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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
Anno XXV.
S -i 11 itl a-ib i ia 10
*AB,TIAS SOa COBREIOS.
Golanna e l'ar.ihiba,segundas esexias-fcirai.
nii.-firaude-do-Norle.qululas-ri-irasaomcio-
(1 i.
Csbo.Sctinhaera, Rlo-Fofiiiosp, Porto-Calvo
e Hacei, no 1., a 11 e 21 de cada me*.
Caranliuns c lionjio, a 8 e 23.
iioa-VIsta e Floros, a 13 e 28.
Victoria, quintas -feiras.
liiida, tudos os dias.
Ma* '
nanmun.
ruiKaDiLD*.--Clicia a ..llh.c 9 ni. da m.
Miog. a 13, s i h.c48 m.dam.
Nova a 19, as 6h.cAom.da t.
Crcsc.a26,il0h.lm.da L
PBBAJCAK Z HOJE.
Prlmelra s 1 hora e 18 minutos da manh.
Segunda s 1 hora e 42 miiiutos da tarde.
de JuIIio de 1849.
N. loi>.
racoos da suBsoatppAo.
Po r tres inezes (adiaatadot) 4/000
Por seis metes 8/000
Por um anno liylvOU
DIA da semana.
16 Seg. H."S. do Carino. Aud. do J. dos orphiio c do
ni. dal.v. i
17 Tere. S. Alelso. Aud. da chano., doJ.ua i. v.
do clv. e do dos feilos da faicnda.
18 QuarL S. Marlnha. Aud. do J. da v. do el*.
10 Quint. S. Jusla. Aud.do J.dos orpli. edoin.l.v
20 Seat. S. Jeronyino F.inilano. Aud. do J. da 1. v.
do clv; e do dos ("ellos da hzenda.
21 Sabbado. S. Prxedes. Aud. da Chae, e do J.
da 2. vara do crime.
22 Pon. S. Mara Magdalena.
CAMBIOS IM 14 X>X JLHO..
Sobre landres. M'/.M'.'.a d.p* 1/000 rs.
. Parla, 380.
. Lisboa, 115 por cenlo de premio
Ova.Cuicas hespanhotas........ fl'Srl
Mocdaa de Wil'O velbas.. IMWO a
. deM400novaa... Wa
de /Va.a.-rn.acde.brasile ros...... JPW a
pcaoscolnmnarlos....... J#uw
Ditos nieilcanas.;.-.----- 'I}?
a 60 das.
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18/500
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1/1)21)
DE PEBlMBlCtt
xatiiktiptB^^
P*pfE OfflCUU
GOVERNO DA PROVINCIA.
F.XPEDIF.NTF. DO DA l3 DEJULBO.
[Ollclo.--Ao ehefe de polica.Respondenclo
i nielo que V S. me dirigi com data de II
j rorrete, communlrando-lhe e|iie (lea ex-
rdida ordem i Ibesouiwria da fazenda provin-
al pira que pague a Jos Antonio Pestaa ou
fea procuradora rfnantla de 155/125 rs. jiip,
Rundo a relacao que vcio annexa ao niesnio
lilieio. rile denpendeu do 1.* de malo ao ulti-
Iiodc junho lindo Coin o sustento dos presos
la cadel do Llinoeiro, dos quacs he forne-
nldr. ,
Por esla nccasiiio ordeno a V. S. exija-com
Irccneta do delegado daquellc termo uina in-
Wiaco circiiuilffnciada acerca do estado do
rocesso fello a cada mu dos 25 presos nien-
ponadus na referida retaceo, e da sita culpa,
riu cuino do lempo da respectiva prisao ; e
lie, apenas receba esta informal n, a traga ao
|ipii conheclinento.Expedfo-sr a ordem de
ue Irala o primeiro paragrapho do offlcio
Lima ao inspector da ihcsouraha de faienda
Irnvlncial.
' Dito.Ao coronel Josi( Pedro Velloso da Sil-
rlra.- Constando de inicio do coinmandante
I'.iperiar da guarda nacional do municipio da
lidade da Victoria, datado de 10 do correte, e
Hu que V S. a elle dirigir com data de 20 de
giiii 1 iilregar-lhe o armamento e resto de muiilcfles
Be receir durante a exlincta rrvolia, alie-
balido haver sido demiltido do commando das
oreas cin operaciies lias comarcas do Bonito
i Victoria, c rrdmldo a simples ofTicial rtfur-
nail,', nao lhe cabendo por Isso dirigir ordena
\ i.fliriaes efl'ecllvos; resolv ordrnar-llie que,
[in obstante as snns allrgacors, traie.V. f'de
n 11-. cadar as armas dos oll'ii iaes ou, pracas
fliirin as leuha distribuido, e do qutes deve-
la 1er exigido recibo no acto da entrega ; e,
Runa vei recolhido o armamento, o entregue
ao coiniiiaudante superior cima referidlo, para
fser enviado para esta capilal : devcucjo V. S.
i,iii.iifi-iiir urna rrlacao daspessoas que re-J
cusaYein clrcga-lo, para mandar proceder"
contra ellas na forma da le.Nesle sentido of-
Ifuini-se' a"o reTeildo cominandade/superior.
t Dito.Ao Inspector da pagadoija militar,
ordenando mande pagar a Antonio Jos Coe-
lllio a quantia de C0/00O rs., porque foi frr la-
ida pelo inspeelor do arsenal de marlnha urna
parcacn denominada Lnt-dnDia para condusir
ao pono do Uio-Forinoso a bagagein do 8* ba-
alliao de Lacadores.Scieutilicou-sc o inspec-
ui' do mencionado arsenal.
'. Dito.Ao director do lycru, ordenando po-
lla a concurso a cadrira de grainm^tlca latina
l villa de Nn'zareth.
bilo.--ao jiiii municipal do termo de Nasa-
cih, pan que d conla presidencia do re-
lult.ido dos processos que se deviam instaurar
aquello Irrinn para coiiheclinenlo epunicao
los autores dos atirntailos ajile all llverain lu-
kar no da l7 e 20 de jimlio lindo contra uin
horln(;iiei agricultor o capitn da coinpanhia
V viluriiarios da referida villa.
Dito A Francisco Miguel de Siqueira.
I'oi-ine entregue o offiriii de 6 de jiinho ulti-
>io, em qtie Vine, ao passo que agradece ao
ih-ii antecessor o liav-lo nomeaihi major com-
Inaiiifantc do lereeiro rsquadrao de cavallaria
Ma guarda nacional desse municipio de Klurca,
|iedr-lhe<|iie o dispense de tal commlssao, as-
segurando ao mesmo teuipo /pie persiste nos
cus scnliiueiitos de amor ordem c a uio-
Inaiehla.
llespondendo ao citado ofliclo.tenlio a slgni--
licar-llie que nao lhe concedo a dispensa soll-
Fciada, e espero do seu patriotismo que man-.
[dequanlo antes solicitar seu titulo, alim de
[entrar ein exrrcicio daquelle posto.
Dita.AJoaquim Cavalcaute de Albuquer-
lique.Determinando oait. 110 da lei rrgula-
luentar das elelces que o presidente da junta
I deqnaliicacao seja sempie o individuo que
llioiiver convoeacln os fleitores e suppleutes
InataAforuiaiao da mesiiia jimia, e sendo cor-
lo, SI gundu coma do ollieio que Vine, me di-
I ligio lioulein, (|uc senirlhanle couvocaco fui
fi'Cguezla de Slarangiiapc pelo ler-
jilla de pai il ullimo qm-lriennio, o i i-
Idado Manoi'l de Soma T.cu, he elaro que a
lille periene a presidencia de (al junta na
lineiicliiada paroclila. Assliu respondo ao ci-
tado olUcio.
Portara.O presidente da provincia,usando
Ida aulorlsafo que Ihr confeieo decreto de II
|dc laueiro do correle anno, ha por bem con-
IciiIim amnitlia em noiue de S. M o Imperador
[no tcm nle-ajudaule reformado de primeira li-
Inlia Fernando1 Francisco de Aguiar Monlai-
Iroyu. pelo crime de rcbellio que leve lugar
Inesta provincia.
E pura sua salva-guarda scjhc passa a pre-
euli-, fin vil lude da qual nao podrr jumis
bcr procesa*do ou inquinado pelo dilo crime,
^Ignaes a Jus Luii da jilv Guiuanies, a An-
uihi r'rapcisco M.irlins c a Framisco Alus
Cavier "fodos moradores no Bio-I'uiinuso.
Hila. Noir.eaudo o reverendo Venancio
Henrii|iif> de Be/ende para presidente da nd-
'iiiiisrafo dv patriinmiio dos orpos em lu-
lr ilu Di. Jos lenlo da Cunha Figueiredo,
,.nr ler rale partido para as rtlagas alomar
la rrspetlira presidenciu Conimuni-
Icou-seao noiueado e ao uirinbros da referida
I adiiiinisli'aco.
Dita.Nomeaiido o juii municipal e de or-
phosdo Irinio de Iguaiass, Lourcnco'Hexcr-
ra Jarneiro da l uoha, para o lugar vago de
drkgado do uicsiio termo.Scieumicou-se o
chele de polica.
Dita.Uideiiamlo ao coinmandante do cor-
po de polica, que pouha em liberdade o rc-
irnii Jof1 Maic< lli'no que se ada recolhido
nv'ftvarli'l do corpo sb sru cniiuiandii : visto
^ter prorado i do recrulainenlo.
Dita.l)i .equeucn de re-
prcsentacai. I a ule superior da
guarda iniclp'o da VJLloiia, os
utiguinl esiua guarda :
,1-MATALIlO.
iMADO-amoa.
iPorta-baodclra- Otivcira I.lns.
|SccreurioManuel Alves da Silva Caldas.-
1.' Compannin,
lAlfores-Gregorio Soarcs Weirelles.
L 'l'hom Rndrlgues'da Cuuha.
2* Compofiifii.
renenteJos Fllippe de Almeida.
AlfcresManoel Bernardloo da Rocha.
3.a Compankia.
r.apitaoGervasio Eugealo Slmoes.
TeiientcJos Rodrigurs da Costa.
4.' 6'omriaria.ia.
TenenteFrancisco Joaquim <~abral.
Alferesloa ven tura Rodrigues de Almeida.
Manoel da Cruz Marlins.
5.a rompanu'a.
TenenteJobo Antonio de Hollanda Caval-
canle.
AlferesFrancisco Vaz Salgado.
tSQUiDKfo DKCAVALLSRIA.
I.' Compaa/iin.
CapilloAntonio Rufino Alves Crrela.
TenenteManoel Jos Pereira horges Jnior.
AlferesJos Joaqnim de Sanl'Anna.
2." Companu'a. <,n
CapilaoManoel Rodrigues da Silva Cmara.
lnlerou-se o respectivo coinmandante su-
perior. .'
1 i
rommaiiilo das armas.
^uarlMeneral do eommanito dai armas rm
Pernambuco. 16 d jalao d 1849
ORF.M DO DlA.
S. Exe. o Sr. tnarechtl decampo gradua-
do, cooirmi'lante das armas, manda publi-
car para conheci ir otilo da guarnirlo que,'
por despacho do F.xm Sr. presidenla da
provincia.de 10 do cnrrcdto mez, foram
concedidos dous mez^s de licen^a para tra-
tar de saa sade ao Sr. alferes do primeiro
halalhSo de caladores Joaquim Candido
Pesso8doSeixas, acontar de 2 do juntio
lindo data da inspecclo de sade quoao
mesmo so procodeu.
Oulro sini, o mesmo Exm. Sr. manda fa-
zer scientoterconpediJoa cidade por ho-
mengem ao Sr. major da quarta classe do
errreito Js CbtIos Tcixeira e publicar os
pareceres da junta do sade a que maii-
duu proceder ecu 10 do crlenle, nos Srs.
capillo do sexto batalhflo de cncadore*s Jo-
s de Almeida Pinto l'roonca e capelliio
do lereeiro hatalhao de artilliaria a- p Ma-
noel da Fonseca liorna!, e oKdena que o
primeiro dus ditos Srs. seja recoliiJo quau-
lo antes ao hospital.
a l'areetrts.
Capitfio Jos de Almeida Pinto l'roenca,
devo ser recolhido ao hospital para tra-
tar-so.
nCapelllo Manoel da Fonseca liorna], pre-
cisa 6 mezes de licenca para seu V a lamento *
Joi l'tdro Jciit.r.
Anidante de orden inierino.
EXTERIOR.
ASSEMIILEA NACIONAL HE FRANCA.
SFSSA0 de 22 un MAIO.
A qurstiio romana e a hngara.
(Cunlinuaclo don. l">i. >
Mr. Ledru-IMlin : Cidadilos, lie com
certa inxiedadc que sul'O.i esla tribuna. O
presidente do concellio disse : t He urna do-
claracflo de guerra quo fazeis ; he a guerra
que queris. Em verdade parece-mo que
elle n:'n) leu o manifest do imperador da
llussia lio a guerra, sim ; mas nilo somos
nos que a declaramos, declaram-nos, e o
que queremos lie defender-nos. ( Muito bem
ttqutrila )
Ijnviilais porvenlura que se nos declara a
guerra? Eu vou prova-lo. Escutai oque
dizo manifest : He certa mente muito do-
oroso que a Itusaia nilo possa conservar a
attiltide pa-siva que adoplou desde a ori-
gem da criso europea, lia j mais de um an-
uo que ella nilo tem mostrado nnlium tfe-
sejo, tiDo tcm manifestado nenhuma impa-
ciencii de se involver nB lula dis dous prin-
cipios da ordem mural e da anarchia, a
qual coiilina a revolver a sociedadena Eu-
ropa.
Emquanto a lempeMade social rugia
lonpe, a llussia permanecen calma e im.nio-
vel eoi presenca da agacodo mundo. El-
la vio rumpera guerra, cahircm as inslitui-
r^es, e mudsr-sea frni dos govemos, sem
sabir da neutralidadeque a si mesma liavia
imposto. A hora, porm, em quo Iho seria
necessario obrar, nilo tinha escapado* pre-
videncia doguvorno imporial, e se elle, n
seu'pezar, abandona a po'iiica expectante
que al o presente tinha seguido, netn jor
isso permaliecu menos fiel ao espirito de
SUasdeclaracOes anteriores.
Com elTeiio, rnnuncian'ilo em um ma-
nifest de* 14 do maio ultimo, que cscrupu-
losamenie se ab-teria de toda a inlervemo
nosnegecios pariicularesdosoutios paizes,
e que, deisando a roda nnc;fioa liberdade de
modificar, segundo as suas proprias ideias,
sua constituidlo interior, nem por isso dei-
xou de reservar para si loda'a iiiierdade de
acallo, se porvenlura arontecease que as re-
volucOes dos estados estrangeiros pozessem
em-perigo a sua propria seguranea, ou a-
meacassem destruir, em prejui/oda Ru^sia,
o equilibrio territorial estabelecido pilos
lisiados. >
Pergunlo agora a lodos os bomensde
bou f: rtilfl be isso una declaraco de
gera P ( Muthnenloi ditirsoi. )
Cidailfios, para a Rtiia ha duas qucslOes
fomente, a da ordem, tst he, a b; pressao,
es da liberdade que o njuerador Chama
anaicbia.
(Juandose tivet arrancados espada para
csniagar a democracia aiiemJjpte a liberda-
de italiana, ucredilais porvenlura quo nilo
llavera perigo para a l'Vai.ca ? Totnai ler o
manifestlo Urunswick, de25dejulho de
1792, Icmbrar-yos dos tratados de 1815, e
pela historia do passado, sabereis o que nos
ameaca. Sim, e a guerra que se decais
repblica fiaiicezu ( Muito b querda '.)
