Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08950

Full Text
AUNO imi. SOMERO 24.
Por tres inezes ada Por tres'mezes yeocJ^ 6S0OO.
SEGUNDA FEIBI 30 DE JAF1R0 DE !6*.
Pop anuo adiantado 19$00).
Porte franco para o subscriptor.
E\C ARREGADOS DA SCBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A. de Lomos Brrg); Cear, o Sr. J.Jos deOHvcirn
Maranho, o Sr. Manocl Jos Martins Ribeiro
Cuimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos do
Miraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. nwvS;
Amazon is,o Sr. .loronvmo da Costa.
VAttnoA u\j (Aiiiitius.
Olinda todos os dios as 9 1/2 horas dodia.
Ignarass, Goiunnae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Becerros, Bonito, Caruar, Allinhoc
Garanhuns as torras fritas.
To d'Alho, Nazarclh, Liraoeiro, Brejo, Pes-
quoira, Ingazeira, Floros, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouriruiy o l'.x as quarlas-feras.
Cabo,Serinhem, Iti Formse, Una, Barreiros,
Agua Piola, Pinentoiras e Natal quintas fui ras.
(Todos os rom-ios partom as 10 horas da man ria.]
AUDIENCIAS DOS TRIBLNAES DA CAPITAL
Tribunal do commerco: segundas e quintas.
Relaro : trras feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas no meio da.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: ternas c sextas ao meio da
Segunda vara do clvel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMEKIDKS l)( MEZ DB JANEIRO.
1 Quarlo eresecnte a* 8 horas e 28 minutos da
manhaa.
8 La eheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quarlo minguante as4 horas e 38 miuulos da
mnnli.ia.
22 I.ua nova as 9 horas e 27 minutos da lardo
31 Quarlo rese, as8horas e51 min. damauha.
PREAMAR DE MOJE.
Primeiro as 10 horas e 5i minutos da manhaa.
Segundo a? 11 horas e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Martinho v. m. ; S. Barseo.
31 Teroa. S. Pedro Nolasco fundador; S. Cyro m
1 Ouarta. S. Ignaciob. m. ; S. Brgida r.
2 Quinta, ta Purificarlo de Nossa Scnhora.
3 Sexta. S. Braz b. m. ; S. Laurentino ni
-l Sabbado. S. Andr ('.ursino b. c ; S. Elias b.
") Domingo. S. gueda v. ni. ; S. Albino b.
ENCARBEGADOSDASUBSCTtlPCAO NO SI
Alagoas, o Sr. Claudino Palco Diu I >
Sr. Jos Harlins Aires ; i;e i.- Janeiro, o Si
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBrCO;
O preprietario do diario Manuel rigvsir
Paria, na sua livraria pr 6 e8.
PARTE OFFICIAL
.11 Historio a si'iioriv
COMPLEMENTO DV RgLAC.0 l)i)S OKFIC1 VES,
OFFICIAES INFERIORES B CADETES, PRO-
MOVIDOS PARA OS Dll'Fl.lUNTKS CORPOS
E ARMAS l) EXERCITOPOR DECRETO DES-
TA DATA.
CottPO no i i UiJ-.H violl BE l.'1 GL4SSE.
Para Bferos o particular 2." sorgeitlo dol.e
balalho de arlilharia a p,Lucas da Rocha Fia-
CORPO I>0 l.-l uio-Kvion una.3 0LAS8E.
Pira major o major graduado Antonio Joaquim
i i Iho doa Santos, por antiguidade.
Para t uci. 1111 s os alteres Joo Carlos Correa
Lemos e Jos. is> inardes Colho.
Ahm* de i VV M.I.MII V.
1." rejimenlo.
1' ra lenenle-coronel o major do 3." regimen-
t .1 js Antonio Das da Silva, por antigui-
dade.
Para capito o U'neule do corpo de guarnirn
fixa de Minas Jos Negreiros de Almeida Sobri-
uho para a .'1 companhia.
3. rejimenlo.
Para capitn o tenante do l .* regiment Leo-
i Jas de Figueiredo pura a .' compa-
nhia.
Carpo Je Mato-GroBso.
Para major o capito do ,1." regiment Jos
Constantino de OUveira, por antiguidade.
Para capjtes os lenles do raosmo corpo Pe-
dro Jos Rutino para a l.' companhia ; Barlho-
tino 'lo Amida Martins, para a 2.' compa-
: I.
Para lenles da arma os alferes Joslgna-
dc Andradc c Silva, Marcellino Ferreira de
Azevedo, Horacio de Gusmo Coelho e Domin-I larlavrar o
gos Alvos Crneo Muniz Barrlo. '
Para altores da arma o l. "adato do curpo d.;
guarnico Gxa da Babia Antonio Mallos Telles
n mezes, o 1." sargento do corpo de Mallo-
> Miguel Ribeiro do Nascimenlo, o 2." sar-
;- i', i do diio corpo Francisco Piros de Gamargo,
o 2." cadete 1." sargento do.1." regiment Ma-
noel da Costa Farra, u 2.cadete t. sargeutu do
corpo Jo guarnicao fUa do S Paulo Albino Jus-
! .'li.ino Barbosa Li na.
AlOI DE IM'AS l'llllA.
7." balalho.
Para capito o lenla do 12. Jos Joaquim
N m !S para a 7." companhia.
Para lente da arma o al foros Jos Antonio
Pereira de Almeida. '
. P dieres da a.ma o particular 2. sargento
' idod posiju Anacleto Francisco dos
u i." cidele -.:.' sargento do 1." balalho
Gypnano Augusto das Anjos, o 1." eadele do
. Corpo de gu muran Ilude S. Paulo Carlos Maria
Nogueira de Baumann.
Palacio da provincia do Pcrnanibuco. em 2 do
dezembro do 1859. Sebastin do /go Bar-
Os officiaos que levara o signa! \Toram pro-
movidos na conformidade das isCosicoes do
art. 6. ^i> lei n. 1,012 de 14 de selembro de
1859.
REl.ACAO DOS IFFICIAES SUBALTERNOS
TRANSFERIDOS DE UNS PARA OUTROS Cult-
or ros.
93.f)o lente general commandantc das ar-
nias, inforra indo o requerimonto do alferes do
7." balalho de infantaria Raymiindo de Almeida
Sampaio.Informe o Sr. inspector da Ihcsourn-
ria de fazenda.
O.Do mesmo, informando o requerimento 1 i
: ajudanle da I." companhia de pedestres Antonio
Mana de Souza Lobo.Remetlido ao Sr. inspec-
tor da thesourana de tltenda para mandar satis-
fazor.
93.Do mesmo, informando os rpiiueimontos
< dos alferes Ignnct Pereira Serra u Leopoldo da
Rocha Moreira. Remetrido ao Sr. [insp ctor
da thesouraria de fazenda para mandar salis-
fazer.
96.Do mesmo. solicitando a substituirn nos
cargos dedelegido d.: polica que ora exercem, o
capitn Jos Francisco da Silva e lente Domin-
gos Aires Branco Muniz Brrelo, promovidos o
primeiro a major para o 7." batalhu do infanta-
ra, e o segundo a capilo do 1:2.-' balalho da
mesiua anua, os quaes tem do se reunir aos scus
corpos.Infirme o Sr. Hr. che fe de polica.
97.Do inspector da thesouraria de fazenda,
solicitando indcninsac.an da qiiantio de 15J$400
rs. despendida pela collectoria da Victoria com o
abono das diarias aos presos pobres da respectiva
radeia.Remedido ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial para mandarsatistazer.
H.Do director interino da repartieo das
obras publicas, communicando ior o contra I ador
da i lumina.jao publica dos Afogidos cumprido
com as condicoes do sea contrato duraul o mez
dedezembro ultimo, podendo ordenar-seo paga-
mento da prestaran relativa aquello mcz. Re-
meltido ao Sr. iusportor da thesouraria provin-
cial para mandar satisfaz.'r.
!!.!)o mesmo, solicitando ordem para m.ni-
termo de recobimenlo da obra do
empedramenlo do 8." lauco da estrada da Esca-
da, visto"ler-se completado o prazo de responsa-
oilidadedo respectivo arrematante, quelom di-
reito a sor pagoda ultima prestado.Remetalo
io Sr. inspector da thesouraria provincial para
mandar salisfazcr
100.Do mesmo,rogando so mande entregar ao
pintor I.uiz de Franca Sonto a quanlia doris
z:752J56j rs., restante do importe da pintu de
palacio. Remullido ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda para mandar pig.ir por cotila do
crdito concedido pola ordem do thesouro do i
de donibro ultimo, sob ti. 2i7.
101.lio commandanlo do corpo de polica,
apresciitando a tonta da caixa do fardamenl i do
corpo do polica noannodc 1859.'Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
11
Requer mentn.
102.Antonio Cordeirc Misseno, rep.rcsen-
, lando sobre injuslicas que diz praticados c mira
si pelo juiz municipal do termo de Caruar, e
uU >!'' direito da comarca Uo Bonito na questo
Icriioeque move o supplicanle cunta o baeharel
; I.uiz de Albuquerquo Martins Pereira. Informe
o Sr. Dr. juiz de diroilo da comarca .lo Bonito,
omindo o jvuiz muuicipal.
lU8.Em pregados da l!i isouraria provincial,
pedindo dislribuico da parlo que Ihcs loca na
quota concedida pola assembla provincial para
ment e melhora dos ordenados prorini
Vos. E DO.SPRC4IOVID0S POR DECRETO DE ISlT^loliMr ora rueHUUVS ProT,,,ciB
Tlll Mi^PFosMn'iH rSsW' WS- L-9JSinSL Ferreira. amanue,
llllbl .lio;, 11 los 1)110.-, COlll os. da Miandega. p,lsSo-se portan, concedendo
AI'.MV DE CAVALLARIA
1. regiment.
0 teneule do 2" dito Bento Machado Gomes e
o alferes Manocl da Costa Ferreira.
2 rejimenlo.
Olen me Jos Ignacio de Andrade o Silva e o
;s Antonio Mallos Tollos de Menezes.
3." regiment.
Otcnenle Marco do Ferreira de Azevedo.
5. regiment.
Os lenles Horacio de Gusmo Coelho e Do-
mn gos Alvos Branco Muniz Brrelo e os alferes
Mi
ense
portara concedendo ao
siipulicanto z mezes d; licenoa com vencimctilos
: para Ira lar de sua saudo.
105.acliarel Francisco Teixeira do S, juiz
municipal do tormo do Pao d'Alho, pedindo 3
' mezes de lieonca com ordenado para tratar de
suasaiide. Passe-se portara concedendo a li-
cenoa requerida.
106."Baeharel Januario Candido de Olireira,
em commisso scienlificancsla provincia, pedin-
do se ordeno o pagamento de seus vencimentos
.lo mez prxima passado.Remettido ao Sr. ins-
pector da thesouraria do fazenda para mandar
libeiro do Nascimenlo c Francisco Piros satisfazer.
. 10". l.o? Joaquim de Sania Anua, pedindo
de Camargo.
' de guarnifo fixa de Minas.
11 lente do 3.' regiment Jos Cesar de Mello
Sampaio eo alferes Albino Jusliniano Barbosa
le Lima.
MIMA DE INKANTAIIU
1. balalho.
'i alferes Carlos Maria Nogueirade Baumann.
2." balulh'j.
Otcnenle do ti." dito Joo Adolpho d" Souza
Brrelo e o lente do i.dito Fortunato Theodo-
ro de Lima.
. mlalho.
, :" "I lo 2. dito Manocl Uaptisla Ribeiro
o l ai., o o alferes do meio balalho do Cear
oliverio Jos da '.vu/.
ti." balalho.
O lenle do 2." dilo Joaquim Mendos Onriqne
|ues, : o alferes Cypriano Augusto dos
Anji -.
'>." balalho.
o lente quartel-meslre do dito Manoel do
lodo Nascimenlo, para a file-ira, e otenen-
le lo dito Joao Pinto de Miranda, para ouailui-
r. '
10." balalho.
O alferes do 0.' dito Domingos Pereira da
Silva.
1~ balalho.
< ton inte los Antonio Pereira de Almeida.
'/no balalho do Cea
: ncenca para ir, a i\egoi io, ao pr sidio de Fernan-
! de.Informe o Sr. Dr. chefede polica
10-^. Jo< da Silva l.ovo Jnior, pedindo pa-
gamento de 17 pares de luvas para poria-macha-
:dos, na importancia de 1025000 r- os quaes for-
neceii paran 3." balalho do i fanlaria da guar-
da nacional.Informo o Sr. inspector da thesou-
raiia ,\,- fazenda.
10!). Jos Antonio Gonc.alves do Moli, pro-
tessor publico jubilado, pedindo pagaraento^da
gratillcaco de mais de 12 anuos de ciercicio.
Voltean Sr. inspector da thesouraria provincial
para mandar salisfazer na conformidade de sua
informaeSo de 25 de novembro ultimo, sob n.
lio.Jos Firmnn Alves de Quinlal.Voltc
ao Sr. director do arsenal de guerra para mandar
admittir o supplicanle como servente, se liver a
necessaria aplido.
111.Jos Hygino de Miranda. Subsiste o
: despacho do H de dezembro ultimo.
112.Joaquim Canuto de Santa Auna, pedin-
| do pagamento do? ordenados devidos ao bolica-
: no do presidio de Fernando, Arsonio Gustavo
j Borges, dequem procurador,Anda nao veio
o crdito pedido.
113 Joanna Evangelista da Rocha, pedindo
| admissao no collegio das orphas do i iillias me-
nores. Informe o conselho a Iministralivo do
..mu uaiuinao ao i.eara. i._ ..------- ''
Oalfereado corpo do Amazonas Pompilio da! ^iT0",1" f 0^h.aoh
i Moreira l*---*ose da Costo Monteiro, al Teres do meio
i< olfores Anaelelo Francisco dos Reis patalhao do Piauhy, addido ao 10- balalho de
Secretaria de estado dos negocios da guerra, IInlanlnr,n. pedindo o abono de seus vencimentos
em 17 de .'ano ro de
Cunh i Mr
J8CU Libanio Augusto da
do concille mez.
por ter lo seguir no primeiro
vapor para a sua provincia Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda,
115.Jos Antonio do Brilo preso para recruta,
pe lindo sor posto em liberdade.Informe o Sr!
I Dr. chufe de polica.
-Leonor Maria da Coftceico, pedindo 1-
r.OYEU.\l) B).V I'HUVIXCI.V.
DestMtelMHido lia a i Ilequcriinentos.
SI.Albino Jos Ferreira da Cuuha. Passu-se I cenca para reunir-se o seu marido^ o senlanc id i
I miara na lo ra requerida. ; Francisco Flix Bezcrra.no presidio de Fernando.
Si.Al'vandrna Maria do Espirito Santo, pe- Informe o Sr. Dr. chele do polica.
diodo transporte para o presidio de Fernando 117Encarregado da fusta de S. Ssbaslio da
em rompa nfliade seu marido, o sentenciado Se- Varze de lina, pedindo urna guarda de honra (i-
verino Airea Brrelo.Informe o Sr. Dr chefe
(i" policia.
83 Bernardmo de Sena da Siva Gnimares,
1." escriplurario da thesouraria de fazenda.Pas-
-- portara concedendo urn mez de licenea
com veneimt utos para tratar de sua saude.
86.Ernesto Salyro Xavier dos Sanios, pi lin-
do Ucenga para embarcar para o presidio do Fer-
nando no irrigue Bom Jema. Informe o Sr Dr.
chefe de polica.
87.Francisco de Salles de Andradc Luna.
amanuense da thesouraria de fazenda.Passe-se
portara concedendo ao supplicanle a licenca pe-
dida, de conformidade com a iuformaco do ins-
pector da thesouraria de fazenda.
_ 88.Joaquim do Andrade. Passe-se porta-
ra.
89.Jos Gomes Pereira, preso para recruta,
pedindo o prazo de 20 dias para allegar iseoco
Informe o Sr. Dr. ch-fe de polica.
O.Jos Joaquim Pereira de Olireira, pedin-
rada do balalho da guarda nacional do Rio For-
moso, am do assislir a referida [esta Ao res-
pectivo commandantc superior se expede a ordem
necessaria.
118Maria Caelona de Jezus pedindo licenca
para ir ao presidio de Fernando.Podo seguir.
119.-Manoel de Jess Ferraz, pedindo o Ihra-
Iro do S. Isabel para dar um segundo espectcu-
lo.Informe a directora do theatro de S. Isabel.
120. Man"cl Jos Teixeira Bastos, pedindo
se consinta que o commondador Joao Goncatves
da Silva atlesle se, quando inspector da thesou-
raria de fazenda, nolou alguma falta do suppli
Ciinlo no desninpenho de seus deveres, j como
Ihesoureiro dos muidos, j como thesoureiro da
thesouraria, no impedimento do coronel Domin-
gos Alfonso Nery Ferreira. Atieste, querendo.
121. Manoel Ferreira Vianna. queixando-se
de injuslicas que diz praticadas contra elle nu
procusso por erimede falsidade qiicsnlhe inslau-
rou no termo de Goianua. Informe o Sr. Dr.
| arm*s, transmitiendo as con tas documentadas
das despe/as do hospital militar, relativas ao mez
. de novembro. Remettido ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda para o lira conveniente.
i 125. Do enmmindante superior da guarda
nacional dos municipios de Olinda e Ignarass,
Iransmiltiudo cinco pros dos sidos dos corne-
tas do 0." balalho de infantaria da guarda nacio-
nal. Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
12l. Do Dr. chufe de policia, communican-
do, am de remediar como fdr possivel, que no
koalho do segundo andar do raio qoo se eoiistrue
na c isa do deteiico ha diifurenca de altura um
fi.'laco ao soalho do segundo andar do raio j
concluido, de sorle que os presos v n tolo
quanto se passa fra da prisao. Informe o Sr.
director interino da repartalo das obras pu-
blicas.
127. Do mesmo, solicitando que so faca rec.o-
Iher ao grande hospital de raridade alim de se-
rum tratados com cautela oseguranca os 18 pre-
sos doenles do bexigas, que se achm na enfer-
ma lia da casa de detenco.Informe o adminis-
; Irador geral dos eslabelecimentos do caridode,
so ha enfermara separada para somelhanles ino-
leslias, o com a seguranca precisa.
12S. Do mesmo, transmitlindo as cenias das
despezas, na importancia de 2.2773720 rs., ei-
lus cora o curativo e sustento dos preirs puliros
rocoltiidos casa de dolencio, no mez de dezem-
uro ultimo. Remettido a Sr. inspector da the-
jSouraria provincial para maular salisfazer op-
. porluiiamente, estando nos termos lgaos.
12:). Do inspector da Ihesouraria do fazenda,
communicando que nao ha crdito para salisfa-
izer-s'o o pagamento', que pedo Maria Magdalena
de Oliveira Mullo pelos trez reposleiros que fo-
: rain para o palacio do governo. Informo o Sr.
director interino da roparlico das obras publi-
cas se foram exepluados estes reposleiros da de-
cora, o do palacio.
130. Do mesmo, informando sobre o reque-
rimonto de Cassiano Alberto Pimenta, como Ihe
fura pedido pelo juiz de direito .li 1." vara, e
ordenado pelo despacho n. 7 do 2 .lo correle.
Remettido ao Sr. Dr. juiz de direito da 1. vara
em salisfaco ao seu offiei.) de 31 de dezembro
ultimo.
131. Dj presidente do conselho administra-
Uro para fornecimenlo do arsenal di" guerra,
apresentando as coutas dos objeclos comprados
pira o 7." balalho do infantaria e para a colo-
nia militar do Piraenleiras. Remettido ao Sr.
inspector dj thesouraria de fazenda para mandar
salisfazer.
132. Do inspector do arsenal de marmita,
mformando sobre e requerimento do padre Tra-
jano l.si.'vo da Porciuncula, como se Iho ordo-
non pelo despacho n. 33, de i do corrente.
lien,tilido ao conselho de compras navaes para
| la/.er os ajustes necossarios v isla desta iufor-
, mar..
133. Do delegado interino da roparlico es-
pecial das trras publicas, pedindo fornecimenlo
loe objectofl para Qxpodlento ,da secre|a, cotia
lanos do nina ola que ajuma. Remetlido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar salisfazer.
1 i. Do juiz de direito interino da comarca
do Ronito, informando o requerimento de Jos
Pedro Cavalcanle. Remettido ao Sr. Dr chefe
do polica para rccommcnd*r s autoridades po-
licjacs o i.sp.io da propredade, e prohibir que
h.ja iuvnso do domicilio do supplicanle p i
forea privada ; c quanto ao mais requeira o sup-
plicanle aos juizes terriloriaes.
135. Do presidente da cmara municipal da
citado da Victoria, pedindo se mande exlrahir a
lotera concedida para as obras do cemtterio
da mella cidade, afira de que, reunido o produc-
to apurado quanlia de l:0d;i)OJ que S. M. o
Imperador se dignou do conceller para aquelle
liii!, se possa dar principio s mesraas obra-.
Informe o Sr. Ihesoureiro das loteras.
136.Do vigaro da freguezia da Vanea, mda-
gando : 1. se, lindo o primeiro prazo marcado
! liara o registro das trras, deve fazer termo de
enccnamenlo e de abertura para o segundo pra-
zo : 2." se o nomo dos mllalo-; na conformida-
de do art. !) do decreto n. lol, deve ser men-
cionado u'aquclle termo, ou somonte na rola-
fo, que li'iii de enviar a thesouraria de fazen-
da : 3", finalmonl.', so, declaradas as mullas,
deve intima-las aos multados antes de rommu-
ni.ar Ihesouraria. Informe o Sr. delgalo
interino da roparlico especial das Ierras pu-
' blicas.
137 f 138. Pe.liilos de plvora grossa, sac-
eos de histilha, tacos e espoletas para as sal-
vas que tem de dar no correle anuo a forta-
leza do llrum. Forneoa-sc.
12
Requerimenlos.
139.Anna Joaquina Peros Carapcllo de Mello,
ssora publica de primoiras letras da cidade
de Caruar, pedindo a sua jubilaco. Passe-se
portara jubilando a supplicanle.
lio.A mosma.Deferida nesta data.
141.Carnoiro & Irmo, pedindo pagamento
da quanlia de 3:120J40 rs., importancia de 362
o..-reames completos que forueceram para o 3."
: balalho de infantaria da guarda nacional.In-
I forme o Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda.
142.Domingos Marques Vieira, pedindo se
mande alistar dous Qlhos menores na companhia
de aprendizes do arsenal de marinha.Vulto ao
! Sr. inspector do arsenal do marinha para man-
dar admitltr os menores na ronformidade de sua
iiil'orioaeo de hontem, sob n. 30.
113. Gervasio Julio dos Santos Nendonea,
_ 2." sargento do corpo de policia, pedindo refor-
ma. Mosire-se habilitado na forma da lei n
276 do7 de abril do 1851.
114.Jos Honorio da Silva Coelho Martins,
sollado do corpo de polica, idem.Mostre-se
habilitado na forma da lei u. 270 de 7 de abril
de 1851.
1 I;. Joo Cavalcaoti de Albuquerque, apre-
s .vf'indo os documentos comprobatorios dos fal-
los criminosos platicados pelo vigtfrio da fregue-
zia de S. Anlo, Francisco Xavier dos Santos,
, alim dse providenciar na parle civil.Aguarde
Pode
ao a enlregj de um sobrii.ho. educando do col-! juiz do direito da comarca de Goianna
ligio dos opha..-.- Informe o conselho admi-' 122. Mara Adelina da Conceico.
nuiralivo do patrimonio dos orphos. seguir.
01.-Manoel Marques da Costa Soares, repre- i 123. I). Rosa Candida Goncolvcs Ferreira e
s.aiaudo coutraoaforameniodo anligo pantano,! baeharel Francisco Augusto da' Costa* pedindo
ei o pola cmara municipal de Olinda coro lien-i ttulos de aforamcnlo do terreno de marinha
Olin'ir'''~ Camara municiPnl de n. 107 p., entre a* roas da Concordia e da Pal-
. i '<,..:.. c u.-i j n \m I ." Sr;hor,nlia ,da Conceicao. pedindo lecido marido e sogro dos supplicantcs. Re-
RiS -'"!.11^*??..C0lU,.0_,das.o,PhSns".Paf queiram ao ministerio da fazenda.
Oficios.
121. Do tonentc-genf re commondante .j.is
se
lilha de 5 annos de dado. Informe ermselbol
ustiatiro do patrimonio do? rphios.
o procediracnto por parte do juizo ecclesiaslicc
4o.-Joaqo_lm Jos.! de fios, lente do ba-
Ihao n. 29 de infantaria da guarda nacional, pe-
dindo sua pnlenle..-Passe-se.
117.Jos da Costa Monteiro, alferes do meio
balalho do Piauhy, addido ao 10." de infanta-
ria, pedindo permisso para consignar nesta pro-
vincia, de seu sold, ao atieres Antonio Manocl
Barbosa a quanlia de Dg mi-nsaes, a rontar do
1." de fevereiro vindouro at o ultimo de junho.
Informe o Sr. inspector da tltesourara de fa-
zenda.
148.Jos Goncuives Nunes do Parla, cozi-
nheiro do collegio dos orphos,pedirulo augmen-
to de salario.Informe o conselho administrati-
vo do patrimonio dos orphos.
149.Scoll, Wls.n &C, fornecedores do rar-
vode podra aos navios da armada,pedindo paga-
mento di importaoi ia de 25 toneladas docarvu,
que perdeu-se por occasio de serum levadas
para o vapor Paran ; e isencSo do pagamento
por sua parte das d.-spezas follas cora a lirada da
canda que as eonduzla para bordo daqucllc va-
por.A vista da iuformaco, nao tem lugar.
O/icios.
150.Do lente general commandante das
armas, informan lo o requi-rimenlo do alferes
Raymundo de Almeida Sunpaio.Vu'te io Sr.
inspector da thesouraria de fazenda para mandar
salisfazer na conformidade de sua iuformaco
desta dala, sob n. 47.
151.Do me.smo, informando os requprimen-
toa dos alferes Iguacio Pereira Serra e Leopoldo
da Rocha Moreira.Volte ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda para mandar salisfazer.
152.Do mesmo, informando os requerimen-
los do capilo Gaspar Lopes do Azevedo Villas
Roas e lente Joo Paulo de Miranda.Remet-
tido ao Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda
i para mandar salisfazer.
153 Do Dr. chefe de policia, apresentando a
j cotila das despezas feitas no me/ denoveinbro ul-
i limo com o sustento dos presos pobres da cadoia
do termo de Ouricury.Remettido ao Sr. inspec-
tor d i ihesouraria provincial para mandar pagar,
estando nos termos legaes.
151.Do mesmo, transmitlindo a corita das
despezas feitas com os presos da cadoia do Cabo
nos mezes de novembro e dezembro ultimes.
Remedido ao Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial para mandar pagar, estando nos termos
lgaos.
155.Do mesmo solicitando se mande pagar a
los Antonio Teixeira a quanlia de iM$. aluguel
da casa que serve de q tarlel ao destacamento
da Capunga.Remettido ao Sr. inspector da
ihesouraria provincial para mandar pagar.
156.Do mesmo, solicitando se mando pagai
o aluguel vencido no auno Me lindou, da casa
que serve de nuarlel ao destacamento do termo
de Ramiros.Informo o Sr. inspector da the-
souraria provincial.
lo..Do mesmo Iransmiltiudo a conta das
despezas com os presos da cadoia do Ouricurj no
periodo decorrido de 21 do agosto ao ultimo de
selembro do anuo passado.Remellido ao Sr.
inspector da Ibosouraria provincial para mandar
pagar estando nos termos ligaos.
158.Do director geral da iiisirueoo publica,
informando o requerimento do professor publico
Seraflm Pereira da Silva Monteiro.Volte ao Sr.
inspector da thesouraria provincial para mandar
salisfazer na conformidade do sua iuformaco de
25 de novembro doanno passado.
159.Do capito do porto, communicando ba-
ver o delegado de polica do termo de Barreiros,
mandado domolr com forca armada um cutral
de peixe. que com permisso da capitana cons-
truid Antonio Nogucira do Oliveira, no lugar de
S. Jos da Canoa Grande ; e solicitando provi-
dencias para que nao passe impune esse abuso do
auloridarje.Informe o Sr. chefe do policia, ou-
viuJo o delegado de policia da termo de Bar-
l reros.
100.Do mesmo, informando o requerimento
d Malinas Jos de Santa Anna.Informe o Sr.
; Dr. juiz de direito da comarca de Goianna, ou-
vindo o delegado de policia.
161.Do capito commandante interino do ba-
lalho n. 27 de infantaria da guarda nacional,
apresentando o prel da escolta de 13 procos, 1
cabo e 1 sargento, que eonduzio presos do termo
de Caruar pan esta cidadeInforme o Sr. Dr.
chefe de policia.
102. Do mesmo, apresentando o pret de ou-
', Ira escolla de 5 pracas e 1 cabo, que eonduzio
presos da cidade de Caruar para a villa do Bui-
que.Remettido ao Sr. inspector da Ihesoura-
ria proxmcial para maudar pagar, estando nos
lermos legar s.
103De Emmanucl Liis, chefe da commisso
lalronomica c hydrographiea, pedindo so mande
abonar ao soldadu de artfices da corle Joo Bap-
I lisia Hilario, que trabalha d servente as nuiles
I do obsorv.ices astronmicas, a gratificacao do
258 rs. mensaes a contar do dia 25 de novembro.
1Remettido ao Sr. inspector da thesouraria de
fazi n la para mandar salisfazer.
10.Pedido de Dos d'algodo o azeile de car-
rapalo para luzes do quartel do balalho de
arlilharia a pe no correlo ir.ez.Fornera-se.
13
Bequerimenlos.
165.Baeharel Felisbino'do Mendonca Vascon-
celos Diniz, juiz municipal do termo' do Cabo,
pedindo Drorog.icao do prazo marcado par a
apresenlacao de sua carta.Concedo a proroga-
Qo por 2 mezes.
100.Joaquim de Gusmo Coelho, terceiro rs-
criplurario do consulado provincial.Passe por-
tara concedendo ao supplcande a licenca reque-
rida com lodos os vencimentos que na forma da
lei Ihe possam competir.
Officion.
107.Do lente general commandanlo das
armas, solicitando se mande indemnisar a com-
panhia fi\a de cavallaria da quanlia de 549 fS.
despendida com a collooaco de ferraduras nos
cavados da mosma companhia.Remellido ao
Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda para man-
dar salisfazer.
16S.Do mesmo, rogando se Ihe declare se
sulliciente a guarda do Iros soldados 0 un cabo
que mandn collocar no hospital de caridade
para vigiar o preso Remar lino Jos d'Arantes.
Iniorrae o Sr. Dr. chefe de policia.
169. Do mesmo, informando o requerimcnlo
do alferes SiUerio da ('.osla Borges, que pede o
abono de 3 mezes do sold.Remellido ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda para mandar
salisfazer.
170,Do mesmo, pedindo se Ihe declare o da
em que foi apprehendido o recruta Scvcrino Lo-
pes de l.yra, que fo reconhecido ser o desertor
do 1." balalho de infantaria Caldino Lopes de
Lima, alim do ser averhado em seusassenlamen-
los.Informe o Sr. Dr. chefe do policia.
171.Do commandante superior da guarda na-
cional do municipio de Pao d'Alho, apresentan-
do o prel das pracas destacadas na villa do Pao
d'Alho no mez de dezembro.Remellido ao Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda para mandar
salisfazer.
172.Do commandante superior da comarca
do Bonito, apresentando o pret dos guardas na-
cionaes destacados na cadeia de Caruar no mez
dedezembro ultimo.Remellido ao Sr inspec-
tor da thesouraria de fazenda para mandar salis-
fazer.
173.Do director geral da nstruccio publica
informando o requerimento em que secretario
interino da instrueco publira pede augmento da
gratiflcacio que percebe. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
14 -
Reqiicrimeuto?.
174.Amelia Elodena Lavenore,pedindo licen-
ca para ensinar a lingua franceza. Informe o
Sr. director geral di instrueco publica.
175Antonia Martinha Mara dos Anjos.Po-
de seguir.
170. Antonio Manoel Coelho, pedindo entrega
da menor Eulalia, educanda do collegio das or-
phas.Informo o conselho administrativo do
patrimonio dos orphos.
177.Alexandrina Maria do Espirito Santo.
Pode segu'.
178. Barlholomeu Francisco de Souza, pe-
dnido licenca para vender Jos Caelano de Car-
valho parle do terreno do marinha n. 101.In-
forme o Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
179.Francisca Mara da Luz, pedindo per-
missn para ir ao presidio de Fernando.Infor-
me o Sr. Dr. chele de policia.
18d. Francsira de Paula da Ressurreieo.idem
Informe o Sr. Dr. chefe de policia.
181.Jos da Costa Monteiro, alferes do meio
balalho do Piauhy. Volte ao Sr. inspector da
ihesoiirara do fazenda para mandar pagar na
conformidade de sua informaco de hoje.
182.0 mesmo. Volte ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda para maudar salis-
fazer.
Oficios.
183.Do presidente da relaco, informando o
requernnentu do baeharel Joo Francisco Coelho
Biiiancuurt.Informe o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
18Do Dr chefe de policia, apresentando a
coula da dospeza Caita com o sustento dos presos
pobres da cadeia do termo de Barreiros.Re-
mettido ao Sr. inspector da thesouraria provin-
cial para mandar pagar, estando nos lermos l-
gaos.
185Do inspector do arsenal do marinha, so-
licitando ndemnisaco da quanlia de 11 $924 res,
despendida com o curativo de lira martnheiro
um grumeteRemetrido ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda para mandar pagar.
186Do director do arsenal de guerra pedindo
pagamento da quamia despendida com o concer-
t do 101 espingardas.Remellido ao Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda para mandar
pagar.
-16-
Beuuerimeiitni.
187.Alexandrc Jos do Molienda Caralcanti,
encarregado da festa de Santo Anlo, da cidade
da Victoria, pedindo nina guarda de honra para
assislir a referida feta Ao commandante supe-
rior da guarda nacional da .(.marca de Sanio An-
teo so expedo ordem no sentido em que requer o
supplicanle.
188.Auna Francisca do Soccorro, pedindo
licenca para ir ao presidio de Fernando Infor-
me o Sr. Dr. chefe do polb a.
189. Antonio Ignacio do llego Mcdeiros, pe-
dindo titulo deatoramciito do terreno de mari-
nha em que est educada a casa n. 12 da ra do
Brum, a qual Ihe fra adjudicada por senlenra
naexecucu que moveu contra Luiz Antonio Ro-
drigues de Almeida.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
10).Antonio Joaquim Panasco, pedindo pa-
gamento da quanlia do 391$500, importancia c
duas banderas que venden ao arsenal de guerra.
Informo o Sr. inspector da Ihesouraria de a-
zen l.i.
191.Bernardo Luiz Ferreira Cesar Looreiro,
pedindo se consinta que os lencntes-coroneis An-
tonio Carneuo Hachado Rios, e Rodolpho Joo
Barata do Almeida alleslem o que snuberera a-
rerca dos serviros prestados pelo supplicanle dos
doas expedicoes que partirn) ao mando d >s ca-
pilaes Carapeba e Santiago para Sanio Anteo c
provincia do Cear.Alleslem, querendo.
102 Baeharel I'elisbino de Mendonca de is
concollos Diniz, juiz municipal do lermo do Cabo
pedilo se mande certificar o dia, mcz e anuo
em que entrn em excrclcio.Como rcqucr.
1J3. Dr. Jos Joaquim do Souza. pedindo cer-
lido do officio que a presidencia Ihe dirigi em
fevereiro de 1856, ordenando-lhe que seguisse
para a cidade da Victoria, alim de ancarregar-sc
do tralamento dos cholericos.Como requer.
194.Manoel Jos dos Sanios Porlella, alteros
do oilavo balalho de infantaria, pedindo liinla
das de licenca para vir a es'.a cidade.Como re-
quer.
195.Miguel Ribeiro Pavo, conlra-meslre da
oflieina da quinta classe do arsenal de guerra,
pedindo augmento de salario.Informe o Sr di-
rector do arsenal de guerra.
Oficios.
190.Do tenento-general commandante das
armas, informando os requeriinentos dos segun-
dns-tenentes Jos Joaquim Ferreira do Paira c
Manoel Goncalves Rodrigues Franca, que pedem
o abono do tres mezes de sofdo. Remettido ao
Sr. inspector di thesonraria de fazenda para man-
dar salisfazer.
97.Do mesmo, informando o requerimento
do alferes Francisco Jos Joaquim de Barros, a
quera a thesouraria do fazenda recusen pagar a
otapeInforme o Sr. inspector da Ihesourarii
de fazenda.
193.Do commandante superior da guarda
nacional do municipio do Rccife, apresentando
a lolha dos vencimentos des officiacs de primei-
ra linha empregados na guarda nacional o o prel
dos cornetas, tambores e clarins no mez de de-
zembro ultimo.Remettido ao Sr. iospeclor da
thesouraria do fazenda para mandar pagar >b
mmlia responsabilidade.
199.Do inspector da thesouraria do faz. oda,
informando o requerimento do D. Josepha Avres
do Almeida Freitas, viuva do desembargdor
Joaquim Ayres do Almeida Freitas.Remettido
ao Sr. procurador da corda, soberana c fasend i
nacional paia dar o seu parecer.
200.Do director do arsenal de guerra, infor-
mando o requerimento em que o segundo len-
le, encarregado do laboratorio pyrotochnico pede
st Ihe marqu- quota para pagamento de sua con-
dueco em barco para o referido laboratorio.
Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
201.Do mesmo, apresentando a conta dos li-
vros, traslados e mais objectos [orneados para a
escola dos aprendizes menores daqnelle arsenal.
Remettido ao Sr. inspector da Ihesouraria de
fazenda para mandar salisfazer.
sa frente, disparar a sua esping.ii i.i i
recer por oulr lado.
Tmbelo os vimos baler cm
avancarema fazer fogo,e u mesmo i
anterior em que houve a. rao.
Est visto que a sua ifanl ira i
ramentu em urnas hoi las do'l
sinos.
0 dia passou-se em fog ., que i-
II..- pro ir que rad i vm havem -
na impidi a coiilinuaco I .-
eja lomos eint-o furlins, itguns I n art
que sao da direila para esquerda, i-
1 '. FranciscoCisneroAllespaii f\
\' uso.
Foi milito pequea a nossa : ili J.. ,~
dos ni direila, apaiihan I..-:;..-- om ;
fertdo : no centro nenhuin na esq
oflictaus ferdos o 5 OU Si's s Id I -
E' digna de elogio a ordem do ten-piro
c nao entramos i m par rida-les
"Tender pesaoa algum i ; rew a Iml -
iros corpos I ./
E' cerlo que li i m modtores i I
- ulros faltara rcqnisil ... ixpi in
purera nao se p lo negar que a
roce,, ||a0 (|, ,;,v -, ,-. -;..;;
de prever a menor eve lualida I p :
estar satisl
ueral tem desenvi Ivi lo Ros d'd
Era que : ..... rpos do rs
general ao lam ;uaes eainda rii -
ni deriso, bravura ihnrdi
lia dilen .. a, C SO os 11.0109 -, .
muito provavel di niojrua n
livess 'ni fornei i : < de male i
Aiudu falla a b, : i .i e.
enteeder scriaui i i ou 5,.....
ra com as sua-, caigas ameJ
ria inimiga.
Parcce-me ; >ui a a -11 ? i, -.
Mi venios li OS e s i -..,.-
saude melhora i
li inca da v i 1. i i,i.
Se temos de I
Aea:n| imenl i .i i Serrall > 20 le di zem
Aind i que pi
car-lhes lodos ds acontecimen
i, comtudo muitas
s.. fazo-lo com a poulualid
hs exigencias du sei i .. i ,.- .o .
guerra em que lomo i'o prohib
Hoje posso dar-vus breves n
dia l.
Vs 8 horas da manh as forras marr iquinas i
numero ao .pie partM i i
infantes app i i ,ln, i
i
EXTERIOR.
e tomaram
segundo de
o Sr. Ala-
c iprovci-
MARROCOS.
Acampamento avaneado ao reducto do prin-
cipe All'onso a 19 de dezembro.
A 15 os Mouros alacaram as Irinchelras, mas
foram repel idos.
A 17 sanio a primeira divlso do 1. corpo a
proteger a direita da divisao Prni, que guarnece
o caminho de Tetuao, sobre a ftfaia.
Os nossos balalhoes avancaram
posicocs, formando a vangna'rda o
Albuera, s ordens do seu coronel
mino.
O general l'rim desejava bater-se
tou a primeira opportunidade para romped fu-
go com um balalho de Alniansa conlra um gru-
po du Mouros, os quaes com a sua gritara cha-
maran) peleja 2,000 ponen mais ou menos, que
baixarara da serra imraedialamente. Enlo en-
trn em fogo o balalho do Albuera, o se postou
a tiro de pistola dosiniraigos, a quera reoellin a
larga distancia, nao Iho importando o bom sus-
tentado fogo que faziam.
Os caladores de Baza tambera receberam dig-
namente os rilfenos.
Na retirada, que foi operada por columnas
cerradas, e a passo regular, o inimigo se apio-
ximou nina vez do balalho do Albuera, que o
doixou chogar e o escarmentou oppoilunainen-
te. Baza funnou a ultima columna, e porlou-se
com rouil.i valenta.
A arlilharia cunleve os mais audaces e as
tropas entraran) nos entrincheiramentos: al
este lempo o general Ros d'Olauo esteve no alto
do acampamento soffrendo um fogo muito re-
gular.
A retirada foi igual que commandou o fal-
lecido general Cordova na planicie de lava, na
batalha de Guevara.
A noilc passada, o lempo estuve horroroso ;
nem nos, nem os Mouros podamos fazer oulra
cousa seno resistir chuva c ao vento.
Afogaram-se algumas cavnlgaduras.
Acampamento no caminho de Teluo a 20 de
dezembro.
Estes Mouros incorrigiveis teimam em atacar
posices, que nao lhes possivel forrar, e muito
mais com o seu systcma de combate, que nao
favoravel a nunhutna empreza.
O general em chefe vendo hoje o novo ataque
direila, collocou em batera doze peras nao
raiadas, e vanen o bosque com melralia, nao
lhes deixando voutade devoltarcm..
Na esquerda era mais extensa a linha, e o
terreno um pouco mais descobcrlo, o que nos
permiltia ver a cavallaria nioura, manobrando
como guerrilhas. o que consiste apparocer um
Mourc a cavallo, pas?nra '.oda n brida pela no-
tros do cauho, e m sli
esquerda on
corpo.
As tropas .1. I i .
coes segu ules :
Os eacadores .1" Vlcan i
lenlo do rei u de tiran ida,
res de Herida,Talavei i,
regiment de Bi urb n iu
U principal ata iu a\
IIDpl i ; : !
No |
te da torea, emqii mi i a i
sobro o regiment do '.oi com
pan I osa.
Este copo recebo : ido o do. i
mas aperlado i
Os Marroquirii s, al. utadi um n i r
dobiam o seu furor, al ;
cantara e ordem de re*
regiment do !'. i.
Car regara os i sos i lercs, c ao rc-l
sem esperar o ch
. : ser francezi -.
> i fuga passaraiu pi',
giraenlo de Granada, que i ndo -v
bem sustentado ogn, dereu causal
p xda.
Men ce cita -- o arrojo da V con
Alcntara, que tu : d i
cha do balalho enrregu i sos ibre
do inimigo. p io-sn cm re ate : .
idas.
Foi tal a sua sorte
gio o s'ii cap lo H. un
gera, que nio le i me 1 um
guma.
O inimigo ao VPr
cavallaria emprimen leu ai
commoda lo n II i p
m urna ; Imirarel
urnas -> .n las no meio
Ni nossa direila o Inin
nun i, carreg iva com furia,
derrolaifa polo, bal le Madrid u i
.. i I imente.
Vs 7 hoias i nuil ton.isso e\errit.j
acampamento. *
A per.la do iliimi i\
A nossa nao passou de 200 a 25 I I -
21
Consequenl* com o que Ihe diss .
do cominunirar-lhc o que occorresa
pamenlo, lenho o gosio .1 i manifealar-l
aeco de hontem, nao foi men j <.-
ou I ras
li -do as primoiras horas da m n
so o balalho do caladores de Herida
n'uma avancala entre os reductos d !- '. n'.
Francisco de A< sis, que por o: I m I
aproximou j para intrinchi
Dosio muito cedo tambera n n i
lo no campo Ininv i,
de rorlo mis 5 '. B.OOO M uiros.
Ainda nao jspri ira do/ h iras do i qi
romecaram a invadi as iinm -
reducto?.
Recebe u-se di lera superior
o inimigo al que nao se achaesel
pin garda.
A' sua lemeridade che,- ra-Jo a n
alcance.
Nesle momento o balalho Herida
carga de bayoneta no meio d'um pi njt
mero de balas, que nao soi e
ron. I p. Harcellino Ll'i in lai fi
Moiiloiio sahiram illi -
Na carga levamos os Mouros i >rrt r
Ihas, aperar de nao lermos destacado em
dores mais que Iros companhi
stivemos tres individuos feri los nos
momentos
O commandante Monlorio baxen c
companhias ao fundo de um barran
cansou urna perda ronsideravel.
Os caradores do Metida liveram a s> rio d
dos pritneiros que apresentaram 10
O'Donnell um prwioneiro. o que sempre .
cil por so deixarom os Mouros antes nntar-s.
entregaY-so.
O balalho colheu armas e muntcoes ao ini-
migo no momento ita sua desastrosa fuga.
As tropas hespanholas ao relirar-se no fin da
tarde para o acampamento, tiveram alguna fer-
dos, entre elies o capito da segund H. \ i ente
Rojo, que fo ferido ligeiraaente na maq di-
reita
O enthusiasmo daqnelle hatalho graedj,
pois uoite os offuiaesdepois da ro. lo I ram
barraca onde eslava o coronel para feiicita-lo
pelo bom resultado das suns acertadas di
roes, mostrando o chefe a lodoso aprecoquo fa-
za dabrilhante offlcalidade, c orgulho que tem
por commandar um ccr,>o lo com
eecadores deMftida.


