Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08968

Full Text
.*
\nno XXV.
Sexta-feira 20
rAHTIDAS B05 C0RBX1OS.
|-illlimij cl'arahiba, segundas e soxtas-fciaa.
i;j(i-('iiaud-il"-Norle, quinlas-feira. ao uielo.
gdia.
C.,lui. Seriiihacm. Rio-Forrooso, Porto-Calvo
c Macelo, no 1.*, a 11 c 21 de cada mea.
Garanhuna e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vtsla e Flores, a 13 e 28.
Yiclora, s quinta*-feiras.
linda, lodos os dial.
EFHEMEB.IDXS.
riusES da LO*.Chela a 5,isllh.e Om.dam.
Ming. a 1.1, s \ h. o 48 ni. da til.
Nova a 19, s 6 h. cuGm.da I.
Cresc.a2,s 10h.el6m.da t.
FHSAKAH DE HOJE.
PriineiM s 5 horas e 18 minutos da manh.
Segunda s b horas e 42 minutos da tarde.
de Jii.lioi.cIM9.
N. 150.
PRECIOS DA
Por tres 111 ezes
Por seis mezes
Por UUl auno
SDBScnippAo.
(odian lado.) 4/000
8/000
15/000
DI AI DA SEMANA.
16 Seg. N. S. do Carino. Aud. do J. dos orphSos c do
m. dal. v. _
17 Tare. S. Aleixo. Aud. da chae., doJ.aai.v.
do civ. e do dos feilos da faienda.
18 Quart. S. Marinha. Aud. do J. da 2. v. do civ.
19 Qulnt. S. Justa. Aud. do J. dos orph. c do in.l.v.
40 aext. S. Jeronymo Emilano. Aud. do J. da I. v.
do civ. c do dos feilos da iazenda.
21 Sabbado. S. Prxedes. Aud. da Chae, e do J.
da 2. vara do crimf.
22 Dqiii. S. Mara Magdalena. ___
CAMBIOS X*S 1 DK J0X.HO.
Sobre Londres. S4'/,44'/,a d.por 1/000rs.
. Pars, 380.
. Lisboa, 115 por cento de premio.
Ouro -Oncas hespanholas........30/000 a
"""' Moldas de'o/jOOve.ha... tfcoO a
de lflOO novas... Ib/ .1
/Taw.-PaiaeesbrasileIros...... 1/W
Pesos coldmnarios........ J#"
Ditos mexicano..........._MH"H a
aGOdias.
31/IKHI
17/500
l(i/KI
9/500
2/010
2/01(1
1/920
DIARIO D PEMAMBlia
PARTE OFFICIAL-
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 18 DE JULHO.
Oflicio. Ao presidente das Alagoas, ac-
rlijando recebio o oflicio em que S. Exc.
rommunica haver tomado conla da admi-
nistrado daquella provincia no dia Hilo
rorrenlt, e declarando que estar sempre
prompto a coadjuva-lo no que fr a bem do
servico publico e disposto a cumprir suas
onlens particulares.
Dito. Ao commandante das armas, pa-
ra que mande prem liberdade o advogado
Antonio da Assumpcflo Cabra I que se acha
recolhido fortaleza das Cinco-Pontas, vis-
to ler sido despronunciado pela relaefio do
districlo.
Dito. Ao mesmn, communietndo que
S. M. o Imperador lio uvera por bem conce-
der passagem para a companhia de cavalla-
ria fixa dest provincia ao furriel do primei-
ro regiment de cavallaria ligeira, Manoel
Evangelista dos neis. InUirou-se o ins-
pector ta pagadoria militar.
l/ito. Ao mesmn, determinando, em
cumprimento de aviso imperial, expese as
convenientes ordena aflm de que sigam pa-
ra seus destinos os alteres que, sendo cade-
tes ou ofllcises inferiores dos cornos esta-
I cionados nesla provinciB, foran despacha-
dos por decreto de 1* de margo do Correle
anno.
Dito. Ao mesmo, scientiicando-o de
que S. M. o Imperador bouvo por bem con-
ceder um mez de licenca aom sold simples
ao segundo tenente do terceiro lia tajlo ,le
artilharia a p, Manoel Balliino Najasco Pe-
reira da Cunta. Cor/ miinicou-.-% ao ina-
pettor da pagadoria mfre"ir. ,
Dito.--Ao mesmo, participandoAaver 8.
II o Imperador, porsua immediataVe impe-
rial resoluto de 23 daajunho ultiAo, con-
cedido passagem para a lerceira rAssedos
olciaes do exercilo a Antonio DorMellas C-
mara, capitSo commandante da ftmpanhia
de artfices desta provincia.liit inspector da pagadoria militar./
Dito. -- Ao mesmo, de J rando qov
pode engujar os paisanos Bernardino Jos
Cesario, Severiano da Paz, Joilo Modesto e
Joaquim Manoel que se olTereccram para
servir na priineira linha e obtiveram da jun-
ta de sade parecer favoravel, bem como
que ha arbitrado para cada um dos mencio-
nados individuos a gratificado de 100/ ra.
Scientillcou-se o inspector da pagadoria
militar.
Diln. Ao mesmo, determinando, em
cumprimento de aviso impoiial, de suas
ordens afim de que sigam quato antes pa-
ra o Rio-Crunde-do-Sul a reunirem-se ao
respectivo corpo os tres soldados do stimo
batalhflo de caladores que licaram nesla
provincia.
Dito. Ao mesmo, transmittindo copia
do aviso da guerra expedido ao Exm. pre-
sidente das Alagoas, cornmunicando haver
S. M. o Imperador por decreto de 12de abril,
ultimo, concedido passagem para a compa-
nhia fixa de cavallaria da provincia de Mi-
nas-Geraes ao alteres do segundo batalhSo
de cegadores, Jos Negroiros de Almeida Sa-
rinlio. Participou-se ao presidente da-
quella provincia.
Dito. -- Ao mesmo, remetiendo, para que
Hiede o conveniente destino,a guia do sol-
1 dado Jos Romuo dos Santos, que leve pas-
sagem do stimo balalhflo de caladores pa-
ra o segundo da niesma arma e se acha pre-
so as Alagoas por suspeita de serescravo
do coronel Domingos Das Coolha do Mello.
Dito. Ao mesmo, transmillindo, para
ler o deslino conveniente, a parle accusalo-
ria contra o segundo sargento do contin-
gente do segundo batalhflo de artilharia
a p, Norberto Jos Vianna.
Dito. Ao inspector da thesouraria da
f7cnda, ordenando nos termos do 10 ar-
tigo primeiro e do artigo segundo do de-
creto n. 158 de 7 de maio de 1842, que sb
responsabilidad da presidencia aceite e
mande pagara leltra que na importancia de
9:251,260 rs. a thesouraria da provincia
Cearsacou sobre ossa a favor do Men_
& Inulto. Paiticipou-se ao presidente d
quella provincia.
Dito. Ao agente da companhia das
cas do vapor, determinando d suas ord
para que o commandante do vapor Dahii
receba aseu bordo e entregue ao Kxiu. pre-
sidente da Parabiba diversos objectos que
Ihe srfio mandados apresontar pelo direc-
tor do arsenal de guerra. Neste sentido
o(Tlcinu-se ao presidente daquella provincia
e ao JiAtor do rele ido arsenal.
Dito.Ao mesmo, para que mande trans-
portar no vapor Bahiana para a provincia
do .MaranhSoocarpinteiro do briguo-escu-
na Piroja. Igual acerca do soldado Jos
deSouza Cavalcanle com destino provin-
cia do Ceara.
Hito. \o barflo de Ipojuca, comman-
dante superior interino da guarda nacional
do municipio do Cabo, cornmunicando, a-
.im du que faga publicar em ordeiu do dia,
que S. Al. o imperador, por decreto de 4 do
correte, houvera por bem demitlir o coro-
nel Bento Jos Lemenha Lins do posto de
-commandantesuperior da guarda nacional
Jjquellu municipio.
Dito. A JoaCorreia de Olivaira, orde-
nando, em cumplimento de aviso imperial,
que mande solicitar na secretaria do estado
uos negocios da guerra a patente do posto
de coinmandanle superior da guarda nacio-
nal do municipio do Limoeiro, para oqual
. N. o Imperador houve por bem nomea-lo
por decreto de 4 do currcijtc.
Dito. Ao contador de marinh, decla-
rando, em resposta a oflicio seu, que, sendo
indispensavel aquella repartieflo um prati-
cante addido, e achando-se o que existe im-
possibilitado de prestar servico elTectivo,
cumpre queS. me. proponha.outro que te-
nha a precisa capacidade.
Dito. A junla de qualitlracSo da fregue-
zia deSan-Frei-Pedro-O.oncalves. Hespon-
dendo ao oflicio que Vmcs. me dirigiwiin
com data-de hoie, tenho de signiflcar-lnes
(Ure deve de substituir na presidencia dessa
junta aojuiz de paz Francisco Mamedn de
Almeida o supplentque Ihe fr immedia-
toem votos na eleico do quatriennio pas-
eado; poiaquefoi em virtude desemejan-
te eleig3o que elle convoeou os mombros
dessa mesma junta, c nos termos do artigo
110 da lei de 19 de agosto de 1846 os subs-
titutos do individuo que fizer tal convoca-
rlo serilo em todo o caso os quo se Ihe se-
guirem na escala da eleigSo de que foi tira-
do o seu nome, embora no acto da installa-
eflo da junta, antes ou no progresso de setis
trabalhos, entrn, em exercicio juizes de
paz, dados pela eleicSo para um novo quar
triennio. Ofllciou-se ueste sentido a Jos
Joaquim deOliveira.
Dito. Do secretario do governo a Ange-
lo Francisco Carneiro, participando, do or-
den) do Exm. presidente da provincia, ha-
ver sido indeferido o requerimento em que
S. S. pedio que seu armazem sito na ra de
Apollo continu a ser um dos pontos de em-
barque e inspecgilo do a**ncar. como tem
sido om virtude da lei provincial n 19a. de
20 de agosto de 1847.
Dito. Do mesmo a William Bowman,
coijimiinicando, deordem de SaKxc. o Sr.
presidente da provincia, haver sido inde-
rerido, por intempestivo, o requerimento
em que S. me. pedia se Ihe perraHMMe des-"l
pachar annualmente, livres de direil3Sf dez
mil arrobas de fio dealgodSo para uso oe
urna fabrica detecer que pretende estabe-
lecer nesta cidade ; poisque, para-er |ugar
a isencSo de direitos s materias primas
destinadas ao uso das fabricas, lie preciso
que estas existam eslabelecidas, pfj-que so
entno podera isto ler lugar com a deviifa
atlencao gran loza^dw itiesnias fabricas,
o a\5*.meitf7uo apresentarem do desenvol-
v ment o prosperidade.
l. Pntalhio de cacadorti.
2. sargento, Francisco de Barros Souza.
Joti Pedro lltitor,
Ajudantede ordens interino.
Quar lr-ytntral do eommnndo dai arsMfM
J'fmamfcuco, 19 dejulho dt 1849.
OKDF.M DO DIA.
O Exiji. Sr. marechal de campo graduado,
commandante das armas, manda publicar
para ennherimento da guarnidlo que por ofB-
cios do l'xin. Sr. presidente da provincia, de
18 do corrente, Ihe ful cominunlcado :
1.* Que por aviso 4a secretarla de estado dos
nej-ocios da guerra, de 25 de junho ultimo,
Ihe tora participado que S. M o Imperador
se dignara conceder um mez de licenca com
odo simples ao 2 tenente do 3." batalhao de
artilharia a p, Manoel Balbino Nolasco Perel-
ra da Cunha, que se acha na corte.
2." Que por aviso da inesma secretaria de 58
do mez cima Ihe tora Igualmente participado
haver o mesmo Imperial Senhor, por sua Im-
mrdiata c imperial resolucao de 211 desse mez,
concedido passegein nara a terceira classe dos
ofnciaes do exercito WSr. capitao da compa-
nhia de artfices desta provincia Antonio Dor-
nellas ('amara.
.V Finalmente, que por ontro aviso da mes-
ma secretaria, expedido ao Exm. Sr. presiden-
teda provincia das Alagas cn> data de ili de
abril ultimo, Ihe tora coinmunirado haver o
mesmo Imperial Senhor concedido por decre-
to de i i desse met passagem para a compa-
nhia (vi de cavallaria da provincia de Miuas-
Geraes ao Sr. alferes do 2. batalhao de cata-
dores Jos IVegrelros de Almeida Sarinho.
SotiJ'tdro lleiltr.
Ajudnnle de ordens interino.


EXTERIOR.
> na nocoa. -
dos, Joaquim Jos dos Santos, Gabriel
reir, Angelo Francisco Carneiro, Jos
Flix
Gommando das armas.
(Iiitirir-ornrrn/ do commando dai armal em
rernambueo, 18 dejulho de 1849
OTtCrM DO DIA.
S. Exc. o Sr. marechal de campo graduado,
coinmandanle das armas, manda fazer publi-
co goarnitao que por ofticio do Kxm. Sr.
presidente da provincia, de i7 do mez andante,
Ihe foi communicado haver o mesino Exm.
Sr. approvado a tabella demonslialiva das
clapos e l'orragens para o segundo semestre do
crreme anno linanceiro, a qual Ihe ral apr-
senla pelo Sr. coronel inspector da pagadoria
militar ; e, sendo ella conforme com a do se-
mestre prximo pausado, o mesmo Kxm. Sr.
ordena que contine eui vigor aqtidla tabella
de tupes e forragens. i
Outrosim, manda publicar as dalas dos pare-
ceres das nspecces de sade a que mandou
proceder s pracas fc pret dos corpos, com-
panhia. e contingentes existentes nesta guar-
nico, que fdrain feridas na lula pastada, e que
pelas mesmas inspecces toram julgadas inca-
pazes do servito.
EM 9 DK JULHO DE i849.
I. Satallio de ordinaria a p.
Anspecadas, Lulz da Franja Cavalcante, Jos
Amonio da Bocha.
Soldad
Jos Per-
Duque Mongc, Francisco Rodrignca,
Paes de Sou.a.
2. Balallio de arlha'iu a p.
Soldado, Pedro Antonio de Barros.
3. Balalho de artilharia ap.
Soldado, Hilario Marques.
l. Balalhodee cadorei.
Soldados, Manoel Viclor, trizando Daro Be-
zerra.
EM 10 DE JULHO DE i849.
Companhia pa de cavallaria.
1. cadete, Francisco Jos de Menczci Amo-
rim.
Corpo (iio do Ceara.
Soldados, Lucianuo l.'ari.n. os de Souza
Cavalcanle.
6." U'ilalhode eacadore, addMfil ao corto
. fixo do Ceara.
Saldados, I.uiz Jos da Franca, (Joaquim Jo-
s Biheiro, Constantino da Costa, Joaquim Pe-
dro de Oliveira, .".anoel JeroibVmo da silva,
Domingo* Antonio, Antonio da (Silva,
Muura do Nascimenlo, Manoel Joa>
res e o corneta Jos Francisco de
EM 12 DE JULHO DE!"
5. Balalho de futilAroi. J
" Anspecada, Venceslao Jos de Saril'Anna.
I 2." cadete, Manoel Francisco Soareis.
Soldados, Manoel llonifacio Bodi Aio, Bay-
niundo Francisco de Salles, Amate Jos de
Moraes, l.ui^'-Comes dos Santos, An onio Pe-
Seira de Souza, Vielorino Jos dos Ss Uos, Ma-
frTl Ignacio dos Santos e PedrJ
Mc'ides.
\ 2.' Balalho de eacadore.
pecada, Antonio Jos de Azcvido.
iados, Antonio Goncalvcsda lfcsa, Anto-
reira da Costa. /
luiente manda publicar af nomes das
que por molestias torarfi igulmente
is incapazes do serfico na inspeccao de
e 9 de jnllio.
I. BalalHio de artilharia a p.
Henrlques Picaneo.
Companhia fixa do Cear.
irmliio alartins.
iz de
, Soa-
Anna.
Tbadeo
ASSEMBI.EA NACIQNAI. DK FRANC-A.
SKS-tO DE 22 OK vmiii.
A qtifiiiio romana e a hngara.
(Continuarlo do n. 155.)
O Sr. Presidente : -AOnforme a ordem
do dia da assembla, cknliiu'ia a discuSlSo
sobro os negocios da Italia e Hungra.
