Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08951

Full Text
AHHO XXXVI. HOMERO .
?or tres mezes adia Uidos 5$0O0.
Por tres mezes venci 6$oOO.
lliCA FEIBA 31 DE JABE1R0 BE 1860.
Por anno adianlado i*$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, oSr.AntonioAlexandrino de Lima;Na-
tal.oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, oSr.
A. de LemosRrags;Ccar5,oSr. J.Jos de Olivcira
Mr.ranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribciro
Guimaracs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas,o Sr. Jernnvmn dn Cosa.
l'Ai. 1 I .1.1 UKJS lUI.tltL.lU9.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas dodia.
Igunrass, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Rezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as torras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queiro, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhera, Rio Furmoso, Una, Rarrciros,
Agua Preta, Timenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os corroios parlero as Miraras da manha )
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL
Tribunal do coramercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas feiras e sabbados.
Fazcnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coramercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Prirneira varadocivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civcl: quartas e sabbados ao
meio dia.
KPUEMEKIDES DO AIEZ DE JANEIRO.
1 Quarto Creacente as 8 horas e 28 minutos da
mauha.
8 I.ua chela a 1 dora e 3 minutos da tarde.
15 Quarto miuguaule as 4 horas e 38 minutos da
manilla.
22 I.ua nova as 9 horas e 27 minutos da larde
31 Ouarto cresc. as 2 horas e51 min. da mauha.
PREAMAK DE BOJE.
Primeiro as 11 horas c 42 minutos da mauha.
Sfegondo as 12 horas o fi minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Martinha v. m. ; s. Barseo.
31 Ier?a. S. Pedro Nolascn fundador: S. Cyro m "J jo Pwra Ha
1 Quarta. S. Ignacio b. m. ; S. Brgida v.
2 Quinta, c^a Purficac di.' essn Senhera.
3 Sexta. S. Braz b. m. ; S. I.aurentino m
4 Sabbado. S. Andr Corsino b. c ; S. Elias b.
r> Domingo. S. gueda v. ni. : S. Albino b.
encaramamos da sbscripcAo ro scl.
Alagoas, o 3r. Claudino Falcio Das R ';.
Sr. los Mari irj Aho R'.u de Janeiro, o
EM PEBNAMBl 60.
O preprictaro do mamo Karrwl Fiznei; a Jj
Paria,na ana lirjjariapraca da Ii dj
G e8.
PARTE OFFICIAL
Ministerio tia .justit;:
DECRETO N. 2,512 DI 14 l'K DEZEMBRO 1>F. 1859.
Marino ordenado do protnolor publico da co-
111,11 ei de Habaiaun.i, na provincia de Sergipc.
lli'i por bem decretar o seguintc :
Ait nico. Fica marcado o ordnalo annu.il
de 8J3j ao promotor publico da comarca do Ita-
boirina, creada ulliui miento na provincia deScr-
Joo l.ustosa da Cunha Paranagua, do meu
conselho, ministro c secretario de cst-ido dos nc-
s da justica, assim o tenha cuteiidido e fa-
i execnlar.
Palacio do Recite, aos 11 de dezembro de 1859,
38 11 independencia c do imperio. Com a ru-
brica de s. M. o Imperador. Joo Luslosa da
Cunha Paranagua.
AVISO iil 14 !>F. IANEIRO DF. 1860.
Declara que nao tan lugar abrir excep-
tan no or. 48 do regulamenlo que baixou
com o decreto n. 2163 do 1." de maio de 1*58,
jichi a re*peito dan materias que formam o
curso da escola central do exercito, nem mes-
mo em favor dos estudantes da escola de ma-
rinha, que houvetem sido alumnos daexlinela
acadmica.
2.J sen-fio. Rio de Janeiro. Ministerio dos
ros da marinha, em 1 i de jiheiro de 1860
tiln, e Ex tu. Sr. Determinando o art. 48
do regulamenlo mandado observar pelo decreto
:i. 2,163 do 1.' de maio de 1858 que os aspiran-
tes que passarera a gtiardas-marinhas nao pode-
o obter licenca para estudar materia alguma
que seja eslranha sua prolisso, e embarace o
seu embarque : e considerando que o seguimen-
slematico dos estudos, condicao essencial
do .-i u mximo proveilo, e a necessidade de, re-
do/indo o circulo de cada prolisso, educarho-
ii'.Mis deconhecimcnlos cabaos, e, quanto possi-
vel, especiaos, sao motivos sulficienteniente jus-
tificativos daquolla disposieo, lenho resolvido
declarar a V. Exc, de conformidade com a opi-
nio eraittida pelo conselho naval em consulta
n. lUil ili 27 de dezembro prximo lindo que nao
tem lugar abrir excepeo no art. 48 do regula-
menlo citado, nem a respeito das materias que
am o curso da esrola central do exercito,
nem mesmo em favor dos estudanles da escola
de marinha que houvereni sido alumnos da ex-
linela academia.
Reitero a V. Exc. as seguranzas de minha es-
tima e iiisiincia considerado. Francitco Xa-
vier Paes Barreta. A S, Kxc. o Sr. conselheiru
de guerra, director da escola de marinha.
Aviso OE 11 uv lASEtRO DE 1860.
liluto, assim se dava no caso occurrcnle. F. o l 4." O governo poder conceder aos empre- i complet-imenie app irelhado, o tem por Qm veri- se bem que era pratica seguida ha muito lempo,
mesmo Augusto Senhor, tundo ouvido o conse- gados nomeados para inspectores de thesoura- ficar se o ca.idid.ilo pusue as habiliiacoes necea-
Iheiro procurador da coroa, manda approvar se-1ras de fazenda, Bim dosquaiitas mrcalas pa- arias para manejar o lente, quer soja de roda.
melhanie decisao, visto como, segundo aord.
liv. 1." tit.48 49, que foisempre fiel e cscru-
ra despezis de primeiro estabolo. imento, urna quer somonte de caima, conhecer os rumos da
gralicaco que nao exceda do 400$ para as de agulha do marear, apparelhar qualquer navio.
pulosameiite guardada, nao c permillido adousl prirneira classe de prirneira ordem, de 3JOJ) para dar os signaos da opilo usados bordo, nao s
irmiios serviremconjunclaraente iiamesmacau- as de segunda o terceira chsses da mesma or-
as, um como juiz e outro como promotor, advli-
gado ou procurador, tondo j sido essa decisao
dada por aviso de 26de junlio de 1838, quo po-
de ser applicado presento questo.
Dos guarde a V. S. Joo Luslosa da Cunha
Paranagua.Sr. Agoslinho Ermelindo de l.eo,
presidente da relacao de Peruambuco.
Ministerio dos negocios da justica.Rio de Ja-
neiro, cm 4 de Janeiro de 1860.
lilil, e Eira. Sr.Sua Hageslado o Impera- cia em que elle for servir, devondo ser-lhe paga
dor, eonformando-sc com o parecer da seccao de logo que entrar em exercicio.
justica do conselho de estado, ha por bem que. Art. 2." Os empregadoi de fazenda nomeados
na fo'rraa do art. 40 de fevcrclro de 1812, se observom as seguinles a seu pedido, nao teem direito sjuda do
disposicoos que licam sendo parle do mesmo re- I custo.
giilameulo Esta disposieo extensiva aos que osUvercnt
dem, u de 2J0# para as de segunda or-
dem.
S 5.a Pela repartidlo cm que esliver servindo i
o ompregado promovido ou removido, ou do quo
for mandado cm eommisso, sement Ihe srao
ibonadas a imporlancia da passagom e a dcsli-
nada para preparo c despetas da viagem. A
quantia marcada para as de primeiro estabele-
cimenlo, ou as gratiicacps pelas commlssoes,
somente se abonaran na thesouraria da proviu-
P ira ,is minoliras como para oulro< servigos, ar-
mar a bordo iimi cabrea para tirar os mastros
em c.iso de oecessidada, corlar, envergar, ferrar
e risar o panno de qualquer embarenco, segurar
o gurupas, qmndo taltem os cabralos ou a trin-
ca, alastrar e arrumar convenientemente o poro
de um navio, (azor arruUduras, e quaesquer
obras necessariis para augmentar os maslros e
vergas.
Art. 3." Pind n examo, o secretario da ins-
peccao do arsenal lavrar o com ocente termo,
quo ser assignado pelo presidente e mais mem-
bros da eommisso.
Ait. 4." O presidenle dar logo cotila secre-
taria de estado dos negocios da marinha do re-
sultado do exame, enviando urna copia do res-
pectivo termo.
Art. 5." Ninguem podor ser admiltido ao exa-
Art 1." O recurso eslabelecida pelo capitulo j residindo, por "qualquer motivo, anda que tem- mude que trata o art. 1", seni
rcgultt-
V do decreto n. 8,343 de 29 de Janeiro de 1859,
das decises do tribunal do thesouro sobre lo-
mada de conlas para o conselho de estado ser
intorposto nos soguintes prazos :
S 1." Do municipio neutro c da capital da
provincia di* Rio de Janeiro dentro do prazo de
dez das marcado no art. 39 do citado
monto.
S 2." Da capital da Bahia oda provincia do Rio
de Janeiro dentro de um mez.
3. Das capitaes de S. Paulo, Minas, Per-
nambuco, Alagoas, Parahiba, Rio Grande do
Norte, Cear, Rio Grande do Sul, e das provin-
cias de Santa Calharina e Espirito Santo, com-
prehendidas as suas capitaes, dentro de dous
mezes.
poranamentr-, no logar do seu novo emprego, sin
em eommisso ou com licenca. o q
Art. 3. Os empreados remondes on promo- arilhmetica, podeudo esta ultima condicao ser
dispensada se as ciroumsl.iiicias o exigirem.
mostrar que pos-
a ncessaria robustez para a vida do mar, e
e sabe 1er, escrover, e as quatro operac.oes de
vidos, que nao seguircm para o lugar do son
novo emprego ou da eommisso para que foram
nomeados, nos prazos marcados polo governo,
em virludcdo urdiuis posteriores que roceuerom.
ou por exiinccoda eommisso aqu; se desli-
na va m, ou de novo empreo ou commuso que
obtcnlnm, ou por tacto ullicio su i vontnd-',
Art. 6." Os ollicjaes nmriuhoiros que se achara
embarcados, ou cm servico fra da edrte, o pre-
tnnderem entra para o qua Ir p i lerao, as res-
pectivas estacos navai.'s-, ser examinados dentro
do pra/o dn sois nio/.es contados da dala das pr-
senlos inslrucc.Ocs.-por urna eommisso composta
nao sero obrigados a restituir a quantia marca,la do inspector do arsenal como presidente, do pa-
para prepares edespezas de viagem, se por ven- | trao-mr e dous tuestros mais antigos, nomeados
tura a tivercmj recebido.
Se, porcm, sua viagem for inlerrompida ou
mallograda por tacto proprio ou por exoneraco
peio chefe la esiaco como interrogantes.
Art. 7." O examo de quo trata o artigo antece-
dente ser requerido ao inspector do arsenal, e
a sen pedido, a nciihum i gralificaco, reudmen- lindo olio, procoJer-se-ha nos termos dos arls.
4." Das capitaes do Paran, Scrgipe, Mar- to ou rantagem lerooireito por qualquer titulo, 3o e i" dostas insiruc.coe.s.
c das provincias do S. Paulo e
do Sul, dentro de quatro me-
nho c Para
ltio Graude
zes.
8 5." Das capitaes do Piauhy, Amazonas, e
das provincias de l'crnambuco," Cear, Mara-
nho, Sergipe, Alagoas, Parahiba, Rio Gran-
de do Norte e Paran, dentro de seis me-
zes.
e nem Ihe sero abonados. Secretaria de estado dos negocios da marinha,
Art. 4." As presentes iiistrucocs licam exlcn- em 13 de Janeiro de 1869. O director geral u-
S 6. Das provincias
as, Bahia o Amazonas,
taes de Nato-Grosso e
mezes.
Art. 2." Estes prazos
partes como para a fazenda nacional, e o recurso
intorposto fora dclles nao ser levado ao conhe-
cimento do conselho de estado.
Art. 3 Da decisao que denegar recurso por
excesso de. prazo legal, poder a parte interpor
do Para, Piauhy, Mi-
e das provincias e capi-
Goyaz, dentro de oito
sao fataes, tanto para as
sivas a quaesquer emprogados de fazenda pro-
movidos ou removidos de urnas para nutras re- j
parlicdes ou mandados em eommisso, nos j
termos do art. 83 do decreto cima refe-
rido.
Rio de Janeiro, em 16 de Janeiro de 1850,.lit-
gelo Muniz da Silva Ferraz.
Icrinu, Angel Thotnaz do Amoral.
Tabella das quanlias que devem ser abonadas
para despe/.as de primeiro eslalieleciinento aos
em pregados de fazenda promovidos ou remo-
vidos de urnas para outras provincias.
Di providencias para que posta o governo impe- novo recurso no tetrao improrcgavel de cinco
nai oja\zar com seijuranca do aproveilantcn
o dosoficiaes que, em virtude do art. 436 do
regula meato que bai.rou com o decreto n. 2,163
das
O que communico a V. Evo. para sua inlclli-
gemiu e cm resposta ao aviso desse ministerio
do |. de maio de 1858, acham-se na Europa \ 0 ,ie ferereiro do mino passado.
rinlia.
1 secc5o.
ftio as diversas especialidades de ma-
Rio de Janeiro. Ministerio dos
ios" da marinha, em 14 de Janeiro de 1860.
lllni. c Lxra. Sr. Sendo conveniente adop-;
lar medidas que habilitem o governo imperial a
ajuizar com seguranca do aproveilamonto dos
oiRciacs do corpo da armada que em virtude do
art. 136 do regulamenlo que baixou com o de-
creto n. 2.163 do 1." de maio de" 1858, acham-se
na Europa atudando as diversas especialidades
do mariuha : Sua Mageslade o Imperador con-
feruiando-se com o que expenden] o conselho do
instrueco e a directora da respectiva escola em
olciu ti. 1 S de 4 do correnle, ha por bem de-
terminar o seguinte: *
I. Os referidos ofliciaes da armada, na Ingla-
i, aprosentaro semeslralmente a V Exc, e
nos oemais paizes s respectivas legacocs, os
deseubos e trabalhoi por elles exceulados dentro
d aquel le lempo, conrcxplicarcs e relatnos cir-
co insta ociad os, convenientemente authenlieados
pelo chefe ou oirector das ullicinas ou obras em
que estiverem cstudando. Esses trabalhos a de-
senhos sero enviados para logo a esta secreta-
ra de estado, devendo requisilar-se aos uiesmos
offlciaes a quem incumbe provar motivo juslii-
.cativo da demora, que occorrer na sua apresen-
tara
2." A'oropaiiha-lcs-ho informaces reserva-
das, a que V. Exc. e as legacocs reunio a sua
opimo particular, dos cheles e direcfores men-
lion.-idos, acerca do procedimento, applica^o,
aptido e assiduidade de cada ollicial.
':',. i)s me-nios olliciaes prestaro aimualraen-
te exame das materias a cujo esludo se appli-
cam, em presenta de V. Exc. ou das legaces,
ou de possoa convenientemente delegada.
Os desenhos, quaesquer trabalhos e rela-
tor.es, as infurmacois de que trata o 2." e as
provas ou o resultado dos examcSf sero sub-
mi-ltidos no conselho naval, cujo parecer trans-
niiltir-so-ha a V. Exc. e s imperiaes legaces,
-om a coiiiinumciK.o da deliberaro ulterior do
governo acerca de cada um des ofliciaes, de con-
foimidadc cora a disposieo do art. 137 do regu-
lamenlo citado.
Reitero a V. Exc. os votos de minha perfeita
!.,i o disimila considerado. Francisco
r Paes larreto. A' S. Exc. o Sr. conse-
lheiru Francisco Ignacio de Carvatho Moreira.
Expediram-se cuiumunicacoes acerca do objecto
aviso s legacocs imperiaes na Blgica c
Franca, i0 conselho naval e directora da es-
cola de marinha.
Quanlias.
3J0S'> il>
i'rcvotero-ific aa uccasii.0 '.ira renovar os
meus protestos de estima e considerjcao a V.
Exc. a .(uom Dos guarde. Joo Luslosa da
Cunha Paranagua.Sr. Angelo Muniz da Silva
Ferraz.
3aseccao Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, em 16 de Janeiro de 1869.
lllni. c Exm. senhor.Accusando a recepeo do
seu officio do 18 de novemb'ro ultimo, relativa- ;
mente ao destino que se hara dado s quanlias |
subscriptas e arreradadas para a coustruccao do
seminario episcopal dessa provincia ; lenho de '
recommendar-Ihe que faca proceder ao orcamen- (
lo dessa obra, alim de dar-so comeeo* sua \
cdillcaco com o dinlu'iro que se acha recothido '
ao Raneo, sob as vistas do vigario capitular.
Dos guarde V. Exc.Joo Luslosa da Cu- \
n/ia Paranagua.Sr. presidente da provincia da
Rio Grande do Sul.
Vencimenlos.
De 100? al 60ll>.....
De mais de 6003 ale 1:01)05.
De mais de 1:000} al 1:5009
De mais de 1:500* at :O0 >j
De mais de 2-Olios at 2 5 iOj
De mais de 2:500jal 3:80ty
De mais do 3:200} al 4 OJO}
De m.-iis de 4:OOOs at 5 O IOS
l) oais de 5:000} al 6:500$
Nos clculos dos vencimenlos comprehende-se
3omenle a importancia Jos ordenados e gra'.ili-
cacoes, e nao a das porcentagens.
Rio de Janeiro, 16 de Janeiro do 1869.-tu-
gelo Muniz da Silva Ferraz.
mesmo de alguma mancara aulorisarfti poli se-
cretaria da guerra, que n.andando de preferencia
comprar s casas imuortadoras, di bem a enten-
der qie, quando nao se apresentarcm propostas
vantajosas deesas, se poder comprar s outras,
alera des mais ordens respeito a casas nao impor-
tadoras, como V. Exc. ver pelas copias juntas
A vista do que julga o cousetbo lor cumptido
seu dever nao recebendo as proposlaa que nao
sao de casas couhecidas sem seeni reconhecioas
(ior um labelio publico, sendo o mais que julga
poder faeer.
(,'ue o annuncio que publieou nao foi claro,
fuereudo o quoixoso dar a entender que foi enlu-
cidos pera expediente da secrel iri !-. eo
Itemetfid ao Sr. inspector i thes
vinr.ial para mandar aalisfazcr.
215.Guilftt'rroino Paca Brrelo,
corpo de po -M c commandaiiiu '.'o dctacai
lo '.' Nazareii ;i?-.iindo se < das de li mci
ir a comarca Santo Antu.d n req
21(\lr. I;:i:acii Firmo Xavier, inspocl
Mude publica, medico :)> gymnasio
mediedo hospital militar, pedindo i
liceoca com vencimenlos fnea tratar il
do.l'asse-so portaria cooeeteii lo a lire
supplicanle com na wanctmi ote- q ic !' i
I i re ni para tratar de sua sader.
217.Joaquim Caetano de Sonza C i -
binacao cora algem, do que se conhece a falsido- i tenente-coranel do
de pelo mesmo annuncio que vai junto a este, on-, se, preso na fortaleza d i Brutn-, pe o l .- -
de so ve cora bstanlo clareza queso aniiuiiciou den.! o pagamento do me n Idi q I ora i ti
6:356 varas de brim da Russia (para maletas, o I cebe, o qual !!" rec i Ihcsour
11,720 ditas (varas; de dito (brim), branco ou es-1 pretexto do ler si lo u ipplicanii reforma .,
curo, para forro das maulas de panno para se.llins i que liie. ignolu e sur preciso af n enlai
(ou chabracks). e nunca podia existir o engao | patente de reforma.Informe o Sr .- i
de seren as 11,720 tambem de iuim da Russia,
porquanto, nesse caso seria todo englobado, e
s a falta de attenco do quoixoso, ou a malda-
de que pode dar tal ioterprclaco. Quer o quoi-
xoso que se aliro todas as propostas; mas a vis-
ta do art. lldo regulamenlo, primeiro se csco-
Illera entro as amostras aquellas que servem
e somente as propostas que a ellas pertence secretaria do governo, pi
que 3e abrem, porque seria ocioso abrir as pro-Ka para tratar d
r sua una-! coucedeni
3.a seccao.Ministerio dos negocios da justica.
Itio de Janeiro, cmlO de Janeiro de tSGO lllin.
e Exm. Sr. Senlo necessario preparar-se com
brevidado para o mister a que 6 destinada a gro-
ja que tem de servir de calhedral do novo bispa-
do de Diamantina ; c informando o Revd. hispo
de liarianna que a igreja matriz do Santo Anto-
nioaide ser accon.modada essa fim. fazendo-
se-lne urna pequea obra no altar-mr ; maula
S. M. o Imperador que V. Exc. ordene cora a
possirol hrevidade que se faca o ornamento dessa
obra, e de quaesquer outras indi/pensaveis na
dita igreja.
Dos guardo a V. Exc. JoC-i Luslosa da Cu-
nha Paranagu.=Sr. presidente da provincia de
Minas Geraes.
AVISO :i> 1 i .'t 7ANEIBO IE 1860.
Declara que dice ser prestado gratuitamente
pelos a fe r i dores pblicos o servico de aferico,
acert dos >esos e medida* das esta-
l da marinha. >
2." seccao. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, om 14 do Janeiro do 1860.
Considerando que ao trabalho da uferioo dos
pesos e medidas eslo obrigados os respectivos
empregados municipaes, do mesmo modo quo o
so os ofciaes pnblicos nos actos do seu olDcio
a Lem dos interesses da fazenda iMCional; e at-
teiidendo ao que representa o ministerio da fa-
zenda em aviso de 9 de dezembro prximo lindo,
allegando que tal servico gratuito as respec-
tivas estacos, lenho resolvido declarar a Vmc
que li ue na intelligencfa de que d'ora em diante
ser prestado gratuitamente pelos aferidores
pblicos o servico de aferico, revista c aceito
de pesos e medidas as diversas cstaiocs da re-
pai ticao a meu cargo.
Reitero a Vmc. os seguranzas de minha esti-
ma e coDSidcraco. Francisco Xanier Paes
Pirreo. Ao Sr. iclcudeute interino da mun-
nlti da corle.
Ministerio eos negocios da justica.Rio de
Janeiro, em \' de Janeiro de 1860,
A' Sua Magostarle o imperador foi prsenle o
officio do V. S. dat-ido de 12 de dezembro do an-
uo passado, em additamonto de outro de 21 de
outubre do mesmo anno, relativamente in-
cumpalibiliuade do desembargador Louronoo Jo-
s-i da Silva Santiago, quando tenha de servir
cuinseu irnio o desembargador Caelano Jos di
Silva Sautiago nos prooessos em que baja esle
de oIBriar como procurador da coroa e promo-
tor da justica, decidindo V. S. que por lei em
tal hypolhese so achava aquello desembarga lor
impedido ; em vista do que deixava de contem-
pla-lo na distribuico e julgameulo dos referi-
dos procesaos, porquanto semelhinca do que
se procede na* causas
entre os particulares que,
luando o juiz prenle de algum delles, elle sua cathegoria, e importancia
u impedido e paisa ?, causa n seu legitimo subs-'dt que forera encarregad.es.
Ministeri da fazenda.
Angelo Muniz da Silva Ferraz, presidente do
tribunal do thesouro nacional, em execuco do
que determina o ait. 61 do decreto n. 736 de 20
de noverabro de 1850, a respeito das ajudas de
cusi que devem ser abonadas aos empregados
do thesouro e Ihosourarias de fazenda despa-
chados ou removidos de urnas para outras pro-
vincias, ou mandados em eommisso, ordena que
se observe o que vai proscripto neslas instruc-
cos :
Art. 1." A ajuda de cusi compoe-se : I,, da
despeza de transporte do om pregado e sua fa-
milia ; 2.", de una quantia para os preparos o
despezas de viagem ; 3., das despezad de pri-
meiro eslabelecimento ; observando-sc a este
respeito o seguintc :
3 1. As despezas de primeiro estabeleciracn-
lo sero as marcadas na tabella annexa ; as de
transporte por mar calculadas conforme os pro-
eos estabelecidos as tabellas das comnanhias de
navegado costeira ou do interior, e sendo por
trra na ra^o de ljt no mnimo e do '% no m-
ximo, por legua que o enipregado houver de
percorrer; e linalmenle as quanlias destinadas '
para os preparos e despezas de viagem na de
200$ para o empregado que for solleiro, c na d>
100} mais por cada pessoa de familia, se a li-
vor, at o mximo de 400$ qualquer que si ja o
numero de pessoas de que so coraponha a mesma
familia, nao se comprehendendo netla para csse
fim os menores c os fmulos.
Quando a viagem for feita parte por mar, e
parle por Ierra, abonar-sc-ln ao empregado a
despeza de transporte correspondente a urna c
outra.
Ao empregado a quem for concedida pelo go-
verno passagom de estado nos vapores das di-
versas compauhias que fazem a niveaco cima
referida, se descontar na parte respectiva da
ajuda de custo a importancia das passagens que
obtiver.
2. Os empregadis do thesouro e thesoura-
rias de fazenda mandados em eommisso, per-
cebero os vencimenlos des lugares que deixa-
rem temporariamente al entramm no exercicio
dos que forem servir, e eresde que cessar esse
exercicio at voltarem a seus lugares, una voz
que o facam nos prazos marcados pelo go-
verno. (Art. 62 do decreto de 20 de norembro de
1850.)
3." Os empregados nomeados para o desern-
peuho decommssos extraordinarias e tempo-
rarias, no seu proprio emprego, percebero,
alm dos vencimenlos delle, urna gralificaco
oieusal, que nunca ser menor de dous tercos
nem maior do que os mesmos vencimenlos, nao
lendo direito parte da ajuda de custo destinada
para despezas de primeiro cstabelecimenlo. O
govorno, porcm. poder marcar-lhes, por urna
vez somente, urna gralilieaeo correspondente
da eommisso
illinisteriu da inarinlia.
AVISO DE 29 DE AGOSTO DE 1859.
U certas esclnrecimentos a respeito dos venci-
menlos dos machinistas ta armada.
3 a seccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios di marinha, em 29 de agosto de 18)9.
Conformando-me com o parecer eraiitido polo
conselho naval em consulta n. 115 do 15 do rae/,
prximo pretrito, sobre as duvidas por Vmc
apresentadas era officio n. 565 de 15 do abril ul-
timo, a respeito dos veucimentos de vatios ni i -
chinistas da'armada, tenho a dlzer-lhc .
1., quo aos extranumerarios quecnlraram na
e.lassificaeo j fulla competeui os mesmos ven-
cimentos dos do numero, quaulo oxerceremem-
pregos anlogos ; devendo aos que nao foram
nella inclu los ser consrvanos as cla*ses em
quo se acham, e continuar com os vencimnto<
quo percebem, marcando-so-lhcs um prazo ra-
zoavel para exhibirom os documentos necossarios
atim de proeeder-se sua ciassilica.o ; n i intel-
igencia poicm do que cxceptuam-si
uras os machinistas que e-tivorora su
tratos, os quaes, em lodo o caso, tcro Os sala-
rios que os meamos contratos estipulare n.
2.", que aos do numero, ou oxtnuum"rarios,
emba cados nos navios desrmalos, s devem
pagaros respectivos vencimenlos com a deducn
de 25 por rento, visto ha ver pour.a differeuca en-
tro o servico que ellos pro-tam nesses navios o o
dos que esto em dispouibilidado, a que so refe-
re o referido artijo 62 do regulara.Mito annexo
ao decreto n. 1,945 do 11 do jullio de 1857 ;
3., finalmente, que o disposlo no aviso de 3
noverabro do 1858, acerca da gralificaco qur per-
tence aos machinistas ila 2a o. 3a classe, quando
soivirem na l", deve serlitteratmenle observado,
nao tondo logara sua applicaco aos da 3' que
subsliluirem os da 2a.
Reitero a Vine, os votos de minha eslima c
consider.ico.Francisco Xavier Paes Hrrelo.
Ao Sr. contador da marinha interino.
aviso un 18 nr. jaxeir.0 ue 1860-
Determina o que se deve pralicar peto ministe-
rio d t marinha a respeito dos passageirOS e
fretes, por conlu do governo nos cirros da com-
panhia da estrada de ferro de I). Pedro II.
3a seivo Rio do Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios da marinha, em 18 de Janeiro de 1860.
Conformando-me com o que eipoz a contadura
da marinha em officio n 521. de 9 do correnle,
sobre os do presidente da directora da estrada
de forro de D. Pedro II, do 14 e 2i do mez pr-
ximo pretrito, acerca das passagens e frotes, por
4 >0}090 conta do governo, nos carros da respectiva com-
50 i} K)0 | panhia, tenho por conveniente que pelo ministe-
6 IDfOOO \ rio a meu cargo so observe o si guite :
70OSOO0 i 1." Que para a condueco de cargas e passa-
831)301)0'gi'iros da corle para alguus dos pontos em que
1:000.} tOO tocarem os carros, preceda ordem desta secre-
1:2))3'.li)u 1 na J estado ao presidente da direcioria ; e que
1:6 lOgOOO !os refer 1 >. y Hitos para a corle sejam as orden*
Jadas pelos presidentes das provincias, ou che-
fes dn polica o seus delegados, especialmente
quando se tratar de recrutas, presos o escoltas
quo os acompauhareui, devendu as mesmas di-
ngir-se ao .Mente da competente estacan, leudo
em lista o flisposlo nos arts. 27 e 32 do contrato
de 10 de maio de 1855.
2." One,nos casos urgentes de alguma remessa
do cargas 01. passagem de pracas da corle para
qualquer daiuelles punios, se facam as necessa-
nas reqilisoes desse quarlel general, ao (ircs-
dente da directora, dando-se depois parte esta
secretaria de estado.
3. Quo n verso das ordens ou requisiooes,
declareui os pass igoiros e os couimandaiilos das
escoltas, que as passagens se verificaran), men-
cin indo o punto d'onde parliram, a classe em
que liveram lugar e alguma outra circumstancia
que possainfluir nos procos do taes passagens ;
devendo os agentes laucar o seuvistouestes
ordens ou requisices
4." Que o mesmo se pralique a respeito das
cargts, sendo porm a declaraco feita pela pes-
soa encarregada do as conduzir, ou por aquellas
a quera se dirigirem, quando frem rem eludas
por intermedio dos empregados da companhia.
5 o One estas ordens e 11 ijuisicoes, com as dc-
poslas dos geueros quo nao serviam por sua qi
lidado. Quer o quoixoso que sejara era publico
os trabalhos do conselho para a escolha d>
eros quando pelo art. 19 do regulamenlo se
prohibo a. presenca de qualquer pessoa estranhi
ao conselho. alm das designadas no art. 10.
ludo mais quo se le na correspondencia s
deve ter em resposta o silencio, at mesmo por-
que excedeu-se, elevando suas allusocs a quera
por todos os principios llovera respeilar. E"
serapro com magua que o conselho v que ha
quem queira fazer acreditar a V. Exc. que este
nao marcha com a precisa discripeo, e quera sao
os qucixosoa ? homens bastante couhecidos,
que incorainodando-se por nao serera aceilos
seus cortejos cumprindoo conselho exactamen-
te o regulamenlo, lan;o-se ao mais fcil meio
de vingania, que as aggressoes em as folhas
publicas.
Dos guardo a V. Exc. Secretaria do conselho
administrativo 110 arsenal de guerra da corlo, 17
de Janeiro de 1860Illm. e Exc. Sr. conselheiro
Sobaslio do Rogo Barros, minislro o secretario
do estado dos negocios da guerra. Luiz Anto-
nio F a villa, brigadeiro, presidente do conselho
Rio de Janeiro Ministerio dos negocios da
guerra em 19 de Janeiro de 1860. Accusando \
o recebimento do officio n. 7 de 17 do crrente
ora que V. s. mo informa das occnrrcncias relati-
vasa ultima compra de brins, declaro a V.S. quo o :
art. 9. do regulamenlo do 14 do Dezembro de I
1-2 deve ser literalmente executado, receben-
thesouraria de fazenda.
218Jos'; Folisberto da Costa G.im*. pi I
sor publico du Poco da Pancha. i
mezes do licenca para tratar ..1 sa : !' -
se-se portara | n !., ,, suoplii n
inez de iicenf-.-i (om rencimenlo.
219.Manoul de lliranda Castro, continuo
111J0 u... nei :
sua saile.Pasie-s
lo .1 licenca requerid 1.
220.Mara iilippa do Jess, ; linde se n
de admitlir no collogio das orphaa
de 10 anuos de ida le. salisfar a -\--_ ;nt. 1
tanto da informa ao junta por c
221.Mara Francisca dos Prazeres, pod
admisso no eollexio das orphas de um 1 1.
de 8 anuos de Idade.Salisfa<;a a
tanto da infomiaco junta ; >f copia.
222.Rosa Mara da Silva, pedindo se m
admitlir no collogio dos orphaos a doui
menores.lis filhos da supplicanle j excedern
a iJade que exigom os estatutos pai
no collogio.
Offtdos.
223.Do lente general 1 '
mas, informando o requer me 11 lo em que
Antonio Ferraz Jnior, lente coi I da
prirneira companhia do pedestres, p.
de tres mezes de veucimentos --lien., lude auSr
inspector da thesouraria de fazenda para mandar
solifazer.
22.Dj Dr. chefe do polica, api
pret da escolla de guarda nacional que vi
Caruar conduzndo d >us re rnl 13 e tres I
toros. Remettido ao Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda para mandar sal sfazer.
225.Do inspector da thesouraria de fazenda
informaudo sobre u pagamento que pele o en
genheiro da estraa de ferro Ernesto l):i
do vencimenlos c de despezas de 1
vico da referida estrada. Volle ao St ins
Ja thesouraria
deslas re- > claracoos que licam referidas, sirvam de docu-
ai a con- monto comprobalivos das contad que a compa-
nhia apresentar.
O que ludo coramunico V. S. para seu co-
nliocimento e execuco na parlo quo Ihe toca.
Reuuvu V. s. os .signat-s de minha estima e
consilrraco. Francisco Xavier Paes Brrelo.
Ao Sr. cousellieiro Joaquim Jos Ignacio.
lliiiit,"ii> da guerra.
DECRETO N. 2,515 DE 17 DE DEZEKBRO DE 1859.
Abre uo ministerio da guerra um crediXo suppel-
mentar de 448:062^623 para as dupezas do
exercicio de 1853 a 1859.
Nao sondo siillicienie para a despeza de algu-
inas rubricas no ministerio da guerra durante o
exercicio do 1858 a 1859 o codito volado pela lei
11. 938 do 26 de sotembro de 1857, anda augmen
lado com os suplonionlares creados polos decre-
tos ns. 23 do 28 de Janeiro do 1859. 2347 do 5
de fevereiro de 1850. 405 de 16 de abril de 1859,
e 2,479 de 28 de seterabro de 1859, hei por bem,
1ECRKTO K. 2,514 DE 17 OE rezeMuro de 1859. em conformidade da lei n. 5o9 de Si-lembro do
Xllera a disposirao do art. 17 do rnjulamenlo 185, leudo ouvido o nieu conselho de ministros,
que baixou com o decreto n. 2,208 de 22 de i abrir mais o crdito do 4iS:O2!?623 as rubricas
julho de 1858. | constantes da tabella annexa, o qual ser levado
llci por bem determinar que, nao havendo, em lempo competente ao coulieciraotilo da as-
iiii ninuilade no rousclhu naval a rospoilo dos i senibl-a ge ral gislaliva.
respectivos pareceres redigidos em forma de con-1 Sobaslio do Rejco Barros, do meu conselho,
sullas, os membros divergentes aprsenles) pur 1 ministro e secretario do estado des negocios da
escrpto seus votos separados, ficando para esle | guerra o tenha assim entendido e faca execular.
lira revogada a ultima parle do art. 17 do re-1 Palacio da provincia de Pernambuco, em 17 de
gula monto que baixou com o decreto ti. 2,208 de i dezembro do 1859 Com a rubrica de S. M. o
22 de julho de 1o58. : lu (..Mador.Sebastiao do llego Barros.
Francisco Xavier Paos Barrlo, do me-i conse-! Tabella a que se refere o decreto desta data abrin-
do-se smenle propostas das casas importado-1 ^riMc.^n" ri"" i i" ""''
ras;e ......ndo estas nao se approscnlom, ou oj K ,,^ ; ''f y.*"0' "'-'!
pto.-sse.ioto subidos quo nao so posso ad- ^"UJu Ti, 7 "i kl ""I" i! "" "'
mitlir, v. S. dar parle a esta s cretaria de esta- en o de oW ,
do para resolver .'uno mais conveniente for. 5S.5to^Ei i ", i ''' 'r-
Deosguarde a V. Sebastiao do llego Bar- da^a^pXioaUmd"0
ros. Sr. Luiz Antonio Favilla.
t.OVI.VO DA PROVINCIA.
Dcsiiachus du dia 1? de Janeiro.
Reqnerimenlos.
202.Ba-harel Cypriano Fenclon Guedes Al-
coforado, procurador liscal da fazenda provincial,
pedindo so prorogue por mais um mez a licenca
com uuo se acha na Europa.Passo-se portara
coucedendo a prorogaro podida, sem vtuci-
inentof.
2o3.Prancsco Fcrreira Gomes do Menezes,
pedindo se mande recolher ao collogio das or-
phaas urna menor que tem em sua companhia.
Informe o conselho administrativo do patrimo-
nio dos orphaos.
20i.Jos da Costa Monteiro, alfores do meio
batalho do Piauhy, pedindo o abono do seus
vencimenlos dos mezes do Janeiro e fevereiro,
visto ter de embarcar para aquella provincia,
aura de reunir-so ao seu batalho. Informe o
-Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
205.-Joo Nepomueeno Vallira.Vistas as in-
formact.es, nao tem lugar a soltura dos filhos do
su'pplicante.
206.Bacharel Manoel Innocenco Pires de
Figueiredo Camargo, promotor publico da comar-
ca de Pao d'Alho, pedindo um mez de licenca
[ara tratar de negocios de familia.Passe-se por-
tara coucedendo a licenca requerida.
207.Scott, Wilsou \ C.a, pedindo cerli-
do da informaro do capilo do porto, dada so-
bre o requerime'nto em quo os supplicantcs pe-
diam ndemnisaro de 25 tonelladas decarvao de
podra, que perdoram por ec.asio do afuular-se
conta
co, alim de pi dei e lu \ u
pagamento ordenad" por despacho n.lOO, dt ltv
do correnle, laucado sobro do directo!
das ulnas publicas.Remettido ao Sr. O-
das obras publicas para ser satisfcita a exigen
di Ihesooraria.
227.Do inspector do arsenal de marinha,
diodo se mando pagar a Andr do Abren Poi
quantia de 320$, polo servido de 20 das de urna
baleeira prestada a eommisso astronmica.
Remettido ao Sr. inspector da thesouraria d
zonda para mandar salisfazer.
228.-rDo inspector da thesouraria pi i
coinmunicando nao poder ser salisloila a exigen-
cia do ofllcio do 7 do correte,, em relacao ^
emprego dos 8:650$ adiantados ao director da-
obras publicas para as despezas cora a pintura
coucerios e acerescimu de palacio ; vish
nao s aquello director nao presin ain I i i utas
mas tambem nao existera documentos que desrre-
minem cada urna das referidas despezas.Rem. I
tido ao Sr. director interino da reparlrro das-
obras publicas para fazer a precisa descami-
na cao.
229.Do director interino das obras publicas
fazendo ver, que leudo apresentado os
tos dos reparos do empedramenlo da estrada d\
Victoria entre es marcos 6 c 8,009 bracas
10,000 antes do dos reparos do im-, in-
culto os marcos 10 e 12,mu bracas, so este se
acha o:n praca, sendo que o I. dilles, que
mais necessario, anda nao o Coi.Informe o S;
inspector da thesouraria provincial.
2-30.Do mesmo, informando o requ
do sentenciado Seralim Soaros lleven., que pede,
pagamento dos salaries que vencen comoserven-
a canda que as conduzia para bordo do vapor Pa- 10 das obras da casa de detcnco.uforra
raensc.Como requer m.
208.Thomaz Antonio de Gouveia, sentencia-
do, pedindo condueco para o presidio de Per-
liando para sua mulher e tres filhos. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica
O fie ios.
209.Do presidente da relacao, informando o !ao arrematante das obras do 2v lauco da estra-
Dr. chele de polica.
231.Do mesmo, informan | h rtmento-
de Manuel Jos du Nasciraento, que pedo tam-
bem pagamento de salarios vencidos.luforme
o Sr. Dr. chefe de polica.
32.Do mesmo, solicitando se mande paga;
lho, ministro o secretario de estado dos negocios
da marinha, assim o tenha entendido e faca em-
entar. Palacio do Recite, enf 17 de dezembro
de 1859, 38" da independencia o do imperio.
Cora a rubrica do s. i. o Imperador.Francisco
Xavier Paes Brrelo.
AVISO DE 13 DE JANEIRO DE 1861.
Manda observar as iirslruco>)S para os exames
dos individuos que pielendereui sor alista-
dos no corpo do olficiaos mariuheiros da ar-
mada.
3." seccao.Rio do Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios da marinha, em 13 de Janeiro de 1860.
S. M. o Imperador ha por hora que,"para os exa-
mes de quo trata o art. 3 do plano ijiio baixou
com o decreto n. 2,109, e de 20 de fevreiro de
1858, acerca dos individuos que pretenderamen-
trar para o corpo do ulliriaes inaiinheiros da ar-
mada, se observom as inclusas insiru.-ces assig-
nadas pelo director geral interino desta secreta-
ria de estado, o que cominuDico a V. S. para seu
conheciineuto e execuco.
Renov a V. S. as'segurancas do minha esti-
ma e considoraco. Francisco Xavier Paes Bar-
reto.Ao Sr. Drago Igmcio lavares.
Instrucroes para os exames deque trata o art.
3o do plano a que se refere o decreto n. 2,109
de 20 de fevereiro de W53.
Ari 1." s individuos que so propuzerera a
entrar para o corpo de olliciaes mariuheiros da
aruiadi, sero examinados precodendo ordem do
mini-tro da marinha, cor urna eommisso com-
posla do inspector do arsenal de marinha da cor-
te, ou do algum dos seus ajudaules, como presi-
dente, do patro mor a dos ineslres das offiemas
de apparelho c de velas como interrogantes.
Arl. 2." O exame se farft a burdo de utu navio
do o crdito snpplenientar de 448:062j62j para
o exercicio du 1351-1859.
6" Arsenaes de guerra e arma-
zens do artigos bellicos ....
7o Corpo de saude e hospitaes.
Exercito.......
Diversas despezas e oven-
S9
8
tuaes.
50:O00Jj1O0
30:0.MI?>:)00
32:519#668
43:5135355
448.06 2623
requerime.nlo de Anua Francisca Maria, que pe-
de a Sua Magostado o Imperador mande confir-
mar pela relacao a sent-nc de absolvico profe-
rida pelo jury do Rio Formozo a favor de seu 11-
llio Joo Baptista du Silva, processado polo cri-
nio de morte.Informo o Sr. Dr. juiz do direito
interino da comarca do Rio Formoso.
210.Do inspector da thesouraria de fazenda,
communicando, para se providenciar como oca-
so merecer, que as cotilas remllalas pelo con-
selho de compras navaes para pagamento Pal-
meira c Bollro, de diversos gneros que fornc-
ceram, se nota o Bupprimeuto de 40O libras de
velas estearinas pelo excessvo proco de l$20 a
libra.Informe o conselho de compras navaes,
dando os precisos osclaiecimonlos ou desfa/cn lo
qualquer engao, como parece ter haviJo, vis-
ta das ponderacoes da thesouraria.
211.Do inspector do arsenal de marinha, so-
licitando se declaro so deve remetter para o quar-
lel general da marinha aquellos aprendizes ma-
riuheiros que tem completado a idade de 16 an-
nos, apezar de faltar-lhcs os requisitos necessa-
rios, sto 6, tres anuos de instrueco no quartol,
cm viagons ou no cruzeiro.Volle ao Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha para informar se ha
navio-escola ou outro destacado para as viagons
de instrueco.
212.Do mesmo, informando, como se Ihe
exigi para satisfaro de ordens imperiaes : pri
inciio, que os operarios engajados na Europa pa-
ra servrera no arsenal tem sido pagos segundo o
cambio colado na praca no dia cm que sao assig-
nadas as folhas dos seus vencimenlos ; segundo,
que os operarios J. F. Walrin e f.. Henneqiiem
(a quem especialmente dizcm respeito aquellas
ordens) decisram que querein continuar a servir
segundo os termos de seus primitivos contratos.
Volte ao Sr. inspector do arsenal do marinha
para informar se j fndou o lempo dos contratos
dos operarios de que se trata.
18 -
/eguerimenfo.
213.Francisco das Chagas Fcrreira Duro, re-
presentando contra o procedimento do presiden-
te da junta qualiflcndnra da freguezia de Igua-
rass, que nao quiz admitti-lo para a formacao da
junta, como eleilor effectivo, subsliluindo a um
dos quatro, cuja eleico fra anuullada.lufor-
mu o Sr. juiz de paz presidente da junta qualili-
cadora da freguezia de Iguarassu
prupustns de sujeitos que nem casa de negocio 214.Guimaracs & Oliveira, pedindo paa-
leui, julga nao ser a queixa agora muito juitr, I ment da importancia de diversos ohjectos fornc-
Palacio da provincia de Pernamburo, cm 17 de
de dezembro de 1859. Bebastio do llego Barros.
N. 7. Illm. c Exm. Sr. Cumpriiido a or-
dem .le V. Exc. exarada em officio da secretaria
de estado dos negocios da guerra, datado de 16
do crrenle, para que este conselho informe so-
bre una correspondencia inserida no Jornal do
Commercio de 15 do mesmo, tem o conselho a
honra de informar n V. Exc. o seguinte:
Queixa-se que os amtuuclQS nao sao felos co-
mo marca o arl. 9 do regulamento do 14 de De-
zembro de 1852, publicando-se em as folhas de
maior rirculacio a compra das fazendas precisas,
sua quantda te e qualidade, c repetidos cinco
vez.-s taes annuncios. Ora que foram feitos os
competentes anuuncios a prirneira vez, confessa
o quoixoso, mas nao se lembrou que, em virtude
da ordem de V. Exc. os outros quatro anuuncios
cao vio por extenso, e smenle chamo a allen-
no para os piimeiros, designando a data do jor-
nal em que sao publicados, o que todos os fome-
co.loros sabem, tanto que apresentoram-so 29
proposlase s o queixoso lingo ignorar sendo to
autiga esta pratica. Quanto no conselho aceitar
da da Victoria, que se acha concluido C em es-
tado de poder ser recebido provisoriamente, .
prestaco a que lom direito.Remettido i
inspector da thesouraria provincial para manda'
paitar vista do competente ceriiicado.
233. Do conselho administrativo do patiir.to-
nio dos orphaos, informando o requerimenlo de
Umbelina Coelho da Silva Roma, que ped
trega de sua liiha, qua requisita > do j lizo di
orphaos fora mandada recolher o collcgio das
orphas. Informe o Sr. Dr. juiz .- da
capital.
234.Do regedor do gymnasio, apreseotando
as contas du quo se ha despeo li I i^oo o moseu
desde o 1." do julho at o ultimo do dezerabn
do anuo passado.Informe o S-r. inspector d
thesouraria provincial.
235.Da cmara municipal drsla cidaJo, r -
gando de novo se mande reparar o caos am fru-
te da casa do Antonio da Silva Gusmio na ru;
Imperial.Informe cora urgenria o Sr. direetc
interino da repartico das obras publica.
236.Da cmara municipal du Olinda, i!
scieucia, de ler feilo remessa para o arsenal dt
marinha djs duas africanas livrei Domingas -
Porcina, com suas lilhas, \i-!o que nao podan
prestar servicos.Informe o Sr. inspector de
arsenal de marinha.
237.Do Jos Joaquim do Lima, BnpplonU
juiz municipal de Ulinda, pedindo se prorogu
o prazo marcado para prestar juramento, risl
que por 8 rezos que para esse lim se tem apre-
sentado no paco da cmara, esta se nao tem reu-
nido para deferir-lh'o.Informo a cmara n:c
nicipal de Olinda, litando prorogado (-or um rae
o prazo, de que se trata.
238.Do agente da companhia brasilea d.
paquetes a vapor, pedindo pagamento das pas-
sagens do preso Jos Ra\ mundo do Andradc
viudo das Alagoas, e de duas piaras que o rs-
coltaram. Informe o Sr. inspector da thesoura-
ria provincial.
239.Do mesmo, dem da passageo de deu-
criminosos de morlc viudo das Alagoas no vape
Paran.Informe o Sr. inspector da IhSMuraria
provincial.
240.Do mesmo, idetn das passagens de deas
pracas de polica desta provincia, que lidiaran,
do Cear, para onde tinham ido conduziodo un.
preso de justica.Informe c Sr. inspector da
thesouraria provincial.
241 e 242.Pedidos de fies de algoflo e azei-
te

