\.,.
lem l'ernam'.iui o Ferro, rua do Crespo, em s. Miguel te j % ..
nbor, ou em Macei em casa do abaixo isa
do, ser bem recompensado. Mace: 1.' ,:
vereiro de 1SG0.Manoel Jon Ttixeii i 4
cetra.
ADHINISTBAQO DA IMl'RENSA XAC10NAI
de Lisboa, tendo publicado o Spccittu
pos que se fundem na sua iundicao, garant
Srs; typographos a mirar rapidez na presan ti fl-
cai.ao de suas encommeadas, perfeiu
do trabalho, boa qualidade de nidal, e i
conformidade comas roquces que sal
zerem. a adminlsWacie nutro a bem [m
esperanca de .oiiUnuar a merecer a preter
que lhe dado os Srs. typogniBhoe, na certeza du
que nao descansar no camin o que encelou,
pois que se acha cm anlameu.o a fundi
oulros muilos corpos do lypos, cujas proi
publicarao em folhas supplemenlarcs.
Ratificando o aviso publicado em moiti
riodicos porluguezes e brasilciros, a aJminii
cao da Imprensa Nacional declara que continua-
ra/) a fazer-sc os abatimenlos na propor 'i
guinte :
as encommendas que excederem
de Klg ate 100 rcis.............. 10 por cont
as que excederem de IU03OOO al
5005 ris.......................... 15 por ,
.as que excederem de 500 ris.... por cento
O typo imitilisaJo recebe-sc como dinheiro, a
razao de KM) ris o arratel.
Aceitain-so cm pagamento le!ras prazo, abo-
nadas por lirmascoiihcidas. mas nesle caso ou-
lro dever ser o abalinienlo, e pre aiucntc con-
vencionado.
A administra^o da Imprensa Nacional de
Lisboa procura dar a raaior exlra^o aos acus
productos, e para esle fim conseguio ter icspei-
taveis agentes em algunas das principaes ci-
dades do rico imperio do Brasil .Na corte do
Rio de Janeiro o Sr. Francisco Telxciri Basto.
Km Pernambuco o Sr. Amorim Irmos N'a Ba-
bia o Sr. Antonio Pereira Espinhcira A CNo
Maranhao a Sra. \iuva Rochi Sent? i Filhos,
No Para o Sr. Martin* & Irmos.


DIARIO DE TERNAMBCO. SABDADO i DE FEVEREIRO DE 1860.
')
LICOES PIUTIC4S
DE
ESCRITA COMMERCiAL
Por partidas (loliradas
E PE
Rua Nova n 15,segunde anda r.
M. FoiiNCC ile Mcdeti'og, escriturario da
thcsouraria de fazcnda desta provincia,competen-
temente habilitado pela directora de, instroccao
publica pan leccionar arilhmelica nota cidade,
lem rcsoWidojuntar, como complemento doseu
curso pralieo do escriluraco por partidas do-
bradas, o ensino de conlabilidado especialmente
na parle relativa a reduCC&O de moedas ao cal-
culo de descontse juros simples e compostos
conliecimcnlo in.lispcnsavel as pessoas que de-
sejam emprejtar-se no rommorcio ou que j so
acham nellc establecidas. A aula ser aberta
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas
da noite ; e as pessoa3 que desejarem matricu-
la r-so poderlo deixarseus nomesem casa do an-
nunciante at o mencionado dia.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a rua-em objectos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
DELICIOSAS E IaFALMYEIS.
Estabelecida era Londres
imp m mi. !
CA-i TAL
Cmeo jsiiiltes de lili xas
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de In-
Tormar aes Sis. negociantes, proprielarios del
casas, e a guc ni mais convier, que eslo plena-;
mente aul isadjos pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edicios de lijlo ope-i
Ira, cobertos de tena e igualmente sobre os,
objectos que c utivercra os i s ediile os,
quer consista eni mobilia ou emfazendas de
u.ualqucrqualiiiade.
Traspassa^se o arrcndamenlo de un enge-
nlio distante desta praca duaslegoas, vende-se
urna parte no mcsnio engouho, machina nova
vapor, dislilarao nova ebem montada, 22 bois
de correia, seis quarlos, algumas obras. satTra
plantada, etc. etc. ; trala-SC na ra do Crespo n.
13, loja.
PubKcaco Iliteraria.
Guia Luso-Brasilcirodo Viajante da Europa
1 rol. era de 500pag.: vende-se na mo do
autor rua do Vigario n. 11, brox. 3g encad ;
. ; ; ;' T3TYTV f i'i 9 i v fT~
DENTISTA FRANCEZ. 3
t Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <
rangeiras l. Na mesina casa tcm agua e ;<
". p denlico. ^
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de braco a braco, as
quintas e domingos, no torreo da alfandega, e
ibbaJos at as 11 horas da manha, na re-
- I ncia do commissario vaccinador, ra eslrelta
do Rosarlon. 2^, segundo andar.
Pastilhas vegetaes Je Keinp
contra aslombrigas
approvadas pela Exm." inspeceao de estudo de
Habana c por muitas outras juncias do hy-
gicne. publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis i vista,doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrgas. N5ocausamr.au-
seasnem sonsacos debilitantes.
Testeinunho uxpontanco era abone das parti-
Ihas de Kemp.
Sis. I). T. Lanman e Kemp. rorl Byron
12 de abril de lSa'J. Senhorcs. As pastilhas
que Vmcs. fazera, curaram raeu lilho ; o pobre
rapaz padeca de ombrigas, exhalava un chei-
ro [elido, linha o estomago inchado c continua
comicliao no nariz, liio magro se po/, uue eu
lerDia pcrdc-Io. Nestas cirrumstancias um risi-
nho meu disse que as pastabas de Kemp linham
curado sua lilba. Logo quesoube disso, com-
irei 2 vid ros de pastilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. sou amo agradecido.
ir. 7'. Fio ji.
^ Preparadas no seu laboratorio n. 3(i Gold
Street pelos uincos proprielarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New Vi;..
Acnam-sc venda em todas as boticas das
principacs eidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de .Janeiro na ra da Alfandega n. 69.
Baha, Germano & C, ra Juliaon. ".
Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 12.
;| O Dr. Cosme de Sa' Pereira .'
t/"v t'vn a -liropa' continua no exer- \ V
j. cicio re sua prolissao medica. ffe
..: Da' consultas cm scu cscripto-gE
j^rio, no bairro 3 Cruz i!. 53, todos os das, menos?'*
Vjnos domingos, desde as' 6
|t as 10 ca manhaa, sobre
*V leguinto pontos :
* 1-. Molestias de olhos ;
*(:;!' Molestias de Coracao e
*C^_ rci, >. M
J4o-. Molestias dos oreaos da sera-Et
{A cao, c -j anus ; ^y
?. i*. Prattcara' toda e qualquet^v
i i operaeao quejulgarconvemen- 51
lepara o restabelecimentodosr^
'V! seus doenes. i-??
w
DO DR. CHARLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PAR O TRATASiEXTO E T.MPTO CCRATVO
das uirnumiADEs mxcAB,
Curato de frrrnCliniOr.
X:iroii-mili preieiivel ao
Copah tu e as tule-
bat, Ceri i ir.inil,;il:ii!,ru-
le qtialquicr jiur5c.o,
relax^'.) e debilidad*, e igaataaenic fluxos e
flores brancas da miilbrres. Injecfuo Ic
chaMe. G-aa ii'jv-rAo benigna eoipMga-se mes-
um f-mpo do Sirope de ritrato de ferro, una ve?.
Je inapta, c uto vez de tarde durante urea diac;
lia. sexura a cura.
DX T. DAS AS AFCECCOES CLTAMEAS, VIRUS F. ALTE1UCOES DO SANCIE.
n<>piirutio lo N^n^itc.
jarope vrgcial fenjncr-
curij, o nico coiihecido
e approvade para rurr
_ con ioni|'lidi radi-
calmente impigens, pusiula?. lurpes, sarna, co-
niixo'p, acrimonia caltuic. s 'cions do ssn-
rne ; viru. e nnalqwr alhiSo venrea. iin-
ni.o- n'im-i i:c. ToUito-M dous p< r semana, se-
RUtmlO n 11 ^lU Hit uto depurativo. minia n-
iiioi |ipiicii. De ni iffWio maravilli >u as al-
fecoes cutaneis e coniixoes.
lie rorioliidni.Pomada que ns cnaa pm :t rilas.
O depotilo na rita larga do Rosario, botica de Hartho'omeo Fianciteo de Soma, n. 36.
Ra Nova,
SOB
fa^fjjj^^
ry^^M TlITT'ni
em Bruxellas (Blgica
DIRECO DE E- KI8MB
Veneravel ordem
terceiraTie S. Francisco to
Eecfe.
O secretn io da rr. sma .dai\o tM
; nado avisa a todos os seus charissimos ir-
' maos em geral que tendo a actual m
sr. thesouretro manda lazer pu- regedora determinado e\pr a fil
blicoque se acham a venda todos os dia fiis, na tarde do da 22 do corren
das 9 horas da matthSa at 8 da noite, jsolemne procisfSo de Ciuza, para
no pavimento terreo da casa da ruada 'no referido da comparerain parai&en-
Aurora n.20 e as cafas commissionada! fados Je seus liabitos na igreja da u
pelomesmo Senhor thesoureiro na pra- ma ordem, pela I hora da Carde, pa .
ca da Independencia a. le 10, &tc encorporados ai:ompiili;.rem tobredita
as 6 horas da tarde someate, os buhe- procUsao. Secrt taria I de ferercrodc
tesemeios da segunda parteda quarta 1860.Bernardo Jos da Costa Vnlentr,
lotera do Gjmnasio Pernambucano, secretario.
cujas ro las deverao andar imprcterivel-
mente no dia I do prximo futuro miz
de feverero.
O inesmo Sr. thoJoureiro manda
igualmente fuzer publico que ras casas
:cima mencionadas se acham bilhetes
'de numera cao sorlidas a vontade dos.
compradores.
Thesouraria das loteras 27 de ja-
jneiro de I8G0.O escrivao. J. M. da
Cruz.
GenpaiMa steawsa-
ku.
!.-' i ..tn ; lo 0 | .. nenio i : ,
ao anuo lindo, na raz.io '!: 0 por cea
o capital realisado.
*.tai 11 .asp,aaptMM>rWM
Compras,
ca
orasto
t.s.Vr
l V
de&
\i O exame das pessoas (pie o con- j.-/?
\VsuItaro.m sera' feto ndistincta- j&s
ObacbarelWiTRuvio tcm .^r'Tii'r''''': :;''
'-' rs. a libra na rui lar
O SOtl OSCrillloriO 110 1* aiKliir Jeposilode assuear.
. v Cnmpra-ae al>obra o cid
(Mlil uIi'imIm i' noli PAinhAfl Ac% r 50BP'-m moedaa de ouro rio
j'upt 1,1111 tll.ll [tCId iKllllUOa (10 lorio da ra do Trapiche n 11. prime
Carillo. ', ''-"-1 i-* =*- uma escrava de cor pnla
<''' 'dado, ipie saiba ingommar e coser, coro ,
.i .'! *? V"ma "" 9?a ro/"";ir:.m Wi-So : .... ra larga d Rosario, estabel.
isa de pouca familia : no Recite, ra da Cruz de ouro n -lfl
. m .segundo andar. Comprare mi escrava ,.,e S ,
tsie hotel collocado no renlro denme dos cauiacs importnnies da Europa, torr,a-se .le raiule ; V VISO lO 1'OSnO (r\V0l Pi'I- "8". que suba ei
valor paraos braileiros e poiluguezes, por scus hons commodos e confirtavtl. Sua nosico .. costura: na ra do Bruin n. 16, ana
,i ......i .,. L.;: .,. 1khfn ; Manuel Jos de S Aranjo.
Cunupra-se papi I Diano a 120 r>. a 1 I
na .ra lar i do II is< ro ti. 37, d< -.
e icar.
No hotel ha stmpre pessoas especiat-s, fallando o francez, allemo. flamenco, ngiVz e por- dndo "o boceo do Abreu a. 2, prirneiro andar. Compra-se ouro em raoeda co
Precisa-se alogar urna prela n-i- saiba la- i>-im;n pm r>.*a <'.> il Un <,> ..-,
varo eogomroar coro p^rfeigao. ,ue seja de '
boa conducta, para asa do urna familia ti)
urna das melliores da cidade, por se adiar nao prximo >: estacijes de can inhos de ferro8, da liCO.
Allemanlia e Franca, como por ler a dous minutes de si, todos os iheatros e divertimentes ; e, !': clipgado esta cidade d< Rio Fornu so t)
alera disso, os mdicos presos convidara. .,';,,, Nogueis, professor dentista, c so acha resi-
luguez, para acompanhar as louriatas, qur em suas c\eures na cidade, qur no icino, qur
emfim para loda a Eoropa, por prr-ros que nunca exceden) de 8 a 10 francos (39200 49000 "i
por dia.
Durante o espago de oito a dez mezes, ah resid rara os F.xws. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seo filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( do Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Netlo, Manoel de Figueira Faiia, e.Iesembargador I'onics Visgoeiro ( do Brasil, ) c ir.uilas ou-
Iras pessoas lano de um, como de outro paiz.
Osprecos de iodo o servico, por dia, regolam de 10 a 12 francos (4*5000 45J0O.)
o hotel enconiram-se iiiformar^is exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangoiro
JARAEE DO FORG
' H^
8L
3
Rsie xa^ope efl apjrovado p-Jcs ma's errin ales rr.edicrs de !'.
como seudo o mrlbor tara curar .....6>ip;.i .,<, us-v r nvu ouir
i ,;.
nJeza
a tratar na ra da Cruz u. \>t era casa d: Jami s
Crabtree & C.
Prccisa-se.fallar com o Sr. Pedro da Rocha
Vicira, pseuirmao Manoel da Rocha Vieira : no
pateo de S. Pudro n. ii, a negocio de interseo
Espanolesrcsidcn-
tes en el imperio del Brasil.
Licu i\c eonfiaoza en vaestro pa-
triotismo me dirijo tos elpos en este
'ja oc p i n __
[(1/1. .I... ra da Cadcia n. .u .
Conipram-se as seguintes comedias B -
nardo na La, o Judas ero S
Quein rasa quer casa, Pi r causa de ui.
ino, A rosca, o Duelo no Trrceiro Andar,
mo das Alinas eo Diabo na escola : n
granhi.i ?i dir.
Vendas.
affecedes dos broncios, aq-ies de p*ito, ini,,.--s n. i v..-..-',''..;..' ',i'.i,'.',: '..: uma colh
pela inar.l,.i. e ootra a noiie sin sufficicntes. o i ir-fio desu exece. te xiro i -":/ ao m<
lempo i> iloente e o medici.
O dsuosito na ra larga do Rosario, botica ,/, ,'(. i Francisco de Soaso, n. EO.
icra-ia
> > ''-h'" -; f?> -^ ft'"' -
> -j> ^> :,- ; .-..... ; j-, .-.,...,...
-
DEITES
ABiTEFIGEAUS

\ mente, e na ordem de suas en-b
^:| trsdas; fazendoexcepeoosdoen-
^ tes de olljos, ou aquellesque por S,
te motivojustoobtiverem hora mar- .^t
J-^cada para este im. |t
#| A applicacao dealt;uns medica '-C
Oamentos indispensavets em variosgg
^ casos, como o do sulfato de alio- ;-
^jjpina etc.) sera' feto.ou concedido 'X
^gratuitamente. A confianca quel
I

Grande sorlimento.
Xa vraria n. (i e 8 da
m
Ra estreita do Rosario n. 3
nellcs deposita, a presteza de sua i
(; Francisco Pinto Ozori
- -
;.' un ipas d ouro
io enlloca denlos ar- dos dous syslomas VOLC4NITE i:
ouro ou platina, podendo ser ,':;
(-; procurado na sobredita ra a r^ualquer @
'ra. @
:' :: .
Na ofUcinn e galera da ra Nova n. 18, pri-
rneiro andar, continua-so a tirar retratos pilo
systema norte-americano. Mais de 5000 retra-
tos tirados cm qualro annos pelo artista que
dirige esse cstabeleeimeolo, provara a bondado
dos processos empreados .nicos, que garan-
tem um retrato innaitcravel] o a aceitacu que
at de BEM ALTO tem merecido. No n.esmo
estabelecirnenlo se enconlra o mais variado,
abundante e bello sortimonto, quo existe nusla
cidade, de quadros, ni o] duras douradas, passo-
I ir-louls o caixinhasde lod is us lamanhose [ci-
lios '. tislaolemente recc-be-se de Franca o dos
nidos ludo o que diz respeito a pholo-
grapbia.e sciopro desprezando-se ridiculas eco-
nomas, mandam-se vir objectos i:;ais modernos,
o lo roelli quali lade : alleslam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquclles que
tem honr-ido essu ustabelecimento. Tiram-se
retratos lodos os das, eos precos prineipiam
e'in 1^000 i s.
Ferreira Villela. protograp'io.
Por ni corle (Se cabello e
rrsamento 4500 rs,
Ra ila Imperatriz 11. 7.
Li omte a< aba de receber do Rio de Janeiro
meiro coutra-mesire da casa Augusto Clau-
dio, o um outro vindo de l'aris. liste eslabele-
cimento est hoje as molhores condicoes que
3sivel ira satisfacer as encommendas dos
objectos cm cabellos, no mais breve lempo, co-
mo soja m, marrafis a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
bolleiras de toda a especie para homens o sc-
ras, lava-s igualmente a cabeca a moda dos
Lslados Unidos sem deiiar uma s pelcula na
cabeca t.>= clientes para satisfazeros prcienden-
osobjectos em cabello sern feitos em sua
presenta, <". o desejarem, e achar-se-ba sempre
urna pessoa dispontvel para cortar os cabellos, o
peotcar as sennoras em casa particular.
Conlinoa-so a preparar bandejas enfeitadas
de diversos gostos, com bolinhos dos mais pro-
curados e dos mais pcr'feitos do nosso assim como pudins, bolos ingler.es e Irancczes, e
da nossa massa os mais perfoitos, e lambem as
bellas seringas c filhozcs para o tempo do carna-
vai, e umi porco de doce do caj secco por pre-
50 commodo : procure na ra da Penha n. 2>,
indo andar, que se far negocio.
r.
; rrao, e a necessiuade prompta 2
te sen emprego; e tudo qunnto o ^ I
^demove era bene/icio de scus ^
^ doen les.
lloa-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite i Correia em liquidac^ao, o obsequio
da mandar saldar seus debites na loja da ra do
Quelinado n. K).
ajnela Eos fabricantes amerta-
nos Gruuvcr & ICaker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnslon & C, ra da Senzala Nova r. 52.
Precisa-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. tenente-coronel llemeterio
Jos Velloso da Silvcira e Francisco Xa-
vier de Andrade : na linaria n. 6 e 8
da naca da Independencia.
dia, solicitando vuestra cooperacin
para ac causa (ai jnslacorao la que
lia motivado la guerra qac acaba i!i
iniciar la nacin espaola. Todas las
elasesdel estado se, han conlizado en ^.^---hin HfpafM'.K,
la modre patria, paca ajndar con sns
mg t>i! io/'a enativos ai gobierno, a fin de quepne-
LE- pendencia ns. 6 o 8 as folhinhas para 1860, ir, 1 iuiCa* la ItOlira lie lillCSll'O pabclioil, '
| pressas nes.a lynographia, das seguintes quali- 'ultrajad por loSBlOrOS 1 frica ; y castigar al mesmo tiempo los Borzegains ar>t< i ticos.
piratera que Dtos (lustre e bezern
praca da CJma casa estrangoira precisa aloyar
Independencia precisa-se fallar ao Sr. ai,lJl : ;| lra,arna da Cruz n. 10.
Andr Abreu Poito cu Andr Alves!
Porto.
NICA, VERDADEIRA E
GITIMA
Os estragadores de calcada encqi
io nesle ehtab-jlecimento, obra i
abaixo :