Os senhores repreMiitanlrs leem as
mos as diversas ordens do dia molivsdas
que hilo sido apresentadas. Eu devo ad-
vertir assembla que Mr Joly asnoeiou-sc
i redaccio da.ordem do da de Mr. Hast-
ele. Mr. Raudot he quem tem a palavra
para desenvolver urna proposla queapro-
sentou, a qual be assim concebida :
Visto quo as ordens do dia motivadas
contcm nflo mais um simples avisosobre
os actos do ministerio, senilo urna resolu-
cilo que prescreve medidas graves, e pode
amistar a guerra ; eoabaixo assignado,
vista dos artigos 41 e 42 da constituicao, o
tambem doarlino 52 do regiment da as-
sembla nacional, proponho que as ordens
do dia apresentadas sejam remetlidas s
secgOes, alini de screm examinadas (In-
lerrupcclo eslrondosa.)
Da eii/uerda : A questiio preliminar a
questSo preliminar !
Mr. Baudot pronuncia no meio do tu-
multo algumas palavras que nflo podemos
ouvir.
Da esquerda : Sr. presidente, consulte
a assembla sobre a quesillo preliminar.
O Sr. Presidente : Mr. Itaudot pede que
Ihe seja permittido dizer nina so palavra
contra a quesillo preliminar. (A'do .' ndo !)
Mr. Raudot : Quero dizer algumas pa-
lavras para lembrar o regiment. (JV
ndn '.)
Urna voz esquerda : De que artigo do
regiment he que so trata t
O Sr. Presidente : Trata-so do artigo
52.
Mr. Joly :- A quesillo preliminar tem a
prioridade. (Murmurios.)
O Sr. Presidente : Vm membro tem
sempre o direilo do fallar parase referir ao
regiment.
Mr. Raudot l no meio do barullio o arti-
go 52 do regiment relativo s propostas, e
esforca-se por mostrar que as ordens do
dia nflo slo-scnilo proposlas, e devora, por-
tento, ser remetlidas ao examo da commis-
so competente, ou das seccOes.
Mr. Flocon : Isto lie urna nterpretagao
falsa.
Mr. Deeille : O Ilustre preopinante be
que viola o regiment.
Mr. Uent: He una i apara.
Mr. Rnudot : Nunca fiz trapagas, se-
nhor. (Milito bem !Murmuiios a esquerda.)
SIiiiius vozes : A quesillo preliminar !
O Sr 'residente : l'ede-se a questSo
preliminar ; vou consultar a assembla.
Sim sim !) .
Mr. Dahirel : O escrutinio de divisflo !
Bisadas e murmurios.)
U Sr. Presidente : Vou consultar a as-
sembla sobre a quesillo preliminar.
Mr. Vicfpr i\efrane : lie um meio que
se cstdbelc'ce para impedir a gente de ex-
primir a sua opinio. (Humores esquerda.)
A quesillo preliminar he pronunciada.
U Sr. Presidente : You ler a assembla
a ordem do dia apresentada por Mr. Basti-
do, qual Mr. Joly se associou :
A assembla nacional, considerando
que o principio da independencia das na-
to es da Euiopa o a propria scguranc.8 da
Franca silo aineacadus pelos uiaufeslos e
moviinenlos das tropas das potencias es-
trangulas, convida o poder executivo a
tomar todas as medidas necessarias para
fazer respeilar a honra e os interesses da
repblica ao .iesmo lempo que a indepen-
dencia e nacioualidade dos povos, e passa
ordem do da.
Mr. Jylie* : Requeiro a prioridade pa-
ra a ordem do dia do general Cavaignac.
O r. Presidente : Requer-se a priori-
dade para a ordem do dia do general Ca
vaignac ; vou lela outra vez :
.. A assembla nacional chama a seria
attencKo do governo sbreos aconlecimen-
tos eos movimentos de tropas que estilo
tendo lugar na Europa, e antevendo o peri-
go desta situaeflo tanto para o futuro da
liberdade. como para os interesses inter-
nos e externos da repblica, recommenda
ao governo tome ss medidas necessarias
para os proteger com energa, o passa a
ordem do dia
Vou consultar a assembla sobre a ques-
illo de prioridade. (Reclamares a esquerda.)
Mr. Joly : Peco a palavra.
Vossi numerosas : Votos votos !
Mr. Joly : Peco a palsvra sobro a ques-
illo de prioridade
Da esquerda : Falle! falle !
Mr Joly : Requeiro a prioridade para a
redaccio em que eu e ocidado Baslide
concordamos, e o motivo que tenho para o
fazer he que esta iolacclo aparta-so mais
que a outra da ordem do dia pura esim-
ples que foi rejeitada bontem.
O Sr. Presidente : Vou consultar a as-
sembla. Aquellos que so de parecer quo
a ordem do dia do goneral Cavaignac tenba
a prioridade queiram levantar-se.
A maior parte da assembla levanta-se.
(ReclamacOes esquerda.)
Muitas roses : N3o se comprehondeu
bem nflo be isso !
O Sr. Presidente manda proceder contra-
prova .
Da esquerda : Nflo I no nSo votemos!
Alguns dos membros deste lado da assem-
bla levantam-se, oulros deixam-so ficar
sentados.
O Sr. Presidente :-A prioridade he con-
cedida ordem do dia do general Cavaig-
nac. (Kxelamaeei eslrondusas.lnterpella-
(Ses su dirigidas ao presidente.)
Mr. Joly Peco a palavra obre a posic.lo
da quesillo.
Vozes numerosas .--Est votado !
Mr. Jly sobe tribuna e trora algumas
explicacoes com oSr presidente o Mr. Par-
ris, uin dos secretarios. ..ili i
Mr. Schoelcher, do seu lugar -.--Joly! Joly .
nflo insista : est votado!
Mr. Joly deseo da tribuna.
O .Sr. Presidente :--Tendo a assembla
concedido a prioridade ordem do dia do
general Cavaignac..... '. Interrupeao a e$
querda. )
Mr. Cent -.lie una trapaca ( Risadas t
murmurios. )
OSr. Presidente :-\ assembla he a quem
somonte compele julgar das questoes ue
prioridade, e leudo Mr. Aylies requerido a
prioridade para a Tcdaccflo do general Ca-
vaignac, eu nflo poda deixar de pOr a votos
o seu requerimento.
Agora vou consultar a assembla sobre a
redacc^o que leve a prioridade.
Da esquerda :--0 escrutino de divisflo.
Mr. t'locon :--l'eco a palavra. (Signan de
impaciencia.)
Da direita -Sobre que:'
Mr. Flocon -Tenho que propr urna
emenda.
Da esquerda -Falle fallo !
Mr. Flocon :Cidadflos, duas redacefles
toram subnietlidas vossa consideraeflo,
una dellas deve ser adoptada ; he isto para
mira e MU duvida tambem para todos
quesearliam aqu um negocio de sinceri-
dade o boa f. A redacQflo dos cidadflos Bas-
lide e Joly exprimen, o mesmo pensamen-
lo que a de Mr. Cavaignac ; porm, a meu
ver, ella o exprime de urna maneita mais
enrgica. I'edi a prioridade para esta re-
dacefl porque depois de ler votado sobre
esta ordem do dia que exprimo clara e com-
pletamente nossos Jsenlimentos, se ella
tosso rejeitada, loriamos podido associar-
nos a una reduce.no menos enrgica. (In-
terrupeao. )
Muilas vozes :Est julgado.
Mr. Flocon A aesembla concedeu a
prioridade redaccio de Mr. Cavaignac,
bem o sei; mas ainda nos resta o direilo de
emenda-la. (Sijiiaei de impaciencia.Falle,
falle!)
Eis-aqui a emenda que proponho :
A assembla nacional, considerando que
o principio da independencia das nacOes
da Europa e a propria seguranca da Franca
silo amoaijados pelos manifeslos e movimen-
tos das tropas das potencias estrangeiras,
(murmurios) chama a seria altencflo do
poder executivo sobre estes aconlecimenlos
e estes movimentos de tropas, e recommen-
da ao poder executivo tome as medidas ne-
cessarias para enrgicamente protog-ios.
(Risadas e murmurios.)
Vozes diversas -Proteger o que ? Os mo-
vimentos de tropas i'
Vozes numerosas .A questSo preliminar !
Mr. Flocon:--l>arece-me quo he sempre
permettido propr urna emenda.
Muitas vozes -Isto nflo he emenda.' A
quesillo preliminar!
iMr. Flacn :Eu conservo a maior parto
da redacto de Mr. Cavaignac; minha pro-
posta nflo be lugo senilo urna emenda. (Vo-
tos1, votos])
Mr. Rastille Cidadflos representantes,
em urna circumstancia tflo solemne como
esta em que nos echamos, be para desejar
que o voto da assembla seja tflo unnime
quanto fr possivel. Ocidadflo Joly o eu
associmo-nos.portanto.a redtccOo do hon-
rado general Cavaignac, salva una ligeira
modilicacSo. (An! oh! Eseutml)
Nossa emenda consiste em terminar assim
esta redacefio... Ella recommenda ao go-
verno que tome as medidas necessarias para
energicamejite proteg.-los, e para salvar a
independencia e nocionulidadedos povos. (Mo-
vimentos dirersos )
O geceil Cavaiguaf, que neste momento
se acha ao p da tribuna, faz signal de que
nflo aceita esta emenda.
0 Sr. Presidente --A proposta de Mr. Bas-
tille nao he urna emenda, senSo urna dispo-
sicilo addicional. Vou, portento, consultar
a assembla primeramente sobre a primei-
ra parte da ordem do dia. ....
Vmavo* -Eoautor da emenda nao diz
nada ?
Da direita : -O general Cavaignac nao
aceita a emenda.
Da esguerdj --Quem he que falla por oiiet*
Wr. Geni Sentimos muito isto.
Mr. Gustare de Beammont :-0 que sobre-
tudo importa om urna circumstancia tal,
bem como, ainda ha pouco, dizia o honra-
do Mr. Flocon, he a sinceridade do voto ;
nos a temos tido de parte aparte nesta dis-
cussilo, entretanto temo que sejamos amea-
Qados de algum equivoco.
Como he com effeito que de repento ve-
mos urna unanimdade tflo grande nesta as-
sembla, ainda hontem tflo violentamente
dividida f
Qual be a verdadeira questao entre a or-
7
iei do dia do general Cavaignac e aquelles
que hontem a repelliam ? Estes consideran!
a guerra como certa, como inevitavel, e
pensam que desde ja nos devemos preparar
parar ella, e isto pela maneira a mais enr-
gica.
Os outros.'pelo contrario, pensam, como eu,
que a guerra, este mal liio grande, anda pode
ser evitado, (murmurio, esquerda) e que por
conseguinte he insensatez, seria mesmo uin
crime provocar urna guerra que ainda pode-
mos, e por conseguinte devemos evitar, (fal-
lo bem'.) .
E agora porque milagrosa coo/rlliacao acon-
te que tendencias Lio contrarias, too boslis, se
tenham repentinamente reunido, confundido,
para adoptar urna inesma formula r
O Sr. general Cavaignae Nao / nao Eu nao
aceito a emenda. (Jfoeimeiilo. dieer.a..) Parece-
me que fui mal comprehendido por Mr. de Be-
aumont.como tambem por alguns deineul col-
legas ; ha um Instante, respond ao Sr. presi-
dente que nao cria dever subir i tribuna,por-
quanto a ordem do dia que propuz exprime
meu pensamenlo todo lntelro.
Beieito a emenda proposta.porque vejo nel-
la urna declaracao de guerra, a qnal repillo In-
leirainente. (/tumores d esguerdaMuito bem i)
A meu. olbot, os aconteciinento. que aba-
laram a assembla pdem crear um pe. i gei o
governo, portanlo, deve prevenlr-se, tal he o
pensamento serio c refleclldo que me levou a
iutervir nesie debate Mlpha ordem do da
completamente o exprime.
Debaixo do Imperio desta conviccao, a qual
ainda nao mudou, persisto nella, nada Ihe
corto nem Ihe accrescento. (llu.lo bem mullo
bem. '.Movinunlo esquerda.)
Mr. Quilate de Siaumonf.K vista das ex-
plicncdes claras e simples que o general Ca-
vaignac acaba de dar, creio que seria abusar
da paciencia da assembla insistir mais sobre
o alcance da emenda. (Votos1, votos'.)
Mr. Francisque Bouvet apparece na tribuna.
De todas ai partei Nao nao I Voto I votos .
Declara-se encerrada a di.cussao.
O Sr. Preiidente .Vou consultar a assem-
bla sobre a priineira parte da ordem do dia
proposta, Isto he, sobre a redaccao do gene-
ral Cavaignac.
Da eiqutrda-.iSol nao I A emenda prl-
meiro I
Mr. Floeon .-Peco a palavra sobre a po.icao
da quesillo, (i.aduMurmurio..)
Una viva agilacao reina na assembla, ex-
plicacoes animadas se trocain eui todos os
bancos.
OSr. Presidente: Repito que. se a emenda
tive.se nindiiicado a redaccao do general Ca-
vaignac, eu teria consultado a assembla pri-
meramente sobre ella ; mas ha urna pbraie
addicional que nao teria nenbum sentido se a
plirase principal fosse rejeitada. (Ruido d es-
querda.)
Mr. Flocon Mas, se a questao for assim
proposla, como poderao votar os Miembros
que no quierem ordem do dia senao com a
addiciio ?
Alnila. voses -llavea urna volacao sobre o
todo.
Mr. Floeon Se depois da votacao sobre ca-
da parle da propo.ta, e qualqucr que seja o
eu resultado, deve haver outra sobre o lodo,
entao nao Insisto.
O Sr. Presidente:- He incontestavel que a
assembla depois de ter sido consultada sepa-
radamente sobre a redaccao do general Ca-
vaignac e sobre a proposta addicional de Mr.
Kasiide, sera chamada a votar sobre o todo.
(A'a nao!Sim! m fttudml.) O or. pre-
sidente torna a ler a redaccao apresentada
pelo general Cavaignac e pe-na votaca.
Esta redaccao he adoptada por urna grande
maioria. Urna parte dos membros da extrema
esquerda nao vota.
OSr. Presidente Agora vou consultar a as-
sembla sobre a phrasc addicional proposta
por Mil. Baslide e Joly. ,
Da eiquerda:O escrutinio de divisao. o vo-
to na tribuna/ 1M1 _,
Procede-se ao escrutinio de divisao. fcis o
seu resultado ;
Numero dos volantes ola
Maioria absoluta
A favor ?'->
Contra
A assembla nao adoptou a emenda de MH.
Hastide c Joly. ,
OSr. Presidente :Val-se proceder a um es-
crutinio de dlvisio sobre o todo da ordem do
Eis o resultado deste novo escrutinio
Numero dos votantes 6>0
Maioria absoluta 31i
A favor 4*
Contra '<"
A assembla adoptou a ordem do dia propos-
ta pelo Sr. general Cavaignac.
1 (Presse.)
A ELEICA FRANCEZA.