(2{
MAMO DE PF.RNAMWJCO. TERCA FEIRA 31 DE JANEIRO DE 1860.
de Gjib c Nazarelh ; Ijcui como de ohjoctos
para o expediento das secretarias, no ct"'-ri-ntc
mez.Fornoca-se.
19 -
Requerimenlos.
24 ,Antonio Jos Ribeiro de Meraes, porlei-
ro da Ihesourara de fawmda, pedindo 3 tnezes de
I cenca para tratar de sua saude fera da provin-
cia.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
laceada.
25:i.Antonio de Souza Barreso, pedindo pa-
gamento da indemnisaoo concedida pela le do
'remenlo vigente ao supplicante pelos prejui-
ns ru soffreii no contrato da ar emataco do
nedagio da pvfe de Motocolomb.Informo o
Sr. inspector da thesoura-ria provincial.
um corpo, nao esquecendo os fandanguistas se- dar, mas nao a sacrifica. A prova de que elle
gando a linguagem de um digno niembro da
magistratura da torra.
Y. a plaola da estrada que dore commuuicir
Guarapuava com a. Aldea do Chagu': orca-se el-
la ein cerca de 12:000$ com ruja quahlia nao
cvcloque.se oblenha a projeclada via.
Em Antonina acaba o Dr. jtiizde direilo, deli-
rar una subscripto no valor de 8.000$ para as
obras da matriz, e pondo-a disposicao do Sr.
r. Carioso, spera por elle ser auxiliado.
Dizem anu que o presidente beato e deJu-
zena issOTla soliciludo com quo ello est res-
taurando os velhos templos, que em ruina com-
pleta milito depuuham contra o espirito religioso
da populaco, a qual por ultimo (icaria sem casa
240.Antonia Mario de Jess, pedindo licenca para celebrar os santos sacrificios.
para embarcar parado presidio de Fernando afim
de unir-se a sen mando, que alli compre sen-
lencji.Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
217.cmvindo Jecinlho Pirra, pedindo ser
-listado no eaoreite.Apresenle-sc inspeoc&o
no quartel general.
2IS.Berardo Jonquim Correa, pedindo o Ihea-
tro de Santa Isabel para dar rej>reseHlac5es dra-lcia.
Temos este anno colindo os melhnres resul-
tados das correicoes feilas pelos Drs. jiiizes de
direilo.
A de Paranagu deu com abusos sem fim,
commeltidos de muito lempo.
Da de Monotes
resullou
e
a multa cm um
empregado, alias digno e perlencente poli-
maticas.Informe a directorio do thealro doSan-
ibel.
2-19.Blandin J. Praeger & C, pedindo se
ordene a Ihesourara de fazenda o cumprimento
da prccaloria espedida pelo juizo de ausentes
ara so dar pagamento aos supplican'.cs do que
lies deve a beranca jaccnlc de Fernando Cu-
ca, tecolhida rosina ihesourara, que exige,
Da de Castro a suspciisao dos escrives do
termo.
Dado Principe muita advertencia por ora...
Nio tenho noticias de Guarapuava, e nem da
de Antonina.
chogou osla cidade o major Muniz, ex-drec-
tor do Jatahy.
Trouxe comsgo um bugre do aldeamento de
ama a sua arte, e quer, antes de lado, quo ella
sirva ao publico, como deve, que foi elle o
primero que aqui fez sabir nina folha diaria
que j traz o n. 1116, e islo com sacrificios que
lodos podera aquilatar, saliendo quaulo ditOcil,
se nao iinpossivcl, cobrar asslgnaliiras de jor-
naes, nao o fazendo antes de distiibuit' o pri-
meiro o o segundo numero.
O Correio Paulislano iinparcial, serio, c es-
t sempre franco a todos quo quizerem recla-
mar em termos habis contra qualquer illegal-
dade, uu discutir qualquer pensamenlo de ulili-
dade publica. E consta-mo quede todos 03 ar-
ligos de nileresse particular publicados no Cor-
reio, raros san os que cuslam mil res aos seus
autores. Alrn disto, queja 6 um grande servi-
50, o Sr. Joaquim Roberto publicou um alma-
nak da provincia en; 1857, e oulro mais exacto
receben esta participa^ao possuido da raaior sa-
tisfaga/), approvaudo cm seguida a nomeaco de
urna coramisso para ir agradecer a S. Exc. mais
este bensilcio fcito s orphaas desla sociedad*,
sendo designado os Srs. major Virgilio e Carva-
lho Filho.
Oulro do D. Mara Romana Moss, professora
do collegij de Santa Thereza, exonerando-se da-
quello magisterio.Ucmelleu-se ao Sr. Dr. di-
rector das aulas, para providenciar a espeito.
Sol) parecer da adminislraeo do collegio das
orphaas, mandou-se ouvir ao'Sr. Dr. director das
aulas sobre a prcteneao de D. Anna Maa Fer-
reira, que desoja, mediante alguma contribuoao,
que sua ilha. alumna externa do mesmo colle-
gio, alujante.
u Sr. presidente declarou que se ia dirigir aos
Srs. socios iogo Francisco Moreira, Elias Jos
dos Santos e Antonio Beuto da Costa Real, afim
para reslisar o pagamento, apresontoeo da sea- S. Pedro de Alcntara, acompanhadodo respec-
tenc.i do juizo.Iniurme o Sr. inspector da the- tivo capilo, que se chama l.ibauio, e os quaes
suiii ina do fazenda. fu rain |ior Fre Timolheo mandados para aqu em
250.1 isimiro dos Res Gomes da Silva, mes nome elle visitar a presidencia,
tre da ofReK.a de alfaiate do arsenal de guerra,! E' a segunda mensagem indgena que osle an-
. lindo ;;- se mande que pelo mesmo arsenal no recebe oSr. Dr. Cardosu, a quem devem o-
do f; 11 rra se Iho passe cerlido, exlrahida dos li- les ser gratos pelo desvelo com que se empenha
vros de receila c despeza do 1J de jullio de 1856 em reduz-los vida civilisada. Consla-me que
illimo de dezembro de 1859, quanlo durante
,11 sopplicautc lem recolhido de lu-
cros on soffrid de prejuizoiRemedido ao Sr. la paciencia podem ser satisfeitos.
dire< i do arsenal de guerra para altcnder o sup-
plicanle, nao havendo inconveniente.
em 1858 ; u se nao coalinuoa, a culia c do pu- de Ihes pedir, em nome do consellio, que se di-
blico, porque, alcm do nao prolegerem essa til] nem arrecadar os objeelos quo para o vestuario
publicagao, negavam era toda a parle as neces-1 das orphas leem stdro olTerccidos por al"umas
sartas informarcs, ou as davam incompletas. pessoas caridosas, e mesnio para solicilarem da
Esse contrato, pois, um reconhccimcnlo dos caridade publica iguaes beneficios, acrescentan-
servicos que o Sr. Joaquim Roberto lera leito, e do que couava que estes prestantes socios acei-
seni duvida o empenhar a fazez novos o mais tariam lao honrosa missao.
uleia esforeos para dar sua imprensa a lalitude ; Foram approvados socios effectivos os Srs Dr
e importancia que deve. ler. Cactano Alvos de Souza Filgueiras, Gustavo'
A Tmprensa l'aulisla lambem prometi si- AdolphodaSilveira Res, Francisco Pedro Arbus
lar duas vezes por semana, para Salisfazer os vo- Silva Muniz Abrou, l.ulz Jos Ribeiro. Lr. Firmo
tos do partido liberal, c approveilar mais sua do Albuquerque Diniz, Dr. Antonio Moreira Ta-
llustrada rc-daeeo, cm cujo seio eslao sem du- vares. Dr. Jos Joaquim Honleiro dos Santos
vida, as nielliorcs peonas de S. Paulo. Dii.ulo Josd de Mello, Antonio Jos Cuperltno d
r.iicerrarain-se nodia 31 do prximo pas- Amaral, vigario Manoel da Silva Lopes, Jos Ali-
sado os Irabalnos da correicio, que muito bene- Ionio Passos, Joao Baptista da Silva, Virgilio Jo-
ficio produzio a cea o regular da justica. prin-1 s do Almeida Campos, capitao-terente Miguel
cipalmenlo na parte criminal. Relerirei um < Jos de Mello, Dr. Antonio Jos Gonealves Fon-
facto por todos. O Sr. Dr. Tavarcs Bastos, pe- tes, Dr. Jos Justino da Silveira Machado, Dr.
los
no da em que opparecerara em palacio, fizerarn
come coslumam tantos pedidos, queso com mui-
_"il.l'iancisco de Paula da Ressurreigo, pe-
dindj licenca para ir ao presidio de Fernandou
Pode seguir.
252.Luiza V;:u'n da Conoeico, dem.In-
forme u Sr. Dr. chefe de polica.
25:1. lenry Gibson, como consignatario do
lirigne ingle/. CriUrion.Nao se leudo salisfeito
>i ai(. 17 do regulamenle n. 7 de 1!) de maio
de 1816, nao ha lugar a mulla, pois que a dis-
":o do art. 115, nao desenera do cumprimen-
to di art. 17, quo deve sempre ser executado.
2~< i. Padre Joao Jos da Cosa Ribeiro, pe-
dindo exoneraco do lugar de censor do gymtia-
.-;o provincial. Posso-so portaria concedendo a I
1 \' 1 :rac;o podida.
255.Jpao Je Freilas Barbosa, ajudante dos
feilores couferonles da slfandega, pedindo 30 dias j
le licenca.Inform o Sr. inspector da Ihcsou-
raria de fazenda, ouvndu o o..t alfande
256.Moradoresdo aterro dos A togados, re-
ntando cunta o procedimenlu da companhia
e que declara ter sido conderariado por um jury nha.Jos Carlos de Mello'Barrlo, Jos Luiz Dias
do interior a vinle anuos de prisao, o estar aqui Diniz e Piel Jordo da Silva
A inania desla gente obler fouces, espingar-' espera de processo, que pende de appellacar Levanlou-se a scsso s 0 Ii2 horas da noite
as, facas, tacos e oulros objectos laes. Con- ha oulros vinle anuos. ____
OExm. Sr. conselhciro presidente da provin-
cia, que havia partido d'esla capital no dia 21 a
bordo do vapor Valeria de Sintmb espernu a
Suas Magestades entrada da Babia do Morro
de S. Paulo.
Achavam-se com S. Exc. a bordo do Valeria
os Srs. conselheiros Gongalves Marlius, Wander-
ley, Saraiva, Messiasde Leo, Manoel Maria do
Am?ral, baro de Piraj, coronel Pedroso, inten-
dente da marinha, cipitaodo porto, e muilason-
tras pessoas gradas.
Logo que o Apa, conduziiido os Augustos Via-
jantes, chogou ao lugar do Rio Una denominado
Galeo^ immcJialaipcntc dirigio-so a bordo o
Exm. Sr. presidente da provincia pari tumpri-
menlar as Suas Magestade.
D'ahi passarara-se Suas Magesta les Iinperiacs
para o vapor Piraj, acompanhando-os o Exm.
Sr. conselhciro Penna, e seguiram viagcui para
Valen;a.
A recepcao em Valonea foi lio festiva o so-
lemne como permiltlam as circuiuslancias do
lugar.
A populaco da cidade que pequea ochava-
se consideravelmcnte augmentada [ior grande
numero de pessoas d'esla capital, que ainda que-
riam oproveitar a oecasio de ver no territorio
da Babia os Augustos Viajantes.
inmediatamente dopois do desembarque diri-
giram-se Suas Magestades linperiaes a matriz para
fazerem orar;ao, linda a qual recolheram-M a
casa que estava preparada para se 1 aposento.
Pertenco esta bella casa aos Srs. Madureiras,
que desvelaram-se em tratar os Augustos Hos-
pedes com magnificencia e delicadeza.
Na manhaa do mesmo dia 22 receberam Saas
Magostado as autoridades e mais pessoas do lu-
gar, e depois do jantar sabio Sua Magestade o Im-
perador a cavado, acompanhado pelo Exm. pre-
sidente da provincia c uniros funccioitarios para
visitar a igreja do Amparo, c o novo hospital de
Misericordia o fazer um passeio nos suburbios da
cidade al a distancia de urna legua pelo lado do
Sul. Cahia cntoo muita chuva que todava nao es-1 vindo dos poii
mesmo numero quo do seclo anlcrinr. lnfini-
lo numero de hoinens tem escriplo li ri.s n
tres mil annos. mas delles em! tod. o ,.
apenas 50O leem sobreviviJo aos ultrages do
po o aos esquecimentos dos lionnus.
Se isto acontere na Iuglalcrra, quantu mai.v
entre nos I No Brasil nao ha livro algum qua
pague as despezas de irupresso, mas em com-
pensarlo pde-se iizer que durara muilo
do que o son mrito real.
Ilontom passou o Sr. dwfa da -sla jn na-
val revista ao brigue barca Itamjra<, ranhuei-
ras hlice Araguari e Iguatemy, e biigiie es-
cuna Xing. E~la revista, que segundo as or-
ilens, deve ser feila em Janeiro e junho, li m por
lim dar a conhecer se os offiiarse pie as ton o
uniforme, instrumentos c livros marrados poi
lei, se se respeitam bordo os reeilaim;ii
Por portaria de 28 do ion ,, Ho-
rneados supplentes do subdelegad 1 d
de Belmonte em Villa-Bella :
3." Cassiano Pereira da Silva.
4. Liberato Franci
5. Jarinlho Gomes dos Santos.
Por portara aa raesma data foi exon
Caelano Jos da Costa Bastos do carfO del.
supplente do subdelegado do 3 diUri l 1 Pa-
nellas; da freguesa do Allinlri. e coai
vago o lugar du 3.' supplente do mesa
Iricto.
No dia 27 foram reeoihidoa .i casa d
(enrao 1 hornera e 1 muiiuT. am. asa-
ber: a ordem do delegado j '.. dutoicto 1,
d 1 su,1 lelegad > do Recite 1.
No dia 28 lo rara recolhidos .i
mens c 1 uiulhi r, sendo 3 livres 1
saber r a ordem do detcKado d^ 1. distri 1 1 I,
do subdelegado do Recite 2, (lo da i; i-\.-(.i I.
da de S mo Antonio 1 a da d S. Jot I.
o dia i'J foram recolhidos i m ',
e 2 mulhnres, todos Uvres e a ordi .....-
legado de S. J
Passageiros do vapor nacional ',
d
Ihe porm que nao acho prudente dar-lhes
semelhanles anuas, alias perigosas era tribus tao
Iraicooiras.
Aqui copio do Correio PauUslano a indi-
cacao do Sr. Dr. Carro na cmara municipal
sobre a venda de terrenos devellos nos arre-
Cora aquclle povo, toda acautela pouca, se- baldes da cidade, que lem aqu excitado clam-
lo dilo major Muniz res, e em favor dos quaes o Sr. Dr. Carro iuter-
vem com o patriotismo quo o distingue.
Eis a indicar.o
Tcndo o governo ordenado a venda da maior
oralmentesympathico a parte dos campos de uso commum,existentes no
municipio, para o quo procede-so presentemen-
gundo a linguagemd
0 cegularaento do sello que ah tanto so dis-
cuto, nao lem por c feito echo algum : o Sr. mi -
Distro da fazenda c (do como um dos nossos
priraeiros estadistas, e
este povo do Abraho.
Se algum valor livesse junio de S. Exc. lem-1 te s ecessarias redices, o que" de publica
brar-lhe-hia a creaco aqui de una caixa filial do ', notoriedade ; e sendo tal venda excessivamenle
Banco 1I0 Brasil. prejudicial a grande parle da populaco do mu-
o Paran bcwidria o nome do ministro que I nicipio, especialmente s classes menos favore-
llie outorgasse tamanho beneficio. J ouvi tal- cidas da fortuna, que do gozo desses campos do
lar que o Sr. Dr. Gardoso trabalha neste sentido, uso commum tiram meios de substencia ; o pa-
e o nieu ompenho que chegue tambera a S.; recendo esto acto era desharmonii absoluta com
Exc to justo pedido da lavoura e commcrcio da a disposicao, ciarissima e terminante cuntida no
provincia. g ." do a'rt. 5. da lei 11. GUl do 18 de selembro
Por um mappa que vi hontera da colonia The-1 do 1850, que determina que os campos de uso
reza conta illa presentemente 25 habitantes,' commum dos moradores de una ou maisfreguo-
12
7"_Bahco Maga'.A. gerencia do banco Mau
dirigi aos commandilarios do mesmo banco a
seguinte circular :
- Srs. socios commandilarios,No semestre
que acaba de decorrer se presencien mais al-
guns desses desastres comnicrcacs que desgra-
cadamenlo se lera tornado menos raros em nos-
sa praca de alguns annos a esta parte, e o peior
que nem todos sao determinados por eventua-
lidades alucias aos clculos da prudencia : algu-
mas dessas quebras liveram origera em especu-
lorvou os passos de Sua Magestade o Imperador.
Bm lacs occasiees elle sempre o primeiro a
mostrar quo nao n ia diante de quaesqoer en-
eommodos e fadigas quando lem do (azer alguma
eousa til.
Ainanhi do dia 23 f- destinada visita de
dous importantes eslabclccimcnlos, a serrara
dos Srs. Madureiras e a fabrica de lecido in-
dos os Sanios- Cada um desle estabeleclmen-
toa merece urna discripeo especial que nao cabe
nos limites d'esla noticia.
A' tarde visitou Sua Magestade o Imperador a-
companliado do Exm. Sr. presidente da provincia,
de algumas pessoas da comitiva imperial, e di-
versas autoridades locaes a casa da cmara, a
acoes desregradas, ou cm fraudulentos manejos,.
sendo infelizmente corto que as Ieis penaos nao cadeaeas escolas publicas.
da entrada de ferro, que Ihes obsta o uso da praia dos quaes 14 Francczes e 1 Porloguez. Os mais zias, municipios ou comarcas, sejara conserva-
que lica por ira/ de suas casas. Informe o Sr.
ihciro fiscal da estrada do ferro.
257.So, Wilson ; C, pedindo certidoda -
f mu ico dada pelo inspector do arsenal de ma-
linha, sobre o requerimenlo em quo os suppli-
canlrs pediam indemnisa^o do carvo de podra
ii ao fundo com a canoa, que o conduzia
i bordo do vapor ParanComo requer.
Oficios.
~~:'\Do lente general roramandaiile das
armas, informando o requcrimoiilo, era que o
tolos sao Blhosda provincia.
dos em tola a extenso de suas^livisas,
slrar o mesmo uso, co
cmquanto por lei nao se dis| oz
lem sido applicadas como ex'ge a seguranca das i
Iransaceoes, o crdito coraincrcial da mais ira-1
portante jrai;a da America Meridional, c a rao-
ralidade publica.
As operaces do nosso estabolecimenlo nao
se resenl.ram, quanlo era de prever, de to desa-
gradavel siluaeaa
O movimenlo da caixa foi no semestre de
, e con- 1I4.593:7G?86, sendo por entrada........
da colonia oceupa urna legua qua- Iinuorn a prestrar o mesmo uso, conforme a 57,471:800i778, e por sabida 57,121:875808.
i> movimenlo das cotilas conentes fot do
capitao do 9o batalho de ufantaria Jos dos I ao quadro'colonia
los Nenes Lima igamcnto do alugucl | No que respeita exportaco, foi ella o auno
de 3 cavallos.Volte ao Sr. inspector da thesou- prximo passado superior a 8.003SO0O, avullan-
raria de fazenda para mandar pagar o que sede- do o assucar, a aguarden!:: de canoa, que cm ge-
vc 00 supplicante, na confornpidadc de sua infor- ral abastece a villa de Guarapuava.
drada onde se v devidamente montados novo pratica acta
engenhos do moer caima, quatro alambiques, | o contrario ; de vendo prcsuralr-se queas ordeos 1106,605:23793i sendo poV'entrada'Tr" ."".'."""
una fabrica de licores, urna dita do fumo, una do governo liveram origem em informales in- 57,427:918#04) e por sabida 94 172-2S9sOY. '
olaria, e u:na machina de serrar madeira. completas, que nao descreveram os campos as! o movimenlo da carteira foi do
Actualmente o director da colonia monta urna condicoes acluaes o que a lei manda respeilar,
machina a vapor de grande volume. indico:
llano servieo da dita colonia tros carpinteros, Que es'.a cmara representa ao governo,so-
um ferreiro, um machinisla, dous sapateiros e! licitando a revogago das ordens quo delermi-
ura funileiro, lodos alli residentes e pertencentes naram a venda dos campos de uso commum do
maco de 21 de dezembro ultimo, sob n. 908.
!'>'.'.Do mesmo, informando o requerimenlo
d 1 al foros Raymundo de Almeida Sniupaio, que
pele peni sso para consignar tiesta provincia,
;i sua familia, o respectivo sold.Informe o Sr.
1 ctor da thesouraria de fazenda.
_ (I. Du Dr. chefe de polica, npiesenlando a
cont das diarias abonadas pelo cttrccreiro aos
presos pol es da cada do Kiejo no mez do de-
zembro. Remedido ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial para mandar salisfazer.
261.Do mesmo, transmtind a conta das
I spozas feitas no mez de dezembro ultimo com
.1 sustento dos presos pobres da cada do termo
de Garanhiins.Rcmeltido no Sr. inspector da
tirara provincial para mandar pagar, estan-
1! e o termos legaes.
2.Pedido de papel almaco, obreas, peo-
nas ( tinta para seis me/.es, para o expediente
do q jarlel uo forte do Pao Amare lio.Foroe-
i-a-so.
COMANDO DAS ARMAS.
QuDi'tol scnci'til loeoiuaiantlu das
afinas de Pcrnainbueo, na cida-
de do ISeyio, :O d Janeiro de
tsoo.
GRDEM DO DIA N. 35.
0 lenle -general coramandanlc das armas de-
clara, para 03 Qns convenientes, q 10 nesta dala
npresenlatam-se vindos da corto, nssenhores,
segundo tfiionte do quailo batalho de aililhara
.1 p Joaquim Jos dos Res Lima r altores do oi-
tavo de iiifanlaria Julio Pompen de BaYros Lima
\: Feliciano Ignacio de Andrade Maia, licando
aquello reunido ao scu corpo, eestes addidos por
uanlo ao nono batalho da respectiva arma.
Al breve.
St i'auloi
5 do Janeiro do 1860.
BoSS tosas e bous annos !
Lin 1850 trria cu por corto do eslrear de oulro
modo as ininhis correspondencias do novo anno,
fazendo preoecupadas e sombras coosideraces
sobre a paz, a ordem a estabilidade das insliiui-
coes juradas, como abiia-se sempre a falla do
thruuoecomo exordiavam al enlo osrelalorios
oiliciaes c todas as poras que mais 011 menos af-
feclavam os negocios pblicos.
Gracas oorin ao progresso, e graras aindn
mais no monarcha que soube compreliend-lo,
pesso boje tirar o meu exordio do bom senso
dos Brazileiros e de sua progressiva illustracao,
para vaticinar o futuro do imperio, pois que nao
foi em vo, e menos por alimentar lulas este-
ris, e continuas o funestas desordena, que a
Providencia dotou nosso paiz de tantos, ludi-
versos, quao fecundos recursos, que, bom apro-
veilados, podem elevar o Brazil priraeira or-
dem entre as nutras nacoes do mundo.
lloje, felizmente, nao ha Brazileiro sensato e
sincero queduvide do que a ordem acondicao
fundamental de vtalidade para um povo; assira
como nao ha ninguem que nao aceito e que no
defenda do coraeo a nossa forma do governo.
() que lora para desojar, o que preciso, e o
lempo trar naturalmente, a proscripcoo com-
pleta de cerlos mos hbitos que em materia de
poltica ainda nos affligem....
Agora passarei s novidades.
municipio, o reclamando providencias para a
execujo regular da disposicao do j .u do art.
5." da lei n. 601 de 18 do selembro de 1850.
Paco da cmara municipal de S. Paulo, cm
sessao de 29 de dezembro d'j 1859./. S. Car-
ro,
Continua o Dr. Leandro na delegada da.ca-
pital, esforeando-so por provar qua o Dr. Furta-
do era apenas a lei personificada, e que demit-
lindo-sc do cargo nao arevogou, embora o? mal-
s o lemessem mais que todos os codi-
0 Dr. ehefo de polica .-.inda nao voltou.
A lei que v em lu lo o seu duende, as ele-
cps prximas, poc-sea gritar e a proclamar quo
o Sr. Dr. chefe de polica fui apresentar-so
can lid.Un pelo dslriclo do Rio-Claro ; de modo
que nao se pode sahir da ierra, por esse lempo
sem ser para tratar doeleicoes ; o o Sr. Dr. che-
fe do polica nao pode ler la oulra cousa que fa-
zo r
Mas a final puz-me a e-crevi r meio rclros-
peclivamenle e aqui fui araonluanda as minhas
noticias descosidamente! Vao ao menos, cj
uo pauco, sera cousa que duvida faca ou rlcs-
rcspcitea verdade ; por este resuTtado valle a
pena sacrificar a correce.io c o eslylo.
Espirito Sanio.
Victoria, 9 de Janeiro do 1860.
Ni la ha do notavcl a mencionar; continua a
preocupar a alinelo publica a visita de SS. MM.
Imperiaes, que sao esperadas de 20 a \ do cor-
rento ; lem havido mais aclvidade nos prepara-
tivos depois que aqu vcio o Paraense por esca-
la para o norte, c consta que Irouxora commu-
tiii.'aro presidencia a respeito da viagem im-
perial, dizendo-se que S. M. o Imperador ir al
o Rio-Doce por Ierra
Ser urna viagem que, a realisar-se, trar in u-
9,556:993*502, sendo por entrada........
42,010:948*760, e por sahida 27,546:0449742.
<< O rebale pelo praso nao vencido das letras
existentes era carteira eleva-se a 249:252*540.
Os lucros liquides elevaram-se a476:923*013
ou na razo de 15, 89 n,'0 ao anuo.
A gerencia, em pro-en a dos fados que lo-
mos presenciado, julgou conveniente dividir ni-
camente 45* por cada cont, correspondente
laxa dos desconlos Jo banco do Brasil 110 semes-
tre lindo, passando a urna conta do lucros era
suspenso o excedente na importancia de.....
206:923g015, que em conformidade do contrato
social, pertence em egual parle aos socios com-
mandilarios e gerencia, e que tica por em-
quanto Je parto, no caso de nao ser sulccnle o
forte algarlsmo a que se acha elevado o fundo
de reserva para fazer face aos prejuizos resultantes
das fallencias em que oslamos inleressados at
agora, 1 que alias nao de esperar ; nao sendo
este acto de nossa parle mais do que um ex es-
so de cautela dele;minado pelo desojo que nu-
trimos de conservar sempre iulaclo o fundo ca-
pital Ja sociodade, mesmo ras hvpolhcses as
mais desfavoraveis.
Rio de janeiro,:l de Janeiro de 1860.Mau,
Mac Geegor& C.
Para jantarem na mesa de Estado nos dias 22 e
23Uveram a honra de ser convidadas diversas
pessoas distinclas de Valonea e da capital.
A'noilo do 23 foi enlrelida por um espectculo
publico, simulando ura combate entro mourns e
elirislos, que muito agradou pela novidaJe, pela
riqueza dos tragos dos cavalleiros, o pelo modo
com que fui ludo executado.
Suas Magestades partirn) de Valonea as 5 ho-
ras da manha de bonlem, viudo da galeota at
o Galeno, onde so achava tundeado o Apa e o
Exm. Sr. presidente da provincia que al ah os
havia a.-ompanhado passou-se para bordo do va-
porSinima, onde se achavara as pessoas que d'a-
qui acoiiipinharain a S. Exc.
Do Galeo sabio o Apa entre os diversos vapo-
res da companhia bahiana qne se achavam pos-
lados no Ro para fazerem aos Augustos Visitan-
tes os devidos cumpritnenlos, e as seis horas o
mua da manhaa sabio barra a esquadrilha im-
perial demandando a capital da provincia do Es-
pirito Sanio.
O Exm. Sr. presidente di provincia chejcou d'
Leite, sua senbora e 1 escrava,
ra de Carvalho, Vicente Fern
Manoel Lopes Pereira de Mello, Dr. La /
Caslella Uranio c seu criado I
Ignacio n. Andrade MaU, ..'.. res
dos Santos, Juli
senhora, Carlo^ i ._ > D larcl
escravo Jos, lenle Joaquim Ji-
a, Pedro Rodrigues ra, cal 1 I
das Ch :-!-, ildados Solero Can li lo lo C
Victoriano Poro ira I.i C
quim Cordeiro, Amerioo Jos I t, Au -
gidio Obaldino Canuto, Hara J i., f
Naximiano de Lomos, Pedio l. rreii
Salustaiio Ferrera S tuto 1 -
Eugenio Nery da Rocha, Antonio Li
Espir lo Santo, Antonio Jo-. I Fiiho
- l
criada Agapito Ramos, l ram .- i.
cese 1 oer.no. FrauciscoRodri|
metrio JosTeixcira, Dr. Hanoel
raes Pinheiro, I
cravo, G 1 lo Da|
Barboza, Jos Joaquim Doudad
noel I', de Ara ojo Jorge, Anli ni
Coimbra, Podro Adoipho Dini.
lor de A. Usranhao o 1
Jnior, Pedro de Ahura; Am
miniano de Xoraes, Josa J
_'. Rodrigues, Jos< Pwrl
ao, Froncisco !.on s llai h
nz Carvalho, Beni dicto Dias \
reir de Heira Lima.Joio Baptista Pialo J
Manoel Laurindo e 1 escravo, .'>:.
Joaquim Soases o 1 escravo. i 1
o,: Silveira, Jos '. .-
tente Renyo da Silva, Joaquim di
r, Mara Libania di 1 .
Nuaes, Antonio l aeUno da Silva l .-- '
Pontea de CMiveira, l). Isabel Maria
volla a esta eapiUl a urna hora da larde, e com o Olireira e 2 scravos. i -
vapor Sinimb, que o Iransporlou enlraram no Forreira de Campos Torres c 1
porto todos os oulros da companhia bahiana Ira- de Carvalho.
sendo grande numero de passageiros. Seguem para o norte:
Em coacluso desla breve noticia temos a sa- Ernesto Emiliano de 'i I
lisfacao de annuneiar aos 1 quo Suas Ha- rea de Horaes, soldado Manoel Fi
gestados al o momento de sua partida do Morro veira, cadete Leopoldo Cavalcanli de H
de S. Paulo conlinuavam felizmente a gozar de Hanocl Alcxandrino Garca, ',<:. .1 -
perfeila saude. de Castro e Silva e 1 escravo, I
d 1 Roch 1, Vicente Fcrroira Lu
xera Mondes, sua senh 11 1, sua s 1
escravas, lonenle-coroai J. /
( maraes, sua senhora e 1 ...
I Jos Montero, lenla Has i
'Ido Fouloura, Aurehae
Lobo, aMbroa Angualo /; tt / 11 .
rio Jos Francisco dos Passos
Di trio da Pabia
ir
ih
REVISTD|i|RIB
Por in lis de una ve/, c de todos os modos,
lem 03 correspondentes desla provincia descripto tos iocommodos a S. M., que tem de perconor
nos jornaes da corle os apuros em que se vm praias desertas e baldas de recursos; mas com
s vezes para dar noticias. A provincia e a ca- ella nao lera seno a lucrar o Rio-Doce, cujosele-
Tambem se opresenlou rindo da provincia das llili soffrem um quietismo que as atacou urna montos de riqueza o prosperida le Sua Magesta-
vez, e que de ceno nem os remedios novos dos le apreciar por si, o rccoiihecemto que somen-
canaes o estradas de ferro Ihes podero extirpar, le Iho falta populacho, conslituindo-so prolector
Assira os correspondentes julgam-so autorisados, i do Rio-Doce, nao cessar <\<- promover, dedicado
se nao a engendrar noticias, o cammeular as como ao bem do seus subditos, grandeza da-
poucas que exislem, o to arbitrariamente que qucllas paragens.
adullaram a verda le O presidente, que ha envidado todos os seus
Nao sigo, nem posso seguir essa escola, como esforeos para quo os Augustos Visitantes tenhain
Alagoas, o Sr. cap el I o padre Antonio de Mello e
Albuquerque, quo estando com licenca quedevia
tinalisar-.se no dia 26 do corrente, apresenlou-se
all no oa 22ao respectivo Sr. issistenlo do aju-
dante general, licando prompto para o servieo.
Assignado.lote Joaquim Coelho.
Conforme.Horacio de Gutmo Coelho, alie-
ros ajudante do oidensdo commando.
lambem nao perleneo do iuleresse pessoal a
! lodo o transe.
t) veio anno expirou para nos como vivera
largos 365 dias. A presidencia niontem-sc, se
nao aceita unnimemente, ao menos sem contes-
: lacees, salvas as invectivas da lei, que decidida-
mente rotou-se um pessimismo inexplicavel.
A faculdade de direilo cncerrou seus Iraba-
Paran,
Curitilta, "G de Nolicio-lho desta vez um assassinalo perptora- j Ihos, sendo desla vez mais rigorosa no ajuste do
coulas com os estudantes.
Cima por um escravo do lenle-
Gonealves Marques, m um par-
do no Porlo de
coronel Manoel
> lambem alli rosidenU
Semelhante fado e outros anlogos servem
pira alie.ar a perniciosa existmia da escra-
vidao, e o.-, desastrados effeitoa .uc dola par-
lero.
liste anno nso me consta que ncnhuin crime crer que ludo la est em ordem, como exige o
tac grave lambem commellido por escravo aqui tim piedoso e social da instituido, c como ar-
se desse, c no que respeita mus-no esclavatura, denlemcnle lem desojado o seu digno fundador.
devo confessar-tfce que, pouco ou quasi rienhu- A empieza- ous de dezembro, sonho dourado
mr se encontra na provincia. de alguns, utopia para muilos, no meio da iu-
Em compensaco foram por ordem superior credulidade do quasi todos, fez a sua eleico, e
apunados dous reos, umdcrouboc oulro de' deu possn aos directores, que sao os Srs. Dr.
homicidio.
u lenle-coronel Carlos Resin acaba de ser
chamado corto e assegura-se que vai eoniman-
da- o 8." regiment de cavallaria no Sul.
Servia o mesmo Icncnte-coronel o lugar do as-
stenle nesta provincia, ese bom nao seja mili-
tar lido na legislacao do Brasil, todava d urna
circumspecco a toda a prova, muito honesto e
de urna aotividade exrmplar.
;iz-sc lambem que nutras alteracoes se pro-
jcctain no pessoal do corpo i.xo": oxal que
se realise para rcgularicade do servieo pu-
blico.
Continua-so gril.ir contra a polica do Para-
n As aecusagoes ou se resumem no modo por
qus se ha feito o recrutamento, 011 na prali a de
urri ou oulro fado criminoso perpetrado na pro-
-incia.
O simples bnm senso prev logo a impruden-
cia de censuras laes, mas a malevolencia e per-
versidade encontra ah abusos o. violencias gra-
ves.
una recepcao digna delles, logo que chegou o
Paraen*e, consla-mc que expedir ordens ter-
minantes cora o lim de prepararen! os possiveis
com ni o dos para a viagem de S M. ao ltio-Doce :
pena que ao Sr. Velloso fallera os recursos para
ciTecluar ludo o que deseja, pois que 03 cofres
provinciaes, a que poda elle soccorrer-se, eslao
exhaustos, nao havendo seuao para pagamento
do empregados.
Os preparativos de palacio se eslao concluindo,
o Suas Magestades terao nelle urna residencia,
se nao sumpluosa, ao menos que nao faltar
decencia e asseio.
No meio das preocupacoes pela visita im-
perial a presidencia nao seesquece de outras
isas de importancia : proseguc reorganisa-
eao da thesouria provincial, que vai sahindo da
degradaeo a que havia cabido como reparlico
publica : para dar-lho algumas uocOes do que
era ella, devo dizer-lhe que o livro caixa encer-
rado cm 31 de mareo do anno passado tinha ape-
nas numeradas e rubricadas as primeicas quaren-
., la folbas ; um livro de receila a cargo da agen-
Rodrigo Silva, Joao Mondes de Almeida, Rafael | ca da Seria, j ecolhiJo por flndo, careca ds-
: Tobas de Aguiar c Joao Ribeiro dos Santos Ca-, sas formalidades ; e da mesma forma o de ter-
margo ; licando em lugar do Dr. Fidencio Prales, mos de arromotaco de imposlos a cargo da ro-
que esl ausente, o 1." supplente capito Lind- cebedoria da capital ; nunca so havia tomado
, ro Jos Branco. O Sr. Anuda deve de estar ho- cenias a colectores ; n*io ha registro desde 183 ;
! je satisfeilo, elle que foi o autor e verdadeiro era emlim um verdadeiro escndalo a conlinua-
emprchendedor da navegago do Ticte nesta par-! cao como se achava, da reparlico a que se
te, e que. a realizou com grandes sacrificios, por prendera tantos inleresses, e cujo "chefe, queren-
puro patriotismo, como ura Pauli.-.ta antigo, cujo do a lodo transe aposenlar-se, apezar de nedio
O semr.ai o episcopal progrede. Aos domin-
gos lia l sem pro raissa e sermao, que allrahem
muilos ouvnles. Nada sei da economa interna
e da constiluicao do eusino ; mas a julgar pelo
aspecto sadio, sereno e grave dos alumnos o
pelos hymnos que canlam durante a missa, devo
nome honra.
O novo thealro vai indo de vagar, que ,
segundo o dilado antigo, ura modo de ir longe.
A companhia dramtica parece que vai inclho- ',
rando : ao menos o velho thcalrinio esl desem-,
poeirado, lem j sen par de scenarios novos, c
os dramas que sao recitados nao moasdo tanto a
gcnle. Se a directora suprema do thealro, que
composta dos Srs. Drs Ribas, Martim e Men- lante da provincia 11a cmara
don a Piulo, qui/esse usar dos seus direitos, nao sido muito visitado.
c sao, assenlava que o meio mais seguro de ob-
ter a aposentadora era ser relaxado.
O Mucura trouxe-nos 188 colonos para as
colonias de Santa Isabel e Santa Leopoldina ; o
presidente deve estar em talas para accommo-
da-los, porque me consta nao haverem prazos
preparados para seren Ibes distribuidos.
C est o Sr. Dr. Pereira Pinto, represen-
tcmporaiia ; te.-n
s a companhia actual se aperfeieoaria na arle,
como ganharia a empreza o triplo do que oblem
hoje, sera maior fadiga ; porque nesta trra sem
[Carla particular.)
co
Entretanto o correspondente do Mercantil nao I distracedes, o Ihcalro, que sempre foi um dver-
ntrariar por certo que desde a inslallaeo da lmenlo predilecto, cncheria um grande vazio, e
RIO DE JANEIRO.
O lo Janeiro de I HHO.
No dia 4 do corrente leve lugar a 14''
sessao
Domis, o correspondente que cinfla assim co-
mo cu, 110 discernimcnlo, prudencia e lino da
presidencia, convjr que, a ser verdade a expo-
.-i-ao que tem feito, somduvida que o Sr. Dr
Cardoso teria logo terminajo os vezamos que
deslealmente menciona, para colorir seu quadro
poelico de aecusaces.
No que concerne aos ciiincs por demais fulil
a arguieao exposta.
0 Correio Paulislano proinclte augmentar o
formato, fecundar o variar mais a sua redaccao,
e salisfazer assim s exigencias da actualidade.
O scu emprezario fez afinal o contrato que Ihe
permittia a lei do orgamenlo provincial ; c nao
podendo os cofres fornecer-lhe os 10000* do
empreslimo que era a base do contrato, cedeu
em parte seus direitos, aceitando letras a diver-
sos prazos, e traa de dcsconlal-as. Apezar do
Chegou aqu noticia da creaco do batalho podercra aroiraar-mo de suspeilo, como amigo
de guarda nacional de Voluverava : esperova-se I da discusso e publicidade, nao vacillo era do-
a creaco tambera de outros rorpos e bata-' clarar que esse contrato de summa vontagem
lhoes em diversos pontos desta comarca c das do 'para a provincia.
inferior. OSr. Joaquim Roberto de Azevedo Marques,
Como quer quesoja, ospretcndcnles nao dcs-;proprielario do Correio Paulislano, nao ura
rrnsam e todo mundo que veste calca c gague- especulador; um artista quo ama a sua arle, o
ja op.orluguez se reputa hbil para commandar q/aer, sim, tirar della as vantagens que Ihe pode
Ca margo e Lima Barros.
Approvou-se a acta da scsso antecedente.
Ilequerimento da soca Sr.a D. Anna Vass-
mon, pedindo a admissao de duas filhas no ex-
trnate do collegio de S. Denlo.Foi ao Sr. Dr.
director das aulas para informar.
Oulro do Sr. Jos Pedro Freir de Andrade,
pedindo para urna sua nela ser admitlida no in-
trnalo do collegio das orphaas.Foi adminis-
lraeo respectiva.
Oulro do D. Mara Adela das Chagas, pre-
lendendo igual favor.Teve a mesma direc?o.
Offcio do Sr. Dr. Nazarelh, secretario do col-
legio das orphas.participando que a despeza do
mesmo collegio feila no mez de noverabro ulti-
mo, na imoortancia de 435$, foi paga polo digno
socio bemfeitoro Sr. baro de Mau: o conscllio
Quciii lem vagar faz colh
r *soa que linlia vagar e nao q
au fabrico desse apreciavel utensilio, diverlio-
se em orgaoisar una relaeo numrica dos no-
mes de baptismo dos officiaes da armada de 1"
classe, que julgamos curioso publicar.
Segundo o nosso informante ha nessa impor-
tante classe de servidores do estado :
Jos. 41 ; Antonio, 3; Francisco, 28 ; Joao,
21 ; Joaquim,22 ; Manoel, 22 ; Pedro, l ; Au-
gusto, ."i ; Caries, 5 ; Guilhernie, \ ; Luiz, i; Can-
dido, 3 ; Ernesto, 3 ; Felippe, 3 ; Fernando, 3 ;
llenrque,3; Igua o :i; Lourenco, 3 ; Bernardo,
- ; Cypriano.2 ; Elsiario, 2 ; Jaciniho, 2 ; Ja-
come, i ; Jcronymo, 1 ; Ricardo, 2 ; Rodiigo,
2; Thomaz, 1 ; Agnello, 1 ; Alexaudre, 1 : Alva-
ro, 1 ; Aipcrco, 1 ; Arnaldo, 1 ; Aureliano, 1 ;
Aurelio,! ; Balduiuo, 1; Basilio, 1; Benjamn,
1 ; Denlo, 1 ; Bernardno, 1 ; Basilio, 1 ; Braz,
1 ; Can, 1 ; C.iriuto, 1 ; Cinennitiis, 1 ; dmen-
le, 1 ; Collotno, 1 ; Dmaso, 1 ; David, 1 ; Del-
pliim, 1 ; Desiderio, 1 ; Diogo, 1 ; I) imingos, 1;
Eduardo, 1 Emilio, 1 ; Eneas, 1 ; Eugenio, 1 ;
Evaristo, t : Flix, 1 ; Fortunato,-1 ; Gabriel, 1
Gatdino, 1 Genuino, 1 ; Gervasio, 1 ; Helvecio,
1 ; Hermenegildo, 1 ; llypolito, 1 ; James, 1 ;
Jorge, 1 ; Justino, 1 : Lucio, 1 ; Ludgcro, l ; Ma-
mede, 1 ; Marcos, 1 ; Miguel, 1; Nestabo, 1 ; u-
o, 1 ; Olyrapio, 1 ; Raphael, 1 ; RuQno, 1 ; Sa-
lustiano, i ; Tell, 1 Tancredo, 1 ; Theotonio, 1
Vctor, 1 Viclorio, 1.
_ A imperial sociodade Amanto da Inslruc-
co cclebrou 110 dia 11 do corrente a sua 16a ses-
sao.
Esliveram presentes os Srs. general Bitan-
court, Dr. Nazarelh, Dr. Uarlins Pinheiro, Car-
valho l'ilho, Vaz Guedes, major Fogaca, Albano
Cordeiro, Flix Uarlins Flho, Viera 'de Andra-
de, Dr. Leilu, Diogo Moreira, Fortunato, Pos-
sollo, Dr. Dc-Simoni, Coruja e Lima Barros.
Approvou-se a acta da sessao aiitecedeule.
Na forma do regiment, o Sr. presidente no-
meou os Srs. Flix Martins Flho e Vaz Guedes
para que em commissao visitera o niembro do
conseiho o Sr. Dr. Araujo, quo so acha grave-
mente enfermo.
Foram approvados dous pareceres da commis-
sao de cuntas relativos aos batneos do collegio
das orphaas c da sociedado, pertencentes ao lii-
raestre de selembro a novembro do anno lindo,
eujos pareceres coircluera appvovando as coutas
apresentadas pelos dignos Ihesoureiros, os Srs.
Joao Vaz Guedes o Francisco Jos de Carvalho
Flho.
O Sr. presidente, consultando o concibo so-
bre a interprelaco que se tem dado a alguns ar-
ligos do regiment, e depois de torera fallado os
Sis. Albanos Cordeiro, Dr. Nazarelh e Dr. Leilo,
resolveu-sc, a requerimenlo do Sr Dr. Nazarelh,
que l'ossc o mesme regiment remedido com-
missao de proposlas para rever c dar o seu pa-
recer a respeito.
O cunselho aulorisou ao Sr. Dr Nazarelh para
fazer o contrato com o proprietario da casa para
onde tem de mudar-se a sala das reunios do
conselho, secretaria e collegio de S. Pedro de Al-
cntara.
Entrn em discusso o parecer adiado da com-
missao do aulas, subre o relaloiio apresenlado
pelo Sr. Dr. Norberto, director das aulas, cujo
parecer concluindo diz ;
A lodos os mais pontos do relatoro a com-
missao nada lem a dizer por temer descorar as
bellezas que encerra ; rcstando-llie porm o de-
ver de propor ao conselho um vol de agrado-
cimento ao'mu digno director pelos bons servi-
dos prestados no cumprimenlo de sua graudiosa
missao.
Depois de terem fallado sobre os oulros pontos
desta relatorio o primeiro secretario o os Srs.
Albano Cordeiro e Coruja foi approvado.
Foram approvados socios eleclivos os Sis. Dr.
Augusto Fortes Bustamantc S, Innocencio Bap-
tista de Siqucira Rogo c Dr. Jos Maria de Mallos
Guayba.
Levanlou-se a scsso s 9 horas da iiuile.
( Jornal do Commcrcio do Rio. )
BAHA.
35 de Janeiro.
Suas Magestades Imperiaes lendo partido da
Estancia na manha de 21 do corrente chegaram
ao Morro de S Paulo ao romper do dia 2, sen-
do assira executada cora poiitualida.de do coslu-
mc esta parle do programma.
Domingo peta tarde afogou-se na Capuoga Wwlle% sargento Gandido J
um hespanbol, padetro de profissao, cujo corpoUo, soldados Bonifacio Anlorrio Bar
anda nao appareceu. I Vctor, cabo Francisco L01 ,
A morle oi casual, pois que indo lavar ura Mariano da Silva, cx-prau J .
.Hieresdiz o rifo. ca?., poz-se a nadar montado no animal, que Francisco Piulo Gonealves Val....... 1
o quera entregar- camo '"" per0< n"J'\ desappareceu o infelizlDr. Trajano de Souza Vclho e 1
:ar.
sem que podessu ser adiado, apezar de ter sido
logo procurado.
Taes imprudencias todos os das se succedem,
sem embargo deslessinistros, que sao olhados
com indijoienea ; mas como consequencia ne-
vitavel vo os imprudentes pagando i 1:11 a vida.
Hontem foram varejados os eslabelecimen- corrente":
los de bilheles de lotera da praQa da [ndepen-
cia pelo delegado desle dslriclo, an do averi-
guar se ali existan] venda bilhelos do lol
d'outras provincias, ou conlraveneo da lei res-
pectiva.
Do varejo ou busca d ida, resullou nao en-
conlrar-se seno um biliicle de olera do Ro de
Janeiro, segundo nos informam,
Domingo foi o dia das festas dos nos nossos
arrrabatdcs Estrada de Joao de Barros, Afo-
gados, Jabo.itaq, etc. etc., por este anno Qzeram
su 1- despedidas nos folgares da quadrn; o Poco,
Montero, ele em bi lir-lhes-ho o
sos, trazendo a nossa populaco [esleir ara a
cidade.'pois que o invern aproxima-se.
De novo [embramas a medida de transita-!
rem osmatutoscarregadoresdo assucar pelo caes,
e nao pela ra do Imperador
lie esta urna medida lo fcil di- realisar-se, ao
passo que assim se poupa mu pouco de poeira'
mais, introdusda ni economa de quem por all
passa, o principalmente de i'tem mora naquel-
la ra.
Escrevem.-nos Ja Bonito, em 2! do corrente.
Esta localidade continua pacifica o lempo
posto que calmoso todava temos lido alguma
chuva o alhmospbera carreg 111.
Tem appareeido certas febresinhas de cara-
ter mixto, sto c, ora inlermilenles ora conti-
nuas no mesmo individuo; sera simplomas del
phlegmasia intistinal, attribuo-se s primeiras
chuvas: sem querermos 1 titra na inda aco da
causa que Iranslornou a salubridade, sempre
diremos que ne:>te lugar as (obres miasmticas
sao indeiiieas, somonte temos a felicidadc de
nunca lamenlarmos perdas crescidas, salvo

