Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08969

Full Text
w
Anno XXV.
Sfibbado
9IBTirAI DOS OORBJEIO*.
fiolanna eParhlba, segundas e sextas-felra.
RIo-Grandt-do-Worte, qaintn-felrai o taelo.
<>" _. _
Obo.Serinhaero, nio-Forraoso, Porto-Cairo
e Macelo, no 1.'. 11 e 31 de cada mea.
fiaranhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-felras.
Olinda. lodo oa diaa.
xsxs.
rnuxt tu lo. Chela a 5,s 11 h. ej'9 m.da m.
Mlng. a 13, s 4 h. e 48 ni. da m.
Nova a 19, s 6h. c 56 ni. da t.
Cresc.a2fi,sl0h.e lm.da t
NMMA& DE HOJE.
Prlmelra s 6 horas e6 minutos da manh.
Segunda i 0 horas e 30 minutos da larde.
DIARIO
[icJulliode'1849.
N. ISO.
TAS DA BXHAVA.
16 Seg. N. S. do Carino. Aud. do J. dos orphos e do
m. da 1. v. i ,
17 Tere. S. Alelio. Aud. da chae, doJ. dal.v.
do civ. e do doa (Wtoi da fazeiida.
18 Onart. S. Marinha. Aud. do J. da 2. v. do civ.
19 (juint. S. Juata. Aud.do J.dos orph.cdo m.I.v.
20 aext. S. Jeronyino Emilano. Aud. do J. da 1. v.
do civ. c do do feilos da fazenda.
21 Sabbado. S. Prxedes. Aud. da Chae, c do J.
da 2. vara do crlme.
22 Pon. S. Mara Magdalena.
CAMBIOS IM 10 DE JB1HO.
Sobre Londres. S4'/,S4V.a i* 'Z000 n-
. Paria, 380.
Lisboa, 115 por cento de pralo.
Oito.Oncas hespanholaa........ -*000 *
Mocda.de6/400velba... 17/300 a
de6/400nova... ItjQOO a
. de4/)00........... 0/300.
fVaM.-Palacoesbrasilelros. ... J#9o a
Peaoa columnarlos........ nn
Dito* mexicanos........... I*8*
a 60 da*.
31/000
17/JO0
1500
9/500
a/oio
2/010
1/920
MAIB1110.
PARTE OFF1CIAI.
fiOVERNO DA PROVINCIA.
Illm. e Exm. Sr.Acabo de recebar o inclu-
ioodelo do Dr. Lourenco Trigo de T.nureiro,
vina do qual elle ae declara e reconhece in-
rompetr nte para prealdlr oa Irabalhos da qua-
llficscio, aaslgnando-ae al ex-julx.
Todavia.comn eate negocio esteja aubmettido
deeliao de V. Ble., aguardo aa ordena de
V. Exc. para entao comecar os dltoa trabadlos
da nuallficaeio dexta fieguezia, rogando-lhe
no caso alrinaiiro a cooservecao da Torca po-
licial da i2 bomeoa e un official que aqui ae
acfaa, afina de manter ordem. caso baja
quem a qaelra alterar.
Deo guarde a V. Exe. por mullos annos.
Freguezia de San-Pedro-Martjr de Olinda, >9
de jullio de 1849.Illm. e Exm. Sr. coactlhci-
ro de estado Hoooilo Herruto Carnelro l.eao.
ignisslino presidente da provincia.Btmardi-
u di Ssnnn Bit, 9.a juiz da psz esa eiercicio
do enrrente anno da mesina freguezia.
. Illm. Sr.Posto que o Exm. Sr. concelheiro
presidente da provincia anda me o nio deter-
sninasse expressamente, redo V. S. a presi-
dencia da Jnt de qualificacao deala fregue-
sia, pois que ella Ihe compete vista da acta
da sus posse no cargo de Juiz de paz do cor-
trate quatrlennlo, a qual o niriino Exm. Sr.
i presidente da provincia se dignou mostrar-ine,
I quando hontein noite Ihe foi apresenlada
pesia cidade ; nao podendo deixar de signili-
jr V. S. por esta occaslao, que me foi al ta-
enle senslvel que V. 3. coni seu contradicto-
i proceder me dsse tantos motivos de mor-
tal desgosto, qne multo bem me noderia ter
potipnlo ; o que todava Ibe perdoo do fundo
do inru coracao, assiin como prddo a lodos
os meus inimigos.
uun este devolvo a V. S. o Hvro das actas
da junta de qualificacao, e indos os ppela que
V. a. me remetteu no dia itJ do correte juez,
i excepfjo da lista geral da qualificacao de
18418, que logo Ihe devolv naquella jaf a.
Dos guarde i V. S. por inuitos i Bis. Fre-
gurtia de San-Pedro-Martyr de Ol 19 de
iulho de i849.Illm. Sr. Ilrrnardiuu de Senna
Da, julz de paz da aobredila freguazia. Dr.
L im riaro Trigo it Loureiro, ex-juiz de paz.

H
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERN4M
BUCO.
Por i, deiunhode 1849.
Difer de Ihe escrever esperancado em
entrte-lo acerca do aufTrago que o nosso
presidente deve tupresenlar, para a aulori-
asefin de ene miiiisiros, assembla legis-
lativa. Foi positivamente annunciado que
e.ise snffragiose traria antes de honlem.se-
gunda-feira : mas esta communieacio foi
deferida. Disseram que o presidente e seus
ministros nlo haviam concordado rrlati-
vamente aos negocios de Ruma ; o (fue nfio
he exacto. NBo existe opposiclo grave en-
tre os hnmens do governo ; mas opresiden-
tedarepblica quiz pessoalmeile redigir
a mensagem; e, na segunda-ferra, inda essa
tiris nao eslava acabada. Bit) a nica cau-
sa da demora. Parece certo queamensa-
gem ser I ida hoje mesmo. Espero, pois,
CnVr fallar della a Vine, antes de fechara
nha carta*. Ksse documento ter, por
sua palureza, influencia propria e a mais
decisiva, nfio relativamente Frange, mas
F.uropa : elle contera, em algumas pagi-
nas escripia, paz ou guerra. Se fr guer-
ra, ser extermina ti va. Eu espero que elle
lengane os votos dos anarebistas, e que nos
manlcnhaa paz. .-
No enllanto vou resumir em poucas pa-
lavras os acontec'uneotos que liveram lu-
gar desde a'minha ultima carta.
/"ranea.Eu ja disse a Vmc. o resultado
de nossas eleicOrs. O partido da ordem
entrara em a nova assembla com una
maioria immensa: mas os socialistas e
mnnUnliezes liaviam conseguido alm do
que esperavam : apenas eram 60 ou 80 na
assembla constituinte: elles chegavam
nos bancos da legislatura ao numero de
mais.de 200. (Is que tinliam licado no la-
gedo eram anligos republicanos da vespera,
que compunham na constituinte urna espe-
cie de justo meio, cuja influencia favocavel
aorestabelecimentodaordem as prin.citas
epoeas da assembla, fora perniciosa e fa-
lal nosultimoamezes. Alliando-seaosmon-
tanhe/es, esses homenssenhoreavam qua-
>' a assembla ; e, se sua audacia se collo-
casse a nivel de suas ms inteucoes, leriam
transtornado a Franca, para puni-la de sua
oerrola : por isaoa semana que precedeu
assembla^ legislativa encheu-se para nos
de terriveis agonas. Cada dia, urna nova
pnpos5io era inopinadamente apresenta-
daaovlo soberano da constituinte. Era
ore a amriislia.ora os negocios estrangeiros;
e durante doras e das inteiros, esses ho-
mens, aos quaes a Franca linha recusado a
com furibunda pertinacia questOes, das
quaes dependiam ordem interior e paz ex-
lerna. No entanio, as sociedades secretas
'gilavam-se aurdamente, e deliberavam so-
bre o poni de saber se baxariam rus e
rtcomecariam aa barricadas. Esses alguns
lias que (recederam o 28 de junho fdrsm
horrivei; bem que o aspecto de Pars fi-
csse o murrio, a agona eslava no fundo
dos coracOea, e a prac do commerco, ther-
Himetro da opniao, dava certa usura
as pblicos alarmas, quando baixava,den-
i n'alguns diat, 1* francos.
Felizmente ludo deu a costa; conspira-
res da assembla, conspirarles da ra.
As propostas revolucionabas, successiva-
paas temem horrivei monte o donodado ge-
neral Changarner, commandanto do novo
parizino exercito. 'O general tlnha-os
mandado caridosamente avisar que, sere-
volvessem as pedras da ra, seu primeiro
acto seria mandar prender 20 delles ; e fa-
lo-hia : mas esses sentaras, ;eujo valor nSo
tem qualidade dominante, abraqaram o
partido de flcsr quietos. Entretanto elles
conlinuavam a tremor de medo ; e polica
contnu que, em a noite de 27 a 28, quinza
delles dOrmiram fora de casa.
Fia como aeabou a nossa assembla cons-
tituinte no meio de ridiculo* sustos e de
impotentes coleras. A historia comecaj
para ella ; a historia que Ihe levar em cun-
ta algum bem que fez em seus debates ; po-
rm que registrar, como ellas merecem, as
ms paixoes que presidiram a seus lti-
mos actos.
A assembla legislativa tem sobre sua
antecessora a vantagem de ter urna maio-
ria numerosa, resoluta, que sabe o quo
quer, a que perseguir inflexivelmente
seu fim. Este Km he a ordem, perturba-
da profundamente pela revoluto de feverci-
rn, e a qual cumpre se restabeleqa a todo
custo, a nSo ae querer que a Franca pere-
da. A maioria nSo he republicana, mas
lanilium nio he revolucionaria, no sentido
de que nSo intenta realisar urna mudan-
ce qualquer mediante vilenlas vias. Ella
far sinceramente prova de repblica ; el-
la ae esforzar : obra ddicil de a tornar
compalivel com a ordem. Se a prova mo
livor xito, o paz, que nilo quer perdor-
, acordar,
Eis como se compOe a nova assembla.
Cento e cacoenta representantes, pouco
mais ou menos, pertencem a antg* opi-
niflo legitimista ; reunem-se sol) a presiden-
cia de Mr. Berryer : o partido dos orleanis-
laa orea a 300 adheientes, dirigidos pelo
Sr. Mole e pelo Sr. Thiers, os quaes foram
primeiros ministros sb l.uiz Flippe Urna
laia de terceiro partido, que quer repubii-
ca, mas que tambem quer a ordm, frac-
cHo mu reduzida, (poiscnnta apenas 70 a
80 memhros) tem por che fes oSr. Dufau-
ree o general Lamorcire; emllm, os mon-
tanhezes socialistas, s ordens do Sr. I.e-
dru-Rollin, silo 200 ao muito.
Perianto, como Vmc. v, o partido da
ordem lem urna maioria enorme ; por-
quanto todas as graiUcOes, que acabo de
numerar, estflo aempre prompua a reunir-
se contra os montanhezes ; mas estes leem
hbitos o sos e violentos que, por instan-
tes, paralysam a acefio da maioria, A--
sim, desde que .- aaseirrbISa se rcami'o, ti-
vemos duas uu tres sessOes, as quaes os
furibuiiifus gritos da montanha cstorva-
ram a acefto parlamentaria. Dispeuso-o
destas particularidades quo seriam para
Vmc. de potiquissimo inleresse ; e cifr-
me em dizer-lhe que a assemlda quer, no
que della depende, dar lalhns a todas as
scenas de desorden"), nomeando presiden-
te o homem mais enrgico e mais activo
rplica, que existe na assembla, e he o
Sr, Dupin, aiiligo presidente da cmara
dos deputados no primeiro anuo do rei-
nado de Luiz Flippe. Inda vai fazer me-
Ihur que isso ; vai rever seu regulBinento,
e inflingir penas secretas, mullas e prislo
aos representantes quo tnrbarem a ordem.
Agora ella trata da verihcacio dos pod-
res que gublovaram tantas tempestades ;
mas a maioria persisti, e todas as re-
clamac,0es da mnoridade fram repe-
lidas.
0 ministerio flcou em desarranjo desde
a retirada do Sr. Leo Faucher : elle aca-
ba de reconstiluir-se ; tres pastas fram
dadas a homens desse terceiro partido, do
qual a Vmc- fallei ha pouco, us Srs. Dufau-
re, Tocqueville e I.anjunais. Os liomcns
intelligcntes o resolutos flearam pouco sa-
lisfeilos desse reboco ; elles quena.n mi-
nistros de cor mais decidida : por exem-
plo, o marechal llugeaud, nosso primeiro
homem de guerra ; mas parece que esta
combnac.iIo, que fra tentada pelo presi-
dente da repblica, encontrou insupera-
veis obstculos. Julgaremos, segundo
seus actos, os novos miuistros.
Paris jai socegado : at os negocios dflo
mostras de se aviventarem. A alegra, que
13o naturalmente quadra a esle povo incons-
tante, voltaria por s mesma a tifio aero
cholera, que ha ja alguns das, faz terriveis
estragos entre nos. Depois da revoluto,
flagello dos homens, voio o cholera, flagel-
lo de Dos I BaslBva metade.
No restante da Europa, n3q ha Tacto nota-
vel ou novo ; ludo caminlia, porm, para
urna fatal crise.
A Auisia lanca seus innumeraveis bata-
Ihfles na Tiansylvania e na Hungra cm au-
xilio do imperador ta Austria. Um mani-
fest do czar foi publicado para satisfazer
continuacab de seu mandado, disculiam, sua inlerveucno ; de oulra parle o impera-
dor da AuSria, em urna proclamacSoaos
Hngaros, explcou as rasOes quo Uto Oxe-
ram aceitar a intervenclo russa.
A Jllemanha est aempre entregue a anar-
chia. Sua miserave! assembla de Franc-
fort afogueou os estadnsinhos, mas el-rei
da Prussia accorda, e acaba de confiscar a
constituido de Francfort, e_promulgar ou-
lra de conceito com Saxonia e Hanover;
mas, o que vale mais que urna conslituiclo,
manda marchar iropa contra as provincias
revoltas; e brevemente aniquilara re-
volta.
Nada de novo ero Italia. As tropas aus-
tracas tomaram Bolonlu e v3o cercar An-
~'n* Roma resiste por pura fanfarrice. t
nenie a presentadas, fram desviadas urna 'nosso exercito inda nao obra contra ella,
psoutra. Oanimu faltou aos mais com-' mas de um instante a outro esperamos no-
promeltidoa republicanos da vespera, e ilicias importaulcs. O joven re do Piemon-
ffiesma montanha, cojos membros priuc- I te est gravemente enfermo.
Boletim bibliegrapho.
Entre as obras recantemente publicadas,
aeho um volume intitulado : Doutrina d-
cicola hornea pal hica io Hio-de-Janeiro e Pa-
teugeria fraiilica. Esta obra contm labo-
res de um medico franeez, o Dr. Cliur, du-
rante urna longa estada no Brasil. A parte
mais interessante. a meu ver. he a publica -
cilo de 3fi experiencias puras, feitas sobre
remedios brasilicos. As viuvas das serpes
doMauceurlIier deMauioth, achara m expe-
rimentadores asss devotados psra as en-
golirem em fortes doses, allm de lites ma-
nifestaren) as propriedades. He necossario,
sera duvida, um paz nSvo para respirar tal
excesso de zelo. Os nossos mdicos euro-
peus, tanto homecepathas como allopathas.
nfio quorem sofTrer em vez de seus doentes.
O histrico da propaganda homecepathiea
he inleressantissimo, mrmente para nos
que Ibe no conhecemo as particularida-
des. Emflm, vi eu, profano, urna curiosa
tentativa para se notarem algbricamente
ossymptomas das doencas e reduzi-los
equacilo. Levar-se a ro/dicina ao rigor das
scioncias exactas he uiw.empreza tilo im-
prevista quanto audax,aqual nenhum pre-
cedente nos havia dis|*sto. Clona ser
para o Brasil o torsidofgem de una idea
tfio fecunda em seus reiwtados. Eu pens
que a obra de Chure ser apreciada em
Pernambuco, e classiflcasja pelos Brasileros
entre suas obras nacionaes.