Paradescrevermos em poucis palavras o
resultado da eleicflo franceza, diremos que
o partido contra-revolucionario foi assig-
naladamente derrotado, porm que a victo-
ria dividio-se entro as duas secces de re-
publicanos, denominadas moderada e exal-
tada, as quees agora teem que disputar um
Ul l-T-ll m r%^
*


T-
iBN
a oulra a direcco do estado. A Montanha,
incluindo dcbairodcsle nome o partido ul-
tra-democrtico, que esl disposlo a levar
M principios da revoluco franceza ultima
extremidad?, tanto no interior romo no ex-
t.iriir. formar quasi um torco la nova as-
spmbla lepislativa. Km Pars 10 de seu i
candldatni sahiram cleitos; nosdeparta-
mpiiIos centraos da Franca achara vermn-
li.ii fo geralmente adoptada; a, quando es-
tes inesperados resulluijos fiTram pela pri-
rneira vez conhecdos, cansaram na capital
nina (rundo consternaran. Por outro lado
espera-se anda que os dous tprcos da as-
aembla ser do partido morlorado, cujos
nipmbros so denominan! Amibos da or-
dpin So o* hnrrorps dos das de junho
fnssem repetidos, ou se os socialistas exci-
tados por este formidavel descnvolvimento
le sua fotQa c|ii7essem agora apoderar-so
l'orcosmente rio poverno, nilo lia divida
que urna grande parte da nova assombla
se preparara, en dpfpnsa propria, para re-
sistir 11 taes ultrajes ; pnrem tifio podemos
perder de vista que lestes n moderado ,
como acora osebamam, muitos silo conhe-
cdos por su nflexvel adhosilo aos prin-
cipios republicanos extremos, e nao de-
vemgua reputaclo de mniloraclo seno
meramente u circumstancia de terem coro
surpesso resistido cm urna oceasiio aos
aseados do homena mais revolucionarios
(ue riles. Todos 08 homeiis mais eminen-
tes que soesperava fossem os futuros mi-
nistros do presidente, oque cm um sentido
silo mais dccidamenlo opposlos revoluciio
iiemoeralica do que o actual pabinejp,
'hitm MaT*, fugciiiid, l'auchcr, l'ulloux,
ottld, Wram dprrotados cm Pars, com
ipian1" fossem elpitns pm outra parle. Mr.
de l.n Martinp, esleexpmplo memoravcl da
inconstancia popular, nilo foi elcito em
rarle n-tpuma, e um sargento de um res-
inenlo de linlia, cujo nomo he conhecido s-
mente ha tres semanas por causa lo teu
irregular eomportamento, oblevo 127 Ono
votos.' listes silo os symptomas qun IIno
Ituim sobro a superficie dela rpida o tnr-
bda crrenlo cm o momento em que o ga-
binete esl a ponto de dissolver-se. A que-
da di Mr. len Faucher provou a impossi-
bihllidnde de proseguir na poltica por elle
adoptada ; 6 subspquenteineiite piissaram
na iissomb'a, o por grandes mninrias, dous
votos que silo igualmente embarazosos pa-
ra o governo : um be a ahollcfio do imposto
sobre as bebidas, a qual porta da renda pu-
blica qii tro nilhues de libras esterlinas de
taxn iniliretra ; o o outro lio a recusa de
saneconar por Ip ocommando do general
Changarnipr sobre a guarda nacional o o
oxercilo. Estas derrotas pdem-so em ver-
dado olfrpr de urna cmara, a qual mo ter
quo viver mais quo cinco das de vida ; po-
rm releva observar (|ue ambas estas vola-
roes hiram apniadas pelo general Cavaigntc
<> seus amigos, que sedenoininam modera-
dos. Nilo ha, portant, nenhuma rasiin de
ospprar niplhoramenlos, porm antes o oon-
t'rio, da Ipgislatura que se lia do reunir
sexta-fpira prxima.
Estascircumslancias teem causado em Pa-
rs o mais profundo susto. As esperances
quo tilo confiadameiile se. tinham funda.lo
iiostu eleicilo peral, como o complemento
natural da de 10 de dc7Pml>ro, neham-se
pompletainenle desvanecidas. Os fundiis
raneczes cahiram de 6 por rento cn dous
das. Rinhararar o progresso do nial ter
iliflcil; fazor una resistencia activa, cal-
culada para restaurar o estado a una tran-
quillidade permanente, be cousn que por
:i::nra a ningiiem he permittdo esperar O
n ais quo se pode anticipar lio a reslaura-
Cflo de un poverno nilo peior do que aquel-
lo que presidio o general Cavagnac des-
do junho al iezembro, o qual inanteve a
paz publica pelo soccorro da le marcial, c
nhsleve-se de fazer a guerra a seus vi/i-
nbos. Voim, por outro lado, o paitido re-
volucionario acbava-se entilo abatido pelo
conflicto dejunbo; entretanto que agora
tem recobrado lo la sua frca, coragom c
disciplina. Em cada dcparlampnto elle vo-
ten em um honiem pplas ordens da com-
missflo reniral exeeutiva, e na opiniflo de
seus che fes o alvo est plenamente em \ is-
la. A posiciio aclual da nagao fraiiec/a po-
de ser comparada a de um navio que le-
vanla a ancora no meio do urna tempes-
lado. Pelos quatro minos seguiutes ella be
rondemnada direcco de urna i>sseuibl.i,
a qual ha de inleiramenlo pararysar apo-
ltica e ss nlcncOes pessoaes do presiden'e,
o i ral albina neessanlemeule |iara assuinir
os (leos poderes do estado. Estes pudo-
res se.ifio empregados no interior para com-
i Ictar o triumpho da democracia pura; -pa-
ra realisar as promessas exlravugantcs de
leducclo dos impostos fetas aos consli-
luinles populares;para gratificar ts pai-
xoiso preconceilos das clnsses nfio versa-
das as verdades elementares da poltica e
do poverno ; o provavelmente para enca-
m i libar o espirito militar da iiacilo a devas-
tar a Europa, am de evitar dentro das ci-
dades principaes da repblica resudados
mudo mais terriveis. Se, em ver.lado, o
quo" so chama a porcflo moderada da nova
BSsembla fr resolutamente opposta a es-
1cs males, ella podera ter a frca de anda
:i.ora rcsislr-lbes. Poini a expe enca
tem mostrado que entro aquelles quo se
lpiioniinam amigos du ordem, centenares
baque, quando na opposicao, volaram pe-
la poltica estrangeira de Ledru-ltollin, e
sesuhjeitaram o suggostGcs incidosas de
Jules Favre.
0 poder do partido exaltado consiste nSo
smente em sua piopria frca, senilo laro-
bem no (error que inspira aquelles quo pro-
t'cssan iTsi.-tii-llic; e a uiaiuria mudorada
la asseinbla he tao apta para ceder aocia-
jnor e a um grito, como o he inassa iner-
te e ignorante dos habitantes do campo em
geral. Assim tem marchado e vai marchan-
do a revolucDo, e em vez de ser reprimida
em seus progressos pela ereccBo de urna no
va e cmplela furnia de governo, a brrela
a leinporaiia que Ihe foi opposta pela elel-
so uos acoiitecimentos provavelmenlo cor-
icra coni maiorvelocuaue.
Se o presidente tiver a temeridado de for-
T.en 'V Um.p0 um OVBri|o reconheci-
(lamenle baieado na rciatencia militar a
consequencia nao pude deixor Je ser um*.
^.'.i ^e_>Pel,contrario, vollar-so pa-
denois das aclujics eleicfies o projecto do
um ministerio Mole be nleramente imprati-
cavel : entretanto, o marcchal Bugeaud foi
chamado a Pars; ma;- julgamos impossi-
vcl iiic ello possa aimlu emprchender esta
pergosa tarefa.
A conflagraco que robentou na Allema-
nb.i meridional,-- a revolta militar do exer-
pito le Unten ee1 numero do 22,000 lio-
mens, inclusive as guarnieres de Uostadt e
algumns outras fortalezas. e a nmnifesla
sympathia da Bavicra rhennna para com a
repblica franceza, devom ora brevo pro-
luzir urna reaecflo poderosa na propria
Franca. As Mrgas da anarchia s pilem ser
reprimidas n;is mnrgens do llheno pela mar-
cha das da Allemanha septentrional, e lio
grandemente improvavel que una guerra
civil lo tanta magnitude,se, cm voidade,
da se pude denominar urna guerra civil
continuo sem excitar a sympathia activa do
paitido revoliiaionario da Franca, lie cu-
rioso que o miflmio momento cm quo o im-
perador da Itussia reconheceu formalmente
a repblica franceza, lio o queameaca ver
o governo Tranccz desviado (aquellos limi-
tes que. sua prudencia al agora Ihe tem
prescripto ou medido em urna poltica mais
directamente opposta las potencias con-
servadoras. Todava, a Franca que deu o
exemplo da rcvoliiQilo tom at boje dado o
cxemplo da represso lo suas propras des-
ordena ; o com pianto o poder do si us ini-
ungos internos se tenlin mostrado agora
mejor que nunca pela apparicOo qoellze-
ram nesla eleicSo, com ludo elies nilo cons-
111 tic ni a maioria da luujao, e niio veneeriio
seno pela divisan de seus adversarios. Se
todas as pequeas sombras lo dilTercn^a
fiem postas le parle, e a causa da ordem
social so tornar a scnlia de un grande par-
tido, com excluso de todas as miras con-
sidersciles, anda ser possivel salvar o paiz
du um estado de cousas que lio lalvez o mais
anieacadorde todos aquelles pelos quaes ha
pnssado depois da queda da mona rebla,
[Times)
r a seceflo moderada dos republicanos, el e
s separara de seus adiados socialistas, ,,,,.
dera anda conser>ai o apoio daquelles oue
P'ocurara a todo ocusto evitar una nova
nLn0, Ff* ''el-ivezamaisjudicio-
m.neira pela qual ella poera proceder
FRANCA.
lUrniaqem do pmi'lcnle rigida (i aiscmbtcti nnrional leyillalira IM .iiu
'.vida eonsUlUifo aprsenla a expo'ieo do esta-
do /it/i dos ntQocius ila mcjina repblica.
i. Senhorea representantes. A consli-
tuieflo prescreveao presidente la repbli-
ca spresentar-vos cada anuo a exposigiu do
estado peral los negocios do paiz.
De bom grado me conformo com esta
ol rigaco; porque, submetlen.lo-vos a ver-
dade em toda sua simplicidade, os factos no
que ellos teem de instructivo, poderci tam-
bem fallar-vos de minha conducta pasca-
da, e das intenci's quo tenho <|uanto ao
futuro.
Minha eleicilo para a primeira magis-
tratura da republici femascer esperances
que anda nao p leram todas ser realissdas.
At o lia em quo vis reuuistes ueste
recinto, o poder executivo nilo gozava da
plenilude le suas prerogalivas constitucio-
naes, Em urna tal poscao era-lhe dillicil se-
guir una marcha bem segura; toilavia le-
nho parmanocido fiel a mcu manifest.
A quo com cll'i'iio me obriguei eu,
quaii'lo acellci os suffragios da nacBo .'
A defender a sociedade audaciosamen-
te atacada ; a consolidar una repblica sa-,
bia, grande0 honesta ; a proteger familia,
a religiio, a proprieda lo ; a promover to-
llos os melhoramentos todas as economas
possiveis; a proteger a Impreosa contra o
arhiliioca licenr, ; a apagar os traeos de
nossas discordias civis; llnalmente a adop-
tar no estertor urna poltica sem arrogan-
cia bem como sem flaqueza.
n Os lempos e as circumslancias linda
me nao pcrniitliram cumprir todas essas
promessas, cnlretanlo grandes ppssos so
tr.'iii dallo ja inste camillllO.
O pnir.eiro dever lo governo era consa-
grar tuilos OS seus esforeos ao rostabeleci
ment da confiaba, a qual nilo p le ser
completa s. nilo dehaixn de um pmlCr defi-
nitivo. A falta dosegiiraiicn no present e
de f no futuro deslroi1 o codito, paralysa
o trabalho, diminuo as r.'ii las publicas t
parliculares, torna mpossiveis os empres-
limos o esgota as fon les la riqueza.
An(esleler rcslabeleoido a confianea,
lo intil seria recori er a to los ^s systeuias
le crdito como aos espedientes os mais
revolucionarios: nflo so faz renascer a
abun lancia, quando o temor u a desconian-
,'. lo da segiiinlc h'.o produzido a osteri-
ida.le.
Nossa poltica estrangeira mesmo nilo
poda elevar-so a altura li nOSSO poder pas-
sado si'iiio quando tivessemos reconstitui-
do no interior squillo que couslilue a fArca
das iijio-, isto be a uniSo dos cidadfios,
o a prosperidaiio dasflnancas.
Para alcan?nr esto lim ora indispensa-
vel ao governo seguir urna maicha firme e
resoluta, mostraiulo a loilos que sem sabir
la legalidadu empregaria os mcios mais
enrgicos par tcauquillisar a sociedailo.
n Elle procurou reslahelecer cm todas as
parios o prestigio da autoridade, empiegan-
do lodos os seus cuidados um chamar pa-
ra as funccs publicas os homens que jul-
gava mais honestos e mais comptenles
sum atteniler a seus antecedentes polticos
Fui anda para n3o inquietar os espiri-
to quo o governo adiou o projeclo de res-
tituir libi-rdade os victimas de nossas dis-
cor lias civis. Ao ouvirsmenloa palavra am-
nista, aopiiilo publica so abalou.em sen-
tidos diversos, c uovos dialuritios.se receia-
ram ; porm, isto niioobstante, tenho usa-
do de indulgencia onde qur quo deda nilo
poda provir iienhuui inconveiiionte.
< As portas das pristas ja seabriramn
1,570 dos convictos de juulio, e brevemen e
os outros serAo poslos oin liberiali', sem
|ue a sociedado tanba nada que temor;
quanlo aquelles que em virtude das deci
.-Oes dos coiicelhosde guerra solrem as pe-
nas de gales, algjns ha que, pudendo ser
coiisiilui'udos como crio inosos polilicos,
serfio i eco lindos s casas do deleiisilo.
ii A marcha seguida pelo governo cm
bem pouco lempo restabeleceu a cndanla,
o commercio leanimou-se, eas caixaiecu-
ioo.icas encheiam-so. Do im de Janeiro
para ca o produelo das cuoliibui,usindi-
rectas odas alfaudegas u3o tem cessaiio de
augmentar, o no mez de abril chegou u
ap.poximar-sc dos lempos os mais piuspe-
ros. u ihesouro leni recobrado o crdito
de que linlia iioccssidadc, e a cidade de Pa-
s conseguid contratar um {nipreslimo,
quasi aupar, noocia(;lo estaque faz lem-
brar a poca um que a ctfiifianca' se achava
mais seguramente cslabolcci Ja; a pedidos J
I g
para auloriaai;So de sociedades anonymas
multiplicam-se; o numero do patentes de
itivencSo augmenta de dia em da ; o preco
do trabalho, a vendo de lodos os valores,
que linham soffrido urna pesadissima de-
preciaQSo, vlo-so gradualmente elevando ;
finalmente em todas es cidades manufactu-
reirasn trabalho ha recomme^ado, e oses-
trangeiros afllnem outr vczaParis: este
movimonlo feliz, intorrompido por um mo-
mento pola) agitarlo clcitoral, tornar a to-
mar sen curso pelo apoio que espero pres-
tareis ao governo.
Financas.
a Comquantoas transac{fie cominerciaca e
industriaes teohain em grande parle sido res-
tauradas, o estado de nossas linaiicns esta lon-
gc de ser satisfactorio.
O peso de empciilios arriscados contrahi-
dos pelo governo transacto causou no decurso
do anuo de loM una despMM, a qual augmen-
tou a divida publica de 5S.5Ui.800 francos.
. Alcni dio, as despejas extraordinarias
causadas pela revoluto de fevereiro bao pro-
duzido um accresciino de encargos que, Icila
loda a compensado, monta para o anuo de
1848 a 2(i5,'l!)8,4-28 francos, c sem embargo dos
recursos adilicionaes drvidos ao producto do
imposto de Vj cntimos e os emprestnos ne-
gociados, liavern. um dficit de 72,100,000
francos.
O anuo de 1849, conforme as combinai;ues
do orcamenlo a elle relativo, devia Irisar s-
nienle um dficit de 25,000,000 de trancos;
mas os factos nao correspondern! aos clcu-
los, e lua lamas consideraveis so li/.i-ram do-
lais do imperio de circuiiistancias imprevis-
tas. Impostos novos, cujo producto foi avaha-
do oui inall de 90,000,OOU, mi fram approva-
dos ; entretanto que, por outra parlo, nao so-
monte o imposto lo sal fui reduzido de dous
ter(os, acnao lambeiii al rendas provenientes
da lasa las cartasllesceram milito abaixo da
omina cm que fram calculadas, c o dficit
previstos- elevar pouco mais mi menos a
itO.OOO.OOO.
i Um outro facto inesperado veio aggravar
a sitoaciio. O imposto obre as bebidas, cujo
producto excede de luO.OuU.OOtl, rccUinava ser
moderado c simplificado por nina forma nova
que o pozesse cm barinoiiia com o espirito de
nossas instiliiifiies; urna emenda feiu no or-
raiiienlo de |849 o aboli a contar do l.deji-
iioiro le 1850, e prohibi a sua restauraban.
He actualmente indispensavel restiibolc-
eer o pquilibrio entre a despeza c a receit.1, c
isto nao se p le conseguir seiio reduzimlo
as despezas e abrimlo nuvas fonlcs de renda.
F.ste estado le nossas linancas merece ser
tomado em seria cnnsideraco O que nos de-
ve consular todava, e animar-nos aao os ele-
mentos le frca c riqueza que nosso paiz cn-
cerra, como passo a mostrar.