P do ato bra!
sabido para'o Aracat] :Joao N. Pen
Iho menor.
Relaeo dos baptisndos 1
zia de Santo Antonio do I,
Juli Hiao ie '.- :
'' ichc e Maria Adelina i,.i lault.
a lelayd branca, lilha nal iral
Sanios.
Geraldo, crioulo, escravo de An ia '.
de Luna.
Izabol, branca, Bina li.
xeira de Carvalho e Joanna
. siroi-l raneo, llio natural
1 a Eduviges de Souza Rangol.
Mar:.-., branca, fllba legitima !
querque Simi ki 1 .
drina Simoes do Am
Epifanio. crioulo. tilho
do V
rheolonio das Merccz 1
na.
Pedro, pardo, filho natural de Mar 1 ti
Lu/, pardo, escravo Je Mari
vares.
Matadocro publico:
Mataram-se no dia 2!) .: ;
lesta c lado 85 re -
No dia :',.) ,;, mesan 85.
HORTALIOADE DO DU I) I Mi:
I/ai- -I Mana da Cono
anuos, phtysica.
Francisco Jos Je Vedas, bran :o, viui
nos, eryspela.
Jos Levarinli >, branro,
lo.
Jos, branco. 18 d ni ..-
Antonio Carsalino, branco,
gastro intente.
Juliana Cesar, preta, soltcii
pela.
- iIospitm. de easioDDk. r,

algum que se entrega ao cabacinho od s terri- j mona, 81 mulberes n
' gero, 1 homem escravo, t >lal I l.
Na totalidade dos doentes cu-
los, sendo :n> mulhcrcs c T hora
Foram \ sitad as M
giio Piulo s 7 lunas or-.
Coinmunicados
No anno do 1858 publiquei urna .
bilissimas garrafadas de que lazera ura nso vul-
girissimo. Especifico contra as mordeduras de
cobra, A poucos dias um cabocolo dono de um
cao estimado por ser gran le cacador foi inordJo
no l'ocinho por una famosa cascavcl, a cabe a
do animal tornou-so monstruosa, combaleara, e pelo Dr. Dorio las s S I101.1- !
delava quantidadu de baba ; o dono vendo oes-
lado do pobre eo recorre una raz piza-a c
d a beber urna s dose, foi bstanle para Ihe
procurar um somuo salular, e no outro dia pela
manila moslrava sua pericia matando ura coe-
lho, o tal cabocolo promelteu-me de trazerme
o especilico, eu desenliaren a plaa fielmente o titulo Memoria historia
ao natural, e remetier-ihe-he, perguntar-me- ro Pernambucano, e na arteem-iu
bao; ser cfficaz no Iiomeni como c no cao? cer- religiosos carmelitas apresenlei o padre Fr. :
lamento e o.razoo clara ; eeila: se a raz tem dro do Sacramento, licesciado
apropriedadedaneutraiisaro virus,ouillimina-le iialuraes pela Univorsidade de Coimbra
e se a inloxicaco lem lugar por cu"clo do veno- nascido era Pernambuco.
no levado a circulaeo, e se uo animal como' Agora porm lendo a obra dr Sr. Dr. .1. M
no ente racional o processo epera-se pela mes- Pereira da Silva.Os varoes tllusl -
ma forma, clarissiino que o antidoto obra lao | publicado em 1858, deparei no
ellieaz no cao como no iiomera, dahi... res non graphico do oruo 2J a 8336 Pr. I
verba, nada mais fcil do que convencer-so pe- dro, era quo seu autor diz. __1; do
la experiencia e se assim for, ser urna das mais Sacramenlo nascido em 172 no H. iro ;
foidislincto naturalista, c grande botnico etc.
Esto engao Inz por eeito dous prajwzos ; n
uteis descubertas feitas be 111 da humanidade.
Enlrou de cruzar no dia 2'J tarde o brigue
escuna Xing, sem ter encontrado indicio algum primeiro atl'ecla de pierio minlia pe pen 1 obra
de contrabando "
de Africanos.
--------------------- -----------------nHWV ...-----...-----r,-------. ,--------------------^ ^. >, J't I .\J ......* |>. |>. .1 1 ll|.|,
na cosa, nem do desembarque I ja citada, dexaudo vacillanie ao le lor, q.i con-
Na Seba de Sanio Aleixo fez este frontando-a com a dos Varoes llluslies do l'.;
navio exercicio de arlilharia com bala razaeouca
ao alvo.
Honlem sahio para o sul o vapor Camara-
gibe com o 1." lente ajudante da capitana do
porlo para soccorrer urna galera americana car-
regada de caf, quoeucalhou em Coruripe, segun-
do nos iii'orniaiain.
--- ESTVriSTICV CURIOSA SOBRB V MOUTALIDAriE
LiTTKiiAHi.v.lira um peridico inglez lernos que
de 1,000 livros publicados, 000 nunca pagara o
preco da impresso, etc., 200 justamente do
liara isso, 100 deixam um pequeo pnjvcilo, e
somonte 100 do ura ganho apreciavel. Oestes
l.O livros. 650 sao esquecidos no fim do anno,
e 150 mais no lira da tres annos ; somonte 50
sobreviveui selo anuos a sua publicidade. De
50.O0 publicacoes saludas luz no XVII, ape-
nas 50 adquiran! grande repulaeao e sao reira-
pressas.
De 80,000 obras publicadas no XVIII seculo, a
posteridade lem smentu salvado do olvido o
formar necessariamenlo um juizo desfai
das Biograplnas as mesmas cont.
do lira a Pernambuco uraa Ja; si cc-
clesiasticas.
O padre Fr. Leandro do Sacramanto natural
da cidade do Recite, Gibo legitima i J t% Fcr-
roira da Silva e de Thereza de Jetas,
bem conhecida, professando a regn da re
carmelitana no convento do Recif-, no am
1798, leudo 19 anuos do idade, sege-M quo
nasccu em 1779, e nio em 1761 Fallece
mais de 20 anuos, na corte do Rio de Ja;
ainda exislem pessoas que bem o r inheceram, c
prenles bem prximos nesta cidade. N
cirio eslao os seus coetneos os Lmiis. e |
Srs. bispo conde capello-riir, e Ir. 1'
bispo de Crysopoles, comeanheiro que loi de
claustro, os quaes podero all&rsobre sua nalu-
ralidadc.
Tambera no referido suppleraento biographico
dos Varoes lUustres do Brasil, a o.ias 27, Je-


DIARIO DE PERNAMBUCO. TEKCA FFIRA 31 DE JANEIRO DE ?85n.

(8)
pare! outro engao, que de D. Thomaz da
Efiearnai-ao, naseido na Baha, o que fui bispo
cm Portugal.
Na minha citada Memoria, declaro, tratando
dos bispos do Pernambuco, aquello D. Thomaz
da Eucaiiincao Costa c Lima, bispa de Pernam-
bu~o, confirmado por bulas ue Clemente XIV, de
18 de abra de 1774; e que fallecendo ein Guin-
da no anuo de 17S4, foi inhumado na respectiva
calhedral. Nem o livro de Memorias do Cabido
de Olioda, nem as Memorias Histricas de Mon-
senhor Pizarra ; a Historia Ecclesiastica de Per-
nambueo. pelo Dr. Maris; e nem a Synopsis do
general Abreu o Lima, tratando dc^so prelado,
nada dizcm que elle fosse bispo etu Portugal ; e
somenle de Pernanibuco.
Pedindo venia ao illuslrado autor dos Varos
Illustres do Drasil, aprsenlo esta explicaban,
lini de salvar o que disse as referidas biogra-
phias, partj integrante das Memorias Histrica o
Eioiaphica do Clero Pernambucano.
l'r. Lino do Monte Carmello Luna.
Variedades.
Latro-inasa.
L-sc no Droit, do Pars :
Ha urna hura o un quarto da tarde do dia 16,
o sargento liaros, e o gendarme Knobloeh, con-
duziam a Ncuilly una preso para conlronla^ao.
Sa estrada imperial, a 200 metros da Casa Ra ti-
ca viran) um ajuutamento de militas pessoas.
Informaram-so do motivo o soiiberam que um
individuo mullo bem vestido, que Mr. Alhanasio
Mauraille recebera por condescendencia no seu
carro, lhc roubara algum dinlieiro, o saltando
abaixo do carro rugir destilada, porm anda
co longe se a.
O sargento niandou o gendarme e:n persegui-
ciio do fugitivo, cm quanto que elle ficou de guar-
da uo prest. O gendarme parti a galope, po-
rin nao vio tiingucm : o fugitivo linha desappa-
tecido.
n sargento soubo da gente que eslava reunida,
que por aquelles sitios havia caminhos subter-
rneos oiu ruinas, e acompauhado de militas
pessoas da localidade, com archotes, penetraran!
tos subterrneos, onde depois de tongas hoscas
acabaiam inrdescobrir o ladran escondido n'tim
sitio onde s se poda pendrar engatiuhando.
Foi agrralo e conduzido pura a prisao do quar-
lel da gendirniaria, cm Nauterre.
Esl individuo eslava limito bem vestido, e
.'lando o apalparan, acltaram-lhe ouro, notas
do banco, o facturas e papis comroerciaes, que
fizeram conhecer que eile era Mr. X...., commer-
ciante decoreaes do bairro dos Mercados, era Pa-
ris. A insignificante somata que liona roubado
nao era nada eni coinparacao do diuheiro pro-
priamente seo que trazia comsigo, c o seu procc-
oiment nao podia explicar-sc seuio por urna
singular monomana.
Mr. X.... perguntouo deslino que lhc queram
dar, e respondern] que d'alli a duas horas o
ui.'m buscar para o conduzir peranle o comrais-
sario da polica. Bem respondeu elle, cu vos
espera. Quando voltaram reconheceram que all
se linha enforcado, enrolando o lenco em forma
de corda, o prendendo-o a um dos ferros da
grade. linha cessado do viver.
SYMPATHIAS POSTHUMAS.
O da di execuco do capito Brown, foi um
da de loto publico e do inanifcstacoes religiosas
em qoasi todas as cdades dos estados livres da
' lio americana. Na Philadelphia houve um
grande meeling, cm que se pronunciaran) muitos
discursos e se fez urna subscripciio a beneficio da
mulher e dos Qlhos do suppliciado. liin Boston,
Plymoutli e Now-Bodiort, dobraram os sinos,
ira Alliaui todo o dia se deram tiros de pera, de
minuto em minuto. Era MassachussetU a'lguns
membrosda cantara do senado propozeram que
ti >--'. a sessio e so volasse urna declnracao
de symp libia.
A prorosta fui rcgeitadi por urna insignificante
niaioria.
lira Pcrtland, um grande numero de cidadlos
appareccram as roas cora fumos nos bracos e
nos chapeos.
Em Menlreal e muitas cidadesdo Canad hou-
Bcios religiosos. No New-IIampshirro, cm
ManchesTor, o povo amotiuou-se, para que o
sino do Hetel-do-Volles dobrasse a Uados, o
que inuito costo o mairc pftde impedir. Em
S ( -V irk houve ceremouas religiosas nasegro-
> i- presbylerianas, puritanas e inelholisla?. A
tnaia imponente fui a de Purilan-Vnivertalist-
Society, onde se reuni um numeroso auditorio,
em oraqo,tlesde as y da manha a'. ao meio
dia, lo nando successivamcntc a patarra miitos
ministros do culto, para pronunciar o anathema
contra a escravtdao e seus defensores, e para ler I
os ila escriplura, entro outras o martyrio
de Santo listevao, que foi comparado a morle do
Browi.
o athaude que encerrava o cadver do deigra-
gado Brown chegou New-York a 4 de dexem-
bro acompauhado da sua corajosa viuva o de
qualro ou cinco amigos que a nao abandonaran
um momento, e seguio logo para Albany, diri-
g ii do-se pequea aldeia que servir de re-
acia habitual familia Brown. A ceremonia
ve lugar, sen) a menor demonstrarlo e
com o maior socego, segundo os desejos do sup-
ido. O niaire de Boston ofteroceu-se para
teceber os restos moraos de Drowti com todas
as honras que se prestara aos morios Ilustres, e
anda que a sua \iuva recusou ; mas'islo nao li-
rou c valora osla manifesta-ao abolicionista.
tem S'do, por assim dizer, assigualada pela im-
portancia liada aos muios do substituir a tuz do
diapelas luzes arliuciaes.
A chamma dos cavaros, dos ramos seceos, do?
Pitos de arvores resinosas, a que primeiro se soc-
correram para se nlluraiar, seguiram-se oulros
ineios de comboslo miis lenta, e mais regular
das materias gordas e oleosas.
Foi s por lins do seculo XVI que cm Franca
se fabricaran) as primereas velas de cera, coin
cera prominente da citado de Bougia (Algeria.)
e foi dahi que veo a estas volas o nome do bu-
gias. No lira do ultimo seculo, fecundo em in-
ventos ulcis,Arganl o Quinquel substituirn) os
candieiros de globo s antigs alampadas. Al
183!), a i) tumi naca o por meio da combuslo de
materias gordas reduzia-se & antiga bugia e
vela de cebo. A chymica veio enlao em auxilio
desta industria, e MM. Chevreul e Gay-l.ussac
crearan) era Franca as volas de slearina, que pa-
ra a illumnacao nao linha as impcrfeic.ocs dos
oulros mcios at enlao conhocidos.
Ao mesiiio lempo que se aperfeigoara a illu-
mioacao aporfeicoavam-so os objectos que para
o seu uso servan, foruecendo assim a illumi-
ineo themas inetgotareis phanlisia da arte.
Entro os Romanos poneos objectos haviam lao
elegantes como os chimados candelabros, qoe
sorviam de suporte as alampadas que elles usa-
ram. A maior parle dos que lera apparecido as
ruinas de Herciilanom o Pompcia sao de bronzo,
o de infinita varlodade. Os candelabros empre-
gados nos templos dos Romanos eran no geral
de onro, engastados de pedias preciosas.
Como so ve, em todas as pocas os povos pro-
o prova indubilavente o seu nome de Lara, e
deixou synagoga hcspanhola de Londres, que
urna das triis importantes, 4 milhes do rea-
les.
A CIVH.ISAC-A'O NA CHINA.
Para que se faca urna ideia da civilisaco dos
chins, que rauila gente suppoo como um povo
dcil, feliz cora a cultura da seda e do cha, o li-
mitando a sua ambiguo a beijar a sandalia dos
grandes, leia-se o seguinte fragmento de urna
obra intitulada a Europa perante a China, em
que sen autor Mr. Gray, diz o seguinte :
. Era Cantn, fira da cidado murada, para a
parle do bairro que fica ao sul seguindo ao lon-
go o rio, acha-se urna ra atulhala do immun ii-
cies, como a maior parle das ras otrlnezas, e co-
nliecida pelos europeos pelo nome de campo dos
Oleiro3. E' ah qoe o torrivel Yeh vin^iva am
sens prisionoiros os numerosos revezes do exer-
cito imperial. Ue distancia cm distancia collo-
earara-se cruzes de madeira ; prendiam-se a el-
las os rebeldes, c corlavara-nos em pelaros ;
algumas vezes esfolavam-nos vivos. Assim pe-
recou, por uma'ordera expressa do vice-rei,
a mulher de um dos chefes do movimento, o era
tal a destreza dos cfraseos, que segundo o tes-
lemunho de alguns inglozes que presenciaran
este horroroso supplicio, ella lirava-lho urna
parte de seu lerror. Para o commum dos raarty-
res, procedia-sc mais simplesrasnle ; de oulra
surte o lempo leria falla lo, por mais habis que
fossem os exocutores. Os condemnados choga-
v.vn em gaiolas de madeira, com as raaos presas
curaram nao somonte o lado til des objectos I alraz das cosas, e cadeas as pernas. Postas
que serviam parasen uso, mas tambera quize-' as giiolas em Ierra, abriam-nas e despejavam-as.
rain torna-Ios ntei
lo los os netos possiveis de decorar;
Um jornal francez Iraz islo a proposito das no-
vas velas da fabrica Chichy, que sao ornadas
cura flores, emblemas, firmas, brazes, etc., ele,
d'una perfeirao artstica nraravilhosa.
vis vista, erabellezanio-03 por I Depois os desgranados eram poslos do joelhos e
lossivcis de docoracao. em linha, e um criado corra a lileira, apoiando
OS LAC03 DOS MAflltOQl'INOS.
Os lagos que, ; imitac.io dos ludios da Ameri-
ca do Sul, usara os Mouros de Marrocos, na guer-
ra, consis'.cm u'uma rorda do canhamo, da gros-
suia d'um dedo* de 7 8 varas de extensao.
Em urna das ponas, lera urna az.i que serve
para fazer um n corrodico, e na oulra pona
tem um gancho de ferro lisio lago, que mais
peculiar da cavaliaria do que da infantaria, tem
dous lins : um apanliare iniraigo para o ar-
raatar fura Jo alcance do fogo, edecapita-lo de-
pois a salvo ; e o outro c tirar do campo da ba-
tallia os companheros morios ou feridos, para
curar osles o sepultar aquelles.
Depois que alirara o la.:o, correm desfilada
no cavailo rabe, arras'taulo por penhascos o
brenhas o infeliz prisiOR'eiro, meio enforcado e
horrivulmente mutilado.
dem com casca.....
dem branco novo.....
dem mascavado dem .
Azeite de mamona ....
dem de mendoD) e de coco.
Bolacha fina. ......
dem grossa......
Caf em grao bom.....arroba
dem dem restolho .
dem dem com casca .
dem moide......
Carne secca......
Carvao de madeira .
Cera de carnauba cm pao .
den dem em velas. .
Charutos bous......cento
dem ordinarios......
dem regala.......
Chires........
Cocos seceos.......
Gouros de boi salgados .
dem dem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra Curtidos .
dem de onca......
Doscc de calda......
dem de Guiaba .....
dem seceos
Espanadores grandes. .
dem pequeos. .....
Esleirs de prepon ....
EstOUpa nacional.....
Farinha de araruta ....
dem de mandioca ....
Feijiio.........
Fumo em folha bom ....
dem dem ordinario ....
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem dem ordinario. ; .
a nao sobre a cabeca do cada um delles para
que ella casscc.m boa posico. Ouando as vic-
timas estaran proniptas, hasteava-se a bandeira
da morle, e a este simples signal, sem que se
dsse orJein alguraa, no meio do mais profundo
silencio, ouvia-se urna rpida successo de gol-
pes surdos c pesados. Os rarrascos vestidos de
blusas vermelhas, cobertos do um diadema de
cobre, comecavam a sua obra. Nunca era pre-
ciso dar dous golpes : a um s rolava a cabeca
immcdialamente sobre o solo; s de vez em
quando era preciso mudar de culello, qoe se cn-
lortava. Conlavam-se tres segundos para ac- Gomma polvUho
bar um rebelde, e cinco minutos a tres, para I Ipecacanhua. .
ejecutarcem. O que leyava mais lempo era ti- \ Len]|a cm a(.kas d
rar os cadveres que se lancavam em giosseiros
esquiles semprc folios d'aii'cmao, urna boa parto
dos quaes era de ordinario roubada pelos exocu-
tores. Calcando um pouco um s baslava para
dous.
Eis ah fica esborada a famosa civilisaco da
China.
(Commercio do Porto.]
es
PRINCIPE INDIO.
No dia 22 do corrento chegon Madrid, pelo
caminho'de ferro do Mediterrneo, um principe
indio que veui implorara me para com a rainha de Inglaterra, afirn de que
hesejam cnlrpgues os estados de que foi dos-
pojado. Diz um jornal uespanhol, queS.A. In-
dia, cujo nome ignora, 6 de pequea estatura e
parece ler i) anuos de idade. Tem cor de co-
bre, barba comprda e um olhar vi.o c pene-
trante. E' acompauhado por alguus dos seus
prenles, c entre elles por um (Uno, segundo se j
jutga, joven de 2J araos, de bella presenra.
Trazem magnificas equipagens.
Foram recebidos por urna guarda de honra na
eslarao do caminho de ferro, para cora aqual
mostraram a sua afl'abilidadj, bem como para
cora todas as pessoas que, allrahidas pela curio-
sidade, se agrupavam para examinar os seustra-
jos orientaos.
DAS VEZES NOIVA.
Midemoisclle X...., iilha d'um operario d'uma
fabrica de seda em Lyon, era ha lempos amada
por um chapelleiro, a quera corresponda, mis
do qual seus pas nao gostavan por ter pouca
forl ina. Como estes preferam ura sapateiro
bem eslabolecido, e que linha algum diuheiro,
apresenlaram-no sua Iilha, que, por con-
des :end"um cora seus pas, nao se alreveu
a pronunciar-s rasgadamente contra as suas
volitados. As bodas foram D xa das para odia
8 lo me* do dezembro lindo. No meio do
arlar mademoiselle X....., que linha at all s-
ipparenlo alegra, pretextando nina
indisposicao, subi para o seu quarto no quinto
and ir. ''jiois d- ler escripto urna carta de des
la 1 seos pas, calafelou cuidadosamente
as fendas das potlas e janellas, accendeu
-.;m fugareiro, que collocou peno da cama, e,
assantada em urna cadera, esperou cuidadosa-
; a morle. O noivo, como notasso a sua
falla, manifestou alguus receios, que foram par-
tilhados pelo pai e pela ni. Adquirindo lodos
a conviccao do que X.... eslava do seu quar-
rara dentro a porta e a enconlraram
Grabas aos medicamentos enr-
gicos, conseguirn livra-la do perigo.
_0 inestre sapateiro desisti das suas preli.ra-
111 preseugt da recusa formal que coutiuha
;i carta de mademoiselle X....
N domingo seguinte leu-se j o primeiro pro-
Qie com o chapelleiro.
O P.E! DOS ROS.
riplor dos Estados-Unidos d a segulii-
e ili'scriprao poeticii do rio Mississipi :
Percorre 3,100 railhas ou 4,51)0, comprehen-
drndo o Missouri A sua profuudiJade media
1 sua nascenle do lago ItasUa, 110 Mimeso-
11, al a: golpho mexicano de 50 pos, e a sua
largura de neia milita. As suas aguas levara ura
mi / d viagem da sua origen sua. foz. O valor
lotal dos paquetes que navegan) nos~Mississipi o
- 1- c .unientes passa de 60J,OUO:000 dt dollars.
<> seu numero nao inferior a 1,500 ; que 6 o
dobro da esquadra a vapor de Inglaterra e nu-
mero (goal ao que poden ter todas as oulras na-
- do inundo reunidas.
OMississipi banha tima rea de 1,200:000 mi-
Ihas qnadradas, esparo justamente denominado o
jardira do globo. Recebe urna mulldao de con-
fluentes, dos quaes o menor mais extenso que
os ros notaras dos maiores imperios.
A orla das suas aguas podia servir de cintura
a toda a Europa, e dar anda um rio maior que o
Senna a cada nagn. Engulle todos os anuos um
valor maior que a cifra do ornamento de mitos
nos Estados; e rolaum volume d'agua.na
indi I ad da qual a catiieJral de S.Paulo
podia ser submergida e perder-se de vista. Lau-
ra n'uin auno mais agua no mar do que o Tibro
durante cinco secnlos. Absorvc cincoenta ros
que nao lera neme, se hora que cada ura soja
maior que o Tamisa.
Absnrvena lodas as aguas do Danubio, sem que
m suas sirhissem una braca do sen nivel ordi-
nario 11 11 Pessin, a 2,5uX) do mar, podiam anco-
rar reunidas, e sera perigo, todas as esquadras
do mundo. Banha psprais de doze poderosos Es-
lados, e entre seus bracos ha anda lugar para
utais vin'e.
RSSIA.
Os scguinles d ido; extrahidos dos documentos
officiaes da comraissao central] de estalistica na
Rossia parece-nos uierccercm a allengo dos nos-
sos leilores.
A Rossia da Europa comprehendendo a Finlan-
dia (6,373 leguas quadradasLe a Polonia (23,020
leguas qnadradas), eslcude;ulo-se sobre nm espa-
do de 94,740 leguas geographicas quadradas, isto
, mais de melado da oxtenso lotal da Europa
(182,512) leguas quad radas.)
Ha que accrescentar na Asia, Caucaso (4,725
leguas qriadradas] c a Sillera (237,503 leguas
qnadradas) ; e na America o territorio da cora-
panhia russo-americana 17,500 leguas quadra-
aaa; que fnzen um total de 3D-J, 103 leguas qua-
das ou o qi Iruplo da Europa nao russa.
Dos governos o territorios em que so divido o
imperio ha sote de m ior extensa) que a Franca
(9,615 leguas qnadradas) e s quatro menores
que a Blgica (ti2 leguas qnadradas .
Baslava quo a llussia fosse simpesmenlc po-
voada como a Turqua, a Grecia ou Portugal
|(1,500 habitantes por legua quaJrada) para que
pole.se conter559 milhoes d'almas duas c meia
vezes mais que o lotal da populagao europea
de liojc nao russa. Vinte governos ou territo-
rios tem menos de 800 habitantes por legua qua-
drada, de/.e esliio entro 800 e 1,000,27 entro
1,000 e 2,000, e smente 6 que tem miis de
2,000 habitantes por legua quadrada, formando
um total de 71,:J)0.000 almas, ou aproximada-
mente- o dobro da populacao da Franca 011 da
Austria, e osla populacao augmenta de m mo-
do qinsi normal na proporcao de 1 por 100 ao
auno, demaneiraque em 185 poderia contar com
urna populacao de 88 milhes e cora a de 110
milhoes do habitantes no lira do seculo ac-
tual.
A
na. it rm.uiiiuuii .->. reiersourgo o termo m
dio de 53,50 por 10), no de Moscow 27.50
100, nos de Lherson, Taurida e Bessarabia so-
bre o mar-Negro de 2). 30,18, 40, e 17, 8 por
10 I, e nos oulros o termo medio 6 de 9 por 100.
Conlan-se era tola a Russia 078 cidades, 13G0
povoacoes que gozara de cortos privilegios ur-
banos, c 3)5,439 aldeas ou povoacoes ru-
raes.
O numero do commcrciantes de 55,000, um
Pablicacos a pedido.
Copia Illm. Sr. Francisco de Pretas Gam-
bpa.Met bom amigo.Parabens a X. S. e a
essa provincia, imprensa Pernambucana e a
mim ; a V. S. por ver lao rico fructo da sua lida
humanitaria ; a provincia porque nao repulsa a
luz que niaos amigas lhc eslao offereccnlo ; ao
jornalismo Pernambucano porque mos'.ra-se li-
beral no assurnplo em que mais importa que o
soja na instruceao publica; finalmente a mim,
por.pie coadjuva lo nos meus esforcos por esses
redactores sisudos e patriticos, favoneado por
tal varaocomo o Exn, presidente da provincia
e comprehendido j, segundo presumo e gracas
as perseverantes demoiisiraeocs do V. S. c ava-
llado con justica pelos cavalheiros de merecida
afluencia na localidade, posso j prometter-mo
que anda quando nenhum outro ponto do im-
perio livesse entendido a imniensa valia da in-
novacao proposla, bastava Pernambuco para com
o seu excraplo lhe assegurar futuros prsperos,
duradourose universaes. Adeus, raeu caro se-
nhor, continu senipre a dar-me noticias suas e
creia mu deveras na sinceridade com que me
assigno. De V. S. admirador, amig) e criado
obrigadissimo.
Antonio Feliano de Caalilho.
ALFANDF.GA.
Rendimento do dia la2S
dem do dia 30 ... .
859 454J753
6.97i369
dem dem pequeas. .
dem em toros......
Uadeiras cedro laboas de forro.
Louro pranches de 2 cuslados
Cosladmho. ...'...
Coslailo....... .
Forro.........
Soalho........
Varas aguilliadas.....
dem quiriz...... .
Virnhtco pranches de dous
cuslados.......
dem idein rustadinho de dito
dem laboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 11/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuacs
dem idem de forro ....
dem dem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra p is.....
dem idem rodas de dita para
dil is........
Mel.........
I Hilho.........
Pedras de amolar. ....
dem de filtrar......
dem reb ilos......
! Piassava cm mullios ....
Sabo.........
Salsa porrilha......
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta [meio] .
Tapioca........
l.'nhas de boi ..'....
Vinagre,........
alqueire 3$500
arroba 4jJ35Q
29700
caada SOO
23560
arroba 7$000
3J840
arroba 6g500
4g000
5g000
9!600
6J000
2^000
ogooo
12$000
cento SfSOO
100
35000
. 5gU00
32O0
libra 280
400
175
um 300
10$000
libra 500
4G
IgOOO
um 33200
1300O
urna 300
arroba 1J600
3g000
alqueire 2$560
alqueire 63000
arroba I JOIMI
9300
7$000
103000
6g000
33200
arroba 35$000
cenlo 23511U
136OO
12$000
urna 33000
um ogooo
urna 6$000
80OO

