Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08954

Full Text

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Auno XXV
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Quarta-feira 4
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n.
I PARTIDAS DOS COHHZIOS.
fiolanna eParahlba, segundas r sextas-reir*.
pjo-Grande-do-INorte, quintas-t'eiras ao melo-
da.
Cbo. Seriuhem, Bio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.*, alte 21 de cada mes.
6aranhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
'Victoria, s quintas-lciras.
Olinda, todos os da.
...<>***^*|eS
XPRKMXKIDES.
rHASESDim. Chela a 5, sllh. e 9m.dam.
Ming. a 13, as 4 h. 48 ni. da m.
Nova, a 19, s lili, o Mi ni. da t.
Cresc.a2Msl0h.eluin.da <
pntlMAK DE BOJE.
l'rlnieira s 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda s 4liora.se 6 minutos da manh.
de Julho tic 1840.
/.>.
FUEGOS DA SUBSCRIPCio.
Por tres 111e7.es (adianladosj 4/000
Por seis niezes ^"99
Por un anno lftfOOO
das da semana.
2 Seg. S.Othao. Aud.do J.dos orph.edo m.dal.v
3 Te*. S. Jacintlio. Aud. da chae, do J. da 1. v.
do clv. e do dos l'eitos da faienda.
4 oart. S. Izabel. Aud. do J. da 2. y. do.civ.
5 Quiat. S. Alhanazio. Aud. doJ.dosofph. e do
- in. da 1. v.
Sext. S. Domingas. Aud. do J. da 1. v. Uo civ.
e do dos fellos da faienda.
7 Sabhado. S. Pulquera. Aud. da Chae, e do J.
da 2. vara do criine.
8 Dom. S. Procopio.
CAMBIOS I* 3 JVIBO.
Sobre Londres, a 24'/, d. por 1/000 rs. a 60
. Partei 380.
. Lisboa, 115 por cenlo de previo.
Ouro.-Oncashespanholas........ -iW"> a
Moedas deli^OO velhas.. 1/M
. de/400 novas... ll#0
, de4/)00........... 9!> a
rVate.-Patacesbrajilciros...... 2/000 a
Pesos columnaiios........ !*
Ditos mentcann......... lawu
das.
31/400
17^700
11V700
9/VOO
2/020
M020
fino
DIARIO
PARTE OFFlCUl.
Comaiando das armas.
Ouartil-amtral do commnndo das nrmai em
V rVwmas.w, 2 rf.j./ao 4*1849
ORDEM DO IA.
S. Exc. o Sr. inarechal de campo graduado,
cnnimandante da* arma*, manda fazer publi-
co guarnigo o olncio abaja transcripto que
pelo Exm.'Sr. presidente orprovlncia, Manoel
Vieira Tosta, Ihe foi remertido ein data deTI
,lo crreme, e em que o inesmo Eam Sr., ao
dciiar o governo da provinfcia qoataojudi-
ciosamenir admlnistrou, agradece.) porcao doj
nercito brasleiro.exlstente na inetma, os_ser-
vicos prestados durante sua admijiislraga, e
por cilla causa tomaram se dignos de (ua gra-
tido e reconheelmento; e devendo sempre er
recebidas aesexp'resses coin o agrado deylda
por aquelle* que teem por dever a defensa e se-
guraoca do pail, he coin a maior satisfacao
que o mesmo Esm. Sr. manda publicar.
. lllin e Em. Sr.--Osdjslinclos e liiiporUa}-
trs srrvico, prestados pela porco/do eiercim
brasileiroao mando-de V. Es. nesta.j&witz
cia durante a inlnha dniinlstr,aejUf"|*enhora-
rsm por tal mane Ira miaba gTaiidao e rrco-
" Vrchnenio, que eu Wtrla a um dever sagra-
re no momento de dar posse ao inru digno
- essor, drliasseaiiida por esta vezde roani-
n-siar V. E*c. eaeu illuslres companheiros
1 expressaode laesentiiiieiilos.
. Haia, pol, V. Exc. de aceita-la e transmlt-
rii-la a lio distinclot defensores da ordein e
'das inslUulcOes monarehtea* c constltuclonaes.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo
de Pernambucw. 2 dejulho de j849.Manoel
Vmr TortsXr-lIhn. c Exm..Se. naaaartwrjos
Jos Coelho,cominndjuUeJrarmas. m
Finalmente o ine-jSTxm. Sr.deienuina que
o Sr. alferesda 4' Nwse^n exercito, Jorge Ro-
drigues Sidieira, eja dispensado da seryco
do destacamento ein que se acba na Yortaleza
do Pruin.
Jot Pedro Heilor, 1
Ajudanta de orde'ns interj 10.
M. llackhans prope a suppressSo dos pa- paz, lancar-e-h mao de qualquer pretexto
ragraphos 5 e 7. e sua propost. ha rejeitada frlrMo par. esmaga-lo^ alr-m de que. exige-
por 1) volos contra 110.
M. Welcker propOe a guppresso do para-
grapho 7, a a proposta do M.jOiedermann, _
assim omendada por.M. Welcker* I tdQqp ao Piemonte.
EXTERIOR.
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1.
ASSEMBLEa NACIONAL DE FRANJxFORT.
St$$ao' em 12 de nai*:
ti. di Henmann(e Munich) dil que o po-
der central nflo teTO o direilo nema facul-
dsdede ftncr qoe a comUituicilo seja reco-
nlWcida ; que o parlanienio tem posto em
praliea irma-agilagrio legal, mas que acon-
tecen aos AllitnSas'o que anleceu aodi-
ri|ui/(i do vclho niagico, o qual soube evo-
car osdemo^K mifjH*kp0de faze-los en-
trar' outra vei nos lugares donde tinham
vmdo. ( AllusaS a vmabal/ada dn (,',rl/c. )
Depois da recuslwie experimentamos da
partejda Prdssia, contina o orrador, j nflo
he possiVelnomear um chele do imperio ;
he preciso, portanto, urna oulra forma de
poder central.--Elle propem :
|. Mandar que se proceda i eleicflo de
novus deputados em lugar dos que se teem
retirado;
2. Convidar os governos a dirigirem
suas propotas assembla aerea das mu-
dapcas que desojam fazer na constituic.lo ;
a 3.Noniear urna commiss.lo para exa-
minaras propostas que os governos hou-
voem de sulimelter a considerat da as-
sembla. a
U. Heieltr diz que, se se livessem embre-
gado os meios legaes, a constituiQflo leria
acabado par triumphar. Mas ha um partido
que a insorevcu em sua-bandeira somcnle
para chegara um (im iuteiramento diverso.
Entretanto exige-se que passemospata o
campo da violencia. De um ludo, vemos a
reaccSo.p do outro vemos, nflo a liberdado,
mai a anarchia.
Y. Wticker, em nome de quatro mombros
da coiniuissilo, pede a adoicao da proposla
de M. Biedermann, rom excepcilo do para-
grapho 1 relativo a M. de Gagern. Ello diz
que o ministerio, querendo permacer em
sou posto, nao ohslanle o voto do dia 17,
olletme a soberana do povo.
M. Y ag diz que presentemente, que o
partido imperialista ha feito banca-rota,
ninguem pode mais fallar e%legalidade,
purque esta ji no existe. Relea, portan-
to, que cada um permsneca no posto que a
naQflo ihe eonfiou ; que' he urna traigo o
di/er-ae que 11Q0 se volar com a esquerda
aiuda quo a patriatporeca. Certos hoinens
de estado nflo sotlueram senilo urdir intri-
gas, aqu eem Berln. (AUuiao' a M. Uat-
terikann.) O orador descreve os aconteci-
mentos de Dresde ; fallada revolucflo de
badn, a quai nao he senflo a consequencia
de urna looga oppressfio; elle diz quo a
Krsncouia inleira esta prompta para pegar
em armas contra o gabinete de Munich, e
que n3o ha anarchia quando os soldados
lulo querein marchar ein soccorro da tyiau-
111a. O orador pede a damiasflo do poder
cntrale termina citando aquelle bravo of-
iicial que lloohe collocou em um desladei-
ro para defender retirada do exercito re-
publicano ; elle bero sabia que perecera
ulli; e, ebeio de resignaeflo, 'disse : Morre-
rei, mas salvare! o exercito! ( tongos ap-
rlaiuoi) .
i'assa-se votacSo.
A ordeut do dia motivada he rejeitada por
161 votos contra 408.
As propostas da moioria da comtnissfo
;'Jemis!lo i inmediata do teneule-geiieral do
inperio, e o concelho de regencia compos-
u de cinco mombros) sflo lambeta rejeita-
dupor 158 votos contra 97. :'
nvas propostas de M. Ilresgen e de M.
Marica Motil sSo rejeitadoj por 136 votos
ion* 11IQS. fEslas propostas sao anlogas
iliedermaint.)
.oposta de M. Biermaoa he posta a
tada por 1-26 contra 116.
Eis-aqui esta proposta:
1.* A assembla nomeara**uovote-
nente-general do imperio (Hclltistadt-hol-
der) tirado, se fdr posslvel, dentre os prin-
cipes reinantes, o qual exercer as funccOes
de chefe do imperio al que a dieta se
rena.
a 2. Depois de haver prestado juramento
constituidlo em presenta da assemtya
nacional, elle entrar immedialamenba no
governo do imperio,
rm 3 Logo que fr empossado do govet-*
nn, o tenen^general do iinperw amtWega-
Sim, a Austria car guarneeendo alguns
pontos principaes, porque naquetaoplemon-
tea nSo se trata smente da submissao da
Loinbardia, trau-seda hita encarnicada do ab-
solutismo contra a liberdade, que, to flagran-
te "ein Roma e Toscana, compreheude multo
bem que, conservando urna posico no Pie-
mi.nle, domina aJlalia toda. F.is-abi a verda-
te. (Na esquerda'Si I '/)
Mas, acreditai-me*ciddaos, a qursuo do
Piemonte nao he *o!entc italiana, d'ora em
ros meios que julgajpea^Wenles para
fazer qne lodos prwWnTjuramenlo cons-
lituico. -'-"^
_>-*" Elle lera o cuidado do mandar pro-
ceder s eleic,0es para a dieta e de convo-
ca-la
5. At quo a dieta seja reunida, a as-
sembla nacional conservar todas as suas
altribuicOes. Quanto ao numero necessario
para deliberar, a resoluc,ao de 30 de abril
conserva frca de lei. ( He, porta-Mi, preci-
so que pelo menos 150 membros estejam
presentes para poder haver casa.)
6.a Se obstculos invenciveis se oppo-
zerem nomeacSo de um chefe do estado,
bem como foi previsto pelas resolucoes de
( de mam, o tenenle-general do imperio
continuar a exercer suas funogoVs at que
a dieta tenha decidido sqtte a forma de go-
verno do imperio f
7. ( Paragrapho Supprimido) At que
se edeituo a nomeacio do tenente-general,
M. de Gagern, antigo presidente do conce-
lho de ministros, governar e nomear um
ministerio debaixo de sua responsabili-
dade. W M
* 8." Logo qne esta resoluco fr execu-
lad, o poder central provisorio cessar de
funecionar. e'as altribuicOes do chefe do
imperio seffio devolvidas ao novo tenente-
general,/'
M+tiien propOe declarar que a assem-
bla s*opport a lodQ4Vtaque contra osgo-
vernosqueteem reeonrifeidoa constiluico,
e quo esles sejam coirvidailo a preSlarem
sen concurso para nwINar a contitiiii;nn e
sustentar a ordein legal. Foi approvado.
M. Uhlund prope o que se sogue :
Se o tenente-general actual do imperio,
conforme aameac que nos fez o seu mi-
nisterio, resignar o poder que tem em ou-
trss mflos que nSo as da assembla nacio-
nal, a assembla declara este acto millo e
de nenlium valor. Foi approvado. a
Os membros do partido, denominado da
grande Allemanha, remeltem o seguintc
protesto contra a destituico do vigario do
imperio :
Considerando que a lei de 28 de juruio
de 1818 lixa expressamente em os segua-
les termos a poca em que devo cessar o po-
der central provisorio :
Logo que a conslituicSo do imperio fr
termioada e posta em vigor, o poder provi-
sorio cessar ;
a Considerando que a lei de 28 de junlio
de 1848 lixa a poca da cessacflo do poder
central provisorio no momento om que o
governo do imperio fdr definitivamente es-
labelecido ;
Considerando que a constituic.lo nflo
est posta em vigor, e que a resoluco de
hoje nflo estabelece urna forma definitiva
de governo para a Allemanha ;
a Considerando que porconseguinte ain-
da nflo fram salisfeitas ascondicOes esta-
bolecidas pela lei de 28 de junho ;
Considerando que a assembla nacio-
nal seni oassontimento do depositario do
poder central nflo U-m o dircito de destruir
a lei donde este poder emanan, nem de
abolir os dtreilos do vigario do imperio ;
< Protestamos solemnemente contra a
resoluto que acaba de ser tomada
Este protesto he acolhido coin risadas e
murmurios.
lima proposta de M. Gollz, iendenlo
redtizir a 100 o numero de deputados ne-
cessarlos para que a assembla possa tra-
balhar, he adiada para segunda-fcira.
A sessflo, he levantada s 5 horas.
(Pree.)
MUTILADO
A QUESTAO ITALIANA
DISCURSO 00 SE. LEDRU-ROIXIN NA SBSSaO D\
ASSEMULKA NACIONAL FKANCEZA DB 30 DE
marco us 18V9.
O Sr. Ledru-Holin Cidadao*. para o* ami-
go* da liberdade, a derrota da* armas liberaes
lio Piemonte be um facto capital, lamentavel.
Todava nao passa de um incidente da grande
questao Italiana, e este acontecimenlo seria
parasempre irreparavcl.se podesse servir para
faier esquecer os empenlios lomados pela Fran-
ca para sua liberdade.
Um questao piemonteza. o governo emprega
urna lingoagem que, sb apparuicia da furnia,
occnlta o abandouo da Italia. I)ii-vos que o
governo da Austria declarara que nao quena
oceupar por multo lempo o Piemonte nem con-
qulsta-lo.
Em nome do governo da Franca, em nome
de una grande najao, cumpre-nos fazer com
que seja reipellada a nacionalidade plemon-
-.idadaos, Rearis como eu admirado*, pona-
lisados mesmo da inultldade da declaraci.o.
O governo austraco declara que nao quer
conquistar, mas tem multo cuidado em an-
uunclar que exigir as despezas da guerra.
Sin bem vejo que o fero vencedor promet-
te em um despocho ser moderado: ipas, appa-
recendo a menor pultacSo de uina antena no
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se-lbe mal* do que pode pagar; exige-e-lhe.
como tenca, suas muniedes, auas armas de
giierraeoccupar-*e-hfio eternamente algu-
mas ptifas fortes. El o que tem de acontecer
dlantefce.|fiD<*ia. Sbela porque ? He porque
essa<|1sao desabrida demonstra a todos os
homens sensatos qoe em dous dias pdem os
Austraco estarnas vossas fronteiraa. (Ora!
or !)
Diiiamo* ha alguma* emana :Travou-se
hoje urna guerra de marte entre a revolucio e
os ltimos vestigios do privilegio e do despo-
tismo. Mostravamos a llussi.i rmando-se, apo-
derando-se das provincia moldo-vallacas, reu-
nindo suas fr9a na Transylvania dltiamo :
Approxlma-c da Austria para desatTrontaia
e inipelli-la mais compacta sobre a Italia. Pola
pergunto eu, ees tristes agouros, ameacado-
res para a seguranca do noso paiz nao se ve-
ri Acarao?
NSo he eerto que a Austria em dou dias po-
de achar-se no cume dos Alpes, que a Hussia
dista alguns dias de marcha da Italia central ?
Se assim he, ser com a Austria que no cum-
pre pactusr ? Nao! He com as repblicas italia-
nas que se formam c nos servem de vanguar-
das. (Exehtnacoei na disrila.Viva approroraa
na eiquirdu.j
Creio que os membros que me interrompe-
ram leriam evitado essas denegaces e iivc-
sem querido recordarse por um instaute da
historia dos ltimos cincoenta nonos.