Guarda nacional,
u Aguarda nacional, que quasi por toda a
parle se tem mustiado animada do sciitiminlo
ile srus devores, conta boje porto le quatro
milboes de bouieiis, dos quaes I,200,0d0 eslao
armados le granadeiras ou carabinas.
Ella postile 500 prcas de artilbaria.
< A organisacffo dcli'J balallioes de guardas
naelonaei bsponiveis be conforme com, de-
creto de 22 de jullio do anuo prximo finito.
QuantO guarda inobilisada. a qual fui
engajada simiente para o anuo de i848, o go-
verno deu-lbe no mez (le Janeiro prnsiino pas-
sado urna nova ni anisaran, e reduzio o sou
effectlvo de 12,000 a 6,000 homeni) reduceno
que produio una economia*de 7,000,000 de
francos.
u Extreilo.
a O oxereito, sempre fiel honra e ao dever,
contina, por sin altiluile firme e iu.ib.il.avfl, a
coiiler as paixOcs ms no interior, o a dar no
exterior nina justa hiela de nossa fOrea.
% Temos presentemente um total de 45',000
liomeus em armas alin de tl.'l,754 cavados.
1' i >. s 11111 u i s i(i.4t6 boceando fogo le toda a
especie, seml.. 13,770 de brome. O numero
das poyas de canipanhis sobe a 5.i37.
< lie i ni.l). ni a nosso rxorcilo que a Alge-
lia leve o icpouso de juc goia : una certa
ai;ita(;o se tinba manifestado entro os Arabos
e Kabylos ; mas operacoes bom coiubinailaso
bem xocutadas ristabcleccrain proniplanien-
te a ordem e a seguranza c nossa iullucncia
por este ni. io fui augmentada.
i Us trabadlos lo porlo de Alg t e os que
teem por lim crear ou mclhnrar nossas vas
de communicacHo, continuam com taclivi*
lude que permilein as \erbas do orea-
ment.
A rolonsacno particular, segundo pro-
va a relaefio das colheitas desto anuo, vai
em progresso.
<( esiabclecimento e dcsenvolvimer.to
das lulonias agrcolas continuam com zelo
o tiorscveranca.
Nossa armada,qun protege nnssss colo-
nias c faz respeilar nosso pavilho ero to-
dos os mares, coiupc-se:
i Dn armada artiva lo velas, a qual com-
prebende 10 naos do linha, 8 fragatas, 18
corvetas, 94 brigues, 12 tiansportes o 21
barcos ligeiros.
Da armada activa de vapor, a qual conta
lt CragataSi 13 corvetas o 8iavisos.
Alin da armada activa temos urna re-
serva composla do 10 mies e 15 fragatas de
velas, mais 10 fragatas,6 corvetas e C avisos,
ludo do vapor.
O armamento lestes navios reclama o
concjiso do 958 olliciaes, exelu-ive os as-
pirantes, e um elei'hvo dn marinln iros, cu-
jo numero uo he menor do 28,500 homens.
Netihum disturbio serlo tero tilo lugar
no seio da socieda.le colonial, a |ual re-
pousa agora sobre a solida base la igualila-
ie civil e poltica. Ao beneficio da 11barda-
da para os negros veio ajunlar-se a toin-
pensacSo de indemnisacSo para os colonos.
Urna reparlit3o recta be do esperar que soja
um elemento de paz, de iraballm e de pros-
peridade.
(Joriformnndo-se, quanio fr possivel,
com bs disposicoes do ornamento volado pa-
ra o auno de 1819, o governo espera conti-
nuar a manlcr intacto o PStabeluciuii'ii' \
naval e colonial, al que possa pro|nir a *|-
sembla legislativa o scu niclhoramento e
deseiivulvniculo.
Aijricullura,Jnduslria e commercio.
o A agricultura, esta fonie de todas as
riquezas, tem recebido toda a animaciio que
oiii lo pouco tempo era possivel dar-se-lhe.
(i Depois de 20 de dezeinbro p. p., 21 es-
colas agronmicas teem sido cieadas, as
quaes, juntas s 25 | existentes, forma ni
o pi i meiro grao do ensillo agrcola, ulras
mais sefSo anda cstabelecidas.
Os institutos da Sauluise e tiran I Jounn
assumiram o draclcr de escolas dedislrie
lo, e fuuccionam boje como eslabeleci-
montos tu estado, conformo asdisposices
da Iti le 3 de oulubro.
A adii.inisirac.fio tomcu posss das fa-
zendas cuntidas na pequea tapada do Ver-
sailles, destinada para o instituto nacional
glOIIOII.ICO.
Ccnlo e violo duas sociedades ag ico
parle na distribuidlo dos fundos volados
para a animacSo da agricultura.
Por decreto de 25 de abril de 18*9, urna
commissSo especial foi creada para o fim
le cstudar a qncsliio das colonias agrco-
las. O despjo do invern he descobrir. o
meio maiscITicazdesoccorrer as elasses la-
boriosas, induzinlo os obreiros a detxa-
rcm os trabadlos da cidade pelos do campo,
oempregar ero proveilo dos pobres, con-
forme o cxemplo que nos dito os outros
paizes, cujos documnnlos ram comidos,
os productos das torras incultas.
A organsaeflo das coudelanas nacio-
naes foi grandemente modificada pelo de-
creto de 11 de dezeinbro de 18*8.
a A criacilo dos cavados vai om progres-
so ; por toda a parte ella tem tomado ou-
tra vez a sua marcha, c lodos os ustabeleci-
mentos Helia deppndentes, os quaes se ti-
nbam cridos ameacados, conseguirn achar
seu proprio nivel.
o O emprego judicoso do crdito de
500,000, francos, concedido para a remonta
lestes stabclecinienlos, nilo foi estranhoa
este resultado. Nunca em nenbum tempo
a remonta foi nem tilo consideravel, nem
to brilhanlo como no corronto anno.
A situacilo das subsistencias he.satis-
factoria ; a colheita de 1818, bem que me-
nos abundante do quo a precodorite, he to-
dava mais que sufliciente para satisazer
asnoci'ssidades do paiz.
As informacOesrecpbiJas sobre o osla-
do d is lavouras silo mu favoraveis; he urna
consolarlo para nos, no meio do todas as
provas polas quaes oslamos passando, ver
quo a abundancia dos productos l nossa
populacilo a esperanza lo obler por preco
cotmnodoos gneros alimentarios.
A exposico dos productos da industria,
quo excrce urna influencia feliz sobre o ma -
nejo dos negocios, abri'so a de junho :
o numero dos expositores inscriptos foi a
principio de 3,919; presentemente, porm,
elle j excede de *,000.
a A execuco da lei sobre as associailes
dos obreiros contina e vai-so aproximando
de sen lim. De C:i0 peticOcs dirigida! re-
(larlico do commercio .rnenlo 80anda
nilo fram despachadas. Dos tres milhes
de francos votados, 2,292,000 fram conce-
didos a *7 a-soc a. o 's.
As commissOes consultalivns, assim co-
mo as conmerciaes.vo ser constituidas so-
bre novas bases.
O commercio exterior da Franca linda-
se elevado em l8*7somma total de 2,61*
milhes,sendo 1,3*3 relativos imporlacilo,
e 1,271 expoitaQao
Rudimento abalado pelos acontecimen-
(0S polticos, o anno lo 1818, como bem se
podis 'esperar, vio lecrescer considcravel-
ieuto o commercio francez. NSo me he
possiveK indicar com exaceflo o valor destp
docresciment, porquanlo aalministraco
las alfaanegss nilo su echa nimia habilita-
la para I determinar, porm posso assegu-
rar qucJlie mu consideravel O consumo
,is ii;.'.'!ias necessarias a industria dimi-
nuiocomcretMWjtt|'"enlo; o do ferro
diroinuio le 95,9*i rmetarfj*. o^^.r>,5*5,'
0 lo carvilo, de 2,173,000 lonelauas para
1,796,000; o da lila, de 138,000 quintaos
para 80,902 ; o da seila, de 15,000 a 7,688.
Um olemenlo, lio luiente, pnrmittir
jlllgar com bstanle exacliilio dasvaria-
Cesquo solTreu o nosso commercio extp-
rior em 18*8 ; este elemento he o rendi-
inenlo dasalian legas.
Fm 1817 o rendimpnto mensal foi, tor-
mo medio, de 11 uiilhcs pouco mais ou
menos.
i Durante os mezps de Janeiro e fevereiro
le 18*8 elle fii de 8,700,000 francos A par-
tir de marco e para cada um dos Ires mez.ps
seguintes.elle vai diminuindo c nilo monta,
termo medio, a mais le 5 milbOes; nos
mozos do judio, agosto e selembro, porm,
elevou-se um pouco cima de oito milhfjes;
lualmenlo nos mezes de oulubro, novem-
bro e deznmbro chegou a novo milhes,
i.'to he, quasi o duplo do que linham pro-
duziilo os mezes mais aguados do exerccio.
a He fcil do ver que no decurso do ulli-
mo trimestro, e medida quo o paiz se ap-
proximavado momento em que o po lr ia
ser regular e definitivamente constituido, a
ma relia dos negocios cyimmerciaes ia me-
Ihorando ao mesmo lempo que a confianea
publica se ia fortalecendo.i
lista iulluencia fez-sn principalmente
sentir em nogsas exportagieS. Quasi todos
os artigns linham experimentado grandes
perdas durante o primeiro semestre: por
meio da elevatjllo e extensilo dos premios
C'lecrclodelO le junho de 18*) ellas torna-
ra m a tomar una actividad* que se fe-
partciilarmeiilo notavel no/s fus do anuo.
Nesla poca a diminuiciio ji1esaprareceti pa-
ra a niaior parto los arligOM ; e mismo pa-
ra alguns, bem como os yinhos, as agois ar-
dentes, asfazeodasdefiodaelinho, louvo
cm comparaco do firmo do 18*7 algum
crescimenlo. '-
Mas ho cxatp'inanjo os resullaJos dok.
primeiros mezc's de 18*9 quo se percebe
anda com mais. evidencia osle mvlliura-
mcnlo.
o So em Janeiro o fevereiro mo ha gran-
rrancez, vivamente comprometida durinl
tima grande parte do auno de 184-8, f0 no
co o pouco melhoramfo para o fim esi
exercico, e lem tomado urna marcha oosi
tivamenteascendente desie oprincinm^
1819. lio um resuftado que,asseeur4 1
ao presente vantagens cerlas, pareca ..7
tambero urna garanta deseguranea nara ,.
fuluro. ^ K
Aquestflo da reforma" ponitenciari. i
questao do trabalho as prisOos liBam'. I
aos interesses da industria. Cada unido I
systemas tem sido particularmente i I
dado; o resUbelecimenlo da disciplina h"
o objecto de esforeos perseverantes ,,m.
idoia preoecupa sobretudo a administraeo I
a da pare que converia talvez coneedeV'l
agricultura na reorganisacSo dostrabitwl
dos condemnidos: J
O numero das prisfles deparlamen-
taes he de
das casas contraes de
Kstabelecimentos ou quarteis de "
educaglo correccional para os ic
vensdeliJos
Colonias agricolas fundadas pelo aa t
verno
Ditas administradas por particolarea
Total
**j
No primeiro de Janeiro do 18*9 o
numero dos individuos existentes
as prises depart.mentaes era o* *, i
a as casas contraes
i Nos estabelecimentos e colonias
dojovetisdelidos-
3,6
Total
8,0*2
Existen actualmente em Frncr*r.
de 1,300 estabelecimentos pblicos par m|
enfermos, velhos, meninos, etc., cu0 re,
lmenlo annual excede a "
francos.
33,000,000 dt
Alin dcstes estabelecimentos lis nei
i8,000 cscriptorios de beneficencia pi,
distnbiiicfio de soccorros as casas particuli.
res, os quaes possoein perlo de l3.5bo,M(1
trancos do rendas ordinarias '
Finalmente outros esUbelecimeatoi
candosos, relativos aos montes po. ,0.
meninos enjeilados, aos alheados indcen-
les, aossurdos-mudos e aos cegos, emsr-
gam no alltvio dOs desgracados sonimij \
quo montam a perto de 50,000,000 de fran-
cos. S3o, porta uto, consagrados annutl-
mente 116,000,000 de francos, pouco mais'
ou menos, assstencia publica, sem con-'
tar as caridades particulares, cuja impor-
tancia beimpossivel calcular anda mesmo
approxuadamente.
i Mdj^sles soccorros, posto que pare-1
,'aiii iisinensos, silo anida demsiaiUmn-
lo fraeqk, comparados com a uiassa digne-
cessidadjes: o governo o sabe, n tem a firma
vontadAde provera esta insulllciencii.
As \mi lillas que pdem interess'ira
sa lo pusuca hilo sido adoptadas em todos
os pontoslda Franca. CommissOes dehy-
giene e saaLubridade bao sido creada*; sai
garrrsaciiWiomelte em um futuro prxi-
mo felizos'sudados, e desde j assegur* [
uteis soccorros s populacos assiludu
pelo colera.
Os croditos votados pela asssembla nt-1
cioual permidiram ao governo soccorrer as
commuiias atacadas, cujos recursos eram
insullicicntos para procuraras familias po-
bres os soccorros de que cm presonga la |
epidemia linham necessidade.
Conlinuar-it-ha.)
le diflere:
cofrespoii le
hcidida sel
wn
coro pa.racj.a-diSj-uiEzos
es do 1818, urna vantageni
achara da paite ,le marco e
'I J, tanto a respeilo di importa-
a exporlacio. Assim, par ci-
dpsses artigns que alimentan,
mente o trabalho
30 de abril
cao como i,
tar alguns
mai-i especi
o t.-odiio
mili' do
c.irv. i
147,0
de 31,i
in lustria.,
elevava-se a 'i
iiugrammas em vez de 13- 0
'67,000 toneladas yel 'de
loa, a *5,75 quinlaesem ve/
Al!)!ll!lJg!l\HIBI]i:il.
aicirt, 19 B JOIHO O* 18.
Pela barca Priscilla que, procetlente di
Liverpool, entrou boje no nosso porlo, reca-
bemos o Timet do 2* da maio a 8 de junas
prximo passado.
Nenbum acontecimenlo extraordinario
tinba tido lugar na F.uropa depois ds data
das noticias, ltimamente por nos publt-
cadas,
A questiio romana parece que ser sem-
pre resolvida por meio das armas : o envia-
do francez Mr. Lesseps tinba volUdo a w- .
ris som nada ter conseguido; dzs-seque ^
as hostilidades entro osFrancozes eosJto-
manos deveiiam coroe^ar iiodia 2 do ju-
nho, esuppunhs-se que liorna seria ataca-1
da no dia *. F
O exercito francez contava em suas met-
ras 30,000 homens do todas as armas: nao
soduvnlava, portant, que o general Ouai*
not afinal so apndera> ia dt cidade, porcia
dizia-se que, vista do enlhusissmo de qae
os Romanos se acliam possuidos, e dasrof-
tificai;es que guarnecem as ras, nao o
conseguiria sem grande difilcul lade e mor-
tandade. .,.
A mansagem do presidente da ropubit |
.franceza assemblca nacjp^ntrltfgisun
plifl pTfnrraTS interessanto que nos troux
aWsfto;por isso. reservando-nos pa*,
fa llar dos outros pases no seguinte noja-
rol, rtpressamo-nos a encelar, para e-lili^
Siento dos leitores, a pubi.catio d U
imporlanlo documento. j.oiSi
'Km i.ondres os -oisseis ficaram "'U
a 91 5|*; as apolices do banco, do I9J l
195: os fundos brasileiros a 77 ; os ciaw
toor cenlo portuguezos a 26 ; os qualio ir |
tent ditos M 1|*; os Ires <>r'^"L
panhos a 33 3|8; eos dous eap>
'cetilo hollandezos, de 50 a *9 1|-
osem ve* de 20,787,000 que lint
do na i)'"'ma noca ilr'KW. as'1
que o ^nill.ra'.n.:.,. L;..?8.i_e" leirov4
nclito coutiiiuou
'Ol ni in.