rrf IWT/BMSWWG&
SALSA PAIIIUU
DE
Ol.MINriy RELIGIOSA, conlendo, ?lm do UctOS (!: Vi)ii(laSU0, V pira'l
kalendano e regulamentodos direitos pa- ,- p-*<
roehiaes, a conlinuac.au da bibliolhcca do COnlinuameBle cslail Cometiendo.
' V oom'e'e! Vttl *\*uto de lodos se ka colocado
los de amor, hymnos ao Espirilo San:., e : '''UCSira aOgUSta SOOCCatia. Xo harCinOS
t/f. S., a imua.ao do de Santo Ambrozii, ci(|;\ itio ('( ucs fttl'OS IIn iuiii"i,o 1.
jicnlatonas e comrocmorT-o ao SS. Sa- """"I8 BU !" 'S,u '" >tl
crmenlo e N. S. do Carmo*. sen-icio da CMBCIO paca COIltnf.'UiC 001' IKICSra
11
expe-
-U^
Atlvogado da
garganta, na
igreja de N. S. do Terco.
Hoje, 3 do correte, o dii do milagroso san-
to, paraoqoe lera" missa cantada, e a noite la-
dainha, 'inda a i|ual o milagroso santo estar
eitposto no moio da igreja por 4 dias, para rece-
ber as preces dos devotos fiis, para, por sua in-
tervencao, aleancarmos (|ue faca com quo desap-
pareca de entre nos csse mal do garganta que
tantas victimas tem ceifado nesta capital, para o
que se espora a concurrencia dos liis. Tambem
se benzer.i a garganla, c so dislnbuirao medidas,
pelos ficis,do milagroso santo.
M'Hlli.
O abaixo sssignado avisa a lodas as pessoas
que lhc sito devedoras, que no espago de 30 dias,
contados da data dcte, Ihe veuham pagar as suas
quanlias, do contrario terao de ver os seus no-
mos por extenso nesle Diario, pois tendo dado
bataneo na casa, achou um dficit bastante cres-
cido, precisa liquida-lo.
Thomaz Jos de Gusmo.
Quein precisar de uma ama, a qual cozinha
e engomma, dirija-se a camboa do Carmo n. 15.
Pedro Baplisla Moreira reinase para o Rio
de Janeiro.
Aluga-se mcnsalmente um molcque : a tra-
tar na loja n. 8, no I.ivramento.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 69 da
ra Nova com ampias .icconimodaccs para fa-
milia, e no molhor estado de assoio que se pode
ueaejar : .rala-se na ra da Cruz n. D, es:rip-
lorio de viuva Amor'm i Filho,
Os abaixo assignados, honrados pela incum-
ia que reccheram de ss. MM. 11., previnem
respeitavel publico, que se acham actualmente
no caso de poJerem lornccer o retrato fiel dos
Angostos Uonarchas Brasilciro3, oque at boje
era tao diiTicil do alcanoar-se, vislo lithographadas eram quasi todas sem si melhan-
ca alsuma
Os Pcrnambucanos qiie tanto amor c dedicac-lo
manifcslaram aos seus Augustos Soberanos
sua rcenle visila a esta provincia anude Kilos
deixarara recordares eternas, nao deixarao de
approveitar este ensejo para possuirera uma
lem branca de scus augustos hospedes.
Alera da simples photographia em fumo, pes-
suimos retratos em aquarella e a oleo sobre tela,
quer para ornar salas, quer para repartienes pu-
blicas. O im de que as incumbencias* possam
ser satisfeitas com presteza, rogamos as |.....
que desejarem possuir algum dos retratos cima
o obsequio de nos prevenirem com antecedencia.
instituto pholographico
DE
Stahl &Coiiipanh!a
Pkotograpkos de S. M. o lio pecador.
Una da Impertriz (outr'ora aterro da
Boa-Vist.) n. 12.
O professor de Iutim da freguezia
de S. Jos desta cid, i !e, ab ii\o a signa-
do, declara ao publico que a matricu-
la de sua aula se aclia abci ta, e rjue os
trabalbos lectivos da niesma principia-
rlo no dia 5 de evereiro prximo fu-
turo. O: uteressados dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 35, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Coelho
Nesla typogrphia pre-
cisa-se do um mogo, que sai-
ha sua lingua com precisao,
para aprender a arte.
O abaixo assigna.lo declara ao respeitavel
publico e aocommcrcio, que despedio-se da casa
do Sr. Joaquim Antonio ias de Castro, desde o
dia 31 do Janeiro do correte anuo, e approveita
a occasiao paja agradecer ao mesmo senhor as
boas maneiras com que sempre o tratou. Re-
cife 31 de Janeiro de 1860.
Jos Francisco Ribeiro.
Precisa-so de uma escrava para o servido
de rasa : na ra da Imperatriz n. 1, loja.
Ao commercio.
Esta-se em trato de cjmprar a ta-
berna da ra do Codorniz n. 12, ner-
tencente a Francisco Jos da Silva Ma-
cieira, quein tiver direito a oppor a es-
ta compra compareca na rnesma nestes
5 dias, depoisdos qtiaes se nao aende
a reclamaeao alguma. Recito 30 de
Janeiro de 1860. .
Remedio sem igual, sendo i :onheci lo pelos
mdicos, os mais iminentes c n > remedio infal-
livel para curar escrophulas, c ucros, rlieumalis-
mo, onfermidades do ligado, dyspepsia, debii-
dado geral, febre biliosa e interinittente, enfer-
midades resultantes do empreo de mercurio,
ulceras e erupedes que resullam da impureza do
sangue.
CAUTELA.
D. T. .annian Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavol publico para desconfiar de algumas te-
nues imilaroes da Salsa l'arrilha de Brislol que
hoje se vende nesle imperio, declarando a iodos
que sao ellos os nicos proprielarios da receila
do Dr. Brislol, tendo-lhe comprado no auno de
1850.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Panilha de Brislol,
porque o segredo da saa preparco acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman i Kemp.
Para evitar engaos com dcsapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quuerem comprar o verdadeiro devem hem ob-
servar os seguintes signaes sem os ouacs qual-
quer oulrapiepora^aot-falsa
Va-Sacra, directorio para orac.o mental, liiarlp al fiI7 i'oe't-w'o A
divid lo pelos dias da semana, obsequios S?. 1 IlHI WIH,M "
ao SS. coracSo de Jesns, sai devo- CIO!! .'
tas Ss chagas de Chrislo, oracos a N. Se-
nhora, ao pa'.roi inio de S. Jos i da,
guarda, resjionco pelas almas, alm de IllOnientO, 1 CUCillO C0II i!0 COlTCrCS
I todos y cada no de vos otros al consn-
Borzeguins arra tea 1
Ditos econmicos.....
Sapa Mes de bater : .
Scnhora.
Boi zeguins primeira cl i
to de quebrar) .
!
B :
s i
I
I
'iTA DE PORTA,a qual, alm das materias do
coetume, conten o resumo dos direitos I
PiCCO If.Ors.
cosime, coiuein o resumo os arenos 31. UC1 OiCSUlO. Tjk
a*JJSe p5?2*. Ettcorregadode negocios j coasalge- '%* A^lli^
I -|Y^??|| "S@S i neraldeEspaiia.n^l imperio del Brasil. ;v^0!l>U
| AlleneaO. I Seliallaabicrtacnesteviceconsnia- g
^A3
i
u
id
tp
t). T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
New Yovk.
2 O mesmo do outro lado lem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Vrislol em papel cOr de rosa.
4o Que as aireces juntas a cada garrafa lem
nma phenix semelhanle a que vai cima do pre-
sente anDuncio.
DEPSITOS.
Ci de Janeiro na rua da Alfan'dega'n. 89.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
Traspasss-se o arrendamento de um En-
genbo muito peno da prap, vende-se una par-
te do mesmo Engenho, uma maquina a vapor,
uma destilacao nova montada de um ludo 2'2
bois de carro, G qnarios, e outros objectos:
iraela-se na rua do Quein.ado n. 10.
O advogado Souza Res mudou o seu es-
rriptorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Oucm tiver um moleque para alugar mcn-
salmente, dirija-se a rua da Cruz n 5, segundo
andar.
Curso pralieo elheo!ico de lingua fian- @ (lo. !lJ!st;l Cti! CSlO HICs, lilla SUS- V ''.-., V. ,.,, /(i
@ ceza por uma scnhora trncete-, para dez Cl'incioil, mira el lili l'i'illl lO^fciinixIa :' -''"' -i-r, ./
@ mocas, segundaequinta-foiradecadase-I W*""Ll i j aJfr,oa HCnclonaao. ,;. f/ tn,rm !(> CoilCeC'hi r'nv >'j
mana, das 10 horas al meio dia: quem I ICCCfiliSHlaIodcEsKanaen IVl'Iai- J J -, "''." "s -^
quner aprovcilar pode dirigir-se a rua da gj |OC0 \' (if IVM'C'O t-1 I SOt) Milita rs.
| Cruz n.9, segundo andar. Pagamentos ,,. N"" "maz.-m ,-,,:
<:.>; ve,..-,,., ,-:>.,; .>,.. .y ,='.:;,?,;..- Xi\_/ J/IS/E !l_\7, g{ pas leilas.
Koga-se aos Srs. devedores do eslabele-1 Furtaram do ongonho Carranato termo do -.,,,-., i
o na ii ifede28 de dezembro VT U:'"?",[.....;" '":v<- ''" "
avallo castanho amarello. d, .^S?! l'.P^f '''
tem urna mao '. ra na
m meio para cima e a
passo : pm m o passo corto ; lem um i\o> cas-
ros da mao radiada c com um foro de varruma
.... cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o oh- llio Formos........,-.
i,,L k nvt"'10 deJora esl B"do de un, sequo de saldaren! seus dbitos na rua do Col- xi" i'>^! !' cavallo
ladosob urna chapa do ac, Irazendo ao p a |J0 ven.,a ,.-..... rns .ft n'; ", \ bom amanho, castrado, l
seguintes palavras: ly una n. .a ou na rua do Queimado loja munheca, anda iuo be
I INMIN X- icun n. 10. ------- .. ..... -
no lercciro
n. 10.
O abaixo assignado, residente
ria pretos c 'le cores, Irtols i -
\(t casai i de seda c c si mira de i
'-.i" cas de i asemira prela e di
de Drncc/a. rim '
a dando ao comprador alg iru >s :
'= feilas se
-Y comprador dando-se no da
*l& ri .!,
J0S SoareS (Je AzevedO, jsinhar para rasa de pouca
professor de lingua o littera- rua do imperador botu-a a. 10.
tura nacional no Gymnaoio\ desta cidade, tcm aberto e,n I Vt*n*mhucn*. T* ^^'
sua casa,praca de D.Pedro II,a. Domingo. .-,,., ,,,, 8io horas* dama- inpratf umPNAFtic: a L i
37,seguudoamlar,um curso de '"ecTor. rdiaara d0 co"sc,ho di_ UCBIm 'MfKlIOIl.N i Mm
PHiLosoPHU.e outro de Lingo a o*r*u*rca**ra. nt
FRANCEZ A. AS peSSOaS que de- -: Aluga-se um molequeTroprio0paralodoo lolwa
scii'll'fm oslii btjtiicill LSCUtl.il illlUlOUOUtra 'a Cruz, sobrado junio a igreja, que la achara U(ufterna da es mina u. S
ih.l-lnn ,1'ir...I..!!.. .. ^ 1 .. l- C'.llll de uianhaa at s 0 horas,
tic tarde a qualquer hora.
C
ra
tos daguerreotypo
5*
GABINETE PORTGUEZ
DE
Sao convidados os senhores membros do con-
selho deliberativo para se rounirem em sess.io
extraordinaria no lugar do coslume, sabbado 4
docorrenle. s6 1|2 horas da tarde.
Secretaria do consellio deliberativo do Gahinele
Portugue.deLeitura 1, de tevereir^S i \ n^^T^SSSrSP,!'! S,
a. v. .oguetra. ^ larjCi encontrando o rcspeitarel publico -t
no-r;, c r n,r ,n c. 1 :se(.',relfnn- um completo sorlimento de ricos quadros ii
Deseja-se aUar ao Sr. Joso Pacheco de $ ecarteias propriasdar este fin.; assim f-
^eVco,Lgn'V'rn^e n ",C U'lteiS3 M l ",is fW n!n.ciante de seus-. pau;- I
rua de Apollo n. 20, armazem. dosPerntmliBcinos o outros que o eoad- f, !
!@ juvaiaoen frequentar scu novo estabele- ;
@ cimento. | i
.5 l._"cr_-m s!,l0,1"eJTI',lria. alagar por 3 i^ A pessoa que no domingo 29 de Janeiro
Altciico.
tiestas dim-iiilinrm nrulam <\\ com 1"pm lTPlar- qncimado.
UCSiu uiSCipilliaS, pOUem (tl- ^.,0 Hrcr contas C01lUa 0 flDad0 capiUo Superior vinbovcihod. rorto caada
ngir-Se a indicada residencia'" van W8B,end0DK u" navio Speculant, diri- Do dito Lisboa e P ii ira, iJem
ja-se ao consulado hullande/. para ser pago oes- : Uito dito de Cotlc. dem
les Ires dias. Dito Duque eunarraado, ., n
Elisabeth Heller, subdita prussiana, va ao i mercado, do auloi Antonio Fenvira
llio de Janeiro. Mene/cs. garrafa
Curso particular de lingua IBuS^1^
franec/a |l10 dil ,lil. "2"
Americo Xetlo de MeoJonca, .lumno do ,,uin- ^ "'>is^"t'1 ***>>*'. MtSl
| lo anno da Paculdade de Direito. professor de "u ""u0/- il,:".
lingua fnnec/a, provisionado pelo gove.no da ^'"P^1'' ""ca minio acreditada
; provincia, faz sciente ao publico e com especia- ''' S '''"^^s m.nto Irnos
lidadeaos pas dos scusi discpulos, que Ko dia 3!h"nC0 d **f*nm 1Hda*.,
i la do coironte den principio s lices do curso Fl?. '*,.,n,, .
tttua do Qncimado n. 20, prJ SftEWKWS Ar" J S.i^V: f *
| miro andar. % | ^T^'r^JZ Si j ? FV1, ^
O dono desste cstabelecimenti. lira re- j annun'-ie por esta folln ou diriia-so I ni da ?i "hMM"S"10 ^Kbn
Concordia n. 26. armazem do sal, para tratar ffi d'' "Wn.-iceio, superior qualidr.de
,-nnw, ; i.ha hyjsou minio superior
A UlCSl rCSCdOra I [{0 Ul !lim> IBais s,,ftrior do mercado
,.,., O Manleiga ingleza flor
da nmandadedo .^enlior Dom Jess das Dores, Hila dilado Cid a
no baino da Boa-Viata, convida seus irmaos i Dita franceza muito suprior
para a eleicao da nova mesa, que tem lugar do- Latas de sardinhas de San* s
mingo a de feverero, Is 9 horas da manda*. linas ditas mufla superiores
,, | Dilas de blscoitinhos linos
Al'LOHCflO liolacha americana, libra
^ ----- -----,^ \z. -o-' k"' i>*->ua -|u>: nu uiuuiiign xj ce laneiro
annos, sendo as estradas d.is AffliCtOS, Arraial, P'oximo passado achou 1 loro o 1 estribo de me- !
Manguinho, Parnamejiim, Joao de Barros, Rosa- 'M\, querendo resliluir, recbela o achaJo na roa ;
nnhoe forie, dirija--e a rua da Cadeia do Ro- da Gadeia V "
Dita ingle/a
i
\\ i
:-: I
I
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laOfm
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irif-i
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WHi
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140
IM
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cif n. 8, luja de l.oile i Iruico, que nao Se
olha a prc.;o o alug-iel, sendo o sitio grande e Je
agradar.

Quem tiver e qzer alugar um escravo ou hv- Vllll, engarrafado M.ilva/.ia superior
polhecor por qualquer lampo, dirija-se a rua do r'',rrs '''' irraas brancas, o par a 2J.3J e ,
Livramenio n. li. Barris de cognac inglez. em caadas. mant< -
1 ga franceza c inglcza. em barris e meios ditos.
clhan.27.
Na rua do Vigario n. 19, prim-M-o andar, ,
existe urna caria para ser entregue co Sr. Manoel Custodio ln V-, '-,v v-; -, m.;i .- 8 lr,8nccza.c '"Icaa. em barris e mero* d
Marques RodHje. lar dowX '2" "' a S,,ce, a tra" > e oulros m""c's queros V* '-cndeui por mi -
6 >ar ue ii'.gocio. i.os o ic em ouira qualquer f.'rte.


(6)
DIARIO DE PERflAMBUCO SABBADO 4 DE FEVERE1R0 DE 1860.

O agente do \crdadeiro xorope do Bosque lem
stabelocido o sm deposito na ra da Cadeia Ve-
llia D. 61, na bolira c armazem (!o drogas do V-
renlo Jos de Brllo & Filho : desnecessario fa-
zer elogios A bondade deste sirope, nao s pelo
recot!,crido crdito de seu autor corno pela acei-
taran que feralmente tein tido. Un cem nu-
mere de curas se lem conseguido rom applica-
cao do xarope de Bosque, o qual 6 vordadeiro an
tidoto para todas B! molestias dos orgaospalmo.
is. Tara ronhecimonto do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio apro-
pria asignatura dos proprietarios, e no falsifica-
do t esta lilhogranhada.
Attengo ao bom.
Urna elegante eserara niuramba, recolhida, de
idade22 annos, insigne engommadeira. cozinhei-
ra f doceira, 1 bonito moleque de 13 annos, e
mais ") escravos para todo o servio : na ra das
Aguas Verdes n. -50.
Pe-chincha sem ignnl!!
Vendem-se barnlirihos rom fi-;ns decommadre,
pelo diminuto proco de 1,(00 o barril: uo 1'orle
do Mallos, ra da Mocda n. 23
._a .- i o i c -i. o
= jo ,_,o"
TO "*=_ 3
- G> u- "i
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, pelcDr. Mello Montes : vende-se a
4$ o volurae, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 du praca da Independencia.
Oleados pintados
a 2$000 o covado.
Lidos padrees e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 21 a 31), chapelaria de Joaquim
Oliveira Mata.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
denlro, um assento para boleeiro c criado fra,
forrado de panno fino, c ludo bem arrar.jado :
para fallar, com o Sr Poirioi no aterro da Boa-
Vista, e nooscriplorio de James Crablrce & C. n.
42, ra da Cruz.
Na ra tarea do Rosario n. 38,
segundo andar, existem para se vender
dous escravos peras de 18 a 20 annos,
proprios para pagom ou boleeiro.
523*" Defronte da matriz da Boa Vista,n.86, ven-
dem-se c alugam-se bichas de Hamburgo, por
menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer fcrramcnla, tiia-se e chumba-so
denles, sangra-se e faz-sc ludo quanlo pcrlence
e arte de barbeiro.
Queimado n.40.
Graude e variado sorlimcnto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas eni di-
reitura pelo ultimo-navio.
Dto-se as amostras com pcnlior.
Ricos cortes de vestido de seda do cores
2 saias.
= = l^a.e3 a rg j g"3*3
S 'S fc o.o.
c 3 ad
_ o fe
' a
? = -=0E.!:
- o p
O. O"
E r,
-T2-5 "".2 a m
'-" a o =- -
w -I
s -
- tu
- 2 a S-S2** Z^
draca.

