Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08978

Full Text
__
UNO XIIYI. MM 27.
Por tres mezes adia Por tres mczes vencas 6000.
SEXTA FEIRi 3 DE F?EIH0 SS 1883.
Tor annoadiantado f9$000.
Poilefranco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alex andrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, oSr.
A. do LemosBrag3;Cear,oSr. J.Jos deOIiveira
Maranho, o Sr. Manool Jos Marlins Rbcro
Cnimaros; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moracs Jnior ; Para, o Sr. Justino J. i.amus;
Amazonas,o Sr. Jeronymo da Costo.
l'AKUUA UOS LOltUl'.It.
Olinda todos os das as U 1/2 boras dodia.
Iguarass, Goiaunae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Rezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns tas tercasoirs.
Pao d'Allio, Nazarolh, Limoeiro, Brejo, Pcs-
queira, Ingnzeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
uricurye Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhom, Rio Forra oso, Un, Barreiros,
Agua Prcta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
[Todososcorreioa parlom as lOhomsda-mnnha.)
AUDIENCIAS DOSTIUHUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relarao: torras feiras c sabbados.
Fazenda : tercas, quintas c sabbados as 10 huras.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito do orphaos: trras e sextas as 10 horas.
Piimeira varadocivel: tercas e sextas ao meloda
Segunda vara do cvel: quartas e sabbados ao Primeiro as' 2 horas
m'M" da.
El'HEMERIDES DO HEZ DE FEVERE1RO.
7 La cheia aos 15 minutos da msnhSa.
13 Quarto minguaote a.s4horus e 31 minutos da
larde.
21 La nova as 5 horas e 20 minutos da larde.
2'.) Uuarto crescente as 5 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE IIOJE.
aosunrin
o 30 minutos da manhaa.
J lioras n 6 minutos da lano.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Marimba v. ni. s. Baiseo.
31 Terra. S. Pedro Notasen fundador; S. Cyro m
1 Quarta. s. Ignaciob. m. ; S. Brgida v
2 Quinta, egi Purificara,) de Nossa Senhora.
3 Si ita. S. l'.ra/. b. ni. ; S. Laurcntitto ni
i Sabbado. S. Andr Coi-sino b. c ; s. Elias b.
5 Domingo. S. A turn r. ni. ; S. Albino li.
PARTE OFFICIAL.
Ministert tli* Imperio.
AI'KIUIVIT 110 MA 29 DE r.KXKHBKO DE ISo'J.
Ao presidenlo da provincia do Rio Grande do
Norte, declarando era resposla, que o governo
imperial nao pude autonsar a despez de.....
30:0000 a -0:0008 com a construcro do urna
ponto sobre o Kio Salgado, cojo plano e orcamen-
io Ihe foram rcmotlidos em eumprmcnlo ao avi-
se de II de noveailuo ultimo, sem que lenha ob-
tido do poder legislativo a respectiva consigna-'
.ao.
3 db iwr.iKO de 1860.
Ao presidente da provincia do Maranho, re-
Diettendo, para informar, un requeri.culo cm
que l.uiz Jos Joaquim Rodriques Lopes, residen-
te aquella provincia, pede ser nomcado corn-
tuendador da ordem de Christo.
Ao presidente da provincia do Ccar, decla-
rando era resposla, que. sendo da exclusiva com-
petencia das asoerablas ptovinciaes regular o
emprego das rendas das provincias, o governo
imperial nada lem que resolver sobre o objecto
da lei dessa provincia de 2 de novembro do anuo
j issado, relativamente consiruceo da nova
estrada de ferro de Baturil E outrosim, quanto
.1 venda que propoz, da casa que servio do paro
da cmara municipal da exiineta villa de Arro-
enviado o seu cilicio, uesta dala, ao mi-
nisterio da fazenda para resolver como julgar
roovetiiente.
10-
2' secco.Ao vice prosidddte da provincia do
Amazonas, Iransmiliindo o diploma de cavallciroj
da ordem da llosa conferido ao alteres Fclippc I
Vctor de Araujo, aliiu de scr-lbe entregue, sa-
tisfeiUs as formalidades do decido ii. 632 de 27
de agosto de 1819.
Ao mesmo vico presidente, remettendo-lhe !
a nota dos direilos e mais despezas que lem de
>gar Victorino de Oliveira Franca pelo seu titu-
decavalleiro da ordem da llosa.
11-
'' secco.Circular aos presidentes das pro-!
viudas, dando conhecimonto do parecer da scc-
ao dos negocios do imperio do consclho de es-
lado, exarado cm consulta de 27 de setembro do
anno passado, sobre a competencia das assem-
I legislativas provinciaes paia a couecsso de
privilegios.
cores da paixo. Monlesquieii disse que a paixo
faz sentir porra nunca ver. Tratemos, pois, de
desvia-la de uin assumplo era que s a conscien-
cia c a razao podem fallar com authoridade.
Entro os que detestando o poder temporal do
papa, conspiram alertamente para a sua queda.
EKCARREGADOS DA Sl"B8CRIPCAO NOS! L.
Alagoas, o Sr. Cl.iudino F.i' ao [i R ,;,,. 9
Sr. JosMartins Aires i Rio deJai Sr.
. Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBl'CO.
O proprietario do diario M I3 d%
Faria.nn sua iivraria da
(i < N.
ministerio la guerra.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
ra, em 9 de Janeiro de 1860.Illm. c Eira.
si nhor.Vericando-se que alguna officiaes do
10 promovidos ou transferidos de uns para
ontros corpos, e mesmo nomeados para coroms-
1 militares fra da corte, leera deixado de
marchar para scus destinos, cuino ibes eurapria e
ten: sido recommendado por aviso desla secreta-
ria de estado, e convindo empregar osmeios mais
adequados para fazer terminar a relutancia que
aprsenlam lacs officiaes quando se trata docum-
pnmenlo do seus devores, o governo imperial re-
si Iveu lomaras segnintesprovidencias, que com
o V. Exc. pata que as cumpra religiosa-
mente, em ordem a niauler-se illcsa a disciplina
lo exercito : \" nos vapores que leera de seguir
o su] e norte nos das 20 e 23 do correte
hi'jz, V. Etc. fnr embarcar lodos os olliciacs que
rem na rrte que Icnbam sido promovidos
msferidos para os corpos existentes as pro-
s do litoral, ou que a ellas devam seguir
para o interior ; 2, do egual modo proceder
cen quaesquer oulros officiaes que lenhamcom-
ies designadas por esta secretaria de estado,
sejam estas commisses de qualquer nalureza ;
.'! V. Etc. tica aulorisado a empregar todos 03
is para a realisaco desta oidem, comanlo
lia soja cumpriia ; 4o, os officiaes que alie-
i para se evimirem do embarque
sere immediatamente recolhidosao hospital mi-
litar da guarnicao da corte para ah se Iratarem .
5", esta medida spplicavcl era todo o rigor aos
ofilciaes que se aercm por doentes.unalquer que
se, i a sua graduacao ; nenhtima dnfcrcnca fnr
V, Ese. euire o offlcial subalterno e o superior,
assim como a nao far quando os eompelllr i
embarcar ; 6', de egual molo proceder V. Exc.
com aquellos que estando destinados para fra
da corle requi rerera ou liverom j requerido do-
missao, reforma, lieenga ou transferencia de clas-
se : esses, ou nos lugares de seus destinos, ou
no hospital, esperalo que o governo delibere so-
bre suas predicos ; 7, nos das da sabida dos
vapores V. Exc. me dar coala da execuco que
livj rom eslas ordeos,
lieos guarde V. Ex*cSebasliao do Rejo Dar-
Sr. barao deSuruhy.
EXPEDIENTE lio DA 2 !.E IASEIRO DE 1860.
Ao presidente do Cear, declarando que se ap-
provara as medidas que lomou era relacao s
obras do quartel do mcio batalhao da provincia,
e ai torisando a continua-las at a sua concluso
ni forma do orcaminto que apresentou, na im-
portancia de 2:8
A) Sr. ministro da fazenda, para que baja de
expedir com urgencia asnecessarias ordens, afim
de que soja augmentado o credilo concodido para
US despezas da reporticao da guerra no exercicio
1 1859 a 1860, com a quantia de 586:661^335,
que em de ser distribuida pela seguinie forma :
A'thesouraria do Para .... 10i:85S99H
A' do Maranho....... 68:3203S'J5
A' d) Piauhy....... 31:810f970
A do Ccar ....... 1:271?>100
\ do Rio Grande do Norte 4:70t>j00.)
A' da Parahyba....... 29:729^100
A'da Babia........2i4:562>192
A" de Sergipe....... 15:785o0
K do Paran........ 10:88^900
A de Minas (eraos...... 55:428*930
V de Santa Cilharma..... 41:1355281
COMMAXDO DAS ARMAS.
Qunrtel ^cnernl do conimando das
armas do Pernaiiibuco, na cidii-
ic do Mecife, 11 de fevereira de
1880.
-ORDEM DO DA N. 347.
') ente general commandanledos armas em
cumprimento de ordem do quartcl general do
exercilo Cjn mullicada em officio de 21 de Janeiro'
prximo indo com referencia ao aviso do minis-
terio da guerra de 18 do mesmo mez, exonera do
emprego de ajudanlo de ordens do comrnando
das armas desta provincia, o Sr. lente do 5"
regiment de cavallaria ligeira Horacio de Gus-
mo Cx'lho, c nomeia para subslilui-lo no dilo .
emprego o Sr. lente do corpo de estado maior
de z classo Rcrardo Joaquim Correa, que tica
desligado do 4o batalhao deartilharia a p.
Determina o mesmo lente general, que o
Sr. Demetrio de Gusmao Coelho revorta para o
servico de sua rospectiva companliia-rixa de ca-
vallaria desla guarnicao; c declara qnc o Sr. te
nenie da dita coinpaiihia. Jos Joaquim Coelho'
Junioi contina no exercicio de ser ajudante de
Diden.i de pessoa, e o Sr. lente Horacio addi-
para o seu regiment.
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme.Horado de Gusmo Coelho, te-
neirte ajudante de ordens dotommando.
EXTERIOR.
O papa e o eonerresso.
I
Desojamos csludar, como calholicos sinceros,!
una nuestno 'cvcstida imprudentemente com as'
uuiro. r.sia iipiuinii. iguaimeiue respenos-i para
os direilos dos povos c para os interesses d i reli-
gifio, protesta contra o antagonismo a que pare-
ce m condemna-los cerloscntendimentos absolutos
que parlem de pontos opposlos e que se encon-
trara para unta resistencia commum. Sincera-
mente eremos que nao ltnpossivel conservar ao
soberano pontilico o sen patrimonio, sem impor
pela forra aos povos urea authoridade que reina
era nome de Dos. Se esta conciltaeo podesse
realisar-se seria un grande Iriumpho para a po-
lilica e para a igreja. Qualquer porm que se a
i resultado, sempre ser um Irabaltio louvavelo
que se empregar pata a conseguir.
II
E' necessario o poder temporal do Papa para o
exercicio do poder espiritual ? A doutrina calho-
lica e a razao poltica eslo de occordo para res-
ponder alii niativamenle.
Ucbaixo do ponto de vista religioso, r- esscnciai
que o Papa soja soberano. Debaixo do ponto de
vista poli I ico, necessario que odele de d uze-
los milboes de ci I holleos nio pertenca a pessoa
alguma, que nu esteja subordinado a nenhuma
potencia, que a mao augusta que governa as al-
mas, estando livre de loda a dependencia, possa
elevar-se sobre todas DSpaixoes humanas. Seo
Papa nao fosse soberano independonle, seria
francez. austraco, hespanhol ou italiano, e o ti-
tulo de sua ti icion'alida le lirar-lhe-hia o carcter
de seu pontlflcado universal. A Sania S s ser-
vira enlo para apoiar um Ihrono em Pars, em
Vicua ou em Madrid. Fui assim em oulra po-
ca ; e un siiccessor do principe dos apostlos
leve a desventura de deixar absorver a sua au-
thoridade pelo santo imperio germnico. A Eu-
ropa experimntou urna profunda perturbaco, e
esta p. rtnrba^ao no seu [uilirio moral e poli-
tico, prolongu-se por ospaco de m.iis de tres
seclos. As lucias do guelfos contra os gebcli-
nos, nao forara no fundo oulra cousa seniiu o es-
forro da emancipaco moral do ponliflcado con-
tra a preponderan! i.i do imp -r < lor d'Altemanha.
Iloje romtudo eslas deuominagocs histricas
sobreviven! aos successos. Di/-sc fallando do
chefo da igreja que gebelino ou guclfo segundo
8 considerado como part ario da Austria ou como
representante da nacionnlidadc italiana e da in-
i ndencia da Sania S. Todos os grandes Pa-
pas lom sido gelfos porque a condico da sua
gloria era a de pcrtEnccrcm-sc a si mesmos, isto
, de nao dependerem senao de Heos. Quando
abdicaram esta soberana em proveito de um
principe, altera rain o verdadei.ro principio deau-
lh iridade. A igreja ressenlio-se enlo; a Euro-
pa res-cnlio-se igualmente, o poler espiritual,
cuj osftofilo lloma. n"io podo dosalojar-so dalli
sem Bflectar o poder poTilico nao s nos oslados
calholicos, mas tambem em todos os estados
christaos. Importa Inglaterra, Russa e
Prussia como Franca o Austria que o august i
representante da unidade do catlioHctsmo nao se-
ja nem cohibido, iicm humilhado, ncni subyuga-
do. Roma c o centro de um poder moral dema-
siadamente universal pira que nao soja do inte-
resse de todos ns gorernos v de iodos os povos
que elle nao se incline para neiihum lado, e que
Iiermaneea immovel sobre a'jhgrada podra que
nenhum abalo humano nossn derribar.
111
Est, portanlo, bem demonstrada a ne. essidade
do poder temporal do Papa debaixo do poni de
vista do dpto in'eressc da religio o da ordem
poltica da Europa. Porm qual ser esse poder
em si mesmo .' Como poder a authoridade ca-
Ibolica, fundada sobre o dogma, couciliar-SC com
a autorldadc convencional, fundada noscostumes
pblicos, nos Interesses humanos c as necess-
dades ociaos? Como ser o Papa ao mesmo lem-
po pontfice e re ? Como i: que o homem do
Evangclho, castiga Como que o chefe da igreja, que ex-
coramunga os hereges, pote ser o chefe do esta-
do, que proteja a llberdade de conscencia ? Tal
o problema que ha a resolver.
Sem duvida que este problema dfficl. la
de certo modo antagonismo entre o principe e o
rundidos em urna niesina personifi-
cacao. 0 pontfice est ligado por principios de
ordem divina que nao poderia abdicar: o prin-
cipe ve-;L> instado por outros de ordem social que
n So pode repellir. Qual 0, pois, o meio para que
a missao do pontfice encontr na independencia
do principe urna garanta de sua autoridad, sem
que lenha ao mesmo lempo nella um estorvo
para a sua conscencia ?
Se se proeurasse a solucao deste problema as
formas usuaes do governo dos povos, nao se en-
conlraria. Nao ha no mundo urna constitu, ao
que possa conciliar exigencias tao diversa?. Sao
nem pela raonarcha, nem pela repblica, nem
pelo despotismo, nem pela liberda le, que se cie-
gar a este objecto. O poder do Papa r.o pode
ser mais do que um poder paternal. Deve asse-
melhar-so mais a urna familia do que a um osla-
do. Assim, pois, naosomente mislerque o seu
territorio nao seja muito extenso, mas tambem
julgamos anda que esscnciai que seja reduci-
do. UujuIo mais pequeo fr o territorio, maior
ser o souerano.
Efectivamente, um grande estado suppe cer-
tas exigencias, s quaes impossivel que o Papa
satisfar. Um grande estado quer viver politica-
mente, eperfeicoar as suas nstituicoes, partici-
par do movmento geral das ideas, aproveilar-se
dasIransformagoes do lempo, das conquistas da
scicncia, dos progressos do espirito humano.
Papa nao o poderia fazer.
As suas leis eslarao encadeadas pelo dogma, c
a sua actividado ver-se-ha paralvsada pela tra-
-?: ^ 8?u Palr'n,3mo ser co'ndemnado pela
sua f Seria preciso que se rcsignassc immo-
bilidade ou que se arrastasse al a revoluco.
mundo caminhar e deixa-lo-ha atraz." Enlo
suceeder nina destas duas cousas : ou ludo aca-
bar nesse poyo, e nao ficaro nellc os generosos
impulsos da vida publica, ou enlo as nebros as-
pirarles da nacionalidado Irasbordaro e ser
preciso, como j se lem visto, que a forra mate-
rial venha supprir a insuflieiencia da outoridade
moral. O poder temporal do Papa nestas ron-
dtcocs nao poder stislentar-se seno protegido
por una occupaco militar austraca ou franceza.
Dolorosa exlremidade porque lodo o poder
que nao vive de suas torgas nacionaes e da eon-
Banca publica, nao orna constituido, nao
mais do que um expediente. A igreja, longo de
encontrar nelle urna condico de independencia,
s acharia urna causa de d'iscrcdito e impotencia.
Nao e isto o que pode querer a Franca. Nao
isto o que querem es honieus vcrdad'eiamcnle
religiosos.
iv.
Assim, pois, o poder temporal do papa ne-
cessario e legitimo ; porm incompativel com
um estado de bastante extenso. Nao possi-
vel, senao quando est iscnto de. todas as condi-
oes usuaes do poder, isto de ludo o que cons-
titue a sua actividade, o seu desenvolvimento, o
seu progresso. Devo viver sem exercito, sem
represontsro legislativa, e, para assim dizer,
sem cdigo e sem jusliea.
E' um rgimen especial, e que mais se acerca
da autoridade de familia do que da adrninistra-
o d'um povo. Debaixo deste rgimen, os dog-
mas sao as leis, os sacerdolcs 09 legisladores;
os altares, as cidadclbs e as armas espirituaes a
unir egide do governo. O seu poder repousa
menos na sua forra do que na sua flaqueza ; es-
t no respeito que impe o na felcidade qne
proporciona aos que nega as satsfaces da vida
pollina.
Dedde-se naturalmente d'aqui, a nosso ver,
que a qiiesio nao est em saber se o papa ha
de ler mais o menos subditos, mais ou menos
territorio. E' necessario que lenha o sufiicicnte
para nao estar subjugado e para ser soberano na
ordem temporal. Mas nao nenessario qne esta
soberana o obligue a representar um papel po-
lUico, porque ento o pontilice, longo de achar
n'estc poder urna garanlia de independencia,
nao encontrara mais do que urna condico de
servdao para si, ou urna nacossdade de escravi-
do para o seu povo.
Pode admillir-se que exista na Europa um pe-
quen,, canto de ierra scquestrado das paltes o
dos interesses que agilam os domis povos, e
consagrado tnicamente A gloria de Dos. N'essc
canto da Ierra, Ilustrado pelas maiores recorda-
foes da historia, o centro da humanidade calho-
lica subsliluio a capital do mundo Romaj que
em nutro lempo resumi loda a grandeza dos
seclos pagaos, lera um destino excepcional
Ao perder a sua dominaeo poltica, conquistou
una dominaeo d'um carcter mais elevado na
ordena espiritual, e chama-se a cidade eterna.
A religio, as recordares, asarles formara tam-
bem una nacionalidado. Os que rivom era [to-
ma debaixo da autoridade do chefe da egreia es-
lo indubilavelmente submcllidos a condi^oes
particulares de existencia social o civil; po-
sao j membrosd'uma grande patria, sao sempre
rom, se nanos cidados d'uma gloriosa metr-
poli', (ue cstendo a sua influencia al onde quer
que se conservo e diffunda.
lloma pertence pois ao chefe da tgreja. Sea
subirahissem a este poder augusto, perdera in-
mediatamente todo o seu prestigio. Roma, com
urna tribuna,oradores,eseriplores.um governo se-
cular e um principe no Vaticano, nao seria mais
do quo vma cidade. l)opois*dc ler imposto a sua
lei a todos os povos, nao pude conservar a sua
grandeza senao govcrnando as almas. O senado
romano nao lem oulra componsaoo digna delle
seno o Vaticano.
V.
A historia, a religio, a poltica justifican] pois
completamente urna derrogaco s condices re-
culares e normaos i!.i vida dos povos. Nada mais
Necessidade de dar s popula, oes desse Esla-
do, assim privadas das vantagens d.i vida polti-
ca, componsacoos, por meio de urna adminis-
traco tutelar, palemal, econmica :
Tal e, em pencas palavras, a demonstrarn
que tenamos ostibelceer as paginas prece-
den I es.
Com,) consequencia dessa demonslraco, oulra
questao se aprsenla, queslo delicada, mas
cuja solucao tornar-se-ha, nosso ver, mais
fcil luz dos principios que lomos cslabc-
lecido.
Desde alguns mezes que a Romana est se-
parada da autoridade do Papa. Ella lem vivido
sol urii govemo provisorio, e 6 administrada
boje por um governo cujos poderes se ostendem
Sobre todos Estados da Dalia central. Assim
essa separaco lem por si a autoridade do tacto
consummado.
Convir restituir a Romana ao papa ?
Para resolver essa quosto, nio queremos
seno consultar o interesso do Papado. Como
ja o dissemo*, como catholico que es -reve-
mos, e pro.....*amos unicamonlo o que podcapro-
veilar enreja e garantir a seu augusto chele a
seguridade o a grandeza que a Franca, mais
que qualquer naeao, obrlgada a dar-lhe.
Assim, nao temos de preocuparrao-nos aqu
com o nieresse das populacoes da Romana,
com o direito quo ellas podom ter de escolher
mitro governo, com as qucixas que ellas levan-
tara contra a administra _,"ui pontifical, com a
sinceridade'mais ou menos gravo dos votos que
lecm pronunciado a annexac.io.ao Piomontc.
.Nao pertence is^o ao nosso* assumptn. Ser
ulil, ou nao, gloria di Enreja, autoridade de
seu chefe, qUC -, Romana soja restituida ao pa-
trimonio de S. Pedro? Eia sement o quo te-
mos examinar.
VII
A Romana, apezar da ccsso que delta fez a
Santa S em 1790, c urna possesso perfeta-
monte legitima du governo pontifical. A usur-
reico de seus Itabilanles contra o Papa pois
urna revolta contra o direito lgale contra os
tratados. E' em virtude dos tratados de 1815
que a Romana, qjie fazia parle do reino da Ita-
lia, sob o imperio, foi restituida em ultimo lu-
Papa. Em quanto subsislrem esses Ira-'
tados, e inconlestavcl
que o Soberano Pontilice
I simples, mais legitimo o mais esscncial.que o
lapa onlhronisado o possuindo um territorio
restringido. Para a satisfaco de um inl
lo elevado, bem permltido subtrahir algumas
centenas de mil almas vida das incoes, sem
sacrifica-las todava, e assogiirandu-Uics garan-
t is de bem estar e de proteceo social. E' ms-
ler que o governo do Papa soja paternal p ir sua
adininistrae'io como o por sua nalureza. Aquel-
le que se chima Sanlo-Padre para lotos os ca-
tlmlico?, deve ser tambem um pai para todos os
seus subditos. Se suas instiluices eslo fra
uos principios, que garantcm os direilos de go-
verno coi urna sociedad^ polilica, seus actos u-
ifin ser mais rrcprehensivcis, e, qu m lo na
pudor ser imitad., por ningucm, importa que so-
ja luvojado por ludo o mundo.
Concebemos pois o governo temporal do Papa
como a iroagem do governo da egreja. E" um
pontificado e nao urna dictadura. <> largo de-
senvolvimento da va municipal despreiidcndo a
sua responsabilidade dos interesses administra-
tivos, pode manter-sc cm una esphera que o
eleva cima da raanipulayo dos negocios. Mein-
bro da confederaco italiana, elle protegido
polo exercito federal. Ura exercito pontifical
nao deve ser seno ura Sgnal de ordem publica ;
mas quando ha inimigos internos ou externos a
combater, nao pertence ao chefe da egreja de-
scnibainhar a espada. O sanguc derramado em
seu nome seria urna offensa misericordia divi-
na que elle representa ; c .uando levanta a mu
para abeneoar, e nao para ferir.
Uutro ponto muilo importante, que o culto
calholco nao Dea exclusivamente a cargo dos
subditos do governo pontifical, Papa o so-
berano espiritual de tojos os lies ; nao seria jus-
to que as despezas necessarias para ontreler o
esplendor que convem mageslade do chefe da
egreja fossem supportadas pelas populacoes do
seos estados. Sao as potencias calholicas que
devem prover a essas despezas, que as interes-
sara todas, com grandes tributos papos ao San-
to-Padre. l> seu ornamento nao ser assim ex-
clusivamente romano, ser internacional como
sea autoridade, que, no ponto de vista religio-
so, e reconhocida e respeitada por toda a parte
em que o dogma que representa a lei das cons-
ciencias. Dest'arte, obter-se-ha um resultado
| igualmente precioso : de urna parle, o Papa
achara, no tributo das potencias calholicas, nina
nova consagraco da univeisalidadc e da unida-
de do poder moral que exerce, e, de oulra par-
le, nao ser obligado a vexar o sou povo com
, mpostos que nao encheriaui o seu thesouro se-
no desacreditando o seu nome.
lu resumo, havor na Eurojia um povo que
lera sua fente menos um roi que um pai, e
i cojos direilos sero antes garantidos pelo cora-
Co de seu soberano do que pela autoridade das
! leis e das instiluices. Esso povo nao lera rc-
presentaco nacional, exercito, imprensa. magis-
tratura. Toda sua vida publica ser concentra-
da em sua organisaro municipal. No exterior
desse circulo estreilo. nao ha ver oulro recurso
para elle seno a conlcmplacao, as artes, o culto
das grandes coiumemoraces e a oraeo. Ella
ser para sempre desbordada dessa nbre parle
de actividade que, em todos os paizes, o esti-
mulo do patriotismo e o exercicio legitimo das
facilidades do espirito ou das superioridades do
carcter. Sob o govei.no do soberano Pontilice
nao se poder pretender nem a gloria do solda-
do, nem a do orador ou a do estadista. Ser um
governo de repouso e de recoihimenlo, urna es-
pecie de oasis, onde as paixes e os interesses
da poltico nao chegaro, e que nao lera mais
que as doces e calmas perspectivas do mundo
espiritual.
Sem duvida, ha nessa condico excepcional
alguma cousa de penoso para homens que sen-
tem cm si nobles aspiracoos de servir e elevar-se
pelo mrito, c que sao coudemnados inaeco.
E um sacrificio que convem pedir-Ibes, em nm
uileresse de ordem superior diante do qual de-
vem desappareccr os interesses particulares.
Alera de que, se os subditos do Papa 3ao sub-
traludos actividade da vida poltica, sero in-
demnisados por outra parte por urna administra-
cao todi paternal, por exempees de impostos,
pela grandeza moral de sua pa'lria, que c o cen-
tro da f calholica, e pela presenra u urna corte
cujo bt lho, necessario duplico* magestadedo
Pontilice c do Principe, ser manlido por meio
de tributos que generosamente pagaro as po-
tencias calholicas da Europa. Essas compensa-
coes iceui na verdade, algum valor, e, depois
disto, sob tal rgimen, com laos vantagens e
com grandes Papas, como os teem hnvido na
historia, havera sempre honra em una pessoa
izer-se cidado romano chis romanas.
VI.
Necessidade de manter o poder temporal do
Papa :
Necessidade de desprcnde-lo quanto for possi-
yel de todas as responsabilidades que incum-
bem a um guverno, e de collocar o chefe da
Egreja em uma esphera cm que a sua autorida-
de espiritual nao possa ser ncra embaracada nem
compromettida por seu auioridade poltica.
Nepcssidade, para que assim seja, de restrin-
gir eni vez do eslender o seu territorio, e de
diminuir aales do que augmentar o numero de
scus sebdilos;
osla aulorisado a reivindicar, como o lem feito,
urna parte de seu territorio que se ha afastado
de sua soberana.
Mas o Papado e a Religio sao interessados
nessa reivindicacao ? Aqu a conscicucia hesita
e o seu sentimenio sopara-so di inlerpretaeao
ngorosa do direito legal. A Romana, que
urna possesso legitima da Sania S, ser uma
estenco necessaria de sua autoridade temporal?
Irar-lhe-ha ella una condieco de poder e de
seguridade I Se aflsim fosse, nao haveria duvi-
da : a queslo estara cortada para lodos os
calholicos.
Emquanlo a nos, nao cromos que a separaco
. dos itornauins'seja um cufraqiieciraenio para o
poder lemporaldo Papa. Seu territorio diminui-
do o ver dado; mas u sua autoridade polilica.des-
predendo-se de uma resistencia que a parausa,nao
so enfraquece, engrandece raoralmcnte. Porque
convem repeti-io anda, a autoridade do rhefe
oa egreja nao est na eslenso do um territo-
rio que s pode conservar-se com as armas de
uma potencia eslrangeira, nem no numero dos
subditos sobre os quaes s pode reinar pe i cons-
trangimenlo. Essa autoridade est na conlaiioa
o rcspeito .pie elle inspira que o dispensode
recorrer s medidas extremas i\^ ri-or, mas pa-
r todos os govornos. ms principalmente para
um principe quo reina com o Evangclho na
mao.
Que importara pois ao prestigio, dignid.ide
; o a grandeza do Soberano Pontifico, as leguas
quadradas encravadas em seus Estados ?
I rfcisa elle de ospaco para ser amado e vene-
rado ? Acaso as suas heneaos e as suas doctri-
nas nao sao a manisfestaco mais poderosa de
j seu direito? Acaso nao iostruc e nao abengoa
0 mundo iuleiro? A queslo nao de com-
: mandar elle a poneos ou a muilos honieus. O
| que c essencial, que lenha bastantes subditos
' para ser ind.ependente, e que nao tenha de-
masidos para, ser arrastado por essas torrentes
de paixdes, de interesses, de nortdades que se
; produ/.em por toda a parle, onde ha agglomera-
covi considerareis.
A importancia do papa nao se prova pelas
vinle e uma provincias que possua boje. Dolo-
uha. Ancna o Rvcnni, separadas de Roma por
, uma cadeia de mootanhas, o carcter de seus
habitantes c as recordaedes histricas, nada ac-
; crescentam ao brilho o ao poder da Santa S
papa estando no Ihrono era Roma, c residin-
do no Vaticano o que impressiona o mundo
A penas descobre-se o soberano dos Estados ro-
manos.
j Conviraos, todava, que se a Romana perten-
1 cesse Iivrcmente ao papa pela adheso. conli-
; anca, e amor das populacoes, como ella lhe per-
! tence pelo direito da historia e. dos tratados, nao
poderia ser considerada como um embaraco pa-
ra elle. Os factos provam que nao 'assim.
Depois dos tratados do 1815. essa parte dos Es-
lados da egrrja nao lem soffrido menos de vin-
le annos de oecupaeo austraca. A Austria es-
lava aluda em liolonha. quando a bandeira da
; Franca appareceu sob os Alpes. Foi a sua re-
i lirada que arrastou a partida do legado e a des-
j Iruico da autoridade pontifical. Sem ella essa
autoridade nao pode nem levantar-se nem man-
ter-se. Tudo sso desgracadamenle de uma
evidencia inconlestavcl.
Itesliluindo-se os Romanios ao Santo Padre,
nao lhe dariam portanlo subditos rospeitosos-
subraissos e dedicados, promplos a inclinaron!,
se sob sua mao. S lhe dariam inimigos de seu
poder, decidos a resistirem-lhe e que s a torc
os poderia conter. O que genharia cora isso a
egreja ? Seria obrgada a ver filhos inliis em
subditos rebeldes,x a excommungar os que dc-
venn castigar 1 Para permanecer soberana, dc-
veria renunciar talvcz ao seu mais bello ttulo, o
de rai Nao isso o que ella quer. Nao o
que querem os bispos e os calholicos. lina rc-
cuperaco de posscsses que se comprasse cora
lacs sacrificios seria um desastre e nao um Iri-
umpho. Por algumas centenas de mil habitan-
tes que ola rcslitnisse autoridade lemporaldo
papa, desfeicharii era sua autoridade espiritu-
al um golpe do qual a prolccrao de Deus e a
sabedoria da Europa podero preserva-la.
VIII
Mas isso nao tudo. Supponhamos, por impos-
sivel, que a igreja nao receie esse darnno e que o
papa nao recue diante dessa exlremidade ; sup-
ponhamos que se esleja de accordo para restituir
os romanios ao govoruo pontifical : como se ha-
verao? Pela va da persuasao e dos bonsconse-
Ihos? Mas esta j esl esgotada. O imperador
dos franeczes. quutem constantomonte defendido
os direil03 da Santa S, ha empregado toda a sua
autoridade para apasiguar os espirilos na Italia
central e reconciliar as populacoes com os anti-
gos govornos. Elle nao lera podido conscgu-lo,
e a sua influencia tem encalhado diante do im-
possivel. S resta pois um nico recurso : a forra.
S a forja que pode conduzir os romanios
condico que lhes foi assignada pelos tratados c
I pela historia. Podcr-so-lia craprega-la 1 E, Ses-
le caso, quera se encarregar da execuro ? Ser
a Franca? Ser a Inglaterra?
A intervenco armada para submetter os italia-
nos sena o que poderia haver de mais funesto eos
antigos govurnos e principalmente ao governo
pontifical. As restauraces que se cnuiprcm pela
forca eslrangeira nunca tem sido foUzwc Acar-
retam sempre a pena de sua erigenj, Qaaado um
poden; imposto a um paiz pelo eslrangeiro, ja-
mis aceito pela vontide desso paiz, c quasi
sempre destruido pela colera delle.
E verdade que a Franra restitu Po IX lio-
rna. E j mili desgraca para a gruja u terpreci-
sadochegar a esse apuro, e ve-se bem p?la ne-
cessidade de prolongar a oecupaeo pelo
excrcilo.
E misler acrescentar, que toma acha-se em
uma siluaco toda excepcional que lhe lra'*a o
destino. Ella est votada, por sua grandeza pas-
sad i, 6 posico que oceupa desde o cslatmleei-
inenlo do papado. Helia ,uopoderia eseapar; e
sua soe est regulada. o dnelo da th
cao, da historia e do proprio Dos.
Mas o que necessario para Roma, (': possirel
para asoutrascidadesc 'suidos romanos >u o
pensamos, porque os inronvenioules dossa inter-
venco, j lo grandes noque diz respuito a me-
ropole do catholicsmo. seriam de oulro modo
mais graves, se fosse preciso fazor na sede de ca-
da cidade Legacos, Sena a ruina moral da outo-
ridade do Soberano Pontfice. Era vez de reinar
pelo direito que se impe, e pelo respeito que
se inspira, seria reduzdo u transformar seu suldi-
uie puutificato ora dictadura '
Vamos ainda mais longo, c pergunlamos quera
se encarregaria de operar essa restauraro forca-
da? Sena a Austria?
A Frano;.! mas ella nao 0 pode. XaQo calho-
licj, ella uo consentira em fazer essa grave of-
fensa a urna potencia moral do calbolicsino. .N,i-
co liberal ella nao poderia conslrauger os povos
a soll'rer govornos que a sua voulade repelle.
Os calholicos que procurara para a igreja seine-
Ihanle iriumpho parocem-nos lao pergosos para
ella, como o seriam para a raonarcha, os n au-
las que sonhassem reslaboleccr a anliga logilimi-
dade com o auxilio de uma nova invaso.
Emquanto a consiranger os povos, a Fram-a
nao est habituada a isso. Quando iulervem eiu
seus negocios, para liberta-loa e nao para op-
primi-los. No lempo de Luiz XVI, fomos An rica para ajuriar O .Novo-Mundo a conquistar a sua
nacionalidado. A Creca, a Blgica c os Principa-
dos Danubianos devem-nos em grande paite a
sua existencia. Tal lem sido e sobreludo c boje a
regia do nossa poltica.
Na Italia mais que era paite alguma, a Franca
liiuila-se a mauler os principios de sua poltica
liberal. A Frauca lera cuidadosaracnlc evitado
anima, e recoiibecer os goveruos de fado na Ita-
lia central. Ella tem esgoiado os seus esforcos
diploinalicos para reconciliar os principes o';:;-
populacoes. Mas, todava ella nu poderia esque-
cer que os novos govornos nasceram no dia em
que a Austria parti. Ellos nasceram de uma re-
ac.o legitima contra a oecupaeo eslrangeira e
de um uubro impulso de nacioalidadc para com
a Eianra que viuda salvar a independencia do
Pennsula.
Oque caho pois cm Rolonho, como em Mode-
na, era Parma e Floreuca, ioi menos a autoridade
dos amigos principes, que a influencia da Austria
- ib o qual os prncipes haviam desgracadamenle
apagado o carcter nacional de sua soberana.
l'eria sido certamcute muito desejavel que o
que cabio pela reaeco do sentinrento nacional
lano lempo opprimido, podesse rcslabelecer-se
sob a garanlia das reformas que bao sido prorael-
liuas. Ajudando-a, a Franca eslava na verdade
de sua poltica de modoraro. Porm fazendo
mais rollando boje contra poro italiano as baio-
nctas victoriosas que o protegan) na sois mezes,
contra a Austria, obrara era sentido contrario
de suas tradicedes, de seus interesses e de i i
ulnas. Depois de ler proclamado um grande prin-
cipi i de jusiica, de reparaco e de nacioualida le,
a l'ianca nao pude lonegai essa gloriosa mi-,. 10 ,
deixar Inglaterra, nossa liberal afijada, o pre -
legio exclusivo de reivindicar as consequencias
da iniciativa do imperador c do Iriumpho de nos-
sas armas.
IX
Mas se a tranca nao pode intervir, di
Austria fa/.e-lo. Lis oquedi/em os partidistas dj
inlervenro esixangeisa na Italia. Ter i amos" cor-
rido as eventualidades de uma grande guerra ;
loriamos gauho quoiro victorias; teriamos per-
dido cincuenta rail homens, despendido jjijj m-
Ilides, abalado a Europa, e ludo isso para que a
Austria, no dia seguinie i paz, recuperase na
Pennsula o dominio que exercia na respora do
sua derrua Magenta e Solferino nao seriara se-
nao tropbeus para a historia contempornea!
Nossos soldados leriam dado seu sanguc por uma
gloria va! o herosmo francez seria esicnl! Nao,
nao, a poltica franceza nao lera era semelhau-
les coniradicccs, nem semellianles fraquezas.
.0 dominio na Austria na Dalia esl acubado,
Foi o grande resultado de nossa campanha, con-
sagrado pela paz de Villa-Franca. Para que a
Austria podesse ainda ir a lloteuca, u'Parma ou
Dolonha fra preciso ndmillir que"ella .os lives-
se vencido. Fajamos justiou a sua lealdadc e ao
seu bom seuso, ella tal nao"pretende, e aquellos
que, em Franca, o prelendem por ello, esque-
ceni-se ao mosnio lempo do que os nossos prin-
cipios nos impe c a nossa honra nos prohibe.
Nossos principios impoe-nos deixar a Italia a si
inesina c respeitar a soberana que lhe restitui-
mos, sob a condico de que poder ella conciliar
os direilos com O equilibrio da Europa. .Nossa
honra prohibe-nos recouhecer a Austria ura di-
reito de intervenco armada que nao nos reco-
uhocemos a nos mesmos.
Assim pois, a Erunoa nao poderia intervir para
o restabeleciraento da auioridade temporal do
papa as Somantas, e nem pode permit a Aus-
tria recorrer torca para submetter as popula-
coes quando ella repelle esse meio por sua pro-
pria conia.
X
Se a Franca e a Austria nao ntervem, qual
ser pois o braco que far entrar a Romana na
submisso? Seria o de uma potencia italiana ? S
uma existe a quera esse papel poderla perlencer,
aplos. Mas isso possivcl? O reino das Duas
Sicilias csi profundamente inquietado por um
espirito que nao permute ao seu governo lcnlar
diverscs sobre OSAbruzzes. Elle lem necessida-
de de todas as suas torcas pura roujuiar os seus
perigos internos, e provocando una lula, se ex-
porta a urna revoluco.
Seria a maior imprudencia que se poderia com-
raclcr, era prejizo da ordem e particularmente
da autoridade da Santa S. Se todos os elemen-
tos de coinbuslo revolucionaria que contm a
Pennsula lem podido ateo prsenle serpreserva-
dos, dcido a altilude passiva dos diversos par-
tidos cujo embale produziria a falsea que poria logo
toda a Italia. Era face do rci deNapoles, campeo
do absolutismo, se levantara o rei do Pieraonte
sustentculo da liberdade dos povos. A guerra
civil poria tudo em queslo, e a anarehia seria
fcilmente a ultima paiavra dessa funesta tenta-
tiva.
A intervenco armada de aples nao produ-
ziria pois senao desastres, se ella fosse possivcl.
Mas nao o porque seria urna violaco manifes-
t da neutralidade imposta a todos os estados
italianos. Com effeito, se o excrcilo napolitano
ontrasse nos estados da igreja, nada impedira o
exercito piemontez de oceupar Parma e Toscana.
Semelhante dosordem nao sera somonte urna
desordem de todas as regrasintcniacionaes,seria,
alm disso urna revolta contra a jursdicao da
Europa que, respeilaudo o dueito das sobe'ranas
particulares, tem o dever de velar na ordem ge-
ral, que, interesso i sua segurante e ao seu equi-
librio. E pan a salva guarda de seus interesses
que ella inlerdiz a todos os govornos da Penn-
sula qualquer iulervencito armada de uns cm ou-
tros, que seria ura ataque a garantas commuus.
aples, Ionio como a Franca e a Auslria nao
pude p'.U iu'ercir em Solooha.
S i ha uma in'l ; ,o ,
tilll a do ; .:.: i
sso pa ra i,is
'-': (Vital, i .
i : : .. os.
i V i niupi'len! i de um u ._.,-.. ,
belece-se p los i .
lornncionat. Pai .
enlro si, nm i para aquel
iim i in -, in.it i. lup
gnuMo do inloress
ral que coiislilue o
' I : '.si i com a th
na loria q i .
sivamonlc f.irm
irma lo, om virluie los ti l i
S io os de lol que d ,
poltica da Italia i- suas .1 i -
' -- : i '' Lorab ii i. i Fr.iiira, ii .
sn* VIV- Sai i um' .., lo ir .
': \-IStl I la
msa io ilo Estados | ntes d i Ita i i.eJ
romo forara miados i ;, ... \
l ara muda ...;.,..,.
r.'oorrer pro i
isto a lo.J :. as potei .
dos de 1815.
Foi o que le lugar rwla ,
: Irat.i lude 7.ti .
oquinciai ;
-: : i id em I'
;" los potei -...:. : | a,.|
congresso de Pai lem | ,4u p
....:', i,., na. A Em.
1815, don as :
3 '>al ; '- pa re inid i em P.ins em !-
pode doci lir de ouli o i
I I rve-s ... ..." .
i Iroria ., de 1S15, i io l i
: ni8i;
om ISoO, se os io p, |
ra i mais do que rogisto ui
lencia do ron tros.- i s,
! pois ser nogada, poi ; se a ni ,-- m I
seria precis >, pai i lia ,
que u rongresso de \. un i......si
; na ''o gran.les poten lias
| direito de dispor. cm avor do Pona, d is M in -
e dos Roraani
l)ir-so-ha lalvez que o I,
divsivel. E' um en
Nao lia territorio ,[<: h-uha si la
mais mudan; n
S. Pedro. A i; n nnia ,1 :, ao Pa| a I -
P"r Pepino, de os rcstibel :. .
disputa la enti | reten ios rivae*,
para n S inl i-S seno lio o ..; o de l.u \ll. >
mesmo aronieceu com as M u
imillas lulas, nao foram
jVn anos seno por l.u Con/
I7U6, um Papa, Po \i. assignova rm l
um Iraladoquc cedia a Eran i o Boln lis, n I
rarais, e a Romania. Elle retiuneiava Igualn
aos direilos que poda ti r c-obi as ridadvs i
rilnos de Avinho e o i m I