/*. S. dt 7 (/ juno.
A mensagem do presidente da republicr
foi hontem deposla enlro as mos do presi-
dente da assembla legislativa, que nSn dci
della leitura ; mas s ordenou se imprmi-
se. O Monitor no-la fez cocheceresta ml-
nhfia. Eu colho pressa n'esse documei/o
algumas passagens importantes. Depiis
de longo exame relativo poltica interior,
o presidente chega aos negocios de linn a,
quelles que mais nos preoecupam, e expi-
me-so do modo seguinte :
S tres meios i olamos a aVptar.
Oppr-nos por armas a lo'.'o genero ile
intrrvenr;no, oem.caso tal, rompamos con
toda a Europa catholica, peb nico interes-
ae da repblica romana qse uo reconhe-
cemos.
Ou deixar as tres potencias coalligadas
restahelecer a seu.grado isem altenqo a
autoridade papal.
Ou entilo, emfim, exerier de nosso mu-
tuo proprio urna aci'.'.v.u-erla e ni lepen-
dctile.
<'uvenio da repubca adoptou o ultimo
..icio.
Fcil nos parece fazerentender aos Roma-
nos que, aperlados de lodos os lados, nilo
tinliam probablidade de salvacHo scnRo
em nos, e que se nossa presenta dsse
em resultado a volta de Pi IX, esse so-
berano, liel a si mosnio, traria comsigo re-
conciliaQo e liherdade ; e que, tima vez en-
trados em Roma, nos afiancarintnosa nle-
gridade do territorio, tirando lodo o pretex-
to Austria de entrar na Romana. Al
podamos esperar que nossa bandeira, ar-
vorada sem contestando no centro da Ital ia,
tena estcndido sua protectora inlluencia.
A expedido de Civila-Vecliia foi, pois,
resol vida de concert cnni a assembla na-
cional, que votou os crditos necessarios.
Ma tinlia todas as probabilidades do suc-
cesso. As informacesrecebidas eoncordam
em dzerque, em Roma, excepto um po-
queno numero de homens quo se tinliam
apoderado do poder,a maioria da populacfio
esperava com impaciencia nossa chegada.
A simples rasi1o.devia fazer crer que assim
era ; pois entre nossa iiitervenc.3o e n das
onlras potencias a esculls nSo poda ser
duvidosa.
Um concurso de crcumstancias decidi
de outro modo. Nosso corpo expediciona-
lio pouco numeroso ( pois no previamos
una resistencia seria ) desembarcou em Ci-
vila-Vecbia, e o governo foi instruido que,
seo dito corpo houvesse podido chegar a
Roma nomesmo dia, ler-lhe-biam abarlo
as portas; nBS, emquanlo o general Oudi-
not notilicava sua chegada ao governo de
Roma, Catbaldi la ebegava frente de urna
tropa composla de lefugiados de todas as
partes da Italia Sua presenca, como jie no-
torio, augmenlou successivamente a frca
do partido resistente.
No dia 30 de abril, 6,000 dos nossos sol-
dados se apresontaram como amigos ante
os muros de Roma ; poim fram recobidos
s espingardadas, e mesmo alguns, cahndo
em cilada, ficaram pnsioneiros. Todos ge-
mer devemos pelo sanguo derramado nesse
triste dia. F:sla lula inesperada, sem nada
mudar ao alvo de nossa empreza, paralysou
nossos benficos esforeos, desnaturalsou a
queslSo, e boje be cm Roma smente quo
ellaquerser resolvida em honra da Fran-
ca. >
Eis como jo termina a mensagem :
Duas sorles de leis serS apresentadas
vossa approvacfio : urnas para tranquilli-
sar a sociodade e reprimir os excessos, taes
como as leis acerca da liberdade da iin-
pronsa e dos clubs ; as outras, as leis de mc-
Ihoramento, entre as quaes indico as se-
grales :
l.ei sobre as nsttuices de soccorro e
previdencia para aasegurar as classes labo-
riosas um refugio contra asconsequencias
da suspenso dos Irabalhos, das enfermi-
dades e da velluce.
Lei sobre a reforma do rgimen hyp
tbecario. He necessario que urna nova insli-
tuiilo venha fecurfdar a agricultura, tra-
zendo-llie uteis recursos em ver de arrui-
Iua-la, facililando-lhe seusempreslimosetn
lugar de afasia-Ios. Ella preludiara pela lor
maguo de estabelecimeolos do crdito con-
forme os que exstem nos diversos estados
da Europa.
l.el sobre a suhvenco a favor das asso-
ciacoea obre iras, e dos cmicas agricolaa.
Le sobre a abolicao da prestacao em ge-
oero-,
Lei acercada defensa dos indigentes.a qital
nao est bastantemente segura em nossa legis-
laco. A justica que be urna divida do estado,
e que, por conseguintc, be gratuita, acha-se
cercada de forinutas onerosas, que volvem dir-
licilinente seu accesso aos cldados pobre se
ignorantes. Seus direito nleresses nao sao
sumclenieine-ite protegidos sfib nossa consti-
tuieo que t basja no principio democrtico:
anomala ta Meve desapnarecer.
Urna le, (-inln por ficto melhorar apensao
de meio-sodooos ofliciaesinferiores csoldados,
e ininnli /.r ni lei, acerca do recrutamento do
exercito, as moditiededescuja uliltdade he no-
toria p la experiencia.
Sigiindo a constltuiciio, o governo far
apresjntar igualmente as leis orgnicas que a
asseioblsa constituinte niio teve tempo de ela-
borir.
-'i que precede basta,senhorea, eu o espero
pariprovar-vos que minhas intcmOeasao con-
ibrness vossas. Vos queris, como cu, traba-
Ihsr no bem-cstar deste povo que nos elegeu,
e na gloria c prosperidade da patria. Como
ei, pensis que os meios de conseguir isto
taosaooa da violencia e astucia, mas os da
I rmeza c justica A Franca confia no patrio-
asmo dos membros da assembla ; ella espera
jue a verdade, patente luz da tribuna, con-
fundir a mentira, c desarmar o erro.
Fu chamo para aob a bandeira da repblica
e sobre o terreno da constituicao todos os ho-
mens devotados salvacao do seu paz. Cont
com o seu concurso e suas luzes para me Ilus-
traren!, com a tnlnha consciencia para condu-
zir-me, e com a prolecfao de Dcos para cum-
prir ininlia missao.
FRANCA.
Mtniaqem lio prtiidentt lia republiea francua, di
rgida aiumblia nacional legiilalita na enflo
de 6 de junho de iS-1H, n aualnoi ttrmotdo artigo
,')2 da eoniftuirio apreirntn a txpo'ico do tsla-
do qcral doi negocios da mesma repblica,
( ConlinuaciJo do n 159.)
a Obrat publicas.
Comquanto fosso mui vantajoso aug-
mentaras obras publicas afim de dar em-
prego aos bracos desoecupados, o estado de
nossas Ruancas ohrigou a assembla cons-
ltu'.nlo a decretar reduecesconsderaveis,
as quaes so effeituaram obre as obras da
estrada esobre as reparages dos principaes
ros o portu ni.ii ii unos.
Nossos 4.800 kilmetros de cannoa ti
veram que si.ffrer rediicces anlogas.
At oa d>us novos canaes comecados
de conformidac com um decreto da assem-
bla, o primeiro cnlre Nagent e Marclly, o
segundo derivado do Sauldre para a sanida-
do da SolOtlha,fram interrompdos por fal-
ta de fundos, posto que com sua abertura
se livesse tdo em vista otfereccr aos opera-
ros um salario seguro.
Todava duas das lindas mais importan-
tes nilo (oram abandonadas e estilo prxi-
mas a chegar a sen fim : silo o canal que faz
coinmiiiiicaroMainecom o Rheno e o ca-
nal lateral ao Carona.
Quanto aos camiuhos de ferro executa-
dos pelo estado, j em 31 de dezembro de
18*7 tinhaoHsfpdeapendido com as lnhas
construidas perto de 800 mlioes.
Conforme as avalac.es dosengenhei
ros resta va ainda que gastar para os termi-
nar una somma de 330 mullos. A crse li-
nanecira obrigoua ir rediizndo successiva-
mente esta somma at 16 millies.
As lnhas do norte fram augmentadas
no mez de margo com urna seceso compre-
beudda entre Creil e Noyon.
O caminho que fica margem esquerJa
do I.oiro foi prolongado alSaumur.
Os ca aiinbos do centro chegam j a Ne-
rondes.
Sobre a grande linha entre Pars e Mar-
seiba a seceso de Marselha a AvinbSo j se
achB aberta. O estado administra proviso-
riamente esta linha, tendo sido della legal-
mento desapossada a companhia concosso-
naria.
DeAvinlifio para Lyilo nenhuma linna
sido emprehendida. Entro I.ySo e Pars o
estado tornou a tomar a concessilo U( li-
nha feito a 20 de dezembro de 1845.
De Paris para Toncrlc e de Dijon para
Charons-sur-Saoneo caminho de ferro ser
aberto dentro de poucas semanas. Para
completar as obras de Vonerre a Dijon e de
Cbalons a l.jfio, silo precisos anda perto de
dous annos de Irabalhos niio inlerrompi-
dus.
No oeste urna s linha foi tragada ; ella
tem por fim fazor communcar a capital
com a cidade de Remites. A cabera desta li-
nha era urna das duas estradas de Versil-
les;alei de 21 de abril prximo passado
ajuntou estrada da margem esquer.fa as
obras (no acabadas) entre Versailles e
Chartres. O transporte dos viajores come-
car nodi lodejulho; dentro de oilo me-
zes a linha podefa ser levada a Loupe.e per-
miltir, portanlo, a cominutiicago como
deparlamento do Orne.
A exploracSo das minas e os estabele-
cimenlos metalrgicos, aera embargo da
crise commercial de 1848, flzeram alguns
progressos.
Quarenta e cinco licengas novas para
minas tram dadas, isto he, tantas quantas
se derara nos tres annos precedentes reu-
nidos. Bol.' de Janeiro de 1849 a 19 do
maio dez licencas raas fram concodidas.
As rundices liveram o mesmo pro-
gresso. Em \1847 concederam-se 36 licen-
cas para ostaSieleciinentos desta natureza ;
em 1818, poifcm, concederam-se 55, e luial-
mento depoisj do 1. de Janeiro ja se conce-
deraml9. (
y i carta geolgica propriameote dita foi
aobada e publicada.
Nlo tendo Ido approvado o crdito
proposto no orcamento do exercicio de 1849
para a organisaQSo de um servido hydrau-
lico que tivesse por fim o deseccamento daa
trras insalubres, a administrarlo limtou-
se a organisar um servido especial em al-
guns dos departamentos em que oa magia-
Irados respectivos tinham approvado esta
medida.
A construcQo dos edificios civia, a
qual oceupa um grande numero de artistas
e operarios, soffreu alguma cousa com o
nosso estado de crise.
A assembla nacional limitou-ae a vo-
lar os fundos necessarios para o*aeabamen-
todas construyos j emprehendida ha
muilos airaos; por esta rasilo continuaram
os Irabalhos smente n Santa-Capaila, na
escola das minas, na bibliotheca de Santa
Cenoveva, na escola polytechnica, na esco-
la veterinaria de LySo.ete.
a O governo julgou qne seria digno da
repblica acabar o palacio do Louvre, onde
acham-so reunidas todas aa nossas rique-
zas Iliterarias e artsticas; elle pedio a as-
sembla nacional lite concedesse os meios
necessarios para isso ; mas ella remetteu a
proposta urna commissSo, a qual nfio aea-
bou o aeu trabalho. Esta questo importan-
te ser de novo submetlida consideracSo
da assembla.
a Imlrueedo publica.
< Desde o principio desuaadministracfio,
o ministro da instruccSo publica creou duas
commissOes para preparar dous projectos
de leis, um sobro o ensino primario, outro
sobre o secundario, oa quaes tivessem por
ti r 11 principal a appl calilo immediata e aln-
cera do principio de liberdade inscripto na
conslituiclo. O resultado de suas laborio-
sas deiiberaciVs ser brevemente aubmet-
tido consideragfio da assembla.
L'm projecto de lei sobre o estabeleci-
mento de cursos de administraQflo pratica
em cada faculdade da reparticSo foi apre-
sentado assembla nacional, a qual nada
decidi. A quesillo ser de novo posta di-
ante da assembla legislativa.
Dous decretos do poder executivo, da-
lados de 30 de maio e 16 de agosto, sub-
melleram autoridade do ministro da ins-
trurco publica os estabelecimentos de en-
sino na Algeria, o Algor tornou-se a sede de
urna academia, lima commissSo presidida
por um de nossos generaes mais experimen-
tados foi encarregada de estudar os meio
de derramar o cunueciuiomu un0-
bica entre os Etiropeus, assim como o da
franceza entre os Indgenas.
A adminislraco dos cultos foi anima-
da e approvada no relatorio da commissilo
do orcamento.
i Negociaces fram entaboladas com a
corte de Roma para a creacjlo de trea sedes
episcepaes em nossas colonias. Esta me-
dida completar a cmancipacSo dos negros,
e acabar de por as colonias no mesmo p
que a metrpoli'.
A renova?ilo das faculdades de thoolo-
gia caiholica, conforme o voto da aasem-
bla nacional, tambem tem seria mente oc-
cupado as altences do governo. Urna com-
missilo eloborou j um projecto sobreest
delicada questilo, a qual, tocando nos nle-
resses mais elevados da religiSo, nfio po-
der ser utilmente resolvida sem a concur-
so do poder espiritual.
A assembla constituinte, elevando o
ordenado dos professores. melhorou mui-
to a posicfto destes serventuarios pblicos,
o mostrou ao mesmo tempo que tinba Ar-
me vontade de satisfazer as necessidsdes
religiosas e inlellectuaes da populacfio. Es-
te pensamento de alta poltica, de equida-
de oreligiflo, sei sem duvida comprehen-
dido e continuado pela assembla legisla-
tiva.
lia actualmente em Franca 68estabe-
lecimenlus de nslruccSo superior,frequen-
tados por 6,260 estudantes.
a Alm da escola normal que recebe 115
alumnos, contam-se 1,220 estabelecimen-
tos de instruci;ilo secundaria, frequentadol
por 106,065 jovens. Existem 56 lyceas,
309 collegios communaes e 955 estabeleci-
mentos particulares.
a As escolas primarias silo frequentadss
por 2,176,079 meninos o 1,354,056 meni-
nas, o que d um total de 3,530,135 alum-
nos.
F:stes detalhes summarios vos prova-
rlo, senhores, que a administracllo tan
cumprido com zelo os seus deveres. A re-
voluto imprimio-lho um impulso novo;
e nos diversos ramos que a compem, ella
nao se lem limitado ao simples desempe-
nho de suas funeces, ella tem procurado
os meios de corresponder perspectiva pu-
blica, preparando muitos projectos de ma-
Ihoramenlo, os quaes bao de ser submet-
tidos vossa consideraefio.
Negocioi tttrangiiroi.
He do destino da Franca abalar o mundo
lodas as vezes que ella se move, e aclma-
lo sempre que se aquieta ; por isso a Eu-
ropa nos faz responsaveis por seu repouso,
ou por sua agitado. Esta responsabilida-
de impe-nos grandes deveres : ella domi-
na sobre nossa situaefio.
Depois dos das de fevereiro a reper-
cuss3o de nossa revolucfio fez-ie sentir
desde o Bellico at o Mediterrneo, eos
homens que me precederam na direcefio
dos negocios pblicos nilo quizeram laucar
a Franca em uo,a 6uerr*> CUJ termo ofio
podiam prever. Eelles liveram rasfio.
Oesladoda civilisacSo da Europa nfio
pormilte a nnguem axprseu paiz aos ris-
cos de u aja collisfio geral, aeofio quando
l\i ixii Ann


..
tiver por si do um modo evidentoodireito
a necessidade. Um intorosse secundario,
urna rasflo mais ou menos especiosa de in-
fluencia poltica nflo silo sullicientcs : rele-
va que urna nacflo como he a nossa nflo se
mella em urna luta collossal sonflo quando
poder ju&tilica Tace do mundo, ou a
gr iQom de sous successos, ou u grandeza
do seus revezas.