Um adversario eterno fez-nos um desa-
fio insolento : vs.nSo podis responder a
seu manifest scno por um manifest o-
nergicn ; nS podis deixar, em nonie de
nossa dignilade vo-lo digo, nilo podis dei-
xar de repellir o insulto que se vos faz (No-
va approvacaS & etquirda.)
alas, dizeis vos, a assembla est s expi-
rar : pois bem .' Eu vo-lo pergunto : Julgais
que em urna tal siluncilo, tres semanas per-
didas nfloequivalem a um mundo?! Ilovi-
mentot diversoi. ) Porvenlura a assembla le-
gislativa nSo vai perder um tem po precio-
so em consluilr- se ? I'oderia acaso faz;l
em menos de onze das? Eonze dias, vis-
ta dos acontecimentos que se v3o realzan-
do, nilo teom signlicaQao para vs?-( Da
esquerda! Muito bem!) Em urna situacilo se-
melhante, um povo nao tem a liberdade do
riscar o seu passado, elle nSo pode des-
nenlir-sii a si mesmo, sb pena doalesbon-
rar-so He necessario que a assembla de-
lare que a Franca estar depem face do
despula da llussia. Eu no comprebendo as
vossas ohjeecOes, ellas baquciam por si
mesmas dianle dos termos do manifest.
Oquenelle se chama principio anarchico
he a repblica, ntlo hepossivel oulra inter-
pretacuo, e, nilo obstante islo, dizeis ainda
que convm deliberar ; nilo, cu digo qne
convm obrar. ( Fita approvaco a nqueida.)
Cidadilos, ou obrareis, ou aeris a ultima
assembla do mundo, o mais covardo go-
verno que nunca existi. ('Murmurio. ) A-
creditai-me, adiando urna deeisuo qual-
quor, iiflT rctnovereU o perigo, o assu-
niireisumaresponsahilidadetcrrivel.Quan-
do, a 25 de julhode1792, appareceu o ma-
nifest de Uriiuswitk edo rei da Prussia,
denunciaram-no lambem assembla, pro-
pozeram-lhe a queslilode saberse convjnba
responder por um contra-manifest. A par
te realista da assembla recusou-se a islo.
I.ogo no dia seguinto amolinou-se o paiz,
e no oulro agitava-se a quesl.lo da queda do
primeiro niagistiado.....( Longa interrup
?<'o. ) .
Vose da esquerda :Muito bem muito
bem Fa?e quo se calem os intci ruptores
Sr. presidente. Fallai I fallai"!
Mr. Ledru-Ilollin :Vos nSo podis su (To-
car o brado da historia com vossos clamo-
res: Eu o repito, quando appareceu o ma-
nifest do 25 do jullio, pedio-so tambem
urna assembla que Iho respondesse com
outro manifest, a pinto relista recusou-
se isto, o paiz agilou-sc, e quinzo das
depois, a 10 de 8gosto, a vontade-do povo
eslava executada. Cidadilos, boje podis
conjurar a dograca Se queris sulTocar
una guerra interior, respondei enrgica
o prumptamenle a esle desafio. {Muito bem\
a esquerda.)
*r. dilon farrol, ( presidente do conce-
Iho ) :~A assembla v quo a quesillo so es-
clarece proporciio que contina o dbale.
Ilesta sorte, nfio he mais do sentimentodo
verdadeiro amor do paiz, quo ella lleva ti-
rar a sua detcrminacHo; eila deva aceitar
a ordem do da que so Iho propc, (leve
aceitar a guerra cono um expediente, e
, para escapar nao sei que pressilo... (Ilui-
dota interrupcaO a esquerda.)
Cracas a Dos em Franca o poder, quaes-
quer que sejam as mAos om queseaclie,
conservar sempre sua liberdade de achilo ;
nunca obedecer violencia senlo ao sen-
timento reflectido do interesse do paiz.
(Muito bem ri direita.) O honrado eidadltu
I.cdru-ltollin cita mal a historia, o tolla
lira conclusOes que nfio leem applicaciio
situacilo. Elle cilou-vos o manifest do
duque de Brunswick, o mosirou-vos nesla
oecasifio a guerra declarada pela*exp!osfio
do senlimentp popular o mais ardente. (li\-
tcrrupcuB eiquerila.)
Ir. Udru Holln :Eu nfio disso nada
disto, (Sim\ tlm!--,\! nao!) Eu disse que a
'i do julho de 1792 tinha apparecidno ma-
nifcslo do duque de Brunswick e o do rei da
Prussia, que no dia seguinto propoz-se a
urna oulra assembla quo Ihes rospondes-
se por um manifest enrgico, o que nfio
foi aprovado, e quo no dia immediato tra-
tou-so da queda do primciio magistrado,
0 qoinze dias depois o povo por si -mesmo
ia execular a sua vontade as Tuillerias.
(Movimenloi diversos.)
Mr. Odilun Hanoi:Eu persisto em dizor
que'o honrado cidadfio I.cdru-ltollin en-
gana-se fol.ro a historia, e m applicaQfio
que dola concern fazer na giluafo. He
por ceito o-mi o eslan ha a scmelhanca
qui elle pretende estabekcer. J nin-
guem se Kmbrade que o manifest do du-
que do Brunswisck era precedido pelos ex-
ercitos prussianos que maiclmvam sobre a
Franca ? Estaremos boje no mesmo caso
i-.ii nao quero sem (fuTlda attenuara alcance
poltico do manifest do imperador da llus-
sia ; mas ao inesuio lempo devo lembrar
assembla que este soberano acaba de re-
onheciT a repblica franceza. (Movimen-
los dimrioi.) Eu nfio lembrei este Tacto se-
nilo para repeilUosimileque Mr. l.edru-
Holliii quer sem rasio estabelecer entro si-
tua<0e que so no assemelbam. Nao que-
ro inspiiir a meupaz urna falsa segunda-
de; nfio quero apartar as suns vios dos
acoiiteciiiiCiitos i|ue'rcbenlau> na Europa;
picm no quero tambem piparar urna
poltica que iifip serei encarregado do
exteutnr cque alm disso julgo fatal sos
verdaiieiros iiitcrcsses da Fmnc.*. Em ver-
dadu nfio coiiurehendo esta poltica que
(jucr a gutria o os enormes sacrificios que
ella traz comsi'go, c quo cometa por esUs
appeos agilaefio da praga publica, os
i quacs esgului ludos os u-curaua iu paizi
' (Muito bem! muitbtml) A guerra Queris a
guerra Vede b'ein, que nfio he so a huma-
1 nidade, que lie tambem a liberda4, quo so
empenha na guerra; assim devo prestar
homenagem vossa prudencia e a vossa sa-
bedoria no Ha seguinle da revolucfio de fe-
vereiro. Vos vns encerraste na paz, o (l-
zestes bem, sentalos que a liberdade estav
empenhada na qurstflo da guerra. (Nadh
fila.Muito 6em! muito bem'.-llumore aei-
querda. )
Seguramente nfio npprovareis mais boje
esta pnlilica de duas faces, que impello para
a guerra ao mesmo tempo quo estanca to-
dos os recursos pblicos, e procura a cruel
satisfaefin do agitar o paiz. ( Muito bem )
Aquellos qne pensam sobro as consequen-
cias da polilica que aconselham, assim
como sobro as pessoss que a hilo do p-
plicar, nfio compromettem assim a pnlitira
de seu paiz f (ltuldota interrupro fsquer-
dn!-Viva approraco direita.) Nfio per-
muta Dnosqueeu tenha em nouca mon-
ta o poder desta assembla. ( Humores es-
querda. )
lima vos :Sim He singular Isto I ( Ri-
sadas .)
M. Odilon Barrol:Eu a conslituo juiza
de si mesma, e nflodeterminarei a sen po-
der mais limites do que aqueles quo frem
postos poressa lealdade, por esse_patrio-
tismo, por esso sentlmpnlo de delicadez,
que nunca ahandonnm urna grande assem-
bla. A politic, qne vos aconselham, h
un manifest do guerra ; mas ah / quem
vota pela guerra nfio podo deixar de carre-
gar com urna gravo responsabilidade. A
assembla constitninlo he sem duvlda a
mais certa expressfo da soberana nacio-
nal, mas nem p^ isso poderia suhtrahr-so
esta responsabilid-ule. Sabis sol) que
responsibilidndo tendes, al o presente,
comprido a vossa obra, exorcideups vossos
poderes? Vosestavois diante ilewi juiz su-
premo, cujoolhar pairava sobro frossos vo-
tos. Esto juiz he o paiz, lie o poVo que vos
nomeou ; o, agora qua o povo acaba do pro-
nunciar o seu juizo, vos pela maur parte j
nfio queris sujeiar-vos responsabilida-
de que vos linheis submetlido. ( Ruidosa
Merruprao a esquerda. ) J41 nfio vos achals
debnixo desla inspeceflo suprema do paiz,
j nfio lendesquo coiisultarjiara saber so
vossa conducta est em luirmaiia com o vo-
to do paiz. o seo povo vcVipprova. (nter-
ruprSo prolongada esquerda.)
\lgumat v'ozes :A' ordem A' ordem !
M. Odilon /iorro-.-lle; pois, n'uma situa-
cilo destasque proticareis um acto, o qual
podo comprometter no mais alto grao os
deslinos e o futuro do paiz? ( Muito bem !
Muito bem'.) Um aclo que lhe imporia a ne-
ressidadoda guerra T Nfio; isto nfio he pos-
sivel. Esliiis porvenlura inlmamenle con-
venedos de quo ludo quanto (zurdes nao
comprometiera nein o futuro nem a polilica
do paiz ? { Nova cxploso Ue gritos na es-
querda.)
Urna voz: Islo he insultar a assem-
bla.
II. Odilon Ilarrol :Por esta rasio be que
voseu peco a ordem do dia pura e simples.
A discussiio que acaba dolor lugar atiesta
que a solicitude da assembla esta desper-
tada. Eu vos repito com toda n sinc-i da-
do de niinba conviccfio, vos nfio podis dar
um passo adiante. { Na direita : Muito han!
Muito bem \-Mjitaiie na esquerda.)
M.Sarranse M. Crmieux se dirigem ao
mesmo tempo para a tribuna.
O Sr. l'retidcnte :M. Sarrans tem a pa-
lavra.
Da esquerda: Nilo / Nfio .' M. Cr-
mieux /
Dadirlta:Fallai! Fallai! Sarrans I
M. Sanan cede a palavra a M. Crmi-
eux
M. Crmieux: Cidadilos representantes,
se a situaefio fosse a mesma que era ha 15
dias, cu comprehenderia que se nfio qui-
zesso compromeiter a repblica franceza
no meio das incertezas e das complicacOes
da Europa ; poim, em presenca do mani-
fest, "fio concebo que hesitemos em de-
clarar que estamos promptos a defender as
nstituices republicanas quesfio as nossas
nslituices. (Movimenlos diverso)
M. I.edru-Rollin cilou-vos os propros ter-
mos do manifest, o nfio he possivel que
ifio lhe tendis coro, ri-benddo o alcance
ermiti que vos falle franca monte. {Miada
numerosas.)
Que diz o manifest ? Ha na Europa, nos
estamos na Europa. (Hilaridad prolongada.)
Ha na Europa dous partidos, o partido da
ordem o o partido, da anarchia. O partido
da ordem he ludo o que be anli-republica-
10 ; o partido da anarchia he o partido re-
uublicano.
Urna voz : VMMullais a repblica I
U. Crmieux: rala he a lingoagem do
mpsrsdor ds Rusaia
Um Siembro: Files nfio vos comprehen-
dem ; por esta rasfio be que dizem que in-
sultis a repblica. (Muito bem l--Conti-
nuar '.)
O Sr. Pretident : A discussSo vai dege-
nerando muito om dialogo.
M. Crcmitux: O imperador da Rnssia
iinnncia que quer sub-.liluir a ordem a
.narchia, islo be, as monarchias as repbli-
cas. Ua poivenlura aqu quem quena qut<
monarchia seja substituida repblica?
\Movimentoi diverso '.) Bom lio que esta as-
sembla, no momento de expirar, j que lhe
fallara tanto na morte, exprima os senti-
maiitos de que se acha aoimada. Q Sr. pre-
sidente do concelho disse-nos que o mani-
fest do imperador da llussia nenhuma se-
melhani;a tinha com o manifest de Brun-
swick; isto he verdado.o duque de Bi uswick
lueri aTialer a repblica. (Hisadas.)
Muito vqzei: Ella anda nfio exista.
I/. Crmieux : Elle fallava de abater os
facciosos, ^ue eram o partido republicano
mi mi Ano
)S,j|ue
desse tompo. O imperador da Rossia, pelo
contrario, reconhece a repblica rranceza.
File, qno por 15 mezes recusa tratar com a
repblica, no momento em qo com a sua
mito ifi'eita assigna este manifest contra a
anarchia, com a esquerda a sada (Hita-
rldade prolongada.) E ao mesmo tempo ar-
ma durontos, irsenlos mil homens, een-
tende- ra mellior sulTocar a liberdade na Europa.
Quaes Jfio hojo as fdreas do principio re-
publicano f As populacos romanas e as das
margens do Rhono, que actnalmente se
,acham entregues tfio viva emoeno^
Urna voz: Ido para l- (Murmurio na ei-
querda. Dos beos da lireila, diversas in-
terpellacOes silo dirigidas ao orador. M.
Marat pronuncia slfumas palavns no meio
do riidlo-J
Da esquerda : Primeiro pleito de I'aris,
elles Tnandaram uzilur vosso pai. ( Agi-
lacio. )
M. Marat: Alguem me dirige a pa-
lavra ? '
M. Crmieux pronuncia no meio ds1 sgi-
taciloalgumas palavras quo nfio se pdem
ouvirje.tomando a entrardppols na discus-
siio, mostra como a Russia soallia com a
Austria e a Prussia para sulTocar o princi-
pio domooratico. Em presenca desles Tactos,
a assembla nacional nfio pede permanecer
muda. Eis a rasfio, contina o orador, por
que eu apoio a ordem do dia.
fa direita : Qual dolas ?
M. Cimleux parece hesitar, friso geral )
mas prosegue quasi inmediatamente :
Voto por aquella que fr a mais alta o a
mais firme expressfio da vontade da assem-
Numernta vozet: Qual ? qual?
O Sr Pretident: Vou consulta- a as-
sembla (Senicm-a-e siim-e! JTendo pno-
ridade a ordom do dir pura e simples, vou
ro-la a votos. Vintn membros poiiram o
escrutinio do divisfio; vai-so proceder a
l!m rorloiro colloca na tribuna as urnas
dos votos. ,
Da esquerda : Nfio! nfio Nfio se pede o
voto na tribuna.
Da direita : Sim sim .
O Sr. Presidente : Nfio se pedio o voto
ha tribuna. Leva i as urnas:
Da direila : Nfio l nfio na tribuna '.
Comeen n voto na tribuna. Ao cabo de al-
guns instantes, ninguem mais so aprsenla
para volar.
y. Ciernen! Thoma : Peco a palavra.
Numerosas vozes: Nfio se pode Tallar no
meio de um escrutinio.
M Client I humas Pareseme quo o
syslema pralicado por alguns dos nossos
collegas, um dessos dios passados, so acha
ainda hojo em vigor nesta grave cireums-
tancia. ( Interrupco. ) Faltam ainda quaren-
ti votantes para a validado do escrutinio.
Eu nfio insisto sobre esla conducta, o paiz a
julgar ; porm lamento que aquellos -f|ue
hilo de fazer paitada assembla legislativa
oslejiim preparando pura si mesms dilllcul-
dades immensas, mbaracos inostrlncaveis!
I Mullo bem < esquerda.) Em lodos os
casos, a assembla nacional nfio pode per-
manecer silonciosa em presenca do desalo
que so l ha dirige; he necessario que ella
responda por um acto digno da asserbla
que fundn a repblica franceza. Nfio que-
ro urna ordem do dia quo obrigue a poltica
do ministerio, o a qual nfio podenamos fa-
zer execular, pois temos que retirar-nos;
mas como.WalentHmos a repblica, a ropu-
blira que, apezardos exforcos deseus ini-
migos, ha de fazor a volt do mundo, ( mai-
lo bem esquerda ) proponho que as diffe-
renles sceles dosla assembla nomeiem
amanilla Hia commissflo |ra o tlm de pre-
parar urna deelaroefio enrgica, a qual ser
assignada por cada um de nos. ( Muslo bem t
esquerda. l.onga inlerrupoAo. i
Urna eos:--Nilo so improvisara propos-
las assim !
,U. Clment Thomas : -- Renovarei aina-
nhfia a minha proposla.
M. fegoutce sobe tribuna, e no meio do
II m lum lio inexpriraivel exprime-se com
grande vehomencip. Apenas percobfimos
quo ello reclamava da assembla urna cen-
sura positiva contra aquellos que se sub-
inihi&em deelaraefio.
i. Omconx -. Seo voto nfio est com-
pleto, convm que aassembln se declara
em sessilo permanente (Si m '.)