\ el; -
forma boje o departamento de Van< lus '
1 ni cff il '. era 1701, \ .
gira contra o legado do i
nido Franca, e um act,
inte rcalisou i ssa ai
nnecda polo Popa s nao i
tmo.
l>ra, de duas uma : ou o le da :
como o prelendem certas| -- is,
el e indivisivel da ign a, nu pul
podena locar, e cnlj i misler restituir ne P i .
mi < do departan) \ ,
enlo esse territorio como I ,,, .
medido a mud raras, e nes
- ps, mas ti I -p n. : -,' l
sua maior ou menor eslenso.
Dir-se-ha qu ido essa s .--'m. d > -
terrilori d .
ora Uvrc. .Mas seri. azer itijur i ao car le
lignidadede Pi VI. Sal ... nada,
ga um Papo a ceder, e c dnnle di
tomvel que a su i fraqueza bn tu .
civcl, quando tem por si a egide I I
U territorio dos Esta Jos da igreja i
maisindivisivel quand i a cst I .
no deixa de -. inva
' essa los imei -
ios : ella enlcn le-se ou resl ze-se s
seos interesses,
tira iho mpeni. A esse i
lulo. So a aulorida le Papa i
ruulavel como as verdades q
gmas que ensina. Quanto au
Poral, ligada a oulra por um principio sup,
lica uecessiramente s I ..da a todas
' isas .... i rebaix*!
leu i.i dirina divinisar o qu
n e dar n carcter de elernidada a inslilui
movis e variaveis como os -. :.,,',.--
ffniaoO ; gi -- ,. dade.
MI.
lodas ns razos que invocam ara diminuii a
competencia 0.. rosso c para
le sao pois se ra -t |
sacrificar a Italia era 181.", i naioria
di r?zo, liberta-la e salva-la era 1860. O i
trala-se smenle de

to o mesmo
melhor.
Eiu qiianlo a objeceo particular de cerl -
soas, que a maioria das gran las potencias, -
scisraatica, seria por esse faci incotnpetenl
para tirar ao Papa uma de suas provincias, res-
ponderemos : urna ve/, que essas mi mas |
cas as dorara ao Papa era 1813, lecm igualo, -
le o direito de examinar ou nao se podeui di -
ll/as em 18Gt).
0 que lia a fazer, no estado actual d
para conciliar interesses que parecen uconcilia-
VCIS '.'
Dous partidos extremos eslo em frente : um
queqm/.era tirar tudo ao lana, o uuiro ame iu -
'era ludo dar-lhe : '
Duas hrpolhescs igualmente inadmissiveis, a
nosso ver, e que, ambas, ainda que radie..;
le opposlos, teriam o mesmo resollado para
papado.
Ciemos que ha oulra cousa a fazer. (.mi
mos, primeiramonte que o congressoreconhi
se, como um principio essencial de ordem eui i-
pa, a necessidade do poder tempe ral o P
Para nos esse o ponto capital. O principi
reco-nos ter aqui mais valor quo a possesso ter-
ritorial maior ou menor que di Ue ser a cons< -
quencia natural. Em quanto mesmo a essa pos-
sesso, a cidade de liorna resume sobre ludo ,,
importancia, o resto secundario. E' preciso
que a cidade de Roma e o patrimonio de S. Po-
dro sejam garantidos ao Summo-Poutilce pelas
grandes potencias, cora uma renda eawiduravfl
que os Estados catholicos pagaro como ura tri-
buto de respeilo e de proteceo ao chefe da gtc -
ja. E' preciso que uma milicia italiana, lirada da
flor do exercito federal, assogurc a Iranqaillidi -
de o a inviolabilidade da Saata-S. K' preciso fue
una liberdade niunicipal, lo ampia quonlo '
possivcl, desprenda o governo pontifical de lo-
dos osdolalhes de administra, ao, e facadesl'ait,
uma parte de vida publica local para aquellos
que sao desbordados da vida poltica. K" precis
emfim que loda complinaro, toda a idea d
guerra e de revolta seja para sempre banidu do
territorio goveroado polo Tapa, o que se poss ,
dizer : Ali onde reina o vicario de Jesus-Chri.-i .
reina tambem a concordia, o bem estar c i
E' no congresso que pertence operar essa !r-
formaco tomada necdssaria pera consolidar -
auioridade temporal de Roma. Assim como i/-
o dissemos no comeco. essa consolidaro i
soliilamente ligada ao inleressc da Europa. Como
iusliluijo espiritual e divina, e pagado uaJ.i leai


f
DIARIO DE PBRNAMBUCQ. SEXTA FEITU 3 DE FEVEREIRO DE 1860.
a recelar d. si,..nicns ; elle eterno. Como ins- mundo intciro! Eis as Irioloiras calumniosas,
itubao poltica, esl exposto a lujas as provas
c a todas ps desgranas que affcclam ao que hu-
iiiini. l'ui.s Lii'in Importa seguridadc e a hon-
ra de lodos que elle sofTra na Con'sliluirao que
receben do lempo e da historia. Calholicas ou
sciinalicas, as grandes potencias tem o mesmo
inleresee, por que a independencia do chefe da
greja nao somonte urna questao de conscien-
ca o de religiao lanibem una garanta do equi-
librio moral do mundo. Essa grande causa nao
pedera por lauto ser indinen-ule a maguera, e
nao conhecemos oulra mais digna da respetare]
deeitao que c chamada a julga-la.
Para que dissimular i Por una concurso decir-
cumsCancias diversas, por un encadeaoiento do
caucas que remontara-se a bem longe, o poder
temporal do Tapa est seriamente atnoacadoas
condiredes em que se pxcrce hoje. E' una gran-
de dosgrac que deploramos do tundo do nosso
coraran ; mas lambe ni un grande perigo que
os huincus polticos c os homens religiosos lecm
o dever do conjurar para o bem da groja, como
para o be ni da Europa. A Santa-S, esta est
posta sobre um votcao, o o Pon ti tice, que eu-
carregado por lieos de enlreler a paz uo mundo,
est roesmo ameaeado de continuo coin urna rc-
vulucao. Elle, o representante augusto da mais
alta autoridade moral daterra, nao so inantem
seuo coin a protecoao das almas estrangeiras.
Essas oceupaees militaros nao o protegem senao
comprnmelleiido-o. Excitara contra elle todas as
susceptibilidades da senlimento nacional, o sao
testomunhas de que elle nao iodo couar-se ao
amor ao respeilo do son povo.
E' ui:.i siluaco deploravel que a cegueira e n
eridenca s podem querer prolongar, mas
que a dediracao es i c respeilosa pede
quesemude o maisdepressa possivel. Essa mti-
ilanca n eessaria, urgente ; s os iniroigo
de lora los do Papado, ou nsseus cegos amigse
que podem rcpoll-la. N ila do diminuir o
patrimonio de S. Podro ; traa-sede salva-lo.
Ouando a Franca se pronuneiou pela Italia,
esse grande interesse da salvarr a o papado foi
cerlamente urna das pren icupacops mais serias
la poltica do seu soberano. O Imperador Napo-
leo t ni comprchciidid > que o poder temporal
do Papa, restaurado em 8-J9 o protegido depois
pnrsuas armas, eslava ri mi ral i amea :aJo na
i' Oes de su a existencia poltica. Ello com-
prehendeu que ronvinlia salvar o papado liber-
tando a [lalia. Dos ab ncoou o seu designio o
de i-lhea victoria. Mas a su a gloria seria estril
se, rcslituindo o tira poro os ttulos de sui na-
cionalida le, nao i: tnosse pai i a rgr< ja a sua se-
guridadc o independencia.
9 imperador Napolo I, peta concordata, re-
renciliou a sociedade nova e a t. Com o genio
de estadista o a conseicncia do hornera de bem
tueu os altares e rend u culto a essa nobre
Prau i, ilidn polo
pela anarcliia, que, em
inoii-se Densa Razan
que conven) ser aceitas por um povo francez
lie corlo, nao c p.or urna pertinacia do devoto
que digo estas cousas ; Yollaircc M. de CheleaU-
briand antes de mim disseram : A Europa de-
ve Santa S sua ciylisaoo, una parle de suas
melhores lois e quasi todas as suas atiendas c
arles. Vs mesmos o leudes dito em oulras oc-
caaiom; mas o sim e o nao pouco vos embara-
zara
No que respeila lois, sem din ida, o Declogo
ioflexivcl. Por ventura tambera nao o para
roa?
lia por ventura no Declogo leis, em que ou-
zcis locar? Acaso todas as vossas leis, quu fos-
sem contrarias esso cdigo divino, nao seriara
millas de pleno drelo?
Como querquo seja, dizeis vos, sua actirida-
<< de ser paralysada pela Iradico.
Do que iradico queris (aliar? Qual a tradi-
co calholica, que paralysa urna boa actividade
qualqiicr ?
E' dina anliga Iradico, verdade, no chris-
lianisnio, que o commercioe a industria devem
respailar as lois da justica, o os escriplores as
leis da verdade : B' isto paralysar o commereio,
a industria ea inlelligencia?
E quo pretendis anda com autiUicses como
osla :
< O pontfice est ligado por principios de or-
dem divina, que nao poderia abdicar. O prin-
>< cipo estimulado por principios do ordoui so-
" cial, que nao podo despiezar.
Sero a ordem social e a ordem divina contra-
rias ? O que pois a ordem social, e como a en-
s? Asocie lado humana nao em causa
alguma de direito divino?
(.uanto mim, cu direi:
lia o progresso de rovoluco do globo, que
sem jamis li-
lim, que nunca
sempro gyra em lodo o sentido
\ ir-se ; e ha a imniobilidade do
muda desprezamos um o nutro.
'las lamben) ha a gle
no esmanchada
um diado demencia, cha-
._, onosa mmobilidade do
sol, li\o no ceiilrn do mundo que anima ludo,
quo ludo ose! a rece, cenilornj do qual so Cloc-
la m todos os morimonlos os irais esplendidos,
em torno do qual o Mundo marcha. sem que a luz
fique nunca airas, por mais que o digis:eisa
iraagem do ealholicismo.
Finalmenle, que queris dizer fallando dessa
autoridade que reina em nome de Dos Ser um
crinie, ou urna raqueza e urna incapacidad^ rei-
nar era nomo do Dos, per quem reges regnant?
Gonvir riscar essas pafavras do nossos santos
hvros? E quando os reis, os imperadores eleitos
deelaram reinar por graca de Dos, diris vos
quo nao islo mais quo una formula e exigencia
do eslylo ?
Nao, nao, misler elevar mais seus pensa-
raentos.
K' misler sabir dos sophismas, por meio dos
quacs, illudindo si, illudem-se os povos e os
que o governam : nao impunemente, todava os
la'sos principios orarretam consequencias fataes:
Possa o seu herdero ler a honra, por sua vez, ? brchura O rapa e o Congresso leva sen au-
de reconciliar o Papa, como soberao lemporal, '"'" P' r ":CI0S T,c veremos, a laes extremidades
rom seu povo e com seu lempo 1 Eis o que "o- 1ne '.ll'i;,! J P"sso dizer-lhe : Professar laes
i!..-; os corares
pedir a Dees.
p
sim. iiiuenle
I
calholicos devem
Tarao
trleus
irochura
desposta do h'^'p il<
0 Papa CAUTA L.M CAT1IOL1CO.
Meu charo amigo...
. .A brochura divde-so, quanto mim, aos
ties pontosseguintes: "3 [irincipios, os meios, o
lim.
I
Os ': incipios.
Direi en priineiro que tudo o que pens?Mui-
1 pi oca-, rezes em minha vida leu lio enconlra-
5, oudo os sophismas, as conliadicoes
-, o se misler dizo-ro, os mais palpa-
absurdos sejam magislralrocnlc postos em
principios pelo autor, coin mais f em si, com
ons iencia mais segura de sua destreza, e
tambera da simplicidade de seus loitores,
K o que explica em parle o que vemos. V. des-
te modo quo um autor, que80 diz calholico, que
falla somenle de seu respeilo e amor egreja, e
nao esereve senao para salva-la, lem por priinei-
ro edilor o rimes, ccolhe em Franca nsapplau-
principios o dar umgoverno taes consolhos,
unpelli-lo abysmos.
II
0 Meio?.
A iniqudade dos mcios igual ao absurdo dos
p 1 inc|
l'o os 1 xpoitho :
Encontr primeiroque ludo o grande meio re-
volucionario, o fado consummado.
Eu linha previsto o prediclo um tal argumento;
en tinha assignalado era um protesto a inaegio
daquelles que deixavam fazer, o o ardor dos que
preeipilavam os aconlecimenlo?, a lira de invocar
os fados consummados. \ brochura os invoca
hoje.
E todava sabemos como laes fados consuma-
ram-se ; quo raaos nelles trabalharam, que agen-
tes foram enviados s Romaiihas que ardentes
emissarios, o por quem l'oraui pagos: este res-
pcitoglod Normanby o U. Searletl disseram-nos
alguma cousa: a brochura nao poda ignralo ;
smenle Ihe convera calar-so.
Mas o autor, na verdade, ultrapassa lodas as
. raas da permisso, oppoiida autoridade do pa-
pa o quo ousa chamar a autoridade do facto
consummado.
' A Ilomanlia, diz ello, estado faci separado,
a alguna mezes, da autoridade do papa. Assiin
O poder temporal cncadeia o papa, dizia
tambera Napoleao, o o impede deoecupar-se da
salvacao das almas, quemorrrm.
Sabe-se o que elle fez para molhor prover
isso.
Estezlo dissimula mal o fim real, para o qual
marchacs. Eslc fin), ci-lo :
III
^ fi'n-
h dilTlcil fazer mais esforeos para mascara-lo ;
mas elle trahe-sc.
Priineiro que tudo, qucrciiamos que o con-
gresso reconhocesse como um principio essoncial
da ordem europea, a necessidade do poder tem-
poral do Papa. Quanlo nos, este o ponto es-
soncial.
Eslas palavras nao espanlam-nos ; autos de
despojar o Papa e interdize-lo, conven ao me-
nos rendcr-lho homenagem, beijar-lhe os pis c
atar-lhe ai mos, como di/.ia V'oliaire no Will
socolo. \o s culo XIX quer-so smenle, por
compaixo, tirar-lho a corda de espnhos
Quanlo possessao territorial, a ridade do
Roma abrange principalmente toda a importan-
cia : o rosto nao as Romauhas somonte, mas o
resto] nao 6 senao secundario.
Embora; chegamos etuGra 1 Roma com os jar-1
dins do Vaticano : esperavamos osla palavra : \
disserara-na, nos o sabamos;
A soberana temporal da Sania S, reduzida
assini, e ce.lo, territorialmentei cidado de liorna,
c seu suburbio boa !porque, di/, anda
agradavelmente o autor da brochura : Qm im-
porta grandeza do Summo l'onliftce as leguas
quadractasl Neetsttta elle de espado para ser
amado e respeiladj .' Quanlo mais pequeo fr O
territorio, tanto mais o Soberano ser grande.
Ser preciso pois vellar o guardar o rtpa lo
dignamente collocado romo diz anda a brocli ira,
immovel sobre a pedra sagrada.Para o que,
haver unta milicia italiana, eseolhida n-i lu-
do exercilo federal, c que ser encarregada de
I garantir a trauquilidade e a inviolabilidade da
Santa Si. J que nao pode ler ella um exerci-
! lo, eonvra, para quo seja lvre, dar-lhe guar-
das.
I', para quo ludo soja o molhor quo poder sor,
convm anda quo urna iibordade municipal,
lo ampia quanlo possivel, desembarace o go-
verno ponliflcio de todas as minuciosidades da ad-
ininisiraco. Assira o Papa reinar ca communa I
governar. Ser esta a indemnisacao offerecido
aos que a brochura chamaos desherdaJos da cida
poltica.
Finalmente e para corear o systema, o Papado
ser assalariado pela Europa, como sao os curas
pelo listado: elle tora assim nina rend consi-
deravel. Desle modo ser o Papa transformado
era primeiroe grande funecionario europeu doj
culto, quem poier-se-ha, era tal dia e era tal
oceurrencia, subtrahir o rendirnento.
Pois bem, quanlo mim, cu digo sem hesitar,
antes quero pao negro e 8 catacumbas. Nao
vo-los daremos, dir-iios-ho talvez, isto vo3Ser-
ve muito bem. Nestc caso, os lomaremos.
Mas ponhamos de parlo uncus sen limen toa e
pensamentos.
Eis, pois, a que so roduzir, por fin do con-
las, tssa soberana, da qual o autor da brochura
lao pomposamente disse as paimeiras paginas:
c No ponto de vista religioso, cssencial que o
Papa seja soberano ; no panto de vista poltico,
o necessario quo o chefe do duzentos mihesde
calholcos nao perten^a aalguem, quo nao seja
suborJinado poderalgum, e quo a mo augus-
ta,
ma, no centro da Italia e da Europa, quo elle I vantagens trouxo para o governo romano o cerco
nao poder escapar-nos. Nos ah o leremos em do Perouse; sabo-se, porcm, o mal que occasio-
tao estrenos abracos que mnguem poder! duv- ; uou greja.
dar nem de nossa ternura noui do seu poder. 1.' quo, como o disse cxceilenlemente o au-
lla somenle urna ditrieuldade,. e 6 que os lor da brochura, o braco do pai do lodos os fiis
clculos mesmo os mclhormcnlc concebidos nunca-deve ergucr-se para ferir
frnslram-se contri Dos: Dos do alto dos cos abonnoar.
os
porcm para
Mas que se forera alaca-lo, oslar elle rc-
duzido i nao poder so defender?
A objeco ca por si mesma peranlc o pro-
jeclo que Ihe ofTeroee, para qualquer ment o
apuio do exercilo federal. So urna reprossu n
tornas necossaria, sendo nacional nao seria
mais odiosa, seria legitima.
t (Julia censura. A brochura ousou deixar ahi tem sido enviados o para qi
vella por sua Egreja ; o por conselhos impre-
vistos, por meio de raios, se for preciso, como
diz ftossuct, elle a lira dos raaiores perigo, o
coraba dos habis da torra. Esclarece, quando
fuer, a sfeedorid humana, to curta em si, e
depois, quando dellc se desvia, abandona-a a
suas ignorancias, cega-a, precipita, confunde o
embarara em suas proprias sublilezas, e suas
prccoucoeslhc servem de pogo. Esta prava
passa emihn, o a Egreja ica. Isto j muitoa
vozes se lem viste, ever-se-ha anda.
Vos cielos o Papa vencido, poique ha (res
me/es rovol!.iram-se contra ello a suas provin-
cias. Vossos pensamenlos sao curtos, e, per-
iiiill-mc drcr-vos, vossas providencias grossei-
ras. Nao cedemos nos lao depressa. Os Papas
Tirara mitras mallas assim, e as possuem anda. I respeilo, por que sempro ser-vos-ha fcil rea-
s o 1 apa arrumado, porquo os revolucio- ponder dos Jcnhosamenl
dos esl^s poderes quaesquer que sejam, relevan
de una mema origera popular, e nao so per-
petoam se nao em condn.o de servir os inte-
rseos da sociedade quo ellos representara.
<^ Os lempos acluaes, como so pretende, nao
sao oulros se nao os lempos passados : ellcs obe-
decera s mesmas iecQssidades, c so osgovernos
que vos laraantaes, Sei.hor, teem-so acabado
mais velozmente, que elles lera commellido
mais .falles.
a L verdade, para vos, o facto aconlecido nos
Romanhos nao o teolo um fado revalucionario.
Vos sabis como os tactos ahi m lem pascado,
|uo polencias ahi lem trabalhado ; ijuc agentes
perceber quo omprehendia o poder temporal do .que lancaes brochura ei
papado sera magislialura ... e, por assim dizer, | cao do Times, nao podis
sem cdigo o sem justica, por quosob esto reg- vossa palavra, se nao o ti
men, os dogmas servem de leis.
a' isto, vos exelamaes, Monscnhor. Por-
ventura os dogmas liisprnsara nma nacao qual-
quer de ler leis, um cdigo, urna justica?
i Na verdade dllicil satisfazer-vos esto
nanos leudo emponhado lodos os esforeos, de-
elaram suas (naneas od mo estado; era con-
seq rancia Ihe offereceia uma pensao alimenticio.
Pois bem, nao, nao de vossas mos que elle a
recoer ; sois mu poderosos senhores :
da talvez lho cousuiassei vossos beneficio
lh os Qzesseis pagar muito caro.
o, que nada couiprehen-
estas cousas, o que nao sabemos mes-
mo o quo queremos dizer.
demos di
O l|
R
Bailes. Vn
m crirae pela aprima-
iuvoeai. en auxilia du
testcmuuho de dous m-
glezes.
1 Maseinim, acrrescenlais vs, o poder Um-
poral do pontificado lem uma origem mau ele-
vada anda que todos os oulros poderos lempo-
laes, e o crirae maior quando sc ataca elle.
<< Oual pois essa ongen I
Nao quaremos insistir sobre osla ponto, so
bem quo nos fosse fcil do ach.ir algo ata* condi-
coes minto foudaes que poc Carlos Uagno
Kcspon : ia como j o (izesles, que o dog- acto de liberalidade. Sabe-se que a Cohw -ar-
ma nao e monos inilexivel em franca du que ora lovingien lomou-o do alto vis-a-vis d" Sanio Pa-
na, o que cala nflexibilidado nao tem pro- dre; quo elle exigi que o chasse os
um
un judcado entre nos illuminaco gaz, aos lo-'olbos a sua polygama*germanic, e, qu
.egraphos elctricos, e aos ciminhos do forro. disso, elle nao qui/.fjzcr senao uma doa
corai dos neis deveserj Talvez possaraos tmidamente redargir quo sem alente incerla.
1 r 't;'J/-11,'- c* a reeeber mais nobremenle sc em Franco, o movimenlo de lodos os progros- Nao ra disso. que
''i IlltlO (JOS tMiil'OS j'it lino il 1 i'iU'. f\. ...I..... t .... ana mnU.:. .... -i 1
lima esmola Ab se o Pai dos fiis deve ser
fosse preciso.
Credes vos, pois, que o san
deixado de correr era nossas
nossos peitos nao nos batem mal
uo rhristao (cuba
i ei is, e que ;m
os coraoes .'
sos unnimes e promptoa i\,s jomaos revolucio- e5ta separaco lera por s a auloridadVdo la i
nlnic i minina ___... '
nanos e impos.
Eu o rreio muito : como < calholico sincero,!
e racioriliando ueste ponto de vista, ello procla-
1 poder lempon I do papa indispensa-1
vil ; mas ao mesmo lempo applica-se a provar
uo c impossivcl. Exalta de boa vontadn o mais
de que ros o carador divino do pontfice, mas
somenle para lorna-lo um augmento contra o po-
der do s iberano.
Nao se pode confessar mais explcitamente a
. imperiosi desle poder para a lber-
Jado o honra da egreja : nao so pode faz r mais
;os em lodos os sentidos para demonslrar-l
lho aimpossibilidade, ii5o il rei iracnle poltica,
mas ainda moral e espiritual.
Esle poder nao possivel, > diz o autor >'-^
brochura, a nao ser sent i'.c todas as condi-
consliluc sua actividade, descnrolrimcntos
consomraado.
Conheciamos a violencia do faci consumma-
do ; mas at hoje nao conheciouaos aau.ci-
dade.
A autoridade, lo grande e lo sania, quo
fundada sobre todos os direilos, que o direito
mesmo, eis por lano o que dola fazeis eis a
violencia e as baixezas, donde a fazeis sabir eis
o que lho daos por fundamento e por base aos
olhos da Europa !
Compreheno que, depois de ler descido tal
ponto, vsso espirito nao recuasse diaute da
phrase quo sosegu, e que ousasseis dirigir
um congresso europeu o pedido do consagrar aos
enormidades, dizendo-lhe que ser fcil a tarefa
porque lera smenle a registrar um facto con-
suman odo.
Vssim, para o futuro, na Europa, alguna mezes
acabareis por feir-nos : nao sci
e linhamos necessidade do sermos despertados,
as vos seris muito mal succedidos por abrlr-
Acaulelai-vos
so lin
m
nos os olhos.
Como quer que Jseja, esperamos e oramos;
cheios de amarguras, vendo oque os homens
preparara; cheios de confianza, sabendo o que
slnha de considerar em uma de suas pas-
loracs os camiiibus de fono como um .castigo
Co a pedido das eslalajadciros
sera clientela.
Vo I taire c Chalcaubriud, dizeis vos, foram
os prmeiros a reconheci r que foio dogma, que
foram i a^as concatenados aos dogmas, que
aulorgaram a Europa sua civlisa(o, una parlo
das suas melhores leis, e quasi todas as

suas
ias e arlas. E vos accrescciilaes : < vos
raesmos'tambera o diasesles em alguma parle.
S o ren iscimento
diversas das do

polo a Providencia....
Temos fallado bstanle respeilo desla bre-l papado na meia idado, o duran!,
chura ; mas. conclnmdo, pediremos ao autor, achara-so em condices muiio
se quizer, quo se faga conhecer quanlo antes. I boje.
Nao se escrevem laes paginas sera dizer seu no- Em breve rollaremos a osla dissemelhanca
me nao se ensatam laes emprezas sem levan- das epocase dassituacoes na qual muilas vozes
tara mascara, b preciso unroslo aqui ; sao I olvdaos reparar.
precisos olhos ; cujo olhar se possa conhecer ; Porcm de ante mo, demos como ; ...vado q
um numera finalmente, a quem so possa pcdir[se a brocl
contas de suas palacras.
Orleaus 5 de dezembro do 1S39
-J-Flix, bispo de Orlcans.
(Univers.S. Filho).
rara dispensa, por
der lemporal do co ligo
podas es 1 1
nhor. que olla nao se lem separada
' le seuo para escapar m jugo d' v .- 1
IIa p os na origem deste facto .
para o qual leudes lanos MMthefflaS, a!.
cousa que merecera adiar grara peranle
senhor, que proclamis con) Uuto wrgolh
a f nao exclue o patri< lame, uma
cousa, que deve.a abalar 10 do
flanee/. I
1 Com cffoito, essas populaocs |ui roa il
laes sc ergu a m para bu Uidependcn
mente no momento em quo o 1 .
passava os Alpes.
1. preciso abreviar. Vamos pois 1 1
sj e sua competencia no dbale actual,
Vos admiraos como ousam pi lii para
consagrar laes enormidades dizem-lhe qu
I rea ser fcil, que elle nao lera -
ie gislrar um facto acontecido .
os congresso*, pai le a!
Desposta a Hr. bispo Orleaus.
Monscnhor:
J quo julg.i:
I
tos dever, anda urna vez, dos- ra uao receber 1 .
quo goverua as almas, nao sendo alada por
dependencia alguma, possa elevar-sc cima das farao, todava, olvidarlo santo carcter do q
paixoea humanas. So o Papa nao osse soberano esl revestido o prelado, c s responderemos
indepcndenic, sena Francez, Austraco, Ilespa- suas provoca os, invectiva
nhol ou Ilaliauo, c o titulo do sua nacionalidade lavras de paz' c com li icio,
ubar-lhe-hia o carcter de seu pontificado un- Pergunlaram-ros, Jonsenhor, o que pensa-
A Sau sena apenas o apoio d'ura | veis da brochura o Papa e o Congresso, a res-
ajui-
.. justas reclamaces e pro-
cor ua iriDuna sagrada c ntroraelter-vos em nos-1 nuncia a palavra fatal : A m ossumuv, Que te-
sas lulas profanas, soja-nos perroettido alevan- reis vos mesmos, Uonsenl
lar a luva que com tanto empenho acabacs de eternas repulsas,
alirar.
Veneramos profundamente
moa o direto, parece-nos, do d
iialisla. nores, nao Icres chegado as mesmas deduc-
Os arrojos dahuguagom do escriplorno nos pcs, nao loriis do com a brochura, que loda
a iim dizer, u po-1 Idas os congresso*, a paite a
oda justica, por que koes, e saiba-se qu
ralla, ah! como j o tez acerca do exercilo so- nunca lizcram outra. Ell<
........'" experiencia dcalcs ltimos tem- cuienlos, esforcam-so para 1
pos. I protestara caraira os (actos, ellcs
dez anuos quo a civilisaco dcbaldc re- curam concilia-los com o estado ^> ral do 1
bro poltico, e, quando ellos ahi tora
e consagram-n
Nessc da, o (acto so transforma e chega o
lo que vos amaos tanto,
.'ia 1 assira que ros com,.; i rol
hor, concluido dcstas j dos congressas. i'm s, entre todos, v 1
o vos SalisLlZ, o de 1815.
li i
clama da Santa Sede reformas e nova-; leis mais
adequ i las as exigencias do seculo. lia do/, an-
a-a Sania Seje emprcga subterfugios pa
Si, sem o respeilo que deveis a Santa Sede, l^i, dizeis vs, escapara urna
oo bispo, mas lo- pod isa red lar em uma obslinaco muito Cao, revolu^es, guerras, & ronquislas; tlli
discutir com o jor- perigosa para nao ser dictada por motivos supe- aaiia restituir os direilos vi
e ii is
e coleras com pa-
vo isa
throno em Pars, em Vicnna, em Ma Irid.. Tan- pondos tes : E' uma obra do que so pode
lointcressai Inglaterra, llussia e Prussa, zar summaria c implcliraenlc. o
como Franca e Austria quo o augusto lepte- \ Muilo suruDiariamente, com effeilo, se qui-
senlanle da unidado do ealholicismo nao soja zerem tomar par modelo o vosso modo do dis-
consirilngido, nem humilhado, nem subordina- cut-la I
do. i E tonda tarabem para que nao soja cons- Quanlo a nos estamos nle prepa-'
(ranoirfo,Ihe lirau por torca una parlo de sous, rados : ra entrar nesia arena, porque, desdi
priineiro dia, nao ho9iiamos ero erapresar toda
ra al-
Esla los.
Para iioser humilhado, O collocais na posi.o
d'um pai do familia, quem seus filhos fazm
porcm inlcrdiclocomo incapaz, pagando-lhc com-
i Jo urna pensao, sem tribunal quo a isso 031
obriguc. sc um d'elles recusar pagar a sua pari.
Era lira, para nao ser subordinado, dependente,
oreduzis a nao ler pcuiso algum, a estar para
viver morco de lodi ;do seus (subditos ro-
manos, se ellos se nsurgirem ; da miinicipati la
de, se o Papa vier a dosagradar-lhe, do exercilo
a especie de re.-v
federal.
que, se um da a conscie.icia obrigar o
tv o era declarar ra ismo que
contradiramos algumos das asserces do autor
anoiiymo. Vejamos pois sc, por acaso, nossas]
criticas so encoulrariam com as vossas.
i .Nao, inleiramcnle.
Nao vimos nossas paginas nem os csopkis-
'"as > nem es conlradicoes flagrantes, iteraos
palpaveis absurdos.' que, em nofsa opinii i,
!''*,','", "" a;i1,11' fuma consciencia Orine du suaj
o ludida le, o da siraplieidaVo de seus Icitores.
Alm de nao c mvir-nos esta grosseria de juzo,
de novo con ios, anda cora risco de s
provocar em vos um scnliracnto de pie ia I
que
Papa a contrariara U racao, o pora ao primei-
rosignal desla no casi'.lo il i Santo Angelo : om-
fim di-lo-hei, nao obstante meu respeilo para nos impossivcl encontrar na celebre brochura
com as grandes potencias calholicas, a merc da alguma cousa alm do que "ahi existe defeito, islo
Franca, d'Austria e da llespanha ; porque no- urna grande elevaeo do pensamenlo junta
nhuma pdc assegurar-rae a impossibilidade jas uma rara eloquencia', uma profunda dedicaco
revoluces, nem dos dcsconlentameiilos ecapri- Santa-Sede junta inlelligencia dasn
a modifica. "io, que toda a coucesso ao espirito
'!l-'" i provavelmenle incoinpalivel com
a iuli >xuilidadc do dogm i l
adianto affirmaes que a t nunca con-
demnou o patriotismo t e vos ufanaos por pro-
varque duranto dez 'culo-; nao houvo na Italia
Italianos mais patriotas do que os papas, o que
sem ellos ha muilo lempo que a Italia estar'
lem." o. ..
i i de ior, e o sabemos lam em
IDO 1 S.
id es iin 11 que os lempos nao sao
- unos, olr'ora vio-se sem duvida giaud -
papas, ponlili ., n guerra
contra o estiaiigoiro o, e ai caso urgen lu erapu-
iiharera larabem a espa la.
Em 18(3, o augusto Pi IX >o!ictad) a que
lisse |uo o se.i povo lomasse parlo na
ia independencia, osorevia que a pozar de
IS rdeules pela causa italiana nao
po li i es (uccer que era o pai commum de lodos
os fiis, dos Austracos como dos Piemontezes.
. muilo antes da brochura elle di/ia que :a mo
do pastor e so devia ciguer'paro abeujoar'c
nao para ferir.
11 les, ; ir cons f tint \ \ le sem enl \ \ven o
irso da Santa SJe a Italia apoza r de lodo o
seu palriolisniu estara anda auslriaca.
Na De is nos deffond i qao o iscmos las-
Esta pi i lerenca m,
d li,. auieule de acha-la expressa por u
a. Como 1815 resliluio direi las I
sim, i.~to verdade, foi o c ngress i tienen
que eniregou as romanhaa ao ;<.<, -\ mas f-u i lie
tn |ue s icrificou a na:ioi ma <
que livrou-a d'Austria I \. re*:a-
belfeeu sua superioridad^ vos -
nhor .'
Seria ene! abusar de urna palavra
i ardor da polmica oque vossa i ms
co-1 sem davida alguma, tem ii con., n Ka
i asist remos. Limlar-nos-liem
lar se a Europa lo 1813, ni
os (actos acontecidos e restitua idas so
los violad i
in horaens de estado qi ; i i o coi -
giesso de Vicua liiarara grand
lambera, dos (actos acot
inquielarcra com os antigs diieil de ..
li .. i d-' pre ten denles, elles cu
dalli Iravez a costa da Lua
tal reino, dmuiuiram ouiroe nao
peranlc o novo principio que ros invoca .
divisibilidade dus territorios. Inlerrugr i i
mar, senlio elle perd u n N r ga, e i
monos i oderoso o mono i respei
Nao 6 lud i : ,i ,- i ;-.. .
a sua igiioram a laUcz, um i -
i cacao, nao chega mesmo i recom li ii -
novos com os direilos anlixos. Suas
vientos e esses progressos lu poder, que declaris
ra ii' alnienle ucoinj aliveis cora o governo pon-
i? o bem, o mal, o que assim chamis ?
O que queris vos di
peranlc a raqueza
do Sanio Padie !
Pois bem, seja ; um congresso lem todo o
po ler .- mas isto quiz nunca dizer que ello lenha
lodos os dinilos ? Nao so podo ser lodo podero-
V principio, diz is, o poder ponlificio deve so e comraetter iniquidades, que infattaram a
vjversen exercilo, I. ; 'que? Que principio o
inhibe de ler um exei lo, nao para allacar, mas
para defen e proteger a crdeni pul
Poi |ue m divo ser-lhe-hia recusado o dircilo de
legitmt defeza?
Sci quo elle muitos Reculos viven sem ev i
e comtudo vivia, enlio, mu honrosamente na
Europae ta mundo; mas hoje, verdade, os
li mi os mndaram. Depois que os revolucionarios
pozeram em rogo a Italia, e que sessenia anuos
de desordena poltica* o soriaes perverteram lo-
das as nacoi S do dircilo o perturbaran! toda a or- dgo tonho
.dem europn, 6 misler exercitos de 500 mil ho-
- em plena paz (ara guardar os mais foitos
Estados; preciso que em luda a parle,' nao so-
menle em Roma, porcm, repelimos, em lo la a
paite. < n furea material venha supprir a insum-
a da autoridade moral. frPois bem; porque
n'aim tal lempo, os Estados Poiilillios nao po-
d< i ni ter lan i : pata defender a
ordem o a justicia ?
.Nao, dizeis vos, o pu ler temporal do papa
nao possivel senao sera actividade e sem pro-
gresso: elle deve viver sem-magslralura... epoi
n dizer sem rodixu 0 sem justica. ,, E por
. 'I'ie
historia ?
Vos recouheceis que a insurrelco dos povos
da Romanha c uma revolta contra o direito. o
fado consummado era por tanto injurio : pois
i um fado injusto, quando se fraco como o
papo, | I sofircr-se ; quando porcm so om-
nipolenlecomo o congresso, ou nao regstra-
lo, ou deshonrar-sc.
congnsso nao so deshonrar ; o quanlo
mira, bem que a brochura queira de anleino en-
cadea-lo e Iracar-lhea marcha; quanto mira,
ojia confianza nos uobres caracte-
res, i is Ilustres diplmalas, que a Europa elle
enva.
Mas, quanto vos. nina iniqudade, a sanccBo
da icvolta, a introduccao solemne do principio re-
volucionario no direito europeo, mn insulto
- as soberanas, a ronsagracao da (orea, um
le abandono da fraque/.a, eis a obra, que
propOlldeS ao congresso.
ino produzis em
clios mu facis a prever.
Ilurailiaco e depen Iencia, aviltamenlo o ser-
vido, ei, pois, em definitiva, o que se quer
' para assegurar ao augusto chefe da calholicida-
de a segnranea o a grandeza.
K o autor'de ludo i-io -.< piedoso, mas in-
dependenlc, 4 calholico, sincero .
Concluindo, ello ndica, com uma religiosa so-
licitado, os novos devores de algunias com mil
almas de subditos deixadas ao Papa. Faz de
liorna uma edado paite, uma especie do inos-
teiro, culo exila o Pana, como deslerrava-sc
oulr'ora, em algum canvento, os reis rahecis :
e dos cidados romanos um povo fiado, um
povo despido do lodos os iuterossos c pai-
xOcs quo agilam os oulros povos, c nicamente
volado gloria de Dens ; um povo sem oulros
oazeres seno a coulomplaco, as artes, o cuito
das grandes lembroncas e a prece; um povo
era rep iuso o lecolhido era uma especie d'oasis,
onde as paxoes e os inleresses da poltica nao
chegaro, e que somenle gozar das doces o cal-
mas perspectivas do mundo espiritual ; leudo
comtudo cala hornera desle povo semprea hon-
ra de chamar-so cidado romanociis ro-
mn us y.
A's mil raararilhas ; gracejis com delicadeza,
mas si, apesar desla poesa, si, apezar da doiura
do vossas ironas, esse povo qulzesse entender
que tudo islo, como queris? Porque, Sob
esto rgimen, os dogmas sau as leis. De cer-
to a resposta es'.ranha.
Mas quo ? Por ventura os dogmas calholicos
I.' mister ver os argumentos,
apoio desla solucao.
OS peds historia e gpographia ; e dizeis
o territorio da igreja nao indivisvel.
E nial pois o territorio indivisvel sobre a
Ierra contra a loica, contra* u revoltasauccionada
por um congresso ?
Indivisvel masque queris dizer com isto ?
Ha uma
. nacionalidade, uma soberana, uma
lespensam uma nacao qualquer do ter lois, um propriedade qualquer 5 ha ura campo anda mes-
go. una juslica? Ou antes, ?S boas leis, om 1 mo o tU> Nabolh, une soja indivisvel por sua na-
boa justica serian) mcompalivcis com es dogmas ture/.a L nao
soja
coiilipcois que assim
orgueis um
calholico-, ? Explicai-vos
Finalmenle, 111 nao si i na verdade so o autor
- eulcndc hem o que quer dizer, quando escrCve
quo sob cstP rgimen, os dogmas sao as leis. s
Sem di vi dogmas sao leis | ara a inlelli-
gencia; porra leis nao sao dogmas; o quando
fallis da inflcxibilidade dogm itica do direito ca-
nnico, ignoris absolutameitle os primeirosele-Ipois, os cogressos europeus "reclamar 'cin vo
memos das cousas o da lingua, que fallis. 0u nao reclamam mais?
Ser preciso, dizeis anda, por cansa dos- A Europa, dizeis vos ainda, que sacriicou a
ses dogmas, que elle se resigne mmoblida- Italia era 1815, lem o dircilo de salva-la em
1860.
diversamente son titulo do cidado romano ; so
um dia .-.o fatigas3C de vosso oasis c deesas doces
o calmas perspectivas do mundo espiritual; so
nao lho agradasse viver sempro em nm mostei-
10, se so rancasse de sor para serapre, como
dizeis ainda, desherdado dessa nobre parto do
actividade, quo era lodos os paizes c o estimu-
lante do patriotismo e o exerccio legitimo das
iaoiildade do espirito ou das facilidades superio-
res do carcter, so ello noquizessc mais papa,
finalmente, o que fatieis vos ?
Coiislrauge-lo-bieis, porqua admiltstcs aqui S*
o temor. E o que far esse povo no conslran-I
gimento dessa nova endiosa existencia, qnein-
ventis para elle ?... Porm que vos importa
isso 1 Nao vvereis ento, vos ; mas o papa
vivera. Como o papa uinpai c a Egreja uma
mai, dizeis vs, elles sabero viver no meio do
odio e dos uilrajes de seus subditos, reduzldos
pela applicac.io do vosso ridiculo c abominave
gencia
des o dillcul lados da sociedade moderna.
ral nao lio vosso parecer, Monscnhor, e de-
claraos son circuiiiSpocjo, que nem os princi-
pios que ella eslabelece, nem o aleo que quer
a lingir, nem os meios que indica inorecoraui a
t ossa approvaco.
E' muilo absoluto; islo justo?
E do misler acompanhar-vos > iri p 1- u e
ver so vossas apreciacoes despidas deca
chrislaa, tem seu favor algica e o raciocinio.
<.< Comecenios pelos principio-.
0 autor da brochura, tratando do poder lem-
poral do papado tinha concluido: Este poder
nao possivel a menos que nao esleja isenlu de
todas as condices ordinarias do poder, islo ,
de lulo o quo constituc sua actividade
volmenlosc progresso.
<.< Esta concluso vos indigna,
- pacifica do piedoso e bilrarias nao satisfizeram os po 1 re-,
sanio pontifico. Julgamos, pelo c mira rio, que |o dahi, a lunga heranca d
- que nos ti locada.
existencia
Mas o que quo pode viver ueste
do todas as coudires ordinal ias da
Que actividade esta, quaes sao osles desenvol-
v montos o progressos do poder, que declaris
un o lipaliveis com o governo pontificio? E'o
bem ou o mal quo significis com oslo nomo?
E' o bom, Monsenhor.
Soria realmente penoso ler do entrar nos
delalhcs de semolliauo examc. Dcvereis ler
coraprehendido quo secretos e generosos mol-
'idcncia n isiolhe Un ha revelado u
novo papel do Papada n is lempos modernos.
I I sej ni un i-, :^pnsciilior, na 1 ser os nicos
a ; d :or i ir-11 os lesi rande lo o d
palacra, e nao ser forc.ados a misiuar a
como n Sanio i' I ilendc d'ora em dante a
ideii a mi js j d 1 igreja.
Urna ultima palavra e temos I rraina '. esle
priineiro ar
Nao queris que (aliando do sediga
quo uma autoridade que reina em nomo il
i' 'os. ''. um crirae, ex la uais vs, uma (ra-
queza o uma irap : ;: 1 reinar em nomo de Dos
per 7 uc 1:1 reges regnant.' Devcr-3o-ha riscar es-
tas palavras dos nossos Hvros santos? c qu ndo
03 reis, nos imperadores declarara reinar por
desen- qraga de Dos, diris quo isto apenas nina for-
mula c u m negocio de eslylo ?
- Nao, Monsenhor ; porm se os imperadores
o os reis 1 inam em primeiro lusar ( fia graya de
lieos ; reinam tambera o< la ronlade uacional,
quer ellos o reconln rain quer nao.
Aqui leudos pois estes principelos da bro-
chura quo atacaos com tanta veheuiencia. 11 'sla-
nos vr agora si, co comanla cndale
o spu absurdo sobrepujado pela iniqudade dos
meios. ,
II
Senhor.
1 \ is assim os m -ios pie apres
I brochura le Pape el le Congrs se resignar aos
exelara os :
mundo (ra