de mais L Uc ,e'j^, Jue ParT.' vi"e','J
va,-Sc o kouipmo dc exportaVaes ^
Ibes ...ais do que uo uaesmn weaae fl
. Tendo cebado de lar em vigor o di
to que linea temporal lamente levantadoT
a dos preihio, c lato a partir do l. del
ru de 181, vrcu->c que nossa eiportl
datar desse moiurutu iriam dUitoui
que cita medida legislativa, debalxo di
pello, lescuiitaria em 1818 os tei:
1849- Assim n.io aconteceu : nossos la
tuda a'sortc inostraram a 31 de
um desciment inui notavel; e oj
lugar para nossos nssucarc relia
uussas pellcs, para missos vidruj, 1
las c mus de 300 outras menores loiuaram I Lliillil"-'" a siluacOo do

15:567,715
AI.FANOECA.
Itendlmento do dia 19..
IMPORTACAQ'.
Ann, patacho ingle, vlndo deSeW,
irado no corronte moz, consignado
Ideber & Companhia, manifeslou
^Kipas, 20 meiasdit.se 3* barril
unto; aos.consignatarios.
CONSULADO GEItAL
Uendmenlo do dia 19......
Diversas provincias........
o -I
351.85'
18,260
370,111
CONSULADO PROVINCIAL.
lluuJhiicnlo do di 19 .
397,607


^Sovimento do Porto.
natos mirad s nodia\9.
Utarnool 38 das, barca ngleza Pritcil-
1 L do 218 toneladas, capiliio Richard Go-
e equipapem 13, carga f.izendss; a
Ijohnslon Faler & Companhia.
Ii de-Janeiro 24 das, polaca brasileira
x .$-do-Carmo, de 195 toneladas, capi-
llo "sianoel Antonio n'scem 13, carga farinha de mandioca <
Ls "eneros ; a Francisco A. daCunlia.
Passageiro, Alberto Tilomas Prevs, Fran-
i ce/
Ican-Matlieus 25 das, sumaca brasileira
lilla-Carolina, de 92 toneladas, capitilo
joaquim Baptista l'igno, equipagem 8,
carga farinlia de mandioca; ao capililo.
jVatilo sahidos no mesmo da.
litio-de-Janeiro -Patacho sardo Eteonor-
Reformado, cvtiSo Marcos Ivoli, carga a
. mesma que trouxe.
Irortos do norte Vapor brasileiro Bahia-
na, commandanlo o primeiro lenle Jo-
s Secundino Gomensoro. Almdospas-
sagairos que trouxe dos porto* do sul pa-
r o do norte leva a seu bordo: para os
portos do norte, Manoel Marroquim Ca-
macbo, Antonio Vicente de Magalhes,
Fr. Antonio da Rainha dos Anjos Macha-
do, o Dr. JoSo Gapistrano Bandeira de
Jleilocom 1 escravo, Francisco Alves de
Souza Carvalbo coin 1 escravo, Fernando
Maranhflo da Gunha com l escravo, o Dr.
Jos Maria Hoscoso da Cunha com 1 es-
cravo, Francisca Bispade Jesus, Antonio
Mu ia do Epirito-Santo, o soldado Lucia-
no Martina, 1 oflicial, 52 bragas de pret do
quinto batalho de fuzileiros o 1 escravo
a entregar.
Liilidi Brigue portuguez Concetcaode-
Haria, capilflo Antonio Pereira Borges
Jnior, carga assucar. Passageiros, Fran-
cisco Joaquim Ribeiro de Brilo, Estola-
no Francisco dos Res, Brasileiros ; D
Delmira Adelaida Jorge da Gesta, Portu-
guesa.
Havre barca franceza Auslerlitz, capitilo
^ Augusto Gcnlrean, carga assucar.
BUS
EDiTAES.
-Olllm.Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial manda annunciar que a-
irrematagfles designadas para I ere ni lugar
no 41a 19 do corrente ficam transferidas pa-
ra o da 20, em con9equencia de ser aquel-
lo feriado ede grande gala /
Secretaria da Ihesouraria da fazerida pro-
viorial de Pernambuco, 17 de julho de, 1819.
O segundo escriplurario, Antonio Fcrrei-
ra d'Annunctaco. J
O Dr. Manoel Jos da Silvi Selva, juii muni-
cipal da segunda vara do termo r/f Recife,
preparador dos procesan que lecm de ser
prsenles o jury, or S. U. I. c C. que Dos
guarde ele,. I
Faz saber que pelo, Dr. juiz jle direito da
nrimeira vara do crime desta coiriaroa, Jos
ijhomaz Nabuco de Araujo Jnior, llie fol
/cita participagJIo de haver neste termo
convocado para o dia 11 do mez prximo
vindouro pelas 9 horas ila manh.i urna ses-
illo de jury extraordinaria, para a qual sa-
hiram sorteados os uarenla e oito jurados
quesosegiiem : /
Joaquim Jos de'Sanla-Anna Barros, Dr.
los Bernardo Galvlo Alcanforado, Candi-
do Jos de Salles, Joiio Francisco Reges dos
Unjo, Jos Joaquim de Oliveira, Joaquim
Franciscu de Mello Santos, Joiio Feniandes
da Cruz, Jlo Luiz Gavalcanln de Alhuqtirr-
que, Francisco Jos. Arantes, Vicente Perei-
ra de Faria, Rulino Jos Ferreira de Figuci-
redo, Antonio de Souza Rangel, Rcruardi-
no de Sena e Silva, Bonifacio Maximiano de
Millos, Guilherme tos Santos Sazes, Luiz
Consalves Ferreia Jnior, Domingos Af-
fonso Nery Ferrcir, Joiio Alves do Car-
ra Ilio Porto, Joaquim Jos Ferreira da Ro-
cha, Joiio do llego Barros Barreto, Fran-
cisco Antonio da Silva, Antonio Ferreira da
Cosa Braga, Antonio de Oliveira e Mello,
Mariano do S Albuqucrque, Joo Ignacio
de Mcdeiros llego, Jos Rodrigues dos Pas-
os, Dr. Alcxandre de Souza Pereira do Car-
ino, Joaquim Jos de Carvalbo, Joiio .Gar-
neiro Rodrigues Campillo, Joiio Carneiro
ll.ins Soriano, Filippe Maria llessone, Fran-
Icisco Rodrigues*Cardo/o, Filix da Cunha
Navarro l.ins, Joaquim Jo Gaicia, An-
llonio Pereira de Souza, Jos Rento da Cos-
ita, Joaquim Gorreia da Cosa, Joiio Jos
de Mores, Manoel Joaquim Gomes, luna-
rio Jos da Silva, Romiio Antonio do Sa
alcntara, Manoel da Silva Santos, Do-
[iiiiiigos Pires Ferreira, Domingos Alves Bal-
tazar. Luiz Itai Iiiku do Brilo, Fructuoso
los Pereira Dutra, Jos Lopes Rosa, e^opi-
Jjo Jos Leitiio de Almeida.
(Is quaes hilo de servir duranlc a referida
kesso para o que silo pelo presente cdilal
convidados, assim como lodos os interessa-
pos no dia chora designados; sobas penas
|lalei.
I" para que chegue a noticia a todos, man-
Jei passar o presente que ser publicado
lela imprenta e allixatH>.nos lugares mais
f uldioos deste termo.
Dado u Masado nesta cidade do Recife,
18 dejnlho de 1S49. Eu, Jos Affanso
eilei Alcanforado, escrivitof o escrevi.
ManoH Jos da Silva Keira.
____________________
Oeclaraces.
Pela segunda seceso da mesa do consu-
lado provincial se annuticia, que do dia 17
vo crrente mez em liante principia-se a
kobrar o imposto de 20 por centosobreo
koosuino das agoas ardentes da produc-
ido brasileira do muuicipio do Recife, per-
lencentc no trimestre deoutubio a dezem-
|ro do amio lindo, escmeslre de Janeiro a
alio do.corrento anno.
- O abaixo assignado faz publico que,
i ordem do lllm. Sr. adminisl "Joconsulado provincial, vai nesta data
"ipceder no bairr^ Vle Santo-Antonio ao
pment de 12?v .rs. sobr diversos es-
Dolecimentos induft'riacs, comprehendi-
losno paragrapbo 1* lia lei vigenlo n. 244.
fecife, 19 de julho de 1849
Francisco dt Paula ti Silva, langador.
.NOTICIA.
|* SF.CUNA-FE1RA, 23 D CORKF.NTE.
>Iwa anuivnraaiin da
maioridade do nosso adorado monarcha, o
director do theatro de S.-Frenccisconflopo-
de deixar de preparar para a noite do mes-
mo dia mu divertimento qtie proporcione
aos habitantes desta bella ciliado mais urna
occaso de mostrarem o vivo prazor de que
se Sontein possuidos ao reeordarem-so da
data em quo o melhor dos imperantes assu-
mio o leme da nao do estado para dar-lhe a
convenicnto direcco, fazendo-se rodear de
nuticos tilo experimentados quanto capa-
zes de conduzirem-na ao porto .da prosperi-
dade.
Entre as varias peijas existentes no archi-
vo do Ihealro, o director deu preferencia
para o indicado dlvertimentoto
CASTELLO DE LAVAL
eo
Re Francisco I,
drama recentemento chegado do Rio-de-Ja-
neiro, e representado repetidas vezes com
ge'ral aceitado no theatro do Sr. Joiio Cae-
lano dos Sanios.
Jknominaco dos quadros.
I." A voltaTda batalha.
2.* O annel o a carta.
3.* O encontr inesperado.
4. O duello.
5.* A entrega da espada.
6.* A vinganca ea morte.
Personagens do drama. Os Srs.
Conde de Chateaubriand Joaquim Jos da
Gama.
Francisco 1 .,rei de Franca Antonio Jos Do-
arlo" Coimbra.
Almirante Bohivet
'5
Tartarem, volho soldado
Jos Francisco
Monteiro.
Pedro Baptista
de Santa-llosa.
Manoel Fiel.
O capellio.
Con Icssa de Chateaubriand Fclismina Maria
da Conceicfto.
Vta pagem.
Conde de Vandome.
Conde do S. Paulo
Joaquim Jos
Pereira.
Jos da Silva
Cuimarilcs.
Bernardo da Sil-
va Cardozo.
Emilia.
Edith
Um reposteiro.
UinGentil-homcm.
Personagens mudas,
Chanceler Duprat.Genlis-homens.Pa-
gens.Archeiros.--Escudeiros.
A acc.o passa-se no sculo 16.
Otboatro estar t.1o descentemento or-
nado, quanto o exige a magnilude ihi dia.
A illuminacfio ser dobrada.
A orrheslra npprccer augmentada, e
tocar as melhores symphonias, cuidados i-
mentecusaiadas, pelo hbil director o Sr.
Tbeodoro Orcste.
O espectculo comegar depois da chega-
da do Exm. presidente da provincia, e com
a upparicno'do retrato de S. M. o Imporador,
ante o qual cantar-so-ha ohymno nacional.
Nilo obslantante ser dia de grande gala,
o director ha resolvido levar scena uina
jocosa far^a quesera precidida por um ter-
ceto dancado pelas duas jovens Jcsuina e
Fclismina, e por cerlo cavalheiro.
Avisos martimos.
Para.P.uenos-Ayres sahir breve, a bar-
ca Tentativa, por ter parto do carregament
prn.'iipto ; a qual por seu porte ainda pode
receber i on.-ao do carga a frete : quem na
mesma quizer carregar, podo ciitendei-se
com os consignatarios, Anioritn Irinos, ra
da-Cadeia, n. 39.-
Para o Aracaty aahe, com toda a bre-
vidade O hiale Flur-de-Cururipc: para car-
ga e passageiros lrata-se na ra da Cadeia
do Recife loja n. 21.
-- Pan o Aracaly segu no fim do corren-
lo mez, com a carga que tiver a bordo, o
pataellO Sanla-Crus : quem pretender carre-
gar ou ir do passngcm, dirija-so au lado do
Corpo-Santo, loja n. 25.
Para a Babia sabe imprelerivelmente
no dia 22 do corrente o hiale Sociedade, com
a carga que liver n bordo : para carga e pas-
sageiros, lrata-se na ra da Cruz do Recife,
n. 24.
Para Lisboa sabe, at o dia 5 de agosto,
o brigue | ortuguez No>:o- Vencedor por ter
a maior parte de sua carga (.rompa : para
oresto e passageiros, para o que offertec
exccllenles commodos, lrata-se com os
consignatarios Tbomaz de Aquino l'onse-
ca & Filbo na ruado Vigario, n. 19, pri-
meiro andar, ou com o capiliio, Antonio
Jos dos Santos Lapa na praca.
Para o Rio-de-Janeiro
sahir, com muila brovidade, o brigue bra-
silero /J.-a10oflio,capt5o Abellcda : quem
quizer carregar ou ir de passagem para
o que ollerece os mais excellenles commo-
dos dirija-se ao nicsmo capiliio ou ao sen
propiiclario, Manoel Joaquim Hamos e Sil-
va na ra da Cadeia do llecile, n. 38
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem,
em poucosdias, o I em (Oiihtcido brigue
llom-JesuSy quescacba com parte de seu
carregiiinenlo ja pronipto ; ainda iccehe I-
guma carga escravos e passageiros para o
que toni excellenles cominodos : quem pre-
tender podo dirigirse ao capiliio, Joo Ven-
tura da Silva na praca do Culpo-Saiilo, ou
a ra da Madre-de-Dcos n. 3, tereciro an-
dar.
Para Lisboa, CCm a maior brovidade
possivel, partir o brigue"poTtfiguez Tarvjo-
I, forrado e encavilhadode cobre :"'i"W ex-
cellenles commodos e tralainento para pas-
sageiros : os [ n temientes para carga p-
ilem Iralar com o capitilo, Manoel de Oli-
veira Faneco, na prca do Corpo-Santo, ou
com l'n mino Jos Flix da liosa, na ra da
Sen/all.i- .Nova, II. 42.
Para o Para com escala pelo Gcar e
Maranhflo partir com niuita lircvidade o
patacho Fortuna, j su aclia com um terco
da carga a bordo e mais de meia carga en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar
para qualqucr dos mencionados portos, di-
rija-se ra da Seuzalla-Nova, n. 42, pri-
meiro andar.
dem do respectivo juizo o a requerimento
dos credores do devedor Domingos Antonio
deOliveira, das fazendis o miudezas da
loja desto sita na ra Nova ( outr'ora loja
do Quaresma ): terrjvfeira 2i do corren-
te s 10 horas da manliSa, na referida
loja. __^__
Avisos diversos.
Precisa-se do umamassador que*seja
bom : na padaria da ra da Senzalla-Vclha,
n. 96.
Jos do Freitas Carneiro rctira-se para
o Porto.
A bordo do brigue Villa-Floro tenenlc
Reis tem em sen podruma carta vinda do
Lisboa paj-a o Sr. Joiio Bsptista Da Cortil,
em easa doSr. Julano.
Roga-se o proprietario do engenho
Diamante o favor de ver so o escravo de que
falla no seu annuncio deste Diario lera os
signaesseguintrs : estatura regular, cheio
do corpo bastantemente barbado rosto
cheio e comprido olhos pequeos e cor de
fogo de 50 anuos pouco mais ou menos;
tem o costume deabaixar a cibera quando
falla e priucipi-lmente quando so briga
com elle muilo maluco e ladinho mcio
fulo o seu verdadeiro nomo he Bonodilo:
sendoquo t- nha os ditos signacs.faca O favor
dn o remoller ao major Mayer scnbor do
dilo escravo que est promplo a pagar a
despeza que se lizer para este i. ni, e liear
muito agradecido.
Pedc-se ao Sr J. E. J. de L. que tonlia
a bondade de mandar pagar o importe da
letlra que tem em urna venda em Olinda,
queaceita-sn por um grande favor; o.dal-
lando do assim f.izer, lera o dissabor do ver
o seu nomu por extenso.
ENGAO.
Nilo he real o Sr. J. J. S. e A., do sexlo ba-
talho, dever a esta casa a quantia de 24,800
rs., como por equivoco annunciou-se nos
Diarios do 17 do corrente em (liante, sim
em livro, esto Sr. linha abcrla essaqnan-
,^ia, mas est paga desdo o auno passado,
* feomo consta da conta com recebo passa-
do pelo gerente desta casa; < rogamos ao
publico 11.-1;i do suspender qualqucr juizo
contra o mrito desse Sr., de quem mu
liem informados estamos de sua probi lade.
Quem precisar de urna parda para ama
de casa, com bous costume.*, a qual eiigom-
ma com perfeicflo, diiija-c .ua Direita
n. 2.