Acreditis acaso que, quando tlverdespactua-
do com as potencias a ristocralas, estar tudo
acabado ? Acreditis acaso que a Ideia revolu-
cionaria lioar abafada al o germen ? Nao,
mil vezes nao. Nao foi rsse o pensamento de
lodo o continente desde 1792 at 1814 ? F. toda-
va, oque he que acontecen ? -Acreditavam,
Insensatos, que a Franca exhausta, abatida si>b
a Irrupco de um mundo que arrejaessou con-
tra ella, nao tornarla a nascer/ liberdade.
Pergmital a 1830 qual foi, no rao da Europa,
a exploso da revoluco coninjianda.
Si 111, em 1830. como liojr"sperlaram to-
dos os povos mitaeo da-Franca Nesae 1110
ment solemne, I.uiz Fillppe tiuho duas pol-
ticas a seguir, a alllanca com os povos, a all-
anca coin as monarebas : preferlo, por iute-
resse dynaslico, ser admitlido na poltica dos
res. Qual o resultado? O 24 de fcvereiic de
1848.
Bem vede, portanto, que, anda que pactuei*
hoje com a oligarclia continental, com os re
absolutos, nao deveis acreditar que a ideia re-
volucionaria, um momento comprimida.fica-
r para sempre extirpada ; nao, isto nao he
possivel. A ordein do* lempos, o destino da
humanidade naopermlttiriam que tal acontc-
cesse. (Jpprovacab nn nquerda.)
Se Isto nio he possivel. 11 tlnha rasao quan-
do dzia :Vossa frca nao est com os res,
est com os povos; he na Italia, em Boma, ein
Florenca, em Turiin que ciimpre ir busca-la
por urna unlo estrella e fraternal, inluruppio
na direila.)
Quein contesta a historia do cincoenta ali-
os que acabo de citar ?... Em ves de ouvir in-
terrupcae*. quuera ver alguciu levautar-se
para ln*crever-se contra.
O Sr. O'enl:N3o tenha inedo di*so.
OSr. l.era-nollin:Se a historia he verda-
dera, se, a despeito de seis coallcoes pagas
pela Inglaterra, as ideas de liberdade fizeram
'mi 1792, em (831, em 1830, cm 1848, nova ex-
ploso no mundo, sirva-vos esta marcha as-
cendente de licao, e possain as vossas alllan-
cas, se nao quizerdes perder, nao dire a rep-
blica, porque he iiniuorlal, mas o governo c o
primeiro magistrado que est a sua lesta, pos-
sam as vossas allianca verilicar-sc com as de-
mocracias : obrar de oulro modo lie demen-
cia, he eternisar a guerra ein ve de_acab-la.
F. todava, a respeilo dcsla questao italiana
que louiou tao graudes proporcoes, que vos
disse o goverpo?
Vi recomecar a comeda que por espaco de
detoilo auno* aqui se representou.
Di/..-mus .1.. ministerio :Mudal a vossa pol-
tica, ella he m.-O que responde elle ?Nao
he pelor que a dos ineus antecessores ;c ues-
te facto eiicoulra urna desculpa.
Isto nao he desculpa. Se os vossos predeces-
sores se livessem enguiado, se houvesseiii es-
uuecido, comprometlido os interesses da Fran-
ca, nao podei ies cobi ir com as suas culpas uia
co'mportaincnto que 11S0 fosse nem nacional,
nem patritico. ...
neniis, a assercao nao he verdadeira, e vou
prova-lo rpidamente.
isse-se-vos :0 governo provisorio nada
prometiera Italia de nina maneira definitiva;
usara de urna lingoagem geral, nebulosa, sem
dizer quando nem como devia intervir o exer-
cito francs.
Permilti-me citar alguma palavra no mani-
fest. Ei-las : l)itcmo-lo altamente, se aho-
ra da reconslrucco de alguinas nacionalida-
des opprimidas na F.uropa ou em outra parte
nos parecesse chegada, segundo os decretos
da Providencia ; seaSuissa, nossa lid alliada,
ofterecerlamos para preserva-la de toda a n-
vasao.
O Sr. Len Fnufcrr, ministra do interior :
Cumprla intervir:
O Sr. trfru-/loli iOujo o *. ministratd
Interior dir^r-me qne cumprla intervir.
O Sr Orfion arrot:Tudo soffrestes !
O S>. Talen:Nao fizestea o que agora acoa-
selhafs I
O l.ed.-u-llullin :~0 Sr. presidente do con-
celho e o Sr. Tliiers intei roinpeni-uic : respnn-
derei logo.
'Fra precito tempn para reunir tropas ; o go-
verno con*rrvava a fi dos Alpes 50,000 ho-
niens promptol a entrarem na Italia quando
aeonterlmrntos de junho vleram mudara po-
ltica do gabinete.
Silo os enredos diplomticos que nflo sor-
viram senflo para trazer es desgraess que
deploramos hoje.
Agora, porm, j se nflo trata deefferves-
eencias populares, lia doos faetosconsum-
mados: a repblica em Roma e a republi-
ce^em Florenca. Nflo ouvisles urna voz sup-
plieanto que vos chama e grita : Vinde
eso nosso soccorro'! e nada respondis !...
Digo que a vossa poltica he ante-nacional,
a iti-frnnceza. (Na esquerda : Muitnbem.)
.\.io deixarei nesta questfln de memorara
o.'iiii.'i) dos meus advrsanos. Eis como'
en) um banquete de San-Quenlin, exprima-
se o Sr. Odilon Barrot: (Movimnlot divertoi.)
Entretanto, sea Austria quizesse eslen-
ler o seu dominio sobre os estados indepen-
denles da Italia, se o conflicto se Irivasse
Sntre os governos e os povos, a Franca nflo
ficaria immovel, .1 Franca nflo roderia per-
manecer immqvel em nrosenQa dessa lula...
Nflo, nflo; se o nbsso governo recusasse mar-
char ein soccorro da Italia, os canljes par-
tiriam sos {Hilaridade prolongada.)
Seja-mc permittido dirigr-me para esta
parto da assembla. [Oorador apona paraa
Ireita.) Km 1831 rehentou na Italia um 1110-
vimento semelhante ao que se passa agora
na Italia ; um ministro, vendo a marcha dos
Austracos sobre Boma, enviou tropas a An-
(1111. Mais tardo oulro ministro mandou
retirar essas tropas. Quaes fram os intr-
pidos rampees que combateram o governo
de onlflo ? 0 Sr. Odilon Barrot, o Sr Duver-
gier de ilauranne, o .Sr. Thiers, (riladas) e
para complemento falta um homem.... 0 Sr.
Guizot (Ouram/ oucam.)
Que di/iuin esses homens Ilustres Re-
tirando h .ne/nioao de Ancona, abandonis
os verdadeiros interesses da Franca.... Se
nflo houvesse nisto urna miseravel guerra
de pastas, os que assim fallavam deveriam
vir defender na tribuna a mesmn causa que
defendo. Nessa poca a Franca nada pro-
metiera, prometteu bnje, pela bocea do go-
verno provisorio, que auxiliara a liberda-
de da Italia.
Alruvcssou-se o Tossino, e o Sr. Thiers
disse n'uma das suas historias, que isto era
para a Franca caso de guerra (Movimento.)
Quaes fram s negociares do governo que
succedeu ao governo provisorio ? Nflo sei;
mas sei que s vossas oegociaces servem
de base os tratados de 1815. Acaso nflo sa-
bois o que significam os tratados de 1815, e
o que dclles pensa a opiniflo publica ? En-
tra) as oflicinss, nos quarteis : dirvos-
hflo que esses tratados estilo rolos, que o
forain duas vezes....... Deveis dlz-lo aqu
commigo, e se o nflo fizerdes, a guerra que
entra movieis contra o Sr. Mole era iudigua
e vergonliosa. (^oiafjo.)
se os esudos independeutes da Italia foskem
Invadidos, se se impozessein limites 011 obsta-
culos sua transformacao interna, se se Ibes
contestasse com mao armada o direilo de liga-
rnn-se entre si para consolidar uuia patria ila-
liaua, a repblica franceza julgar-se-bia
a com direilo de lomar as armas para prole-
ger esses inovimenlos Icgilmos de cresci-
.. incalo e de nacionalidade do povo.
Citarei agora alguma coua multo mais for-
mal :
O Sr. de Lamartine, rc*pondendo em neme
do governo propria dtputaco italiana, falla-
va nete termo: Pola que a Franja e a lta-
11 lia nao formam senao urna naco, nos nos-
ios sentiinentos comiuuns pela sua regene-
a raco liberal, ide dizer llalla que tambrm
< tem filhos quein dos Alpes : ide dhter-lhe
que se folie atacada no seu solo ou na sua
honra, noi seus limites ou nas_ suas liberda-
des ; que *e o* vossos bracos nao fossem bas-
tanies para defende-los, j nao eria voto*
tmenle, eria a capada da Franja que Ihe
DISCURSO DO SENH01 THIERS NA SESSAO DA AS-
SKMBLKl NACIONAL FHANCEZA DO 1." DE
ABRII-
0 Sr. Thiers : Cidadflos representantes,
fui hontem a causa do adiamanto da discus-
sflo para hoje: peco pcrdo assembla ;
temo que por mitiha causa olla nflo seja re-
compensada por mais algumasluzes| lo tem-
po perdido sobre o objecto que a oceupa
Quereria, comtudo, possuir todas as mi-
nhas rdreas para profundar a grave quesillo
que vos lie submeltida : farei quanto me
fdr possivel para a esclarecer, vencere a
minha fraqueza e repugnancia de subir a
tribuna.
Beconheco urna necessidado sobre este
assumplo tflo serio, e he a de urna perfeita
clareza ; eu oflo comprehenderia quo se oc-
culiassein uns e outros debaixo de expres-
sOes equivocas e ambigua^. ( Yira opprova-
cat.) Foi esta necossidade do clareza, que
em caso de tanta gravilade para o paiz me
obrigou a pedir palavra ; o nflo foi, eu vos
peco perdflo para o declarar, o ataque do
honrado Sr. l.e.Wu-rtollin ; nflo que eu des-
preze um ataque da sua parte, longe de
mimuma tal inconveniencia, mas porque
foi frivolo aquelle pelo qual tentou de me
fazer subir a esta tribuna.
Gomo porque ha dez annos eu lamen-
tei a evacuaeflo d'Aucona, julgar-me-heis
vos obrigado anida hoje a volar por urna po-
ltica que, so he sincera, demanda imme-
diatamente urna guerra geral! ( Jifoc-
menlo.)
Acaso, porque eu fui opposto ao ultimo
governo, julgnr-me-beis obrigado de ser
hoje republicano demcrata como vos sois ?
Seria urna prelenc&o extraordinaria. (Hi-
laridade direita. )
Na esquerda : Nflo temos semelhante
prelenc,m).
O Sr. Thiers -. Nesse caso estamos per-
feitamenle de aecrdo.
Urna voz esquerda : Nflo tanto !
O Sr. Thiers: Eu o repito, estamos per-
feitamente de aecrdo. A minha opposicflo
passada a um governo que eu tmha dedi-
cado nflo me liga em cousa alguma a vos-
sa poltica. F, demais para que nos have-
mos reportar a csse passadu ? Eseular-me-
heis vos se eu vos quizesse fallar coro a
franqueza, com a sinceridade de meus sen
tmenlos? .
Foses a direila : -- Sim, stm, de certo.
O .Sr. 7Ar: Peco-vos perdflo; v*
blasonis, prestai-vosmais sangue-frio que
tundes. ( M>o grral.) .
-Doixemos um passado que la vai, e que
aflo i.de ser aqu julgado, porque sois jui-
zes provenidos. Occupemo-nos do presen-
te he elle bastante triste, niuito grave,
muitssimo importante, para tomar, para
merecer exclusivamente toda a nossa at-
O presente, qual he elle ? A Italia suc-
embio..... Rumores t interrupcSf a es-
querda. ) y. ,
Urna voz esquerda : Anda nflo .
OSr. Presidente : Tendo a bondade de
nflo nterromper a cada instante : e a vos-
sa opiniflo he diversa dado orador, pode-
reii exprimir vossos pensamentos, mas nflo
tendea o direilo de inlerrotuper.
O Sr. Thiers : ~ Eu comprehendo o moti-
vo desta interrupeflo- Queris vos dizer que
a Italia nflo eslava toda inteira 9obre ocam-
10 de batalha de Novara. Lamento-o amar-
gamente por causa della, sao nflo faz hon-
ra aqueUes de que vos sois aqui os protec-
tores. (.Senincdo prolongada. Muito bem .)
Por agora a Italia suecumbio ; poriMO-
ra.....( Nova inlerrupcao, # esquerda. Y
OSr. Presidente: -Ui membro* da as-
sembla que mterrompem devem saber
muito bem que nflo lia discussio possivel
quando a liberdade da tribuna he de con-
tinuo perturbada.
O Sr. Thiers: Eu digo que nesto mo-
mento ella suceumbio, muito embora nflo
suecumbisse para sempre.
Porventura estar a Franca emponhada
por sua causa ? Nao. A Franca nunca deixou
de Ihe repetir em todaasju pocas que. se
ella quebrava o armisticio, se provocava a
guerra, seria ella s responsavehpelas suas
consequenciaa. Aqu, em Pars, nflo se con-
sullou rnente-o governo; todos os ho-
mens desigual renome a que se pedirm
suas opinioes, todos responderam sem ex-
cepeflo : A luta hoje seria urna grande im-
prudencia. NSo pensis que a Franca quei-
ra arriscar a sua existencia neste momento
pela causa italiana ; se vos commetleis urna
imprudencia, cr^de que supportareis s a
coiiseqniiicia deU"-
A Italia tem sido infeliz,, est a Franca
obrigada a alguma cousa ? Eu digo que nflo.
Quer isto dizer que a Franco seja despieda-
da om face dadesgraca, indiflerente para a
Italia, a queesl ligada por tantos I,icos.'
Nflo, expliquemo-nos francamente, duixe-
mos de parle a bella lingoagem, o falso pa-
triotismo- vamos ao fundo das cousas. O
que ha a fazer? Que poltica podemos hoje
propr?
He esta a quesino ; ella merece ser trata-
da por vos com toda a franqueza, muito
mais poique nflo nos veris usar de subter-
fugio. Me necessario dizer-sc o que so quer,
porque a occasiflo he mais grave, he mais
solemne que nunca.
Vi no espaco de vinlc annos a diplomacia
interposta entre a paz e a guerra ; hoje nflo
he assim, e assim nflo he possivel conti-
nuar ; o a lingoagem que en migo aqui he
mais liumilli.1 nie para a Franca que os Tac-
tos que olla lamenta : he necessario dizer-
ss o que se quer. ( Muito bsm muito bem !)
0r. Dupon (de Bussac} : Peco a pa-
lavra.
OSr. Thiers: Segundo entendo, ha em
nossa presenta tres polticas difieren tes : ha
aquella que quera ir immediatamente por
ineio das armas em soccorro da causa ita-
liana ; nao be a minha. Ha outra que se li-
mita a dizer que, mesmo no estado em que
a Italia est hoje enllocada, com as impru-
dencias que se teem commetlido, se pode
anda negociar com utilidade para ella ; he
essa com que me conformo. Ha anda urna
Icrccira que, sem fazer cousa alguma, que-
reria parecer fazer alguma cousa ; julgo es-
ta peior, mais pergosa que a primeira,
porque Ihe falta dgnidade ( Marnenlo de
approvaraO. )
Vou examinar brevemente as tres poli-
ticas no seu presente e no seu passado mais
prximo, para que vos possais mesmojul-
ga-las ; e eu pego agora, nflo a benevolen-
cia, mas a paciencia de meus adversarios,
porque esta questflo vale a pena de ser tra-
tada com muita seriedade.
Porei de parte tudo que poderia ser lin-
goagem de tribuna, e fallarei aqui como
seeslivesse com meus adversarios.e com
meus amigos em torno de urna mesa de
ministros : vou tratar de negocios.