AG$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario leja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
vo- i ,lras c culremeiosdecaml)raiabordados
o mero Ricas manas pretas de linho para se-
u/wmiuvuu, aooiui wmu vendem .nhora ................................
vidros aretalbo do tr.manho maispe-l?,'1''l,s0dla3 d.e "Jond brancas c pretas..
. f i ^naiesao sada decores, pretos e rosos..
| queno ate mais de G pannos. | Ditos de merino bordados com franja de
Ra da Senzala Nova a. 42
3 2 S3 So E.5 Jdros em casas particulares
-^ muito commodo, assim como vendem
de
Ditos de ditos de seda pelos bordados a
velludo...............................
Ditos de dilos de seda de gaze phantasia
Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
Taimas de grosdeuaples bordadas......
Chales de touquim brauco beldados a
303e.................
Grosdenaplc de cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca larrada covado 1J600 a___
Grosdonaple preto lavrado covado......
Dito dito liso encoipado a ljJ600e___
Dito dito com 3 palmos de largura a
1S600 e.......................!......
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Gaze de sedada China de floresclistras
^ eo va do a............................
Follar de seda do listras gosto novo cu-
vado...............................,
Setim de escocia c diana de seda covado
Cnaly de flores novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado.................................
Mejo velludo de cores covado..........
Velbulina do todas as cores............
Sclira de todas as cores liso covado ...
Brilhantina branca muilo fina a.......
Chitas francezas claras e escuras o 260 e
Casemira preta fina alSiOOe..........
Panno pelo e do cor fino provade li-
^ mo a 3$5a......................'..
Corles de casemira de cor a 5$ e........
Cassas oigamlys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas niuilo finas a............
Manguitos Je cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
Goliiihasde cambraia bordadas depona
pitas de dito bordadas a 600 a..........
firas c eulremeiosdi:
s
9
se

t M ~ -i "> '-
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c .- ?r ~ ? ~ =.
= .-
01
te
^ ^
: i >-. f- s
z. = E '- n '^
r S 5 o 2 oifi g S
- r* re ez 'A
Tr -* Vendem-se fogdes d,> forro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo 4 forna-
Ihas, e torno para coziuha com lcnha ou carvo,
ptima invenco pela economa de gastar um
terj'i de li nha ou carvo Jos nntigos, e de cozi-
uha r com mais preste/a, tera a diflerenca de se-
amoviveis, oceuparem pequeo espado da
casa, e de fcil conduecu : vendem-se por pro-
co-; i,ijilo mdicos, na fundifo de Francisco A.
Cardoso [Mosquita] ra do Brum, e as lojas de
ferragens de Cardoso, junto a Conceicao da pou-
ted i Recite, e ra do Queiinado n. 30.
Vende-se cm casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeeiros e castieaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros,
as ingiezas, lio de vela, chicote para carros, e otua..................................
montana, arreios para carro de um edouscaval- Lencosde cambraia de linho bordados
._ franja de
seda.............................I
Ditos de dito dito de i!!"'.."'.'.!!!!!."
Ditos do dito liso dito de seda..........
Dito de dito dito de la..................
Dito de dilo estampados lino listado
seda
os. e relostios d'ouro patente injdezes.
&
4
_
JU8J
IjsiOSSEDX
TO iMDOT & (C.
finos
Ditos de algodode labyrinlho800e....
Capellas brancas para noiva............
Emeites devidnlho proto e de cores___
Aberturas para camisa de esguiao do
:: linho..................................
% Ditas de dito do agodao brancas Yde
:,; I cores..............................
Saias balao modernas!..!...............
Hj\
a
era garrafas e meias gar-
rafas.
C. J. Astlev & C.
1 Chapeos francezes orm moderna......
c seda di
velludo
H -uopeus irancezes lor
I Gravatqs de seda de
Na loja dosertanejo, ?ua:
) Queimado n. 43 A.
Reccberam oni direitura de Franca, deencom-l'
Sepro coaira Fogo
flPA^SaiA
menda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo blancos e pretos, c 'is furnias is mais mo-|
dornas que lem vindo ao mercado, e por me-
nos que em autra qualquer parle, assim como
tambem lem ata grande sorlimcnto de enfeile,
d" vidrilho pretose de cores pelo diminuto pre-
ida um, assim como tem chapeos de
si de panno .-. l$200cada um emperfeitoesta-
do, aberturas brancas muilo linas a 320, ditas de
esguio de linho a lg uma, cambraia preta fina
a 360 o covado, e a vara a 560,e a 610, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a 18200 a va-
ra, colieles de velludo do furla-coresnretos a
10, ditos pretos a 8 e a 9$, calcas de case-
mira de cora 7, 8 e 11$, diio's pretos a 7, 9 e
l2,s. colieles de gorguto a 4, 5 o 6$, sai-eos pa-
ra viagem de diversos lmannos, eiascruas, por
ser pi-ande porcao, a 1>500, dilas a lgtiOO e 2? a
duzia, finas a 3 c 4', chapeos enfeilados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pro-
co, c tudo o oais aqu so encontrar o preco,
e nao se deia do remador.
w
pona bordadas a
Camisas fraucezas de cor e brancas
finas a l$SO0 e........................
Ditas ditas de fuslao branco e do cor!!!'
lulas ditas de esguiao muito finas mo-
dernas ............................
Seroulasde briin do algdo de Yinho
falcas de casemira pretaselim 9 c...
Ditas de ditas do cores 8| e............
Dita de meia casemira .................
Dijas de brim fino e varias qualidades
Jffe Colieles de velludo, gorguro,
casemira e setim....................
80S000
1S200
I38OO
25600
2fe000
2S500
23500
1500
13J0G0
1#000
ljjOOO
900
500
1S500
700
800
500
320
23500
7g000
7000
IgOOO
500
9
1S500
V
8
\
75500
75090
65000
43500
85000
f
15000
S
65000
85500
8
S^oo
2j5O
9
11S000
105000
4S5000
sem igual.
o1
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se carabraias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos quo ha no mercado,
pelo barato preco de 500 rs a vara.
Fumo americano
Gheguen a Pechinclia
Na loja do Preguica na rita do
Queimado n. 2. tem para
Tender:
Chaly e merino decores, ptimo nao sopara
roup5es evestidos de montara do Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo finos pelo
Fazendas por procos ba-
ralissimos.
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o cova !o cravatas a faniazia.o
nrSrT? """i P,i 'o"'"^ m1'modcrno Pos ivel a 1 e 1200 cadauma, e.
librad^in'n.c? 4-TCa,X,nnS d'2' 6 ? i 0""" mullas fazcmlas, cujos procos extra r-
Huras ao preco do 450 res a libra : na ruada r._. i i r
CruzdoRedfe n. 50 primeiro andar. Jo comedor "' 8 eXreC'a,lVa
Macbioas de costura
de S. M.Singer &C. do
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do pospoulo igual pelos
dous lados da costura,
garante-so a seguranca
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
fa do dia ou da noito
oesta agencia : nicos
agentes em Pernambuco Rayinundo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Boa-Vis la n. 10.
O Preguica vende em sua loja na ra d>j
mado n. 2, as seguintes fazii.das :
Lencos de cambraia li=u muilo fina du-
zia
Ditos de cassabraneos e de coro?, duzia
Cambraias de cores de diversos gestos,
covado
deraiDuto prego de 2:500 cada um musseliuas Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos com trtnj '
relroz, um
Ditos de dito bordados de velludo, m
Dilos de dilo com palmas de seda, um
2 300
Pera e ameixa
Vende-se pera secca e ameixas rainha clau-
diacm caixinlias de 2 libras a l$00O a caixi-
nha ou 500 ris a libra ; na ra Direila n. 93.
esquina do beco do SerigaJo.
2S000c
C|4W
8500' i
640
Algodao trancado americano branco, proprio
para loalhas c roupa de escravos, com um pi -
quenn toquo de agua doce : no armazem de'fa-
zeudas da ruado Queimado n. 19.
Chegueni ao barato.
O Leite & Irmao corrtinuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4&500 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3> a duzia. cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 610 a vara, meias li-
nas para senhora a 3-5800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de mcri- i
n lisos a 4$500, e bordados a 65, palctotsdol
alpaca preta e do cores a 55, ceroulas de linho I
e algodao, camisas inglezas muilo superiores a
60$ a duzia, organdys de lindos desenhos a!
15100 a vara, cortes do cassa chita a 3$, chita

admira-
Alpaca de seda de quadros, covado
Meias muilo finas para senhora, duzia
Ditas dilas para dita, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Meiascasemiras de quadrinhos, covado
Dilas ditas escuras com duas largura-,
covado
Corles de dita muito fina
Dilos de dita preta bordada
Brim branco de linho tino, van
Dito dito dito, vara
Dilo dilo dito, vara
Dilo dilo dito, vara 1 i
o oulrasmuias fazendas que se rendero 1
lado do comprador.
Palitos ile Brim 34000
Na ruado Queimado n. 19. c.;!ao-se acaban-
do Palitos de Brim a 35000
Caberlas de chila
a 2#000.
Ra do Queimado n. 19.
8 atea de fazendas
19.
i
Na loja de Figuciredo & Irmao, na roa da Ca-
deia n. 50 A, vendem-se palelols du alpaca pre-
france7aa2i\2S0;305e0:o"c",;a,i7pe;'as '\?*Zt'< -^^O, ,lil.,S de brim a M800,
ll ,!.. -', ,1.. i U
llua do Queimado 11.
Saias bordadas a 3200
rv-w :'?acas de panno prelo muilo fine' 3* '
I \ | H Sobrecasacos e palelols oe panno proto
PI '"'o 245 e..........
Palelols de casemira mesclada golia'd
velludo......................,.......
2 Ditos do alpaca preta muito finos!!!!'.!
Ditos do merino setira pretos e do cores
J Ditos do meia casemira..................
AGENTES r 't Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
f T AcllpvArnmninliia ,"!|os^ l"m-branco epardo finos......
s U J. ASlJCy GL tiOinpannia. i Ditos de brim de quadrinhos linos
..:jr : 3?500 c....................
Meias de seda de peso 5i\odca,i?capreto^dc^-
para senhora, brancas e prelas, e para meninas, ,s dc our D*1........les......
brancas e ciscadas: vende-se na loja de Leite
& Irmao na ra da Cadeia do Recife u. 48.
' "V ;::::"> :i>fcjTt3!. 3!.llr-.*
pr
uZO o
a di
e
9
.
niieiro.
i
Vende-se a cocheira da ra da Cadeia de San- i S
to Antonio n. 7, lendo 5 canos e 1 rico coupe m
sem uso algum : quem pretender, dirija-se g
mesma.que achara com auem tratar.
Saunders Brothers & C. tera pira vender em
seu armazem, na praca da Corpa Santo n. !,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimenle
i dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Uroadwood rSons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Ra do Queimado
loja de 4 portas n. 10.
Ain-la restara alguntas fazendas para conclu-
ir a liquida(o da firma de Leite & Crrela, as
quaesse venJem por deminuto proco, ;endo en-
tre outra? as seguintes :
Macos de meics cruas para liometn
Ditos de dilas de cores
Dilos da dilas cruas muito superiores
Dito* de ditos para senhora
Dos de ditas muito finas
se
Folha de cobre e Metal
amareo.
Estauho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eYerniz copal.
Folha de Flandres.
Paihiuha para marci-
neiro.
Yiiihos finos de Champa-
nhe e Mosclle.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
de C. J. Astlev & C.
Chapeos de castor pelo
e brancos
REL0GSOS.
55000
405000
355000
1S5000
105000
9:ooo
75000
CjOO
C5000
5S000
35500
i
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores Dxas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e corles de
calca de brim de linho a 2, ditas du meia caso-
mira a 25210, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vendo por
barato preco.
Vendem-se 200 pecas porluguezas de 45 c
70 brasileiras de 20-5 : na" praca do Corpo Santo,
escriplorio de Manoel Ignacio de Oliveira.
chally com '27 covados 22"cially"ondeado de ^l,ai'eos
ledas as cores a 700 rs. o rovado, "dilo lavrado c,!lla a ICO cova.i
padroes modernos a Lg o covado, laas de qua-
^

drmhospro rias para vestido a 900 rs. o covado,
cassa pela muito fina propria para luto a 000 rs.
a vara, chitas escuras de cores tixas com peque-
o toque de mofo a 1:0 rs.o covado ; assim co-
mo outras mulla* fazendas que se vendem por
baratissimo preco.
Vendc-se iioia mnlatinha peca de Sai) an-
uos de Jado : a tratar na
Vende-se o deposito
16 : a tratar no me
" Vende-se um oscravo crioulo, do idadeS
annos, pouco mais ou menos, bonita (gura, sem
vicio nenhum : na ra da Praian. Ti.
Vende-sel preta perita cozioheira e 2 prc-
tos, um muito bom oleiro, lambeni faz formas
I
emfeitados para menino
iva.io
miudinha Roa rom 3
i tratar na ra Augusta n. 24.
da ra do A rasa o n.
'ceas de chita
a 5500
r.rambraia raiu..!,a a 500 a vara.
Dita 400 vara.
( hales escuros para ir ao bsnl i 1400
Chitas francezas muito finas m
ras a 240 covado.
Um completo sortimento de madapol.io

para engenho, carreiro
c cara pina oulro bom L.
ambos proprios para algum scuhor de engefi :
ora Sanio Amaro, passando a fundido do Sr.
Starr, junto acs pos de arvores, al as" horas da
da larde era diante, ou fallar no
da Costa
sorlimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 105, ditos francezes de seda a 7j?, dilos de
castor broncos a 1 i?, ditos de velludo abe 95,
ditos da lonlra de todas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezes de copa alia c baixa a 3 e
5sL ditos de fel tro, um sortimento completo, do trapiche Barbosa com Domneos Jos
2j>i)U a C500, ditos do Chile do3$5O0,5, 6, 8 Guimares.
m'ed^os?1 PSfSSXS* SS&r 3 ^m*
mo^gosto a 155, enfeiles fioissimos para cabeca
a 4$j00 e 55, chapeos de palha escura, massa'e
aeda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os scus procos muito emconla, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
leudo diversas qualidades para escolher, bonets
de galao, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, dilos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos dc sol do seda para me-
ninos de escola, emesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muilos objecos que se-
ria eufadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em corita ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Direita n. Cl,
de liento de Barros i fij.
A? 2000 a duzia
Lencos de cambraia para algbeira a 2,000 o !
zia ra do Queimado n. 19.
ro, lamuera az ormas
i o trabalha de pedreiro fVwnn /5<\ /tni^^*taia ^"^la
raballiador de enxada. e Wl ICS (? ( S )i 318 ) 618
Na ra do Queirrado n. 19,
l
*1
i
>
V
da ultima moda.
inde-se bibis reccntemenlc cliegados
M
-.;
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
WC., orneado Corpo Sanio, relogios do afama-
g I do fabricante Roskell, |l0r precos commodos,
e (arabem trancellins e cadeias para os mesmos.
! dc escolenlo gosto.
^ende-sc urna preta crioula muito moca, .de
svella figura, com urna filha de 4 annos* sabe
neilamente engommar c cozinhar, e propria
^, para casa de tralamenlo : no largo da Assem-
C blea n. 6.
cobertos e descoberlcs
ouro patente inglez,
pequeos e grandes, do
para homem a senhora,
Na ra do Queimado n. 37, vendem-so 03 me-
lhores chapes de castor.
Aviso.
1o um dos melhores fabricantes de Liverpool,
\ indos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
. Soulhall Mellors C.
Attencao.
Vendem-se caixas com velas de espernracelo a
; biJ a libra, a relnlho a C80, arroz a 25800 a ar-
roba, e a 100 rs. a libra, chouricas a 720 a libra,
manteiga ingleza a GCO dita franceza a 640, fras-
eos de conserva a 720, que jos a 25: por baixo do
sobrado n. 1G com oito para a ra da Floren-
tina.
Arados americanos e machinas
lo armazem de Adamson, Ilowie & C. ra para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
do Trapiche n. 42, vende-so selins para homem ,.* n i c i rr.
e penhora, arreitjs prateados para cabriolcl, chi- nnston a rua aa senzala n. 42.
coles para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
r.arlliolomcii Francisco de Souza, rua larga
Cocos italianos
de folha de flundres,muito bem acaba-
Corte? i!-? caiga Je meia cr>semira
Ditos do ditas do casemira do cores
Ditos de ditas de casemira preta a 55 e 65000'
Brim trangado branco de linho fino
vara 1*0001
Cortes de colele de gorgurao de seda 29000
Pao prelo fine, prova de limao 39 e 43O00
Grvalas de seda prela e de cores 1&000
Riscdos francezes, largos, cores fixes
colado 200
Chitas francezas largas finas covado 240
triias estreilas 1G0
Riscados de cassa de cores lindos padrOcse
superior qualidade covado 280
1SG00
2*000 do Rosario n. 36, vende os seguintes medica- dos, podendo um durar tanto ciuanto
4*000''
39000
4000
25000
59000:
montos
Ilob I.'Affecleur.
Filulas contra sezocs.
Ditas vegrtaes.
Salsaparrilha Brsl >1.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
A'arope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
durara quatrodos nostoia 400 rs. um
e 4# urna duzia : na rua Direita n. W,
loja de lunileiro.
atua para engento
Fundicao de ferro c lironze
DE
Francisco Antonio Corrcia Carduzo,
tem um grande sortimento de
taclias de ferro fundido, assim
como se faz e concertarse qual-
quer obra lauto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEM TOSCO DEOLLOWAY.
PILLAS DOLLWOYA.
Este ines!niia\ el especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaos, uo ci ntm mercu-
rio, nem alguma oulra substancia deh clona. Be-
nigno mais lenca infancia, ea compleico mais
ida igualmente prorapto c seguro para
desarraigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes o of-
feitos; pois busca e remove as doencaj 'de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrara saude c torcas, depois do haver tenia-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-fe ade-
sesperaco : facam um competente ensaio dos
eflicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao so perca lempo em tomar osle remedio
para qnaiquer das segnintes enfern i ladi -
Vj .chapeos do senhora para passeio) no se-
an -undo andar do sobrado da esquina da
m rua do Oueimado por cima da lja do Sr. M
$& Preguica, entrada pelo becco do Peiie 5
arji Frito n. 1 96
y&g ''" IfW -----
l'm casal de escravos, sendo ambos de I
nilas figuras, e s se vende para fra da ierra
por ler um delles vicio de beber agurdente : na
rua Direila n. 3, primeiro andar.
-,l")VOS niPlioain#>iitfc lir_3i
fillKDEKYAilinO SOBTIBEITO
: DI
ilouasp follas e lazenfe
5i
Ges
M
c saTinazciii
l>L
medicamentos bo-|||
meopathicos enviados!
da Europa pelo Sr. Dr.S
Sabino O. L. Pinho.
g Estes medicamentos preparados espe-
^ ci;''...jnie segundo as necessidades da
_vV> homeopalhia no Brasil, vendem-se pelos
ai pregos conhecidos na botica central ho- 8
c-- menpattiiea,' rua de Santo Amaro Mundo
$3 Novojn. 0.
..... .
Na rua
do
Queima-
do n. 46.
c

