Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08948

Full Text
ANNO XX1T1. HOMERO 22.
forlres mezes adi:i 'idos 5$0O0.
Por tres mezes vene. Jos 6S0OO.
iEXTA FEIR 27 DE fAHEIRO DE 1860.
Tor anr.oadiantr.do 19$000.
Porte franco para o subscriptor.'
ENCAO.REGADOS DASUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marquesda Silva; Aracaty, oSr.
A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J.Jos deOlivoira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Ama/im.is.n Sr. Jernnvmo da Costa. ____
1'AlUlllA llUMAMUldOS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiaiiuae l'arahiba nasseguudas e
sextas feiras.
S. Antao, Bezcrros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas dirs.
Pao d'Alho, Nazareih, l.imoeirn, Brejo, Pps-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
urieury e Ex as quarlas-eira.
Cabo, Seriuhaem, Rio Formse* Dna.Barreiros,
Agua Trota, Pimenteiras o Natal quintas Feiras.
(Todososcorteiospartem as lDhnrasda mnnha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBL'NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: torcas c sextas as 10 horas.
Primcira varadocivel: tercas o sextas aomeio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPliliMKRIDES DO MEZ DE JANEIRO.
1 Quarto cresccnle as 8 horas e 28 minutos da
manliaa.
8 I.ua clicia a 1 hora c 3 minutos da tarda.
15 Qtiartominguaule as 4 horas e 38 minutos da
manha.
22 I.ua nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 Quarlo cresc. as 2 horas e51 min. damanha.
PKEAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 54 minuWaMo tarde.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Raymundo de Ponaforte.
24 Terca. N. S. da Paz ; S. Thenioleo b ni.
2. Quarta. Conversio de S. Paulo ap.
26 Quinta. S. Poliearpo b. m. ; S. Paula v.
27 Sexta. S. Joo Chrsostomob.dout. da igr.
28 Sabbado. S. Cyrillo b. : S. Lenidas in.
29 Domingo. S. Francisco do Salles b. dout.
ENCAHREGADOSDA SVBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, t
Sr. Jos Marlins Aires ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAMBCO.
O preprietario do diario Manuel Figueiroa d*
Paria,na sua livraria pxaca da Independencia nt.
Ce8.
PafiTE 0FFICIAL
i gio dos orphaos passo 15 dias ein sua eompanhia nela menor.Informo o nonselhu administrativo
Informe o conselho administrativo do palrimo- do patrimonio dos orphaos.
: nio dos orphaos. Officio do Exm. presidente da provincia do Rio
Dito de Francisco Antonio Severiano, pedindu Grande do Norte, solicitando se mando fazer re-
s defira a pelicao pela qual pedio escusa d i messa da plvora enviada do arsenal de guerra,
servico da armada, porj ter servido no exerci- da corle para aquella provincia.Informe com
.lo.Informo o Sr. Dr. chefe do polica, urgencia o Sr. director do arsenal de guerrra
Dilodo bacharel Francisco Caldas Lins, juiz solicitando logo as ordensnecessarias para o eui-
GOVEH^O DI lt>Vl.\Cl V.
Despachos to dia 15 de dezembro
Requerimenlo de Antonio Jernimo de Olivei-
ra". pralicanle da thesouraria de fazenda, pedindo
Hm mez de licenca para tratar de sua saude. municipal do termo do Rio Formoso, pedindo 15 barquo n eondoco dos objeelos.
Passc-sc portara concedendo a licenca com ven- j;iS e hecnca.l'asse-so portara concedendo Dito do Jilo da provincia do Cear, solicilando
cimentes na forma da lei, visto a informa'.-ao do a heenca com vencimenlos. a remessa dos medicamentos vindos da corle com
inspector da thesouraria. I Officio ni 1171, do com mandan te das armas, | deslino aquella provincia.Informe com urgen-
Dilo de Francisco Correa de Jess, pedindo se iransmitlind para se resolver a consulta fcia ca o Sr. director do uisenal de guerra, solici-
4
Requerimentos.
20.Auna r.i.itistantina ltczerra Cavalcanli, pe-
dindo passngem para si e para dnas filhas na pri-
meira eoibarcueo que partir para o presidio do
Fernando, aoude est eumpritiJo s-cnlenoa o ma-
rido da supplicante.Podem seguir.
27.Ernesto S.ilvro Xavier dos Sanios, pedin-
do liceo** para ir ao presidio de Fernando.
Informe o Sr. Dr. chefe do polica.
28.Francisco de Salles de Audrade Luna,
amanuense da thesouraria de fazenda, pedindo
mu mez de licenca com vencimento na forma da
da thesouraria do
sende. Informe o Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda.
59 60 e 61. Pedidos de um livro, de
calcas e de bainhas de bayooetas para as pracas
da Visla. Fomeca-so.
(J2 l3 o (>. Dos mesmos objectos
para as pracas da eompanhia de pedestres da co-
marca de Tacaral. Porneca-se.
mande admiiiir um lilho na eompanhia deapren- pelo caplo comniandante, da eompanhia lisa taimo logo as ordena necessarias para a remessa lei. Informe o Sr. inspector
di/es do arsenal de guerra.Informe o Sr. di- I j0 cavaltaria sobju o saber se e extensiva ao, dos objectos. fazenda.
rector rio arsenal de guerra, a quem o menor J qunrlcl daquella eompanhia a disposico do avi- Dito n. 1189, do lenle general commaodan- 29.Francisco do Reg Barros de Lacerda, pc-
' so do ministerio da guerra do 1" do crrente, re- le das armas, pedindo se mande effectuar a iu- dindo se mande admittir na eompanhia de apren-
lalivamenlo ao foroecimonto d'agua.luforiuc o demnisseo da quanlia do 2>dl) despendida com i dizes do arsenal de marinha a dous menores li-
Sr. inspector da thesouraria de fazenda. canelos de diversos arligos de armamento e equi-, lhos do tinado Joaqnim Antonio dos Santos.
Dilo do cominaudante superior da guarda na- pamenlo do quarlol da eompanhia de cavallara Volle ao Sr. inspector do arsenal de marinha pa-
cional do municipio do Recife. Iransmillindo o
ser apresentado.
Dilo de Francisco Marciano de Araujo Lima,
cirurgio da colonia militar de Pimenteiras, pc-
dindo o abono de dous mezes de vencimenlos.
Nao lem lugar.
-16
pret das pracas do 5" balalhao do nfanlaria
Requerimente do bacharel Fernando Alfonso aqueridadas liesla cidade.Remcttido ao Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda para mandar
pagar, estando nos lermos legacs.
' Dilo n. 912, do inspector da thesouraria de
fazenda, solicitando indcransaoo da quanlia de
288S600, que pola coltecloria da villa do Pao
do Mello, procurador Fiscal da fazenda nacional,
pedindo dous mezes de licenca para tratar de sua
Budo.Passe-se portara concedendo a licenca
ni forma requerida.
Dilo do Ignacio f.omes de Souza, escrivo de
em Sanio Amaro para o arsenal do guerra.Re-j ra mandar admittir os menores, do que se trata,
medido ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-j 30.Germano Joaqnim de Miranda, professor
da para mandar salisfazer. ; publico de primeiras lellros da 2a escola da fre-
nte n. 1192, do mesmo, informando o roque- guezia da Boa-Visla, pedindo dous mezes de li-
cenca .Passe-se portara concedendo a licenca
na fit itk i >**>*>. i... ..:*!__:_ e_____.r. j. .i:...*
, rmenlo de D. Maria Magdalena da Silva Santia-
go. Remeilido ao Sr. dezembargador procura-
dor da corda, soberana e fazenda nacional para
dar o sen parecer.
orphaos da,comarca de Pao d'Alho, pedindo en- "Alna so despenden com o pagamento*dos ven- Dito n. 453, do inspeelor do arsenal de mar-
ti,ir no ejercicio do seu ollicio, visto se adiar
- leri lo dos encommodos, em virtude dos
(fuaes lora suspenso.Aguarde o supplicanlc a
deciso doste negocio, que lem de ser dada em
termos do decreto n. 1291, de 10 de dezembro de
1853, .k;. ''.
Dilo de Jos Hygino de Miranda, pedindo se
mande des
meracao d
edificado o caixo do casa, que para vender pe-
dir licenca.llcqueira ao ministerio da fazenda.!
Dito de Jos Francisco de Salles, pedindo se
submella ao governo imperial o requerimonto, cnSa"rte s
em que solicita perdo da pena de um mez de
prisao, a que fui condeinnado por crime de in-
jurias.Soja submellido ao governo imperial.
Dito do bacharel Joiio Antonio de Araujo Frei-
tas Henriques, juiz do direito da comarca de
mez de liconga.Passe-se portara
licenca na forma requerida.
cimentes das pracas de guarda nacional deslaca- nha,_ aprcsenlando conla do 28 toneladas de
das Remelldo ao Sr. inspeelor da thesouraria carvo de podra fornecidoa ao vapor Valeria de
Siuniiib. RciucUido ao Sr. inspeelor da the-
souraria de fazenda para mandar salisfazer.
to u. 5, do mesmo, informando o reque-
provincial para mandar salisfazer.
Dito n. 443, do inspcctoi do arsenal do ma-
rinha, iuformando sobre a pretenco de Anto-
nia Maria do Espirito Sanio, viuva do .los Ro-
. driguesde Miranda, ex-amanuense daqucllear-
ifazor o engao que comraelleu, na nu- 8ena]> a qU,| peje ,., penso.Informe o Sr.
o terreno de maru.ha, sobre que esta nspectorda lesouraria de fajen Ja.
- 27 *
na forma requerida, visla a nformaco do direc-
tor geral da mstruegao publica.
31.Joao Nepomocc'iio Vallin, pedindo dee-
rimento do requerimonto em que pedio se mau-
dasse eliminar da eompanhia de aprendizes ma-
rinheiros seos dous lhos Informe o Sr. Dr.
chele de polica.
32.Dr. Joao Ferreira da Silva, provedor da
saude do porto, pedindo dous mezes de licenca.
Goianna, pedindo so prorogue por 20 das a li-
cenca de um mez, de que es' gozando.Pas-
en -se portara' concedendo a prorogaeao na for-
ma requerida.
Dilo do baeharel .los Maria Ribeiro Paraguas-
sil, promotor publico da comarca de Sanio An-
I pe,lindo se mande pagar sob responsabili-
dade OS seos ordenados do 1." do abril a 21 do
jiiiiho.Nao lem lugar, a vista do decreto de 7
maio de 1842, devendo o supplicant esperar
que pelq poder competente se conceda o neces-
rrcdilo.
Dito ih' Joao Jos de Medeiros Mello.Estando
a lindar o lempo do contrato, nao tein lugar a
sua resciso, que seria detrimenlosa a fazenda
publica
DilO do bacharel Miguel Arclnnjo Monleiro
de Andiadi', juiz municipal do tormo do Cimbres,
pedindo su gul>mtla ao tmverna impanial o r-
querimento, em que solicita ser removido daquel-
1*termo para o de Nazarcth. Seja subme'.lidoao
i no imperial.
Ollicio n. 1118, do lenle general enraman-
.1 inte ilas armas, solicitando se mande forrar o
/ da eompanhia lixa de cavallara.Iufor-
Requerimento do bacharel Americo Fernandos Informe o 5
Trigo de Loureiro, pedindo licenca para abrir na t- Dito n. 523,
asa do sua residencia um curso particular do
grammatira porlugueza, lalim, francez, reihor-
ca e geographia.Informe o Sr. director goral
da inslroccao publica.
Dito do bacharel l.oui'n ;u los 'i'" FigueireJo,
[juiz municipal do leijmo do Bonito, pedindo um
coucedenJo a
rmenlo de Manoel Pereira dos Santos l.essa. Passe-se portara concedendo a prorogaeao da
licenea por dous mezes, sem vcnciiucntos.
33.Padre Trajauo EstevSo da Porciuncula, pe-
dindo licenca para retirar das mallas, denomina-
das do Celo, de sua propriedade, 1,8'JO loros de
iicupira, j corlados, que oll'erece por Tonda ao
arsenal do marinha Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Dilo de Manoel Joaqnim de Souza, continuo da
secretaria de polica, pedindo so encamiuhe ao
governo imperial o requerimenlo om que solci-
ta augmente do ordenado.Informe o Sr. Dr.
chele de polica.
Dilo do lenle coronel Rodolpho Joo Barata
d'Almeida, commandanle du -. balalhao de in-
famara da guarda nacional, pedio lo um mez de
licenca.Passe-se poriaria na forma .
rida.
Dilo de Victoriano los Marinho Palhares, pe- sendo oslas feit
dindo ser alistado no exordio.Aprescnle-sc
inspeceo no quartcl general.
Ofiao n. '11',, do capito do porto, solicilando
o pagamento da quanlia de 8J320, proveniente
de despezas fnitas com o expediente da rapita-
nsa.---Itemolfldi ,'lu 3r, iu.-fi < ( de fazenda
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda;
Dio n. 456, do mesmo, informando o reque-
rimenlo de Joaquina Maria do Coiajio de Jess.
Sr. Dr. chele de polica.
. do commandanle do corpo de Mi-
licia, informando o requerimonto de Jos Julio
do Nascimcnlo.Informe o Sr. inspeelor da the-
souraria provincial.
2 de Janeiro.
Ilequerimentos.
1.Feeldcra Brothers kv C, cmrrezarios da il-
luminaQo a gaz, pedinio pagamento da quanlia
de 157^969 rs., que despendern] com a illum-
naco do 'palacio da presidencia nos mezes do
setembro c outubro.Informe o Sr. inspector da
thesouraria do fazenda.
2.Jos Gomos da Cunha, reconendo de um
despacho proferido pela cmara municipal do I.i-
mociro. Avista da inormacao, pela qual consta
estar a obra folla, deiio de prover o recurso.
armas informando
Maria do Valle.
thesouraria de fa-
3Joaqnim Cavalcanli de Albuquerquc. rador da cor.
O/fu ios.
3. Do commandanle das
o requerimente de Venaucia
Informe o Sr. inspector da
zonda.
I.Do mesmo, informando o requerimcnlo
de Francisco Caelano de Assis.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
3G.Do mesmo, informando o requerimonto
do Joanna Mara da Coiiceieao.Informe o Sr.
Dr._ehcfe. de polica.
;< Do mesmo, informando o requerimenlo de
Antonio. Jos Cavalcanli.Remettido ao procu-
-. ... uuivu, soberana e fazenda nacional pa-
I i o prazo mprorogavel de ls mezes para ra dar o seu parecer.
>ara mandar pagar.
- 23 -
Requerimenlo de Antonio Jos Ribeiro, alteres
do 10 balalhao de nfanlaria, delegado do lermo
de' IguaraSS, pedio 1 i 3 das do licoie; i para vir
o supplicanlc conservaras porlcirasdo que trata,
de maneira, quo nao causem
rande detriraento aos viandantes, e a contento
do director interino da reparti<;o das obras pu-
blica;.
4.--Jos Hygino de Miranda, pedindo li
par ven'I er u mu casa em caixAo ediQead.i em
ii,.- m.ij.i.. | i.".o>... da ui..r...i..infuiiii-. u sr. laspocior uj rector interino da repartieao dos obras publicas
:souraria de fazenda. 39. Do mesmo, aprcsenlando a relacao da
Joaquim de Souza, continuo da so- elape abonada pelo delgalo do Brejo a um de-
oolicia. no lindo so eneaminhe ao tro- scrlor do balalhao de nfanlaria.Remetiendo
3S.Do Dr. chele de polica, solicitando que
se mande tapar com paredes de lijlos as portas \
da casa que servia do barrera na ponte da Ta-
camos, a qual, estando hoje abandonada por se
havor mudado a barrera para o lugar do Pisa,
serve de rcuniao de malfeilores, que a noite ata-
ca m e roubtm os viandantes. Intonnc o Sr. di-
5 Mano
laria de polica, pe lindo se eucaminlio ao go
no imperial um seu requerimente.Seja sub-
governo imp
me o Sr. director das obras militares, apresen-a capital.Como requer, sendo esto despacho
apresentado aos Srs. lente general comman-
danle das armas o Dr. chele de polica.
Dilo do bac.'iarel Joo Ilrcano Alvc Mociel
;juz muuicipal do lrmo f\^ Goianna, pedindo 2
mezes de licen';a.Passe-se portara concedendo
a cenca requerida.
Dilo do Jeronymo Mclchiadcs Ferreira da Sil
Remettido ao Sr. inspeelor da Ihcsoura- | va, porlorn lo arsenal de marinha, pedindo dous
lando com urgencia oorcamento.
Dito ii. 409, do inspector do arsenal de niari- I
nha, solicitando que se mande pagar a Lujz Bor-
ges Siqueira a quanlia de 9oS800, importancia
i una bandeira do C pannos, um pharol, dos
gyrandolas de foguetes e meia libra de cera em
velas, fornecidos ao lelegrapho da lorre do Col-
de fazenda para mandar salisfazer.
17
Reiiicriicntedo bacharel Francisco Augusto
da Costa, juiz municipal do termo de Barreiros,
pedindo se mande certificar se elle supplicanlc
estere no exercieio do seu emprogo desde o da
30 de agoste al 3 do corrente mez. Passe-se.
Dilo de GuiraarSes & Oliveira,Nao pertenco
a thesouraria de fazenda o pagamento do que
se trata.
me/es do licenca.Passo-se portara conceden-
do licenca com ordnalo, do c uiformi lado com
a nforma;o do inspeelor do arsenal de marinha
com dala de 19 do corrente sob n. 137.
Officio do presidente di relacao informando
um requerimenlo da rmandade de N. S. doGua-
delupe em Olinda.Informe o Sr. thesoureiro
das lolerias na parlo que Ihe diz respeito.
Dito do Dr. chefe do polica apresenlando o
orcamenlo da cadeia da villa d'Agua Piola.
vi
meiido ao governo imp na
6.Manoel Polycarpo Moreira de Azevedo,
idem.Soja submeltido ao governo imperial.
Officio.
i. Dr, juiz de direito da i" vara, solicilando
se mande que a thesouraria de fazenda Ihe d6
eselarecimentos sobre urna pelicao de Cassiauo
alborto Pimonla. sugeita sua deciso.Infor-
me o Sr. inspeelor da thesouraria de tazend i.
8.Da cmara municipal de Olinda, solicitan-
do a extraeco de urna parle das loteras conce-
didas para o ccaiiterio da mesma cidade;Infor-
me o Sr. thesoureiro das lolerias.
Dito de Joaquim Pedro dos Santos Bezerra, I Informe o Sr. inspector interino da repartioao das
pedindo se mando alistar no exercito seu lilho j obras publicas.
licrculano Joaqun) dos Sanios Uezerra. A pro- 30
si nlc o lilho do supplicanle a inspecijo no quar- Requerimonto de Amaro Joao da Cruz, pedin-
lel general. ido ser alistado no oxercilo.Aprsenle se ins-
Ditu de Jos Cesar de Albuquerque e outros, [ peceo no quartcl general.
ido ter mantido na posse do terreno de mari- -Dito de Venceslao Ignacio da Concoico, con-
nha n. 105 A,que foi declaradodevoluto por nao tra-mestre da ofllcina de alfaiato d i arsenal de
rom os supplicsntes aterrado, como Ihes guerra, pedindo se eneaminhe ao governo irape-
cumpria.Reqneiram ao ministerio da fazenda. rial o requerimente em que solicita augmente de
Dito do padre Jos Gregorio da Silva Carvalho,
osinoler do Gymnasio.Passe-se portara con-
lo i licenca requerida, de conformidade
i nformaco do director geral daislrucca >
ica.
Dilo de Jos Joaquim do Sania Auna, procu-
ordenado Informe o Sr. director do arsenal de
guerra.
Officio n. 1103 do Dr. chefe do polica, solici-
lando se mande reparar o edificio anlgo, que
Jieouem/ieno?.
9.Francisco Bolhelho de Andrade, arrem-
tente das obras do 1." lanco do aterro culto o ar-
senal de mar nha e o norie do trapicho do An-
gelo, e do 2. lauco dasobras do Araujo no For-
te do Mallos, pedin-Jon medicaodo trabalho fei-
to, para se calcular a importancia, que Ihe de-
vida.Como requer, sendo este despacho apre-
sentado ao Inspector do arsenal de marinha para
o lira conveniente.
10.Francisco Alfonso Ferreira. ama
da alfandega, pedindo 2 mezes de lieeoca pa
tratar de sua saude.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda. ouvindo o da alfandega.
11.Jos Fumino Al ves do Quintal, pedindo
ser providu em um dos dous lugares do liis dos
armazens do arsenal de guerra, os quues, cons-
la-lhe. eslao a vagar.Informe o Sr. director do
i rsenal de guerra.
12.Luiz Rorges de Siqueira, pedindo paga-
ao Sr. inspeelor da thesouraria de fasenda para
mandar salislaser.
40.Do inspector do arsenal marinha, solici-
tando que se ordene o pagamento da importan-
cia de (}i alqueires de cal prea, que se com-
prou a Jos Vicente Nuncs Rango para as obras
t cargo do arsenal.Ro'uctlido ao Sr. inspeelor
da thesouraria de fasenda para mandar salis-
fazer.
41. Do director dos arsenal de guerra, de-
clarando nao poder ser fabricado iiaquelle arse-
orn brvidode, os 331 correames para as
Portaras expedidas durante o mez de dezembro
ultimo para a sabida do navios do porto desla
cidade.
1
2u7.Brigue inglez Aune para o Cabo-Verde.
2GS.Barca francoza Sphirt para o Havre, com
escala pelo Rio Grande do Norte.
209.Barca americana Reindcr para o Rio de
Janeiro.
C
270.Brigue portugnez Relmpago para Lis-
boa.
871.Brigue hamburguez Luisa Carolina para
o Maranhao.
272.Barca ingleza Fketicing para a Terra-
Nova.
273.Barca ingleza Tasso para S. John.
9
274.Brigue sueco 4nna para Slock dmo.
275.Hiato americano lonh Giffiths para .il-
limore.
270.Brigue inglez /icen para a Terra-Nova.
277 Barca ingleza Midas para Liverpool, cun
escala pela l'arahiba.
1.1
278. Barca hamburguez Sainf Thontas I'acksl
para Hamplon Road.
279.Barca ingleza Foating Cloud para Gal-
verstou Texas.
15
280.Rrguc francez Belem para o Havre.
281.'-Brigue prusstano Paulo Augusto para o
Canal.
282.Brigue inglez Jfary Weir para o Canal,
pela Parahiba.
16 -
283. Patacho americano lannol para S. Tho-
m.i/.
284.Patacho inglez James Hu! para a l'aia-
hiba.
17
285.Barca francoza Napoleao para Harselha.
286.brigue hamburguez Cano para Valpa-
raso.
287.Brigue/. oldmburgucz Cirl para a Ba-
bia.
19 -
2S8.Brigue hamburguez Elkabeth para a l'a-
rahiba.
289.Polaca sarda Linda para a Baha.
290.Patacho portugnez Varia da Gloria para
Figueira, com escala por Lisboa.
-20
2'-t\.l.nca Ingleza Uarroaet para Liverpool.
292.Polaca hespanhola Pronta para Buenos-
Ayres.
21 -
93.Barca ingleza Queen para o Havre.
22 -
291.Brigue inglez Drook'avj para Ncw-York.
23
295.Polaca hespanhola Sorpresa para Hil-
vana.
21
29G.Barca ingleza Mndoo pira Macei.
297.Barca ingleza t-'runten para a Mancha.
293.Brigue austraco Tergulo para a Baha.
una.
a iusti ni ao gra-
A inspi :l das i i las, ifo que di/
iustruci-a i e administrocao, acl
rador de Arsenio deslavo Borges, phamiaceutico j eompanhia de pedestres, fazchdo-se nelle um xa-
do presidio de Femando.Esperado al que 14fez para rccolhjmento dos ebrios o outros indi-
venha o crdito que se solicita. I viduos, coja detenciio passageira.Informe o
Dito de Luiz Ferreira da Assumpco, pedindo I 8r. director interino da reparlico das obras pu-
se mande darbaixa a seu lilho Vicente Ferreira! blicas.
Dito n. 1418, do mesme
exisie por traz lo quarlol de polica, na na do mente da quantia de lG5j, importancia dos ob-
Calabouco, alini deservir de poni de reunio da jeclus fornecidos para o lolegrapbo.Aprsenle
a conla original.
da Assumpco, que se acha alistado na eompa-
nhia de menores do arsenal de guerra, afim de
e.ondu/i-1 > paraoserlo para tralar-se de moles-
le solTre.Indeferido, a vista da informa-
<;,io do director do arsenal de guerra.
Dito de Maria Nunesda Rosa, pedindo se mau-
lle alistar na eompanhia de aprendizes do arse-
nal de guerra o menor Alfonso Francisco do
- Informe o Sr. director do arsenal de
ra, a quem o menor ser apresentado.
Dilo de Manuel de Carvalho Paes de Andrade.
Mostr o consonlimento do proprictario de
q m se trote.
communicando que
os presos da cadeia de Tacarat continuara a pe-
dir csmnlas para seu sustento, visto nao haver
all quem se queira prestar a forneco-los de dia-
nas ; e propendo que o sopprimento dos dilos
9 seja feilo pida collelora
raes.Informe o Sr. inspector
de fazenda.
Dito n. 919, do inspeelor da Ihosomaria de fa-
zenda informando o requerimonto de D. Mara da
Conccico do Mello Pereira Pinte, viuva do l-
ente reformado Thomaz Pe reir Finio.cmel-
13-.Mara Caetana de Jess, pedindo licenca
para ir ao presidio de Fernando.Pode seguir.
1 i.Maria Nones da llosa Menezes, pedindo se
mande alistar na eompanhia de menores do ar-'
pracas e inferiores do 4. balalhao de nfanlaria
da guarda nacional: entretanto que, com mais
promptido c vantagem para a fazenda, pode o
fabrico dos ditos correamos ser feilo fra do ar-
senal. I nforme o.Sr. inspector da thesouraria de
fasenda.
42. Do director interina da reparlco das
obras publicas.Cominiinicando achar-so coo-
cluidosos concerlos da |>cnle do Rujary, lendo n
respectivo arrematante direito a recebar a im-
portancia da obra.Remedido ao Sr. inspeelor
da thesouraria provincial para mandar salisfazer.
43. Do mesmo, communicaudo nao se adiar
I a ca.'go da repulicao das obras publicas o autigo do,
nuenso ediQoo da ra do Calabouco, que o chefe de po-
' licia pede para eslabeleccr'o quarlol da eompa-
nhia de pedestres.Informe a cmara municipal
do Recife.
Pedido de 27 charlalciras para os msi-
cos do 9. balalhao de nfanlaria. Remedido ao
Sr. director do arsenal de guerra para mandar
fu mecer.
45. Dito de fio de algodao e azeile para lu-
zes no correte mez na fortaleza de Itamarac,
Forncca-se.
46.Dito do dito para a eompanhia de artfi-
ces.Forneca-s'.
299.Brigue bclt
uerimenlos.
Ferreira da Cunha, pedindo
transportar a madeira que
seal de guerra ao seu alilbado Alfonso Francis- lera cortado para ser applicada em urna sua pro
co de Sales.Informe o Sr. director do arsenal priedade. Informe 0 Sr. capilac
Req
47. Albino Jos
licenca para fazer
lido ao Sr. procurador da coroa. soberana c fa-
Dilu do alferes reformado Raymundo Jos de zenda nacional para dar o sou parecer.
< Lobo, ex-almoxarfe do hospital militar. Dito n. 407, do director do arsenal de guerra,
Indeferido. I informando o requerimenlo de Miguel Hachado IAragary ; e Alvaro &Magalhies da de 245 i2
Ollicio do ice almirante coinraandante da es- Freir, servente daquelle arsenal.Informe o Icovados de tapete simples e de 100 dilos de dilo
do guerra, a quem o menor ser apresentado.
OfUeios.
15.N; 3 do inspector da Ihcsouraria de fazen-
de rendas ge-;da, solicilaudo iudemnisaco da quanlia de ...
da thesouraria 148-36:0 ris, despendida com o pagamento das
diarias abonadas pela collectoria de Seriuhaem
aos picsos pobres da respectiva cadea.Remel-
ldo ao Sr. inspeelor da thesouraria provincial
para mandar salisfazer.
16.N. 1 do inspector do arsenal de marinha,
solicitando expedico do ordem para serein pa-
gos Jos Memies de Frcilas da importancia de
2^6 1(2 covados de tapete, para a canhoneira
ipilo do porlo.
quadra ao serrico de S. M.o Imperador, solici-ISr. inspector da thesouraria de fazenda.
se monde abonar aocommissario do Ama-
sonna a quantia deSBOfOOO para pagamento de
gratBcacao das pracas que se alistaran! para n
servico da armada.Remettido ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda para mandar satis-
l.i/iT.
Dl n. 1361, do Dr. chefe de polica, apreson-
tandoo pete guia dos venciuienlos da escolta
;uarda nacional, que cm marco dcsle auno
do termo ta Escada receber tiesta capital
i: ronduzir para all presos, que linham de ser
j il-M'los no jury.Remettido ao Sr. inspector da
thesouraria provincial para mandar salisfazer,
-' indo nos termos legaes.
Dito n. 1363 do mesmo, aprcsenlando a conta
do aluguel de seis mezes vencidos em selembro
da casa que serve de quartcl ao destacamento
do termo da Escada.Remedido ao Sr. inspector
da Ihcsouraria provincial para mandar pagar es-
lai !o nos termos legaes.
Dito n. 328, do director das obras militares,
solicitando se mande pagar a Seralim Soares da
Dito n. 40S, do mesmo, informan lo o requeri-
mente do mestre de gymnaslica do mesmo ar-
senal Joao Francisco da Silva.Informe o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
-31
Requerimenlo de Bernardino de Sena da Silva
Guimaraes, 1. escriplurario da thesouraria de
fazenda, pedindo dous mezes de licenca.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Dito de Ignacio Raymundo de Brido, pedindo
se conceda dous mezes do licenca a seu irmao,
msico da eompanhia de aprendizes do arsenal
de guerra, Profiri Samuel de-Brillo, a lira de
ser tratado fura do arsenal.Concedo dous me-
zes de licenca, sendo osle despacho apresentado
ao Sr. director'do arsenal do guerra para sua in-
telllgencia.
Dito do Dr. Jos Antonio de Figucircdo, lente
da Faculda le de Direito, pedindo dous mezes de
licenca.Passe-se a licenca requerida.
iveludado para as rampas e pavlhocs do caes do
Collegio.Remedido ao Sr. inspector da thesou-
raria do fazenda para mandar salisfazer.
17.Do lente coronel commandanle do ba-
lalhao n. 23 de infamara, apresentando a res-
cao das diarias abonadas s pracas que cscolla-
ram tres criminosos do lermo de Santo Antao
para osla cidade.lulorme o Sr. Dr. chefe de
polica.
18.Do delegado de polica do termo de Villa-
Bella, apresentando o piel dos guardas nacio-
tiaes que estiveram all destacados desde o l" de
outubro al 13 de nvembro ultimo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
19.Do engenheiro fiscal da estrada de ferro,
solicitando o pagamento dos seus vencimenlos
relativos ao mez de dezembro ultimo, bem como
indemnisaco de despezas pelas viagens que fez
durante o dito mez.Remedido ao Sr. itispector
da IheSouraria de fazenda para mandar pagar o
que se deverao supplicanle.
20:Pedido de los d'algodo e azeitc para lu-
Dlo de Jos Alvesda Silva Guimaracs, pedin-
do se eneaminhe ao governo imperial um oulro zes no correle mez no quartcl do forte de Pao
Silva a quanlia de 295J0, impoitanca de um i requerimenlo.Seja submellido ao governo im- j Amarello.Forneca-se.
poitao c de uma grade de ferro para o hospital perial. 21.dem para" o quartel da eompanhia de
militar.Remedido ao r. inspector da lhesou-| Dito de Manoel Juvenco do Saboia, ajudanlc : cavallara.Fornega-se.
raria de fasenda
para nrnndar pagar.
- 24
l do escrivo do almoxaril'ado do arsenal do ma-
: rinha, dem.Seja submellido ao governo im-
Reqiicriroento de Antonio dos Santos Correa, perial.
alferes do 9o batalliaode infanta na de lnlia, pe-
dindo licenca para rclrar-se temporariamente
para fra da capital, afim de tratar de sua saude.
Passe-se portara concedendo Ires mezes de
licenca para datar de sua saude no centro da
provincia.
Dilo de Candida Senhorinlia de Jess, pedindo
se cousinta que um seu lilho educando docolle-
Dito de Joaquim Jos Guilhernie. soldado do
meio balalhao da provincia do Rio Grande do
Norte, pedindo passagem para una sua irtuaa.
Dirija-sc ao agente da eompanhia brasileira de
Paqueles a vapor, a quem se expede a ordem
necessaria.
Dilo de Maria Francisca dosPtazeres, pedindo
se mande admillir no collegio das orphs urna
22.dem para o forte do Buraco.Forne-
ca-se.
23.dem para a fortaleza do BrumFornc-
ca-se.
24.Pedido de papel olmaco, penna e tinta
para a secretaria da fortaleza do Brum.Remet-
tido ao Sr. diteclor do arsenal de guerra para
mandar fornecer.
25dem para a fortaleza do Buraco.Re-
melldo ao Sr. director do arsenal de guerra para
mandil foruecer.
ib. Antonio de Souza Cirno Lima, pedindo
admisso na eompanhia de aprendizes do arse-
nal de guerra ao menor Isidoro. Informe o Sr.
director do arsenal de guerra, a quem o mesmo
ser apresentado.
49. Dr. Joo Alfredo Correa d'Oliveira, pro-
motor publico do lerino do Recife, pedindo dous
mezes do licenca. l'asse-se portara conceden-
do a licenca requerida.
50Joaquim de Ousmao Colho, 3.7cscriptu-
rario do consulado provincial, pedindo trez me-
zes de licenca. Informe o Sr. inspector da the-
souraria provincial, ouvindo o administrador do
consulado.
O /icios.
51. Do commandante das armas, apresen-"
lando as cuntas das despezas do hospital militar
no mez de outubro ultimo. Remettido ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda par o im
conveniente.
52. Do mesmo, informando o requerimenlo
de Pedro Chrisulogo da Cunha. Informe o Sr.
director interino da repartico das obras pu-
blicas.
53. Do mesmo, informando o requerimenlo
de Maria Francisca Alvos Mascarenhas. Re-
medido ao Sr. procurador da cora, soberana e
fazenda nacional para dar o seu parecer.
5i. Do commandanle superior da guarda
nacional do municipio do Recife, iransmillindo
os prels das pracas do 5. balalhao de nfanlaria,
que se ochara destacadas nesla cidade Re-
medido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda para mnndar salisfazer.
55. Do mesmo, solicitando se mande pagar
os vencimenlos do mez de nvembro ultimo,
perleiicenles aos officiaes do exercilo emprega-
dos na guarda nacional. Informe cora urgen-
ca o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
56. Do mesmo, solicitando o pagamento do
aluguel da casa que serve de secretaria do com-
mando superior. Remedido ao Sr. inspeelor
da thesouraria de fazenda para mandar salis-
fazer.
57. Do commandanle superior da guarda
nacional da comarca de S. Antao, solicilando
o pagamento dos prels das pravas do balalhao
n. 23 de nfanlaria, destacadas na cidade da Vic-
toria. Informe com urgencia o 8r. inspector
da thesouraria provincial.
58. Do director do arsenal do 'guerra, in-
formando o requerimente de Francisco de Re-
a Emma para a Babia.
" 28 -
30). Polaca sarda Marta para o Ro da Piala
301.Patacho nortuguez Duque do Porlo para
0 Porlo.
302.Brigue porluguez Duque do Porto para
Lisboa.
303.Hiate americano Jfary Ilelen para New-
York.
30i.Barca franceza Amelia Henriette para
Marselha.
305.Brigue ingle/ Dante para Grcenocli.
29
306.Vapor inglez Montevideo para Montevi-
pclo Rio du Janeiro.
- 31
307.Hiate amencano Orianno para New-
Vork.
Passaportes c portaras, de pessoa, expedidas du-
rante o mez do dezembro ultimo.
Passa porte numero 140, para Richard Mulder
e sua mulher, hollandczes.
14
Portara numero 108, para Charles !t. Walker,
subdito inglez.
Dita numero 109, para A. G. Mathew, subdito
inglez.
Dita numero 110, para Jamos Limonds, subdi-
to inglez.
17
Passaporle numero 111, Duarle da Cosa, sub-
dito porluguez.
31
Poriaria numero 111, Henrique Brunn, subdi-
to prussiano.
C0UANB6 DAS ARMAS.
Quartel j*im,si do commanilii das
armas le Pernambueo, na cida-
de du ltcuife, "i de Janeiro de
ideo.
ORDEM DO DIA N. 3 3.
Com o fien de evitar os abusos que se lem dado
nos embarques das familias dos Srs. olliciaes do
exercilo nesla provincia, determina o loncnlo-
general commandanle das armas, quo os Srs.
commandantes de corpos e companhtas soladas,
quando qualqucr Sr. oflicial livor de embarcar,
conduzindo a sua legitima familia, remellara ao
quarlel-general uma nota demonslraliva daspes-
soas de que cssa familia se compoe, devendo
para isso consultar os respectivos asscula-
mentos.
Assignado.Jos Joaquim Cocino.
Conforme. Horacio de Gusmo Coelho, alfe-
res ajudanlc d'ordcns do commando.
EXTERIOR.
Cartas sobre a ISclgiea.
llf.
Instrucco publica.
Mea charo pai. Na presente carta tralarci
da situacao do ensino na Blgica.
Assim como Uve occasio de dizer-vos, o en-
sino ueste reino gosa da maior liberdade possi-
vel. A coiiiiiuiciio restringe a acgo da lei
nicamente repressao dos delictos.' Dcpois de
haver proclamado a liberdade de opinio, o con-
gresso nacional devia iiecessariamente lbcrlir
o ensino de toda a especie de cnlraves ; era o
enrollarte dessa liberdade, o complemento indis-
pensavel, a applicacao sincera e real.
Mas quando digo que o ensino acha-se lvre
de todos os entraves, nao se comprehende nesta
as3ergao o Estado, quo conserva o seu direito
cominum, c era pode ser excluido de crear es-
tabeleciinenlos de instrucco publica ; quando,
pelo conisti, a constituido Ihe impoc esse de-
ver. Com ffeilo se he realmente justo dar-
se a lodas as doutrinas os meios de so propaga-
ren! c de so defendercm, he indspensavel que,
para suffocaros abusos e manter a iosiruco
publica no grao de progresan da ciencia, o Es-
tado eslabeleya o dirija escotas. Nnguem no -
Ihor que elle, j pelos rwursus de que d
ja^ pelos metes de emulacao que poo em ac^o
pode prestar servidos mais relevantes A esse ra-
mo de instrucco.
NaRelgica, .unido os estabelecimentes de i.--
I rucea o particular .<"o obrigadosa concorrer con-
junciamente com s do Estado, lodosos dias si
observa que o fazem rom coragetn bom res li-
tado para o maior rovelo da >i enca e das ge-
raoOos modernas
o ensino dado p< ..' i as I -
belgas, e conforme he de praxe, dividc-si en
Des graos distinclos : primario, medio ( superi-
or, ou do primeteo, do segundo e do le
grao,
i' primeiro lem por objecto, romo o indica
sua denominarn, ns tioces elementares da ins-
Irnceau : comprehende o- principios de relgin.
do moral, n leilura, escripia, o syslcma legal di
pesse medidas, os elementos dii lingua fran-
ceza, flanienga ou aliemaa, segundo as localidn-
! i.
lia em cala communa do reino ao menos uma
escola primaria, eslabelecida era local com -
ncnle ; era caso do necet-sidade, porm, un
muilas communas visinhas podem ser autorisa-
las a reumr-sc para fundar o sustentar uma
escola. Naquellos em quo as necessidades -
eusino primario acham-se sufBcienteniente sa-
lisfedas pelas escolas particulares, podem su
dispensadas de csiabclceor urna jior sua conla.
devendo somonte ser estas autorsadas pelas
communas, quando cumprrem exactamente o.-
a que incumbem s da
i is menin is pobres recebem
tunamente, cumprin-Jo s communas o devi di
procurar ineslres para aquellos cojos paes o pe-
direm, quer na escola communa!, quer naquel-
las que houver no lugar, quer enifiu, as es| -
cialmenlc designadas por ella para esse im.
O ensino ri ligii so e moral, processado sb a
direccao dos ministros do culto da materia dos
discpulos da escola. Aquellos, porm, que nao
pertencem rommuiihu religiosa em materia
na escolo, nao sao obngados a assisr esst-
ensino.
respeito S
o conliadi
autoridade communa! ra inspecloics eucarre-
gadi es| i : Imentc deste i i:i lado.
s livro.-; destinados ao ensino, as escolas
sujeitas essa rfspccco, sao cxamiiiidos poi
utna commissao c approrad governo :
os relativos religiao, .o exclusivatpcnte es-
colhidos petes ministros do culto ; e h^ de lei-
lura, empreados egualmcnle com o lim di u
Sinar a religiao e a moral, o sao de cutnmum
accordo pelo governo e o clero.
Os profes: i nomeados pelos ronselhes
communacs, d'entrc os c m li; itos que proi
haver frequentado, ao iiieiio- dous aunes, os
curs is do qualqucr das escotes normis creadas
o te governo, as no mados s es-
iores, pelo estado, ou aos de urna es-
cola normal particular, submettidos So rgimen
''' :!|-; esdo pi i le. I omitido, os
seibos commuiics pJnm, com aulorisacao ..--
pecial .u governo, escolher professures que nao
reuuam as condiroes supta.
O governo no mea para cada um ou para mul-
los cantees reunidos um cncarregado de ns
cionar as cscol is, que deve reunir cm conferen-
cia e sob sua presidencia, ao rtj-nos lima VCZ
por trimestre, os professores sujeitos snaju-
risdiccao ; os prof res que a ella nao esli
sujeitos, pdem pgu Imeiile 6cr admillidos
estas rcunics se o inspector inlga conveniente,
rodas as quesloes que dizem respeito aos pro-
gressos do eusino primario, aos syslemas de
inelhodo cao* iivros em pregados as escola;
sao nessa conferencia discutidos o examinados.
Alero dos iuspeclores canlonacs, ha para ca-
da provincia um inspector provincial com or-
denado, de nomeacao do re, o qual visita todos
os anuos as escolas commuu es de sua provincia
e as domis q i nella existem ; preside annual-
I mente urna das conf renci dos professores, e
i archiva as nformacoes comidas nos registros d.>
nspec^ao cantonal.
CaJa anuo lodos os inspectores provine i
reunem em commss i central sob a presiden-
cia do ministro do interior, quopo.de anula con-
yoca-los extraordinariamente quando o exigir o
inlercssc do eusino.
E* por conla das communas que corre ra as
desp zas da instrucco primaria, sendo, lodo? os
anuos, contempladas no orcamen'.o, a3 soramas
necessarias. Qunndo as rendas naochegam sai
tiradas dos crditos abortos para r provincia, ou
para o Estado, se ha. O craprego desses crdi-
tos deve ser distribuido por uma ordem anm \ i
ao projeclo de orcamenlo communal. Se a auto-
ridade que dirige uiaa esc da na i coQscnlc era
9-tijeitD-la ao rgimen de inspeceo organi
pela lei, nao pode ella perceber nenhum subsi-
dio da communa, provincia ou lisiado.
Alm das communacs, existem, era cada pro-
vincia, escolas primarias superiores, funladas e
subsidiadas pelo governo, com acoadjiurarodas
communas, podendo ser eslabelecida uma em ca-
da districlo judiciario.
A instru
comprebende as linguas flamdnga, franceza e
aliemaa ; arithmetica, desenlio, especialmente
o linear, agrimensura c as domis applicaees
da geometra pralica ; nocoesde si encas nata-
raes applicaveis aos usos da vida ; msica e
gymnaslica ; rudimentos do historia c geo-
gi iphia geral do mundo c especial da Blgica.
limm, ha anda escolas normaes, creadas pe-
lo governo, para o ensino primario, destinadas a
preparar jorens para o professoralo do casino
primario, sendo, alm da inspeceo ordinaria,
sujeilas uma ecclesiaslica, para o que ha, era
cada uma dolas, um ministro do culto, cncarre-
gado do ensino da mural c religiao. Us professo-
res dolas sao, assim como os das primarias su-
periores, nomeados pelo governo.
Existem anda mais escolas industriaos e com-
merciaes sujeitas ao mesmo rcgulanienlo, que as
de que acabamos de tratar.
O segundo grao do eusino designado pelo no-
mo do ensino medio, e pago pelo governo so di-
vide em dnas calhegorias : escolas medias su-
periores, professadas cm Alheneus Reaes, e as
escolas inedias inferiores, mquesau eomprchen-
didas as primarias superiores e as industriaos o
commcrcaes.
A par dos Alheneus Roaos, existem certoses-
labelociracnlos cuja organsa^a anloga a el-
los, com a simples dierenca de que sao ereaJos
pelas provincias, ou pelas communas, quer se-
jam subsidiadas pelo Estado, quer somcnle pelos
cofres especiaos : comtudo, como os eslabeleci-
inenios particulares, percebem alguns subsidios
das communas aonde ?e achara encravados, e
concebe-se fcilmente que a inlervenco do go-
verno nao c lao importante como nos Alheneus
Reaes, principalmente no que diz respeito no-
meacao dos professores, regulamentes internos,
etc. Todava'os professores devem reunir as
condicocs de capacdado determinadas pela lei,
para poderem ser admittidos ; os subsidios sao
ordenados pelo prograrama" dos esludos, ema-
nado do governo, assim como o 6 a appro-
vaco dos Iivros empregados no estabeleci-
inenlo.
A directo dos Alheneus Reaes o escolas me-
dias pcrleiicc ao governo, que noma todo n sen
pessoal e nelles exerce sua inspccgo por inter-
medio dos inspectores e do urna adminislraco,
que se compoe do burgo-meslre, vereadores e
quatro on sws membros escolhidos cm uma lista
duplice de candidatos, tprescnlados pelo conse-
TV ..