< Quando sub ao poder, graves questoes
sc-agiievam em diversos pontos da Europr.
Aleo do R'eno, assim como nlm i!ns Al-
I es, dude a Dinamarca ale a Sicilia, tinha-
mos c|ue defender um inloresse, urna influ-
encia quo exerceu. Mas este inleresse o esta
influencia merecan) acaso para snrem sus-
tentados quo corresemos os riscos de urna
conflagracSo europea ? Esta he a questflo :
iwim estabelecida, ella lie do fcil so-
lucffO.
D.baixo deste ponto do vista, em todos
os negocios exteriores que vamos pandar
em revista, a Franca ha feto o que era pda-
sivel fjzer pelo interesan do seus allia losV
em todava recorrer as armas, este ultimo*
argumento dos governos
A Sicilia insurgio-se, ha quas nm an-
uo, contra o rei de aples. A Inglaterra
o a Flanea intervieram com suas armadas
para embaracar hostilidades quo iam to-
inando o carcter do mais cruel encarneci-
menlo ; e cumpre que o diga, coniquanto
a Inglaterra livesse mais intoresse ncsla
qncslil) do quo a Franc, os dousalmiran-
tes uniram-se de commurn aecrdo para
oblcrdoici Fernando em favor dos Sicilia-
nos urna amnislia completa o urna consti-
tuiCfloquogarantase sua independencia le-
gislativa e administrativa. Os Sicilianos
recusaran. Os almirantes obrigados a
abandonar o papel de mediadores, doixa-
ram a Sicilia, c a guerra comecou logo de-
pois. Um pouco mais larde este incsino
povo que linha rejeitado condirOes favora-
veis foi ohrigado a render-se discricflO.
Ao norte da Italia urna guerra seria ar-
rclientoil, o quando o ejercito piemontez
avancou victorioso at oMincio, todos era-
ra m, posto que esta crenca nflo durasse
mais (|ue um momento, que a Lomhardia
reruperaria a sua independencia. A discor-
dia f.'z de prompto desvneccr-so esta es-
perance, o o rei do Piemonte fui ohrigado
retirar-so para dentro do seus estados.
Na poca de miuha cleigflo a mediaeflo
da Franca e da Inglaterra linha sido acei-
ta pelas parles helligerantes. Nao so trata-
va sonflo do ohter para o Piemonte as con-
dicOes menos dcsvanlajosas. Nosso papel
era indicado e al proscripto. I'.ecusar con-
descender com isso era atoar urna guerra
europea. Posto que a Austria nflo livesse
enviado neiilium agento seu a llruxellas,
lugar indicado para a conferencia, o gover-
no francs aconselhou comludo ao Pie-
monte quo resis'isse ao movimento quo o
arrastava para a guerra, e que nflo quizesse
comecar outra vez urna lula desmasiada-
mente .'esigual,
Este conselho nflo foi seguido, vos hem
o sabis,e depois de urna nova derrota,o re
de Sardenha concluio directamente com a
Austiia um novo armisticio.
Comquauto a Frauda nflo fsse respon-
savel por esta conducta, ella nao poda per-
mitlir quo o Piemonte fsse esinagado, e do
alto da tribuna o governo declarou que lia
va do manter a uilegridado du territorio
-i-.- i .........i | Ullu >1U UOS-
sas fronleiras. De um lado elle esforcou-
so por moderar as exigencias da Auslria,
que pedia nina indemnisacSo de guena quu
pareceii exhurbitanle. Do outro, ello acon-
selhou o Piemoole a fazer justos sacrilicios
para ohter urna paz honrosa. Tomos rasflo
de crer que seremos felizes nesta obra de
roncilincilo. '
Entretanto que ao norte da Italia'estes
acontecimentos se pissavam, novas com-
nioees no centro da Pennsula vieram com-
plicara questflo.
Na foseara, o grflo-duqoo ahandonou
seusestados. Em liorna elfeituou-se urna
revolueflo que ahalou vivamente o mundo
ealholico e liberal com efleito, ha dous
aunas que sevia na santa-s um pontifico,
o qual tomn a iniciativa da reformas uteis,
cenjo nonio repelido em hymnos do reco-
nhccimenlo, de urna exlremidado da Italia
a outra, era o symbolo da liberdado e o pe-
nlior do todas as esperances. Do repente,
porm, soube-so com espanto geral que o
soberano quo ha pouco era o dolo de seu
povo, tinha-se visto ohrigado a fugir furti-
vamente da sua capital
Os actos de aggressflo queconstrange-
ram Po IX a deixar liorna parecern] aos
olhosda Europa u ohra de una conjuracao,
Hiles que o movimento de um povo, o qual
nflo poda ter passado em um instante do
enthiisasmo o mais vivo para a ingratidflo
a mais allliciira.
As potencias catholicas enviaram em-
balxadcres a Caeta para tratareai dos gra-
ves interosses do papado. A Franca devia
ser lamiiem alli representada. Ellaatten-
deu aludo, sem compromelter-ae a obrar
em nenhuin sentido : mas depois da derro-
ta do N'ovora as cousas tomaran) um aspecto
mais decidido; a Austria de coiiceilo com
aples, respondendo ppellacflu do santo
padre, notificou ao governo Irancez que era
preciso lomar um partido, porquanlo estas
potencias estavam determinadas u marchar
sobre'liorna para alli restabelecer pura e
simplesmente a auloiidade do papa.
" Mostos na" r.eeessidade de explicar-nos,
nflo lindamos senflo tres expedientes quo
adoptar :
Oiioppor-nos com as armas a toda es-
pecie de interveneflo, e neste caso rompe-
' riamos com toda a Europa calholca smen-
le pelo inleresse da repblica romana, a
qual nflo tullamos recpnhccldo ;
Ou deixar que as tres potencias ligadas
reslahelecessem a seu hel-trazer e sem li-
mitaeflo a autoridarie papal ;
Ou entflo finalmente exercer de nosso
molo proprio urna aceflo directa oindepeii-
denle.
O governo da repblica adoptou o ulti-
mo meio.
cia protectora sobro pennsula inteir.i, a
nenhuma do cujas dores podemos ser indf-
ferontes.
A expedeflo de Cvta-Vecchia foi, por-
tahtn, resolvida de corcerto com a assem-
M i nacional, a qual votou os fundos par.i
olla necesssarios. Ella linha toda a proba-
hilidnde do ser hem succedida : as informa-
rles roiabidas concoruavam emdzerque
em Roma,exceptuando o pequeo numero
de homensque se tinham spossado do po
dr, a maioria da lopula^flo esperan com
impaciencia nossa chegada ; a simples rasflo
devia fazor crer que assim era, porquanto
entro nossa intervenirlo e a das outras po-
tencias a escolha nao podio sor duvidosa.
Um concurso de circunstancias desgra-
nadas decidi de outra sorle; o nosso corpo
expedicionario, pouco numeroso, porquo
nenhuma resistencia seria, linha sido pre-
vista, desembarco!! era Civita-Vecchia, a O
governo sabo i] ne.se elle tivesse podido clic-
gar a Huma no mesmo da, ter-se-Ihe-iam
liberto com alegra as portas da cidade.
Mns.cmquanto o general Oudinol nolilicava
Wia chegada ao governo de liorna, Caribal-
drantrou all i frente de unta tropa com-
posa\dos refugiados de todas as partes da
Italia, e\al do resto da Europa, e sua pre-
senta, cano he fcil do conceber-se, aug-
menlou sbitamente a (orea do partido da
resistencia.
A 30 de abril seis mil de nossos solda-
dos a presen taram-so dcbaixo dos muros de
llonia. Files fram recebidos rom tiros de
espingardas; alguns mesmo iilrahidns a
nm laco, fram feilos prisioneiros. Nos de-
vemos todos gouier pelo sangue derramado
neste triste da. Esta luta inesperada, som
nada mudar ao alvo lina I do nossa emprrza,
paralysou nossas nient;es benficas, e
baldou os esforcos de nossos negociadores.
Ao norte da Allcmanlia, a insiirrcirao
comproinetteu a independencia de um estado,
um dos mais amigos c mais fiis alliados da
Franca, A Dinamarca vio as populares dos
ducados de llolslein e Schleswig rcvoltarcm-se
mi 11 i si, reconheceiido todava a soberana
do principe que actualmente reina. O governo
central da Aileinanlia acreditnu devev decre-
tar .i incoiporacao do Schleswig conledcr.1-
ciio, pela raso de que una grande parte do
povo daquelle ducado pertcocc laca al-
leinaa.
Ksta un ili I foi a causa de nina guerra en-
Oarnleada, A Inglaterra oll'ereceu sua niedi.i-
ciio, a qual fui aceita. A Franca, a Ruifla, a
Suecla se tecni uiostiailo dispostas a apoiar a
Dinamarca,
Nrgociafoes, .iberias ha muitos metes,
einiilii/11 .un a esta cnnclusao,que Schleswig
formara, debaito da soberana do rei de Di-
namarca, un estado particular. Porm, ad-
iiiiltidn este principio, nao foi possivel con-
cordar-se as consequencias que delle convi-
ulia tirar-se, c as hostilidades tornarain a co-
mrcar. Os esforcos das potencias que acabo de
nomear tendem ueste inoineiito concluso
de um novo armisticio, preliminar de um ai-
ranjanienlo definitivo.
0 resto da Alleinanha acha-se agitado por
graves prrlurb.ifoes. Os esforcos leitos pela
assembla de Frankforl em favor da unidad*
alleuiaa provocaram a resistencia de uiuitos
los estados federados, o produziram um on-
Ilicto que, ap|iroxiiuando-se de nossas fronlei^
ras, deve aitrahir nossa vigilancia. O iniperi
da Anslria, eiopeiihado eni una lula encarni-
zada com a Hungra, acreditou-se autorisado
a invocar o soccorro da Hussia. A iiitcivencfio
desta potencia, a marcha de seus cxercilos
para o oci-'d-,nl',.iiao pooun Oel.\ai'0c recitar
uumalto grao a solcilude do governo, o
I o 11 j i ic ni trocado a este respeUo vanas no-
tas diplomticas.
Ueste mudo por toda a parte na Europa
ha causas de collisiio que (emos procurado
calmar, conservando seuipre. nossa indepen-
dencia de aceSo c nosso carcter proprio.
(i Km todas estas cpiestes temos sempre
marchado de accordo com a Inglaterra, a (|iiai
ios ha mostrado nina benevolencia, a que de-
venios ser seusiveis.
A ilussia n i .iiiliciiii filialmente a repbli-
ca franceta.
O governo concluio com a Ilespanha ea
blgica tratados que facilitain as couimunica-
cies iniei o ,ri ni o,,
Na America a condifo de Montevideo
acha-ic 9iiigal.irmeute modificada, conforme
inforiuaces receblas do almirante que
coiiiinanda iiussasfrcamiavacA'quellasagoas.
A populacao franceta eniigrou de urna das
margena do Ro-da Prata para a outra. Elle
drslocaiiienlo de nossa populacao deve ser ne-
cessaiiainente tomado em consideracao.
Fioatinenle, senhorrs representantes se
todas as nossas negociadora nao teem Oblldoo
successo <|ue deltas deviamos esperar, licai
persuadidos que o nico seiilimento que anima
o governo da repblica lie o da honra c inle-
resse da l'i .tu- a.
11 es nio.
Pareceu-nos fcil fazer comprenhender
aos Romanos que, atacados por todas as
rartes, smente em nos poderiam achai
salvacSo; que, se nossa preseii^a livesse em
resultado a volta do Po IX, este soberano,
liel a si mesmo, traria comsigoa reconcilia-
efloea librrdade; que urna vez em Roma,
garantiramos i intcgridade>do territorio,
tirando lodo o irelexto Ausfria do entrar
na Itomaiiia. Al podamos? esperar que
nossa hundera, arvorada sifui conlcslacilu
no centro da Italia, estende/a sua iufluen-
Tal he, senlioi es,a euposifao luminaria '"o
estado actual dos negocios da repblica. Vos
vedes que iiojsos i mbaracos siio graves, nossas
I illirnlil.nl.-s grandes, e que lauto no interior
como no exterior anda nos rstalo militas
questoes Importantes /pie resolver Com o vos-
so a;iaio c com o da naco espero, todava,
clevar-nie altura da tarefa, seguindo urna
marcha clara e precisa.
Esta marcha consiste em lomar com ardi-
inenlo a iniciativa de tollosos mrlhoraiuentos,
de todas as reformas que poderem contribuir
para a.prosperidad!' geral; assim como para
i epriiRlr pelo rigor das leis as tentativas de
desordem e de anarchia que prolonganTa des-
graca publica. Nao embalare! o povo com il-
I uses .-inopias que nao exltalo as imagiiia-
f.es si ii.ni para acabaren) na decepco c na
miseria, mas em toda a parle em que perce-
ber nun iJea fecunda em resultados pralicos,
a larri esludar; c, se fr julgada applicavel,
apressar-mc-hei cin propr-vos sua appli-
caco.
A principal missao de um governo repu-
blicano, sub ein.i i, |,c esclarecer os espii-
los. dissipando pela manifestafao da verdade
o clarno engaador que o interesse pciioal dos
pirliJns fat brlhai au seu ollios Um facto
desgranado se c,uconlra i cada pagina da liis-
" e lie que, quauto mal reaes e patentes
quo rosultam de urna revolucflo; feita esta
soparaQflo, ser preciso que nos colloquc-
mos frente de urnas e combatamos cora-
josamente as outras. Arerdadeseoneon-
trar appellando para todas as intelligen-
cias, ropellindo cousa alguma antes do a
toraprofundado, adoptando tudo o que ti-
ver sido subinettido aoexamo dos homens
eompetoiitos o tiver passado pela prova da
discussflo.
n Segundo o qu acabo" de expr, duas
sortes de leis serflo apresentadas vossa ap-
provaQflo, urnas para tranquillisar a socie-
dade orep'mir-osexcessos, outras para n-
troduzir por todas as partes melhoramentos
rcaes; entro esta indicarei as seguintcs:
a Le sobro os estahclecmentos dosoc-
corros e previdencia, alim doassegurar as
cl-isses laboriosas um refugio contra ascon-
seqoencas da suspensilo dos trabalhos, das
diu'iii.Ms o da velhice.
Le sobre a reforma do rgimen hypo-
thecario: releva que urna InsttuicSo nova
venha fecmidar a ag cultura, ministrando-
Ito uteis rcurjos, facilitando seus empres-
tnos; ella pretil.liar a formaeflo deesta-
belecimonlos de crediti a exomplo dos que
existem em diversos pa/.cs da Europa.
l.ei sobro a aboli(flo da prcstagflo cm
ospecio.
l.ei sobre os soccorros s associaQOos
dos obteiros, e aos comicios dos ag cul-
tores.
l.e. sobre a defensflo dos indigentes,
qual cm nossa legislarlo nflo se acha su(II -
cicntomente asseguraila. A jUSlioa que ha
urna divida do estado, o quo por conseguin-
te deve ser gratuita, acha-se cercada de
formalidades onerosas que t irnam dillcil o
son accesso aos cidadfloi pobres e ignoran-
tes. Seus dreitos n seus interesses nflo sflo
asss protegidos ; esta anomala deve des-
apparecer debaixo do imperio do nossa
constituidlo democrtica.
a Finalmente urna le est preparada, a
qual lem por flm melhorar o meio sold dos
olllcacs inferiores e soldados, e introduz
na lei sobre o recrutamento do exercito as
niodilicaroescuja utilidad. o tempoha de-
monstrado.
t Independetitnmentfl destes projeelos,
tereis quo oceupar-vos das leis orgnicas
que a"assembla constituidle nflo leve lem-
po do elaborar, e i'io sflo o complemento
neccssiirio da CODStltUiC^O,
O que tenho dito, senhores, hasta, as-
im O espero, para provar-vos que minhas
tenaos sflo conformes com asvossas. Vos
eris, como eu, traballiar para a felici-
de deste povo que nos elegeu, para a glo-
pura a piosiciidade da patria ; como
vos pensis quo os melhores meiosde
iic,ur estes hens nao sflo a violencia e a
Cia, masa firmeza e a justica. A Fran-
unlia no patriotismo dos memhros da
mlila; ella espera que a verdade, pi-
teada da tribuna, confundir a mentira
e.sarniaraw) erro. I'or sua parte o poder
?nilivo ha Va cumprir.o seu dever.
