Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08971

Full Text
Anuo XXV.
Tenja-feira 24
PARTIDAS DOS COB.HX10S.
(loianna c Parahiba, segundas e sejtas-feiras.
pjo-Grandc-do-Norte, quinlts-feiras ao mcio-
dia.
tubo. Serinhem, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e ilimii, no 1.*, a II c21 de cada inei.
i iianhuos c Bonito, a 8 c !.'!.
poa-Vista'e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
nHiid.-^todos o dias.
zraxKXBiDn.
rntsiSDi i.u. Chela a 5, s II h. e Om.dam.
Mlog. a 13, as 4 h. e 48 m. da in.
Nota a 19, s (ib. o Mim.da t.
Cresa a 2<, as 10 h. e lin.da t.
muuH DE HOJE.
Prlmeira s 8 horas e 30 minutos da manli.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tarde.
de Ju1ho(lcl849.
p nipos DA suBscnipqAo.
Por tres mrxea (adianladot) 4/000
Por seis inr/.cs 8/000
Por Om anno 15/000
das da semana.
23 Seg. S. Apollinario. Aud. do J. dos orph'osc do
m.dal.v. ,
24 Tere. S. chrUtina. Atrd. da chae, do J. da I. v.
do civ. e do dos feilos da fazenda.
25 Quart. ** s- Thlago.
S6 Quint. S. Justa. Aud. do J.dos orph. cdo m.I.v.
*7 aext. S. Panlaleo. Aud. do J. da 1. v. do civ. c
do dos Cellos da fazenda.
28 Sab. S. Innocencio. Aud. daChanc. c doJ.da 2.
vara do 'Time.
20 Doni. S. Anna.______________________
CAMBIOS M DE JXHO.
Sobre Londres, 25 d. por l/DOo rs a (0 dias.
. Pai is, 380.
. Lisboa, 115 por cerno.
0Mro._Oiicas hespaiihoe.........
Moodasdeti/fOOvelhas..
de li^u novas ..
d 4/000...........
Piala.Pataees lo-asilciros.....
Petof columna rioS....j-
Ditos incalemos ..
30/900 a .W.MM1
17/200 17/4110
10/200 a l(i#4on
U/200 a O/I'
l/:i90 a 2/0HI
1/11I0 a- 2/0U'
1/OOti a lfJ2"
DIARIO Mi
HWTE OFFICIAi.
da*-
do
- <
TRIBUNAL DA HLAGAO'.
SF.SSAO' F.M 21 DE JLnO DE 1849.
presidkncm no EXM. seniioh
CONCRLBEIRO A/.P.VFDO.
A's des horas da manilas, aehando-se pre-
lenles os Srs. desenihargadores Ramos, Vil-
lares Bastos, Leo, Souza, Rebello c Luna
Freir, fallando rom causa o Sr. desembarga-
flores Pone, foi (aberla a sesso.
O Sr. presidente apresentc-u MU mesa um
flleio'a elle dirigido pelo P.xin. Sr. eonce-
helro de eslado presidente da provincia,
, nqi.inh Jo de um eiemplar sobre as elel-
Oiiiro dojiilr. dos feitos d> fazenda desta ci-
rtade A'varo llarb.ilho Uclia Cavalcante, par-
ticipando ter tomado poase do lugar no dia 19
do crreme.
JULOIMINTOS.
Afptllaces eiriii.
Appellante, leada Th maila doNascImento
appelladn, Jun Ferrelra de Olivelra lilas.
Foi confirmada a sentenca.
Appellante, Jos Cyprianno Lopes da Silva;
appellado, Jos Antonio de Oliveira.Eoi
confirmada a sentenca com declarado.
Appellante, Mnrcellino Jos.Lopes; appella-
do, Manoel Elisa deMours Fflram despre*
taos os embargos do appellante.
Appellante, Goncalo Guedes Alcanforado ; aV
pellada, a viuva de Joao Maclel Alcanfora
do,FAraiu desprezailos os embargos.
Appellante, Aune Elisabel Adu,ePoirson ; ap-
pellado, Aflonso airf-flartln.Woraui
presados os embargos do appelllan
Appellante, Manoel Caetano de Gouv
pe liado, Costewort Powel e Poclet
desprezados os embargos do rpellp
Appellante, Dionizio GomesyQu Rrp
lados, lorio de Barros Reg e mi..
dou-se ouvir o Dr. cirador-geral.
Appellante, Prxedes da Fonseca ;
appellada, D. Mara AnnaJoaqu
va.Manilou-se ouvir o Dr cur I.
Appellante, Goncalo FerrelradeSi. I-
do," Mai.orl Soares da SILaJPT-'ran
zados os embargos, .^r
A0n\at&o crimi.
Appellante, MaBel Fernandes Vlelra ; appel-
ladn, ManoelWevelaque.Nao lomaram co-
nheclinent/por ser caso de recurso.
j fecurtoi crimit.
Ilrcorrentc. o loteo; recorrido, Antonio
Valle Roris.Foi Confirmado.
Recorrente, bacharel Jos Flix de Rrito
cedo i recorrido, o juizo.- roi confino
despacho de que recorreu.
Rrcorrente, o juizo; recorrido, Franc'
Mabulot.Foi confirmado o despac
Recrreme, Miguel Alfonso Ferreira
rldo, o julzo.Rcformaram o dcsp;
incompetencia do juio.
Ptticet.
Peticao para prorogajao de inventar;
\ i ion nio Augusto Horges.Foi indefe
Dita de Joaquim Jos Morbosa.Foi indefe-
tlda.
Dtiignac5es.
Foi assignado o 1. dia til para seren jtil-
Badas as appellacoes civcls em que sao :
Appellante, Jos Maria da Costa Carvallio
appellado, Manoel Ferreira da Silva Ra
ApP''llautes e appellados bernardo L sserre>&
C. e bernardina Gomes de Carvalbo.
Appellante, Lnli da Fonseca como curador do
r-x menor Ceiario ; appellado, Rodrigues San.-
* ches.
Appellante, o juizo; appellado, Luiz Antohio
Herreira de Albuquerquc.
Appcllaule, Jos Rodrgues do Paco ; appcl|n
do, Manuel Filippc da Fonseca Candi.
Rtviiiiei.
Passaram do Sr. desembargador Ramos a-,
Sr. desembargador bastos as appcllafoes crl.
mes em que sao :
Appellante, Luiz Ribriro Florentino do Ksp(_
rilo Santo; appellado, o juizo.
Appcllaule, ojuito; appellado, Pedro Jos da
Silva.
Appi ll.inte, o juizo; appellado, Joaquim lio.
drigues de Araujo Sipo.
As appell,->c Appellante, Joaquim Amonio dos Santos An.
drade ; appellado, Antonio llotelho Pinto di
Meaqult.
Apprllanie, Joao Porfirio da Motta ; appella-
do, Manuel Antonio dos Santos.
Appellante, Antonio Fernandes Ribeiro ; ap-
pellado, Manoel Florencio Alves de Moracs.
Passaram da Sr. drtrmbargadoi Villares a,
Sr. desembargador Bastos as appellaffles ck
veis em que sao :
Appellante, Antonio Jos Perelra ; appellada,
a fazenda nacional. j
Appellante, I). Maria \ Jess Teixeira Frait
co ; appella.to, MardUlino- Jos Lopes.
Appellante. Aun* iraJKui>ljU Paz ; appell
do. Joaquim Fcllx jja Silva ~~* ""
Appellante, o juizu ;' appellada, D. Anna Joa-
quina de Azevedo eS.
Appi llame, Jos Rodrigues do Paco; appella-
do, Manoel Piieira Magalhaes.
Appellante, Joo Perfira Lagos; appellado,
lien ulano Jos de roma.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Jos
da Rosa.
Appellante, Afesandre Ferrelra dos Santos Ca.
mlnha ; appellado, Jos Francisco do Reg.
Appellanles, o reverendo giiardio 6- S-Frau-
m ci.co e a menor Cajlota ; appellada, a fazeu-
da nacional. "
Appellante, Francisco Alves de edeiros ; ap-
1 Ipcllado, Andi barbosa de Miranda e S.
I^ll'astaram do Sr. desembaigador bastos ao
r. desembargaaor LeSo as appellaces clvels
Ksemquesao:
Appellante, Jos Rodiigues do Paco ; appella
do, Jos Fernandes brasil.
Appeluile, o preto Antonia por sua filba Ma-
iia; appellado, Ignacio Joaquim Acciolide
"scoiicollos..
"^oellame. o juizo dos ausentes ; appellado,
w.ulz Borges de Siqueira.
I'assaram do Sr, desembargador Israo ao Sr.
n"e!""lrg'"lor So'sjU as appellaoes clvels em
Appellante, Francisco Xavier de Vasconccllos !
appellado, Joao Manoel Dias.
Appellante, Jacintho Moreira Severianno da
t unlia ; appellado, Joao de Barros Reg Ac-
cioli.
Appellante, Jnliao lercnger ; appellado, Jos
Antonio Lourenco.
Appellante, Joao Pinto de Lemos ; appellado,
Manuel Elias de Moura
A|.pedantea, Carlos Jos Gomes de Oliveira e
Jos Jannario Alves Ferreira; appellado,
Pedro Joa Rodrigues.
As apprllacries crlmes em que sao :
Appellante, a jiislica ; appellado, Miguel Fran-
cisco do Hom-Fun. *
Appellantes, Joo Manoel Mendes e Evaristo
alenden ; appellado, o juizo.
Passaram do Sr. desembargador S'uza ao
Sr. desembargador Rebello as ar-.;it|laces el-
veis em que sao:
Appellante, Francisco lo..' da Conceicffo ; ap-
pellado, Pedro Jos Pereira dos Santos.
Appellantes, o padre Sebastio Antonio de Me-
tieses e outros : appellados, Luiz Ignacio de
Oliveira Maciel e sua inulber.
Appellante, >> juizo dos ausentes ; appellados,
Nicolao O- Bieber kC.
Appellanes, Antonio Alves Ferreira e sua mu-
Iher,- appellado, Jos Joaquim Uczerra Ca-
valcnte.
Appellante, Gaudino Agostioho de Barros;
arrprllado, Joaquim Jos de Sellas.
Possoii do mestno Sr. desembargador Soiiza
ao Sr. desembargador Luna Freir a appella-
cao i iv'I em que sao ;
Appellantes, Bento Jos da Costa e sua inti-
iiicr; appellados, Jos Joaquim Bezerra Ca-
valcame.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as sppcllacoes
civeis em que sao :
Appellante, Justinianno Antonio da Fonseca;
appellado, Joo Keller A C.
Appellante, Claudio Dubeux; appellado, Agos-
ti nlio Ilenriques da Silva.
Appellante, o juizo ; appellado, Luiz Goniaga
de Menezes Lira.
Appellante, Francisco Alves de Soma Carva-
lbo ; appellado, Jos Luis Pereira Lima.
Appellante, o Julio; appellado, Jos Martins
da Silva.
A appcllaco crlmc em que sao :
Appellante, ojuio ; appellado, Jos Clemen-
te dos Santos, condecido por Jos de Santa
Anna.
Passou do Sr. desembargador Luna Freir
ao Sr. desembargador Ramos a appellacao cri-
me em que sao : /
Appellante, o juizo ;'appellado, Manoel Fran-
cisco Pires. /
I/i.
DUlribuicii.
Ao Sr. esembargador Leo _a appellacao
ei um- do Krejo-d'Aicla em que sao:
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Alves
do NaicitneDlo.
O recurso crime do Ass em que sao :
Recrreme, o julio; recorrido, Jos Joaquim
ilezerra Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Souza o recurso cri-
me do Brejo-d'Areia em que sao :
Recrreme, o Juizo; recorridos, Ilenriques
Jos Cavalcante e outros.
Ao Sr. desembargador Rebello a appellacao
crime do jury desta cidade em que sao :
Appellante, o juizo; appellado, Jos Louren-
co Martins
Us msls feito9 com dia assignado nao lOram
julgados por falta de lempo.
Levautou-se a scsso s 2 horas e niela.
EXTERIOR.
ESTADOS PONTIFICIOS.
fcoBKsrONnsNCi do timS.J
Cni'te Frcfnio, 1 dejunho.
Esloit resolvido a ir Roma, qualquer
qun seja o acolhimenlo que tenha deen-
conlrarda parlo do iriunvirato, ouiloio-
vo, mns n8o o fsrci emquanlo tifio chftgar
a resposta do govemo frsncez nos desp-
eboi que daqui Ihe fram remellulos a 23
do passado por va do Mr. I.alour d'Au-
vnrgne, porque s enlfio poderei saber se
(eremos paz ou guerra; entreino remel-
lo-lhe parle da correspondencia havitla en-
Irc Mr. Lesseps e Mr Mazzini. A pri.neira
ri-ca he a nola escripia a 24 de majo por
Mr. Lesseps, a qusl conten proposla ab-
surda de garantir contra a invasu eslran-
geirn aquella parte do territorio romano
que fosse orcupada pelo exercilu francez.
A segunda he a mu primq/osa' nota escrip-
ia por Mr. Ilazzini em o nome do triunvi-
rato ao ministro francez ; e a ultima he
resposta a este despacho.
lie possivel que Vine, ja lenha visto a
piimeira nola de 24 de maio ; porm creio
queasoulras silo iuleiramento novas, por-
qiiaulo fui smente hontem quo o meu ami-
go de Itoma podo dellas conseguir copias
Cotnecarei pelo primeiro documento, a
nola do Mr. Lesseps assomblca nacional
Itoma :
Na grave posico das acluaes circums-
ncias, e no n rnenlo em que vai deci-
r-se urna ctise, a qual humilliara ou ei-
r para semprc a bsndeira italiana, utn
uHJmo dever me he imposto, e este he fa-
zer que a verdade seja do todos condecida,
assinreomo jaiz que o fosse de meu go-
verno. ^ O publico oceupa-se nimiamente
comm ^ i; elle duvids. e est pcrpleso ;
portn os heroicos cidados de Itoma vem
claramente, com esse inslincto popular que
distingue as massas, que um ou outro os
ha engaado. Quanlo a mim, homem de
paz, de verdade e de humanidade lenho
em "meu poder urna prova certa que hei si-
do desigualo cojno proprio para cahir vic-
tima do punhai ssassino, e tambem como
a origen desta agitacSc ogeral desassoce-
go, eswido meu desejo nDo empecer o ca-
minho de pessoa alguma, e deixarao paiz,
assembla geral e ao poder executivo pie-
na liberdade de reOexAo, disoussfio e ac- formacSo que possuimos relativamente ao
Cia. lencioajp retirar-me por alguna diaslconcerlo da Austria, o resultado das dille
enera! do ejercito fraotez, trentes eaUevisUs Udasjjom o genrale
all l-Tll A
Dalli vigiarei com cuidado, de accnlo com
o general em chefe, obre a seguranr;a de
meus pacifico* compatriotas que aind per-
manei'.-ni em Itoma ; quandn todas as es-
peranes se desvanocerem, virei em pe>ssoa
receblos. Entretanto proclamo : Des-
granada, destfracada cidade eterna, s hoti-
ver qnem ose tocar em um s cabello de
um cidadSn francez. mi na cabeca de qual-
quer outro eslrangeiro.
Perguntsm-me de todas as partes, co-
mo pnderemos receher-vos como amigos,
nil" nos tendo vos dado nenlmma garanta
publica ou declarada A istn respondo :
a A forma dogovemo francez,a poltica sem-
rre clara e simples da Fra"C, da qual son a
exoressilo e o orgo, deveriam isentar- le. ser chantado a dar qualquer oulra ga-
ranta Comtudo no nteresse de todos
para abrir os olhos sos ceos; para
prevenir a maioria da popiilscflo de ser en-
gaada por homens mal intencionados, ou
illudda por chafes que a opprimem, e que,
obrando aobre osreceios ou o patriotismo
do povo, austentam momentneamente a
roas detestavel das causas, apr-isso-me a
P'oolamar claramente a gsrsntia tilo deso-
jada e pedida por esses verdadeirns Roma-
nos que teem alguma cousa que perder com
n ruina da palria Rata garanta, pela qual
nos interesses de toda a sociedade, nao te-
mo arriscar mnbaresnonsabilldade pessoal
o todas as consequenciss futuras, en offe-
reco as seguintes palavras : A rep-
blica franceza garantir da invasflo estran-
geira o territorio da repblica romana oc-
cupado por suas tropas, t Ksto artigo ad-
dido s tres proposlas j taitas coiifumli-
rlo osinimigos de Vv. Excs assim os in-
ternos como os externos, e convencerlo os
mais incrdulos. A sorte do paiz est as
milos de Vv. Excs. Nao dcixem Vv. F.xcs.
de cumprir os seus deveres, que nos n.To
dcixaremos de cumprir o nosso, nem o ex-
ercilo francez, nem seu commandanle em
cnefe, nem seu enviado conciliador. NHo
percam Vv. Excs. mais o lempo precioso ; e
se ha em liorna um traidor, ao qual per-
doo, e ao qual tambem Vv. Excs. perdna-
riio procurem c acha-lo-hio.
c Concluindo peco a Vv. Excs. conlinuem
a mandar postar porta de meu hotel a
guarda de honra e os uus ordensneas mon-
tados j l estacionados, para a protec^ilo
da bandeira frsncez, para a liberdade de
nnnlia communicaoflo e* a soRiiranca das
possoas addidns niinba misso.
o Tenbo a honra, etc.