IJOOO
20240
1$600
um a i$ooo
113000
453000
i> 16^000
W<\y 10
1 .
Xingd, commandanle o primeiro lente J. N.
da Cunha.
Navios sahidos no mesmo dia.
AracatyHate brasileiro Sergipann, capiio
lleinique Jos Vieira da Silva, carga vanos
gneros.
demHiate brasileiro Vnveweinel, capiio Jos
Joaquini Alvos da Silva, carga varios gneros.
HavanaPolaca hcspanhola Postorceta, capito
Pnntalco K-irlen, com a mesma carga que
Irouxe do Bucnos-Ayres, suspendeu do la-
marao.
Editaes,
escriptorioda rua da Cadcia do Reefe, primare
n lar n. 28.
Para Lisboa
segu com toda a brevidade, por ter a maior par-
te da carga prompla, o patacho portugMl ilnr.a
Ignez, capiio Antn:> Ji<: da Itorha, rere
carga a frele : quem no mrsnvi qui/er carr*gv.
poderj e;itender-se com Basto Lomos, ra d
Trapiciie n. 17.
O Illm. Sr. inspector da IheSouraria pro-
vincial, em rumpriraenlo da ordem do Exra. Sr.
presidente da provincia de85 do corrente, man-
da fazer publico que a arremalaco dos empe-
dramentos entre os marcos oilo a diz, e de/ a doze
mil bracas da estrada da Victoria, Bcou transfe-
rida para o dia 1. de fevereiro prximo vindourn.
E para c< nstai inandou aixar o presente e
publicar pelo Diaria.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 20 de Janeiro de 1860.U secretario,
A. F. d'.lnnunciai'in
O Dr. Antonio Wilruvio Pinlo Bandeira e Accio-
le de Vasconcellos, juiz municipal snpplenle
em exercicio da segunda vara ncsla cidado do
Recife e seu termo por S.-SI. o Imperador que
Dos guarde etc.
b'aco saber aos quo o presente virem ou doli
noticia ti vero m que pela polica foram aprehen-
didos 16 carneiros que andavam vagan lo p las
estradas seni dono, os quaes se acharo 7 deposi-
tados em poder do preto Jos esrraro do arre-
matante da bar reir do Manguinhoe 9 em poder
do inspector de quaiieiro do Campo Verde, Jus-
liniano Cavalcanti de Albuquerque Mello. Quem
se julgar cora direilo aos referidos carneiros
compareca ueste juzo dentro do prazo de 15
di is a contar d' boje, com sua recia mar o lega-
lisada e findo o duo prazo scro os prelitos car-
neiros considerados bens do evento, e como tal
vendidos em basta publica na forma do \< illa-
mento provincial de 10 do 1 de 1858 ar-
tigo 1."
E para que chegue a noticia do lodo3 i quem
interessar possa mandei pa3sar o presente que
se publicar pelo jornal depois do publica
auixado no lugar do costil me.
Dadoepassado ncsla cidade do B ib o
signa! esello doslo juizo ou valha sem sello ex-
clusa aos 30 de Janeiro de 1860. F.u Pn
Ignacio de Atthayde, escrvio o escreviAntonia
Wilruvio Pinto Bandeira e Accioii de Va
cello*.
[
I '',:

caada 2i0
alqueire 2J5O0
urna 800
90000
13280
um 200
libra 120
arroba 25$000
I030OO
urna .Vi 10
arroba :;- n
3300
pipa
KOVIMENTODA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas
c cot gneros
Voluntes sahidos cem fazendas .
c c com gneros .
844
355
r= 509
COtl) :
coin 0
60
113

populacao urbana c respectivamente peque-
. No gobern de S. Pelersbnrgo o termo me-
por
por cada 1,16) habitantes, cora ura capital pou-
co superior a 3S.U0J contos de ruis ; o movi-
mento cominercial sobe a 9o),00J conloa de
res.
A produeco das fabricas c manufacturas nao
passa de 163,000 contos, porm desde S'J lera
augmentado uns i! por 100
A LUZ ARTIFIJIAL.
A marcha das sociedades para
civtliaajio
OS JL'OEUS EM MARROCOS.
l:n jornal de Madrid, fallando desta raca, diz
o seguinte :
lodos os israellas de Marrocos, que se tem
refugiado na Pennsula, fallara o hespaultol. Isto
pnr cerlo nao de eslranhar.
Da mesma sorieqne era Jerusalm, Constanti-
nopla, Widdin, Jamaica, Londres e oulros inui-
los pontos, o israelita de raca hcspanhola tem
conservado com tenacidade icrivel os costuraos
do pan, quo nindd considera seu, os nomes o o
idioma que detle Icvou.
Ao v-or esles milhoes de seres humanos da
I nossa ra a espelhados por tolo o globo, c que
ainda conservara, alravez de iantos seclos,
apego antiga patria, concebe-se (oda a magni-
tude do fado de sua expulso e o inmenso va-
cuo que deixou em Flespanha.
Comprebende-se como, desde que se rommet-
leu aquelle acto de suicidio icrivel c sen oxem-
plo, a nao ser o da expulso dos hespanhoes ri-
cos pelos mexicanos independentes, a nossa po-
pulacao e a nossa riqueza fossem minguando ra-
pidamente, sem que nada podesso conter o dcs-
fallcciraento nacional, at triste poca de Car-
los o enfeilicado.
Tambera admissivel que essa rara lo iulel-
ligente, activa e laboriosa, cm que ha lanos ca-
pitalistas de primeira ordem, e tantos pobres
tambera, mas nem um s mendigo nao conserva
para cora a Hespanha, apnsar das perseguirles
que tem soffrido, mais do que senlirnentos de
amor e sympatliia.
Basta ser hespanhol para encontrar amigos e
irmos cnlre os judos da raga hcspanhola em
paizes es'.rangeiros.
0 estado da Pennsula interessa-nos vivamen-
te Cseriam muitissimos os que nao podessem
resistir leutac5o de. voltar ai seu seio no dia
em que so lhe abrisseiu as portas.
1 -ini Londres ha urna ra inleira exclusiva-
mente oceupada pelos judos da rnca hcspanho-
la, uns commcrciantes, oulros artistas. To-
dos elles fallara hespanhol com algumas pala-
vras singulares e acecnto cslranho, c ainda que
sao inglezes, e sabera por conseguiute o inglez,
o hespanhol o o nico idioma que usara entro si
e em todas as suas relacocs domesticas.
Os nomes hespanhoes Peres, Garcia, Rodr-
guez e oulros muitos, sao os que ainda conser-
vara estes verdadeiros hespanhoes. convertidos,
pela nossa errada poltica, cm subditos inglezes
e fonlesde prosperidade para essepaiz.
Na semana paseada morreu em Cantorbcry
uma senhora isr.-.olita da rare hcspanhola. como
Descarregarr. hoie 31 do Janeiro.
Briguc hanoveriaooMirandao resto.
Bngue francezParalabafazendas.
l!ligue mglezCaberfughidem.
Brigue hainburguez Esperanceferro c carvao.
IIligue dinamarqusGeresidem.
Brigue inglezCtemenl ferro c carvao.
Barca inglezaMiran laidem.
Barca ingleza Bonita fazendas.
Barca inglezaFavoritaferro e carvao.
Barca inglezaCrowncarvao.
CONSULADO GERAL.
fleudimento do dia la 28. .
Idem do dia 30.....
7197IJ245
3:921*223
758956!
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 28.
dem do da 30 ,
4:3225138
35J62
______;___Doblos
4:357g800
DESPACHOS DE EXPORTAQAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA C1DADS NO DIA
30 DE JANEIRO DE 1860.
Liverpool Barca ingleza Isabella Ridley, S.
Brothers & C. 1,950 saceos assucar niasca-
vaio.
BallimoreBrigue americano J. C. Goals, W.
Forster i C, 700 saceos assucar mascavado.
BostonPatacho americano Slorrers, Ilenry,
Forster c C, 600 saceos assucar mascavado.
Porto por LisboaBarca portugueza Formosa,
Mauoel Ignacio de Oliveira & Filho, 420 saceos
assucar braceo.
l'orlo Brigue porluguez Amalia I, Tiburcio
N. <\ Ward, 174 saceos assucar branco e 26 di-
tos dito mascavado; Jos Antonio da Cunha &
Irmos, 350saceos assucar bramo e 375 dilos
dito mascavado.
Rio da Prala Barca hespanhoia Chrislina,
Aranaga Hijo & C, 23 pipas agurdenle.
Rio da PralaPolaca hespauliola Pr.ratoiics,
A. Irmos, 430 barricas assucar branco.
Rio da Prata Patacho hespanhol Wollumina,'
Amorim Irmos, 100 barricas assucar branco e
150 ditas dilo mascavado.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 28. 2C.532929
dem do dia 3)...... 433 23
REVISTA COMMERCIAL
Entraran), procedentes desle porio :
No do Rio, a 8, a barca Clementina,
das de viagem ; a 10, o brigue Velos,
dias ; a 11, o brigue inslez Grey IJound, com S :
o patacho Julio, cora S.
No da Baha, a 1-, o brigue belga Emma, com
5 dias de viagem ; a 14, a barca americana /7o-
i. cora 3 ; a 25, o briguc inglez Phanton,
Sahiram, para este porto :
Do do Rio, a 8, a barca fraeceza Moni Bearn ;
a 10, s barca ingleza Chasse ; a 11, a barca in-
gleza Eagle, e o brigue dinamarqus Ernes'ina;
a 15, OS brigues .Vacia Isabel e Uamito ; a 15, a
barca ingleza Light Brigade ; a 19, o brigue
hamburguez Rosalinde, e a barca Jason.
Do da Baha, a 18, 0 brigue inglez Millieent.
Achara-se carga :
No Ro, as barcas incita C Marianna, e o
brigue Bella Mara, com escala pela Baha.
a Babia, a sumaca Ilortencla o o palhabole
Dous Amigos
Babia, 26 de Janeiro de 186:.
Cambios e metaes.
Londres 60 e 90 ds.2 1/4 e 25 d.
Paris 380 a 390 rs.
Hamburgo 730 a 740 m. b.
Lisboa 120 a 125 por cento.
hespanhoes313 a 32-500.
da patria 3UO0O.
Peras de 6gl00 volhas179400.
de -ii lti*200.
Soberanos10^500.
Pataces brasileiros2J100.
hespanhoes2)100.
ni'-xicanos2-000.
MovimeModoDorto,
26:971352
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dial a 28. 78-243^969
dem do dia 30.....
oujimojnfj 1a Eisiifl c ir O 0 t: 1-1^1- 0 r. -3 2 5 O O ES
y> c 2 P 0 g jmuojD/in rgggSS*
< jiai/ua^/fj | SgSS* > -a 0
3 0 -i 'jniunosjj # 00 TI -^ ?l "W ~i ni i i?1 .3^ -w ^1 ^i - -:
U opnjBttmo | 2!^S'f: 1 Cll^lWW 0 c -o "a 3
a S 3 O H ^ M > '3pDpiSU)UJ 0 0 R ~ -es
0 < S* > si Bd Ji 35 O on5o3J\(j S ft A *. t/1 CJ (T, Cf
'My'fsowjy 9 i a l-C =J 0 2SB .
:crc
COMPANIIIA PER DE
i\avegacao coslti a vapor
(i vapor Pcrsinuiiju, coramanlante Mam
Joaquim Lobato, segu para os p irlos d sul do
sua escala no da ]".de fevereiro [utaro ,'is Ti lo-
ras da tarde, e recebe carga alee dia 3
rente ao meio dia, acompanhada coin 1 ompe
lentes despachos O connecimentos, e os Ircti-
seto pagos na gerencia.
Leiloes.
DE
Mantciga ingleza
Terca-fcira 31 di ewrtite.
O ACEXTF.
m
^i
RBSrrrrzTPTZT .tcttjs 'i.'w. ; jl.j ".^wrw

a '
far leilo na porta da al onla ; -
co de quen perlencei | i bar i
ingleza dos fabr'n antes 1
a qual se vender a pr
1 dos compradores qu
pon!".
Correio geral.
MclacSo das carias segnra3 viudas do sul
vapor O'J'tpuck, para OS
rados :
Angelo Miiniz de Oliveira Serpa
Candida Mara Plorinda Gardin.
Francisco Xavier rlc S.
' is : M .: /:.. .los Dru
J '/amo Barroso d>- Mello.
Joaquim de Oliveira e Sooza.
Manuel Fernandos de Albuquerque Helio.
Jos Cimba Jnior
los I ra. isco '
Secretaria da Losiruccilo

Ilenry Forster & C. c rn ti
brirca americana uWilli n i Hem
capito liiii rrcl, cora a ti r ir 10
)^j_ pretor da alian I la i
i
Mica do Perriambuco 30 de terT2 d.Vffta PV :;i!i"".,:
va. da re ridttbarc.i d
janCirOUe lolJll. rric. s de arinha pouco mais -ou
Pelo presente se fas publico que achando-?r nos, a qual se ada pi >m i par rva-
vaga a cadena de* invinieran elementar do 1 '
grao da treguezia de Poco da Panella, por falle- ^eg-'-r visto l t l >.*O os re par ri.ii
cimento do respectivo pfofi'ssor; est'i marcado o este fim, podeodo OS Sis. n ni i
praio de30 dias a contar da dala desle. nara a .,,:... ._ ,i >
Inscripcoeprocessodehabilil ;ao los c-pp-osi- examinar com toda atten^ao do an-
lores, de conformidade con as inslruccoes de 11 ooradouro era *iue e BClia: texta-feti
o de fevereiro do ISti.) aa porta a m-
dojiinho do anuo prximo passa lo.o si
rio interino, Salvador Benrique de Alb
A directora das obras militai i fa-
er dous biombos no Inspilal militar, \\-\<\ <'. < u
leservico se qutzer encarregar compareca na
mesma directora nos dias 31 de Janeiro, i* c 2
de fevereiro das lo horas da manha em diaute
para tratar o respeito. Directora das obras mi-
li! i res de Pernambuco 30 de Janeiro de 1860.O
amanuense, Joan Monleiro de Andrade Malvina.
Cttii^sllto administrativo.
O c: b Iministrativo, para forneciment(
do arsenal de guerra, (em do i s ob-
jectos seguintes :
Para o 0.' halalhao de infantaria.
r.'l grvalas de sola de lustre : D'J mantas de
I a a.
Para o ~. halalhao de infantaria destacado na
procin.cid sociaco commcreial as 11 horas ei i
Hiiudezas, \^v\\\ i
quinqullhcriaseic
Va/. & Leal tarao leilao p >r iotet
cao do agente Hyppolito da SiK- .
um completo sorttment de miud km ,-
outras muitas azen las [ ie si i i
2 bules de ou.a; 12 chicaras o pires ; 23 ti- desnecejsaria annunciar, < para este i-
jellas pequeas de louga; 25 pralos rasos; 25 COiividao: a todos OS Setli am
ditos fundes; 4 copo.- de vidro para agua ; 2 narcerem SPxta-fiira 3 '.('/,..
lnleiros de vidro para as enfermarias; meia wrccerem 5 l[.' lc: ''- ,l '-'' '
arroba de lineo era len?ol: chita 120 covados. : "' armazem sito oa ra d i C
Para a fortaleza do Brum. Recife n. 9. a< 1 0 horas cm por, < j
Livro em branco de papel paulado de 250 fo-
Ihas com 1! pollegadas do comprimento e 10 de
largura 1 ; ps de ferro 2; pennas 25; caive-
te I ; brelas, macos 0.
Quem quizer vender (aos objectos apres
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do consclho s 10 horas da manhaa do dia 3 de
fevereiro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 27 de
Hyppolrtoda Silva tara' leil
conta e risco de que n pertencer de ca
2:988|865
81:2J0;3
Paula dos precos dos princi paesgene-
ros e produccocs nacionacs,
que se despacham pzla mesa do consu-
lado na semana de
30 de Janeiro a A de fevereiro de 1660.-
Aguardente alcpol ou espirito
de aguldente..... caada
dem caxaca.......
dem de cana...... >,
dem genebra ......
dem idem....... botija
dem licor....... caad i
dem idem....... garrafa
dem resillada e do reino caada
Algodo em plurha 1.a sovte arroba
dem idem 2." dita ...
dem idem 3." dita
dem em enroco..... >,
Arroz pilado....... arroba
Navios entrados no dia 20.
Itio de Janeiro e porlos intermedios5 dias e 21
horas e do ultimo porto 12 horas, vapor na-
cional Oyapock, commandanle o segundo te-
nente Francisco Ferreira tlorgcs.
Bucnos-Ayres 30 dias, polaca hcspanhola Pas-
torcita, do 13 toneladas, capitn Pantaleo
Martin, eqnipagem 11, carga 2,713 quintaos
hespanhoes de carne ; a Saund"rs Brothers
4C,
Montevideo30 dias, alera friiircza Xanpa, de
368 toneladas, capiio Luiz Laine, eqnipagem
16; carga 97 mullas e cavallos : a Tisset Frc-
re & C.
Rio de Janeiro21 dias, brigue brmense .4/6n-
tras, de 239 loncHada*, capito Gaspar Men-
nen, eqiiipagera 9, era lastro ; ao capito.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grand* do SulBrigue brasileiro D. Af capito Manoel Antonio Marques, carga assu-
car.
2i0 Uio de JaneiroPatacho brasileiro Capuam ca-
(j^q! P'ao Francisco Luir de Souza Jnior, carga
aon assucar e raas genero?.
I AracatyHiato brasileiro .1 racnty, capiio Joo
Ilenriquc de Alme.ida, carga differenles gne-
ros.
HavreBriguc francez 7'imor, cajiflo Russoll,
carga a mesma que Irouxe do Rio de Ja-
neiro.
.Yitrio entrado no dia 30.
Do cruzeiroBrigue escuna de guor.v na.
Janeiro de 1860.Bento .lose Lamenha Lias, co- vis com sabio inglez, ditas con CO"
ronel presidente.-fVai.cisco Joaqmm Pereira ditas com velas stearina?,
/.o6o, coronel vogal secretario inltnuo. ,.,.'
champagne e barris com maatei NOVO Banco de PernambuCO. ceza: quarta-eira l de fevereiro <1
O novo banco de Pernambuco reco-M^^a* ^ horas em ponto, no arioa-
llie as notas de sita eraissao de 10jJ e de ze,n t!o Annes deronte da porta d l-
20^, epede aos possuidores das mesmai fendega.
o favor de as virem trocar no seu cs-
criptorio, das 11 botas da manhSa ;,:
as 2 da tarde.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que os Irinta das Ulcis para o pagana li-
to a bocea do cofre dos impostes de 4 por ceir, I
sobre diversos eslabelecimenlos de 40$ sobre ca-
sas de modas, de perfumaras e de vend r pl-
vora, e de 20,5 sobre casas de joco de buhar re
latiros ao anuo financeiro de 1839 a 1860 ->e prin-
', cipiama conlar do da 16 de janeiio rorrenle
' lindo os quaes Qcam incursos na mulla de tru~
por cenlo os que pagarem depois desse prazo.
.Mesa do consulado provincial de Peraambucc
11 de Janeiro de 1860.Antonio Carneiro Macha-
do Rios, administrador. A requerimento do de
INSPECQ.IO DO ARSENAL DE MAR IMHA. ,__. fl. v 1V ,f
Tendodo continuar no bairro deSonlo Auto- '"assa fa,,lda d, E ",valt ? P "
nio a cnnstrucc.o dolango do caes entre a ponle c''o do Exm. Sr. Dr. juiz especial J>
provisoria c o outro lauco jeito do lado do tl a- j commercio, o referido'arante i
tro publico, convida o Sr. inspector nos que i -,- i- ,
queiram lomar a si essa obra a apresentarem se eni 'eiluo publico pelas u horas d l
ncsla secretaria com as suas propostas em carias nliaa, na casa do meaci mado 1.1
fechadas no da 13 do nez prximo, pelas 11 ho-|rua a0 Tramclien 2,1 ni nlertr***.
ras da manha, em que lera lugar o contrato: li ^
sendo que as condicoes concernenles a feitura tantes do bllanto a que se 'roceJen. a
da mesma obra, co respectivo orgamenlo eslao saber:
patentes tiesta secretario para quem antes do con-
trato precise consulta-Ios.
Iuspcccjio do arsenal de marinha de Pernam-
buco, em 25 de Janeiro de 1860.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
I
Terca e quarta-feira.
PELO AGEN 1 I"
m
G00
360
400
6 SO!
720
SJI200
7$200
6^200
2goro
ajnoo
Avisos martimos.
Para o Porto.
Vai sahir por estes dias para a cidade do Porto
o brigue porluguez Promplido 11, forrado c
encavilhado da cobre, do primeira marcha o pri-
meira classe, por ter seu carrfgamenta quasi
completo ; para o resto e passageiros, para os
quaes lem escolenles coramodos, Irata-se con:
Elias Jos dos Santos Andrade & C, ra da Ma;
dre de Dos n- 32, ou com o capito.
Porto e Lisboa.
Sabe com brevidade a barca porlupuera (For-
mosa, capito Joaquim Francisco l'inhero, re-
cebe carga e passageiros, para o que lem magn-
ficos commodos : quera quizer carregar ou ir de
passagem, trate cora o capito na pra;a, ou com
os consignatarios Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, no largo do Corpo Sanio.
Para o Aracaty.
O hiate F.xalacio segu impreterivelmcute
oa seguinte semana : para o restante de seu car-
[rrgimeulo, Irala-secom Gurgol Irma"?, no seu
Terc-a-feira 31 do corrente.
Expora' a' venda os seguate ob-
jectos :
Movis comprelicn.IunJo c .Jeita?, fo-
fas, mesas, qu?dros, estantes, CMB I,
carteiras, lavatorios, appara I
guarda-ronpas, toiletes, mesa elc-sli-
ca, guarda-loucat, conobs, toooa-
dores, cabides, comsnodas, codv.
lar.ternas, candieiros de una e duas
luzes, crystaes, noparelhos de cita",
relogios, bcrnlteiras, apparellics
metal e muitos outros objectos de or-
nato e serventa domestica : asfim co-
mo Um e\et L-!!e esrravo.
Quarta-feira 1- do fevereiro.
Oilereeera' a' concnrrectia das lii t-
tantes o seguinte :
LTm completo e variado soitimento de
ferragens finas e grossas, cutilnrias.
miudezas, cobertores de la, bietas.
armamento, vidros. e assim tambera
a armaeo do armazem e mais per-
tences do mesmo c do cscriptorio
TT


(*)
lAMi) "DE PERNAM6ltf:. VEfigA FEIRA 31 D^ JANKfi bfe 860.
U
A 31 do corrente.
Hundcison, capilo da galera in-
gleza Accrtnton, vinda de Liverpool,
'ara' l.ilao.com nutorisaco do lila). Sr.
inspector da alfandega, por intervencuo
do preposto do agente Oliveira e corita
erisco de quem pertenec' de 100 barri-
cas farinlia de trigo, 13 ditas bolacha,
6 saceos dita, 2 dilos com arroz, 34
caixai passas e outros artigos de inanti
ment man ou menos avariados a. bor-
do da dita galera: terca-(eir 31 do
Corrate, as 11 horas da manliaa, n'um
dos armazens da ilfandcpa.
Deposito de papel para
impresso.
Na typograpliia deste diarioacha-se
estabelecido um deposito de papel de
ditfcrente* formatos, para impress5o,
que se ve sim como seu propietario contrata o
ibineciinenso regular do que se precisar
mentalmente.
Pilulas
Vegelo-depuralivas
Ahueak da jitovincia.
Sabio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o corrente auno de
Estas pilulas, sondo nicamente compostas I
PELO AGENTE
ObacliarelWlTRUVIO tcm de puros vegeiaes eolhidos nos campos e matas
da provincia de S. Paulo, j fono analysadas
pelo Sr. liiienne Lagarde no Correio Paulis-
lano ondesahiram algnmas publicacoes a res-
peito das virtudes e eflicacia desie maravilloso,
medicamento, ehojese acho assaz conhecidas
pelas innmeras curas que com ellas se tem
oblido, tornndose un remedio sempre til e
necessario, especialmente nos Inga res onde nao
houvereni medicse forem ecassos os recursos
da medicina.
Sendo o f;;n principal desle pilulas purificar
a massa do nagua, zjual .ser a creatura que
o sen cscriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 da ra Nova,
cuja entrada pela Gamboa do
Carino.
Jos Soares de Azcvcdo,
professor tleliagua e litera-
tura nacional no Gyunasio
desta cidade, tem aberto cm
sua casa,praca de D.Pedro H,n. I ****** ** a propra conservado, dr-
17 ... l~ ,.. i i l)reanJo Km medicamento nue, mesmo em esia-
>/,SCgUndoandar,UmCUrSOde|dodesaude, cuncorre para a Loa nutricio da
PllILOSOPH.l,eOUlrodeLl.\GOA:e*slenciaefI"o sempre um preventivo de
Quarta-feira 1-de fevereiro. Francez*. As pessoas que ^fejES^S^W
agente cima rara' Icilao por or-; SCjarem CSUldar lima OUOlltra geni a impuresa do sanguo.
dem de Joaquimde Usos Baptista, de dcstas disciplinas, nodciil di- Assiro, jolganM fcwom granle sorvicoa
la/.enda armnrao e dividas existentes ,.(rr Cn o n,lini,l 1 "umanidade aconolliamlo o uso destas pilulas,
na loja da pobreza Hcfronte do oitao dol "SC MllUiaa I CSlUCUCia e indicaremos os diTerestcs modos Por que se
Li va ment n. 2, as 10 horas em ponto. \ '1 mailllfia at 'lS ) IlOraS, O ,l,tVem ellas usar> segundo o estado das pessoas
de tarde a qualquer hora.
O agente Pestaa continua n oslar aulorisado
eommissao liquidataria da extincta socieda-
de de liaeio o lecidos de algodao pira vender o
reatante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prelcndeiitcs pudem dirigir ao armazein da
ra do Vigarion. 11, a qualquer hora do da a
ntender-se com o dito agente.
temen le
AVISOS
diversos.
Precisarse alugar urna escrava (pie
cosinbe, compre e taca todo o servico
menos i-nipmmar; de tima Casa de pe- :" RaD8l n. 59.
quena familia : na ruada Cadeia n. 13
segundo andar.
Uu/p-se ii m sitio na Torre, com
bons boramodos e baixa de capim : a
tratar no sitio do conselbeiro Jos liento
na ponte de Uchoa.
Alaria Cuneiro de Souza Lacerda
Vilia-sccca, scientiflca aos paes de suas
altimnas e a quem eonvier, que se ada- j
ra' no exercicio do seu magisterio no!
-a 6 do lev re i ro do corrente anuo.
minen lacSo a policia, ca pitaes de
campo, e inestres de qualquer em-
b are; rao.
i1 sapparoeeu nu furtaram no sabbado. 28 do
i rente, pelas 9 horas d > dia, o osera i o Manoel,
. com id ilii i!c l anuos, pouco mais ou
monos, com bastantes pannos pelo rosto, levou
- ido eamisa de madapolao, cal d<; riscadi-
h i azul, chapeo do Chille j velho ; ha l ida a
probabilidadfl que tonlia sido seduzido ou furta-
irque tendo viudo para osla cidade ,1o en-
i Bath, frejue?.ia do Una, e nao lendo co-
imento e noni sabendo camtnho algum, por
i-so se ji'.'i i '. lo fiiitrlo, pele que se roga
iaes i' i -1 i rn ilo mesmo es-
r n ilicia, o apprchendam c o levema
11 nova do Santa Rita, a entregar a Vicenta li-
li ido.
Deposito gera.
Ra do Porto n. 119, perto da carioca Rio
: de Janeiro.
A gradec ment,
: Inilnm-tco do fijado e estomago.
Eu abaixb assignado atiesto que padecendo
minha senhora de inllamacao de ligado e esto-
; mago por milito lerr.po, e sempre tratada, ul-
trocam-se, compram-se evendem-se escraros de tt,a,lM*te8e Ihe addicionou ao seu traiamento
;mii1.os os sexos, de todas as dados o coros com allopaihico (com permisso do medico assistanle)
lias o lodo esle negocio so a applicaco das a chapas medicina es do Sr.
"a Ricardo Riik. com escriptorio na ra do Parto
n. 119, ea doente se resUbelceu inteiramente,
faz uso das cimpas do mesmo ouior para o ligado
ou esiomago, sempre como coadjuvanie do tra-
: lamento allopaihico a que se submetle, e vai ti-
rando prefini resultado.
O que redro verdade, e o juro.
Collegio nacional em S. Chrisiovao, Rio de
Janeiro Joaquim S.ibino Pinto Ribeiro
Reconheeida verdadeira a assignaiura supra pe-
:io tabelio l.uiz Rodrigues Pires da Costa.
Cura completa
oqualsevende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico o
civil:
Noticiados principaesesta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, rcis e presidentes.
Aenco.
de inglez.
L.Sm^t ?ssi8n^ O loja de pintor M ra.-
dalmperatnzn.7a, faz scientc ao resp.,'r.,:
lis
ao
imagen*
do fll~-:n'
; publico que tendo muil
: fregue/es para encarnar, j fazem para mais -,
' o.^a U,* annos e "a PoJodo o artista m.is
| esperar faz scientc aos seus donos para praca-
Enns Broce participa ao publico dcs.a cidade ni V^ASS^if^tXu^
que teto aborto um curso da dita lingua em sua das para pagamento dasdeaiesa. fe?iSZ"
casa, todas as no.tes, desde as 7 horas ateas 8, tas imagen. Recite 2:1 den^ro"^*.
a 5S por mez por cada alumno : na ra do Quei-
mado n. 20, primeiro andar.
Aula de meninas.
No dia 30 do jan.uro do corrente anno se acha-
ra aberla na ra Direiia n. 54 a aula de enino
Manuel Ignaeio de Oliveira Mmri* .
Alugam-sc duas negras, urna para lodo o
serviro, e outra unicamerite para <> aerrien m-
tCHio de casa de urna familia h inesla : a "iraiar
na na do I.ivramcnto n. JO.
beira de Sanio Antonio. No mesmo Sia se anre- 2J'SfcJ*--- ^*. *
Attenco.
sentar um regulameto interno da'nlelma'aTa" '
Vende-so ui
ni carrinho de 4 rodas de puchar !
com lioi. para eanvgar gneros ; veode-se mais \
primentoelravedetouro;KeTM serrato- turer. d'*^ "V" "e moiuU e
. Resu mo dos impostes ge- tUSZXgZ ^-WftE S ^ fe *=W SE
raes,provuciaes,municipaes!S:!;M;f^:-f(1'
e poiiciaes.
Tiinl i 1 *edo-se mol para embarque
1 abolla dos emolumentos Kmo*" 6-
I -i'-.nM l i. V i? '. ,:"""10 "1 r"a da Irnpcratrizii.il,
e Santa Rito, defronte da rio piompla a desempenhar lod i e
' "' i balhu que diz respeilo a .sua arte ;
Vndese
queijos superioresa 2*200, maniciga inglezaa
faz debaixode toda siueeridadu
numero (!C
Precisa-se de un menino de 12 a 15 annos,
nacional ou estrangeiro, para caixeiro : na ra
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, lilterarios
de toda a provincia.
Associar-es commerciaes, i>rim<-\ vmUTSU"do^meihor^cn
n^riool-w inihifilmoao i:*^ n ercadoa2j240a libra, azeite doce francez
loIlC01dS, UlflUSLUUCS, llttera- W rs. a garrafa, batatas a 60 rs. a libra na
riase particulares.
Estabelecimentos fabris, n-
duslriaes e commerciaes de
(odas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougnes, enge-
nhos, etc., etc.
qualquer
. pretine lasn-
bem a seus fiegnezcs .-m parlicular, quo tf'ora em
dianlc ella oslar pronipla a evecutar qual i
obra, assegurando-lhcs que nao ha altera io nos
precos,
Precisa-se de ama ama que tenha basa :
lepara criar nin menino J,- i mezee qoea
tiver neslas etrcumslanciaa, dirja-aa aira
Hindicao de Sanio \maro, ailio que vi de M
Fructuoso da.Silva.
Iravcssa da ra das Cruzes n. 6.
Compra-seabobra e nidia para doce
ra da Scnzala Nova n 30.
labolt
9 bliiiTC,
Wl lUillfl
Precisa-se de um preto para andar com
Doleiro com fazendas, paga-se do alugnel 30a
Serve elle de guia ao com-\ttUr&SSB2^
mereante, agricultor, mari-1 D5-sc5og.qiICID ,pre8entar na rua da Ga.
limo e emliin para todas as iad0?ecife n-25-umaci,rlacom ^^'aspes-
- i ii 80M ass'Kadas. que se obrigam a dar cor! i
CiaSSCS (la SOCiedade. quantia para citas despezas, cuja caria escrip-
Os abaizo assignados.para commodidade do ila B Manoel Bibdro da Cu,,ha Oliveira.
respeitavel publico, procuraram e conseguiram '
estabelecer em diversos pontos desta cidade a
vendagem dos ferros econmicos de flele Draki
pelos meamos precos por que tem vendiio'no
~~ j d" a,,/""lI'ro do anno pasta I a <>i-
gio da casa do abai.xo assignado um i
crioulo de nome Marcoliuo, oficial de altl
com os signat-s s.-guinlcs : pelo da edr,
corpo regular, anda calcado qaeas o p -.ir n i
elle livor noticia, leve a rua da Aaaun i
fronte da abobada da Penha, sobr
dares, aonde mora o lllrn. Sr. Francisco Jos
uuarie Gamas30,que ser recompemtde
na dulle iiv,
Vcnde-sc o pavilhio da praca de l. Pedro II
no estado em que se acl.a : a"tratar
Imperador n. 6.
na rua do
DA
ib
O Sr. thesoureiro manda azet pu-
blico que se acham a venda todos os das
da manhSa as 8 da noite,
seu estabelecimenlo d rua da Imperairizn 10
isto .de 12 porapparell.o completo, que cons-
a de terro.fole e descanco. Esta maravlha d'ar-
le americana c
E barato que ad-
mira !!!
Xa loja da n
Vende-se urna mulata moca, bonita I
e sera achaque algum : na c: i
na que volta para a rua do Imperador.
I ugio co .aba i io asignado, no di.i |<8 lo
crreme da Serra Negra, o seu escravo de i
Sevenno, crioulo, baizo, grnsso, beicos
tem eabeca de tres quinas, foi encontrado i dita
ua ponte provisoria do Recite, dizendoque eslava
Madre de Dos n :0 A, ven-; vendido; inga-sea lodaa as autoridades poH.
a*.
encao.
Perden-se um chapeo do Chyll (inn para enan-
ca, domingo 29 do corrente js ;l s lil horas da
oilc, desde a esquina do boceo do Poixe Frilo
al a rua do Cabug : qiiem o liver adiado c qui-
zcr restituir ao seu rerdadeiro dono na rua o-
va n. 10, loja de fazendas do Sr. Vieira e Pinto.
" (no Pirar inuilo agradecido o se gratificar a
; ssoa que o levar a dita loja.
No dia 'J de Janeiro do corre ni fugio o
preto Justino, crioulo, pode ler de idade :) a :!5
anuos, corpo regular, levou lo smenle serou-
Jas o um panno amarrado na siniura servindo de
avental, pois eslava trabalhando na reGuaco da
rua Imperial, pertcoce a Jos Franco de Lima,
morador na rua Diieita, rccooimenda-se a poli-
cia, aos capiles de campo e aos pedestres de o
eaplu irao paleo do Carino a Narciso Jo-
si i procurador do dito Lima que graii-
.' ara.
'cima mencionadas se acham bilhetes
de numerario sortidns a vontade dos
compradores.
Thesouraria das loteras 27 de Ja-
neiro de 1SG0.O escrivao. J. M. da
! Cruz.
Desappareceu
do urna letrada quantia'de 2:0005. sacada p
I .icodoro do Lar
Cara complcla
Sem rcssuanlo nem eneoraiuoi
Tnlainarao do baeo e es-
rua do Queimado n. 1 i, dem do Sr. Jos Podii-
I gues 1-erreira : rua Diraita n. 72. idem do Sr
<.! eboares Piulo CoVreia; rua da Praii n. 28
, dem do Sr. Custodio Manuel do llagalhcs ; rua
I da Praia n. i, idem do Sr. Pedro Jos da Costa
! Castello I'.ianco ; rua do Lirramento n. 36, idem
I do Sr. Joao Antonio deMacedo; rua da Santa
uavia minio lampo que urna escrava minha ln,/- ^. idem do Sr. Luiz Moreira da Silva e
> poder do abaixo assigna- soffra Jo inllamancao do baco e estomago I ":i rua da Imr>erniriz. idem dos abaixo sssignados
f7pr | llnymundo Carlos Leite & Irmo.
Precisa-se de um criado para tratar de dous
l o mago.
comnirndailur Luiz Gomes Ferreira, no!
Jlondcgo, ser generosamente recompensado. II
, Desappareceu de casa deseo senhor, no dia | J-rftlI II"ltl\.Icl
22 de Janeiro ao meio dia, o escravo Ivo. do na- .V rua n;r;i. r. j i
kao Costa, representa ler 40 annos. poaea maisL 're'.'a "' 6' vende-se ""
ou menn?, bem rallante, quando quer fallar mais Pr,melra qualidade a 6*0 ris t libra a elU
j depressa gagueja um pouco : quem o pegar, le-
vc-o rua do Collegio, casa de seu senhor, que
ficando debilitada impossLilii"ondo-a de ,
l.ioodoro do Lago, c aceita por .los Joa.inim nualnuer serviro *nZnAn .....c An i ~" ret'lsa-s, dc ul" criado para Halar de dous
Das Fernandos Filho. a vencer em 17 de feve- c '' sers.co solTrendo muit&s dores e alem cavallos, e que enlenda alguma cousa de bolea,
rciro prximo futuro, rujo Lago deu-a e:n pa- "ISS0 cansa. oendo-lhe ininislrado lodosos prercrindo-Se se for rapaz .- na rua estreita do
remedios intilmente ; como ultimo recurso re- Rosa.rio '^> na loja de charutos, se dir quem
Bdicinses do Sr. Ricardo Kirk preci!a
ga monto ao abaixo assiguado por
um silio que Ihe fez em lleberib.
compra de
roga-se a corri as chapas me
C lilhcrmt
ia.
Augusto Ricardo, regressa para
Ausentou-se da i asa Je seu senhor o escra-
vo Agapilo, mulato, no dia sabbado, s 6 horas
rde, c consti que esta trabalhando como jr-
renle na obra que se est fazendo :i i rua do
I, pertencente ao Sr Manoel de So iza Ta-
-, o qoal tem os signaos seguinles : baixo,
> do c rno. pern is arq i ondas, b .. i
que ser generosamente gratificado visto nada'? azenJo a suPPuraCao muitos humores, 9\V'vl.\i cARAniT **LF^
ulilisar a pessoa que a achou, em razao de j brevemente ?enlio viiveis melhoras, e no fim de \ --^t--.,..-,^ Af --
scrgralilicado.
mmm%
a
com as
humores,
v. no fim de
i r^rTwT,a,'-C- PRccife 28 -Ta-TfottodrrafS^^ Planto, reconhecmo eu o
com otaria, que tcm barro e porto muito porto merercc,mea'o das ditas ch-pas, e dando Ibes o :
mais de oito ceios arroredos de fructo, viveiros) soa deVJo P'eco, fago a presente declaracaol
gado, e baixa para capim : na rua para sMisfacio do seu ulor. -- inionio Ma- I
.ln Imperalaiz n -17, ;." andar.
Aluga-se a melade de urna casa no bairro
do llecifc a alguma Benhora viuva ou pc*soa ca-
paz : a tratar na rua Ncva n. 53.
Precisa-sede urna ama forra, honesta, para
mar n coser, paga-se' 20$ niensaes na
rua Nova n. .!i.
noel Sodr, rua do Conde n. 20, Rio de Ja-
neiro.
( Consultas todos os das, das 9 horas da ma-
nha as 2 da tarde. )
A directora da sociedade das Artes Mecha-
StihhoI m i-i-:-;, c .,. --. ... "''.'as '-'beraes manda fazer scientc que se
Je HS^J8S^'" P3" J R' I ua'sd0S',C da '5 d COrreB, a'"
OiT
> a qualquer soldado, rapltao de campo
si es; lambem se proles'a contra qualquer
pessoa que o tonha oceulto, ulilisaudo-se dos
serviros
Na rua Velha n. 61, so precisa alugar urna
ama.
V i di i 2C de Janeiro corrente fugio da casa
inoel An! mi dosPassos Oliveira, residente
Vpipucos, o seu escravo Uanocl, crioulo,
lodo Marnnhao para esta provincia, aonde
lid los Srs. Adriano \ Castro, o qual
m os signaos seguinles : ;i!io, seeco, edr fula
n minias marca de bexigas, folla muito pan-
ni e coziiiheirn, representa ler dc 20
i 22 annos de idade : roga-se as autoridades po-
pedestres e capiles de campo a appre-
i do dito molcque, e sua entrega ua rua d j
-'i, lujan. 12. no nos Apipucos.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pra-
le laberna e que de fiador de sua conduela,
em : na laberna da rua do Kos
Boa-Vista u. ").
Q PILULAS UEGETAES
ASSUCARADAS
KM
NEW-YORK.
Forte,pede o especial favor a q>
soubcr on le.existe o seu lii
O MF.I.HOR REMEDIO CONHECIDO
Vende-se cemento bronco e ocio, em barrica
o a relalho, por barato proco ; no armazem de
materiaes da rua do Imperador n. 17, e ludo
mais pertencenlc a pedreiro.
Para o carnaval.
Na nn do Cabug, loja de fazendas finas n. 8,
do Almeda& Burgos, vendem-se vclbutinas cor
de carmizim, verde, azul ferrete, claro, roxo,
cor de rosa e preto, de boa qualidade, que bem
assemclha-se com o verdadeird velludo, a neo
de 720 cadacovado : existo muitas oulras fazen-
das proprias para apromplarcm-se os masca-
rados.
Manoel Pantano, subdito hespanhol, reiira-
I se para Macei.
= Segunda vez roga-se ao Sr. Francisco Ma-
noel dos Passos Cuellio, de drigir-sc a olaria da
rua do Mondrgo, ou mandar,
Attenco.
antes que se acabe.
Raridade.
Vende-se um cxcellente mulato d.: 1^ n
rnuilo bonita figura, com principio de offici
ferreiro : na rua do Queimado n. J2, !
Rap.
Na roa larga do Rosario, paseando a botii
Sr. Rariholomcii, asegunda loja de miudei
40, ha para vender rap pripceza Rocha, o
fresco, dito de Lisboa para oitavas, dito ?:
dito lino, diio meio gross i, dil i mei
rolao francez.
[ualqucr pessoa que : r^ / infao tln f /-#ii //-, ~ jM' C,0'i''"afol'!s'l>:"Cf. ictericia, ajf.-crdes do fondo,
o Jos Lopes Fer- yvCo ttC / / ll/L ( ^.' (**? febres biliosas, clicas, uidigestoci.en.vaquecas.
reir de Mello, que Ihe participe, porque tendu M ^J., Hemorrhoidas, diarrhea.docnras da
ha poucosmozes estado de caixeiro om urna taber-
nanos Apipucos, delta se retirou e tem andado
porGoianna, e oulros lugares sem arranjo algum ^ j,-. j|'
1
pitillO. pelle, rupcCes.e todas as enfermidades,
adcmoisclle Clemence de Ilannetot *g provexiextes no kstado impuro do sanle.
eiTeitode urna alienado menli
por
so pede sse favor a quem souber delle para
mandar procurar.
anneville continua 'a dar licoes de
i:
0 manjar p
Vicente Lorenso, subdito hespanhol, reti-
ra-se para o llio de Janeiro.
Precisa-se de urna ana forra que
e que saiba Iralar de um doente
francez e piano na cidade c nos rrabal-
des : na rua da Cruz n. 9, segundo andar.
iaa aa&iga Asa^ss. *.-^.assa imtinr