Eu cunvidoV debaixo da bandejra da
/epuldica esobrl 0 terreno da constiluicilo,
atodos os homeVi quo anhelam ohemdo
paiz; ou cotilo t|n m oseo soccorro e suas
luzes para me esrDirccer, com minha cotia-
ciencia parametiiriglr, o com a prolecc,flo
ic Dos para cumplir a minha niissilo.
Cartas deSinigagla de29demaio noti-
ciam que Ancona comecra a ser bombar-
deada naquelle dia pelos Austracos.
0 Trieice Lloyd de 2 do junho diz que o
bombardeamento de Veneza tmha sido sus-
penso, e que se tinham entabolado nego-
ciares para a entregada cidade.
U Reforme, porm, (gazeta parisiense)
annunciou ltimamente que Ancona e Ve-
neza, depois de urna defensa desesperada,
sehaviam rendido aos Austracos: todava
o mesmo jornal nflo d osla noticia como
segura.
0 Diario de Conslantnopla de 19 do maio
publica osoguinte :
Cartas deTahriz de 5 de maio annun-
ciam um facto de bastante importancia. As
relacoes diplomticas entre o representan-
te da repblica franceza o o governo per-
siano fram interrumpidas. Mr. de Sarti-
nes podio seus passaportes, e depois do ter
collocado osFrancezes residentes na Persia
debaixo da proleccflo britannca, sahiode
Tehern para Tabriz, onde se osperava que
chegasse no da 9 Julgava-se que dalli pro-
cederla elle para Trebzonda para l esperar
novas inslruccOes de sou governo. A causa
deste rompimento foi recusar-se o gabine-
te persiano a ractificar o tratado decom-
mercio quo foi concluido em Pars, ha dous
annos, entre o ministre francez dos nego-
cios estrangcro o Mirza Mehemct Ali|Khan,
o einbaixador da Persia, o qual ao partir
daquella capital Icvou comsigo a ractiiiea-
fflo do governo francez. >
Todos os mais pases da Europa acham-se
no mesmo oslado em que em outra occa-
sflo os descruvmos.
A Austria contina aluda a ser devastada
pela guerra civil. O general Welden foi
demiltido do commando em chefe das tro-
pas austracas, por causa de sou genio pou-
cu tralavel, e em seu lugar fui llameado o
general llaynau.
Na Alleni:uliii reina anda a mesma agi-
lacflo. A assembla de Frankfurt resolveu
transferir a sede do suas sesses para a ci-
dade de Stutgard, a capital do reino do
Weitemherg. No ducado do Haden e no
palatinado bavaro a revolu(3o nflo linha
anda sido sulfocada.
A Inglaterra o a Ilespanha ficarain tran-
quillas.
- mu,
bunal, J
e 2t JI
r, a f
18 reprli.'l
COml
\)\i\\\\\]B\\mm.
AI.FANDECA.
Ilendi nenio do da 2).....
CONSULADO GERAL.
len Mnenlo do (lia 20......
Diversas proviticas........
3:58p,C(i3
2:706,28
88,401
2:79i,685
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimcnto do dia 20
1:908,285
loviJjenio do aborto.
aicirz, 20 uEJni.no be iso.
Ion
sao os males de una sociedade aoa olhos dos
homens de um juito sau, mal ufua minora
cega se lubmcrgc no mysticisiiio das Iheoras.
O poro ingle nao lutou durante (luaren-
la annos no principio do renlo XVII para
aairgurar o tiiinnpho das ideias insensatas
de alguna fanticos que lomavam a Mu.ha por
lexto e excusa de suas loucuras, mas para as-
segurara supremaca de sua religliip.
Igualmente depois de 178'J, nao foi para
rcalisar as ideias de naboufou de algum outro
sedarlo que a sociedade se revolveu; mas
para obter a abolicau dos privilegios, a divi-
san da propriedade, a igualdade peraute a lei,
e a ailiiiiss.io de todos aos emprrgos pblicos.
Prrientemenlc laiiibem uo foi para ap-
plicar MironasiiKipphcivris mi alcaucar vanta-
gens imaginarias que a revolucio se eirectuou,
mas para ler um geverno que, sendo o resul-
tado da vontade de todos, coubCcesse melbor
as neceasidades do povo e podesse dirigir sem
preconcrtos dyiiasiicos os destaWs do pan
Nosso dever lio, portanlo, distinguir en-
tre as ideias falsas e as ideias YeWladeiras' ou3o.
Alm do< jnrnnes quo hontem recebemos
pela barca l'iiscillti, e dos quaes exlrah-
mosa tnonsagem do presidente da repbli-
ca franceza, cuja tradcelo boje conclu-
mos, temos lainliein vista mais dous n-
meros do Tima, datados do 9 o 1t de junho,
Irazdos pela barca Sivurd-I'ish, que, proce-
dente de Liverpool, entrara OsU manhfla no
nosso porto. Por esta barca recebemos tatn-
Mm a carta do nosso correspondente de
Pars, a qual os letores lerflo visto cima
estampada.
Em Franca nenhum aconlecimonto extra-
ordinario linha lido lugar.
O general Bugeaud o atacado do cholera,
c esperava-se a cada hora a sua morte.
Mr. Proudliom, o grande chefe do parlido
socialista, foi ullimamenle preso em Pars.
Sendo-lhe perguntado por q.uc rasflo vollara
a Franca, saliendu que seria infallivelmeu-
te preso, reapondeu que nao I lie era possi-
vel vivir fura da Franca, que prefera mor-
rer nlli em urna masmurra a viver na bl-
gica gozando da mais Ilimitada liberdado
Eleiiisse tambemquea prifOo nflo o alur-
rava.que, einquanlo ella durasse, so cun-
sideraril como um frade, um recluso vo-
lunlario, e tenconava occupir-se com a
ComposicQu de una obra sobre a philosO'
idiia da poltica, a qual. linha a certeza,
lluvia de produzir muilos bens para o gene-
ro humano.
No 7Vmei de 11 de junho l-so o sc-
gllinto :
Roma foi atacad., pelo general Ou.linot
no dia 3 de junho pelas 3 horas da manhfla,
cahiiido em | odr dos Francezes o piUcio
Pallli, a igleja de S. Pauciacio, os palacios
Corsini o Valentini. O palacio Panfil era
defendido por numerosas Irincheiras
2,oou homens.
Mais de 200 prisioneiros,inclusive le of-
ficiaes, fram feitoa pelos Francezes antes
>iS 5 huras da maiihfla du mesmo da ; tres
esiandartes e 200,000 carluxos fram lam-
ben! capturados. A igreja de S. Pancracio
Coi tomada pelas 7 horas, e pelus 10 o fram
igualmente os palacios Corsini o Valentini.
Os Homanos pozeram fugue estas posi-
';es por meio do seus morteiros; os Fran-
cezes viram-so obrigados a abandona-las,
mas ellas fram iiiuiediatamenli) retoma-.
das. Caribaldi procurou flanquear a es-
querda da pusieflo faanceza, mas nflo o con-
seguio. Pela imito do niesmu ilia os Ro-
manos Qzeram urna surtida, mas fram re-
a linios. Na tomada destas imporlanles
posires os Francezes tiveram Iti humeus
fondos, sendu seto delles udlciaes. O nu-
mero dos morios nflo linha sido publicado.
O despacho declara que as-truoas francezas
se haviatn couiporiado admiravelmeiile.
QSlatuto de Florenca de junho annuncia
que o gian-duquo era alli esperado no dia
8 ou 10, edfzia-sena mesma ciJadeque o
palia acuinptiihariaogran-duque al alli e
depois se passaria para Bolonha, onde ten-
cona lixarasua esideucia. Segundo ou-
tiaviol enlradiis no dia 20.
Liverpool 37 dias, galera ngleza Sword-
Fiik, do 315 toneladas, capitao Richard
Creen, eouipagem 21, carga fazendas ;
a Me Calninnt & Campanhia. Passagei-
ros (;h.ir|es Poing leslre, John Poingdes-
Itb. HB.-iry Pongiinflr%. Tilomas Mellors,
MatliCTis Adams, Charles*b,usbeck.
Rio-de-lneiro 21 dias, Dnfjaa ^.'^
Tryphina, de 333 toneladas, capitflo Tilo-
mas Carse, equipagem 10, em lastro; a
lleane Voille & laimniiiilna.
Mem 23 dias, brigue hranileiro Incan^a-
tel-Maciet, de 218 toneladas, capilflu l.uiz
da Prima, equipagem 13, carga familia
de mandioca e nnis gneros ; a Caudino
Agoslinho de barros.
Camaragiho 3 dias, hiate brasileiro No-
vo-Destino, de 21 toneladas, capjtflo Esto-
v.io Riboiro, equipagem 4, carga assucsr ;
a Jos.Manoel Martins.
IS'avio tahido no meimo dia.
Parahibl Hiato brasileiro Conceico-I'/pr-
diis-Vutuilet, capitflo Joflo Francisco Mar-
tins, carga varios gneros.
EDITAES.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que no dia 21 do corronte, na porta
di mesma, depois de mcio-dia, se l.flo de
arrematar loocaixas com 87 o meia arro-
bis de niassas, as quaes j fram anuuncia-
das por editaes.de I 3 do crrente. Alfamle-
ga, 20 de julho de 1819. 0 inspector, /.mis
Antonio de Sumpaio Vianna.
Olllm.Sr. ins|icctorda thesouraria da
fazenda provincial, em cumplimento da or-
dein do Exm Sr. presidente da provincia.de
18 de junho prximo passado, manda f7.er
publico que nos dias 23, 21 e 2G do correnlc
irflo a piuca peranle o tribunal administra-
tivo da mesma thesouraria, para serein ar-
rematados a quem por menos lizer, os coli-
cortos da ponto dos ( arvulhos, sb as clau-
sulas especiaei abaixo transcriptas, e pelo
prego de 1:699,500 rs.
As petsoaa que se propozerem esta
arrcmalacilo, comparecam na sala das ses-
sesilo subredito tribunal, nos dias cima
indicados, pelo meio-dia, compelenleincn-
te habilitadas.
E para conslar se mandou alllxaro pr-
senle, e publicar pelo Alano.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vinciiil de Pernamuco, 15 de julho do.
1849. 0 2. escripturano, Antonio Ferreira
a Annunciat;ao ^
Clauulas etpeciaei da arremataco.
l. Asobrasdosconcertosda ponte dos
Carvallios serflo foilas de conformidade
com o orcamento presentado nesta data a
approvacflo do Exm. Sr. presidente pelo pre-
0 de 1:099,500 is. V
2 As oblas prncipiarflo no prazoe
um moz, e serflo concluidas no de 4, ambos
conladusem conformidade do arl. 10 do re-
glamento das aircmatacOes.
3." Todos os materiaes sorflo previa-
mente examinados pelo engenheiro, e ap-
provados lavrar-se-la nm termo.
4." O pagamento do importe das obras
realisar-se-ba depois de concluidos todos os
concertos e examinados pelo engenheiro.
o 5 Para tu.lo o mais que nao esla de-
terminado as presentes clausulas seguir-
a Obras publicas, 30 de maio de 184...
0 engenheiro, J. L. fietor Ueutier.
O Ulm. Sr. inspector, da thesouraria a.
fazenda provincial, em virtude da resoluej
do tribunal administrativo, manda fiZet
publico que, prenle o mesmo tribunal,
hilo de arrematar los dias SS, 84 e
corrente, a quem por menos IJxer,
pressoes dos trabalhos das diversas i _
ces publicas provinciaes, ivaliados em'rs"
2:700,000 por anno.
A arrematacSo ser feita por tempo de
onze mezes a contar do primeiro de agosto
de 1849 a 30 do junho de 1850
As pessoas que se propozerem esta trrt.
mataeflo, com parece m na saladas sesso>j
do sobredito tribunal, nos dias cima indi-
ca dos, pelo meio-dia, competenteaentg
habilitadas
E para constar se mandn alllxar o pr-
senle, e publicar pelo-Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro.
vincial de Pernambuco 16 de julho de
181. O segundo* escripturario, Jnkm,
Ferreira da AnnnnelncSo.
Peranto a thesouraria da fazenda dtsu
provincia se ha de p6r em basta publica, nos
dias 28, 30e31 do mez de julho proxinjo fu-
turo, para ser arrematado por quem menos
preco uToreccr, o servico da capatazii da
alfandega desla cidade pelo tempo de vinie
e dous mezes que terflo principio no primei-
ro de setembro deste anno.-e com ai condi-
eie's que serflo patentes no acto dairre-l
malaQflo. As pessoas que se propozrem
licitar deverflo comparecer nos referidas.
das na sala das sessOes da mesma thesou-
raria, competentemente habilitadas.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 28 de junho de
1849. 0 ofllcial-maior, Ignacio dot Sontm \
da Fanwcn.____________^_____
lieclaraces.
-- Pela segunda secgflo da mesa do consu-
lado provincial se annuncia, que dodi 171
do corrente mez em diante principia-se i
cobrar o imposto de 20 por centosobreol
consumo das agoas rlenles de produc-1
cflo brasileira do muuicipio do Recife, per-1
lencente ao trimestre de outubro a dezem-1
hro do anno lindo, e semestre de Janeiro i
junho do corrento anno. "
O escrivflo da recebedoria de rendas lo-1
ternas geraes, servindo de administrador, i
avisa a todas as pessoas que teem ohjectoi
expostos venda na freguezia de San-Frei |
Pcilro-Goncalres, que, temlo-se de proceder
Ili callela do imposto de 20 por cento,
iM'iMi/i Jos do altiguel de suas casas, se fu
e dcixem aos seus calxeiros os re-
luguel uue pagam pelo mesmo
ra os apresonlarem aos Untado-
res, atitiTde poderem proceder com certot
collectai. preveniiido-ao assim qualquer ar-
bitramento injusto.
Oafaixo assignado faz publico qur,
de onleiii Vio lllm. Sr. administrador da me-
sa do conilado provincial, vai nesta dad
proceder rko hairro de Santo-Aiilouio o
l.me..i menlo d^ 2,800 rs. sobre diversos es-
tabclecimentos iiidusiriaes, comprehemli-
dos no paragrapho 14 da lei vigente n. 944.
Recife, 19dejulhodel849
Francisco de Paula eSilva, lancador.
- Fram apprehendidos quairo lencos ib
madapolflo piulados a um preio que os o-
ferecia por um diminuto pre^o, eque,ae
indagar-se-lhe dondo os iiouvera, deiloui
fugir, de ix. mi o-os em poder do soldado,
uem aos mestiios lencos liver direito din*
e ao delegado do segunda distrido
ne^ta termo du Recife, que,dando os sig-
nues.^lfau serflo entregues.
~ Ovpmmandaiite ofllciaes de brizue
tle guem|.de S. M Fidelsima Villa-Flor,
nflo podcVlo deixar de .dar um tesie-
inunliu uojsu gralidflo as pessoas com
quem liveraua a honra de tratar, e nao Mies
sendo possivelsfaze-lo a cada urna em par-
ticular o fazexn por esto meio, nflo so
agradecendo a Ir-.anqueza e urbanidad)! com
que li-ain Iratadcts mas ofTercendo seui
servicosom Lisboa para onde regTessam,
ou para outro qjlquer lugar onde se
acharem.
0 brigue S.-Aw|
e o brigue de guerra
para o Maranhao, re
21 du crrente, ai II
misterl
cibos
predioj
ra o nio-da-Janeire,
S. U. F. VUla-FItt.
em as malas boje,;
iorasdo da.
NOTICIA.-
SECUNDA-FE1RA, 23 1)0 CORRENTE.