(t)
DIARIO Dfc Pr.nNAMBUCe. SEXTA FE1RA 27 DE JANEIRO DE 18CO.
llio communal ; osla administrado reno-
vada de Iros om tres anuos, o suas funccOes sao
gratuitas.
Organisada ppr tal forma, c o seu fin especial
faxer observados acerca dos livros empreados
no eslabelecimenlo, emit'.ir seu juizosobre a no-
meado do- pessoal, fazer o projecto de oroaincn-
10 da rec.cita e dcspoz.i, preparar os regulamen-
los internos e vigiar em sua execudo.
Davcncinioutos do pessoal administrativo ou
instructivo (professores), marcado polo gover-
no, segundo a localidade ; e esses venoimenlos
sao suscepliveis de minimo e de mximo, com-
Tirchendendo alm di?to urna parle fixa e. outra
eventual.
Duas especies de cnsino lia em cada Alhcncu :
o das huinaiiidaJcs e o profesional.
O primeiro compreheudo : osproccitos da poc-
sia c de rhetorica, o cstudo da lingua grega, e o
profundado das latina e (ranceza, bem cmoda
flamenga ou liema, segundo as localidades do
paiz anudo ellas madura cm oso; a parle ele-
mentar das malhemaltcas, arilhraetica, alge-
bra, ale equacoes do segundo grao inclusive, geo-
a portado Paco, onde, depois de se-reeolher, dis-
persaram-se as pessoas, que a tinham acompa-
nhpdo.
noute mullas senhoras receberam a graca do
beijar a mi de S. M a Irnperalriz, que as aco-
lheu com aquella afl'abilidade e bondade, que lo-
dos lbe reconhecera.
Por occasiao do beija-mo locavam em derre-
dor da Iluminadlo do largo do Paco as banda3
de msica desta capital.
Un grande numero de povo se acliava agglo-
mcrado neslc lugar, do qual prorompiam a cada
momento repelidos e enlhusiasticos vivas a S.
M. a I.
Em toda cidade conservou-se a mesma Ilumi-
nado das noules anteriores.
Da 28.
Neslc dia era esperada com anciedade a chega-
. gada de S. *!. o Imperador,
despezas do Estado sao votados annnatmcntc e Muitas pessoas desta cidade se propAravaui para
as leis que os crearan), devem ser renovadas lo- a tarue jrcm nncontrar S. II, no cngenlio Sanio I
dos os anuos, Gcando assim em harmona os re- Amaro, quando annunciada as 11 horasda ma- \
cursos do Ihesottro com as exigencias reaes da ni,-ia por urna girndola do fogo a sua chegada
siluaco. Alm disso, as cmaras aulorisando anlecipada.
desses avisos e regulamontos, mas unic.fmenle
quando invocada pelos particulares oupelogo-
verno, para prominciar urna condemnaQlo civil
ou criminal ; occasiSo em que lia obrigaclo de
examinar-se a legalidade do aviso de que se tra-
ta ; o, no caso de ser Ilegal, recusar-se a sua
approvaco.
Desta forma os poderes ficam soberanos cada
un em sua esphrade ocelo.
Passnrei a tratar, como* coneluilo, dos impos-
los pblicos, e do principio pelo qual a consli-
inido sde ser revista ; o assim terei percorri-
do rpidamente, todo o complexo da legislado
belga, havendo mostrado a ossada, seja permitti-
do dizor, do corpo social belga.
Nenhum privilegio pode ser creado acerca dos
imposlos ; smente a lci concede isencoes ou mo-
dilicaces de imposto em beneficio da agricultu-
ra, commercio ou indigencia. Os destinados as
repartices da tbesouraria e coneio, concluido o
que rclirou-so paraolPaeo bastante larde.
A's sele horas da noute houve beijamlo de
despedida, ao qual concorreu um extraordinario
numero de pessoas de todas as classes, depois do
Sue receberam SS MM. II. tres felictaces : urna
a cmara municipal de S. Jos do Itio Grande
do Norte por urna commissiio composta dos Srs.
Dr. Francisco d'Assis Pcreira Rocha, Dr. I.indol-
fo Jos Correa das Nevos, Luiz Antonio Noguei-
ra do Moraes, o Antonio f.uiz Nogueira de Mo-
sua conduela, inlelligencia ou adiantamenlo na
arte de sua prolisso,' tinham merecida cssa ani-
mado.
Os premios forara distribuidos por S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, no proprio col-
legio, em presenoa de um concurso numerosis-
simo.
O collegio dos educandos do Maranhao um
eslabelecimenlo digno dos maiores elogios. Pe-
queo e acanhado em sua fundado, o edificio
em que elle se acha collocado, lem crescido e
deve achar-se precavido, anda contra o grito
da consciencia publica, que, comiiioviila, julga
sem saber, condemna sem ouvir, irrita-sc das
sabias morosidades da lei, e quereria desmoro-
nar todas as Unrrreiras, que a prudencia oppoo
s suas cegas iras.
Para ella, tao fcilmente arrastada polis
simples appareucias, breve um acusado torna-
so um culpado, e na ardenle necessidado do re-
pressao, appliea sem saber esta deteslavel m-
xima lomada inquiseo: ln atroesimis etiio-
raes ; outra da cmara municipal da cidade de so tornado espac,oso s6 com o trabalho dos edu- i res conjeclure sufficiant.
oetrladas tris dimenses, trigonometra rectili- cada auno as despezas o ornamentos, lem occa-
siio do nianter o poder xcculivc nos limites de
suas atlribuieos constilucionacs.
Nenhuma retribuido pode ser exigida do cida-
dao ; nenhuma pcns'lo ou gratificado pode ser
concedida, sem ser por lci.
l'm corpo especial, chamado tribunal decon-
nca e iu .oes dft physica ; os" prineipaes fados
da historia universal e da belga ; geographia
anliga e moderna, c especialmente a da Bl-
gica ; nocoes das iiistiluicc.es constilucionacs e
adminislraliras ; esludo das linguas modernas,
laes como a Rantctiga e'allemaa, aonde nao fo-
rera o Idioma do pji/., e a ingleza ; elementos i tas, eucarregaao da verificado c approvaco das
ds arles graplticas ealligraphia e desenlio) ; j coritas da administrado geral. Alm dessas
msica vocal e gymnastica.
dion-
altrbuiccs, iucumbc-lic tambero o dever de
velar em que nenhum artigo de despeza do or-
namento seja excedido, c que nenhuma transfe-
rencia se "ac. As funecoes desse tribunal, pois,
O onsino da*scelo proCessonal, compro
de : a rhetorica e o cstudo profundado da lin-
gua franceza, o estudo das llamenga, r.llemaa c
ingleza ; mathematicas elementaros, coraprcheu- sao : examinar a gestao < julgar as conlasdas di-
. i, alm do quo cima lica declarado, ageo- versas repartices; verificarse as despezas ell'ec-
metria analylica e descriptiva, a trigonometra ; luaram-so conforme as leis ; se as conlas men-
irici curo applicsgao asarlos, industria, j cionam todas ellas ; e se as despezas estao con-
formes aos crditos legres, c comprovadas com
pecas legilisadns U ell'eitodessas decisoes es-
tabclecer se as repartices arrecadadoras acham-
se quites, e se lem dficit ou saldo.
l're\endo as lacunas e as mperfoicSs que po-
e ao commercio; elementos de physica c de
niccanic.i, de chiinica, de historia natural c {de
astronoma ; a cscripturaco dos livros ; ele-
meiilos de dimito rommercial c economa poli-
ti .1 rila.i-, s de tiistofia e gengraphin moder-
na, o especial da Blgica ; nocoes das instilut-
poesconstilucionacs e administrativas; emflm,
i i lmenlos das siles graphicas, msica vocal o
gyranaslica.
Souza desta provincia por urna commisso dos
Srs. Drs. Manoel Clcmentino Carnoiro da Cunha,
Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha, e. Slvino El-
vidio Carneiro da Cunha, e outra da veneravel
ordem torecira do Carmo desta cidade por una
commisso dos Srs. vgarios Antonio do Mello
Muniz Maia, Joaqum Antonio Marques, Carolino
Antonio de Lima Vasconcellos, P. b'elippe Reni-
cio da l'onseca Galvao, c Dr. Francisco Antonio
Vital de Oliveira.
A prnneira fui ld.i pelo Sr. Dr. Lindolfo, o
concebida nos seguinles termos:
Sr.Niiou.
A cmara municipal do Goianinha, provincia
do Rio Grande do Norte, secundando os scnli-
montos de scus municipes, apressa-se em ma-
o sua Ex-
oso amor s
Algumas pessoas, porm, que tiveram aviso |
de que S. M. loria de chegar pela manilla dcsle
dia, parliram immediatamenie para o referido
engciilio, o ahi tiveram a honra de o encontrar,;
ao depois do que o aconipanharam al esta ci- nles'a_' a vossa Magostado Imperial
daj0# celsa Esposa, sua dedicacao o rcspcilc
A ausencia do S. M. durante os das 2G c 27
nao linha arrefecido o jusio enlliusasrao c since-
ro rigostjo pela Sua Augusta Pessoa,
Desdo a entrada da cidade al o Paco Impe-
rial S. M. o Imperador rocebeu do povo parabi-
bano as mais inequvocas e sinceras pro vas do
adheso e profunda eslima Sua Sagrada Pessoa ;
de todas as parles surgiaru enlhusiasticos vivas
S. M.
S. M. trazia um ["grande acompanhanicnto de
pessoas gradas d i Mamanguape, Pilar e diver-
gido pa.-sou, assim como das
candos, e som o auxilio dos cofres provinciaes, Que fara cointudo o magistrado no mcio
que apenas dao.'para toda a doapeza do cada i desle tumulto da mullidlo-? Nao ana fraqueza
um educando 5(J0 res diarios. O Sr. Antonio que cu temo. Sem duvida que elle jamis que-
jse Peciia Mala, seu dedicado e incansavel di- rerer S3crificar o innocente aos clamores da
rector, lem conseguido, com o producto da renda multidao, ncni dir como o mo juiz, de que falla
do eslabelecimenlo e com o trabalho dos edu- a Escriptura, lanzando sobre outros a responsa-
candos, levar esse eslabelecimenlo ao ponto em
que se acha, sustentando, alm do numero mar-
cado pela le, perto de 4 meninos.
Quando se reflecte que a educacao da mocida-
hilidade de seus actos : Innocens ego sum a san-
gnine jutli hujus : vos viderilis.
O (ue temo, essa necessidado de juslica,
que lhe est lambem nocoraoao, e quo austenta-o
de o mcio mais poderoso, se nao o nico, de no cuniprimento de seus deveres. /'' exsa paixo
inelhorar a nossa sociedade, nio se podo deixar cojo principio t.io elevado, porm, que toda-
Augustas Pessoas de VoSSa Magostados, c Inipe-
riaes Princezas.
Quando a Omnipotencia, Senbor, concede a
urna Nacao um Imperante Ilustre por sua sabe-
doria o virtudes, quor liberalisar-lhe os tliesou-
ros.de sua Boadado, loma-la grande o respoita-
vel ; e o povo, que v em seus monarchos o pc-
nhor de sua felicid ule, ama-os com cnlhusias-
nio, o srrvc-os com fldclidade.
A naci basileira, apreciando os predicados
que illustram Vossas Slageslades na expanslo do
aiiiur, que Ihes consagra, lem anresentado no
da applaudir lodo o esforco polo apeifoi;oamen-
to principalmente moral c iulelleiiual da geracao
que nos vai succeder.
Aqu chegou, no dia 18 do correnle, o Sr. te-
nenle-coronel Torres, que vm substituir o Sr.
tcnenle-coronol IJedro Jos do Albuquerque C-
mara, no lugar deassistenlo do ajudante-gcneral
do exordio no.sla provincia, sendo este ultimo
removido para o mesmo lugar na provincia de
Sergipe.
Piosseguc-secom affinco naconslrucoao de um
pharolcte que tem de substituir por algum lem-
po ao pharol de Sant'Anna, o qual amear.1 pr-
ximo c infalvel desmoronamentn, segundo o pa-
recer des engenheiros da provincia. A pre.si-
deucia temi mandado proceder um exame,
aliui de saber se f ra possivel reparar os estragos
que lem folio o mar no referido pharol, c leudo
deriam estorvar sua obra, os progressos e as no-
vas noc ssidades que o lempo faria surgir, o con-
gresso nacional, depois de descrecer as bases da
org.iiiisnco poltica do reino, determiiiou os
Junto ao ministro da inslraccao publica ha meiosde realisar as modificacesque jufRou ne- dea fadigas da viagem.
sos lugares, por onde pa.-sou, ,u.u.,.u.o.
pessoas que o forara encontrar no cngeulio Santo mu.ndo uin espectculo som cxemplo nos aunaos em resposla que o oslado de ruinas em que che
Amaro. a historia, que o mais ii:suspeilo elogio Vos- se a lia tornava intil qulqucr concert, man-
Ao chegar ao largo do Pago romporam onllui-
Siascos vivas S. M. o Imperador, d"etilre um
grande numero de pessoas, 4U0 ahi se acliava
sua espera.
Na porta de entrada do Paco apeou-se S. M. o
Imperador, e recolhou-se para descancar das gran-
um conselho de 10 raerobres, cocarregado do ve-1 cessarias. Que legislador poderla ntiingir, de
lar no aperfcigoamenlo da nslrueco media, i um s golpe, os Hmites do progresso
Presidido pele ministro ou seu delegado, este Urna conslilulclo bem orgaiusada, dovia, pois,
conselho emule sua opinilo acerca do program- prever os casos de revislo futura ; mas ao mes-
ma dos estudos, examina es livros empreados mo lempo esta rovislo, ullrapassando inQnita-
ri eslabelecimentos c os dados como premios ; mente n importancia deum acto legislativo ordi-
00 as inslruceoes para onspcctores do cn-
sino medio que, ora numero de dous, sao DO-
carregados do visitar lodos os anuos os Alhcueus
nario, .ovia achar-se cercado de formulas solem-
nes e lentas. Para
rada, faz-se preciso
s 1* escolas medias; conhece de suas ques-leame aprufuudado e que ten ha sido provocada
loes e oceupa-se de ludo quanlo diz respeito ao pelos volosda nacao.
prugrsse c>>. estudos.
Cada anno procede-se a um concurso, institui-
do pelo Estado', entro 05 diversos estabelecimcn-
' 19 de instruccao media ; tito obligados a com-
parecer lodos os quo estao sujeitos ao rgimen
spec;ao, de que temos fallado, scudo licito
lambem concorrorem os particulares.
Quanlo aos profossores dos Ail.eneus c escolas
medias, sai lirados das escolas normaos 'peda-
as, instituidas para esto tim expressamen-
' havomlo um corlo numero de bolsas especie
de monte-po] em cada nina dolas, que sao des-
finadas aos jovens que entrara as escolas nor-
maes, depuis do torcm feilo os rumos necessa-
ros. I ni jury especial confere-lhes um diploma
de professor adjunto do enino medio, logo que
roncluem os exames constantes do programraa
v a pro de por lei.
Resta-nos nicamente expor as b..?,'s do ler-
cciro grao do ensno, slo e, do ensino superior
ou das Universidades.
Quatrosao as Universidades : Bruxellas, Lou-
vain, Gand o Lige.
Cada 1111,1 dellasabrangeas facilidades de phi-
1 isophia o lettras ; de scienciaa
licas e naturaes ; de diroito ; c do medi-
cina. II as tcm > (J profossores em scien-
A noilo houve beija-mao pela feliz chegada de
S. U. o Imperador, leudo lugar duas felicilaedes,
urna da Sania Casa de Misericordia a S. M. o" Im-
perador por urna commisso, composta dos Srs.
Dr Francisco d'Assis Percira Rocha, provedor,
Dr. Joo Rodrigues Chaves, escrivao, Jos Mara
Correa Cesar, Sevcrano Elisio de Souza Gouvcia,
que a innovaco seja appro- Sergio ClementinoDruramonl l'essoa, ManoelOdo-
que baja passado por um rico Cavalcanll d'Albuquerqtfe, e padre Prancis-
" co Pinto Pessoa, mesarios, o outra de algumas
senhorasParablbanao S. M. a Irnperalriz.
A felicitado da Santa Casa de Misericordia foi
Nascem d'ahi as prescripces da lei (undaracn-
til, a renovacao integral das duas cmaras o re-
solucdes lomadas de commura accordo com o
chefe da nacao.
Cheguciae tim de minha larefa, limitada pelos
muiios trabalhos de que vejo-me sobrecarregado,
e do pouco lempo de que disponho pata estudos
laes quaes o que acabo de concluir. Entretanto,
se nossa lido quoiidiana era que vivo, sobrar-
me una hora, mesmo quo seja roubada ao
somno, anda me oceuparci de algumas par-
tes mais importantes da legislado da Delgi-
Ca, desse paiz que abrigou-mo em seu seio e
servio-rae de patria durante nove raezes.
Or. Manuel de Figueira Furia.
Poralaiba.
Estada de SS. MM. ir. nesla cidade.
Dia 26.
Tendo S. M. o Imperador seguido para o Pilar
physica:, ma- ;IS uairo horas da man ha desle dia, acompanha-
do de alguns merabros de sua comitiva,dos Exms.
Srs ministro do imperio, presidente da provn-
;. oilo em philosophia, outros lanos em
jiiediuiia e nove em diroito, os quaes sao no-1 gradas da provincia, bem como do patritico es-
Ios pelo Re. As autoridades acadmicas quadrlo de voluntarios, ficou no Paco Imperial
lida 'do digno provedor, o Sr. Dr. Assis, e era
concebida nos seguinles termos :
Sexhoa.
A mesa administrativa da Santa Casado Mi-
sericordia por si o por parle da irmandide que
reprsenla, vera com respectivo reconhecimeuto
beijar as mos de V. II. I-, e de S M, a Irnpe-
ralriz.
A alta honra, que V. M. 1. cora sua Angosta
e Virtuosissima Esposa houve por bem oulorgar
; provincia da Parahiba, nao obstante seu lugar
secundario, que conrmou, e augnientou a leal-
' dado dislincliva, com que em lodos os lempos os
Parahibanos se lem prestado ao servico do Bra-
sil, e de seu Defensor Perpetuo ; e que allete
i a efli acia de rcduzir i f da ptonarenia os pou-
co-", quo anda parecan) adversos 1 esla institui-
do evidentemente necessaria a unan, e folcida-
: de dos Brasileiros ; nao era pode ser bem
'admirada, bem comprchendida,c bem apreciada.
Ossentimentos de amor c do respeito, e obe-
diencia, que os Parahibanos hijo e sempre, con-
sagrara! Sgrala Pessoa de V. M. Imperial, nao
I pdeui ler liniles, s,e nao na fraqueza humana,
era ser manifestados cora palavras e leslerau-
pel
0 reitor da Univeisidade, o secretario, os I
decanos das faculdades, o conselho acadmico, o
collegio dos assessares professores que dan,
i?m suas casas, cursos de re| -ligio das materias
que formara o curso do grao que se pretende]
tomai .
Junio a cada urna dessas 1 uiversidades ha um
commissario do governo cun a denominaro del
administrador-inspector da Umversidade, de 110-
raea ao a Re.
lodos as auno.- opreseulado um resumo do
que se fez e da situado administrativa o linan-
Para ser considerado estudanle, necessario
pagara matrcula, que cusa i") fr neos t>j :
al 1 m do <\ ', ileveui-se p igar os cursos que 10-
lem fn picni, g a razio de trnla ou quarenla
francos :' a Hi-; | o pagamento di diroito
!.': i do curso nicho, anda que aurauja
dilTorcnli anuos.
Para a [hilosophia e as lettras, as sciencias, o
dircite e a medicina, ha dous graos, o de candi-
dato o o de doutor. Os jurys procedom aos exo-
rnes duas vezes por anuo, mandando possarcer-
tificados e diplomas para o graos. Todos lem a
faculdado de apresenlar-se aos examese obter
-, sem dislincriio de lempo, lugar ou inanei-
ra por que i.'/, seus estudos.
tis merabros dos jurys sao escollados por um
anuo entre os professores de todas > Univi rsi
des. Os eximes fazem-se por escupi e oral-
oienle, 6c*ido este sempre publico e annuncia-
do cm lodu? os un ios, dura ule os tros das an-
teriores pelo menos. Aps cada exame ora, o respondidos por todos com um fervor, que se
delber-i sobre aadmissao e calhcgoria dus " ipen liaruis, vi ndo-sc um termo do resulta-
do da deliberado, o quakcontm o mrito do
exameescripto o do eral, e lido publica t im-
mediatamentc aos recipendarios.
e de doutor sao passad 13 cm nome
do Re
iguem pide ser admiltido s funcc&es que
il i:in grao, se nao o ol-leve pelo modo lemos exposto. N'iuguem pode exercec a pro-
is ao de advogado, mlico, cirurgiu ou partei-
1.', so nao lera o grq. de. doutor, e da mesma
1 s podir ser ptiarraaceulico, tabelliao
ca, o Dr. chefe do polica e de diversas pessoas | nhos pblicos, porque a ludo ellos exee lem, 1 x-
ceplo ahondado quasi infinita, cora que V. M. I ,
S.M. a Irnperalriz, acoftipanhada da* dama do
Paco, a Exru". Sr". D. Josephina, de seu viador,
o Exm. Sr. conselheiro Podreira.e uutras pessoas
da comitiva imperial, que por incommodadas e
atarefadas de trabalhos nao poderara seguir S.
M. o Imperador em sua viagem.
Durante o dia pareca, une o populado desia
cidade se acliava sbraersa cm grande tristeza
pela ausencia de S, H. o Imperador, latera o es-
tado visivel de quietado e socego, em que esla-
va loda ella ; das cinco horas da larde em rtiail-
le, porm, senlia-se um grande movimeuto em
lodos os .liglos da cidade.
Liara os habitantes desla capital que surgiam
ios os pontos, e seagglomeravara cm todas
asparles, como em um da festivo.
De faca iuoule havia uraa grande populado
dispersa pelas ras principaes dest cidade, que
toda se encaminhava para o largo do Paco
O batajhlo popular que, cm iodos estes actos
de regosijo e salisfaclo,tomava urna graude par-
le coni aquello fervor patritico, que lantoodes-
tmguio, s sele horasda nouto marcha va eni di-
recQao ao largo do Pago, leudo sua frente una
banda do msica.
Durante o trajelo do batalhlo popular ao lar-
godo Paijo ouvia-sc de todas as parles enthusi-
aslicos e repelidos vivas S. II. o Imperador,
S. M. a lmpcratriz, Familia Imperial, e a Na-
cao Rrasiieira, partidos ora do patritico batalhlo
j popular, ora das varaudas de ludas as casas, por
' onde passava, ora d'um grande numero de pes-
is, '|iio o acompauhavara, os quaes erara cor-
sas Magestades.
O amor sincero, Senbor, c nascido natural-I
meule do corado, fcilmente se distingue em
sua manifestarlo, o o inundo, que nos observa,
'.em formado sen juizo, tanto sobre os monarchas
que o lecm merecido, como sobro a nado, quo o
consagra.
A cmara de Goianinha nao poda ficar in-
difTerente no meo do jubilo, que inflamma aos
habilarfteS do Norte do Imperio, pela honrosa vi-
sita de Vossas Higeslades, e esperando que igual
ventura lhe soja concedida, faz votos aos cos
pela ronservaglo dos preciosos das de Vossas Ma-
gostados, e da Imperial l'ainilia.
Dignem-se Vossas Magostados acolhcr benig-
nos esta mauifestaco verdadera de una parte
do vasto Imperio, que se ufana cm possuir tao
Excelsos Monarchas.
Parahiba 29 de dezembro de lbo'J.
Lindolfo Jos Correia das Nevos.
Francisco d'Assis Percira Rocha.
Luiz Antonio Nogueira de Sli
Antonio Luiz Nogueira de Moraes.
A segunda foi lida pelo Sr. Dr. Clementino e
concebida nos seguinles termos ;
SlMIol!.
Pela cmara municipal da cidade de Souza
vimos felicitar a Vossa ag islado Imperial o a
Sua Alorada Consorte pela feliz viagem que fi-
zeram esta provincia,lumbrada por Vossa Ma-
gostado Imperial .ara ser honrada com a Sua
Augusta Visita.
< S'enlior, a cmara municipal de Souza, nter
Froto fiel das sentimentos de seos municipes por
ellos e por si rende a Vossa Mageslade Imperial
as manifesla
expontanea-
e a Vossa Magostado Imperial por seus sub-
lhe
por
iieio
(notario] quem livor o grao proscripto.
1 ido, o governo pode conceder dispensas
>*8pouaes pan ce ros ramos da arlo de curar,
depoisde ouvir o jury de exame ; assim como
lambem pdde concede-las aos ealrangeiros, que
m um diploma de licenciado [bacharel
ou doutor, com previa consulta do ju:y del
exame.
Taes sao os principios que presidem 00 cnsino !
na Jtoipica. Como lomos indicado, ic-sc quesera ;
ser obrigaioriov.n ncnbitm grao, permille a lo-
dos-nao obstante otomarem parle n'elle.
Havendo-mc escapado alguns puntes impor- ,
tantea em minha segunda caria, como comple-
mento d'ella e ecuduso da presente, desenvol-
ve-los-hei agora com os apontanioulos que pude
anda encontrar entre os incus papis.
Ao chegarem ao largo do Paco, proromperam
I os mais estrondosos u enlhusiasticos vivas, nao
soda grande pcpulaclo que so acliava alli ag-
glomcrada bem como do batalhlo popular, u de
todos quo o acompanhavam, sendo ellos corres-
pondidos com um calor admiravcl.
Os vivas se repelara por lautas vezes, e cora
lano fervor, que pareca existir nesla cidade
urna populado que lorava ao maior auge do um
eulhusiasmo desses das raemoraveis, que mar-
cara urna era bem notavel nos annaes das na-
co es.
Algumas vezes S. M. a Irnperalriz se dignara
de apparecer na varanda do Paco, e sempre que
Ella honrava o povo parahibano com a sua inex-
timavcl 1 resenca, como que o eulliusiasmo se
lornava em um phrenesi popular.
Por esla occasiao tiveram os oficiaes do bata-
lhlo popular a honra de beijar a mo do S. M. a
Irnperalriz.
descendo do alio do seu llirouo aos lugares mais
humildes, edifficeis para ludo ver remediar, se
I colloca par de seu pavo, que assim eleva, e
1 cunobreco !
Olil quera mais pensar em transtornar a or-
I dem, o a integridade do Imperio ? Que Brasilei-
j ro nao far prodigios d
Irla a da digoid.ide nacional ?
Digne-so V. M. I. permillir, que
I de cariade, depositemos aos ps do ihrono fir-
I raado sobre os coraedes de lodos os Brasileiros
\ os mais vivos, os mais respeitosos agrdecinien-
los pela honrosa e consoladora visitado de V. M.
I. ao hospital da Santa Casa ; e que cm nome
dos pobres nosso cargobeijemos anda urna vez
a mo protectora, que tao liberaUnenle os Eavo-
receu.
Liles, nos e todos fazemos incessantes c hu-
mildes supplcas ao co, para que vele sempre
sobre os preciosos das de V. M. I., do S. M. a
Irnperalriz, o de SS. AA. as princezas Impe-
riacs.
Parahiba is de dezembro de 1859.
Francisco de Assis Percira Rocha.
Joo Rodrigues Chaves.
Joo Mara Correa Cesar.
Scvoriano Elysio de souza Gouveia.
Sergio Clementino Druminonl Pessoa.
Manuel Odorico Cavalcanli de Albuquerque.
Padre Francisco Piulo Pessoa.
Por esla occasiao fe/. S. M. o I. una doacao
Santa Casa no valor de CODO; rs., que foi entre-
gue inmediatamente pelo mordomo ao lliosou-l
re'tro e raembro da commisso, o Sr. Jos alaria.
Este acto de S. M. o Imperador digno de lodo
louvor pelo grande beneficio que Selle resultar
este po eslabelecimenlo, mais urna prova
muito clara e oxpressiva da inagnauimidade de
seu curado c dos puros sentimentos de candado
e de religio, de que dotado o seu espirito ele-
vado.
A felicitado das senhoras foi lila pela Exm.''
Sr.* D. Eugenia, esposa do Sr. Jos Luiz Peralta
Lima Jnior, a qual dexaraosde publicar por nao
termos copia della.
Na deseando do da 23, era o numero tran-
sado. CSquccemos mencionar, que S. M. O Im-
perador recebeu nesse dia duas telicilacocs, urna
da assembl.'a provincial poruma commisso coin-
posta dos Srs. P. Lindolpho Jos Correa das No-
ves, P. Filippe Benicio da l'onseca Galvao c Drs.
Joo Leitc Ferreira, e Antonio da Cruz Cnrdeiro,
e outra do clero Parahibano por urna commisso
com posta dos Ilvnis. Srs. visitador Chacn, Vi-
garios Marques, Mello, Ouiique, Carolino, e pa-
dres Piulo, eSiveira, as quaesdeixaraos tambera
ahomenagom devida e acompanha
i\>".-i de respeilo, c adheslo dadas
na en
ditos liis.
Proccdcndo assim cumpro o dever, que
impoe a lei, o a razio, porque de direilo e
actos constantes de intoresse, e dedicado
bem publico, Vossa Mag .i ide Imperial a >n-
meira o a mais plena garanta da ordem, liberda-
dc, e prosperidndo do Brasil.
Slo estes, senbor, os sentimentos, que fo-
m v 1111 dos de apresentar a Vossa Magesla-
de Imperial pela cmara municipal da cidade de
Souza a quem a distancia privn li honra de
ulmcnle beijar a Augusta mo de Vossa
Mngeslade Imperial.
< Cumpriudo listo mandato supplicamos a Vos-
sa Magestade Imperial a graca de aceitar com
valor na deeza da pa- benevolencia os votos da cmara municipal, quo
\ representamos.
nos, finaos Cidado da Parahiba, 29 de dez muro de lD.
Mauoel Clementino Carneiro da Cunha.
Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha.
Slvino Elvidio Carneiro da Cunha.
A lerceira foi lida pelo Rvd. Sr. vigario Mello,
o concebida uestes termos :
I10U\
v veneravel ordem lerceira le N issa S
'. < Carmo, da qual 6 Vossa Mageslade Imperial
priora perpetua, insigue, o beuefica protectora,
compenetrada dos religiosos entntenlos, que
caracterisara Vossa Mageslade Imperial, vera
submissa, o rcspeilosamcntc felicitara Vossa Ma-
geslade Imperial pela foliz viagem que fez esla
provincia ; e animada pida gralidao e respeilo
devido i Vossa Mageslade Imperial, a quera lem
a honra de beijar mo, dirijo ao Todo Pod roso
dou construir com a possivel diligencia um pha-
rolelo de pouco menos altura, mas quo a lem
bastante para livrar os navegantes dos arrecifes
'|uc bordara aquella cosa, e para evitar os
preiuizos o desgracasquo occasionaria a desap-
parido de uraa baliza naquellc ponto.
Se a urgencia o permitlisse, seria mais conve-
niente que em vez de um pharulele fosse logo
construido un pharol com a altura e proporedes
necessarias, mas haveria nislo o perigo de des-
aliar o pharol antigo durante a construedo de
novo, e de ficarem os navios privados daquelle
guia indispensavel.
Aqui, eremos que como em todas as domis
provincias, a ag cultura Vai-so desenvolvendo
protegida polas animacoos que de toda a parto j
he vem. O governo tcm comprehendido c feilo
comprehender ao povo que a agricultura a pri-
meira fonlo de riqueza do Brasil ; o pensamos
que urna das ideas do gabinete actual dar to-
da a protecdoqi'0 merece o do que precisa a
industria agrcola.
O Exm. Sr. Paranagul, que aqu foi o funda-
dor da escoia agrcola, inspira bem fundadas
esperanzas de que seus principios de proleccao
agricultura nao o lero desamparado no mi-
nisterio.
A introdcelo do arado nesla provincia vai
produziu lo resollados bem animadores. Sua
prodcelo consideravclmentc diminuida pelo cs-
moreciraento da agricultura, em consequencia
da venda de grande numero de cscravos pora
l'.'ua da provincia, compra j a melhorar pola
substituido que s vai operando pelos bracos
liyres.
:>
via m por ser urna paixo,por noueixar-lho
mais ao espirito a calma necessaria ao julga-
raenlo a liberdade, palavra finalmente a wio-
deraro sem a qual a juslica assentelha-se d
violencia.
Cremos poder dzer sem temor de sermos des-
mentidos por alguera, que os scntimon'.os, ideas
e conviccoes pessoaes, que o Sr. procurador ge-
ral exprimi em una linguagem tao simples c
tao elevada nao slo slo conformes aos sentimen-
tos, ideas e don trinas do Sr. primeiro advogado
geral. Temendo viciar o sentimento deslas dou-
trinas, eremos dever, antes de analysa-Io, ropro-
duzir os principacs trechos do discurso, que as
expe :
Antes da reforma de 1332, disse o Sr. pri-
meiro advogado geral, j as ideas em Franca es-
tavam falsificadas, quer sobre os principios, quo
devem dominar a legislarlo, quer sobre as con-
dies essenciaes da reprtst& penal em si mes-
ma. Desdo cssa poca as leis repressivas, e o
exercicio da juslica er.im contestados era nomo,
da philosophia. Os escriptoro?, os publicistas e o
proprio legislador fascinado tomaram s rucios
a defeza niio da sociedade contra os perversos,
mas dos perversos contra a repressao......
Sob o imperio d'uma legislado, oue pareca
legitimar titas tendencias, as conviccoes affr'ou-
xarara ; as consciencias as mais firmes pertrba-
la m-se ; o mal apoderou-se dos espirites ; nel-
les gorminou, desenvolveu so o to'rnou-so geral.
Ciiegou-se a nao ver e julg.ir mais o delicio cm
si, mas a buscar principalmente AS CAUSAS,
QUE PODEM i:\iM.lCA-LO. Tora-so mostrado
mais engenho para achar-lhc jusliucacoes, do
que para medir-lhe. a gracidade. Quando nlo
se as tem adiado, lem se-as inventado, lillas sao
aertas al na lei, que por urna eslranha iu-
vaso de papis, julgada e condemnada, em vez
de ser applicada em sua justa raed; la.
< Nesla lula dos costuraos centra a lei, esl
cada dia mais pedo a autoridade ; suas"qualil-
caces nao sao mais ratificadas pela consciencia ;
o bom sonso publico allera-se ; as nocoes do jus-
to e do injusto confunden!-so; a mullidlo habi-
lua-sc a considerar como faltas ligeiras os fac-
(os, que sao lgciramcnte punidos___
A faculdado de altenuado, que est escrip-
la no artigo .'t do cdigo penal, lera complea-
lueule enervado a [irescipdo legal, e a pralca
lem elevado o abuso aos mais extremos limites.
A lei penal diz : Os roubos e as tentativas
destesdtlictosserao punidos com priso deum
anuo pelo menos c de cinco (liando muito. l'i-
xaiido por esla formula imperativa om m
mura a um mnimum, ella amcaca u ladro de
paquete Cruzeiro do Sul Irouxo-nos a
commisso enviada pela cmara municipal dos-isa ver ferido pur urna pena, medida nes'.es liuii-
la capital para comprimeutar SS. MM il. les. Ora, a formula e a amcaca sao vas. Gracas
incessantes votos pela prosperidade
Vossa
toda a cidade so acliava llurainada, como na i de publicar por nao termos copia dolas,
noule anterior, bnlhando sobre ludo a illumina- Fnalsou-se a noite com um bello fogo arlifi-
cao do barracao, do largo do Paco, e dos arcos, cal, ao qual assisliram SS. MM. II. em uma das
que baviam pela cidade.
lira derredor da Iluminado do largo do Paco
se achavam as bandas de msica desla capital, e
a do vapor Apa, que por sua vez tocavara o hym-
no nacional, e diversas c importantes pecas pro-
prias do cnlhusiasrno do dia.
Assim se encerrou esta noute de prazeres e de
jury simultneamente nina instituido po- SnexpUcavel alegra, succedendo de mcia noute
em dianlc o mais profundo silencio o socego, sig-
naos caractersticos do mais alto respeito, deque
se achavam possuidos todos os habitantes desta
cidade para com a Augusta c virtuosa Esposa de
nosso Monarcba.
Da 27.
Tsle da raiou bello c fulgurante.
s seis horas da manha S. M. a lmpcratriz a-
companhada de sua dama, a Exm". Sr*. D. Jose-
phina, de seu viador, o Exm. Sr. cojisolheiro Pe-
dreira. c do oulras pessoas da comiliva imperial,
e bem assim do Exm. Sr. vice-almiranle Mar-
ques Lisboa, do chefe dedviso o Sr. Barroso, e
oulros distinclos ofliciaes da armada brasileira,
que se achavam aqui, sabio do Pito visitar al-
gumas egrejas desla capital. Com offeito S. M. a
1. visilou as egrejas da matriz, S. Francisco, Car-
ino c Misericordia, vollaudo para o Paco s oilo
horas.
A sabida de S. M. a I. quasi quo nlo fora a-
percebida, visto que ella se dera em uma hora
em que a populado da cidade so acliava reco-
lhida era suas habitac&es ; porm, chegando ao
litica e judiciaria, porque associa os cdadlos
para o exercicio de uma parte da soberana, e
atseguraa boa administracao da justica, coufian-
de-a aura tribunal composlo de um numero bas-
tante consideravr 1 de hnraens sempre novos, que,
por sua propria posido, acham-so fra da pres-
^;lO Je influencias extraulias o csto isenlos da
desconfianza e da inscnsibilidade que d o habi-
to de julgar.
Os jurados apenas apreciamos fclos, leando
cargo de um tribunal composlo de tres magistra-
dos a applicacao das pennas.
O3juu.es sao nomeados pelo Re, ou directa-
mente, ou por apresentacao dos tribuimos de jus-
lica, dos eenselnos provinciaes ou do senado,
sendo vitalicio o seu exercicio ; ura julgamento
lUlquer neai os pode fazer demillir, nem sus-
pender ; e a propria mudanoade lugar, s pode
sor dada a pedido d'elles.
Esta naiHOviblidade con6llucum dos maiores
principios da monarebia constitucional, pois que
garante a independencia do poder judiciario e
coiloca-o ao abrigo dos caprichos e do arbitrio do
poder executivo, da;ido ao juiz, por nico guia,
tua consciencia, sua boa repulaco, e o respeilo
c que cercado. Para completar e assegurar
randa mais esta independencia, a consliluido
xige que os vencimenlus dos magistrados sejm
fixados por lei. Quanlo 1 esla parte, sao bem
diminutos, o quo poderia produzr graves incon-
venientes, se os magistrados belgas nao fossem,
como sao, escolhidus em ludo que ha de melhor,
11a elasse dos que se dedicam aos estudos judi-
ciarios.
EmGra, a constituido proclama o principio
qne a lei a nica iirnia dus de. ses dos tri-
biuios ; os regulamcntos e os avisos expedidos
fiara a execuelo das leis, nao pdera acornpanha-
aa,_ncm ultrapassa-fas, nm ser-Ibes anda con-
trarias, tendo a a'uloiidado judicia.a o dever de
nao applica-Ias quando com ellas niro forera de
accordo, de siodo qjuo a lei o juiz da legalidade
janellas do Paco, e durante o anal se ouvia cous-
lantenfente rauilos e repelidos vivas s SS. MM.
II. e Familia Imperial, locando nos diversos
intervallosas bandas do msica desla capital.
Toda a cidade conservou-se Iluminada duran-
te a noite, nlo esquecendo a illumuacao no lar-
go do Paco que esleve sempre bella.
Dia 29.
A's seis horas da manila desle dia achava-se
S. M. montado cavallo, acompanhado dos Exms.
Srs. ministro do imperio, presidente da provin-
cia, o as pessoas de sua comitiva ; e com aquel-
la iufaligablidade, que lauto o deslinguia. sahio
visitar as repartices dos arligos bellicos, do
Ihesouro provincial, da alfaodega, armazem da
alfandega, da capitana do porto, a foute do 'lam-
ba, cemiterio, pedreira da cal, e egreja de S.
Pedro Goncalves.
Em lodos esles lugares S. M. examinou alten*
lamente, e procedeu s mais particulares infor-
mados sobre ludo, que caba sob suas vistas
perspicazes, c que era digno de sua atiendo.
A's dez horasda manilla eslava S. M. de volla
para o Paco.
Ao chegar ah cnconlrou S. M, ura rico pre-
sente de pcixes vivos, que os pescadores desta ci-
dade haviara Irazido era uraa canoa raulo hora
preparada para offorccer-Hic em signal da pro-
funda estima e dedicagao, que tribulavam sua
Augusta Pessoa.
Esle esliraavel prsenle foi acompanhado d'um
conhecimenlo de lodos que S. M. a lmpcratriz grande numero de povo, que concoma de todas
eslava visitando as egrejas da cidade, uma gran-
de populado comecou agglomerar-se pelas
mas da cidade, de modo que S. M. a I. leve em
sua volla ao Paco ura grande acompanhamcuto
de povo.
Ella recebia de todos, que a acompanhavam, e
dos que appareciam cada canto, das carandas
das casas, por onde passava, as mais enlhusia*-
licas c sinceras demonstraces de jubilo e dedi-
cado Sua Augusta Pessoa,
E' nexplicavcl o estado de movimento c de
conteiilamcnlo, que por encanto se havia desen-
volvido em lodos os lugares, por onde passava a
nossa Augusta e Virtuosa Soberana.
No meo das acclamaces c fervorosas demons-
trados de jubilo esatis'faclo dcsic povo eminen-
temente devolado s Augustas Pessoas de SS.
MM. II., foi levada a nossa Virtuosa Soberana al
as partos, tendo em sua frente a bolla rauzica do
Apa, que de longo annuuciava esse acto de ro-
conliecimenlo e alia eslima de uma parle impor-
tante do povo parabybajw.
A canoa trazia cada a taudeira nacional.
S. M. dignou-se deacceilaro mimo dos pesca-
dores, depois do que retiraram-so estes muito
satisfeilos, dando mutos c repelidos vivas 1 SS.
MM. II.
A's onza horas da manha sahio S. M. segunda
veza pereorrer outros esubelecimenlos.
Era primeiro lugar dirigo-se ao Lyto, onde
examinou era algebra ura filho do Sr. Manoel
Porfirio Arauha, oV; cujo adtahtaixienlo so mos-
tro 11 muio salsfeito ; depois percorreu as di-
versas escolas de iustruedo primaria de arabos
os sexos, onde procorou saber do adiantamenlo
de todos os discpulos, visitando 'ltimamente as
Mageslade, do mu Augusto EspoJO de Vossa Ma-
geslade, e de suas .Vilezas Impelaos.
Sao estes, pois, Senhora, os puros c sinceros
sentimentos da veneravel ordem.
Palie Antonio do Moli Muniz M lia.
Dr. Francisco Antonio Vital do Oliveira.
Pa Ir .loa |uim Antonio Marques.
Padre Pelippe Benicio da Fonscca Galvao.
Padre Carolino Antonio de Lima Va m ellos.
As nove horas da noite honraram Suas Magos-
tados tmperians cora suas estimaveis presencas
ao baile, que Ihes havia sido offereedo.
Deixamos de fazer aqui a descripelo do baile,
porque ja o Hiraos anda que succiilameale, era
o numero transado.
Pouco depois de mcia noite retiraram-sc Suas
Ha ;cstade3 Iraperiaes para o poco.
Dia :)0.
As seis horas da minina desle da de pungen-
te recordaclo achava-so reunido no Paco Impe-
rial um grande numero de senh iras e cavalleiros
de lod is as ordens e classes da provincia, que
all aguardavam Suas Magestades Iraperiaes,
para acompanha-los al ao embarque, e ah dar-
Ihcs as suas ultimas despedidas.
No mblanlo de todos se divisava a tristeza o
a saudade.
lira admravel ver-se no mcio deum concurso
tao avnliado de pessoas um, silencio lo profun-
do ; >'; que as manifestaedes sinceras c exponta-
ncas do coraco nao podem ser abaladas.
Ao apparecimento de Suas Magestades Irape-
riaes duas grandes alas se abrirn] das pessoas
presentes, por entre as quaes passarara Suas Ma-
gestades Imperiaes, que a lodos se inclinavaqi e
compriraeatavam com aquella amabilidade, c
delicadeza, que Ibes sao lio communs.
Durante lodo o trajelo de Suas Magostados
Imperiaes at o porto do embarque reinou o
maior silencio
li i.as grandes alas do batalhlo da guarda na-
cional desla cija Je, e do meo batalhlo de linha
eslavam postadas desle o Paco at o embarque,
por entre as quaes passarara Suas Magestades e
o numeroso prcslo.
Ao chegar ao porto do embarque, junto ao pa-
villio, Suas Magostados se dignaram de dar as
ralos beijar todas as sonhoras, que Dzeram
parle Jo-grande acompanhamento, dopos do quo
embarcaram no meo das saudades de todos os
Parahibanos, que pungidos dedor e de saudade fa-
ziam votos ao Todo Poderoso para que Ibes ds-
se a mais feliz e prospera viagem.
Assim se aparlaram de nos os Augustos Mo-
narchas Brasileiros, sagrados penhores de nossa
unio, ordem, liberdade c felicidade.
Fazemos os mais ardenlos votos pelos precio-
sos dias de lo amados Soberanos, e que encou-
trem no gozo da maior felicidade as Princezas
Iraperiaes.
O Exm. Sr. presidenle da provincia, e os Srs.
Dr. chefe de polica e capilo do porto tiveram a
honra de acompauhar Suas Magestades, no va-
por Apa, at o Cabcdello, donde voltarara.
O Sr. capilo do porto, assim no embarque,
bem como no dsorabarque de Suas Magestades
presin mu relevantes servioos ; soubecumprir
os seus dcvrrcs com aquelle zelo e proraplidao
que lhe sao reconhecidos.
(Imprcnsa)
Affirma-so aqui que no anuo prximo lera o
Maranhlo a honro de receber a vizila impe-
rial.
A companhia do oncanamento d'agui de Ail
continua coin isf.r'o o seu trabalho, e era breve
si i esla capital abastecida de ptima agua.
J se achara Colimados ehal'arizes era dver-
ntosda cidade. laa-llies apenas a gra-
dara de ferro com que deven ser cercados, e
para cujo assenl imenlo acabara de chegai da Eu-
ropa as pedras de cantara para esse lira encom-
mendadas. Quando estiver concluida esta obra,
o que se gosar d is benefl 'ios que delta ne
riamente resultarlo, 6 que so apreciar sua im-
portancia e que se dar por bem empregado o
trabalho c despezas que tora cuslado.
di Janeiro, de l^i'J
.Vqut clicgou no da J'J de (! -zemliro ultimo-,
mneira Tgualemy, cncorregada da captura
do Susri) Emilio lsehi, que havia furlado ao
jolheiro Jos Mara da Silva Le,nos dessa pro-
vincia algumas joias de subido valor.
Tendo aqui chegado s9 horas da noite a ca-
nhonera fundeou fura da barra, emquanto que
lio porlo se achara anda n Cruieiro do Sal,
que a seu bordo lii ha o referido Suisso.
k mcia noite largou o Cruzeiro o passou
vista da canhoneira, cojo comraandanlo consta-
nos que, na persuaslo de que o criminoso havia
desembarcado nesla provincia, para onde tirara
passagem, nao deu signal para que o vapor pa-
ra.-se.
Pela manilla do dia 20, entrn no porto a ca-
nhoneira, mas j Emilio Ischi linha partido no
Cruzeiro.
A 1 residencia informada do acontecraento pe-
los ofiicios da de Peraambuco, faz seguir inme-
diatamente para o Para a canhoneira, a qual
chegou no dia ) a aquella provincia, elTeclu-
ando-sc no mesmo da a priso j crimi-
noso.
Suppomos que todos os brilhanlcs que foram
desenc das pecas e vendidos nesla ou na
provincia do Para, s achara entregues seu
dono.
O Sr. Dr. Abilio desenvolveu a maior aclvi-
dade as averiguaces que proceden, lano que
ao'vollardo norte o Cruzeiro, j havia appro-
hendido os btilhanle vendidos nesta pro-
vincia.
Tendo a canhoneira entrado no o Coar, tendo
tundeado fra da barra desle porto emquanto o
Cruzeiro do Sulsc acliava entre a diligenci l, -
mallograria sera duvida, se o presidenle desta
provincia nao a fizesse seguir al o Para.
Louvamos e applaudimps a medida tomada
pi la presi lencia de Peruimbuco para a perse-
guielo daquelle criminoso
Entendemos que loda a garanta proprieda-
do c loda a desauiraaco ao criino 1 que alera de til sociedade glorioso para o
governo, .sacrificar uma grande somma da rique-
za publica para salvar a fortuna particular, c o
seu crdito e o da nado, e para punir ura
criine.
O.
DE3CI6.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PERNAM-
UL'CO.
.ti ai;a.\.Vl4>.
S. Lu/. SS do dezembro de 1859. "
Tevc lugar no dia 11 do correnle a dslribui-
5I0 dos premios do distiriccao inlellectual, moral
e indusJ-rial dos educandos da provincia, que por
* Tendo vindo por mo particular, s agora
recebemos a presente carta do nosso corres-
pondente.
Os Redactores,
Ba represso penal ctias cireonts-
taneias n(t III
(Continuado).
Coinprebendo-sc qulo grande nossa pcrple-
Xdade. Al 3 de novembro de 1819, linhamos
crido, cora todo o inundo, que os magistrados
erara antes severos do que indulgentes. Um pri-
meiro advogado geral alliriiia em um discurso
de abertura que sao do una indulgencia exces-
siva, nao alguns, nem um grande numero, mas
lodos.
Tomando om considerado urna lo solemne
allinuado, modificamos nossos sentimentos e
ideas de Irinta anuos ; e da dversidado das
appreciaeGes tiramos esla cousequencia, que os
magistrados nao sao nem inuilu severos, nem
muito indulgentes, o quo/fazem da lei penal uraa
justa e salular applicacao.
Tanto mais adniirou-nos a censura de indul-
gencia excessiva dirigida aos magistrados, quan-
lo, no anno passado, na mesma dala de de
novembro, o senhor procurador geral Chax-
d'Est-Ange dirga-llies observades, que pire-
cerara-nos confuimos s nossas opinioes de cu-
tio sobre a administrado da justioa criminal.
Cremos lembrar-nos que Ihes havia recominen-
dado moderacao, principalmente na repressao
dos crimes e delicias. Tendo ouvido o senhor
primeiro advogado geral, estavamos convencidos
de que havia erro de nossa parte : por conse-
guiule relomos o discurso de abertura do anuo
anno passado, no qual encontramos o seguinte
trecho, que raostrou a excctdo Oe nossas ideas.
A moderado, disse M. Chaix-d'Est-Ange,
sempre necessaria ao magistrado, mas nn ma-
nejo das funrcesdiversas, que sao confiadas
sua religio, niincipa/iiiMie na repitsso dos
crimes ou dos delielos que deve brilhar esta vir-
tude, que se loma tanto mais preciosa quanto 6
sujeita s mais rudos provns. Elle cnnclno
eiilao, de feilo, urna das maiores obras que seja
dada no hnasem concluir. Usa do direilo o mais
saprado, porm ao mesmo tempe o mrris terri-^
vel que linha sido confiado sociedade.
Quanlo mais atroz o crime, tanto maior
o perigo para o magistrado. Nao mais entao
sraenlc contra sua propria indiguado, que elle
ao artigo 403, o ladro pode ser punido, e 6 as
mais das vezes com uma pena inferior ou MININO
LEGAL, por mais que fosse a vigsima reinci-
dencia.
1 Que vera a ser a autoridade da leif
A quera quer observar os lacios cora a at-
iendo, a praliea judiciaria moslra todos os das
a gravidado desle estado de censas.
O juiz nao tora mais rfigra absoluta para a-
preciar e julgar. Sua sabedoria pessoal substi-
tuida da lei, a consciencia individual e mobil
.i consciencia infltxivel e legil. Para medir ;i
reprselo, o juiz O armado de um poder arbitra-
rio, possue uraa soberana quasi Ilimitada, Na-
vegando sobre um rio sem margeos, que nlo
illuminam os claros da lei, lera smente para
guia-lu seus iaxlijiclos'pessoaes. Ora, quem nao
sane que esles intiiTclos variara como os caracte-
res .' Quem nao compreheudo desde logo que os
resultados da appreciado, assim deixada ao li-
vre arbitrio de espritus essensialmente diversos,
cedendo todos movis, iffe roes, tendencias
lo variaveis com as causas, que diversBcam os
caracteres, serlo necessar.araeuto imbebidos de
uma espantosa dversidado'?!.
Por lano, mesmo antes de 1832, segundo o
Sr. primeiro advogado geral, as ideas eslavam
j falsificadas, sobie as condi.oes essenciae3 da
repressao, slo sobre a doutrina da intimida-
do. Esta doutrina era contestada em nome da
juslica e da philosophia ; e o proprio legislador
(de 1832), fascinado, lomou ,s mos a defeza,
nao da sociedade contra os perversos, mas dos
perversos contra a sociedade.
Ds magistrados, conforme os principios, que
dictaran! a lei de lb:J2, chegar.iin a nao ver e jul-
gar mais o delicio era si.porem procuraram prin-
cipalojenle as causas, que prdiam explica-lo ;
ndusiriaram-se em buscar josiificacespora me-
ditar a gracidade do delicio, e quando nao e:i-
eonlraiam-nas, inventaran!
Por inais quo o arlgp 401 do cdigo penal to-
ba dito que o roubo simples deve ser punido
com cinco anuos de priso. Cuando assim impe-
rativamente um mximo e um minimo, gracas
ao artigo 463, o ladro pdese.- unido e s ma -
das ve/es o cora uma pena iuienor ao minimo
legal. Como nao seria assim, quando os magis-
trados, subslituem sua consciencia consciem i
legal, do que resulta a dversidado as opinioes,
appreciacoes e resultados, em vez dessa adini-
ravei uuiformidade, da intimidado e da condemnada dotado!
Pareceu-nos til para eecaparmos censura do
parcialidade, calar o lexto do discurso antes do
apprepiar-lhe o resumo.
Desias citaces resulta que, conforme oscostu-
n-actuaos, a opinilo geral, a consciencia pu-
blica, o loxlo e o espritu da lei de 28 abril de.
1832, os magistrados pensara:n que nao acha-
vau-se na absoluta necessidado de eondemnar,
por exemplo, o prevenido de roubo.sem circums-
laucias aggrAvantes, um anuo de priso, quan-
do pareca-Ibes que, era ra/.o das circuinstaiicias
particulares do tacto e do grao de crimiualidade,
era justa e sulficienle urna pena menor Porque
censura-Ios de ler feilo uso de uma faculdado,
que a lei Ihes d, quando o einprego, que della
la/rui, como dizeis, se canfora a com os costu-
raos actuaos e a opinilo de todos, meo os dos
partidarios da theorra da intimidado ?
Nao cromos dever defender a magistratura
franceza da aecusado do ler inventado jostilica-
C.0-OS, quando ellas faltavam.
Permilla-nos o senhor pTmerro advogado ge-
ral dizer-lhe que nao basta ler uma convieco
profunda e ardenteda excellenci,- de um syste-r
ma para faze-lo prevalecer. slo urna ques-
lo de lempo e de circunstancias. Ha duzentos
annos, a theoria da intimidado toria podido
achar ouvintes symiathicos e sss partidarios
para aze-la aceitar por um corlo numero do
pessoas; mas boje, no anno da graca de 1859,
quanlo nossos costuraos., ideas, sentimentos o
civilisaeao, quando nossa lei penal ensrna que
o castigo deve ser proporcionado falla, quando
Injusta qualquer le, que nltrapassa os limites
ii.
e alm disto deploravel c fu-
da criminalidade,
nesla, menos aos interesses do condemnado do
que aos da sociedade, v-se que o juiz ortica a
intimidado oppostaraenlo tendencia dos coslu-
mes, opini.io geral, s prescrindes da lei.
Purera esquece-sc que as leis va. iara cora os
lempos c circumstancias; que os costuraos e a
opinilo geral fazem as leis, c 1cem uma influen-
cia necessaria e legitima na applioado deltas :
e cre-se que no estado de rivilisaeao, em qtie es-
tamos, conseguir-se-tia converter nossos magis-
trados de Franca 1 theoria #l inlimiJado e da con-
demnado do faci.
Engaa m-se compltame nlo.
I' ais do discurso do senhor primeiro advo-
gado geral, os jnizes proporcionaran?, como
sempre, a pena k gravidado da falta. Ellos pro-
curaran em todos os fados, que se derem,
meios de jusrifiendo ou ntunuado; se taes
meios exslirem, toitin-los-ho em sftia consi-
derado na applicacao da pena, continuarlo a
proceder assitn, e o faro, nao s porque dar,>
rs idns do lempo uma sal'rfaed legtima, mas
aindn por que far-se-hao os apostlos dos gran-,
drs principios, que entre nos dcsTnrolvcrnra-so
em 1V80, que illummartm o mundo, o que lira
ram a repressao penal das fachas do malcriafts-
mo, para cleva-la altura das grandes institui-
roes moraes e chrislas ; q;c cnsinam aosjuizes
que olios slo smente dignos das funecoes, que
Ibes sao confiadas, quando condemnam'os calpa-