IDCiO LOWMO
42.
Ruada Senzala Rora n.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendas o meias moen-
das para eu9enho, machinas d-> vapor e taixas
de ferro balido e coado. de lodos os tamanhos
para dto.
Neudem-se fazoudas por barato
proco c algumas por menos de seu
valor para acabar, cm peca e a rta-
lo : na ruado Queimado loja
portas n. 10.
de 4
Vidros de boca larga comrolhas, de 2 oncas a
12 libras
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A npulas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas.
Coavulsdes.
Dcbilidadc ou extenua-
co.
Debilidade ou falta dc
torcas para qualquer
cousa.
Dysin loria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfei mida des no venlre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
I'.nxaqueca.
1 Herysipela.
Pebre biliosas.
Februto in le intente.
ltenlo.
^ ende-se farelo de Lisboa era saceos de 96 li-
bras, pelo barato preco de 6g o sacco, millio a
5f500 o sacco, arroz de casca em saceos, dilo do
Maranhao, cafa do Rio, feijo mulatinho, gomma
do Aracaly a 2g5D0 a arroba, courinhos do -ca-
bra, esleirs de palha de carnauba, vassouras
Assim como tera um grande sortimenfo de pa- dem, batatas o 2^300 a arroba, muito novas
I V .___-------_. -----.- -~ |*------ w*-w| lili. II 17'l'tl.-,
para torro de sala, o qual vcudo a mdico ; figos muito frescaes n lgCOO, passa a G40 o libra,
PrcS- doce de goiaba, velas de carnauba, dilas de cs-
pormacete; lodos estes gneros vendem-se por
menos preco que em oulra qualquer parle : no
armazem da rua do Rongel n. 62.
Cassas de cores covado
240
2^0001 de Londres, vendem-se nicamente no
> armazem de Luiz Annes defronte da
Fessas de cassa branca bordaJa com 8 va-
ras por
Tira bordadas
Cambraias lisas muito finas peca 4000 I ^d^llfclldi.
Ernestinas de cores para vestidos covado 240 \'
Challes de la bordados de seda, um 28000
Grodenaple preto, largo covado 1^800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada HP800 e 2J00O '
Vestidos brancos borJados para baptisado 5#000
Superior ao inellior
presunto tle fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas!
Veos bordados para chapeo
Entra meios bordos
Aiohiliado adamascado largo vara
Lencos de chila escuros um
'langas de core? para paut; covado
Para os olgasOes do Car-
naval
Gama & Silva, no anligo ater-
ro da ba-vista hoje rua
Imperatriz n. G0.
Vendem lindissimos chamaloies de alijoo
Relogios de onroe prata, coberos o descober- a imitajao de seda, de todas as cores proprios
tos patente inglez os melhores que existem no ; para vestidos de senhoras para vestuarios para
1Slciq mercado, e despachados noie, vendem-se Dor',mn n_____ i ... ,'
nn precos razoaveis: no escriotorio do agente Ol- jhomens Por Pre?" baratissimo que facilita faser-
lu"jveira, rua da Cn.deU do Recife q. 62, primeiro Ice ura nco vestuario gastando muito peucodi-
23OOO :
1600
Febreto da especie.
Gotta.
Qemorrhoi \n ~-.
Hydropesia.
Ictericia.
[ndigestes.
Inflammacdes.
[ r r e g u fa rid
menstruaco.
Lombrig is de loda es-
pecie.
Mal dc pedra.
Manchas na culis.
Obslrucco deventre.
Phtysica ou codsump-
pulmonar.
nolcncao de ourlna.
Itheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal1.


^.tv
"_i.
Vendem-se estas pilulas no estabo'lccimcnlo
geral do Londres n. 22i, Slrand, c na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em leda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
delias, coutem urna rastruego cm porluguez pu-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soura
pliarmaceulico na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Attencao
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 parcihas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carregamento clie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dlrijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, dc Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
ihapeos pretos.
Na rua do Queimado
numero 19.
Chapeos pretos de primeira qualidade, e di
tdrma elegante a lOg cada um.
Nova iiiveiico aperlei-
.
Ricas sobrernsacns de panno fin ;
dc coros a 2sj. 30} e 2>. I
; paltots dos mesmos pan:. i 228
| palelols do casemira de rores de i
,| bom goslo e tinosa 12}, ] [j, 1
: los de panno prelo ara menina i 183
: 20$, dilos do casemira de
i-a.eas de caseinira de cores e pretos f
t lamente para meninos a 7?, 8-, '-, |Oa
\. colli les
. mira a 5$, fi.^ i 7J, | aletotsde alpaca pre-
i: tos de c i <}, ditos sobn
1 i a 7S e 83, ditos de brim, de
i fuslao tanto brancos coi n |f
4^600, os e 6$, caloas de brins brai
: to linos a 5 [ cores a 3$ e 3f500, camisas para i
de diversas qua'idades, calcas de brins d
cores linas a 3$500,4| e 5J, um rico *
a- ment de vestidos de cambraia bram -
; bordados do melher gesto que tem mi-
: recido a 289, manteletes de Ql ;
cor muito superior gosto c muilo moderno
.; a 2! cada um e 2-9, rico, easav -
(: cambraia bordados para menin |
- para ser.hora>a 15$, ricos enfi
; fioco dc velludo posto melhor que i
*: parecido a 109 e '-.*. 8 ouli mui
| zendase roupas feitas que com a j
: do freguez se far patente.
Casacas para a quaresma.
Neste raesmo estabeleciaw
: grande sortimento dccasaios prelas,
; sira como manda-se fazer por medid. i
: ladedofregu Iheadoos mi
'.; palmus a auu goaiu sendo os Btli is .i
M e 40>.
Camisas inglezas
: No mesmo eslabilecimenin acaba dc i hi-
ga r uui grande Bormeoto das i .
camisas ingieras peilos d linho com
: largas, ultima moda, por ter-se miula
muda li delermim v ndi .
ji menos do valor sendo d i-.

Labvrintho.
Vendem-se toalhas e lencos d'' labvrintho i
i escriplorio de Gurge! Irmaos, rua da Cadeia
1 Recife, primeiro andar n. 23.
Vende-se
200'and-r.
, nheiro da-se as racslros com pinhor.
Coala,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nnicamentc na ruada Cadeia do Re-
cife n. 48, loja do Leite & Irmao. i-
Rua do Oueimado n. 37. ^,
A 30jJ cortes de vestidos de seda que custaram ; n '' i r
60*; a 169cortes de vestidos de phantasia que # tamisas malezas linas,
custaram309; a Sj? cbapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadei-.i do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeilcs dc vidrilho e de Tetros a 49 cada
um : ama do Queimado c.37. loja de4 porta?.
Em casa de Rabe Scl-mcttan &;
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se I
elegantes pianos do afamado fabrican-'
te Traumonn de Hamburgo.
'
I
I
'io armazem de Arkwriglit
rua da Cruz n. (i!.
C.
do deposito geral do Rio de daneiro: a tratar
com Tasso c limaos.
Farinha de mandioca
nosrma7.eas do Tasso & Irtnos.
Rraga Silva A C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
do tochas e moer.das para engenho, do multo I
arredilado fabricante dvin llaw : a Irator no'
mesmo deposito ou na raudo Trapiche n 44. nos aruiazeus Je Tasso A Irmsos.
o < -. o ^ o o ^ ^i<,\o,\Q nno,x
7BHM-S
vinho do Porto, do mais superior, angam
dito champagne, idem, dito muscalel, dcn
armazem de Barroca & Medciros, rua da Cad
, do Recife n. 4.
Ba do Codorniz n. 8.
Batatas novas em sigos dc 40 libras a l|80li
feijao mulatinho, saceos grandes, 125, a atn
gneros mais baratos do que em oulra qu;
parte.
SapatOcs a 800 rs.
Vcndem-se sapatoes do Aracaly com or
obra muilo iioaa S00 rs. o par. sapatos de
roquim para senhora a 800 e 900 rs o pat
ruada Imperatriz. loja da boa fe n. 74.
Escravos.
No escriplorio dc Gurgel IrmSos, rua da C
do Recife, primeiro andar n. 28, vend
escravos famosos, d'nm d1^ qi'.?o sefr.'
cellenle boleeiro.


DIARIO DE PRNAMBUCO. SABBADO A DE FEVEREIRO BE 18G0.
m
DE
utmmmm i mm^m u u
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 janto a fabrica de sabo.
DE
Sebaso Ida Silva dirigida por Slaaoel Carneiro Leal.
Neste estabelecimento lia scmpre promptos alambiques do cobre de di fo rentos dimoncoes
(de 300 a 3:000-5) simples e dobrados, para destilar gurdente, aparolhos destilatorios contnos
para resillar e destilar espirilos com gradnaoao at 40 grAjs (pola graduorao de Sellen Cartier) dos
melhores systomas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dimoncoes, asperantes e de repudio tanto de cobre como de bronze e fono, 'torm [ras
de bronze de iodas as diincngoese feitios para alambiques, tanques ele, parofusos do bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fonialoas c crivos de forro, tubos do cobro e chumbo de todas
as dimeneespara encmenlos, camas de forro com armaco c sem olla, fugos do ferro potareis o
econmicos, taclias e tachos de cobro, fundos do alambiques, passadeicas, ospumi Viras, coros
para engonho, folha do Plandres, chumbo om lengol e barra, zinco em leneol e barra, ls'nros o
arroellas do cobre, lences do ferro a latao,forro suecia ingle/ de todas as dimnsdes, safras, lomos
e folies para ferreiros ote., e outros muitosarligos por menos proco do que om nutra qualquer
parte, descmpcnliandu-so toda e qualquer oncommenda com presteza e perfcico j conhecida
o para commodiitodo dos freguezes que so dignarem honrarem-nOs <~orn a sa con fia oca, aeha-
r.-j na na Nova n. 87 loja de forragons possoa habilitada para (ornar nota das encommondas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIJLABOBADO
TF.LOS sus.
D. Antonio da Costa A. I', de CStilboA. GilAlejandre HercnlanoA. fi. RamosA. Guima-
racsA. do LimaA. de Olivoira MaocaAlvos BrancoA. 1'. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' e Cunha F.
Gomos de AinorimF. M. BordalloJ. A. de Freitas OlivoiraI. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel ColiseoJ. E. do fagalhes CoutinlioJ. G. Lobato
PiresJ. II. da Cunha RifaraJ. J. da Grapa JniorJ. Julio de Olivoira PintoJos Maria
Latino CoclhoJulio Mximo do Olivoira l'imentelJ. Podio do SouzaJ. S. da Silva Feraz__
Jos de TonosJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe Le i te__Luiz
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo UidosiRicardo Julio FerrazVaicnlim Jos da
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
roa
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de lodas as nacoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizerara tcm seu corno e mem-
bros inleirameiile saos depois de harer emprega-
do intilmente outros tralamentos. Cada pesoa
podr-se-ha convencer dossas curas maravillosas
pola leitura dos peridicos, que lh'as relatara L Um completo soriimento de metaes finissimos,
todos os das ha uiuitos anuos ; ea maior parte
dolas sao tp sor prndenles que racniupe so
mdicos niais celebres. Quantas pessoas reco-
braran! com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pomas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer i
amputacol Dolas ha muilasque haveudo dei-
xado esses asylos do padecimcnlos, para seno
submetleroin essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosori>w*dio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu reoonkecimculo declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, alim de mais auteuli-
carem sua lirmativa.
Niuguem desesperara do estsdo de sande se
tivesse bastante confianca para cnsniar osle re-
medio ronslaiileinenle se-guindo algum lempo o
mentratakauenecosaittoso a natureza do mal,
cojo resultado seria prova rincouleslavoliucnte :
(Jue ludo cura.
O ungento lio uliE, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
da bexiga.
EsposicOes
DE
ntuis mm\
Jos da
Silveira
A. P. de CarvallioI. F. Silveira
da MoltaRodrigo Pagaoioo.
Destinado a resumir todas as semanas o movimonlo jornalistico e a offerecor aos leilores, con-
juntamente com a revista do que mais nota*el houver occorrido na poltica, na seiencia, na indus-
tria ou as artos, alguna arligos originaos sobre qualquer destes assumplos, o ahciuvo universal,
desde Janeiro do 1859, om que comegou a pubiiear-se, tcm salisfeilo aos seus us, com a maior
exactido e regularidade.
Piiblica-so todas as segundas reirs em f.lhas de 16 paginas, e completa lodos os semestres
iim FOlumc de 20 pagiuas com indico e frontispicio compelen: s.
Assigua-se no escriptorio deste Diario, ra das Cruzes, e na ra Sota n. 8.
Prego da assignatura-: pelos paquetes vapor 10$20 por auno ; por uavio do vela GS [raoed'a
brasileira).
lia algumas collecces desde ocomego da publicarao do jornal.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores do caboca.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em goral.
Hitas do anus.
Erupcdcs e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
li'thagoes
Inflammaco do ligado
Vende-se este unsu
Inflanunaeo
da matriz
Lepra.
Hales das pomas.
dos pctos.
de olhos.
Mordeduras de ieplis.
Picadura de mosquitos.
Palmos.
Queimadelas.
Sama
Supuraces ptridas.
Tiiiha, om qualquer par-
te que soja.
Tremor do ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das artieulaees.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
"lito no esla'oecimonto
goral de Londres n. '21. Strand. e
todos imitando prala, c por precos muito cora-
modos, das seguintcs qualidades : riquissimos
salvas em temoso avulsas, todas aimilagaode
prala, de 1 a 12 copos, ditas de metal mais'baixo
por precos muilo diminuios, lanternas baixinhas
proprios para loilets de senhoras ou para piano3,
dos mais lindos modellos que se tem vislo de
melal finissimo, palileiros do riquissimos model-
los do mesmo metal e por precos muilo comino-
dos, que Severa agradar aos freguezes, espivila-
deiras com o competcntp prato para a mosma e
de muito bonitos modellos, bules de familia do
i mais finissimo metal que se pode encontrar, de
2 a116 chicaras era apparelhos c avulso, que
I muilo deve agradar aos freguezes quo precisa-
ren, riquissimos cestos para nulas, de muitas
qualidades, que sepodern possuir per goslo, ri-
quissimas toninas e pralos cobortos proprios pa-
ra mesa, e outras muitas qualidades do pecas
avulsas, e garantidas todas estas pecas pelo pro-
prio fabricante, que declara o seu n'ome no pro-
prio bilhote para so poder conservar os ruesmos
scmpre bonitos como eslo : na ma Nova n. 20,
lojcdo \ ianna.
Na ra da Cuidado Re-
cife loja de lerragens de Vidal
\& Bastos, ha para vender os
jobjeclos abaixo notados por
i precos commodos e tudo da
mclhor qualidade possivel,co-
mo sejain:
Camas de ierro e com lona.
Bombas dejapy completas.
Canos de chumbo de todas as grossuras.
Ferro Suecia de todas as larguras.
Ac de Milo.
Ateos de ierro de lodasas larguras.
Cravos de ferro d?. todos os tamaitos.
Ferramenta completa para tanoeiro.
JOIAS.
Os abaixo assignados, estabelecidos na ra do
Cabug com lojas de ourives ns. 9 e 11, fazem
publico que teem recebido de novo os mais bol-
los sorlimcutos do obras deouro, e vendom por
precos mais em conta que possivel, e passam
coritas com recibos garantindo a qualidade do
ouro, pelo quel fieam rosponsaveis : receben) en-
commendas, e concertara qualquer obra de ouro
com asseio e promplidao.
Seraphim & Irmo.
Senientcs dehortalice.
Sementes de horlalice de lodcs as qualidades, i
viudas pelo vapor Brasil : vendem-se na roa'
da Cadoia do Recite,leja de ferragens de Vidal &
Bastos.
1 Aviso."
fabrica do (amneos da
ruaDircfta, esquina
da ravessa de S. Pedro
numero 10,
ha effepiivamonto nm grande Bastimento de u-
mnnros do todas as qualidades, lauto .i retalbo,
como om pequeas e grandes pofcSes; eata-
rio invernosa est prxima, a DMtfl eslabeleri-
menlo acharao roniinuad.imontc> fe Mn mil
' la mancos tenpre prompios para qual-
quer eneommenda, por precos commi
Carne de rotea salgada, em barra de 100
hbras : em casa i'.n Tasso Iranios.
- -
**T' Ji ^
'c Rnnpa feita, chapeos o cabado para 9
M se vrsiir m hnmcm dos ps a" cabeca : ???
^ na loja do NabncoA C. na ra Nova n. i
i Sscravos fugiaos.
| atrazda inalriz.
Relo
)fv
gios.
Vendse em casa de Johnston Palor & C, ra
do Vigario n. ;{, um bollo soriimento do relogiof
do ouro, patente ingiez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
varedade de bonitos luiiccns para os mesmos.
iodos os boticarios droguistas e oti^Soas Perramente completa para ferreiro.
oncarregadas de sua venda em toda a America I i t*em completo estanliado para cosinlia.
Trem completo de porcelana para co-
do snl. ilavana o Hespanha.
Vento so a SQ0 rs., cada bocelinha conten
urna instrucco om prtuguez para o modo de
fazer uso d-;ste ungento.
O de|insito goral em casa do Sr. Soura,
pliarmaceutico, ua ra da Crun. 22, em Per-
uambuco.
Po tasso. da lnssia
E CAL DE LISBOA.
No bem eonhecido e acreditado deposito da
qua-
185
I I
El
11 HUnUli
sin ha.
Guardas comidas reJondos e quadrados.
Fuciladas americanas e de todas as
li dados,
ilas do Porto de todos es lamanhos.
| Pregos de todas as qualidades.
! Caixas com ferra menta de carapina (pa-
ra curiosos)
ra da Cadoia do Rccife n. 12, ha para vender Bandejas mmto linas de todas as quall-
| potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
| e de superior qualidade, assim como tambora
cal virgm om pedra: tudo or nrecos muito
razoaveis.
Presiralos
51107.0S c accpublico em geral, toda
Seus proprelarios ofTerecera a seus numerosos fi
1 manufacturada em seu reconhecido estabelcimcnto a sab r: machinas de vapor de
lodos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madera, moen-
meias moendas, tachas de ferro balido e tundido de todos os tamanli is, guindastes, guin-
chos e bemba--, rodas, rodetes, aguilhos e boceas para tomaina, machinas para ampssai man-
dioca e para descarogar algodo, prendas para mandioca e oleo de ricini, portees gradara, co-' eslreita do Rosario, coni muilos commodos para
lumnas c moinhos de vento, arados, cultiva Jojcs, pootes, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.: 'V1^ juer negocio : tratar na ma do Nogueira
boles e todas as obras de machinismo. Execula-se qualquer obra seja qual tr sua nalureza pelos ~:>, ou na mesma ra eslreita n. 17.
iiescnhos ou moldes que para tal lira forem apresenlados. Recebem-se encommeudas ueste, esta- j
III
b
ezes e qacs-
jes londrinos.
\ indos pelo vapor ingiez, os mais superiores
do mercado : na ra do Imperador n. l2.
- Vende-se a armaco da casa n. 12 da ra
belecimenlo na ruado Brum n. 28 A c na ra do Collegiohoje do Impera Joro... morad ia do
xeiro do eslabelecimento -lose Joaquim da Costa Percira, coiu
'ntonder para qualquer obra.
ca-,
quem os preleuuenlcs se podem
i
Camas ele ferro.
Riquissimo soriimento de camas de ferro para
casal esolleiros.de muito bonitos modellos, que
. por gosto se pode dormir nellas : na ra Nova
In. 20, loja do Vianna.
proprias para
&$$&$ A
asiDHSD piif asi i maaam
3 UADACLOaaA,CAjg,^E!i5i,ILT3!S
CVuvvca \ior ababos os svstcmas.
Bj&J
10 3
pela manha o de tardo depois de 4
a cidado como para os engenhos ou
horas.
outra>
as 10 horas da manhaa e om caso de ur-
por escripto em que se declare o nomo da
O Dr. Itobo Moscosod consultas todos os das
Contrata partidos para curar annuatmente nao s para
propriedades ruracs.
Os chamados devem ser dirgidos sua casa at
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sondo
pessoa, o darua e o numero da casa.
0iln/Nc''S5.Sn3 ;iU0n*0(f0l'cin d'! rgoncia. as pessoas residentes no bairrodoRecife poderao re-
N, 1 ,r, \ < d b0,"ia r ^ "r'".s'?""n & C. na ruada Cruz ou lo-dde livros doSr. Jos
Noguera de Souza na ra do Crespo ao p da punto vclha.
^J^jjj na ?*? do annnncian'.e achar-se-ha constantement eos melhores rnedica-
mcntoshomeopathicos ja bem conhecidos e polos precos seguimos :
BotieadelJ tubos grandes, ...".......10,;'
Ditos de 21 ditos...............15|000
ni los de 36 los.
Hito do 18 dilos.
Ditos de (JO ditos. .
Tubos avulsos cada um.
Prascos do linduras. .
Uanoal do medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr
nm portuguezcom o diccionario dos termos
cia, cirnrgia etc.. ele. .
Medicina domestica do Dr. II srin
Repertorio do Dr. Mello Moraos.
Iraduzido
de medi-
com diccionario.
20!090
25*000
O.jOOO
lgOOO
2000
205000
l$000
000
Sloiohos de ova Dveoco.
Grande soriimento do moinhos para moer caf,
de um novo modello que muilo facilita pi ssoa
que com piles moerem : na ra Moran. 20, loja
do Manila.
.Ilarlia palenic.
l'rn riquissimo soriimento do lalhercs para
mesa e sobre-mesa de um modello novo anda
nao visto aqui oeste mercado, tanto pela qua-
lidade o como no proco que muito tem agradado
aos compradores, esta dita .qualidade especial-
mente vendida so nsla loja pela recoinmenda-
cao do fabricante, lm outras muitas qualidades de
todos OS precos, que as pessoas que precisarera
nao doixarao de comprar pela sua baratera : na
ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Cosisreiras
para senhoras.
luilo bonitas coslureiras para senhoras
presos muito commodos: na ra Nova n.
oja do Vianna.
Eslojos de viagem.
Riquissimo soriimento do estojos para barba,
de todas as qualidades, e por precos mais com-
modos que se podem encontrar :"na ra Nova
n. 20, loja do Vianna.
Ratos logrados.
dudes,
ornos francezes para assados.
Bules, cafetn as, assucarciros e man-
tegueiras de metal.
Peneirai de lalao de todas es grossuias
para padaria e reifiaeao.
Oitas.de metal dita dita.
.Moinhos d todos es tamanhos para re-
inacao
1 Fio de algodao de todas as qualidades.
I Dito frouxo ingiez proprio para coser
saceos para assucar.
Formas para pudras, pasteluocboiinhos.
Letrinas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas ferrameutas
jardim.
Baiancds decimaesde todos os tamanhos.
Nova confeilaria.
Nosto novo estabelcimcnto eneontraro as
pessoas de bom goslo os melhores dores seceos
de calda, grande sortimcnlo de pastilhas, as mi-
mosas cocadas nunca vistas nesta provincia, as
amendoas do chicotes e torradas, a precia vel or-
chata ; na mesma preparam-sc bandejas com o
mclhor gosto : na ru 1 da Sanzala-Nova n. '0.
Nova confeilaria.
Ncste brilhanle e novo estabclocimento ha pa-
ra vender immensos qualidades de doces seceo
o de calda, para Ierra o exporlacSo, preparado
.por um novo methodo, bem como caj inteiro,
iaranja c abacaxi om latas lacradas, como as que
vem da Europa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
.cunado 5
Em cosa de F.. A. Hurlo & C, ra da Cruz n.
18, ha scmpre para vender um cmplelo sorti-
menlo de ricos o cxcellentes pianos do lodos os
precos e qualidades, os quaejB sao de milita du-
racao pela sua boa construceo. Estes pianos
que foram premiados com apedalha de primei-
ra classo na esposico universal de l'-"i. .-imi
de serem de 7 oitavr.s e 3cardas,so do Jacaran-
da o chapeados di melal. AS pessoas que preci-
sarem udem compra-Ios com 20 ou :f0 i [0 de
menos quom outra qualquer parle.
Marmelada
Vende-se nidimelada superior em latas de 2
libras a 500 ris a libra ; na ra Direita n. 93.
esquina do Lito do Serigado, no mesrr." esla be-
licimento \enJfe-se .cognac c magas mais bara-
o que em t,utra parle.
Estniicnha.
Na roa doQ'ieimado n. 17, loja de fazendas, a
primeira passaudo a blica, vende-se a verda-
deira eslamenha, fazenda propria pai
dos irmaos da venerare! ordem lerceira do S.
Francisco.
Vestidos brancosde blond de seda com I
hados e com pequeo deleito, por motado de seu
valor, muito proprios para casamento: na ra
do (Juoimadu n. 17, a primeira passando a botica.
Loutinua-se a vender fazendas por baixo
; preco at mesmo por menos do sen valor,
Bm de liquidar conlas : na loja do -i portas
na roa do Qupimado n. 10.
; i ..
>endc-so um caninho de 4 rodas de puchar
com lioi, para carregar gneros ; vende-se mais
pranchoes de louro, pod'oleo, oiticico, pao car-
ga, travos do fund do 35 a 55 palmos o.; eom-
primenlo o iraves de louro ; lambem se sorra lo-
da e qualquer madeira, tanto comprada ao an-
nuuciante como alguma que se queira serrar : a
Iratar na ra Nova cacimba da ribeira n. 2.
Vende-se mcl para embarque : n i caes do
Hamos n. 6. *
lOOJOOO
de graticarao a quem pegar o di
Carlos, de ida le i'o annos, II
cuaima recular,.as pernal um planeo
toj"tasc *-. m urna bel da no o'lio rlir
q o ,; rar -, ina dii igir a aj
eriptorio da i na ..:i. Ti apiebe a. II, que
se da i-a' a gtatiGcarao cima.
Fugio nodia 7 de norembro do imna
- o { o ;
g na, de ida le (5 a 50 ann -. i i t.s s
' i : ur.i t. nlo i aix ., .
testa carn I < llu i
barba, falla lina e a voz semp
eoro algum as i
ido ser mal
i e motti 10 :: .
nas um lai lo Qm
mesmo rorpo, cujo escravo '
Pen ira da '" -
I'rovid igua 1
r ou de ce:
.
.'
200^ de
i
n ilqiu :
por
20,
Riquissimo soriimento de
os ralos sabios e tolos, por
rntuciras de pegar
preos muilo com-
57 Ruado Qi
Loja de i portas.
Chcgou a esto estabclecimenlo um completo
soriimento de obras feilas, como sejara : pale-
oits de panno fino de 16g al 28$, sobrecasaeas
de panno fino prclo c de coros muilo superiores
a 35?, um completo soriimento de paleiots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por p;eeo commodo, ccrou-
I las de linho de diversos'tamanhos, camisas
; francezas de liuho e de pannnhode 2g at 5
cada una, chapeos francezes para homema 8?,
. dilos muito superiores a 103, ditos avelludados,
| copa alia a 13.}, ditos copa baixa a 10$, cha-
I pcos de feltro para hornera de-S9, 5S e al 7J
1 cada um, dilos de seda e de palha enfeitados pa-
! ra meninas a 10?, ditos de palha para senhora a
12g, chapelinhas de velludo ricamente enfeta-
queijossuperiores a 2;20O. manleiga inglezaa
l, primeira qualidade, cha do mclhor que ha
no mercado a 2^240 a libra, azeile doce franco/.
! a^OO rs. a garrafa, btalas a 40 rs. a libra ; na
j ravessa da ra das Cruzes n. 6.
Farinha a 0:000
rs. a sacca do alqueire: vende-se no torio do
Mallos, armazem de Hemeterio, Irmo & c.
confronte ao trapiche do algodo n. 18.
* Ri do Cia s.
i ^* Para a quaresma.i
"% Grande e variado sorti- W-
lueulode fazendas
Jg finas c grossas, de (odas
tas qualidades e
procos commodos.
|| Roupas feilas fraucezas
S e finas perfumaras
groiiiicacaio.
Anda intih '......iscub Si ol
vodo Francisco Antonio Cabral de llelw, i