.1/. Uoudehaux sobe tribuna. Iluitos
membros lomam parte no eacrutiiuo, e nfio
Iho permitlem fallar. ..,.,',
Da eiquerda : Fallai fallai.
Da direita : Deixai votar.
M Go'idchaux : Cidadilos represntan-
os ss salseessg'tam-se, eagitam-se mes-
no uestes corredores. (U oraaor apona pa-
ra o exterior da tala -Agitardo.)
Da esqfd" Muil bea>' mu,l,,em !
lio M.TIrWaV
M. Goudelutux : -- Aquelles que tras os
bastidores dirigem ha alguns mezes os ne-
ocios do paiz, aoham-se presentemente
iestos corredores, envidando lodos os seus
sforcos para empecer os vossos ltimos
traba Ihos. (*"'> 6m fuitobem})
CidadSos, a assembla tem umdeverquo
preencher. (Sim '. sim '.) Eu requciroque,
seo escrutinio nfio reunir denlio um tem-
po (liado o numero legal e necessario de
votantes, seja, nfio obstante isto, fechado,
o que a assembla ae declare em sessfio per-
manente. ......
Da esquerda : Sim sim Viva a re-
pblica !
M. Aniony Thourit sobe a tribuna.
Grito numerosos : Votos votos i
M. dnlony Thourit faz inuteis sforcos
paiaobter a palavra. O Sr. prosidenle, M.


Perre e M. l.ausserlct,socretarios,n interpel-
lam vivmcnte, e nflo querem consentir que
ello Tille.
M. Anlony Thcuri: Vos nflo sabis o
que quero dzer.
O.Sr. Presidente : Proponlio que se de-
clare que o escrutinio ser fechado s 7
horas. (J sao 6 horas e .15 minutos ) 3o el-
le nflo rr completo, ser annu'nado, e a
ssse-mblri se declarar em seasflo perma
nen te.
Este proposta he posta a rotos. O maior
numoro dos inembros presentes se levantar
para apprQV8-la, gritando : Viva a rep-
blica !
Dous ou tres membros somonte se levan-
to m contr.i a proposta.
A propoata he adoptada.
('ritos ti esquerda: Viva a repblica !
Urna vos : Sejam declarados fra da
lei aquelles que nflo querem reconheccro
direilo da assemhla constituinte I
Reina viva agitacio na assemhla.
OSr. Presidente: O escrutinio conti-
nua : rogo assemhla que guarde silencio,
eque permanece na mais completa calma.
(5/m / iw !)
Mu i tos membros que nflo tinham assis-
tido o cometo da sessflo, entram e votam.
Alguns dos que at entilo tinham recusado
faz-lo, lomam parte no escrutinio.
Da esquerda : Ah iili !
Algumas mses : Silencio !
Vma voz : Os Cosacos temem (Mur-
murios.)
O Sr. Presidente : -- Nflo ha nestas mani-
feslacucs nem decencia, nem dignidado.
[Mui lo bem mu lo bem !)
A's 7 horas precisas o escrutinio he fe-
chado e examinado; eis-aqui O seu resul-
tado :
Numero de votantes
Maioria \
Pela ordem do dia pura e simples
Contra
A assembla nflo adopta a ordem do da
pura e smiles.
O Sr. Presidente : -- A assembla j co-
nhece duaa redarlo de ordem do dia mo-
tivada. M. Bastido acaba de aprsenlar
urna terreira, concebida nestes termos :
A assemhla nacional, considerando
amcagados pelos niovjmentos de tropas que
teem lugar neste momento na Europa, nflo
smente o principio da independencia das
naedes, senlo tambem a propria seguran-
es da repblica franceza, convida o gover-
iio a tomar as medidas necessarias para de-
fender os principios e proteger a indepen-
dencia da repblica.
U. Raudal requer que todas as redaecdos
sejam remellidas as secrete*.
Estas diversas propostas serflo impressi
distribuidas, e submettidas i considoraeflo
da assembla naseguintesessflo. A assem-
bla se separa nu meiu de gritos de : Viva a
i mi IiIc r
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53
459
poltica, assim como por que traeos salien-
tes si; desenha a physionomia da assembla
nacional ana plhos persplcazes, e que a pa-
xflo nfl lem deslumhrado.
Nflo he preciso, creio, referir aqui todas
as particularidades de noasos trabalhos : a1
quo sepassou em ditas das pbase.s do nossa
existencia, o couieco e o din, bastara para
Ihes determinar o carcter. A assembla
nacional leve o singular destino de excitar
as desconiancas o injusticias dos partidos
extremos, assim em suag primeiras, como
emsuas ultimas sessOes.
Lamentada hoje talvez por aquelles que
a atacaram etn seu principio, ella he cada
dia atacada por aquellos mesmos que a in-
vooaram com mais ardor e esperance. Esla
he a historia de todos os poderes modera-
dores ; e, uracos vossa sabedoria, recusas-
tos o apoto de vossa maioria a todas as vio-
lencias : vos sabieis que a reaceflo e a uto-
pia geram urna a- nutra, e em vossa patriti-
ca solicitud conservastes-vos a igual dis-
tancia de ambas, realisando assim porvos-
sosactos o que muitos p'gam, mas que
mui puncos sabein praticar.
O que sinceramente esempre quizes-
tes he a repblica .' Fundada pela accla-
maeflo popular, ella rerebeu de vos a snc-
eflo do direilo ; e quem lanzar os ollios so-
bre vossos trabalhos, reconhecer que niio
leixastes npnhuma duvida sobre a manei-
ra pela qual a comprehendieis. Adverti-
dos porsignaes evidente de que as'socie-
dades silo chegadas darle de urna trans-
formadlo necessaria, concehestes o poder
poltico como o instrumento activo do aper-
feicoamento actual.
Es#ja-nie permittido d7-ln, senos,
os rdanles o constantes promotores da re-I
'
a
ehado seu corando, neo embotado sus es-iem seu proprio paiz. Os Napolitanos deixa-
pada.
Vossos vo'os antigos e recentes- prow-
rflo quo quizestes dar esta dlreccflo apol-
tica exterior do nusso paiz.
A repblica em seu herco nflo quz ser
nflo a paz ; ms esta paz tinba por condieflo
os direitns dos pnvos ; ella continha a sal-
vaguarda de sua naciunalidade. Grabas a
urna attitude calma c firme, as nacfles se
teem reconhecirlo, o sobre todos os pontos
da circumferencia o sopro do espirito novo
tein despertado a liberdado e lem disper-
.-ailo o que anda restava ilsses tratados de
1815, ha tanto lempo rasgados.
Tudose commoveu, tuioseagita, ludo
treme a esla hora na Europa. Entretanto
que a Italia e a Ailemanha, pelos mais no-
bres esforcos, procuran) conquistar sua in-
dependencia, das profundidades quasi dea-
conhecidas do nosao oriente sali urna raga
valeote que marcha rom oorgulho das ve-
Ihas nacOos e o ardor das novas, organsa
em pouco trmpo um exercito de 100.000
homens, o soberbamente vem tomar o seu
lugar entre as familias nacionaes, escreven-
do seu direilo sobre o bolletimdesuas vic
lorias.
Eis-aqui, cidados representantes, em
que estado de portnrliai.no poral deixamos
o mundo. No exterior, principios inimigos
quenflose amcacam smente, mas queja
pelejum; no interior, dous partidos hosls
que se calumnian) mutuamente, como a-
contece na vespera das-grandes lulas-
A estes, pelo menos, legis urna cousa
melhor anda do que o vosso exemplo, le-
gis urna constituirlo que deve para o fu-
turo servir de regra ede broquel a todos os
po lores, bom como a todos os direitos. Fe-
publica, nflo tivessemos Irabalbado senflolcoeni vosso nomo osmnis ardentes votos,
emuina obra pessoal, em uin deslocamen-
republica
(Continuar-se-ha 1
aiciri, 1S DI JULHO DE 1849
Pelo vspor Sa*-Salvador, chegado hoje
dos portos do norte, recebemos jornaes pa-
rflhenses, maranhenses e cearenses : os pri-
moiros at 30 do passado; os segundos
al 3 do correnle, e os terceiros at 7.
Par continuava a gozar de tranquilli-
dade.
O presidente dessa provincia expedir
circular a todas as influencias eleiloraes
dabi, declaranrlo-lhes que, sobre nflo se
apresentar candidato na eleic,flo que se
vai proceder para depulados assembla
peral legislativa, nflo hostilisar nem pro-
teger a candidatura de ninguem.
A imprensa paraense dera a luz mais um
peridico que, sb o titulo de Contempor-
neo, ostenta-sa esforcado governisla.
Ilaranhflo ficra em paz; sendo que, mes-
mo em Pastos-Bous, eslava tilo restableci-
da a confianca publica, que o respectivo
delegado requisilra ao presidente do Piau-
by mandasse dispersar a frr;a que, por
preveneflo, fizera estacionar em Jurumcnha.
Tinham sido pronunciados os compro-
rocltidos nos acontecmentos que houve-
ram lugar em Cara'bal no mez de marco
prximo passado; maaandavam foragidos,
e por isso ainda nilo se acbavatn presos,mao
grado as diligencias da polica.
Cear conservava-se em socego.
Aumdesso mez encelara a assembla le-
gislativa desta provincia os trabalhos da
sua sessflo ordinaria do crreme atino
0 Sr. Silvestre Antonio de Oliveira Mello
de p*Sd?Aihoe,eg,do de p0,,ci, d0 ler,"
zeJ^-ft v0islV,lile"nl'' Jornaes franre-
nropti,me'Cnlrr*UU-m-lee'"
no,d?m"rf.T qVe nells dP"nios
tino deixam de ler alguma importancia
bem como verflo os leilores STmBI
que deltas passamos a fazer. e:"r"o
Franca. t
A assemhla nacional barra posto fim aos
seua trabalhos, e, separando-se, votara uns-
nimemente agradecinrenlos guarda nuciu-
nal e ao exercilo pelo apoio enrgico e de-
dicarlo quecoiislanlemenlo prestaram a lu-
das as medidas por ella decretarlas, assim
para a manutenerlo da ordem e liberdade
como para a salvaffio da repblica.
Na aessfio do encerramenlo Mr Marrast.
aeu Presidente, proK.ncio o segu me uisl
curso, o qual, diz o Journal do Havre, per-
manecer como urna exposieflo consciencio-
sa, firme e modesta, nflo smente dos tra-
balhos desta grande assembla, seuo lam-
me1i(de1.T8-!Uli'0< vs,m ao conhecT-
tnenlod.nagflo, como aoa elogios da h.s-
ro sentimeoto no momento de despedidme
ofun*doerVT "|.rimir-vosPdcqu"o
d., m o rec"n,,ecine''loseacba penetra-
do meu corado por urna benevolencia iiu
rnr^Ton1;0- mm- ^ "
f. "VJ ,,onr* que a assembla nacio-
nal meez, pe(,-lhe queira permitlir-me
i1.BOulfin1Br",,,e t8 """eobsejuio o
m..I ? r*' *0n'10 "retendo-a de i
a eau.6^"8 ,rib'"' rfeeua direUo
a estima de seua couciuadaos. Seria i.or
ceno indigno de vos que eu este adSi
inu'll Zr ^^T" m" ^o
intil nioilrar rpidamente qual lora vossa
i
Ninguem arrisca a paz de sua patria,
nem mesmo sua prosperidade passageira
neste jogo niiieravelda personalidade. Se
osull'ragio universal devesse reconduzir a
Franca ao ponto em que a achou, ese, em
compensaeflo de suas agita^Oas, nflo nos
deves.se dar senflo una sociedade petrifi-
cada, urna ordem precaria, iniquidades per-
manentes, sorn progresso, sern melhora-
menlos geraes, sern concordia no interior,
sem grandeza no exterior, fperde-me Ues
i'-ta palavra impa) maior valor teria para
um povo o embrutecmenlo do despotismo.
Tal nflo he a sor te que* assembla na-
cional preparou para as geraefles. Alm
das propostas que nao podr-rirmser appro-
vadas, actriYcis enlre osseus trabalhos um
ii'iuiero coitideravel re decretos e leis que
attestam que constantemente se oceupava
dos interesses, nccessiilades e solTrimen-
tosdaporijao mais deslicrdada. Sel quo o
bem pouco sensivel, e a dr que se prolon -
ga porque he profunda, aecusa sempre a
leotidflo do lempo; mas nflo ha, entretan-
to, relrmas s/s, extensas e duraveis
senflo por mem/Ho renovedes moderadas c
progrussitas. a/Convcm entrar e marchar
resolutamente nelra vereda ; convm tam-
bem nada precipitar, sb pena de correr o
risco de ludo comprometer, de ludo lancar
no ahysmo.
Quando as necessidades do Ihesouro
esgotado vos obrigaram a econornisar lo-
dos os recursos, vos adiastes nao smentr-
a reforma dos crrelos, senflo tambem a
do imposto do sal e a das conlribui^fles in-
directos ; porm, apenas podestes dar ex-
pansflo a vossos sentimenlos, assim como
as vo.-sas conviccOcs, um hesitastes cni di-
minuir, ou eru acabar com as laxas que lan-
o prsavam sobre a vida do pobre. Ao passo
que vos mnsii iivi-is suverus para com os or-
denados dos em pregados cujo numero he
anda demasiada mente graliJe, aprr-ssa-
yris-vos em recompensar os servicos dos
instituidores primarios, e daveis provas Je
vosso respeito vellnce dos serventuarios,
al entilo desalU-ndida.
Nunca una vuzse levanta neste recinto
em favor da nnseria, que nflo acbasse o co-
i ar.no Ja maioria prouiplo a respon-ler-llie
Os problemas 13o dilliceis, a quedflo lugar
asqueslOesda iuduslna, traballio ecreJi-
lo, lraui encarados debaixo de todas as
suas fases, nflo poique lvessois que pioJu-
zir una destas solui;Oi-s absolutas, gerac.<
cuja prelentflo he luuo acabar em um da
mas porque pelo menos quizestes provar
que nflo passveis com o riso da iudifTcreii-
Ca diaute destas queslOes terriveis, e que
sentieis que devemser o ubjectodoestu,io
o mais nenio u das discussdes as mais pro-
funJas.
Pde-se lamentar cortamente que nflo
lenha sabido desles dbiles urna dessas
conceptea vastas e seguras, destinadas a
realisnr os beuelicios que o povo espera
Sabio pelo menos um ensino para o proprio
povo: e lie que as tbeorias as mais sober-
bas, quando sfio submeitidas ao fro exame,
e approximaas da applicr.rjaoj.aclia-se qur
enterran* mais decepges do que a arrogan-
cia que moatravaili.
Impedidos por vossos sentimenlos a
mosirar-vos zelosos desses interesses que a
revulucao de fevoreiro vos havia recom-
mendado, vs tealernunbastes igualincule
em lodnsas ciicuiustaiicias vossa lirme re-
solucflo de proteger a Franca contra todas
as peUurb.cOes. Tanto se ha abusado des-
tas nobles pa larras,- a ordem, a liberdade-,
quoquai temo ser vir-uiadellas por caus
uas liypocrisias quo aJtjsiilueni. Vossa
Historia, final, basta psra dar Uslemunlio
de vossa dedicacflu a esles principios sem
osquaesqualquer sociedade nflo liesviifl
uura aggi0nirar,-ao de ruinas.
Hflo quero, sobretudo ueste momento,
recordar estas lerriveis Icnibrancas do auer-
r civil, si-nao para sauar com urna ulti-
ma hoineiiaxeu. aquelles de nossos collegas
cujas cinzas se acham misturadas nesta mi-
mensa hecatombe levantada por nossas dis-
cordias. Ah! Pe milla o ceo que lauto
sangue derramado airva, pelo men, por
muito tempo de ponhor para a paz interna
de nossa patria .' Permita o co quo os par-
tidos hosls parem fiialinenlu dianie deslr
lorniidave monumento .' Haoulrus uiuii-
gos que combaier no extenor : se a rep-
blica deve ter suas coleras e seus odios, di
nja-os, em proveito de sua grandeza e glo-
ria, para easas potencias abaladas, cujas
bordas parecen) anda aineaca-la. N3o lia
mais neuhuin lugar na Europa para dous
P'incipius iinmigos : se a hora do conflicto
soar, a Kiaoca, a qual nuuca provucuu, sai-
ba levantar a tura que Ule aliram, eprove
por mais urna vez que a paz nflo te uiur-
para que esta le suprema inspire a todos
to estril de homens e inslituices, seria- us P'tida o respeito devido a obra da as-
mos. nao ambiciosos vulgares,senflo intri- semblaque o povo escolhra para a fazer.
gantes dcteslaveis. fe*B.
racados daqoellesque tentarem viola
la. Alm do castigo qge logo os feriria, at-
trahirian) sobre suas cabeqas as maldicoes
da patria intuir !
