Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08977

Full Text
AHNO IXIYI. HOMERO 26.
Por tres mezes ada lados 5$0O0.
Por tres mezes vencJos 6S000.
QiBTl FEIRi I DE FETEBEIBO SE 1861
Por anno adianlado IffftGQ.
Porle franco para o suteeiipop.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgA'O DO NORTE.
Parahiba,oSr.AntonioAlexandrinodeLima;Na-
al, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A.de LemosBrag3;Cear,oSr. J.Jos de livcira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. nanos;
Amazonas.n Sr. Joronvmo da Costa.
i'AlUlUA DOS lSkEIos!
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Na/.ari'lh, l.imoeiro, Brojo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricuiy o Ex nos >(uoitas-feirns.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, P.arreiros,
Agua Preta, l'mcnleras o Natal quintas feiras.
(Todososeorraio* nartom as lOhorasda manhaa]
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaro: trras feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao mciodia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Prinieira varadocivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EIMIEMERIDES DO HEZ DE PEVERE1RO.
7 La cheia aos 15 minutos da manhaa.
13 Quartominguaute as 4 horas e il oiinulos da
tarde.
51 La nova as 5 horas e 20 minutos da tarde.
29 Ruarlo eresecnte as 5 horas e 35 minutos da
larde.
PREAMAP. DE HO.E.
Prmciro aoa 51 minutos da manhaa.
Segundo aos 30 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Martinha v. m. ; S. Borsoo.
31 Terca. S. Podro Notasen fundador; S. Cyro m.
1 Quarta. S. Ignaciob. m. ; S. Brgida v
2 Quinta, cga Purificaran de Nossa Senhora.
3 Sexta. S. liraz b. m. ; S. Laurentino ni
ENCARREOADOSDASDBSCRIPCAO NO SI L
Alago.is, o Sr. Claudino Fakio Dias; Babia, c
Sr. Jos Martins Alvos ; Rio d<- Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMB1 I 0.
O proprielario do diabio M ida
i Sabbado. S. Andr Corsno b. c; S. Elias b. '< Foria.na sua fivraria praca da I
5 Domingo, s. gueda v. m. ; s. Albino b. 6 o 8.
PARTE OFFICIAL
<:<> vi:u\u d.v provincia.
Expediente do dia tt dedezembr
fie 185.
Portara.0 presidente da provincia, tendo
vista oque requereu Manoel Antonio Simos do
Ama ral, escrivo da recebedoria de rendas inter-
nas, e hem assim as informacoes das reparlicoes
competentes, resolve concedcr-liie 3 mezes de li-
cenca com vencimentos, na broa da lei, para
tratar de sua saudc.
Oflicio- ao tenenle-general commandanle das
armas. Para cumprimeuto dasordens imperiaes
sirvo se Y Exc. de informar sobre o incluso re-
querimcnlo de Antonia Isabel da Conceic;o.
Dito ao mesmo.Para cumprimeuto das ordens
imperiaes queira V. Ere. informar sobre o in-
cluso requcrimenlo do brigadeiro Aleixo Jos de
Oliveira.
Dito ao mesmo.Para cumprimeuto dasordens
imperiaes sirva-se V. Esc. de informar sobre o
incluso requermento de Joo Bcrnardino de Vas-
concellos Coimbra.'
Ditoao mesmo. Sirva-sc V.F.xc. de informar
s> bre o im luso oflicio do che fe de polica com
dalade liOTHcm.sob n. 160.
Dilo ao mesino.Para cumprimento dasordens
imperiaes sirva-se V. Exc. de informar sobre o
incluso requermento de Manoel Antonio da
Silva.
Dito ao mesmo.Para cumprimento das ordens
impertas sirva-se V. Exc de informar sobre o in-
cluso requermento de Martiniano de Barros
Branco.
Dita ao mesmo.Para cumprimento das or-
dens imperiaes sirva-se V. Esc. de informar so-
bre o incluso requermento de Hara Magdalena
da Silva Santiago e Violante Amalia da Silva
Santiago.
Dito ao mesmoPara cumprimento das ordens
imperiaes sirva-se V. Exc. de informar sobre o
incluso requerinicnto de Maria Francisca Aires
Mascarerihas.
Dito ao presidente do tribunal do commercio.
Para cumprimento das ordens imperiaes haja
V. S. de informar sobre o incluso requermento
dos empichados desse tribunal.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Constando-mede aviso expedido pelo ministerio
do imperio em 22 do correnle, que por decreto
daquella dala, S. M. o Imperador liouvc porbem
exonerar o roronel Jos Pedro Velloso daSilveira
de lugar dt director geral dos Indios desia pro-
vincia, e ni mear para o mesmo lugar a Louroi.-
eo de S e Albuquerque, assim o communico a
V. S. para seu conhecimento, prevenindo-o de
que mando entrar o nomeado em exercicio, inde-
pendenleracnte de titulo, qnedever apresentar
no prazo de tres mezes contados desla dala.Of-
clou-sc ao delegado interino da reparlicao espe-
cial das tenas publicas, ao nomeado, cao coro-
nel Jos Pedro Velloso da Silveira.
DtfO a mesmo.Van cumprimonto dasordens
imperiaes haja V. S de informar sobre o incluso
requermento de Maria da Conceicao de Helio
Pereira Pinto.
Dito ao mesmo.Para cumprimento das ordens
imperiaes haja V, S. de informar sobre o incluso
requermento de Jos Victorino de Leos.
Dito ao mesmo.Para cumprimeuto das or-
dens imperiaes sirva-se V. S. de informar, ou-
viudo o inspector da alfandega, sobre o incluso
requerimento de Joao Delgado Buzerra de Vascon-
celos.
Dito ao mesmo.Para cumprimento das ordens
imperiaes ha a V. S. de informar, otivindo o ins-
pector da alfandega, sobre o incluso requermen-
to de Joaquim Alfonso Ferreira.
Ditoao memo. Para cumprimento dasordens
imperiaes neja V.S.de informar sobre o incluso re-
qaei imenlo de Belarmina Augusta de Moraes Mes-
quita Pimenlcl c sua irma Augusta Chrsliua de
Moraes da Hesquita Pimentel.
Dilo ao mesmo.Para eumprmetilo das or-
dens imperiaes haja V. S. de informar sobre o
incluso roque-imenio dos religiosos carmelitas
desla cidade.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.rara
cumprimento das ordens imperiaes hSjaVmc. de
informar sobre o incluso requermento de Joa-
qun) Maria da Conceicao de Jess.
Dilo ao juiz de direilo da comarca de Santo
Anlo. Para cumprimento das ordensimperiaes
haja Vmc. de informar sobre o incluso re-
querimento de Manoel l.ibanio de Oliveira c
Mello.
No mesmo sentido sobre o requerimento de
l.ourenco do Lucena.
Dito ao jniz de direilo da comarca de Goianna.
Para cumprimento das ordens imperiaes, haja
y me. de informar sobre o incluso requcrimenlo
derley.
Dito ao juiz de direilo do Rio-Formoso. Para
cumprimento das orden imperiaes, haja Vmc. de
informar sobre o incluso requerimento de Joao
Aflbnso Rigueira.
No mesmo sentido sobre os reqnerimentos de
Maria Joaqui.a da Conceicao e Francisco Tei-
xeira.
Dito ao engenbeiro William Maitneau.Con-
v ni que Vmc. se cntenda com o director das
obras publicas, alim de com elle fazer os precisos
exames c o orcamento da despeza precisa para
repar-se a ponte relha do Recifc, procedendo a
trabalhos semdhantes para a construeco de urna
nova ponte que una o bairro de Santo Antonio
ao da Boa-Vista, todo na conformidade do aviso
que se remelle por copia nesta dala ao referido
director.
Hilo cmara municipal do P.ecife.Para
cumprimeuto das ordens imperiaes, convm
que a cmara municipal do Recite informe sobre
o incluso requerimento de Francisco Luiz do
Carmo Ribeiro.
Dilo cmara do Rio-Formoso. Convm que
u cmara mu icipal do Rio-Formoso, para cum-
primento das ordens imperiaes, informe sobre o
incluso requerimento de Francisco Antonio Lis-
boa.
Dito ao cornmandanlc do presidio de Fernando.
Para cumplimento das ordeus imperiaes,haja
A me. de informar sobre o incluso requerimento
de Elias Comea Ferreira.
Portarla.O presidente da provincia, tendo
vista o que requereu o padre Jos Gregorio da
Silva Carvalho, csmoler do Gymnasio Provin-
cial, resolve, de conformidade com a informacao
ifo director geral da rnstrucco publica, de 6 *do
correnle, sol n. 226, conceder-lhe cenca com
vencimentos para tratar da sua saude fora da-
quelle eslabelecimcnlo.duranle o lempo das res-
pectivas ferias.
Dita.O presidente da provincia resolveu no-
mear o bacharel Eduardo do Barros Falcao de
f.accrda, para exercer interinamente as funcees
de procurador fiscal da thesouraria de fazeda,
duranto O impedimento do bacharel Fernando
Alfonso de- Mello, que se acha no gozo de'2 mezes
de iicenca.Comrnunicou-se thesouraria de fa-
zenda e ao nomeado.
Dita.O presidente da provincia, tendo vista
o que requereu o bacharel l.ourenco Jos de Fi-
gueiredo, juiz municipal e de orphaos do termo
do Bonito, resolve conceder-lhe um niez de li-
cencacora ordenado.
Expeliente do secretario do governo.
Officio ao capilao do porto. De ordom de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, communico
V. S. em resposta ao seu oflicio de 24 do cor-
rente, sol, n. 223, que nesta data se autorisa o
inspector da thesouraria de fazenda, mandar
rogar Francisco Antonio Bastos, a quanlia de
! 8^320 rs. dispendida com o expediente di capita-
na do porto.
Dilo ao direclor interino das obras publicas.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, communico V. S. em resposta aoseuoffl-
ci de 21 do correnle, sob n. 20S, que por des-
pacho de bojfl autorison-se thesouraria pro-
j vincial 'i pagar a quanlia de lG2j}0O, que lem
'direilo o contralador da illuminaco azeile. na
povoaco dos Al'ogados, or torcuniprido as con-
diedoa de seu contrato no mez de novembro ul-
timo.
28 -
Officio ao presidente das Alagos. Communi-
co a V. Exc, queseguirao no 1. paquete as
seis pracas da conipr.nhia de arlifices constantes
da relatan junta por copia.
Salsfazendo assim requisito de V. Exc. con-
i lida em seu officio de 12 do correnle, lenho ro-
! ^ar-lhe que faca regressar com a possivel brevi-
dade as referidas praeas, cojos sen iros sao nc-
| cetsarios no arsenal do guerra, como declara o
respectivo director no officio junto por co-
: l'ia\
Dilo ao mesmo.Remello por copia a ola do
! armamento e corrame que se rcmetteu do arse-
[ nal de guerra para essa provincia no briguo de
guerra Mvgu'.
Dilo ao Lxm. hispo.Para cumpriinenlo das
ordens imperiaes, sirva-se V. Exc. Rvm.* de in-
formar sobre o incluso requerimento de Manoel
Ferreira da Rocha.
I Igual sobre os do padre Francisco Veiissimo
Bandeira e dos capitulares da S de Olinda.
Ouiciou-sc no mesmo sentido ao tenentc-go-
neral commandante das armas, sobre os de Joa-
quina Miguel do Amar.il, lleniiquela Amalia de
Brito Burlam.'iqui, Antonio Galdino de Souza,
Quiteria Mara de Sena. Joao Caldoso Brrelo,
Hara Amalia de Souza Teixeira, Joanna Mara do
Rosario,Joaquim Jos Luiz de Souza, Mana da
Paz Pereira de Almcida, Joanna Mara da Con-
ceicaro, Josepha Mana da Conceicao, Antonia
Francisca Barbosa.
Dilo ao mesmo.Mande V. Fxc. por em li-
: bordado O ecrula Manoel das Noves Camiilo,
embora j esteja com praca.
Dito ao commandante da diviso navalPara
cumprimento das ordens imperiaes, baja Y. S.
; de informar sobre o incluso requerimento de
Jos Francisco dos Santos.Igual sobre os de
i Mara Eugeoia da Conceicao c Maria Jaciulha do
Nascimonto.
(Mlicou-se ao commandante superior do Re-
cito sobre o do capilao Amonio Bernardo Quin-
I leiro.
Dito ao mesmo.Visto o que V. Exc. pondera
em seu offldo do 2 do correnle, sob numero
260, pode passar o commando superior da guar-
' da nacional desle municipio ao coronel Domingos
Aflbnso Nery Ferreira.
Dilo ao commandante superior de Olinda.
Para cumprimento das ordens imperiaes, haja
V. s de informar sobre o inclusa requerimento
de Pedio Paulo da Silva.Igual sobre o reque-
I rmenlo do Aiiloniu l.obo Alborlim do Miranda
Henriques.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir as
suas ordens, para que urna guarda de nonra de
um dos batalhoes da guarda nacional sob seu
commando superior, seja postada em frente da
; igreja do Monte, na cidade de Onda, alim de
, assistir afesia, que ter lugar naqoella igreja,
i domingo 1." de Janeiro prximo vindouro;
Dilo ao presidente da relaco.Para cumpri-
mento das ordens imperiaes, sirva-se V. S. de
| informar sobre o incluso roquerimeuto de Manoel
; Filippe de Santiago.Officiou-.se ao procurador
j da coroa sobre o de Anua Joaquina d.i Silva lia-
| mos, c ao chele de polica sobre o de Leocadia
Mara da Conceicao.
: Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Hija \. S. demandar passar revista de mostra
; ao quinlo bal ilhjo de iiif.inlara da guarda na-
cional desle municipio, no dia 1. de Janeiro
i prximo vindouro s 8 horas da manhaa.Offi-
ClOU-Se ao lenenle-general commandanlo das
armas.
Dilo ao mesmo.Para cumpriinenlo da? or-
dens imperiaes, baja Y. S. de informar sobre o
incluso requeiimenio dos palres e remeiros da
alfandega, ouvindo o inspector doquella reparli-
I cao.Iguaes sobre os de Jos Antonio da Sil. a,
Jos Pereira d'Avelar, Joao Antonio dos Santos,
c Aurora Augusta de Bnlo Noronha.
Olluiou-se ao inspector do arsenal de marnha
sobre os de Manuel Pereira dos Sanios Lavra,
Francisco Gomes de Figuciredo e habitantes do
littoral de Fora de Forlas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ap-
jprovando o contrato IeitoporVmc.com Ravinun-
do Jos de Souza Lobo, para a conduccao de ^e-
neros c passageiros do governo para "o presidio
de Fernando, no brigue Bom Jess, segundo se
ve do termo annexo ao officio do Vmc. com dala
de hontem, sob numero 405, tenho a recom-
; niendar-lbe que me eommunique com antece-
dencia o dia da sabida desse navio, atioi de se
expedircni as ordens necessarias.Officiou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Acenso a recepcu do officio
que Vmc. me dirigi hontem, sob'numcro 40i,
acao dos objectos rc-mellidos para a
das Alagoas no brigue de guerra
com a re
provincia
tnotl.
Dilo ao mesmo. Para cumprimento das or-
; deus imperiaes, haja Vmc. de informar subre o
, incluso requeriineiilo de Joiio Francisco da Silva.
' Iguaes sobre os de Anlsnio Joaquim Pires e
I Miguel Machado Freir.
I Officiou-se ao commandante do corpo de po-
, licia sobre o de Jos Juliao do Nascimento.
Ao delegado interino da reparlicao das trras
: publicas sobre o de Jos Rulino de"Barros.
Ao direclor geral dos ludios sobre o dos In-
! dios da aldea de Cimbres.
Ao juiz municipal de Barreiros sobre o de Ma-
! noel d'Avila Brum.
! Ao juiz de direilo da segunda vara sobre o de
Joao Rodrigues Compeli.
Ao juiz de direilo de Garanhuns sobre os de
Antonio Francisco do Jess, Jos Policiano de
Araujo c Antonio Cordeiro Manso.
Ao da comarca do Bonito sobre o de Alexan-
dre Francisco de Lima.
Ao da comarca do l.imoeiro sobre o de Arce-
lina Mara da Conceicao.
Ao da comarca de Pao d'Alho sobre o de Fran-
cisco da Molla Cavalcanli.
Ao da comarca do Rio Formoso sobre o do pa-
dre Jos Porfirio Gomes.
Ao da comarca de Nazarelh sobre o de Rosa
Maria do Monte.
Ao da comarca de Goianna sobre o de Manoel
Ferreira Vianna.
Ao conselho administrativo do patrimonio dos
orphaos sobre es de Joao Joaquim Rabello e Mario
Elias de Mello.
Ao inspector da thesouraria provincial sobre o
de Francisco da Costa Arruda e Mello.
Dito directora do theatro de Santa Isabel.
Communico a directora do'lhealro de Santo Isa-
bel, com referencia sua informacao de 19 do
correnle, que o requerimento em'que Guiseppc
llyppolito pedo permisso para dar algunsespec-
; taculos lrncos no theatro de Santa Isabel, lem
; o despacho seguinte :como requer, obrigando-
se o siipplicante nao sadaralgunsbeneficiosem
favor do hospital Pedro II, como lambem a en-
tregar o theatro quando isso for restlvido por
porte do governo.
Portara. Sr. agente da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor mande dar transporte
para a provincia das Alagoas, no prraeiro vapor
que passar para o sul, sT pracas da companhia
de arlifices constantes da retacn junta, assignada



pelo secretaria do governo, sendo paga naquclla
provincia a importancia dos passageiros.
Retorno o que se. refere a portara cima.
AnspccadaMarcolino Soaros Ferreira.
Sol Jad oMonoel Ignacio do Rosario.
Bclarmino Mendos.
Manoel Paulo Ferreira.
Jos Baptista do Nascimento.
heotonio Cesar de Almcida.
Sabino do llego Rorros.
Officiou-se no cornmandanlc das armas c ao di-
reclor do arsenal de guerra.
Dilo.O presidente da provincia, atlendendo
: oo que requereu o tcneiite-coronel commandanle
do balalhao 2." de infamara da guarda nacio-
nal desle municipio, Rodolpho Joao Barata de
Almeida, resolve conceder-lhe Irinta das dell-
ceiiea para ir provincia das Alagos.Officiou-
se ao commandanle superior.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao chcu de polica.S. Exc. o Sr.
! presidente da provincia manda declarar a Y. S.
que tendo vista a sua inlormaco de 19 do
j correnle concedeu por despacho desla dala ao
lalfcrea Amonio Jos Ribeiro, delegado do termo
de Iguarass, tres das do Iicenca paravir a esta
capital.
Dilo ao mesmo De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, declaro a Y. S. que fies-
ta data se manda por em liberdade o reernta
Manoel das Nevos Gamillo:
! Dito ao inspector da lliesourara do fazenda
i S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
Iransmiltir a Y. s. a inclusa ordem do thesouro
nacional, sob numero 205.
Di'o ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda transmit a V. S. as tres in-
clusas ordens do thesouro nacional, sob nmeros
20. 206 e 2o7, bera como dous ollicios da se-
cretaria do ministerio da fazenda de 10 e 14 do
correnle.
Dilo ao mesmo,S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda Iransmiltir a V. S. as duas in-
clusas ordens reservadas do thesouro nacional,
sob nmeros 101) e 200.
Dilo no capilao do porto.De ordem de S.
Exc. o Sr. presi lente da provincia, declaro a V.
S., em resposta ao seu officio de hontem, sob
numero 224, que por despacho desla data sel
autorsou o inspector da thesouraria de fazenda
a mandar satisfazCr as quanliaa que se eslo o
dever ao capataz Manoel Vieira da Silva, e os
matriculados Joao Baptista Correa. Jos Lou-
renco de Ornellas, e Francisco de Paula Rezcr-
ra, como lambem aos pralicos Manoel David de
Mello, c Jos Antonio do Nascimento.
29
Officio ao Exm. presidente d Babia.Rogo a
>. Lxc. se sirva de minislrar-me para cumplimen-
to das ordens imperiaes. as uformacoes que po-
der obier a respeito do ex-soldado do 2." bala-
lhao do infantaria Demetrio Jos de Para, cojo
requerimento passo s mos de Y. Exc. com as
iiilormaces que o acompanham
Dito ao presidente do Cear.Passo s mos
..i.' \ r.icc. o nfyiioiirao que mlnislTouine o con-
selheiro presidente da relaco sobre a materia do i
officio de Y. Lxc. do l. do' trrenle sol, n. :{7.
Dito ao general commandanle das armas.
Para cumprimento das ordens imperiaes sirva-se
\ lxc. de informar se existe vago algum hipar
militar que possa ser exercido por Joaquim Gar-
fia dos Sanios, cujo requerimento vai incluso.
Dilo oo mesmo. Yslo o que Y. Lxc. pomlora
em seu officio de 27 do correnle sob n. 1185,
pode dor por lindo no 1." de Janeiro prximo vin-
douro o controlo feito com o doulor em medi-
cina Manoel Encdino do Reg Valonea.Camuiu-
nicou-se thesouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Pico inleirado do que V. Exc.
me communico em seu officio de 2 do corren;,.
sob ii. U7 sobre o evaso de rcrrulas d>> quar-
lel do lo." balalhao de infantaria, e as providen-
cias dadas a esle respeito. Officiou-se ao chele
lo polica para auxiliar a captura dos mesmos.
Dito ao mesmo.Remeti por copia a V. Lxc.
0 aviso expedido pelo ministerio da guerra, em
1") do correnle, declarando as condieoes sob as
quaes so podem pennitir as culturas nos ierre-
nos do presidio de Fernando.Remetleu-se ou-
Ua copia ao comiuandaiidanle do presidio.
Dito ao mesmo.Expeca V. Lxc as suas ordens
para que as fortalezas salvem no caso de passar
a vista de Ierra a esquadra imperial que segu
da provincia da l'arabyba para a das Alagoas.
Dilo ao mesmo.Para cumprimento das ordens
imperiaes, sirva V. Exc. de informar sobre o in-
cluso requerimento do Francisco Caetano de
Assis.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar abrir
assentamenlo de praca como voluntarios aos pai-
sanos Olvmpio Laiirindo Cordeiro Lefio e Joa-
quim Pedro dos Santos Bczerra, de que traa a
sua informacao de 2 do correnle sob n. 1177,
providenciando para que o primeiro seja vacu-
nado.
Dito ao Exm. direclor da faculdadc de direilo.
Para cumprimento das ordens imperiaes srva-
se V. Exc. de enviar-ine com toda a brevidade
urna relaco dos hachareis formados nesso focul-
. dode com as notas e observares convenientes
I respeito de coda um delles.
Dilo oo Sr. lleniique Brunn, cnsul de Rremen
Acenso recebida a communicaco que em 21
do crrenle me dirigi o Sr. Henriquc Brunn de-
clarando haver cncarregado do consulado de Bro-
men, durante a viagem que vai fazer s provin-
cias do norte, oo Sr. Guilherme Pullfanker que
dever apresentar o imperial beneplcito, isto no
praso de mezes contados desta dala.
Aproveilo osla occasio para reiterar no Sr.
IIcnrique Rrunn os protestos de minlia estima e
consideraco.
Dito ao Sr. visconde de Lmonl, cnsul de Fran-
ca. Acciisando o recebimento da communicaco
que em 27 do correnle me dirigi o Sr. visconde
de Lmonl, cnsul de Franca, se me offerece a
dizer-lho que a respeito dola exigi as informa-
coes necessarias do juiz de orphaos, e logo que
os receber, me dirigirei ao Sr. cnsul sobre a ma-
teria da mesma communicaco.
Renov ao Sr. visconde de Lmonl os protes-
tos de minha estimo e consideraco.Officiou-se
ao juiz de orphaos pedindo informacoes.
Dito ao chefe de polica.Vistas ssuos infor-
macoes de 15 e 30 de novembro ultimo sob ns.
1:21 e 127, se me offerece a dizer que sendo
exorbitante o aluguel de 30$ rs. mensaes exigido
pela casa que serve de quartel de destacamento
na villa do Cabo, convm que V. S. incumba o
delegado ltimamente nomeado do fazer o ajuste
e escolb do mesma ou outra coso, e informe so-
bro a existencia de algum local em que se possa
construir um quartel com asaccommodacoes ne-
cessarias.
Dito ao commandanle superior de Olinda.
Vista a sua informacao de 16 do correnle se me
offerece a dizer que nao poda V. S. oppor duvi-
da ao cumprimento de urna patente imperial, em-
bora tvesse de representar a respeito della.
Neslc sentido Oca delirda a represenlaco do
lenle coronel Urbano Jos de Mello, cuja pa-
tente V. S. far cumprir.
Dilo ao mesmo.Remeti por copia a V. S.
para sua inlelligencia e fiel execuyo, o aviso ex-
pedido pelo ministerio dajustica em 9 do corren-
le, recoramendando que a reviso do olistamento
da guarda nacional seja feito com o devido escr-
pulo e rigor.Iguaes copias foram rcrnellidos
aos demais commandos superiores da provincia.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Informe V. S. com o que se Ihe oflerecer sobre
a materia do aviso junto por copia expedida pelo
ministerio da juslica em 10 do correnle.
Dito ao coronel Jos Pedro Velloso da Silveira.
Ititeirado do que V. Sr. me cpmmunicaem seu
officio de 27 do correte, se me offerece a dizer-
lho que o director geral dos indios ltimamente
nomeado, j lem ordem para entrar no exercicio
do seo lugar, do qual V. S. se ter considerado
exonerado ,!,s,le que reccbcu a commuiicaio
ollicial desla presidencia.
Dilo no jniz de direilo interino da 1.a vara.
Jara romprinienlo de ordens imperiaes. haja
Vmc. de informar se Jos Fclippe de Santa Au-
na, cuja petico remello inclusa, j responden a
novo jury, na Oonforraidade Jo accordo da re-
lacao do distrelo.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Ao seu
offiaio de 15 do crrente sob n. ;'J5 respondo
que tira augmentado com mais 200 rs. diarios o
salario de 19800 que percebe o srvenle desse
arsenal Jos Gonralves de Miranda, que se acha
ao servico do conselho administrativo para for-
necuienlo do mesmo arsenal. Den-se scienca
desse augmento lliesourara de fazenda.
Dilo ao mesmo.Remello por copia a Vmc. o
aviso expedido pelo ministerio do guerra em 15
do correnle declarando ler-sc expedido ordem
para que sejam enviados do arsenal de guerra da
Baha para esse 173 covados e urna terca de panno
carme/ira, que all existem sem destino, e sao
pmpros para fardamento de piaras de artilharia.
Circular aos juizes mnniclpaes da provincia.
I ara cumprimento do avis expedido pelo mi-
nisterio da juslica em 1 i do correnle, haja Vmc.
de recommendar aos labelliesdo registro de hy-
polhecas dt termo, que remetlam com toda a
bruvidade osla presidencia, para seren trans-
mitimos oo governo imperial, informacoes cir-
cumstanciadas a respeito di importancia annual
da divida hypolhccara registrada nos respectivos
carinos, durante os ltimos cinco annos, com a
distinccao entre a divida sobre predios rsticos,
e sobre predios urbanos.
Dilo ao inspector do arsenal de marnha.
i|la a s,la ""oTmaco de 2{ do correnle sob n.
323, lenho a recommendar-llie que mando.reme-
cer ao capitao do poito da provincia da Parahy
ba, conforme solicita a respectiva presidencia,
um sinnte com as armas imperiaes c a nscripcao
capitana do porto da Parahvba ; assim cuino
8 bolas pequeas de ferro com cinco bracas de
correnle cada un o, remellen!,,-me Vine, com a
possivel antecedencia a conla da despeza, para o
llm conveniente.
Dilo ao mesmo.Mande Vmc. itiininar da
companhia de oprendises marinheiros a Aniceto
Elias do Sacramento.
Dito ao conselho de compras novaos.Ao offi-
cio que me diriga o conselho de compras nacaos
respondo declarando que appmio os contratos
leiios rom diversas pessoas para fornecimcnlo
de viveros c outros objeclos aos navios da arma-
da e estabeh'citnentos de marinha, como consta do
Inrmo annexo ao officio do mesraocoHsellio.com
dala de 27 do correnle.Commumcou-se a the-
souraria de fasenda.
Dilo ao conselho administrativo'para forneci-
meni,, do arsenal de guerra.Autoriso o conse-
lho administrativo romprar pnra fornccimenlo
rio presdil de Fernando 900 alqueires de farinha
de mandioca, medida velha Communicou-se
thesouraria de fazenda, e o arsenal de guerra.
Dito cmara municipal do Recite. Remel-
lo por copia a cmara municipal do lleeife o avi-
so expedido pelo ministerio da fazenda em 1">
do correnle declarando que nao podem ser des-
pachados isentos de direilos os objectos necessa-
nos empresa da Umps > o esgoto esiabelccida
nesta cidade.
Dilo ao hachare] Jos Rodrigues do Passo J-
nior.Informe Vmc. sobre materia do aviso jun-
to por copia expedido pelo ministerio da jusli;a
em 10 do correnle, acerca dos motivos das i-
lerrupccs que tuve Vmc. como no mesmo aviso
se declara.
Dilo ao administrador do crrelo.Recommen-
de a Vmc. com urgencia ao encarregado do te-
legrapho da torre do collegioque apenas avistar
a equadra imperial que lem de possa: do Pa-
rahibo com direceo provincia das Magnas, ice
0 pavilhao imperial no mastro grande, dando-se
doste um lo o conveniente signa I -- fortalezas
para salvarem.Coraraunicou-su ao comman-
danle das armas.
Dilo a thesouraria provincial.Convcm que
Vmc. expeca as suas ordens para proceder no-
va iiumeraco de predios, como indica a cma-
ra municipal do Recifc no officio junio por copia.
Coniinuuicou-sc referida cmara.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode Vmc. mandar dar baixa do corpo do seu
commando aos soldados Jos Ignacio da Silva.
1 mbelino Antonio Ferreira, Jos Gomes de Sou-
sa e Pedro Alejandrino Vieira de Mello, de que
trata o seu ollicio de 27 do correnle sob n. 518.
Dito ao mesmo.Pode Vmc substituir o 2
sargento que se aeha empregado no servico da
reparlicao da vaccina por um cabo do esquadra
que possa desempenhar o mesmo servico. Fca
assim respondido o seu ollicio de 2 do 'crrenle
sol ii. 514.Communicou-se ao commissario
vaccinador provincial.
Dilo ao capilao commandante do esquadro de
covallaria.Com o oflicio que Vmc. me dirigi
nesta dato, sob n. 185, recebi os Irinta c seis
milreis de que trata o cilado oflicio.
Portara.o presidente da provincia atienden-
do ao que Ihe requerco o juiz municipal e do or-
phaos do termo de Goianna o bacharel Joo Hir-
cano Alvos Macici, resolve conceder-lhe um mez
de Iicenca com vencimentos.
Dila. O presidente da provincia, tendo vista
o que requereu Miguel Archanjo de Mcndonca,
professor publico de iustrucco elementar da vil-
la de Garanhuns, resolveprorogar por um mez
rom voncimento o Iicenca que Ihe fui concedida
paro tratar de sua saude".
Dito.OSr. agente da companhia depaquetcsa
vapor mande dar passagem para a corle no vapor
que se espera do norte, n'um lugar destinado pa-
ra passageiro de estado ao bacharel Joo Fran-
cisco de Moura M.igilhes.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor mande dar transporte para a
Parahiba, por cunta do ministerio da guerra, no
vapor que se espero do sul. oo desertor do meio
batnlho daquella provincia Jos Pereira dos
Santos.Communicou-se oo commandante das
armas.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor mande dar passagem para 'a
corte, por conla do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do norte, o cabo de esquoJre
Jos Rcserra, que fez passagem do 4. batolho
de artilharia a p para o 1. de infantaria.Com-
municou-se ao commandante das armas.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira
de paquetes a vapor mande dar transporte para a
corle, por conla do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do norte, ao cabo do esquadra
do 1. balalhao de infantaria Joaquim Vicente do
Paula.
Igual para o transporte do soldado lo 1. bala-
lhao de infantaria Marcos Evangelista, que so
deslina ciirle.
Dita.O Sr. agente da companhia pernanibu-
cana mande dir passagem para Alagoas, no va-
por Igucrassu, em lugar destinado para passa-
geiro do governo a Antonio de Albuquerque Hol-
tanda Cavalcanti.
Igual para dar transporte para alli ao bacharel
Joao Goucalycs da Silva Montarroyos.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao general commandante das armas.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda de-
clarar a V. Exc. que nesta dala se dirige nova-
mente ao governo imperial solicitando providen-
cias sobre o pagamento da despesa de que trata
V. Exc. em seu officio de 10 do correnle sob n.
1150.
_ Dito ao inspector do arsenal de marinha. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
mnnicar a Y. S. que a lliesourara de fazenda
lem ordem para pagar a vista de documentos Ir-
gaos, a imporlancia dos objectos comprados para
as obras do melliorainenlo do pollo, o de que
irata o ollicio de Y. s. de 2 do crrente, sob i.
46.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente d.->
provincia manda commuuicara V. S. ,','. : vi
la de sua informacao de 21 do crreme sob
>. acalia de ndeterir 0 requer,nenio ro ..
Manoel Montero de Oliveira pedia mais o prazo
de 6 mezes para desocupar a casa n. 131 da roa
do Pilar, que tem de ser demolida para as obras
do niellioramenlo do pnrlo.
Dilo ao director das obras militares. De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
declaro a V. S. em resposta ao su officio do correnle sob n. M'J que por despacho
data seatilorisou o inspector da thesouraria de
fazenda a mandar pagara Anli no Alves ua Fon-
ceca, a quanta de223jgt75, importancia dos ob-
jectos feiios e comprados para a capella do hos-
pital militar.
COMMAMH) DAS 4RMAS.
Quartel ?ener>ai do eommnndo las
armas ic Pernambueo, na cida-
de d> Hecife, 31 de Janeiro d
I8fil>.
01! DEM DO DIA N. 340.
o lenente-general commandanle das armas,
determina, que na manhaa do dia 1." de
reirose passo revista de mostra aos corpos mu-
ris do exercito existentes nesta cidadee s com-
panhias soladas, desla guarnico pela ordem
que so segu : s ("> horas a companhia de arlli-
ces, s 6 1)2 ao 9." I, iiallio de infantaria, s 7
ao ." balalhao de artilharia a p, s7 1|2 ao 10-
de infantaria, e s 8 a companhia iixa de coval-
laria.
O mesmo tcncnte-gencral declara, que appro-
vou o engaj amento que no da 28 desle mez con-
trado o soldado da :!."' companhia do balalhao
de artilharia p, Antonio Faustino de Azevedo,
para servir por mais seis anuos nos termos do
regu lamento annexo ao decreto n. 2,171 do 1."
marco de 1858.
As'signado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme.Horacio de Gusmo Coelho, alte-
res ajudante dn ordens do commando.
EXTERIOR.
OHRESPO.NDENIA DO DIARIO DE PERNAM-
BCO.
Pars, ; de Janeiro de 18<;t>.
Addiamento indefinido do congresso de Pars.
Grandes tempestades por causa das soluces
propostas queslo romana.Folheto semi-
official francs com o titulo O l'apa e o Con-
greino. Continiiucao do moiimenlo orga-
tiisador da Italia Central.A queslo da aoer-
tura do Islkmo de Suez .-ubmettida ao accOr-
do da diplomacia europea.Agitaran dj< l'rin-
cipados Moldo-Valaquios e da Servia.Sita-
roo do goierno austraco..\ovos progre*."i<
da queslo hngara.Coalinuaco do moci-
mento da Allemanha.Incidentes occorridos
na UUSSia a proposito da qvesto do liberta-
ment dos sercos..-t Hespanha earrocos.
O Congresso de Pars, cuja composico e data
de abertura su acha\a aiiniinciado lu'uin mez,
tem dado lugar ltimamente a grandes ablos e
serias preoccupacocs.
t m dos ltimos, e mais graves incidentes, que
para isso lem concorrido, foi o avivamento de
todasas irrilaces da questao romana, pela ap-
parico de um folheto anonymo, era que o autor,
que se presume multo apoiado, ou nimio iospi-
rado das mais alias regios, pronuncia-se por
urna red ucea o consideravel do territorio do Esta-
do Pontifical, estado no qual o Santo Padre nao
pode mais contar com as sympathias que o seu
governo inspira, era com as loicas de que dis-
pe.
A dala da reuno foi transferida de 5 para 20
do correnle e ltimamente houvc nova transfe-
rencia para um da que ser ulteriormente lixa-
do. l'em-se chegodo a atliiniar que o cougresso
nao chegar a reunir-se, e que a Italia Cenital
nao soll'rer nada com sso. 1". levar as cousas
muito longo : creo que haveria conveniencia da
reuniao, quando menos para regular os negocios
de Roma.
Tem liavido innmeras variaedes quanlo es-
culla dos plenipotenciarios, e so depois de lon-
gos alternativas se pode considerar como defini-
tivas as seguntes nomeaces :o conde le Recti-
berg e o principo de Micinich pela Austria ;
lord Cowley e lord Wodehousc pela Gra-Brcta-
nha ;o baro de Schleinit/. e o conde de Por-
tales pela Prussia ;o principe de Goits-chakoff
e o condeKisseleff pela Russia ;os Srs. Mart-
nez de la Rosa e Moo pela Hespanha;o conde
de Lavradio e o conde de Pana por Portugal ;
o cardeal Anlonelli ^ liaba de proceder que Ihe
foi tracada pela corte pontificialm dado assump-
lo a largos commenlarios) e o cardeal Saccon,
nuncio da Santa Se em Paris, por parte dos Es-
lados Pontificios. O conde de Cavour represen-
tar a Sardenha, assislido pelo cavalheiro De-
sambrois. A escolha do conde de Cavour occa-
sionou numerosas e obstinadas objeccoesda parte
dos govemos absolutos. Diz-se que osgovernos
da Italia Central mandaro lambem enviados
scus a Pars, encarregados de esclarecer as ques-
loes que Ihes dissereni respeito, e de opoiar no
congresso a diplomacia pic-monleza. O profes-
sor Manteuci o o Sr. Salragnoli representaro a
Toscana ; o Sr. Farini e o marquez Pepoli repre-
sentaro as outras provincias. Finalmente, o
reino das Duas Sicilios ser representado pelo
marquez Anlonini e o Sr. Canofar, e a Suecia
pelo general Gustavo de Noidiu Chambellan e
pelo baro de Adelsword.
Dodo o coso de que se reno o congresso, a
opinio publica da Franca o da Inglaterra, da
Italia e da maioi parle dos Estados da Allema-
nha se tem j pronunciado abertamente sobre si
as deliberoces do congresso devem ler um ca-
rcter deliberativo e obrigatorio ou meramente
consultivo. Mas apezar disso resla anda que
seja ella decidida pelos gabinetes dos Estados
que vo ter assento no congresso.
A queslo romana, como dissernos mais
cima, lem-se ltimamente discutido com mais
inleresse do que nanea.
Emquanto a corle pontifical persiste inabalavel
em recusar todas as reformas, c em reclamar a
inlegridade do territorio do patrimonio de S. Pe-
dro ; emquanto o episcopado abre subscripces
em favor de Pi IX para que possa elle achor-se
preparado para qualquer everilualdade em-
quanto tudo isto succede, vai correndo Europa
um folheto, sabido dos prelos de. Pars, e que
tem por -titulo :o Papa e o CongressoA ori-
gem semi-olficial, que lodos Ihe assiguam, d-
Ihe grandissima importancia e as proporces do
um aconlecimenlo nolavel.
Segundo esse documento, no qual muita gente
pretendo descobrir a verdadeira e definitiva opi-
nio do governo francez nesta delicada queslo :
Se o poder temporal do Papa necessorio e
legitimo, cerlo lambem que ncompativel
com um estado de alguma extenso.... A au-
toridode do Chefc do egreja nao est na ex-
lenso de um territorio, que Ihe nao dado
conservar senao com as armas de urna poleu-
ciaextrangeira, nen lo pouco est no numero
dos subditos, sobre os quaes nao Ihe possi-
vel reinar seno por meio da coaeco : essa
o.uloridv'de est toda na confjanca que inspira
e que Ihe despensa ,!, recorrer aos n
iremos de rigor, mos sempro paramales
governos, mos siibr 'linio para um : r l
que ri'ifia com o Ei m m n i mi i ... 0 '-.
" ionviij f.,/er. as circuii -I.om.is i,-l'
* onciliar inten -. u> u irn in
< veis? Dnurfriiilos exiremos f .:,-
l''"/.i resolver a que: in : un.-, ipie qner I
* nido ao Papa, niifroque qnerwia d Sao dii,s hypolhescs egu :im'
e iii : ,, pos', i que Irali
'.ni' adi ;:>r
o-. .. cirtigies re unu<
" prim pi essencial Je orden .
' sidade do poder lem.pi ral ;
ponto capital, e mullo n ais in >rl u: d
t d i pos.-,- territorial n.ais ,oi
- que naluralmcntc d, : i quellc princi| i Ijuanto p ti p ..- ,,
' su1 imporlam i,i se n suma p
o mais muito sei und irio. ni cesai
" q1"' asgrandes pote
< no pontfice o cidade de Romo e o palrii
leS. Pedro, rom urna rr-nd i ;
' os Estados calholiros pagara cmiii ura tribu-
' lo de respeito c d,' | roteceo au C
" Ja- E necessorio qtic mua milicia I iii ina, n-
rada da nata rt>i -exen itu ;''.,-.il, ,,--
v Iranquillidadu e a iuviol ibilid id la Si
' !"; uecessari, que urna ... crdade muni
ampia quanlo rnais fr possivel, d
* governo pontificio d.- I ;o- :, ,,
., Imiiiislraco, e proporcione m is c I
" parte ua vid i :'.'. local |u< lies
a acha ni privad.;.- da vida poltica. nc -- -
< ro, linaimente, que gej ira ,
das do lerrituiiu governalcelo f.,;
de giorra, de uitplicores de
que .- possa di/er :0 i le r
ri.il,, reinam lambem <> bem
' concordia e a paz. Cabe ao coi
'i essa Iraoiformaco n :ess ira |
<: a autoridade temporal de II ma,
le ligada ao inU resse da Europa.*
I. | ds desle modo qu o autor an
ceden.lo aos italianos os ttulos de suai i
dado, julga poder assegurar a m,
IranquilidaJe da egreja. Kisto esta, em su
nio, a reconciliacao do ratholicismo rom ., -
ciedade moderna, a soluco da mais.;,
queslo do ,oca, a seguranza da id.
Papa, o libertamento dos pvos submettid
um governo inadmissivel, o Hnalmenie o i
de fazer com proheuder au clero calliu ico a
deza ,1o papel que Ihe reserva a soci, 11 I m i-
derna, papel que elle lera deisadu do ,, -
lar para eiitregar-sc a esl iras.
Este modo de encarar i
icm sido geral raen te bera aeceiio, ;
rifis tempestades no mundo cecl ,.
foi parte para crer-so em ura adiai
nido do congresso, e absten;u do P
todos os trabalhos da diplomacia. K i pini i
blica moslrou-sc log i --
carees italianas, e ole mesmo as finan -
commercio cxpermeiilarom o ci i;
ba reos.
OSr. hispo de Orleans cncari -g iu-s
resposta ao folheto em nome dos ns
em urna caria, que lem lambem |
effeito immenso. Consta que ,. uunrro a
lico pedir ao governo imperial urna r-;
publica dos principios mullidos pelo auloi
nymo, e que tal reprovaco Ihe fora recus
lodos estes tactos occorr'eram antes do Io de Ja-
neiro : esperava-sc com impaciencia por
da, para saber-se o que dizia o imperad
audiencia do corpo diplomtico as Tulhi
lodos se recordavam das memora veis palxvi -
rgidas aoSr. de Hubner, eml da Aus-
tria, no dia 1" de joneiao do anuo passa 1"
roram o ponto de partida t\,t phase activa da
tao italiana c pensava-so ene alguma eousa ,i>
sesse o imperador sobre a queslo romn i
tornara tao calorosa 'aquellos ltimos das.
Ioi o nuncio apostlico, que. como s
lomou a palacra nesla circamstSMia, e o
radur mitou-se a agradecer ao corpo dipl
tico, declarandoque desde que sutura .
der, professra serapro profu,, lo res

a

direilos reconhecdos.e que ,> alvo consranti
scus esforcos seria restabelecer por toja
paite, t.inlo quanlo Ihe fosse ; i
< llanca e a paz.*
Estas palavrag em nada es
ritos inquietos, o elleilo produzido
contina a ser anda o mesmo.
As populoces da Italia Central, adespeii
sfjrcos da reaceo. tentada pelos governos
es
poslos, a despeilo dos ahslam'enlos
se fazem nos pases eslrangeiros
activos
ou la
principes depestos,conservara nao obstan
aitiio.de calma.
lustailadd em Modena, o Sr. Fai
das provincias Transapenineas, que lomai
' < de Emilia, acaba de dar urna nova
de dcsinteresse, resignando o titulo de di'
, pelo de presidente, em signal de submiss i I -
rarchica ao governador Buoncompagni. (i
I rao Sr. Farini organisoH osea miaisierio -o s .
M.nr, de Ferrara, para a ; asta d i inter n
Chiesi, de Modena, paraa pasta da j isi
cultos ;-o marquez Pepoli, de Bolonha, para
pasta da fazenda ;o Sr. Montaran, de Mcldola
para a pasta da inslruccao publica ;o Sr. i
gan, de Parraa, para a pasta das obras ;
cas. As allrbuicoes uestes ministros, escolhi-
dos em todas os provincias do Emilia, sao i
ladas pela le da Sardenha. U governo
Modena. O conselho ter mais tres mil
sem posta : o conde Albicni pora os romanhoe.-.
Carbonar para Modena o o marquez Mischi para
Parma. Do dia 1' de maio em diante os co
sardos comecaro a vigorar rom,, le do
Estado, o qual so achara dividido, d mesmo d i
por diante, era provincias, circons cir-
cuios e commuiios.
0 proccdimenio do Sr. Ricasoli, semnre hostil
o luda e quolquer fuso pohiica e adminislrativ
da toscana com as outras poleadas, esi mu! -
longo desatisfazer a opinio publica, que pare
ver nisso sympathias em favor da crea,.Vi i
lual de um reino do Liruro. Entreunto
Ruoncompagni fez sua entra la Iriumphal em FIo-
renco, e foi saudaJo por todo a popuLiro, que -
do vol da onnexocoo: O Sr Ruomot
ter ministerio : reunir lio smente, em Ion..
de si, alguns homensde confianea, e cita a-i
nomrs dos condes Gamba c Pasolini para u
gaces : o marquez Fontanalli pora Modena.
Lu Turin, sem entrar no rninislerio, o conste
de Cavour noo lem dexodo do o dirigir. S
allianca com o Sr. Raltazitorna-secada vi i
intima. Trota-se presentemente de um projecto
de fortilicocoes, destinadas a defender a linha t\'-
Minero, no caso que seja realmente imposairel
arraua-.f a pobre Yenecia s garras da agua J
llapsrrurgo. Tendo-se reconhecido como rieres-
saria a fortaleza de Placcncia para a deten d
I Piemonto, procura-se conlrabalanrar o farno
quadrilalero veneziano por um quairilalero pie-
j montea: desle modo Placencia, Pizzghet'.one.
j Pava u Creraona poderiam cobrir Milo e liga-la
j s forlificaces de Czale e de Alejandra. A m-
! sogem do P seria assim impossivel, mesmo a
I um exercito respeitavel. E' necessario bzM
j grandes sacrificios de diuheiro ; mas as popula-
coes lombardas aceitam do bom gradu esses sa-
criflcios recouhecendo a necessidode da deh. '
i nacional.
A associaco nacional, em Milo, acaba d
adoptar em urna reuniao do ;tu de dezembro.
seguinte programma: < Annexacao da Ha''
Central a todo o cusi.
A fuso das slfendeg? do Piematt e do ItttiJ
I
IMUIODO


.*,'
DIARIO DE PERj\AMBt?CO. QUARTA FEIRA DE FEVEREIRO RE 1860.
i i.i
Sr.