F. Leiteps.
A segunda nota, a do Iriunvirato a Mr.
Lesseps, he do teorseguinte
a Itoma, "i de mato.
Senhor. Tvemos a honra de submi-
nistrar V. Exc, em nossa nota de 16 do
corrente, algumas informacoes acerca da
unanimidade com que o governo romano
foi ostabelecido. Agora temos que diri-
gir-nos V. Exc. sobre a qiiestio, como se
acha actualmente posta em ponto do facto
ede le, entre o governo francez o o nos-
so. V. Exc nos perniiltr faz-lo com to-
da a franqueza que exigom nossa situaciio,
e sssympathias que devem existir entre a
Franca el Italia. Nossa diplomacia he al
verdade ; e o carcter dado inissao de V. [
Exc. he para no*, senhor, um garanta de
quo a melhor nlerpretaco possivel ser
dada a ludo quanlo lemos a honra de dizer. j
Permilta-uos V. Exc. laucar por um;
momento una vista d'ollios sobro a urigetn j
da actual situaco.
E n cnsequencia de conferenciss cele-1
liradas e arranjamentos friitos, ha algun^
lempo, seni o governo de Roma ser convi-
dado a tomar parto nelles, deciliram as
potencias calhulicas. 1. Quo urna modili-
caeflo poltica deveria ter lugar no governo
e iiia'ituiQOes dos estados romanos. 2. Quo
a mndillcacilo deveria ser bascada sobro n
reslauragao de Pi IX, mo como papa, o
que nlio encontrara em nsnenhuma op-
posiQHo pnrin como principe temporal
3. Que, se urna ntervencio fosse necessaria
pira assegursr esteobjecto, urna interven-
ego se fizesso.
k Admittimos de boa mente que,emquan-
toalguns dos governos contratantos sonha-
vam com umsrestaur5ilo geral, e a volta
absoluta aos tratados do 1815, a Franca era
levada a cooperar com elles em virtudo da
falsa nfoniiacflo que Ihe foi transmitlida,
na qual sv.;teinalicaniciite se allegou que o
territorio romano achava-so em um estado
do anarchia, e tyiannisado pelo terror ex-
ercido cm o nome de urna minora odiosa.
Sabemos tambem que na modificaciio pro-
posta o governo francez procurou exercer
urna influencia mais ou menos liberal, em
opposicilo ao programma absolutista d'Aus-
Iria e aples. Todava he verdade que.qur
deba ixo de formas despticas, qur do cons-
tittioionaes, qur com garantas liberaes
para o povo romano, qur sem ellas, a ideia
dominanto de todos era voltar aos lempos
passados, e arranjar urna IransaccHo en-
tre o povo romano e o papa, como sobera-
no temporal.
No podemos oceultar, senhor, que a
cxpedicBo franceza foi planejada eexecu-
tada debaixo da influencia desta ideia. A
expediffio tere por objeelo de urna parle
lancar a espada da Franca na balanza das
negocia^Oes que ani entabolar-se em Ro-
ma, e da outra garantir o povo romano de
qualquer excesso retrogrado ; porm' em
lodo o caso resolveu-se que urna inonar-
chia constitucional seria reconstruida cm
favor do santo padre. Pondo de parle a in-
dino!, as declaracoes frmaos dadas no tr
dmot, ns deeiaracoes nirmaosnais <. i..- .. r.xo. i.,...--,-.^..,r-..- .
tinvirato por agentes successivns, o silencio a quaen fram .migadas inail'"'s''\"' .
._ _i__..__i-___.. ....i.m imbt ni vn. njcomKli o enoiinriiintemeillO nan.i mal-
to obstinaAamcnto gtiardtflo todss as vi
zesque procuramos tratar a quesLIo politi
u u-* mini-^ n,i.itii |iii(ihiii.i...........-
- assembla, e conneeitinlemenle nada rnai.--
- temos que dizer sobre ellas. Moje V. F.
zesque procuramos tratar a qu-si.i" i"'""- ^""" ""' .,.,,D =..-... _-'.,..
ca, e obter urna resposta positiva as duvi las mnla una ontr.i s que foranlreje'l"''an
.______________,. J. iil ,U iu,anlii L'aI, wllimq nrnnixch ili>purH: II Ollr fl T llU-
snggeriilascm nossa nota de itidocorrent
sustentamos como um fado que V. Ex
lem om suas mf!o* os meios do convencer
so quo as inStituicOftS, pelas q naos os esta
dos romanos octtialmenlo silo govemados
1________. 1_ ltu_. _UMkHh il ,!*! niMMilftr
Esta ultima prnnosla declara: Q'i" "tn-
ca proteger de lo la a invaslo estrangeirj
- aquellas parios do territorio romano que
- torem occupaitas por suas tropas! Exc.
ilove sabor que urna tal proposta em no-
dos romanos ncttialmonlo sao gnvernau dervamdalivro exnress^o da voz popular, nhirm resneito mudas natnmza nascousjs
... .i___i. .i_ -_... j- -____.- ...i...ir... AAimnana nclo>
e dos desojos esnontoneos e inviolaveis d
povo, legajmcnte consultados. Com afTei
to a discusslo que levo lugar na assembl
nacional franceza o o voto desla corpnra
co nrovam do modo o mais pleno a verd.i
do de tudo quanlo li /finos.
Em face de tal situadlo o debaixo d*
ameai'.i do urna o Iransac^ilo inailmissi-
vel, e do negociiiQOes quo a condigno do
nosso povo de nenhurfia sorto Justlllca, o
papel quo temos que representar niio lie
mais duvidoso. Nos devomos a nossa. pa-
tria, Franca, Europa toda, ooumprir
honrosamemente e at o fim n missio de
que nos adiamos cnesrregados, missfio
livrementedada, e livremente aceita is-
to he, manter para nosso paiz, por todos os
meios possiveis, a invi'olabilidade de sen
territorio e de suas insUtnicAes logaluieotfl
proclamadas. Desejavamos lempo para ap-
peII.ir da Franca mal informada para a Frail-
ea bom informada, alim de que a repbli-
ca, possa snlvar-se da maunlia c remoraos
que dever soffrcr.sc, levada por maos con-
selhos eslrangeiros, se to nar quasi un mo-
mento do sua propria crcaco a cumplid!
do um crime para o qual nSo podemos
adiar parllelo, sem voltar an auno de 177:2,
o primeira divisflo da Polonia. Nos llove-
mos a Europa niaiiler, quanlo permuten!
nnssas fren, o pmeipio fundamental da
vida internacional, o a independencia de
cada povo no que respeila aos scus nego-
cios internos. Dizemos islo sen; orgulho ;
pois.semlo com enthusiasmo que resistimos
invasflo da raonarohia Liliana, o ti nosaa
eterna inimiga, a Austria, lie com profun-
da dr que nos vomos compelilos a nppr-
nos a um cxercilo fraiicoz, porque pensa-
mos que, seguindo a lnha de conducta que
acabamos de tracar, lemos merecido bem,
assim de nosso proprio paiz como de todo
povo europeu, e com espocialidade da
raifca.
l'ossaremos agora, Sr., & qtiest&o ac-
tual. V. Exc. sabe de todas as crcumstaii-
cias que tcom occorrido dep'ois da invasflo
franceza. NSSO territorio foi violado pelo
rei do aples, 4,00 llespanlies embarca-
dos a 17 do correnlo eiicaniiuliaiim-se as
nossas plagas para o lim de invad-las; os
Austracos, depuis do haverem vencido a
heroica resistencia de itolonlia, nvanearam
at a Romana, e presentemente mareham
sobre ,\ncona.
.. Balemos e expedimos de nossos territo-
rio as torcas do rei de aples, o o mesm
Taremos as da Austria, se a posico do cxer-
cilo rrancez nao intervier com nossas opo-
rates.
o lio com pezar que assim fallamos; po-
rem, Sr., releva quo se saiba quanlo nos
custa presentemente a expedieflo franceza
de Civila-Veccbia.
He doloroso aflirmar estas cousas ; mas
declaramos que de tudas as nlerveuces,
pelas quaes actualmente somos opprimldos,
a da FranQa lem-uus sido a mais fatal, (iu-
tra os soldados de aples e da Austria po-
demos combale'r livremente, o D'oshado
proiegcr a causa da jusilla ; porm Hilo
desojamos combaler contra os Francczos.
Acliamo-nos a respeito da Franca em um os-
lado nflo de guerra, porm de defensa.
Mas esta posicfiu, ~ a tnica que de.scj unos
manter quando encontramos l'rancezos --,
ten para nos tola a Inconveniencia sem
nciihuma das cvenlualidaies l'avoiaveis da
guerra.
a A expedieo franceza, Si., noprimeiro
caso, compollio-iios a concentrar nossas
tropas, com o quo (loaram abertas nossas
fronteiras a nvasilo austraca. Boloulia o as
cidades da Romana fram desguarnecidas,
e os Austracos aproveitaram-se desta cu-
cumstancia. Dfpois do oito dias do beioica
defensa, sustentada pela populaQo. tlolo-
nhacahto. Nos compramos em Frauda ar-
mas para defendermos nossas liberdades,
destas armas 10,000, pelo menos, fram cap-,
turadas entre Civila-V'echia o Marsellia, por
esto facto liraram-nos os Franco/.es 10,000
soldados, porquanto cada bomeui armado
he um soldado couira os Austracos,
As forjas francezasacham-su anda de-
baixo de nossos muros, quitsi a distancia do
tiro do espingarda, dispuslus para um ata-
que. Islo obriga-nos a conservar a c lado
cm um estado de defensa que vai arruinan-
do nossas financas. Islo fnja-tios a con-
servar em Itoma urna porc.o do nossas tro-
pas, a qual podia ser ni til bem empregada
em salvar nossas cidad da oceupac/o e de-
vaslai;.o da Austria. Isto embarace nussas
provisOes, nussa circulajao e nossos cor-
reios Isto conserv/ noss cidado en um es-
tado de excilamenlo tal, ^ic, se nosso poyo
no fssetilo prudente eiflo sabio, poder id
ter mas consecuencias. Aieacjto oades-
ordem nao odem sor prdduzdas, porqoe
ambas sSo/mpossiveis em Itoma ; puicma
irritaj3o/contra-a Franja coneerva-su viva,
-mal da ptimeirk magtiilude
uo a amavam, della espera-
V. Exc anrosenlnn-nos tras proposlas,
>. .... ,__ ..... 1 ,.,... i\ ,,|< npl:
e he esl
para a
vam '

llilll il H.ipill" issuitn "--------
\ parte do nossos estados occtipada pelos
- Franoezes est com eff'ito protegida, porcia
a lmente <|tiantn ao presente, o V. Exc. in-
- simia que para n futuro nao temos outros
mens de proteccflo, quo colloear nosso ter-
ritorio em poder dos Francezea.
a Adinirulilailndaquesinonoest nisso
esta na occupajiTo de Roa. Esta condi-
Cao esta enllocada frcntefde todas as pro-
postas do V. \:\i:.; porm temos a honrado
dizer a V. Exc. quo urna tl comlicSo ho im-
possivel. O povo nunca jamis em tal con-
sentir. So a occiipacSo de Roma tein por
tnico objecto protng-la, o povo agradece-
r a V. Exc. a sua bnnignidade. o llia decla-
rar une p lo defender Roma com suas pro-,
prias l'rcas. Rifo se deshonrara, mesmo
01 olhos de V. Exc confessando a suaim-
polencia. o declarando que alguns rogi-
mentos franeozes sfo necessanos. Se a oc-
CUpacSo lem por objeelo -- o quo tai Dos
nao permita urna inlenco poltica, o po-
vo quo voluntariamente escolheu o seu go-
verno, nao a solier. Roma ho nossa ca-
pil.il, o paladio, a cidade santa, hilo co-
nliece mtiilo bem, quo, indopendenlemenle
do sua honra pessoal, a guerra civil lio o re-
sillado de toda a oceuparjao eslrangeirn.
Elle dcsconlia do toda a inlorvencao. l-.llo
prev nos homens o tas instituices, se as
tropas frern urna voz admittidas. mudan-
cas que seriam perigosas para a liberdade.
Elle sabe que em presenca do bayonetas es-
trangeras. sera vaa a indopcndencia dei
sua assembla ede son governo. Ellotem
sciniiret:ivita-Vecdiadianlodosoillos
Soliro oslo ponto, Sr., crea-me V Exc,
uosasropinino ho rrcvogavel. Nos poderc-
mos ser morios de Irincheira em trinc.heira,
mas nflo nossiibiiiettereinos. yuererSo os
soldados da Franca, podcrilo elles nasass.
nar una naca" do irmos, O quaes vieran!
ajuijar, smente porque eslo povo naoquer
oftlregar-lliea sua capital t
l'ara sua SCOJe nos estados romanos, a
Franca nao pode deixar de oscolher um dos
tres papois seguinles : ou declarar-se por
nos, ou declarar-so contra nos, ou entilo
conservar-se neutral.
l)eclarar-se por nos ho roconhecer lor-
m.ilnienlo nossa repblica, e combaler n
nosso lado contra os Austracos.
Ileclarar-so contra nos he destruir soi
nenbura motivo a liberdade publica, a viiU
nacional .le um povo amigo e combaler au, -
ado dos Austracos contra nos.
A Franca no pJe l'azor tal. Ella niu)
pode comecar una guerra otiropua" por
amor do nossa ami/ade. IVrmaneca, pois,
neutral na lula travada entro nos e nossos
inimigos. Unjo nao poJImos senp a sua
uciitr.ilidade. '
\ occiipajilo do Civita-Vecclna he um
facto consummado. A Franca pensa que no
actual esl ido de cousas nao Iheconvm per-
manecer longo do camno da aejao. Ella
pensa que, ou sejamos vencedoros ou ven-
cidos lemosnecessidi.de do sua influencia
mediadora, OU do sua proteccflo: uilo con-
cordamos com ella, porm pcrmillimos que
assim pense. I'crmaneja, pois, em CVU-
Vecchia, calenda mesmo seu acampamento,
j que o numero de suas tropas requer ago-
ra inior espaco, ao saudavcl campo quo
Oca entre Civita-Veccbiae Vitcrbo ; espere,
pois, o resultado da hatalha que dentro em
poneos das dever ter lugar.
Todas as facilidades Ihe sero olverecidas.
I'rovas do tima svmpathia franca e leal Ihe
sorao dadas. Os ollicaes pederilo visitar
[tome- Seos soldados terflo todo o conforto
possivel ; porm sua noutralidado devera
ser sincera o sem trien pense*. Ella deve-
ra declarar islo cm termos explcitos. Ella
llavera deixnr-nus livres para njannos
nossos soldados na frente da hatalha. Ella
devor entregar-nos nossas armas. Elle de-
vora nflo fechar com seus cruzeiros os nos-
sos porlos aos homens quo das outras par-
tos da Italia veem em nosso soccorro. So-
bretodo dcixo ella a vzinhanja do nossos
muros, o cesse loda a apparcncia do hoslili-
dade entre dotts poyos destinados B serem
em breve unidos no mesmo creio interna-
cional, bom como ja o sau naadopjfloda
mesma forma do governo.
Receba V. Exc. a soguranja de nossa
distincta considerujflo. Armellmi, Saffi,
Massini, 0 Iriunvirato.