Saudemos, cheios de confianga, esta
assembla nova que devo substituir-nos.
Tenhainos fe uns e outros nos nobres des-
tinos da tepublica : ella nflo faltar no ex-
terior s suas allioncas e promessa ; nem no
interior s esperancas do povo. Oxal que a
sabedoria de nossos successores venha re-
parar os faltas, os erros, e as duras necessi-
dades que houve em nossa laboriosa car-
re ira I Oxal que elles possam garantir-se
das paixdes violentas, OU dos attractivoi fu-
nestos!
Seja-me permillido enifim, cidados
representantes, encorrar este disqurso e
vossos trabalhos por este grito de reunido
que os inaugurou : Viva a repblica la
A assembla levanta-se cm massa, ese-
para-se aos gritos repetidos de Viva a repu-
Uka I
A assembla legislativa comecra os seus
trabalhos no mesmo da em quo a nacional
so dissolvra. M. Keratry, o meoibro mais
velho, l'oi quem, de confu midado com a lei,
presidios primeiras sessOes; mas a assem-
bla elegeu depois para seu presidente a
Mr. Dupin ain.
MU. PascalDuprat, Charras e I.airada
tinnam dirigido a assembla a seguinte pro-
posta :
Art nico. He concedida plena e fnteira
amnista alodos os enlodaos condemnados
por erinifs ou deliCtos polticos depois da
levulucao de levoreiiq.
O ministerio fura modilicado e acha-se
presnleriiente urgaiusado da maneira se-
guinte :
M Odilon Barrot, ministro da justica, e
presidente do concilbo na ausencia do pre-
sidente da repblica.
M. Huame, ministro do interior
II. de Tocqueville, ministro dos negocios
estrangeiror.
M. Itullucres ( general ; ministro da
guerra.
II. de Falloux, ministro da instruceflo pu-
blica.
M Passy, ministro da fazenda.
M. de Tracy, ministro da rnarinha.
M l.enguiuais, ministro do cnmmercio
M. Lacraste, ministro das obras publicas
A Gaseth de Cologne de 27 de maio publica
em sua correspondencia de Uerlmde2idu
mesmo mez a seguinte noticia :
i; Oeinbaixador de Franca M. de l.udre
onlregou ao govenm da Prussia urna nota
cunteudo um piotestodo gabinete francez
cintra a inlorvencfio da Itussia na Hungra.
A nut.i i'onti-m alein disso urna censura au
uosso governo por ler deixado as tropas
russas passaiem pela territorio prussiano.
Uin liomcm de estado, oqual tein conneci-
mi-iiio da quesillo, assegura-nos que o ne-
gocio era grave, eque o governo francez
parr-ca resol vida a apoiar por meio da actos
as suas i csiiluces. Ello accrescenla que a
independencia da Hungtia talvez seja pro-
xiinamente reconbecida pela I-ranea, e o
corrde Tekeli, (huogaro) recebido olficial-
mente emquahdade de embaixuddr, etc."
Italia.
O rei do Piemonle,Vctor Emmanuel,fra
atacado de urna gra've enfermidada, a qual
quasi suecumbe. Elle fui treza vezes san-
grado; o sua vida corren tanto perigo, que
chegou a sacramentar se.elc.; inas.seguudo
as ultimas noticias,ia ja nielhorando.
Fui lu/.ilado em Tumi, no da 22de maio,
o general llomarino que havia sido con-
demnado moite por ler, por um senli-
mento de odioe inv. ja contra Chrzanowslti,
desguarnecido de proposito a estrada do
Cavia, tran.-o a que em grande parlo fra
devida a uerrota uos Piemonlezes em Nova-
ra, porquairlo o commandanieem clu-fe rulo
pililo oppdr-se, senflo quando ja nao era
ieiiipo,ao uiovimeulo offeusivu dos Austra-
cos.
Os Austracos oceuparam Florenca.e lti-
mamente lamben) lograran) apossar-se do
forte de Malghera em Veneza depois de um
buinbardeamenlo assaz vivo. a
O general Wimphen, tendo declarado llo-
lonba em estado de sitio, marchou sobra
Amona. ,
O duque de Panna abdioou a corda en
seu iriiio, oqual publicou duas proclama-
vOes, anuunciaiidoa ab.licacflo di) seu pai e
coniirmaudu os govemos militares austra-
cos, c esperando que a Iranquillidade da
IMiinsula llie do lempo de autorgara seus
subditos una conslituicflo. >
No da 10 de maio arilbadi afrente de
12,000 ni.mena de uopas romanas lacou o
.Napolitanos em Vellem, edepois de um re-
mudo combato de*bitou-os completa-
mente, obrigludo-os a entraren oulravez
ram o campo juncada de cadveres.
A assembla romana rejeflou as propos
tas do enviado francez, eencarregon o tri-
umvirato de proseguir as negociares pa-
ra o fim dechegar umasolueflo honrosa
iira os dous paizes, e que fosse bascada so-
tr o principio de urna perfeita neutrali-
dado.
As propostas de Mr. Lesseps oram conce
bidas nos seguinte termos :
Art-1 A repblica franceza toma Roma
debaixo de sua protecgflo.
Art. 9. Os soldados francezes serffo rece-
bidos em fioma como irmflos.
a Art. S* As populagCes romanas serflo
chamadas a pronunciar-so livremenle so-
bre a forma, de governo que devora rege-
las
A repblica romana acreditou represen-
tantes junto das repblicas da America do
Sul, e reclamou deltas o seu reconheci-
mento.
Um enviado romano sedirigio a Londres,
mas nflo consegui ser lecehidopor lord Pal-
mersion ; o ministra inglez, todava, man-
dou-lhe dizer odlclosamente que o governo
da Cran-Brelanha queria conservar na
quesillo romana urna completa neutralida-
des que deixaria, prtenlo, obrar sOb sua
respdnsabilidade a Austria e a Franca, em-
quanto nflo pozessem a mflo sobre os trata-
dos europeus.
Ailemanha.
Este paiz contina no mesmo estado de
agitacfln em que j em oulra occasiSo o des-
crevmos.
A assembla nacional de Frankfort deci-
di por 115 volos contra 35 que a prnsenca
de 100 membros bastara para a validado
de suas resolcOes. Etla ronvadou os gover
nos que teem reennhecido ajconstituigfl a
prepararem suas tropas para o fim de defen-
iie-la, e intimou tambem ao poder central
que convocasse um congresso dos mesmos
governos.
A revolucilo de Badem e do Palatinado vai
fazendo progressos : os revoltosos teem ja
em armas um exercito de 30.000 homens, o,
segundo se diz, he sua inteneflo trabalhar
para que toda a Ailemanha adopte o gover-
no republicano.
Urna carta de Munick ( Daviera ) de 24 de
maio diz o seguinte :
lloiitein na sessflo da cmara dos depu-
lados o ministerio declarou que nflo tole-
rara mais a presenta dos depulados do Pa-
latinado, e propoz quo lo.sem excluidos.
Depois de urna discussflo que durou por es-
paoo de qualro horas, a sessflo foi sus-
pensa. \
" As 5 o 1/2 horas o presidente declarou
que por sua propria auloridade riscarra da
lista dos depulados os nomes dos depulados
do Palatinado. ( Murmurios. )
' A-rii|iirrda e o centro etquerdo aahem da
aala. (Apflamoi as tribunas.)
a O preaidente ordena a evacuacao das tri-
bunal; mas, irndo insultado, eacoude-ie debai-
xo da meta.
No Arn de* hora e meia ai tribunal iSo eva-
cudai. O presidente apparece ento e com urna
voz hesitante, annuncla o levantamento da
aeisao.
a Uina grande efervescencia reina na cl-
dade. *
Oulra carta de l.anisburg (Wurternberg) da-
tada de 25 de malo assim te eipriruc :
Hoje norte 16,000 suldadoi de todat armai
ri-iinirjii ae na prafa da* manobrai para deli-
berar sobre negocios de lervico, e declarar que
aerlain liis coiislituifao do Imperio. O ei-
forf M de rnuitoi offlelaei lupcriore para fa-
aer levantar a lesio fram infrucliferos. O
governadnr, oqual le dirigi ao lugar da re*-
nro, conhecendu que ai inleiicdei dos solda-
dos traa pacificas, perinittlo-lb.es Qcarem
reunidos.
rr O rei, advertido por elle, dirigio-se a caval-
lo ao lugar indicado, e fes aos soldados a se-
guate falla :
Sol ladoi de Wurlemberg, que faiels aqui?
Qtiereii revollar-voi contra rosto re ? Quereii
imitar o soldados Hadem, que abandonan) co-
vai-deinoiite seu principe ? Vos nao o podis,
nem o fareis.
Iii'pois desta falla,o soldados reiponderarn
que era sdsua Inteaco trataren) pacificamen-
te negocios que Ihes dliiain reipeilo. Pedindo
o rei iriaii ampias explicacoe, doui soldados
do 1." e 18 reg i ni en tos de iufantaria apreien-
lar.ini-se dame d.'lle e espozeram reipeilo-
s.inieiiie ai allliecei e votos de seus catnara-
das. Clle dineraui que noquerUin imitar os
soldados de Hadem, pnrm que nao obraran!
contra sem coucldadui, nem contra um povo
que reconheceu a comtituicfio do imperio, e
pretende faz-la execular poii que o soldado,
paisado o lempo do aervico, se torna cidadao.
ii U rei i espondeo :
ir Eu recouheci a conititulcao do imperio e
bel de luiteuta-la. Ene que acaba de fallar
he um soldado bravo. *
Dito tito, o rei Iheapertoua mao a
constitucional; c, sendo esta forma de o
I vorno .nica .que, or ajutvailraclivns i?"
|- resistiveis, inspira slmpathias e confian
ao povo, e coja coLgOes estilo ilentlBa?
das com os interesses da humanirtaH,. "
aqu porque apopulacflointeira circunvUa
anplKUSosebencflos o homem que susto
tou bs direitosds cora imperial eosfr
do systoma jurado. os
Tudo isto.henma lefio que deven i
mar os innovadores do tempo e||M -'"
con venga m do quo nflo encontrarflo jnuiM
m"nor apoio as massas populares,tnd,
que perrJerem do vista a manuiencflo da?
deitijo povo j esl saciado de decenees crn."
eis. Se quando nn poderos homens que h
estilo na opp. sicoconsegniram attrahir?
grimas adhesOos, cumr-re sab-r qii M,
adhesoes erflo do governo,e nf p d. lies \t.\t
dos dos prestigios ala autoiiJ.d-: h.ja vfi
o meio de que se serviram os directoral J!
revolta para arrestaren) as multidues Z
abysmosdsguerra civil: ums vezesMru.
lentavam monarchistas, porque sahem e\w
que o povo he capaz de commet'er os miZ
resdelirios.sempro que se Ihe afigura o thro.
no ameacarlo;e o venenojhe tanto mala p^
goso, quaido mais se propina disfarcaT
outras vezes excitavam as paixoes ruins d
povo, e lhe davam a beber em Ufa esiuri
esses dogmas destruidores de lodos os vil
etilos sociaes : a ouv4osa palavra obtn.
oa nflo he mais que urna degradaeJo da aj!
nidadedo homem.
Eis-aqui os principios funestissimos eoi>
que se procure Iludir povo incauto, e este
povo fcilmente acredita-aquillo que p.
rece favorecer os seus interesses : os ri-
cnnios persuadom a mullos, masas paixot
dominam, e tyaimisam a todos Entrelanla
exigem as conveniencias pnblicas.e os inte-
resses da sociedade, que todos os Brasilej.
ros, que comprehendem a necessidadedi
difTundir os preceitos da moral, se una,
como um so individuo, para esmagar t
nascedouro esse espirito de innovarjot
exticas que deslumhran) os improvisaai
conitituintes; o paiz nflo necessita dessa po-
tencia hostil eameacadoia : nonosso pc.
to social e poltico, nos recursos que elle
nos subministra, encontramos Sem esforeg
e sem violoncia os remedios que porreo,
lura indcarom as nossas necessidadei.
Confiemos, pois, naa inslituices v:"inln;
circumdemos com os nossds coniins -**<
de frca e de luzes a sabia admin. -v*)T|
que ora rege os destinos da nagflo ; conO-
emos linalmenle no monarcha brasileiro,
pai commum da grande familia americini,
alias Ido dividida, tilo relalliada om odios
inesquirtlios, em disseii(Oes que devem ser
sufTocaaMs em lacos fralernaes. Unmo-
nos, eafTremosVespetados pelo inimigo ta-
temo e uxte/no, .o o nosso bello pau lucir
a esse grao de perfectibilidade, de que tu
capaz.
tommettem.
ALFA.NDECA.
Rendlmento dodia 14. .
COPULADO CEItAL.
Rendimenlo do dia 14......
Diversas provincias........
9;320,71
1:213,1(1
i 5,72
1:258,891
Cummuiiicado.
0 EMBAUQUE DO SB.TOSTA.
Como que os tactos precedem experien-
cia 1 Como que ludo converge a demonstrar
com vehemencia, que a causa constitucio-
nal absorve em seu seio essa massa ingente
de quesecompOe a sociedado .-embargar
a Hm desta verdade seria resistir ao leste-
munho irrecusavel da.immensa serie de
acoleciuientos que quolidiariame'nte en-
chcm os nossos tuinaeseenleiuporaneos.
Quem. vio com altencflo o espectculo
magestoso que se desenvolvou nesta cida-
le, no diaem que dejxou as nossas plagas o
Exm Sr. Tosta :quem analysou essa bri-
liiaiitc concurrencia de todos os cidados
las diflereules classes, que em grossas pha-
langes corriam presurosos a dar os lti-
mos amplexos.no varflo forte, a quem a
opiuiSo publica aprega Corno iiberiador
daa insliluicOes patrias :quem medio fi-
nalmente a exlcnsflo desse leslemunlio de
reconhecimento, exhibido pelos Pernambu-
canos ao Ilustre Achules do dia 2 de fevo-
reiro, certo reconhecer, como nos, que o
Ihrono americano tein raizes mui profun-
das tiesta provincia, eque o elemento mo-
narcluco progredo dosempessado no gremio
desU povo generoso, oqual, por seus h-
bitos o tralleles, he naturalmente propen-
so sos iiuuinctos do bem, he sincero amigo
de sed principe, embore, frgil algumas ve-
zes, ceda este mesmo povo s poi lidas sug-
gcslOes de homens, cujo ment so coniste
na perversflo dos mais puros e nobres seirti-
inenios do Coracflo humano.
AS demonsfragries, pois, de verdadeira
amizade, os epinicios de gralidflo, consa-
grados ao Sr. Tala, uenvaui de urna idea
muito eslranba a ciicun.atapcias peculia-
res; essa idea lie o rellexoue intimas oon-
vicedes, lie a ceiUua em que os J'ernambu-
eajios esli de que esse distincto Brasileiro
tmmensos rrrisos menarchia
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 14..... 2:160,001
PIUCA DO BECIFE, 14" DE JULHO DE 184,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios Fizeram-se pequeas trsa-
- sacudes ao cambio da 34 l|l
; e 3|4d. por 1,000rs.
Algodflo--------Vieram ao mercado 775
saccas. As ven las dorio
-rimeira qualldade esco-
liid
ida livor-m por base o
prego de 4,700 a 4,750 n.
por arroba
Assucar- As entradas fram mui di-
minutas.--Os procos afrou-
xaram alguma cousa.
Couros Nao houve vendas esta se-
mana.
Agoardente Vendcu-si de 5o a 51,000
rs. por pipa.
Arcos de ferro dem de 8 a 8.500 rs. por
quintal.