(i)
MARIO DE PERNAMBUCO. SFGUNDA FEIRA 30 DE JANEIRO RE 1860.
Os soldados sao votantes al ao arrojo.
Nao referirei os rasgos do valor porque seria
demasalo extenso.
25
Taz hoje justamente un mez que combatamos
cm rogra com os Mouros, sendo aquella por as-
m li/.er, a primeira aceo formal da canipanha,
porque foi a nais sangiiinulenta e empenhada.
O inimigo quiz compensar aq ndla derrota com
urna viriona, e logrou... sahie com as mos na
cabera corno seiupie.
Acostumadns estes barbaros a onlregar-se aos
matares cxccssns ein suas festividades religiosas,
ereem que os Chi-isttoa fuzera o mt*srao, e por isso
elegem com preferencia os diasde testa para ata i este motivo timbo que iimilar-mo a rafe rr o que
car. Os seos san (oes I lies linham niettilo na I vi do no sao acampamento.
cafetea que durante', o natal nos ocharamos em I
slalo do nao poder resistir ao seti impulso, c ha
diasque so prepararan! para dir un golpe de J
mo, reuuindu forras e fazendo proviso de mu-
llicos.
Com effeilo. osla manha, penco depois de ania-
nhecer, apresoutaram-se no poni mais araen-
. il i que oceupa o lerceira cupo, em frente das
praias do sol c dominando o caminlio de Tetuao.
\ gua primeira investida fui s Irtncheiras cons-
truidas em urnas pequeas eminencias dianle do
acampamento.
O batalhao do caladores de Barbastro, que es-
Uiva do servico, e" as arencadas a'iim batalhe
de Zamora, rompern) o fogo immedialamciile,
que se eslendeu por luda a linlia.
O general Quezadi e o brigadeiro Otero apre-
sen(ram-so iramediatalanionie no sitio do peri-
go, e dosprozando as balas, que alcaucninm al-
gumas barracas, louiaraoi as suas disposic.oos
com a matar serenidade para castigar a audacia
dos Mouros.
Estes apioviiian.il para o ataque a cirrums-
tancia de nao hacer cavallaria nossa na praia,
npiu cncoutrar-se a* canhooeiras no sitio que
coslumavam, eutiando lodo aquelle terreno. Sem
embargo, a sua cavallaiia cojo numero se calcu-
la em dous mil ginetes, nao so atreven a dar un
i para a fenle, balendo-se conslanlementa
em retirada.
-V escolia do chefe que, oo parecer, common-
dava a aceito, disliuguia-so pelos bous rios tra-
jes, o tiuntavc-se resguardada pelas rochas da
i isla.
Tres eompanhias de Barbastro, s ordens do operaejio eretira-sc.
s gnndo commaudante I). Kleutorio Sane! I'au,
dorare orna magnifica carg i bayoneta que de-
cidi a derrota dos iniuiigos, obligando a mu
deltas a arrojar-so ao mar, em cujas ondas en-
contraram a morte que os esperara as bayono- .
tas bespanholas.
Os batalhes de Zamora c Llorona pclejaram
tamhem denodadamente, assim como os de Ciur
dad-Rodrigo, Baza, egorbe o uniros que nao
posso enumerar ueste momento, porque acabo
de vollar minha barraca, com o caucaoo nalu- D
ral depois de se le bas de cmbale.
Nessa occaslo tambem a nossi esquerda do-
brava o Cabo-Caslollo e arrojava as suas bombas
dentro dos torios que defendem a entrada do rio
de Teluo.
Espectculo magnifico!
Na frente a immcnsa exlensn do mar que a
esquadra hespanhola corla va veloz. A' esquer-
da om exercilo. que, cheio de entirusinsmo o
ardendo em sede de gloiia, destrocara as barba-
ras hordas que lizeram um- ganvo inslito mais
nolire das nacies. Cada liroresoava no roraejo
do nossos votantes ; o pesar vio-so pintado no
semblante de lodos os quo nao lomavam parlo
na lula.
O'Io corpo nao entrn honlem em fogo, por
O inimigo atacando toda a-frente do acampa-
mento do 3'corpo, prolonga va-so aln dliso so-
bre a direita, e recebia continuos reforcos, qrrp
em peiotdes se destacaran! do alto da serra Xi-
mera, esquerda de Bullones.
As uossas tropas sustentaran! hora o meia do
fogo o li/.eram una bella manobra, que deu os
mais f a r orareis resultados.
A esquerda do 3o corpo romoroii a retirar-se
attrahindo o inimigo, ao mesuro lempo que a
direita fazia um movimento com o lim de invol-
ver a esquerda inimiga.
Verificado que foi o movimento, una vigorosa
carga de bayoneta, dada pela direita das nossas
tropas esquerda inimiga, a arrojou'a um bos-
que e deste urna altura, dalli a oulra, obrigan-
do-a por lim a refugior-se no alto da serra com
perdas immensas.
A direita, rclirando-se urna colina, sus ten lou
alea noite um fogo ponen vivo.
l'm forio peloteo de Uouros, atlranido a bnm
terreno pela retirada falsa do una guerrilha, fui
aculilado por dous esquadroos emboscados con-
veiiicnteinenle.
A cavallaria marroquina, provida de excollonta
gado, nao tem aquelle bro e valor que se lho
suppe.
As carcas jamis ronipeni una infantera fir-
me, e mallogram-so sempre contra a bravura dos
nossos ginetes.
Niea uo una carga em regia, divididos em
varios Irocos, um aranea ao galope a tiro de es-
irda, para, faz fogo, ,- abre-se depois para
dar passagem ao oulio tio.jo que repele a mesma
no caminlio de Tetuao 2'J de
A. S. S. O Pi Papa IX.
Sanlissimu Padre.
'< Convencidos nio da Franca soberao cedo on lardeassMieipor-
se do espirito fallaeioso que orneara neste mo-
mento a integridade da vossa soberana lempo-
ral, queremos no cntrctan'o consolar o vosso co-
raeao expriniindu-vos o nossa de*oco.
Tudo quanlo>sv tem dito centra os vossns
direilos e contra o rssoBjv#ri*o, nii faz vacil-
lar inm o nussorespcili petas voawa direilos,
nem a nossa-eonfumea' no amor osabedoria que
a vo.--,i aiHorMad*- rcvcilav Os vossos direilos-
mi cmoira-m- dohonion; 'o o aaquirisrae
peta \ infamia',, nuwn rea niquidadlst, nao os niaa-
tefidcs two pouro por amAifo, ntm os ponaos
em pralica com rigor. Satoo mis>gi(imt* e
benvolo soboranfr rebelliaonao podeni demodoalgum expoliar-ros.
presendiadp a qusi completa eslerialidade dos
seus esforcos. Sifra Franca que aprsente o
espectculo de urna potencia prepouderanlo si-
raulaiido. seguir os impulsos do seu respeito para
lenso dos estados do soberano pontfice importa
pouco a independencia do sen poder, o autor ti-
ra a coosequencia natural de que se os subditos
do soberano ponliflee devem ser de alguma surte
corelaegrejaso mesmo em FranQa o seniimento -sacriftaados s missosda poltica e/is condiccoes
-d* msjtt contrario As demasas clericaes. Ser- j da existencia do catholirigmo, melhor que "os-
vem-se allida egreja como do una alavama po-sessubditos naosejam muito numerosos. Couv-
ria-pois encerrar o estado ponlifical nos limites,
eametamente neesraawti sua existencia.
Sem duviiia, Ji/. o autlnir.bavciia hajustieai era-
lirar ao governo do Santo Padreas pro*incias-q|lC
I lie i'iiram dadas pelos balados europeos, em
i*j<.a pa*intr.vie no Oriente, parse arrogar o
ico logor-onute" as nacoes que 9e iulilulam
Latinas ; 1115 l no fundo do coracto lodo o fran-
oez qiirt nao nasfeu na aldea taiga com o cheque
dado > hierarchia clerical. A bmclmra atlnbui-
da a La Gut>ronnCTe nao faz mais do que oxpri-
nwr 03 >i)tntenlos da sociedad* francezn, quo se
lauto banquete com Urna nova abertura do coro
UTrun 1* da m iniitlrelima i|'Ollil. que far
dcrram.ir sobre todos os II: is o derodos subui-
los da nioiiar.liia, hunras. ttulos, ereesa cun-
decoiaijcs, que pur mais que o neg, m im
peiladus e crticos de man gosto sao amia urna
moeda bem preciosa c geralmenle estimada com
que o soberano paga "os serv,-,s qua recebe, ou
tallos a sua ussoj ou sucieade.
E verdade mm por maior que seja I pr
dasgracas que u rinperalauj m: Onp^r liiissalaj ir
n'issa ocopals, ser-lhe ha iaaposNal deiuf do
llizer siguas deaaaaileiilca, pvis e prectsaaiama o

quMilo tem liando a posso pacifica.. Mas htije a%|
Homa^nes que consliluem nina IVacci) deltas j.' que tem a:onlecio em lerdas as oli
mciicu de indignar o ao ver. depois dtw trmm- nao.eatao mais em sua posso. Ser til a Europa que islo tam acontucido. Cada qual Uos (ra.ia-
pnos de Magenta o de Solfoiinu, que a Inglator- sord til ao proprio gowenis puntilical que asees d.s se julgar com direito a melaar qumnii '<
i ra entrara na arena como campeao das-linord- poizes Ihe sejam rosliluidos"?0 author pensa que achara souipre 1 seu respuio urna uiusiica re'la-
res italianas, e que a i-ranga- trabalhava para- nao. \,i sua opiniao, urna restauraeao mao ar- lira compirai. lo a merc que Ihe for feUa coui
ir o governo dos padres c da poluia. mada compromolleria um poder que dere ser es-aquella que iiver o seu risioho. I sta se dari
que lizeraiu e que vos reparastes. I*at. 1 1,100 partido da brochn para eximir-se da
.Nos, fllhos da Frauda, eremos qire arossa jurisdicr;o moral da Eurooa, e as outras pntcn-
auiinidade s por vs pode ser definid, e reco- cias favuraveis as prelen^-.s legit nisias egual-
iilieceuios cni vos lodosos direilos que vos mes- mente so apiess.iram em tirar partido da raosma
mo invcaos. Crem ts que as reformas s serao I escusa. A noticia do accordo eslabelecido enlre
boas, officazes e legitimas, quando forem porv^a Franca c a Inglaterra Iludi as esperanens d,'
liviemenie concedidas. Quem ha ahi que mais todos os quo no continente nos querem mal ; o
do que vos amo ajustica, respeite os direilos dos | os corlesos que ji criam rr os principios'da
A litilia do bosque do Aughcra f defendida
tamhem com egual decisao como as posigoes do
').' corpo.
V aiiilh.iria fez tiros admirareis ; muilas gra-
1 las cahirara*io meio ':os grupos inimigos,
indo-lhe perdas que bora podis imaginar.
Duas pecas deartilharia umiilada, demonstra-
rain a ulilidado desla arma; inlroduzida receute-
inenle no exercilo.
E' osio tambem tributar elogios aos artilhel-
ros po vapor l.cnn e aos das galeotas Boavenlura
e Rmulittque fizeram um fogo mui rerlciro.
Os hussares e os lanceiros chegavam a toda a;
. quan lo j nao 1 ra necessario o seu auxi-
P 1 |u Uouros 1 '.eram em vergonho-
Ba ffiga ,::. : i nao un tres horas da tardo.
1 oro aiu la com exac;.'in a perda que soffre-
las 1 --i ossegurar-lhes que nao foi c 11-
sideiravel.
A do Inimigo foi muito maior pelos certeiros
tiros de artilharia e o bem que esgrimem a boyo-
netri os nossos soldados.
A arma branca faz um grande papel ncsla)
ra.
re o campo da batalha enconlraram-se rin-
te e tantas espingardas, e alguna Uouros que fl-
cortados, preferiram a morte a rende-
rein-se.
Agora quo ihe lenho fi i'o una levo narracao
lo cmbale, resla-me cizer-lhes que nem ludo
aqui seeuas de sangue, luto e exterminio tam-
bem ii"> divertimos sempre toe se pode, pois at
la nao nos abandonou ooom humor.
Por ordem do conde de Lucena receberam hon-
tem os soldados tacao dobrada de carnee viulio,
e raeao de batatas o caslanhas para celebrarem
o natalicio do Menino Deus.
O loque de retreta toco -se urna hora mais
tarde da ordinaria.
As tropas divertiram-se, alterando o silencio
das primeiras horas da noite com poticos canu-
cos da nossa Ierra a os melodiosos sous da gui-
tarra.
No meio daquclle i'icij reinou a ordem mais
completa.
-29-
Al hojr- nao lenho podido pegar na penna pa-
ra dar-lhe algnmas nocoes da accao >ie 23 do
corrente, dia em que su cumpria un noz do en- i
carneado combato em que as tropas do primei-
ro corpo rivalisaram em bravura.
Alguns inimigos julgaram sem duvida mui;
conveniente Fazer ora 1 pela larde com o mes-
mo Uafpma, e em coiisequencia o seu chefe or-
denou o ataque.
Apenas luzia a aurora, as doaanbeilas do ler-
ceirocorpo anda nao nh regressado, quando
eomecou o fojto na nossa esquerda, approximan-
do-se bastante au ac moa ment, tanto que hou-
ve necessidade do desalojar o inimigo bayo-
neta.
Tendo-3e reforcado muito os Mouros, aug-
mentou-se o lerceiro corpo de exercilo com a
reserva.
Ao mesmo lempo o batalhao do cacadores d.e
Alcantra, que ia a reo lor o de Barbaslro, en-
conlFouo inimigo em [renta (Jo re ocio do Isa-
bol ll, situado om urnas penhas donde poda
molestar-nos perfeilamonte, mas foi desalojado
pela lerccira corapaiihia d dito batalhao, que
ota oceupou as pinhas.
EiTcctuada a subslituico o tendo ordem de I
su8lenlor-se as posieOessem arencar, mandou-
.se retirar a lerceira companhia do' Alcantra, o!
que visto pelos Mouros, os decidi a ocuparos
silios que a hopa linia abandonado internando-
so n'ura espesso bosque, csqueida cm urea
das avenid >s do recinto.
N'.i ueiie momento 1 heg m o general cm chefe
da l.iigada da vanguarda Lassanjaye, o orde-
no 1 que a lerceira equirla companhia de Al-
cantra occupasseii) pela segunda vez as pe-
nhas e que nutras duas de Madrid oceupassem o
bos |ue.
As companhiasdo Alcantra, commandndos por1
f). Manoel Montuno e I). Tedio Penalosa, deram
nina brilhante carga, desalojando o inimigo que
se refugioii delraz de nina altura, sustentando o
logo al as tres da tarde, a pesar do furle rento
e da copiosa chura.
As companhias de Madrid cumpriram bem a
sia accao, e fizeram que o inimigo se reli-
se.
\ acefio eslava empenhada na esquerda. O
inimigo, em numero ao parecer de dezesseis mil
homens entre cavallaria o infantaria, obslina-
ra-se muito em ganhar terreno.
O general conde de Reos intentan involver a
extrema direita dos Mouros, para cojo ell'eito fez
um bellomorimento de Oanco, quasi pela mar-
gen! do mar.
Este morimento fez retirar o inimigo o sor-
leu uns"d rillenhos, des quaes O oram
morios bayoneta por nao querer render-se e :I0
arrojaram-seao mar antes de cahir as nossas
nios.
O resultado do combata foi grande, influindo
muiln na moral do exercilo.
A nossa perd consisti ii'umas 200 baixas. A
rio inimigo pausa de mil, pois a artilharia fez fo-
go com bastante acert.
Merece citar-se u compnrlamenlo do soldado
da lerceira companhia de Alcantra, Rosendo Or-
tega, queso, acompanhado nicamente da sua
espingarda o bayoneta, se aoianlou aos seos
companheiros e se dirigi a urna peuha onde
liara 5 Mouros. que a sua vista a abandonaram,
fazendo-lhe antes urna descarga da qual sabio
milagrosamente illcso.
Por este Cete e nao ter querido deixar aquelle
posta aloque o general Ih'o ordenou.foi proposta
para a cruz de S. Fernando.
O numero dos Marroqninos que contiveram as
ditas cempanbias era d'uns 350 infantes e 2S0
cavallos(iiibosiados, que caneados de esperarse
rctiraiam as irese meia da tarde.
Varios planot.de ol'ensiva circulam pelo acam-
pamento uestes ilias nao obslanlo de quo se ig-
noram absolutamente os designios do nosso ge-
neral cm chefe.
Acampamento do Serrallo 30 de dezembro.
No momento em quo sabia honlem o correio
coraeeara um vivo.fogo na nossa esquerda.
Acampamento
dezembro.
Como na minha caria desla manh lhc escrevi
une acon'eceria, a nossa esquadra" bombardeo
os fonos da embocadura de Tetuao ; c como
anda no alto mar. esta noite, nao possivcl di-
zor-lhesp effeilo que produ/.io o fogo da sua ar-
tilharia, *nas neste momento recebo a noticiase*
uinte : ,
Collocada a nossa esquadra na embocadura da
I ria, tomn posico ancorando do popa proa, o
rompendo o fogo, deslmindo-lhe urna torre do
folie, apagando-ihe todos os sous fogos e 'los-
moulaiido-lhe as suas pecas obrigaraui a guar-
' nioo a ahandona-los.
A'manha so repetir o bomb.irJcameiilo al ar-
raza-los se factirel.
Sera meio dia, o inimigo cm grande forca in-
: resiiu fortcmente as trinclioiras do :i." corpo de
exerrito, sendo recebido com um grande fogo o
carregado depois bayoneta foi repellido at as
', monlanhas.
Mas como o seu costume inalteravel fugir,
ao ser atacado, o atacar quando retiramos s nos-
sas linhas eom urna grilaria infernal, o resultado
ter que repetir os ataques bayoneta ; c se
bem que em lodos estes ata pies os Mouros sof-
fre rain grande mortandade, nao se consogue islo
sem algnmas perdas Jamenlareis, pois neste ata-
que perdemos 50 homens entre morios eferidos,
e desies ltimos offlcioes, mas talrcz que baja
algum augmento ueste numero.
Os batalhdes de Llcrena e Vcrgara, ambos de
caca lores, sao os que tiveram lugar de distin-
guir-se por serem a|uelles que os Mouros mus
forlemente carregaram.
Vi um capitao ferido com (las balas na per na
esquerda sem fractura] dando exemplo de sere-
nidade e valor, se bem queentie os demais fori-
llos, o que parece lncrirel, se eu mesmo o nao
risse, nao se ouviam nem lamentos, nem quei-
xutAes, mas sim urna conformid ide que pode tra-
duzir-sc n'uui vordadoiro herosmo. Que nao
l.'iia o soldado hespaiihol 0111 oulra classe de
guerras. A noite poz termo lucia, retirndo-
se uris e nutres s suas respectivas posiedes, o
eu lamento que se deca estos occoessem resol-
lado definitivo, mas nao podom eviiar-.se toda a
vez que o inimigo as proroca.
Os'Mouros npresentaram nmila cavallaria e
alguns kadiz ou xerffes passeavam de um lado a
oulro alguns pcmles encarnados animando e
estimulan.lo os -.-us.
As divisi s Turn o Quesada foram as que en-
Iraram no fogo. e anda que a segunda brigada
la segunda divisao do segundo corpo reuebeu
ordem de proteger a ala direita, e eom cReito lo-
mou posico nao foi necessario o sen concurso
no ataque.
O resto do exercilo permaueceu nos se asacan-
lonamenlos.
as linhas arancadas do l. corpo, o inimigo
traclou de chamal a sua allencau com um fogo
insignificante que se despresou, mas tstere-se
preparado e os irobalhos foram protegidos polo
batalhao de Len que peileoee segunda bri-
poros, protjaos pobres o lenha mais presente
ao espirilo as cuntas que lodos os soberanos de-
vem dar a Dos .'
Defcndendo a causa da vossa iudcpenlenci 1,
defendemos a nossa e a de todo o povo christao
Sois o pharol luminoso c a fortaleza das almas ; a
vossa independencia o baluarte que defende a
liberdado do genero humano. Se o Papa ieixas-
se de ser re, a cruz seria arrancada do todos os
seeplros, e o mundo eulregar-se-hia de novo ao
culto dos idotas. A humanidade,. ao passo que
adorara dolos de barro, seria acabruohada e
opprimida por dolos de camo.
a Oh padre, oh rci, oh victima sanlissima in-
mortal Ficiae por breves instantes em nos o vos-
so pensamenlo sobreca regado de angustias.
Cheios de feo tle amor, prostrados rseos ps,
nos vos pedimos aquella beu^So que for la taco as
almas, l'ossa ella livrar-nos para sempre
do opprobio inaudito de (1111 dia vos Irahir-
mos.
Luiz Veuillot.
[Univers |
liberJaJe menospfesados e calcados aos pos, pa-
ra summa confuso da Inglaterra, arreceiam-se
501 1 que se eslabelccam procedentes diamolral-
menie c .olearios a sous syslemas lacanhos e ty-
rannicidas. Nao o amor pelo Papa ou' pelo ul-
Iramonlanismo, mas sim essas formas despticas
de governo dej{ue o ultraraonlanismo o a roli-
giao conelaliva, que tazem com que a Austria,
a itissia e mais de um pequeo estado recuera
A siltloco critica do Papa commore vivamen- tir a sua justiea, como SucceUou na pub.i
le os nimos em lodos as potencias calholicos. dos despachos de de do/emiiro d ls>,8.
l-.ui I'ranea, de toda a parle, se fa/.em ouvir pro- | Ser bom entretanto que se nao pense M
lestes, apezar dos esforcos que o governo luz por lenho alguma rerteu de que hareao des, 1
coule-los. e grabas para 1 i de mareo prximo, pois fail
Na Blgica tambem dedarou-se una emoco mente aulorisadv pelos prccedeni d- ou
muito viva. Os nossos bispus tem feto reque- pocas semelhanks, e p irque realmente m
rmenlos Sania S. Organisam-se subscripcocs rece que o mesmo hade acontecer agora ; nao
para defender o patrimonio de S. Pedro. seja pocm -to motivo para qu os 1 spira
Devo dizer-lhe enlretanlo que os calholicos de barouatos e commendas me amaidtc, ien se
juizo e moderados nao participam desses enlhu-lrem de psssar por qo.ilqoer desapoulaoM n
"''amos. As juntas fie qualifi. ., ullcioli
Keconheccm que o poder temporal do Papa nao desde o da l." do crrante, e coui |uaulu tanhaiu
pode ilurar n is eondi(es em que lem sido eolio- apparecido symplomas e que ten .nos rata anno
i cado nesses ltimos lempos. De ha muitos an- urna eleicao muilo laboiiosa.todi
nos, o Papa s se sustenta em Roma grabas ao ellas em seus irabalhos pocilicamcni
a0010 do exercilo francez. Bssa sluacao devo nadas por todos os dierautea gru| -
.' mistar que o governo pontificio tome dem disputar na arena eli .: >ral. '
, in-i.
pa 1
peante a itaa do um congresso.
Iteuiinciar-sc-ha pois ao congresso? Pelo as medidas necessarias para poder sustenlar-se' O governo ra deseinpeoliaiido o seu prog
que di/, respeito a Inglaterra, podeui renunciar a OOt ai mesmo. Se nao pode consogui-lo, se Ihe 111,1 doperfeila abstem ono pleil bem
elle quando Ibes aprouver. Nao queremos o e necessario urna forr/a ormada oslrangeira, cum- que o Correio da Tarde cuienda 1 ; lame quo
-congresso, nem nunca o pedimos. Pelo contra-1P"* que esta se componha de elementos tirados os cousas se passam de ma;i .
rio, seuuirc o encaramos com desfavor, por isso | entre todos os naQes eathnlicas do globo.. Os porque em cada canto ihe parece ver um phaii-
que acobertava prelences incompativeis com 01 Francozesno podera continuar a reinar em fio- tosma que hostilisa a candidatura
direilo internacional. Consenlimoa em lomar;1". Se os soldados da Franca conlinuarcm a gido pelo 2 circulo da >rie.
parle nclle a rogos do imperador des Francezes,pecopar o cidade eterna, o poder temporal nao] Nao temos razio de queixa qusnto I pai 1
o qual deelarou quo issoera necessario para a passur de urna patarra sem sentido. Ironqulidade de que gozamos ncsla
soluco durad ou ra da qucslao italiana. A independencia do Papa ser urna mentira, t entretanto para que u prazer e .1
Londres "3 de Janeiro de l.s;;;),
Tem curtido ha dias um rumor quo rae lo-
mando certa consistencia*. O congresso que ti-
tiha por objecto resolver os negocios da Italia, e
do que lano se falln, possivel que jamis clie-
guea reunir-se. E' a conclusao que lira natu-
ralmentc o mundo sommercialo poltico do em-
barazo cm queso aclia-m o imperador dos Fran-
cezes c os oulros promotores da rcunio. Ce-
nlos, perianto, poder di/.er que tudo parece in-
dicar que nao harer congresso.
Uinconselho diplomtico desla natureza im-
porta uniformidade de vistas, e o maiszeloso
partidario do syslema do congresso nao tari por
ceiio a pretencao de ofirmar que urna maioria
de rolos pode ligar una potencia, ou que a maio-
ria tem direilo inlerrir na organisaco interna
de um estado reconhecido.
Um congresso urnaa3scmbla de potencias,
indepcndenles quo lem por objecto dar urna
sanecao moral a alguma cousa que Gzcram ou
que pretenden) fazer aquellos que lem direilo a
ourar, 011 cojos actos, estando j consumi idos,
nao podeo ser annullados. Pode approrar o en-
grandecimento do re na Sardenha, posto que
os estados interessados nao approvassem a guer-
ra I lb'J. Pode adherir abolir o da autori-
dade papal usa Romanias, nao reconhecendo ao
mesmo lempo aos povos o direilo de escol, rem
os seus proprios soberanos. Mas os seos pode-
te., nao uo mais longo, e uinguem lho allribui-
r o direilo de obstar que a minora presto auxi-
lio ao Papa, ou aos seus subditos. Sugue-se
dahi que, a nao esperar-so una unanimidade
quasr completa, a reunio do congresso fura do
pouco ou non huma ulilidadc.
O congresso, que nao liga pessa alguma, nao
pode ser ulil.se so compede cinco estados volando
colilla oulros quatto, ou* sedos oo les esta-
dos protestara contra urna deliberaeo tomada
pela maioria. A autoridad moral das decises
l.iuilar-nus-hemos a aceeitar os fados consu-
mados deixando quo o Papa e seos partidarios
eavenhaui com) poderem. >
Times.)
CORRESP%DENGIA DO DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
kr;xi;li.\*,
9 de Janeiro le sHi4>.
O nico alimento da nossa poltico interior du-
rante o mez passado, foi a qucslao da validado
das eleicoes do Louvain. Aps dscussoes tem-
pestuosas oro nossa legislatura essas eleicoes fo-
ram annula las, como cicadas do corrupcau
INTERIOR,
Rio 11 de Janeiro.
Por decretos de 8 do co:rente :
Concedeu-so ao bachorel Candido da Silreira
Rodrigues a demissao que pedio do lugar de juiz
municipal e de orphos do leimo de Ilaborahy,
da provincia do Uio de Janeiro.
Foram nomeadus :
O barharel Luiz Antonio Fernandes Pinheiro,
de dos seus eslralag mas,alguns J qu u -
gam a provocar u nao qu unte
Jornal do L ,-q kj w 5up| io tal -
particulares para so fa/er echo diariami nli
proezas deste gatunos que infi
seja pora fazer dsacrediUr a aulorid I ,
ou para enchera sua Gaxtlilha eom un
chcameos de mao guste, nodei i inl mm
lo minuciosamente, se livi iuti n
o que eu duvido. A ni i ni pon m .- i rrel iri ac-
crescentar por ser cousa que o jornal le
quecido de di/er as suas i lodos <
sos larapios devenios ios oigi ..,.:
za e principalmente aos -
las liomnns de partido, dovn harerjuizes. I. um
poder juiiciarid que a assembla exerce, 6 um
acto de soberana magistratura que faz. A paz
o poltica dere calar-se, os clculos parlamenta-
res devem lcar calados. Cumprc es [uecer que
os raembros cujacleieoo foi contestada, pertcn-
cem maioria ou a minora o nao indagar se nao
urna cousa, a saber : se ell 3 tem ou nao o direi-
lo de perlencor ramera.
Nao infelizmente o que acontece no nosso ca-
so, o espirito de partido sfoi escotado. Oselci-
los oo i.ii/, de Louvain perteneci ao partido ca-
Iholi o. To los os seos correligionarios da cmara
se pronuuciaram pela validado das eleicoes. ro-
dos os depulados liberaos, pelo contraro, ruta-
ra ui pela annula. o, o como leera o maioria, os
Cordeiro, juiz
Je y lixcramo-
elrllos .!: Louvain oram definitivamente exclu- ,
do-;.
I., ropilo-o, um deplorare! exemplo d
redo Camargo, juiz municipal e de orphos dos
termos reunidos de Ceor-mirlm o Touros, da
proviii'ia do [to Grande do Norte ;
11 '.- han '. Cordolin i Bai liosa
iniiiiieipal e de orphos do leimo
bim, da provincia dd Cear ;
o barharel .los Goncalvts de Houra, juiz mu-
nii ipol o >ta orphos dos lermos reunidos de Sa-
i e Telha, da mesma provincia ;
O bacharol Antonio Joaquim Rodrigues, juiz
municipal e do orphos do lermo de Cauind, da
dita provincia.
Foram recoiiduzidos :
O bcharol Luiz Pinto de Miranda Montenegro,
no luga' de juiz municipal e de orphos do ler-
mo da Estrello, di provincia do Rio de Janeiro ;
0 barharel Jos de s,i Cavalcanli Litis, no lu-
bro os ministros eseus actos, e priucipaln
sobre o effeilo que estes produzem na o\
publica, rejo que o nao poderv huji
modo que o salisfac i, rqua la I a ... ;
ria a opinio a respeito dos actos -
ves, que impossibilila toda a crtica, o di lugar
a pensar que, se o gabinete de |ij de i _
govetna do methoi modo possivel, fo-lo si u re
de modo inspirar confianca r< pi ito ai
remados, que sao cuna" ;i i ciai s.
Abslenho-me hoje portanto de matares commen.
n. is, coucluindo esta parle da minha carta r< >j
dizer-lhe que o que gobreludo me ag ida na
marcha da actual administraron, a pi -
do expediente, a brevidade da dei isao dos n< -
cios ; cois se impossivcl qui I Uqueni -
lisfeilOS, e sempre, rom
lid
a le poltica lima das Icis mais essencioes d
o
do cungresso loria por esse. fado mui euueua i e"vcrn.o re presenta tiro, o respeito dos direilos
_ '.. .. das minortas: l'aia qae -'..
cessario que
; convenc .
importancia, e .is suas doeises nao pndecwui lo-
mar lugar no direilo publico da Europa.
A evidencia demonstra quao diificil ser oh-,
ter essa unanimidade. A respeito das ultimas
negociajos silbemos o que geralmenle consta :
mas o que sallemos mais do que suOicienta
para se poderaraliar e ajuizar do papel que os
dilfei entes estados lio do desempenhar.
Omais importante successfi distas ltimos
meses sem duvida o restabelecimenlo de um
perfeito accordo enlre a Finia o a Ingl '. rra, e
a onnuencia do Imperador s vistas do ntinisleii i
britnico.
gada.
Pars, 26 do dezembro.
J culera a produzir os seus elbilos naluraes
o lamoso olbeto O Papa e o Coiujrcsxo, aco-
ll lo como um fausto acoiiiecimenlo pela ini-
prensa revolucionaria d lodosos matizoj, pelos
amigos da insurrcico italiana, c principalmente
por todas as commiinhes religiosas dissidenlos,
quecifram o son progrosso o a sua gloria na hu-
milhaeo do Soberano Pontfice.
Diificil ser calcular a especie de reroloeo,
ue de repente produzie as deas de certas pes-
governo don*
as minoras eslej im perfeilan
e que pelo jogo regular das nsli-
reprcseulalivas, podom reconquistar o
poder perdido. Islo ,rin. paluienle necessario
em um paiz como o nosso cm que o eslabeleci-
mciilodo governo representalivo remonta ao ac-
cordo dos dous grandes partidos que se deram
mutua garanta contra os recetas recprocos que
pussam inspira-, o pailido calhotico e o partido
liberal oo pode ni coesislir na Blgica senoo des-
so modo. Quando um esl no poder, nci essa-
iio que o oulro gozo de lodas as garau'ias do go-
r de juiz municipal e de orphos do lermo de vas, quG ,, menossoiba rada un. em pouco i
.an-ia- '",'-' V''1'"1"T'U1 i""\i".''- .....P qual aua sortc, e nao renha o ij
Fot removido, o pedido seu o mu; municipal decisao agravar ainda mais
e de orphoos r-onsianlino Jos do Silra Braga, indiferimlnlo. Todos conheccm bem i
,; J1;' 'eroio do I loo iba Dar da Bagogem. da |,ro hBlo ,lo ^wndrau qo... .,,,,.!,.. ,- ., ,, ,.
.. ,, i o' i a o i Minas LfCracs.
I'oram nomeados :
0 coroiiel chefe do 1(is;i ri,siJ(
Jo superior da guarda nacional do nniiiei[oo de. ";............ -.....
p&Mttendei
o rndeferii
I ortugal o mdeferimonlu da sua
ler solo dado com i romplido, e li-
no eslodo-iiiaior do comman-ij,. uma |0r
1-1 [ll o
. i monas ve/es,; un martyrio, e quasi -
Nazarelh da provincia da Baha, Antonio lian- | calamidade.