() ultimo documento he de Mr. I.ossops :
Quarti general do cxercilo flmees do Medi-
terrneo.
Villa Santucci, 26 de maio.
Senliorcs. Rerebi com muita satisfn-
oBo a carta que Vv. Excs. me lizeram a hon-
ra de dirigir hoja. Aaxplicacflo que jdei
aos Ires deputados da assembla conslituin-
to romana, e as communicajes que live di
reclainenli) com a propria assembla, res-
ponden! sem excepjflo a todas asobjecjes
oxposlas cm a uota de Vv. Excs.; e, quando
Vv Excs. desejarctn seriamente terminar a
ueaociajflo, enviando commissarios muni-
dos de plenos poderes, ser em minha opi-
nio mu fcil entendermo-nos tos aos ou-
tros e lixar a base do um arranjamonto de-
linil'ivo. i nal deVC salisfazer a ambas a-,
ci.iuio um u.f,......c ,i,,.,....! unitivo, H ... .tncliraclft a
, o rei de aples, uoVu que Tu-1 pai tes contralantes. IA a ,e ',ra^ a
s, toma reiensde nossLcidades, qual me., secretario .ad, o- o^ac.re^-
tritcos assissinam uossip irmos,' ceirtar lgomM obetvac/Jes yetb"!, IDIo
.tamos sitiados.-Vitiados pe-
la i uoinede urna milsflo de pro-
.elaulo quo a algulias miili.is


\
2'
*
desaparecer, eu o nlo duvido, os erros dos-
pniQii'los quo existem tinto de una parte
como da outra. Quanto a mm, semere os-
limoi, c sempro estimarci muilo aclarar a
quesillo das duvidas com que me foi apre-
sentad, e creio nue minha linenagem de-
vea acabar eoni todas as dilliculdades qc
podrcm empecer o fim patritico que Vv.
Excs. acliialmenle.se propcm conseguir.
U:n s ponto parece occu para Vv F.xcs..
lie a ideia que nos procuramos ioipr forct
sameiiloaos Roquios a obrigaefio de rece-
lierom-nos como amigos. Amizde vio-
lencia nlo silo synonymos. Seria ridiculo
de nona parte procurarmos com tiros de
canlio induzir os llomanos a receber-nos
rnmo seu prolectores naturaes. Tilo l-
grante ronlradiccfionfio entra em meus pen-
samenlns, nem as intenses do governo
la repblica franceza, nem as do uosso
exercilo, nem as de seu honrado cabo,
que o general Oudinnt disso hontem em
minha presenca a deputaefio romana enenr-
regada de olTerj-cer-lbe em o nomeile Vv
Exea, para os seus soldados um domde50
mil cigarros e 00 libras de tabaco deveria
bastar certamente para remover quaesquer
duvidas que podasem ter existido em cor-
tos espiritoa induzidos inrelizmento por fal-
sas noces a niln crerem em nos.
a No momento em que comecamos a en-
tender-nos reciprocamente, desnecessario
se torna toda a revista retrospectiva. Pen-
semos, perianto, smente no presente e no
futuro. Vv. Excs. me achanto, cu o repito,
plenamente disposto a conceder-lhes por
minhas palavras e escriptns todas as garan-
tas que sua justa susceplibilidade nacional
poder reclamar.
Nunca se dir que os Francezes, conhe-
cidos por sua Ilimitada dedicado i Franca,
rensnramas nacosquodefendem seu ter-
ritorio contra seus reaes inimigns, ou que
procuran) obrigaros Romanos a fazer an,tul-
lo mesmo que elles no fariam em sua pa-
tria. Ilecebam Vv. Excs, etc. -- F .esstpi.
Confesso que fiquei fazendo una ideia
mui vanlajosa de Mr. Mazzini depois que li
o seu despacho Nenhum homeni em suas
circunstancias podia argumentar, nem com
mais haliilidadp, nem com mais lgica; e
quanto ao estyln e materia, elle reduz
certamente o seu adversario diplomtico a
mui pequeas dimenses. 0 que smento
admira he que Mr. Mzziui se arrogue oili-
reitoile fallar em o nome ilo povo romano,
sem que seja romano, assim como o nfio sfio
Averzana, nem Carihaldi, nem nenhum ou-
tro dos que no governo oceupam um posto
elevado. Os comhatentes so : Lombardos,
Cenovczes, Polacos ou Modenenses ; e se os
llomanos hfio tomado parle na lula, he mais
por medo desses voluntarios armados do
que por amor i causa que estes maes ho-
mens estilo determinados a impr-lhes. Os
habitantes de Roma creio que desejam a
volln do papa Elles vem a ruina infallivel
ile sua cidade, seo presente systema conti-
nuar, enflo pdem encontrar enhuma van-
tagem possivel, nem em um papel-muela,
que n5o valer um real, se a repblica
oahir, nem na ausencia destes 25,000 es-
trangeiros ricos que gastavam lodos os an-
i'os seu dinheiro dentro de suns muralha;.
Sobro este ponto, lodavia, deve-se entender
claramente, que emquanto lodos desejam a
volta do papa e o estabelecimento de um
governo sfio de accordo com o espirito do
secuto, nem urna s (essoa desej a restau-
rado dos cardeaes, e nenhumasolTrer mais
i reconstrueefiode um governo clerical. Te-
itho fallado com muilos catliolicos roma-
nos Ilustrados, e com varias pessoas arden-
tetnenieaflVicoadas sua religio, oaopro
prio papa, mas anda niloencontrei urna s
que nao recuasse diante da simples ideia de
um governo clerical, e n.lo protestasse con-
tra elle. Nlo ha nada como a verdade sim-
ples, eeu digo islo coma maior liberdade,
porquantosou catholico romano, afTcicoa-
ilu a religiflo de meus pas, e determinado a
seguMa ale a morte ; porm seria preciso
que fosse destituido de intelligencia para
nlo comprebender a impossibilidade de go-
vernar presentemente um povo por meiode
clrigos, os quaes, se forem propios para
se iilionietlereni nos negocios lemporaes,
serfio nccessariamenle improprios para suas
mais sagradas funeces.
Estas consideraces levam-me a um
ponto sobre o quai tenho procurado, posto
que sem successo, oMer boas nformacrs.
Considerando as ptimas qualidades de Pi
IX, c seus escrpulos con.-cienciosos de dei-
xar o papado exactamente com os mesmos
altributosquelinhaquando delle fura eri-
carregado, pens que dentro de pouco lem-
po, elle, de sua livre vonlade, se resolver
aabdica-lo. O santo padre jurou mo tran-
sigir eom os rebeldes que Ihe usurparam n
llirono, mas seu humano coradlo recua di-
ante da niatatica de seus vassallos para o
li ai de poder ser restaurado. Que outra al-
ternativa, pois. Ihe resta ? Deque maneira
podera sabir deste erobaraco ? Nlo dever
por nulo, pela natureza mesmo das cousas'
resignar e ictirar-se a vida privada ? O papa
be HtB hornera excellente, porm fraco,
cheio das melhores inlencOes e elo religio-
so ; ma he ii.leiramente improprio para es-
tes lempos de perturbado, ese poir re-
conciliar urna abdicado com sua conscicn-
cia, presumo que de bom grado procurar
nella consolado. Mo tenho aqui nenhuma
livrana, nem encontr urna pessoa que co-
nheca bem a historia da igreja, portanlo
nfio posso positivamente eniprehender di-
zer que un. papa pode abdicar. Os exomplos
sao mu raros. No anuo 338 temos Liberto
exercendoas funeces de papa durante o
exilio de l-elixll, JofioXIl deposto pelo im-
perador (Jlhfl em 956> e ,|M|le-cS lle Be_
neuiclo IX, menino de tenra idade, em 1033
"mais recente exemplo dizem-me que he
o de Celestino V, em 129, e seu caso apre-
',!.? iqUM! U"i P^'Wocom o da siluaeu
actual, tile, f.ade decostumes pacilicos,
nao priendo resistirs tempestades polti-
cas da poca, abd.cou depois de um reinado
do cinco anuos, e relirou-se para o conven-
l",i0,^ef0,e'eV4j0; e" o cato be bem
rtZSSlt Cumo ". *egura um ecclesias-
lico clebre daqui, provavelmente o
i lo achara ne le com <<> ..n.r..____
papa
es-
Plq achara nelle com que satisfazer seus
Foi urna grande felicidade para minha
co respondenci. o nao ler /conseguido
entrare Roma; porquanlo. se o titease
estara agora dentro da gaiola sem poder
sahir nem enviar-lhe minhas carias. Hon-
tem, pelas seis horas da larde, anda no
liiiliam recomecado as hostilidades, porm
todas as portas ja estavam fechad.s e linna-
se rccebtdo pat ticipsefio do general Oudi-
I
not que o armisticio cstnva terminado, e que
as hostilidades roinecariam na manhaa seguin-
le. As portas lm un fechadas 48 horas antes, e
as guardas a ninguein perinittirain entrar nem
sahir, porm cu fui favorecido por um acaso
fel'z, c posso ein comrquencia delle referir-
Ihe o) peral n que fe passou ate a hora que
disse da noite precedente. Em consequencia
da ultima nota de M. Le-icps de 27 do corren-
tr, os Miembro, do triunvirato dirigiram-sc ao
acampamento francez e trataran! directamen-
te com este cavalheiro e o general em pessoa.
A conferencia foi tonga c calorosa; mas, como
vip.il Rl. Lesseps se negasse a reconhecer a
repblica romana, W. Maiiai recusou llrme-
mente admittir na cidade nenhuma porcao de
tropas francesas sem que esta condico fosse
approvada ; todava mensagens se trocarain
anda no dia 29 c mesmo no da 30, no qual as
negociaedes fram finalmente interrompidas,
c os tstrangeiros receberam a intimaciio de
provrem em iua propria teguranca. ifin avi-
so impresso foi publicado, o qual conten ein
substanciaQue em consequencia da approxi-
iii te.ni de urna forra austraca, assim como dos
estragos que a nalaria ia faiendo no campo
francs, e dn nenhum resultado nue tinham
tido as negocac>9, faiia-se saber ao povo ro-
mano que, se dentro de H lunas as tropas nao
fotscn admittidas na cidade, o armisticio se-
ria terminado e as hostilidades coinmcca-
rlatn.
O aviso impresso diz mais que, se o governo
romano aduiittissc o eiercilo francs, como
se requciia, o governo hame/ garantira a ci-
dade de Roma de toda a invaso estrangeira, e
que nao se introinetteria com o governo tem-
poral da cidade nem com os direitos do povo.
linuicdiaiamente depois da publicacao deste
papel as liopas francezas uccoparam o cume
do monte Mario, o qual domina a baslica de
S.-Prdro, o Vaticano e o caslello de S -Angelo,
e preparam-sc para atacar a villa Pamphili,
ein frente da porta de S.-Pancracio, a qual do
mina o campo que tica entre a villa e a Porta-
Portesc, junto do Tibre. A villa Pamphili esta
va guarnecida por 2000 Romanos; porm, se
fr seriamente atacada, he provavel que elles
se relirarao para dentro da cidade, e abando-
mi i .ii i a eminencia a seus adversarios. O maior
enilium i.ino apparente reinava dentro da ci-
dade, pprm al as 6* horas da tarde ale hon-
tem anula nenhum tiro se tnha disparado.
Um vapor chegou aqui de Tnulon a noite
passada, e um ollicial, o quat dizem-me tras
os mais importantes despachos, parti Imine-
ili llmente para O qual le-general. Se estes
despachos dao instruc(oes iuaes para o ata-
que ou para o recoiihecimcnto, he cousa que
nao posso ainda dizer ; porm este he o ulti-
mo estado da questo.
Tenho smente que accrescentar que os Aus-
tracos, conforme ouvi a mui boa autoridade,
nao leui niiiam avancar sobre Roma ; mas o
general Asprc com 10,000 humrns scha-se pos-
tado em Foligno, na junc(ao das estradas de
Anemia e Ruma. O ataque de Ancona coiitiua
e deven! acabar pela reduocao daqurlla praca.
i.'u ni o mil Ilespanhes desembarcaram em
Oaeta.
/' S. Pelas oito horas da noite passada foi
assignada a srguinte convencao no quartel-gc
neral do exercilo francex pelo triunvirato e M.
I esseps, nao obstante o protesto que contra
ella fez no mesmo instante o general Oudinot.
Antes de dar esta convencao, devo observar
que foi frita quatro horas antes de chrgar aqui
o vapor que trouje os despachos importautes
que cima me refer, e por cnoseguinte que
pdeestar.e lambempde nao estar em contra-
dieco com as inslrucces nelles conlidas.
Accrescenlarei ainda que u general uduiot
proleston immedialamente contra a conven-
Cao, e declarou-a invlida, mandando elle e
M. Lesseps mensageirns a Paria, cada um para
explicar o negocio a seu governo.
Convenido
Art. 1. O apoto moral da Franca (appo-
giu) heassegurudo DOpulatjAo dos estados
romanos, e Roma considera o exercilo frail-
ee/ como um exercito de amigos que vem
ajuda-la na defensa de seu territorio.
Art. 2. O exercilo francez, de accrJo
com o governo romano, nSo se introtiiette-
r de nenhum modo com a sdininistragSn
dopaiz, porm oceupara aquellas posicOes
exlernas que frem proprias tanto para a
defensa do territorio, como para n sade
das tropas. A cominunicatilo ser livre.
Art. 3. 0 governo francez garante o
territorio oceupado por suas tropas contra
toda a invaso eslrungeira.
Art.*. A presente convenci ser sub-
netlida ao governo da repblica frauceza
iiliin de ser r.irlilicinl.i.
Art. 5. Em todos os casos os cfTeitos
desta convenefro nito podero cessar sem
que 15 das antes se tenha dado noticia ti i
sua nao raclilicago.
Feita em Roma no quartel-general do ex-
ercilo Irancez, em tres copias, 31 de mala
de 1849.
Annellini.
Snjfi.
Mazzini..
E pelo ministro plenipotenciario da re-
pblica franceza en mitsion, F. Leisepi
Odocumenlo que segue.he o protesto do
general Oudinot.
Oconimandante em ehcfe do exercito
francez expedicionario ao Mediterrneo,
considerando quo a dita conveneflo exce-
de seus poderes, protesta solemnemente
contra ella, ea declara milla, e de nenhum
vigor no que a elle diz respeito.
O mesmo general dirigi lambemasse-
guintes cartas a Mr. Lesseps e ao triunvira -
lo romano :
Quartel-general, 31 de mato de 1819
Senhores triunviros. Ja live s honra
de informar a Vv. Excs. esta manliSa que
por minha parle aceitei o ultimtum que por
Mr. I.esseps foi transmitirlo a Vv Excs. lio
dia 29 do crrenle, e niln pud>, portanlo,
deixar de pasmar quando Mr. Lesseps, ao
vultarde Roma, me apreseulou urna espe-
cie de conveneflo em completa oppoait}Stj ao
e.<|iiuLtj e base do ultimtum. Estou eou-
v ncido\ aue Mr. Lesseps, assignaudo esta
convencay, excedeu os seus poderes. As
inslrucces\que recebi de meu governo for-
mulineule rrte paulnbein de lomar parte em
um tal aclo. -ISu o considero como se tifio
tivessesido feilo, ejulgodomeu dever de-
clarar isto mesmo sem demora a Vv. Excs,
Assignado OudinAl, general cominan iuii-
te uu corpo expe cionario duMedilena-
neo. *'V
Sr. ministro p |enn\tenciaro. Desde
17 do crrente qu v N. paralysou todos
os movnumius d|0 co" jjedicionario de-
ba.xo do meu dU5o.' V" **e- euio-
' a que o .rni8l,c'0 Por v-
ite promeliidoa! lr0'"s r-
longado al que "^,,"*^J
ua resposta aos '
de Auvergt
a demora fss
isso convenc,]
cquiesci aos de.-
al a apparencia
piniflo eiiliens.
ropas romanas fram
e seu interesse r. Eu
trrio, limitei minhas operaefles parle do
territorioque tem por base Civita-Vecchia.
V. Exc. propoz no dia 29 do correte s au-
toridades romsnas um nllimatut, enjos
1 termos Aceitei. bom que certas condicOe
nelie estipuladas eslivessem longe de dar-
me inteira satisfagSo. No mesmo da V.