Azeite-doce- dem a 9,000 rs. por gallo
do do Mediterrneo, el
2,050 rs. do de Portugal.
Bacalho--------Nflo houve entradas.-Cont-
nuou a retalhar-se de 8 i
10,000 rs. por barrica.
Carne-sccca- O deposito esla reduzido a
34.000 ar-obas, em conse-
quencia da falta de entra-
das. As vendas regula
ram de 2 a 2,*#0 n. por ar-
roba da do Rio-Grande,
de 9 a 9,300 rs. da de But-
nos-Ayres.
Enxofar -., Vendeu-ae de 1,600 a2 OM
- .) -rs. por arroba.
Farioha de trigo-Apenas existem 9,600 bar-
ricas por vender, em coo-
sequenejs do que obteve
de Bichemond 19,000 rs.,
rlePhiladelpliia 18,0o0 rs.,
a de TriestoSSSF90a 21/
rs o a franceza de 17,000
a 1,O00 rs.- O mercado fui
oMiaill.
Existem no pono 49embarcac0es, a sa-
ber: 1 americana, 26 brasileiras, 1. belga,
i dinamarque/as, 4 francezas, 1 hambur-
gueza, 1 hespauhola, 5 inglezas, 5 poriu-
guezas e 2 santas.
""' -----------!_________jai i_._LJ_J*
-rjovirneuiu o eurio
Nati entrado no date.
tnrk e porlos intermedios f I das
e 8
horas e do ultimo porto 12 horas, vapor
brasileiro San~Saleador, de 300 toueladai,
co.iimandante o prirneiro-teiiente AntoJ-
nio Carlos de Azeredo Couiinho. Past^
sageiros : para e*U provincia, llaymus-
do llartiniauo Alves de Souzi, Joa-
qunn de Oliveira, Antonio Ricardo nos
Santos, Autoniu Fernandas da Silva, ala-
noel Marques Carnactio, Francisco AivS
deSouza Carvalho com 1 cscravo, Brsi-
leu os ; Jacinlho Jos de Medimos Co rm,
Portugus ; Ricardo llogers, Inglez ; po-
ra o itio-de-Janeiro, o escrivflo da auna-
H. Fa.ai!^ U.rl. I .y. mrnmiajaii|


na Siletre lanicio do Bom Suc-1 pool, 225 quinlaes de pfto-brasilI, o Illm.
darn i....,., | Sr. inspector da mesma l^esouraria manda
ce5S0 o un desertor, Brasileiros.
tiavioi sahidos no metmo da.
,|ija Vapor de guerra brasileiro Thelis.
commandante o capitlo-tenenle AntonH
Francisco Peraira. Condus a seu bordo 7
ofTIcincs e 100 pravas doquarto batalh.lo
de arlilharTa a pe.
sl,d Brigoe portuguez Marta-Jet, ca-
pullo Joaqun Jos de Mesauita, carga
nssucare mel. Passageiros, Manoel Bento
Teixeira Marques, Antonio Jos Marques,
Po-tuguezes.
Dhia hiate brasileiro San-Jote, capilflo
llenrique Jos Vielra da Silva, oarga va-
rios gneros. Passageiros, o alferes Her-
cuUno Alexandriao de Melle com sua fa-
mil
EDITAE8.
tliesouraria
plmenlo da
rovincie, de
ublico que
lximo vin-
)unal aduii-
ria, para ser
fizer, a Obra
Tela inspectora da alfandega ae faz
ublicoque, no da 16 do correte, na por-
ga da mesma ao meio di, se hilo de arre-
atarem hasta publica 18 lencos de cam-
raiadellnho, por factura un 2,812 rs.,
)lal 44,993 rs.; IS cortes de vestidos fran-
jzes de casa bordados, por factura um
2,500 r total 160/ rs ludo impgnalo
lo guarda Joflo G-egorio dos Santos, no
lapacho por factura n. 192 : coja roerea-
iria he subjeita eos direitos. Alfandega ,
dejulhode 1849; O inspector, Ims
nlonio de Sam,
O Ilim. Sr.
i fazenda pro
nlem do Exm.
O do currante,
os >li 17, 18 e
ooro, ir* a praca
latralivo da mesma
rrematado a quem por m'
o eaes do Paaseio-Poblieo, na ra d'Auro-
a, s6l> as clausulas espeeiaes ahaizo traos-
riptas, e pelo preco de 6.9*9,800.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
fcatacSo, eoniperecam na sala das sessOes
r-pibredilo tribunal, nos das cima indi-
10 <,palo moio-dia, competentemente ba-
litadas.
E para constar sa mandou afixar o pre-
ente, e publicar pelo Diaria.
Secretaria da IheSouraria da fazenda pro-
ric'nl de Pemambuco, 21 de junhode
fl9. O segundo eacripturario, Antonio
erteira i1 AnnuncK*o.
Clausulas especian da arrtmtVaeo.
i." As obras do caas do Pasarlo-Publico
a ra 'Aurora seifto feilas pela forma, sb
a cnniQOes e do modo indicado npor\a-
nento e nos riscos apresentado* nenia data
approvacflo do Exm. Sr. presidente da pro-
innia, sendo a importancia da obra $m seis
onloe nove cantos quaronta a nove mil o
tcenlos ris. \
2. O arrematante comerara ai obras
o Trazo de um mez, e acabara no Me seis
nezes, ambos contados na confo/midade
o rt. 10 do regulamento para as arre-
alacOes. de II de jullio de 1843. /
S. O pagamento da arrematado
alissr-se-ha em qualro prestarles do mo-
determinado no art. 15 do precitado
gularnento.
4 Para ludo o oais que n5o esl de-
minado pelas presentes clausulas, seguir-
os inleiramente oque dispe o regula-
nte mencionado de 11 de julho de 1843 '
i Gabinete dos engenheiros, 30deabiil
1849. O eageoheiro, J. L. Vctor
leutier. a j
O Illm. Sr. inspector da thesourana da
zonda provincial, em cumprimentoda or-
do Exm presidente da provincia, de
do correte, manda faaer publico que
das 17,18 19 de julho prximo vn-
ouro ira praca perante o tribunal
dministractivodamesniH thesouraria, para
r arrematado f quem por menos lizer, o
Oicertn da vsranda da ponte da -Vista,
ob as clauaulaa especiaos abaixo copiadas,
pelo preQO de 3:567 920.
As pessoas que se propozerem a esta
rremslaofio, comparecen na sala do sobre-
ito tribunal, nosdias cima indicados, pelo
'cio-dia, compeleiHemente habilitadas.
E para constar se mandou aluzar o pre-
sente, e publicar pelo Mario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
incial de Pernambuco,- 26 de junho de
1849. O oscriplurario, Antonio Ferreira
il'Annunciacno'.
Clausulas espeeiaes da arremataedo.
< 1.' Oa eoncerlos da varamla da ponte
da Boa-Vista serflo feitos pela lorma com as
diminuicOes e do modo indicado no orna-
mento e no risco approvadus pelo Exm. Sr.
presidente ds provincia, e pelo preco de
3:567/980 rs.
2.a As obrss principiarSo no prazo de
5 das, e concluir-se-ho no de 4 niezes,
inibos conladosem conformidade do artigo
lodo regulamento das arrematares.
3.* Durante a execucfio das obras o
arrematante dar um transito facilesegu-
o, collocando varandas provisorias.
4.* O pagamento far-se-ha em duas
prestacOes igflaes; urna quando tiver execu-
ido meta.le da obra, e a ultima quando es-
iver iuleiramente concluida.
5 Para ludo o mais que nflo est de-
erminado as presentes clausulas espeeiaes
eguir-sf-hs iiiieiramenle o que dispOe o
precitado regulamento.
Csbinele*io engenheiro, 25 de junhode
819. O ngeuheiro, J. 1. ficlor liiu-
thier. .
Peranioaiiieaouiaria da fazenda desta
pStvincia se ha de por em hasta publica, nos
dias 28, 30 e 31 do mez de julho prximo fu
turo, para ser arrematado por quem menos
prec,o oferecer, o sorvico da capalazia da
alfandega desta cidade pelo lempo de vinte
e dous mezes que ler.lo principio no primei-
ro de seUmbro deste auno, e com as condi-
CC?s que serOo patentes no acto da arre-
matacBo. As pessoas que se propozerem a
licitar deveifio comparecer nos referidos
ias na sala das sessoea ds mesma iliesou-
aria, competentemente habilitadas.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de pernambuco, 28 de junho de
^19. 0 offlcial-uiaior, Ignacio dos Sanios
Fonseoa.
1 convidaraosdonos,consignatarios, ou sos
capitSes de navios que qnizerom fazer esla
conducefio hajam de remetter a mesa da
sobredita thesouraria suss proposlas nos
dias 17 e 20 do corrrenle.
- Pela segunda seceso da meas do consu-
lado provincial se annuncia, que do da 17
do corronte mez em diante principia-se a
cobrar o imposto de 20 por centosobreo
consumo das a|oas ardentcs de produc-
CHo brasileira do muuicipio do Becife, per-
tencente ao trimestre de outubro a dezem-
bro do anno lindo, e semestre de Janeiro a
junho do crrante anno.
O arsenal de guerra precisa comprar
30 pecas debrim liso, 400 covsdos de baeti-
Iha, 8 arrobas de cobre velho, 8 qnintaes de
chumbo em lencol, 10 caixas com tomes de
(landres dobradas, 10 ditas com diUs singe-
las, 30 palles de couro de lustro e 400 meios
de'sola da melhor qualidade : as pessoas
quo taes gneros liverem e quizerem vender,
moarsenal.no da 16 do correlo, munidas
mf sua proposta com o ultimo preco em
tarta fechada, e as amostras.
O >
q O segundo bstalhSo de cacadore* de Q
X linhatem de mandar fazer 3u0 bono- ^j
K tes de panno azul com listras de pan- q
Y no preto ecorreias de lustro; 300 fsr- j
* detss de panno azul com gola do pan- ^
tura da Silva na praca do Corpo-Santo, ou
s rus da Msdre-dc-Deos, n. 3, terceiro an-
dsr.
Para o Aracaly segno, em poucos diss,
o patacho Santa-Crui : para o resto da csr-
gs e passsgeiros, trs trse ao lado do Corpo-
Ssnto, loja n. 25.
Para Lisboa, com a maior brevidade
possivel, partir o brigue portuguez tanjo-
I, forrado e encavilhado de cobre : tero ex-
cellentes commodose tratamenlo par paa-
sageiros : os pretendentes para carga p-
dem tratar com o capilfio, Manoel de Oli-
veira Faneco, na praca do Corpo-Sanlo, ou
com l'irmino Jos Flix da Rosa, na ra da
Senzalla-Nova, n. 42.
O brigue nacional.%an-]ot segu eom
toda brevidade para o Itio-de-Janeiro, por
ter a bordo parle de seu carregamonto : pa-
ra o resto da carga, passagei ros e esc. i a vos
a frete, trata-se com Caudino Agostinlio de
Barros, ra da Cruz, o. 66, oucom o cepi-
llo a bordo.
Para Angola sahe al o dia 20 do cor-
comnarecerRo na sala da directora do mes- feote o brigue nacioua Destino, cpm bons
com modos para passageiros: a tratar na ra
da Moda, n. 7.
Para o Rio-de-Janeiro segu, em pou-
cos dias, O bom conhecido brigue Assombro:
para carga e passageiros, trata-se ns ra da
Gadeia do Recife, n. 61, com Joflo Jos Fer-
nandos MagalhSes.
Para o Par com escala pelo Ceara e
HarsnhSo partir com muita brevidade o
patacho Fortuna, j se acha com um terco
da carga a bordo, e mais de meia earga en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar
para qualquor dos mencionados porlns, di-
rija-so rus da Seuzalla-Nova, n. 42, pri-
meiro andar.
-- Para SRio-Crande-do-SnI pretendess,-
hir breve oirigue Juno capilao Jos Fran-
cisco dos pontos : anda poda recebar al-
guma carga a frete, escravos e passageiros:
trata-se com Amonin Irmos, na ra da
Cadeia n. 3.
ff
W'iloos.
X sejulgar,habilitada aprsente sua
X julgar habilitada aprsente sua pro-
5 posta no dia 17 do correle, pelas
** 10 horas do dia na secretaria do
O predito batalho, na roa do Hospicio.
6 n. 32, com as competentes amostras.
OO00QQOO9O9OOQO99
Companhia e Bebribe.
A administracBo da companhia de Bebo- Ocorretor Oliveira fari leillo, por or-
ribe faz publico que no dia 16 do crrante |dam do respectivo juizo, a requeiimento
contratar com quem mais olTerecer a co- dos credores do devedor Maooel Joaquim
' Paseos I Ramos e de sccordo com este,das
fazendss da loja do dito devedor, e arma-
C-lo da mesma ludo em um s lote ou lo-
tes a vontade dos pretendentes : hnje ,
dessseis do corrente, as 10 horas da ma-
nbBa na referida loja sita no largo do
Passeio-Publico. No aclo.do leililo se apro-
sentar o balanco respectivo, oassegura-
se o arrendamento da loja.
Adamson llowie &G. fsrBo leilfio, por
intervenco do correlor Oliveira de gran-
de a variadosorlimento de fazendas ingle-
zss todas proprias do mercado : terca-fei-
re, 17do crrante, s 10 horas ds manha
ea ponto, no seu armazem da ra do Tra-
piche-Novo.
branca da taxa d 20 rs. por esneco d'sgoa,
por lempo de um anno que lera principio
do 1* de agosto prximo futuro. 0 contrato
ser feito por bairros, e havendo quem
queira oue no contrato se incluam as bi-
cas que fornecem agoa aos navios, etc.,
lambem ter isto lugsr subjeitando-se s
condicOes que Ihe serHo apresentadas no
referido dia 16.
As malas do vapor San-
Salrador para os portos dosul
principism-s a fechar bo-
je (16) as 11 horas da manhfia,
recebendo-se correspondenciss st o meio
dia com o porte duplo, e depois no se re-
ceberSo mais.
Theatro de Apollo.
Grande e ultima representacio,
que devora ter sido levsda scena sabbado,
14 de julho, e que, .por causa do mao lem-
po, foi transferida para segunda-feira 16.
A companhia franc za. desejando que o
publico desta cidade se digno de concorrer
a esta res presenta ello que lem sido prepa-
rada com os maiores cuidados, e allen-
dendo ao grande numero de bilheteg que
existiam em ser, houve de a transferir de
sabbado prximo passado para
MOJE, 16, IRREVOGAVELMENTE.
Trinta anuos
da
Vida de uai jogador,
drama em 3 actos e 6 quadros.
MSTRIBUIGO.
Avisos diversos.
jugadores
Pirsonagens.
Gormany pai
Dermor, aeuirmflo
Gorge Germsny
Wsner
Adolpho
Alberto
Birmnnn
Um magistrado
l.'m v.-.jhiitu
lim oflicial
Amelia
Mme. Birmann e Luiza
Actores.
Mr. l.eon.
Grabiel.
Achule,
i l.amberty.
Jems.
> Jems.
Gabriel.
< Charles.
Len.
Um amador.
Mme. Broska.
Len.
Soldados, domsticos, e jugadores.
Declarares.
k cmara municipal desta cidade Caz
extraordinaria boje, 16 do corrente.
A thesouraria de fazenda tendo de re-
[metler para Londres, e, na falla de navios
"oro direccOo para case porto, para Liver-
Avisos martimos.
-Para Lisboa sahe, at o dia 5 de agosto,
o brigue portuguez Novo-Vencedor por le
a maior parte de sus csrga prompta : para
i,resto e passageiros, para o que ofTerece
encllenles commodos, trata-se com os
consignatarios Thomsz de Aquino Fonse-
ca & Filho na ruado Vigario, n. 19, pri-
meiro andar, ou com o capilflo, Antonio
Jos dos Sanios Lapa na praca.
Para o Rio-de-Janeiro
sahir, com muita brevidade, o brigue bra-
sileiro l).-4/}unio ,.capitao Abelloda : quem
quizer carregar ou ir de passsgem para
o que ofTerece os msis excellentes commo-
dos, dirija-seso mesmo capilao ou aoaeu
proprictario, Manoel Jnaqmm llamos e Sil-
va na ra da Gadeia do Recife, n. 38
Para a Bahia sahe, oestes oito dias,
com a carga quo tiver abordo, o hiato V
citdade : quem nellc quizer Carregar, OO ir
de passsgem, dirija-se a ra da Cruz do fie-
dlo, n. 24.