*&M
do Rangol n. 11, segundo andar.
cozinhe
: na rua
Trovador.
Rua larga do Rosario n. 46.
75,000 caias deste euioiucurisoumiein-so an
nualmente 1
Remedio la natiircz.
m (la ultima moda.
Vende-so bibis recentemenlc < *"
gjg (chapeos de senhora psrapasseio] no se- jtp
t^ gundo andar do sobrado da esquina da
1 jgi roa do Queimado por cima da loja do Sr. S
S '/'t'"'1'1. entrada pelo beeco do I
1 OTrc e-se ata rapaz coca pratica :lc \
ria e laberna quero o mesmo pretender, d
Nos Alegados, no domingo 29 de Janeiro cor- ja-so ao paleo da Sania Cruz o. 6,
reme, barer sorvele na rua do Motecolombo, I Praia n. J-.
e a rua .:
Prcciso.
Precisa-se
commendaao como o mais valioso catrtico te-
gclal do lodos os conliccidos. Sendo oslas pilulas
pu-amente vegetaes, nao contera ellas nenhi
Curso particular de lingua
i.^. V.H. i j "i i vcnc"o mercurial nem algum oulro mineral;
loain da piSftuil^a^S^"""^0 q""*' M,5tf bem att"'Ji^"^^ em calas de folha pa^
to anno da laculdade de Direto, professor de raresguardar-se da homidade.
lingua fnnreza, provrsionado pelo governo da
. provincia, faz scienle ao publico o com especia-
I lidade aos pais dos seos discpulos, que no dia
i deste hotel tora-se esmerado em \l ulfJITESJL-" ?-,C-RS--8-U':0es do.cul'so lea-^: o flheto que acompanha cada caia.pelo
casa n. 73, onde existo urna bandeira verde de \
signal, para a bella rapazeada refrescar, e oulras!
mais bebidas. Precisa-se tomar a premio s ibre b; | ll i
recto fechado a venda, dinheiro sobre mu I
escravinho de l snnos
seis me7cs : quera quizer fazer este neg io, an-
do urna mullierde bons coslumes, que d Oadi r nuncie sua morada pora ser
de sua conducta, para lomar coala de urna casa | guc na rua estreita do Rosario, arn
de pouca familia : quem esliver nessas circums-jque ihe dirao quem pro
Approvado pela faculdade dc medicina, e re- tandas, dirija-se a rua do Imperador n. 10 boii-
ca, queso dn a quem precisa, >:- ..-<. 9 ; -.
. '
_ D-so dinheiro a juros cm pequeas por- ?; Varejo, professor publico do t* gi
Qes, sob penhores de ouro ou praia : na rua de instrue^o elem-nlar, as he
Hurlas n. 12^, a qualquer hora da dia. lee iona as disciplinas que :
| sive calligrapbia, aia la mean >
Sao agradaveis ao paladar, seguras e eficaze
i era sua operacao, e um remedio poderoso para a
' juvenlude, puberdade e vclhice.
j.,, ", ....." -""* v iii-ac eaiuerauo em .( i;,..,,,, f,.,.,. ', -- ---------," "" i c,,": "'"iiieiu que acompanna caaa caiva,pelo
S rcforma-lo para ..elle cnconlrarem todas as com- h ?,,? ,. u W1 'tge m CaSa dc 8Ua l'u;,lsc licar conhecendo as multas curas milagro-
ano da t modidades. nao s as pessoas desla praca. mas resiaen. ,UJ da Icnhi n. 11. sas quotem effectuado. 1). T Lanman & Kemp,
especialmente aquellas que viercm, quer" do con- (ilirSO (I O nFPhlPn fl*mtt aior>"bis por atacado em Nova York, sao os uui-
1 ira iufalliveimente toda a quoliJado de go-
i as recentes ou chronicas em menos de 7
lia-: vende >e r, ;jj o Irasco : na praca da Indo-
lencia n. 22.
Attenco.
Roga-se a todas as pessoas que icaram deven-
!,) no deposito de massas linas do paleo do T>r-
0 n 23, boje laberna, que tratera de pagar suas
amias, que se achan autorisados os Srs. Cu-
nha & Percira para receber, do coulrario serao
nadas pelo Diaria
Attenco.
*
VeiiJa-se um casal de eseravinbos, sendo um
nnleque de ti annos o urna negrinha dc 5, muilo
bonitas pecas, proprios para um mimo : a tratar,
na rua Imperial n. 59. confronte ao vireiro do
Moni/..
Vende-se urna rica toalha de labyrintho, to-
da abarla de Pftrellas, propria para baptisado,
por preco muito coiatModo : ri taberna da rua
das razes a. 20
Iro da provincia, quer .as provincias vis ibas*
u mesmo encarrega-se de mandar comida para
fra, e as pessoas serao servidas do modo que
quizerem. e segundo o que se convencional
Nos domingos e dias santilicados enconlrar-sc-
ha, corno era de coslume, raao de vacca prepa-
rada com todo o esmero de um hbil cozinherro,
das 2 horas di manha em diante. Os melhores
vinbos do mercado, licores, xaropes, agurdente
de Wisliey, ele,se cncoiilrarao neste hotel.
Desappareceu da casa de seu senhor um
cabra de nome Antonio, idade de mais de 60 an-
nos, com os signaes scguin'tes : alto, retaceado
do corpo, tendo na perna direiia militas ciclri-
zes, motivado dc um formigueiro ; levou vestido
ral'.a o camisa de algodao azul ; quera o pren-
der e levar casa de seu senhor, ua rua Direita
i. 0, ser bem recompensado
Pergunta-sc ao thesoureiro da irmandade
doSantissimo da cidado da Victoria se j nao
tem a forca moral, de ser preciso a irmandade,
m vespera do Orago de Santo Antao, lendo o Se-
nhor exposio, nao se apresentar ncuhum irmiio,
e sim pessoas estranhas, e a maior parto meninos
que tomaran capa, e se tcm poder de disfazer o
comproroisso da mesma irmandade cora as suas
vaidades e hypocresia.
Os tres sachristes da trindade.
Vende-se um escravo crioulo, de idade 23
annos, pouco mais ou menos, bonita figura, sem
vicio nenhura : na rua da Praia n. 74.
Vende-se urna radeirinha em born estado,
na rua da Aurora u. 40, e na mesmacasa aluga-
se a loja: a tratar na na do CabugS, loja n. 9
IjIIPSO iO nPPnlPaf nirC droguistas por atacado em Nova York, sao os uui-
5li UKj V1 ClMI tUOi 1S>' eos fabricamos c proprietarios.
O bacharel A. R. de Tonos liandira*. profes-
or de gcograpiia o historia antiga no gymnasio
desta provim'ia, contina no ensino dos seguinles
preparatarios: rhetorica, philosophia, geogra-
phia, linguas franceza e ingleza ; na casa de sua
residencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Continua-so a preparar bandejas enfeiladas I
de diversos gostos, com bolineras dos mais pro-
curados e dos mais perfeitos do nosso mercado ; Vlt
assirn como pudins, bolos ingleses e franeczes, t0 "
da nossa massa os mais perfeilos, e lambem as ;
bellas seringas c lilhozes para o tempo do carna-
val, e urna porco de doce dccajsecco por pie- !
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio dc Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pcrrianibiico, rio armazem de drogas de J. Soum
& C, rua da Cruz n. 22.
Ccmiterio publico.
Precisa-se dc um jardineiro perito em sua ar-
a procurar o respectivo administrador.
Villa do Cabo.
O Dr. M. T. de Bithencourt Corte
Roga-se as pessoas que devem na ma da @ particulares, quem deseo prest
Cadeia de Sanio Antonio n. 15, lenbam a boQ-l A quizer utilisar dirija-se atravesaa d
iade de vir pagar o que devem ao menos os juros, 12 mo sobrado n. 1 primeiro andar, das 11 ;-
sob pena de seren chamadas de oulro modo. ( ^f horas s 2 da larde.
co commodo : procure na rua da Penha n." 2i
segundo andar, que so far negocio.
Bernardo da Cunha Teixeira, morador na
Soledade, estrada de Joo Fernandos Vieira, faz i scrvicos da sua proiissao medica a todas
publico que nao se responsabilisa por qualquer as pessoas que O queiram honrar com
divida que fmulo ou criado seu ou outra oual- < i ,
quer pessoa contraa em seu nome, pois nao tem SUa cont,an(;a i qualquer hora do da
aulorisado nenhum para isso. onda noite o encontraro nesta villa
SOUVETE NO PAVILHIO
|OA
Casa de banhos do paleo do Carmo.
Todos os dias atis das 7 s 10 horas da noite.
Ha lugar reservado para as- familias.
TaoJiem ha sorvetoitas de Tirios tarambas pira coadaecp dos SOrreest, que se pedi-
rem para lora. *- '
Simn Levy, subdito francez, retira-so pa-
ra o Rio de Janeiro a iralar de seus negocios.
Roga-se a cmara municipal de Olinda, ou
antes ao iiscal respectivo, que baja de vedar ao
rendeiro do sirio l'iindo margera do rio liebe-
ribe, para que nao contine a tapar o mesmo rio
como tem feilo, apezar das mullas que levou ;
assim pede-se que a cmara mande examinar o
grande vallado que o tal Sr. Norberlo Leal abri
dentro do capim, metiendo grande porco das
aguas do rio para dentro, de modo que prejudi-
ca a navegaeo, sera fazer caso das leis c das
autoridades, o nem das posloras addicionacs em
vigor, que segundo me lenibra al impoe a pena
de prisao aos que tal lizerem.
O abaixo assiguado thesoureiro da Sociedade
lleal, tencionando fazer sua residencia l Jos Artistas Alfaiates, convida a todos os socios
teruporaiia nesta provincia, offerece os da ""'erida sociedade para queso reunam oquan-
lo antes, afim de deliberarem sobre a continua-
i;3o ou nao coniiuuacao da mesma sociedade,
cortos de que cumprc desde j resolver esta ques-
lo, una vez que 0 abaixo assignado est dis-
posto no caso que continu n sociedade, fazer-
he doacao da quantia de que Ihe devedora a
mesma sociedade, e no caso conlrario ser ven-
dida a respectiva mobilia para seu pagamento
una vez que se nao deve continuar a pagar alu-
'-; .: : .-. > '- :.-.)
\><^ o v> v:. vi o v> .,.;.... .
Precisa-se de urna perfeila eozinlicira,
ga-se bem : na rua do Crespo n. 2, escrj
da estrada de ferro.
Prccisa-se de urna ama para o -
casa ; no armazein do Sr. Aunes, defronti d
porta da alfandega.
Compra se tima liteira: nesta ly-
pograpliia.
A\ iso.
Na noite dc 20 para 21 do corrente, ili -
rocen do silio do Sr. Joaqnim Caioeiiw, no Man-
guinho, ii m cavallo caslanho, lendo una ma! .ia
branca no p esquerdo, e com a marca O na per-
na ; portanto, pede-se a quem o livor adiado, de
leva-lo ao mesmo sitio, ou ao eacriptori
rua do Trapiche Novo n. 11, que ser beta re-
compensado.
Jos Mara da Silva Lcuios e Beato Jet
Reg reliiam-se para o Rio de Janeiro.
Na rua do Oueimado, loia n. S, desoja se
falar ao Sr Francisco da Cusa Maia.
Jos Correia de Carvalho, subdito poilc-
guez, relira-se para a provincia do Para.
O'icra precisar de um administrador
engenho, cora bstanlo pratica, e activo, dirija--1-
guel do parle de urna casa para guardar essa rao- r"ua do Livrallu;nl0 n. W, que se dir que, \
billa. Recite 27 de janeiro de 18bO.
Lauriano Jone de Darros.
Precisa-sc
CEARA.
Sahe cora rauila brevidaJe para o Cear o hia-
to Sa/ia Rita, j tem parle da carg pnropta :
alugar um preto para baler sorvetc, pagando-so
30# niensaesc comida : na rua da Cadeia do Re- para o resto Ira-se n rea do Madre' de Dees
cife o. 15, loja. Immera 1


MARIO D PERNAMBCO. jfrtCA FKIIU 31 D JaNKIM R 1860.
LI0ES PRATIC.4S
(5)
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E PB
MUTIMlflIiCJl
Ra Novan lo, segundo andar.
!I. Fonsccn de Mctleirus, escriturario da
tnesouraria de fazendadesla provincia, competen-
temente habilitado pola directora de inslrucco
publica para leccionar arllimo.tica nesta cidaile,
lera resolvido juninr, como .complemento doseu
curso pratico de. escriturario por partidas do-
aradas, o ensino de conlabilidadc especial mente
na parle relativa a redocrao de moedas ao cal-
culo de desenlos e juros simples e compostos
conheciruento ntispensavel as pessoas que de-
sejam empreaar-se no COlUOiercio ou que j se
acham nelle eslabelecidas. A aula ser aberta
no da t5 de jaueiro prximo futuro as 7 horas
da ooite ; e as pessoas q<;e desejarem malricu-
lar-se poder&o dcixarseus nomesem casa do an-
nunciaute al o mencionado dia.
L'nu pessoa que deseja muaar-se c nao tendo
adiado casa, nao teni duvida cm trocar o pri-
meiro andar do sobrado cm que mora coni oulra
pessoa que estoja as niesmas circu instancias,
amda mesmo que a troca seja por urna casa ter-
rea : a tratar na ra Velha da Roa-Vista n. 77,
I'nmeiro andar.
Precisa-se de tima ama forra ou captiva
para o servico de urna cusa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra cm objeclos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
DELICIOSAS E IM-ALI.IVEIS.
Estabelecida ern Londres
Pastilhas vegetaes tle Kemp
coatra as tambrigas
approvadas pela Exm." inspeceo do cstudo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e inais paites
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
dareis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Naocausam nau-
seosnem sonsacos debilitantes.
Teslemunho espontaneo em abone das parii-
Ilias de Kemp.
Srs. 1). T. l.anman e Kemp. Porl Byron
12 do abril do 1859. Senhores. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaram raeu filho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um cliei-
ro ftido, liuha o estomago incitado o continua
comichao no nariz, lao magro se poz, ue eu
lemia perde-lo. Ncsles rircumstancias um visi-
uho mou disse que as |iasli|has de Kemp linham
curado sita Qlha. Logo que son be dis.-o, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvoi a
vida de meu filho.
Soudo Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
__ Preparadas no scu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos propietarios D. l.anman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em lodas as bolieas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alandega n. S9.
Rabia, Germano & C, ra Jultiiun. 2.
Pcrnambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia.ua da Cruz n. -1.
EX
mm mmt.
m
*Jm
O Di\ Cosme de Sa IVreira j,X
-i^^r-'X
hhwido m w
DO Dlt. CHARLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,

DAS IMF.KXIDADES
FAHA O TIUTAIIENTO E PHHPTO CURATIVO
SXt'AES, D.X T.iDA'S AS AFFECCOES CUTNEAS, VIMS
Cilrato Xaroiir inui preferivel ao
Copah ba e as Cube-
tas, cura immedialamli-
le qualquier pwgaciO ,
relaxac&o e ricbilidade, e plmente fluxos e
flores brancas das mulhei.s. Injcccao de
Cbnitie. Esta injeii..) benign5~empret;:i-se mes-
ni" lempo do tarop de ciirato de ferro, urna vez
ile maub. e U'na vez Ue larde durante Ices diu;
til segura a cura.
T. ILTERACOKS l>0 SANCHE.
Ilrptii-utivo dcHonsuc.
\.iio|.e vr|!eial ifm mer-
curio, o nico conliecido
e aiq>rova cun ironiplid^ e radt-
msmpm
clmente toiiiigrus, pusui'as, lnr>es, rama, co-
mix-rs, acrimonia ealtoscoes viciosas do Sin-
gue; vira*! e qualquer alluao venrea. no-
dIiok nrfacraia. Tutr&o-ie dous por semana, Se-
cutado OIraiaaMRtO df|Uialivo. rtinuuln un-
tihei |iciio.i. De um tflWio maraviiluso lia af-
feces cuiaueas e comixes.
He-norroliirfaa.Pomarla que as cuaa fin 3 ilias.
O depotito na ra larga do Hsar o, botica de Hartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
I i
Aviso aos senhores de en-
geiilios.
Compra-se mol em poreo : a tratar do caes
do Ramos n 6.
= Compram-sc as sognintcs comedias: Ber-
nardo na La, o Judas era Sabbado de Aleloia,
Quem casa quer casa. Por causa de um algaris-
mo, A rosen, o Duelo no Tcrceiro Andar, o lr-
mao das Almas e o Diabo na escola : ne.sta tj'po-
graphia se dir.
Compra-so urna escrava preta que seja boa
engommafeira e cosinbeira, e um moloquc de
Vi ou,14 annos, son) defeilo algunt : em casa de
Mai.....1 Ignacio de Olireira lirgo do Corpo Sanio,;
no Recite.
Compra-se
urna cabra bicho) que seja boa Icio ira : quem
livor, aiiiitincic sua morada para ser procurado.
llacliiuas de costura
de S. M.Sinper gC.
New-York, o mais aper-
fei^oado sy.slema. a/-1
do posponto igual ;;
dous lados da costara,
garante so a aegura
das n aehinai e b
se ensinar as ra
familia, bera come
mmir.im a ojoalaiiet hn-
ra do dia ou di i
npsta agencia :
agentes em Periiambuc, Kaymundo Calos U
i\ frmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
#@S : :.-::; ;-*'- g
6.-
Vendas.
i
Grande sorlimento.
9
1 *j Desembarradas uHimamanlc viml
@ Porto, proprias para presentes, poi ihe- ; "
tt garcm inleirimcnlo prfeilas : vendem-
A no armazem Progrosso no largo da Penli
n.8, tanto cm porcSo como a relalho; :;
: i-.'i'o rom modo.
|45Ra Direila'45j Ciieguem a Pcdiiadia
Os estragadores de calcado encontra Nft loja do IVegllira na rila '
tas oeste eatabelecimento, obra supe- OuoiliUldo D. 2. tem para
rior pelos preces abaixo :
Homem.
Borzegj'ms ariitoeraticos. .
! Ditos (lustt e e bezerro). .
Borzegnins arranca tocos.
t\ ^T a-k 11 /r-k a v luuiAvgmns arranca tocos
Una Nova, em Bruxellas fBelffica)JflDito *
\ O / i Sapa toes de bater (lustre]
SOIi A DIRECTO DE E- kiRVASD-
sal-
CAPITAL
Senhora.
Borzeguins pimeiraclasse
Este lioltil coilocado no cenlro de urna das cajiilaes imforlanies da Europa, torr.a-sede gran.le to de quebrar)
j-^|de vol'f desua viagein inttructi-^ valor paraos braseiros e portuguezes, por scus hons comino los e confortan!. Sua psito Dito todos de meiir. contra
j^'tiva a Europa continua no c\er-|fe; uma d8S rm'1,K,rtS Ja cilaJe, por so adiar naoso prximo s estacos da caminhos de ferro, da! calos salto dengoso'
; -i cicic de sua proissao medica. W Ail.lem^"1'"
iba o Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os
VAnt* BUlOCS de Ilotas .$ jarConSuta^m"e"c'cHpto.^ l
esletWnas.
Saunders Brothers & C." tere a honra de ln-
Cormar aes S-s. negociantes, proprietarios de
cusas, r a guem re ais convier, que esto plena-
mente autorisados pela tllectuot seguras sobre edificios de lijlo e pe-
dra, Robertos de telha e rgoalmente sobre os
objectoa que coutiverom os meamos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
q'i.-.lqnei qnalidade.
Traspassa-se o arrendamento de um onge-
nfho distante desta praca duas legoaa, vende-so
ma parte no mesmo engenho, machina nova
vapor, dislilaco nova e bem montada, 22 bois
de corroa, seis quartos, algumas obras, satfr.i
plantotfa, ele. eto. ; trata-se na ra doCretpo n.
13, leja.
Publica cao litteraria.
Cun I.uso-Rrssileiro do Viajante dn Europa
1 il. em -i' de 500 pag.: vende-se na mo do
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3> cncad -ia
';5* U II". Casanova pode ser procurado g
^ a qualquer hora emscu consuilorie ho- p^
5 meopcihico Mi
S8=UUA DASr.RUZES=28 &
S ^.vmesmo consultorio acha-sc sem- J^
*g pre grande sorlimento do medicamen- ji
*W! tos .ni tinturas eglbulos, os mais no- |*
Xtt1"* c bem preparados, os elementos de i*
M horaeopalhia e Nystem diecioaorio dos
*Sterrees de medicina.
\|no, no bairro do Kccife, ra da M
^jCruz n. 53, todos os dias, menos^
anos domingos, desde as'6 borasfSP
manbaa, sobre
i-ite as 10 da
\^ seguintes pontos :
1
Molestias do olbos ;
l*. Molestias de coracSo e
peito ;
o-. Molestias dos orgaos da gera-$J
cao, e do aous ; |.t
i-. Praticara'toda c qualquei^E
operacao quejulgarconvenien- fv
te para o restabelecimento dost
scus doentes. ^
O exame das pessoas que o con- /?
jsultarem sera' feito indistincta- >
^R| men'ce, e na ordem de suas en- g
<^tradas; fazendoexcepcaoosdoen- ijS
rales de ollios, ou aquellesque por?^
i motivojustoobtiverein hora mar- fe
^cada para este im. jf
A applic-iqao de alguns medica ^C
Wentos indispensaveis em varios Sg
casos, como o do sulfato de atro- fu
^ pina etc.) sera'fetto,ou concedido r
thcatros e diveriimcnios ; e, Borzeguins paia
No hotel liasempre pessoas especiacs, fallando o francez, allemao. fiar
vender:
( h.'ily e merino do core?, ptimo nao ptrs
O.sOO rcupoes evestidos do montara da Sra. cont par.<
8.S000 i '"toarios menines a 3 e 400 ris o c m-
g.0QQ do Challes de merino estampados nmiio Bno
(iA'OOO ,|em'"u, rroi rfe-2:r0ti cada um musscl
-'/>,,a ; niodernas, bastante largas, de variados |
t a 260 e 280 ris o cova 'o grvalas a anlai
lmaismode:no pos i\e)a le 120!) cada un i,
I outras iduUss fazendas, eujos pro,; ,s tx\
.sOOO lunariamente baratos, saiisfaiio a especulo*
| do comprr-dor.
(or.
'"""! Vcndem-setoalliasde linl ) do l'o l
, a du/.ia.guar Inri ipof
Ps.
meninas
W0O0 :)/:'- to maU pequeos a 2S: n
lugnez, para acompanhar as tomistas, qur em suas excursoes na cidade, qur no leino, qurl J oa peiteitOTOitiaaentode lodocal- /,.''.'^ ; ;.'w.\ .
cmfim para toda a-Europa, por preros que nunca excedem de 8 a 10 francos [W200 4N>(J0 ) cado e daqu.ilo que serve para fabrica- i k i i nt
pordia. lo, como sola, couros, marroquins, cou- \ CCIlllICIlft SCI11 IgU
Durante o espado do oito a res mezes, ah residiram os Exms. Srs. consclheiro Suva Fer- ro de lustre, lio, fitas, Sedas etc.
rao, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Urs. Felippe Lopes
Nolto, Manoel deFigucira Faria, edesembargader Tontes Visgneiro (do Brasil, } e mullas cu-
tas pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
10 ,. i endem-se pas de formare tirar pao e bolaeli.i,
tJs prreos de lodo o servico. pordia, regulam de 10 a 12 francos (43000 4$;">00.) tuuilo boas c por prego commodo: na ra da = 5-1 ~~ -HT % S
No hotel encontram-se informabais exactas acerca de lujo que pode precisar um esiranaeiro \ F|ocentina n. :}, padaria de Bairao & remandes.
Attencao ao bom.
o
i Uma elegante escrava muramba, rccolhida, de
Jade 11 ann'os, insigue engommadeira. co/inln i-
. ra e doct'ira, 1 bonito moleque de 13 anuos, e
I mais 5 pseravos para todo u servico : na ra das
Aguas Verdes u. 4d.
i Vende-so um carro rom \ rodas e i asen-
los, em muitobom estado, rom dn&s parelhas de
! is ca nllos, boa ci rtdui n para
| de engenho, por ser o e
T.-T"tJV^C-T
mamma
JARABE DOFORGKT.
K.AIP
n r.ir \a'o;,e esla 3|ir .v.i,!o |>
como senilo o niclltur para tu ra
s m.r.'s riiiiitrnies meders i! Pa -.
nMti|i><-ot-f, l< sse couritlsa e oiur. s,
aiiet(,oes nos broncDtos, auqnes de pt-o, irril .Aes neivo>as e ii.sfitinolerci -: .....a rolbera'la
pela utanliH, e o.itra a noile saj sutQcienies. 0 .i, ilo uVste excelcnie xarope s. sUe ao mesmo
s
lempo o iloenie e o medico.
.
i
Ven '.- ) I irrilitih rom iigos
pelo diminuto pro,-,, de 1,400 > barril u i i
lu Muios, ra da Mocda n. 2'X
-- ^_
..- ; =i^ =
P=Z
O dipotito na ra larga ih Sotarlo, botica de Itarlholon o Francisco de Souaa, n. C.

-rao para algtim senhor 2_ -- '-' ~: .' ,5'
iri i bastante forle, < ;. ~ = :''. z-Z-
'OSr. carapina Jorge da CostaMonteiroha-|Sne,les<*eP*',tai a presteza de sua ^
ja dt tirigir-se a otaria da ra do Mondego, so-' S:accao, e a necessidade pi ompta >
biee-dinas que vez de empeeitada, com a con- ^rM J^ seu c-----
' de
doentes.
,! _,.....i,1 i;_. ._ ...____ vende-se muito em conta, na ra do Amorim n. Q.-5 =>i*r s 3 2
da placado Lma c^a estrangeira preciso alugar um 53, SPgodo ondar. S^S2* 5--*c
aliar ao Sr.|crwdo a lra,ni" "a rua da Cruz lM- Em casa do Botha & Bidoulac, na da Cruz = =.; |* =3 S =Z
iMlrAlf. FOLDIXUAS PAR 1860. rN-lo^^o^'mtr-ecaixasde 1 dura. ll|"3-|ll!|]
Na livraria n. G e 8 d
Independencia precisa-se falk
Andre Abreu Porto ou A
__, ___ __ Esto 4 venda na livraria da praca da Inde-I
RICA, ^ERDA IE1F A E LE- pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im- '
GITlMA i pressas ncsla lypographia, dasseguintesquali-l
:dades :

d o teaprega-las na obra da casa do sitio da | 3jT "~ ^rapiego; e ludo (uanto o ^
ir. ii do -\ii.nnl, como consta da daeumalosK| 5',CDlove Cin JiOuciiciO de sl-us ('
j Im 'lo mandado pregar algumas pecas por um '
ofltil, etc.
DENTISTA FRJLNCEZ. ^
^ Paulo GaignoiK, dentista, rua das La- -< do Leite i C
j* rangeiras 15. Na mesma cusa tem agua e <
^ p denlifico. q
UJJJJUUk. 1&... AAA.SL ti.Ai.i.11AAV
Vaccina publica.
Transmisso do fluido do I raco a braco, r.ts
quintas o domingos, no torrero da alfandega, e
nossabbados at as 11 horas-da manhaa, na re-
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
orreia em liquidacac, o obsequio
de manilar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
Sencla dos Cahricantes amerlca-
nos Gcouier & RZ Machinas de coser : em casa de Samuel V.
/ofensin & C., rua da Senzala Hoya n. 52.
Precisa-se fallar ao corresponden.-
sidencia do commissario vacoinador, rna estrella; te dos Srs. tenente-coroncl Ilemctorio
do Rosario n. 2S, segundo andar. i,.ca \rli^ j c i t.
Jos Nelloo da Sdveira e Irancisco \a-
" '> --*><--- iv- i 8 -;> vier de Andrade : na livraria n. 6 e 8
DEN l ES @ da praca da independencia.
:
se
\\ 11 ;i"slrcta to Rosario n. 3|
Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- $$
:.*- liflciaes pelos dous systomas VOLCANWE
3* chapas de orno ou platina, podendo .sor $
& procurado no sobredila rua a qualquer f$
lora.
9ft9 ^Si>r?;;::
Caelauo t'araco, Pasale Gusto, Guisi
isnoeo, subdilos italianos, rcliram-se para lla-
C*.
Mr. G ist* ) Dubois vai ao Cear.
l'recis.i-se de uma ama que saba cozinhar
e :;.- lodo o servico de casa ; na rua do Caldei-
reiro, taberna n. G.
' Ducina e galera da rua Nova n. 18, pri-
andar, continuare a tirar retratos pelo
ma norte-americano. Mais de 5000 retra-
9 rolos em qualro anuos pelo artista
Os abaixo assignados, honrados pela incum-
bencia quo.reivbcrain de SS. UM. II., previnem
respeiavel publico, que se-ocham actualmente
no caso Augustos tfonarrhaa Biasileiro3, o que al hoie
; era lao dilTicil de alcancar-se, visto que as copies
, lilhograpl-.adas eram quasi todas sem scmelhan-
ca alloma,
Os I'ernanibi.-canos que tanto amor e dedicacSo
m a infesta rain aos seus Augustos Soberanos cm
sua recente visita a osla provincia aonde Elles
deixaram recordares eternas, nao deixaiao de
approveitar este ensejo para possuifem uma
lembrauca de seus augustos hospedes.
Alem da simples photographia em fumo, pos-
estabelecimento, provam a bondade s,limos retratos em aqu.treila e a oleo sobre lela,
dos procesaos empregados (nicos, que garan- ('ui'r Paca ornar salas, quer para repartieres pin
lom um relrato innalteravel) e a acoitacao ano UC"- O im de que as incumbencias" possan
le EM A!./o tem merecido. No*nesmo "
cstabetocimento se enconlra o mais variado,
blindarle e bollo sorlimento, que existo nest
cidade.de quadras, molduras douradas, passe-
par-louts <- raixinhasde lodos os lamanhose fei-
' (taniemente recebe-ae de Franca e dos
Estados-Unidos ludo o que dil respeito a' photo-
graphia, e fiempre ttesprezamlo-se ridiculos eco-
nomas, mandam-se vir objectoa mais modernos,
e de mellior qitalidado : atleslam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos
tem Lonrido case estabelecimento.
F
SALSA PARBILOA
OI.I1IN1IA BELIGIOSA, contendo, alera do
kaleitdaiio e regula ment dos direitos pa-
rochiaes, a continuaeo da liibliolheca do
Crisio Brasileiro, que so compoe : do lou-
vor ao santo rime de lieos, eoroa dos oc-
ios de amor, byronos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imila^ao do de Sanio Amhrozio,
jai na lorias e commeraor3cao ao SS. Sa-
dramento c N. S. do Carino', excrcicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obs
Dito xen/. em liarris.
Champaaha marca cmela.
Aguardenlo(dc Pran^a era i
Cemento romano e branoo.
Charutos de Ha vana.
Tintas em latas.
Pregos Eortidos
Marro piins.
Meias de algodo sortidas.
Urinzes da Russia.
Chumbo em follui e barrts.
ns e c i,xas.
Para acaba?,
it
ana, obsequios ^*m-se na lma da rua do Crespo n.
ao SS. coraeso de .lesos, saudarges devo- scriles peehinchas, para ai abar:
las s chagaa de Christo, oracoa a N Se- iq;<>i*simos vestidos do pbanlasia proprios
nbora, ao patrocinio de s. Jos e arijo da 1"';1 bBIJea '' feslM ;1 20*-
guarda, responco pelas almas, alm de : anU-.t-tcs prelos para menina, ultimo gosto
outras oroges." Preco 320 rs. de_l ana. P0I"8S-
Remedio sem igual, sondo reconhcrido'nelus Wk Roupoes de chitas franceza, ultimo gosto a 9J.
nedicos, os maisiminentes como remedio nfal- *Fll"-v !)F- VARIEDADES, contendo o kalenda- 2wm?S n1u,Simos Para vestidos de senhora
no, regiilamenlo dos direitos parochiaes, e I a ViSv
uma coilecejo de ancdotas, ditos chisto- ,j0llas manguitos pretos de lil bordados, o
sas, contos, fbulas, pensamentos moraes :ii'rll,or 'i1"' u'"1 'indo nesse genero .. 5-;U00.
receitas diversas, quer acerca de cozinha, 5n'eilc.s de.lOfe riquissimos a ,
'ue
que i>
Tiram-se:Kua da Imp.*i-triz
ser salisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
que desejarem possuir algum dos retratos cima
o obsequio de nos prevenircm com antecedencia.
Instituto photograpliico
I)F.
Slahl & Companhia
Photographes de S. tt. o Imperador.
iua da Impertriz (uutr'ora aterro d?
relratoa lodos os dias, eos presos principiara I &oa-\hU) n 1 *>
Ferreira Villela. protographo. T Prcssor de h,,m Ja freguezia
~ I l II i e a Cldade> afcaixo assigna-
nv (im corle de Wli^to.2,.ffi ^c^
trabadlos lectivos da mesma principia-
raonodia3de fevereiro prximo fu-
turo. O: nteressados dirija m-se a casa
de sua residencia, n. 53, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Coidho
risamenlo S00 rs.
fina da Emperatriz n. 7.
Baile acaba de receber do Rio de Janeiro
c. {.r.meiro contra-mostr da casa Augusto Clau-
dio, e um oulro vindo de Paris. Este cslabele-
r iinont sl boje as mclhores eaiidicOes que
possivel para satiafazer as cncommendas dos
objectoa em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejain, ruarrafjs a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceli'tes, aunis, rselas, ele, etc., ca-
belleras de to-Ja a especie para homens e sc-
nhoras, lava-ae igualmente a cabeca a moda dos
Estados I.nidos sera deixar urna s pelcula na
cabeca dos cliente* para salisfazer os pretenden-
tes. os objectoa em cabello serao feilos em sua i
presenta, se o desejarem, e achar-se-ha sempre !
uma pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras etu casa particular. 7
Candida Balbina da Paixao Rucha, professo-
ra particular de primeiras letras, residente na
rna do Rangel, sobrado n. 59, faz publico que
obre sua aula no dia 3 do prximo mez de feve-
reiro, onde contina a ensinar primeiras lelias,
coser, bordar, o ludo quanto faz parle da ins-
truccao primaria de unta senhora : recebe tam-
bora pensionistas e meias pensionislas, por pre- Caetano FintodeTeras, juud'e'p*T <
eos coramodos. districto da freguezia do S. S. de Santo Antonio
- Acha-se justo e tratado por compra de um desta cidade, faz sciente a quem inleressar aue
larrooo unir, meiagua na rua do Soseg, lugar! lera transferido de fazer as audiencias do raesmo
do Unioo Verde, freguezia da Boa-Vi,ir, per-] juizo ao meio dia, como havia annunciado Dor
lencenie a Vicente Tancio : se algucm se julgar esle Diario n .11 a 16, para as \ \\i hora* dr
"'"''!? ? cll/. ('"eira aclarar por esta falla larde dos dias tercas e Waa-feiras, ns casa pu-
no prazo de Irc? das. j blka das audiencias.
m
livel para curar escrophulas, cancros, rheui tis-
mo, enfermedades do ligado, dyspepsia, di! ;-
dade geral, febre biliosa o inlerraillenle, enfer-
uiidades resultantes do cm prego de mercurio,
ulceras e crupcoes que resultara da impureza do'
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
."Sew York, acham-se obligados a prevenir o res-
peiavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitares da Salsa Parrilha de Brislol are
boje se vende neste imperio, declarando a lodos
que sao elles os nicos proprieisnos da receita
do^Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anuo de
18uG.
Casa nenhuraa mais ou pessoa alguma tem
dneilo de fabricar a Salsa Parrilha de Biislel
porque o segredo da sua prepararlo acha-w 80-
mente em poder dos referidos La'nman & Kemp
Para evitar engaos cora desapreciaveis c-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguiiiles siguaes sem os quaes oual-
quer oulrapreparacao falsa !
Io O envoltorio de fora est gravado de un
lado sob uma chapa do a.;o, Uazeudo ao p ns
segrales patarras:
D. T. LANMAN i KEMP
SOLB AGENTS
N. G9 Water Street.
New Yovl.
2" O mes/no do oulro lado tem um rotulo era
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retralo c firma do
inventor C. C. Vristol em papel cor de rosa.
4o Que as uirecoes juntas a cada garrafa lera
nma phenix soraelhante a que vai cima do pre-
sente ann unci.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na rua da Alfandega'a, 89.
Rabia, Germano & C, rua .luliao n. 2.
l'ernambuco rio armazem de drogas de J Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamecito de um En-
genho muilo peno da praca, vendo-se una par-
le do mesmo Engenho, uma maquina a vapor,
un deslilarao nova monlada de um tu.Io, 22
bois de carro, G (juartos, e oulros objectoa:
lrse.;a-se na rua do Queimado ri. 10.
Coedo de Bemflca.
quer de culiura, e preservativo de arvores
e fruclos. Treco 320 rs.
ITA DF. PORTA.a.qual, alm das materias do
costume, coritm o resumo dos direito
parochiaes. Ereco 10 rs.
Casemiras de cores a 5|, admiravel pechincha. Cigarros bola-fogo a 140 rs o masso.
Riquissimos vestidosbraucosde cambraia bo'r- 'l
/to '''- "
RAM A8MA2
i dados a 35$.
PE
s i'ara os folgasocs do Car-

r
?c!?
Lollcgso de >. S. do Bom Con- novo! &1vli?FU l\Jlli
seibo, rua do Hospicio n. 19. lit .1
O diroctor pretendo abrir no dia 3 de fevereiro !finm o A Gilva n t:A r- '^'"t .s^rti ,,. \\t /
prximo futuro os cursos de agricultura e de "lMl commereio, creados pola reforma dos seus esta- r0 iln hAn-i iW "
tutos. As pessoas que quizerem habilitar-sopa- Ul1 ". J lU Militares
ra as respectivas aulas, podis \h aoinslilujl UllOCratn/n 00 m v.i ""
dat seus nomes matricula. | v ,' $* N'^,( -" mo/.-m rn-nrttr.v
Vcndem liioiissiinos chamelotes de altfOdao$g om grande o vanado soriimei
e p
Fazem-se vestidos de senhora para passeio Ia
para baile, ditos de muilo bom gosto para ca- na
de algodao -"" *'_s v,u"au" sonimenio o n
imitacoodeseda, de todas as rores proprios s. como sejam -asar
para vestidos de senlioras para vestuarios
JO sacas, gndolas, fraquos, e inlelols .1.
P*ra IH'panno fiuo prelo e d> por**
leas de slgoda, roHeh-s de n Iludo &
prelo e de core--, dilos Je
Trecisa-sc de um forneiro que saiba bem no armazem, vende-se ama armaeo envidrara- ;^ I1"''0 '" Je. cores, ditos de setim prelo 1
desemponhar o seu lugar, e se da bom ordenado : "" om perfeito estado, que serve" para qualquer i '> ljr:""'"' '''los Je gorguro
na rua do Colovello, padaria n 31. negocio. 'os de fustes e brins, lar Jarra n
>A,^a*a.^^ Vende-ae uma negra mn-a que faz todo o (1* a 8usr*'a nacional,
3MS@9$$@ 99aM @$9 servico de casa de familia ; larabora se troca por ?J 10ulas c c;"llii;
,z > grvalas, grande
Jp para meninos de6 a 1 i nn s; na .
1 dando ao comprador algumas da. n 1 .. -
tt
Altenco.
ibrs para ci
'ouias c camisas fran. e/as, 1 ,. -
- lmenlo do
-
. -
e casa de familia ; larabora se troca por
; um prelo : a tratar na fabrica de sabo por Iraz
i da igreja do Sania lula.
. ]"" : Vendo-se a armaeo o mais pcrlences do s i '""- wuipirtuiri aigumas -a:
ourso protico ellieonco de lingua fran- j* deposito da rua da Santa Cruz 11. 7 : a tratar na | Sj ll'1,,l-s s(! apromplar o o tiras n goal
comprador d
moeas, segunda e quinla-feira de cada se- SSfiyS85&a9?SJ&:- *&&%
9 mana, das 10 horas al meio dia : quera ^ 'M''^'M^}w^i~X:W- ~
5* quizar aproveilar pode dirigir-so a rua da **
Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos A
5.$ adianlados.
$
Nesta lypographia pro- uR-?^*9*^ *****+
9999 # W^tMg #gS
O abaixo asaignodo, cora loja de larlaru-
gueiro na rua das l'rineheiras n. 8, avisa s pes-
soas que lera concorlo" de obras de lartaruga no
seu estabelecimento desde o anuo do 1S5G a 1859
lenham a bondade do vir busca-las no piazo d
ludias, acornar desta dala, do contraro serao
vendidas para sen pagamento.
Jos Joaqtiim da Cuaha Guimaret
Quem quizer alugar a e seio. confronte ao amigo caes doCollegio, eque
faz fundo, 011 correspondente da roa do Im-
perador n. 17, dirija-se esM mesma loja, onde
achara pessoa para sso aulorfsada.
V'ende-se na loja deXaburo & C.
na rua Nova n. 2, excellenle tinta
preta para marcar roupa.