O que ha a fazer?
Quando se tratava da questao do socia-
lismo eu d'sse aos socialistas : Moslrai
os vossos systemas. Eu direi agora aos
defensores da Italia, que presumem de a
amar elles s, que sustentam que nos so-
mos indifTerenles, que a nflo amamos; cha-
mo-os, como cliamei os socialistas, o per-
gunto-lhes : Qual he o vossom? Que-
ris una de tres cousas depois da declara-
eode-Ji demaio: Pacto fraternal coma
Allemanha, reconstituido da Polonia, in-
dependencia da Italia. Queris vos a in-
dependencia da Italia 0 que entendis
por independencia da Italia? Nflo be a in-
dependencia de Roma, de Florenca e de Tu-
rim ; queris vos, fallai sinceramente, que
a Lombardia e Veneza sejam independen-
tes, isto he, separadas da Austria.
Tm membro da esquerda (com frca);
Sim!
O Sr. Thiers : Eis-ahi o que vos que-
ris, ou nflo queris cousa alguma.
Pois bem eu vos chamo para francamen-
te vos explicardes : llavera alguem que te-


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nlia sur disposigflo, que (eiilia imaginailo
na sua inlclligcncia um meio iliplomalico
m 1 :>r .i o Venan da Aus-
tria Nio ha sonld um, a fallar co:. iran-
que/.a ; o esse he a frga.
Que ni..? propondes vi enlto ? En nio
vos crimino : mas n'uma nagflo grande, e
iio estado em que so ada a Europa, a ques-
illo do paz c guerra, merece ser discutida
com muita scriedade, o he nneessano dis-
culi-la enm franqueza. Quando so diz
franca monto o quo se deseja, (ci-so prepa-
rado para a situagfln; mas, quando se occul-
ta, marcha-se guerra som ineios de a
fazer.
Quantn a* iiiim, tem sempro a guerra;
nas o qnn cu temo anda mais do quo a
guerra he da marchar a ella louca e cega-
mente sem meios de a fazer.
lie preciso di/or-so o que se quer.e he pa-
ra chesar com franqueza, e de urna maneira
positiva solugflo da questflo que dirijo, se
me ha permittido, esta pergunta a niens
adversarios: Qual he seno a frc o meio
proposto por elles ?
A forca L'ui exercito em Italia, dous
exercitos, tres exercito, o um sobro o
Rheno!
Ainda repito, nflo ho um crime pensar
assim, livre-me Dos de odizer! mas he
picciso vir declara-lo francamente tribu-
na, e nflo o oceultar debaixo do declaragoes
equivocas.
O Sr. Flacn : Pego a palnvra.
O Sr. Thiert: He necessario que se vo-
nha derlrraraqui o que se quer.
Entrar em Dalia ? Pois bem Senhores,
permilti-me de examinar friamentoa ques-
tflo, sem procurar espanlar-vos; permit-
ti-me, porm, que vos mostr, quo vos col-
loque ante os pinos as consequencias da
politica proposta por vos, porque nos nSo
queremcis, nem unsero oulros, obrar co-
mo enancas. Quoreis a guerra ? Pois bem!
Agora nSo quero eu empregar para vos res-
ponder seno um modo de procoder, o mais
simples de todos, aquelle que eu emprega-
ria se estivesse a vosso lado em torno do
urna mesa ondo se discutissem os destinos
do paiz.
A guerra Quando a gente nao hecon-
duzfa, eomoemTurim, por criancas que
gritam alto para persuadir que silo homens,
quando* a genle he dirigida por homens se-
rios que rnenle desejam o bem do seu
paiz ; quando esta palavra se pronuncia
guerra dizem-se duas comas, lie bas-
tante o interesse polo qual a peds? Es-
tais no caso do a fazer mis circunstancias
artuaes ?
I'rovavclmcnto aquellos que nos dizem
todos os dias, que mesmo depois nosrepe-
ti'in, muito antes do rgimen actual, que
lia una coalisflo preparada, prompta a der-
r8mar-se sobre a Finura, nSo imaginarflo
que, na oceasiiio de que se trata, esta
coalisfio ser dissolvida ; n3o imagina-
ra o elles provavelmente que he em pre-
sonca da Austria so que se veram col-
locados ; sem duvida ninguem haver
quo diga una cousa semolhante.
{Continuar-te-ha.)
\
Mcm idem.Maria, branca.Naseida aos
25 de abril doste anno.
dem dem.Fortunata, parda.--Com ida-
de de, 3 annos.
dem dem.Maria, branca.--Nascida,aos
2 de maio desto anno.
dem idom.MathilJes, parda.Nascida
aos G>lo abril desto anno.
Moni iilum.Ildefonso, pardo.Nascido
a 1 do maio deste anno.
dem idem.Claudino, pardo.Escravo.
Com idade do 4 mezes.
Idom idem.--Marcelina, crioula.Forra.--
Naseida aos 26 de margo deste anno.
dem 29.Maria, crioula.Com idade de
S annos.
Idom idem.Paula, preta.Escrava afri-
cana.Adulta.
dem dem.i-'irmiano, pardo.Com Ja-
llo de 18 mezes.
Ao todo 47.
Santo-Antonio, SI do maio de 1819.0
vigario, Venancio Hcnriqjses de Rezende.
RIffWPIIMAlBOi;.
nicirt, 3 dijbiho di 189.
PEhNASftBUCj.
IIKLACAO DOS ISAPTISADOS QUE SE F-
SF.RAM NO MEZ DE MAIO OESTE CORREN-
TE ANNO, NA MATRIZ DE S.-ANTONIO
DO RECIPE.
Maio 1.Ilosanda, parda.Com idade de
dous mezes.
Idem] 3.llosa, crioula.-Escrava-Nascida
sos 11 de abril deste auno.
Idem idem.Eduardo, branco.Nascido
aos 14 dojunho de 1811.
dem iilcm Alberio, branco.Nascido
aos 19.!c Agosto ce 1843
dem idom. I.niz. brancb.Nascido em
20 ile abril deste anno.
dem idem.Jose, branco.Com 2 mezes
de idade.
Idem 6.Olimpia, p.irda.Naseida aos 10
de Janeiro deste auno.
dem i lem.Cntharina, parda.Escrava
Com 11 mezes de naseida.
dem dem.Euloiitherio, crionlo, escra-
vo.Nascido aos 20 de feverei ro deste anno.
Idem 8 Tiburio, pardo.Com idada de
14 anuos.
Idem 11.Silvinio, branco.Nascido aos
17 de feverei ro deste anno.
Idem 13.Genoveva, crioula.Com 'da-
do de 4 mezes.
Idem dem.I.uiz, brancoNascido aos
2 ile abril deste anno.
dem 17.Theodora, parda.Escrava.
Naseida aos 2 de abril deste anno.
dem JemPaulo, pardo.Escravo.
Com idade de 9 mezes.
Idem 19 Manoel, pardoEscravo.Nas-
cido aos 30 de juuho de 184S.
dem 20. -Cleto, branco.-Nascido aos 27
de jiilhode 1848
l.iem idem.Francisco, branco.-Nascido
aos 2de abril dem idemAntonio, branco.Nascido
aos 5 de Janeiro do 1819.
Idem jdem.--Antonia, branca.--Naseida
aos 14 de fevereiro deste anno.
dem idem.Rufina, crioulaEscrava.
Naseida aos 14 de dezembro.de 1848
dem idem -Ambrnzina, branca.-Nasei-
da aos 7 de dezembro de 1848.
dem idem.Jos, branco.-Nascido aos
30 de Janeiro deste anno.
dem 2l.-Dionizio, crioulo.-Forro.-Com
idade de sele mezes.
Idem 23.Hortensia, branca.-Naseida aos
13 de Janeiro de 1846.
Idem 24.--Joaquina, branca.Naseida aos
20 de feveroirode 1844.
dem idem.limbellina, branca.Naseida
aos 20 do fevereiro do 1844.
dem idem.Antonio, branco.-Nascido
aos 7 do novembro de 1845.
dem idem.Anna, branca.Naseida aos
3 de Janeiro de 1847.
dem 27.Bento, preto.Escravo africa-
no.Adulto.
dem idem.Manoel, branco.Nascido
aos 20 de fevereiro deste auno.
Idem idem.Audreza, crioula.Escrava.
Naseida aos 30 de novembro de 1848.
dem idem.Antonio, branco.-Nascido
aos 21 de marco deste anno.
dem idem.Filismina, crioulaEscra-
va.naseida aos 21 de maio de 1847.
dem idem.Flosculo, crioulo.Escravo.
Nascido aos 2 de fevereiro desteanno.
dem idem.Romana, crioula.Escrava.
Com idade de II mezes.
Idem 28.Antonio', bianco.
Declaramos em tnmpo que, por oceasiflo
da possedo Exm. Sr. presidente da provin-
cia, nio houve cortejo ao busto de S. M. o
Imperador. _________
A civlisagflo, que resume os destinos dos
povos, lio um desses factos complexos e
geraes, cujos elementos ora patntese vi-
si veis, ora occullosedesconhecidos, revolam
d'uma maneira diversa h sua importancia o
promptido, segundo o valor intrnseco de
cada um delles.osseus e (Te i los sensivuiseo
grao do inteligencia que OS alcanca e apre
cia. Pesie modo os Tactos individuaos, e mes
mo aquellos que interessam directamente
vida social, nem sempro se aprcsenta'm
revestidos do carcter de importancia pelo
sou resultado exterior, o ate parecem in-
significantes, se os nto consideramos om
rclagflo com aquello facto geral e definitivo;
e he justamente com este criierio que me-
Ihor se pode avaliar a utilidado o influencia
das nstiluigoas publicas, e julgar da na
eessidade de sua existencia ou do seu aper-
feicoanienlo.
Estudar a natureza dos moios quo con-
duzem civlisagflo calcular-Ihes a impor-
tancia segundo a maior ou menor forca
com que elles pilem contribuir para ella,
e nesta razflo pratica-los a todo o custo; fa-
vorecer o seu progresso c desenvolv ment,
tal he o imperioso dever do um governo
patritico, esclarecido e fiel sociedade
para cujo bem foi instituido. Ao cscriplor
publico smente resta o direito do auxila-
lo nesse cmpenlio pela ndicagflo e lembran-
ca d'aquellas medidas quo de qualqucr
modo possam concorrer para o mellen amon-
io e bem-estar do seu paiz.
He sobre os correios que linje queremos
chamar a sua altoncSo', aventurando algu-
mas consideracoes ao puhlico sobre a ne-
cessidade que ha de se melliorar e favoreeer
esta nstiluiclo, to mesquinha c imperfec-
ta como ella se acha ntrenos, dando-llic
masextensflo cregularisando melhora sua
marcha, afim do que possamos colher todas
as vantagens que ella lie capaz de minis-
trar-nos.
Ninguem haver, por certo, que ignore,
a immensa utilidado que resulta do eslabe-
Iccimento desses mensageiros pblicos; elle
ho um dos primeiros beneficios d'uma
sociedade que principia a sua cultura ; e o
cidadao ainda o mais pobre c ruis obscuro
o reconhece, quaiid ., movido pelo desejo
de conununicar osseus pensamenlosc man-
ter as rejacos de familia, ou do amizade
com aquellos quo tein ausentes, se dirige ao
crrela, eahi langa urna carta, na espocta-
t iva de receber outra em resposta, sem que
esta communicaco lho seja muito onero-
sa, quando alias 1 lie fra impossivol ou
suiimamento diflicil, se tal nstiluiclo nao
existir.
A imprensa mesmo sem este auxiliar po-
deroso veria a sua acgiio enfraquecida o
mutilada; ea nstrucgfo publica, que dol-
a depende trio inmediatamente, privada
por osla maneira d'uma nutrigflo indispen-
savel, teria de sofl'rer d'uin modo ennside-
ravel; porque he claro que o influxo ben-
fico d'aquellc elemento, eminentemente c-
Jvilisador, seria prejudicado so acaso a
eslahilidadc e promptidilo de correios pn-
bjicos Ihe nfo assegurassem urna rpida
dssaminacflo das ideias o doutriuas que
propaga.
O commerco, este manancial de prospe-
ri'ladu para asnagOcs assim como paraos
individuos, tem igualmente de sua parle
necessidade de communicagoos promptas
e seguras sem asquaes elle nflo poderia at-
tingir os resultados de riqueza c forga. que
delle se podem esperar, o quo, oflerecendo-
Ihe um meio de poupar grandes despezas,
Ihe garanta ao mesmo lempo de um modo
mais efliraz a inviolabilidade do segredo
que consttuo a alma de suas espceulacdes.
Poraqui j se ve a importancia do papel
que "representa na obra da civilisagilo um
agento desta ordem; lambem tem sido elle
um dos principaes cuidados dos governos
civilsados, como o alteslJJ|a historia das
institugOes dos povos cultos. A Inglaterra,
por exemplo, talvez estivesse anda longo
do eslado aelual de grandeza o prosperidade
se pela socitude e patriotismo de se'us go-
vernos a casa do correto de Londres n3o se
tivesso tornado o centro regularissimo de
una correspondencia queahraga os coufiis
dos dous mundos, e quo offerece ao povo
inglez o meio o mais commodo e o mais
fcil de manter as relagOes da Europa com
todos os povus da trra.
Infolizmenle a nossa situagao lio tilo pou-
co lisongeira, quo nos n.lo atrevemos a ele-
var tilo alto as nossas vistas enema pedir
por ora mais do quo o augmento dos meios
de ooui.Tiiinicacao interna; *o estaboleci-
mento de correios para todos os pontos
desta provincia, e maior froquencia para os
que j existem ; de maneira quo a respec-
tiva capital possa repartir com as villas e
povoagOes do interior as vantagens que Ihe
proveem naturalmente de sua categora
mais elevada c do son estado de adianta-
mento; com o quo muito lucrar o com-
merco, a industria c a nstrucg.lo do paiz.
Admira na verdade que ainda existam lign-
inas comarcas privadas desse meio de eom-
tnunicagiTo regular com esta capital, como
Uio-Fqrmoso smente- partam os correios
com longo intervalo do dez o quinzo dias.
Sem duvida a falta de estradas francas,
a existencia do rios que na estagTo das chu-
yas vedam a passagem, o o ospago mmnso
que separa esta cidade de alguns pontos do
interior at os sens limites, silo outros tan-
tos obstculos ao cstabolecimento d'um
perfoito svstcrUh do correios; mas elles
nflo silo do naturoza quo se nfo possam ven-
cer em grande parte, se o governo, com-
penetrando-so de sua utilidade transceden-
tc, so determinar adesponder maisalgum
dinheiro e cuidado com esto ramo da adini-
ristragflo publica, "favorecendo por meio
d'um estipendio mais avultado a srte des-
ses homens que conduzom as malas das
correspondencias por caminhos difflceis e
arriscados; fornecendo-lhes mesmo con-
ducgflo mais commoda por meio de caval-
gaduras, quando.as circumstancias o per-
mittirom, o de bateis de transporte, eollo-
cados n'aquelles logaros "em que os rios nfo
podrom ser vadeados na estagflo.invernosa,
quando nSo possam haver pontea.
A mulliplcaglo, pois, dos meios de
correspondencia desta capital para o centrof
a partida mais frequento d'alguns correios
quo se dirigem a cortos pontos com um
ntervallo demasiadamente longo, eiso que
reclamam os interesses d'iima provincia que
se acha no camitiho do progresso com to-
das as proporgoes para ser grande e feliz, e
eis tambem o que he fcil ao governo rea-
lisar; pois que ainda nesta empreza elle
nflo so v s, sendo coadjuvado pela Con-
tribuigilo que os particulares satisfazem
com o porte das cartas c mais papis.
ammmmm. .la......-----emmememmm
COMMCnei.
12:631,679
AI.FANUECA.
Itendlmento dodiaS. .