Central aeha-sc definitivamente regulada. Dos-
de o l" ji> Janeiro de ISuO, nao ha seao urna
0 i ministra.Jo control em Turin, d'ondo as dffe-
ren tos provincias receberao mcnsalmenle nina
i de repartico proporcionada s rondas
cobradas no anuo de 1858. Esta fusao anda
uin no*n vinculo para a aiiuoxarao.
A Inglaterra tranquilua-sc espcilo dos in-
fundados reccios que Ihe inspirava ltimamente
n Franca, l'or outro lado, a opinio publica em
franca hoje rnuito mais faveravel Inglaterra
lo une o fon desde muilo lempo. A Inglaterra
luer a libordade da Italia, a Franca lamben) a
desoja ; e nesla eommiiiiho de rbnlades nao se
pode negar que existe n o> elementos de una
alianza duradoura entra >s dous povos, anda
quan loa Gra-Brctanha Ira'.e de completar o son
.-vslcma do delcsa. Tem-se al Chegdo a anil-
ina:- .ue, sob ii sontimcnlo da necessidode de
mu aecrdo eommum a ivspeitoda questao ita-
liana, o gabinete das Tulhortas, sem retirar seu
apoii empresa doSr. Lesseps, suspendera nao
obstante Mas instancias ao governo ottomai.o.
A franca nao perdo d-- vista este negocio, que 6
de ii tii inleresse universal. Depois de ler loma
un posse da Iba do Hassouah, com p ron Zoulla,
encllenle posico, a qual, em fenle de Aden,
forma sobre o Mar Vermelho un ponto militar
rante n um centro le recursos para o com-
inera. Situada no caminho do Suez a Mada-
r, Zoulla poder servir de ancoradouro e
de ponto de abastecunento, e extender ainfluen-
tnceza as provincias da Abyssinia. Esta
acquisuo evidentemente o preludio da poli-
tila da l r.iina no ocano indico. Abrindo-lhn o
ianal Je mu ;to sen coiumerco um caminho
iiov', curto o directo para Madagascar, iiupoe-
llw i obrigacio de coutrabalancar o poder bri-
i, apoiado nossas parageua sobre as iltas do
Aden o a Pezim. alas, dejxom >s isto, e trale-
i.: s dos no vos incidentes oceiJKridos sobre a
oueslo do can '. de Suez. ^ -
10 de lezembro, o Sr. de Tliniiv.,vl'
.i Porta, em nume de Napoleo ll/, uina i
'o c concessao do canal eiu favor ir
Kssamot. apoiada
osfi-i, da> siria,
_x...-. Uuhvi'. ... ...;.
s inshao'oi's, coiilinnou, nesta con-
Lura, a .-na surda o, posico, de onde resul-
ion que, no da seguinle, o conselho de ministros
deeiJisse que o sulto ira appeflar para as gran-
' i 'i ts, e que so subordinara ao acrrdo
que so eslabelecesso entro ellas e a Gra-Bre-
lanba.
Esta noticia produzio extraordinaria sensacu
1 ni ondres. Os ministros trataram de resolver
sobre a, questao ;c a imprensa ingleza Qclsuas
antigs dasa este respdto, manifestou muilo des-
peito c nio humor pelan crescenlcs pn habilida-
des do una solucao favoravel empresa do en-
genheiro francez, declarando que subscrevia s
espirito publico curopeu ; masque
ra da canalisacao seria una ruina para os
o eionislas ; que ama cousu irrealisavel, e
dado o caso q le a realisar-se,
no dar em resultado nenhuiaj provciio real.
a nguagem dos jornaes inglezt-s assiiu im-
pregnada de secreta nila;o uma prova incon-
i iss Je qoe aos ulhos dos inglezes o canal nao
i nina empresa chimenea, e que ellos pr
'.-lao convencidos do realisaeo o vaiitagens do
I. l'oiie-sc pois esperar finalmente a promp-
la solucao deste negocio, de lao vital inleresse
para indos, pois que se envolvem era favor da
empresa quasi lujas as potencias de primeira or-
dem, leudo s em oppos'cao a Inglaterra o a
Turqua.
Alguns das depois que a Porta recebeu e ros-
t nota do embaixador francez, o 5r. de
i.'cnel redigio c assiguou, juntamente cora
< i presen! inti das grandes poteDcias.um coni-
pt imisso, pelo qual con estipulado que a ques-
lo seria submeltida ao prximo congresso de
Pars.
Em frente da banca verde Ja diplomacia, a fa-
rra e a Turqua leen) que liaver-se com
maioiia, que provavelmeuto nao enfraque-
err. O expediente, de que se prevaleccu a Por-
ta, para nao lomar por si.mcsiiio una der3o
ler, punco digno de um governo admifti-
do hoje no concert das grandes potencias eu-
;. E'cerlu que elle leve ao menos a ran-
:.. de i 6r patente a resistencia da Inglaterra;
Fuad-Pacha que abdicou, nesla conjunclu-
ra, a soberana do sulto e suhordinou servil-
mente a Turqua Cra-Brelanha, collocou-se
i ni nina posico inlolcravel no ministerio que se
! je ni risco de cahir.
gabinete de S. Jam s recebeu lambem desse
facto i m grande choque. Lord Polmerslon obs-
.-jc emsua opposieao, em risco de jrer re-
lirar-se lord Johu Russell; mas afinal acharam
sempro um meio de conciliar as duas opinioes
divergentes. A morle, porni do Sr. Fiz Roy,
ministro das obras publicas, e a qu-sto da re-
forma oleiloral, pozeram de novo o ministerio em
S ido de c-i ise.
Nos prim pados Uoldo-Valaquios reinava ul-
imente vivissima agitacao o que nao deixa
ir bi m serias inquielaces.
U principe C>.u/.a dissolveo a assembla nacio-
nal. .\i ultima sossao, leu o principe um dis-
curso, no qual passa em revista iodos os ramos
da adminislrarao. O principe termina expri-
o pesar que gente de separar-se da assera-
mas, disse ell<*, a dissolugao era necessa-
ria para convocar otilra assemblai onde
qual, csjuecendo as quesles pessoaes, nao tra-
uao dos neocios do palz. Segundo osjor-
naos allomaes, ;i agi(ai;ao traduzira-sc por urna
tentativa de assassioalu contra o principe. Di-
|uc linbam minado una ponte, por oudo
devia passaro principe Cou/a, e que este esca-
para por milagro da exploso. Uizem mais, que
no da seguinte lanrarara-lhe fogo casa. Al-
gumas correspondencias desmenlem completa-
mente estas noticias divulgadas pelos jornaes
austi iaros.
Nao menor o estarlo de fermentncio dos es-
s i,i Servia. O velho principe est as
peiores relaroes com o sulto; e as que manlcui
o Pacha, governador da lorlaleza linca em
rado nao deixam de ser graves. A
Serva, salvo o lago de puzerauia que a liga com
a Porla, iiidependentc como os Priucipados-Uui-
'orla conserva nao obstante <> direitodc
b urnapuarnnjo na fortaleza que don ina a ci-
liado de Belgrado. Os Turcos, ou alguns preten-
subdiios ottomanos eulregam-se a conti-
nuas vexi-gijes contra os Cbrislaos, econiraellem
n.uitjs ofl'eosas, que o governo no poderla dei-
xar depurar, e que licariam sera pro impunes,
- i ul los fossem remetti los para seren jul-
is autoridades turcas. A um fado des-
la ntureza que se altribue o rom pimonto ha-
enli io Pacha de Belgrado e o principe Mi-
losch. Soja como for, urna circumstancia destas
pode leva muito tongo as cornplk-ardes, e sup-
poc-so mesmo que por causa dolas os Turcos
lalvez vei liara o transferir para Broussa a capi-
tal de seu titubante impcio.
Aas altas regios do imperio da Austria mani-
fostam-se sympiomas beiu singulares. Tem-se
failado, uestes ltimos lempos, muito em segre-
do, na edrte de Vienna, no profundo abatimenlo
em que tem cabido o imperador Francisca Jos,
depois dos acontecimentos da guerra da Italia.
Esses fallados parecen) ir adqurindo urna certa
consistencia. Obrigado, seguido gcralmenle se
diz, a en rar em hila com seus conselheires, os
-, imbuidos lodos as Iradlces do amigo
- lina da Austria, lbe oppe urna resistencia
quolidiana a seus projeclos, o enllocado entre os
principios hereditarios di casa de Lorraina, e
suas inspiraces pessoaes, o imperador ada pe-
sado o fa do do absolutismo que lbe foro legado
por Francisco 1[ e ; or Femando. Julga que nao
vem longo a poca em que as Ideas da saa civi-
lisagao lerao conquistado lanas consciencias, que
i n ames, anda que se achussem lo Jos reu-
nidos em Vienna, deveriam fleixar chegar ale
elles o grito dits povos.
Senlia-sea um lempo instigado por suas con-
vicges c detido por aquelles que o cercam nao
silia oiiio encontrar o apoiodequo Dcccssita
seria si lagado pelo peso fatal das Iradicoes, e
qualqucr que seja a verdado desta appreciacao,
a dar-se crdito a cerlos jomaos, eslava resolvi-
do a abdicar. Tambeni se tem dito que esta no-
ticia, que com a raaior reservaraproduzimos, ex-
prime o desejo de un partido retrogrado, que
desespera de vencer os escrpulos do joven so-
berano, ; deforma alguma o echo da vonladc
leste, das, entretanto parece que na Austria
nao se Unida que Francisco Jos sent igual
tlesgoslo pelos negocios c pelos liomens que os
dirlgem. Seu abatimenlo passa por um fado, e
amrma-se que ha muilas semanas recusa-se a
oecupar-se das cousas do governo, deixando aos
njinislros a mxima parte dos negocios.
E-nos (iifiril nlbrmar ou negar cousa alguma
a este rospeilo, mas podemos verilicar quanlo
certas medidas recentemente lomadas na Austria
pareccni ha ver sido dictadas por dous sentimen-
tos opposlos. Seria um o dar represio, oulro
o da tolerancia. Sentcm-se os choques de urna
luta. Liis ptnsan, como cima indicamos, que
as medidas de tolerancia sao cxigidis polo impe-
rador o conlrariadas pelo seu consflbe ; outros
pensam o contrario, que o imperador reprsenla
o partido retrogrado, ao passo que os seus cons'---
Iheirosde balde procurara imcia-lo na viadas
reformas. De que lado est a verdadof Ainda
una vez, neslo raoraenlo impossivel responder
esta perguula, mas o que manifest s lula
dos dous principios opposlos no seio do go-
verno.
A corlo de Vienna est sobremodo as-ustada
com a agilacSo hngara, sempre cre3cenlo, na
qual julga ver urna conspiracao ; inlludc-so :
a naeao inleira que conspira, mas abeilamente,
a luz solar, face da Europa, que toma por tcs-
lemunna da justica da sua causa. Esfoream-se
por comprimir pela forca o despertar da raVa ma-
gyar, c jj a polica procedeu a ata grande nume-
ro do visitas domiciliarias de noile, como se osles ,
rigores e vexaces podessem ler outro resultado I
que nao impcllir os Hngaros na viada resisten- :
cia. Eispois a questao hngara, lao predominan-
lona Austria, que lende a emparelhar com a I
a questao italiana as preoecupagoes da Europa.
Todos os espirites esclarecidos tem boje os ulhos !
volvidos para esta Ierra de velha liburdade, que
nao mais que una provincia austraca, biela, co-
milalos, instiluices antigs e modernas, consti-
liicao, aulonomli hngara oilo vezes secular,
n ida existe : a bureaucracii de Vienna substi-
tuto a ludo. Mas nao dado casa de llaps-
burgo completar sua obra organisar os Hn-
garos: s-'ii despertar, a que assislimos, o arre-
pendimcnlo daquelles que em 1818 lomaram
parle ero lulas fratricidas, e combateram pelo
osciarecimentoda patria.convnum, a uniSo de lo-
dos os partidos em um s, o partido nacional,
sao fados eloqueules, que altcslam que nenhum
humano poderla arrancar do coraco des-
tes povos o amor da independencia e la libor-
dade. liagyares, Romanio^, r Slavos se recon-
i h.iin para un Litn commuiu de independencia,
e o successo correspondente a seus esforgos de
c jiiciliaco. Torio em suasmaos a sorle da Aus-
tria, que ver agrupados contra os seus nove mi-
oes de subditos AHemacs, cinco millies de
ligaros, lies milhes de Romanios e dez mi-
s de. Slavos, sera contar a Bohemia.
Aguardando os acontccinreolos, muitos regi-
mentosda cayallaria austraca se tem dirigido
para as fronleiraz, o 5" corpo do exercito receben
ordera do deixar a Venecia c de seguir para a I
Hungra, que foi immedatamente declarada em
estado Je sitio. Al Itoje lem-se fallado do feld-
niarccRal Benedek para substituir o archiduque
Albeito do governo geral. Recentemente o ga-
binete de Vienna incumbi a commssoes de ho-
nieus de conflanca a reviso da le communal
mingara : estas commisses recusaran! urna a
poz outra sememaule trabalho, declarando que
'i da competencia da Dieta nacional, e se
Jissolveram pedindo a reuniao dos Estados. Com-
prehendendo a alia importancia desta manifes-
Ia.'.io, (i governo austraco fez um segundo appcl-
lo, que foi igualmente recusado pola mesma ex-
cepcao de bicompelencia.
Segundo a Gazeta dcCoInnia, o governador da
Venecia eslevo ltimamente em Vienna para sup-
p ieai a Francisco Jos.para osjliabitanles daquel
la provincia, algumas concessoes cada vez mais
urgentes : snas observarles baviaui sido mal re-
-, c o sincerogovernadorameai;ado de urna
prxima demisso.
Quanlo Allemanha, lodos os das lorna-sc
mais evidente que urna Iransformagao radical se
0| ra no espirito publico. O povo allemo des-
pert do seu pesado e secular dormir, o lancou-
se em um movimento mais serio que oqueem
18s responden revolucao de Pars e de Miln.
A guerra da Italia, a celbracao do anniversariu
de Schiller, a nova altitude do hoverno prussia-
iio, e muilas oulras causase leem impellido. *
Hoje quer ser forte o em face do eslran-
geiro, reclama dos governoa reformas libe-
laos, e esta duplico tendencia explica como
os mesmos bomens,quo proleslam contra a con-
cordata Badois, defeiideui ca mensagens os di-
reilos IcmporaesdoPapa, reclamam reformusom
Vienna, em Ucsse c no Heklemburgo, e ao
mo lempo ge mostrara hostis ao meviiuonlo ita-
liano. Pois iiue o nomo de Hesse escapen nos-
sa prima, digamos que neslo paiz a opinio Iri-
lar, oque a constituico de 1831 ser res-
tabelecida, nao obstante a opposieao da Austria
da Dieta e do duque de Hesse. Primt ira vic-
toria do espirito publico. Os oslados da a
renda de Wurzburg apresenlaram Dieta de
Francfort na sossao de 17 de dezembro aspropo-
sieoes seguioles : Publicacio das a-das, legisla-
pao civil o criminal uniforme,le commum sobre
o domicilio e sobro o direilo de residencia nos
Estados da Conlederacao, reforma da organis-
go militar da Coufederago sem augmento nu-
mrico do exercito federal, porm com mais for-
te organisaco, forlillcacao das costas do mar do
Norte c das do Bltico A Dieta fui adiada para
5 de Janeiro.
Emllm, em Vienna nina patio da nobreza aus-
traca, f i acedo liberal da aristocracia, acaba de
escolher para orgao seu,um jornal de creaeao re- ,
ceiiie, o Progresso, cujo redactor emende', o Sr.
Ileller, se lez conheccr por nina obra publicada
0 auno passado em l.eipsick, sobo titulo4 Re- '
forma representativa do Esludo
^ Os nielhores progressos sempre se pagam, o na
uussiaa raanumisso causou na aristocracia nos-
conlentamentos, que se iraduzcm peas noticias
que nos sao transmitlidas :
A Russia atravessa nina criseseria, una rr-
so ao mesmo terapo poltica e social : os inte- !
resses mais graros esiao em jogo, e as quesles
agitadas ante o paiz sao da nalureza daquellas, '
cuja solucao arrasla as modificacocs mais radicaos i
na organisacao dos governos o das naces, A >
lace singular desta situacao que a nobreza rus-
sa lomou a iniciativa do movimento liberal, d que
se ayenturoii a dirigir directamente suas queixas
ao imp rador, o que os mallogros nao a leem
desanimado, emlm que arresta Jps si as clas-
ses uiforiores, u boje falla-se de governo consti-
I'i loual na Russia como de urna cousa lao natu-
ral runio.-e os Itussos babilassem as margena do
Sena ou Tamisa. A gravidade de lalsiluaco
se revela por fados importantes suecedidos em
S. Pelersburgo depois da rolla do czar do sua
longa viagem pelas provincias occidenlaes do
imperio. Ao entrar em sua capital, Aleandrell
recebeu urna mensagem de muitos dos grandes
proprielarios do imperio, na qual Ihc pedern ins-
tantemente que Ibes oulorgiie una rooslliieo
sobre o modelo da que o czar Alexandrc l havia
promettido em 181S. Alexandrc II cscrevcu'em
baixo esias palavras : Agradeco-vosa franque-
za. Alguns das depois dezoito membros das
commisses, chamados a S. Pelersburgo para es-
ludar a questao da emancipacao dos caraponezes,
eutregaram ao imperador urna segunda mensa-
gem', na qual se nucixam vivamente doeslranho
comporlamenlo dos membros da eommisso de
nduccao, que seonvolve no mais profundo mys-
1 rio, e parece querer resolver era segredo urna
questao, que deve ser discutida, elaborada, re-
solvida em commum. Os reclamantes observara
com razo que este modo de proceder os enlloca
na impossibilidade absoluta de esclarecer seus
commiltentes sobre a marcha de urna dtscussao,
que sao obligados a seguir; mas sua mensagem
loi mais infeliz que a primeira, licou sem res-
posta.
Fstasduas manifeslar.es significativas foram
seguidas de terceira, que ainda lem mais impor-
tancia : Um dos lilhos do senador Bezobrazoll"
dirigi ao cza/ urna carta assim concebida :
Su", estaes animado das niel.hures intences,
mas nao conheceis a verdadeira Situacao do impe-
rio. Desejaes ardentemente ver o paiz prospero,
e assim vo-lo representara vossosulicos hvpocri-
las ; mas a verdade c que elles insensivelmente o
coiiduzcm ao abysmo. A siluacio reclama promp-
to remedio : sem vossa activa mtervencao, as
nuvens accumuladas sobre nossas caberas, dts-
pediro raios, c em vez da paz e prospe'ridade
que desojaos, o paiz entrar na era das revolu-
{6ps sngrenlas, chegar a urna deconiposbao
poltica e social, que terminar em urna banca-
rota 1 Os poderes constituidos nao leem probida-
de, a magistratura venal, em una palavra, a
maior desurdem reina em Inda a administrarlo,
e a urgencia das reformas lano legaes como das
ostnuicoes, boje mais que nunca se faz sentir.
Esla carta do Sr. Bezobrasoff, que lilho de
um senador e sobriuho do prncipe Orloff, produ-
jo um eireiloirnmenso : sobreludo, o ultimo pe-
riodo que pedia a emancipacao dos sorvos, c os
mesmos dreitosque tinha a" nobreza do adquirir
Ierras, esle periodo, dizemos, produzio urna sen-
sacao profundo. O czar achou que o Sr. Bezo-
brasoff tinha-se adiantado minio, julgou sua car-
la injuriosa, eapresentou-aao conselho doimt-e-
no. O presidente do conselho, principe Orlol
rocusou-se por causa dos locos de parentesco que
o uera ao acensado. O principe Wasilei Dalgo-
ruki c o conde Schotivalop se desculparam com
encommodos de sade ; finalmente, os outros
membros do conselo declararan! o Sr. Berobrasoff
reo de alia traico o condemiiaram-no a desterro
em Wialka, & perda do posto e de seus ttulos de
nobreza. Em quanlo o Sr. Berobrazoff era lao
severamente punido em S. Pelersburgo, o conde
Davidol publicava em Pars um folhelo anony-
mo, intitulado Caita de um depulado do comi-
t ao presidente da commissiio deredaccao, aju-
danle do campa general Boslouzoff. O aulor
desla carta procura demonstrar quo oslro,balhos
da eommisso jamis viro 'lume, e >uo a
queslao da emancipacao do3 servos nao dar mais
um passo. O czar moslrou-so muito irritado
contra o aulor desla carta, e mandn dizer-lhe
por um seu primo, o principo Borlalynsky, que
se continuasse a escrever guaca lbellos, irin pa-
rar onde nem os corvos osossos Ihe aihariam,
como diz o proverbio rnsso. Terminando, urna
palavra vos dar a medida do espirito de opposi-
e.io quo reina na classe nobre. A ootirez? do
governo de S. Pelersburgo, ao conhecer o efl'eilo
da caria do conde DavidolT-Orloff, e a ameaca do
czar, resolveu eleg-lo niurechal as prximas
eleiijes : maso povo permanece calmo esolTre-
dor, esperando que escape dos labios do sobera-
no a palavra liberdade.
Terminaremos fallando-vos da He?panha : a
expedico contra .Maocos causou grande cniliu-
siasmo ; uns a sadara porque descubrem n'ella
o sacro carcter de umi guerra religiosa: un-
iros porque snnham para o sen paiz urna grande
colonia como a frica franceza ; os politices jnl-
gau-na um meio de aguerrir n exercito nacio-
nal, e de rehabilitar a Hespanba por um b
mo de gloria. A illusao lem lalvez grande par-
te neslas esperances e na Pennsula existe urna
numerosa faeco que nao se deixa arrasiar pelo
enthusiasmo geral. Esta guerra, se bem que
muito popular, poderia suscitar no governo em-
barazos, que nao os previo asss. Suas nego-
ciaces com a Inglaterra e us privilegios come-
didos ao governo britannico produziram desfavo-
ravel impressao em urna parle do paiz. Nao
pensam que esleja tem a urna naeao, que deseja
despertar de um longo lethargo, subscrevor a to-
das as condices que approuve Inglaterra im-
por-lbe. Aleui disto, parece que nao esl*sa-
Usfeitos com os [danos adoptados por Don-
iiell. Aproveilando os erres do governo, certas
fraccoes do partido mo,erado, se uniram, e seus
principaes igaos: El Len Espaol, El Conci-
liador, FA Estado, so fundirn), em um s jor-
nal : El-Horisonle, sob a direccao do Sr. Gullie-
rez de la Vega, em torno do qual se reunirara
os mais dislinelos membros da opposieao as
duas cmaras. Li* o primeiro resultado'da ex-
pedicao marroquina. Us governadores de pro-
vincia receberam ordem de proceder era lins de
dezembro s operacoes de recrutamenlo afim de
augmentar com 50 OJO homens o effeelivo do
exercito, ora virlude da le de 2. de novembro.
0 segundo resultado ser pois urna enorme des-
le/.,! do homens e do dinheiro. Quanlo s noti-
cias do Ihealro da guerra, nao sao isenlas de al-
gumas contradicQocs. Os despachos dos Hespa-
nhoes do como corlo o feliz desfecho da guerra ;
os dos Inglezes do os Hospanboescomodizimados
pela epidemia, forjados a aprender a guerra
medida que a lazem, s mais das vezes rechaca-
dos e quasi leiuzidos defensiva. justo ob-
servar que .i Gra-Brelanha nao inleiramenle
tlosinteressada u'esla questao, poslo que o sus-
tente, o .illiima-se que as .unas e petrechos dos
Mouros eram de fabrica ingle/a. Um pouco me-
llos de gloria de um lado, um pouco menos de
desastres de outro, ter-se-ha provavelmenle a
situacao exacta dos Hespanlioes em ttarrocos.
As operacoes leem continuado sem pausa al-
guma : a que, atacados as Irinclieircs por dez
mil Marioquinos, os Hespanlioes repeliiram o
inimigo, que soll'reu una perda de 300 iforlos e
el000 feudos, porm com essa, resislencia lao
oustinadamcnle sclvagem, quo'fara crer que,
mais vencedores que vencidos, pnHendiam fazer
pagar caro aos soldados de O' Ddnnell seus lou-
ros e Iriumphos. A 12 a divisfio do general
1 nm, que protega us traba I h os do caminho de
leluan, foi atacada, o por muito lempo disputou
a victo.ia. A 15, durante a celebra,;o de una
missa di'.a pelos lespanho -, logo*depois da
abertura da canipanlia, 15:000 Mouros alaearam
asposieOes do exercito hespanhol, e perderam
I.OO li,Hiieos. a 21, ataque das posiecs da
direita, idntico resultado. A 30, incendio pelos
HespaiiHoes de um torio, que defenda a i
ira do rio Teluau, e nova incurso dos Mou-
r< s repellida. Em 1." de feveri i gara u
1 ",;l" hespanhol ao alcance de uaia pi i do
artilharia da cidade de Teluan ; atacados a um
lempo por mar e por trra, os habitantes fugiam
rande iiuniero pa as monlanhas. A con-
quista sena prxima ; que tarao depois os Qes-
panhoes. .'
Se lia alguma cousa deplorare! o soulimen-
to geral em Uespanha, de que a guerra, empre-
hendlda para viugai a honra do paiz, deve ler
una face religiosa. Ny oevasia i di compli-
car urna cmpiezn, em si j la i ,...:, .. dpunerosa ;
nao e occasiu de meditar sobra a conversa*) dos
inlieis. Os Kabiles p la mor parte foram ou-
l| ora chiistaos; leem o espirito verstil, o os
historiadores rabes lho3 censurara ler renegado
doze vezes u islamismo ; p -rm mais do dez se-
culos so passaram depois dessas lorgiversac -
religiosas. Us principios do Aleo rao es!
profundamente arraigados na racaberbere,
na rai;a aribe ; o.- doutores Marab los e Mufls
jamis deixarara esfriar o fanatismo dos poros.
A Uespanha deve pois abandonar toda a idea de
propagan Ja, se quizersahir-sc bem. Sob o pon-
to de vista religioso trete os habitantes de Mar-
rocos como a Franca Iractou os habitantes da
Algeria.
U convite feito ,', Uespanha p ira tomar paite no
congresso de Pars,I rn sid icm Madrid um acon-
leciraenlo pasmoso. O paiz que ha muito lempo
nao era considerado nos cousclhos da Europa,
foi lisonjeado como de um testemuuhu de rege-
neraco.
I timas noticias :
O ende de Wah v.iki deixou o ministerio dos
negocios estrangeiros; foi substituido pelo Sr.
do fonvenel, embaixador em Conslantiuopla, o
ate chegada desie, ser a asa eonflida ao Sr.
Barocho, nresideule do conselho d'estado. Vt-
tribue-.-M ;i retirada do Sr. de Walewskei re-
cusado imperador ao seu pedido de declarar of-
licialiiH nte que o governo imperial era inleira-
menle alheio a toda a inspiraban da famosa bro-
chura o Papa c o Congresso* .
Islo considerado em Londres como a morte
do congresso, e como o indicio de una reconci-
h '<;< mais intima entre a Franca e a Inglaterra.
A Italia-Central parece chorar*o grande offeto
moral que produziria a adlieso da mor parte das
potencias causa da independencia nacional,
mas persevera em suas esperaneas. que col loca
sob a prolccco do principio do nao interveiicao
Algumas pessoas prelendem que, procurando
foca do congresso a solucao da questao italiana,
a Fram;a encarregou a lord Cowley de propor ao
gabinete britannico a annexacao dos ducados e
das Romanhas ao reino Sardo-l'ombardo medanle
a resso la Saboia Franca.
Urna nova crise ministerial cm Constanlinopla
derrubou Kiprioli-Pacha; e levanlou luchdi
esta mudama seria o triumpho do velho partido
turco.
A esquadrilha imperial era composta do Apa
conduzindo a bordo o Imperador e a Imperatriz,
bem como a sua comitiva, da fragata a vapor
Amazonas commandada pelo capilo lenle
Theotonio Raymundo do Rrilo, crvela a vapor
Paraense commandada pelo capilo tenente Del-
phioo Carlos de Carvalho. Era o Apa coraman-
dado pelo capilo de mar c guerra Francisco Pe-
reira Pinto, sendo officiaes do racsino vapor o
capilo de fragata Jos Se.-undino Gomensoro,
os capiles lenentes Joao Carlos Tavares e Fran-
cisco Eduvges, o o prim.iro cirurgio I)r. Propi-
cio Pedroso Brrelo de Albuquerque.
Toda a esquadrilha imperial era commandada
pelo vico almirante Joaquim Marques Lisboa,
leudo por seu secretario o primeiro lente Mar-
celino da Ponte Ribeiro, e por sen aldanle de
ordens o primeiro lente Manuel Carneiro da
Rocha. Antes da entrada da barra segniram pa-
rt a Baha, o vapor mozona*6 com direccao ao
Rio de Janeiro o vapor l'araense. A esquadrilha
esperou fra da barra que a niar enchesse, afim
de alravcssarsem risco os pareis.
A's :! horas c :l quarlos delorminou-se a entra-
da da barra : segutram os cutieres a demarcaren)
os rabecos da barra. A entrada da esquadrilha
se fez na ordem seguinte : segua na proa do Apa
alfa) de demarcar a entrada a Iravez dos baixos
o vapor Aracaj, rindo na popa do ,i^< a ca-
nhoneira a vapor Itojahy sob o commando do Sr.
primeiro lenle Ignacio Joaquim da Fouseca
Todos os vapores liiihara sitio guarnecidos por I
habis pralicos pelo Sr. capilo do porto quej
cuvidou lodos os seus exforcos afim de que a en-
Irada da esquadrilha imperial fosso fela sera ris-
co algum, sendo ao contrario acompanhada dos'
signaes mais evidentes da alegra geral, segundo :
as ordens de S. Exc.
Quando a meia hora depois do meio dia se ti-:
nha ouvido na cidade o estrondo dos fugeles sol-
tos para o lado da barra, o movimento e a alegra
popular comecouimmedatamente. Era a Ata-1
laya lancando ao aruma gyrandula de [ogucles
na turma do prograrama, dando o signal de que a
esquadrilha imperial tinha sido vista: o lele- i
grapho immeJiataraente correspoudeu ao annun-
co dado, fuzendo subir ao ar outra gyrahdola.
Ja nao se podia duvidar. lis logeles linh.un
UUia Mgiulicacao solemne para o povo. Seus'
harmnicos ribombos foram naquella hora os
mensageiros de um fado novo, rico de grandeza,
suuipiuoso em resultadosa esperanzosa chega-
da do SS. UM. II. No meio das ondas de fumo j
que se levantaram como magesloso penacho so-
bre a cabera do lolegrapho, a bandeira nacional
iremulou mana e alvicareira sobre o cimo do le-
legrapho, como que orgulhosa do ser dado pelo
vapor Itojahy a cidade o annuncio feilo.o dispos-
ta a saudar na passagem os Augustos Visitantes.
A formosa sultana das aguas, a nascenle Ara-
coju, estreraeccu d pra-er, como a menina in-
nocente e tmida '[uc pela primeira vez em sua
vida entra no salan de um baile.
Do caslello da iraca urna salva de 1 tiios de
granadas fez pulsar mais birle o coraco do po-
vo : os sinos repeliam, redobravara este agrada-'
ve! moriim-uto, repicando por 10 minutos.
J nada mais era preciso paia despertar no
povo o enthusiasmo, de que em breve ia elle
dar exhiibcraiiles provas.
Todos os cdadnos, todos os funcionarios p-
blicos ornavara-se de gala, c se dispunham a to-
mar paite no rigosijo total.
A milicia cidada, a briosa guarda nacional,
ci rn i, de todas as parles com a tropa de. linha
e a de polica a reunirem-se as suas respecti-
vas paradas, d'ondo immediatamcnic marcharam '
e postaram-se no largo da praca sob as ordens
doSr commandantesuperior Jos da Trind
Prado. Algumas soithoras, ornadas com suas
loucainhas, que mais se harmonisavam com as!
gracas encantadoras de que as dotou a i almeza,
iam elegantes no andar, e nos vestidos, reunir- !
na casa da presilcn :ia da provincia, onde a
"' imcncia Galvo, as acolhia
I, demonstrando, nos s u i-
us labios dedicados, as pa-
aveis uascidas do seu coraco singello
do ve;-.. rodeada de .
tu cm ella parte na recep- '
.- 'i imperial.
Era esle o c ico d ) fi blico ;
erara ellas coran as fadas mysleriosas que ins-1
piravam lodos os movimentos da inrrocnle ii-
Iha dos bo.-ques, a Aracaj nascenle.
Ao rebullen da cidade nao era Insensirel o
a i lalosu Coliiiguiba. A
Exma. Sra. !>.' Ce
I rasenleira e alai i
/os ingenuos de se
l.ivras .
o ; razer que linha
Ai-acaj, -f do Janeiro do iyii.
lCliPCAO EE SS. JMM. II,
Ancioso esperavao povo na capital deSergipe
pela chegada dos Augustos Hospedes. A noticia
faustosa de que SS. MM. estaran) nesla cidade
no dia 11 foi como a faisca elctrica que abala
urna cadea exlensissima. De lodosos pontos da
provincia aflluiram para o Aracaj militares de
pessoas, que queran) ler a honra de ver, de ad-
mirar este par idolatrado, a quera eslo entre-
gues os deslinos do Brasil.
s o' horas da nianlia do dia 10 de Janeiro ti-
nham sabido a barra os dous culeros do Estado,
c o da Associaco Sergipense, com ordem de per-
collaren) tora da barra, alim de velarera a che-
ga'da da esquadrilha imperial. Durante toda a
noile a Atalaya leve luz de lanerna.
Ao amarillecer do dia 11 o vapor Aracaj c a
canhoneira Itajahy, ao toque de alvorada, accen-
deram as caldeiras para ircm se enllocar fora da
barra, como as sentinellas Mangadas que iam ler
a honra de descortinar sobre as'azas do ocano
a esquadrilha imperial. A populnco ebria de
alegra, douda de esperaneas rogara s ras,
apezar a chuva que pareceu querer turbar a
belleza desles das encantadores do bello sol dos
paizes inlerlropcaes.
As 6 horas da manhaa suspendeu do porlo a
canhoneira Itajahy,c o vapor de reboque Aracaj,
com o fin de ireni ao encontr da esquadrilha
imperial As 7 horas eslavam lora da barra, c
ah se cncorporaram aos tres cteres e pararam
era frente da costa da barra. As 11 horas e 3
quarlos deixou-se ver a esquadrilha imperial,
que, neste momento, passou a ser recoiihccida,
e logo que foi declarada fez o Itajahy signal des-
carrogando sua artilharia, soltando o Aracaj
una gyrandola de fugeles, o quo foi repelido
pela Atalaya e pelo telegraphodo porlo e da ca-
pitana, lmmedamente foi o Aracaj a falta do
vapor imperial Apa e depois que o Sr. capilo do
porto fez s pessoas de SS MM. II. os seus res-
petosos currprimentos.indo beijar-lhes as raaos,
passou a receber as ordens do Si. almiranle Mar-
ques Lisboa.
mar comecou a en-
cher, e o rio crescia, crescia soberbo espra
do-se sobre as duas margena que conslilucm a
riiJade, abracando alada famosa d* sulvns.Um-
beodo suavem me seus ps de areia atvissima.
As embatcacoes surtas no porto enllocaran)-se
era alas tojas erabandeir.i las, formando un
lindo panorama as variadas cores dos pavilhoes!
e gilhadertes, Tulo era um .- pensamcnlo: a
ierra c ornar su harmonisavam em iuebrianle
alegra para recebererao Augusto Filho do i ...
dador do Imperio, que pela vez primeira nuha
homar Sergipc.
As e: la tarde, nlravezdo verde dos bos-
ue se vecm uno que fechando a barra,
so divisaran] as madcixas de fumo que se solla-
vara de Apa magesloso, j i dentro do lagamar, I
recebendo a homonagem do Coliguiiba, que s_-
aballa Sobo doce peso do vapor que tnzia o pa-
viiho imperial.. A-s 5 horas eslava uo ancora-
douro em fenle do paco imperial.
As margens Ib rios bordram de una ex-
tensa linha de pessoas que se estendiam | aira
nssislir o forraoso i to da entrada lia
esquadiilha.
He todos os nonios suhiam ao ar fogui
traduziiido em cada estoiro um novo palpitar
do coraco do povo. Aguarda nacional postada
a desde a ponte do desembarque al a
igicja matriz formavaduas lilas, que com ouni-|
formo branco, indica-rama pazealegradaquella
ao solemne.
Era cnlao ludo movimento o prazer.
S. Exc. o Sr. presidente que j lio ha-so em-
barcado com o seu secretario ni galeota, c que '
no rio esperara o chegada de SS. MM II., sc-
guio acompanhado de lodos os escaleres da al-
fandega e da capitana do porto em direccao ao
Apa, e logo que esto lancou ancoras, .-bio al
bordo; onde tere a honra de beijar as maos de'
SS. MM. Ah Ihe deelarou S. M. o Imperador
que logo depois d jamar desembarcara; mas
que naquella mesma noile ira ao Te-Deum, e da-
rla beija-niao. Logo que o Apa, soleando ma-
gesloso as aguas do Contingiiiba, que abra a pos
o pavilhao imperial urna esleir de espuma al-
vissiraa, ancorou em frente do paco, deu-se um
fado niho do acaso, 0u providencial, porm mui-'
lo expressivo. m lindo papagaio, bello, for-
meso como os papagaios brasileiros, rutilante
nassujs-ponnas verdes o amarellas, lalvez ao
estrondo das salvas e dos logeles, sollando-se
de sua pnsao. ainda com a correnie depeudu-
rada no p, reio atravessando os ares e sentou-
sG sobre o arco ein\|uc termina a ponte fela para
o desembarque imperial. Ah conservou-se o-
rai te pela liberdade que acaban de alcancar,
orgulhoso de si, procurando com o Meo despe-
dazar a correnie que ainda prenda de um dos
pes, repelindo aulhomataraente o brado de Viva
o Imperador com a voz final o Imperador em
sua linguagera confusa, mas em harmona com
os gritos populares. Esla feliz coincidencia
chamoua aiteocao do Sr. commandante superior
Triiidado e do Sr. tenente coronel I'reitas, os
quaes postados na parada tinham visto o papa- '
gaio, atraressaado no seu roo as alas da guarda
naetonal al pousar sobre o arco.
A esses dous cavallelros devenios o favor desla
noticia, pois honraram-nos mostrando-nos o pa-
pagaio sobre o arco, e acompanhandoogrilo po-
puhr desaudaco ao Monarcha.
As 6 e 1/2 desembarcaran) SS. MM. no meio'
de estrepitosos vivas c do estrondoso arruido de
girndolas de logeles, que traduziam no? ares
ns effusdcs enlhusiasticas de um povo arroba-,
lado em um jubilo iucfavel.
Fe i um espectculo magnifico. Era sublime
ver aquellas embarcaecs todas, fazendo iremu-
lar no tupo do seus raastros a bandeira auri-
verde da naco brasileira, que magestosa e bella.
se pendrara as azas da briza, como que orgu-
lhosa de representar a naco brasileira, que se
honra de. ter por Monarcha* ao Sr. D. Pedro II.
Era formoso ver to cresddo c soberbo o Co-
tinguija que pareca ter-sc assim animado aos
echos da poesa cora que neslas margens for-
mosas, na modesta Aracaj, saudamos o pom-
poso natalicio do Imperador, no grato dia 2 de
dezembro, c ensnherbecer-se de trazer nos hom-
bros Ierra o penhor do futuro brasileiro.
Era bello, muilo bello, ver por todas as duas
margens do rio, estendida esla populacho, com-
posta de tantas pessoas, (rajando suas roupas
festivas, ainda que na simplicidade do seus cos-
luraes, parecessem estupefactas vista daquelle
novo apparalo do que se reveslia a cidade do
Acaraju recebendo cm seu seio o Monarcha do
Brasil. Era de ver esle povo lodo concentrando
os olhos, que traduziam todas asasphaces inge-
nuas da alma popular, como os raios da luz se
concentran! no sol, naquello vulto bello, elevado,
magesloso, que se descortinara atreves das se-
das no camaiim da galeota imperial, que muito
bem representaran as nuvens roseas que for-
man) a aureola encantadora do nascer do sol.
SS. MM. II desembarcaran) na ponte para es-
le (ira construida, elegantemente preparada, co-
mo depois descrecemos.
S. M. o Imperador traja o primeiro uniforme
de almirante.
S. M a Imperatriz traja vestido de seda cor do
chumbo ao gosto chiiicz, mantelete de iil bor-
dado.
No cabello adornos de coral.
No eolio ura irancelim de ouro cora una me-
dalha azul.
Arorapanham a SS. MM. os seus semanarios
os senliores:
Viscoudo de Sapucahy-camarisla.
i.onselheiro Luis Pedreira do Couto Ferraz
veador.
Consellieiro Antonio Manocl de Mello "uarda
roupa.
Dr. Francisco Bonifacio do Abreumedico da
cmara.
Dr. Antonio de Araujo Ferreira Jacobina-sr-
vindo de raordomo.
Gonego Antonio Jos do Mello capello.
AS. M. a Imperatriz sua damaD. Josephina
da Fonseca ('osla.
Acompanham lambem SS. MM. o Sr. consc-
Ihciro Dr. Joao de Almeida Pcreira, ministro e
secretario de estado dos negocios do Imperio com
seu olllcial de gabinete o primeiro oTcial da se-
cretaria do Imperio o Sr. Diouizio da Cunh-i Iti-
beiro Feij.
Poram ah recebidos pela eommisso, do que
e presidente o Sr. Dr. Angelo Francisco llamos,
peta cmara municipal, e pela eommisso das
senhoras da. capital, que linham sua frente as
Kxmas. Sras I). Clemencia da Cunta Galvao e
t. Josephina Ramos
Eslavam ah tambera lodo o clero, e numeroso
concurso decidadaos.
ion cmara municipal receben SS. MM. II.
debaixo do palio, entregando nesta occasiu as
chatos da cidade e rentando o Sr. presidente o
discurso que ahi publicamos, ao qual S. M. o Im-
perador se digiiou responder com aflabilidade.
Ao terminar a palavra do Imperador, relumba-
rara os vivas estrepitosos do povo, acompanhan-
do SS. MM. i! chegarem lio tlm da ponte sobo
arco que representa a entrada da cidade. Naco-
polla para este lira preparada do lado do norte,
ajoelhiran SS. MM. sobre dous rochins de scUm
verde, e ahi foi a ceremonia do Pax tecum, pe-
anle urna magestosa cruz de piala contendo em
si o lenho sagrado.
Depois desla ceremonia solemne, tendo 98.
MM. passa.lo o arco, que reprsenla a entrada da
cidade, acharam-se no meio de duas alas de me-
ninas todas vestidas de branco com lilas verdes
c amarellas a liracollo, com grinaldas brancas
cingiudo a fronte. Una dessas meninas recitou
SS. MM. nma allocuco que publicaremos.
, Dopois urna outra menina, de seis anuos de
idade, de nomo Filippa Catharina Wanderley,
nina do Sr. capilo Aurelio Wanderley recitou
com toja a graea e admirare] belleza a seguinle
poesa:
SADACAO
A Suas Xagestades Imperiaes.
Une vejo? nesla c\a lo
Tao prasentero feslim ?!
L' do Throno o Magostado
Que veio honra-la hoje assim.
Po 1 ni : en, que sou menina,
Ainda I3n pequenina,
Parle na festa hci d i i r.
Uei de em subilo transporlo
A Pe Iro c a sua Consol
"linha liomenageui render.
Oh Salve | Roi bem fa lado '
Salve lo. Imporslii/,
Que torn is ao Ksposo amado
No seu throno mais feliz.
Oh venturoso este imperio
Neste sa .: i lo niysterio
De ser | r vi'is.
Feliz, feliz esla Ierra,
Que no .--en porvir encerra
L'm Re que colla de nos.
Salve, pois, Pedro S guu lo,
Imperador do Brasil,
Recebe o culto profun
l)o leu imperio gentil.
R" 'i' esle povo te adora :
EVquolou yesio |n nlioi-.i.
Pois <'- um li- i Cidadao,
Vceita a mijiha homeiiagem,
E' da innocencia linguagera,
Nascida do coraco.
terminada esta poesa, cinco meninas n
sentan.l i as cinco cidades da provincia caularam
o hyraiio olferecido SS. MM., fazendo o choro
oulras cinco meninas : este brumo foi acompa-
nhado por melodiosa symphonia.
tul;iO reboaram os ares com os vivas estrepito-
sos com as girndolas de fugeles, com as eva-
ces populares.
Por urna coincidencia ainda notavel ne3la oc-
casiaoo papagaio que se achava sobre u arco, ao
estrepito dos gnt s e dos foguetes voou para o
castcllo que est em frente ilo pa,;o, e foi collo-
car-se no tope do mastro que sustenta a bandeira
nacional, combinando as suas cores com o auri-
rerde formoso do pavilhao Brasileiro, o coroando
a baste que o sustinha to elegantemente.
Conlinuou o prestito na firma do programma
seguido pelo meio Ja | r eja do Palacio e ra do
le M.iroim at matriz. Atravessando a
ra do Bar >, SS. MM. nao passaram por baixo do
arco leanla lo em frenle do consulado porlti
em razao d.t lama que a china do di i linha cau-
sado nesta parle da roa, lama, que infelizmente
nao procuraran), como deviain, fa/er seccar ac-
cumulando aquellos lugares com arca de que
lano abunda a cidade.
Chegaram alinal na egreja matriz, serapi no
meio das ondas populares, que em lurbilho se
abalioavam, transgiedin !o nesla parle o pro-
grainm-i publicado, mas pagando com usura esta
falla com seus vivas eslruudosos.
'v- 7 1|2 horas da n-.ile comecou o Te-Deum,
ficando a egrt-ja cheia pelo numeroso concurso
que quera ir assim render ao Dos dos ehrislaos
suas grabas pelo leliz atonlec'imenlo que Irazia
s plagas ;; rgipauas, o Augusto Soberano do
Brasil. A esla ceremonia concorrerara todas as
auluridades civis, eccleslasticas e militares, bem
como o seiiaJ ir d.a provincia e os depulados ge-
raes, q Iiavain na capital. Eslava o tem-
plo uado com decencia! e simplicidade.
Acompanhava aorcliespa os cnticos sagrados,
que erara culoados por grande numero de cone-
gos c de padres.
A or.ii .o relativa ao objecto agradou pela gran-
deza do assumplo que a nielara: o pregador foi
o Sr. vigario Jos GoncalVes Barrozo, que desen-
volveu salisfalorianienlo o seguinle llieina .
Conritebur tib, qoia lerribilier maguificatus
es: mirabilia opera la anima mea cognoscil ni-
mis: niiauem lionoriflcatisunt amici lui, Deus,
nimis coufortatus esl prim patos eorum.
Psalmo 137v. 13 el7.
No meio do Te-Deum, quando os padres can-
taran) um versculo, as velas inferiores do aliar
abrazaram as grinaldas que as enfeitaram em cir-
culo; causando o ca rao susto a lodos. Feliz-
mente a lempo apagou-sc o incendio que ia co-
niecando sobre o aliar. Era que o acaso quiz ii-
luminar em um momento com mais fulgor ao
Dos do Re dos Reis, em cujo templo se ren-
dan) acedes de gracas.
rinda a ceremonia religiosa, o que leve lugar
s D e meia horas da noile, SS. MM. sahirara do
templo debaixo do palio, e ao apparecerem sobre
o atrio da egreja foram saudados por dous en-
thusiaslicos gritos populares Viva S. M. o Im-
peradorViva S. M. a Imperatriz. Grande nu-
mero de cidadaos com ardiles derramaran) luz
pelas ras, rujas casas eslavam Iluminadas to-
das. Alguns outros cidadaos cerearam com cirios
accesos o palio, alim de facilarem o transito dos
lmperiaes Visitantes, quo assim alravessaram a
ra de S. Salvador, e o da Aurora al chegarem
no Paco. SS. MM. nao descansaran) no pavilhao
da ra da Aurora.
Ao chegarem ao pa^o, a la surga, formosa c
bella como o astro dos amores por entre as tran-
cas dos coqueiros, da margen) opposta que pare-
can) inclinar seus penachos luzentes,corno as pen-
nas dos Caciques americanos na niargcm dos
seus rios pomposos. Era un espectculo subli-
mo. O disco de piala surgindo bem defronle da
porta do paco imperial, e elevando-so sobre os
topes dos coqueiros derramara sobre a superfi-
cie raacia do rio, que beijava mansamente a praa,
urna lila de luz brilhnnte, quc.corl.iva perpeudi-
cularmente o rio e vinha bater de chapa sbreos
dous Augustos Hospedes ao culiarem no aposen-
to que Ibes preparara o povo Sergipano.
Era como a humenagem do co. Era como a
linguagera oreheiypa da nalureza no seu silencio
expressivo, esta lita de luz corlando ncrpendicii-
larfnenle o Colinguiba.
Parece que diante desla saudaeSo do astro da
noile o grito popular devia enmudecer, e de fei-
toemiiiudeceu. TTotivo urna hura de eucanlamen-
to. SS. MM. chegaram sjinellas a canlempla-
rera esse quadro lndissimO. Os raios da Ua bri-
Ihavara sobre- a lesta do Imperador, c sobre o n
lo da Imperatriz. O povo licou raudo. Por ello
talloii a nalureza inleira.
Todas as senhoras acoinpanharam SS. MM. en-
trando no paco, o que lizeram tambera alguns
cayaileiros. queficaram enlo dentro do paco.
Itcpois a tropa deshlou em continencia pcranic i
5S. 31M. II.
A guarda de honra que poslon-selogoc-n fren-
le do paco conpunha-se dos officiaes desbata-'
thocs primeiro da capital, e o da reserva | |,
IcndoMospido as insignias, c tora.-.ndo M 'armas
de soldados, sob o commando do Sr. Ai
Pedro Machado de Araujo.
Algum lempo depois SS. MM. deram beija-
rao, a que coneorreram lod' -,.
do comeeado a ceremonia pola commisMo -
festejos na capital, occasio en que o Sr. Ii
gdo Francisco llamos red i i allocudn QMt
ah publicamos
Segniram os depulados genes u seriad-,-.-, ,.
depois todos indistinclampiilc.
Nesla occasio o Sr teiienle eoronel Dominr
Mondnn Pestaa beijando a mo de S. M
"cenca para offerecer-lbe um exemplar da soa
obraSyslema Geral de Inslrucro p r-
pos de cacadores, ao que S M. rcsi on leu
estino muito.
Depois do beija-raio a tropa desllon em con-
Unencla pela frenle do paco, el i.
jane.la ni sta occasio, no meio dos vivas d i po-
vo que rodeava o aposento imperial.
Algum lempo depois SS. MM. i ,..
so a mesa quo Ihes linha sido pi-parada. \
da comitiva, trerama honra de sentar-se i n
sa imperial o Sr. Dr. Manocl da Cunha G -
presidente da provincia, pie Rcou :
S. M. o Imperador, e i Le./. Sr'. t. .
sua consori-, -, esquerda da Imperatriz.
I' ii assim a recepeo le SS. MM. I
lesa de un povo saudando ao primen i
p :i. Foi o grito espontaneo da ;
do-se ao diadema imperial.
Al.I.in.I i \n,
Recitada pelo|presideute da cama i mun
capii.l. palie Agostinho I
acio de eulregat a S. H. o I,-..
da cidade, na ponte preparada n
lacio, para o desembarque dos .1
lantes.
Seebtr.
O faci de um Monarcha risilai ai
minios e um successo grande, a pi
listona das naces, porque pere .. i im-
perio, visitando as -sua-, diil-ui,
conhocendo a ndole de sena Bufa
inaisido porto suas palpitantes i
dunda dar lenitivo a tantas angust -,
gando lagrimas ao .les-, ., 4,u_
va, fia de com efteilo, muilo c multo u
paran felicidada ecugrandecimeuto .
que fruirn mais largam
succego Je que tanto Iir.nlielam na pi
Possuida Je in grande jubilo poi r n- -
pital seus Aug
lo pieza ; a cmara municipal,-!- q ie sou :- .
em nome de iodos seas municjpcs lia-
se pela feliz chegada de VossasM g ladea
das Estrellas do Imperial di
bracas ao To lo Poderoso pela vi :. Y, M. J,
S. M. a I -u votos para que a
da .- Saudede VV. MM. II., e toda a Sua Angus-
la Dynaslia se diUlen por long mi a
ida Je dos Poyos do lmp--r.o Ji iz.
A cmara municipal, ordena, -
leposile dos Maos Augustas de V. '. I. s
ves da cidade, capital d- -
Syrabolo de preito e homena.e.ii, moastran-
do por esle acto a lidehdade, a: i.
adhese -ue Vos tributamos.
R i, em ii une do Elemeuto munic, ,
rain \ V. MM. II., aceitar o dorol hM tos-
sos subditos, desculpar SO D tet-
ra a deraonstracao de prazer e honra de que to-
dos os Sergipanos se aenaao possuidos
a gloria nunca esperada de receber hoje t
seio, Seu Idolatrado Monarcha e islata-
posa Nossa nclita Sobern i, e Vii i lo ra-
iriz. Dgnando-se VV. MM. II. revelar as i
desla nascenle cidade, quo aluda niio conla i
lustro de vida.
i.aneai, Seuhor, Vosea Vista Pa
te frtil lorro deVoasa Imperio, pi
do-lhe os recursos de que i
sa Inlhar n i-slrada do /.r.,-r. -,.. g e.-.,, .,'i-(.
i par da- outraa proviuc -
nal de affeicao aos vossos dedicad ,. i sub-
ditos deste rauiiici| io, com .
graga, que, em nome delles, en I
grada e Augusta Mo, e a de Nossa Idol
alriz.
Cidade Jo Aracaj, em 11 de jan
Padre Agnslinlw Rodrigui l
Luiz Freir do Rezcodes.N |
Sanios.Joaquim Rodrigues D i
Jos Meireles de M< nez -l rel-
ies.Antonio Muniz j- Mell i Tell
Mendonca Galvo, Josa iMquim 1
Mello.
[Corriio Ser a
DIftRiQ DE PERKAWBUCO.
Ouando o escriplor publico suscita
cusso sobre pontos importantes,
leulia a fortuna de acertar era i
o mrito de -les; criar a opini i
lixando-a n'uin s opo trans n -
lado c utilida le qu d'ahl res i
lilhas suas, pelo menos Ihe Jcroi
s ipio de vid i.
Com este fin, ou com o g >m i inl ,;io d
chamar a aiieuco dos sopren -
sobre o que se passa na nossa di
tamos no>nosso primeiro arti
fundo que nos, lem produzid a m mi
.'. ir, c ante-canonica, porque \ i
regido -,. gido um dos bisj
do unpfi mi.
Despejos J-' lod i a i:,
com o digno prelado, a quem senipt
mos, e cojos servidos d'our'ora s
mus com prazer. com mellen
produzir era nossas columnas as nn.ni. i;
e acrrimas censuras, que ahi rom peni de I
as boceas contra o m i -\>le:i a da n -a
pSsUra ;o espiritual. Y. nao pcrmittind
da.de desla discussao que descami i
-.ao particularisada de ancdotas pow
sas, que a caja canto se repet m coulia indivi-
duos que lazem parle -!o Cons ti >
nos oecuparemos hoje da aprecia ai de um :
que mais clamores tem excil d i.'c tu
entender importa nina rh
nones do Concilio de Trente*,
(tulam as attribuieoes dos dous poden
bdecimeiito de uiSdos o benefici is eccl
ticos.
faci nao nada aaeni que a i
indefinida e calculada, quo lera liavid
se concurso as igrejas vagas do -dis-
posicao cannica que ha quasi tres uno- -
oxenla entre nos, com recoohoddo detrio
Jo bem espiritual dos povos, dos interesa
parle do clero que quer d ie I vida ,
chial, e com infraceo das re, ras da igreja, ,
quebra dos direitos do Supremo Padroeiro, que
devendo eollaborar na distribu,..10 dos beneil
ccclesasticos, acha-se privado 00 nao de suaju-
risdico quasi espiritual, na |
tas, s porque assim o quer a curia cp,scopal I
Inquirindo o niolivo desse scoalocianeol >, ti ,
novo na nossa diocese, houve quera nos
rasse com perfeito conhecimento de causa,
enra resolveu em sao sabedoiia ei
que nao se celebrariam concursos do
em quanlo nao fosse decidida nma questao, que
suscilou-so ha lempos entre e la e
imperial, a proposito da spresenlacao do 1
cho da freguezia de Nazareth !
Pondo de lado essa questao, di qual natural-
menle teremos de tallar, se nos torem ministra-
dos os pormenores que se deram, 1 e'rguntareasos,
se esse motivo inleiramenle especial, e qm
as respeita aos interesses de urna parochia. po-
de aulorisar o qucbranlaraento de um ponto es-
sencial da disciplina da groja f
Ignora o stjnedrio episcopal o quanlo 1
cito, e terminante o Concilio Triucniino 1
pcilo do provinienlo das igrejas vagas.' nao -
records ou nao sabe do que elle estatu no
18 da sesso 24 de reformatione* Se se es
ceu, como eremos, ms Ihe despertaremos a me-
moria. U hispo, e o que lera direilo do pa-
droedo, diz o santo Synodo, dentro de dez sos
011 d'oulro prazo que o blspo presen ret. Hornea-
r alguns cl&rigOS idneos, que ho de ser
minados para regeiem a igreja, ele /
et qui jus patronatus halel. Mitra toara dte*'
vel aliud temput ab episcopo pratterihendum'
hntot aliquol clericos ud regendam ecck-
siam, ele.
1 V, pois, a curia que o Concilio ligou Una, o
aniauha irapoilancia ao provimou'.o das igrejas,
(MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO., QUARTA FSERA 1 DE FFAEREIRO DE 1860.
quo asua pr.ineira palavra foi marcar o prazo
de des dias ; o quan Jo olla marcando-este prazo
occrescenlaou outro que o bispo prescrevtr
tica entendido que a sua menta e, que esse prazo
nao seja (al, que exceda o quadruplo dos dez
das, cuja designaclo patenten a urgencia cora
que elle quer c! determina que as igrejas vagas
sejam providas. Dar outra nterpretacao con-
tradi i esta, 6 falsear todas aa regras d herme-
nutica ; nao comprehender o cspiritoesontdo
.que dominara as disposi;oe3 do citado capitulo.
A curia dir que nao "ha lempo marcado para
o bispo fazer os concursos c as propostas; mas
n; llie responderemos que ha o pra/.o do seis
roezes. marcado pela le commum, alem do qual
nao devein estar vagis as igrejas, conforme se
exprime o Sr. conde de Iraj no seu direito oc-
clesiasiico.
Nesta niesiii obra tratando elle das preroga-
livas que cabera ao pairono ecclesiastico, e ao
patrono leigo, declara, que o primeiro, por di-
reito commum, tera o prazo de seis mezes para
fazer a apreeeiitac&O do candidato, e o segundo
quatro mezes ; mas conclue (Uzea lo, que ests
disposicoes sao applieavois ao padroado em ge-
ral, c que nao romprehendum o padroado espe-
cial da Cora Brasileira, que 6 regido por oulras
lois;pois que o soberano padroeiro nao esl
sugeito na sua apresentacao aos prazos indica-
dos, logo, priva-lo do "direilo de apresentar os
parochos, que pela nossa actual disciplina sp-
lale a proposta do bispo, atacar as suas prero-
gativas, o elle pode soberanamente dizer: Nao
uzei pagar as congruas aos vossos parochos
instituidossem a minha intarvenco .
Itrilicla, pe lauto, a curia as diliculdades
de que se ra cercando, e as serias consequen-
[ue esse seu acto de verdadeire capricho, e
de visivel arbitrio podo trazer diocese. Alera
das tempestuosas lulas que elle pode provocar,
c da iofraccao que ah vai do dircito cannico,
uto que attendor ao bem espiritual dos
povos, que reclamara pastores legtimos o per-
petuos, quu milito difieren) do paradlos encom-
mendados.no zelo, amor c dedicaco polo seu
rebauio, cmo o demonstraremos em outro ar-
tigo.
latiguea dos navios de guerra possuidos actual-
mente pelas acedes civilisadas : Inglaterra, 626 ;
Franca, 4.18 ; Russia, 164 ; Suecia, 311 (o maior
numero navios pequeos) ; Noruega, 113 ; Di-
namarca, 120 ; Estados Unidos, 99 ; Hollanda,
139; Blgica, 7 ; laspanba, 82; Duas Sicilia*,
121; Austria, 135; Portugal. 37; Sardenha,
28 : Prussla, 55 ; Grecia, 26 ; Turqua, 40 ; Bra-
sil, 27 ; Per, 15 ; Chile, 5 ; Mxico, 9.
Se o collega fr lio exacto nos demais alga-
rismos, como raoslra ser quanto ao Brasil, sua
estatisiica pouco crdito merece, porque boje,
ao obstante a inferioridade de nossa marinha,
conta ella 63 vasos, inclusive 32 vapores.
O quadro da marinha franceza leve recen -
temcn'o urna nova orgonisacao,]proposla pelo
respectivo minislro. O numero de almirantes foi
augmentado de 33 45 ; capitaes de mar c guer-
ra, de lia i 1G0 ; capitaes de fragata, de 220
300; primeiros lencntes, de 630 750 ; segun-
dos lenles, de 550 650.
O numero dos oficiaes dccommisslo tambetn
vai ser augmentado, e diz-se que o principo Na-
poleao ser nomeado grande almirante.
Celebrado d\ esta de Schiller.L-so
ti i Monileur l'ni ver sel :
Os Allemes tera por eostume celebrar com
solemidade o anniversario secular do naBCime-
lo dos seus grandes homens, e chamara a esta
festa jubiloum(j'ibileu;. A solemnidade de
ordinario ann'inciada com bastante antecedencia
por publicares ricamente impressas, ornadas de
gravaras, de iltuslraooes, e relativas ao homem
celebre, cujo jubilou se commomora.
E por isso que mezes ames se haviam publica-
do militas obras importantes relativas a Schiller,
je suas diversas produccoes. Era o preludio do
jubilen em honra do poeta ailemao.
j Os Allomaos fijados em Pars nao quizersm
fiearatraz deseus compatriotas d'alem do Rhe-
I no ; nao se equnreram elfectivamente que M.
, Schiller foi, no ultimo seculo, declarado cidadao
francez. A festa leve lugar no dia 11 de noveiu-
; bro no Ciro da Imperatriz, e a parte ittera-
i ria da ceremonia conafcMi do .seguidle :
H. Lo Iwis Kalis'-h reciiou um discurso, no
SE:
W
Cantoti-se em seguida o cntico a a joie o tao ffdicu'a ,-alsfaelo lhe servase de ptenle
oourgmestre de Venna proiiunciou urna curta | para praticar novos desatinos cuando bem o ins-
allocucSn. terminada or um vivan imtie.rndnr ti'assnm o emi // cu... ......... ,-. :...,:.. .. a
allocucao, terminada por ora viva o imperador !
o lerminou o festa sem o menor motim, e na
mais peifeila harmona.
Relacao das pessoas fallecidas na freguezia
de Sanio Antonio, em Janeiro de 1860.
Joao de Souza Lima, pardo, casado, 76 annos.
Martina Antonio, pardo, solteiro, 60 annos (po-
bre ).
Ignez. parda, escrava de Antonio Goocalvea Pe-
reira Lima, 18 mezes.
Francisca, parda, filha de Mana do Sacramento,
4 annos.
Jos Filippo do Sant'Anna, crioulo, viuvo, 30
annos (pobre).
Candida Maria do Rosario, parda, sollcira, 30
annos,
Manuel Cassirniro dos Anjos, ciioulo, casado, 36
annos (pobre).
Antonio Marcelino dos Santos, crioulo, casado,
40 annos (pobre).
Quirinn Antonio dos Prazercs, pardo, solteiro, 23
annos.
Rosa Peres de Souza, branca, casada. 22 annos.
.loaquira Jos de Sant'Anna, parda, viuva, 38 au-
nes (pobre).
Romana, erioula, escrava do Or. Pedro Antonio
Cesar, 2 mezes.
Gnillierm'mo, branco lilho do Dr. Anlonio Wi-
truvio Pinto Bandeira, lo mezes.
Manoel, pardo, lilho de Anna Mara Rosa da
Cneeiefto, 1 hora.
Jernimo H-cassio-Nepomuceno, pardo, solleiro,
9 annos (pobre5.
Miguel da Cunha, branco, viuvo, 50 annos.
Vctor Antonio do Sacramento, africano, liberto,
solteiro, 60 annos.
Mathias Jos d
nos pobre).
ligassem o sen zelo, o seu n-nor justica e
circumspeccao I Tal porcm nao permitiio o'capi-
llo, que juslamenle revollado por semelhante
proceder, dirigi ao Exra. commandaulc das ar-
mas urna potra o de quexa, narrando-lhe o fac-
i e pedindo providencias a respeilo.
Imraedialarnenle foi nomeado ura conselho de
inveslgaco que, segundo fui informado, com-
pe-se dos Srs. coronis Lemonha l.ios. Gomes
Leal e Jos Maria, e que tem funecionado no ar-
senal de guerra, contra a expressa determinacao
da le.
Talvez per.se, mcu amigo, que o negocio foi
lomado ao serio, que alguma vez ao menos so
faria juslica, que o direilo est cima dos Cara-
Chfies e dos aloes ; pois engana-se redonda-
mente se assira pensar. Ha um sanio as fo-
Ihinhas dos Cotlairnos de purpura, cuja inler-
cessflo valiosa produz freqaenemente ilienomo-
Dl s cxlr.iordinarins na regi.io da justica e da lei,
e esse, lodos o conhecera, o Sanio Patronato]
que tera deslocado os homens, que tem cor rom- i
pido as cousas e disvirludo as melhores insli-I
luicoes. Esse cancro que se enraiza tao fundo '
no corar.io do paiz, nao perdo OCcasiaO de se ra-'
mificar, do correr tudo, de tu lo contaminar !
Nao digreafo ; o coronel tem devorcao com
essa harpa, e a prova que o conselho", alem
de funecioaar em lugar indevido, em aesses
niuilo rarasi leve a tocante equidade do inqoe-
rir d entro as muitas tcslemunhas aprsenla las
pela aecusacao as tres indicadas pelo coronel Hy-:
gino, olera das duas da defeza, que lodos lhe
sao mui aflectog.
Eis, segundo me consta, quaes sao as tesle-
munhas, os Sis. capitaes Tiburcio o Nolosco
de negocios, foram os primeiros a visitar o prin-; Mesa do consulado de Pernambuco 31 <
cipe de Mollernicli, depois da sua recepr-ao so- neiio de 1860.Pelo cscriro, o nmeirj
lemne as Tuillerias. ripturario, Joao Francisco Regs iiuin'clli.
\ t11 l I il i'' l i :i n or i ti -\ w-~ o i o nmlmvili-ii 1 .. ni'i'ti ir iini*1 t\ t Bar n..ii p >. i >. .> n
jj-
A etiqueta a mesma para a embaixalrz da
Austria, que, nsla qualidado, foi recebida pelo
imperador e imperatriz, e, depois da recepcao,
s visitn lady Cowley, porque o nuncio do Papa
celibatario e o conde de KisseleIT, embaixador
da Russia esl separado do sua raulher.
___ [Commercio do Porto.)______
COMMERCIO,
PRAGA lio RECIPE M DE JAXEIKo D latO.
S TRES HORAS DA TARDE.
Cot3c.6es ofTiciaes.
Colaces offlciaes no da 30 depois das 3 hora-
da tarde.
Descont de letra? -1315 0/o ao anno.
CaniDio sobre l.ondre.-i25 d. 90 d/v.
Frote de assucar da Paralaba para o Canal a re- :
ceber ordens25{ e 5 0[0
Francisco Moraede de Almeida.
Secretario.
Cajxa Filial do Banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 31 DE JANEIRO DE 1860.
Directores da semana os Srs. :
Dr. Augusto Frederido de Olivcira c Francisco
Joao de Barros.
A caixa desconta letras > 10 O/o, loma saques
sobre a praca do lo d Janeiro e recebe dinhei- ;
ro ao premio de 7 0/n.
.-.- -, -.w. v>-|'> \ o 1IWUIUU O .i-'..: ii (_'
Queiroz, pardo, solteiro, 26 an- lente Berardo, por parle da aecusacao; ma-
ijor lluniz e Abren, c tencntc 1'. Vilella por par-
HEVISfiDifiRIfl.
Ha medidas, que sendo proposlas, paroccm
a primeira vista de pouca importancia ou nulla
nos eueitos que deltas priori se esperam ; m is
que sendo observadas, meditadas conveniente-
mente, nollas se descobre ra a final as vantagens
que auturisama respectiva adopcao.
Nesle casa consideramos a medida de seren
pela imprensa publicados os banhos ou procla-
ma; malrimuniacs, duranloo lempo das denun-
ies.
A primeira vista parece ato una repeticao
ociosa ; mas considerando-se quo a raprensa
vulgansa mais o (acto do que a simples denun-
ja matriz que muitas votes acla-
i ou nao concorrida por toda a popu-
i. qurijciiraprioopreceilo de ouvir misso
i m algum dos oulros templos ; cottsiderando-sc
que co o a existencia de um lugar cerlo no jor-
nal para laes denuuciacde's, ninguetn dexar de
ficar scicnlc das occarreucias que se derem.e
por conseguinte habilitado defeza dos seus di-
reitosj impugnando, ji Irapedind consorcios
que cslejnmem taescondigoes; considernndo-se
analmente nestas e n'oulras cousas mus, que
nos escapara ou omiliimos por serem do domi-
nio de todos, hlo de convir por corto em que tal
publicacao nao una repeligao ociosa c de que
no resultem fructosde vantagem para asocie-
dado era geral, e de garanta para os inteiesses das
familias em particular.
_ N i Europa assira se procedo, segundo nos in-
formam, e temos visto em jornaes.
Ora, se t.u.to goslamos de arremedar ou adop-
tar os cosamos estrangoiros, pormaioria de ia-
z[io o devem >s fazer relativamente aquellos que
sao nolavclmente uleis, ese oslentam como
iiraa fonte de socego para as familias, no que el-
las tem de mais melindroso, como sejam as al-
is reciprocas por meio dos casamenlos dos
seus lilhos seus membros.
Para obviar c facilitar a publicacao, bastar
que sejam consignados somenle osomes, filia-
i, estados e condiedes dos nubenles; porque
assim a publicidade ser effectiva, e acabar-se-
hao as clandeslinades com sorpreza das familias.
N um deslCS das devenios ler no thealro de
Sania Isabel um eoncerlo em beneficio das Sras.
Luigia Gavelti o liarioi e do .Sr. Ilarini Tastn.
S. Exc. o Sr. presidente altendendo a monalo-
qU a que estamos condemnados, por falla de di-
veriiuH'iii >3 de igual nalureza, coaeetieu-lhes
aquello thealro pira dar o referido concert,
ojo producto esperara estes artistas poder
relirar-se para seu paiz natal.
Os diletantes que. sepreparem para o prximo
rio, em que se inebriarlo era ondas de har-
monia, ao passo que proporcionarlo assira raoios
pan aquelles artistasregressarem patria, don-
de achara-se ausentes o sera os precisos recursos
para semelhante fin.
Foram recolhidos a casa de detenco no da
30 do c>rrente, 6 homens e 1 mulbor," sendo 3
se escravos, a saber: 1 a ordem do de-
legado do 1. disiricto, 1 a ordem do sub-dele-
gado do Recife, 1 do da Boa-Vista e do de S.
Jos.
Na segunda feira ao por do sol, fundeou
nesle porto a crvela a hlice nacional Viamio,
que saino do Itio de Janeiro no dia 13 de corren-
te com a correspondencia ollical para S. Exc. o
Sr. minislro do imperio, a qualen(reou no mor-
ro de S. Paulo, por se acharem SS M\|. em Va-
lonea, e que veio reunir-se cstaclo naval desla
provincia em substituido ao vapo'r Pedro II, que
est em conceitos no Rio.
O Viamao commandado pelo distinelo 1. te-
ncntc da arma Ja Mamede Sime-es da Silva ; traz
is dous olliciacs, e a guarnicao incomplela.
Monta G pecas longas de calibre 32 em balera, e
1 canho obuz de calibro 68 em rodizio. E' um
lindo vaso construido esn Inglaterra, c sua ma-
china dos afamados fabricantes de Londres
reun & Son.
No referido dia s II horas da noile regres-
sou o vapor Ce reboque que havia sabido com o
ajudanto da capitana do pnrio para soccorrer
umi galera americana que se dia ter enca-
lhado.
Chegando a Sarnamb, poni indicado, nao en-
controu o dito ajudanle navio algum, senao urna
vela que puchava para o mar, c que se presume
.ser aquella alera, que conseguio safar-se sem
avana, c somante com o cmnrego dos proprios
re cu: -.
. O Sr. Dr. A. R. de Torres Bandeira vai en-
riquecer a nossa litleratura com a publicacao de
um novo volumede poesas, queacha-se'a en-
trar no pre'.o cada momento.
Tocer un elogio ao mrito artstico da nova
producQao do nosso vale, fo-ra por cerlo urna
OCIOSldade ; visto que o Sr. Dr. Torres Bandeira
]a assaz conhecido por suas composicOes po-
ticas, que lhe bao conquistado um nome na re-
pblica dasletiras, de que elle um devolado
cultor.
Huje que a in lifferenca affecla a ludo na nossa
sociedade, menos que nao.sejam as cousas que
nosdizem parlicularmenle respeito; hoje que a
animagao ura verbo inane de sgnificaco, nao
n elfeto um fado ordinario a publicarlo
que ahi referimos, e para a qual a nossa indino-
renca como que deve abrir urna excepco, dan-
do-lho o deseuvolvimento possivel e "de que
ella credora.
Isto espera oaulor; c nos, como Pernambu-
cano, acompanhamo-lo nesse desejo ou espe-
ranra, cujos effeitos tem de diffuudir-se em ir-
radiaces de glora sobre esle torrlo em que vi-
mos a luz do da.
u publico inglez c o gnverno nchava-se ul-
tmame- le muilo prcoecupado com o fado da
amotinaco occorrido bordo da nao fi hlice de
tres baleras Princess Itogal em que se achava
embarca lo o almirante commandanto era chefe
|uadra do Mediterrneo. O conselho do
almirantado havia mandado proceder ura seve-
ro inquerilo, e linha lomado diversas providen-
cias pira punir semelhanlo fado de insubordina-
cao^ tao grave por sua natureza.
iz-se que a causa originaria foi a demora do
pagamento a guarnicao.
A osquadra franceza na China, compoe-se
dos segumles navios : Nemesis, com a bandeira
do almirante, 52 pecas : Uido, 40; CaprieUuse.
.>>; Dordogne.b; (ironde, 6 ; Uame.d; Mcar-
Ihe.b ; Durance, 6 ; Soone, 6 ; uchaula 3
Calina!, 12; Phleqelon, 3; /rHiajret. 8; La-
place, 8 ; Marcean, 6; llegent, 4 ; Alarme, 4
Jiragomie, -; Fuse, 4 ; Milraiile, 4; Korzaga^-
ray, i ; Lily, i; Rose, 2 ; Peiho, 2 ; Forbin, que
se dirige agora para a China, 8 pecas.
O governo inglez linha mandado fazer no
porto d< Milford Haveu, donde partera os paque-
tes da companhia anglo-luso-brasileira, extensas
mui importantes forlficaces, para proteger o
jnesmo porto e as docas reata de Pembroko
L"m peridico inglez publica a seguinlo es-
. jimI ro apreciado com rauita felicidade o carac-
! 'ce de Schiller. o autor soube evitar os lugares
coramuns, o que era para recelar n'um obieeto
| jl tratado por muilos escriplores. Elle foi bo-
! breludo calorosamente applaudido quando, de-
; pois de ler fallado do coracao nobre e generoso
de Schiller, se dirigi a todas as nacoes represen-
tadas nesla fesla, o particularmente I Franca, a
nuem agradeeeu de sua participadlo a urna so-
lemnidade principalmente germnica.
Segui.-sea leilura do 3 "acto de Don Carlos.
Foi M.Bognnis Bayiso, qucMencarrogou della.
O nome deslc artista nao conhecido em Fran-
ca ; mas 6 considerado como o primeiro actor era
Allemanha.
Os mesmos que nao comprchenJara o alle-
i mo, seguirm cora nteresse sua exprosso r-
deme, enrgica, e s vezes dura, o que nao do-
via admirar, porque, Polaco de nascimento, M.
: Bogunis, depois de urna vida muito agitada, de-
' pois de haver exercido a proQsso de jornalista
em \ arsovia, comecou a representar na sua lin-
j?ua natal. Depois de o ter ouvdo fcil conce-
ber o resultado, que elle obieve em Allemanha,
no papel de Ricardo III. que, seguinlo dizom os
joritalislas d'alem do Bueno, a sua mais per-
| feia creaclo.
S iguin > agora os extractos dos jornaes alle-
mes, que fallam dacelebracan da fesl i d i Schil-
ler eis era resumo o que diz a Gazclla l'rnssia-
na de Berln.]
Esla rmihaa.s 11 horas.leve lugar da manci-
ra determinada no programun, a collocaco so-
! lemne da primeira pedra Jo m tnuui rato elevado
a Schiller.
Logo pela manilla se manifestu um extraor-
dinario movimenlo na populacao Ja capital, que
corra para a praca dos Gendarmes,'centro
da festa.
Esta praca, ornada de grinaldas, de ra astros, e
guarnecida de pivilhes, eslava vedada ao tran-
sito l'IICO.
Joanna, branca, filha de Jos Flix Pereira de
Burgos, 1 hora.
Francisco de tal, africano lbcrlo, viuvo, 41
annos.
Flix Andrada di Paixio, crioulo, viuvo, 40 an-
nos (pobre).
Francisca Pastora da Amunciaclo, erioula, sol-
leira, 24 annos (pobre1.
Mara, africana, escrava de los Francisco da
Cosa, 55 anuos.
Elias, pardo, fillio de Pedro Marques do Athayde,
8 mezes.
Marta, erioula, iilha de Angelo da Silva Araujo,
7 mezes.
Francisca, parda, filha de Francisca Carolina das
Chagas, 5 annos.
Maria, branca, llia de Joao Mariamio de Moraes,
3 mezes.
Manoel, branco, filho de Virtuosa Mar.a da Cun-
c'-icao, 18 ni'/.-.
Anl oiio Fernaudes, InJio, solteiro, 22 annos [po-
bre].
M iria Francisca do Pacaizo, erioula, solleira, 18
annos.
Amaro, branco, filho de Jo:- Joaqun-. Gonjal-
vel,8 das.
Dr. I.eopoljino Delfino de Abrcu,branco, soltei-
ro, 26 anuos.
Afonso, Africano, escravo do G. ilarinangcli
anuos.
Clemenlina Ermclinda de Souza Gomes, branca,
sollcira, 35 minos.
Joaquim Jos do Nascimento, crioulo, casado, 2S
annos pobre].
Miguel Fian cisco de Lima, branco, viuvo, 47 an-
nos (pobre).
Zacaras, Africano, eseravo
Ferreira, l) annos.
te da defeza.
O coronel provavelmento nao se ver muilo'
embaracado ; alem dos amigos que tem no con-
selho, alem da alien o das lestemuuhas, lera as
boas gracas do muilos persenagons, e basta para
SOjr innocenlpdo.
Ouerem Iro-ar pelo escarneo da lei, pelo trium-
plio da mais criminosa arbitrariedade, os recla-
mos da justica, as imposieoes da disciplina vio-
lada, ese invoca aoecessidade de se mauleressa
mesma disciplina para acobertar tao inqualifica- I
vel desvio, e se ouzo di/.er que nina condemna-
cao tirana an coronel (oda a torea moral, que a ,
repressao de ura abuso seria perigoza !... Excu-
sas lidenlas, senao fossem raiseraveis !
Se nianler a disciplina o sanecionar tao gra-
ves abusos de autoridade ; se nianter a disci-
plina o postergar lodos osdireilos da honra Icsa-
da, o animar em seus desmandos a um superior
que, por isso mesmo que superior, deve ser o
mais zeloso possivel da dignidade do seus subor-
dinados, de seus scnlimenios de pundonor, se
manler a disciplina o recusar rehabilitar aos olhos
de seus commandados ecompanheiros o capillo
offendido que vio as suas ponderacaes lo gros-
seiramente repcllidas, despresadas ento, meu
charo, nao comprebendo a disciplina, neai a vi-
da militar, nem a posico de um superior, nem
30 i responsabilidade que lhe acaricia a infraeco
de seus deveres, nem finalmente a necessidde
de se fazer patente a todas as classes, ao paiz iu-
tetro, que cima Ja lei ninguem se colloca !
O soldado homem antes de ser soldado ; o
superior soldado antes de ser superior : ao ho-
mem pois o seu cdigo, ao soldado o sen regu-
lamcnlo De ootro modo ver-se-ha que as Ben-
de Jesuino da Silva linellas .1 i barbaria postadas entrada dos quor-
les. bradavam as guardas a vaneadas da civilisa-
AI.I'ANDEGA.
Reodiraenlo do dia la 30 .
dem do dia 31 ... .
366 27#12 2
19;140166
ovimentodaalfandkS?.567'480 ld0Ui dodij:li
DESPACHOS DR EXPORTACAO 1'KI.A MSSA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
31 DE JANEIRO DE 1860. *
Balliraore Patacho americano \ ~hnn.
Ilenry l'orsler &C,600aaccos asi icar masea-
vado.
Liverpool Barca ingleza clsabella lt; b y S.
Brothers & C. 1,000 saceos a;sucar masca-
vado,
riiiladelphia Barca aniercuia Ma-
Iheus A. & C, 1,300 saceos assu ji
va lo.
Porto por LisboaBarca portugue/a P
Manoel Ignacio deOlivera .: Filho, 'JD.-acn-
assucar braeco c 80 ditas dilo raascavado.
Porto Brigue porluginv (Promptido II di-
versos carregadores, 13) saceos assucar bri
e 68 ditos dito masca vado.
Porto Brigue portugus (Amalia I, di.
carregadores, 310 -
dlos dito maseavado.
Rio da Prala -- Patacho I aio*
Amorim Irmos, 100 bu. aeo.
Rio da Prata Barca bospanhola rutina
Aranaga Hijo & C, 30 casecs denle.
Rio da PrataSumaca i. \i lilla \
Hijo & c, 100 sao i e 50 I
branco.
Rinda PrataPolaca hcspanhola
A. Irmos, 200 saceos assucar bram
Ivv|orl;n;"i.
Lisboa, brigue portugus tLaia III, i ndui
o si guile : 2,110 b 10,! "
do assucar, 300 meios de 11 | leta, 15
de amarello, 1 caixa e< ni li -.
RECEBE DO IIIA DE RENDAS INI I li v-
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimenlo do da 1 a 3J. ...
Volumes entrados com Fazendas
t com ceneros
Volumes sahid