. s. da I i ; reto u-n .. ,lU,. CM
raai ,;,, anno pasi
nli i, e li ra os signa es s
do i r| repri senla U r .1 um is d
tem j
... alg .......
consta ; r no Ouricui.. ioce
11 "i oappn liend. o tntn |ai
I .......:.. i.
nio Goncalvcs, ser
Ueconimen laeao a pulida, c
eanjn >, e fre '
barca cao.
; sappare < a ou furlaram 1 o sabba lo, ^^ 1
corn me, 11 .1- 9 .1 r.isd) dia, o 1
. com idade de 14 toaos, pouro u
menos, com bastantes panaos peio-roolo, levoo
vestido camisa de madapolao, ial..i de rii
nhoazul, chapeo do 1 dille j velho : ha 1 na 1
probabilidade que lenha sido seduzid 1 ou fvria-
l l para 1 t

j ilga ter si furl
.is aulorid les o a qn 1;.
cravo livor nnlicia, o apprehendam 1 o
ra nova d Itil i, a 1 nlregar 1 Viceot- \
11 llai hado.
T '
li I A nio 1 i Passos Olivoira,
o seu escravu Haimcl, 1 nonio,
dy Maranio ;. 1 sla prwviiM 1, a 11 le
t Castro,
u os _,.- lio, s
.i... di bexigas, l,
, e coziiihi iro, ,
;' -- as autoridad)
. ... .
'..:.. 11 ie.es
1 jan. 12, ou ros Apipo,,;-.
So dia 29 de
i relo J islii 1 rioulo, podt;
anuo-, 1 or legular, iev< 1 lo s
las 11 ni ; nno amarrado na mura -
avi ital, 'ios esl ..1 li ai
ra Imperial, ; riem a il rain u
radon Diicil 1, ro
' h 1 e aos 1 leslrea
si da Cosa procuraJur do dito Lima .
Iicar
n reu da n UJ11
Antonio, i' id do .
um nli s: ,Uo : .
"O Clirpo, ll :..:
*#>, niol 1 fui uigu
.......EUl l< :.. ^>
I I
n 0, sera bem rece
Fugi .; ng nho I |
i ojuca, no da 21 J .,,,,,

1, de _-_- .1 3u a oos de ida 1 .
mansas, poma barca, falta ie om d,
diioito superior, ; m o ,
1 -a de duas feridas que tom
Jo di ntro, levou dous 1 avallos,
pres ime-si
u;i com iia um pr< lo corpolenlo,
hito,
I .
: do 1
um
> i
XA LOJA
DE
Almcida & Burgos.
modos, riquissimos guardas-comida de rame de das a 25S. lilas de palha de Italia muito linas a ni? a\.
3S Ricos cortes de vestido preto
& de seda bordados, com duas
M ''. '"'s S"3! emgrandes car-
loes, pelo baratissimo preco
de 70,-? e
u Veos pretos do fil do linho a
81
m

ramenlos
om vanto.
mS^5S!J!K5^'fclM^hto lamlu"' du 10 le noveml.ro (
Ks saSlos P ecuilu"1:ad0 Plice de quem os proprielarios esperara a remuneraco de
Assignatura de banhos fros para urna possoa por moz
feilos acha-se conve-
contratos monsaes para
momos, de choque ou chuviscos por mez
enes du rartoos o. banhos avulsos aos oreos annunciados.
l3000
lajO
OS.
Vonde-scem casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeilo machinismo
pode-se usar com coberta ou sem ella.
Relogios.
Vcndem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto G. de Ab-eu
na ra da Cadeia do Recife n. 36
Espirito de viiiiio com M
graos.
Vando.-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
sadas: ua ra larga do Rosario n. 36.
Venda.
Vcndem-sc os seguintcs trastes : 1 rica cama
Iranceza :om a cpula forrada, el rico cortina 1o
e lorlaUna lavrada com lacos de fila por 1503
tudo, 1 cemmoda grande por 70jJ, 1 toucador do
Jacaranda por 12, o 1 cabido por 12$, ludo obra
moderna : na ra eslreita do Rosario, loja de
marcineiria do Sr. Theodoro Benzcn
No piteo do Carmon. 18, primeiro andar,
ha para veader-se um niolequc ae 14 annos de
idade.
Vende-se cidra para fazer doce, por preco
commodo : na ruado Rangel n.21.
Vende-se una radeirinha em bom estado,
na ra da Aurora u. 40, e na mesma casa aluga-
se a loja ; a tratar no ra do Cabug, loja d. S
Algodao isieDsIro.
AGOO rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preeo de COO rs. a vara ; esle algodao serve
pjra loalhasde mesa por sor do superior quali-
daJe.
Em casi de Ilenry Forsler & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de I rodas.
Arroios americanos.
Rombas americanas.
Fogoes americanos.
Arados a 309
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de lodas os marcas.
Lampeos de patente e azeile proprio, ni tuna-
mente chegados dos Estados Liados.
4,000 rs.
todos os tamanhos, lampos de rame para cobrir
pralos, de lodos os lanisnhos, em temos c avul-
sos, lavatorios pora eozinha de lodos os tamanhos
e do bonitas pinturas : na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Caf a vapor.
Riquissimas machinas de fazer caf em um
'uario de hora, approvados na ultima exposieao
de Pars pela b3a qualidade.
Espingardas tron-
xadas.
Riquissimo soriimento de espingardas tronza-
dos de um edous canos dos melhores fabrican-
tes que ha na Europa, e garantidas pelo mesmo:
e de outras muitas qualidades, do baixos precos
na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Grande sortinieulo de fa-
zendas prelas para
a
por sacca de
Irmaos.
9
milho ;
nos aimazcns de Tasso
Rs. a arrobado btalos inglezas, desembarcadas
honlem : no bazaf da ra do Imperador n. 6.
Ceblas
No armazem darua doAraorim n. 46,vendem-
se ceblas solas por commodo pre'"o.
TABLAVANA.
Vende-se superior torlotana, branca e de co-
re* com 1 1)2 vara de largura : na ra da Cadeia
do Recife n. iS, loja do Leilo & Irmao.
Grosdenaples nrolo a lfTOO rs. ocovado, Cito a
1J800, dilo a 23000, dito largo a 2J200, dito a
23400, dito a 2-jGOO, dilo mais superior a 2$800,
seda prela lavrada superior a 2j060 o covado di-
la muilo larga a 3g200 o covado, chamalote prc-
, lo largo a 5-200 o covado, dilo largo muilo su-
, penor a 4jO00 o dilo, sarja preta de seda a 2000
j o dito, dita hesoanhola muilo superior a 2*000
, o dito, selim prclo a SgOOO o dito, dito Haco
muilo superior a 4J, corles do seda prelos paro
vestido com babados a 50j o corte, dilos do duas
i saiss superiores a 70$, dilos muilo soperiores a
: 90^, dilos bordados a velludo a 150;, dilos muilo
superiores a 20, mantas prctas de fil a 103
cada urna, diisa 12g, dilas muilo superiores a
149, los prelos a 7$, pono preto a 35 o covado
dilo a 35500. dilo a 4, dilo a 5, dito a 03, dito
a 73. dito a 8$, dilo a 10$ e 123, casemra prela
alS600, 28, 23500. 33 e 3$500 o covado, dita
muito Una a 4$, chapeos prelos de seda, dilos de
castor para homcm, c outras muitas fazendas
profis de goslo, por procos mais baratos do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado
amorello, nos quatro cantos da rur do O^imado
n. 29, de Jos Moreira Lopes.
25$, cortes de vestido de soda em caria o do. 40$
at 150$, ditos do phanlasia de 163 ot 35$000,
gollinhas de conibraia do 13 al 53, manguitos
do 1$500at53, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colletes, paleiots e calcas de 3#)00 at
4$ o covado, panno fino prolo e de cores de 23&00
al 10$ o covado, corles de collele de velludo
muito superiores a 9 c 12$, ditos de gorgurao
e de fustao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 13280 a var'a,
cortes de casemiras de cores de 5 al 93, grosde-
naples de coros e prelos de I36OO ot 3g'2 o
covado, esparlilhos para senhora a C$, coeiros
de casemra ricamente bordados a 123 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9e 12j cada um, ditos lisos para ho-
rnera, fazenda muito superior, de 12 at 2(3 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2$00, barege do seda para vestidos, covado a
1?!00, um completo soriimento de collelesde
gorgurao, casemra prela lisa c bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 73 o covado, pannos
para cima de mesa a 103 cada um, merino al-
cochoado proprio para paleiots c colletes a 2S00
ocovado. bandos para ormaciio de cabello a
13500, saceos de tpele e de marroquim para via-
gem, eum grande sortimcnlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, c outras muitas fa/.endos que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se moslraro.
Cora (oque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha Gns a 1:800
lencos de cambraia brar.cos a 2:000 2:500 3?>
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada ace
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlas Leite Si
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Vinho do Parto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
rafado, e em barrisde quarlo, por prego coroajo-
do: no ormazoni de Adimson Ho-wie 4 C, na
ra da Trapiche n. 42.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de SeulhaJ! Hellor 4 C, ra do Torres
n. 38.
para nhapoliuas a
::,
80
IO3OOO
i-.
2341
ante .