Exc. escreveu-me de Roma que este ultim-
tum com toda a probabilidade seria acoilo
naquclla noite; e a^ora contra toda a es-
pectacilo, V. Exc. me informa que asig-
nou com a repblica romana convenc,0es,
squacs diz que espera darei minha asig-
natura. Estas convonces estilo em op
posiglo formal instruccOes que recebi,
e considero-as contrarias vonlado de
meu governo : portanto nlo somonte nfio
Ibes darei o mu assentment, como que
as considero como se nfio tivessem sido fet-
tas, e islo mesmo sou forc.ado a declarar as
autoridades romanas. Quando o ministe-
rio, depois da missfio de Mr. Lstour d'Au-
vergne, me tiver informado de suas inten-
sos, ou me conformare! com ellas escru-
pulosamente. Entretanto sinto ser ohriga-
do a declinar para o futuro de concertar
com V. Exc. meus actos polticos.
Tenho rasfio para saber qge os despachos
recibidos em a noite passad* contem a re-
vocacfiodeMr. Lesseps, e ordjenain ao gene-
ral Oudinot o ataque da cidade.
A Miln Gazette de J do coarenle annun-
cia quo os iusurgentcs romanos, dopois de
evacuarem as cidades de Imola, Faenza, For-
ti, Resea, ltiimini e Fano, reliraram-se
em numero de dous mil, pouco mais ou
menos, na direccilo de Ancona, nfio setn
commetterem numerosos actos de barbari-
dade e crueldade contra os habitantes. O
conde Wimpfieii soguio-os, e ao chegar
pequea distancia de Ancona, convidou as
autoridades para urna conferencia, ua qual
propuz a queslfio da occupaco daquella ci-
dade, tanto lempo opprimida por urna fac-
(3o sanguinaria A resposta que recebeu
foi que nenhuma anarrhia reinava em An-
cona, que a maior ordem existia all, eque
sua populacho eslava determinada a defen-
der o governo republicano at a ultima ex-
tremidade. Asoperafds militares contra
a praca deviam comecar itnmediatameiite
tanic por mar como por ierra. As tropa
imperiaes nfio encontraran) resistencia em
nenhuma parte da Romana; antes fram
recebidos como libertadores.
{Times.)
toMititncla.
AI.FANDEGA.
Rendlmenlo do dia 23.....
CONSULADO CERAL.
Ilendimento do dia 23......
Diversas provincias........
6:036,138
2:462,176
6,198
2:468,374
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 23..... 1:360,515
t)ovinaenio do Porto-
lirios entrad $ no dia 23.
Genova 52 dias, polaca sarda t'edansali,
de 260 toneladas, capitfio Pedro Rebufa,
cquipsgem 14, em lastro; a Le Rretuu
Schiamm & Companhia.
Terra-Nuva ( l.illle-ltay ) 32 dias, brigue
inglez Chantecleer, de 220 toneladas, ca-
pitfio Roberto l'uti, equinagetn 13, carga
2,600 barricas com bacalhao ; a Le Bre-
tn Scharamm & Companhia.
San-Matheos 10 dias, sumaca brasileira
Feliz-Kurora, de 74 toneladas, eapitfin
Manuel Antonio de Coito, equipagem 7,
carga farinha, a Machado & l'inheiro
I'assageiro, Jos Domingos de Miranda
/Vario sahido no meimo dia.
Porto Brigue portugnez Mara-Felh,th-
pitiio 1 niiieneo Fertiatides do Carmo,
carga gneros do paiz. Passageiros, Si-
cilia Francisca de Franca, Fraiicelina Ale-
xandrina Vicira. Mequilina Candida de
Furia, Brasileiras; Jos Joaquim de Aze-
vedoCarvalho, Manoel Joaquim Venan-
cio de Souza com sua sonhora, 2 flhos
menores, urna crianca e urna criada, Jos
Caetano Liares com sua senhora, Porlu-
guezes.
i"" "- ..... .' '
EDITA ES.
me com insta tic
txc. verbal
manas lsse
rio enviasse,
que Mr. La
Comquanto
cia!, esluu
inilitires
para enl
renca di
lempo a
onde foi
'lachos de
ortador.
ejudi-
(es
xc.
-- Pela inspectora da alfandega se faz
publico que, no dia 24 do corrente, depois
de moio-dia porlada mesma ,. se nao de
arrematar um hasta publica 60 cortes da
vestidos de seda e algodfio, no valor de lis
rs. cada um, lotal 660,000 rs impugnados
pelo amanuense Gabriel Alfonso IWgueira ,
no despacho por factura sb n. 323 : sendo
dita arrematHcfio subjeita atis direitos.
All'au.le-ga, t'J ilejullio de 1849. O in-
pector. l.ui: Antonio de Sampaio Vianna.
Peranle a thesouraria da fazenda desta
provincia se ha de por em hasta publica, nos
dias 28, 30 e 31 do mez de julho prximo fu-
turo, para ser arrematado por quem menos
preco oiTerecer, o servico da capatazia da
alfandega desta cidade pelo lempo de vinte
e dous mezes que terfio principio no primei-
ro de setemhro deste anuo, e com as coudi-
ces que serfio patentes no aclo da arre-
malaco. As pessoas que se propoz^rem a
licitar dever.lo comparecer nos referidos
dias na sala das sesses da mesma thesou-
raria, compeletilemciile habilitadas.
Secretaria da thesouraria da Tazeiida pro-
vincial de Pernambuco, 28 de juubo de
1849. -- O oluciul-maior, Ignacio dot Santos
da Fonseca.
Olllm.Sr.inspector da thesourarv., man-
da convidar os credores da divida fundada
da mesma thesouraria para requererem o seu
iagament na conformidade do artigo 40 da
ei do orcamenio vigente ; assim como os
jurosda mesma divida, vencidos atejunho
do 1849, ein requerimenlo separado.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 80 de julho de 1819.
O segundo escripiurario, tomo Ftrrei-
ra U'Aiinunctaco.
consumo das agoas ardentes de produc-
efio brasileira do mutiicipio do Recife, per-
tencnte a., trimestre de outubro a dezem-
bro do anno Ando, e semestre de janetro a
junho do corrente anno.
-- O arsenal de guerra precisa comprar
urna arroba de buxo deppscada, urna dita
de sramo de lalSo, 256 covados debaetilha,
20duziasdelimas sortidas, Occfttados de
pd'oleo, 1200f(''ias de papel cartfio, 40
esmas de papel cartuxinho, 6 paos de si-
ciinirs com 11 palmos decompnmento e 10
pnllpgadas de grossnrn. 4 dtizias de taboas
de assoalho deamarello, urna duzia de cos-
tados de dito e 6 ditas de laboas de ptnho :
quem tees generbs tiver e quizer vender
comperecer na sala da directora do mes-
mo arsenal no dia 27 do corrento mez, com
sua proposta o ultimo preco em carta fe-
chada.
Tendo deixado de se arrematar as ren-
dss das casas ns. 22 na rus de San-Goncalo,
1 na ra' da Madre-de-Deos, 14 na ruado
Torres. 2 ns ra da Upa, 1 e 2 na ra do
Codorniz 17 na ra da lloda 54 e 56 na
ra doAmorim, 18 na ra do Burgos, 27
na na do Vigario, 132, 134 e 136 na ra
da Senzalla-Velha, 11 na ra da Cruz, e
o silio na mata da Miroeira por nfio terem
comparecido licitantes, a administraefio do
patrimonio dos orphfios manda fszer publi-
co quo no dia 26 do presente tornarfio ira
pracn as rendas das presentes casas ; pelo
que as pessoas que quizerem sobre ellas li-
citar, poderfio comparecer no mencionado
dia, na casa das sesses da mesma adminis-
tVacfio s 4 horas da tarde com seus dadores.
-^Perante a administraefio do patrimo-
nio dos .orphfios se hfio de arremata r a quem
por menos fizer os concertos de que preci-
sa-o edificio do collegio dos orphfios e a ca-
sa n. 11 da praca da Boa-Vista, os desta
avahados em 525,460 rs. e os daquelle em
644,450 rs. : as pessoas que se propozerem
a arrematar ditos concertos, poderfio com-
parecer no dia 26 do presente mei na casa
das sesses da dila administrarlo, s 4 ho-
ras da tarde, com seus fiadores.
O Sr. director do lyceu faz sciente ao
publico que, por portara do Exm. Sr pre-
sidente da provincia, de 13 do corrente, as
esdeiras de primeiras leltras novameule
creadas para as freguezias de Papacaca e
Je Ingazeira vfio a concurso da data deste
a 60 dias ; portanlo os cidadfios brasileiros
que se quizerem oppr s ditas esdeiras de-
verfio remelter secretaria do lyceu os
seus documentos 8 dias anles dos ditos con-
cursos. Lyceu, 18 Jo julho de 1849. Ja-
nuario Alerandrinn da Silva tabello Caera,
professor de desenho e secretario.
- Tendo a administraefio do correiodes-
ta cidade tor muilssvezes publicado listas
das cartas antigs existentes na mesma ad-
ministraefio pela ultima vezo repele por
lempo de oito dias, contados de hnje lin-
dos os quaes vai proceder queima deltas,
COmodispe o regula ment de 31 de de-
zemhro ue 1814. E para que chegue ao co-
nhecimenlo de todos, se faz o prsenle.
Recife, 21 de julho de 1849. O admi-
nistrador, .Minio Jos Gomes do Correio.
AssociarAo com inercia I
de Pernambuco.
A direcefio faz sciente aos Srs. socios que
haver reunifin de assembl geral no dia
I.0 de agosto vindou>o ,afim de se cumprir
o dispostonoart. 5. do cap. 3* dos esta-
tutos que regem esta associacfio.
Compaifhia de Beberibe."
A administraefio da compnbia de Robe-
r i bu reune-se no dia 25 do orrenle pelas 10
horas da manhfia no escriptorio da mesma,
para contratar a arrecadaefio da laxa nos
chafan/es e I iras.
Tlieatro de S.-Francisco.
O espectculo annunciado para hontem,
23 do corrente, foi transferido para ama-
nhfia quarts-feira, 25 do mesmo, (dia-santo
de guarda; ein consequencia da muila cnu-
va que tem havido.
ero poucos dias, o bem ronbecido briu
Pom-Jesus, queseacha com parte de u
carregamento j prompto; ainda recebe u"
guma carga escravos e passsgeiros, paran
que tem excellentes commodos: quem prt
tender pode dingir-se ao capitfio, Joj0 V'en"
tura da Silva na praca do Corpo-Santo Z
a ra da Madre-de-Deos, n. S, lerceiroan.
dar.
Para Buenos-Ayres saldr breve bir'
ca Tentativa, por ter parle do carregmeni
prompto ; a qual por seu porte inda pti!
receber porcBo de carga a frete : qUem "
mesma quizer cairegnr, pode entn com os consignatarios, Amorim Irmfios nu
da Cadeia, n. 39.
Leiloes.
**-*
O corretorOliveira far leilfio, poror
dem do respeclivo juizo e a requerimem
dos credores dodovedor Domingos Antonia
de Oltveira, das fazendas e raiudezss di
luja deste, sita na ra Nova ( outr'ori |0.
do Quaresma): hoje, 94 do corrente u
10 horas da manhfia, na referida loii
-- O corretor Oliveira lendo aalisfeito
dividendo dn apurado at hoje dosbenseg.
treges amigsvelmente pelo Sr. Manoel
sede Magalhfies Pinto a seus credores >
restando apenas por cobrar as dividas 'da
loja que leve aquello Sr.; ofTerece estas i
dinheiro ou aprazo a quem convier com.
pra-las : os pretendentes queiram entan.
der-se com o mesmo corretor que isseve-
r Tara o possivol por conciliar a vonlade j
interesse do comprador, consisleotemenlt
com o dos refeiidos credores.
Avisos diversos.
avisos martimos.
-- Para o Rio-de-Janeiro segu, at odia
primeiro de agosto prximo futuro, o bem
conhecido brigue Assombro, i>or ter o seu
carregamento prompto : recebe algunia car-
ga miuda e passageiros, para o que lem
bons commodos : os pretendentes dirijam-
se ra da Cadeia do Recife, n. 61 a ral-.
ar conj Joo Jos Fernandos Magalhfies.
Para Liverpool
O brigue inglez farkill, declarado pe-
as vistorias competentes, capaz de levar
urna carga de algodfio a qualquer parte da
Europa, tendo j recebdoos concertos pre-
cisos. Rereher smente o referido genero.
Para Buenos-Ayres
O patacho dinamarquez Apenrad-Packct,
forrado de cobre, e de primeira marcha,
deve seguir viagem nestes 3 dias para o Rio-
da-Prata:pde receber alguna carga a com-
modo frete : a quem convier carregar, diri- A rpida extracco que V30 le
ja-se a Gaudina Agostinho de Barros, ra' do os billietes desta lotera liahili*
da Cruz do Recife, n. 66.
Para o Rio-de-Janoiro
Aluga-se o armazem, n. 5, da ra do
Rangel, o qual ha mais de 10 annos tea
servido de acougue, e conserva todos ot
utensis do mesmo trafico : na praca da In-
dependencia, ns. 6e8.
Sociedade Apollinea.
Hoje, 24 do corrente lera lugar a parti-
da do corr ntu mez.
Guilherrae Frederico Walel retin-ia
para os porlos do sui: as pessoas que teem
retratos em seu poder, queiram os ir re-
reber.
Precisa-se de um escravo que seja ro-
busto para o servico que se Ihe oftereca,
dando-se-lhe 15,000 rs. mensaes : no pa-
teo de N eVVTotfPt venda u. 7.
Precisa-so de urna iinilher de idade,!
zinharem urna casa de humero ol-|
'iiiiuncie.
-te urna preta escrava que saih
. e eng ommar para urna casa d li
.o Recife, h,0 neceo-Largo, a fall
oel AntonioU< Sijyit Molla, ou i
a-se ao Sr. do engenho novode-l
. CouceicSo queira exantlnar seil
que appar^-u no geu en^-nliochaJ
-se liosa, da CB-ij, reguls ter40annoil
ura regular, olhos ap^muadoi e ver-f
lielhos e meta fan liosa porV causa de tomar!
tabaco, denles curlus,. te.nlmi co,tura nol
petto do po e um dedo mais oVtn do que otl
ogtros; se fr a mencionada pV.,, /,,,-, jeil
mandar irazer, que se pagara IJMa i despe-1
za na ra Nuva, fabrica de chapeos de Cliris-I
liatio Irmfio.
Us abaixo assignados declaran) ao re
peilavcl publico que,sendo herdeiros de m
a\ ^ -e Alves Ferreira, houve.-am por he
a ^ ni vinculo na ilna de San-Miguel, i
la Riheira-Grande, cujo vinculo
a 18.i3 foi erren lado por 9 annos |
aixo assignados a K anetsco Mino
vares, moradpr uaquella ilha. por
tdio de seu fllho o alferes Jos Lenar.
vares, cuja uscriplura foi passada as no
l,.s do labellifio Silva, enlfiu morador na n
do Livrameulo desta cidade. K porque
sobredito rendeiro fallecesse, deixando
vinculo na posse de seus herdeiros sem qual
desde a dala da escriplura teoharn fciio un|
a pagamento do arrendamento, porissoc
abaixo assignados convidatn a qualquer si
i'lhor que cum elles quizer negociar o valoil
do ti coda ment vencido, se dirijom aoso-T
bredilocartorio, e com acopia fiel da asi]
ci i tura os procure na villa do Inga da proll
viucia da Parahiba do norte, onde ferio i
do o negocio, e a vista da escriplura far
novo arrendamento, Jos Ficante
Torres. obirto Dias Torres.
Jos Pereira de Goes participa que ob
leve liecnca do Exm. Sr. presidente pan
frelarum hiate, afim do levar a dispensa do
einprogados da ilha de Fernando, que, po
falta de commodos, deixaram de embarcan]
no patach-i Pirapama, indo o mesmo de i
serva aohiale por ordem deS. Exc.; el
de seguir viagem quinta-feira imi mente, por isso avisa aos carregadores |
com lempo consullarem o frete e car
garom.
\
Lotera do Guadelupe.
seguir com toda a brevidade, por ter a
ta ao respectivo tliesoureiro panl
afllrmar que as rodas andam inri
lieclaraces.
-
~ Pela segunda secefio da mesa do consu-
lado provincial se annuucia. que do dia 17
do crrenle mez em diaute principia-so a
brar o impost. de 20 por cauto sobre o
le mez, com a carga que tiver a bordo, o
patacho Sunia-Cruz : quem pretender carre-
gar ou ir de passagem, dirija-se ao lado do
Corpo-Santo, luja n. 25.