is com fazeod >s
cora gneros
237
206
== 4 3
1 8
35 i
\ me cinco passos fronte dos degros Jo thea-
I tro real eslava o lugar do monumento onde do-
na ser posta a primeira pedra.
: Era bancadas reservadas eslava collocado ura
choro de cantores. Oulras bancadas eram oecu-
padas pelas autoridades municipaes, os minis-
tros, 08 generaos, ele.
Dos lados eslavam os estrados para receber as
depuldcoes das eorporaedes. e as pessoas convi-
dadas.
As dez horas o tres quartos linhaui chegado
lodosos membros do minislotio.^s generaos e
os altos rucrecionarios. Igualmcntoa mesma hora
ja eslavara nos seus lugares as corporal oes,
assim romo os constructores de machinas, os
I opranos fabricantes cora suas msicas, baudei-
1 ras e emblemas.
S. A. R. o principe regente dignou-sc assistir
I a solemnidade com os principescas prineczas
i da familia real as jauullas do palacio do Cura-
ra e icio.
A ceremonia comecou s ouzo horas pre
por um signa! dado por um instrumento de co-
bre, e o cntico da manilla de Uacbelh.
O primeiro buurgmeslre Kransnick subi d:-
pois tribun, construida junio aos degros do
thealro, e commcmorou n'umi curta al locuelo
a gloria dos ires grandes Allemes nascidos no
mez denovembro : Lathero, Sharnborsl, Schil-
ler, e lerminou convidando a nssembla a proce-
der aallucuco da primeira pedra do monumen-
to. As tres primeiras martelladas foram dadas
pelo primeiro bourgraestro era norae da cidade
de Berln ; seguio-se depois o presidente do
conselho, os ministros, e os funecionarios pr-
senles .
Sobre a primeira pedra depoz-sc o auto da
collocaclo, um etemplar de todas as moedas
com um curso legal na Prussia, as medalhas de
Schiller, urna medalha da reforma, o almauakdo
auno, as contas administrativas do Berlin dos
dez ltimos annos, a listados funecionarios mu-
nicipaes de Berlin, um exemplar de todos os
jornaes de Berln, e diversos objectos relativos a
Schiller.
Emquanto flurou a ceremonia o choro execu-
tou um cntico em honra do poeta. O pregador
Sydon subi depois tribuna e fallou sobre as
relacoes de Schiller com o chrislianismo. Findo
o discurso, toda a assembla enloou romenthu-
stasino o canljco de Schiller : A la joie !
Fo-extraordinaria a impressao produzida por
esle canuco, no qual se assoeiou a mullidlo reu-
nida foia do recinto. Todas as corporaeus,
sendo a primeira a dos cacadores, terrainarara a
festa, marchando roda do monumento ao som
i is lias respectivas msicas.
Esta ceremonia produzo urna impressao sobre
maneira favoravel. Os sentimenlos graves, que
reinavam no seio do recinto c aos quaes os dous
oradores que fallaiara dorara urna expresslo mais
digna, parece que se estn leiam s massas reu-
nidas ein redor. A festa foi alera- disto favoreci-
da pelo mais bello sol.
O Os!-!)eutsche-Post d a seguinlo conta da
ieta colebrada em Vienna em honVa de Schiller
no serao de 8 de novembro :
As corporagdes e sociedades, que deviam lo-
mar parte no cortejo eslavam reunidas no Prater,
entre as 5 e horas ; ahi se viara mais de 5,000
pessoas cora tochas e Linternas.
O cortejo prinripiou a desfilar s 6 horas pre-
cisas em coni'orraidade do programma.
Rompa a marcha, urna banda de msica a ca-
vallo, leudo no seu centro ura cavalleiro vestido
todo de bramo, empunhando urna bandeira cora
o retrato do Schiller.
Seguiam depois as eorporaedes das arles e of-
hcios, a cmara do commercio, o instituto poly-
lechnico, a academia do commercio de Vienna, o
collcgio dos doulores era medicina, a faculda'de
de theologa protestante, a universidade, a aca-
demia de canto e diversas sociedades philarmo-
nicas. Estss ultimas contavara 800 pessoas e le-
vavam lauternas em forma do tulipas, brancas,
vermelhas, (:ic., cuja variedade davara un as-
pecto niaravilhoso a esla parlo do cortejo.
A oplra parte compuuha-se de urna grande
banda de msica, de quatro baiuleiras pintadas
pelos primeiros artistas do Vienna, os (Unos do
conde Francisco do Thoun, dos membros da cora-
niissio da fesla, da academia das sciencias e de
todas as sociedades scientilicas c artistas.
Fechara o cortejo outra banda de msica, que
ncompanhara a associafo des livreiros. o im-
pressores.
Esla mullidlo immensa, qne levavn mais de
300 banderas. dirigio-so a estrella do Prale.nova
praca de Schiller.
Mais de 200 mil pessoas formavara alas pelas
ras, c saudiiram o cortejo com vivas iuces-
santcs.
Assim chegou o cortejo imraensa praca, onde
a estatua do Schiller, esclarecida por mais de
1,500 bicos degaz, se elovava mageslosa.
Logo que todas as corporac.Oes loinaram seus
lugares, os cantores cnloarani o hyratio aos ar-
tistas de Mcndelsohn, Uenrique l.abe subi en-
tao tribuna, e pronuncien ura discurso, que foi
acollado por grites eolhnsiaslicos de mais de
30,000 pessoas.
Manoela Candida de Santo Elias, parda, casada, cao aqni nao se
32 annos. Os sen timen tos elevados dignidade respei-
Laurenlino Jos da Silva, pardo, casado, 30 an- lada, o bro estimulado, produzcm soldados em
nos (pobre). I Franca, o suppli :lo do Luout s produz machinas
Jos, bnneo, filho de Jos Flix Pereira do Bur- | "a Russia !
gos, 1S das. I id is as vezes pois que um superior incons-
Passageires que seguiram desta provincia derado c grosseiraraenle leviano, que veio naosei
para os porlos do norte no vapor Oyupock : de onde, que galgua poslos nao sei como, ferir
Jos Correa de Carvalho, ajferes Carlos J. Irrannicamenlo a um soldado no mais mcliml
\ ancx, sua senhora e duas Qlhas menores, alfe-' do sentimenlo, tolas as vezes que a impunidade
res quarlel-mestre Joo Manoel Das, alteres Jos | esse superior v er abrir a porta a novos actos
Descarregam hoje 1. de teverei
Barca inglezaBonitafazendas.
Brigue tuglezGaberfughdem.
Barca inglezaCrownIerro e carvo.
D ire i francezaZampaburros,
linca americanaChatlanorga fariulia, bo-
lacha, arrea e milito.
Escuna dinamarquezaHenrichfazen i is.
RE.NDIMENTO DA ALFANUBA DE PER-
NAMBUCO NO MEZ DE JA>BIRO DE
1800.
Impar/ara o.
Direilds de mportc.a _.8umo.......'........379:3175090
Oii' s de bal lea^So e reexportacSa
i> ra "s pono* rangeirot ". .
ULsda i)il:le.".rri(i o reexp rl
par ios portos do imperio .
Expediente dos gneros cslrangeiros
naveeadospm cabolagem livi
direilo de colpuui-........
Dilo do paiz.............
Dilo livrrs........;.....
Armazenaccm das mercadorias .
Dita di plvora...........
Premio de assignadoa.......
Interior.
-Mullas................
Sello do papelGx...........
Dilo dilo pcuporcioiMil........
[mposo dos despachantes......
I) lo dot .ijudantcf dos despachantes
Emolumentos de rerlidoes......
Feilio de ttulos dos dep chante. .
. : iti
rendimexto da reci redor1 k
INTERNAS GERAES DE PEi fl 1 !
_ M:.'. DE .lv, I i v SAI E
es
i de ti .renes d i .
idenos.......................
!' cima addiojonal d ira-
''- de ni .i. ra.............
I'i-ns di v.'............. |
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17S701
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Direilos novos i
(I. incellaria.....
D ules dos
I i nacional................
Diurna de i-hmii ell iria...........
Multa por infrai tes :
moni i........."................
Sello d i | ipel lixn................
i Dito do i ,;.......
Emolumentos.................
Imposto e ( i
d sconlos. .....
i : ie barcos do
de es raveg........
li la aclia .
Re i entual..................