vos o cscriptor evidentemente obedeccu nao 11-
sisltndo sobro esle ponto doloebso.
Oual a actividade quo e iiicorapativcl con, il is e ibes dar scco moral do iiinadociso
o governo puntllelo '!
Pergunlai-o iodos os escri plores, ainda aos ,
calholicos, peiguniai-n principalmente historia
desios ltimos sessenta anuos, ludo vos res-
ponder: A actividade poltica, a actividade
commercial, a actividade industrial.
Quaes sao os dcscnvolviuaenlos o os progres-
sos? Fados os dosenvolviuienlos o todas os pro-
gressos que demanara dos principios da civilisa-
humana.
< Nao comprehendeis
le mundo lora de lodas
da existencia?
que sc possa viver nes-
as condices ordinarias
europea. >>
Uma igual soluco vos parece impa. Ella
: iviica uma in liguaco qual, Senhor, ter-
lil il de ni 1 alien ler. Vossa elevada
- obrigava Lalvez menos de virulencia
..... a, vosso passadu a raaisde iudulgeucia po-
ltica.
<.< O il invino liaba dito: llama est se-
parada do lacio, alguns mezes; da autoridade do
Papa. '. -i"i esta separaco lem para cila a im-
(ori /1 / do fac 1 a lo.
E vs clamasles: Nos conhecemos a vio-
Oc mgresso de 1860, firme lo 1 111 n
Ihores condic es, n pudiar as
dado. i. le 1 \ iniin ir cu... m|
; 1 d lodo*
i' ', se o poJci np ral a
ser diminuido, elle nao deve o s> .
caso, do modo quo comprometa sua
dencia.
A cholera n 9
Coin um pouco mais d saugue :
res quo o autor da broc .
c miado : o de >ah ,1? lano [uanlc
poder icmpor..!, ressa u
ea,.. n mudo elle disse : Entregar ,
1 a raos ao papa, seria lavar um 1 .
eo po ler moral do catholicismi
, ; se 1 tal seria um dea islte
Iriumpho, cll i nao jutga a
lempo, elle a expde Seu ; uto
a Europa reunida locar resi .
v< A Europa decidir se a posse
nos, no estado actual, indisj
teiiQo da soberana daSanla-Sedv.
Q talq 1er quo for essa decisao.'to los 01
men.- de boa f admiltiram que odirel 1 da I .
ropa reunida era 1860 o pelo me.
Fon.;.., de 1815. Fstais livrc
cias, senhor; mi i j que rus
1 : 1 conjcresso que foi 01 ,
consagraco de nossos deferios,
testar a do congresso que 1
cuoacao (le nossas victorias.
icas a Dees, a academia onde rus
pas (o bem ros*
hoje {uo so glorifique diaule
pouco ura do seas :.,
-_ r Alexaudre, o patriota
llo era na realidad 1 senao a hu .
triolismo ranee/ .
- [Independ
ca Y Has esta vida segregada da hu-1 fcncia do facto acontecido; mas al esso dia,
maniilade lem sido, de ha muito lempo, a gloria'pelo menos, ainda nao conheciamos a autorida-
0 vigario de Jess Curalo, e, por consequencia, I de. V. autoridade. esta grande e santa cousa
l?TLRiOi.
C iRRESPO.NI
1.
principio lerrirel, que eu peco Providencia que \ systema a ser parias no seio da Italia, os ltimos
nunca (acrecahirsobre vos? dos homens conslrangidos conlomplaco e
prece.
Eis o que queris fazor. Porque nao o dases-
tes desde logo e sera rodlos ?..,
E' porque a Polonia nao era indivisvel por sua
natureza que ella foi miseravelmenle dividida
entre a llussia, a Prussia, o Austria ; quf a Fran-
ca e a Europa virara isto oestes dcimo ilavo
ulo lao gabado, sem dizer palavra, o quede-
do.
Vos vos chamis calholico. Portanto a inflexi-
bilidade dos dogmas e.-l no vosso como no nosso
symbolo credo-vos condemnado a ser immo-
vel?
Em que prejudica enlre vs a iuflexibill lade
do vossos dogmas ao movimenlo do lodos os pro-
gresses materiaes, agricultura, ao commereio,
industria, a illuminaco ga/, aos lelegraphos
ele. ricos e aos caminhos d ferro f
A Inglaterra fez progressos em ludo isto antes
de nos. Soria olla bom Succcdidase nos dissesse:
E'
Assim salvar a Italia, livra-la da autoridade
do papa !
Foi a Europa, arrescenlacs ainda, quem em
1815 dou ao popa os estados pontificios e as Ro-
mauhas ; mente.
Na verdade vossos argumentos sao prodigiosos.
Mas couheceis um s dos soberanos despojados
antes de 1815, que admita que foi o congresso
de Vicua, que lho deitseus estados, e que o fu-
turo congresso pode Ih'os retomar? O rei de Sar-
a desgrana do soberano temporal dos "Estados I que 6 fondada sobro o direito, sobre lodos os "di-
f""3- roilos, que 0 o direito mesmo, os o que vos fa-
laxardo culpado aquello que con- zeis. Eis ahi as violencias o as baixezas de uue
esfurea de por um lermo
a
a nflexibilidado do vossos dogmas quem entre ; denha. por excmplo, cujas provincias sc haran
vos retarda a iluminado gaz e os caminhos de | tornado departamentos franeczes, reconhece no
futuro congresso o direito de rcslitui-las
ferro ?
Felizmente oulras nacoes calholicas excederam-
na, ou ao menos egnalarara^na, de surte que es-
to bello arg miento Dea refutado anles de lias-
te r.
.Mas ha oulros progressos alm dos materiaes :
Em quo prejudica a nflexibilidado dos dogmas i
arte, sciencia, lilleratura, todos os progres-
ada iirlellectuaes e moraps ; e como ouzais dizer-
nos: a Beneficiar as conquistas da sciencia, os
progressos do espirito humano, ello nao o pode-
r : suas lea sero enradoiadas aos dogmas.
Cre-se sonhar, leudo taos^ousns !
Mas esse dogma, sao esses papas, aferrados
ao dogma ; quo dorara-vos e eonserraram ludo
islo, vos, ingrata Italia vos, Europa descui-
dosa dos vossos mais sagrados inleresses !
E eis comtudo os absurdos, cora que retine o
uma longa
conquistas
direilos vio-
Franca ?
A Europa, em 1815, escopara
desorden), revoluces, guerras,
Ella entendeu dever restituir os
lados.
Sobre ludo isto, vs nos empreslaes inlencops,
quo nao sao B8 nossas, responde o autor da 'bro-
chura : nos queremos, polo contraro salvar a au-
toridade espiritual, fazondo parte do fogo s
costas da autoridade temporal.
Reslituir a Romanha ao papa, seria grave-
mente allacar o poder moral do ealholicismo ; a
recuperafo da posse anliga seria um desastre e
nao um Iriumpho.
Nao sei porquo desconfo do vosso zelo, lem-
bro-mo vivanicale a poltica de uma oulra
poca:
Quando sc (rata assim um poder, diz franca-
mente o jornal a Prense, declara-sc abolido.
Porm destruir de um golpe o poder pontificio,
seria uma brutalidade, quo o mundo nao esl
anda acoslumado. Tirar o papado liorna im-
possivcl principiar, proclanra-lo incapaz em suas
provincias, suppiimindo nellas seu poder, e ca-
paz em Roma, deshonrando-o, era uma inven-
cao muilo rara para nao merecer as honras da
descoberla com a de ebegar ao fim com peque-
o barulho pequeos passos, mas infallivcl-
tnpiile.
E'a rriasma poltica do 1800, com a differen-
ca de queein 1809 era o papa violentamente
expellido de Roma; hojea broihura propoe siiu-
plesmento nclla fecha-lo.
A expulso nao foi bem succedida : o encer-
ranienlo seria menos escandaloso, e Irlvez li-
vesse bom xito.
Devenios confessar que tudo islo seria curioso
se nao fosse espantoso ; ; e que temos habis
adversarios. Ns nos esforzamos em provar-
lhesque o papa deve ser livre, indepeudente,
soberano o respeilados ; alies respondem-nos
que sim, e que o proclamara tanto ou mais alto
scicnciosamcnle se esforca de por
osla desgraca o perpetuar"essa gloria ?
Nao admittir larabem, Monscnhor. que o po-
der pontificio dera existir sem exercilo. Que
dircilo, pergunlao vos, Ihe reda ter um exercilo,
nao pata atacar, porm para defellder-se e pro-
teger a ordem publica?
Nenhum, cerlamente. E, neste ponto, o nos-
so nico embarace ler do responder-ros, o
ros a fazeissahir: eis ahi o que vos Ihe dais pa-
ra fundamento o para base aos olhos de loda a
Europa.
a Pudo sso 6 muilo bem dito. Mas natas pes-
soas, c t>3 somos dosto numero, leriam prefe-
rido, nestas graves circuinstancias, ura pouco
menos de efieitos oratorio?, um pouco mais de
raciocinio.
Vos fallaos do direito : maravilha, Senhor,
mais polidainente possivel, quo os nocessdades 1 mas vs uo o defins. Oue direito o
vosso,
definitivo? Ahi ha lanos: o direito da igreja,
o direto dos principes, o direito dos povos, to-
dos direilos diflerentes, e infelizmente, rauttas
vozes contrarios.
Vs firmis a autoridade do fado acontec i 1,
da polmica exigirn) que compulsasscts um pou-
co vossa memoria, lia mais de onze anuos, a
Franca nao tem deixado passar um dia sera re-
clamar encarecidamente do Santo Padre a croa-
jjao do um exercilo pontificio, que garantindo a
oidora interior, devia lor como priineiro resulta- voso chamaos a o grande meia revolucionario.
do fazer cessar a oceupaco do tropas estran- Oual pois o fado acontecido ?
geiras. Vs sois da academia, Senhor, e, com este
Vas instancias. titulo, couheceis bem o rosso Horacio? Vspa-
O govcino romano naufragou em lodas as rece quo o poeta lalino, qiioixando-se do seus
suas lonlativas para esse lira. Porque razio? E, loitores quo nao achara mrito em uma obra lo
como o pretenden) alguns advogados estudiosos, anliga, lhes perguntara com raiva : Qnantos
lorque o espirito das populaeoes italianas re- anuos sao precisos, justamente, para criar urna
pugna csseiiciulmenlo cora lodo o servico mili-
tar ? Mas o ro do Piemonle, mas o ro de ap-
les, sob estandartes c ora condices muito dille-
rentes, muito bem conseguirn), segundo rae pa-
rece, reunir tropas indgenas de um valor in-
conleslavel. Nao seria antes por que todo o exer-
cilo impossivcl desdo o movimenlo em que o
arada do que nos, o para isto quo (azem do pa-1 collocam era condices excepconaes e que se lho
pa ? Lina especie de dolo surdo e raudo, en-
cadeado e immovel no meio da cidade de Roma,
immovel sobre sua pedra sagrada.
Vs lendes, senhores um modo cslranlio de
inlerpelrar o Tu s Pelrus el super hanc pe-
dram... Mas acaulelai-vos : esl dito desla pe-
dra que quera nella topa se quebrar. Super
quem occtderil, conterelur.
Nos nos osforcainos em provar-lhes quo Ro-
ma, a Italia o a Europa nao podem prescindir
do papa, o ellcs respondem-nos : Pensamos co-
mo yus, p guardaremos tambera o papa era Re-
tira o mais poderoso dos incentivos, o incentivo
nacional ?
Qualquer que soja o motivo misler lomar
um partido este respeilo, c talvez, em ultima
analvse, esses resultados negativos leuhan sido
propicios no sentido do que manifestaran), uma
vez por todas, qual devia ser d'ura avante a prin-
cipal, a nica, (orea do papado.
Nao sao soldados mercenarios com grande
tiabalho reunidos, que podem em qualquer lem-
po defender em nome do papa, como o dizeis, a
oidera e a jusiicu., Ainda esl era questao que | mente e sera agitanos,osina prtanlo' qu lo-
bella o honrosa anliguidade 1
O que era do boa discusso em ll-ratura,
lalvez era poltica.
One responderas si as Romauhas vos apre-
scnlassein a mesma questao, sc ellas vos pergun-
lasscm vossa vais, quanlos aimos sao preci-
sos, juslaracnle, para legitimar um fado acon-
tecido ?
Alguns mezes nao vos baslaram? Entre-
tauto ellos bastara, em oulro lempo, para mais
de um vcneravel prelado para aceitar era Praiica
factos da mesma natureza Nos conhecemos en-
lre oulros que tem subido sera mulla repugnan-
cia ao governo de Jenillet, esse facto ac mlecidol
Nao .'vituperamo-los, pelo contraro. Elles
coraprehendiam ento as lijos da historia, que
sem desconhecer o alto valor da Iradico, a fot 1
ional dos poderes que so transmitiera de
idade c idado e de goraco em gorajao, regular-
a.vSDil DlAlti.) I.i. I'l RNAV -
BUCO.
Para l ile junen-.> de 1 {!>.
I
Meu charo amigo. Estimare! que li
bo& entrada do novo aun 1, e que d .
s.'in pesar algum. po, com ; ;
iao ternrel para o Imperio da Sanl 1 Cruz,
ludo o seu longo reinado u .
saudade.
11
Sempro rari dizer que os ', imens,
Cam-M vida do mai, i 1 os M lis inl
que o mundo sustenta n 1 sen s ciV" 1 o -
prosliuioso seio ; so islo ora veri
eu nao o sabia o nem podi coinpiehon I .,
tenia a verde idade em quo m'o contaras
desics das, porcm, sem o querer, liraei 1
juizo, e ado qne aquellos que, com i,n 1 1
uo m'o fjlluain, tuilura razo ao ten re
pensar.
\ asava o ni Cuajar enn uma 1111 Mtw 1 !
do tal niluie/.a, que moitoi ea isoa gnw :
rairacao,esse phenoaena at enlio u
Dan pouco apparecei, I ovada pelaewn
ura inoiiiuo do dado fttaaUu Buito de tele ai
dentro de uma montara, gritando fjoe lho acu-
li.-srm.que a .-ua mortoea inovilavol. l\,
esto infeliz ^iiasi encostado ao vapor latotif,
linnando wmpre a gritar, c Binguem m ir!
para s3lva-!o I
Oue deshunniiidnde ?
Ouando mesmo nao livestsm os honwM obri-
gaco de salvar-oseu proxim 1, e este a din,
exigir o cumpriinenio dessa obrgaco, ahi
o dover moral que arada baai >Ue contra asa l :
procedimenlo : ah existo um santa irecnto im-
posto pelo m utyr do Goigaih, a que o* ho-
mens sao obriga los acumprir rigarasimaalo.
Para que o menino nj ntorreaee, miati
que rogassoni a mis malulos, quo aessa
passavam, para irera salvar a ianocenci la cruel
indiffcrcn a d' saos homon..
111
O porlugiiez Mallos que fo baleado em Hasa-
rpih era occasiao que eslava (izendo aierckio
o ll. balalho de infanlun, ra a molhor 1
perara salva-lo. Esle pobre hornera eslJodpscm
1


DIARIO DE PKRNtWIBITCn. SEXTA FF.ITU 3 DF. FF.VFRF.TRO DF 1860.
(3)
recurso algum, o nosso digno presidente Dr. S
e Albuquorff&c ordeno" que fosse soccorrido pela
Santa Casa da Misericordia. Consta-me que o
Dr. Moreira, cnsul portugus, promover urna
subscripcao em. favor daquelle infeliz, que ein
nada coricorreu para o funesto ceso que inespe-
radamente acontecer.
IV
O commerno, esse principal wagn da civl-
sarao do mundo, nao lem seguido nesta provin-
cia urna marcha, rogular como era de esperar.
Anliganicnte nesta capital era tanto n commer-
cio, que j havia falta de armazens para os rom-
nierciantos estabelocerem-so, e ofierecinm todae
qualquer quautia a alguem que livesse algum
para alugar : entretanto actualmente ve-se ras
inteiras com armazens fechados e nao ha quem
queira alugar!
O negociante I/idoro Ferreira d< Costa que
possuia una das mais bem montadas lojns, fe-
chou as portas e requeren uina reurtio dos seus
credores, afim quiei de Ihefazerem algumacon-
cessao aos ligamentos; e segundo son informa-
do acha-se bem alcanoado para com os mesmos
credores.
No pude ainda atinar com a causa que produ-
7o um negro manto, que de certo lempo a esta
parle, cobre o meu bello Par ; pois sondoapri-
ineira provincia do Itrasil em riqueza, e conso-
guinlemeite dovendo ser urna das primeiras em
eommercio, est entretanto a esse respeito, em
completa decadencia, que faz desconfiar um ro-
gros.-1 inesperaio.
Permita lieos que nao cheguemos a um ponto
Para. Alm do que diz nosso correspondente,
encontramos mais o seguinte, na leitura dos jor-
naes :
No dia 3 do crrente voltou a ennhoncira
Tbicuy, conduzindo o capito-lenenlc Jos da
Cosa Azevedo, encarregado da commissao de li-
mites com a Guyanna franceza. Sua viagem de
ida foi de tres dias al Caycnn, aonde leudo sido
posta em quarentena, o cnsul brasileiro saltn
para o lazareto, e ella rogressou a esta provincia.
A cidade cobre-se de pomposas vestes para
receber a visita de S. ^. I. c II. o archiduque
Maximiliano. Urna commissao, composta dos
Sis. biriio de Jaguarary, vice-consul austraco
Joaquim Francisco Fernandes. Augusto Eduardo
da Cosa, Dr. Roso Danin, Jos Joaquim da Gama
e Siha e Dr. Jos Coelho da Gama e Abreu, foi
nomeada polo Exm- Sr. presidente, para tratar
dos arranjos do palacio do governo, que dever
servir-lhe d<> residencia.
Maranho. Fallecen, na cidade de Alcntara,
no dia 10 do corrente, o Exm. Sr. barito do S. '
Bento Dr. Francisco Mariano de Vivcros Sobri-i
nhn). Sua morto foi verdaderamente sentida por!
lodos os seus amigos, com especialidade o parti-
do conservador de que era eliofo.
I'iiuhy. Achata-se concluida a cleico do]
districlo do Centro, sahindo oleilos : Dr. ileolindo '
Mondes da Silva lloara, Major Manoel M/idesto I
da Assiinipcao, coronel Justino .los da Silva Mou- \
ra e Dr. Poli loro Gozar Burlamaqui.
No dislrirto do Norlo, foram eleilos: Jos
Alvares de Souza, Dr. Gandido Gil Castello-Bran-
co, coronel Joo Raymundo de >;illes, e Dr. An-I
tal, que nos vejamos obrigadns a tancar uo dos: 'o1 de Sampavo Almendra.
productos que a natureza espontneamente brota, I
pois ser una verdadeira desgrana, porque os fi-
Ihos osqiiocer-se-hiam das mao=, os maridos das
mulheres. seria um dia de juizo, mais tenebroso
ainda do que aquello que nos pinta n biblia sa- i
grada ou o apocalipse do S. Joo.
Y
No vapor Paran que espera-se dosul do dia
7 do crranle, tero passagem para os lugares de
suas antigs residencias os iufelixea morpheticos '
que para esta provincia vieramcom o fim de Ira-
tarem-se no lazareto do Faracary.
Esta medida, ou antes esta obra de enridade,
acaba de sor oblida pela solicitudo do Exm. Sr. i
Dr. S e Albuquerque, nosso digno presidente,
quern muito ioteressou a triste sorte desses in-
elizes.
O Sr. f osla que grandes serviros lia prestado
a humanidad* com enormes sacrificios seus, le-
vara avante oseu intento, so fosse anidado nes-
sa grande philanlropia ; pois se alm de algu-
mas ifnaolias que o governo arbilrou para os in-
felizcs morpheticos, Ihes tossem ministrados to-
dos os medicamentos reclmalos pelo Sr. Costa,
orno preparativos para a applicacao da erva pa-
racary, cnlaoereio que mais algum resultado se
obteria. Todava diguam o que disserem, ine-
gavel que o Sr. Pereira da Cosa c sua consone,
muilo trabalharara em prol desses infelizes, e
algumas curas obliveram com o resultado do
sen medicamento.
VI
No da do Res tiremos urna bella testa mar-
tima, urna completa ovacao ai rr.agniffce vapor
Mandos aportante companhia de navegaciio e
commercio do Amazonas.
Eram nove horas da manhia, quando o Vanaos
parti com direceo a ilha de Culijuba, le-
van lo 'ssenta senhoras e cenlo e qiiarenta
cavallefros. entre os quacs o presidenta da pro-
vincia, rnmmaiidaute das armas, rheo da esta-
rn naval, nommandantes superiores da guanta
nacional, chele de polica e muitas nutras pes-
de representarlo.
Passou-se pela frente do Arapiranga, rodeou-
sc a ilha de Culijuba c fundeou-sc por alguns
momentos no Pinheiro.
Dcpois foi-se at Jaguarary, onde militas pes-
soas foram Ierra passeinr, de sorte que eram
nove horas da noite, quando ostava-se de volta
nesta cidade
Tanto o dia como noite favoreceram o passoio :
apenas ui i leve aguaceiro veio,antes para refres-
car os ardores do lempo, que para incom-
niodar.
Orno banda de msica tocara constantemente
tanto variadas pecas para se ouvir, como quadri-
Ihas, w.ilsas, polkas e seholischs para se dancar.
O vapor eslava asseiado o prompto para rece-
ber seus hospedes ; e quer o digno gerente da
companhia, quer o commandante dojfondos, c
os mais empregados da companhia nao ponpa-
ram esforcos para obsequiar a todos e capliva-
los rom stlencoes.
Oepoia do uma l/?.'ir,T rctaie&Q, antes do largar,,
servio-se um conforlavcl almeno ao meiodia.
Tomn a presidencia da mesa o Exm. Sr. S c
Albu uerqnc, sentando-sena cabecoira fronteira
oSr. Wandencolk, chele da estaan naval.
D ipois do muitos brindes coeluin-s; o pas-
6eio, locando a banda de msica o hyiuno na-
cional.
Bontem o Sr. presid-ntc da provincia, visitou
a colonia de Nossa Senhora do ', leudo ido na
canhoneira Ibicuy.
(i Parund trnuze anomeaco de juiz de or-
Cear.Sx ora coohecido o resultado da clei- i
c5o da Granja. Os eleiloros em numero de 78,
dividiram-se em duas laceos, que deram os re-I
sollados seguintes :
Prmeira Dr. Antonio Ferreira dos Santos
Caminha ID votos; major Joao Soverano da Sil-'
veira itt. coronel Jos Antonio Percira Pacheco
40 e Custodio Joaquim Moreira da Costa 10.
Segunda : Dr. Antonio Ferreira dos Santos |
Caminha 36 votos ; Joo Amonio Machado 36; i
Domingos Carlos do Saboia36 ; Justino Franeis- i
co \ i. :or 3G.
Continan) as qucixas contra os corrcios, nao
s da capital, como da interior, como se ilepre-
hende do Cmrense. Debalde procuramos a ra-
zodetaes filias, e nao a encontramos.
De Granja eserevem-nosem data de 18 do pas-
sado o seguinte:
Os assignantes do Ceareme csto milito mal
satisfeilos, porque nao recebom folhas desde 19
de agosto ; apenas no vapor passado ( isto o
Camocim) vieram 2 nmeros.
Pera ao governo que d providencias para
acabar cora esla irregularidad!'.
.t nao pedimos maisque remeta nossa corres-
pondencia; porque j cansamos, pedimos ao
menos que a administraco tenha a franquesa de
nao Bcoilai nossas folhas, e carias, e dcvolvo-las ;
porque excusamos a grande despeza no porte, e
0 extravio, ,>
Pelo vapor passado racebemos do Rvra. Sr.
padre Joaquim Pereira de Alcncar carta do Rio
Grande do Norte que nos di/, o seguinte :
Nao houve*c|iio:n recebesse desla vez um s
numero do Cearense ; grande desgoslo nos cau-
sa com isto o maldito corrcio do Ceai, para o
qual parece nao haver remedio..
Ha treis vapoces remellemos urna letra an
Sr. Flix Jos de :- 'uza no Rcrife sacada contra o
Sr. Dr. Alcoforado pelo seu ni mo o Sr. Joaquim
de Paula G. Alcofora lo.
Esta carta nao appareceu no corrcio do Re-
clfe, e l se foi com a letra.
L-se no Ceare/ise :
No dia 28 do passado ni p n laeo de Soca-
tinga, termo de Cascvel Francisco Rodrigues
nialou com um liro a Jos Francisco da Trinda-
de. O fado levo lugar de dia e no mcio do po-
roado.
Consta-nos lambem, que no Pirangi Fel-
zarda de tal foi assassinadacom una lacada por
Antonio Lopes Sombra.
Rio Graodedo Norte. Os jnrnaes da capital
nada do de notavel. Em onlra parte rao trans-
cripta do nosso correspondente do Apodi.
Parakiba.A Iranquilidade publica nenliuma
alleracao lem so (Trido. No termo do Inga e ci-
dade de Areia d isenvolveu-so ltimamente a va-
rila < a febre amarolla, felizmente sem graves
ostragos.
As chinas coinecrram a cahir, mas inuito es-
csssas anda, motivo que faz temer os homens do
serto
A safra do aasnear pequea nesta provincia.
EVIS AGAIsi-
Todo o excesso virios), quer se elle refi-
ra desidia, quer exacoo no cumprimento de
' deveres ; e isio appticavel aos pe 'ostros, que
! havendo sido por nos ha dias censurados como
omissos na observancia da providencia, relativa
1 aos escravos que fossem encontrados na ra dc-
pois das O li iras, hojo so ho tornado de unu
ro Brrelo de Albuquerque, Eugenio Conrado,
Joaquim da G. Tasso, Filippa, csrrava de Manoel
Leopoldo, Antonio do Reg Oliveira, major Jos
Pereira, 1 preso de justica e 2 pracas de polica,
Jos Lourenco de Vasccuccllos Chaves, Rufino
lavares do Almeidj, Dorio G. da SHveira e 1
criado, Antonio Alexandre Silva e 1 criado, Tho-
maz Lourenco, Jos Pinto. Dr. Felizardo T. R.
Brito, Emigdio P. T. Rarreto, Vicente R. T.
Barrero Jnior, F. T. de Carvalho, Francisco
Cielo de P., Ignacio Urbano da R., Jos Narci-
so de Carvalho, Jos Carvalho Cesar, Bento
Alvos da Silva, Luiz Francisco Goncalves, Ma-
noel Rodrigues de Paiva. Ignacio Alyala
Azedo, Francisco J. M Bolo, Francisco Joaquim
da Silva Guimar'ae?, Justino da Silva Guiniares.
Joao Luiz Pereira Lima e Joao Francisco Mo-
reira.
_ O vapor brasileiro Paran, viudo dos portes do
Norte, trouxo a seu bordo os seguintes passagei-j
ros :
Dr. Joo Ferreira da Silva, sua senhora, G li-
llios e (i escravos, Jos Vicente Duaite Brando,
sua senhora e 4 escravos, Joaquim da Clin ha
Freir, Bruno .1. Lobo Pereira c um esrravo Jos
roaquim Carneiro. Francisco I.ni/Correa, Cons-
tantino Jos da Silva, Ildefonso C. dos Santos A*-
meida, Francisco Jos Soares, Sebastio da Costa,
D. Joaquina Francisca do Carmo, sua mueca
meninas. I). Maria Joaquina da Silva, D. Geno-
veva Rosa do Paraizo <> 1 filha, Joao Antonio
Correia, Jos Antonio Corroa, Antonio G. da;
Cruz, Antonio da Cruz liibeiro. Antonio Camello |
dcOlhmda Civalcante, J. F. de Sou/a Jorge,
Joo c.uicio do Magalhaes, Jos de A. Maia, Joa-
quim L. H. Guimaraes, Dr. Jos lavares, 2 es-
cravos a entregar.
Segiiem para o sol : 2. tenent? Antonio Jo-
s Ramos, alferes Francisco Antonio da Costa,
alferes Jos G. Gomes, Jos B. dos Passos Lima,
Manoc'l Antonio Bastos, Joaquim Cesar Burla-
marque, Candido da Silva Pimenla, Francisco I'.,
da Silva Pena, I). Luiza P. Pecegueira, Feliciano
Jos Marques, Antonio Jos Pereira, Julio Schu-
neg, cadete Antonio Lopes C. Rranco, cadete
Francklin Tupinamb da Trindade, Pedro Jos
Nunes, Antonio Bezerra de Menezes, Hagnerico
Edu ird C. Padilha, Leopoldo Lele. 18 pracas pa-
ra mariuha, 9 ditas para o excrcilo, J cx-uitas e
8 escravos a entregar.
Passageiros do vapor braslieiro Peninunga,
vindo de Macei :Cyprano Hara Ramos, An-
tonia Aln ci, padre" Vicente Ferreira de Mona
Luna, Emidio de Mello Monte Negro, Joanna Ma-
ria da Conceico, Felisberto Jos do Espirito San-
io e sua senhora, Alexandrina Maria da Concei-
co, Francolina Guilhermina de Dima, .1. Bernar-
do Reg, Vicente Donato p. Jnior, Antonio Ig-
nacio de Carvalho, Adolpho de Barros Cavalcanle,
Elisa Galvo Carapeba, Norberla Maria da Con-
ceico, lenle Ro/.endo Monteiro de Lima, len-
le Luiz Antonio F. Jnior, altores Antonio M, do
Souza Lobo, 10 pracas de prcl o 3 mulheres do
mesmo Joo M. Falcfio.
M.vtadouiio publico :
Mataram-se no dial." do corrente para o con-
sumo desla cidade 81 rezes.
MoiiTALiiunr. no da 1." do corhkmt. ;
Barbara .Maria Ferreira Lope-, branca, huyo, 73
anuos, febre intermitente perneclosa.
Albino, prelo, 1 anuo, infiamaQ ).
Alexandrina Maria da Con;eijao, parda, viuva,
37 anuos, bexiga.
Marcoliao, pardo, solfeiro, 30 anuos, [riaUadc.
Joaquim Alfonso Ferreira, braneo, casado, 41
anniis, afTecco tuberculosa dospulmes.
Manoel, branco, 1 hora, convulqes.
Maria da Conceico, prela, soiteira, 70 anuos,
anasarca.
Maria Theo lora da Silva, branca, casada, 3") an-
uos, parto.
Hospital de caridaor. Existem 72 ho-
mens, 57 mulheres nacionacs, 1 homem estran-
'eiro, 1 homem escravo, total 131.
Ditas da caixa filial
Brasil .
Prata e cobre. .
do Banco do
32:000*00.')
1:0I3)95
Ris. 412:027$%5
Drmonstrnciio da emisso.
olas de 200$ 1* srie 83 16:600$
266:003
2a y 1330
" emeonta da emis- 1413
sao por substiluioo 120 580
lOOg 1 2a 2113 2i2 2,420
282:600
2.00'.)3
116.0009
rom bacalhio ; a Whatley FostW & C. Sigui
para Macei.
Navio sahido no mesmo din.
MaceiVapor brasileiro rersinnnga, comman-
dante MaiioelLobalo.
Editac
s.
21:200$
22:00
422:600;
2662
503 4,220
retiradas por su-
bstiluico ueste mcz. 800
3,420
> 203 11,900
<. retiradas por su-
bstiluico ueste mez. 1,600
10,300
IOS 46,820
retiradas por su-
bstituicao ueste mcz. 4,400
42,420
------------268:2003
211:000$
40:00.1$
------------17 LOOS
238:000$
32:000
------------2060005
468:2009
:CO0$
42i;200$
l:490:00c
o guarda livros,
Francisco Joaquis Pereira Pinto,
O Dr. Ar.lonio Witruvio Pinto Randeira e Accio-
le de Vasconcellos, juiz municipal supplenlc
em exercicio da segunda vara nesta cidade do
Recife e seu termo por S. M. o Imperador que
Dos guarde etc.
Fae.o saber aos que o prsenle virem ou delle
noticia liverem que pela polica foram aprehen-
didos 16 carneiros que andavam vagando pelas
estradas sem dorio, os quaes se acham 7 deposi-
tados em poder do pretq Jos escravo do arre-
matante da barreira do Hanguinhoc 0 em poder
do inspector de quarleiro do Campo Verde. Jus-
liniano Cavalcanli ue Albuquerque Bello. Quem
se julgar com diroito sos referidos carneiros
comparece ueste jiiizo dentro do prazo
dias a contar de boje, com sua reelamacao lega-
lisada c findo o dito prazo scro os prditos car-!
neiros considerados l>ons do evento, e como tal
vendidos ern hasta publica na forma do regula-
monto provincial de 10 de agosto de 1858 r-1
ligo l.
K jiara que chegue a noticia de lodosa quem '
nteressor possa mandei passar o presente que I
se publicar pelo jornal dcpois de publicado e
aOivado no lugar do coslume.
Dado e passado nesla cidade do Recife sob o
signal e sello deste jnizo ou valha sem sello ex-
causa aos 30 de Janeiro de 1860. Lo Francisco
Ignacio de Atlhayde, esfcrivao o escreviAnlonio
Witruvio Pinto Bandeirae Accioti de )tuc,i>i-
cellos.
Pura oPtirto.
Vai sahir por estos dias para a cidade do Porto
o brigue portuguez Promplido II, lado e
encavilhado de robre, de prmeira marcha e pri-
meira rlasse, por ler seu carregatnent > qasi
completo ; para o resto c passageiros, para o^<
quaes lem excellentcs commo-!<>., traia-s** com
Elias Jos dos Sanios Andrade & C., ra da Ma-
dre de Dos ir 32, ou com orapho.
Porlo c Lis!)oa*
Sahe com brevidade a barca portugu
mosa;., capitn Joaquim Francisco Pinh ;io, n -
irga e passageiros, para oque lem m
(icos commndos : quem quizer csrregar oa ir de
passagem, trate com o eapilao na pra^a, ou com
os consignatarios Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, no largo doOrpo Santo.
Para qualquer do9 [otos do norte atn
Araraty, rreta-se a hateara Douradinha
3,500 4,000 rrol as, n .:etn :
a tratar com Joao de 5 Fcrtao, ruado
Crespo n. 13.
Rio de Janeiro.
Vai brevemente sahir o brigoe brasil iro Du-
que da Victoria, eapilao Lisboa ,><< carga e
iil^uui passageiro, trala-se <^ ra da Cadei i
Recife, escriptorio n. 12.

ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 12.5723053
AtOVlMLNTODA ALFANDKGA.
Ldld
O
Vo'.umes entrados rom fazendas
< < com geueros
Volumes sabidos com fazendas .
< t com gneros .
2"!!
163
== 307
111
75S
809
bo-
phos para esta capital, rocahindo entro mil im exaeco, que toca a um nimio rigor.
incuso esquadro de prelendentes, na pessqa do i
Dr. Francisco Pereira da Silva Jnior.
Aleus meu amigo: at oulra vez se nao
roorrer.
O Vaqi-Tinga.
P. S.D'ora em dianlc assignar-me-hei o
Fag-Tinta e nao mais Diphiles, porque cha-
niara m-me presumido, impostor e quanla cousa i
veio ccciiola do cena gente, que se alimenta
de adulaco.
Rio Grande lo lorts.
lilla do Apudy, 2 de Janeiro de 1860.
Sieu Senhor.Hho pequeo espaco ha decor-
rido entre a passada c a presento caita ; mas c
culpa do homem da mala, que, nao querendo
traze-la do Assu por6jrs., a deixou all em qua-
rentena por tres raezes, c Picamos por todo esse
tcriripo sem saber o que ia pelo mundo. A final
de conlas uularam-lhe as mos com mais 29 rs.,
ccommodou-se, [esse de fcil contentar) e creio
que d'ora em dianle teremos correio, salva a re-
lacco.
Noyidades, nenhumas; a excepeo de alguma
linha, que nao vale apenas mencionar,de
nimis non coral Precelor.
L para a Scrra do Luiz Gomes ouve urna de
rnais vulto, e lhe direi o que me chegou aos en-
vides : o subdelegado e Antonio Cavalcanli, de-
legado supplento em exercicio, foram prender a
Vicente Brasil, e oulrns que andavam insultan-
do, suido um delles al criminoso.Os sugeilos
recorreram logo ,s do cabo, e pozernm trote o
subdelegado, que parece comprehender bem o
mdens imperat.
radn foi morto por Brasil, que lambem
Summum ju*, sumara injuria, dizi o orador
romano ; e com elfeito o demasiado rigor j
uma injusticia, que semine reprovada.
Os pedestres censurados passaram de um ou-
tro extremo ; da incuria pularain vexacao, do
modo que nem as oseadas ou portas dama da
propria casa dos respectivos senhores, querera
que eslejam os escravos logo que loquemasO
horas ; o que deu-se ainda um dia desses lilti-
mos, em que prendern) um escravo do Sr. Bar-
tholotneu Francisco Je Souza, de quem elle acha-
va-so espera na porta da ra da propria resi-
dencia. A nada so atienden, e o escravo foi dor-
mir na casa de delencao.
Disto decorre, que de ve haver um termo entre
a desidia e a. exaeco, que sao igualmente des-
convenientes nos seus extremos ; que deve cum-
prir-se o disposlo as posturas ou rcgulamenlo
policial, sem que seja preciso esse atropello de
quem acha-sc na propria casa.
Esperamos 0,00 os pedestres sejam mais so-
brios as suas prises, mesmo para o bom nomo
da polica, que para ellos c testa.
Hontein (31) renden a alma ao creador o
Sr. Joaquim Alfonso Ferreira, ajudanle defeitor
conferente da alfandega, que lia muilo ochava-se
doenle.
Morreu pobre, e dexa urna familia na orphan-
dade e sem o arrimo natural.
A seguinte carta fui-nos enviada, para que
reclamassemos providencias no sentido nella in-
dicado ; e para esse fim submetteino-la aprc-
ciaco da auloridade competente, que nao deve
ser indifferente aos abusos alli consignados:
Sr. redactor da Revista Diario.Por amor
aodom mais apreciavcl,'que pode encontrar um
ficou espichado, o houveram ainda qualro feri- Pn' de familia, o qual no nosso fraco pensar a
montos na tropa, que ia armada ccete. Ficou suahonra, pedimos-vos encarecidamente, que
preso um, que dizem menos ou nada fez ; cons- i queirais inserir na vossa conceiluada Revista,
ta-me se haver instaurado processe
A o 1 autordade muilo soffre nestas alta- ; "o" viara, para csie tazer com q
ras, sem forca, o que ha de fazer? O tal syslema
ida um se arranje como puder, te dado
Na tolalidadc dos doentes existem ?7 aliena- j
dos, sendo 30 mulheres c 7 hornees.
Foram visitadas as enfermaras polo cirur-
gio linio s 8 horas c 2 minutos da manhSa, |
pelo Dr. Doradlas s 8 horas e 2 minutos da
manha.
Falleceu nina mulhcr do ana/arca.
Communicados
No Liberal l'ernambncano de 30 do mez que
hontein lindou, 16-so sob a epigraphe fados di-
versos a seguinte noticia :
Dizem-nos que um irmo do Sr. Florencio
Jos Carneiro Monteiro-, oRcjal Jo noticia, so l rige para uma eummisso cm Pujen' de Flore,
', levando a recommendaco especial de trabalh ir
\ alli pela candidatura do Sr. conega Campos.
Temos ouvido dizer mais alguma cousa a osle >
respeilo, cuja veracidade procuraremos verifi-
car. "
Rogamos encarecidamente a re lic-'io do 7./C-'
ro que soja mais clara c explcita a respeito]
desta noticia.
Se urna censuraba administraco provincia!,'
seja franca c le<4, que nos encontrar na estaca-!
da para denioustrarinos a sua sem razo c injus- mo n"
tica.
Se pelo contrario nao passa de expanso de
odio implacavel contra um inimigo poltico, cuja
sombra setenio, enio permiltir a redaceo do
Liberal que nen'uuma rcsposla seria se lhe de ;
pois ningucm boje ignora que o Sr. conego Cam-
pos goza de influencia tal no circulo que o lem
elegido, e o ha de eleger deputado a asscmbla
geral, que nao necessila de que se calque a lei,
para ofira de o proteger.
Aguardamos a resposta, para enlo vollarmos
a discusso so assitn for mister.
Recife 1" de fevereiro de 186'J.
W.
MGBICIO.
DE
Hl IU/> l'Jila- I------"- ...^v... 1UJ011 ioiivluu **(> III I (OUI, 1 -----------'
s. um pedido ao Sr. subdelegada da freguezia da oins depositadas.,
nestas alta- \ ,ioa vista, para osle fazer com que seja retirada Letras caucionadas
PERMAMfBUCO.
EM31 DF JANEIRO DE 1860.
O Banco desconta na presente semana a 10 0'q
ao anuo at o prazo de 4 mozos, o a 11 0
o de 6 mezes.e toma dinheiro em conlas correa-
les simples ou com juros pelo premio e prazo
que se conrenuionar.
NOVO BANCO DF PERNAMBCO.
Ralaiiecto do 'ovo Itanco de Per*
nntnbueu viu :tl to Janeiro de
HKB1TO.
Garanta de emissio......
Depsitos.........
Letras depositadas.....
Acedes depositadas......
Descarregam hoje 3 de fevereiro.
Barra americana Chatlauooga farinha,
lachinha, arroz e milho.
Escuna dinamarqueza llenri -hmercaduras.
Barca inglezaBoniladem.
Brigue ingtezCaberfughidem.
Importac&Oi
Galera franceza Zampa, viuda de Montevideo,
consignada a Tissei-freres, manifestou o se-
guinte :
98 burros, 3 cavallos ; aos consignatarios.
Vapor nacional Iguarass, procedente dos por-
los do norte, manifestou n seguinte :
590 caixas sabao, 294 feixes ferro, 8 barricas
ervilhas, 2 barritas conservas, 2 caixas mercado-
ras, 7 barris e 1 cauao carne. 56saccasalgo lao,
18 cornos salgados, 1,300 dilos de cabra, 16 sac-
cos feijo, 2 barricas coturnos, 1 sarcos carnau-
ba, 20 ditos caf, 74 dilos goniina, 0 barricas se-
bo ; a onlera.
Vapor nacional faran, viudo dosportosdo
norte, manifestou o seguale :
1 caixa e 1 pacotc chapeos de palha do Cbili ;
a Jos dos Santos Pereira Jardim.
1 caixole luvas de seda c franja ; a Ferreira v\
Marlins
12 sarcos cera de carnauba, 3 encapados cha-
peos do Chli : a ordem.
CONSULADO GERAL.
ilendimentododi.il 4:478J42Q
DIVERSAS PROVINCIA?.
Rendimenlo do dia 1..... 523016
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MES"
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
1 DE FEVEREIRO DE 1660.
Rio da Prata-Polaca hospaoliola Paratones,
A. Irmios, 130 barricas c 100 saceos assucar
branco.
Rio da Prata Patacho hollandez Wilelmna,
Amorim Irmos, 250 barricas assucar branco e
159 ditas dito mascavado.
Rio da PialaSumara hespanbola Ardilla, A
Hijo & C, 150 barricas assucar branco.
PhiladelphiaBarca americana CniSo, Ma-
llieus A. & C, 1,300 saceos assucar masca-
vado.
BostonPatacho americano cN. Slowcrs, leiiiy
Forsler e C., 3 ; saceos assucar mascava lo
Canalfton i ingleza Favorita, James RyJer &
c, 800 saceos assucar mascavado.
SlockolmPatacho sueco Jcnny, N. O.
& C, 2J994 couros s ligados.
lUiCEB-"ORIA. DE RENDAS INTERNAS
GERAES D8 PERNAMBCO
Rendlmento do dia 1...... 673#u9l
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 1..... 2:215S27
RENDIMENTO DA MESADO COSULADO PRO-
VINCIAL EM O HEZ DE JANEIRO DE 1860.
Direitos de 3 por cento do assucar
exportado............
ni idem do algodo expor-
tado ...............
dem idem de 5 idem dos mais
gneros exportados....... 4:590$866
Decima dos predios urbanos 23.181^901
2 por cenlo de ineia siza de es-
clavos. ............ 2.152J1433
10 por cento de novos o velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes............... 26:b")2i
Emolumentos de polica..... 3^600
Imposto de 4 por cenlo sobre di-
- versos eslabelecimentos..... 1:627^821
Dito de 40jJ00 por casa de perfu-
maras.......................... 80^000
Dito idem dem por vender pl-
vora............................. sogooo
Taxa da instrueco publica....... l^OOO
20? por cada escravo exportado
para torada provincia..... 44)1000
Juros da decima.......... 28332
Mullas por infranecoes. 358259
Cusas............................ 1029340
Capalazia de 320 rs. por sacca de
algodo exportado .......
Pela directora d$s abras militares se lem
de construir lalrinas no hospital militar : quem
deste sorvicose quizer encarregar, compreos na
referida directora nos dias 1.2 o :-;, das 10 ho-
ras da manhaa em diantc, para lrat r a respeito.
Directora das abras militares de Peraambuco
31 de jan .iro de 186'.'.1> amaiiuens >,
Joo Monteiro de Andrade Malveirat.
Secretaria da instrueco pu-
blica de Pernambuco 30 de
Janeiro de 1860.
Pelo presente so faz publico que achano-se
ira de instrueco elementar do 1"
guezia do Poco da Panella. jmr talle-
Segunda-feira, 6 do corren
s 11 horas.
O AGENTE
far
ii.
leilo em -"ii armizi ni na ra d i I
1 "i, de d FTerentcs u de man

ai
: .
s
rao ven !i .
50:695J780
425*761
Tercei.ia seceo do consulado provincial 31 de
Janeiro de 1869.
O escrivo,
L'sscs Cokles Cavalcanli de Mello
da ra do Cotovello urna sucia do moros, que
noite alli ajunta-se para pralicar acedes bastan-
te indignas e nuii aprehensivas, ponto de
prohibirem, que nelra possam transitar familias ;
asslm cr-mo prohibem ileiramente aos mo
res, que possam chegar janella de suas rasas :
e como lenbamos eonviccao de que hireis de re-
provar um tal prodimenlo, pois que em idnticos
casos a mesma Revista lem-se einpenhado forte-
monto em fazer cessar semelhantes abusos, por
sso rogamo-vos, que jamis consintis, que tal
falla de oducacao vi progrediodo desapercebida
da autoriJa lo competente, urna vez que a poli-
ca expressamente prohibe o ajuntsmento do mais
de tres pessoas no lugar do transito publico.
Sr. red iclur, redozindo vs as nimbas toscas
linhas em lira pedido que torne o Sr. subdelega-
do daquela freguezia mais vigilante, fazendo ces-
sar a reproduc;io de toes actos, vos llcar hu-
mildemente agradecido, e rogar ao En lo Supre-
mo, que prolongue os VOSSOS dias.Um pai de
familia. >
Passageiros do vapor nacional Iguarass,
entrado doCear c portos intermedios *Gon-
callo Ara ijo Chaves, Manoel J. do Moura, Jcs
Gomes da frota, Jos Joaquim Xavier Sobreira,
Manoel Jos da Silva Jnior. Joaquim de A/.e-
vedo Pessoa, Jos de R. C. R. da Cmara, Adol-
pho A. R da Cmara e 2 escravos, Trislo V.
Alencar, Joaquim F. Amancio, E tuardo Augusto
dos Santos, Dr. Manoel.'!) de Maccdo, sua se-
nhora c3 escravos, padre Joaquim do Oliveira
Jnior e 1 escravo, l). Belurniiud Joscphina, An-
lenio do Moura e Silva e 2 menores, Manoel A.
! Lessa o 1 criado, Jos Joaquim I* ancisco /unior,
0 vapor Paran, entrn sabbado dos portos do Manoel l'ilippe Raslos, P. Antonio Symphrouio,
b m.i "oas conscquenclas.
Falleceu noAssu o tmente coronel Elias Au-
Cavalcanti de Albuquerque, aqu morador;
omem activo e intelligente, t muilo esli-
. i i de lodos. Servio, sem pie com honra o,
s de vereador, delegado de polica, juiz
tpal, foi i o bem doputade provincial. Es-
i.i muito perdeu com essa morte.
s cousas tristes : ahi est o 1860, que
', ira mira traz uma pintasinha bem negra,
xto e cortos candidatos que nao esto em
nons legoes, lera mais isto contra siComeca
a tormigar os que querem votos, c este circulo
que apenas tond rales quod abundat non noceal.
Ni cabe aqu pois o rari nantes ingurgite,
vasto, c se nao flzesse mal cu trocara esse laiim '
por um p'dacinho do minlu lavra, que nao ri- |
ria cerlamenle martello.
Vultando ao 59, nao se pode dizer que foi
mo. porque deu-003 paz o abundancia, e alm '
de tildo marcoo uma era bem notavel para o1
nor! a visita Jo Imperador. Assim crei acaba- i
ie ,1 proposito com aquello proverbio da Pro-
venia ;
Iheunons fague la grace de viere an que ven
S SI an pasmai, que segnen pos r.ien.
io annoSeuhor que nos mindai
izei menos nao seja a no ser mais.
DIARIO DE PEBMMBCO.
norte, sendo portador de jomaos com as datas
BegtlMites: Amazonas 21 do pnssndo, Para 16,
Maranho 19, Piauhy 8, Cear 24, Rio Grande do
Nor o 25 e Parahiba31 do corrente.
Ama-ana*. Esta provincia ronlina a gozar
Se pe foila paz e tranquillidade. J havia vollado
da liagem Teff, para syndicancia do espanca-
fiir-rlo de Joo da Costa Correa, o Dr. chefe de
polica, instaurando proressos a doto individuos
indijilodos come autores.
Letras descontadas.. ."....
Cetras protestadas.....
Letras a receber......
Aluguel de casa.......
Fornecimento.......
Juros...........
Remessas........
Despezas geraes.......
Caixa......."...
Res.
i RDITO.
Capital..........
Etnisso.........
Depsitos da direccao ....
Lelras por dinheiro recebido a
juros .........
Ttulos em caucao. .
Costes carrales com juros. .
Fundo de reserva.......
Knovles & Foster......
Jos Aotonio de Figueiredo J-
nior..........
Costa A. Filhos........
Letras a pagar.......
Ramo da Babia S C.....
Banco da Baha N/C.....
Dividendos.........
Descontos.........
Premios de saques o ren>ssas.
Juros da garanta de emisso.. .
Lucros e perdas.......
772:18lf715
80:000501)0
96:594^939
9:639990 I
5:735*280
86:56
2,680:369^43
4:5 500
l:599800ii
1:882*590
19:416*211
5:1278076
24:9873500
5:370X391
412:027;?!):,
4,05:714#3
2,000:000j?0()0
l,490:00000
80:000^1)00
8:80M930 :
111:96021l|
860:546f356
20:308-5170
5:759^989 i
REVISTA COMMERCIAf.
Sabio para este porto, do rio Maranho, o pata-
cho Alfredo, a 28 do passado.
Enlraram, procedentes do.te porto :
Ao do Maranho, a 29 do passado, o brigue es-
cuna Graciosa, e a 12, o palhabote Novaes.
Ao do Ceai, a 5 do passado, o hiato Santo
Amaro ; a 7, o patacho Anna ; a 10, o palhabo- i
te Jorge ; 11, o brigue inglez Earbe-Grey ; e a
18, o palhabote Lindo Paquete.
No dia 2 do passado arriben ao Maranho, por
ler lie-arvorado, o patacho Alfredo, que dalli sa-
tura no dia 2S do passado. l)ep >s de haver re-
parada as averas, tornou a partir no dia 18 do
|iassa.lo.
Movirnento do porto.
o. c
re =j
s- o Vi a.
5- =
o
A- = =>
222573!
9.-6I28S99
14:0004000
14:495
22.063^277 !
1:5105000'
159:054*919 Ls;S 5
193206 S =
12.2'0536o
232J676

s3
Ris. 4.205:714321 gl3 =
B. Ceftaro, Olegario A. de Aranjo, Manoel de
Araujo Costa, S. Bernardo Lins, joo Mano 1 do
Carvalho e 1 filho, Jos Joaquim D. Ferreira,
Jo* Raimundo de Carvalho e. 1 criado, Luiz Fer-
reira NoLro e 1 criado, I". Ignacio, Manoel Fer-
reira Alus de Souza, Manoel N. Aires, F. Igna-
cio F. Jnior, Joo Pereira de Mallos Oliveira,
Joo Antonio lelo, Antnro /. Itaposo da C-
mara, Jos T. de Millo, Joaquim Ignacio de MeU
lo, Mfnol nauriclo R. FalcKo e l criado, Anu-
llrmiinsiriieao d estado da eaixa. j f
Ouro ( quanlia de
emisso) .... 12:546#000
Notas do thesouro,
(quanlia de cmissao)360:138*000
12% ?.
3 _
o: co _^* -*z o
a.7 =-
ti o
Horas.
a
Atmosphera.
*s
Direccao.
3=
Vi
!
Inensidade.
vaga a ead
;;io da fn
cimento do respectivo prol >r; est marcado o
prazo de 30 dias a contar da data deste, para a
inscrpc&o eprncesso de li&bililaru dos op "-:-
lorcs, de conformidado rom as inslruccoes de 1!
dcjinho do annoprosima passa lo. sr.: la
rio interino, Salvador lie iriqui de Albuqu
Cas5:t ndntfustrativoa
O conselho administrativo, paro fornecii .
do arsenal de guerra, lem de compraros ob-
jeclos seguiules :
Para o 10." balalho de infanta ria.
53 grvalas de sola do lustro : 50 manas de
la.
Para o 7." bal ilha o de infantaria destacado na
provincia de M icei.
2 bules de louea ; 12 chicaras c piros ; 2" li-
jellas pequeas de Inura ; 25 pralos sos : 2">
ditos fundos ; 4 cop d vidro para agua : 2
linteiros da vidro para as enfermaras; meta
arroba de /neo om lencol : chita 120 coi
Par a foi la leza d > Drnm.
I.ivro em branco de pe pauli lo ilc ':
llias com 1 pollegadas de comprimenlo o \<' il
largura 1 ; ps do ferro2; ; mnas 25; caive-
te 1 ; obreias, macos 6.
Quem quizer vender la objecl s aprscnli
. as suas propostas em carta [ chada na secretaria
10 conselho s 10 horas da manhaa do da 3 di
fevereiro prximo vindouro.
Sala das i do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, ^7 di
janeiro de 1869.Bento Josi hatnenh l.l -, -
i roncl presidente. Francisco loaqutm /'
Lobo, coronel rosal secretario interino.
Correo geral.
das carlas'seguras rindas do su!
vapor Oyapock, para os si nhores abaixo decla-
I raaos :
Bieber Angelo Uuniz de Oliveira Serpa.
Candida Mara Florinda Cardim.
Francisco Xai ci de S.
Gaspar Menezes Vasconcellos Drummo
Jezuino Barroso do Mello.
Joaquim de Oliveira c Souza.
Manoel Fernandes de Albuquerque Mello.
Jos Cunha Jnior
Jos Francisco Machado.
Pela mesa do consulado provincial se fa;
publico que os trinta dias Uleis para o pagamen-
to a bocea do cofre dos impostos de 4 por cento
sobre diversos eslabelecimentos de 40-5 sobre ca-
sas de modas, de perfumaras e de vender pl-
vora, o de 20>! sobre rasas de jogo de buhar re-
lativos ao anuo Gnanceiro de 1859 a 1860 se prin-
cipian! a contar do da 16 de janeito correnle
lindo os quaes ficain incursos na mulla de tros
por cento os que pagarem dcpois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de Janeiro de 1869.Antonio Carneiro Macha-
do Ros, administrador.
INSPECCAO DO ARSENAL DE MARINHA.
Tendo de continuar no bairro de Sanio Anto-
nio a construeco do lanceo do caes entre a ; inte
provisoria e o oulro lauco feito do lado do lliea-
tro publico, comida o Sr. inspector aos que
queiram tomar a si essa obra a apresentarem se
nesta secretaria com as suas proposlas em rarlas
fechadas no dia 13 do mcz prximo, pelas 11 ho-
ras da manhaa, em que lera lugar o contrato:
sendo que as condic.es concernenfes a feitura
da mesma obra, co respectivo ornamento esto
patentes nesta secretaria para quem antes do con-
trato precise consulta-Ios.
luspecco do arsenal de mariuha de Pernam
buco, em 25 de Janeiro do 1860.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Secretara da instrueco publica '<
Pernambuco I." le fevereiro
de 18C0.
t) lllm. Sr. director geral muida fazer publico
que achand-se vagas as cadeiras de instrueco
elementar do prmeira grao do sexo femiruno
da villa de Garauliiiiis o da cidade de Caruar,
a prmeira por ter sido ltimamente creada, ea
segunda por jubilaco da respectiva professoro,
est marcado de conformidado com o arl. II) das
inslruccoes do 11 de junhu de 1859, o pn
30 dias, a contar da dala deste, para a i;i-
co. o processo do habiliaco das oppositoras,
na forma das riladas instrueces.
Salvador Ilenrique de Albuquerque.
Secretario interino.
De ordom do lllm. Sr. inspector da thesou-
raiia de fazenda desta provincia se faz publico,
que a arremataco da parle do sobrado de dous
andares silo na ra da Guia n, 29, penhorada aos
herdeiros de Antonio Ferreira Duarto Velloso,
nao leve effeito no dia annunciado por falta de
licitantes, e por sso tica a mo.sma arremataco
transferida para o dia 18 do corrente.
Secretaria da thesouraria d < fazenda do Per-
nambuco 1." de fevereird de 1869. O ollicial
maior interino,
Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Banco do Brasil.
Altendendo a dilicnldade, e quasi impossibili-
dade da cobranca nos lins de mez, em conse-
quencia do venciuienlo das letras de lodo o com-
mercio de imporlacAe recahir sempre nos dias
l'uiaes de cada mez ; a directora da Caixa Filial
do Banco do Brasil faz publico, que ncsle esta-
Presos avallados.
o
linry p'ortter
. venrail do

Hv
I

C )'1 H : i .... i > (i.)
alfandega, e ero pr enea d
. lo i mes f
ii >
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barri .' i co:n p
do pal] :'.io am ti ic mo
saboad > \ do coi rente as '
nonto wi armaz?m n. LO, da til
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Flix S >u?aj >'. ". a
teus fre"; ezct e ao *, i
:' ; nteri te lio do jeul I i
Silva o seu leda >,
plendido e variado r.ortimento izen-
i!as i!." seda, laa e c ;, linbo < linho e
idao, todas el primeira ti
fjosto, o bem assitn diverso n li 'i
ir con! ; s s
por mo c >s pre<] >';
dam aos s jiis ami
no sen arraazcm n
nado as I!

ipa -.i
. :i -
. -1
'
O agente r si in i i nua a estar aul
pola coinmisi io li ie
de de Qacan e leei I >s de a iro I i isra
restante do terreno do sitio da mesma i
Os pretenden! igir ao arn
173$120
83:861*740
roa do Vigario n.
entender-:
11, a
1 asente.

: i a
\>V.
Henry Forst ri C. conj
barca americana WiHiam llenri ,
capitao Giiford, coraautorsac
pector di alfandega, fardle rin-
tervenco do agente Hyppoli i Si!
va. da referida barca delotacrtodeS,
barnc de tarinha poucon i$ o m -
nos, a qual se acba prompta ir
veg-i vito ter ti los os prepiros pai i
este fim, poden !o os Sis. prel n a examins r co a to la atienen nj
coradouro euo '{ se aclia: s \t .-
3 de evereiro de .'i-1 na porta da
! t <& ***
C: OO CP ^I C.I
o CC C --1
Centgrado.
>i> ISlti
ec cr i* i.
Reanmur.
| Fahrenheil i
OO Ot OC T- ^l
a w -lea__
vjcggg o I llygrometro.
I -1^1 3
os in t'3
oc -
Barmetro.
r. /.
2 M
soctar to
poni.
c) im rrci i is 11
!^>

Miudezas, perfumar i
qainquilheras ele.
Va/. & L'.al fu rao leilSo por interren-
c5o do agente_ilyppolito d.-. Silva, de
umcompl to sortiment.> de miud
outras muitas azendas que se tom
desnecefsara annunciar,
coiivid ur a fod< s os seui amigos a e nn-
parec4 rem s. \ta-feira o de fevereiro sen armazem sito na ra i\.\ Cadeia di
Reciten- 10, as 10Ivoras era pinto.
r'SOS di ;>S.
I)-se 1:1003 a juros
ouro e prata, ou h\ po1
ecimento nao poderao ser admitlidas mais a se dir quem d.
descont, e si m s recebidas sob a formula de tTTrvr A
caucao, todas as letras a vencer nos referidos Al Eiiit.^.\(_*
dias finaos de cada mez. A mesma directora
I : hor
i ly|
.de 200
-i de 208
\|e m*
CO.
2:100
1:I0UJ?
1:8508
5205
430
Navios entrados no dia 1".
Cearie portos intermedios-6 dias, vapor bra-
sikiro Jguarassti, commandante o segundo le-
372:66igt'00 nenie Joaquim Alvos Moreira.
l'orto? do Norte15 dias e 16 horas, vapor bra-
sileiro Paran, commandante o caprtSo len-
te Jos I., de N. Torre'o.
Tena Nova32 dias, brigue ing'.ez Carclina
------------ 6:300*OM
Schenk, de 190 toneladas, rnpitao James Le
HotSttricr, pqnipagera 9, miga 2,400 barricas
cada mez. a mesma directora es-
pera do Corpo do comm rcio providencias para
que, o vciiciineiito dos lilulos qne se lioiiverem
para o futuro de passar seja indislinclamente
para quib|ucr dia. c nao su para cortos e deter-
minados dias do me/, de modo a destruir una an-
liga platica que traz inconvenientes o grandes
Fteos na iiltini.ic,rio das operaoes de credilo, pin
visla das porpoic.es que lia temado o comn icio
desta provincia.
Avisos martimos.
Para o Araeah.
O liir.te .P\- .!aoo>". segu imprelerhcimente
na'seguiMte pemana : para o restante de seu car-
regamenlo, trala-se com Ourgel lrinaos. n
Jorge i',.-\ Costa Monlciro, tendo p ir n si
varios aiinuncios inseridos no Diaria I
nambueo sobro o apreiran uto d ^s obf is d
sa do sitio do Arrai.il, tai im .1 i dita
obra, o Sr. eapilao Marcelifl .. o
respcitavel publico, que o dito api i l^aa
Continuado e contina, |
sen lugar, e:n dita obra, a al d-
corapina, pago por o d.to Jorg lo u trato
que com o Sr. capitao fiz. I'm qnanto r Jorg"
da C. M. convidado por o Rr. mia-
mos annuncios para coi'f
ge na olaria do Mondego
Ferereiro de ISiO.
Aluga se
escriptorio dn ron da Gndcla
andar n 28.
a leja
do Ttecife, priraeirc mesi
jo sobrado da ra da \i:n ra 16
' '-se uma cadoirinba in '.....sta-
;do .: tratar na ra do i.



(*)
MARIO DE PERNAMBPCO. ^- SBxYA FEIRA 3 DR FF.\EHEltiO <8C0.
Adyogado da garganta, na
igreja de N. S. do Torco.
Hejc, 3 du corrente, o dia do milagroso san-
ia, paran qne icri rntsu cantada, o a noito U-
laiuba. Ruda a qual o milagroso santo estar
exposlo no moio da igreja por i das, p*ra rece-
berlis procos dos devotos Bcis, para, por sua in-
"crvene.io, alrancarmos uno faca com que desap-
pareca Je entre nos esso mal" do garganta que
antas victiman lom redado tiesta raptlai, para u
que se espera a concurrencia flus fiis. Tambera
se bracera a garganta, e so distribuirn medidas,
pelos (icis.dn milagroso santo.
Manoel Ferreira de S sali do imperio.
Mainel Joaquim Moreir.i va ,-( Europa,
Aviuva do finado Aniouio Luiz Vieira,que-
veiido dar os leus ao inventan, pedo a q'ual-
ier pessna ijuq se julgar rredora, e que ainda
nao lenha dado suas coii.as.lenham a bondade do
o fazer q Pilulas
Vegeto-depiiralivas
GABINETE PORTGUEZ
DE
Sao convidador os senhores rnembros do con
13 -4.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o corrente anno de
Estas PILLAS, sendo nicamente compostss
de puros vegelaes colhidos nos campos e matas O (Ual Se VCIlde a
da provincia de S. Paulo, ja foriio analysadas rxn.^n ,li i
pelo Sr. Etienne Lagarde no Correio Paulis- PCa dalndepeiK
sabbado
-si'i-i deliberativo pasa te rcunireiii
PKtraordinaiia no lugar do costil me
d >eorrente, sfl \\1 horas da larde.
Secretaria do conselho deliberativo, do Gabinete
Prluguez de Leilura 1.
lao onde sahiram algnmas publicaces a res-
peilo das virtudes e elHcacia desle maravilloso,
medicamento, eliojese acho assaz conhecidas
pelas innlimeras curas que com ellas se tem
obiido, lornamb-se um remedio sempre til c
necessario, especialmente nos Ingares onde nao
liottverem mdicos e forem escassos os recursos
da medicina.
Sendo o fim principal ileslas pilulas purificar
a massa do sangue, qual ser a creatura que
deivar deatlender a propria conservncao, der-
[ presando um medicamento que, mesmo era esta-
do de saude, concorre para a boa nulricoda
de feverciro do
.1. /.'. Nogneira.
1." secretario.
ISoU
sessSo essleM,at fl sempre ura preventivo de
qualquer molestia?... E'incontestavel que gran-
le pane dos sofTrimcntos humanos tem por oii-
gem a mpuresa do sangue.
Assim, julgamos fazer i:m grande servico a
humanid&de aconsclhaado o uso destas pilulas,
e indicaremos os differeuies modos por que se
devora ellas usar, segundo o estado das pessoas
Deposito geral.
Rua do Porto n. 119, perlo da carioca Pi
de Janeiro.
800 rs. na
Independencia livra-
ria u. 6 o 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticiados principacs esta-
dos da Europa e America corn
o nonie, dade ele. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostas ge-
raes, proviiiciaes, municipaes
e policiaes.
Tabelia dos emolumentos
paroebiaes.
.tucas Bruce participa ao publico desla cidede
que lera abeilo um curso da (tila lingua em sua
casa, todas a9 noites, desde as 7 horas ateas 8,
a o$ por mez por cada alumno : na rua do Quei-
mado n. 26, primeiro andar.
Aula de meninas.
No dia 30 de Janeiro do corrente anno se acha-
ra aberta na rua Oireiia n. 54 a aula de enino
primario pertencenle a D. Clea Francisca da Silva
Coutinho, que outr'ora se acbava no pateo da ri-
beira de Santo Antonio. No mesmo dia se pre-
sentar um regulamei.lo interno da mesma aula
\TTEI\C\0.
/i
. Precisa-se de um prelo par* andar com i
l.tboleiro rom fazendas, paga-se de nluguel3j
por me/.: quem qui/.or, procure no Itecife. boc-
eo do Abren n. 4, junto ao largo do Corpo Santo.
I>a-sc50$ a quem presentar na rua da Ca-
dea do Itecife n. 25, urna carta com varias pes-
soas assignadas. que se obrigam a dar certa
quaiilia para certas despeina, cuja caita escrip-
ia a Manoel Ribeiro da Cunba Oiiveira.
Ausentou-sc da casa de seu senhor o cscra-
ro Agapilo, mulato, no dia sabbado, as 6 horas
da larde, e consta que est Irabalhando como ser-
enle na obra que se est fazendo na rua do
Rango!, perlencente ao Sr
Espaoles residen-
tes en el imperio del Brasil.
Lleno de confianza en vaestro pa-
triotismo rae dir i jo ves otros ei este
dia, solicitando vuestra cooperacin
para una causa tan justa como la que
ha motivado la guerra que acaba de
iniciac la nacin espaola. Todas Ui<
clases del estado se han conluado en
la modre patria, para ajudar bm sus
donativos al gobierno, lin de que pue-
da elevar acabo, la noble empresa de
> indicar la honra de nucslro pabelln,
.- Um casal do escravs,''sido am'bos'de bo- "JW**1 P01' ,os OrOS de la COSta de
mas figuras, o s se vende para fjra da torra frica I V CAStgar al mCSIlIO (C1I10 llK
por ter um delles vicio do beber agurdente : na i. j* .....i -'
rua Direita n. 3, primeiro andar. Ml* Vandalismo, V piratera f|l|P.
No pateo do Carmo O. IS>, primeiro andar, (*0!11 iIIUUlilt 1110 Cstan ItKlKlilMItlo
lia para vender-sc um moleque o liannosde; ll fOII|ft .i,. ,,k,i .
idade. 'll irenic ile todos se lia colorado
Vende-so cidra para fazor doce, por proco nuestra MfBSU soberana. \o liai'CUlOS
commodo : na ruado Itangel n. 21. ,..,.l.. ,.,.,. .I^T ..
- Aluga-se mensalmente um molcauc: a Ira- ^.Itia 11110 tic H0> (Kftts un |.iM|iieno M-
criGco jiaca contribuir por taestn
O abairo assigoado avisa a todas as pessoas
que Ibe sao devedoras, que no espaco de 30 dias,
contados da data deslo, lite venham pagar as suas
, quanlias.de contrario torao de ver os seus no-
mes por extenso neslo Diario, pois tendo dado
j bajanQo na casa, achorj um dellcil bastante cres-
cido, e precisa liquidado.
Thomas Jos de Gusmo.
Quem precisar de urna ama, a qual cozinha
. c engomma, dirija-se Atfflboa do Carmo n. 15.
Pedro Baplisla Mor ira relua-se para o Rio
, de Janeiro.
- O abaixo assignaio declara ao rcspcitavel
publico e ao commcrcio, que des[iedio-se da casa
do Sr. Joaquina Antonio Oas de Castro, desdo o
dia 31 de Janeiro do Corrente anno, e approveita
a occasiao para agradecer ao mesmo senhor as
boas maneiras com quo sempre o Irstou. Rc-
cife :!1 de Janeiro de 1860.
um moleque : a Ira-
lar na lojan. 8, no Lrrramcnlo.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 09 da .
rua Noa com ampias accontraodacpe* para fa- l11 C al ICll/. l-('>llll;nl0 C esla 0\|>f>-
mili i, c no molhor estado do asseio que se podo < dit'ioil ?
desojar: Irala-se na rua da Cruz n. i3, escrip-I v.. _.
torio de viuva Amorim o l'iio. -'
ponuitido (Indar un solo
Agradcc-imenlo,
admira. .
Na loja de Figueiredo & rmio, na rua da Ca-i InSanta^ do fijado e estoma*->.
r.v^T&rdGfr fras. Jz^t:?^ mc-vr ,adecendo
-.o.tesd,. ndlet.. do velludo prelo bordados i|, m,,,na fenhota de inflamacao de flgado e esto-
Ijdi, chapos do fcltro Ooos 3S500, corles del ma5 P01" milito teir.po, e sempre tratada, ul-
vhallycom 27 covadosa 229, eltally ondeado de timamenleso Iho addicionou ao seu tralamenlo
SSJSK!?! ?; -^S; 15?. t* 8"0Pa*C0 (com P** ^ >edCO assis.en.el
"teios a 13 o corado, las de qua- ...
1.1 .ara vestido a 900 rs. o covado. ft.,W",,eagf? ,|jS ch,P8 med.cinaes do Sr.
cas*i preta muito fina propria para luto a O);) rs. i lucar,-o K-iik, com escrip.orio na rua do Parto
va m, chitas escuras do cores Gxas coi peque- n. 119, c a doente se restaheleceu inteiramente,
InV,".l m''i- V'A) I! 0Vad" : afim '"" faz uso ,Ias chPas o mno aulor para o igado
itiocuiia-, mullas fa/endas que se vendem por! ,, .,. ,.
baratissimo preco. "" estomago, sempre como coadjuvante do tra-
x~r "I | lamento allopathico a que se submetie, e vai ti-
LtCi)OltlS raudo proficuo resultado.
No arraazem da rua do Amorim n. 4G.vendcm- rlZ V"da,Ie' e j0."' n. ,
se ceblas solas por commodo preco. uollegio nacional em b. Chnstovao, Rio de
r.VRUTAXA. Janeiro -- Joaquina Sabino Tinto liibeiro ~
Vende-sesiiperi.iriarlai.iiia, branca e do co- Keconherida verdadeira a assigna'ura ?upra ne-
; 'i "l ftSradSi" hmTo d* ^^ ,0l3belao L-i. ***- Pires la CosS:
Compram-se mnedas de euro : nn cs'rip-
torio da rua do Trapiche n. II, primeiro andar
inunde
ras c particulares.
Estabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commerciaes del
todas as qualidades como lo-!
jas, vendas, acougues, enge-
iilios,ete., etc.
Serve elle de guia o com-
merciante, agricultor, mari-
pesi ...
assim imnTi-, n,"Pra-sciliraa.?scr;i','a Tie soja moea. de Iudo, el afecto que ic debemos como
llOIllla llgllia, lar pniinf.tr o
que precise de gralificaefto se Iho fara
como a qualquer soldado", capilao de campo e ''""lla nS"ra, que saiba igommar.'coziniar, e i,.,"].""' """'1 T" M"
pedestres; tanibem se prolos'a contra qualquer costura : na rul do Bril!" 16, armazem de "U*-"S CHHiatiailOS.
pessoa que o lenha occullo, utilisando-se dos Manoel Jos de S Arauio. u .I. P/f seus servidos. Compra-se papel Diario a- 120 rs a libra r m.
na rua larga do Rosro n. 37, deposito deas- tBearregadO 6 neOCOS V CMSUlgC-
sucar' "cral le Espaa n'el unerit dd Brasil.
Ao eommcrcio. Se halla abierta eneste ticeemita-
l,e^ale,e:n rar P*>prf? B ,a" 'fcaSta ,"l,i,l,! es, iM ""
ijctna da rua do Coil'ji aiz n. 12, ner- d-i,,.;,. ,>.,., ,.n ....
tencenteaFranmco Jot da Silva Mu- ^ESSES!^!* eBJM*
nnor-, ... *' e col,?5{,la,!o c Espaa en IVnisini-
r^.l^; .buco 1-de febrero de IStttl.
Prccisa-se alugar urna escrava fine
cosinlie, compre e aoa todo o sei viro
(ioenosenfjoin!n.u) de* urna casa de pe-
quena familia : na ruada Cadeia n. 15
secundo andar.
Aluia-se um sitio na Torre, com .
tcieira, quem ti ver direit
Cura completa
Han resguardo nern Incommodo.
Rheumalismo
D'i mo nli- ao mcio do braco.
Eu abaixo assrgnado, declaro que urna minha
aggregada soffria ha bastante tompo de rheuma-
lismo as costas da mao al ao meio do braco,
(lO (rlVCSSl (\0 S >(vlp/) ficancl P9r'ss<> impossibililada de f^zer colisa
fabrica de (amneos da
rua Direita, esquina
numero !C>,
1:1 ; nte um grande snrtimcnto de la-
man-os do todas as qualidades, tanto a retalho,
alguma com essa mao ; e fazcmlo uso de muitos
remedios Sem resultado favoravel, recorreu as
chapas medicinaes o do Sr. Ricardo Kiik,
eseriptoriana rua do Porto n. 119, com as quaes
como em pequeas o grandes porcoes: a esta- fi^ou completamente boa. E para constar faco
rao Invernosa pst prxima, e ueste estabeleci- a nrp^enie (Wl-.r-w-n R,., ,u c ni-
enlo acharan continuadamente de um a mil ,fi .T. A ?.. t*' M" '. S* .Padi-
157 rio de Janeiro Manoel
pares de Unuanraa sempre prpmptos'para qual- 'U m de Janc,ro W00el Antonio Rodrf-
quer ciicommena, por preeos commodns. gues Reconbocida verdadeira a assignatn-
se >" um caixeiro que lenha pra- ra supra pelo tabelliao Pedro Jos de Castro.
' '' taberna c que de liad >r de sua conducta,
- bera : na taberna da rua do jsji.j da
Vsla n. oG.
tomago.
Havia muito tempo que una escrava minha
e
bons commodos e baixa de i
uni e eililllii para lotlas as tratar no sitio do conselheiro JosBnto f 50mP1ra a>pare9a na mesma uestes
CiaSSeSUa SOCiedacJe. na ponte de Uclioa. |odias; depo.s dos quaes se nao aUendc ^Q !)((!)! H'O
a o rarvao e lempo, mas se conseguu em deter-
minado espaco de tempo engommar o triplo do
que seoblem cora um Ierro commum com CO
rs. de rarvo engomma-se ura dia intoiro, s ne-
Perdeu-se ara chapeo do Chyli fino para en
ca, domingo 2'J do corrente das J s 10 horas da
i: (llegado oMa cidade, do Rio Formoso, l>.
Joao Nogueis, professor dentista, e se acha resi-
noile, desde a esquina do becco do Pcixo I-Vito'dil"10 beccodoAbreu n. 2, primeiro andar.
ale a rua do Cabug : quem o livor achado e qui-
qualquer pessoa que o aprehender de entre 1
no Itecife a Jovinq Bandeira de Mello, aira
Matriz da Boa-Vista, sobrado do Sr.
ressila limpar o ferro (piando se principia a ope- zer rcslilll|r ac seu verdadoiro dono na rua No-
ra.-.io, o qual conserva sempre o grao do caln va 1- lna '''" laJtendaa do Sr. Vieira e Pinto.
que se pretenda, para o que lera um registro; o 3ueficar muo agradecido e se gratificar a
seu peso est graduado para, sem esbirro poder Pesoa 1^ levar a dita loja.
ser manipulado a ventado do mais deb, '..aba- Guilhermc Augusto Ricardo, regressa para
a Rahia.
IhaJoi-, lem mais um apparelho que obsla a que
o calor do ferro possa prejudicar a quem com
ellcs trabalha. Acham-se venda nos seguin-
les lugares : praea do Corpo Sanio n. 2,eslabelc-
cimento do Sr. Jos Ahes Barbosa : rua da Ca-
deiaido Itecife n. 44. dem do Sr. Thoinai Fer-
nandos daCunhj ; iua da Madre de Dos 11. 7,
dem dos Srs. Fonseca & Martina; rua do Crespo
n.5, dem do Sr. Jos Eleuterlo do Azevedo ;
rua da Po nha n. 16. idem dos Srs. Pinto de Souza
iV Bairao ; rua do Cabug n. 1 R, na aguia de
onro ; rua Nova n. 20, estabelctimenlo do Sr.
Antonio Duarte Carneiro Viannar; rua do Impe-
rador n. 20. idom do Sr. Guimares v'i OHveira ;
rua do Queimado n. 1 i. idem do Sr. los Rodri-
gues Ferreira ; rua Direita n. 7, idt-iu do Sr.
Jos Soares Pinto Corroa; rua da Pral? 11. 28,
dem do Sr. Custodio Manoel de Magalbes ; rua
da Traa n. idem do Sr. Pedro Jos da Costa
Caslello Branco rua do l.ivramento n. !1G, idem
do Sr. Joao Antonio de Macedo; rua da Sania
Cruz n. 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva ; c
na rua daImoeratriz, idem des abaixo issignados
Hay mundo Carlos Leile Ai Irmao.
Precisa-se deum criado para tratar de dous
cavallos. o que emienda alguma cousa do bolea,
prefenndo-se se for rapaz .- na rua estreita do
ia 11. 61, so precisa alugar urna
Na rua \V
ama.
A endem-se novilhds c vaceas solleiras e pa-
ndas, sendo todas do pasto, muito gordas e de
boa rara para leile : na estrada de Bellem, sitio
da Torre, das 5 s 8 horas da maaha, e das 5 s
b da tarde.
Venda.
iMas eu no engCRbo Carrapato, ou no ci
l&ouu em Agua-Preta que se gratiiicarj.
Precisa-se de urna ama
p.n-.i
co-
1.,!
Vcndem-se osseguinlcs trastes: 1 rica cama
franceza com a copula forrada, c 1 rico cortinado .;. ., ,
de-tarlaUua lavroda com lagos de fita por 130 M""'" P" a casa ele pouc.i Eamilia,
ludo, 1 commoda grande por 70g, 1 loucador de rila do Imperador botica 11. 10
Jacaranda por 12j, e l eilude por 12 : na rua estreita do Rosario, loja de, \&&0ClfilCi\O ILVpOQViltjlMCX
l)cvttn\%\\xucnna.
Domingo, 5 do correle, la 10 horas da na-
do consc'bo d.-
marcineiria do Sr. Theodoro Benzcn.
Vende-se urna mnlalinha pega de 8 a 9 a:i- j
nos de iJade : a tratar na rua Augusta n. 2 i.
- Ve
^^tl&ies
mm
RA
.-;
.-,'
Cura completa
Jos Soarcs de Azevedo, Sc,u rcs!,a,'fI ne,n cn<-oa.moio.
professor de lingua e ttera- naeao do baco e es-
tura nacional no Gymnasio
lebta Cidade, tem abertO emLffri.de uflamangao do baco e estomago 1,
SUa Casa,pra^a de D.PedrO 11,11. ficand debilitada mpossbiliUndo-a de fazer
37,segundo andar.ura curso de TUi,l,|"er serv0,toffrelljdo mudas dores e aiem
p dtsso cansaco. bendo-lhe ministrado lodosos
i I. i.OSUl UIA,e OU'tTO UeLlNGOA remedios intilmente ; como ultimo recurso re- Ro8a.r0 loja de charutos, se "dir quem
FBANCEZA. As peSSOaS ([lie de- corri asclinPas medieinaes do Sr. Ricardo Kiik '
Seiareill e^l.Utlar lima niini,,r1comescril,torio auado Parln. 119, comas
hbjarem esiuuai i.maoi.ioulra!quaes,razenJo a suppuraca0mililos homores,
eStaS dlSClpllUaS, podeui di- brevemente seolio visitis melhoras, e no fim de
rigir-se a indicada residencia 28dM ?**> perfeiameme boa, podando
agora trabalhar ; porianto, reconhecendo eu o i
; merereciment das dilas chapas, e dando-Ibes o
Iseu devido apreco, far,o a presente deelaracao
I para satisfaQo de seu autor. Antonio !Sla-
jnoel Sodr, rua do Conde n. 20, Rio de Ja-
neiro.
( Consultas lodosos dia*, das 9 horas da ma- i
' nha as 2 da tarde. )
A directora da sociedade das Arles Meeha-
; meas e Liberaos manda fazer scienle que se'.
i acham desde o dia 15 do corrente abortas as ma- j
triclas de instruccao primaria, francs, geomc- !
tna, achiteclura o desenlio ; os socios que se. de-
.' an'arema ellas, dirijam-se a casa do secretario
'm romo que comcoam os (raba-
._ no dia 3 do prximo futuro mez. '
las 9 horas da cianbaa as 8 da noite, Recite26 de Janeiro de 1860.O l.seeretMio I
no r,av:,o.,, i(.,re da caSa da r.d. ^^^^^g-g^^l
Presoolos Ini>Iezes e tiuei- A'"xai~* ",;,i'';";':
O I 1 J. L. n.rne
JOS lOdi'flOS.
en de-so 1 preta perita cozinheira e 2 pe-
los, um muito bom oleiro, lambem faz Mr mas
para en^enho, .tarreiro e trabalha de pedreiro
o carapina ; oulro bom trabalhador de enxada c
ambos proprios para algum senhor de engenlio : ,
sSr?fuaoA.e^ad?a1es: SSfhSU da" L^ralarf'
mellas Cmara.
1" sccretaiio.
*&Mm&tt&&&SiiiM
Vindos pelo vapor inglcz, 05 mais superiores
do mercado : na rua d;> Imperador 11. 12.
Precisa-se alugar urna prcla quo saiba la-
var e engommar com perfeigao, c que seja de
Una do Chuil i!. 8,!
rua da Cruz n. 2, em casa de james
Crabtree & C.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar,
existe urna carta para ser entregue ao Sr. Manoel
Marque? llidrigues.
Perdeu-se
no domingo 29 do corrente, na rua de Borlas,
f um trancelim de ouro com lies vollas, pesando
_in de pagar suas 5 oilavase 3 quarlas, tundo enfiado urna moeda
acham autonsados os Srs. Cu- do 5S lambem de ouro, una figa de coral eneas-
toada, e una raoedinha do OOrs.: na mesma
rua, casa Ierres n. i, so gratificar a quem en-
tregar ou der noticia.
manliaa, e das.4 da tarde em diante, ou fallar no
trapicho Itarbosa com Domingos Jos da Cosa
Guimares.
Allenco.
Roga-se a todas as pessoas que ficaram deven-
do no deposito de massas finas do paleo do IVr-
10 n -23, hoje taberna, que trate
nha o Pereira para receber, do contrario sero
chamadas pelo Diario.
C1
/

Alieiifio.