~ Aluga-se urna cscrava para todo o ser-
vido de una casa, cuja familia consta de
,duas pessoas : na ra Nova, n. 21, tuiceiro
andar, ou annuncie.
Piimeiraineulequcr-se verse esse es-
tupidarrio, caixeiro de urna loja do fazen-
das do largo do I.mmenlo que lema fi-
gura de iiiii crocodilho so por mcio de->te
aviso deixa de so impoitar com a vida de
pessoas que nunca Un deram a mais leve
coiiiianca : do contrario se passara a ser
mais extenso com sua pessoa por meio do
jornal para su fazer ver a seu patro o seu
mo cumporlamcnto para por esto mcio
elle dar providencias coi sira casa. Ouvio,
Sr. G f Um morador da mesma ra.
Tiaspassa-sea loja de lunilaria da ra
Nova, n. 38, com Unos os seus fondos :
tambem se venden separadamente os uten-
silios e'armaco da inesma : no Atcrro-da-
lloa-Vista, n. 36, segundo andar.
OSr. Joo Cyprianno Rangel tem car-
ta na praca da Independencia, livraria
ns. 6 e 8.
Aluga-so um prelo que cnlende alguina
cousa do hurta, para tratar do um quintal
dentro desta praca : tambem so compra ,
gradando, sendo mogo o sadio : na ra do
Sebo, ii 8, a toda hora lio dia.
Cartas finas (le jognr
n relalho o cm porcilo, muito em conta;
Charutos
da clebre fabrica do S.-l"elix eoutros, sec-
eos e do primeira qualidade, pelo barato
prego de 2,6*00 rs. a caixa do um cento ; na
ra Nova, crsa franceza, n. G9.
Aluga-se um sitio na Magdalena, es-
trada da Torro chin boa casa a boira do
rio Capibrribe, com 6 quarlos, cozinha fora,
casa para pretos o quarto para es'riharia ,
cacimba com tanque colerlo, com bastan-
tes arvoredos e tenas para plantacOes : no
Aterro-da-oa-Visla n. 43.
Segunda-feira 23 do corrento, as 4
horas da tarde, na porta do juiz de oiphflos,
se ha de arrematar em ultima parca o ter-
reno da ra da Aurora pertencenle a viu-
va e orphos do liudo Francisco Jos Ma-
rinlio.
O abaixo assignado declara pelo pre-
sente annuncio quo, leudo vendido^ sua ta-
berna sita no Atcrrc-da-l!oa-Vista, n. 22,
a seu mano, Manoel Frucluozo da Silva,
com fundos suflicienles para pagamento de
sous credores lica de boje cm diato seni
responsabilidade.alguma visto o dito Sr.
Manoel Frucluozo da Silva lirar obrigado a
pagar. Judo Fructuoso dasjiijva.
Cen mil rs de eratificagfto.
Fugio, da casa do abaiso assignado no
dia 0 do corrente s 7 horas da noite, o
seu escravo de nomo Antonio, do gento
do Angola mais parece crioulo, por no
ter signaos de sua ierra cor pfeta esta-
tura regular secco do corpo nariz c boc-
ea regulares ; tem o bfiieo d" cima bastante
compri lo;.anda un tanto descansado ps
apallietailos para fra ; levou caigas do ris-
cado de slgodflo/camisa de midapolllo,
mas he fcil andar de calcas de brim branco
Ou de casimira de listras encarnadas, cha-
J^eiloes.
KA ITII A
Richard Royle far leilo, por tnter-
venQflo do corieior Oliveira, do urna por-
gflo de chitas averiadas por cunta o risco
de quem pertenrer c de muitas outras fa-
zcud-is inglezas limpas para llimar,3o de
algumas coritas: segunda-feira, 23 oo cor-
rete s 10 hornada man lula no seu ar-
maum da au da Cadeia.
o c.nraor Oliveira faj^ leil|
ko do paiiia novo. Roga-se as autoridades
poTcta*eoapitiles de campo, quo o ap-
prehendlD levem-no a casa do abaixo as
signado na-L" da Prala n. 33. que seiflo
gi alineados fyjito da Silva Cnmpoi
Roga-se ao Sr. d*3 Slgcnho novo Gon-
ceigiio queira examinar se Sfcla que ap-
panceu no seu engenho cha.
de iihcIo Congo ue 50 anuos bai*; c^m
calombus pela cira.se fra mencionada |f?"
la, baja da a mandar trazer livraria da pra-
ga d Indenpcndcncia ns 6 e 8, quo se pa-
gar toda a dcs'peza.
-- A pessoa que quizer comprar urna ar-
n.agiio de ama relio, toda envidragada o com
b.ileo propna para qualquer cstabeleci-
inento dirija-se no Aterru-da-lloa-Vista,
sobrado do Sr. Dr. Gomes, quo se dir quem
vende. t
Jos' Femandes Culmaf'ts rctira-se
paia'fia do imperio a .Ira lar' dosuasale
Quem quizer coinrjST una collccg.lo
do 1 i fcllias do su .oiiiciito burlesco ao
Patrila dirija- aloja do .Maia Rumos &
C., naj
Precisa-so do um csixeiro quo de fiador
sua conducta : na ra da Gloria, refinago
le assucar, n. 114.
Precisa-sc Tallar, a negocio de seu In-
leresse, com a viuva do Jos Maria Vascon-
cellnse Bourbon, ou na falta aos seus her-
deiros : as Cineo-Pontas, n. 104, ou an-
nunciem suas moradas.
Leonor Luiza da Rocha tem justo e
contratado com a Sra. D. Anglica da Costa
Bastos a compra da parte da sua casa terrea
na ra da Calcada, n. 26 : quem se julgir
com direito dita parte, declare por este
jornal no prazo de oilo dias, contados desta
data. Recire, 19 de julho de 1849.
Precisa-so de urna pessoa q.ue saiba
tocar bem piano, para ensinar n um enge-
nho perto do S.-Antfio : annuncie, ou diri-
ja-so ao pateo do Caimo, sobrado, n. 18,
quo achara com quem tratar.
D-se dinheiroa premio sobre penbo-
res de ouro e prala : na ra do Hospicio ,
venda do leSo de ouro.
Exisle um escravo no ongenho Dia-
mante comarca do Coianna, do nomo Fi-
lippe o qual oceulta o nomo do senhor e
do engenho de onde veio fgido qur.m se
julgarcom direito a elle, dirija-se ao dito
engenho, que, mostrando os documentos, e
dando os signaes certos, lbc ser entregue,
ou recebera o importe, so o quizer Tender e
convier o prego ; nilo se responsabilizando
o proprietarlo daquelle engenho por qual-
qucr fuga, ou extravio que o mesmo escra-
vo possa ter.
= Simio Cactano da Silva, Portuguez ,
retira-so para Portugal.
Traspassan.-se as chaves do um armazem
de assucar, na ra de Apollo, vendendo-se
os seus ulensis, ou parle dclles, como cai-
xis, ele., cuioarmazem paga muito mdi-
co aluguel, e est ptimo para quem qui-
zer esta belecer-so com armazem de assu-
car i a tratar na ra Augusta, n. 26.
Previnc-se ao respeitavel publico que
no armazem do Baptista, na esquina da ra
das Flores, ha CarvBo da melhor qualidade
a | reg de 600 rs. cada sacco, prego em ver-
dado muito barato se so atlender quo os
sarcos teem cinco palmos de uomprimento
e dous do largo, e contem mais carvAo do
quedous dos oulros saceos que so vendem
ordinal ament em cargas.
Aluga-se urna casa que sirva para pa-
daiia, c que tenha commodos para fami-
lia em S.-Amaro Hospicio, ou Soledade :
quem liver, dirija-se ra da Madre-dc-
Dcos, armazem do Vicente Ferreira da
Costa.
O gerente do contrato do rape pnnre-
za de Lisboa contina a vender este rape a
relalho a diuheiro a vista e no se lia a
pc.soa Iguma e rOgi as pessoas que an-
da estilo a dever o favor do mandar salisa-
zor sons dbitos.
-OnVrece-se urna crioula para fazer Ipdo
0 sorvigo de. una casa : na ra Direita,
i. 68.
Lotera do Guadalupe.
Nilo podendO elrectuar-se o andamento
das rodas desta lolcria no dia 14 como se
havia annunciado o respectivo thesourei-
ro designa novamentc o dia 27 do corrente.
mez em que o mesmo andamento ser
realisado inlallivelmenle vistos os esforCOS
que para cstolim tem a (mandado benefi-
ciada empregado.
-Precisa-se de um caixeiro para cobrar
dividas fra da praca : quem di-lo so qui-
zer ocrupar, ja tundo pratica podra,
prestando fiador a sus conducta, tratar no
pateo do Carino, n. 18, segundo andar.
Deseja-se 1'aHarao Sr. Ismai 1 da Cruz
Gouveia : na ra do Graspo, n. 23.
Algnm Sr. sacerdote a quem convenha
ser capellio em um engenho (lisiante desta
cidade 9 legoas queira apparecer na ra
Nova, sobrado n. 48, para Iralar o negocio
Quem precisar de urna ama para todo
o servco de urna casa quo engomma, la-
va e cozinha, dirija-se aos Coelhos, casa
quo fica confronto ao hospital, ij. 7.
Precisa-se de um caixeiro quo tenha
pratica de venda, e de conhecimenlo de sua
conducta : em Fora-de-Portas, n. 135.
Francisco Jo^ Pereira retira se psra a
corle do imperio.
LIUA ALFAIATE.
Ns rua larga do Rosario, D. 40, precisa-se
do olliclaes de alfaiule e costureiras.
Antonio Eneas Gustavo G dvflo, cidadlo
brasileiro, retira-so para Portugal.
--((Sr. Manoel Alfonso de Miranda llen-
riques queira ler a bondade de dirigir-se a
rua Nova, n 42,qc se lho deseja rallar.
Precisa-se de urna ama de leito : as
Cinco-Pontas, n 21.
Quem precisar deroura lavada o en-
gommada com perfeigo c por mdico pre-
go, dinja-so rua de Santa-Rita, n. 45.
Madama Maria Dareau retira-se desta
provincia.
Sexta-feira, 20 do corrente, so ha de
arrematar em praga, depois da audiencia
do civcl, um escravoeurna mobilia usada,
os pretendentes comparegam em dita praga.
__Roga-se a pessoa em cujo poder se
arhae urna cdula de 50,000 rs. n. 2,179,
papel encarnado, primeira serie, queira
declarar em carta ao agente do crrelo de
Olinda por quem lho foi ella dada ; por-
quanto estando mencionada em una carta
que dentro vinha a referida cdula, preci-
sa-se saber quem a poz em circulaglo sem
que so pretenda proceder por semelhante
causa : su a pessoa que a tiver fr do Reci-
fe roga-se-llieque mande sua declaragSo
livraria da piaga da Independencia ns. 6
c 8 com sohscripto ao referido agente do
correio de Olinda.
Oproprietario do engenho Canha, situ-
ado duas legoas ao sul de ^auto-Anlo, est re-
solvido a vender o referido engenho. o qual
uioe com animaos, e est paramentado de to-
do o preciso, e com uina safra de dous mil
piles: este engenho tem mais de meia lroa
i|ii.nli na de excellenles le ras e de ptima
producyo, tendo grandes vaneas. Tamben
se vendem, se agradar ao comprador, 32 ani-
ni ns de roda e 20 bois mansos*: quem pre-
tender, dirija-se ao mismo engenho, que lodo
,;"i;ocio se far, c se precisar de algum cscla-
reciou-1"' dirija-se a rua do Ourimado, n. 27.
jN^liciana de Almeida c Silva, tendo
ficalo axfever a Joo Baptista Branco a
Quanlia d\ um conl de ,c'8' e tendo este
morrido s}a viuva PasS8ra fsle Jebil a
Tbeotono K"BO a si.lva- o qual, tendo
arrendado oV*?"1!0 ^onnzinlio ao
herderoa da P","^ Feliciana, para com
o ren.lio.CDto mes,mo fneen,, P-""-"'
do debilo rdicrld' csla";10 co,"' %"'e,i0
arrendado.! lcn'" "rJ, 8elc nt\u*
impo.tam M 111Blru co:llS ?.lenU!* ,'"1
ris no l^'nl qncndoo arrendaianoThco-
loui'o da tfiWa abater os roudiraenlos da
safras so debito contrahido por aquella
finada D Feliciana, cuja representado^ia-
zem seus silbas ; e nem paga aos berde.ros:
r como pode ser que aquelle Theotomo
queira vender esU divida a outr. pessos na
sua toulidado. faz o pr -nte annuncio pa-
ra que ninguem contrate a tal respeito, Vis-
to que s Pretende liquidrosle uogoc.o,
ou por amigavol cpmposico, ou judicial-
ment._______
Compras.
da "
Compra-so urna casa terree, ou pe-
queo sobrado, as melhores rua. do^ba.r-
ro da Boa-Vista, cujo prego nilo ceda
3:000,000 rs.: na rua Formos, segunda ca-
sa, no entrar pela da Aurora.
Oompra-se, por qualquer prego, o li-
vro intitulado Combato Kspintiial: na rua
do Cabug, loja da miudezas n i
Comprem-s* os Diarios dt P*rn<>^^
do 2* de abril de 18t3 o 29 de maio de 18t6 :
pagam-segenerosamente: na rus do Cres-
po, loja ii. 15.
Compram-so dous ou tres bois de cer-
ro, sendo magros ; porm prefere-se nilo
sendo velhos: na rua da Cadeia, loja do
cambio do Sr. Vieira.
l'.ompra-se urna rrela de 12 a Usnnos,
que seja ecolbitla c tenha alflWmas habili-
dades: em iMira-de-Porta*, rua do Pilar, n.
85, primeiro andar.
Compra-se um sellm que esteja em
bom uso : na rua do Crespo, loja n. 9.
Compram-se duas ou tres moradas de
casas terreas que cstejam em Jjmm esta-
do cujo prego regule de 8OO00O a um
cont de ris : quem tiver annuncie.
Paga-se bem.
Comprase calgado fcilo na trra de
toda a qualidade : na praga da Independen-
cia, n. 33.
Compra-se, para urna encommenda ,
urna escrava para se applicar a vender miu-
nezas que seja da Costa ou de Angola, e
inda moga : na rua larga do Roiario, n. 22,
ou annuncie.
Compra-se, "por incumbencia que urna
pessoa tem urna casa terrea com dous ou
3 quarlos sala na frenle e atrs, cozinha
fra, quintal e cacimba : prefere-se as russ
do Rangel, Larangeiras e Trincheiras, e
que seja em chiins proprios: na rua larga
do Roza rio, n. 22, ou annuncie.
Vendas.
Na rua Formosa na quarla casa ter-
rea vendcm-so3 escravas urna de 20 a
21 annos, costureira, e duas de 35 a 36
annos urna das quaes cozinha bem e faz
todaS as qualidades do doces.
Vende-so urna venda com poucos fun-
dos muito afreguezada para ierra e para o
matto, na ruada Lingoela, n. 6 : a tratar
com seu dono, Joaquim Jos Ribeiro.
Charutos de S.-Felix.
Na loja de Antonio Joaquim Vidal ven-
doin-se supeiiores charutos de S.-Felix,
verdadeiros, os quaes se recommenda aos
bons fumantes.
Vendem-se 2 pretas de nsgo, sem
vicios nem achaquos e que cozmham, la-
vam de varrella e sabo : vendem-se para
pagamento do urna divida : na rua do Livra-
mento n. *, se dir quem vende.
Vendem-se meios de sola muitogran-
dese do superior qualidade; salsa muito
nova vinda do Para no ultimo vapor, em
qualquer pnreflo : na rua do Trapiche, n.
26, casa de Manoel Duarte Rodrigues.
Agn de Ungir cabellos o suissas.
Cnnlina-se a vender a agoa de Ungir ca-
bellos o suissas : na ruado Qucimado, n.
31 O metholo de pprcar dita agoa acora-
panha osvidros.
Vendem-se baratos, np rua das l.aran-
geiras, n. 1V, segundo andar, negras, mole-
ques negros e mulalinbos. .
Vende-so um pardo de 18 annos, pti-
mo ollieial de sapaleiro, o qual he muito
liel e humilde, e nilo tem vicios nem acha-
ques por prego muilo em conta, por se
adiaro'dilo pardo com urna pequea n-
flammagno, e o seu dono pretender retirar-
se pira fra do imperio: na rua das laran-
geiras n. 1t, segundo andar.