'-
112 >
17.011 .
;
Receita eveatuol
Extraordinaria.
11-^720
Re i h-:. : |
l,
- : indo de psci vio, o I
CONSULADO PROA "<
Rendim rato lo dia 1 a 3 l. .
dem do dia 31 '
DVl \\- UO
da Costa Monleiro, Joaquim da Cosa Miranda,
Jos' Saares da Costa, Jos da Silva Leal, Natham
Danhaesser, Joseph Lehman, Ambrose P. Camp-
bell, S. Len Ploeg, E. Len Ploeg, Martinho
de Oliveira Borges, Jos da Silva Coelho, Adol-
pho do Espirito Sanio, Dr. Ignacio Mano 1
de Lomos, soldado Joaquim Jos Guilherme,
Ires presos de juslica escollados por dous saldados
c ura cali de polica.
Matado! no publico :
Halaram-se no dia 31 do corrente para o
sumo Jrsl.i cid.itlo 7f rezi
MonTALIPADE DO DA i l DO CORRESTB \
Joanna Francisca, parda, viuva, 60annos, npo-
plexia.
Mana Francisca da Soledade, parda, solleira, JO
annos, paral} sia.
Joaquina Anastacia deSouza, branca, viuva, iO
annos, cha,;a cancrosa no tero.
Benedicto, pelo, 12 dias, espasmo.
Mario, preta, solleira, 00 annos, apoplexia.
M iri i dos Sanios, pida, solleira, 40 annos, ana-
zarca.
Hospital db caridadk. Exlstem 70 ho-
mens, r>0 mulheres nacionacs, 1 homem cslran-
geiro, 1 horaem escravo, total 131.
Na totalidade dos doenles existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
giao Pinto s 7 horas e tres quartos da manhaa,
pelo Dr. Dornellas s 8 horas e 2) minutos da
manilla.
Fallecen una mulherde nnaznrca.
Communicailos.
de despotismo, indas as vezes que se coniiar a
Jispensiicio dos FAVORES da juslica s vellei-
dados dos Qlhos do palronalo, o progresso das
insli tuiees militares ser ama burla, urna irrisao
pungente.
E' por essas c oulras, nao fallando ja na ra
organisacio da nossa milicia, c na severida le de
suas leis, que a vida militar encarada como
urna torturados bandidos de toda a sorte quo por
a'ii se pescam, e nao como urna carreira nobre,
'adae li inrosa qua .
EspVamo o desenlace d.i qucsllo, esperamos
que o conselho tenha fallado o reremos ento se
em vez le se le nbrar que ha no paiz urna lei e
i urna opinio publica, e quo paira cima d'ellas a
| juslica, quererarvorar oeslandarte da limo a-
' ristocraciae seguir a lorenle dos desmandos que
engrossa dia por dia, escndalo par osean Jilo.
Esse negocio nao rae concerne directamente,
mas 6 que era lace do taes lurlores da lei, da
dignidade e do sonso, nao posso crusar os bracos
e encolher os hombros : conlinuarei pois a uo-
ticar-lhe o mais que a esse respeilo se nassar,
o nlq rae esquecerei do informar-lhe se cerlo
ou nao que se traa da remoco do capillo qitei-
xoso, queso culpado por tr cumpriJo com o
scudeverdathomera e de sollado.
Ali meu charo, a lampada de Diogenes nlo
acharia assira lo ficilmeute um Callo entre nos,
alguom o disse em lodo o amargor da veidade :
s os ha do verbo catar!
Dees queira que eu me engae d'esta vez.
Recife, 15de Janeiro de 1800.
Heraclllo.
K--
385:'i79OI0
.' 'eguintes especien,
Dinheiro 373:47&0-2i
Assignados. 12:33ts98l
Depsitos.
Em balanc no ultimo
dez nibro.......,
Entrados do correle mez.
Sabidosj .........
ce
3:9339131
7:0599116
------------10:9929*347
. 1:9539200
9:038^987
Carta ao niiign ausente.
Meu charo.Ha fados em si lio rcvollantes,
ha rasgos de arbitrio to escandalosos, ha insul-
tos lio atrozes aos preceilos da justica e do dever,
que paroccm desaliar os commenla'rios, porque
nada falla mais alto do que ellos.
Ha lugar o pergunlar-se de seus autores, o que
serlo elles mais: grosseros, cynicos, ou des-
presadores da lei c do dever?
Vou relalar-lhe um desses fados succedido, ha
pouco lempo nesta cidade, durante a estada de
SS. MU. II., e quo vem infelizmente impestar
cora a immoralidade que respira, a nossa insli-
Uiicio militar, cujo estado anda deiv.a tanto a
desojar!
Eis o caso, tal qual ra'o narraram :
Por Occasio de se proceder revista de arma-
mento do 4." balalho de arliliaria a p, io dia
1 do dezembro do anuo prximo passado, notan-
do o digno commandaulc desse balalho, o co-
ronel llygino Jos Coelho, que a arma do cabo
Florentino Ribeiro, da 1.a companhia, nao eslava
em muilo pom oslado, prorompeu era invectivas
contra o pobre cabo e quiz saber a razio desse
supposlodelexo.
Variedades.
INCENDIO.
O Panllieon das gloras de Dinamarca, o cas-
tello de Frcdercksiiorg, situado a militas de
Copenhagon, foi ullimamenle reduzido a cinzas.
Sobre o incendio deste caslello, residencia fa-
vorita de Christiano IV, c que esle re mandou
edificar em 1024, d alguns pormenores 0Fae-
drelaudel Patrie) de Copcnhagen :
A magniflea sala dos cavalleiros foi comple-
lamenle destruida. Conseguio-se, felizmente,
salvar nina grande parte das colleccoes de re-
tratos histricos; porm a collccco interessante
de anliguidades scandinavas, formada pelo pro-
prio rei, perdeu-se desgracadainenlc. S. M. em
oessoa diriga os esforcos dos Irabalhadores para
salvar o caslello, sua residancia favorita, e que
encerrava colleccoes histricas o scienlificas,
cuja perda 6 irreparavel.
O caslello dividido em Ires parles, separadas
entre si por fssos fortificados. O edificio prin-
cipal tera quatro andares c bellas torres cora
ameias ; e tem vastos subterrneos, que se es-
tendera porbaixo de agua o caslello siluado
noraeode un lago) ; porcm tao solidamenl
Eligientes.......
Sai leguintei cipe
Dinheiro .... 8!7>;y.
Letras...... 8:22l332
ContribuifBo de caridade.
Rendimento ueste mez.........
Alfandega de Pernambuco, ;}1 de Janeiro de
18l>U.
O esnivfo.
Fautlino Jos dos Santos.
Importaoo,
Vapor nacional Oyapock, procedente dos por-
tes do sul, manifestou o seguinle :
l caixote retrato; a Luiz Anlonio Siqueira.
'! rolos oleado; a Joao Pinto de I.cmos J-
nior.
1 caixa ignoro ; a Anlonio Casimiro de Cu-
vea.
1 caixote dilo ; a Antonio Jos Leal Res.
1 sacco caf ; a Gustavo Jos do llego.
3 barricas ignoro; a Antonio Lopes Rodri-
gues.
1 caixole impressos; a Flix Jos de Souza.
2 volumes impressos, etc. ; a Almeida Comes
Alvos & C.
1 caixote ; a Anlonio Pereira de Olivcira Ra-
mos.
1 dito ; a Manoel Goncalves da Silva.
1 volunie ; a S. S Moraes Sarment.
1 pacole ; a Pedro Borges de Ccrqneira.
1 volume; aftf. J. C. da Cunha.
100 barris manleiga de vacca a James Ryder
c C.
1 encapado; a Palmeiro & Bellro.
2 calxdes dore ; a Domingos Alves Hatheus.
i Xa vio i
Bahadias, i:; i i >> | |
commandanto primeii ti ni nli '!
ii i oes d.' Aln.1
A'. in ful* i /, no mef :
Porlos do norteVapor nacional 0
man gutidu lenle I i : .- I
Borges.
1V| io i
'' "mor36 d is,
". d fl I melad >s, ea Lu i |
equipa em 10, rarga
-: i Whalb \, I i .
.....dia.
; PnrahibaBrigue russ S rl ir,
Ovicl :, 1 IStm,


.!:--7;:' ?;|
2g22STj Fakreakeit
:
= CXV ;
Editar
O Dr. Antonio Wilruvio Pinto Ba
le de Vasconcellos, juiz musicip .1 -
em exereicio da segunda vara nesl
Recife e seu termo por S. M. o [m
Dos guarde etc.
Faco saber aos que o prsenle viren
noticia Uverem que pela polic i
---..., vv \ii\<'^ ilion i(_|i;n iw i,Jl
da de algodo 50 ditas teribenliua, 15 ditas!
presumplos; aos consignatarios.
: CONSOLADO GERAE.
Rendimento do dia 1 a 30.
dem do da 31 .
rr--..------..... ,1V/ im.ii uu um iuo; poreui tao soinlauenle
Ooislincto capitao da respectiva companhia, construidos, que Ibes nlo poJe penetrar a Ua-
ofcial mu zeloso no cumprmenlo de seos de-! midado.
veres e cslinavel por lodos os lilulos, ponderou O que, sobretudo, altrahi a attenco dos es-
respeitosamente ao coronel que a arma linha traugoiros era a capella situada na ala da esquer-
imiiios anuos de servico, o que nao era possivel da e adrnala de esculpturas, uuadros de lavo, e-
que os parafusos.um Unto gastos, podessem con-, de prala e madeira. O re Ghrisliano IV linha
servar o cano perfeitamonle adaptado I coronha, feito, por sua mo, muilos doi arabescos e ores
que por varias vezes havia representado nesse de marfira quo alli havia. Admirava-se prin-
senlido, pedindo a substiluico de algumas anuas cipalmenlc, o aliar, obra de primar artstico, em
he poda imputar I que se nlo em pregara m menos de 159 kilogram-
DIVERSAS PROVINCIAS. I ..'""
Rendimenlo do dia 1 a 30. 4.-357800 "*c
dem do dia 31...... 15597 '-I'!I"I
______*___, inleressar
se julgar com direilo aos i (erid
rompan-;.! nestejuizo dentro ,
75 892S-0S tyu a (-(".l!" ,!' '""' l'"" suri reclama
3-'7Vl71 ''s?^a c 8nd0 0 dilo prazo -eran os
__H_^l___ neiros considerados bens do evento,
79 162591'' ien(,'Jos ''"' basta publica na forma
"s I ment provincial de 10 de agosto de 1&&H
usadas, o que portanlo nlosc
cousa alguma a lal respeito. Nada salsfez ao
meu boai coronel que, continuando a sua ladii-
nha, declarou o capillo responsavel por aquello
ralo oslado da arma do cabo, injurien a esle ul-
timo cruelmente e, nlo contente com taes gen-
tilezas, descarregou-lhe sobre a face urna tre-
menda bofetada, que o fez varillar e que o faria
cahir, so nao fosse amparado pelos seus carnera-
das !
L'm leal soldado que carregava cora brio, lia
longos annos, a sua granadeira, desfeileado enl-
menle, aera o mnimo motivo!... Doi capillo
brioso, zelador de sua dignidade, ultrajado rude-
i presenca de sua companhia !... E o
DIMEJTO DA MESA DO CONSULADO DE o*ao e passaao nesw ciaaae flo R
RNAMBLCOEM TODO O MBZ DE JANEI- s,8nttI '' sp.', desle ju.xo ou v,,,!,,, ,
(* HI-: 1S60 causa aos 30 de Janeiro de 1880. En
74:0913093
| mas de prala [303 arralis O pulpito nao era
menos uotavcl pela quanliJadc de prala que con-
linha.
Por cima da galena estacara as armas da Di-
namarca e em \ olla os brazoes dos cavalleiros,
anda vivos, da ordem do Elephante oda (Irla-
Cruz da ordem do Dannebrog. N'uma sala con-
tigua igreja, viam-se os brazoes dos cavallei-
ros fallecidos da primeira destas Ordens, cutre us
quaes se via o de Napoleao.
Enaquella capella que os rcis de Dinamarca fo-
ram cornados desde Ghrisliano IV ate Christia-
no \ III.
A sala dos cavalleiros, urna das raaiares da
--------- ,..*.....; ^ o.. ,.u..i.i.,, i ;... c 0 o. sata uus cavaiieiros, una aas raanres da
causador desse escndalo era aquello que prme- Europa, pois nlo linha menos de 51 melros de
ro devia manter a disciplina, que primeiro dovia compriraeuto, era toda de marmore, lano as pa-
respeitar a dig-udada de seus commandados el redes como o pavimento; porm o seu bello fo-
acalar-ihes os senlimcnlos de honra; pois bem, go linha sido despojado dos seus adorno* de
fni <>so moemn ,.,,. cno,.0...... <... .1_____ ___i. _.i______ r .
RENDIMENTO
FE
RO DE 1860.
Consulado de 5 por 0 0
Ancoragem.....
Direilos de 15 por cento
das embarcacoes es-
trangewas que passam
a nacionaes. .
Ditos de 5 por cento na
compra c venda das
embarcaces. .
Expcdientc'da capalazia.
Sello fixo e proporcional
Peitio do ttulos de cai-
xeiros despachantes.
Emolumentos de certi-
des......
ue chegue a nol i :
possa mandei passar o que
4-513*7781 >o publicar pelo jornal depois
_____T i aflixado no lugar do cosame.
Dado e passado nesta cidade do p .
3.005S550
[
501$750
r>17j!9S5
955J062
93600
aifiOO
-------------5-.0645J847
Ignacio de Atthayde, escrivao o cscrcria
- n., ,,,- f^itruvio Pinto Bandeira e Aceiolt
(4:098$095 ce/7o*.
rjat uix>.- -.-
ciara eos.
prala pelos suecos, no lempo das guerras.
A galera dos retratos era a nica no seu ge-
nero e de grande valor para a. historia da Dina-
marca.
Cada rei tinhaalli um esparo reservado, e em
voila agrupavum-se os membros da sua familia,
os seus ministros e personagens Dolareis do seu
loi esse mesrao que sacrficou o seu dever, o o
pundonor alheo a ura impulso da mais grave
brulalidadc, do mais despejado arrebaiaraenlo I
Os offlciaes todos do balalho, o major fiscal
que acompanhava o coronel c lodos os soldados
flcaram mudos; a dor em uns, o modo em ou-
lros, cm oulros o despeilo c a indignarlo demu-1 os
daram os semblantes... quem esperara lio gros-] reinado,
so dcslampalorio? _-___
Longo lempo depois da conclusa.) da rr\is-' ETIQUETA DIPLOMTICA
ta O delicado coronel reuni os ofliciaes na se- ( Segundo as rearas da etiqueta diplomtica o
cretaria do quarlel c ani ihcs deu urna salisfa-1 principe de Metlernirh. novo eraiaixador da
rao, presente o cabo injuriado. As lagrimas do, Austria cm Pars, nlo visiteo primeiro. na sua
cabo, o despeilo do capit&o da 1. companhia, o qualidadt de embaixador, se nao os representan-
silencio dos mais ofbciaes : tal foi a resposla a tes das potencies que, como elle, eslo revesti-
lao inslita o misara vel retratacro | dos do ululo do embaixador. Estes represen-
O ruronel M artutrario o brutal, infringi o lanos sao os fa Inglaterra, da Santa S e da
iversas provincia*.
Di zimo de diversos g-
neros do Rio Grande
do No re..... 812jc>J
DUo dito dilo da Pan-
l'iba....... 5ti2J97>
Dito do algodo, assucax
e coaros da dita.. 90535
Dito do assucar das Ala-
goas. ...... 21(3$589
79:162S94i
regulamenio castigando assim ao cobo, losando
assim a dignidade do capillo, buscando rebai-
Russia.
Todos os oulros represoiilanles cslrangeiros cm
_-........^ >...,..., ,,-mmhuu un,!!- ruus us uuiios represcmanieo csirangeirus era
xai-o era face do balalho inleiro, abri a porte Pars, que tem o ltalo le enviado exlraprdina-
as infracrocs da disciplina, c aueria anda que rio, minislro plenipotenciario ?u de encarroado
8367Cg714
Deposita-
Eiu baianco no ultimo
de dezembro. 73)370
Entrado no corrente
....
---------------z73!7C
........ 23^137
me/..
Saludos..
Existentes
Pela d!r ria dss oblas militares
de construir lotrinas n > hospital mi l ir
d< ste sen i o se quizer encarregar, t
referida dirceloria nos dias I, fe 3, i i
ras da mantilla era dianl p, ra tratar a re
Directora das obras militares de Peraam
31 de Janeiro de 1880.O amanuense,
Joo Monleiro de Andr.idc Malreir-
Secretaria da iuslruc o pu-
blica de Pernambuco 30 d
Janeiro do 1800.
Pelo presente se faz publico aoe :,
vaga a cadeira de instruq o etenmutar i
grao da fregue/a do Poco da Panella, por I
cimento do respectivo protVsser; est mar
prazo de 30 dias a contar da dala : par .:
inscripco c processo de hal ilitai "
lores, de conformidade com as otruc i -
de juuho do anuo prximo passado.li m-.. i
rio interino, Saleador He>.riqme dt Alba***
4:143t77a ; A .directora das obras militares preciaa fa-
zer dous biombos no hospital militar, quem .:
leservieo se quizer encarregar comparta
mesma directorio nos dias 31 de janean
de feverciro daslO horas da manhi.,i im dUnto
para tratar a respeilo. Directora das i
litares de Pernambuco 30 de Janeiro de 1860.O
amanuense, Joan Monttiro de Andradc Mal
Cttnsellio ariuiinistrativ.
O conselho administrativo, para oni nenio
do arsenal de guerra, (em k comprar o ob-
jectos seguinlcs :
wwwa


fv
tjlAUO bt EtRNAMW/). ^- QUAUVA FEIRA i &{? rFAfiRIRO D 1860.
Par-i o 10." balalho de infamara.
C". grvalas de solo do luslre : 50 manas de
".. i
> .i a o 7. bala'.hao de infanlaria destacado na
prooincia de Macei.
2 bules de louca ; 12 chicaras c pires ; 25 fi-
jedlas pequeas de louca ; 25 pratos rasos ; 25
Jilos fundos : -i copos do vidro pura agua 2
linlciros do vidio para as enfermaras; meta
arroba do zineo em teticot; chita 1-20 covados.
Par.i a fortaleza do irum.
^ l.ivni em blanco do pnpel paulado de 250 fo-
Ihas rom 1 pollogadas do comprimenlo e JO de
largura-I; ps de forro 2 ; pennas 25; caive-
te 1 ; obretas, n;n:;os 6.
Quera quizer vender (aes objectos aprsente
as suas propostas era caria fechada Da secretaria
do consellio s l horas da inauliaa do dia 3 de
feverciro prximo vindoaro.
Sala das scsses do conselho administrativo
para forneciracnlo do arsenal de guerra, 27 de
Janeiro de 18G0.liento los .nmenha Lina, co-
ronel presidente.Frunci$co Joaonim l'creira
Lobo, coronel rosal secretario interino.
Correit geral.
Reloco da* cartas seguras vindas do su] polo
Oyapock, para os senhores abaixo decla-
rados :
Angelo Muniz de Oliveira Serpa.
ndida Maa Plorinda Cardim.
l'rant isco Xavier de S.
Gasiiar Menezes Vasconcelos Drummond.
Jozuino Barroso do Mello,
quii de Oliveira e Souza.
I Fernandos du Albuquorqne Mello.
Cunha Jiinitf
i Fi aneisco Machado.
l'ela mesa do consulado provincial so fa2
=3
0 agente Pestaa continua a estar autorisado
pela connuissao liquidataria da exlincta socieda-
de de fiaco e lecidos do algudao pira vender O
restante do terreno do sitio da mesrna sociedade.
Os prelendcnlcs podem dirigir ao arraazem da
ra do Vigftrion.il, a qualquer hora do dia a
entender-se com o difo agente.
LEILAO
Pihilas
Vegeo-deparativas
Almanafc da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o cor rente anuo de
Estas pilulas, sendo nicamente compostas!
de puros vegetaes colliidos nos campos e matasi O (Tlial Se Veildc a 800 I"S lia
d, provincia deS Paulo, j forao ana.ysadas ^ Independencia 1 i ira-
llenry For*ter& C. consignatarios da
barca americana Wilam Ilenry,
capitao Gifford, comautorisBcaodo ins-
pector da altandega, faro leilao por n-
*ervencio da" agente Syppolito da Sil-!
a. da referida barca delotacaode^,
pelo Sr. Elienne LagarJe no Correio Paulis-
lano onde sahiram algnmas publicarles a res-
peilo das virtudes c eflicacia dosle maravilhoso,
medicamento, ehoje se aclio assaz conhecidas
pelas innmeras curas que com ellas se tein
obiido, lornanda-se um remedio sempre til e
necessario, especialmente nos legares onde nao
houverra mdicos e forem e?casos os lecursos
da medicina.
Sendo o fim principal desta s pilclas purificar
a massa do sangue, qual ser a creatura que
liversos csiabclecimentos de osobre ca- 5 de fevereiro d ISiO na porta da
mimaras o iii? vender nm- j
as 11 i)oras em
P
va. daivfer{dal,a.^idltai,oJe2,000 pre,ando um medicamento que, mesmoem est-
barrica de Hr.nhi pouco mais 011 me-!dodesau,,ei concorre'para a loa nutricio da
nos, a qualseacha prorapta par., na- existencia, e que sempre um preventivo de
vegar visto t :r toiios os preparo* para qualquer molestia?... E'inconleslavel que gran-
es te Gra, podendo os Sis. pretenderte] de parte dos solTrimentos humanos tem por ori-
| a examinar com to.la attenrfio no an-jgem a impuresa do sangue.
Assim, julgarnos fazer um
publico qui os trinla dias uteis pora o pagamen-1------------>-- --- 1
toa bocea do cofre dos impostos de por cunto coradouro e:n que se aclia : sexta-feira
pan-le servieo a
............. V....... ...= >- wiwn <- .) ce lovereiro a sas lia modas, de perfumaras c de vender pul- ,
vora, c de ifljg sobre casas de jora de buhar re- SOCiacao coinmercial a
lativos au anno linanceiro de S5'J a 1860 se prin- ponto.
ni a contar do dia 16 de jaoeiio corrente,
os qnaes ficam incursos na multa de tros
por cenlu os que pagarem depois dosse prazo.
Ilesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de Janeiro de 18CO.Antonio Carnero Uacha-
il i -. administrador.
INSPEC.C.vn l! 1 AliSENAI. I>EM.VRINHA.
ivudu de continuar no bairro de Santo Anto-
nstriii .1 do lauro .lo caes entre a ponte
, e o eiilro lan'.-o feito do lado do thea-
110 publico, comida o Sr. inspector aos que
:* iuiii imnar a si essa obra a apresentarem se
uesta si'crelaria rom a.s suas propostas cmrart
o^
hunianid.ideaconsclhando o u?o destas pilulas,
e indicaremos os difiranles modos por que se
devein ellas usar, segundo o estado das pessoas
Deposito geral.
Ra do Porto n 119, peto da carioca Rio
de Janeiro.
Agradecimento,
uHiuezas, ncrlamanas ^^^^ i osado e estomago.
..f En abaixo assignado atiesto que padecendo
({llIIl(|UI!MCnclS CtC. ,ni,llia nbara de inflamaco de ligado e esto-
Vaa & Leal tar5o leilao por interven- : ".!;'" ?or m,lil ,e,r-P0 e femPre balada, ul-
co do agente Hyppolto da Silva, de ,,m:,mfR,e ll,e addicionou ao seu tratamenlo
allopathico 1 com permisso do medico ass'ulente^
1 chadas.....lia 13do me. prximo, pelas 11 ho- um completo sortimeutj de miudezas e ,
' ', n contrato : | outras .J,,,;,,,, ;l7,M,!:1, ,. s tMnatAa P^'S?? ^ Ch,P.8 jo Sr.
.-ri'iii que as condicocs concernenles
lia n. 6 e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nomo, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos iinpostos gc-
raes, provinciaesr municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Em pregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes c commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc etc.
Serve elle de guia ao com-
Curso
de inglez.
.F.nas Bruce participa ao publico desta cidede v i-";--!
que lem aberlo um curso da dila lingua em sua i c engomma. dirija-se a camboa do C.Vrmo n *
casa, todas as noites, desde as 7 horas al as 8, j Podro Baptista Moreira relna-se para o h; j
a ;g por mez por cada alumno : na ra do Ouei- de Janeiro.
O abaixo assignado avisa a todas as mw
que lhe sao devedoras, que no espaco de 30 dia,
contados da data deste, lhe venham "pagar as suas
quanlias, do contrario tero de ver os seus no-
mos por extenso nesle Diario, pois tendo dado
balango na casa, achou um delicit bastante cre-
cido, e precisa liquida-lo.
Thomaz Jos de Cusma,,.
Qucm precisar de umn ama, a qual cozinha
s manhaa. em que lera lugar o contrato: Irt*M ":.. i u. "l'P'uacao aas cnapas mcdicmacs do Sr. Jcnucii U fUUl flO eOlU-
afei.ura 7:tl's ^'.tas fazenda, que se tornara Rcardo Krki com esciiptorio na ra JoPa.to nicrciatlto ffripilHrtr mari
desnecsana annunc.ar, e para este im n. llft. dn,.,,. eo Jaj-- ;.-,..;_____ ""-1 W*"-, 8l ICUltOr, mail-
:.....i"' Mconduocs concernenles a felura '. t"1* n l""""" tticardo Klik, com esciiplorio na ra do Paito IllCrcmilfp niiciillor m
.mesinaabra, eo respectivo oroamento esiao donecessana annunc.ar, e para este im 119, a doeu.e se rest.Leleceu nteirameiuo I ?tl01din O1 ICUllOr, 111,
X^ faz uso das chapas do mesmo autor par. o-figad Umo e emftlll para todas
1....... i _... 1 1.___ 1 1 ,.....___ na rece re m se\t 1 -d\ra ."
  • (<'vi>n>i rn < consulta-ios.
    Inspeoeao l 11 em ~> do Janeiro de 1860.O secretario,
    Alcxandre Rodrigues dos Anji s.
    Avisos mar i timos.
    Pcira o Porto..
    V.'.i salar por estes dias ['.ira a cidade do Porto
    0 brizne portuguez /v //, forrado 1
    encavilhado de robre, de primeira marcha e pri-
    ineira classe, por ler seu carregamenlj quasi
    pleto : 1 ara o resto e passageiros, para os
    < lora exrcllenli s con:modos, lrala-sc com
    Klias Jos losS los indra le i 1^., ra da 11a-
    '!: Je Dos n- 1, un com o capillo.
    Porto e Lisboa.
    - he com brevidade a barca-porlugueza For-
    raosa, capilo Joaquim Francisco Pinhciro, re-
    carga e passageiros, para oque lem magni-
    - rom modos : quem qui/et carregar on ir de
    igem, trate com o capito na praca, 011 com
    os consignatarios Mauoel Ignacio de Oliveira \
    1 ilho, no larg 1 do orio Santo.
    Para o Aracaty.
    O hiate Exalacoa segu irapreterivelmente
    i 1I1 uiiinn : para o restante de,sen c p, lra!a-se com Gurgel Ermqos, no seu
    I I nio la ra da Cadcia do Reerre, primciro
    .:. lai 11. _.
    u -------
    parecerem sexta-feira 3 de fevereiro em
    seu arraazem silo na ra d.i Cadeia do
    Uecife n. 10, as 10 horas em ponto.
    ou estomago, sempre como coadjuvante do tra-
    tamenlo allopathico a que se submelte, e sai ti-
    rando proficuo resultado.
    O que refiro verdade, e o juro.
    Collegio nacional em S. Chrislovo, Rio de
    Janeiro Joaquim Sabino Tinto Kiheiro
    Ileconhrcida verdadeira a assignaiura supra pe
    lo labeliao Luiz RoJrinues Pires da Costa.
    classes da sociedade.
    a.s
    llvppolijo da Sdva fira' leilao por
    conta e riset de quem pertencer de cai-
    Yas comsabao ioglez, ditas com cognac, Sein
    ditas com velas stenrinas, g"gO com
    champagne c barriscom manteiga ran-
    Cura completa
    Os abaixo nssignados,para commodidado do
    respeilavel publico, procuraran! e conseguirn)
    eslabelecer em diversos pontos desta cidado a
    vendagem dos ferros econmicos de Rlesse Draki
    pelos mesmos precos por que lem vendido no
    seu estabelecimenlo da ra da Imperaliizn. 10,
    .Ijsloe.do 11? porapparelho completo, que cons-
    ta de ferro.lolc o descanco. Esta maravilha dar-
    le americana um daquelles invenios de grande
    ulilidade para a industria, pois nao s ecunomi-
    sa o carvo e lempo, mas se consegue em deter-
    minado espado de lempo engommar o triplo do
    que se obtem cora um ferro commum com 0
    rs. de carvo engomraase umdia inteiro, s ne-
    CCSSita impar u ferro quando se principia a ope-
    racao, o qual conserva sempre o grao de calor
    resgmardo nem faeonniaodo.
    Rheumatismo
    Da mi at ao mcio do braco.
    ceza : quarta-feira 1- de fevereiro de! tu abaixo assignado, declaro que urna miiiha 1860, as 11 lioras em ponto no arma- a8SreSa zem do Annesderont/du porta da al- .'is,no,nascos,as da ^^^^^^ZS^^^^fe^^ lrtb"
    o por isso impossib.ntaJa de f.zer cousa ocalor do ferro possa prejudicar a
    (and
    Avisos diversos.
    Jos Soares de Azevedo,
    Suma com essa mao ; e fazendo uso de mui.os
    remedios sem resultado favoravel, recorreu as
    chapas medicinaes a do Sr. Ricardo Kiik,
    escriptoriona ra do Pono n. 119, com as quaes
    ficou completamente boa. E para constar faro
    a presente, declarac.no. Ra de S. Pedro, n.
    11 r'-v.ni, uM-nia^u. ituii no a. reuro, n.
    prOieSSOr de IingUa C Jlttera-, N7r de Janeiro Manoel Antonio Rodr-
    Itura nacional no Gvmua^io ;ues>>~ leco"l,eeilla V6rJaJ,ira a as-%rnatu-
    rlnctn r.M*,1 lm I. ;ra suPra P^o labelliao Tedro Jos de CasUo.
    I esta eiuade, tem anorto em ri -
    suacasa,pracadcD.PedroI,m. i^Uf U COIll|)Jeyl
    11 i'o.s^uai'tlo nem <-u<-o:iuii(i
    [nflamacao do baco e es-
    jillICUtJ-l l 1 u or. jiiu Antonio uearaceoo; ra da San
    r-sc com Basto ..Y Lemos, ra de : c/iqiom ncln/lii* ^. rv t I ,lavia mn"0 lempo que una escrava minlia luz 3, idem do Sr. Luiz Moreira da Silva;
    Trapiche n. 17. I tj V.in di-.'ficando debilitada impossibilitando-a de far.er n_na,mundo Carlos Leite & Irmo.
    Para Lisboa
    37,segundo andar,ura curso de So'" ,'csuar1|o "' moio.
    socue i mi toda a brevidade, por ter a maior par-1 w*mwvvi
    potacbo portuguez Mora I'UILOSOPIII.V.COUlrO dcLlXGOA !
    le da 1 mpta, o y...
    , capilo Antonio .l":--.; da Rocha, recebe n
    lele : auem no mesmo quizer carregar, ; l' RANCEZA. AS pCSSOaS (JUC dC-
    Para '[
    Araraly, ir
    lisino as costas da mao at ao meio do braco
    I Inador, tem roais um apparelho que obsta a que
    calor dO ferro possa prejudicar a quem com
    elles (rabalha. Acham-se venda nos scjtuin-
    les lugares : praca do Corpo Santo n. 2,estabele-
    cimentn do Sr. Jos Alvcs Barbosa ; rua da Ca-
    deia do Rucife n. idem do Sr, Thomaz Fer-
    nandos da Cnnlij ; rua da Madre de Dos n. 7,
    idem dos Srs. Fonseca & Martins; rua do Crespo
    n. 5, dem d Sr. Jos Eleuterio de Azevedo ;
    rua da Pe liba n. 1G. idem dos Srs. Piulo de Souza
    t Bairao ; rui do Cabug 11. 1 B, na aguia de
    ouro ; roa Nova n. 20, estabelecimcnlo du Sr.
    Antonio Duarte Carneiro Vianna ; rua do Impe-
    rador n. 20, idem do Sr. Guimaraes & Oliveira ;
    rua do Queimado n. 14, idem do Sr. Jos Bodii-
    RueaForreira ; rua D^ireila n 7. idem do Sr.
    Jos Soares Pinto Correia; rui da Praia n. 28,
    dem do Sr. Custodio Manuel de Magalhcs ; rua
    da Praia n. G, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
    Caslello Dranco ; rua do l.ivramento n. S6, idem
    do Sr. Joo Antonio deMacedo; rua da Sania
    e
    i.S
    mado n. 6, primeiru andar.
    Aula de mrninas.
    No dia 30 de Janeiro do correntc anno se acha-
    ra aLerla na rua Direiia n. 54 a aula de cnsino
    primario pertencenle a D. Cica Francisca da Silva
    Co'ilinho, que oulr'ura so achara no paleo da ri-
    beira de Santo Antonio. No mesmo dia se apre-
    Isentar um reculamente interno da uaesma aula
    ATTENCJLO.
    Precisa-se de um prelo para andar com um I
    laboleiro com fazendas, poga-se do aluguel 30f I
    por mez : quera quizer, procure no Recite, bec-
    co do Abreu n. 4, junio ao largo do Corpo Sanio.
    Da-se50jJ aqncm apresenlar na rua di Ca-
    .deia do Recite n.25, urna carta com varias pe3-
    |soas assignadas, que se obrigam a dar certa
    : quonlia para certas despezas, cuja carta escrip-
    ia a Manuel Ribciro da Cunha Oliveira.
    Ausenlou-se da casa de seu senlior o escra-
    vo Agapito, mulato, no dia sabbado, s G lioras
    j da tarde, e consta que es'. Irabalhando como sr-
    venle na obra que se esl fazendo na rua do
    i Rabgcl, peitencenle ao Sr. Hanoel de Souza Ta-
    rares, o qual tein os signaos seguinles : baixo,
    i beio du corpo, (lernas arqueadas, barba toda
    j crescidn, vagaroso no andar ; lcvou camisa e cal-1
    , (ja azul alguraa cousa su ja e remendada, chapeo .
    I de palha novo ; mango, alguma cousa atulei-
    I mado c medroso : recommenda-se a qualquer
    : pessoa condecida de seu senhor que o apadnnhe
    le leve-o rua do Raogcl n. 21, e sendo pess n
    que precise de gralifjcacao seibo tara; assim
    i como a qualquer soldado, capitn de campo e
    pedeslres ; lamben) se protesta contra qualquer
    pessoa que o tenha oceuliu, ulilisando-se dos
    seos servidos.
    Precisa-se akigar urna escrava que j."^'
    cosinhe, compre e laca todo o ser?tco
    (menosengommar] de nina casa de pe-
    : quena familia : na ruada Cadeia n. l
    segundo andar.
    iuga-se um sitio na Torre, com
    bons commodos e baixa de capina : a ,
    tratar no sitio do conselheiro Jos Rento 'c;" 'irtude de grande circamsuncia que ac
    na ponte de Uchoa. 011 oMil mcsa' 30e prclcrio ao ui i,...,.
    ,, f, ., I testa no dia propnu, e assim ser (eilo coufo
    Mana Laineiro de Souza Lncerda
    Villa-secca, scientiica aos paes de suas
    , alumnas e a quem eonvier, que se ada-
    ra'noexercicio do -^^ Mi^""ispcitavcl PU-
    ltcicao i)i ico.
    V. chegado esta cidade, do Rio Fornioso, D.
    Joao Neguis, professor deolisl i, e e u i.i
    diudo no becco do Abren n. i, primciro andar.
    Venda.
    Vcndern-se os seguinles trastes : 1 rica cama
    france/a com a copula forrada, el rico tur;
    de tarlatana lavrada com laces de fita por r
    ludo, 1 "rommoda grando por 70J, 1 lo n i lor d
    jaearanl por V><, c 1 cabide por 1 ^.', I .
    moderna : na rua estreita do Rosario, U,
    marcineiria du Sr. Theodoro Benzen.
    Vende-se umi mnlatinha peca de S a 9 an-
    uos de idade : a tratar na rua Augusta n. 24.
    f rcsunlos ingleses e i|iioi-
    jos londrinos.
    Viudos pelo vapor ingles, i lores
    do mercado : na roa do Imperador n. IZ.
    Precisa-se alugar urna pi i l.i-
    var e engommar com perfcicSo, o qu -
    boa conducta, para casa de ama familia ingh .
    ^n_ ^.a Irnlor na ru.i da Orill a. 12, cm casa i
    O abaixo assignalo declara ao rrspeOari \
    publico c ao comracrcio, quo deapedio-se da ras.
    do Sr. Joaquim Antonio Dias de Castro, desde
    dia 31 de Janeiro do correle anno, c approreita
    a occasiao paja agradecer ao mesmo senil
    boas maneiras com quo sempre o Ir.itou. Re -
    cife 31 de Janeiro de 1860.
    Jos Francisco llibeiro.
    lUm casal de eseraros, sendo ambos de bo-
    nitas figuras, e s se vende pars fura da trra
    por ter um delles vicio de beber aguldenle : na
    rua Direiia n. 3, primciro andar.
    No pateo do Carmo n. 18, primeiro ai
    ha para vender-sc un rtiolequc de l anuos de
    idade.
    Vende-so cidra para fazer doce, por proco
    commodo : na ruado Rangel n. 2!
    Aluga-sc mensalmenie um morctrue : a tra-
    tar na loja n. 8, no l.ivramento.
    Aluga-se o segundo andar da ca??. n. I
    roa Nora cora ampias accommodaeoe-s para ii-
    railia, o no melhor eslado de asseio que se pu !e
    desojar : Irala-se na rua da Cruz n. 15, es
    torio de viuva Amorim 4 Filhu.
    Deseja-se fallar ao Sr. fosa Pacheco de
    Menear a negocio que mallo lhe ittterasu
    rua de Apollo n. 20, arraazem.
    Precisa-se de urna escrava para o se.
    de casa : na rua da Imperotriz n. 1, I ja.
    Compra-se urna escrava de cor prela o
    ca idade, que saiba engommar e coser, com per-
    feico : na rua Inga do Rosario, eslalx lecimenl .
    de ouro II. Q.
    Compra-se urna escrava que s.j i ni a, :
    bonita figura, que saiba engommar, rozinhar, a
    costura : na rua du Rruin n. 10, arniazem d
    Manoel Jos de S A rao jo.
    Compra-se papel Diario a 110
    na roa larga do Rosarlo n, 37, deposito .
    Altenco.
    V mesa regndora da ir mandado do V S. i A--
    sumpto das Fronleiras da imperial i
    Kslancia, faz scienle ao respeilarel publico que
    a fcsla de sua padroeira transferida >:
    prio, do correle, para o da 12 do m
    irre-
    proprio, ij assim ser tV.i>>
    o rendimenlo que houvor.
    Precisa-se de urna ama para cozbIm
    casa de punca familia : no Reu., rua da
    n. 81, segundo andar.
    dia G de fevereiro d<
    Perdeu-se nm chapeo do Chyli fino paca enan-
    ca, domingo _"J do corrente das s 10 horas da
    noile, desdo a esquina do becco do reixe Frito
    at a rua do Cabug : quem o livor adiado o qui-
    zer restituir ao seu rerdadeiro dono na rua N
    va n. 10, Rija de fazendas du Sr. Vieira e Pinto.
    o que ficarmuilo agradecido e se gratificar a
    pessoa que o levar a dita loja.
    Guilhermo Auguslo Ricardo, regressa para
    a Rain a.
    Na rua Velha n. 61,
    ama.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha pra-|
    lica de taberna e quo dfi liador de sua conduela,
    paga-se bera : na taberna da rua do Rosario da
    Roa-\ isla n. 56.
    se precisa alugar una
    :m%
    --------------- ------" -vi wuimuj MNnii.inraij uj najo e estomago .........iuito.uu
    bkKDouraTnhafde ^aS disdpDaS, podcn di- ^litada impossibiliando-a de fazer; Vnc-JXu
    ri'i.,,-. ..i..............i...........i ..:'...., eiifii- c-n o!n,lAn,ln ____:.i_____:_ i qualquer servieo, sollrtndo mullos dores e a em r.nvalloe n ., ,.!.
    3,500 a [,000 an ibas, nova, de segunda viagem:
    . ira!.:;- iu:i] Joo ii-; Sequeira l'errao, rua do
    Crespo n. 13.