IMPOHTACAO".
neaujeu, hrigue francoz, vindo do Havre,
entrado no mez prximo passado por fran-
qua, consignado a B. I.asserre & Compa-
nhia, manifestou oseguinte ;
1105 barris e 405 meios ditos manteig,
101 cixas velas, 400 barricas farinha de tri-
go, 13 fardos com 24 pegas de callos, 2 cai-
x chapos para homem, 60 ditas queljos,
l emlirullio com 12 pares de orillos e S re-
tratos de cabello; aos consignatarios.
Ii li -Akin, escuna americana, vinda de
Terra-Neva, entrada no mez prximo pas-
sado, consignada a Deane Youledc Compa-
nliia, manifestou o seguintu :
2,160 barricas bacalho; aos
tarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimento ilo dia 3.......
Diversas provincias........
ral evanglica, disciplina e rito da igreja,
menos todava a parte polmica. Sahira a
luz todos os domingos em formato grande
isto he;om urna folha ordinaria de papel.
Subscrevc-se na praga da Independencia, le-
jas ns. 6 e 8, rasflo de 400 rs. por mez Es-
cusado se faz o mostrar a grande utilidade
do um peridico desta natureza. A religiflo
be o nrlmeiro e mais forte-elemento da|so-
ciedado ; oopovo que for mais instruido
na religiflo augusta de NossoSenhor Josus-
Christo, e mais fiel for na pratica da moni
evanglica, esse ser o povo verdadera-
mente livre, bem morigerado o feliz.
Deste peridico religioso existem Ues vo-
luntes, uos quaes o pri^eiro contm urna
demonstragfloda verdade da religiflo catho-
lica; o segundo, um tratado das consequen-
cias da reforma protestante; o terceiro, um
tratado do contraversia religiosa. Alm
disto contm interossantes arligos, o pssa-
gens escolhidas dos mais clebres ripto-
res antigos e modernos, rolativas s verda-
des da religiflo, etc. etc. Vende-se na li-
vraria n. 56, bairro da Itecife, ra da Cruz,
a 4,000 rs. o volme.
Na msma livraria se recebem assignatu-
ras para o quarto volume, a 1,000 rs. por
trimestre, cojos nmeros so publieain todos
os domingos.
CONSTITL'igAO' SYNODAL DO ARCEBISPA-
DO DA BAHA, ETC.
He um exeellente resumo da constituigflo
por que se regem todos as dioceses do Bra-
ail, com a resolugflo do diversos casos, etc.
O titulo desta obra basta para se reconhecer
qii" he da maior importancia para lodosos
ecclesiastcos. Na mesma livraria, prego 5#
ris.
Avisos martimos.
consigna-
1:526,772
112,961
1:639,733
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 3...... 3:165,134
4!>ITAI,.
Poranlo a Ihe^om-aria (Ir fazen la desta
provincia *e ha de por em basta publira, nos
dias 28, 30 c 31 do mez de j ul lio prximo fu-
turo, para ser arrematado por quem menos
prego offereccr, o servgo da capatazia da
alfandega desta cidade pelo lempo de vinle
e dous mezes que teiflo principio no primei-
ro de setembro deste anno, e com as condi-
gnas que serflo patentes no acto da arre-
malagflo. As pessoas que se propoznrem a
licitar deverflo comparecer nos referidos
dias na sala das sessoes da mesma lliesou-
raria, competentemente babililsdas.
Secretaria d thesouraria da fazenda i
Pernainhuco, 28 c.il-iiinior, Ignacio dos Santoi da Fonseca.
nao:
que
Ros
ann
com
gueiri
Ueclaracoes.
Pela segunda sereno da mesa do con-
sulado provincial so faz publico que o prazo
dos 30 dias uteis pura o pagamento a boca
do cofre, da dcima dos predios urbanos do
segn lo semestre de 1848 a 1849, espira no
dia tOde jullio prximo vindouro o desse
dia em diante pagarflo a multa de 3 por cen-
to sob o valor deseus dbitos, todos os que
lcarem devendo dito semestre.
Coinpanhia de Beberibe.
A administradla da coinpanhia de Heberl-
he faz publico que, no dia 1U do correntc mez
(le jnlhu, contratar Com quem mais ollerrccr
a ri-111, n i i il.i laxa de 20 ris por caneco d'a-
gna, por lempo de um auno, que teri princi
pi no prlmclro de agosto srguinte : o con-
trato ser feito por bairros, sendo excluido
no da lic'i.i Visia o reservatorio e o chafarlz Jun-
to apunte, e no do Kecife a blca prxima ao
arco da Concrico. Os pretendentes remrtte-
rfio at o dia 10 de julho ao escriptorio da
companhla as suas propostas em c.irtis fecha-
das, assignadas por si e por os adore, e
coniparccero no referido dia 16. As condi-
9es do contrato erao patentes no mesmo
escriptorio todos os dias de trabadlo, das oito
boras da mauha ao melo-dia, e dai tre a*
seit da tarde.
Perante a adminstragflo do patrimonio
dos orphflos se hilo de arrematar quem
mais dore por lempo de tres annos, que
hflo de ter principio do primeiro de Jullio
do crrente anno ao lim dejunho de 1852,
as rendas das casas abaixo declaradas, per-
tencentes ao mesmo patrimonio, a salier :
n. 22 na ra de S.-Gougalo, ns. 1, 6 e 8 na
ra do Codorniz, 17 na ra da Moda, 54
e 56 na ra do Amonio, 2el4 na ra do
Azoite-de-Peixe, 18 na ra do Burgos, 27
na ra do Vigario, 7 e 9 na ra do Encanta-
mento, 132, 134 o 136 na ra da Senzalla-
V.-ie.a, II na ra da Cruz, 100 e 104 na ra
de Fora-de-Portas, 2 na traveasa do lado di-
relinda mesma, e'osiliona mala da Miro-
eir : as pessoas que se propozerem a arre-
matar ditas rendas poderflo comparecer in-
cas das sessOes da dita administragno no
dia 5 do futuro mez de julho As 4 huras i.
larde, com os seus fiadores. Secretaria da
administragflo do patrimonio dos oipliaus,
30 dejunho do \H\'J.-Joa0 Francisco de Cha
by, secretario.
bsh i'ublicafi-s litteraifias.
Uma'associagflo de Iliteratas pretende pu-
blicar um peridico sb o titulo de
por meio do qual se derrame pelo povo, ge
carecodor de inslruccflo, ludo ouiinlo dim.
__^_______^_-___
Para o Rio-de-Janeiro o patacho na-
cional Nereide do primeira marcha, como te-
nha a maior parte da sua carga prompta,
pretende sabir at o dia 10 de julho cor-
rente : para o resto e passageiros tra-
ta-so com Novaos & C. ra do Trapiche,
n. 34, ou com Joilo de Carvalho Raposo, na
praga.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, com a
maior brevidade possivel, o patacho For-
tuna: recebe alguma carga, a frele : os pre-
sendentes tratem com Firmino J. F. da Ro-
ta, na ra do Trapiche, n 44.
Para o Rio-de-Janeiro o brigue nacio-
nal Formoio segu viagem com muita bre-
vidade, por j ter engajados dous tergos de
sua carga: para o restante-Ira la-se nada
Cadeia-Velha, armazem n 12.
Segu com toda brevidade, por ter |oaes
grando parle de seu carregamento prompto,
o brigue brisileiro San-Jos : para carga o
passageiros, trata-se rom CaudinoAgosti-
nho do Barros, ng pracinha do CorpTi-Santo,
ii. 66, ou com o capilflo.Jos Ramos deSou-
za bordo.
Para o Aracaty segu no dial 5 do cor-
rento o patacho .Sana-f.'rus: para carga e
i n.agoiros. trata-se ao lado do t.orpo-Sau-
to, luja de inassames, n. 25.
Para o Porto
sahir nestes poucos dias o brigue portu-
guez Marta-Feliz, por se achar com o seu
carregamento quasi prompto : para o resto
o passageiros, para o que tem excellentes
rommodos, trata-se com o consignatario,
Antonio Joaqiiim de Suuza Ribeiro, ou com
o capilflo da praga
Para Ruenos-Ayres o patacho brasileiro
Dauro .leve seguir em poucos das, por pou-
co Ihe faltar para seu completo carregamen-
to : quem no mesmo auizer carregar, diri-
ja--,o a Caudino Agosnho de Barros, na
praga do Corpo-Santo, n. 66.
Para o Rio-do-Janeiro saln al sois do
crrenle o brigue nacional Josefina, e rece-
be tflo smente alguma carga miuda, pas-
sageiros e escravos a fete : a tratar na ra
da Cruz, n. 33, ou como capilflo na praga ou
a bordo.
1'ara o Aracaty segu com toda a bre-
vidade a barenga Fllis-da Onda : quem
pella quizer carregar ou ir do passagem, d-
rija-se rasa do Sr. Francisco Gongalves da
Silva Pereira, ra da Cadeia do Recife, n. 40,
que acbai com quem tratar.
Laixo BSsigP.ado, queira apresen -i
tar suas contas no prazo de oiij
dias para serernpagas, a contar i
3o dejunho do correte anno.
Luiz Jos Marques
Precisase de um forneiro: na rut n' I
reila, padaria n. 69.
-- Aluga-se um grande sitio eni Behe I
ribe, com grande casa de vivenda, entra I
povoagflo eoportoda Madeira, com ala-i'l
mas arvores de fructo, com muito terreno I
grande baila para toda a qualidade de n|>ne|
tagfio, passando-lhe o rio no fundo: qm,~|
o pretender dirija-se ra da Solcjai I
n. 29. I
Jos Joaquim Lopes Pereira Guimirj,.
fazscienteaos respeitaveia pas de fun|,
que abri sua aula do primeiras leltris
lngoa nacional, aonde recebe alumnoi j
1,000 rs., prometiendo o adiamntenlo t*\
seus alumnos: na ra da Caldeiroiro, n u I
Na ra das Cruzes, n, 35,segundoV
dar, ensinam-se meninos a 1er, eicrntr
contar, arithmetca, gramotalica da lingo
nacional: promelle-se a maior aclividio>
tanto para o progresso de ditas disciplinas' 1
como para a pralica de bons oostumus. n,]
mesma aula tambem se recebem pensionis
tas.
O deposito do rap Andary, lmper|
Terra-da-S.-Cruz e Princeza do Ro-de-h<|
neiro, mudon-se da ra da Cruz, n. 63, plr, I
a ra da Cadeia do Itecife, n. 43, segun-
do andar; os amantes da mu bella pitt-|
dase poderflo dirigir ao referido deposito,!
ou na lojasem que se vendem, que serial
bem servidos.
Precisa-se alugar um copeiro born
e tambem urna pessoa capaz para tratar del
ea vatios e fazer outro qualquer servico,sen-|
do escrvos ou forros : na ra da CideiiJ
n.2
--O abaixo assignado, sahindo de sui i
sa da ra do Rosario, junto botica doS
Paraniios, na mantiSa do dia 30 proxin
passado, a fazer alguns pagamentos ni;
venda no pateo do Paraso, n 30, per5
urna carteira de marroquim verde j ve
contendo 185,000 rs. em sedlas, um vi
de nove mil e tantos ris, e alguns pa|>e|
que s servem ao proprio dono! a pe^st
que restituir ditos objedo aori recompei.
sada com 50,000 rs. Luciano ttagalha'et
beiro.
- Alnta-se ou vende-ae um sitio niesJ
Irada dos Afilelos, cam b6a casa -le viten lil
cacimba de agoa do beber e enm muitos ar-l
voredna : a fallar cm Joaquim de OlivoinI
e Sou)Pi n(k mesma estrada.
indo o abaixo assignado umilsottl
o quinto batalhflo de guardas n cio-l
ue estove aquai telado, por iss.i qual
Te, da Cova-da-Onga, da ra larga .1*I
o, responda oor esta folha, seoseil
co apparecido nella ae entenll
piUa Honorato Jos" de Olivara Fi-\
Leiloes.
-- Moje contina o leilflo de toucinho de
Santos, no armazem do (nado Rraguez, e
do una porgflo de saccascom feijflo, pelas
10 horas da manhfla.
t- Richard Royle far leilflo, por inter-
vengflo do corretor uliveira, de um magni-
fico sottmenlo de fazendas inglezas, as
mais proprias do mercado : quinla-feira, 5
dq correte, s 10 horas da manhfla em pon-
to, no seu armazem da ra da Cadeia, no
Itecife.
Avisos diversos.
Aluga-se urna exeellente casa na ra
do Sftve, junto a una olaria, com 9 quartos,
e um grande sotflo: na ra da Cadeia do Re-
cife, n 51, segundo andar.
' Passaportes.
ra do Collegio, n. lo, e no alerro-da-
Ba-Yista, n. 48, coulina-sea tirar passa-
pi.rtos para dentro e fra do imperio, assim
como para escrvos. '
O abaixo assignado remelle para algu-
ma das provincias do sul o preto Fabricio
queesl presentemente recolhido a cadeia
desta cidade. escravo do Sr. Francisco Jos
Vieira do Blello, morador na p'ovoagflo do
i.ruangy, por cunta e ordem do mesmo so-
ulior.
Jos dos Sunlos Nenes.
Sabbado, pelas 4 horas da tarde, des-
appareceu da ra do Collegio um cavalfo
com cangalhs apparrlhada do rouroo com
um par de cagiiaes, com os signaos seguin-
tes: rodado, novo, carnudo, pescogo Uno, e
ferrado no queixo : quem delle der noticia
certa, ou levar a mesma ra, na vonda de
Sobaatiflo Jos Comes Penna, ser bem re-
compensado.
Aviuva de Frapcisco Martins Ramos
faz scieuieans sens credon s queiirem sua*
contas pai*a eiiirarcni no inventarlo a que se
vai proceder, as quaes serflo entregues a
Joflo Francisco Pon tes.
Preoisa-se alugar um preto capaz para
amUr qnLregaudo pac -ajiguua freguezes:
aataaaaaalBiaMM
SW
ma da casa commercial nesta prt-|
ga, diii^i.iV pudo abaixo assignado, lira .'
boje em diantpVinudada para- a de C. 1. A
tley & C; 'continuando debaixo das mesma
bases que at agora C. 1 Aci'eY
Um rapaz brasileiro, queaabe frunce* i
geometra, se olferece^ara c1xeiro d# co-
nrnngas ; ou para outro qualquer arranjo ,
para o que d fiador a sua conduct
ra ilo Oueimado, q. 24.
Lemhra-se candosamente ao Sr. ajual
toma as cousas emprestadas e nflo da mm-,1
que ho mehor cuidar fm sua arte do que|
sn importar com quem nunca oonWleii;
pnri|ue,couiinuando nessa rarreira tilo bri
Ihante, pode ser que receba o pago do)
gode da ra das Cruzes
No Becco-Largo do Recife, venda n. i,I
precisa-sede um caixoiroque tenlia pratieal
de venda, preferindo-se de idade de III
annos. I
Na ra do Padre Florianno, n. 48, exa-l
te urna porgflo de lijlos, quo se d a qae|
queira mandar buscar.
50,000 ris. i
Furtaram, na tarde de 8 do fevereiro dol
corrente anno, do sitio no Remedio, portea-I
cente ao abaixo assignado, um preto de no-I
me Vicente, nagflo Benguella, que represeaj
la de 85 a 40 annos, cor preta, altura eco
po regular, pouca barba, pequeos sigu
de bexigas roda do nariz, um taino i
meio do queixo que a barba encobre ; pi
um pouco esbarrado o papagaiado, coino
dedos grandes dos ps abortos para dentrojl
quasi nunca falla, pelo que parece mudo.il
quando falla he tflo pouco, confuso eift-l
palhado, que parece bugal; he um leso Ol
maluco: quem o pegar, ou delle der no-l
cia, sera bom recompensado ; porm queal
o apresentar ao abaixo assignado, senhorJol
dito preto, receber 50,000 rs.: enflo M|
quer saber quem o traz, nem onde o pegn,!
basta entrega-lo na ra do Hangcl, n.ilJ
fabrica de licores, que receber o premo*|
yittorino Francisco ios Santos.