Director e nico proprictario
Estevo Xavier da Gunha.
>. devedores lo eslabele- 1,-!,Si;cnli (!o vei"d4'ldoiro xaroPe J Bosque lera
bre o sau cimento Jo Mecido Jos da Silva Pinto, o ob- SoTelta^^^
lebilos na rua do Col- : ''ente Jos de Iluto & Filho : desnecessario fa-
rua do Queimado loja /er (',()K''?s bondade desle xarope. nao s pelo
n conl.ccido crdito de seu autor romo pela acci-
I tacan que geralmente tem I ido. Um eem nu-
mero de curas se tem conseguido com appliea-
i;ao do xarope de Bosque, o qual verdadeiro an-
CoIIegio Bom Con-
selho.
A matricula para o novo curso de
geornetria geographia e rhetorica
esli aberta aleo dia 15 de feve-
reiro.
instrueo e a educacao convenientes.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva
para o servico de una casa do pouca familia :
na rua da Cruz n. 45, segundo andir.
O advogado Souza Res mudou o son es-
cnplorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
= Precisa-se alugar uma escrava para o ser-
vicointerno e exlerno de uma rasa, assim como
'auibem um escravo : na rua da Sania Cruz n. 66.
Quem liver um moleque para alugar men-
salmenle, dirija-se a rua da Cruz 11 45, segundo
andar.
Precisa-se alugar una escrava que cozinhe,
compre o faca todo o servico [menos engnmmar)
de urna casa de pequea familia: na rua da Ca-
deia n. 15, segundo andar.
Avisa-so ao Sr. Dinia [slfaiaU france?) de
comparecer 110 sobrado ao norte do gazome-
iro a concluir o negocio quo nao ignora, visto
nao se sjbcraua morada.
Gneros superiores e l
ralos.
Rua da Imperatrz, outr'..... ,
! Superior vinbo t elho Jo Porto, na \t
, Olio dito Lisboa o Fjguoira
Hilo diio de Celte, item
Di'.o Duque engarrafado, o BWlhor do
mercado, do autor Amonio Pe
Hcnezes, garrafa
Dilo Jilo Madelra, dem
Dito superior, Porto, dem
Dito dito dito, dem
Dito muscalel Setubal, Jera
Dito dilo francez, dem
Champanha, marea muito acreJflada
Licores franeczes raui'.o linos
Vinagre braoco de superior qoalidad<
garrafa
Frascos de. enebra hollanda re 11

xiuniuus, hmr rreienoe dar principio oj exerci- *
co de sua aula no dia 3 de fevereiro do crrante, i Vende-ae farelo de Lisboa em saceos de 9o li-
e continua adoiiuir alumnos internos e externos' .bn,s- P"lo barato proco de 6$ o sacco, mitho a
para seren leccionados era primeiras lotras, la- ,) lira e francez. Recite 26 de Janeiro de 1860.
Jos Maa Machado de Flgueiredo.
Maranli.io, caf do Rio, feijo mulalinlio, gomma
do Aracaly a 2$500 a arroba, courinhos do ca-
R. esleirs de pal ha de carnauba, vassouras
j dem, btalas a 2J300 a arroba, muilo novas,
I hgos muilo frescaes a ISjbOO, pasea a 610 u libra
il^Slo'rra^^ d'aS d^
Compras.
120 rs. a libra :
deposito de assucar.
17,1 ""l^TuromTotrririqS^
[ armazem da rua do Rango) r>. 62.
Dita dita de 6i0.1
Dita francesa muilo supe: ir
Latas de sardinhas de N uit< s
Ditas 'lilas milite superiores
Dilas de blscoitinboa lino.
Bolacha americana, libra
Dita iogteza
Vinho engarrafado M.,lvaza, OfOftw.
Pares do carrafas brancas, o por a -'.dj o 10000
Barris de cognac ingle/., esa caadas, naMtei-
ga Iranceza c ingleza. em barris e acioa ditos,
e oulros muitos goueros que se vondem pea l
nos que era oulra qualquer p.'rle.
1*50
-
.
ItiHt
320
_'f'.e,l
2J50O
I
6IV
:; 1
^,(1
l-'XKi


(6)
DIARIO DE PERKAMBUCO TERCA. FEIRA 31 DE JANEIRO DE 1860.
Vestidos de seda.
Vendem-p corles de vestidos de seda com 2 o
3 babados, armados, de20& a 403 cada ura, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80$ : r.a loja
de 4 portas da ra do Queimado n. 10.
Aviso os fumantes
Vende-se na loja de Nabuco
a Novan. 2, o soguinte :
a
m ra Aovan. 2, o soguinte
2 Fumo caporal, o maco
v Dita da Virginia, o maco
\r. l>apel para cigarros o liVriuho
U Cigarros Bota Fogo, o maro
*| Cigarrciras de palha.
Ditas de marroquim. '
Charuteiras de marroquim.
Bi lijas para guardar fumo.
: a-aspara segurar cigarros.
Itocaes para charutos.
"" Cachimbos linos.
& C. na
1S000
320
120
200
m>$mu
glOS.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e estao venda no
aro izem de Rostro Rooker & C, praca doCorpo
Sannto n. 48.
C^T* Vcndem-se 20 escravos de ambos osse-
ndo3 mulatinhos proprios para pageos, 2
moloques de 12 anuos, 5 escravos proprios para
todo o servido c 10 escravas com habilidades e
em :llas, todos se vendem por precos comrao-
dos, a prazo e a diuheiro e tambera troca-se : na
ra Direita o. 60.
Veudem-se camisas francezas do di- jjjj
ersas qaalidades, eeroulas dn linho, di- SfS
is do algodo, camisas de meias etc.,
ido por proco conimodo : na loja^deNa- <
juco&C. na ra Nova n. 2. |1
B.. .- PSf&s^erisvAg
Oleados pintados
a 2$000 o cavado.
Lio los padroes e boa qualdade : na prara da
, indeneia a. \ a 30, chapclariade Joaquina
d eir Maia.
A prazo 011 adi-
nheiro.
de-se a rocheira da ra da Cadeia do San-
io Antonio o. 7, tendo 5 carros e 1 rico coupe
sera uso algum : quem pretender, dirija-so i
i a,que achara com quem tratar
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
le, par casas de familia, conlendu 4 forna-
e torno para cozinba com lcnha ou carvao,
-, invencao pela economa de gastar um
de lenhn ou crrtao dos anligos, odecozi-
cora mais presteza, tem a diflerenca de se-
ri o amovive'S, oceuparem pequeo espado da
e de fcil conduooao : vendem-se porpro-
muilo mdicos, na fund cao do Francisco a
Mosquita) ra do Brum, e as lojas de
jens de Lardoso, junio a Conceioao da pon-
te Recite, c ra do Queimado n. 30.
Na loja do serame jo, ra i
lo Queimado n. 43 A.
beram em direitura de 'Franca, deencom-
menda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e pretos, e as firmas as mais mo-
que tem vindo ao mercado, e por mc-
''ii oulra qualquer parte, assim como
la bem I >m um grande sorlimenlo de enfeile,
d I rilho pretos e de cores peto diminuto pre-
um, assim como tem chapeos de
:' a I.- 200 cada um em perfeito esta-
do, oberturas brancas muito Unas a 320, ditas de
o de linho a i< urna, cambraia prela fina
o corado, e a vara a 500,e a 60, gangas
i i : i 540, brim branco de linho a 19200 a va-
ra, colleles iludo do furta-corespretos a
- a 8 e a 9$, caigas do casc-
> 7, S e ttg, dilos pretos a 7, 9 e
12$, i illeles de gorgurao a 4, 5 e 0,?, saceos pa-
ra viagem de diversos tamanhos, eioscruas, por
".00, Jilas a IgCOO e 2-3 a
i, finas a Se 4$, cha] os enfeitados para
. ras por qualquer pro*
(< e ludo o mais aqu se encontrar o proco,
t u su deia de vemudor.
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Gorographia.
Histrica chonolog'ca, genealgica,
liana c poltica do imperio do Bra-
sa, peloDr. Helio Moiaes : vende-se
A$ o volume, podendo-se vender o
ndo era separado : na livraria
& i'.a praca da Independencia.
Na ra larga do Rosa-rio n. 58,
segundo andar, existem para se vender
dous escravos pecas de 18 a 20 annos,
proprios para pagem ou boleeiro.
tSF" Defrontc da matriz da Boa Vista,n.8G, ven-
dem-se e alugam-se bichas de. Ilamburgo, por
menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer ferrainenla, tira-se e chumba-se
denles, sangra-se e faz-se ludo quanlo perlence
| arte de barbeiro.
Sitara acabar vende-s
barato ha loja de Nabu-
jg co H oseguinte:
X> Rorzeguins do duraque gaspeado de
^ lusUe para senhora a HA
Dilos dito dilo para homem a 7g
Sapalocs de lustre para homem a 5>
Sapaloes de lustre para menino a 4j?
Ditos de bezerro para meninos a 3j)
ft) Bolinas de bezerro para menino a 7
ffi Dilos do duraque gaspeado do luslro
^ Sapalosruzosde lustre com sallo para
(y homem a 4$
K Dilos ditos sem sallo a 3S
os para vi-
draca.
*
A6$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar v-
dros em casas particulares por preco
j muito commodo, assim como vendem-
| se vidros a retalbo do tamanbo mais pe-
queno ate mais de C palmos.
Vendem-se luvas de camurca
brancas, amarellas e pretas para mi-
niares, na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2.
mm
9
8
I
I
80$000
1$200
Queimado n.40.
Grande e variado sorlimcnto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultitnonavio.
Do-se as amostras com pcnlior.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ J
Ditos de dilos-de seda pretos bordados a
velludo...............................
Dilos de ditos de seda de gaze phautasia
Ricasromeiras defil c de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim brauco boadadosa
303e........ .........
Grosdenapledc cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dilo liso covado...............". 1^800
Seda branca lavrada covadolg600 a.... 2G00
Grosdenaplc preto la vrado covado...... 2$000
Dilo dito liso encorpado a lBCOOe.... 2J500
Dito dilo com 3 palmos de largura a
1S600 e.............................. 2$500
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... 1^500
Gaze de sedada China de floresclistras
, aovado a............................ 15OOO
follar de seda do lislras gesto novo co-
vado............................
Setim de escocia o diana de seda covado
Uialy do flores novos desenhos covado
Barejede sedado varias qualidades co-
vado.............................
Mejovelludo de cores covado..'.'.'.'.'.'.'./
Ulbulma de todas ascores............
setim de lodas as cores liso covado...
nlhaniina branca muito fina a.......
l-hitas francezas claras o escuras a 260 o
Casemira preta lina al<100e.......... 2g000
lanno ]>relo p de cor qo provade li-
mo a 3^500 a........................
Cortes de casemira de cor a 5$ e........
Cassasorgandys de novos desenhos a
vara...............................
Ditas francezas muito finas a......'.".'.'.'"
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas de cambraia bordadas depona
DUas dedilo bordadas a 600a..........
Tiras o ontremeiosdecambraiabordados
Ricas manasprelas de linho parase-
\G^^CI\
FlNDICiO LOWMOW,
Ra da Scnzala Ptova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimenlo de moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para dto.
1?;000
lfOOO
900
500
ls500
700
800
500
320
7$00'>
7i?0OO
1$000
500
9
1$500
9
pechinclia
sem igual.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. 2,
vendem-se cambraias organdys para vestidos de
senhora, o mais fino que 6 possivel, e de lindes
padroes, os mais modernos que ha no mercado,
pelo barato preco de 500 rs. a vara.
Fumo americano
Vcnde-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinhas de 20, e 40
libras ao preco de 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do llecife n. 50 primeiro andar.
Pera e ameixa
Vende-se pera secca o ameixas rainha Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a IJfOOO a caixi-
nha ou 500 ris a libra ; na ra Direila n. 93.
esquina do baco do Serigado.
2S000 e 28500 a peca.
Algodo trancado amrricano branco, proprio
para toalhas e roupa de escravos, rom um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa- n- 7, lOja C 4 pOl'UlS.
Cortes de vestidos
de seda
Fazendas por precos ba-
ralissimos.
O Preguica vende em sua loja na ra de Quei-
mado n. 2, as seguinles fazendas :
Lencos de cambraia lisa muilo Dna, d j-
zia
Ditos de cassa brancos e de cores, duzia ljiOOO
Cambraias de cores de diversos costas,
covado jo
Chitas francezas de lindos padroes, co-
rado a 290 e
Chales de merino lisos com franjas de
relroz, ura
, Hilos de dilo bordados de velludo, n a
la ra do Queimado n. 3/ loja de 4 mos de dito com palmas de seda.uu
portas acaba de receber pelo ulmoi.V'"cade,scad0 "i,jaur< '
" ... i i i. r I Meias muilu finas pera senho
na>io viudo do Havre um completo sor-: dus ditas para dita, dum
tmenlo de vestidos de seda de 2 saias, I P.ilas dil3s p.ot di,a. *"*
jra, dazia
2 babados e de aventados qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda c de vellu-
i. i_ n o oulras mullas fazendas ano e vendero
do para senhora: na ra do Queimado' iad
Meias casemiras de quadrinhos, covado
Ditas dilas escuras com duas largura.-
covado
Cortos de i!;ia muito fina
Dilos de dila preta bordada
Brim branco de linho uno, vara
Dito dito dito, vara
Dito dito dilo, vara
Dilo dilo dilo, vara
640
3$oo
zondas da ra do Queimado u. 10.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmo continuam a torrar na ra
da Cadeia do Reclfe n. -58, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4>5O0 e 5>, lencos de cam-
Golas e manguitos.
Ricas
braia
golas e manguitos de cani-
na ra do Queimado n. 37, loja
ie cam- .
braia dcliiiho.a 3 a duzia, cambraias muilo (i- e 4 poi'las.
as o de lindos padroes a 040 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3^300 a duzia, dilas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4^500, e bordados a 69, paletotsde
alpaca preta e do cores a 5$, eeroulas de linho i
e algodo, camisas iuglezas mulo superiores a CaiilClllC DOl'UaUOS'. lia I'UU Q0 QUClUta-
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaplc ri-
lfOCKi
l$bu
a voi-
e do comprador.
Palitos de Brim :):S000
Na rita do Queimado n. 19. eslao-seac.l
do Palitos de 13rim a 38000
Coberlas de chita
a 2^000.
Ra do Qjeimado n. 19.
Ariiazejii de fazendas
nhora
a 11
H8
Ra daSenzalaNovan. 42
Vende-so em casa de S. P. Jonhslon & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candi'oirus e casticacs bronzeados, lo-
Dilas dilas do blond brancas e prelas..
Choles(|u soda decores, ureloscroxos..
Dilos de merino bordados com franja de
seda.............................' >#
Dilos de dilodilo do \i...'.'.'.'.Y.'.'.'.'.'.'.'.'.'.
Duos de dito liso dilo de seda..........
Dito de dilo dilo de l..................
Dito de dilo estampados fino lista de
seda
as inglesas, fio de vela, chicote para carros, e imi ',.......,:','",............
montana, arreios para carro de um e dous caval- j^'t camL"'a,a de hui"> bordados
os. e relogios d ouro patenteindezes. nino aL*i"A^V*'J"t"l'Jl'.'"!^......
ilOSELLE HOSSEUX
DE
im iMii & t.
-
i
I
i
i
*>.
Ditos de alaodode labyrinlho800e....
Capellas brancas para noiva............
Eneites de vidnlho preto e de cores....
Aberturas para camisa de esguio de
linho........................
Dilas de dito de algodo brancas e de
cores.................................
Saias balito modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
9
i
s
75500
7*090
OoO
49500
8S000
15000
s
I
8
$
(Xino
em garrafas c meias gar-
rafas.
C. J. Astlev&G.
Seguro contra Fogo

9
&HTSIIJL
MTQESIIB
n.
a
se-
6 c
L Gravatqs de seda de pona bordadas a
velludo..............................
imisas finurezas do cor e brancas
y i linas a ljyjO c........................
Jilas ditas defustobrancoe de cor...
Ditas dus do esguio muito finas mo-
dernas ...-.......................
Seroulasde brim de algodo 'de "linho
(.alcas de casemira prela setim 9g e....
:= as de ditas do cores 8j| e............ lOsOOO
(-: Dita de meia casemira .................
fe Ditas de brim fino e varias qualidades
Hje Golletes do velludo, gorgurao,
i casemira e setim....................
Casacas de panno preto muito fino SOf'e
Q boUrccasacos e palutols ae panno prct
^!n, 2' .........................:. 355000
' aictotsde casemira mesclada polla de
n.ycH"d0 ............................. 189000
Hilos do alpaca prela muilo finos...... OSOO:)
s
|g500
2j>5U
S
9
11$000
45000
.r)2000
40000
:-
AGENTES
9 G J. Aslley & Companhia. g
i :,(r.,iiii_i2>eE9;
Meias de seda de peso
para senhora, brancas c prelas, e ;;nra meninas,
brancas e viseadas: vende-se na loja de Lcite
& lrmo na ra da Cadeia do lecife n. 48.
Yeadc-se
Ditos da merino'setim pretos e do cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca prelos e de cor forrados
'los de brim branco epardo finos......
Ditos_ de brim de quadrinhos linos
oSoOO c ..............................
Dito de alpaca preto e do cores.!!!!!."!.' I
Kelogios de ouro paten........tes......
3000
751)00
f.5500
69000
5J0O0
S.iunders Brothers aS; C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Sanio n. 11,
s pianos do ultimo cosi, receili:nente
1 bogados, dos bom co'nhecides e acreditados fa-
bricantes J. lroad-.vood &Sons de Londres, e
'muilo proprios para este clima..
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com asento para 4 pessoas de
dentro, e um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno Qno, e indo bem arrar.jado :
fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da Boa-
l'i la, 1 qoi scriptorio de James Crabtree i. C. n.
A, ra da Cruz.
Ilua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Anda restan algumas fuzendas para conclu-
ir a M>iuiJac.ao da lirma de Lcile Crrela, as
quaesse vendem por dcminulo [ire^o, sendo en-
t i o'utras as s?guintes :
Majes de mei^s cruas para horae;n a 19600
Ditos de di'.as de cores 29000
Ditos da ditas cruas muilo superiores 49000
Dilos de dilos para senhora 39000
Dos de dilas nimio finas 45000
Cortes de caiga do meia casemira 25000
Dito? de Jita3 de casemira de cores .">9000
Dilos Je dilas de casemira prela a 59 o 63OOO
Brim trancado branco de linho fino
vara
Coitc de colele de gorgurao de seda
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanto eni barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhinha para marci-
| neiro. I
5 Vinhos finos de Champa-
nhe e Mosclle.
Lonas da Russia e Brim %
de vela: no armazem
de G. J. Aslley & C.
nMIMKNK ;. Vis ,(:1i?.i;':
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruido Queimado n, 37, vendem-se os me-
lliorcs chapes de castor.

g
Chapeos de seda para
seniora.
Campos & Lima tem para vcuder
chap.'-osde seda para senhora a 10? cada
: na ruado Crespo n. 12
i
RELOGIOS.

\ende-se em casa deSaunders Brolhers &
C., orara do Corpo Sanio, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
j e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de eicelleute sosto.
Vende-se urna
Aviso.
!
ano prelo fino, prova de limo 3# e
1000
2000
49000
15?000
Ciravalasdeseda prela e de cores
Bisca dos francezes, largos, cores fixes
coalo
Chitas francezas largas finas covado
Dilas elreilas
Iliscados do cassa de cores lindos ptdroese
su|ierior qualldade covado
Cas.sfs .le cores covado
Penas de cassa branca bordada com 8 va-
ras por 2?f00O
Tiras bordadas 200
Cambraias lisas muito finas pe^a
Eme^inas de cores para vestidos covado
Challes de laa bordados de seda ura
Grodenaple preto, largo covado l#80O o
Seda, e sarja lavrada 1&800 e
Vestidos brancos borJados para baptisade 59000
Yedi bordados para chapeo 29000
Entre meios bordados 19600
Aiolhado adamascado largo vara 1*280
Lencos dethil& escuros um 100
200
210
160
280
240
4*000
240
200O
2 000
2J()0
No armazem de Adamson, Ifowie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
o penhora, arreios pra'cados para cabriolet, chi-
cles para carro, coleiras para cavallo etc.
Botica.
Parlholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Iob L'Affecieur.
Tilulas contra sezes.
Ditas vegetacs.
Salsaparrtlha Bristol.
DilaSands.
Vermfugo inglez.
A'aropc do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrasj.
Ungento Holloway.
Pilulas do dilo.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidros do boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prejo.
Superior ao mclhor
presunto de fiambre.
Lin;jnnsde vacca emsalmoura vindas
prela crionla rnuio moca, de
csvella figura, com urna ilha de 4 pnnos* sabe
pcrfciiamente engommar e cozinhar, e propria
para casa de Iralameulo : no largo da Assem-
bla n. 6.
60ra duia, organdys de lindos desenhos a
lSlOO a vara, corles de cassa chita a 3g, chita
francesa a 240,280, 300 o 400 rs. o enva Jo, pecas
de madapoln com 30 varas a -IjaOO, 5?, 5$500,
6,7eS!, chitas inglezasde cores Gxas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4$, cortes de
calca de brim de linho a 2S, dilas de meia case-
mira a 2?240, vestuarios bordados para meni-
nos, e ouiras muilas fazendas que se vende por
barato nroco.
Vendem-se 200 pecas porluguezas do i- e
70 brasileirasde 20/} : na' prara do Corpo Santo,
esciiplorio de Manoel Ignacio do Olireira.
soriimelo de cha-
peos.
Chapeos do castor pretos de superior qualida-
de a 10, dilos francezes de seda a 7JJ, ditos de
castor brancos a 1-i, ditos de velludo a 8 c 9?},
ditos da lontra de todas as cores muito linos, di-
los do palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e
5,^, dilos de fel tro, um sorlimenlo completo, de
28500 a 6500, ditos do Chile de 3*500, 5, 6, 8,
9, 10o 123, dilos de seda para senhora, dosmais
modernos, a_12>, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a lft, enfeites Gnissimos para cabeca
a 4g500 e 5, chapeos do palha escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus presos muilo em conla, dilos para
baplisado do meninos e passeios dos mesmos,
tendo diversas qualiaades para escolher, bonels
de galo, dilos de marroquim. ditos de vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos do escola, emesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitosobjoctos que se-
ria enfadonho mencionar, o ludo se ven do mui-
to em conla ; e os senhores freguezes & vista da
fazenda Gcaro convencidos da verdade : na bem
condecida loja de chapeos da ra Direita n. 61,
de liento de Barros Feij,
Taclias para engenlio
Fund cao de ferro e bronze
DE
Francisco Anlonio Correia Carilozo,
tem ura grande sortiraento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEM MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este incstimavel especifico, compo; lo inteira-
mente de berras medicinacs, nao cont'm merru-
rio, neu alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complei^o mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em sas operaedes e ef-
feilos; pois busca e remore as doeneui de qual-
quer especie egro por mais anl gas e lenazes
quesejam.
Entre milhares de nessoas curadas com esle
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saudc c forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As majs afilelas nao devem entregar-ce a dc-
sesperaco; facam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perra lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidade.!i :
do n. 37, loja de A portas.
Pentes de tartarujra.
Ricos pentes de tartaruga para atar i :rle e risc
cabello: na ra do Queimado n. 57,la!Tl6fl
Ruado Queimado n. 19.
Saias bordadas a 32
Corle de riscado francez Mcovadcs a 15
emfeitados para menino
u....u a 16O covado
loja c 4 portas. Pc3s der!liu mlldn,,a fina cora
Camisas francezas r a ,35t0 ,,
n. e Lrambraia miulii.ba a 500 avara.
liicas camisas francezas tanto de Dita 400 vara.
pcio de lillllO Como de algodO C de fus- Chales escuros para ir ao banho I voo
tao: na ra do Queimado n. 37, loja de Chilas fncezuS muito finas miuda
-4 portas. ras a 2i0 vd
T> ^(^. Um completo sorlimenlo de mada;.''.
Boncts para enanca a' 9000 o Hiitq
Ricos bonets de marroquim paraj ** -^""v el UlIZlcl
crianca: na ra do Queimado n 37, lo- Lcn.s de mbraia para cigibeira o 2,000 a d
ja de 4 portas. zia rua do Queimado n. 19.
.m-mmmmmm: Gorfes de cambraia
;iNovos medicamentos ho-^
| meopathicos enviados^
da Europa pelo Sr. Dr.
Na ra do Quei.xado n. 19.

mas
m Sabino O. L. Pinho.
F.sies medicamentos preparados espe- ^
fciaL.jnlo segundo as nocessidades da pg
homeopalhia no Brasil, vendem-se pelos >
pregoscoi.hecidos na botica central lio- &
f> meopathica, ra de Sanio Amaro (Mundo i>
No deposito do
gelo.
Vendem-se barriquinhas
com maces da melhor quali-
dade, vindas no navio do gelo,
pelo prcru de 8? a Imrriquinha. |S
^'.v
DE
Vendem-se fazandas por barati.
prero e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca c a rcia-
llio : na na do Queimado' loja de 4
portas n. 10.
Chapeos prelos.
Na ra do Queimado
numero i 9.
quelidade, c
Ch.ipeos prelos de primeira
lrma elegante a lg cada um.
J
500 rs. o covado.
Campos & Lima, lem para vender
alcatifa com qualro palmos de largura a
o covado : na ra do Crespo
500 rs.
n.12.
u

cobertos e descobertos
ouro patente inglez,
pequeos e grandes, de
. para homem o senhora,
de um dos raclhores fabricanles de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Soulhall Mellors & C *
Attencao.
Vendem se caixas com velas de espermacele a
610 a libra, a relallio a 060, arroz a 2j8u0 a ar-
roba, e a 100 rs. a libra, cbouricas a 720 libra,
manteiga inglcza a 900 dila fraerza a 640, fras-
cos de conserva a 720, queijes a 2: por baixo do
sobrado n. 16 com oilao para a ra da Floren-
i Para (lenles.
Accidentes epilpticos.
Alporca -.
A mpolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
CoHvulsocs.
Debilidade ou extenaa-
cao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
Dorde garganta,
de. barriga,
-nos rins.
Hurea no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditos no figado.
Dilas venreas.
Knxaqueca.
Uerysipela.
Pebre biliosas;
Febrelo intermtonte.
Febreto da especie.
Go'.ta.
Kemorrh odas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
InflammacScs.
[rregula ridades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obstruc^ao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Reten(o de ourina.
Ilheurualismo.
Symptomas secunda-
rios
Turnorc?.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Vendem-se esta3 pilulas no eslabelecimento
ge ral de Londres n. 224, < -todos os boticarios droguistas e outras pessoas
em arregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dolas, coHtcm urna inslruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar dcslas pilulas.
O d.'posilo geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz u. 22, em Pcr-
nambuco.
Vende-se na loja de
ra Nova n. 2, camisas
Nabuco A C.
do casemira,
8
na
di- Q
de Londres, vendem-se nicamente no !os de nanelIa. eeroulas de meia, meia de
t i i i H la e carapucas do meia. t
armazem de Luiz Annes delronte da1
porta da alfandega.
Vendas.
Relogios de ouroe prala, cobertos e descober-
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. i2.
Cocos italianos
de folha de flandres,muito bem acaba-
ik
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razeaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
langas de cores para palitos covaclo 200 audsr. y
tos patente inglez, os melhores que existem no ^8 podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nowosa 400 rs- um
e 4# urna duzia : na rita Direita n. 47.
loja de uneiro.
Vende-se urna porco de burros en-
tre os cjuaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom taraa-
nho do excellente carreja ment ciie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenlcs dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Brag8 Silva & C, lem semprc no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas c moendas para engenho, do mullo
crrdiiado fabricante dvin Mar : a tratar no
mcsirio deposito ou na ruado Trapiche n 44.
de
iDvenc o apcri'ei-
yOaila,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cite n.48, loja de Leitec lrmao.
iniazem de fazendas. \
Ra do Queimado numero 19.!
Cortes de riscado francez 3 12 covadosa2j300.
Cobcrtasde chita a 2$60 I.
Chapeos enfeitados para meninos e meninas.
Dos pretos fines, ultima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muito fina.
diales de froco de Ircs ponas.
Dilos de merino bordados de duas pomas.
Dilos muilo finos bordados a froco.
Ricos chales de louquiui branco.
Cortes de seda de deas saias.
Luvas enfeiladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2g a duzia.
GRANDE E VARIADO S0ITI$!E\T0
DE
Rouasp feitas e fazendas.;
l*Ja
Ges&
Na ra do Queima-
do n. 40.
': Ricas sobrecnsacas do panno Gno pri
> e de cores a 28$, 30f 3S,
: palelots dos mesmos pannos 'i-
palelols de casemira de corea d
;.; bom gosto e finosa 1-, |4J, I6J i 1v
i tos do panno pelo para atenino i i--
2(>S, dilos de casemira de cores
,; calcas de casemira de coros o prelos
j lamente paro meninos i 7-, By, :- |i
: 12, colleles de Korgurao de si
mira a jj!, 0< e 7.>', palelols de alpaca
i;: losde cores saceos a 4*, ditos aobraeaaa -
1: a 7? e &, ditos de brim, de esguiao e i
s- fusiao tanto brancos como decores a
! 4$50O, 5>c6S, cali is de brins brancos
;.- lo linos a 5,S, B0 e 7?, colleles lu. os a do
p cores a 3g c 3*500, camisas para i
: dedn. rsas qualidades, calcas
cores finas a 3c30O,4ji e b, om rico sorti-
mento de vestidos de cambraia brancos
bordados do melhor gosto que teso appi-
recido a 28, manteletes de B 1 preto c da
cor muilo superior gosto e muilo rnod
a 20i cada iime 2ic, ricos casare
cambraia bordados para menino a !<-
_ tos para senhora a l, ri de
':. froco de velludo gosto mclhor qu<
:: parecido a IOS e U;, c outras mui
, zendase roupas feitas que com .1 pres
; do freguez se far patente.
;Casacasparaa(|iiaresma
Neste niesmo estabelecimenlo ha um
: grande sortimento de casacas pretas, as-
; sim como manda-sefazet por medida a 1
t tade do fregus, escolbendo os
1 '; pannos a seu goslo sendo os pro. os a 35a
, : e 40?.
Camisas indezas
! ; No mesmo estabelecimeiil 1 acaba de che-
11 ura grande sortimento das \, ,
misas inglezas peilos di lint
largas, ultima moda, poi ler-s
' \ quanttdadc determinou-ae a i 1
i' menos do valor sendo a duzia a 34a
. ..
;:
i
- ;
i
i
9
Vende-se
Estopa,
Lona,
Camisas inglezas linas.

' -
>'
Xo armazem ce Arkwright
ra da Cruz n. Gl.
C.
Ilua do Oueiinado n. 57.
A 305 cortesde vestidos de seda que cuslaram .'
60-; a 16Scortes de vestidos de phautasia que,
cuslaram30t; a 8? chapelinhas para senhora:!
ua ruado Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo ;1
preto,
fazenda muilo superior; garante-se que nao
desbota: na ra da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leile & Irmo. I_t_v
- Enfcitcs de vidrilho c de retroz a 4S cada ^ "i1",*10 Porl'd., ma,s1suf,enor- ngarraf>
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 ponas. ^S gr* 1' 2^2 "
7,n MM An WaI.Q c,,i i-armazem de Barroca Medeiros, ra da Ud
Jim casa ae Kabe schmettun & do Recite n. 4.
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se i
elegantes pianos do afamado abrican-
@5 & t S
SI
te Traur.ann de Ilamburgo.
do deposito geral do Rio
com Tas:o & limaos.
Janeiro : a tratar '
Farinlia de mandioca
asso & trm
Milito
nosarmazcas de asso & Irmos.
nos armazeos de Tasso & rmeos.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
ada no ultimo navio dos l'.stados Unidos : nos
armaens de Tasso Irmaos
Ra do Codorniz a. 8.
Raalas novas em gigos de 40 libras a 1.
feijo mulalinho, saceos grandes, l$, o i
gneros mais baratos do que cm outra qaal
I parle.
Sapalocs a 800 rs.
Vendem-se sapnloes do Aracaly com en
obra muilo boa a 800 rs. o par, ?apatos de
roquim para senhora a 800 e 4)00 rs. o par
ra da lmperatriz. loja da bia f n. 74.
Escravos.
No escriplorio de Gurgel limaos, ra da i
do Recife, primeiro andar n. 28, resHtcsa-se d. .
escravos famosos, d'ura dos quats -.
cellenle boleeiro.
Labyrintlio.
Vendem-sc toalhas e lencos de labyrii
escriptorio do Gur?*! Irmacs, na i! '
Kecife, primeiro andar n. 28.