Nao queremos con. isto affirmar que os dous, '"< parlamentar, legal osincerameiilo executa-
paizes hajamconwncionadoobrarconjunclamen- ,l- 0ra ptaelodasas inslituicoes representatt-
le, ou que se bajan, de conservar sempre unidos "* se '' alguma que deva ser pariiculurmen-
uo seu do coniresso. te respcitada e a soberana do direilo eleitoral.
Fallamos simulesmenta da adheso eoral da A'la. pode-so dizer a rarz do governo repre-
cisco Tinta, para o lugar de commandante suie-
rior da mesma guarda ;
1 > Ferreiro Pires, tanenta-conuiel chefe do
eslodo-maior do commondo superior da guarda
nacional dos municipios de Tamandu, Formiga ^50 i
9 Piuuhy, ila provincia .! Miuas Geraes ; hon
O capitao Vicente -lose di Costa, lenle
uel commandante do halalho de infantaria n 21
Fallamos siuiplesoaenta da adheso geral da
Franca ao principio proclamado pela Inglaterra,
saber que os Italianos leudo sido levados pelo
andamento dossuccessos estabelecerem noros
governos no lugar dos que al e.iio linham exis-
tido, os lacios consiiinmades deverao ser respei-
lados, o que nao so ha de erapregara forca, nem
oxercer urna influencia Ilegal pira restabelecer
o rgimen papal o o dos graos-duques; o note-
so bem, que este principio absolutamente inde-
peudente da reunio do congresso. devendo sem
duvi la ser proclamado, seja qual for o resultado
das nogoeiicoi's pendentes.
A existencia deste accordo geral enlro os
dos paizes nao era de natureza que podesse
agrada, s potenciascoiilineulaes que ri favo
raveis reslauraeo dos soberanos expulsos.
da guarda naiional da provincia do Porahyba.
'i capil Francisco Xavier Carneiro Lins, ma-'
Os jornaes de honlem annuariaran a n
do brigodeire Ji ronimo Fraurisi n 1
ministro da guerra no minisli
eido em Nova-Friburgo do dia 16 d.....rn
n.o homt m como 1 e 1
icm publico linha piobid idi I no
coro- disia pouco ou nada era ; mas eu sou-o 1
infantaria n \ renos.
All esl, pode-se dizer a raiz do gove
senlatiru.
Os oleilorcs interrindo por seus mandatarios,
nos negocios do paiz, lem cssencialmenle o di-
reilo de se fazerem representar pelo lioinem de
sua escolha ; quando a anuulaeo de urna elcico
nao juslilieada pelos mais graves motivos, ata-
ca o principio vilal do governo representalivo.
Ileronlnvo quo se dere considerar como um a-
hozo dos mais 1 -epreliensiveis o habito coulrah io
pelos candidatos de coiisagrarein lories sominas
do dinlieiro para 111 iemnizarein es eleilores ru- I
raes de suas dospezas de riagem. Esse uso abre '
a porta a lorrupeo eleiloral. Mas como de no- !
toriodade publica, que se lem pralicado al aqui I
em lodas as localidades, nao sena necessario pu-
ni-lo s em Louvain. Seriom necessarias medidas
de rcpresso que se estendessem ao paiz iulciro,
ou- aju lano de ordens do commando superior',
la guarda nacional da capital de Pernambuco ;
O capitao Joaquiui de Albuquerquo Mello, ca-|
pilao quarlel-mesiro do mesmo com mando su- j
periur ;
bachorel Jos Rodrigues Chores, secretario
de poluia da provincia do Para.
Tiveram morc da serventa vitalicia :
Joa iniii) Antonio Tcixeira Guimares, dos of-
ficios de partidor .....nlador do termo da Estrel-
la, da prm ocia do Rio de Janeiro ;
Mauoel Caelano da Costa N'ogueira,
de labellio do publico, judicial o notas, do ler-
mo de PindamonhQiigaba, da provincia de S.
Paulo ;
Francisco Antonio de Castro, do ofcio de la-
bellio do publico, judicial e notas, do tormo de
Bulucalu, da mesma provincia ;
Francisco Luiz Al ves dos Sanios Cruz, do of-
DlftRQ DE PERKftMBIJCQ.
Oynpnck, entrado dos | ,
jornaes (ue atrancara os d R
(I vapor
1 'ouxe-nos
JtSjda Baha a t, do Sergipe a'14, de Al
a 28 do curente.
Aim do .ue om oulra parle rai transcripto
encontramos mais o segointe
.1/ 1 teoidio. As ultimas d das n > de 15
coirn: '. No dia 2
o offico onde de-ve lixar sua
.
rhorn
inglez junto C> ,\ic. 11
ministro
tina.
\ eh ico presidencial prenda exelu;
a attenco publica, o corra que, o can-
didato qua doieria ser apoiado pe!
via seria desiiilolligenria enlre o n
1 a u presidente da Repblica.
tros ceiros calholicos.
J lomos milicias de como foi recebido era al-
guns departamentos do Heio-dia e de Oeste.
Anda que o governo parece disposto a evitar,
al mesmo pelo emprego da tarea, que a ogila-
co religiosa so convertaem loliii.-a, como o po-
der central se demora em declarar que as ideas
expendidas no folheto nao sao precisamente, co-
mo se quiz suppor, pensamenlos ixos, planos
formados pelo imperador, cont V. como certo,
primeira coraadhesese manifesla^es tranquil-
las, e se estas forem comprimidas Imprudente-1
mente com alguma coosa mais seria e de m
transcendencia ; porque j nao lempo de op
por aos inimigos do egreja calliolica aquella
grande torga do cnerda de oulros lempos, a que
taz com quo a Irlanda causasse admtruco lai-
ca o
Napuleo eal cm resperas de dar s qlausu
relaiivas restauraQo das dyoaslias florentinae
modenense. Cuida a Austria, iuo quando um
potentado so compromcilc que lenha lugar
urna cousa, contralle o oompromisso de leva-la
effeilo, o ella mostrarse allorriU ao sal t que
o imperador dos Francezes vae proferir um non
possumus e declarar que o direilo que um po-
ro cabe de escolher os seus soberanos, anle-
.lior-nr.003,lia'""s (1" "'" lril;lllo qualqiicr confe-
0 re um soberano deslhrouado, e que as eslipu-
laces do Zurich derem-se nicamente interpre-
tar neste sentido de que a Franca recouheco 03
_ duques como soberanos da Toscaa, de Modena o
rapa, mas chegou a hora suprema da aeco, e o t*e 1>J.lllla. s(! '"" da Ibes for possivel regressa-
combaie enlre o caliiolicismo e o protestantismo |rem s,'"s Miados.^ E-tes principios liram pro-
e a impiedado seria lerrivol, dadas as condieoes
de lula, que o progresso de civilisaeo pode sub-
ministrar hoje para um combate deste ge-
nero.
L muito possivel que rista da grande agita-
cao religiosa que aqui so prepara, e que nao po-
de deixar do se coniininiar a lodos es paizes ca-
lholicos, que o MemiUur declaro vagamente que
o governo do imperador respaila e i respailar
a Sania S.
Poim se for assim vaga deiiaraco, o movi-
mento agitador redobrana os seus esforcos, por-
que nao licaiiam salisfetos era os ultramonta-
nos, nem os realistas, nem os monarchislas de
lodos os matizes.
Buje verilicou-se em corla redaecode um jor-
nal, uotarel pelo vulor com que sempre defende
os direilos da Sania S, urna reunio de ecclesl-
asicos e seculares ; nella se tomaram algnmas
resoluces muito importantes, e aflirma-so que
varius prelados eminentes eslo conformes com
estas resoluces.
Mousenlior Zacconi, nuncio do Ppanosla cor-
le, leve esta mauh, no ministerio dos negocios
eslrangeiros, uuia larga conferencia com o con-
de Walewski, parece que o representante de S.
Sanlidade nao sabio muito satisfeilo da conferen-
i ia. que venen toda sobro se o governo do im-
perador perlilha ou nao o conlhedo do fo-
lheto.
O conde de Walewski comecou fazendo, como
sem
apenas ,xeiga us svue^oos uua A Ml,l:,, da Eur ,n mosira-so, de alguns
oxe.c tos. non^MpihMBi a interpre a- di ira V- soh ", conformesem ludo, s
lustancias da Inglaterra o imperador ,Ildl,,:1,1-Jl,3 que lhc dpei & a,guns IIUVA.S. Eu ,T,
'* I dizia enlo que o que Napoloao 111 quena, por
ora, ara urna nova accommodac com a Ingla-
terra, e a extensao, pela diplomacia dos resul-
pondonle melado do lempo a que foi condem-
u.ido pelo co fe do polica da provincia do Pa-
ran.
[Jornal do Commercio do Itio.j
o brigue escuna /'une.
ipre, protestos de ulfeico ao pontfice, e as-
segurando 10 nuncio o respeito iilial, que o im-
perador possuia pela Santa S.
Monsenhor Zacconi expidi para Roma um
correio extraordinario com despachos para o car-
di al Antonelli.
A casa do nuncio foi hoje mais freqiientada do
que nunca por per3onagons do todas as classes,
nolacdo-sc a prescuca do ministro da Hubiera.
( iYacao. ).
vavelmeiile um acolhimenlo pouco fuvoravel por
paite das familias reaes do conliueulo, o apezar
do ha pouco ler oslado do moda na Russia a
animosidade contra a Austria, corlo que o czar,
desconfiando do velho partido, hesita ainda era
dar sua adheso esses principios, Todava
provavel que a corle da Ilussii, ilteiidendo
sua propria estabilidade, so dispozesse abando-
nar a causa desses pequeos moonrehase renun-
ciar theora da legilimidade para se conciliar
com a Franca c huimihar anda mais a Aus-
tria.
A sanecao moral das revolucoes italianas
causn provavelmenle as cOrles allemas una
impresso ainda mais penosa. Entre as condi-
eoes da Allemanha e da llala, existe umaseme-
Ihanca que deve tornar a queda das casas da
Tosca na e de Modena assustadora mais de una
familia reinante.
Diz-80 que a Prussia pende para a iulerpre-
tacao da le internacional dada pela Inglaterra.
Mas as pequeas corles que sempre se rmaram
na Russia e que por alliaie.as do familia lem a
seu turno adquirido em S. Peterslurgo urna in-
fluencia considerare-la devem ter o maior inle-
resso, em que soja auaihemisada urna Uoulriua
lao subversiva como a soberana do povo.
a Se as grandes potencias admiliissom om
priinipio que a unidadede urna naeao dividida
c ventajosa para o mundo, o que ur dos moios
legtimos de se aleancar essa uuidode despedir
03 pequeos principes e anuos ir os seus estados
aos soberanos mais cousideraveis, a Altauaulia
central apressar-so-hia em fuzr a appliearo
desla douirma. Os pequeos principes da AU*-*
mauha enleudem que quando a casa do visiuho I
italiano est a arder, as suas correm igual pe-
rigo.
Nesta meio lempo, o Papa lentou levantar
o mundo i-atholie 1 em sua defeza. A ruligio ro-
mana por isso que hoje a religiao das nocoes
fuo eso em decadencia ou estacionarias tem
lados adquiridos na guerra da Italia.
A paz de Villa-Franca limitava-se a assegurar
a Lombardti au Picmoule. A Romagne devia
vollar ao dominio do Papa c os duques de Par-
na, de Modena o de Tos ana devtara recobrar os
se is .alados. Napuleo III s linha posto a isso
u.ua reserva c era que a restauraeao nao ti\. sse
lugar pela intorvoiico armada da Austria.
A Toscana, Parma, Modena o a Rouiagne, ani-
madas pela luglateira, tem persistido em repel-
lir a todo e cusi os seus amigos soberanos. Des-
de muito j se sabia que Napuleo 111 era favo-
ravcl aos desejos dos fosanos, dos Alodeueses e
d is Parmesdes. Mas julgavam-o Grmemento de-
cidido, em prosenQa de suas antigs declara -oes,
a restituir a Itumague ao Papa a quem tamas re-
sos lem garantido a inlcjriUade de suas provin-
cias.
Acaba de ser feila urna ultima eoneosso po-
ltica ingli za. A brochura o Papa e o Congresso
que cana de apparecer c que emana certamcnle
de um dos consellieiros ntimos de Napolco 111,
nova que na Romagne, mesmo o imperador es-
l muilu dispo.-lo a aceitar, como a Inglaterra,
o ficto eonsummado,
O autor da brochura wimeca por eslabelecor era
principio que a mauuleneo do poder temporal
do Papa e necessaria ao exercicio de sen poder
religioso. K doutrin 1 que j professei em urna
das minlias cartas precedentes o que, creio, nu
duvidosa para um espirito sabio e moderado.
.< A doutrina calholica, diz o auihor, e a razo
poltica, esto aqu do accordo. No ponto d- vis-
ta religioso, esseucial que o Papa soja sobera-
no. No ponto de vista poli'ica necessario que
o chefe de duzcutos milhcs do individuos uo
perienea a uinguem, que nao seja subordinado a
potencia alguma, e que a mao augusta que gover-
11a as almas, nao sendo ligada por dependencia
alguma,pussa elevar-se cima de todas as paixoes
humanas. Se o Papi nao fosse soberano inde-
pendeule seria francez, austraco, bespanhol, ou
Italiano, e o titulo de sua nacionalidade Ihe tira-
ra o carcter do seu ponlillcado universal. A
Santa S nao seria mais do que o.apota de um
Ihrono, era Pars, em Vicua ou em Madrid.
. Mas, accniacenla o autor, se 1 necessidade do
pod.r temporal do papa esl bem demonstrado,
qual ser a natureza desse uodi'r? Aqui a bru-
chura se esforga por eslabetacer dous pontos; a
saber que o governo pontifical nao esl nasnies-
inascondieoes que osuultos governos modernos,
que nao pode, por exemplo, participar do niori-
mento geral das ideas o a aciividade industrial
dos oulros povos; em segundo lugar que a ex-
CORRESPONDENCIA Do DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
i'.'.o le iiiieia'tt,
S le Janeiro de imoo.
Para a pr&vincia de Pernambuco,priocipalmen-
lo, que ainda ha lo pouco lempo acaba de c-
\ dar us seus melhorcs esforcos para fazer ao 1110-
narcha brnsileiro. quando co diguou visita-la, a
mais enlhusiaslica e esplendida recepeo, nao
pode deixar de ser curise C agradare) saber que
tambem na corte do imperio, na heroica cidade
de S. Sebastio do Rio do Janeiro, se preparara
grandes fesl.is pora r< eebe-!o, quando se dignar a
ella recolher-se de sua riagem s provincias do
norte, o que espera-s que lera lugar al I de
leven iro prximo. As demoiisiraees de amor o
veo i.oao com que a primeira cidade do imperio
pretende celebrara vulto do seu soberano, devem
ser recetadas uo s como una prora do seu res-
peito e lealdade,spuo tambem como um signal
do gralido c recoiiliccinieiilo por lodos esses sin-
ceros o cordiaes obsequios com que as suas iimas
do norte Suuberam rodia-lo duranieto da a sua
riagem ncsla parte do imperio. Nao c pois emu-
lacao iieui inveja que a faz querer imita-las,
gmente o desojo de eslabetacer mais um lago de
sympalhia e fialenidade que deve ser lao pre-
cioso para o paiz quauto para o soberano que o
governa.
As subscripeos augmentadas, 011 antes aceitas
voluntariamente para esse lim as differeiites
freguezias da cidade, montara j a um algansmo
elevado, tendo s a do Candellaria, que e a fre-
gnezia especial do commercio, excedido j a 51)
coulosde ris, quanla superior que se calcula
necessaria para a exeern-o do programma dos
I estajos ncsla parte da cidade. .Dizem, mis, que
a commisso deltas eneariegada procurar dar s
sobras d'eslo dinlieiro, una aiphcaej pa qual-
qtier, conforme for mais do agrado do Imperador
coja vonlade ser consultada a tal respeito, O
programma dos festejos parece que consta tam-
bem de arcos triumphaes as principos ras por
onue SS. MM. II. tam de pasear, depois do seu
desembarque, illuininaees, msicas, fugeles,
Te-Dtam, felieilaces, fogos de arlilicio, etc., tu-
do da mesma forma que l li/.eram, mas sem du-
vida com muito menos onlhusiasmoc fervor por-
que nesta parle os Pernambucanos dilcilmeiite
poderoo sor igualados.
Passada esla primeira phn.se da viagem impe-
rial o depois aue ludo so acbar em repouso das
ladigas da jornada e da recopeo, vira natural-
menie 110 dia ll demarco, aunversario uatalieio
dc'S. M. a Imperalriz, a sobromesa de lodo esta

la Dous de Julho.
o rapoi Japor.
liuenos-Ayres.Dalas at 10.
Rciinio-se no dia .">, ci
courenco que lera de resol ; .
aceita ounoa conslituirio federal argel
Ainda. ultima dala, estar I
paratoras, acbondo-se j os d los
em dous grupos, separaiilisl is stas.
Paraguay.O general S bu 1 I
llumail n dia 12, pailin o no ii
1 Assumpro, onde era isperodo com f<
populares.
Rio Grande do Snf. No dil I cnceri n -
uibl a provincial.
A torea militar do Brasil na provincia con ,
so de : regimonlos de linha rom 1,nuil,i |,2jo
praens ; 5 lialalhoos de infantera rom S.OIK)
1 regiment de artilharia rom 300a rtO; eli
do-se o lotal a 3,500 probas, pomo n
nos. Alm dessa forea, a guarda na
lera IS.iKM) a 20,000hnmens.
Paran.i) Nacionat Argentino publica a n -
guinle declararn por parto da Confcdertci
11 governo rio com profundo de*gosto'a pu-
blieaeo dos arliKos do tiaciomml .1 c/nii .
1,091, li07, 1,166o 100, porquamo cunlm 1
roneeitos olfensivos ou injustamente irril nt
cunta os governos do sua sanlidade o Papa I
IX, do Brasil e da repblica do Paraguay,
quaes o governo argentino est nni lo pw se,,l-
menlos di mais perfeila ami/ade o harmona quo
cultiva em suas rclaees. O qu.- -
ordem do gnaerno.
Foi publicado um decreta, determinando que
0 prado da do imposto a adicional des por cento
as alandegas de Corrientes o Enlre Ros, wja
applicadu ao eiuflrestimo de dn/onios nn;
fortes para pagamento dos soldm c gratifica
do exercilo da Confederarn na ullim 1 campanha
Rio de Janeiro.Baiaaram, pelo miaisti
marinha, os ncuinlvs i>rret
n. 2514, alterando a disposteo do artigo 17 do
regulameiilo que baixou coa odeerelo n.2,208
do julho do l8.8, na parle que respeita i
cao dos membros dtrergentes; visa de 12 do
correte, dando instrucees para 1 um dos
individuos que pralenderatn sor ahitados no cor-
po de ollieioes mariulieiros da armada ; avisos de
1 ido mesmo, declarando neo ter lugar abnr-.-i
excepcao no artigo 18 do rogulauenlo do prini-
co de maio de 1858, nem a respeito das 10ati
quo formain u curso da escola central do exer-
cilo, llem mesmo om favor de esliidanles da es-
cola de niarinha que houverem sido alumnos da
exlincla arideuiia ; dando providencias para que
possa o governo imperial ajuizar com seguranza
do npiroveitnnienio dos nlficiaes que se acha'ui
na E iinpa esiod.unta ; e declarando que dee si r
prestado grnUiilainenle, polos aferiduns nuldi-
COS, o servico de abriro, revista o acorro dos
pesos c medidas das estacos da marinha.
T e+f% #IF I


DTArtfO IK PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 30 DE JANEIRO HE 1860.
(*)
Foi concedida o morc do foro de fldalgo ca-
valleiro da casa imperta!, a Antonio Podroso de
Albiiqnerqne.
Fol exonerado, a pedido ten, do logar do se-
creiario do governo do Piauhy, o Dr. Joao Ro-
drigues Chaves.
For carias imperiosa do 8 do corrate foram
miur; Usados Manoe! Antonio do Mattos, Joaquim
Jos de S e Leopoldo Diodcricksen.
Foram domeltidos :
O aapitc. capello pife res da ropartieo ecclo-
siaslica' do oxercilo, padre Antonio de Oliveira
Antones, e o Iteres do 2. regiment de caval-
l.iiia ligeira Bernardino da Costa Pacheco.
Foi transferido do corpo de oavalUria de Mal-
lo Grosso para o 3. regiment da cavallara li-
geira, o major Agostinho Mara Piqnol
grande agltaco, por ter o principo Couz- dis-
solviilo o asnera blu nacional. Os jornaes aus-
tracos f.illam de consoirseo contra a vida do
principe; mas essa noticia complctamen-
ta desmentida por correspondencias particula-
res.
Na Stvs lambem nao ha mnit.i IranqniUi da-
de. Sabe-se que a Servia, salvo o direiio de su-
zeraniada Porta, nm Estado in lepen.lento co-
mo a Moldavia c Vauchin. Em consequanria
daquellc dircitn, o Sultn conserva na forlale/a,
que fita fronleira Rearado, urna gu inie.o
torca respoitavel ao mando de um pacha. Al-
guna subditos ollomanos acorocoados pela pro-
ximidad.; do umi forra torca, exerenm continua-
menie vezar, oes contra os cliristos di Servia.
0 governo, para nao perder a forca moral, c por
Passaram a elTeclivos-no corpo de eslado-maor amordo juslQa lala logo de punir estes atien-
da 2.a classe, ocapitao Antonio Jos Das Nones, j fados, qoo fieariam impones se tivessem de ser
eos alteros Francisco da Cunha lillenrmirt e ijulgados por autoridades turcas. De fallos des-
Jos Severo l'ialho, todos aggrcgados ao raesmo .la orJnm lem surgido serias desavencas entre o
corpo. ; velho principo Milosch e o pacha de Bel-
Sergipe.No da 11 fisonze horas o Iresquar- grado.
cia, isto execule-se o que est disposto a res-
peito ; visto que por c temos ja bastantes mar-
motas.
O alferes Antonio Raymundo Campello foi
exonerado do logar de ajuarante do director da
colonia de Pimenteiras ; para o qual foi nomoa-
do o lorenle Joao Paulo Je Miranda por acto da
presidencia da pro rinda.
O navio que dissemos, na Revista do 58 do
do corrente,estar encalhudo nos bairros de Goian-
ua, segundo as parlicipacoes recebidas na capita-
na d^o porto, era o brigoo portoguez Tino, qoe
siliir'a a 22 com destino" Lisboa, cayitao Manoel
de Oliveira Barros : na altura da Parahiha apa-
nliou um tuf.io que o adormecen completamente ;
vendo o capitn que eslava em risco de SOSSobrar,
quo me achoca perfidia dos meus inimigos lhcs
pi-rmiltio publicaren) sern meo immodialo conhe
ciinPiilj e ahi derramaren! largamente toda a
bilis do ua cholera impotente e abjecta.
Como quer, porm, que se demore o proces-
so da responsabil Jado e meus negocios naquel-
la localdado reclamam a brevidade de minha par-
tida, nao o farei sem que, como devo, d conhe-
cimenlo ao publico, de que deixo ncsla ciddc
pesso* competente, encarro-gada por mim de
chamar ao3 tribunaes o autor do referido artigo,
para que no fro compelenlo possa eu persegu-
lo corn toilo o rigor das lois pennacs; 6 bem as-
sim, que parto para o meu districto S fazer tam-
ben, responsabilisar pelos rnesmos fados os c-
lebres autores de urna rcpresonlaco calumniosa
mandn cortar os brandaes de gavia, e os masa- contra mim dirigida presidencial quando oceu-
reos foram pela borda foro, com que ailiviou o
navio, que ficou em maslros rcacs noste estado
procurou arribar este porto, porem as aguas o
levaram para cima daquellcs baixos, o pora nao
oocaihar fundeou 0 nnlhas de diatamia na imi-
te de 2b' em frente da barra do Guianna. O vapor
tos da uiaiihia, chegou a csqiadrillia imperial,1 O nosso rorrespondonle do Pars, sem dar o do reboque expedido d'aqui chegou ante-hnntem
condu/indo SS. MM. II. que, ossini como nns! fncto corno absolutamente corlo, diz que o impe- os 6* da larde ao seu lado, tomn logo os virado-
usiaalicanente re-1 ''dor Francisco Jos, profunda-oonie ditsgosloso res> e honiem s 11 horas da manhaa entrn
demaia* provincias, foram enlh
cbidos.
S. M. o Imperador deve seguir na
da 1!) para a Estancia, e no dio 21 pora o Morro
do S, Paulo, onde devechegar na manhaa do 22,
e nosso mesmo din partir para Valen'a,
/' embarcoo meia noilede 1! do corrente un va-
por Elisabel h, para visitaros lbeos, d'oude se-
guir para o Rio de"Jan< ico.
A febre amarella continua a farer sens estra-
gos, nao ( naslrtpolacesdos navios, mas lam-
bem nos eslrongeiros reccnlemonte chegados.
| com os bomens o com a marcha dos negocios
manlia do pblicos da Austria, tem manifestado dosejos de
abdicar. (Jih creem quo o joven monarcha lem
scnlimontos liberaos e prelendendo realisa-los,
encontr urna opposicao vehemente nos bomeus
qoo o cerca m, quasi iodos adslricios apoltica
tradicional do absolutismo. Oulros pensam quo
Francisco Jos o quo lem ten iencias absolutas,
e que o son concelhn que propoe de entrar em
reformas Hiraos. Oque porm 6 corlo, que
o homoin se lem mostrndo profundamente des-
gnstoso, e n'estes ltimos lempos deixou com-
Achavam.-se funecionan lo as diversas juntas' plelanienle os negocios do Estado a cargo do seos
de qualitlcacao, em toda a provincia.
Saturara no da 10, a crvela Januarii c a
Cbiihoneira llajahy. a reonir-se a" esquadrilha
imperial no morro de S. Paulo.
S. M o Imperador chegou, na roanha de 22,
oo morro do S Paulo, seguiodo, depois da urna
pequea demora, para Valonea, sendo receido
rom extraordinario eolhusiasnoo pelos habitan-
tes desses lugares.
Alagt as.~Anda osla ve/, nao recebemos j ve-
naes desla provincia : carias particulares, porm.
dizem-nos que nada de uolavel occorreu, depois
do ultimo vapor.
MSEfcvrf
RECIFE, 2S I)!'. JANEIRO DE 1863.
(s seis nonas i>\ tvnnr..
Betrospeeto semanal.
Termina vamos o nosso ultimo artigu retrospec
tivu, quando euirou ne3lc porto,
:as da Europa, o p iquete
augto-lus-brasi
| ministros.
Alera dosta causa de inquielaco, a corte do
Vioiina preoecupa-se seriamente com a gravo, al-
itiiudc que van lomando os negocios da Hungra,
cada vez ruis dispusta a Irabilhor Asolaras pola
I sua anliga liliordade. O guvnruo austraco lem
con inir.ido forjas numerosas na Hungra cora o
Qmde impedir um pronuociarnenlo armado.
O partido rcforn.isla allemio vai ganhan lo
! terreno de da para din. No ducido do Hesso
consegua elle, apezar da ooposioao da Austria,
da DiPta e do proprio duque d'. llosse, quo a
constiioicao de 18 1 f iss ro.slab ledda. O- es-
lados ila conferencia de Wurborsgo apresenlaram
na sessao do da 17 de dezembro, Dieta de
Francfort, as segu ules propu-stas: Publica-


ueste porto com o navio. A' bordo do briguo
eiicoiilrou o primeiro lenlo Jacqoes, ajudoute
da capitana, que se portou com diligencia e acii-'
vidades, os capataz Manoel Vieira da Silva, e
Joao Rodrigues da Silva, este do Pona de Pe-|
dras, o aquello de Ilamarac, os qoaes ja por
mais de urna vez leem prestado soccorros aos na-
vios mercantes.
Sob o Ululo dePuninos da armadade-
paramos na Naval and Military Gazele com a
seguidle circular expedida em 10 do dezemluo
ultimo pelu a Ira i ron lado ingle/, a todos os com-
mandantes em chefe, olliciaes 'eneros, capi-
laee de mar e guerra, capilaes de fragata c olli-
ciaes commandantcs das naos e mais navios da
frota brilanncd :
Os lords couimssarios do almirantado, desejo-
sos de levor os regulamenlos relativos nos casti-
gos na frota de S. M., se apra/.cm do regula-los
como se segu :
1." Tojos os marinheros e soldados perlen-
pava eu o cargo do. subdelegado daquellc termo.
Concluindo, peco, pois, ao publico, a quem
respeito, a susperisao do sen jui/.o acerca dos Tac-
tos comidos em semelhanlos escriplos, at que
ultimados ellos, hajam de ser largumentc ex pos-
las pela imprensa.
Com esta publicaban, niuilo obrigaro," Sts.
Redactores, ao de Vracs. aliento respeilador e
criado,
Juo Mees Moralto.
Publicacoes a pedido.
ceios frota soro divididos em duaa classes, o
iii n-
trazendo-nos
o piquete Brasif, da linha
leira de Milfor.l-IIaven : e hon-
' in i el :nus noticias mais recentes daquella
parte do mondo, pelo paquelc Oncida.
mgleza je Soulhampton.
t's negocios da Italia nao aprsenlam una fa- esludar
ce mais lisoiigeira, anl.s pareceui romplicar-se sua solucau
e tornar-so de maisdifflcil solu^an.-O congrosso
iiirepeii, cuja reunio Jeniliva tora a principio
marcada para sois e deporS para rinle do ror-
Tente, aeha-so un risco de nao reunir-se mais,
precircumstnricias superrcriieutes oda ma-
lade acouselharam um novoe inde-
ni 11 addiamento.
s ornaes sao accordes rom os rinssos corres- I nisiro das obras publicas
pondenies da Europa em aitribuir parle dessas
novas dilDculdadesi poltica dupliee do gobern ;
da Franca, que, ao passo que sustenta oflicial c
ostensivamente os tratados de Villa-Franca e del
Zurich, insina qfflciosamente, por meio de bro-
Cburas, a diminuigo do poder temporal do Pi-
pa, o que importa um voto de assentiroenlo
sep irarao das LegaQes.
Slesmo na Dalia, s negocios nao corre.in bem.
a d r-.-o crdito ao quedizem os jornaes. O par-
tido mazziuista parece poico salisfeilo do cami-
nho que levara as cousas, e dispoe-so a romper
com o partido monarchista, se este nao for Das-
tant-' indulgente para perdoar-lhe todos os ex- '
-. O processo orgonisado pelo assassinaio!
o coronel Anvilj punha o parllo monarchista
em serias dilIieuldndi'S. Punir severamente, co-:
mu merecen), os autores daquellc brbaro arsas-
sinato c irritar opartido libcral^xallado ; detxar
cao las actas da sessao da Dioia ; legislacan
civilecriminal uniforme; lei communal Biibre
< o domkiho e sobre o J.r-iio de esl ibcle. cr-se
nos Estados da Dortfedwican : reforma da or-
ganisaco militar da Cono leraco, s-in aua-
monto numrico, mis com organsa.'o mais
-< forte; forlinVacftes das costas Jj Bltico e do
mar d i N irlo. Era cons''quncia disso a Die-
ta prornguii su as saasea at o dia 5 de Janeiro.
Na Russia, a idea do libcrlamento dos servo-;
da "linha I eslava produzindo gran les desconteutameutos
[ na aristocracia. A commissj enearrogaJa do
v<\\ questao protelava quanto podia a
e proceda em lauto segredo, que
dera lug O re da Prussa nao rnclhoravade soasando,
o suppunha-sc quo poneos das Ihcreslavam
de riiia. Continua na regencia do reino o prin-
cipe Federico Guilheruio Lui, quo coala hje
0:1 anuos de i,lade.
lim lu^Ulerrn, a m irte do Sr. l'itz Roy, mi-
e a grave questao elei-
tnral; liuham posto o miuislefio em estado de
crse.
Em Hespanha, a gni rra de Marrocos continua
a ter em seu favor a ooinio publica. Oeulhu-
siasnio cresce cora a noticia das victurias alcan-
zadas pelas armas hespanhnlas. Ilavia com lu-
io um partido, que, no intuito de eombater o
iL'inislerio, prodigavfl as operaees militaros do
general O'Donnell, como nocivas e imperitas.
Era Portugal, o partid i opposicionista con se-
g io levar cmara dos depuiados um loroo dos
membros d'esta. Foj um verdadeiro triumpho
d'aqui por dianlc referidos primeira e se_
da c lasse.
2." Todo o humera que sirva agora na arma-
da, e cuja carcter soja considerado bom.perlen-
ccr primeira classo.
.'!.' Tolo o horocm quena sua prim.-ira entra
ila pira a osquadra ou reservas, e lodos aquellos
que reentraren para o servico com certillcados
qoe os classillquem bous, sero tambera inscrip-
tos na primeira classo.
4. Neniiim hornero considerado na primeira
classe peder ser sujeilo rasligos corporaes,
excepto por seniencade um tribunal marcial.
5. O hornera peitencenle 1' cfsse que com-
metler qualquer offensa grave contra disciplina,
! ou que for delinquente de repetidos ocios de
m.i procedimento pode ser removido por man-
dado para a 2' classo. Elle nao (lea por isto su-
jeito castigos corporaes durante o lempo em |
que esliver removido, porm em a I lieo, sua I
degradaban para a segunda classe, oulros casti-
gos I he poderjo ser inflingidos conforme o grao!
do delicio.
6. A 2' classe coraprehende lodos os homens
coja conduela nao livor sido classicada como
boa.
7.u Nenhuma prnca da 2'' classe pode soffrer
um castigo corporal" sem deciS&O do um tribunal
marcial, excepto nos sngiiintes delicias : Io amo
linacao, ou insubor linacao grave em proced-,
ment sedicioso; 2", descrea
lllms. Srs.Os abaixo assignados por V. S.
enoarrogadns de distribuir polos pobres asesin-
las quo S. M. o i. Houve por bem conceder aos
udigenles desla comarca, lendo dese.inpenl: i lo
ou dado flm a iao honrosa missio, levara ao co-
ihecinienio de V. S. o resultado dessa dtslribui-
cao. A cirmmissao est convencida que se apro-
ximou o mais que foi possivol da augusta volita-
do do S. M.
heos guarde a V. S. Coianna, 17 de Janeiro de
1860.Illm. Sr. Dr. Joo Antonio de Araujo
Freilas lleririqno.
Dr. Jos Joaquim Firmino.
Leocadio .los de Figueiredo.
Antonio l'uheiro de Mendnnca.
RelacSo das pessoas pobres por quem a com mis-
sao abaixo assignada distribuio em Goiauna
1:()00.j deixado para esmolas por S. M. I.
Antonio Xavier de Carvalho Han-
donea......., .
Aiulre/a Francisca da Coneei^o. .
_ Antonia Mara do Sacramento e iros
companheiras.......
Auna Theresa do Nascimenlo d'An-
drad, viuva le Joo Coclho .
Candida Clara Maximiana, ra do
Limoeiro.........
Candida Rosa de S. Miguel, viuva de
Antonio do Rosario Braga .
Dionisio Pacheco da Silva, viuva do
."! inoel Carneiro......
Da miaa Mara da Conceicoo, viuva
de Jos Corroa de Araujo .
Delphina Coelho d'Alverga Btan-
court, viuva de Jos Mara Bllan-
court,..........
Euphemia Candida fie Carvalho, vi-
uva do Antonio Pereirade Vascoo-
cellos..........
Francisca Mara de .lesos, viuva de
Manoel do Nascimenlo ....
Florencia Maria da Conceico, viu-
va...........
GertrudcsBandeira do Mello,parali-
tica ..........
Joaquina Felicia do Sacramento,
mulhcr de .Manuel Moreno .
co
Joanna Hara do Nascimenlo, viuva
de Manuel Ignacio de Freitas. .
de punt-los irdispor contra a Italia central ;
inaior porte das gran los potencias.que se achan
dispostas em favor da causa ilalnna.mas que uo
perioariam essa flagrante pr
eos de justica, iue
crime.
i'IOI IC'HI
p
dos priiiei-
No Piemonle organisavo-se urna opposieao|ro-
busissima contra o ministerio, que era acensado
de ter creado urna organioacao administrativa
nia.is no seu proprio inleicsso e no intuito de
proteger a aflihndos.do qu em ntienoo ao bem
li resso do Estado. L' alm disso acensado de
mullos abusos do poder, contri os quaes espe-
bedeirss; i', inlroduccao clan-S\*SpCI'TifU Garcia du Amoral, parali-
tosa bordo; 5\ furto; 6", repetidas desobe-
diencias ordens.' 7', abandono do seu posto;
8o, tentativas immoraes.
... ,- l.ui/.a Bezerra*. e mau da moma
. a a praca da 2'classe, que liver conli- Lc.1Ild ., ,....,'
nuamente durante um periodo de tempe nao me- i
nos de doze mozos una conduela boa lica habi-
litada subir para I* classe.
As regras cima nao so entendem opplicavcis
aos casos de moiim declarado, em que castigos
da oppo.siio. Isla pro va quo o ministerio por- ] tmmadiatos possa rn sor necessarios para ropri-
luguez moiio mais honesto do que o pinlam os mir adisposlcao da parle dos oulros se unireui
frenticos adversarios. em um erirae tao flagrante.
.Nu ba noticias das provincias do impe- Futuros castigos se eslabelecerO para conler1
rio. as (iracas da 1" e 2* classe respectivamente.
A estatistica criminal anda bem avu Hada E*la circular devo ser lila s guarniees dos
nestasemana. navios deS. H., na mesraa occasiao tm que o!
nomo Lbano, do ensen'io Sa- forem OS arligos de guerra.
Por ordem do 5uas Senhorias C. Pagel.
As diversas disposicoi s destu citculur niorp-
oem ser estud idas com atlenco pelos nussos
.....nsde oslado; porque entre os castigos e a I
organisocao da forca militar ha toda a ligaba i, o
ninguera ignura os defelos graves qne esla or-
gantsaco encerra entro nos. por Sem duvida
L'ra escravo d
comba, termo da villa do Cabo, assassinou a um
son paroturo de nomo Francisco.
Jos Francisco d i cruz foi ass issina lo, no dis-
reclaraa a pnicao daquellc I rtelo de Pao d'Aihn, iguora-se por quem.
Cosme Ferroira da Costa levou cinco Uros, no
mesmo distrito, e a<*ha-se om perigo de vida.
Francisco da Rocha Cavalcanti levou umtiroel
acha-sc gravemente forillo em Caruar.
O sol lado Joaquim Bernardo Solero foi ferido
c.om recetadas, na na do Arago, mista cidade, I
por Lu/ Marques da Conceico.
Uraa (Iba do Jerusalnm foi forida com una!
oriundas da nossa legislaco penal militar.