-
1
de Janeiro
asa de Jos
non
pon-
as
3 .
2800
3320
551)00 5
13
. 5
63000 .
2$000
1*500 ffi
400 :
4*500 i ''''
<. Grosdenaples prolo, o covado a
^ Dito dito superior de duas lar-
J*g RU"5, o covado a
M Selim preto.de Maco a
^'f Dito Mel do boa qualidade a
"t Hito prolo muito superior a
E Cortos do colotes de gorgurao
* preto bordados a
1 Hiles de selim de Maco, borda-
je ,?os a
; afg ^ clludo prolo o covado a 4^800 c a 6>2O0 .
c Velbutina preta o covado a -tT^
6 l.uvas prelas de seda a lefe I200 M
Meias de seda preta para senho-
raa
H Dilas do seda prela para homcm a 3$2oi
v-; Ditas do algodao, prelas a 9400 g
M Lencos de seda do gorgurao pro-
S lo muilo superior, mcios len-
^ Grvalas de e&W prela a
:M Enfeiles finos de vidrilho prelos,
para caboca de senhora a
^ Casemiras protos, ocovado a 2$,
\ 25240, 3?20, 3520, 43 e a
3g) Panno fino prolo, o covado a 2-"*,
.0| 25880, :!^fi00, 4;000, .$500,
5-jOO:), 65000, 63500 a
A Camisinhas de cambraia para sc-
? nhoras a
S Manguitos e polas de fil de li-
?n nho a 53OOO e a
ij Manlelelos riquissimos de gros-
jg denaples prclo de 303, 353 a
Jk Chapeos finos de massa, france-
zes, dos mais modernos a 83 c
sjg Alpaca prela de diversos precos, casa-
?G cas, calcos, polels e coleles pretos de
jg diversas qualidades o presos.
Vende-se una rica loolha de labyrinlho, lo- I
da aberta de estrellas, propria para baptisado, !
por prego muilo commodo : na taberna da ra i
das Cruzes n. 20
Attenco.
s
Vende-se un casal de escravinhos, sendo um
raoleque de 6 annos e urna negrinha de 5, muilo
bonitas pegos, proprios para um mimo : a Iratar
na ra Imperial n. 59. confronte ao viveiro do
Muniz.
Vendem-se novhaa o. vaccas solteiras c pa-
ridas, sendo lodas do pasto, muito gordas e de
boa raca para leite : na estrada de Bellem, sitio
da Torro, das 5 as 8 horas do manhaa, e das 5 s
C da tarde.
II no
Stos, ou ;
.roa io i
8$000
150
03000
403000
10S000

vos, de nomo Valenlim, lamben fu [ido; o es-
cravoJoo fui lo pelo annun
Silvino Guilherrae de Bar -. e cl
> Silva Jun or .
lomaram a direccao do Buique eu 1
leve antes de rir para cali
lorid les policioes e
a| prebenderem o leve n aquello enenho,
'< cife, Praga du Commer io :;. 2, >{lv .-
nerosaminie recompensados.
Dosappareceu na i. le do dia
rorrentc de S. Jos do Manjruinho,
Teixnira Bastos, o esen ro rri
nediclo representa 25 a 20 annos
co mais ou menos, sem barba, altura rojri
igualmente regular e bem i'eio, levou roo*
pa, constando de ca casimua, jaqnria do
^ lino azul, camisas brancas filias, ca
ganga e de brim tramado branco, cbapo redondo
de feltr i esi uro, e urna rede, Indolusado.
guido por urna mollier forra, cor ta. de nomo
Can i: la,"que consta ser natural le M
cabello amanado, (i (SCI ivo i i a ..... d
gipe, ao ido lem mii, hoje forra.
Roga-se a quem o aprehender i
Mangiiin.ii. em casa de Jos T. ft
cidado em rasa de Bastos i Lema
che ii 17 que ser generosa mi
Moleque Fgido.
1 $000 de gratifiS^io.
Roga-se a.s capitaes decampes, e a I
qualquer nuloridade a apoieheoSio de um ni'.le-
que de noine Mar.oel, crioulo, idade l annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da rasa do
) asignado no dia 30 de oulubro do cr-
reme amo, levando caiga de cor, carniza azul,
_eo de paa oleado e o maior signal soffrer
de astlima e a pouco sieve doente do bexigas 5
desconfia-se que esleja acollado [ior algum eper-
talhao, que se queira aproveilaijde sua pequea
idade para o seduzir, desde j rolesta o memo
abaixo assignado de rahir sobre) dilo larapio com
todo o rigor da lei, o gratifica di mat.eira cima,
aquello que Ihe der noticia cera, e paga toda
despeza que se fizer com o mesi 10 moleque para
se e.Tectaar dita apreltensao, letando ra Novs
n. 2!. Francisco Josa Germano.
Ausonlou-se no da 30 de Janeiro prximo
passado a escrava cobra, de noioe Josepia, com
os signaos seguales : idade 50 anuos, pouco
mais ou menos, falla de denles, curta da visla,
anda como estropiada em ronsequeocia de toe
os torno/.ellos enchados de frialdade que ha paas>
co acabou de sir tratada, nao lendo anda boa
cOr : roga-se assim as autoridades policiae-
pilaes de campo o pedestres a appiohoiiso da
referida escrava, o leva-la Soled..Jo, estrada do
Joo l'imandes \ii ira, .sitio da casa dtenla,
que com generosdadoscro recompensados.
No da 30 de Janeiro fugio o escravo criou-
lo de nomo Antonio, que representa ter de Jo
40 annos de idade, levou vestido calca de algodo
azul e camisa de algodao da Baliia.'quando anda
bola o p direito para fora, e muilo contador de
historias : quem o pegar leve-o casa 11 15, de-
ronto da igreja doCorpo Sanio, quesera fsa-
rosamente recompensado.


--------


(8)
DIARIO DE PERXAMBCO. SaBBADO 4 DE FEVEREIR DE 1860
Agricultura.
Nosln anigo limitamo-nosa referir as duas itau
rtenlos que 3o pcrfeitnmenlo concludentes.
IV
1. O governo nglez. ein virludc nao sei do
que iutcrosses. subslituira a illia d'Aseeneao
ilha de Santa Helena, como estafad de aguadas'e
Nao serio lamben) as arvores refrescos entro a Europa o o cabo da Roa-Espe-
um raeio mllenle, uo s | ranea. Mas a primeira condieo de urna boa es-
A conscrvai-Hit das nietas c arbori-
eultura.
V
ranea,
de evitar as lerrivcis' secens lacio martima, a agua potare!, fallava na ilha da
de musas regios, msate de