Disimo dos cocos
O arrematante do dizimo do cocos di
municipio do Reeife, Antonio Congalve *
Moraes, faz scicnte aos respectivos conini
buintes, que, tando arrematado o mesial
imposto por tres annos, a contar dajunMj
de 1846 a juuho de 1849,suecedeu queaM
do .ligamento de 1847 isentasse deste impo-
lo os predio que pagam dcima. IsicW
lugar ao arrematante accionar a f*zendap
ra rescindir o contrato, (o qlie nflo se rrt*j
Iislu) e por isso deixou de proceder W|
braqga do segundo anuo de 47 a 48. M41
le do orgamento de i848abolio o impusti
do (lizimo dos cios somiiiente do lercvi'i
anno da dita arroinatagfl i em diaote, IS"
he, do anno de 48 u 49, (icii.io bCK>But
buintes subjoitos a pagarom o imepsi"'''
segundo auno da arrenialacfto. isto he, a*
47 a 48 Por isso o arrematante aiS' **'
oitos conliibuiiites que vai proceder a co-
bunga, o que pura avilar os termos ju *
ciaes, deveui vir pagar as suas reapecii"^
quoias al o dia 15 do crranle, na ra "
Cadeia-Velha, n. 59, primeiro andar.
Aluga-se una casa terrea, sin na Boa-|
Vista ra do l'razer com excalleulf
coiiiniodos : a tratar no pateo da S.-(-'ri
sobrado da esquina- quo valla pan
Velha, com Joaqun Theodoro Alve
na Cnpunga, no sitio contiguo ao da s'a'
i). 1 loiiuda. .
Que'iii precisar da urna ama para !*0
o s. rvigo o ponas a deulio do Uiua
iriju-&e a ra do Fogo, n 17.
Elias Ignacio dir- Uliveira emba
rU*
0U
ra *i!u
tr*l*'


*
r
__Domingos Antonio Gomes
i.uimaracs, temi do tratar com'urgencia
ja liquidacSo de seu negocio, offerece
aquelles do seus devedores que at 15 do
rnrrenle mez, liio pagarem suas contis ou
dbitos um abatimenlo de5 a 25 por con-
fio como do promplo pagamonlo ; assim
como que desde j estilo dada* as suas or-
dena, eautorisado seu irmAo JoAo Antonio
fiemes Guimarfles para fazer chamar a jui-
20 eexecutar todos aquelles que nlo hou-
verem pago, e isto seni exepc.no de pessoa.
porissofaz publico por esto jornal, para
que conste a todos aquelles que em sua ca-
ga tein contas. ,
,. o abaixo assgnado, proprielario do
Jlotel-l'nnimefcio, em consequencia do
grande numero de assignantes que presen-
temente tea* sau eslabelecimento,e das con-
tinuadas encomendas que diariamente Ihe
encarregam de apromptar, tem resolvid
ite lura'em vante cessar de dar a i mocos e
juntares avulsos em dito eslabelecimento,
para d'esla forma melhor dedicar-se a bem
servir seus assignantes e freguezes.
Dito eslabelecimento contina a receber
o numero de hospedes quelhe fr possivel e
comprmetet-se a bem trata-Ios. Das 8 ho-
ras da tarde as 10 da noile, as salas ao ea-
tulieleciment estirffo aberlas, como at
agora, e os freguezes que comparecerem
serAo servidos com promptldo e asseio.
Fra*ei$eo Simges da Silva M(ra.
A pessoa que annunc ou no Diario de
28 do corrente qoercr comprar urna mobilia
de Jacaranda em mero uso, queira dirigir-
se loja de marceneiro do'Sr. Thomaz, jun-
o a cadeia.
Dentista.
.:> r>. W. Baynon, cirurgiiTo dentista a-
Ejmerieano, breve se retira desta pro-
vincia e pelo pouco temnoque aqui se de-
mora, tem a honra de blTerecer ao raspei-
tavel publico o seu presumo, na ra do
Tra pibe-Novo, n. 14.
O afiritlor
oga a loria! as pessoas que conduzem mel
oardente, azeile, c para o mercado des-
culada em ancoras, e que anda nflo afe-
riram.que quantn antes venham aferir. pois
o tem poda afprieAn est a acabar-se,e os
fiscaes respectivos pasasrffo a dar as corridas
Jo costume, e aquellas que tsneontrarem
sem estar aterida* nest* annode 1849, se-
rio imitada* em 3.000 ris cada urna, e o-
br.ga''as a aferir; assim como previne aos
senhores de lejas que, estando prximo q
lempo da revisAo, nSo-lhes i assar verba
'da revisAo, sem que eslejam exactas com
p'e>pa'arto urna porcSo de varas e covJdos j
aferidrs para aquelles que precisareln.
Os muitos e excedentes estaieleci-
mentos que nesta capital existem,'alguns
mantillos pelo governo para a intrucco
cientfica da mocidade, nada doixam a ile-
sejar para aquellas pessoas que particular-
menlesc ili-iii'am ."O pstu lo das sciencins ;
mas he de lastimar une, sendo tantos os es-
tiilii'lcciini'iitos ib'sta orilem, nAo exista um
sem que se ensine aos jovens o que be
absolutamente indispensnvel pitia habilita-
lua a entrar na carreira commercjal, fonte
principal de riqueza em todas as ci lades
martimas, tal como a dePernambuco.
Convencido desta palpitante pecesaidade,
0 abaixo assignadb procura de algum mo-
do remove-la, propoudo-se a abrir urna aula
em que se ensme o sectate:
l.iopoa nacional; fallar e escrever a lin-
gos ingleza e a franceza; arithmetica, com
coiiheeimento dos cambios de todas as pra-
vas da Europa e sua arbitracAo e noces de
geographia.
A aula ser estabelecida em um dos lu-
gares mais cenlraes desta cidade, e como se
Ho deva abrir sem que cont um determi-
ario numero iie alumnos, o abaixo assig-
lado convida s pessoas que Ihe quizerem
confiar essa paite dn CducacAode seus lilhos,
o dignem dirigir-lite suas propostas em car-
a, que poder ser entregue na botica dos
rs. Veitch Bravo & C. na ra da Sladre-do-
lees, ou em casa dos Srs. Mesqmla & Du-
ra na rea do llriim, certas de que o bai-
o HN.-ignido desdo j protesta que nllo pou-
pai fadigas para que os seus alumnos len-
iamo possivel adiantamento.
as horas da aula serAo das nove s i2
lloras da maiihiia, e das tros s seis da tardo:
a mensalidade ser de 10,000 rs. Josldu
taya.
Ensina-se a traduzir, escrever e fallar
porreclanienle o inglez, francez e pnrtu-
fcuez assim como a geographia : na praca
uta Boa-Vista, botica do Sr. Ignacio Jos de
poito, ou na do Sr. Moreira, se dir quem
fnsina.
Em dex minutos se mostra como se fa-
kein os palitos de fogo : quem quizer apren-
der leve 5;000 rs. que fica mestre na.rua
ro Pires, n. 33, das 6 s7 horas da mandila
O abaixo assignado faz publico que se
Icha ilissolvida a sqriedade rommercial que
lintia cun seu sogro, e por conseguinte ex-
neta fica a firma de GuimaiAes & C, (iran-
io obligado liquidacAo do activo o passi-
lo da dita li> ma o mesmo abaixo assignado,
Jue do primeiro de julho do corrento anno,
[odas as IrausactOes que fizer serAo *b a fir-
na de CuimarAes & llenriques, porque tem
teito sociedade com o Sr. JoAo llenriques da
ilva Juniur. Miguel Jos Barbota Guima-
D-se dinbeiro a juros em pequeas
humillas, sobre penhoros de ouro e pratu.
Tambem se cuin| r- tuda c qualquer obra de
puro prula sem feitio. ti ra das Cinco-
'onias, ii. 25, se dir quem faz estes uego-
pios.
O proprietarle do cngcnlm Cauha, sil'u-
lilo duas It-goas ao tul de Saiilo-Aiilao, rsi.i re-
ulvlilo a vender u rrf.-rldo engenho, o qual
['o- com krihnaei, e etti paramentado de lo-
u precito, e com uina aafra de doua mil
Pftrs: eme engenho tem inaia de meia legua
iuiilraila de excrllemea terrea e de ptima
Irouccp, leo do grjndea vanen, Tamb'iii
j^veudeiii, se agradar ao comprador, 32 ani-
~ rt de roda e 20 bols manso*: quem pre-
_nde. dirljr-se ao inesuio eugeuho, que lodo
1 negocio ii tara, c se precisar de algum esela-
tecimentu, dlrl]a-te a ra do Quelmado, n. 27.
Precisa-se de una ama deleite, forra.
f>u escrava, com lano que nlo tenha filhus
miibiim precisa-se de urna criada portugue-
|a, para administrar o interior de nina ca-
, onde ha um bum numero de escravos ,
jj}> um engenho distante desta cidade : na
dou-so da ra da Cruz, n. 10, para a mesma
ra, n 40, terceiro andar, ed'ahi contina
a tirar retratos com toda a perfeicAo: as
pessoas que o pretenderen! o acharAo todos
os das na casa mencionada, das 9 s 10 ho-
ras da manliAa. 0 annunciante, como tem
de demor8r-se por pouco tempo nesta ca-
pital, faz sciente aquellas pessoas que quei-
ram tirar os seus retratos.
Giatifca-sc cm%?o,ooo rs.
a rpiem apsesentar na ma da Cruz,
n 9, terceiro andar (o primeiro)
um relogio de ouro, patente inglez,
bordado de ambos os lados, tendo
em um delles um espaco liso no
centro (figurando un escudo) para
firma ; levava corrente com cha-
ve e sinete de ouro ; tem o mos-
trador branco e liso com lettras
prelas, e tem on. 3q,5zo.
Esta para alugar o primeiro andar do
sobrado novo na travessa do dique, com
bons commodos para grande familia : tra-
tar com Jos Mara Placido MagalhAes, ou
com o seu proprielario, Antonio Joaquim
de Souza Ribeiro, na ra da Cadeia, n. 18.
-- D-se pSo de vendagem: na ra Direi-
ta, padaria n. 24.
-- O Sr. Antonio Francisco dos Santos Vi-
tal queira ir resgatar aquella cdula de 20/
rs. falsa por oulra legal, aonde o Sr. leve a
bondado e nabilidde de a passar: e como
at agora se esteja\a espera de sua palavra,
nao a tenha cumprido, torna-se necessa-
rio que o faca.
Precisa-se de um caixeiro brasiburo ou
portuguez para urna padaria, entregar pAo
em urna freguezia com um preto, o que d
fiadora sua conducta: na padaria do pateo
da Santa-Cruz, n. 5.
Cbegou loja de Maya Bamosck
Companliio
urna obra* que muito poder servir aos Srs.
agricultores e que se denomina o l.avra-
dor perfeito, ou novo Tratado da lavoura ,
seguido de um out'o volume intitulado o
novo Jardineiro, ou breve tratado da cul
tura dos jardins, precedido do emblema
desflores e ornado de oilo estampas co-
loridas : na ra Nova, n. 6.
Aluga-se una casa terrea na ra do
Caldeireirn, n. 70, com duas salas, 3 quar-
los, cozinha fra, quintal murado com ca-
cimba e um lelheiau no fundo do quintal:
a tratar na ma larga do Rozario, n. 44.
-- Perderam-se cinco actes da compa-
nhia do Beberibe ao sabir da escada do es-
criptorio da mesma companbia, seguindo
pelas roas da Cadeia, Crespo, praca da In-
dependencia, Cabug, Nova, ateo berro da
Camba-do-Caimo, e vollando direiia pa-
ra a das Flores, e por all seguindo at a ca-
sa n. 23 da mesma ra : quem as achou,que-
rendo resliluil-as, pode leva-las a mesma
casa.ouaoescriplnrioda mesma companbia
II. I.eon, cravador em gravura e a borll
em toda quaidadede inetaes, antes dse
retirar para a Babia, tem a honra do preve-
nir ao rcspeituvel publieo, que elle se acha
em casa do Sr. Cerdoso Ayres, ra da Ca-
ileia- Vclbii, II. 31, das 10 horas da mandila
al as 4 da tarde, alim de receber as encom-
mendus ou as proposi^Oes que poderAo ser
l.nlas no lempo d sua residencia nesta ci-
dade; elle seencarrega tambem de formar
discpulos em gravura de religiAo, magros,
retratos, viiihetas, lloros, animaes, archi-
'teclura, rtulos, sinetes, lettras encadea-
tias na iiejnutaiia e na baixella de prata. E
sua esposa he meslra da desenlio de colori-
do o pintura ao pastel.
Precisa-tedeums ama para eozinharc
fazer as compras diarias de urna casa, cuja
familia consta de duas pessoas ; e igual-
mente de urna freguezia para lavagem do
roupa de va i relia: ro o segundo andar do
sobradon. 26, da ra da Cadeia, se dir
quem precisa.
Precisa-se do urna preta forra que
queira comprar ecozinharem urna casa de
homem solteiro: na da CamarAo da Boa-
Vista, n. 5.
l'ergunta-se ao Sr. Luiz Jo-
s Marques como sedevem enten-
der os seus anntmcios teitos no
Diario na. i43e i^is visto ter-se
procurado o resto do principal e
juros da bypotlicca feita em ?.a de
agosto de iS^S, e ha mu:to venci-
I, sem (pie tenha pago o dito sal-
lo, mesmo depois de ter appareci-
doum tal anuuncio sem excepeo
alguma. Isto deseja saber o
Procurador de M. /'. L.
to para 20 vaccas de leite, at legoa e meia
distante desta praca : na ra Nora, n. t.
Precisa-se deuma ama de leite, que '.
tenha bom eabundante, para urna enanca
'e 6 mezes : na ra do Collegio, n. 19, pri-
meiro andar.
Precisa-se alugar um preto para fazer
o servico ordinario de unaj padaria e carre-
garpilo: na padaria da casa d'agoa.
Ainda se precisa do um padeiro e for-
neiro que queira ir para Macei, conforme
se annunciou por este Diario.
Agencia depassapoites.
Tiram-se pastaportes para dentro e fra
do imperio e correm-se folhas : tudo por
prego commodo : na na do Padre-Florlan-
no sobrado do um andar n. 7.
Aluga-se um sitio no lugar *a Cruz-
das-Almas ,com grande easseiada casa de
vivenda estribara e cocheira grande bai-
xa durapini o muitos arvoredos de fruelo :
a tratar na ra da Aurora, n. 49, primeiro
andar.
Aioga-so um sitio entre as duas Cru-
zes-das-Almas, com muito boa casa de vi-
venda e oulros commodos para pretos e
para estribarla com duas baixas para ca-
pim e muitos arvoredos de fructo enlre
osquaesha um pomar de ltrangciras de
embigo : a tratar na ra da Aurora, n. 42,
primeiro andar.
Claudino do Reg Lima mudoo sua
residencia para a ra do Podre-Florianno,
sobrado de um andar n. 7.
Arrenda-se, ou mesmo se recollie por
quarteis, umarmtzem muito grande ta-
pado de taboas e com trapiche no fim do
Becco-I.argo.no Recife, proprio para re-
colhercarvAo de pedra, com muito bom
embarquo e desembarque toda hora : a
tratar no mesmo lugar, com Manoel Anto-
nio da Silva Multa.
-- lloje, 4 do corrente, nerante o doutor
juiz da segunda vara, se ha d arrematar,
por ser a ultima praca, urna loja de fazen-
las sita na-ra do Queimado pertencen-
te heranca do finado Antonio Joaquim de
Azevedo : os pretendentes comparecam em
dita praga.
--Leonor Luiza da Rocha tem justo e
contratado como Sr. Leandro Marlins Fil-
gueira a compra <'p duas casas terreas, urna
na ra do Padre-Florianno, n. 6, e oulra na
travessa da S.-Jos, n. 17 : quem se julgar
com direitoaellas, queira declarar por es-
te jornal no prazo de 8 das, contados des-
ta data.
He bonito andar asseiado mas he bem
que se pague o atraate, por isso pede-seao
Sur. Antonio Jos i.insde Oliveira, capilAo
do sexto batalMo decacadoies de primei-
ra linha o favor de vir pagar o importe de
seu tardo e calcas qno niuuloii fazer em
dezembrode 18V7, na ra larga do Roza-
rio n. 40, Isto antes de embarcar, ou en-
tflo trazer o fardAo e calcas como esliverem.