    Lio
    eiioes.
    Terra e quarta-feira.
    PELO AGENTE

    rigir-se a indicada residencia!]
    de manliaa ate s ) horas, e
    de tarde a qualquer hora.
    \ requerimcuto do depositario
    massa fallida de E. II. W'valt e despa-
    cho do Ex m. Sr. Dr. jiii/. especial do
    j 28 dias se achou penVitamenie boa, podendo
    i agota trabalhar ; portanto, reconhecendo eu o
    mererecimenio das ditas chapas, e dando Ibes o
    jseu devido apreco, faco a presente declaraijao
    : para satisfaeio de sen autor. Antonio Ma-
    noel Sodr, rua do Conde n. 20, lo de Ja-
    O Sr. thesoureiro manda fazer pu-! nei/0' .
    Idico que se achain a venda todos os dias I ,( Lonsullas l0(los os (Iia3> d3S 9 lioras da ma-
    dns 9 horas da mauhaa as 8 da noite f ? ^ la-rde/ )
    ..------ ... A directora da sociedade das Arles Mecha-
    meas e Liberaos manda fazer scienle que se
    achara desde o dia 15 do corrente aberlas as ma-
    triculas de instruccao primaria, franco/., geomc-
    qualquer servieo soffrendo muitas dores e a.em u^lS^^^St^SJ^^^^
    isso cansado, oendo-lhe ministrado lodosos preferindo-sc se for rapaz .-na rua e>ireiia do
    remedios intilmente ; como ultimo recurso re- ltosai'io >. na leja de charutos, se dir quem
    corri as chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk !
    com escriptorio na rua do Tarto n. 119, com as
    quaes tr3zendo a suppurac.no mullos humores,
    brevemente sentio visiveis melhoras, e no fim de
    Cura iiifaiveimenie toda a qualidade de
    liorrheas rcenles ou ehronicas ero menos d.
    das: vndese a 3$ o fiasco : na pa-a da Inde-
    pendencia n. 22.
    7 Crabtrce & C.
    Allenco.
    Na rua do Vigario n. i'J, .
    existe urna carta para ser entregue a i Sr. M
    Marques Rodrigues.
    Perdeu-se
    don^^rfl^-J!?,^^fflM.nmJdIt,, omingo 29 do corren, na rua de I.
    ,* -' h ma8S0S "!aS.d0 V**9 d0 1>r- "m ^neellai de ouro com tres vullas, pes
    ;' J;*' qae tratera de pagar suas 5 oitavase 3 quarlas, lendo cunado urna a
    entas.que se achara autonsados os Srs. Cu- de 5| tambera* de ouro, ama liga de cora
    no pavimento terreo da casa da ruada
    Aurora n. 26 e as casas commissionadas ,
    .. I pelo mesmo Senhor thesoureiro na nra- ,M ,e lfstruc^ prito, francez, geome-
    da c* H-, Tl muuuiuio na pa ina, acluteclura e desenlio; os socios que se dc-
    independencia n. lie 16, ate dicaremaellas.dirijera-se a casa do secretario I
    igualmente fezer publico que ras casas g
    c mmercio, o referido ageste vender
    em leudo publico pelas lit) horas da ma-
    uhaa, na nasa do mencionado fallido,
    rua do Trapichen. 20, os objectoscons-
    taptes do bdanco a que se procedeu.a
    sab r:
    Terca-feira 3l do corrente,
    Expora' a' reoda os seguintcs oh-
    j'.'eos :
    Aloveis com.prehenJendo cardeiras, so-
    fs, mesas, cjupdros. estantes, .camas,
    earteiras, lavatorios, appir.idores,
    guarda-roupas, toiletes, mesa elasti-
    ca, guarda-louras, consolos, touca-
    lores, cabides, comuiodas, cofre,
    lanterna*, candieiros de urna e duas
    luzcs, crytacs, apparelhos de cha',
    relogios, hanheiras, apparelhos de
    metal emuitos outros objectos de or-
    nato e serventa domestica : assim co-;;
    mo nm excellente escravo. @
    Ouarta-feira 1* de fevereiro. I
    Olereccra' a' concurrencia dos lu- S
    lanos o seguinfe : ??
    L'm completo e variado sortimento de j|
    ferra gens finas egrossa, cutilarias J *
    miudezas, coberlores de la, baetas, i"'m Queimado 11.26, pr-%

    nha o l'creira para recebor, do contrario serao
    chamadas pelo Diario.
    loada, c urna moediuha de 500 rs.: na i
    rua, tasa lenca n. 4i, so gratificar a | i
    Iregar ou der noticia.
    Allenco.
    PILULAS VEGTAES
    ASSUCARADAS
    as 6 horas da tarde somente, os bilhe-
    tesemeios da segunda parte da quarta
    lotera do Gimnasio Pernambucano,
    cujas rodas deverao andar impreterivel-
    mente no dia i do prximo futuro mez
    de fevereiro.
    O mesmo Sr. thesoureiro manda
    das aulas; assim cmo que comecara os traba-(
    lhosda mesrna no dia 3 do prximo futuro mez. !
    Itccife 20 de Janeiro de !860.O 1." secretario !
    Antonio Firmo da Silceira
    NEW-YORK.
    m^&^mim&Srtm-mto o melhor remedio con'hecmo *
    >LC00 icler.ic- "irecc.oes do/gado,
    MJIWUH UL I UILVZ- iJ \ febres biliosas, clicas, uidujesles.ei'xaquecas.
    M
    piano.
    Mademoiselle Clemence do Ifannelot fP
    cima mencionadas se ncham bilhetes li e Mannevillecontinua a dar tienes de $
    tZ^T mM"v<,nlade dos l^^astysissfel
    Th3 d. loterin, 27 de ja- .t^^ *!&?
    neiro de 8C0.O escrivao. J. M. da
    Cruz.
    O hachare! Witru vio tem
    o seu escriptorio no 1* andar
    do sobrado n. 23 da rua Nova,
    cuja entrada pela Gamboa do
    Carino.
    Retra-
    tos dagucrreotypo
    Curso particular de lingua
    franceza.
    Americo Xetto de Mendonca, alumno do quin
    armamento, vidros, e assim tambem
    ,' armarao do armazem e mais per-
    tcncesdo mesmo e do escriptorio
    PELO AGENTE
    A
    Quarta-feira Ia de fevereiro.
    O agente cima fara' leilao por or-
    en de Joaquim de D?os Baptista, de
    la/.enda-, armaco e dividas existentes
    na loja da pobreza defronte do oitao do
    Livramenton. 2, as 10 horas em ponto.
    metro andar.
    O dono desate cstabelecimenta, tira re- jl
    tratos com loda perfeicio das 10 s da *
    m tarde, encontrando o respeitavel publico S
    ^5 um completo soriimento de ricos quadros aa
    @ e earteiras proprias para este fim ; assim ja
    pois espera o annuncianlc de seus patri- ^
    S5 cosPernambucanose outros que o coad- %
    % juvaraoem frequcnlar seu novo eslabele-
    3S cimcnlo. 'A
    eiircs biliosas, clicas, indi/jesles,enxaquecas.
    Ileinorrhoidas, diarriea,doencas da
    Mi pelle, irupc5es,e todas as enfermidades,
    VriOVENlENTrs DO ESTADO ISP1 ao DO SANTE.
    75,000 caixasdeste remedio consomuicm-se an
    nualmenle !
    Ucuiedio da natureza..
    Approvado pela faculdado de medicina, c re-
    commendaao como o mais valioso catrtico ve-
    getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pilulas
    pu-amcute vegetaes, nao contera ellas nenhura
    veneno mercurial nem algum outro mineral ;
    lo -mnn Ht p.^ni \'~'*Z"'"',".........',"" '1U"J' eslu0 L"-'m acondicionadas em caixas de folha na-
    nf- r^n,,,. -0 'V,''l0,I P'-'fcssor de:rareSguardar-scdahumidade. P
    -r,!LP, i 8c.us.d8C,Pl9* 1" dla uventude. puberdade e velbice. P
    15 do coire^le deu principio as hces do curso I.ea-se o folhetoque acompanha cada calza pelo
    tSSL raun,c diVeX n iTe,n ""de ^ qua,se ,icar ** JS3SSSSgi
    residencia, rua da 1 enha n. 11. sas quclem elTecluado. D. T. Lanman i Kemp,
    Lurso de preparatorios. I^T-08 p,or olacau.o:Nova*<>**>s*sum-
    1 vy|-'"* vvrt i\jj. eos fabncanles e propnelanos.
    O uacharel A. R. de Toaros Bandira, profes- Acham-se venda em todas as boticas daprin-
    . | sor de gcographia e historia amiga no gymnasio : cipaes cidades do imperio.
    desta provincia, contina no ensino dos seguinles i DEPSITOS.
    j preparatanos : rhetorica, philosophia, geogra- B de Janeiro, na rua da Alfandcga n 89
    phia, hnguas franceza e ingleza ; na casa de sua : Rabia, Germano 4 C, rua Juli.io n. 2.
    residencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo ; iVrnarnbuco.no armazem dedrogas de J. Soum
    andar- i & C, rua da Cruz n. 22.
    Continua-se a preparar bandejas enfeitadas TomilpiM- r\nKlin/\
    de diversos gestos, com bolinhos dos mais pro- 'eillliei lO pUDUCO.
    curados e dos mais perfeltos do nosso mercado ;', "recsa-se de um jardineiro perito em sua ar-
    assim como pudins, bolos inglezes e francezes,
    da nossa massa os mais perfeilos, e lambera'as
    bellas seringas e filhozes para o lempo do carna-
    val, e urna porco de doce de caj secco por pre-
    co commodo : procuro na rua da Penha n. 23,
    i da ultima moda.
    m
    i:
    o Vende-so bibis reccntemenlc chegados
    ^ [chapeos do senhora parapasseio) no se- =fe
    cV gundo andar do sobrado d;i esquina da *p
    V rua do Queimado por cima da loja do Sr. =*
    ;Op Preguica, entrada pelo becco do reixe ,y
    fia Frito n. 1 m
    Samuel Mauricio Spyer,relira-se pan o Rio
    de Janeiro no vapor Paran.
    Precisa-se fallar com o Sr. Pedro da Rocha
    Vieira, Pseuirmao Hanoel da Rocha Vieira : no
    paleo des. Pedro n. 22, a negocio de interseo
    1). Rusa Mara de Jess, moradora na Casa
    I'orlc.pcdc o especial favor a qualquer pessoa que
    soubcr onde existe o seu filbo Jos Lopes Fer-
    reira de Mello, que lhe participe, porque lendo
    ia poucos mezes esta lo de caixeiro em una taber-
    na nos Api pucos, della se retirou e lem andado
    porGoianna, e outros lugares sem arraujo algum
    o que parece effeilo de urna alienaeo mental, por
    isso pedo esse favor a quem sou'ber delle para
    o mandar procurar.
    Vicente Lorenso, subdito hespanhol, reti-
    ra-se para o Rio de Janeiro.
    Precisa-se de urna ama forra que rozinhe
    bem, e que saiba Iralar de um doente : na rua
    do Rangel n. 11, segundo audar.
    Trovador.
    Rua larga do Rosario n. 46.
    0 novo dono deste hotel tem-se esmerado em
    reforma-lo para nelle encontraren] todas as com-
    modidades, nao s as pessoas desta praca, mas
    especialmente aquellas que vieron), quer do cen-
    tro da provincia, -quer das provincias visinhas.
    O mesmo encarrega-se de mandar comida para
    fra, e as pessoas sero servidas do modo que
    quizerem. o segundo o que se convencionar.
    .Nos domingos e dias sanlilicados encontrar-se-
    ba, como era de coslume, mo de vacca prepa-
    rada com lodo o esmero de um hbil cozinheiro,
    das 2 horas da manhaa em diante. Os melhores
    vinhos do mercado, licores, xarope, agurdente
    de Wishcy, eic.se encontraro neste hotel.
    gal r
    Al,

    le
    a procurar o respectivo administrador.
    Villa do Cabo.
    O I) M. T. de Bithencourt Corte
    Real, tencionando fazer sua residencia!
    Constan-
    Quem livor um sitio que queira al
    anuos, sendo as estradas dos Afflicli.o,
    i Manguinho, Parnameirim, Joao de Barros, Rosa-
    I rinho e Torre, dinja-se a rua da Cadeia do Re-
    citen. 18, loja de Leite >v Ermio, que a;
    | olba a proco o aluguel, sendo o sitio grand
    agradar.
    Precisa-so alugir um Bwleqae que fac as
    compras de urna casa de familia: quem rer,
    annuncie por esta folha ou dirija-sc a rua da
    Concordia n.26, armazem do sai, para iralar,
    A mesa regedora
    da irmandade do Senhor Rom Jess D res,
    no bairro da Boa-Vista, convida seus i
    para a eleicfto da noa mesa, que lem lugai
    mingo 5 de fevereiro, s '.i horas da manhon.
    Altenco-
    Quem tiver equizeralugar um n
    polliecar por qualquer lempo, dirija-se .1 1 1
    Lirramento n. 14.
    Custodio Jos
    lar de negocio.
    Machado tai a Mace... a Ir.j-
    temenle
    tf* Ok **> tC\
    iW
    gas >
    Ao conimercio.
    Eili-te em trato de omprar a ta-
    berna da rua do Codorniz n. 12, ner-
    tencente a Francisco Jos da Silva Ma-
    cieira, quem tiver direito a oppor a es-
    ta compra comparera na mesma nestes
    3 dias, depois dos quaes se nao attende
    a'reclamae.lo alguma. Recite 30 de
    Janeiro de 1.8Q0.
    ,._ ----- ,---------- ...,>,,,,,, ., 1.1..1, icmjuiiciiiuu cizer sua res cenca
    segundo andar, que se far negocio. : <-'u<-"-'<
    - Aluga-so a metade de urna casa no bairro tcm?0,ar,a ***** provincia, oferece os
    do Recie a alguma senhora viuva ou pessoa ca- serviros da sua proisso medica a todas
    ^-Preei^'^mmafa :a pettoas que o queirara honrar com
    i recisa-se ae una ama torra, honesta, ora ,,. i: 1 1 -*".
    engommar e coser, paga-se 20j[ mensacs : na 8ua conllan<:a > a qualquer hora do da
    ___________ ouda notte o encontraro nesta villa.
    rua Nova n. 34.
    SORYETE M PAVILBIO
    |DA
    Casa de banhos do pateo do Carmo.
    Todos os dias uteis das 7 slO horas da noite.
    Ha lugar reservado para as familias.
    Ido bem ha sorvelciras de varios lamanhos para condjecio dos sorveest, que se pedi-
    rem para fora. r
    trocam-se, compram-sc e vendem-se escravos de
    ambos os sexos, de todas as idades e cores com
    habilidades e sem ellas e todo este negocio se
    la/, debaixo de toda sinceridade : na rua Direiia
    numero 66
    Desapparcreu do poder do abaixo assigna-
    do urna letra da quantia de 2:000J, sacada por
    Theodoro do l.ago, o aceita por Jos Joaquim
    Dias Fernandos Filbo, a vencer em 17 de feve-
    reiro prximo futuro, enjo Lago deu-a em pa-
    gamento ao abaixo assignado por compra de
    um sitio que lhe fez em Rebcribe : roga-so a
    quem por acaso a tenha adiado, de entrega-la ao
    mesmo abaixo assignado, na rua Imperial n. 40,
    que ser generosamente gratificado visto nada'
    ulilisar a pessoa que a achou, em razao de j
    estar prevenido o aceitante. Recife 28 de Janeiro
    de 18C0.Manoel Joaquim Ferrcira Esteres.
    Da-se sociedade ou arrenda-sc um sitio
    com olaria, que lera barro e porto muito perlo,
    mais do oito ceios arvoredos de fructo, viveiros'
    pastagem para gado, e baixa para capim : na rua
    dn Imperataiz n 47, 3. andar.
    Conipaia Mana*
    dora.
    Est .iberio o pagamento du dividendo relatii
    ao anno lindo, na razio de 20 por tent -
    o capital realisado.
    Veneravel ordem
    terceira de S. Francisco do
    Recife.
    seeretrrio da mesma abaixo assirr-
    nado avisa a todos os seus chai issimos ii -
    mos em geral que temi a actual mesa
    regedora determinado expor a vita dos
    liis, na tarde do dia 22 do corrente a
    solemne procisso de Cinxa, para que
    no referido dia compareeam paramen-
    tados de seus hbitos na igreja da mes-
    ma ordem, pela 1 hora da tarde, para
    encorporados acompanliarem sobredi la
    procissao. Secretaria 1- d" fevereiro de
    1860.-Bernardo Jos da Costa Valente,
    secretario.
    Compra-se ouro em moeda com
    pieinio : em casa de Rabe Schmetton A
    C, rua da Cadeia n. 57.
    Francisco Jos Jda Costa Cuima-
    raes, estabelecido com escriptorio de
    consignaeoes na rua do Rangel n. 47,
    primeiro andar, avisa aos Srs. com-
    merciantes de fazendas e chapeos que
    tem grande sortimento de chapeos de
    baeta e fieltro fino, e de outras difieren-
    tes qualidades das mais acreditadas fa-
    bricas do Rio de Janeiro, que ludo
    vende por precos muito commodos e a
    vontade dos compradores e com gran-
    des prazos.


    DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FF.IRA 1 DE FRVEREIRO DF, 1860.
    (5)
    LI0ES PRATICAS
    ESCRITA COMMERCIAL
    Por partidas dobladas
    E TE
    Ra Novan 15,segundo anda*.
    SI. Foiisccu deMcdcros, escriturario da
    Ihesouraria de fazcnda dosta provincia, compclen-
    temenle habilitado pela directora de instruccao
    publica para leccionar arilhmotica nesta" cidade,
    tera resolvido juntar, como complemento do seu
    curso pralico de escrituracao por partidas do-
    bradas, o ensino de contabilidade cspecialincnlc
    ni parte relativa a reducto de nioedas ao cal-
    culo de descontos e juros simples e compostos
    conhecimenlo indispensare] as pessoas que de-
    sejam empregar-se no commercio ou que j se
    'acidas. A aula ser aberta
    DELICIOSAS E INFALLIVES.
    Pastilhns vegetacs de Kcrap
    contra as lombrigas
    approvadas pela Exm." inspeccao de esludo de
    Habana e.por militas outras juncias de hy-
    giene publica dostsia'dos Unidos e mais pases
    da America.
    Garantidas como puramente vegetacs, agra-
    daveis avista,doces ao paladar sao o remedio
    infallivcl contra as lombrigas. Nao causara nau-
    scasnem sonsacos debilitantes.
    Testernunho txpon'.aneo eni abone das parli-
    acham nelle estabcle
    no dia 15 de Janeiro prximo futuro 5s 7 horas Ibas de Kcmp.
    da noite; e as pessoas que desejarcm inatricu-| Srs. I). T. Lanman e Kcmp. Port Byron
    lar-se poderao deixar 8cus Domes em casa do an- 12 de abril de 1889. Senhores. As pastilhas
    iiuncianlc al o mencionado dia. | que Vmcs. fazem, curaram meu lilho ; o pobre
    lina pessoa que deseja muJar-se e-nao tendo i rauaz padeca de lombrigas, exhalara um ehei-
    achado casa, nao tem duvida em trocar o pri-; ro ftido, Unha o estomago incbado e"continua
    moiro andar do sobrado em que mora com outra comiohio no nariz, lito magro se poz, iiue cu
    pessoa que csteja as mesmas circunstancias, tema perde-lu. Ncslas circumslancias um visi-
    aiuda mesmo que a troca soja por urna casa ler- nho meu disse rea : a tratar na ra Velha da Boa-Vista n. 77, curado sua'fllha. Logo quesoube disso, eum-
    I riinciro andar.
    Precisa-se de urna ama forra ou captiva
    para o servico de urna casa de familia, c que se
    preste a comprar c a sabir a ra em objecios do
    serv
    andar
    COMPANHIA
    prei 2 vidros de pastilhas c com ellas salvci a
    vida de meu lilho.
    Sou'Je Vmcs. seu amo agradecido.
    W. T. rioyd.
    CO : na ra larga do Rosario n. 28, segn Jo ; Preparadas no seu laboratorio n. mi Gold
    r. I Street pelos uincos proprietarios D. Lanmaa e
    Kemp, droguistas por atacado em Ne.w York.
    Achani-sc v, ma em todas as boticas das
    principacs cidades do imperio.
    DEPSITOS
    Rio de Janeiro na ra da \lfandegan. 89.
    Bahia, Germano & C, rua .lulion. 2.
    Pcrnaiuhuco.no armasen) de drogas de J. Soum
    Companhia ra da Cruz n. 22.
    ! ^"; U Dr. Cosuiu de Su l'ereira vV
    ||A8dcvolta desua viajjem instructi-tjs
    #-stiva a Europa continua no exer-Sw
    i V* : Juicio de sua proissSo medica. ft
    ^. Da' consultas em sen escnpto-^
    \|tio, no bajrro do llecife, ra da^K
    Cruz n. 5, todos os das, menos
    HL
    Establecida em Londres

    wn a ow@
    DOBR. CIMBLE
    MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
    F.tnA O TRATANENTO E P.XPTt) CURATIVO
    DAS ENFERIIIIUDES SLXCAES, DN TvAS AS AFFECQOES CLTANEAS, VIRUS E ALTEIUCOES fO SANCt K.
    Curato de forro Chnli'.c.
    PLUS pe
    Xarope mal preleiivel ao
    Copahiba e as Cube-
    bns. CUTA i:iilliciliata:iifli-
    le quatquicr purgac..o,
    rela\;n,.V) e drbilidaJe, e igualmente fluxos e
    iluores brancas das mull'er.'s. Injerta de
    ClMbto. Esta nj'ii;;Vi benigna emprega-se mes -
    mo lempo do xarape de cilrato de ferro, urna vez
    ile matib, e uiia vez de larde durante ires dias;
    illa segura a cura.
    DEPlirUTIF
    a,, SAIVG
    Ilop'irniivo de xurtu'.
    Xirope vegetal ittintfr.
    curio, o nico conbeodo
    e approtatlo para eursr
    con promplidiO e radi-
    calmente impigeDs, i'iisiu'a". birpcs, sarna, co-
    Dlixo*, acrimonia e alieiares vclosas do Mu-
    gue; vinis, e qualquir slliio venrea. iin-
    niios miiit-rHCN. Tuuio-ie dous por semana, se*
    iuindo o Ira'anicnlo depurativo. l'fimnlii tiiioc|n-ticu. De un ilf.-ito maraviihuso uas f-
    ItiOus cutneas e comixOes. ..
    u
    Tr~l-----*-*i*rnPomada que ns cuaa un 3 dias.
    O tlepotito na ra larga do (osario, botica de llartholomeo francisco de SotUM, n. 36.
    Aviso aos senhores de en-
    geuhos.
    Comprase mcl em por^ao : a tratar do caes
    do Ramos n G.
    = Conipraiu-sn as seguintes comedias- ber-
    nardo na La, o Judas em Sabbado de Aleleia,
    Qucni casa quer casa, Tor cansa de um algaris-
    mo, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
    mo das Almas e o Uiabo na escola : nesla Ij'po-
    graphi.i se dir.
    Compra-fe urna escrava prcta que seja boa
    engommadeita e cosinheira, a um moleque de
    13 ou 1 annos, sem defeilo algura : em casa de
    Manoel Ignacio de Olivcira largo do Corpo Santo,
    no Recite. .
    Compra-se
    urna cabra (bicho) que seja boa Icilcira : quem
    lirer, annuucie sua aforada para ser procurado. @
    i
    i
    Vendas.
    Machinas de costara
    /?-* de S. M.Snger &C. r t"^ New-York, o tnais aper-
    2^\ frj^oado systema, (,-.
    '..' if.;--. do pospento igual i i
    ~**? dous lados da coslora,
    garante-M a sofui
    das n achinas e msi
    se enstnat naa eu
    familia, bem ron
    moatram a qualquer he-
    ,a do dia ou dt
    nesta agencia :
    "gentes em Pernambuco Raymnndo Carloe ; -
    A Irmo, aterro da Doa-Visla d. 10.
    .::.'. ;; ::;.:;;::.
    9


    Desemlarcadas ltimamente rii
    ;-; l' rto, prnprias para | ult.-. i .
    arem inteirameitte perfeilas; rendem
    i ^ u ii ii ./.m Progn sso ua lar; !' i
    \ m, n.t-, lanl em ; i rco com i a i lalho ; f$
    j5 prego i ommodo.
    x.^ ...... .......... ... c* ....
    .:. .;;....... ,.-..
    :Bjt>]
    EM
    ti
    CAPITAL
    Ciueo bvU\\ocs
    li eslerUnas.
    SattPrters Brothers & C." tem altmira de ln-
    saunaers urmners <\ < n-m anuuia ""'""laffl------ *----- -----" iflis
    formar aes Srs. negociantes, propetarios de ^no* domingos, desde as 6 horasSg
    casas, eaguemmaiscoEvier.qi^ manhaa, sobre 08^
    mente autortsados pela dita companhia para I J^ ^t
    effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe- SS seguintes pontos : ^f"-
    dra, cobertos de tclha o igualmente sobre os |5ra ,
    objeclos que contiverem os mesmos edificios, | r.t .
    quer consista em mobilia ou emfazendas de ^
    qualqtii'r qualidade. O,
    Iraspassa-se o arrendamento de um engo- | y?5-
    nho distante desla praca du;>s legoas, vende-se f\ >
    nina parle no mesmo engciiho, machina nova ^
    vapor, dislilaco nova ebem montada, 22 bois 3g l'
    de correia, seis quarlos, algumas obras, saflfra > '
    r
    .Molestias de olhos
    . .Molestias de cjiaef.o e ae^
    peito ; |!
    , Molestias dosorgaos da gera-f
    cao, e do antis ; "fe
    . Pratie.ua' toda e qualquergt
    de correia, seis quarlos, algumas obras, salir.-. ^ operacSo queiulgarconvenien- *C
    plantada, ele. etc. ; trata-se na ra do Crespn. S>* i { o. ;v>
    13 i0ja : j$ te para o restauclecimeuto dos>T:
    Publicaco Iliteraria. m cusdontes. m
    Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa- i ^ O exatr.e das pessoas que o con- ti
    1 vol. em 4o de 500pag.: vende-sena mao lo ^.i. sullarern Sera' feto indistincta- WS
    &}mente, e ra ordem de sitasen- |S|
    autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 encad -5
    '4 a I
    ?^ mcopaihico
    *f-f 2S=RUA lUSr.R7.ES=28
    IftXsSXSJBSWS "*: O l)r. Casanova pode ser procurado g* a. .. .-.(.nclU-sriue nor^
    lualquer hora em seu consultorio ho- St 58 onios, ou aquenesque por j>
    i GM tiiotivoiustoobliverein hora mar- %*
    "cada para.este um.
    oumesmo consultorio acba-se sem- STI Sa .. .. o
    pre grande sortimento de tnedicamen- l 'M A applicacao de algUDS medica |fo
    los em tinturas c glbulos, os mais no- g | ^mentos indispensaveis em varios fc
    vos e bem preparados, os elementos de acasos, como o do sulfato dentro- *
    houieopalhia e Nystem Cicctonario dos
    termos de medicina.
    Rua Nova, em Bruxellas (Blgica),
    SOB k DIRECTO DE E- H1VASB
    rao neste estabelecimento, obra
    rior pelos precos abaixo :
    Houiein.
    Borzegains aristocrticos. .
    Ditos (Itistte e bezeero). .
    Bor/.eguins arranca tocos. .
    Ditos econmicos.......
    Sapa toes de bater (lustre). .
    Senhora.
    Borzeguins primeiraciaste (sal-
    Este ltolel collocaJo no centro Je tima das capitacs imr.orlantes da Europa, toma-sede grande to de quebrar) ......
    valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortsvel. Sua posigao c ^ Ditos todos de merino contra
    urna das uielliores da cidade, por se adiar nao s prximo s eslajes de csrn irnos de ferro, da! calos (salto den "oso^.
    Grande sortimento.
    45Kna Knr45| Ciieguem a PeAtacha
    Os estragadores de calcado encontra- Na loja do Pregllica lia na
    supe-
    Queiniado n. 2. tem para
    vemier :
    Chaly e merino de cores, ptimo nao ;
    Q ; roupocs eveslidos de montara de Sia. como
    8t000 vcs,"ar,os de meninos a 'tiQ e 400 ii o i
    j>(.(((o do Challes de merino estampados moite fines
    fis'000 ,'L'n""u!o Pri''I (!e 2:>00 cada um n
    -'..... modernas, bastante largas, de variados pa
    a 2G0 e 280 ris o enva lo grvalas a
    ! mais moderno posiivcl a 13 c 1200 radat
    Otilras militas fazendas, mi pt
    dinariamente baratos, stisraio a .
    do compn
    !00
    .....--.-. i : -. Jv .>.-:
    \ end" m-se loall ho do Poil
    '; 7? ;i du7a,guardannpi
    g zia, diloe ninij pcquc!is a 2$: na luja .
    g Nabuco ('.., na rua Nova n, -.
    .......I...>
    ...
    por dia.
    Durante o asp:.co de oito a dez mezes, alii residiram os Exms. Srs. eonselheiro Silva Fer-
    ro, e seu filho o Ur. Pedro Augusto da Suva Ferryo, ( de Portugal ) e os !)rs. Feltppe Lopes
    Nello, Manoel de Figueita Faria, edesembargador Puntes Visgueiro ( do Brasil, ] e muilas ou-
    iras pessoas tamo de um, como de oulio paiz.
    Osprtcosde Iodo o servico, por dia, regulam le 10 a 12 francos (4i5000 4J50O.)
    No ltolel eiiC'Jiuram-se infurmacois exactas acetca de ludo (ue po le precisar um cstrangeiro
    o, como sala, comes, marroqums, con-
    ro de lustre, lio, filas, sedas el
    Ps.
    Pcchincha sem igual!!
    Ven K m-se ha i um ; :
    pi lo diminuto preco d< !. 10 i u i.....
    do Mallos, : ua da VJoeda n. 13,
    AR&UK DO FOKtiE
    T.
    y Este \arope est ap|mvdo |-!(- mais rntinrnlcs melic('S de Pa
    como semio o mrllior para curar tou*tipic-w**. los*e convulsa e ouir>i?.
    allcc.oes ilos liruncinos, tuques de pello, rriiioes nervosas e insunniulei.ci ^ nina colbera.la
    pela manh, c outra noite sao sulticiintes. O ill-ito desu excelente \:u,l s t::./. 30 ciistno
    tempo o iloente e o medio.
    O dsposito na rua larga do Rosario, botica de tarlluilumeo Francisco le Souza, n. 0.
    i
    'i Si-, carapina Jorge da Costa Monleiro ba-
    ja de dirigir-se a olaria da rua do Mendego, so-
    bre as obras (ue vez de empreilada, com a con-
    - de aprega-las na obra ta casa do sitio da
    estrada do Arraial, como consta de documcni ,
    .'i lendo mandado pregar algumas pecas por um
    DENTISTA FRAflCEZ. I
    \t Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <*
    " rangeiras 13. Na mesma casa tem agua e *
    ?t p dentifico. ^
    Vaccina publica.
    Transmissao do Huido de braco a braco, as
    quintas e domingo?, no torreo da ali'andega, e
    tbb los at as 11 horas da manhaa, na re--
    y.' gHcaam, i;umu u uu biiiunuucaiiu-yf:
    g i .jj l,ni:i etc.) sera' 'eito.ou concedido ;:
    w ^gratuitamente. A confianca que,V
    Na livraria n. G e 8 ta praca la
    Independencia preeisa-se fallar ao Sr.
    Andre Abreu Porto ou Andre Alves
    Porto.
    NICA, VERDADSIRA E
    G1TIMA.
    Tasa casa estrangeira pre :isa aluj
    criado : a tratar na rua da Ciz n. 10.
    j
    ......
    ar r.r.i
    FOUIISAS PARi 1860.
    Estao venda jia livraria da praca da Inde-
    LE- | pendencia ns. C c S as folhinhas para 1860, im-
    pressas nesta typographia, das seguintes quali-
    S I ttelies deposita, a presteza de sua "}':
    >i]aciao, e a necessidade nrOninta V>
    <;. de seu empreo; e tudo quanlo o _.*-
    demove otn lieneicio Je
    juenove om
    vS doen tes.
    Itoga-se aos Srs. devedores a fuma social
    de Leite .S Correia em quilacao, o obsequio
    de mandar saldar seus dbitos, na loja da rua do
    Queimado n. 10.
    agencia dos fabricantes america-
    nos Gruuver & Baker.
    Machinas de coser : era casa de Samuel P.
    Jobuslon & C, rua da Senzala Nova n. 52.
    Precisa-se fallar ao corresponden-
    icia do eoiiimissario vaccinador, rua eslrclla te dos Srs. tenente-coronel Elemeterio
    da des
    SP
    SALSA PAItlUU
    0LI1INHA RELIGIOSA, conlendo, nlrn do
    kalcndario e regiilaineuto dos direitos pa-
    rocliiaes, a coniinuace .-, bibliotheca do
    Cilsto Brasilciro. qtle se i m]ioe: do lou-
    vor ao santo uome de Ueos, torva dos ac-
    losde amor, liymnos ao Espirito Sanio e
    a N. .., i< miiaeao do de Santo Amhrozio,
    jacu^alurii1.^ o cornoieiooi :i J>.o bo SS. ia-
    eramento c N. S. do Carino, excrcieio da
    Via-Sacra,directorio par,; oraco mental,
    dividido pelos dias da semana, obsequios
    ao SS. coraco du Jess, saudaces devo-
    tas s chagas de Chrislo, oraces a N. Se-
    nhora, ao patrocinio de S. Jos c nnjo da
    guarda, responco pelas almas, alOni de
    outras oraces. Puco 120rs.
    do Rosario n. 28, segundo andar.
    t -> \> <> viy i> ' t-- -H-

    So o *"* ^>. f>
    DEKTES
    i:-'i-. t ____
    ;;
    9
    V
    |l\uaestreita (lo Rosario n.31
    Prancisco Pinto Ozotio colloca denles ar- J
    9 pelos dous systcmas VOLCANITE e>
    c; chapas de ouro ou platina, pocndo ser gg
    @ procurado na sobredia rua a qualqucr ';
    & I ora.
    _
    i^aelano Faraco, Pasale Gusto, G
    Janeco, subditos italianos, rcliram-se pa
    cei.
    Mr. Gustavo Dubois vai ao CearS.
    Prccisa-se de urna ama que saiba cozinhar
    o faicr todo oservieo de casa ; na rua do CahJei-
    reiro, taberna n. O).
    Na ofQcina e galera da rua Nova n. 18, pri-
    meiro andar, 'cnulinua-.se a tirar retratos pelo
    ma norte-americano. Mais de 5000 retra-
    tos tirados em quatro annos pelo artista que
    dirige es-e cslabelecinienlo, (irovain a bondade
    dos procesaos empregados [nicos, que garan-
    lem um retrato innalleravel) c a aceilaco :jue
    BEM ALTO tem merecido. No mesmo
    ' stabelecimenlo se encontra o mais variado,
    abundante e bello sortimento, que existe nesla
    cidade.de quadros, molduras douradas, passe-
    par-louls e caixinhasde todos os lamanbose fei-
    ; instantemente recebe-sede Franca e dos
    lidos ludo o que uiz respeilo a photo-
    graphin, e serapre desprezando-ae ridiculas eco-
    nomias, mandam-sc vir objeclos mais modernos,
    e de molhor qualidade : altestam-no as amostras
    patentes ao publico, assm romo aquelles que
    tem honrado csse estabelecimento. Tiram-se
    retratos lodos os dias, c os precos principian]
    lu 4f000 ris.
    Ferreira Villela. protographo.
    Por um corle de cabello e
    frisa-meato S00 rs.
    Una da Imperatriz n. 7.
    l.ccom'.c acaba de receber do Rio de Janeiro
    o primeiro contra-mostr da casa A-ugustoClau-
    dio, o um outro viudo de Pars. Este estabele-
    cimento est boje as melhores candicocs que
    possivel para salisfazer as cncommendas dos
    Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
    vier de Andrade : na linaria n. G e 8
    da praca da independencia.
    Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
    mdicos, os maisiminenles como n mi dio infal-
    livel para curar escropbulas, cancros, rfaeumatis-
    mo, enormidades do ligado, dyspepsia, debili-
    dade geral, febre biliosa e in te rmit tente, enfer-
    midades resultantes do empreo de mercurio,
    ulceras e erupcoes que resultam da impureza do
    ssnguo
    CAUTELA.
    D. T. I.anman Kemp, droguistas por atacado
    New York, arham-se obligados a prevenir o res-
    ITA DE VAMEDADES, conlendo o kalenda-
    rio, regulamento dos direitosparochiai s, e
    urna culleccao de ancdotas, ditos chisto- i
    sos, contos, fbulas, pcnsamcnlos moraes,
    receilas diversas, quer acerca de cozinha,
    quer de cultura, e preservativo de arvores .
    e fruclos. Preco d20 rs.
    Vendem-sc ps de forniar e tirar pao e bolacha,
    muio boas c- por preco commodo: na rua da
    Florentina n. 3, padaria de Bairo ic Fcrnai di -
    Aiteucao ao boni.
    Erna elegante escravamuramba, rccolliida, '
    idade 11 annos, insigue engomraadeira. cozi
    lacdoccira, 1 bonito moleque de 13 annos, p
    mais 5 esclavos para lujo o scrviro : na rua das
    Aguas Verdes ti. -iti.
    Vende-so um carro crio rodas e assen-
    i is, em muilobom estado, rom duas parelhas le
    bons cavallos, boa condiirco ara algnni s< nhor
    de engenho, por ser o euro bastan u forte, v
    vi ude-se muito em conla, na rua do Amorim n.
    58, segundo andar-
    Em caa (i,.- Rothe & Bidoulae, na da Cruz
    n. i", vende-se o.seguinte :
    \ inho do Porto em barris e caixas de 1 duzia.
    1>;to xerez em barris.
    Cliampanha marca cometa.
    Agurdenle de Franca em barris e caixas.
    1 ."tito romano c branco.
    Charutos de Havana.
    ii:.:...3 em talas.
    Prcgos orlidos
    Marro qnins.
    Meias de algodo sorlidas.
    Brinzdcs da Russia.
    Chumbo em folha e barras.
    Para aeakr.
    Vendem-se na loja da rua do Cuspo n. 15, -
    seguintes pechinchas, para acabar:
    i: [iiissimos vestidos do phanlasia proprius
    pata bailes e fcslas a 20-5.
    Manteletes prelos para menina, ultimo
    de Pars por 8$.
    Roupoes de chitas raneczas, ultimo gosio '.:
    hiie es riquissimos para vestidos do senhora
    a loaooo.
    :: tz-
    -2.S5:

    (SF?SP I


    - "' ~ ~ r- -


    V
    '
    O
    71
    Collas c manguitos prelcs de tilo bordados, o '- _,
    lelhi r que tem rindo nesse genero a D..,:' 0. ": ~ ~ -,rA>
    Os abaixo assignados, honrados pela*incuni-
    bencia que receUeram de SS. MM. II., previnem
    respeilavel publico, que se acham actualmente
    no caso de poderom urnecer o retrato fiel dos
    Augustos
    ITA DE PORTA.a qtial, alm das materias do '
    costme, conten 0 resumo dos direitos'
    pcitavcl publico para desconfiar de algumas te- POchiaes. Pceo 1G0 rs.
    nes imitacocs da Salsa Parrilha de Bristol que i ColloSO (le N. S. (lo BOHJ Coil-
    hoje se vende ueste imperio, declarando a lodos ,, i ir t
    que sao ellos os nicos proprietarios da reeea I SelilO, I'Uil (10 IlOSOIClO II. U.
    do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anno de o director pretende abrir no dia 3 de feverciro
    looo.
    Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
    direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
    porque o segredo da sua preparacao acha-se so-
    mente em poder dos referidos La'nman i Kcmp.
    Para evitar engaos com desapreciaveis co-
    binacOes de drogas perniciosas, as pessoas
    que
    Enfeitcs de llores riquissimos a 7?.
    1 is miras de con s a 5J, a Irairavcl pecliini lia.
    Cigarros bota-fogo a 1 i() rs o masso.
    IHquissimos vestidos broncos de canil i -
    dados a 35J>.
    hn os folgasftes do Car-
    naval
    G
    DE
    felino
    '.' ai n. ii, junto
    -
    eila
    uisepp v"K"sios Monarchas Brastleiro3, o que at boje I ""nasoe
    ara Ma- cra 'ao diicil de alcancar-se, visto que*as copias "*ni comprar overdadeiro devem bem ob- l smenlo, prphelas para passeio e~para i-asa, ca-|
    lilhographadas eram quasi todas sem scmelhan- sorvar os seguintes signaos sem os quaes qual- i saveques, basquines, roupoes dos modernos.rou- Para
    quer ouliapreparae.it. e luisa | pnnas para iuimiiis batitisarem-se e Io O envoltorio de fura est gravado de u
    ca alsuma
    Os Pernambucanos que tanto amor e dedicacSo
    manifestaram aos seos Augustos Soberanos em
    sua rcenle visita a esta provincia aoude Elles
    deisaram recordaQea eternas, nao deixar&o de
    approveilar esle ensejo para possuirem urna
    lembraoca de seus augustos hospedes.
    Alcni da simples photographia em fumo, pos-
    suimos retratos em aquarella e a oleo sobre lela,
    quer para ornar salas, quer para reparlicoes pu-
    blicas. O ftm de que as incumbencias possara
    ser salisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
    que desejarcm possuir algum dos retratos acuna
    o obsequio de nos prevenirem com antecedencia.
    Iiisliluto photographico
    DE
    Slahi & Gouipanliia
    Pltotographos de S.M. o Imperador.
    Una da Impertriz (outr'ora aterro d
    Boa-Vista) n. 12.
    O proessor de latim da freguezia
    prximo futuro os cursos de agricultura e de GailKl & SVa, 110 ailtgO iQV- ,3. ,, .,.,..{ >,, r',' '.'-'.
    commercio, creados pela reforma dos seus esta-1 1 1 i 1 '.,''.<' "/''' I
    tutos. As pessoas que quizerem habilitar-se pa-1 l'O ta lloaVISla ilOJO 1*11 lf
    ra as respectivas aulas, poden vir ao instituto i i i /< 'S#
    dar seus nomos matricula. IIIIJK i I II \l. II. t!U. ^ rn.azetn en*flnii
    Vendara lindissimos chamalotes de olgodao "
    imilacodesed, de todas as cores nroprios ,-.- **' ";'1" "' "
    ra vestidos de senhoras para vestuarios para panno lino pelo e de tures, p<

    - Fazem-se vestidos de senhora para passeio '
    c para baile, ditos de muilo bom gosto para ca- a
    _m ;
    lado sob urna chapa de ac, irazendo ao p aaj
    seguintes palavras :
    D. T. LANMAN & KEMP
    SCLE AGENTS
    A'. G(J Water Street.
    2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
    papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
    prietarios.
    3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
    inventor C. C. Bristol em papel cor de rosa.
    . 4o Que as atrecoes juntas a cada garrafa tem
    tima phenix semelhanle a que vai cima do pr-
    senle amiuncio.
    DEPSITOS.
    Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
    Rabia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
    Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
    ~i Companhia rua da Cruz n. 22.
    Traspasse-se o arrernlamento de um En-
    . pa
    B sobrecasacas Jo merino, alp.ua e boiiiba
    pcrleito estado, que serve para qu.itquei
    A i--^w X < *'ende-se una negra rao;a que faz todo o
    /\ lii*-Tl' O servico de casa de familia ; lamhcm se troca por
    ^ nvvviiYUVi g umjirelo : a Halar na fabrica de sabo por Iraz
    Curso pralico e Ihcorico de lingtia fran- @ da igreja de Santa Rita.
    a los de fusioes e brins, fardamrntos para
    sg a guarda nacional, libres para criadi -. ';c
    . genho muilo petlo da praca, vende-se urna Dar-
    de S. Jos desta cidade, abaixo assigna-' [e (lo
    do, declara ao publico tpie a raatricu-j Uma
    la de sua aula se acha aberta, e que os bois de c; quarlos, e outros objeclos:
    mesmo Engenho, uma maquina a vapor,
    ceza por uma senhora franceza, para de/. v:C Vcnde-se o armaijao e mais port- n i -
    3 inueas, segunda e quiuta-feira de cada so- .J deposito da rua da Sania Cruzn. 7t : a tratar
    mana, dasfO horas at meio dia : quera @ rua alrazda Matriz, padaria n.
    i qni/.er aprovciiar 'pojo dirigir-se a rua da & j JsSf^^SSsI'rtMi^ ^^5 ^
    Cruz. n. 'J, segundo andar. Pagamentos -g ,fe5^si'-'t^i'*""^B~'!
    roulas e camisas frnnceza, chapeos
    :'-". grvalas, gr
    JK para meninos de (i a ] ;
    dando ao comprador
    fcitas se api oinplar&o i