-Para Lisboa salle, al o dia 5 de agosto,
o brigue i o-lugucz Novo-Vencedor poMei
a maior parle de sua carga pruinpla : para
i, resto e passageiros para o que ofTerece
excellentes commodos, trata-se com os
consignatarios Thomaz de AquiuAFonse
ca & Filho na ra do Vigario, iWl, pri-
meiro andar, ou com o capitfio, Antonio
JOS0 dus Santos l.apa na praca.
I "ara o Rio-de-Janeiro
satura, com minia brevidade o brigue bra-
sileiro >.-i quizer carregar, ou ir de passagem p*ra
o que ofTerece os mais excellentes commo-
dos dirija-se ao mesmo epitflo ou ao seu
pruprielario, Manoel Joaquim Ramos e Sil-
va na ra da Cadeia do Recife, n. 38.
Vende-se a polaca sarda Cemma, de le-
le de 180 toneladas tundead ueste porto:
a tratar com os consignatarios, Le Bretn
Schraimn& C., na ra do Tnjt>icbe. a.
i**, o Rio-de-Janoirn .....
maior parte da carga, o brigue-escuna Fe- nreterivelmente mi rlia n do COf
Jn-Fwiira, forrado de cobre, e de boa mar- P."elmCnle no a,a a7 ao ^
cha : quem no mesmo quizer carregar e ir |rentt; mez.
de passagem. dirija-se a Gaudino Agostinho; -O abaixo assignado roga encsraclJ"
de Barros, ra da Cruz, n 66. mente ao Sr. Gillierine dos Sanios Sai*
ParioAracaiy segu no Um do corren- baja de resvattnw as duas carta* qu'
insmo'abaixo assignado Ihe tem dirigidil
exigindo saber quanto importaran) o* *
sucares vendidos por sua merc Pe"*T
cenes ao linado Jos Antonio Alves da S-
va sogro do abaixo assignado e que J-
clarou verbaltnenle ter vendido e faltos
Irega do impui tu ao procurador liqu'1*
tariodos bensdo dito linado ; mas sem |
zerotolal do importe Sr. Sazes u <\*r
Taz na boa f nfio traz dezar a pessoa q"1
declara mormenlea quem tem direii" u
saber ; o se nfio respoudeV as dita* caria)
permita que Ihe diga que nfio obra cui"
pessoa empregada uu coiamercio. '
cellino Jos Lopes.
Precisa-e de urna ama de leile csj"
tiva, que o lenha bom e bstanle, I1
aoabardeciiar urna menina : emTra-d* i
Portas, ra do Pilar o. 33, do lado do u' I
ceute ou annuncie. j\
Precisa-se de urna senhora de C*JI
coslumes que aaiba petrellamepte cos^r I
fazer lavariutu, e que se queira eucarre'^ |
deste sefvtco no collegio de 1)- Candida t^'
sa M. Dermtl da Costa ajo sobrado. '""


,oje, depoie da audiencia do Sr. dou-
hr iuizd.\cield primeira vara, so ha de
Weinatar um carillo pertencenteS a bens
'L niajor Joaquim Rodrigues Coelho
lly spradece so lllra. Sr. Joaquini Can-
yn Pessoa de Seixas, ex-alferes do |."
tabulo de caladores, do seu interino com-
ando as bnn.oi.as expressoes de rero-
ncrimcnto, publicadas no jomaos desta
II;,I pela maneira incivil e grosseira ,
ior que'fra tratado, durante o lempo que
Irvio sb suas ordena; o para que o oubli-
> forme sen juizo sobro asexpressOesdes-
i reconhecimento declara que o Sr. Sei-
usa doli, por haver sido preso al-
iumas *eMS e edmoestado, visto que
chando-secom parte de doente, passiava
liariarnenle, *em que [ conhecendo o quan-
io lie contrario ao regulamento militar ]
Ulivessend-hoc, licenca superior* e mais
linda por se esquivar ao servigo para que
Ira detalhado. Quanto a publicacao doses-
irptos que diz, muito honrarflo a seu au-
tor : o major Ihe roga assim o faca para
jue a vista delles o publico melltur ajuise a
Indisposigao co Sr. Seixas.
Precisa-sede um homem com familia ,
lu sem ella para morar em um sitio per-
fodapraca, no qual trabalhee feilonse :
L praca da Independencia ns. 68,
l-S. P. Johnston embarca para o Mara-
villo bi escravos Mara do noza'io, Maria
Jos, Miguefe Antonio, remedidos ao seu
lenlior, W. C. Smilh.
Recommenda-se ao preto Francisco, de
acffo Benguella, que foi escravo do harflo
fe liamarae venha no prazo de 15 dias
Fesgatar aquello documento que lio neces-
ario Ihe deve ser, cujo o empenhou por
0,000 rs. pois a pessoa retira-se para Por-
tugal ao depois nao tenli que se queixar:
pi ra do Itangel, n. 15.
oSr. malandrino ei-alfercsdo exerci-
\o Juaquim Candido Pessoas de Seixas res-
honda por este mesmo jornal, e por onde
aserio suadespodida, qual a maneira gros-
f-i'iia e incivil por que foi tratailo no 1.' ba-
ilhii de caladores, o bem assim ponha
tente ao respeilavel publicos escriptos
lia ler.B que "muito honram ao seu
r. Ande Sr. Seixas!, que a multo quem
ues.'j saber destas suas respostas para
lolflo peranteao mesmn publico apresen-
seus actos. Um oficial do mam ba-
alho.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
11 asante leite rnai Cinco-Pontas, n. SI.
o ahaixo assignado comprou, no dia 31
lio corrente, um barril de manleiga fran-
Eeza com o peso de 2 arrobas e 23 lihrfs,
jlendo entregado a um preto, que IheJMu
frj eslranho, este desappareceu e defon-
-se que elle rntregasse em alguma
por engao : a pessoa que o liver e
poder, pode o mandar entregar na
ita venda n. 27, que se pagar
Vi e so ficar obrigado. i
paulo Joii Gomes.
FITOICAO DE FEKjtU
|E FABRICA DE MACHINAS jg RA DO
BRUM. Bowman & Me. Cajfcaj^engenjieijcaitfji^.z' e 4thtviftrqA.
jos machinistas ^uii'iiiores de ferro, m'lr Aluga-se a sala, alcova eum quar'io
speiloaamenl
proprii-iaruis dj
eims, negne
eitavel public
Be ferro movido
annunclam aos Seuliores
engenhos, fazendeiros, mi-
nies, fabricantes e ao res-
quooseu estabelecimento
ior machina do vapor con-
tina em eflectivox.ex'ercico, e se acha com-
ameute montadirVcom apparelhos da pri-
neira qualidade parala perfeita confecgflu
pas maiores pegas de -ciiiiiisiiio
Habilitados para emrhehonder quaesquer
Obras da sua arte, Bnwmaii de Me. Callum
fleaejam mais particularmente chamar a
illengflo publica para a sseguinles, por
lercm dolas grande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
bom(>*-iir com as fabricadas em pal! es-
jrangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade das materias primas e mflo d'Qbra,
l Saber:
Machinas de vapor da molhorconstruccao.
Moendas de canoa para engenhos de lo-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinlios de vento e serra
ras.
.Manejos independentes para cavados.
|) Rodas dentadas.
Aguilhcs, bronzes e chumacciras.
CavilliOes e parafusos de lodos os tama-
Dhos.
Taixis, pares, crivos e boceas de forna-
lia.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e foi nos de farinlia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
pronze.4
I Bombas para cacimba e de repucho, mo-
ldas a mflo, oor animaes on vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portos.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de inflo e arados de ferros,
*., 4c.
Alm da superioriade das suas obras, ja
anmenle reconhecida, Bowman & Me.
Hum garantem a maia exaela confonni-
ido cornos moldes o dezenhos remeltidos
pelos Senliores que se dignaren) de fazer-
Vs cncommendas, aproveitando a oceusiflo
ara agr decore m aos seua numerosos ami-
na e freguezes a preferencia com que teem
do por elles honrailos, o asseguram-lhes
le nflo pouparao esforgos e diligencias
para conlinuarcm a merecer a sua confi-
pnca.
- Perante o Dr. juiz de orphflos se ha de
'remalar nos dias 23, 26 c 30 Jo corrente
niez de jullio, A porta de ana residencia na
|ru da Aucora, pHaa horas da tarde dos
roroi idus das,- urna parte da morada daca-
i terrea, n. 25, sita na ra do Pilar desta
Cidade, avaliada em 1:770,587 rs perlen-
>il*> aos herdeiros docasul do finado Frau-
das Cliagas.a requerimenlodo inventa-
ante teaiaineuleiro o teuente-coronel An-
nio Gomes l^-al, cuja propriedade foi ava-
pJ no inventario em 3:0OO#rs. :aa pessoas
ae pretenderem arrematar a parte da mea-
ja propriedade. deverfiocomparecer no da,
Pora e lugar indicados.
A pessoa que annuneiou, no Diario de
J'iambueo n. 160, precisar de urna mu-
er velh de astelo para cozinhar i urna
oinem aolteiru, dirija-s i ra larga do
""rio, loja de miudezas, .. 28.
Ribeiro queiram presentar suas contis a
Vicente Ferreira da Costa.
Na Tua da Cadeia do Recife, escriptorio
do "Jos Antonio Vasto, cx:sle urna carta
para o Sr. Joaquim Spiridilio da Silva Gui-
mar.les a quem se roga o favor de a man-
dar receber, porque com a entrega da mes-
ma carta a mais que tratar com o dito Sr.
Guimarlles.
Precisa-se de um forneiroque seja po-
rito i na ra Direita n. 26.
VELAS DE CARNAUBA.
Na ra de Ilortas, casa da esquina n. 5i,
que volta para S.-Thereza ha um-deposi-
lo de superiores velas da melhpic-^ualidade,
por prego enmmodo. Oprprielario deste
estabelecimento espera ern/saus freguezes a
concurrencia do dito gouiro visto elle j
ter abaixado no prego.
Ileni y Gibson e Richard Itoyle,adminis-
tradores da massa fallida de Manoel Joa-
quim Pascoal Hamosi previnom a todos os
aeus devedores, tanta da praga como de
fra della, que nflo (Taca m pagamento al-
gum ao dito Ramo-a, ou a alguem por elle
constituido; porqualito, havendo sido em-
bargados todos os -leus bens em data de 23
de maio do corrente auno, sflo osannunci-
antes os nicos competentes para recebo-
rom quaesquer quantiasque se devam ao
mencionado Ramos ; Meando por isso nullo
o irrito face das leis todo e qualquer pa-
gamento feito ao ili.'.o Ramos, ou a alguem
por elle constituido, depoisdaquelladata.
Roga-se ao senlnr do engenho Dia-
mante o favor ver seo ecravo que annun-
cia, tem os seguintes signnes : nagflo Ben-
guella, representa 35a Oannos, cor preta,
altura ecorpo regulares,pouca barba, muito
pequeos o poucos signaos de bexiga ro-
da do nariz, um pO'-ueno talho no meiodo
queixo que a barba encobre, pisa um pon-
co esbarrado e apapagaiado, con os dlos
grandes dos ps abortosoara dentro, quaai
nunca falla pelo qu? parece mudo, e.quando
falla he i fiu pouco, confuso eatrapalhado,
que parece bucal, he um pouco leso ou ma-
luco; (salvo alguma modanca que deve ter
foilo no corpo e cor) chama-se Vicente1;" o
toga-seaS. S., de quem se espera em tu*
hondade e honra o favor de remetter ao
abaixo assignado na ra do Itangel, n. 54,
'3
Na ra eslrcita do Rozario n. 3, se-
gundo andar, se dir quem d dinhoiro a
premio al a quantia de 1:000,000 rs. sobre
boas firmas, hypotuoea em bens de raice
penhores de ouro e prata das G s 10 ho-
ras da manMa.
Aluga-se o segundo andar do sobrado ,
silo na ra Direita n. 120, com sotSo e mi-
rante no qual morou o Dr. Joaquim Vil lela
de Castro Tavarcs no espago de 5 annos
incompletos ( mudando-se por sua livre
vontado ): quem o pretender, sendo casa-
do, ou solteiro com familia honesta, dirja-
se a seu propnetario na ra do Crespo ,
n. 14, terceiro andar ou na atesma ra Di-
reita, padaria n. 80.
-- Mnito se deseja fallar com as pessoas
abaixo mencionadas para negocio de muito
seu interesse, na loja da ra da Cadeia do
Recife, n. 24, casa de cambio da Vluva Vi-
eira & Filhos: os Srs. Joaquim Jos Mendes,
Manoel Jos Coelho Barbosa, Filippe Jos
dos Santos, Jos Rernardo da Costa, Ber-
nardo Raymundo de Souza llandeira, Jos
de Camino Ferreira l.inia, Manoel Antonio
Rea Nogueira, Evaristo Ferreira de Araujo,
Jos Ignacio de Moraes Pasaos eD. Maria
Thereza de Jess.
Leonor Luiza da Rocha, tendo annun-
ciado por este jornal ns. 158 e 159 de 10 e
20 do corrente de estar justa e contratada a
comprar a parte da casa terrea da ra da
Calcada, n. 26, com a senhora Anglica
da Costa Bastos, declara de novo, por ter
havido engao no primeiro nome, que he
com a senhora D. Rosa Anglica da Costa
Bastos, epara nflo haver duvfda em lempo
algum, faz 0 presente annuncio, rogando a
qualquer pessoa que sejulgar com direito
dita parte, declare poreala fnlha no prazo
de 5 dias, contados da dala deste em diante.
Joaquim Antonio dos Santos Andrade
faz sciente ao publico que deuedio o seu
caixeiro DOMINGOS JOS' FERREIRA GUI-
M MI VES por nflo Ihe merecer mais a sua
conlianga, e por isso nflo se reaponsabilisa
por qualquer transaegflo que dito Cu i ma-
raes faga em nome do annunciante.
_ Q escrivflo Alhayde transfiri o seu es-
criptorio para a ra da Aurora as lojasdo
sobrado em que mora o Sr. Dr. juiz de or-
phos Regueira Costa, aonde pede ser pro-
restilacilo de Victorino Francisco dos San- curado todos os dias uleis das 8 horas da
tos, com a conta das despezas que ti nha
feito, que serSo promptamente pagas, as-
sim como se gratificara generosamente ao
portador que o trouxer, ou annucie para
se ir buscar.
O Sr. F. II. queira lera bondade de sal-
dar a sua letra que assignou na ra do
racimudo, a qual j est vencida a perto de
2 annos, c S. S. nem faz caso, como que se
fosse herdeiro de seu credor; se nflo der
da si,lera de ver o negocio muito explicado.
Luiz A. de Seixas embarca para o Para
o preto Roberto.
O abaixo as iguado, tendo de fazer urna
viagem a Parahiba, deixa encarregado, du-
rante a sua ausencia, dos negocios de seu
pai nesta praga a Jo> Cypriano de Moraes
Lima, morador na ra eslreita do Rozario,
n. 10, segundo andar. ~ Herculano Caval-
10
-- liog-te aos cnedorea de Joaquim Jos | n
primeiro andar da casa da ra do (jueima-
do. n. 4 : a tratir na loja da mesma.
Aluga-se, vende-se ou permnta-se a ca-
sa terrea, n. 20, entre as duas pontos da
Passagern, em chflos pioprios, Cojo terreno
lein 40 palmos de frente e 160 de fundo, por
algum sitio pequeo, ou casa com grande
quintal, no mesmo bairro da Bv Vista,
comanlo que seja mais perto ao de Santo-
Anlonio do que ao daquell4:a quem convier
algum dos referidos negocios, queira an-
nnnciar por esle Diaria, ou dirigir-se ao se-
gundo andar da casa da ra Nova, n. 47, ou
ao Sr. Oliveira, na casa junto ponte pe-
quena da dita Passagern.
Deseja-se saber se de presente est nes-
ta cidade o Sr. bacharel l.ourengo Acciole
Wanderley, morador no Passo-de-Camara-
giho de Alagas, ou quem nesta cidade do
Recife seja seu correspondente, para tro-
ta r-se de negocio interessante ao dilo Sr.:
roga-se o favor de annunciar por este Dia-
rio, ou de dirigir-se a ra Nov, n. 47, se-
gundo an Agencia de passaportes.