Era c impoiisacHo a polica nao se doscuidou
do perseguir os eriminosos duran.'e toda a
mana. '"
Foram capturados : Em Contar, Manuel
Jos Fraucisco, que assassinra, ha qulro anuos
om Pionc, a um infeliz de nomo Monte-Negro, 5lKI sacro-, o no dia 2 alijou mai
ra-se quo apparecam na prxima rediiiaii dasca- garrafada por oiilraquc tal, l para as bandas do
- vehementes interpellacoes, Campo Verde.
Urna das causas da opuosicao que osl soffren- !
do o ministerio sardo, foi a guerra a principio1
Oculta o depois palele que fe/. A netme-vo do '
1 do Cavour para primeiro representante
do Piemonle no seio do congrsso. Com lal forca,
porm, s monfestou a opino publica contra
scmelhante guerra, que o ministerio, mo grado !
seo, vio-se alinal obrigado a nomear o cunde de
C i,, ir, que goza de immensa popularidade o do
; rofundns sympathias nao s no Pier......le o no
Lwnibardia, sen&u tambera ros lineados o as U-
-, por ser o mais decidido advogad da ,
nmdadc da Italia. O partido mazzinista -lhe
Summaraente ffeulo, c Ganbaldi boje um dos;
Seus mais sinceros amigos c partidarios. O nos- j
so correspondente de Pars assevera mesmo
que, [ior ultimo, havia j perleilo arcordo entre
0 conde de Cavour e o Sr. de Ralazzi, niihis'.ro
do uileriur.
Nos Eilados Pontificios conliniiava o governo
a oppor urna obstinada resistencia o toda e qual- poldino D. doAbieu, juiz municipal
quer idea do reformas que II c eram propostas lla Esi'ada ; a do Sr. Rulino Jos loma
Recommcndamos, pois, o esludo desla mate-
ria aos homens competentes.
Naufragio.Da villa do S. Mnrlinho no
communicam que no dia 3, pelas huras e meia
da larde encalhou a um qoario di> inilha ao or
te da barra de Nazareth, a barca franceza Laboa-
reur, do Bayona, capilo Pons, c 13 pessoas de
se- .trpulacao.
A barca vinha" dn Rio do Janeiro e desli n
so para Marselha. A sua cargo constava de -5:l):i
n de caf. Na altura das ilhas alij ra uus
pelas cortes estrangeiras. O motivo dessa resis-
tencia, di/ia o (toverno do Pontfice, o at-har-
- Esl i los da Igreja desmembrado-;, o nao
poder o governo proceder o laes reformas antes
de se ochar o paiz em son estado do paz e do
i idade.
0 flhelo, publicado ltimamente era Paria,
com o tituloO Papa e o CnngresKf, e que s
suppe de origen oflicial, tii ha produzido, na
roite de Roma, corno succederaem quasi toda a
Europa, profunda sensaco por causa das ideas
hostia io em-erra contra o goveruo temporal do dega 98.9d3j9li o consulado geral 15:62391 12 ;
Papa n iverno pontificio exigir que o gover- a r^cebtul ira das rendas geraes internas ris. ...
, o fraqci'Z desmenlisse a origein uffieial d-iquella W:5l2s5J2 : o consulado provincial I4:2l670.
^arochua, o se bem que o ronde de Walewski se I mnvmento geral da alfandega, duranl
Na Escoda: Francisco de Sou/.a Pon
criminoso de morli
criminoso do tentativa de morto, Manoel Horeira '
da locha, criminoso do mor te de sua proprla
mulher ; Joo Anselmo das Vir-rens. criniiuoo
de morte u.i tormo do Cabo ; e Pi Quinto \ u t-
i, ciin,uoso do morte na provincia da l'arahiba.
Chegou lambem preso do Coar o Suisso que
rcubara os diamantes, o que se havia evadido
para a juella provincia, de onde eslava a ponto
do parlir para a Inglaterra. O roubo foi todo
encontrado.
Deram-SC durante a semana Ires morios
reponan s de congestao cerebral : a do Dr. Leu-
do termo
udes do b'i-1
gueiredo, portero da secretaria do governo: e
a do Sr. Dr. Nuno Ayque do Alvellos Aunes I
de Brilo Ingles, lento callicdratiro da Ia caderal
do anuo di laiuld:ide de dln-itO do Itocifo.
i Demaudaram o nosso porto, do da 21 a
27 do correle, Sfl eibarcacdes inercmiles, com
; a lotaco de 7:7 (I toneladas. Saturara, durante
os mesraos das, 20 euibarcai6es mercantes, com
i a lotocoo de 7:729 toneladas. Ilnirou urna em-
ba rea cao do guerra nacional.
Ronderam nesses rnesmos das : a
njosli i nha io em justificar o seu gover-
no, lie ni, ii ni desmentido oflicial sppareceu nes-
sentido. Espprava-se que no discurso que
Luis Napoieaocoatuma dirigir aos embaixadores
oii iiigeirus, no dia do Aniio-Bora, algumaruu-
sa houvesse de claro e lerininoute a tal respeito ;
mas ebegado aquello dia, e ionio do responder
aos cumprimentos que Ihc eram dirigidos polo
nuncio do Papa, cm nomo do corpo diplomtico,
J.ui/. Napoleu limitou-SO a di/erque desde
fundo respeito aos direilos reconhecdos, o
< que o flm constante de seus esforfos f'r.i e se-
< ra restabelecer por toda a parlo, tanto quan-
lo Ihc fosse possivol, a couliauQa e:a
| az.
Como so v i resposla nao satisfaz Santa S.
Dahi lem-se originado urna especie de polmica,
na pial toma parle o partido erclcsiaslico por
paro do Papado e pela outra quasi lodo o jor-
na ismo Lance/, que advogO ou, mais OU mellos
ardor a causa da liherdade da Dalia. 0 hispo de
Erloana foi o primeiro a responder brochura
Sobre 0 /'/) e o Cungresso, e aps elle vieraiu
ou I is > Iravou-se a discussao. O resultado d.-
ludo islo, segundo as opinies mais aulorisada
A iripolaco salvou-se toda por mcio de cabos
Manoel Soares Cavalcanti, [do navio para a torra.
A barca um bonito navio ; j,'t linha a popa
mui avariada, e era impossvol ir4he abordo
por causa da bravosa do mar.
Na praia apiuhou-se muila gente, mas as au-
toridades leem tomado as providencias para,
com seguranca para a fazenda e sem risco de '
vidas, su salvar o que for possivel do navio nao-1
fregado.
Lisia dos baplisados havidos na freguezia da
Boa-Vista de 22 a 28 do crrenle.
Felismina, parda, nascida a sois mozos, Qlha na-,
tural de Antonia l.ui/.a do Jess, sol leira.
Joanna, parda, nascida a 21 do agosto do anno
passado, liiha natural de Belarraina, escrava.
Amelia, parda, nascida a 8 de julho de 1858, fi-
Iha natural de Quiniiliauo da Silva Santiago e
Leoncio das Chagas, solleiros.
Amelia, branca, nascida a 10 de julho do aneo
passado, nina legitima do Joo Francisco de-
Santos o Dioni/.ia Maria de Sanf Amia.
Albina, parda, nascida a \\ do setembio do au-
no passado, Qlha ue Balbina, escrava.
Henriquela, crioula.nascida a 22 de novembro do
auno passado, (ilha de Joanna. escrava.
Passageiros do briguo nacional Bom Jesm,
sabido para a Ilha de Fernando :Qnirno Joa-
quim Madeira, Francisco de Paula Tiburcio Fer-
reira, Jos Joaquim de Sani'Anin, Joao Pereira
do Valle e Sua ini, Ursino Bezerra Cavalcanti,
sua mai e duas irmas, cadete Manoel Antonio
Moraes, com oilo pracas do exercito, quatorze
sentenciados, sendo dous militares, oito mulhe-
I res, cinco meninos, pertencenles uo mesmo.
j Passageiros que aoguiram no vapor inulez
I Oneida, pura os portos do sul: Antonio |4eile
Itiboiro, T. I.owden, Dr. Vicente Aurelio do
Milagree .
Sacramento, ra
Santo.
nioraco-
os mesmos das foi de 9,225 voluntes, a sabor:
vnliime.s i'iilrail.is con fa/cudas 1,038, com
genero 3.-Vi;, total dos voluntes entrados 4.541 :
volouies saludos rom fa/.oudas 9 ib. rom gcncios
1,738, total dus voluntes saludos, 4.G8.
Folleceram durante a semana :t( pessoas
sendo 1; homens, 9 mulharcs e 7 prvulos, u-
vres; 1 bomem, -2 mulhcres 1 prvulo, es-
icfavos.
ser o addiaiuenlo tiidelinido da reunio
congresso.
A ibeilura do canal de Suez est convertida
defiiltivoiiieiile em urna questao europea. Oem-
baixador da Franca cm Conslaulimipla, apoiado
polos representantes da Russia, da Austria, da
Prussia e da Sardonha, anreseulou ao governo
da Puna una nota, solicitando, em nome de i
Lu/ Nopoleao, a cencessao do canal do Suez em
fa\ i do Sr. de l.-sseps. 0 embaixailur ingle/.!
gueirt-oii suriiamenle osla pretene&O. c ocon-
celho le ministros do Sulio decidi, em res-
posta nula do embaixador francez, que o sui-
to ira appellar para as potencias da Europa, e
que subordinarse hia :ao accordo que se esla-
beleresse entra ellas o a flraa-Hroiarthu. Esla
noticia ilcseuiicerlou um punco e urinislerio ea
impreiisi ingteza, e mais aiu la depois que se
soube que oembaisader franeea- em Coustanli-
nopla, o Sr. de Tbouvenei redigira e as.sjgnora
juiiaini uto con: os represen tantea das grandes
polfiK'i.iiaun compromisso no qual se estipula
que o congresso do. Pars se oceupar da questao
da abertura do isilimo de Suez.
. Nos principados nroldo-valachios reina
REVISTA DIARIA.
Falleceu hontoin (27) na cidade do Olinda, em
censoqueucia de una ndgeslo que soffreu no
da anterior, o Sr. Dr. Nuno Ayque d'Avelles An-
uos de tirito Ingles, lente caihudraiico na nossa
f.e uldade de dreito.
He por corlo esta nina perda assaz sensivcl nao
s6 em relaco i sua familia, como inda no que
loca aos seus amibos, que ora Ihc prantcdm a
prematura e inopinada morte.
O linado Sr. Dr. Nono era um carador bastan-
lemente uotavel, que mesmo em sua rigidez fa-
zia-se respeitar.
Com o sen passamonto perdom os escolares de
direito da nosso faculdade um amigo dedicado,
do como por militas ve/es foi demonstrado nos is
siguilicacous, que Iho foram dadas pelos mesmos
escotares.
Pela vaga quo abri no corpo callicdratiro
o fallecimeniodn Sr. Dr. Nuno, tom de ascender
respectiva cadeirao Exm. Sr. Dr. Joo SilveiM
de Sou/.a, substituto mais enligo da faculdade.
Muilo desconveniente ,\ <> trajar .los matu-
los, quando entrara nesta cidade; pois se um ou-
Iro d-se ao Irabalbo de alinhar-se, conforme
amigas prescripcoes, 1711c hnje achatase em des-
uso, a (|oasi lotulidade exhbe-se emsuas classi-
cas camisas il'algodo sobre unas ceroulas que
mal chegnra-lho ao quadril, ponto em que us-
cnssainenie moi'iom lambem as laes camisas.
Ura, nesie oslado, vc-se quanto desconve-
niente a tolerancia, que por ah val acerca do
modo porque se npreseutaui os malulos nesta ci-
dade, quer montados om seos cavados, quer a
p ; apunas na Cafuinga mudo se observa a pos-
tora sobre tal ubpjclo, mas ellos di/.em mu des-
embalacadamente, que, i asnifa do inspector,
porque no llecifc ningucm se importa cum islo.
Para que no todo nao tenham os matulos ra-
umaJziinno son filio, rJc-w egera olguma pfOTidea-
Lcandra Mara da Cuiucicao, Esmc
lia, e Isabel........
Hara Rila da Eiicaruaco, paraliti-
ca ......".....
Maria Francisca do Carmo, que tem
2 lilhos alejados......
Maria Alexandnua dos Reis.c i com-
panheiras........
Maria l'irmina do Caslillia, ra das
Porli'rus.........
Mi- ia Maria de Jess, viuva .
Rita Mara da Conceico, viuva do
Dlles.....'.....
Theresa Maria do Jess Silva, viuva
de Jorge da Silva Bezerra .
Theresa llojelora de Jess, ra
Nova..........
1 rsula,e Damasia, fllhas do Pecar.
Antonia Francisca do Naseircenl0,l-
tamb. .... ....
Antonia Mara deJesus.Tabatinga .
Antonia Mana dos Piazeres, Tiacu-
nhaem .......
Antonia Maria do Espirito Santo, Ma-
langona .........
Antonio Ib-zerra, ra da Larangeira.
Antonia Mana da Conceico, ra
Nova..........
Viiuo Francisca da Silva, viuva do
Antonio Maciel.......
Anua Jacilllha dos
Auna Joaquina do
da Soled ido.....
Auna Joaquina do Espirito
N- S. do 0'.....
Anua Francisca da Silva,
lihom..........
Angela Custodiado Sacramento, eu-
genhu Novo........
Aun 1 d'Assumpco Silveira, atraz
do Amparo........
AdrannaTeles dcMeni zes, viuva do
Leandro, roa alriz do Ami>aro .
Auna Joaquina'Maximiana de SoU-
za, roa ,lo Limoeiro.....
Angela Custodia do Sacramento, So-
ledade.........
Anua Joaquina do Sacramento, So-
loiiade.........
j Anua Benedicta do Sacramento, ra
j do Gil.........
Anua Francisca da Conceico, cm
casa de Maria da lYnha." .
, Anglica M ira Delgada do Sacra-
mento, Soledade......
Alexandre Jos Gomos, carne de
Vacca...........
' Anglica Mara do Livraniento, Boa-
Vista ..........
Auna Thomasa dos Milagros, viu-
va de Joo Gualborio. ....
1 Anua Mara do Sacramento, Sole-
dade ..........
' Archangela do S. Miguel, Soledade .
Alexandre Jos Lopes, Tejucupapo,
i aleijado.........
Anna Maria do Carino, alraz do
Rosario.........
Barbara Maria Na/aria, ra Direila.
(.anuida Felicia da Silva, beco do
Rosario.........
i Douiingos Jos Goncalves, Ilamb .
runas Loiitmiio, Antonio Augusto C. de Souzo, 111,0,
! Maderaoiselle Alberline e M. Marianna.
Hatadogko publico :
Matarain-so no dia 2S do corrente
: sumo de=lu cidade 8 rezos
I MoiiTALiUAoe no nu 28 do c.oiuu-.ntf. :
. Francisca Antonia de Mendonca, branca, soltu-
ra, l. anuos, plhysica.
'Jos, brauco, 1 hora,convuli;5es.
' Feltppe do Santiago, prolo,' sollciro, 30
plhysica.
Joao Leile do Azovcdo, branco, casado,
nos, inilammacao nos ligados.
Balbiua Maria do Sacramento, parda, viuva,
tumos, hcpaliles.
Maiioela Candla de Sanio Elias,
32 anuos, gasto entertes.
^fm&Z. ^onaeS,l nSem t '^Sff^ ^^ ^
gerro, 1 homoin escravo, total i:!t. p-.,;,'.: u 1 .' *- '
Na to.al.dado dos doentes CMs.m 37 aliena- l *^^.:^ *""^
foram visitadas as enfermaras pelo cirur- : ovo
giau Finio as 6 horas da manhaa, pelo Dr. Dor- I prelca S{,r Ramos'
uellas as S horas e l minutos da manhaa. a Soh-Jade
Balleceu urna muluor ue hepatites. felixde Ba'iT.w
em llai.nina
Gerlrudes Mana do Rosario, Quipa-
peiro..........
Iguacja Maria dos Ramos, viuva de
brs. /icrfurorev.Alrozmenlo calumniado o, Manoel Correa dos Sanios .
vilipendiado, pelos meus inimigos poltico* do j Iguez Joaquina de Mello, ruado
dislnclo deJngazeira, onde sou domiciliario el Sal...........
era conso|uencia de indisposi'joes por mim ad-j Ignacio Francisca do Sacramento,
para o con-
annos,
11 i an-
39
parda, casada,
pinna Mara dos Res, alraz do
Rosario.........
Delmira Maria da Concceao.orpho,
ongenho Miranda. ." .
Escolstica Maria da Canceico,
viuva de Florentino Jos Monlei-
10.....v......
: francisco Antonio Cesar ....
1 Flix Ferreia do Nascimenlo, So-
ledade .........
j Francisca Bosa de Faria, Palha .
Faustino Correia Lima, ra doAra-
paro .... ......
Francisca Mara do Espirito Sanio
(tuvo de Antonio Gomes de Atau-
jo...... .
Fraucisco Raymundo da Fonseca
iepi
de Jess, ra
lleijado, morador
Correspoodeneias.
queridas, por motivo de servico publico, e em
exerccio do cargo de subdelegado dos disiriclos
de San-Jos e San-Pedro, daquellc termo, que
at poneos lempos exerc c sempre corn louvor
dos meus superiores; vim a esta capital pora
chamar a res(ions,-ibilda'!- um artigo periuMicn
que sob o pseiidonyino O Mscale, foi insiri no
Liberal Pernainbncano n. 2108 do 19 de oulubro
do anno prximo 4HMSM0, o qual fez parle
desse libello famoso, que so a longo distancia em
viuva de Francisco Escorio.
Isabel Joaquina do Sou/.a, viuva de
Joso Joaquim do Santa Anna. .
Isabel da Cunha, Jairca .
Ignoz Alvos, ra Direila, em casa
de Jos Xavier.......
Isabel Hartado Rosario, Esconce .
Jos Alvos i'oneira Monleiro, ra
dos Curraus........
Jos de Jcs-JS Barato, engo-ho
2050 I0#0U
IO9OO0
10-rOOO
10^000
IO3OOO
1-OjOOO
10-;O0j
108000
10-O.iO
10JOO0
10#0O0
i 15 K) 1
1OS000
lOjiOO
Vundinha........
Jos l'ercra Leile, engenho Vundi-
nha ..........
Josepha Maria da Assumpco, viu-
va de Jos Antonio deapuza. .
Joanna Francisca de Mcnezes, P050
do Bei.........
Josepha Maria da Anniiiicago, roa
Nova..........
Joaquina Mara da Conceico, engn-
nho Cal.........
Joanna Correa de Paiva, Soledade.
Joanna Bezerra do Albuquerque,
orphia, era casa de Manoel Gor-
ra 1 no-..........
Joanna Maria da Conceico, alraz do
Amparo .........
Joo Antonio do Mello, alm da
ponte..........
Joaquina da Silva Barbosa, boceo
do Rosario........
Joanna Maria da Conceico do Car-
valho, Curlico .
Joanna Lopes Evangelista, Mucum-
lu'i..........
Jcsepha da Paschoa da Ressurrei;&o
Miranda.........
Justimanna Rufina da Conceico,
ra Nova......! .
Joanna Maria, era casa de Antonio
Be/erra, no engenho Novo. .
Jaciiilha Mara de Jess, viuva de
Jos de Sonta Auna, Soledade .
Joaquina Vicencia Eloy da Silva
Cuiiio, viuva de l.uiz Francisco da
Conceico........
Josepha Luzia, orpha de casa do
capitao Egidio.......
Joaquina Teixeira di) l.ivramento,
viuva de Manuel Braga ....
Joaquina Maria da Conceico. .
Luiza Be/orra de Menezes, viuva de
Joaquim Pedro Barbosa. .
Lourenca Gongalvcs, viuva, enge-
nho Jacar ........
Lourenca Maria da Conceico, ra
Nova*......."...
Luiza Mura da Conceico, viuva .
Luiza Ludnvina da Conceico, viuva
de Marcelino, Quipapciro .
I.eizi Maria do Rosario.....
Luiza Maria da Conceico, Miranda.
Mi noel de Miranda, aleijado .
Maria Jos das Nevos, ra da Mise-
ricordia .........
Mara Luiza da Conceico, Boa-Visla
Mara do Carmo, roa da Soledade .
Mora Joaquina de A/evedo, ra das
Porteiras.........
A orphaa Maria llosa, cm casi de
Francisca da Conceica 1 d >s Res.
Manuel dos Sanios Pimeirtei, Tan-
(uinho.........
Maria Felippa de Jess, Estrada do
' ma..........
Mana Hila de Jess, rea da Sole-
dad.- ..........
Maria da Penha, ra Nova. .
Mar a das Dores, ra Nova. .
Maria llosa da Conceico, Ilapuru-
iii de Baixo. .......
Mana 11 Assumpco, viuva de l'ran- .
cisco Gue les.......
Maria Francisca do Jess, alm da
punte..........
Maria Jos Leile, alera da ponto. .
Maria da Hora de Mendonca, runde
Sania Thereza ...'....
Mui.- Bernarda, Frechciras .
Mana Magdalena de JeSUS, viuva
Manoel do Nascimenlo ....
i Mora da Conceico Pessoa do Al-
109001 buquerque, Croangi.....
' Maria Francisca de Santa Anna, viu-
va de Amonio Felicio Marq ios .
Maria Brazia dos Ramos, Paco do
Rei.........* .
Maria llosa da Gonceico, viuva de
Francia.....los Leile.....
Mana da Conceico, viuva do Anto-
nio Vieira ........
Marid Francisra da Paixo, nava do
Domingos Rodrigues dos Sanios
Lind.iia.........
Mana Bernarda, ruada Misericordia
Mariados Alijos da Conceico, viu-
va .le Henrique Pereira da Silva.
MaiiaJoaquina, viuva de Antonio
do Espirito Santo Machado.
Mari 1 Francisca d- Assis, viuva de
.los da Malla Guerra. .
Mana Francisca de Oliveira, Teju-
cnpapo .........
Horgari-la da Fonseca Machado, ra
B-ireita.........
Morgarida de Cortona do Espirito
Santo, roa do Carmo.....
Manoel Antonio de Jess, alraz do
Amparo.........
Manuel Joaquim de Mello, ra da
Praia..........
Os orphos lilhos de Manoel Ah-,
em casa do Antonio Grande. .
o orphao de casa de Si I vera Maria
do Lima, na Capivara. .
As orphaas Antonio, e Rila de casa
de Galdino Ferreira da Silva .
Pedro diodos de Oliveira Alcoforado,
alraz dn Ros irio......
Perpetua Maria do Sacramento, Tan-
quiiho........
llosa Maria do Sacramento de Brito
Cavalcanti, ra Nova.....
Rita Mana Ue Jess, roa da Soledade
Rosa Maria da Conceico, e a freir
Joanna do Sacramento .
Hila Maria da Conceico, becco do
Amparo.........
Rila Francisca do Jess, na rio Gil
Rosa Mana da Conceico, ra da
Soledade. ...!....
Rila Maria do Coraco de Jess,
Tanquinho de Cima.....
Rila Maria Damaseeno, viuva de Se-
verino Jos don Santos. .
Rita Francisca de Jess, ra daCon-
ceicn..........
I! 1 Mara de Jess, ra Direila. .
Severiua Maria da Conceico, es-
trada de Cima. ." .
Silvana Mario da Conceico, viuva
de Manoel da Rocha ."....
Severiua Maria d'Assumpeo, alm
da ponle......* .
Thereza Maria de Jess, vuva de
Joo de Dos, Tanquinho. .
Theresa de Jess Maria Jos, viuva
de Jos Pereira, alraz Jo Amparo
Theoduru Maria da Conceico, ra
Nova......." .
Thereza de Jess, roa Nova ."
Thereza Maria de Jess, Mussumb.
Maria Thereza do Espirito Sanio, ra
da Soledade........
A mulhcr do preso Joo Joaquim.
Alexandn Cosme de Jess. .
Francisca Lina do Sacramento. .
Joaquina Thoro/.a lavares de Mello.
loso Menes de Oliveira ....
Joaquim Jos Rodrigues ....
Jos Trqiiiln.o de Mavorte. .
C.ielana Maria da Conceico. .
Francisco 1 >s da Conceico. .
Jos dos Sanios Silva. ....
Patricio Jos de Carvalho ....
Damiaua Maria da Conceico. .
Joanna Mira Damaseeno." .
Maria do Carino. ......
Hita Mara do Espirito Santo .
Jos Ignacio dos Sanios ....
Angola Cusi la do Sacramento. .
Alexandre Victorino de S .'
103000
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10&00
10 100.1
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59000
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5?000
59OOO
5:4000
590O0
59OOO
59000
5:000
5gQ00
58000 Nao ha na machina ou carriwge'm lirada per
cavallos, segundo o sysleiwfi do Irar.co adep-
5J000 lado, seno urna s rodo^fue se enraiza o gjra
no carril principal qu se assenta no meioah ea-
5^000 minho. c tem a fovma d';. lal rrlia-
drico.
5JO00 Asoulras rodas da machina ou das carru'.geai
repousam no solo, a materia que co;npoo o tu-
55000 I bo cyliiidrco de urna dureza extrema c offe-
roce a vantagem de que quando con o lempo so
53000 gasta ou deteriora, se pode virar cm Mda ou om
55000 parte.
Resulla dilu uraa'ronsderavei eronouia as
despo/.as do eslabeiccimeulo das vias ferri
53000 nas de combiislivel
l'or ciuquanlo, o inventor s Irata le dar ao
5-jOOO sou invento urna applicaco secundaria, o per
isso que modestamente llie chamacamiuho au-
5^000 sitiar dos caminhos de ferro.
O seu projocto parece destn 1 lo aos caminhos
5)000 ido cummunicacao com as grandes estates, aos
caminhos virinaes, ole. ; p irm nada se oppoe a
53000 que mais tarde possa ter destino mus im|
1 ale.
5000 ____
TRANSACQO DE VULTO.
590001 O harn de Rotschild Compr......1 imarr, .1.
ao governo russo o r a minho de ferro de s. l'c-
55000 lersburgo a Moskow pela sOmma ; I1hm>
de rublos de pi ita, 0 iu red iri lo 1
o90bu portoguez d prximamente e quaulia di- 57
contos do ris.
5_v000 Esta transaceao le sen duvida 'ande in
fluenci 1 no mercad Qci 1
\ qual inlroduz ca-.it es 1 rados, que d
5^000 grande desenvolvimeulo ao commercio c ii
Ira dcslo paiz.
5900 1
2E2
59000
:- 10 1

PRAQA DO RECIPE 28 DE I V.SE1BO
S TltES HORAS DA TARDE.
Cu', ,._oe-: olRei
Di nlo de letras 10 a ll <> o o
francisco Uainedt deimeula.
Sevri lario.
ALFANDEGA.
> dia I a z:
28 ... .
M. ll
l
.-i KJ
59OOO
:ji ".st:,'
MO'. IMENT DA ALFAN
l loscirn fa
i com gneros .
Volumes -: hifl n con fazi n ins .
i coi .' .- ros .
IOS
348
-
Desearresa .. SO de aneiro.
Un gue fran '. -Pai l.ibaI izei
Orgu -Ca i o
Ira no i 1 1 I
1 iug',1-/1 -Cr iwii
!'-ii pie haraburgU''Z
liar.-,; ingl 1Miran 11 I
Imporlnfito.
Bt gu hanm no Jirn irlo, vi
'
- ruin te
veira,
1 -, '
59003
:.-o::,
!
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'
53100

7 1 oixas ferrag
ii C
31 i ivas arn is
. > Santos An-
a R -;i 3 ."> '1
velas
,. C. I
- I .:
S C.
a .loa 1'- h 1 \ un 8
i) ais 1- ni 11 nrires > a
xas li : a N. O. Bieb \ C.
109 caixa 1 velas, 1 dita
2 b irris oloa- de ferro, II eaixas papel, t dil -
rolim, C7 ditos feri igen i, 2 farl
is esping ird is, 55 1
Brondis & C.
1 rafa 1 fazi ndas de !a ; '
Hamos e Silva.
2 barricas vid -
: 1
.-, Feidel Piulo A C.
a J. 'i'- sci A i
1 caixa espingardas : o Pan 1 I
8 I irlo, papel ; a S '. & 1
- ; a I! de M
326 CCSlOS hlala-, :'".." I I
queijos ; a E. II. Wyatt '
CuNSUl.AD'i GERA1
l
.'"n.ii 1
d'! do dia 28
50O0
5*0,10
59OOO
59OOO
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5*000
DIVERSAS Pno> ll
53030 I Rendimento do dia la27. .
dem do da
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59010
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19000
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1>0IM)
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lOOO
1 :tl(MI,-iO!)0
DESPACHOS DE EXPORTAC l'F.I..\ MESA
CONSULADO DES! \ C1DA NO HIA
28 DE JANEIRO DE I
Rio da PraiaSumara hesparrbola Ardilla A.
Hijo ik C lOO barricas as-uiear
ll: igue porlug \ : i ''
cv s tares, ti saceos assuca
dito masca vado.
Brigue portuguez PromptiJu ll, L.
'.' ira M. Giiimartes, 15 saceos neo
RECEBEOORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAI S DI PERNAMBCO
Rendimento do da 1 .; 27. 2Jif
dem do dia 25...... 2:i!

CONSULADO PROV1N*
Rendimento do dia 1 a 27
dem do dia 28.
77 k ;-r-;
ip
aftooo
59000
51000
N. 1!. A mulher do preso Joo Joaquim, Auna
) Jo-quina do Espirito Santo, moradora em Nossa
Seobora do O', Josepha .Mana d'Assumpeo. viu-1
va de Jos Antonio de Souza, e Joaquina Maiia
da Conceico, moradora no C.'ilu, nao receberam ;
aiuda, por nao lerem proeorado. Goiauna, 17 de !
Janeiro de 1860.
Dr. Joaquim Jos Firmino.
Antonia l'inhciro de Mendonca.
Leocadio Jos de Figuctrido.
jOOO
7jj000
pOOO
59000
roini
5*000
59000
59000
rijrtKiu
i-l':M
5aoio
5)000
Variedades.
Prara to Rcci
8 le Janeiro de lMt U 3 h
REVISTA SEMANAI .
Cambios Os
c id de 2,"> a 25l| sobro Pars a 390, -
de 112 a I l por ent de pn
mi ; mas nao 1 m*ta h i e.-,-.
transarces ne*la
o O s'ipenor yendeu-si
a S5O il llIllU'll de 8 -
^.72 11. sendo qnasi todas
vend if para lli" ; poi i ->
Slipp
Assu .u i) branco venden-se pai 1 -
arma/, nt '-1 10 5j2.K)
por arrobo, e os son
.!>! ,n n 398OO. Pai 1 .-\:
co veiideu-se o masca
purga.h.
arroba > Amei a rl ---
29 0:i; e o Cana
-?7r(U ris; nao haveudr d
4.lo, porque ha co npradoi
que < ntra.
Aguardeiili---------Vendeu-sc de 80*003 a 6o
rs. a pipa.
Couros--------Os s" .es salgad 9 vend
se 1 s; rs. por libra.
Arroz pilado- -- Vendeu-soa 2^600 rs. |
roba.
2970O a 2
Nao se renden pm al n a i" 1
a relalho vnrou de SS ,. ll"
rs a luiri i 'a. Dean lo em
osito l" i
Batatas-----------Vcndeu-se de 0" 1 1-2 n) ior
arroba.
Carne secca A do Rio Grande vend 1
596OO a f 1- i:.i. -
DOS-Ayresde 29 a 592 "; ii-
caudo era ser32,000 arrobas a
primeira e O.Onda segunda.
Carvode pedTa- a ultima venda efluctttua-fje a
_'l rs. I lonela.la.
Cha----------------Vt-nden-se d 1 Ijjj'J ra.
por libra.
I.iem de ti.-- a 7- rs. a arroba.
dem a ico 'i rs 1 doma .io
carrafas.
0 mi re lo ta* prvido de
30,800 barricas, sen lo l.'.iiw
de Trieste, que se r.lalho.i Ir
219 a 21* rs., 1 mais Ame-
ricana, que variou de 1 i* *&*f
is. a barrica.
Azeite doce- -
Bacalhe-------
Caf------------------
Gerveja-----------
Parinha de trigo
EXPERIENCIA.
l-'allava-e muito om i'oris do orna experien-
cia minio iiiioros$unie, quo deve brevemente fa-
zer-se no meio dos vastos jardius do pala-
cin das flores,, fundado ha muitos aunos no D. de mbndioca Teuleu-se di Oj 0 a 70J0 a
parque do iNewilly pelo horticultor Lorui- saco,
hez. Fcijao---------------dem de lfM '-000 per
Iiala-si-, segundo diz a Patrie, d'um novo arroba,
syslema do cauuuho de forro, destinado a pres-1 Perro O ingle/ oblt-ve de 6* a 6j5eM) ;
tac grandes servicos, sobreludo nas comtnunica- e o de S.iocia de O o li,00,
jos com as granuos liulu'S frreas. 1 H>nferm< acato.
P"


(4)
*S
Mario e wsrnamboco. *- segunda fetU 3o de Janeiro i> mo.
Ornen-------* l'.m frasqueta vondeu-sc a 5*, baixo de un Inflo, na noiln de 3S do corren I
o fo'i_a------- A fnfraa ordinaria negoeiou- -----------------------_-, ..---------------------------------
. so. com o .premio do 285 por JlUllftCS.
cehto sobre .factura. _________________________________ |
'-a v francesa foi andida de (40: i) lllm. 9r. inspector da thesouraria pro-
a Gu rs. a libra, e a naje- vinci.il. cm cumpriraento da orlorn do Exm. Sr. i
a a 650 rs. a libra, irando ora presidente da provincia de 25 do corrento, man-
ser 2.7*10 barris. da fazer publico que a arromalacao dos empe- |
Mnlid Vendeu-sc de 53500 a OjOOO | dramentos entre os marcos oi!o a dez, cdezadnzo'
LELAO
DE
rs. a sacra.
Maesas dem i 53Q(rris a cai\a.
Qiwijos.-------1 lem de l$80, a 8-j.OOO rs. os
flamengos.
Vinhos-------------Varia rain de 1989000 a 300 a pipa.
Vinagre Regulou a l:i0t'*00 a pipa do
do Lisboa,
into----------0 relnto variou de 10 a 13
* ao auno.
, .. ,-------------para ,, .,,,] dL. r, a 276 ;
para Liverpool a 20polo,
lastro e '' --por libra de
godao.
v r."> lio comp* Sim Irausacees.
mil bracas da estrada da Victoria, ficon transfe-
rid! para o din 1. de fevereiro prximo vindonro
1 par c_>t.irso mandou affixar o presente e
publicar pelo Diari i.
Secretaria da Uiosonraria provincial do Per-
nambuco 26 de Janeiro de 1880.O secretario,
t. F. li'Annunciaco
Dedaracoes.
Manteiga ingleza.
Terca-fcira 31 lo corrente.
O AGENTE
C far leilao na porta da alfandcpa porronla e ris-
-pv o i n __ ,. i "".* '<-"'"' pon.i u,i a nanoesa nnr con la e lis-
' O conselho administrativo para fornecroento cu de perlencer cerca de 150 barriseoip
feco""" uin-e-^'""0' lC'U ^ *>*?*" > b" anlega inglesa dos fabricantes J ould & C ,
)ciu, ni"<- ,,.._,.,.. Tin. se a ender -i prazo em lotes a vonlade
Para o 10.' LatalhuoHe infartan;. ,los ,AIBndAr mo u>* i,r _Tin ?........ ...~
Para o 10." LalalhoHc infantarin.
;ravalas de sola de lustre : 50 manas de
Paula los jirccos los pi-uci paesgenc- ,
i'os e lu'otluceocs iiacioaacs,
tutsedespacham /Wi meta do consu-
lado na semana de
iro u i de fevereiro de 1800. ..-,:.
I. ii alcpol ou espirito
de agurdente . . caada CO
dem caxaea. . . 360
i lera du cana . ,v 400
i . k 60
240
Id. m licor .... . leanada 60
50
na.
ara o 7." oalalhao de infantarin destacado na
provincia de Uacei.
2 bules de loura ; 12 chicaras o pires ; 2 li-
jellas pequeas .1o louca _."> pratus rasos ; 25
ditOS fundos ; copos de vidro para agu ; 2
linleiros de vidro para as enfermarlas; meia
arroba de zinco ein lonc.nl ; cbila 12 covados.
Para a fortaleza do Drum.
I.ivro em branco de papel pautado de 250 to-
ldas rom 14 pollegadas de comprimenlo e 10 de
largura I ; ps de ferro 2; peonas 25; cauive-
le 1 ; obrcias, macos 6.
Qiiem qui/.cr vender laes objectos aprsenle
as suaspropostas em carta fechada na secretaria
lo conselho s l horas da manhaa do dia 3 de
fevereiro prximo vindonro.
Sala das SCSSOCS do conselho adminislralivu
Deposito de papel para
mprcsso.
Nd typofjraphia dcste diario acha-se
estabelecido um deposito de papel de
diferentes formatos, para inpressao,
que se vende por pceo commodo : as-
sim como seu picprictario contrata o
fornecimeuso regular do que se precisar
mentalmente.
ObacharelWiTRuvio tem
o sea cscriptorio no 1* andar
do sobrado n. 23 la roa Nova,
cuja entrada pela Camboa do
Carino.
Jos'; Soaros de Azevedo,
professor de lingua e littera-
lura nacional no Gymnasio
desta cidade, tcm aborto em
suacasa.praca de D.Pedro II,n.
37,segundo andar.um curso de
PHiLOsoPHiA.eoutrodeLiNGOA
Franceza. As pessoas que dc-
sejarem esludar urna ououtra
destas disciplinas, podein di-
rigir-so a indicada residencia
a requetintento do depositario da d manhaa^ at s 9 horas, e
Pilulas
Vegco-depiiralivas
Alnian da provincia.
Sahio a luz afblhinha com
o almanak da provincia para
o corrente auno le
dos compradores que ter lugar slO horas em
ponto.
Terca e quarta-feira.
PELO AGENTE
Wen dem....... garrafa 280 para fornecimento do arsenal do guerra, 27 de i massa fallida de E. H. Wyatt e despa- f|p f .>,.,] mii11A_ l,rt
libm .resillada c do reino caada 720 Janeiro de 1S6Ubeato ios Lamenha Lias, co- cno <0 Exm. Sr. Dr iuiz csnecial do *aiuc |Uaiquei IlOia.
,....,, .,',,,..., i sftPin nrrnlm isC:->iin l,ir|rl presidente.Francisco ioaiiuim Pereira\ '', J ,|
""" SI Mo. coronel voaal secreUrio intohno. commercio, o referido agente vender'. ****** aTt
oidcm2.adia .... >> i&iOQ %T ,m ln:i^..M;^nL. i.,i i.......i ... W&^-Xk 1------------. .
dem -l' dita ....
dem em canteo ..."..
Arroz rilado...... arroba
Mi ni com casca ". alqui ir
dem branco novo..... arroba
I i = i i i: ls<\i ido dem ...
\/- ite de i!, uona .... caada
: .i inen loim de i-'.
II"! ii ha lina....... arroba
i-., m grnssa ......
1 i ni g a< bom..... arroba
i h : dem reslollio ....
. i i. ::; c un casca ... f>
em ; i I'.......
i ....... ,>
. i .
11 i ; ."i i >
em fi las. ...
' uios I ons...... cenlo
' i ordinarios.....
regala. ....... >
rea........
seeciis.......
i ouros de lio .. libra
:.: i'!''!: SOCC ."-.
;.i veriles..... *
'. cab nidos oiii
l> ni de onea......
de calda...... libra
. de Goiaba .....
- 'COS $......
; : .; Ion i gi tnd< -. um
i ......
- : peri uina
Ksloupa nai nal a'rn ba
i rinha de aranita .... >
di ni nidio ,<.... : '; ir
i.......... Iqueire
Fuu o em folha bom .... arroba
i i. lo i i. iii o liu rio ... >>
'i..... >
ii .ni rolo bom ....
i rdi io.
i mima pulvilho.....
i eeaeanhua.......
! ::.; .ni ai lias les .
....
i dem i ui loros......
yadi ii ce Iro tal oas de forro.
j.O'iro pranchoes Je 2 custados
' id-nho. ..."...
i.oslado........
Forro.........
'. 11 o........
Varas aguilliadas.....
!.! ii quiriz.......
kr'irahl o | neb es di
i i-i.i los.......
m id< ni i'ustadinlio de dito
I : tal de cosa I i di :'"i
i 0 p. de c. e21/2 a 3 de
ira.......
lo u -
.....
'' !' I SO I lo .
j de iip-
,i ca ros.....
Ii.'i n! in i idas de dita una
ditas........
Novo Banco de Pernambuco.rJe,aoPuWi~^a,horas^a"
nl.aa. na casa do mencionado fallido,
i rita do Trapichea. 20, os objcctcscons-
tantes do bilaoco a que se proceden,a
salur :
O novo li meo de Peroambuco reco
:ji:iOi llie as notas de sua emissao de ^H e
3$500i20$, epedeaos possuidores das mestnaj
x350 o favor de as viren trocar no seu es-
25700
Mil
2$56U
388;
Snili
5P00
DJ600
temente
cripierio, das 11 horas da manhaa atf'! Torf.'t-foii'rt 1 -se, compram-sc evendem-se escraros de
.s -2 da tarde. I CHIC, ^^ 0i soxus_ do |i)(]is as dadcs e cm^ ^n
Pela mesa do consulado provincial so (ai i Expora' a' venda os teguntct oh-
publico que os ir uta das ulcis para o pagamen- jectos :
lo a bocea do cofre dos impostos de { por cenio \i; ,.._,... Ni i j i
sobre diversos esl.boleciml-ntos de 40sobre es- MoVc,s comprehendenJo cadeira, lo-
sas de modas, de perfumaras e de vender pol- mesas, qu?dros. estantes, cunas,
vora, c de 2v sobre casas do jogo de bilnar re-
lativos ao auno lnanc.eiro de 1859 a 18(10 se prin-
cipiara a contar do dia 16 do janeifO corrente,
lindo os qu.ies ficam ocursos na mulla de tro
por cenlo os que pagareis depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
II do Janeiro de lG.!. Antonio Camei/o Macha-
di l..-;, administrador.
[NSl'Er.;AO 1)0 ARSENAL 1)1". MAitlNIIA.
Toado Je continuar no hairro de Santo Anto-
isiiin i,', i a cnnslrncco do Lineo do ros entre a ponte
provisoria e o onlro lanjo eilo do lado do tliea-
riX!'(i0 lro I""1'"'", convida o Sr. inspector aos que
quoiram lomar a si essa obra a apresentarera se
neslas^crclari com as suas propostas ornearlas Quai'l1-fera 1' de CVCrcim.
2v| lechadas no da 13 do m.v. prximo, pilas li ho-
ras da manhaa, em que lora lu^ar o contrato:
-. sendo que as i:ni liOcs coiieernentes a eilura
(JgOOO
J0O0
I < :'
2g*i00
carteiras, lavatorios, amparadores,
guarda-ronpas, toiletes, mesa eltst-
ca, {juarda-loueas, consolos, touca-
dotes, ca bidet, commodas, cofre,
Ianteinas, candieiios de urna e duas
hizes, crystaes-, apparellios de cha*,
relogios, banlieiras, apparelhos de
metal e inuitos uniros objectos de or-
nato e serventa domestica : asura co-
mo um excellente escravo.
Otferecera' concurrencia dos lu*i-
iantes o segu nle :
da mesma obra, c o .respectivo oreamento eslao nm/.>,>ini i > j
300 | patentes ..esta secretaria1 para quera antes do con- ,Jm- ^peto e vanado SOI tmenlo de


>/
arroba
i ulu
V
9
urna
nina



mu
: .- 10
500
-00
l
-
1^600
:' 10
1^600j
-
6j 00
I
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!
U.vU
1^600
1
logooo
sgooo
2g5oo:
I
-,-i'.
l$$ Id
iralo precise consulta-Ios.
Inspccco do arsenal de marinha de Pernam-
buco, em 2 de Janeiro de 1860.O secretario,
Alosan Ir Rodrigues dos Aojos.
TflEATO
r i i
ferrageos finas e grossas, cutilarias,
miudezas, cobertores de la, baetas,
armamento, vidros, e assim tambera
a armacSo tencesdo mesmo e doescnptorio
- ---------.....- cores com
habilidades o sem ellas e iodo este negocio se
laz debaixode todasinceridade: na ra Direila
numero 60
Precisa-se de un menino de 12 a l a
nacional ou estrangeiro, pora caixeiro
do lia uso 1 ii. 59.
I nos,
na rua
DA
UtM*
R e c r e a c a o.
Sao convidados os Srs. serios da mes-
ar, thesoureiro manda tazei pu-
blico que se acham a venda todos os dial
das 9 horas da manhaa as S da noite,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26 e as casas commissionadas
pelomesrao Senlior thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. i%e 16, at
as f. horas da tarde soraente, os bihe-
tes emeios da segunda parte da quarta
lotera do Gymnasio Pernambucano,
cujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia i do prximo futuro mez
de fevereiro.
O memio Sr. thesoureiro manda
igualmente fazer publico que ras casas
^IllOVE ~tiC 1*1 O 1 Yl A11 OTIC c"na mencionadas se acham bithetes
yilLJjUk liaillCIl^US de numeraco sortidas a vontade dos
compradores.
Ihesouraria das loteras 27 de Ja-
neiro de SOO.O escrivao, J. M. da
Cruz.
DE
s
mi, para se re inirem era assemblea ge-1 Francisco Alvos de Pnho far leiliio por con-
!>( 11 n H i "il n r-ntiv.ntf. n. tKontrn !? de 1acm pertencerpoc interveheao do agente
tal, uo ata ou oo corrente n> tluatio pestaa, hojeiis 10 horas da manhaa na porta
de Apollo, pelas ;> horas da tarde, ahra'do armazem do Sr. Aunes defronte ds alfandega
de tratar-se de objecto de muita trans- ., .. i)E
, i> -r n- i i -'1 ea:\.is com quenis llamengos ch'.vaiis nese
cendeneta Recift 27 de laneiro de ullimo naviofrancei Porafta.
|H60. O secretario, Joao Mana de m/
Moracs Navarro.
Avisos martimos.
in-
Para o Porto.
Vai sabir por estos di.is para a cidade do Porto '
;o briprue portuguez Promplido I, forrado e!
->: 11(1(1 oncavillu do de cobre, de primeira marcha e pri- rara' hilao,com nutoiisirao do lllm. Sr.
lgOOO
LI
A 31 do corrente.
Handerida, capitao da galera
rlca oAccrinton, vin'la de Liverpool,
>
>
>
par
\. .;,.i
iogooo
meira elasse, por ter seu carregamenu qoasi ,)Ccior da alfandega, por intervencf.o
' cooiplelu ; para o resto e passageiros, para os ,.
luaestem excellentoa comroodos, trala-se com do preposlo o agente liveira e conta
is Jos.'; dos s,mos Andrade & C rua da !
de Dos ir 32, ou com ocapito.
porto e Lisboa.
e risco de quera pertencer de 100 barri-
cas farinha de trigo, l ditas bolacha,
6 saceos dita, 2 ditos coiu arroz, ."H
caixas paisas eoutros artigos de man ti
pi
.i..
.
Idi m de filtrar. .
oos .
i cm molhos .
......
. i .
rama. .
i
.....
i ii ha i .
alqin :i e
ii ni
lil -i
arrol a
COI.o
pipa
Moviruentodoporlo.
Sali com breridade a barca porliisueza -For- i
; sa, capilo Joaquim Francisco Pinheiro, re- ,nento ma,s ou meuos avanados a her-
cebe carga e passageiros, para o quo tem magni- do da dita galera: terca-ieira 31 do
|i 50 fleos commodos qnam quizer csrrogar ou ir de corrente, as 11 horas da'manhaa, n'um
I passagem. Hale com o capitn na praca, ou com I ., '
os consignatarios llanoel Ignacio de Oliveira A o* armazem da alfandega.
dUJUUO [.,;,,,_ ,, |argu doCorpo Santo.
255O0
80* I lili f
1, sil Sahe com muita brevidade para o Coar o hia-
_.>(j le Sonta Hita, ; .n parlo da carga pfompta :
para o resto Irala-se na rua da Madre' de lieos
numero .
Para o Aracaty.
O bis te Cxala^o segu imprelerivelmoulJ
na seguinte semana : para o restante de seu e*r-
regamenlo, (rala-sccom (jurgcl Ir.naos, no seo
escripto.io da ru.i da Cadeia do Itccife, primoiro
5OS0OO ian Para Lisboa
120
25$000
I $......
3200
asfloo
$300
PELO AGENTE
1
Quarta-feira 1 de fevereiro.
O agente cima fara* leilao por or-
dera de Joaquim de Osos Baptista, de
fazenda-, armaeao e dividas existeatcs
5 n