DIARIO DE PERNAMBUCO. SF.XTA FFIflA V DE JANEIRO DE 1860.
(31
dos na propongo da criminalidade dos deudos ;
que nao admitiera que urna pena, sera proporeo
cora a falla, possa scrproveiiosa aoinleresse pu-
blico.
Ten Jo o senhor priroeiro advogado ge ral cen-
surado sem excaogan alguma aos magistrados o
recorrerem ao arl. 463 para menorar a pena do
cdigo penal de 1810, censtirou-lhos alera disto
o lerem mui frequentcmente recorrido esta ener-
vante dsposico.
Nao pretendemos sustentar que jraais, era
circumslauoia alguma, so tenha abusado das cir-
cumslancias attenuantcs. Pode-so abusar e abu-
sa-so das melhorcs cousas; raas opesar disto
nao fleam menos tacs as cousas boas ; c se,
como dzem, tcm-se prodigado os circunstan-
cias attenuanles, a lei do 1832 ino fica menos
una escolenle li, Alm disto, a censura mili-
ta importancia perde, quaudo se sabe que nao
C dirigida tal ou tal magistrado, tal ou tal
tribunal, mas todos os tribunaes do todos os
graos.
Como 6 possivel admittir quo magistrados,
apartados uns dos oulros, leudo ideas, Iheorias
sobro o direito penal, sentiment >s, caracteres,
idados dlfferonles, possam ser declarados culpa-
dos de indulgencia exce33iva, quando lodos che-
como pode ser que, nos annos de 1853 a 1856,
tendo sido concedido o beneficio das circuras-
lancias attenuanles 61 por ceuto dos condem-
nados era materia correccional, a cifra dos pro-
venidos de todas as cthegorasse lenham rolu-
zido durante estes dous annos, quando a cifra li-
nha seguido urna progressao ascendente durante
os annos anteriores, e quando, durante estes an-
nos, as circunstancias attenuantcs nao tinham
sido concedidas senao a 56 por cento dos con-
demnados correccionacs ?
Como que, as materias do grandes crimes,
os condemnados tenhara obtido circumstancias
attenuanles na razao do setenta e um e meio
sobre cem, e todava, desdo vinlc annos, tenha
constantemente deerescido o numero dos accu-
sados da competencia da corle d'assises ?
So a Causa assignalada fosse a verdadeira, te-
ria necesariamente acontecido que quando a in-
dulgencia maior.o numero dos aecusados lo-
ria augmentado, f, contrario o resultado quo se
manifosta. As cortes d'assises concederain cir-
cumslancias attenuanles muito maisfrequente-
meute que os magistrados do polica correccio-
nal, o todava o numero dos que foram aecusa-
dos do crime lera constantemente diminuido.
Nao 6 pois indulgencia que deve scraltii-l
Repetimos, osle estado de cousas laracntavol!
As tradiecs do nosso bispado acham-se obscu-
recidas]* O brilhantisrao do
Rio da PralaSumaca hespanbola Ardilla, A.
Hijo & C, 30 cascos agurdenle.
icspanhola Parator.es,
ria do seu bem conceituado jornal de 23 do cor-
rente mez a milicia de que eram da mais baixa
culto calholico val icondieo as mullu-res que vieram abordo da ga- Rio da PralaPolaca
decrescendo em esplendor. E' necessario, pois, lera inglrza Accringlon, e se acham na Ilha do; A. Irmios, 25 cascos agurdente.
que despertemos a quom dorme, ou que tacamos Pina, e estando eu np lugar, de ordern do Illm.
sentir a necessidade palpitante de resiabelecer-se Sr. l)r. chefe de polica, aim do manter a ne-
cessarin polica, devo, cm abono da verdade, de-
o rgimen espiritual entre nscom obrillio o se-
veridado de outros tempos. Tudo est fora de
seus eixos. A porta principal do templo est fe-
chada. Entra-se por outra parlo I
Nos nmeros seguintes, seremos mais explci-
tos, e mais minuciosos. No empenho quo to-
mamos do eslgmatsar os abusos, que se reve-
lan) no governo da nossa diocesc, seremos inflo
xiveis. Nada valem respeilos humanos quando
a causa da verdade exigo esforcos e sacrificios.
Fa-los-hemos com o maot gosio c satisfcelo. O
silencio cm tal caso seria comprometledor' da
nossa independencia c da regcnoraeao especial
da nossa sociedade.
PERHAMBUCO.
gam aos meamos resultados? Esta uaanimidade buido o augmento do numero dos provenidos at i noacao dessa outra da Conceico
nio deve fazer pensar, que so a indulgencia 1855. no comeco d aquella da Passagcn
clarar, que aquella noticia exagerada, porquan-
lo hei observado na mxima parle dos passagei-
ros. do predito navio alli existentes maneiras
muito allenciosas c urbanas para com todos, o
que do ordinario Bornete procedo de genle de
acurada educacao. possivel quo em lao subi-
do numero daquelles individuos, alguns hajam
om oulras circumstancias, mas por sem duvida
estas diminuas excepeocs nao devem servir pa-
ra collocat todos ellos' no nicstuo paralello, sem
grandissima injuslioa.
lio feilo, ha onzedias ali me acho, c al hoje
nao Uve anda ocoasiao de chamar a ordem qual- neladas, onduzio o seguinte : 233
PortoBrigue portuguez Amalia I, Jos Anto-
nio da Cunha & Irmios, 525 saceos assucar
branco e 175 ditos dito mascavado
LisboaBrigue portuguez Laia III, diversos
dfrregadores, 35 saceos assucar brinco, 10
ditos dito masiavado, 20 cascos mel.
LisboaBrigue porlngucz Bella Fgucircnse,
F. S- Rabello Fillio, 50 saceos assucar bran-
co o 150 ditos dito mascavado.
Liverpool Barca ingleza Isabclla Ridley, S.
Brothers & C, 600 saceos assucar mascavado.
BaltimoreBrigue americano J. C. Coala, W.
Forstcr & C, 1,500 saceos assucar mascavado.
Exportacao,
Penedo, hiato nacional Boberibe*. do 31 to-'
tiio universal, por que merecida, por que
a propria jislica'r
Temos muasSczes ouviJo recriminaedes con -
tra as circumstancias attenuanles, admittidas
nao pelos magistrados, mas pelo jury; tomos i
frecuentemente censurado a leriandado destas
recriminacoos. Os que censuraran os jurados':
de indulgencia, muitas vez.'s nem tintura lido
os autos do processo ; apenas conhociam o lilu-
lo da aecusago: e todava estes, que nada li-
fllkam visto, era ouvdo e nem muitas vezas li-
do, decidiam emana sabed ira que os doze lio-
nens,que tinham sido chamados a exercer as'
grandes e difBceia func.eoes de juic em materia
criminal, os quaes tiuliam visto o ouvdo o ac-
ensado, as tesleraunhas, o ministerio publico e
a defeza, que tinham cuidadosamente csluJado '
as physionomias, a attltu le, a lingnagem de lo- |
dos, que tinham tigurado nos debates, linliam-sc ;
grosseirameule engalo, quer absolvcndo.
qner concedendo ao aecusado ciccumslancias al-
teiiuaules.
Nao temo-nos menos admralo de ouvir o pri-
meiro aJvogado geral censurar amargamente os
magistrados da corle d'assises o da polica cor-
reccional por lerem levado a indulgencia ex-
cesso, concedendo trequentemenle circumstan- ]
cias allennantes.
J indicamos m litas causas verdadeiras do ac-
crescimo nao dos deudos, mas das perseguio.oes ;
assignalamos no numero destas causas o zelo
maior dos auxiliares da juslica, o augmento con-
sideravcl do numero dos agentes e dos com-
missarios de polica c a creaeo do novos de-
licio?.
Devenios juntar esta nomenclatura o aug-
mento da pnpulaeo, os desenvolvimentos consi-
der.iveis do coramerrio e da industria.
A estatistica de 1856 acrescenta estas diTeron-
les causas a seguinle:
O augmento dos atlenlados contra a proprie-
dade nao ca menos provado, ello poleria expli-
car-ae palo acci-seimo e dilTusfio das riquezas
movis, quo mulliplicnm a malcra c a occasao
do roubo, e ao mesino tempo por um amor maior
do bem-estar material, c por urna excitac,o da
cobija.
O "senhor primeiro advogado geral terminou o
discurso, propondo duas nnovaces : a primei-
ra loria por fira a snpircs-;.rio das circumstancias
altcnuates para o caso de reincidencia ; ase-
gnn la obrigar os magistrados a justificar a dc-
claracio das circumstancias attenuanles..
Hu breve n >s explicaremos sobre ambas estas
nnovaces
A primeira loria por consequencia necessaria
Mas para affimarque a indulgencia lera sido Ia'|la5a ''.i principio.que dictou a lei do 28 de
grande, convm ler certeza de quo os que obli- aun' de ^2.
Qaaes foram para
rcral os elementos
Teram-na nao a ucrecerara.
o senhor primeiro advogado
de certeza este respe i lo ?
A estatistica, que provaque em 1S55 c 1856 os
tribunaes correccionacs concedern] o beneficio j
das circumstancias altenuantes 61 0/0 dos con-!
detonados de todas ascalhegorias.
A estatistica assigrtala por conseguinto um fac-
i, o nala mais: resta a questo do saber se os;
til condemnados cutre 10J, que obliveram cr-
cumsi incias aUcuuanles, oram dignos dellas. A ,
eslalislica, que souieule d o titulo das preven-1
roes e das cifras, nao podefornecer informaco
alguma este respeilo. : pois sem certeza,
sem prava e mesmo som documento, sobro o!
ponto essencial Ikir, que a accusacjio do in-
dulgencia excessiva u falla feita aos magis-
trados.
Se o senhor primeiro advogado geral est mui
pouc satisfeito dajustica administrada em Fran-
ca, nao po le deixar de a Imirar-se de coitos es-
tados estrangoiros,que nao teem seguidlo mo i
ezemplo da Franca. A este respeito faz elle urna I
approxiim-;ao, que nao Ihe parece favoravcl
noss'^ magistrados.
Na Baviera inferior, disse o senhor primeiro i
advogado geral, .te 18i9 1853, entre 519 acen-
sados, 529 foram eondomnaios, 20 somonte fo-
ram absolvidos.
" Em llesse superior,em 1852, entre 15 ac u-
sados, houvelS condemnados, e 6absolvidos
e, em 1853, entre 58 aecusados, foram conden
nados 53 c 5 absolvidos.
Sendo este principio que o juiz deve lor
asss laiitude para proporcionar a pena ao casti-
go, evidente que o principio seria destruid) so
o juiz nao gozasse desla facutdade no casad''
reincidencia.
Supponha-se, rom effeto, um individuo con-
demnado a treze mezes d; priso, quo, depois de
posto em liberdade, vai procurar me.ios do vida
no traballio, mas que por lo 11 parle se v regei -
lado, opprimido pela f i.no, outra em casa : um '
padeiro erouba uto pao. Se as circumstancias
attenuanles sao abolidas no caso de reincidencia, i
ser preciso necessaria mente condemna-lo cin-
co annos de priso ou absolve-lo ; nao poderia
ser, se a innovaco proposta pelo senhor primei-
ro advogado geral fosse adra iluda, que elle t'osse
absolvido ?
Nirigucm, al 1859, linha rccoiihccdo a neces-
sidade de impor aos magistrados a obrgacode
justificar a declarado de circumstancias altenu- '
antes. Nao comprehenderaos a uiilidade da in-
uovaco,e nao pensamos que ella lrcsso por;
consequencia tornar as decisdes mais severas.
Ha oulras reformas, que cortamente produzi-
riam exccllcnles resultados no ponto de vista da
diminuico dos delicies e das reincidencias. A
primeira c mais importante de ludas seria a de
nussas casas de detenco.
Para demonstrar a importancia desla refirma,
nos limitaremos a citar as cifras seguintes, que
adiamos na estatistica dclSaO :
Jovcm decidj* i/.; 18 i 1 1850.
Casado la Uoqudle.Liberdades : 1,237 ; rc-
Achar-se-ia em Franca iguacs proporees ?
i.m quo corle d'assises eslio as condeinnacOes
ia rclacao de 9(i ou 97 0/0?......
< Nao triste que a Franca, que marcha
frentu da c.ivlisacao, c que vO-se successivamon-
le emprestar lodos os elementos do sua legisla-
cao acha-se todava 'tao "omplelammle alraza-
da om materia de applicaro? Nao de temer
que os resultados acabem por desacreditar a le-
gislaeo
Se ha um principio salular o sagrado entre lo-
dos, incontestavolmonte o que impoe o dever
de rospeilar a cousa julgada. Este dever torna-
se mais rigoroso, quando trala-sc de decisdes
dadas cm materia criminal. O juiz que cha-
mado a d* terminar sobre a honro, a liberdade e
a vila de seus semelhanles, oxorce um poder de
alguma sorte sobre humano ; sua misso parece
transforma-lo era minislro daquelle, peraule
quom compareceremos todos para sermos julga-
jo noesas obras ; sua deciso cunha-
da de uw carcter de grandeza c de magostado,
; ,i torna duas ve/es santa.
Profundamente compenetrado deste tutelar
principio, nao commoltenmus a iinpiedade de
pretender que os juizes de Baviera e de llesse
aislribuem mal a
niuilos e absolvem
incidencias, 16 ; 33porcento.
Colonia de Mettray.Liberdades, 638 ; reinci-
, demias 71 : 11 por (tilo.
Estas cifras dispousam-nos de qualqucr obscr-
i vacao : ellas eloquentcmente moslramo mal e o
remedio.
(Bmi i i v.l
(Droit.S. Filho.)
." OSARIO DE PEnN/UVIB-JCQ.
Clama, ne case?.
Desde que apparecemos no mundo jornalislieo
a nossa principal divisa tem sido sempre susten-
tar a Santa Rellgiao Calholica, base immulavel e
inconcussa do gran do edificio gocial. A nossa
voz se tem levantado sem interrupeo em favor
das doulrinas di igreja, de que nos'presamos ti-
llios, e nunca deixamos do franquear as nossas
paginas a defesa de seus mleressos, de sua dis-
ciplina, e de sen cullo. Sempre entendemos, e
continuamos na mais profunda conviccSo de que
nenhum povo ser perfeitamenlc livre, nem per-
faitaraento feliz, se nao for perfitamento reli-
gioso, o coohecimento dos proprios deveres,
as relaQoes intimas que oli^am fi
KEVISTIUIftRlfl-
Seria de grande uliiidadc que se concluis-
se logo a abertura dessa ra, que fica em conli-
c vai terminar
m ou Chora-me-
nino.
Realisada esta necessidade palpitante, tolo o
transito seria feilo tnfallivelmentc por ella, sem
0 menor incommodo do publico, cm consequen-
cia de ser ampia coJequada porsuas proporees
viaeao publica, de preferencia direcco da
ra do Sebo ou do Colovello ; os quaes o pela
areia no verao, ou pelas aguas e lamas no inver-
n, tornam-so insupportaveis
Dizera-nos quo ls propriclarios de um ou dois
sitios, por onde ella deve alravessar para en-
contrar o Chora-menino, oppoem-sc ou pedem
indemnisaeoes poueo razoaveis ; mas isto nao
cerlamenle razao pliusivel para que nao so Inja
realisado esta medida, ou a definitiva abertura
da ra.
A nossa constituieio, quo garanto o direilo
de propriedado era toda a sua plenitude legal,
iestringo-0 lambem em certos casos, c upo o de
que nos oceupamos, em que. a ulilidade publica
insta por semclhante abertura,
A uiilida le publica reconjiecida est cima de
quaesquer voluntariedades; e quando estas ap-
parecem, ha o recurso das cartea de lei de 9 de
setembro de 1826 e 29 de agosto de 1828, e avi-
so de 11 do mesmo mez C anuo; recurso que
lembramos geja pralicado para effectividade da-
quella medida, se por ventura exacto o que
nos Informara.
No da 21 do correte mez deram-se cm
Pao d'Alho na freguezia de .N. S. da Gloria de
iiiit os seguintes lacios :
No lugar denominado Salgado Jos Francis-
co da Cruz, fo assassinado em sua propria
rasa as 8 horas da noite, por Vicente Pola, que
se poz em fuga.
No lugar denominado Qualis recolhendo-
se a sua casa Cosme Ferrcra da Costa, de volta
la feira, receben 5 tiros que Ihe foram dudes de
urna emboscada, sahind i ferido gravemente.
O delegado de polica do termo procede com
diligencia para captura o autor do primeiro de-
licio, o descobro os do segundo.
No dia 24deste mez foram recolhidos ca-
sa de aetcncao 6 liomens, sendo 5 livres e 1 es-
clavo, a saber : a ordem do I)r. diefe de poli-
cia um, do delegado do primeiro des!rielo tres,
do subdelegado de Santo Antonio um, do de S.
Jos um.
No da 25 f iran recolhidos mesma, 3 ho-
meus e uma mullier todos livres, a saber : um
ordem do l>r. (befe de polica, dous a ordem do
delegado do primeiro deslriclo o um a do subde-
legado da Boa Vista.
O brigue escuna nacional Joven Arlhur,
sabido para o Rio de inciro, conduio os passa-
geiros seguintes :
A familia do capitn, Duvina Rosalina da Cu-
nha e Iros CScravos a entregar.
t) brigue francez Fernand, 'saludo para o
Havre pelo Rio Grande do Norte, levou a seu
bordo o passageiro J. 1>. de arvalho.
Matadoit.o publico :
Mataram-se no dia 26 do crrente para o con-
: sumo desta cidade 45 rezos.
MORTALIOADE DO lilA 20 t'O f.ORRr.NTE :
Emilia, branca, 5 anuos, pleuriz.
Hospital de caridade. Existem 70 ho-
1 mens, GD mnlhcres nacionaes, 1 homem estran-
^'oiro. 1 liajueui Pcravo. total 132.
Na totaiidado dos doenles exislcra 37 aliena-
dos, sendo 30 mullieres e 7 liomens.
F rain visitadas as enfern elo cirur-
I gio Pinto 'is 7 horas o Omnulos la m
pelo De. Dornellas as 8 horas da manha.
|uer daquelles pa:>sageros, porque sem duvida
so bao comportado bem, com inulo respeito o
dignidade; c seo contrario livesse snecedido,
eu os saberia coater, em desempenho dos meus
deveres, o sem guardar consideracoes alguraas,
como costumo e geralmcnle sabido.
Assim oxprmindo-inc sem otilro motivo mais
do que querer restabelecer a verdade dos tactos,
que hei presenciado, posso assegnrar que nao
receio de entrar mais araplamcnic na discussio
delles.se ao autor daquclla noticia aprouver con-
lestar-me, beou entendido, usando da sua pro-
pria assignatura, como ora pralico, al mesmo
para robonr a sua informadlo dada a respeito
redacro do Diario.
Peeo-llies, Srs. Redactores, a inscrco destas
poucas linhas, trabadas muito proca, pelo seu
constante leilor,
O major, ernardo Luiz Ferreira Cesar Lo:t-
reiro.
volumes
gneros ostrangoiros e nacionaes.
RECI'.BEOOHIA DI? RENDAS INTERNAS
CERAES 1)E l'ERNAMBUCO
Reiidimenlo do dia 1
dem do dia 26
23:039*755
668S03
2:707?798
COMPANHIABRASILEIRA
DE
PAOUETES A VAPOR.
O vapor Paran, commandante o capillo lo-
ii"tite Torrezno, espera-se dos portos donorto
em seguimento aosdo sul at o dia 31 do cor-
rente mez.
Itecebe-sc desde ja passageiros, fretc do di-
nheiro e encommendas e engaja-se a carga quo
0 vapor poder conduzir, sendo os volumes des-
pachados com antecedencia al a vespera do
sua chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
lk
3>
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 25. 72:732j884
dem do^ dia 26....... 2:927|510
75-660*39
Puhlicaces a pedido.
PARAHIBA.
O ex commandante interino do mcio batalhao.
Em observancia ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia de 18 de novembro p., en-
tregou o Sr. major Luiz Jos Pereira de Carva-
llio, no da 21 do mesmo mez, u commando in-
terino do meio batalhao de linha, ao Sr. major
Miguel Ferreira Cabral, recentemcnle chegado o
esta capital.
Durante o lempo que S. S. conservou-se
testa do dito meio batalhao, satisfez da maneira
mais digna e completa, os arduos devores inhe-
rentes a lao dlliiil poslo, j como fiscal, que
dellc fo nao poucos mezes, j como seu com-
mandante interino, lugar que exerecu por mais
de um anno.
A disciplina e iiislruceo de todas as pracaa do
meio batalhao, sao hoje objedo do admiraco
geral, nao obstante ser elle composlo em toda a
' sua lotalidade de recrutas bisouhos ; sendo mui-
t lo para louvar-so a lenncidade cora que aquello
digno OHcial, levou a elfeito em tao breve espa-
ro osle desidertum, mantendo cm todo o lempo
| a mais exemplar subordinacao e respeito.
Deve ser mui grato e lisongciro ao Sr. major
L. J. P. de C.iiv.illio, a maneira lusida c bri- [
[liante porque entregou o commando do moio i
batalhao de linha desla capital ao seu successor, j
o Sr. major Cabral, a quera desojarnos o melbor
resultado na diificil tarefi que fo incumbida.
S. S. leve a satisfazlo de entregar aquello cor-
po no maior aceio, sem nada se Ihe dever de'
seos sidos e faldamento, podendo conseguir no i
breve tempo que commandoo, o bum alojamen-l
lo que hoje possue para commodo e utilidade de
todas as suas praeis, no que fo poderosamente
coadjuvado pelo Exrn. Sr. presidente cora os re-
cursos a seu alcance,
Tambem sabemos que toda n cseripluracSo da
secretaria, casa de ordem,-reparlico do quarlel
mostr, o companhlas fo por S. S. entregue em '
dia, ao Sr. major Cabral, feita c laucada com a :
maior regular.dade c lilposa, o qui
pequeo irabalbo Aquello distinelo ofiicral, bello
ornamento do nosso Uorescenle exercilo.
O Exm. Sr. Presidente da provincia fazendo a
devida justica ao mrito do Sr major Carvalho,
mandn, por intermedio do Sr. assislente do aju-
danle general, lnuvar S. S. pelo modo por que
se houve no commando interino do sobredilo
meio batalhao, fazendo nolar o zelo o desvello
que sempre demanstrou no eumprimento de seus
deveres, o a aetindade e intelligenda que de-
scnvolven para o commando, pfovadas exbe-
ro"! imeote pelo iuteresse palenlea lo na instr ic-
gio, disciplinaos commodo de suas pracaa, co-
mo iodo tomos tesiomunhq oceular.
U Sr. major Carvalho, embarcou para a curie
no paquete Paran em 7 de desembro p. dexan
Movimento do porto.
Navios entrados no da li.
Santos23 dias, barca americana William llen-
ry, leso tonclladas, capilo J. B. Getord, equi-
pagem 9, ero lastro ; a Henry Forster & C.
A-s12 das, hiato nacional Oliveira II, de 25 I
toneladas. capitoJos de Oliveira l.cite, equi-
pagem 13, carga sal ; a Manoel A. Guerra.
Nacios sahidos o mesmo fia.
BahaEscuna nacional Carlota, capito Anto-
nio Alves Vianna, carga varios gneros.
Rio de JaneiroBrigue escuna nacional Joven
Arthur, capilao Jos Antonio Gonealves San-
tos, carga assucar, algodn e mais gneros.
Terra Nova Brigue inglez Runnymedes, capitn
Smuel Piowso, em lastro,
New-YorkBrigue inglez Urecian, capilao P.
L Groa, carga assucar.
Havre pelo Rio Grande do NorteBrigue trance/.
Fernand, capilao Coindet, em lastro.
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feanwur. i '
ce 50 co or -i
^ ^. 6 O
Fahrenheit I
Hygromelro.
ggjgjgfj Barmetro.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional
Behcribe. pretende seguir at o fim da prsenle
semana, tem motado de seu caingamento a bor-
do : para o resto que Ihe falla, trata-sc com os
seus consignatarios Azevcdo &, Metides, no sen
cscrptorio ra da Cruz n. 1.
Para a:Bahia.
A bem conhecida escuna nacional Carlota, pre-
tende seguir nesles quatro dias, anda recebe al-
guma carga miuda : liala-se com o seu consig-
natario Azevedo & Mendos, no seu cscriplorio ra
da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O briguo escuna Joren Arthur. segu
dias, anida pode recober Mguma carga miuda c
i scravos o frote : trata-sc com os seus consigna-
tarios Azevedo & Mondes, no seu cscriptoi.
da Ciur n. I.
REALC0I1PAIUA
di:
KS
aqueles iuglezes a vapor.
Al o fim do mez espera-se da Europa um
g g los vapores desla companhia, o o/ial depois da
- rr demora docostume seguir para o Rio deJanei-
j; S | ro ; locando na Babia, para passagens etc., Ira-
c la-se com osagenlcs Adamson, Bovie C.rua.
o x do Trapiche Novo n. 42.
C0MPA5BIA BSASLIEBA
Editaes
DE
pro-
CHROftCfc JCIAR3A.
TRIBUNAL DO COM,V,ERC10.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria
vincial, em eumprimento da ordem do Ksm. Sr.
presidente da provincia de 20 d > c irrente, man-
ne causou da fazer publico que a arremata ao dos erape-
dramentos entre os marcos oito a de/, c dez a doze
mil bracas da estrada da Victoria, ficou transfe-
rida para o dia 1. de feverein prximo vindouro-
F. para constarse mandou alli.xar o presento e
publicar pelo Diaria.
Secretaria da ihesouraria provincial de Per-
nambuco l'j de Janeiro de 1860." secretario,
.4. F. d1 Annunciaeo
Do ori.milo Illm. Sr. Inspector da Tha-
souraria de Fasonda desta Provincia, se faz pu-
blico que a arremala^ao da parto do sobrado de
dous an lares na ra da Guia n. 20, pinhoraila I Trapichen^ 17.
. aos herJeiros do Antonio Ferreira Duane Vel-
loso, nao leve effeito no dia annunciaJo por falts
mwsm iia'pi.)
O vapor" Oyapock, commandante
Borges, espera-se dos porios do su!
ment aos do norte at'o dia 21) 2.
V. l'cn
em s
rorrent".
Hecebe-se desde ja passageiros, frelo le d
ro e encommendas e engaja-se a carga que o
vapor poder conduzir sendo os volumes des] -
diados com antecedencia al a vespera dL
chegada : agencia ruado Trapiche n. 40.
Para Lisboa
segu com toda a hrevidade, porter a maior par-
te da caiga prompla, o patacho portugu
Ignes, capilao Antonio Jos da Bocha, re
a frote : quom no mi sino quizer can
pod ir enli n ler-se com Basto Lomos, rub da
igam 6 Dos c cida-
justica, porque condemnam de, s ihe pode vir pelo ministerio auguslo da
poucos. | moral evanglica. Desconhecer as regras o dic-
Dizernos e pensamos que estes magistrados J tamos desla moral lilha do co, desconhecer
oceupam as altas funecoes, que Ihe sao confia-1 OS sabios designios do Creador na formaeao do
das, por suas luzca, talentos o carcter, quejul- homem. 1." desconhecer o que podemos,'o que
n segundo sua consciencia. valemos na immensa cada dos entes. B're-
Sem entrai no eiatne das causas, que podem I nunciar einfim ludo o que o destino humano
tornar as absolvicoes menos frequenles em lies-1 tem de mais subido o mmortalidade.
se e na Baviera do que em Franca, nos litnila-1 Sustentando principios lao salutares, e procu-
remos em accrescenlar que se as absolvicoes | rando incessanlemenle popularisar suas couse-
quencias, temos perfeita conviccao de havermos
conirbuido mu poderosamente'para a manuten-
cao da ordem social ; pois que s pela vulgar-
saeao plena c universal daquelles principios se
poder conseguir o Iriumpho da
razao
sao mais raras do quo entre nos, porque en-
tre nos ha proporcionalmento menos culpados
que cm Hessc e na Baviera.
Pi r que os magistrados de Hesse c da Bavie-
ra cund ranara mais frcquentemenlo do. que os
nossos, justo (azer censuras estes? exacto
dizcrtpie a Franca est completamente alraz das
out-as incoes em malcra de appttcacao das leis
penaes, e que deve-se temer que os resultados
acabem por desacredihar a legisiaco, por isso
que as absolvicoes sao mais frequenles, e as pe-
nalidadesgcralmenle mais brandas aqui?
> i tenha modo o senhor primeiro advogado espiritual da nossa diocesc,-com o fim nico de
geral: nao so a nossa legislaeto, mas prnci- despertamos a allencao dos allos poderes do cs-
palmele nossos magistrados, que as rmces es- lado, e Ihes invocar remedio que a eminencia
trangeiras invejam ; ellas sabem quanto ardor e dos males exige. /
dodicaco ellos einpregnm no cxercicio de suas j Respeitadores sinceros do chefe do Episcopa-
:un -o-s ; com que cuidado escrupuloso exami- do Pernambucano, como mais de uma vez o te-
Sf.SSAO ADMINISTRATIVA EM
RO DE 1860.
PRESIDENCIA L'O El*, sil. DBSEKBARGADOR
SOCZA.
As 10 horas daraanhaa, achando-se presentes
os Srs. deputados Basto, Lemos, Bego cSilvelra,
o Sr. presidente deelarou aberta asesso.
l"oi lida e approvada a acia da antecedente.
Leu-se o seguiite
EXPEDIEXTE.
Tela secretaria de estado dos negocios da jus-
tica foram remedidos ao tribunal, cxemplarcs
dos Irabalhos da com misso do senado acerca do
projeclo da outra cmara, reformando o aclual
rgimen hypolhecario.
Pela mesma, um exemplar do quarlo lomo do
boletim do expediente do governo Archive-so.
Um odicio do secretario do meritissimo tribu-
nal do commercio da capital do imperio de 13 de
dezembro ultimo, acompanhaiido a relacao dos
negociantes matriculados alli, durante o mez de
novembro prximo passadoAccuse-se a recep-
cao e archive-se.
Outro da conservatoria da provincia da Para-
hiba, de !) de Janeiro correte, pedindo inscuc-
do nesia capital numerosos amigos, e aaudosas
i daces. (s venios Ihe sejam propicios, que
um brilhanle futuro o aguarde.
i-nos lcito rendor este tenue tributo ao
mrito, que somos incansavel cm galardoar, cm
19 DE JAN El- qualquer parte
sentidos, e O imperio das leis sobre os instinclos.
Fiis, pois, a nossa devisa, e au iiiTOtavel em-
penho que eontrahimas com a patria, e com a
Banta retigio de nossos pais, nao podemos fur-
ia: -nos ao dever de exprimir com lealdade, c
franqueza a nossa opinio, e pesar, pelos males
progressivos, que vao resultando da m gestao
sobre os' '-'":S Pora inslallaco da conservatoria na capital
nam lodosos fados; com que lealdade e pureza
nimenio, liualmenie, administran a justica, dan-
do ao culpado e a sociedade as satisfaceos,
este duplo interesso reclama.
Ina admiraco causar, principalmente nos
paizes cstrangeiros, o saber-so que Coi dado
nossos magistrados de Franca o conselho de to-
marem licces de repressao pessoal e de inlc-
resse publico is escolas de llesse c da Baviera.
Tem-sc dito que nossos magistrados sao muito
indulgentes : um encano. Se ellos sao smen-
lulgenles, os felicitamos do fundo do cora-
cao, u.io s porque a indulgencia boa cm si.
mos demonstrado, nos todava foreoso reco-
nhecer que as cousas do bispado correm mal,
que OS lieos da disciplina ecclesiastica se afro-
Mi Kain considerare!mente, que o esplendor do cul-
to diminuc olhos vistos, que a si veridade da
doutrina desapparece, que os escndalos se re-
prodiuem, que a imiiunidade os aeorson, que al-
guns parochos sao lobos entre suas ovelhas,Ibes
chupara o sangue e Ibes devorara a honra.
Que serie do calamidades Percorrei essas fre-
s por ah; institu um inquerilo csc ii i-
loso sobre o que se diz do certos parochos, e l-
careis horrorisados do que ouvirdes !
L'ns vivera em guerra permanente com os seus
como por que uma das necessidades o das glo- j psrochianos, por causa do eleices ; outros le-
jas do seculo em quo vivemos. Comprchendc- | vara a inquietaeo e o ultraje ao" scio das fami-
se hoje que a indiligencia uma boa instiluico lias, deomn deriam ser protectores e guardas
para governar o.mclhorar os homense as socio- vigilantes; estes denunciara faltas de seus fre-
daquella provincia.Inleiado.
l"oi present' n colaco ollicial dos procos cor-
relo-; da piaca, relativa semana linda.Ar-
elnve-se.
I'ambum foram prsenles os mappas do movi-
mento semestral do armazem de deposito de Ma-
noel Antonio Ribeiro e de Jos Baplista de Me-
dciros, acompanhado o ultimo de uma certido
da mesa do consulado, das saceos de algodao que
foram consumidas no incendio da prensa, em 27
de dczembio ultimo.
Tambem foram prsenles os mappas do trapi-
che Barbosa & llamos.
DESPACHOS.
l'm reqiierimcnlo de Thomaz Fernandos da
Cunha, pedindo se mande fazer as annotacoesne-
ceasarias no registro da nomeaco de caixeiro,
que dera a Ludgero de Paula Metra Lima, de nao
exercer este mais o mesmo lugar. Como rc-
quer.
Outro de Joo Licio Marques, pedindo matricu-
lar-se.Como requer.
Outro de Bernardiuo de Vasconcellos, prepos-
to do corretor geral John E. Robera, pedindo
certido de sua nomeaco.De-se-lhc.
Foram com vista ao Sr. uesembargador fiscal,
l os seguintes requerimentos :
lnide Aranaga Hijo & Companhia, pedindo se
mande fazer na matricula de Aranaga & Bryan,
i a declaraco da sabida de Bryan e entrada do
| Juan Anglada Hijo.
Outro de Manoel Joaquim da Silva Leo e Jos
que o possamos divulgar.
Commercial Parahibano. ]
ELEICAO
dos'juizes c mais pessoas quo hao de fazer feste-
de licianies, e por isso cj a mesma arrema-
la^ao transferida para o da 18 do corren lo mez.
Secretaria da Thesouraria de Fazenja do l'er-
' namhuco 0 de Janeiro de 18G0. O flicial
Maior interino,Luiz Francisco de S. Paio e Silva
Pela inspeceo da alfandcga se faz pul
que no da 2"
dia, se bao de
particio, se