0 ... vr, $
Para a quaresma.
Grande e variado sorli- |f
ment de fazendas
finas e grossas de lodas p
as qualidades o
preeos commodos.
Roupas feilas francezas $
c Suas perfumaras.
01- i
& Bordos.

O Se. thtsoureirb manda lazer pu- \aS"J!1* *i1m'
i i r. "' aulas; assu
unco que se acham a venca todos os das lhosda mesmo i
Aurora n."2Ge as cafas coramissionadas
(^EKEMP nuevayokk)
PILULAS VEGTES
ASSCARADAS
1
NEW-YORK.
O MEUIOR REMEDIO CONIIF.CIDO
da ultima moda.
Vende-se bibis recentemento ebegados
^chapeos do senhora parapasseio
gundo andar do sobrado da esquina da "y,
rua do Queiraado por cima da loja do Sr. bi
Preguii-a, entrada pelo becco do l'eixe <$
Frito ll. 1 f&
no se- y
cife n. 1S, loja de I.eite & Irmo, que nao se
olha a preo o aluguel, sondo o silo grande e de
agradar.
i) i "''o dito superior di
JK? i?' 1U'nfmo'C'l'"> """ K,,.a M guras, o 'ovado a
Iticos cortes de vestido de 9< la
bordados de prelo,
o_ tres saias, om grandes
loes, pelo baratissimo :
de70e '
Voa pretea de fil de linho a
Ditos ditos para chapcliMS
Orosdcnaples preto, o covado a
le duas lar-
i de Janeiro no vapor Paran.
Precisa-se tallar com o Sr. Pedro da Rocha
Vieira, e seu irmo Manoel da Rocha Vieira : no
paleo de S. Pedro n. 22, a negocio de interseo
I). Rosa Maria de Jess, moradora na Casa
I-orle,pedo o especial favor a qualquer pessoa que
souber onde existe o seu lilho Jos Lopes Fer-
reira de Mello, que Ihe participo, porque tendo
ha poucos mezes estado de caixeiro em una taber-
na nos Arupucos, dola so relirou c lera andado
fevereiro.
O mesmo
u(; oumeracao sortidas a vontade dos
compradores.
Thesourar'ia das loteras 27 de Ja-
neiro de 18G0.O eserivao. J. M. da
Cruz.
francez e piano na cidade e nos arrabal- jfij
des : na rua da Cruz u. 9, segundo andar. g|
nualmenle
Rcuiodio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e rc-
cijas rodas deveraoandarimpreterivel-
mente no dia i do prximo futuro mez,
ClirSO nartieilltr Sr Ihesoureiro manda r UC,ar linou*1 setal de odos os conhecidos. Sendo estas pilulas
5 Uiesouiuro manda franceza P-ODto vegetaes, nao contera ellas ncuhum
igualmente luzer publico que as casas ^mPrco NeUo ,, ,,..,,..., ,,, vc'eno mercurial nem algum outio mineral
acuna mencionadas se aebam bilhetes .oinTJSa l'^^^^^sT^ SSJSSXfS^'^^'^^
le "F o? KTri-S'e af^ T Lf '* M ^ ~P" .polo
irige em casa de sua qual se ticar conhecendo as mmtas curas milagro-
sas quelem cfTectuado. D. T I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricaules e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
A/i Sctim preto d>^ Uac i i
V Dito preto de boa qna
M l!to prelo m-jto superior i
^ Cortes do coletea de g
d prelo borlados a
Ditos de setim de Hacia, bi rda-
compras de urna casa de familia : quem tiver,
annuncio por esta folha ou dirija-se a rua da
Concordia n. 6, armazem do sal, para tratar,
A mesa regedora
da irmandade do Senhor Bom Jess das Dores,
no bairro da Boa-Vista, convida seus irmos 0" dos a
para a eleico da nova mesa, que lem lugar do- '^ Velludo preto o covado a J.-mXJ l- i
mingo 5 de everciro, s !) horas da manha. 31 Velbutiua preta o cava -
t t ~ g Loras pretas de seda alie
AlteilCaO. | Mc^,de8JPretaPaenho.
Quem tiver o quizer alugar um escravo ou hy- i S!,tM ,c s'J''Prcia f"* !l0mem ;1
residencia, rua da Penhan. 11.
ObachnreiwiTiutotem'Curso (le preparatorios.I
o seu escriptorio ao 1- andapLda^^UI^^
u^ui,uii;u..ju,i i tet i>\il, preparadnos: rlielonca, philosophia, geogra- .
cuja en Irada e pela Camboa do' P|"iaj,im:;"ns fr?nce/i,.e i."s|e^; mw de sua |
Cormo.
y:u:^'^:-n i &% $99

.':'

Rio de Janeiro, na rua daAlfandoga n. 89.
Baha, Germano &C, ruaJulio n. 2.
residencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo! Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Soum
andari I 4 C, rua da Cruz n. 22.
Cnnliniia-se a preparar bandejas enditadas
%llua
etra

ios daguerreotypo
do Quc.iraado h.2C, pr-l Jaz^aa"^ ma*
metro andar. I -1>recisa-ccde uroa '". honesta. para,"J,!"^,t'l!!c Z
Cemiterio publico.
Precsa-se de um jardinciro qierito em sua ar-
; a procurar o respectivo administrador.
Villa do Cabo.
O D M. T. de Bithencourt Corte
0 dono desste eslalielecimenla, lira re- @
^ tratos com toda perfeieo das l s da &
& tarde, encontrando o respeitavel publico aa
S1 larue, enconiranuo o respeitavel publico j?
G$ iim completo svrlimenlo de ricos quadros a
<$ ccarteiias proprias para este fim; assim g
6$ poisesperaoaiinuii.ianle.de seus patri-
4* eiosPernambucanose outros quo o coad- *
g, juvaioem frequentar seu noro eslabcJc-
^ cimento. 2!
A pessoa que no domingo 29 de Janeiro
iirojumo passado achou 1 loro e i estribo de rae-
i-, querondo restituir, recbela o achado na rua
da Cadeia Vclha d. j7.
de diversos goslos, com holinhos "dos mais pro-
curados o dos mais perfeltos do nosso mercado '
assim como pudins, bolos ingle/es e ftancozes, e
da nossa massa os mais perfeitos, e lambem'as '
be lassennjas e lilhozes para o tompo do cama-1
val, e urna porcao de doce de caj secco porpre- I
SS^tt*2iF* 23. Ueal.teneionando fazer sua residencia
Aluga-se a metade de urna casa no bairro tetnPoraria nesta provincia, oerece OS
" proisto medica a todas
queiram honrar com
engommar e coser, paga-se 20| mensaes ': na Slla conianca a qualquer hora do dia
ma Nova n. 34.______________________ ou da notte o encontrarao nesta villa.
SORVETE NO PAVILHiO
|DA
Casa de banhos do pateo do Carmo.
Todos os das uteis das 7 slO horas da noite.
Ha lugar reservado para as familias.
rem arar1*0'" h sorve,mns dc Tarios amachos para cond-jc^o dos Sorrnl, ic se ped-
L'vramento n.'ll.* H Le,".'os de seda de gorgurao prc
r ,,,.,., .. ;a> 'o muito superior, meios len-
Custodio Jos Machado ra a Macelo a Ira-: m cosa
f, Cruntas de soda prelaa
lar de negocio.
Enfeites linos de vidrHhopn
r para cabeca de senhora a 003
| 3^ Casemiras pretas, o em .ido a tf,
25210, 3p200, SffitQ, ts c .'
Panno /io preio, o covado a 2-
SV880, 3J600, feOOO,
ib o ;(!()(>, 6;(iO(), tijOO a
^ Camisinfaas dc cambraia para -
j nhoraa a 1 ~0fK
; -^ Manguitos e golas : l-
i ^ nho a 5JK-.nO o a (-.000
15= Manleletes riquissimos de Rros-
denaples prelo <- M)?, ;{5 a -ii
Chapeos linos de massa, trance-
,,, es, dos mais modernos a 8a e 1
|g Alpaca preta de diversos presos, .
cas, paletos e coletos prelos do" diversas
qualidades o preeos.
Compaiihia iodemniasa-
dora.
Est aborto o pagamento du dividendo relativo ir
ao anno lindo, na razo de 20 por cento sobre l i
o capital realisado. I j
Veneravel ordem
terceira de S. Francisco do |
llecife.
Osecretnioda mesma abaixo assig- .^,
nado avisa a todos os seus chaiissimos ir- ^^,^^^ SS efg dK9fd3i$E
maos em geral que tendo a actual mesa t^TS^^AiiftS^
regedora determinado e\pe>r a vista dos os .'gnacs seguintes: ida le 50 anno*. pone .
porOoianna, e outros lugares sem arranjo algum pothecar por qualquer lempo, diria-se a rua do S "as e lg?ao.' ,ir,''1s ;1
o quo parece effeito de urna alienado mental, por '
sso pede esso favor a quem souber delle para
0 mandar procurar.
Vicente Lorensn, subdito hespanhol reti-
ra-so para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna ama forra que cozinhe
bem, o que saiba tratar do um doente : na rua
do Rangel n. 11, segundo andar.
Trovador.
Rua larga do Rosario n. AG.
0 novo dono desle lintel tem-se esmerado cm
reforma-lo para riclleenconlrarem tod^is ascoiu-
modidades, nao s as pessoas desla praca, mas
especialmente aquellas que vierem, quer do cen-
tro da provincia, quer das provincias visinhas.
O mesmo encarrega-se do mandar comida para
fra, e as pessoas serio servidas do modo que
quizerem. e segundo o quo se convencional-.
Nos domingos e dias sanliiicados enconlrar-se-
ha, como era do costume, mo de vacca prepa-
rada com todo o esmero de um hbil eozinheiro,
das 2 horas da manha cm diante. Os melhores
vinhos rio mercado, licores, xaropes, agurdenle
de W'ishey, ctc.sc encontrarao ncsle hotel.
Ka- Constan-
teaiente
lrocam-se, compram-se evendem-sc escravos do
ambos os sexos, de todas as idades e cores com
habilidades e sem ellas e todo este negocio se
faz debaixode todasnceridade : na rua Direita
numero 66
Desappareccu do poder do abaixo assigna-
do urna letra da quanlia do 2:000g, sacada por
Theodoro do Lago, o aceita por Jos Joaquim
Dias Fernandos FHbo. a vencer cm 17 de feve-
reiro prximo futuro, cojo Lago deu-a em pa-
gamento ao abaixo assignado por compra dc
um sitio que lhc fez era Bebcribe : roga-so a
quem por acaso a lenha achado, de entrega-la ao
mesmo abaixo assignado, na rua Imperial n. U,
que ser generosamente gratificado vislo nada
utilisar a pessoa quo a achou, era razao de j
estar prevenido o aceitante. Recite 28 de Janeiro
de 1860.Manoel Joaquim Ferreira Esleves.
Da-3e sociedade ou arrenda-se um sitio
com otaria, que tem barro e porto muito perto,
mais do oito ceios arvoredos de fructo, viveiros,
pastagem para gado, o baixa para capim : na ra
dn Impcrolaiz n 47, 3. andar.
lo.jot
l520 *
i
1
i A>
5*000 xfe
IS200
1-rxK)
I
tadosdeseus hbitos na preia da mes- S?TsL."J*8-8* as,im ndaalta palio***, ca-
imm,.hn j' V mCS f'-'esde campo e pedestres a appiehenso da
ma ordem, pela 1 hora da tarde, para referida escrava, o leva-la Soledad.-, es.rada dt
secretario.
Compra-se ouro em moeda com
premio : em casa de Rabe Scbmetton &
C, rua da Cadeia n. 57.-
Francisco Jos [da Costa Guima-
res, estabelecido com escriptorio de
consignacoes na rua do Rangel n. 47,
primeiro andar, avisa aos Srs. com-
merciantes de fazendas e chapeos que
tem grande sortimento de chapeos de
baeta e feltro lino, e de outras dilieren-
tes qualidades das mais acreditadas la-
I j ii- j i i umuu-si.- d aimai'.in ua casa ii. \z ua rua
Dricas do Ido de Janeiro, que ludo -estreita do Rosario, coi muitos coruraoJos para
vende por preeos muito commodos e a
vontade do compradores e com gran-
des prazo?.
ta Cruz, sobrado junto a igreja, que l achara
com quera tratar.
Quem tiver conlas contra o finado capilao
L. van Waglendnnk do navio Speculanl*. diri-
ja-se ao consulado hollandcz para ser pago ans-
ies tres dias.
No dia 30 de Janeiro fugio o escraTo crin-
lo de nome Antonio, que representa ter d a
10 annos de idade, levan vestido calca de algodao
azul e camisa de algodao da Rahia.'quando anda
bola o p direilo para fia, c c muito contador de
historias : quera o pegar leve-o a casa n 15, de-
fronte da igreja do Corpo Santo, que ser gene-
rosamente recompensado.
Elisabelh Ilellcr, subdita prussiana, vai ao
Rio de Janeiro.
Vende-se a arma' ao da casa n. 12 da rua
qualquer negocio : tratar na rua do Nogueira
n. 25, ou na mesma rua eslrtila n. 17.
Vende-se o deposito da rua do Aragaon.
16 : a tratar no mesmo.


DIARIO DE PEBNAMBUCO. SEXTA FFI1U 3 DE FEVEREIRO DE 1860.
LICES PRATCAS
DE
ESCRITA COMERCIAL
Por partidas dobradas
MlTllBaliCJ
Rua Nova n 15, scr/untlo andar.
M. Fonsecii Ic illetlciros, escriturario da
thesouraria de fazendadesta provincia,competen-
temente habilitado pela directora de instruc<;ao
publica para lcccionir arilhmctica nesta fijado,
icm resolvido juntar, como complemento doseu
curso pralico do cscritiiracTio foc partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parle relativa a reducciio do moedas ao cal-
culo de descontse juros" simples e compostos
eonhocimento in.lispcnsavcl as possoas que de-
.sejam emprezar-se no commorcio ou que j se
acham nello oslan.-loadas. A aula ser aberta
no da 15 de jauclro prximo futuro s 7 horas
la noite ; o a- pessoas que desejarem matricu-
lar-se poderao deixar seus nomos cm casa do ari-
nuncianle al o mencionado dia.
Una pessoa que deseja uiu-iar-se c nao temi
adiado casa, nao tero duvida em trocar o pr.-
meiro andar do sobrado em que mora cora outrn comicheo no nanz. tito magro se poz. ni
pessoa que estoja as nlosmas circumstancias, tema perdc-lo. Ncstas circumstancias um visi-
ainda mesmo que a troca soja por urna casa ler-1 nho meu disse que as pastabas do K"mp tinliam
rea : a tratar na ra Yelha da Boa-Vista n. 77, | curado sua Qlha. Logo quesoube disso, com-
primeiro andar. i prci 2 vidms do i astilhas e com tilas salvei a
Precisa-se de urna ama forra ou captiva j vida de meu filho.
rara o servioo de urna casa de familia, o que se Sou de Vmcs. sen amo agradecido.
I reste a comprar e a sabir a ra om objeetos do | W. T. Floyd.
Br?ico : na ra larg do Rosario n. 28, segundo j Preparadas no sen laboratorio n. 3 Gold
Street pelos uincos proprelarios l). Lanmao e
Kc-rup, droguistas por atacado em New York.
DELICIOSAS E INFALLIVE JS.
f5)
Pastilhas vegetacs de Kemp
coulra as lombngas
approvadas pela F.xm." inspceeao de esludo de
Habana e por muilas mitras juncias de hy-
giene publica dos lisiados Luidos e mus paizes
da America.
Garantidas como puramente vegotocs, agra-
daseis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causa m nau-
seasnem sonsacos debilitantes.
Teslemunho expentanco em abone das parti-
llias de Kemp.
Srs. lt. T. Lanmaa e Kemp. Port Ityron
13 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaram meu frlbo; o pobre
rapaz padeca do lombrigas, exhalara um chei-
ro ftido, tinha o estomago nchado e continua
andar.

Eslabclccida era Londres
Ett
mm si mu
Acliaru-so venda em todas as boiicas das
principos cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio do Janeiro na ra Ja Alfandcga n. S9.
Babia, Germano & C, ra Juliou. 2.
Pcrnambuco.uo armazcm do drogas Je J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. i1.
ipeasinssi- msasssm
| O r. Cosme tic Sa? Pcreira v.
METHDO NOVO
DO DR. CI.ABI.K
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
DEPURA
dn SA
r^
Mfc^-A
TARA O TIIATAXENTO E IT.SPTO CCRA11V0
SKXCACS, DN T.DAS AS AFFECCOES CLTANF.A,S, \ litis E ALTERAO*ES I>0 SAXCIE.
Hcpuruito do .nrtftirc
atrope frgetal >em mer-
curio, o uii.< o conhrculo
e arprovarfo i ara runr
_ COU |>ruui|ilid; r l'Jili-
c.i mente aipigeus, puMuias, liti'ies. sima, co-
mixo-s, acrimonia e aliciniVs v.ciots do tin-
gue ; vin. e qualqiifr kflciAo vfierea. Bn-
n:;oK iuir. RllillilO O ll'i::int uto dcpuiativo.Femada an-
lil.<-i|ieiicu. De um tullo nuravilhvso uas af-
liidc cuiaucas e roinixdes.
or.wrokMaa.Pomada que ns cuaa nn 3 das.
O ikpoto ni rua larga Uu notario, botica de ISartho'omeo I'rancitco de Scuzo, n. 36.
DAS ENFERBIDADES
Citrata de r<-rroC!ial Xaiopo mu pri-ieiivrl ao
Copan ba e ss Cube-
bas, cura iinmrilialaiueu-
le qualquier purgcio,
relaxaio e debilidad*, e igualineme lltixos e
flores brancas da* mu'.hiivs. Injre<;ao do
Cba'-'Ie. Ksta i j > <;:"i benigna cmiirega-se nifs-
ino t-mpo do x a\>pe de i-iirato de Ierro, urna vrz
il!a scnira a cura.
Hachinas de costera
^s
Aviso aos senhores de en-
genhos.
Compra-se mol era porcao : a tratar no caes
do Ramos n 6.
= Compram-so as soguintes comedias Ber-
nardo na La, o Judas t m Sabbado de Alleluia,
Quera casa quer casa, Tor causa do um algaiis-
mo, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
mao das Almas c o Uiabo na escola : nesta lyuo-
gropliia se dir.
Compra-se umaescrava preta que soja boa,
engornmaJcira e coainboira, a um moleque do
13 ou 1 f anuos, sem defeilo algum : em casa de
Hanool Ignacio de Oliveira largo do Corro Santo,
no Rccifo.
i Irrnao, a-Vista n. 1(>.
lima cabra (bicho) que "soja boa Ieileira : qyem *! '-'.-
liver, annuncie sua morada para ser procurado.
de fJ. K.Siager &e,
N''w-York, o mais aper-
4 r$i\ f' i'.oado systema, I
V^: -\ ''" posponto igual
Mrtnte-iaj a aegnranca
das n achinas o m
it as r!
familia, bi m com.....
mostrara i qval
,a do dia ou il i
nesta agencia : i
agentes em Tern Bajmando Carlos L -
Vendas.
i
::
Grande suiliniciito.
Desembarcadas ltimamente h
;-.j Porto, proprias para presentes, porche-
@ garcm inteiramente perfeitas: vendem-se ;
armazem Progresso no largo d i P< ni
'i n.8, lauto em porc3o como a n
^a proco rommi
C
tajiSde volt de sua viagetn instructi-fcv
|^st?a a Europa continua ao'exer-gg
Tv ^ciciodesua proissao medica. |>l
jj Da' cousuitas cm scu escripto-g
CAPITAL
Cinco \ail\i6cs
eStC\*\U\aS. jMrio, nobahro doRecife, ru da||
Saanders Crolners& C.' 'em a honra dein-| a^Cruz n. 53, todos os das, menos^
formar aes Srs. negociantes, pruprieUrios de H5nos dominros, desde as" G !ioras!
casas, e a guem mais convier, que cstao plena- ifia.- ,- j i- i 0k
mente autorisados pola dila companhia para Wle aS. 10 da n,nbaai sobre (--;':
pola dita companhia pr
effectuar seguros sobre edilicios de lijlo e po-
dra, cobertos de lelha e igualmente sobie os ^
objeetos que coutiverem osmesmos edificios, Ig
quer consista em mobilia ou emazendas de
qualquerqualidade.
Traspassa-se o arrendamcnlo de um enge- ^
iiho distante desta prara duas legoas, vende-se
nina parte no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilacao nova e bem montada, 22bois|3
de corroa, seis quarlos, algumas obras, saffra Sr
plantada, etc. etc. ; trata-se na ra do Crespo n.' &i
13, toja.
Publicaco Iliteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da EuropalaS
1 vol. em 4o de 500 pag.: rende-so na mao do i &?
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 encad -1}
^f? ? ? ? f11? t ???? ?j
* O l)r. Casanova pude ser procurado |t
23 a qualquer hora cmseu consultorio lio- g^
S meopathico &
28= RA IUSC.RUZES=28 g*
o.^mesmo consultorio acha-se sem- g^
prc grande sorlimento de medicamen- P
lui>em tinturas e glbulos, os mais no- k*
Jvoa e bem proparados, os elementos de g*
homcopalhia e Nystem diccionario dos
se^uintcs pontos :
I-. Molestias de ollios ; i)>
*. .Molestias de cjracao e deti
pcito ; Vi
o-. Molestias dosorgos da fjera-p
cao, e do anus ;
V-. Pea tica ra' toda c (tualquer -C
o(>eracao quejulgarconvenien- ^t
te para o reslabclccimcnto dospS
seus docntes. ~
O exame das pessoas que o con- '
sultarctn sera' feto indistincta-^
Jmente, e na ordem de sitasen- ^i
'\y Iradas; fazendo excopco os doen
^?;^ tes de olhos, ou aquelesque por
| motivojustoobtiverem hora mar- :
/cada para este inri. jH
gs A appHcacao de alguns medica ?,
Sgmentos indispensaveis em varios^
^casos, como o do sulfato de airo- f
ri ^ Tk.T T* II /->. a \ DUI /(GUlns arranca tocos.
una Nova, em Bruxellas (Bekca), cDitos **i*.....
\ O /' Sapatocs de bter [luitre). .
SOB A DIRECfAO DE E- KRV.WD- L Sellll0,ia- ,
_ Borzeguinspnmeiraclasse (sal-
Este hotel collccado no centro de urna das capilaes importantes da Europa, toma-fe .le grande to de quebrar)
valor paraos brasileos e poMugueies, por seus bons coinmpdos e contortavtl. Sua potito Ditos todoi de merino contra
urna das memores da ci la.Ie, por se adiar nao s prximo as eftacocs .la caminhos de ferro", da calos 'salto den^c
Alleraanha e Franca, cerno por ler a dous minutes de si, lodos os tl.catros e dive.tmenlos ; e, Hn,.-/Pfmn, ntn ''1' ',,' '
alera disso, os mdicos precos convidara. Koi?guins pata meninas (or
Ao bote! hasempre pessoas especises, fallando o froncez, allemao. flamengo, inglez e por-
luguez, para acompanhar as'louristas, qur em suss excurses na eidade, qur no teino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (320 irO )
por dia.
Durante o espceo de cito a dez mezes, ah residiram os Exms. Srs. consethaira Silva Fer-
ro, e seu Gliio o Ur. Pedro Augusto da Silva Perrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippo Lopes
Nelto, Manuel de Figueiroa Faria, edesembarfjailor l'ontes Visgueiro ( do Brasil, ) e multas ou-
tras pessoas lano de um, como de outio paiz.
Os precos de todo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (45(100 f?.">00.)
JNo hotel eiicontrarn-se informacis exaclas acerca de ludo que pode precisar um esirangciro
4S---Roa Dreka4S Cbegncm a Pectoa
Os estragadoras de calcado encontra- Na lojfl do Prcguira lia Pila do
iao neste eitabelectmento, obra supe-
i Or pelos precos abaixo :
Houiein.
Borzegaini aristn ticos. .
D.tos (lustre e bezerro). .
Borzeguins arranca locos.
O.sOOd ro
SsOO vesluariosd
Queimado a. 2. tcm para
vender:
Chalye merino decores, ptimo nao
tijiocs eveslidos de montara de Sra. cor:
meninos a 300 e (JO icis o i
8000 '!o O'""68 ,ie '"erin estampados nanita Ri. -
gDQ(|demiouto preoo de2:500 cada um u,u--
sOOO inodern,s ts"" largas, de variad* s pad
i a 2O e 2 80 res o cova !o grvalas a fanlazia o
5.S000
\ .so OU
mais moderno pos.ivel a le 1200 rada un
ouiras militas fazendas, rujos precos ev.
dinariaafente baratos, stisfaio a exrerl
do comprador*
.- ^> ^ > ^ --....... .
V'endem-sc loalhas de linho i

ro de lustre,fio, filar, sedas ele.
Ps.
\'i n i ; idecoi
, pelo diminuto pre > .1,100 i bani
do Mallos, ra da Moeda n. 3

A aABE DO FO UG ET.
'^ l'sto \arope e>i apirt.v^do p
cuino sndo o ntfilior itra curar
bronebios, ataques de peilo, irrif>c.Vs oervofas e nsonirnileiti
pela man:., e oalra a noite sSj sufficicnles. O iff-ilo d,=lo excelente k-.MMk
lempo o duenie e o medica.
O dsposito na ra larga do notario, botica de Batlholomeo au:.-,,. ,/ Soum, n. SO.
prompta '<}
breas obras que vez de empreilado, com acn- H de seuempregOM Uu!o qoanto c
oi'mo ilo aprog.i-l.is na ol.ra la cata un si lio an M3 .. .
Xa livrai ia n. G e 8 da piara da
Independencia precisa-se billar ao Sr.
Andr Abreu Porto ou Audr Abes
Porto.
NICA, VERDADEIRA E
GITIMA.
LE-
Vendcmse ps Je forniar e tirar pao e bolacha, 25 5 i ==. =
mu i; o boas c por proco commodo: na ra da
Florentina n. 3, padaria de Bairao & Fernandi -.
Atencao ao boni.
Urna elegante escrnva rauramba, recolhidn, de
dade22 annos, insigne engommadeira. rozinhei-
ra edoceira, 1 bonito moleque de 13 anno-, e
mais o scravus para lodo o serviro : na ra das
Aguas Verdes n. 46.
Vende-se um carro r^ m rodas e i asson-
los, em muilobom oslado, rom duas parelhas de
bmis carados, boa condnrrao para algum senhor
de engcnbo, por ser o carro bastante forle, <
vende-so muilo em conla, na ra do Amotim u.
precisa .-.lugar um j 58, segundo andar-
Em casa de Rotho & Bidoulac, ra da Cruz
n. !D, vende-se oseguinle :
If-s mais on'in. nes nipf'iri s
toiisiipioors, ti s-o convulsa
ite Pa-:s,
o OUIr: -.
nina colhrr.i'ia
: ;! /. io mesmo
3
Urna Cn-a
criado : a tratar na ra"da Ci'uz n. 1C.

5" 7- '- ~
- er. 7. *
BOHaaBbl
FOLIHMSAS PAR 18(10.
Eslao venda na nvraria da piara ja Inde-
pendencia ns. C e 8 as folhinhas para 1860, im- \
I pressas nesta lypographia, dasseguintcs quali-
;dados :
estrada do Arraial, cerno consta de doc umenm
j i leudo mandado pregar algumas pecas p or u
oilicinl, ole.
**& VT>T 9"fTTVYTTT srTTTTTTTTTTTT>.
i DENTISTA FRANCEZ.
~> Paulo Gaignoux, dentista, na das La- ^<
Io- rangeiras 15. Na niesma casa ttm agua e <
|^ p (ienlilico.
^demove
c> doenles.
era beneficio Je seus
Uoga-se aos Srs. devedores. a firma social
de I.eile vS Correia em liquida^ao, o obsequio
da mandar saldar seus dbitos na loja da rtia do
*AAAAA.4JJlAjU.AAAAAAIljI U.A ? AAAA$ | Cue"iauo n. 10.
\r ^ i ) agencia ios fabricantes amcrlea-
' aCCIIa pilbilCa. nos Groave^& Baker.
- de Samuel V.
JF
SALSA PARRILHA
DE
Machinas de coser : em
Transmissao do fluido de braco a braco, nas\,''V Cj cem ,caS bnmuel P.
quintas e domingos, nu trrelo da alan'Jega, e jJ0&nsU,n ^ C., raa da ensata Nova n. 52.
nossabbados al as 11 horas da manha, na re- recisa-se tallar ao corresponden-
sidcnc.a do comraissario vaccinador, na estrella te dos Srs. lenente-corone! Hemeterio
uo Rosario n. 28, segundo andar.
Jos Velloso da Siheira e Francisco Xa-
n. 6 e 8

!<. X^k. "7% *^> <".> Ta | .. .. .
- ->*> o- o^><>:> ; vier ue Andraae : na Iivian
DEMTES
I Ai&TSFICIAES.
|Rua estreita do Rosario n.3
;:; Francisco Tinto Ozoriocolloca denles ar- ti
rjg liOciacs pelos dous sysiemas VOLCAMTE
" ; chapas de ouro ou platina, podendo ser @
01 i rocurado na sobredita ra a qualquer @
m hora-. @.
a praca da Independencia.
tratos.
pela incura-
Os abaixo assignados, honrados
bencia que receberam de SS. M\l. I, prevtnem
respeitavel publico, que se achara actualmente
no caso do podorem fornecer o retrato liol dos
Caelano l'araco, Pasale Gusto, Guiseppe -Vug']slos Uonarchas Brasileos, o que al hoje
Janeco, subditos italianos, reliram-se para Ma- e.r> o diflicil de alcancar-se, visto que as copias
ceio.
Mr. Gustavo.Dubois vai ao Cear.
Precisase de urna ama que saiba cozinhar
e ii/it todo o servlco de casa ; na ra do C.ildei-
rciro, taberna n. 60.
Na officina c galera da rua Nova n. 18, pri-
meiro andar, coiftinua-se a tirar retratos pelo
systema norte-americano. Mais do 5000 retra-
tos tirados em qualro anuos pelo artista que
dirige esse estabelecimenlo, provam a bondade
dus procesaos empregados [nicos, quo garan-
lern um retrato innatleravel] e a aceitado que
at de BEM ALTO tem merecido. No"n:esmo
ithograpbadas eram quasi ludas sem seinelhan-
ca alsuma,
Os Pernambucanos que lano amor o de dicac.io
manifeslaram aos seus Augustos Soberanos em
sua recente visita a esta provincia aonde Kilos
deixaram recordares eternas, nao dcixarao de
npproveitar este ensejo pora possuirem urna
lembranca de seus augustos hospedes.
Alom da simples photographia cm fumo, pos-
suimos retratos em aquarella o a oleo sobre tela,
quer para ornar salas, quer para reparlices pu-
blicas. O lim de que as incumbencias* possara
ser salisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
Instituto [ihologranhieo
DE
eslabelccimento se encontra o mais variado, 'llie; desejarem possuir algum dos retratos cima
abundante e bello sorlimento, que existe nesta obsequio de nos prevcmrem com antecedencia.
i idade, de quadros, molduras dour?das, passe-
par-touls o caixinhasde todos os lamanhose ei-
lios. Constantemente recebe-sc de Franca c dos
Estados-Unidos indo o que iliz respeilo a'photo-
graphia, e sempredosprezamlo-se ridiculas eco-
nomas, mandam-se vir objeetos mais modernos,
c do inelhor qnalidade : alteslam-rio 5s amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
lem honr-jdo esse estabelecimenlo. i'iram-se
retratos lodos os das, e os precos principiara
em 5OOO ruis.
Ferreir Filela, protographo.
Por um corle de cabello c
risamento S00 rs.
Rua da Irapcratriz n. 7.
I.ccomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro conlra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, o um oulro vindo de Paris. Este eslabele-
cimento est hoje as ruclhores condicoes que
possivel para satisfazer as encommendas dos
Remedio sem igual, sendo n conliecido pelos
mdicos, os maisimincnlcs como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo, onfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
dade geral, febre biliosa e inlermitlonle, enfer-
midades resultantes do empreo de mercurio,
ulceras u eiupooes que rcsultam da impureza do'
sajiguo.
CAUTELA.
I). T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, arham-sc obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
: nes imilncoes da Salsa Parrilha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a lodos
que sao ellos os nicos proprictarios da receila
do Dr. Bristol, leudo-lhe comprado no anno de
lb56.
Casa nciiliuma mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol
porque o segredo da sua proparacao acha-se 80-
mente em poder dos referidos Lanman i Kemp
Para evitar engaos com desapreciareis co-
binac,5e8 de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os segoinlos signaos sem OS quaes qual-
oulrapreparacao falsa :
OLHIMI.V RELIGIOSA, coutendo, alm do
kalendario e rcgulanienlo dos direitos pa-
rochiaos, a continuaco da I bliothcca do
i i..-i."o Brasileiro, que se i :. 6e : do lou-
vi: ao santo nomo de Dos, coroa dos ac-
i s de amor, hymnos ao Espirito Sanio o
a ^. S., .i milacao do do Santo Ambro/io,
. hlalorias e commemora^o oo SS. Sa-
cramento e N. s. do Carmo, excrcicio da
Via-Sacra, directorio para ora<}ao mental,
dividido pelos das da semana, obsequios
;;o SS. coraco de Jos, saud.icoes devo-
tas s cbagas de Clui.-to, orai oes a N. Sc-
nhora, ao patrocinio de S. Jos c aojo da
guarda, responco pelas almas, alcm de
oulras orocoes. Piooo 320rs.
Vinho do Porto era barris e caixas de 1 duzia.
Dito xero/. em barris.
Champanha marca cometa.
Agurdente de Fran;a em barris e caixas.
Comento romano e branco.
Charutos de Hnvana.
Tintas em latas.
Pregos sorlidos
Harroquins.
Moias de algodosortidas.
Brinzoes da llussia.
Chumbo era folha e barras.
c H' r~ ^ "

rsIs'S.:
||i-J|i .


Para acabar.