crear fonles nos mais ridos

<<
VI
A quanlidade de agua da chuva que cahe,
durante um certo espaco de lempo sobre urna
certa superficie de terreno suffleicnto para pre-
gar, no mesmo lempo, e na mesma superficie,
qualquer cultura.
Verificado n'urua localidade este priucipio.que
Itirardode Melernich era embaixador da Aus-
tli.i na corle da Saxonia aos 25 anuos. K filho
nico da segunda mullier do duque de Porlelles,
Mr. de Johanisberg, a baroneza de Levkan Bci-
lislcin.
S. FRANCISCO XAVIER.
J demos noticia de que no dia 12 de ou-
soflru poucas exceptes, cumpre arle empre- lubro ultimo, fra aborto na egrejadoBom Jess
Ascendi! Como remediar lo gravo inconro-
nienle?... Ogoveiuador, possuidn das ideas de
llumbuhit, e londo verificado, pelo esludo de do-
rumcittos authenticos, que nn illiaj linlia havi-
,!" agua,, 7 ando linha havido arcoredo, lem-
brou-so de arborisar. execueo da sua idea
paizes? Certamen te : de tac-
tos averiguados por viajantes,
0 hornera de sciencia, de au-
loridade inconleslavel, pode
tirar -se
do-o paiz se torna ancla p
la desarborisaro ; e todo o so appatecer urna biquinho d'ngua, que iugmen-
paiz se torna 'abundante de 'ou prngressivanieiile, oque hoje tal que abas-
tece largamente os habitantes, o satisfaz s ne-
cessidudes da navegec.au.
gar os mio de arrendar a agua da chuva com
a menor perda possivcl, como com o menor dis-
pendio.
so esta lei geral que tu- responden proiuptamcute o resultado desojado :
tais fe toma cuido pe- apenas a plantac.o ganliou alguma robustez, vi-
A.agua da chuva pude porder-se,
tnto de Ierra : pela infiltradlo, pelas
snperfici.ies que a desvian), o pela
QO.
para um
concilles
evapora -
agua pela arborisnro.
(Do Archivo Rural do 'orto
I
o jornal, ou revista desociedade Agricultura
' 2." O valle do S. Lourcneo de Cerdan, nos
l'yroneos, era amigamente cercado de bosques, c
cortado por urna abundantssima correnle d agua,
do Porto pulilicou o anno passado un impor- > 1ue- n'''m oe fortiiisar considerareis tratos de
tontc artigo, de que extractamos as segrales ob- 'er,? Pra" [orea motriz de moiohos, do forjas, o
serroges sobre as Tanlagens da arborieullura; I
sao fcelos alleslados por honicns de saber, o oc- '
corridos em nossos das.
A infillraro nao o que geralmcnlc se pensa :
com tanto que nao haja fondas, ou solucoes de
coulinuidade, que a'.ravessem as differentcs ca-
rnadas, (e c sempre fcil a tulla-las, quando as
baja, ou desviar dolas a agua) a chuva nao vae
ao amago da Ierro, nao passa, termo medio, de
urna espessura de m, 60. Collocando.pois urna
rede de drainage urna distancia conveniente! Aulo
da superficie do terreno em qucslo {distancia
que se determina fcilmente pelas observados
locaes e pelo calculo ) claro que por este meio
toda ou quasi toda a agua 6 apauhada.
da anliga cdade de Gda, o tmulo de S. Francis-
co Xavier para se examinar o estado em que se
aunara o carpo deste Sanio, afim de ser cxposlo
veneraoao publica, e por essa occasiao publica-
mos lano o auto da abertura que n'aquelle din
leve lugar como o que 77 anuos actos se Azora,
no Io do Janeiro de 1782, notando-seda confron-
tarao dos dous antos que o corpo do venerando
apostlo da India, quasi nenhuma alterado ha-
ra sofrido nessesT? anuos. Vamos agora dar
aos leitores urna discripraodo templo onde so a-
dous montes de pedias, um dos quacs collocado I nella onde litteralm
caneca e oulro aos ps. j rnilia.
Quasi cem annos dopois, alguns Jesutas que
id io paa a China desembarcaram em San-shan,
e levanlaram all um monumculo memoria da-
quello sanio varo. Conslava o monumento de
urna pedia de extraordinaria altura e larga em
proporgo, com o soguinte Opitaphio em portu-
guez ;
I. If. S. Aqui foi sepultado S. Francisco
Savlorda Coaipauhia deJosus Apio do Oriente.
Esle padrao so levanlou no anuo de 1639.
Do oulro lado lera a mesma inscripcao em chi-
ncz, e por baixo a tradcelo oni uurtuguez.
O padrao lora de altura seis corados chinezas
pouro mais un menos, de largura 2, e de grossu-
i,i pontos.
Una 70 annos depois aquella poca escreria o
Jcsuia Premare, que se ia levantar urna capella
a S. Francisco Xavier, no sitio em que fallecer.
ente deu educado i sua fi
cha o turnlo de S. Francisco Xavier, bem como mas dwida-se que essa idea se levasse a elTeiio.
urna resumida noticia da vida deste Sanio, que \ O que coito que, por falla de cuidado, a ca-
cncontramos no Sornal do Commercio transcrip- polla (se chegou a existir) e al o monumento,
la do Boletim do Governo, n. 80. desappareceram, por offeiios do lempo, sumindo-
Todos os dias, logo pela manha, comecava a.*
suas visitas. Sabia s 10 horas e mandara que i
conduzissem casa dos maiores porsonagons de
S. Pclersburgo. os Woronzoff, os Orloff. osGorl-
chakoff, os Ncsselrode, os OurousolT, os Scliou-
waloff, os Cheremetieff, os Truholskoi. etc. a
horas que cllj sabia que o3 prfeH >tt darain
as liroes aos (Uhos deati-s paraonagens. Entrara
e ia encontrar o joven HToronaoff oci-upado a i >-
niara sua licao de franecz.
Ah Uizia ella, permitti qu.-mvi le subir
minha Qlha e meu fihomais relho qu.- ralla a i
carruagera ; approreilario assim com < qU(.
o o vi re m.
I", ani buscaras ufaneas earruagem.
Mais longo, era urna lic^o de lalim
mentar para aa dous mais novos, coi oulra i
urna li^ao de jogo d'.irmas para os filho--, <
ta anda nina lira i de dausa para as 1,.
De ooile, aprin za o os (ttbos ii
inda, o ella fazia-os csludar as liroes.
A" hora do iantar, a princeza apresenlara
II
< lodosos leitores de viagens derem lembrat-
e o'uma milagrosa arVore chaguada a arvore
i. que os Ilespanhocs achram na ilha de
.Canarias) e da qual um escriptor do lem-
po (1632] Alinn Galindo, di/.: posto que muilo
i, est anda inleira, saa e verde ; e ronti
i sempre a destilar agua con abundancia suf-
te pira dar de beber a toda a ilha niara-
.'.:.i-a fo'ile pela qual a nalureza a remedia p
seceura do solo
EfTc.clivamcnte, a arror tonta-dar cerra |S tinha o valle
de vinic hectolitros do agua da melhorqualidade ; tilidade e linham
de fabricas diversas. Km 17'Ji os proprietarios
dos bosques, atorrados pela reroluQ&o, emigra-
ra m : e a sua piojoiedade foi radicalmente corla- K por este mesmo meto que se impede o
da paia combuslircl, (nao pelos revolucionarios, desvio pelas correntes superliciaes, o a parda
mas por zeloso procuradores.] Desde nntao de- : pela eraporaQio. Effeclivamento a experiencia I
cresceu a correnle ; dahi a pouco desappareceram lora mostrado, que, sendo os tubos de drainage
os moinhos e as fabricas : finalmente, o risonho sufncientcmente porosos.convenienlemenlc afun- '.'"V""' S,'oruo, mausoleo de mormure preto de
nano, su.stenlado sobre lies altaros que ircu.-
da abertura do tmulo de S. Francisco Xa- se debaixo da torra No pois para admirar que ora aqui, ora alli. a Russia, n&osc
vierem 12 de novombro de 1859. o hispo de Macu, D. Fr. Francisco N S. da j pessoa que chega i bora do iantar, mas pOt
;randeza do convento do llora Jess, e a Luz Chacim, e alguns amigos que convidara pa- mesa mais um talher. Nioeonridarara a pr;r-
. tuosidadeda sua egreja sao liguas de alten- ] ra irem visitar a sepullai
Cao. E nesla egreja que hoje repousa o corpo vier, ficassem admirados (
do apostlo da India, S. Francisco Xavier, funda- signaos delhs Foi s co
dor desla ordem (Companhia do Jess) em Ga,
depositado em umiaixo de cobre doirado o bol-
Itssimamenle la\rado : este caixo est collocado
S. f.nu renco de Cerdan lornou-seem rida char- dalos, enramados, distanciados, o inclinados
eca Felizmente, em 1797, um dos mais ricos
proprietarios da localidade leve a exiellenle idea
de rcarborisar, o plantn caslanheiros as emi-
nencias das suas torras. 1)3 resollados 1'orani lo
promptos, apezar, note-se bem, de oslar limita-
da a arborisacao s propriedades de um s indi-
l'am as lies faces
jas, ele Em 1839, quando Mr. tlool, cultivador e
professor no conservatorio das arles e oOicios de
Pars, risitou S. Lourenco de Cerdan, o riotinha
aliingido proporroes taes, que aos moinhos que
ello punha em moriraento vinha trigo c milito
at do Mespanha !
V
Estes fados sao ambos o mais possivcl ani-
madores para Portugal: pois dcmonslram
nos silios apparentemonlo os m
crear, cem poneos annos, mananciacs
pola arboricultuta ; e que esle mcio
ii'uma s propriedade bstame eficaz.
< Appello porm para as sociedades agrcolas,
para as cmaras muuicipacs, para os proprieta-
rios abastados;.o digo-Ins, autorisado polos lac-
ios : nao ha arcal, nao ha duna, nao ha char-
ucea, ni) ha serrana, nao ha aridez o desso-
s laQo em Portugal, que nao possamos promp-
lamento convertir em feriis o deliciosos sitios
:< pola arborieullura.
de agua
mesmo
as 2 i horas.
Este milagro, como grande parte dos mila-
gros dos nossos anlepassados, osla hoje explicado
pela sciencia. Nao ha qiiem nao Icnha observado
<;ue urna garrafa de agua, que se poza refrescar,
e cobro de um verdadriro orvalho, apenas se
traz para urna sala em que a lomperatura ele-
vada; que as mulos trias, as v Iracas mam in-
rmentc, &c, &c. Em peral: um corpo qual-
quer envolvido em una atmosphera vaporosa, e
mais fri do que olla, liquiflea promplanicnto na
sua superftcie urna parle do vapor que o cerca...
i' noite todos os corpos da superficie da lena,
irradiando para os espatos celestes o calor, que
de dia receberara, arrefecem rpidamente, dra-
cem n uuia lomperatura inferior da atinosphera,
entao, condensando os vapores desla, cobren)-
le humidade. E o phenomeno a que na phy-
sica, como na linguagem ordinaria, se chama
ou orvalho. A experiencia demonstra que
os dilerontes coraos nao sao ogualmenlc conden-
sadores dos vapores almosphcricos ; o que o
ilhoespecifico de rada um principalmente,
proporcional farilidade com que imite o calri-
co pola irradiaco. as plaas orralham-se mais
lo que o solo, o solo mais do que os nielaos, o
polo an noso mais do que o solo compacto, as fo- >
Utas de una arroic mais do que o tronco ; osea-
os o a sorra dura mais dcqticopodaco inleiro
de que proceden), etc., ote
A arrore santa, que os autores concordara
:u qlassiftcar no genero dos loureiros, ora pois
vm condensador extraordinariamente enrgico
>': s vapores atmosphericos, que liquificados gol-
lejavam continuamente pelas suas follias lisas e
| Jas.
III
Nao parece que a natureza a tinha destinado
a evidenciar o phenomeno do orvalho, o as suas
consecuencias utilitarias, como as nossas aulas
to scioncias physicas nos empregamos instru-
mentos o appaiclhos que dcmonslram aspropre-
dados dos corpos exagerando-as ?!... ?Ias nao arenlnromos .consultemos os peritos.
Como quer que a mararilha influisse no os- "acionaes e osirangeiros, eslu'lemos, experimen-
pirlodos investigadores, corlo que nenhum I l*mos, uo poupando um o diithciro era o
Icm) o : jiislaraenle a rospoito de aguas, o dando
o sen parecer sobre um bello frabalho do nosso
correnle que no systcma se eslabelece allrohe I **!""" ,rua 1ULX'S doniausslo, onde su veem
rpida e enrgicamente a humidade exterior a ,"."lroflrenle esculpidas sobre o marmoro em
orna grande distancia. Eu mesmo veri fin uci por '^ rele-T0 as- Pr,oe,Paos "C^es da vida deste
acaso, esle resultado em urna experiencia, que 5?"'? Tx*?,- E^" precioso c nquissimo monu-
liz com o intuito de construir um apparelho con- "U,'U' c d'8,110 d "dmirar-ae em todas as suas
linuo para a condnsalo do acido shclorhydri- f!r?; fi?stae?reja T.,nha loma-r P0830 ogover-
viduo, que os ouiros proprietarios seguirn) es- co mediante o acondicionamento de meiokitome-\
pontaneamcufe o exempio, e que, em 1800 e lan- tro de lubagem de grsu'um espaco que acora-1
recuperado a sua vrenle fer-| modaria apenas unas cinco dessaa bnjudus Wat-
resurgidoos monillos,_as or- nesJaennes, a quem os fabricantes meus eolio-:
gas conlinuam a fazer a corte com urna fidclida-
de digna do melhor paga.
Vil
sepultura do S. Francisco Xa-
s do nao a encontrar, era
m o maior Irabalho e
urna incansarel persoveran^a que obtireram des-
cobrir noticia do lugar da sepultura, e desenter-
rar o limpar o monumento, com o auxilio dos ha-
bilantes de urna aldeia risinha, porque a ilha
agora habitada,pagando-se-lhes liberalmenlo o
seu irabalho. Este aelo de candado rhrisl, le-
ve lugar no anno de 1813. Os devotos proraet-
le'rara edificar una nova capella no silio da an-
riam pnaham loga asaia
ceza, mais quando
seis lalhcrea.
Os filhos comprehen iondo a haroica
desua mae, aproveilaraa mais cea a- I:
que assisliam do que os propnoa a quem i
dadas.
Ao cabo deal^ im lempo, toda l
ristocratica de S. Pclersburgo se tai
obra de me, a osla nobre coragem de mi i
dado maternal, dispensando a princeza di
rez para sempre desla comedia do acal
liga, mas nao nos cousla que ainJa se cffectuasse sorproza que ao principio ella re i I
esse desojo. Obispo prometleu dar urna gratn- ajustado que a relh beriinda Iraria as i
carao annual aoschinezcs que guardassem o mo- das enancas a lodos as horas das li i
numeiilo. j ,,s BS hora ilas comidas.
que OS governadores geraes vao continuando, e A falla de lempo nao nos permittio averiguar A presenca dos filhos da princeza O... I
com as mesraas formalidades que entao se prati- quando leve logara trasladarn do corpo do sin- se mais do que orna boa ao o I
E' evidente que o syslema de drainage, que
levo indicado, deve reunir as aguas, n'uin rescr-
ratorio ou cislerna.
Esta cisterna nao assusla nenhum proprieta-
rio, porque cousa conhecida e que lodos sa-
aemonsiram que bem poderfazer-sccom pouco dinheiro.
ais ridos, e fac!
O ;oe indispensarcl fazer al
Tal rez haja menos afoilesa a respeilo de lo-
bos de drainage. Pois ou posso assegnrar que
podemos ter drainage, de 0m,6 de dimetro, em
j Lisboa, Porto. Avciro e Coimbra, termo medie, a
IJOOO riso kilmetro Sei pessoa do respon-
sabilidade, que ror este proco aceitara euroni-
mendis, que Ihe valcssem a pena de montar um
material adeqnado.
i Quer dizer, que o drainage collector, dui-
, xem-me assira chamar-lhe, com a competente
cisterna, nocuslaria talvez mais do que um po-
(o ordinario com a sua ora, e de curto dara
uns ealudos | grande valor a terrenos que actualmente eslo
anios de emprehender urna planlacao i m grande devolulos porque sao sequeiros,principalmen-
i escalio dcbatxo do nosso poni de vista. j le na provincia do Alemlcjo.
llevemos aproximar-nos quanlo possivel da Vollando ao poni derista em que me collo-
(ieinons'raro da ilha de Hierro, onde arroje queinesle artigo, a drainage colloclora vvifica-
sania do secuto XVIf, succedeu urna inlinidado ra as arroresinhas, por mais sdenlas que fos-
da mesma especie, o com as roesmas proprieda- sem, na sua puericia ; o quando adultas, ou mes-
d s, salva a intcnsidade, e de que os pastoresfa-< mo adolescentes, servira, alm das aguas da
/.em outras tantas fonles, pralicando simples- rlrura, para colligir o producto da condensaro
mente urna cora no chijo no p do tronco como continua por ellas operadas na almosphera.
fazi o) os resineurs para colherem a lercben- ... ,'.. .... ,,
thina, Talvez algum leHor.allribuo a drainage collec-
I lora impaciencia da minha imaginarn indus-logo a promptificar
Em primelro lugar que especio essa das ar- trial ? Devo declarar-Ihe que no Courr'ier de Loa- o dfficil e arriscada
vores da ilha do Hierro, qual a exposi<-ao, dres, de 1851 a 1853
etc. etc.
cavam. A sacrista em ludo proporcionada
magnificencia deste templo : nella so encontr
urna mui bella collccco de pinturas c quadros.
Por detraz do tmulo, passaudo da sacrista pa-
ra o convento, est um retabillo de S. Pranciseo
Xavier, que dizem sor o seu verdadeiro retrato
lirado pouco.depois da sua morlo.
Junio porta deste magcsloso templo se le a
soguinte inscrpeoo :
a Sepultura de I). Jerouymo Mascarenhs, ca-
pilao que foi de Cochim e Orrouz, a cuja cusa
se fez osla egreja : eciii gratilicaco a companhia
de Jess Ihe dedicou este lugar. >>
F.m urna columna da entrada da polla princi-
pal se le :
ReverenJi iimus e HlustrissimHS D. Me.ri
lo para Gda, e se com effeil j existe alguraa
capella dedicada ao santo na ilha de San-shan.
O papa Gregorio XV juntou o nomo deste apos-
tlo ao numero dos sanios em 1622.
S. Francisco Xavier escreveu um calhecismo,
cinco livros de epstolas, e opsculos. Todas as
suas obras respirara o zelo mais ardente, e a pi-
edade mais lerna.
Jornal do Commercio de 30 do mez findo
historia o modo como foi lirada do corpo d
Francisco Xavier urna dis partes que Ihe fallan/
um dos dedos do p dircilonos termos sc-
guinles.
Em urna das occasies em que o corpo do
sanio estere exposio adorarao publica, urna sc-
nhora, pcrtcncenle a urna das familias mais no-
jlenesiiis Archiepiscoptts Goanense ludir Primax. bresque ento habitaram era Ga, o que pelo
.l/i/io Domini UUCVI. d. na. A capella c o!sai||o linha grande devocao, lerou o seu fervor
sumpluoso tmulo do S. Francisco Xavier. A sua religioso a ponto do quando foi beijar-lhe o Corpo,
imagem que tica no altar de prala, c posa 116 arroncar-lhe um dos dedos do p dircilo. Esta
marcos. reliquia, conservada cora grande venera ;o, icm
( Annaes Martimos eColoniaes, anno de passado dcgsraeo em gerago, aos successores
18i3, />a<7. 214. ) da referida senhora, de modo que, em 177. I).
Rrevc noticia da vida de S. Francisco Xavier. LuizCaelano de Almeida, que foigorernalor ge
Y. provarel que as arvores mais copadas, de
folhasmaiores e mais lisas, sejam era cgualdadc
decircumstancias as mais condensa oas.
1 a 18od inao sei enumero porque; com o governador Marti m Alfonso
mi esla publicacao) jornal redigido] nao .V. Tilingo, no dia 7 de abril
S. Francisco Xavier, chamado o apostlo das ''I da luda, deelarou em seu Icstamcnlo, cora
Indias, nasceu no caslello de Xavier, ao |i dos dala de 20 de abril que annexava a mesma reli-
Pyrenos em 1506, cera sobrinho dn celebre quia aura dos seus vnculos, e ficou p.rtencon Jo
Dr. Narairo. Achava-so ensinando philosophia a seu filho e herdeiro, D. I.opo Jos de Almeida
uocolleglu de Beaurais, em Pars, quando ro- Pimenlol, o mesmo que, no aulo di abertura d i
nhereu S. Ignacio de i.oyla, o celebre fundador tmulo em 1<82, atleslou possui-la em sua ca-
da companhia de Jess Ligou-se eslieilamentc sa. e assini successiramento toin sido transinil-
rom elle, e foi uui dos sote con.panhniros de ^,lt* sendo liojpjpossuidor da mesma o Sr. D. Luiz
hoyla, que fizerara vol na egreja dj Monlmar- ^aciano de Castro o Almeida Pimenlcl de Si-
tre, em I'j'i, de ir Irabalhar na oonrersao dos. quo.ra Abren, lili.o doSr. D.Jos Mua de Cas-
infies. Iro c Almeida e da Sr'. D. Veridiana Conslanea
Tendo el-rei D. Joao III podido missionarios I-elle de Castro Pestaa, j fallecidos.
para a India, S. Francisco Xavier apressou-se Alm da referida reliquia, tambera possue o
-se para aquella tonga viagem Sr. I). Luiz melado de urna casula, do que usara
empreza, e sabio do Lisboa s- Pranciseo Xavier, a qual fui dada a I). Roda-
da Cosa, vice-rei da India, pelo padre Gas-
verdadeira benco. Elies levara m a
aquellos, a casa de quem se dignaran! ir. M -
travam-se chelos dr' umzelo aturado t ira
do a pobreza o a nec issi! i le d chegai i
i ; eram mui intelligsntcs. Daram aus
nios, cojas li<;oes parlllharim, id de li
Iho oeiiiul nao ie osles ulUaaos sem ^w, .
un tilo.
Finalmente, aocabo de alguns ai
s- [crianzas linham chega lo s ia .
cimento e mnlheres dislie
montos, a prolec^o do imnei
pela perseveran;a da me, altos t
dos a lodos, lizetani-nos chegar a ;
eram dignos pelo si u raei ito en A
princiceza O... boje mui rica, c
Iha beriinda como urna reliquia.
E o instrumento .11 fortuna .! ,i, -,
diz ella. Foi ah que eu lh< -
A princeza >..., nomcada dama .
prin leza Un ia, e qu cas iu i im u
- fdalgos ila Russia, a segundad
princeza 0... N nn ser um I .-:..-
liiei i mais o Imira las de Pai -
. de Ronza, na go
nao lenho a mao esla p.ibiicaoao) jornal redigldo nao .V. Thiago, no dia 7 de abril de 1541, apor- I1'" Alfonso, da Companhia do Jess, segundo Si
polos emigrados francezes, rein a descripcao mi- lando a Mozambique no Gra do agosto do mesmo prova pelo atleslado outhenlico do dito padre,
nuciosa do. tal syslema, medante o qual duas po- auno, e leudo nrernado n'aquelle pono, sahi- passado em 9 de abril de 169 I, c egualmeiile Ihe
voacoes, as proximidades de Londres, obteom | rain d'alli em marro de 1312 no galeo Coulo, \ pertencem alguns cabellos da barba do mesmo
sanio, que foram dados pelo paire RoJrig i
J: uera de sciencia boje durida de que as arrn-
i -, mais ou monos, conforme as especies c dif-
feroutes cirrunislancias, sao verdadeiros conden-
sadores dos vnporus quo o calor levanta da super-
na.
Sondo assim nao seio lambeiu as arvores
i '. ii......cediente, nao s do evitar as lerrivcis
ts das nossas regios, mas al de croar fon-
tes nos mais ridos paizes? Ccrlamentc: defac-
i averiguados por viajantes ehomensdo scien-
cia, de autoridade incnnleslav el,jiode lirar-sees-
i i'i gertil, que todo o paiz .e torna rido pela
i. rborisacao ; e lodo o paiz se loma abundan-
te ds agua pela arborisoro.
E foram osles fados que li/.eram dizer ao 1-
i d'ilumboldt, ao cabo das suas viagens, que
ruindo as florestas, os homeiia eslaram pre-
parando duas grandes calamidades, a falla do
agua, o a falla de combuslirel.
Nos cscriplos do grande sabio, o as publi-
carles da academia das scioncias do. Pars, acha-
ra iperabundancia de provas, o loitor que quei-
ra aprotun !ar a questo da influencia do arrorc-
Cj na quauttdade de agua de urna localidade.
illuslre collega >lo Journal de Agriculture prati-
gxr, Mr. Barra! diz o ira mortal Ara go: La
nciencenepeut s'enrichir de travaux utiilleset
durable*, qu-'au prix del precaucin lesplu mi-
nutieuses, el sans ren marcUander ni sur le
lema ni sur la dipense. 0 essoncial nao ca-
hirnas mos de algum Rcnnie florestal...
'.vitando osle inconveniente, a arborisacao
negocio que esl ao alcance de rauilos larrado-
res c de lodas as cmaras muuicipacs.
Todava qualquer que soja a especie arb-
rea que prefiramos, debaixo do ponto de vista da '
condeusacao, proravel que a planlacao nao1
possa vingar nos pnmeiros lempos sem que en-
lo Ibes prodiguemos o que dola mais larde pre-1
mos,i agua. Se assira for temos um
meio que pero licenca para ex por com algum '
vagar, porque alm de remedio no nosso caso, !
pode de per si fornecer agua a muilas localida- I
des.
Este meio 6 a drainage especial a que j allu-l
di para o aproreilanienlo das aguas da chuva.
luda a agua polavcl que cousomrni.
- Terminopedindo desculpa do lo
zol, e liceuca para repetir urna
Portugal dercria ser a epigraphe do lodos os cs-
criplos sobro a empre/a de utilidade publica :
A nalureza poz nossa disposicfio todos os ol-
elo gando n (a em G de maio scguiule. S. Fran-
ngo aran- ''.s' Xavier foi o priinciro jesuta que foi lu-
rerdade que era
montos da felicidad
compro, pela sciencia
cutir <-, ...ii,,s mnndamentos
na nalureza.
terrestre. Aos bomens
o pela mutualidade, exe-
que Dos escreveu
[Ceartnse.J
Variedades.
DIPLOMATA JOVEN.
O novo embaixador d'Austria, o joven principe
Ricardo def Jdetternich, filho do celebre arch-
chancelter austraco do mesmo nomo, e pessoa
que, no mundo poltico de Pars, goza de glan-
des sympaihas, nao s pelo seu indisputavel ta-
lento, mas tambem pelas suas eminentes quali-
dades pessoaes. A habilidade que distingui o
seu fallecido pai as varias c espinhosas no-
gociaces com o fundador da dynaslia imperial
de Frnnra, Napoleo I, parece ter sido bardada
polo fillua, a julgar pelo que j mostrou com Na-