= = -.
--> = 3

- 15
Horas.
S 5
=
Atttiotphera.
s i
Uirecco.
I
Inte n sl.lad e.
na toja da pobreza defronte d> oitao do
j segu com loda a breridade, por ter a maior par-' Livramenlo n. 2, as I 0 horas era ponto.
I le da carga prompta, o patacho portuguez Maria \-------- -
iones, capilao Antonio .loso da Rocha, recebe
i .- i ri i.-.
- i co Centgrado.
-I ^ I* X.
Reaumur. -.
.QD--I
: ic ~
rj I Pahrenheit
Hygronielro,
-1-i-i i =
J-- V V l -
r; => i" ti 3
Birometro.
1


x>'y:
2
5a
carga a frele : ijuem no mesmo quizer carregar,
poder cnlender-se com Busto & Lomos, rua do
Trapiche n. 17.
Avisos diversos.
Em casa de Botlie*& Bdoulac, rua da Cruz
n. vi, vende-se o seguinte :
V'inho do Porto em barris e caixas de 1 duzia.
Hito lercz era liareis.
Champanha marca cmela.
Agurdenle de Franca em barris e caitas.
Cemento romano e branco.
Charutos de Havana.
Tintas em latas.
Prcgos surtidos.
Marroqnins.
Mcias de algodo sorti! -:.
Drinzdes da Russia.
Chombo em folha e barras.
Vende-sc um carro com ro las o i ass si-
los, ton muitobom estado, rom du;.s parclhas de
bous carados, boa conduccao para algum senlior
de engenho, por ser o carro bastante forte, e
vende-.se niuito em conta, na rua do Amorim n.
S, segundo andar.
Candida Ralbina da Paixao Rocha, profess i-
ra particular de pri.neiras letras, residente na
rua do Rangel, sobrado n. .*>9, la/ publico que
abre sua aula no dia 3 do prximo me/, de feve-
reiro, onde contina a cnsinar prin.eiras le i as,
coser, bordar, e ludo quanto faz parle da ins-
iruii ,io primaria do una senhora : recebe tam-
bem pensionistas e meias pensionistas, por pre-
ces commodos.
Fugio do engenho Tabatiuga, fregue/.ia de
Ipojuca, no dia 21 do corrente, o escravo .1 lao,
cabra, de 28 a :!0 annos de id.de, alto, fallas
mansas, pouca barca, falta de um dente do lado
direito superior, lem o p direito enchado por
causa de duas [cridas que lem ao p do lorno-
zello ^e dentro, levou dous cavallos, um pedrez
e outro ruso, castrados; presume-so ler ido em
sua companbia um preto corpulento, denles al-
vos, de nomo Valcntira, tambeni fgido ; o es-
cravo Joao foi comprado pelo annuncianle ao Sr.
Silvino Guilhermc de Barros, e este compro a
lliguel de Barros Silva Jnior ; presume-se que
tomaran, a direceo do Buique ou Ico, ondQ es-
leve aiites devir para esla praca : roga-se as au-
toridades policiaes e capilaes de campo que o
apprehndi rcm o levem aquello engenho. ou no
Recife, Pr.ica do Commcrcio n. 2, que sero go-
nerosamente recompensad is.
Acha-se justo e tratado por compra do um
terreno urna mei'agua na rua do Socego, lugar
do Campo Verde, freguezia da l!oa-V.t/, per-
lencenlo a Vicenta Paneio : so alguem se julgar
Estas riLULAS, sendo nicamente compostas
de puros vegetaes colhidos nos campos e matas :
da provincia de S. Paulo, j foio analysadas'
pelo >r. Etienne Lagardo no Correio Paulis-
tano onde sahiram algnmas publicaces a res-
peilo das virtudes e efiieacia desle maravilboso,
medicamento, elioje se acbao assaz conhecidas
pelas innumeras curas que cora elias se tcm
oblido, lornandi-se um remedio sempro til e
necessario, especialmente nos Ir.gnrcs onde nao
houverem mdicos e forem escassos os recursos i
da medicina.
Sendo o fun principal destas PILLAS purificar
a massa do sangue, qual ser a creatina que
Jdeixar de allender a propria conservado, der-
presanJo um medicamento que, mesmo em esta-
da de saude, concorre para a boa nutricio da
existencia, o que sempre um preventivo de
Iqualquer molestia?... EMiicontesUvelquegraii-
de pane dos solTrimciilos humanos tem por ori-
gem a impuresa do sangue.
Assim, julgamos fazer um grande servido u
liumanidade aconselianilo o uso destas pilulas,
e indicaremos os dTerenles mo.los por que se
{ devem ellas usar, segundo o estado das pessoas
Deposito gera!.
Rua do fono n. 119, peno da carioca Rio
de Janeiro.
Agradecimento,
Inflamacrfto do H^ado e estomaiso.
Eu abaixo assigeailo atteslo que padecendo
minlia senhora de ii.llamaco de ligado e eslo-
mago por muilO eir.po, e sempre tratada, ul-
ti mamen le se Ihe addicionou ao seu irataiuenlo
allopathico (com permisso do medico assistente) '
a applicacao das a chapas medicinaes do Sr. I
Ricardo Kirk, com escripiorio na rua do Parto
n. 119, e a doente se resubeleceu nteiramente,'
, faz uso das chapas do mesmo autor para o ligado
ou csiomago, sempre como eoadjuvante do tra-
lamento allopaihicoa que se subrnelte, e vai ti-
rando proficuo resultado.
O que reliro verdade, e o juro.
Collegb nacional em S. Cnrislovao, Rio de
Janeiro Joaquim Sabino Tinto lliboiro
Reconhecida verdadeiraa assigna>ura supra pe-
lo labelio Luiz Rodrigues Pires da Costa.
Cura enfipleta
Sem resajaardo nena ineoniiuoflo.
Rheutuatismo
/.'; nio at co mel do braco
Eu abaixo assignado, declaro que tuna rninha
aggregada solTria ha bastante tompo de rlieuma-
lismo as costas da mao at ao meio do braijo,
(cando por isso inipossiliilitada de fazer cousa'
alguina com essa mo ; e fazen lo uso de muitos
remedios sem resultado favoravel, recorreuas,
a chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, i
oscriptoriona rua do Porto n. 119, com as quaes '
ficou complelamenle boa. E para constar fjco
a presenta,declara$5o. Rua de S. Pedro, n.!
H7 rio de laneiro a M a noel Antonio Rodri-
gues Reconhecida verdadeira a assignatu-
ra supra pelo tabelliio Pedro Jos de Castro.
Cura completa i
Sem resgmirdo uen eneonannodo.
Infla ni a;ao lo baoo c os-
tomago.
Havia muito lempo que urna escrava minha
soffria de o inllamani-ao do bago e estomago
ficando debilitada mpossibilitando-a de fazer
qualquer servido, solTrendo militas dores e alera '
disso cansado. 6endo-lhe ministrado lodosos
remedios inulijmente ; como ultimo recurso re-
corr 88 chapa! medicines do Sr. Ricardo Kirk
com ese.iptorio na ru3 do Parto n. 119, com as
I quaes trazeodo a suppura;o muios humores,
brevemente senlio visiveis melboras, e no fim de
28 dias se aihou perfeilamenie boa, poden.lo
agora Irabalhar ; prtenlo, rcconhccendo cu o
mererecimemo das ditas chapas, e dando Ibes o
seu devido aprejo, faQo a presente declarac;io
para s:.lisacio de sen utor. Antonio Ala-
noel Sodr, rua do Conde n. '20, Rio dj Ja-1
neiro.
( Consultas tojos os .lias, .las 9 horas da ma-
nbaa as 2 da tarde. )
_ A directora da sociedide das VrtosMecha-
nicas e Lberaes manda fazer sciente que se
achara desde u dia 15 do correte a-bertas as ma
trenlas de instruceo primaria, franrez, geome-
Iria, achileclura e desenho ; os socios que .-> de-
dicarem a ollas, ?e a casa do secretario
oas aulas ; assim i oni i ; un os Iral -
Ihos da mesma no di.i :! ii prximo futuro mez.
Recite 26 de Janeiro de !>60.0 l. secretario i
.1 n .. i Firmo d i Sili
Ltc;>s de franrez i
o qoal se vende a 800 rs. na
praca da ladependeocia libra-
ra n. G e 8 coulerulo alen I
kalendario ecclcsiastico *\
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America oon
o nome, idade etc. de seua im-
peradores, res e presiden (es.
Resumo los impostos ge-
raes, provinciaes, inunicipaes
e policiaes.
Tabella los emolumentos
parochiaes.
Einpregados cvb, minia-
res, ecclesiasticos, litterarios
le loda a provincia.
Associacoes coramerciaes,
agrcolas, industriaos, I Itera-
rias e particulares.
Estaljeeeimentos 'aluis, in-
duslriaes e coramerciaes de
todas as qualidades como to-
jas, vendas, acougucs, eoge-
nhos, etc., etc.
Serve elle le guia ao com-
merciante, ag cultor, mar-
timo e einiui para todas as
elasses da sociedade.
Os abaixo assignados.para coran* .
respeitarel publico, procuraran p c<
eslabeleccr cm diversos pantos
rendagem dos forn s e conomi. 05 d Itraki
mesmos presos por que ten. n ndi
seu estabelecimonto > rua da Imperalrizn. IO,
isto de 12^ por npparelho completo,
la de fcrro.fole cdescarte 1. Esta naravitha d'-r-
le amencana um daquellea iuvo. p 111 le
ulilidade para a industria, poia nao so ecoii
saorarvoc lempo, mas sccoosegue em i
minado ospaco de lempo engommar u tripl
que seoblem coro um .ferro conimuui com >.
rs. de carrito engomm .-se um dia 1 1 i.
cessila limpar o ferro quandp se prin
raejo, o qual conserva sempre o gru de
que sepretenda, para o que tem um -
seu peso est graduado para, sen 1
ser manipulado a vonlade do mais dbil 1
IhaJor, lem mais um spparelbo que obla i
0 calor do ferro possa pi.judicar 1 10. 11 a
elles trabalha. Achara-se i renda n -- .imi-
tes lugares : praca do Corpo Santo n. 2,<
cimento do .Sr. Jos Al ves Barbosa ; rua o
deia do Recife n. i. ideni do Sr. ThoaMs Fer-
nandos da (anilu ; iua d.i Madre de lid i: 7.
den.dos Srs. Ponseca .\ Harlins; ra doC
n. 5, idem do Sr. Jos Eteuleriu de A
rua da Pe nha n. 16, idem dos Srs. Pinto de
\ B iro ; ruytfo Cabugi n. 1 R, na aguia de
ouro ; rua Noi i n. 20, estabclccin
-^"'i,:'." ui I un ; rua do In.j i -
i i Sr. Guimaraes & Jiiv.
rua do Ou. u;.i !.. o. 1 idem Jo Si. Ju<- II...Ii;
guesFcrrcira ; rua Direila u. 74,
osS res Pinlo Correia; rua da Praii i. U
dem .i" Sr. Custodio Manuel de Magalfa rs.;
da Praia n. iG, idem do Sr. Podre Jo da<
1 istello Ilranco ; rua do I.ivramciio n. :(.
do Sr. Joo Antonio deHacedo; rua da S
i'i-uz o. 3, idera lo Sr. Luiz Uoreira da Silva ; .
na rua daImoeratriz, idem d> .
Hay lunado Carlos l.d'.e A I
Precisa-so de um criado para Iralai
cavallos, e que enlenda alguma com
preferiudo-se se for rapaz na roa -
Rosario n. na loja de charutos,
precisa

.
rl'KEMP m kvv.;
PILULAS UEGETAE
ASSUCARADAS
r
1
ih
NEW-YORK.
auS
.'
COMPAXIIA 'PER sAMBL'CANA
DE
i Savcgaco costeira a vapor
S) O vapor Persinanga, commandanle Manoel
S Joaquim Lobato, segu para os portes do sul de
> sua escala no dia 1o de fevereiro futuro s 5 ho-
| ras da larde, c recebe carga al o dia 30 do cor-
, rente ao rae.o dia, acompanhada com os conipe-
tenies despachos e conhecimentos, e os frelcs
------ sero pagos na gerencia.
Leiies.
Naoios entrados co dia 28.
I, de Janeiro. Ib' di.is, barca ingle/a Eagle, del
(20 toneladas, rpilao John Rosa, cquip. 15,1
em lastro ; a johnston Palor & C.
Sitados.
liba d> Fernando, briguc brasileiro Bom-}esus,\
eapito Joaquim Dias de Azevedo, carga diltc-
rentes gneros
Nova-Orleans, hirca antoeana grapeShort, ca-|
pitao Uomowcood, carga a mesma que trouxe O age.ile Pestaa continua a estar autorisado
Jo lito de Janeiro. pelacommisso liquidalaria da extincta socieda-
Obsercaco. le de flaco o lecidos de algodao pira vender o
F.ntrou esla manhaa a reboque do vapor Ce- restante Qo terreno do sitio da mesma sociedade.
- Desappareeeu do poder do abaixo assigoa-' Cl"" ,liiei,, '? "lle;. ,',i,'ira dec,arar Vot es,a folua
do urna letrada quantia de 2:030$. aacada por n<> praio de tres das.
Theodoro do Lago, c aceita por Jos Joaquim LOUlpra-SC
Dias Fernandos Filho. a vencer em 17 de leve- ama cabra (bicho) que seta boa leileira : quem
re.ro prximo futuro, cujo Lago deu-a em pa- tv,.r, annuncie sua morada para se*procurado.
por compra de a-^ ,
Pas.
gamento ao abaixo assignado por compra de
um sitio que Ihe fez era Bcberibe : roga-se a
quera por acaso a tenha adiado, deenlrega-la ao
mesrao abaixo assignado, na ru.i Imperial n. 40.: Vndense ps de formar o tirar pao e bolacha,
que sera generosamente gratilicado visto nada muito boas eporpreco commodo: na rua da
ulihsar a pessea que a achou, i razio de j Florentina ... 3, padaria de Bairo & Fernandos,
estar prevenido o ace.iante. Recite 28Ide Janeiro Contlnua-se a preparar bandejas enhiladas
de iSW.-Manoel Joaquim terrena ksleves. de diversos gostos, com bolinhos dos maispro-
Da-se sociedade ou a r renda-se ora sitio ,-urndos e dos mais perfeitos do nosso mercado;
com olana que tem barro e porto muito porto.. assim como pudins, bolos ingleses e hrancozes, e
mais de oilo ceios arvoredo.s de fructo, viveiros,: da nossa massa os mais perfeitos, e tambera as
pasiagom para gado, e baixa para eapim : na rua bellas seringas e filhozes para .. lempo do carna-
da Irapcralai/. n 47, 3." andar.
val, e urna porcao de doce decajsecco por pro-
co commodo : procure na rua da Penha n. 2'>,
segundo andar, que se far negocio.
ra edoceira, 1 bonito moteque de 13 annos, e
ii ragibe o briguo portugus Tino, que tinhal Os prelendentcs podem dirigir ao armazem da
seguido i\3 dia 22 do corrente para Lisboa, por rua do Vigario n. 11, a qualquer hora do dia a I mais 5 escritos pan tila o settijo : nr roa -isa
i Jo so iota com os mastros rcaes. Je-1 entenderse con o difo agcnie. Agua? Verdes n. 4C.
Precisa-sede urna ama forra, honesta, para
engommar o coser, paga-se ZO$ nensaes : na
rua Nova n. 84.
Bernardo da Cunha Teixeira, morador na
Soledade, estrada de Joo Fernandos Vieira, faz de Janeiro no vapor Paran,
publico que nao se responsabilisa por qualquer j
divida que fmulo ou criado seu ou outra qual-
quer pessoa contraa em seu nooie, pois nao lem
autorisado nenhum para isso.
Aluga-se a metade de una casa no bairro
do Recife a alguma senhora viuva ou pessoa ca-
paz : a tratar na rua Ni va n. 53.
Altenco ao boiu.
Una elegante escrava uiucanba, recolhida, do um preto : a tratar na fabrica de ssbo por l'raz
dado 22 anuos, insigne engornmadein. cozinhei- da igreja de Santa Rita.
Samuel Mauricio'Spyer,retira-se par o Rio
e Janeiro no vapor Paran.
Rua da linueralriz n. 29,
no armazem, vende-se. urna arroaeo envidraQa-
da, em perfeilo estado, quo serve" para qualquer
negocio.
Vende-se urna negra rao;a que faz todo o
servico de casa de familia larabem se Iroca por
nano. %
Mademoiselle >.;,.. de 11 innel
- de Maimevillocontinua a dar lices do ||
ancez e piand na cidade e nos arrabal- "^
ffi des : na rua da Cruz ti. '.), segn lo andar. M
&j*& : '^M
Curso particular d lingua
franceza .
Amcrico \. Uo de Men lonca, rlumno do quin-j
to anuo da Faeuldade de Direito. professor Je I
lingua frniciva, pjrovisionado pelo governo da!
provincia, faz sciente ao publico e com especia-
idade aos pas dos seos discpulos, que no dia
l do coi rente deu principio s licocs do curso I
de lingua franceza, que dirige em casa de sua '
residencia, rua da lVi.hi n. 11.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R: de Toares Bandira, proes-
sor de geographia e historia anliga no gymnasio
desta provincia, contina no ensino dos seguintes
preparatarios: rhelorica, pbilosophia, geogra-
phia, linguas franceza e ingleza ; na casa de sua :
residencia, rua larga do ltosario n. 28, segundo
andar.
O abaaxo assignado thesoureiro da Sociedade
Jos Artistas Alfaiates, convida a lodos os socios '
da referida sociedade para que so rcunam o qun- '
to antes, aflm do dcliberarem sobre u contina-
gao ou nao conli.iuacao di mesma sociedade, i
eolios de que cumpre desde j resolver esla .pies-!
to, una ve/, que o abaixo assignado est dis-
poslo no caso que continu a sociedade, fazer-I
Ihe doae.i'i da quantia do que Ihe devedora a '
mesma sociedade. e no caso conlrario ser ven-
dida a respectiva mobilia para seu pagamento
urna vez que se nao de.ve continuar a pagar alu-
guel de parte de una casa para guardar essa mo-
bilia. Recife 27 de Janeiro de 18(jO.
Lauriano Jos de Uarros.\
Vende-se a armaco o mais pertences do
deposito da rua da Sanii Cruz n. 76 : 3 frutar na
ros jtraz d? Mstri>, padaria i\ SI
O MELHOR REMEDIO j.Mir IDO
Contraconslipardes, ictericia, ufft
. biliosas, ;. ,-,., iudig
Uemorrhoiiias, diarrliea,do< htm da
pe I le, rupo5es,e todatsasenfernocUdes,
PROVEJ [ENTES .;.,.
. a.000 caixas dcste i. a
nualmente !
Ileaiedlo la isutcirr/a.
\ ; : ovado pela f ic.il i.. do u
comm.'ii.l.i m como o mais valiosa
ji ful do lo i"- os co .he. idos. Senil
pu-araetitc 'c;;r\ :-, ai contera i .si
veneno nu r irial nen
oslo bem acondicionadas i ni ata
ra resguardar-sc da humid i le.
Sao agradareis ao paladar, seguras <
era sua operaco, e um renado poderoso .
juventude, pubeidade e relhice.
l.i'i-se o folhel i que aconsanha i ad aixa,
qualse flear conhecendo asmuitascui -
sas quelem elle, tu.ido. |l. I' l.aiiiii.ni A K
droguistas por atacado en Nova Voi, -
eos fabricantes e propietarios.
Acham-se venda pn todas as b .ticas dasprio-
cipacs cidadea do imperio.
DEPSITOS.
Rio .le laneiro, na rua da Alfandega n 8
Pabia, Germano J (.., rua Jobeo n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas do J. -
& C, rua da Cruz n. 22.
Cemilerio publico.
Precisa-se d-- unjardineiro paiHo em sua ai-
te ; a procurar o^sperlivo administrador.
Vilfa lo Cabo.
O D M. T. de Ititliencoiirt Corte
Heal, tencionaiido fazer sua residencia
temporaria tiesta provincia, olieretv i s
serviros da sua piolisfo medir a todas
as pessoas que o riucirain honrar cor
sua conianra a qualquer hora do i.a
; ouda noite o encontran.o nesla villa.
SOitVETE M P\VILH\0
(DA
Casa de banhos da paleo do Carmo.
Todos os dias uteis das 7 slO horas da noile.
Ha lugar reservado para as familias.
To bem ha sorre'.eins de varios ta:n;nhD; para COnd-iCfOO o< son se pe-
rem para fra.


DtAllO D PfeRNM&UCO. SEGUNDA FF.HU 0 DR JaNkIRO l>B i860.
(51
LI0ES PRATICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por paludas dobradas
E DE
IWMltliFilCl
DELICIOSAS E INFALI.IVEIS.
Km Novan ^segundo andar
M. Fondee le Xlcdclro, escriturario da fwUUHIS \ tJ^CUtb UC JVCII1J)
thcsuuraria de izendadesla provincia,compelen-, COlllra US lulubl'iSTaS
tcinonie habilitado pela directora de nslruccao 1 O
publica para leccionar arilhmelica nesla cidade, i approvadas pela Exm.a iospeccao do esludo de
lera resolvido juntar, cmo complemento do seu > Habana e por muilas outraa mielas do hy-
curso praco d?. eseritnracao por partidas do-
bradas, o ensina de contabilidado especialmente
na parte relativa a reduccao de moedas ao cal-
culo de desron'.ose.juros simples e compostos
conhecimenio in lispetisavtl as peasoas que de-
seiam emprejrar-se no commercio ira que j se
acham nellc e.stabelecidas. A aula ser aberta
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas
da noite; e.as pessoas que dse jurero matricu-
gicne publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vencaos, agra-
dareis avista,doces ao paladar sao "o remedio
infallivel contra as lombrigos. Nao causam nau-
seasnem sonsacos debilitantes.
Testemunho espontaneo em abone das parti-
dlas de Kcmp.
Srs. 1). T. l.onman e Kcmp. Port Byron
lar-se poderao deixarscus nomesera casa do an-i 12 de abril ilo 18. Senhors. As pastilbas
nunciante at o mencionado dia, j que Vmrs. fazera, curaran) meu filho; o pobre
Urna pessoa que desoja muctar-se c nao tendo rapaz padeca de lombriga*, exhalara um ehei-
achndo casa, nao lem dovida cm irocar o pri-
mmm m mm
DO DR. CHA BLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PARA O TRATAMENTO E PHMFTO. Cl'IIATlYO
das Lsinminiics si:xaf.s, riN todas as affh coes gitaneas, viri s
< i ti .i li de ft-i-rof :itutlc
\aro|icinui preferir
Copah'ba e
no SANCHE.
mmm
eOPAH
meiro andar do sobrado em que mora cora nutra
pessoa que esieja as mesmas circumstancias,
anda mesmo que a troca soja por urna caa Ier-
res a tratar na ra Vclha da Boa-Visla n. 77,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servio de urna casa de familia, c que se
preste a comoror e a sabir a ra em objectos dn
servido : na ra larga do Rosario n. 28, segundeo
andar.
Estafecleeida ora Londres
FU
ro ftido, tinli.i o estomago incitado e continua
comichao nonanz. to magno se poz. inte eu
tema pordo-la. Sosias circumstancias um vsi-
nlio meu disso que as pasti|bas de Kcmp linham
curado sita Olha. Logo quesoobe disso, com-
prei 2 vidros do pastilbas e com ellas salvci a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. scu 3ino agradecido.
W. T. Flond.
Preparadas no scu laboratorio n. 30 Gold
Street pelos nincos proprietarios I). Laoman e
Keii|i, droguistas por atacado em New York.
Acham-sc venda era todas as boticas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na roa da Alfandega n. S9.
Babia, Germano & C.,rua Juliaon. 2.
Pernambuco,no arraazcm de drogas de i. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
ao
as Cube-
bo's, enrj nmediaianwn-
le qualquier purgado ,
relaxara, -bitiila flores braveas da* mullici'-s. injoevao de
CttuMc. E*ta iajcco benigna emprega-se mes-
iiv lempo <)o x vjpe di> < trato de ferro, orna vez
illa segura a cura.
d SA.G
E ALTEHACOES
lirpurutito ilewins:'.
Xarope vegetal sefli mer-
curio, o nico couhecido
e approvaiio para corar
con promptidaA e ra'li-
caimeuie inipigens, pululas. li< i- >. saina, co-
ni.\d-f, acrimonia e altnariVs riclosas doae a li-
gue ; viius, c qoalquer aflujo venrea. B-
nlioM minei-acN. Toniatf-ie duus por semana, se-
puindo otratameato depmatiro. Fmdit un-
tiliei-pe-tira. De um ifl'ito niarav. Ii .-o as al-
inees cutneas e romix6es.
He 'on-niiid.iM.Pomada que as cuaa mi 3 dias.
O deposito na ra larga do Rosario, botica de Ilartholomeo Fiancisco de Sou;i, n
16.
Mr. G listar o DubotS ra ao Ccar.
O abaixo assiguado, esideiilo no tereiro
andar do sobrado n. 58 da ra Nova, scicnliti a
ao rcspcilavel publico o aos scnbores pas de tena
alumnos, que pretendo dar principio aj exerci-
cio de sua aiila no dia 3 de fevert'iro do correte,
c contina adnritlir alumnos internos e externos
para seren le.ccionados em primeifQS letra, la-
lira e francez. Recite 20 de Janeiro de 1860.
Jote Mara Machado de Figueiri-J.>.
.Collcgio Bom (' Machinas de costura

sell.o.

ja-
A rnatticula paran novo cursi de
\ geonietiia geograpbia c rhelorim
esta aborta aleo dis 15 de feve-
reiro.
OITerece-se un lapu/. rmn pralica de pada-
ria e taberna: qiicra o mesmo pretender, diri
ja-se ao pateo da Sania Cruz n. (i, e 6 ra da
Praia o. 33.
Preciso.
Precisase tomar a premio sobre hj |
I recio [eerrado e venda", dinheirn sobic uto lindo
esrravioha de 1G anuos do idade, por praz i de
seismezes; quemquizer fazer este neg io, sn-
nuncio sua morada para ser procurado, un in la-
gue na rua eslreita do Boario, armazem n.31,
que 1 lio diriio quem precisa.
| 9$ O padre Vicente Ferreira de Slqueira ;::
C;S Varejo, professor publico do 2o grao de j$
gf inslrucco elementar, as horas vagas ':
iona as disciplinas queprotesfa, ineiu- ;,
| S sive calligraphia, ain la mesmo por casas @
'r particulares quem de roo presumo se
. tizer utilisai diiija-se a Iravessa do Car- ;.;
vi no sobrado n. 1 primeiro andar, das II
de S. M.Singer &Ot de
New-York, o mais aiwtr-
fei^oado systema, fj
io pospon'o igual i .
lados da i oslara,
garante s. a segur
ilas u .i. I. tas e d
-
,c. ': ..... i : ...,-
,a do da i'i o i
nesta ag< u in ua
ag riles em Pernambuco Raymimd l
A Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
' ... ......
':
Gaslanha
s.
.
;
C\\c^
tms.
CAPITAL
iav\\i5cs Ae Vibras
cstcrVinas.
O Di-. C'jsun; de Sj' l'ereiraw
Rua Nova, cm Bruxelias (Blgica), w|^SSiW#?*r
' \ tJ> / rretisa-se de urua pcrfeila coznneira, pa-
SOB A BIRFCCAO )E E. KLRVWD
ga-se bem : na rua do Crespo
da i slrada de ferro.
Precisa-se de on a
n. 2, escripioris
para n ?e i:
Este hotel colloraJo no renlro Je unta da? espilaes importanies th Europa, torna-se .le gran.le l
5Jj, volt- de sua viapem ii^tfitcti-fcC1 Va'or por:ls brasileros e |iortiiginjzes, por seus bous cominodos e confortavel. Sua posicao
v I-vi a H'urona continua no e\cr- ^\l i uina ''as niemores ''a cidaJe, por se ochar nao f prximo s csla^oes de caminbos de ferro, da
\; ,. .. /51 Allemanha e franca, como por lera ilous ninutos de si, lodosos llientrc e diveilimcntos : e,
J. cicto . i.
pr
Ua' consultas em scu escripto
no, no bairro do lvccife, rua da'"/?
^J alm disso, os mdicos precoi convidara.
jNo hotel baserapre pessoas especises, fallando o francez, allemao, flstnengo, inglez e por-
luguez, para acompauhar as lotirislas, qur em suas excur^5es na cidsile, qi.r no leino, qur
enilini para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3S200 49000 )
por dia.
Durante o sspr.Qo de oilo a dez mezes, alii residiram os Exms. Srs. eoaselhero Silva Fer-
Jtfo!estai de olhos
dra, ciborios de tclha e igualmeule soluc os
objectos qoe contiverem os meamos edificios, :j?. ,. ii
qner consista em mobilia ou em fazendas de|5W '-"
qualqnerqualidade. '4- peito ;
Traspassa-se o arrendamento de um enge- ; j/5s. Molestias dos o
nho distante dcsta praca duas legos, renle-sn \\ .
nma parte no mesmo engenho, machina nova I f$ ]")< '
vapor, distilaeao nova ebem montada, 22boisjjfg
de corris, seis quarl >s, alguthas obras, saffra \\
plantada, ele. etc. ; Irala-se na rua do Crespo n., \
13, loja.
Pulilicaco litleraria.
Guia I.'isi -.Brasilcirodo Viajante da Europa
1 vol. em de500pag.: vende-se na niao do
autor rua do Vigario n. 11, brox. 3$ cncad 4-3
e Caracao c
ostias dos orgSos da {jera-,
do antis ;
Praticara' toda
operacSo que julgarconverj
porta da alfandega.
Caelano Piulo i> V.ras. n'u i! paz dn 1 "
dislriclo da freguezia do S. ^. de Santo A ni
desta cidade, faz sciento a quem interessar,
em transferido de fazer as audiencias do mesmo
jiiizo ao meio dia, como havia aununriado por
este Hii.rin n 11 a 16, para os i 1|2 horas di
larde dos dias tercas e scxlas-feiras, na casa pu-
blica das audiencias.
j;j Desi-nib arca Ja? ultiman i
v.; porto, proprias para pr-uiis, por che-
.:; garcm iuteiramcnle permitas: \-:
j;.j no arma/, ni Progreso no largo i Peni i *^
.':; u. 8, lano em p ii ;o r imn a i la
':.;. preco eommodu.
........ ......... .
Cbgnein a Pecfciicbi
Na loja do Pregiiica na rua !*>
QucitiiBdo n. 2. Iimii jiara
vender:
l lialy e merino decores, opti n i bm
ron pues sii lo> Je montara de Sia. ro
vestuarios de meninos a 3rJ0 e -100 rJso
do Challes Je merino cslampaJos intiiio fim
deminulo pri co >ie .' i la um n
modernas, bstanle largas, Je variados pai
a 260 e 280 ris o eora lo grvalas a i i .,
mais n ivel a 15 e 1200 raJai .
ouira- muiuS fazendas, rojos prec, esl
din&iiauerilc baratos, saiisfaio a expecl'li^a
dp compra lor.
- .- ...
... .
\ endem-se |i |"
'V O'..'
; : -
y. N i : ,'. i na Noa n. ..'.
j .

roo, e seu filho o r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( do P< ilo.
e os Dis. Fclippo Lopes
Netto, Manoel deFigueirdf Faria, edesembargador Fon tes Visgueiro ^ do Brasil, ') e muilas ou-
tras pessoas tanto de um, como do outto paiz.
OsprcQosde todo oservico, por dia, regulara de 10 a 12 francos (4&000 -iS->00.)
Ao boiel enconlrarn-se informacis exactas acerca tl C ([ttalfjtici- ^
en- }Q
c i t t M < M #??? V
te paca o restabelecim< uto 'o.-j
eus doente. f&
O exame das pessoas que o con- fih
i^sultaj'em sera' ietto indistincta-^
mente, e na ordem de snas en-|>
';) Iradas; fazen lo excepoao os doen- ''
IAI1ABE O) FOKGfT.
V*1
F.ste va !..>(' t\A :i|, i-.v..o.i pelos mas en'lnrntet mdicos 'le '
mu sendo o mrlbor nara cm: illi-ci;o:'s ilod branemos, ata<|'it>s ile |i'i;->, rriin ws in-rTosas e insomnoleiici >: i^nia cu < ..
j pela manba. e outra noiie sao saflicientcs. ) ilV.-ito deslc ixeeieuie Starojie ii..-i.u. io iii suio
lempo o doente e o medie >.
U dtposito na rita larga do Rotara, botica de Barnulnmeo FruneUiti de s... :i. .
i
Na
i\nina n.
g- ODr. Casanovapode ser procurado ^. J. aauellesaue Dor IndepcndeDCia precisa-se lallai aoSt.
5 a qoalquer hora em seu consultorio lio- g^ $$ tLS u> OMiOk, ou aqtieues que poi ^> ( Andr Alves
^ meopaihico tfc M motivojustoobtiveiein hora mar- K /* ADrea lo
}? 2S=BA DASCR0ZES=28 E ^cada nara este m. il. _______ _________
6 e 8 da praca da
(all
;s
& Reacia p;
^^4 i ojjmesmo consultorio aclia-se sera- : ; p+'J, .
Ifl p/e grande sortimento de raedicaraen- g^, ^ A appticjcao
^/is em tinturas o glbulos, os mais no- ^ Ja mentos indispensavetl cm variOSg
de .almos medica W KICA ^EBDAIIIFAE LE-
GITIMA.
l'mi cusa e.iiiongeiro precisa alugar ni
criado : a lialar na roa da Ciuz n. 10.
.FOLilISBAS PAR 18410.
l'.siao vcn.ia na itvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 6 as folhinhas para 1860, im-
Aviso u bella ra-
paz! ada.
Amanba i'J, haver ua roa das Cruzes n. 21
aceiada mode racca e os bellos petis :os lam-
bom fornece-se a!moco e janlar par< isas
liculares.
Caelano Faraco, Pasale Gusto, ulseppe
Janeen, subditos italiauos, rcliram se pora
i'i'iii.
Compras
Compra-sc papel de Diario para nibrnllio a
120 rs. a libia : na rua largo do llosaiio n. :;7,
ilo de assucar.
Aviso aos senhores de
f icbiiifhii s;
11
:: I -11.
\ i II '.- :
pelo di i |>ii 'o de 1. i 'i ; i
do Mallos, ; i i la n. M
t.'ll-
= = =." c 5 =. = 3
. -: :. -



geuhos.
pressas nesla
dados :
typographia, dasseguiutesijuali-
I2/pa e bem preparados, os elementos de f- geasos. como o do sulfato de alio- f
*'/* homeot alhia e Nvstera diccionario des &f <". > ,. ,. *
fennos ,le medicina. gj 3g pina etc.; sera fetlo^ou concedido i
fiTOraOT.!HBm^l&l';" A COnfianra que;-?
'^Tos^S^ !.rs,"7:'desua "
ja de dingir-sc a olaria da rua do Hondego, so-|5fflaccao, e.a necessidade prompla
bre as obras que vez de empreitada, com i con-, p) de Ku emprego; e tmlo quauto o \-
diro de oprega-las na obra a caaa do sino .< ,i,,mn, ,,m Iw-ix-li.-in ,lr Krus ?V
entrada dolArraial, como consla de dcumonlos, \;. DeneilClO c.C .cus .'f
j tendo asa idado pregar algumos pecas p ir um ,.^i doen tes. .;>
ial, etc. -iL'"'"""' "i;" i
DEMTISTaX FR&NCEZ. ^ Roga-se aos Srs. devedores a firma social
X Paulo Gaignoux, dentista, rua das I.a- ; ,|u Le le & Correia em liquidaejao, o obsequio
rangcirail5. Na mesma casa lera agua e Je man |ar sal(,ar S(.u. Jcblcs M ^ ()a rua j0
* I iSljSiAiAJLJL* tJ.MJUUiJLJU.JLi* Que'"aJO l0'
\r i i* jrc-noa lrc*nntes amorlca-
acema publica. c.-....vc. & Baker.
Transmisso do Huido de braco a braco, nas
r.ompra-se mol
do llamos n G.
Corcpra-sc tuna I t< ira
do-t; de mola : na praca da
dencia n (ic 8.
em porco : a tratar i o coes ;. = ~
2 3 H i" ": ; .'
va | < [crin- ~ r -z v ; .-; ; T 5-
la Indepen- %- \
OLHINHA RF.I.1G10SA, coiileiido, alm do
kalendario c regulamento dos direilos pa-
rnrhiaes, a continuaeo da bil .. do
Crislo t'-rasileiro. que se compoe do tu-
\ r ao -. ilo nomo de Dos, coroii 'ios nc-
Compra ie urna lileia: m.-sta tv-
rapia.
.- : Coi'.n:.:in--e as uinl i oni di Cer-

e amor, hymnos ao Kspirilo Santo n n'do na La, o Judas cm Sal
a N. S., a imitaban do de Sauln Ambrozio, ''''''' casa '1""' cas
ninas de coser : om casa de Samuel P.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os maisiminentes como remedia infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
ino, onermidades do ligado, dyspcpsia, deluli- I
dado geral, febre biliosa e iulerjnittente, enfer- \
midades resultantes do emprego de mercurio.'
ulceras o ciupcocs que resultara da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, achara-se obrlgados a prevenir o res-
peilavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaroes da Salsa l'airilha de Bristol que
hoje se vende nesteimperio, declarando a lodos
que sao ellos os nicos proprietarios da reccita
do Or. Rristol, lenio-lho comprado no anuo de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lem
direito de fabricar a Salsa Familia de Rristol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
mente em poder dos referidos l.anman i Kcmp.
Para evitar engaos cora desaprecia veis co-
no caso do> poderoso fornecer o retrato fiel dos binaroes de drogas perniciosas, as pessoas que
Augustos Monarchas Brnsileiros. o que at boje quzereDJ comprar 0 verdadeiro devera bem ob-
pra lao ..Im .1 de alean :ar-se, visto que as copias ; MrTar os scglli|(,s 8gnacS sm os ouaes qual-
Urogrophadas eram quasi todas sem semclhau- ,!,,r oulrapreparaco falsa
Osabaixo assignados, honrados pela incum-
i que receberam do ss. MM. 11., previnem
respeilarel publico, que se acham actualmente
quintas e domingos, no torreao "da alfandega, e 'obnston & C., rua da Senzala Nova n. 52.
nossabbados at as 11 horas da manha, na re- Piecisa-se tallar ao corresponden-
sidencia do commissario vacinador, rua estrella te (jos t.s# tenente-COronel llemetcrio
do Rosario"n. 48, segundo andar. v i, c, .. ,-
Jos Velloso dn Silvcira e rr.mcisco Xa-
w64S*itf 99 wo vier de Andrade : na livrana n. (3 e 8
DENTES :, da prac,a da Independencia.
AStTIfflCIAf!. 1
|Ruestreita do Rosario n.3@
'i francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- H
apelos doussyslemas VOl i.VMTi: ;.;
- de ouro ou platina, poflendo ser <$
0-C procurado na sobredita rua a qoalquer $
* hora.
Boga-se as possoas que devem na na da
C i ca do Sanio Antonio n. 15, lenham a bon-
dade de vir pagar o que devem ao menos os juros,
I ena de seren chamadas de oulro modo.
Simn Levy, subdito francez, reiira-so pa-
io ce Janeiro a tratar de seas negocios.
Roga-se a cmara municipal de Olindo, ou
antes ao liscal respectivo, que baja de vedar ao
,io do sitio Fundi margem do rio Bobe-
iib", para que nio continu a tapar o mesmo rio
como lera feilo, apezar das inultas que 1-vou ;
[ii!'-5e que a cmara mande examinar o
grande vallado que o Ial Sr. Norberto Leal abri
dentro do capim, moliendo grande porco dos
do rio para dentro, de modo que prejudir
1 i i navpj io fazer caso das lose das
intoridadcs, e n m das posturas addcionaes em
que segundo me lembra al inipou a pena i
- que tal fizerem.
I'recisa-se de urna oraa que saib cozinbar
0 fazei ti 'i o servico de casa ; no rua do Caldei-
reiro, taberna n. 6(1.
Na officina e galera da rua Nova n. 18, pri-
meiro on lar, continua-se a tirar retr'ilos pelo
6yslema norte-americano. Mais do 5000 retra-
lirados em quatro anuos pelo artista que
e esse estobelccimento, provom a bondade
rocessos empregados nicos, que garan-
ten umcelrato innalterave) e a aeeltacao quejrUe Jos'dest- ridirU nhai\o n*ina.lu
at do BEM ALTO lem merecido. No n esmo j j 1,. X0 aSI8na nma t
estalielecimnto se encontr o mais variado, la de sua aula se aclta aiieita, e que os iracta-se
trabalhos lectivos da mesma principia-
too no.dta 3 di evereiro prximo fu-
O interessados dirijam-sea casa
le sua residencia, n. 33, sita no
do Terco.
Manoel Francisco Coellio
Jaculatorias e commemorarini ao ss. Sa-
rami nfo e N. S. do Carmo, rcicio da
Via-Sacra, ilirecl irio pjra oraeao mental,
dividido pelos di s da semana, obsequios
ao SS. eraran di- Jess,' .".udaeos devo-
las as chagas de Chrislo, oraces a N. Sc-
nboiM, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, tesponco pelas almas, alera de
oulras oraces. Preco 320 rs.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kal.'tida-
rio, regulflineiilo dos direilos parochiaes, e
urna collec.ao de ancdotas, ditos chisto-
sos, conti s, fbulas, pensamentos moros,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
qner do cultura, e preservativo de arrores
e CructOS. Preco 320 rs.
1TA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, conii in o resumo dos direilos
parochiaes. Preco 100 rs.
Por causa de i
mo, \ rosca, u Duelo no.l'er.-iiro .Viola-., o !
ir a o das Almas e o Dia bu lia cacla : m -la i ..-
grnphia se dir.
Compra-se urna eserara preta que ,
cngorama lena e cosinheira. e un i .....
13 ou 1! aun >s, sem deleito algum : em rasa de
Jlanoel Ignacio de Oliveira largo doC upoS
no Bei ifi.
' -;- -*
Vendas.
i. _i
- *^
i
5
Sfrjrit--
V-
f
C^^>

r- -_

-
I
1
<*.



A\ so.