Sendo este da-o do oitavo anniversaiiodi
maioriJado do nosso adorado mouarchs, o
director do thealro de S.-Francciscpoflapo-
de deixar de preparar para a noite do mes-
mo dia um divoi lmenlo quo proporcione
aos habitaulcs desla bella cidade mais urna
occasiflo de moslraiem o vivo prazerdj? qoe
se sentem possuidos-ao recor.darem-se da
dala em que o mclliordus inipcranlesassu-
iiiio o [eme da au do oslado para dar-lbe a
conteniente dtreceflo, fazendo-se rodear da
nuticos tflo experimentadas quanto capa-
zrs decoudu;irem-iia ao porto da prosperi-
dade.
Entre as varias pecas existentes no archi-
vo du thealro, o director deu preferencia
para o indicada dveilimeiitoao
CASTELLO DE UVAL
eo
ttei Fruneiuol,
drama recentemcnlo chegado do Rio-de-J-
ueiio, e representado repetidas vezas com I
geral acelui;flo no thealro do Sr. Joo Cae-
Uuo dos Sanios.
Dtnominaeio dot quadrot.
1. A volta da balalha.
2. O annel e a carta.
3." O encontr inesperado.
4.* O duellu.
5 A entrega da espada.
6." A vingaiica ea morte.
l'ersonagcm do drama. O Sil.
Cundo de Chateaubriand Joaquim Jos da
Cama.
Francisco l.,rei de Franca Antonio Jos Da-
arte Coimbra.
Almirante Honivet
Tartar'em, volhosoldado
r.Wi-l^^^^KriJfl*:
11843.
airemata^es, de H de julho o
Jos Francisc
Monleiro
Pedro Bapti*11
de SanU-Ross.
O cspelluo. Manoel Fiel. .
Cundessa de Chateaubriand Iviismina Mana
da Conceicfl- .
Um pagem. Joaquim
pereira.
Conde de Vandome. Jos da
Silva*


ronde do S. Pulo Bernardo da Sil-
u va Cardozo.
gJIUi Emi"-
ai reposteiro.
rmGjntil-bomem.
Perscnagens mudas.
fhancHcr Duprat.-Gent*-homens.--Pa-
rBfs Archeiros.--Esrudoiros.
' 8(.(>5o passa-se no secuto 16.
Otheatro Miar tilo descentemenia or-
ondo quanto o cxjge a magnitude do dia.
A iluminacSo ser dobrada.
orcbeslra apparecer augmentada, e
mear as melhores symphonias, cuidadosa-
mente en"iad> Pe'0 hbil director o Sr.
Theoiloro Orate.
Qpgpectaculo comecnr depois da chega-
, j0 Em. presidente da provincia, e cm
aniariC'10 tl retrato de S. M. o Imperador,
inte qual cantsr-ac-ha ohymno nacional.
fiSO obsianlante ser dia de grande gala,
odireetor ha reso1ido levar scena urna
jocosa frca que ser precidida por um ter-
ceto dancado pelas duas jovens Jesuina e
F>lisniina, e porcertocavalheiro.
Avisos martimos.
Vende-se a polaca sarda Gtmma, de lo
te de 180 toneladas Tundeada neste porto1
tratar com os consignatarios, Le Bretn
Schramm & C., na ra do Trapiche, n. 17.
Para Buenoa-Ayres sahir brevo a bar-
ca Tentativa, por ter parte do carregament
prompto ; a qual por seu porte ainda pode
rcceber i orcfiu de carga a fretc : quem na
roesma quizer carregar, pode entender-sc
com os: consignatarios, Amorim IraiSos, ra
da Cadeia, n. 39.
Para o Aracaty aaho, com toda a bre-
vidsde o hiato Flor-de-Cururipe : para car-
ga e passageiros trata-se na ra da Cadeia
du Recife, loja n. 21.
l'art o Aracaly segu nofim do corren-
le mez, com a raiga que tiver a bordo, o
patacho Santa-Cruz : quem pretender carre-
gar ou ir de passagom, dirjalo ao lado do
Corpo-Santo, loja n. 25.
Para a Baha sabe impreterivelmente
no dia 22 do corrente o hiate Sociedade, com
la'carga que tiver a bordo : para carga e pas-
leraprirus, trata-se na ra da Cruz do Recife,
2*.
,Pars Lisboa sane, at o dia 5 de agosto,
I o brtgoe portuguez Novo-Vencedor por ter
a inaior parte de sua carga prompta : para
I o resto e passageiros, para o que ufFerece
^encllenles com modos, Irata-se con os
I consignatario* Thomaz de Aquino Fonse-
c*& Kilho na ra do Vigario, n.
oieiro andar, ou com o capito
Jos dos Santos Upa na praca.
Para o Rio-de-Janeiro
sahir, com muila brevidade o hri
ailriro f.-4/fnnio eepitSo Abelledrf
quizer carregar, ou ir de passage
o que otTerece os maia excedentes
dos, ilirija-se ao mesmo oapilflo -
proprietario, Matioel Joaquim liamos
I va na ra da Cadeia do Recife, u. 38
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem,
| em poucotdias, o bem i oihecido hrigue
lom-Jfsui. ti no se sclia com porte de seu
carregamenlo ja prompto ; ainda recebe al-
go ma carga escravose passageiros para o
que toin escolenles conimodos : quem pre-
I tender podo dirigirse ao capitfio, Joo Ven-
I tura da Silva na pnlf-do Corpo-Santo, ou
la ruada Maeos n. 3, terceiro an-
idar. "
Para Lisboa, com a maior brevidade
posaivel, partir o brigue portuguez Tanjo-
1, forrado e encavilhado de cobre : lom ex-
cellenles coniniodos e trutamento para pas-
sageiros : oa pretondentes para caiga p-
deni tratar com o rapilao, Manuel de oh-
veira Faneco, na praca do Corpo-Santo, ou
com rruiiino Jote Flix da Rusa, na ra da
Senzalla-Nova, n. 42.
l'araol'ara com escala pelo Cear e
llaranho partir com muita brevidade o
patacho Fortuna, ja se acha com un terco
da cargava bordo e mais de meia carga en-
gajada : quem o mosmo quizer carregar
para qualquer dos mencionados porlos, di-
rija-so ra da Seuzalla-Nova, n. 42, pri-
meiro andar.
mmmm
1
Leudes.
Richard Royle far leillo, por inler-
veucfio du correlor Olivcira de urna por-
fi de chitas avariadas por conla o risco
de quem pertencer o de muitas outras fa-
zendag inglezas limpas, para ultimacode
Igumas emitas: segunda-feira, 23 do cor-
rente as 10 horas da nianhfla no seu ar-
mazem da ra da CaJeia.
O corretorOliv.rira far leilflo, por or-
doui do respectivo juizo e a requerimonto
diMcreJores do devedor Domingos Antonio
uelivcira, das fazendas e miudezas da
loja desle, sita na ra Nova ( oulr'ora loja
do Quareaina ): terca-feira 24 do corren-
te as io horas da manliaa, na referida
loja.
Avisos diversos.
.. .*" hoca-se ao proprietario do engenbo
|iiiminte o favor de ver se o escravo de que
J'alla no seu annuncio deste Diario tetn Os
p'finaessegiilntes: estatura regular, clieiu
l'iocorpo, basta ii te ,ii en te barbado, rosto
ericio e comprido olhes pequeos e cor de
ogo. uc 50nnos poUco mais ou menos ;
lorft o costume de ab,ixar-a checa quando
,lntL" Prinf'PImente quando se briga
Icomeiic, multo manhoso e~ ladino .'iieio
|iuio:oeuverdadeironome lio Bonedilo:
lendoque tenha os ditossignaes.fac o favor
|o>|o remetter ao majorrMyer, senhor do
l"'to escravo que esta pron.pto a pagar a
l'iespeza que se fizer para este im e licara
|muito agradecido.
Guilherme Frederico Watel retira-se
ra os portos do sul: as pssoas que teen>
Mratos eoi seu pudr, queiram os ir re-
lf r,
- Precisa-se de um escravo quo seja ro-
"lo.paraoaervico que se Iho offcreca ,
Jo-e-lho 15.000 rs. mensaes : uo oa-
^ de N s. do Torgo, venda n. 7.
-ManoelGoncaives, subdito portuguez,
(bra-ae para rra do imperio.
~ Precisa-so da urna oiulher de idade ,
rcoI,n|,ir6,n uma caga de hon)emi0|.
firu
annuncio.
que seja ca-
" l'recisa-se de um caixoiro
Para entregar pu coui un piet em
'"guezia: pag-se bem ; uo pateo da
ipdariaa.6. r
Para as pessoas que tencionam
seguir viagem.
Na ra do Rangel, n. 9, li-am-se passa-
portes para dentro o lora do imperio, des-
parham-se escravos e correm-se folhas : tu-
do com muila brevidade e prego com modo,
como se tem dado exuberante prava no de-
curso de 8 anuos.
Ao pblico.
Roga-so ao curioso que na poite de quin-
la-feira, 19 do corrente, tirou um chapeo
da sooiedade de dansa da rba Augusta, o
queira restituir ao seu dono; quando nito,
ter de ver o seu nomo por extenso nesta
folha para ver se assim toma vergonha ,
para restituir o dito chapo.
A pessoa que quer fallar a viuva de Jo-
s Mara de Vasconcellos Bourbon dirja-
se ruada Cruz, no Recife, n 8, terceiro
andar.
Iloje, 21 de julho, na porta do Sr. in.
juiz municipal da segonda vara se hito de
arrematar diversos restos de vinho, por
exeruco do Joaqum Soares Barboza : he a
ultima prar;a.
Pede-se ao Sr. inspector, ou director
dolbeatro publico de S.-Francisco quen.lo
consinta vender-se mais bilhetes do que os
assentos que existem no inesmo theatro,
como aconteceu na noilu^em que foi o dra -
maArlhiuvuois quo serclhante abuso re-
verte em prejuizo do publico, que d o seu
dinheiro, o (lea a p toda recita.--Um dot
que deram 2,000 rs. na platea luperior e ficou
a p.
Uma mulher de bons costumes so of-
fereco para ama secca de uma casa do pou-
ca familia, ou mesmo do homem solteiro :
na i ua dos Copiares, loja do sobrado n. 1.
precisarse de um eslrangei-
ro que seja forneiroc padeiro, pa-
ra ir nara Macei : d-se bom or-
denado : quem pretender, dirja-
se ao armazem do Aunes, no caes
la Allandega, a tratar Com 31a-
uoel da Silva Sanios.
Boga-se encarecidamente ao dono de
certa loja de fazendas da Boa-vista quo tenha
a bondade de dar providencias ao seu cai-
/.eiro, para que nflo continu a fazer adjun-
tos do rapaziada na loja ; porque, embebido
ua sooieilade, deixa de dar a devida atten-
elo aos freguezes.do que resulta os compra-
dores deixarem de f-izer se.i negocio,e lauto
mais porque uem semprc vSo prevenidos de
paciencia, edispostos para reetbcrem gra-
cinhas.
Um freguez carranca
~ Roga-se ao Sr. do annuncio, (Crocodi-
Iho) inserido no Diario de l'ernambuco n.
159, que queira lera bondade do declarar
ao publico o caixeiro da ra do Livramcnto,
o numero da loja, que sua merr diz ser
cstupidarrao e tallador da vida allieia, islo
para tirar de certa suspeita ; do contrario
ser tido por un calumniador e impostor.
O morador da mama ra.
Aluga-seo terceiro andar e sollo do
sobrado ii. 147 no principio de Kra-de-
Portas contiguo ao arsenal do niaiinha ,
muilo fresco com soberba vista para toda
a cidade e barra ecnmmodos para grande
familia : a tratar nas Clnco-Ponlas, n. G2
ATTENCAO '.
Ilechegado na rus Nova, n. 39, primeiro
andar, casa do cabelleireiro Jos Ricardo
Coelho um soi tmenlo de luvas do todas
as qualidailes como sejam : pellica, bran-
ca, o preta crtr de canna o de linho. A el-
las, freguezes, antes que se ara bem.
Iloje, y I do rorrete, as 4 horas da tar-
de, na porta doSr. I)r. juiz do civel da se-
gunda vara se lio do arrematar por ser
a ultima praca varias forra mentas o to os
os mais perlences da leuda Jo niarccneiro
perlenceulea Joo l'icard por exccocn
do Miguel MartihS Cosa Ribeiro.
Pelo juizo do citol da prnneira vara,
escriviTo Santos por excrucHo de sentcnca
queencanunha Jos Joaquimde T. contra
Jos da Silva Braga so iia de arrematar na
primeira ; n.ca um escravo do gento da
Costa de40 pnuco mais ou menos, bom
canoeiro avahado em 350,000 rs.
--Roga-scaoSr. Sabino Jos Viannn o
favor ilc vir ou mandar pagar o restante dn
sua conta, contrahida ha mais de dous no-
nos, na loja n. 4G da ra do Quoimado, visto
no restar ao menos orccur.to de llie fallar
na ferrara do arsenal de marinha.
LIMA AI.FAIATE.
Na ra larga do Rosario, II. 40, precisa-so
de odenles de iillaiate e costiireiras
Antonio Eneas Gustavo GalvSo, cidad.lo
brasileo, retira-se para Portugal.
--(iSr. Manoel AfTonso de Miranda llen-
riques queira ter a bondade de dirigir-so a
ra Nova, n 42,quc se Ihc dsela fallar.
Precisa-so de uma ama de lete: lias
Cinco-l'onlas, n 21.
Quem precisar deroupa lavada o en-
gommada com perfeicio o por mdico pre-
qo, dinja-se ra de Santa-Rita, n. 45.
Precisa-se de um amussaJor que seja
bom : na padaria du ra da Senzalla-Velba,
n. 96.
Jos de Freilas Carnciro retira-se para
o Porto.
Tiaspassa-se aloja de funilaria da ra
Nova, n. 38, com lo.ios os seus fundos :
lanibom se vendem separadamente os uten-
silios earmac-lo da niesma : no Alcrro-da-
Roa-Vista, n. 36, segundo andar,
OSr. JoiloCyprianno Itangel tem car-
ta na praca ua Independencia, livraria
ns. 6 e 8.
Aluga-se um protoque entende alguma
cousa de.jinrta, para tratar de um quintal
dentro desta praca : laubem se compra ,
agradando, sendo moco o sadio .: na ra do
Sebo, n 8, a toda hura do dia.
Carlas final de jognr
a retalho o em pololo, muito em conla;
Charutos
da clebre fabrica do S.-Felix e outros, sec-
eos e de primeira qualidade, pelo barato
preco de 2,000 rs. a caixa de um rento ; na
ra Nava, esa francesa n. C9.
~ Aluga-se um silio na Magdalena es-
traja da Torre, com boa casa a boira do
rio fopibaribe, com 6 quartos, cozinha fra,
casa pra pelos o quarto para es'ribaria,
cacinba\om tanque coberto com baslan-
u's arvorcNos oleras para plaulacoes : no
V lerro-da-lioV-Visla II. 43.
Segunda\e'ra 23 do corrente, as 4
horas da tardei" Porla do juiz de oiphaos,
se ba de arremiUr em ultima parca o ter-
reno da ra da Aurora pertencontei viu-
va e orphflos do finado Francisco Jos Ma-
rinho.
Cen mil fJ de gratificacfto.
Tugio, da^ss do abaixo assignado, no
dia 6 do corrente ,k 7 horas.da noite, o
seu cscrato de nomo Antonio, do peulio
do Angola mais Trece crloulo por nflo
ter sigoaes do su trra cor preta .esta-
tura regular secco do corpo nariz e boc-
ea regulares ; tem o beico de rima bastante
romprido ; anda um tanto desransado ps
apellidados para fra ; levou calcas de ris-
cado de algodo, camisa de niadupolilo,
mas he fcil and-nlo calcas de brim branco
ou de casimira de lietras encarnadas, cha-
peo de palha novo, .(loga-seas autoridades
policiaes ecapit3esde campo, quo o p-
prehendam o levemf-io_a casa do abaixo as-
sgnodo na i un da ib n. 33, que sor3o
gralificados TrocUl da Sitia Campot.