    05
    ^g comprad
    ?M nado.
    daudu-se no
    das :
    a posto
    li
    adianlados.
    trabalhos lectivos da mesma prinopia-
    raonodiaode evereiro prximo fu-
    turo. 0-: interessados dirijam-se a casa
    de sua residencia, n. 03, sita no pateo
    do Terco.
    Manoel Francisco Coellio
    Nesla typographia pre-
    c Q t i ;; 8 8 9 9 9 9 9:-: 9 X 9 9 9 S
    0 abaixo assignado, com loja de tarlaru-
    gueiro na rua das Trincheiras n. 8, avisa pes-
    soas que lem concnrloi de obras de tai taruga no
    seu eslabeleciineulo desde o anuo de 1S5G a 18'J,
    leiihaui a bondade de vir busca-las no piazo de
    uma destilacao nova montada de'"um" tudoT22115 Uj?!' a C0Mlar desU data-, do conlta sero
    h*.ju~2 .......i- ...!,:;.'. vendidas para seu pagamento.
    Jos Joaiimm da tunha Guimares.
    Oiiem qni/.er alugar a espacosa loja do Pas-
    seio. confronte ao anligo caes do Collegio, e que
    faz fundo, ou correspondente da rua do Im-
    perador n. 17, dirija-se esta mesma loja, onde
    achara pessoa para isso aulorisada.
    Roga-se aos Srs. devedores do estaLelc-
    cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
    sequio de saldarem seus dbitos na rua do Col-
    legio venia n. 25 ou na rua do Queimado loja
    n. 10.
    Vende-se na loja deNabuco & C.
    na rua Nova n. 2, cxcellente tinta
    preta ara matear roupa.
    tracta-se na rua do Queimado n. 10.
    Collegio de BemCca.
    Director c nico proprictario
    Eslcvao Xavier da Gunha.
    Este collegio, legalmenle autorisado, c eslabe-
    i Gneros superiores ek-
    P8Sa
    Estados Unidos sem deixar uma s pelcula na
    eabeca dos clientes para salisfazer os pretenden- |
    tes, OSObjeetns em cabello sero feitos em sua
    presenca, se. o desejarcm, e aidtar-se-ha sempre.
    uma pessoa disponivel para corlar os cabellos, e j
    penlcar as senhoras em casa particular.
    Candida Balbina da Paixao llocha, professo-
    ra particular de priineiras letras, residente na
    ma do Kangcl, sobrado n. 'J, fa/. publico que
    abre sua aula no dia 3 do prximo mez de eve-
    reiro, onde contina a ensinar priineiras lettas,
    coser, bordar, o tudo quanlo fa parlo da ins-
    truccao primaria do uma senhora : recebe tam-
    bera pensionistas e meias pensionistas, por pre-
    cos commodos.
    Acha-sc justo e tratado por compra de um
    Collegio Bom Con-]
    selho.
    A matricula para o novo curso de
    geometra gcogrsphia e rhetorica
    esl a berta at o dia 15 de eve-
    reiro.
    Caetano Pinto de Veras, juu de pa/. do 1"
    districto da freguaza do S. S. de Santo Antonio
    desta cidade, faz sciente a quera interessar, que
    terreno uma mei'agua na rita do Socego, lugar tem transferido de azer as audiencias do mesmo
    do Campo Vorde, freKuezia da Roa-Vi&lr, per-
    tencenle a Vicente Pancio : se alguem se julgar
    com direilo a elle, queira declarar por esta folha
    no prazo de tres dias.
    jjuizo ao meia dia, como havia aununciado por
    este Diario n 11 a 16, para as i \\2 horas di
    tarde dos dias tercas c scxlas-feiras, na casa pu-
    blica das audiencias.
    do o disvello para que seus alumnos recebara a
    instruccao e a sucaco convenientes.
    Precisa-se de uma ama forra ou captiva
    para o servico de uma casa de pouca familia :
    na roa da Cruz n. 45, segundo andir.
    0 advogado Souza Res mudou o seu cs-
    criptorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
    quina n. 52.
    Quera tiver um moleque para alugar men-
    salmcnlc, dirija-se a rua da Cruzn 45, segundo
    andar.
    Precisa-se alugar tima escrava que cozinlie,
    compre e faca lodo o servico (menos cngouunar)
    de uma casa de pequeo fa'milia: na rua da Ca-
    deia n. 15, segundo andar.
    Ruada Imperatriz,onti re da Boa-\ -
    ti, laberna da esiuina n. \>, deioule dos
    queimado.
    SuperiorvinhoTclhodo Port, ca
    Dito dito Lisboa e Figueira, i u ni
    Hilo dito de l.e'.ie, dem
    Dito Duque engarrafado, o i
    mercado, do autor Anin
    Meneres, garrafa
    ; Dito dito Madetra, dem
    tt agente do verdadeiro xarope do Rosque lem Dito superior, Porto, idem
    estabclecido o s^;u deposito na rua da Cadeia \'e- u.lo dito dito, dem
    Iba n. 61, na botica earmazcm de drogas de Vi- Hilo musca te! Setubal, idem
    cenlo Jos de Brtto & Pilbo : desnecessario cfa- Pilo dito fame/, dem
    /ar elogios bondade dcslc xarope, nao s pelo Cbaiepanba, marca muilo a, redftada
    reconhecido crdito de seu autor como pela acei- Licores francezes muito linos
    tai o que geralmente lem lido. Um cem ntt- Vinagre branco de superior qualidade,
    mero de curas se lem conseguido com applica- garrafa
    cao do xarope de Bosque, o qual c verdadeiro an Frascas de genebra ln llanda rerdadeira
    . ;
    Ir; i
    li
    I
    1-it.i
    Precisa-se de uma ama que co/.inhe bem, para I ''doto para todas as molestias dos org5os pulmo. Ditos de dita mais pequeos
    asa de homcm solleiro : na rua da Imperatriz i nares. Para conheciment do publico declara- Ditos de conserva grandes
    oja n. 82. I se que o verdadeiro contm no envoltorio a pro- Sal refina.lo igual ao de potes
    o abaixo assignado. residente no terceiro | ?"" assignalura dos proprietarios, e no falsifica- Chocolate francs muito rao, libra
    apliada.
    deiicjto.
    andar do sobrado o. 58 da roa Nova, scienlica do esta Hthograpliada.
    ao respeilavel publico o aos senhores pas de seus
    alumnos, que pretende dar principio a o excrci-
    eio de sua aula no dia 3 de feverciro dd correte,
    econtina aqmillir alumnos internos e externos
    para serum lecciomdos em priineiras letras, la-
    Velas de pfpermaerle, superior qualidade
    Cli hysson muilo superior
    Oito uchim, o mais superior de mercado
    Uaaloiga iogleza, ilor
    Hila dita de G10 a
    Vende-ac farelo de Lisboa em saceos de 96 li- Hila franceza muilo superior
    lim e trance/. Recite 26 de Janeiro de 1800.
    Joti Mara Machado de Figueiredo.
    i bras. pelo batato preco de 6jj o SBCCO,
    5500
    Compras.
    milito a Latas de ssrdinhas de Nantn
    o sacen, arroz de casca em saceos, dito do Ditas ditas muito superiores
    Maranlio, caf do Rio, feijo mulalinlio, go'rama Ditas de. biseoilinhos finos
    do Aracaty a 2S50 a arroba, cournhos de ca- Bolacha americana, Lina
    loa, esleirs de palb.i de carnauba, vassouras j Dita inglesa
    idem, batatas a Z$300 a arroba, muito novas, Vinho engarrafado Ualvazia supotior
    .'. i
    320
    l?2S0
    POO
    640
    ;ti
    Ifon
    Couipra-se papel de Diario para ombrulho a i figos muito fresaes a 13601, passa a 640 u libra, Pares de carrafas brancas o par a 2,3J o -i
    Avisa-se ao br. Dtiuz (aUatate francez] de 1120 rs. a libra : na rua larga do Rosario n. :7, i doce do guiaba, velas de carnauba, ditas de es- Barris de cognac ingles, em .-aadas.
    f?!n.p"e_"r.:"? .s-r:. J'0- no-rle._do gazome-jdeposilndc assucar. permacete ; todos estes gneros vendem-sc por ga franceza c ingleza. em barris a mcios ditos,
    menos preco que em oulra qualqucr parle : no c outros muitos gneros que se vendem por me-
    tro a concluir o negocio que
    nao se saber sua morada.
    i ignora, visto I Compra-so abolir e cidra para doce : na
    ' rua da Senzala Nova n 30.
    armazcm da rua do It.-ng"l n. 62.
    ; nos que em outra qualq icr parte.


    (6)
    DIARIO DE PERNAMBUCO QARTA FEIRA 1 DE FEVEREIRO DE 1860.
    Vestidos de seda.
    Venlcm-se corles de Testidos de soda com 3 e
    3 babados, armados, de20# a 40-5 cada um, sen-
    do que seu valor razoavel ser de 80$ : na luja
    de 4 portas da ra do Oueimado n. 10.
    Aviso aos uinanles
    Vcnde-se naMoja do Nabucu &
    raa Nova n. 2, o seguiulc :
    Fumo caporal, o maro
    Dito da Virginia, o maco
    Papel para cigarros o livrinho
    Cigarros Bola Fogo, o maco
    (".igarrriras do palha.
    Ditas de marroquim.
    Charuteiras de marroquim.
    Roteas para guardar fumo.
    Piucas para segurar cigarros.
    ltocacs para charutos.
    Cachimbos finos.
    Ti
    elogios.

    De novo chegaram os afamados relogios
    glezes de ouro, de patente, e cstao venda
    armazem de Rostro Rooker & C, praea doCo
    Sannto n. 48.
    Na ra latea do Rosario n. 58,
    segundo andar, existem pava se \ender
    dous escravos pecas de 18 a 20 annos,
    propnos para pagem ou boleeiro.
    S^-Defronte da raolriz da Boa Vista,n.86, ron-1
    dem-se e alugam-se bichas de llamburgo, por'
    menos do que era quabjuer outra parle, amola-
    se qualqucr fermmenta, tira-se e churaba-se
    denles, sangra-so e faz-se ludo quanto perlence
    e arte de uarbeiro.
    Para acabar vende-
    barato na loja de Nab
    co & C na ra Nova n.
    o scguinlc:
    Borzeguins do duraque gaspeado
    lusUe para senhora a
    Dilos dilo dilo para Iiomem a
    Sapates de lustre para homem a
    Sapales de lustre para menino a
    Dilos de bozerro para meninos a
    Botinas de bezerro para menino a
    Dilos de duraque gaspeado do lustre
    para menina a
    Sapatosrazosdc lustre com salto para
    homem a
    Ditos dilos sem sallo a
    de
    ni
    4 5
    7 <
    . 3$
    $1
    ^=* Vendem-se 20 escravos de ambos osse-
    sos sendo 3 muatinhos proprios para pagons, 2
    moloques de 12 annos, 5 escravos proprios para
    tolo o serrico e 10 escravas com habilidades e
    sem ellas, todos .jo venJem por procos commo-
    dos, a prazo o a dinheiro e tambem'iroca-sc : na
    ra Direita n. (iO
    Ciros para vi
    - a
    Vcndem-se camisas francpzas de di- Qj
    versas qualidades, eeroulaa de linho, di-
    3 de algodao, camisas de meias etc., Q*
    g ludo por proco commolo: na loja'de Na- j^
    ' > buco A C. na'rua Nova n. 2.

    r -.
    (iraca,
    Oleados pialados
    a 2$000 o covado.
    Lindos padrees e boa qualidade : na prara da
    . endeuda n. 24 a 30, chapelaria de Joaquim
    ira Mata.
    A prazo ou a di-
    nheiro.
    Vende-se a rocheira da ra da Cadeia de San-
    to Amonio n. 7. icndo 5 carros e 1 rico coupe
    sem uso algum : quem pretender, dirija-so
    mesma, que achara com quem tratar
    Vendem-sc logues de ferro econmicos, de
    patente, para casas de familia, eonlendo i forna-
    lhis. e torno para cozinlia com lenha ou carv&o,
    ptima inrenro pela economa de gastar um
    le lenba ou carvo dos antigos, e de cozi-
    nhar com mais presteza, lem a difierenca de se-
    n m amoriveis, o cunarem pequeo espaco da
    nasa, p de fcil conducco: vendem-se porprc-
    cos muito mdicos, na fundico de Francisco .v
    Cardoso desquita) ra do Bru, c as tojas de
    ferragens de C-irdoso, junio a Conceicao da pon-
    te do Recife, e roa do yueimado n. 30.
    Na loja t!o scrtanejo, ra
    lo Queimado n. 43 A.
    beram em direilura de Franca, deencom-
    menda, os melhores chapeos de castor rapadossi
    brancos e pretos, o as firmas as mais mo-
    dernas que lem undn ao merend, e por me-;
    i io em entra qualquer parle, assim como j
    m lera am gi inde sorlitaento de enfeile,
    de vidrilho preti s c de cores pido diminuto pre- i
    ro de 4$ cada um, assim como tem chapeos le
    pai i a 1(200 cada um em pereito esla-
    berturas branras muito Unas a 320, ditas de I
    e
    a
    d
    A6$acaixa; na ra larga
    do Rosario armazem de louca.
    Vid ros para caixilhos.
    Na ra Sarga do Rosario loja n. 28
    armazem de louca, tnandam-se botar vi-
    dros em casas particulares por preco
    muito commodo, assim como vendem-
    se vidios aretaiho do tamanho mais pe-
    queo at mais de G palmos.
    3 ^-SB flB
    Vendem-se luvas de camorra
    brancas, amarellas o pre tas para mi-
    li; litares: na loja de Sabuco & C. na
    * ra Nova n. 2.
    Ra da Senzala Novan. 42
    Vcnde-se em casa de S. P. Joiihston & C. va-
    quetas de lustre para carros, sellins e silbos in-
    glezes, candeeiros e casticaes bror.zeados, lo-
    nas inglesas, fio de vela, chicote para carros, e
    montara, arreios para carro de um e dous cval-
    os, o relogios d'ouro patente ini'.ezes.
    ,_....
    MOSELLE SIOSSBXl
    DE
    um MMIM & (C.
    -
    I em garrafas c nicias gar- |
    rafas.
    o
    C. J.Astlcy&C.
    Sil,
    E
    Seguro conlralfogo
    COMPAMIl
    m
    10 do linho a lg urna, rambraia prelafina'.a i' I l I IJ 1 ^T IJ I il I M
    0 covado. e a vara a 560.C a 640, gangas; : i I f~\ "Ir f\ i 8 9'
    le cor a 5 O, brim branco de linho a 1200 a.va- | JJ vJJ JJ J JJ ^ J J IJJ 1
    ro, colletes de velludo do furta-corespretos a
    PtOS abe a 9$, calcas de case-
    mira de edr a 7, 8 e l!g, ditos pretos a 7, 9 e
    ' a 5, 5 e 5$, sr.i-i.--~ pa-
    ra viagem de diversos lamanhes, eiascruas, por
    .ande porcao, a 1;."0. ditas a 1$G00 e 2$ a
    diiz i, linas a 3 ia en fe i la li j para
    h iras por qualquer pre-
    go, e tudo o mais aqui se encontrar o preco,
    e nio se deiza de vemuder
    Acal)a de che gar do Ro de Ja
    iciro algims exemplaresdo
    primeiro e segundo volume
    da Corographia.
    Histrica cbonologtca, gen-a lgica,
    liarin e poltica do imperio do Bra-
    sil, pelo Dr. Mello Moraes: vende-se a
    'i:,' o Fulume, podendo-se vender o se-
    gundo em separado : a livraria n. C e
    praca da independencia.
    g
    i
    LONDRES
    AGENTES
    ! J. Astley & Companhia.
    Meias de seda de peso
    para senhora, brancas c pretas, e para meninas,
    brancas o riscadas : vende-se na loja de Leite
    & Irmo na roa d Cadeia do Recife n. 4B.
    Yende-se
    Queimado n.40.
    Grande e variado sortimento
    DE
    Fazendas francezas erou-
    pasfeitas receidas ein di-
    reilura pelo ultimonavio.
    Do-sc as amostras com penhor.
    Ricos cortes de vestido do seda de cores
    de 2 saias............................
    Ditos de ditos de seda pretos bordados a
    feudo...............................
    Ditos de dilos do seda de gaza phantasia
    Ricasromeiras denlo e de seda bordadas
    Taimas de grosdenaples bordadas......
    Chales de touquim branco boadadosa
    30j}e........ .........
    Grosdenaple do cores de quadrinhos co-
    vado .................................
    Dito do dito liso covado................ 1iSO
    Seda branca lavrada covado 1J600 a.... 2tiOO
    Grosdenaple prcto lavrado covado......
    Dito dilo liso encorpado a l$600e....
    Dilo dilo cora 3 palmos de largura a
    1SG0O e.......:......................
    Sarja de cotes larga com 4 palmos de
    largura covado a...................... 1J500
    Gaza uc sedada China de floresclistras
    covado a ............................
    Follar de seda de lislras gosto novo co-
    vao.................................
    Solim do escocia c diana de seda covado
    Chaly de flores novos desenhos covado
    areje de seda de varias qualidades co-
    vado.................................
    Meio velludo de cores covado..........
    >elbutina de todas ascoros............
    Solim de todas as cores liso covado ...
    DriMianlina branca muito fina a.......
    dulas francezas claras e escuras a 260 e
    Casemira preta fina al$100e..........
    Panno preto o de cor lino provade li-
    mao a 3500 a........................
    Corles de casemira de cor a 5|e........
    Cassas organdys de novos desenhos a
    vara..........................
    Ditas francezas muito finas a.'...'.'.'.'.'.'.'"
    Manguitos de cambraia transparente bor-
    dados muito ricos....................
    Goluiliasdo cambraia bordadas deponta
    lillas do dilo bordadas a GOOa..........
    liras e enliemeiosdecambraiabordados
    Ricas mantas pretas do linho para se-
    nhora ............
    Ditas ditas de blondbrancas e pretas..'
    Chales de soda do cores, pretos e roxos..
    Ditos do merino bordados com franja do
    soda.............................*
    Pilos de dilodito de"i!!"!!'.".'.*"""."]
    Ditos de dito liso dilo de seda..........
    Dilo do dilo dito de lii..................
    Dito de dito eslampados fino listado
    seda........................
    Lencos do cambraia dei linho bordados
    finos..............................
    Ditos de algodo de Yabyritioo'!!.'."
    apellas brancas para noiva............
    Enfeites de vidrilho prcto c de cores___
    Aberturas para camisa de esguio de
    linho.................................
    Ditas de dito de algodao brancas ed
    cores.............................
    Saias balao modernas..................
    Chapeos franeczes forma moderna......
    Grava'.qs de seda deponta bordadas a
    velludo..............................
    Camisas franco/as do cor e brancas
    linas al-S'IO e........................
    Dilas ditas defustaobrancoe de cor..."
    Ditas ditas de esguio muito linas mo-
    dernas ...........................
    Seroulasde brim de algodao e" dVinh'o
    Galeas de casemira prelasetira 9g e....
    Ditas do ditas de cores t> e............
    Dita de miia casemira...... ...........
    Dijas de brim fino e varias qualidades
    3#e Colletes de velludo, gorgurao,
    casemira c setim...................
    Casacas do panno preto muito fino 30*
    Sobrecasacoa e paletots ue panno prblo
    fino 2,-i e..........................
    Paletots de casemira mesclada golade
    .velludo .............................. 18SOO0
    Hilos de alpaca preta muito finos...... 10000
    Ditos do merino solim pelos e do cores !
    Ditosde mciacasemira.................. 78000
    Dilos de alpaca pretos e de cor forrados C;500
    Ditos de brim branco cpardo finos......
    Ditos de brim de quadrinhos finos
    39500 e ..............................
    Dito de alpaca prcto o do cores..........
    Relogios do ouro paten........es......
    ir
    I
    80^000
    i?2nn
    28000
    2500
    SS500
    l?p000
    1000
    isooo
    300
    500
    1J500
    700
    800
    500
    320
    2300
    7 7J0O0
    IgOOO
    500
    s

    1?500
    I
    I
    I
    7J500
    7*090
    6;?O00
    4S5O0
    83000
    t
    1J000
    E pechina
    sem igual.
    Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
    vindom-sc cambraias organdys para vestidos de
    senhora, o mais fino quo possivel, e de lindes
    padres, os mais modernos quo ha no mercado,
    pelo barflto prec,o de 500 rs a vara.
    Fumo americano
    Vende-se fumo americano para fazer charutos
    o cigarro, e mascar em caixinhas do 20, e 40
    libras ao preco de 450 ris a libra ; na ruada
    Cruz do Recit n. 50 primeiro andar.
    Pera e ameixa
    Vendo-se pera secca e ameixas rainha ctou-
    diaem caixinhas de 2 libras a 1000 a caixi-
    nha ou 500 ris a libra ; na ra Direita n. 93.
    esquina do beco do SerigaJo.
    A^^^iAA.
    DA
    Fazendas por procos ba-
    ralissimos.
    2S000e2S300 apee
    a,
    Algodo Ira
    FUNDIDO LOW-HOW,
    Ra da Senzala Nova n. 42.
    Neste eslabelecimenlo continua a haver um
    comapleto sortimenlo de moendas e meias moen-
    d?is para ctiSenho, machinas de vapor c taixas
    de ferro batido e coado, de todos os tamaitos
    para dto.
    Cortes de vestidos
    de seda
    Km j g\ i Am i I Dilos de dito boiJados do velludo um
    \j raa do Qoeimado n. 37 loja uc A Dtosde dito com palmas do seda, um
    portas acaba tic reccher pelo ultimo ,V1"i",s,>radi; quadr0^'
    n..T- .; ..i ,i ii i .Meias muito linas para senhora, duzu
    IUH10 HUdO 00 HairC UIU Completo SOr- Ditas ditas para dita, duzia
    lmenlo de vestidos de seda de 2 saias, 5aa dlto" Rar* d,ila-d,1/;'
    O !,.,'..-,>,. .i ii .tifias caseunras de quadnrihos, c
    ioa3dOSCdcavcnlai,OSqnaCSSCYCn- Ditas dita escuras com duas la:
    (lem por preco commodo.
    Chapelinas de seda e de
    velludo para senhora.
    O Preguica vende em sua loja na ra do Q
    mado n. 2, as soguintcs fazendas :
    Lencos de cambraia lisa muito fina du-
    zia
    Ditos de cassabrancos e de cores, duzia
    Cambraias de cores de diversos gnto
    covado
    Chitas francezas de lindos padrees co-
    vado a 290 e
    I Chales de merino lisos rom franj M di
    retroz, um
    i
    M8
    300
    GiU
    covado
    Cortes do dita muito fina
    Ditos de dita prela bordada
    Brim branco do linho lino, vara
    Dito dilo dito, \
    aneado americano branco, proprio
    para loalhas c roupa de escravos, com um pe-
    queo toque de agua doce : no armazem de fa-
    zendas da ra do Queimado n. 19.
    Cheguem ao barato.
    O Leite & Irmao continuam a torrar na ra
    da Cadeia do Recife n. 48,pecas de cambraia li-
    sa com 10 jardas a 4*500 e 5$, lencos de cam-
    braia de linho a 3d a duzia, cambraias muito fi-
    nas e de lindos padres a tj 10 a vara, meias fi-
    nas para senhora a 3;800 a duzia, dilas cruas tn-
    glezas para homem e meninos, chales do meri-
    no lisos a 4S500, c bordados a 60, paletots de
    alpaca prela c do cores a 5?, ccroulas de linho
    e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
    60j>a duzia, organdys
    l^lOO a vara, cortes de
    francczaa250, 2S0, 300
    de madapoln com 30 varas a 4g80O, 5J, 5S56,
    6,7e8, chitas inglezas decores (Isas a 200 rs o
    covado, toalhas para mesa a 3 e -i j, cortes de
    caiga de brim de linho a 2#, diias de meia case-
    i mira a 2j2i0, vestuarios bordados para meni-
    nos, e outras muitas fazendas que se vende por
    baralo preco.
    Vendem-se 200 pecas porluguezas de 4c e
    70 brasileirasde 20.s : na' praca do Corpo Sanio,
    escriptorio de Manocl Ignacio de Oiivcira.
    ^^1
    Dilo dilo dilo, rara
    Ricas chapelinas de seda e de vellu- lliloid"" "o. vara
    .___ e oulras
    do para senhora: ama do Queimado
    n. 37, loja de A portas.
    Golas e manguitos.
    i

    i
    muitas fszendas que se vi
    Ricas golas c nanguitos de cam-
    braia : na ra do Queimado n. 37, loja
    de 4 portas.
    Manteletes
    Rio? manteletes de grosdenaple ri-;
    camente bordados: na ra do Queima-
    do nudos desenhos a do ii. 37, loja de portas.
    b cassa chita a os, cinta lt z *
    c4oors. o covado, pecas i'eiiles de tartaruga.
    Ricos pentes
    tade do compra lor.
    Palitos de Brim 3^)00
    Na na do 0""i,iiS|o n. 19. c-'.ao-se acaban-
    do Palitos do Brim a 38000
    Cobertas de chita
    a 2.S000.
    Ra Je Queimado n. 19.
    Araz?;;; de. idas
    Ra do Queimado n. l).
    Saias borladas a 3200
    0
    de tartaroga para atar :,orte ,,e rsc?d!franra 3< 2
    ra do Queimado n. 37, q^ ^t"^'3 "**
    loja de4portas. |,,.3S d(,rIlla miliJIllia finaf0in ...
    tamisas francezas r a ?5?0
    n. t.ramhraia miulmlia a S00 a varo.
    Ricas camisas francezas tanto de Dita 400 .
    peio de linho como de algodao e de fus- ciaies escaros pira ir ao banho i oo
    ! lao: na ra do Queimado n. 37, loja de Chilas fr:"lccZ)5 m,li'o finas a
    ! pOi-JliS. ras a2O cov.Jo.
    m I Bonetsparacrianca Lracom"rlidc -***-
    SOrilOieiltOdecSia-! Ricosbonels de marroquim para
    crianca: na ra do Queimado n 37, lo-
    peOS. Ia de4 portas.
    A' 2000 a cHzia
    Lencos do cambraia p3ra algile;ra a 2/
    zia ra do Queimado n. 19.
    A.
    dilos da lonlra de todas as cores muito finos, di-
    tos de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e :;
    5$, dilos de ful tro, um sortimento completo, de 11
    2g500 a 6500, ditos do Chile de3jj5t)0, 5, C, I
    9, 10 e 12j}, dilos de seda para senhora, dos mais 1
    modernos, a 120, chapelinas com veos do ulti- a
    rao goslo a 15, enfoiles fioissimos para cabeca 1
    8>50 I 3 4J5O0 c 5. chapeos de palha escura, massa'e i
    1 seda, muito proprios para as meninas de escola,
    sendo os seus precos muito em conla, ditos para
    ha;.usado de meninos e passrios dos mesmos,
    leudo diversas qualiaades para escolher, bonels
    de galiio, dilos de marroquim, dilos de vellu-
    do, dilos enfeitados, chapeos de boa qualidade
    para pagem, chapeos de sol do seda para me-
    ninos de escola, c mesmo para senhora e para ho-
    mens ; finalmente outros muilos ohjeclos que se-
    ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
    to em conla e ossenhores freguezes vista da
    fazenda licarao convencidos da verdade : na beni
    s
    9
    6?000!
    2?50
    9
    11S000
    KlcOOO
    4S5
    5^000
    40g000
    35000
    mcopathicos enviailos
    da Europa pelo Sr. Dr.|
    Sabino O. L. Pinho.
    F.sies medicamentos preparados espe- ^
    cia'. .^nle segundo as necessidades da $
    homeopalhiano Brasil, vendem-se pelos ^
    precos conhecidos na botica central ho- ^ :
    c^i meopalliica, ra de Santo Amaro .Mundo f> :
    i Novo] n. 6. ?;
    ^UIIllO Ul/l'i^iultl 11.
    Ka ra do Queimado n. 19.
    mm%%
    m
    No deposito do
    gelo.
    11
    ;Rouaspfeilase fazendas
    I M
    w.
    ^
    Saonders Brothers cv C. tem para vender em
    seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
    is pianos do ultimo goslo. recentimente
    los, dos era conhecidos e acreditados fa-
    bricantes J. Broadwood .Sons de Londres, e
    muito proprios para este clima.
    Vende-se um carro de { rodas, bem cons-
    truido e forte, com assento para 4 pessoas de
    dentro, c um assento para holeeiro e criado fra,
    forrad 1 de panno fino, c ludo bem arranjado :
    para fallar, com o Sr Poiriei no aterro da oa-
    Visla, e no escriptorio de James Crablree &. C. n.
    42, ra da Cruz.
    Ra do Queimado
    loja de A portas n. 10.
    Anda restam algumas fezeadas para conclu-
    ir a li|iiida^5o da lirma de Leite & Correia, as
    quaesse vendem por deminulo preco, rendo en-
    tre outras as seguintes :
    Magos Je meiss cruas para horac-tn a 1SC00
    Ditos de ditas de cores 29000
    Ditos du dilas cruas muito superiores 4&C00
    Dilo- de ditos para senhora 3000
    Diios de ditas muito finas 45000
    Cortes do calija de meia casemira 25000
    Ditos de ditas de cusemira de cores 58000
    Ditos do ditas de casemira preta a 59 e 65000
    Brim trancado branco do Itaho fino
    vara 1*000
    Cortes le coleto de gorgurao de seda 25000
    Pao preto fino, prova de limo 3* e 45000
    Grvalas de seda prota e de cores 15000
    Bisca.los francezes, largos, cores fixes
    cjalo 2co
    Chias francezas largas finas covado 210
    Ditas e-trenas 1G0
    Rucados de cassa de cores lindos padres e
    superior qualidade covado 280
    Cassas .le cores covado 240
    Pe>sas de cassa branca bordada com 8 va-
    ras por 25000
    Tiras bordadas 200
    Cambraias lisas muito finas pe^a 4*000
    EroHsiinas de cores para vestidos covado 240
    Chille* de laa bordados de seda um 2*000
    GroJenaple preto, largo covado 1*800 e 2*000
    Seda, e sarja lavrada 15800 e 2*000
    Vestidos brancos borJados para laptisado 55000
    Veos bordados para chapeo 25000
    Knire meios bordados 15600
    Ath'nilhado adamascado largo vara 1*280
    Lencos de chita escuros um 100
    Gangas de cores para palitos covado 200
    Folba de cobre e Metal |
    a ni a re lio. I
    * Eslanlio ein barra c Pre-
    | gos de cobre.
    | Alvaiadc eVerniz copal.
    Folha de Flandres.
    | Palhinba para marci-
    | neiro.
    | Vinhos finos de Champa-
    nhe e Moselle.
    Lonas da Toissia e Brim j|
    de vela: no armazem |
    de C. J. Astley & C.
    Chapeos de castor preto
    e brancos
    Na ra do Queimado n. 37, veadem-se es me-
    lhores chapes de castor.
    y
    -
    Ci

    fe
    -
    conhecida loja decliapeos da ra Direita n. 61,
    de Bento de Barros Feij,
    Taclias para engenho
    Fundido de ferro c bronze
    DE
    Francisco Antonio Correia Cardozo,
    lem um grande sortimento de
    taclias de ferro fundido, assim
    como se faz e concerta-se qual-
    quer obra tanto de ferro fun-
    ,dido como batido.
    tpeos de seda paral] ^^^^S^^Sr0^^-
    senhora.
    18
    sa-Seasssi
    6*000
    8|500

    Vendem-se barriquinhas
    com macaos da melhor quali-
    dade, viadas no navio do gelo,
    pelo preco de 8#aLarriquinha. .
    e a vinazo m
    DE
    f Campos A Lima tem para v^uder ^
    c^ chapi esde seda para senhora a 10j cada q*
    {t um : na ra do Crespo n. 12 &.
    RELOGIOS.
    i.
    Vende-se em casa do Saunders Erothcrs
    C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
    de fabricante Koskell, por precos commodos,
    e tambem trancellinsc cadeias p'ara os mesmos,
    deescellento gosto.
    de
    A ende-se urna preta crioula muito moca,
    esvelta figura, com urna fiiha de 4 annos", sabe
    porfeitamente engommar e cozinhar, e propria
    para casa de tratamento : "no lauro da Asscm-
    blan. 6.
    K<^re*,Sti^t{
    mmmmas8&6mn
    Aviso.
    No armazem de Adamson, llovrie i C. ra
    do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
    e penhora, arreios prateados para cabriolet, chi- !
    cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
    Botica.
    r.artholomcu Francisco fie Souza, ra larga
    do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
    mentos :
    Rob L'Affeclcur.
    Pilulas contra sezoes.
    Ditas vcgclaes.
    Salsaparrilha Brislol.
    DitaSands.
    Vermfugo inglez.
    Jarope do Bosque.
    Pilulas americanas [contra febres).
    Ungento Holloway.
    Pilulas do dito.
    Elliiir anli-asraathico.
    V'idrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
    121ibras
    Assim como tem ura grande sortimenfo de pa-
    pel para forro de sala, o qual vcudc a mdico
    prejo.
    Superior ao melhor
    a
    500 rs. o covado.
    Campos & Lima, tem para vender
    alcatifa com qualro palmos de largura a
    500 rs.
    n.12.
    o covado : na ra do Crespo
    3k^S&^33Baf-S3bs
    a^MB
    Este inesmavel especifico, composlo inleira-
    mente dr hervas medicinaes, nao centm mercu-
    rio, nem alguma outra substancia del. loria. Be-'
    nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
    delicada igualmente prompto c seguro para
    desarreigar o mal na complei^o mais rol
    inteiramente innocente em suas opera^dese ef-
    feiios; pois busca e remove asdoenc.a de qual-
    quer especie e grao por mais antigs e ceuazes
    que sejam.
    Entre milhares de pessoas curadas com este
    i remedio, muitas que j estavam as portas da
    morte, preservando em sen eso : conseguiram
    recobrar a saude e torcas, depois do haver tenta-
    do inulilmenle todos os outros remedios.
    As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
    sesperacao ; facnm um competente ensaio dos
    efficazes effeitos dcsta assombrosa medicina, e
    prestes recuperaro o benchcio da saude.
    Nao se perca lempo em tomar este remedio
    para qnaiqner das seguintes enfermidades :
    Pebreto da especie.
    Coila.
    Bemorrhnidas.
    Bydropesia.
    Ictericia.
    Indigesies.
    Inflammacoes.
    I r r e g u la ri dados
    inenstruaoao.
    Lombrigas ie toda es-
    pecie.
    Nal de pedra.
    Manchas na cutis.
    Obstrucco deventre.
    Phtysica' ou cousump-
    pulmonar.
    Retenc&o de ourioa.
    Rheumatismo.
    Symptomaa secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras.
    Venreo [mal}.
    Vendem-se fazondas por baralo
    preco c algumas por menos de seu
    valor para acabar, em peca e a reta-
    lho : na ra do Queimado' loja de 4
    porlasn. 10.
    Chapeos pretos.
    Na ra do Queimado
    numerlo.
    Chapaos pretos de prmeira qualidade,
    lorma elegante a lOg cada um.
    Nova iisvciifao aperfei-
    1:
    e de
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    Ampolas.
    Areias(malde).
    Aslhma.
    Clicas.
    CohvuIsocs.
    Debilidade ou extenaia-
    co.
    Debilidade ou falta de
    torgas para qualquer
    cousa.
    Dysinteria.
    por de garganta,
    de. barriga,
    nos rins.
    Dureza no ventre.
    !! Euei mida des no ventre.
    ^> Ditas no figmlo.
    8"^ i Ditas venreas.
    Enxaqueca.
    Herysipela.
    Febrc l?iliosa3.
    Eehreto inteiintente.
    cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
    ouro patente inglez, para homem o senhora,
    de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
    vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
    Southall Mellors & C.
    presunto de fiambre.
    Linguasde vacca cmsalmoura vindas
    de Londres, vendem-se nicamente no
    armazem de Luiz Anncs deronte da
    porta da alfandega.
    lenda
    Relogios de ouro e prata, cobertos o descober-
    los patente inglez, os melhores que existem no
    mercado, e despachados hoje, vendem-se por
    i precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
    j veira, ra da Cadeia do Recife a. 62, primeiro
    i aiid-r.
    Atteucao.
    Vendem-se caixas com velas de espermacetc a
    640 a libra, a retalhoa 680, arroz a 2?8li0 a ar-
    roba, e a 100 rs. a libra, chouric.as a 720 a libra,
    manteiga ingloza a 960. dita fraeeza a 640, fras-
    cos de conserva a 720, queijos a 2$: por baixo do
    sobrado n. 16 com oito para a ra da Floren-
    lina.
    1 Para (lenles. |
    Vende-se na loja do Nabuco e\ C. na
    ra Nova n. 2, camisas de casemira, di- S
    @ tas de flanclla, ccroulas de meia, recia de @
    l ecarapucis de meia. {
    Arados americanos e machinas
    pata lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
    hnston & C. ra da Senzala n. -2.
    Cocos italianos
    I de folha de fbndres, muito bem acaba
    'dos, podendo um durar tanto quanto
    i dura ni quatrodos nossosa 400 rs, um
    e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
    loja de uneiro.
    Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
    gcrsl de Londres n. 224, Slraud, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e cutas pessoas
    em-arregadas de sua venda em toda a America do
    Su!, Uavana e Hespanha.
    Vendem-se asbocetidhas a S00 rs. cada urna
    dolas, contem urna instrueco em portuguez pa-
    ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
    O deposito geral era casa do Sr. Soum
    pharmaccuticc. na ra da Cruz u. 22, em Per-
    uambuco.
    Bandos ou almofadas
    de crina para ponteados de
    senhora.
    Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
    s Na ra do Queima-
    do n. 16.
    I Ricas sobrerasacas de pann
    ; c de cor a I \ ,3 Q e 35f, I .
    : paletots dos mesmos
    ; palco:- i .
    f; bom {-..si,, c finos a 12?, g, !
    i : tos de panno prelo para menino a 1-
    W$, ditos de cas
    :'; caigas de casemira : i coi -
    ; lamente para meninos a 7a, 8, 9j, 1
    : \-2, colletes de Rorgnri i de -
    i | mira a 6s c 7$, paletots de alpaca
    I.; tos de cores ....
    : a 7j i -. diios de briso, d" % .
    I fuslo tanto l ranees como d
    : 4^500, or 6$, calcas de brins bran
    lo linos a 5$, ('- i ;>. 11 lli J.
    i cores a
    .<; de diversas qualidades, cal as
    res Dnas a S&50O, if e 5f, um ri -
    I. ment de i idos de i
    : bordados do melhor gosto que tesa
    .: rciido a 2S8, mantel) -
    j Cor muilo su; :ror :
    ; a 20j cada un c 21?, ricos casare ; -
    : cambraia bordados para mi nii > a ; >~
    ! i para senhora a L!
    froco de velludo goslo melhor que li
    , : parecido a 10J) e I2r. 6
    ; zendas e roupas (cil&s qoe coma ,
    i do frCgUeZ SO '< nn
    atente.
    cifo n. 48, loja de Leite & Irmao.
    rmzeiii le fazendas. Casacas para a jiiaresii;
    Ra do Queimado niimerO 10. Neste mesmo estabetocimenlo i a
    Cortes de riscado froncez 3 1:2 cova Jos a2*500. : PaiM,e sertimento de casacas
    simcomo manda-se fazer por medid
    . lade do reguez,
    pannos a seu gosto sendo i -
    | e 409.
    Camisas inglezas
    No mesmo estabelecimento acal i I
    g:ir um grande sortimento las i
    1 j i tamisas ingl-.vas peilos de linl
    "largas, ultima inoJa, por ter-se uuili
    Cobertas de chita a 2-560D.
    Chapeos enfeitados para meninos o meninas.
    Ditos pretos lines, ultima moda.
    Dilos de fellro.
    Cambraia organdys muilo fina.
    Chales de froco de tres ponas.
    Ditos de merino bordados do duas ponas.
    Dilos muilo finos bordados a froco.
    Ricos chales de touquim branco.
    Corles de seda de duas saias.
    Luvas enfeitados.
    Manteletes pretos bordados.
    Lencos para algibeira, brancos, a 23 a duzia.
    Ra do Queimado n. 57.
    A 30$ corlesdc vestidos do seda que custoranj
    60$; a 16?cortes de vestidos de phantasia que,
    custaram30#; a 8$ chapelinhas para senhora: v Camisas nMe/.as finis
    na ra do Queimado n. 37.
    por
    quantidade determinou-se a
    menos do val ir sondo a duzia a S
    I
    @si
    4S
    K
    Vcnde-se
    Estopa,
    Lona,
    f
    No armazem de Ark-,v "Iit
    ra da Cruz n. 61.
    & C.
    Vende-te ama porteo de burros en-
    tre os quaes exislem 40 parelhas,. todos
    muitos gordos, novos e de bom tama-
    nho do cxcellente carregament che-
    gado ultimamente de Montevideo: os
    pretcrdenlcs dirijam-se ao trapiche da
    companhia ou ao armazem de carrocas
    em Fora de Portas, de Fex da Cunha
    Teixeira.
    Tachas e moendas
    Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
    da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
    de tachase moendas para engenho, do multo
    acrediado fabricante dwinMaw: a tratar do
    mesmo deposito su ua ra do Trapicha a 44,
    fSS8
    15";
    99* 1

    o a\>
    Brim trancado de linho todo i
    prcto,
    fa/.enda muito superior; garante-se que nao
    desbota : na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-1
    ja de Leite & Irmao. vinho do Porto, do mas s
    EnfciUs de vidrilho e de retroz a 4S cada dUo ciiam,.^n(.' cm ;,0 ',
    um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas, i SSTISSiS ME rus* da
    Em casa de Kabe Scbmettan St i do Reciten. 4.
    C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
    elegantes pianos do afamado fabrican-
    te Traun; inn de llamburgo.
    Ra do Codorniz n. 8.
    do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
    com Tasso i limaos.
    Fariuha de mandioca
    nos arma7cns de Tasso A limaos.
    Hilho
    nos armazens de Tasso & IfBtios.
    Fub.
    Farinha de milho americana, era barricas, che-
    ada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
    armszc? de Tas3Q Irmaos
    Raalas rimas em gigos di 40 libras a 1
    teijao mulalinho, saceos grandes, 12$, e ou io-
    generes mais oaia'.os do que cm oulia q:.
    parle.
    Sapales a 800 rs.
    Vendem-so sapales do Aracalv cem c
    obra muilo boa a 800 rs. o par. spalos de mar-
    roquim para senhora a 800 c !()0 rs. o p?r
    ruada lmpcralriz. loja da boa f-: n. 71.
    Escravos.
    No escriptorio de Gurgel Irsoios, ru.. da Cu4>
    do Recife, primeiro andar n. 28, \endem-se di .-
    escravos famosos, d'um des quaes JOlatO
    cellente bolceiro.
    Labyrintho.
    Vendem-se toalhas o lencos de labyriaiUii
    escriptorio de Gurgel Irmaos. ra di (
    Recife, priinciro ?!:d:.r a. 19.