Conllna-so a rebaler sidos dos Srs.
olflciaes ds terceira e quarta classes : em
o segundo andar do sobrado confronte
cadeia, n. 2(.
-
dVv r o r a
- Caplios de sol
Ba do Passeio, n. 5.
Oh! que peiincha pora o amavel o res-
poitavcl publico .' Novas sedas da methor
qualidado que se pode fabricar, por sorem
de encommeiula e da melhor fabrica de
Franca, recebidas agora.
O fabricante deste estabclccimenlo ad-
verte ao respeitavel publico desta cidade
que elle possue presentemente um rico sor-
l menlo de chapeos do sol, assim como cha-
peos de sol de seda furta-cres, dos mais
ricos que teem apparecido neste mercado,
e de cores conhecidas ; ditos para senhoras
de bom tom, adamascados, lavrados, com
suas competentes franjas de retroz, tudo
que tem do mais moderno e do melhor gos-
lo; um completo sortimento de chapeos
deso de panninbo de todas as cores o do
todos os tamaitos, para homens, senhoras
a meninos : ba tambem igual sortimento de
faiondas para cobrir armaces, tanto de se-
das de cores, como do panuinlios trancados
e lisos imitando seda. Adverte-se que os
freguezes sero servidos com brevidade, e
se acharAo satisfeitos da boa qualidade, do
bom gosto e do bom prego.
Domingos Antonio Gomes
GuimarAes, no podendo por causado seu
estado de saude continuar com seu nego-
cio, ofieiece a pessoa a quem conviero seu
eslabelecimento da ra do Crespo, as div-
dase fazenlas, etc. ,ou qualquer cousa em
separado: a pessoa, pois, a quem convier
entrar em negocio, dirija-se a elle naPonte-
de-Uchoa, ou a seu irmAo JoAo Antonio Go-
mes GuimarAes, no mesmo eslabelecimen-
to, o qual se acha competentemente auto-
risado para este fim, ou para oulros quaes-
quer tendentes aocommercio.
Mantelga.
Salie bojo da alfandega manteiga fran-
ceza nova.
| llomueopalhia.
y Primeiro consultorio homoco-
pathicoem Pernambuco, na
m iua da ( adeia de S.-Anlo-
Novo pflo de Provenca.
S Na padaria do boceo das Barrnirase a
2 no deposito da Kstrella, no Aterro- |
da-Boa-Vista, n. 39, fabnca-se o no-
vo pode Provenca, o qual ho fnbri-
cado pelo melhodo do seuprimei-
I ro introductor que veio esta provin-
g cia o com as melhoros farinhasque
a ha no mercado, e asseio que he pos-
1 sivel: da mesma sorte se fabricam as
l| filias da rainha do llespanha boti-
X nhos, biscoutos, biscoutinhos, ftias,
i ca vacas : tudo do melhor gosto pos-
I sivel e proprio para cha ; tambem ha
| bolaehinda de Lisba em latas de 8
$ libras, por proco commodo ; amen-
H doas confeitadas e do'varias quali-
l dades.

I
Compras.
Compra-se urna tipoia nova, ou em bom
uso: na ra da Cadaia, a fallar com Jos
Comes Leal.
Compra-se urna negrlnha, ou mole-
que, sendo bonitos, que he para urna en-
commenda na ra larga do Kozario, loja
n. 35..
Compra-so urna escrava que saiba bem
cozinhar e engommar, sendo de boa con-
ducta : na praca do Commercio, n. 2, pri-
meiro andar.
-- Compra-se um bom cavallo, ou mos-
mouma parelbn para carro, sendo muito
bem ensinaios e mansos : na ra do Cres-
po, loja n. 9. Na mesma laja precisa-se de
um sitio da ponte do Manguind al a Pnu-
te-de-Ucha.
Compra-se urna negrinha do 14 a 18
annos, que saiba coser cho, engommar snf-
friyel, e nAo tenha vicios: cm o segundo
andar do sobrado confronte a cadeia, n 26,
ou na ra d". S.-Rila, n. 91.
Compra-se um qu.irto novo que tenha
carrego ou passo : no pateo do Terco, n. 20,
primeiro andar.
--Compram-so 3 venezianas em bom uso'
c um banco de rosca para piano : na ra do
Crespo, n. 10, primeiro andar.
Compram-so -para urna encommenda ,
escravos de ambos os sexos pretos e par-
dos de 10 a 40 annos: agradando, pagam-
sebem: na ra do Padre-Floriano, sobra-
do de um andar n. 7.
Na ra da Alfandega-Velha Hotel-
Francisco, compra-se peixe al quinla-fei.
ra, 5 do corrente, ho meio-dia, sendo de
boa qualidade, preferindo-se o de viveiro.
Compra-se um violAo com algum uso :
na ra larga do llozario, n. 24.
1
Vendas.
i
MUTILADO
C. Slrr & Companbia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
ge-al.quoa sua grande fundicAo em S.-
Amaro, alm do sortimento que constan-
temente tom acha-se de novo prvida de
muilas moendasdecanna, e de varios la-
manhos feitas no mesmo eslabelecimento
pelos mais peritos officiaes, e com o maior
cuidado e perfeicAo; tanto assim he, que
osaniioiiriaiiles.se ufauam em garant-las
pelo primeiri) anno. As nioenlas intuirs
todas de ferro^, construidas as offieiiias
dosannunciatiiles, so muito superiores a
quaesquer outrasda mesma nnlureza que
al agora teem sido aqui ollorccidas, pois
aquellas encerrarn em si cerlose importan-
tes luelboramentos resultado de mais de
0 annos de experiencia e pralica do paiz.,
Precisa-se, paia um engenho perto da
prac.de un bom feitor, qe se encar-
rrgue de mafs alguma cousa que nAo seja
acompanba ros escravos para o campo,
e que seja boiicui olleiro, OU tenha pou-
ca familia : na ra a Aurora, a. 44, das 3
horas da lardeen, djja sa", certo.s nio, n. ni
Este consultorio estar aborto todos
os das desde s 10 horas da manba 2
al s 3 da tarde : as pessoas que no .'-J
podrem chegar ao Consultorio po- ai
de'o ser visitadas em suas casas, :a
qualquer que seja a distancia desta
praga. Os indigentes sero tratados ^
L gratuitamente, apresentando um ai- S
^*: testado do viga rio de sua freguezia. a
l 9)
lMHH*flllll|llip
O Dr. Lobo Moscoso conti-
na a receber doentes em sua ca-
sa, no Aterro-da-Ba-Vista, n. 48,
onde ha commodos suflicientes,
nao a para se tratarcm de suas en-
fermedades, como para se Ihes fa-
zer qualquer operaco : as pessoas,
port iiito, que se quizerem curar ou
mandar algum escravo, pdem di-
rigir-se ao annunciante em dita ca-
Vende-se a casa terrea do po.lrao cal
n. t36da ra Imperial, com grande aterro
ateo rio ,< mais um terreno ao lado,
prompto para oulra casa : ludo em chAos
proprios : na ra do Collegio, Q 6.
Na loja de oiiudczas n. 5, no Recife,
vendem-se lurns do pellica cor de caima,
da melhor qualidade, para homem: tambem
as lia ricas o elegantemente enlejiadas, para
seubora.
Na ra Nova, n. 5,
vende-se um lindo mulalinlio, muito bom
pagem que sabe muilo bem bolear e he
de muito boa conducta, o que se alianza ao
comprador.
-- Vende-se urna mobilia de Jacaranda ,
de bom gosto o com pouco uso consistin-
do em umsoph, 18cadeiras, urna mesa de
meio do sala dous consolos com tampos
de pedra, um candieiro inglez para cima de
mesa : tudo por preco commodo : na ra
da Cadeia do Recife, n. 2.
Vendem-sc 4 redomas com suas pea-
ulias de angico, para imagens, ou jarros de
flores por preco commodo : na ra das
Trincheiras, n. 38, no cartorio do Sr. Gui-
Iherme,
No armazcm de Francisco
Dias Ferreira, no caes da Alfan-
dega, vendem-se, por preco com-
modo, ceblas novase muito bons
charutos de regaba, a 8oo, 900 e
1,000 rs. a caixa.
-- Sortes venddas.de diversas loteras do
Rio-de-Janeiro, na loja de cambio da ra da
Cudeia do Recife, n. 24, da viuva de Vieira
eFilhns: da 49' lotera da Misericordia, os
premios seguidles : n. 1913,10:000,000 rs.;
5.40G, 400,000 rs.; 3,0*3, 100,000 rs.; 3,605,
40,000 rs.; e immensos de 20,000 rs.
fra ni vendidos da 3 lotera a beneficio
da fabrica de liare tecer algodoos segnHi-
tes numeros:4,43l, 10:003,000 rs.; e immen-
sos de 20,000 rs.
Da 2.a latera das salinas o seguintc n. 886
20:000,000 rs.,e mais premios.
Mi I.' nterin de Sanla-Calharina OS se-
guintes premios: 4,605,1:000 000 rs.; 1,661,
400,000 rs.; e immensos de 40 e 20,000 rs.
Bosta provincia, da ultima 3.* parte da
lotera o theaiae, os premios seguintes .
um meiobileteden 1,994,5:000,000rs ;um
dito dito n. 221, 2:000,000 rs.; um dito dilo
n. 1,688, 1:000,000 rs.; um dito dilo primei-
ro liraueo 125,000 rs., o 11. 417, 20,000 rs.;
413 50,000 rs. e bastantes premios de 20,0u0
ris.
Acham-se na mesma loja j a venda os
muitos afortunados bilheles e meiosda 10.'
lotera a beneficio da construcco e reparos
das niatrizes do Rio-de-Janeiro, cujas rodas
deverAo ter andamento no dia 10 do corren-
te mez.
Vendem-se 3 sacadas de pedra da tor-
ra urna cama de angico, una marqueza,
urna mesa, 8 elegantes quadros para sala ,
8copoteiraseagarrafas de vidro: na ra
dasl.arangeiras, n. 29.
Vende-se um pardo de bonita figura ,
de 21 annos, muilo bom canoeiro, lamo de
carreira como da costa, e que he muito
bom vaqueiro I na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 51.
AOS AMANTES DOS fiONS CHARUTOS.
Charuto* su/ei iorese verdadeiros lieSau-
Felix,vende-mse na ra da Cadeia do Recife,
loja de Antonio Joaquim Vidal.
Familia de mandioca.
.
chocada ltimamente/do Rio-de-Janeiro :
.--' r _. 1 ilta -____- ___
-- Na loja doHaia Ramos & C. vende-
se pelo diminuto preco de. 500 rs. um dos
mais bellos romances que tem por titulo--
Aroseira traduzido do francez por urna
senbora portogueza. Itecommenda-se mui-
to a leilura dosta obra, principalmente aos
pais de familia; para que, dando-a a era
seus filhos,, coiibecam a grande uttlidado
queso tira em derramar por antrea moci-
dade licOes de tanta moralidadn comobs
nue se conlem em dito romance. Quem
pretender os ditos livros, dirija-se a ra No-
va, n 6, na indicada loja cima.
A aoo, 1,280 e 1^00 rs.
Na ra do Crespo, n. <4 loja de
Jos Francisco Dias.
vende-se superior brim pardo de puro
linbo, a 1,280 rs. o corte; dito cor de gan-
ga, a 1,500 rs. o corte; superior chita de ra-
magem para coberta, de cores muito lixas,
a 200 rs.; chitas miudinhas de todas as co-
res e de pannos finos, a 160 rs. o covado;
ditas do superior qualidade, a 200 rs. ; cor-
tes de fuslfles de cores fixas, a 320 e 400 rs.,
e de superior qualidade, a 1,280 rs.; pecas
de brclanha de rolo com 10 varas, o 1,600
rs.; e outras muilas fazendas por barato
preco.
Vende-se urna propriedade distanto do
Recife menos de urna legoa, com duas boas
casas, sendo urna terrea o a oulra um so-
brado de um andar e sol ao, com tres olarias,
com muito bom barro, dous grandes vi vn
ros e outros quasi promptos, com varias
cacimbas de lijlo, urna vertenle que corre
lodo anuo, toda cercada do espiados e ya-
las, cora alguns arvoredos de fruto, e pro-
porcAo do se fazer uina engenhoca pela ex-
tensAo que tem de terreno e a fertilidade do
mesmo, com sulllciencia para ter-se muilas
vaccas de leite por ser muilo abundante de
pasto no invern e vcrAo : esta propriedade
rene cm si muilas proporc,es vantajosasf
puis tanto serve para recrcio como para se
fazer uso dos eslahelecimentos que em si
lom, como de so poder langar mflode ou-
lros muitos que ella offerece ; bem como,
quem a comprar, querendo, pode nella ter
de rendimcnlo animal para mais de800,000
rs. sem em prego de capital, como so fara
vrao comprador: tambem se vende em se-
parado a casa terrea com seus arvoredos,
ola 1 i-i e grande lerreno : tudo a voutade da-
comprador : recebem-sc em pagamento al-
guns escravos o rasas nesta praca a fallar
na ra de Sati-1'raurisco, palacete junto a
mar.
Vendem-se 6 lindos moloques de 11 a cao
e crioulos, de 16 a 20 anuos, sem vicios
Ma molestias ; 2 pardos do 18 a jo anuos,
um dos quaes he porfeilo ollicial ae sapa-
leiro, o ambos proprios para pagens; 4
pretos de 25 a 30 annos, de bonitas figuras,
sendo um delles bom serrador c muito|habil
para qualquer servico o qual lio de nacAo
e no tem vicios em achaques, o que so
afianca ; um preto de meia idade, muito
bomcuzinheiro,o queda-so emconla; bem
como outros muitos escravos : na ra do
Vgario, n. 24.
~ Venilom-so 10 lindos molequesde na-
cAo e crioulos, do 11 a 20 annos, sem vicios,
nem molestia ; 4 pretos do 25 a 30 annos ; 3
ni.'gnui.is do uac,Ao de 12annos, sem vicios;
2 prelas geemas, urna das quaes cozo perfei-
lamciite, u. lavai'inln, borda o emgomma,
eoutra coze snlVrivol, lava porfetamonte o
trata muito bem de enancas : sao muilo
humildes o dii boa conduela: prefero-se ven-
der ambas por menos do que em separado,
assim como oulros muitos'escravos : na ra
do Vigario, n. 2i.
Vende-se a muito acreditada
farinha Liaron, da melhor qualida-
de que tem viudo a este mercado :
na na da Senzalla-Vclha, n. 138.
Para os que ^osaiii.
Cigarros do palba, fabricados era S.-Pau-
lo, a 610 rs. ocento : na ra Novn, n. 50.
Vende-se, por preco commodo, una
preta de 40 annos, propria para vender na
ra, ou para cozinha, por ter habilidades :
na ra Velha, n. 79, al as 8 horas da ma-
nha o das 3 s 6 da larde.
Vende-se urna preta da Costa, do 30 an-
nos boa cozinheira e quitandeira, e que
coso : no pateo de \. S. do Tcrc,o, o. 30.
N. 9.
Puro vinho da Figueira.
Nnvharmazem desta pinga deliciosa aca-
ba de se abrir na ra da Madre-lieos, n.'.i,
defronle do extincto armazem ao mesmo
preco do 180 rs. a garrafa, e a- 1,360 rs. a
caada : os amanlos desta deliciosa pinga
alli cnconlrarAo garrafas promptaraonte la-
vadas e lacradas com o seu competente ro-
tulo, o que se trocaro por oulras immedia-
tamente ; assim como tambem encontrara
barris de diversos tamaitos, s vir.ho bran-
co de Lisboa, a 1,600 rs. a caada, ea 220
rs. a garrafa. O proprielario deste estabe-
lecimento pede o exame para poderem ava-
llar a pureza de sua qual'dade e asseio,
e que em nada desagradar aos concur-
rentes.