Na ra do ColUgio, n. 10, e no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 48, conlinuam-se a tirar
passaportespara dentro efra do imperio,
assim como despacham-se cscravos ludo
com brevidade.
Os Srs. Manoel Antonio dos Santos e
Manoel Thomaz Carneiro Campello pdem
dirigir-so a ra do Crespo, loja n. 10, para
ufegocio de seu interesse.
Aluga-se um preto ptimo cozinheiro
e perito em ludo que diz respeito ao arran-
jo de urna casa para qualquer fnncgfui: na
prensa dealgodflode Joaquim Jos Ferrei-
ra se dir quem o aluga.
Ilojo, 24 do corrente, se hilo de arre-
matar alguns escravos perante o lllm. Sr.
Dr. juiz do civel, penhorados aos herdeiros
de Bento Antonio Domingues, por execu-
gilo do padre Pascoal Corte.
Un demande une;ena aegretie sachan!
un peu coudre pour garder un enfant et tai-
re lescommissonde la maison i s'adresser
diez Mr. II. Len, graveur e professeur de
dessin, ru da Cruz, maison de Mr. Bolli,
2.'dase. ...
Antonio Joflo Ramos vai a Parahiba
tratar de seus negocios, mas volta nestes
15 dias. .
Aluga-se um armazem na ra da Guia,
n. 7 : a tratar na ra da Madre de-Deos ,
n. 36, primeiro andar.
Na ra do Vigario, n. 7, primeiro an-
dar ha para alugar urna preta de bous cos-
tumes, que cose, eugomma cozinhae faz
todo o mais seivigo de qualquer casa de
familia.
Precisa-se de um caixeiro que seja ca-
paz para entregar pSo com um preto em
urna freguezia : paga-se bem : no pateo da
S -Cruz, padaria n. 6.
Um lioniem branco, maior de 40annos,
se uflVrrce para criado de um homem sol-
teiro ou de poura familia : o Aterro-da-
Boa-Vista, loja n 59.
Aluga-se um moleque proprio para o
servgo de casa e comprar na ra por ser
muito esperto : na rus Direita, n. 48.
~ Aluga-se o primeiro andar e armazem
da casa n. 14 na ra do Trapiche-Novo : a
tratar no primeiro andar do mesmo so-
brado.
ito"- < ao Sr. Jos Francisco Belm
IJuni' ou mandar ra do Crespo,
40.
\nianhfla at s 4 da tarde, e a sua residen-
cia he na mesma ra da Aurora ns primeira
cusa das que edificou o Sr. administrador do
correio Antonio Jos Gomes do Correio.
Previnet-se aos devedores do casal do
fallecido iiegoo.YMite Antonio da Silva, de
Pernambnco, que, estando para proceder-se
parlilhas entre os hci*,.?.iros do respectivo
casal, ser nullo e irrito qualqjjer pagamen-
to que ditos devedores fagam a ejuem qur
que, amigavel ou judicialmente, se asesen-
te por parle da viuva inventarianledo m.''s-
mo casal a cobrar ou fazer qualquer conve-
nio com ditos devedores, sb pena de repo-
ti'Cflo dos mesmos pagamentos.
Pernambuco, 20 de margo de 1849
Por si, e como procurador de L. A. Du-
boureq. Huno Maria de Seixae.
A viuva *o utrfcocrj-.i.x i Pernambuco,
ocommendsWor Antonio da Silva, .c-inn-
iien. -uvj annuncio de Muo Maria de Sei-
xas. por si e como procurador de L, A. Du-
lionrcq, inserido cobardemente, as folhas
publicas do Ceara, declara que est na ad-
ministragflo da casa encarregada da liqui-
dadlo, por accoi do de todos os crodores e
herdeiros, oxcepeflo desses dissidentes, e
por disposidlo da lei, que d cabega de-ca-
sal a posse e adminstracSo antes das parli-
lhas ; e habilitada para demandar e rece-
bei ; tanto mais sendo a casa commercial,
cujo gyro de pagar o recebornflo so Iho po-
de lolher, nem contestar, salvo espirito de
malevolencia com que pessoas perdidas no
concoito publico procurum offender e ma-
cular com negra ingratidflo a quem promo-
ve at seus interesses
Na qualidadfl de cabega de casal, testa-
menteira, administradora e liquidataria da
casa, tem a abaixo assignada demandado e
recebido na praca de Pernambucu eoutras ;
e portanto he sem vigor o annuncio desses
dissidentes, e pdem todos pagar a abaixo
assignada, que por si mesmo tem habihta-
gilo o garanta para receber, como em jui-
zo se provar quaudo assim se faga mister.
Pernambuco, 5 de maio de 1849.
/liara Atina Joaquina da Silva.
Os filhos, herdeiros do finado commen-
dador Antonio da Silva, abaixo assignados,
vem protestar conlra o annuncio publicado
as gazetas do Cear, por Nuno Maria de
Seixas, por si e como procurador de Luiz
Amavel Dubourcq ; pois que, convencidos
de seus interesses, leem mui espontnea-
mente concordado em que sua mili, a viu-
va, como cabega de casal, inventariunte,
testanienteira e liquidalaria, continu na
gerencia e administragiio da mesma casa,
certos da sua fidelidade e da conveniencia
que nisso ha ; e consequentemente que re-
ceba, e pague como he indispensavel qua-
lidade do administradora liquidataria, e per-
millem as leis em tal caso antes da parli-
Iha ; sendo os abaixo assignados a benefi-
cio de inventario herdeiros, visto como s
depois de deduzidasas dividas.be que ha he-
ranga ; epara que se nflo persuada alguem
que os herdeiros abaixo deixam passar des-
apercibido esse illegal ani.uncio dedissi-
denles re/'racturiui, veein perante O publico
fazer seu protesto, declarar a conlianga que
depositam na invenlariante, e que est ella
habilitada para pagar o receber, como ja o
tem feito para com diversos credores e de-
vedores ao respectivo casal, do qual lio me-
eira.e assim tamben) nica herdeira da fi-
nada niiflavdS abaixo assignados Leo-
nor senaTp igualmente representante da
respectiva lerga-, que seu finado pai, o dilo
commeudador AnTogio da Silva, havia le-
gado a referida Leonor. Pernambuco, 5
de maio de \8i9.-Anlunio attSiljm.-Josi Diogo
da Silva. Por procuragflo de Vicente Ferreira
da Silva, Francisco Jodo de Barro. -Antera
Jarquis da Silva.Manoel Jucques da Silva.
Diogo Jacquei da Silva.
(Eslava reconhecido e sellado.)
(Do Cearente.)
Manoel (longa Ivs, subdito portuguez,
relira-se para forado imperio.
Aluga-se um sitio na Magdalena es-
trada da Torre com boa casa a boira do
rio Capiba ibe, com 6 quarlos, cozinha fra,
casa para pelos e quarto para es'ribaria ,
cacimba com tanque coberlo, com bastan-
tes arvoredos e Ierras para plantadles : no
Aierro-da-Boa-Vista, n. 43.
OITerece-se urna crioula para fazar todo
o servico de urna casa: na ra Direita,
0.68.
Precisa-se de urna pessoa que rleiba
tocar bem piano, para ensinar n'um engo-
ho perto de S.-Antno i annuncio, ou diri-
ja-so ao pateo do Carmo, sobrado, n. 18,
que achara com quem tratar.
Precisa-, i de um caixeiro que tenha
pratica de venda, e de conhecimeulo do sua
conducta-: c.. Fora-de-Portas, n. 135.
Cartas finas de jognr
a retalho e em porgflo muito em eonta ;
Charutos
da clebre fabrica de S.-Felix eoutros, sec-
eos e do primeira qualidade, pelo barato
preco de 2,000 rs. a caixa de um cento ; na
ra Nova, cesa francesa n. 69.
LIMA ALFAIATE.
Na ra larga do Rosario, n. 40, precisa-se
de ofliciaes de alfaiate e costureiras.
Precisa-se de um amassador que seja
bom : na padaria da ra da Senzalla-Velha,
n. 96. <
Desappareceu, no dia t3 do
corrente, vindo da l'onte-de-
Ucha para o hospital inglez, na
Bda-Vista, o preto escravo, de no-
me Patricio, crioulo, alto e bem
parecido ; representa ter 3o annos
de idade ponco mais ou menos:
nlga-se ter fgido pira o sertao,
donde he natural ; foi vestido com
carniza e calca brancas, e levot
urna trouxinha de rotipa ; quem li-
ver noticia delle e poder apprehen-
de-lo, !eve-oa ruada Cadeia do
Hecife ao correlor Oliveira, que
recompensar generosamente.
Aluga-se o terceiro andar e soUo do
sobrado n. 147, no principio de Fra-de-
Portas contiguo ao arsenal do marinha ,
muito fresco com soberba vista para toda
a cidade e barra ocommndns para grande
familia : a tratar as Cinco-Pontas, n. 62.
200,000 rs.
D-se esta quantia de gratificagflo a quem
levar ao engenho Ageas-Claras, de Uruc,
da viuva do Burgos, ou nesta praga, no
paleo do Carmo, n. 18, segn lo andar, a
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
Len, os dous escravos seguinles que fu-
giram nos dias sabbado para domingo, 26
a 27 do corrente : Vicente, pardo de 26 an-
nos, de altura regular cabellos crescidos e
carapinhados testa sobresabida olhos pe-
queos, nariz chato, tomador de tabaco de
caco, rosto descarnado e com espinhas,
sem nenhuma barba; levou 1 camisa do ma-
dapolflo urna calca de casimira usada, urna
j'a^J'.ela de bretanha, um bonete de velludo
azul ja OmVIo um chapeo de pallia, um
dito de pello(preto : jcV<1u',n. "oulo bas-
tante preto, de 38 annos, a\lt0 secco' cara
pequea bem barbado ; teV" costume de
levar a mo barba ; he gagV i."!'8!" c?.m"
...-.-.. ,|7em ter *> .....Pajahu-de-Flo-
foi escravo uo capitflo Leandro Bandei-
_ Vende-se fsrinha de mandioca, de su-
nerior qualidade. muito lina e alva, em san-
cas or prego com modo e em medida de
cuiacaculada a 200 rs.; superior farinha
do araruta a 200 rs. a libra ; carne de tou-
cinho a 80 rs.; grito de b,co a 60 rs.: .no
pateo do Terco, venda o. 7.
Vende-se urna negnnha de 12 annos,
propria para o servico de casa : na ra lar-
ga do Rozario, n. 16.
C3* Por prec com modo. f
Vendem-se dous sobrados de dous O
andares, um na ra do Collegio, n. m
l.com frente para oPasseo-Publico, ?
e outro na ruada Aurora, n 10; a ca-
sa t'rrea da ra do Seve, n. 1 A : na
ruado Crespo, n. 11.
9
ra de Mu ni a do Apody o qual se acha pre-
sentemente na comai ca de S-Antflo, e tem
um sitio cm Craval; presume-se terem
partido para o Apody onde ha muitos p-
renles do dilo Moura; comquanlo o primei-
ro andasse sempre em via^ens dos serlOes
do sul ao poente, com os cobradores desta
casa : este ultimo escravo levou um chapeo
preto de pollo e outro de couro duas ja-
quetas brancas, I calca do brim pardo 1 di-
la de riscado, 1 camisa te madapolflo,
duas ditas do algodflo da teira e ceroulas.
Roga-se a vigilancia nestes dous escravos,
que vindo com muita brevidade, serSo
gratificados anda com mais Jo que se ofle-
rece.
Compras.
Compram-se patacOes mexicanos a
1,900 rs.: na esquina do Livramenlo, loja
de 6 portas.
Compra-se urna preta de 12 a 14 annos,
ue seja ecnlhida e tenha algumas habili-
ades: ni Fra-de-Portas, ra do Pilar, n.
85, primeiro andar.
Compra-s a chcara dos dous Renega-
dos, para piano : na ra Nova, n.58, lor-
ceiro andar, ou annuncio.
Compra-se um piano inglez em segun-
da mflo.masque esteja em bom e*tado:
na praga da Independencia, n. 4.
Compra-se a gengraphia de Coulier;
em como elTectivamenlo diversos tomos de
breviarios, Diurnos, Magnum Lexicn e
francez : na ra estreila do Rozsrio, n. 8.
Compra-so a obra intitulada Com-
bate Espiritual ou mesmo a segunaa
parte della smente; bem como algumas
ou ti as obras espirituaes antigs : na ra do
Cabug, loja do miudezas, n. 11).
Paga-se bom.
Compra-se calcado feito na trra de
toda a qualidade : na praga da Independen-
cia, n. 33. ___
Vendas.
A bordo do hiato S.-Jodo, fundead
defronto do Passeio-Publico vende-se boa
farinha de mandioca por preco rasoavel: a
tratar rom o mestre do mesmo hiate ou
com Amorim Irm&os na ra da Cadeia ,
n. 39.
Vendem-se 6 lindos moloques de na-
Cflo, de 20 annos ; 4 pretos de 20 a 30 annos,
urna negrinha do 10 annos ; 6 ditos de na-
gflo e crionlas de 14 a 15 annos; urna par-
da boa lavadeira o que he carinhosa par*
meninos; urna dita com habilidades; um
preto bom cozinheiro ; um dito de meia ida-
de ; o outros muitos escravos :na ra d
Vigario, n. 24.
Na ra Nova. n. 5,
Vende-se um lindo mulatinho16 an-
nos proprio para pagem e que lio de boo
conduda; um moleque de 16 annos, do
muito bonita figura ; urna parda de lind*
figura que sabe ongommar, coser e coai-
nhar;dnas prelas mogas, prendadas oorr
habilidades ; duas ditas proprias para tra-
balharem de enrada ; urna dita boa qui-
landeira.
Vende-se um molecote de 18 a 20 an-
nos, que lava, engomma e cozinha, ludo
com perfeigAo i na ra Augusta, n. 94.
Vendem-se acedes da com
panhia de Pernambuco e Parahi-
ba : no escriptorio de Olivara Ir-
mos &c Companhia, ra da Cruz,
" 9-
Vende-se, no lugar la Casa-Forte,
urna casa ptima para negocio, o com auin-
t.i i com arvoredos agradaveis : na ra do
Cotovello, n. II. Na mesma casa tambem se
vende urna escrava Je 38 annos, muito boa.
vendedeira.
CHEGUEM A PECHINCHA.
Vendem-se cortes de casimira de lindas
cores pelo diminuto preco de 4,500, 5,500 a
7,000 rs. ; assim como anda existom cor-
tes de brim trancado pardo a 1,000 rs. o
corte : na ra do Collegio, n 3.
Vendem-se superiores telhas de vidro :
na fundilo de Mosquita fk Dutra, ra do
Brum do Recife.
Vende-so tinta verde em latas, a me-
Ibor possivel i na fundicSo de Mosquita S
Dulra, ra do Brum do Recife.
VENDEM-SE CHITAS A 4,500 RS.
Vendem-se pecas de chitas novas e boni-
linhas, com toque do avada a 4,500 rs. ea
6 vinlens a retalho : na ra do Passeio, nu-
mero 17.
Vende se a bem acreditada
obra intitulada Cartas da India
e China escripias pelo bem co-
nhecido Jos Ignacio de Andrade;
tem varios retratos lithographa-
dos depersonagens daquellas lon-
gincuas trras : emflm o nome do
autor basta para o seu elogio : a
volumes em bom typo: na ra da
Cruz, n. 9.
Vendem-se armas cacadeiras de um e
dous canos, muito finas : na ra Nova, lo-
ja de ferragens, n. 16, de Jos Luiz Pereira.
Vende-se urna preta de 18 annos, que
cozinha e tem principios de engommar : no
beccodo Sarapel, sobrado n. 12.
Aos amantes da lotera do
R io-de-Janeiro.
Ao* 2o:ooo,ooo deris.
Sflo chegadas as listas da sexta lotera do
thcatro de S.-Pedro c com ellas novo sor-
limento de bilhetes e cautelas da 50." lote-
ra da Santa-Casa-da-Misericordia ; cujas
rodas andam no dia 24 do corrente, deven-
do chegar as listas no primeiro vapor. A ol-
les. No pateo do Collegio, loja de livros,
n. 6.
Aos 2o:000,000 deris.