Para o Havre pretende se-
guir viagcni, com umita brevida-
de, a barca franceza Zampa, de
primeira marcha, tendo j parte do
seu carregamento prompta : ainda
recebe algom frete tos pretenden-
tes pdem dirigir-se aos consig-
natarios da mesma, B. Lasserre &
Companhia, ra dx Senzalla Ve-
llia, ,n. 138.
-.-Par o Rio-de-Janeiro segu visgem,
em poucos diss, o bem conhecido brigue
Bom-Jisus. que se acha com parte de t>eu
ca regiment ja promplo; ainds recebe sl-
Ruma carga escravose passageiros para o
que lem excellentes commodos : quem pre-
tender pode dirigirse ao ctpitSo, Joao \eu-
O BRADO DA RAZAO N 24.
Acha-se venda no lugar j'annunciado,
e em maos dos distribuidores.
O Bcija-Flor.
Sabio o segundo numero desse jornslzl-
nho;e acha-se a venda, assim como al-
guna nmeros do primeiro, na praca da
Independencia, ns. 6 e 8, e no pateo do Col-
leglo, n. Preco 40 rs.
-- A Irmandade de Nosss Senhors do Li-
vrsmento previne ao rcspeilavel publico e
especialmente as pessoas que comprsrsm
e pretenden) compiar bilhelesde sua lote-
ra, onnunciada para correr em o dia 31 do
corrente, que por hora llca sohr'eslada na
conlinuscflo da venda dos bilhetes, em con-
sequenria do urna inlimacSu quo recebeu
do juizo do eivel, para parausar na conti-
nuaeflo da venda dos bilhetes, visto que
assim requerir a irmandade deNossa So-
nhorado Guadalupe que se julga com di-
reilo de fazer correr a sua lotera ero) pre-
ferencia. Entretanto a irmandade de Nossa
Senhora do Livramento espera, o protesta
mutobreveelogodepois dsexlraccSo da do
Guadalupe fazer continuara venda dos bi-
lhetes, e correr sua lotera, visto a gran-
de porcSo de bilhetes que j lis vendido.
--Precisa-se de urna pessoa para traba-
Ihar em refinaeflo !do assucar: na ra da
Senzalfa-Nove, n. 4.
? Manoel Lourenjo de Azevedo, ten-
do de retirar-so para Portugal, pelo i
presento annuncio avisa ao respeita-
vel publico que lem dissolvidoa so- m
:- ciedade que tinha com o Sr. Manoel g
t Francisco Cardozo, no arrenda- y
ment da ilha do Mogueira perten- |
cenle ao patrimonio dos eslabeleci- y
m mentos de caridade ; o por isso pro- S
i tests contra toda e qualquer res- K
1 ponsabilidade que porventura possa S
a haver relativamente ao mencionado u
L* arrendamento, visto que de todo e 2
2 qualquer onus, respousabilidade, ou |
m obrigaeflose desobrigou de accordo !
S como seu anligosocio o dilo Snr. I
t* Manuel Francisco Cardozo.

$$mwmmmw mmmmmrwmmm:
O abaixo assignado faz publico que
deixou desercaixeiro do Sr. Francisco Joa-
quim Duarte, desde o dia 14 do corrente.
Joaquim Ferreira de .traujo (uimaria.
sdssi l'auna Bruguiere vai ta.zer
urna viagem Franca.
Quem annunciou querer comprar urna
estante em meio uso, dirija-se ilamba-
do-Carmo, sobrado de uo> andar n. 21.
O tabellio interino das liy-
pothecas mora na ra Augusta,
n. 66.
-Augusto Cesar Collssso do Menezes ven-
deu a sua venda do psleo da Santa-Cruz
junto da botica,n. 6, ao Sr. Antonio Joaquim
da Silva &C.: as pessoas que sejulgarem
suas credoras procure na mesma venda por
esles tres dias para serem pagas.
Desappareceu no dia i2 do
corrente da casa de seus pais ,
Cielo Marcellino da Costa ( im-
peli, branco, de i3 para 14 an-
nos ; temalgumas sardas no ros-
to e na testa urna marca de urna
pancada que solfreu ; levott ja-
queta, collele, calca.i c chapeo
preto sapatos de couro de lustro;
he muito conhecido por ter ha l\
annos frequentado o lyceu desta
cidade. P.oga-se a qualqner pes-
soa que delle tenha noticia o fa-
vor de dirigir ao largo do Livra-
mento n. 31, ou a na Impe-
rial, n 167.
Prstiss-se alugar um sitio distante des-
ta praca urna l*eoa pouco mais ou menos,
que tenha sufllcienle pasto para 12 vaccas
do leite: na Passagem-da-Magdaleni1. n.
27 entre as duas pontos das 6 s 9 horas
da manha, e ds 3 s 6 da tarde.
-- Dfio-se 600,000 rs. a juros com penho-
ree.ou boas firmas : na rus larga do Ro-
zario, n. 28, primeiro andar.
Anda em praca um sitio com csss de
vivenda no lugar de S.-Anna part ser ar-
rematado penhorado por Luiz Gomes Fer-
reira pelo juizo do civel da primeira vara,
escrvo Raplista contra os herdeiros de
Francisco Xavier da Fonsecs Goutinho.
Lotera do Guadalupe.
No podando effectusr-se o andamento
das rodas desta latera no da 14 como se
liavia annunciado o respectivo thesoure-
ro designa novamento o da 27 do corrente
mez, em que o mesmo andamento ser
realisado inlllivelinenlo vistos os esforcos
que para estofim tem a irmandade benefi-
ciada empregado.
A pessoa que quizer ercarregar-se do
tratamento*doum escravo com principios
do molestia de peto, dirija-se ra de S.-
Francisco, na casa apaleada que achara
com quem tratar, o que se dar muito boa
recompensa.
Procisa-se alugar um molequn que se-
ja fiel para fazer compras o o mais neces-
sario de urna casa de pouca familia: lam-
bem sa preciss de urna ama'para cozinhar,
e fazer todo o maia ser vico: em Fra-de-
Portas, ra do Pilar n 72, segundo andar.
O abaixo assignado, como administra-
dor de sus mulber, I) Altina Pope da Silva
Lopes, lillifi do finado Jos Antonio Al ves
ds Silva avisa a qualquer devedor que se-
ja da cass daquelle uado para que no
pague o importe de seus dbitos sem ser
de accordo com todos os herdeiros visto
como ss ditas dividas se acham inventaria-
das e leem de ser divididas entre a viuva
inventariante e meieira e os herdeiros ;
e mesmo algumas dividas quo inda uo
esto inventariadas nilo poderilo pertencer
exclusivamente a um s herdeiro.
Marcellino Jos Ixipts.
Quem precisar de urna psrda forra,
boa ama de leite e boa criadeira, *v a ra
da Cruz, n. 34, segundo andar.
OSr. doengenho Canamluba, freguezia
do Santo-Amaro-Jaboitflo, abaixo assigna-
do, vendo que se est para vonder-oenge-
nho Camassary dosfrades,declara que intei-
ramcnie se oppOe que continuo a existir
o assude novo do mesmo engenho Camas-
sary pelos grandes prejuizos que sofire, ora
virtudc de serem alagadas o inteiramente
inulilisadas por aquelle acude grande por-
C1o de suas ledras, sem que para isto tenha
aquello engenho direito ou ao menos auto-
risac?lo ou consentimento do abaixo assig-
nado. E para que qualquer comprador nflo
se chame a engao cm lempo algum, en-
tendeu dover fazer o presente annuncio.-
Jos Joaquim das (.'hagas.
A pessoa que municin, no Diario ds
Pernambuco de terca-feira 10 do corrente,
querer vender urna casa lerrea na ra Ve-
Iha, n. 125, por 800,000 rs. querendo ven-
der por menos, dirija-se ra da Cadeia
do S.-Antonio, n. 26, segundo andar, que se
dir quem compra.
Na ra do S.-llita, n. 91 precisa-se de
urna lavadeira quo seja fiel, o d conlie-
cimentu de sua conduela.
-Alugam-se 3 bons escravos, proprios
paralo lo equalquerservico de urna casa:
na ruado Vigario, n."
Fui taram, no dia 7 do corrente, um
cavado castsnbo, com um esprsvo na per-
na sigual branco na testa, psbrancos,
de bnm tamanbo : quem o levar ra de
Apollo armazem n. 22, ser recompen-
sado.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
n.39,no Aterro-da-Boa-Visla com min-
ios commodos para grando familia por
300,000 rs. annuaes com (anca idnea : a
tratar no mesmo sobrado.
-- Relira-se psra lora da provincia Flix
Ferreira de Mallos.
Sociedade Apollinea.
Convida-seaos Snrs. socips para apre-
sentarem suas propostas para convidados
partida do dia 24, em sessao da direccao do
dia 17 pelas 6 horas da tarde na casa da
sociedade. .
Jos Joaquim de Azevedo Carvalho.va
a cidade do Porlo a tiatar de sua saude.
Agencia' de passaporles.
No pateo da matriz de Santo-ATilom'o,
sobrado n. 4, tiram-se passaportes para
dentro e forado imperio, assim como cor-
rem-se folhase despacham-se escravos.
Carlos Claudio Tresse fabrican-
te de orgaos e realejos na rua
das Flores, n. 9 y
avisa ao respeitavel publico que concerta
orgilos realejos pOe marchas modernas
deste paiz concerla pianos, seraphinas,
caixas de msica acordSos c qualquer ins-
trumento que apparrea : tambem faz obra
nova e vende um orgflo proprio para capel-
la, ou altar-mr, com boas vozes, por pre-
fo commodo.
Precisa-se de urna ama deleite, que <.
tenha bom e abundante, para urna enanca
de 6 mezes 1 na rua do Collegio, n. 19, pri-
meiro andar.
Precisa-se elugsr duas ressoas para
trabalharem em um silio na Pontn-do-
Ucha : na rua da Cadeia do Recife, n. 45.
Aluga-se urna loja muilo grande, pro-
pria para um armazem, e com quintal e ca-
cimba no pateo da ordem terceira do
Carmo : a tratar no sabrsdo por cima da
mesma loja.
Precisa-se de um caixeiro que enlenda
de loja de miudezas e ferragens : ua rua
larga do Rozario, loja de miudezas, n. 26.
Jos Conc'ves Ferreira e Silva embar-
ca para a Parahiha a prela Diomzia, para
ser entregue a sua senhora, U. Mara Ale-
xa odrina Gomes da Silva.
D-se dinfielro a premio sobre penho-
res de ouro e prata : na rua do Hospicio ,
vonda do lefio de ouro.
Desappareceu no dia 11 do corrente ,
s6 lio'as da manhSa um crioolinho for-
ro de noma Goncalo o qual suspeita-se
star occullo para ser vendido como capti-
vo. Este menino tem Sanos; he um pou-
co fulo, e lem o nariz J- RoJ5'^"rH"
quem o achar, de leva-lo a Joflo Aiwa de
Araujo, no Jang donde desappareceu ,
que ser gratificado.
ESTRAVIO.
Mandando-se no dia 13 do corrente a um
negro levar um cavado para a tnbinido
Sr. Bernardo, na rua da Sonzalla. e entre-
gando-se-lhe igualmente um chicote de bo-
lear, novo, cabo de balea; accontcceu o
negro entregarse o cavado tendo comsigo
levado o chicote : por isso avisa-se a quwn
o mesmo o dsse a guardar, queira leval-o1 a
loja de louca do Sr. Fragoso, na rua oa ca-
deia, para prevenir que no se proceda con-
tra quem relm em seu poder objeews
albeios, o que se protesta fazer logo que se
encontr o.dito negro.
Aluga-se urna casa que sirva para pa-
daria e que tenha commodos para 'm|-
lia em S.-Amaro Hospicio, ou Soledade :
quem tiver,dirija-se rua da Madre-de-
Deos, armazem de Vicente Ferreira da
Costs. .. .
O Sr. Jos Leonardo queira dirigir-se
rua da Cadeia do Recife n. 61, para to-
mar conta de 26 volumes de barricas aba-
tidas, vindas do Rio-de-Janeiro, pelo bri-
gue Assombro. .
[>. Luiza Margarida llerb-ter, viuva de
Joflo Baptisia Herbster, entregou a admi-
nistneflo da marcenera.perlenceiile ao seu
casad, ao Sr. Franciaco Borges da Assump-.
clo o qual ho Inmbem o nico autoriza-
do a receberas dividas do mesmo casal e
pausar recibos. Os credores da casa se po-
derfloentender com elle, afim de se habi-
litaren) para receberem as partilbas o qne
selhes deve ,
Prccisa-se de um trabalhador de mas-
seira: na rua larga do Rozario, padaria
n. 48.
Compras.
Paga-so bem.
Compra-se calcado foito na Ierra, de
toda a qualidado : na praca da Independen-
cia, n. 33.
Compra-se, por qualquer preco o II-
vro intitulado Combate Espiritual : na
rua do Cabug, loja de miudezas, n. 1 D.
Compra-se, em segunda mflo, e em
bom estado a obra Mil euma noilest na
praca da Independencia loja do livros, ns.
6e8.
f ompram-se ouros vclhos sem fetio,
em pequeas e grandes porcOes : 110 pateo
da Santa-Cruz junto da botica, o. 8.
Compra-se urna escrava parda ou pre-
la que lenria cria e bastante leite: na rua
da Madre-de-Deos, n 36, segundo andar.
Compra-se urna carroca nova ou em
bom estado, e que Irabalhe com dous bois:
na rua Direita, venda que foi de Jos da
Penha n. 23.
Compra-se, para urna cncommenda ,
urna escrava para se applicar a vender miu-
pezas que seja da Costa ou de Angola, e
inda moca : na rua larga do Roaario, n. 22,
ou ilumnele.
Compra-se, por incumbencia de urna
pessoa tem urna casa terrea com dous ou
:i q na nos .sala na frente e atrs, cozinha
faa, quintal e cacimba : prefere-se na; ras
do Itangel, Lnrangeiras e Trincheiras, e
que seja em chflos proprios: na rua larga
do Rozario, n. 22, ou annuncie.
Compra-se um guarda louca usado, pa-
ra cozinha : quem tiver snnuncie.
Compra-se urna estante quo esleja em
bom estado : quem liver annuncio.
- Compra-se um inoleque de 12 a 18 an-
nos : na rua do Livramento n. 38, primei-
ro andar.
Vendas.
guea
Goc
lloje, das 9 horas da ma-
nha cm diantc, estar, no largo
da Cadeia, urna poicfto de bestas,
poldros, cavados c quartos, que
se vendiu ao em eonta.
Vcnde-se, por seu dono retirar-se'para
fara da provincia, urna morada de casa no
lugar da Capunga, de podra o cal, perto do
rio : a tratar com Jos Jan'uario Alves da
Maia, morador no mesmo lugar.
Vende-sc urna prela da Costa, a qual d
400 rs. diario : no pateo do Terco, n. 17.
Aos Srs. de engenho.
Vendem-se lijlos para fogo,proprios para
assentamento de caldeiras dos engenhos,
por serem de grande duraeflo: vendera-se
por preco muito em conla: na rua do Bium,
fun,dclo de 'Mesquita & Dudra, onde ha
constantemente grande purcSo.
Vendem-se 10 lindos moleques do 12 a
25 annos; iros pretos'de 25 a 30 annos; um
lindo niulaiinbo de 16 ahnos, hora.para pa-
gem ; urna negra que coze perfeitamente,
faz lavarinto, borda, engomma sofnvele
he muilo carinhosa para meninos; urna par-
da que lava perfeitamente, trata muito
bem de criancas e d-so cm coola; urna pre-
la boa quitandeira; assim como oulros mul-
los escravos na rua do Vigario, n. 24.
__ Vendem-se bilhetes da lote-
ria do flio-de-Janeiro: na praca
da Independencia, n. 37.
- Na ruado Queimado, vindo do Roza-
rio segunda loja, n. 18, vende-se panno
fino azul, verde e preto, a 2,000 rs. o co-
vado.
Pcclnncha.