COMPANHIA PER AMBUCA*A
DE
jar a Virgem Sanlissima da Piedade, padroeira ao arrematante, vinle crocos de pallia pozando
.-*|ietcu na nudnue;i se laz tiio.ico \ ,t _
!7 do corrente'mez, depois do meio- IvAViA'^AtiA jj>cf i1S'-*l *> I'A'XA*
le arrematar aporta da mesma re- 11 -USiyaO tl/Jicl! ti i 1 ClrOl
ndo a anemalaco livre do direitos ^ *
do convento do Carino do mesmo nomo, erec-
ta na freguezia de Muribeca.
Jiu'res.
Os Illms. Srs. :
Dr. Ignacio Das Ferreira do l.acerda.
Joo Ferreira da Silva.
Alcxandrc Jos da Silva.
Juiz as.
As Esiraas. Sras. :
D. Mara Joaquina de Vasconcellos, esposa do
Illm. Sr. Jos Fortunato dos Santos Porto.
Esposa do Illm. Sr. Jos da Silva Oliveira.
Escrives.
Os films. Srs.
Antonio Gonealves de Oliveira.
Manoel Antonio Flores.
Fscrivns.
As F.xmas. Sras.
I). Mara da Costa Pires Ferreira.
I). Caetana, esposa do Illm. Sr. Antonio da Costa
Reg Lima.
Mordomos e mordamos.
Todos os devotos da mesma Senhora,
Convento do Carmo na praia da Piedade, l
Janeiro de 1S00.
/'/. Bento do Monte Carmello Flores.
108 libras no valor de mil ris cada uma libra
abandonadas aos direilos por Fructuoso Moni/.
Gomes.
Alfanlcga de Pernamliuco, 2 de Janeiro de
1S60.O inspector,
Bento Jos Fernandos Barros.
O vapor Persinttnga, i immandante Manoel
Joaquim Lobato, segu pa .ios do.sul de
sua escala no dia ldo fevereiro futuro s 5 ho-
ras da tarde, c recibe carga al o dia o) do cor-
rente ao meio dia, acompanhada com os compe-
tentes despachos e couhecimen'.os, e os fie: -
sero papos na gerencia.
Declara 6
i
eiloes.
Atiesto que o Sr. padre Vicente Ferreira de
Siqueira Varejo, tendo sido por mira leccionado
em calligraphia, mostrou-so sempre zeloso e
assiduo durante esse tempo a ponto de se tor-
nar perfeito nesse ramo de educaban ; e por isso
o recommendo, como muito habilitadj a trans-
iittir a qualquer outro o meu systema.
Rio de Janeiro i de jnlliq de Sl).
Cnillicrme Sculhj.
Eslava reconhecida.]
COMMKBCIO.
PRACA DO RECIPE 26 DE JANEIRO OL 1880
AS IRESHORAS DATAROS.
Cotaces offlciaes.
Descont de letras10, 12, e 13 0,0 ao anno.
Francisco ilomede deAlmeida.
Secretario.'
dades. A indulgencia est era nossos habitus elguozes c Ibes pedem a priso; aquellos trocara ; Outro de Manoel Joaquim da Silva Leao o Jos
cosluir.es : porque nao lomara lugar as deci-! o ollcio de parochos pelo de mercadores, de es- Manoel Baplista, formando a sociedade soba fir-
soes indiciaras? i peculadores e de toda a especie do ganancia; e m de Silva Leo & Companhia, pedindo o re-
Se ha crimes e deudos, que gravemente alta- quasi todos vivem no mais profundo ocio, esque- \ S3'1"0 do seu contra
quem a ordem social, sao inconleglavelmenle odos inteiramente de seus deveres, em rcloco Outro de N. O. Bi
os crimes c os deliclos poliiicos. Nao ha quem
conteste, no chefe do estado a scienciadas noces-
eidades sociaes e do interesso publico. Nao fo-
ram recentemenie amnistiados lodos os crimes c
predica e explicaco do Evangelho nos das
domingos e sanios!
E ludo isto acontecera, so tivessemos um
episcopado vigoroso, que toma3se a pcilo a re
rato social,
eber i Companhia, successo-
res, pedindo igualmente o registro do seu con-
iralo.
Outro de Hcniiquc.de Oliveira Soares o Joa-
quim Francisco da Silva Azevedo, tambem pe-
delictos polticos ? pois intil a luta contra as p'ressb dos vicios c'dos eseadalos, sen curvar- dindo o registro do contrato do sociedade com-
iciis para a indulgencia, que se manifes- ne s prfidas suggesles da hypocrisia, que mui- merciai quo lizeran.
lam nos sontmentos, as ideas, nos costil- I las vezes se enrosca em torno do bculo? Nao:! Outro de Xisto \ icra Cecilio, Antonio de Sou-
na f.vilisa' o moderna, na poiitica c tora laes escndalos cresccm pela falta de energa na za ReSO e Manoel Azevedo de Andrade, pedindo
delta. aiiloridadc espiritual; crescem pelo patronato 1111p no registro do .cu contrato du sociedade se
Na traeou Jess Chri'lo a senda indulgencia, i vergonhoso que a voz publica denuncia na dis-
e nao torou-a uma virlude, accolhendo com I Iribuieo dos beneficios ecclesiasticos ; crsccm
hondade a Magdalena ? Nao peidoou-lhe apezar
das numerosas reincidencias, e esla grande pec-
cadora nao tornou-sc urna santa, que vene-
ramos ?
Quanto nos, estamos convencidos do que a
indulgencia, applicada com diseerntmenlo,
muito melhur para o iuteresse publico, do que a
inlkiiidaco.
Segundo o senhor primeiro advogado geral, o
augmento da cifra dos reincidentea e dos preve-
nidos, al 1S55, teria por causa a escessiva in-
dulgencia dos magistrados.
Permllr-nos-hemos contestar a cxnctido des-
la ailiniiarjiio.
por que a eabeca que devia reger, ou n > le o
queso escreve, ou abdicou o direito de reinar era
ih'iicnseiros domsticos
mande fazer as averbacoes do continuar a mes-
ma sociedade por mais un anno, a contar do ter-
mo do dilo contrato
Outro de Manoel Joaquim tfolrigues de Souza,
i Brasileiro, de 52 annos de idade, morador Desta
ALFANDEGA.
Rendimento do dia la'2 :>09:53"S02fi
llera do dia 2G......2.-t93$720
Novo Banco de Pernambuco.
O novo hinco de Pernamliuco veco-
llic as olas de sua umissao de IOjJI e de
20$, e pede aos possuidores das mesraas
o favor de as virem trocar no seu es-
criptorio, das 11 horas da manhSa ate
as 2 da tarde.
Peta mesa do consulado provincial se faz
publico que os trila dias utes para o pagamen-
j lo a bocea do cofre dos imposlos de 4 por cont
sobre diversos cstabelecimenlos do 40$sobre ca-
. sas de modas, de perfumaras c de vender pol-
; vora, e de. 20$ sobre casas de iogo de bilhar re-
lativos ao anno Qnanceiro de l 'J alSCO se prin-
cipiama contar do dia 1G de janeiio cornnle,
I lindo os quaes Ocam incursos na mulla de tros
por cenlo os que pagarcm depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
,11 de Janeiro de 1860.Antonio Carnei.o Macha-
do Ros, administrador.
INSPECCAO 00 ARSENAL HE MARINHA.
Tendo de continuar no bairro do.Santo
| nio a construCQo do Ijm;. do caes entre a ponte
| provisoria e o outro lango f:ito do lado do lliea-
tro publico, convida Sr. inspector aos que
I queiram tomar a si essa obra a apresentarem se
1 nesta secretaria com as suas proposlas em cartas
| fechadas no da 13 do mez prximo, pelas 11 lui-
rs da manha, em que ter lugar o contrato :
sendo que as condices concernentcs a feitura
i da mesma obra, eo respectivo orcamenlo esto
I patentes nesta secretaria para quem antes do con-
j 'ralo precise consulta-Ios.
Inspeceo do arsenal de niarinh dcPernam-
' uco, era 25 de Janeiro de 1SG0. secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
norlanl
endiilo
c^
Sexta-fcira 27 docorrente.
NA

avisos martimos..
a3!:7307f.
Para o'Porto.
AS I I HORAS EM POMO.
DE
knto- a\^iVss\mos siovels i\e
mogno c Jacaranda, gla-
nos, iissivsnas porcela-
nas c clirystacs, nrata
Ae \ci cm \jYas, oron-
zcs e efts(\uUias inglc-
xcs, trens i\c casa. caT-
vas. ca\jv\o\ets. ca\a\los,
ce, etc.
O AGENTE
MOVIMENTO 0 V ALFANDEA.
Volumes entrados com fazendas
cora gneros
Volume3 sahidos com fazendas .
c f rom gneros .
Vai sabir por osles dias jara a cidade do Torio
o brigUe portuguez Promplido II, forrado c
encavilhado de cobre, de primeira marcha o pri-
meira classe, por ter seu arrcgamcnia quasi
= 1,153 completo ; para o resto c passageiros, para os
110 quaes lem excelienlis commodos, trata-sc com
, 111
1,048
rDescarregam hoje 27 de Janeiro.
Rrigue franeezParabibafazendas.
Brigue haraburguc/ Kspcrancedem.
Brigue ingle/.Clemenl carvo.
Parca inglezaCrownidem.
Barca inglezaFavoritaferro e carvo.
Brigue hanoverianoMirandaqneijes.
talacho americanoSlerversgello.
CONSULADO GKItAI..
472
= 582
opinio nossa, que um bom parodio um agen-
te, ou motor providencial cm uma fifguezia;
assim como que o mo pastora o llagello de Dos
aradj ao rneio dos povos. Por elicilade nossa
anda contamos alguns sacerdotes, que sao ver-
dadeiros pais csT'irtuae3 de suas ovelhas. Nes-
ses apriscos reina a paz c harmona, .develas em
grande parle inllucncia dos pastores, lio que
mais admira que csses que assim ptocedem
com dignidade e decencia, sao os menos arolhi-
ila dona fados, que se conciliam difcilmente, dos na curia episcopal; por que l o segeedo de
'.sle. estado o mais lamentavel Sempre fui, ctdado, c eslabelecido cora loja de fenagens cm : Rendimento de da 1 a 25.
grossoo a relalho na ra do Qucimado, pedindo
malricular-se.
Outro d"Luiz BorgOS de Corqueira, cnlrcgnndo
a caria do registro do hiato nacional Capiaribc,
visto ter-so perdido.
Nada mais hornea Iratar
a*t**^1 JLLIUtB1.-J*fa.J II, HT
CoiTesf^ondenctas.
6'r.. Redactores.',*)' Tendo lido na Revista Dia- <
dem do dia 20
DIVERSAS
I Rendimento do dia 1
i dem do dia 26 .
CC967sl20
2;8367l7
69:8035917
PROVINCIAS,
a W. .
4.305710
8
4:3055710
qom a causa atlribuida aos resultados, que se as-, conlrahir sympathias penca genle cumpicheiule ;
- -'nala. Se e verdade que quanto otis o juiz preciso fallar uma lingnagem e?[>ectal, c saber bem, no lugar da sua residencia, mas qumdo
indulgente, tanto mais a criminalidade so man-1 agradar a quera pe e dipe das erabas 3i dio- vem cidade,
ivsla peio augmento da cifra des rrereuido?, cese 'Curio
Nao dbridamos que se comporten! i
re -fi-
rmara-so em vcrdadckftS
Os Redactare*.
D'.SrACHOS DK EXPORTA^AO PE.* MESA
DO CONSULADO DESTA C1DADK NO DIA
26 I)F. JAMURO DE 1860.
Rio da PralaBarca hespanhola < Chiistina- ,Arr-
' naga Hijo & C., 41 eastw aguardiente.
Elias Jos dos Sanios Andrade c C, ra da Ma-
dre de Dos n- 32. ou com o capilao.
Para o Porlo segu no da i de fevereiro o
bri.'ue portuguez < Amalia I>\ por ter prompto
seu carregaruenlo : quem nelle quizer ir de pas-
sajtem, para oque ofl'erocc bons commodos, di-
rija-se ao seu consignatario, na ra da f.adeia
do Red fe u. 3S, ou ao capilao na praca.
Porlo c Lisboa.
Sabe com brevidade a barca porltigueza Fdr-
mosa, rapitao Joaquim Francisco Rnhciro, n -
cebe carga e passageiros, para o que tem magn-
ficos commodos : quem quizer carregar ou ir de
passagera, trato com o capilao na praca, ou com
os consignatarios ManOel Ignacio de Oliveira &
Filho, no largo do Corpo Santo. *
an'.orisado pelo Sr. C. J. As'.ley, que se relirou
para Europa, apresentar .'i conenrrencia po!
ca em leilSo, que elTecluar na ponte di lcttoa,
rligos quo
loda a rica mobila de moguo e mais
se-
Sahe com muita brevidade para o Cear o hia-
to Sania tila, j tem parte da carga pr rapta :
para o resto (rnl-s p^.rua ('.?. Mudrc di bt\ s
nuratro 2.
servirn de ornamento a residencia do dito
nitor, constando de uma rica inobMia do mogno
moderna com podra marinare, piano ingle/ do
mogno, armarios, guarda livros, divaos e poltro-
nas, ricas camas de Jacaranda o ferro, Cxcellen-
tes loilets, guardas roupas,lavatorios cem 11 dra,
mesa elstica, guarda louc,as o aparadores para
sala de janlar, cadeirns avulsas, mesas para jo-
gos, riquissimos oparelhos de fina porcelana pe-
ra almoco e jamar, (inissimos chrytaes, cande-
labros, serpentinas, cspelhos, cabriolis, cnval-
losetc, etc., o outros muilos artigos que eslaro
a visla dos compradores na
Ponte de Uclioa
passando a casa do Sr
Gibsc-n. o
es!'
segundo sitio.
O agente Pestaa conlint a cs'.pr anloristdo


(*)
MARIO DE PKRNAMRUr.O. SEaTA FttiKA 7 DE JANMRO DE 1860.
pela coratoisso linuidataria da eiUncia socieda-
de ile fiacao e Iccidos do algodo pira vender o
rcsianle do terreno do sitio da mesma sociedado.
Os ivlendi'iMrs podem dirigir ao srnazero da
ra do VigarioD.11, a qualquer hora do dia a
entender-se com O dito agente.
SORYETE NO PAVILHiO
DA
Yegcto-dcpuralivas
teniente
A 27 do corente.
Por ordem e conla da Illm. Sr. l)r. Oliveira
Maciel, que seguio d< juU de darcilu para a co-1
marcado Ip, o preposto do agente Olivcira fa-
r leilo da sua mobiiia, ernsistindo cni piano
inglez vertical de Broadwood, motiilia de jaca-j
randa com piola para sala de visitas, com mar-
- nos n spectivos consolos emesa de meio,
ludo obra mu i liein acabada, rnobilia de sala lie
jantar inclusive ptima mesa elstica para 3U
pessoas, 12 cadeiras modernas de pitia marflm, j
eommodas, cuarda roupa, marquezas largas e
etreitns, lavatorios com louca completa de por-
i lana, Linternas, jarros, crystaes o oulros mu-
los objeclos: assim como um harmnico ou or-
go moderno proprio para groja ou acompanha- '
ment de-piano rsexla-eira "7 do frrente, s
10 horas da manlia, ra das Cruz.es (Sanlu An
'ni', sobrado n. 28, lercciro andar.
Festa de Nossa Se
Casa de banhos .do paleo do Carmo.
Todos os dias uleis das 7 slO horas da noite.
lia lucrar reservado para as familias.
Tito bem ha soiveteiras do varios lamanhas "para cendjccro dos sorvete3, que se pedi-
r m para ba.
Quera precisar de um aOininislradnr- para
engenho, com bastante pralica, e activo,dirija-se
a ra do Livramento n. 26, que se dir quem i (|a pnmne'ndfl S. Paulo, j fora'o analysadas WFJrfl (]/> 'k'finO
,.;,,,,, 4|rt Tt^n \^lnn,nr^\ I'rccisa-sc de um forneiro que sai ba liem i ...i, K, i?.r._ i t* n u et'tV *-"-*' *--'-' / / f VIH C
ti lOra (ta OOa- V agCIll. desempenhar o seu lugar, e se d La ordenado : | P* *'\* LSa,;Jc C?r,e'? Paul8' 1 .{ ,
Em continuaro dos festejos j annuneiados,
lera lugar no dia domingo 21) do correnle a tes-
ta da Senhora da Boa-Viagem, com aquella
Estas pilulas, sendo nicamente cotpposias
de puros vegetaes colhidos nos campos e matas
Constao-!A!^l.N!ildL
trocam-se, conipram-so e vendem-se escravos de
ambos os sexos, do todas as idades c cores com'I
habilidades e se ni ellas e lodo esto negocio so '
faz dcbaixodc todasincciidaJo : na ra Dircita
numero 66
Sahio a luz a folhinha cora
o almanak da provincia para
o corrente auno de
na ra do fotovello, padaria u :i.
Cocos italianos
lO|a de funileiro.

WttfiK
Oab.iixo assignado encarecida- |
PELO AGENTE
ET3
pompa e decencia devida ao culto divino, oran- (le folln de (landres, muito bem acaba-
do por occasiao da niesma o muilo dislintto ora- ,i__,i_ ,,,_, ,!., ..
dor sagrado o Rvmd. Sr. padre Antonio Manoal podendo um durar tanto quanto
d'Assumpco, coadjutor da fregupzla de S. Freilduram qualrodus nossosa 'iOO r$. um
Pedro Goncalvcs do Rccie, a armacao do lera- | e u urna duzia : na ra ireita n. 47.
po pelo insigne aunadjr o Sr. Manoel da Silva
Amorim, a msica de orchestra pelo professor
de msica o Sr. llermogcnes Norberlo do Gus-
rno, a msica marcial dos educandos da trema
qual tein por mostr o Sr. professor Manuel
Augusto de Menezes Costa; larde havero ba-
los de nova inveneao. noite o Te-Deum sen-
do o orador o inesnio da fesla (indo o que des-
cera da liaste o .Sanio Estandarte, com o mesmo
apparalo com que (era asteado c depois um bem
preparado fogo artilicial ser desenvolvido aos
olhos do rcspeilavel publico ; alm do que se
annuncia conla haver mais oulros apndices dos
quacs a mesa regadora nao se encarregou e sim
0 brilhanle povo que orna osla saudavel poroa-
cio da Boa-Viagem.
IKColleno Boifi Cos-
tano ondesaliiram algnmns publicaroes a res-
peilo das virtudes e efTicacia desie maravlllioso,
medicamento, e linje se achSo assaz conliecidas
pelas innmeras curas que com ellas se te ni
obtido, lornandi se um remedio sempre otilo
necessario, especialmente nos Ingares onde Dio
liouverem mdicos e forom oscassos os recursos1
piano.
Mademoisello Clemencc de Hannetot ^
I do Manneville continua fa dar lh;6es dea
p francez >^ piano na eidade i^ nos arrabal- 2
g des : na ra da Cruz II. 9, segundo andar, jj
tmm m*s m$m &&m mm
o qual se vende a 800 rs. na
. praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 contendo alm do
Ikalendario ecclesiasco e
civil:
aTi
i
a se
l Mi a
ii v. forillo agente vender i m Ici So pelas 101
lioras da manba porta do armacm do Sr :
innesdefronlc da alfandoga
2 caixas com 1V2 queijos i.' Minas.
tl frasqueiras com genebra.
f>0 frascos grandes com di! i.
10 presuntos inglezes.
-0 latasxom fumo do li.
selho.
;??3 A matricula para o novo curso de
V-^J gcoiuelria. peograpliia e rhetorica
nado, rjue promette, depois de
plenamente se justificar cm juizo ,
compele.itc, narrar circumstan-
ciadamente o occoi rido com os M I
documentos comprobatorios. -~
O vicario, Francisco Xavier dos W
Santos, j^j:
Noticia dos principacs esta-
dos da Europa e America cora
O Sr. Joaquiui Galdino Aivcs da o ItOllie, idade etc. de SdlS illl-
da medicina. ] Silva, tem nina caria na ra estreita do noiailAi.rtf. ,.,.:^ -i i
Sendo o fim principal destas pilulas purificar; Rosario n. 30. PCI ad01 S' l e,s C Pl^SldeillCS.
I massado sangue, qual ser a crea tura que Curgo l)nrlil.:ij ({, j- Resumo dos illipostoS ge-
fi....'.,.!,,., 'raes, proviuciaes, muuicipaes
Americo Ncllo de Men lonca, alumno do quin- l'OllCiaCS.
existencia, e que sempre um preventivo de |nno da Faculdade de Di'reito, professor de Tabella dos PinollllllOlllos
l qualquer molestia ?... K'inconteslavel querrn- hll'"a fiwice/.o, provisionado pelo governo da .. /*uihuhw>
Sl^par.edo^soffrimentosaumanostemV^.i-lfiS^^^^^ ^mroobiaes.
lo do coi rente deu principio s lieoqs do curso '
mente rotja ao respeitavel pub!i- > *eisri.4e aileadr pnpria conservacao, der-
co a smpimo do seu esclare-ido fe E?*! 5 me,,,c"nen, ''ue' !osmo em fla,"
. i ,' do de saude, concorre para a Loa nulncaoda
c imparcial juizo rtlalivamente *
ao lacto narrado no Liberal de
Inntetn (25 do corrente) o qual
efeie ao mesmo abaixo assig
! gem a impuresa do pangue.
Emprcgados civis, milita-
Assnn, julgamos fazer um gran-Je servico a de lmg>? franceza, que dirige era casa de soa i rp a ofcbi-i( iorxa lilloeamnc
bu.nanid.de aconselhaa.lo o uso destas pilulas, resi,,e"cf|la;nru rdi v"'"""- I 1 5CCieSiaSUC^ JllU ai lOS
; i- ._____ ... simn l.ew, subdito francez, retira-30 pa- do Iflill i nmnnpii
;e.nd ico romos os difieren tes modos por que se ,a o Rio de Janeiro a t,!ar de ses negocios. Kld d piOUntia.
Ceniiterio publico. Associacues commerciaes,
Precisa-se de umjardineiro perito em sua ar- agricolflS, indllStl'iaeS, ltCra-
j; a procurar o respectivo administrador. :
m&m
iS
ilcvem ellas usar, segundo o estado das pessoas
Deposito gcral.
Ra ilo Porto n. 119, perto da carioca Pi
Je Janeiro.
Agradec ment,
IiifEaniat'fto do i:ra c estomaso.
te ; a procurar o respecm.1 mm
Osabaixo assignados fazem scicnte ao pu- r,ys C particulares,
blicoccom especialidade ao corpo de commer-! Fctaliplp/5rior\*rta fK-;fl ;.,
no, quonesladata dissolverara amigavclmenle a] J-aldUtIL( llIieillOb IdDnS, III-
a ruad.D.i-dusli'iacs e cuiuiiierciaes de
Terca e quarta-feira.
V E L O A (i ENTE
@SP$Lffl
A requer ment do depositario a.i
massa fallida elio do E\m. Sr. Dr. jttz especial do
i iinercio, o referido agente rendera'
(ni leiiyopublico pelas bt horas da ma-
n r-.i, na casa do mencionado fallido,
do Trapicheo. 20, os objectoscons-
tantes do bilanro a que se procedeu.n
saber:
Terca-feira 31 do corrente,
Evpora' a' venda os seguiutes ob-
ji ros :
Movis com prebenden Jo cadeiras, so-
f--, mesas, q'.i?dro$. estantes, camas,
carteiras, lavatorios, apparadores,
gtiarda-roupas, tuiletes, mesa elsti-
ca, guarda-luucas, consolos, touca-
dores, cabides, commodas, cofre,
lanternas, candieiios de nina e duas
luz.es, crystaes, apparerbos de cha",
relofjios, banbeiras, apparelhos de
metal emuitos outros objectos de or-
nato e serventa domestica : assim co-
mo um excedente escravo.
Quarta-feira i* de fevereiro.
lerecera' a' concurrencia dos lu-
tan les o s'guinte :
L'm completo e vanado sortimento d<
ferragens linas e {jrossas, cuttlarias,
miudezas, cobertores de l, baetas,
armamento, vidros, c assim tambem
armaeo do armazem e mais per-
tenecido mesmo e do esenptorio.
i a
cos
poitavel publico que lemaberto seu cstabele-
cimcnlo na ra da Imperatriz n. 21, aondeacha-
ro piompta a desempeohar lodo cqualquer Ira-
lia!!..) que di/, respeilo a sua arle ; previno tam-
bem a ses freguezes em particular, que d'ora em
diaute ella estar prompa a exceular qualquer
obra, assegurando-lbes que nao ha allcraco nos
precos.
Jos Hara da Silva l.emos o liento Jos do
Reg reliram-sc para o Rio de Janeiro.
No da Ib do d
a sociedado.
Deposito de papel pai
V. O que reino e verdade, o o juro.
HliprCSSaO. Goegionacional cm S. Chrislovao, Rio de
Na lypographia desle diario Seacl>a ]3*nro *<*WM Sabino Tinto llibtiro
estabelecido um deposito de panel de CC01n,1,cc,Ja, verdadeira a assignatura supra pe-
lo labeliao Luiz RoJrisues Pires da Costa.
ao da IS do dezembro doanno passado fu- rlilF^i-onfof inwnoin. ^ -
gio da casa do alwixo assignado um escravo Ia,lerenfe 'ormatos, para unpressuo,
crioulo de nomc Marcolino, olHcial de alfaiate, 'I,,e sc vende por prceo comtoodo : as-l
el de parte de urna casa para guardar essa mo- i 'az uso ''as c'ial'as '1 mesmo autor para o ligado 'cimento de fazendas na i na do Queimado n. (jlaSSOS dl
a. Kecife 27 do Janeiro de 1SC0. I ou estomago, sempre como coadiuvante do tra- '.'' '" ,1? ''"'''''il''.. HcanJo a cargo do socio
^uJTJOi de T08- limr 8.,opa,,,co a v"se 8ubn,e,t'e ^ Si^8?ocKr vr;;ss xt ir
eposiio ac panel nara randofrc,icuoresi"!a,l- iuimpneoiossnim; u,i:\.^,j,.3ll.r iinuiivivi
de 1860.hnrique de OiicQira Soares, Joctauim j QP^ntos ofllciacs de carapma : na ra do Iiu-
Francisco dos Santos. perador n. 20, livraria, se dir quera os aluR<
S[V-U P.ZVJ CARADAS. >4-0
cornos Hgnaea soguinles : prelo da cor, aito,: sun como seu pioprietario contrata o
corpo regular, anda calcado quem o negar ou r^ i i u ..
dedlc liver noticia, lovc'a ra da Assumpeo, de- r'necnnenso regular do que se precisar *'"
fronte da abobada da l'enlia, sobrado de dou's an- 'uensalmente.
lares, aonde mora o Illm. Sr. francisco Jos
Duartc Camasso.^ne ser rcconioemado.
Cura conijiicla
si
O bacharel Witruvio tena
(.urffFn^^Jftt.8, dCi,>ja"se sen esenptorio no i- andar
- Fazcra-se vestidos de senhora para passeio do Sobrado 11. 23 da l'lia Nova
e para baile, ditos de muilo bom gosto para ca-' ,., ^< i -, '
smenlo, prephetas para passeio o para casa, ca- (-UJd Clliraila O pela CaillDOa do
saveques, basquinc3, roui
P' '
d
roupa para mascarados fquem'quizer, dirija-se
jvequcs, basquinc3, roupoes dos moJernos.rou- p.ii.mrt
inhas para meninos baplisarcm-se e queja an-, v",,,,,"
am ; faz-se ludo por figulinos, e fa/.-se tambem i 1T M
que adiar com quem
a i na do Hospicio n. 1
ii atar.
Jos Corroa de Carvaio, subdito portu-
guez, relira-se para a provinci do Para.
O Sr. A.J. eis t m alguma razaoem dizer
que a falso o annunci que declara nao ler elle
sociedado no meio bilhele n. -OS;!, mas somonte
nosdous ltimos que saldrn, uau porc.nl,a do
aununcianlc que os nba insudado suspender :
mas quanto ao primeiro e verdade o que ac de- 'meo que sc achura a venda todos os dias
ciaron, por quanto toi no dia 2i do corrente que das 9 horas da manliaa as o da tarde
o dono conceden socudade.
O abaixo assignado, residente no terceiro
andar do sobrado n. ~.b d.i roa Nova, scicntitica
ao respeitavel publico e aosaenliorespaisdoseus I pelotUesmo Senhor ibesoureirn na nm-
slumnos, que pretende dar principio ao exerci- LJ ~7 OL"r'UI 'eoururo na pia-
cio de sua aula no dia 3 de fevereiro do correnle. I 5a. da Independencia O. 11 el b,
resguardo nem Ineommodo.!
Hheumalismo
/'(( indo al ao meio do hraro.
Eu abaixo assignado, declaro que urna minlia
aooreoaJa s'jlria lia bastante tompo de ilieuiua-
lismo as costas da mao at ao meio do braco,
Gcando por isso impossibilitada de fzer cousa
alguma com essa mao ; e fazendo uso de muilos ;
remeJios sem resultado favoravel, recorren as,
cliapas medicinaes do Sr. Ricardo Kiik.j
[escriploriona ra do Porto n. 119, com as quaos]
, licou completamente boa. E para constar fijo i
a prseme, deelaragao. Ra de S. Pedro, n.
I i" rio de Janeiro Manoel Amonio Rodrf-
; gues Reconbeeida verdadeira a assignalu-
ra supra pelo labelliao Pedro Jos de Castro.