Grande sortimento.
ireia*-


-W: M\ZES
DE
tu
"id

Os estragadores de calcado

supe
e icontra-
ij oeste cttabelecimento, obr
lior pelos ttecos abaixo :
Hooiein.
ca alloma
Os Pernambuca os que lanto amor e dedica^ilo
manifestaram aos seus Augustos Soberanos em
sua recente risita a esla provincia aonde Ellos
deixarara recordares eternas, nao dcixarSio de
approveilar este ensejo para possuirem una
lembranca do seus augusl >s hospedes. '
Alera da simples pholographia em fumo, pos-
suimos retratos era oquarella e stoleo sobre lela,
quer para ornar salas, querpara repailiges pu-
blicas. O lira de que os incumbencias possam
ser satisfeitas com presteza, rogamos as pessoas
que desejarem possuir algum dos retratos acuna
o obsequio de nos prevcmrem com antecedencia.
Instituto photographico
DE
Stihi & Compualiia
Pkotegraphos de S. fl. Imperador.
Iua da Impertriz (outr'ora aterro dy
Ifja-Vist.) rfi. 12.
O profetsor de latm
Io O envoltorio de lora esl gravado de um
lado sob una chapa de ac, Irazendo ao p as
seguinles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
V. C9 Water Street.
New Yovk.
2 O mesmo do oulro lado lem tira rollo em
Na noate de 20 para 21 do crreme, desappa-
rereu do sitio do Sr. Joaquim Carneiro, no Man-
goinbo, um eavallo castanho, leudo urna molha
branca no pesquerdo, o com a marca O na per-
na ; porlanlo, pede-sea quemo liver a: halo, de
Icva-lo ao mesmo sitio, ou ao escriplorio da
rua do Trapiche Xovo n. 11, que ser bem re- Borzegjins aristocrticos. .
compensado. ; tos (lustic e bezerro). .
CoIlegiO Seibo, na (lo Hospicio D. 19. Dito econmicos. .
O director pretende abrir no dia 3 de evereiro i SapatoeS de bater (lustre .
i
I* V
;t ii

/ti/fi -SUni ti. 49, jan i
f'o) '
ft :' H.
.i {reja i
:n II illl: n
SsOfll

Ojsooo

SOOC
'< 10
OSOOO
S ICOS,
panno lino prelo >
. i

popel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha a-ha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Bristol i ni papel cor do tosa.
Que as uirecoes juntas a cada garrafa lera
nma phenix semelhante a que vai cima do pre-
sente ann unci.
DEPSITOS.
Itio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germa.no & C, rua luliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
J Companhia rua da Cruz n. 22.
Trasposso-se o arrendamento de um En-
proximo futuro os cursos de agricultura c de
commercio, creados pela reforma dos seus esta-
tutos. As pessoas que quizercm habilitar-so pa-
ira as respectivas aulas, podem vir ao institua
dar seo- non.es matricula.
Jos Mara da Silo Linios e Benlo Jos do
Rgo rcliiarn-se para o Rio de Janeiro.
Na rua do Queimado, loia n. b, desoja-se
falar ao Sr Francisco da Costa Maia.
Fazem-se vestidos de senhora para passi
Senh ora.
Borzeguins primeira classe sal-
to de quebrar) ......
Ditos todos de indin contra
calos ^salto dengoso;.....
Borzeguins pata meninas (br-
tissimos).
~ sobrecasacas de nu ri, ilpa
i ion prelos e di re, p ilel t.<
s de ;'' la o i i- 'oiir i d.....-
sei
uci .' ,'iia In
O.S'000 $1 Inaiico i '. coi >, de iilao e i
'' coleos de ..:. Ijo, i oil
j.' ores, tul ,1" -
-'i h de fu : in | m i
.
ijfoOO H [.i
Jos Corroa de Car val ho, subdito porlu-
guez, relira-se para a provincii do Para.
i.iuem precisar de om administrador para
engenho, cora bstanlo ortica, e acliro,dirija-s<
pateo
abundante e bello surlimento, que existe nesla
cidade, de quadros, molduras dourdas, posse-
par-touls e caizinhasde todos os lamanhose fei-
tios Constantemente recebe-sede Franca e dos
los-Utiidos ludo o que diz respeito a pholo- i imo.
graphia.e sempre desprezondo-se ridiculas eco-1 j
nimias, m.indam-se vir objectos mois modernos,
c- de raelhor qualidade : aitestam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
lem honr ido esse estabelecimcnlo. Tiram-se
retratos lodos os dias, c 03 precos principiara
em 1)000 ris.
Ferreir V'i//S>. prolographo.
Pop um corle d cabelloc
frisamenlo S00 rs.
Rua da Imperatriz n. 7.
I.ecomtc acaba de receber do llio de Janeiro
o primeiro contra-meslre da casa Augusto Clau- i s Aogados, n ) domingo 29 de Janeiro cor-
dio, o um oulro rindo de Paris. Esle esrabete~| rcnle, havar sor-ete na rua do llotocolomb,
! a rua do l.ivramenlo n. 26, que se dir qu-in
da frecuezia g mu" pn P ** Vtn'Ie-se uma Psr- Precisa-se de um torneiro que saiba bem
| te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor, i desenrpenh ir o seu lugar, e se d bom ordenod mi deslilaeo nova montada ile un todo, 24 na roa "^ Cotovello, padaria n 31.
e cairo, 6 qusrlos, e outros objectos : I #8 @ '; @g .
na rua ilo Quein.ado n. 10.
Vende-se na loja deNabuco &
X/a r'Ja Nova n. 2, eveellento ttn'a
t'^SS preta para n.aicar i .upa.
*"-'3S6S svaS Bk" i n -amrTWin

|S9
...^.u de BemGca.
Director e nico propiclario.
Estevo Xavier da Cmiha.
Esle colIcgio, legalmenle oulorisado, e eslabe-
I Alteneao.
m
@ Curso protico e Iheorico de lingua fran- S
ceza por uma senhora raioe/a. para dez .'.
-J mocas, segunda e quinta-feira de cada se- S
ife5 mana, das 10 horas at homo dia : quem fg
qui/.or aproveilar pode diri^ir-se a roa da &
.'.i Cruz n. "J, segundo andar. Pagamentos ;;
adianlados. ?;.-
M
^fftl
im
.'.V j i
agente Jo verdadeiro xarona do IV
.i.i-, ..
li-in
ia Ve-
ralos.
l!
n, lab. um la csiuina n. 2, .
j j in .
rior i inho i olho : I .
Dito dito l.isb >a e I'_. ira, i l
, niiii diiii Je Cello, .' i
i'ilo Du.:uo <;, arrafi lo,
merca lo, do lor Vi ,
llene/es, garrafa
Dilo dilo V, idelra, .
Dito superior, Porto, dem
Hilo dilo dilo, dem

. '
1 I,-

cpsa n. 7-'l, onde ixisle uma bandeira verde do
sfgnal; para a bol rapazeada refrescar, e oulras
mais bebidas.
Prccisa-se aildar
Prec Ua-se alugar uma escrava que co/inhe,
compre e faca todo o servico [menos errgommarj
de uma casa do pequea miia na ru;i do Im-
cabeca dos clieir.es para satisfazer os pre'.onden- | lancias, dirija-se a rua do Imperador n 10, bot- parador n. 15, segundo andar,
tes, os objectos em cabello serio faitea em sua '. ca, que se dir quem precisa Avisa-so ao Sr. Diniz [alfaiato francei do
presenca, ;j o desejarem, e ai-har-se-ha sempre i D-se dinheiro a juros cm pequeas por- comparecer no sobrado ao norte do gazomo
urna pessoidisponirel pora cortar os caWlM, c coes, M ponhores do onfo ou praia : na mi d'j I tro a concluir o n"gocio que nao ignora visto
peonar o? eaboras era cj$-> particular, 1 Borlas n, 122, oqj?.lqijor hora i) dia. miSos- s?bers'.ta morada.
cimento esla hoje nos nielhores condiees que
; possivel para satisfazer as encommendas dos
objectos era cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejain, marraba a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rselas, etc., etc., ca-
belleras de toda a especie para homens e se-
nderas, lavo-so igualmente a cabeco a moda dos
Estados luidos sem deixar una s pelcula na [
de una mtilherde bons costumes, que d fiador
desua conduela, piro lomar cotila de uma casa
de pouca familia : quem eslivcr nessas circums-
porador n. 17, dirij.i-se esla mesma loja, onde s
: Precisa-se alugar una escrava pora o ser- i achara pessoa pan sso autorhnda. ^g
vico interno e externo de urna casa, assim como i Roga-se aos Srs. deieilnres do estbelo-' Jg
lambem um escraro : lia rua da Sonta Cruz, n, i6. cimento do fallecido Jo da Suva l'inlo, o oh- -^
Quera liver um inoleque para alugar men- j se.quio de saMarem seus tlebilos na rua do Col- <
salroenle, dirij.i-se o rua da Cruz n 45, egundo legio vena n. 25 ou na rua do Quoimado loja jg
n. 10. jQ)
^^?&f&jmm^:-&^'^i'u>Y:'......};,"s''i *'"" .
*i| | Dilo uchim, o mais superior do
'& Manleiga ngleza Qor
1 Hita dita de CiO a
lula francczi muito superior
Latas de ssrdinlwa de \ wl -
Ditas ditas muito superiores
Dilas de b'.seoilinh.is Anos
Hola ha anieln ana, libra
Dita ingle/a
Vinh> engarrafado Xhlv.ul.i sup r
ta ultima moda.
Prcci.-c-se de uma ama quecoimhe bem, para
taso de hornera sdllero no ru do Im;."-,;'ri7,
!"jo v.. 82.
Vofide-se hilos rccenlcinenle rhegAdos
[ehspeosdo SMinora para passeio) no s.e-
/, gutid ) andar do sobrado da esquina di
gS rua do OueimadO por cima .\ loja do Sr.
Prcgufoa, enlrada pelo voceo do Pcho
ifg Frito ii. 1
lo
'
;-*tiu
121'
!1A
Tares de garrafas braieas, r, pi i 2t.3f a -S flariis de gn.ic ingb'Z em -*aiM las. uianlei-*
ga franceza c ingleza. cm barris m >-.
antros muitos gneros qw \ r^ndom p n -
noc po cm o-itr-i quol luce p


m
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 30 DE JANEIRO DE ,860.
Vestidos de seda.
Venlom-se corles de vestidos de sedacom 2e
3 babados, armados, de 20j> a 40 cada um, sen-
do de 4 portas da ra do Oueimado n. 10.
w Tw^ c-iii ^n>\j c ii><3 Cvus i/jiw Caf ^* c/jjv P"l^ft"%.
Aviso aos ruinantes I
Vende-se na loja do Nabuco i C. na
roa Nova n. 2, o soguinte:
Pumo caporal, o maco IgOOO
Diij Papel para cigarros o liuiuho 120
Cigarros Doia Fogn, o maco 200
garreiras de palha.
' lOitas de marroquira.
X. taruteiras (io marroquira.
11 ilcag para guardar fumo.
i f.nras para segurar cigarros.
' Ijjcaes para charutos.
liicliim'jos finos.
Kelogios.
De novo ..liegararn os afamados relogios in-
f.1 v.i- le ouro.de patente, e esliio venda no
a de Rostro Rookei & C, prara do Corno
saunlu u. 48.
Na ra larea do Rosario n. 58,
segundo andar, existem para se vender
dous escravos pepas de 18 a 20 annos, |
propno8 para pagem ou boleeiro.
tsy Defroiitc da matriz da Boa Vista,n.86. ven-
dein-se e alugam-se bichas de Hnmburgo, por
menos do que em qualquer oulra parte, amola-
se qualquer ferramenla, lira-se e chumba-se
denles, sangia-se e faz-se ludo quanto perlence
b arle de baroeiro.
Si'ara acabar vende-se
barato na loja de Nabu-
co & C na ra Nova n. %
o seguinte:
Borzeguii s de diiraquc gaspeado de
luslje para senhora a 32
Oilos dilo dilo para honicm a 7j
Sa pal oes le lustre para homem a 58
> Sapaloes le iustre para menino a 4g
Hilos de l'ezerro para meninos a 3sj
Botinas d; bezerro para menino a 73
Uilos do curaque gaspeado do lustre
i j.r para nicniuaa 2$
ffi Sapatos tazos de lustre cora salto para
Queimado ai. 40.
Grande c variado sortimento
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recetadas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-se as amostras cora penhor.
bomem a
Ditos dilo;: sem salto a
2^ Ven lem-se 20 escravos de ambos os 80-
iendoS mnlatiahosproprios para pageos, 2
moloques de 12 annos, 5 escravos proprios para
lado o M'ivi_,. e 10 esciavas com habilidades e
ten) ellas, lodos se renden) por procos comino-
dos, a prazpe a ilinheiro e lambem'lroca-se : na
ra Direita n. C6
Ricos orles de veslido de seda de cores
de 2. saias............................
Ditos de dilosdo seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gnzn phantasia
Ricasromeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de louquim brauco bojdadosa
3?e.................
Grosdenaplede cores de quadrinhos co-
vado

S
9
i
80$000
1S200
gil
ara vi
draca.

m*i&m$%
'$ vendem-so camisas francezas do di-~S
2 versas qnalidades, eeroulas de liiiho, di- J%
is do algudSo, camisas de meias ele,
Ludo por preco com modo : na luja de Na- <*>
buco& C. na'ra Nuva n. 2. S$
'^ 3i
*:<.- tssfasisra e*are%!^0le*rt09vgB3Ss
Oleados pintados
a 2.<000ocovado.
Lind is padres e boa qnalidado : na praca da
Independencia n. 24 a 30, chapelaria de Joaquim
Otireira Maia.
Aprazo ou adi-
nheiro.
Vende-se acocheirada ra da Cadcia de San-
to Anti nio n. 7, leudo 5 carros c 1 reo coupc
nem uso algum : quero pretender, dirija-se i
mesma.qne adiar com quem trotar
Vendem-se foges de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo i fuma-
ihas. e romo para coziuha com lenha ou carvo,
ptima inven, fio pela economa de gastar um
terco de lenha ou carrao dos aicos, c de cozi
nhar com mais presteza, tem a differenca d
amoviveis, oceuparem pequen o espado da
casa, e de fcil condiiccao: vendem-se por pre-
sos muito mdicos, na fundicao de Francisco a.
- i Hes piitaj ra do Itrum, e as lujas de
rens de Cantoso, junio a Conceicao da pon-
. liecife, c rua do Queimado n. 30.
Na loja doserlanejo,rua
do Queimado n. 43 A.
berara em direitura de Franca, de encora-
da, os melhores chapos de eastor rapadoss
i brancos e prelos, e as formas as mais mo-
dernas que tem viudo ao mercado, e por me- '
eai .mira qualquer parte, ossira como a
tem um graode soriitnonto do enteiti
J> vi, rilho prelose de cores pelo diminuto pro-1'
1$ cada um, assim como tem chapeos de
sol c'e panno o 18200 cada um em perfeito esta-
do, i friuras brancas muito tinas a 320, ditas de
. guijo de linfaoa 1,? urna, cambraia prela tina
a 360 o covado, e a vara a 560,e a 64o. gangas
a 540, brim branco de linho a lj200 a va-
olleles de velludo de furla-corespretos a
', ditos pretos a 8 c a )$, calcas de case-
de cr a 7, 8 e l\$, ditos prelos a 7, ites de gorguro a {, 5 e G, sacc
ra viageni de diversos lamanhos, eiascruas, por
'o, a 1*500, ditas a IJ60Q e o a
. Gnas o 3 c 4$, chapeos enfeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pro-
co, e tudo o mais aqui se encontrar o proco,
e nao se deixa de vemuder.
A6$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de iouca.
1
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
\ armazem do loura, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
! inulto commoclo, assim como vendem
' se vidros a retallo do tcmanho rnais pe-
! queoo at mais de ( palmos.

Vendem-se I uvas de camurca
brancas, amareltas e p re tas para ini-
lilares. na loja de Sabuco & C. na
ra Nova n. 2.
Paia da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustro para carros, sellins estlhoes in-
glezes, caniloeiros e caslicaes biou/.eados, lo-!
as inglezas, fio de vela, chicote para canos, e
mi ni ii. i, arreios para carro de um e douscaval-
"'. e relosios d'ouro palate inalezes.
^iSJiUli:Li,-d i I .: '
1M0SELLE MOSSEIX
em garrafas e meias gar-
rafas.
C.J.Astlev&G.
Sepro contra Fogo
COMPAHIA
s
a
*
v. '
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, pelo Dr. Mello Moraes : vende-se a
' > o vulutne, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
< da praca da IndcDendencia.
AGENTES
J. Astlcy & Companhia. ;
' a m OHI11 bBM .
Meias de seda de peso
para senhora, brancas c prelas, o para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite
& [rmn na ra da Cndeia do Recife n. 48.
l Venile-se
l Dito de dito liso.cuvado................ 1 !h800
Seda branca lavrada covado lgCOO a....
Grosdenaple prelo lavrado covado......
Jilo dilo liso encorpado a lgfiOOe....
Dilo dito com 3 palmos de largura a
lj>C0u o..............................
Sarja de coros larga com 4 palmos do
largura covado a......................
Gazc de sedada China de floreseli's'tras
covado a .........................
follar de seda de lisiras gesto novo co-
vaflo............................
Setim de escocia e diana de seda covado
Cnaly de flores novosdesenhos covado
uarejede sedado variasqualidades co-
vado.................>#--
Meiovelludo do cures cavado'.'.'.'.'.'.''.'..'.
elbutina de todas as cores............
^elim de (odas as cores liso covado ...
Bnlnantina branca muito fina a.......
tintas francezas clarase escuras a 260e
Casomira preta fina algOOe..........
I auno prelo o de cor fino provade li-
mo a 3500a.............
Corles de casemira de cor a ~>} e..'.'..'.'.!
Cassas organdys de novos desenhos a
vara....................
Ditas francezas muito linas a.'.'"'.I'...."
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhasde cambraia bordadas deponta
Ditaadedilo bordadas a 600a..........
Tiras c entremeiosdecambroiabordados
lucas mantas pelas de linho para se-
nliora ..........
Dilas ditas de blond brancas: e pretas..'
Chalesdc sada decores, prelos e roxos..
uiiosde merino bordados com franjo de
seda................... '
Hilos de dilodito de ia........!'.'.!'.!!!"
Diios de dito liso dilo de seda!!".!"!!!!! 600
Orto de dilo dito de la.................. 4^500
Dilo de dilo estampados lino lisia de
seda.................
Leos ,Ju cambraia lie linho bordados
lino--........................
Oilos de aluodod'e labyrnthoOe!!!!
Capellasbrancas para noiva............
Enfeiles devidrilbo preto e de cores___
Aberluras para camisa de esjzuiiio de
linho........................t<
Oitasdedilo de algdo'brancas'8d
cores...................
Saias balao modernas..................
Cha pe francezes forma moderna......
Gravatqs de seda depona bordadas a
velludo..............................
Camisas fraiiceas de' cor"e"brancas
Anas a I98OO e........................
mas dias de fuslao brancoe de cor!!!!
wias ditas de esguio muito linas mo-
dernas ............
Seroulasde brim de al'godo e de iih
'fas de casemira prela selira 9A e....
unas de ditas de cores 6J c............
Dita de meia casemira ............
Hijas de brim fino o. varias qualidadas
"le Culleles de velludo, gorguro,
,. ; '-'' e setim.................... ;,0Ul(V,
^asacas de panno prelo muio uno 30s 40ooo
Sobrecasacos e palelots de panno pretu
fino -2n e....................
Paletois de casemira mescladagoli d
velludo ...................
Hilos de alpaca prela muito finos!!'.!.'.
D os da merino selira prelos e do cores
uitos de meia casemira..................
Hilos de alpaca prelos e de cor forrados
uiiosoe brim branco epardo linos......
5.r SS500 e.........................
Hilo do alpaca prelo e decores!!!!!!!!!!
elogios de ouro pateo........tos......
e


2*600
2S000
25(500
2g00
1S500
16000
15000
1*000
900
500
1J500
71111
800
500
320
2S500
VgOO'i
7#0O0
lfrtOO
500
9
1^500
9

I
7-r,no
7S09U
8-3000
I?
laooo
s
9
?
6*000
8^500
S5O0
2-5U0
llgnoo
IO3000
4g500
59OOO
3500!
18S0O0
IO9OO '
9S00II
7a0oti
(350II
62UI)
AUenco.
Aenfle-se farelo de Lisboa em saceos de 96 li-
rlrnn^0 baral Pre lio <>S sacco, milho a
51500 o sacco, arroz do casca em saceos, dilo do
Haranho. caf do Ri, feijao inlatinho, gomma
do Araraly a 2g500 a arroba, courinhos de ca-
bra, esleirs de polh.i de carnauba, vassouras
dem, batatas a 2g300 a arroba, muito novas,
figos minio frescaes a 18600, passa a CO u libra,
doce do guiaba, velas de carnauba, dilas de es-
permacete; todos estes gneros vendem-se por
menos preco que em oulra qualquer parle : no
armazem da ruado Rangel n. 62.
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer durillos
c cigairo, e mascar em caixinlias de 20, e 40
libras no prec,o de 450 ri< a libra ; na ra da
Cruz do Recifo n. bfi primeiro andar.
Raridade.
Vende-se ura excellente mulato de 18 annos,
minio bonila Bgura, com principio do oflicio d
ferreiro : na ru do Queimado 11. 32, loja.
2$000c2S500 a peca.
Algodo trancado americano branco, proprio
para loalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toquo de agua d.u-e : no armazem Ue fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Chesuem ao haiato.
l'A
FUNDICiO LOW-MOW,
I> J. O_____1. m,____ n fi
toa da Senzala Kova n. 42.
Neste eslaheleciniento continua a haver um
comapleto soi (intento de moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e
para dto.
Cortes de vestidos
Fazendas por precos bs-
ralissiffios.
continan) a torrar na ra
t.'. 18, peras de cambraia li-
O I.eite j. Irmao
da Cadeia do Recife ..
sa com 10 jardas a 45O0 e 5J, lencos de cam-
braia de linho a 35 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linios padrees o 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3-3800 a duna, ditas cruasIn-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a -goOO, e bordados a 6?, palelots de
alpaca prela e do cores 3 &5, coroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
J0*" duzia, organdys de lindos desenhos a
llOO a vara, cortes de cn=sa chita a 3,$, chita
franceza a 210, 280, 300 e 400 rs. o covaJo, peras
demadapolo com 30 varas a 4$S00, 5S, 5S50,
0, 7 c 8?, chitas inglezas de .ores ftxas a 200 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 e 4#, corles de
cajea de hura de linho a 2#, dilas de meia case-
mira a 2?2i0, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras multas fazendas que se vende por
barato preco.
_ Vendem-se 200 peras portuguezas de 45 e
0 brasileirasde 20^ : na' praca do Corpo Sanio,
escriplorio de Manoel Ignacio de Oiivcira.
sormenlodecha-
O Preguica vende em roa loja pa ra d>. Quei-
mado n. 2, as seguinies fazendas :
Lencos de cambraia lisa muito una du-
. de todos osUmaho DitoTde cassabrancose de cores. d.:
Cambraias de cores de diversos gosios
covado
Chitas francezas de lindos padrees co-
vado a 290 e
Chales de merino lisos com franjas de
relroz, um
lYn pn-i iIa Ai1A;i.i..] m >? I-.. J r i Dilos d(! dil bordados de velludo, um
i\a rOd (10 (JllCimadO n. 37 lOja dC 4: Dilosde dito com palmas de sed.., um
Iaj600
I
2W
300
de seda
------_U yiltillii.tll) n. o >mj v ti 1 vinue uno com palmas OQ sena, un
perlas acaba de receber nelo ultimo ,V')1ca de.seda du quadios. covad
n.,1 ;n : ,,!.> .1, 11 1 i Meias muito finas para senhora. du/.
IKHIO >lild do lla\re um COmpIdO SOI*- Ditas ditas pardiU, duzia
limento de vestidos de seda de 2 saias, ',1llas uilaa i,1ra dila. di"i;'
2 babados e de avcntaI,os pacs se veu- KdCSS FSZVEli,
deio por preco commodo. f,,vado,.
pi .* Corks de d,la mullo fina
dnapelinas de seda e de W** <* bordada
.. Bnm-brance de Itnho fino, vara
velludo para senhora. !!:SS::;s
Ricas eianelinas de seda c de vellu- "Il("lil dp, vara
do para senhora: na ra do Queimado ^dTd"^^^*8 que s
6fKi
I
.:<>..i 1
::>fMio
500
I
1
a. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas trolas e maagaitos de can- "v "",iuo uu osuyu
J^j^^^^ow,iajaCobertas de chila
Pal i tos de Brim S000
Na ra do QueimaJo n. 19. estao-se acaban-
do Tulits do Brim a 3{>00
de 4 portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-;
Icamente bordados: na ra do Racima-
do n. 37, loja de 4 portas.
a ZgOQO.
Ra do Queimado 11. 19.
Armazem de uzeadas
Peales de tartaruga.
Ricos peotes de tartaruga para atar .orlc ri:Ci"0 tr*aea i3eoTa4os 1
kalin .. .. .i~ /i...:.'.._.i. nm i 'icos emfeiados para /aei.iio
MiJ

peos,
5<:n(to
3g500
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
do ultimo go=to. recetiUmente
idus, dos bem conhecidos c acreditados fa-
lles J. I'roadwood &Sons de Londres, e
muito propriospara este clima.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e [orte.com assento para 4 pessoas de
'}.....r". forrarlo i panno lino, e ludo bem amusjado :
r, com o Sr Poiriei no aterro da Boa-
' no escriptorio de James Crabtrce & C. n.
12, la ua Cruz.
ttua do Oueimado
Folha de cobre e Metal g
amarello. i
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhinha para marci-
neiro.
A inhos finos de Champa-
rme e Moselle.
Lonas da Russia e Brim p
de vela: no armazem |
de C. J. Asttey & C.
KC3K49M0W OI ; "MOCO C*
Chapeos de castor prelo
e brancos
Na rna do (Jueimado n. '1, veudem-se os me-
lhores chapes de castor.
m
af
1

aapcos
k seda paral
senhora.
91
8
1
>}
Campos & Lima tem para v*uder M
chapeos de seda para senhora a IOS cada nm : na ruado Crispo 11. 12
i
RELOGIOS.
Vendo-se em casa de Saunders Brothers &
C., praca do Corpo Santo, reio>os do afama-
do fabricante Itoskell, por precos commodos,
c lamb-m trancelnse cadeias praos mesmos,
de excellente eosto.
1
Vende-se urna prrta crionla muito moca, de
esveila tigura. com una Dlha de 4 annos* sabe
perfeilamen.e engommar e comihar, o propria
para casa de tratumento : no largo da Assem-
bla n. 6.
i
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
ae a tos, ditos francezes de seda a 7,?, dilos de
castor brancos a 14$,-ditos de velludo a 8e 9-3,
ditos da loutra de lodas as cores muito tinos, di-
tos ,n; palha ingle/es de copa alia e baixa a 3c
).-:, ditos de fe| tro, um sortimento completo, de
i!g500 a G9&00, dilos do Chile do35O, 5, 0, 8,
' 10 e 12j>, dilos de seda para senhora, dos mais
modernos, a \, chapeinas com vosdo ulii-
mo gusto a l., enfeites Onissiraos para cabeca
a 4!>)0 e 50, chapeos de palha escura, massa'e
seda, minio proprios-para as meninas de escola,
sendo os scus precos muito em conta, ditos para
baptisado de meninos o passeios dus mesmos
leudo diversas qualiaades para escolher, bonels
de galao, dilos de 111,11roiiiim, ditos de vellu-
do, dilos enfeitados, chapeos de boa qnalidado
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; analmente outros muitos objeclos que se-
na cnfadonlio mencionar, e ludo se ven de. mui-
loem conta ; e ossenhures freguezes vista da
la/onda (icario convencidos du verdade : na bem
conliHcida loja de chapeos da ra Uireila u. 61
de liento de Barros Feij,
Taclias pura cngeDho
Fundico de ferro e bronze
Di-
Francisco Antonio Correia Cardozc,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE I0LL0WAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, comporto inleira-
mentede hervas medicinaos, ao contcm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecti ria. Be-
'Rnoa mais lenrainfancia, eacompleico mais
li oa igualmente prorapto e seguro para
desarreigar o mal na conipleicao mais robusta
inteiramente innocente em sas operaees e ef-
feitos; pois busca e remore as doencaa de qual-
quer especie egro per mais antigs e icnazes
quesejam.
Entre milhares de pi ssoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam as porlas da
morte, preservando emscu uso: eonseguiram
recobrara saudc e forras, depois de haver tenta-
do inililinenie todos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devem cniregar-se a de-
sesperarao ; racam um competente ensato dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperaro o beneficio da saudc.
Nao se pena lempo em tomar este remedio
para qnaiqucr das seguintes enfermidades :
Ra do Queimado n.
Saias bordadas a 3200
cabello: na ra do Queimado n. 37,!',ae, 1f
l j r ^ cinta a 100 covado
loja de 4 portas. ,,,,JS de rLla mudoiia fiIia,
tamisas francezas L a ,55u0
Ricas camisas francezas tanto de du ^ *"*?* Z ^
I pe0 dC lillllO COmO de algodao C de fus-1 < hales eseuros para ir E0 banl.o I ilO
' tao: na ra do Queimado n. 37, loja de C1,ilas fr,ncczas muito finas mudas
\ portas. ras a 240 covado.
lir^i^r!.-. nn n Lira com,lulosoriimnito de malapolto.
lioncts para enanca a? 9A0n o
Ricos bonels de marroquira para ^ ZlilKJ d UZIa
crlaoca: na ra do Queimado n 37, lo- Lencos tie cambraia para ilgibem a 2,o(HJ
ja de 4 porlas. zia rua do Queimado n. 19.
VSTBSSSSrSSi Cor,es ^MkriB pretas
meopalhicos enviadosf s Na rua doQ,,eimaJo "'
da Europa pelo Sr. Dr.f
M Sabino O. L. Pinho.
a Esics medicamenios preparados espe-
^ ciaL_jnte segundo as neressidades da
X homeopathia no Brasil, vendem-se pelos
K precos ron hecidos' na botica central ho-
%r. meopathica, ra de Santo Amaro (M-iudo
K Novo) n. 0.
&.^^sS^Ss3
No deposito
gelo.
Vendem-se barriquinJias
com manaes da melhor quali-|
t dade, viudas 110 a vio do gelo,
l*d preco de S;s a barricruinha.
Vendem-se fazendas por barato
proco e a I gomas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rcia-
lho: na ruado Oueimado loja de 4
portas n. 10.
GRA3DE E VARIAD SHTHDITe
do" Rouasp eilas c tondas
:
KA
eanaazem
u
Chapeos prelos,
Na ra do Queimado
numero 19.
Cliapeos prelos de priaieira qualidode, e de
turma elegante a 10$ cada um.
lovenco apenes-
Coaila,
Bandos ou almofadas
tie crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re
cife n.48, loja de Leite & Irmao.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie & C ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para hornera
loja do A portas n, 40.
An la restan algumas fazendas para conclu-
ir a li.iui.lnrf.o da firma de Leile Crrela asi0 ncnhora' arreios prateados para cabriole!, chi-
quaes se vendem por deminuto preco, sendo en- | C'eS para Carr' .*" ^ cavall elc-
ira i utras as seguintes :
Magos le meiS cruas para iiome:n a
Diios de ditas decores
Unos de ditas cruas muito superiores
Dito- de ditos para senhora
Diiosde dilas muio finas
(orles ile calca de
meia casemira
cores
Botica.
1 JftGOO i r.arlholoineu Francisco de Souza, ra larga
251)00 d" Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
400n,pB,,1rsr:..4T ,
Rnb LAffectcnr.
Pilulas contra sezoes.
Ditas regetaes.
Salsaparrilha Biistol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pillas americanas (conlrc febres).
19000 i Ungento llolloway.
Qf-nan1 l'ilulas do dito.
Elliiir anti-asmalhico.
30)0
45000
2=00
TiSOOO
Ditos do (lilis de casemira de
Ditos de ditas de casemira preta a 5 o 63?O
Brim trancado branco de linha fino
vara
Corlea le colele de gerguraode seda
Pana p eio fine, provade limo 3J> e 45?0()0
Grvalas de soda prota o de cores 15000
Bisca>los francezes, largos, cores fixes
1 a lo 2C0
Chitas francezas largas finas covado 240
Ditas elreilas 160
Riseados decassa-de coros lindos padrees o
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Pessas decassa branca bordada cora 8 va-
ras por 25OOO
Tiras bordadas 2u0
Caadiraia lisas muito finas peca 4*000 prta da atandefa.
ErnesnnM de cores para vestidos covado 240 r ._.. **
Chille* de laa bordados de seda um 2ft(i0' j
Grodenaple preto, largo covado 1800 e 2J00
Se.la, e sarja lavrada 1800 e 2tiOO
Vestidos b.-ancos bordados pata baptisado 5J500
Ve0> bordados para chapeo 2?(>0O Relogios de ouro e prata, cobertos c dcscober-
Knra ineios bordados l60i!tos patente inglez, os melhores que existem no
Aih.nili.do adamascado largo vara 1=>80 mercado, e despachados hoje, vendem-se por
Lencos deiliita oscuros um inn i pr?os razoarcis : n escriptorio do agente Oli-
'u,,r. 11L _. !.i:.. .....j. JaIT^j rua d Gadcia fl0 Recife n. 02, primeiro
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 onras a
121ibras
Assim como tem um-grande sortiraenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Ln do Londres, vendem-se unicarae
armazem de Luiz Aunes deron
arandega.
Vendas.
V
Alcatifa a
500 rs. o covado.

5*
ya Campos & Lima, tem para vender J
^= alcatifa com quatro palmos de largura a M
* 500 rs. o covado : na rua do Crespo \
mwmmm mmam womm
LI10B
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A npulas.
Areis(malde].
Asi ima.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exteiwia-
cao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Bysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei midades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
I'nxaqueca.
Ilerysipela.
Pebre biliosas.
Febreto internitentft.
Febreto da especie.
Golfa.
Hemorrhoidas.
Hidropesa.
Ictericia.
Indigestes.
fnflammaces,
Ir regula ridades
menstrua. ,.0.
Lombrigasde toda 1 g-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenciio de omina.
Itheunialismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal.
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de !
ouro patente inglez, para homem o senhora,!
de nm dos melhores fabricantes do Liverpool,'
vindos pelo ultimo paquete inglez : coi casa d
Southall Mellors & C
Rap.
Na rua larga do Rosario, passando a botica dn
Sr. Bartholomeu, asegunda loja de miudezas 11.
40, ha para vender rap princera Rocha, muito
fresco, dito de Lishea para oitavas, dito grosso,
dilo fino, dilo meio grosso, dito meirao, dilo
rolo francez.

i
i

Para (locles.
Sangaj de cores para palitos covado
200
veua, rua da Cadeia do Recife
andar.
m
t
Vende-se na loja de Nabuco C. na
3 rua Nova n. 2, camisas de casemira. di- 5;
las de flanella, ceroulas do meia, meia de @
la ccarapucas de meia. $1
Arados amllennos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C rua d;i Senzala n. 42.
Cocos italianos
de folha de fl uvlre, muito bem acaba
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatro dos no^sosa 400 rs. um
e 4# uma duzia : na rita Direita n. 47,
loja de unileiro.
Vendem-se estas pilulas no estabelccimento
geral de Londres n. 22f, Strand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas c outras pessoas
enearregadas de sua vemia em toda a America do
Sul, llavana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada uma
dellas, conten uma inslrucco em poruignez pa-
ra explicar o modo de se usar rieslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pliarmaeculico. na rua da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
Attenco
Vende-se uma porcao de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do excellente carregamento ciie-
fjado ltimamente de Montevideo: os
preterdentcs dirijarn-st ao trapiche da
eompanhia ou ao armazem de carrocas
em Tora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachase moendas
Braga Silva & C, tem snrapro no seu deposito
da rua da Moedo n. 3 A, um grande sorlimoiito
de lachase moendas para er.gcnho, do multo
acreditado fabricante Kdwin Mi\v: a tratar no
mcsrr.o deposito cu na ran do Trapiche n 44.
Na rua do Queima-
do n. 16.
': Ricas sobrecasaras de panno Ri
; e de cores a 2SS, :jiis e 35*, lam
paletois dos mesmos pannos 1 _:'-
!r paleiots de rasemira de core- d
. bom gosto o tinosa 12a, U$, I6S |g
tris do panno prelo para menino'a :-- .
: 25, ditos de casemira de con
. calcas de casemira de cores e pretos
: lamente para meninos a 7?, 83, !'.~. |l
: M. colletes de gorgurio de s da ,
: """ a 5S. 68 e 7g, paletolsd ,
f-: tos de cures saceos a I, ditos sub -' :
': a .7.? c $. dilos de brim, de 1
i fuslao lano branros como decores
1(500, 5 o 6J, raleas di brins branros mi -
: lo linos a 5$, 68 o 7?. colli -
; cores a dg e 3:500, camisas para 1
_; de diversas qnalidades, cal -
:: cores lio;,. :, :i-r,n.i, 5 e 5;, .;:
p. monto de vestidos de cambraia brai
bordados do melhor goslo que tem eppi- :
, : reculo a 28, manlrlrli -
; cor muito superior- goslo e muilo n I
: a 20g rada um e i;, ricos r
': cambraia bordados para menino a |Qg
"; los para senhora a 15|, ri-os eos
: froco de velludo gosto melhoi
' : parecido a 1(); I;, e OUtras D
[ zenda8 roupas feitas que com a pres i
: do freguez se far patente.
k u" ireguez se lara patente.
suazeiH de fazendas. Casacas para a paresn
Rua do Queimado numero 19.
Cortes de riscado francez 31 [2 corados a 2j?50
('"bertas de cnita a -jo..
Chapeos enfeitados para meninos e meninas.
Ditos prelos linos* ultima moda.
Ditos de feltro.
Cambraia organdys muito fina.
Chales de froeo de (res pontas.
Ditos de merino bordados de duas pontas.
Hilos muito finos bordados a froco.
Ricos chales de louquim bronco.
Corles dn seda de duas saias.
I.uvas enfeudas.
Manteletes pretos bordados.
Lenc.es para algibeira, brancos, a 2J a duzia
Camisas indezns
Slua do Queimado n. 37.i Vende-se
Neste mesmo estsbelecimento ba i
: grande sortimento de eaaaras pretas, as-
| Sim como inanda-se fazer por medida a 1
lade do freguez. escolheodo os mesmos ns :
pannos a sou goslo sendo es uti os a 35a
e 40.
uutllli-UJ lll^l
No mesmo estabelecimenlo ai al .i de i be-
' ; (?sr um grande sortimento das n
;; camisas inglezas peitos de linho con
j largas, ultima mola, por i ,,,
h quautldade delerminou-se a vender i
menos do valor sendo a duzia a 34
A 30$ corleo de vestidos de seda quecustaram
60?; a la?corles de vestidos de pliautasia que
custaram 30 ; a 8 na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife ti. 48, lo-
ja do Leile d Irmao.
Enfeites de vidrilho c de retroz a 4ft cada
um : na rua do Oueimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rafa ScDmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-1
te Trattrr inn de Ilatnburgo.
MI
Estopa,
Lona,
Camisas inglezas finas.
No armazem de Arkwright
rua da Cruz n. 6!.
A C.

1
c-
@@gg f$S9 esa>f
do deposito geral do Rio do Janciio: a tratar
com Tasso & lrmaos.
Fariulia de mandioca
nos nrmazens de Tasso & lrmaos.
Milho
nos armazens do Tasso & lrmaos.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos F.stados Unidos : nos
armazens de Tasso IrmSos
vinho do Porto, do mais superior, engarrafadv.
dito champagne, idem, dito muscui, idee
armazem de Barroca & Medeiros, rea da Cade
do Recife n. 4.
Rua do Codorniz n. 8.
Batatas novas em guzos de 40 libra-, a 1
feijao inlatinho, saceos grand. s, lg, o i
gneros mais oaralos do que em oulra qu,
parte.
Sapaloes a 800 rs.
Vcndem-sc sapMrs do Aracatv come;
obra minio tina a 800 rs. o par, sapatos de mar-
roi|nim para senhora a 800 c uO0 n. o par : na
ruada lmperalnz. loja da boa f n. 74.
Escravos.
No escriplorio de Guigel Irmos, na da Cadeia
do Recife, primeiro andar n. S8, vendem-se dcu>
escravos famusos, d'um dos quaes se far um \-
celleitle boleeiro.
Labyrintho.
Vendem-se loalhas e lencos di lab] i qUm
escriptorio dn Gurgel Irmao?, -na da rj,dcia d(
Recife, primeiro nuder n, 28.