Roga-se aoSrp.engenho novo Con-
ceicio queira examirar se a preta que ap-
pareceu no seu engenjlio chaina-se Mara,
tannos linixn. com
Ira mencionada pre-
fazer ii livraria da pra-
ns f. e 8, que se pa-
ijirar uma collecc-lo
emento burlesco ao
.ile Maia Ramos &
de nacio Congo nc
calombos pela cara.si
ta, hajade a mandar
Ca da Indcnpcndcnci.
gara toda a despeza.'
-- Quem quizer i
de 116 folhas do supj
Patriota dirija-so a I
C. na ra Nova, n. Sfl
-- A pessoa que quizer comprar urna ar-
n^acio de amarello, tono envidracada e rom
balcSo propria para qualquer cstabeleci-
mento dirija-so ao /.lcrro-da-ltoa-Vi>la,
sobrado do Sr. I)r. Comes, que se dir quem
vende.
t&S5 tm&.mM A A*eCMNM9HtS
i;
Q Novo pilo (le Provcnca.
i% Na padaria do becco das llarreirase i;
no deposito da Estrella, no Aterro- ..
fj; da-Boa-Vista, n. 39, fabnen-se o no- 5',
t vo pilo de l'rovenon, o qual he falui- |;
4| cado pelo melhodo do seu priniei- it
S ro introdurtorque veio esta provin- |
S ca e com as melhores furinhasque 5;
I ha no mercado, o asseio que lio pos- |-
a sivel: da mesma sorle se fabricam as ^
tj faliasda ranha du Despalilla boli- I
8 nhos, biscoutos, bisroutinhos, futas, |[
S cavacas : ludo do melhor gosto pos- i
1 sivel e propro para cha ; tambem ha l;
U bolachinha de Lisboa ero latas de 8 ';
^fj libras, por preeocom ido; amen-
m doas confeitadas e do varias quali- jy
8 dadea.
i-
-lia-seiiinlienoapreii.il sobre penho-
resdeouroe prala : na rila do Hospicio ,
venda do lefio de ouro.
Existe um escravo no engenbo Dia-
mante comarca de Coianna. de nonio Fi-
lippe o qual ocrulta o nonir do senhor a
do engenbo de onde veio fgido : qui.m se
julgar com direito a elle dirija-se ao dito
engenho, que, mostrando os documentos, o
dando os signaos cerlos Ihc sera entregue,
ou recebera o importe, se o quizer vender c
coimero proco ; nio so responsabilisando
o proprietario daquelle engenho por qual-
quer fuga, ou extravio que o mesmo escla-
vo possa t^r.
/llitga-se, ou venile-sc MR preto
cozinheiio, multo fiel o sem vicios: airea
do theatro, ns. 16 o 18.
Offercec-se uuia crioula para fazor todo
o servico do uma casa: na ra hireita,
n. 68.
Previno-so ao respcitavel publico qui-
no nriniizein do Ilaplista, na esquina da ra
das Floros, lia rarvilo da melhor qualidade
a | reco de t-00 rs. rada sarco, preco em ver-
dado multo barato se se allender que os
saceos leem cinco pnlnios de couiirmiciito
o dous do largo, e cont, m mais carvfio do
quedos dos OUtroS sacros quo so vendein
ordinal jmenle em cargas,
Aluga-se urna casa que sirva para pa-
llara o que tenlia commoilos para fami-
lia em S.-Amaro Hospicio, ou Sol lade :
quem tiver,dirija-se ra da Mudra-de-
Deos, armazem de Vicente Ferroirl da
Costa.
Lotera do Guadalupe.
Nio podendo elfertuar-se o andamento
tavel publico o seu prestimo, na ra do
Trapihe-Novo, n. 14.
AO PUBLICO.
Em mui cresci do numero contavam os
mdicos at agora molestias incuraveis,
contra as qun"s s era permittido ao paci-
ente resignaco para soirrer um mal de que
j nilo havia esperancas do poder librta-
lo, o ao medico philantropico a drtr do ver
muilos de seus scmclhantes victimas de
enfermidades, contra as quaes se derlaravB
impotente, podendo apenas lamentar a fra-
queza da iutelligencia humana. Mas, gra-
cas aos progressos da medicina, grecas ao
zelo do honiens incansaveis, que, nto des-
esperando da perfeclibilidade da sciencis,
se toem dedicado investigaclo ilereme-
dinsque pnssam alliviar humanidade de
alguns males quo a allligem, o numero das
molestias reputadas incuraveis vai de da
en dia dminuindo. Assim, adiar depois
do longos trabalhos, do profunda mcdila-
effo e reiteradas experiencias, medicamen-
tos que nos restituam o uso dos dous mais
importantes sentidos deque lio dotado o
homem, quando osles j seaeliavam no sup-
posto estado de ncurabilidade o intera-
menle perdidos, he por certo um dos maio-
res servicos que se poda prestar huma-
nidade; os o que eslava reservado um
homem philanlropo da cidade de Braga, em
Portugal, cuja sriencia, cujo amor do seus
semelliantes se leem feito gerulinente co-
nhecer. Os remedios que ora offereromos
ao publico, ilflo enlram na rlasso daquelles
quo |0 avnii y ousado charlatanismo incul-
ca com roncos o doscompassados lirados, o
que o crdulo vulgo por ignorancia recebe
na boa f O sem disrernimonto, nchando-so
dopois Iludido; lum, porm, de orcupar
mu distincto lugar entre os medicamentos
(pie maiores beneficios preslam ao homem :
Constan) olios da dissnlucSo aquosa ileex-
Iractos do plantas medicinaos, do virtudes
mui recoiilieridas e verilicadas. O longo
uso, as continuadas o severas experiencias.
a que por toda a parte teem ellos sido sub-
meltidoa, sem que urna srt vez hajam ralba-
do em seus bons eflVitos, e dosinentido es
esperancas quo sobre riles havia fundado
0 seu inventor, Ino leem grangeado cons-
tantes c repelidos elogios dos mais sabios e
respeilaveis mdicos, assim da Europa, co-
mo la America, que unsonos abonam e
proclaniam sua acorto semprc certa e beni-
gna. L'm destos licores he destinado a
comhater as molestias ite olhos, e tem por
el nieipal vii tude estituie aos orgflos da vi-
slo suis fnnecoes ; reauinW e fuzerreap-
parecer em sua natural perfeicio a vista,
quando esta osliver Iraca ou quasi exlinc-
ta ; comanlo, poim, que nio baja ceguei-
ra absoluta com desorganisaclo das partes ;
nSo menos til o enrgico he para desfazer
as cataratas, destruir as ucvoas e de prom-
|ito debellar quiilquer innamoiaclo ou ver-
inelliidflo dos olhos. Nio causa dr, nem
estimulo na paito.
Oulro liquido restituc a faculdailc de ou-
vir os sona ao ouvido tocado do surdez, an-
da ojie inveterada, uma vez quo o mal nilo
seja de naacanea, sem causar em lempo al-
glilll O menor incom minio ao doelite, e sem
|iriva-|o do ritidar em seus negocios.
INSTftUCgI PARA O USO DOS lE-
/ MEDIOS.
O dos olli's tmprega-se do moda teguinte :
<: i.'ociile pala IMtMa, einjojum, una
hora pouco mus ou oicnos drpiiisque cr-
gucr-sn do leilo, tomara sobre n palma da
mio pequea pnreo daquella agoa ; o com
ella molhar bom os olhos, fazendo quo al-
gumssgottascaiam sobre o t'obooccular :
sem os limpar, os conservaru moldados at
que n 'I ii al.nonio euxiiijuum : ao deitar-
so n noite praticiir o ninsmo : durante o
lempo que usar do remedio evitar o calor,
,-ei;,"io de ruinara eo vento ; fina abstinen-
cia de comidas salgadas, azedas, eaduba-
das rom especiaras
O remedio dos ouvldol ser applicado do modo
que teguc :
O doento pela mandila, uma hora pouco
mais ou menos depois de erguer-so, ainda
em jojum, far derramar dentro dosouvi-
dos quatro ou rinco goltns do liquido, ta-
pando-os depois coni algodo em roma ; a
noite aodeitar-so repolir a mesma opera-
eflo. Durante 0 uso do remedio evitar ex-
por, osouvidos principalmente, ;ceo do
calor o do vent, alim do evitar grande
Madame Mara Bareau retira-so desta
I provincia.
Compras.
das rodas desta lolciia no dia 14 como o transpiracao, havendo cuidado em no mo-
havia annnCiado o respectivo lliesourel-
ro designa novamonlco dia 27 do correnle
mez em que o mesmo andamento scr.i
realisado inlallivelmente, vistos os esforcos
quo para esto fin tem a irmundaJe benoli-
Ciadu ompregado.
Ihar os ps era agoa Ira ; finalmente deve
abslcr-so de con idus salgadas, azedus e
dubadas.
1 Estes remedios osliTn i\ venda na botica de
Bartholomou Francisco du Souza, na ra
i larga do lio-ano, n. 36, nico dopos'to em
Algum Sr. sacerdote n quem convenha Pcriiambuco, pelo preco de 2.240 ris cada
ser capelllo em um engenho distante desta
cidade 9 legoas qucia app.TOCcr na ra
Nova, sobrado n. 48, para tratar o negocio
Precisa-so do um caixeiro que lenlia
pralica do venda, e de coiihecimento de sua
conduela : em Fora-de-l'oitas, n. 135.
Francisco Jos l'ereira retira-se pan a
corto do imperio.
! d l> 3>-^<'&'*
'v
LIMA
faz srienlea quem convier, que mu- j*
don o son eslabrlecnieiilo de unifor- *
mes militares da loja da ra do Quei- J
mado, n. 10, para 0 primeiro andar v
do sobrado n 19 da mesma ra ,
aonde contina a vender os ditos
uniformes para tolas as patentes das
Diferentes armas do excrcilo e guarda %<
^ nacional, msicas etc. ; leudo effec-
y tivsmenle abotuaduras para fardas
X e sobre-casacas de lo las as classes
galOos de ouro e prata lina para di-
visas, caicas e chapeos de pagons,
* chapeos envernizados par pageos, H
? de lrinas as mais modernas a 5,000 V
ds ris. e
-> '< &* t I'rccisa-se de un caixeiro que d fia.ior
a sua conducta i na ruada Clona, refinaciio
leassucar, n. 114.
Precisa-se de urna pessoa quo saiba
tocar bem piano, para ensiuar n um enge-
nho porto do S.-Anido : aununcie, ou diri-
ja-so ao pateo do Caimo, sobrado, n. 18,
que achara com quem Iralar.
Dentista.
_-, D. W. Baynon, cirurgiio dentista a-
Compra-so, por qualquer preco,
ro intitulado Combate EspiritualI: na
oli-
vro intitulado Comnate npiriiirai; na roa
do Cabug, loja de miudezas n ID.
Compram-seos Dinrot de Pernambuc*
de 24 de abril de 1843 e 9 d mam do 1816 :
pagam-se generosamente i na ra do cres-
po, loja n. 15. ,.
Compra-se uma armacUo para tipoia.
que esteja em boa estado : quem tiver an-
ouncie. ,
Compra-se o llvro intitulado Escudo
Admiravel ; quem tiver annuncie.
Compra-se uma casa tarrea com tres
quartos, aala adianto e atrs, cozmha fra,
quintal o cacimba que seja em boa ra do
bairro da Roa-Vista oa de S.-Antonio :
quem tiver annuncie.
Compram-se, para uma encommen-
da escravos de ambos os sexos, de 10 a 40
anuos: na roa do Padre-Flerianno, aobra-
dode um andar n. 7.
-- Compra-se, para uma encommenda ,
uma ecrava para seapplicar a vender miu-
nezas que seja da Costa ou de Angola o
inda moca : na ra larga do Rosario, n. 22,
ou annuncie.
Compra-se, por incumbencia que uma
pessoa tem uma casa terrea com dous ou
3 quartos .sala na frente e atrs, oozinha
fra, quintal e cacimba : prefore-se nas ras
do Rangel, Larangeirss e Trincheras, o
que seja em chilos proprios: na ra larga
do Rozarjo, n. 22, ou annuncie.
Compram-se dous ou tres bois de car-
ro, sendo magros ; porm prefere-se nilo
sendo velhos: na ra da Cadeia, loja do
cambio do Sr. Viera.
Compra-se uma preta de 12 a 14 anuos,
que seja ecolhida e tenha algumas habili-
dades: em Fra-de-Portas, ra do Pilar, n.
85, primeiro ailar.
Compra-se um sellim que esteja em
bom uso : na ra do Crespo, loja n. 9.
Paga-se bem.
Compra-se calcado felto na trra, de
toda a quaiidade : na praca da Independen-
cia, n. 33.
Vendas.
ir.encano breve se relira desta pro-
anfre
mora, tem a honra do oQ'erccor ao respei- zor seus du
Vldl'O.
Fabrica de pianos.
Na rita do Queimatio, n. 12.
Jo.'ni Vignes dirigi uma das primei-
ra i latineas de Pars, frequentada pelos
primnos pianistas, os quaes por muitas ve-
zes sequeixaram por no podrcn expri-
miros sentmentos dos autores de msica,
porque os instrumentos nioobcdeciam con-
formo o pianista quera.
O dito fabricante fez fabricar panos do
proposito paia estopis, os quaes teOm to-
das as qualidades reunidas; he como um
machiiiismo superior a iodos os que leem
ipparcriilo, o quo o pianista pdeexecular
qualquer peca de niusica.capricho, ou phan-
lasias, do pianissmo al ao forlissimo, os
mais extraordinarios em rapidez, sem nun-
ca flhar, porquo silo fritos de maneira que
nem o calor, nem a hutnidade pdem influ-
ir uellcs.
0 Dr. Lobo Moscoso conti-
na a receber doentes em sua ca-
sa, no Aterro-da-Ba-Vista, n. 48,
onde ha commoilos sullicientes,
nao s para se trataran de suas en-
lermidades, como para se Ibes fa-
zer qualquer operaco : as pessoas,
portento, que se quizerem curar 011
mandur algum escravo, pdem di-
rigir-sc ao annunciante em dita ca-
sa, cortos de que sero tratados
com todo o desvelo.
O gerente do contrato do rap prinre-
za de Lisboa contina a vender este rap a
lelaiho a dinheiro a vi>la e no se lia
pe.-soa alguuka o roga as pessoas que ain-
vincia e pelo pouco lempo que aqu se de- j da estilo a-J/ver o favor de mandar >alisfa-
ibilos.
Na ra Formosa na quarla casa ter-
rea vendem-se3 escravas uma do 20 a
21 annos costureira o duas de 35 a :i
anuos uma das quaes cozinha bem e"i
todas as qualidades de doces.
Vende-se o romaneo D. SebasliHo, com
o hymno do general Povoss. por 300 rs.; os
Annaes da propagado da f, 8 v.; Diccio-
nario jurdico, por Poroira e Souza; a no-
vella M. Bntt, por 1,000 rs.; historia de
Cromwell; Poesas de Joflo de Barros, por
640.rs. historia de philosophia porCou-
sin, 3 v. ; Cnllecco das les de 1838 e 1839,
encadernadas, a 2,500 rs. otila uma : na
praca da Independencia, loja de encader-
naenn, n.-12.
Vende-se um bonito moleque de 13
annos pouco maisou monol, muilo sadio ;
uma negrinha de 7 annos: ambos chegados
do !c : ua ra larga do Rozario, n. 35.
Vende-se 12 escravos, sendo: dous di-
tos carreiros ; um dito purgadgrde assu-
car ; 6 escravas mogas de bonitas figuras;
duas nrgrinhas do 14 a 15 annos : na ra
Dreita, n. 3.
Na venda que fol de Jos da Penha, na
rus Dircila n.23, vende-se manteiga in-
gleza, a 480, 600, 800 e 1,000 rs a libra.