Acham-se j a venda na loja de cambio
da viuva do.Vieira i Filhos na ra da Ca-
deia do Recife, n. 24, bilhetes e meios di-
tos da 50.a lotera a beneficio da Sanla-Ca-
sa-da-Misericordia do Bio-de-Janeiro cu-
jas rodas andam no dia 25 do corrente.
Vende-se urna escrava cabra, a vista
inde-
Na livraria ns. 6 e 8 da praca da
pendencia vende-sc o seguinte :
llaiitial eleitoral
contendo a lei regulamentar das eleigOose
os decretos e deciscs do governn que dflo
esclarerimentos sobre sua execugflo.expedi-
dns al abril do comente anuo, Com notas
explicativas fundadas uestes mesmos escla-
recmentos
Vende-se urna grammatica franceza de
Clamopin em muito bom estado, por
prego conimodo : na ra doQueimado, loja
le miudezas, n. 25-
Vende.-seo romance D Sebasliilo, com
o liyiniii) do general Povoas, por 300 rs.; os
Annaes da piopagadto da fe, 8 v.; Diccio-
nario jurdico, por Pereira e Souza ; a no-
vella M. lint l por 1,000 rs. historia de
('.ron well ; Poesas de JoSo de Barros, por
640 rs. ; historia de plulosopliia porCou/1
sin, 3 v. ; CoHecgflo das leis de 1838 e 18*9,
encadernaii.s. a 2,500 rs. cada urna : na
praga da Independencia loja de encader-
nagflo, n. 12. t
Vende-se tm bonilo moleque de 13
annos pouco miis ou r)enos muito sadio ;
urna negrinha he 7 antps: ambos chegados
do Ico : na mu larga do fo'ino, n. 35.
Na venda, que foi de Jos da Penha i
da qual faz le, e por prego de 350,000 rs. he
haratissima : na ra Bella, numero 14, 1."
andar.
Madapolflo largo a 3,000 rs.
Vondem-se pecas de madapolflo /argo
com 20 varas, muito encorpado e forte,
proprio para camisa de pretos e forro, a
3,000 rs ;ditos mais finos por mais dinheiro;
linhas grossas de novello, a 160 rs. urna
quarla; pegas de chitas, cores fixas, a 5,iOO,
e a 160 rs. o covado; luvas finas de pellica
a 500 rs. : na loja da ra do Passeio, n. 17.
A 1,000 e 1,200 rs. o cento
de ceblas novas: no armazem de Fran-
cisco Das Ferreira junto a alfandega : bem
como bons charutos regala, a 800 e 1,000
rs. a caixa ; muito bom fumo de primeira
sorte para capas.
Vende-se a taberna da ra do Coto-
vpllo, n. 31, com os fundos de SOO.OOw-rs.,
bem-afreguezada ,a qual estando sortida
vende r&000 rs. diarios, e sendo o aluguel
muito barato : vende-se a prazo com boas
firmas : a tratar na mesma taberna,
Vendem-se barricas vssias e em p,
que fram de farinha de trigo: na ra do
Amorim, n. 35,'casa de J. J. Tasso Jnior.
Vende-se sal do Ass, de pedra ; meias
de algodflo grosso; cera lavrada muito al-
va em velas de 5 e 6 em liba ; podras de

I UC JM3 UU rCHIl. |0 ,..- -------------------------------------- r------------------
ra Direita,/n!23, vende-se manteiga in-[amolar : ludo por preco commoao: narua
gleza, a 48o, 600,800 e 1,000 rs. a libra. Ida Prais, armazem n. 37.
ki itii Ann
<
n


(lu brasileiro.
Vende-se cha biasileiro no nrma/i"" de
i nll idos airas do Corno-santo, ti mais c\i" lente c]i produzi lo em S.-I'au-
I, que !em vindo .1 esto mercado, por
prego milito commodo.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Na praga da Independencia, loja n. 4. vcn-
dem-se bilhetes e cautelas da 50. lotoria
la Santa-C.sa-da-Misericordia da corte.
Na mesina casa se inostram 'as listas das
loteras passadas, o so trocm billietes
1 remiados.
i,a8o ris.
Vendem-se superiores cortes ilc. brlm
trancado do puro lindo cor rs pelo barato preco ile 1,280 rs. na ra
do Crespo, n. li, loja do Jos Francisco
Das.
Vciilcm-se duas escravas crioiilas com
habilidades, urna de 20annos e outra de
SO : na na dos Tanoeiros arniazein n. 5.
Lencos pelos pa*a gravlas a
720 rs. cada um.
Na loja n. ."1 da na do Crespo, vendem-se
lencos fictos para grvalas, com um peque-
o loque de molo, pelo barato prego de 720
l'l'i.S.
JNovo sorlimento de brim troncado
a l,5oo rs.
Vendem-se brini trancados brancos, lisos
o de lislrasde purolinho a 1,500 rs. n rr-
te ; cuites de rusllo alcochoado a 180 rs.:
na ra pan a Cadeia.
Armen;es de hortaUcc.
Vendem-se semenlcs dehortalico de lo-
das as qualidades, por picgo muito com-
modo : na na llireita, 11. 7(, venda da es
(juina .lo becco de Jnse-l.ouri-ngo.
Vende-se champ.nh. da mais superior
quslidade que tem vindo este mercado
na roa da Cruz, n 27, armazem de Croeeo
i\ Campanilla.
A (M0 rs. cada un.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpadosegrandes, a duas pata-
cas ; chitas escuras, de bonspadrOes o co-
res seguras, a meia pataca o covado: na
na lo Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a Cadcia.
Vende-se vinte, ciiegada ltimamente
nobrigue Novo-Vmeettor: na ra do Afol-
lo, aroiazem de Antonio Augusto da Fon-
seca.
Vende-se olgodo trancado
da fabrica de Todos-os-Santos :>
e .1 3oo rs. a vara : na rna da
270
Caricia, n
Tai YUS
Na fon
pa ra
fe 1 ro
erigen
id
o.
I)fl)(
Cito de fero da rna i'o IVum,
neaha-sa de feeeher un completo Rorlimen-
de i o 8 palmos de bocea as
a venda por prego com-
modo c 1 "in promptidio embarca ni se,
in-seem cairoi sem despezas ao
/ompra
wsilo fia fabrica de
Todos-os-Santos na laliia.
V I em casa (Ic.N. O. lclcr ; C.
ni ni da Cruz, n. alenda" o Irang do
da ,1 da ; brica, muilo proprio para saceos
Je issucar c roupa de esera
-- Vende-seclismpanha da maissuperlor
qualidade que tem vindo > este mercado:
na i'!:, da Cruz, n. 27, armazem de Croccu
.i'.
Vcndem-se sellins inglezese
camas nova, n. 42-
Fot ha de Fia odres.
Vendem-se canas con- folha de Flan-
dres : em casa de J. J. Tasso Jnior: na ra
do Amorim, 11. S5. '<
--No armazem da rus da Moda, p. 7,'ron-
lin-se a vender superior colla das fabri-
cas do Rio-Crandc-do-Sul, por preco ba-
rato. '
N. >.
Ba da Madre-de-Deos.
Fino vinlio da Pigueira.
O novo armazem desta pinera deliciosa
acaba dse abrir nesta rus, defronte do ex-
tlnclo armazem ao mesmo prego de 180
rs. a parrara e a i,3fio rs. a caada. Ol
amantes diste licor aili enconlrarflo parra-
las prompUmente lacradas e com o sen
competente rotulo para trocarem por outras
prompUmente assim como taohem en-
eootrarJIo barris de diversos lamanhos,
por preces bem rasoaveis; bem como vinho
brancode Lisboa ,a l.tiOO rs a caada c
920 rs. a garrafa. <) proprietario (leste esta-
helecimento pedeexame para poderem ava-
Ufll-a pureza de sua qualida.de e asseio e
que em nada desagradar aos concur-
rentes.
Vende-se urna preta de ti annos,que
cose bem, enpomma e rozinba : na na lar-
ga do Rozaro, loja n. 35.
Panno azul.
Vende-se panno llnaf azul, proprio para
' faniamcnto por piego ruis baradq do que
em outra qualquer parle : na ra do Amo-
rta n. 35, casa de J. J. Tasso Jnior
Furnha de trigo,
i. i. Tasso Jnior vende familia america-
na de i'biladelpLin ebepada ltimamente,
de boa qiialiiiiide e por prego commodo.
Caileiras depalhin1 a e drbalalwo;
armarios para roupa; lavatorios; sophas;
mesase maismobilia ; bem Como nm rico
soitmenlo de
vaso de ciy stal brancas e de cores
paTa adornos de sala ; garrafas e copeado
crystal de cores : em casa de Kulluiurflrilr-
mio, na ma da Cruz, n. 10. y'
Vende-se cal virgem da/aba em
barris pequeos; feches d reos do pao e
rodas de Jilos para barricas; cimbeles de
pinho abatidos para assucar ; pregos cai-
Saeg do Porto em barris de 10 milbeiros ;
ditos ile i*nrmelad>le Lisboa em lats de t e,2 li-
bras; pilulaVde familia; cadeiras dn pao
preto, atigicdfe cerdeira. chegadas ltima-
mente do l'flfto : a tratar com Joquint Per-
ro* .Vendes Cuimares, na ra da Cruz,
n. 19.
Rape rol&ofrancez.
Vende-seo superior rap -roblo franeez ,
iiinc-monto as lujes dos Srs. Caelano I.Uiz
Ferreira no Aterro-da-lloa-Vista, ti. *fi ;
Tliomaz deMnttos Esllmi na mesma ra,
n.51; Francisco Joaqun Duarto, ruado
Cibug ; Pinto &lrmQo, na rna da Cadcia
do r.erife, n. 1!).
Em casa de .oao
St'warl vende-se mmitei-
ga ngleza, che^ada >co
uliimo navio, por preco
commodo, c quanlidade
a vonlade do comprador.
/lo borne barata.
Na ra doQueimido, viudo do Itozario,
segunda leja, n. 18, conlinuam-se a ven-
der suspensorios de seda n 5(i0 rs. o par ;
luvas deseda a 200 rs. o par ; meias de
seda curtas, tirelas brancas c dn cores a
800 rs. o par ; lencos prelos de seda a <>0
r-. ; ditos decambraia pra grvala, a 400
is. lencos braucos, a 160 rs.; e outras
umitas fa/endas porcommodo prego.
Vende-SC a muito acredita-
da l'rinlia franceza liaron, clicgn-
ila idliitvanicnle, e por puco rasoa-
' i na 1 na' da Sciualla-Vellia, I
138:
- Vendem-se liillietcs da loie-
do Bio-de-Janeiro: na piara
independencia, n. 'i~.
--Na ra doQueiniado 11. I, primeiro
andar, vendem-se musicas modernas e im-
pressas, do differenles autores recem-eho-
padasda Frange; bem como duas mistas em
partituras de um autor acreditado, ele-
panlcmenlc encadorurdas, oproprlss para
irmandadex de grojas,
y1o bom epsto.
Chapelinliog para^enliora ,eom delicados
feitlos enl'eiles mu variados, flores mi-
mo-as e com um lindo beija-llores que tem
umcauda definas!mas pennasj todos de
seda: vendem-te om con la : na ra do Cres-
po, loja de quatro portas n. \.
Na loj da rna do Crespo, n. 6, ao
p do lampeSo conlinuam-se
a vender azendas baratas.
vtl
n.
ria
da I
hervilhas ; ditas de chocolate de Lisboa;
frascos do conservas ; ditos d'agoa de nor
de laranja; barris com azeitonas brancas de
F.lvas garrafas com vinho moscatel de Se-
tubal e da Madeira; queijos de prato ,
freseaes : ludo novo e chegado ltima-
mente de l.isbOi: na ra da Cruz, no
liecife, n. *6.
Aos amaines da lotera do Rio-
de-Janeiro .
GZTAqs 2o:ooo,ooo de ris._r>
Silo chegadas as listas da sexta lotera do
theatro de S.-Podro, e com ellas novo sor-
limento de bilhetese cautelas da 50.'lote-
ra da Santa-Casa-da-Misericordia, cujas
listas veem no primeiro vapor. A el les an-
tes quo se acabem. Na ra da Cadcia do Re-
cite loja de fszendss n. 51, de Joo da Cu-
nta MagalhSes onde existem as listas das
loteras passadas.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
mi* D\ SFJiZAl.T A-NOVA, N. l[1.
Neate estal)elecimento conli-
na a haver nm completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; niacliinas de
vapor, e techas de ferro batido e
co-.ido, de todos os taannos,
para dito.
Novas riscados monslros, de vara
de largura, a 320 rs. o covado.
Na ra do Crespo, n 5, vendem-se os no-
vos riscados mnnstros, muilo finos o pa-
dies nunca vlndos a este niprcado, pelo
barato prego de 320 rs. o covado.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 211:000,000 de ris.
lie chepuda a lista da sexta lotera do
theatro de S.-Pedro, e com ella grande sor-
limento de hilhetes, meios, qiiarlns, oita-
vos e vigsimos da 50.' lotera da Sanla-
Casa-da-.Msericordia do Itio-de-Janero,
coja listas devem chpgar no primeiro va-
por : na ra da Cadcia, n. 56, loja de fer-
rapens. de Antonio Joaquim Vidal.
Chitas de c'esfixas, a 5,200, 011
a i40rs. o cocada.
vicios nem achaques. ^^^deV-^eKSmuitogra,
de7e do s^erior qualid.de; salsa muito
nova vindadoParno ult.mo vapor, em
quafquerTorcno : .. ru. do Trap-che ...
26, casa de Manoel Duarte Rodrigues.
' Agoadetingirc.bello.se su.ssas.
Conlina-se a vender a _8oa_d_e_l.ng.r
ca-
Crtes de brim Irangndo amarello, a 1,440
rs. ; dilus de dito escuro, da mclhor qua-
lidade que tem vindo a este mercad}. <
1,280 rs. ; dito braoco slradp. .',oTra. ;
cobertores de algo'1" 'ills onrorpailos
dos que os de e-" "' C"11''!l (;<0 '< cintas
para col ei la -'"' "* ocovado ; chitas es-
cura '(ini f.v'-'S bxas a IfiOe 180 rs ; cha-
pn- de ti assJ :l |.,fl0 rs- : ,lilos ''seda ,
:i fio rs.; cass paraSSioa COflRfaos,
1 :,' o rs n pica ,< a ?.'.": rs. avara.
Vende-so cal virgem ik* Lisboa de
superior qualidade, em barris de t arrobas,
clt da iii'.-t-' mez pelo brigue Haria-Jot
. tratar na ra no Brum, armazem di
Antonio Vugusto da Fouseca, ou na ra do
'. n. 19.
;.> 41
Para liquidar quanto anlei.
Conlinuam-se a vender lencos de se- .
da para hombros de senhora o para :
alpibeira a .-.no, seo, l.nno, 1,200e /;
\> 1,^80 rs., e muilo superiores, a <"'
8" 1,600, a.000, 2,240,2,400 p 2,560 rs. -
espuio linii de linbo, a l,2SO rs "
' .1 var. ; corles de vestidos de eam- *"!
'. 1 hrala com barra branca e decores, a '^
.. t.coors.; meiasazuese pretal para ^"
senhora e meninas a l.niio e 1 ,CO0
i rs. a duzia ; suspensorios linos de <
';> meia, a 060 rs. a duzia; botes de > duraquee franklim, a 240 rs. a gro- "*
;;" sa ; um resto de brim pardo para for- '**
S m a 80 rs. O covado : 110 paleo do 2
S Carmo n. 18, segundo andar <
\':\ -'r.1 :,;"':' ',-.'t :
0 monstruoso bramante de Unho
de I I palmas dr largura.
Na loja do fiuimarfles k llenriquea, na na
do Crespo, n. 5, vende-se bramante fino d
puro linbo de II palmus de largura, pelo
barato preco de 2.800rs. a vara; reos co-
bertores de barra deseda, muilo grandes, a
6,000 rs. c mais pequeos, a 5,000 rs.
lazendas estas nunca viudas a este mer-
cado.
Pannos,a 2 e .1,000 rs. o cavada.
Na loja de Cu i ma riles & llenriquea, na ra
do Crespo, n. 5, vendse panno pelo e
azul, pelo barato preco de 3,000 rs. o co-
vado c prelo mais inferior pelo diminu-
to prego de 2,000 rs. o covado ; bem como
nm completo sorlimenlo de lodas as cOres,
edo diversos pregos.