DIARIO DE PRNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 30 DE JANEIRO DE 1860.
FABRICA
m
DE
uummmk i mmm m unu
Sita na roa Imperial d. 1 i 8 e 120 junio a fabrica de salmo.
a
DE
Saso Ida Silva dirigida por Manocl Carneiro Leal.
Ncs'e ostabolerimenlo ha sempre promptos alambiques do cobre do
le 300$ a 3:000$) simples p doblados, para destilar agurdente, aparelhos i
ira reslilare destilar espiritas com graduado al 40 graos [pela graduaeao
__ diffprentes dimencoes
(de 300$ a JrOO) FimpPS p dobrados, p.na destilar agurdente, aparelhos destilatorios con tinos
para restilar e destilar espiritos com graduacao at 40 graos pela gradtiarao deSellon Cartier) dos
jrrelhores syslomas hoje approvados e ronhecidos ncsta e ouiras provincias do impario bombas
de todas as dimencoes, esperantes c de repucho tanto de cobre como de bronze e ferio, 'torneiras
do bronze do indas as dimenc5ea e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
todas
e
para engenho, Col ha de Flandres, chumbo em lenco! e barra, zinco era loeo! e barra,' ls'nc.cs e
arropllas do.cobre, lences de fcrroalatao,forro suecia inglez de todas as dimonsoes, safras, tornos
e folies para ferreiros ele, e outros muitosartigos por menos procodo que em nutra 'qualquer
parle, dcscnip.nli.i;, lo-se loda e qualquer encommeiuia com presteza e perfeico j conhecida
e paira commodidade dnsfreguezesque so digna reta honrarera-noa con a sua conlinnca, acha-
rao na r.ia Nova n. 37 lojade ferragens possoa habilitada para tomar ola das oncommendas.
no bronze de indas as aimrncoes o temos para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos do ferro, tubos de cobre e chumbo de toda
as dimencoes para encenlos, camas de ferro com armario e sem ella, fugos de ferro polavcis
econmicos, taclias e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, ospumadeiras coco
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAOOOABO
rrtos sus.
D, Antonio da Costa "A. F. de CaslilhoA. GilAlejandre IlerculanoA. G. RamosA. Guima-
rdsA. de LimaA. de Oliviira Marreca Alvos Branco A. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordoiroCarlos Jos Bat rerosCarlos Jos CaldetraK. Pinto da Silva o Cunha f
Gohies de AmorimF. al. BordalloJ. A. de Freitas Olive-ira J. A Maia-J. A. MarquesJ. de
Aii Iradc CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E- de Hagolhes Coutinho__J. G. Lobato
PuesJ. II. da Cunha IliyaraJ. J. da Graca J iniorJ. Julio de Olivcira PintoJos Hara
Latino CoelboJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Costa Luiz Filippo LeiteLuiz Jos* da
Cui ha L. A. Rebello da SilvaPaulo Hidosi-Ricardo Julio PerrazValentn Jos da Silveira
LopesXisto Cmaro.
DIRIGIDO
POR
REMEDIO iriCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naoSes po-
dem lestemuiihar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle Qzerara tem seu corpo e nipni-
bros inleiraraenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros rajamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
lodos os dias ha uiuilos anuos ; c a maior parle
dellas sao to sor prndenles que uiiui.uipe so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos o pernas, dupois de ter permanecido lon-
go tenipo nos hospilaes, onde de viam soffrer i
ampulacao I Dellas ha umitas que havendo. dei-
xado esses asy"
subniettercm
EsposicOes
DE
Un completo sorlirnenlo de melaes flnissimos,
todos imitando prala, e por iremos multo eom-
modos, das seuinles qualidades : riquissimas
salvasem ternose avulsns, todas a imilaco de
prala, de 1 a 12 copos, ditas do metal mais bailo
por procos muito diminuios, lanlernas baixinhas
proprios para loilets de senhoras ou para pianos,
e
sjlo8 de padecimeulns, para senio i 8 m,s.,ndos modellos que se tem visto de
i essa operacao dolnrosa foram m j unissimo, pnliteiros de riquissimos mndel-
curadas completamente, mediante o uso desse j d0 ""'S,"J metal e P01' preces muilo romrao-
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na s' que dever gradar aos fiegne/.es, espivjla-
enfusao de seu recoahecimento declararam es M|e,ra8.C0 conpelciit* pralo para a mesraa e
tes resultados benficos dia'nte do lord corree- J""}.110 D?"1108 modellos, bules de familia do
dor e outros magistrados, afim de mais autciti-1 mauUiuissinio metal que se pode encontrar, d
Farinha a 6:000
carc-m sua iirniativa.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante conliaiioa para ensaiar este re-
medio constantemente s'eguindo algtira tenipo o
mentratatoque necessitass a natu'reza do mal,
cujo resultado seria prora riiicouiestaveinicuie '
Que ludo cura.
O ungento lao
lunucnte us
Alporrns.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Kufcrmidades da cutis
em ge ral.
Ditas do anus.
Erupccs c escorbti-
cas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor uas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escalda-las.
1'chaces
Inflamraacao dofigado
2 a Ib chicaras em apriarelhos c avulso, que
muilo devo agradar aos freguezes que preei-a-
rem,_ riquissimos cestos para fruclas, de militas
quididades, que se poJeni possuir per gnslo, r-
quissimas terrinas e pralos cobertos proprios pa-
ra mesa, e onlras mullas qualidados de pe^as
avulsas, e garantidas todas estas peras pelo pio-
prio fabricante, que declara o seu nome no pro-
s es raos
Novo n. 20,
rs. a sacca de alqueire : vmui^-se no foi
.Mallos, armazem de Hempl.rio, Irmio .S: C.
us aDaixoassignados, estabelecidos na na do confronto ao trapicho do al"ndao n 18
Cabug com lojas de ourives ns. 9 e 11, fazem Veiulem-se 1 P-.u \. i ;<\ '
publico queleem recebido de novo os mais bel- Jo urna uh n'l 1 > 1, '
srs&y^SKq"*'1"" *>dc "r -""i irr srtr:
Srnn,;,., ir. i-a .Jr familia, [por seren do bous rosl.imea o
, ^"P"1 ^'"o. instruidas no servico domestico qoem ,..vt,.n-
oClUClllCS (Je IlOrtallCe. er Semenles de hortalico de todas as qualidades, I para ,ralar"
viudas pelo vapor Brasi.1 .- vendem-sc na roa 4ii,x..-..
da Cudea do Recife, loja de ferragens de Vidal & flUCH^aOt
'''asios. Vend ixas com velas da espermaceu
Vende-se urna cabra (bicho] muilo boa **?" ,DFffl retalhoa 660, arroi \ i*ti
cnadeira, e rom abundadeia do leile, com urna '"'' '' B '' rs. a libra, chouri a- a 720 a
cria: na ra da Praia do Pocinho n. 15, manteiga ngleza'a G60 dita Irtwer aftfO ft
wr-ir- ..','- .W-^.,.5fP-.. '>''conserva a 720. queijos
*t&3&$S*U& Sl^g^SKSg^gEi^lgfgii ,. .orado n. Ib coui oilao
I i o a.
Aviso.
par i a ra da
1
uti, mais narticu- < '"'io "IheUi para so ioder conservar os
sesuinies casos. fW" S"'" co," eslao : a '" -
>a ra da Culeiu!
pifo lnin lf fori-io-onu l/i V;fll i,;unu'-'"1 'en principi do pedrei
Cllt, lfja (le HA I dgeilS (le \ Ulal guma eousa do carapina ; o oulr
Roupa feita, chapeos e calrado para
se vestir um hornera dos ps a rabera: S por sa
na loja do NabuQO & C. na ra Nova n." 2, limaos.
atraz da matriz.
tfSAaae :-,r. a& ^
i-^S t ... c'..... ^,:.c QjK c ^... ;_..... |
4,000 rs.
I .!'/ -
Inflanimaro dabcXtga. .
da matriz
Lepra.
Males das peinas.
de olhos.
Mordeduras de ipplis.
Picadura do mosquitos.
Pulmfics.
Qucimadclas.
Sarna
Supurarocs ptridas.
Tinlia, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacoes.
\- r,,n ,i r 1 1 y<,|||li'i-e2pretos crioulos. sendoum bom \SST 'j^S
i^lU I U.l Uil LaUL'Kl t() l\d- ; oOIcial de oleiro de lijlo e lormas para engenho, *-
io, trabalha
...ro e ni'iiio bom no estado em que sa ;
S liaSlOS, ha para Vender OS\\*,* l***?*.tefW**-- omSanto Amaro, adian- Imperador n. C.
... .' l,e4afi'aodo.Sr.Slarr,^dcroledosdousDs
ODjeCtOS abaiXO UOlauOS pOT denrvresque eslaonarua.
a tratar na

procos coimnodos e tudo da
melhor qualidade possivel,co-
mosejam:
Camas de forro e com lona.
Bombas de japy completa.
| Canos de chumbo do todas as jji ossuras.
Ferro Suocia de tocios as larguras.
A-co de Jlilao.
cas torcidas ou noda-! Arcos de forro do lodasas larguras.
Vende-se este mguratoUn"K7bcnmcnlo C,'avo8 de ierro d- lodos os tamanhos.
gcralde Londres n 22i. Suand, c na loja d. rorramenta completa para tanoeiro.
>s os boticarios dr-guistas e outras pessoas Ferrameota completa para eiroiro.
ReloffiOvS,
\ endorse em casa de Johnslou Pater & C roa
do Vigario n. 3, um bello soriimeiilo de relogior
do ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes do Liverpool ; tambora urna
ranedade de bonitos Irancelins para os mesmos.
Em casa de E. A. Burle & C, na da Cruz n. \
-i, ha serap-e pan vender um complclo sorli-
rnenlo de ricos o excellentes pianos de lodos os
precos e qualidades, os quaes sao de rauila du-'
lis. a ..; ,,
bonl ,u
N';'
s ou deuiloi, ptima ensjii
'urcira, marca e rozinha o di
mais du que o diario :
|e a ra lo Queimado, luja ; .:.
Vende-se un.a muala i., i, ton
im : naru
da ; im :. i i jo mj i rador.
na
a di ai. ilDrtl.
\ endem-se
naso no escrlptorio deste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
l'feco da assiguatura : pelos paquetes vapor lOpOO por anuo ; por navio de vela 8g (moeda
brasilira .
lia algumas colleccocs desde ocomeco da publicacao do jornal.
Scus proprieiarios oflerecem a seus numerosos treguezes c ao publico em geral, tola .
qualquer obra manufacturada em seu reconliecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
loo is 08 tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cobos de madeira, moen- '
- meias moendas, tachas de ferro balido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes c boceas para fornalha, machiuas para amassa't man-
d
E CAL DE LISBOA. Caixascom ferramenta do carapina(pa-
No bem conhecido o acreditado deposito i ra curiosos)
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender Ranrloi'a. miIiA f, i i i-
polassa da Russia o da do Rio de Janeiro, nova ] jd9a' m,,,t0 ,nM dc lodas ;iS fll,a!l-
e de superior qualidade, assim como tambem I dadf.
cal virgera em pedia: tudo por crocos muilo fornos francezes para assados.
razoaveis. ., >,
ules, cateteu as, assucaroiros o man-
tegueiras de metal.
Peneirat de latSo de todas es grosuias
para padara o reiaaeao.
Pilas de metal dita dita.
Moinhos de tocios es tamanhos para re
finacao
para acabar.
branco.
Receberam-so ltimamente umi ponao destes
livros.de muilo superior qualidade, e vendem-
sea procos muilo razoaveis : na Imaria econ-
mica delronlo do arco do Sanio Amonio.
Carne de varea salgada, em barris do 200
huras : era casi de Tassu Irmos.
Deposito de rap princeza
iquissim
asemiras n s n 5J, i Imii ivel
Cigarros bola-fogo i 1 IU r- o ni -
Riquissimos vestid -
dados i 355.
--------------------_ ___ -- -
Escravos unidos.
r!

Fiigin no dia 7 le noi I
simo sado o esn .i'.
le 5 .: 50 mi is, rom -
seguinl s : um lauto baixo do corpo,
Gasse do Rio de Janeiro em\&?SStl'!l7&vS
Pernambuco, ra da Pe-
una ii. o, em casa de Pinto de ,'"" "||1 > -
xro do estabelecimento Jos Joaquim da Cosa Pereiri, com quem os prelondentes se podera
nlender para qualquer obra. i
DO
Canias de ierro. |LatrM
Riquissinfo sortimento de camas de ferro para Lavatorios dito dita.
casal e solteiros. do muilo bonitos modellos, que |);fno .(., {,.
por cosi se pode dormir nellas : na ra Nova tono.
i Li versas rerrameotas proprias
. jarl,m
iii\esico.
n. 20, loja do Vianna.
lioiilsosdeii
para
13D3BD M11FM1 1 MEJiMl.
3 RA DAGLOmA,CASAlMFUNAO 3
Oiiica por aiabos os systcmas.
rn(rn.,I,r",Lf Mosco5od'' ^nsul las'todos os dias pela manha ede tarde depois de 4 horas
SSridaPdesrUL curaran"uaIme"'e <> sopara a cidade como par. osengeahos ou ulras
,Sel.ia'r"'lf? d T" SC.r dJW su.a casa aW M 10 horas da manha o ora caso de ur-
222 a TI fa,qUer hra d'a T da noite send0 Pr escriPl em que se declare nomo da
pessoa, o dama eo numero da casa. H *** mus uo
Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metterseusbilhctes a botica do Sr. looSounn* C. -,, ruada Cruzou lojade Uvros do Ir Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnn^i.inio achar-se-ha constantement eos melhorcs mdiea-
m.-ntoshomoopaihicos ja b-m eonhecidos e pelos precos soguintes; tii.oics m.aicn
Rolica de 12 (ubos grandes,..... KK'fiPn
Ditos de 2f ditos. ...:.. i^non
Ditos de 36 ditos. .......
Grande sortimento de moinhos para moer caf,
de um novo modello que muilo facilita pi ssoa
que com cites moercm : na ra Nova n loja
do Vianna.
Mai'lii paeiile.
LTm riquissimo sortimento de lalheros para'
mesa esobre-mesa do um modello novo anda
nao visto aqu ueste morcado, lano pela qua-
lidadc e cuino io preco (juo muilo lera agradado
aos compradores, osla dits qualiiaJe especial- :
mente vendida so nesla loja pida reeommenda-
caodo fabricante, ha oulras militas qualidades dc
todosos [Moros, que as pessoas que precisarem I
nao deixarao de comprar pela sua barateza : nal
ra Nova n. '), loja do Vianna.
hora cerpo, peni is um lanl i fina
i mesmo corpo, cujo PSrraru t de '. .
Pereira da Costa, prop
I i". >ni la, na lie:.- i i f
i disse onde de cerl i i -
recooi] ii -
200^ de gratificaco.
Anda contina ous ule opro'.o Ni i
vo do Francisco Anl
'lariodo engenho I
?-se maunclDila suponer em lalas de 2 "v lu?- sle pret i ut
Souza &iiairao.
Nao s nesle deposito existe um grande sorti
ment desse afamado rap, como lambera o acre-
ditado rap princeza Rocha do Ri-i de Janeiro
com o titulo do particular, que naquella provin-
cia como em outras, tem merecido grande acei-
lacao, cujas qualidades vendera-so no deposito
cima indicado. g
Marmelada
lai.in^.i:, aeciiiiacsac unios os taiiiannos. ,T grwwrrio ao engeiino
YrtTT >ende-se maiinclada superior em Islas de 21s- da Luz- Este preto u n LlOVl COnieitaria, hbr88a500rs'n;MriiaDireiun.93jI"-od,0'
vuuivuui iu, esquinado beco do Seriado no racimo esn he '"' '"! ''
Neslc novo eslanelecimento eneytraro as: lecmenlo vende 1 cr Ife 1T i '" "'i1'"' :
'ssoas de bou, goslo os melhoros doces seceos 'e calda, grande sorlirnenlo do paslilhas, as mi- Sue em atraparte. tainbcm -; M
pess
inosas cocadas nunca vistas nesla provincia, as
amendoas de chicles o torradas, apreciavel or-
ihala; na ir.e.-raa prepaiani-sc bandejas cora o
melhor goslo : na un da Satizala-Nova n. i.
Nova confeitaria.
Estamenha.
deira esta menta, (azeada propria para hbitos
nos nmaos da veueravel ordera lerceira de S
rrancisco.
Neslo brilbanlc o novo estabeleeimento ha pa-i Vestidos brancosde blond do seda com ba-
s qualidades de doces secco 1)1dus c cora pequeo defeilo, por melada do se
o exporlaco, preparadojjalor, muilo proprios para casamento: na ra
nsi itersi i rision (turicury,
1 ,rro 'Ia''"1 oapprehend
NaruadoQ.ieimadon.17.loja defazendas, a iEftr!f,,.iThor,iou ;! l;,',::'" K
pnmeira passando a bplica, vende-se a vena- i",omo Gon,;ls. ser rati! ;
e de calda, para lena
por i
Cosreiras
Hilo de -18 ditos. ..." ....
Ditos de 60 ditos......'.'.'.'.''
Tubos avulsos cada um. ......
Frascos de linduras.....
Manual de medicina homcopathica' pelobr.' Jahr 'tra'du'zido
era portuguez cora o diccionario des termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc.........
Medicina domestica do l)r. Hering, cora diccionario.' .'
Kepertonodo l)r. Mello'doraos
2OJJ09O
25J000
OoOOO
1J00O
sgooo
osooo
r,nno
ASA
ientementeCnSff^ael-CIB.0^:' 1CPC,S n0 ^ melhoraraentos feitos aclia-se conve-
"ommofidI'SJuh ^m-00 d, dc ':0vembro om va"10- C,,lralos ***<* P"a
lanos sacrificio "economiado PubllC0 de l^n os propietarios esperara a rcrauucraco de
Assignatur. de banhosfrios para urna pesa por raez.....108000
k*u.5. u mornos,.de choque ouchuviscos por mez I55OOO
SflrtAs .Ia RartoAS e hanhos avulsos aos oreos annuneiadns.
para senlioras.
Muilo bonitas
I,
Loja d 4 portas.
37 Ra do
- v -.-...... .
Goiabada Imperial.
mito uSSodo'Vw, 7oTn 'hi c,,""n" a "'" eatobaoinleiito 7m cmpWte 7"*-" ora C:,iv5es e em ,ala^ as fina
loja do Vianna. 1 sorliinnto de obras hitas, como sejam : palo- 80,aba que se lem Visto, llua Direila n. 6.
1 1 lts 'le panno lino de 6jj al 28$, sobrecasacas
IliJl 'lie. L',1n" ''"" Pro, e d cores muilo superiores
lu- 1 riscadinbo de brun pardo o brancos, de braman-
os se \
Riquissimo sorlirnenlo de estojos para barba,! le, que se vondem por proco cominodo,
.i !."S ?_ua" es' e P>r precos mais com-las de linho de diversos'tamanhos, camisas
modos que se podem encontrar: na ra Nova francezas de linho o de tpanninbo de 2 at 53
n. ^0, loja do \ launa. | cada orna, chapeos france/es para hornera a 8fc
Ratos logrados.
; ditos muilo superiores a 105, dilos avelludados,
copa alta a Y%, dilos copa baixa a lOg, cha-
peos de fel tro para hornera dc 4-i. 5#eat 7
cada um, dilos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
I2J, chapelinhas de velludo ricamente en folla-
das a 25$, ditas de ralba de Italia muito finas a
25S, coi les de vestido dc seda era cario de 40
sos, lavatorios para cozinha de todos os lmannos at ,5,,(' tli,"s de phanlasia de 103 al35S000,
e de bonitas pinturas : na ra Nova n. 20, loja golnhas de cambraia de l,"j at b>, manguitos
,do lS5O0at5, organdys escuras e claras a
: 800 rs. a vara, cass.is francezas muilo superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para rlleles, palelots e calcas de 3jwl)l) at
4$ o covado,
Riquissimo sortimento de ratueras denegar
os ratos sabios o tolos, por preos muito com-
modos, riquissimos guardas-comida de rame de
1 todos os tamanhos, lampos de rame para cobrir
; platos, de lodos os tamsnhos, era lernos e avul-
Saias de balo pelo baralissimo pnco de 4?
na ra do Crespo 11.16, loja do Adriano'& Castro.
Relogios.
VjnJe-seera casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, arma/.ern n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhb iry, sendo que pelo seu perfeilo machinisrao
pode-se usar cora cubera ou sem ella.
Relogios.
Vendem-se relogios de our? inglezes, dep-
renle : no armazem de Augusto C* de Ahreu
na ra da Cadeia do Recife n. 36
Farelloa
6#000 rs.
Saccas grandes ; na ra Nova n. 52.
Espirito de virio com M
graos.
Vdiide-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
cadas, na ra larga do Rosario d. 36.
do Vianna.
Caf a vapor,
Riquissimas machinas de fazer caf em um
larto de hora, approvadas
de Paris pela b3a qualidade.
Espingardas tron-
xadas.
Riquissimo sorlimenln do espingardas tronxa-
das de um e dnus canos dos raelhores fabrican-
tes que ha na Europa, e garantidas pelo mesmo:
- oulras malas qualidades, do baixos prcds
na Nova n. 20, loja do Vianna.
e de
na ru
Aigodo Moslro.
A 600 ps. avara.
No armazem da ra do Queimado n. 19, ven-
de-se olgodan cora 8 palmos de largo, pelo ba-
rato preco de 600 rs. a vara ; esto algodao serve
p.-ra '.oalhasdc mesa por ser de superior quali-
dade.
F.m casa de Henry Forster & C, ra do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreio8 americanos.
Bombas americas.
Poges americanos.
Ara ios de ferro a 30$
Cha npagne e cognac.
Reh gios americanos.
Fari iba de trigo de lodas as marcas.
Marmelada.
Na ra Direila n. 6. vende-se marmelada
depriraeira qualidade a 640 ris a libra a ella
antes ru se acabe.
Vinho do Porto. 9M11, ,, ,,, ,.........
v ... 1 90. dilos bordados a velludo a lo0, ditos muilo
Vende-se o vordadeiro vinho do Porlo engar- i superioies a 20j>, manas prelas de fil a 10n
rafado, e em barris de quarlo, por preco com *-"
d
MAMHHPIIMIDDE
Rl. 6.
EFROSTEBO/
100.S000
de grdtiicacaoa quero pegar o #1
Carlos, de id ". :.
estatura regulur, as pernai um ...
is e teci urna belida noo'lio dir<
'ir'
I 5CB IVA I I i.lli.'..
Desappareceu na noite de 11 do corr
hra Silvana de idade 25 anuos, fo.es
Elevao Casada Lima, lera feridas n b
para as encubrir suda cora 1 ,,.,,!
sido vista no bairro do i: /
por all, ou Cabanga, acouta
leve-a tabernagrande da Sol
UOcar hora.
do taz
panno lino prcto c decoresde 29500
quarlo de hora, approvadas na ultima exposicao al lS covado, corles de colletede velludo
muito superiores a 9 e 12$, dilos de gorguro
e de fuslao brancos de cores, tudo por preco Cosas com 15 libras de'figos.cada urna
barato, atoalhado de algodao a 1*280 a vara, Atetria, caiios de 32 libras
cortes de casemirasde cores de 5 at 9?, grosde- Macarrio, calxas do mesmo peso
Cortes de caseraia de gestos modernis-
simos
Bulsiiihas escocezes para meninas de
escoba 200 rs. e
Sapaiocs do couro de lustro para hornera
Ditos do Aracaly
Dilos do bezerro
Snalos de couro de lnslre para senhora
l.indissimos chapeos da Italia para mi-
ninos
Garrafescom revadinha
Grande sorlimeiito de fa
zendas prelas para a
fjuaresma.
Grosdenaples nieto a 1^700 rs. o covado. dito a
IcSOO, dilo a 20, dito largo a 2^200, dito a
20, dilo a2-j600, dito mais superior a 2S800
seda preta lavrada superior a 2c660 o covado, di-
la muilo larga a 3g20 o covado, chamelote re-
lo largo a 33200 o covado, dilo largo minio su-
perior a 4;(KI0 o dilo, sarja preta de seda a 2.JIIW1
o dilo, dita hcsnaiihola muilo superior a 2ofi0
o dilo, seiim prelo a 30i0 o dito, dilo Maco
Para os feses do Car
Fugio do abaixo assignado, 1
la Serra Sam, osa 1
bevenno, cnoulo, bixo, grosso, !
tem rabeca de Ires quinas, fo en
I 11a poni provisoria do n
vendidoj ros i-*ea lodas as autor la l< 9 pi
laes de 1 ampo ,> sua apr .
. i.'/i.i dc Bczerros a en llegar a J 1
cisco dr MelloCoelho, que recom 1 n* 11
smente. Vonoel Goma d
3J500 Va&10 a poneos das, do lugar onde Irab
va. o ea',:a Uclaviano, perlenrenlea HanoH !
500 1"n da Silva l^o, de Mace, d' :: vio lia
i'.-iiki i ucos mezes era corapanhia do mesa 1
OOii ,s -':|1"' s'guintes : 1 sUti ra r kum e n I
1280 ,|,"io corpo, represi nUKi 40 ano.
10120 ou menos, lena marras de bexjgai : .
luraa fazer a barba deiiundn su -
59000 Pinino, muilo regrisu. (alia um pomo
6SIMI0 sado, anda calcado, in|ilo!i-si
1000 calca ecamisa dc algodao/inho azul rom I,-
*ir"00 a bonel de laa proprio para marujp :
4-000 T"-'"J o pegai do levar a UanoeldaSili &.o
'-iten. 61
noite do dia 7 d>
IP!!t!lt^H,S,iC pre,os de i15600 al *B0? : Assim como u,n exeelenterbriolet por mulo I ra da Cadeia d
covado, espartilhos para senhora a 6J, coeiros coramodo preco. Desappareceu na
de caseraia ricamente bordados a 12-3 cada um,' z.
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9e 12<, cada ura, dilos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 al 20J a
duzia, casemiris decores para cociro, covado a
2g(IO, baregede seda para vestidos, covado a
1b40, ura completo sorlirnenlo de colletesde
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fuslao decores, os quaes se vendera por barato
preco, velludo de coies a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a lo cada um, merino al-
cochoado proprio para palelolse colletes a 23800
o covado. bandos para iirmacao de cabello a
13500, saceos de tpele e de mnrroquim para via-
gem.eura grande sorlirnenlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende a vonlade dos
freguezes, e oulras rauilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a visla dos
compradores se moslrarao.
rorrete de S. Jos do Hanxuinho, rasa di
. Teixeira Basl s, oesrravo rrioalo, d<
nedicto representa25 a 56 anuos de idadi
I co mais ou menos, sen barba, altura 1 .
: corpo igualmente regular C bem I" 10,
! pa, constando de calcas de casimira, jaqueta do
; panno lino azul, camisas brancas linas, raleas do
Gama & Silva, no anli^n alpr- fwwdcDri*,rnc*'bBe,eiiap '<-,:<.u^
. Ull^U lllCI J f,,|lr eS(.r0t p |lla r.j0i |,lll0 , ro da boa-vista hoie na K"ilJo por"ma ,""lhc'l'forr;,'turf"1-1- de nomo
luiivi.i.. 1 Of\ '-andioa, que consta ser lulural d. Marei.
Illl|)t3l dlrlZ 11. I)U. cabello amanado. O escravo natural de Ser-
Com loque de avaria
SELLINS.
veHdm-so os melhores seilins inglezes da pa-
tente no arowem de Roslion ooker&C.
praja do Corpo Santo n. 48.
Molcque Fgido.
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
^'SfiSl^^ branT 8,2:00 2:5?f3
saiessuperiores a 70$. ditos milo SSsIoreV 11 f dU8'a dUO Cm >'"htt0S ^ C0,a aCe
e de 4 e meio por 5:0u0 cousa rara no Arma-
zem de fazendas du Raymundo Carlos Leile &
Irmos. ra da Iniperatriz n. 10.
Btalas a 800 rs.
gigo com 32 libras : na ra da Madre de
---------- lieos n. 8.
nre^ aSf-LTE?: "^^ T^3 Menda ~ Cor,es de grosdrnaplos pretos bordados a
prelas de gUA,, por precos mais baratus do que velludo, ditos bordados a rer. / choclos ulli-
Z,J I' q"al'HM|r ,"U,e: ? U'ia d0 S8br'ldo menle de Pranca, os naU ricos Sne ha o
ce ura rico vestuario gastando muilo pouco di-
nheiro da-se as raostras com pinhor.
r| r 100.S000 de gratificarlo.
arCl. C iniClXcl Roga-se aos capitaes de campos', e a twla o
v qualquer autor'ulade a apnielienso de um mole-
vende-se perasecca e ameixas rainha clau- qe de nome Alaroel, crioulo, idsda Id annos
diaeracamnhasdeal.brasa l000 a caixi- poco mais ou menos, o ma! fugio da casado
uha oiwiOO reisa libra ; na ra Oircila n. 93. abaixo assignado no dia 30 de outubro do cor-
esquin^fo beco do Sangado. renle anno> lev,ni,0 ca,sa de cor) camizJ nuK
chapeo de palha oleado e o maior sigual soffrer
de aslhma ea pouco esleve doenie de liexi^as ;
i desconfia-se que esteja acoitado por alguin fper-
, talho, que se queira sproveiisr de sua pequea
| idade para o seduzir, desde j protesta o me-rao
, abaixo assignado de cahir sobre dito larapie con
i todo o rigor da le, e gratifica da raar.eira cima,
' ? N" d0 rregiiica, na ra do Queimado n. 2. j aqublle que lhe der noticia cerla, e paga loda
tendem-se cembraus orgnndys para vestidos dc ^---- c i
seatera, o mais lino que possivel. e de lindes ie*lf* 1uo M fizer cnm mesmo moleque para
pndioes, os mais modt-inos quo ha no mercado, ^ efectuar dita aprehensao, levando a ra Nota
pelo barato preco de 500 rs. a vara. I n. 21. Francisco Jos Germano,
sem igual.