Vende-se sal do-Ass, de pedra ; meias
de algodo grosso; cera lavrada omito al-
va em velas do 5 e 6 em libra; podras do
amolar 1 ludo por proco commodo: na ra
da Praia, armazem n. 37.
Vende-se familia de mandioca de su-
perior qualidade, muilo lina e alva, em sac-
cas por preco commodo e em medida do
cuia caculada a 2U0 rs.; superior farinha
do a i-a 1 uta, a 200 rs. a libra ; carne de tou-
cinho a 80 rs.; grito de bco a 60 rs.: no
paleo do Terco, venda n. 7.
Veudc-se uma negrnha de 12 annos,
propria para o servico de casa : na ra lar-
ga do Rozario, n. 16.
MadapolSo largo a 3,000 rs.
Vondem-se pecas de madapolOo /argo
com 20 varas, muilo encorpado e forte,
propno para camisa de pretos e forro, a
3,000 rs ditos mais finos por mais dinheiro;
hullas grossas de novello, a 160rs. uma
qual la; pegas d.i chitas, cores lilas, a 5,200,
e a 160 rs. o rovado; luvas finas de pellica
a 500 rs. : na loja dalua do Passeo, n. 17.
A 1,000e 1,200 rs. o cento
de ceblas novas: no armazem de Fran-
cisco Dias Ferreira junio a alfandega : bem
como bons charutos regala a 800 e 1,000
rs. a caixa ; muilo bom fumo de primeira
sorto para capas.
Vende-se a taberna d ra do Coto-
vollo, n. 31, com os fundos de 300,000 rs.,
bem afreguezada a qual estando sortida
vende 16,000 rs. diarios, e sendo o aluguel
muilo barato: vende-se a prazocom boas
firmas : a tratar na mesma taberna.
Vendem-se barricas vasias e em p,
que fram de farinha de trigo: na ra do
Amorim, n. 35, casa de J. J. Tasso Jnior.
Aos amantes da lotera do
Rio-de-r Janeiro.
Ao% 2o:ooo,ooo de ris.
Silo chegadas as listas da sexta lotera do
Uieatro de s.-l'edro, e com ellas novo sor-
timento de bilhetes e cautelas da 50. lote-
ra da Sania-Casa-da-Misericordia; cujas
rodas andam no dia 24 do correnle, deven-
do chegar as listas no primeiro vapor. A el-
les. .\o paleo do Collegio, loja de lvros,
n. 6.
Aos 2o: 000,000 de ris.
Acbam-se j a venda na loja de cambio
da viuva de Viera & Filhos na ra da Ca-
deia do Recife, n. 24, bilhetes e meios di-
tos da 50.a lotera a beneficio da Sanla-Ca-
sa-da-Misericordia do Rio-de-Janeiro, cu-
jas rodas andam no dia 25 do corrente.
Attenco as boas sortes.
Fram vendidos na loja de cambio da ra
da Cadeia do Recife. n. 24, da viuva de
Viera & Filhos, da sexta lotera a beneficio
du theatro de S.-l'edro de Alcntara do Rio-
de-Janeiro, os premios seguinles : 5,569,
0.000,000 de ris; 2,982, 1000,000;863,
853 e 3,870, 400,000 r.; 1,223, 2,907 e 225,
200,000 rs. ; 4.740,100,000 rs.; 2,257, 40#
is.; o bastauW* premios do 20,000 rs.


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II m\
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Vende-se algodao trabado nasenfeitadas, prqpriu par. n
da fabrica de Todos-os-Santos a
570 e a 3oo rs. a vara : na ra da
Cadeia, n. 5a.
Vende-se, ..a rua das Cruzes, n. 22 ,
s"t;undo andar, urna mu'atinhade 22 an-
nos, boa enpommadeira, costureira cozi-
nheira o que lava de sabio.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da rua do Brum,
acnba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidSo embercam-se,
ou carregam-saera carros sem despezas ao
omprador.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha.
Vende-se em casa de N. O. Ileber& C.
na rua da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, milito pioprin para saceos
Je |asucar e roupa de escra* Ot.
Vende-se cbampanha da mala superior
qualidade que temvindo a este mercado :
un rua da Cruz, 11. 27, armazem da Crocco
&C.
Vendem-se sellins inglezes e
camas de ferro: na rua da Senzalla-
nova,n. t\i.
Folha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flan-1 vende-so por 200,000 rs.
em casa de J. J. Tasso Jnior : na rua
a 1,000 rs.: na rua do Passeio, loja n. 17.
Farinha de trigo,
i. J. Tasso Jnior vende farinha america-
1 dePhiladelpbia chogada ltimamente,
de boa qualidade, e por prego commodo.
Cadeiras de paUnha e debalanco;
armarios para ronpa ; lavatorios; sophs;
mesase maismobilia ; bem como um rico
sorlimento de
casos de crystal broncos e de cores
para adornos de sala ; garrafas e copos de
crystal de cores : em casa de Kalkmann Ir-
mo, na rua da r.ruz, n. 10.
Vende-se cal virgem de Lisboa em
barris pequeos ; feches de arcos de pao e
rodas de ditos para barricas; cunhetes do
pinho abatidos para asaucar ; pregos cai-
xaes do l'orto em barris de 10 milheiros ;
ditos de estuque em barris de 32 milheiros;
mermelada de Lisboa em latas de 1 e 2 li-
bras ; pilulas de familia ; cadeiras de pao
preto, angico e cerdeira. chegadas ltima-
mente do Porto : a tratar com Joquim Fer-
reira Mendes GuimarSes, na rua da Cruz,
n.49.
-- Vende-se por prego muto commodo,
um moleque de 12 muios proprio pera
aprender qualquer oflicio, he manco de
urna perna em consoquencia de ter sotTri-
do em um quarto urna enfermidade, da
qual resultou o ingurgitamenlo nos ten-
dees que com o lempo provavclmcnte Pica-
r sem defeito algum como asseveram al-
guns facultativos, e por ter este defeito
na rua do Quei-
dres
do Amorim, n. 35.
Feijdo.
No caes da Alfandega, armazem confron-
te ao chafariz, e na rua da Cruz. armazem
n. 13, vendem-se saccas com feijflo mula-
tinho e rajado, por menos prego do que em
outra qualquer parte.
Cabos, lonas e brins.
Na rua da Cruz, no rtecife, armazem n.
13, vende-se um completo sorlimento de
cabos de linho patente, de todas as grossu-
ras ; lonas da lussia verdadeiras; ( conhe-
cidas por imperiaes) brins para velas ,'.de
primeira qualidade.
Lanternas de patente.
No armazem da rua da Cruz, n. 13, ven-
dem-se lanternas de patente para navio,
minio bem feitas e de varios tamanhos.
Novo sorlimento de brim trancado
* a i,5oo rs.
Vendem-se brins trancados brancos, lisos
o destrasde puro linho, a 1,500 rs. o cor-
te ; curtes de fustflo alcochoado a 480 rs.:
na rua do Crespo, loja da esquina que volta
para a Cadeia.
Na livraria ns. 6 e 8 da praga da Inde-
pendencia vende-se o seguinte :
Manual eleitora!
contendoa le regulamentar das eleigese
os decretos e decises do governo que dSo
esclarecimientos sobre sua execugio.expedi-
dos ale abril do corrrente anno, com notas
explicativas fundadas uestes mesmos escla-
recimentos:
A 640 rs. cada um.
Vcndcm-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpadose grandes, a duas
cas ; chitas escuras, de hons padres e co-
rea seguras, a meia pataca o covado : na
ma do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Vende-se vime, chegada ltimamente
no lirigue Novo-Vencedor : na rua do Apol-
lo armazem de Antonio Augusto da Fon
seca.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Na praga da Independencia, loja n. 4, ven-
dem-se bheles e cautelas da 50.' lotera
da Santa-Casa-da-Misericordia da corte.
Na mesma casa se mostram as listas das
loteras passadas e se trocam bilhetes
premiados.
i,a8o ris.
Vendem-se superiores cortes de brim
trangado do puro linho cor de lama de Pa-
ria pelo barato prego de 1,280 rs.: na rua
do Crespo, n. 14, loja de Jote Francisco
Das.
Vendem-se duas escravas crioulascom
habilidades urna de 20 anuos e a outra de
30 : na rua dos Tanoeiros armazem n. 5.
Lencos pretos para grava tas a
720 rs. cada um.
Na loja n. 5 da ruando Crespo, vendem-se
lentos 1 icios para grvalas, com um peque-
o loque de mofo, pelo barato prego de 720
ris.
Chd brasileiro.
Vende-se chi brasileiro no armazem de
molliados, airas do Corpo-Sanlo, n. 66, o
mais excelienledrh produzido em S.-Pau-
lo que tem viudo a esle mercado, por
prego muito commodo.
No armazem da rua da Moda, n. 7, con-
tina-se a vender superior colla das fabri-
cas do Rio-Crande-do-Sul, por prego ba-
rato.
N. 9.
Ba da Madre-de-Deos.
Puro vinho da Figucira.
O novo armazem desta pinga deliciosa
acaba de se abrir nesta rua, defronte do ex-
tinclo armazem ao mesmo prego de 180
rs a garrafa, e a 1,360 rs. a caada. Os
maules deste licor all encontraran garra-
fas prnmplamenie lacradas e com o seu
competente rotulo para trocarem por oulras
promptamente ; aaaim como tamhem en-
contrarBo barra de diversoa tamanhos,
por pregos bem rasoaves ; bem como vinho
Lrancode Lisboa a 1,600 rs a caada o a
220 ra. a garrafa. O proprielario desle esta.-
belecimento pedeexame para poderem ava-
llar a pureza de sua qualidade .e asseio e
que em nada desagradar aos concur-
rentes. \
Vende-se urna preta de 14 annos, que
cose bem. engomma e cozioha : na rua lar-
ga do Rozario, loja o. 35.
Panno azul.
Vende-se panno Fino azul, proprio para
fardamento, por prego maiabarado do que
em outra qualquer parte : na rua do Amo-
rim n. 35, casa de J. J. Tasso Jnior.
Vende-se satnela propria para toninas
de mesa a oo|e viuleue o covado ; chape
muito novo: na ruadoQuemado. loja de
ourivea, n. r. Na mesma loja tambem se
vende urna escrava.
v>
?-> Para liquidar quanto *htei. ^
a! Continuam-se a vender lengos de se- 43
m. da para hombros de senhora e para .#
algibeir, '500.800, 1.000, 1.200 e
1,280 rs., e muito superiores, a m
9- 1,600, 2,000, 2,240, 2,400 e 2,560 rs. ; M
* esguiSo fino de linho, a 1,280 rs. J>
X a vara : cortes de vestidos de cam- ^
K braia com barra branca e de cores, a ^
U 1,600rs.; mo.asazuese pretas para
senhora e meninas, a 1,000 e 1,600
9> rs. a duza ; suspensorios tinos de m
meia, a 960 rs. a duzia ; botes de
duraqueefranklm,a240 rs. a gro- J|
sa; um resto de brim pardo para for- J|
ro a 80 rs. o covado : no pateo do M
Carmo n. 18, segundo andar. M
mado n. 18, vindodo Itozario.
Vendem-se apparelhos de louga fina in-
gleza do bom Rosto para jantar, por pre-
go commodo : na rua da Cadeia do Recife,
n. 48.
Rap roldo francez.
Vende-seo superior rap rolflo francez,
nicamente as lojas dos Srs. Caetano l.uiz
Ferreira no Aterro-da-lloa-Vista n. 46 ;
Thomaz deMattos Kstima na mesma rua,
n. 54 ; Francisco Joaquim Duarte, ruado
Cabug Pinto &Irmflo, na rua da Cadeia
doRecifo, n. 19.
.A os Srs. de engenho.
Vendem-se lijlos para fogo.proprios para
afsenlamento de caldeiras dos engenhos,
por serem de grande duragSo: vpndem-se
por prego muito em eonla : na rua do Rrum,
fundigilo de Mesquita & lludra, onde ha
constanlemente grande porgSo.
Em casa de Joo
Stwart vende-se muntei-
gainglcza, chegada peo
ultimo navio, par preco
commodo. c quantidade
a vontade.do comprador.
Ao bom e barato, -.
Narua doQueimado,vindo do Rozario,I 1 iirxrl#>n 1 \v lloor
segunda loja n. 18, continuam-se a ven- Oa IlinaiCao LW-IMOUr,
monstruoso bramante de linho
de 11 palmos de largura.
Na loja doGuimares & llenriques, ira rua
do Crespo, n. 5, vende-se bramante fino de
piirolinho.de 11 palmos de largura, pelo
barato prego de 2.800 rs. a vara ; ricos co-
bertores de barra de seda, muito grandes, -
6,000 rs. e mais pequeos, a 5,000 rs.
fazendas estas nunca vindas a este mer-
cado.
Pannos, a 2 e 3,000 rs. o covado.
Na loj deCuimarfles & llenriques, na rua
do Crespo, n. 5, vende-se panno preto e
azul pelo barato preco de 3,000 rs. o co-
vado e preto mais inferior pelo diminu-
lo prego de 2,000 rs. o covado ; bem como
um completo sorlimento de todas as cores,
e de diversos pregos.
A pechincha.
Cortes de esmbraia adamascada
com toque de avaria, 2,5oo ris ;
ditos I i nipos para vestidos e corti-
nados, a 3,ooo ris ; ditos de tala-
garca, a 1,600 ris; ditos finos, a
2,5oo ris; cassa-chita de cores fi-
xas, a 3oo ris o covado; riscado
em cassa, o covado a aoo ris; lan-
zitilias para vestidos,calcas e roupa
de meninos, a 320 ris o covado ;
e oulras muitas fazendas por preco
br rato : na rus do Crespo, loja de
din lia Guimaraes, n. 15
A 64o rs. cada um.
Vendnm-se cobertores de algodSo, dos
mais encorpados que ha, e proprios para es-
cravos, a 640 rs. cada um: na rua da Cadcia-
Velha, n. 33.
AGENCIA
der suspensorios de seda a 500 rs. o par ;
luvas de seda ,a 200 rs. o par ; meias de
seda curtas, pretas brancas e de cores a
800 rs. o par ; lengos pretos de seda a 200
rs. ; ditos de cambraia para gravata a 400
rs.; lengos brancos a 160 rs.; e oulras
muitas fazendas por commodo prego.
Vende-se a muito acredita-
da firinba franceza Barn, cliega-
da ltimamente, e por preco rasoa-
vel: na 411a da Sem.alla-Velha,
n. 138.
Vendem-se bilhetes da lote-
ra do flio-de-Janeiro: na praca
da Independencia, n. 37.
Na rua do Queimado n. 12, primeiro
andar vendem-se msicas modernas e im-
pressas, de differentes autores recem-che-
gadasda Franga; bem como las missas em
partituras de um autor acreditado ele-
gantemente encaderurdas, e proprias para
irmandade. Attenc&o ao que he bom.
Silo chegados os superiores queijos de
qualha de muito boa qualidade: na rua de
ueimado, loja de miudeza.*, n. 25.
Muito barato.
Vendem-se 49 barricas com cal para
caiar : 110 armazem de Antonio Annes, no
caen da Alfandega, ou a tratar com Poli-
carpo Jos l.ayne, na rua do Trapiche, ar
mazem de assucar, 11. 24.
Jo bom gosto.
Chapclnhos para senhora com delicados
feitlos enfeitcs mu vanados, flores mi-
mosas e com um lindo beija-flores que tem
urna cauda definissimas pennas; lodos de
seda : vendem-se em conta : na rua do Cres-
po, loja de qualro portas 11. 12. /
Aos 2o 000,000 de ris i,
Na livraria da esquina do Collegio/, ven-
dem-se bilhetes e cautelas da 50." (pieria da
Santa-Casa-da-Misericordia que fia de ser
exlrahida a 24 do correle. )
Na loja da rua* do Crespo, n. 6, ao
p do lampeao, continuam-se
a vender iazendas baratas.