poleo III, nos pouco smezes que tom passado,
desde a COOClus da guerra da Italia.
i dia.
Esle sanio varo comocou os seus Irabalhos
i apostlicos, fixando a sua residencia na ermida
da Sania Virgem, junto .do hospital era Ga. Pas-j Lisboa.
son depois costa do Caar, o Cabo de l.omo-
rim, aprendeua lingua do paz,e traduzio para a
tinga malabar um pequeo calhecismo, para
mais fcilmente ensillar os nativos que ia con-
rertendo f. llalli foi para Ceylo, Hacassar,
Malaca, Ainboino, e Holucas, daiido o baptismo
a um sem numero do barbaros. Kro tat a olo-
quencia o as virtudes dest
chegoH a ronvnrtpr l'
mais dlstinclos da ludia.
Estrada, da mesma Companhia, cora
.;
no
atleslado autheutico do referido padre passado
em 100.
Todas oslas reliquias exslera actualmente era
illuslre apostlo, que poJer dar a sous lii'i
alguns dos bramanes como ruanrinl
M BERLINDA DE FAMILIA.
E mui nteressauto e origual .i historia que em
seguida so I-' acerca de una princeza russa, quo
hoje oc-upa urna posicao eminente no seu paiz,
depois de ler lutado com heroica dedicaro o a
naiui persererane.1 contra a adrersidade, para
una ejurar.'i i esmerada,
e como conriaha sua oiig ni. i.' um dos exem-
pos mais cdilitanies il i amor maternal. Lima fi-
S. Francisco Xavier dirido-se em 1549 para a Iha d'esta princeza, a princeza s. prima de M.
China o Japo, o ueste ultimo paiz a sua ordoni | Kissellele prenla do principe Gorlsch ikoff C i-
conseguio iutrodnzir.o christianismo, e mullos co- sada com um dos mais ricos persouagens da l'.os-
iiii.vimonios da Europa. ,sia, e esperada este invern em Pars, onde
Finalmente, ardendo em desejos do converier ser, seguudo diz a .Independencia Belga, urna
a China, falleccu na ilha de San-shan, pro- das mu Iberos mais admiradas. Eis a historia,
xima a Macu. no dia 2 de do/.ombro do 15J2, lal como rehilada n'este jornal :
contando s 19 anuos deidade, o alli foi sepulta- A princeza o... depois da morle do seu mi-
do pelos seus companheiros, n'um monte pouco rido, haviaficado completamente arruiadda eom
cinco lilhos, o mais velho dos quaos linha treze
anuos, o o mais novo cinco.
Lu nobre Russo pode nao ler tortnna.J mas o
que nao p le dispensar ama earruagem. A
princeza 0... linha nina erando beriinda, O foi
PROVA DE BOXS IXSTINC1
i ma pobre mull ir, I
pcqnon i qu irlo escuro, ao re/ do cha
por Icilo una poura de ; ilha Apezar d>
quo Ihe fa/ia um filho nico |ue ti ha, i
1 a-o a escola commuuai. Os con
rapasinho, conhecen l i s misi ri i d
com elle o seu mo lesl i I incli 0 li
cola, que nao ignorara a miseria di m~.. ; n-
pasinho, a; pa i i; i >.- re im alo a canda Je I -
si is j .- e> olares, todos | l !-
limamente, quando o trio princip u i i i
mais intenso, o mostr iroiou urna conrersa .
mais anim 111 enli os seus diseipul >s. i
nheccr o moliru e soube que ellos aci
organisar entre si urna collci-ta, que j i I
le a I .'; ini 'i i se i c >n !;- :ipuio, earun
" pie se tratara de com i ir um fogi
se projectava continuar o bei
durasse a estacas rig rosa.
0 director, rom movido a al i de di n -jii.ar la-
grimas, nao qniz occullar por n
-, e deu parto do aconl
re, recommciidando-lhe a d> -,
- rajo Ion.ou sob a sua prole
giia da infeliz edos seis je.rus fi
I ?, I mdiscipuloS d" seu D-lbo.
N-iMF.S DA NOVA INFAMA DE HESP.VMlA
A ufana raeeai-naseida, uue ;. i dia i
passado foi baplisada na real capella d i i'
.Madrid, foram p islOS OS SOgaintC n imi -
Maria da Com pica i, Fr \-s.~, \.
Luiza, Antonia de Padua, Estefana, Hai i de
Dividi, Filomena, Francisca le Paula, Fi
da, Alfonsa, Cristina, Josepha, Joaquina,
de la Luz, gueda, Lucia, Joanna Baplista, \
Mara de! Carmen, Melchura, Gaspara, Ball -
Rosala, Bibiana, Maria Guadalupe, D
Silos, Mana del Triumpho, II
na de las Misericordias, II, re i, \ i
Consuelo, CaraUmpia, ConsUocia. II
disiaiiloda prala.
O padre Souza. no seu Orienle conquistado a
lesos Christo, refere que no sitio onde foi enter-
rado o apostlo foro levantada una cruz, e que
j alm disso se inarcra o lugar da sepultura com
7*1
031
INSL DO DIARIO DE PERHA3UC0
HHA iARlflA.
A corveta U. zabel, que pouco vimos em
nosso porto, e que seguio para os Estados Uni-
dos, devendo tambem visitar varios lugares da
marinlia, formada pela escola de niarinh i em o
anno lindo, os quaes devera ser instruidos bor-
nossos estudos e reflexes sobre os diversos pro-
blemas relativos organisacoe admnistraco
da marinha, em 1S5, no Brasil Martimo, pe-
ridico que ento fundamos com o piiineiro le-1 Europa, levou igualmente a turma dos guardas' sadas, do sort
nenie a armada Pranciseo Manoel Alvaros de
Araujo, ofllcial dislinclo o mui iutelligenlc, ques-
tionava-se muilo acerca dos moios de reformar-1 do pelo primeiro lente Cnio Pinhciro de Vas-
se convenientemente a academia de marinha, do conrcllos.
nodo que ella podesse produzir um pessoa! il- i'; o segundo onsaio do novo syslema, c bem
lustrado, o rapaz de desompeiihar as arduas obri- que no primeiro tenham occorrid'o alguns fados
es que so exigen) de um ofllcial perfeito de urna I desagradareis, que nao se devein repetir, temos
Summario.Urna explicacao.Parlo ofllcial.A | marinha de guerra regular, que um hornera, comludo plena confionoa do que obteremos os
ihanio, fazendo nra grande ser rico ao seu paiz. mandante da curvla U. Isabel, quando atbor-
A Inglaterra arrastrada pelo exempio da Franca, do da mesma crvela o ollicial encarregado di
la qual^ extremamente cosa, scguio-lhe as pi- inslrucco dos guardas marinhas, nao oslando su-
que agora tanto olla, como a sua polo aos mosmos deveres,ou lendo-os do satisfa-
II
viagem do instrucro da crvela escola nacio-
nal p. Jzubel.Deve-so aproveilai esta uppor-
tunidade para transforma-la ora um navio
mixto.Mais alguma cousa proposito.A
promocao da imada de'16 de novombro do
auno lindo.
segundo Lamartine, que all'rouia cen perigos por
una gioiia, e que por si s vale dez hroes !
maiores resultados delle, se o governo conti-
nuar a escolhor para o navio escola una oili-
presenceava i cialdale que saiba ensinar aos jovens guardas
dicades profisso, quo por fatalidade a vodci-
xando.de um carador rgido, e oiliciaes encane-
cidos no serrico, respeitoveis por sua experien-
A conveniencia d impresso das ordense cir- ca, davam-se as mos, combinavam as ideas, c
colares do quarlel general de marinha lo ge-1 produziam Irabalhos, que expunham conside-
ralmenle apreciada, que ninguem boje ha que a raco publica, que muilo mcrito linham, e que,
nao desoja ver realisada. De todos os oiliciaes de j so podo dizer cora o lestemunho irrecusavel dos
marinha temos ourido que o serrino bordo mui-1 fados, imprimirn] um impulso notavel lepar-
lo se rcsenlo por nao se destribur animalmente tico, servindo de uti'
Ncssa poca merooravel, nao so
como hoje, essa ndifTerenga pelos negocios da marinhas por seu exempio, a disciplina, jiibor-
mariiiha, que o peior symptoma que descobri-
mos do sua decadencia. Jovens inlelligenlos, de-
iim corlo numero de cxcmplafes d'aquellas or-
deiis, quo formem um corpa de doutrina que os
^uio, liberlando-os da obrigacao de cansar a me-
moria, muilas vezes infiel, o'sempre dbil, para
rele um sem numero de disposices que conti-
nuamente se tomara.
Jnlgamos, pois, prostar um servieo real clos-
o que mais especialmenle sao consagradas es-
linhas, fazendo preceder nossas reseuhas do
il auxilio aos dignos minis-
dinucao, zelo e actividade, que um dia derem
possuir para honra do estado, e salvaguarda de
sua nacionalidad*).
Quando a Inglaterra, a Franca, o at paizes in-
(eiramenle continonlaes, como a Austria o a Prus-
sia, nao fazem senao navios mixtos, o at trans-
formara os que leem relia, e sao aproreita-
veis, parece-nos que nos aconselham a-sogoir-
mos tal oxcmplo, para que ao monos, s sejamos
Inferiores, relativamente csqoadra, numrica-
mente fallando, uunca em referencia ao grao de
rival, poneos navios de guerra a vela possuem.e
nenhum se lembram de mandar construir.
A Franca tem anida ido mais avante. At os
proprios transportes sao movidos a vapor c ave-
la, com o que ella tem lucrado muilo, e lti-
mamente mandou construir algumasestribaras
transportes polo mesmo syslema. O servieo ga-
nliou em celeridade, untormidade, preciso do
mov ment o torca, economisou-se um lempo
precioso, dimiouiram-se as docneas das guarn-
cos, c os perigos da opparicao de urna peste pela
demora prolongada de muila genio em um espa-
co limitado; supprmiram-sc os enfados, contra-
lempos, e risco das calmas, e os navios mais de-
pressa evitara a aeco dos temporaes, evitando
as zonas ora que elles sao mais frequentes.
As iradier-es de manobra e apparelho nao se
poniera ; porque os vasos mixtos sao apparclha
dos romo os de volla ; c o augmento de despeza
to insignificante, que nao pode entrar etn li-
nha do calculo contra as rantagens especilicadas.
zerem conimum com os demais officiaes a tem
do ccnlo e cincoenla mil reis ; o que aiu la
pouco. Parece-nos que aquella gratilicaco nun-
c i deve sor menor de trozculos mil ris mensaes,
para que elle possa sustentar sua posicao com
dignilade em paizes esUangoiros, to pouro in-
dulgentes para as nossas faltas.
O Exm. Sr. rainislro da marinha, oceupado na
alta admnistraco do oslado, com esles rail pro-
blemas polticos importantes, que nos preoecu-
pam, nao pode descer oslas materias de de-
talhe, o por ronsequenria ellas soffrem.
Por isso nos animamos a recorda-las, pira que
S. Exc. so dighe loma-las em cousider .,,,.
Cumplimos assira a raissao que est confiada
imprensa em lodo o paiz representativo.
Na la ha para a classe militar mais importante
do que urna promocao, e sua influencia se faz
sentir nella directa o inmediatamente.
Se a promocao bem fela. todos ficara satis-
Gabriela, ftaphaela, Petra o Aposli
racin de las Vir
Iros, que os aprovcavaui, dando com isto prova |,adantamonto e progresso que elles apresentam
de grande disccrnimenlo. na.ccnstrucco naval, e armamento.
Sera um cousclho de professionaes, organisa-
do cora toda a independencia possivel, sem um
ministro sabido da classe, como ordinariamente
tom o exordio, que conlicoa bem o terreno em
que ra pisar, sem um representante do son seio
na assembla geral, como poder a marinha f.i-
E, pois, mu acertado e inicuamente intil,
quo o governo imperial, aproveitando oslas via-
gens annuaesque manda nossas corvetas relia,
novas, o de forra, fazer Europa, em execuco
do regiilamcnlo'aclual da escola de marinha,"d
suas ordons para que se asscnlo nella urna ma-
san oslas as duas nicas objecQes serias, que a feilos; dedicara-so mais ao snico; desperta-se
reflexo doslroe promptamonlo. o zelo, afervora-so a emularao, o fortalece-so a
Convm, pois, que oio s nao consintamos ne- harmona, elemento que- deve predominaren
nhum navio mais vela, como que aproveilomos qualquer sociodede humana para fuiicidadc dello.
algumas crvelas boas que anda tomos, para i So eivada de njuslicas, dirigida pelo patro-
transforma-las aonovo syslema, e esperamos quo nato, criam-sc oJios radicaos, afrouxa-se a disci-
o Exm. Sr. ministro da niarinh i atienda nossa dina, corrompo-so o brio, o a digndade se rebai-
lerobranca, comegando pola D. Isabel. ', xa. O zelo se loma libio, e a relaxadlo ostenta-
se como soberana.
zanhar;
quarlel general Armada que por aviso de 27 do j E o nico meio, que nos resta, e elle s rato-
nes anterior foi nomeado o primeiro lenle r tanto como todos os oulros reunidos, se o sou-
Francisco Romano Slcpple da Silva para com- j bermos utilizar, se nao o estragarmos, ou aban-
jnandar a companhia de aprendizes marinheiros donarmos por tibieza, ou desesperanza.
de Pernambuco. Naquella poca, pois, animamo-nos tambera a
N. 2.7 de Janeiro.Que por ariso de 5 do propor um projoclo de reforma para a referida
mesmn moz foi nomeado o primeiro lenle Fran- academia, em que, alera do algn
risco Manool da Silva Guimares para coniinan- \ cssonciaos, enunciramos a idea,
dar o vapor Paraguass.
o governo com anlecipadio remeta o plano exac-
to da embarcaco, para so fabricar logo a nia-
nhina, o prepararem-so as madeiras necessarias
para a alleraco do casco.
Para um vaso romo a Bahianna, ou a D.
t Isabel su luciente urna machina do 25'J at 300
mas allerares, carelios, augmentaudo-sc em sua mediana 60
. inleiramente ps ao seu compriment.
nova enlte nos, de so augmentar um anuo mais : Actualmente ha toda a opportunidadc parase
N. 3.. ue Janeiro.Recomincnda aos Srs. ao curso, sendo oslo anuo loccionado em um na-: aprovoilar esta idea om favor da D. Isabel, quo
ommandantes das estacos navaes a fiel obser- vio em viagem de iiisliucco de longo curso, con- pode rollar um perfeito vaso do guerra Mande
i anua das disposices dos arligos 9 o 10 do de- dico principal da vaiiiagcm desla creacao. I S. Exc. o Sr. ministro da marinha ordem direc-
creto n. 1001, de 3 de novembro de 1853, publi-l Em 1856, 2 annos dopois,insistimos ainda para lamente para Londres, emquanto a crvela se
codo na ordora gcral n. 15 do 15 do dito raez c quo se realisassera esta reforma ponderando a con-1 demora om New York, cora o plano dola etc., e
anno" ,, voniencia quo havia em que o aspirante apren-i prestar um bom servieo reparlieao' sou
12 de Janeiro.Publica o rogulamonlo desso no proprio theatro ondo deve representar,' cargo.
pra icagem das barras, porto c costa da faniiliarisando-sc com o elemento, o adquirindo Nao
N. 412
para a
provincia do Cear, que j transcreveraos.
N. 5.12 de Janeiro.Declara quo, tendo-sc
procedido consclho de investigarlo sobre a
qucixa que dera o capitao do mar e guerra Joo
Custodio d'lloudain, commandanle da corveta
Halnanna, relativamente actos contra a disci-
plina, pral.cados por quatro officiaes designados
nominalmonte, aos quaos prendera em viagem
logo una pratica quo o desembaracaria extraor-
dinariamente ; porque ao cnsino da" lliooria abs-
tracta, seguir-se-hia imracdiatamente o da ap-
plicacao.
Paravam as cousas ueste estado, sera nada de-
cidir-so, quando o Exm. Sr. consolhoiro Sarai-
ra. ex-minislro da marinha, hornera poltico quo
todos conhecemos polo sou tino, publicou no 1.
tomemos que nossa proposta soja impug-
nada pelos protessionacs,poique hoje geralmen-
tc todos eslao compenetrados da superiorldade
que tem os navios de guerra mixtos, aos antigos
de vela somonte ; e de fado, as vantagons des-
los, que conservan), rennem qualidades de gran-
de aprego para o movimento, tctica e forrado
urna csquadia. Quando o principe de Joinville
quiz fazer a marinha franceza passar por esta
grande reforma, as circurastanclas eram diffcreii-
tes : todos os velhos almirantes eslaram aferra-
dos aos seus velhos navios, e nao queriara ad-
millir nelles alleraco alguma. Eram os mesmos
o. e de urna influencia benfica na edu- | homens que no principio do seculo haviara to-
le nossa officialidade de marinha, quo ha- duzido Napoleo I desprezar as propostas dt
ordem do quarlel general, por tercra dado parles de maio de 1858 o regulamcnto da reforma, em
de doenlo, que ello reputara acintosas ; e quo, que com o maior prazer vimos effecluado o nos-
conformando-se o Exm. Sr. ministro da marinha; so plano, nao por salisfacao de amor proprio,
com os pareceres do mencionado conselho e do mas sirn pela convieco de que ello ser muilo
dito quarlel general, mandou, por aviso de 101 proficuo.
declarar quo acha justa a referida queixa, e suf- carao do nossa uuicimiuaue uo marinna, que na- uuzuo napoioao i a aesprezar as propos
liciontcmcnte punidos os ditos officiaes, cora as de cada dia mais brillantemente Ilustrar o paiz,' Fullon, duvidando da realidade do vapor como
prises e rcpn>hensoes que soffreram ; e obser- que actualmente ja se orgulha della. motor ; mas nao admira, pois, que se irritassem
contra o mancebo, que Ihes pareca ser mu pre-
sumpeoso, nao obstante o estimarein j como
um liomem do mar deslimido, em que viara uraa
das futuras glorias martimas da Franca.
Foi, perianto, uraa verdadclra lula" que o jo-
ven principo sustenten, mas de que sanio trium-
Anda alguma cousa mais lomos a dizor, rela-
tivamente s viagens annuaea do navio escola aos
porlos da Europa.
Dopois de nossa independencia raramente se
tom visto naquelles porlos nossa bandeira arvora-
da em vasos de guerra. Ainda ha tres annos a
apparro da nossa crvela Imperial ilarinlteiro
em alguns dolles foi una grande novidade. Dis-I uha e guerra.
culia-se com interesse quem pcrlencia seme-i Per isso mesmo, nada ha mais dilficil do que
Ihanle bandeira, c para muila gente da civilisa-| fazer-se una boa lei de promoces, que soja a
da Europa, o Brasil o os Rrasilciros principiaran)! garanta de lodos os direilOS, o a salva-guarda do
ser conhecidos smcnle desde essa poca. i estado.
Nossos navios, porlauto, sao alli o alvo da cu- Esla impoilaiilissima materia ainda hoje rc-
No primeiro caso o estado tem tu Jo
no segundo tem ludo a perder.
1 ma preteridlo na vida militar urna cir-
cumslancia extraordinaria, que deve sor perfei-
tamente justificada. E porlauto a promocao um
dos pontos mais delicados senao o superior,
que se deve allender na admnistraco da mari-
i, Li j
_ones, Ins Mariana. Bemard
flasilia. Silveria, M.irgaria. Lbrala, S
Elisa, Bernarda, Euslaquia, Candida, I
liciana, Agapita, Benita, Romana.
( o Commen o i
poder competente para isso, nenhuma proa
so deve fazer na armada, que au esleja
Ictlra e no seu espirito.
i. .-menle o que nao tucccde d
morao do 1(3 de novembru ultimo, como pass
provar.
N'esse dia a classe do segundos tem nli i
va composla do scguiule modo : I Augus K
lo de Mcndouca, !' Braz Jos (ios he,-, t Canil-
lo do i.olis e SUva, Jos Anl mo I Mdia,
5 Manoel de Moura Cirue, 'Jjse llvpohlo do
Menczes, etc.
Promovou o governo nove olli i
so ; pela lellra da lei s \
os seto prmeiros linham forzosamente
na promocao; todava,deixou o i .. ,
foi procurar quatro -
- 'ara promover. I. p irque pi il i ou ; -
Exm. Sr. ministro da marinha, que todos i.....
nhecem sor um zeloso administrador, e l;
mui probo e juslicciro .'
Porque se sorcorreu ao artigo 1 il do r. .
ment publicado no 1" de maio de 1858, i
nisando a academia de marinha. artigo qu
pe a clausula de noves exames aos taes se-
gundos lenlos sabidos da classe d< -
Mas poda osle regulamenlo, que so ijeriacou-
eernir a academia de maiiiiha, modificar 1*0 pro-
fuodamenle o alvar de 5 de novembro de i; 11,
tratando de promoces de officiaes nosuii
mesma academia ?
Na ', de corto : o governo bao foi i lo pe-
la assembla geral legislativa no 5 >' do ...
da lei n. 52, de 30 dejulhode Iban, seni
reformar ou reorganisar a academia de
epor conscguinie sao illcgaos lodas as lia
roes que o regulamenlo. expedido em rittude
desla aulorisaro, coulem, oilensiwis de direitos
garantidos por leis existentes.
A deixar-se passar este gravo preced,
futuro da corporaco da mantilla, seu drsl.
destino de 500 servidores do estado, liram com-
pletamente merco do arbitrio a da roa
um s hornera.
Ilonlem um ministro cntendeu que ... .
i dos lenles sabidos da iljsse dos pillos a i
passar pnmeiros sem fazer noros
riosidade publica, forlemcnle despertada, o como gida na marinha imperial pela resolucao porlu- n'os; amauliaa oulro ministro es ilveri que m
que sorvoni de indicador de nossa civilisaco,! gueza de 20 de oulubro de 1790. real resolucao | ctues oiliciaes nao sejam mais promoridos
e progresso. Todo so investa, pois, com os olhos de 5 de novembro do mesmo anuo, e al\ ara de*13 esludarem o 4" anuo augmentado ao c.i-
da critica, muiinclinada antecipadamonto adiar de novombro de 1800. marinha.
deffeitos. e a convieco disso nos deve obrigar A ( A primeira disp5e que o conselho do almiran- i-romos que lodos comprciieudeio o pongo quo
prcpara-los com todos os objectos necessarios, de lado, as [iromoees de postos superiores ao de oncena rusto. (
maneiraa nao nos envergonharem. capilao de fragata, nao considere de modo algum Se a assembla geral logiaUtivajulgosi
O commandanle e officiaes receben) risitas o a aollguidade como titulo para augmento de pos- sibedoria que o oiliciaes de marinha exist
obsequios, que por honra e digndade do paiz lo, cuja grata somonte servir de premio ao me- agora deviam sallsfazcr novas coudicoes, '
recimenlo e capacidade.
A segunda manda quo sejam ,
promoces aquellos oiliciaes, que, em igualdade, direitos de urna to respeilavel corporar,
de merecimento o de embarques, tiverom mais
profundos conliocimentos theorieos, ad uri.los
de Coim-
var aos mesmos officiaes, que o governo impe-
rial espera quo ellos jamis se esquecerao de
que o primeiro dever do militar, observar reli-
giosamente as rogras da disciplina.
Com clleito, S. Exc. addiccionou ao curso o
quarto anno que desojramos, ensinado em um
nario em viagem. e, cm consequencia disto fez
partir om dezombro do mesmo anno para a Eu-
ropa a crrela Bahiana, que recentemenlc re-
Q'iandu principiamos a pnbhcar o resultado de gTssou ao Rio do Janeiro.
derem retribuir com iguaes obsequios. Mas po-
dora olios fazc-lo com decencia, sem ter una bai-
xella digna, sem possuir um servieo de mesa
proprio de suas cathegorias ? Por sem duvida
que nao.
Resulta, pois, que so esquivan) osle dever de i oas aulas de marinha, c unirersidade
civildado, de verdadeira diplomacia do mar,cora \ bra.
um reame ntimo, o principalmente cora um O lercoro, finalmente, que o que nos serve
grande dezar para a naco. para o que vamos traclar; que em cada oroposla
Entretanto, esle inconveniente fcilmente se que o conselho do almiranlado haja de fazer su-
removeria se o governo mandasse comprar em bir, para promoces do officiaes da armada, as
Inglaterra ou Franca o necessario para a cmara tres quarlas partes das propostai em cada posto
c praca d'armas do navio escola, sendo que, quan-! sejam por antiguidade, rigorosamente observada,
do um regiessasse no fin do anno poderia pas- e urna quarla parle s pelo merecimento dislinc-
sar para o oulro ludo, e desle modo, com urna lo ; expondo o conselho as causas porque sao pro-
despeza pequea se sanara um grande inconve- i postos os mesmos officiaes com urna to particu-
nente, tanto mais imtavol, por qnanto lodosos' lar considerarlo.
navios daqucllas najos sao prvidos de seus j Bem quo dlficientes o ati,izadas, sao eslasas
servidos de mesa. nicas leis que possuimos, consideradas cmodo
Tambem, digno de reparo que o commandanle imperio pela lei do 20 de oulubro de 1823, que
de lal navio, que forcosaraeuto Icm de fazer urna i adoptou as de Portugal al 1821, as do Sr. I). Pc-
dospeza nao pequea para sua reprcscnlaco e dro 1 como regente e como imperador etc.
do paiz, s receba um gralificaco de cora mil Em quanto, pois, nao forera reformadas ou al-
ris por raez, como a que foi arbitrada ao corr.- leradas, pela assembla geral legislativa, nico
se sujoitariam ellas, mas nao convefH, neiii c
preferidos as! possivel que em um paiz regido como a nosso, os
preteridos desla forma!
Esl as mos do dislinclo Sr. ministro da ma-
rinha actual remover ete seno motivo do d -
gesto, que a armada no> laura cm culpa, senao
fatalidade quo a persogue sempre, pois que
a primeira a proclamaraTiotegridada e iiiusira-
co do Sr. ex-minislro Saraiva, que Broma
esto regulamenlo, mas que nao se pode
rar ao destino comraum ^la huuiauidadc.
Errare humanum est.
Proccdcndo assm, S. Exc. far um acta do
juslira e repararo que luio o honrar, si
rm, uo quizer, "o que np possivel, ap|
mos para os nossos logisladoies com toda a con-
anea.
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