DIARIO DE PRNAMBUCO. TERCA FEIRA 31 DE JANEIRO DE 18G0.
(?)
DE
Sila na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Scbaslio J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Lea!.
.'osto eslabelecimenlo ha sempre promptos alambiques do robre de difTerenlns dimoneoes
(de 300 a 3:000; simples e dobrados, para deslilaragurdenle, aparolhos deslilatorios eonli'nos
para restlar c destilar espirilos cora graduaoao at 40 graos (pela griduacao de Sellon Carlier) dos
melbores syslemas hoje approvados e conbecidos nesta e oulras provincias do imporio, bombas
de todas as dimenees, asperantcs c do repueho tanto de cobre como de bronze c ferro, torneiras
de bronze de iodas as dimenees e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornallias e crivos de ferro, tubos do cobre c chumbo do todas
as dinu nees para encmenlos, camas de ferro cora armaeao e sem ella, fugues de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobro, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lenrol e barra, zinco em lencol c barra, lsnoos e
arrorUas de cobre, lences de ferro o lalo,ferro suecia inglcz de todas as dimnsoes, safras, lomos
c folies para ferreiros etc., e oulros muitosartigos por menos preo do que em outra qualquer
parte, desemponhando-se toda e qualquer cncommenda cora presteza e poifeieao j conhecida
e para .ommodidade dosfreguezes quo so dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
i na ra Nova n. 37 toja do ferragons pessoa habilitada para lomar nota das encommendas.
EsposicOes
DE
hms mm..
ra completo sorlimeulo e metaos finissimos,
lodos imitando prala, e por presos muito com-
modos, dos segrales qualidades : riquissimas
salvas em Ionios e avulsas, lodas a imilaro de
prata, de 1 a 12 copos, ditas de metal niaisbaixo
por procos mullo diminuios, laiileruas baixinhas
proprias para toilels de senhoras ou para piano3,
dos mais lidos modellos que se tem vislo de
melal ilnissimo, pali'teiros de riquissimos model-
los do mesma metal e por precos muito couimo-
curadas completamente', mediante o uso desse i dos< 'Iuc devora agradar aos freguiv.es, espivila-
prociosoromodio. Algunas das tacs pessoas na I daifas com o competente prato para a mosma e
enfusao de sea roconhecimenlo declararara es do muito bonitos modellos, bules do familia do
mais liuissimo metal quo se pode encontrar, do
2 a 1G chicaras ora apparclhos o avulso, que
muito deye agradar aos freguezes que precita-
REMEDIO INCQMPARAVEL.
UNGENTO liOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacoes po-
dem lestemunhar as virtudes desle remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso qu delle fizeiain tora seu corpo e niera-
bros inleiramente saos depois de haver emprega-
do inulilmenle oulros trataraoutos. Cada pesoa
podor-se-ha convencer dessas curas maravilnosas
pela loilura dos peridicos, que lh'as rclatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
delias sao tp sor prndenles que luejuupe so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
brarura com osle soberano remedio o uso de scus
bracos e pomas, depois de tor permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soTrer a
amputacol Deilas ha mullas que havendo dei-
xado esses asylos do padceimenls, para senao
submetlcrem essa openuao dolorosa foram
lararara es
tes resultados benolicos diante do lord correge-
dor e outros magislrados, aura de mais autenti-
caron! suairmaliva.
Ninguem desesperara do estsdo de saude se
livesse baslanle conlianea para ensaiar esto re-
medio constantemente soguindo algum lempo o
niontratato que noeessitasse a nalureza do mal,
cujo resultado seria prova riucoiitestavclmeir.e :
Quo ludo cura.
O ungento lio til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
JOIAS.
Farinha a 6:000
! rs. a sacra de alqueire : vendr-se
i i.,
i Mallos, armazcm de Hemetcrio, Irn .". &
Os abaixo assignados, eslabelecidos na ra do confronte ao trapiche do algodao n. 18.
Cabug eom Injas de ourives ns. 9 e 11, fazem I -Vendem-so 3 esrravas de tonita figura sen-
pubhco que eem receido de novo os mais bel- Jo urna mulalinlia de 12 annos do i .
los sorliraeolos de obras de ouro. o vendero por copeira e com principios de costura 1
precos mais em conla que possivel, e passam de 18 a 20 annos, boas cozinheiraa o nerita
contas cora recibos garantindo a qualidade do gommadeiras, uraadcslas tora muito I
ouro, polo qual Qcam responsaveis : rocebem en- | e urna cria de 6 mezes muito linda e nutrida
commendns, e concertara qualquer obra de ouro
com asscioe promplido.
Scraphim & Irmo.
Sementes dehortalice.
Semenlos do horlalice de lodas as qualidades,
viudas polo vapor Brasil : vendem-se na roa
da Cadeia do Hocifo.loja do ferragons de Vidal &
Bastos.
1 Aviso.
<*^ Roupa feita, chapeos e calcado para
lodos oslas escravas sao proprias par- qua
casa do familia, por seren do boi.s '...
instruidas no servieo domestico
der dirija-se ao csciiplorio de Claudio Del
para li lar.
Kscravos futios.
Fu,;i'> i.o da
xim
7 de novcwiiro io
tj xim i passado o i raro Pelippe, de i An-
da, u .Jado a 00 ai.:. -, i ..
rea,, riquissimos cestos para troclas, de muilas a "ZZ X,1Z "i-,L*. SaaoKP"a 2
qualidades, quo se poden, postule por goslo, ri- ffiiSabuSc ?a?f. ot. n? 2 8
quissimas toninas e ralos cbcrtns proprios pa- e ?.* _i--L.-s. a 2' 2
atrazda malriz.
Silveira
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAItOMUO
telos sns.
D. Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. Gillexandre ITerculanoA. G. RamosA. Gnima-
raesA. de LimaA. de Oliveira MarrocaAlvos BrancoA. P. Lopes de Mendonoa A. Xavier
Rodrigues CordoiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Finio da Silva" e CunhaF.
Gomes do AmoiiraF. M. BordalloJ. A. do Frcitas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Cosa CascaesJ. Daniel CollaeoJ. E- de Magalhies CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CoellioJulio Mximo de Oliveira l'imenlelJ. Pedro de SonzaJ. S. da Silva Forra/.
Jos do ToriosJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz l'ilinpo LeitcLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentina Jos da
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
roa
A. P. tic CarvallioI. F. Silveira da MotaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o raoviraepto jornalislico c a offerecer aos lcitores, con-
Miento com a revista do que mais notavtl houver occonido na poltica, na scicncia, na indus-
tria ou as arles, alguns artigos originaos sobre qualquer dostos assumplos, o abchivo CHIVERSal,
jai oiro de 1S59, era que coinccou a publicar-se, tem salisfeilo aos scus lilis, com a maior
exactidao o regularidade.
Pubhca-se lodas as segundas foiras em folhas de 10 paginas, e completa todos os semestres
um volunte de 420 paginas cora ndice e frontispicio competentes.
AsMgna-se no esniplorio desle Diario, na dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignalura: pelos paquetes vapor lOpOO por anuo ; i>or navio Je vela 8$ [moeda
brasilcira).
lia algumas collcccocs desde o comeco da publicacao do jornal.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores do cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidadcs da cutis
em ge ral.
Ditas do anus.
Erupces o escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla do
calor as extremida-
dos.
Frieiras.
Gongivas escaldadas.
lrichacoes
lollammacao dofigado
Inflarnmaeao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Hales das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras do reptis.
Picadura do mosquitos.
Pulmoos.
Quoimadolas.
Sarna
Supuraees ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te quo soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do fig-tdo.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda
das as ponas.
quissimas torunas e pralos cbenos proprios p
ra mesa, e oulras aiutas qualidades de pocas
avulsas, e garantidas todas oslas pocas polo pfo- ft^ -'''SfiSft tW-Zi^i'&'A 3^3 SIS ". &
prio fabricante, que declara o sou nome no pro--------""""TT T-----------"
prio billuto para se i oder conservar ..s mesmos ~ t P-t6 nr':tos crioulos, sendo um
sempre bonitos como estn : na ra Nova n. 20, omt'lal dc oloiro de lijlo e formas para cngcnli i,
lojado Vianaa. tambera tem principio de pedreiro, Irabalha al-
___ \u rin la r-wl.Mi iln tt- Sonia cusa ^T caraPina ; outro nuilo bora
-\a lid L)aeiaa(J J\<- trabalhador de ornada : ora Santo Amaro, a lian-
dos dous ps
ciie lojo de femgens de Vidal ftJSSffl5nsaarruradcfronle
& Bastos, ha para vender os R e0O.0C
jObjcctos abaixo notados por
precos commodos e tudo da
a
Vendc-seenj rasa do Johnston Pator & C roa
do Vigario n. 3, um bello sortiinenio de relogiot
mellior qualidade possiveI,co- ^^\aS^t^,X"
rao sejam:
' Camtis de ierro e com lonn.
.. Bombas de japy completas.
| Canos de chumbo de todas as grossurus
i Ferro Suecia de todas as larguras.
j Ac de Milao.
Arcos de Itrro de todas as larguras.
m dos mais
rerpool lambem urna
sogunles : ora tanto baixo do corpo, i
lesla (.anegada, olli
barba, falla lina o a voz sempre b
larga, cora alguna cabellos bran
udo ser muito mam inn
i e ;,., ni io a curad ir i
boro corpo, pernas um lauto Qnas, sea.uu . i i irpo, i uju escravo knton a
Per ira da Cos i, proprii
Providencia, na fregue/ia de Aj i Prcl
o i gar ou dissi i i 1 de cerlo i (t
recompensado.
200^! de sratificacao.
onliua su
i '.
trio d.....
S. da Luz. Esle
marco do anno
n*lu c t. ;n os guaca
Veude-se esle ungento no esiabecimento Ferramenta completa para tanoeiro.
geral do Londres n. 224. ,Strand, e na loja de Ferramenta completa para f'erreiro.
tuuos os boticarios oroguislas e outras pessoas I, .*.,".
encarregadas do sua venda era luda a America
do snl, iavana e llospanha.
Vende-se aSOU rs., cada bocetinha conten
una instruceao era prtuguec para o modo do
fazer uso desle ungento.
O deposito geral 6 em casa do Sr. Soum,
pliarmacoutico, na ra da Cruu. 22, em Por-
uambuco.
da Cruz n.
sempre para vender umcomplolo soiti-
_e ricos e excellentcs pianos de lodos os
Lravos de Ierro de todos os tamanhos. i precos e qualidades, os quaes sao do muit
variodade de bonitos tiancolins para os mesrnos. do corpo, re| i i le 22 i
tem alg
m alguna princij ',<* do i :. .
consta ier sio Tisto no Ouricury, .
i : quem o oppi pjn ;
engenho m cu Fenhor, "'i i
_ Em casa de E. A. Burle & C, ra
'18, lia sempre para vei li
monto de ttv's e excellentcs
1;::
pela sua boa conslrucca i. Estes
Potassa da Rnssio
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da llussia e da do Ro de Janeiro, nova
que foram premiados com a medalha de primei-
ra classo na exposico universal do lS, alora
. do sercm de 7 oilavas e 3 cordas.aao do jacaran-
de gratticaoSo :; >.:
Carlos, de du le 5 aun llcc
^ estatura regular, as p r i um pt
lo?: :a urna belida noo lio i
Trem completo estanltacio para cosinha. ,
Tremcomuletode Dorcelana n-ra co- d e ch"Pedos de metal. As pessoas quo preci- q^em oagairai queira diijgu u ic
."u- poic^iana pata CO-|gar( ., ,,,.., corapra.,s ,,,.,', .2o (U1 ;i:j [0 d enptono da ra .lo m. fl,
sinia.
Guardas comidas redondos e quadrados.
Fnchadas americanas e de todas as qua-
lidades.
Ditas do Porto de todos os tamaitos.
Prpfjos de lodas as qualidades.
Caixas con ferramenta de carapna 'pa-
ra curiosos)
Bandejas muito ihas de lodas as quidi-
dad
; menos que em cutra qua! [uer parlo.
IwI OS
branco.

Seus propriolarios ofTerocem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada om seu roconhecido estabelccimento a sabor: machinas de vapor de
todos os lamanhos, rodas d'agua para engenhos lodas de furo ou para cubos do madeira, moeo-
das e meias moendas, tachas de ferro balido o fundido de :odos os lamanhos, guindastes, guin-
chos o bembas, rodas, rodetes, aguilhoos e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para descarocar algodo, p'rencas para mandioca e oleo de ncini, portees gradara, co-
lumnas e moinhos de rento, ralos, cullivaJoJes, pontos, laldeiras e tanques, boias, alvarongas.
' otes e i las is obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual fr sua nalureza polos
desenhos ou moldes que para tal lira torem.apresentados. ltocebera-se encommendas ueste, csta-
cimenlo na ra do Brum n. 28 A o na ra do Collegio boje do Imperador n... moradia do cal-
ido estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quera os preteudentes se podem
i ntender para qualquer obra.
e1ev!^.(;ri,'r,qua!1idaiic,' fssim como tamb-n forns rancezes para assados.
cal vngera om pedia: ludo hor jjrecos muito '
razoaveis. nulos, ca teteu as, assucariiros e man-
tegueiras de metal.
Penetras le latao de todas s groSSUras
para padara e reinacSo.
Ditas de metal dita dita.
se dura' a gtatii rao cima.
i SCRAV'A l UGllA,
Des
bra Silvana, de i i -
. i Lima, ti i.. ;
sido \ ;-:.'i i! i bain o da R ife, o i'i -
por all, "
leve-a taberna ?ran i S ....
hficai bem.
Pugio do i ngenh i ab iliug .
.i. ii.) da ^1 do com rite, o i ra
cabra, de 2S a 30 annos de ida Je, al
;, I mea barca, fsll id
direilo superior, lem o direil
causa de duas feri'ia .
zoilo de d miro, levou dous ca rallos, i.u
'r..-..-,^ ,1^ t : i i e outi castrados; pres-im
.asse ao lao do Janeiro em sua compaa* um i
vos, de nome Valcoliin, lamUoiu :...
cravo Joio o com ;
Reccberam-so ullimamento tima por.
livros. de muito superior qualidade, e vendem-
sc a precos muito razoareis : na lvraria econ-
mica delronte do arco do Santo Antonio.
Carne do vacca salgada, em barra do 200
libras : cm casa de Tasso Irmaos.
Deposito .
para acabar.
Peni ambuco, ra da Pe-
Moinhos d todos os tamanhos para re-Ha 11. G, Clll Casa lie Pililo (le Si)""GuUberme de Bar
. C l cor- j Miguel de Barros.silva Jumor ; presuoi
. Ui;;i(,'^ oOll/.a & iairao. tomaram a direcrao do Buique
Nao s nesle deposito existe um
leve 3
ramio sorti I ,uwj '"''' i-se a au-
.. : lori ladea p.....ai u i a|
taeao, cujas qualidades
cima indicado.
para
Marmelada
DO
rsn
PJUftT"
litio hoscos
llMIIflliM)!.
3 IJAJLIAGI4laWA,CAIlAj1OFIJ^Ik0 S
CUnVea por alisos os systesnas.
O Dr. Lobo Moscosod consultes lodos os dias pela manhaa o de tarde depois do 4 horas
Contrata partidos para curar annualmenlc nao s para a cidade como para os engenhos ou outras
propnedades ruraos.
Os cha nados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia aoutra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o dama e o numero da r
Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podoro re-
meUer seusbilhetcs a botica do Sr. J.r.o Sounn& C. na ruada Cruz ou loja de livros doSr. Jos
nogueira do Souza na ra do Crespo ao p da poni reina.
Nessa loja c na casa do animuciante achar-se-ha constantement eos melhores medica-
iuentoshomeopatnicos ja bora conhecidos e polos precos seguiutes:
Botica do 12 tubos grandes, ...".......
Ditos de 2f ditos............'.'.',
Di los de 16 Jilos.............'.
Di lo de 48 ditos.........
Ditos de (10 ditos.......'.['.'.
Tubos avulsos cada um........
Frascos do tincturas........
toal do medicina homeopalhica pelo Dr.'jahr trduzdo
era portuguezcom o diccionario dos termo-- de medi-
oda, eirurgia ele. etc............
Medicina domestica do i),-. Bering, cora diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Ionios.......
1
<
lOSOno
lgOOO
200090
"25SH0
0000

2g0U0
204000
103000
6S000
Ura riquissimo sortimonlo do lalheros
mesa c sobre-mesa de um modello novo .
nao visto aqu nesle morcado, lano pela qua-
lidade o como no preeo que muito lem agradado
aos compradores, esta dita qualidade 6 especial-
mente vendida s nesta loja pela recommenda-
cao do fabrnSnto, ha oulras muitas qualidades do
todos os piceos, que as pessoas quo precisarem
nao deisaro de comprar pela sua barateza : na
ra Nova n. 20, loja do Vianna.
t
Litrinas patente le ireelana.
!. ivatorios dito dita.
Ditos de (erro.
Diversas ferramentas. proprias
jardim.
Balanr is decimaes de lodos os lamanhos.
Xova eonfeitaria. ljrs^;^
Ncstc novo cstabelecimenlo encontrarlo asi -iloniA -1a
pessoas de bom goslo os molhorcs doces seceos* Li5Ullll"llrt.
de calda, grande sortimenlo do pastilhas, as li-
mosas cocadas nunca vistas nesta provincia.tis
amendoas do chicotes e torradas, apreciavel or-
na mesma preparam-se bandejas rom o
na iu-i da Sanzala-Nova n. 30.
vondem-sc no deposito
M"'j3;iu,
, Fio de algod&O de todas as qualidades.
superiores corles do seda do cor para vestidos ,Vl < < ,
cora babados a 40g cada corto, na bL conhecida D.tO frouxo mglez proprto para coser ao ta^bnud. rap como lambem o acre
roa ao yueunaao n. J no JosiMnteiro Lopes Formas para pudios.pastelaoebolinlios. ca como em outras, tem merecido grande acei- "-'rosamei a -
Camas de ferro. "
Riquissimo sorlimenlo de camas de ferro para
casal c solleiros.de iniiilo bonitos modellos, que
por gosto se podo dormir nellas : na ra Nova
n. 20, loja do Vianna.
'Moinhos de nova' invficlo.
Grande sorlimenlo de moinhos para moer caf,
de ura novo modello que muilo facilita pessoa
que com elles moereni: na roa Nova n 20, loja
do Vianna.
chata;
melhor gosto
Nova eonfeitaria.
Ni sle brilhantc o novo estabelccimento ha pa-
ra vender iiiimen.s.is qualidades de doces secco
e de calda, para torra e esportaro, preparado
por um novo melhodo, b
os dias, do Fugar i
va, o cabra U lavi no, pert : ,-
iquim da Silva l.eao, de M.-icei, donde .
Vende-se matmeloda superior em latas de21 Poucos mezes em con
libras a 500 ris a l.bra ; na na Direila n. 93. i T s,';:':a,s fCgni!S :l*taU!? lv'
;., ,i, v,, c I "o do corpo, repres nial
esquinado beco do Segado, no mesmo esta be-l0u menos, tem marcas de
e macas mais bara- i turna fazer a barba deixa
olbo, muilo regrisla, I
sado, amia calcado, intitula-; ;
I calca e camisa de algodaozinli azul com
leboncl de lai proprio para
quem o pegar de levar ;i Uanoel da >il<
ra da Cadeia n. 62.
! Desappareceu na noite do dia 7
corronte de S. Jos do Manguioh
reixeira Bastos, (i ravo rriouli .
nedicto ; representa 25 a IG ai i
I co mais ou menos, sem barba, altura i .
| corpo gualmcnl
pa, constando du caicas de ca
panno Gno azul, camisas brancas fio >.
a e do bri'n trancado bra
Na ra do Queimado n. 17, loja do fazendas, a
neira passando a botica, vende-se a verda-
u^ ostamenha, la/enda propra para hbitos
Jos irmaos da voneravel ordera torceira de S.
Francisco.
_ -- Vestidos brancos de blond de seda com ba-
l-idos o com pequeo dofeito, por motado de seu
lito proprios para casamento : na ra
valor.
do Queimado n. 17, a primeira passando a bolica.
Conliiiua-se a vender lazendas por "baixo
mreiras
para senhoras.
Muilo bonitas coslureiras para senhoras por
procos muito commodos: na ra Nova n. 20,
loja do Vianna.
Eslojos de viagem.
Loja de 4 portas.
Chegou a este eslabclccimento um completo,
sorlimenlo de obras feitas, como sejam : palo- i
oits de panno fino de 16$ at 2b$, sobrecasacas '
de panno fino piolo o do coros muilo superiores !
a 35?, um completo sorlimenlo de paletols de'
' riscadinho de bnm (tardo o brancos, de braman-
te, que se vendem por proco commodo, corou-
Riquissimo sorlimenlo de eslojos para barba, les de l:.ho do diversos "lmannos, camisas
de lodas as qualidades, c por procos mais com- francezas de linho c de panninho de 2$ al 5$
modos que se podem encontrar : na ra Nora cada urna, chapeos franceses para honinm a 83,
n. 20, loja do Vianna.
DA
Neste proveitoso estabelccimento, que pelos no vos melhoramentos feilos acha-se conve-
leptemente montado, far-se-hao lambem do Io do novembro om vanto, contratos mensaes para
taXsMcriflci eCOnima PUblC de q"em s PrPIielaii"s esperara a remuneraco de
Assignalur. de banhos trios para urna pessoa por mez.....lOjJOOO
* morno3, de choque ou chuviscos por mez 15oOO
Senes de carios o banhos avulsos ao-, mecas annuneiados.
Saias de balao pelo baralissimo preco de 4$ :
:ia ra do Crespo n. 16, loja de Adriano"& Castro.
Relodos.
Vandc-sc em casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
pode-se usar com cubera ou sem ella.
Relogios.
t Vendcra-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Ab'eu
na ra da Cadeia do Recife u. 36.
Farelloa
G^OOO rs.
Saceos grandes ; na ra Nova n. 52.
Espirito de vinliocom \\
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocora 44
Kros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
lladas; na ra larga do Rosario n. 36
Algodao moiislro.
AGOO rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se algodao com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de G00 rs. a vara ; este algodao servo
p^ra toalhas de mesa por ser de superior quali-
dade.
Era casa do Henry Forsler & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americas.
Foges americanos.
Arados de ferro a 30)}
Champagne o cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
SELLINS.
Vendem-so os melhores seilins inglezes de pa-
tente no armazem de Roslron Itooker & C,
praea do Corpo Santo a. 48.
4000 rs.
por sacca de milito; nos aimazens de Tasso
i Irmaos.
A f 000
Rs. a arroba de batatas inglezas, desembarcadas
hontcm : no bazar da ra do Imperador n. 6.
Vende-se umaescrava moga, crioula, sem
vicios ou defeilos, ptima engommadeirae cos-
lurcira, marca e cozinha o diario de urna casa, e
mais do que o diario : os prelondentes diriiaoj-
C a ra do Queimado, loja n. 39.
Ralos logrados.
Riquissimo sorlimenlo de
os ratos sabios c tolos, poi
modos, riquissimos guardas-
todos os lamanhos, lampos d
pratos, du lodos os lamsuhos,
sos, lavatorios para cozinha de todos os lamanhos
o de bonitas pinturas : na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Caf a vapor.
Riquissimas machinas de fazer caf em um
quarlo de hora, approvadas na ultima exposico
de Paris pela bUa qualidade.
Espingardas tron-
xadas.
Riquissimo sortimenlo de espingardas tronca-
das de um edous canos dos melhores fabrican-
tes que ha na Europa, e garantidas pelo mesmo:
e de outras muitas qualidades, do baixos precos,
na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Graisile sortimenlo de fa-
zendas prelas para a
quaresma.
Grosdenaples prclo a 13700 rs. o corado, dilo a
1&800, dlo a 2-3000, dito largo a 2J200, dito a
29400, dito aSfOOO, dito mais superior a 2J800,
seda prela lavrada superior a 2j660 o corado, di-
ta muito larga a b'$200 o covado, chamalote pre-
lo largo a 3^200 o covado, dilo largo muilo su-
perior a 42000 o dilo, sarja prela de seda a 2^000
o dito, dita hespanhola muilo superior a 2600
o dilo, selira prelo a 3jJO00 o dilo, dilo MacSo
muilo superior a !$, corles de seda prctos para
rcslido com babados a 50j o corte, ditos de duas
saias superiores a 70$, ditos muito soperiores a
90, ditos bordados a velludo a 1505, ditos muito
superiores a 200*, mantas pretas de i fil a 10J
cada urna, ditasa 12#, ditas muilo superiores a
li, los prclos a 7$, patio prelo a 3)o covado,
dito a 3j5U0. dito a 4, dilo a 5g, dilo a 6$, dito
a 7J, dilo a 8g, dilo a 10g e 12. casemira prela
aljeoo. 2$, 2*500, 3JJ o 33500 o covado, dita
rauito tina a 4$, chapeos pretos de seda, ditos de
castor para homem, c outras muitas fazendas
prcos de goslo, por precos mais baratos do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado
amarello, nos qualro cantos da ruado Racimado
n. 29, de Jos Morara Lopes.
I ditos 11 uilo superiores a IOS, ditos avelludados, i Lor.tea di:
copa alta a 13-5, ditos copa baixa a 10$, cha- ?lms
de fellro para homem de 49. 53 o at 79 Bo'Sinhas escocezes para meninas de
cada um, ditos de si da o do palha onfotados pa- c esc?b ;),200 rs- e
Sapatues de couro de lustre para homem
- :e a quem o apreheod : :
Hanguinbo em casa de Jos T. Bastos,
cidade cm casa de Bastos A !.
che u. 17.que ser generosamente 1
Molcque Fgido.
lOO.VOOclo -nit'ilka.--
rloga-se acs capitaes decampo-, e a 1 '.
I qualquer autoridade a apoieheii;ao Je um ni -
nrk7 AY1T im l Iil I iru ha r 11 q"e de no.me Mar-oc1' crio"10' dde 12 annos
Lf iOA S tii) AYi]\\ll)\ DO lAZ- Ii0u.co menos, o qual fugio da c:
'abaixo assignado no dia 30 de euiubro do
3g500 rente anno, levando cal^a de cor, carniza 1
; chapeo de palha oleado e o maior si?nal e > Trcr

Cortes do cascmia de gostos modeinis-
para ^ Dos premios maiores de 20| da T lotera concedida
para aconstruccao das obras da matriz da villa
de S. Francisco de Borja na provincia do Rio
Grande do Sul, exrahida em 12 de Janeiro de
1860.
gollinhas de cambraia de 19 at 5, manguitos
do Ij500at59i organdys escurase claras a
bM rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colletes, paletolse calcas de 3?500 al
4% o covado, panno lino proto o de cores de joOO
al 10$ o covado, corles de rollete de vellu do
muilo superiores a 9 o 12$, ditos do go-gurao
c de fuslao brancos de coros, tudo por preco
barato, aloalhado de algodao a 1^280 a rara,
corles do casomiras do cores de 5 al 9-3, grosde-
naples de coros o pelos do I36OO at 3ff2<)0 o
covado, eaparlilhos para senhoraa 6, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12# cada um, j
longos de cambraia de linho bordados
nhora a 9o lacada um, dos lisos para
mem, fazonda muilo superior, de 12 al 2il^ a I
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
25 100, barege de seda para vestidos, corado a
I-00, um completo sortimenlo do colletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e do
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 79 o covado, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado proprio para paletols e colletes a 2-3800
o covado, bandos para armaco de cabello a
19500, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem, eum grande sortimenlo de macas e .mala?
de pregara, que ludo se rende volitado dos
freguezes, e oulras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao.
Com loque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3?5
4:000 a dusia ditos com i palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porlo engar-
rafado, e em barris de quarto, por preco commo-
do : no armazem de Adamson Howie & C, na
ra da Trapiche n. 42.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
Cse do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mellor i C, ra do Torres
n. 38.
sent ora
para me-
ninos
Garrames com revadnha
Costas com 13 libras de figos,cada urna
Alel a, caixas de 32 libras
Hacarro, caixas da mesmo peso
500 .
Iq de asinina e a pouco estere deente de bev
600 \ desconfiase que esteja acuitado por algum
\"T^[' ,3m5' T.uo se T'cia aprovcilar de u
120 idade pjia o seduzir, desde j protesta o me
59OOOIaDaiv0 a?signa.lo !c cahir sobre dito Impo 1
l \ todo o rigor da le, e gratifica da ma. eir se
J*WjM9i&Ue quelheder notieis certa, e paga
-lilil 1 desi>c,za I"8 se fi'-r c> ni o mesmo moleque | 1
Assim como ura extclenle cabriolo: por muito M effectuar dita ipreheni t!o ras !
commodo pceo. : n. 2!. Francico Jos Gernu
f MUTILADOl
NS. PREHS. NS. PREHS.NS. PREMS.i^S. PREMS. NS. PKEMS.i>S. 1 RI MS N tnt-uv
ti 10 lio:* 100 2149 40 2910 403 3754 100 i i i 40? 5121 1.
16 409 i-2 oos 12 1005 17 40 60 100$ 62 -iO; 37
75 409 20,000 53 73 10O 10()f 22 53 1003 40 39 108 100-3 79 3849 100 lOOf 67 97 0? HRJ M| 1XK 86 5523 Me
10.5 200 1201 lOOr 69 40$ 87 40 si 100-: J'iS 3i
50 lOt).? 58 1,000 2210 40 3009 200 94 100 41 .'iS
293 lOO.'* 50 400 21 40? 58 40| 3924 200$ 1641 0: 40 61
302 2005 64 100 22 100- 60 Kl- 70 200c 19 5G06
21 40 1324 1,000; 98 40p 65 40$ 97 1(10? 171! Mf 15
.14 408 70 409 23-1 1003 3171 200$ 4001 100 9 !,096f 21)
4 200-3 11:23 40 2620 100$ 75 1003 6 400 MM 40 33 -
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70i 40 47 40 39 100 46 408 72 40 50 00 67
57 40 91 1003 80 40 62 400 1226 200? 91 403 81 20c
827 40 93 100: 81 40 85 100 33 100 51 Of 100$ 89
53 40$ 9'J 100 2/00 408 3467 40 51 405 28 10i$ 5802 '"'
68 408 16c8 40 5 1,000 3544 100$ 4301 100 41 40t3 43 100?
8 1009 1766 40$ 10 1003 47 403 9 40 44 4003 56 i;?
922 409 /8 100 43 100 61 40 23 10.- 63 40 58 lOOf
30 408 1821 1.000 94 10 3614 2C0 4 40- 76 100 72 40$
44 40$ 1907 10,000$ 2810 100 59 109 47 1003 5309 100S S7 j.,
80 too 17 40 55 4,0003 68 408 66 40 64 403 595S 10
81 40; 35 loo 56 40 76 40$ 72 40 71 100 90
91 200g 36 200 75 40 89 40a 75 40 85 200o
97 lOjj 99 400a 80 200 3701 100 4109 290 3i0i t09
1012 1009 009 40 86 400S 44 409 25 499 5 100? .