A pechinclia.
Coi fes de camliraia adamascada
com loque de a va ra, 2,5oo iris ;
dilos litnpos para vestidos e coili-
nados, a 3,000 iris ; ditos de tala-
grca, a 1 ,f>oo ris; dilos finos, a
2,5oo n'is; cassa-rhita (le cores li-
xas, a 3oo icis o covado; riscado
emcas'sa, o rorada 200 ris; Inn-
zinhas paia vestidos,calcas > ronpa
e ondas minias f.iz.endas por preco
h rato : na rna do Crespo, loja de
Cnnlia Guimaracs, n. i5
A ac rs. o covado.
Vende-se znarle azul trancado, muilo en-
cowado e com 4 palmos o, meio de largura ,
a mihor fazenda parav^stircscravo pelo
barat ^rego de 20O rtff 0 ovado: na loja da
esquina Ja ra do/trrSjui, que volta para a
cadeia. \ -*- 4 .
VendeHpfte presunlts inglczes para
fiambre ; latas con. boineb\,,has de Lisboa ;
ditas d iraruln ; dilas de\ri1ar,nelada de
t, -' c libras ; (Jilas de sardiu.'1" ditas de
Na loja n. 5,que faz, esquina para a ra
do Collegio vendem-se ciiitas de bons pa-
drese COrea fizas, a 5,200 a pega c 140 rs.
o covado ; ricos cortes de cssa da rainha
Vctor." a 3,600 rs. o corle ; lindas cassas
fr-iicezas, largas, pelo barato prego de Oto
... a vara esta fazenda se torna muito re-
commendavel por ser de padres novos e
muilo finas; alm destas lia um com-
pleto sorlimenlo de todas as qualidades de
lazendas, por prego muito commodo.
Vendem-se, n ra do Livramenlo, n.
20, os su i crores o niui freseaes queijos do
Cear, c!T,-fi(ios'no vapor S.-Salvador: tam-
"uCrn se vende urna negrinha de 14 annns ;
lima pela j de idade, que enlendo de co-
zinha pelo diminuto prego de 230,000 rs.
Vendem-sO) na praca do Corpo-Sanln.
armazem n. 4, esleirs do Aracaty, em por-
g8o de cent, por juego commodo.
4as limantes de bom gasto.
No armazem de moldados atrs do Cor-
po-S.nlo, n. 66, ha rara vender, ebegados
lelo ultimo vapor viudo do sol, superio-
res charutos S.-Flix, e de outras muitas
qualidades que se vender.lo mais barato do
(jue em outra (jualquer parte : bem como
cigairilhos hespanlies ditos de palha de
o libo, que se estilo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cenlo.
Cha barato.
Vende-se muilo bom cha, pelo prego de
500 rs. a libra : na ra do Crespo,!.. 23.
Na rna do Cabugd, laja do
Duarte, vendem-se
relogios feilos na America de fabricas de
m tal, a 16,000 rs. ; quadros de santos com
molduras douradas ; chai eos de pella de
lebre, sem pello e de castor, a 3,000 rs.
Direito das mulheres
e injustica dos homens, traduzido por urna
Brasileira vende-se a 640 rs. na praga
la Independencia, livraiia ns. 6 o 8.
suissas.-na ruado Queimado, n.
31 0 methodo de appc.r dita sgoa acom-
r-hv^ocmdrseSe9cr.vos baratos na ru. das
Larangeiras, 0. 1*. segundo andar, negras,
moleques negros e mulalinhas.
-Vende-se uw pardo de 18 annos pti-
mo ofDrial de sapteiro. o quel he muilo
fiel ehumildo, eno tem vicios por pre-
go muito em conli, por se adiar o dito
pardo com urna pequea infiammagao e
oseu dono pretender retir.r-se par. fora do
imperio: na ru. das I.arangeiras, n. 14, se-
gundo andar.
Vende-se'panno de linbo
do Porto,
baslante largo, entre-lino e de superior
qualidSde;
palitos fie flirfr para den-
les ; folha <*e Flandres,
Charcoal; ferro ero bar-
ra de superior qualMale
garantido e ignnl como o da Suecia, a 9,000
rs. o quintal tnO armazem de A. V. Silva
Barroe, ma ra da Madre-de-Deos n. 26,
defronte da groja.
Alten celo.
Na ra do Crespo, leja* n. 5 A, junto ao
arco/e S.-Antonio, vendem-se ricas man-
tas de seda de novos lavrores a 6 e 8,000
rs. tanlo para senhora como para meni-
nas ; .lm destas fazendas ha u.n rico sor-
limento de leques com enfeites inteira-
menle' nqyos, c que se naden maisem
corda do que em outra qualquer parte.
Charutos do S.-Felix.
Na loja de Antonio Joaquim Vidal ven-
dem-se supeiiores charutos de S.-Flix,
verdadeiros, os quaes se recommenda aos
bons fumantes.
J\a ra do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
fitas de setim lavradas; ditas com frarajl;
selins lisos e i|e rores ; galdes finos o ordi-
narios ; volante* ; trinas; espiguilhas; flo-
res ; capellas de flor de laranja; luvas de
seda ; mantas de seda para meninas a 800
rs.; dilas para senhora a 9,000 rs.; lengos
para grvala, de lindos modellos.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira, an-
nuncia quo tem mudado um dosseus esta-
belecmentos de fazendas da loja, n. 9, e
transferido para a mesma ra em outra |de
n. 19, sondo os seus antigos freguezes e
amigos acharilo utn completo soniraouiu
defzevnias de gesto, e por muito barato'
prego, como sejam pannos finos de todas as
cores, por 2.400, 2,800, 3,000 e 3,200 ris;
algumas gasimirasa 5.000 lis o corle; lita
para caigas a 4800 ris; chitas linas, a 200,
220, 240 e 160 ris; madapolOe, cutrins e
outras muitas fazendas do goslos, quo se
venderflo por pregos que muito agradarflo
aos compradores.
Na praca da Independencia^ n
lO, ao vallar para a ra das
Cruzes,
vendem-se e tambem so applicam as me-
Ihores bizas que he possivel haverem no
mercado ; limpam-se, chunibam-se e li-
ram-se denles com toda a perfeigilo : tam-
bem se applicam ventosas com a maior de-
licadeza que he possivel, e ludo o mais que
perlence a arte de sangrador: ludo por
prego muito rfsoavel.
Vende-se
na loja "da ra do P.sseim-Publico, n. 19 ,
nma pnrglo de chilla branca, propria pura
Pscravo, ao barato prego de 80 rs 0 cova-
Cada um.
gundo andar, vende-seuroa boa ,,
prendada : ao comprador sedir? '
por que se vende.
Altenc.ao as boas serles
F^^im-V5lldi^08.?,, lJ de cambio a,
24. da '
?ltHfc1
fnpi
do I
da Cadcia do flecife n.
Vieirn & Filhos, da sexta loteriai
do theatro de S.-f edro de Alcantar, iP!
de-Janeiro, os premios seguinu* ,
20:000,000 de ris; 2,982, IJooLJ*
853e 3,870, 400,000 ris; lT, i'
200,000 rs. ; 4,740, 100,000 r!i'J*
rs.; e bastantes premios do 20,000'
O No deposito da estrella
% na ra Nova,
n. 56.
O scha-se um grande aortiment d
memores qualidades de charuto.,,,,
tj teefn vindo a este mercado, conST''
O do os preciavais eseguintesctiamt J
Saqusrem.s,
Deputados,
Senadores,
Vonus,
l.anceiros,
Quem-fum.r-.ber,
Melindres,
Mimos de yaya,
Emilios,
N.1o plus-ultra,
Regala,
Patuscos,
& o outras muitas qualidades que rr|]
0 patentes aos reguezes, e se vtnde.
0 rilo por pregos rasoaveis.
O
A 4oo ris.
Vende-se superioresguiflo de .Igndtgi
quatio palmse meio de largura, prj
nra camisas de senhora e jaquet.s.r
barato prego de 400 rs. a vara ; bretiiL
do rolo com 10 varas, a 1,6000 rs. ; jj
riores c tes de fusiOcs alcorhod]
1,28o r^ ; dilos miudos, a 400 rs oeori
na ra do Crespo, n. 14, loja de JoscA
cisco Das.
l'ieguezia.
Vinho da Figueira de superior qu>]
lidade a 1,280 rs. a caada, e 1 gr-|
rafa a 160 1 s. sendo engarra fado, el
dando o freguez. a garrafa varia ,.3
nliobranco de Lisboa, a 1,600 ri.il
caada e a garrafa a 2(10 rs.: no pi.
ej> do Tergo, vends n. 7.
nde-se urna venda com poucoi
un vende muilo para a Ierra, ni
i.ia: a tratar com Vienta Ferrei
, na ra da Madre-de-feos,
le-se, diariamente, fariiha de al
rs. a libra : na ralyJe.S.-Jtili-!'
16*
Eseravos
nrrenle, oprctj
Grume.
menos, estatua]
olhos grandes]
Na 1 na do Cabugd, l0ja (0
Dua/te, vendem-se
lesouras para alfaiale e barbelro fabrica-
das em Guimtrflea pelo melhor culileiro
daquellc lugar; ditas'de Lisboa para se-
nhora com aros roligos de ago lino.
Corles de brlm de puro
linbo, a 1,280.
-- Vendem-se corles de brim Irangado
pardo de pu'0 linbo, pelo diminuto prego
de quatro patacas : na ra do|(>espo, loja
da esquina quo volta para a cadeia.
Na ra do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
lamparinas inglezas da urna invengffo mais
moderna que tem apparecido ; bandejas fi-
nas ; boloes de Pedro II, da 1.", 2.1 e 3.';
dilos amarcllos para casaca; ditos dilose
de n assa para militares; ditos pelos de
seda para casaca >ditos para vestidos de se-
nhora e enfeites de toupas para meninos e
de madre-perola do diversos lamanhos ; di-
tos de libio brancuso amarellos.
Venriem-sc saplues brancos
do Aracly a 1,000 e i.aoo rs
o pur : na rna da Cadeia do Heci-
f, n. 9.
Vemlr-se urna canoa aherta,
de fioo Ivenai as grossas, ou tro-
ca-se por materioes finos ou gros-
sos: na travessa da Concordia, so-
brado novo, n. i.
Vende-se um moleque de nag.lo Mo-
gamhiquede18 annos, de bonita figura,
bom eozinheiro nSo tem vicios nem acha-
ques, oque se a fian ga ao comprailur: se
fr para o matto ou lora da provincia, se
dar inaisem coiila: na ru da Concordia,
passando a pontczinha, a direila segunda
casa terrea se dir quem vende. ,
Vendem-se 2 prelas de ngSo\ tem
C ronde galera ptica.
Vende-so 100 vistas das principaes partes
do mundo obra muito rica pe natu-
reza apropriada dos objectos, 12 ptimos
vidrns e oulros pertences para qualquer
pessoa CTpo-las aqui, ou em outra provin-
cia : na ra Bella n. 36.
Vendem-se dus pretas ptimas para
o trahalhnde camno ; urna prela que coz-
nha e lava de sab.lo e varrella com urna
cria de 10 annos muito linda para ser edu-
cada : na ra do Collegio, n. 21, se dir
quem vende.
N" ra das Cruzes n. 22 segundo an-
dar, vende-se urna n ulatinha de 22 annos ,
que enzinba, cose chio lava, e he engom-
madeira ; urna escrava de nag.lo de meia
i'a le e que he boa lavadeir. ; um mole-
que de nngilo de 18annos; um bom escra-
vo de nag.lo, ptimo caatoeirn.
Vende-se um bom sellim inglez em
meii uso : na ra da Cadeia do S.-Antonio,
n. 25.
Vendem-se capachos por barato prego:
na ra larga do Itozario, loja de miudezas,
n. 26.
Vende-se um hlelo proprio para es-
criptorio, ou entro qualquer esta bel.ci-
mentii ; un.a balanga para ourives : na ru.
di Cadeia do Reeife, n. 34.
Vendc-se um sitio na estrada dos Afflic-
tos o qual fira conliguo ao lado direito do
sitio de Manoel Paulo Quinlella : no pateo
da S -Cruz no sobrado d. viuv. do Peretti
segundo andar.
Vendc-se
cobre para forro de
navios:
no armazem de A. V. da Si'va Barroca.
Vende-se a legislago brasileira des-
de a epor de suar independencia, 1822 al
1834, em 6 lomos em folio.de boa enca-
dernag&oa em bom uso por 25,000 rs. : na
ra dn Itozario, loja de encadernagilo.
--Vendem-se duna casas terreas com quin-
taes, sitas na travessa do Peisolo muilo
perlo da nova matriz de S.-Jos : faz-se to-
do o negocio: 110 paleo do c/rrtit, n. 18,
segundo andar. / 1.
Na ra eslreita do lloz.rjo, n. \t\ ae-
Fugo, no dia 19 do
Roberto, de nagSo Costa ,
22 annos pouco mais o
regular, grosso do cerp..
denles repicados e majtos m.rellaios, poi
co (.Ihadn no rosto f, qu.ndo nda pare
querer gi ngar : est/v.ccinado em ambos
hragos ; leven' ca/misa de algudlozin
branco, de mangas! curtas e ja usada, cal
gas de linho azul\ suspensorios de mri
com listras, carapluga de marojo non
quem o pegar leve-o\a ruada Cruz, defrn
to do becco d. I.ingola lerceiro andar
casa da esquina quo ser bem recompci
Ido.
Aoamanhecer do dia terci-f*
ra, 17 do correle, fugio, di
engenho (Caiap, na fregueit
de Iguarass, IJaximo, pardees
_ curo, vulgirn ente cabra, i
30 annos, grosso do corpo barbado, el"
pequeos, papudos e en.branquiginlos, cm
falla de denles, pernas alguit. tanto finas
levou bata encarnad deb unhad de u
solado, 2 canosas de algod.W.iidio cr
peo de palha um cavallo castanlio, cap
com tomaduras de ambos os lados ef
ferro; foi comprado no liecife so Sr Iti
mundo Carlos l.eite como procurador 1
Sr. Antonio l.niz Alves Pequeo Junmij
que Ihe o remelleu da villa do Calo 1
Carlrys-Novos. Rnga-se as autoridades |
liciaes, capiles de campo e pessuas p'l
colares que o apprehend.m e levem-no
dito engenho a seu senhor l.uiz. Aidoa
da Silva ou nesta praga aos Srs. Jo.e Pi
reir da Cuuha e Bailar & Oliveira, na raaj
da Cadeia |e Cruz, que gralilicarao
conductores^
Fugiram, no dia 12 do correle, cravosseguintes : l.uiz, crioulo, d 20
nos, altura regular, n eio grosso, n*1
redondo, denles limados, olhos graS'*'
he bem desembargado na falla : (ietBB
ciioula,altura menos que o edlana, giei
do corpo, iosIo largo, denles limados
beigos grtssos ; tem dona calombos de ti'1
coladas na pa esquerda, pea grandes :Qafl
os pegar leve-os a cas de Joaqun1 rW'
Machado, morador na casa da esquim.ju
toa rampa do caes do Ramos, gei ho Tnlugal, freguezia de Bapeiro
comarcado Itio Fonnoso a Flix Antow
l'az que em qualquer pule so recump"'
sara com generosidkde. ,
Fugio, no dia 16 do torrente do enge-
nho tiaranhllo, fregueziaj de Ijxjuca u
escravo da Costa, de no/inc Coaino i I'
camisa e caigas de liscaio azul; he um!"
to bugal, ba.-tante alL, corpo e p'ra
finas ;lemsorelhasfuVdse o belgo in-
ferior alguma cousa viendo. Roga"se,sl"
toridades policiaes cap tilos ne cuiji0
oessoas parlicul.res, que o apprehenJai"
levrm-noao dito engenho, ou nesta pra
. cas de Jos Percira da Cunta, que
compensar. .
Desappareceu, no dia 23 do corf*nto.
noite, um negrinha de nome Cetrudes,
II a 12 annos, cor fula olhos gra"'
nariz chato, bocc grande, denles cortan
tem na testa um marca iipitan-io u'
cruz, do lado direito pernas arque"
ps 1 j uenos ; levou vestido preto com ran
gem branca, o brincos de 0uro pegar leve-a ra eslreita do nozan
n. 16, segundo andar. __^m
Pin. : ni typ. DE Mi v* M """*'