Cortes de brim trangado amarello, a 1,440
rs,; ditos de dito escuro, da melhor qua-
lidade que tem vindo a este mercado, a
1,280 rs. ; dito hranco strado a 1,500 rs. ;
cobertores de algodSo mais encorpados
dos que os de outra parte, a 640 rs.; chitas
para coberta a 200 rs. o covado ; chitas es-
curas com cores llxas a 160 e 180 rs.; cha-
peos do massa a 1,600 rs. : ditos de seda,
a 64o rs.; cassa para hahados e cortinados,
a 2,400 rs a pega e a 320 rs. a vara.
Na rua do Livramento n. 10, loja de
Fernando da Luz & IrmSo, vendem-se cor-
tes de caigas de casimira de listraa e qua-
dros, a 5,000 rs
Vende-se um cavallo muito bonito,
gordo e bom salador, por prego commo-
do : na rua do Queimado, n. 14.
Vende-se cal virgem de Lisboa de
superior qualidade, em barris de 4 arrobas,
chegada neste mez pelo brigue Maria-Joii :
a tratar na rua do Brum, armazem de
Antonio Augualo da Fouseoa, ou na rua do
Vigario, n. 1. \
Vende-se um novilho luino legitimo,
RII4 DK BEVZAT1 A-NOVA, N. l\1.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
nieuto de moendas meias moen-
dasi para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
comi, de todos os tamanhos,
para dito.
A aoo rs. o covado.
Vende-se zuarte azul trangado, muito en-
corpado o com 4 palmos e meio de largura ,
a melhor fazenda para vestir escravo pelo
haralo prego de 200 rs. o covado: na loja da
esquina da rua do Crespo, que volta para a
cadeia.
Navos riscados monstros, de vara
de largura, a 320 rs. o covado.
Na rua do Crespo, n. 5, vendem-se os no-
vos riscados monstros, muito finos e pa-
dres nunca vindos a este mercado, pelo
barato prego de 320 rs. o covado.
Vcndem se presuntos inglezes para
fiambre ; latas com holachinhas de Lisboa ;
ditas de araruta ; ditas de marmelada de
1, 2 e 4 libras ; ditas de sardinhas ; ditas de
hervilhas ; ditas de checolate de Lisboa ;
frascos de conservas ; ditos d'agoa de fior
de laranja; barris com azeitonas brancas de
Klvas ; garrafas com vinho moscatel de Se-
tuhal e da Madeira ; queijos de prato ,
frescaes: tudo novo e chegado ltima-
mente de Lisboa : na rua da Cruz, no
Recife, n. 46.
Jos amantes da lotera do Rio-
de-Janeiro.
CW/los 2o:ooo,ooo deri$.J&
Silo chegadas as listas da sexta loteria do
theatro de S.-Pedro, e com ellas novo sor-
limento de bilhetes e cautelas di 50.' lote-
ra da Sanla-Casa-da-Misericorda cujas
listas veem no primeiro vapor. A elles an-
tes que se acahem. Na rua da Cadeia do Re-
cife loja de fazendas, n. 51, de Jooda Cu-
nta Magalhes onde existem as listas das
loteriaa passadas.
Loteria do Rio-de-Janeiro.
Aos 20:000,000 de ris.
lie chegada a lista da sexta loteria do
theatro du S.-Pedro, e com ella grande sor-
limento de bilhetes, meios, quartos, ota-
vos e vigsimos da 50.a lotera da Santa-
Casa-dk-Misericordia do Rio-de-Janeiro,
cuja listas devem chegar no primeiro va-
por : na ruada Cadeia, n. 56, loja de ler-
ragens, de Antonio Joaquim Vidal.
Chitas de cores fixas, a 5,200, ou
a 140rs. o covado.
Na loja n. 5, que faz esquina para a rua
do Collegio, vendem-se chitas de bons pa-
dres e corea flxas, a 5,200 a pega e 140 rs.
o covado; ricos cortes de cassa da rainha
Victoria a 3,600 rs. o corle ; lindas cassas
francezas, largas, pelo barato prego de 640
rs. a vara : esta fazenda se torna muito re-
commendavel por ser de padres novos e
muito linas; alm deataa ha um com-
pleto sorlimento de todas as qual dudes d
fazendas, por prego muito commodo.
Vendem-se, narua do Livramento, n.
20, oasuierioreaemui frescats queijos do
Ceari, chegados no vapor .Salvador: tam-
bem se vende urna negrinha de 14 annos ;
urna preta j de id.de, que entende de co-
zinha" pel diminuto prego de l^O;0"0-
- Vendeffl-ae, na praga do Corpo-Santo,
armazem n. 4, esleirs do Aracaty, em por-
gue de cero, por prego commodo.
dos fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, t-a para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Felix, e de oulras muitas
qualdades que se venderSo mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhea, ditos de palha de
milho, que se estSo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
Cha barato.
Vende-se muito bom che, pelo prego de
500 rs. a libra : na rua do Crespo, n. 23.
Na rua do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
relogios feitos na America de fabricas de
metal, a 16,000 rs.; quadros de santos com
molduraa douradas; chapeos de pelle de
lebre, sem pello e de castor, a 3,000 rs.
Direito das mulheres
e injustiga dos homens, traduzdo por urna
Brasilera : vende-se a 640 rs., na praga
da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na rua do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
tesouras para alfaiate e barbelro fabrica-
das em Guimaraes pelo melhor ciilileiro
daquelle lugar; ditas de Lisboa, para se-
nhora com aros roligos de ago Ono.
Cortes de brim de puro
linho, a 1,280.
Vendem-se cortes de brim rangado
pardo de pu'o linho, pelo diminuto prego
de quatrn patacas : narua doJCrespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Na rua do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
lamparinas inglezas da urna invengSo mais
moderna que tem apparecido ; bandejas fi-
nas ; holOes de Pedro II, da 1.% 2.'e 3.';
dilosamarellos para casaca; ditos ditose
de massa para militares; ditos pretos de
seda para casaca ; ditos para vestidos de se-
nhora e enfeites de roupas para meninos e
de madre-perola dediveraos tamanhos; di-
tos de libr brancos e amarellos.
Vendem-se sapatoes brancos
do Aracaiy a 1,000 e i,aoo rs.
o par : na rua da Cadeia do Reci-
fe, n. 9.
Vende-se urna canoa aberta,
de 600 alvenarias grossas, ou tro-
ca-se por materioes finos ou gros-
sos : na rua da Concordia, sobra-
do novo, n
5.

Vende-se panno de linho
do Porto,
bstanlo largo, entre-lino e de superior
qualidade;
palitos de flor para den-
les ; folha de Flandres,
Charcoal; ferro em bar-
ra de superior qualidade
garantido e igual como o da Suecia, a 9,000
rs. o quintal :no armazem de A. V. Silva
Barroca, na rua da Madre-de-Dos n. 26,
defroute da groja.
Atlenc&o.
Na rua do Crespo, loja n. 5 A, junto ao
arco de S.-Antonio vendem-se ricas man-
tas de seda de novos lavrores a 6 e 8,000
rs., tanto para senhora como para meni-
nas ; alm destas fazendas ha 11.11 rico sor-
limento de leques com enfeites inieira-
mente novos, e que se vendem maisem
cyna do que em outra qualquer parte.
Vende-se um moleque de nagilo Mo-
zambique de 18 annos, de bonita figura,
bom cozinheiro nii.i tem vicios nem acha-
ques,o que se afianga ao comprador: ae
fr para o multo, ou lora da provincia, se
dar mais em conta : na rua da Concordia,
passando a pontezinha, i dreita segunda
casa terrea se drA quem vende.
Vendem-se pe I les de couro de lustro,
de muito boa qualidade hamburguez, a
4,000 rs., e francez, pelles grandes, a 4,500
rs.; marroquim de todas as cores, a 1,920
rs ; hezerros francezes, a 3,500 rs.; graxa
ingleza, a 240 ra. : na prega da Indepen-
dencia n 15.
Vende-se peixe secco grande e peque-
no ; courinhns mindos superiores; supe.
riores velas de carnauba formas de esper-
maceti-; barricas com superiores sapates;
caixas de tartaruga superiores; bezerros
cordos; duas libras de tartaruga muito
grossaeduas unhasda mesma : na rua da
Cruz, no Recife, 11. 24.
Vende-se um pardo de 23 annos, sem
vicios proprio para qualquer servigo: na
rua do Crespo, loja n. 15, de Cunta Cui-
marfles.
Charutos de S.-Felix.
Na loja de Antonio Joaquim Vidal ven-
dcm-se supeiiores charutos de S.-Felix,
verdaderos, os quaes se recommenda aos
bons fumantes.
Vendem-se 3 pretas de nagio, sem
vicios nem achaques, eque cozmham, la-
van) de varrella e sabSo : vendem-se para
pagamento d urna divida : na rua do Livra-
mento n. 4, se dir quem vende.
Vendem-se meios de sola muito gran-
des e de superior qualidade; salsa muito
nova vinda do Para no ultimo vapor, em
qualquer porgo : narua do Trapiche, n
26, casa de Manuel Duarte Rodrigues.
Agoa de Ungir cabellos e suissas.
Conliua-se a vender a agoa de Ungir ca-
bellos e suissas:na fu do Queimado, n.
31. Omethodo de applcar dita'agoa acom-
panha os vidros.
Vendem-se escravos baratos, na rua daa
Larangeiraa, n. 14, aegundo andar, negras,
moleques negros e mulalinhas.
Vende-se um pardo de 18 annos pti-
mo ofllrial de sapaleiro o qual he muito
fiel e humilde, e nSo tem vicio* por pre-
go muito em conta, por se achar o dito<
pardo com urna pequea ibOammagao e
o seu dono pretender retirar-se para fon i.
imperio: narua das larangeiraa,n. 14 J
gundo andar. ^
Vendem-se 8 lindos moleques de 12
20 annos ; 10 pretos de 25 a 30 annos 5ft
do um dalles cozinheiro ; 3 negrinbas' de 1
a 19 annoa ,, com principios de costura '.
pardas de 20 a 24 annos, com algumas ha
bilidades ; 5 prelae de 20 a 30 annos, sen-
do urna deltas ptima co/.inheira, e outra"
com toma cria de 2 annos : na tt do Col
legio,.n. 3, se dir quem vende.
Na rua do Cabugd, loja do
Duarte, vendetn-se
fitas de setim lavradaa; dlas com franja
setinslisose de cores; galoes finos e ordi-
narios ; volantes ; trinas; espiguilhai; do!
rea; capellas de flor de laranja; luvasij,
seda ; mantea de seda para meninas, 1 gag
rs.; ditas para senhora, a 9,000 ra.; Udw,
para gravata, de lindos modelloa.
Firroiano Jos Rodrigues Ferreira, ig.
nunca que tem modado um dos seus etli.
belecimentos de fazendas da loja, a.se
transferido para a mesma rua em outra |'<,
n. 19, aonde os seus antigoa fragoeui^
amigos acharo um completo sortimentt
de fazendas de gosto, e por mullo banie
prego, como sejam pannos finos de todiiy
cores, por 2.400, 9,800, 3,000 e 3,200 ris-
algumas gasimiras o 5,000 ris o corte; ls
para caigas a 4800 ris; chitas finas, 1 su
220, 210e160 ris; madapoloo, culrins 1
oulras muitas fazendas de goatoa, que N
venderSo por pregos que muito agridirio
aos compradores.
Vende-se velaa de carnauba, utultai).
vas e que dSo boa luz, de 6 a 9 em libra
lamhem sefazem encommendas : tudo pet
prego commodo: na rua do llingel, a. ti.
Na praga da Independencia,
iO, ao voltar para a rua dflt
Cruzes,
vendem-se e tambem se applicam aa *.
lhorea bixas que he possivei haveree sa
mercado ; limpam-se, chumbam-se e ti-
ra m-se denfts com toda a perfeigflo: Ua>
bem ae applicam ventosas com a roaior de-
licadeza que he poseivel, e tudo o mais as
pertence a arte de sangrador: tuda pa
prego muito rasoavel.
Vende-se ca vHo patente 0 qual ta
deocarvfio natural, por sita superiorMu-
de no incendio, por preco commodo, 1
vontadado do comprador : aa rua da Cadcit
do Recife, n. 48.
* Vende-t
na loja da roa do Passeio-Publjco, n. 1
)
gflo de chilla branca, propria pin
, ao barato prego de 80 rs o con.
ios de sol, de seda, a 4,800 n.
dem-se 240 parea de tpalos, ota
", fabricada no Aracaty: na rua do
o, loja n. 46.
i
li
ra
U
ol
nsvos fugioos

pl
o dia 20 do correata, am ni
latinho de nomo Lua de 16 annos, biU
xo,chelo do corpo; muito gago, vendi
pSo da padaria do llarrelier ; be natural do
rio do Peixe : quem o pegar leve-o a rua di
Mangueira n. 9.
Fugio, no dia 19 do correntc, o preti
Roberto, de nagSo Costa Ierra Crussse. di
22 annos pouco mais ou menos, estalun
regular, grosso do corpo oltios grandes
jicotes repicados e meios amarellados, soo
co talhado no rosto ; quando anda parto)
querergingar est vaccinadoemambos 01
bracos ; levou camisa de algodilozinho
hranco, de mangas curtas e j usada cal-
gas de linho azul, suspensorios de meii
com listras, carapuga de manijo non:
quem o pegar leve-o a rua da Cruz, defron-
te do becco da Lingocta lerceiro andar di
casa da esquina quesera bem recompen-
sado.
Aoamanhecer do dit terca-fal-
ra 17 do correte, fugio, di
engenho Caiape, na freguezi
de Iguarass, Mximo, pardo tt
curo, vulgarmente cabra, *
30 annos, grosso do corpo, barbado, o""
pequeos, papudos e embranquigadoe, o c
falla de dentes pernas algum tanto finas
levou bata encarnada debrunhada de ui
s lado, 2 camisas de algodSozinho chi-
po de palha um cavallo castanho, capado
com tomaduras de ambos oa lados a cot
ferro j foi comprado no Recife ao Sr Rat
mundo Carloa Lelte como procurador a.
Sr. Antonio Luiz Alvea Pequeo Jnior
Kque Ihe o remetteu da villa do Crato em
Carirys-Novoa. Roga-se aaautondadetpo-
licines, capules decampo e pessoas pirli-
cularea, que o apprehendam e levem-no 10
dito engenho a seu senhor, Luiz Antonio
da silva, ou nesta praga aos Srt. Jos P<
reir da Cunha e Bailar & Oliveira, as ron
da Cadeia |B Cruz, que graticaroo aoi
conductores.
-- Fugio, no dia 3 de junho prximo po-
sado o preto Diogo, de nagilo Congo, "i
40 annos, cheio do corpo; he bastante des-
cansado no andar; tem urna cicatriz principia da face at junto a orelha esquaf
da e na direita tem urna falla que princ
pia do meio do circo para cima; levou t*
misa e ceroulaa de algodSo da Ierra. Ref
seas autoridades policiaese pessoas paru
cularea, que o apprehendam o levem-no1
rua larga do Rozario, padaria n. 18, que a
rilo gratificados generosamente.
Fugio, no dia 4 do correnta, um rnH
latinho.de nome Eugenio, de 16annos;I;
vou camisa de bata encarnada por cima
outra branca raigas de ganga azul e ouU
por cima de oulras, bonete de panno; *
os cabellos bem crespos e grandes, olM*
regulares, ventea arregagadas, pscogo cur-
to e algum tanto lorto pese oaos grano,
estatura baixa. Itoga-se as autoridades V
liciaese capiles de campo, que o PPJ?
hendam e levem-no a casa do cirurgiso"^
guel Fclicio da Silva, na rua das Flor*
n. 1.
Fugio, no da 3 do torrente, a o
horada tarde, urna preta crioula, denfj
me Mara de estatura ordinaria pej* sec-
eos olhos pequeuoa e vivos, bem falla
lem n'uma das mSosodedo minimo 1
lorio, e na coxa da perna direita urna c>'
triz proveniente de um aignal grande q
ae cortou; levou veatldo de chita roua
com bahado e panno da Costa com ma
mes grandes; quem a pegar leve-a a
do Collegio, n. 2, que ser recoropeo**''J
Pa.: u ITT. DI m. \f 01 J*.
rJF