    DIARIO DE PRNAMBUCO. OUARTA FEIRA 1 DE FEVEREIRO DE 1860.
    (1)
    DE
    enmmmm i mmi$m se rntrn*
    Sita oa roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabo.
    DE
    SebasiiVj J.iia Silva dirigida por Malioel CarnciroLcal.
    Neste cstabeleciniento lia sempre promptos alambiques de cobre de diferentes dimeneoes
    (de 300 a 3:0009) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparclhos destilatorios conlnos
    para resillar e destilar espirilos com graduaciio at 40 graos (pela gradu.ico de Sellon Cartier) dos
    melhores sj-slemas hoje approvados c conhecidos nesta c outras provincias do inipario, bomba.*
    de todas as dimcin;oes, nsperanles e de repudio tanto de cobre como de bronze e ferro, lornelras
    de bronze deiodas as uniencocse feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de broozee
    ferro para rodas d'agua,portas para forual'ws e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
    as dimeneoes lara encanientos. camas de ferro com armacao e sem ella, fuges de ferro potareis c
    econmicos, lachas o tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
    para engenho, tolha de Flandres, chumbo ein loncol e barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
    arroellas do cobre, lences de ferro o latao,ferro su ocia inglez de todas as diinensoes, safras, Tornos
    e folies para ferreiroa etc., e oulros mullos artigas por menos preco do que em outra qualquer
    parte, dcscnipcnhando-se toda e qualquer eiiconimcnda com presteza e perecao j conhecida
    e para coninodidado dos treguezes que se dignaren) honrarcm-nos com a sua conlianca, adia-
    ra na ra Nova n. ;7 toja de ferrageiis pessoa habilitada para turnar nota das encommendas.
    ill
    REVISTA HEBDOMADARIA
    COULABOBADO
    PELOS SUS.
    D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. Gillexandre erculanoA. G. RamosA. Guma-
    resA, de I.imaA. de Oliveira MarrecaAlves BrailCOA. 1*. Lopes de Mcndonca A. Xavier
    Rodrigues CordeiroCarlos Jos DarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva'o Cunha F.
    Gomes de AmorimF. M. BordalloJ. A. de l'reitas OliveiraJ. A Maia J. A. MarquesJ. de
    AndradeCorvoi. da Costa CascaosJ; Daniel CollacoJ. I",, de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
    Pires.1. II. da Cunha KivaraJ. J. da Grapa Jnior.1. Julio de Oliveira PiuloJos Mara
    Latino CoelhoJulio Mximo do Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
    Jos de TorresJ. X. S. da .MultaLeandro Jos da CosaLuiz Filippe LelcLuiz Jos da
    Cunha L. A. llobello da SilvaPaulo MitiosiRicardo Julio Ferraz'Valentn) Jos da Silveirp
    REMEDIO mCOMPARAVEL.
    UNGENTO liOLLOWAY.
    Milharesde individuos de todas as naeos po-
    dem tesleraunhar as virtudes des te remedio iii-
    coruparavel e provar em caso necessario, que,
    Eelo uso que dellc lizeram tem seu corpo e mem-
    ros inteiramente saos depois de haver emprega-
    do inulilmenteoutros tralamentos. Cada pesoa
    poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
    pela lcitura dos peridicos, que lh'as relatam
    todos os dias ha ruuitos anuos ; c a maior parle
    dellas sao la o sor prndenles que uicumpc so
    mdicos maja celebres. Quantas pessoas reco-
    braram com este soberano remedio o uso de seua
    bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
    go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
    amputacfio Dellas ha muitas que havendo dei-
    xado esses asylos de padecimentos, para sendo
    suhnieltercm a essa operacao dolorosa foram
    curadas completameule, mediante o uso desse
    prcciosoreinedio. Algumas das taes pessoas na
    enluso de seu reconhecimento declararam es
    tes resultados benelicos dianto dolotd correge-
    dor e oulros magistrados, aim de ruis autenti-
    caren) sua lirniativa.
    Ninguem desesperara do cstsdo de saude se
    livesse bastante conflanca para ensaiar este re-
    medio constantemente s'eguindo algurn lempo o
    nienlratato que necessitasse a natureza do mal,
    cujo resollado seria prova rincoulestavelinente :
    Que tudo cura.
    LopesXis o Cmara.
    DX3IXGICO
    roa
    A. I', de CanalltoI. F. Silveira da HottaRodrtec Pasanino.
    ores, con-
    na indus-
    LMVKUSAI ,
    m a maior
    Destinado a resumir todas as semanas o inovimenlo jornalistico e a offerecer aos lei!
    juntamente com a revista do que niais notavel houver uccorrido na poltica, na scioncia,
    tria ou as artes, alpuns nrligos originaes sobre qualquer destes assumplos, o abcito
    desde Janeiro de 1859, em quo comecou a publicar-se, tem salisfeito aos seus lins, co
    exactidao e regularidade.
    Publica-so todas as segundas toiras em foihas de 1G paginas, e completa lados os semestres
    un volume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
    Assigna-se no escriplorio desle Diario, ra das Cruzes, e na ra Nova n. 8.
    Preco da assignatura : pelos paquetes vapor 10jJ2O por auno ; por navio de vela 83 [moeda
    brasileira).
    Ha algumas coller-oes desde o comeco da publicacao do jornal.
    O ungento lie til, mais particu-
    Eamiente nos seguiutes casos.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras.
    Dores de cabeca.
    das costas.
    dos membros.
    Enfermidades da culis
    em ge ral.
    Ditas do anus.
    Erupcoes e escorbti-
    cas.
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou falta de
    calor as extremida-
    des.
    Frieiras.
    Gengivas escaldadas.
    Iri chaces
    Iullamuacao do ligado
    Inflammacio dabexiga.
    da matriz
    Lepra.
    Male-: Jas pernas.
    dos neitos.
    de olhos.
    Mordeduras de replis.
    Picadura Je mosquitos.
    Pttlmoes.
    Quuimadelas.
    Sarna
    Sirpuracoes ptridas.
    Tinha, em qualquer par-
    te que soja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na hueca.
    do ligado.
    das articular-oes.
    Veias torcidas ou noda-
    das as pernas.
    EsposicOes
    DE
    UTilts wmm,
    Uin completo sorlimento de metaos liuissimos,
    lodos imitando prala, e por precos muito com-
    niodos, das seguintes qualidades : rhiuissimas
    salvasen) temos c avulsas, todas a imilacodc
    piala, de I a 12 copos, ditas de melat maisbai.vo
    por procos muito diminutos, lanternas baixinhas
    proprias para lok-ts de senhoras ou para pianos,
    dos mais lindos niodellos que se tem visto de
    metal Qnissimo, paliieiros de rquissimos niodel-
    los do rnesmo metal e por precos muilo commo-
    dos, que dever agradar aos fregueses, espivita-
    deiras com o competente prato para a mesma e
    de muilo bonitos modellos, bules de familia do
    mais Qnissimo metal que se pode encontrar, de
    2 a 16 chicaras era appnrelhos c avulso, que
    muito deye agradar aos freguezes que precUa-
    rem, riquissimos ceslos para' (rucias, de muitas
    qualidades, que se podem possuir por gosto, ri-
    quissimas terrinas e pralos cobertos proprios pa-
    ra mesa, e outras muitas qualidades de pecas
    avulsas, e garantidas todas estas pecas pelo pro-
    prio fabricante, que declara o seu no rae no pro-
    prio bilhetc para se poder conservar os rr.csmos
    sempre bonitos como eslo : na ra Nova n. 20,
    toja do Vianna.
    Na ra da Gadeiado Rc-
    cife loja de ferrageus de Vidal
    & Bastos, ha para vender os
    objectos abaixo notados por
    precos commodos c tudo da
    mclhor qualidade possivet.co-
    mosejam:
    Camas de ierro e com lona.
    Bombas de japy completas.
    Canos de clumbo co todas as grossuras.
    Ferro Suecia ce todas as larguras.
    JOIAS.
    Os abaixo assignados, estabelecidos na ra do i
    tortase tem nina beiida noollio din ita :
    quem o agarrar queira dirigir se ao es-
    criptorio se dar' a giatiicaro acuna.
    Cahug com lojas de ourives ns. 9 e 11, fajero Lil7,"sc1?1"od,a de "mbro rio anno pro-
    nnhlien nuMm r puhlico queleem recebido de nov-
    ios 5orliracntos do obras de ouro
    .vo os mais bel- V/^V ^"'^ vh^''- d" "a,-:," An"
    e venden, or gol'' de ldade S5 a 50 !""""- fl ""' H*"aes
    vel nn",m i quintes : um tanto baixo do corpe, ,
    com asseio e proniptidao.
    Seraphim & Irtn&o.
    Scuientes dehortaliee.
    Semenles de horlalico de todas as qualidades,
    viudas pelo vapor Brasil : vendem-se na ra.
    da Chdeia do Recite, loja de ferrageus de Vidal & pegar uu disser onde de c< ilo eU
    Bastos. | recompensado.
    *m*mmmmmm*mu 2<)0?? dc :grtUfieaefio#
    parecendo ser muito msncinho, porm e itu
    volhaco meltiiio a curador de empoaluriM, ia
    bom corpo, pernas um lano Boas arg
    mesmo corpo, cujo escravo c de nl i Saa-
    liago Percra da Costa, proprietario do eng
    Providencia, na freguezia de ^gui Preta qu m
    sera b) i .
    Aviso.
    Ainda contina ausente o preto Nicolao,
    I vn do Francisco Antonio Cabral de M
    | prietario do engenho Tabocas da fregn ;.
    s. da Luz. Este prelo i u-n dos ein o i
    , I marco do anno isa I i fugiram di [uel
    . i

    \& RouPa f-')ta, chapeos e calcado para
    ;5fe se vestir um homem dos ps a" cabeca V s ,
    g na loja de Nabuco & C. na ra Nova n. 2,
    ^ alrazta matriz. \.r. I
    Relogios,
    Vendc-seem casa de Jolmston Palor & C ra
    ido Vigario n. um bello sorlimento de relogio
    'de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
    | mados l'abricanlcs de Liverpool ; tamben] urna ,
    variedade de bonitos trancelins para os mesmos. ecommendacao a poficta, c
    rilio. e tem os signaos seguinUs alto, cli
    do corpo, representa ler ~Z ann is de i lade, a
    tem alguns signaos de c^sIro as-costas, I
    lamben alguns prin
    consta ler sii;i \ slo no Onric
    i ir o : quem > ler e i ntregar h"
    engenho < seu senhor, ou no l;
    Antonio G *n<;alv< s, .- r< .....
    Seus tropriclarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
    qualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabeledmento a saber: machinas de vapor de
    lujos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
    meias moendas, lachas de ferro batido e fundido de lodos os tamaitos, guindastes, guin-
    ihos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
    dioca e para desearocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, porloes gradara, co-
    lumnas e rnoinhos de vento, arados, culliva.lojes, pontea, 'abeiras e tanaucs, boias, alvarengas,
    boles e todas as obras de inachinisrao. Execula-se qualquer obra seja iiual fr sua natureza pelos
    desenhos ou moldes que para tal lira forem apresentados. Recebem-se encommendas neste t-sla-
    belecimento na ruado Brum n. 28 A o na ra do Collegohoje do Imperador n... moradia do cai-
    xcro do esta Jaleciraento Jos Joaquim da Costa Peroira.-cora quem os pretendemos se podem
    ntender pan qualquer obra.
    > eniie-sc esle ungento no astaseetmento
    geral de Londres u. 2f, Strand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda em toda a America i
    do snl. llavana e Hcspanha.
    Vende se aSOO rs., cada bocetiaha contm
    uma instrucco era prtugvez para o modo de I
    lazer uso d^ste ungento.
    O deposito geral em casa do Sr. Soum,'
    pharmaceutico, na ra da Crun. 11. em Per- I
    oambuco.
    PotassadaRussia |
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecido e acreditado deposito da
    ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
    potassa da Russia e da do Ro de Janeiro, nova
    e de superior qualidade, assim como tamben]
    cal virgen) em pedra : tudo cor .procos muilo
    razoaveis.
    Aro de Milao.
    reos de ierro de todas as larguras.
    Cravos de ferro d : todos os tamanhos.
    Ferramenta completa para tanoeiro.
    Ferramenta completa para ferreiro.
    Trem completo estanb;;do pura cosnba.
    Trem completo de porcelana para co-
    s'tnia.
    GU3

    < un
    bai
    p >. e i., ires de qualquer .
    fifi Darcacao,
    ! sappare i u ou furlarom ...
    V3.W.4 corrcnle, pro-- 9 hoi
    pardo, rom i'! ide de 1 ani -.
    F.m casa de F. A. Burle & C. ra da Cruz n raen.os- com b 'lanles pinna i. lev.>u
    -8, ha sempre para vender uni completo sorli- rctido camisa do ma ipolao.
    ment de ricos o escolenles pianos de lodos i a "'l/;'1- -apeo do Chille j velh i lio I
    iregoa e qualidades, os quaes sao de muila Ou- pro"* (lo |,,"ha sido sodu; I u -
    acao pela sua boa conslruccao. Esles pianos do,^OTSa.(ilr v,n,!oP"a "'
    l'.e foram premiados com a medalha de primei- Sonrio Bath, freguezia de
    i'
    r
    que luiuui iiicuiiiiu'.iscom a meaatna oe i
    raclasse na exposibo universal de 1855,
    de serem de 7 oitavas e ocordas.sao de Jacaran-
    da c chapeados de metal. As pessoas que preci-
    saren] podem compra-Ios com 20 uu 10 ('[0 de
    menos que em outra qualquer parte.
    Carne de vacca salgada, em barrs de 200
    ibras : era casa de Tasso Irmaos.
    jiheciim n'o e nem s : *u liga r sida ni
    s aul dado.' i i I
    Cravo \ er nota-i >. ni im e a
    na nova d' Sania I I i n a V'icenl -
    - vichado.
    No dia 2G de j ineiro eoin nb oda
    de Mano I An! nio d Fas -.r i, res .
    :: a Apipucos, o seu escravo Man -
    rindo do Maranhao para esta provii
    foi vendido pi los Srs. Adriano t Cas
    ' '' : alto, s< eco, i "
    lem muitas marc w de l>< iisn i. falla muito
    Marmelada
    Vende-se matme|ar]a superior em latas .le 2
    libras a 500 ris a libra ; na rus Direila n. 93. .
    juardascomtdas redondos e quadrados. esquina do beco do berigado, no mesmo esla be- sadamenli, c ozinln seuU ter
    indiadas americanas e de todas as qua-ilecimento vende-se eognae e magas maisbara- r!/,n,11's,';>'/>''!'' ''''- lades
    lidades. 1^ era cuira parte.
    Ditas do Porto de todos es tamanhos. EStUllOlilll
    Prefjos de todas as qualidades. \irin,tnn;u, t \ \ t .
    .-, ~ -V1 ra oouueimado n. 17, loja de fazendas, a
    uaixas com terramenta de carapin (pa- prtmeira passando a botica, vende-te a verda-
    deira estamenha, fazenda propria para
    -
    DO
    ,


    para acabar.
    Superiores corles de seda de cor para vestidos
    com babados a 40$cada corle, na bem eonhecida
    I loja do Sobrado amarello nos qualro cantos da
    ra do Queimado n. 29 de Jos atoreira Lopes
    Canias de ferro.
    Riquissimo sorlimento do camas de ferro para
    ; casal c solleiros.de muilo bonitos modellos, que
    ; por ;os!o ge pode dormir nellas : na na Nova
    ! u. 20, loja do Vianna.
    ISoiliss de nova invengo.
    Grande sortimenlo de rnoinhos para moer caf,
    de um novo niodello que muilo facilita pessoa
    que com ellos moerem : na ra Nova n. 20, loja
    do \ lanna.
    >
    3 RIJA BPAlii^iaA,CAAFIJ]SA 3
    CUnlea por aiaAms os systemas.
    0 Dr. Lobo Moscosod consullas todos os das pela mauhaa e de lardedepois de 4 horas
    Contrata par.idos para curar annualmente nao sopara a eidade como para osengenhos ou outras
    propriedades ruraes.
    so de ur-
    ome do
    . 0s ch; dcvpm q"r 'os sita casa at as 10 horas da manhla e em caso
    gencia a outra qualquer hora do da ou da noite sendo por escripto em que se declare o u
    pessoa, o c.^rua eo numero da casa.
    ,, Nos ; : S ncia. as pessoas residentes no bairro do Recite poderlo rc-
    elter, ~ ;- I netes a botica do S Sotan & C. na ruada Cruz ou i loja de livros do Sr Jos
    Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha
    achar-se-ha constantcment t
    lelos precos seguintes:
    Ni -a loja e na casa do aminnciiite
    . | .iluco-; ja b im conheci los^c
    lotica de 12 tubos gran
    Ditos de 2f ditos.
    Di los de 3G ailos.
    Dil < dr 48 olios.
    Ditos de M dos........ .
    - cada tira.......'.'.'.
    'ascos de linduras.......*
    Han I de medicina homenpathica pelo Dr.'jahrtraduzido
    :n portuguezcom o diccionario dos tenaos de medi-
    cina, eirurgia etc.. ele. ... ........
    i diana imeslica do Dr. He ring, com diccionario." .' .
    Repertorio do Dr. Mello Moraes .
    melhores medica-
    osooo
    15000
    20<090
    25$000
    OjOOO
    1SIMJ0
    2^000
    20*000
    lt)000
    6g000
    N< bolectmento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
    enioionte inontado, ar-sc-bao lamben, do V de novembro em vanle, contratos mensaes para
    tantos saSios. C'0C0Umia pubUc de qUC'n S ProPrielari<>8 esperara a remunerago de
    Assignniur de banhos fros para uma pessoa por mez .... lOgOOO
    ... momos, de choque ou chuviscos por mez I53OOO
    sones rio carines eeannosavulsos aos nrecos annunciados.
    Algod
    HlOBSfrO.
    Saias de bolao pelo baratissimo preeo de -1S .-
    na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano & Castro.
    Voiidc-sccni casa de Arkurighl & C., ra da
    Cruz, ormazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
    qhbury, sendo que pelo seu perfeitomacliinismo
    pode-au usar com coberla ou sera ella.
    Reoslos.
    t Vendem-se relogios de ouro inglezes,
    .ente : no armazem de Augusto C. de
    na ra da Cadeia do Recife n. 36.
    de pa-
    Abreu,
    a
    6.^000 rs.
    Saccas grandes ; na ra Nova n. 52.
    Espirio de vinhoconi M
    graos.
    Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
    grfis, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
    aadas; sa ra larga do Rosario n. 36
    AG00 rs. avara.
    No armazem da roa do Queimado n. 19, ven-
    dc-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
    rato pr-eco de GO rs. a vara ; esle algodao serve
    p-ra loalhasde mesa por ser de superior quali-
    dade.
    Era casa de Henry Forsler & C, ra do
    Trapichen. 8, vende-se :
    Um carro americano de 4 rodas.
    Arreios americanos.
    Bombas americanas.
    Fogocs americanos.
    Arados a 3#
    Champagne e cognac.
    Relogios americanos.
    Faada de trigo de todas as marcas.
    Lampeos de patente e azeile proprio, ltima-
    mente chegados dos Estados Unidos.
    SELLINS.
    Vendem-se os melhores seilins inglezes de pa-
    tente no arrcwcm de Roslron Rooker & C,
    praga do Corpo Santo n. 48.
    1,000 rs.
    por sacca de milito; nos armazens de Tasso
    limaos.
    A 1,000
    Rs. a arroba de batatas inglczas, desembarcadas
    honleuv: no bazar da ra do Imperador n. 6.
    . Vende-se umaescrava mo^a, crioula, sem
    vicios ou defeitos, ptima engommadeira e cos-
    tureira, marca e cozinha o diario de uma casa, e
    mais do que o diario : os pretendentes dirijajji-]
    se a ra do Queimado, loja n, 39.
    l.'m riquissimo sorlimento de lalheres para
    mesa esobre-mesa de um modello novo anda
    nao visto aqu ncsle mercado, lano pela qua-
    lidade c como no proco quo muilo tem agradado
    aos compradores, esta dita qualidade especial-
    mente vendida .- nesta loja pela reeommendr-
    codo fabricante, ha outras muitas qualidades de
    lodosos procos, que as pessoas que precisaren
    nao deixarao de comprar pola sua barale/a : na
    ra Nova n. 20, loja do Vianna.
    Goslureiras
    para senhoras.
    .Muilo bonitas coslureras para senhoras por
    precos muilo commodos: na ra Nova n. 20
    loja do Vianna. '
    Eslojos de viagcni.
    Riquissimo sorlimento de estojes para barba,
    de Indas as qualidades, e por precos mais com-
    modos que se podem encontrar : na ra Nova
    u. 20, loja do Vianna.
    Ratos logrados.
    Riquissimo sorlimento de ralueiras de pgal-
    os ralos sabios e tolos, por preos muilo com-
    modos, riquissimos guardas-comida de rame de
    lodosos tamanhos, lampos de rame para cobrir
    pratos, de lodos os lamsnhos, ein temos e aval-
    sos, lavatorios para cozinha de lodos os tamanhos
    e de bonitas pinturas : na ra Nova u. 20, loja
    do Vianna.
    Caf a vapor.
    Riquissimas machinas de fazer caf em um
    quarlo de hora, approvadas na ultima exposieo
    de Pars pela b3a qualidade.
    Espingardas tron-
    xadas.
    Riquissimo sorlimento de espingardas transa-
    das do um edous canos dos melhores fabrican-
    tes que ha na Europa, c garantidas pelo mesmo:
    e de uulras muitas qualidades, de balxos procos
    na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
    Grande sorliaieiilo de fa-
    zendas prelas para a
    quaresma.
    Grosdenaplos prelo a 1J700 rs. ocovado dito a
    lfSOO, dito a 2fl00, dito largo a 2,^200, 'dito n
    2J400, dito a2?i600, dito mais superior a 2g800,
    seda prela lavrada superior a 2J660 o covado, di-
    ta muito larga a3$200 o covado, chamalote prc-
    to largo a 33200 o covado, dito largo muito su-
    perior a 4i0(0 o dito, sarja prela de seda a 2^000
    o dito, dila hespanhola muito superior a 2$G00
    o dito, selim prelo a 3g000 o dlo, dito Maco
    muilo superior a 4g, corles de seda prclos para
    vestido com babados a 50} o corte, ditos de duas
    saias superiores a 70g, dilos muilo soperiores a
    903, ditos bordados a velludo a 150, ditos muito
    superiores a 2U0J, mantas prelas de l a 10--S
    cada una, dilas a 12$, dilas muilo superiores a
    11$, los pelos a 7g, pao prelo a 3} o covado,
    dilo a 3500. dilo a 49, dito a 5$, dito a 6#, dito"
    a 7JS, dilo a 8$, dito a 10g e 12, casemira prela
    a lg600, 2, 29500. 3 c 3$500 o covado, dita
    muito Gna a 4$, chapeos prelos de seda, ditos de
    castor para homem, e outras muitas fazendas
    prelas de gosto, por prcco3 mais baratos do que
    em outra qualquer parle : na loja do sobrado
    amarello, nos quatro cantos da ra do Queimado
    a. 29, de Jos Moretra Lopes.
    x ra curiosos;
    Bandejas mullo unas de todas as
    dades.
    Tornos franceses para astados.
    Bules, cafe tetras, assucareiros e
    teguciras r'e metal.
    Penetra* de lat5o de todas os fjrossu
    pata padaria e refiaaeSo.
    Ditas de metal dita dita/
    Momltos d todos os tamanhos para re-
    , inacao
    Fio de algodao de todas as qualidades.
    Dito frouxo inglez proprio para coser
    saceos ara assucar.
    Formas jara pudins, pastelaoebolinbos.
    Latrinas pal nte de porcelana.
    Lavatorios dito dita.
    Ditos de ferro.
    Diversas ierra mentas proprias para
    jardim.
    Balanca decimaesde todos os tamaitos.
    Nova confeilaria.
    Neste novo eslabelccimcnto encontrarn as
    1 pessoas de bom gosto o uiuitiucea de calda, grande sortimenlo de pastilhas, as n.i-
    ' mosas cocadas nunca vista? nesta provincia, as
    amendoas de chicotes e torradas, apreciavel or-
    chata; na mesma preparam-se bandejas com o
    mellior gosto : na ra da Sauzala-Nova n. 30.
    Nova coifeitaria.
    . habi -
    dos irmaos da veneravel ordem lerccira de S.
    [Oaii- ] Francisco.
    Vestidos blancos de blond de seda com ha-
    bidos c com pequeo deleito, por melado de seu
    valor, muilo proprios para casamento : na ra
    man
    -, 1 edea
    hi nso do dito moleque, e -
    Cabug, loja n. 12. ou i
    No i!:-' ;',l de
    preto Justino, ciiou! 1, 1 ode ler de Ia annos, corpo re
    las c um pauno aroari ''. na smi
    al, pi > esta) a trabalhandu na 1
    ra Imperial, pertence a
    morador na ra Direila, recon
    ca, aos cap la es de cam| 1 e aos
    ' na ra do'Oueimado n. 10 L P"""" ^ nos, rom os signaes seguintes : alto, rct
    " lo corpo, lendo na pernadiraita mu!
    -, Vende-se um can inho de rodas de puchar "'* motivado de um formigueiro; levou
    com boi, para carregar gneros ; vende-se mais ca'Sa fi camisa de algodao azul quom o
    pranches de ouro, pao d'oleo, oitirica, pan car- der e levar casa de seu senhor, na ru i
    g, travs de fundo de 35 a '"> paln.os de com- 6, ser '. em 1 -
    primento c Iraves do louro ;. lamben) se sorra lo-'
    da e qualquer madeira, lano comprada ao an-
    nunciantc como alguma que se queira serrar ; a
    tratar na ra Nova de Sania Rila, defronto da
    cacimba da rile-ira n. 12.
    Vende-se niel para embarque : no caes
    liamos n. 6.
    do
    Fugio do engenho Tabaliuga, frej
    [pojuca, no dia ti do o rrente, 1
    eabra, de 28 a 30 anuos
    mansas, pouca barca, i"a 1 le um d ta direilo superior, lem o
    causa de duas feri las que lem ao d >
    zellu de dentro, levou dous ravallos, um -
    e outro ruca, castrados; presume-so ter id
    sua companhia 11 rn reto cnrpolento, d
    ios, de iiome '> ali nlim, 1 imbem
    cravo Joao foi comprado pelo 1
    Silvino Guilherme de Borros, e esl 1
    licmlwrm o Urpm ,1Uo
    i' cite, Iraca do Commercio ::. 2,
    a^v nerosamenlc recompensados.
    xA.l/1/^-iH^C.w Desappareceu na noite do dia 7 de
    Min rs n garrafa, bilalas a u rs. o tioru
    Iravessa ta na d.i- Cruzes n. 0.
    Vende-se um casal de escravinhos, sendo um crorri'"u' e s- 'os' '' ingunlio, 1 as 1
    lolequede 6 annos p uma negrinha de r, muilo 1''m'l!'-1 Bastos, o escravo rrioulo, d
    onilas pecas, proprios para um mimo : a tratar ",;; '" ; representa 23 a 26 m
    Neste brilhanle e novo estabelecimento ha pa-
    ra vender immensas qualidades de doces seeco
    c de cal.la, para tena e exporlacao, preparado
    por iim novo methodo, bem como caj inteiro,
    n. 50. confronte ao viveiro do
    na ra luipe a
    Muniz.
    Vende-se uma lica loalha de labyrinlho, to-
    da aberta de eelrellps, propria para baplisado,
    ............,--------------- -^......-',, P^ pceo muilo coiumodo : na taberna da ra
    Iw-anja c abacaxi em latas lacradds, como as que das Cruzes n. i0
    vem da Muropa: na ra da Sanzala-Nova n. 30.
    37 Ra do Qaeimado-37
    Loja de 4 portas.
    Chcgou a este, estabelecimento um completo
    rtimento de obras hitas, como sejam : pale-
    en mais on menos, sem barba, altura
    igual ente regular ebei
    pa, constando i le i asimi
    panno Dno azul, camisas bram
    ganga e de brim trancado ranc >, i
    de fel tro escuro, cuma rede, Inri .. -
    guidoporuma mulhcr forra, ci tula, de i
    Candida,'que consta ser natural
    cabello amarrado, o i ci ivo i
    gipe, aonde lera mi, boje forra.
    ftoga-se a quem o aprehender d ar no
    Manguioho em casa deJosT. Bastos, ou i
    eidade em casa de Bastos & Lemos.rua do 1
    che n.17.que ser generosamente recomj i
    Moleque Fgido.
    lOOtfOU de gra tilica rao.
    Ro^a-se a:s capitacs decampe?, e a i ..Ja e
    instruidas no servir o domeslico : quem prelen- de asinina e a pouco esleve o'ocn'e de Levea*
    J d.rija-se ao esenptono de Claudio Dubeux,; doscclil3.se que eslcJa acuitado [10f lgl|M1 *
    aa^'^ -m1-- lalliao, que se queira afroveitar de sua pequea
    lU^dO^ '!a'e ^*fa se('BI'r (1'-'sje ja protesta o mtsm
    P> 'J' : abaixo assignado de cahir sobre dito lareni
    scra\os
    100.^000
    I loJo o rigor da lei, egratilica da madeira acuna,
    aqutlle que lhe ler n-aicia cerla, e paga to.la
    de pal.ucraoaquera pegar o negro deS|,eM que se fizer r m 0 mHmo moi;ue psra
    Carlos, de ldade o annos,el!..- e de timo S8 effectuar dita aprehei Ao, I i ua Nova
    estatura regular, as pernas uin pouco n. 21. Francisco Jo* Germn.-
    y na i
    Vende-se um escravo crioulo, de ida,!-2)
    annos, pouco mais ou menos, bonita figura, m
    vicio nenhum : na ra da Praian. 7 i.
    Vende-se urna radeirinha em bom estado,
    na ruada Aurora u.|40, o na mes na casa aluga-
    se a loja : a tratar na ra do Calinga, loja n. 9.
    sorlimento de obras hilas, como sejam : pal-1 l*^ illlitl d *v^.\/\J\/
    oits de panno no de 16$ at 28g, sobrecasacas rs. a sacca de alqneire: vonde-se no forte do
    ao panno tino preto e de cores mutte superiores Mallos, armazem de Uemeterio Irrao & C
    a 3d, um completo sorlimento de palelols de confronte ao trapiche do algodao n 18
    nscadinho ue brim paido e brancos, de braman- -Vendem-se :l escravas de bonita figura sen-
    te, que se vendem por preco commodo, cern- do uma mulalinha de 12 annos de idade boa 1ua!,'llier aulondade a apnielienso de um i
    las de hnho de diversos tamanhos, camisas copeira e com principios de costura, e 2 crenlas I" de nome .Mar.oel, crioulo. idade 12 SI
    franeczas de hnho c de panmnho de 2$ at 5$ de 18 a 20 annos, boas co/.inheiras c peritas en- pouco mais ou menos, o OUal foeio da c-
    I cada uma, chapeos frantezes para homem a 8>, gommadeiras ornadestas tem muilo hom Ciic i ,"'c" ,'. u 'i"''1 '"e101 ua r-
    I ditos muito superiores a 10, ditos avelludadot; j e uma cria de' (! mezes nnii. linda e Zlr.da ab"X """t*0 7 *" 3 ,le ou,ubro d'
    copa alta a Id?, ditos copa baua a 10.9, cha- todos eslas escravas sao proprias para qualquer rcnte anno' levan,1 calSa J<2 cor, cania il,
    peosdefeltro para homem de 4. tteat 7 casa de familia, por serem de bous costumes c chapeo de pa lisa oleado o u maior signal offrer
    cadaum, ditos de seda e de pal'.ia enfeilados pa- '
    i ra meninas a 108, ditos de palha para senhora a
    118|, ciiapclinbas de velludo ricamente cnfeila-
    das a 25)$, ditas de palha de Italia muito finas a
    25!, corles de vestido de seda em carlao de 40J
    i al_ 150$, ditos de phantasia do 16j at 35000',
    I gollinhas de cambraia de 13 at 5s, manguitos
    de Ig500al5?, organdys escuras c claras a
    .800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
    e padres novos a 720 a vara, casimiras de cor-
    les para rolletes, palctolsc calcas de 3-;5O0 at
    4$ o covado, panuo lino preto e decoresde 2";50O
    al 10$ o covado, corles de collele de vcllu do
    muito superiores a c 12.-?j ditos de gorgurao
    e de fusto brancos de cores, tudo por preco
    barato, atoalhado de algodao a lj)280 a vara,
    corles do casemiras de cores de 5 at 9$, grosde-
    naples de cores c pelos de l^COO al 3-5200 o
    covado, esparlilhos para senhora a 0$, coeiros
    de casemira ricamente bordados a 12# cada un,
    lencos de cambraia de linho bordados para se-
    nhora a 9 c 12fc cada um, ditos lisos para ho-
    mem, fazenda muito superior, de 12 at 20JJ a
    duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
    2g400, barege de seda para vestidos, covado a
    15-500, um completo sortimenlo de collelesdc
    gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
    fusto decores, os quaes se vendem por barato
    preco, velludo decores a 7# o covado, pannos
    para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
    cochoado proprio para palelols c colleies a 25800
    o covado. bandos para armaco de cabello a
    1500, saceos de tapete e de marroquim para via-
    gem, eum grande sortimenlo de macas e malas
    de pregara, que ludo se vende vonlade dos
    freguezes, e outras muilas fazendas que nao
    possivcl aqui mencionar, porm com a vista dos
    compradores se mostraro.
    Com loque de avaria
    1:800
    Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
    lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 35
    4:000 a dusia ditos cora 4 palmos por cada face
    e de 4 e raeio por 5:000 cousa rara no Arma-
    zem de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
    Irmaos. ra da Imperalriz n. 10.
    Vinho do Porto.
    Vende-sc o verdadeiro vinho do Porto engar-
    rafado, e cm barrisde quarlo, por preco commo-
    do : no armazem de Adamson Howi & C, na
    ra da Trapiche n. 42.
    Vende-se superior linha de algodao, bran-
    cas e do cores, em novello, para costura : em
    casa de Seulliail Mellor & C, ra do Torres
    n. 38.
    Dos premios maiores de 20$ da 19a lotera concedida
    para indemnisacao do thesouro da prcslacao
    ucnsal com que auxilia o emprezario do theatro
    de S.Pedro de Alcntara desta corte, exrahida
    em 9 de Janeiro de 1800.
    NS. PREHS. NS. PRKMS. Nc. PREUS-iMS. PREMS.lNS. PREMS. >S. PRRys ns fit.MS
    17 109 8:10 4005 1498 [287 1,000 3293 100 W97 ICO? 5131 403 40?
    54 o 06 i 00 1524 100 2510 40 3312 40 4105 200 53
    68 401 9i loo: 28 40 24 40 23 40 60 40 61 iuo->
    77 400$ 936 i 008 68 40$ 36 100 58 2001 63 2,000f S206 too?
    80 40$ 1002 405 8 40 41 40; 91 i Oc- 91 16
    133 408 15 400 161-t 40? 62 100 3445 40 4106 40- 5313 20,0 OJ
    206 toog 24 2003 83 4 3i> lOu?? 45 100? 91 40g J032 loo:- 79 I00J 432. 100$ f| loo
    93 1003 46 403 1704 40 45 200$' 85 40? 21 100 83 40$
    h 40 8 40 1864 40 57 100? 98 40: 74 405 i46i M
    tos 100 97 1005 83 4O5 ?5 40 3555 100 93 100 5506 40
    90 1005 1101 400' 1901 40 82 100 3627 100$ M 40 45
    40 40* 27 100 0 403 2,12 100 56, 100 4449 200 79
    13 l.OOOj 30 400? 19 418 16 200 "0 409 52 100$ SJ 109
    t7 403 72 40 24 2O0 72 200 8) 100 1541 1,000$ 5630 1'- |
    99 100 83 100 27 1,000 2821 4fl$ 96 200 18 40 84 to
    510 2005 85 40 9j 200 27 40 97 40 24 40 5704 MM|
    27 100-5 88 4-J 2011 40 29 40 17/2 *.)0 32 405 35 100
    43 1005 1233 40 2J iOg 52 200$ 3809 47 100$ 47 2009
    90* 105 89 40g 40 40 61 40* 37 101: 66 rooi 58 Mf
    63S 4,000 1301 4o 57 10 2919 100 70 40 461! 1,000$ M 10,000c
    46 40 2 40$ 2160 100 68 40 II 10a 81; 40 71 -t-W
    5* 40g 10 100 64 40? 3007 409 80 400 4817 200 96 409
    63 100 25 00 2239 40 64 40$ 3937 100 2i 40 5909 40
    82 100 45 oOO 93 40 74 100$ 58 1003 83 100$ 35 SMf
    99 200$ 1408 lOOs 2127 40 3118 1,000 68 '1 tr- 4901 40$ M 40
    702 10 16 100 41 100 66 40a 4056 io 6 100 72 lOOf
    9 40$ 40 100 69 400S 3223 200$ 91 1009 19 40
    71 40 '/8 40$ 71 40 92 1009 72 40$