(8)
Litteratura.
Mario se hmsambco. tebca Pera m tjfc mmo tiE ti.
Km k nmm.
[Concluso.)
As Iheorias, que acabamos de mencionar, e de
que o sen proprio aulor, com as declara, oes que
fez se retralou, nao as deve Mr. Cousin ao ec- .
musmo propriameiito dito, deve-as aprooccn- lera una vida relativamente sedentaria
pacao, qup, por ora momento, o lom'du pelos sjs- <*<>-' <"'."'i -
toruna all maes. Nao osla a preoccuparao mo-
tones, que o philosoplio francez deve a sua
i ; 6 a Ba lo elevada apreciaeo do esta-
tnal di philosophia, criticados principal
"s d'ella, c confoeco do cceloclismo
i syslema, onde Mr. Coutin, rcgeilando as
pnuco rcflectidos e contusas iheorias da escola
v m ira, loffioii comludo o que hacia mu-
ir nessas Iheorias, c tez d'ellas um verdadeira
.'vslema.
O vigor e a forca, com que elle est concebi-
do, tal, que nocnbendo. por assim dizer, us
tronos da philosopliia, penetrou na lleralura e
na -
cobrir oulros noros. A tarde esld desembara-
zados, e podem livremente indemnisar-se do si-
lencio forrado e da applicacao continua do di.
Na manhaa seguinle voilam'com mais coragem e
lalvez mesmo cora urna satisfarn secrpla.
Ha porem paisistas, mesmo verdadeiros que,
ou por carcter, cu por posico, afleclam hbitos
difiranles, vivem separados de seus collegas e
tcm urna vida relativamente sedentaria. Dota
categora excepcional ha um que, de ordinario
fez sua residencia no mbito deFontnineblcau.
O lugar era uestes ltimos anuos oceupado
por nm rapaz de nomo Caries Dupuy. Nasccu
rilo em 18d(). Sua vocarao se declarou milito
cede o nae fin enntrariada". Aos 12 annos consnm-
mia muilo mafs I apis que pennas, e estraga va i
vontade o papel do desenlio. tos q.nnzo alis-
lou-so resolutamente na bandeiras de Mera e
Cabal, estes apostlos, como oschamouTheophi-
lo tianimr, que diziam por lodo evangclho
nobresae bondaded'alma, quese ocrultavam n*a-
quelle infeliz involucro, anata ainneramenlo sua
irmaa. Apezar de artista e enfanl gmt, liuha boro
coraeao e nao pensava que huuvesse coiisa elgu-
ma no mundo alm da cor e da phanlasia. Pro-
lestou a Cecilio-quc nao era sua intencao sepa-
rar-so d'ella, mesmo qnando se casasse, o quo
alias nao poda ser tratado senao para o futuro,
((liando n'isso pensava.
Regulado[isto, o joven Dupuy cuidou, como
uxo. Suppozeram-no arruinado. Enganaram-
sc. Somente gastara cem mil francos, em cin-
co anuos Era seguramente moderacao. Mas ha-
via nisso menos parcimonia, que delicadeza. Era
o temor de parecer contar com a herane.a de sua
irrnaa que o tinha sobretudo impedido de carai-
nhar mais depressa para a dissipaco. A ma-
neira discreta o radical com que se retirara pro-
vava a cortos respeitos que era ltlio dn tal me.
Sua iniidanra de vida o tornava do repente mais
,_____ j. r i -..., ......... .-,.. iiiuuuiii-.i un i Ma u tornava un renente mam
pensava de inden.nisnr-so do tempoperdido. l rico do que 'tinha sido, e mesmo do d ve!
Temou urna elegante casa na calcada de Antin ria ser. para acudir s dospezasque se tinh' im-
posto antes.
com cavallari ;a e cocheira. Tovo'pois cavallos,
carros, grande numero de criados, e tornou-se
em pomo lempo, um d'csses dandys, que at On-
Lima destas alegras misturadas de anciodade,
que sao as mais vivas, sentio Dupuy qnando!-
Canniilioi e observaila Desde cnto pode
sem opposicfio dcixar o Lxico pela pallieU, o
collegio pelos campos, e aventurar-so, com o
,.,r-r.....-,".. i"-"1"u miviirara v wuBgiu penis campos, e uveniurar-se, com o
ponnea, c caraclerisou com es seus elemejn-i chapeo de sol e o cavallele s costas, neslcs ca-
i >s o movtmento da inteligencia desle secuto.
o ecrlertismo, nos termos a que chegou,
rinda um ensato, mas hoje a nica philosophia
possivel, fra dos limites dos svstetnas exclusivos,
i ns fecundo e brilhante que seja o talento
de um individuo, por mais elevadas que sejam
a3 capacidades, que perlencam a urna escola, o
espirito da humanidade smprc miis fecundo,
mais brilhante c mais elvalo que aquello indi-
viduo, ou aquella escola.
! 'n individuo, ou una escola pdem dar um
Indo da verdade philosophica, podem dar um
ios ratos dessa rerdade, masa humanidade ha
< sompre producir mais Ora eslerilidadodo-
- mas philosnphieos, est demonstrada
systemas allemes. Kan! nega na mctaphy-
sca o qiiecdiQcn na moral. Quacs sao os resul-
tados do sen syslema philosophico ? Na raela-
pliysica o sceptetsmo, na moral un dogmatis-
mo s ni baso, por iso que elle mesmo se encar-
' : ,: lestrutr os fundamentos, sobre que
n lia erguer o edtflcio do scu Brstemo. Ora
o septicismo condecido delonga ilata, e o seu
itismo en; mural nao fez dar sciencia ncm
um passo nico, antes pelo conlrario fe-la retro-
irradar, porque lhe alutra os alicorees. As fur-
minhos ha pouco inexplorados, onde os moslres
Ja escola moderna tem feito tantas descoherlas
lolizes. Se Carlos Dupuy al o presente anda
nao explornu estes caminhos nao vos admiris
disso pela liberdade de procederes de que havia
gosado para se applicar a isso.
Duas circunstancias do sua vida eiplicarao es-
te duplo phenomeno: nao tinha mais que dous
a unos qnando inorreu seu pal, e sua mai era j
mora qnando elle allinjtia maoridade.
M. Dupnv, hornem serio, sensato, regular, que
liavia concluido lodos os seus estudos o obtido
diversos premios a alteslado de versos latinos.
t o Ihemas gregos no grande concurso, nao lena
,. consentido que seu filho abandonasse as huma-
nidades oso enlregassc a um gazeio indefinido.
Elle, que, depoisde haver sido bem sucedido
as universidades, nada rio de melhor que en-
trar como Siipranumerario em urna administra-
cao onde, por sua pontualidade, carcter c ap-
plicacao, ajudados de alguma prctenco, tinha
chegado a sub-ebefj c chefe de serreUria, e em-
IIra chefe dediviso, nao poderla considerar co-
mo decenio e razoavel urna proftssao sem orga-
msaco nem hierarchia, que nao so abraca em
urna idade determinada, que se nao exerce em
horas flxas oque nao d.i direilo a urna reforma.
ser advogadn ou medico j lhe parece bastante
ridiculo. .Ini/, professor, militar mesmo c so-
bretudo chefe do reparliro. bem Quanto a lit-
leratura. pintura, msica e todas as prortsSoes
do seu sy.-tema leem verdade alguma
noviJade. Mas resultara daquellas formulas al-
a verdade mais em philosophia ? A nao ser
issificaeo das quesles da sciencia,Ranl nao
atou qnasi nada. Encontrara um novo sys-
i :i! i '.' Tambera nao. Kant- idealista como
I i Leibnitz, e Descartes. E a nao ser como
nos na classifioacao das quesles philo- eslima muito abaao das artes manuaes. Entro-
sia a es-'auto quo compulsara Homero, lia Virgilio o Un-
* I-------------- a. >,, l. x.. V\*tB li: IMUIIJJtJ
ditas liberaos, o que para muitos de seus adep-
tos urna cruel irona, elle as collocra coi
sua
aphicas, Kanl nao eariqeceu coi dema>
cola a que se (Ilion.
Ao philosopho de Koenisberg succedeu-se
' te, Schelling o Hegel.
Qual o alcance relativamcnje & verdade do
idealismo objecliro de t'iclile, do idealismo ob-
jeclivo de Scheiling, e do svslema lgico de
Icgel ?
A' escola a que peile.ncem basta o titulo .
seus systomas para se coohecer : o idealismo.
' revi liado qo lodos tres alcauearam fui o pm-
ihi ismo.
Os Irea systi mas verdade que sao orignaes,
emquanln forma que c brilhante e denodada
como a imaginaco, Ibas emquanto ao ponto da
partida perlencem ao i.
ealismo, emquanto ao
que
ado perlcncera ao panlheisuu.
Ora o pantheismo t2o velho como a Iheoria
i' etnanafio. A India j o conlrecia antes da
jreciao estudar, e anle> que os tres philosophos
allemes lhe dessem a forma atrojada e seduc-
tora, com que appareceu no seculo XIX,
A sciencia especulativa data dos primeiros se-
enlos da humanidade, nao de hoje. Espirilos
dos mais elevados, que conliece a historia, se
i) applicado osla sciencia. Os systemas e
os escolas estocieados lodo?, rodo uno val-se
i.i forma, mas no alcance de cada um dos svs-
tenias exclusivos, domonslram-o os fados da
.ciencia desde a Grecia al os nossos dias
pnuco se pode adiantar.
0 proprio methodo da philosophia, com que a
escola de Descartes se enriquecen, nao dos
lempos modernos, eraj do de Scrates.
Por consequencia o quo resta ?
" Ou voltar estholnslca, ou entrar nn lerre-
' i 'i is systemas em uso, ou separar o quo ha de
le em rada syslema, e corapOr urna philo-
i superior a iodos elles, que nao seja esta, i
ella philosophia peculiar, a este ou quol-
'.vslema, mas philosophia na sua unidado
lea.
lis a Iheoria do renovador do ccclcclismo dos
"- lempos, eis a que me parece mais pro-
' filosa sciencia < ao seu progresso.
U. J d'Almada e Lencaslre.
(Commercio do Porto }
\ciii umu nem nutra.
1
losconhecem por tradieco a floresta do
lainebleau. Muitos tambera a conhecem de
vista. Porem o numero dos que a conhecem
intimamente deve ser, segundo nos parece, mui-
lo limitado. Pelo menos podemos allirmar que
durante qnasi dois annnos, passomos nella a
uiaior parle de nossos dias, sera encontrar mais
que os agentes de florestas, lenhadores e pai-
s.
Estes ltimos mu raras vezes se domiciliam
mesmo em Ponlainebieau. Por diversas razos
de commodidade c economa artista e millio-
nario nao sao ainda synonimosj preferem rm
geral a morada as aldeias circumvisinhas, onde
formam, parlicularmento no oulono, colonias tur-
bulentas e fraternaes.
Os pintores de paisagem, renunciando aos pro-
is acadmicos, pira directamente se nspi-
rarem da nalureza, lera commoliido em nossos
dias una grave imprudencia. Nao inventam mais
seus quadros : vao procura-Ios. Em consequen-
cia u'iriso se Ibes torna indispensavel no so-
menle a vista, que oulr'ora nao o era, mas ain-
da as punas, enlao completamente intil. Sua
i flicna errante e sompre em pleno nr. Ne-
cessaramenle rivem sempre sos. D'ahi estes
centros de habitacao onde se o encontra, e cuja
creacao, bem como a da verdadeira paisagem nao
remonta alera de 1830.
Pela manhaa parte cada um para seu lado, a
im de continuar os estudos comecados, ou des-
FOUIETIjftl.
BRANCAS,
P0!l
A I.FREDO ASSIH.VM,
XI
[Continuaco.)
Claudia, voltou para o seu lugar, e Brancas
veei cornpnmenla-la. O secretano geral respon- vem fazer VHIleviilo o Sr Graindoree conse-
dou ao romprimcnlo doadvogado com um mov- Iheiro de oslado sentio? "'
N.io ha vergonha nenhama era casar. Nao
ser o rasamente o mais bello de lodos os sacra-
mentos ?
Nao coro, disse o 1'arisiens, e concordo que
o pasamento o mais bello do lodos os sacra-
mentos; mas para casar necessario quo hala
duas pussoas e nao su mesmpse ha nina.
Ha duas, Rita e o senlior. N.io negu, cu
sei.
Enlao sabe mais do que eu, por que cu nao
sei.
De ver:,.-?
De. veras.
Enlao diga-me, pnrgunloii Claudia, o que
* ---------- ------.....0"~~ ~w... ..... ...V'.t-
i de cabera trio e ceremonioso a que o Pa-
risense nao deu alleneo nculiuma.
Amanlia, disse Bunsergent, que vamos
Ouvir-Domosthenes c Cicero?
O Parisiense inclinou-sc sorrindo.
Nao sei de quom quer fallar, mou charo se-
nlior, disso elle; mas lera o piazer do ouvir um
dos maiores advogados desle seculo. Nao fallo de
mi.'ii.
os, nhorvai audiencia? pergontou Au-
dinet ao major. Nao lhe conhecia tanto gosto
pelos piocessos.
Supponlio que eio passeiar
casi do Sr. Oliveira?
Sim. Sao dous amigos vellios.
Ah e Bita e o senhor nao sao amigos ve-
llios?
Estimara muito, disse Brancas; mas nao
onso lisongear-me disso. S vi iindcmoiselie
Bita orna vez.
l'ois veja como se calumnia Dizem que o
Sr. vai casar rom ella, e que seu tio veio paraas-
sislir no casamento.
Quem que disse ?.
,---------,.--------------. m vum 0 IJ,lt_' Ul
Ora, responde.u simplesmenlc Bonsergent, Todos dizem.
I ti vou mide Claudia me leva. Tu nem sabes que ; Nao ser ante
) ineu chefe de lila. poi0 q,,e me parece
Ab d;sse Audinet com frieza, mademoi- meas negocios ?
' "*... Peco-lhe, disse uauaia, com
wm, senlior secretario geral, disse a moca lo alterada, que desculpe a iniuha
tesentio o golpe Sou eu mesmo. I Ku, de certo, nao lenho direilo r
O 1 ansense nn^erv.ivn-na nmlin.-t, ,i;....^, -i... -_..^_____i..
o Sr. secretario geral, que
pelo que me parece, loma muito iuteresso nos
e mademoi- meas negocio- ?
Peco-lhe, disse Claudia, com a voz um tan
. alterada, que desculpe a miulia curiosidade.
quesenlioo golpe Sou eu mesmo. Bu, de cerlo.no lenho direilo nenhum, a co-
O l ansense observava-os ambos sem dizer pa-, nhecer os seus segredos
lavra e romecava a conenber grandes esperancas.
Audinet sahio ebeo de furor conlra o seu rival c
contra Claudia. Era um hornera teimoso e tal fi-
lho mais velho do coronel Malaga ; ama va Clau-
dia e eslava prompo dispula-la por lodos os
meios que o cdigo tolera, por que nao pde'y,-
por-se.
A conversado lornou-se geral depois da par-
tida uosecrelario ucral, e s foi interrompida pe-
la chegada do coronel Malaga e de alguns vizi-
nlios quem madama Bonsergent ofiereceu cha.
Armou-se urna mesa de whist o os homens gra-
ves coraecarara a jogar e Brancas senlou-se ao
p de Claudia.
Houvc a principio um longo silencio, que Clau-
dia inierrompeu perguntando com voz brusca e
sacudida :
Para quo poca eslfi fixado o scu casa-
mento?
Brancas estremecen.
Que casamento? disse elle. Er.lo ca-
saiu-nie ?
Porque cora? disse Claudia.
A moca eslava com o coraco ulcerado. O Pa-
risiense percebeu e adevinhou a causa dessa co-
lera surda. Comprehendeu no mesmo lempo que
o chime desastrado do Audincl lhe olTerecia urna
occasiiio de declarar o seu amor, que elle teria
procurado por muito lempo c debadlo. Olhou em
lomo de si. Todos jogavam o whist. Duas vc-
Ihas, aliradas um canto, dziam mal do prxi-
mo, madama lionsergeul eslava aiisciilce dirigin
a confeceo do cha, o major dorma como um nr-
ganaz, elle ro o momento favoravel, pegou na
mo de Claudia e disse-lhe em voz baixa :
Claudia, racntram-lhe. Eu nunca heido ca-
sar com mademoiseUe Oliveira, por que nunca
ninei, nao amo c nunca amarei senao urna mu-
Iher; voc.
Claudia relirou a mo sem colera. Vio nos
olho3 do advogadn que elle fallava verdade,
sentio no intimo d'alina as emoces. Nao leve
animo para responder: E eu Inmbcm nino-o. ni-
os olhos suppriram btra a falla dos labios. Enlre-
tanto esforcou-se para corapr o roslo.
Senhcr, disse ella, lingindo rir, agradeso o
rano no original c honra va-so em f.i-os qnan-
'. do havia occasiao. Contrndiccau bisarra, ainda
| que bem commum.
Madama Dupuy quasi que nao pensava diffe-
i rento de sen marido Como a mnior parte das
miilhercs prefera urna realidade mediocre s
mais esplendidas proraessas; porem desejara
dos | mais n.io contrariar seu lilho da que seguir as
mspracoes da razo. Era muilo ualural. Ti-
nha j.i perdido muitos filhos; alem deste s ti-
nha urna filha mais reina que elle dez anuos,
mal feita, magra e triste, a quem lambem ama-
va, mas quo nao poda Ksongear ncm o amor
proprio nem as esperancas maternacs.
Todos os.amigos de Madama Dupuy censu-
rara muito a fraqueza que ella moslrava para
com sen lilho; porem ella liuha rara excusar-
se, urna razo que nao dira, o que occultava
mismo com cuidado: que doria deixar urna
bella fortuna a seus flllios, a qual Carlos, se-
gundo toda a apparencla, nao se icndo sua ir-
ni.ia destinado a cazar, herdara um dia. O fe-
liz rapaz tinha pois um grande olcio. o mc-
nor de todos, como di/, a canco, com tanto que
o saibam conservar. Elle mesmo nao duvida-
va disto, julgava somente que sua mai tivesse
urna modesta abastanza, que, com sua morlo,
cana anda mais reduzida pela cxlenso de
sua pensao de viuva. Digno pois do nomo de.
anula nada liuha visto que o devesse i.reo-
copar. '
le mala esta fortuna que madama Duouy tao
cuidadosamente escondi lhe prrtencia 'como
proprio. Sen mando havia delxado muilo pouco.
Ella leve de dol e de diversas herancas, perio
lo trezenlos mil francos. Gastara apenas a lerca
parle da renda, logo o superfino, accumulado i
durante rtnle anuos, e vanl-ijosamente empreg.i-1
do por um notario habel [ encontram-se alguns1
d osles. / liuha mais quo duplicado o capital. Nao
era propriameote por avareza que ella assim
obrara. Quera que sen filho fosse rico. Tinha
lixado para ello urna certa somma a que devia
atlingir antes do lhe revelar sua verdadeira po-
sieao, pensando, ajui/.adamenle sem duvida, que
elle em crescendo poderla ler phantasias pou.-o
favoraveis a este bello Irabalho e a cujas exi-
gencias ella nao teria a forca precisa para re.:
tir. Tal era pelo menos a razio que dava ar ,-
tario, scu nico confidente. Nao seria islo um
pretexto para justificar a si mesrna a necessida-
de de enlhesourar ? o que seria diflicil apro-
fundar porque ella raoneu antes de acabar sua
obra.
Saliendo Cailos Dupuy que possuia nTida me-
nos qu> porto de quatroconlos mil francos, ficou
liilcralmenlo admirado. Nao disse como o hroe
d llimillon : 0* pas fazem sempre alguma vil-
lana coni seus proprio* filhos; mas nao pode
deixar de adiar sua mai um pouco extraordina-
ria em te-Ios condemnado a urna existencia 15o
mesquinha, qnando poderia dar-hes e dar a si
n.esma todas ns coramo.iidades. lgralo ella
lhe havia dado mais que isso, essa liberdade que
a raocidade tanto desoja e de que a privara quasi
sempre com tanto rigor. Que dira se, como a
maior parte das mais, elli o tivesse raetlido era al-
gum esiudo ou secretaria ?
Oanlo a Cecilia, sua irmaa, a pobre corcova-
da, lomliuma queixa semelhante veio misturar-
se expressao reprimida de suas dores : nao leve
urna sillusao quo a deslumbra-se quando soube
d'esta fortuna inesperada. I' ticamente pedio a
seu irmaa que lhe perraiilisse anda morar com
elle, pelo menos, al que se casasse. Tinha me-
do da solidao, di/.ia ella, e, desgranada como era,
apenas linba urna mai ou um irmao, para quem
sua triste companhia uio seria de tjdo iutolera-
vel.
Carlos, que nao tinha anda bem apreciado a
lao havam sido o obieclo de sua censura Se nao ,, i
rhegou a ponto de ridicularsar a a"u c os ar- : Ch^ S2JS l,n0" bl" ""t d '"-
l-stas lelo nnnos esqueceu-sc completamente. TeLtZS^!?*lW"!! ^OI'CSla ,''V;"',',
mesmo loiio seu nppnrelho. como o mais simples
o mai pobre dos pintores.
- Ah meu charo, o espirito sudjuga o c r-
po... Demais o mal que te querem nao I"
e o remedio est prximo. Mlle. So\at
grande,
um partido excecnte.
E achais que elle merece a fama do
goza?
que
Quanto a bcNcza, nao sti.
dizer que nao me deslumbr
falla da minha vista
Sem que fosse preciso mostrar-se soberbo ou lo-
mar oulra deliberaeo qualquer, seu novo genero
O corar.io bata-I he,
c em sen cerebro se cruzavam raios" de luz. Se-
no e resoluto em sua agitacoo, dir-so-hia um
amante que vai (ornar a ver a amante abando-
nada Nao sera exactamente esla a sua silun-
cao ? Desejoso de saber o estado em que se acha-
va nao foi muito longo. Em urna prega do mon-
te Ussy, dianle do pnmero motivo, que se lhe
apresenlou, o que lhe pareceu favoravel, dete-
ye-se. Endireitou o cavallete, fez a palhela, e,
invocando menlalmenlc o genio inspirador, o'es-
pirito divino da notureza e da mocidade, se poz
eni obra com nm nobre fervor. Sua mo mais
gil do que pensara, cancava-se e hesitara sobro
atla. Os lons que tinha diante dos olhos nao
erain mais transmiitidos por ella, rom aquella cx-
aciido e seguranca ndispensaveis, que sao como
que o resultado de urna uni.io ele, Inca. As pin-
^mdeseuscom^nTieiT^ Vnnt'VT^ bcm'""-e dt -
rias camprestes. Havia m-smo dousout re amcm ; Ti,'0 q"e ,"" d^lnT- pri!r" couheccu
continuara a visitar de re em nuandi^ d,.?iS'q b,-tan nlK"!!S d"s P=" qe ella tomasse
o invern Assim miivi i nir .1.? i i u .prumo e a docilldade que d'antcs tinha. Elle
progreSSs e?cesso? SemP falfr ^iwf^ TU ,era n Pacipal. Se nao podia tirar scu
de vontade e esporanca ale-res aen>o"matan. i S 3S- Ima"c,,s-l,a0 lne escaoara.
de vida o separan bem depressa do seus amigos ro rosnT!
Camarades. Nao tocou mais n'um pincel. O eos-1
que e as aguas forana para elle toda a nalureza
0 que somos nos nao ha poela ou artista em
cuja vida nao se encontrem oslas prosaicas lacu-
nas com tanto que a fortuna o queira, e a moci-
dade o ajude.
Seria isto muilo bom se podesse durar sempre.
1 orem no tlm do cinco annos do cavalgadas de
ceias. bailes, vestidos de Siamb e lasquinels
Dupuy achou vasta osla existencia, c perebeu
que sedesgostava horrivelmenle. Havia, sem du-
vida, errado; mas queiram desculpa-lo : fora
mal educado. O papel de hornera do mundo exi-
ge uma educaco especial, um genio particular.
Nao e como quer Brummel ou 'Orsay.
Abrumas vezes acontecas Carlos encontrar al-
que isso dea de vossa irma. Naturalmente
nao o quero, o lhe agradeceris mesmo da mi-
nha parle : porra que nao se Irale mais disso.
Ser melhor.
O ultimtum era declarado de uma forma tal
que nao dava lugar a insistencias. Dupuy, nao
podendo chamar em seu soccorro a paixao, nao
leve remedio senao subraetier-sc. Deu-sel pois.
por definitivamente recusado, e nao se julgnii
obngado a mostrar um ressenlimenlo, que nao
experimentara. Sem duvida que nao necessa-
rio dizer que Julieta mosirou-so contente com
uma lo fcil resgnacio ; nao obstante (Oiiiinuou
a ocolhe-lo bem, c as r.laees entre as duas fa-
milias nao soll'reram allera'eao alguma com osle
incidente.
Somente Cecilia moslrou-so pezarosa
projoclo nao ter tilo bom resultado, nao
mor proprio, mas porque pensava que o casa-
mento faria uma diverso salutar na vida de seu
irmao. as disposees em que se acbava Du- ,
puy. ella nao podia esperar que elle tomasse o ssa"^ P'1^ vestir-so ace.adamenle. o.uai,d.
tabalho de ainda lhe fallar a 1,1 respeto. Era fmf m"Kas yezes aconlec.a. cnegav em casa
Sraenlr r"
ron. Sem dmv
j eaneada. E depois as
modas mudam para os semblantes bem com
ra os coslumes. Em meu lempo nao eram estes
restos, que fazinm mais victimas. Mas nao tu
ra/.ao ; lu julgars.
Pallando assim H. Fremoal e Dnpaj du
tora lVM0 ca8 eentraram ji em um gabinele. que
sempre eslava adisnosice ultimo.
raras vezes dorma elle ah. mas tinha, aun j
roupa de cidade. todos os objertns dn loileii,. ne-
pariga em quera sua escoma po-
desse recahir cora alguma seguranca convenien-
te, e com feliz successo. De mais ha
s
recia
ge
A apresentneao leve lugar no jnrdina, oaV
modo quo fazo-Ios. Semelhantcs proposiees, que
outros teriam julgado llhas da in*eja, p.arociara
a Dupuy a expressao do uma compaixao despre-
sadora, e. o faziam vuliar d'estas visitas bastante
triste. Sera duvida porque as nao multiplica-
ra. Quanto aos quadros nao comprara um s.
Nao procurara mesmo ve-Ios, senao quando a
isso era obligado ou pela moda, ou pelas conve-
niencias, ou em lira pelo capricho de alguma
ilher. O amor que tinha pela pintura pareca
Lnlregou-se. pois, pintura, com urna energa e
paixao instigareis. Viva na floresta ; ahi pas-
sava os dias, estudando todas ns vezes quo o lem-
po ou suas disposices nao lhe permiltiam pin-
tar. O artista, bem como o poeta, tem multas
ye/.es neeessidade do silencio : tem um Irabalho
interior a fazer, uma sriencia a adquirir, sem a
qual n destreza da mo se tornar bem depressa
nsufiiciente. Acontece somente que este segun-
do Irabalho nao Iraz o descanco do primeiro.
OS os amrn^ ,Ur ^ ^"^ T"" 'T te* m**m0 1"C S'Ja P"0 ^ "OUS |
i^yJtnl^tnr^AT,T3 T ,ncls-.s I T?*a "''"'.TW1.0 nI,"!!mn,e um. sim- re. "orno o temos visto, sua nalureza sempre |
pies amador, lo-lo-hia sido muito menos pintor
A arte urna taca onde somonte se bebe von-
tade quando se verdadeiro artista ; de nutra
forma, ou convera applicar-sc inteiramente a
ella, ou nao locar.
Cecilia, que morava com seu irmao e que vi-
va nicamente para elle, havia bem pendrado
osla c-rida secreta. Algumas vezes que o vai
enfadado ou triste, lhe insinuava que poderia ap-
plcar-se pintura para disirahir-se.
l)isliahir-mo responda elle ; nao sao as
dislraccoes que me faltara.
Enlo para oceupares-te, dizia ella.
Oh meu lempo c empregado em cousas,
que, pida maior parle nao me inleressam, eu o
confosso. Dirs que poderia deixal-as ; n.io
tao fcil quanto ponsas. E depois que ira f.izer?
o iinpcllia ao excesso. Durante dous annos nao
leve outra dislraecao alem de duas visitas por:
semana a Mr. l'remonl, c das viagens a Pars,un- :
camenie indispensavis para tratar de seus ne-'
gocios ; e anda assim eram ellas antes nter-
rupcoes que distraeces. Quando nao pintavs,'
pensava, ou por oulra son ha va. Uma semelban-'
le absorpcao, um lo continuo osforco excedem <
um pouco as forras da nalureza : elle devia ac- !
bar por soTrer.
A vehemente paixao de Dupuy havia desperta-
do a soliciiude fraternal de Cecilia, que tinha
procurado modera-la por diversos meios. M.
premnnt tinha uma filha gentil, linda, viva e
agradavel, a quem Carlos conhecia desde a in-
fancia, e quo lhe n.io pareca desagradar. Ceci-
esperanea.
Obrgada a renunciar por um momento o crear
para seu irmao um inleresse c obrigacoes mo-
raes, que equilibrassem a paixao intellectual, a
pobre Cecilia fazia quanto podia para o impedir
de faligar-se demasiadamente, e chegar ainda
urna vez, pelo abuso, ao descosto. Comquanlo
sua saude fosse sempre das mais debis, era
ella todava a primeira a mostrar des-jo do ler
visitas, de organisar passeios pela lloresta e ex-
cursea nos arredores. la de boa vontade era
casa dos l'remonl o mesmo em Pars de lempos
em lempos. I'azia-se menos trislc c menos li-
mida. Ja havia cousas de quo pareca interessar-
se. Occupava-se do arranjo c mais cudadus da
casa. Como multas pessoas desgranadas da na-
lureza amava as flores Em Pars nao ousaria le-
las em seu quarto ; mas em Pontenaibleau seu
jardim e suasserras permettiam-lhe ealregar-se
a esle prazer sem constrangimento.
Em resultado, Dupuy podia dizer que a nova
situaco em que tinha" enllocado sua irmaa
precisamente a que lhe convinha e mais
agradara. Nao o tinha feito de proposito
Todos vos conheceis niadamoiselle Soy|. Per-
tcnce a uma vnriedade feminina, que, etilr
pelo menos, nao era amigamente ponberida. .>
das mocas da moda. A apparieao d.-llas
lamente da rnesma data que as crinolinas
a coincidencia fortuita ? N.io o pensamos Bsim,
com quanto nao possnmos definir precisamente
a rorrelacao que existe enlre ambas as rn
O que certo que a moca da moda se distin-
gue sempre particularmente pela amplidao
nomenal das saias.
eslava salisfeilo. Nao davdava que esla mudan-' (u'.
ca de coslumes oustasse algum osforco a Cecilia : c'es w
o elle fosse o objeclo principal. No'via.porm, I ^ l
A exccpQao disso. pode.-se pargnnlar o ana b .
de mais que as outras estas pessoas lo Relavis
e lao elogiadas, l'ergunlnm isso, e e-l. n. .-
mos que o fazem, olTerprendo-sc oti
arrastados a sofl'rersua influencia, c paaaam por
ellas, da admiraco ao ealhusiasmo. l ;
pouco provnvel qU3 islu dure muilo. e qu< i
reaecuo nao lenha lugar da mesma forma.
A Laura Soyal foi faite o seguinte sonata
era plicavcl egualmente a m-jilas de suas emii
mas !p,sardc7--,a Passer c vovezdequel Bir
.He nent a deux doits sa robe releve.
Pini.. 9 vj 1 i ', I ,u,"-lai H1"' "ir nao pareca desagradar, ueci-
. m,V-" ,i ma,s r",Sar uma brocn.;lia leve a iaa de o fazer desposa-la ; no que nao
n-,. lu alyez que presentemente as arvores achou elle inconveniente algum. Era com efeilo
$?n ?? ?nllnr mu'l- ..... ,,m" a,anc muilo conveniente em lodos ossen-
t.la nao insista, porem n isso fallara bran- lidos ; e ello eslava corlo que M. e Madama Pre-
dame.ite ludas as vezes quo se olToreciaoccas^io,! moni (pois que tambera havia umaMada-
e va ai impaciencia com que scu irmao aculhia ma Frcmoni) consentiran) nisso com alegra.
!fe*5?"?' conversacAo. qun cada voz lhe Julieta, a rapariga, nao moslrava averao a u.i-
cau.-ava mais impressao. Nella nao havia mais puy, que, alias, nao mereca. No entanto fui
que o coraeao de uma irmaa. mas juntara a isso | della que proveio o obstculo. Logo que Carlos
n namiidade e n persistencia da mulh r. tranquillamentc perguntou-lhe se o autorisava a
ae, Dupuy entrn no psenlo della. pedir sua mo a seuspaes, ella o encarou espan-
correlion, queiie grace
roprement le jour, sana ombre, sans aclair.
a ulilidade de um tal" sacrificio. Preslando-se.' Qu (1irait ce tt-e\^ cs, Pn p01|rr,lit otre ficr
pms as velle.dadcs mundanas do sua irmaa, La sirne ? ou la feaidale erev"
nao fazia mais do que comprazer com ella. Para Ou quelque. dolo vaine el de flamme or.
elle nada igualara uma boa sesso de Irabalho, Un phenx? un non-sens un 2Z ou Pl
ou um curso solitario no meio dos campos e dos **"*' 'eHI
bosques. Longo de mostrar enfado, ou caneado, N'imporlc pour l'instanl c'est une f >rme es i
pareca anlescheo de coragem. Amonloav es- El qu'on peut admirar natural ou
todos sobre estudos ; observava-os inesmo.com Sans avoir du dedans rsola le secrct :
parara-os e apreciara-os; nao os moslrava a
pessoa alguma. Sua propra crtica, suas mes- .Imer' ':e3t iWrent, car le rog.ard avide
mas forras, lhe bastavam para dirigir sua gran-! O".1 s epuise a scruter cet eclal si discret,
de vontade, o alimenlar-lhe as esperancas. Em- Uuil v Prvuir un pige. ou, pis encon le
Bm, seas pravas de raobilidade, qu j havia p-,,.. ..
dado, justificavam os reccios de sua irmaa. ne- i ..., .'c."h? d,2e.r 1"* ('sl's '/. '
""", jusuuc.n.im os reccios ue sua irmaa, ne-i -_i- ,. ,. "J .7 Z
nhum symploma exterior Ibes dava razo para a.If'L-, "- W,te d'sl""' '" ,;"'
o futuro. Verdade 6, quo ha, na vida dos indi- I' ,,'' P h,'V ''a pr"va!" ?'3mU' C.?*M' '" ;
viduos.bemcuraona das nacoes, revolucoes an- "l s,?MT"r" s0""''-' s"':n
nunciadas o previstas, contras que appaiecera Ll"n^"JSSf Kfi?f"' **l\ '
__-.....-. '.' Caso elle> somenle mnrncoi.i -i.-, i,,. ,, i i -..........
Voltava, segundo disso da exposic. Tinha vis-
to uma billa paisagem d'ura joven pintor seu
contemporneo o amigo. Era, com justo Ululo,
uma das mais bellas do salan
Tu nao deves dirertir-le muito em Pars ?
disse elle bruscamente.
Assim o ponsas ? lhe responden sua irma.
Parece-me que lambem assim deves pen-
sar. A excepcSo d'algumas vellias, com quem
mu poucas vezes oslas, nao ves pessoa alguma.
Nao sabes senao para cgrej.i. Nunca polio de-
rid.r-lc a ires romigo em alguma par. Quan-
do convido algucm para aqu, ticas quasi sempre
em ten quarto, a ler e ouvir o canto dos patea-
ras. Tudo Isto nao comp,ie uma existencia va-
riada.
E' a que me con vem, replicn Cttcilia. O
R. ''o o. o movimento s me fariam fatigar. Quan-
do Islas em casa vejo-te pouco mais ou menos
lodos os dias. Nao preciso demais. QuaiHo-
morada em Pars, nao me diverte, nem me desa-
grada ; -mo inOilferenlc.
Assim nao ferias repugnancia em dcixal-a
para habitar Ponlainebieau ?
Nenhuma, se isto le convem.
E ah eslabeleccrmo-nos por alguns annos f
Pelo lempo que te ennvier.
I. estaramos porto do mitigo amigo de
nossa familia, Mr. Premont Elle nao vem mui-
das vezes a Pars, mas tu o vas com prazer : se-
r um recurso para ti.
Sem duvida, oque le nao ser lambem in-
til. Uma solidao completa le incommodaria tai-
vez um pouco, e muilo mais no principio.
Oh eu, disse Dupuy, terei a floresta. Ves,
estou decidido a trabalhar. Se livor esquecido
ludo, aprenderci dejnovo. Debalde lenho procu-
rado illudir-me, nao posso estar sem ler que
fazer.
No dia seguinte foi a Fontainebleau. Achou-
se na ra do Bosque, muito perlu da floresta,
uma casa para vender ou alugar, que lhe podia
convir, mediante alguns conceriosinternos. Era
ospacosa c convenientemente destribuida, e li-
iiba alem dos commndos necessarios, um grandi
jar,lira muilo bem plntala.
nio que era melhor compral
ada, porui com mais vonlade de nr do que em-
barazo.
Como I lhe disse ella, queris desposr-me'.'
Que idea !
Uma i 16a, para mm, muilo natural.
Por ventura me amis ?
Se vos amo, Julieta ?cortamente, c muilo
nao podis duvidar disso.
Concordo ; mas perguntose estis namora-
do de mim .'
Namorado ? ... d^sso o rapaz bcsitanJo. I
Nao, replicou ella, bem o vedes, nao o os-
lis. Noilende receio de convir nisso. Eu j o
sania e anto-m&o, c actio mu simples. Ha lan-
o lempo que nos conheceuios Smenle, quan-
to a ser vossa inulher, impossivel. Tenho leilo
lenc.io de s me casar com um homem que este-
ja namorado de mim. Quero que mo faca a corle,
que n.io me exprima o desejo de desposar-mo ,
da mesma forma que o faria se fallasse da chura j
ou do bom temoo um indilferenle. Diz-se e pa-
rece que lambem vossa opiuioo que nao ne-
cessario amar-se assim para ser-se feliz depois
de casada. Islo porcui passa lao depressa I a-
crescenta-se. Pois bem nao quero arriscar-me
a arrepender-me. Como, amando-se muilo, che-
ga-so a ponto de amar mediocremente, acho
mais acertado nao comecat pelo segundo dcstes
seutimentos para que nao sobrevenha um lercei-
ro. Em lira, meu pensar. Agora esl o nego-
cio regulado. Com nutro qualquer nao me leria
explicado tao tongamente, porem julguei dever
ser franca com rosco pela all'eico quo me leudes
sempre mostrado ; espero que ella continuar
como d'antes; porque eu, Carlos,disse ella esten-
dendo-lhe a mo, lambem vos amo muito, devela
Sabe-lo. E nao lenho razo para isso?
Dupuy, um pouco desconcertado por esta lo-
giza u'adolesctnte. tomou o partido do gracejar
lleconheceu que sua proposieotinha sido feita
um pouco burguezuiente, que Araadis so loria
conduzido de uma nutra forma. Mas ignorava
que sua pequea Julieta tivesse o coraco ou o
espirito to romanesco. Por tanto nao raoun-
ciava anda esperanca que ella podesse dar-
terrompeu o Irabalho, e, juntando loda
bagagem, foi sabir da'fWesla pelo lado do Sen"" I t2'Z^ Cm *'
Atravessou a poni de Valvins, seguio a avenida!
d'lamos que cunduz aldeia de Voulaines, e
altiva, decidida, e fri.im -ntc impe-
nipcrlinenci.i e sot r -
Ls lu, Carlos, diz esle vendo 0 rapaz
sei a que viesle.
Para vos ver, sem duvida.
Oh I oh Ueste caso porgue coijsIc '!
Porque ? O calor tio riagem, a sorpreza
vos ver...
Sim, e o receio, de nao encontrar um outro
liuiu ; inia agradavel, e attituda pouco elevada ".-xlnla-
vam um vago perfume de sonho metal
Laura, nesse da, com a seguranca d<
de
semblante mais agradavel, que
lica corlo ; ella esl aqui.
tacto,
nunca Dio ialtnw, linda infund.!< em
ca e seducees fram-ezas um ligeiro ,
elega alloma ; sua existencia cosmopolita lhe ha-
vam perimttido fazer estudos profund I
meu ; porem quetierie comparada.
Mas ella, quem ? Se, com effoito, seu projecto era i per
Hypocrita tu bem o sabes. Quem ha de i ''iota de Dupuy c acabar u sen indifferenliame
ser senao cssa admirarel e encantadora moni- calculou bem que, onde a vivacidade, as gra -
ua, que esperramos ha quinze dias, Mlle. a "rusea ingenuidade de sua amiga.'haviam'nau-
Laura Soyal ?Esta bellezj celebre, chegou-nos tragado, o nico modo desahir-se bem seria p
emfim cora sua mai humera alarde, o comi- meios opposlos. Com tudo nao quiz come
uno do ferro, cojio uma simples mortal; assim I teiramente pelo contraste, atim d.
ja ves que nao perdesle ten lempo. cessarie, poder voltar sem singulari l le i pro-
Coratudo juio-vos que nao havia postado 1 cessos differentes.
ninguem a espera para me advirtir ; e mesmo,
clu
ellos inslall.idos em sua nova morada.
Em deixando Pars, Dupuy havia reformado
lodos os seus cavallos, equipageus e criados de
Cecilia foi de opi- lhe.
a. V venda se con-1 1. pooco provavel, replicou ella. Convera
,- ,.^ ...^...^. v ,.,,.,..,-. _v .nuil su con- r. pouco provavci, repucou ella, uonvc
10 promatameute e, ura mez depois, cstavam I antes que vos mesmo mudasseis de parecer,
Js inslall.idos em sua nova morada. p.roin mm ua i,- ..ori ,r. i,;.. t ..:,... ..
gracejo, e de nao me punir mais severamente pe-
a minha curiosidade. Eu pensava que a amizade
de Hila, da.a-me alguns direilos sua con-
fianza.
Claudia, replicou o Parisiense com tom apai-
xonado. cu te amo.
Se me ama, replicou ella, o que vem c fa-
zer e Sr. Graindorgo?
Brancas conheceu quo era necessario fallar
com franqueza. Contou osprojeclos do casamen-
to que. seu tio tinha formado para elle e que elle
liavia npprovado, at o dia em que vio a bella
Claudia.
Esse dia, continuou Brancas, decidi domen
destino. Eu te amo.
E plnlou esso amor com as cores mais apaixo-
nadas. Era sincero e era advogadn Foi eloquen-
le; o seu amor passuu com as suas palavras pa-
ra, o coraco da moca. Ella sentio-se vencida e
fez um ultimo esforco dizeudo :
J chega larde.
Tarde I disso Brancas desanimado. Pois o
seu casamento j esl decidido c irrevoga-
vel ?
.
Pois vais ser esposa de Audinet ?
Que remedio.
E ama-o?
Um profundo suspiro foi a nica resposla de
Claudia. Brancas deu-se pressa cm interprela-lo
a seu favor.
Mas se nao o ama, quera a forca casar
com elle?
Eu debaldo procurare! contar esta conversaco.
O amor nao se deacreve nem se explica. Bastar
dizer que depois de duas horas de protestos, de
juramentos, de recriminages c dcssns nadas de
que se compon a mais bella das paixes huma-
nas, Brancas obteve esla palnvra quo era para el-
le a mais brilhante de lodas as victorias :
Espere.
No mesmo momento o major acordou ; vendo
os jugadores de whist j de p, dirigi-se para o
grupo que Brancas o Claudia formavsra dizeudo
alegremente ao Pansienso :
O que est contando lo inleressanlo mi-
nha filha, que os olhos della brilham como dous
carves accesos ?
Pap, replicou Claudia, o Sr. Brancas, fa-
zla-rac a honra de repelir o discurso que ama-
nlia vai pronunciar.
E ests contente?
Contentissima. Estou certa de que ganhar
o seu processo.
Tanio melhor, disse o maior nao goslo dos
jesutas.
Aps destns palavras, sahio Brancas depois Era tres semanas.
de ter compriro.enta.de a lodos, inclusive o coro- 1 Est justo.
creio que nao ha perigo nisso. A pintura pre-
encl.e j.i a vossa existencia. Sede sincero : vos
nunca pensasteis em desposar-me Estou cerla
in l Malaga, qno olhou-o ue Iravez e apenas cor-
respondou cnrleza.
Quando partiram lodas as visitas, Malaga fez
um signal com os olhos ao major, que ab'racou '
lernamente a llha e disse:
Vai deitar-te, raiuha filha, tarde. Eu e '
Malaga (leamos aqu fumando cachimbo e beben-;
do um copo de Xers.
Claudia que tinha oressa de ficar s com os
seus pensimcnlos, nao se fez rogar, e sahio.
Quem poderia dizer a cor dos sonhos de uma
moca quo ama eque amada pola primeira vez?
que divina sympbonia se eleva nessa alma'vir-
gen! ; que ceos do msica dos onjos resoam !
Pela primeira vez, Claudia apreciara uma ventura
porfeila o sera msela, nao va na vida sena mo-
tivos de regosjar-se e de agradecer ao Creador
de todas as cousas: souhava cora Brancas essa
vida pura, innocente, isenla de perlurbaces e
do desgranas, essa vida que Milln pintou no
Edn, e que foi parlilha do primeiro homem oda
primeira mulher. Ella ama va! Como doce
amar l Ah nao ha felicidade nenhuma que dure
muito e a felicidade perfeita sempre vizinha dos
espaulnsos precipicios da desgraca.
Meu charo amigo, disso Maaga necendendo
o cachimbo, lempo de concluir.
Hura! disse Donsergenl, muilo perigoso
precipitar as cousas
Enlao Claudia nao esl decidida? pergun-
lou o coronel
Nao sei. Estas raparguiuhas nao costu-
mam fazer confidencias aos nossos bigodes ve-
lhos.
Se esle casamento nao se lizer j, disse o
cpronel, nunca mais so Cari.
Kelirasa la palavra ? perguntou o major,
neslc caso, ests livre, desde j.
Enlendes-me mal, replicn o coronel. Au-
dinet nao pode mais esperar : Audinel lera ca-
mos.
O major ergueu os hombros.
De quem ?
Desee Parisiense que vem com tanta com-
placencia pedir-te uma lico de horticultura.
Que lonciira I disse" Bonsergent; Claudia
disse-me que elle vai casar com mademoiseUe
Oliveira.
Loucura ou nao, eslo rapaz vem aqu mu-
tas vezes ; nao 6 de corto pelos leus Pellos olhos,
enmarada, menos que nao seja pelos de Elo-
dia.
Ah I l quanto a isso, disse o major nao te-
nho sustos. O lempo das tolices j passou.
Em duas palavras, disse o coronel, em que
dia queras fazer o casamento?
Quando quizeres.
para nao parecer indiscreto, vou j me retirar.-.
\amos espino que nao desconlies com as
minhas innocentes brincadoras. Mesmo por-
que, meu charo, poderiam crer que tivesle me-
d. Parias iriuniphar estas raparigas, queja es-
li bem presumpeosas. fia, como sabes, uma
copspiracao contra t. Indgnaram-se de la in-
Sensibilidade, de la indiftVrenca obstinada pelos
encantos de um sexo inesislive'l, e querem que
confeseos publicamente esta leu delUio. Assim
vas ser opprimidode seducedes, enlacado, envis-
cado, assassinado ;eis-le prevenido : acautela-te.
fazem
lietn nao teria dircits de testemunhar-m tanti
animosidade. Se ella tivesse querido...
1.' verdade, e se a razo porque o n.io quiz.
Mostre-mo muito afilelo com isso, ainda que,
para nos, ella tivesse razo. E uma menina
atrevida, cerlamento; mas nao sei se ha nella,
dedicaco bastaute para sor mulher do um nrtis- 'r'."'ls- Tambem n.io provavel que D i
la, ou muta baixesa de espirito para ser sua Pnra L'".'n' "'"' diremos o'pcior, mais que uma ev
Como! dir-se-ba, lauto lngimenlo. tanta pt-r-
ndia era.urna moca de vinte annos, lalve
com effeilo sua idade ; mas, pan uma mulher, i
a idade de urna inanii, -i i ;o complel i ; lanl
interior como no exterior ella eniao la :
pode ser. Mas einlim, completa como 6,
livel romo a representis, que n*cesidade l.m
de danta halulidade para agradar? Nao Ihi
mais favoravel conservar naluralmente t, n .
Naturalmente nao pessivni; mas ella
a mesma. Sua nalureza o diefarce. Qual
lorluna, constante em sua i
-.---...... ......-.-...., ........-----.ncnnslnticia. \alu
l: grave com efli lo ; mas. na verdade, me transtorma-se- mas quem dir que ella tem o ar
milita honra. Parece-me lambem queJu- estudndo nn fingido ? quem p !'r., a cusa-la di
iaber quando i
ana,
ar
airela
'.''>,
cossa a verdade? Pela nosu parteiulg
ba nella, menos sciencia o conhecim i,'. -
que genio e inspirarn. Como quer qu,
caso aqu bastante delicado para dar
a seus talentos e reunir alternamente

companheira. Gllafoz-se just.a, eis tudo
Direi antes que lera sido injusta para comi-
gs, c o continua a ser si m motivo algum.
Os dous amigos aperlaram ns mos, fuma rara
ainda por algum lempo, e foram dormir como
dous bravos, que tem dormido muilas vezes no
ruido do canbo.
Durante esse lempo o feliz Brancas dava mil
inlerprelacoes ao Caparede Claudia, e repas-
periertcia. Uto pede umi explicaco que r
trinja mais o que a palavra lea de odi -
' uniiauar-tt-'
Que Aihanazio ? Athanazio de
sexo? que idade? quo profiss
Curiosa !
Ocspec.iarulo n.io com a !o
quanto se espera, o que havemoade
dobicar no praxmi
que '.'
c, lo
f.izer
saya no espirito os periodos que no dia segurle E' o bello Aihanazio Ripainscl ; idade Im -
devia pronunciar ante Minus. ia anuos; sexo, bom rapaz, mm.o contente e
- .- Si; prolissao iniiion.iiio e den inlista
No du seguinte, logo s nove horas da minhan, Pois a causa delte que i o iul ca '
ludo o que era Vieillevillc se chaina a alta so- ; EV
ciedade eslava reunido no pretorio. Os advoga-
dos com seus barretes o suas bocas prelas sem
graca, mas nao sem buracos, disputavam os seus
bancos s senhoras, c repclliani-as brutalmente
para fra do recinto Duas ou Ires coudessas em
decadencia esgancavam-se conlra o meirinho e
contra os advogados e espalhavam em Ionio de
si cheiros do almscar e patchouli, capazos do
assustar o gendarme que comecou osupplicio do
criminoso Joo Hirono. Atraz dos juizes, em pol-
tronas reservadas, esla vam sentadas uma duz
Renonhece-o, di;si r.:'..i de repente.
J o viste *
J.
Onde'.'
Em casa do prefeiu. Valsamos iani N'i
um republicano?
Nadaenlendo dessas COOSaa, disse C!..
Dirige-te a meu pai.
Senhor, disse Rita, dosej iriamo- sal,
Sr. Aihanazio Ripainscj aqu presente, c
la diizia barba loura pode \ "r all esjuerda ao p do r -
e pessoas que se recommendavam ao presiden-llar, republicano?
le pelos lagos de familia, pela belleza, ou pelo
desejo de agradar aos poderosos. Entre esses pri-
vilegiados eslavam o deputalo Oliveira. sua fi-
lha, Claudia Bonsergent, sua mai, o velho major
e o conselheiro de esdido.
Hila e Claudia enconlraram-se em um corredor
estreito e Rita deitou-se logo ao pesclo da
amiga Claudia ; comquanlo tivesse alguns remor-
sos do ter roubado Brancas mademoiseUe Oii-
veira, nao so (ei rogar o tcslemunhou-llic a
mais viva ternura. O depuiado mostrou-s
lo pulido para com 0 velho major, que
dos eleilores mais influentes du difirite. O con-
selheiro do estado, ouvindo dizer o nome de
Claudia, desconliou que tinha vista a rival de
mademoiseUe Oliveira, e eseutou alternamente a
conversa das duas amigas
Como ests bonita hoje disso Rila.
Como queeu ma vejo obligada a procu-
rar-le nos corredores do Palacio d.i Juslica ?
Ao menos, disse o major que quiz aprovei-
tar a sua pilhers, nao na sala dos l'assos Per-
didos.
As duas mocas deram gargalhadas que OS rou-
xines lhe teriam invejadq. se os rouxines, es-
ses cantores de genio, podessem ler Inveja.
Rita respondeu que tinha chegado ua vespora
c que nao lioha tido lempo de visitar a sua
amiga.
Dize-me, acrescenlou ella, que rapaz
aquello Je barba grande e loura que olha para
nos lo obstinadamente ?
Que olha para ti, dize anlcs, pdr que nao
presta ntlenro nenhuma tua humilde serra.
Para (i ou para mira, pouco importa.
o l'ello Alhttiuvzto,
Nao sei, disso o major: mas cre" que qu
ser depulado.
Heim? o que? disse Oliveira, quem
quer ser depulado ?
O Sr. Ripaiusel, respondeu Rila.
Aihanazio vendo-so alnado, poi-ac a mirar as
mojas. Em falta das grac.is civiliaadas do i
amigo Brancas, possuia a maior parte daa nuli-
dades que os homens admiram e que sed i
as mulheres. Seu peito largo, roslo enrgico.
e mui-l regular e alegre, altr'ahiam os olhos da mull
i Sua casaca do velludo de largos DOtdes, signal
dislinclivo de lodos os Hidalgos do campo ou dos
que os imitara, eslava atacada, e sua mo larga,
porui alva, aberta esymp.itbica, brincara cora
um pequeo binculo. Seo la lo ao lado do lugar
reservado ao sen a ivogado, esperava com pa-
ciencia a chegada dos juizes c o comeen do pro-
cesso.
Emfim, entrramos dous advogados. Um mur-
murio lisongeiro elevou-seaa muliido; ai
nhoras iuclinaram-se o cochicaram. Brai
semou-s. olhou era torno de si, vio Claudia a
compnmonlou-a. Rila percebeu o comprimen!,>.
Conheces o meu hegcliano? disse ella
sua amiga.
Conheco. Tenho-o visto nlgun-.as v. /es l
em casa, dis'se Claudia, que senta subir li..
bor s faces.
I'orqne coras, disse Rila admirada.
Que idea! E' o calor da tala que i.-'..'. i| -
fadico.
(fc!i/i:iMflr-f-?n:.
rLRN.-TYP. DE M. F. DE t'AUlA.-tbOO."
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