'A'.
.61A RO bR PErNaMBC. '. SKGtllNDA FEIRA 30 DE JAMB.BO !>E f880.
Litleratura.
KA\T k cousin.
Etpoti[io e annlyu abreviada dos tyitemat de
phihiophia destes duus autores.
SSL tl^^J^J1?]?** S6Vra d i W,lanie. mas nao urna theoria verdadeira. | nhcciViChlol e\ pois. como fies dito, o problema
n^^mefS^i^ii/hHnd Confundir alm disto o Qnilo. infinito e Boa q,,e|-> philosopho dlcmo se pmpdc resolver.
! fciloilu.miente a conse.encia (falloda consrien- rela;ao cora o doRina da Trlmlade, eis
v' ?ai ; idaimu tr dos -studoa litler.-iri > o
R,,s s lu il ic .- U philosophia irui e
ii salto perigoso, que p pti ilieo nem sera >'
' '' lus supp i i i inexi i n-
''i" se nn >j i betn guia, m ai geutilez1 a
1 i | i"da de. ,i i,. No < nitt't..iti.> assim
i muitos dos que liveram nomo na
mi o Rnlulka.
ni i 'mu tu ;. ; 'hcl'.lng entre os ino- id 'lili :o .'
por pharol dos seus pissos na vida aquel-
ir, rolla Toe as costas e segu urna di-
-. assim ii proprio K'in!. a--: n parece que- i
ab ir .i sua i ni reir o rost mirador lo ec
> moderno, Vctor Cousin. Pretendere! por
iss i nspirar repulaeiu philosophiea deales gran-'
I s n mos? Prclenderel de huir desle fado que
poderei ninda pgnalar o crdito scieotco destes '
sublimes pensadores ?
Kstou bein longe de o pensar Ha dous obs-
i ionios impos-dveis do vencer para poder l che-
Br.
O primeiro e o principal do lodo* reside r-m
miro Sou pequeo, c por mais que faca nao po-
deroi nunca clevar-me cravoira altsima da-
i| idl i ntolligoncias privilcgi idas.
O segundo obstculo e o nenhum cultivo dos
Ctodos philosophicos neste par/.
Para quo tiouxc pnis aquello facto? Por me
parecer nicamente que o salto nao 6 lao perigo-
mo i primeira vista poder julgir-so.
V religiao, ilisse ha pouco Vctor Cousin,
a moldura de i idas
i as.
i parentesco, pois, entre a religiao o a p
ca iittellectual] onde a razio so objectira, onde ; do chamar-so era philosophia urna hvoothesc c
a rutase v a si propria como n'um eapelho, em reltgiio(salva a inteneSo do escriptor) uma
2-!?S V.^S a- ^''i1'1110-, e *onlade. !>!femia. A theoria da razio impessoal conduz
carac cnsa cora lao singular relevo o personali- directamente coofuso do finito e infinito es-
ir de lomar por norma de! ta confusio o pnnthcismo, eo paniheismo a
negado da liberdade, e a fatalidade elevada a
., .. ...v. ..., .-,.,a o Kjtuc una .11- donlrina. Ora a fatalidade elevada doulrina
m op asta. I) indo provoni esta lula nter- assim, c.oin c a nogaco da'liberdad
'na no caiio das nossas faculdades? Donde ti- a negacao do progrosso.
| ra oi".;orn a diviso desls campo, que devia, son O primeiro corolario dcsla doutrina a nega-
| Qul 6 a cansa da desbnrraonia ? No cao de nutro grande factoa emlisaco. Na
um sugeito un e | ordora moral a negacao da liberdade ao mes-
mo tempo a earencia absoluta dn principio, so-
sharmonia 'crnaa- breque se fonda a legislacaoda consciencia pu-
hologia nao o polo negar. A historia hlica c particular, por consequeucU a neea -."iodo
le, tambera
No entretanto o facto da
.'i merefi desta
guia, sen poder
volitado cora a
est cheia dos seu resultados as lulas da
I sacio universal.
Ficaria porm a kumanidade
guerra intestina seni norte, sem
moderador, que harmonisasse a
ra/ao ?
A historia e a tradicao que respondam aiud.i
coui os doiis podeics, que
os seus resoltados a
que composla.
A relKio foi um desses poderes, a philosopha
diresto. Esta Iheoria, siot, esta que destroe o
syslema do Vctor Cousin. Em quanto a preten-
cao de acli ir a verdade na historia, C3sa nao faz
mal ao ecclcctismo.
Oxai que elle a proctirasse cora oulras theo-
lias.
No entretanto o Ilustre escriptor tora preien-
Conio ?
Cora a analyse profuiidaroenle pensarla dos
elementos da razao; islo cora a analyse do sub-
jectivo.
Ouaes sao as conelosoes desta analyse ?
O philosopho alloman comer por negar o va-
I lor ojeclivo, islo a realid ide das ideas do es- sceptii ismo
paco e do lempo.
0epacoQ o lempo* na o^iniio de Rant sao
formulas apenas da nossa sensibjlidade, ou da
fjculdadc receptiva das sensa^es. O espaco e
o lempo, di/, elle, sao apenas puras formas para
nos cuten linn-. O philosopho pode tomar a
sou cargo o imm nso e extraordinario. Irabalho
de pretender demonstrar laes asserQOes ; maso
sen30 cominum, responde Mr. Cotuincom I
genero humano, osensocoinmum di/, oulracousa.
0 senso commum proclama rom toda a humani-
dadeque andaquando um individuoqaalquer n5o
livesse a idea do espaco o do tempo, a roalidade
destas ideas, o sen valor objectivo iiem por isso
deixariam de existir.
Outra conclusao de K uit, segundo o son SVS-
s, que encltem tambera cora j d.do atlenuar o eireito (Testas aecusecea, tera-se theraa. O eu, islo a alma humana, o suieitn,
is paginas mais bnlhanles de retratado por mais de ama vez; e nao ser diffl- apenas o 'echo (oaio, ideal, que serve do alar,
cil que as suas ultimas llieonas, obedec.endo ao ; ligar, dar urna certa unidade aos relos psvcolo-
ado movimento scienlitico da propria Aile-lgico. Por esta mesraa ll.corin Kanl lira "lodo o
,r r'-,' u r i',6" / ma"'V ?J-na ,,u( o Sr. Silva Ferraz deixou valor objectivo e real, idea de Deus. Deas.no
,h o,,,! u i^ t, "i,.'1 ''" e"' Sllel,C10.' 9bd'"'o ao impulso comecado | syslhema philosophico da CrUica da Raxao >.
a philosophia protonde adiara verdade na ra- raga e anda indeterminadamente por Schelling \ra, tambera um puro ideal, que serve de dar
intimo. Esludar a phi
i rgue-r um e
I oa fonnao codito da crenca, a outra o da
sciencia. Sao dous poderes hostis? Quando a
rontade nao arrastar a razao apsas paixe, sao
quo3l9b8 philosophi- dous poderes amigos, sao dous poderes alliados.
K verdadod o principio da religiao ; a verda-
lilos i- d......um da philosophia. Quamo a razia aca-
osnj hki sem estu-
i sem li ise,
ar o ponto de partida do (oda a pliilosophi-i.. abTigo e a syuthese d
bar di- percorrer a Sua rbita, camaJa do cami-
nho, hado adiar um abrigo onde repouze. Este
cora a philosophia da revelara/, e continuando,
rectificado, e emendado por Fiedle (lilho,1 eJa-
cobi (tambera lilho) nao diilkil, repito, quo o
elevado pensador francez d ainda um ultimo
Iivro S Europa, que a orlhodoxia Ihe agradece.
No entretanto se o grando escriptor, lelo co-
rolario da sna Ilirorii da razao, se affaslou da
aos nossos eonhecimenlos a mais elevada uni-
dade ; mas nao toui valor real. De modo que
os plienomenos psyeologicos em differenles m-
dividuos nao sao as provas demonslrativas do
principio ila causalidade, sao apenas una clas-
siicacao mais fcil.
Deus i tamben] a unidade, um ser ideal, urna
.stuJai .i religiao sem a philosophia condem-
nar-se o escriptor voluntariamente unoraneia
idas as deducedes scienlilicas, <{uc s vezes c
so combater, ouiras vezes l>uvar o animar,
eligan e pl ilosophra nascera : i .-''i as ques-
loes sociaes, mas a propria dircego da litlera-
tura.
\ religiaodi-lhe a direceo moral, a philoso-
ph a a diroecao scienliQca, que a arlo e aslct-
Iras uo i !.'n fugir sob pena do offenderem o
sei.so commum.
Jase ve : o parentesco intimo dostas tres
provincias da illustraeio, que nenbuma csco'a,
ou syslema pode desunir completamente se ai
que a so iedide soffra as consequencias desta
- irnionia.
C un penetrado desta doulrina que me parece
il inluii;ov, na ed'ica;ao intellectual, que
: i mim propno, segu esto trilho. Pareeou-
nie que de lodas as vi r das de um escriptor pu-
l'lico erosla a m nos perigosa, por issoque era
a mais reflectida.
sarias fel
lll'IMS J,:
lodas as verdades noces-
nos duas es-
lillerarios, que lenliu t" il >,
aballios podjam e detiam receber alguma
luz da scie.'ici i especulativa.
E por isii que'miiitas vezes me aconteceu ver
i uin facto, que era um assunipto reli-
gi iso, estu I ir a |uestao correspondculo este
isiimpto na philosophia, e dar-lhe dep
firma litteraria rom que a Dprescntava no pu-
blico.
A Prophecia o o Sanl'j .4 se oipresso, poderiam passai cuino cxoioplo d<'s-
i Irabalhos, ecomo prora do que d._ >.
la a razao porque o sallo na i i Ifio peri-
goso como primeira vista > le parecer, h'er
t''ii ? No si i. L urna quosto que mu nao com-
pete decidir.
\ i irma desle pe pieno ensaio nao pdc deixar
i poi do la motivos. Em primeiro lugar
i le um primeiro ensaio neste genero de es-
- jundo, pela aridez eabslric.ao pro-
pria de taes assumptos, rom quo o publico a
nao sor o publico allemao
isa.
icidade da vida humana
s ta existencia.
E' como pndr distinelo, mas amigo da reli-
gii i, que eu enlenJo a philosophia De f .* i i o os
assumptos de una, sao as questoes principaos da
; nutra.Douso h iiiicmo universo.
O que oara urna olijecto de crenca para a
outra objecto de ndagaeo. Lina quer per o que
' o lira en). Alas se urna indaga iodos os assuoap-
li'S, nao se pense por islo que a outra creia a
olhostediados. Se a philosophia examina os as-
sumptosda irenga universal, a religiao tcm tam-
bera i sua philosophia, islo 6, o scu exame, a
sua analyse, a sciencia de si propria. Oquecum-
pre neslas quosles haver boa f, Icaldade in-
t'ira, e una, rigorosissiraa circuraspecc5o. A
! philosophia um poder brilhante, anda que au-
xiliar das grandes questoes sociaes.
: Eraquanlo-tractar de desenvolver oslas ques-
toes o Ihcs der luz e apoio, um poder bom,
I1; 'i lo em lugir de servir a sociodade, prelen-
I der destruir ainda um poder, mas infernal. A
orlhodoxia. indo parar em mitologa unidade forma da nossa razao, para obtermos uraceilo
ade do substancia ; se obelcceu neste I icn>& variedade dos nossos eonhecimenlos.
emis do Ficlite, Hegel.: Urna Iheoria destas, quo vai parar ao mais
cumpre levar-lhe em conla, pri-1 illimitado sceplismo de queso pode fazer idea,
meiro que nao era esle o sen fim, como elle pro- tora de corlo urna base no systcma de Kanl.
(.loa1 "
corollario sdoutrinas a
e Schelhin
ca, a conclusilo era verdadeira ; mas sendo a
razio pralica e a razao dous modos da razio
urna e idntica, a dislinccao nao pode levar a
similhanles corollaros. Se o philosopho alle-
inio nega inethaphysica o que concede mo-
ral, preciso que nos convenra primeiro que os
elementos da razo methaptiysica sao differenles
dos elementos da razio moral : d'outro modo o
i icneliisao de ambas.
Kanl na Iheoiia tectisi i dn o Falor objectivo
ideas pri,ll na pratlca eoucode esta ob-
jeetividade i lei dodever, exislencia de Deus
o liberdade humana. Ha fnndamenlalmente,
ha na es sen ca un,a verdadeira distinceo cnirc
os princi| ms m lliaphj -; os e ii iraes?
Se a le moral univers i! e n ia, es seus
iteres >.V.> lamb tos niclha-
piucos no elemenl i da i.: rdade.
i'.'/'//' Cousin
tambem 6 differente da razio. entendinente
di/ elle a faculdade que eleva uMa Ii
intuicdea da anosibilidaje, e a rnlo artai
essas unidades produzidas pelo cnlendimea
reuue-as n'um todo svstemalico, ultim
que nos podemos elevar.
Coordenar as representacoes e iataicM] da
seosibilidadeu a hinchi deotendimento ; coor-
deriar e aystematisar, tamben a mesma lei. o
mi su i emprego da razie. Onde esta a d .!
Ca "' !n ; m -.' Gomse podem dislinguii -
tondiroentn e a razio, se a lei eem
a lei e cmpiego de outra ?
-ilidid.
sensibiNflade, o entendin.ento e a r. -, ,
pois urna e a n.esma faculda -
pria tbeoria de Kanl. Qi" baja modos, qu
' rnanifesta^oea diversas, que bajadegradaco, en-
pra um pouco nesla rafutacio lendemos; que baja distinecae ila
victoriosa da Criliea da llnzo Pura,cerguendo- emprego que o philosopho allemao deu Si
se urna altura de exame verdaderamente dig- faculdades, nao admissivel.
na de lao elevado pensador, cheio de respeito N. _. .,
por um philosopho, que. nao obstante as suas JJ %^J",&?%!? ** ",''V ''!} '
con.-luses, fezserJirns reaes a sciencias, exa- S?'""^flV-" ,lls,"'c'-f't'J'-'
nina primeiro n espirito ,e o melhodo desta phi- ',' /ln'" a "csn,nl ? phitosoi-I.n e,
losoph.a, e res. nha depois os seus resultados. '"'" do> "s 'mporlantes elementos d
O melhodo de Kanl 6 o da obsorvaeao applica
do alma humana, o exame da nossa faculdade
de eonhecer. Esle rnethodo pois o psyeolgi-
co. E' o de Sociales, l'latao e Desearles, Loko,
o Leibnilz. No entretanto Rant sepnra-se do I.oke,
e da escola sensualista era geral admitlindo na Kboc s Saa VStf*
razao humana eonhecimenlos. que, posto quo -
mus Importantes
cuidado de eonhecer; elemento s. ni o qaal lo-
do o coohecimento imposaivel ; elementa
caracteriaa especialmente a personaiidade
mana. Kanl esqueceu-sede resenhar a vonl
islo a aetivid.ide voluntaria e livre, pnn-
aos objei
ser lembra-
prio o declara, defendendo a sua doulrina da
aecusaejo de pantheismo; e relractando-se at
de alguuias das suas Iheorias, que eonduziam a
esta doulrina ; segundo que no seu syslema ha
mritos incuntestaveis, que han do
dos e aproveitados, em quanto a
humana se entregar ao esludo da p
peculativa.
(Tm destes merilos, que ninguem lhc contesta
>' a sua profunda analyse dos elementos da razao,
a precisao c nitidez, cora quo reduzio estes ele-
mcntos.depois de os haveranalysado a duas catho-
gorias principaos o Finito, o o infinito.
O segundo o modo tomo elle se levanlou
in.ii>.
la
enrgicamente contra o sceplicisrao philosophico,
de que a Critica da llazo Pura <"
apoio
igiosas nos estados philosophia, segundo a expressio famosa desse
pareceu-ni3 |.....s- elevado espirito a qncm aAllemaulia charaou o
emo, a philosophia segundo o proprio
l'lalo mo
jiiuo de Schelling s o pode ser quando nao des-
una is principios elementares e fundamenlacs
da organisar;aosocial. I".' desta molo que a com-
prehendo, e tambem desle modo que ron res-
ponder a urna assen;ao, que me pareceu pouco
eircumspecla, e que Ii naosei onde.
i' Sr. Silv lena/, autor do alindlo artigo,
pretende avaliar unidos mais brilhantos puosa- ie neste assumpto*
dores da Franca moderna, Vctor Cousin, e de | de servico feile
tal modo o trata comparando as suas doutrinas
cora osystcmide Kanl, que por pouco Ihe niu
de h'mt foi no
secuto XVIII a expressao mais elevada e scien-
1 i tica, e ainda ueste seclo o poni de
de lodo o sceplicisrao philosophico.
Kanl 6 verdade que edifica na razio pralica o
que deslroc na razao Iheorica, ni razao pura.
Mas poder-se-ha dividir impunemente a razao
sem fuzernjos delU nao dois elementos de um
mesmo ser, mas dois seres dislinetos.
E' islo possivpl? Nao ser a razio pura, o a
razao pralica dois molos da mesnri razio; urna
e idntica no mesmo individuo, ou segundo a
E', diz elle o carador de subjoclividade, a que
est sujeita a nosa faculdade'de eonhecer, a
nossa razao em fim.
Kanl nega a realidaio do espaco c do tempo ;
intelligencia nega o valor objectivo do principio do causali-
ilosophiaes- dado e cora elle a da idea do Deus em eonsc-
quencia do carcter de subjeclividade da nosia
razio.
Concluir do subjerlivo para o objectivo, diz
o philosopho allemao, nao o podemos fazer cora
certeza, os eonhecimenlos que adquirimos por
esle modo nico nao sao legitimos.
Como, responde Vctor Cousin ?
Pois a subjeclividade a unid e a primeira
forma da razan ?
(jue a ri llexo Ihe di\ o carcter de subjeclivi-
dade, euteiide-se. Mas antes da rcflexao esld a
espontaneidad, como antes do negar esl o af-
lirmar.
Se a razao subjactiva porque pertence ao
subjeito, o primeiro modo c a primeira forma da
razio e nao certoinenlo a subjeclividade, a
objeclividade, daqui o seu valor real, objeclivn,
d'aqui a legilimdade dos seus eonhecimenlos.
A lgica, a niathematica o o senso commum
proclamam o valor objectivo da razao pelos
expressio famosa dasdoutrinas allomaos, no mes- principios universaes o necessarios. que ella
mo eu, no mesmo sujeilo?
Antes perora de enlrarmos mais pro fon laueu-
iili-s de avallarraos o gran-
' por Mr. Cousin philosophi i
neste scculo, cumpre esboear n'uma resenha
hrevissima quaessio as eoncusoesdi Critica da
losopho, que toda a Razao Para para comprehendermos depois a
criliea da critica, ou a brilhante refulacao, rom
que o philrsopho francez inostron Europa, que
> autor do artigo aecusa o tlluslre philosopho nao renogava as gloriosas tradiees c doutrras
da
tin de todo o diploma do" phi
Europa sem excluir a propria patria d l'ichto o
de Hegel, lhc allribueni rom 'ante fundamento.
I
f> |ie o espirito do hornera .'
U espaen contera luilhoes de eaphcras, todps
stemas do inundu cslao rontade no espa-
espirilu d hornera se sent apprl.i lo :
o espirito do hoinoin \ ii as a/as da conl '.i)-
plaeao u precii itan lo-se, por assim diz t, do es-
phera em esphera, e d.- mundo em mundo, ape-
econhece una bar reir que o faz parar 0
.lo.
Mas iiem assim recua! Para, mas nao foge.
; e contempla.
lenle Ihe \ em tanta ousa lia ".'
Possuira o espirito do hornera n'algum niu-
nientn da sua i -u tu i j inluicao iramediala do
Infinito 1
iserva por ventura a lembranca dessa in-
tuieao .'
E ella quera o faz parar diante do Infinito .' I."
ella ueni Ihe d o arrojo de so tancar airares
dos mundos? i; ella que lhc faz acli ir aperlado
r;o em que vive .'
o quo diz a iradico constante do genero hu-
man i, oque responde a historia e a analyse das
nossas faculdades'.'
A Irafieo, diz que honvo um momento, em
que o hornera possuin de feito o sceplro da crea-
\ ; ie veslio as insignias da realeza della, e
que depois sceplro e cora, ludo perdeu no ins-
em que urna das suas faculdades, por ven-
tura a mais brilhante, a faculdade da aceito, a
rontade emfim, quiz invadir ?s attribuicOes de
umavonladec de urna intelligencia superior a
sna, e que essa intelligencia e rontade erara o
Infinito.
Eis o que a (radican conserva, o que a historia
ORIGINAL
de dous modos, o por loas causas.
Diz em primeiro lujar que falso o ecclectis
mo por pretender adiar a verdade na historia.
Era segundo aecusa o autor desta escola de
iiiasi sempru aulhi- I pretender sem fundamenlo provar que os coro-
Marios da Criticada Razao fura de Kanl lev,mi
jera lioha recia i sceplecismo,
Que n Sr. Silva Ferraz lomasse algumas das
Iheorias de 1'icor Cousin, por exemplo, a ana-
lyse da razao, a llieoria do Dos, da cruaco, da
rnvela>;io o as refutisse por conduzirem dou-
lrina do pantheismn, entendamos.
Estas thnorias oITcctivamcnte sao vulnerareis e
por ei as especialmente quo o ecclectismo de
Mr. Cousin hade cahir, apesar da defosa do seu
autor.
Mas acr.usa-lo de pretender achar a verdade
na historia?__ Aerusa-lo de edificar sobre una
liypolhese tod i o syslema da sua phylosophinY
.... ..Donde parle Vctor Cousin para a historia?
Nao 6 do espirito humano? Se m historia au
lia verdade, enlao tamben) a nao lia no espirito
humano. Toda a verdade?
I'--1, no mou entender, q lao principal d i n ilor d i artigo.
Porque esse tara be m o ponto de partida do
Ilustre escriptor francez. Essa c que 6 a base
da sua Ihe.na. E sao es enrollarlos dessa i
ra que nos parceem coraplciamente falsos.
Enumere embora o elevado escriptor indas as
: leas da razio, dirlda-as as duas cathegorias
de liuilo e infinito, prove coin a rigorosa lgica
que Ihe 6 propria, que possuiraos realmente a
id.'a do Pinito e do infinito, que estas deas nao
sao geradas nina da outra, mas primitivas e in-
sepuraveis; concluir, porcra, da razio humana pa-
palria de Desearles.
A questao capital da philosophia especulativa
e a legitimidadfi, ou o valor real dos nossos e -
nhecimentos. Poi esta tambem a questao quo
mprcssionou sobreraanoira o philosopho de Koe-
nisberg 0 fundidor da actual philosophia allo-
maa vio ueste valor o problema, e na analyse da
razao os meios de o resolver.
Cumpre confessai para dar a cada intelligen-
cia o quinhio do gloria, q-io Ihe pertence. que
no esto do da classitlcaeao las qnestes philoso-
phicas ninguem antes de Kanl se trguera anda
lio alto.
Kant soubi
i' >ssiie.
ContradicQO inauditar Kanl nega a objecti?ido-
deda razao e admiti readadc do mundo exte-
rior !
Mas como podemos obler csse conhecimento
senio pela razio, que pertence ao sujeito, e por
isso sulijecliva ? Como pod iuos couh-cer oob-
jeclivo senio subjectivamcnle ? Suppondc que '
Deus vos queira dar o conhecimento do mundo
1 exterior ; como v-lo poder i a dar senio pela
facu'dadc-subjecliva. O prc-prio Deus, diz Mr.
i Cousin, nao poderia eonhecer senio a si proprio, i
porque s o pode fazer pela sua intelligencia.
Se a subjeclividade da razn iraz comsigo o scep-
i terismo, Deus (icaria rcduzrdo an sceplecismo 1
Has com quo auloridade pretende Kanl de-1
monstrar o mundo material j que admitte e .
; pretende demonstrar a sua realidade :'.
Pouco importa que elle chame pilnemenos i
. ao mundo exterior. Phenomenos, apparencU, I
j su ser o inundo, oXerior, o no seu syslema u
exterior nao lem valor objectivo por causa di
subjeclividade da razio, que nes de
nao possam obler sera a experiencia, comtudo nao
derivan) della. Por este modo Kant lilia-sc na
grande familia idealista, de quo l'lalio e Desear-
les sao os palriarchas.
Vejamos porm se no exame rigoroso, a que o
philosopho de Koenisberg submelteu a nossa fa-
culdade de eonhecer, nao es jiiee,m) algum ele-
mento della ; so ajjVdistinccdes entre elemento e
elemento foram veTdaderas.
Os eonhecimenlos human is no seu svslem i
j nvam de tres faculdades : a sensibilidade o dqclo da rontade.
entendimento a razio.
Neste syslema a sensibilidade a capacidade
1 que possuiraos de receber intu oes, ou reore-
seiilaeoes dos objectos por meio" da mpress ,
ou sensacio que esses objectos nos produzem. I
Kant distingue entre intoic&es e represenlaees,
o sensaedes ou iuipressoes*. Cumpre reconhecer
quo sera a sensacio nao le araos idea a'.guma
dos objectos exteriores; mas julgamos qoe sem
o principio da causalidade (sujeilo), applicado i
sensacio, nao teriaraos de certo aquellas ideas.
A. sensacio por si s era um signal sem valor,
o principio da causalidade, que fazen lo-nos i-
nir de nos mesmo* d a sensacio experm
da um valor real, ello quern por esle modo
nos revella os objectos, causas extranhaa das
nossas sensacoes.
Se Kanl liresse avalado na sua justa medida
o valor do principio da causalidade, operando I
coujuuctanion'.e, com a sensacio, j nao daria i I
sensibilidade foros muitos superiores a ella.
A sensibilidade eega, diz o philosopho fran-
cez. Se ella existisse desneempanhada daquellc
principio, dava-nos sonsa o;:>, nao nos dava
idea?.
E' esle o primeiro vicio da theoria de Kanl.
Elevemos evidencia esle resollado-.
O cspieo e o lempo sao duas condicoes prio-
rt, segundo as quaes coraprehemlems as leas
de corpo, e da acontecimenlo.
Islo i5, nao podemos imaginar -.im corpo sem
um cerfe espaco que elle oceupa, nao podemos
imaginar um acontecimenlo, se o nao collocar-
mos no tempo em que elle se pi i luz.
Aos cerpos e acontecimcnios chama o philoso-
pho allemao materia do conhecfrncnto : ao es-
paco e ao lempo formas do conheiimei.to.
Por quanto percorrei todas as cii nn
que concorrem para a formaci as, i
se-hd que sem a attemio, m frouxa i
ca, impossivcl lodo o conheciauenl l
alten-io uru produelo di actividade volu
o livre. Sem a altein ao as sonsa bes pt
dcsapercebidas pela consejen i ; .- m i
impossivels aspremissos, imoofsiv -
: lencias, mpossivel i propria :. emori
i i i acabamos de di r. un
K int verdade que Irsnsj
para amoral. Mas nio loria *l!c egu
irtude
seu lugar na melhapbysca '
Se o erro 6 uma verdade
nao chamaremos ao vicio i un
incmplela .' So o erro uma .
pela u a sua orig ni est na n zao uma
lica, dous rorotlariosse derivara desla
era primeiro lugar que a jusii i
"'el como lei da huraai
o geneio humano lem de camii I u
gyro do verJadcs incomi Ict. i m -
gar que, parlindo o erro da i
ca, a propria juslica absoluta quera i
do erro, por aso que e| i usti ', i -
rramente ca razio ab ae dentii i |
a razao de Dos e de toda a humanidade '
Taes sao em resum m
cahio este oleado espiril
al.isiar-se da gran le.escola t II
guir o mu menl i ph
absoluto dos systemas n .
lavia como i bs n a Mr. M iret, o fon .
do ecrletismo moderno i
bom grade a accusaeio de p mtn -
s Ihelanravara os seus adversarios, qc i
elle proprio Ihe pesera na i
Em 1633 n'umaedkio dos Fra -"' v
sophicoq Mr Cousin regeita a nota .
> O lieos de Spinosa, diz elle, ui
I tancia, nao causa. No syslema !' Spii s i
crearao c imoossii ao meu i
Mr. Cousin dsting as pal vr '. I*>
mundo : as suas internan -
Se Ibes ehamasse sirapiesmenle ion;as do eo- sequencias na sua dout;
nhecimento, a theoria era verdadeirta ; mas cha-
aquelle co-
Irazeresta clasilicneio a dois termos nhecimento.
genericos.eujo verdadeiro valor trazendo comsigo A razio desle modo, flea reduzida sua sub-
lima thechnelogia particular, e iiw cusa ao jeclividade.
principio a comprehender, tem comtudo o in- Masa contradiisco desle systcma vai mais
contesKavel intuito de precisa^ todas as quesiOes1 longo, a am oo-e. i*aubsCania uma o idemi-
da philosophia. Kant reduzio sciencia ques- ca lem ominas na opinu de K.uil um valor pu-
iio dosiyeifo, e ftquestao do objecto; eslaclas-
silicacao apparece com outros nomos-, que quo-
rom dizero mesmo, e bun o mesmo valor na
philosia actualo sujeito o eu, o objecto o nao
cu, o sujeito o sitbjectico, o
jeclxvo.
A elegincia o a. pnrer/a de eslylosoffrem effec-1
livamenle com esta terminologa ; mas os pu-
ritanos de cada liugna creioque devem procurar
ni litleratura, este deleite do ouvido, na scien-
cia ora sempre Ihe ser permellido o encentra-1
lo, sob penado sacrificara precisao e o rigor'
da sciencia aos encantos e be 11 esa da forma.
Alm disto cada lea parece que deve ler a
Por quanto, se Iranspor-
ra a razio absoluta que o nao pode
azer sem
lhu lan-
CARTEmfl
js DE JANEIRO DE 1860.
il s.VTIsl keO \-'- 1.1 I I o'IKS. 11 i-' IS i.l.KU- 80-
, ,', v v0- ESPEI IM.ll'VM' 1>1. ESTUOOS.
n valor DAS ciiiMi'in \- impressoES o\ ESI 101 '.- i na socie h de, por ue sem <
enir aos leitoresqne nio fizemos nio se eslabelece, c menos
m o nosso irabalho da semana. Pomos
io a nterrompe-l'o ; e basta esta conside-
i para mostrar que nao andamos voluntaria-
mente arre lado do comprimento do nosso dever.
Valha esta declaraeio como uma satisfaeio que
s ao publico elle que nos julgue como
- -.1 ve julgar, e estemos quites.
provar a accusaeio de pantheismo, que
cara os seos adversarios.
i' uar idonlico o Bnito eo infinito, dar aleos
osallribulos i. razio humana, e ao hornera os
i i razao divina, confundir ambas, ser uma theo-
lambem nao pode haver educaeao sem um ob-
jecto a propor-sc, e sem um resultado a obler.
Ou consideremos a nssociacio humana romo
a simples fu sao dos individuos, quo se congre-
gan] era massa para seus particulares flus e de-
signios, 0 que theoria de fatalistas e de mate-
rialistas mettidos a philosophns; ou parlamos
la organisaeo soeinl, como de um ponto dado
para comprehender,em toda sua exlensio, a fa-
milia e a humanidade, nao j em aspiraeftes para
sna vida completa, iu?s com ella relisada e
perfeila, o que syslema o doulrina de pensa-
dores estacionarios e facis de ronlentar; o cer-
to que nunca podemos prescindir da educacio
i esta nio se forma,
se peder compre-
hender.
Se a sociedade como diz o celebre Ventura,
a concordia das inlelligencias reunidas entre si
p I i submisso ao mesmo poder, para o lim de
-na fono.i adeqna la.
larmos para a poesa e litleratura a mesma pre-
cisao e rigor das formulas da philosophia, cro-
mos que deve ler lio man sabor aquella litlera-
tura com estas formulas ; como
loria, se a ornassemos com todos
cora lodo o vago, e imaginoso do esiylo tille
rano.
A queslao do valor objectivo dos nossos co-
e d'ahi procede que a lodos os individuos da es-
. pecio humana se lem coslumado encarainhar e
dirigir, desde os prtmeiros momentos de sua
existencia, por un plano regula,-, methodico e
eminentemente lgico.
Por isso a infancia lera o seu ensiuo o cultura
| especiaes, a partir logo dos seos primeiros im-
pulsos e inclinacoes : por isso-lambem d-se
moeidade ura ensmo que Ihe parlicular os-
sencialissirao, segundo as condigoes do sen de-
senvoivimento. Nao por outra razio q le as
escolas e os collegio3 ah afUuoni em tojo os
! punios do mundo civilisado ; e onde quer que a
[ humanidade so levante e se manifest, cumpre
' aos poderes s >caos, que a lera de couduzir polo
verdadeiro caminho da prosperidade
ranieute ideal. Eo'iinico facto-qu admiti sio
OS-phenomenos de consciencia. Kant nio pode
admitlir a reali Sade !}<> phenomenos da cons-
ciencia. porque regeita o sujeito a quo peilen-
objeclo o ob-1 cem aquellos phenomenos e isla consciencia.
Negando-ihe o valor real, nega com ello o valor
real destes phenomenos. Desle modo ficam des-
truidos os phenomenos interno.') e externos.
o que flen, diz eloquenlemente o pholosopho
francez ? O Krilismn !
Todava o que o philosopho allemao nega
raioo pura, ra/.io especulatiua> concede-o
razio pralica.
Concede que a liberdado dohomem e a exis-
lencia de Ib us sao dous principios universaes e
necessarios. D um valor objectivo o indepen-
denle a estes dous principios, concede tambem
um valor necessario o necessario ao principio da
lilosophia 0 causalidade, e nega-ll.e nio Obstante o valor ob-
os devaiieios, jeclivo e real !
Se cffcctivamefttc a essencia da razio indivi-
dual fosse divisive!, se a razio pura fosse abso-
luta e essenciiiluioutc dislincta da razio prali-
ma-lhes lambem formas da sensibilidad*! e poi
estemodo d nlellig......ia Ssensibilidade.
Compre rectificar esta theora.
As ideas do espaco o do tempo sio completa-':
mente dblinetss da sensaro, das deas contin-
gentes e relativas dos corpos, dos aeonleeimen-
los e dos phenomenos.
__ Kanl diz que oslas deas pertcncera sensibi-
lidade pura. Maso adjecliao, segundo a opi-
nio do Cousin, destroe o snbftanl
Kant vio que estas ideas acompanham sera pro
. ideas sensivi i, posto que nao possam sor de-
rivadas ila sonsacan. Confundi era lugar de dis-
tinguir, e deu a arabas por origera a
da de.
Mas nrste casn qual a tliiTi rene.i ntre
MbMidade < enlendimenlo t
\ funero do eniondimenin no svsleum !
Eanl rcduzir unidade as representa
SOS e insoladas formadas, pela sensibilidade.
Has a sensibilidade tambera -oordenn noe>
pnrn e no lempo essas mesmas representa
dando-lhes unidade; porquanto compre nao' i -
qiiecer que o esoai^o e o lempo, na opiniao de
Kant, sio formas da nossa sensibilidade. 0
'.> allemio di rita o enlendimento como
So a > ri.';iu necess .. i, D .
necessario. Dous entes i
0 Ilustre philosopho, porm, n:
lou com estas ei Por
nos depois esere a i i -.
A que Dos aspira boje Mr. .- i
abslraeeao j.i ser ? Sao. ., identldadi
do sujeilo e lo objecto t
rez i Cambera nio me par ii li
Schelling um Dos livre
Chrisliamsmo. Neste I
applaudr coa :> l < mil ..
Depois d iraeio '-" a foi n
pllilOSOph .1-11 :.e ni i -
dale il -u .:ini i, e que n
s.jri.i m-sl.i 1 :i'i)i ,.,.
i i dedarai le i
Mr. Cousin a Imille depoi Ii
dizendo, qm q>i in !- falla i! i ;. m
pn isao o sentid
que lhc deram os mais
egreja c escriptura na
shih q m $um
Por este i
substancia ni: la, .....iluta > eterna,
pode:- [aclividade, espontaneidadel e a sensibili-1 substancias creadas -
."/a nio foi mais duque o complexo das ideas
do collegin, applicadas a sonedddb ; se, na opi-
niao de lio di-tir.il) publicista, o plulosophismo
Jo Wlll sec lio, que, il ipois te ha* r assolado
i Franca, lrasbordou,sobrc lulo o mundo cliris-
'.ao, sallio, tambera pur S u i /. dos collegios ; 6
mcontroverso que s um non syslema do edu-
cacio que pod'TV piod'uir van'.ajusos resulla- as quaes lodas, tnmando n hornera em suas dif-
lndo como capacidade [rcceptividadi
Se esta faculdaihi passiva qiiando reca
Knsacoos, activa e espontanea, quando se eleva
i idea do espaco do lempo. Desle modoaar-
kividade c commum ao enlendimento e sensi-
bilidade.
Logo onde existe a drllerenea entra estes di :.-.
modos da faculdade de eonhecer? Sio duas
cuidad > .'
Esta distinceo infundada, que :> autor da Cri-
tica da Razio Pura pretenden estabelecer entre
a sensibilidade considerada do ponto de risla do
seu systcma e o enlendimenl-i, anda vai muis
! uge. O enlendimento, no s.i tema de Kant.
applkcccoes particulares, constiiuc emsun
i'.ilidaJe, syslema da instruceao pub
eundo as dades, e as nucessi la ti s de ca la uma
dolas, lema razao estabelecido ces-
sos edequados a expansio o manifestaco gra-
dualdas iniclligoncias. Por isso ha umaeduca-
;o primaria uma steuiit/aria 6 uraa su
dos, era relacin tola.a soeieda.li
A razao que. assim coran dos collegios e d .-:
escoias, mal orga ii das, resultara roa es gravissUnos para a familia
e para a coramunhfio social ; dos boas centros de
instruccio e de e lucacao derivara, e ho de d i
var s-uipre, os melhores e mais proveitosoa ra-
feicao, sondar-llie o espirito, porscrutar-lhe as
i len'dcncias, e mmislrar-lhe os elementos pro-
i prios ao seu final destino.
As escolas e os collegios nao cessarentos de
sua conscrvaeao e do seu aperfeicoamento, llca I ropoti-lo) sao os laboratorios era que se apri-
evidente quo islo s se conseguir com o promp-1 mora a intelligencia, c se d largas aos bous
to desenvolviraenlo deslas mesmas intelligencias, movimentos do coraco. Ve-se, pois, qitio r-
em loda a accao de suas fnruldades. A socieda- dua o dillicil a missao- do cusino e do ostudo,
que nscolhemos para o fuihetim de I de, poi, repousa na educacio, como em sen I ji para o menino, j para o jnancebo, j, enilira,
o em sua base essencial: porque, se para o hornera feito.
da per- soltados.
Nio cessacemos de proclamar, semelhnnte
respeito, a doulrina salular cedificanio, da qnal
se lem mostrado to zeloso apostlo neste se-
l '.i-nos-
sguir-lhe as pisa-
A malcra
ei -i mesma simmmente importante e
ja. A termos de cxplora-la em seu yer-
eni scu principio e em suas '
e-
ou, por nutras patarras, s influencias da educa-
mos e dos inclinar-oes natnraes. Seempregamo
dalciro Ierre:.!
giiimas consequencias, mutu loriamos que dizer:
i iia a que ebegasseroos ficaria sempre dis-
tante do (i-i a que nos propozessemos. Nao fil-
i, talvez.quora nosaecusasse de vllra folhe- eao. Nem se diga, que. exprimiiido-nos desla
inisli. Para muila gente o folhe tira nao deve ] maneira, miramos unicaraento a maior expansio
nunca r de um mero capricho lilti rario ; e |da moralidade, a pureza esoveridade dos eoslu-
s julgadorcs enlondein que ludo
quanto sr- houver de tratar n'um escripia de se-
itito naturezs.ha de ser antes na forma ro-
tiea e demasiadamenlc livre do que na for-
ma dida tica e classiea.
S iraos le pensar que em parlo ha razio para
- modo de ajuizar. Os moldes do folhelim,
m, a!V"'.;o ,iu-.-e tanto aos diversos gneros
da Irabalhos lillerarios; andam lio communs
para elle os varios assnmpios quo so bajara de
comprehender,em scioncias, om lettras
i. artes; que ni i vemos ahi cousa que Ihe Itque
mal nos sous propros dominios. Ou lenhamos
principio e em sua naso essencial ; porque, se para o hornera feito. E' isio razao de mais para
ella a familia, ainda quando a lenhamos de I fluo se atienda 1 cd necea o c insUuccao so-
r msiderar como um tarto necessario e providen-1 ciacs ; porque, so arabas ellas eonslituem ura
cial, oque uma verdade poltica e histrica, 6 s principio, para a vida intima e para a vida
mpossii i 1 se |uestra-la s iiiftuencias da moral, pubica do homem, s podcro attingr aos seus
resultados, sendo bem dirigidas, conveniente-
mente formuladas, e forneadas a. lempo o a pro-
posito.
Desnecessario j que vimos a esta ponto,
encarecer o rauito que se. dove pesar a iniluou-
culo o sapienlissinin padee Ventura ; o onando
mesmo houvesscmos de errar cora lio grande
mostr, o que nao nos parece provave"
hiamos por satisfeitu cm
das,ainda que de longo.
Por in-nio quedissessemos, mnitu nos-Picara
por dizer em ass imdlo- de lainanha ferlidade o
conveniencia, Hasta nos porm, assevornr de
una vez por lo.las que a queslio da educacio
a questao por excellencia, quando se trata do
bem oslar e dos melhoramcnlOS sociaes ; e por
isso insistiremos om repetir quo dos collegios e
das escolis qne poder provir loda e qualquor
reforma, deque o homem e a huraaiudade possam
oecessilar, sob a retaeio moral.
Se certo (invoquemos ainda o mesmo escrip-
palavra eduenra, nao s para designar o en-1 cia da religiao em semolhante objecto. E' es-1 tor) que a souedade actual pervertida e cor-
a
s;ij propriamente moral, que principia a ser
subministrado na infancia, que se dilata na mo-
ndado, e chega a constituir toda a vida do hu-
me m ; como lambem para significar o que ha de
mais elevado, de mais necessario o de mais ulil
no aperfeicoamento da intcllinencia. Assim,
em quanto outros separara a educacio da ins-
Irurco, e rollocam uma o outra e;n terrenos
dislinetos, litando primeira um imperio e unta
aceio quasi inleiramente diversos desque assig-
na
lan
cusado deterrao-nos em reflexes por este todo,
quando se sabe que a boa, a verdadeira moral s
na religiao se funda, se contera e se aperfoicoa.
O espirito humano ser incapaz, por mais que
medite, de separar uma cousa da outra ; e cla-
ro que lodo o casino das escolas e dos coll 'gios,
devendo repousir na moral, deve repousir,
por isso mesmo, na religiao, sera a qual aquella
impossivel.
Sobreleva nolar que ura ensino e um esludo
rupia at o fundo das s;ias r.-utianlias ; que s se
traa de allender ne'la aos inleresses maleriacs,! do esludo.
renles pilases, nos diversos pi rio dos ib.'su,-, pro-
pria vida, i!ii pr iporcionam a ; II en
mal, ile que elle vai precisnnd i J m Ii i i te -1
desenvolve. A litleratura princpalmenle, ex1 r-
ce uma gran -1 influencia no segundo ponto < i
da educaeao humana; e eis a razio por-
que os estudos classieos, em todas as suas es|
eialidades, devera ser ministrados moeidade
que freqiicnla os collegios.
I-." misler, porm, quo estes rncsm is estudos
se dispam de-todas as fcicea caraclerisiicas de
nio gosto e de perversio moral ; porque, se a
boa litleratura, haurida em fontes puras e pre-
ciosas, concorre efficazmeulc para a confirma-
eio e vigor das leas moraes, a litleratura, sca-
dade um espirito inmoral e anli-religiosv, ura
veneno terrivel que lenlamcnlo se iuliltra as
inlelligcncias ain la novas.
Nos que assim n s '.; estamos longe
de repi llir e abjurar os inleresses e as convent-
cncias do bom gosto ; nao 6 nosso filo lanear
inathema sobre todo o esludo- classiea das es-
colas secundarias.
Entendemos, sin, que os estudos espe
neslas (isas de e iui^in, rtsSim como devem ser
subministrados com Iccurado melhodo e di- er-
niraenlo, devem ser tambem eseomados de iodo
o germen pernicioso ; e ura destes niales isla no
paganismo, se se pode assim dizer, do cusino o
o felictdade da vi la prsenlo, flus osles que se'
procurara a todo o proco ; so a sociedade nctu il
ambiciona somonte a riqueza, e solera por dolo |
a roluptnosidado, por pie respira n'uma afinaos-'
phera envenenada por lodas as exnalacoes de
baixesa e do crimo; de primeira in tu icio que
o nico remedio para destruir pela rail esse
mal inveterado, lilho de causas antigs e sem-
segunda ; npraz-nos eomprehende-las! proficuos, inspirados ao hnraoui desde a mais i pro renovadas, a educacio methodica e regu-
lares de philosophia com ns ambas reunidas, lenden lo para um fim commum lenraidade, concorrem c devem eoncorrer cons- lar. Dizcmos que aeducagio deve ser metho-
e i lentico. Quanto a nos, o verdadeiro moralis-' tantemonte para o bem oslar social,para os inters-' dica, porqu 6 claro que, para que ella se des-
ta nio o homem que escreve meia duzm de sos ritaes da familia, para as coramodidades e a j envolra, nao basta a exislencia e o concurso
que se sentam meditativos a porta da Vndenna
e da l.vceo; ou bajamos de estender palestra
nes muitos que se embevecem com as questoes
superfinas da historia c da critica ; ou entremos
em convivencia cora os amadores discretos do
bello ideal e das sublimidades do gosto ; em ne-
niiem destes casos nos ser deseabido Irazcr para ao coracao, esmera-so
o folheiira alguma das improssdes c das remi-
niscencias que taes assumptos despertara.
Razio sta que j nos mover a escrevernm
dos nossos folhetins sobre o mesmo sujeilo que
vamos investigar e examinar boje. Houreraraos
de tragar innumeraveis linhas e encher muitiasi-
mas resmas de papel, se, ajudando-nos Deus,
podesacraos penetrar na mxima questao daedu-
maximas, quo se apega s prescrpeoes e s for-1 ventura de toda a raca humana. Tanto mais isto de bons profesores, ou do pessoas convoniente-
mulas moraes, com que so podeni encher urna : urna evidente verdade, quanto se reconheee que
centena do livros; .sim, aquella que, dictando do bom ou do mo sys'.eraa de educacio piovm
os principios e s leis da moral, que vio direito
lambem, e de um modo
positivo, era filiar hitelligeneia por meio de
iiees, que ralem um syslema completo do ins-
Iruccao. A moral nio est mais cm Scrates do
que era Epicuro : no mais de Ze.no do que
Sneca : nao c mus uma arvore do terreno
grego do que do romano, ou do francez ou do
allemio. a moral lei suprema para todos os
paizes, para todos os povos, e para lodas as na-
cacio e do ensino. O livro seria nm mundo, se ;ces :. a philosophia geral pira o homem e
l podessemos chegdr com a intelligencia ; mas
nem o livro podcmo-1'o azern nem para tanto
nos sobra tempo. I.iinilemos-uos, pois, a sim-
ples ideas geraes, e digamos francamente o que
pensamos semclhanle rosp-.ito.
E" claro que a educacio suppoo O iionicra no
seu desenvolviraenlo natural, lendcndo para a
pode
dade, o virendo r.clla; ecomo nao
para a humanidade : jpar-i dize-lo n'uma pa-
tarra 1 a doulrina de summa importancia e gr-
vida le para a sociedade, para a familia.
De feilo, sob que fundimento ser possivel a
associacaohumana.se se Ihe nio predispoe o
viver pela edu-aco a pela inslrucco ? De mais
o saliera aquellos" que. recoramendam com lana
tlfi'acia o ensino da moeidade. Couhccem el-
les que na escala do desenvolvimento moral e
na totalidade dos casos, o futnro da sociedade
e se assim razao de mais ha para quo os po-
deres pblicos de qualquor estado ponham a
mira cm ludo quanto possa contribuir para o
d asen volver o o crescer necessario da Luslrucco,
einsuas inmediatas relaces* cora a educacio.
Fcil a quern seriamente esludar a historia,
o convencer-sede que nos collegios e as esco-
las, onde se preparara a iofincia e a moridade,
que se lane.am as primeiras ou antes as nicas
mizos para "a boa florescencia c conveniente
fruelifteacio do ensino, que mais tarde ou mais
cedo hao'dc influir, segundo as leis naluraes,
no completo destino de loda a socieJaoe. Os
grandes exemplos de bam ou do mal procedem
semore deslas primeiras mpresses da educaeao ;
e raro o. o facto poltico ou social que nao pro-
venha, directa ou indirectamente dess.isprmitivas
iuspiraces.
Se, como diz o maior e mais tlluitrado philo-
haversocilade soir m-fim immediato e ical,|intelleetuahamuito quo verpara c bem social; sopho dos tempes oodorqcs, acevolucJio 'ron-
ineuto dedicadas aoonsino da infancia e da^rao-
cidade : a questao nao de pessoas, .sim, uma
questao de melhodo.
Ser necessario que ainda por outras eonside-
races nos deteuhamos em demonstrar o que lo-
dos reconhecem, a grande influencia da educa-
cao sobre o morimento O o desenvolvimento da
sociedade ? Ser misler que nos alonguemos cm
explanaces philo-o.diicas e didcticas, para pro-
var e sustentar uma these que o bom senso e a
experiencia estSo a confirmar e a fortificar sem-
pre ? Nenhuma duvida pode existir sobre esle
ponto, quando sabido e comprehendido por lo-
dos quo a sociedade vive pola moral, c por con-
seguinle, pela educacio. Esta, se a houverem
de entender bern, se a qui/erem substancial, de-
ve ser revestida de todas ns ondices que de-
vam e possam (aliar ao espirito o aocoraeao.
Tudo, pois, que estiverem relacao cora o adi-
antamento moral e intellectual entra, por isso
mesmo, na ordrm da e lucacfto ; e nao por ou-
tro motivo que a cultura das Helias-arles da litle-
ratura e 4m scivitfUs, Pru lodos es seas r-'.rars c
Quanto deva o goveruo de qualquer p.iiz al-
lender a objecto de lio alta Importancia, .:i!;,-
manlo e favorecondoo progresso das boas deas
moraes, c desses focos de inslrucco o de edu-
cacio elementar, cousa que lodos podem c de-
vem emprehender perfeitamente.
Nem se diga que a liberdade do ensino un
obstculo a esse cuidado-quo devo partir dos
deres pblicos. Se a inspeci-io nao pt'ido ser n-
qiisitorial e voxatoria em assunfplos de-a nilu-
reza, convra ponderar que era ser ella activa o
diligente nao na, nem pode haver nunca, o nc-
nor embarazo ao natural impulso da educacio.
Pora, talvez, esle o lugar alais proprio para
discutir a gravissiraa e sempre diputada questao
sobro a liberdade do ensiuo e o direito do go-
veruo em visia-lo o supcrintenda-lo. Queslao
esta, a nosso ver, do facillima solacio, logo
que se atienda antes aos intesses puramente so-
ciaes c moraes do quo s conveniencias adminis-
Clim esta d i-il i;a I, I: .::
. ii las, nr.o ?-> h soas Iheorias ;
raza i uma idntica, mas lodas q
philosopho fez de: ivar d Si i
No enin tanto este re i., im^orl i,
ma novo, mas a {brrcceao du -
Hr. Cousin, s ". r renuue
raatismo philosophico,.
lo lhu d un; direito i ta-vel.
Pode faze-lo na immi usa in -i d
que elle soube erguer altara di
porveotura, o rnelhor dellos -i ,
Eu i reio q;ie sim.
1
s | : [im fallar-i -
paco para tanto, como tambem |
quando o ih essemos, nao noa pai
pe dica-lo era tbeo i is abstracl is, em id
- con rauns, que supci. lnwd un, o hi -
vistos, nos inultos rala I
moralistas ede publicistas.
Feliz ni nle os bons cscripJ os ea
conscien : is, ainda nio
fallar provavelmente sua 11 -
Vclles i i p que !. de mi '
em qu locamos ; pa lies ] is --
res dvida Jo molhor iuj.Ui possivi l i in | .
ma |ueslao Ja instrur.io
ral. Doixemos, pois, o campo Aran
llSpUla lores de prii
-a i muil is vezes mais inexplicivois em si
mos do que cxplioadores paraos outros.
terminavel irie de raciocinios cuheretl -
coh rente.s, que podaramos addilar, q
fallada lilierdaite deensinu, com n- os
cons ctarios legitimos ou Ilegtimos
ni..un provalo, porque nada ai I
liria i veracidad) oiprollcien .. : -
dera oes que han eraos expend'. i.
Ahi e.si.io os Degerandos, ns L'i
que excellenlemente so ho pron
; o aperfeicoamento moral, ji isiu-
dos classi os as escolas pi A
e lodos o neto autor do P I .
do Podef Publico, lu/eiro I i ; .
semelhantes materias val poi si ama w
Estudem esses bons model -^
ilesejaremmais, e nio se contentaren! om i
co e lio insuflicicnto que doste luc ir II s <
cemos.
Vera a ponto, uma vez que Iralam '-
cao publica, i- dos centrasen que -
volve, dizer duas palavcanreUtiramenla
nasio desta prorneia.
Esta iu.stitiiie.io, qui daqui i p m
trar.i no quinto auno de sua existencia, i
lao ampl.imenie ha concorrido para o niel
o:' i to da publica instrueeo, tai
allencoes e do solicito concurso do \. rno.
Seu plano e rgimen, pelo que diz i
ensino e aos meios de arigora-in e d
lo, sio convenientes e tutuma mente ioi .;
Ensina-EO ahi segundo ura method qu
de deixar de produ/.ir os melhores fniclo,
j lem prodn/iJo al o prsenle, (i -
ment, porm, esl mal, quanto ao Im al en. que
so acha, e falla de accommoda .
rcenle, o cfiie fel esperar cora ancu I .
novo edificio que se Ihe destina
Pelo liado material, esta uma n-
que reclama prompla c completa al il
Irilivas c poliiic-s. Domis, oempenho que lo-i pelo que diz respeito propria' v.d i mai
maraos pela materia s igeita, evidentemente mos-
Ira que nada temos que ver neste lugar com as
subtilezas e lustrosas formalidades de ura espe-
cioso Direito Publico.
esle respeito diremos o que, sob outra rola-
cao, escrevia o grande philosopho e publicista
hespanhol, Balma :
* Quando so trata, disse elle, do examinar
questoes que, por sua nalureza, abracara um
grande numero de relacoes, nao c bastante pro-
nunciar cortos nomos brilhantos, citar empliati-
camenle tal ou qual facto. >
Applicando esle principio ao que nos nteres-
sa, fcil de ver que seria escusado trazer para
aqu o que RM | "o para livros c O
ci do estabeleeimenlo, entaadonuisqur esl
mios do govcriiu proporiionar-lhe as i
necessarias. A principal dellas dts^OI | i
nhan) u:n verdadeira valor os exaraei q*
hajam de fazer. Determnense, pois. q i
clles as Academias do imperio, issiaj re in i -
de outros collegios do"educacio sccunl i
ler-se-lia conseguido a primeira, a i ii -
e incoiiiesiavelinenle a mais indispens
das as rondices para oaugnirutoe |:
desse Instituto. Que, ao meaos, m realiM u as
nossas esperanzas, t- se prcencham os nOSSi
sejos. que seguramente o sao di I |
l'Lll.V. T\ P. DE M. V. DI i i -i \ \ <