quem os aiuga
porcommodo proco.
Os abaixo assignados,para commo.lidade do
itavel publico, procuraram e conseguirn]
lecer em diversos pontos dcsta eidade a
rendagem dos ferros econmicos de Blcsse Draki
ipclosmesmos preces por que tem vendido no
sen estabelecimento da ra da tmperatrizn. 19,
islo de 12? por apparellio completo, que cons-
I la de ferro.folc o descanco. Bsta maravilha d'ar-
le americana um daquclles inventos de grande
nlilidade para a industria, pois nao s economv-
sa o rarvao c lempo, mas se coosegue em dcler-
i minado espaco de lempo engommar o Irip
i que se oblem com um ferro commum ; com Gt)
' rs. de carvjo engomma-se um dia inteiro, s ne-
I cessila limpar o ferro quando se principia a opc-
racao, o qual conserva sempre o grao de calor
que se pretenda, para o que tem um registro ; o
seu peso est graduado para, sem esforco, poder
I ser manipulado a vontade do mais dbil traba-
;l!iaJor, lera mais um apparelho que obsta a que
o calor do ferro possa prejudicar a nuem ciu
elles Irabalha. A.cham-se venda nos sexuin-
les lugaies : praca do Corpo Santo n. 2,estabele-
ciment do Sr. JosAlves Barbosa ; roa da Ca-
i deia do Recite n. -. dem do Sr. Diomaz l'er-
nandes daCunlu ; ra da Madre de Dees n. 7;
Sr. thesoureiro manda tazer pu-
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
ChamlosdaBaliia*
O agente Hyppolito autorisado ocio
Sr. Basto i5c l.emos fara' leilo por con-
ta e risco de quem pertencer de 1,3 (i
caixas cora charutos ;!a Babia, das mais
acreditadas marcas <;e tera vindoa es-
te mercado, assegurando-se aos Sis. con-
curre'ntes que serao vendidos pelo raaior
preco que se ob ti ver: sabbado '-i do
corrente as II horas em ponto, na ra
ilo Impciador n. 1! C, no armazem
mesmo agente.
e roauuiia admitlir alumnos internos e externos bilnctes e meios
para seren leccionados em piimeiras letras, la-
tiin e francez. Recite 2G de Janeiro de 18G0.
Jos Mara Machado de Figueiredo.
Vi nde se o pavilbao da praca de I). Pedro II,
no estado em que se aeha : a tratar na ruado
Imperador n. 6.
Cura completa
Sean reRgraardo ncm cneommoilo.
Iflamaco do baco e es-
tmago.
Havia muilo tempo quo urna escrava minlia
os solria de inflamancao do baco e estomago
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
rnn(rf "LHOH BEUEDI0 CONHECIDO idei dos Srs. ,,., & ,h,,ilis. -, do
ContraconstipasoaxctcncM, affee[^dofigado, r., dem do Sr. Jos Eleulerio de \ze
febres biliosas, eolicat^t^dinaeCiai, ->.---..v^....r.-
rlemorrlioidas, diarrnea,doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enermidades,
PROVCMENTES DO ESTADO IHPl'RO DO SAXCrE.
u Pc.,;,o H. 10, i,i, j.,.s >-rs. rimo de Souza
ej Ifairao ; ra do Cabug n. 1 15, na aguia do
ouro ; ra Nova ii. 20, estabelecimento do Sr
Antonio Duarte Carneiro Vianna; ra do Impe-
75,000 caixas deste remedio coiisommcm-se'an :ra, '0. iJum do Sr- Guimarcs & Olivcira ;
nualmente I ,run o. Wfimado n. 1!. dem do Sr. Jos Rodri-
l;<-:-h;*E;) la natoreza>
Approvado pela faculdade de inidicina. e re- i {l?pf11S;,,r.> l'i:";> $0" \^ P"ij n.
Sr. Custodio Manoel de Masalhes :
coromenduao como o mais valioso catrtico re-
da secunda parte dalflcando debilitada ImpossibuVndo-. d.7 ^^S%t^^
quarta lotera do Oymnasio Pernam- qualquer servico, solTrendo multas dores e alcm veneno mercurial nem algum outro mineral
bucano, cujas rodas deverao andar im- \ disso cansaco. Sendo-llie ministrado
I gucs Ferreira ; roa Dircita n. 72, idem do Sr.
88,
, ra
raa u. 16, dem do Sr. Pedro Jos., da r.ost,-
Castello Idanio ; roa do Livramento n. 36. idem
00 sr. Joao Antonio de acedo; ra da Santa
lo los os csia bem acondicionadas cm caixas de folhapa- l,!".",2"- J3,,,ldcra do.-Sr-Lz Morcira da Silva ; o,
DCralriz, dem dos alia
ci
Oriente IIyppolito, fara leilo em
sen armazem,sito na ra do Imperador
i). 11 C, de urna grande quantidade
de obrrs de marcneiria, louca de vi-
dros, piano*, commodas, guarda louca,
mesas de pinho e elsticas, e mudos ou-
lros artifjos os quacs serao vendidos pa-
ra fechar contas : sabbado 28 do cor-
rente as I 1 horas em ponfo.
P.s. a arroba de batatas ioglczas, desembarca Jas
lionlem : no bazar da ra dolmpcrador n. G.
Vende-se uma escrava moca, crioula, sem
s ou defeitos, ptima engommadeirae cos-
lor.ii a, marca e cozinlia o diario de uma casa, o
mais do que o diario : os prelendenles dnijam-
se a ra do Queimado, loja n 39.
Vende-so uma muala moca, bonita figura
e sem achaque algum : na ra do Crespo, esqui-
na que volta pura a ruado Imperador.
A t ton cao.
Ven lera se caixas com velas de espermaecto a
sua casa,praca do .Pedro II,u.
*i7,segundo andar,um curso to
PiiiLosopiii.i.c outro dcLixGO.i
Franceza. As pessoas que de-
sojaren! estudar urna ououtr
destas disciplinas, podem d
rigir-se a indicada residencia
CIO a librai. a retalho a 80 arroz a 2SuO a ar- Je mailha.1 \ S 0 hnr-ic c
rula, e a 1()0 rs. a libra, cbouricas a 720 a libra, aimaa au db ,J norjS, O
manlfiga ingleza a 960, dita franceza a640. tras- de larde fllialduei' llOIM
eos de conserva a 20, queijos a 2j: por baixo do
sobrado n. 16 com oilao para a ra da Floren-
tina.
4000 rs.
neiro. i Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum
. ( Consultas tojos os dias, das 9 horas Ja ma-; & ^ n
nbaa as 2 da larde. )
D-se dinheiro a juros cm pequeas por
..... ..!" na ra estreita de
Rosario n. 45, na loja de charutos, sc dii i im
: precisa
A! LA DE MKM.NAS.
No dia 30de Janeiro do crrenle auno so aeha-
| ra aberia na ra Dircita n. 54. a aula de ensino
pruaario perlenccntea I). Clara Francisca da Sil-
va Coiiiiuho, que ontr'nra so achava no;
so
ma
;0t l., ra da Cruz n. ti. ,Vi.,., ....... ..... T1"1" UJ "
C. *<" 'oulinho, que outi ora se achava no pa
urso c preparatorios. *"i^rafesanlo^"lono- Keo dia
-; n wh.i t v i t p v r aPeseDlar um regulomenlo inlernu da mes
U Dacnarcl A. II. dcTojres r.andira, profes- aula.
; 3Ddr- fundo, confinando a leste com terrenos anda nlo
loga-se aos brs. devedores do cslatelc- vendidos, e a oeste com os fondos dos terrenos
: cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob- : d'1 ru? projeclada a anterior ra travessa do cc-
! sequo de saldaren! seus dbitos na ra do Col-1 mil?no' t'"1 CUJ lorre,1 l Jir<-'" "^is uma
por sacca de
Irmaos.
millio; nos armazens de Tasso
Cortes de grosdenaples pretos bordados a
velludo, dilos bordados a retroz, chegados lti-
mamente de Franca, os mais ricos que ha no
mercado, diversos precos : na ra do Crespo,
loja amarella n. 4.
Para acabar
Avisos diversos.
Loleria da provincia.
Pnmeira parlo da primeirado
ccmileiio do Iguarass.
zesbilhcn 3 rubricados pelo abaixo as-
no os scguinles premios:
2419 oOg 1 meio.
45 IiiOj 1 dito.
245Q 100,5 ldite.
1017 50M> Bilbole.
237 .jOjj 1 moio.
\iguns de 20? e 10j}.
P. J. I.nyme,
|Qft*$8 9*999 Q9#i< 99
m O padre Vicente Ferreira de Siqueira ^
}* Varejao, profeaaor publico do V grao de
v$ instruccao elementar, as horas vagas ?j{
tlecciona as disciplinas que profcsa, incu- @
sivoc lligraphia, aiu'la mesmo por casas g)
$$ parliculares quem de seu presumo se afe
@ quizar utilisar diriji-sc a travessa do Car- %
t$ mo sobrado n. 1 primeiro andar, das 11 @
3$ lioras s 2 da larde. g
I'recisa-se de uma petfeita cozinheira, pa-
g bem : na ra do Crespo n. 2, cscriptorio
o '-Irada de ferro.
l'recisa-se le uma ama para o servico de
i aa : no armazem do Sr. Anncs, deCront da
Vendem-se na loja da roa do Crespo n. 15, as
segnintes pbehinchas, para acabar:
Iliquissimos vestidos de phanlasia proprios
para bailes e feslas a205-
Manteletes pretos para menina, ultimo gosto
de Paria por8.
RoupOes de chitas francezas, ultimo gosto a 9$.
Enfeitca riquissimos para vestidos de senhora
a 10i>000.
i.ollas e manguitos pretos de fil bordados, o
, mclhor que lem vindo nesse genero a 5J0O.
Knfeiles de flores riquissimos a 7$.
Casemiras de cotes a 5J, admiravel pechincha.
Cigarros bola-fogo a 140 rs o masso.
Riquissimos vestidos brancos de cambraa bor-
I dados a 35JJ.
Offerece-se um rapaz cora pralica de pada-
j ria o taberna: quem o mesmo pretender, din-
, ju-se ao paleo da Sania Cruz n. 6, e ra da
Pfaia n. 33.
Preciso.
Preeis.i-so tomar a premio sobro hypotheca de
recio fechado e venda, dinheiro sobre um lindo
esrravinho de 16 anuos de idade, por prazD de
seismezes; quem qui/.er fazer esle negocio, an-
nuncie sua morada para ser procurado, ou inda-
gue na ra estreita do Rosario, armazem n. 31,
que lhe diro quem precisa.
Eslamenha.
Roga-seas pessoas que devem' n^n'ia da! ^mmcndas- concerlam qualquer obrado
CaJeia d^ Sanio aVioii^ .. \ .
beraphint & Ir mao.
= Aluga-se um molalinho escravo para cria-
do, ou mesmo para car regar labolea de ouro po-
Dcsapparcccii na n
dadedevir pagar o que devem ao menos os juros,
sob pona do seren chamadas de oulro modo.
Giuseppe Seognamiglio e Antonio Gilloni
de Vibonati, subditos Napolitanos, retirara se
para a Parahiba.
Ira eslrangejro precisa alugar para o fin
do mez uc marco un sitio nos arrabaldes desla
eidade, que lenba commodus sullicientes paral Aluga-se o sobrado n. 11 B de dous anda-
pon ca familia : para cntender-se na ra da Ca- res l" soto, sito mi ra do Imperador : a tratar
deia do Recifc n. 37. : no Mondego em casa do fallecido commendador
Alugam-sc duas negras, uma para todo o, 'u'i Comes Ferreira.
servico, c oulra nicamente para o servico in- Manoel Geuvea de Souza mudou seu es-
tenio de casa de uma familia honesta : a tratar tr'plorio de coiiimissoes de assucar da ra cslrei-
na ra do l.ivramenlo n. 30. i la do Rosariu para a ra do Apollo n. 20, pri-
Precisa-se de uma pessoa idnea para to- meiro andar, sonde pode ser procurado, 'das 8
mar conla por balance de uma taberna bem sor- horas da manba s da larde de lodos os dias
lida o afreguezada, sita na Capunga, c se offero- ul*8.
co inleresse vanlajoso : a Iralar no caes do Ra- ~ M-se qualquer quanlia a juro, sendo a me-
mos, arma/era de arinha. or de 505 a maior do JOjf : na ra dd Paz
n. 3C, se dir quera d.
O antigoestabelecimen-
to de fabrica o loja do chapeos
nesta eidade na praca da In-
dependencia ns. 24 a 30, de
que proprietario o Sr. Joa-
quim de Oliveira Maia, ausen-
to, continua no mesmo lugar
ecasa, sol) a gerencia de seu
v s 11 para as 12 horas, do hotel
do earrenle **
Aluga-se por lempo somente de 4 mes
ic -3 '- iiui-os, ui noiei inglcz, 5 I espaciosa loja do Passeio confronte aoantiiro
, um ca vallo casia nho com cauda e dinas f do Collogio. e a que ftci em relarao a loja da
30 largas, leudo um dente quebrado e no i na do Imperador n. t7
pescoco alguns cnlouibos: quem o levar
a pessoa que a pivlen-
der, entenda-se nesta mesma loj, para iralar do
as nas: quem qoizer dirija-se ra do Rosa- J^ ao hotel mglezahi receber a gratiftcaco S ajuste.
10 "I.f:.f.C',,",'t;; da rua .T.vVr';.ls'1-MMl0l""a;"lia"ir''ou captiva, pa- J^SSi S 9&999 @S@15 para easa depouca tamiiia : na r
lavar c engomar: na rua Augusta n. 7. -~ eP^~r~ _^ Kecife|u. 31.
Attenco.
O alwito assignado autorisa ao Sr. Manoel Joa-
quim Alves de Oliveira a promover amigavel ou
judicialmente acohranca de suas dividas.
Jos Luiz Per eir Jnior.
Conrad Klippel esua mulhcr Elisobeii Klip-
pel, Jacob Hender e sua mulhcr Auna Elisabeit
Hender, subditos prussianos, roliram-ie para f-
ra do imperio.
Madaroo Albtrline relira-se para o su! no
paquete inglez.
Elias l.codoPlocg e Simao Leao de'Plocg
vo para seu negocio ao Cear.
Attenco.
Nos Afogados, no domingo 29 de Janeiro cor-
, rente, haver sorvete na rua do Molocolomb,
Na rua do Queimado n. 17, loja de fazendas, a 1 casa n- '3, onde existe uma handeira verde de
Bignal, para a bella rapazeada refrescar, e oulras
mais bebidas.
priineira passando a botica, vende-ce a verda-
deira eslamenha, fazenda propria para hbitos
dos irmaos da vcneravel ordem lerceira de S.
Francisco.
Vestidos brancos de blond de seda com ba-
budos o com pequeo deleito, por nietade de seu
valor, muilo proprios para casamento: na rua
do Queimado n. 17, aprimeira passando a botica.
1 Mr. Gustavo Dubois vi.i ao Ccar.
Precisa-se
de uma mulherde bons costumes, que de fiador
de sua conduela, para lomar cunta de uma casa
de pouca familia : quem esliver nMkoa circums-
tancias, drija- ca, que se dir fa*m precisa
saina coznhar
roa da Cruz Precisa-se de uma ama quecoznhe bem, para
casa de homem solluiro : na rua do Iraperatriz
loja n. 82. '
uma encllente esta do dia 29 do cor-
rente mez, ao padroeiro da mesma fre-
{jiieia, poi essa razaoollerece o seu ho-
tel coin todas os commodos e a Mano
fornecer com proraptidao excedente
comida a todo e qtialrjuer numero de
pessoas que se designar querer servir-se
do seu estabelecimento, para o que se
cdia prevenido de tudo quanto e' ne-
cessario para bem servir aos seus fre-
SObriIino Manoel de Oliveira guezes, o que para sso nao tem poupa-
Maia Jnior, por ter de com-
mum accordo sessado nesta
data a gcreueia do Sr. Manoel
FrauciscoMorciraMaia. Re-
Quem liver um sitio para alagar por Iros an-
uos, sendo as eslradas dos AfDictos, Arr
Manguiulio, P.iriiameirim, Joao de Carros. Ro-
sarinho e Torre, dirija-se a rua da Cadeia do Re-
cite n. 48, bija de Leite & Irmao, que nao se olba
a proco o alugnel, sendo o sitio grande e agradar.
O abaixo assignado proprietario do ,7 Caelano Pinto de Veras, juiz de pa/. d.i }.
u_, ,i i i ,- u i i Jl5,rlft da freguezia do S. S. de Santo Antonio
hotel Jaboatao, junto a barreira, avisa desla eidade. faz scienle a quem internar que
aos seus reguezes que tendo Je se fazer '
Aviso.
Antonio Flix Pereira.
Villa do Cabo.
O Dr. M. T. de fiithencourt Corte
lem transferido de fazer as audiencias do mean
juizo ao meio dia, como havia annunciado por
este Diario n 11 a 16, para as 4 1|2 oras da
tarde dos dias tercas e se\tas-feiras. na casa pu-
blica das audiencias.
= O Sr. Guerreiro, guarda-livros, queha ;:
a bondade de salisfazer o quedare na ruada
Praia n. 10. e quando nao, se explicar mellior.
ASSOC1ACAO
DE
Soccorros Holuos c Lenta Emancipar
dos Captivos.
Tendo lindado s ferias que lomara o conselbo
administrativo da suciedad?, o Sr. presidente
manda convidar os membros do referido conse-
lbo para se rcunircm domingo |29) s 4 horas da
larde, na sala de suas sessoes, no palacete da rea
da Praia ; e'espera quo coraparecam todos com
o zelo que Ihes habitual.
Sala das sesscs da Assodaeo de Soccorros
Real, tencionando fazer ua residencia i ^uluos c '-enta Emancipacao dos Captivos 26 do
Cife 14 de Janeiro de 1860. temporaria nesta provincia, olle"
Por proeuracode Joaquim de
Oliveira Maia, Jos Antonio de
Car val ho.
Luis Cyriaco da Silva,
i." secretario
Manoel Fanlano, subdito hespanhol, relira-
erece os
servioos da sua prolistao medica a todas '
as pessoas que o quejram honrar coa L
sua conianca a qualquer hora do da j ,
oudanotte o encontrarlo nesta liaJtlf^^1^ ***
I


DIARIO m PERNAMIUJCO. SEXTA FEI1U 2? DE JANEIRO DE 1RG0.
(5)
LI0ES PTICAS mmu E ,NFALUVE,S'
DE
ESCRITA COMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
JUEIflOTia
Ra Novan 15,scqumh andar.
M. FonitecadeMeilcIroa, escriturario da PaStllaS YCgetaeS C KCDip
thesouraria de fazendadesla provincia, compelen- POlliFl ,1S Intlllll'irrnc
lemenle habilitado pela directora de inslrucco tuuua ll& 1U,I,UI l
publica para leccionar arilhrnetica ncsla eiJade, approvadas pela ExBi.* inspoccao de estudo de
tem resolvido juntar, como complemento do seu j llbana e por omitas oolras juncias de hy
curso pralco de escrilurac por partidas do- j gicne publica dos Estados Unidos e mais paizes
bradas, o cnsino de contabilidadc especialmente i da America.
na parte relativa a reduccao dc moedas ao cal-I Garantidas como puramente vegetaes, agra-
cillo de dcgconlos e joros simples e compostos daveis avista,doces no paladar sao o remedio
conhccimenlo inlispcnsavel as pessoas que de- inallivcr contra as lombrigas. Nao causara nau-
sejam eniprcaar-se no eommercio ou que j se seasuem sensaees debilitantes.
acham nellc cstabelecidas. A aula ser aberta ; Testemunho "espontaneo cm abone das parti-
no dia t de Janeiro prximo futuro s 7 horas Ibas de Kemp.
da noite ; e as pessoas que desojaren! malricu-j Srs. I). T. Lanman e Kemp.Port Byron
lar-so podaran deixarseus nomesem casa do an- 112 de abril de 1859.Scnhores. As pastilhas
nunciante alo o mencionado dia. 'que \ mes. fa/.om, curaran] meu fillio ; o pobre
Uma pessoa que* desoja mudar-se e nao tendo j rapaz padeca do lombrigas, cxhalava uro chei-
achado casa, nao lera duvida cm trocar o pri- I ro ftido, tinha o estomago india Jo o continua
roeiro andar do sobrado em que mora com outra I comicheo no nariz, lo magro se poz. u.ue eu
pessoa que estoja as mesillas circumstancias, temia pcrde-lo. Nestas circumstancias um visi-
ainda mesmo que a troca soja por una casa lor-: nho meu disso uno as pastiihas de Kemp lnhamj
rea a tratar na ra Vclha da Boa-Vista n. 77, | curado sua filha. Logo quesoubo disso, com-
primeiro andar. proi 2 vidros do pastiihas e com ellas salrei a
Precisa-so do urna ama forra ou captiva vida de meu lilho.
para o servico de urna casa de familia, c que se Sou de Vmcs. scu amo agradecido.
preste a comprar e a sabir a ra em objectos do i W. T. Floyd.
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo | Preparadas no seo laboratorio n. 30 Cold
andar.
COSIPAIIUA


Estabelccida em Londres
MH hmie
CAPITAL
Cinco mVVWittcs *\e libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." lem a honra de ta-1
formar aes Srs. negociantes, proprictarios de
casas, e a guem mais convier, que eslo plena- Sfig ..s
mente autorisados pela dita companhia para
etfecluar seguros sobre edificios de lijlo o po-
dra, coberlos de Iclha e igualmente sobre os
tos que converera os mesmos edificios,
quer consista em mobia ou emfazendas de
qualquer qualidade.
Traspassa-se o arrendamento de um ongo-
nbo distante dcsta praca duas legoas, venderse
uma liarte r.o mesmo engciiho, machina nova
vapor, distilacao nova ebem montada, 22 bois
de corroa, seis quartos, algumas obras, saffni
plantada, etc. etc. ; trata-so na ra do Crespo n. :-{
13, loja. ^,5
Publicado liiteraria. J|
Guia Luso-Brasleirodo Viajante da Europa '
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na nio do,
autor rua do Vigario n. II, brox. 3! encad o
Strcel pelos uincoa proprictarios I). Lanman e
j Kemp, droguistas por atacado em New York.
Achara-sc venda em todas as boticas das
principaca tidades do imperio.
DEPSITOS
| Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
; Babia, Germano & C, ra Julinn. 2.
i Pernambuco.no armazein do drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
de
I": .'.*>>" .
lu m o
DODR. CABlE
MEDICO E PROFESSOR DE PUARMACIA, DE PARS,
COPfrH
PARA 0 TllATASEXTO E rr.lPTO CCRAUVO
das tmnxnupES skxcaes, on tcdas as affeccofs cctamus, mus
Cfralo do ferro Cliublc.
\:iroir mui preferlvel ao
i njiah ba e as Cube-
has, ciiim itrimediatameii-
te qualquivr pOrgtf.10,
relaxaba) c dibilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mulhcrcs. Injeccao de
.Ii'mi-. Ea injeccao benigna emprega-se mes-
uio lempo do xarope de citruto de ferro, urna vez
do manta, e uma vez de larde durante ires dias;
tita segura a cura.
di. sASrfe
E ALTERACOES DO SAN'GIE.
D<'pnrati>o le Nausee.
X*ro|>e vrgeial fm mer-
curio, o nico conbecido
e \ provailo pora curar
eon prompiido e radi-
calmente iuipigens, pusiula*, birpes, sarna, co-
mixo?s, acrimonia e alteracoes viciutf s do sin-
gue ; viiu, e qualqui>r aDuo venrea. B-
Dhox mincrtiPM. Ton:fto-se dous por semana, se-
iiindo oiratamtnlo depurativo. Ponudu un-
tiiicrpctiea. De um flWto miiavillioso as af-
fvedes cuianeas e comixfies. ,
llemorrohidaK.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito c tu ra larga do Rosario, botica de Dartholomeo Francisco de Souza, n. 3G.
Grande sortiincnlo.
aRila Direila'iS
Vinho do Porto.
Vonde-sc o vcrdaJeiro vinho do Porto engar-
rafado, c em barrisde qnario, por preoo comm.i-
do: no armazem de Adamiou Howic.A C na
ra di Trapiche n. 42.
armclada
Yen.le ? mar melada superior cm latas I 2
Oscslrajadorcs de calcado eucontia- libras a 600 res a libra ; na na DireiU n. 93.
o ueste estabeleciment, obia
rior pelos p:cros abaix :
llonieui.
Rorz('f;ltinsait>tOLraticos. .
I).tos (lustre e bezefro).....
Borzeguns arranca tocos.
[Ditos econmicos.......
Sapatues de bater (lustre;. .
Senhora.
Borzeguns prmetraclasse (sal-
to de quebrar) ......
Ditos todos de merino contra
calos (salto denjjoso).....
Borzeguins para meninas (lor-
t sumos).
supe- esqtiina'dj beco do Serigado, no mi smo c?:a 1 -
kcimento vendo-se cognac o roanas mais liara-
! o 'jiie em culra parto.
).-;000 :
8^000
8^-000
r.,o(!(
jjOOO
n
\onJe-soeui rasa de Arkurighl v* ('.., i
sOOO
-.s"500
S'000
Cruz, a n. 61, i logi lo fabri ii
qhbury, sendo q ie pi lo gen perfeilo mactiii
| pode-ae usar com cobeila ouscm ella.
llelogios.
Vendem-se reiogios t<"- i ifeagle: '
'.en'e r no armazem de Augusta C. i
na ra da Cadeta do Kecife' n. 3S
3M3
e um prfettosortmentode todo ca.; Para o carnaval.
. c.do edaquillo que serve para fabrica- Na r u do Cabugi, loja de fazendag linas 8,
lo, como sala, couros, man o uins, cou-, ^ Imeida & Burgos, vcndem-s volbuiii -
:__ j i. ,.. de carromm, vorde, azul ferrete, ch
lo de lustre, lio, litas, sedas etc. ue rosa e preto, de boa quaJidade, q
Dnn.'i BsemeHia-se com i> \> rdad< iro velludo, a .
IlujM de 720 cadacovado: existemuilas Miras I
Na rua larga do Rosario, passando a botica do, das pr> prias para apromptarem-se os D
<_. Rartholomeu, asegunda loja de miudezas n.
rudos.
Rua Nova, cm Bruxellas (Bel
SOB A Miqjtf DE E- KtRVVND
Este lioiel collocado no centro de uma das eapitaes imporlnnics da Europa, torna-se de grande
modos e confurtavel. Sua posi^ao
i(), ha para vender rap pripccra itncha, muito
# v fresco, dito de Lisbea para oilavas, dito grosso,
(y/lO | dito fino, dito meio grosso, dito njeiri >, dito
?AiLll y rolo francez.
I
0
.-ip
rio, no barro do Becife, rua da^
ruz n. 5o, to-Jos os das, menos|f
Latas com banha franreza aCC rs., fraseos do
a^cstacoes (.o caminlios de ferro, da estrados muito finos a 00, 640 c 1 agua de
todos os llieairose divertiincnlos ; e, colonia, frasco grande, fina a 640 c I, ricos fras-
cos com banba do todas as qualidades i 500, 6 i I
-N'o liotel hasempre pessoas especiaos, fallando o francez, allem
luguez, para acompanliar as louristas, quer em suas excurses na
.1 :; i = = =
: \i nns domingos,
desde
I i) (a man!.Ha,
as
sol
i menos1 emfirn para toda a Europa, por prreos que nunca exce
G horasg por dia.
dem de 8 a
smao. fiamenRo, inglez e por- c ,?- ,! 0UlF3 mullos objectos que se vendem y; ',. ] S3."_=i3
., : mais baratos do nuc cm uulra qu-ilqnor paito, a 2. ~ E r- '
cida.le, quer no ie.no, que. dlnhoiro vi;ld :',.a rua do q* '. 5 ,oja de |= = = .- ~
10 francos (3*200 4#000 ) iros portas. i = t.%= V
jre i S .
seguuiUs pontos :
1
,i.
,n
. .Molestias de oiltos
. Molestias
peito ;
Mo
ue ciaruo e tic.
csfias uos orgos
i
da gers
i-
cao, e do a ruis
Praticara' tod i
Durante o esp;eo do oito a dez mezes, ah residiram os F.xms. Srs. conselheiro Silva Eor- ^ ACia (IC CllCgar (10 IxlOtlC Ja
L2 7 =
>--

rao, e sen fillio o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lojes
NeltO, Manoel deFigueira Faria, edesembargaJor l'ontes Yisgueiro ( do Brasil, ) c niuitas ou-
tras pessoas tanlo de um, como de oulio paiz.
Os preros de todo o servico, por da, regulam de 10 a 12 francos (455000 45500.)
iNo hotel tnconlram-se inforaiacis exactas acerca de ludo que pJe precisar um estranijeiro

neiro alguns exempiares do
prmeiro e secumlo vohiaic
da Corographia. |= I"* ||S | j^
I listo
ogica,
e qualquer
operacao quepilgarccnvenien- a
lepara o restabelccimtntodosS
seus doentes.
O exame daspesse
eme o con- ./.
S^suttarem seta' feto indistincta-
CS mente, c na ordem <1
^SX^SSS9XS "^SaKSaPMRKS42SS ira tr&das: fazendo excepcao os
j* O Dr. Casanova pode sor procurado i ;-.S. i ,, if
g a qualquer hora era sou consultorio ho- fc < l de OlllOS, OU aquelles qu
e sitas en-
doeh- :.i
JARABE DOFOUttT.
"i
Ks(,e xaiopp est api i-ovado petos ma:s eniinrntcs mdicos de Pa -.
como sendo o ini ilior para curar conspcoes, Usse convulsa ouir.->,
aQec^es dos brjnchio, ataques <' peito, irrtlcoea nervosas e iisuimiolrnci s: uma colherj -
pela manda, o outra noite sao sutiicnuios. 0 < il-iio drsie excelente sarope sitislai ao mesuro
lempo o duente e o medica.
O dtpotUo na rua larga do Rotara, botica i,- Karwtomu Francisco >.', Souza, n. 86.
rica ciionologica, {jen
nobiliaria e jiolitiea do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. .Mello .Moraes : vende-se o
,S' o volurne, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. t
S da praca da Independencia.
v- fig} :,- b f i> > > bs '- '
>--'''". \^ \_y o *_> *! ww *ir v.'
J51
r. ;:. ..
Na livraria n. e 8 da
piar;
da
meopalhico
28=RA n.VS RRUZBS -23
ojjmosmo consultorio acha-se sem-
pro grande sortimento de medicamen-
| los em tinturas e glbulos, os mais no-
tii c bem preparados, os elementos de
6 homeopathia e Nystom diccionario dos
lermos de medicina.
m Independencia precisarse fallar ao Sr.
f|motivoiustoobtiveremhoramar-!C A,nli(i Abreu Po,to 0U Andl(i 'VlvcS
cada para este (im. V Poito-
A anpUcacao de alguns medica gg IrGA' VERDADEIBA
GTIMA.
ma casa eslrangeira precisa alo t
criado : a tratar na rua da Cruz n. 10.
FOLIIISIUS PAR 860.

\Q d
t n < U i v
LMillaJi

appucicio de alguns medica V
tos indispensaveis em.varios fC
acasos, como o do sulfatodeatio- (
pina etc.) sera' feto.ou concedido ; f*
?gratuitamente. A confanca que .'-*
Inelles deposita, i presteza de sua ::-?;
E LE-
Esli A venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 c 8 as flhihas para 1860, im- '} garoin intiramnte prfeitas : vendem-se
$5 Desembarcadas ltimamente viudas do gg
*-:j porto, proprias para prosenles, por chc-
pressas nesta tjpographU, das seguintes quali-
dades
:: m.
arma/rm Progresso no lar"
como a
Pcnha
rctalho

" 5 g = '.; -isa
i^-lT- Ti.
.- r.-
m
t
-S
Sacco, e a necessidade prompta ^
de sea emprego; e tuuo quanto o xjti
lemove em beneficio
de seus ; *
(i Sr. cara pina Jorge da Costa Monleiro ha- i -
jado dirigir-se a otaria da roa do Mundego, so-
bro a; obras que vez de or.iproiiada, com a cou-
dicodo aprega-las na obra da casa do sitio da
estrada do Arratal, cerno consta do documentos, i ^m doentes
i i londo mandado pregar algumas pecas por um y/2
oficial, etc.
X t TTS-y T";T TTTT TT 'T "S TT YTTTT TTT^
DENTISTA FRANCEZ. ;; ,!e Leile & Corroa em liquidjcao, o obsequio
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- ^ de manjar saldar seus dbitos na loja da ruado
- rangeiras 15. Na raesma casa lora agua e /iQuemado n


Hoga-so aos Srs. devodores a firma sori;.]
SALSA PARWUIA
" p denliQco. ^
:. a : i*jLiiJL3.i.L!u.t.t.mmty '
Vaccina publica.
Transmisso do P.uiJo de braco a braco, as
quintas e domingos, no lorreo da alfandega, e
nossabbados al as 11 horas da manbaa, na re-
sidencia do commtssario vaccinador, rna estrella
do Rosario n. 28, segundo andar.
10.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & i'. iS.er.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C, rua da Senzala Nova n. 52.
OLIIINIIA RELIGIOSA, contendo, alera do
kalondario c regulamcnto dos direilos pa-
rchiaes, a conlinuaco da bibliotheca do
Cfisfe Brasileiro, uno se compe do lou-
vor ao santo nome do Dos, coroa dos ac-
Iob .|p Bfiinv, rMymnos ao ispirilo Santo c
a N. S., a imilaoao do do Sanio Ambrozio,
jaculatorias o i'ommcmorsco ao ss. Sa-
cramento B N. S. do Carmo, excrcicio da
Va-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pidos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco < .lesos, saudaedes devo-
g [1.8, tanto em por^.io
f pre<;o commodo.
! Chcgueni a
'cchiu
I
lia
i do Codorniz n. 8
Na loja do Preguica na rua do '
' parle.
Queirnado u. 2. lem par.
Batatas ...
fcijo mu ,. 1_ ; ,
i '
Saples a H00 rs.
vender
Chaly e menn decores, ptimo nao sopara v
tas as chagas do Christo, orao.es a N. Se- I roupoes evestidos do montara do Sra. como para pl)ra ; '
nliora, ao patrocinio de S. Jos e aojo da vestuarios de meninos a 3(',0 8 100 res o cova- ra M-nhora a S

do ,\
.. i :
-';''
900
Remedio sem igual, sondo roconhecido pelos
medios, os" mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, canoros, rheumatis-
mo, enfermidades do Bgado, dyspepsia, dbili-
dado goral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprezo de mercurio,
I recisa-se tallar 10 corresponden- ulceras e ciupcocs que resultara da impure/a do
@@# 999 99999999

!::
JUuaesU'cita lo Rosario .3g
te Jos Srs. teen te-coronel Ileuneterio
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de Andrade: na livraria n. G eS
DENTES
JlRTIFICIAES.
j; da praca da Independencia.
9
. -
Francisco Pinto Ozono colloca denles ai- ;:;
liciaes pelos dous systcmas VOLCANITE .'C
;:; chapas do ouro ou platina, podendo ser @
C^v procurado na sobrodita rua a qual (uer .
S hora. $)
:|#iS.SS@ 99999 99999%
Osabaixo assignaJos, honrados pela incum-
bencia que rrccbi ram do ss. UM. 11., previnem
respeitavol publico, que so acbam actualmente
no caso do poderera fornecer o retalo liol dos
Augustos Monarchas Brasilciro3, o que at hoje
\o-onpi- Jo incc-innen l'nlli') eralaodifficil de alcancar-se, visto queascopias
VgeilCl.t O |MSSap01ie O lOlll.l mhographadas erara quasi lodas son. seraelhan-
;a alsuma,
Os Pcrnambucanos que tanto amor e dedicaclo
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-SO obligados a prevenir o res-
peitavol publico para desconfiar de algumas te-
nues milaces da Salsa Parrilha de Bristo
utr.a co'.leccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutositabulas, pensaraentos monea,' aismoderno pos-ivel a 18 c 1200 cadauma, eje
recoitas diversas, quer acerca do cozinha, outras mullas fazendas, eujos presos extra
quer do cultura, c preservativo de arvores diiiariatuento baratos, salisfaro a
o fructos. l'rco 320 rs.
n

do comprador.
que
io, ueciaranuo a le
iroprietatios da rec
tendo-lhe comprado no auno de
1TA DE PORTA.a qual, alm das materias do
COStume, contm o resumo dos direilos
parochiaes. Preco 160 rs.
Constando que un dos herdeiros do finado
Sr its ra^rvsr t mssi mr^ d
do lr. Uiisto
lbO.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lem
direilo do fabricar a Salsa Parrilha do Brislol
porque o segredo da sua prepararlo acia-se so-
monte em poder dos referidos Lanman & Kemp.
co-
corrida.
Claudno do Ropo Lima lira passaporle para
dentro e fora do imperio por commodo proco e
presteza : na ruada l'raia primeiro andar n. 43.
Allcnco.
0 abaixo assignado com loja de pintor na rua
da linperatriz n. 72, faz scicnte ao respeitavol
publico que tendo muilas imagen* de alguns
fu gue/es para encarnar, j. fazem para mais de
um a dous anuos e nao podendo o artista mais
ir, faz sciente aos seus denos para procu-
rar na dita loja marcando o praro de 15 dias, e
na y.se apresentando os seus donos.sero troca-
das para pagamento das despe/.as feitO* com di-
tas imagens. Becifo 23 de Janeiro de!660.
Manuel Ignaeio de Oliveira Marlins.
Na olFicina e galera da rua Nova n. 18, pri-
meiro andar, continua-sc a tirar retratos pi lo
systema norte-americano. Mais de 5()(K) retra-
tos tirados em quatro annos pelo artista que
dirig; esse estabolecimenlo, provarn a bondude
procesaos empregados (nicos, que garan-
ten um retrato innallorave; e a acetlaco que
at de BEM .VI.TO lem merecido. No'mesmo
estabelecimento so encontra o mais variado,
abundante e bello sortimento, que existe ncsla
cidade.de quadros, molduras douradas, passe-
par-touts e caixinhasde todos os tamaitose fei-
lios. Constantemente recche-se de Franca e dos
Estados-Unidos ludo o que diz respailo a" pholo-
grnphia, ( serapre desprezando-se ridiculas eco-
DomLis, mandara-se vir objectos mais modernos,
e de rnelhor qualidade: aitostam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
tem honrado esse estabolecimenlo. Tiram-se
retratos indos os das, c os preoos principiam
em -fOOO ris.
Ferreira Vilkla. prolographo.
Por um corle de cabello c
risameulo 300 rs.
manifestarara aos ses Augustos Soberanos cm
sua recento visita a osla provincia aonde Ellos
deixaram recordages eternas, nfio dcixarao do
approveitar este cnsejo para possuirem uma
lem branca do seus augustos hospedes.
Alcm da simples photographia em fumo, pos-
suimos retratos em aquarella o a oleo sobre tola,
quer para ornar salas, quer para repartieoes pu- !
Micas. O (im de que ais incumbencias" possam
D. T. LANMAN & KEMP
SOLB AGENTS
N. G9 Water Slrcct.
New York.
2" O mesmo do outro lado lem um rotulo em
srr satisfeitas com presteza, rogamos as pessoas i papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
predios pertencentes yo exlincU Hospital do >
Paraizo, Adminislracao (Jeral dos Estabolcci-
mentos de (laridade de novo avisa ao publico
que esses b?ns air.da estao em litigio e por con-
sequenca toda a iranzarcao feita com eiles pode
Para evitar engaos com desaprociaveis co- j tornar-se nullas- Assim pois ninguem para o
binasoes de drogas perniciosas, as pessoas que futuro se chame a ignorancia.
quizercra coni[irar o verdadoiro devem bem oh- 4
servar os seguintes signaos sera os quaes qual- AVISO.
quer outrapreparaco falsa '. | .. ., _. _. ,
Io O envoltorio do fora est gravado de uro Na "," dfi ? para 2l do corron,p. desappa-
ladosob uma chapa doaco, trazendoaop a, receut(io siliodo Sr. Joaquim Carneiro, no Man-]
seguintes palavras :
15 e\i'ur- ,iai _
experhtiva

Rua Nora u. 40, ju '
| a igrrja da Conceiro Militares.