Vende-se urna porc&o de charutos fun-
dos, proprios para serem de novo cobertos,
por diminuto preco: na praca da Boa-Vis-
ta, n. 15.
Ainda resta por vendor-se urna peque-
a poreflo de retratos das principaes pes-
soas de Portugal a Hespanha que se darflo
agora por moos do que at aqui se teem
vendido, atienta precisfloquo bs de se
liquidar este negocio: vendo-se tambem
urna excedente obra Picciola 2 volu-
mes, traduzida do francez, e premiada pelo
instituto de Franca: na rua Nova, n. 6, loja
de Maya Ramos & C.
^ ...


Vincos riscados monstros, de vara
de largura, a 320 rs. o cavado.
Na 'iia do Crespo, n. 5, vendcm-se os no-
v is riscadot ninnstros, muilo finos o pa-
c Oes nones viudos a esto mercado, pelo
1 ,tn vogo de 320 rs. o evado.
0 monstrm so bramante de linho
de 11 palmos de largura.
Na loja do Gormantes & Herir ques, na na
do Crespo, n. 5, vende-se bramante Irio de
puro linho do 11 palmos de largue, polo
Larato prego do 2.800 rs. a vara; ricos co-
bertores do barra de seda, muito grandes, a
i;,000 rs. o mais pequeos, a 5,000 rs. ;
i'azendas estas nunca vindas a estu mer-
i a !n.
Pannos, ale 3,000 rs. o covado.
Na loja de Cuimarilcs & llenriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se panno preto e
azul polo barato rreco de 3,000 rs. o co-
vado e preto mais inferior pelo diminu-
to prego de 2.000 rs. o covado ; bem como
um completo sortimento de todas as cores,
ede diversos precos,
Vende-se cal virgem de Lisbfla de
superior qualidade, em barris de* arrobas,
chegada ueste mez pelo brigue Maria-Joi :
a tratar na ra do Rriim armazem do
Antonio Augusto da Fonseca, ou na ra do
Vigario, n. 19.
AGENCIA
da fundido Low-Moor,
ItUA I A SI-.NZAI.TA-KOVA, M. l\1.
Ncslc estobelecimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
meiito de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
A ac rs. o covado.
Vende-se zuarte azul trancado, muilo en-
corpado e com palmos e meio de largura ,
a niellior fazenda para vestir oseravn pelo
barato prego de 200 fs. o covado: na,loj da
esquina da ra do Crespo, que vulta para a
cadeia.
A pcclinclid.
Cortes de camhraia adamascada
com toque de avaria, 2,5oo ris ;
ditos limpoH para vestidos e corti-
nados, a 3,ooo ris ; ditos de tala-
garc, a xfioo ris; ditos finos, a
*2,5oo ris; cassa-cliita de cores li-
xas, a 3oo ris o covado; riscado
emeassa, o covado a aoo ris; lan-
zintias para vestidos, calcas e roupa
de meninos, a 3ao ris o covado ;
e oulras militas fazendas por nrero
Ir ruto : na ra do Crespo, loja de
Cimba G ni maraes, n. 15
A G/jo rs. cada um.
Vondcm-so cobertores de nlgndlo, dos
mail encorpados que ha, e proprins pina es-
cravos, a 640 rs. cada um: na ra da Cadcia-
U-lha, n. 33.
Aos 2o:ooo,ooo de ris.
C^~ Continttain-se _-?
a vender hilhetes. meios, quartos, oilavos e
vicsimos da decima lotera concedida a
beneficio da ronstruogflo e reparo das ma-
Irizes da provincia do Rio-de-Janeiru cu-
j;is listas devem de ebegar a esta provincia
no primeiro vapor : na ra da Cadeia do Re-
cito bija de fazendas n. 51, de Jofioda Cu-
nlia M .i (_-;, 111 n i's, onde existem as listas das
loteras passadas.
de
Siqueira.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 2o:ooo,ooo de ris.
lie chegada alista da lerccira lotera de
Campos e com ella grando sortinicnlo de
bilhetes, meios, quartos, oitavo* e viper-
inos, na ra da Cadeia, n. 56, loja do fer-
rapens, de Antonio Joaquim Vidal. Adver-
to-sc que destaa lolerias fflram vendidos na
mesnia loja os bilhetes ns. 1,015 e 5,505
com l:(00,000de rs. ; assim como na ante-
ccitenle so vendeu o numero 5,573 com
4:000,000 dolis.
Chitas de cares fixas, a 5,200, ou
a )40rs. o cavado.
Na loja n. 5, que Taz esquina lara a run
do Collegio, vendem-se chitas de bous pa-
drese cures fixas, a 5,200 a peca c 140 rs.
o covado; ricos corles de casa da lainha
Victoria a 3,6P0rs. o corle ; lindas cassas
francesas, larcas, pelo barato prego de 610
rs. a vara : esta fazenda se torna muilo* rc-
commcndavel por sor de pailrOes novos e
milito finas r.alni deslas ha um eom-
plelosorlimento de todas as qualidades de
fazendas, por prego muito commodo.
fes fumantes de bom gasto.
No armazem de moldados atrs do Cnr-
po-Santo, n. 66, lia para vender, chegados
pelo ultimo vapor viudo do sol, superio-
res charutos S.-Flix, e de oulras militas
qualidades que se vndenlo mals barato do
que cni onlra qualquer parle : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
n ilho, que so estilo vendendo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
A ellcs antes que se acabem.
Na loja da ra do Crespo, n. 5 A, ao p do
arco de S.-Antonio vendem-se cortes de
camhraia de cores fixas de novos padrOes,
n 2,000, 2,500 e 3,000 rs. ; pecas de eassa de
babailo, com 10 varas, pelo diminuto prego
de 3,560 rs. ; panno lino azul.o preto, a
2,500 e 3,000 rs. superior fazenda ; cortos
de seda para colletes padrees novos, a
2,000 rs. ; assim como ha um sortimento
completo do todas as fazendas, por prego
mais commodo do que em oulra quilqucr
parte. \
Vende-se cliampanha ta maissuperlor
qualidade que tem vindo a este mercado :
na ra da Cruz, n. 27, armazem de Crocco
&C.
vende-se* um lindo mulalinhq de* 12
Bilhetes com assignatura
annos de idade, de escolente conducta e
com muitos bons principios de sapateiro ;
urna esorava'Ia nagfio, para todo o servigo
de casa ; duas ditas para o campo ; um mo-
leque do nacSo : no pateo, da matriz de
Santo-Antonio, sobrado n. 4, se dir quem
vendo.
Cha barato.
Vende-so muito bom cha, pelo prego de
500 rs. a libra : na ra do Crespo, D. 23.
Deposito da fabrica de
Todos-os-SsntosnavBahia.
Vcnde-so em cusa de N. O. BieBpr& C.
na ra da Cruz, n. nlcod'o Ijsengs.lo
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assuc8r.
-'- Veudem so presuntos inglczcs para
fiambro ; latas com bolachinhas de Lisboa ;
dilss de araruta ; ditas do marmelada de
1, 2 e 4 libras ; ditas de sardinhas ; ditas f(e
hervilhas ( ditas de chcolale de Lisboa ;
frascos de conservas ; dilos d'agoa da flor
de laranja; barris com azeitonas brancas de
filvas ; garrafas com vinlio moscatel do Se-
tubal e da Madeira ; queijos de prato ,
frescaes: tudo novo e chocado ltima-
mente de Lisboa ; na ra da Cruz, no
Kccife,.n. 40.
Taixas para rugen lio.
Na fundigo de torro da ra do Rrum,
scaba-se de rerober nm completo sortimen-
to do taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego rom-
modo c com promptidfio ombaream-so, I LtfCOS
ou carrepam-sccm carros sem despezas ao
comprador.
Vende-se algodao trancado
da faIrica de Todos-s-Santos n
370 e a 3oo rs. a vara : na ra da
Ca'Jcia, D, 52.
A J,000 rs.
o corlo de calcas.
Vende-se hrim trancado pardo de puro
linho, a mil rs. o corle de ra'gas : na roa
do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadeia.
Vcndem-sc sellins ingleses e
camas de Ierro: na ra da Scnzalla-
nova, n. 4^.
Iofha de Flandres.
Vcndem-so caixas con" folha de Flan-
dres : em casa do J. J. Tasso Jnior : na ra
do A mor i ni. n. 35.
Na na Nova. n. 5,
vende-so um lindo muliitinliodo 15 annos ,
proprio para pagem, por saber muilo bem
bolear ; utn iimlequo do 16 anuos muilo
lindo ; um dito tic tH anuos ; um piolo bom
cozinbeiro ; nm dito bom ganhadur do ra
i|iio paga 500 rs. | ordia; urna parda de lin-
da figura de -20 anuos, com todas as ha-
bilidades precisas} urna prela por 300.000
rs. ptima para vender na ira, por ler
ilissn pralira ; uma dita ptima para o tra-
biilho doenxada; nma dita de 20 anuos
ba quitandeira.
Km casa de Jofo SFewart vendo-so man-
lelga ingleza chegada polo ultimo navio,
por prego con modo o quanlidkde a vuii-
liide do cr niprador.
r-Venden-so ilous esclavos de bonitas
figuras : na ra da Cruz, no leeife, n. 43.
Novo sortimento de hrim trancado
res segiiVas, a meia pataca o covado : na
ra do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
Vende-se vlme, chegada ltimamente
no brigue Novo-Tencedar: na ra do Apol-
lo armazem de Antonio Augusto da Fon
seca.
A aoo, 1,280 e i,5oo rs.
Na rita do Crespa, n. i4, loja de
- Jos francisco Das,.
vende-se superior brim pardo de puro
linho a 1,280 rs. o corle; dito cor de gan-
ga, a 1,500 rs. o corte ; superior chita de ra-
mapcni para cnberta, de cores muito fixas;
a 200 rs. ; chitas mludinbas de todas as co-
res o de pannos finos, a 160 rs. o covado ,
ditas de superior qualidade, a 200 rs. ; cor-
tes de fustfies de cores fixas, a 320e 400 rs.,
0 de superior qualidade, a 1,280 rs.; pegas
de brclanha de rolo com 10 varas!, a 1,600
rs.; e oulras muitus fazendas por barato
prego.
- Vendem-se 6 lindos moloques de na-
glo o crioulos, de 16 a 2,0 annos, sem vicios
nem achaques ; 2 pardos de 18 a 20 annos ,
unidos quaes he perfoilo ofiicial de sapa-
teiro, o ambos proprios para papons ; 4 pre-
1 os d 35 a 30 annos, de bonitas figuras ,
sondo um delles bom serrador e muilo h-
bil para qualquer servigo o qnal he de na-
g.lo e nfo lem vicios nem achaques o que
se alianca ; um preto de meia idade muito
bom cozinlieiro, e qued-se em conta ; bem
i'oino oniros ii iiilos escravos': na ra do
Vigario, n. 24.
pretos para grnalas a
720 rs. cada um.
Na loja 11. 5 da na do Crespo, vendem-se
lengos pretos para grvalas, com um peque-
no loque de mofo, pelo barato prego do 720
ris.
Cha brasileo.
Vende-se cha hrasileiro no armazem de
molinillos, atrs do Corpo-Santo, n 66, o
mais excellente cha proaBkidO em S.-Pau-
lo que lem viudo a este mercado, por
prego muilo commodo.
Vende-se uma porgTo de madeira de
louroqnc foi daarmagiode uma luja, mui-
lo secca o propria para muroeneiro ; um
hallo ; 7 caixilhos envidragados: tudo
muilo proprio para loja do fazendas, miu-
dozas e calgado : no Aterro-da-Roa-Vista ,
11. 72.
Carlos llardy, ourives, na ra Nova,
11. 32, yendem ottfSS do ouro do le, co-
mo sojarii: brincos, anm-is, alunles, gar-
gantillas e obras feilas
220 rs. a garrafa. O propietario deste esta-1ostimavel medicina comtndo a epe
nada desagradar aos concur-
|N(w-y0rk, 22de abril de 184,
He
blico em geral, remetto-vos eale'certiife'
po das grandes virtudes da vosa sl. .
nrs. A. R. e D. Sands. Julg.,,^"
um dever para coro voscoe para com o
po
nina
na Ierra : tambern
mm?t* f" ?llr,S 'l0, enrom1nicnd1i- K"|promp"toa; uma vei tente que corre lodo o
Trn" V" 'en,,Pm-f'hPcosile palhjdc anil0f io,0 cl.rCMu, de ospinho o valos
arroz, abortse bordados, os mais bonitos conaeunsa
quo loem apparecido, eiifeiladose sem en-
belecimento pedoxame para poderem ava- cia diaria aprsenla resultados mais J'"
liararurezado sua qualidade easseip, c lavis. n-
que ern
rentes.
Vende-se nma prela de 14 annos, que
coso bem, engomma o cozinha : na ra lar-
ga do Rozario, loja n. 35.
Anda est para se vender a taberna da
na do Cotovello, n. 31 com os fundos
da r;00 a 400,000 rs. muito boa para nego-
C0 por estar bastante afreguezada ; lom
bons commodos para familia, o o seualu-
guel he muito barato : o motivo por quo se
vndese dir ao comprador: a tratar na
mesma taberna.
Vendo-so uma negrinha de 14 annos:
no largo do Livramento, 11. 20.
Panno azul.
Vende-se panno lino azul, proprio para
fardamonto por prego maisbarado do que
em oulra qualquer parle : na ra do Amo-
nio n. 35, casa de J. J. Tasso Jnior.
Lotera do Rio-de-Janeim.
Na praga da Independencia, loja n. 4. che-
gou novo soi tmenlo de bilhetes e cautelas
da dcima lotera concedida a beneficio das
construegOes e reparos das matrizes do Rio-
dc-Janeiio.
Farnha de trigo.
. J. Tasso Jnior vende faiinha america-
na do Philadelplia chegada ltimamente,
de boa qualidade c por prego commodo.
Potica pelo doutor Velej :
vende-so no paleo do Collegio, loja de li-
vrosdo Jofo da Costa Honrado.
Vendem-so chapciisdo lebre, brancos
e prelos dn escuva, de castor e 011 tros : na
ra dos Quarteis loja do miudezas n. 24.
Altenco oos 2o:ooojooc de rs.
Acham-se a venda na ra da Cadeia do Re-
cito n. 24. na loja de cambio da vinva do
Vieira & Filhos bilhetes c meios ditos da
decima lotera a beneficio das construcgOes
o reparos das matrizes do Ro-de-Janeiro:
oslio no resto pela grande extraoglo que
leem tldo A ellcs, a elles, quem nao quizer
(car sem a boa surte.
Vende-so setinota propria para toalhas
de mesa a nove vnicos o covado ; chape-
linas enfoitadas, proprias para mucamas,
a 1,000 rs.: na ra do Passeio, loja n. 17.
--Vende-se una preta que engomma e
cozinha : na ra das Cruzcs, n. 30.
Vende-se uma propriedade distanto do
Recito menos de uma legoa, com duas boas
casas, sendo uma torrea e outra ile um an- .
drr o mUo com 3 olarias, ci.m'..ilo_ tenJ^W?* i r*c>"
barro, 2 grandes viveiros o outros quasi
grauaes virtudes da vossa saLsa-Dit
para que oulres que noje esia0 t
frendo estabelegam melhora ana conli
ga e faga ni sem demora uso da vossa mpt'"
cia.
Vi-me perseguido com uma grande fr
ila no tornozelo, que se eslendia pela Csile'
la cima at ao joelho, laflgava grai\,l0 ror"
g.lo de nojpnla materia, com comichfl,,"
que nieprivavam muilasnoilesdo meudea
canso, e eram muito penosas de supporur
OSr. DiogoM. Connel, quohavia gi,|u. "
rado com a vossa salsa-parrilha, recommei
dou-moquecu llzess^ uso delta, e depoi,
do haver tomado cinco garrafas fiquei iier.
feitamente curado.
Tenho demorado um anno mandar-vn.
osle certificado paracorihecer com eaau.
za se a cura era permanente, e tenho aBn
a maior satisfagilo em declarar quenlou.
nho vislo, neto sentido cousa alguma dj!
rante todo este lempo, e acho-mo perfeital
mente restabelecido. Sou vosso, etc.
SoraA M, I mire
240, ra Delanccy.