Vendem-se 8 lindos moleques de W a
20 annos ; 10 pretos do 25 a 30 annos, sen-
do um delles cozinheiro ; 3 negrinhas de 9
a 12 annos, com principios de costura; i
pardas de 20 a 2-1 annos, com algumas ha-
bilidades ; 5 pretas do 20 a 30 annos sen-
do urna dallas ptima cozinheira e outra
com urna cria de 2 annos : na rua do Col-
legio, n. 3, se dir quem vende.
iV'fl rua do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
fitas de selim lavradas; ditas com franja;
setins lisos ede cores; galoes finos e ordi-
narios ; volantes ; trinas; espiguilhas; flo-
res ; capellas do flor.de laranja ; luvssde
seda ; maulas de seda para meninas, a 800
rs. ; dilas para senhora, a 9,000 rs.; lengos
para eravala, de lindos modellos.
Firmiano Jos Rodrigues Fcrreirs, an-
nuncia que tem mudado um dos seus esta-
bclecimenlos de fazendas da loja, n. 9, e
transferido para a mesma rua em outra |de
n. 19, aoude os seus antigos freguezes e
amigos acharfio um completo sorlimento
de razendas de gosto, c por multo barato
preco, como sejam pannos linos de todas as
cores, por 2.*00, 2,800, 3,000 e 3,200 ris;
algunas gasimiras a 5.000 res o corte; lila
para caigas a 4800 ris; chitas linas, a 200,
220, 210 e 160 ris; madapoloo, cutrins o
outras muitas fazendas de gostos, que se
venderiio por progos que muito agradsrUo
aos compradores.
Vende-se velas de carnauba, muito ai-
vas e que dio boa luz, de 6 a 9 em libra :
tambem se fazem encommendas : tudo por
prego commodo: na rua do Rangel, n. 17.
]Sa praca da Independencia, n.
i0, ao voltar para a rua das
Cruzes,
vendom-se e tambem so applicam ss me-
lhores bisas que he possivel haverem no
mercado ; limpam-se, chumbsm-se e t-
ram-ae denles com toda a perfeigo : tam-
ben! se applicam ventosas com a maior de-
licadeza que he possivel, e tudo o mais que
pertcnce a arte de sangrador: ludo por
prego muito rasoavel.
Vende-se carvilo patente, o qual exce-
de o caiv.lo natural por sua superiorida-
do no incndio, por prego commodo, &
vontadade'do comprador -. na rua da Cadeia
do ltocile, n. 48.


Vende-ae, na ra das Cruzes, n. 22 ,
socando andar urra mu'atinha do 22 an-
uos boa engoiumadeira, rostureira cozi-
nheira o que lava desalio.
xas para engenho.
Na fundic,*o do ferro iin ra do l!rum>
acal s-se de recebar om completo sorlimon-
loda talzas le 4 n palmos de bocea, a*
i Bcnam-se n venda por prego com-
modo o com proni|ilidio embarcam-se,
iti earrcgam-sem canos sem despezns au
comprador.
Deposito da fabrica de
:!os-os-Satos na SSaliia.
Vende-se n casa i!c N. O. Pehcr & C.
na ra di Cruz, n. 4, algodffo trancado
d.iquella fabrica, inuitu proprio para saceos
-- Vende-secbampanba da Itiais superior
qualidade que leni viudo a este mercado :
na ra da Cruz, n. 27, armazem de Crocco
6(.
Vcndc-se algodao trancado
Ja fabrica do Todos-os-Sanlos a
.-o e a 3oo rs. a vara : na rita do
Cadeia, n. 5?..
V endem-se seliins inglezes e
ramas de Ierro : na na da Seiualla-
r>. 'i?..
I nlha de Flnndres.
'endem-se ranas com fblba de Flan-
s : i irrcasa de J. J. Tasso Jnior : na run
i i Vmorim, n. 35.
Feijo
\ocaesda Alfandega, armazem eonfrnn-
ocbafariz, o na run da Cruz.armazen
i 13, vendem-se ecas rom leijo muta-
linhoe rajado, por menos prego do quoein
Ollira qualquer parlo.
Cabos, lonas e btins,
"Va run da Cruz, no liecifo, armazem n.
13, vende-so um completo sortimento de
.-.-' i s de Iii.lio patente, de todas as grossu-
s da Russil verdadeiras; ( conhe-
i ns por imperiaet) brins para velas de
aira qualidade.
.linternas (eptenle.
No armazem da ra da Cruz, n. in, ven-
' iii-se lanternas de patente para navio,
rumio ln'iii fcitns e do varios tamaitos.
Novo sortimento de lirini trancado
a I,5oo rs.
Vcndcm-se brins trancados branrns, lisos
" de li.-'ias da purolinlio, 1,500 is. ocr-
i ; ro les do fuslilo alrorhoado a 480 rs. :
i,i ra do Crespo, luja da esquina quevolta
I i. a Cadeia.
Na livraria ns. 6,c8 da praca da indc-
i endi ni'i.i, vende-se o scguinle :
laHiial elitoral
conlriido a lei reculan rutar das clcigcse
i di cirios c deci.-uesdo coverno que dfio
i clareomenlos sobre sua execugSo.expedi-
6 abril do corrrente anuo, eom notas
explicativas fundadas uestes mesmos cscla-
II rilllllllu:.
D SebastiMO
Vende-so o romance de I). SebssliBo cni
sois r nlos ovarlas poesas modernas, com
0 liymnodn Povoas ltimamente impres-
i pi lo diminuto preco de too rs.: na cs-
La do Horario, n. *; na ra da Cruzcs,
ll, !t. A Mis que poucos restani.
A (NO rs. cada um.
Ven lem-se cobertores de algodffo ameri-
c no, enrorpados e grandes, a duas pata-
cas ; chitas escuras, de bonspadrflea e co-
res seguri s, a "nicia pataca o eovado: na
ra do Crispo, na hija da esquina que vol-
la paia i cadeia.
Vende-se vime, chegada ltimamente
no brigue Niivo-ftneeior: na ra do Apol-
lo, ni mazcm de Antonio Augusto da Fon-
seco,
/ oh ra co Rio-de-Janeiro.
Na praca da Independencia, luja n. 4, ven
dem-se hi Hieles e cautlasela 50.' lotera
da Sniila-Casa-da-.Miserieoidia da coi le.
Na mema rasa se mostiam as listas das
lotcriaa pasudas, e se tioeam billielcs
premiados.
1,080 res.
Vendcm-se superiores corles de brim
trancado de puro lirilm cor iln lama de Pa-
rs pelo barato preco de 1,280 rs. : na ra
do Cuspo, n. m, loja de Jos Francisco
Das.
Vcndem-SO duas escrov' croulas rom
habilidades, urna do 20 annos e a ouiradc
"o : na ma dos Taime iros armazem n. 5.
Ltncos pelos na1 a grvalos a
720 rs. cada um.
Na loja n. 5 da ra do Crespo, venilem-.se
ii neos i retos para grvalas, com um peque-
no toque de mofo, pelo barato preco de 720
reis.
Cbdbrasileiro,
Vi ndc-se cha biasilelro no armazem de
i, i II iiirs, alias 'o Ccri o-SmiIo, n. CG,
n ais (xtvllente cha prodozido em S.-Pau-
lo (ue tem viudo a esto mercado, por
pri (o milito commodo.
-No armazem da la da Mi da, n. 7, con-
1 inn-ac a vender superior colla das faliri-
ca do lo-Crandc-do-Sul, por preco ba-
ali>,
N.).
Pina da Marc-dc-Deos.
V
Panno azul.
Vcndc-se panno lino azul, proprio para
fardamento por preco mais barado do qui-
ero oulra qualquer parte : na ra do Amo-
rim n. 35, casa de J. J. Tasso Jnior.
Farinha de trigo.
J. J. Tasso Jnior vendo faiinha america-
>
na ilc Pliilailclphi.i chegada ultimamento,
de boa qualidade e por preco commodo.
Vondc-sc setineta propria para toalhas
do mesa a novo vintens o rovado ; chape-
liras ciifeitadas proprias para mucamas,
n 1,000 rs.: na ra do Passoio, loja u. 17.
Rap rol3o francez.
Vendc-se o superior rap rol3o francez ,
nicamente as lojas dos Srs. Csetano l.uiz
Ferreira no Atcrro-da-lloa-Vista n. 4G ;
Thomaz de Mullos Estima na mesnia ra,
n. 54; Francisco Joaquim lliiarto ruado
Cabup ; Pinto & Irmio na ra da Cadeia
do Recito, n. 19.
Cadeiras depalhin la e deba/anco,-
armarios para milpa; lavatorios; suplas;
mesase mais mohilia ; bem como um rico
sortimento de
VOSOS de ciy stal brancas e de cores
para adornos de sala ; garrafas e ropos de
crj sial de cures : cm casi do Kalkmann Ir-
mflo, na ra da Cruz, n. 10.
Vende-se cal virgom do Lisboa em
harris pequeos ; feches de arcos le pao e
rodas de Cites para barricas; cunhetes de
pioln abatidos para assucar ; pregos ca-
xaes do Porto, em barris de to milheiros;
ditos de estuque em barriada 32 milheiros;
mermelada de Lisboa em latas de 1 o 2 li-
bras; pilulas de familia ; cadeiras do pao I
pelo, angico e cenleira. chegadas ultima-IIJ
mente do Porto : a tratar com Joquim Fer- s
reir Mondes CulmarBes na ra da Cruz,
11.49.
-- Vende-se. por preco niurlo commodo,
um moleque de 12 anuos, proprio para
aprender qualquer ollicio lie manco de
cia pernaemconsoquenca doler soffri-
do em um quaito urna enfermidade, da
qual rcsullou o ingurgitamento nos ten-
des quecom o tempo provavcluiciile (ca-
ra sem deleito algum como asseveram al-
gn* facultativos, o por ter este deleito
vendc-se por 200,000 rs.: na ra do Quei-
mado n. is, vi nao do lio/ario.
Vendent-Se apparelhos de lou^a fina in-
gleza de hom gOSlO para janlar, por prc-
Co roaimodo : na ra da Cadeia do Itecile,
n. 48. /
Calcado barato,
Acham-se venda na loja de calcado da ra
ilo l.ivraniento, n. 11, de licrnardino de
Souza e Silva, corles de spalos de couro
de lustro, para senhora proinplos de um
ludo, faltando apenas coser-se, pois vieram
de Franca cortados com forro, palmilbase
sola pre| arada os quaes cosidos quo se-
jiini nio se eonheee so sffo leilas na Ierra,
un viudos do Franca ; bem como de car-
neira da mesnia maneira e pelos 8CUSdi-
minuios recos deve excitar nos amigos da
economa a utilisarem-sede tilo boni onse-
jo : cuslam os de couro de lustro, a 1,100
rs. o par c a duzia a \1g rs. ; do eordovllo, a
1/ rs o par, e a 10y rs. a duzia, c os do cores
a 8(o rs. o par e 9,000 rs, a duzia. Appro-
veitem emquanto he lempu.
A os Sis
-Na ruadoQueimado, n. 12, primeiro
andar vendem-se msicas modernas e im-
pressas, de differentes autores recem-che-
gadasda Franca; bem como duas nmsas em
partituras, de um autor acreditado ele-
!::'iilemenleenoadernrdas, e proprias rara
irmandades de grojas.
-Vcndom-se as-obras completas de ( n-
mtVs, em 3 v., da Hima o mais ntida cdi-
cuo ; Diccionario ipglez-portugucz e por-
tuguez-inglczde Virn, por preco multo
mdico : na ra NMW, loja n.5G.
Vende-se urna ncgrinlia de 7 annos, de
muito linda figura, muilo esperta e que
nfolcm vicios nem achaques : defronto da
orden, lerceira de S. Francisco, casa ao pe
da sociedade Apollinca. Na mesma casa alu-
ga-sc um molequo, que sabe cozuiliar e
comphar, e he muito fiel-
Vende-so urna escrava moca, com al-
gumashabilidades, e que nSo tem vicios
nem achaques : o motivo por que se vende
so dir ao comprador: na ra da l.ingoc-
ta venda n. 4.
-- Vende-so um mallo alazfo que an-
da baixo at meio e esl gordo : na ra de
S.-Hila, n. 91.
i> <
Para liquidar quanlo ante. *,
S| Conlinuam-so a vender lencos do se- 2
>> da para hombros de senhora o para *;
O alglheira, a 500,800, 1,000, 1,200 c <3
i> 1,2X0 rs., e milito superiores, a <5
B> 1.G0O, 2,000, 2,240, 2,400 e2,5G0rs. ; -8
^ eSKUiflO lino (le linho, a 1,280 rs
l> vara ; corles de vestidos de cam- ,,
brail rom barra branca c decores, ^
1,G00rs.; meiasazucsc pretas para senhora e meninas, a 1,000 o 1,C00 <;
duzia ; suspensorios linos de a if.O rs. a duzia : hotoes de <^
rs. a
meia,
gro
. <:
duraque e franklim a 210 rs. a n...
um resto de brim pardo para for- S
ilc cnyeiilio.
Vendem-se lijlos para fogo.proprios para
nfsenlamento de caldeiras dos engenhos,
por seiem de grande duracao: vendeni-se
por preco moito em eoula: na ra do liium,
funilicao de Mcsquila c Dudra, onde ha
constantemente grande purc,So
Em casa de .lorio
Slwarl vende-sc miite*
gainglcza, chegada peo
ultimo navio, por preco
commodo, e quantidade
a vootade do comprador.
Vendc-se um' grande sitio no lugar do
Manguinho o qual fica defronte dos sitios
dos Sis. CarneiroS, com grande casa de
vivenda de 4 agoas, grande senzalla co-
(heira, estribara, haixa de capim que
sustenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba
com bombae tanque coberto para bando,
bastantes arvoredoa de fructo na roa da
Concordia, primeiro sobrado novo do um
andar.
Vendo-se um cirro de quil-
tro rodas novo, com i parelha de
cavallos ; asaim como tambem nm
piolo moco,
Klliil
nolntro, por
: na loja da ruado
se indicar o ven-
'uro vinlio da l'igneira.
O novo armazem dcsta pinga deliciosa
ataba de se abrir nesta ra, defronle do ex-
linclo armazem ao mesmo preco de 1K0
rs a parraa, e a 1.3CO rs. a canuda. Os
amantes ilesle Kcor allenconlrarilo garra-
las promplamentc lacradas o rom o seu
competente rotulo para trocarem por outras
prompliinicnle ; assim como lamhem cn-
conliaro barris de diversos tamaitos,
por precos bem rasoaveis ; bem como vnho
I i,iikode l.islirta. a 1,600 rs .ranada e a
220 rs. a garrafa.') proprielario desle esta-
belrcimcnto pedeexame para poderem ava-
liar a pureza do sua qualidade e asscio c
quo em nada desagradar aos concur-
r-otes.
Vcndc-se una prela de 14 annos, que
cose hem, engomma e coziulia : na ma lar-
ga do Rozario, loja'n. 35.
pino raso.'ivc
Crespo, n. ii_
dedor.
y/o bom e batato.
Na ra do Queimado, viudo do Rozario ,
segunda loja, n. 18, coniinnam-se a ven-
der suspensorios de seda a 500 rs. o par ;
luvas de seda a 200 rs. o par ; meias de
seda curtas, pretas, brancas o de cores, a
800 rs. o par ; lencos pretos de seda a 200
rs. ; ditos de camhraia para grvala a 400
is. ; lencos brancos a 1G0 rs.; e oulias
umitas razendsa porcommodo preco.
Vende-se a moito acredita-
da I rinlia francesa liaron, clicga-
da ltimamente] c >or pceo rasoa-
vcl : na ma da Senzalla-Vellia,
n. 138.
Vendem-se bilhctes da lote-
ra do lio-de-Janeiro : na
da Independencia, n. 37.
Vendem-se taboas de pinito e
prancliOes de 10 a 30 palmos, por preco! |)r>mlo
barato para fechar conlas : airas do Diestro,
armai-eiis ns 1G o 18 ; no [orlo vellwv das
canoas arnutzein do Machado; ii'O Forlc-
do-Maltos, armazem do Viaiina.