y
i
que desejarera possuir algum dos retratos cima
o obsequio de nos prevenircm com antecedencia.
[nslilulo photographico
DE
Slahl &Cosapan!iia
Photographos de S. M. o imperador.
Rua da Impertriz (outr'ora aterro d>
W-Yuti) n. 12.
Atteoco.
a
Trocisa-se alugar um sitio com casa do vi- .
venda pelos arraboldes desta cidade : na rua do b0is de carro, b quartos, e oulros objectos:
Vigario n. 25, primeiro andar. tracta-se na rua do Queimado n. 10.
O proessor de latim da freguezia
de S. Jos desta cidfide, abaixo assi{;na- '
ao, declara* ao publico que a matricu-
la de sua aula se acha abei ta, e que os
trabamos lectivos da msma principia-;
raonodiaode evereiio prximo fu-
j turo. 0-: interessados dirijam-se a casa
| de sua residencia, n. 33, sita no
i do Terco,
pnelarios.
U Sobro a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. rlol em papel cor de losa.
4 Que as uirecoes juntas a cada garrafa tem
tima plienix somelhante a que vai cima do pre-
sente annuueio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega'n. 89.
Baha, Germano & C, rua Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
A- Companhia rua da Cruz. u. 22.
Traspassc-se o arrendamento de um En-
genho muito petto da prara, vende-se uma par-
te do mesmo Engenho, uma maquina a vapor,
una destilarao nova montada de ura tudo, 22
o agente do \erdadeirn xarope do Bosque tem
estabelecido o seu deposito na rua da Cadeia Vc-
lha ii. 01, na botica o armazem de drogas de \"i-
ccnleJos de llrllo A Filho: desnecessario fa-
zer elogies bondado deslo xaropc. no S pelo .;'
reconhecido crdito de sou autor como pela aci i-
i.n_."io que gcralroento lem lido. I'n cen nu-
mero de curas se lem conseguido com applica-
caodo xaropn de Bosque,'o qual rerdadi iro an
guinbo, um carado castanho, tendo uma mal ha "dolo para lodas as molo
branca no pesquerdo, c com a marca O na per- eares. Tara conheeimen
na; portanlo, pede-se a queni o liver adiado, de seque O verdadeiro cont m no envoltorio a pro- *B a guarda nai
sitio, ou no cacrptori da l"ia assignatura dos proprictarios, c no falsifica- :.::. ceroulas e c -
' i i ti
e va lo sorlti
pjs I 'las, como -
as, gndolas, fia m s, .. palet< i
>v^ panno lino pn lo.c coros, paletots
s mi riii
.'
asemi i d
; >en ira pn la e do Cores, ..
ui ri, de priitccza, d brm de lin
M branc i e de coi I stao e
s .lo algodo, collctcj

i, o qual e rcraaiJi-iro an *l proto c de cures, ditos de solim pn
eslas dos oreaos pulmo. |K brailc0i d, 1S dc g0 3 ccaseimi. ,,.
Uto do publico declara- SR s j( fusll so, |amtnlr.s
b'va-lo ao mesmo
do esta lilhographa
ila.
rua do Trapiche Novo n. 11, que ser bem re-
rKinii\ c i t r mmm^i^^mmmmr_ ,:;
Lolk'gio de i>. b. do Bom Con- m
sellio, ruado Hospicio 11.19.
O director pretende abrir no da 3de feverciro ^
prximo futuro os cursos de agricultura e de ^
commereio, creados pela reforma des seus esta- : !*
lulos. As pessoas que quizerem habilitar-so pa-: M
ra as respectivas aulas, podeca vir ao instituto '
dar seus nomos matricula.
:'
liiirog para rna
franceza, -i
grvalas, grande sortiu
para mi nios dc 6 a I-i ai


da ni.ip. -
na i 9f
m par i u i nios do 6 a I-i anuo! a
:
' apn mplar.....itras a gosto d
.: g comprador dando-seno da conve
nado.
da ultima moda.
-
<3.p
Vondo-se bibis rocontemonle
l'rocisa-se do uma ama quo tenha bom le-
te para criar ura menino do mozos : quera cs-
tiver acatas circumstancias, dirija-sc aira/, da
funJioao de Santo Amaro, sitio que foi do Manoel
Fructuoso da Silva.
= Ausentou-se de casa de seusenhor oescra-
vo de nomo Frederico, pardo, idade 20 an-
uos, magro, pernas muito linas, o ps muito
gran los: quem o apprehendcre levar casa do
fallecido comraendador l.uiz Gomes Ferreira, no
Mondogq, ser gcnerosamenlo recompensado.
;'^ (chapeos do senhora pora passeio
ii ^
ciados I Generas -suuenores e 6a
gundo andar do sobrado d.i esquina da
rua do (Juoimado por cima da loja do Sr. |g
i
Preguica, entrada
Frito u. 1
V< i\e -xi"

ralos.
i i
Collegio de BcmQca.
i
Compras.
Manoel Francisco Coelho
Na casa de banhos
do pateo do Car-!
mo
Director c nico proprietario
Estevo Xavier da Cunlia.
Este cottegio, legalmente autorisado, o estabe-
ooido no arrabaldedo Chora-menino, abre o san
mtpn anno esculilr- vm eonformidade dos respectivos do-se
estatutos, no dia 7 do cowente. Seu director es- ,!,,
i pera continuar a merecer a conflanoa de que al e,,c
Aviso aos senhores.de en-
genlios.
Conipra-se niel em porco : a tratar no caes
do llamos n 6.
Corcpra-se uma hteira
do-se de mola : na praca da
cia n (5 c 8.
eio becco do
Rua da ImperatriK, outr'or. terro dn Boa \ --
gSS^&gfeS taberna da esiuina n. iJ, di ;
[tieimado.
S ij.eiior vinho velh.id. Torio, caada
ito dito tisboa c igoeira, i.
i Hilo dito de Cello, i
Vendc-se^arclo de Lisboa em saceos de t)G Ii- l'ilo Duque engarrafa lo, e melhor do
bras. pelo barato preco de 6| o sarco, milho a mercado, do autor Antonio Ferreira
7>io',)0 o sacco, arroz do casca em saceos., dito do Meno/os, garrafa
Maranliao, caf do Rio, feijio mulatinho, gomma | Dito dito Madelra, dem
do Aracaly a 2^500 a arroba, courinhos do ca- Dito supcri.fr, Port, idera
bra, esleirs do palha do carnauba, vassouras i Dito diio dito, dem
dem, batatas a 2$300 a arroba, muito novas, I Dito moscatel Setubal, dem
figos muito frescaes a 15G0O, passa, a 64(1 u libra. Hilo dito franco/, iqeni
doce de goiaba, velas de carnauba, ditas do es- Champanha, marca muito acre litada
prefenn-
lndepen-
pormacolo ; lodos osles gneros vendem-sejior
menos proco que em outra qualquer parle : no
armazem da rua do Itangel n. G2.
agra lem gozado, noocessando de'empregar lo-i __ fomnn > uma i;t.,-,
! do o disvello para que seus alumnos recebara a <-<>rnpa se uma liten a :
liustruceio e a educarlo convenientes. i pograpnia.
nesta ly-
Rua da Imporatriz n. 7.
l.ecomte acaba dc retener do Rio de Janeiro
o pymeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, o um outro viudo de Paris. Este estabele-
cimento est hoje as mclhores condicoos que I
possivel para saiistazer as encoramendas dos
objectos em cabellos, no mRs breve lempo, co-
mo sejam, marrafas a Lu'u XV, cadeas de reio-
gios, braceletes, aunis, rosetas, ote., etc., ca-
belleras de toda a especie para homens e sc-
nhoras, lova-se igualmente a rabeca a moda dos
Estados Lnidos sera deixar uma s pelicula na |
cabeca dos clientes para salisfazer os prcleuden-|
les, o objectos em cabello serao feilos em sua j para aprender i &YW.
presenca, se o desejarera. e achar-sc-ha sempre' = Segunda vez ruga-se ao Sr. Francisco Ma-
uma pessoa disponivel para cortar os cabello?, o I noel dos Pnssos Coelho, de dirigir-sc a olaric, la
penlear as senhoras em casa particular. rua do Mondgo, ou mandar.
se
Precisa-M de lavadeiras c cr.gommadciras,
que sejam lvrcs ou escuvas paga-se e trata-
se bem.
Nesta typographia pre-
cisa-se de um rao^o, que sai-
ba sua liugua com precisa^
= Comprain-se as seguintes comedias' Ber-
nardo na La, o Judas em Sabbado de Alloloia, ,
_ Quera casa quer casa. Por omisa de um algaris- I
! mo. A tosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
! alugar um proto pan. ba'lnr soneto, pagando-sc j mao das Almas co Didbo na escola : nesta lypo-
o09 meiisaeso comida : na rua da Cadeia do Re-1 graphia so dir,
eifo n. 15, loja. | Compra-se uma escrava preta que soja boa
Precisa-so de uma ama forra ou captiva iengommaleira e cosinheira. e um molequo do
para o servico de uma casa de pouca familia : 13 ou 1 anuos, sem defeilo algum : cm casa de
na rua da Cruz n. 45, segundo andsr. j Manoel Ignacio de Oliveira largo do Corpo Sanio
O advogado Souza Rois mudou o seu es- no Rccifc.
criplorio para a rua larga do Rosario, sobrado da ^.^^
quina ii. 52.
= Precisa-se alugar uma escrava para o ser-
vico interno e externo de uma casa, assim como
lam'bom um escravo : na rua da Sania Cruz n. 66.
(.lucra tver um molequo para alugar men-
Machinas dc costura
SI
Mmenlo, dirijp-sca ro -i Cruzn f5, segundo
lanthr.
Vendas.
Pechincha sem igual!!
Vendem-se barrilinhos comfigDsdecommadre,
pelo diminuto preco df 1,400 o barril: no Forte
dc Mallos, rua da Moeda n,2S
Licores francezes muilo lin >s
Vinagre branco do superior qualidad.
garrafa
Frascos de genebra hollando veidadeira
; Hilos de dita mais pi^iu. -
Ditos de conserva grandes
Sal retinado igual ao do potes i
Chocolate franco/, muilo lino, libra
Velas do espermacete, superior qualidade
Cha hyssoil muito superior
! Dito nchim, o mais superior do mercado
! Hanteiga iugleza flor
Hita dita do 6 10 a
i Dita francesa muito superior
Latas do sardinhas do Nanles
I Hilas ditas muilo Superiores
Hilas de biscoilinhos linos
Bolacha americana, libra
Dita iugleza
;-!., i
I
la&Hi
j(ioo
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-i Vinho engarrafado Ihlraxia superior
do posponto igual pelos Pares de garrafas brancas, o par a 2>!
dous

l-ui'*i
IjOOt
3Hi
l?:'.v
7*i
21000
2$50U
isooo
5)
640
140
l^^ Kl
Ii
2(0
lj.'MH'
4S lados da cosiura, I Barra de cognac ingle/.' em caadas, maniei-
garante-se a seguranca ga franceza c ingle/.a. em bavris e moios ditos,
ilasn-aclinias e manda- eoutros muilus gneros que se vendem por me-
so ensinar as casas de nos quo em outra qualquer parlo,
familia, bem como se; ssf" Defronte da matriz da Roa \ isla, n.86, vrn-
moslram a qualquer ho- dem-sfe e alugam-se bichas de Ilamburgo, por
ra do da ou da noito I menos do que era qualquer outra parle, amola-
nesta agencia: nicos'so qualquer ferramcnU, Ura-se e chumba-se
agentes era Fernambuco Raymundo Carlos Le- I denlos, sangra-so c tai-so ludo auanlo pertcnce
te & Irmao, aterro Ja Boa-Vista n. 10. I c arle dcfcarbelro


(6)
DIARIO DE PERNAMBUCO -- SEXTA FEIRA 27 DE JANEIRO DE 1860.
Vestidos de seda.
Vendem-se corles de vestidos de soda com 2 c
3 babados, armados, de 20;) a 40JJ cada um, sen-
do que scu valor razoavel ser do 80g : na loja
de 4 e(iiUs da ra do'Oueimado u. 10-
No porlo do capim acha-sc a venda um
bom boi de carroca ja experimentado no serrino,
um burro da raca'de Buenos-Ayres, muilonovo :
que ni os pretender comprar dirija-se ao seu do-
no no arinazem da esquina que vende uinteriaes
o lanibem capim defronte Jo mesmo porlo.
Na ma larga do Rosario n. 58,
segundo andar, existem para se vender
dous escravos pecas de 18 a 20 annos,
proprios para pafjem ou boleeiro.
Vende-se urna mobilia de amarcllo em per-
feito estado, constando de 1 sof,1 mesa demeio
de sala, 11 cadeiras, 2 ditas de balanro, 2 conso-
los, bem como candelabros e lanterns de vidro,
espelhos grandes c mais obiectos necessarios
una casa : para ver e tratar, na ra dos Marly-
rios n. 9.
Queimado n.40.
Grande c variado sortimento
DE
1 Aviso aos lomantes
efr Vende-se na loja do Nabuco & C. na
5] raa Novan. 2, o seguin'.c :
|| Pumo caporal, o muro
..o Hila da Virginia, o mo'O
Papel para cigarros o livrinho
gorros BolaFogo, o maco
Sjj Cigarreiras de palha.
tf> Hilas de marroquim.
asa Charoteiras de marroquim.
isooo k
320
120 a
200 3E
Fazcndas francezas erou-
pasfeitas reeebidas em di-
ll*ara acabar vcnde-scSl reitura pelo uitimonavio.
Dao-sc as amostras com peclior.
Ricos cortesde vestido do sedadecores
de 2 safas.,..................."...... g
barato na loja de Nabu-j
Fumo americano
Yende-se fumo americano para fazer charutos
o cigarro, e mascar era caixinhas de 20, e 40
libras ao pree-o de 450 res a libra ; na ra da
Cruz do Ilecife n. 50 primeiro andar.
Charutos de Haya na.
.r das para euSonho, machinas do vapor e tantas
\ende-se charutos da Havana das i do ferro batido e coado, do todos os taannos
melhores marcas conhecidas nesta pro- j Para dto.
vincia: na ra do Imperador 11 C. CofU^ (lC VCSlOS
DA
FUNDICiO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Nova n. 42.
Neste estabriccimento continua a haver umLSfW^TSS"5S" M ro*dQuei-
comapleto sortimento do moendas e meias moen-! "ado "" as "I"!" fazcndas :
Fazemlas por procos- ha
ralissiios.

co & C. na ra Nova n. 2.
'*--' i Ditos de ditos de seda prelos bordados a
m\ velludo...............................
fP Buhas para guardar fumo.
aja Pingas para segurar cigarr
j2 Rocaes para chai
'? Cachimbos linos.
os.

M
[IOS,
oseguint: -
vj> Borzeguins do duraque gaspeado de o
W g lustje para senhora o 33 -j
X c'p Ditos dito dito para homoin a 7$ i
& c Sapatoes de lustre para homem a 53 |
"'I %&. Sapaloea de lustre para menino a 4 *
S H> Ditos de bezerro para meninos a 3j)
*> SS2 ^"tinas do bezerro para menino a 7} (
qSK l& Ditos de duraque gaspeado do lustre
i^***'^ para menina a 3g (
Swss/sS =;":; Spalos rozos de lustro com sallo para j
| cf! homem a 4jt <
Ditos dilossem sallo a 3$
,-t..; e...'j _...!. -...-bi*.-*
De novo cliegaram os afamados
glezes de ouro.de patente, o cstao
armazem de Rostro Rooker & C, praca doCorpo
San;ito n. 48.
reiogios in-
venda no
Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
Riaasromeiras defil o de seda bordadas
Tilmas lo rrosdcriaples bordadas......
Chales de iouquim braaco bondadosa
Grosdenaple do cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito do dilo liso covado................
Seda branca lavrada covado ljjCOO a....
Grosdenaple prelo lavrado covado......
Dilo dito liso'cncorpado a lJJGOOe....
Dito dito com 3 palmos de largura a
1SG0O e.............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Gaze de sedada China de floresclislras
covado a ............................
follar de seda do lislras gosto novo co-
vado.................................
Selim de escocia e dianade seda covado
Chaiy de lloros novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado.................................
A G$ a caixa: na ra 1 arga RS^S"?'i0,d, ,cores coyado..........
. w I clDulina de todas ascores............
U0 KOSariO armazem (le lOUCa. Selim de todas as cores liso covado ...
tt-.i -ii.^ Bnlhantina branca muilo i: na a.......
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazem de louoa, man da m- se bolar vi-
dros em casas particulares por preco,
~Ve^eTe^,mtaf1^zasSdeWdr i muito COHHnodo, assim como vendem-, Ca rgandys do novos desenhos a
^'Ve'Mcm-se 20 escravos de ambos os se-
xos &ehdo 3 mulatinhos proprios para jiagens, 2
moloques de 12 annos, ." escravos proprios para
iiiiu o senrico e 10 escravas com habilidades c
s'em ellas, todos so vendem portprecos commo-
dos. a prazo o a dinheiro e lambciu troca-se : na
ra Ilireila n. 6G.
(Iraca.
Chitas fi ancezas claras e escuras o 260 o
Casemira preta flua al$i00e..........
Panno prelo e de cor lino provade li-
_ mo a 3'50 a........................
Cortes de casemira de cor a 5fe..___.
i fersas mialidadcs, ceroulas do linho, di- m \ se vidros aretalho do tf-.manho mais pe- Ditasfrn'cVzas^ito'finua.......
. Inc lio nl(Ti\(l-if\ nnniiiTC Ai\ i^a-c nip vi ~ '
las de algodao, camisas de meias etc., |
W ludo por preco commodo: na loja_
^ buco & C. na ra Nova n. 2.
do x.,'- nueno ale mis de G palmos.
~JS&J'
:....
Oleados piolados
a 2^'000 o covaio.
Lindos padroes e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 2 a 30, chapelaria de Joaquim
Oveira Mata.
m
m
Vendem-se luvas de camurra I
bram as, amarellasc ore tas para mi-
litares na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas de cambraia bordadas de pona
Ditas de dilo bordadas a OOa..........
liras e culremeiosdccambraiabordados
Ricas mantas pretas de linho iiara se-
nhora ................................
Mas ditas de blond brancas e pretas..
i
i
i
80^000
1,00
ljsoo
2J600
250110
2S500
2$500
1J500
ISOOO
uooo
1-0'mi
900
500
1500
'700
800
500
320
2,?500
7JJ000
75.000
tsooo
500
s

lg500
9
9
$
Lencos de cambraia lisa muito Cna, du-
zia
Ditos de cassabrancos e de cores, duzia
Cambraias de cores de diversos gosto<,
covado
Chitas rancezas de lindos padrdes, co-
vado a 200 c
Chales de merino lisos com franja de
rclroz, um
. Ditos do dito bordados de velludo, ura
M ma (lO QuCimaUO n. 37 lOJa (lC A Ditosdedilo com palmas de soda, um
Raridade.
Vende-se um expeliente mulilo de 18 annos,
muito bonita figura, com principio do nfDcio de
ferreiro : na ra do Queimado n. 32, loja.
2S00fle2$S00apeca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas o roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irraao conlinuam a torrar na ra
da Cadcia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 c 5S, lencos de cam-
braia de linho a 3-3 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linJos padroes a 6iO a vara, meias (i- >
as para senhora a 3*800 a duzia, ditas cruaslo- n. loja UC 4 pOI'laS.
glezas para homem c meninos, chales de nieri-1 i^nli-. n. m*\^ n lisos a 48500, o bordados a 6, paletotsde ilOia e IllQliIUllOS.
alpaca preta e do cores a 53, ceroulas de linho I !>:,>.. .:,.,. ,u
e algodao, camisas iuglczas muilo superiores a I. RlCaS Plas c BiangQltOS C Citm-
de seda
) Queimado n. 2
norias acaba de receber pelo "ultimo ,v,fcde.1SP?ade i"adro-*- rova,do.
1 ,. i Meias minio linas para seuliora, duz
naVIO Viudo do Havre U!U COmpscfO SOr- Ditas dUas para dita, duzia
linelo de vestidos de seda de 2 saias, JJJS dilas i
2 babados c de avenalos qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Chapclias de seda c de
velludo para senhora.
Ricas cliapclinas de seda e de vello- ?*!
, ,' i \ i o outras moitas tazendas que so renderao a
do para senhora: na ra do Queimado tade do comprador.
" Palitos de Brim 34000
Na ra do Queimado n. 10. cstao-seac! n-
do Palitos do Brim a 33000
liraia : na ra do Queimado n. 37, loja CobCllaS C Cllla
de i ooi'las.
ascasemiras de quadrinhos, covado
Ditas ditas escuras com duas largaras,
covado
Cortes de dita muito fina
Ditos de dita neta borda la
Brim branco de linho lino, vara
Dito dito dito, vara
Dito dito dito, vara
vara
11000
40

500
1f0fm
6S1C0
lfC i
iiaou
Manteletes |
Ricos manteletes de grosdenaple ri-l
a 2'00O.
Ra doQijeimaJo n. 19.
C0 a duzia, organdys de lindos desenhos al
1?100 a vara, cortes de cassa chita a 3$, chita !
franenza a 210, 280, 300 e 400 rs. o covado, pocas
de_madapolo com 30 varas a 4$800, 5S30, i
0,7 e 8.5, chitas inglezas de cores Osas a 200 rs o '
covado, toalhas para mesa a 3 e 4S, cortes de
caira de brim de linho a 25, ditas de meia case-
mira a 2^2 {0, vestuarios bordados para "">- rmnMiti Imu-iI-hias na ras nmnJ
nos, e outras muitas azendas que se vendo [ or: ^niCItlC DOIuatlOS lid IUd O UUCIUia-
barato preco. dO n. 37, lojil tic 4 pOI'laS.
Em casa de N. O. Bieber Peules de tartaruga.
& C. ra da Cruz n. f, veride-se ; WiPPi nonfp< lo -iptopntra nii-i tnP Corte de riawdo francez 13 covados a 2
Champagne de superior qualidade de marca acre- nltOs ptUlCS OC Hl.aiUga p-|.aaai mf--rfn. n,,i mm;,
diuWacorte. cabello: na ra do Queimado n. 37, SKiS .LT^
Tinta branca superior em oleo, latas de 85 11-1;. ,! t A,.|.,C .
bra$, por commodo pie! o caixas de 4 latas. I'"I" <"i j>ui uis. Pegas de chita miiidinlia fina
Vernizovernizcopal, CailllSaS frailCCZaS ', ? ,.
Lrambraia miuJmha a S00 a -.ara.
Dita 4('0 vara.
Armazem de fazeadas
Ra do Queimado n. 19,
Saias hordalss a 3200
re;raMaia' --. Vende-scemcasadeS.P. Jonbston & C. va- mm^iV80/1.0-de se \ TWflrf\ flll Si- quctns.lo lustre para caiT:s,s.-Uins osilhoos in-l ni ilo ", la..................
\pitlfjV UU ti Ul glezes, candeeiros e easiira.s broceados, lo-\DllJ? dil estampados fino lisiado
00
0
63000
4;0
nheiro.
Vende-se cocheira da roa da Cadeia de San-
to Amonio n. 7, tendo 5 cairos c 1 iho i ..
sero uso algurn : quem pretender, dirija-se i
mesiiii que achara com quem tratar
\ ni lem-se fogo s ferro onomicos, de
patente, para (.isas de familia, contendo forna-
Ihns, e runo i ira rozinha con leuda ou carvo,
ptima invenro pela economa de gastar um
le lenha ou carvo dos anligos, o de cozi-
nh.ir cora mais presteza, tem a diTeronca deso-
vareis, oceuparem pequeo espago da
ede fcil condueco: vendem-se por pre-
sos muilo mdicos, na fundico de fron :isco
Ca los '' ra do liiuiii, e as lojas de
Cnrdoso, .ionio a Concei in da pon
le d i Re i e ra do Queimado n. 80, z
loja do sertanejo, rus
do Queimado n. 43 A,
V-. reberara em dreitura de Franco, daencom-
.ii. ttda, os 11 Ihores de casior raj
i elos, o as fdi mas as nais mo _
ao 01 td ', e por me- _, !~Y
uo em jutra qualqucr parte, assim como s :i
'ni i ni um grande s irtimento de cnfeil I
de corfs pelo diminuto ; re-
i >i de \< cada um, assim como tem i liapcos d
."l d a lg200 cada um em perfeilo osla'
do, a brancas muilo linas a.)- .
a de linho a 1 | ca fina
as inglezas, fio de vela, chicote pora carros, e _' .
ios para carro de um o dous cav al- Lcfn0s=t3c cambraia do llho bordados
l'ilnsdc'al^daodhilyriihoSO'c::::
Capellas brancas para noiva............
. Enfeilcs devidrilho prelo e de cores___
"turas para camisa de esguio de
" .IVUJTjajSJti JSffLlLli'Jdl^ S linho.
A.lgodozinho da abiica Todos os Santos da Bi-1
hia.
Brilhantes de diversos lamanhosc de primeira
qualidade
SO]
limenlodeeha-
Ricas camisas francezas tanto de
pcio de linho como de algodao e fie fus-
to: na ra do Qaeimado n. '7, loja de
portas.
Bonclspara crianea
Ricos bonets de marroquim para
Chales ccuros pora ir no banii i i'.^'j
Chitas francezas muito fines i
ras a 2-iO covado.
Um com leto sorlimsnto de madapoloo.
A' 2000 a diizia
erianea: na ra do Qaeimado n 37, le- Lenc5 uC cambraia pan !gibeira a 2,<
ja de 4 portas. zia rua do Queimado n. 19.

MOSSEUXS %
El
j Ditas de dito de algodao brancas z do
cores..................................
- Saias balao modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
. Gravptqs de seda de pona bordadas a
velludo..............................
Camisas fraueczas de cor e brancas
' linas aljSOO e........................
Ditas ditas de fusta branco e de cor...
I'ilis ditas de esguio muilo linas mo-
dernas
r
em garrafas e meias gar-
rafas.
C. J. Astley&C.
________________________________ajSeroulasde brim de algodao o de linho
Galeas de casemira preta setim 9 e....
yn t |-^ .. s do ditas de coros 8$ e............
Hita do mria casemira .................
Das de brim Uno e varias qualidades
3$ o Colleles do velludo, gorjiuo,
1 i mira c selim....................
3 d.' panno prelo muito fino 30j o
^ahr. c palctots u.
fino 2-
'
o ;ioii i cova !o. e a vara a 5C0,e a 640, gangas
i 540, brim I linho a 1$200 a va-
ra, u les li re udo de turla-corospn I a
I, ditos pi tos : 8 e a 9$, calcas di
6r a 7, 8 e lljj, ditos pelos a 7, 9 o
12, colleles de gorguro a -i, 5 c 6$, saceos pa-
ra viaj rsos lmannos, eias cruas. por
s< r grande porcao, a lJiOO, ditas a JOOO c 2$ a
.....', tinas abo {0, chapeos enfeilados para
meninos e meninas c senhoras por qualqu r pi -
;o, v ludo o mais aqui se i
ie.r.

aeguro coiHra rogo
si3ATfaiak
DX
li
LONDRES
r#ooo
b;:>o;i
S
8500
2S500
S'
9
llfiOOQ
109000
4o0')0
panno prelo
e............................
Palelots do casemira nu.-eluda sollado
velludo..............................
Hilos de alpaca preta muilo finos......
filos da merino selim prelos e do cores
Ditos de meia casemira.................. 7-0
modernos, a_12j, chapelinas corn veos do ulli- S Estes medicamentos preparados
mo gosto a 13?, enfeites inissimos para cabeca ciaIi.jnlo segundo as necessidades da '-,'
o 4$')00 e 5>, chapeos de palha escura, massa'e I
seda, muilo proprios para as meninas do escola, [
homeopailiia no Brasil, vendemse pelos
procosconhecidos na botica central ho-
espe- &
m
r.-ooo
400O
350C0
18*000
IO5OO.)
9gOQ 1
de galo, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de_ escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente oulros muitos objectos ijue se-
ria efrfdbnho mencionar, c ludo se ven de mui-
i" 111 cont .; o ossenhores tregules \ista da
fazenda dcarao convencid 9 da verdade : ni
con!.crida loja de chapeos da rua Direita n. 01,
de Utilo d-o Barro* i-'^ij.
acnas para ongenao
Fundico de ferro e bronze
No deposiio do
gelo.
Vendem-se barriquinhas
eom iayacs da medhor guau-1
dade, vi nas no navio do gelo,
pelo preco de 8$ a barriquinha.
GRABE E VARIADO SORTIHE!
DE
Rooasp fcilas e fazendas
NA
DE
2 C J. Asllcv & Companhia.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas
bra
&
Ditos de alpaca prelos c de cor forrados
| Ditos do brim branco epardo linos......
Ditos de brim do quadrinhos linos
" 3J500 o..............................
; Do t!c alpaca prelo e de cores..........
I Reiogios de ouro patn........les......
6$5O0
6^000
5SO00
rS50
Francisco Antonio Correia Cardozo,||
tem um grande sortimento de
luchas de ferro fundido, assim
como se faz c concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
:.
Vendem-se fazondas por barato
preco o algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rcia-
lbo : na rua do Queimado* loja de 4
portas n. 10.
A 500

a i
1
st-3^..
-I.*;...
de fita do velludo do um dedo mnimo do largura
10 \'l raras, buidos de crina para senhora
muilo liiiis a 400 rs. o par, pulse-iras do contos
; ira si nhoraou meninas muilo lindas a 160 rs.
pira acabar ; na loja de miudezas do aterro ds
Boa-Vista n. 82, qu: A confronto a matriz.



Campos Lima tem para Vuder f nignomais tenrainfai
chapeos de seda para senhora a 10j cada / i delicada igualmente prompto
ofG um : na vur. do deseo n. 12
E/TB^'rt?
HE
1O61
Saundi rs Brothers & C tem pira vender em
. na praca do Corpo Sanio n. 11,
.- pianos do utlimo gosto, rec meato M
'i!-.. ; is, dos bem mi la editados fa- |
brcanlcs J. Ltroadwood ArSons de Londres, el a
muilo proprios para este clima. |W
Vende-se'um carro d i I I :. I em cons-
truido c forte, com assento para -i pessoas do
', e um assento para boleeiro e criado tora,
do de panno (i :o, e ludo bem arranjado :
ir, com u Sr Poirici no aterro da Boa-
riptorio de James Crabtrcc ii C. n.
i^i,i da Cruz.
jua do Qaeimado
loja de i portas n. 10.
Aihda re
ir a liquidas,
Folha de cobre e Metal
amarcllo.
Estanto em barra e Prc-
gos de cobre.
Alvaiade eYerniz copal.
Follia de Flandres.
Palhinha para marci-
neiro.
Vinlios finos de Champa-
rme e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela : no armazem
deC. J.Astley&C.
::'':JC LS Lira d. 0.
Chapeos de castor preto my$ m^m^m
e brancos
'ij mente de hervas medicinaos, nao conlm morcu-
',; rio, nein alguma oulra substancia delectcria. 151 -
U

6
uicia, eacompleico mais
e segmo para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e i f-
ii-iios; pois busca e remore as doeneas dequal-
quer especie e gio por mais antigs e u
que sejam.
Luir milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslaram as portas da
morte, preservando cmseu uso: conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de havertenta-
Vende-se em casa deSaunders Brothers
C, praca do Corpo Santo, reiogios do afama-
do fabricante Roskcll, por prc.es commodc-s,
, e tanbem trancellins e cadeias pora os mesmos,, do intilmente todos os utros remedios.
| aeexcellenle gosto. As n,;us aimias nao devem entregar-#e ade-
sperai ao facam um competente ensato dos
azeieffeitos dcsta assombrosa medicina, e
prestes reenperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esto remedio
para" qnaiquer das seguintes enfermidades :
I
S Vende-so urna preta ciroula muito moga, de
r~- esvelta figura, com urna lillia do 4 annos, sabe
perfeilamente engommar e cozinhar, c propriai Ampolas.
para i a de tratameolo: no largo da -Asscm- Areiasfm'alde}.
Accidentes epilpticos.
AlporcS.
Na ma 'o Queimado n. 3T, vendem-se C3 mc-
lb i chapes no castor.
Aviso.
rua
SS
tem para vender
i>.
1600
25000
4>000
38000
45000
22000
5*000
n.12.
1*000
2*000
4*000
Maeos de neias cruas para homem a
Ditos de ditas decores
Ditos de ditas cruas muilo superiores
Diin< de lutos para senhora
Doj de ditas muito finas
Jortes do caiga da meia casemira
Ditos de dilas de casemira de cores
Ditos de ditas de casemira preta a 5* o 6P0001
Brim irrogado branco de linho fino
vara
Cortes de colele de gorguro do sela
Pao prelo fino, pro va do limao 3* e
Grvalas de seda preta e de cores
Siseados francezes, largos, cores fhs
co-alo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
Mitas ctreilas 160
Riscbdos de cassa de cores lindos pailroes o
superior qualidade eovado 280
Cassas do cores covado 240 |
Ponas do cassa branca borda ja com 8 va-
ras por
Tiras bordadas
Cambraias lisas muito finas peca 4*000
Emc'iinas de cores para vestidos covado 240
Gialhis de lia bordados de saJa um 2*000
Grodenaple prelo, largo covado 1*800 e 2*000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 2*000
Vestidos brancos borJados para bsptisado 535000
Veo< bordados para chapeo
Euoe meios bordados
Aihihlhdo adamascado largo vara
Lencos de chita escures um
Gansos da cores para pjlits covado
500 rs. o covado.
Campos & Lima
ios de largura
rua do Crespo
(i
No armazem de Adamson, Howie & C.
Stam algumas feznlis para conclu-1 do Trapiche n. 42. vende-se selins para homem f& alcatifa com wuilro paln
10 da firma de Lcile & Crrela, as 3 fe"ho"- arreiusnratcadospara cabnolet, chi-- g 50 rs. o covado : na
, """"_"' V.V.I.O Ok v.v -" uj, cotes parn carr0 coioiras para cavallo etc.
quaesse vendem por dcininulo proco, sendo cu-
tre outras as Stiiintes
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguimos medica-
mentos :
Itoh IJAfTccteur.
Pillas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsapirrilha Biistol.
Dita Sanas.
Vermfugo inglez.
Jaropo do Bosque.
Pillos americanas (coa'.ra febres).
Ungento Ilolloway.
l'iiulns do dito.
Ellivir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 ongas a
15?000 12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo do pa-
pel para forro de salo, o qual vende a mdico
prego.
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou cxten.ua-
cao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualqucr
f | cousa.
I Dysinteiia.
4V i Dorde garganta.
' debarri-n.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Dilas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
l'cbre biliosa?.
cobertos e dcscobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de ura dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em cusa de
Southall Mellors & C a
$} A endem-se toalhas de linho do Porto a *;
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Uy drope sia.
Ictericia.
fndigesloes.
Inflammai
Ir r e g u (a ridades
menstruano.
Lombrigas de todacs-
pe.cie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Obstrucciio de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Ueteneao do ourim.
RheiHuatismo.
S] mptonras secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Voii'Tco fmaD.
apeos prelos,
Na rua do Queimado
numero 1 (J.
Chapeos pretos de primeira qualidade, c de
lrmo elegaute a 10J cada um.
Nova invengo aperfei-
Coaila,
Bandos ou almofatlas
de crina para pentcados de
senhora.
V( ade-SC nicamente na rua da Cadeia do Rc-
cifo n. 48, loja de Leite & Irmo.
,1
Na i na do Queima-
do n. 46.
Ricas sol recasacas de i >ni
i o de cpres a -->. 3 4 e 3 :.
; palelots dos mesmos panm a -.
palelots de casemira de cores di
I n: gosto e linos a 12-r, !(,?, 1
do pango prelo para n
208, ditos de casemira de coks a 85 c 10?
; calcas de casemira de con -
i : lamente para meninos a "*, ---v : -
'[ mira a 5fi, Cj 73, paletotsde alp;
i tos de cores saceos a 4*, d -
: a 7* c 8g, ditos de brim, de e d
fuslo tanto branros como do i es a
500, 5$ r O..-, cal as l bi
: i" finos a 5$, 6* e 19, colleles bran -
3*500, camisas 11
divi rsas quali la les, calcas
-s lina~ :. :!-")'!'. c o 5 um ri< -
: ment de vestidos de cambraia br.;i
'; bordados d -
. recido a n int* li l d ... i
; cor muilo superior goslo i
. I a SOS cada o ni e J?, o -
: can::. i rdados para menii, a ;
! l para scahora a Vj*. riros i d
: froco de velludo goslo melhoi
! parecido a 10* c 129, e outi is muil
Fcbrelo interni'.e-ile.
Vendem-se estos pilulas no eslabelecimento
gem de Londres n.22i, Sirondr, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda cm toda a America do
Sol,Havana c Ilespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cuda urna
A 7$ a du/io.guordan.ipos grandes a 3S a du- 1' dellas- conten urna inslniccao em porluguez pa-
ioa de. ffi ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
@ zia, ditos mais pequeos a 2$ : na loja de
' Nabuco & C, na rua Nova n. 2.
Superior ao melhor
presunto de fiambre
Linguasde vacca emsalmoura vindas!
2^000 ] Je Londres, vendem-se tnicamente no
O d?posito geral em casa do Sr. Soum
phai maecutico. na rua da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por preco do 63 cada
um barril: na rua do Brum n. 18", armazem de
assucar.
200
armazem de Luiz Anncs derontc da
porta da alfandefta.
i
25OOO Reiogios de ouro e prata, cobertos e dcscober-
15?000 tos patente inglez, os melhores que existem no
11280 marcado, e despachados hnje, vendem-se por
* an: pregos razuaveis : no c-criptorio do agento Ol-
1WU. veira, rua da Cadeia do Recito a. 63, primeiro
200 i andar.
Para (locales.
Vende-se na loja de Nabuco & C. na C
@ rua Nova n. 2, camisas de casemira. di-
@ las deflanella, ceroulas de meia, meia de
H l ecarapucas de meia. (/
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C- rua da Senzala n. 2.
Ponoas Afi rolla.
Vendem-se 32 libros de rencas de rolla : na
ruado Queimado, lejan. li.
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes 'existem 40 parelbas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carregamento ciie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenlcs dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Fe!i\ da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva &C, tem sempre no seu deposito
da rua da Mccda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas o mocr.das para engenho, do mullo
acreditado fabricante dwnMaw: a tratar co
mesmo deposito ou na ruado Tronic!.e d 44.
las e roupas feil rae
I do fregu/ se far patente.
Casacas pana qnaresma
Ncslo mesmo | i
: grandn sortimento de i pretas, as
; sun como manda-scfazer ;
lade do freguez, escolheno os mi
: pai u g3i sendo os i
.,; e 40?.
Camisas inglezas
No mesmo estabereehnenl i ai.". i di
gur um grande sortimento das vi rdadi ii
, camisas inglezas peitos de linho c ra pr
j largas, ultima moda, por i
quantidade delerminov-se a vender |
' menos do valor sefl a duzia a 3 :
Ruado Oeimado n. 57. vc,a!?a^ fl'aif ?*
. n, ... A;ilo a n. 4 da prarn tl.i inilr-
A 30$ cortesde vestidos de seda que custaram "' ,,
pendencia seta-se torrando
mesmo a tronco de setlult-
Brim trancado de linho todo' ve!has-
* brosegums para horneas a
prCtO, y Ditos para senhora a
fazenda muito superior; garante-sc que nao Ditos pira meninas a
desbola: na rua da Cadei.i do Recite a. 4>, lo-
ja de Leite t Irmao.
Enfeites de vidrilho c de rclroz a 4 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Kabe Schmetton &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
azei oe azendas.
Rua do Queimado numero 19.
Cortesde riscado francez 3 1(2 eovadosa2:,TM j.
(..iberias de chita a 2|600.
Chapeos enfeilados pora meninos e meninas.
ilos prelos unes, ultima mod3.
Ditos de eltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de l'rojp de tres ponas.
Ditos de merino bordados de duas poutss.
Ditos muilo finos bordados o froco.
Ricos chales de lou juim branco.
Cortes de seda de duas ssia;.
Luvas enfeitades.
Manteletes prelos bordados.
Lencos para algibeira, broncos, a 2g a duzia.
609; al6 corles de vestidos de phaulasia que
custaram 30&; a 8jJ ehapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Ditos para crianra a
Sap3te? de lustro a
Sapalo de luslro rasos a
Ditos do tapete para homem a
Sapatoesde besorro jira hom
elegantes pianos do afamado fabrican-;B:lin|nuas de luslro e marroquim a
te Trnumaon deHamburgo.
do deposito geral do Rio de Janeiro : a
com Tasso & limaos.
59000
iC0t
1500O
040
tratar $#
Sapatinhos de lustro de cdxetrs a
Assim como tojo o calco Ja se vende pr
to preco.
s s*9 -amn*;
Vende-se
Farinha de mandioca
Pasao & Irra
Milho
nos armazens de Tasso & Irraos.
nos armazens do Tasso i Irn
Fub.
Farinha de milho americana, em barrica;. he-
23da no ultimo navio dos Batndoa Unidos
armazena de Tasso Irni3.es
Estopa,
Lona,
Camisas inglezas finas.
3 No armazem de Arkw rijjlit
rua da Cruz n. 81
"... -.-o ; .. ^v.j, ,.
& & ^r\ \^ ; & W^>x>v
m
,--;
i
\ c. ;:

.. --v --. r. .
OTM-SB
vin.ii do Porlo, do mais superior, enoarr.
dilo champagne, dem, dito BMStotot, idpir
DOS armazem de Parrara \ McOeitVS,
Ido Recite n. 4.