Vendem-se chitas com algum mofo ,
propias para escravos, a 5, 6, 7, 8 e 9 vin-
lens, o linas muilo bonitas, por mais preco;
lililes grossas de novelo, com algum sujo,
a 160 rs. urna quarta ; luvas finas de pelli-
ca, a 500 rs. ; lencinhos de lll de linbo ,
proprios para meninas, a 400 rs.; ditos da
cambraia com bonitas palmas, a 400 rs. ;
ditos do toquim com fianjas a 61,0 ra.: na
ra do Passeio, loja n. 17.
Vendem-se pegas de madapolAo largo
com 20 varas, muilo torta, proprio para
roupa de pretos, a 3,000 rs; ditos mais finos
a 3,600, 4. e 4,500 rs.; linbas grossas de
novelo, alguma cousa sujas,a 160 rs. a quar-
ta e tres nvelos por 20 rs.; pecas de chi-
tas para forro de bahi'i a oilo patacas; chi-
tas de coberta, bonitas estampas, a 160 rs. o
covado; ditas, cores fixas. muito fortes e no-
vas, a 5,400 a pega, e a 160 rs. a retalbo ;
lencos de toquim com franges, proprios pa-
ra meninas de escola, a 640 rs. : na ra do
l'asscio, luja 11. 17.
Vendem-se quatro rodas para carro: na
ra da Penha, n. 3.
Vende-so champaojia da mais superior
qualidade que tem viudo a este mercado :
na ra da Cruz, b. 27. armazem de Crocco
Vendem-se 3 escravos, sendo um ollicial
de alfaiate, crloulo, com 23 a 25 annos; um
moleque com principios de sapalelro, del*
nnnos : um dito de Angola oDflcial dei_sa-



4
i

-.


/
- Na livraria ns. 6 e 8 da praca da inde-
pendencia vende-se o seguinle :
MANUAL ELE1T0RAL .
contendo a le regulamentar das eleicocs o
os decretos e decises do governo que, dno
esclarecimentos sobresua cxecucflo.oxpej'i-
<'is at abril do corrrento anno, com notas
explicativas fundadas uestes mcsmos escla-
recimentos; ..,
NOVO MANUAL DO JUIZ DE TAZ
enntendo una minuciosa expllcacSo dos os seus actos no desempenho (lo suas
atlribuicfifl*, seguido de um appendice das
lois, regulamentos. avisos, etc. relativas
aos ditos juizes inclusive as das eleic.Oes ,
eregiment dos salarios, e de um ndice
alphabetcode todas as materias contidas
nesto manual;
CDIGO DO PROCF.SSO CRIMINAL
do primeira instancia do imperio do Brasil,
com a disposieflo provisoria acerca da ad-
ministraclo da justica civil, seguido da lei
de 3 de dezembro de 18*1, e regulamentos
para soa exeeucSodo 31 de Janeiro e 15 de
marco de 1842, segunda edicSo mais cor-
recta e augmentada com nota
Vondem-se queijns feitos no Cear, de
muito bom paladar, por nflo serem salga-
dos, pelo diminuto preco de 320 rs. a libra
no largo do Livramento, n. 20.
A i,aoo e i,6oo rs.
No largo do Livramento, loja de
Fernandes da Luz & IrmSo,
vendem-se cortes de brim pardo do puro
linlio, a 1,200rs. ; dito amarello. a 1,600
rs ; ditos de casimira de listras, a 7,200 rs. ;
ditos de Ifia a imilaco de casimira, a 3,800
rs.; castor para calcas a 240 rs. o covado;
brim miudinlio de linho, para jaquclas e
calcas, a 4*0e 480 rs. o covado; cortes de
cambraia branca, padroes novos, a 5,500
rs.; ditas de cores, a 3,600 rs. ; algodfio de
listras, fazenda muito boa, a 100 rs. o cova-
do ; chilas encarnadas muito lindas, pa-
drOes novos ; ditas de cores muito finas ; e
outras muitas fazendas, tanto finas como
grossas, por preco muito commodo.
Chocolate de saude e xa-
rope de angico
fabricado no Maranhito por Luiz Bolentuit
& Companbia, boticarios chimicos da escola
esjucial de Pars. I stes dous objectos 13o
necessarios as molestias do pejlo, como
mesmoa conservaQlo da saude, J experi-
mentados por muilas pessoas que bem con-
lirmam seus bons resultados. Constante-
mente baver um deposito destes sortimen-
tosna ra da Cadeia do liecife, n. 25, de-
fronte do Becco-I.argo. Seu preco fixo ser de
800 rs. a libra do cbocolale, e 1,000 rs. ca-
da urna garrainha de xarope, acompanhan-
do um receituario do seu autor.
o 9
Q Atoalbados de linho. O
& Vende-sc aloalhadn de puro linho, Q
n com 6 palmos de largura, a 1,600 rs. 0
f\ avara ;dilo muito superior, com 8 0
a palmos, a 4,000 rs.; dito com 11 pal- q
2 mis, a 5,000 rs.; losillas da mesla Y,
9 fazenda, com 7 palmos de compri- j*
O ment e 6 ditos de largura, a 2,000 *
O rs.; e guardanapos. a 3,000 rs. a du- v*
O til: na ra do Queimado, loja do so- w
> brado amarello, n. 29. O
Peonas de ac
Vendpm-se pennas de ac muito finas;
bem como outras de muito boa qualidade ,
proprias para escrever em livros, do ver-
deiro autor Joseph Gillolts tanto em car-
tilo como emeaixinhas de urna groza : na
ra da Cadeia do Recife, n. 19.
Vende-se farinha de mandioca de S.-
Calharina, muito superior, por preco com-
modo, desembarcada boje para os armazens
n. 1, do Bacelar e Das Ferreira, no caes da
Alfandega : atraamos mesmos ou com
Novaes i C.
Vende-se, por barato preco, fumo mui-
to superior para capas de charutos ; potassa
em harriquinhas.desembarcada nestes dias:
noarmazem de Dias Ferreira, no caes da
Alfandega, oua tratar com Novaes & C.
Vendem-se duas casas terreas por aca-
bar, urna dellas tem um theatro e est
arrendada por quatro annos, com segu-
ranza a qual i vendedor garanle a quem a
quizer comprar : tamben) se vende em tro-
co de alguma propriedadena ilhade S.-Mi-
guel, ou nos arrabaldes de LisbOa ou Porto:
a tratar cora Luiz Jos Marques, na ra do
Rangcl, n. 8.
Extractos finos.
Osmaisipreriaveis extractos para lenco,
de que sen pre ha falta por seren os mais
sympaticos queaqui tem vindo, sendo dos
seguidles eheiros, patchouly verviene,
sarmim, mil flores e mbar: vende-se a
retalho a 250 rs. a oilava : na ra da Ca-
deia do Recife, n. 19, advertindo-so que
nao se vende menos de 4 oitavss.
SSSF.
Manoel da Silva Santos continua a vender
barricas de farinha de trigo da marca ci-
ma mencionadas, ltimamente chegada a
este mercado: a tratar no armazem de Anto-
nio Mines, no caes da Alfandega.
Ao barato, freguezes.
Na ra Nova, defronte da Con-
ceicSo, vendem-se
riscadof monstros, a 240 rs e outros an-
da mais largos, a 290 rs. o covado, para
acabar ; chilas finas, a 160 e 200 rs. o cova-
do ; casimira prela; luvas ; meias; cassas
de lindos padrOes ; chales de lila, a 560 rs.;
casimiras, a 6,000 rs o coito ; fazenda de
cal?as, a 200, 240, 280, e 320 rs. o covado,
padioes bonitos e tintas lizas.
Vende-se
Panno de linho do Porto
entre-fino e superior, por prego commodo :
na ra da Madre-de-Deos, armazem n. 26,
de A. V. da Silva Barroca.
Pechincha.
Vendc-se eijao em saccas de 3
quartas e meia, muito bom, a
8,5oo rs. : no caes da Alfandega,
armazem do Bacelar.
- Ainda esta por vender o sobrado de
dous andares, na ra Direita, muito largo,
cimba : vends-secom algum prazo em par-
te do seu importe, e se recebem permutas
quesejam rasnaveis : faz-se lodo o nego-
cio, e a publicidade dos annuncios prova o
desembarazo do negocio que se propoe: na
ra do Caldeireiro. n. 62, ou na praca fl
Independencia, ns. 6 e8
Na ra Nova, n. 18, loja de alfaial
M do A. Caj, vendom-se casacas de rimo
fino de varias qualidades; ditas de meri-
no, preto; diias de brim do cores; sfi-
hre-casacas o palitos de panno fino o de
franklim ; brins de todas as qualidades;
jaquetas de panno fino, de merino e de ris-
parlo francez; casimira prcta, branca, en-
carnada e de cores ; fustoes muito superio-
res ; setim macao ; gorguro para colletes;
calcas de panno fino preto e do cores ; fa-
zendas de todas as qualidades para qual-
quer obra de encommenda ; robechambre;
camisas de meias; lencos de seda de cores
para gravata ; chapeos finos francezes ; cha-
rutos populares, bom goslo, regala vin-
dos da Bahia. Na mesma loja precsa-se de
ofciaes de alfaiate.
m
Lasase saaS1
Vende-se princeza prela de duas
larguras, fazenda igual a merino,
a 1,000 rs. o covado ; alpaca preta
de lustro, a 600 rs. o covado; me-
rino preto. a 2,500 rs.; dito mui-
,, to lino, a 3,500 rs. ; panno fino de
2f cor fixa, cr de vinho, caf e vfir-
LS dc-garrafa, a 4,000 rs. o covado, e
Fm preto para todo o preco, Icndo de
* todos muito aondo escolher; ca-
ES siinira nreta elstica, a 2,500 rs. G
!
m
' XA
o covado ; dita superior, a 3 e
3.500 rs ; e outras multas fazendas
finas e muito em cotila : na ra do
Queimado, loja do sobrado ama-
rello, n. 29.
Vende-se o bordado completo para um
f.-iicI.'ki de ofllcial do estado maior, ainda em
muito bom uso, ou quasi novo : na Cam-
boa-do-Carmo, n. 10, primeiro andar.
Vende-se palhinha e taboinhas para
chapos : na ra da Cadeia-Velha, loja de
ferragens, n. 56. Na mesma loja tambeni
se vende salitre refinado, muito superior.
Folha de Flandres
palfntc,
deCharcoal, por mais 2,000 rs. apenas que a
de Cokp: na ra da Madre-de-Deos, armazem
n.26,de A. V. da Silva Barroca.
A 640 rs. cada um.
Cobertores de elgodao ameri-
cano 09 mais encorpados que lia,
a duas pstacas cada um,ealgodo
de listra proprio para roupa de es-
cravos, por ser muito encornado,
a ^o rs. o covado: nn ra do
Crespo, loja da esquina que volta
para a daCadcia.
\ 1,000 rs.
o corle de calcas.
Vende-se brim trancado pardo de puro
linho, a mil rs. ocrtodeca'cas : na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadeia.
Vcnde-se algodao trancado
da fabrica de Todos-os-Santos a
370 e a 3oo rs. a vara : na rua da
Cadeia, n. 5a.
Folha de Flandres.
Vendem-se caixas com fblha de Flan-
dres : em casa de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim, n. 35.
I' \riolia de trigo SSSF
de superior qualidade e nova ; dita ameri-
cana em meias barricas ; dita gallega, em
meias barricas; cal virgem de Lisboa ; vinho
do Porto em pipas e barris de quarto e
oilavo superior e mais inferior ; fechadu-
ras para porta de armazem ; superior cha
hysson nacional de S.-Paulo; farinha de
mandioca, em saccas, por preco commodo :
na rua* do Vigario armazem n- 11, de
Francisco Alves da Cunta.
= Vende-s(|cal virgem de Lisboa em barris
feixrt de arcos e rodas de di ios para barricas ;
cimbeles de plnho abatidos para assnrar ; prc-
goi calxaes do Porto em barris de 10 inilliei-
ro> ; ditos de rstui|ur|em barris de 32 milliei-
roi; marinelada de LisbOa em latas de 1 e 2
libras ; pillas da familia ; cadeiras de pao pre-
to. angico c serdeira, chrgadas ltimamente
do Porto: a tratar com Joaqun) Ferreira Men-
des Guimarcs, na rua da Cruz, n. *!).
Xa rua do Crespo, n 6,
ao p do lampilo, vendem-se cortes de brim
trancado de linho, a mil rs.; ditos cor de
ganga, a 1,440 rs. ; ditos muito linos ede
superior qualidade, a 1,600 rs.; cobertores
de algodfio americano, muito enrorpados,
a 6*0 rs. ; riscados muito encorpados, pro-
prios para escrvos, a J40 rs. o covado;
chita ,a 120 rs. o covada; chitas de diver-
sos padrOes e cores fixfs, a 180 rs.; cha-
peos de massa a 1,600 rs.; ditos de seda, a
640 rs.; ditos, a 400 rs.; e outras muitas
fazendas por preco commodo.
Novo sortimento de brim trancado
a i,5oo rs.
Vendem-se brins trancados brancos, lisos
e de listras de puro linho a 1,500 rs. o cor-
te ; curtes de fualilo alenchoado a 480 rs.:
na rua do Crespo, loja da esquina quo volta
para a Cadeia.
Na rua da Cruz, armazem n. 33, de S
Araujo vende-se cal de LisbOa, barris de 4
arrobas, chegada ullimamenlo, por preco
muito commodo, por ser para liquidaQo ;
sola em porcSo ; esleirs feilas no Aracaty ;
caixas de chifre para rap, de diversos tama-
itos.
Vende-se um preto de 2* a 25 annos,
robusto, de bonita figura) e sem molestia al-
g*uma o qual heganhador de rua e hbil
fara qualquer servico : no Alerro-da-Boa-
isla, n 2, segundo andar.
Vende-se urna casa terrea mei agoa,
na travessa da rua Imperial: na rua da l'raia
de S.-Rita, venda n 43.
Vende-se o engenbo do Canba, duas legoas
ao sul de Santo-Anido, sendo dito engenbo de
de dous mil pfies, tendo mais de meia legoa
qtiadrada de trra, de muito ojia produccao.
tendo dito engenho grandes varzeas, bem como
32 animaea de rod c 20 bois de corrcia A
tralr com seu propietario no dito engenho, o
qual todo o negocio far. e-part tomar alguns
esclarecimentos na rua do Queimado, n. 27.
Ainda mais pechincha.
Na loja-so n. 5 A da rua do Crespo ao r
i arco de S-Antonio, vendem-sr, para li
do
quidacSo, novos cortes de cassa enpapela-
dos, com 7 varas, padrOes inteiramente no-
vos e de cores lisas, a 2,000 rs.; chales
grandes de chitas escuras, a 800 rs. cada
um ; ditos pequeos para meninas, a 500
rs.; cortes de calcas de brim pardo de puro
linho muito fino, a 1,280 rs.; cortes do se-
da de padres novos superior fazenda para
vestido, com 16 a 20 covados, a 25,000 rs.;
e outras muitas fazendas.
Lotera do Rio-dt- Janeiro.
aos ao:ooo,ooo rs.
Na praca da Independencia, loja n. *, che-
gou novosorlimento de bilhetes e cautelas
da muito acreditada lotera da corte. A elles
antes que se acabem.
Na loj da rua do Crespo, n. G, ao
p do lampiSo, ha novo sorti-
mento de fazendas baratas.
Corles de brim trancado branco a 1,500
rs.; ditos de lislra, lambem branco, a 1,500
rs.; algodo trancado americano de4el|2
palmos do largura, a 200 rs. o covado; cor-
tes de fustflo muito fino, a 480 rs.
I?ua Nova n. 5,
vende-se um lindo molecote de 16 annos,
de nacSo; um dito de 18 annos, perito ofll-
cial de pedroiro.
I\o Alcrro-da-Boa-Visla,
ilelronie da lionera,
ha chegado um novo e completo s/timento
de calcado francez de todas as qualidades,
tanto para honran como para-senbora e me-
ninas : bem como os bem conhecidos sapa-
tOes to Aracaty para homem : ludo por pre-
co commodo.