Vendem-sc na loja da rua do Crespo n. lo, -
seguiites pechinchas, para acabar:
Itiquissimos vestidos de pliantasia propiius
! para bailes o fostas a 20-5-
Manteletes prclos paia menina, ultimo goslo
de Paris por S.
j Roupes de chitas francezas, ultimo gi sto .1'.-
1TA DE VARIEDADES, contendo o calenda-L fSv-8 ,'luisii";i's iiira vestidos do senhora
no, n-gulamento dos direitos parocl.iaes, e | r?.;' ,,,-,,,
una colleccao de ancdotas, ditos chist- lluS e ni,nS,lll0S Poetes do lil bordados, o
sos, coritos; fbulas, pensamenlos moraes, 8encr0 a s
ieceilas diversas, quer acerca de cozinha'

:
quer do cultura, e preservativo de aores
e fruclos. Preco 320 rs.
1TA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco ICO rs.
Collegio de >". S. do Rom Cou-
sellio, 1 na do Hospicio n. 19.
O director pretende abrir no dia 3 de fovereiro

teites de flores riquissimos a 7. ..
semiras de cores a r>5. admiravel pechincha. '..''. .
ranos bola-fogo a 140 rs o ruass .. t J; \ \V l 11 i >T1I '
[uissimos vestidos brancos de cambraia bor- wm.ihi7j .tu :S.
s a 35*. m
hn os fbteases co Car-
selho, i na do Hospicio 11.19. Wi
O director pretende abrir no dia 3 de fovereiro
prximo futuro os cursos de agricultura e de Gailia & Silva, 110 ailtiJO a(*M'- ^
commercio, creados pela relorma des seus esta- wjuvuuuguiuc
tutos. As pessoas que quizeremhabilitar-se pa-1 l'O (la boU-\sla llOIC l'Ua
ra as respectivas ,-lulas, poden vir ao institu) I t__. Pn J -'.
I
5
I Al 1
ri

tilia .m ra ,:. /tU, nula |
darseus'nomes matricula. lliporalriz II. 00.
- ra/em-se vestidos de senhora para passeio ; VcnJem lindissimos tlunubles de altodao
c para baile, ditos de muilobom goslo para ca- ^ .Il,,,-,|ci, ,. c -.""
a iimaijo ue seda, de todas as cores prepnos r>v
nu- Para Vestidos Je senhoras para vestuarios para i;
smenlo, prophelas para passeio c para casa, ca- .
saveques, basquines, roupoos dos modornos.rou- Para Vestidos Je senne
igreja d i na >'<;'><> ,.
X.
Ni s!e arn az< m
pas foitas. como sejam casaca, .
sacas, Rondlas, fu ;. ,. ,. ; .
panno Iinopicto i

Slah! & Companhia
Pliologiaphos de, S. M. o fraperader.
Kua da Impcitiiz (uutr'ora aterro da
Boa-Vista) n. 12.
i O proessor de latirn da freguezia
de S. Jos desta cidade, abaixo assigna-;
do, declara a o publico que a matricu-
la de sua aula se acha aberta, c que os
trabalbos lectivos da niesma principia*
rao no dia 3 de evereiio prximo fu-
turo. O: iiteressados'dirijam-se a casa
de sua residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
s
Manoel Francisco Coelho
SOLK ACENTS
Y. G9 Water Street.
New York.
2 O mesmo do oulro lado lem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prictarios.
3o Sobre a rol ha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. ttristol em papel cor de rosa.
4o Que as aireces juntas a cada garrafa tem
nma pheniz semelhanle a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Bio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pcrnambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamiento de um En-
genho rauito perto da praga, venderse urna par-
te do mesmo "Engenho, urna maquina a vapor,
urna destilarlo nova montada de um tudo 22
bois de carro, G quarlos, e outros objeetos :
tracta-se na rua do Quein.ado n. 10.
Collegio de Bemflca.
Director e nico propietario
Estcvao Xavier da Cunha.
Este collegio, legalnicntc aulorisado, c cstabe-
Precisa-se de um forneiro que saiba bem
deserapenhar o seu lugar, e so d born ordenado :
na rua do Cotovello, padaria n 31.
'-}"k *:> -p> ".!> ' ^v T '.><-. . *> > V
vviooi:.^.-.TO WWVwVS VC < t. ;-t
Altenco.
%: rf'l("' c J'' cori's, ;.
g deas de alg I 011 ti d
no armazem, vende-scuma armaco envidraba- ; Prc '' eoresi -:"
da, em peri'eilo estado, que serve' para qualquer i \fc ni"!"','l'.'-"s ''''/
Curso pralico e Iheorico de lingua fran-
g
Nesta typographia ore-
a.Va W (. imlUlin.UW(l3 UU) 1 ^"^ a-*^- OVl*_^l
objeetos cr cabellos, no mais breve terapo, co- ClSa-SC (le UIl lllOOO, (IUC Sai- ^le,:ldo no anabalde do Chora-menino, abre"o"~s"ai
.mosijam, marrafss a Luiz XV, cadeias de re j-i K % 1.~___ ^* I anno escolar, em conformidade dos respectivos
Da SUa IlllgUa COIU pi'eCISaO, estatutos, no dia 7 do correte. Seu director es-
para aprender a arte.
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
tielleiras de toda a especie para homens c se-
nhoras, lava-se igualmente a rabeen a moda dos
Estados Unidos sem deixar una s pelcula na
cabega dos clientes para satisfazer os pretenden-
tes, os objeetos em cabello seriio ieilos em sua
presenta, se o desejarem, e arhar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras era casa particular.
Candida Balbina da Paixo Bocha, profosso-
ra particular de primeiras letras, residente na
rua do Bangel, sobrado n- 59, faz publico que
abre sua aula no dia 3 do prximo mez de fove-
reiro, onde contina a ensinar primeiras lelias,
coser, bordar, o ludo quanto faz parto da ins-
trueco primaria de una senhora : recebe lam-
be m pensionistas e meias pensionistas, por pre-
cos com modos.
Acha-se justo o Iralado por compra de um
terreno urna mei'agua na rua do Socego, lugar
do Campo Verde, freguezia da Boa-Vuu, per-
tencenie a Vicente Pancio : se alguem se julgar
com direito a elle, queira declarar por esta folha
no prazo de tres dias.
Collegio Bom Con-]
selho.
A matricula para o novo curso de
geometra geographia e rhetorica
est aberta at o dia 15 de feve-
reiro.
Caelano Pinto de Veras, juiz do paz do .
districto da freguezia do S. S. de Sanio Antonio
desta cidade, faz srientc a quem nteressar, que
lera transferido de fazer as audiencias do mesmo
juizo ao meio dia, como havia aununc.indo por
esleDiarion 11 a 16, para as l 1|2 horas di
larde dos dias lere.as e sexlas-feiras, na casa pu-
blica das audiencias.
pera continuar a merecer a confianca de que al
ag"ra lem gozado, nao cessando de'cmprcgar lo-
do o disvello para que seus alumnos recebara a
inslrucoao e a educac&O convenientes.
Precisa-sc de urna ama forra ou captiva
para o servico do urna casa de pouca familia :
na rua da Cruz n. 45, segundo andar.
O advogado Souxa Beis mudou o seu es-
criplorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Quem tiver um molequo para alugar men-
salmcnte, dirija-se a iua da Cruz n 45, segundo
andar.
Precisa-se alugar umaescrava quecozinlie,
compre c faca ludooScrrico (menos engommail
de una casa de pequea familia : na rua da Ca-
deia n. 15, segundo andar.
Avisa-so ao Sr. Diniz [alfaiato francez) de
comparecer no sobrado ao norte do gazome
tro a concluir o negocio que nao ignora, visto
nao se saber sua morada.
um puto : a tratar na fabrica de sabao por a
da igreja de Sania Hita.
;;* ceza por urna senhora franceza, para dez Vende-se a
mocas, segunda e quinta-feira de cada so- I deposito da rua da Santa Cruz n
:-2 mana, Jas 10 horas at meio dia : quem 9 rua atiazda Matriz, padaria n.
* quizer aproveilar pode dirigir-so a rua da '
branco, ditos d
ios <}< fustdes e brins, fardam Vende-se urna negra moca que faz lodo o IZ 8 KuaJJa nacional, libres para cri;
servico de casa de familia ;'lainbem so troca or ceroulas e camisas fi tice*, chapeos
, ^ rir("il.> ^-.. I
para 3
- graralas, grande :
m

1

para meninos de6 I i ennos; i
i a armaco o mais pertences do M da.nd0 o comprador algum da;
a da Santa Cruz n. 7d : a tratar na 18 '* se apromp n s,1>l0 ,
=S c 26.
Vende-se na loja dcXaburo & C.
na rua Nova n. 2, cxcellente tinta
ta para marcar roupa.
W9Mfl
/.er a pro
@ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @
@ adiantados. **
K@@3^@#a#^aj^a5
0 abaixo assignado, com loja de tarlara-
gueiro na rua das Trincheiras n. 8, avisa s pes-
soas que lem conco-rtoi de obras do tartaruga no
seu eslabclecimento desde o anno de 1856 a 185,
lenham a bondade de vir basca-las no prazo d
15 dias, acontar desta data,.do contrario scro
vendidas para seu pagamento.
los Joa'nim da Cunha Guimaret.
Quem quizer alugar a espacosa loja do Pas-
seio, confronte ao amigo caes do" Collegio, e que
faz fundo, ou correspondente da rua do Im-
perador n. 17, dirija-se esta mesma loja, onde
achai pessoa para isso auturisada.
Roga-se aos Srs. devedores do estabole-
ciraento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus lebilos na rua do Col-
legio venja n. 25 ou na rua do Oiieiraado loia i "ia 6l..113 botira e armazem de drogas de Vi- Dito muscaleTselu
. /\ ** OPIlIn .Inca lia lill.. \- i:,U,,. .].-... ........:. If. .ti:., j:. e ^

Gneros superiores c \
ralos.
Rua da Imperalriz, ovtr'on aterro da Boa
H, taberna da csiuina n. 42, deroute di -
queimado.
Superior vinho velho do Porto, ranada
Dito dilo Lisboa e Figu-ora, .,-n
Hilo dilo << Cello, idem
Dito Duque engarrafa lo, o m< Ihor i i
morcado, do autor Antonio IVircira
Mone/es, garrafa
Dito dilo Madeira, id :>
i
< agente flo verdadeiro xarope do Bosque lem Dito superior, Porto, dem
(stabelecido o seu deposito na rua da Cadcia Ve-; D lo dito dito, dem
n. 10.
al idem
Precisa-se de urna ama que cozuihe bem, para
casa de homem solleiro : na rua da Imperatriz,
loja n. 82.
O abaixo assignado. residente no terceiro
andar do sobrado n. 58 da rua Nova, scienlilica
ao respeilavel publico e aos senhores pais de seus
Dluinnos, que pretende dar principio ao exerci-
cio do sua aula no dia 3 de fovereiro do correnle,
econtina admillir alumnos internos e externos
para screm le.ccionados em primeiras letras, la-
tirn o francez ltecife 26 de Janeiro de 1860.
Jos Mara Machado de Figueiredo.
cenlo Jos de Brllo & Filho : desnecessario fa- Dito dilo frUwez, idem
/.or elogios a bondade doslc xarope, ruto s pelo Chainpanha, marca mnilo a, yJfiada
reconhccido crdito de seu autor como pela acei- Licores raoc wa mui o linos
lacao quo geralraente tem (ido. Um cem nu- Vinagre branco do superior iiialidade
mero de curas se tem conseguido com applica-; garrafa '
;-" .i

12 i
Compras.
Compra-se papel de Diario para embrulho a
120 rs. a libra : na ma larga do Rosario n. 37
deposito dt assucar.
Compra-se nbobra e cidra para doce : na
rui da Scnzala Nova n 30.
pria assignalura dos proprietarios, e no falsilica-
do esla lilhogrophada.
32 i
i
l
Chocolate francez minio fino, libra 15280"
Volas de espermacole, superior quadade 7-'1'
' lia livssun muilo superior 29000
Dito uchim, o mais superior do mentido 2j5< I
Manloiga ingleza llor .,. ,,,
Dita dila de C 10 a g ,,
Dila franceza muilo superior r,6'i
Latas de sardinhas de Ni-ntoS g4 ojio(K) o sacco. arroz de casca em saceos, dilo do Ditas lilas muito superiores; 4ii
Maranhao caf^ do Rio, feijao mulatiiiho, goinma D'tas de biscoitinhos linos ICgOQ
do Aracaly a 2go00 a arroba, couriuhos de ca- i Bolacha americana, libra \'tt
bra, esleirs de palh.i de carnauba, vassouras Dita inlcza : i
dem, hlalas a 2J300 a arroba,
figir
doc
Alleiieio.
Vende-se farclo do Lisboa em saceos de 96 li-
bras, pelo barato prego de 63 o sacco, millio a
.m, nautas a &swj Mrofea, mu.lo novas,; Vinho engarrafado Ualvacia snpc.ior
os muuofrescaes a 9600, pasea a CIO u libra. Pares de garrafas branca*, o par a 5.3$ a 4*000
cede goiaba velas de carnauba, ditos do es- Barra de cognac inglez em cenadas, manlei-
permacete; todos estes gneros vendem-so porjga franceza c ingleza. em barris c meras dil ....
-ue cm oulra qualquer paite : no e outros rauilos gneros que se vendem por n e-
a do llangcl n. t2. | r.os que em oulra qualquer parte.
menos preco q
armazem di rua


6)
DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FEIRA 3 DE FEVF.REIRO DE 1860.
Vestidos de seda.
Vendcm-se corles do vestidos de seda rom 2 c
3 babados, armados, du20# a 403 cada um, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80g : a loja
de 4 porlas da ra do Queimado n. 10-
1 Aviso aos fuanles
& C. na

looo 36
320 I
120
200*W
& Vende-se na loja de Nabuco
fia raa Nova n. 2, o seguinte :
'&* l'uiuo caporal, o moco
($> Dito da Virginio, o maro
!/. Papel pan cigarros o livrinho
SS Cigarros BotaFogo, o maco
?w Cigarreiras do palha.
f> bitas de niarroquim.
[r" Charuleiras de narruquim.
ffi Boleas para guardar [amo.
liras para segurar cigarros.
SE P.ocaes para charutos,
sag Cachimbos finos.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e rsto venda no
rma/.em de Rostro Itook"i Sannto n. 48.
Na ra larca do Rosario n. 38,
segundo andar, existem para se vender
dous esclavos pecas de 18 a 20 annos,
propnos para pagem ou boleeiro.
ZZT Defrontc da matriz da Boa Vista,n.86, ven-
dein-sc e alugani-se bichos de Haruburgo, por
menos do que ora qualquer outra parle, amola-
se qualquer feria menta, lira-se c chuniba-se
denles, sangra-so c faz-so ludo quanto perlencc
e arle de Larbciro.
bPara acabar vende-sel
M barato na loja de Nabu-i
H. co g o seguinte:
yy> Bor/eguins do duraque gaspoado de lusl.ie para senhura a ').< *
Ditos dito dito para liomem a 7g e!f
^ Sapates de lustre para homern a 55 g^,
Sapates de lustre para menino a 4$ G
Dilos de bezerro para meninos a 3? ':ji-
O) Botinas de bezerro para menino a 73 a-,
I | Ditos de duraque gaspeado do lustro s*j
i V para menina a 3$ g
' [F?; Sapatos razos de lustre com salto para
0 liomem a
t$l Ditos ditos sem sallo a
3^ Vendcm-se 20 escrovos de ambos os se-
xos sendo 3 mulatinhos proprios para pagens, 2
ni ilcques do 12 annos. 5 escravos proprios para
todo o servieo e 10 cscravas com habilidades e
sem ellas, todos se vendem por precos comino-
dos, a pr izo e a dinheiro e lanibcm troca-se : na
ra Direila n. 60
" & '-' r'
re \eudem-se camisas francezas de di- fig
306 versas qualidades, ceroulas de linho, di
las de algodao, camisas de meias ele, 91

ara vi
ra larga

ido pnr prero commodo : na loja de Na- *'
m bucoiC. na'rua Nova u. 2. B
i .",
x ... .; ^:*te93 s1?. i s B8 9 9@SSRtt
Oleados pintados
a 2$000 o covado. !
Lindos padrees o boa qnalidade : na (.rara da
pendencia n. 2 a 30, chapelariade Joaquim
Oliveira Maia.
A prnzo ou a di-
tieiro.
ca.
A G$ acaixa: na
do Rosario armazcm de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Posarlo loja n. 28
armazem de louca, manclam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
inuilo coinmodo, assim como vendem -
se vidros arel ilho do tamaito mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
JM
Vendem-se luvas de camurra
brancas, am arel tas e pretas para mi-
litares, na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2
!?;<*' --;- sm 3M1
Queimado n.40.
Grande c variado sorlimento
DE
Fazcndas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonayio.
Dao-se as amostras com penhor.
Bicos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Dilos de ditos de seda pelos bordados a
velludo............................... k
Dilos de dilos de seda de gaze phantasia g
Bicasromeiras do tilo c de seda bordadas 8
Taimas de grosdonaples bordadas...... JJ
Chales de louquim brauco boadadosa
30Je................. 80$0U0
Grosdenaple do cores de quadrinhos co-
.vado................................. 13200
Dilo de dilo liso covado................ I98OO
Seda branca lavrada covadolg600 a.... 89600
Grosdenaple prelo lavrado covado...... 2*000
Dilo dito liso eneo/pado a ljJGOOe.... 2;500
Dilo dito rum 3 palmos de largura a
, i$600 e.............................. 23OO
Sarja de cores larga com 4 palmos de
! largura corado a...................... lgyOO
I Gaze de sedada China de floresclistras
! covado a............................ 150OO
l Follar de seda de lislras gesto novo co-
vado................................. 19000
Setim de escocia c diana de seda covado I5OOO
Chaly de ores dovos desenhos covado 900
Barejede sedado variasqualidades co-
vado................................. 500
Hcjo velludo de corescovado.......... 15&00
Velbutina de todas ascores............
Setim de todas as cores liso covado ...
Brilhanlina branca niuitolinaa.......
Ciulas francezas claras o escuras a 200 c
Casemira preta fina alSIOOe..........
Panno prelo e de cor lino provade li-
mo a 3S500 a........................
Corles de casemira de cor a 5g o........
Cassasorgandvs de novos desenhosa
vara..................................
Ditas francezas muito linas a............
i Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Colindas de cambraia bordadas depona
; lillas de dilo bordadas a 600a..........
; liras c eiilremeiosdecambraiabordados
I meas mantas pretas de linho para sc-
nliora ................................
Ditas ditas de blond brancas
sem igual.
V.G^'NCIX
DA
FUNDIC&O LOW-NOW,
Ra da Senzala Kova n. 42.
Ncsle estabelccimento continua a haver um
Na loja do Pcaguif, na ra do Queimado n. 2, c vendem-se cambraia*s orgnndys para vestidos d"c ^as para enSonho, machinas de vapor e taixus
senhora, o mais tino que possivel, e de lindes "e ferr0 "atl3 e coado, de todos os tamanhos
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato prec.o de 500 rs a vara.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazerclmutos
c cigarro, e mascar em caixinlias de 20, e 40
libras ao preco do 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do Recife n. 50 priinciro andar.
Pera e ameixa
Vende-se pera secca o ameixas rainha Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a 19000 a caixi-
nlia ou 500 ris a libra ; na ra Direita n. 93.
esquina do beco do Sorigado.
2S000ea"'
Fazentlas por presos !a-
ralissimos.
O Treguira vende em sua loja na ra do QttCi-
mado n. 2, as seguintes tazcndas :
Lencos de cambraia lisa muilo fina du-
zia
Ditos de cossa broncos e de cores, duzia
Canibraias de cores de diversos goslos,
covado
Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos com IranJAi de
relroz, um
Dilos de dilo bordados de velludo, um
Dilos de dilo com palmas de seda, um
a peca.
Algodo trancado ami -ano bronco, proprio
para loalhas o roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armaa m d
zendos da ra do Queimado n. 10.
Cheguem ao barato.
O I.eite & Irmao conlinuom a torrar na ra
da Cadiia do Recife n. 48, poras
para dto.
Cortes de tcstidos
de seda
Ka ra do Queimado n. 37 loja de h
aortas acaba de receber pelo cltimo '1?!" de,8e'd i"adr^ eov*}
1 ., I i Meias muito finas para senhora, duz
UaVIO YllldO UO Havre UU Cmplelo SOr- Ditas ditas para dita, du/ia
lmenlo de vestidos de seda de 2
2 babados c de avenalos
dem por preco commodo.
Chajiclinas tic seda c de
velludo para senhora.
IfMW
2 .i
uzia
te" l
l.i
: Ditas ditas para dilo, du/ia
'. Heiascasemiraa do quadrinhos, covado
L OaDatltSC Ue aClual,OS im.CS Se VCr.- Ditas ditas escuras com duas larguras,
covado
Corles de dila mullo fino 05 it
Dilos de dila preU bordada
Brim branco de linho lino, vara 1>-<;ihi
Dilo dilo dilo, vara 194O0
Dilo diio dito, vara
Ricas cliapelinas de seda e de vcllu-' 1"loidIl d>l. vara i
do para senhora: na ra do Queimado ^"^t?^ q"e c "
o. 37 loja de 4 portas. Palitos de Brim 3^000
VlOlaS e IH5 UgUllOS. Na rua do Queimado n. 10. cro-s-; acaban-
a
Ricas galas e maagailos de can-
de umbralau- i braia : na ra do Queimado n. 37, loja
sa com 11) jardas a 45^00 c. o$, lencos de cam-1 i
braia de linho a 30 a duzia, cambraas muito fi- UC 4 pOI'laS.
el lila
*'' '-l'-iVsde soda decores, prclos e'roxos..
111*0'!*^!^^ | Dilos de merino
al
Vende-se a coclietra da ra da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, leudo 5 carros e 1 rico coupe
sen uso algum : quem pretender, dirija-se
mesnia, que achara rom quem tratar
Vendem-se tagnes de ferro econmicos, de
atente, para casas d<" familia, conlcndo 1 trna-
las, e ruino para coziuha cora lenlia ou carvao,
ptima invencao pela ei i n imia de gastar um
terr.i de lenha ou carro dos antigos, e de cozi
nhar com mojs presteza, lera a diferenca de sc-
rem amoviveis, occuoarem pequeo espaco do
rasa, e de fcil conduccao : vendem-se por pre-
i.us muito mdicos, na tundirao de Francisco A.
Cardoso [MesquilaJ ra do Bruin, e as lojas de
feri>ageiis de Cardoso, junio a Conceicao da pon-
ledo Recife, c roa dj Queimado n. 30.
Na !oja do S'tEanejo, ra
do Queimado n. 43 A.
Itercberam em direilura de Tranca, decncora-
. os melhores chapeo:- i ustor rapadoss
1 brancos e prelos, e as formas as mais mo-
le tem vindo ao mercado, e por mc-
pie em outra qualquer parle, assim como
em tem um grande sorlimento de enfeite,
Irilho pretose Je cores pelo diminuto prc-
lg cada am, assim como tem chapeos de
gol de panno a 1$200 cada um em perteito esta-
dio, l-erluras bran as muito linas a 320, ditas de
i de !n!;oa 1' urna, cambraia preta Bna
o covado, e a vara a 5lj0,e a 610, gangas
rim b anc i de linho a 18200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-coresprctos a
7.- ; l), ditos pretos a 8 e a 0,?, caira.- J
ir a 7, 8 o llg, ... is prelos a 7, !) o
12g, colleles de gorguro a 4, 5 e C, saceos pa-
ra viagera de diversos lmannos, eiascruas, por!"
ser grande porro, a 1^500, Jilas a 12000 e 2; a !
i, finas a 3 e 4$, chapeos enfeitodos para
menim se i por qualquer pro-
co, e ludo o mais i |ui se encontrar o prero,
o :mj se: dcixa de vemndor.
ilua da Senzala Nova n. 42:
Vende-se em easa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhocs in-
glczes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montarla, arreios para carro de um e douscaval-
: >acios d'ouro patente inslezes.
i
[0SELLEirH0S
em garrafas e meias gar-
rafas.
C. J.Astley&C.

Seguro coulra Foso
AGENTES
G J. Astley & Companhia.
. .L.JHiL3aJ"!

Acaba de chegar to Rio de Ja
neiro alguus exempiares do
primeiro c segundo volunte
da Corographia.
Histrica chonoloyica, genealgica,
nobiliaria c poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. Mello Moraes : vcaJe-se a
i.; o voluuie, podondo se vender o
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e prelas, c para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite jjif
& Irmo na ra da Cadeia do Recife n. 48.
--
e jirelas..
:ro\os..
bordados com franja do
seda................
Dilos de ditodil i d \i..................
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dilo de la..................
Dilo do dilo estampados lino lista de
seda..................................
Longos de cambraia de linho "bordados
finos..................................
Dilos de alaodaode labyrinlioS'e!'.'.'.
Capellasbrancas para noiva............
Enfeites de vidnlho preto c de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
linho..................................
g ; Ditas de dilo de algodao brancas e do
rores..................................
r Sai.is balo modernas.................'.
| Uupeos francezes forma moderna......
g Crava'.qs de seda depona bordadas a
i velludo ..............................
i Camisas fraucesras de cor e brancas
finas a I$U0 e........................
p i Ditas ditas de rustan brancoe de cor...
Ditas ditas de esguio muilo tinas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodao e'de'linh
Galgas de casemira prelasetim 9$ e....
Dtti de dilas de cores t c............
Dita de meia casemira .................
Dijas de brim fino e varias qualidades
oj>o Colletes de velludo, gorguro,
casemira e setim..................,.
Casaras de panno prelo mimo fino 3j)e
, i Sobrccasacos e paletots ue panno prelo
g! lino 24} e............................
Paletots de casemira mesclada golla de
velludo..............................
Ditos de alpaca preta muito finos......
Ditos do merino selim prelos e do cores
Dilos de meia casemira..................
Dilos de alpaca prelos c de cor forrados
Ditos de brim branco cpardo finos......
Ditos de brim do quadrinhos linos
32500 c.............................
Dito do alpaca preto e de cores..........
llelogios de ouro paten........tes......
=:-
700
800
500
320
2$500
73000
75OOO
gooo
500'
I
1S500
9
S
s
73500
7S090
6JOO0
4-5500
8i?000
!
15000
S
i
fi.?000
8S500
J500
29500
11S000
10?O00
4S5000
as e de lindos padroes a 610 a vara, meias li-
nas para senhora a 3^300 a duzia, dilas cruas In-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$51'0, e bordados a 6, paletots de I
alpaca preta e do cores a 5?*, ceroulas de linho
c algodao, camisas iuglezas muilo superiores a I CalaCll -.0 UOrutiflOS
605.a duzia, organdys de
ldlO a vara, corles de cas
franceza a 210,280, 300 o 400
de madapoln com 30
6
cova
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
a ra doQueima-
1 li,"i,".'i d's:ilhof.a lo n. 37, loja de 4 porlas.
5sa cinta a 33, chita i i-, i i
>0rs. o cova lo, pecas J'entCS O lar.lf
la rusa.
do Palitos de Brim a 3?000
Coberlas de
a 2,^000.
Tilia, de lo n. 19.
Arsiazem de azeate
L9.
Ruado Queimado n.
Saias bordadas a 3200
ca
mira a z?z*v, vestuarios bordados p;
nos, o outras muilas fazcndas que se vende por
barato preco.
Vendem-se 200 pecas portuguezas de 4 c
70 brasileiras de 20j : na' prara do Corpo Sanio,
escriptorio de Uanoel Ignacio de Oliveira.
Ha
M /M nw i.


^a
A' 2000 a duzia
Camisas francezas r a f500
. t.ranihraia miudilia a 500 a van.
nicas camisas francezas tanto de Dita 4Co vara.
pCO de IklllO COntO !e algOdO C de fllS- < bales cscuros para r ao Lanbo I i00
I to: na rna do Qneimado n. 37, loja de c,,ilas 'neexa muim Boas miuda
4 partas. ,.ras a *:i0 cvo,!o-
t-% t L.m completo soriimenlo de madar.olJo.
Bonets para enanca
SOrlimellOUCCiia- icos bonets de marroqnim para
crianca: na ra do Queimado u 37, lo- Lcn/os dc *r fn aigibein a -2,cco i
ja de-i porlas. zia rua do Queimado n. 19.
s*s- -f- ; i \ i Ceres de cambraia prefc
Sonos mcdicamenlos ho-L' '
,..nAnnil,;nr.n i S na rua do Queirado n. 11.
neopalnicos enviados^ s
da Europa pelo Sr. Dr.i
Sabino O. L. Pinho. 1 ;
F.sies medicamentos preparados espo- jf
claL. :3nle segundo as necessidadeB da m
homeopalhia no Brasil, vendem-se pelos JS .'
procos coiiliecidos na botica central ho- *#
meopathica, rua de Santo Amaro (Mundo $f>
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-'
de a 10*. dilos francezes de seda a 73, dilos de '' ;
castor brancos a 113, dilos de velludo a 8e 9?, '&'
dilos da lontra de todas; as cores muilo finos, di- | Ss!
tos de palha Inglezes de copa alia e baixa lie fi
5S, ditos de fel tro, um sorlimento completo, do |
2g500 a G5500, dilos do Chile de 3^500, 5, 6, 8, S
0, 10 e 12j>, dilos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 12g, cliapelinas rom veos do ulli- S
mo gosto a 15?, enfeites Qnissimos para cabera |p
a 4$")00 c 5?, chapeos de palha escura, massa'e _>!P
seda, muilo propiios para as meninas de escola, I gi
sendo os seus precos muilo em ronta, ditos para ^.*
baptisado de meninos e passoios dos mesmos, I;
leudo diversas qualidades para escolher, bonets
de galn, ditos de niarroquim, dilos de vellu-
do, dilos enfeilados, chapos do boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, c mesmo para senhora e para ho-
mciis ; finalmente outrns uiuilos objectos que se-
ria i iifadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
lo em coma ; e os senhsres freguezes 5 vista da
fazenda Qoarao convencidos da verdade : nabem
conhecida loja de chapeos da rua Direila u. 01,
de Benlo do Barros I'eij,
GRADEEYAilAlrl SOITIHESTfl
1 :
Tachas' para engenho
Fundicao de ferro e Lrouze
DE
Francisco Antonio Corris Cardozo,
tmeoa
Vende-se
n\
irii
lo em separado : na vraria n
S Ja prac da IndcDendencia.
se-
C e
-
e
S innders Brothers & r'- tem pira vender em
irmazem, na prara do Corpo Santo n. 11,
- pianos do ultimo gosto, recentimente
los, (o bem conbecidos c acreditados fa-
intes J. Broadwood Sons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido c forte, com assento para 4 possoas de
dentro, e um asscnlo para boleeiro e criado fra,
lo do panno fino, e ludo bem arrarjado :
para fallar, com o Sr Potriei no aterro da Boa-
, e no escriptorio de James Crabtrce G. n.
42, rua da Cruz.
Rua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Ainda re=!am ftlgamas fezends para conclu-
ir a liiiuidac.ao da firma de Leile &Corre!a, as
se vendem por demiuuio proQ1, sendo en-
tre outras as seguintes :
Majos de mei:s cruas para liomem a 1J>600
Foiha de cobre e Metal
I amarello,
* Estanlio em barra e Prc-
gos de cobre.
% Alvaiade cVeruiz copal.
| Folha de Flandres.
9 Palhinha para marci-
I neiro.
a Vinlios finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da P^ussia e Briui
devela: no armazem
deC. J. Astley & C.
Chapeos de castor preto .
e brancos
Na rua do Queimado n. 37, vendem-so os me-
lhores chapes da castor.
Chapeos ilc seda para
!| senhora.
fe' gj Campos & Lima tem para veuder aj|
f (^ chapeos de seda para senhora a 10^ cada cif
I ,.'.' um : na ruado Crespo n. 12 ^
BEL
GWS.
fe Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, prara do Corpo Sanio, relogios do afama-
. do fabricante Iloskcll, por precos commodos,
e tambem trancellinse cadeias para os inesmos,
de exceileule gosto.
59000
40gOOO
35*000
18*000
lOJOOu
90000
7000
6goo I tem um grande sorlimento de I
^ taclias de ferro fundido, assim
sisoo I como se faz e concerta-se qual-
I quer obra tanto de ferro fun-l
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DEII0LL0WAY.
riLUI.AS HOLLWYA.
Esle inesmavel especifico, composlo inleira-
mente de hervas medicinaos, nao ccnlm mercu-
rio, neto alguma outra substancia delecteria. Bi -
Digno mais tenra infancia, e a complei^o mais !
delicada igualmente promplo e seguro para j
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
nieiramente innocente em suas operacoes c ef-
feitos; pois busca e remove as doencai 'de qual-
quer especie egro por mais antigs c tenazesl
que sejani.
Enlrc milhares de pessoas curadas com esle
remedio, muilas que j estavam as portas da
morlc, preservando em sen uso: conseguirn)
recobrar a saude c forras, depois de haver tenia- i
do intilmente todos os oulros remedios.
As mis affliclas uo devem entregar-pe a de-
sesperara!. ; facam um competente ensaio dos
effleazes efleilos dcsta assombrosa medicina, e
No deposito do
gelo.
Vendem-se barriquinhas
com maces da melhor quali-
dade, vindastb navio do gelo,
pelo prero de 8$ a barrquinha.
Vendem-se fazandas por bar
prero e-algumas por menos de seu
oiiaspeilaseazendr
DE
" astos
NA
c armazem
DE
valor para acabar, em pera e a roia-
lho : na rua do Queimado loja de 4
*

Vende-se urna preta crionla muito moca, de
osvella figura, com urna filha de 4 annos", sabe
per fei lamente engommar e cozinhar, c propria
para casa de tratamento : no lar^o da Asscni-
bla ti. 6.
rfi
Uiios de dilas decores
2?000
4&000
39000
-45*000
25000
5*000
63JOOO
Dilos de ditas cruas muito superiores
Dito; de ilitos para senhora
Dosde dia- mullo finas
Corles do calca do rujia casemira
Ditos de dilas de casemira de cores
Ditos ue ditas de casemira prela a 5# e
Brim trancado branco de lbho fino
vara 18000
Coi les de. colele de gorgurao da seda 25OO f)
Pana prelo fine, prova de limao 3S e 45000
Grvalas de seda preta e de cores m 13?000
Bocados francezes, largos, cores fixes
coalo 2C0
Dulas francezas largas finas covado 240
Dilas o-lreilas 160
Riscados de cassa de cores lindos ua3r5c3 e
superior i|ualidade covado 280
.Cassas de cores covado 240
Pessaa de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 25OOO
Tiras bordadas 200
Cambraia! lisas muito finas peca 4jk0C0
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes do laa bordados de seda um 2000
Grodenaplo preto, largo covado 1*800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 2*000
Vestidos brancos borlados para bap'.isadc 53000
Veos bordados para cbapeo
Entre meios bordados
Athofalhado adamascado Urgo vara
Lencos de thila escuros um 100
angas de cores para palitos covado 200
I
No armazem de Adamson, Howie & C. rua -2J
do Trapiche n. 42, vende-so selins para hornera ;
c penhora, arreios pralcados para cabriolct, chi-
cotes para carro, coleiras para cavalloclc.
Botica.
Dartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Roh L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Dilas vegetaes.
Salsap-irrha Brislol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
JTarope do Cosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento llolloway.
l'ilulas do dito.
Elliiir auli-asraalhico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 onjas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vcude a mdico
preco.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Lin^tiasde vacca emsalmouta virutas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Aunes defrontc da
porta da alfandega.
porlas n. 10.
Chapeos prelos.
Na rua do Queimado
numero 19.
quelidade,
rua do Queima-
do n. i(J.
lucas sobrecasacas de panno Bao pr
e do cores a S8J, 30* e 35, ion b< m i
paletots dos momos bd 23
paleols de rasemira de coros d
bom gosto e tinosa 12 i .>. 16) e l(
los de panno preto para i
208. ditos de casemira de coi a Bs e lite
Chapeos pelos de prmeira
I3rma elegante a lg cada um.
NoTa iivenco aperfei

prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das segniates enfermidades
500 rs. ocovido.
Campos & Lima, tem para vender
alcatifa com quatro palmos do largura a
500 rs. o covado : na rua do Crespo
n.12.

Accidentes epilpticos
Alporcas.
Auijiolas.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
Conyulsdos.
Debilidade ou extewia-
cao.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de barriga,
-nos rins*.
Dureza no venlre.
I'iii'i unidades no venlre.
Ditas no figado.
Hilas venreas.
Bnxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas.
Febreto internitente.
Febrcto da especie.
Colla.
Hemorrhoidas.
rjy drope sia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Ir r eg u la ridades
menstruaco.
Lombrtgasde toda es-
pecio.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obi trueeo de venlre.
Phtysca ou consump-
pulmonar.
Retcncao de O urina.
llheunialismo.
Symptonias secunda-
rios
Tumores.
Tico doloiso.
Ulceras
Venreo (mal),
no
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de i goral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
ouro patente inglez, para homem o senhora,'
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mullors & C
Alte ii gao.
Vendem-se caixas com velas de espermacete a
GO a libra, a retallio a *), arroz, a 2>800 a ar-
roba, e a lOO rs. a libra, chourieas a 720 a libra,
manteiga ingleza a 960 dila franceza a 640, fras-
cos de conserva a 720, queijosa 23: por baixo do
sobrado n. 16 com oitiio para a rua da Floren-
lina.
1 Para (lenles. 1
Vende-sena loja de Nabuco & C. na
rua Nova n. 2, camisas de casemira, di- j
@ las de flanclla, ceroulas de meia, meia de @
la ecarapucas de meia. y
Arados americanos e machinas
Bandos ou ilmofadas
de crina para pentcados do
senhora.
Vende-se nicamente na ruadsCadeisdo Re-
cife n. 48, loja de Leite &. Irmo.

;-': cateas de casemira do coros e pi
: lamente para meninos 7-\ 83 !'~. 1
: 12;', eolb les de fmrgnrio de
mii.i o 5,<. 6J 7$, paletots de al)
losde cores sac 1 i-
: t 79 i |, ditos de brim, d-
e de I ws,* tanto brancos como de corea i 4r.
: 495OO, l)s f G.s. raleas do brii -
: io linos a Sf, i;-- e r, cnlli 1 -
; cores a 3$ e Ss^OO, camisas < 1 >
; de dive rsas qualidades, calcas de
- corea finas $A00,4J e 5,
ment de vestidos de camkrala brai
bordados do methor
recido 1 :, v
[ cor muilo superior gosto e muilo 1
.. a 208 cada u 111 e --c. ricos rasat
[\ cambraia bordados paro nicnin a 10
ArmazcDi sle azendas.
Rua do Qacunado numero 19.
Cortos de riscado francez 3 12 covadosa2j500. :
Coberlas de chita a 25S0J.
Chapeosenfeitados para meninos e meninas.
Dilos prelos lincs, ultima moda.
Dilos de fellro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de Troco do tres pontas.
lutos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muilo linos bordados a froco.
Ricos chales de louquim brinco.
Cortes do seda de duas saias.
Luvas enhiladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, 3 2g 3 duzia.
.; ios para senhora a 15?, -de
: froco de velluda ?oo, : ,]UP tCI1,
j \ parecido a 103 e l>;, c oulri i.,-
zendas e roupas feilas que com j
do freguez se far patente.
.

acasparaaparesma
Neste mesmo estabel La um :
grande sorlimento de casares pn
sira como manda-sofazr per me*di li. i
lade do freguez, eso ni
pannos a sen gOSlo sendo < i
e 40?.
Camisas inglezas
No mesmo estabeleeimeiii > acal
gar um grande soriimenlo d:s vi r.
camisas inglezas peilos d
; Lugos, ullima moda, por Icr-se n
K quanttdade delerminou-se a vendet
- menos do va'or sendo a duzia a 3^.
:


Rua do Queinndo n. 57.1 Vende-se
!# Lstopa,
::
A 303 cortesde vestidos de seda quccuslaram ~
CO??; a 16? cortes de vestidos de phantasia que @ l-Ona,
custaram 30}; a 8j? chapelinhas para senhra: % Camisas iimkv.as finas.
u ma (4.* rinnimann n I _. i i
No armazem de Ark>Mflit


narusdo Qucimsdo n. '7.
Gs
2v000 Relogios de. ouro e prata, cobertose descober-
1?5600 'os patente icglez, os melhores que eiistem no
1S280 niercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, rua. da Cadeia flo Recife n. 62, primeiro
andar.
para lavar roupa : cm casa de S. P Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. i2.
Cocos italianos
de folha de fljndres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qual rodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na rua Direita n. 47.
loja de tuni'eiro.
lodos s boticarios droguistas e outras pessoas
enrarregadas de sua venda em loda a America do
Sul.Havana e Ilespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dolas, conten urna instruefio cm purtuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral cm casa do Sr. Soum
pharmaceulico. na rua da Cruz u. 22, cm Per-
nanibuco. #
Atiendo
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 parcihas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carregamento ee-
gado ltimamente de Montevideo: os
prcterdentes dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Canha
Teixeira.
Tachas e rnoendas
Braga Silva 4 C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimeuto
do lachas e rnoendas pura engenho, d*o multo
arredilado fabriconic- Edwia Uav : a tratar no
mesmo deposito ou na na do Trapiche o ii.
m
A C.
rua da Cruz n. G!.
do deposito geral do Rio
com Tasso & limaos.
Janeiro: a tratar
Farinha de mandioca
nosarmazens de Tasso & limaos.
Milho
nos armazens de Tasso & rmeos.
Fub.
Fariuha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
aromcus de Tas?o Irmaos

Rua do Codorniz n. 8.
M
v-:
Brim trancado de liuho todo
prelo,
fazends muilo superior; garar.te-se que nao
desbola : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-1
ja de Leite Irmao. vinho do Porto, do mais superior, engarrafa,:
Em casa de Rabe Schmettau & do Recife n. 4.
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-sel
elegantes pianos do afamado fabrican*|
te Traumonn de Hamburgo.
Balitas novas er.. gig feijao mulatinho, saceos grandes, li$, p oiilio.-
gneros mais oaratos do que em oulra qualqu i
parle.
Sapates a 800 rs.
Vendem-so sapnles do Aracaly com or<
obra muilo Doaa 800 rs. o par. ipalos de mar-
roquim para senhora a 809 c 900 rs. o par
ruada lmperalnz. loja da boa n. 74.
Escravos.
No escriplorio de Curgel Irmaos, rua da f
do Recife, primeiro andar n. 28, vendem-se
escravos famosos, d'ura dos quaes se far um c\-
ccllenle boleeiro.
Labyiinlho.
Vendem-se loalhas e lencos de labyrinlhc
escriplorio de Curgel Irmao?, rna d" I
Recife. primeiro andar n,29.