DIARIO DE PRNAMDUCO. SEXTA FEIRA 27 DE JANEIRO DE 18G0.
O)
DE
ettffiiftCA i FUBKCgifi) m hitis.
Sita mi ra Imperial u. 118 c 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Sasiao J.da Silva dirigida por Slanoel Carneiro Leal.
Ncste pslabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobro de differcntps dmenees
(de 300g a 3:000 simples e doblados, para destilar agurdenle, aparellios destilatorios conlnos
para resillar c destilar espirilos cora graduarlo at 40 graos [pela graduaciio de Sellon Carlicr) dos
mclhores syslemas hoje approvados e conheeidos nesta o outras provincias do imporio, bombas
de todas as diuiene,es, asperantcs e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tornelras
Jo bronze dciodas as dmencocs o feios para alambiques, tanques etc., parafusos do bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para tomainas e crivos de ferro, tubos de cobre o chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaro e sem ella, fugos de ferro polaveis e
econmicos, tachas c tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandrcs, chumbo cm lenco! e barra, zinco era lencol e barra, lsnees e
arroellas de cobre, lences de ferro o laliio,ferro sueeia inglez de todas as dimnses, safras, tornos
o folies para ferreiros etc., c outr3 muilosarligos por menos proco do que em oulra qualquor
parte, descinpenhando-se toda e qualquor encommenda com presteza o porfeioo j conhecid
e para comiuodidadc dos froguezes que se dignaren! honrarem-nos com a sua confianoa, acha-
rio na ra Nova n. 37 loja de ferrngens pessoa habilitada para tomar nota das cneommendas.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos do todas as nacoes po-
dem lestpmunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle iizeram tem seu corpo e mem-
oro* inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela loitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha amitos annos; e a maior parte
dolas sao to sor prendentes que uiejimpe so
medico mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso do seus
bracos e pernas, depois de ter permanceido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
ampiitaeo I Dcllas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para sanan
submolterom essa operario dolorosa forom
curadas completamente, mediante o uso dosse
preciosoremodio. Algumas das taes pessoas na
entusan de son reconhecimento declararam es
tes resultados benolicos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, alim de maisautcuii-
carem sua irmaliva.
Ninguom desesperara do estado do gande se
livesse bastante coniaiica para ensaior osle re-
medio constaulomonlo soguindo algum lempo o
raentralalo que necessitasse a natureza do mal,
eujo resultado seria prova rincoutcstavclmente :
Que ludo cura.
O anguenlo he til, mais particu-
larmente uos se&uintes casos.
Alporcas.
Ca rubras.
Akj
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBAD
rELOS sns.
D. Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. GilAloxandre NeronianoA. 6. RamosA. Gnima-
riiesA. do LimaA. de Oliveira MarrecaAlvos BroncoA. P. Lopes de Mendonr-aA. Xavier
Rodrigues CordoiroCarlos Jos RarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva'o CunhaF.
Gomes de AmorimE. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraI. A MaiaJ. A. MarquesJ. do
Andraee CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E. de Hagalhaes CoutinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha Rivara J. J. da Graca Jnior,1. Julio do Oliveira PintoJos Hara
Latino CoelhoJulio Mximo do Oliveira PimentalJ. Podro de SouzaJ. S. da Silva Forraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLoindro Jos da CostaLuiz Filippe LoiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebollo da" SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Ferraz Yuientim Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
roa
A. P. de GamitoI. F. Silveira la MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offorecor aos loilores, con-
juntamente com a revista do qne mais notavcl houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
iria ou as artes, alguns artigos originaos sobre qualquer destes assumptos, O ARCHIVO lmveusal,
desde Janeiro de ISJ'J, em que comecou a publicar-se, tem satisfeilo aos seus us, com a maior
exactido e regularidade.
Pub!ica-se lodas as segundas feiras era fallas de 1G paginas, e completa lodos os semestres
um volumo de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigi;a-se no escriplorio dosle Diario, ra dasCruzes, o na ra Nova n. 8.
Proco da assignalura : pelos paquetes vapor 10^200 por anuo ; poi navio de vela Sg (moeda
brasiloira).
Jla afumas colleceoes desde o comeco da publicaeo do jornal.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabe;a.
das costas.
dos membros.
Enformidades da culis
cm geral.
Ditas do anus.
Empees e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frioiras.
Gengivas escldalas.
Inchaces
Inflammaco do flgado
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pomas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de roplis.
Picadura de mosquitos,
Puhuoes.
Oueimadclas.
Sama
Supuraces ptridas.
Tinha, cm qualquor par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado. ..
das articularnos.'!
Veas torcidas ou noda-
das as ponas.
Ra da Iniperalriz n. 2
Vende-so superior queijo de prato a 1*000
alibra dito suisso a 800 ris a libra, manleiga
ingleza primeira quadade a 13O0O dita fran-
muscalel.
\~.j9t ~,

?
Roupa eita, chapeos o calcado [jara

37 Ra do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este cstabelecimento ura completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
oits de panro lino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panne fino preto e do cores muito superiores
a S}, um completo sortimento de palctols de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem or [proco commodo, ccrou-
las de linho de diversos lamanlios, camisas
francezas de linho o do fpanuiuho de 2$ at 5g
eada urna, chapeos franceses para homem a 83,
ditos muito superiores a lOtf, ditos avolludados,
copa alia a 13$, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de foltro para homem de 4$, 5$ e al 7#
cadaum, ditos de soda e de palha enfeitados pa-
ra meninas ;i 10*, ditos de palha para senbora a
12$, chapelinhaa de velludo mmenle enfeita-
dasa 25$, ditas de palha de Italia muito linas a
25$, cortes do vestido de soda em cario do 40$
at 150$, dos de phavtasia do 10 at35$0OO,
gnllinhas de cambraia de 1* at 5*. manguitos
de l$500at5#, organdys oscuras o claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padres novos a 720 a vara, casomiras de cor-
les para collolcs, palctols e cairas de 3*500 at
4$ o covado, panno lino prelo e de cores de 2*500
al 10$ o covado, corles do collete de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
o de fustao brancos de cores, tudo por proco
haralo, atoalliado de algodo a i*2R0 a vara,
cortes de casemiras de cores do 5 al 9*, grosde-
naplos de coros o protos de 1&600 at 3*200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12j cada un,
loncos do cambraia de linho bordados para sc-
uhora a 9 c 12$ cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 al o- a
duzia,casomiras decores para coeiro, covado a
2$OO, barege do seda para veslidos, covado a
1*400, um completo sortimcnlo de colletosde
orguro, casemira preta lisa o bordada, o de
uslo de coros, os quaos se Tendea por barato
preco, velludo decoros a 7* o covado, pannos
para cima de mesa a 109 cade um, merino al-
,cocheado proprio para palelots e collctes a 2-5800 .
I o covado. bandos para armaeo de cabello a m_.n.. de.."c;':S,e,excellc"le3 P>os do todos os
E barato que ad-
mira !!!
Na loja da ra da Madre do. Dos n :56 A, vrn-
ceza 720 cha de primeira quadade 2*560 dilo e"|-5e,Pa,e*0M dp *"* d(> cores trance
>J4 *4UOdnoa 2*0U dito 2*000 bolachinbas rledilil dfi corcs a 4j)500i flilo lj(, br d(J |iIiho dn
todas as qualidades, peras seccas a 809 ris coros francozesa 5|400. ditos de fustao a ::-
a libra e caixinhas de libras 2*500, ameixas calcas de casemira fina a8r.r/j(), crenlas france-
a 800 a libra, vellos de espermacele a 700 ris za3i? ^.00. camisas francezas bnaeai e : cores
. 1.1,. i ~ i j-, i minio finas a 2$, dalos de aa oslan.nade- i
a libra nnho ttadei secca dito cherez dito. 2,rj00, cortos de casemira finas 5*. dFlos de
cambraia com barra de cores com 21 covedoa a
SfBOO, dilos de dita com ditasa 1^600, metas
para homem, duzia a 2f, lencos brancos para
homem muito finos a do I, chitas france-
sas do coros a 200 rs. o covado, dita de d
;cura a 240, chita roa rom 3^ corados a i-
S se vestir um homem dos ps, a" cabera: ^ Poca, tlas do cores a 160 O corado, ch
jg na loja deNabucoi C. na ra .Nova n. 2, 9 mc'a assa a 2,?, ditas de paHia ewnn a I900,
ehaly do lloros a SOO rs. o covado, dito iiiiiilo lino a 960, o mais fazondas que se d
barato pieco.
alrazda malrk.
Vendem-sc 2 pretos crioulos, sendo um bom
official de oleiro do lijlo o formas'para engenho,
tambera lera principio de podreiro, Irabalha al-
= Vcnde-se um carro de coudu/.ir v
ura boi muito manso, bom conbocido por '
lliar na alfandoga ; assinj como urna rasa i
guma cousa de carapina ; o oulro muito bom taipa com muitoscomraodos, ha sonco ac
traballiadorde onzada : em Santo Amaro, adan-1 no lugar do Jordn, prxima ao rio do mesm
le da fundco doSr. Starr, defroutu dos dousps me, o a um quarlo ao distancia da esi
de arvores que estao na ra.
Relogios.
Vendc-scem casa de Jolinslon Palor & C, ra
do Vigario n. 3, um bollo sortimcnlo de relogios
de ouro, palele inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambora una
variedade de bonitos trancclins para os mesmos.
"mos vene
Boa-Vagcm : a ver o carro e o boi, na
do Sr. Dr. Lina, o para tratar-s >, na ra da .
nha n. 27, das ,i< 9 dj manba, e das 4 di
do era diante.
Vend um cabrioli i de du-as rodas
arreios,tudo em perfoito estado, pintad idi n i
e forrado, sendo ie c de p i lente,
como se vende igualmente ous caval
andadores, por
dos: quem pictuidcr, pode dirigir-!
Sr. Mosquil.i, no Cajueiro, ou ,'t ra i -
Rosario o. na fabrica de charufps.
Escravos fgidos.
^nde-se este ungento no estabocimonto
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja do
j todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarroadas de sua renda em toda a America
do snl, Harana e llespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contera
urna instruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
1*500, sarcos de. taple e do mairoquim para via-
gera.oum grande sortimento do macas o malas
do pregara, que tudo se vende volitado dos
freguezes, o outras muilas fazondas que nao
possivcl aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores :o mostrarn.
Coiii loque de aria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
ssiztfi r.n?er iif%m% !sderb; brancoAs a,2:00 2:50V"
nambuco. 4-vvv dusia ditos com 4 palmos por cada face
I e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
i zera de fazenias do Raymundo Carlos Leite | IrmSos. ra da Imperalriz n. 10.
No bem conhecido o. acredado deposito da! *-*** vi* telo d OUU S S
cua da Cadeia do Recife n. 12, lia para vender; O gigo com 32 libras : na ra da Madre de
polassa da Kussia o da do Rio de Janeiro, nova' Dos II. 8.
o de superior quadade, assira como tambom Vendo-so um carro c nm boi, tudo cm mni-
tal virgcra cm podra: ludo cor crocos muito lo bom estado; quem o pretender, dirija-so a
1 ra do Carnario n. 7, qne so dir quem vende.
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
Em casa de C. A. Rudo Jt C, ra da Cruz n.
48, ha sempre para vender uin completo sorli-
Pugio no da 7 de n ivombrn do ann >
precos e qualidades, os quaos sao de muita du- xmo passado o escravq i
,ft";' '";:' %lneqaSn &iM P.,aHso,a' e ida le 15 a 50 si 11
que fomni premiadoscom a medalha de pnmci-1seguints : um tanto baixo do cor
ra classa na exposicao univereal de 1855, alera ,,.,, ,,,,,;,.).-,, olhos pe i
VoX.' ^i' "^"^^^.^^aran-; barba, falla fina e a voz sempre baisa, .
rrnml T As pessoas oepreei- larga, con, alguns cabellos brancos
sarem podem cjuipra-los com 20 ou .JO t|0 de parocoiic
monos que cm outra qualquer paito.
'aneo.
Rcceberam-se ltimamente una porcao destes
livros, de muito superior quadade, c" vendem-
sc a precos muito razoaveis : na livrara econ-
mica dei'roiite do arco de Sanio Antonio.
Seus proprielarios ofTerecem a seus numerosos freguezes o ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido esiabelecimento a sabor: machinas de vapor de
lodos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
las e moias moendas, tachas do Ierro batido o fundido de Iodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos o bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca c pira descarocar algodo, prencas para mandioca c oleo de ricini, portos gradara, co-! r:'/''"
lumnas e moinhos do vento, arados, cultiva Iojos, pontos, -aldeiras o tanuuos, boias, alvarengas.! i- v'3
("lis e lodosas obras de macliinismo. Executa-se qualquor obra soja qual fr sua natureza polos > :-'/?
desenhosou moldes que para lal lim fbrem apresenlados. Recebem-se encommendas ueste osla- ..\>-
belecimenlona ruado Brura n. 28 A c ni ra do Collegiohoje do Imperadorn... moradia do ca-1
xeiro do estabeiceimento Jos Joaquiui da Costa Pereira, com quera os pretondentes se podem
ntender para qualquor obra.
ido ser muito mancinho, porm muito
velbaco e iii''iii ic ; ., iiui i is,
bom corpo, pernas um tanto linas, segunda
mesm o corpo, cujo csrravo i de Antonio San-
tiago Pereira da Cesta, propr tari i do ei genbo
I Providencia, na fregnezia do Agua Preta qu<-m
o pegar ou disser onde de c i esta sei i I
recompensado.
Ausentou-so no Jia 2 do corrente, de i
de seus r, o preto -!o i, de i,.
de idade 3o anuos pouco mais
signaos maissalii rites urna ferida i
de um dos ps, e p Instante ene-halo,
impossilita de andar, por isso que na i ;
_ ti-

?
EISID2 B D IPIEiTIIIIIECD S II
3 RA BA GLORIA, Af^A ROFCilDAO 3
CUrAca pot aialios os syslemas.
O Dr. Lobo Moscosod consultas'todos os dias pela manhaa ede tarde depois do 4 hora*
Contrata partidos para curar animalmente nao s para a cidado como para os engenhos ou outras
propnedados ruraes.
Os chamados devem sor dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noilc sendo por escripto om que se declare o norac da
pessoa, o darua eo uuraero da casa.
X '.-os que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podoro re-
erse sbilhetes a botica do Sr. Joao SounnA C. na ruada Cruzou loja de livros do Sr. Jos
nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da poni vclha.
a loja c na casa do anminciante achar-se-ha constantement e os mclhores medica-
mcutoshonieopathicos ja hora conheeidos o pelos precos seguintes:
Bolita de 12 tubos grandes, ...".......
i:ilosde"2l ditos............
Ditos do 36 ditos...........'.'.'.
Hilo de 43 dilos........... .
Pitos do 00 dilos..........
Tubos avulsos cada um.............
Prascos de linduras.......'.'.'.'.'.'
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr trduzido
om portugnezcom o diccionario dos tormos de medi-
cina, nrurga etc.. ote. ....... .
Medicina dome lica do Dr. Ilering, com diccionario. .
Repertorio do Or. Mello Moraes.......
Carne de vacca salgada, cm barra de 00 para muito long julga-se estar oc-ulto
libras: em casa de. Tasso Irmos. guma casa, iqu i achata em tralamenlo da
DonOSln di rnru'* nrinppyi mesn>a ferida ; protcsta-se contra q
uL[iosti(Mit rape pnoceza occuitado. iiisa,io
Gasse do Rio tic Janeiro om ctri 'da ferida que t ;
grave o em Ir,llmenlo, c que muito \ ,rar
por falta do me- no : i g '-so, >
nhores capilScs do campo e p<
delle tiver uotieia, a appi .- Jo mi i
Pernambuco, ra da Pc-
uha n. G, em casa de Piulo de
Souza & Bairo.
N'ao s ncste deposito existe um grande sorti
monto desso afamado rap, como tambora o acre-
ditado rap princoza Rocha do Rio de Janeiro
com o titulo de particular, que naquella provin-
cia como em outras, tem merecido grande acei-
do pelo, e
gralilicar.
ipp
lova-lo ra
n 10,
200;>' ilc graliflcacao.
Anda contina ausente o pr
vo de Francisco Antonio Cabral de U
quadades vendem-se no deposito prietaro do engenho Tabocas da fregui
S. da Luz. Este preto u"u dos cinco que em
cima indicado.
Vende-se um sitio com casa do vivonda,
plantado de arvoredos, cercado com bastante Ier-
ra para plantar, baixa para capim: quem pro-
marro do anuo passado fugiram lia luelo i
iiloi, e tem os signacs
do corpo, reprsenla ti r
all
2i annos de
f ?S'r cTr1L" "n"";'"? d.>f'v" da '8reja': u^ 'Wi signa, a de C
a tratar com Cavtauo Baptisto do Mello.
Approveitem em quarito
tempo.
Urna cscrava perfeita engommadeira c co/.i-
nheira, 1 dita boa cozinhelra c quitandeira, mui-
lo fiel, do idade 20 aun >s, por 1:200$, 6 escravos
do idade de 13 a 20 annos para lodo servico : na signaes seguintes : cor preta, ri storcdi
ra de Aguas Verdes n. -0. bado, altura regular, grosso do corpo, ol -
rnil IK^SOil IMO q^ roti- gos! l"::" fai,a"l i mu [iLisbUil l[UL .>, 1 til- rah5o de onde veie ha mozos pou. o m
ra vende 100 apolices da com-
panhia doBebertbe: adirigir-
lambc ni alguns principios do
consta ter sido visto no urici
forro : quem o apprehender e entregar no i
engenho a seu senhor, ou no Recife a 'i
Antonio Gon^alvcs, ser graliurado com i
Pugin no dia 10 de laneirn o pi i '.
querepresi uta ter a idade '.7> aum
menos, levou vestido camisa de ma I
calca de risca lo, cha| o d-' ci
aprehender o poder I ivar ra do C
do sobrado n. i, que
amo.
se no escriplorio da mesilla.
...Rll 4tf\ An/i-rvaoi/l^ TV I J Conliuua-se a vender fazendaTp^Tbaixo ~ "S90^ idecasad
""IlUd l V I llGl Hl 11(1.0 --lX. 11 S i Proco al mesmo por menos do seu valor, i 2? d Ja*iro 80 ni{,0 *. 0?cravo Ivo, d.
-^ Wp9\m afim de liquidar conlas : na loja de 4 portas Sl-ao Costa. representa ler 10 annos, pomo
O propriolario deste esiabelecimento lendo resolvldo liquidar alguns dos objec-
is em sua casa de modas a armazem di fa/onlas.vcndera os dilos objectos
^ .v, >..iCS em ideosa ac modas e armazem Uj fa/.onlas,vcndera os ditos objectos g&g
W^ cuni V1,ltc ou l"nla por cenlo de abatimonlo do que al hoje so lera vendido visto que '
t ; para isso se arha suincicntemer.le habilitado em rozao de receber por sua conta das M( V
nhoeP3ieodaonCa8 dcl?^a,,-a InSlf|,eaeAllomanha : jotas, fazendas de seda, la, '^ 0al
. na roa do Queimado n. 10. ~ ou h"1'"". heui fallante, qoaudo quer fallara
,;.:-,: ., depn-ssa gagueja um pouto : qnem o pegar, le-
ini'ih-iil-i Tmnaval ve-ora do Collegio, casa de sen senhor, qun
UOIdOail imperial. sergraUficado.
ende-se era caixcs e era latas a mais fina | ~~ Pugio na noite do di 121 j ra i lia SS
o.qooo
lugOOO
2O$090
-
0c000
1,0U0
2000
20*000
ojrooo
510(10
Neste proveitoso estabetacmenlo, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se c
emente montado, far-se-bao tambom do Io do novombro .-m vanto, contratos mensaes para
hdado e.ecouomia do publico Jo quem os proprictarios esperara a remuneracao de
.autos saenficios. r *
As.sigualur- de banhosfrio? r>arr urna pessoa por raez. .
* muraos, do choque ou chuviscos por mez
Hnnea dn carta** o b.inho* avulsos ans nrecos annunc.iadn.*.
Jffodo inoasro.
Saias do balio polo baralissimo prc-o do 4g :
na ra do Crespo n. 1G, loja de Adriano'& Castro.



Brim lona branco c do cores para cal- 8)
;; 'jas, vende-so a 3$ a vara, no segundo an- @
'lar do sobrado da esquina da ra do f
loiruado, por cima da roja do Sr. Prcgui- @
a entrada pelo jccco do Peixe Frito n. 1. ^
60DO rs.
Saccas grandes ; na ra Nova n. 52.
rito de YiihWm 44
u
AG00 rs.avara.
No armazem da ra do Queimado n. 10, veo-
de-se algodo com 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco do 600 rs. a vara ; este algodo serve
p-ira toalhasde mesa por ser de superior qua-
dade.
Em casa de Ifenry Forslcr & C, ra do
Trapiche n. 8, vcnde-se :
l"ni carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americas.
Foges americanos.
Arados do forro a 30$
Champagne o cognac.
Ilologios americanos.
Farinha de trigo de todas as morcas.
Marmelada.
Na ra Direila n. 6. vende-se marmelada
de primeira qoslidade a 6W ris a libra a ella
| antes que se acabe.
Farinha.
Fcrreira & Martins em seu araiaaem na ira-
vessa da Madre do Dcos n. 16, vendem por proco
H Boile bjjoux.
.^. ADF.REC0S completos, e meios dcbrilhan-
\.:/7, tes o outras podras preciosas.
BRACELETESe alfineles com pedras dif-
:*;^ ferentes.
SM .li0SITAS d(i "ro e coral gosto moderno.
IUANCEI.IXS, correntoes e cadeias espe-
cialidade em gosto.
ANEIS de ouro com brilhantas Onos. para
homens o seuhoras.
DITOS do dilo com inseripcOes amorosas
o espaco para cabello e retrato.
- RI OES de ouro com podras e sem ellas
rfga Parn punhoa de camisas.
. 3- DITOS para peilos do camisas
|^g AEREgOS finos, proprios para lulo.de
V-iVt gusto moderno.
' vi
Toiletlcpourlcs
horames.

SOBRECASACAS do panno prolo uno ini-
permeavel etpeexaliiade.
PALETOTS do panno e casemira pelos c
decoros mesclados, 5L
REDINGOTTES e jaquettcs anglaise de ca- v ?j
seinira m?selados. fS>''3
COLLETES do velludo, gorgurao e case- 'T/y,
mira pretos o de cores.
CHAPEOSd
v\-
Toilette pour les
dames.
\>) CORTES de vestidos do blond e setm brau-
'l//, co bordado especialidade.
~.\.-. DITOS de ditos do seda de cores Achil es
duas saias,
DITOS do dilos do phanlhasia e larlalana
bordados, Achiles o duas saias.
RICOS rhalys do blond bordados a froco c
malisados especialidade.
DITOS de louquim bordados de difTorontes
cores e lisos.
?y MANTAS de l e blon J brancas e pretas.
n MANTELETAS, capas c saludas de baile
pretas c do coros.
COLARINHOS para senhora bordados a
crochel, ponto real o ponto inglez.
CAMISIN1IAS bordadas e enfeiladas com
rendas do Cuipr o Valenciana.
ahora.
o soda c castor brancos c pre- '
tos com pello ou sem oello. ^
DITOS de foltro a Garibaldi e champetre.
CAMISAS inglesas e francezas as mclhores ''/;*
que tom viudo esta prora.
GitAVATAS pretas e de cores Pinaud,
Dlauchicluuse el Pareceusc.
SEROLAS do osguiao e brim de Ham- /T
burgo especialidade. ,.\vo
BOTINAS para homem, de casemira e pc-
* cagaspeados a vernz.
LUYAS de pellica para homem c senhora,
brancas, palha, de cores e pretas, de "
Jouvin. .- Nt-
BINCULOS de superior quadade o ricos
goslos proprios para Ihcatros. x
Toilette pour les
enfants.
VESTUARIOS para baptisados, bordados a x '
ponto real, inglez e ponto da Italia. *j
CIIAl'ELINAS de superior quadade en-
feiladas para meninas.
BONETES a loucasenfoiladospara meninos. fi?f
VESTIMENTAS para meninos de dous a )gg
cinco annos.de sedae fustao de cores. */''''
MEIAS de seda brancas de peso especiali-
dade.
10 annos.
iaba que se lera visto. Ra Direila n. G.
(o corrente Janeiro um negro Cassang .
Manoel, pequeo, do 50 ann ,
menos, corpo seceo, ps largos i -
rom loda a barba, podc-sc a
sor quebrado o taiulem as
amassador de padaria : quera o pegar, levi
padaria franceza da ra da la .
sci recompensado.
1 kIAu
Fugio ha poneos .lias, do lugar onde ...
va, ocabra Oclaviano, pertanccnlea Manoel Joa-
iquim da Silva Lea i, de Ma
? !' i \ r?,jf i 7*711 RA1 47 poneos mezes om companhia do mesmo, l<
u IJw a.c.ii.l/iL.'l l}[) \\L' | os signaes seguintes : estatura regular c i .
m'niiODiEB'pioxDiai.
Corles do casemira do goslos modern-
simos
Bolsinhas escocozts para meninas de
escola a 200 rs. c
Sapatoes do couro de lustre para homem
Ditos do Aracaty
Dilos de bezerro
Sapalos de couro de lustre para senhora
Lindissimos chapeos da Italia para me-
ninos
Garrafescom ccvadinha
Costas com lo libras do QgOS.cada urna
Aletria, caixas de 32 libras
Slacarro, caixas do mesmo peso
i do do corpo, repn si nta U i i0 annos, i oui
3*5001 onjnenos, tem marcas de beiiji
500
linca fazer a barba deu issa_
piollio, muito regrista, falla un,
jsado, anda calcad.', intituta-se por forro levou
^*xU caiga e camisa de algpdlozinho azul coi
o bonel de la proprio para manijo : n
coo
1J280
.Tria i'l"'"1 u Ppgar de levar a Manoel da Silva
J>lurua Cadeia do Recife n. 02.
Fugio no dia 27 de dezembro do anuo
58000
6$000 prximo passado, do engenho Brejo, fregunda de
l*000|Jabo8to, oescravo Alexanre, cabra, sapalei-
^o'k! r0' ilia& Je 30 a""0i ruco mais ou mo"s
commodo preco.
Assim como um exilenle cabriolct por muilo ciatura mediana, secco, e pisando mal por cau-
1 sa das bobas, que uvera nos ps na um snne :
e lera o costme de embriagar-ge : dac4M
que est no Recife ou Itamanci : pele-se por-
tanto a quem o encontrarqneira bv.i-lo aqutile
engenho, ou ao esciiplorio to Sr. Manod Al ai
Ferreira, na ra da Moeda ; e proBMUa-sa
Vcnde-se'cemento branco e preto, om barrica
c a retalho, por barato proco ; no armazem do
materiaea da ra do Imperador n. 17, c tudo uma hoa recompensa.
l'Sl!^LI''II0S PAREQOSB para se-CAMISAS francezas para meninos de 4 a -
E muilas outras cousas que por falla de espaeo nao se annuncam.

HHHHnBB
Nova fabrica da estrella
DE
graos.
Vende-so espirito de vinho verdadeirocom -14
graos, chegado da Europa, as garrafas oa as ca-
adas : na ra larga do Rosario n. 36.
VILW C A, I Rfl A 0 f A D E,
De caMeiraria e fundicao de metaes, na na do Brum, pas-
sando a fundicao de ferro.
Neste cstabelecimenlo acha-se sempre prompto um grande sorlinienlo de alambiques do
commodo a superior fannha do mandioca recen- cobre de todos os tamanhos simples e oonlwoa, e machinas de destilar e resillar espirites ot 40
tamcijlo cbeada do itafanhao, em^sct gran- graos carapncas e columnas de cobre do todas asdraensoes, todos os cobres necessaiios para o fa-
brico de assucar, sorpenias de cobre e sJnnho, lachos para reUwcae, lachas movis para enge-
nho, bombas de lodas as quadades, anclas e lodos os bronzos neeessacios para engenho, gaverna-
duras de bronze pora navios, parafusos de bronze e ferro para roda d'ama e outras muilas obras
pertencetttes a oiciaas de caJdeireire, latoeiro, ferreiro o funilcro, e fundicao de metaes, c con-
certam-se loitasas obras pertaiKentos a cubre, bronze, eslaaho, zimw, ferro e" folha : na niesma fa-
brica vende-se cobrelemkticol e amellas e chumbo emlencol, e zinco om barra, cadinhesde lar.s
desden, la 80, e fallas de Flaadres sorfcdes.e vende-so por menos de 5 por ceulo, a dinheiro ou a
prazo, do que em outra qualquer parte e a vontade dos compradores : affianca-se a boa quaUdade e
construccao das obras cima ditas, e compra-se cobre c bronze yelho c-ffeclivniente.
des, tanto em porcoes como a retalho.
Vende-se superior linha de algodo, brac-
ease do cores, cm novello, para costura : em
casa de Scuthall Mtd.lor.St C, ra do Torres
n. 38.
SEU.INS.
Vcndcm-sc os mclhores seins ngkzes de pa-
tente no armazem de Rostron Rooker & C,
prnoa do Corpo Santo n. 48.
mais pciteiicente a pedreiro.
Para es folgases do Car-
Gama 6 Silva, no anligo ater-
ro da ba-vista hoje ra
Imperalriz n. GO.
Vendem lindissimos chamololes de algodo
a imilacao de seda, de lodas as cores proprios
para vestidos Je senhoras para vestuarios para
homens por prero baralissimo que facilita faser-
ceura rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as moslras com pinhor.
Pera e anieixa
Vende-se pera secca e ameixas rainba Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a 19000 a caixi-
nha ou 500 ris a libra ; na ra Direila n. 93.
esquina do Loco do Serigaao.
1 pecliincha
sem igual.
Na loja d* Preguica, na ra doOneimado n. 2,
*ndm-e catnbraia6 organdys para vesti>Jos d
Sfnhora, o mais lino que possivel, e de liados
Padres, os mais modernos quo ha no mer*dc%
Pelo barato prec.0 de 500 rs. a vara.
Desappareccu na noite do dia 7 de taneiro
correte do S. Jos do Hanguinho, rasa d>
Teixeira Castos, oescravo crioulo, ^ non 1
nedicta ; reprsenla a 26 annos de idade 1 n-
eo mais ou monos, sem barba, altura repelar,
corpo igualmente regular e beai fetlo, levou n li-
pa, constando de calea de casimira, jaqui 1. da
panno lino azul, camisas brancas finas, cal
ganga e de brim trancado branco, chapeo redi
de foltro escuro, o uma redo, Indo usado. 1 -
guidoporuma molher forra, edr fula, do 1
Candida,'que consta ser natural de Haca,
cabello amarrado. O acerara natural d.
gipe, aoude leni mai, hoje forra.
Roga-sea quem o aprehender de entraar m
Hangninbo cm casa de Jos T. Bastos, ou
cidado em casa de Bastos & I.snios.rua do I
che n.17.que ser generosanionk raeom|
Moleque Fgido.
lOO.sftOOdejrntificarao.
Roga-se aos capites de campos, e a leda e
qualquer autoridade a appicheBsao de um 11 V.e-
qiie de nome Manoel, crioulc, iihde 12 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da casa do
a baixo assignado na dia 30 de ouiubro do cr-
renla aano, levando calca de car, carniza azul,
chapeo de palha oleado e o maior siga si soffrer
da aslhma e a poaco estevadoente de bexi{.'as
descofa-se que estoja acoilado por algum esper-
talluio, que se qjioira apraveitar de sua poqnena
ida Je para o soanzir, desde j protesta o momo
abaixo assignado de cahir sobre dito larapio rom
todo o rigor da le, egralilica da ma^aira aciina,
aquella que Ihe der noticia caata, e paga toda
despeza que se fizer cora o mesmo moleque para
se effectuar dita aprehensao, levando ra sva
B. 21. Francisco Jos Germano.