    (8)
    DIARIO DE PEBNAMBCO. QUaRTA FEIRA 1 DE FEVEREIR DE 1860.
    LHteratura.
    Nein una neni oulra,
    II
    [Continuaro.)
    Antes de ludo diremos que Laura era ambi-
    f -i. Sao encarara o casamento seno como
    de perpetuar a situago brhanle, mas
    cssencialmente passageira e por assim dizer de
    ila errante, em que se achva no mundo.
    lantn ora lirre, suj belleza o fortuna bas-
    i para a tornar ogual s nutras mn Iberos
    iva que urna vez casada uo neou-
    i assim, e que seria rollocada segundo a
    1 seu ii rido. Ora, comprehende-se,
    la nao quera dceohii ; logo, era uma po-
    que uo haviam mata pares de Fanos,
    era privilegios alguns du nasdinonlo, nao cui-
    dara em desposar un rapa/. Quanto a Dupuy,
    i!, presentemente pelo menos, possuia apenas
    urna fortuna mediocre, e cujo futuro social se
    reduzia a ser um artista dstueio, como lia tnn-
    nao era o que mais lhe convinha. Somenlo
    i impedir que ella excrcesse sobre elle o ac-
    ro que exvrecra sobre um liomcm, j arrastado
    {icios anuos, c absorlo por urna paixao, em que
    ella m'> vi.i nina ainbic.no, como sao todas as da
    id ide madura. Nao havia feito anda neste ge-
    nero senao ensatas pouco serios. Todava pare-
    ca approximar-se o lempo em que nao dovia
    nlar smenle por gloria. .V campanha do
    rno seguiile, judera scr-lhe-decisiva, por
    isso aproveilava o repouso do esto, era prepa-
    rar-so para um unsaio em lo ios os sentidos. O
    Dupuy devera perder a cabeoa, mas olla
    i julgava indemnsado das ponas quo soffresse
    . i i 'ira que llio dar do oceupar-sc delle du-
    dos ou Ires mezes, c pelas saudades que
    1! restaara. Por ventura errara ella em pen-
    .-.u- assim ?
    Emfim, ultima excusa a allegar, liavia urna
    ibilidade, pequea rerdade, quo o fez en-
    trar neste jugo o erapenhar so mais do que pre-
    i 'ndia. Oque pouco proravcl nao impossi
    v !. As circunstancias podem muito, c a mo-
    < Jado, fecunda em milagrea, deixa sempre urna
    certa parle para o improvisto.
    III
    Ora bem, meu rapa/, perguntau a lardo M.
    inl a Carlos conduzindo-0 ara a avenida,
    q e te parece ella Picaste fulminad > ?
    Crcio quo nao, respondeu Dupuy. Confes-
    so mesiuo, com vergonhn, quo, comquaulo sym-
    I ilhisasse muilocom Mlio. Soy al, nao me pare-
    ceu a principio muilo linda.
    E depois '
    Depois doro dizer que a minha opinio se
    ificou um pouco. Son rosto nao lera gran-
    de esplendor, mas lera um encanto infinito. Nao
    1 ende, mas atlrahe como por um momento do
    "ssao continua, que ciesco do instante a
    instante. Cada vez .que se a observa, parece
    deseobrir-so nolla novos encantos. Porm a
    reza que assim procura fazer nao choca nem
    perturba K' mesmo muito natural. Durante o
    jantar disse-me duas ou iros impertinencias que
    me arrebataran!. Tudo n'ella por assim di-
    zer, [larmoninsaraeote caprichoso, o junt.imenie
    previsto ou imprevisto. Em seos morimentos,
    em suas rollas maisligeiras, tem as ondulaees
    d" um cysnc ..
    Ou do urna sorponlo, inlorrompeu M Frc-
    l'iatio nao linha visto tanta cousa ;
    n as depois que m'o disseste, considero-a urna
    crealura perigosa, urna rerdaduira sereia. Es-
    cuta, meu bom Carlos, acrescenlou elle parando,
    seguran Jo-o pelo alio do sua blouzo, adra de
    Uielhor (ix.ir sua niteneo, talqual me ves, tam-
    j fui moro. Adiarais a asserco um pou-
    co extraordinaria, concordo. Pois bom, lembro-
    i ie Jo harer amado urna raulher exaclamehte
    s molhanle a Hilo. Soyal, segundo a pintura que
    della rao fazos, comquanto sua posicio so-
    cial fosse inteirameute differente. Foi, se .rae
    ngano, no anuo de 1835. Meu charo, com
    suas ondulaees. caprichos, impertinencias en-
    cantadoras, osla agradavel crealura, do quem
    nao liuha desconfiado a principio, acabou por
    tornar-me miserare] e louco a lal poni, que
    tiara lite escapar, quasi quo porco o juizo Fe-
    mo catu doente, verdadcirameiile doenle,
    i urna febro lirrou-me da oulra, A mocidade
    somento soTrou o mesmo guipe. Do enlo pa-
    ra .'i lire muitas paixoes e dh.miados seducto-
    ras. Casei-mo, e toruei-me quasi sem transi-
    rn, o bom homem, o cultor dos- jardins, queco-
    i '. :es.'
    lis um dosfoclio que nada leve do funesto,
    Dupuy. Por premio do vossos soffrimentos
    rdquerislcs a sabedorta. Nao 6ella um thesou-
    [ue nao ha diidaeiro quo o pague ? Porm
    1 is qneouj a possuo. Teiino vivido ex-
    clusivamente para a pintura, bem como vos para
    ; agricultura. Assim, eslai corto, que so ad-
    mira me. soyal c nicamente como artista.
    Como artista, emquaulo o quizerdes Tens
    tinto e sete annos.... e depois, preciso ser
    exacto ;a pintura para tinao 6 urna inania, e
    urna paixao ; o todas as paixdes so ligam".
    Parece-me, pelo contrario,que so repellem
    sssim nao posso ler niolhor Irincbeira. Dentis
    so bem eomprehendi, a herona de vos3a his-
    no eslava em siluaco, que vos permit-
    tisse terminar com olla do urna forma regular
    Islo lambem faz differenca, e grande.
    Muito grande, rerdade ; mas olla con-
    tra tmm 1 Ilujc direi que nao ; oult'ora dina
    que sim, c vejo quo to inclinas mais a esta se-
    gunda resposta. Nosle cago queres, antes do
    embarcaros decididamente, que cu saiba a ven-
    tura que tens do rh'gar ao porto, so. em urna
    palavra, podesses esperar sor bem acollado ?
    Nao, eu vos rogo, disse riramente Dupuy,
    illemos mus nisso. Soria redicularisar-
    me. Juco-ros que nao son o menos apaixonado
    de Mlle. Soya!, que nao ton lio desojo nem le-
    riior de so-Io, o que, se lhe fiz o elogio, foi sem
    oulro algum pensamcuto.
    Embora rcplicou M. Fremonl, desejarci
    bastante que assim soja. Ycr-to-hemos ama-
    ii lia a ?
    Nao, a menos que nao precisis de mim.
    Mas islo ura taco que me armis. Nao sois
    sincero quaniu vos ganis, ha muito que
    o sci.
    Assoguro-le quo nao houre malicia da mi-
    nha parle. Me alirmas que o leu coraco nao
    corre perigo algum, eu o creio. Mas bem deves
    saber que estas sen lloras nao pretendo m conser-
    var-so encerradas em Vulaines. preciso pas-
    seiar com ellas na floresta, c, como estas expo-
    Uiros nao conven] mais 5 minha idade, nem aos
    FOjLHETIM.
    mciis coslumes, conlei conitigo para cuidar n'is-
    80, se, anda o repito, nao houver inconve-
    niente.
    Dupuy respondeu a seu relho amigo que podia
    Iranquilisar-se, e quo estara sua disposioo
    todas as vezes que lhe agradasse. Depois do que
    despedio-se d'elle entrada da ponle e conli-
    nuou SQU caminho para l'onlainebleau.
    No dia aegninle, antea do ai mocar, as duas
    raparigas dosoiam juntas para o jardim, e se nia-
    ra m-se no banco da sala de reir, luidas unta
    urna contra a outra, cora os bracos cntrelacados
    o as lares quasi a locareni-se, formavam, com
    mus toilettes matiiiaes, um grupo agradavcl-
    menle conlraslado, deteilerel pela bellzea c ole
    gancia. Eram ellos da mesma idade. e, confor-
    mo os goslos, podia unta sor proferida a oulra.
    A exooj'iao d'isso, liavia entre ellas muilo pouca
    semelhauca porm essa mosmi dissimilhanoa
    fazia sobresabir mais ns encantos do cada urna,
    os quac.3 se harmonisavam, bem como a na tu re-
    za com a arle, o palacio com um jardim. A bri-
    lli.inio saude de Julieta, suas faces coradas e
    arcludadas, scus olhos negros c impacientes,
    seos cabellos oscuros, cabidos em anneiscm tor-
    no da fronte arqueada, linham com elfeito urna
    expresado agreste, a que nada so ligara de inculto
    nem do nulo. Junto aellaa bella Laura, com seus
    cabellos caslanhos, macios c tranquillos, seu per-
    fil regular, sua tez do roza de Bengala, seu leve
    sorrir, seu talbe mais elevado e formas mais de-
    licadas, pareca a persooifieaco da vida arislo-
    cralica das cidades. Dir-se-liia urna princesa,
    dosfaivaJa em pastora, para se enlroter, como
    com urna igual, com sua irmaa do leile. Ao re-
    dor c sobre ellas, o ar do urna manhaa do pri-
    mavera, os pimpolhos sinuosos das madresilvas c
    clemaiiius, as folhagens das tilias com suas som-
    bras annoludas c azuladas, compuuham um qua-
    dro proporcional ao painel.
    Nesla allilude ingenua o tiio graciosamente na-
    tural, enlregaram-se ellas a urna dessas conver-
    sacos conlidenciacs, particularmente afTeicoadas
    das mogas, o onde so indemuisam das bn'odade
    de palacras que Ibes imposta em presenta de
    leslemunha Deixaram ellas de parto toda "a re-
    licencia mental e lodo desfarce de coraco ?
    sobre o que nao podemos aventurar "nosso
    juizo.
    Minha querida, dizia Laura, lu tinhas abu-
    sado de mim. l'cu artista c um guapo rapaz,
    muito decente, eu o confesso, c mesmo do algum
    espirito, mas nada tem do original. Dirigi me
    algunscomprimcnlos, nem mais mal fefos, nem
    .menos inspidos dos que j estou caneada de
    ourir. Suas excellenies maneiraso faro procu-
    rar em todas as sociedades, emerecorao appro-
    rarao de todas as mais. K era resumo, este o
    mais bollo elogio, que de mim mercecu.
    .Mas, respondeu Julieta, esperaras tu re-lo
    andar de quatro ps, e fazer pelolicas na mesa,
    com os copos e os pralos?
    Prefercria islo.
    Di veras preciso ser tao excntrico para
    le agradar 2 Ignorara.
    l'rimeiro quo tudo, feiticoiro, esquece3 que
    a queslao nao que elle me agrado, masque eu
    consiga, pelos meus traeos meios, fazo-lo perder
    o jui/1. Depois, leuho modo, confesso-te, que
    nao csiojas um pouco mais provenida em seu
    favor, do que m'o nao queres di/.er. Tcu rescen-
    ttmenlo me parece bem vivo para ser de todo
    desinteressado. Sob esto desojo, que raoslras
    de ver a suainsensibiiidade vencida e castigada,
    ha segundo creio, a esperanca secreta de Qnal
    aprorcitares desia mudanea. "
    Engaas-te. Deixo para ti o meu artista,
    como o chamas. So queros esposa-lo, desojo
    muilo.
    Muilo abrigada !
    O ie iufelicidade haveria nisso ?
    Bem, vers.
    _ Vejo que es bom m, com (eu ar de nao to-
    car nisso.
    Enirolcns-le em embaracar-me'interpretando
    as minhas palavras como a cousso involunta-
    ria do um seniimenlo que evito. L justamente
    por nao harer despeilo da minha parle, que nao
    procuro sor injusta.
    Al'o de que sequizesse desposar Cariosa coli-
    sa de mim s dependera. Talrez soja muito
    orgulho da minha parlo ; porm, depois de o ler
    recusado porque me nao amara, recusa-lo-hia
    com mais reras se o vis-e apaixonado, de outra
    e que esta outra me fosse lo superior quanto u
    minha divina a incompararel amiga Laura Soyal.
    Eis urna modestia que seri
    se fosse sincera.
    Tu os cem vo7.es mais linda que cu; bom o sa-
    bes e sompre o hei dilo. Nao me emprestes pois
    por la ve/ ideas, que nao posso ler. Em pre-
    senta do M. Dupuy, tenho sobre ti urna superio-
    ridade real, mas isto de forma alguma i m-
    rito : qti sou toialmente descouhecida. O que
    iio'-o bello. L" pul 1SS0 quo posSO atlrallir so.i
    atlenco o conquistar sou coraco ; oas, una vez
    despertado de sua inercia, ello rcconhcceria logo
    quanto s mais digna que eu do sua affeicdo, e
    render-ie-hta homeoagem Eis a maneira por
    que eulendia que poderla tudo terminar satis-
    que seria mal collocada
    ; porm Carlos se conso-
    rcio (or grandes peza-
    fago Tu s muilo boa
    lari sem mim.
    '.lucres dizer que
    res
    Nao soi ; mas parece-me que est inorlo
    para ludo quanto nao a pintura.
    Enganas-te, elle apenas est adormecido.
    Antes de qiiinzc das nao o reconheeeras.
    Nao cuidar mesmo na pintura ; oceupar-se-ha
    das arvores e dos rochedos somenlo para nclles
    gravar meu nomo, e a data do feliz dia, em quo
    lhe appareci. Elle mesmo nao duvida disto, mas
    posso assererar-te que a impresso j principia
    aproduzir. Conheci islo por urna certa distrac-
    oao seductora que llio apparecia de vez em quan-
    do, pola maneira porque me observara furto, e
    por oulros pequeos signaos nao menos signifi-
    cativos,
    Felicito-te pela penetrado Assim, esperas
    que elle boje renha i '.'
    Nao, tal nao ousaria fazer. Bom vs, mi-
    nha chara, que nao quereria mostrar que se dei-
    xa subjngar. E' impaciente, mas tem medo e
    cre-so discreto. Seu coslume como me dis-
    seste, vir aqui de dous ou de tres em tres das.
    Bem, te-lo-hemos aqui uestes dous dias, atianco-
    te. Dopois do que le prometi que nao se conta-
    r, mas, amiudada s suas visitas
    Tu me desaliaste e me offendeste, tanto peior
    para elle 1
    Urna dupla escala do risos sonoros o ligeiros
    (Inalisou osla conversacao, em que acabavam de
    U HAN CAS,
    pon
    A J.i iUiDl ASSOLAXT,
    XII
    (Continuafo.)
    Nesse momenio cntrou o presidente cora os
    juizca.
    Sentou-?e magcslosamenle na sua poltrona,
    poz o brrele, abri o caivete, bocejou como
    quem estar sera pressas, corno qnem prev que
    lia de bocejar mais de urna vez, poz-se a aparar
    a sua peona, molhou-a no linteiro, esbooou ligei-
    ramente urna lesla, um nariz, urna bocea, e quan
    do ia chegar barba, vendo os seus collcgas bera
    sentados o disposlos a comecnr, deu a patarra
    Brancas que pedia a nullida'de de testamento de
    Caio Graccho Bipainsel.
    Os leitores sem duvida nao esperara ver aqui
    os detalhes do processo. Todos os jomaos de
    -rariija deram delle una noticia fiel, segundo o
    seu coslume. Os jomaos legitimislas supprimi-
    ram o discurso de Brancas, o deram por elle al-
    gumas phrases muito mal follas e sem nexo. To-
    dos os argumeulos do advogado da communida-
    de de P... uram publicados por extenso, corre-
    giram-lhe os erros de gianuualiea, defeito mui-
    to commum aos improvisadores, o gabaram o en-
    thusiasmo da assembla. Por seu lodo, os jor-
    naos da esquerda raoslraram a inepcia do advo-
    gado das religiosas, o pouco valor das suas ra-
    sos, e disseram que elle fallara pelo nariz e fa-
    zia pessimos calembours. Brancas, pelo contra-
    llo linha empregado a mais perfeita eloquencia
    noservico da causa mais justa, e fazia retumbar
    na sala urna voz mais sonora que a trombela Sax
    e mais doce que a nauta de Toln.
    D'onde os leitores concluirlo que todos os as-
    signantes flcaram contenles, tendo sido servidos
    segundo o seu gosto, o tendo ouviJo dizer muilo
    bem dos seus amigos e mudo mal dos seus ini-
    migos. E' o que mantem o equilibrio no mundo.
    Os juizes estarara muito atrapalhados o qual-
    quer um se reria as mesmas condicooos. Quan-
    do se vem dous homens honrados qu. lera espi-
    rito, juizo, eloquencia, que conhecem a lei, e que
    nao querem fazer mal ao prximo, sustentar com
    SQguranc,a igual ditas ihoscs coolradictorias, des-
    menlirem-se polidamcnlo sem se oITcnderom, por
    mais habito que se lenha de julgar, sempre se
    hesita.
    Osjuizcs, pois,hesitaram eocoracaode Albana-
    sobatafortemenle. Todaa assembla,diridia-se
    entro os dous oradores do um poder quasi igual,
    porque Brancas nao era inferior ao seu adversa-
    rio, esperara em silencio as conclusocs do Sr.
    procurador do rei, orgo da lci e defensor d-i so-
    ciedado.
    Etnra, esse magistrado levantou-se, arrogacou
    as mangas com ar nobre c gracioco, deilou urna
    olhadella para Rilae Claudia, outra sobre si, ter-
    cera sobre a muliido, c contente conisigo, con-
    tente com os oulros e contente com a eloquen-
    cia que a desenvolver, abri a bocea.
    Era um homem muilo alio, de bellas propor-
    ges, de rosto agradavel, suissas bastas, nariz
    graudee saliente, um verdadoiro modello de pro-
    curador do roi. Trazia os cabellos levantados no
    alto da cabeoa moda do re Luiz Filippc, e sua
    lesla saliente, mas larga como a maior parlo das
    testados lilhos do Limousio, indicara ura por-
    folio magistrado c um lagirella lemirel. E tam-
    bora lin'ua nascido em l.imogcs, a cidade da
    Franca*, depois do Bordoaux, que tem formado
    mais oradores as nossas assemblas deliberan-
    tes.
    Oseu discurso, meditado com cuidado e reci-
    tado com elegancia, foi muilo escotado, e cousa
    mais rara, fez. pender a balanea ainda idocisa en-
    tre Brancas e o seu rival. O procurador concluio
    em favor de Brancas pelo annullaco do testa-
    mento, fez sobresabir os vicios d forma, de-
    ', monstroua fraude e decidi, seno o auditorio, o
    i qual era matara, estar a j decidido antes dos
    I discursos dos advogados, pelo monos os juizes.
    O presidente ergueu-se e gaguojando, diclou
    o melhor que pode ao escrirao una semenca
    i que nao tena excitado a inreja do rei Salomiio,
    ; o mais Ilustre dos juizes dos lempos passados.
    i Pelo menos baria nella o cssencial, e Albai.a-
    I sio era empossado da heranea do seu lio.
    Numerosos npplausos receberam a scnlenca e
    cada qual foi jantar.
    O que diz do meu sobriuho. ? disse o cou -
    solhoiro de estado, muito ufano cora o bora exi-
    | lo de Brancas.
    Elle falla muilo bem, disse madamoisello
    Oliveira.
    Ests muilo modesta, disse Claudia em voz
    baixa no ouvido da amiga. ,
    Bita poz-so, a rir.
    Sao muilo bonitos, disse ella, aquelles bo-
    loes cor de bronse sobre velludo prcto.
    ser resolvidos o desespero c a morle moral do in-
    nocente Dupuy. Depois as duas pequeas e en-
    cantadoras vboras retiraram-se, descuidadas e
    folgasts, alravz do jardim, tirando as bellas ro-
    sas de M. Fremonl, c com ellas sacudindo-se re-
    ciprocamente no semblante,os perfumes e as got-
    tas de orvalho. L'niao bisarra de jugos infanlis
    e Iramas perversos, so'se podo chamar perversi-
    dade ao senlimoalo, de que preeediam estes.
    Na realidade, as duas conspiradoras [ desculpcra-
    nos esta palavra ora do uso) nao sabiara o que
    fazlara.
    Uma e outra, sem experiencia pessoal do mal
    que promedit.ivam, obedecan) nicamente es-
    ta eli'ervccencia de amor propfto, e esta noces-
    sidade do aereo, que domina a mocidade de am-
    bos os sexos, e que, quabto ao dolas, nao tem
    moio algum do se exercer, e slisfazer, seno a
    custa do nosso. Julieta mesmo nao linha ueste
    negocio um interessu muito mais nobre que o de
    sua amiga. Ficaria muito embaraoada se Uves-
    sede determinar o successo que desojara, e os
    verdadeiros sentimentos, que nutria a respeito de
    Dupuy. Emfim era sua fantasa ono o eoracao
    quo se achara em jogo. No poderiamos expli-
    car d'outra forma. ( Quanlo a L,ura, nao fazia,
    comodissemos, mais do que um simples esludo.
    Ao monos era esta sua inlcncao.
    Sua conduela commum nesla circumstancia,
    nao as priva de ser um dia perfeilas amantes,
    esposas dedicadas, mais anglicas ; antes julga-
    inos que o contrario nao resulta disso necessa-
    riamente.
    De mais o que sao estes erros em comparaco
    das atrocidades da adolescencia masculina, as
    quaes nem por isso nos obrigam sem remissao a
    lornarnio-nos scelerados ?
    Ou por acasi) ou por verdadeira inlulcao, Laura
    harta exactamente predilo o dia em que Dupuy
    voltaria a Voulaincs. Durante dous dias pintn
    com duplicada energa e applicacao ; mas, no
    lerceiro, nao linha sabido pela manbaa, e. nao
    recebendo recado algum de M. Fremonl, vcslie-
    so depois do moio dia, maudou aproraptar o ca-
    briolet, o dirigio-se para onde era esperado, se
    nao chamado.
    Nao escrovemos para inslrucgao de meninas ;
    por isso nao se espere que descremarnos aqui os
    meios que empregou mademoisello Soyal desde
    esse dia para captivar Dupuy. Os leitores c lei-
    lor3s imagina-los-hao fcilmente. Por um fado
    inmediato ver-se-ha que Laura nao linha muilo
    capricho em seu poder, e que mesmo hara sido
    modesta cm suas ameac.as.
    Durante a tarde oceupavam-se em combinar
    un grande passeio pela floresta para o da so-
    guinlo. Logo que se fallou sobre os meios de
    transporte, Laura, que naturalmente possuia um
    talento equestre muito dslincto, mostrou-so sen-
    tida do nao ler cavallo sua disposioo.
    Sor-me-ha fcil arranjar-vos um, made-
    moisello, lhe disso Dupuy.
    _ Como assim? porguutou enlao Julieta. Em
    Fontainebleau s ha para allugar c-ivallos ordina-
    rios, e quanto aos vossos dous sao muilo gran-
    des e fogosos para que convenham a uma se-
    nhora.
    Vos nao conhocois os recursos de minha ca-
    rallaria, Julieta, rcplicou Dupuy. Ouando era-
    penhei minha palavra porque a posso cumprir.
    N'odia seguiute, com ofTeilo, chegou ello mes-
    mo montado a cavallo, seguido por seu criado,
    conduzindo pola mao uma encantadora ogua, de
    lougas crinas, de pello raacio, com pos linos o
    olhos lnguidos como as de uma gazella, uma
    verdadeira cavalgadura de raiuba, digna porcon-
    sequoncia daquella a quem era desuada.
    Eis aqui, disse M. Fremonl, ainda nao sabia
    que possiiias esle pequeo animal.
    Nao ha muito lempo que a possuo, respon-
    deu Iranquillanionte Dupuy.
    Era rerdade que a linha Irazido mesmo
    pola manbaa do Pars, onde, gracas ao caminho
    de ferro, linha ido na vespera a tardo, de forma
    que chegasse a tempo, depois d adquirir o que
    pretenda. Sollo, brida, chiclo curto, nada al-
    lava, e.estava ludo to lindo,quanto crapossivel
    om excitar suspeita. O caminho de ferro poz
    ao alcance dos particulares estas sorpresas ga-
    lanlos, reservadas outr'ora para o uso exclusivo
    dos principes o dos grandes senhores. Em quan-
    lo ao mais uma acilidade de que nunca se
    abusa.
    As duas raparigas adivinharam mmediatamen-
    le o que islo ora Julieta nada disse ; mas Laura
    agradoeeu a Dupuy com um desses olhares mais
    encantadores. Dovia acha-lo mais original do
    que nao lhe linha parecido a prinieir-a vista. Por
    mais lisonjeada e galanteada quo fosse, nunca
    lin'ua sido habituada a semelhanles attenedee.
    Durante os preparativos da partida, todos, ex-
    cepto M. Fremonl que guardn para si sua pers-
    picacia, adnnravam-so smenle da promplidao de
    Dupuy.
    'ur'i.io ro=-.">, pcrguiiluu por sua vez ma-
    dama Fremotit a Carlos, nao vcio Cecilia comli-
    go? Estar doente? kemos ve-la. Ariemo-nos.
    Esta ultima palavra era oestribilbo habitual de
    madama Fremonl. Passava a vida a apressar a
    si c nos oulros; fazia mesmo para mais brorida-
    de muitas perguntas urnas sobre outras, e raras
    rezos perda o lempo em ourir as rcsposiis. Para
    isso dava procuraoo a seu marido e sua filha.
    Foi, pois, a ellos que Dupuy disse que sua irmaa
    linha partido para Paris, onde pretenda passar
    quinze dias com uma prenla velha, que ha mui-
    lo a sollicitava.
    J que ests assim s, lhe disse M. FremoaJ,
    faze-nos o favor do vir jantar comnosco lodos os
    dias. Ser mais comniodo e agradavel para nos
    e para l.
    Bom se deixa ver que o convite r.o podia
    ser recusado. Era talvez nicamente para bene-
    ficio de seu irmo, que a boa Cecilia, quasi ins-
    truida por olio do que so passava, se linha deci-
    dido to sbitamente a fazer esta viageni e au-
    sencia extraordinarias.
    O patito de Julieta, cuja presenoa loria sido
    to necessarta, nao se achara ahi, por isso quo,
    na qualidade de horaem de ('mancas,smenle, aos
    domingos, podia vir a Voulaines antes de jantar.
    M. Fremonl, que nunca so afastara do jardim,
    julgou conreniente, pela primeira vez, sacrilicar-
    se aos deveres de hnspitalidadc, e lomo lugar
    com sea roulher e filha no carro em que ia ma-
    demoiselle Soyal. Laura e Dupuy soguiara era
    modesta distancia, trocando gravemente algumas
    palavras banaes. O criado ('ochava a marcha a
    vinle pnssos de distancia, segundo a regra.
    Esta ordem foi observada era quanlo se andou
    era caminho direilo ; mas una vez no meio da
    floresta, os acdenles do terreno que abundam, a
    curiosidade excitada, a animaco que apparoce,
    De quem fallas ? perguntou Claudia.
    D'aquelle a esquerda do pilar
    Eu, disse Claudia, gostaria mais do uma
    reste, sem botos, presa smente por agulhetas
    moda de Van Dyck.
    A mullidao linha sabido e as personagens de
    distincoo que em parte iumb/ima e menos em
    ' Vicilleville gostam de eslar confundidas com o
    vulgo, saturara lambem. Na escadaria, Rila e
    Claudia encontraran) o bello Athanasio e Brancas
    j sem a beca e o gorro. Oliveira aperlou as raaos
    do advogado e cuniprimcntou-o pelo sou trium-
    pho com essa polidez enthusiasla que s so cn-
    conlra em Paris e que talvez a recompensa
    mais inrejada dos artistas.
    Nunca ouvi nada tao bello, tao simples, lo
    ; claro e tao justo, mesmo nj cmara dos deputa-
    dos, disse Oliveira.
    ' O advogado inclinou-sc em signal do agrade-
    E cimento ecomprimenlou Claudia e Rita. Claudia
    [ eslendou-lhe a mao e olhou-o com um ar de ad-
    rairaco que s a sua amiga c o consclheiro do
    Estado observaram.
    ; Durante esse tempo, Athanasio, muilo vezado,
    recebia as felicitaces do major Bonsergenl.
    \ Brancas aproveitou a occasiao o disse Oliveira.
    Do-me licenca, senhor, para apreseutar-
    lhe o Sr. Ripainsel, meu amigo e seu antigo ri-
    val.
    Rival infeliz disse Athanasio, mas que nao
    lhe conservo rancor pela queda.
    O Sr. recebeu boje uma bella consolacao,
    disse Oliveira.
    Ora, dous milhes, quando muito '. O que
    6 isso quando j so rico ?
    Graindorge crgueu os hombros.
    O tolo do Brancas, pensava elle, val fazer a
    corda que o ha de euforcar. Que preciso linha
    elle de trazer aqui esle Athanasio ?
    Vem hoje a tarde tomar a licosinhn de hor
    ticulturn? perguntou o major Brancas.
    Nao__disse o advogado com ar embara-
    zado.
    Rita ficou admirada desse embarazo e olhou
    para Claudia que pareca muito descontente.
    O meu sobrinho, disse Graindorge, promet-
    teu passar a noite comnosco em casa do Sr. Oli-
    veira.
    Enlao al araanhaa, disse Bonsergent par-
    lindo com a familia.
    Brancas estara muito atrapalhado com o seu
    papel. Apezar da sua franqueza ordinaria nao
    sabia como snhir do mo passo, era que o proce-
    dimento do seu tio, que nao podia desapprorar.o
    linha mellido. t' muito fcil uao pedir urna moca
    a libordade que o campo autorisa, trouxeram nu-
    merosas modilicaedes. Laura tomara a frente
    raulas rezes, Dupuy era obrigado a scgui-la.
    ricaram a vista, porm s mais das rezes lora do
    alcance dos ouridos ; de sorte que, apezar do cui-
    dado com que Julieta a qualquer pretexto procu-
    rara apeiar-se para chamar os dous fugitivos,
    este passeio foi para elles um longo colloquio,
    mais intimo talvez que o de uma valsa ou polka,
    porm certameute menos familiar.
    IV
    Madama Soyal nao linha por costme repre-
    hender sua filli... Era uma boa mulher, medio-
    erementa dislncta, mas cuja conducta pessoal
    harta sido irrcprchetisivel, apezar do Bear riuva
    muilo moca. Desposada, em raz&o de sou dolo,
    por um banquoiro, nunca cuiden em valor-sed
    sua belleza. J so v, mis, que nao fui u exem-
    plo quo ajudou o talento coquelta de Laura, nem
    o seu maravilhoso dosenvolvimento.
    A rapariga inspirava a sua mi umn sincera
    admiracao, a qual s a tratara por menina, e di-
    zia sem ceremonia a quem quera ouvi-la : olhai
    a menina, como linda Vede como e bom feita
    a menina Nao tem uma voz to encantadora a
    menina ? Quem poder dansar com mais graoa
    do que a menina? Emlim elevava sua lilb,
    em todas ns occasies, com todo o empenho e
    sollicitude de uma mi de actriz. Em quanto no j
    mais, nao so approximava desto typo conhecido,
    senao pela semelhano.a exterior. Em seus elogios '
    iifatigareis e enlhusiastas no entrava a menor
    idea de calculo. Faz.ia-o para sua propria satis-
    aco
    De mais olla nao imaginara que, debaixo do
    ponto do vista das conveniencias o mesmo da
    raoralidado, houvesse cousa alguma a reprehen-
    der no procedimenlo de Laura. Aquillo mesmo,
    que, em si e as outras, achara enormidades, na
    menina lhe parecam muito simples. A menina
    nao poda obrar nial. Emflm madama Soyal dei- !
    xa va sua filha dirigir-so iniciramente sua ron-!
    lado, e lrilia nella uma conlanoa absoluta, que, I
    al certo ponto, nao era destituida, como o sa-
    bemos.
    Desie lado, pois, nenhum obstculo, nenhum
    constrangimenlo mesmo rinhacontraiiar as ma-
    nobras de Laura e a docilidade de Dupuy em se
    deixar enlacar. A mesma Julieta liavia renun-
    ciado as relleidades da opposioo que a principio
    manifestara. Alguns gracejos' de Laura lhe li-
    nham feito reflectir que, emanando della o pro-
    jecto, nao podia decentemente contradize-lo, ra-
    lo que linha-se eslabelecido que ella nao loria
    ciume de Carlos, e que cedera formalmente todo
    o direilo que sobre elle tiressc. ltimamente,
    lelo contrario, linha, em favorecer a assiduidade
    de Carlos junto de sua amiga, um prazer e uma
    paixao, de que lhe era elle sinceramente reco-
    nhecido.
    Cora oslas facilidades, a conversaoo intima
    do primeiro passeio se linha podido renovar
    quasi lodos os dias. O raez de maio n'essc anno
    eslava muito bello. A benignidade da tempera-
    tura permitlia que se nao vollasse alguma rez.es
    do passeio seno a noite, ou se passasse os se-
    res no jardim. Por cumulo de felicidude a la
    eslava enlo em seu periodo de crescimento.
    Julieta e Laura partilhavam naluralinento o goslo
    da maior parte das mocas pelos passeios ao
    claro da la. A primeira, cora a liberdaile que
    autorisara seu antigo conhecimento, convidara
    a Carlos para as acompanhar em suas diragages
    alravcz das aleas ndos bosques, em quanlo seus
    pas conversaram pacificamente assontados junto
    de casa ; assim podia o feliz. Dupuy exhalar to-
    dos os madrigaes, que tresbordavara do seu co-
    raco.
    M. Repiqoel, pretendenle de Julieta, achara-
    se lambem com elles. A vista disso madama
    Fremonl julgara de sou dever ncouipanha-los ;
    mas nao tardava om deixa-los atraz, e rodeava
    lodo o jardim, em quanto elles nao so achivam
    anda na melade do seus circuitos.
    Elles ahi vem, csto ali, responda ella,
    quando por acaso seu marido se espanlava de
    a ver ctiegar s.
    Muilas rezes ninguem os va seno uma hora
    depois. M. Frcraoiit nao se inquietara muito
    com jsso ; mesmo porque nao havia razio. Ju-
    lieta conservava-se muiiocni distancia do infeliz
    fioanceiro. Hacava-o desapiedaracnte, e linha
    sempre em reserva, Dar oslas occasies, algu-
    ma rixa a fazer com elle ; a qual nunca termi-
    nara seno com uma reconciliaran equivoca.
    O rapaz, nao comprehendia oque isto significara.
    Laura e Dupuy aprovetavani-se sem escrpulo
    do auxilio quo olios assim Ibes prestaram.
    M. Freraont dizia que cofirinba quanto antos
    tratar do casaiiumly de Julieta, mas no niosmo
    instante pensara om outra cousa, e M. Fre-
    monl ergua philosoplucaineritc os hombros.
    Quanto a madama Soyal a felicidade quo lhe
    causara sua filha era inalteravcl.
    Por outra parle Dupuy nao se apressava om
    palentcar seus sentimentos. Em seu lugar, ani-
    moso como ora, o mais ingenuo rapaz se loria
    or do dez rezes rom direilo do. so declarar e
    exigir umaconfissao explcita. Porcm Carlos j
    turadas primoirns impaciencias da mocidade,
    julgra melhor o fructo dos preliminares do
    amor, d'esta aurora deliciosa e cheia do emo-
    ces, quo as mulheres em gcral prolongam de
    mais vonl.ido que os homens. Sua nalurcza
    elevada c delicada devia azel-o preferir o pa-
    pel de adorador respeitoso ao de um preten-
    denle devolado, quo sempre pouco enfadonho.
    Qual a paixao verdadeira e profunda que nao
    desoja antes occullar-so com um corlo mysterio
    do quo de caso pensado, mostrar-se publica-
    mente ? Dupuy nao quera fallar da sua, cm
    quanlo nao desse proras, nem sollicilar a re-
    compensa, aillos de se mostrar digno d'ella, A
    osle respeilo fazia cora Laura exactamente 0 que
    havia feito com a pintura. O objecto do sua
    paixao era dilTerente, porm o modo ca sem-
    pre 0 mesmo.
    Nao se podia inteirnmenle dizer que tratava
    com uma ingrata. Polo menos nenhum dos
    cuidados a que so dava para agradar-lho, ne-
    nhuma das attencoes delicadas e luxuosns de que
    a cercara, e de quo demos um excmplo, escapa-
    va penetrarn de Laura. Seu coraeao mesmo,
    por pouco accessivel que fosse, sentia-se algu-
    mas rezes mais coraraovido do que julgava con-
    veniente. Porm isto s durava um instante ;
    mas em ura instante, sobre teireno lo escor-
    rogadio, pode-se andar bastante. Emfim ella
    se achava em uma d'essas situacos cm que a
    vontade mais firme est merc" de urna sor-
    prezn. e o destino, como que prezo por um fio,
    flucta o podo sor mudadu a cada momento pe-
    lo mais leve incidente.
    Havia perlo de quinze dias que se prolonga-
    vam essas aglaees secretas no meio de uma
    agilaco exterior que aeabava de tornar para
    Laura a vida muito agradavel, e que nao pa-
    reca desagradar lambem a Julieta. Aos viole
    annos o moviracnlo por si mesmo tem um en-
    ajnlo embriagador. E" surperfluo ler-3e um
    Tim. Vai-se, volla-sc ; islo basta para a felici-
    dade.. A mocidade, bem como o vinho de
    champagne, para dilatar o espirito, basta ser
    agitada.
    Julieta era a encarregada de dirigir os passeios,
    nao tendo os oulros a tal respeilo preferencia al-
    guma. Entretanto Laura tinba por duas ou tres
    rezes mostrado desojo de ver o castalio do Fon-
    tainebleau, porm sua amiga,.sol qualquer pre-
    texto, havia-o sempre retar"
    A excepeo disso linha-se ja visan ludo que ha-
    via pelos arredores. Percorrera-.se tambora toda
    floresta menos somenlo a gargaula-dos-lobos,
    que, como se sabe, um dos lugares mais curio-
    sos O sel ragens, Julieta decidi quo a encesta se-
    ria ainda visitada primeiro que o palacio; mesmo
    por que desojava moslra-la a M. Repique!, que
    ainda a nao linha visto, e }ue nessu dia eslava
    lvre para as acompanhar. Com quanto, se nao
    esliresse costumado a ver o pobre Repiquete re-
    ceber tanta cousideraco, a razio foi aceita como
    valiosa.
    Nao sendo a garganta accessivel a carros", live-
    ram todos de apear-so, para nella poderem pe-
    netrar, mas logo dopois pararam por se haver
    encontrado dous caminhos que iam dar no mes-
    mo lugar. Qual cscolher ? Julieta cortou a dif-
    liculdade, mandando .aura e Dupuy, por um,
    com sua mi, tomando ella com madama Soyal o
    M. Repiqueta polo oulro.
    Madama Fremonl que nao linha preciso de
    braco de pessoa alguma, e, que mesmo escanda-' "r'!"'' '
    lisra-se com isso, bem depressa foi perdida del Porque ama muito a sua irasi i
    vista. Dupuy pode onto tor a felicidade de di- nura que lhe lena, e que, senarande-sc dell
    Ora isto sa id i i*. Todaa i
    Laura, entretanto, comeeara a sentir-se singu- as adoenladas na > amjo mais que a si
    mcutav hSl'lmr^ TT^ "- lUg\r *"*' S0IDenle ,,"5"r"" fi"r S. en'
    nitiuava anda o imprevisto da sihiai-ao. Ame- ., .
    dida que doscia e que ns arvores sobre ella espa- naIes- Alom os cuidados destaca
    Ihavam sua sombra, o espirito vortiginoso da fo-
    Pens, respondeu Laura, que roo prova-
    velmente aproveitar-me da permissao que
    desle, e desposar Cirios.
    Ah 1 e isto que te torna to melanclica ?
    Escuta, pois, a resoluto grave.. Mis que
    fortuna lem elle justamente ?
    Tora pouco mais eumenos InwnfM n 1
    francos.
    E lambem esle o meu doto, loriamos pois
    vinte c cinco a trila rail libras de ronda. Rio
    muito : com osla quan, i son ata i i de :-
    ver cm Paris mui parcamente ; tor apenas ura
    carro. Nao me disseste que n lie Dupuv
    rica, que adoentada o que por ia
    caear-se .'
    Podes tranquillisar-te ; provavel q
    la morra antes tem desejo algum do o desbordar. D'aqui a
    como vivera comvosco, e entrar para i ra-
    seus vinle rail francos de renda, oslareis n s
    folgalos, c ser-te-hia pernitlide esperar.
    Ella poderia fazer mcilior, replicn l.iura,
    com ar pensativo : que era dar-nos i u I |. umi
    parlo do que possue a melade por enmato, Um
    gurando-nos o resto. Parece-me quo dez mi)
    francos por anno sio mais queso: pan
    viver era Fontainebleau, trun iu;K.miento, i
    lhe conrm.
    Ah sim, esic irranjo seria o i ij -
    rol para t. Cecilia acela-lo-l
    duvdo. Bosta sabor se Carlos consentir.
    Porque ?
    ha para ellas inters, nem feiicid > I
    ----_. .. wvraaaw* | u t.-IMUIIl > 1 l .. 1 i 1 < ~. < ^J,l II''- t----- w VI1..J.TX., I1XJI
    resta se apoderara delta. Pareca lhe que, dos! Obra mal quem as dislrahe. Hadei
    murmurios prolundns do vento sahiam palacras; DUV ,,-u;,,.,- ,,, .
    indislinclas, e que pela fronte lhe oassaram so- i P u>. ''"'. 'C-Xu p-'' Ua r"

    la. Fa-
    indisiincias, e que pela fronte lhe passaram so- i
    pros de azas invisiveis. Em sua passagera rui-
    dos extraordinarios se agitaram nos montos de
    folhas secras, as llores agrestes exararam seos
    aromas sclraeens; as azevinhas; esses ou ricos re-
    .getaes, fazi. brilharsuas ponas na extremidade
    | negra e immovol de sua casca ; c os rochedos,
    cobertos de musgos, loma rara altitudes inquieta-
    doras, copio monstfos que espreitnm a occasiao.
    Tomada de uma especio do yago terror, que
    nao deixara do ler seu encanto, Laura estreme-
    ca, sou braco hernia, suslentando-se no de seu
    companheiro, e palpilaoes extraordinarias su-
    biam-lhe do coraco aos ouridos.
    De reponte deu ura ligeiro griio. Rindo no
    mesmo instante do sou espanto, mostrou a Dupuy
    seu veo de garca azul, que urna pancada do ven-
    to forle havia levado. Felizmente ura ramo do
    arrore, quo alravessara o caminho por sobre suas
    caberas, liavia delito em seu vita o ligeiro veo,
    , que l se achava enrolado, o qual foi' a
    Iraracdialaracnlc, era razo de um raio do sol,
    i nico que o grande numero de arcos que forma-
    ! vam arrores consenta quo ahi penetrasse. Po-
    , rm o ramo era bastante alto para que Dupuy po- decidir da vida iuteira. alguna con-- i
    losse apanlia-Io saltando, alera do que scus ,. ml< ,.-., .-, .,in r m ".
    : meios se paralysaram pela decliridade do solo "a3 "J0 e udo' Umo u'-*u-v ""
    Propondo-se elle a procurar uma vara qualquer ":'"u>. comprohindera isto e nao querer i
    para ajuda-lo, Laura disse-lhc quo ser'n muito car-meera urna posicao que rae nao
    enfadonho, e que preferira dispensar o veo, ain- o impdr-me a corapaiiia per: la d
    ua que isso a incommodasse bstanlo. Compro- ,,,,, ,
    bende-se que ella nao quena cxnor a lez ao con- '."a 1"0.reP08'>. eque, em tod
    ; laclo immedialo do tempo. divertira.
    Quera sabe? replicn d
    nupuv emorou-se cntao ti^ um ou'ro o\no- i ,
    V"*,?, talvez que, pelo contrario, le convenha
    raais nao impedirei quesea mano vi
    lo-hei mesmo ir.
    .Muito bem; vejo com prazer
    corla dos sentimentos do Car'
    lio sobre elle.
    Parece-te que dero duvida ?
    Denebuma sorte, o ateto-rae
    pela pressa com que te decidiste a fazer-lb(
    tija e a slisfazer seus desejos. S 11 [u
    - ib r o que so passou hoje enti >, ^ i a ell
    Oh. posso dizer-t\>, inlorrompeu Lau
    conloo com effeito, sem mais
    so havia passado... I" tud
    terminando.
    Porm, di .. ia, O um con
    forma.
    Sem duvida.Entretanto nao sou m
    da enlendo dos negocios. O cosamenl
    muito serio. Dopois de convencin ido, r -' i
    executa-lo. l'm momento de


    N
    diento que inmediatamente poz em execuco.
    quando a conheceres. Desej is rauii
    Tomando Laura om seus bracos, olovou-a sem j
    dilliculdale a altura une servindo-se do cabo en- T"-'M tens de viver'.' Pois bem, se ; i
    rl?rao0rl0f'" ('l'lp" dCu01, ro",,h?.,adl. p"," ''' decSdio fl" ^manbaa iran
    cbar.o ramo para si o apanhar o subl quadrado i....., _., ., ^ r
    i ', em vez de esperarnos aqu ;
    reni is partir ja e causar-lhe a ag rpre-
    de gara.
    ! disse Dupuy, pondo-so no chao, todo
    meu sangue por este veo ''? da il "-" vl-e-locm sua casa ; de Sol
    la cunliada.
    llniive nestas palavras hyperbolcas uma pn- v* ,; -, i .
    icio (o vctdadcia o poderosa que ella nio pOdc j >', "U!,C DreC,S0 "rer
    resistir. Nesse momento nao houre nelle fing-1causou a Bopuy a execucio d
    monto nem subterfugio. Scnlio-se sincera o leal- grande alegra cera quo fe a bel! i Laui
    faSVe^ellSu S'SiS^ ^' "V" !"' T F*
    as honras pela pobre Cecilia.
    Fu vo-lo darei, disso olla a Dupuy.... mais!
    1 laido ; em quanto esperis aqu leudes a minha
    mo.
    Elle beijou com transporte esta mo lo gracio-
    samente oslemlid ; depois, ambos como que
    roando, percorreram rapi lamento o resto da dos-
    eida, no Um da qual foram receb los >or mada-
    ma Fremonl, que eslava muilo gloriosa de ler
    sido mais ligeira S duque ellos dous junios.
    Os oulros haviam lambem rhegado. Laura
    ! conloo o que podia sor contado do incidente que
    os linha demorado. Julieta nao creo muilo em
    sua narraco. Madama Soyal admirou e fez ad-
    mirar a bella cor que o passeio don a sua filha.
    O resto do passeio nada olTerecou de particular.
    Lm mo lempo que se annonciara, obrigou a
    abrevia-la, e leganhar precipitadamente as
    carros.
    tarde, apezar das instancias quo !!o foram
    foilas, Dupuy tere de retirar-so cedo,
    i sua irma linha de rollar do Paris. Porm,sem
    querer duridar de seu amor fraternal, pode-so
    ; acreditar que uo era este o nico motivo
    Para a aprcscnlar, mostrar e di
    ! I os enfadonhos : d ide, des >nvoh u umi ri
    za, esiral igemas estes que causaran n
    na ao mais auligo diplmate, mas qm
    superiores aos meios de que
    p-ulo Jas mulla res.
    Cecilia, que desojava muilo agradar
    mao, e ver deporto armella de -,,,.,
    dado ia depender, prcslou-ae com eraz
    monstricao. Durante esse dia
    si exclusivamente s duas jorens tai as
    galisou-llies multas stle
    ellas, passeou depois no jardim, i
    e emfim porlou-so do urna ni mei
    dilTerente de seus costui.
    Laura mostrara firmeza; pnrOm ntari
    eslava indignada. Nao tinba feil j.. '
    ? semelhasse. Mademoisello Dui i
    tnisar da permissao de s
    l-.ra com effeito um dos
    mais completa <\v se pode encouli
    la ora deforme, os cabellos, a voz, u
    A alegra com que so mostrara acal i ,
    , ..... ---------. Sua
    pros nica dopois do que so p issra, podia, nos, BlCK ,- ,qe
    piunciros momentos, causar, a sua muilo amada, lomar, aos cios da joven bel!
    algum embarace, que desojava poupar-lhe. Elle nadmissirel.
    mesmo uecessitava rccolhcr-se e enlregar-se li-
    rremente a sua felicidade. Em seminante ron-
    unclura, na falta da solidao com duas pess
    a solido completa a que mais conrm. liare-
    a mesmo cortas nniurozas pava quem a
    renda seria duvidosa.
    Laura, apezar do imperio que linhn sobre s,
    nao eslavarisirelmente era seu estado habitual.
    Em que pensas lano ? Ibe perguntou Ju-
    lieta, quando so acharara sos, depois do jantar.
    era casamento mas quando so a tem pedido o ob-
    tido, 6 falla de polidez retirar-se o individuo d-
    zendo : Mademoisellc, peco-tbe que desculpe a
    minha distraccao ; nao era" a sua mo que*eu quo-1
    ria pedir, era a da sua visinha.
    Senhores, disse Olireiro, retirando-se com i
    a filha, alguns amigos fazem-ine a honia de ir :
    hojea minha casa; se quizerern sor desse nu-
    mero, dnr-nie-ho o maior prazer. No se falla-
    r em poltica.
    Brancas e Bipainsel aceitaran! ambos, um com
    algum aborrecimeulo, o oulro com uma alegra
    que nao escapou aos olhos da providente Rita.
    Graindorge que ficra para traz, lomou de parlo
    o sobrinho e disse-lhc :
    Agora, us dous. Esta noite deves docta-!
    rar-te.
    Declarar-me-hei, respondeu Brancas fria-
    mente.
    E o casamento Iiade ser dentro de um
    mez.
    Que casamento ?
    O leu.
    J lhe disse que era necessario renunciara
    isso.
    Lonco 1 largas a preza pela sombra.
    Amo.
    Amas? uma bonita cousa, nao tenhas du-
    vida 1 E' uro signal certo que tens bom coraco e
    grande sensibilidade. E' o cssencial. Quo impor-'
    la que ames a morena ou a loura?
    Importa muilo. Quero amar a minha mu- '
    lher, c smto que morreria de desespero so Clau- .
    dia passasse aos bracos de oulro.
    Viste isso nos romances?
    Talvez.
    Achas que se morro de desespero ?
    Algumas vezos.
    Sim. Alguma raparguinha vai comprar um
    punhado de carvo e asphyxiar-se por que o
    amante a abandona ; mas deves ver que os ser-
    gent de ville percebem isso de lempos em lem-
    pos c abrem as janellas E' o precito de polica
    que faz correr esse boato para mostrar quanto
    vigilante a sua polica. O carvo so serve para
    cozor bifes.
    Creio, mas uo amo Rita.
    Has de ama-la E' amavel ou no ?
    E' encantadora.
    Pois bem, forra-te ura pouco. Vira o amor
    ou o habito que o siiksliluc muitas rezes. Julgas
    que eu eslava muito apaixonado de tua lia quan-
    do casei ?
    Eu se? Vmc. goslava talvez das ruivas....
    Nao ; eu goslava do repouzo, do. riqueza, do
    Dupuy nada linha visto nem pen
    no coraco, e o sol n s olhos. i
    lo d.' sua felicidade : exultara.
    A' larde, quando cheg u o m m ei.l ida
    . .'ulula ij -- :
    Contamos comvosco am
    seio em batel ; esqucce-l
    Esqoece-lo! respondeu olio, >.
    resse.
    I mli ::
    confortarcl, de toda essa felicidade que nada po-
    do tirar o quo nos consola de lo las as desgranas.
    Vi miss Evelina Shcnectady; linha um milho,
    era alia, um tanto magra. .
    Magrissima.
    Muilo magra, soja, um tanto mira...
    L'm tanto .'
    De genio desigual.
    O respeilo rae impede de approva-lo, inca
    lio.
    Nao le peco que rao approves, quero quo
    me oucas.... linha ella pois um genio des-
    igual.
    Vmc. o disso.
    Insupporlavel...
    Oh oh !
    E louca pelos pudingse roaslbeafs, quo eu
    delesto.
    E Vmc. aceilou-al
    Aceito;? Eseolhi! L'm milho de dote !
    Um milho exdamou Brancas.
    E o finado sir Gaspar Shcnectady, antigo ro-
    cebedor das linancas de Rcnars, guaidava-llio
    oulros dous milhes...
    Sim 1...
    Sim, mas o animal...
    Quem?
    Shcnectady. .
    O seu honrado sogro ?
    leve a estpida idea de emprestar os seus
    dous milhes ao shah da Persta...
    Dtabo 1
    Sim a cenlo por cenlo.
    Sobre hypotheca?
    A hypoiheca era a cidade do Candahar.
    Muito bem disse Brancas, a hypoiheca de-
    via ser boa. Candahar urna cidado admiravel,
    onde o ouro corrija roda pelos bazares o os dia-
    mantes e perolas brilbam no pescooo de (odas as
    mulheres. Beliro-mc n Cluudin.
    Ora, o shah da Porsia, disse Graindorge,
    1 tere a infamia do procurar qucsles com os Af-
    ghans.
    De veras?
    Tu con heces os Afghans ?
    Muilo pouco.
    Pois bem Os Afghans sao unssujelos mui-
    to mal educados, que nao gostam do shah da
    Persia.
    Porque?
    Hei do te explicar oulro dia.
    Nao, explique hoje.
    Ah ests me aborrecendo, j fallaste tanta
    hoje o nao me queres deixar dar lingua um
    : bocadinho?
    Blancas Inclinou-sc rnspeilosamcnti .
    Ora, disso o consclheiro de estado, as Air
    ghans lumaram Candahar e qu iraaram a
    tlicca.
    Oh foi m
    Nao achas? Shenectad} que i i. .
    ros com a Qlha, foi prca ki | -
    los ps oesfolado riro. Ds Iratan
    da pello um tambor.
    Mas,disse o advogado, i,;-'i irag i
    ra nos ensilla a nao lemos mulla conli
    milhes.
    A historia do Sheuocia !> nao prora i
    nem tudos eniprestam o seu d
    Persia e bem agradavel ser-se rico
    i rabal ho.
    Era duas palavras, meu qu
    que eu case com Rila .'
    Sim.
    E eu nao quero.
    Mas, infeliz, assim tu nur.ca has de s. .
    [lutado
    Sorei feliz.
    Fazes-mc fallar a minha palavra. l
    nfronla que Oliveira nunca rao perdoart '
    E se cu lhe apresentasse nutro a i
    Quera '
    O meu amigo Athanazie.
    t> tio levanlou os hombros.
    Aprsenla quem quizeres. I u i ie -
    Complico da la loucura. Al ..-lanoiic.
    O consclheiro de estado deixou os dous an
    e roltou casa do Oliveira.
    Parece-me. disse Athenazio que se
    afstado por discrioo, que teu l'> nao i sil i
    de accordo comtigo. Deque so traa?
    De uma asneira. Qucr tile por foro, i
    case com Bita.
    E recusas ?
    Ora se !
    Ol, grande Jpiter! ovclamou Rips
    houre jamis um amigo tao aavavell H.
    Rita !
    E tu nao a rocusarias?
    Eu daiia para ser amado por ella -
    nhentos mil francos que rae guiaste esta raa-
    nha. J riele como e bolla .'
    S ri Claudia.
    Vamos jantar, disse Ripainsel Estou i
    vi Claudia. Minha alma est no eco.
    [Coliiinar-ic-'
    PERN. m\ DE M. F. DE FAMA. Ira
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