DIARIO DE PRNAMBUCO. SEXTA FEIRA 3 DE FEVEREIRO DE 1860.
m
DE
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebasilo J.da Silva ilirigiiiapor Hanoel Garnciro Leal.
Ncste estabelecimento ha sempre promptos alambiques do robre do difiVrontos dimencocs
(de 300 a 3:000 simples o dobrados, para destilar agurdenlo, aparelhos deslilalorios contatos
para resillar c destilar espiritos com graduarlo al 40 graos (pola graduaco do Sellon Cartier) dos
melhores syslcmas boje approvados e conhecidos nesta e outras provincias 4o imparta, bombas
de todas as di meneos, asperantes e de repudio tanto de cobro como de bronze c ferio, torneras
de bronze de iodas as dimencoes e eitios para alambiques, tanques ele., para fosos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fortialhas e crivos de ferro, tubos de cobre e ebumbo de todas
as dimeuroes para encrnenlos, camas do ferro cora armacao c sem ella, fugos de forro potaveis e
econmicos, taclias e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, foiha de Flandres, chumbo era lcneol e barra, zinco ero leneol e barra, IsBCC-es e
arroellas do cobre, lcnccs de ferro o latao,ferro su ocia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para-'ferreiros etc., e oulros muitos arligos por menos procodo que em nutra qnalquer
parte, doscnipnnhando-sc loda e qnalquer cncommonda com presteza c perfeicao j conhecida
e para cornmodidade dosficguezos que se dignarem lionrarein-nos corn a sua conlianca, acha-
ra*) na ra Nova n. 17 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar not das cncomrnendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIJUABOHABO
rr.LOs sns.
1). Antonio da Cosa A. F. de CasiilhoA. GilAlexandre IfercnlanoA. G. ParaosA. Gnima-
raesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAires BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva e GuabaF.
Gomes de AmorimP. M. RnrdalloJ. A. de Frcitas OliveiraI. A UaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade Corvo.1 da Costa CascaesJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalh.ies CoulinlioJ. G. Lobato
l'iresJ. II. da Cunha IlivaraJ. J. da Gruja Jniori. Julio de Oliveira Pinto__Jos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentalJ. Pedra de SotizaJ. S. da Silva Ferraz__
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos" da Cosa Luiz. Filippe LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. ltebello da SilvaPaulo Midosilcardo Julio FerrazValentina Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
POR
REMEDIO NCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naeoea po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar cm caso necessario, que,
pelo uso que delle iizeram lem sea corpo o mem-
bros inleiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente oulros tratamcutos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas mar vil liosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias lia muitos annos ; e a maior parte,
dellas sao lito sor prndenles que uiejiiupe so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com esle soborano remedio o uso de scus
bracos e pernas, depois de ter permanecido Ion'
go lempo nos liospitacs, onde de, viam soffror a
amputaco I Dellas ha militas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem cssa operaco doloi-osa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedia. Algumas das taes pessoas na
enfusao de scu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord corroge-
dor c oulros magistrados, afirn de mais autenii-
carem sua lirmativa.
Ningucm desesperara do estsdo de saude se
livesse bstanle conlianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo alguin lempo o
mrntratalo que necessitassea naturez.a do mal,
cujo resultado seria prova rincontcstavelmcnte :
Que tudocura.
EsposifOes
DE
O ungnenlo Iso til, mais particu-
larcaentc nws seguales casosi
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
i. P. de CarvalhoI. F. Silveira a oa-
-PtOlrigo Pagan i no.
Cortaduras.
Dores de rabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
cm geral.
Ditas do anus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extreniida-
. d,'s-
Frieras.
Gengivas escaldadas,
l'chacoes
Indaru/nacao do ligado
Iuflanimaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Mahs das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de inos Pulinoes.
Oueimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacocs.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas
Destinado a resumir todas as semanas o movimcnlo jornalslico o a offerecer aos leilores, con-
juntamente com a revista do que mais notavil houver oecorriJo na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as arles, alguns arligos originaos sobre qnalquer deslcs assumplos, o archivo Universal,
desde Janeiro de 1S59, cm que comocou a publicar-se, tern satisfeito aos scus fins, com a maior
exactido c regularidade.
Publica-so todas as segundas eiras em lolhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um Tolume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no cscriptorio desle Diario, ra dasCruz.es, cha ra Nova n. 8.
Treno da asignatura : pelos paquetes vapor 10j20 por auno; or navio de vela 8g (moeda
brasileira).
Ha algumas collecccs desde o comerjo da publicaeao do jornal.
\ende-se este ungento no atabecimento
geral de Londres n. 221. Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America
do snl. Ilavana o llespanha.
Vende-se aSOOrs., cada boceliuha conten
urna instruccao cm prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
deposito geral em casa do Sr. Soum,
; pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em l'er-
; nambuco.
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bera conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
c de superior qualidade, assira como tambern
cal virgem em pedra : ludo por urecos muito
razoaveis.
Seus proprictarios oITerecem a seus numerosos freguezes c no1 publico em geral, toda e
qnalquer obra manufacturada em seo reconhecido estabelecimentoa saber: machinas de vapor de
iodos os lmannos, rodas d'agua para engonhos Indas do ferro ou para cubos do madeira, moco-
das c mojas moendas, tachas de Ierro balido c fundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
chos c bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para ornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descafocar Mgodo, prencas para mandioca e oleo de ncini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva.loies, pon tes, 'aldeiras e tanaues, boias, alvarengas,
boles e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual for sua naturez.a pelos
desenhos ou moldes que para tal ilm foreui apresentados. Recebem-se encommendas nesleesla-l /i t*
belecimenlqna ruado Bruin n. 28 A c na rua do Collegiohojo do Imperador n... moradia do cai- I jlTlf S l O l^l'I'O
xeiro do estabelecimento Jos Joaquina da Costa Perora, com quem os prctendentes se podcni
'ntendeT para qualquer obra.
utuavor*
Um completo sortimento da metaos finissimos,
todos imitando prala, e por procos muito cota-
modos, das seguintes qualidads : riquissimas
salvas em temos o avulsas, todas aimilaciiode
piala, de 1 a 12 copos, dilas de metal mais bailo
por procos muito diminutos, lanternas baixinhas
proprias para loilels de senhoras ou para piano3,
dos mais lindos modellos que se lem xislo de
metal finissimo, palileiros do riquissimos model-
los do mesmo metal e por procos muito comino-
dos, que dei era agradar aos frCpUezes, espivila-
deiras com o competente prato para a mesma e
de muito bonitas modellos, bules de familia do
mais finissimo metal que se pode encontrar, de
2 a 1C chicaras eiu apparelhos c avulso, que
muito deye agradar aos fregucz.es que preci-a-
rem, riquissimos cestos para Eructas, de muilas
qualidades, que se podem possuir per goslo, ri-
quissimos leriinas e pralos coberlos proprius pa-
ra mesa, e outras muilas qualidades de pecas
avulsas, e garantidas todas estas pecas pelo pro-
prio fabricante, que declara o scu nome no pro-
prio bilheto para se coder conservar os meamos
sempre bonitos como estao : na rua Nova n. 20,
loja do Vianna.
Na rua da Cadeia do R-
cife loja de ferragens de Vidal
& Baslos, lia para vender os
objectos abaixo notados por
precos commodos e ludo da
melhor qualidade possivel,co-
rao sejam:
Cams de ferro e com lona.
Bombas de japy comrfletas. .
Canos le eluimbo de todas as grOSuras.
Ferro Suecta de todas as larguras.
Aro de Milao.
Arcos de Ierro de lodasas larguras.
Cravosde ferro da todos os lumanbost
Perra menta completa para tanoeiro.
Ferramenta completa para ferreiro.
Trem completo estanba-Jo para cosinba.
Trem completo de porcelana para co-
sinba.
ados.
qua-
lidades.
Ditas do Porto de todos es tamannos.
Pregos de todas as qualidades.
Gaixas com ferramenta de carapina (pa-
ra curiosos)
Bandejas muito finas de todas as quali-
dades.
Forns rancezes para assados.
Bules, cofetenas, assucareiros e man-
teguciras de metal.
Peneiras de latao de todas as grosura
para padaria e reiaacSo.
Ditas de metal dita dita/
JOIAS.
Os abaixo assignados, estabelccdos na rua do
CabugA com lojas do ourives ns. 9 e 11, fazem
publico que leem recebido de novo os mais bel-
los sortirnentos de obras de ouro, e vendem por
precos mais em conta que 6 possivcl, e passam
contas com reribos garantindo a quelidade. do .
ouro, pelo qual Gcam responsavtis : reccbeni en- '
commendos, e concertara qualquer obra de ouro I* 2 "Iguns.cabellosbraness pelas toates.
com asseioc rromntidao. "!- pareceudo ser muito manciuho, porm n
portase tem urna belida noolbo diretto:
criptoro da rua do Trapiche n. 1 I, que
se dar' a giatiicatao cima.
I'ugio nojdia 7 de ovembro do anno pr-
ximo passado u escravo Penppe.de na,.., An-
gola, de :idade 45 a 50 annos, rom os gnaes
seguintes : um tanto baixu do corpo, cor fula,
| tesla carregada, olbos pequeos, cara larga. MM
' aiba, falla lina e a vot sempre Uixa, bocea
com asseio e promplidao.
Seraphim & Irmo.
Seincnlcs dehortalice.
Sementes de borlalico de todas as qualidades, j
viadas pelo vapor Brasil : vendem-so na rua
da Cadeia do Bscifa.loja de ferragens de Vidal &
Bastos. j
Jgfs ^3i*' os
i
velliaco e meiiiio a curador deemposlunas, de
bom corpo, peinas um lano linas, srgunde a
mesmo corpo, cujo cscravo de Antonio .'-.iii-
tiago Pcreira da Costa, proprielario do engenho
Providencia, na fregnezia de Agua l'ieta quem
o pegi.r ou disser onde de certo tala seri lea
recompensado.
200$ de graflcacao.
:.-. Anda contina ausente o preto !
na loja de Nabnco & C. na rua Nova n 2 / .. ?*' pr,-, c-u n lJ"s '. m
* ,... ma i do anno passado fugirara d i le -
Aviso
t, :
alrazda matriz.
|( nno, e lem os signacs segointes alto, i
is?^ ?::; w :.:. .:':i0 rov':."f?rwnu ur ">
Reoslos
r-i
Aende-seem casa de Julmston Palor & C, rua
do Vigario n. 3, um bello sorlimcnlo de relogior
de ouro, palente ingle/, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambora una
vanedade de bonilos trancelins para os mesmos.
' 1
r
Em casa de E. A. Hurle & C, rua da Cruz n.
48, ha sempre para vender um completo sorti-
mento de ricos c excedentes pianos de lodos os
presos e qualidades, os quaes sao do muila du-
raeao pela sua boa construegao. Estes pianos
que foram premiados com a medalha de primei-
ra classe na exposicao universa! de 1655. alem
de seren de 7 oitavas e 3cordas,sao de acaran-
,* -.-..^^ ........., ,.
lem alguns signaes de castigo as costas, ;
lambem alguns principios doeAdo i
i ii rsido vistono (! iricury, incnlran
forro ... i r e entregar no i
engenh i sen senlior, ou no Re<
Antonio Gongalves, sergraliuVado eom20i ;.
Recomrnendacao a polica, ca
campo, e me&tres de qualquer em-
barca cao,
Desapparecpii ou fuilaram i o sabl id .3
crranle, pelas!) horas d i oa, or
i ar lo, i om le l anuos, p m o m
n enos, rom boslanln pannos 11 lo ri
apolio, cali
olio azul, rhapo do Chille j velho ; ha i
probabilidade que tenha sido i ou furia-
do, porque leudo viudo para I lo B-!
; o Bath, regui zia de Una, i Lrnduco-
nhecirr.ento en I
issosc julga ter sido furlad pelo que se roga
s atitn idades | ., do n., <
da c chapeados de metal. As pessoas que preci-
saren) podem compra-Ios cora -2 ou JO t'iO de!.."vo iT1 nS '"'.." am '' '' "" '
menos que em outra qualquer parle.
Carne de vacca salgada, om banis de 200
luras : em casado Tasso iniaos.
GuardascomiJas redondos e quadr
Encbadas americanas e de todas as
Marmelada
Yende-se m^tnic'a.la superior em latas de 2
huras a bOO res a libra : na rua Direila n. 03.
. u no liioviidu u. iJ....... uimiM moiun un uejign, 1.1,1a mullO'pah-
esquina do beco do berigado, no mesmo esla be-' sadamente, e 6 cozinheiro, ; presenta ter .
lccimcnlo vende-se cognac e macas mais bara- i' nnn ;"
o que em outra parte.
Estamenba.
rua nova do San;. Hit, Vi
ves Macha.!..
No dia 2Gdo Janeiro corr'enfc
de Hanoel Antonio dos Passos < ra, ; sidente
ii-is Apipu o seu cscravo M
lindo do Maranlioo para esta provincii, i
foi rendido pelos Srs. Adriano a Casti i, n
in os : Ho, sreco, i
em muilas man i xigas, falla m
- .Moinhos de todos es tamannos para re-
para acabar, i** ,
a. Kir (til 'lnrt.*.r\ .til tswl.il* no ......1, ,!.,!.-
Superiores corles de seda de cor para vestidos
com babados a 40$cada corle, na hem conhecida
loja do Sobrado amarello nos qualro cantos da
rua do Queimado n. 29 de Jos Morena Lopes

r.

wmm twnm s oipidjmil
CWniea por amljos os systemas.
:iq 3
O Dr.Lobo Moscosod consultas lodos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curarannualmente nao sopara a cidade como para osengnhos ou outra
propnedades ruracs:
s chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e cm caso de ur-
gencia a outra qualqner hora do dia oa da noile sendo por escripia em que se declare o nome da
pessoa, o darua eo numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residenles no bairrodo Recife podero re-
mclter seus Ibetes a botica do Sr. Joo Souno & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao pe da ponte vclha.
Ncssa loja e na casa do annnncianto achar-se-ha constanlement eos melhores medica-
mcntoshomeopathicos ja hem conliecidos c pelos procos seguintes r
Bolita de 12 tubos grandes,.....
Ditos de 2t ditos......
Hilos de 36 ditos. .
Dilo de 48 ditos.....
Ditos de 00 ditos...........'.
Tubos avulsos cada um......\
Irascos de linduras........'.'.'.'.'
Manual de medicina homcopalliica pelo Dr.'ja'ar traducido
em portuguezeom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. ele............
Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
Riquissimo sorlimcnlo de canias de ferro para
, casal e solleiros, de muito bonilos modellos, que
' por gosto se pude dormir ncllas: na rua Nova
u. 20, loja do Vianna.
ttoiulios de nova invengo.
Grande sortimento de moinhos para moer caf,
de un nova modello que muito facilita pessoa
que com elles moeiem : na rua Nova n. 20, loja
do Vianna.
Marlim palele.
I m riquissimo sorlimcnlo de talhrivs para
mesa e sobre-mesa de um modello novo anda
nao visto aqui ueste mercado, tanto pela qua-
lidade cromo no proco que muito tem agradado
aos compradores, esta" ditn qualidade especial-
mente vendida s nesla loja pela rcconimenda-
eo do fabricante, ha nutras militas qualidades de
todos os precos, que as pessoas que precisaren!
nao deisaro de comprar pela sua barateza : na
rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Cosureiras
para senhoras.
Muito bonitas coslureiras para senhoras por
precos muito commodos: na rua Nova n. 20,
loja do Vianna.
1C$000
lojCiOO
20-090
25g000
OaOOO
looo
200O
206000
10|000
6S00
l'o de algodao de todas as qualidades.
Dito frouxo inglez proprio para coser
saceos para assucar.
Formas para pinitos, pastelao bolinhos.
La trinas patente de porcelana.
Lavatorios dito dita.
Ditos de ferro.
Diversas ierra mentas proprias para
jardijn.
Ilalanr decimacs de todos os tamanlios.
Nova confcitara.
Neslc novo estabelecimento encontraran as
pessoas de bom goslo os melhores dores seceos
de calda, grande sorlimcnlo de paslilhas, as mi-
, mosas cocadas nunca vistas nesla provincia, as
amendoas de chicotes e torradas, apreciavel or-
chala ; na mesma preparam-se bandejas com o
melhor gosto : na rui da San/.ala-Nova n. 30.
Nova confeitaria.
Ncste brilhante e novo estabelecimento ha pa-
ra vender immensas qualidades de doces secco
, e de calda, para Ierra e exportac&o, preparado
porum novo melhodo, bem como caj inleiro,
laranja e abacaxi em latas lacradas, como as que
vera da Europa: na rua da Sanzala-Nova n. 30.
Na rua do Queimado n. 17, loja de fazendas, a
primrira passando a botka, vende-se a verda- ;
deira estamenha, fazenda propria para ti
dos irmnos da veneravel ordein lrccira de S.
Francisco.
Vestidos blancos de blond de seda rom ba-
bados e com pequeo defeilo, por melado de seu '
valor, ni u i lo proprios para casamento: na rua'
do Queimado n. 17, a primeira passando a botica.
" do dilo moleque, e si
Cal ng, luja n. 12, ou nos. Apipui
No dia 20 de Janeiro dq correi.te ftij
preto Justino, ciionio, pode ter de idade 3 i 35
annos, corpo regular, levou l smenle -
las um panno amarrado na si otara servir
avental, pois eslava trabalhando na refli
roa Imperial, pertence a Jos Franco d |
morador na rua Direita, recommeada-se a
cia, aos rpita os de campo c aospedpHii
capturar e levar ao paleo do Carme a N
i alim de liquidar contas : na loja de 4 portas
|na rua do Queimado n 10 """ ps 5,"" seguintes : alto,
.. ...... do corpo, lendo na perna direita nruttas cicatri-
|'.; vende-se um carrinho de 4 rodas d i har zep- motivado de um formigneiro ; levou vei
com boj, para carregar gneros ; vende-se mi ralea e car: Isa de algodao azul : quera
pranrhocs de louro, p&o d'oleo, oilicica, pao car- "er levar casa de sen senlior, na i .
g.i, travs de fundo de 35 a Tifi almos de com- (l.Sr|'' em recompensado
titiincnln t IrnvoB tln launa i >,, '...i,, ba capui ir, 1 ....
primento e travs de louro ; lambem se serra to-
da e qualquer madeira, tanto comprada ao an-
nandanle como alguma que se queira serrar
tratar na juia Nova de Sania Rita, defronte
cacimba da ribeira n. 12.
VendeSO niel para embarque
Hamos n. 6.
; a
da
no caes do
naese
queijos superiores a 2$20O, manteiga .
lg; primeira qualidade, cha do melhor ancha
no mercado a 2?20 a libra, azeite doce Iranccz
afcOO rs. a garrafa, btalas a 40 rs. a libra ; na
travesso da rua das Cruzes n. 6.
itlenco.
i
Vende-se um casal de escravinhos, sendo um
moleque de (j annos o urna negrinha de 5, muito
bonitas pecas, proprios para um mimo: a tratar
~T l'u8' lil' zia Je
Ipojuca, no dia 21 do (unen!.', n pseravu J ,
, de 28 a 30 : ide, alto, :
mansas, pouca barca, falla !e um denle de
r, lem o pe di. I
ca isa de duas feridas que tem ao p I i i
zello di di ntro, levou 'i ns i svaMos, um ;
i e 0I|!' ai -se ter id
soa companhi i ira prelo corp tiento, d
nome \ ab nlim, lambem iu- .
.cravoJoo foi coni| rado pelo annuncianle i
i Silvinn Guilhrrme de Barros, e esl i
Miguel do Barros Silva Jnior ;' pn
] tomaram a direcao do Buiquo ou It. on I
lea de vir para estapi ica -
loridades policii i e i.;. 13 de i aa
endi :.i o levi m
' cife, !';) do Commercio ::. 2, que .- ra
nerosamenle recompensados.
Desappareccu na noile do dia 7 de i
corrente de S. Jos do Manguiabo, casa i;.
Tcixeira Baslos, o escravo crioulo, de noax
nedicto ; representa 25 a 50 aun >s de I
... mnl.. .... .......A~ ------^ I___1 i. .
uuuuito i'ei_.i?, piopnos para um mimo : a tratar....... i '""' "mus oe ejaoe | nu-
na rua Imperial n. 59. confronte ao viveiro do c" m'"s "' rr"'">?- scm ll",'il-1. altura re;
Muniz. "po igualmente regular o bem feiio, levi
-...... Pai constando de i casimii i, i :
panno Bno azul, camisas brancas finas, cal
ganga o de hrim trancado bronco, i I
de feltro escoro, e urna rede, Indo nsado. I -
37
Eslojos de
Saias de balo pelo baralissimo preco do 4g :
na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano & Castro.
,;^i Nes!.c Pr"vnil"socs,abo,ecimpnlo. que pelos no vos mellioramentos feitos acha-se conve-
' 'e,""c n.ontado, far-se-hao lambem do Io de ovembro em vante, contralos mensaes para
autos saSis!uec-ecoonuado Publico e quem os proprietarios esperara a remunerac.ao de
Assignatur* de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOgOOO
* momos, de choque ouchuviscos por mez ljjobo
Senes r!e cartoes e banhos avulsos aos oreaos anniinciarins.
Algodao nionslro.
AG00 rs. avara.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se algoito com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de 000 rs. a vara ; esle algodao servo
p..ra toalhasde mesa por ser de superior quali-
dade.
F.m casa de Hcnry Forsler & C, rua do
Trapichen. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americanas.
l'oges americanos.
Arados a 308
Champagne e cognac.
Itclogios americanos.
Faiinha de trigo de. todas as marcas.
Lampeos do patente c azeite proprio, ltima-
mente chegados dos Estados Unidos.
SKLLINS.
Vcndem-sc os melhores seilins inglezes de pa-
tente no armazem de Roslron Rooker&C,
praca do Corpo Santo n. 48.
\onde-seem casa de Arkuright & C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Ili-
qhbury, sendo que pelo seu perfeilo machinismo
pode-se usar com coberla ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
.ente : no armazem de Augusto C. de Abpeu.
i.a rua da Cadeia do Recie n. 3fi.
Farello a
6^000 rs.
Saccas grandes ; na rua Nova n. 52.
Espirito de violto eoia M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-,
aLdas: na rua larga do Rosario u. 38.
sagem.
Riquissimo sorlimcnlo de cstojos para barba,
de todas as qualidades, e por precos mais cora-
modos que se podem encontrar :" na rua Nova
n. 20, loja do Vianna.
Ratos logrados.
Riquissimo sorlimcnlo de ratueiras de pgal-
os ratos sabios e tolos, por preos muito com-
modos, riquissimos guardas-comida de rame de
lodosos tamanhos, lampos de rame para cobrir
pralos, de lodos os lainsiihns, cm ternos c avul-
sos, lavatorios para cozinha de todos os lamanhos
e de bonitas pinturas: na rua Nova n. 20, loja
do Vianna.
Caf a vapor.
Riquissimas machinas de fazer caf em um
quarlo de hora, approvadas na ultima exposicao"
de Taris pela ba qualidade.
Espingardas tron-
xadas.
IUquissimo sortimento de espingardas tronxa-
das de um e dous canos dos melhores fabrican-
tes que ha na Europa, c garantidas pelo mesmo:
e de outras muilas qualidades, do baixos precos,
na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Grande sorlimenlo de fa-
eiaaiki %
Loja de 4 portas.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso I
limaos.
Rs. a arroba de batatas inglczas, desembarcadas
hontem : no bazar da rua do Imperador n. 6.
_ Vende-se urna escrava moca, crioula, sera
vicios ou defeilos, oplima engommadeira e cos-
tuieira, marca e cozinha o diario de urna casa, e
mais do que o diario : os pretendentes dirijan-,
ce a rua do Queimado, loja a, 39.
zcnias prelas para a
quaresma.
Grosdenaples preto a 13700 rs. ocovsdo dito a
1&800, dilo a 25000, dito largo a 2g200, dito a
23j40o, dito a 2^600, dilo mais superior a 2g800,
seda preta lavrada superior a 2:660 o corado, di-
ta muito larga a 3$200 o covado, chamalote pre-
lo largo a 3J200 o covado, dilo largo muito su-
perior a 4:000 o dilo, sarja preta de seda a 2#0(IO
o dilo, dita hespanhola muito superior a 236OO
o dilo, selim prelo a 3jJO(>0 o dito, dito Maco
muilo superior a 4j, cortes de seda pretos para
vestido com babados a 50j o corte, dilos de ditas
saias superiores a 70g, dilos muito soperiores a
9u>, dilos bordados a velludo a 1593, dilos muito
superiores a 2005, mantas prelas de fil a 10.J
cada urna, dilasa 12$, ditas muito superiores a
149, los pretos a 7$, pao preto a 35 o covado,
dilo a 33500. dito a 4*. dito a 55, dilo a 6, dilo
a 7, dilo a 8$, dito a 10g e 12, casemira prela
al$600, 25, 2#500. 3 e 3$500 o covado, dra
muilo fina a" 4$, chapeos pretos de seda, ditos de
castor para homeni, c outras muitas fazendas
prelis de goslo, por precos mais baratos de que
cm outra qualquer parte : na loja do sobrado
amarello, nos qualro cantos da rua do pjieimado
h. 29, de Jos Morcira Lopes.
Chegou a esle estabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
oits de panno lino de 16$ at 28$, so!.recasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 35-3, um completo sorlimenlo de paletols de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
cada una, chapeos traneczes para hornera a 85,
ditos muito superiores a 105, ditos aveltudados,
copa alia a 135, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de fel I ro para liomem de 4-3. 53 e at 7-3
cada um, ditos de seda c de palha enfeilados pa-
ra meninas al03vditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente endita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas n
25$, cortes de vestido de seda em carto de 40J
at 150$, ditos de phantasia de 163 at35$000,
goltinhas de cambraia de 15 at 5, manguitos
de lS500al5?, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cass/s francezas muilo superiores
o padres novos a 720 a vara, caserniras de cor-
les para colleles, paletols ccaleas de 3S3500 at
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 23501)
al 1S o covado, corles de colletede velludo
muilo superiores a 9 e 12$, ditos do gorgurao
e de fuslo brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 15280 a vara,
corles de caserniras de cores de 5 al 95, grosde-
naples de cores e pretos do l?60O at 3-3200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9e 12^ cada ura, ditos lisos para htj-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20$ a
duzia, casemiris decores para coeiro, covado a
2$00, barege de sc 15400, um completo sorlimenlo de colleles de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7# o covado, pannos
para cima de mesa a 105 cada um, merino al-
cochoado proprio para paletols e colletes a 25800
o covado, bandos para nrmaco de cabello o
15500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, cum grande sortimento de macas e 'malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, c outras muitas fazendas que nao
possivcl aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se moslrarao.
Com loque de avaria
1:800
Cortes de vestido de cbila rocha fina a 1:890
lencos de cambraia brancos a 2:000 *:500 3>
4:000 a dusia dilos com 4 palmos por cada face
e do 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
IrmOos. rua da Imperatriz n. 10.
Vinho do Porto.
Vcnde-se o verdadeiro vinho do Torio engar-
rafado, e em barris de quarlo, por preco commo-
do : no armazem de Adamson Howio & C, na
rua da Trapiche n. 42.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
CB3 e do cores, em novello, para costura : em
casa de Scuthall MeHor & C, rua do Torres
n. 38.
Vende-se urna rica toalba de labyrinlho, to-
da aborta de estrellas, propria para baplisado,
por preco muito commodo : na taberna da rua
das Cruzes n. 20
Vende-se um cscravo criouln, de idadeS
ann is, pouro mais ou menos, bonita figura, sem
vicio nenhum : na rua da Praian. T.'
Vende-se uma cadeirinba cm bom estado,
na rua da Aurora 11. 40, e na mesma casa aluga-
se a loja : a tratar na rua do Cabug, loja n. [)'
Farfolla a 6:000
:guido por uma mulher forra, edr lula, de 1
Candida,'que consta ser natural de l
1 -marrado. O cscravo natural di
Igipe, aonde lenimiii, hojeforra.
Roga-sea quem o aprehender de entregar no
Hanguinno em casa de Jos T. Bastos, ou
cidade em casa de Bastos i I.emos.rua do l
che n.17 que ser generosamente recompe
Moleque Fgido.
00$0 de gratificado.
Roga-se aos capitacs de ramp >s, e a
loda e
rs. a sacca de alqneiro : vendo-so no forte do i
Mallos, armazem de Hemelerio, Irmo & C,]
confronte ao trapiche do algodao n. 18.
Vendem-se : escravas de bonita figura, sen-
do uma mulatinha de 12 annos de i Jado, boa'
copeira e com principios de costura, e 2 crionlas l^'nner aulornlade a apnreheosio de um mole-
de 18 a 20 anuos, boas cozinheiras e peritas en- I118 de nome Manoel, crioulo, idade 13 annos
gommadeiras, urna destas lem muilo bom leite pouco mais ou menos, o qual fugio da ca lS&tV% Sg *-^? **. *
casa de familia, por serera de bous costil mes e rcnle anno' lov3nJo ca,a oe cor, caTniza azul,
instruidas no servico domestico : quem prelen- chapeo de pauta oleado e o maior signal offrr
der dirija-se ao cscriptorio de Claudio Dubeux, de asilima e a pouco esleve doenle de be\i-ras
desconna-se queesieja acollado por algum eper-
talliiin, que se queira aproveitar de sua pequer.a
ida.le para o s;"'ii7r, desde j protesta o me;mo
abaixo assignado de cahir sobre ditolarapio com
I todo o rigor da le, egratiKea da ma.eira cima,
aqutlle que lhe der nolicn certa, e paca toda
para
ov
para tratar.
mBmmmmn
Escravos fusiclos.
ft*
100000
de pat(ica.;ao a (ucm pegar o negro | "i q se Iber ^owm !
Larlos, de idade 2o .tnnos.ellc e de tuna se eTectuar dita aprehenso, levando rua N
estatura regular, as pernas um pouco!n. 21. Francisco Jos Germano.
um wm
Dos premios maiores de 20^ da 39a lotera concedida
para as obras da casa de correceao da corte,
extrahida cm 17 de Janeiro de 1860.
NS. PRES. NS. PREMS. NS. PREMS.iNS. PREMS. NS. P
.(!> '.ii.- J.) 40 1673 200? 2131 40 3156
b-2 1009 22 200-5 17.IS 10D 49 1005 87
76 loo? 63 1005 78 405 400.4 32.it
183 oog 87 40f 90 40fi 51 40 30
Sitt l.oooa 106J 200 1817 40 89 1,000 ss
13 M* 80 40* 19 20O? 92 405 8.!
71 40 1103 4d >> 40- 9S 100-5 :;;(l
74 40 31 ios 25 408 2527 2005 46
87 40 33 l.OOOf 1952 405 51 ioos 47
316 100 5 i OO 80 40 26',< > 3506
26 40g / / 40 87 100 95 40 25
67 40 89 40$ 88 ioos 2713 40S 87
71 40 1261 40 2007 10)- 15 40 3613
53 10(1 li7 40 32 MI 29 405 67
533 100c 71 100? 61 Loaos 2801 200 S7
81 40$ 76 400 2I4 400;- It 1723
601 100 1301 40 72 40 31 40 26
39 40 o 200# 79 400 55 40 58
71 100 9 40S 2228 100 99 '.O 71
75 100 56 20j? 39 400 2920 40g 3805
706 100 1417 1 - oa 40? 74 4,000 41
17 40 60 4g 93 100 88 loo 75
60 40g 63 1001 2:0 100 89 40 98
806 100 93 100? 54 40 300H Oj 3918
27 40 I.W9 100 56 100 53 100 21
63 40 1616 100 67 IOOjj 82 100 65
68 100 83 200 68 m 92 400c 4039
H-2 ioos 40 40 71 40 3123 100 56
yt 100 ! 40S 2418 100? 49 40 61
>REMS. >S. 1 !..',M s SS. PBEMS.
403 4112 40 3007
40 .62 405 5110 40
100 69 1,000$ 90 m
200? 42/6 100 95 405
405 88 1005 -.219 O":
10,000? 1315 100 40 400
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1003 83 40* 87 MB
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405 452S too M|
400 82 40: 70
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loo 4 i 2005 23 200
405 82 200 41 1003
2003 1710 100 88
10 19 40 5567 100
2 40| 34 IOO 5742 100
-H- 78 1,000 77 100
40 4826 40 5822 40
100 30 40 53 10(1
40 56 200 80 40
40 62 4o$ 98 40
lOOo 88 400f 5922 lOOg
40 4917 40S
100 35 20,000
100 72 iO
40 5000 40