Vendem-se C moradas/d< casas
nasseguintes ras : em Fra-Jlc-Portas, ius
Principal, n. 52 ; becco do T'ixeira 11. 2;
Cuararapes, n. 71 ; praia dolPharol ns. 50
e 64 ; linda, biquinha de -Pedro n. 16;
Ariouibado, a mptade > 11. 3< : todas muo
em conl, e que nio piecisarra concert al-
gum : na ra da Cruz, n. 634 segundo an-
dar, l.
praca
SO
ro', a80rs. o eovado': no pateo do ^
Carino 11.18, segundo andar, <*
4=
At I encelo ao que he bom.
Silo chegados os superiores queijos do
qualha de milito boa qualidade: na ruado
Queimado, lja de miudezas, n. 25.
Muito barato.
Vendem-se 49 barricas com cal para
caiar > no armazem de Antonio Aunes, no
caes da Alfandega, ou a tratar com Poli-
carpo Jos lajne, na ra do Trapiche, ar-
mazeui do assucar, 11. 24.
ylo bom qosto.
Cbapelinhos para senhora com delicados
Celtios ,enfeiles mu variados, flores mi-
mosas e com um lindo heija-llores que tem
urna cauda de (inissimas pelmas ; todos de
seda : vendem-se cm conta : na ra do Cres-
po, loja de quiltro portas 11. 12.
Aos 'lo 000,000 de res.
.Na livraria da esquina do Collegio, ven-
dem-se bilhctes e cautelas da 50." lotera da
Santa-Casa-da Misericordia que hado ser
i'Xtrahida a 24*do correle.
Na loj da ra do Crespo, n. G, ao
pe do lanipcao continiiam-se
a vender fazendas baratas.
Cortes de brim trancado amarello, a 1,441
rs.; ditos de dito escuro, da rnelhor qua-
lidade que tem viudo a este mercado, a
1,280 rs.; dito branco listrado a 1,500 is. ;
coheitoics de BlgodOo mais cncorpados
dos que os de oulra parte, a G40 rs. ; chitas
para rohcita a 200 rs. o rovado ; chitas es-
curas com cores llxaa, a 1G0e 180 rs. ; cha-
peos do rrassa, a 1,'OOrs. : diios de seda ,
a G4o rs, ; cassa para hallados e cortinados,
a 2,400 rs a prca e a 320 rs. a vara.
Na ra do Livramento, n 10, loja de
Fernando da luz & Irmio, vendem-se cor-
tes de calcas do casimira de lislras e qua-
dros, n 5,000 rs
--Vcndc-se um cavallo muilo bonito ,
gordo e hom andador por preco commo-
do : na ra do Queimado, n.14.
Vende-ae cal virgem de Lisboa de
superior qualidade, em barris de4 arrobas,
chegada nesle mez pelo brigue Marw-jo>
a Ira lar na ra do lirum, armazem de
Antonio Augusto da Fonseca, ou na ra do
Vigaro, n. 19.
0 monstruoso bramante de linho
de I I palmos de largura.
Na loja de Guimarfies & llenriques, na ra
do Crespo, n. 5, vendc-se bramante lino de
puro linho de 11 palmos de largura, pelo
barato preco de 2,800 rs. a vara; ricos co-
bertores de barra de seda, muilo grandes, a
G.000 rs. c mais pequeos, a 5,000 rs. ;
fazendas esUs nunca viudas a este mer-
cado.
Pannos, a 2 e 3,000 rs. o cavado.
Na luja de Cu i maraes & llenriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se panno prelo c
azul pelo haaatn preco de 3,000 rs. o eo-
vado e preto mais inferior pelo diminu-
to preco de 2.000 is. o eovado; hem corri
um cmplelo sorlinicnlo de todas os cores,
edo diversos precos.
pichincha.
Coi les de cambraia adamascada
com loque de varia, 2,5oo ris ;
dilos limos para vestidos ecoiti-
naiios, a 3,000 ris ; dilos de tula-
ma a haver um completo sorti-
mento de moandas e meias moen-
das, paro engenho \ machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanb-os,
para dito.
A 200 rs. o eovado.
" Vende-se zuarte azul trancado, muto cn-
corpado o com 4 palmos e meio do largura ,
a mclhor fazenda para vestir escravo pe o
barato preco de 200 rs. o eovado; na lo] da
esquina da ra do Crespo, que volta para a
cadeia. .
Navos riscados monstros, de vara
de largura, a 320 rs. o eovado.
Na ra do Crespo, n, 5, vendem-se os no-
vos riscados monstros, muito finos o pa-
drOes nunca vindos a este mercado, pelo
barato preco do 320 rs. o eovado.
Vendem se presuntos inglozes para
fiambre ; latas com h'olachinhas de l.isba ;
ditas de araruU ; ditas de marmelada de
1, 2 o 4 libras ; ditas de sardinlias ; ditas de
hervilhas ; ditas de chocolate de l.isbOa ;
frascos de conservas ; ditos d'agoa de flor
de laranja; barris com azeitonas hranras de
Klvas ; garrafas com vinho moscatel de Sc-
luhal c da Madeira ; queijos de prato ,
frescaes: tudo novo e chegado ultima-
mente de l.isbi : na ra da Cruz, no
Recife, n. 4G.
Jos amantes da lotera do Rio-
de-Janeiro.
Sito chegadas as listas da sexta lotera do
tbeatro de S.-Pedro, e com ellas novo sor-
timento de bilhctes o cautelas da 50.* lote-
ra dii Sanla-Casa-da-Miscricordia cujas
listas veeni no primeiro vapor. A ellos an-
tes que se acabem. Na ra da Cadeia do Ite-
eife loja de fazendas n. 51, de Joflo da Cu-
nta MagalbSes onde existem as listas das
loteras passadas.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 20:000,000 de ris.
He chegada a lista da sexta lotera do
tboBtro de S.-Pedro, e com ella grande sor-
timento de bilhetes, meios, qnarlos, oita-
vos e vigsimos da 50. lotera da Santa-
Casa-da-Msericordia do Itio-de-Janeiro,
cuja listas devem chegar no primeiro va-
por : na ra da Cadeia, n. 56, loja do fer
ragens. de Antonio Joaquim Vidal.
Chitas de cares pxas, a 5,200, 00
a 14Or. o eovado.
Na loja n. 5, que faz esquina para a ra
do Collegio, vendem-se chitas de bons pa-
dresc edres fixas, a 5,200 a peca e 140 rs.
o eovado ; ricos corles de cassa da rainba
Victoria a 3,GC0rs. o corle ; lindas cassas
francezas, largas, pelo barato preco do 610
rs. a vara : esta fazenda se torna muito le-
comnicndsvel por ser de padres novos e
muilo filas; alcm deslas ha um com-
pleto sortimento de todas as qualidudcs de
fazendas, por preco muilo commodo.
desjuntantes de bom goso.
No armazem de moldados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. G6, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor viudo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de outras multas
qnalidades que se vendero mais barato do
que cm outra qualquer parle : bem como
cigarrilhos hespanhes, ditos de palha de
iiiilliu, que se estilo vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o ccnlo.
r.h barato.
Vendo-se muilo bom cha, pelo preco de
500 rs. a libra : na ruado Crespo, n. 23.
Vendem-se, na na do l.lvramento, n.
20, os superiores e mu frescaes queijos do
Cear, chegados no vapor S.-Salvador: tam-
dequalro patacas : na ra dolCresoo 1
da esquina que volta para a cadeia '
Vende-se um novilho turino leeiiin,
muito novo: na rija do Queimado, |0
ourivs, n. 31. Na mesma loja tamlJn!
vende urna escrava.
loja Umbem
Freguezia.
^ Vnho da Figueira de superior om
% idade, a 1,280 rs. a caada, e 1 n,r
rafa a 160 rs. sendo engarrafado
$t dando o freguez a garrafa vasia 'l
*V nho branco de Lisboa, a 1,60o |>j
-o caada e a garrafa a 200 rs. : no ni.
!Qi too do Terco, venda n, 7.
Aoamanheccr'do da terci-fn
ra 17 do correle, fugio, d
engenho Cniap, na freguezi
de Iguarass, Mximo,pardos
curo, vulgarmente, cabra, i
30 annos, grosso docorpo, barbido, olliS
pequeos, papudos o embranquirado8, coi
falla de denles pernas algn lauto linas
levou baila encarnada debrunliada de ui
solado, 2 camisas de algodilozinho, cha
peo de palha um cavallo caslanho, capada
com tomaduras de ambos os lados e cm
ferro; foi comprado no P.ccife ao Sr Rij
mundo Carlos l.eite como procurador d
bem se vende urna negnnba do H anuos; sr. Antonio l.uiz Alves Pequeo Junio!
-- Cnntina-se a vender boa n
a 400,500,640 e 1,000 rs.; farinha do
ranhilo a 100 rs.; cevada nova, a 80
letria, a 140 rs.; bolachinha inglazi a
rs.; caf em gro a 120 rs. ; dito roa
a 160 rs. ; passas, a 240 rs. ; cha hys,]
a 2,000 rs.; carnauba de t, 7 e 8 em lifc,,
a 320 rs.; feijSo novo a 320 rs. a ca
toucinho de Santos, a 200 rs.; arroz bru.
co, a 100 rs.; espermacete americana
francez a 880 ; queijos novof, a I.JOOn,
no pateo do Carino, venda por baixo do.
I nado novo ,11. 2.
JS'a ra do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
la id pininas inglczas da urna invencSomii
moderna que tem apparecido ; bandejit ,
as ; bolOes de Pedro II, da 1.*, 2.-et<
ditos amarellos para casaca; ditos ditat
de niassa para militares; ditos prctoi i,
seda para casaca ; ditos para vellidos da 1
nhora e enfeiles de roupas para nienirm
de madre-perola de diversos lmannos; i
los de libr brancos e amarellos.
Vendem-se sapaloes bran
do Aracoly a 1,000 e 1,200 r
o par : na ra da Cadeia do lite
fe, n. 9
Vende-se urna canoa abert
de 600 alvenarias grossas, ou tr
ca-se por materioes finos ou gros-
sos : na ra da Concordia, sobara
do novo n 5.
Vende-se panno de linho
do Porlo,
hasliiiile largo entie-lino e de superiM
qualidade;
palitos de flor para de^
ies| folha de Flandres
CliArcoal; ferro em ba
rao superior qualidade
e igual aw da Sueca a 9,000 rs. o quintil
no arni*ero de A. V, Silva Barroca, na r(
da Madre^blg^peos n. 26 defronle
igreja.
I
1
J
*;s--r*vos Futios
garca, ai ,600 ris ; dilos finos, id
2,Soo risjcassa-chita de cores li-
sas, a 3oo ris o eovado; riscado
cm cassa, o eovado a ano ris; lan-
zinhas para vsti'Los, calcas e roupa
de menino, a 320 ris o eovado ;
e.oatrassmuitsa fazendas por preco
btmlo : na ra do (.repo, loja de
Cunlia Guimaracs, n. l5
A 6/(0 rs. cada um.
Vendcm-se cobertores de algodSo, dos
mais encorpados que ha, o proprios para es-
eravos, a C40 is. cada um: na ra da Cadeia-
Velha, n. 33.
AGI-NCIA
da fuV4ijao Low-Moor,
RA D\ Slf Nastc estaL.'"cimento conti-
<*k
I
una preta j.i do idaile, que culende de co-
zinhn, pelo diminuto preco de 230,000 rs.
Vcndein-so, na praca do Corpo-Santo,
armazem n. 4, esleirs do Aracaty, em por-
Cilo de cen, por preco commodo,"
Na ma do Cabugd, loja do
Duarte, vendem-se
relopios feilos na America, do fabricas de
ne tal, a 16,000 rs. ; quadros de santos com
molduras douradas ; chapeos de pelle de
libre, sem pello ede castor, a 3,000rs.
Direito das mulheres
e injuslica dos homens, traduzido por urna
Braaileira : vende-so a 640 rs. na praca
da Independencia, livraria ns. C e 8
Vende-se urna preta de 18 annos, que
la*a cozinha pouco, c hesadia, por 300#
rs., isto por ser de pessoa que se lelira pa-
la o Itio-de-Juneiro com o seu batalhfio e
nflo podo fazer esla venda rom vagar : para
ver, na rua larga do Itozario, n. 35
I |;
%i_ Vende se farinha de mandioca de
H superior qualidade, muilo lina e al-
,| va em saecas por preco commodo,
7|j cen medida decuia a 200 rs. ; fari-
*-|i ulia de araruta, a 2(10 rs. a libra ; ear-
II ne com toucinho, a 80 rs. : no pateo
"j do Terco, venda 11. 7.
i
*'.....-;--v..... : ;.....-$
Veiidera-si) fruas parles de um sitio no
lugar, !.<> Monleiro defronle do sitio do
nmjor Carlos Martina de Almeda : na rua da
llaugueira, n. l.
JVa 111a do Cabugd, loja do
Duai te, vendem-se
tesuuras paraalfaiate e liarbeiro fabrica-
das em Guimarfles pelo mclhor outiieiro
daquelle lugar; ditas do l.isba para so-
uhora rom aros rol icos de ac lino.
A preco barato,
para so ultimar a venda dos siguiles l-
vros : Noites de Young ; Ceorgiana ; Es-
pectculo das bellas arles ; Fbulas de Eso-
po, Anoma ; e outras mais: na esquina do
arco de S.-Antonio, loja n. 1.
Vcndr-se um sitio na estrada dos Afile-
los o qual lica contiguo ao lado direito do
silio de Manoel Paulo Quintella : no pateo
da S -Cruz no sobrado da viuva Perelli,
no segundo andar.
Cortes de brim de puro
linho, a 1, -- Vendem-se corles de brim raneado
pardo de puro linho, pelo diminutojitso
que Ibe o remellen da villa do Crato ei
Carirys-Novos. lloga-so as autoridades pofl
liciaes, capities decampo e pessuas part
colares, que o spprehendam e levem-no
dito engenho a seu senhor, Luiz Antn
da Silva,ou nesta praca aos Srs. Jos P<
rejra da Cunha e Bailar & Olivera, nis run
da Cadeia e Cruz, que] gralilicarfio a
conductoros.
Fugio urna escrava de nacito Cacangt
de nomo Domingas, de edr fula baui
tem um signal de queimadura na cara e m
caroco no braco esquerdo ; levou yesl
branco, panno da Costa azul o saiatii
hem azul : quem a pegar leve-a a sen s
nhor, Jos Matliiasda Costa na rua dallo
da, 11. 35, que gratificar.
-- Fugio, no da 3 de junbo prximo pii
sado o prelo Diogo, de naf.lo Congo,'
40 minos, ebeio do corpo ; be bstanle m
cansado no andar; tem urna cicatriz q
principia da face at junto a orelha esquef
da e na direita tem una falla que prinr-
pa do meio do circo para cima ; levou o
misa e ceroulaa de algodlo da Ierra. Ilog"
se as autoridades policiaese pessoa t>'*,r""
eulares, que o appn bendam ej levem-no
rua larga do ItozariovpSinrr'rt n. 18, que
rilo ;:r. I ilii-mios generosamente.
Ccsappui.-^rciaui, do poder de sru e
nhor, AAonio Bernardo Freir, os v"*Ui
inUoCalilo, alio, cheio do coipo: Anur
baixo ; ambos do gento de Angola : ou*
os pegar leve-os rua da Senza!!-*"1'
n. 70, que sera rec impensado.
Fugio, no da 4 docorrente, um ra*
latinho de nuuie Eugenio, de 111*000***
vou camisa de lista encarnada por c""""
oulra branca caifas do ganga azul e auin
por cima de outras bonete de panno;
os cabellos bem crespos e grandes, ola
regulares, ventas arregacadas, pescogot"
toe algum tanto lorto, pese mitos ifrawi"*
estatura baixa. Uoga-se as autoridades I'
liciaesecapitaes de campo, que o apa
hendam e levem-no a casa Uo cirurgiW
guel Fclicio da Silva na rua das rmf
n. 1. I
Fugio, no da 3 do correte, a o
a Urde, urna preta croula, don
na de estatura ordinaria es sp.
hora da
me Mar-
cos olhos pequeos e vivos bem falla1
li'in ii'uina das nios o dedo niinimo
torio, e na cosa da pero direita urna
tiz proveniente de um signal grande q
su corlou ; levou vestido de cbit'
com babado e panno da Cosa com m
uies grandes; quem a pegar leve-
do Collegio, n. 2, que ser recomp8"8*^
PEN. : KA ITP. DE M. "i DE PABIA '-