(S)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SfcXTA FEIRA 2? |>fc JAfilBO t)U 860.
Litteratura.
Con tos o leudas la miaba trra.
A NOITE HE NATAL.
Itl
A TRAirAo.
1 clusao.)
dtzer,
P le
mostrar aqucllc papel, o estar assim triste 6
preoccupnda na vespera do scu nuivado, quando
importava estar mais alegre do quo nui.ca, era
urna cousa. cuja explicaran elle nao achara, por
' mnis quo ruminasse ; e anda estara a pensar
nislo, se nao fosse urn berro eslrondoso da ta
Chalharina, que se diriga aos aldeoes nostes ter-
mos:
Eolio, rspazes, parece que os'.o n.ais para
dormir que para comer. Fortes piscos : nao bo-
tein i: 'ii os quoxus seno para dar tara mella.
Eu bem sei u que roces quorum... nao estojara a
arzer, que a scen.i que so pnssa
pin casa de Jernimo una verdadeiro episodio
>' i I La/.iia e honrad.i vi-!a yagpeslro. c ira toda
i sua apparencia l rK-s, nana e primi- olhar para .niui de bocea"aborta, que eu bem o?
lira, i.is rom i verda : -.10 urn en-
piil njo... Aposto que querem ir 'brinca Jeira ?!
h< ni !
E ventada, lia Calharina ; queremos, que-
reraos, prorqmperaia os ahlces, crguendo-se
l'ois dansom e brinquem para alii a breca ;
. mas olhem que eu anda quero um resto da noi-
phanlasia de episodios, que so a existencia, te para dormir, ouviram '? disse olio Jernimo.
comprehendida nos seus accidentes,
tai e llogart folgaria de poder repro
.1 mesma vida c colorido o conj
populares, que se Ihe offerecia vista.
10. i.lo GesQ : iom i sinocrid.ado lo
mu sr.j-.'io liy-.i rita do sonhoros pala anos,
ii ci ino nunca o producir o
< ispiroecs mais nalu-
- e animad is da siugolle/.a da vida patriar-
chai dos campos. Teniers enriquecera alli a
hendida nos seus accidentes, pude rere erguendo-so da mesa depois de ter dado gracas,
llogart folgaria de poder reproduzir com c haver recebido a bunc.5, que o cura dilo'u a
la vida c colorido o conjuncto de feicoes lodos.
res, que se Ihe ofTerecia vista.
Esteconientrmenlo, porm, j de si to boli-
coso e expansira, era anda mais alicado pela
substanciosa onsoada que fumogava era cima
le i; ni a grande banca, a mu canto da casa, para
(i que odiara de vez ( m quando, com vistas an-
tiosas, o boticario mais forte na gastromana,
que nos segredos da pharmacia, e quo ao cabo
lo lun^o cogitar tinlia asscnlado de si para si,
q.ue o primeiro e mais cabal, principio hygienico
ra comer bem, esobre lulo costa alheia.
Colharina, por sen lado, nao cabia era si de
contente : o que
nada equivoca d
flirii"-
Os aldeoes, accesos em alegra, sallaram para
o meio da casa, e dispozeram-se a formar dan-
sas, buscndoos seos pares validos. Autunio tra-
rou do braco de Emilia, dizcndo-lhc :
Islo mentira.
O que, Antonio '.'
O que estasa pensar.
Assim Heos o quizesse, exclamou ella, rol-
rendo ura ilhar a Antonio, onde se pintara a an-
gustia.
assassino?!... pcrguiita o cuia, tomado da mais
nra atlicao. onde osla?... nao o prenderam ?...
Qual prender Isso 6 bom de dizer res-
ponden urn dos rapazas da aldea. Va la pren-
dC-lo crreme, adonde elle se alirou da que-
brada abaixo. ___
Mas como foi isso, interroga o boticario ?
Ora como foi '.' continua o mesmo rapaz.
Antonio sabio d'aqui, e adianlou-se de nos : l
embalso ao rollar, quasi no p da encruzlhada,
ahi que me pareceu que ioi que o meliloto o
assaltou, pois foi ahi (pie o encontraron! estirado
cmii a cabera aberla, e o corpo feito um criro de
facadas.
Sanio nnme de Jess, grilaram lodos.
Que faluiidade disse o cura, erguendo as
mos ao co. E como soubcram quo o malfcilor
so Jespenhou na cortante? coutinuou o cura.
Porque diamante se lancou a elle com
uobas e denles, proseguio o aldeo. Nos anda
o vimos, na subida da encosta a lular conf 0 ma-
tador de Antonio ; mas nao podemos ser bons
aquello patife ; porque, assim que nos acercamos
mais, vimos cabir o pobre do cao, e o homom
seguir para o lado da quebrada. .Dimtanle osla-
ra cosido as facadas. Nos, quando vimos tanta
maldade, seguimos todos aquella alma dainada.
Desusara mansamente o oulono do anno de
1161.
A" um dia formoso ebrilhante tintn succedido
urna noite ventosa e fria.
Nao se va no co, anda ha pouco to claro,
urna nica estrella.
O vento zunia com furia extraordinaria, e nu-
vens prenhes d'aguasc amonlovam no herisonte.
Relmpagos de fogo relalhavam de vez em
quando a escuro do ceu, o ao longo ouviam-se
os socos repetir o pomposo ribombar do Irovo.
O branco dejar das comas das arvores, debi-
xo da imoressao da doce brisa, linha sido subs-
tituido polo eslnlido dos troncos seculares derru-
bados polo furioso lufo.
Asares fiziam ouvir um som lastimoso e tris-
onlio.
Pareca quererem-se conspirar os quatro ele- Vi alia,
man loa para destruir o mundo A chura i ni pel-
uda (icio sul aceitara com furia horriret as anti-
gs muralhas do annoso caslello de Monlemu-
ro, situado a legua c mcia da formosa Evora, a
cidade
as altivas legies romanas e faziara tremer o col-
losso no seu pedestal de bronze.
l)ah que elle desafiara os mais illuslres es-
pitaos de Roma c reduzia a p os seus dcstemi-
dos soldados.
Evora tambem mereceii as boas gracas de Ju-
lio Cezar, que Ihe concedeu tanl03 privilegios,
que Ihe grangeou a denominaoo de Liberalilas
Julia.
Ewir.a, no lempo em que acontece a nossa his-
toria, era nao .-6 celebre pelas suas recordaces
liisloricns e grandeza de seus edificios, mas pela
sna belleza, porque est situada n'iima colima
pouco eieradji, mas quo tica a cavalleiro de urna
immensa planicie, enjb espado horisonle li-
mitado por alias e pitlorescas montanhas, entre
s quaes arullam as serranas d'Ossa, Portel c
enjos eolios grandiosos se rio esconder
as nuvens.
Como segumenlo a oslas, olera-so magestosa
a .TPrra de Monlemuro, e sobre a sna alta crista,
toda composla do cavallaria, cncnminlia-a para
a cidade, e csconde-a entre urnas breanas. Som-
I'aror ento dirige-se para a atalaia. la qaam
nu, leva por armas offensras urna espida curta,
mas larga, e urna iromensa lauca.
Logo qticchegou torre foi metiendo Mitre os
intersticios das pedras urnas cunhas de po,
ja lcrava proparadas para este elTeito, e njudado
pela comprida tanca, foi subiaa com ntte
to, mas com o matar silencio, de maneira
gracas esenrdaa dsaaita, a Moma 6 I
quando elle estara ja a tocar o pnrapcil.
A fillia de Agar den um grito abalado, q te -
perdeu na amplidio do ar, c agarrando n urna
tanca curta, precipitou-se so'.irc o agressor.
l.'.'iia lula Iraroii-se entro ellos, asas ana lata
.urda, porque a Moura linb.i a vaz presa m
ganta coro a commo^o c modo ; i.inl.l repri-
ma a respirarlo para nao aeordar a ralbo, aor-
amada do ralonte Seriorio.
Dentro das meio derrocadas muralhas do cas-1 niiiralhas do atigo caslello em quo se acoitava
tello eslavam alojados cerca de qualrocontos ho- Giraldo e o seu bando.
mens aquec-ndo-se a urna iiumensa fegueira, | Alora disso, era Evora orna cidade importante
cuja chamma, acoilada,pclo rento que entrara pelas suas fortilicacoes, cercada toda do altas
collocado como um inlio de aguia entre as I Io? ** ** conleeessa, catara perdido inesausi-
agrostos rochas, lavantam-se as meio derrocadas 'cimente.
lispostos a arrancar-lhe as eniraiibas pela boc-; pelas roslas das muralhas, torcia-se. levantara- muralhas, coroadas de amcias nanaucadade tor-
ca, anda que elle fosse o domo em pessoa; mas
o maldito tirou-nos este trabalho ; porque, ao
ebegar & quebrada, lan^ou-se na corrente.
lima risada esganicada, eslrideute, nerTOsa C
aguda, interrompeu o aldeo.
Era Emilia que, tornando a si, enlre-oiivira a
narracao da mortc do Antonio : c que desvairada
Masque lens tu, Emilia'.' Olba que me ta-
zas scismar, anda quo eu o naquoira, replica-1 pelos terriveis acontecimentos daquella noite,
ella demonstrara pela maneira, llie o mancebo aflicto. soltara aquella gargalhada.
o variados c iuflndos berreiros, I l'ois nao fallemos mais nisso. Sabes que i Todos espavoridos a rodcaram.
-idus em lirios os tons, desde o mais roufe- i mais, vamos dansar, di.: ella, desviando adredo o j Foste tu clama ella, pailida, conrulsa e
nh i at ao mais griladeirn c espiritado, contra lio da conversa ; e nislo enfiou-lhe o braco, es- i enresgando os olbos : foste tu, malvado, que o
c- inaloios dos criadas, que a raziara levar da I forcando se por se mostrar contento a incitando- malasio ? E porque ?! porque sempro te tiro
bre a por di sazdos e broncos. | o a bailar. | odio.., odio 1 sim, odio e muilo odio !... Mcu co-
Anlonio, j esquecido da apparcao do deseo- Antonio quasi que compellido por Emilia, che-
ido, eslava tambera eutreguo goral foi-1 gou-se com ella para junto dos aldeoes, que for-
i. S Fraila lidava por simular semblante I mavam rodas, ou choreas, bailando era circulo,
prazenleiro; mas conhecia-so que dentro a ra- j de raaos dadas, as quaes soltaran), tomando o
lava posar, quo ella mal poda reprimir. Emilia braco aos pares, e andando assim em rolla, quau-' da fregiiezia !... E eu aceilei-o
IV' uvameiiie tinha sabido mais salisfeila do I do era chusma respondiam, cantando, quadra, era Antonio, que me apcrlava
quo riera da mssa do gallo ; e o motivo pareca ; que um, a solo, hava enloado.
ser um pequeo bilhele, que olla j por mais ve- i A chegada dos noivos, urna aldeaa moc.etona,
i 9 lera furtivamente .i claridade da larcira. I gentil e morena, que tentara seus requebros a
raco ja o adivinbava. Mas porque nao avise
eu Antonio ? Tu ja me lindas dito neste papel
que o barias do malar... h ueste papel, quo
u rae entregaste, por entre o tumulto, ao sabir
julgando quo
mao !... Mas
elle alli est !... Est alli a derorar-me cora os
olhos !... conlinuou ella n'un to-'i de indisivel
raira. apontando para o vclho Jernimo, que a
Has islo, ni confusa.), nao fdra notado, ora at respellodo amanto de Emilia, rompeu nesta can- solucar a olliava, debulbada era lagrimas; depois
o seria por Antonio, so nao sobreviesse ura ac- tilia :
rideni
Mais por comprazer rom as aldaas, suas ami-
gas, di que por rontade, Emilia entrclinlia-sc a
I) ilar cora nlgumas dellas : nn conflicto do brin-
quodo sallira-lbe do seio o mysterioso papel, que
lu preoccopada a traza : as campouezas, jul-
gandosor algoma caria de Antonio, lanoaraiu-se
- ibre elle de roldio, querondo-o tomars mos;
porm Emilia com presteza 0 npanhou ; mas nao
tio rpido, que nao fosse visto por Antonio, que,
ihegando-se a ella, Ihe disse :
Parece-meque aahisle mais alegro do que
voltaste. leras acceso algura feilifo que le des-
som nesse papel .'
Peiti;o .' Ora lens cousas, Antonio! Is-
la ... 0... Emilia balbueiou alguraas patarras,
ii |o atinasse cora resposla. lba, Antonio,
contiiiuou ella, puebando-o departo; eu dovo
estar certa de que confias no mea amor, no c
. ssira '.
Equemo duvida! aecudioAntonio, agesta-
do pola ostranheza da porgunla.
I'nis cijt.io asseguro-te que este buhte em
i ode .iltorar a nossa estima : mas peco-le
. i bo queiras ver aules de nos receber-
raos...
Antes de nos recbennos !... E pirque m'o
nao deixas vrj boje, agora mesmo .'! porliou
Antonio, levado da singularidade da exigencia
Jmilas ararandadas
Longe deilan as biqueiras:
Nao ha da mais feliz
Que a das nieas snlteiras.
Os caraponezes andando roda respondern]
era chusma ;
O giralda, giraldwiha
Tuca, loca a gi raid ir ;
Mcia rolla, urna rolla.
Outra rolla eu quero dar.
A prmeira quadra era urna lava lancada a ler-
reiro : Emilia logo percabau onde ia batee a pe-
drada, e porisso respondeu : 1
Q que pinhoiio tao alio,
t> que piihas to douradas ;
Nao ha vi la mais feliz
Ouc a das mogas rasadas.
A resoosta foi acollada com applausos; porque i
quasi iodos percebiara a alluso ; c Antonio, que |
a percebia mclhor que ninguem, olhando Emi-
lia, entoou a segualo copla :
A laranja quando nasce,
Logo nasce redonJiuia ;
Tambem tif quando nascesle,
Logo fui para ser minha...
I ni ivo agudissimo, lgubre o prolongado,
loado. Fura diamante
de espirito raao,
clamou
falla ?
eslorcendo-se, como possessa
cabio era novo deliquio,
Minha lilha minha querida tilba
Calharina dejoolbos, junto dola.
Mas que papel c -csso, do que ella
di/. Jernimo.
I'alrez soja o que o Sr. cura tem na mo,
que foi achaJo no seio de Emilia, responde urna
aldeaa.
Ai era de tal rae lembrara ja, diz o cura,
cstou como foro de raira. Varaos a ver se o pa-
pel explica algunia cousa. O cura leu o seguinte:
Emilia, pensa bem quanto podo um amor
despresado ; e tica cena que l'edro, assim como
1 te soube amar, tambem saber vingar-sc :
Eram as terriveis palacras quo l'edro o militar,
profera ao despedir-so de Emilia, quando a fdra
pedir por esposa a seus paos, e ella o recusara.
O seu infernal protesto de vingonca fora cum-
plido.
EPILOGO.
Havam decorrilo dousannos : o aspecto da
aldea tinha mudado : era iriste c rido. A fami-
lia de Jernimo, que fora por tanto tempo o cen-
tro da alegra de toda 3quella boa gente, eslava
corlda de pozares e angustias.
Era urna tarde ao por do sol o to Jernimo,
se, ou baixava-se, formando phanlasticos rabes- ; res, com dffereutes atalaas, offasladas dos
eos de tormaslbizarras (e extraordinarias.
0 seu brlbo arerraelhado refleclia-se uestes!
qualrocontos rostos ferozes, assorabrados por
espessas barbas c crestados pelo sol c pelas fa-
digas.
a mu-
ros, para darein signa] da aproximado do inimi-
go e do su.a direceo, o que partidpavam per
meio de ura syslema aperfeigoadissimo de fachos
luminosos.
Era urna cidade dimeilima do levar de assallo
Era um espectculo grandioso c phanlasticu,: naquelle lempo, o mesmo, por ardil era urna em-
Farec;a urna associaco de demonios era torno preza arriscadissima.
das fogueiras do inferno. IV
Asscmelhara-se nos toques pronunciados do Giraldo encaminhou-se para a torro da atalaia
claro escuro ura quadro de Rembrandt; ms per- que Qcava fronleira porta boje chamada d'Aviz,
sonagens ura painel de Salvador Rosa ou Callo!. ; porque as antigs muralhas forara reediGcadas
Fallarain todos as aceas variadas das suas por Fernando I.
continuas correras era lenas de Mouros c (.luis- \ Ha muilo que prcoceupava Sem-Pavor um pen-
los. smenlo lixo que o nao deixava : resgalar por
Retirado alguns passos deslc grupo, eslava um meio de nina aeco estrondosa os seus crmes
horaem com a caboca encostada as mSos, triste passados e obter o seu pcrJao de Afl'onso Jlen-
e pensativo ; pareca que meditara um projec-i riques.
. .^^..... ui ounii'iii sumioiiso n un
palmos de altura s por una rao
hitando com urna rapariga bolla ;
Era ura espectculo horrivol rf n'uraa noiie
escora um horaem suspenso n'nn sbysaio da 10
raao, c cora a outra
mas naquolla
occasio, cora os olhos esgazaados, os eabeHoa
no ar o fazendo todo os seus estreos pan o
precipilar da torre abaixo.
Por firp. Sem-Pavor, por um esforco do-
rado desembalaban a espada, e do ara s .
Ihe dec'epou b cabeca ; deq un grito rouro, i a-
mo o do tigre ao precipitar-se sobro a pma,
de um salto se arremessoa dentro da torre.
No quarlo jiroxirao dorma o ralbo prof
mente com o somno da innocencia.
Geraldo ia a levantar a espada
smenlo suhto o susteve.
mas um piu-
lo que Ihe absrvia lodas as facilidades da" alma.
Tcria trinta e lanos annos, a testa larga c cs-
pacosa era sulcada por rugas precoces, e assola-
brada por cabellos cor de bano, que Ihe cahiain
em anaes sobre os largos hombros, os olhos
erara vivos e penetrantes ; poneos teriam podido
supportar, sera abaixar os seus, os olharcs quo
elle lancava quando estar furioso. O nariz era
recurro como o bico do abutre, e o espesso b-
Nao,disse ellebasta de infamias : i
accordaro Mouro, o ao monos morroroi em
bale leal. Mas immediatamente r<;l
nao tinha tempo a perder, que podam dar alar-
, ma e eslava perdido. Calando <
E que accao era maisborona quea (oimcda do os escrpulos, o com o ferro anda qui
sangue da lilha amada, separou-Ihe a cab i do
corpo, eosdous sangues forara confundidos
Evora ?
Era um feito digno da anlig.a Roma ; mas o
forte peilo de Giraldo uo conheco o lemor e era-
lbe preciso lavar com urna accao honrosa lanta
infamia passada.
Era um projecto ja ha muilo meditado, e cstu-
dado todos os das.
as suas frequenles visitas a Evora, aonde t-
Depois, qoasi arrependido do que tinha I
pegou as duas caberas pelos cabellos; nislo, i
do mouro abri os olhos e a bocea; tal foi a ;
teza do golpe !
Sem-Pavor quasi que toro mado ; mas
sentimento passou como o relmpago,
nao podia Morar, por milito lempo, na alma fe-
roz de Giraldo.
Acccndeuum facbo e collocou-o di
godo e comprida barbada mesma cor cabam-lhc nha entrada franca, pelo auxilio que as rezos
por toda a parte inferior do rosto. prestara sos Mouros, tinha elle cstudado, com !
Era bello como o pode ser um hornera que so una minuciosidade escrupulosa, os signaos que
pensa na guerra e vive nos combates ; mas ha- os vigas das atalaas taziam com os fachos oc-
via o quer que na sua physionoma de sinislro. cesos.
A sua cousitiiicao era aibletica, os hombros Agora, que ja eslava perfelamentc industriado 'I11' quera dizer que grande numero de i n i; .-
largos c quodrados, os bracos grossos e memhru- nessa arte, tinha cstabelectdo 0 scu plano Sobre acabara m de passar por alli e liaban tomado I
dos romatorain por Amas mos delgadas c es-1 bases quasi infallireis, anda que fosse preciso direegao da porta de Aviz
Ireilas, que rerelaram nasciinento dislincto. para isso grande denodo, muilo sangue fro o ds-
Chamava-aa Giraldo Geraldes, e os poros de 5 simulaco, porque a mais leve falta transtornava
leguas ao redor, tanto Chrlst&os como Mouros, iodo o "plano.
chamavara-lhe o Sem-Pavor pela ousadia e co- i Na torre da atalaia, fronleira porla do Aviz,
ragem que emprogava as suas depredaces. eram vigas ura mouro de U e tantos anuos,
Fgido da corte de Alfonso I para escapar da mas anda forte C robusto, o sua lilha, moca de
forca que Ihe eslava preparada em troca de eri-15 lustros, de olhos prctos cheios de fogo, que
raes, Qlbos du sed genio fogoso e violento, tinha-1 denunciavara a energa un temperamento ar-
se refugiado era Monlemuro, aonde o seu valor dente
desleuiido, a superioridade do seu genio o tinha O seu aposento era na parle mais elevada da
era pouco lempo feito chefe de lodos os homens torre,
que eslavam era eguaes circumslancias. Toda a sua mobilia consista em duas pulas (!
O seu bando amara-o, mas ao mesmo lempo coxinse almofadas, urna para a lilha, outra para
cortn a loada. Fdra diamante que o soltara,
ergnen lo-sc de um sallo de, ao p da lareira, i- sua habtacao, olbaudo lito o horisonle, onde ci-
tan Jo a porta, cora o pello birlo, os olhos de fo- ; le contemplara o astro do da lindando a sua car-
E dizes tu que nao duvide eu de que me es-1 go, e acoitanflo as espaduas cora a cauda, como reir, como para elle ja tinbara findado todas as
timas J Se assim fosse, nao teimarias em ver que preparando-sc para arremelter um inimigo venturas. Era a im.igom da sua sorle Duas
esle papel. V. que desconlias domim ; contiuuou : invisivel. lagrimas desusavam pelas faces do pobre relho.
Emilia, |pmando um ar pesaroso, e pregando o> No mesmo instante urna voz rouca e cava, mais I Calharina, magra, dobrada e como demente,
temia-o ; quando elle dar alguma ordem era Opai, tamboretes de lod
pi'omplamonie obedecido. Oucni ousaria resistir
a Giraldo?! Ai do imprudente! o seu castigo era
fciti
-.
encanecido^ currado, eslava sentado porla da prorapto e iinplacarcl.
Sem-Pavor tinha fascinado estes homens rudos
e brotaos cora o scu modo altivo, cora as suas
palavras breves o imperiosas, com ura silencio
calculado e ura soriiso de diabo, que mullas re-
zos Ihe errara pelos desdenliosos labios.
Olhos no chao. infernal que humana, eulnou da parle de fora da I rc"va ao. P ^ seu marido.
Nao, minha Emilia ; nao c desconfianca, e casa, esta quadra que pareca responder a An- -Sn nieio da estrada, junto de urna cncrusil
s cutiosidade, mas era essaja lenho, necrescen- ionio : ('n- vio-se urna campooeza de poneos anuos, s
ion com ternura o camponez, lancaado-lba um o limo tira o fastio l 'adnha n'um rallado, prximo de una cruz
em torno da cintura; ja at nem quero re \ larania u bcra aucrcr- ':'ll ni;"loira, que se ergua d'enlre as pilei
10 da cintura; ja al nem quero re
ess< maldito papel que foi a causa de t i te agal-
lares comigo.
Agastar-me comlgo? Ests brincando ; re-
plicou-lhe Emilia, dando-lbe a mao, que apertuu
com affeclo.
- Vamos para a mesa, rapazes, grita arriba
irina, com vez de estentor toca aconso.ir.
nao lia guizadas, mas o que ha de boa
i le. S padre cura... Jernimo 1 conduzc
u padre cura.
Aos gritos de Calharina, diamante etnpnou-se
c lodos se dirigem para a mesa.
Jernimo conduzio o cura e o boticario, os
quaes tomaram assonto; e os domis, asen exem-
lizeram o mesmo.
\ mesa rergara com o peso de urna laleiga in-
gente, atulhada de chispos de poico e nabcas,
que eslavam que os aojos as podiam comer, se-
gundo a phrase da boa da dona da casa ; ao lado
campeavara dous avultados cangiroes de vnbo
..i larra do relho Jernimo, que a miudo se fo-
rara despejando as canecas parciaos quo gyra-
vjiii em contradanca auccessiva pelas raaos dos
ivas. Lina ampia escudella, cheia de bolos
de testa, completara aquella simples refeieao, c
alicava os olhares do botioario, que j sefazia
com terrado engolira sua racia duzia, e sepul-
tar outra meia
tudo.
C os bolos de festa sao obra de Emilia, Sr.
padre cura, dizia Jernimo, offerecendo-OS do pa-! da.
silba-
son-
tos-
A laranja o bem querer: '? ll" iaao,'rai ue Su ergua d'enlre as piteiras
Tira delta o sejUldo, lima pallidez mortal, como veo raoituario, Ihe,
Que (na n3o hade ser. cobria o rosto O rosto, os olhos, pasto qucfor-l
Islo demas brada Antonio, acceso em rnosof. divagavam-lhe errantes o som ntenco.
colera, arremetiendo ao cauto da casa, onde es- : .s ol,u,s ^j10 os nuncios da alma ; uelles nao ha-
lava o seu rarapao. Vla oxpressao, porque na misera aldea nao baria-
Jess santo nomc de Jess, exclamaram I entendimcnlo. Era a braca da aldeaa. a mal-aren
as frequenles correras quo fazia as ierras
chrislas, quem tinha licado com odio impla-
carel, e mesmo quando punha contribuio.o al-
guma aldea mourisca, viam-no sempre o primei-
ro ao ataque, com os- labios contratados cora o
seu sorriso diablico, cora os ulhos chammejan-
do fogo, fazer ao redor de si ura
sangue.
armas desde o pesado mananle damasquinado
at o delgado punhal de Toledo.
E meia noite ; a borrasca ja voi longo.
Na torre dorme o pai c vela a lilha. Encosta-
da ao parapolo da jaucllat-om q sua encantado-
ra cabeca entre as mos de alabastro, morgulha os
olhos de lyuce pela escurido, a ver se descobre
algum vulto ao longo, porque a nuite acom-
modada para urna sorpreza.
Nislo, os seus ouridos fora ni feridos por urna
voz forte c sonora, que cantava una terna aria
mourisco, acompauliado com um alade.
A lilha d'Aggar esculou com attenc.ao o ouvio
lernas trovas de amor, o seu coraea palpitou e
circulo de seus labios deixaiam isa;.ir ura dbil gril
^sto, Giraldo, porque era elle, affaslou-SC ra-
l'eiin sin nm pouco mais lempo do que lava-
mos a narri-lo, chegou a torra sao e salvo,
a descida foi-lhe muilo mais dillicil ; porm aju-
dado pelos seus musculosa narros de aro,
phou de toios os obstculos.
VII.
Grande foi o assombro de- fora'gdos de I
lemuro ao verem ebegar o seu chefe e ira
canecas escorrendo sangue ; elle em brevi lem-
po Ibes expoz o seu plano.
Mandn quo a cavallaria, que eslai i
13, .-
13, J
dillerentes porto di porta d'Aviz, Qzessc gran-i
elle foi com os pecs cozer-se cora j
pouca distancia desa porla.
Como a torr" da atalaia liaba dado -
haviagrande numero de inimigos porto da
d'Aviz, os Mouros nao lardaran! a rircm '
numero, e todos Soldado* cscolhidos.
as mu I boro ;.
A porta foi aborta, e todos os homens. menos o
cura e o boticario, Salr.iui armados do que ocha
ram mao. 'Antonio os preceda, levando-Ibes
grandedianleira e diamante, espumando de sa-
uha, pulara-lhes na fronte.
Calharina, enliada, agarrou-se ao cura,gritan-
do-lhe :
Em rime do bcnlo Jess, so padre cura ;
di lenha o mu Jernimo ; mas o cura, desemlta-
racando-sc dola, corren para Emilia, que ba-
queava no chao, sera sentidos.
Algum espirito para esta pequea cheirar,
brad >u o boticario, dirigado-so as aldeas, que
allerradas cercavam Emilia.
Ai! a minha liilia, que est mora excla-
men a (ia Calharina, lanrando-so sobre ella.
Olho quea sulToca, ta Calharina : Ihe diz o
cura, separando-as. Est s desraaiada. O inelbor
dcsperta-la.
Desapertem-lhe as roupinhas, que cu no
raparigas que es-
nos ampias algibeiras do sobre- ; sei de mira, diz Calharina s
fregaram os pulsos e as bailesa Emilia com vi- ;
nagre seto ladros, o Ihe faziam respirar mestar-j
Quo papel ess: ? coutinuou ella, pega:, i i
dre, c rcrendo-se na lilha.
Heos a abenri'ie, c faca feliz com Antonio,
como leera sido sus pas, ja que tem as boas
qualidades dellcs ; respondeu o cura, affagando a
: c.aniponcza, que Ihe rcliribuio, beijando-
mo.
Antonio, durante a cria, nao desfilara dola,
mal podendo dcixar de Ihe dar cuidado a sua vi-
Irsl za, Emilia bem o linha percebido, c
por isso lut.ara comsigo por apparentar de distr-
bida e satisfeila ; mas dcbaldo, porque o pezar
no myslcrioso bilhele, que sallara do soio de
Emilia ao desapertarem-na. Veja l so padre ;
cura, que en disso nada enlcndo.
O cura lirou osoceulos, c disDunlia-sc a l-lo, i
quando ura clamor de vozes, rindo da parle de
fora, distrahio a allencao de todos.
Que desgrasa que desgrana exclamou o
lio Jernimo, entrando, e atirando comsigo por \
cima douin banco, c depois desalando a chorar
como urna creanca.
Que foi '.' porgunla Calharina, loda cliea de
que a roia no intimo, transpirara manfeslamen- ; espanto ; que foi que aconloccu, Jernimo
te em seu semblante. Antonio conbecia a fund
a pureza daquella alma e amara-a como se pode
urna mulher; todava, nao Ihe querer ella
i
Assassinaram onosso Antonio
Um grito de lerror sabio da bocea de lodos.
Assassinaram Antonio ?! .. E quem foi o riques.
turada Emilia ; aquella que d'aulos lora chama-
da-Flor da Seria-: co sitio onde ella eslava, era
o lugar era que linha sido ass.issinado Aol.ooo, u
esposo do seu coraeao.
Seis horas soaram no campanario da fregno/ia.
0 som irisle e pesado do sino pareceu atrancar
dolorosos recordaces pobre dunda : levantou
a cabera e orgueu-se ; olnou a aldea, c depois
lomou pela estrada para o iado da freguezia, e
dcsappareceu.
Dorara solo horas, deram oito, ". Emilia anda
nao appareca em casa : deram oilo e meia ; de-
run em lira nove, e ella sem apparecer.
Vam-rae procurar a minha ilha a minha
querida Emilia I grita Jernimo, cheio de inquie-
ta cao
Ella aqu est, Ihe responden! uns aldeoes,
que Iraziam Emilia era bracos, paluda e fra.
Foi encontrada no cemiterio sobre urna sepultu-
ra semeada do foros.
Era a sepultura de Antonio.
Emilia linha voado a elle.
/. l. de Andrade Ferreir.
{Comercio do Porto.)
Leudas nacionaes.
i
GIRALDO SEM-PAVOR.
Olha aquello que deseo pela lauca
Com as duas cabecas dos vigas
Dude a citada esconde, com que alcaucil
A cidade por manhas, e ousadias.
Elle por armas toma a semelfaanea
Do cavalleiro, que as cabecas fris
Na mo leraro ; feito nunca feito !
Giraldo Som-Pavor o forte peilo.
Cames. Lusiadas. c. b. X.T.
Agum.as rezos viam-no horas interas triste e ptdamenle.
pensativo, com a cabeca como escondida entre as O que levara o feroz Sem-Pavor, meia noite,
mos
Tul era Giraldo Geraldes o Sem-I'aror, chefe
dos foragdos de .Monlemuro.
11
voz uamor.
i
Reinara em Portugal o glorioso Affonso len-
A nlgaznrrtt hin-so tornnndn c
degenerava ja era orgia.
Giraldo desperlou do seu profundo pensar
bradou com voz sonora c penetrante :
Calera-se todos !
Ao inmenso vosear succcdcu uta silencio se-
pulchrsl.
Apague-se a fogneira !
Tudo licou sepultado as trovas
Cada um ombrulhou-se tas maulas e deilou-sc
conforme pode.
Passada una hora, os salteadores de Montemu-
ro dormiam profundamente, sem que o mais le-
ve remorso llies adejasse na mente.
Nao se ouvia senao o resonar eslrondoso desles
qualrocentos homens c o passo cadenciado das
sentinellas.
Geraldo quando vio que todo o sen bando es-
lava mergulhado no sorano, embrulliou-se n'u-
ma maula, lomou a sua liel espada e ura alade,
e sabio.
A senlinella, qne reconheceu o seu chefe, nao
Ihe embargou o passo.
III
Erora urna das cidades mais anligas da Pe-
nnsula.
I'o fundada pelos F.bornes ou Eboronicos, an-
ligns Hespanhes, 2059 anuos antes da rinda do
Christo.
Era lempo de Viriato ja ella sobresabia entre
as mais illuslres da Iberia.
Quando o ralete Seriorio, deixando Roma,
para fugir s proscripces de Silla, reio refu-
giar-sena l.usitania, escolqeu Erora para sua rc-
sidencia.
Desla cidade que sahiara os execrcilos, capi-
laneados por este grande chafe, que disbarataram
a ir cantar debaixo da torre da atalaia, nao erara
os lindos olhos da sortaria do Mafom i, nao era o
amor ; csso sublime sentimento linha-lh'o raa-
e una mulher, que elle amara
Ira ura espectculo phanlsstico rr esta .
de quanlidado de Mouros com os seus i
turbantes, rematadas por lucidos opceles,
sombrando estos rostos ti. i.i le olhos
cheios de fogo, com immensos big
guios, biaududo no ar as pesadas cimitarras, i -
damasquinados alfanges, oeixinda i
capricho do vento OS COmuridos caffi
bornozes, o agitando no ar os estandartes de
da de cavallo, rematados por brilhantcs metas
las ; ludo islo atlumiado peloreflexo svi
Ihado de tochas resinosas. Abriram i puta e
sahiram ora lumullo, gritando ; .vil.. !
loria] gloria Ha Toma e ai
los e cora gran le furia forsm i
cavalleiros purtuguezes, juesa iam a!
i|'i aceitar combate, ir caminhandu de vagar >,
quando 03Mpurosj estivessem quasi
galopar um pouco, para os ir affaslaudo da
do insensivelmenlc.
Os altivos Agarenos, roma nao linham t
de se aflaalar muita de Evora, deitaram a
aberta. Era isla mesma que esperara Sem-Pa
vr; foi-se co/endo cora as muralhas, o m
seus pcoes, que eram 2U0 e tantos, i uli i ; i
porta dentro, sera echar resisten i os
ferrelhos, matou todas as sentinellas, e deu or-
lado na mcala'
Nao, nao era. Quera saber meia noite quem
relava na torre, so o pai so a lilha : o debil grito
d,t Moura tlnha-lho satisfeito a cunosidade.
\
Tinha amanhecido o dia bello e sereno, mas
carrega lo de nevueiro como ura verdadeiro dia
do oulono. Alguns raios do sol chegavain a alra-
vessar a espessa neblina mas era lo dbil e
iraca, que quasi se nao va.
Giraldo chamou os seus companheiros e Ibes
disse cora asna voz sonora : Lluipai as ann.is,
aproniptai os cavallos, corlai na floresta 600 ou
Mi) paos de 8 polegadas de comprido oG de lar- dem aos seas soldados que mol
gura, que esta noite hei-de guiar-ros empreza duas argollas, que linham as casas mouricas,

KK AIS CAS,
Pon
O Claudia, estrella
meu coi ajo leu.
Adeus, querido
querer ser sobrinho.
O scu.
polar, eixo do mundo,
lio. Se a visse, hava de
postes alias do dous individuos perfeitamen-
n a veis, sao mediocremente felizes, e medio-
lirancas.
; com
te am
crmenle unidos. S.- Pedro nunca pude se
I accommodar bem com S. Paulo, embora fossem
; ambos santos no mesmo grao.
Quando oslres viajantes entraran*] emVieillevlle
A LFREDU JVSSOLAXT.
XI
Umajmanha, M. Graindorge.consclhciro dorei
i.'ii/. Phlippe, commendador da Legiao do Hon-j
ll Aguia negra, gran-cruz da ordem de Car-
los ni e olBcial da de Isabel a Gatholica, almo-
cava com sua mulher, e abra rpidamente as
cartas, quando a letua de seu sobrinho al-
trahio-lhc mais parlicularmcnlc a allencao. Leu
depressa a carta e atirou cora raira1 sobre a
mesa.
De quem ? disse sua mulher.
Era urna ingloza lacnica, secca como as mu-
lheres ralbas da sua ierra, fea o sem llhos rujo
dol hava triplicado a foiluna do marido. Rui-
va, ararenta e rabugenla, gozara em sua casado |
uma influencia omnipotente.
Do doudo do Brancas, respondeu o consc-l
Huiro do Eslado.
One noticia d ?
L :
Vcilleville, maio de 1845.
Tove encllente xito, mea lio. Accnso-me
da minha nfeliridade, mas compre romper a lo-
do o costo. Corra casa do Sr. Olivcira e diga-
. nao, nao Ihe diga nada. Eu commetti a
imprudencia, cumprc-rae repara-la c ser since-
ro. Amo urna moca adoravel, urna pcrola de
belleza, ura anjo, uma par, ludo o que Ihe agra-
dar, mas arao-a. Seu pai um veterano de Na-
poloo. sna mi 6 uma mulher que, nos seus
lempos foi bonita ; mas ella oh ella c uma
llor, ura boto de rosa, uma graca... tudo
quanto necessario para lornar-se sua sobrinha.
kmar-mc-ha ? Eis a queslao. Ura orangotango,
.serai-prefeilo,guarda-a vista como os raudos do
serralho. O monslro cubioa-a, mas a divina
Providencia nao hade permillir qHO se execute o
crime, c em caso de necessidade, o mcu bra^o
ajudar a Proridench.
Boa noite, meu lio. Vollcao njeloJramma ;
dizer-lhe at onde ra o meu amor. Adeus,
adeus. Deixo-o para pensar na minha Claudia.
Ponha-mc aos ps da minha adorarel lia, e
soja iudulgente para com a minha loucura. E'
lo raro e 13o doce purder-sc os sentidos por
aquellos a quem se ama L'm dia anda bei de
fazer, se j nao existe, uma opera com o titulo :
11 Nio pazzo per amore o Lonco por amor,
como a obra prima de Cimarosa.
Ento disse Graindorgo depois da lcilura. eslava toda a cidade era rumor. Devia-se plei-
tear no dia seguinte o processo, pelo qual Bipain-
sel mandara chamar o amigo. Tinham-se for-
mado dous parlidos, como succede em lodas as
causas desse genero, e suslentavam, um a rali-
dado do testamento e os direilos da communi-
dade de P... c outro os direilos de Ripainscl. A
poltica linha-so Inlromcttidb tambem. O jornal
do bispado nao cessara de elogiar as santas rau-
Iheres que linham renunciado ao inundo paras
coidarem era Jess Christo ; eram as irmaasdos
pobres, as mais dos orphios. os anjos de Dous
cruz pela agua I na trra, l'ois irium anda despojar a egrejaca-
tholica, to vergonhosamenle roub.ada em 17S9
o acabar a obra sacrilega dos revolucionarios ?
E para que, grande Deus, violar esse testamen-
to ? Para augmentar o luxo c riqueza de ura dos
homens mais ricos da Ierra, para sustentar ca-
vallos e talvoz cousas peiores. Lsse ultimo pon-
to anda nao era expressado claramente, mas j
so rosnara.
O jornal da opposic.au, amigo de Ripainscl, que
era o mais rico accionista do jornal, declamara
vigorosamente contra as invases do clero, eci-
tara Gregorio VII que depuuha os reis, Alcxan-
dre VI que envenenara seus proprios cardeacs,
e lodos os mais padres do que a historia tem fal-
lado. A krrie era longa. Paro quera esse3 tbc-
souros arrancados cga derocao dos moribun-
dos ? Para os jesutas, "para os bspos, para as
congregaces de loda a especie. Nada mais elo-
Ealao?
Nao un louco ?
Muto.
O que fazer? Eu nao posso ir casa de
Olivelra e dizer-lhe : meu charo, enganei-mc.
Isto nao admissivel. Que o diabo leve a sua
Claudia !
Tina prorincianazinha 1
I o boto de rosa !
Que lulo!
Lina perola de belleza !
L se ra a minha
abaixo 1
l'ois consentirs csso casamento ?
Uno duvida. Elle j lem idade.
l'ois desherda-o.
Tu nao o con heces, replicou o lio. Nao se
importa com ninheiro, e todas as successoes do
mundo nao o fardo mudar de opiniao. Vai per-
der por sua culpa o mais bello casamento do
mundo. Oliveira nao esta rezado com a lilha.
Rila mulher de espirito ; hade guiar muito bem
o barco do marido.
Tudo nao est perdido anda, disse. a In-
gloza. Se est apaixonado, 6 cousa de fresca
data, porque nao fallara nisso no da era que
parti. Esse fogo de pulha hado consumir-se e
extinguir-se naturalmente. Vai demorando o
negocio. Aeompanha Oliveira, quo le conridou
para reres a sua casa de Vieilleville; sondars o
mais gloriosa que leudes platicado al a ioi;
disse.
Ellos se retiram sem demora para executar as
orden, recebidas.
Giraldo manda ; quem ousaria hcsl
Este hornero, que falla pouco, gorerna estes
bandidos ferozes com o seu genio superior, que
di slambra e fascina como o olhar da serpete.
c- ,. ,,-, *v M ouvia seno o Unir das armas, os g
Sao dez horas da noile. A pailida la nao es- dos moribundos, intermeados com
palha o seu brilho prateado. escondo a su.a fron- alarido da- mais, quanto vi.im dianle de
te como candida donzella, o i rosto en- seus llhos d ispeda -ajos.
tre dobras do veo, para nio ver as Si enas de car- \. ao ha\. i socebrre po
niucina o carnagem que rao manchar os Muros
i da rorroosa Erora.
Giraldo guiaos- ens para a cidade;
chegaiuo perto da lorie da atalaia, divide-os
em duas phalanges ; a maior, que consista era
pees, licou escondida n'um bosque, as proxi-
midades da lorre e cncoberlos para maior des-
canco] os saldados com ramos de arvores que Ira-
ziam do prevenco.
A mais pequea das duas phalanges, que era
cw^ ti i I1IIH.JI nrMijajCtftgarerjp
demisso. Esta especie de magistrado nao s
pcor ; ellos valem bem os homens mais subls
que procurara menos o sentido da lei do que
uma opinio singular c paradoxal, c que se obs-
tinara lauto mais nossa opiniao quanto se pcrlen-
pos quo oilo ihes Cuba distribuido,
mouros licarera encurralados dentro.
Passado breve espacode tempo, i
de Giraldo, que cubra todo o tumulto. >
quarlel a niugucra !... Eo urna carnificina horri-
vol ; ludo quanto encontraran*, sem disiinecio
do idade ou sexo, era passada ao lo rj
pada.
iirol ; as portas da
cidade fechadas, os soldados mouros affasl
em perseguicao do iuiraigo, alguns iram
encurralados dentro de suas casas, rugan
leoes furiosos; mas a sua furia era baldad
sua raira impotente.
Alguna, depois de esforcos desespera -.
garbn a airo ubar asporlas, mas acharam i
raediataniente a mortc s mos dos ferozes sol-
dados de Sem-Pavor.
' i, til \l 7.
ih.i. consclbeiro do oslado condeca a neces-
sidade de nao perturbar, com alguma prcoccupa-
eao, o espirito do sobrinho. a respera de tuna
grande balaa, s se pensa no inimigo.
Lcmbra-ie, disse Graindorge, que do alto
ce a elles. Eulre um juz muito sublil e um daquelle pretorio le contemplam Irezeaaos elei-
terreno e vers a tal Claudia. S sendo muilo quenlo do que esse redactor esbravejando em
caipora ou desastrado nao Ihe acharas algum
vicio ou defeilo.
Redhibit.ario ?
Isso, disse secamente a Ingleza, uma
pilheiia de. lidalgo ou de palafreneiro que o con-
selheiro d'Eslado nao devia conhecer.
Graindorgo iuclinoii-se humildemente. Correu
rasa de Oliveira, arranjou convite, e occullou
cuidadosamente o lira de sua viagem.
Tres das depois, Oliveira, a filha eGraindorge
pai tiara para Vieilleville. Oliveira'pensara nos
seus eleitores, Graindorge na sna'' gran-cruz, e
Rita no seu casamento. Esla s ia com curio-
sidade de tornar a rer o seu noiro. Brancas nao
Ihe desagradara, mas um phenomeno conhe-
cido lano no moral como no physico, que os
fluidos da mesma naluroza se repellem e que os
() Vide Ontario n 21.
favor dos seus accionistas.
S o jornal da prefeitura conservava profundo
silencio, mas comsigo eslava furioso por nao po-.
der tomar parte na balalhn. era ludo sao rosas
no officio de jornalista official. Como ter uma
opiniao, quando o prefeito nao a lera ? Seria uma
irapiedade. Ora o prefeito, alias bom homcm.c
muilo atrapalhado com o sen papel, s se oceu-
para de viver em boa harmona com todos, cora
medo de so rer exposlo aos raios do Nacional.
Olireira rio-se em apuros para entrar em ca-
sa do presidente do tribunal, que distribua c
recusara vontado os billictes de entrada. Es-
perava-se na porta dclle, como no escriplorio de
um thealro.
Eraum relho alto de palana pesada o indis-
(neta, gago, apalemado, que nada comprchen-
ilui'ios contrarios se attrahera. O adrogado e a ; dia, mas hornera de bem, incapaz do fazer mal ao
joven Parisiense, eram ambos muito espirituo- prximo.
sos, muilo linos, muito r.asoarcis c muito ciriii- j O acaso e uma fortuna, cuja origem se perda
sados para se amarem fortemente. Entre dous
corpos pcrfeilamente redondos, ha muilo poneos
ponlos do coutoclo. Dahi vera que ccrlos casaes
na noto dos lempos, linham-o feilo nomear pre-
sidente; ainamovibilidade tinha-o manlidonasua
cadetra, e o uso oppunha-se a que pedisse sua
que e pouco, o dcuiandisla esl muilo atrapa-
lhado.
O presidente lerantou-se apenas rio o deputa-
do e fe-lo sentar.
Meu charo presidente, disse Oliveira, riulia
pedir-lhc tres lugares.
Ja nao os lenho, interrompeu o relho.
Para minha filha ?
Ah oulro caso. Eu cedera o meu lu-
gar quando nao houresse outro... Ento, couti-
nuou olle, esse Brancas 6 um grande ajvogado?
E una inararlha, disse Oliveira que jul-
gou derer fazer o elogio do futuro esposo de
Rila.
Panlaleao, esle dia para ti um bello da,
disse a presidenta que al ento linha estado es-
condida o silenciosa em um canto da sala. Que-
ros que mande endiroitar a la grar.ala branca ?
Manda, minha querida Lenidas, replicou
elle com corla raagestade.
Eu espero, disse ella, que o Sr. Ripainscl
perca e que deixe tranquillas as boas freirs
do P...
Espero, disse Panlaleao gaguejando, que
Clao de L'lica, se por acaso rier audiencia fi-
que contente comigo. Vai preparar a grvala
branca, Lenidas.
Lenidas sabio resmiingando.
Ah senhor, disse o presidente Oliveira
que sorria, muilo cusa a ura pobre hornera cum-
plir o seu derer. A minha mulher e meus cin-
co filhos, lomaram parlido.tres contra tres, neste
maldito negocio, c me aborrecem lodo o dia com
as suas exhortacoes a julgar bem, jsto a julgar
em favor dos seus protegidos. um barulho
que ninguem so enlende. Felizmente, eu son
meio surjo, e a partilha egual dos votos na fami-
lia, maniera a minha nculralidade.
Oliveira sabio cora os sus Iros billicles que
Ihe facultaran] tres lugares reservados alraz dos
juzes. Vieilleville, onde os acontecimentos sao
raros, estara loda em morimento com a espe-
ranza de ouvir un dessos famosos advogados a
que os jomaos fazem ura pedestal. Do lodas as
partes do departamento, numerosas deputacoes
de ociosos se linham reunido na audiencia, o es-
paravn alienta a repulaeao do Brancas, por ma-
ravilhosos cleclos de scena. O seu adversario,
rindo tambem de Paris, era um horaem illustre
a quem nao fallou talrez, para cgualar os raaio-
res oradores, seno delender uraa causa mais
synipathica nacao franceza. Era o mais bri-
Ihante representante do partido legitimista.
Na mesma noite, Brancas recebes a visita de
seu to, mas nao se fallou de Oliveira nem da fi-
tores.
Ilei de lembrar-me, disse o advogado, a
quera lardara ver-so s.
Apenas sabio seu lio, mandou aparelhar o til-
bury e desccu a trole rasgado pelo lado de Vieil-
leville. Ia ver Claudia segundo o cosame. Era
muito pouco lempo, linha-se lomado amigo inti-
mo do m.ajor Bonsergenl, o a pensativa Eluda
preparara para elle as phrases mais poticas eos
discursos mais delicados. Ninguem desconfiara
das suas risitas a nao ser talvoz o d
Audioet. nanlo moca, se linha odrinhado a
alma nobre do advogado ( e como nao loria ad-
viuhado?) nao o mostrara Secretamente esta-
r lisongeada por agradar a um homom amarol,
j celebre, que doria ser lo bom juz do meril i
e da belleza. Nenbuma mulher izenla de sai-
dade e a bella Claudia anda menos que outra
qualqucr. Audinel, a quem sempre tinha visto
cora indifferenca, lornava-se-lho pouco a pouco
odioso, porque em amor a iudiffercnea nao est
longe do desprezo era o despiezo do odio.
Compre confessar quo o secretario geral era o
amante mais inconccbivel do mundo. Preveni-
do contra Brancas, cuja rivalidade liara advi- |.0"0
nhado, vigiara noite c dia os passos do Parisien-
se c Offeudia-se, nao sera razao, das frequenles
visitas que osle fazia familia Bonsergenl. Suas
relajos com Calharina pormitliara-llie sabor, ho-
ra por hora, tudo o que fazja sua ama. Por seu
Andinet, romo lodos os aumentos
oceultar o ciume Nada mais desaslrad
fallar nelle, mas tambora nada mais n ilural. E
irelanlo couhcceu que se adiaalra e quu sabir
de um mo passo.
Talv.v. seja alguma mulher, dissi
negligencia.
Nao, nao uraa mulher, disse Claudia
lada com essa porgunla.
Enlao um homom ? Conveni '
NO hoinciii nem mulher, disse i lau-
dia.
A monos que nao soja algum advogado, r
plicou Audinel, nao sai quera posta ser.
Claudia corou ligoiranieiite.
l'ois bom, disse olla, supponh.i
ja ura advogado ; o que quer di/.or .'
ura advogado. Bom. Eslimo sabo-lo.
Justamente, sao sele horas, e o Sr. Brancas ai
nao appareceu.
O senhor esl bem ao fado dos hbitos d>
Sr. Brancas.
Ouo duvida disse Audinel. L'm hornera
lio celebre '. Em Vieilleville s se falta u
no seu prxima casamento.
Ah disse a moca, que senlio-sc empali-
decer. Com quem '
Eu bem sabia, disse Audinot, que re
por dizer-lhe cansas inleressantcs. Oh! coah*-
narrador.
lado, Claudia, irritada por essa vigilancia conli-j infancia ?
E de inventor de escndalos.
Ite escndalos, va. Mas que mal ha-
dizer-lhe que o Sr. Brancas ra casar muu
ve co ti a Sra. Margarida Oliveira, sua
nua, recebia muilo mal as queixas de Audinel, e
pareca, contra a rontade de seus pas, quasi a
romper.
Nessa larde, eslava Audinel sentado em um
canto, junto nova, eniquaiiio o mejor e 3 mu-
lher, discretamente retirado no oulro lado da sa
la, deixavam ao secretarlo geral a faculdade de
fazer a sua corle lirrcmeiiie. Claudia bordara,
e cora a mo impaciente arrancara os fios, sgual
pcrcuisor de uma tempestado prxima.
. Est agitada hoje? disso Audinct.
Nao estou agitada, disse ella.
Aborrecida ?
Sim, estou aborrecida.
Porque ?
Nao sei. Proravelmenle porque o senhor
est aqu..
Ou porque alyucm nao est ?
O que quer dizer ? disse imperiosamente
Claudia. Quem esse alguem ?
Algucm, disse framente Audinel : al-
guem ; c fucil de entender.
Pois eu nao enlcndo. Diga-rae o quo ,
por obsequio.
Como sabe disso ?
Ora boa. Era bem fcil. Toda a cidade
ji esl informada. A criada de Rita diz a qoem
quer cuvi-lo. O negocio esl arranjndo, ( u
Sr. Graindorge, conselheiro de estado, tio do lu-
luro, vcio de proposito para assslii a* casa-
mento
O Sr. nao perde lempo, disse amargamen-
te Claudia, o esl muilo ao faetu do- negocios de
prximo.
Ao mesmo lempo levaulou-se-
Onde vai pergunlou Audinel ?
Senli uraa verligera e vou para o meu quar-
lo. Islo logo passa. Desculpe-nic e vi faztf
companhia minha raai.
Quando acabava de fallar enlrou Brancas. Clau-
dia hesitou e voltou.
Entao, disse Audinel, anda nao B
O Sr. insupporlarel.
Muito obrigado.
[Continuar-se-ha.

PERN. TYP. l'E M. F. D PARIA. tb^D,