(U
DIARIO DE PERNAMBCO. SEAT A FEIRA 3 DE FEVEREIRO DE 860
Lilleratura.
.\i-jii urna nem mura,
(Cvnlinuaruo.)
V
Nao 6 olla divina? dissc Dupuy sua r-
n : logo que se acharan) sos.
is ? respondeu da '
Com adoraco.
K... ella I"":,:; i ?
Apenas creio, e enlrclanl > desejava saber.
nio me resi ondeste. Nao 6 ella per-
Nao s iis ; ella nem mais drs-
:- careeeu-; ni tuco dislrahida,
i ni 'i. iim altiva....
Tcin ni) carcter encantador, urnah-mlado
ca, sempn disposta nu lo agradar
nitros. Nunca exige cousa alguma para
i Mas Uem (uves ver que aqu, em roinha
rasa, na sua idado, o embarace de sua situa-
r o...
K' sem duvida islo, responden Cecilia. Po-
xm qualquer dcalcs dous (lias deves entender-
lo j m H. Fremonl para fazer as proposicocs
tii dessa joven. Sellas de lumia alguma le oc-
cupars do mim. ludo que lenho porlence-te,
bem o sabes. Quanlo a mim l:arei aqu ou rc-
tirar-me-hei para nlgun convenio. 6-mo indif-
forento. Suris feliz, fieorei conlale...
Chara irma, interrompeu Dupuy, nao sl'
trata disso. Para que te inquietas e me inquie-
tas? Picaremos junios. Laura nao" 'poderia le
o itra idea. Tu nao o con heces. Sua mai una
O lento mulher....
si na mesma occasiao, em que linlia lugar
> '..i cunversaQao, daw-sc o seguinle dialogo cu-
t Laura e Julieta.
Nao verdade, dissc Julieta, que ella lo
| 'c muilo boa "?
Deixa-me tranquilla, llie responden Laura,
da horrenda, ora vordadeiro monslro.
V fu 0 adas, niinha chara, replicn a pri-
i ira cap ttm ar de hypocrila sorprezn ; pois
tem mis olhos encantadores.
Ah que nie importara seus olhos? Jingas
a cunuaua ue vo-io remcuer; vcocs que
BOU boa menina. Que di7eis ?
Dupuy nada diza. Estas ligeiras palavras ca-
hiam-lhe na cabe;*, como se fossem golpes de
una barra de ferro.
J ios acontecen algum da dar urna queda de
; linio andar em pe ? Nao ;.mas talrez le-
nhaiscabillo de mais alto anda. Nesle caso dcs-
cu I paris scu profundo lethargo e adolorosa per-
efio do suas ideas.
Ouvl M. Dupuy, conlinuou Laura sem-pa-
recor que percebia o Icrrifel elleilo quo produ-
'i : j que pronunoiri o nome desla querida Ju-
peritilli-me que ae admire nao fazerdes
'' lie j a suas grae.is e n seus merec ten-
los, lia da nossa parle, a este respeilo, urna
dislraco, que nao se explica. Onde encontra-
reis una joven mais encantadora c (a eslima que
E' extraordinario, disse ella em fim. Que
ao p da lettia, nao vejo inconveniente em cura-
pri-la. F.m vez de da-lo nnnha criada, qnanf pdc haver no coracao dessa rapariga ?
do rno retirar de Voulaines, pedirei a Julieta qu Nada, respond'eu elle.
lenha a londado de vo-lo remetter; vedes
F.m seu espirito, cnto, so assim o que-
res?
Orgulho. Causou-me muito mal ; salrei-
lhc a vida ; estamos quites. Pois soffrer por
me deverrsla obrigaco. Ser punida pela mes-
ma causa quo a fez peecar. E' juslo.
Quonlo mim prefera ver-te desposar Ju-
Nem urna nem outra, replicn Dupuy, bas-
ta-me a pintura e tu' niinha boa irma.
No dia seguinle limitou-sc mandar saber noli-
cas de mademoisclle Sural por son criado, que,
em resposta, Ihe entrego um bilhete do Julieta.
Eis o que elloCOfllinh :
Querido Carlos, Laura val bcm. Desejava
ver-TOS para inoslrar-vos seu rcconliecinieuto, e
opozar que experimenta de vos ler feito soffrer.
Kncarrega-me do dizer-ros quo esl iuleiramen-
vos lenho me nutorisa a levar al esse ponto a! (e mudada, commovida pelo que lhe fizesteis. que.
confidencia) rujo cornejo vos seja lio dedicado ? '
Seria rerdadeirameiile feliz se podesse acabar
essa sem-razo que um dia vos causara bcm
amargos senlimentos. A conformidade degoslos,
a antiga e intima amitade de vossas familias,
ludo se reun; para vos ligar, e di/.er que nas-
s um para o outro. Julieta nao merece
desprezo. Nao possivel que nao Icahais os
mesmos sentimenlos que ella.
toda sua malignidade fieou no fundo d'agua, o
quo nao tem desojo do ir alli procura la. Desta
vez ha sinceridado ; ou vo-lo garanto ; o no mais
podis crer em vossa amiga
* Julieta.
Ao que Dupuy respondeu :
Querida Julieta, folguei muilo saber que ma-
demoiselle Soyal nao soffrer maior incommodo
pelo banho que intempostivamentc lomou. E'
Senhora, lhe disse Dupuy, tornando emlim grande bondade della preoecupar-se do pequeo
Nao, sem duvida, at hoje.
Que pois, enlo?
lima razio commum.
A explicado pede nova explicaran.
Eu posso da-la. Todas asreligios, nao ?
trazem o mesmo nome do familia, e todava cada
urna forma una Egreja separada. Por conse-
grante reponsam sobre o mesmo principio, e dif-
fereni somonte pelo actressorio. O que devenios
u al.i asjpcluir? Que onde est a divisan est o
erro ; e onde est a concordia, esl a verdade.
Mas o que devenios fazer para adiar a ver-
dade ?
A queslao implica a resposta : Separar a
parle rommum cada egreja, c constituir O que
se chama roligio.
E qual essa parte commum?
Mas, madama, um livro una tal queslao.
Ajgucm o escreveu ;
Ainda nao. que eu saida ; mas um dia, se
Dos me der vida, poderei cscreve-lo.
Enlo bda tarde, rollo ao cathecismo.
prc i seu bel prazer do poente ao levante ; es-
caparse ao capricho do lempo, fez-so um poeto
com o infinito : e firme sobre si para o futuro,
que importa o desmentido d'uma hora sua es-
peranza ; que importa esse formigueiro revol-
vido, onde a pequea forrniga humana arrasta
seu pedaco do herva ou de palha, a que ella
chamo gloria ou peder,que importa r denota, a
'eh ersidade, o raiocabido sobro a casa! A mor-
le mesma a morle Porem o philosopJio doste
livrn. no mais bello capitulo, lalrezydiz-lhe o ver-
dadeiro nonio, rliama-aimraorlulidao. E quem
pois nao tem vivido bastante ? Porque temer a
i a/, do iHmulo ?
Ha nesla obra urna profmda inspifaco reli-
giosa, e urna patarra d'apostolo. O cenle, sena
l ventura que prorurci analysa-la ? Era bs-
tanle ve-la, sem a observar... Assim mesmo es-
lav a doente.
Sioos effeilos da prlmcira rapresso. Po-
rem vers que tao boa, to dcil de eoraeo, e,
o que mais raro entre suas guaos, lu cstranha
a lo i.) seutimento de iuveja daquellas pe ?oas
bcm aquinhoadas pela naturezt... Fica-
i Ss bem depicssa costumada com a sua fi-
gura.
Cont nao ler trabalho de me cosluinar.
Por cxemplo Nao devo ler horror a M. Dupuy?
.' i o poderei mais ve-lo sem que me venha
ia irmaa.
a 91, rogo-vos que nao levis lulonge eslo cruel
gracejo. Porque nao serio... Que vos lu ou ?
Laura, em nome do co, Laura !...
Agrada-lhc? disse ella volun lo-Ihc a ca-
li cea com urna maguillca impertinencia.
Elle a obserrou por um instante, como violen-
tamente tentado de estrangula-la. Ella empalli-
deccu ligeiramenle, mas seus libios conserva-
ra ni o sorriso.
I'erdao, senhora, lhe disse elle, cstou ab-
surdo o ridiculo. Sim, julguoi que, quando urna
dnuzella como vs enlregava a mio a um rapas,
assegUNtva-lhc seu coracao o sua vida inteira.
Errel eomplelamenle, reconhero. Tive um mo-
mento doloroso, mas ocabou-se. Agora quando
misino me quizesseia desposar, eu o recu-
saria.
E loriis niuila r.-.zo, seuhor, comquanloa
palayra seja ponen pulida. Porcm, nao importa,
estis bem ceno que me amareis? Parece-mo
servjeo que tire a felicidade d preslar-he' Nao
tem que me agradecer ; porque faria o mesmo
pela su i cr-nda. ou por qualquer pessoa dcsCO-
nhecida. Q.ianlo ao mais, julgo mellior nao fal-
lar-so nisso. Parlo para urna viagem do alguns
raezes. Quando chrgar, a minha primeira visita
ser, bem entendido, vos. Mil amizades,
etc.
Pa ul
a Carlos
ima exposieo, Carlos Dupuy, se tornara
encontrar, na entrada dos sallos,"com um do
seus amigos carneradas. Era um pinlorde his-
toria, que. fra do sua ofDcina, s olhara para
quadros de paisagens. Ha muitos littcratos, que
smente se oceupam da msica ou de caval-
los.
Nao vi (eu nomc.no livrinho, dissc elle
Dupuy. Poniue razo ?
Provavolmonle, respondeu osle rindo-so,
porque l nao est.
Bem, mas qual a razo de l nao oslar !
capa/.
De vera! e assim ? Pobre Carlos !
irrer de pezar.
Aconselliarei que s-' la-'ime A falla fui
N i > se comraelleui Iraieocs tais. F. lu mes-
ma, seja dito de passagem, dere
me, e nao me pares em collisao
que se este seutimento fosse vordadeiro, nao so
desraneceria lo depressa, de mais quem vosfa-l Obraste mal renunciar a pintura ; j tinhas mais
na duvidar de que ludo que vos dissera nao que disposicoes... J viosle aqui ?
passara de una prora!...
I mu prova exclamou
sivel ?
Dupuy ; seria pos-
Vc-
bel-
Que importase j nao cxisle ? Permitli-nie
.somonte que vos diga: urna tao meJiocro pc-r-
severanea nao me parece aununciar capacidade
para brandes sacrificios.
senhora, fallai, e ludo que quizer- j
duvida, poje po!-a de pule, virque em ?i Iraz
urna cotlvice i ; mas o incrdulo, o indifforente,
que, rom ou sem razo, romiieu com o passado,
achpr nella una entrada para o co e urna es-
peraiu;a. El lalrez bem que em cada cidade ba-
ja, como em Alhenas, um templa dedieado ao
ii o scu manguito c saudou o! dous desconhecido, para que o passigeiro des-
garrado
pbilosopho.
Algum toiupo depois, Gioberti luorreu sem ler
cumplido a promessa.
Pois bem! hoje M. Lairoque acaba de publi-
car o livro, que o pbilosopho italiano tinha 80-
nhado. Mr. Larroque er na neeessidade d'uma
rcligiao. Esla religio ello procura na Escriplu-
ra ; mas, tendo corrido a Biblia, pagina por pa-
gina, duvida na ultima folha : falla-lhe a f. E'
a parle critica de sua obra. Nao SOgui-lo-hei
ueste terreno ; fallar-mo-hia espaco, o tambeui
liberdade de espirito. Mas ou approvenvno, ou
o censurem, o certo quo nao poderia negar-sc
eslo trabalho urna mina prodigiosa de scicncia
e conscioncij. A AHemanha liria de synipa-
Ihia. '
Desdo o momento que rejoitada a orthodo-
xia, do que servo una roligio? di/em niuitas
vezes. Basta a philosophia Podo bem ser, um
rigor, para ros, homem lellrado, que podis es-
a nobreza e o clero proprios para o encargo ie
semelhante misso. Na falla do urna assemba ou
do um corpo instituido, para a defezi dos interes-
ses geraes, do paiz o parlamento deParis, soco -
tilmo o protector, c cimpeao ardcnlc e dedicado
desses iuteresses
Seguramente os res do Franca, NfHNH-
lendcram que deviam enviar suas ordenaaras
para que fossera IranscripiaanMregistro* da par-
lamento nao podiam suppnr q.....ssa simples
lormalidade de transerprao dara lugar ao duei-
lo formidavel de comelnoa e recusas do parla-
mcnlo de Paris, a quem ellea asi a havian au-
torisado n declarar-te o juiz .i legalidade e da
opporluniJade das medidas legislativas porrlles
de litadas ; o O parlamento que M iulgava n
le preencher nina grande mi- ion] .
outro ni.-o de que se sen ir, fez do registre das
ordenan cas urna arma para salvaguarda t
terosses geraes da naci e sabemos quie lerrirel
se lornou essa arma manejada por suai n
Muito se ha fallado das faltas do parlamento.
dos abusos que pralieou (
cas, e da influencia coni
os successos c os seus se
lado principalmente de s
realeza, que foram om
possa quinto nceessile, descancar a
fronte sobre o altar. Cada um oeste mundo crea
romo lhe f(\r possivel : desdo que ci do fundo
do coracao, d de si bm leslemunho.
E lolavia, dil-o-bci, qualquer que seja minha. da queda desta,
sympalhia pbr M. Larroque, prefiro sua dou- queda.
trina a de Qhnnning. M. Larroque intitula sua O parlamento I ere a
crencarenora^io religiosa. Parece que ello pon- nstiluiecs humanas, as
sa que um mundo novo necesaria urna nova o mos'dias. Nao se p6 I
religio. Mas, em risco do repetir aqni o que j lencia sistemtica nos re
dissemos em outra parle, nao ha mundo novo na ; Luiz XVI nao se conlere r
m diversas cireumstan-
iderarel que lhe ieram
rieo*. Muito s.' !:i fal-
os ulliinas lulas con. i
grande parte a cau.-a
i; ijniiem a causa di
historia, ha apenas uro mundo transformado. Se do precisa, e foi antes un i aggres-,ij f il
;iois rile quor urna roligio iuiagom deste mun-
do, ella nao poderia ser propriamente fallando,
sena o urna melamorphose.
Nao so faz urna religiao. Quando muito se re-
genera ; mas regeneral-a, coulinunl-a. Nao
hasta, para guiar um povo Dos c leral-o a
pralicar acta* religiosos, pregar um aUnuneio em
le/a do que mel de defe i contra ordena injur-
ias. O parlamento abusa ra cnto do sou .
e di decadencia e:n qui
cumpre, para julga-lo, a
sua
nlesm.i soite d>' i i 1
uaea leem os leus bous
negar \' e i u* res -
nados le \.-, t XV de
os limites di digni 1 i
la i
na a realeza. V
ender s i as e m p >i-
xoes do lempo, s circu staneias bistanles, qu
pdem se nao legitimar,
certas rcsoluces > i
um muro. Eis aqui um templo, os aqui um cul- ment pela generalidada
tudar, refleclir, fazer a anatoma comparada do lo ; entra eadora. I'a.a lelmVnte crer e alo-
pn
de
venir-
le 1ro-
e nao
ceder...
Confesso-te que nao suppuoba...
Tu o suppunhas mu bcm. s una aslu-
tazinha. Agora que rejo claramente o leu jogo.
te lerar-me em casa de M. Dupuy n'um
lii m, para que elle diga : Nao minha
J 'i Julieta que me loria pregado urna tal peca.
fle-se bem nella. Emlim, nSo importa !'se;
;rande e generosa : enlregar-lVhei derida-
o corrgido das donzcltas de l'aris. .Nao
ireia ello, nema mim mesmo, prometto-le
Assim nao rela* que devoras constranger-
anle de mim Para que o queceria? Mesmo
nao fallando na irmaa, era um casamento que s
mediocrcmenlo me courinha. Dclircslo-me n
' ; son-te muilo obrigada, sem indagar os
l Uvos qi e le moreram.
Asseguro-le, replicn Julieta, que nao em-
licia que pensas. Todo filho do
. Nao me habitu a illusSes. F.mbora nao
i madama Dupuy, so-lo-hei madama Kepi-
quet.
^ Nao ser grande desgraca : habitars
Par s, c | 'telemos ver-nos mais a vonlade.
nii i fallem 9 mais nisso.
1. a bella Laura aportando ternamenlc sua
.a nos bracos, a beijou militas re/ 1 -
-. romo [tara comprimir as lagrimas .ue co-
ara a apparecer nelles.
No di 1 seguinle. pela maiilia, Dupuy. vestido
rom inri elegante costume martimo, rujo effei-
u Nao, e a primeira vez
Nesle caso, encarrego-nie de guiar-le.
ras, a respeito de paisagens, cousas muito
las.
Conduzio-o succcssivamcnto aos quadros do
Coro!, Troyon, Daubigny, o outros mestres deslo
genero, sem todava desprezar as assignaturas
Ah! senhora, fallai, e ludo que quizer- i "ie,,os celebres ou mesmo inteiramento deseo-
des... nhecidas.
Cump 1 iris sem hesitar... Nao ? Pois bem, ~~ Bhj-oqui, lhe dissc cllcdclendo-o diante do
sem procurar censas extraordinarias, pedir-vos- l!ma P'sagem de meia dimenso, collocada mo-
hio, por excmplo, para nao morar com vossa "Calamento o'n um canto, eis um quadro, onde'
irnij conse.itiriois ? 1 s9 revela muito lalenlo, ainda quo seja de prin-
NSo, senhora. cipianfe. Tem a assignalura de Leschar. Nun-
\ des ? ^ "J1V1 esl nomo Vista lomada da garganta
Mas vos nao me pediiiois isso. ,.os lo!iOS;. Tu'.que habitaste tanto lempo em
Cerlamenle quo sim. Isto c bastante para 'Oniainobleau, deves reconhercr. E" verdade,
prorar-ros que nao estamos destinados para vi- j c""SO ate as menores particularidades. Es-
vermos juntos. Nao culpa minha, o espero la ca'a do reir, atravessada de esguelha, co-
que mo nao guardareis rencor. mo um uod ouro, por um nico raio de sol, islo
,. ,. ... nao se inventa. Por exemplo, naocomprehendo
Nonhum, senhora. lncltnu-me humilde- bem o signal azul que termina o raio Poderia
mente diantc de vossa lgica Nada via, nem sor um veo. Mas que faz elle ahi ?
comprehcndia... Presentemente estou satisfeilo Dupuy, como se sabe, linha razo de sobra pa- "6s tem igu.t
o calmo Ouco que ros chamam, o cus Julieta ra se reconhecer nesle quadro. que a religiao alguma couso mais quo "a philo-
Icmpo esta bello, lomos Acabando do observar muita cousa aue lhe]sophia. E' una philosophia seguramente como
espirito humano, desde Pa lo at Schilling, e
por vossa alma em regra sobre o bem, o nial, a
vida, a morte, o finalmente sobre o problema do
destino. Tendea o direilo de crear em vosso
lar, um sicerdotc para vos o para o vosso culto,
porque vossa philosophia, sempre frsente e
sempre evocada pela meditarao, vos suslom e
re tem sempre no caminho da verdade o na le
do ilever.
Mas para o homem do poro; que vivo, de
manhaa tarde, inclinado sobre a torra ou so-
bre a bigorna.sem ler lempo 011 sem poder pen-
sar, e orientar por si mesmo sua existencia, c
mister outra cousa que nao urna moral a fazer,
urna moral de gabinete ; mister urna moral fei-
ta, nina moral em commum consagrada, vene-
rada, de alguma sorlo numrica, na qual creia,
sem duvida, por um impulso instinctiro do con-
sciencia, mas tambem em razo de rcr que c
crida.
Para que separara philosophia da religiao, re-
servar una eseolhada SOClodade e abandonar
a outra ao povo? Haviaoutr'ora na Grecia unn
\enus celeste e urna Venus plcbeia: a primeira
para o sabio, a segunda para o roigo. E' pois
esta arisirocracia cesta democracia da crenca,
que se querena ressuscitar actualmente, sob" o
nomo Je philosophia ou do religiao?
M. Larroque enrgicamente protesta contra
este rgimen, transportado do mundo poltico ao
inundo intelleelual.
A inlelligcncia una, a verdade urna, tanto
sob a bhua como sob a cazaca. na alta como na
baixa classo. Sabio ou ignorante, cada um de
rar, o poroinecessita rersymbolos eonhecidos,
ouvir palavras da infancia porque estes svm-
bolos sompnke, e a oslas palavras elle tomn, des-
do o eolio do sua ine, o habito de ligar un pon -
smenlo sagrado. Esto sentido pode, segura-
mente, s^r elevado, porem poderft sel-o com mui-
to mais fanudado, quando houvnr com o espiri-
to do povo una relacao commum, em um sym-
bolismo egualmente acceito de ambas as partes
Porem, se com i lando a multidao a romper com-
sigo, com tod > o precedente piedoso, se lhe apre-
senta bruscamente em face um neologismo por
petuo de geplo e de palarra, que chamado cul-
to, predica; ella escuta, olha um instante, o
como ainda nao po lo aclimatar o ouvido ludo
.que lhe diaem'e que lhe mostrara, passa alem,
ou rolla majchinalmenlo ao caminho dopass I
O templo nao o a primeira casa encontrada ;
nao nicamente edificado com a pe Ira e a mas-
sa. Se o vi sahir da Ierra, so o vi elevar--
raaos do licinem, nao um lemplo, urna salla
de reunio, onde entro como em urna salla de
baile ou de concert. O lempo, essa archilectu-
ra de Dous, ainda nao deposilou nc'.le seu re-
ilexo, anda nao Jen a ultima consagraeo.
Um templo, para ser verdaderamente, o Sanc-
tuario do Deus vivo, deve ler a mysteriosa ma-
geslade do passado. Saiba-n embnra o homem
ou ignore ; mas. por urna sortftde lgica instinc-
lira, elle sent que o que contemporneo cele-
loa mal o que eterno. Ha desacord forcadn
entre as .loas i ng. olma nao ora com fd
sean onde o povo j i orou por muilo lempo.
arecc-lhe que ludas as geragoos, que antes
L sob esse ponto do v
inenle apreciar o pape"
cupou nos deslios do no
nios cni declarar que ess
mente represe 11 lado.
ment, ainda nos lempos!
cido oulro diroito senoo
ou a voz para fazer Ou*
e da jusiiea ? Nio fu el
Is aos racos e dos ul
poderes o contra os prc
que mostrou aos res e
dircitos do ambos, lauto
espiritual, nao eram i
assim os direilos deloj
que iuaugurou
Ira os caprichos dos de
abrind'i d'csta atle cami
uecessidades c inlcresses!
Qu indo a historia nos
tirar essas grandes coras
serraram inabalari
at o fin pelo inlcressc
rilisadora, podemos ns
gii', e um brado de adu
pelo ni'ii'u desculpar
pumpro jalgar
dos seus 1
sta que se p de 1 .
1 npo:; ,.|| ,, .
- paiz. Nao bes
! papel foi lilo
Acaso nao foi 0 par! i-
em quo na) 1 ra coabe-
d.i mais forte, qu*
r a linguajrorn rl 1
e quem a Jo-o i |
ess gera 1
ilegfaj 9 N
Egreja lii mana 1
no temporal q lanl
imitados, proclamaad
os 1 Nao fui sin la elk
oriosar lente a resistencia
ipolismo* real e 11
iio i discu '-as
geraes .'
mnstra que as ami I
as proscrip^ucs, as porse uici -
ns, que semt 1
resolar3o de pro.'
publico, a sua n
acaso negar-Ibes o
vento.
F,
om
Mas
bom
L o
aperlou a muo do M.
que este ficou sorprendido o magoado, fe/, um
comprimcnlo Julieta sobre suas rosadas faces,
que naquolle momenio estavam paludas, e affas-
tou-se dolles grandes passoa sempre continuan-
do & rallar-Ibes.
Est com a physionomia de um lonco, dis-
so Julieta no ouvido de sua amiga, lralasle-o sem
durida speramente. E'capaz do nos fazer al-
I guma desgraca.
uta cousa que
mcnle necessidade de religiao, por della passaram bre este valle, ajoelharam, ge-
meram, cftomrain, abnram o coracao coi
Se o poyo pode rosgalar-se o fazer proclamar
os -v i;s diieiios, nao loram est** conquistas em
palle livi.las do parlamenlo'.' K
ro relvijidieou os din los d
580, preparou u espirita publico. Jen o 1 templo
da resistencia, e indicla o ca
zio a Franca grande e benfica re' ao d
17s9?
U passeto sera delicioso. ; mostrara o pintor do historia, vollou-se e acliou-
a encomio dos dous recomchegados, se em presenta de nina joven senhora muilo
Itepiquet com umaforca, de linda, muilo acoiada e muilo olhada, quo da va o
braco um desses homens de quarenta ciu-
coenta anuo?, de urna elegancia discreta o dis-
linccao pacifica, que sao, como diz Balsae, os
maridos-typos das mulbores da moda. Era Lau-
ra Soya], enlo baronesa deSezan, segundo lhe
disse seu companheiro. Dupuy, saudando-a,
nao pdJo deixar de corar. Ella rio este rubor,
o quadro, e orgiilhosamente mostrou um levo
sorriso us labios. Julgou-se vingada
incens, p disseram o que linhain de melhorsob
dogma; mas, como cultos, urna philosophia o olhar de Deus inclinado para ellas, quem in-
em parlicipac.au, semeessar vivificada, sem ees- lerpellavaiin do fundo do peilo e que as escuta-
sm, parocc-lhe que essas geraeocs deram
e o
ico
engana-
sar aquocida pelo contarlo, pohi aeco e reacc.au
de cada 11 ni sobre cada um. Quem diz homem,
diz fraque/a. Entregue si, olio mal combat
embate da existencia: o inundo, este mag
lerrjrel, arrasla-o o o engaa cala instante.
I.' necessario que o homem socorra ao homem
para arranca-lo sedueco. I".' mister que lu e
eu, certa hora marcada, em nm lugar ass-ig-
uala lu por urna forma particular, vamos rom
um coracao movido, face de Dos, o mais alto
Trauquillsa-le, responden Laura ; eslarei
l para o coulcr.
Logo que rhegaramao rio, Carlos disse queso
encarregnra do remar, e mandoii embora o cria-
se. Se Dupuy ronservou sua iembranca, nao foi 'Jl'al do espirito, servir-nos reciprocamente di
seno como um sonho. Que ha noli"
mum com a realidade ?
Urna nova paixo
uma das mais vehementes
:- Sera preciso que lome logo
ceu
tes-
Oh ainda nao occaso para is-
i leu ello com nina faluidade modesta.
Bem, aproreila leu lempo ; nao costumo
r. m 1 nu lama Fremonl, apressar es outros. At o
1 le, M. Kepiquel ainda nao chegou, estas
- acabam do se preparar, a* meninas es-
l em baixo, no fundo dojardim, onde segu-
inle le esperam. Voi !
O rapaz foimmodialan.enlc. O relho o seguio
um instante com a vista,
tornot a cuidar do suas p
Dupuy arislou as duas don/ellas que passcia-
ram era uma aleacoberla. Emquanto scappro-
ximava, Julieta lho fazendo de longo um signal
n.o, se dirigi, cornudo, por um caminho
rente, do lado da casa, como se fosse procu-
rar alguma cousa. Dupuy correu a aproreilai a
occasiao que se lhe offerecia. Pedio humilde-
mente Laura que lhe permiltisse fizoi-lbe re-
corddr a osperanca encantadora, que se tinha
dignado dar-lhe, e o penhor, que, em sua de
cada bondade, lhe havia concedido.
Como.' lhe disse ella pacificamente, tives-
1 is; poerilidade de crer nisso ?
Crer nisso ? repeli ello sera comprehon-
mas, depois do que se passou, senhora,
pense que nao deixarois....
Porm o que se passou, seuhor .' Nula mais
si npl s, segundme parece. Meo reo tinha voa-
[uizesteis ajudar-me a apanha-lo, e dese-
is sua posse, servindo-vos do urna formula
jbaslante exagerada, que tomci par uma phraso
galanteadora ; nao julguei derer formalisar-me
isso. Ao contrario, para lambem levar o ca-
so em gracejo, rospromclti a sobrevivencia des-
ecioso objecto, o dei-vos amigavelmente |a
mo para agradecer-ros o serrico que me pres-
tasteis. Agora, se tomasteis a minha promessa
inri
FOiaLHI^TIM.
pid
cadu- pela dupla impulso da con ente o dos esforcos
que H. Dupuy azia sem pensar. Para alimentar a
conversaco,Laura pedia Julieta informaces so-
bre as habilacoes e lugares, que se offoreclam
vista. Algornas vezes so levantara, alim do me-
llior dsignar ou avisla-los, e ao mesmo lempo,
talvez. para observar torio, a pnsi^o > Dupuy.d
Toma sentido lhe dizta Julieta ; nos vamos
depressa, o vento esl forte ; peders cali i r.
A' uma desta*advertencias,Laura, por basofia,
responden subindo mesmo no banco. Madama
ergueu os hombros, c Fremonl quiz segura-la peio vestido para a sus-
atas. tentar ; porm i'e-lo lo bruscamente, que antes
a fez perder o equilibrio. Viram-na enlo caliir
dircila no Senna, que se abri e fechou sobre el-
la como um sacco.
Segurai os remos, disse Dupuy H.
quel, detondo vigorosamente o batel.
E lancou-se inimedialamcnio n'agua, no
em que. o choque da queda ainda librara,
gulhuu, subi no lira de alguns instantes para lo-
mar respiracio, moigulhou noramenle o appare-
Bepi-j
lugaj
Mor-
assiduo, o tem solTrido bstanle para liviar-so das
seduccoes, mas nao lalvez das dislraccoes, que
lhe acodem e.-i multidao.
Cecilia morreu som ler o prazer de ver seu ir-
mao socegado o lixo. Laura nao loria que sup-
porla-la muilo lempo : pouco provavel pelo
menos, que lenha lastimado Dupuy, como mari-
do. Julieta rci ser madama Bepiqucl, e, no
loxo, amor do prazer e morimento, riralisa pre-
sentemente sua antiga amiga. Nom uma, nem
outra, pudo Dupuy repetir depois de as ver nes-
1c novo papel. F. todava no juslocollocaroni-
11 as no mesmo plano ; porque uma foi allrahida
fatalmente para o existencia que a outra esco-
Iherarom premediUico. Oque faltara a urna,
erescia outra. A intenco, se bom quo diffe-
rente, den o mesmo resultado ; porm nesle
mundo de perdicao, desculparel, sobreludo
uma mulher inda, nao ler sido ura mijo.
1 DE GllAMMOXT.
[l'llistet 3onileur.)
de com-1 segundo, dar exemplo um ao nutro, o lomar jun-| morios aos vivos.
' lamente um novo abono viilude. Mais rale.m
dois homens do que um s, e iris do que dos,
na ordem do pensamento como na do trabalho.
A Providencia quiz fazer da sabedoria uma col-
laboraro o una sympalhia. U que quo rons-
lltue a superioriddo da fesla'ao prazer.' !.' que
o prazer a satisfacao do egosmo, e a festa o
prazer 0111 commum.
va
essa podra alguma cousa mais que qualquer
pedra, que todas as dures, esperancas, effuses,
admacoes, que outr'ora ahi palpitaran!, e palpilam
ainda ; e que Deus, que desreu d'ida i em ida-
de por iim raio de sua bondade, a!ii est mais
presente, mais intimo e mais ossiduo, que n'ou-
Irn paile.
Vinho novo em odres relhos. A le da hnma-
nidade nfesim o quer, para que hoja continua-
mente soh lae lado dos seclos aos seculos o dos
-| ceu entao com Laura. Mas, como o barco, lera- j HCI10>aCUO 1*011 ^IOSI, |0|* Pjlll'ifio I U'-
poque, anJig peiloi- d'academia tic
Ivon.
BRANCAS,
ron
A I.FBEDO ASSOLAM.
XIII
(CowtniKiCJo.)
Graves acontecimentos se prepararan! na rasa
Bonsergent. O niajer conhocia que chgra o
momenio de cumprir a palarra dada Malaga, e r\a.
prerendo a resistencia de Claudia, preparara-sel r,', mft j r( ,
para a lula. Madama Bonsergent toda dedicada | ~ C ^CCUS0 dUSe EIodl-
;i Audinet, estara prompta a sustentar o corro Pois pena, dissc o major,
de batalha, o mesmo om caso do necessida le'a bem !
c
l!ppiquoi,se liresso affastado extraordinariamen-
te, nadou para a praio, que alcaneou sem novo
obstculo. Alguns pescadores, que" all so acha-
rara, ajudaram-no atrancar a trra o a trans-
portar a affogada para sua hbila^o, que Acara
pouca distancia.
Logo que Laura lornou a si c achou-se rodeada
de suas amigas, Dupuy loraou o btelo foi Vou-
laincs, alim de mandar um carro o os vestidos
necessarios ; depois do que mudou do roupa, c
parti para sua casa em Fonlainebleau.
Que te acontecen, lhe disso sua irma. Es-
ts lo triste.
Quando elle cOutoii-llie o acolhimenlo que
livera, 00 que acontecer depois no passcio, Cc-
: cilia, licou por muito lempo pensativa.
laga hade comprchendc-lo e se nao comprehen-
der, hade ir...
Oh papai 1 como es bom dissc Claudia,
saltando-lhc ao pescoeo.
Como sou bonacho, o que deves dizer.
Oh I nieu, pai, quenjustica!
Deixa-te disso. Ha muilo lempo que
disse. Os paisano propiedades dos (ilhos.
Todo isso est muilo bom, disse Elodia
mas quem se cncarregar do dispedir Audincl ?
O major cocou a cabeca.
Nao se, ahi qualquer pessoa, cu...
M. Larroqueconclue pois pela necessidade d'utn
culto publico. Quer que o homem ore, mas, pa-
ra e,le, o que orar? K' simplcsnieni" enro-
lar nos dedos uma ou duas vezes por dia urna
conta d'ombar ou d'obano? E' murmurar (ar-
lar com a pona dos labios um eslribilho mono-
lono, quo perdn para o pensamento, por sua
propria monotona, toda especio de sentido .'
Nao: orar assim substituir um signal urna
idea.
O que pois orar ? E' ainda pedir ao co a chu-
ra ou o sol, a riqueza ou o ganho da partida?
Porem a supplica assim concebida seria uma men-
dicidade d'uma ordem superior, un modo solem-
ne de estender a mo esmola. A chura cala-
r scu tempo. sem que o homem va fazer ante-
cmara porta do Senhor. 1".' isto de lodo o
lina mulher perguntava um dia Gioberti qual
ora a mclhor roligio.
A que se lera, madama.
E quando por accaso nao se tora alguma ?
Quando nao se lera mais, queris vos di-
zer; porque supponho que recebestes o bau-
tismo.
Quando nao se lem, ou quando nao se tem
mais, pouco importa.
O pbilosopho reflectio um instante.
Nesle caso, madama, a religiao.
Som epillietn .'
Como qoizerdes.
Mas a religiao nao c uma roligio.
ECGEMO Pl II.' i v\
[Preste.S rif/m.l
<) parlamento de Paris,
il I ::>.KM, SECS pniHEIROS PRRSIOEXTES E l'lto-
' HD011ES ERAKS. SOtl il- SOBRE OS OI'TROS
I'Mi UM KM. 1- n\ 1 || \ \. v,
Por AI. Charles esn 'rada, e
chefe desecrono iod)inlerijv.
O introito nada proraetia de
eu
lu... ou
lu fallas lo
liana
comecar o fogo. Claudia, toda entregue s re-
rordaeoes da vespera, eslava longe de desconfiar
ue so aproximara o momento decisivo.
Minha lillia. disse o major, eslou relho.
Ora disse Claudia, tens apenas sessenla
onnos e ainda ests muilo torio.
lenho sessonta o Ires anuos, replicou Bon-
sergent, o vi Novi, Austerit/, Leipzig e Walerloo.
Sao dezesele companbos que se poJem conlar
por quarenta, por que nao mello'em linha de
tonta o Trocadero, a que subimos depois de tor
queimado seis cartazos. Eslou relho e quizera
ver-te fel z.
Sou muilo feliz, replicou Claudia.
Essa felicidade nao pode durar sempre, dis-
sc o pai. E necessario que urna mocase case.
Pois bcm, case-me, com lano'que nao se
falle mais em Audinet.
Claudia dissc madama Bonsergent com'
lora severo.
Mamar, elle me aborrece, nao por culpa
minha. Fu nao goslo de sentengas.
Elle te ama tanto disse o major, c o coro-
nel le olha ja como filha.
Claudia guardou silencio.
Recusas? disso madama Bonsergent.
Mesmo silencio.
Amas alguem ? perguntou o major.
O mesmo silencio.
Infeliz filha disse Elodia em um transpor-
te trgico, nasceste para nosso desespero !
Bonsergen. saecudio as cnzas do cachimbo
com ar irresoluto.
Decididamente, dissc elle, nao queres Au-
dinet ?
Nao, meu pai.
Pois bem suma-se o Audinet c nao se fal-
1c mais nisso Minha filha minha filha ; Ma-
Vid o Diario i>. 28. .
Esla baixa lisonja nao leve o poder de desen-
rugar o rosto de Elodia
Nao, disse ella. Audinet um cxcellenle
partido, o coronel nosso amigo, posso tolerar,
mas nao approvar essa recusa.
Audinet enfiou.
1 bom.
Rccusa-mc disse ello.
. Nao! exclamou o major andando a passos
largos polo jardim ; nao te recuso. Faro pelo
: contrario o maior caso de li, de leu pai, "de tua
mai, de toda a la familia e dos leus duzcnlos
mil francos; mas.....
Mas? perguntou Audinet.
Mas Claudia muito moca.
Muilo moca !
; Tem por (1 uma affeico de irma
de custar-lhe a mudar ....."
Ah!
_ E para dizer ludo om uma palarra, porque
nao gosla do discursos corapridos, Claudia nao
quer.
Ah disse Audinet, eu ja tinha previsto....
So tinhas provisto, disse Bonsergent para
que le expozesle ?
Eu bem tinha previsto, dissc Audinel, que
o maldito Parisiense nos traria desgraca.
Que Parisiense?
Esse Brancas, que rem aqui iodos os das.
Tu no leus senso commum. Dizem
elle ra casar com mademoisclle Olireira.
Submctlo-rae ao destino, disse o secretario
quo
Tolerar approvar 1 Quem lo pede a tua
tolerancia ou a tua approraro? exclamou o ma-
jor zangado, nos, sem ti, haremos de arranjar os'
os nossos negocios, nao adas Claudia !
Sim ? pois chegou o momento, disse mada-
ma Bonsergeiil cora amargo sorriso ; alli rem o geral, mas quero saber porqueVazo'raademoiselie
secretario ge ral. ; Claudia mo repolle. Meu charo major, nao me
Claudia, sus(enta-me, dissc o major. Nos pode recusar essa consolaeo.
juntos sempre haremos do fazer alguma cousa.! Nao me opponho, d'sse o major. O co
Com elfeito, Audinet nao tardou a apparecer,. testemunha que desejei lano esse casamento co-
de casaca^preta e grvala branca, mettido n'um mo lu mesmo ; mas Claudia nao qu
collarinlfo falso cujas ponas lhe corlaram as ore-
llias. Recebcram-o com ar conslrangido. O ma-
jor procurara a formula de uma recusa, Claudia
nao se atreva a explica-la, e madama Bonser-
gent, que nao tinha perdido todas as esperancas,
gosava secretamente do embaraco da filha e" do
marido. Claudia debaixo de um pretexto que
inventou sanio e melleu-se no seu quarlo. Elo-
dia allcgou uma risita que muito tempo devia
rtcebedra geral, e o pobre major, furioso con-
j Ira o deslino, vio-se forcado a fazer companhia
Audinet. Este reparn na frieza do acoihimento
e disse cora roz alterada :
As senhoras vo fazer risitas ?
Ou deilar pommada no cabello. Elodia en-
chc-mc a casa do ungentos de loda a especie ;
o quarlo della uma pharmaca.
lloure um longo silencio.
Meu pai veio c honlem ? dissc o secreta-
rio geral.
.Veio, replicou o major, e ja que fallamos,
vem ao jardim. l haremos de conversar mais li-
vremenle.
-,-cr, e ja l se
foi o lempo de mellerno conrcnlo as Ulnas deso-
bedientes. Fica aqui, cu rou procurar Claudia.
Audinet entrn no kiosque. Eslara furioso con-
tra Claudia, contra Brancas, contra o proprio ma-
jor. pozar de cobarde e inslenle, amara Clau-
dia e esse amor engaado causara-lhc crueis tor-
turas. Em um instante, mil projerlos sinistros
se crusaram em scu corebro. Quera vingar-se,
mas hesitara na cscolha da vinganca. Quera
principalmealc constranger Claudia a*rasar com
elle, anda que para isso tivesse de conuuetter
um crime.
Mandou-me chamar, Sr. Audinel, disse a
moca ao enlrar ; o que quer coraigo ?
A mofa preparara toda a sua corageiu para
uma explica jo decisiva.
Esl ludo acabado, disse o secretario geral
com voz rouca, e voc nunca me amar ?
Sou sua amiga, disse ella; nao me pecana-
da mais.
Claudia amo-a lano !
Nao o anime a isso, dissc ella.
Vec am-o ?
sempre. Dous obra .segundo sua na tu reza, sen-
do esta infinita. Fazel-o obrar boje, repou-
sar amanha, c reduzil-o nossa proporcao,
lornal-o finito. Por toda parte onde elle poe
a uio sua aeco reveste o carcter da permanen-
cia. Quer esta permanencia tetina o neme de
nalureza, quer oulro qualquer nomo, o corlo
que s com esla iei que ha relaeao diroela, e
s por seu intermedio que elle influe na crea-
cao
Orar, para o espirito sinceramente religioso,
procurara verdade era Deus, por a alma de ac-
cordo com a de Deus, manifestada no universo,
penetrar o myslerio do ser pela scicncia, o exo-
cular-lhe a sen ha pela virtudo. Quando Plalo
proclamava a idea, orara, quando Kepplcr cria-
ra a astronoma, orara ; quando Washington li-
bertava um mundo, orava ; quando um oulro
aposl >lo aboa a escravidao, orava. Todo a gran-
de descoberla, toda gran.lo aceo propriamente
fallando, nina oraco, uma entrevista do homem
com a Diviudade.
Todo que passa, passe ; o vento contrario so-
A quem ?
A Broncas.
Eu nao amo ao Senhor, nem nunca o oma-
rei, replicou ella com altivez. Isso deve bas-
tar-lite.
Cruel disse Audinet ajoelhanlo-sc-lhe
aos ps.
Claudia procurara debaldc livrar-se dello. De
reponte Brancas apparcceu efi:ou estupefacto no
lmiar da porta.
Levantc-se disse Claudia envergonhada e
irritada por Audinet levantar-so, c disse ao Pa-
risiense com ura geslo de mofa.
Senhor, cedo-lhc o lugar.
Depois sabio sem que iiiugucm procurasse re-
t-l_o. O adrogado nao leve lempo para expli-
caees Claudia, porque o major entrou quasi
logo.
Enlo ainda nao esl em casa de Olirei-
ra t disse este.
Nao, disse o Parisiense, o meu flipainsel
ainda nao eslava ptomplo. quando eu parti fazia
uraa escolha entre dezesele grvalas dilferentes;
perd a paciencia, c julgo que fiz bem rindo pe-
dir-lhe alguns conselhos.
A respeilo de que, meu charo senhor ? A
minha volha experiencia est s suas ordens. Se-
r sobre as differenles especies do peras? Nao
ha nada mais simples. Pr-se as pereiras a oito
ou dez metros de distancia, em Litadas, expostas
ao poente, ainda quo o oriente e o meio dia nao
sejam menos favorarcis, salvo nos verdes muito
quentes. Supprimem-se os ramos parsitas, que
nunca daro. frutos quo consomera aseiva...
Papai, disse Claudia, porque nao so ra ros-
tir 1 desla forma lo ceda nao est promplo.
Promplo para quo?
y Para fazer a risita ao Sr. Olireira.
Em que oecasio? pcrgunlou o major.
Esta manhaa elle lhe conviden pora pnssar
a noilo em sua cosa. Naoouvio?
Nao.
Pois cu ouv, e Rita jurou-me que nunca
ninis me quera vr se eu l nao fosse.
Oh se mademosello Rita jurou, a causa
outra. Espcre-mc equi, meu charo senhor, vou
fazer a barba c partiremos juntos.
A eslas palavras, Bonsergent sahio. Brancas ad-
mirado olhon para Claudia que se poz a rir c
dissc :
Eu nao quero quo o senhor v4 casa de
Rila sem mim. Comprchendo? Vou me pcnlear.
Emquanto me espera, v leudo este Willtclm
ileisler. Ha de dislralnr-se.
Ao mesmo tempo deu-Ihc a mo a beijar e fu-
gicuuais ligeira que uma andorinha.
O parlamento do Paris como podrr poltico e
judicario lera representado ims destinos do n isso
paiz o*: pipe! imporlantissimo. Para conquistar,
e sobretodo para conservar tanta influencia, hon-
re mister grandes homens pelo saber, pela leal-
d ido e dedicacao ; laes foram os parlamentares,
o por que ,,; |t ,u coragom, o essas
virtudes excopciomes, une elles poderam levar
ao liui a imporlante o ditli il rnisso, em quo so
ha va 111 empenhado. Defensores da realeza quan-
do o inlcressc da realeza era u lo paiz. d> i. is 1
res do nteresse do povo quando ; realeza, livre
dos obstculos da feudalidade, abusara do poder
desptico que havia instituido, elles alean
alta, e firmemente o estandarte da juslig e do
direilo commum, mesmo nos lempos em que o
poder e o direilo da foroa reinaran! e opprimiam
Se todos os seus corajosos esforcos nem s
iriumpharam, so militas vezes pela violen
foi imposta a yontade d is res. I imb -m
sistenria occasionou golpes lerrireis para o g irer-
no, que se fazia surto aos seus conselhos ; e no
dia ora que a realeza lenl u terminar essa lula
derribando o edificio parlamentar, a real
cun!': 1.
De que nrineira urna corporaeo judciaria po-
do adquirir essa jurisdicono poltica lao conside-
rare! ? De que mancira'magistrados, instituido^
Se as imrauBidades, s privilegios
n de rae 1 bao desappar 1 ido, se 1 i;: 1
dividual o a egualdad entro tn.:
lornaram-se dogmas i contestareis 1
veis, nao esqiieeainos que a lu 1 I
lan 1.1 1-- concorriu, senda com a la e is
tentada doran!,: m ii:< s seculos, que t
nao e aplainaram lerreoo, e pi ......
generosos exfor^os se dereu o iri impho d 1 1
o da consciencia hum m 1.
M. Desmaze esereyeu no seu pref o N
temos o lempo preriso, nem a autundade nece-
saria para descobrir airar* dos serillos |
dos a rida des parlamentos, muito complicada
a'.i'in disto as paginas gloTOMf ou > rabrias da
iiaci mal la 1
Nao entrou por lano no ", Desma-
rrar o lado hislorieo dn parlami : Pa-
ris; porm sem narrar uma historia
paroce-nns que todava o autor derii ii
summariameale a marcha e o p:
grande instnuicao, o papel qne r 1 '.-
influencia poltica e judciaria as diflen
cas, o motivo das seas resislein: is, as noce
des a quo leve de ceder, as causas da sua gta 1-
deza e da sua decadencia.
M. Desmaze somonte contou em sua-
laridades as ultimas lulas do parlamento,
n que se asso riou i apiniao de M. de C 11
qual oscrereu sobre ossoobj co : Queo par-
lamento suecumbira sob o peso d -
Se a lula dn parlamento contra Luiz XVI I
ra o injusta algumas vezes, n i*ler nao 1
cerque a negligencia d .. v tu j ,
opiniao publica explicara a rireza dessa luto.
O parlamento cabra, mas na j sob a pi -
suas faltas. Emquanto houre razo p.n 1 .
se susleiilasse, fez oque doria fazer c irecnch -i
acate o seu lugar. Mas mi I
iuteresses. as necesidades e os lireitos l<
liveram pororgos. mandlanos reg!
mente conslituid s, cessou a .1 :ss,iu d,.
ment, .oler accidental e provisorio. O pai
ment cabio enlo, nao succamMe sob o pos 1
ca Ihes su's tallas, mas porque e-i va terminada a n
re- sao de que ae havia eocarregado.
M. Desmaze, romo elle mesmo
leve em 1 isl 1 comp um 1 abra ora 1
parlamet,10, mis indicar o sentid das snlig
formas judiciarias, assignalar as fui
grande numero de ordenan n nir par-
lamentos. Esses textos que se tchaoi
em uma porcaodc obras foram reunid iscel
cadospor M. Desmaze na sua obra. Aquelles
'inpr-'
parajulgar processos, po Ieram exorcer tal iiiftu- tirerem desejos do conhecer e de -.
enca e consliluir-se orgos das ne'cessidades do anliga organisaeo judiriaria, nesta obra
pa:'. ? 1 io documento** uteis e inlcressanles.
Quando um estado quasi social succedeu a ossos Mas, ainda perguntamos, porque razo M. l> -
lempos do rapias e rarnecerias, a esses lempos aze nao consagrou um capituli 1
de submisso para lodos que nao eram nobles o .
clerigps ; quando o povo tere necessidade de
trabalhar, de adquirir o crear para si lambem iu-
teresses c direilos. esses nleresses e esses direi-
los reclamaran: defensores. Nao eram cerlamenle
O que fazia aquello Audinet aos ps do
Claudia? pensara o id rogado. Dar-sc-ha caso
que eu amo urna namoradeira ?
Essa suspeila cntraiiliou-se-lhc n'alma como
ura ferro agudo. As almas delicadas sao lentas
em suspeitar, mas a suspeila faz-lhe ferdas eter-
nas, l'rancas ignorara ludo de Claudia, o s sa-
bia que a amaro, e que por ella dara a vida
Mandou-me esperar, e soffre que aquello
Audinet se ajoelhea seus ps! pensou elle. Es'.
preparando marido !
Esse pensamento fot para elle 11:1; raio de luz.
Estimou menos Claudia, sem cessar de ama-la ;
porque o amor nao se niede sempre pela estima,
o a historia do Aiio, quo renuncia ao Paraizo
para nao abandonar Eva eternamente verda-
deira.
Meu lio linha razan, disso elle comsigo, em
casar com uma Inglozi ruiva e de mo humor.
Nao lora receios de que alguem se v deilar avs
ps da filha de sir Gaspar Shenectady.
No meio dessas reflexcs entrn Claudia.
Venha, dissc ella, estamos promptos.
Brancas levautou-sc sera dizer palarra.
Vamos a ver, disse ella olhando-so n'um
espelbo, quero saber se o senhor lem goslo.
Acha-mc bella boje?
Admiravcl.
Diz isso dos labios para fra, como um ma-
rido de quinze anuos. O que ada o o que diz os-
las flores rermelhas 110 meu cabello ?
Quo lo amo.
isso sei, disse olla com um gcslozinho en-
cantador. Responda minha pergunta. O uue
diz das llores ?
Claudia. Claudia, a coquelleria ha de te dei-
lar a perder!
E ao senhor, a grvida le. Veio de algum
enterro?
Brancas soltou um profundo suspiro.
_ Vamos, senhor, conlinuou ella, d-rae a
nio, se llm agrada, c deixe-so desse ar de cho-
reo quo lhe asseuta muito nial. Alli vem meu
pai.
O major entren lodo cngrav.lado e dando o
braco a madama Bonsergent. Ella rinha decota-
da, do bracos us, e meltidd n'um rostido do vel-
ludo vormcllioquo Vicilleville admirara havia de/
anuos.
XIV
Enlo vamos? disse Bonsergent. Soj no-
ve horas. A melade da cidade esl deilada c a
oulra melado j esl de corlo, dosptndo-se.
Essa obserraco, quo fez Elodia levantar os
hombros, porque pouco se lhe dava dos hbitos
regulares da provincia, ero perfeilamcoto rerda-
'1 ""' r
seu uvro a historia summaria lo parlan:
Essa historia seria iimcomroAntai
toso dos textos por elle reprodu/
Rmuiv
Di'oi'.S! rira
deira em tempo ordiuarm. Felizmente, 1
improvisada por Olireira, o desojo de recWMWB-
dar os seus prenles o a li mesmo a un drpul 1-
do influente, a secreta esperaac de uma
ccia [que nao estar annunciada no progrmn
mas que lodos previam,| e emlim o desojo de 1 ;
de pcito Brancas, qu- os ln s j >rnacs de Vicillc-
rille tinham alternativamente represen I
O mais feroz dos demagogos, OU como o mais Lri-
Ihanto dos oradores, ludo isso tinha reun I
salo de Olive-ira a maior puto das casa |
las e dos vestidos de se la do distri lo. Un* d 1
officiaes do infantaria e cavatoria, t los m
Ihanles pelas mauciras, seno p
passeiavam no salo rctoreendo os big I 1
cheio.s de pomada como as botas do gr.ua. fl -
ou tres dos mais mocos chegavam-se ara 1
ca que eslavara 6 ura canto do ni
rao ollas, tinham visto ofogo.
Entre os personagens, depois do dono da
brilharam om primeira linha oconsclhciro di
lado, o prefeito, c general, o secretario .
coronel Malaga. Rila, sentada no canto J
min cora un simples rostido bronco pou.
colado, e.m que a, belleza brilhava -era
da arle, reccbia cora ar gracioso lodi
convidados, atienta era chama-Ios polos nome*
o mostrar-lhcs mais activa sollicitode. Pi
cava s mil raaravilhas o ofllrio lio din;
dona de casa, sem distr.iceo. sem esqeci in
cheia do presenca de espirito o de sangue
oMiaudo ao mesmo lempo todas as visito*, -
rindo a todos e respondiendo s a um. Entre
preoccupara-a um pensamento secreto.
adeviuhar ainda o amor do Branca* o de Claudia,
notara a admiraeo de sua amiga pelo a Ivogado,
o admirava-se d que ello tivesse tao pouca
sa do irfazor-lhe a corle.
O consclhciro de estado que adcunhaia
pensamento, olhara para o rclogu com in
ciencia. Quando deram novo hora*, Ath 11
Ripainsel apparcceu, s, semelhante ao lilbo de
Pelou, o mais bollo dos Gtcgns. Atraressou o s
lo dosembaraeadaraente, do cabeca levantada e
sem comprinientar a ningucm, como convem
um mancebo rico c celibalario, den ura iprrl* da
mo em Olireira, fui direilo Rita que o e*pi ra-
ra com alguma onioeo, rerilou-lhe om compn-
menlo preparado de anlonio, o eneostsn4i
chamin ao lado della, deitou para a asscsnl
"mais insolonte dos binecslo*.
[C0RftM.Mr-M-{ 1,
PERN. -TYP. DE M. F. DL FaKA.- IW
ILEGVEL1