Nesta provincia o nico agente drgto m>.
ravilboso remedio he Vicente Jos de Urito.
Na loja de Maia Ramos & C. vendr>
se pelo diminuto prego de 500 rs. iimdos
mais bellos romances que tem por titulo
A roseira traduzido do francez por umi
senhora portugueza. Recommenda-se mui-
to a leitu/a desla obra, principalmente ios
pas de familia; para que, dando-a a lera
seus filhos,, conhegam a grande ulilidido
queso tira em derramar por ontrea moci-
dado ligOes de tanta moralidade coaioii
que sa conlem em dilo romance. Quem
pretender os ditos livros, dirija-so a ru Ka.
va, n 6, na indicada loja acms.
Chegou loja de Maya JfkmwUb
Companhia.
urna obra que muito poder servir aos Srs
agricultores e quo se denomina o Lava
dor perfeilo, ou novo Tratado da lavoun
seguido de um outro volume inlitulaJii
novo Jardineiro, ou brovo tratado da ca}
tura dos jardins precedido do cmblcni
das flores e. ornado de oito estampas co-
loridas : na ra Nova, 11. 6.
Vende-se cal virgom de l.isbOoa ea
Vendem-se brins Irangados brancos, lisos
e de lislias de puro linho a 1,500 rs. o cor-
te ; cuites de fuslfio alonchoado a 480 rs. :
na na do Crespo, loja da esquina quo volla
para a Cadeia.
Na lvraiia OS. 6e8 da praga da Inde-
pendencia vende-se o scguinle :
MANUAL KI.KITUltAI.
cunt n'o a le icpiilameiilar das cloigOesc
os decretos o declrues do governo que dflo
esclarorimenlos sobre SUS execugo,expedi-
dos ai abril do corrrenle anno, com notas
explicativas fundadas uestes mesmOS esela-
rccimenlos ;
CtiDICO DO PROCESSO CRIMINAL
de primeira instancia do imperio do Brasil,
com a disposigfio provisoria acere da 8d-
ininistrago dn jusliga civil, seguido da le
de 3 de dezombrn do 1841, e lgulamenlos
para sua cxecug.lodc 31 do Janeiro e 15 do
margo de 1842, segunda edigSo mais cor-
rida a augmentada com notas.
SSSF.
Manoel da Silva Santos continua a vender
barricas do familia de trigo da marca sri-
na menciiuiailas, ultmainoiitc chegada a
esto mercado: a tratar no armazem de Anto-
nio Aunes, no caes da Alfandcga.
Na loj da ra do Crespo, n. fi, ao
p do lampefio chegou novo
sortimento de lazendas, todas
de muilo superior qualidade c
muilo bar I ns.
Corles de brim trancado hraneo liso o
listrado, a 1,500 rs ; ditos oscuros, a 1,000
rs. ; dilo r> de ganga, a 1,440 rs. ; cober-
tores de alfiodSo ameiicano, muilo encor-
pado a f 40 rs. ; chitos finas o de eOrcs fi-
xi^s, a 6,400 rs.fa pega c a 180 rs. o cova-
do ; chapeos de nm-sa a 1,000 rs. ; ditos
ile seda a 640 rs. ; pecas de casaa para ha-
dados, a 2,400 rs., e 320 rs. a vara ; c mi-
tras multas fazendas por prego commodo.
Na ra da Cruz, armazem n. 33, do S
Aranjo, vendem-se superiores batatas do
Lisboa em canaalrasBeS arrobas, a 2,000
rs. a arroba tambem se vende as arrobas
Pechinchas extraordinarias.
Na ra do Crespo, n 5 A, vendem-se lu-
vas de pellica, tanto para liomem como pa-
ra senhora a 160 rs. o par ; ditas de scJa
curtas, para senhora, a 120 rs. e enm-
pridas a 640 rs.; meias de seda compri-
das, lanto branras como pretas, a 1,280
rs. o par ; ditas brancas, bordadas e ber-
tas a l.COVTs. o par ; ditas pretas e bran-
cas para homem a 1,000 rs. o par; luvas
compridas de pcllicS para senhora a 610
rs. o par ; eoulras muitas fazendas queso
darflo as amostras cum o compclenlo pe-
nhor.
A 640 rs. cada ttin. ...
Vendem-se cobertores do algodto ameri-
cano, encorpadose grandes a, duas pata-
cas ; chitas escuras, de bons padrOes e cO-1
1
feitos ; chai eos do palha suissa para se-
nhora o meninas do lodosos lmannos, en-
rollados o sem enfeites ; fitas larpas, flore,
penachos do todas as cores e muito ricos pa-
ra chapeos; luvas do pellica para homem
esenhora ;dilas pelas para senhora; ditas
de algodiio brancas o de COTOS para ho-
n.ein montara eavallo ; meias de seda bron-
ca o prela para senhora ; ricos longos do
garca para senhora; lengos de soda para
grvala de. homem ; crep do todas as co-
res requintos de soda paraenfeitea de cha-
pese vestidos; franjas para manteletes;
toncas para meninas; armacOca de chapeos
de frinos modernas e de todas as cores ,
muito facis de cubrir ; manteletes de seda:
todas estas frondas iio novas o chegadas
de Pars na ultima embarcago. Na mesma
loja tan,I-e n se fazem cliaj us de todas as
qualidades para senhora.
Vende-se, a bordo do brigue ero, tun-
deado aup da rampa do Ramos sebo em
rama de boa qualidade por prego muilo
em oonta,
--Noarmazem da ra da Mela, n. 7, eon-
lihua-so a vender superior colla das fabri-
cas ilo Rio-Crande-do-Sul, por prego ba-
rato.
vfhdom-se capachos, a 480,610 e 800
rs. cada um ; lilas largas de seda lavmlao
de diversas odres, n uio proprias para cha-
peos de senhora e> enfeites de cama, a 320
400, 4S0, 640, 800 e 1,000 rs. a vara; um
grande sortimento de lteos c rondas de to-
das as larguras o.francezos, principiando da
largura de un dedo al um palmo que a
vista de sou diminuto prego ninguem dei-
saii de comprar o vista das amostras:
meias de algo tito muilo finas para senho-
ra, homem e meninas ; luvas de pellica en-
rolladas para senhora a 1,280 rs. ; ditas do
seda de varias cores, curias o cumplidas ;
dilos de pellica liara homem, a 1,000 rs. o
par; ditas do algod.lo brancas, a 400 rs., e
decoros, muilo proprias para montara,
a 400 rs. ; um sortimento de tuuquinhas
rara mangos; papel do peso de machina,
manco o azul em meias resmas, a 2,800 rs
a resma, o a 40 rs. o caderno ; o nutras nim-
ias miiiilezos por proco commodo : no Ater-
ro-da-iioa-V'sla, n. 72.
Vende-se uma commoda do angico ,
com muilo pouco uso : no Alcrro-da-lloa-
Visla, n. 72.
Vendem-se escravos baratos, na ra
dasLarangoiras.n 14, segundo andar: 3
prelacom algumas habilidades; uma mu-
Ulinha quecose c marca; um molequede
12 annos; dous molecOes do na'g.lo : um pre-
to do nacilo Costa ,,Ue ganha 480 rs. por
da por 420,000 rs. ; 3 pretos ptimos pa-
ra o campo.
." v'',i,lp-se cita doco em caixas .le
12 garrofas ; vinho clarete em ditas ; dilo
de Hordeaux em ditas o harria; dito llour-
gogno e Chanipanha ; cervoja pieta em bo-
tijas ; esleirs americanas, proprias para
forrar salas: tudo de superior qualidade,
por prego cammodo : na ruada Cadeia do
Recite, loja n. 45.
Vende-se salsa muito nova, vinda
do Para no ultimo vapor: na ra do Trapi-
che, n. 26, caas de Manoel Duarto Ro-
drigues.
N. 9.
ltuada Madre-de-Deos.
Furo vinho da Figueira.
O novo armazem desla pinga deliciosa
acuua de so abrir ncsla ra, defronto do ex-
melo armazem ao mesmo prego de 180
rs. a parrara,o a 1,360 r?. a caada. Os
amaines deste licor all enconlrarSo garra-
tos pruuiplameiiie lacradas e Como seu
compeicnte rotulo para trocaren por outras
promplamcnie ; assim como tambom on-
conlrarno barris de diversos tamanhos,
por precos bom rasoaveis ; bem como vinho
Brancpde, Lisboa ,a 1,600 rs a caada o a
com algunsarvoredos do fructo, coftl pro-
porgoesde se fazer una engonboca pela
exlens.lo que tem do terreno, com sufllcicn-
cia para ter militas vaccas do leite por se
muito ahundantn do, paslo: esta proprie-
djido reune em si muilas proporgOes vanta-
josas pola tanto servo para roereio, cuno
para se fazer uso dos eslabelecimentos que
em si tem o so pnder Ungar mito de oulros
que ella'olTerece ; bem como quem a com-
prar querendo poda, ler de rendimento.
animal para mais de 800,000 rs. sem em-
p/ego do capital como se fai ver a com-
prador: tambern so vende em separado a
casa lerrea com arvoredos, olatia o grande
terreno : lulo vontade do coniprador .-
recebc-se, cm'pagamciilo algiins escravos e
cas nesta praga : a fallar com Jos Fernn-
des Eiras na ra do S.-Francisco pala-
cele junto a maro.
Fei/'do.
No caes da Alfandega, armazem confron-
te ao cha toriz, e na ra da Cruz. armazem
n. 13, vendem-se saccas com feijlo mula-
tinho e rajado, por menos prego do que em
oulra qualquer parto.
Cabos, tonase brins.
Na ra da Cruz, no Recito, armazem rt.
13, vende-se um completo sortimento de
cabos de linho patento, de todas as giossu-
ras; lonas da Russi verdadeiras; ( conho-
cidas por impelas) brins para velas, do
primeira qualidade.
Lanternas de patente.
No armazem da ra da Cruz, n. 1.1, ven-
dem-so Ja alemas do patente para navio,
muilo bem (eilas e du varios tamaitos.
Rape roldo francez.
Vende-seo superior rap roblo francez,
nicamente na lojas dos Srs. Caelaqo l.uiz
l'erreira no Alerro-da-lloa-Vista n. 46 ;
Thomaz dcM-los l-'sliina na mesma ra,
n.54; Francisco Joaquim Ruaile, luado
Calinga ; Pinto&lnniio, na ra da Cadeia
do liecife, n. 19.
CadeirasdepalhinTa e deba/anco;
armaios para milpa; lavatorios; soph'as ;
mesas o mais mobilia; bem como um rico
soilimi-nto de
vasos de ciy stal brancos e de cores
para adornos de sala; garrafas o copos de
crystal de cOres | em casa de Kulkmann Ir-
Olfo, na ra da Cruz, n. 10.
-- Vende-se, o quem comprar ha dogos-
lar, um escrava cabra sem vicios nem
achaques, pelo diminuto prego do 350,000
rs.: lia ra Relia, n. 14, piimeiro andar.
-- Vende-se um gamAo ;' nma baicoga no-
va de lele de 24 caixas quasi em estado
de ir ao mar : na la da l'raia, defronto da
ribeira, ns. 9o II.
Salsa- parrilha de Saiids
para remover e curar radicalmente to-
das as entormidades que procedem da im-
pureza ilosangue, ou hallo do systema.
Ksla.medicina est operando constante-
mente curas quxsi incriveis de molestias
que procedem da impureza do singue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas juchadas, ervos incolhi-
dos,eos ossosmeio arruinados, ficou resta-
belecida com toda sua saude e frgas. O
doenlc escrofuloso, cobcrlo do chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o ser-ia,
ficou perfeilo. Centenares do pessoas que
tlnbam sofTrido ( por annos, a ponto ife de-
sesperen! da sua sorte ) molestias cutneas,
glaniiulas, rheumatismo ehronico e muilas
nutras onl'eiinidades procedentes do desar-
raigo dos urgaos do secrego e da circula-
gilo, teem-se erguido quasi milagrosamente
to leilo da morle, e boje, com epnstitufcOos
regeneradas com prazer atlestain a ellica-
cia desta ineslunavel preparago
rodas de niios para barricas; eunhetos do
pinlio abatidos para assuear ; pregos cal
xaes doX'orlo em barris de 10 milheirol,
dilos "i estuque em barris de 32 milheiroi;
marmelada de Lisboa em latos de 1 c li
bras; ijnlulas de familia; cadeiras de pno
preto, Angico e cerdeira. chegadas ltima-
mente ilo Porto : o tratar com Joquim Fer-
reira Mevides Guimarcs, na ra da Cruz,
n. 49.
Vend-se, por prego muito commodo,
um DioleqNie de 12 anuos, proprio pan
aprender quajlquer olh'cio, he mancii di
nina perna em consequencia do ler sglTii-
do em um quailo uma qual resullou o ingurgitamento nos ten-
les quoconi o lempo provavelniente lica
ra sem detoito algum como asseveram a
guns hcullativiis, o por ler este defeilo
Vende-se por 200,1'liOrs.: na ra do CJuei
modo ii. 48, viudo do Rozario.
Vendem-se upparelhos de Inuea fina iJ
gleza do bom gusto para jantar, por pra
go commodo : na ra da Cadeia do Recite,
o. 48.
Vendem-se duas pretas, umacrioula,
de 18 annos pouco mais ou menos, re
colhida, muito boa costureira, e cum prin-
cipios do eugommare ensalmar ; una ilitl
de 40 anuos pouco mais ou menos que co-
ziiiha, engomma e eiisaboa,a qual he de An-
gola : na ra larga do Rozario, venda n. 46
Vende-se um lindo ca\allo preto, ilo
lencnle-corouel Favilla por este rctirar-se
da provincia ; lainbeni se vende urna rica
Cama do Jacaranda com nrmagflo de cam-
bra ia colchflode marroquim enxergOes
o eseailinha do p da cama : tudo novo m
ra Nova, loja do Guerra.
Veniiem-se velas de carnauba de seis!
e noveein libra, muito alvos,quo pareceni]
cspe macote o dilo boa luz por prego mui
lo commodo : na ra do Hurlas, n. 120.
fc/scr^vo jf ujiu-.m-
Comquanto lenham apparecido grandps
CUPu "liJLSu' produzidas p)tlo uso fiesta
Fugio, do engenho Boa-Esperaaes di
froguezia do Roni-Jardim, 0 cabra. Conga
lo, de 30 annos ; hobaixno secco ; lem m
face um signal bem visivel de una dentada
de eavallo ; fugio ha 3 mezes ; tem no jarre
le um t a I lio que mal so divisa : quem o pe-
gar levo-o ao dito engenho, ouao irru-
zem de assuear do Candido Lobu na mi
de Apollo, n. 22, que ser bem recompen-
sado. .
--Fugio, un da i: do cnrrenle o preto
Francisco, mosquero d pehrtiome de Ch
co de nagfio Rengiiella do 40 annos^pou-
co mais ou monos alto rosto comprimo,
testa bastante larga e entrando nos cado*
paia o centro da cabega ol,os abugnHi''
des e a visla bestante destarada ; falla mul-
lo embaragada andar descansado e levan-
ta mais a perna esqu-ida quaudo deila '
passada ; levou camisa e c-roulas de algo-
dflo da trra. Roga-soas autoridades poli*
ciaes o .pessoas particulares quo o aun'-
hendam o levem-no ra larga do lio"'
rio, padaria n. 18, que sai So recompen-
sados.
5o,ooo ris
Roga se aos capitles de campo, ou outn
qualquer possoa queirais pegar 1 muln|ue
que fugio no dia 12 do correlo, de noi"
l.uiz, do nagfio Congo, de 13 a 13 anuos;
tem o rosto redondo e nadegas satn'6
grandes, bem leforgado do corpo ; levuu
omisa o caigas d riscado azul ja desbola
do do i rallen de coziuha : quem o iefSr W
Hotel-Francisco, na ra da Altomlcga-"'
Iha, n. 9, recebra 50,000 rs. de gralihc-
gflo.
Uesappareceram, do poder de seu s
uar, Antonio Bernardo Freir os pret
Joan Confn, alio, cheio do corpo: Ant"
liauo ; ambos do gento de Angola : q'ict-1
os pegar leve-os a'ra da Senzalla-Vely >
n. 70, quo sera rec impensado. f
PW. NA TTP. DE M. '4 DK FA1A.