Pechinchas para liquidacSo.
Vcndem-se, na loja da rua do Crespo, n.
5 A, ao p do arco de S.-Antonio, as seguin-
tes fazendas, para liquidacSo: cortes de cas-
sa com seto varas, para vestido, de muito
lindos piolines e de cores lixas a 2,000,
2,500, 3.000 e 3,500 rs. j'crlesde collele de
setim lavia lo do diversas cores, a 4,000 rs.;
ditos de gurgurflo de seda, gosto moderno,
a 2,500 e 3,000 rs. ; ditos de velludo do di-
versas cores e tambem lavrados, a 2,500
at 4,000 rs. o corte; fustffo brancoalcochoa-
do para collele a 500 rs o corte ; gorgu-
rilo de algodlo escuro, para collete, a 200
rs. o corle; casimira para calcas do supe-
rior qualidade e gosto delicado a 4.000 rs.
o corte; cassas de cores com 4 palmos de
largura, proprias para vestidos a 240 rs. o
covado ; e outras muilas fazendas : bem co-
mo ainda restara alguns pannos finos de 3 e
4,000 rs. ; merino, a 2,500 rs ; loncos guar-
necidos de bico para rallo de senhora, a 400,
500 e 640 rs.
Fazenda barra
Conlinuam-se a vender cortes do
calcas de puro linho paido e tran-
cado, a 1,000 rs. ; ditos de dito
branco e com listras, a 1,280 rs. ;
ditos de dito amarello, a 1,500rs. ;
ditos de marcilonia, padrOes iguaes
8 casimira, a 2,000 rs.; ditos de ca-
simira, a 4, 6 c 7,000 rs. : na rua do
Queimado, loja do sobrado ama-
rello, n. 29.
nmmmm mmm mmmmm^
Cha barato.
Vende-sc muito bom cha, pelo preco de
500 rs. a libra : na rua do Crespo, u. 23.
Deposito da fabrica de
rodos-os-Santisna Bahia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.,
na rua da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e para roupa de escrvos aos
precos de 270, 300 e 320 rs. a vara con-
forme as qualidades.
Vendem-se presuntos inglezes para
fiambre ; latas com bolachinhas de Lisboa ;
ditas de araruta ; ditas de marmelada de
1, 2 e 4 libras ; ditas de sardinlias ; ditas de
hervilhas ; ditas de chocolate de Lisboa ;
frascos de conservas ; ditos d'agoa de flor
de Laranja; barris com azeitonas brancas de
Klvas ; garrafas com vinho moscatel de Se-
tubal e da Madeira ; queijos de pralo ,
frescaes: tudo novo e chegado ltima-
mente de Lisbi: na rua da Cruz, no
Itecife, n. 46.
Taixas para engenho.
Na fjndicSo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sortiraen-
tode taixas de* a 8 palmos de bocea as
quaes acliam-se a venda por preco com-
modo e com promptido embarcam-se,
ou carrepam-seem carros sem despezas ao1
comprador.
Vndenle sellins inglezese
camas de ferro: na rua da Senzalla-
nova, n. !\i.
Vende-se calj virgem de Lisboa de
superior qualidade, em barris de* arrobas,
chegada nesle mez pelo brigue Haria-Joii :
a tratar na rua do Brum armazem de
Antonio Augusto da Fonseca, ou na rua do
Vigario, n. 19.
AtifcNCIA
da fundicao Low-Moor,
UTA DA S1NZAI.I A->OVA, K. !\1. .
INeste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanb.es,
para dito.
A 200 rs. o covado.
Vende-se zuarteazul trancado, muito en-
corpado ecom A palmos e meio de largura ,
barato preco de 200 rs. o covado: na loja da
esquina > rua do Crespo, que volta para a
cadeia.
A 64o rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodSo, dos
mais encorpados que ha, o propr.os para es-
crvos. a 640 rs. cada um: na rua da Cadea-
Velha, n. 33. ..._... _-^.
-Vende-se farinha de mandioca do supe-
rior qualidade, a 4.000 rs.asacca: na rua
de Apollo, armazem n. *, ou ao p do arco
da Concedo, armazem que fot do Braguez.
Atlenco ao bom e barato.
Na rua do Livramento n. 1, vende-ae
um rico sortimento de chitas finas e de co-
res fixas, a nove vintens o covado: cortes
de cambraia branca de ricos padrOes r ditos
de cassa-chita ; panno de linho parai lencol,
com duas varas de largura ; madapolao tino,
a 3,600 e *,000 rs. a peca ; cassa para baba-
do, muito lina, a 2,000 rs. a pee de 8 jardas;
bretanha de linho, a 1*,000 rs a peca. As
amostras silo francas deixando penhor.
A pechincha.
Cortes de cambraia adamascada
com toque de avaria, 2,5oo res ;
ditos limpo para vestidos e corti-
nados, a 3,ooo ris ; ditos de tala-
garca, a i,Coo ris ; ditos finos, a
2,5oo ris; cassa-chit8 de cores fi-
xas, a 3oo ris o covado; riscado
em cassa, o covado a aoo ris; lan-
zinhas para vestidos, calcas e roupa
de meninos, a 3ao ris o covado;
e outras muitas fazendas por preco
brrto : na rua do Crespo, loja de
C'unha GuimarSes, n. t5.
Bom e barato.
Na rua do Queimado, vindo do Rozarlo,
segunda loja n. 18, vendem-se suspensorio*
de seda, a 500 rs. o par; mej^i de seda
curtas brancas, prelasede cores a 800 rs.
o par; luvas de seda preta e de cores para
senhora a 200 rs. o par ; lencos de cam-
braia para gravata, a 00 rs ; chapeos de sol,
de seda, para meninas, a 2,600 rs.; e outras
mui'as fazendas por preco commodo.
Vende-se superior bolachinha de Lis-
boa em latas de 8 em libra, e a retalho por
preco muito em conta : na rua larga do Ro-
zarlo, venda n. 25.
Vende-sc um pardo claro, de 25 an-
nos, com principios de sapateiro-, ptimo
pagem, muito humilde, sem vicios nem
achaques : a sua conducta he l!To boa que
por ella se afianca : o seu preco he de 700/
rs.: o motivo por que se vende se dir ao
comprador : no pateo do Carmo, n. 18, se-
gundo andar.
Aos 2:ooo,ooo"rfe reVs.
C5" Continuam-se J&1
a vender bilhetes, meios, qnartos, oilavos e
vigsimos da decima lotera concedida a
beneficio da conslriirco e reparo das ma-
trzes da provincia do Rio-de-Janeiro cu-
jas listas devem de chegar a esta provincia
no primeiro vapor : na rua da Cadeia do Re-
cife loja de fazendas n. 51, de JoSo da Cu-
nda MagalhSes onde exislem as listas das
loteras passadas.
Vendem-se escrvos baratos, na na
das Larangeiras, n. 14, segundo andar, duas
pretas de 2* annos, com alguraas habilida-
des ; urna parda de 30 annos.de muita boa
conducta, sem vicios, que cozinha o diario
de urna casa bem; urna mulatinha de.13
annos, que cose e marca ;um pardnho de
18annos. de muito boa conducta sem vi-
cios, e por isso ptimo para pagem; um mo-
leque de 12 annos; tira preto de nacSo Cos-
ta, bom ganhador de rua, que paga *80 rs
diarios, por *30,000 rs.; 3 pretos para o
servico de campo.
Vende-se um bonito moleque, do 18
annos, o qual he excellenle pagem ; um
escravo proprio para a praca e que he de
boa conducta ; um pardo ptimo carreiro ;
dous e>cravos mocos, por 750,000 rs. am-
bos ; urna linda moleca de nacflo, de 17 an-
nos, com boas habilidades: na rua de
Agoas-Verdes n. 46, se dir quem vende.
Vendem-se dous escrvos mocos, de
bonilas figuras ; urna linda negrinha de 4
annos; 2escravas mocas, com varias ha-
bilidades : na rua Direita, n. 3.
Ns casa de modas francezas de Mada-
ma Millochau ,no Aterro-da-Boa-Vista n.
1, ha para bailes cabecOes de bico, flores fi-
nas, lencos de mSo e luvas -. tudo chegado
pelo ultimo navio de Franca.
Farinha de trigo.
Vende-se superior farinha franceza de
Provenca chegada ltimamente : em ca-
ss (le J. J. Tasso Jnior, na rua do Amo-
rim, li. 55.
Bilhetes com assignatura d
Siqueira.
Lotera do Hio-de-Janeiro.
Aos 2:ooo,ooo de ris.
He chegada a lista da terceka lotera de
Campos e com ella grande sortimento de
bilhetes, meios, quarlos, oilavos e vigsi-
mos na rua da Cadeia, n. 56, loja de fer-
ragens, de Antonio Joaquim Vidal. Adver-
tc-se que destas loteras fram vendidos na
mesma loja os bilhetes ns. 1,015 e 5,505
com 1:000,000 de rs.; assra como na ante-
cedente se vendeu o numero 5,573 com
4:000,000 de ris.
Vende-se um cavallo alazSo dourado.
de figura e andares pe feitos chegado ago-
ra.do mallo: em Fora-de-Portas, na estri-
bara do Sr. Augusto.
Vende-se um preto moco, possante e
proprio para o servico de campo, sem de-
feitos nem achaques on irora-se ror urna
escrava que seja diligente para o servico de
urna casa ; um relogio de prata, proprio
para qualquer Sr. pratico por marcar os
dias dos mezes e semanas : na rua Direita
de Fra-de-Portas, n. 147, primeiro andar.
Vende-se urna preta de 24 annos com
um fllho de 5 annos ,
gommodera ensabo
cozinheira ; est pc|ad
que he muito afavel
dita de 40 annos, boa
Co commodo : na ru
venda n. 46.
Liqui
ual he ptimo en-
oira, costureira e
de sete mezes, e
para enancas: tima
ozinheira por pre-
la rga do Rozario,'
Antonio Gomes Cuimarfics, vende-se todu
qualidada de pannos finos e casimiras lisa,
0 de quadros, velludos, setins e sedas, un!
lo para vestido como para colleie, lencos da
seda e setim para grvala, ditos de cores
para mao, mantas para grvalas de homem
ditas para senhora, manteletas, chales dt
seda, meias, luvas de seda e de pellica
cassas ecambraias de cores para vestida '
e todas as mais fazendas de linho e de al-
godSo, proprias para senhora e homem"
tudo com um abatimento de 20 a 3o p0r
cento, pela necessidado de liquidar e veo-
der-se este oslaheleciment, como ja
ach annunciado por este mesara jornal.
Vendem-se collares de mbar amarein
liglimo; ditos de vidro sortidos e de diffe.
reates cores e novo goato ; agulheiros J
laiilopara phosphoros e espoletas; ctiiru.
teiras de lalo para guardar charutos, obr
moderna; nonecas para vestir,*com cabe
bracos e pernas de porcellana sendo ioj,s
nioviil iras nos bracos e pernas, neste gen#.
ra he o melhor que pode haver; tinteiro,
de vidro de difierentes goslos: ludo se vea.
de muito em conta : na rua largado Itou.
rio, loja n. 22.
INa rua Nova, n. 5,
vende-se urna preta de nscilo, de 20 annoi
perfeila costureira, engomraadeira, e ng,
sabe bem vestir una senhora; urna dita
petfeita cozinheira e engommadeira, po.
rcm s se vende para fra da provi(,ci.
urna parda de 30 annos, de muito linda i
gura que engomma, cose, cozinha a tij
doces de todas as qualidades; urna preta .
45 anns boa vendedeira de rua, por 31.
rs.; urna dita para trabalhar de emaih;
urna dita boa quitandeira ; um preto boa
coxinheir; dous molecotes muito lindos,
sendo um de na(9o e outro crioulo.
Vende-se urna escrava cabra : na rui
Bolla, n. 14, primeiro andar.
Esperanqa !
Vende-se o botiquim Esperar^
ca, bem montado, com todos
utensis precisos e afreguezado
tem commodidades independenttM
para familia, e outras proporceS
ventajosas que se arao Ver eo
pretendentes,: e o motivo da vea
da: por preco commodo, a dinliei
ro, ou a prazo com garantas: ni
rua da Senzalla-Yelha, ti. iaG, .
Sorle grande de qo:oooooo
Praca da Independencia n. 3i.
Bilhtes, meios, quarlos, oitavos erig-
smosida lotera do Itio-dManeiro, chegt
dos rilo ultimo vapor. Na mesma casa se dios-
tramkas listas das loteras passadas
i Vendc-ss superior vinho verde iL
rs. agarrafa; macarrflo a 200 rs. a libra; h>
1 ha rio) a 200 rs a libra; passas muito no-
vas a w0 rs. a libra; cha muito superior i
2,000 2l2ftr\s. a libra; o outros muit
gneros por mcuos do que em oiitra qui
quer parte : na rua Direita, venda n. 18. 1
Vende-se urna preta moca'que cozil
ola, cose e engomma : na rua da ConceJ-|
Cio da Boa-Vista, n. 5.
Vcnaem-se resmas de papel al me
branco, de piimeira e segunda qu*\n
de peso branco e azul: na praca da lude
pendencia, loja o. *.
to'ero vos JhiigifOM
Fugio, no da 29 do prximo passad
um mulatinho bastante claro, de non e '
cenle de 12 anuos ; levou calcas e jaqu
la de algodo azul e bonete azul muito <
Iho, camisa de madapolSo com pregas, un
trouchinha com cinco lencos de cambriiil
sendo 3 de lavarinto e dous de marca,
lodos marcados com as lettras C. A A :
te mulatinho j fui pegado em Fraga
lloga-se as autoridades policiaes e capul
de campo, que o apprehendam e leveni-i
a rua das Trincheiras, n. SO, que serilo
ocrosaiiienle lecoinpesados.
Desappareceu, no dia SO do proxn
passado a parda Josepha Bosa, de 401
annos de corpo e estatura regulares;
carcunda ; esteve no dia 81 em Apipuca
ed'ahi tornou a desappareeer. Esta pin
he mili de dous pardos que moram as I
jas da casa do doulur Cabral, na rua
Queimado. Quem a pegar leve-a rui
Seve, casa do coronel Lemenha, que
compensar. .
Fuglo, no dia 14 de junho, do sitio
passagem dos Arrombados, O preto dar
me Jos, de nacao Moramliique, de 40
nos, alio, quebrado do embigo, cara trjjj
tonha e frangida; tem cicalrizes no
sent; levou a roupa em urna sseco
este preto pertenceu a Domingos Jos
deiro, e de pois ao doutor Francisco de I
ge Boarque, o primeiro morador em
no engenho Arass e o segundo em
to-Calvo. Boga-se as autoridades polic
capiules de campo e pessoas pirtirulir
quo o apprebendam e levem-no ao dito f
tio, ou tiesta praca na esquina do
do Peixe-Frito, que serSo gratificados:
como se protesta contra quem o tiver
culto.
Fugio, no dia 9 do prximo passado,
7 horas da noile da casa de Francisco t
reir Coelho Lima, na rua do Huspic
venda do leilo de o.uro, em cuja casi
achava alugado um moleque do
Paulino, de 18anuos, de nacflo Quica"
com marcas de bexigasno rosto; levojf*
Cas brancas de brim e camisa de algod
quom o pegar leve-o a mesma rua, o.
que ser recompensado. ,
f ugio, no dia 26 do prximo p,sV*J
o engenbo Boa-Vista freguezia da WJ[
da o escravo Jos, crioulo, de 20 anc""
bastante fulo, corpo muito secco, alt>
rz bastante chato ps grandes clial"/j
cora os ledos muito curios que P,re.
terem sido comidos de bixos, e o di
grande muito maior que os outros;|
vou chapeo de couro, camiia de baeta I
carnada vestida ou em urna trouxa; fo'|
Po-de-Alho, e velo vender-se aqui na PJ
Ca onde foi comprado : quem o pegar
ve-oaodito engenho Boa-Vista, ou ne
praca na rua eslreita do Rozario, n. Wi
cima de urna fabrica de charutos, qu
r gratificado.
MtJTil AH(